Chapter 276
Capítulo 276
Inda n?o conseguiu dormir direito naqu noite.
sonhou de forma confusa, primeire sendo persegueda por Noe Serpa e depois sendo agarrada por
Teodom Famese
Em seguida, reviveu a sensa??o de um beijo roubado
Inés acordou assustade de seu sonho, coberta de suor frio
instintivamente, se abra?ou, enquanto Amado acordou na cama aodo, esfregando os olhos:
145e, o que aconteceu?”
Inés bn?ou a cabe?a vermência. Nada, amor, mam?e está bem…”
se jogou de volta na cama e ficou olhando para o telo, assimo Gabrielo, que
e estava ao seudo, perdido em pensamentos
Seu rostoe?ou a esquentar Provavelmente fazia muito tempo que n?o tinha sonhos t?o
intensos e cheios de flertes
mistenosas.
Naqu manh?, às seis horas, tanto Gabrielo quanto Inés padeciam de ins?nia,
No entanto, Teodoro Famese, que morava aodo, também n?o estava melhor, acordando
olheiras profundas
Ele também n?o dormira bem.
Levantou–se da cama e, sem querer, espinou
Teodoro pensou se alguém estana fndo mal dele ps costas, mas logo imaginou que fosse in?s.
Sem conseguir dormir, decidiu sair para correr ao amanhecer Levantou–se, abnu as portas jan e
saiu para a varanda, onde, por
acaso, encontrou Ins
n?o esperava, quando saiu para pegar suas roupas na varanda, dar de cara Teodoro Famese
1?o cedo
O sonho da noite antenor ainda n?o havia se dissipado, e seu rosto imediatamentee?ou a arder,
escondendo se atrás das roupas: “O que você está fazendo aqui?”
–
“N?o posso acordar cedo?” Theodore deu um sorriso maligno, seus olhos brilhavamo diamantes,
irradiando um esplendor
verde–azdo.
Ele tinha um rosto incrivelmente atraente.
O homem observou Inés, escondida atrás de suas roupas, por um longo tempo, pensamentos
inquietos. Ele ent?o disse “Continue se escondendo,o se essas roupas velhas pudessem
esconder alguma coisa“.
Inés estava pegando algumas roupas intimas, e Teodoro, atrás d, zombou. “Essa é a sua calcinha
de renda preta?”
Inés sentiu seu corpo tremer e se virou para encará–lo raiva: “Você n?o pode dizer menos?”
All Seu jeito recatado erao o de uma dona de casa timida!
Theodore sentiu um cfrio, mas continuou a ficar descaradamente na varanda, observando Inés do
outrodo.
Suas m?os tremiam enquanto pegava suas roupas: “Você n?o pode parar de agiro um
pervertido?”
Teodoro riu: “Pervertido? Vou considerar issoo um elogio“.
Que tipo de idiota é esse?
Theodore observou Inés por um longo tempo e, apontando para uma pilha de roupas penduradas,
comentou “Parece que seu suti? n?o é pequeno“.
Inés, enfurecida, atirou um monte de roupas nele, que desviou, e os doise?aram a discutiro
um casal, ele rindo os olhos
indo brilhando, um rosto travesso e provocador: “El, por que a violência? Estou apenas
elogiando.. Noe Serpa nunca te elogiou assim?” Ao mencionar Noe Serpa, Inès ficou ainda mais
furiosa e quis jogar um vaso de ntas nele, mas Teodoro,o se tivesse lido os pensamentos d,
pulou facilmente a sacada e aterrissou na d!
“Vocé!”
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Ao ver Teodoro Famese descero um deus entre os mortais, Inés deu vários passos para trás.
“Eu tenho pernas longas.”
Teodoro, as m?os nos bolsos, passou por baixo das roupas d, sua figura esg e definida, e
somriu para Inés: “Desculpe, foi muito fácil pr“.
Inés se debateu, mas Teodoro olhou rapidamente da varanda para a s de estar, verificando se n?o
havia ninguém là, e avan?ou diretamente sobre