Chapter 275
Capítulo 275
Gabrielo ficou atordoado por um momento, aproximando seo se ainda pudesse sentir a umidade
no corpo de Inés O homem estava olhando para ele através de um vapor quente, quando de repente
ele sentiu um aperto na garganta Ele pegou o livro didático que estava carregando e o entregou a
Inês: “Amado pediu que você assinasse.
“Ah” – Inés, despretensiosa enquanto secava o cabelo, pegou o livro: “Deixe–o aqui, eu assina para
ele mais tarde“.
Gabrielo percebeu que n?o poderia ficar naquele lugar por muito tempo, a s inteira estava
impregnada… o cheiro do sabe liquido d
O olhar do homem se aprofundou e Inès perguntou: “Você já terminou o dever de casa?”
Sua voz soou quaseo a de uma professora.
Gabrielo n?o p?de evitar um sorriso “Estou ajudando um quebra–cabe?a, logo
termino.”
Ah, essas coisas s?o muito fáceis para um engenheiro de jogos.
Inés agradeceu e Gabrielo, sem responder, salu do banheiro. O som do secador de cabelo ecoou
enquanto ele voltava para o quartoo se estivesse fugindo e fechava a porta atrás de si.
Ele percebeu que sua respira??o estava acelerada, especialmente no momento em que entrou no
banheiro e viu Inés.
Seu cora??o batia mais rápido e todo o seu corpo formigavao se estivesse inundado de sangue.
Isso n?o era um bom sinal
Gabrielo se virou na cama e colocou a m?o sob a cabe?a, olhando para o teto
Ele pensou através da parede aodo dele, Inés e Amado estavam dormindo no quarto aodo. Como
eles viveriam juntos?
Será que Inés também baixaria a guarda para ele,o fazia Amado?
Gabrielo sabia que, às vezes, Inés olhava para ele um olhar cheio de dependência, mas esse
olhar passava por ele, concentrado
em outro homem
Em outro homem que tinha um rostoo o dele.
Gabrielo fechou os olhos, mas a imagem de Inés permaneceu em sua mente.
Por que sempre o olhava daquele jeito, quando ele n?o era o substituto de ninguém?
Gabrielo sempre se imitava o fato de Inés confiar nele só porque ele tinha um rosto parecido
a da irm?o morto d.
Que
fato ridiculo, toda vez que sentia o olhar intenso de Inés, ele acordava abruptamente.
Erao se estivesse em um sonho do qual acordava e Ines se afastava dele, seguindo seu próprio
caminho
Ele nunca seria o irm?o d, e era apenas uma pessoa de passagem em sua vida, que no final se
afastaria.
Gabrielo sabia que esse resultado chegaria em breve, mas, por algum motivo, ele n?o queria que isso
acontecesse
Se Ines o olhasse um olhar estranho e frio um dia, o que ele faria?
Gabrielo sentiu um nó cada vez mais apertado em seu perto, ent?o simplesmente se cobriu o
edredom, fec
mesmo.
ido–se em si
Na manh? seguinte, Gabrielo acordou exatamente às sels horas.
Seu relógio biológico nunca havia sido t?o pontualele costumava dormir até a tarde, mas agora
acordava as seis da manh?.
Ele ficou olhando para o teto por um longo tempo até que, de repente,o se tivesse percebido algo,
inspirou um pouco de ar frio.
Ao fechar os olhos, ele se lembrou daquele, sonho absurdo, cujo protagonista era… Inês.
Drogal
O homem, sempre t?o calmo e imperturbável, mostrou uma express?o de pánico infantil. Ele cobriu o
rosto o edredom, mas n?o conseguia contrr sua mente; as imagens das pernas e dos seios
d continuavam passando em sua cabe?ao um filme.
Dle havia tido um sonho erótico.
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E a protagonista do sonho era, entre todas as pessoas, In?s.
Gabrielo bateu no len?ol embaixo dele, mas o soco foi t?o suaveo se tivesse batido no algod?o.
Ele se virou na cama: ainda faltava muito tempo para o inicio do trabalho e p primeira vez, sentiu
que n?o conseguiria dormir.
11:34
Certamente era a cena na noite anterior no banheiro, vendo Inés, que agora o assombravao um
pesadelo. Gabrielo respirou fundo várias vezes para acalmar suas emo??es
Era… aterrorizante.
Em seus vinte e sete anos, ele nunca pensou que descreveria a influència de uma mulher a
pvra “terrivel“.
O homem simplesmente se levantou, passou a m?o pelo cabelo de forma desordenada, deixando os
fios pretos bagun?ados ainda mais rebeldes, e se abaixou, olhando para a luz do sol que entrava p
jan por um longo tempo.