Chapter 274
Capitulo 274
Teodoro Famese nunca imaginou que Inés o surpreenderia um tapa e, quando o recebeu
inesperadamente, n?o se afastou e apenas somriu, enquanto sua risada ecoava nos ouvidos de Inés
“Você já bateu já chorou, mas ainda n?o vai me contar o que aconteceu?”
O que poderia ter acontecido? simplesmente n?o conseguia dizer.
Aqus pvras vergonhosas a impediam departilhar sua dor, toda a angústia que engoliu
sozinha, rangendo os dentes e engolindo o sangue.
Vendo Inés naquele estado, Teodoro Famese ficou em silêncio por um longo tempo, até que
finalmente suspirou: “In?s, por que você tem que ser t?o forte?
Inés n?o respondeu, seus olhos ainda estavam vermelhos. Teodoro Farnese tocou seu queixo
gentilmente, e tremeu violentamente,o se tivesse sido eletrocutada.
“Desculpe”
se desculpou rapidamente, a voz rouca, sem dar tempo para Teodoro Famese reagir. Ele a
interrompeu, bloqueando seu caminho si alta estatura: “Ei, ei, n?o precisa ser assim, ok?”
Inés respondeu frieza: “S da frente”
“So estou tentando ajudar, In?s Teodoro Famese sentiu uma onda de impotencia diante da resistência
d
Houve um tempo em que também acreditava nele, era grata por ele.
Mas aqu afei??o havia sido destruida por suas próprias m?os, naqu noite de tempestade,
quando ele esmagou sua dignidadepletamente. Talvez desde aquele momento, Inés já o tinha
colocado em sua lista negra.
O cora??o de Teodoro Famese se apertou, e ele reagiu instintivamente: “Foi Noe Serpa quem a
machucou?”
O nome Noe Serpa tocou uma ferida em Inés, e , enxugando as lágrimas, empurrou Teodoro
Famese for?a ao tentar entrar na casa, mas foi abra?ada por ele em um rápido reflexo. reagiu
assustada: “Me solta!“.
Droga. Teodoro Famese sentiu que e seu charme habitual as mulheres erapletamente inútil
agora.
Ines simplesmente n?o se importava ele.
Teodoro Famese estava prestes a carregá à for?a de volta para
“O que está fazendo?”
sara sua c
casa quando foi interrompido por uma voz fria.
Gabnelo estava no final do corredor, ramente depois de um dia de trabalho, ainda segurando
Amado p m?o, que olhou curioso para Inés e Teodoro Famese: “Mam?e, tio Furnese? O que vocês
est?o fazendo?”
Os dois se soltaram rapidamente,o se tivessem sido pegos em grante, e Teodoro Famese
recuou para trás de in?s.
Quando o olhar frio de Gabrielo os encontro, Inés sentiuo se estivesse sendo observada por um
pai severa
Amado perguntou inocentemente: “Tio Famese, você acabou de chegar?”
Apontou para a m aodo de Teodoro Farnese.
Com um sorriso constrangido, Teodoro Famese respondeu: “é, acabei de encontrar in?s por acaso.”
“Que coincidência” – disse Gabrielo um sorriso irónico, entrando e fechando a porta atrás de si.
Teodoro Farnese olhou para o rosto indiferente de Gabrielo e se calou.
Inés ainda estava atónita, sem esperar a apari??o repentina de Gabrielo.
Até que Gabrielo, um sorriso gdo, colocou a cabe?a para fora e disse: “O que está esperando?
Entre!”
As últimas pvras foram ditas uma certa amargura, e Ines foi conduzida para dentro, seguida
pelo som alto da porta se fechando na cara de Teodoro Famese.
O som da porta o assustou.
Quando finalmente se recuperou, Teodoro Famese nu da situa??o, pensando: “Que arrogante!”
O homem colocou as m?os nos bolsos e assoblou enquanto voltava, chegando à sua própria porta, a
abriu e de repente se lembrou daquele beijo apressado.
Teodoro Famese curvou os lábios em um sorriso enigmático, um brilho malicioso nos olhos,
Do outrodo, Gabrielo cruzou op bra?os sobre o peito e, desde que Inès entrou p porta, ele
manteve uma atitude indiferente, um somiso frio no canto dos lábios que parecia um pouco
sinistro.
Inés se sentiu um pouco culpada: “O que é isso?”
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Capitulo 274
“Essa deveria ser a minha pergunta.”
Gabrielo estreitou os olhos: “O que você estava fazendo Teodoro Farnese?”
“Fol um encontro casual…“–inés falou rapidamente,o se tivesse sido pega em grante. Essa
evasiva, nos olhos de Gabrielo, apenas exacerbou a mau hurnar d, e ele soltou um resmungo frio:
“Vá tomar um banho!”
“Ah? Está bem.” – Inés estava despenteada, um zer masculino jogado sobre os ombros, que
tirou a
antes de ir ao banheiro.
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Gabrielo pegou o zer do ch?o, sem pensar muito, e o jogou na varanda.
Se n?o estava enganado, aquele zer foi um presente de Noe Serpa
Com um brilho frio nos olhos, ele acabou de jogar a roupa quando Amado velo por trás e o chamou:
“Tiozinho!”
Gabrielo olhou para trás, escondendo perfeitamente suas emo??es, e olhou para ele: “O què?”
“O dever de casa de hoje é um quebra–cabe?a, minha m?e n?o gosta multo dele, você pode fazer
comigo?”
Amado lhe mostrou a li??o de casa e Gabrielo se agachou para trabalhar no quebra–cabe?a ele
na s de estar. Depois de um longo tempo, Inês ainda n?o tinha saído do banho e eles já tinham
terminado a tarefa.
“Você pode levar isso para a mam?e assinar?”
Amado entregou o cademo deunica??o para ele: “Vou arrumar aa!”
Dito isso, ele saiu pndo para o quarto e Gabrielo ficou olhando para o caderno deunica??o por
um tempo, até que se dirigiu à porta do banheiro.
Ele bateu duas vezes e a voz de Inés veio de dentro: “Quem 67
Sou
eu–A voz de Gabrielo era baixa e fria.
“Ah, entre, eu já terminel.”– Inès estava de roup?o de banho, limpando o espelho, que estava
emba?ado pelo vapor. Gabrielo abriu a porta e a viu de pé um pano na m?o, na ponta dos pés
para alcan?ar o espelho.
Suas pernas longas e retas sob o roup?o solto revvar a pele macia da parte superior das coxas,
como se fosse jade de alta qualidade.
In?s notou o olhar de Gabrielo e desceu. “O que foi?”
Enquanto fva, girava a toalha na m?o,o um mbarista, fazendo–a saltar de uma m?o
para a outra, antes de pendurá habilmente no cabide.
se virou para encará–lo diretamente: “Sim?”