《Eu! Matei a Vil? Secundè°©ria! Secundè°©ria!》 Cap铆tulo 1 Cap¨ªtulo 1 Cap¨ªtulo 1 Acelina Diniz morreu, In¨ºs Guedes estava ali, pasma, na beira da cama, encarando os pap¨¦is do div¨®rcio que Noe Serpa tinhargado em seu colo, sentindo um frio cortante se espalhar todo o seu corpo. Uma hora antes, ele a tinha agarrado pelo pesco?o e perguntado: ¡°Foi voc¨º que jogou Acelina escada abaixo?¡± Uma hora depois, ele chamou o advogado, preparou os pap¨¦is do div¨®rcio e os atirou sobre desd¨¦m: ¡°In¨ºs, voc¨º deve a duas vidas!¡± Sim, duas vidas estavam em jogo. Acelina esperava um filho de Noe Serpa. Quem era In¨ºs? A esposa leg¨ªtima de Noe Serpa, que agora n?o passava de uma piada. Com os olhos inundados de l¨¢grimas, fixou o olhar em Noe Serpa, tremendo sem controle: ¡°Eu n?o a joguei, quantas vezes preciso repetir isso?¡± Noe sequer a ouvia, fitava¨Ca um olhar g¨¦lido,o se fosse uma mera piada: ¡°Voc¨º acha mesmo que suas explica??es t¨ºm algum valor agora?¡± N?o, j¨¢ era tarde demais! Se Noe estava convencido de que fora , ent?o para ele, tinha sido ! N?o importava o quanto explicasse, nada mudaria o fato de que uma vida havia se perdido! De repente, In¨ºse?ou a rir. Levantou¨Cse, pegou a ca e iniciou a assinatura no contrato. Div¨®rcio, era isso? Perfeito! ¡°Noe Serpa, eu te amei por dez anos, consideremos esses anos uma piada. Daqui para frente, cada um segue seu rumo!¡± O amor ¨¦ seu, o cora??o ¨¦ meu! In¨¦s segurou as l¨¢grimas, mas for?ou um riso de orgulho ao assinar seu nome no documento. Noe a observava, um sorriso ainda mais frio no rosto: ¡°Voc¨º n?o pensa que ¨¦ s¨® assinar um papel de div¨®rcio e tudo se resolve, n¨¦?¡± In¨ºs empalideceu: ¡°O que mais voc¨º quer?¡± Capitulo 1 ¡°Quero que a sua fam¨ªlia Guedes arque o funeral de Acelina!¡± O homem anunciou friamente: ¡°A partir de amanh?, a familia Guedes vai viver um inferno!¡± In¨ºs desabou de volta na beira da cama, tremendo incessantemente, encarando o homem de fei??es atraentes ¨¤ sua frente. Seus olhos profundos e escuros eram o rosto do homem que amava profundamente, mas de repente, percebeu que n?o conseguia mais enxerg¨¢¨Clo ramente. Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g Cinco anos de um amor escondido, cinco anos de casamento, tamb¨¦m deixou marcas profundas na vida dele, mas agora, por uma acusa??o sem fundamento, ele a estava jogando no abismo. ¡°S¨® eu n?o basta?¡± In¨ºs encarou Noe Serpa os olhos marejados: ¡°Por que voc¨º est¨¢ atacando a fam¨ªlia Guedes? Meus pais te acolheramo um filho, o que fizemos para merecer isso?¡± ¡°A morte de Acelina foi a maior trai??o que a sua familia Guedes poderia me fazer¡¡± Noe Serpa segurou o queixo de In¨ºs brutalidade, um sorriso que parecia vir diretamente do inferno: ¡°N?o bastava armar para me for?ar a casar voc¨º, agora voc¨º tirou a vida d tamb¨¦m. In¨ºs, eu nunca fui t?o imc¨¢vel quanto voc¨º!¡± Como se um balde de ¨¢gua fria tivesse sido despejado sobre , In¨ºs estremeceu: ¡°¨¦ assim que voc¨º me v¨º?¡± ¡°Aos seus olhos?¡± Noe riuo se tivesse escutado a maior das piadas,n?ando um olhar repleto de ¨®dio sobre o rosto de In¨ºs: ¡°Voc¨º acha que merece estar nos meus olhos? In¨ºs, voc¨º se superestima. A partir de hoje, voc¨º vai pagar pelo que aconteceu Acelina!¡± L¨¢ fora, a chuva ca¨ªa torrencialmente, gotas pesadas batendo na jan e produzindo um som ro, que, panhado pelo aumento do barulho da chuva, deixava o cora??o de In¨ºs cada vez mais frio. murmurou uma voz dolorida: ¡°Noe Serpa, se um dia voc¨º descobrir que voc¨º me fez injusti?a¡¡± De repente, Noe Serpa sentiu um aperto no cora??o, mas rapidamente voltou a exibir uma express?o impiedosa, os olhos brilhando ¨®dio intenso: ¡°Me desculpar voc¨º? In¨ºs, nesta vida, ¨¦ voc¨º quem deve desculpas a mim!¡± Ent?o, um trov?o estrondoso rasgou o c¨¦u, ensurdecendo In¨ºs seu rugido! Capitulo 1 , de repente, perdeu as for?as, retrocedeu dois passos e, o aumento do barulho da chuva, as l¨¢grimase?aram a transbordar sem controle. O homem ao seudo pegou o contrato, bateu ¨¤ porta e partiu. No momento em que a porta se fechou, erao se dois mundos tivessem sido completamente isdos. A partir da¨ª, o mundo d desmoronou. Cap铆tulo 2 Cap¨ªtulo 2 Cap¨ªtulo 2 Nos ¨²ltimos dias, a chuva n?o parava, e no dia do enterro de Acelina, uma garoa final tamb¨¦m ca¨ªa, panhada por uma multid?o que seguiu o cortejo. Noe estava decidido e exigiu que In¨ºs se ajoelhasse diante do t¨²mulo de Acelina,o se tivesse decidido que ficaria ali at¨¦ a morte. In¨ºs resistia, mas recebeu um tapa violento do homem: ¡°Pare de fingir inoc¨ºncia, voc¨º ¨¦ a ¨²ltima pessoa que tem esse direito!¡± suportou a dor e, de repente,e?ou a rir. Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g Sob a chuva fina, o riso da mulher era agudo e desesperado. Noe, sem se importar, avan?ou e chutou brutalmente o canto de sua boca. In¨ºs rolou pelo ch?o, cuspiu sangue. O sapato de Noe Serpa entrou em seu campo de vis?o. olhou para ele e, de repente, a sensa??o em seu cora??o desapareceu. Qu?o cruel era aquele homem, e tinha errado¡. O erro estava em se apaixonar por ele! In¨ºs apertou os dentes: ¡°N?o pense que vou me ajoelhar diante d!¡± ¡°O pecado que voc¨ºeteu, ajoelhar ¨¦ pouco!¡± ¨C O homem, furioso, a levantou e a jogou de volta ao ch?o viol¨ºncia, mas In¨ºs n?o emitiu um som de dor. riu: ¡°Eu finjo n?o ver suas amantes e casos que voc¨º tem. Quanto ¨¤s fofocas nos jornais, tamb¨¦m fa?o de conta que n?o sei. Sou uma esposa t?o desprezivel, voc¨º tem um pingo de consci¨¨ncia? Eu ter raiva de Acelina? Quem era Acelina? Em termos de fam¨ªlia, educa??o e status, valia um dedo meu?¡± ¡°Finalmente mostrou sua verdadeira face¡¡± Noe usou a ponta do sapato para levantar o rosto d: ¡°Hoje preparei um presente especial para voc¨º, n?o sei se vai gostar¡¡± Mal terminou de fr, e uma f de policiais apareceu na porta. Antes que In¨ºs pudesse reagir, eles a seguraram e colocaram algemas efici¨ºncia. Quando viu as algemas em suas m?os, In¨ºse?ou a se debater violentamente: ¡°Me soltem, por que est?o me prendendo?!¡± ¡°Assassina! Assassina!¡± Capitulo 2: ¡°Esc¨®ria! Ainda se diz Sra. Guedes!¡± ¡°Sem cora??o! Como as pessoas podem ser t?o malvadas!¡± ¡°O Sr. Serpa ter uma esposa assim ¨¦ realmente azar!¡± Jornalistas e cameras focaram n, capturando todo o seu panico. In¨ºs, p¨¢lida, parecia ter perdido a alma: ¡°Quem mandou me prender? Quem?¡± ¡°Hein? Voc¨º acha que, sem provas concretas, neste pa¨ªs de leis, eles te acusariam injustamente?¡± A voz do homem veio de tr¨¢s d. Quando se virou, ele segurava uma urna funer¨¢ria, vestindo um terno sob medida, em soberania. In¨ºs ficou os olhos vermelhos: ¡°Noe Serpa, foi voc¨º quem mandou me prender?¡± Pareceu que Noe sorriu: ¡°Eu s¨® estou devolvendo a verdade para Acelina. A pol¨ªcia e eu vimos o v¨ªdeo de vigilancia.¡± ¡°Verdade? Verdade?¡± o vivo ao In¨ºs,o se ouvisse uma piada,e?ou a rir alto. Todos a acusavam, mas tamb¨¦m estavam cautelosos sua loucura evidente. A transmiss?o capturava sua apar¨ºncia enlouquecida, e diante de milh?es, parecia um dem?nio. As algemas tilintavam enquanto lutava. In¨ºs gritou para Noe: ¡°Noe Serpa! Voc¨º tem um pingo de consci¨ºncia! Cinco anos de casamento, at¨¦ um animal qualquer n?o seria tratado tanta humilha??o!¡± ¡°Humilha??o?¡± Noe Serpa se aproximou, agarrando o queixo de In¨ºs: ¡°S?o os seus pr¨®prios crimes,o pode chamar isso de humilha??o?¡± ¡°Eu disse que n?o, por que est?o me prendendo?!¡± ¨C In¨ºs deu um sorriso amargo, el sua luta final n?o mudaria nada. A imagem d refletida em seus olhos era rid¨ªc, n?o importao olhasse. Cap铆tulo 3 Cap¨ªtulo 3 Cap¨ªtulo 3 Com um estalo alto, a dor intensa e j¨¢ conhecida invadiu In¨ºs, que deixou rr l¨¢grimas espessas. Num impulso, arrancou a urna das m?os de Noe e, na frente de todos, an?ou ao ch?o! ¡°Noe Serpa, te falo, nunca me rebaixaria tanto! Se n?o confias em mim, que seja, mas n?o permitirei que me humilhem assim! Mais cedo ou mais tarde, voc¨º vai colher o que ntou!¡°¨C Noe, furioso, gritou e apertou o pesco?o de In¨ºs for?a: ¡°Como ousa¡ Como ousa!!¡± ¡°Ent?o me mata!¡± ¨C In¨ºs soltou uma risada sofrida: ¡°Se acreditas tanto n a ponto de ignorar minha inoc¨ºncia, o que n?o faria? Est¨¢s abusando do meu amor por voc¨º, n?o ¨¦? Quer me corroer por dentro! Vai, meu cora??o j¨¢ est¨¢ cheio de cicatrizes, umal vez a mais n?o faz diferen?a!¡± Policiais avan?aram e arrastaram In¨ºs at¨¦ o carro da pol¨ªcia. Todos presenciaram aqu cena absurda, olhando para o homem de tra?os belos uma express?o terr¨ªvel no rosto, sentindo um medo indescrit¨ªvel. Noe Serpa observava a silhueta de In¨ºs um olhar intenso: ¡°In¨ºs, uma vida inteiral n?o seria suficiente para pagar por teus erros!¡± In¨ºs soltou uma gargalhada, enquanto as l¨¢grimas teimavam em cair: ¡°Noe Serpa, voc¨º vai se arrepender! Quem sabe at¨¦ o filho que Acelina esperava n?o seja teu! E se um dia descobrir que o que fez hoje me prejudicou¡¡± Se um dia descobrir que o que fez hoje me prejudicou¡ De repente, uma chuva torrencial caiu, fria, tocando o cora??o de todos. A tempestade se intensificava,o se o c¨¦u ecoasse a f¨²ria! A chuva castigava seu corpo, enquanto In¨ºs era empurrada para o carro, mas sua risada louca continuava a ressoar, marcando a mem¨®ria de todos que estavam no enterro! ¡°Noe Serpa, se eu sobreviver, s¨® desejo nunca mais te ver. Se eu morrer, ser¨¢ meu maior al¨ªvio!¡± Amor profundo ¨¦ in¨²til, o desprezo ¨¦ a verdadeira realidade! finalmente entendeu. Noe nunca lhe deixou escolha. Ap¨®s o div¨®rcio, mandou¨Cal Capitulo 3 para a pris?o, condenando¨Ca a viver as consequ¨ºncias de sua ingenuidade pelo resto da vida! In¨ºs ria uma tosse ensanguentada, e conforme a jan do carro da pol¨ªcia se abria, in¨²meras cameras capturavam sua decad¨ºncia. Mas isso pouco lhe importava, seu olhar continuava fixo em Noe Serpa. ¡°Eu estava enganada.¡± De repente, n?o tinha mais for?as para discutir: ¡°Noe Serpa, percebi o grande erro queeti¡¡± Noe se aproximou, prestes a fr, mas a mulher ergueu a cabe?a, um olhar vazio em sua dire??o,o se o mundo ao seu redor desabasse: ¡°Noe Serpa, o maior erro que fiz foi me apaixonar por voc¨º¡¡± Cinco anos de casamento, cinco anos de amor, tudo desfeito em uma ¨²nica noite! Ele nunca confiou n, foi por isso que agiu tanta crueldade e impiedade, transformando tudo que ofereceu em uma grande e amarga ilus?o! Noe Serpa devia muito nesta vida! O carro da pol¨ªcia partiu sob a chuva intensa, e o ¨²ltimo suspiro de In¨ºs se misturou rapidamente ¨¤ ¨¢gua, assimo seu ¨²ltimo olhar, et¨¦reo e desesperan?adamente abatido,o o de algu¨¦m no fim da vida. Noe deveria estar contente por Acelina¡ mas quando o momento finalmente chegou, ele hesitou. Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g Uma rajada de vento o atingiu ps costas, a chuva fria se infiltrando em seu ser. Por que, nesse exato momento, seu peito se sentia vazio, e as pvras d lhe causavam tanta agonia¡? Cap铆tulo 4 Cap¨ªtulo 4 Cap¨ªtulo 4 Aos doze anos, In¨ºs fantasiava em se casar Noe. Aos vinte e dols, esse sonho. se tornou realidade, mas naquele mesmo ano, Acelina apareceu em sua vida, e In¨ºs percebeu que ele sempre teve algu¨¦m mais importante em seu cora??o. era apenas um enfeite.- Acelina era o verdadeiro amor de Noe, ent?o o que In¨ºs significava? Nada. Na noite de casamento, ele partiu para uma viagem ao exterior Acelina, deixando In¨ºs sozinha no quarto, aguardando em v?o a noite inteira. At¨¦ que a luz do amanhecer trouxe a dura realidade: h¨¢ pessoas que jamais retornam. Cinco anos desse casamento solit¨¢rio se passaram para In¨ºs, at¨¦ que enfrentou a realidade de que lutar contra o inevit¨¢vel pode ser incrivelmente doloroso. Noe Serpa, eu poderia ter te esperado sem me importar o tempo ou minha situa??o, mas voc¨º me relegou a isso. Cinco anos de solid?o matrimonial se transformaram em cinco anos de c¨¢rcere. Como voc¨º pode reparar uma vida despeda?ada? In¨ºs despertou de um pesadelo, apertando o peito e buscando f?lego, revivendo mem¨®rias que a assombravamo um sonho mau do qual n?o conseguia escapar. Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g Essas lembran?as sempre a surpreendiam quando menos esperava, e a cada vez, In¨ºs tinha que reviver aqu dor. ¡°M?e, voc¨º teve outro pesadelo?¡± Amado Guedes, sempre preocupado, havia aquecido um copo de leite e o entregava a : ¡°Quer que eu te conte uma hist¨®ria?¡± Ele era t?o sens¨ªvel que fazia In¨ºs se sentir culpada e grata ao mesmo tempo. In¨ºs acariciou o rosto de Amado: ¡°Que tal se a m?e contar uma hist¨®ria para voc¨º? O que voc¨º quer ouvir?¡± ¡°N?o quero ouvir nenhuma hist¨®ria, mas se a m?e quiser, posso contar uma¡± ¨C prop?s Amado: ¡°Meu tio me contou v¨¢rias.¡± O tio era o irm?o de In¨ºs, que arriscou tudo para resgatar Amado da pris?o, onde In¨ºs deu ¨¤ luz. Capitulo 4 ¡°¨¦ culpa minha por n?o ter mais tempo para voc¨º. Seu tio ¨¦ que ¨¦ o her¨®i.¡± In¨ºs bebeu o leite e colocou o copo na mesinha de cabeceira: ¡°Amanh? ¨¦ s¨¢bado, que tal irmos ao parque de divers?es seu tio?¡± O rosto de Amado era um reflexo jovem de Noe, mas seus olhos eram demasiado frios, ao contr¨¢rio dos de Amado, que eram belos e cheios de ternura. Desde pequeno, Amado mostrava uma maturidade al¨¦m da sua idade, o que o tornava ainda mais ador¨¢vel. A perspectiva de ir ao parque de divers?es animou Amado, e In¨ºs o abra?ou for?a, fechando os olhos e respirando fundo. A noite ¨¦ um v¨¦u longo e o amanhecer, distante. No dia seguinte, ao sa¨ªrem, In¨ºs vestiu Amado uma elegancia digna de um pequeno pr¨ªncipe, enchendo¨Cse de orgulho. ¡°N?o deve haver menina no mundo que n?o se encante pelo nosso Amado!¡± ¡°Concordo totalmente!¡± Amado, todo vaidoso, alisou o queixo: ¡°Culpa da minha m?e que ¨¦ t?o linda e me fez t?o bonito.¡± ¡°Essa l¨¢bia vai longe, hein? Vamos! Vamos ao encontro do seu tio.¡± O irm?o de In¨ºs, Santiago Guedes, agoraandava seu pr¨®prio est¨²dio de design e estava imerso em um grande projeto. Ele chegava a dormir no est¨²dio para cumprir os prazos. In¨ºs odou Amado no carro, prendeu o cinto de seguran?a e dirigiu rumo ao viaduto. Ap¨®s sair da pris?o, foi Santiago quem a acolheu. Juntos, buscaram not¨ªcias dos pais. e se apoiaram mutuamente. In¨ºs, outrora a favorita do destino, b e jovem, havia conquistado a maior marca de luxo estrangeira com um de seus desenhos, sendo convidada para participar do design da cole??o de primavera. Desde ent?o, sua estr brilhou cada vez mais. Cap铆tulo 5 Cap¨ªtulo 5 Cap¨ªtulo 5 Encontrar Noe foi, certeza, o pior epis¨®dio na vida d. T?o altiva que se mantinha, e por causa dele, virou um verdadeiro show de humilha??o. Cinco anos de reclus?o, mas nada mais eram do que uma oportunidade parae?ar de novo. Ningu¨¦m dobraria seu esp¨ªrito! Adotando um novo pseud?nimo, inaugurou um est¨²dio o irm?o e agora viviam de maneira confort¨¢vel. N?o eram milion¨¢rios, mas manter o Amado n?o seria um problema. In¨ºs estava agradecida por n?o ser mais uma daqus herdeiras mimadas e ignorantes. era esperta e talentosa, sempre pronta para dar a volta por cima. Noe tinha arruinado cinco anos de sua exist¨ºncia, mas n?o teria mais essa chance. Ao dirigir, In¨ºs sintonizou o r¨¢dio do carro, e Amado, sentado ao seudo, ia trocando os canais at¨¦ que uma mat¨¦ria sobre Noee?ou a ser transmitida: ¡°Fontes indicam que o Sr. Noe Serpa visitar¨¢ a Cidade Azul no fim deste m¨ºs para uma parceria o Grupo Freitas. As duas empresas abriram o capital h¨¢ cinco anos e hoje possuem uma posi??o financeira est¨¢vel¡¡± Amado trocou de canal antes mesmo da not¨ªcia terminar. In¨ºs fez uma pausa: ¡°Ah¡ voc¨º n?o gosta?¡± ¡°N?o gosto.¡± ¨C Amado respondeu sem titubear: ¡°Esse Noe Serpa, ele ¨¦ meu pai, n?o ¨¦?¡± O que uma m?e faz quando o filho ¨¦ t?o astuto? Dar uma bronca o faria agir menos intelig¨ºncia? Preciso de uma orienta??o urgente.N?velDrama.Org (C) content. In¨¦s soltou uma risada nervosa: ¡°Como voc¨º¡¡± ¡°Como eu sei?¡± ¨C Amado se apontou: ¡°M?e, eu j¨¢ vi a cara dele nas not¨ªcias, depois me olhei no espelho.¡± At¨¦ uma crian?a de cinco anos conseguiria perceber a verdade sobre serem pai et filho! In¨ºs olhou para Amado: ¡°Para prevenir que o Noe Serpa te leve embora um dia, decidi que vamos viajar para o exterior no Ano Novo para mudar o seu visual.¡± Amado respondeu: ¡°N?o vai adiantar, se o Sr. Noe quiser me reconhecer, certeza Capitulo 5 far¨¢ um teste de DNA.¡± Caramba! Como seu filho podia ser t?o esperto? Isso colocava uma enorme press?o em uma m?e! In¨ºs for?ou um sorriso: ¡°Haha, voc¨º ¨¦ muito inteligente.¡± Depois de um momento, Amado falou seriamente: ¡°M?e, voc¨º n?o precisa se preocupar, eu n?o vou com ele.¡± In¨ºs quase pisou no freio, e ao se virar para olhar Amado, suas m?os tremiam no vnte: ¡°Por que voc¨º est¨¢ fndo isso agora?¡± Amado olhou diretamente para In¨ºs: ¡°Eu s¨® quero ficar a m?e. N?o desejo mais ningu¨¦m, nem mesmo o pai.¡± Os olhos de In?s se encheram de l¨¢grimas: ¡°Seu danadinho, quem te ensinou isso?¡± Amado prontamente entregou o c¨²mplice: ¡°Foi o tio que me ensinou a te fazer feliz assim. Falou que eu ainda poderia ganhar uns doces.¡± In¨ºs apertou a buzina for?a. Maldito irm?o! Devolva os sentimentos d! Vinte minutos depois, o trio chegava na entrada do parque de divers?es. Santiago. levou Amado para comprar os ingressos, deixando Ines sozinha, observando¨Cos um sorriso enquanto se afastavam. Nesse momento, um Maybach preto passou por tr¨¢s deles Noe olhou atentamente, e de repente ordenou ao motorista: ¡°Pare um momento!¡± O motorista, surpreso, freou e perguntou: ¡°Sr. Serpa, o que aconteceu¡? Mas quando Noe Serpa olhou de novo, a am avenida j¨¢ estava vazia daqus figuras. Ser¨¢ que estava vendo coisas¡ por que de repente sentiu que aqu silhueta era t?o familiar? Fechando os olhos frustrado e respirando fundo, Noe disse: ¡°Siga em frente.¡± ¡°Sim¡¡± O motorista reiniciou o carro, e Noe se recostou no assento, seu olhar despeda?ado e disperso. Cinco anos se passaram, por que ainda se lembrava da silhueta d? Cap铆tulo 6 Cap¨ªtulo 6 Cap¨ªtulo 6 Amado estava se esbaldando no parque de divers?eso nunca. Diferente da postura mais s¨¦ria de outrora, que instigava uma certa piedade, agora ele emanava a alegria genu¨ªna de uma crian?a, gargalhando sem qualquer sombra de tristeza ou preocupa??o. Ap¨®s um dia inteiro de aventuras, o trio caminhou de volta ao estacionamento. In¨ºs aguardava na sa¨ªda, Amado nos bra?os, esperando que seu irm?o trouxesse o carro, quando o motorista de um Maserati acionou a buzina algumas vezes, chamando a aten??o para a silhueta esbelta e alta d: ¡°Linda, quer uma carona?¡± In¨ºs deu um sorriso ao homem charmoso dentro do carro, mas antes que pudesse dar uma resposta, Amado em seus bra?os disse: ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio, minha ¡®M?e¡® logo ser¨¢ buscada!¡± Que moleque danado! Silvano Ramires estava quasementando o fato de que uma mulher t?o atraente j¨¢ tivesse marido e filhos, mas ao dar uma boa olhada no rosto de Amado, ficou pasmo! Ele espiou p jan do carro, encarando Amado: ¡°Garoto, o que voc¨º falou?¡± O menino era a c¨®pia¡ a c¨®pia de Noe Serpa! Como poderia? De onde surgira um menino t?o parecido? Ser¨¢ que era fruto de um antigo rcionamento de Noe Serpa? Silvano imediatamente desviou o olhar para In¨ºs, e de s¨²bito se recordou de quem era! H¨¢ cinco anos, antes de sua chegada ¨¤ Cidade Mar, ele tinha escutado sobre um escandalo enorme: o principe da Cidade Mar, Noe Serpa, tinha feito que sua pr¨®pria esposa fosse presa. E essa esposa? A senhorita da renomada fam¨ªlia Guedes da Cidade Mar, a talentosa e imponente in¨ºs! Original from N?velDrama.Org. Enquanto Silvano ainda digeria a situa??o, Santiago apareceu o carro e tocou a buzina para ele, que estava obstruindo o caminho. Silvano ent?o saiu do transe en?ou mais um olhar profundo para Amado. N?o estava vendo coisas, era muito parecido, ele duvidaria se algu¨¦m dissesse que Capitulo 6 aquele menino n?o era filho de Noe Serpa! Assim, Silvano capturou rapidamente uma foto e saiu dirigindo, observando pelo retrovisor In¨ºs embarcar em um carro que o seguia. Anotou a ca e disparou uma mensagem para o amigo: [Silvano: Noe¡Noe! Voc¨º andou distribuindo seu legado por a¨ª?] [Noe Serpa:¡Voc¨º est¨¢ sob efeito de ¨¢lcool?] Silvano mandou a foto de In¨ºs abra?ando Amado ¨¤ beira da estrada. aparecia elegante e graciosa, com os cabelos ao vento da noite, banhada pelos ¨²ltimos raios de sol. Sorrindo enquanto segurava o filho, um semnte ainda suave e sereno. Quase de imediato, o telefone tocou. Silvano atendeu e escutou Noe Serpa rugindo do outrodo da linha: ¡°Onde voc¨º os viu?¡± ¡°No Vale Feliz!¡± ¨C Silvano passou a ele a sequ¨ºncia da ca do carro, permitindo que Noe Serpa pudesse fazer o rastreamento mais tarde. Continuou: ¡°Levei um susto quando vi, s¨® depois que a ficha caiu. Te digo, esse garoto ¨¦ a sua cara, seria incr¨ªvel se n?o fosse seu filho!¡± Noe desligou o telefone na hora, mandou localizar a ca do carro, apertando o celr tal for?a que n?o se sabia se era de excita??o ou de raiva. O seu semnte ficou sombrio e intimidador. In¨ºs! Voc¨º ousou ter meu filho em segredo! J¨¢ fazia cinco anos, e ele n?o sabia da exist¨ºncia de um filho seu In¨ºs! Ele sempre desejou apenas o filho que teve Acelina, mas essa crian?a nunca mais retornaria¡ assimo Acelina¡ Quando, afinal, In¨ºs teve esse filho¡? Foi enquanto estava presa¡? Ao pensar na pris?o, a express?o de Noe Serpa se tornou ainda mais sombria. Cinco anos¡ In¨ºs tinha sido presa por todo esse tempo. Cap铆tulo 7 Cap¨ªtulo 7 Cap¨ªtulo 7 Santiago deixou sua irm? e seu sobrinho em casa antes de retornar ao est¨²dio para finalizar um projeto urgente. Aproveitando a ocasi?o, levou o carro. In¨ºs preparou uma marmita para ele, dizendo: ¡°N?o se mate de trabalhar, viu?¡± Santiago respondeu: ¡°Manter voc¨ºs realmente exigem esfor?o. E olha que ainda nem encontrei uma esposa.¡± In¨ºs bateu ¨¤ porta na cara do irm?o, enquanto Amado gargalhava no sof¨¢: ¡°Tio solteir?o!¡± In¨ºs sorriu tamb¨¦m: ¡°Voc¨º se divertiu hoje?¡± Amado acenou afirmativamente: ¡°Demais!¡± ¡°¨®timo, lembre¨Cse de agradecer ao tio quando ele voltar¡¡± ¡°Agradecer ao tio¡± ¨C Amado repetiu, os olhos brilhando: ¡°Entendi, mam?e.¡± In¨ºs considerava ter um filho t?o perspicazo ganhar na loteria! Quando estava prestes a ir dormir, ap¨®s arrumar a casa, a campainha soou. In¨ºs, ainda limpando o ch?o, pediu a Amado para atender a porta. O menino saltou do sof¨¢ e correu com suas pequenas pernas: ¡°Ser¨¢ que o tio esqueceu algo¡¡± Ao abrir a porta e se deparar quem estava ¨¤ frente, a express?o de Amado mudou drasticamente. Noe n?o esperava que fosse ele a abrir a porta. Havia imaginado v¨¢rios cen¨¢rios paral esse reencontro ap¨®s cinco anos: talvez In¨ºs o recebesse frieza, surpresa ou at¨¦ mesmo raiva. Mas nunca imaginou que seria seu filho quem o receberia. Ao encarar Noe, Amado sentiu um aperto no cora??o e, num impulso, fechou a portal na cara dele. Que situa??o! Na primeira vez que Noe visita a casa, ¨¦ recebido a porta na cara! E ainda por um menino! Contudo, n?o p?de deixar de se sentir um tanto orgulhoso ao ver que seu filho tinha seu pr¨®prio temperamento, e tocou a campainha novamente. Nesse momento, ouviu a voz de Amado: ¡°M?e, n?o ¨¦ ningu¨¦m. Deve ser pegadinha do vizinho!¡± Capitulo 7 Noe ficou enfurecido: ¡°De onde esse moleque tirou coragem para mentir descaradamente?!¡± Ent?o, ele chutou a porta for?a, fazendo Amado se voltar para In¨ºs: ¡°Mam?e¡ tem um homem bravo na porta¡¡± ¡°O que aconteceu?¡± ¨C In¨ºs correu para abra?ar Amado. Ao ver a express?o dele, temeu por sua seguran?a. Com Amado nos bra?os, recuou alguns passos. ¡°Mam?e, fica tranqu. ¨¦ o Sr. Noe.¡± In¨ºs sentiu um frio percorrer sua espinha! Por que ele apareceria ali? Como ele soube onde encontrar e Amado? Ele veio para levar o menino? Com o cora??o apertado e l¨¢grimas nos olhos, In¨ºs afirmou convic??o: ¡°Fical sossegado, meu bem, eu nunca te deixaria nas m?os dele.¡± Ouvindo isso, Amado foi abrir a porta corajosamente. Noe estava prestes a chutar novamente quando a porta se abriu. Ali estava o menino, a cara de seu pai, um olhar desconfiado: ¡°O senhor quer frigo?¡± N?velDrama.Org (C) content. Noe esbo?ou um sorriso sarc¨¢stico: ¡°N?o vai convidar seu pai para entrar?¡± ¡°Eu n?o tenho pai¡± ¨C Amado respondeu de prontid?o: ¡°Foram s¨® eu e minha m?e nos ¨²ltimos cinco anos. N?o tenho pai. E n?o preciso de um.¡± In¨ºs, ao ouvir isso, teve os olhos inundados de l¨¢grimas. Que crian?a sens¨ªvel! Noe, parado na entrada, fixou o olhar em Amado: ¡°Voc¨º n?o precisa de um pai?¡± ¡°Sr. Noe, minha m?e e eu sempre vivemos bem, sem iodar ningu¨¦m. Se o senhor tem algo a dizer, fale logo e depois pode ir embora.¡± Amado se referiu a Noe Serpao ¡°Sr. Noe¡± ¨C seguindo o exemplo dos adultos, e Noe sentiu um inc?modo ao ouvir aquilo. Cap铆tulo 8 Cap¨ªtulo 8 Cap¨ªtulo 8 Esse garoto foi ensinado p In¨ºs? que lhe ensinou a ser t?o astuto assim? Noe Serpa se revoltou, decidiu entrar de supet?o e, ao avistar In¨ºs parada na s, foil arrebatado por um turbilh?o de emo??es provenientes da separa??o de cinco anos que emergiram todas de uma vez. In¨ºs o encarou aquele temor e sofrimento que brotavam da alma, fazendo¨Co cerrar os punhos sem querer. ¡°Faz um temp?o que a gente n?o se cruza, n¨¦? Foi o que ele falou. In¨ºs n?o deu retorno. Amado, percebendo que n?o podia cont¨º¨Clo, correu para odo da m?e, segurou sua m?o e falou: ¡°M?e, fica tranqu, vamos dormir.¡± M?e e filho se viraram, fingindo ignorar Noe Serpa porpleto. ¡°Espera!¡± O grito, repleto de f¨²ria, veio de tr¨¢s, fazendo In¨ºs se sobressaltar, enquanto Amado sentia a m?o d tremelicar. Noe soltou uma risada de raiva: ¡°Voc¨º n?o vai me contar o que ¨¦ que est¨¢ rndo esse menino?¡± ¡°Contar o qu¨º?¡± In¨ºs enfrentou Noe a voz tr¨ºm: ¡°Passei cinco anos presa, por que voc¨º ainda insiste em n?o me deixar em paz?¡± Cinco anos na pris?o! Isso acabou todo amor e esperan?a que nutria por ele! Noe franzia a testa, insatisfeito a rea??o: ¡°Voc¨º foi presa porque mereceu. Qual ¨¦ a pena que voc¨º acha que merece?¡± Original from N?velDrama.Org. Os olhos de In¨ºs se encheram de l¨¢grimas, virou¨Cse e disparou para ele: ¡°Ah ¨¦? Ent?o por que voc¨º veio atr¨¢s de mim? Uma mulher ficha ainda tem valor para voc¨º?¡± ¡°ro que n?o tem valor.¡± ¨C Noe Serpa avan?ou e segurou a m?o de Amado: ¡°Mas ele tem! m¨¦s conteve as l¨¢grimas, mas Amado manteve¨Cse surpreendentemente sereno, olhando para Noe e murmurando: ¡°Sr. Noe, por favor, me solte.¡± Ele usou o ¡°por favor¡±o uma agulha no cora??o de Noe Serpa. Ele disse: ¡°Me chame de pai.¡± ¡°Eu n?o tenho pai,¡± Amado olhou para cima e sorriu: ¡°Eu s¨® tenho uma m?e que ficou na pris?o por cinco anos. Naquele instante, Noe reconheceu que havia sido vencido por uma crian?a. In¨ºs nem precisou pronunciar uma pvra, mas somente uma frase de Amado foil suficiente para atingi¨Clo profundamente. Apenas cinco anos na cadeia! In¨¨s tinha destruido o filho e o amor da vida dele,o ousava agora posar de vitima?! De repente, ele se recordou do que In¨ºs havia dito quando foi levada, cinco anos antes. Se um dia voc¨º descobrir que o que fez hoje foi uma injusti?aigo¡ Noe Serpa sentiu um aperto no cora??o e, impulsivamente, olhou para Amado fazendo uma pergunta bem t: ¡°Quando voc¨º nasceu, meu filho?¡± ¡°Precisa perguntar? ro que foi na cadeia.¡± In¨ºs riu at¨¦ as l¨¢grimas escorrerem: ¡°Voc¨º s¨® tinha olhos para Acelina,o poderia ligar se eu estava gr¨¢vida? ¨¦, talvez Amado nem seja seu filho. Afinal, para voc¨º, eu n?o passo de uma qualquer, n¨¦?¡± Noe, enfurecido, soltou Amado e agarrou o pesco?o de In¨ºs for?a: ¡°Cinco anos sem te ver e voc¨º segue a mesma!¡± In¨ºs tentou afast¨¢¨Clo a m?o esquerda, e ele ficou pasmo ao ver calos n. In¨¦s sempre foi destra, por que¡ nara agarrar ¨C Ao cogitar algo, Noe Serpa esticou a m?o direita d. In¨ºs gritou, subitamente emocionada: ¡°Me solta!¡± Amado tamb¨¦m ficou os olhos marejados: ¡°Solte a minha m?e!¡± A manga foi levantada, revndo um pulso fino que parecia quebrar ao menor toque. Aqus m?os eram o orgulho de In¨ºs, quando desenhava seus projetos, o Capitulo 8 mundo inteiro brilhava aos seus olhos. Mas agora¡ As cicatrizes entr?adas no pulso praram nos olhos de Noe, que n?o conseguiu esconder sua surpresa, e seus olhos se contra¨ªram violentamente! Cap铆tulo 9 Cap¨ªtulo 9 Cap¨ªtulo 9 Quando levantou o olhar novamente, um pequeno peda?o do dedo mindinho faltando se revelou diante de seus olhos. A m?o direita de In¨ºs estava ipleta, um peda?o do dedo mindinho ausente e surpreendentemente evidente. Naquele instante, o homem de beleza misteriosa n?o p?de segurar sua voz, angustiado, exmou: ¡°O que houve?!¡± In¨ºs riu a mesma intensidade selvagem de cinco anos atr¨¢s,o se estivesse fora de si, o reflexo da express?o perplexa de Noe em seus olhos: ¡°Isso n?o foi um ¡®presentinho¡® que voc¨º mesmo me deu? Noe Serpa, j¨¢ paguei caro demais pelo. que voc¨º me fez. Por favor, tenha um pouco de compaix?o e me deixe em paz!¡± Por favor, tenha um pouco depaix?o e me deixe em paz! Noe Serpa deu alguns passos para tr¨¢s, suas m?os soltaram as d, sem energia, e ele a encarou incr¨¦dulo. Nos olhos d, j¨¢ n?o havia mais amor, apenas um ¨®dio intenso, daqueles que ficam marcados na alma e ardemo fogo por dentro. A dor se strou de maneira inesperada,o se ele tivesse tentado segurar algo firmeza, mas no momento seguinte n?o tivesse mais nada em suas m?os, e tudo se estilha?asse. Uma dor aguda e imc¨¢vele?ou a se espalhar por ele. Ele¡ ele havia nejado confin¨¢ na pris?o, para que se arrependesse pelo resto da vida, mas por que tudo tinha sa¨ªdo assim¡ Quem a tinha atacado na pris?o, quem tinha destru¨ªdo o seu orgulho! Noe apenas a observava, e de repente, sentiu um pavor imenso, temendo n?o conseguir mais entender a mulher ¨¤ sua frente. Eles tinham cinco anos de matrim?nio, mas por que ele se sentia t?o distante d? Obviamente, Noe Serpa n?opreendia que, ao longo desses cinco anos, In¨ºs havia enlouquecido, perdido a sanidade, e a desesperan?a a tinha devastado in¨²meras vezes, reduzindo¨Ca a uma sombra do que foi um dia! Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g Quando olhou de novo, os olhos de In¨ºs refletiam um ¨®dio terr¨ªvel. Noe,o se estivesse em fuga, saiu da casa de In¨ºs e, ao fechar a porta for?a. Ficou dodo de fora, dobrando¨Cse e agarrando o crinho da sua camisa for?a ¨C sufocando,o se o ar lhe faltasse. 15:59 Capitulo 9 Por que In¨ºs¡ tinha mudado tanto? O que lhe tinha acontecido naqueles cinco anos¡ Isso era exatamente o que ele queria ver, mas por qu¨¦¡ Do outrodo da porta, o corpo de In¨ºs escorregou ao ch?o, apoiando¨Cse em Amado, chorando baixinho. Depois de um tempo, murmurou baixinho,o se tentasse libertar sua pr¨®pria alma. Todos os sentimentos reprimidos sob a calma aparente a atingiram mais for?a naquele momento, os dias sombrios querendo arrast¨¢ de volta, In¨ºs tremia, encostada em Amado, que se mantinha firme. ¡°M?e¡ quer tomar um leite?¡± In¨ºs fechou os olhos, enquanto l¨¢grimas quentes escorriam. Depois de uma noite turbulenta, In¨ºs achou que Noe Serpa n?o os iodaria mais, mas na tarde seguinte, algo totalmente inesperado aconteceu. Cap铆tulo 10 Cap¨ªtulo 10 Cap¨ªtulo 10 Santiago telefonou avisando que Amado n?o estava no jardim de infancia. O diretor informou que algu¨¦m o havia buscado. P descri??o do diretor, essa pessoa s¨® poderia ser Noe, sem sombra de d¨²vida! In¨ºs rolou na cama, levantou¨Cse cambaleante at¨¦ a gaveta, pegou os medicamentos que havia abandonado e os engoliu de uma vez, engasgando¨Cse antes de engolir osprimidos sem ¨¢gua. Em seguida, secou as l¨¢grimas e se ergueu mais uma vez. Seus olhos, avermelhados, brilhavam um ¨®dio distinto enquanto apertava a roupa sobre o peito, os dedos tremendo sem parar. N?o importa¡ n?o tenha medo. Noe Serpa, voc¨º levou minha ¨²ltima esperan?a, e agora lutarei contra voc¨º a qualquer pre?o! Amado foi levado por Noe Serpa ¨¤ tarde, e logo chegou ¨¤ Mans?o Serpa. Ao v¨¦¨Clo, a m?e de Noe, Zora Braga, ficou petrificada. A senhora murmurou l¨¢grimas nos olhos: ¡°Voc¨º ¨¦¡ o nossoo Serpa?¡± Original from N?velDrama.Org. Amado manteve¨Cse cdo. A tristeza nos olhos de Zora parecia genuina, mas ele n?o queria se deixar envolver. ¡°Quem s?o seus pais?¡± ¡°A identidade da minha m?e n?o importa para voc¨ºs.¡± Amado sorriu, uma crian?a de cinco anos uma mente agu?ada: ¡°E quem ¨¦ meu pai tamb¨¦m n?o significa nada para mim.¡± Noe entrou justamente quando ouviu Amado. Furioso, bateu ¨¤ porta e questionou: ¡°O que quis dizer com isso?¡± Amado respondeu diretamente: ¡°O significado ¨¦ ro.¡± Zora percebeu que o menino guardava grandes ressentimentos, especialmente contra a fam¨ªlia Serpa, e n?o se atreveu a abra?¨¢¨Clo, apenas o observou de longe: Sua m?e¡o est¨¢?¡± Amado sorriu do?ura: ¡°Na pris?o, todos se alimentam por conta do Estado, ent?o minha m?e est¨¢ bem alimentada.¡± bitulo 10 Ao escutar isso, Noe se enfureceu, segurou Amado pelo bra?o e o ergueu: ¡°Quem te ensinou a ser t?o sarc¨¢stico?¡± Ele questionou frieza: ¡°Foi a In¨ºs que te ensinou a fr assim, n?o foi?¡± Amado respondeu coragem: ¡°Quem me ensinou? As pessoas no meu redor, Disseram que minha m?e foi presa, que matou algu¨¦m. Para ser franco, voc¨º disse isso na frente da minha m?e ontem.¡± Noe sentiu uma dor aguda no peito e colocou Amado no ch?o furiosamente, rangendo os dentes: ¡°Voc¨º aprendeu sua m?e a ser assim, s¨® para me provocar?¡± ¡°Se acha que estou te provocando, ent?o me devolva.¡± Amado o desafiou: ¡°Voc¨º quer me usar para amea?ar minha m?e, mas isso s¨® vai fazer que a gente despreze voc¨º ainda mais.¡± Desprezar ainda mais! Por fim, ele admitiu, reconhecendo que o odiavam, e esse ¨®dio tinha se infiltrado em suas veias, virando rotina. Sempre que Noe aparecia, In¨ºs entrava em desespero, querendo escapar. Foi por isso que, durante cinco anos, se mudou da Cidade Mar para a Cidade Azul, apenas para fugir dele! Noe Serpa n?o sabia por que, mas a ira tomou conta dele, e elee?ou a destruir v¨¢rios objetos. Zora, pesar, tentou acalm¨¢¨Clo: ¡°Noe, pare de destruir¡¡± Noe soltou uma risada gda e subiu as escadas, enquanto Amado permanecia sentado no sof¨¢, uma express?o neutra. Pai e filho, quando irritados, eram id¨ºnticos. Zora chamou os empregados para arrumar a bagun?a e sentou¨Cse aodo de Amado, perguntando com gentileza: ¡°Voc¨º se assustou?¡± Amado negou a cabe?a: ¡°N?o.¡± Mas seus olhos estavam ramente vermelhos, um indicativo de seu medo. ¡°Qual ¨¦ o seu nome?¡± ¨C Zora sentiu um carinho especial pelo menino e queria conhecer melhor seu nome. Amado a encarou: ¡°Me chamo Amado.¡± Capitulo 10 Zora hesitou em perguntar mais sobre a situa??o de In¨ºs, mas, seguindo a men??o de Amado, prosseguiu caut: ¡®L sua m?e¡¡± ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio que a senhora se preocupe minha m?e.¡± Observando¨Co, um menino de cinco anos t?o perspicaz e s¨¢bio, utilizando uma forma de tratamento t?o formal e distante. Se aproximar dele no futuro seria um desafio¡ Zora procurava a maneira adequada de iniciar uma conversa: ¡°Amado, na verdade¡ sobre seus pais, naqu ¨¦poca¡¡± ¡°N?o ¨¦ preciso dizer, eu sei.¡± ¨C Amado a interrompeu: ¡°Todos fm que minha m?e. errou, que cometeu um crime, ent?o, mereceu o que aconteceu, eu entendo. Colhemos o que eles ntaram.¡± Colhemos o que eles ntaram. Sua f soavao se estivesse se resignando a um destino cruel, mas essas pvras tamb¨¦m apertavam o cora??o de Zora. O menino n?o se importava o fato de ter deixado a velha senhora o cora??o pesado, simplesmente virou¨Cse para contemr a jan. A noite estava densa, sem vest¨ªgios do amanhecer. Cap铆tulo 11 Cap¨ªtulo 11 Cap¨ªtulo 11 No dia seguinte, ao despertar, In¨¦s se aprumou e se arrumou meticulosamente para ir ¨¤ empresa de Noe. Aplicou uma maquiagem discreta, vestiu uma capa de chuva elegante e cal?ou sapatos de salto m¨¦dio antes de sair de casa. Enquanto sa¨ªa, Santiago entrou em contato: ¡°Amado est¨¢ mesmo ele? In¨ºs, voc¨º consegue se virar sozinha?¡± In¨ºs respirou fundo, sentindo o vento desalinhar seus cabelos, e respondeu: ¡°Estou bem. Irm?o, qualquer coisa, eu te chamo. N?o se preocupe sua viagem de neg¨®cios.¡± Santiago ainda passou v¨¢rias renda??es antes de desligar. Depois de um momento, In¨ºs levantou o olhar para a rua, uma fa¨ªsca de resolu??o em seus olhos, e chamou um t¨¢xi, direcionando¨Cse ao Grupo Serpa. Ao chegar, pagou a corrida e saiu do ve¨ªculo. Era o in¨ªcio do expediente e muitos empregados entravam e sa¨ªam do edif¨ªcio. A presen?a de In¨¦s chamava a aten??o de todos. Seu porte elegante envolto na capa leve bn?ava o vento e o sol matinal iluminava sua figura com um brilho dourado. A mulher que adentrou o edificio possu¨ªa um semnte marcante, destacando¨Cse seus olhos, que eramo a?o forjado, firmes e frios. se dirigiu rapidamente ¨¤ recep??o os l¨¢bios firmemente pressionados e um ar tenso e frio. A recepcionista ficou at¨®nita sua presen?a e demorou a reagir: ¡°Por favor¡ a quem deseja ver?¡± ¡°Noe Serpa.¡± ¨C disse seu nome, referindo¨Cse ao Sr. Noe. A recepcionista hesitou: ¡°Mas senhorita¡ para encontrar o Presidente Serpa ¨¦ preciso marcar hor¨¢rio¡¡± Conversa ¨¤ medida que a prosseguia, os murm¨²riose?avam a se espalhar entre os que estavam por perto. ¡° veio ver o Sr. Serpa!¡± ¡°Shh, fale baixo. Com essa determina??o, certamente tem alguma influ¨ºncia!¡± ¡°Verdade! Talvez seja a amante secreta do Sr. Serpa.¡± Original from N?velDrama.Org. Capitulo 11 ¡°A amante secreta do Sr. Serpa? Mas todo mundo sabe que ele ¨¦ apaixonado p Sra. Diniz. Ao escutar o nome Sra. Diniz, In¨ºs ficou ainda mais p¨¢lida, mas seu sorriso se tomou mais contundente. derou: ¡°Diga¨Clhe meu nome que Noe Serpa me atender¨¢.¡± Antes que a recepcionista pudesse indagar sua identidade, uma voz interrompeu. ¡°Ei, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± In¨ºs virou¨Cse e encontrou Silvano, que a havia cumprimentado anteriormente um sorriso ao entrar em um Maserati, olhando¨Ca agora um brilho amig¨¢vel nos olhos. Ao ver In¨ºs na recep??o, ele a cumprimentou: ¡°Oi, veio atr¨¢s do Noe, certo?¡± Percebendo que at¨¦ o influente Silvano reconhecia a senhora, a recepcionista imediatamente liberou o acesso a . Todos ao redor ficaram abismados, questionando a identidade d para receber tal reconhecimento. De fato ¨C dentro do elevador, In¨ºs agradeceu a Silvano: ¡°Obrigado.¡± ¡°N?o h¨¢ de qu¨º.¡± ¨C Silvano respondeu um sorriso despreocupado: ¡°Eu tamb¨¦m vim acertar algumas coisas ele, mas pode ir na frente. Al¨¦m do mais, a familia Guedes tamb¨¦m tem participa??o aqui. Voc¨º est¨¢ em casa, n?o e nada demais.¡± ¡°Voc¨º se informou bem sobre meu passado.¡± A f de In¨ºs tinha um toque de ironia, incerto se direcionado a Silvano ou a si mesma: ¡°¨¦ uma pena que, no final das contas, isso j¨¢ n?o me pertence.¡± Silvano fixou o olhar em In¨ºs e questionou: ¡°Cinco anos atr¨¢s, quando voc¨º foi presa¡ foi realmente Noe quem te colocou l¨¢?¡± In¨ºs n?o respondeu, apenas sorriu levemente. Mas aquele sorriso era doloroso,o se algu¨¦m no abismo n?o conseguisse enxergar nenhum vislumbre de esperan?a. Cap铆tulo 12 Cap¨ªtulo 12 Cap¨ªtulo 12 Silvano parou de fazer perguntas. Ao alcan?arem o vig¨¦simo andar, as portas do elevador se abriram sozinhas e eles sairam, chamando a aten??o no corredor olhares curiosos. No escrit¨®rio, Noe j¨¢ estava ¨¤ espera de Silvano. Ao v¨º¨Clo entrar panhado, brincou: ¡°E ai, parceiro! Est¨¢ trazendopanhia feminina para fechar neg¨®cios agora?¡± Mas, ao reconhecer a pessoa aodo de Silvano, sua express?o se alteroupletamente: ¡°Como veio parar aqui?¡± ¡°No final das contas, o suor do trabalho da familia Guedes tamb¨¦m foi investido no Grupo Serpa. Como eu poderia n?o estar aqui?¡± In¨ºs tentava contrr o tremor em seus ombros, os olhos um pouco vermelhos, fixados em Noe Serpa.. O homem ao centro do escrit¨®rio possu¨ªa um rosto cativante, tra?os marcados e um contorno definido. Sua apar¨ºncia era de dar inveja, at¨¦ mesmo para os padr?es elevados do mundo do entretenimento, imagina para um cidad?o m¨¦dio. Na cidade, v¨¢rias mulheres sonhavam em dividir a cama ele. In?s, por un momento, se considerou afortunada por ter sido sua esposa, apenas para descobrir mais tarde que esse tinha sido o per¨ªodo mais sombrio de sua vida. Sofrer por um homem que jamais seria realmente seu representava uma dor inenarr¨¢vel. Percebendo o clima tenso, Silvano saiu de mansinho, soltando uma risada desconfort¨¢vel: ¡°Hehe¡ Se voc¨ºs precisam acertar algumas coisas¡ bem¡ vou deixar voc¨ºs ¨¤ vontade¡¡± Ele deixou o escrit¨®rio antes mesmo de concluir a frase e piscou para a secret¨¢ria que esperava do lado de fora: ¡°Que tal um caf¨¦ da manh?igo? Seu chefe vai ficar ocupado por um bom tempo.¡± A secret¨¢ria, empolgada, seguiu¨Co, sem imaginar o que estaria acontecendo no escrit¨®rio de seu chefe. Dentro do escrit¨®rio, a porta robusta de madeira isva o ambiente exterior, e o espa?o, elegantemente decorado, tornou¨Cse frio. In¨ºs permaneceu im¨®vel por um longo tempo antes de finalmente encarar Noe: Capitulo 12 ¡°Surpreso por eu ter aparecido, n?o ¨¦?¡± Noe apertou os olhos e ergueu uma sobrancelha: ¡°Achei que voc¨º n?o viria.¡± ¡°Pois ¨¦, eu tamb¨¦m achei que n?o viria.¡± In¨ºs sorriu, um sorriso triste, por¨¦m belo: ¡°Eu queria me afastar para bem longe, desejava nunca mais te ver, e agora aqui estou, na sua frente. Noe, veja s¨®, eu n?o sou t?o cruel quanto voc¨º.¡± Ao ouvir isso, Noe sentiu um misto de raiva e zombaria: ¡°Isso s¨® prova, In¨ºs, que voc¨º se rebaixa.¡± n?o respondeu, sentindo um amargor no peito. Sim, estava se rebaixando. Firmou¨Cse e disse a Noe Serpa: ¡°Eu vim para levar meu filho de volta.¡± ¡°Ele tamb¨¦m ¨¦ meu filho.¡± ¡°N?o, ele ¨¦ s¨® meu filho!¡± In¨ºs elevou o tom de voz: ¡°Eu cuidei dele por cinco anos! Desde que fui presa, at¨¦ agora!¡± Cinco anos. Cinco anos intermin¨¢veis de escurid?o. Se n?o fosse p constante lembran?a de ter um filho ador¨¢vel, talvez tivesse sucumbido na pris?o. Amado era sua vida, seu ponto de luz! Mesmo que Noe tentasse tir¨¢¨Clo d, n?o desistiria! Original from N?velDrama.Org. Ao ver a firmeza de In¨ºs, Noe sorriu ainda mais satisfeito: ¡°Mas voc¨º n?o pode negar que Amado tem o meu sangue!¡± ¡°¨¦ mesmo?¡± ¨C In¨ºs disse entre l¨¢grimas: ¡°Voc¨º realmente quer reconhecer este filho? Senhor Noe, tudo bem voc¨º? N?o foi voc¨º que me desprezou profundamente? N?o foi voc¨º que desejava apenas que Acelina tivesse filhos seus? E agora, quer tamb¨¦m tirar o filho de uma assassina?¡± Cap铆tulo 13 Cap¨ªtulo 13 Cap¨ªtulo 13 A afli??o se apoderou de Noe de maneira abrupta, e ele, uma voz embargada, rebateu: ¡°Tem coragem de dizer isso de novo?¡± In¨ºs manteve¨Cse cda, apenas o fitando aqueles olhos que, um dia repletos de amor por ele, agora transbordavam ¨®dio. falou: ¡°Noe, voc¨º me mandou para a cadeia por cinco anos, cinco longos anos. Percebi que, independentemente de ser inocente ou n?o, o que realmente importa ¨¦ voc¨º, que nunca depositou sua confian?a em mim, nem por um instante.¡± Sua voz era fria e r¨¢pida, tratando Noeo algu¨¦m insignificante e, mais profundamente,o se tentasse feri¨Clo toda sua for?a. In¨¦s sorriu ironicamente: ¡°N?o me diga que agora percebeu que ainda existe uma velha chama entre n¨®s?¡± A raiva nos olhos de Noe se quebrou por um momento. Ele se levantou e agarrou In¨ºs pelo pesco?o com viol¨¨ncia. Sob seu olhar frio, sua express?o sofisticada se cobriu de gelo, e ele sorriu crueldade para In¨ºs: ¡°Quem te fez t?o audaciosa, hein?¡± ¡°Voc¨º pensa que saiu da cadeia e agora se tornou forte?¡± In¨ºs sentiu o frio envolv¨º enquanto ele apertava seu pesco?o, e ¨¤ medida que lutava por ar, sua respira??o se acelerava. disse: ¡°Noe, foi voc¨º quem me ensinou a ser assim!¡± Noe estremeceu, sentindoo se o sangue em suas veias corresse ao contr¨¢rio. Sob seu aperto, In¨ºs deu uma risada fraca: ¡°Fique tranquilo, contanto que voc¨º me devolva meu filho, eu, In¨ºs, juro que desaparecerei da sua vida para sempre! Mesmo que eu morra, voc¨º n?o ter¨¢ not¨ªcias minhas!¡± Noe a olhou incr¨¦dulo, perguntando dor: ¡°O que voc¨º est¨¢ dizendo?¡± De repente, In¨ºse?ou a se debater for?a, conseguindo se livrar da m?o de Noe. caiu no ch?o, e seus joelhos encontraram o piso de madeira um baque surdo, mas n?o emitiu som algum e, em seguida, se levantou vte diante dele. disse: ¡°Noe, voc¨º aniquilou todo o amor que eu tinha por voc¨º, o que mais voc¨º deseja de mim? N?o me resta mais nada para oferecer, e a fam¨ªlia Guedes tamb¨¦m Capitulo 13 foi engolida por sua ganancia. Noe, eu te suplico, me deixe em paz, por favor?¡± ¡°Me deixe em paz, por favor?¡± Essas pvras simples atingiram o cora??o deleo uma lamina, revivendo a dor que sentiu ao v¨º¨C la ser levada p pol¨ªcia cinco anos atr¨¢s. Os olhos de Noe se estreitaram de repente, e sua voz se tornou rouca: ¡°O que voc¨º quer, afinal?¡± ¡°Essa pergunta deveria ser minha.¡± Quando In¨ºs ergueu a cabe?a, a emo??o em seus olhos estava estilha?ada. nunca imaginou que, mesmo fugindo por cinco anos, ainda n?o conseguiria escapar da sombra de Noe. ¡°Eu te amei e, por isso, paguei o pre?o de cinco anos na cadeia. Noe, me deixe viver em paz, por favor?¡± N?velDrama.Org (C) content. Ao ver a express?o no rosto de In¨ºs, Noe sentiu um n¨® na garganta e, perturbado, ajustou a g da camisa, evitando encontrar o olhar d. Disse em voz baixa: ¡°Voc¨º quer o filho? Est¨¢ bem. ¨¤ noite, encontre¨Cme no Clube MAGO e me fa?apanhia enquanto bebo um cliente.¡± In¨ºs o encarou incr¨¦d, os olhos arregdos, e o confrontou: ¡°Noe, voc¨º quer que eu v¨¢ beber voc¨º?¡± Noe lhen?ou um olhar frio: ¡°Pois bem, n?o ¨¦ para ter seu filho de volta? N?o ¨¦ capaz de fazer isso?¡± In¨ºs recuou alguns passos, bn?ando a cabe?a em nega??o: ¡°Eu nunca serei t?o cruel quanto voc¨º¡¡± parou de fr e de repente sorriu novamente, apesar das l¨¢grimas ainda. penduradas em seus olhos, In¨ºs sorriu para ele: ¡°Tudo bem, Sr. Serpa, se voc¨º j¨¢ disse, qual ¨¦ o sentido de n?o obedecer? ¨¦ apenas uma noite depanhia. Se eu puder ter meu filho de volta, eu faria qualquer coisa!¡± Cap铆tulo 14 Cap¨ªtulo 14 ap¨ªtulo 14 In¨ºs se aproximou de Noe uma voz suave e um sussurro, rindo ao p¨¦ do ouvido: ¡°Espero que n?o se arrependa!¡± Algo mexeu o cora??o de Noe, mas ele n?o conseguiu segurar aqu sensa??o, e se esvalu t?o rapidamente quanto apareceu. Olhando para In¨ºs, ele se viu confuso por um instante. Por que¡ o reencontro tinha que ser carregado de tanta tens?o e antagonismo? Cinco anos¡ tinham consumido todo o amor, restando apenas um ¨®dio fervente que, se despertado, seria assustadoramente impactante. Ele deveria detest¨¢. tinha sido a causa da morte de Acelina, da morte do filho de Acelina, mas por que o olhava os mesmos olhos? In¨ºs, essa criminosa, A dor em seu peito era avassdora quando Noe avan?ou e segurou firme a g da camisa de In¨ºs: ¡°Mulhereso voc¨º, mesmo que eu as mande para a cama de outro, n?o me far?o piscar.¡± ¡°¨¦ mesmo?¡± ¨C In¨ºs deu uma risada: ¡°Eu conheci sua frieza h¨¢ cinco anos, e agora isso n?o me atinge mais.¡± Ao terminar de fr, abriu os olhos e encarou ele um olhar fatigado e anestesiado. Quanto mais esse corpo dcerado aguentaria de amor e ¨®dio? Noe, minha vida j¨¢ est¨¢ em peda?os, ent?o que se dane, vamos quebrar tudo de uma vez. Ele tinha muitos sentimentos ocultos em seu olhar prante, sentimentos que In¨ºs n?o podia nem queria decifrar. Aqus pups a observavamo um predador alfa. In¨ºs sentiuo se j¨¢ tivesse sido devastada in¨²meras vezes sob aquele olhar. saiu a postura ereta, mesmo os ombros tr¨ºmulos, e fechou a porta atr¨¢s de si for?a. As pessoas dodo de fora ergueram os olhos e viram uma mulher deslumbrante, de roupas desalinhadas e olhos marejados, saindo apressadamente do escrit¨®rio do diretor, deixando um perfume delicado no ar enquanto sua silhueta esbelta se afastava, e todose?aram a murmurar sobre quem poderia ser. ¡°A silhueta me parece t?o conhecida¡¡± Capitulo 14 ¡°¨¦, tenho a impress?o de que j¨¢ a vi em algum lugar.¡± ¡°Mas saindo desse jeito¡ ser¨¢ que ¨¦ a nova paix?o do diretor?¡± ¡°Pelo jeito, parece que acabou de ter um desentendimento o diretor, n?o ¨¦?¡± ¡°Deve ser uma dessas influenciadoras que insistem, pensando que v?o se dar bem.¡± ¡°Melhor ficar de fora, a verdadeira paix?o do Sr. Serpa ainda ¨¦ a Sra. Diniz.¡± In¨ºs entrou rapidamente no elevador, abafando o som das conversas ao fundo. Quando o elevador chegou ao t¨¦rreo e as portas se abriram, viu Silvano um sorriso acolhedor, abra?ando a secret¨¢ria do diretor. In¨ºs saudou educa??o: ¡°Como vai, Silvano?¡± ¡°J¨¢ de partida?¡± Silvano soltou a secret¨¢ria e sorriu para In¨ºs: ¡°Como foi o papo?¡± ¡°Voc¨º pensa que eu vim aqui para trocar figurinhas Noe?¡± A voz de In¨ºs era leve,o se pudesse ser levada pelo vento, e ao sair, Silvano segurou seu pulso por tr¨¢s. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± In¨ºs se virou, s¨® para ver Silvano saindo do elevador, deixando a secret¨¢ria boquiaberta para tr¨¢s, e antes que as portas se fechassem, ele piscou para um sorriso radiante: ¡°At¨¦ mais, querida. Tchau!¡± Original from N?velDrama.Org. Logo ap¨®s se despedir, Silvano se virou para In¨ºs e disse: ¡°Mudei de ideia, eu deveria ter conversado com Noe, mas agora prefiro fr diretamente voc¨º.¡± Cap铆tulo 15 Cap¨ªtulo 15 Cap¨ªtulo 15 Silvano lez quest?o de ter uma conversa In¨ºs, que, sem ver outra sa¨ªda, concordou. Ele a levou para um churrasco, e ao entrarem, um homem por l¨¢ soltou uma risada e falou: ¡°Nossa, quando voc¨º salu estava uma, agora aparece outra, Silvano, n?o tem receio de se cansar demals?¡± ¡°Dionisio, se est¨¢ dif¨ªcil de enxergar, eu te arrumo um oftalmologista.¡± Silvano virou os olhos, cheio de desagrado: ¡°D¨¢ uma olhada, voc¨º conhece?¡± O homem, Dionisio, apertou os olhos em dire??o a In¨ºs e disse, esticando as pvras: ¡°Me soa um tanto conhecida¡¡± Silvano levou In¨ºs para se sentarem e, direto ao ponto, revelou: ¡°A ex¨Cesposa do Noe.¡± Dionisio Allende por pouco n?o engasgou o caf¨¦ que tomava, mas se controlou e engoliu esfor?o, observando In¨ºs: ¡°Sra. Guedes?¡± ¡°Sou eu.¡± In¨ºs respondeu uma voz firme e ap¨¢tica, por¨¦m marcante. ¡°Voc¨º¡ est¨¢ bem?¡± A reviravolta de cinco anos atr¨¢s surpreendeu todo o c¨ªrculo de amigos quando In¨ºs foi mandada para a pris?o por Noeo uma criminosa, sem chance de se defender. Mas agora, vendo In¨ºs ¨¤ sua frente, Dionisio estreitou os olhos um pouco. Percebeu que In¨ºs havia mudado, mas ao mesmo tempo n?o. O que se manteve foi sua postura distinta e nobre, mesmo ap¨®s anos atr¨¢s das grades, ainda era a herdeira imponente da familia Guedes. Mas o que se alterou estava em seu olhar. Como um idoso desamparado, sem brilho e sem esperan?a. Como se n?o tivesse mais sonhos neste mundo¡ Dion¨ªsio intuiu o que tinha acontecido, algu¨¦m t?o profundamente magoado,o ainda poderia ter amor pelo mundo? Ficou em sil¨ºncio por um momento antes de achar algo para dizer: ¡°Ent?o¡ Silvano, voc¨º a trouxe aqui para¡ o qu¨º, exatamente?¡± Silvano olhou para In¨ºs e falou caut: ¡°Eu¡ estava pesquisando sobre voc¨º. Dawn ¨¦ seu pseud?nimo art¨ªstico, In¨ºs?¡± Capitulo 15 ¡°Dawn?! Dionisio aumentou o tom: ¡°Aqu estilista exc¨ºntrica¡? In¨¦s, ¨¦ voc¨º?¡± In¨ºs os encarou um olhar defensivo e franzindo levemente a testa: ¡°Desculpe, n?o sou eu.¡± ¡°Eu¡¡± ¨C Silvano arregalou os olhos, Incr¨¦dulo: ¡°Como assim¡? Minhas buscas indicavam que era voc¨º¡¡± ¡°Deve ter sido um equ¨ªvoco.¡± ¨C In¨ºs baixou a cabe?a, mostrando um vislumbre de sua pele ra e delicada: ¡°N?o sou Dawn. Est?o ¨¤ procura d?¡± Dion¨ªsio mordeu o l¨¢bio, sem dizer nada, e ent?o falou devagar: ¡°Nossa empresa tem um projeto e gostar¨ªamos de contrat¨¢ para o design¡¡± In¨ºs falou indiferente: ¡°Ent?o eu posso passar o contato d para voc¨ºs.¡± ¡°S¨¦rio?¡± ¨C Silvano ainda desconfiava, mas se In¨ºs estava oferecendo o contato, isso significava que de fato n?o era Dawn. Ser¨¢ que foi um mal¨Centendido? Original from N?velDrama.Org. Dion¨ªsio prosseguiu: ¡°Ent?o, por favor, se puder nos passar. Qualquer d¨²vida, ligue. para o n¨²mero no cart?o.¡± Ele entregou seu cart?o a In¨ºs, que o aceitou e levantou¨Cse: ¡°Mais alguma coisa?¡± ¡°N?o, quer que eu te panhe at¨¦ em casa?¡± ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio.¡± In¨ºs baixou o olhar, colocou as m?os nos bolsos de seu casaco e saiu passos longos em dire??o ¨¤ sa¨ªda da churrascaria. ¡°Nossa¡¡± ¨C Silvano murmurou ao v¨º se afastar: ¡°T?o distante, e ainda assim, t?o digna ap¨®s tanto tempo encarcerada.¡± Dion¨ªsio apertou um pouco os olhos e tomou um gole do caf¨¦ em sua m?o,entando significativamente: ¡°Acelina n?o chega aos p¨¦s d.¡± Cap铆tulo 16 Cap¨ªtulo 16 Cap¨ªtulo 16 Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g ¡°Como ¨¦ que ¨¦? Acelina?¡± Silvano parecia n?o acreditar no que ouvia, uma express?o de incredulidade voltada para Dionisio: ¡°A amada do Noe?¡± Dion¨ªsio acendeu um cigarro e, um sorriso sarc¨¢stico nos l¨¢bios, confirmou: ¡°Pois ¨¦¡¡± Acelina jamais seriapar¨¢vel a In¨ºs. Isso era evidente. Antigamente, In¨ºs destacava¨Cse tanto em beleza quanto em intelig¨ºncia. Seja em heran?a, forma??o ou hist¨®rico, Acelina n?o chegava aos seus p¨¦s em aspecto. algum. Talvez a ¨²nica vantagem de Acelina fosse sua fei??o de inocente. Mas In¨¦s era altiva demais, sempre agindoo a donz mimada que se via superior a todos, nunca exibindo aquele olhar cristalino e puroo ¨¢gua, enquanto Acelina, seu jeito delicado, instigava o instinto de posse nos homens. Talvez fosse isso o ¨²nico ponto em que Acelina superava In¨ºs¡ Dion¨ªsio observou a figura de In¨ºs se distanciando e, aos poucos, apertou os olhos. Amado estava particrmente diligente em casa hoje, auxiliando os empregados na limpeza da s e at¨¦ na lustra??o dos vasos. Os funcion¨¢rios estavam apreensivos, tratando¨Co respeitosamente de ¡°jovem mestre¡± ¨C receio de n?o corresponderem ¨¤s suas expectativas, Amado disse: ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio me chamar de jovem mestre, talvez eu n?o permane?a nesta casa.¡± Wanda olhou para ele carinhosamente: ¡°O que o jovem mestre est¨¢ dizendo? Este ¨¦ o seur.¡± ¡°N?o¡± ¨C Amado afirmou convic??o: ¡°Este lugar n?o ¨¦ meur.¡± Nunca foi. Quando Zora e suas amigas da elite retornaram para casa, avistaram Amado, elegantemente vestido, parado ¨¤ porta e pensaram que ele as aguardava. Mas, ¨¤ medida que se aproximavam, a express?o no rosto de Amado tornou¨Cse indiferente. Ele pensou que era In¨ºs vindo busc¨¢¨Clo, mas n?o era. M?e¡ Quando voc¨º vir¨¢ me buscar para casa? Capitulo 16 ¡°Amado, por que est¨¢ al fora?¡± Zora expressou surpresa e falou para Amado. ¡°Seu pai ainda vai demorar a chegar do trabalho, vamos entrar.¡± Sem dar explica??es, Amado seguiu Zora para dentro da resid¨ºncia dos Serpa, onde os empregados elogiaram Zora por ele ser t?opreensivo, admirandoo uma crian?a t?o jovem n?o fazia desordem e ainda ajudava nos afazeres dom¨¦sticos. Era t?o educado. Mas ningu¨¦m sabia que ele n?o estava sendo apenas educado, ele estava aguardando, esperando por In¨ºs para lev¨¢¨Clo embora. Ele n?o aguentava ficar ali nem mais um instante¡ Quando Noe chegou em casa, Amado estava na biblioteca assistindo a desenhos animados. Zora se aproximou delicadamente, mas Noe sequer a cumprimentou, perguntando apenas: ¡°Onde ele est¨¢?¡± Referia¨Cse a Amado. Zora disse: ¡°Amado foi um anjo hoje, est¨¢ na biblioteca vendo desenhos. N?o se aborre?a, ele ¨¦ seu filho¡¡± Veja s¨®, em t?o pouco tempo, esse garoto j¨¢ havia conquistado o cora??o de todos. na casa! Educado? ¡°Haha!¡± ¨C Noe soltou uma risada ir?nica. Esse garoto sempre se mostraval arredio perto dele! Subindo para a biblioteca no segundo piso, ao abrir a porta, viu Amado sentado l¨¢. Ouvindo o barulho, Amado rapidamente alterou a t. Noe aproximou¨Cse, colocando a m?o no ombro de Amado: ¡°O que estava assistindo?¡± Amado exibiu a jan do X¨CMen: ¡°Estava vendo X¨CMen¡¡± ¡°Haha¡± ¨C Ele ainda era um menino, vendo essas bobagens¡ Noe franziu o cenho, mas ao observar o rosto semelhante ao seu no pequeno Amado, finalmente amoleceu sua express?o severa e disse: ¡°A partir de hoje, eu serei o respons¨¢vel por voc¨º. Quando tivermos tempo, vamos mudar seu nome, e voc¨º ter¨¢ o meu sobrenome.¡± Ouvindo isso, Amado levantou a cabe?a e olhou calmamente para Noe, dizendo: ¡°Sr. Serpa, o senhor j¨¢ fez os tr¨¢mites legais? Para me criar, ter¨¢ que enfrentar minha m?e em um processo judicial.¡± Cap铆tulo 17 Cap¨ªtulo 17 Cap¨ªtulo 17 Ouvindo aqus pvras de Amado, Noe soltou uma gargalhada naquele Instante! ¡°O que voc¨º est¨¢ querendo dizer isso?¡± Noe encarou¨Co seriamente: ¡°Voc¨º j¨¢ ¨¦ meu filho, realmente preciso te levar para um exame de DNA? Qual ¨¦ o empecilho para reconhecer meu pr¨®prio filho?¡± Amado estudou o semnte de Noe. Pai e filho, altos e baixos, pareciam r¨¦plicas um do outro, s¨® que os tra?os de Noe eram mais acentuados e sofisticados, enquanto Amado exibia uma presen?a mais amena, evocando muito a sensa??o que In¨ºs passava. Ele falou de modo suave: ¡°Sr. Serpa, se n?o estou equivocado, voc¨º e minha m?e se separaram h¨¢ cinco anos. E eu vim ao mundo depois da separa??o. Ent?o, por natureza, a minha tut ficou minha m?e. Se voc¨º deseja me ter por perto, ainda precisar¨¢ acertar isso .¡± Noe estreitou os olhos, incr¨¦dulo, e repetiu: ¡°O que voc¨º disse?¡± Uma crian?a de cinco anos era t?o esperta assim? Amado continuava a observar Noe, aparentando ser indiferente ao seu espanto, e sua voz foi se tornando mais baixa: ¡°Sr. Serpa, e se eu n?o fosse seu filho¡ se eu fosse filho da minha m?e outro, voc¨º me acolheria do mesmo jeito?¡± O cora??o de Noe apertou, e uma irrita??o sem raz?o tomou sua mente. Se o menino n?o fosse seu, ele se daria ao trabalho de traz¨º¨Clo para casa? Mas¡ s¨® de pensar em In¨ºs um filho de outro homem, ele n?o conseguia conter sua f¨²ria¡ Erao se, em sua cabe?a, In¨ºs sempre fosse sua, destinada a ter filhos apenas dele, e se outro homem se atrevesse a toc¨¢, estaria assinando sua senten?a de morte! Amado captou a express?o de Noe e, de repente, soltou uma risada, um riso infantil, limpidoo cristal, por¨¦m carregado de uma ironia aguda. ¡°Sr. Serpa, voc¨º jamaispreender¨¢o foram esses cinco anos para n¨®s, portanto, jamais poderemos ser pr¨®ximos.¡± Amado ergueu o olhar para Noe, e naquele momento, ele sentiuo se seu cora??o fosse perfurado por mil flechas. Capitulo 17 Uma crian?a de cinco anos, possuindo tal habilidade de feri¨Clo t?o profundamente. Ele disse: ¡°Sr. Serpa, eu sou o ¨²nico motivo pelo qual minha m?e ainda respira neste mundo. Sem mim, sucumbiria.¡± Sem Amado, In¨ºs sucumbiria. In¨ºs se preparou ¨¤s oito da noite e dirigiu¨Cse ao lugar que Noe lhe indicara, a entrada do Clube MAGO. O gar?om a avistou e logo veio receb¨º: ¡°Boa noite, senhora¡¡± In¨ºs tinha arranjado os cabelos, retocado a maquiagem, borrifado seu perfume, vestida num tailleur com scarpins, irradiando uma confian?a e elegancia avassdoras. L¨¢ estava , metade dos cabelos soltos, um cr delicado embelezando seu pesco?o fino. Era uma obra de arte de Santiago, exclusiva no mundo. simplesmente estava l¨¢, parada, e todos hesitavam em se aproximar. Sual presen?a era excessivamente digna,o a de uma nobre herdeira de uma fam¨ªlia de tradi??o. Com o rosto levemente inclinado para baixo, cilios longos, l¨¢bios. vermelhos brilhantes e o contorno perfeito de seu perfil, parecia conhecida por todos. Mas ningu¨¦m conseguia recordar de quem era. Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g Talvez nesta Cidade NOTURNA existissem muitas herdeiras e damas da alta sociedade, por isso todos pensavam reconhec¨º de algum lugar, mas n?o conseguiam lembrar de onde. Um rosto t?o marcante e memor¨¢vel certamente deixaria uma impress?o duradoura se vissem novamente. Desconheciam que era a ex¨Cherdeira da fam¨ªlia Guedes, que passou cinco anos na pris?o, teve metade do dedo cortado e viu sua dignidade e orgulho serem destru¨ªdos antes de renascer das cinzas. Noe chegou de carro ao estacionamento do Clube MAGO, e ao subir, viu tal cena. Cap铆tulo 18 Cap¨ªtulo 18 Cap¨ªtulo 18 Na mesa aodo, um homem visivelmente embriagado bn?ava a cabe?a e trope?ava em dire??o ¨¤ sa¨ªda, fndo enquanto caminhava: ¡°Nossa, viram aqu mulher na entrada? Uma verdadeira parada obrigat¨®ria! Que elegancia, que charme, impressionante!¡± Seu amigo aodo rebateu: ¡°Esquece, parceiro. Uma mulher assim ¨¦ muita areia para o seu caminh?o. No m¨¢ximo, voc¨º poderia ser o chofer d.¡± ¡°Haha, eu at¨¦ dirigiria sem cobrar! S¨® para ficar perto d!¡± Noe apertou os olhos levemente, e ao erguer a cabe?a viu In¨ºs ali parada, exndo um ar gdo, com olhares indiferentes e tra?os faciais deslumbrantes que demonstravam distancia e frieza. No instante em que seus olhares se cruzaram, ummpejo de panico surgiu em seus olhos. Ali estava Noe, parado, trajando uma camisa branca de corte moderno, cal?as de alfaiataria impec¨¢veis em pernas retas, cal?ando sapatos da Balenciaga, uma m?o segurando as chaves do carro e a outra, um casaco. Seu rosto bonito e rebelde era adornado dois brincos de diamante negro na orelha esquerda,plementando o brilho sombrio de seus olhos. Ele ficou na entrada, majestoso e dominante, fazendo que os transeuntes olhassem para tr¨¢s incessantemente. Ele possu¨ªa essa aura, inerente, que capturava a aten??o de todos. Com tra?os atraentes e misteriosos, e uma presen?a grave e profunda, ele fascinava todas as mulheres, que desesperadamente queriam se jogar em seus bra?os. Diziam que Noe era o objeto dos sonhos de todas as mulheres da cidade, ent?o, quando, h¨¢ cinco anos, ele uniu¨Cse a In¨ºs, parecia que todas as mulheres da cidade. tiveram seus cora??es estilha?ados. s aguardavam ansiosas pelo espet¨¢culo e, cinco anos depois, quando In¨ºs foi mandada por ele para a pris?o, muitosemoraram ¨¤s escondidas. Noe era, sem d¨²vida, perfeito em todos os sentidos: fam¨ªlia, riqueza, posi??o. Mas em termos de amor, nunca havia oferecido a In¨ºs nem um pingo depaix?o. In¨ºs se sentia devastada, aquele homem n?o era seu, mas acreditou que, se perseverasse, poderia alcan?¨¢¨Clo. Enganou¨Cse por inteiro cinco anos, carregou a culpa por outros cinco ¨C uma d¨¦cada ao todo, at¨¦ finalmente perceber que nunca teria algo ele. O custo dessa realiza??o foi a ru¨ªna e a perda de tudo o que possu¨ªa. Capitulo 18 Noe e In¨ºs se encaravam na entrada, separados p multid?o que passava,o se pudessem atravessar esses rostos desconhecidos e retroceder no tempo, para um momento distante, para um amor imortal. Ele ainda era o amor de sua vida, e ainda era a luz dos olhos dele. Como chegaram a esse ponto? Afinal, quem manipva tudo por tr¨¢s? Original from N?velDrama.Org. In¨ºs afastou seus pensamentos dispersos e observou Noe se aproximando, passo a passo. Ele brilhava uma nobreza estr, ofuscando todos ao redor, at¨¦ se posicionar diante d. Quando o rosto perfeito dele se aproximou, In¨ºs constatou tristemente que seu cora??o j¨¢ n?o ardia com o antigo fervor. Noe, ser¨¢ que voc¨º sabe que, desde minha juventude, at¨¦ agora, te amei por quinze anos, aguentando toda a dor deste mundo? n?ou um olhar a Noe e desviou o olhar, enquanto ele, ao seudo,entava de forma despretensiosa: ¡°Esperou muito?¡± ¡°N?o muito, uns dez minutos.¡± In¨ºs sorriu de forma encantadora, t?o natural que ningu¨¦m poderia apontar uma falha. Mas era exatamente essa postura que fazia Noe se sentir desconfort¨¢vel. Antes sempre era doce e cordial, um olhar cheio de amor. Agora, seus olhos pareciam buracos negros secos, onde o orgulho do passado tinha ca¨ªdo e sido engolido, transformando¨Cse em nada. Noe sentiu um tremor em seu cora??o, mas controlou a voz para dizer: ¡°Vamos subir, venhaigo.¡± Dito isso, estendeu a m?o para apertar o bot?o do elevador. No momento em que as portas se abriram, ningu¨¦m mais ousou entrar eles. Cap铆tulo 19 Cap¨ªtulo 19 Cap¨ªtulo 19 Cinco anos atr¨¢s, In¨¨s ficava tensa s¨® de estar perto de Noe, andando cauto se pisasse em ovos. Mas agora, ap¨®s cinco anos, tudo havia mudado. As circunstancias eram outras, as pessoas haviam mudado. No seu cora??o, s¨® restava um vazio entorpecente. A medida que o elevador subia lentamente, Noe observava o perfil de In¨ºs. Ele tinha um rosto impressionantemente marcante, que, ao se voltar para , transmitia umal intensidade em seu olhar. Se isso tivesse acontecido cinco anos atr¨¢s, ele nunca teria mostrado tal express?o, preferindo que In¨¨s ficasse o mais longe poss¨ªvel dele. Melhor ainda, que desaparecesse de sua vida para sempre. Agora, no entanto, ele a encarava um ardor que lembrava um predador focandol sua presa, deixando In¨¦s a sensa??o de estar sem sa¨ªda. Quando o elevador se abriu um ¡°ding¡± ¨C In¨ºs saiu na frente. Noe observou sua silhueta por um instante antes de seguir seus passos, em sil¨ºncio. Ao chegarem ¨¤ porta da suite V2, In¨¦s parou. Noe a olhou um sorriso e perguntou: ¡°N?o vai entrar?¡± In¨ºs respirou fundo e empurrou a grande porta da suite. Ao entrar, foio se ouvisse um sussurro ao seu redor, enquanto o aroma de ¨¢lcool e fuma?a a atingia em cheio. Apesar de n?o gostar, manteve apostura, apenas franzindo a testa discretamente. Em seguida, ouviu algu¨¦m exmar do sof¨¢: ¡°Olha s¨® que gata! Quem trouxe essa maravilha aqui?* Noe, logo atr¨¢s d, riu e piscou: ¡°Ei, El¨®i Kair¨®s, se interessou?¡± Quando in?s olhou para frente, viu tamb¨¦m Silvano entre o grupo no sof¨¢, rodeado por mulheres em trajes sum¨¢rios, criando um ambiente de puro esplendor. ficou all, sentindo¨Csepletamente deslocada. El¨®i serviu um drink e ofereceu a In¨ºs: ¡°Foi o Noe que te trouxe? Oi, gata, aceita uma bebida?¡± ¡°Olha l¨¢, El¨®i, n?o fa?a besteira.¡± Capitulo 19 Silvano o repreendeu em voz baixa, mas o homem, ramente alcoolizado, ignorou e sentou¨Cse ao lado de In¨ºs, depois olhou para Noc: ¡°Cara, voc¨º ¨¦ demais! Como sabia que era meu tipo?¡± O olhar de Noe estava carregado e insond¨¢vel, mas ele permaneceu em sil¨ºncio enquanto El¨®i seguia bebendo e at¨¦ ofereceu um peda?o de doce para In¨ºs, que a princ¨ªpio hesitou, mas acabou aceitando. Ao redor, o grupo se divertia e ria. ¡°El¨®i realmente n?o tem vergonha! Foi l¨¢ e alimentou na boca!¡± ¡° aceitou, viu! El¨®i, parece que voc¨º vai se dar bem hoje!¡± El¨®i riu, trazendo In¨ºs para mais perto, recostando a cabe?a no ombro d: ¡°E ent?o, gata, topa jogar alguma coisa?¡± Noe observava de canto, apertando a ta?a de vinho inconscientemente, enquanto Silvano cochichava aodo: ¡°Noe, quer que eu converse o El¨®i?¡± ¡°Deixao est¨¢.¡± A voz de Noe era g¨¦lida, sem tra?os de emo??o. Era apenas uma mulher¡ Por que¡ Por que ele se preocupava tanto? In¨ºs sorriu para El¨®i: ¡°Ent?o, voc¨º ¨¦ o homem que quer fechar neg¨®cio o Noe?¡± ¡°Ah, linda, estamos aqui para nos divertir, esquece de neg¨®cios.¡± El¨®i fez uma careta e olhou para Noe: ¡°Voc¨º falou algo para ? S¨® quer fr de neg¨®cios, que chato.¡± Parecia que era ele, sem d¨²vida. In¨ºs levantou uma ta?a: ¡°Desculpa a demora, vou beber essa aquio castigo. Vamos jogar algo! Por favor, sejam gentisigo, certo?¡± El¨®i soltou uma risada ao ouvir isso e a convidou para sentar ao seudo: ¡°Que gracinha voc¨º ¨¦, viu?¡± In¨¦s se ajeitou aodo dele e retribuiu um sorriso, seus l¨¢bios reluzindo sob o efeito do ¨¢lcool: ¡°¨¦ mesmo? Acho o Senhor Kair¨®s um charme tamb¨¦m.¡± El¨®i era um nome que In¨ºs recordava bem. Antes de enfrentar problemas a lei, cinco anos antes, quando ainda era vistao uma herdeira de destaque na alta sociedade, frequentemente ouvia fr desse famoso yboy, altamente desejado nos c¨ªrculos mais fechados. Capitulo 19 Original from N?velDrama.Org. Comentava¨Cse que ele vinha de uma cidade pr¨®xima, possuindo uma riqueza t?o imensa que muitos na cidade ansiavam por sua amizade. Noe observava In¨ºs interagindo e sorrindo para outros, exibindo um brilho radiante no rosto, e de s¨²bito, foi tomado por uma ira indescrit¨ªvel. Sua ideia original de traz¨º para o encontro era faz¨º passar por uma situa??o constrangedora, mas, contra todas as expectativas, foi ele quem se sentiu perturbado primeiro. Silvano, atento e preocupado, observava: ¡°Noe¡ est¨¢ tudo bem voc¨º?¡± Afinal, ver a pr¨®pria ex¨Cesposa se divertindo outro homem n?o era algo que deixasse qualquer vest¨ªgio de indiferen?a. Mas Noe cerrava os dentes, seus olhos, agudos e g¨¦lidos, fixos em In¨ºs, expressou desd¨¦m: ¡°N?o me importo, que fa?a o que bem entender.¡± Afinal, desde que conseguisse lidar El¨®i, que diferen?a fazia uma simples bebida juntos? Mesmo que terminasse na cama El¨®i¡ Esse pensamento tumultuado foi interrompido pelo alvoro?o ao redor, e ao erguer o olhar, presenciou o instante em que os l¨¢bios de El¨®i e In¨ºs se separaram. Um vendaval de raiva e viol¨ºncia atravessaram seu olhar. Algu¨¦m aodoe?ou a audir: ¡° fez o que prometeu! Minha admira??o! Eu pago a conta dessa rodada!¡± ¡°Quem perde paga, quem ganha continua! Essa coragem me encanta!¡± ¡°E ent?o, partimos para outra rodada?¡± que Vendo a express?o de Noe, repleta de um ¨®dio mortal poderia assustar qualquer um, Silvano apressou¨Cse em interceder, exmando para o grupo: ¡°O que est¨¢ acontecendo aqui?¡± Cap铆tulo 20 Cap¨ªtulo 20 Cap¨ªtulo 20 Verdade ou Desafio, se n?o puder responder ou realizar, ter¨¢ que dar um beijo.¡± ¨C Algu¨¦m disse, aos risos: ¡°Vamos encarar?¡± Dar um beijo? Noe virou¨Cse de subito para In¨ºs e observou seus l¨¢bios vermelhos e ligeiramente separados, tentadores e desafiadores, enquanto se aconchegava no colo de El¨®i, agarrando seu pesco?o. parecia uma sereia, capturando os olhares dos homens que, de tempos em tempos, espiavam na dire??o d. A ira brotou incontrol¨¢vel dentro dele, e Noe nem sequer refletiu sobre o que estava acontecendo consigo. Em um instante, sua mente foi invadida por pensamentos desvairados ¨C levar In¨ºs para casa, tranc¨¢ l¨¢ e impedir que qualquer outro homem a tocasse. lhe pertencia, e qualquer um que a tocasse merecia morrer! Quando fixou o olhar em In¨ºs irritado, viu que sorria para ele, um sorriso capaz de desbotar as cores do mundo- Original from N?velDrama.Org. In?s possu¨ªa uma beleza estonteante, e Noe reconhecia isso desde sempre. Mast naqu ¨¦poca, ele a repudiava, mal a percebia. Imaginava que uma mulher t?o atraente, uma vez casada, n?o passaria de um adorno, al¨¦m de ser excessivamente. mimada, definitivamente inferior a Acelina. Sim¡ definitivamente n?o separava a Acelina, essa mulher¡ por que, por que¡ Noe percebeu que n?o conseguia contrr sua f¨²ria. Ao v¨º beijando El¨®i, desejou estrang- essa mulher descarada,o ousava deixar outro homem beij¨¢! Mas El¨®i parecia alheio ¨¤ express?o de Noe e continuava seus amassos. inclinou levemente o queixo, mostrando a curva elegante de seu pesco?o, tocando o cr que repousava sobre sua v¨ªc, criando uma cena encantadora, mas tamb¨¦m evocandopaix?o. era t?o delicada, certamente leveo uma pluma nos bra?os. E foi o que El¨®i fez, puxando In¨ºs para sentar em seu colo. soltou um grito de surpresa, segurando a vergonha que sentia, enquanto seu rosto oscva entre o vermelho e o p¨¢lido. Capitulo 20 El¨®l a cercou p cintura por tr¨¢s e perguntou em um sussurro: ¡°Vemigo para casa esta nolte?¡± In¨ºs finglu serenidade e ajeitou o cabelo atr¨¢s da orelha, olhando para El¨®i fingindo n?opreender: ¡°Sr. Kair¨®s, est¨¢ brincandoigo?¡± El¨®l afundou o rosto em seu cabelo e respirou fundo: ¡°Como poderia? Melhor voc¨º. me dizer seu nome.¡± Nome¡? In¨ºs paralisou, de repente sem sabero responder. ¡°O que houve?¡± Ao notar a palidez em seu rosto, El¨®i brincou: ¡°N?o me diga que ¨¦ perigosa? N?o me assuste, querida.¡± In¨ºs rapidamente escondeu seu sorriso e levantou¨Cse vte, dizendo: ¡°Estou um pouco tonta, vou ao banheiro e j¨¢ volto para contar.¡± El¨®i assobiou: ¡°Quer que eu te panhe?¡± ¡°N?o se preocupe, eu volto logo.¡± In¨ºs sorriu graciosamente: ¡°Sr. Kair¨®s, me aguarde aqui.¡± ¡°Olha s¨®! Uau!¡± ¡°Como ¨¦ dif¨ªcil resistir ao charme de uma dama t?o b, hein! Sr. Kair¨®s ter¨¢ uma noite inesquec¨ªvel!¡± ¡°N?o ¨¦ ¨¤ toa que ¨¦ um encanto, at¨¦ fndo ¨¦ deslumbrante!¡± In¨ºs foi ao banheiro, apoiou¨Cse aodo da pia e segurou o rosto as m?os, respirando profundamente. tinha bebido mais r¨¢pido do que deveria e agora sentia a cabe?a rodar, as bochechas coradas pelo ¨¢lcool, apoiando¨Cse na pia e respirando profundamente. El¨®i perguntou pelo seu nome¡o deveria responder? ¡°Me chamo in¨¦s.¡± Neste Novo Mundo, existia apenas uma In¨ºs ¨C a herdeira da fam¨ªlia Guedes, de cinco anos atr¨¢s. Cinco anos mais tarde, a herdeira da fam¨ªlia Guedes rebaixada a entreter e bajr homens, que tipo de piada seria essa, sua alegada nobreza e for?a se tornariam motivo de chacota. In¨ºs permaneceu im¨®vel, uma enxurrada de pensamentos cruzando sua mente, at¨¦ a ideia de deix¨¢¨Clos para tr¨¢s e fugir lhe ocorreu, mas ao lembrar de Amado, se conteve. Quando Noe se aproximou, In¨ºs mal registrou sua presen?a. Em um instante, foil levada ao ¨²ltimo cub¨ªculo do banheiro feminino, a porta foi trancada for?a e acabou nos bra?os dele. Ao erguer o olhar, encontrou¨Cse o sorriso sarc¨¢stico. Enquanto ele a observava: ¡°Tem aud¨¢cia para seduzir, mas falta coragem para revr quem ¨¦?¡± In¨ºs, p¨¢lida, sorriu: ¡°Sr. Serpa, estamos no banheiro feminino.¡± Noe manteve¨Cse firme,o se oent¨¢rio d n?o o tivesse atingido. Ele fechou a porta do cub¨ªculo, pressionou In¨ºs contra a parede e deslizou o dedo por seus l¨¢bios vermelhos. O batom manchou os dedos dele, criando a silhueta de uma flor vermelha, Com voz gda, questionou: ¡°Voc¨º beijou o El¨®i?¡± baixou a cabe?a: ¡°Eram as regras do jogo, precisei seguir.¡± ¡°Somente porque era um jogo, voc¨º sen?ou nele dessa forma?¡± Noe insistiu para que n?o desviasse o olhar, ergueu bruscamente o queixo d: ¡°In¨ºs, cinco anos sem te ver, e voc¨º se excedeu!¡± In¨ºs soltou uma risada, um riso for?ado que fez as l¨¢grimas surgirem: ¡°O que lhe d¨¢ o direito de me julgar? Noe, n?o foi voc¨º quem me trouxe aqui? Voc¨º me mandou panhar algu¨¦m na bebida, e aqui estou!¡± Noe segurou seu pesco?o: ¡°E se eu tivesse mandado voc¨º dormir ele?¡± ¡°Ent?o eu dormiria, pois no fim, n?o passo de um objeto para voc¨º, certo?¡± ¨C In¨ºs riu para ele os olhos marejados de l¨¢grimas: ¡°Voc¨º n?o se importa, ent?o por que eu me importaria?¡± Cap铆tulo 21 Cap¨ªtulo 21 Cap¨ªtulo 21 ¡°In¨ºs, eu nunca imaginei que voc¨º fosse t?o baixa!¡± Noe parecia estar possesso de raiva, ao agarrar In¨ºs e jog¨¢ contra a parede do banheiro feminino, respirando pesadamente, seus olhos refletindo verdadeiras tempestades de sangue e f¨²ria ele estava furioso. ¨C ¡°Voc¨º me convida para beber, sem pensar que eu poderia me iodar?¡± In¨ºs sorriu os olhos quase fechados: ¡°Voc¨º n?o queria presenciar minha vergonha, n?o ¨¦ mesmo? Como se sente por n?o ter conseguido, frustrado?¡± Noe a prensou contra a parede, aproximando¨Cse, e aqueles olhos ardentes, a observou por um bom tempo, at¨¦ que selou seus l¨¢bios um beijo ardente. In¨ºs resistiu todas as suas for?as, e nesse instante, algu¨¦m entrou no banheiro. Noe soltou uma risada abafada: ¡°Grite, pode gritar! Deixe que todos aqui fora vejam!¡± Canalha! In¨ºs olhou para Noe f¨²ria, seus olhos tamb¨¦m se tingiram de vermelho: ¡°Por que voc¨º est¨¢ fazendo issoigo? Noe manteve¨Cse cdo, e ent?o a beijou outra vez, mais intensidade. tinha um sabor surpreendentemente doce. Quando era sua esposa, cinco anos atr¨¢s, dormir era uma rotina, e mesmo que ele n?o tivesse afei??o por essa mulher, possu¨ªa um corpo atraente, ent?o Noe nunca achou In¨ºs mon¨®tona¡ Mas ele jamais imaginou que engravidaria e tivesse um filho seu. A mem¨®ria o invadiu, e de repente ele foi tomado por uma d¨²vida. Ser¨¢ que In¨ºs estava gr¨¢vida quando Acelina faleceu, cinco anos atr¨¢s? Mas nunca mencionou, ent?o ele ignorava. A agrediu diante do t¨²mulo de Acelina e a enviou para a pris?o, fazendo¨Ca perder a raz?o¡ Noe estremeceu. O fato da crian?a ter sobrevivido¡ realmente, era um mgre. Naquele momento, provavelmente In¨ºs nem desejava mais viver, gr¨¢vida e presa. Que desespero deve ter sentido? In¨ºs o empurrou for?a, o grupo j¨¢ havia se dispersado, e ningu¨¦m percebeu que havia duas pessoas trancadas na ¨²ltima cabine do banheiro feminino. Seus olhos estavam marejados e, solu?ando, disse a Noe: ¡°Por que voc¨º est¨¢ fazendo issoigo?¡± Por que voc¨º me tratao se fosse um brinquedo, aproximando¨Cse quando tem vontade e me desprezando quando perde o interesse? Noe, n?o foi suficiente o quanto voc¨º me feriu h¨¢ cinco anos? Capitulo 21 Eu j¨¢ sofri tanto, por que ainda n?o consigo me livrar de voc¨º? Noe ficou em sil¨ºncio, apenas as pups dtadas, percebendo a dor que sentia. In¨ºs o afastou, tremendo, ajeitou suas roupas e esfregou os l¨¢bios for?a ¨C o batom J¨¢ havia se esvaldo durante o beijo for?ado, mas ao esfregar a m?o, surgia um novo vermelho. Noe sentiu que devia estar enlouquecido, certamente embriagado. Por que, depois de cinco anos, ao ver In¨ºs de novo, elee?ou a desejar por novamente? In¨ºs cobriu o rosto e deixou o banheiro, e ele achou ter ouvido o choro abafado d enquanto se afastava. Noe ficou sozinho no banheiro feminino por um longo per¨ªodo, antes de sair uma express?o sombria. Mal tinha sa¨ªdo, quando um grupo de mulheres entrou. ¡°Caramba, isso aqui ¨¦ o banheiro feminino, certo?¡± As mulheres embriagadas se viraram para conferir a ca, e ent?o olharam para ele saindo: ¡°Nossa, que homem gato, mas por que ele estava no banheiro feminino?¡± ¡°Deixa para l¨¢, deve ser algum pervertido¡¡± N?velDrama.Org (C) content. ¡°Aff, n?o d¨¢ para acreditar, um cara t?o bonito, mas gosta de se espreitar no banheiro feminino¡¡± O grupo de mulheresn?ou mais uma olhada para ele, mas n?o se atreveram a elevar a voz por causa da sua aura misteriosa e imponente. Quando In¨ºs retornou, Eloi ja estava l¨¢, parecendo aguard¨¢ h¨¢ bastante tempo. Ao v¨º. ele a abra?ou e sorriu, movimentos t?o fluidos quanto os de um amor de longa data. Noe, que chegou atrasado, observou a cena sem expressar rea??o, embora seus olhos se estreitassem um pouco. O que estava acontecendo? Ao ver algo que considerava seu sendo tocado por outro, n?o conseguia segurar sua irrita??o. Noe conseguiu contrr a inquieta??o em seu cora??o e, ao retornar, parecia o mesmo de sempre. Enquanto isso, El¨®i j¨¢ estava rindo, apoiado no ombro de In¨ºs. Ele estava a encantadora dama em seus bra?os e um sorriso contagiante. El¨®i se inclinou e sussurrou no ouvido de In¨ºs, perguntando seu nome entre risos: ¡°Voc¨º e Noe t¨ºm um?o especial, n?o t¨ºm?¡± In¨ºs se assustou. Como ele percebeu? Por¨¦m, negou, e quase de imediato, seu rosto se iluminou com um sorriso: ¡°Imagina, por que o Senhor Kair¨®s pensaria isso?¡± Eloi, o bra?o ao redor d, argumentou: ¡°Porque eu vi voc¨º saindo e, logo depois, Noe tamb¨¦m saiu¡¡± Que aculdadel Parece que n?o h¨¢ tolos aqui. panhando Noe, era natural que suspeitassem de algo entre eles, especialmente depois que foram ao banheiro um ap¨®s o outro¡ N?o surpreende que El¨®i estivesse desconfiado. In¨ºs ficou em sil¨ºncio, apenas desviou o olhar e, ap¨®s uma longa pausa, falou: ¡®Senhor Kair¨®s. voc¨º realmente quer saber quem sou eu?¡± Eloi, intrigado a express?o intensa d, respondeu surpreso: ¡°Hmm¡ O que aconteceu?¡± In¨¦s sorriu. Era um sorriso que iluminava tudo ao seu redor. Cinco anos atr¨¢s, a musa dos sonhos dos homens de Cidade Nova era , seus olhos radiantes e a aura de orgulho e distin??o. Cinco anos mais tarde, essa joia preciosa desceu ao mundoum, tornando¨Cse um tormento no cora??o de todos os homens! In?s se aproximou do ouvido dele, um tom t?o intimo quanto o de amantes, e disse: ¡°Senhor Kairos¡ Me chamo In¨ºs.¡± Em Cidade Nova, a herdeira da familia Guedes! Cap铆tulo 22 Cap¨ªtulo 22 Cap¨ªtulo 22 O rosto de El¨®i mudou de repente, parecia incr¨¦dulo, ele arregalou os olhos, seu rosto bonito expressando total perplexidade e descren?a, encarando In¨ºso se estivesse tentando enxergar sua alma atrav¨¦s d. Que pena, In¨ºs j¨¢ n?o tinha mais alma alguma. riu enquanto se apoiava no ombro dele. ¡°Voc¨º parece n?o acreditar, n?o ¨¦? Sim, eu sou In¨ºs, a senhorita da familia Guedes que voc¨ºs consideraram a assassina h¨¢ cinco anos¡ Sou a ex¨Cesposa de Noe Serpa.¡± No momento em que a verdade foi revda, a surpresa o engoliu. El¨®ie?ou a tremer, segurando¨Ca, ¡°Voc¨º¡ est¨¢ brincandoigo?¡± ¡°Brincando? Por qu¨º?¡± In¨ºs de repente se tornou fria, afastou¨Cse dele e serviu¨Cse de um copo de vinho, rindo charme, ¡°N?o me reconhece? Nem ao meu rosto? Sr. Kair¨®s, h¨¢ cinco anos atr¨¢s, quando eu estava nos circulos sociais, ouvia seu nome frequentemente.¡± Cinco anos atr¨¢s¡ passou cinco anos atr¨¢s das grades. A respira??o de El¨®ie?ou a se acelerar. Se fosse outra pessoa, ele n?o teria o menor interesse em uma mulher divorciada e que j¨¢ esteve na pris?o. Quem iria querer uma mulher uma reputa??o t?o manchada? Mas a pessoa ¨¤ sua frente era In¨ºs, a herdeira que havia chocado a alta sociedade cinco anos atr¨¢s! El¨®i a observava, sentindo uma sede inexplic¨¢vel em sua garganta, sem entender o motivo. ¡°Por que Noe te trouxe para me fazerpanhia?¡± Se fosse verdade, ent?o In¨ºs era a ex¨Cesposa de Noe Serpa, por que Noe Serpa chamaria sua ex¨C esposa para fazer algo assim? In¨ºs riu levemente para ele e piscou. ¡°J¨¢ que j¨¢ estamos divorciados, voc¨º n?o precisa me trataro a ex de Noe Serpa.¡± ¨¦ verdade, nunca foi de Noe Serpa, nem cinco a?os atr¨¢s. nem agora, ele nunca teve espa?o para em seu cora??o. Mas enquanto conversavam, Noe Serpa de repente se aproximou e, para o espanto de todos, levantou In¨ºs sobre o ombro. In¨ºs ficou assustada o movimento repentino, seu corpo tremendo. bateu nas costas dele for?a. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo? Me solte!¡± Noe Serpa riu desd¨¦m, ¡°Te colocar no ch?o? Para continuar flertando outros?¡± Todos ficaram chocados a a??o de Noe Serpa. El¨®i sentou¨Cse no sof¨¢ e gaguejou, ¡°Irm?o¡ vamos conversar, sem viol¨ºncia!¡± ¡°Sr. Kair¨®s, me desculpe, hoje ¨¦ minha. Vamos marcar algo para amanh?!¡± Noe Serpal 12-16 P Capitulo 22 Ignorou El¨®i e seguiu em frente In¨¦s. Eloi segurou o topo de bebida e gritour. ¡°No¨¦, v?tk n?o ¨¦ humano! Voc¨º mesmo trouxe a garota para mim e agora quer forfis¨Cta somente suat In¨ºs corou, esseportamento, sob os olhos de todos, era uma hurratha??o para ¨¦ tentou contrr a trem??o em sua voz. ¡°Noe Serpa, thergal ¡°E se eu recusar?¡± Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g ¡°Voc¨º est¨¢ b¨ºbado!¡± ¡°Sim, estou b¨ºbado!¡± Noe Serpa ignorou os olhares de todos e levou ines bara fofa. Ines estava tonta, seus pensamentos turvados. ¡°Me solta! Desgra?ado! Vai se ferrar ¡°Isso, insulte¨Cme, voc¨º tem um talento nato para pvras, formada na Ivy League ¨¦ tudo, Stra riqueza de vocabul¨¢rio ¨¦ impressionante.¡± ¡°Voc¨º pediu para eu panhar a bebida, agora est¨¢ se arrependendo!¡± In¨¦s gritou. ¡°Se tem coragem, deixa outra pessoa me levar embora! Lixo! Canalha! Eu fiquei cinco anos fa pris?o por sua causa, e voc¨º ainda quer mais de mim!¡± Com esse grito, a express?o de todos mudou. A frase ¡°passei cinco anos na cadeia¡± prou nos ouvidos de todoso uma agulha, e todos pararam para olh¨¢¨C los, finalmente lembrando quem era. A b e talentosa filha da familia Guedes, In¨ºs! A assassina que havia sido presa h¨¢ cinco anos, In¨ºs! In¨ºs de repente soltou uma risada baixa, mas logo as l¨¢grimase?aram a cair, embacando sua vis?o. n?o queria chorar, mas era impossivel segurar, o destino ¨¦ assim, cruel. Quando voc¨º pensa que finalmente escapou, ele te golpeia for?a, e te mostra que voc¨º nunca conseguir¨¢ sair dessa sombra. Noe Serpa a colocou no ch?o e a abra?ou de novo, prensando¨Ca contra a parede, enquanto todos olhavam, segurou seu queixo e disse. ¡°Est¨¢ se sentindo mal?¡± Com os olhos apertados de tanto sorrir, In¨ºs respondeu uma voz estridente,o se estivesse cheia de uma resolu??o amarga, ¡°Mal? Por que eu me sentiria mal? Eu mere?o, & bem feito para mim!¡± Noe Serpa n?o podia suportar aquele tom de voz de In¨ºs, apertou seu pesco?o for?a e algu¨¦m gritou atr¨¢s dele, ¡°Sr. Serpa¡ por favor, n?o fa?a isso!¡± El¨®i, assustado o s¨²bito acontecimento, gritou, ¡°Noel Se acalma!¡± Silvanoe?ou a ligar para algu¨¦m, ¡°O Noe Serpa bebeu demais¡ tragam ajuda.¡± Sob o controle dele, o ar nos pulm?es de In¨ºs foi se esvaindo, at¨¦ que seus olhos se fecharam e desmaiou em suas m?os. ¡°Meu Deus! ¡ morreu!¡± Noe Serna tremeu violentamente e recuouo poderia ser possivel que ele a tivesse Capitulo 22 matado? Imposs¨ªvel! Ele¡ ele s¨® tinha perdido a paci¨ºncia e, na frente de todos, humilhou¨Ca, mas nunca quis tirar sua vida¡ Antes de desmaiar, In¨ºs viu o mundo girar e depois mergulhar na escurid?o, ouvindo ao longe gritos e confus?o, e tudo isso foi¡ aos poucos¡ se afastando d. Cap铆tulo 23 Cap¨ªtulo 23 Cap¨ªtulo 23 No sil¨ºncio do quarto de hospital, Ines abriu os olhos e foi recebida por uma luz opaca que lentamente reou at¨¦ que sua vis?o se normalizou. olhou ao redor at¨¦ que algu¨¦m abriu a porta e entrou, fazendo¨Ca se sobressaltar e voltar a realidade. Noe Serpa estava na porta, um olhar sombrio e indecifr¨¢vel que, ao ver o rosto de in¨¦s, fol invadido por uma miriade de emo??es que se extinguiram na escurid?o de suas pups. In¨ºs o observava anestesiada, sem dizer uma pvra. tinha imaginado varios cen¨¢rios de reencontro um amor antigo, O mundo era pequeno demais e era inevit¨¢vel que duas pessoas que se amaram profundamente acabassem se encontrando algum dia. Mas nunca passou p cabe?a de In¨¦s que Noe Serpa a trataria daqu maneira. Com uma brutalidade e uma determina??o fria, ele an?ou mais uma vez no abismo do desespero. Noe Serpa notou o sil¨ºncio de In¨¦s e percebeu que n?o queria fr ele. Ent?o, parado. ¨¤ porta, pigarreou e disse, ¡°Voc¨º acordou.¡± In¨ºs o encarou friamente e permaneceu cda. Noe Serpa se aproximou e ergueu o queixo d, encontrando um olhar cheio de ¨®dio que, inexplicavelmente, the causou uma pontada de dor. ¡°Voc¨º est¨¢ me desafiando?¡± Ele sorriu, um sorriso sinistro que gva a espinha, ¡°In¨¦s, eu deveria ter te estrangdo h¨¢ cinco anos. Deixei voc¨º viver at¨¦ agora¡ voc¨º deveria se sentir agradecida.¡± Ao ouvir suas pvras, In¨¦s riuo se tivesse ouvido uma piada, e disse sarcasmo, ¡°Sim, eu deveria agradecer por sua misericordia por ter poupado minha vida miser¨¢vel!¡± ¡°Voc¨º se sente injusti?ada?¡± Noe Serpa tamb¨¦m riu friamente, um sarcasmo ainda mais cortante.¡± ¡°Injusti?ada o qu¨¦?¡± In¨ºs estreitou os olhos, seu rosto ainda mostrava sinais de fraqueza, mas seus olhos brilhavam uma nitidez venenosa e surpreendente. Sob aquele olhar, Noe Serpa sentiu uma estranha sensa??o de asfixia. In¨¦s sorriu uma beleza devastadora, e por um momento, tudo ao redor pareceu perder a cor. ¡°Noe Serpa, eu deveria te agradecer, n?o ¨¦ mesmo? Voc¨º arruinou a minha vida h¨¢ cinco anos e agora quer a minha morte! Em uma vida passada, eu devo teretido um grande erro para ser t?o completamente destruida por voc¨º nesta vida!¡± Ao ouvir as pvras de In¨ºs, Noe Serpa apertou mais forte o queixo d, ¡°Voc¨º ainda tenta se 12.17 Capitulo 23 justificar? A morte de Acelina¡¡± ¡°E se a morte de Acelina n?o tiver nada a verigo?¡± In¨ºs riu loucamente,o se nada mais no mundo tivesse importancia para ,o se estivesse num beco sem sa¨ªda, gritou, ¡°Noe Serpa, eu s¨® tenho uma pergunta para voc¨º. Se a morte de Acelina n?o tiver nada a verigo, voc¨º vai pagar o que me deve nesta vida?¡± Noe Serpa se rpos, soltou o queixo d e deu dois passos para tr¨¢s, incr¨¦dulo, ¡°O que voc¨º disse?¡± In¨ºs baixou a voz de repente,o se toda sua energia tivesse sido drenada pelo confronto anterior. disse: ¡°Noe Serpa, n?o te odeio mais. Porque eu acho que voc¨º ¨¦ pat¨¦tico. N?o importa se te odeio ou n?o.¡± Quando levantou a cabe?a, os olhos que outrora o olhavam tanto amor estavam vazios e entorpecidos,pletamente devorados pelo ¨®dio de cincol anos atr¨¢s. Noe Serpa deu uma risada ir?nica de raiva, sua beleza ficando ainda mais evidente em sua f¨²ria. Ele tinha o tipo de charme que enlouquecia as mulheres da cidade. Cinco anos atr¨¢s, In¨¦s tamb¨¦m havia sido atraida por ele, jogando¨Cse em suas chamas sem pensar nas consequ¨ºncias, acabando por se destruir e n?o obtendo nada em troca, nem mesmo suapaix?o, que ele dava avareza. In¨ºs bn?ou a cabe?a,o se zombasse de si mesma, e disse, ¡°Eu n?o me arrependo, eu tamb¨¦m n?o te odeio, foram apenas cinco anos de pris?o. Agora que estou livre, continuo vivendo bem, sem voc¨º, eu ainda estou viva.¡± ¡°Pode investigar ¨¤ vontade, pode revirar o passado, Noe Serpa, eu estou te dizendo.¡± No momento em que levantou a cabe?a, seus olhos eram prantes e intensos. Noe Serpa, como se estivesse num devaneio, parecia reencontrar a Srta. Guedes, que outrora fora deslumbrante e orgulhosa, que, mesmo diante da queda de seu cl?, mantinha uma dignidade e arrogancia inabal¨¢veis. In¨ºs moveu os l¨¢bios, fndo diretamente para Noe Serpa. ¡°Eu vou te dizer, h¨¢ cinco anos eu derrubei as cinzas de Acelina na frente de todo mundo e n?o me arrependo nem um pouco. Por causa d, minha fam¨ªlia foi destruida; por causa d, carreguei um crime que n?oeti. Por causa d, uma morta, sofri torturas e humilha??es na pris?o, vivendo pior que a morte por longos cinco anos! Ainda bem que se foi. Esmagar a urna d n?o foi demais! E te digo mais, se estivesse viva, eu mesma faria quest?o de reduzi a p¨®!¡± ¡°Como voc¨º ousa!¡± Noe Serpa explodiu de raiva, desferindo um tapa no rosto de In¨ºs, sua voz tremia, ¡°In¨ºs! Como voc¨º ousa!! Ainda tem coragem de dizer essas coisas!!¡± A dor aguda n?o conseguiu extrair l¨¢grimas d, mas, pelo contr¨¢rio, fez seu sorriso florescer ainda mais,o uma deslumbrante flor de papo. Sua risada era b de um jeito que assustava. ¡°Sim! Eu tenho coragem! Uma pessoa morta me fez carregar uma vida t?o injusta, Noe Serpa, 12:171 se voc¨º ao menos tentasse se colocar no meu lugar, n?o teria me transformado no que sou hoje! Eu te digo que n?o me arrependo do que fiz , s¨® temo que, quando voc¨º descobrir a verdade, perceba que a morte de Acelina n?o tem nada a verigo, e voc¨º vai odiar a si mesmo!¡±Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g Cap铆tulo 24 Cap¨ªtulo 24 Capitulo 24 Now Serpa sentiu seu cora??o tremer as pvras de In¨¦s, maso poderia ter se eneanada? Ele estava presente quando Acelina foi empurrada e era In¨ºs que havia agido! ¡°N?o tinka ser inocente aqui. Se tivesse algo a dizer, deveria ter dito h¨¢ cinco anos!¡°, ele exmou. ¡°Voc¨º me deu alguma chance de fr?¡± Finalmente, In¨¦s riu at¨¦ asurimas escorrerem, ¡°Ah, ¨¦ isso? Voc¨º nunca acreditou em nadal do que eu disse. Ful sua esposa por cinco anos,o um cachorro semr, e voc¨º nunca me deu nem um olhar, nem um sequer! Noe Serpa, voc¨º n?o me ama, ent?o por que me casou? Come voc¨º pode justificar isso para mim e para Acelina?¡± ¡°Eu so amel Acelina, casel voc¨º apenas porque voc¨º se deitou na minha cama!¡± Noe Serpa tamb¨¦m n?o conseguiu conter sua raiva e gritou, ¡°Foi voc¨º quem veio para a minha camar ¡°¨¦ mesmo? ¨¦ assim que voc¨º me v¨º? Voc¨º realmente esqueceu tudo?¡± In¨ºs riu, seu riso tremendo, sua voz se quebrando. ¡°H¨¢ uma frase que ¨¦ totalmente correta¡ ¡®N?o dar a m¨ªnima ¨¦ o verdadeiro amor, desprezar ¨¦ saudade!¡°¡± Noe Serpa, considere tudo o que fiz por voc¨º uma piada. Se pudesse voltar no tempo, eu jamais escolheria te encontrar! estava arrependida, profundamente arrependida. Noe Serpa, eu s¨® espero que um dia voc¨º se arrependa! ¡°N?o me importo o que voc¨º fazigo, s¨® temo que um dia voc¨º se arrependa.¡± Depois de dizer isso, In¨ºs apontou para a porta do quarto de hospital e gritou para Noe Serpa, ¡°Saia!¡± O odio nos olhos d era t?o evidente que, mesmo dizendo que n?o o odiava mais, que n?o importava mais, na verdade era apenas porque odiava tanto que tanto fazia perdoar ou n?o- desde que o odiava. Desde o momento em que ele a enviou para a pris?o cinco anos atr¨¢s, matou todo o amor e esperan?a que tinha por ele as pr¨®prias m?os. Na mis¨¦riapleta, a destrui??o que voc¨º me causou criou um abismo de dor e luta sem fim. Noe Serpa, eu n?o quero salva??o, s¨® quero amaldi?o¨¢¨Clo, que voc¨º nunca mais encontre amor nesta vida! In¨ºs riu alto, e uma enfermeira, ouvindo o barulho, correu para dentro, mas In¨ºs a jogou no ch?o um tremor. A enfermeira gritou, e imediatamente um grupo de pessoas correu pelo corredor, algumas gritando: 12:17 ¡°Sedativos, sedativos!¡± ¡°Tem um paciente em crise no quarto V921¡± R¨¢pidol Todos os m¨¦dicos e seguran?as, para cima!¡± Original from N?velDrama.Org. ¡°N?o toquel Sl Todos voc¨ºs, sm!¡± Sempre que algu¨¦m se aproximava, In¨¦s atirava objetos, copos, vasos, cadeiras, tudo se tornava uma arma para ferir os outros, para se proteger. chorava e ria ao mesmo tempo, ¡°Sl Todos voc¨ºs, sm!¡± Noe Serpa gritou: ¡°In¨ºs! Voc¨º est¨¢ louca!¡± Essas pvras foramo uma espada perfurando o corpo de In¨¦s, atravessando suas entranhas, a dor intensa se espalhando do peito para cada canto do corpo, cada flo de cabelo, sufocando sua respira??o. A mulher, os olhos vermelhos de loucura, de repente se ajoelhou diante de Noe Serpa, batendo a cabe?a for?a no ch?o. ¡°Noe Serpa, me deixe em paz, eu te imploro¡ por favor, me deixe em paz!¡± ¡°Passel cinco anos na cadeia, estou desfigurada, olhe para mim, veja o que me tornei!¡± De repente, uma dor indescritivel se espalhou do cora??o de Noe Serpa, fazendo¨Co tremer, fixando seu olhar na mulher ¨¤ sua frente. Cinco anos atr¨¢s, a orgulhosa herdeira da fam¨ªlia Guedes, e hoje, uma mulher um passado criminoso e descontrda. Ele tremia por inteiro, o rosto bonito marcado p dor profunda da alma, a dor fazia suas sobrancelhas se contrairem, ¡°In¨ºs¡ o que aconteceu voc¨º?¡± De repente, ele se lembrou das cicatrizes entr?adas na m?o direita de In¨ºs. Quanto desespero uma pessoa deve sentir para se infligir tal dano na pr¨®pria m?o, seu bem mais precioso? In¨ºs era uma designer, que dava mais valor ¨¤s suas m?os do que qualquer outra coisa. Eram seu orgulho e sua superioridade. Mas por que , essa dedica??o toda, escolheria destruir sua t?o preciosa m?o direita? Que tipo de tempestade avassdora teria enfrentado para sucumbir ao peso da realidade e caminhar para a ru¨ªna? Todos estavam chocados. Por que In¨ºs tinha se tornado t?o fr¨¢gil, t?o sens¨ªvel, t?o desvairada¡ O que teria passado na pris?o? Cinco anos¡ Quem a tinha reduzido a esse estado? De repente, Noe Serpa n?o ousou perguntar. Ele tinha medo de que fosse ele¡ Ele fosse o culpado por transform¨¢ em um monstro. N?o, n?o podia ser, In¨ºs¡ In¨ºs que se amava tanto,o poderia ser poss¨ªvel¡ Equipes m¨¦dicas profissionais irromperam no local, segurando In¨ºs firmemente, uma na frente Capitulo 24 e outra atr¨¢s, enquanto os seguran?as mantinham a ordem ao redor. Algu¨¦m ajudava uma jovem enfermeira ferida a se levantar. O quarto do hospital estava um caos, pessoas se espremendo para tentar olhar para dentro. Noe Serpa foi empurrado para odo p multid?o, assistindo at?nito enquanto In¨ºs era contida na cama do hospital. Uma agulha carregada sedativo foi cravada em seu bra?o e, em seguida, suas pups se dtaram, fechou os olhos e mergulhou novamente no inconsciente. Cap铆tulo 25 Cap¨ªtulo 25 Cap¨ªtulo 25 No outro dia, quando Noe Serpa chegou ao hospital, os m¨¦dicos de nt?o de In¨ºs tinham mudado. Ao v¨º¨Clo, o m¨¦dico o chamou e entregou¨Clhe alguns rt¨®rios, suspirando antes de dizer. ¡°Sr. Serpa, a situa??o de sua esposa n?o est¨¢ nada boa¡¡± Noe Serpa n?o sabia por que n?o revva a verdadeira r??o entre eles e deixou o m¨¦dico continuar: ¡° est¨¢ sofrendo de uma grave depress?o, ramente passou por algum trauma. Sr. Serpa, o que aconteceu entre voc¨º e sua esposa antes?¡± Olhando para o rt¨®rio em suas m?os, os dedos de Noe Serpa dm pelo contato o papel fino. Sua garganta estava ¨¢spera,o se estivesse entupida de algod?o, e demorou um tempo at¨¦ que ele pudesse dizer, ¡°N?o¡ n?o aconteceu nada.¡± ¡°Entendi¡¡± O m¨¦dico tirou os ¨®culos para limp¨¢¨Clos. ¡°Essa doen?a d n?o ser¨¢ curada apenas medicamentos. Verificamos que j¨¢ possui hist¨®rico de tratamento, mas n?o segue regrmente a medica??o. s¨® toma quando se sente mal. Isso n?o ¨¦ suficiente para cur¨¢, e tamb¨¦m n?o coopera o tratamento¡ Sr. Serpa, isso pode levar um tempo. Voc¨º sabe do que sua esposa gosta?¡± A ¨²ltima pergunta do m¨¦dico deixou Noe Serpal sem pvras. In¨ºs¡ do que gostava? Ele n?o tinha ideia. Noe Serpa sentiu que n?o podia continuar a conversa o m¨¦dico e saiu, mas as pvras do m¨¦dico ecoaram em sua mente: ¡°Sua esposa deve ter passado por algumas coisas ruins, Sr. Serpa. Se houver algo que voc¨º saiba, por favor, n?o nos esconda. Precisamos dessa informa??o para nejar o tratamento¡ A condi??o d n?o ¨¦ boa, voc¨º entende? As cicatrizes em seus bra?os n?o s?o recentes, s?o uma mistura de novas e antigas, e a mais recente¡ foi h¨¢ duas semanas.¡± Duas semanas atr¨¢s, t?o recente! As cicatrizes em seus bra?os, quantas vezes tinha se machucado? sempre teve¡ o h¨¢bito de se automutr. Quando a press?o se tornava insuport¨¢vel, pegava uma faca na cda da noite e cortava seus pr¨®prios pulsos. A In¨¦s, que se escondia sob uma fachada de orgulho e altivez, j¨¢ n?o era mais a mesma mo?a de cinco anos atr¨¢s. Sua alma estava fragmentada, restando apenas algumas obsess?es. Noe Serpa n?o ousou pensar mais, voltou para a porta do quarto de In¨ºs, mas acabou n?o entrando. Ele virou e foi para o outrodo do corredor, pegando o celr. Ele realmente¡ n?o ousava enfrentar uma mulher, sua ex¨Cesposa, a mulher que ele mesmo havia enviado para a pris?o cinco anos atr¨¢s por ser uma assassina. In?s tinha matado Acelina e agora vivia assim. Noe Serpa achava que deveria estar feliz. Capitulo 25 Mas quando a via, ele n?o conseg se alegrar, sentindo¨Cseo o carrasco que a levou a tal estado. Noe Serpa ficou parado na porta por um bom tempo, palldo, hesitando e sem entrar. Virou¨Cse e caminhou at¨¦ a outra extremidade do corredor, tirando o celr do bolso. ¡°Sou eu.¡± A figura alta e imponente do homem formava uma silhueta contra a luz, atraindo olhares furtivos das enfermeiras, que especvam sobre sua identidade. ¡°Procure saber o que aconteceu In¨ºs durante os cinco anos em que esteve presa.¡± Como se tomasse uma decis?o dif¨ªcil, Noe Serpa finalmente falou, sentindo uma dor aguda; ele n?o queria suspeitar, mas precisava verificar uma coisa, ¡°Suspeito que algu¨¦m na pris?o pode ter abusado d¡ usando meu nome.¡± Amado foi retirado da creche por Noe Serpa naqu tarde. Quando entrou no carro, suspirou e disse: ¡°Sr. Serpa, n?o precisa me manter trancado. Eu n?o vou fugir, no m¨¢ximo, voltarei para perto da minha m?e. Se voc¨º realmente se importa, ficarei grato se vier me ver uma vez por m¨ºs.¡± Noe Serpa ficou t?o irritado que quase bateu o carro no jardim. Ou?a s¨® o que esse moleque est¨¢ dizendo! Ser¨¢ que ele n?o tem respeito algum por seu pr¨®prio pai? Ser¨¢ que esse moleque ¨¦ mesmo meu filho? Se n?o fosse o resultado do teste de DNA, que confirmou a r??o de pai e filho, ele at¨¦ pensaria que o garoto havia sido encontrado em algum lugar. Noe Serpa segurou o impulso de pisar no acelerador, levando o carro para a rodovia em dire??o ao hospital. Ent?o ele disse: ¡°Seu pestinha, ¨¦ assim que voc¨º f o seu pai?¡± Amado suspirou, sem saber se era por si mesmo ou por Noe Serpa. ¡°Sr. Serpa¡¡± ¡°Me chame de pai!¡± ¡°¡Sr. Serpa me escute primeiro¡¡± Original from N?velDrama.Org. ¡°Chame de pai!¡± ¡°Pai papai.¡± Amado gaguejou ao tentar se acostumar a pvra, ficando at¨¦ vermelho, ¡°Voc¨º n?o me force a chamar¡¡± ¡°Vai se acostumando quanto mais fr.¡± Noe Serpa sentiu seu humor melhorar subitamente ao ouvir o garoto chamar¨Clhe de pai, sentindo um alivio no peito. Disse, ¡°Eu sou seu pai, qual o problema de me chamar de pai?¡± Amado respondeu, ¡°Mas eu nasci h¨¢ cinco anos e voc¨º nunca se importouigo.¡± Noe Serpa respirou fundo e disse. ¡°Sua m?e te escondeu muito bem; s¨® soube da sua Capitulo 25 exist¨ºncia recentemente.¡± ¡°E quando minha m?e estava gr¨¢vida?¡± Amado rebateu rapidamente, ¡°Voc¨º n?o vai me dizer que nem sabia que minha m?e estava gr¨¢vida.¡± Cap铆tulo 26 Cap¨ªtulo 26 Cap¨ªtulo 26 Noe Serpa segurava o vnte as m?os tremendo um pouco. A pergunta de uma crian?a de cinco anos o deixara sem resposta. Se ele soubesse¡ se soubesse que In¨ºs estava gr¨¢vida, talvez¡ n?o a teria mandado para l¨¤.. M¨²ltis emo??es passaram pelos olhos de Noe Serpa, mas ele n?o as expressou nenhum deles. Quase imediatamente, eles se dissiparam, desaparecendo quando ele piscou os olhos, e ele continuou sendo o imc¨¢vel Sr. Noe, determinado e resoluto,o se nunca tivesse se arrependido de nada na vida. Amado sentava¨Cse obediente no banco traseiro, observando a paisagem que passava rapidamente p jan, quando de repente perguntou: ¡°Essa n?o ¨¦ a estrada de antes¡¡± Noe Serpa elogiou mentalmente a intelig¨ºncia do menino, que j¨¢ tinha memorizado o caminho em apenas alguns dias. Ent?o, limpou a garganta e disse: ¡°¨¦ o caminho para o hospital.¡± ¡°Hospital?¡± Amado era jovem, mas astuto, e perguntou caut: ¡°Minha m?e est¨¢ algum problema?¡± Droga, esse moleque ¨¦ t?o esperto, ser pai ¨¦ uma press?o e tanto! No entanto, Noe Serpa logo pensou que isso era resultado de seus bons genes, e sentiu¨Cse orgulhoso por ter um filho t?o inteligente. Quando chegaram ao hospital, Noe Serpa se agachou para arrumar as roupas de Amado, e era nesses momentos que o menino sentia que Noe Serpa era seu pai, embora tudo que ele fazia era para manter as apar¨ºncias. Quando Noe Serpa se aproximou, Amado n?o p?de deixar de olh¨¢¨Clo mais um pouco. Afinal, para uma crian?a de cinco anos, enfrentar o pr¨®prio pai ainda trazia uma do?ura interna. Mas¡ seu pai estava sendo uma dece??o t?o grande. Talvez, se ele seportasse bem no futuro, poderia ajudar Noe Serpa a reconquistar sua m?e. ¡°Noe Serpa disse: ¡°Sua m?e tem depress?o. Voc¨º sabia?¡± Ele n?o queria tocar nesses assuntos pesados na frente de Amado, mas ao lembrar que o menino era maduro para a idade, decidiu ser direto: ¡° n?o est¨¢ bem, e eu espero que voc¨º possa¡ confort¨¢.¡± ¡°Foi voc¨º quem deixou minha m?e assim?¡± Amado olhou para cima, e,o esperado, o garoto olhava fixamente sem surpresa. Parecia que ele sabia da depress?o da m?e. Uma aceita??o t?o cruel para uma idade t?o tenra¡ ¡°N?o¡ eu nunca quis¡ irrit¨¢¡¡°Noe Serpa sempre se sentia impotente diante de Amado, seus olhos que pareciam ver tudo, ros e puros, fazendo¨Co sentir¨Cse sujo demais para 12-18 Capitulo 26 olh¨¢¨Clo nos olhos. ¡°Eu entendo¡¡± Amado suspirou: ¡°N?o te culpo. A depress?o da minha m?e ¨¦ realmente s¨¦ria. Na maioria das vezes est¨¢ tudo bem, mas quando se trata de algo rcionado a voc¨º, fica assim.¡± ¡°Quando se trata de algo rcionado a voc¨º.¡± Noe Serpa sentiu uma pontada no cora??o. Para In¨ºs, ele se tornou um monstro¡ estava tanto medo de qualquer coisa rcionada a ele¡ Amado passou a moch que estava em seu ombro para Noe Serpa: ¡°Papai, voc¨º pode segurar isso para mim? Vou subir para ver minha m?e.¡± Quando ele chamou Noe Serpa de ¡°papai¡°, o homem sentiu um pequeno conforto. Talvez, aos poucos, Amado pudesse aceit¨¢¨Clo¡ Antes, Noe Serpa nunca teria imaginado ter tanta paci¨ºncia e tolerancia uma crian?a, mesmo que a m?e fosse uma criminosa que ele desprezava, ele ainda poderia aceitar o filho deles. Os pecados dos adultos n?o deveriam recair sobre as crian?as¡ Os olhos de Amado eram t?o inocentes que ele n?o tinha coragem de machuc¨¢¨Clo.. Noe Serpa o levou at¨¦ a porta do quarto de In¨ºs, e ent?o, pai e filho se olharam, duas faces incrivelmente parecidas, acenaram a cabe?a uma para a outra. Naquele momento, o prop¨®sito de pai e filho estava perfeitamente alinhado ¨C Amado abriu a porta e viu In¨ºs, que descansava na cama do hospital. ¡°Mam?e¡¡± Ele a chamou hesitante e viu In¨ºs virar o rosto, sua express?o p¨¢lida marcada p doen?a, mas ao ver Amado, seus olhos brilharam de maneira surpreendente. ¡°Amado!¡± In¨ºs parecia quase chorar. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± A voz de Amado estava um pouco embargada. ¡°M?e, voc¨º est¨¢ se sentindo mal de novo?¡± Sentir¨Cse mal era uma refer¨ºncia ¨¤ recorr¨ºncia de sua depress?o. In¨ºs sorriu esfor?o. ¡°Desculpe¡ a Mam?e assustou voc¨º de novo?¡± N?velDrama.Org (C) content. ¡°N?o¡ Amado se aproximou, tirou os sapatos e subiu na cama, encolhendo¨Cse nos bra?os de In¨ºs. Sua m?e era magra, mas ainda assim o abra?ava m?os que n?o eram quentes. ¡°M?e, da pr¨®xima vez n?o vai acontecer¡ Amado, ¨¦ bom voc¨º ter voltado¡ ter voltado ¨¦ bom¡¡± Capitulo 20 ¡°Mam?e, foi o papai que me trouxe. Voc¨ºs brigaram?¡± ¡°N?o¡¡± In¨ºs segurou a m?o de Amado tremores, em uma voz que soava quase in¨²til. ¡°N?o¡ ele n?o ¨¦ seu pai¡ n?o ¨¦¡¡± Como se a ponto de chorar, In¨ºs repetia para si mesma, numa tentativa de autoconvencimento, mas ainda assim incapaz de negar aqu realidade. Cap铆tulo 27 Cap¨ªtulo 27 Cap¨ªtulo 27 Noe Serpa n?o conseguia imaginaro In¨ºs tinha sobrevivido esses anos todos. Vendo-a chorar no ombro de Amado, uma estranha pontada de dor surgia em seu cora??o. Amado secou as l¨¢grimas de In¨ºs um guardanapo e disse: ¡°Mam?e, podemos ir paral casa? N?o fique triste.¡± In¨ºs tremia enquanto abra?ava Amado. ¡°Ter voc¨º ¨¦ o suficiente, voc¨º, mam?e pode continuar vivendo¡¡°Amado olhou para a fr¨¢gil In¨ºs e depois para Noe Serpa, que estava parado ¨¤ porta, e suspirou: ¡°Mam?e, eu tinha dito antes, hoje quem veio me buscar foi o papai.¡± ¡°Eu sei que voc¨º n?o gosta dele, mas ele¡ ele tamb¨¦m ¨¦ meu pai.¡± Amado olhou nos olhos de In¨ºs, seus olhos de menino, puros e bonitos,o se tivessem o poder de acalmar qualquer cora??o. Sua voz era infantil, mas carregada de uma firmeza inquestion¨¢vel: ¡°Mesmo que eu n?o goste dele, ter o papai por perto me faz sentir seguro. Mas se a mam?e n?o quer n?o vou interferir. Sua escolha ¨¦ a minha escolha.¡± Sua escolha ¨¦ a minha escolha. Para ele, eu As l¨¢grimas de In¨ºs voltaram a cair. ¡°Amado, mam?e n?o tem mais medo. Vamos voltar para viver bem o tio, est¨¢ bem?¡± Como se nunca tivesse encontrado Noe Serpa,o se nunca tivesse tido esse pai. Depois de acalmar In¨ºs para dormir, Amado saiu do quarto do hospital e olhou para Noe Serpa, que esperava ansiosamente. ¡°Como est¨¢?¡± ¡°Est¨¢ tudo bem¡ n?o est¨¢ t?o agitadao antes.¡± Amado ficou ali, um rosto que lembrava sete ou oito partes de Noe Serpa. Qualquer um notaria que eram pai e filho. ¨¤s vezes, o destino brinca a gente. A mulher que Noe Serpa mais detestava tinha dado ¨¤ luz um filho¡ t?o inteligente e maduro. Mas essa maturidade precoce, era uma b¨ºn??o ou uma maldi??o? ¡°Ei, papai, se minha m?e melhorar, eu tenho uma condi??o.¡± Amado levantou na ponta dos p¨¦s e disse a Noe Serpa: ¡°Voc¨º tem que nos ajudar a nos reunir.¡± ¡°Reunir?¡± As sobrancelhas de Noe Serpa se franziram. ¡°Voc¨º quer voltar para aqu casa? Voc¨ºs querem ficar vagando por ai?¡± Ele n?o gostava da ideia de seu filho vagando. Capitulo 27 Os olhos de Amado escureceram. ¡°Papai, se n?o fosse por mim, voc¨º se importaria se a minha m?e estivesse viva ou n?o?¡± Aqu pergunta atingiu Noe Serpa, que ficou parado sem saber o que responder. ¡°Viu s¨®, voc¨ºs n?o se amam. Mesmo morando juntos, nunca seriam felizes.¡± Amado respirou fundo e olhou para Noe Serpa. ¡°Ent?o, eu estou bem em viver minha m?e. Voc¨º pode vir nos ver a qualquer momento, posso fr minha m?e sobre isso. Eu prometo que n?oOriginal from N?velDrama.Org. vamos causar problemas para voc¨º em sua casa. N¨®s dois estamos bem aqui fora.¡± Isso significava que ele n?o queria voltar. Noe Serpa olhou para o rosto de Amado e de repente sentiu uma dor surda no peito. Uma crian?a de cinco anos,o ele poderia ter pensamentos t?o ros¡ era dolorosamente maduro. Mas Noe Serpa nunca deixaria seu filho Amado. Brincadeira, seu filho sofrendo fora de casa? Um Serpa precisava ser criado p pr¨®pria familia Serpa! Enquanto In¨ºs se recuperava no hospital, Noe Serpa levava Amado, que saia da pr¨¦¨Cesc, para v¨º¨C la todos os dias. rapidamente se recuperou da mncolia, embora ainda olhasse para Noe Serpa com ¨®dio evidente. Noe Serpa pensou consigo mesmo, melhor odiar do que enlouquecer. Quando In¨ºs recebeu alta do hospital, Amado a panhava de m?os dadas. era uma mulher esbelta e alta, que tinha emagrecido ainda mais durante os dias de recupera??o. Caminhando pelo movimentado sagu?o do hospital, parecia extremamente fr¨¢gil,o se pudesse desmaiar a qualquer momento. Noe Serpa conteve o desejo de ir ajudar, pensando consigo mesmo o que aqu mulher tinha de t?o especial para merecer sua aten??o repetidamente, afinal, era a assassina que havia matado Acelina! Observando Amado seguir a mulher aos pulos, Noe Serpa se viu seguindo os at¨¦ a porta sem perceber. Viu algu¨¦m chegar para busc¨¢¨Clos, abrir a porta do carro, e era o charmoso e elegante Santiago. Ele segurava a m?o de Amado tanta intimidade que pareciam uma verdadeira fam¨ªlia. Noe Serpa soltou um resmungo frio, sem dizer uma pvra, voltou ao seu carro o seguran?a, In¨ºs, percebendo que o olhar que a seguia havia desaparecido, finalmente suspirou aliviada. Santiago acabara de voltar de uma viagem de neg¨®cios, sua voz transparecia preocupa??o, ¡°Est¨¢ tudo bem agora?¡± In¨ºs respondeu, ¡°N?o se preocupe¡ Capitulo 27 Santiago franziu a testa ligeiramente. ¡°In¨ºs, me diga a verdade, voc¨º tem deixado de tomar seus rem¨¦dios ultimamente?¡± In¨ºs enterrou o rosto nas m?os, seu corpo tremia levemente. ¡°Eu n?o estou doente¡ e se estivesse, j¨¢ estaria curada.¡± Amado, pena, falou, ¡°M?e, fa?a mais alguns tratamentos, voc¨º vai ficarpletamente bem.¡± In¨¦s levantou a cabe?a e, atrav¨¦s de l¨¢grimas turvas, viu Amado sorrindo para , seu rosto era t?o parecido o de Noe Serpa. chorou enquanto acariciava o rosto do filho. ¡°Tudo bem, a mam?e vai se esfor?ar para ser forte.¡± De volta para casa, Amado e In¨ºs se aconchegaram para assistir TV. Santiago encontrou os rem¨¦dios na gaveta do quarto d e viu que ainda havia um frasco grande, percebendo que n?o tinha tomado a s¨¦rio nos ¨²ltimos seis meses. Cap铆tulo 28 Cap¨ªtulo 28 Cap¨ªtulo 28 ¡°Voc¨º n?o pode simplesmente tomar umprimido quando se sentir mal isso n?o ¨¦ uma gripe que passa uma dose.¡± Santiago sentou¨Cse aodo d e falou seriedade: ¡°Al¨¦m disso, rem¨¦dios para resfriado geralmente levam de quatro a cinco dias para fazer efeito. Assim n?o d¨¢, voc¨º¡¡± In¨ºs fez manha o pr¨®prio irm?o, ¡°Irm?o, olha s¨®, eu j¨¢ estou boa, e normalmente¡ tamb¨¦m estou bem.¡± ¡°E se voc¨º encontrasse o Noe Serpa de novo?¡± Santiago perguntou diretamente, assustando In¨ºs. Quando encontrava Noe Serpa, ficava perturbada, confusa, sem saber o que fazer; aquele homem a tinha magoado profundamente, e j¨¢ estava mergulhada naqu sombra, doente at¨¦ a med. In¨ºs respirou fundo, ¡°Irm?o, h¨¢ dores que nenhum rem¨¦dio pode curar. Eu s¨® posso contarigo mesma.¡± O medo e o ¨®dio por Noe Serpa j¨¢ estavam cravados no fundo de seu cora??o, ent?o, sempre que algo rcionado a Noe Serpa surgia, perdia a raz?o. Nenhum medicamento poderia salv¨¢. Ou morria, ou Noe Serpa morria, para que tudo parasse. Para realmente superar, precisava se tornar mais forte, para n?o mais ser ferida por aquele homem. In¨ºs levantou a cabe?a, um brilho surpreendente em seus olhos, e disse, ¡°Irm?o¡ eu n?o quero mais viver na sombra de Noe Serpa. Preciso de uma nova vida, um novoe?o, mesmo que eu fiquei doente, vou lutar para superar o medo¡¡± Santiago segurou firmemente a m?o d, ¡°Eu sou t?o in¨²til, n?o consegui te proteger¡¡± ¡°N?o, irm?o, n?o ¨¦ sua culpa, eu que sou a verdadeira culpada.¡± In¨ºs deu uma risada amarga, ¡°Se eu n?o tivesse acreditado nele h¨¢ cinco anos, a fam¨ªlia Guedes n?o estaria assim agora.¡± No final, seu amor cego e errado havia causado uma cat¨¢strofe. era a pecadora.. imperdo¨¢vel. No dia seguinte, ao acordar, foi a vez de In¨ºs levar Amado para a creche. Quando ele entrou, estava todo orgulhoso, ¡°Hoje foi minha m?e que me trouxe!¡± ¡°Uau, Amado, voc¨º n?o est¨¢ mentindo.¡± Capitulo 20 ¡°Sua m?e ¨¦ muito bonita.¡± ¡°Tia bonita, voc¨º pode ser minha m?e tamb¨¦m?¡± ¡°Essa ¨¦ minha m?e!¡± Noe Serpa, irritado, afastou um grupo de coleguinhas que cercava In¨ºs, ¡°Ningu¨¦m pode roubar!¡± ¡°Humpf, que mesquinho! Tia bonita, eu realmente quero ser sua filha.¡± ¡°Essa ¨¦ a m?e do Amado! T?o linda, estou inveja.¡± In¨ºs sorriu enquanto se abaixava e afagava a cabe?a das crian?as. ¡°Sim, eu sou a m?e do Amado. Nosso Amado est¨¢ sendo um pouco teimoso na esc, ent?o espero que todos cuidem bem dele no futuro.¡± ¡°A tia bonita falou, vamos ser amigos do Amado!¡± ¡°Amado j¨¢ ¨¦ nosso amigo!¡± ¡°¨¦ verdade, Amado ¨¦ at¨¦ o vice¨Clider da turma! A professora gosta muito dele!¡± Parece que Amado est¨¢ bem entrosado na creche, o que tranquilizou In¨¦s. raramente tem a oportunidade de levar seu filho para a creche, geralmente ¨¦ Santiago quem o leva, e quando / viajando, Amado vai sozinho. As vezes, acha que seu filho ¨¦ maduro demais sua idade. Amado soltou a m?o de In¨¦s, dizendo baixinho, ¡°Mam?e, lembre¨Cse de vir mara buscar ¨¤ noite, t¨¢?¡± Essas pvras deixaram In¨ºs o cora??o apertado, mas sorriu, ¡°Fique tranquilo, mam?e n?o vai deixar nenhum malvado te levar de novo.¡± Amado tamb¨¦m sorriu para In¨ºs, ¡°Eu sempre vou estar a mam?e!¡± ¡°Adeus, mam?e!¡± Original from N?velDrama.Org. Amado acenou para , e In¨¦s partiu tranqu da creche. N?o muito longe, dentro de um Mercedes preto, um homem ¨®culos escuros e um sorriso misterioso observava In¨ºs se afastar. Noe Serpa, involuntariamente, estreitou os olhos. Hoje In¨ºs tinha uma miss?o: uma empresa estrangeira de design de joias queria cborar seu est¨²dio para criar um anel de edi??o limitada. tinha que voltar e ajudar seu irm?o, terminando o esbo?o antes do prazobinado. Ap¨®s entrar no carro, In¨ºs acelerou em dire??o ao est¨²dio, sem saber que um Maybach tamb¨¦m come?ava a se mover lentamente atr¨¢s d. O homem ao vnte abaixou levemente seus ¨®culos escuros e assobiou. No banco de tr¨¢s, havia outro homem atraente. Dionisio observou a atitude quase obsessiva de Noe Serpa em seguir algu¨¦m e riu. ¡°Voc¨º est¨¢ perseguindo a ex¨Cesposa?¡± Capitulo ¡°Voc¨º n?o sabe quando ficar cdo.¡± Noe Serpa riu e xingou, ¡°Se voc¨º n?o parar de fr, eu realmente vou te jogar para fora do carro.¡± ¡°Eu sou seu parceiro de neg¨®cios, voc¨º seria t?o cruel assimigo?¡± O homem igualmente talentoso sorriu de leve. ¡°Voc¨º est¨¢ interessado n ultimamente?¡± Noe Serpa apoiou seus dedos longos no vnte. ¡°Por que voc¨º diz isso?¡± ¡°Est¨¢ seguindo a mo?a desse jeito, parece at¨¦ um desses f?s loucos de celebridades.¡± Com um tom sugestivo, Dionisio disse, ¡°Finalmente est¨¢ tendo pensamentos sobre sual ex¨Cesposa?¡± ¡°Pensamentos, n?o¡¡± Noe Serpa arrastou as pvras, ¡°¨¦ s¨® que um monte de problemas apareceram, ultimamente estamos bem tensos por causa das crian?as.¡± Dionisio provocou, ¡°Voc¨ºs dois est?o tensos desde que se casaram. Droga, Noe Serpa n?o p?de evitar rir de novo irrita??o. ¡°Dionisio, se voc¨º n?o fechar al boca, eu juro que te deixo no meio da rua.¡± Cap铆tulo 29 Cap¨ªtulo 29 Cap¨ªtulo 29 ¡°Voc¨º est¨¢ seguindo at¨¦ o ateli¨º d, ¨¦?¡± Dionisio observou Noe Serpa dirigindo o carro, um sorriso malicioso nos l¨¢bios. ¡°Se precisar de ajuda, posso te dar uma m?ozinha.¡± ¡°Como assim?¡± Noe Serpa virou¨Cse para ele pelo retrovisor, seus olhos encantadores quando s¨¦rio e sedutor quando sorria. Seu charme era t?o intenso que n?o surpreendia o fato de tantas mulheres na Cidade Nova o desejarem ¨C afinal, Noe Serpa era um homem de grande atrativo fisico. Dionisio, observando o sorriso de Noe, tamb¨¦m curvou os l¨¢bios, ¡°Voc¨º j¨¢ entendeu, n?o ¨¦?¡± ¡° provavelmente n?o vai aceitar.¡± Noe Serpa pensou por um momento e, vendo In¨ºs entrar no est¨²dio, estacionou o carro na beira da estrada, pegou um ma?o de cigarros e ofereceu um a Dionisio no banco de tr¨¢s. Ent?o ele disse: ¡°Precisamos de um motivo, algo que possa legitimar¡ faz¨º aceitar.¡± ¡°Isso ¨¦ simples.¡± Dionisio disse um sorriso sugestivo. ¡°Deixe¨Cme cuidar disso.¡± Noe Serpa on?ou um olhar desconfiado. ¡°N?o confio em voc¨º.¡± Dionisio riu. ¡°O que tem para n?o confiar? Com a sua ex¨Cesposa, eu sou¡¡± ¡°O que exatamente?¡± Noe Serpa rangeu os dentes. ¡°Mesmo depois do div¨®rcio, ningu¨¦m vai tocar n, voc¨º pode esquecer disso!¡± ¡°Qual o ¨¦?¡± Dionisio riuo se tivesse ouvido uma piada. ¡°Voc¨º ¨¦ assim afinal? Mesmo divorciado ainda assim n?o a deixa em paz. E se gostar de mim? N?o poderei fazer nada.¡± Noe Serpa rangeu os dentes. ¡°Divorciado ou n?o, ningu¨¦m mais vai tocar n, esquecer!¡± dem Rindo, Dionisio acendeu o cigarro sem dizer mais nada. Depois, os dois fumaram em sil¨ºncio. jogando as bitucas no lixo do carro e respirando fundo. Ajeitando o crinho, Dion¨ªsio disse, ¡°Ent?o, eu vou descer aqui.¡± ¡°Se cuida¡°, aconselhou¨Clhe Noe Serpa. Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g Dionisio piscou. ¡°Pode deixar.¡± Quando Dionisio entrou no ateli¨º de In¨ºs, tanto Santiago quanto In¨ºs ficaram surpresos. Naquele momento, In¨ºs estava inclinada sobre a mesa de desenho, apressada seu trabalho, usando ¨®culos de grau e mechas de cabelo caindo delicadamente sobre o rosto. parecia t?o serena e encantadora de perfil Dionisio n?o p?de deixar de pensar: uma pessoa assim, seria mesmo capaz deeter um assassinato? O incidente de cinco anos atr¨¢s¡ ser¨¢ que tinha sido injustamente acusada? Santiago reconheceu Dionisio imediatamente e se aproximou, dizendo, ¡°Dionisio, o que traz voc¨º aqui hoje¡?¡± ¡°Estou aqui para encontrar voc¨ºs.¡± Dionisio falou calmamente, mantendo uma presen?a imponente, e sorriu para a surpresa de In¨ºs. ¡°Sra. Guedes, nos encontramos novamente.¡± ¡°In¨ºs, tudo bem.¡± arrumou os pap¨¦is e se levantou para servir um caf¨¦ para ele. ¡°O est¨²dio ¨¦ simples, fique ¨¤ vontade.¡± ¡°N?o, a decora??o est¨¢ ¨®tima.¡± Dionisio deu um gole no caf¨¦, e imediatamente reconheceu o caf¨¦ de gota a gota. Levar uma tarde inteira para filtrar o caf¨¦ gota a gota por meio de papel filtro era algo que apenas algu¨¦m tempo livre faria. Ele olhou ao redor do est¨²dio, que estava decorado um estilo pessoal marcante e uma b estrutura espacial, digno de ser chamado de criativo. A mesa onde In¨ºs trabalhava antes era semicircr, e girando meio circulo revva tr¨ºs monitores deputador. N?o muito longe, havia uma pilha de rascunhos, provavelmente a rotina di¨¢ria de trabalho deles. Dion¨ªsio sentou¨Cse num sof¨¢ circr, cruzou as pernas e sorriu para In¨ºs. ¡°Sra. Guedes, a senhora mentiu da ¨²ltima vez, n?o foi?¡± In¨ºs hesitou, mas manteve¨Cse disfar?adamente desentendida. ¡°Dion¨ªsio, a que devo a honra de sua visita hoje?¡± ¡°Precisamos da sua ajuda, Dawn.¡± Dionisio colocou a x¨ªcara de volta na mesa e olhou para Santiago, que ainda estava tentando entender a situa??o. ¡°Na ¨²ltima vez, voc¨º negou que Dawn fosse o seu nome art¨ªstico. Eu entendo o seu humor naquele dia, mas, Sra. Guedes, estamos pedindo a sua cbora??o desta vez. Esperamos que voc¨º participe do nosso novo projeto. Por isso, eu vim aqui hoje, espero que voc¨º nos d¨º uma chance de cborar.¡± Falou um tom que era nem humilde nem arrogante. In¨ºs mordeu o l¨¢bio, e finalmente Santiago recuperou o ju¨ªzo. ¡°Voc¨ºs querem que minha irm? participe do design?¡± Dionisio assentiu. ¡°A empresa vain?ar uma nova cole??o de vestidos de noiva para o in¨ªcio da primavera do pr¨®ximo ano.¡± In¨ºs instintivamente encolheu os dedos, ouvindo Santiago dizer, ¡°Agrade?o a considera??o, Dionisio, e lamento que voc¨º tenha vindo em v?o. Minha irm? n?o desenha mais vestidos de noiva.¡± A express?o de Dionisio mudou, provavelmente n?o esperando esse desfecho, e ele perguntou quase por reflexo, ¡°Por qu¨º?¡± Foi ent?o que In¨ºs levantou a cabe?a, seus olhos negroso um abismo engolindo todas as suas emo??es, e disse. ¡°Eu j¨¢ n?o tenho mais esperan?as no amor, por isso vestidos de noiva¡ n?o consigo mais desenha¨Clos.¡± Aqueles vestidos que uma vez fizeram algu¨¦m se sentir feliz, que testemunharam o florescer e frutificar do amor, em seu cora??o j¨¢ haviam se tornado fragmentos, estilha?ados e despeda?ados, sem jamais serem mencionados novamente. Um amor falho e devastador havia destruido sua capacidade de sentir felicidade. Dionisio ficou chocado, sua boca se abriuo se quisesse fr algo, mas no fim, ele engoliu suas pvras. Ap¨®s um longo sil¨ºncio, ele disse calmamente, ¡°Eu entendo¡ mas ainda assim, Sra. Guedes, espero que voc¨º pense bem. Mesmo que tenha sido ferida, deveria¡ deixar a ferida ver a luz do sol. Sua habilidade sempre ser¨¢ sua, e n?o pode ser destruida por ningu¨¦m. Eu acredito am voc¨º.¡± Cap铆tulo 30 Cap¨ªtulo 30 Cap¨ªtulo 30 In¨ºs ficou chocada, levantando a cabe?a incr¨¦d para Dionisio, que tinha uma express?o indiferente. Depois de fr, ele se levantou, acenou levemente para eles e disse: ¡°Ent?o eu vou indo. Se mudar de ideia, voc¨º pode ligar a qualquer momento. A equipe de design da nossa empresa est¨¢ ansiosa para t¨º a bordo. E obrigado pelo caf¨¦, estava delicioso.¡± Quando o homem saiu p porta, deixou sob a x¨ªcara de caf¨¦ um cart?o¨Cpostal seu nome. In¨ºs sentiu um frio na barriga e demorou a se rpor. Assim que Dionisio entrou no carro de Noe Serpa, este olhou para ele e perguntou: ¡°E ent?o?¡± Dionisio bn?ou a cabe?a. ¡°N?o aceitou.¡± ¡°Eu meio que imaginei¡¡± Noe Serpa murmurou consigo mesmo, virando o rosto de volta para frente para ligar o carro. Em seguida, o Mercedese?ou a se afastar lentamente do est¨²dio. J¨¢ na estrada elevada, Dionisio finalmente quebrou o sil¨ºncio: ¡°Por que voc¨º mesmo n?o vai ajud¨¢? Por que tem que ser atrav¨¦s de mim?¡± Noe Serpa apertou o vnte for?a. ¡°Eu ir? provavelmente preferiria morrer a aceitar minha ajuda.¡± ¡°Bem, isso ¨¦ verdade.¡± Dionisio riu sem se importar. ¡° provavelmente prefere a minha presen?a em vez da sua. ¡°Isso deixou Noe Serpa furioso. Ele bateu na buzina for?a. ¡°Voc¨º est¨¢ pedindo para morrer?¡± ¡°Oi, ei, voc¨º est¨¢ sendo injusto. Eu estou ajudando sua ex¨Cesposa a ganhar dinheiro neg¨®cios, e agora voc¨º quer que eu morra?¡± Dionisio bufou, abanando a cabe?a. ¡°Noe Serpa, voc¨º realmente n?o tem vergonha!¡± Sim, por que ele se deu ao trabalho de ajudar a mulher que mais odiava? Noe Serpa fitou a estrada ¨¤ frente por um longo tempo antes de responder: ¡°Porque matou Acelina e o beb¨º.¡± ¡°Mas veja s¨®, tamb¨¦m estava gr¨¢vida na ¨¦poca, e voc¨º n?o sabia.¡± O que Dionisio querial dizer era que Noe Serpa havia mandado a pr¨®pria esposa, gr¨¢vida, para a pris?o, por causa de uma amante. Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g Dionisio, sentado no banco de tr¨¢s, observava a paisagem passando rapidamente p jan quando percebeu que Noe Serpa acelerava o carro. ¡°Toquei numa ferida?¡± Noe Serpa rangia os dentes. ¡°Eu fui muito bonzinho voc¨º, vou contar tudo por seu pai, ver voc¨º se divertindo essas modelos novinhas.¡± ¡°Nossa!¡± Dionisio finalmente exmou. ¡°Noe Serpa, isso ¨¦ muita sacanagem! ¨¦ assim que trata um irm?o?¡± ¡°Quem disse que te considero um irm?o? Desce do carro agora!¡± Depois de deixar Dionisio em casa, Noe Serpa estava voltando quando recebeu uma liga??o de um n¨²mero desconhecido. Enquanto se perguntava de quem seria, atendeu e ouviu uma vozinha dizer: ¡°Pai, sou eu.¡± Ah, seu filho! Ao ouvir essa voz, Noe Serpa at¨¦ suavizou o tom: ¡°Amado, precisa de algo?¡± Do outrodo da linha, um ar maduro, Amado disse: ¡°Pai, hoje voc¨º foi ver a mam?e, n?o foi?¡± Como esse menino ¨¦ esperto? Caminhando de volta para seu quarto, Noe Serpa perguntou: ¡°Por que voc¨º diz isso?¡± ¡°Mam?e me contou que algu¨¦m a reconheceuo Dawn e queria fazer neg¨®cios .¡± Amado suspirou do outrodo da linha, dizendo: ¡°Pai, foi voc¨º quem mandou a pessoa, n?o foi?¡± Noe Serpa sentia que ter um filho t?o incrivelmente inteligente erao ganhar na loteria. Era coisa de familia! Sem pensar duas vezes, Noe Serpa concordou: ¡°Sim, quero ajudar sua m?e.¡± ¡°Mas por que quer ajudar agora?¡± A voz de Amado soouo se estivesse sussurrando em seu ouvido: ¡°Pai, se voc¨º est¨¢ arrependido pelo que aconteceu nos ¨²ltimos cinco anos, eu e mam?e aceitamos a sua boa vontade. Mas se for s¨® por pena, n?o precisamos.¡± Noe Serpa sentiu um arrepio e, segurando o celr, perguntou: ¡°Sua m?e te ensinou a dizer isso?¡± Ah¡ Por que ele sempre tinha que ser t?o egoista em seus julgamentos? Amado bn?ou a cabe?a discretamente, longe dos olhos de Noe Serpa, e dis¡¯se, ¡°Foi ideia meu mesmo, minha m?e nem sabe que eu te liguei. Na verdade, peguei teu n¨²mero da ¨²ltima vez que encontrei um cart?o¨Cpostal no carro.¡± Esse moleque estava ficando t?o esperto quanto o pai! Noe Serpa segurou a irrita??o e respirou fundo, ¡°Amado, o que aconteceu h¨¢ cinco anos, voc¨º n?o viveu, n?o pode entendero me sinto. Mas quanto ao presente, se estou tentando ajudar, por que rejeitar? S¨® quero melhorar um pouco as tuas condi??es de vida.¡± ¡°Eu n?o quero viver melhor.¡± Amado baixou os olhos e disse. ¡°Pai, eu n?o entendo tudo que voc¨º fez para minha m?e, e voc¨º tamb¨¦m n?o entende nossos sentimentos. Se realmente n?o tem inten??es minha m?e, melhor n?o nos perturbar mais. Agrade?o a tua boa vontade.¡± 12:19 Depois de fr, a crian?a desligou o telefone, deixando Noe Serpa olhando para a t do celr, at?nito e incapaz de reagir por um momento. Ele sentia cada vez mais que estava perdendo o controle sobre In¨ºs,o se estivesse escorregando por seus dedos. Cap铆tulo 31 Cap¨ªtulo 31 Cap¨ªtulo 31 No dia seguinte, In¨ºs pediu a Santiago que levasse seu filho para a esc e, depois, sentou¨Cse sozinha no ateli¨º, perdida em pensamentos. Depois de tomar alguns goles de caf¨¦, que tinha um sabor amargo e reconfortante ao mesmo tempo, colocou a x¨ªcara dedo e suspirou. Quando Santiago voltou, viu a express?o mnc¨®lica d e acariciou sua cabe?a, fazendo seus fios macios deslizarem entre seus dedos. Ele perguntou: ¡°O que voc¨º est¨¢ pensando?¡± In¨ºs olhou para seu irm?o e disse suavemente: ¡°Estou pensando se devemos aceitar aqu proposta de parceria Dionisio.¡± Santiago parou seu gesto e, olhando para , murmurou: ¡°In¨ºs, se voc¨º n?o quer, n?o precisa se for?ar¡¡± bn?ou a cabe?a e respondeu: ¡°N?o¡ Eu concordo o que Dionisio disse, algumas trizes realmente precisam ver a luz do sol¡± Noe Serpa¡ o sangue que voc¨º me fez derramar talvez j¨¢ n?o doa mais. Naqu tarde, In¨ºs ligou para Dionisio,binando um hor¨¢rio e local para conversarem. Ent?o, disse a Santiago: ¡°Voc¨º pode buscar o Amado na esc mais tarde? Vou passar para ver Dion¨ªsio no caminho.¡± N?velDrama.Org (C) content. ¡°J¨¢ decidiu?¡± Santiago perguntou, parado atr¨¢s d. In¨ºs n?o olhou para tr¨¢s, sua silhueta esbelta abriu a porta do est¨²dio e saiu. Dion¨ªsio, ap¨®s desligar o telefone, imediatamente ligou para Noe Serpa: ¡°Sua ex¨Cmulher mudou. de ideia.¡± Noe Serpa estava assinando documentos e riu desdenhosamente: ¡°Oh.¡± Dion¨ªsio riu. ¡°Por que esse tom t?o frio agora?¡± Noe Serpa n?o disse nada, apenas ouviu enquanto Dion¨ªsio ditava um endere?o do outrodo da linha e depois respirou fundo, levantando¨Cse: ¡°Ent?o, vou passar por l¨¢.¡± ¡°Esteja preparado para um banho de ¨¢gua quente¡°, alertou Dionisio, assobjando. ¡°Sr. Serpa, voc¨º est¨¢ preocupado sua ex¨Cesposa?¡± Noe Serpa sentiu uma pontada no peito e respondeu sarcasmo: ¡°N?o fa?a perguntas sem sentido. Parece est¨²pido insistir.¡± Dion¨ªsio ficou em sil¨ºncio. Depois, Noe Serpa se levantou, arrumou as roupas e ligou para a recep??o. ¡°As oito da noite, reserve um lugar para mim no HOF, para duas pessoas, sim, n?o no sal?o principal.¡± Depois, ele fechou os olhos e os abriu lentamente,o se estivesse tomando f?lego. Em um instante, um turbilh?o de emo??es frias passou por seus olhos. In¨ºs, estou curioso para ver at¨¦ quando voc¨º manter¨¢ essa pose! 12:19 In¨ºs chegou ¨¤ entrada do HOF ¨¤s sete e quarenta da noite. Santiago tinha acabado de buscar Amado e levou¨Ca at¨¦ l¨¢. Amado baixou a jan do carro e disse: ¡°Mam?e, volta logo, t¨¢?¡± In¨ºs acariciou seu rosto: ¡°Mam?e volta assim que terminar, voc¨º vai o tio hoje.¡± O menino acenou a m?o: ¡°Tchau, mam?e!¡± Depois de ver o carro se afastar, In¨ºs respirou fundo e entrou no HOF. Um funcion¨¢rio que a viu entrar aproximou¨Cse respeitosamente e perguntou: ¡°A senhora ¨¦ a Sra. Guedes?¡± In¨ºs ficou surpresa ao ser recebida assim que entrou, e eles a guiaram por um corredor em dire??o ¨¤ s reservada. A decora??o deste restaurante era extremamente elegante,o al de uma mans?o aristocr¨¢tica europeia. At¨¦ mesmo o corredor estava exuberante, os lustres brilhando nas paredes. Um funcion¨¢rio parou diante de uma porta e se virou para cortesia. ¡°Por favor, entre, Sra. Guedes.¡± In¨ºs agradeceu e empurrou a porta. Mas ao ver quem estava sentado l¨¢ dentro, simplesmente congelou. Cap铆tulo 32 Cap¨ªtulo 32 Cap¨ªtulo 32 Noe Serpa estava sentado l¨¢, as costas retas e uma figura elegante e esbelta. Com metade do rosto voltado para odo, ele exva uma aura de nobreza europeia, seus tra?os facials delicados e sedutores. O homem sentava¨Cse na s privada, decorada requinte. exsudando a aura de um nobre europeu, uma presen?a imponente, seus tra?oso os de uma pintura. No momento em que In¨ºs viu que era Noe Serpa, sua respira??o falhou, logo depois, exmou incr¨¦d. ¡°Como ¨¦ poss¨ªvel ser voc¨º?¡± ¡°Dionisio foi quem me procurou para fr contigo.¡± Noe Serpa disse calmamente, ¡°Vamos sentar e conversar.¡± ¡°N?o preciso, n?o tenho nada para fr voc¨º.¡± In¨ºs tentou esconder sua surpresa e friamente virou as costas para sair. No entanto, ouviu Noe Serpa rir friamente. ¡°In¨ºs, voc¨º est¨¢ tanto medo de mim agora? Ou ainda ¨¦ a mesmo g¨ºnio talentosa de antes?¡°, provocou Noe Serpa. O passo de In¨ºs parou bruscamente. Ele estava insultando sua dignidade, for?ando¨Ca a ficar! mordeu o l¨¢bio for?a e virou¨Cse para encarar Noe Serpa, seus olhos vermelhos de raiva brilhando intensamente, e ent?o voltou para a s, sentando¨Cse em frente a ele. O gar?om fechou a porta cuidado, deixando¨Cos sozinhos no espa?o confinado. In¨ºs olhou para Noe Serpa por um longo tempo antes de dizer lentamente, ¡°O que voc¨º realmente quer?¡± Noe Serpa acendeu um cigarro, exndo uma s¨¦rie de c¨ªrculos de fuma?a, olhando para In¨ºs os olhos semicerrados. Parecia que, depois de cinco anos, esta era a primeira vez que se encontravam calmamente. Ele observava as mudan?as n ao longo desses cinco anos. parecia n?o ter mudado muito desde ent?o, mas ao mesmo tempo pareciapletamente diferente. In¨ºs j¨¢ n?o era mais a apaixonada de antes, e ele tamb¨¦m n?o era mais o Noe Serpa de antes. A vida os havia transformado, e agora eles se encontravamo estranhos, trocando cortesias, sem nenhuma emo??o. Uma pontada de dor atingiu o cora??o de Noe Serpa, e ent?o ele falou, ¡°Vamos fazer um neg¨®cio.¡± In¨ºs apertou os punhos instintivamente e disse a Noe Serpa, ¡°O que voc¨º quer?¡± ¡°Vou apresentar neg¨®cios para voc¨ºs e ajudar o est¨²dio a se estabelecer. Em troca, Amado ser¨¢ criado por n¨®s. Voc¨º pode v¨º¨Clo quando quiser, mas daqui para frente, sua vida ser¨¢ responsabilidade da fam¨ªlia Serpa!¡± 12-20 Sem pensar, In¨ºs recusou Imediatamente, ¡°Sr. Serpa, n?o ¨¦ necess¨¢rio! Eu e meu irm?o podemos culdar delel¡± ¡°¨¦ mesmo?¡± Noe Serpa riu, seus olhos semicerrados, parecendo cruel e sem miseric¨®rdia, ¡°Um telef¨®nema meu e voc¨ºs n?o ter?o nem onde cair mortos. Voc¨º realmente quer brigarigo?¡± ¡°Noe Serpa, voc¨º est¨¢ indo longe demais!¡°, gritou In¨ºs, os olhos vermelhos de raiva,n?ando olhares acusadores para ele. Noe Serpa n?o gostava de ver aquele olhar n; cinco anos atr¨¢s, o amava incondicionalmente, e agora o viao uma tempestade devastadora! ¡°Longe demais?¡°, Noe Serpa riu fmente. ¡°Voc¨º escondeu meu filho e o fez viver assim. Voc¨º acha que est¨¢ agindo corretamente?¡± ¡°N¨®s n?o nos preocupamos nada, Amado n?o est¨¢ sofrendol¡°, defendeu¨Cse In¨¦s. This is the property of N?-velDrama.Org. ¡°N?o se preocupar?¡± Noe Serpa riu ainda mais alto,o se estivesse ouvindo uma da engra?ada. ¡°Sual tranquilidade ¨¦ cortesia minha. Se eu quiser, posso fazer que voc¨º e seu irm?o n?o tenham onde morar. Voc¨º realmente quer desafiar minha autoridade?¡± ¡°Noe Serpa, voc¨º est¨¢ usando meu filhoo chantagem?¡°, In¨ºs estava sendo for?ada ao limite, seu cora??o sangrando de dor. ¡°Ele tamb¨¦m ¨¦ seu filho, voc¨º realmente est¨¢ usando¨Co contra mim? Noe Serpa, voc¨º n?o tem cora??o!¡± ¡°Amado teria uma vida mil vezes melhor a fam¨ªlia Serpa do que voc¨º. Eu n?o quero ver meu filho vivendo assim.¡± Noe Serpa deu um clique a lingua, desdenhoso, ¡°In¨ºs, voc¨º se superestima demais. Eu nunca pensei em chantagear voc¨º, eu s¨® quero recuperar meu filho, por isso estou usando este m¨¦todo amig¨¢vel. Se eu quisesse lev¨¢¨Clo ¨¤ for?a, voc¨º acha que poderia me impedir?¡± Cap铆tulo 33 Cap¨ªtulo 33 Cap¨ªtulo 33 In¨ºs olhou para ele incr¨¦d, tremendo por inteira,o se jamais tivesse imaginado que Noet Serpa realmente faria aquilo¡ ? Usar o filhoo amea?a para arrancar tudo o que estava ao seu redor. In¨ºs murmurou para Noe Serpa: ¡°Noe Serpa, voc¨º n?o tem cora??o! Voc¨º j¨¢ pensou que este tamb¨¦m ¨¦ meu filho? Por que voc¨º pode peg¨¢¨Clo sempre que quiser, enquanto eu s¨® tenho que suportar sua apropria??o?¡± Ao encarar os olhos levemente avermelhados de In¨ºs, Noe Serpa sentiu um tremor em seu corpo, uma sensa??o estranha passou por seu cora??o. Desde que In¨ºs voltou, esse sentimento tornava¨Cse cada vez mais frequente. O homem estreitou os olhos, isto n?o era bom¡ Para ele, erao se uma defesa estivesse sendo sutilmente rompida. Por In¨ºs? Noe Serpa soltou uma risada fria, endurecendo ainda mais o cora??o, ¡°Voc¨º vem fr em raz?o comigo? In¨ºs, n?o acha isso um tanto quanto ridiculo? O sangue da fam¨ªlia Serpa nunca esteve sob seu controle.¡± In¨ºs riu amargamente: ¡°Sim, mas eu cuidei dele por cinco anos, voc¨º n?o fez nenhum sacrificio!¡± Ouvindo isso, Noe Serpa soltou uma gargalhada. Ent?o era por isso! Ele sorriu sarcasticamente, seus l¨¢bios se curvaram: ¡°Cinco milh?es, o que acha? Considere isso como umapensa??o pelo tempo que cuidou de Amado. Se voc¨º quer dinheiro, ¨¦ s¨® pedir. In¨ºs, por que est¨¢ fingindo ser t?o nobreigo?¡± Original from N?velDrama.Org. Aquele tom era de total desprezo por . Como se a visseo aqu que venderia o pr¨®prio filho para se sustentar. In¨ºs ficou em sil¨ºncio, apenas fitando¨Co intensamente. Depois de um longo tempo, sorriu, um sorriso que desbotou toda a beleza do mundo. ¡°J¨¢ que voc¨º est¨¢ t?o ansioso para mepensar, vou considerar que voc¨º tem algo a esconder. Cinco milh?es? Que dinheiro mais insignificante. Eu pensei que algu¨¦mo o Sr. Serpa estaria disposto a gastar uma fortuna pelo filho. Mas apenas cinco milh?es¡ ¡° bn?ou a cabe?a em desaprova??o, vendo Noe Serpa mudar de cor de acordo. Levantando¨Cse, deixou seu sorriso de repente se tornar frio, seus olhos brilhavam intensamente,o laminas afiadas. Se o olhar d pudesse se transformar em uma espada, Noe Serpa j¨¢ estaria despeda?ado em mil peda?os. abriu a boca, os l¨¢bios vermelhos tentadores, ¡°Mas cinco milh?es ¨¦ realmente pouco, eu pensei que o Sr. Serpa, por seu filho, faria uma oferta que n?o poderia recusar, estava at¨¦ preparada para receber uns bons milh?es, mas s¨® cinco milh?es¡¡± 12:20 Capitulo 33 bn?ou a cabe?a em desaprova??o, vendo que No¨¦ Serpa,o esperado, mudou sua express?o e se levantou tamb¨¦m. ¡°In¨ºs¡ uma mulhero voc¨º¡¡± ¡°Uma mulhero eu. Sr. Serpa, por favor. N?o perca seu tempoigo!¡± In¨ºs estreitou os olhos e sorriu friamente, sentindo uma dor aguda no cora??o, mas essa dor J¨¢ n?o significava nada para , tinha suportado uma dor muito maior e mais profunda cinco anos atr¨¢s. Noe Serpa, se aos seus olhos eu sou esse tipo de mulher, ent?o vou cumprir seu desejo, a partir de hoje, entre n¨®s, s¨® restar¨¢ a velha rixa, sem espa?o para antigos afetos! ¡°Lembre¨Cse de transferir o dinheiro logo, vou pensar se devo ou n?o entregar Amado a voc¨º. Caso contr¨¢rio, acho que voc¨º n?o conseguir¨¢ sustentar meu precioso filho¡¡± sorriu sedutoramente e, ao ver a f¨²ria no rosto de Noe Serpa ao sair, seu sorriso intensificou¨Cse ainda mais. Noe Serpa, voc¨º continua o mesmo de cinco anos atr¨¢s, ainda que superior e encantador, mast que pena que seu cora??o tamb¨¦m permaneceu t?o rigido quanto antes. ¡°Voc¨º ¨¦ realmente cruel¡ Noe Serpa.¡± Antes de partir, In¨ºs deixou essas pvras que fizeram Noe Serpa ficar parado em seu lugar, ent?o se virou e foi embora. A silhueta da mulher que saia era delgada e ereta,o emergiu da escurid?o ao longo dos ¨²ltimos cinco anos. sempre esteve sozinha. n?o procurou a depend¨ºncia de um homem, Noe Serpa sabia disso, In¨ºs tinha seu orgulho, n?o deixaria seu talento depender de um mecenas para ascender. No entanto, apos sair da pris?o, qu?o dif¨ªcil foi para caminhar sozinha por esse caminho? Cap铆tulo 34 Cap¨ªtulo 34 Cap¨ªtulo 34 In¨ºs voltou para casa naquele dia e n?o demorou a enviar uma mensagem para Dionisio, pedindo desculpas porque a parceria provavelmente n?o iria acontecer. tamb¨¦m mencionou de forma sutil que ele n?o deveria procur¨¢ usando o nome de Noe Serpa novamente. No dia seguinte, Dionisio recebeu a mensagem e apenas sorriu, sem saber o que fazer. Ele nos assuntos d, o que devo fazer?¡± Noe Serpa segurava o celr e riu desd¨¦m. O que fazer? O que mais poderia ser feito? Se In¨ºs queria enfrent¨¢¨Clo, ent?o veriam at¨¦ quando aguentaria! This is the property of N?-velDrama.Org. ligou para Noe Serpa: ¡°Sua ex¨Cmulher me pediu para n?o me intrometer mais Ap¨®s desligar, Noe Serpa ordenou a seus subordinados. Logo depois, algu¨¦m bateu ¨¤ porta e entrou, com uma express?o respeitosa: ¡°Sr. Serpa, o dinheiro j¨¢ foi transferido para a conta da Sra. Guedes¡¡± Noe Serpa interrompeu¨Co um sorriso malicioso. ¡°Avisou a todos? Quem ousar cooperar ¡°J¨¢ avisei.¡± O secret¨¢rio era o mesmo de cinco anos atr¨¢s. Apesar de Noe Serpa ter transferido o dinheiro para In¨ºs, ele ainda sentia uma pontada de remorso¡ Afinal, ele havia assistido ao romance e ao t¨¦rmino deles, e agora, quando finalmente se reencontraram, estavam em um embate mortal. O secret¨¢rio ponderou antes de fr: ¡°Sr. Serpa¡ isso a senhora¡¡± ¡°Senhora?¡± Noe Serpa riu sarcasmo. ¡°Cuide de suas pvras, In¨ºs n?o ¨¦ mais minha esposa.¡± O assistente, em sil¨ºncio, ficou de cabe?a baixa, mas sem se humilhar. Noe Serpa o observou um olhar enigm¨¢tico: ¡°Dorival Zamith, h¨¢ quanto tempo voc¨º ¨¦ meu assistente?¡± ¡°Cinco anos.¡± Dorival respondeu de forma firme. Ele s¨® se tornou assistente de Noe Serpa e ganhou sua confian?a e apre?o por causa da renda??o de In¨ºs. Se n?o fosse por In¨ºs¡ ele n?o estaria onde est¨¢ hoje. ¡°Eu entendo sua gratid?o por In¨ºs, mas, Dorival, voc¨º ¨¦ meu assistente agora, e ¡ ¨¦ apenas minha ex¨Cmulher.¡± Noe Serpa arqueou uma sobrancelha, uma press?o invis¨ªvel emanando dele. ¡°Algumas coisas¡ voc¨º deve deixar dedo.¡± ¡°Compreendo.¡± Dorival baixou a cabe?a novamente, apertando a roupa na m?o for?a. Quanto tempo ainda levaria para ver um final feliz entre In¨¦s e Noe Serpa? Talvez isso nunca acontecesse em sua vida. A Sra. Guedes era uma pessoa t?o boa¡ 12:20 Dorival se retirou, e Noe Serpa assistiu enquanto ele fechava a porta, um n¨® de ressentimento ainda em seu peito. Ele n?o suportava ver Dorival aquele olhar depaix?o por In¨ºs, mesmo sabendo que Dorival jamais ousaria ter qualquer inten??o para . Mas ainda assim, aquele olhar eralo uma agulhada em seu cora??o. Dorival era extremamentepetente e tinha uma habilidade de neg¨®cios de primeira linha. Isso era fato desde os primeiros dias da empresa, quando In¨ºs o havia indicado sob grande press?o. Hoje, Dorival realmente se tornara o bra?o direito de Noe Serpa, um assistente de grande valia. Ele tinha que admitir que In¨ºs realmente havia feito algo bom para ele naqu ¨¦poca. Por isso, mesmo por considera??o a In¨ºs, Dorival era inteiramente leal a Noe Serpa, sem segundas inten??es. Ele sabia que, durante os anos em que In¨ºs esteve presa, Dorival havia mencionado seu nome v¨¢rias vezes, provavelmente em sua defesa. Mas por que¡ por que uma mulhero poderia fazer que todos os seus subordinados gravitassem ao redor d? Por qu¨º? Apenas p gratid?o de tempos passados? Noe Serpa apertou a m?o em um punho inconscientemente e voltou para a jan panoramica de seu escrit¨®rio. De p¨¦ no alto do pr¨¦dio, ele olhava para baixo e via a cidade, sentindo uma sensa??o de vazio e perda. Cinco anos se passaram, e a cidade permanecia a mesma, mas tamb¨¦m mudava a cada instante. Noe Serpa teve que admitir que, nos cinco anos em que In¨ºs esteve presa, ele havia vivido uma vida mon¨®tona e solit¨¢ria. Cap铆tulo 35 Cap¨ªtulo 35 Cap¨ªtulo 35 m¨ºs teve outro pesadelo no meio da noite. Acordando do pesadelo, Amado foi gentil o suficiente para pegar rem¨¦dio para , mesmo que n?o entendesse as pvras estranhas no frasco, ele sabia que era um rem¨¦dio que poderia fazer sua m?e se sentir melhor. Tremendo, In¨ºs pegou oprimido das m?os dele, e Amado, sempre atencioso, saiu da cama para buscar um copo de ¨¢gua para . Depois de engolir o remedio ¨¢gua moma, In¨ºs afagou a cabe?a de Amado. O pequeno parecia feliz por ver sua m?e t?o dependente dele, e aconchegou¨Cse n. ¡°Mam?e, n?o tenha medo, eu e o tio estamos aqui.¡± A m?o que In¨ºs mantinha sobre a cabe?a do filho tremeu, e seus olhos se encheram degrimas. ¡°Amado, a mam?e nunca vai te abandonar.¡± Amado olhou para cima, seus olhos jovens brilhavam reza, e de repente, In¨ºs se lembrou de seu primeiro encontro Noe Serpa, o rebelde charmoso da esc, vestindo um uniforme que n?o the caia bem, folgado, por¨¦m cheio de estilo. Quando ele a viu, assobiou. Fol o primeiro encontro entre e Noe Serpa. O jovem tinha um rosto bonito e encantador, olhos que brilhavamo diamantes quando sorria. Naqu ¨¦poca, n?o havia muitos. pensamentos profundos ou disfarces em seus olhos. Erao ¨¢gua limpida e transparente. cheia de juventude e ousadia. In¨¨s se perdeu nos olhos de Amado. Amado perguntou baixinho. ¡°Mam?e, o papai fez¡ fez alguma coisa voc¨º de novo?¡± Amado era precoce e muito sens¨ªvel. In¨ºs abaixou a cabe?a para observar a express?o cautelosa do filho, sentindo¨Cse incapaz de causar¨Clhe dor. n?o era uma boa m?e, deixando Amado, t?o jovem, carregar tantos pensamentos pesados. Para ele, n?o seria isso tamb¨¦m uma forma de crueldade? t?o abriu a boca, mas decidiu dizer a verdade. ¡°Seu pai quer te levar para morar ele.¡± Amado n?o parecia surpreso a resposta, e sorriu para In¨ºs dizendo, ¡°Eu acho que a mam?e disse n?o, n?o ¨¦?¡± In¨¦s for?ou um sorriso, mas na verdade, n?o conseguia realmente sorrir. ¡°Sim¡ Seu pai nos deu uma boa quantia de dinheiro.¡± O dinheiro havia sido depositado naqu tarde, cinco milh?es, nem um centavo a menos. Quando In¨¦s viu a mensagem de recebimento, ficou olhando fixamente para a t do celr, e as l¨¢grimase?aram a cair. O amor que morreu, a vida que foi destru¨ªda, e seu precioso filho, tudo isso foi menosprezado por Noe Serpa cinco milh?es. ¡°N?o se sinta mal mam?e. Dinheiro ¨¦ uma coisa boa.¡± Amado tentou consol¨¢. ¡°Com 12:20 dinheiro, podemos viajar o tlo!¡± In¨¦s concordou v¨¢rias vezes, mas n?o revelou seus verdadeiros sentimentos para Amado, Provavelmente Noe Serpa n?o desistiria, e o pr¨®ximo passo poderia ser uma amea?a no mercado de trabalho. Esses cinco milh?es eram apenas oe?o do insulto,N?velDrama.Org (C) content. abra?ou Amado fortemente, sem saber se estava tentando confort¨¢¨Clo ou a si mesma. No sil¨ºncio da noite, sussurrou para o filho, ¡°Amado, a mam?e nunca vai te entregar para ningu¨¦m¡¡± Mesmo que a for?assem a um beco sem sa¨ªda, nunca entregaria seu filho nas m?os de outra pessoa. Se algu¨¦m quisesse tirar Amado d, teria que passar por cima de seu cad¨¢ver! Na escurid?o, Amado, os olhos ros e abertos, parecia n?o entender, ou talvez entendesse perfeitamente. Cap铆tulo 36 Cap¨ªtulo 36 Cap¨ªtulo 36 No outro dia, mal o sol nasceu, Ines despertou. tinha que ir para o ateli¨¦, mas quem diria que, assim que entrou, Santiago a olhou uma carranca preocupante, ¡°O que aconteceu?¡± In¨¦s apertou os l¨¢bios e viu seu irm?o mais velho essa express?o, algo ium. ¡°O contrato fol cancdo.¡± Santiago fixou o olhar em seu rosto. ¡°N?o ¨¦ s¨® o de agora, os neg¨®cios do pr¨®ximo m¨ºs¡ foram cortados de repente por algu¨¦m.¡± In¨ºs sentiu um choque e quando voltou a si, exmou sem voz, ¡°Como assim?¡± ¡°¨¦ simples, n¨®s ofendemos algu¨¦m,¡± Santiago fva pausadamente, toda a for?a que tinha, ¡°Essa pessoa tem poder suficiente para fazer que todos oserciantes de Cidade Nova ternam fazer neg¨®cios conosco, e at¨¦ algumas empresas estrangeiras desistiram da ideia de se associar a n¨®s por causa do aviso dele¡ Ouvido a an¨¢lise de Santiago, um pensamento se formou na mente de In¨¦s. Era Noe Serpa, tinha que ser Noe Serpa¡ Ele estava usando seu poder para mostrar a eles que, durante todos esses anos, foi Noe Serpa quem os permitiu prosperar. Se ele quisesse acabar In¨¦s, n?o precisaria nem se esfor?ar! ¡°Eu vou fr com ele!¡± Santiago tremia de raiva, ¡°O que ele quer afinal? H¨¢ cinco anos, ele destruiu nossa familia, e agora est¨¢ nos pressionando novamente!¡± In¨ºs sentou¨Cse no sof¨¢ do ateli¨¦, sentindoo se tivesse perdido todas as for?as de repente. Depois de um tempo, ergueu a cabe?a, um olhar cinzento de derrota. ¡°Ele quer o Amado.¡± Santiago estremeceu por inteiro. ¡°Ele est¨¢ fazendo isso para me for?ar a entregar o Amado a ele.¡± Original from N?velDrama.Org. Inconscientemente, In¨ºs apertou os dedos, ¡°Mas¡¡± n?o queria ceder, nem entregar seu filho a esse monstro! ¡°Est¨¢ tudo bem, vamos procurar mais. Talvez algu¨¦m nos d¨¦ uma m?o amiga.¡± ¨C disse Santiago, se aproximando de In¨ºs para encoraj¨¢. ¡°In¨ºs, voc¨º ¨¦ a Dawn,o pode ser banida da ind¨²stria de design? Certamente algu¨¦m vai reconhecer seu talento!¡± In¨ºs assentiu a cabe?a, olhos vermelhos, e foi at¨¦ oputador, ¡°Vamos procurar de Capitulo 36 novo, talvez algum est¨²dio independente e privado aceite nossos projetos.¡± Santiago observou a postura reta de sua irm? e suspirou profundamente em seu cora??o, Sua irm? era forte demals, sempre parecendo que suportaria o c¨¦u se este caisse¡ Mus vezes, ele se sentia impotente. Impotente para proteger In¨ºs, impotente para proteger Amado, At¨¦ quando essa situa??o iria mudar? Naquele dia, Noe Serpa estava sentado em seu escrit¨®rio quando Dorival trouxe um rt¨®rio organizado. ¡°Segundo nossas informa??es, tr¨¨s empresas j¨¢ cancram a coopera??o a Sra. Guedes¡¡± ¨C disse Dorival, respeitosamente. Noe Serpa sentou¨Cse im¨®vel, mas perguntou casualmente, ¡°Qual foi a rea??o de Ines?¡± ¡° n?o reagiu.¡± Dorival hesitou muito antes de fr, ¡°Pelo que podemos observar, mesmo ap¨®s 0 cancmento dos contratos, a Sra. Guedes e sua equipe parecem n?o ter inten??o de reivindicar seus direitos. O cancmento ¨¦ uma vi??o de contrato por parte deles, mas parece que n?o est?o interessados em lutar pelos seus pr¨®prios interesses¡¡± Essa atitude passiva de In¨ºs, obviamente, enfureceu Noe Serpa, que arregalou os olhos incr¨¦dulo e repetiu a pergunta, ¡°Como assim?¡± Neg¨®cios roubados, parcerias interrompidas, isso seria um desastre para qualquer ateli¨¦,o se fossem banidos, mas por que eles estavam t?o calmos? In¨ºs realmente tinha a inten??o de lutar at¨¦ a morte contra ele! Cap铆tulo 37 Cap¨ªtulo 37 Cap¨ªtulo 37 Noe Serpa pensou assim, e sua express?o ficou ainda mais sombria. Ele disse lentamente a Dorival: ¡° gosta de enfrentar de frenteigo, ent?o que sejao deseja. Vou ver at¨¦ onde pode resistir!¡± Dois dias depois, In¨ºs descobriu que todos os seus projetos de design haviam sido retirados da inte. Santiago tremia de raiva, ¡°Vou l¨¢ acertar as contas ele!¡± Noe Serpa queria mais do que apenas atingi¨Clos, ele parecia determinado a n?o deixar nenhuma sa¨ªda para eles! In¨ºs estava os olhos vermelhos. ¡°Irm?o, n?o seja impulsivo. Isso s¨® vai fazer Noe Serpa rir de n¨®s!¡± ¡°Como ele pode fazer isso voc¨º?!¡± Santiago jogou tudo que estava sobre a mesa no ch?o raiva, ¡°Voc¨º carregou o filho dele por nove meses, foi humilhada e acabou presa,o ele pode fazer isso voc¨º?!¡± Os l¨¢bios de In¨ºs tamb¨¦m tremiam, ¡°N?o¡ mano, ainda deve haver esperan?a¡¡± Eles n?o podiam desistir da luta, n?o podiam¡ entregar Amado nas m?os dele! This is the property of N?-velDrama.Org. Na manh? seguinte, quando Noe Serpa chegou ao trabalhoo de costume e tinha acabado de sentar em seu escrit¨®rio, Dorival entrou p porta uma carranca, ¡°Sr. Serpa¡ tem algu¨¦m aqui querendo v¨º¨Clo.¡± ¡°Quem ¨¦?¡± ¡°¨¦ um¡ garoto.¡± Nesse momento, Amado estava parado na porta do escrit¨®rio, ap¨®s ter discutido a secret¨¢ria por um bom tempo. ¡°Eu disse que quero entrar para ver meu pai!¡± ¡°Como eu sei se voc¨º n?o ¨¦ um impostor?¡± A secret¨¢ria feminina olhava desd¨¦m. ¡°J¨¢ vi muitas mulheres tentarem se passar p esposa do Presidente Serpa. Agora at¨¦ crian?as est?o tentando se passar pelo filho do Presidente Serpa. Menino atrevido, ser¨¢ que sua m?e est¨¢ tentando enganar o Presidente Serpa?¡± ¡°Minha m?e n?o d¨¢ a m¨ªnima para o Presidente Serpa!¡± Amado estava um pouco irritado, o rosto vermelho. ¡°Mas eu sou mesmo filho do Noe Serpa!¡± ie ¡°Voc¨º se parece um pouco ele, mas s¨® por isso voc¨º se atreve a vir aqui e tentar enganar as pessoas? Uma crian?a t?o astuta¡ ¡°A secret¨¢ria o expulsou. ¡°Eu n?o vou bater em crian?as, mas voc¨º ¨¦ um pirralho atrevido, merece umas palmadas!¡± Capitulo 37 ¡°Quem voc¨º est¨¢ chamando de pirralho atrevido?¡± Uma voz fria veio por tr¨¢s, fazendo a secret¨¢ria tremer. Quando se virou, viu Noe Serpa parado ali, uma express?o gda, enquanto o assistente Dorival olhava para indiferen?a. A secret¨¢riae?ou a suar frio, ¡°Presidente¡ esse garoto estava mentindo, dizendo que ¨¦ seu filho, eu¡¡± ¡°Ele ¨¦ meu filho, e da¨ª?¡± Noe Serpa sorriu ironicamente, ¡°Vejo que minha secret¨¢ria est¨¢ bastante audaciosa, insultando meu filho. Quem sabe amanh? n?o queira pisar na minha cabe?a?¡± ¡°Presidente Serpa! Eu n?o ousaria!¡± A secret¨¢ria estava tremendo, seu rosto p¨¢lido. ¡°Eu realmente n?o sabia¡ Presidente Serpa, por favor, perdoe¨Cme¡¡± ¡°N?o me fa?a repetir, v¨¢ receber seu sal¨¢rio agora.¡± Noe Serpa sorriu friamente e n?o olhou mais para a secret¨¢ria. Caminhou at¨¦ onde Amado estava do lado de fora, levou¨Co para dentro e ent?o se agachou diante dele, mudandopletamente sua atitude austera por um sorriso, ¡°Ouvi dizer que voc¨º est¨¢ me procurando?¡± Amado olhou para o rosto de Noe Serpa, seu pai, e os dois pareciam c¨®pias um do outro. A natureza era mesmo incr¨ªvel, ¨¤s vezes o poder dos?os de sangue era t?o forte. Amado aodo de Noe Serpa n?o deixaria ningu¨¦m duvidar de quem ele era. Seu rosto, t?o parecido com o de Noe Serpa, era prova suficiente de tudo. ¡°Sim, eu estou procurando voc¨º.¡± Noe Serpa apertou os l¨¢bios e disse calmamente, ¡°¨¦ sobre minha m?e.¡± Cap铆tulo 38 Cap¨ªtulo 38 Capitulo 38 Havia algo sobre In¨ºs? Noe Serpa deu uma olhada ao redor e, sem mals delongas, ergueu Amado nos bra?os. O pequeno garoto estava em seu colo quando entraram no escrit¨®rio presidencial. Ele o colocou em cima da mesa, arqueou levemente as sobrancelhas e sorriu para Amado os olhos semi¨Ccerrados. ¡°O que leva meu filho a procurar o pal?¡°, perguntou. Amado olhou diretamente para ele e foi direto ao ponto: ¡°Voc¨º deu ordens para colocar minha m?e nessa situa??o?¡± A express?o de Noe Serpa congelou e ele ficou perplexo. Jamals esperava que seu filho chegasse com uma atitude t?o acusat¨®ria. Sentiu uma pontada no peito, e sua voz baixou Involuntariamente. ¡°Voc¨º velo aqui para me acusar?¡± ¡°N?o ¨¦ uma acusa??o.¡± Amado falou baixinho. ¡°¨¦ para obter justi?a para minha m?e.¡± ¡°Justi?a?¡± Noe Serpa riu sarcasticamente. ¡°N?o ha justi?a neste mundo. Poder e status s?o tudo.¡± This is the property of N?-velDrama.Org. ¡°Papai, eu n?o concordo o que voc¨º est¨¢ fazendo.¡± Amado estava visivelmente agitado, e seus olhos j¨¢ estavam vermelhos. ¡°Minha m?e e meu tio est?o se esfor?ando para viver. Por que voc¨º os esta pressionando assim? Se for apenas por minha causa, por favor, pare esse comportamento ridiculo!¡± Ridiculo Meu Deus, qu?o ir¨®nico era, seu pr¨®prio filho o acusando de tolice! ¡°In¨ºs te ensinou a fr assim, ¨¦?¡± Noe Serpa perguntou um sorriso frio. ¡°Foi quem te mandou me procurar?¡± No cora??o de Noe Serpa, ja estava decidido que In¨ºs tinha ensinado o menino a fazer isso. Uma mulher assim realmente tinha o direito de ser uma m?e adequada? Amado fixou o olhar em Noe Serpa por um longo tempo, e de repente, sorriu. Um sorriso que parecia revr entendimento. Um garoto de apenas cinco anos exibindo tal express?o. Depois de um momento, ele disse, ¡°Sr. Serpa, n?o ¨¦ o que voc¨º quer? Eu vou voc¨º para a familia Serpa. Em troca, n?o pressione mais minha m?e.¡± As pvras do menino eramo agulhas perfurando o cora??o de Noe Serpa. Ele teve que admitir. In¨ºs n?o podia causar¨Clhe dor, mas Amado, mesmo sendo t?o pequeno, conseguia feri¨Clo profundamente. A dece??o em seus olhos era evidente,o se Noe Serpa, o pai, tivesse falhado. Ele mordeu o l¨¢bio e perguntou voz suave, ¡°Voc¨º tem a certeza?¡± 12:01 ¨C Caphy 18 O garoto olhou para cima, seus olhos escuros eramo um universo deslumbrante, mas solitario. ¡°Sim, a partir de hoje.¡± Amado subiu no carro da fami depols do expediente, olhando para tr¨¢s enquanto a empresa ficava distante, Noe Serpa perguntou, ¡°Voc¨º se despediu da sua m?e?¡± Amado virou a cabe?a e disse indiferente, ¡°N?o.¡± Noe Serpa clicou a lingua. ¡°Pelo menos, diga a sua m?e. Caso contr¨¢rio, vai pensar que eu te sequestrel.¡± ¡°N?o quero que minha m?e saiba que ful eu quem prop¨®s a troca.¡± Amado baixou a cabe?a. ¡°Voc¨º f com , n?o a deixe triste.¡± Era raro ver uma crian?a pensamentos t?o ros e transparentes. Noe Serpa olhou paral Amado um pouco mais e suspirou, ligando para In¨ºs. Quando In¨ºs recebeu a liga??o de Noe Serpa, reconheceu o n¨²mero imediatamente. tinha memorizado aqu sequ¨ºncia de digitos h¨¢ cinco anos atr¨¢s, e mesmo ¨¤ beira da morte, n?o a esquecera. Capitulo 38 Noe Swedema olhada ao redor e sem mals delongas, ergueu Amado nos bra?os. O bestuero garoto estava em seu colo quando entraram no escritorio presidencial. Ee o colocou em cima da mesa, arqueou levemente as sobrancelhas e sorriu para Amado os olhos semi¨Ccerrados. O que leva meu filho a procurar o pal?¡°, perguntou, Amado obou diretamente para ele e foi direto ao ponto: ¡°Voc¨º deu ordens para colocar minha mde nessa situa??o?¡± A express?o de Noe Serpa congelou e ele ficou perplexo. Jamais esperava que seu filho. chegasse com uma atitude t?o acusat¨®ria. Sentiu uma contada no peito, e sua voz baixou involuntariamente. ¡°Voc¨º velo aqui para me acusar? ¡°N?o ¨¦ uma acusa??o Amado falou baixinho, ¡°¨¦ para obter justi?a para minha m?e.¡± *Justica?¡± Noe Serpa riu sarcasticamente. ¡°N?o ha justi?a neste mundo. Poder e status s?o tudo.¡± *Papai, eu n?o concordo o que voc¨º esta fazendo.¡± Amado estava visivelmente agitado, el seus olhos ja estavam vermelhos. ¡°Minha m?e e meu tio est?o se esfor?ando para viver. Por que voc¨º os esta pressionando assim? Se for apenas por minha causa, por favor, pare esse comportamento ridiculo!¡± Ridiculo Meu Deus, qu?o ir?nico era, seu pr¨®prio filho o acusando de tolice! ¡°In¨ºs te ensinou a fr assim, e?¡± Noe Serpa perguntou um sorriso frio. ¡°Foi quem te mandou me procurar?¡± No cora??o de Noe Serpa, ja estava decidido que In¨ºs tinha ensinado o menino a fazer isso. Uma mulher assim realmente tinha o direito de ser uma m?e adequada? Amado fixou o olhar em Noe Serpa por um longo tempo, e de repente, sorriu. Um sorriso que parecia revr entendimento. Um garoto de apenas cinco anos exibindo tal express?o. Depois de um momento, ele disse. ¡°Sr. Serpa, n?o ¨¦ o que voc¨º quer? Eu vou voc¨º para a familia Serpa. Em troca, n?o pressione mais minha m?e.¡± As pvras do menino eramo agulhas perfurando o cora??o de Noe Serpa. Ele teve que admitir, In¨ºs n?o podia causar¨Clhe dor, mas Amado, mesmo sendo t?o pequeno, conseguia feri¨Clo profundamente. A dece??o em seus olhos era evidente,o se Noe Serpa, o pai, tivesse falhado. Ele mordeu o l¨¢bio e perguntou voz suave, ¡°Voc¨º tem a certeza?¡± Cap铆tulo 39 Cap¨ªtulo 39 Capitu Cap¨ªtulo 39 Quando aqueles n¨²meros apareceram novamente na t de seu celr, seu cora??oe?ou a bater descontrdamente. In¨ºs sentiu uma dor aguda e hesitou se deveria atender. Finalmente, reprimindo o medo, pressionou o bot?o para atender. Naquele momento, a voz fria de Noe Serpa prou pelo telefone,o se a pr¨®pria morte estivesse anunciando um fato cruel ao seu ouvido: ¡°Levei o Amado, a partir de hoje ele ¨¦ o filho mais novo da nossa fam¨ªlia Serpa.¡± Ao ouvir isso, In¨ºs rugiu raiva, ¡°Noe Serpa, quem te deu o direito de lev¨¢¨Clo?¡± Noe Serpa segurava o telefone e riu friamente, ¡°Por que n?o posso levar meu pr¨®prio filho?¡± ¡°Ele tamb¨¦m ¨¦ meu filho!¡± Os olhos de In¨ºs estavam vermelhos de raiva. ¡°Ele ¨¦ minha¡ minha vida¡¡± ¡°Deixe¨Cme ouvir a voz do meu filho!¡± In¨ºs quase gritava, exausta, ¡°Deixe o Amado frigo!¡± Noe Serpa n?o suportava mais o tom de voz d. Parecia que cada pvra que dizia causava uma dor no seu peito. Ele ent?o passou o telefone para Amado, que educadamente disse: ¡°Mam?e.¡± ¡°Amado¡¡± In¨ºs estava um pouco em panico, ¡°Foi Noe Serpa que te levou, n?o ¨¦?¡± Amado tamb¨¦m estava triste, mas tentou confort¨¢: ¡°Mam?e, voc¨º pode vir me ver, e n¨®s podemos ficar juntoso se nada tivesse mudado.¡± ¡°Voc¨º decidiu ir para a familia Serpa para desfrutar de uma vida de luxo, n?o foi?¡± Os olhos de Amado tamb¨¦m ficaram vermelhos, ¡°N?o, mam?e, eu s¨® n?o quero ver voc¨º ser maltratada¡¡± A maneirao m?e e filho fvam fazia parecer que Noe Serpa era uma pessoa terrivelmente m¨¢, separando ¨¤ for?a uma fam¨ªlia t?o unida. Finalmente, In¨ºs entendeu os sentimentos de Amado e chorou por sua escolha, ¡°A mam?e que n?o fez direito, a mam?e que n?o foi capaz, ¨¦ por isso que voc¨º est¨¢ passando por isso¡¡± ¡°Mam?e, n?o fique triste.¡± Amado do outrodo da linha tamb¨¦m estava a voz. embargada, ¡°Voc¨º pode vir para a familia Serpa me ver, o Sr. Serpa n?o proibiu a sua entrada¡¡± ¡°Entendi, assim que voc¨º chegar na familia Serpa, a mam?e vai correndo te encontrar.¡± n?o podia suportar a separa??o e aceitou a situa??o. In¨ºs rapidamente desligou o telefone e se levantou. Santiago, observando sua silhueta esguia, chamou, ¡°Para onde voc¨º est¨¢ indo?¡± 12:21 Segurando as l¨¢grimas, In¨ºs respondeu, ¡°Para a familia Serpa.¡± Noe Serpa¡ o que voc¨º quer que eu fa?a para que voc¨º me deixe em paz, para que deixe meu filho em paz¡ Eu n?o quero mais ser manipda por voc¨º. Amado chegou ¨¤ casa da fam¨ªlia Serpa vinte minutos depois, e ao v¨º¨Clo, Zora chamou carinho, ¡°Amado.¡± Ele se aproximou obedientemente e disse a Zora, ¡°Boa noite, senhora.¡± This is the property of N?-velDrama.Org. Ele se manteve firme e telmoso,o se n?o quisesse que seu ¨²ltimo resqu¨ªcio de resist¨ºncia desaparecesse. Noe Serpa preparou um quarto para ele e, ao lev¨¢¨Clo at¨¦ a porta, disse. ¡°A partir de hoje, voc¨º vai morar aqui.¡± Amado apenas assentiu e ouviu a voz da governanta l¨¢ embaixo: ¡°Jovem mestre, h¨¢ uma mulher aqui procurando por voc¨ºs¡¡°As empregadas ainda bloqueavam a entrada, impedindo In¨ºs de entrar. s achavam que era bonita, mas algu¨¦m que chegava pedindo uma crian?a era pura loucura. s j¨¢ tinham visto muitas mulheres assim! In¨ºs, na entrada, superou as empregadas que a bloqueavam e gritou para Noe Serpa dentro de casa, ¡°Noe Serpa, se tem algum problema, venha at¨¦ mim! Por que est¨¢ usando o meninoo chantagem?¡± Cap铆tulo 40 Cap¨ªtulo 40 Cap¨ªtulo 40 ¡°Voc¨º acha mesmo que tem posi??o para me chantagear?¡± Noe Serpa, que estava no segundo andar, enfime?ou a descer lentamente, um sorriso sarc¨¢stico costumeiro no rosto, olhando para In¨ºs e sorrindo de canto,o se n?o a considerasse uma amea?a, ¡°In¨ºs, voc¨º realmente se superestima demasiado.¡± Os empregados se dispersaram, restando apenas In¨ºs e Noe Serpa frente a frente na entrada da casa. Dias antes, Noe Serpa havia invadido o lugar, dias depois, foi a vez de In¨ºs fazer o mesmo. Quando Zora a viu naquele momento, uma infinidade de emo??esplexas e profundas apareceu em seu rosto: piedade, ¨®dio e simpatia. In¨ºs sentia que os cinco anos na pris?o n?o tinham sido t?o marcantes quanto o per¨ªodo ap¨®s ser libertada e ter que enfrentar Noe Serpa Upstodatee from Novel(D)ra/m/a.O(r)g novamente. ¡°Voc¨º est¨¢ mesmo decidida a lutarigo pelo seu filho?¡± Os olhos de In¨ºs se encheram de l¨¢grimas, e sua voz soou triste, ¡°Vamos resolver isso no tribunal! Voc¨º n?o se importou de verdade esse menino nos ¨²ltimos cinco anos, n?o acredito que seu advogado possa fazer voc¨º vencer!¡± ¡°Resolver no tribunal?¡± Noe Serpa riuo se tivesse ouvido uma piada, ¡°Silvano ¨¦ o advogado maispetente de toda Cidade Nova, voc¨º est¨¢ sendo ing¨ºnua demais ao sugerir um julgamento, In¨ºs.¡± In¨ºs sentiu uma pontada no peito. O cora??o frio e cruel de Noe Serpa estava causando uma dor intensa n. Alguns eventos s¨® se tornam ros depois de serem dolorosamente experimentados v¨¢rias vezes ¨C a frieza e a crueldade de Noe Serpa eram algo que j¨¢ tinha sentido pessoalmente cinco anos atr¨¢s. Por que, cinco anos depois, as coisas terminaram assim? Mas desta vez¡ por Amado, n?o recuaria! ¡°Ent?o nos veremos no tribunal!¡± In¨ºs disse um sorriso for?ado, segurando as l¨¢grimas, ¡°Noe Serpa, eu n?o vou ceder quando se trata do meu filho, mesmo que isso custe a minha vida¡¡± Quando mencionou a pvra ¡°morte¡°, a pup de Noe Serpa se contraiu involuntariamente, mas ele rapidamente recuperou apostura e zombou de In¨ºs, ¡°Voc¨º morrer? Eu pensei que pessoas como voc¨º gostariam de se agarrar ¨¤ vida,o lixo.¡± ¡°¨¦, mas foi esse lixo aqui que deu ¨¤ luz o seu filho.¡± Com l¨¢grimas nos olhos, In¨ºs chamou do alto da escada, ¡°Amado!¡± Amado, ouvindo o chamado, correu para fora e pulou nos bra?os de In¨ºs, solu?ando no abra?o d, ¡°Mam?e¡¡± ¡°Em alguns dias, mam?e vai te levar para casa, fique bem aqui por enquanto¡¡± In¨ºs acariciou 12-22- o cabelo de Amado, sentindo uma do?ura misturada dor em seu cora??o. Noe Serpa n?o suportava ver essa cena, o amor maternal fazendo¨Co parecer um vil?o. In¨ºs partiu e Zora, cautelosa, sugeriu que algu¨¦m a panhasse, mas recusou, partindo sozinha. Erao se estivesse deixando a familia Serpa novamente, cinco anos atr¨¢s. Sua silhueta se afastando n?o era diferente daqu ¨¦poca. Noe Serpa observou at¨¦ desaparecer, uma express?o sombr¨ªa e indecifr¨¢vel. No dia seguinte, fol Noe Serpa quem levou Amado para a creche, onde as crian?as o cercaram, chs de curiosidade. ¡°Esse ¨¦ seu pal? Ele parece muito imponente.¡± ¡°Que lindo¡ Seus pais s?o muito bonitos, Amado, estou inveja.¡± ¡°Tio, voc¨º poderia ser meu pai tamb¨¦m?¡± Noe Serpa raramente sorria tanta paci¨ºncia, respondendo a todas as perguntas das crian?as. Depois, ele disse a Amado: ¡°Espere¨Cme aqui, que vou te buscar ¨¤ noite.¡± Amado assentiu e assistiu seu pai se afastar. Algu¨¦m suspirou, e o vento carregou o som aos ouvidos. de Noe Serpa, que olhou para o c¨¦u, sentindo a aproxima??o do inverno e o frio que se intensificava¡ Enquanto isso, In¨¨s estava caminhando p rua, usando apenas um leve casaco de vento. estava procurando um advogado, mas j¨¢ tinha sido rejeitada por tr¨ºs deles ¨C assim que ouviram que era para processar o Sr. Noe, se recusaram a pegar o caso. Cap铆tulo 41 Cap¨ªtulo 41 Cap¨ªtulo 41 In¨ºs n?o estava disposta a jogar a toalha t?o facilmente, ent?o seguiu na luta persist¨ºncia, Quem sabe n?o aparecia algu¨¦m para dar uma for?a¡ n?o podia simplesmente jogar a m?o e aceitar a derrota all. Foi s¨® no cair da tarde, quando levou mais um n?o de um escritorio de advocacia, que e?ou a achar que certos finals j¨¢ estavam escritos desde oe?o. N?velDrama.Org (C) content. Se o advers¨¢rio fosse Noe, s¨® ia ter uma derrota para encarar. In¨ºs se sentou no meio¨Ctio, os olhos melo avermelhados, e tirou o celr do bolso, querendo fazer uma liga??o para Noe. N?o era para conversar ele, mas para escutar a voz de Amado mais uma vez. Mas, na hora de usar o celr, vacilou e, um pesar danado, guardou de volta. Tomando um f?lego, In¨ºs se ergueu mais uma vez. N?o tem problema¡ se n?o foi hoje. amanh? pode ser diferente! Dionisio, que passava de carro perto do shopping, viu In¨¦s sentada ¨¤ beira da estrada e. surpreso, arregalou os olhos. Parou o carro e saiu, se aproximando d aos poucos. S¨® quando uma sombra surgiu ao seudo ¨¦ que In¨ºs notou que tinhapanhia e viu que era Dionisio. instintivamente se afastou um pouco e, j¨¢ mais distante, falou friamente: ¡°Dionisio.¡± ¡°T?o assustada assimigo?¡± Dionisio soltou uma risada: ¡°Da ¨²ltima vez eu s¨® queria te ajudar¨Cvoc¨º e Noe Serpa¡¡± e Noe? Ser¨¢ que eles realmente precisavam de ajuda? Entre e Noe, sempre foi uma luta de vida ou morte. ¡°Esses cinco anos foram duros para voc¨º, hein?¡± ¨C Dionisio tentou iniciar uma conversa, mas In¨ºs se mostrou indiferente, ramente sem disposi??o para ouvir mais. O homem, ent?o, se desculpou: ¡°Beleza, beleza, me desculpe p ¨²ltima vez. Eu te enganel, dizendo que nossa. empresa queria fechar uma parceria, mas na real era para ajudar Noe Serpa a te encontrar¡ Eu pe?o desculpas, voc¨º me perdoa?¡± Foi al que In¨¦s deu um sorriso fraco: ¡°Tudo bem, Dionisio. Voc¨º veio aqui por algum motivo?¡± Nossa, essa mulher realmente n?o se ab! Dionisio apertou os olhos e se aproximou: ¡°Te vi aqui t?o para baixo, aconteceu alguma coisa?¡± In¨ºs ficou em sil¨ºncio por um instante antes de prender uma mecha de cabelo que tinha caldo. aodo do ouvido e falou friamente: ¡°Procurando um advogado.¡± ¡°Advogado?¡± ¨C Dion¨ªsio ficou meio perdido a resposta: ¡°Que tipo de problema precisa de 12-227 um advogado? ¡°¨¦ sobre a guarda do meu filho. Preciso entrar um processo contra Noe Serpa.¡± ¨C In?s cerrou os dentes: ¡°Ele levou o garoto para familia Serpa sozinho, mas esse menino tamb¨¦m ¨¦ meu!¡± Dionisio n?o esperava esse tipo de confus?o entre Noe e In¨ºs e pensou por um momento: ¡°¨¦ complicado. Vou ser sincero: aqui em Cidade Mar, ate em Cidade Nova, ganhar um processo contra Noe Serpa ¨¦ quase um sonho impossivel.¡± In¨¦s, mesmo estando preparada, sentiu o cora??o apertar ao ouvir isso: ¡°Mas eu sou a m?e da crian?a, tenho meus direitos¡¡± ¡°N?o importa se voc¨º tem direitos ou n?o. Processar Noe Serpa¡¡± ¨C Dionisio bn?ou a cabe?a: ¡°N?o pense que vai ser f¨¢cil vencer.¡± A luz nos olhos de In¨ºs se apagou, e depois de um tempo, disse baixinho: ¡°¨¦ assim? Mas¡ eu n?o quero abrir m?o do meu filho. Ele ¨¦ o que eu tenho de mais precioso¡¡± Dionisio mostroupaix?o e suspirou: ¡°Olha pelodo bom, o Noe ¨¦ o pai do menino, ele n?o vai trat¨¢¨Clo mal. A familia Serpa tem condi??es melhores, o menino n?o vai sofrer¡ Voc¨º ¨¦ jovem, n?o perca sua vida por Noe Serpa, haver¨¢ novose?os¡¡± Cap铆tulo 42 Cap¨ªtulo 42 Cap¨ªtulo 42 Ele n?o entendia por que insistia In¨ºs para que se libertasse de Noe o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Mas, no final das contas, In¨ºs acabou os olhos chelos de l¨¢grimas: ¡°Para mim, ter meu filho por perto ¨¦ tudo de bom. Sem ele, para que me serve ter toda a grana do mundo?¡± Dionisio olhou para In¨ºs um olhar intenso: ¡°Eu n?o falei que voc¨º tem quergar seu filho. In¨ºs. Voc¨º pode voltar para casa dos Serpa para v¨º¨Clo, brincar ele, mas¡ voc¨º tem que se soltar dessas amarras que seu filho representa para voc¨º. Entendeu o que eu estou dizendo?¡± O rosto de In¨ºs se torceu de surpresa, e Dionisio, percebendo a mudan?a na express?o d, soltou um sorriso de canto: ¡°Al est¨¢ a valente dona da familia Guedes que eu conheci.¡± Essas pvras, ¡®dona da familia Guedes¡®, tocaram In¨ºso espinhos no cora??o, e uma dor sutil come?ou a se espalhar pelo seu ser. Com os olhos ainda ¨²midos, encarou Dionisio e disse depois de um tempo: ¡°Obrigada, Dionisio. Voc¨º sempre tem um jeito de me fazer enxergar a vida por outra perspectiva.¡± Foi ele quem disse que certas feridas precisam ser expostas ao sol. Como forma de agradecimento, In¨ºs sugeriu que eles fossem jantar, e Dionisio topou na hora: ¡°Posso escolher um lugar chique?¡± In¨ºs deu uma piscadinha: ¡°Noe me deixou cinco milh?es, ent?o te levar para jantar ¨¦ fichinha.¡± ¡°Viu s¨®, j¨¢ est¨¢e?ando a ver a vida outros olhos, a curtir mais, n¨¦?¡± Dionisio riu e apontou depromissado para um buffet japon¨ºs no shopping. Eles foram juntos, notando os sussurros ao redor. ¡°Viu aquele? O cara ¨¦ muito gato¡¡± ¡°Eles parecem t?o conhecidos. Devem ser ricos, j¨¢ vi eles em algum lugar.¡± In¨ºs atravessava o shopping de salto alto, enrda em um sobretudo fino demais para o frio, exndo um ar gdo. Suas pernas finas moviam¨Cse r¨¢pido, mostrando sua determina??o de Original from N?velDrama.Org. sempre. Ao entrarem, os gar?ons ficaram t?o impressionados eles que demoraram para perguntar: ¡°T¨ºm reserva?¡± In¨ºs bn?ou a cabe?a: ¡°N?o, qualquer mesa para dois est¨¢ ¨®tima.¡± O gar?om pensou: ¡®ramente voc¨ºs s?o VIPS,o vou oferecer qualquer lugar?¡± ¨C E logo os conduziu a uma s VIP. odados,e?ou a arrumar os talheres e a servir ¨¢gua. Depois, apresentou o card¨¢pio. Dionisio olhava o menu e riu: ¡°Sou f? deida japonesa.¡± 12:22 In¨ºs preparava o molho de wasabi shoyu e sorriu: ¡°Quem n?o gosta? Lembro que, h¨¢ cinco anos, meu recorde foram vinte e dois pratos de camar?o empanado¡¡± Dionisio parou de folhear o card¨¢pio e arregalou os olhos: ¡°Vinte e dols pratos?¡± In¨ºs sorriu mais ainda: ¡°Cada um seis peda?os.¡± Incr¨ªvel! parecia ter um apetite e tanto?! Ent?o, na hora de pedir, In¨ºs n?o se fez de rogada e pediu dez por??es de sashimi de salm?o e dez de camar?o empanado. Quando aida chegou, seus olhos brilharam. Realmente, aida tem o dom de acalmar a alma! Dion¨ªsio observava In¨ºser, dividido entre rir e chorar, e puxou o assunto: ¡°Com quem voc¨º estava quandoeu tudo isso da ¨²ltima vez?¡± n¨ºs pausou por um instante e depois falou suavemente: ¡°Com¡ Noe Serpa.¡± As lembran?as daqueles tempos, cinco anos atr¨¢s, inundaram sua mente, fazendo seu corpo remer levemente.
Cap¨ªtulo 123
Nesta noite de confraterniza??o, se tornou o centro das aten??es sem esfor?o algum. Chris a conduziu pelo palco central, onde ambos assinaram seus nomes uma ca e, em seguida, posicionaram-se diante das cameras de m¨ªdia. Aodo, um rep¨®rter segurava um microfone e perguntou: "Sr. Chris, voc¨º poderia nos apresentar esta senhora ao seudo?"
Chris respondeu elegancia e cortesia, sorrindo levemente: "ro, esta noite eu gostaria de apresent¨¢ a todos. Seu nome ¨¦ Dawn, que significa amanhecer, o despertar. Voc¨ºs tamb¨¦m podem cham¨¢ de Sra. Lurdes."
"Ol¨¢, Sra. Lurdes, ent?o voc¨º ¨¦ a misteriosa e enigm¨¢tica Dawn da inte?" - O rep¨®rter entregou o microfone para In¨ºs.
In¨ºs curvou os l¨¢bios, sorrindo perfeitamente: "Sim, a Dawn da inte sou eu."
Todos ficaram surpresos!
H¨¢ um ano, uma designer chamada Dawn surgiu do nada, sua criatividade excepcional e designs marcantes. tinha concep??es ¨²nicas sobre v¨¢rios conceitos de espa?o e mantinha um alto padr?o nas suas cbora??es marcas privadas. Alguns tentaram convid¨¢ para encontros privados, mas Dawn quase sempre recusava. Por isso, sua misteriosidade s¨® aumentava. tinha um est¨²dio que periodicamenten?ava edi??es limitadas de bolsas artesanais, que se esgotavam assim que eram colocadas ¨¤ venda.
Dawn erao uma brilhante e desconhecido no mundo do design, mas agora estava ali, na frente de todos, t?o talentosa e bonita!
Com um sorriso caloroso, In¨ºs rxou o rep¨®rter que parecia nervoso a descoberta de sua verdadeira identidade. Ele ent?o perguntou novamente: "H¨¢ algum significado especial por tr¨¢s do nome que voc¨º escolheu?"All rights ? N?velDrama.Org.
Significado?
Por um momento, os olhos de In¨ºs pareceram viajar por uma infinidade de emo??es. Seu olhar encontrou o de Noe Serpa na teia, e eles se cruzaram inadvertidamente. Por um instante, se viu transportada para o passado, para um tempo imemorial.
Rpondo-se, In¨ºs sorriu antes de responder: Como o Sr. Chris mencionou, Dawn significa "amanhecer". Passei por momentos de escurid?o que tiveram um impacto profundo em minha vida, a ponto de me arruinar. Por isso, ansiava pelo amanhecer, esperava pelo amanhecer e, se poss¨ªvel, queria ser meu pr¨®prio amanhecer. Acredito que a escurid?o dar¨¢ lugar ¨¤ luz da manh?, ent?o estou de volta aqui, de p¨¦, para dizer a mim mesma: o dia est¨¢ ro!"
Suas pvras foram sinceras e tocantes. Se antes algu¨¦m duvidava de sua capacidade de se equiparar a Sr. Chris, naquele momento, todos se renderam a .
A luz em seu olhar era ineg¨¢vel. Sim, quem era ? Uma vez esteve sob os holofotes brilhando confian?a, depois caiu no esquecimento. Cinco anos de pris?o a torturaram at¨¦ desejar a morte, mas agora voltou, de volta ao foco do p¨²blico.
Quem era ? Seu nome era In¨ºs.
Na Cidade Maravilhosa, sempre houve apenas uma In¨ºs.
Desde o in¨ªcio, mesmo tendo passado por desespero, estava destinada a ver o amanhecer, e ningu¨¦m poderia quebrar seu esp¨ªrito.
Irm?o, se voc¨º tem um esp¨ªrito, pode me ver agora? Eu... retomei ao c¨ªrculo da alta sociedade, carregando suas cren?as e lutando sozinha!
Cap铆tulo 124
Cap¨ªtulo 124
Capitulo 124
Ap¨®s a apresenta??o, In¨ºs deixou o palco antes que o p¨²blico pudesse perceber sua presen?a e
desapareceu no meio da multid?o Chris. Foi s¨® ent?o que todos
pareceram acordar, murmurando o nome ¡°Dawn¡± ¨C um misto de surpresa e
admira??o.
Naqu noite, Dawn se tornou um sonho encantador na mente de todos. era nobre e distinta,
um olhar de orgulho e, embora sua luz tivesse ca¨ªdo e se despeda?ado, se esfor?ava para se
reerguer sempre.
Enquanto e suas convic??es permanecessem vivas, a vida seria apenas um novoe?o!
In¨ºs circulou entre os convidados, enquanto Bruna, panhada de Celso, tamb¨¦m desceu do palco.
Quando viu sua amiga, sorriu para e disse: ¡°Voc¨º est¨¢ deslumbrante hoje¡°.
S¨® ent?o In¨ºs corou levemente: ¡°Voc¨º tamb¨¦m est¨¢ linda.¡±
Sia, sempre misterioso, tinha iris douradaso ¨¢mbar fino. Quando viu In¨ºs, ele estendeu a m?o
com um respeito tipicamente masculino: ¡°Sra. Guedes, prazer em conhec¨º.¡±
Uma mulher de talento certamente ganhava a admira??o dos homens.
In¨ºs, grata p ajuda anterior de Celso, apertou sua m?o e pegou duas ta?as del champanhe de uma
bandeja de um gar?om que passava: ¡°Obrigada p sua hospitalidade da ¨²ltima vez.¡±
¡°N?o foi nada.¡°¨C Celso, seu bra?o em volta de Bruna, parecia ¨¤ vontade. Elest formavam um belo
casal ¨¤ primeira vista..
Bruna deu uma piscad e brincou: ¡°Se o gerente Freitas me demitir, vou precisar da sua ajuda
tamb¨¦m, In¨ºs¡°.
In¨ºs riu: ¡°Imagina,o ele poderia demitir voc¨º?¡°.
¡°ro, eu gosto tanto de voc¨º,o poderia demiti?¡± ¨C O homementou um sorriso
ir?nico, enquanto Bruna, fingindo indigna??o, virou¨Cse para In¨ºs um sorriso doce: ¡°Vamos
cumprimentar os parceiros de neg¨®cios e, se ficarmos at¨¦ tarde, que tal umnche noturno juntos?¡±
¡°Combinado.¡± ¨C Ines acenou a cabe?a em concordancia.
Bruna sussurrou: ¡°H¨¢ um homem observando voc¨º h¨¢ muito tempo¡°.
Dito isso, e Celso sa¨ªram. In¨ºs, curiosa, virou¨Cse e encontrou o olhar prante de Noe Serpa.
Sua presen?a era t?o marcante que mesmo no melo da multid?o ele se destacava uma postura
elegante, tra?os finos e uma aura de Indiferen?a, ele sorria de forma distante para as socialites que o
cumprimentavam um olhar g¨¦lldo.
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Esse homem era imc¨¢vel e frio. Voc¨º poderia conversar ele sobre qualquer coisa, menos
sobre amor.
Para ele, o amor era apenas um passatempo, algo que poderia abandonar a qualquer momento, sem
remorso.
Atrav¨¦s da multid?o, o olhar de In¨ºs cruzou o de Noe Serpa, relembrando a primeira vez que o
viu em uma festa de anivers¨¢rio, ainda jovem e ing¨ºnua. Seus olhares se encontraram ap¨®s
circrem p s,o se o cora??o marcasse o tempo.
Aquele ambiente cheio de idas e vindas parecia um sonho do passado. As pessoas mudam o
tempo, e In¨ºs pensou que talvez j¨¢ tivesse entregado a vit¨®ria a Noe Serpa desde aquele momento
inicial.
Ele se aproximou um ar de distin??o e frieza e, quando parou diante d, seu rosto enigm¨¢tico
estava diretamente ¨¤ sua frente.
Ele a chamou pelo nome uma familiaridade que s¨® elespartilhavam: ¡°In¨ºs¡°.
Cap铆tulo 125
Cap¨ªtulo 125
Capitulo 125
Naquele Instante, uma onda de mem¨®rias irrompeu, submergindo¨Capletamente. Em um piscar de
olhos, In¨ºs foi tomada por incont¨¢veis lembran?as dos momentospartilhados ele. Cinco anos
juntos, cinco anos de casamento. Como ele p?de simplesmente jogar tudo para o alto?
In¨ºspos seu semnte perturbado, mas foi Chris quem quebrou o sil¨ºncio, dissipando o
constrangimento: ¡°O Sr. Serpa parece conhecer Dawn de outros carnavais, n?o ¨¦?¡±
De fato, Chris costumava cham¨¢ mais pelo seu nome em ingl¨ºs, Dawn, e era ent?o que In¨ºs se
sentia mais viva, renascida das cinzaso Dawn, e n?o mais a mulher t que amava tanto
cuidado e medo.
A pergunta de Chris fez que os olhos de Noe Serpa se aprofundassem em um tra?o quase
impercet¨ªvel,o se, em um breve momento, as emo??es tivessem cruzado o fundo de seu olhar,
apenas para serem engolidas p escurid?o de suas pups, abissaiso buracos negros.
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Seus olhos, negros e brilhantes, possu¨ªam uma beleza estranha e fascinante.
Noe Serpa, um homem um cora??o t?o escuro quanto a noite.
In¨¦s sorriu levemente e disse a Chris: ¡°N?o, n?o somos intimos¡°.
Naquele momento, as pups de Noe Serpa se contra¨ªram discretamente, antes de ele dizer: ¡°In¨ºs, ¨¦
assim que voc¨º v¨º o que tivemos?¡±
¡°Que rcionamento n¨®s tivemos?¡±
In¨ºs retrucou bruscamente, uma cena que j¨¢ havia imaginado in¨²meras vezes. Mas quando a
encarou na realidade, percebeu que ainda do¨ªa, que o sangue ainda pulsaval
de raiva.
Diante de Noe Serpa, nunca conseguia ser a pessoa fria e contrda imaginava.
que
Chris sentiu os dedos de In¨ºs apertarem seu bra?o,o se instintivamente buscasse um salva¨Cvidas
para se agarrar, enquanto seus olhos permaneciam fixos no homem ¨¤ sua frente.
Seus olhos eramo facas, querendo rasgar o rosto sedutor de Noe Serpa, quebrar sua apar¨ºncia
polida, ver se seu cora??o era realmente feito de carne e se, ao se lembrar das atrocidadesetidas
contra , ele sentia alguma dor.
¡°Sr. Serpa, n?o tenho conhecimento desse ¡®rcionamento¡® a que o senhor se refere.¡±
A mulher levantou todas as suas defesas, um sorriso cheio de ironia: ¡°Por que n?o nos conta,
ent?o, que hist¨®ria tivemos?¡°.
11:26
A rea??o de In¨ºs fol algo que Noe Serpe n?o esperava.
Ele nunca havia imaginado que pudesse ter umdo assim, muito menos que um dia se
voltaria contra ele todas as suas armas.
Ele achava que, embora fosse fria todos, nunca seria assim ele.
Quando ele tentou pegar a m?o d, In¨ºs se esquivou habilmente, apoiando¨Cse levemente em Chris
e derou: ¡°Se o Sr. Serpa n?o tem mais nada a dizer, vamos nos retirar¡°.
fva uma pressa que deixava ro seu desejo de n?o ter mais nada a ver Noe Serpa.
Chris, percebendo o tremor sutil em sua parceira,n?ou outro olhar para Noe Serpa, mas optou por
apoiar In¨ºs: ¡°Desculpe¨Cme, Sr. Serpa, mas minhapanheira n?o parece estar se sentindo bem. Eu
a levarei de volta ao hotel.¡±
A men??o de ¡°de volta ao hotel¡± ¨C fez Noe Serpa franzir a testa em descren?a, voltando seu olhar para
In¨ºs.
estava¡partilhando o mesmo teto que Chris?
No entanto, In¨ºs n?o lhe deu tempo para processar a informa??o e partiu Chris em meio ¨¤
multid?o em dire??o ao sagu?o do hotel. Noe Serpa olhou para a silhueta de In¨ºs por um longo
momento antes de desviar o olhar abruptamente e tirar o celr do bolso.
¡°Al?, sou eu. Preciso que investiguem o fundo de Chris imediatamente. Quero os dados o quanto
antes.¡±
Cap铆tulo 126
Cap¨ªtulo 126
Capitulo 126
Chris levou In¨ºs para o quarto para descansar, onde duas camas de solteiro estavam Impecavelmente
arrumadas, In¨ºs sentou¨Cse numa ds e respirava fundo
repetidamente.
Vendo¨Ca assim, Chris suspirou e foi ferver ¨¢gua para , perguntando enquanto a ¨¢gua escorria:
¡°Amor, voc¨º vai ter que me dizer quem ele ¨¦, n?o ¨¦?¡±
Com um sorriso torto, In¨ºs respondeu: ¡°Ele ¨¦ meu ex¨Cmarido¡°.
¡°Oh, meu Deus!¡±
A m?o de Chris, que segurava a chaleira, tremeu: ¡°Ent?o eu n?o quero dormir ele.¡±
In¨ºs levantou a voz: ¡°Voc¨º queria dormir meu ex¨Cmarido?¡±
Chris acariciou seu queixo pensativamente: ¡°Mas ele n?o parece ser passivo, acho que se fossemos
para a cama, acabar¨ªamos brigando.¡±
In¨ºs levantou as m?os em sinal de rendi??o: ¡°Tudo bem, Sr. Chris, eueti um erro. N?o deveria ter
escondido isso de voc¨º. Da pr¨®xima vez, prometo lhe contar tudo
anteced¨ºncia¡°.
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¡°Humph.¡±
Sem a postura nobre e distante que mantinha em p¨²blico, Chris preparou a ¨¢gua e se sentou aodo
de In¨ºs, dizendo: ¡°Querida, voc¨º precisa encontrar uma maneira de lidar isso. Voc¨º n?o pode
simplesmente fugir toda vez que o vir. O organizador de hoje disse que ele ¨¦ muito influente. Como
voc¨ºse?aram a namorar?¡±
¡°Simplesmente aconteceu.¡±
Quando Chris perguntou, as lembran?as do passado invadiram a mente de In¨ºs. sorriu
ironicamente, bn?ou a cabe?a para afastar os pensamentos e disse: ¡°N?o h¨¢ muito o que fr
sobre isso, ¨¦ passado, meu curioso.¡±
¡°Tudo bem, meu doce beb¨º agora tem segredos para mim.¡±
Chris fingiu estar magoado e suspirou: ¡°Parece que n?o podemos mais ser melhores amigos.¡±
In?s olhou para o conhecido diretor de design e o viu sorrindo para : ¡°Agora teremos que ser rivais
no amor.¡±
In¨ºs riu incredulidade: ¡°V¨¢ em frente, se voc¨º puder dobrar Noe Serpa, haver¨¢ menos problemas
para mim/
¡°N?o tem gra?a.¡±
11:27)
Chris revirou os olhos e observou a multid?o p jan panor¨¢mica. As pessoas estavam se
cumprimentando e procurando por suas presas em meio ao jogo de Interesses da alta sociedade.
Seu ex¨Cmarido ¨¦ muitopetente.¡±
Chris observou Noe Serpa no meio da multid?o. O homem tinha um porte elegante e um rosto frio e
bonito. Muitas mulheres tentaram chamar sua aten??o, mas ele permaneceu imperturb¨¢vel,o se
nenhuma ds pudesse despertar seu interesse.
¡°Ah querida, ele mant¨¦m essa cara s¨¦ria para as mulheres, eu poderia jurar que ele tamb¨¦m joga no
nosso time.¡±
A ¨¢gua ferveu, e Chris foi servir para In¨ºs, ajudando¨Ca a tomar o rem¨¦dio cuidadosamente.
Depois de tomar a ¨¢gua o rem¨¦dio, In¨ºs disse ironia: ¡°Ele? Imposs¨ªvel. Ele sempre foi
rodeado de mulheres.¡± ¨C Noe Serpa sempre foi um conquistador,o poderia seprometer
algu¨¦m?
No meio da multid?o, Noe Serpa recebeu uma mensagem de voz de um de seus funcion¨¢rios: ¡°Sr.
Serpa, descobrimos o n¨²mero do quarto do hotel onde In¨ºs e Chris est?o hospedados. ¨¦ a suite mais
cara do ¨²ltimo andar, n¨²mero 2101¡¡±
¡°Entendi.¡± ¨C Noe Serpa respondeu despreocupadamente e depois perguntou: ¡°H¨¢ quanto tempo eles
est?o l¨¢?¡±
¡°De acordo nosso rastreamento, eles est?o l¨¢ h¨¢ mais de meia hora e ainda n?o
sa¨ªram.¡±
Mais de meia hora¡ In¨ºs e Chris sozinhos no quarto, sem sair? A sobrancelha de Noe Serpa se
franziu de repente, sem perceber o quanto ele se importava uma mulher. O homem reprimiu sua
irrita??o, respirou fundo e disse: ¡°Continue me informando, quero saber tudo¡°.
Cap铆tulo 127
Cap¨ªtulo 127
Cap¨ªtulo 127
Quando o ¨²ltimo raio de sol do horizonte foi aos poucos engolido p escurid?o da noite, as cortinas
da noite se abriram silenciosamente sobre os c¨¦us desta Cidade Noturna. O baile social atingiu seu
auge, a atmosfera se tornando cada vez mais fervorosa. Todos dan?avam e interagiam, os
homens panhando suas damas, enquanto outros discutiam neg¨®cios em um canto. Alguns ainda
buscavam oportunidades melhores, perambndo pelo sal?o.
Neste momento, Noe Serpa era ramente o centro das aten??es femininas.
In¨ºs e Chris foram convidados pelos anfitri?es para tomar uma bebida no andar de baixo. Assim, os
dois se levantaram novamente e sa¨ªram do hotel, encontrando¨Cse os anfitri?es de frente. Os
anfitri?es sorriram ao v¨º¨Clos e disseram: ¡°Voc¨ºs chegaram, est¨¢vamos prestes a cham¨¢¨Clos.¡±
In¨ºs sorriu generosamente: ¡°Obrigada, Sr. Farnese.¡±
¡°N?o h¨¢ de qu¨º. Permita¨Cme apresentar meu filho.¡± ¨C Antes que pudesse continuar, uma voz
interrompeu: ¡°Pai, n?o precisa.¡±
Teodoro Farnese olhava para In¨ºs e o homem ao seudo um sorriso enigm¨¢tico: ¡°Eu e a Sra.
Guedes j¨¢ nos conhecemos.¡±
¡°Ah, ¨¦ mesmo?¡± ¨C O Sr. Farnese n?o percebeu a insinua??o e deu um tapinha no ombro de In¨ºs: ¡°Isso
me poupa muito trabalho. Sra. Guedes, na verdade eu queria discutir a senhora a pr¨®xima
parceria o Grupo Farnese¡¡±
In¨ºs n?o esperava encontrar Teodoro Farnese ali e, antes que pudessepor sua express?o, ele
disse diretamente: ¡°Pai, v¨¢ cuidar dos convidados. Eu posso fr eles¡°.
¡°N?o seja tolo¡± ¨C o Sr. Farnese olhou para Teodoro e saiu.
¡°Obrigada, Sr. Farnese.¡± ¨C In¨ºs sorriu para seu anfitri?o enquanto ele se afastava. Naquele momento,
Theodoree?ou a rir friamente, seus olhos azuis esverdeados brilhavam malicia: ¡°Ent?o, voc¨º
est¨¢ Chris agora?
¡°Isso lhe interessa?¡±
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In¨ºs respondeu um sorriso sarc¨¢stico. n?o era mais uma mulher sozinha; n?o se permitiria
ser humilhadao antes.
Teodoro riu ainda mais alto: ¡°Virar as costas assim, Sra. Guedes ¨¦ mesmo impiedosa. Ser¨¢ que trata
Noe Serpa da mesma forma afiada?¡±
Ele sabiao mago¨¢ profundamente, um homemo uma fera.
In¨ºs sorriu, embora sentisse uma pontada no peito: ¡°Ele foi um amor do passado, e quem voc¨º pensa
que ¨¦?¡±
11:27
Capitulo 127
Teodoro Farnese fechou a cara e deu um passo ¨¤ frente para agarr¨¢, mas In¨ºs se esquivou
facilmente.
estava sorrindo, mas seus olhos eram puro gelo,o se esperasse a raiva dele, lindao uma
flor, friao umgo congdo.
Com um sorriso de desd¨¦m, passou por Teodoro e sussurrou algo em seu ouvido,
¡°Homens¡ t?o previs¨ªveis. Tanto esfor?o para ferir aquele que voc¨º quer conquistar.¡±
No segundo seguinte, as pups de Teodoro se encolheram e, quando ele se recuperou, olhou para
In¨ºs, que j¨¢ havia se virado, sem um pingo de arrependimento.
In¨ºs seguiu para o elevador, de bra?os dados Chris, seu vestido vermelho ardente destacando¨C
se enquanto Teodoro, um sorrisoscivo, passou a l¨ªngua pelos l¨¢bios finos, sua express?o fria e
sedutora.
Um brilho de surpresa atravessou seus olhos predat¨®rios, e ele murmurou uma voz rouca:
¡°Interessante.¡±
Cap铆tulo 128
Cap¨ªtulo 128
Cap¨ªtulo 128
In¨ºs e Chris voltaram para o centro da s, e as pessoas se aproximaram deles, brindando leves
toques nos copos e sorrisos insinuantes: ¡°Seu par ¨¦ muito bonito,
Chris, ¨¦ ro, aceitou os elogios prazer, abra?ando a cintura fina de In¨ºs, quaseo se
estivesse se exibindo, especialmente quando passaram por Noe Serpa. Ele notou que Noe Serpa
estava observando In¨ºs um olhar intensamente caloroso e fez quest?o de passar por ele v¨¢rias
vezes, apenas para ver Noe Serpa franzir a testa.
¡°Amor, olhe para a cara dele, ¨¦ hil¨¢rio.¡±
Chris n?o conseguiu se conter e sussurrou no ouvido de In¨ºs.
sorriu em resposta: ¡°Voc¨º ¨¦ terr¨ªvel.¡±
¡°Com esse tom de voz fndoigo¡± ¨C Chris deu uma piscad: ¡°ainda bem que somos amigos
¨ªntimos, caso contr¨¢rio, o que eu faria se me apaixonasse por uma mulher?¡±
¡°Ent?o eu seria o salvador de todos os homens.¡±
In¨¦s falou seus l¨¢bios entreabertos, exndo sensualidade: ¡°Eles todos deveriam me agradecer.¡±
¡°Agora voc¨º tamb¨¦m ¨¦ a salvadora dos homens.¡±
Chris falou baixinho: ¡°Voc¨º viuo eles te olham? Meu Deus,o se voc¨º fosse uma deusa. Acho
que eles podem acabar me odiando.¡±
In¨ºs sorriu timidamenteo uma garotinha e, para os outros, parecia um sorriso t¨ªmido e encantador.
De longe, Bruna acenou para eles, e In¨ºs soltou Chris: ¡°Vou lhe dar um tempo para flertar os
homens novos.¡±
¡°N?o acho que isso seja necess¨¢rio.¡± ¨C Chris deu de ombros: ¡°Os homens que eu estou de olho s¨®
querem saber de voc¨º.¡±
Como consolo, In¨ºs lhe deu um beijo no ar, o que fez os homens ao redor suspirarem, el ent?o Chris
se virou calmamente e puxou um belo jovem pelo bra?o: ¡°Ol¨¢, qual ¨¦ o seu nome, senhor?¡±
O jovem, ainda atordoado pelo beijo dado por In¨ºs, ignoroupletamente o renomado diretor de
design e murmurou para si mesmo: ¡°Deusa¡¡±
Enquanto isso, In¨ºs se aproximou de Bruna, que tinha trocado de roupa por um terninho que a fazia
parecer ainda mais elegante e poderosa,o uma ¡°executiva¡± ¨C dos neg¨®cios. Ao ver sua amiga
com um visual diferente, In¨ºs exmou exageradamente: ¡°Uau, que decote!¡±
Bruna empinou o peito: ¡°Est¨¢ inveja? Possopartilhar um pouco voc¨º.¡±
In¨¦s o cutucou no rosto: ¡°N?o importa, vamos tomar um drinque mais tarde e dar uma
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11:27
volta.
¡°S¨¦rio?
Os olhos de Bruna brilharam de incredulidade: ¡°Voc¨º finalmente se decidiu, n?o ¨¦? Vamos l¨¢, o que
vamos fazer, eu levo voc¨º para sair ¨¤ noite! Vamos encontrar alguns homens para brincar!¡±
A sugest?o de Bruna fez In¨ºs corar um pouco: ¡°Calma, n?o vamos exagerar.¡±
¡°Oh ~~¡± A voz de Bruna tornou¨Cse mais charmosa e abra?ou o pesco?o de In¨ºs, ¡°N?o entre em
panico! Eu vou levar voc¨º para experimentar o homem jovem hoje!¡±
¡°N?o, n?o, n?o.¡±
In¨ºs recusou rapidamente: ¡°Esque?a, vamos tomar uma bebida normalmente, n?o h¨¢ necessidade de
ser t?o exagerado¡°.
¡°Tch, chato~¡±
Bruna fez uma cara de desapontamento e, depois de marcar um encontro, s sel separaram para
procurar seus respectivospanheiros. In¨ºs, no entanto, n?o encontrou Chris, mas acabou dando
de cara Noe Serpa.
Ele estava rodeado por um grupo de mulheres, todas copos na m?o, tentando brindar ele,
mas Noe Serpa as ignorava, continuando seu caminho. S¨® quando seu olhar encontrou In¨ºs ele parou
por um instante.
Seu olhar percorreu in¨²meras paisagens,o se dois pequenosas estivessem prestes a
colidir e causar uma tempestade magn¨¦tica. A ¨²nica coisa que preenchia a vis?o de Noe Serpa era a
figura de In¨ºs.
Como se o passado e o presente estivessem se sobrepondo, ele rompeu as mem¨®rias do passado e
veio em dire??o a In¨ºs, chamando¨Ca novamente sua voz.
Cap铆tulo 129
Cap¨ªtulo 129
Cap¨ªtulo 129
Inds
Quando o homem a chamou, sua voz foi seca e cortante,o uma brisa que sopra e termina
rapidamente, fria e prante. In¨ºs sorriu at¨¦ seus olhos vermelharem: ¡°Sr. Serpa.¡±
finalmente encontrou a coragem de enfrent¨¢¨Clo.
Noe Serpa deu um passo ¨¤ frente, In¨ºs deu um passo atr¨¢s e eles se encararam de forma invis¨ªvel.
disse: ¡°Sr. Serpa, se o senhor se aproximar mais, vai chegar perto demais¡°.
Noe Serpa parou n?o muito longe d, e o homem sorriu profundo significado: ¡°Mais perto ainda
seria insuficiente.¡±
¡°Mas eu esqueci.¡±
In¨ºs rebateu os avan?os dele sem mudar o tom, mas quando sorriu, parecia uma crian?a inocente e
ignorante. A primeira vista, parecia que o tempo tinha voltado ao momento surpreendente de seu
primeiro encontro.
Mas disse: ¡°Sr. Serpa, o senhor me chamou por algum motivo?¡±
T?o estranhamente distante.
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Os dedos de Noe Serpa que seguravam a ta?a de vinho se apertaramo se estivessem
estrangndo a garganta de In¨ºs.
Depois de um longo tempo, o homem finalmente soltou algumas sbas roucas: ¡°In¨ºs, voc¨º mudou.¡±
Sim, eu mudei.
Se eu n?o tivesse mudado, certamente teria morrido.
In¨¦s sorriu friamente,o se estivesse dan?ando sobre a lamina de uma faca. Mesmo sabendo que
o pr¨®ximo segundo poderia lhe trazer destrui??o, aceitou tudo gratid?o: ¡°Gra?as a voc¨º.¡±
Essas poucas pvras cortaram seu cora??oo uma lamina afiada. A sobrancelha de Noe Serpa
se enrugou uma sombra profunda, e ele disse em um tom que In¨ºs n?o conseguia entender:
¡°Voc¨º me odeia?¡±
In¨ºs riuo se tivesse ouvido a maior piada do mundo.
Demorou um pouco, mas bn?ou a cabe?a. disse: ¡°Noe Serpa, agora voc¨º vem me perguntar
se eu odeio voc¨º. Voc¨º n?o ¨¦ digno dessa pergunta.¡±
Noe Serpa estremeceu, enquanto In¨ºs riu uma alegria incontrol¨¢vel. era, sem d¨²vida,
deslumbrante e brilhante. Cinco anos atr¨¢s, era, e agora, cinco anos depois,
11:27
Binde conseguia atrair facilmente a aten??o dos homens, O sorriso de toda mulher era encantador,
mas o sorriso em seus olhos era frio e cruel.
disse: ¡°Noe, existe um tipo de ¨®dio que chegou ao fim. N?o importa se voc¨º o odeia
ou n?o¡°.
¡°Para mim, voc¨º ¨¦ o veneno.¡±
Ele deu um passo ¨¤ frente e passou levemente ao seudo. O homem estendeu a m?o para segurar
seu pulso fino, mas puxou¨Co de repente. Na frente dele, caminhou. em dire??o aos bra?os de
outro homem que por acaso estava passando, ¡°O veneno prou nos ossos. ¨¦ o fim do caminho.
Voc¨º me pergunta se eu te odeio? ro que sim. Por mais que eu te amasse antes, eu te odeio muito
mais tarde. Mas agora.¡±
abra?ou o pesco?o do homem e se virou para ver o choque nos olhos de Noe. sorriu
lindamente: ¡°Noe Serpa, n?o h¨¢o voltar no tempo. Quando uma pessoa ¨¦ despojada de tudo, n?o
h¨¢ mais nada neste mundo que possa mant¨º cativa.¡±
O dem?nio chamado ¨®dio devorou toda a sua raz?o, e qualquer afeto restante foi destru¨ªdo por Noe
Serpa. Uma pessoa desesperada n?o tem nada a temer.
Como n?o tinha mais nada a perder, podia perder tudo, n?o temia nada!
an
A pup de Noe Serpa se contraiu, e seus olhos, negroso a noite, pareciam conter um vendaval
que varria tudo em seu caminho, uma tempestade que quase engoliu a imagem de In¨ºs dentro deles.
Teodoro Farnese n?o esperava ser usado para ferir outro homem.
In¨ºs soltou o pesco?o dele e sussurrou suavemente: ¡°Obrigada, Sr. Farnese, por sual coopera??o¡°.
Em seguida, se afastou rapidamente, desaparecendo do campo de vis?o dos dois. homens, saindo
da multid?o e sumindo entre as pessoaso se o encontro anterior tivesse sido uma ilus?o.
Mas ainda assim.
No entanto, o cora??o de Noe Serpa batia violentamente em seu peito, cada batida arrancando um
prazer doloroso que corria livremente por seu sangue.
A desafiadora e orgulhosa senhora da fam¨ªlia Guedes de cinco anos atr¨¢s havia retornado.
Trazendo¨Clhe¡ um ¨®dio sangrento e vivido.
Cap铆tulo 130
Cap¨ªtulo 130
Cap¨ªtulo 130
A festa terminou por volta das dez da noite. In¨ºs estava sentada ¨¤ beira da fonte, um pouco cansada
por usar sapatos de salto alto. estava descansando sozinha enquanto a luz da fonte destacava a
delicadeza de seu perfil, sem os sinais de exaust?o que tinha ao enfrentar Noe Serpa.
Quando Teodoro Farnese saiu da multid?o, ele viu exatamente aquele perfil tranquilo de In¨ºs. O
homem soltou um riso frio, caminhou em sua dire??o as m?os nos bolsos e seus olhos azul¨C
esverdeados pareciam um tanto sedutores sob a luz noturna.
In¨ºs o viu e n?o demonstrou muita emo??o, apenas o cumprimentouo se estivesse chamando
algu¨¦m: ¡°Boa noite, Sr. Farnese.¡±
¡°Boa noite.¡± ¨C Teodoro Farnese rosnou essas pvras entre os dentes. Essa mulher acabara de se
jogar nos bra?os dele apenas para provocar Noe Serpa. Ele nunca tinha sido manipdo t?o
habilmente por uma mulher em toda a sua vida!
In¨ºs ramente n?o queria conversar Teodoro Farnese, ent?o, ap¨®s cumpriment¨¢¨Clo, manteve¨C
se em sil¨ºncio at¨¦ que ele se aproximou mais.
Levantando o olhar e encontrando os olhos azul¨Cesverdeados dele, perguntou: ¡°Algum problema?¡±
Teodoro Farnese sorriu: ¡°Voc¨º me usa e me descarta? Acha que sou algu¨¦m quem voc¨º pode
conversar t?o facilmente?¡±
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In¨ºs riu levemente: ¡°Foi uma troca justa, voc¨º tamb¨¦m n?o perdeu nada.¡±
Que troca justa!
Com um sorriso ainda mais frio, Teodoro Farnese respondeu: ¡°Eu subestimei voc¨º. Como voc¨º
conseguiu fingir ser t?o puro e inocente antes? Ou voc¨º sempre foi t?o falso?¡±
¡°Ent?o ¨¦ isso.¡±
In¨ºs se levantou, preferindo n?o estar na mesma s que Teodoro Farnese: ¡°Pense em mimo
falsa, ent?o. Afinal de contas, falsidade n?o ¨¦ uma pvra t?o ruim. Comparada ¨¤ crueldade de Noe
Serpa, minha falsidade poderia at¨¦ ser considerada um
elogio¡°.
Teodoro Farnese sorriu, seus olhos assumindo um brilho perigoso: ¡°Contra algu¨¦mo Noe Serpa,
voc¨º realmente n?o tem chance¡°.
In¨ºs sentiu um aperto no cora??o ao ouvir a provoca??o cont¨ªnua de Teodoro Farnese: ¡°Mas mulheres
como voc¨º s¨® servem para serem usadas pelos homens.¡±
Virando¨Cse, In¨ºs viu o sorriso c¨ªnico no rosto do homem charmoso e deu alguns passos para tr¨¢s,
afastando¨Cse da fonte. Chris estava voltando e a envolveu em seus bra?os: ¡°Oi, meu amor, o que est¨¢
fazendo aqui sozinha o Sr. Farnese?¡±
11:27
¨C
A pvra sozinha fez que Teodoro Farnese expressasse seu sarcasmo N?o me envolva nisso,
n?o posso aceitar tanto carinho da Sra. Guedes.
In¨ºs n?o disse nada, cansada de lidar Noe Serpa, n?o queria mais fr, mas, por alguma raz?o,
Teodoro Farnese continuava tentando provoc¨¢, cada pvra era um ataque, uma iron¨ªa, e n?o
entendia por qu¨¦.
Ao ver o sil¨ºncio de In¨ºs, Teodoro Farnese perdeu o interesse. havia sido t?obativa Noe
Serpa, mas agora, ele, parecia t?o desinteressante!
Chris percebeu o cansa?o no rosto de In¨ºs e suspirou: ¡°Aonde vamos hoje ¨¤ noite?¡±
¡°Falei a Bruna sobre sa¨ªmos para beber, e voc¨º?¡±
¡°Nesse caso eu vou voc¨º¡± ¨C disse Chris em voz baixa, olhando de volta para Teodoro Farnese. O
homem tinha uma postura elegante aodo de In¨ºs. A primeira vista, eles formavam um casal
harmonioso, mas por algum motivo, Teodoro Farnese achou essa cena particrmente irritante.
Chris, sua calma habitual, deixou¨Co sem espa?o para a??o. Naquele momento, por exemplo, ele
se despediu elegancia e total decoro, sem dar margem a cr¨ªticas ¨C ¡°Ent?o, vou levar Dawn para
descansar um pouco. Se houver algum lugar agrad¨¢vel para ir ¨¤ noite, certeza convidaremos o
Sr. Farnese para se juntar a n¨®s.¡±
Assim que terminou de fr, Chris envolveu In¨ºs seu bra?o e se afastou de Teodoro Farnese,
demonstrando confian?a e uma aura imponente. Farnese observou os dois se afastarem por um longo
tempo, at¨¦ que finalmente conseguiu se livrar do desconforto em seu peito.
Cap铆tulo 131
Cap¨ªtulo 131
Cap¨ªtulo 131
Depois de trocar seu vestido elegante no hotel, In¨ºs deitou¨Cse para descansar enquanto aproveltava
para retocar a maquiagem.
Levou um bom tempo at¨¦ que se levantasse e trocasse de roupa. colocou um conjunto casual,
com uma blusa de moletom e shorts curtos, e por baixo usava uma bota que ia at¨¦ os joelhos.
Enquanto passava o batom novamente, perguntou a Chris: ¡°Voc¨º realmente vai sairigo esta
noite?¡±
Chris respondeu: ¡°Sim, o homem aodo da sua amiga tamb¨¦m ¨¦ bonito.¡±
In¨¨s pensou por um momento e ent?o disse: ¡°Ah, voc¨º est¨¢ fndo do Celso, certo?¡±
Chris assentiu a cabe?a e disse: ¡°Sim, ouvi dizer que ele ¨¦ muito talentoso.¡±
¡°Ele ¨¦ bem talentoso mesmo¡± ¨C disse In¨ºs, se aproximando e sorrindo para Chris: ¡°Mas se voc¨º se
interessar pelo Celso, provavelmente ficar¨¢ triste de novo.¡±
Chris exmou: ¡°O que voc¨º quer dizer isso?¡±
In¨ºs sorriu misteriosamente: ¡°Eu acho que o nosso Bruna e o Celso t¨ºm um rolo.¡±
¡°E agora?¡±
Chris caiu de costas na cama, desanimado: ¡°Todos os homens de quem gosto est?o apaixonados por
voc¨º ou por sua irm?. Isso ¨¦ um desastre, n?o quero mais ser gay¡°.
In¨ºs terminou de passar o batom e foi abra?¨¢¨Clo pelo pesco?o: ¡°N?o fique triste, vamos. tomar um
drinque hoje ¨¤ noite e ver o que acontece.¡±
¡°Mas voc¨º n?o podepetirigo por homens¡± ¨C disse Chris, arqueando as sobrancelhas: ¡°caso
contr¨¢rio, suas habilidades de sedu??o ser?o demais para mim. Ainda bem que sou gay. A prop¨®sito,
o Sr. Serpa e os outros ainda n?o sabem disso, n?o ¨¦? Eles olham para mimo se quisessem me
devorar¡°.
In¨ºs riu levemente: ¡°Ele? O que ele tem a verigo? Afinal, eu fui descartada por ele h¨¢ muito
tempo.¡±
Chris a incentivou: ¡°¨¦ isso a¨ª, ¨¦ essa atitude que voc¨º vai enfrentar tudo. Vamos l¨¢, voc¨º j¨¢ est¨¢
pronta?¡±
¡°Vamos, meu Sr. Chris.¡±
In¨ºs abra?ou o ombro de sua amiga e saiu do hotel um sorriso natural. Enquanto isso, os
capangas que os estavam seguindo discretamente logo enviaram uma mensagem para Noe Serpa:
¡°Sr. Serpa, eles sa¨ªram¡°.
¡°Continue.¡±
A voz de Noe Serpa era fria: ¡°Quanto tempo eles passaram juntos?¡°.
11-27
Pelo que observel. A Sra. Guedes e o Sr. Chris descansaram por pelo menos uma hora Uma hora.
Os dedos de Noe Serpa se juntaram em um punho, e uma emo??o Inesperada passou por seus olhos,
rapidamente reprimida.
O homem parecia nunca ser afetado por ningu¨¦m e, reunindo seus pensamentos, caminhou
indiferentemente at¨¦ a jan do ch?o ao teto de seu quarto de hotel, contemndo a noite.
Do outrodo, In¨ºs e Chris estavam a caminho do bar, seguindo o endere?o que Bruna havia lhes
dado. Quando chegaram, Bruna estava esperando na porta, um cigarro entre os l¨¢bios
vermelhos, soprando an¨¦is de fuma?a habilidade, os olhos semicerrados, sem nenhum tra?o
da elegancia que tinha na reuni?o da tarde, parecendo uma pequena hooligan.
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In¨ºs se aproximou, e Bruna soprou a fuma?a em seu rosto, provocando um tom fr¨ªvolo: ¡°E ai,
gatinha, veio beber sozinha?¡±
Chris, logo atr¨¢s d, disse: ¡°Eu tamb¨¦m estou aqui¡°.
¡°¨®timo, Chris¡± ¨C Bruna piscou para ele: ¡°voc¨º veio se juntar a n¨®s?¡±
¡°Sim, faz tempo que n?o venho a lugareso este¡± ¨C Chris sorriu: ¡°Quando eu era mais jovem, vivia
em bares. Agora que estou mais velho, sinto falta dessa emo??o. Vamos l¨¢, voc¨º tem algum amigo
aqui dentro?¡±
Bruna passou o bra?o em volta do ombro de In¨ºs, olhou para Chris e disse: ¡°ro, para receber In¨¦s,
com certeza ser¨¢ especial.¡±
Cap铆tulo 132
Cap¨ªtulo 132
Capitulo 132
In¨¨s finalmente entendeu o que Bruna queria dizer uma recep??o adequada.
mal tinha se sentado no sal?o do bar e j¨¢ apareceu uma fileira de jovens gatos, todos mais bonitos
do que os outros, cada um deles um colirio para os olhos, que se sentaram ao redor de In¨ºs sem
cerim?nia, fazendo mais rde do que Bruna fizera da ¨²ltima vez, chamando¨Ca carinhosamente de
¡°irm?¡°.
In¨ºs sentiu um arrepio percorrer sua pele, mas Chris j¨¢ estava brilhando, se enturmando os
rapazes e, ao som da m¨²sica eletr?nica pulsante, todos os desejos obscuros de seu cora??o pareciam
ganhar vida. Sob as luzes coloridas, os rostos de todos se transformavam, entre risos e xingamentos,
como atores em um palco.
In¨ºs sempre achou que aquele bar erao um purgat¨®rio na Terra, onde todos usavam m¨¢scaras de
entidades m¨ªticas, revezando¨Cse no palco da vida, ampliando todos os sentidos, bebendo,
esbanjando, desperdi?ando a vida em busca de prazeres momentaneos naquele lugar onde as almas
n?o encontravam paz, afundando repetidamente no abismo.
Os homens ao seu redor insistiam para que bebesse, e In¨ºs, incapaz de recusar, sorria- e se
afastava ou, quando n?o haviao, bebia. Quando a bebida descia por sua garganta, parecia que
sua alma flu¨ªa o ¨¢lcool, deixando seus l¨¢bios silenciados. riu, apoiando¨Cse no homem ao seu
lado, na luz que alternava entre brilho e sombra, metade c¨¦u e metade inferno..
Noe Serpa e Teodoro Farnese foram chamados por amigos para o bar e, Inesperadamente,
encontraram In¨ºs ali. Naquele momento, estava encostada em outro homem, os l¨¢bios
vermelhos e brilhantes devido ¨¤ bebida, parecendo uma fada da noite. Noe Serpa sentiu um n¨® na
garganta sem perceber, e logo seu olhar se tornou mais pesado.
In¨ºs sentiu o olhar ardente sobre e levantou a cabe?a, encontrando os olhos do homem.
arqueou levemente as sobrancelhas,o se n?o tivesse visto nada, el passou facilmente o copo de
bebida para os l¨¢bios do homem ao seudo, um gesto que parecia ter sido ensaiado muitas
vezes.
Noe Serpa se aproximou, seguido de perto por Teodoro Farnese. Chegaram ao sal?o de In¨ºs, que riu
levemente e perguntou: ¡°Voc¨º vai se sentar e tomar umaigo?¡±
Noe Serpa a encarava fixamente, tentando encontrar algo diferente em seu rosto, mas n?o havia
nada. In¨ºs, provavelmente j¨¢
O b¨¦bada, sorria para eles descaradamente e disse
suavemente: ¡°Est?o me procurando por algum motivo?¡±
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Com um sorriso sarc¨¢stico, Noe Serpa respondeu: ¡°In¨ºs,o eu subestimei sual capacidade de
seduzir homens?¡±
Isso fez In?s rir novamente. se apoiou no ombro do homem ao seudo, um ar
11 28
ncantador ¡°Noe Serpa, desde quando quem eu seduzo ¨¨ da sua conta?
Noe Serpa sentiu uma pontada de ci¨²me e avan?ou rapidamente, agarrando o pulso de In¨ºs. O riso
d desapareceu e seu olhar se fixou nele enquanto implorava, pvra por pvra: ¡°Por favor, me
solte¡°.
In¨ºs!¡± Noe Serpa levantou a voz, frustrado por se sentir t?o irritado a cena. Por que o iodava
tanto v¨º nos bra?os de outro homem?
Com o cora??o apertado e sem encontrar uma sa¨ªda, Noe Serpa apertou ainda mais o pulso de In¨ºs,
causando¨Clhe uma dor que a fez recobrar um pouco da sobriedade. se levantou e o empurrou
for?a: ¡°Eu disse para me soltar!¡±
Durante todo o incidente, Teodoro Farnese permaneceu em sil¨ºncio atr¨¢s deles, mas seus olhos em
In¨ºs eram profundos e perigosos.
Cap铆tulo 133
Cap¨ªtulo 133
Capitulo 133
Noe Serpa parecia furioso enquanto arrastava In¨ºs for?a em dire??o ao assento, Bruna se
levantou rapidamente e chamou sua aten??o, recebendo um olhar frio de Noe Serpa.
Ele sequiava In¨ºs firmeza, sem solt¨¢, e as outras pessoas no assento tamb¨¦m se levantaram.
Todos pensaram que uma briga estava prestes a acontecer e tentaram se ofastar.
Bruna ficou os olhos vermelhos de raiva e apontou para Noe Serpa: ¡°Solte In¨ºs agora mesmo!¡±
Noe Serpa riu friamente: ¡°Com que autoridade voc¨º me d¨¢ ordens?¡±
Bruna riu indigna??o: ¡°E que autoridade voc¨º a levou embora, Noe Serpa? No passado,
voc¨º mesmo a rejeitou, e agora est¨¢ correndo atr¨¢s d?¡±
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Noe apenas riu a resposta afiada de Bruna. In¨ºs tentava se soltar, mas ele n?o permitia. Ele a
arrastou para fors
¡°Sabendo que todos est?o observando, voc¨º deve seportar!¡± ¨C Noe a puxou para o corredor de
seguran?a, fechando a porta for?a, impedindo os olhares curiosos de todos.
A m?o dele j¨¢ estava no pesco?o d, apertando intimidade amea?adora. In¨ºs riu ironicamente:
¡°Noe Serpa, voc¨º quer me desrespeitar de novo, n?o ¨¦?¡±
Noe estremeceu e baixou o olhar para a mulher em seus bra?os.
Instintivamente, ele n?o queria que ningu¨¦m visse seu estado de embriaguez, por isso queria mant¨º¨C
la isda.
O que era esse pensamento e que impacto ele teve sobre Noe?
De repente, ele soltou In¨¦s, que se agachou segurando o pesco?o, derramando l¨¢grimas involunt¨¢rias,
olhou para Noe olhos vermelhos e disse apenas uma pvra: ¡°V¨¢
embora!¡±
A paci¨ºncia de Noe se esgotou e, quando seu orgulho foi repetidamente ignorado, ele agarrou a frente
da blusa de In¨ºs e a empurrou para baixo, beijando¨Ca for?a.
No momento em que sua boca foi invadida, In¨ºs virou o rosto bruscamente, sua voz final e fraca
soandoo uma ¨²ltima defesa: ¡°Me solte! Estou nojo!¡±
Noe, fora de controle, deu¨Clhe um tapa no rosto.
O tapa deixou Ines atordoada, as roupas desarrumadas e os olhos vermelhos,
sentindo uma dor intensa na metade do rosto e nos ouvidos. Quando recuperou a consci¨ºncia,
segurou o rosto, tremendo.
Noe ficou assustado e imediatamente agarrou os ombros d, mas as pvras de desculpas que
estavam em sua lingua n?o sabiamo ser expressas, ele estavai medo, vendo a express?o no
rosto de In¨ºs no momento em que levantou a cabe?a,o uma faca cortando seu cora??o!
¡°Voc¨º¡¡±
In¨ºs afastou a m?o de Noe um gesto brusco, quase caindo para frente. Noe a segurou p
cintura por tr¨¢s, mas se debateu todas as for?as, a dor em seu rosto se espalhando para o
cora??o, que se tornou insens¨ªvel. O olhar frio que deu a Noe deixou¨Copletamente
perturbado. Erao uma luta, fugindo e ele perseguindo ¨C at¨¦ que algu¨¦m abriu a porta do
corredor de seguran?a e a luz inundou o espa?o. In¨ºs caiu nos bra?os de Teodoro Farnese!
Ele olhou para a mulher que trope?ara em seus bra?os, levantou metade do rosto inchado d e riu
significativamente: ¡°Voc¨º foi atingida e veio procurar consoloigo?¡±
Ele tamb¨¦m n?o era seu verdadeiro amor!
In¨ºs se afastou rapidamente, passos apressados,o se estivesse fugindo para salvar sua
vida, desaparecendo no meio da multid?o, enquanto Noe saiu correndo atr¨¢s d.
Cap铆tulo 134
Cap¨ªtulo 134
Cap¨ªtulo 134
Cade as pessoas?¡±
O homem olhou para os olhos azuis¨Cesverdeados de Teodoro Farnese, perguntando
ansiosamente.
¡°Eles voltaram.¡±
Teodoro Farnese soltou uma leve risada: ¡°Noe Serpa, voc¨º est¨¢ realmente deslumbrante, n?o est¨¢?¡±
Noe Serpa empalideceu, sentindoo se toda a sua energia tivesse sido sugada de repente. Parado
ali, um sentimento de perplexidade tomou conta dele.
Com as m?os cruzadas sobre o peito, Teodoro Farnese ergueu as sobrancelhas e perguntou: ¡°Se n?o
me engano, voc¨º estava ficando raiva de uma mulher que n?o queria antes?¡±
Incapaz de responder, Noe Serpa ficou chocado sua pr¨®pria falta de controle, a ponto de ter feito
tal coisa!
O sil¨ºncio do homem fez que o olhar de Teodoro Farnese se aprofundasse: ¡°Noe Serpa, eu
pensei que voc¨º nunca se interessaria por uma mulhero essa.¡±
Noe Serpa rapidamente negou: ¡°Interessado? Por ? merece isso?¡±
As tr¨ºs perguntas ret¨®ricas fizeram que as sobrancelhas de Teodoro Farnese se arqueassem
ainda mais: ¡°Nesse caso, n?o precisava tanto rde.¡±
Ele permaneceu os bra?os cruzados, mas a imagem de In¨ºs se jogando em seus bra?os
l¨¢grimas nos olhos passou involuntariamente por sua mente. O homem reprimiu seus pensamentos e
disse calmamente: ¡°Para uma mulhero essa, tenho muitas maneiras de fazer que n?o
tenha escolha a n?o ser obedecer¡°.
Ao pronunciar as ¨²ltimas pvras, ele quase soletrou cada letra,o se quisesse esmagar todo o
orgulho de In¨ºs. Noe Serpa, observando o rosto de Teodoro Farnese, sentiu uma estranha irrita??o
surgir novamente.
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In¨ºs tinha voltado mais cedo porque apanhia de Noe Serpa a deixava sem animo. Despediu¨Cse
de Bruna e foi sozinha ao estacionamento subterraneo. n?o tinha carro; s¨® queria respirar um
pouco, pois estava prestes a sufocar a press?o. Por pouco n?o se afogou naqueles olhos de Noe
Serpa.
Seus dedos ainda tremiam. O medo que sentia por Noe Serpa j¨¢ estava entranhado em seus ossos,
tornando¨Cse um h¨¢bito instintivo. Abra?ando a si mesma no sil¨ºncio do estacionamento vazio, se
apoiou na parede e soltou um rugido sem sentido.
11:28
Quantas vezes mals¡ Quantas vezes mais teria que enfrentar essa dor entes de poder sair dessa
sombra?
Noe Serpa, qu?o frio e duro meu cora??o teria que se tornar para suportar suas feridas, vez ap¨®s vez?
As l¨¢grimas de In¨ºs cm incontrvelmente enquanto respirava for?a, seu cora??o batia em
espasmos dolorosos. Como um animal feridombendo suas feridas na solid?o, s¨® podia confiar
em si mesma; ningu¨¦m era seu salvador.
Foi nessa coincid¨ºncia que Teodoro Farnese se despediu de Noe Serpa e acabou vendo aqu figura
fr¨¢gil no estacionamento.
In¨ºs estava se rpondo e prestes a chamar um t¨¢xi quando viu algu¨¦m se aproximando. O passo
era lento e elegante. Ao se aproximar, viu aqueles olhos. verde¨Cesmeralda brilhando um
brilho intimidador.
Teodoro Farnese, seus cabelos louro¨Cacinzentados presos em uma tran?a despretensiosa, tinha
um rosto bonito e andr¨®gino que se destacava ainda mais em sua pele p¨¢lida.
Ele se aproximou, assobiou e colocou as m?os nos bolsos: ¡°O que est¨¢ fazendo aqui? Achei que fosse
correr para algu¨¦m para chorar suas m¨¢goas.¡±
O sarcasmo em suas pvras fez In¨ºs franzir a testa. estava prestes a sair quando ele a chamou.
¡°Oi, In¨ºs.¡±
s vezes
Ele raramente a chamava pelo nome dessa forma. Na maioria ele se dirigia a um tom
brincalh?o e provocador. Mas agora, havia uma seriedade ium em sua voz. In¨ºs parou
involuntariamente e o ouviu continuar: ¡°Voc¨º se lembra do que mais aconteceu quando voc¨º empurrou
Acelina h¨¢ cinco anos?¡±
Por que ele de repente tocou nesse assunto?
In¨ºs virou as costas, respondendo friamente: ¡°Desculpe, eu realmente n?o quero fr
sobre isso voc¨º¡°.
Terminando de fr, deixou o estacionamento uma velocidade que parecia estar fugindo de
uma enchente.
Teodoro Farnese observava friamente enquanto se distanciava; seu celr no bolso vibrou,
sinalizando uma nova mensagem. O homem o pegou e baixou o olhar, suas longas pestanas
tremendo levemente, ramente surpreso pelo conte¨²do Inesperado da
mensagem.
¨¤ noite, a lua crescente pendurada no alto, a cidade respirava aliviada enquanto mergulhava na
festividade final. In¨ºs saiu do estacionamento pelo elevador e voltou ao bar, depois deixou o
estabelecimento lotado. A mulher tinha um rosto delicado que atra¨ªa
11:28
constantes tentativas de conversa, mas as ignorava sem exce??o, seu olhar frio e distante ao sair
do bar,o uma estranha que n?o se encaixava ¨C ligou para Chris para avis¨¢¨Clo que estava indo
embora mais cedo e depois pegou um t¨¢xi para casa.
No caminho de volta, In¨ºs franziu a testa, ramente iodada o cheiro de cigarro e ¨¢lcool do
bar, mas se sentiu melhor assim que entrou no carro. abaixou a jan e, ¨¤ luz da lua, seu rosto
p¨¢lido assumiu a express?o de algu¨¦m que est¨¢ segurando algo.
Chegando em casa, In¨ºs pagou o t¨¢xi de maneira eficiente e caminhou rapidamente para dentro. O
mal¨Cestar que sentira no bar havia diminu¨ªdo o vento noturno, mas ainda assim deixava n uma
sensa??o de desconforto.
Uma sensa??o que lhe fazia arrepiar da cabe?a aos p¨¦s. E essa sensa??o n?o lhe era estranha.
Cap铆tulo 135
Cap¨ªtulo 135
Cap¨ªtulo 135
In¨ºs voltou para casa e caiu no sono. No dia seguinte, levantou¨Cse e foi at¨¦ a farm¨¢cia. prou
algumas coisas de uma vez, saiu e voltou para casa. Em seguida, usou um teste de gravidez para
fazer o exame.
Uma linha era ramente vis¨ªvel, enquanto a outra linha era quase impercept¨ªvel. In¨ºs testou tr¨ºs
marcas diferentes de testes de gravidez queprou, e todos os resultados mostraram essas duas
linhas delicadas.
ficou um pouco apreensiva, pois nunca tinha passado por essa situa??o antes. Quando estava
gr¨¢vida de Amado, o resultado foi imediato. Sentindo¨Cse ansiosa, decidiu ligar para Bruna para
perguntar se estava dispon¨ªvel.
In¨ºs contou a Bruna o que estava acontecendo e sua amiga insistiu que s fossem ao hospital para
verificar se In¨¨s realmente estava gr¨¢vida. Bruna tirou uma folga e foi de t¨¢xi at¨¦ a casa de In¨ºs. Em
seguida, as duas mulheres pegaram um t¨¢xi juntas para o hospital.
Quando chegou l¨¢ para se registrar, In¨ºs encontrou o mesmo m¨¦dico que a havia atendido quando
teve febre da ¨²ltima vez. Ele a olhou de cima a baixo enquanto e Bruna estavam na f da
ginecologia, sem perceber que algu¨¦m as estava observando. Quando chamaram seu n¨²mero, o
m¨¦dico observou In¨ºs entrar e, ap¨®s uma longa pausa, tirou o celr do bolso e discou um n¨²mero.
Naquele momento, Noe Serpa estava deitado na cama, sem ir trabalhar naquele dia, revirando¨Cse
sem descanso. Foi quando seu celr tocou; quando ele verificou, viu que era o irm?o de Silvano,
ent?o atendeu imediatamente: ¡°Oziel, voc¨º est¨¢ me procurando para alguma coisa?¡±
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Oziel, o celr em uma m?o e a outra no bolso do jaleco branco, caminhou pelo corredor do
hospital, chamando a aten??o de v¨¢rias enfermeiras sua estatura alta: ¡°Eu vi a In¨¦s aqui.¡±
Era raro ouvir esse nome sair de sua boca. Noe Serpa estreitou os olhos: ¡°O que voc¨º quer dizer
isso?¡°.
¡°Eu vi e outra mulher se registrando na ginecologia.¡± ¨C Oziel disse calmamente: ¡°Ent?o decidi ligar
para voc¨º¡°.
Ginecologia?
Como se uma cena tivesse passado de repente p mente de Noe Serpa, ele se levantoul da cama,
com uma express?o de choque no rosto, e a voz do homem involuntariamente ganhou peso: ¡°Me de o
endere?o, estou indo agora mesmo!¡±
Enquanto isso, In¨ºs estava sentada diante do m¨¦dico Bruna ao seudo, ouvindo a
11:28
explica??o sobre os resultados dos testes de gravidez. O m¨¦dico ajustou seus ¨®culos e falou
experi¨ºncia: ¡°Bem, sugiro que voc¨º fa?a primeiro um exame de urina e depois um exame de sangue.
Enquanto digitava, a m¨¦dica levantou a cabe?a e perguntou: ¡°Quando foi a sua ¨²ltima menstrua??o?¡±
In¨ºs pensou por um momento e forneceu uma data. O m¨¦dico calculou: ¡°J¨¢ s?o quarental dias desde
a sua ¨²ltima menstrua??o.¡±
In¨ºs assentiu.
Depois de fr, o m¨¦dico olhou para In¨ºs e notou que estava panhada por uma jovem, ent?o
perguntou: ¡°E o seu namorado?¡±
Namorado?
In¨ºs empalideceu um pouco: ¡°Eu n?o tenho namorado¡¡°.
¡°Se voc¨º n?o tem namorado, n?o deveria se meter em encrencas¡± ¨C o m¨¦dico franziu a
testa: ¡°Veja, agora voc¨º est¨¢ em apuros. As meninas devem ser mais sensatas e ficar longe de
problemas.¡±
Bruna s¨® podia consr In¨ºs para que n?o se preocupasse, e ent?o o m¨¦dico lhes entregou o
cart?o magn¨¦tico: ¡°Descam para pagar e depois fa?am o exame de urina, que fica no terceiro andar¡°.
¡°Ok, obrigado doutor.¡±
Depois que In¨ºs saiu, s ouviram o painel eletr?nico chamando o pr¨®ximo paciente. Bruna
panhou In¨ºs cuidadosamente para fazer o exame de urina e depois o de sangue. Enquanto
aguardavam os resultados, as duas passearam casualmente pelo hospital.
Cap铆tulo 136
Cap¨ªtulo 136
Cap¨ªtulo 136
Bruna perguntou casualmente,o se n?o importasse: ¡°Fol o Noe Serpa que fez isso?
In¨ºs empalideceu, ficou em sil¨ºncio por um tempo e n?o negou, murmurando baixinho:
¡°Sim¡°.
¡°Aquele desgra?ado.¡±
Bruna xingou e chutou um arbusto aodo d, depois tirou um ma?o de cigarros do bolso, mas olhou
para In¨ºs e o colocou de volta: ¡°N?o posso fumar na frente de uma mulher gr¨¢vida.¡±
In¨ºs soltou uma gargalhada: ¡°N?o acredito que voc¨º esteja se segurando¡°.
¡°O que, estou parecendo algu¨¦m sem cora??o?¡±
Bruna arqueou suas bs sobrancelhas: ¡°Aguardemos mais vinte minutos, logo o resultado sair¨¢.¡±
In¨ºs deu¨Clhe um olhar: ¡°Voc¨º parece ter mais alguma coisa para dizer?¡±
¡°E se voc¨º realmente estiver gr¨¢vida, o que vai fazer?¡±
Bruna sempre perguntava de forma t?o despreocupada, parecia estar cuidando dos sentimentos de
In¨ºs.
No entanto, In¨ºs sentiu uma pontada no cora??o ao ouvir essa pergunta.
sorriu de forma negativa: ¡°Livre¨Cse de mim, o que mais eu poderia fazer?¡±
Bruna colocou o bra?o em volta do pesco?o d: ¡°S¨¦rio, voc¨º poderia ter outro, usar a crian?a para
chantagear Noe Serpa, n?o seria legal?¡±
¡°As mulheres s?o realmente venenosas.¡±
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In¨ºs sorriu conhecimento de causa: ¡°Voc¨º ¨¦ cruel.¡±
¡°Se eu n?o fosse, n?o sobreviveria.¡±
Bruna piscou para : ¡°Em breve o segundoo da familia Serpa estar¨¢ em seu ventre e voc¨º ter¨¢
Noe Serpa na palma da sua m?o, n?o ¨¦?¡±
falou uma naturalidade impressionante,o seentasse sobre o tempo.
In¨ºs riu da ideia: ¡°Acabar Noe Serpa? Como assim?¡±
¡°Deix¨¢¨Clo na mis¨¦ria! Sem esposa e filhos! Separado pelo destino!¡±
Bruna parecia n?o estar satisfeita e chutou for?a as ntas aodo do canteiro: ¡°S¨® assim para
pagar pel¨® que ele fez a voc¨º!¡±
A puni??o ¨¦ a ¨²nica maneira de fazer as pazes, n?o o perd?o.
11-20 1
In¨ºs bn?ou a cabe?a a disse suavemente: ¡®¨¦ melhor desistir, trazer a crian?a ao mundo fa
que carregasse o ¨®dio de nossos pais, seria injusto .
Bruna acariciou a bochecha de In¨ºs: ¡°Voc¨º realmente ¨¦ uma boa pessoa. Se dependesse de mim, eu
n?o me importaria a crian?a, seria apenas minha arma contra Noe Serpa.
Vingan?a contra Noe Serpa?
Essas pvras foram t?o chocantes.
In¨ºs sorriu, algumas pessoas s?o t?o consumidas pelo ¨®dio que nem se importam mais o perd?o.
¡°¨¦ melhor eu desistir, mesmo que eu n?o pense na crian?a, eu tenho que pensar em mimi mesma,
acumr um pouco de bondade.¡±
In?s olhou para o horizonte indiferen?a: ¡°N?o quero que meu filho sofra tanto, s¨® de pensar em
Amado, meu cora??o d¨®i.¡±
¡°Esse danado do Amado, nem seio voc¨º o teve.¡± ¨C Bruna caminhou In¨ºs de volta para o
interior, conversando enquanto andavam: ¡°T?o jovem e j¨¢ t?o maduro, at¨¦ d¨¢ medo.¡±
¡°A culpa ¨¦ minha.¡±
In¨ºs soltou as pvras um suspiro, era essa realidade que havia for?ado seu filho a crescer t?o
r¨¢pido, sua incapacidade de proteg¨º¨Clo e garantir¨Clhe uma infancia feliz e alegre que havia feito
Amado t?o sensato.
As duas voltaram ao sagu?o para pegar o resultado do exame, que saiu ao mesmo tempo que o
exame de
sangue. In¨¦s o segurou em suas m?os e s voltaram para a porta do consult¨®rio do ginecologista. O
m¨¦dico pegou o papel e o examinou,
¡°Venha ver o resultado, parece que voc¨º est¨¢ mesmo gr¨¢vida¡°.
O m¨¦dico olhou para In¨ºs e perguntou: ¡°Voc¨º quer ficar a crian?a?¡±
In¨ºs hesitou e respondeu sem pensar: ¡°Acho que n?o.¡±
¡°Vai interromper? Quer fazer por medicamento ou procedimento cir¨²rgico? J¨¢ fez isso
antes?
Cap铆tulo 137
Cap¨ªtulo 137
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Uma s¨¦rie de perguntas fez que In¨¨s mal tivesse tempo para reagir, limitando¨Cse a responder de
acordo as instru??es do m¨¦dico: ¡°Sim, j¨¢ tive um filho, foi uma ces¨¢rea¡¡±
Voc¨º l¨º teve um filho antes?¡±
O m¨¦dicon?ou um olhar estranho para In¨ºs: ¡°E seu ex¨Cnamorado, onde ele est¨¢?¡±
Bruna n?o suportou ouvir isso e interrompeu asperamente: ¡°Ele est¨¢ morto.¡±
No caminho para o hospital, Noe Serpa espirrou de repente enquanto dirigia.
Desde que Bruna lhe contara que o namorado havia morrido, o m¨¦dico estava olhando para In¨ºs de
forma diferente, e sua voz havia se suavizado: ¡°E essa gravidez¡ tem certeza de que quer
interromp¨º?¡±
In¨¦s, ainda firme, assentiu a cabe?a: ¡°Sim, a crian?a tamb¨¦m sofreria.¡±
Ao ouvir isso, o m¨¦dico de repente sentiu uma onda de simpatia por , uma mulher lutando sozinha
com um filho, ee?ou a lhe dar um monte de conselhos sobreo se cuidar. No final, ele marcou
um hor¨¢rio para : ¡°Um aborto, certo? Sugiro que fa?a o procedimento que preserva o ¨²tero, ¨¦ mais
caro, mas ¨¦ o menos invasivo.¡±
¡°Ent?o, vamos fazer esse¡± ¨C concordou In¨ºs: ¡°N¨®s podemos ir pagar agora?¡±
¡°Sim, vou preparar a papda para voc¨º¡± ¨C disse o m¨¦dico, demonstrando cuidado: ¡°Depois de pagar,
voc¨º precisar¨¢ assinar um contrato.¡±
Bruna revirou os olhos para o m¨¦dico. Desceram as escadas, pagaram e voltaram para assinar o
documento e marcar a cirurgia para a pr¨®xima semana, quando Noe Serpa
chegou.
Ele n?o sabia por que estava tanta pressa, at¨¦ saiu correndo do elevador, fazendo que uma
enfermeira que passava parasse e murmurasse: ¡°Nossa, acabei de ver um homem lindo?¡±
Quando se virou, ele j¨¢ havia desaparecido.
In¨ºs e Bruna tinham acabado de assinar os pap¨¦is para o procedimento de interrup??o da gravidez
quando Noe Serpa chegou ao sagu?o. Assim que sa¨ªram, deram de cara ele.
Bruna murmurou baixinho: ¡°Olha, o namorado morto apareceu¡°.
In?s tamb¨¦m n?o parecia bem, sabendo que Noe Serpa n?o estaria ali sem um motivo, algu¨¦m deve
ter fdo ele.
Noe Serpa se aproximou de In¨ºs passosrgos e um ar imponente que abriu caminho entre as
pessoas ao seu redor. No segundo seguinte, ele falou : ¡°Voc¨º
11:29
est¨¢ gr¨¢vida?
In¨ºs empalideceu e deu alguns passos para tr¨¢s: ¡°E o que isso tem a ver voc¨º?¡±
Ele rapidamente tomou os documentos m¨¦dicos das m?os d: ¡°In¨ºs, voc¨º est¨¢ mesmo se achando,
pensando em fazer uma cirurgia sem me contar?¡±N?velDrama.Org: owner of this content.
Com tantas pessoas ao redor, In¨ºs tentou manter apostura baixando a voz: ¡°O que voc¨º quer,
afinal? Todos est?o olhando, voc¨º vai fazer um escandalo?¡±
¡°Sou eu quem est¨¢ fazendo barulho?¡±
Noe Serpa riu desd¨¦m, sua beleza se tornando ainda mais impressionante: ¡°Voc¨º acha que se eu
der um telefonema, haver¨¢ um hospital em Cidade Mar que se atrever¨¢ a
fazer o seu aborto?¡±
O cora??o de In¨ºs congelou. cerrou os punhos: ¡°O que eu fa?o minha vida n?o ¨¦ da sua
conta, Noe Serpa. N?o seja presun?oso!¡±
¡°Se sou presun?oso ou n?o, veremos quando a crian?a nascer.¡±
Ele sorriu amargamente para : ¡°In¨ºs, voc¨º ¨¦ mesmo cruel. ¨¦ uma vida que estamos fndo, voc¨º
quer assim, silenciosamente, tir¨¢? Ou ser¨¢ que voc¨º, uma mulhero voc¨º, j¨¢ fez isso tantas
vezes que nem se importa mais?¡±
A humilha??o de Noe Serpa era mais profunda e dolorosa do que qualquer outra que
tivesse sofrido.
Com os olhos vermelhos, Bruna n?o conseguiu mais assistir e agarrou In¨ºs, tentando lev¨¢ embora,
mas Noe Serpa as impediu: ¡°A partir de hoje, In?s, voc¨º vai voltar para a fam¨ªlia Serpa at¨¦ que a
crian?a nas?a! Esque?a a ideia do aborto!¡±
¡°Voc¨º est¨¢ louco?¡± ¨C Bruna o empurro
liberdade d?¡±
De repente, v¨¢rias pessoas apareceram atr¨¢s de Noe Serpa, e ele segurou Bruna e In¨ºs firmeza,
enquanto In¨ºs gritava: ¡°N?o machuque a Bruna!¡±
¡°Se voc¨º n?o quer, ent?o deve ser inteligente o suficiente para saber o que fazer.¡± ¨C N?o havia espa?o
para qualquer outra express?o no rosto impass¨ªvel de Noe Serpa. Um olhar frio e distante foi suficiente
para que algumas pessoas se aproximassem e agarrassem os ombros de In¨ºs, cercando¨Ca. O l¨ªder
disse: ¡°Sra. Guedes, por favor.¡±
Bruna foi empurrada para odo enquanto via In¨ºs ser levada ¨¤ for?a, e gritou contra a silhueta de
Noe Serpa: ¡°Noe Serpa, se voc¨º continuar tratando a In¨ºs assim, um dia vai morrer por sua
causa!¡±
A figura de Noe Serpa se enrijeceu, mas ele n?o se virou.
Bruna, persistente, continuava gritando: ¡°Noe Serpa, voc¨º vai se arrepender! Voc¨º vai se arrepender!
O c¨¦u tem olhos, a roda do carma gira, e voc¨º ter¨¢ o que merece, mais cedo
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ou mais tarde! A figura de Noe Serpa se enrijeceu, mas ele n?o se virou
Bruna, persistente, continuava gritando: ¡°Noe Serpa, voc¨º vai se arrepender! Voc¨º vai se strepender!
O c¨¦u tem olhos, a roda do carma gira, e voc¨º ter¨¢ o que merece, mais cedo ou mais tarde!¡±
Cap铆tulo 138
Cap¨ªtulo 138
Cap¨ªtulo 138
In¨ºs fol praticamente pressionada de volta ¨¤ fam¨ªlia Serpa. Noe Serpa provavelmente estava
preocupado que Amado visse essa situa??o, ent?o quando chegaram na frente da casa da familia
Serpa, ele pediu para soltarem In¨ºs e depois sussurrou em voz baixa: ¡°Voc¨º precisa refletir sobre isso
por conta pr¨®pria, no fundo do seu cora??o.¡±
Ele estava amea?ando¨Ca.
O rosto de In¨ºs ficou p¨¢lido. Assim que a porta se abriu, Amado viu In¨¦s dodo de fora e ficou
chocado. Em seguida, l¨¢grimase?aram a escorrer dos olhos do menino enquanto ele correu para
abra?¨¢, dizendo: ¡°Mam?e! Por que demorou tanto para me visitar?¡±
O cora??o de In¨ºs do¨ªa, seus dedos tremiam enquanto abra?ava Amado: ¡°Mam?e teve muitas coisas
para resolver nesse tempo¡¡±
¡°Muitas coisas? Ocupada flertando outros homens, n?o ¨¦?¡± ¨C Noe Serpa riu friamente, e ent?o
entrou na casa. Ele olhou friamente para a cena em que m?e e filho estavam abra?ados,o se
fosse um estranho: ¡°Vou mandar algu¨¦m arrumar um quarto para voc¨º. A partir de hoje, voc¨º vai ficar
na fam¨ªlia Serpa.¡±
Ele disse isso de uma maneira at¨¦ gentil, considerando a presen?a de Amado. Em outras pvras,
In¨ºs havia perdido sua liberdade!
Ele realmente queria aprision¨¢!
In¨ºs segurou Amado sem deixar transparecer nada. O menino, percebendo algo, perguntou: ¡°Mam?e,
voc¨º est¨¢ tremendo.
¡°N?o ¨¦ nada, mam?e est¨¢ muito feliz em te ver¡¡°¨C In¨ºs acariciou o rosto de Amado: ¡°Voc¨º se
comportou bem esses dias?¡±
¡°Eu meportei bem, fui eleito l¨ªder da turma!¡±
Amado estava ansioso parapartilhar suas experi¨ºncias recentes e puxou In¨ºs para a escada:
¡°M?e, voc¨º vai morar aquiigo?¡±
O olhar puro nos olhos do menino partiu o cora??o de In¨ºs.
Eles ficaram juntos at¨¦ tarde. Depois de colocar Amado na cama e abrir a porta, In¨¦s viu Noe Serpa
dodo de fora.
Com uma express?o fria e tra?os marcantes, ele tinha um rosto que j¨¢ a havia levado ao desespero
em seus sonhos. nunca havia sido p¨¢reo para ele, uma pena para os belos olhos de Noe Serpa¡
Sob aqu fachada imponente, o que mais ele poderia esconder sen?o um cora??o cruel e
impiedoso?
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quarto ¨¨ do outrodo do corredor.
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Noe Serpa falou friamente: ¡°O Amado j¨¢ est¨¢ dormindo?*
Ines apenas respondeu e salu.
A voz de Noe Serpa soou novamente: ¡°N?o pense em fugir, In¨ºs. Voc¨º vai ter esse filho de qualquer
jeito!¡±
In¨¨s cobriu a barriga, sentindo uma onda de desespero: ¡°Noe Serpa, voc¨º acha me contrr s¨®
porque estou gr¨¢vida?¡±
que pode
Houve um raro vislumbre de descontrole nos olhos de Noe Serpa: ¡°In¨ºs, voc¨º realmente n?o quer ter
esse filho?¡±
¡°Tudo que tem a ver voc¨º me enoja!¡±
gritou, incapaz de conter a raiva. Noe Serpa pegou todos os seus meios deunica??o, cada um
deles! Ele queria confin¨¢, aprision¨¢ novamente!
Arrastando In?s para o quarto, ele bateu ¨¤ porta e segurou o queixo d for?a: ¡°Minha paci¨ºncia
¨¦ limitada, n?o se deixe enganar por estar gr¨¢vida!¡±
¡°Ah, ¨¦ mesmo?¡± ¨C In¨¨s sorriu sarcasticamente: ¡°Ent?o por que voc¨º n?o me deixa fazer um aborto?
Noe Serpa, voc¨º se importa? N?o me diga que se apaixonou por mim!¡±
O sorriso ir?nico da mulher erao agulhas nos ouvidos de Noe Serpa. Ele apertou at pele de In¨ºs
com tanta for?a que gemeu de dor e, uma risada mais fria, saiu e trancou a porta por fora.
Desesperada, In¨ºs caiu da cama ee?ou a bater na porta: ¡°Noe Serpa! Que direito voc¨º tem de
fazer issoigo? O que lhe d¨¢ o direito de me prender?¡±
No entanto, o som da porta trancada dodo de fora continuou sem pausa, In¨ºs gritou
Cap铆tulo 139
Cap¨ªtulo 139
Cap¨ªtulo 139
No entanto, o chamado de In¨ºs n?o foi capaz de reverter os passos da partida daquele homem. Noe
Serpa partiu assim, deixando In¨ºs paralisada observando a grade de prote??o da jan, sentindo¨Cse
como se estivesse sendo novamente confinada em uma pris?o.
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Os dias sombrios sem um pingo de luz sr voltaram ¨¤ mente de In¨ºs quando menos esperava, e
as humilha??es sofridas na pris?o a mergulharam mais uma vez em um abismo de terror.
In¨ºs se enrolou no ch?o, sem for?as nem mesmo para ir para a cama. Ficou deitada, abra?ada a si
mesma, p¨¢lida, gotas de suor do tamanho de feij?es escorrendo p pele, murmurando em
choque: ¡°Abra a porta¡¡°. Abra a porta¡ Me deixe sair¡¡±
¡°N?o fui eu¡ Eu n?o sou o culpado¡ deixe¨Cme sair¡¡±
As l¨¢grimas de In¨ºs escorriam incontrvelmente, seu olhar se encheu de imenso pavor,o se
estivesse sendo torturada, gritava por socorro repetidas vezes no ar: ¡°Socorro¡ n?o me
prendam¡ Eu n?oeti nenhum assassinato¡ n?o fui eu¡
socorro¡¡±
Seu mundo ca¨ªa novamente em um pesadelo, aquele tipo de h¨¢bito que pra nos ossos, mesmo
que voc¨º j¨¢ tenha esquecido, o corpo se lembra, por isso a rea??o. condicionada, por isso a resposta
instintiva. se abra?ou t?o forte que as juntas de seus dedos ficaram esbranqui?adas.
Mas In¨ºs n?o sabia que o quarto era ¨¤ prova de som, e por mais que gritasse desesperadamente por
ajuda, ningu¨¦m viria resgat¨¢.
No final daqu escurid?o, n?o havia ningu¨¦m esperando por ele.
¡°Socorro¡¡± ¨C No ponto de n?o retorno, In¨ºs apertou o peito e respirou fundo, quase engasgando, a
depress?o estava destruindo sua vida, e e?ou a ter alucina??es, vendo seu irm?o sorrindo
para , os olhos vazios: ¡°Irm?o¡ Eu realmente n?o matei ningu¨¦m¡¡±
Noe Serpa s¨® abriu a porta do quarto na noite seguinte, pensando que um dia de confinamento
acalmaria In¨ºs, mas n?o esperava que a cena que encontrou fosse t?o
chocante.
In¨ºs estava no ch?o, um peda?o de um abajur quebrado preso na m?o esquerda, t?o fundo que
estava enterrado na carne da palma da m?o, enquanto no pulso direito havia uma cicatriz nova e
gritante!
Sangue, que em algum momento foi derramado no ch?o¡
Naquele instante, a alma de Noe Serpa foio se tivesse sido atingida por um martelo, seu cora??o
batendo violentamente, os dedos tremendo, e ent?o ele gritou: ¡°In¨ºs!¡±
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Be correu at¨¦ , levantando¨Ca do ch?o, o sangue fresco ainda n?o havia secado, manchando¨Co
completamente. Noe Serpa, os olhos vermelhos, salu correndo da casao um louco,
chamando a empregada: ¡°R¨¢pido! Chame o 1921¡±
Amado ouviu o barulho e saiu para ver o que estava acontecendo, mas antes que pudesse entender,
viu o homem que ele chamava de pai carregando sua m?e para fora da casa.
¡°Minha m?e est¨¢ problemas?¡±
¡°N?o se preocupe, senhorzinho, o Sr. Serpa j¨¢ est¨¢ cuidando de tudo.¡± ¨C A empregada s¨® podia
segur¨¢¨Clo para que n?o visse aqu cena.
O garoto olhou para o ch?o e viu gotas de sangue se espalhando na dire??o da porta da frente.
Naquele momento, um ¨®dio profundo surgiu nos olhos de Amado¡
A empregada se assustou Amado, o olhar que elen?ou fez que sentisse um cfrio na
espinha.
Era apenas uma crian?a de cinco anos, mas por que¡ por que ele tinha um olhar t?o
aterrorizante?!
Cap铆tulo 140
Cap¨ªtulo 140
Cap¨ªtulo 140
In¨ºs permaneceu inconsciente por dols longos dias. Noe Serpa havia chegado ao hospital no meio da
noite, coberto de sangue, carregando¨Ca nos bra?os. Com uma liga??o, Oziel salu correndo de sua
casa e adentrou a s de cirurgia, franzindo o cenho ao observar a situa??o l¨¢ dentro.
*Sua ex¨Cesposa tem depress?o?¡± ¨C questionou Oziel, vestindo um jaleco branco ap¨®s o fim da
cirurgia.
Noe Serpa ficou em sil¨ºncio por um longo tempo antes de dizer: ¡°Sim.¡±
Oziel riu silenciosamente: ¡°Ent?o, parab¨¦ns! Se voc¨º queria que morresse, por que se deu ao
trabalho de traz¨º para o hospital? N?o seria melhor esperar mais alguns minutos para que
morresse de uma vez?¡±
Noe Serpa sentiu uma pontada no peito e rapidamente retrucou: ¡°Por que est¨¢ me acusando de querer
mat¨¢?¡±
¡° tem depress?o.¡±
Oziel lutava para manter a voz calma: ¡°Eu juro, se n?o fosse por algo que voc¨º fez para pression¨¢
ou para que a doen?a d piorasse, nunca teria tentado se machucar! Voc¨º n?o sabe que, no
momento em que se cortou, j¨¢ n?o queria mais viver?¡±
Quando Oziel terminou de fr, estava quase gritando, n?o entendendoo Noe Serpa, se amava
In¨ºs, por que a havia mandado para a pris?o cinco anos atr¨¢s. E se n?o a amava, por que parecia se
importar tanto? O que ele realmente queria?
Noe Serpa ficou p¨¢lido o grito de Oziel, ficando onde estava: ¡°Eu n?o¡ N?o a forcei¡ Eu s¨®
queria que ficasse a fam¨ªlia Serpa¡°.
H¨¢ cinco anos, no c¨ªrculo dos herdeiros ricos, In¨ºs sempre fora uma pessoa respeitada. Mesmo
depois do incidente de cinco anos atr¨¢s, muitos a ajudaram. Oziel tamb¨¦m mantinha um respeito
reverente por In¨ºs. Depois de passar por tanta coisa e ainda conseguir chegar at¨¦ aqui, j¨¢ era forte
de uma forma que ningu¨¦m poderia imaginar. Mas, mesmo assim, essa mulher forte foi levada ¨¤ beira
do cpso, repetidas vezes, por Noe Serpa!
Oziel perguntou suavemente: ¡°Noe Serpa, seu cora??o ¨¦ t?o cruel assim?¡±
Os olhos de Noe Serpa se contra¨ªram, oent¨¢rio de Oziel, embora n?o tenha sido alto,
o atingiuo um martelo no peito.
Ele mostrou um raro sinal de panico,o se estivesse tentando explicar alguma coisa:
¡°Eu n?o¡ Eu n?o¡¡±
¡°N?o coloque mais press?o sobre , Noe Serpa. Se In¨ºs realmenteeteu um assassinato h¨¢
cinco anos, o pre?o que pagou j¨¢ foi imenso.¡±
Oziel olhou nos olhos de Noe Serpa, procurando um sinal de remorso, mas n?o encontrou nada. Ele
continuou: ¡°Se¡ se In¨ºs n?o matou ningu¨¦m h¨¢ cinco anos. Ent?o. me diga, Noe Serpa, voc¨º ser¨¢
capaz de pagar o que deve a ?¡±
Noe Serpa estremeceu, sentindo seu sangue correr ao contr¨¢rio e um cfrio percorrer sua espinha.
Ele olhou para Oziel: ¡°Voc¨º est¨¢¡ defendendo¨Ca?¡±
¡°Estou dizendo a verdade.¡±
Oziel, as m?os nos bolsos, olhou para Noe Serpa e suspirou por ele. Talvez Noe Serpa ainda n?o
tivesse entendido seus verdadeiros sentimentos. Ent?o, Oziel deu um tapinha em seu ombro: ¡°Noe
Serpa, deixa eu te dizer uma coisa, enquanto ainda h¨¢ tempo, acerte as contas que tem para acertar.¡±
As contas a acertar, as d¨ªvidas a pagar¡ que contas ele deveria acertar In¨ºs, e que d¨ªvidas ele
deveria pagar?
Ou no
Noe Serpa entrou em uma grande epifania enquanto Oziel se afastava. Ele quarto do hospital
observando In¨ºs, que jazia p¨¢lida na cama,o se estivesse sem vida.
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Durante duas noites inteiras, Noe Serpa n?o conseguiu fechar os olhos, a mente confusa ¨¦ as
emo??es precisando de um escape.
At¨¦ que In¨ºs acordou.
Mas quando acordou, a primeira coisa que disse foi: ¡°N?o me bata! N?o me bata! Eu n?o matei
ningu¨¦m, eu n?o fiz isso!¡±
Cap铆tulo 141
Cap¨ªtulo 141
Cap¨ªtulo 141
Naquele momento, ao ver In¨ºs assustadao um p¨¢ssaro prestes a levantar voo, of cora??o de Noe
Serpa doeuo se estivesse sendo cortado.
Ele n?o sabia por que se sentia assim, mas quando viu a dor d, sentiu uma ang¨²stia semelhante¡
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In¨ºs se abra?ou, encolhida, tentando em v?o explicar: ¡°Eu n?o¡ Eu n?o matei ningu¨¦m¡¡±
Quem, cinco anos atr¨¢s, a havia empurrado para aquele turbilh?o?
Noe Serpa se aproximou e a consolou em voz baixa: ¡°In¨ºs, fui eu¡°.
In¨ºs levantou a cabe?a, olhando para Noe Serpa olhos vazios: ¡°Foi voc¨º¡°.
Aquele olhar gelou o cora??o de Noe Serpa. Eles se encararam, e In¨ºs viu seu pequeno reflexo nos
olhos dele.
disse: ¡°Noe Serpa¡ voc¨º pode me deixar, mas eu n?o posso fazer o mesmo, que pena¡°.
Que pena.
disse: ¡°Noe Serpa, n?o me atormente mais.¡±
Noe Serpa tremia, queria proteger In¨ºs, mas¡ n?o tinha coragem.
Ele n?o ousava tocar na mulher coberta de feridas.
In¨ºs segurava a barriga e perguntava: ¡°O beb¨¦ ainda est¨¢ aqui?¡±
Os olhos de Noe Serpa se encheram de l¨¢grimas e ele fechou os olhos lentamente: ¡°No inicio da
gravidez, estava muito fraca, o beb¨º n?o sobreviveu.¡±
In¨ºs sorriu, e depois veio um choro baixo.
estremeceu at¨¦ as l¨¢grimas escorrerem, chorou at¨¦ seu corpo entrar em convuls?o incontrol¨¢vel.
Atrav¨¦s das l¨¢grimas, podia ver a dor no rosto de Noe Serpa, que parecia quase feliz seu
choro.
¡°Noe Serpa, eu n?o queria essa crian?a, tudo o que tem a ver voc¨º, eu n?o quero! Esse filho s¨® ia
sofrer, eu acho bom que ele tenha ido cedo, que tenha ido bem!¡±
Noe Serpa segurou for?a os ombros de In¨ºs: ¡°O quanto voc¨º me odeia?¡°.
¡°Odiar voc¨º?¡± ¨C In¨ºs abriu bem os olhos, encarando Noe Serpa, os olhos aindacrimejando:
¡°Noe Serpa, voc¨º n?o queria que eu pagasse pelos meus pecados? Voc¨º n?o amava Acelina at¨¦ a
morte? O qu¨º, voc¨º se importa meu filho agora?¡±
¡°Voc¨º tem a coragem de mencionar Acelina!¡± ¨C Noe Serpa retrucou sem pensar: ¡°Que direito voc¨º
tem¡¡±
Mas ele parou de fr no meio da frase, as pvras dolorosas que normalmente sm facilmente
agora parem presas em sua garganta.
Por que¡ por que?
In¨¨s riu sarcasticamente: ¡°O qu¨º, voc¨º vai dizer que sou uma assassina? N?o importa, J¨¢ tirel tantas
vidas em minhas m?os, agora mais uma, a do meu pr¨®prio filho!¡±
As pvras de In¨ºs feriram os outros e a si mesma.
A dor se refletiu nos olhos de Noe Serpa, os dedos cerrados: ¡°Como voc¨º pode ser
t?o cruel!¡®
¡°¨¦ melhor ningu¨¦m ficar bom!¡±
In¨ºs riu maniacamente, sua risada atingindo a alma de Noe Serpa: ¡°Voc¨º n?o queria se vingar de
mim? N?o queria me prender? Vamos l¨¢! Noe Serpa, use todos os seus truques para me machucar!¡±
¡°Eu lhe digo, tudo o que voc¨º fez, eu me lembro de tudo, ¨¦ melhor voc¨º n?o se arrepender, sen?o n?o
serei eu, mas outros agir?o! O mundo vai agir!¡±
N?o perdoar, nunca perdoar, n?oeter os mesmos erros, n?o reconciliar, guardar toda. a dor que
ele deu, cultivar todos os erros que eleeteu. N?o lhe d¨º mais chances, n?o o deixes expiar. O que
foi perdido n?o pode ser recuperado. Se ele chegar ao
arrependimento e ¨¤preens?o no futuro, no fim, ser¨¢ devorado pelos pr¨®prios pecados que
cometeu!
Seu amor e ¨®dio haviam chegado a um beco sem saida, ent?o que se despeda?assem
completamente!
Cap铆tulo 142
Cap¨ªtulo 142
Capitulo 142
Noe Serpa sentiuo se seu sangue tivesse congdo. Olhando para a mulher ¨¤ sua frente, de
repente ele percebeuo era estranha para elo.
Desde quando havia surgido um abismo t?o grande entre ele e In¨ºs?
Noah se levantou, olhando para In¨ºs, que lhe dava a impress?o de ser algu¨¦m que ele
n?o ousava mais encarar.
Ele saiu correndo do quarto de hospital de In¨ºso se estivesse fugindo de um pesadelo. Foram
duas noites sem dormir, mas ele se sentiu derrotado no momento em que acordou.
Quando a porta se fechou, In¨ºs tamb¨¦m fechou os olhos, caindo de costas na cama enquanto as
l¨¢grimas escorriam livremente pelo seu rosto.
Noe ficou dodo de fora do quarto, a apenas alguns metros de distancia, mas sentindoo se um
mundo inteiro os separasse.
Um mundo inteiro, t?o distante que parecia inalcan?¨¢vel.
Dois dias ap¨®s ser internada, In¨ºs insistiu em ter alta. Noe tentou dissuadi sem sucesso, e Oziel
tamb¨¦m apareceu: ¡°Dizem que perder um beb¨º ¨¦o passar por um resguardo. Voc¨º quer ficar
doente de verdade?¡±
Com o rosto p¨¢lido, In¨¦s sorriu levemente: ¡°O que mais poderia acontecer este corpo?¡±
Como tudo estava destruido, talvez fosse melhor quebrar tudo de uma vez.
Oziel franziu a testa: ¡°A dor foi causada por outros, mas o corpo ¨¦ seu.¡±
In¨ºs permaneceu em sil¨ºncio, ainda determinada a receber alta. Sem alternativa, Noe concordou em
lev¨¢. Ele achava que, mesmo em casa, poderia cuidar d, mas n?o esperava que In¨ºs quisesse
voltar para sua pr¨®pria casa.
No carro, Noe olhou para . Seu rosto estava marcado p doen?a e seus olhos eram frios e
prantes: ¡°Eu disse que quero ir para casa!¡±
¡°Como voc¨º pode ir a algum lugar nesse estado?¡±
A paci¨ºncia de Noe chegou ao limite e ele explodiu: ¡°Voc¨º s¨® ficar¨¢ satisfeita quando se destruir
completamente?¡±
¡°Isso tem alguma coisa a ver voc¨º?¡±
In?s estava no banco de tr¨¢s: ¡°Voc¨º queria um filho, eu o dei a voc¨º. Voc¨º me disse que eu estava
gr¨¢vida e me for?ou a ficar a fam¨ªlia Serpa, e eu fiquei presa! Agora que
11:30
perdi o beb¨º, o que mais voc¨º pode usar contra mim?¡±
Noe sentiuo se seu cora??o tivesse sido arrancado: ¡°In¨ºs, por que voc¨º acha que minha bondade
¨¦ uma forma de chantagem?¡± ¨C Ele s¨® queria que se recuperasse bem
em casal
Mas ao ouvir isso, In¨ºs soltou uma risada amarga.
¡°Ser gentiligo? Est¨¢ brincandoigo?¡±
apertou os dedos aodo do corpo, reunindo for?as para rebater Noe: ¡°Voc¨º sempre esteve
preocupado apenas a sua Acelina, n?o ¨¦? Eu n?o era apenas uma reles na sua vis?o? Eu pensei
que voc¨º nem piscaria se eu morresse. E agora voc¨º diz que est¨¢ sendo bomigo? Que piada!¡±
A ret¨®rica de In¨ºs fez Noe pisar fundo no acelerador, e ele gritou: ¡°In¨ºs, n?o seja ingrata! Eu estou
considerando que voc¨º perdeu nosso filho¡¡±
Mas o interrompeu: ¡°Pare o carro! Pare agora!¡±
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percebeu a acelera??o e temeu ser aprisionada p familia Serpa novamente, um medo t?o
terr¨ªvel que n?o suportaria a pris?o de Noah novamente.
¡°Pare o carro!¡± ¨C gritouo um p¨¢ssaro assustado: ¡°Me deixe sair!¡±
Noah n?o deu ouvidos e acelerou ainda mais: ¡°In¨ºs, eu a aviso, a familia Serpa n?o ¨¦ um
lugar onde voc¨º pode ir e viro quiser! Se voc¨º me provocar, prepare¨Cse para enfrentar as
consequ¨ºncias!¡±
Mas o que ele ouviu em resposta foi um sussurro fraco, e antes que percebesse, Noe viul In¨ºs abrir a
porta do carro em plena estrada!
Cap铆tulo 143
Cap¨ªtulo 143
11:30
Cap¨ªtulo 143
nesl
Naquele Instante, o cora??o pulsou, Noe Serpa perdeu o controle do vnte e se inclinou para tr¨¢s
para segur¨¢: ¡°Voc¨º enlouqueceu! Voc¨º n?o se importa a sua vida?¡±
Mas no segundo seguinte, a mulher virou a cabe?a en?ou um olhar desesperado para Noe Serpa.
Um olhar carregado de desespero, e em seguida, sem hesitar, pulou diretamente para fora do
carro!
O ve¨ªculo em alta velocidade fez In¨ºs rr pelo asfalto, e o atrito feriu seu joelho, deixando um rastro
de sangue. girou e colidiu o canteiro ¨¤ beira da estrada. Noe Serpa pisou fundo no freio, mas
o carro continuou deslizando v¨¢rios metros antes de parar no acostamento. Isso demonstrava o qu?o
r¨¢pida foi a velocidade do salto d para fora do ve¨ªculo.
In¨ºs caiu no ch?o e, em seguida, agarrou¨Cse ao poste da rua para se levantar. havia machucado o
joelho, que agora sangrava, mas parecia n?o sentir dor. A mulhere?ou a correr em dire??o ¨¤ beira
da estrada, Noe Serpa logo atr¨¢s. In¨ºs sabia que n?o conseguiria alcan?ar Noe Serpa dessa
forma, ent?o parou.
parou e virou¨Cse, gritando para ele: ¡°N?o se aproxime!¡±
Naquele momento, Noe Serpa sentiu seu cora??o gr ao olhar para In¨ºs.
¡°In¨ºs¡¡± ¨C a voz do homem tremia enquanto ele a chamava: ¡°por que voc¨º est¨¢ agindo
assim?¡±
¡°Se voc¨º se aproximar, eu vou correr para a estrada e me jogar na frente dos carros!¡±
A voz d, cheia de desespero, ecoou nos ouvidos de Noe Serpa e fez todo o seu corpo
tremer.
Ele olhou para In¨ºs, seus olhos cheios de ¨®dio intenso, e perguntou: ¡°In¨ºs, voc¨º me odeial tanto
assim?¡±
A resposta veio de forma decidida, sem hesita??o alguma: ¡°Sim!¡±
Sim! o odiava! Odiava tanto que preferia morrer a voltar para ele!
admitir
Naquele momento, Noe Serpa teve que que perdeu.
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Ele perdeu para o ¨®dio profundo que via em seus olhos.
Noe Serpa, tremendo, estendeu a m?o para : ¡°In¨ºs, voc¨º est¨¢ tendo uma reca¨ªda da depress?o,
vamos nos acalmar, est¨¢ bom? Vamos para casa e conversamos¡¡±
In¨¦s riu dele: ¡°Casa? Eu n?o tenho mais casa, Sr. Serpa. Voc¨º est¨¢ decepcionado? A
fam¨ªlia Guedes se desfez cinco anos atr¨¢s.¡±
n?o era mals a mesma In¨ºs de antes!
Os anos n?o poderiam ser retrocedidos!
Noe Serpa discou discretamente um n¨²mero e enviou uma mensagem r¨¢pida aos seus, homens, sem
saber se iriampreender, e depois gritou para In¨ºs: ¡°Volta para a familia Serpal¡±
¡°Fam¨ªlia Serpa?¡± ¨C In¨ºs abanou a cabe?a: ¡°Essa casa ¨¦ tua, n?o minha.¡±
¡°Foi¡¡± ¨C Era a nossa casa. Mas Noe Serpa engasgou¨Cse estas pvras, o rosto de In¨ºs j¨¢
demonstrava que j¨¢ n?o queria qualquer envolvimento ele.
Ele n?o suportava v¨º machucada e sozinha na beira da estrada, que j¨¢ foi t?o orgulhosa e
valiosa, por que se tornou assim? Quem a trouxe a este ponto?
Noe Serpa tentava ganhar tempo, esperando a chegada dos seus homens. Eles certamente
encontrariam uma maneira de aceit¨¢ de volta, mesmo que n?o concordasse, eles a levariam ¨¤
for?a.
Ele¡ n?o queria mais deix¨¢ fora de sua vista.
Noe Serpa endureceu seu cora??o: ¡°N?o esquece que seu filho ainda est¨¢ na nossa casa!¡±
-Seu filho!
In¨ºs hesitou esta afirma??o de Noe Serpa, perdida por um momento, antes de focar o olhar: ¡°Noe
Serpa, at¨¦ quando vais usar estes truques para me for?ar? Os cora??es s?o de carne, n?o te sentes
culpado por amea?ar o Amado?¡±
Noe Serpa ficou chocado.
continuou fndo ¨C
¡°Ser¨¢ que somente quando Amado tamb¨¦m morrer, voc¨º realmente sentir¨¢ a dor?¡±
Cap铆tulo 144
Cap¨ªtulo 144
Cap¨ªtulo 144
A fel??o de Noe Serpa mudou num piscar de olhos, e In¨ºs, segurando o peito a m?o, riu da
pr¨®pria insanidade.
¡°Noe Serpa, voc¨º nem imagina a dor que eu carrego, e nem vai se dar ao trabalho de tentar entender.¡±
¡®Se voc¨º pudesse sentir s¨® um pouquinho da minha dor, nunca teria sido t?o duro ao ponto de me
empurrar para esta situa??o!¡±
In¨ºs virou¨Cse para seguir seu caminho, mas justamente nesse instante Noe Serpa notou pelo canto do
olho que seus capangas se aproximavam de carro. Ele gritou: ¡°Fique parada!¡±
Assim que In¨ºs tentou dar um passo para escapar, a voz de um homem, levada pelo vento at¨¦ seus
ouvidos, a cortouo uma lamina!
¡°N?o a deixem fugir! Capturem¨Cna!¡±
In¨ºs se assustou e, ao levantar a cabe?a, avistou as vans pretas que a cercavam, sem entendero
ou quando tinham chegado l¨¢.
foi capturada novamente pelos capangas de Noe Serpa, e dessa vez, rapidamente, amorda?aram
sua boca um pano rasgado, impedindo¨Ca de morder ou, quem sabe, de tentar morder a pr¨®pria
lingua.
Com bra?os e pernas atados, l¨¢grimas quentes escorreram enquanto seu corpo tremia, sentindo¨Cse
prestes a ser jogada de volta ¨¤qu escurid?o isda do mundo.
foi levada para dentro do ve¨ªculo, cercada por homens de ambos osdos, enquanto Noe Serpa
saia do seu carro, jogava as chaves para o motorista e sentava¨Cse aodo.
d na van.
Entre l¨¢grimas, In¨ºs viu o semnte refinado de Noe Serpa, frioo o de um dem?nio, zombando
d: ¡°Se tivesse me obedecido antes, teria evitado tanto sofrimento.¡±
Ele estava debochando de sua fraqueza e impot¨ºncia.
In¨ºs fechou os olhos, amorda?ada, incapaz de emitir qualquer som para pedir socorro, enquanto o
carro a levava cada vez mais para perto da fam¨ªlia Serpa.
Vinte minutos depois, In¨ºs estava novamente sob o dominio da fam¨ªlia Serpa, mas desta vez, Noe
Serpa n?o a confinou em um espa?o fechado, e sim a levou para um quarto.
Retirando o pano de sua boca, In¨ºs respirava dificuldade: ¡°O que voc¨º quer, afinal?¡±
Sua voz j¨¢ demonstraya um pedido de clem¨ºncia.
Noe Serpa olhou para baixo, seu olhar inadvertidamente fixado na ferida em sua perna, estalou os
dedos e algu¨¦m entrou trazendo suprimentos.
11:30
¡°Se n?o pode lutar, melhor aceitar a situa??o, ¨¦ o que algu¨¦m inteligente faria. E agora, agindo s¨® por
Instinto e impulso, o que voc¨º espera conseguir de mim?¡±
De fato, n?o possu¨ªa a resolu??o de Noe Serpa.
Existem coisas que se fazem por paix?o e impulso, mas h¨¢ outras que, mesmo
apostando a vida a inten??o de morrer, n?o conseguem superar o homem diante de
1. si.
In¨ºs sentiu um frio na perna e tremeu involuntariamente, enquanto algu¨¦m segurava sual
coxa.
Um homem pin?as limpava sua ferida algod?o embebido em ¨¢lcool, cuidadosamente
tratando¨Ca antes de finalmente cobrir a les?o uma bandagem e fita
adesiva.
Apaix?o que ele mostrava naquele momento erao um veneno cruel derramado na garganta
de In¨ºs, que, os olhos cheios d¡¯¨¢gua, disse: ¡°Por que se faz de bom agora?¡±
Noe Serpa deu uma risada gda, olhando para : ¡°Eu nunca fui uma boa pessoa, apenas um
estorvo aos olhos alheios.¡±
In¨ºs sentia uma dor aguda no rosto sob seu olhar: ¡°Noe Serpa, afinal, o que eu te devo?¡±
Noe Serpa permaneceu em sil¨ºncio.
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¡°Eu te dei tudo, n?o sobrou nada, o que mais voc¨º quer de mim?¡±
Ainda em sil¨ºncio, Noe Serpa.
Desesperada, In¨ºs sorriu sem som: ¡°Me deixe ir, Noe Serpa. Se continuar assim, temo que nem
mesmo a vida me restar¨¢.¡±
Cap铆tulo 145
Cap¨ªtulo 145
Capitulo 145
A s¨²plica de In¨ºs para ser deixada em paz soou para Noe Serpao um estopim, e presen?a
Intensa imediatamente dominou o ambiente.
Ele agarrou o queixo de In¨ºs firmemente, dizendo cada pvra uma for?a quase brutal: ¡°Ines, at¨¦
que eu dere que tudo terminou, voc¨º n?o tem o direito de pedir para pararl¡±
Ser¨¢ que ele desejava v¨º sofrer ainda mais para se sentir realizado?
In¨ºs sorriu, sem som, desdenhando de sua crueldade: ¡°Noe Serpa, mais cedo ou mais tarde, minha
derrocada ser¨¢ por sua causa.¡±
Quando esse momento chegar, realmente n?o haver¨¢ maiso me segurar.
Noe Serpa n?o respondeu, apenas partiu, e dessa vez ele deixou a porta destrancada, provavelmente
consciente de que In¨ºs n?o teria coragem de desafi¨¢¨Clo outra vez, j¨¢ que Amado ainda estava sob seu
controle, e ele poderia esmag¨¢ sem esfor?o se quisesse.
No entanto, aqu noite reservava uma surpresa.
Eunice fez uma visita inesperada.
Noe Serpa ficou at?nito, questionando quem teria chamado Eunice e quem terial divulgado que In¨ºs
estava na resid¨ºncia.
Quando Eunice chegou ¨¤ entrada da mans?o Serpa, dirigiu¨Cse diretamente ao quarto de In¨ºs e abriu
a porta sem hesitar, Noe Serpa sem tempo de reagir.
Ao ver In¨ºs na morada de Noe Serpa, a face de Eunice se descorou.
murmurou para si: ¡°Ele n?o me enganou¡ de fato, ele n?o mentiu¡
Quem era ele? Enquanto Noe Serpa digeria sua confus?o, Eunice avan?ou e tentou desferir um tapa
em In¨ºs.
Mas no instante seguinte, a m?o ainda no ar, In¨ºs segurou seu pulso firmeza, encarando¨Ca
com um olhar intensamente frio e um sorriso sarc¨¢stico: ¡°Quer me bater?!¡±
Eunice recuou, os olhos inundados de l¨¢grimas. Apesar de ter sido a iniciar a agress?o, agora
rapidamente tentava se fazer de v¨ªtima, apontando para In¨ºs, tremendo: ¡°Por que voc¨º est¨¢ na casa
do Noe?!¡±
Era raro at¨¦ para Eunice entrar na casa de Noe Serpa, e apenas em momentos de boa vontade ele
permitia que se odasse na s. As mulheres que conseguiam entrar no quarto de Noe Serpa
eram ainda mais escassas, maso In¨ºs podia estar t?o ¨¤ vontade deitada na cama do quarto
principal?
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In¨ºs encarou Eunice, que simva desespero, e achou pat¨¦tico. Disse: ¡°Pergunte a ele, por que voc¨º
est¨¢ me perguntando?¡±
tamb¨¦m estava curiosa, por que Noe Serpa insistia em mant¨º retida na mans?o Serpal
Eunice ficou livida de f¨²ria, e Noe Serpa se aproximou, tentando acalmar os animos: ¡°Eunice, n?o
complica as coisas¡¡±
Eunice, os olhos marejados,n?ou¨Cse nos bra?os de Noe Serpa: ¡°Noe, por que tem outra mulher
na sua casa?¡±
Noe Serpa sentiu¨Cse pressionado, sem sabero justificar para Eunice, mas continuou agarrada
a ele, e os dois pareciam um casal insepar¨¢vel. In¨ºs observou a cena um sorriso ir?nico,o
uma espectadora tranqu da intimidade entre Noe Serpa e Eunice.
Seu olhar transparecia total indiferen?a.
O olhar frio e distante de In¨ºs irritou Noe Serpa, que afastou Eunice e derou: ¡° est¨¢ aqui apenas
por um tempo.¡±
Sem entrar nos detalhes.
In¨¦s soltou uma risada sarc¨¢stica. Ser¨¢ que Noe Serpa n?o percebia a hostilidade no olhar de Eunice?
via e sentia medo! Como Noe Serpa poderia ignorar as inten??es maliciosas dessa mulher t?o
astuta?
Era ir?nico que Eunice, seu rosto de apar¨ºncia inocente e ing¨ºnua. Bastava se fazer de
coitada para parecer fr¨¢gil e digna de pena. In¨ºs sacudiu a cabe?a, se a irm? de Eunice, Acelina,
soubesse, provavelmente a pessoa que morresse seria ressuscitada p raiva causada por essa irm?
com segundas inten??es.
Cap铆tulo 146
Cap¨ªtulo 146
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Noe Serpa foi provocado pelo olhar zombeteiro de In¨ºs, deixando seu rosto p¨¢lido de raiva. Em
seguida, na presen?a de In¨ºs, ele decidiu dar um beijo no rosto de Eunice, algo que ele nunca havia
feito antes. Agora, parecia que Eunice tinha recebido uma surpresa incr¨ªvel, pois seus l¨¢bios n?o
conseguiam deixar de sorrir, e seus olhos n?o paravam de olhar para In¨ºs, esperando por sua rea??o.
No entanto, In¨ºs olhava para eles um olhar frio,o se estivesse olhando para um estranho. As
intera??es entre Noe Serpa e Eunice s¨® causavam n¨¢useas n, pois seu cora??o j¨¢ estava morto,
sem emo??es.
Noe Serpa levou Eunice diretamente para outro quarto na presen?a de In¨ºs. Mas quando Eunice viu
tudo dentro do quarto infantil, finalmente entendeu. O filho de Noe Serpa era filho de In¨ºs.
Eunice sempre suspeitou disso e agora suas suspeitas foram confirmadas. Seus dedos se fecharam
rapidamente e mostrou um olhar assassino. n?o poderia deixar esse filho existir!
Enquanto observava Eunice e Noe Serpa desaparecerem de vista, a porta do quarto de In¨ºs foi aberta
novamente, mas dessa vez por uma pequena figura¡
Era Amado.
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Amado se jogou nos bra?os de In¨ºs e disse: ¡°Mam?e, o Sr. Serpa foi malvado voc¨º de novo, n¨¦?¡±
In¨ºs sorriu e arrumou o cabelo de Amado, dizendo: ¡°Mam?e n?o est¨¢ triste.¡±
¡°Mas mam?e est¨¢ triste porque o Sr. Serpa tem sido malvado voc¨º muitas vezes¡± ¨C respondeu
Amado, que ainda era jovem e n?o sabia expressar a dor muitas pvras. Ele segurou a m?o de
In¨ºs e disse: ¡°Mam?e, n?o tenha medo, em breve
estaremos juntos novamente.
¡°Eu tamb¨¦m acredito nisso ¨C afirmou In?s.
In¨ºs apertou a m?ozinha de Amado, sentindo algo estranho no olhar dele naquele dia, mas logo
desconsiderou a ideia, pensando ser apenas impress?o sua. Crian?as costumam ter profundezas que
os adultos n?opreendem.
Mas Amado logo sorriu, dissipando os pensamentos de In¨ºs: ¡°Ent?o hoje vou dormir aqui voc¨º!¡±
Ele nunca mais havia chamado Noe Serpa de pai, referindo¨Cse a ele apenaso o filho do Sr. Serpa
¨C uma forma distante e fria.
Por algum motivo desconhecido, Noe Serpa decidiu deixar Eunice em casa, talvez por
11:30
telmosia, Eunice ficou feliz isso e, enquanto tomava banho, deixou propositalmente! uma calcinha
na cama. Quando Noe Serpa entrou no quarto ¨¤ noite, seu olhar calu sobre calcinha sexy na cama. No
entanto, por alguma raz?o, ele se afastou indiferente. Nos ¨²ltimos tempos¡ Ser¨¢ que ele perdeu o
interesse nessas coisas por causa de In¨¦s?
Noe Serpa bn?ou a cabe?a, e a voz de Eunice velo de dentro do banheiro: ¡°Noe¡ Acho que
esqueci a minha calcinha. Voc¨º poderia pegar para mim?¡±
Essas pvras, aos ouvidos de qualquer homem normal, seriam um convite ro e direto. Noe Serpa
tamb¨¦m entendeu o significado, mas seu olhar n?o demonstrou nenhuma emo??o. Ele pegou a
calcinha de Eunice, abriu uma fresta na porta do banheiro e estendeu a m?o.
Eunice olhou para a m?o de Noe Serpa que se estendia, surpresa. Ser¨¢ que Noe Serpa n?o entendeu
suas insinua??es ou¡ ele simplesmente n?o tinha interesse n?!
pegou a pe?a intima e, de forma provocativa, passou o dedo na palma da m?o dele,o um gato
fazendo carinho. Normalmente, nenhum homem resistiria a tal gesto, mas Noe Serpa simplesmente
retirou a m?o sem dizer uma pvra, fechou a porta e n?o demonstrou o menor interesse em se juntar
a no banh
Cap铆tulo 147
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Cap¨ªtulo 147
Eunicee?ou a questionar o seu pr¨®prio encanto, pensando onde poderia ter falhado.
Anteriormente, mesmo sem Noe Serpa a tocar, sempre existia um olhar especial em seus olhos para
. Desta vez, ao ser convidada a passar a noite, imaginou que talvez, finalmente, algo mais
aconteceria entre eles. Por¨¦m, para sua surpresa, Noe Serpa manteve¨Cse distante. Ser¨¢ que, durante
esses cinco anos, ele nunca realmente teve o desejo de toc¨¢?
se recusava a aceitar isso. Se ele n?o a desejasse, por que a teria mantido por tanto tempo ao seu
lado? Por que teria cuidado tanto d?
Ap¨®s refletir, Eunice chegou ¨¤ conclus?o de que a presen?a de In¨ºs era o motivo da indiferen?a de
Noe Serpa. Se In¨ºs n?o estivesse l¨¢, tudo seria diferente.
Melhor seria se In¨ºs e seu filho simplesmente desaparecessem!
A determina??o mortal no olhar de Eunice se aprofundou. vestiu sua lingerie e um roup?o t?o leve
quanto asas de lib¨¦l, conferiu seu penteado provocante e desordenado no espelho e saiu do
quarto.
Noe Serpa estava no momento de tirar a camisa quando a viu, irresistivel. Ele hesitou por um instante,
suas m?os congdas no ato de desabotoar, mas ent?o prosseguiu e, antes que pudesse
responder, adentrou rapidamente o banheiro e fechou a porta.
A frieza e a velocidade de suas a??es deixaram Eunice at¨®nita. Mas logo raciocinou que n?o
poderia ser s¨® aquilo, Noe Serpa deve ter entrado de forma t?o apressada no banheiro por estar
perturbado a situa??o!
Com esse pensamento, Eunice seN?velDrama.Org: owner of this content.
maneira provocante ee?ou a mezou um pouco, posicionou¨Cse na cama de
no celr. Ao ouvir o barulho da ¨¢gua cessar no banheiro, imediatamente focou sua aten??o na
porta, aguardando que Noe Serpa
saisse.
Quando ele apareceu, ainda aquele rosto delicado e belo. Eunice havia se apaixonado por
aqueles olhos cativantes e, mesmo ap¨®s cinco anos, eles nunca demonstraram qualquer emo??o,
como se nada pudesse agu?ar seu interesse desde o falecimento de sua irm?.
Quando ele a observava, era um tipo de saudade, uma saudade por Acelina.
Eunice sabia que havia se aproximado de Noe Serpa inicialmente por ter uma semelhan?a
Acelina, mas, ap¨®s cinco anos, o desejava sinceramente. No entanto, Noe Serpa nunca oferecia
mais que abra?os,o se isso bastasse para ele.
E ficou ro¡ In¨ºs estava gr¨¢vida, e Eunice descobriu que o filho era de Noe Serpa. A crian?a havia
sido perdida antes de Eunice poder fazer qualquer coisa, o que a deixou aliviada.
11:31
Por que ele poderia desejar In¨ºs, mas n?o a ? O que In¨ºs possu¨ªa que n?o tinha?
Eunice olhou para Noe Serpa, que se deitou ao seudo, e o abra?ou, pressionando seu corpo contra
o dele, chamando¨Co um sussurro cheio de desejo: ¡°Noe¡¡±
Era um chamado que nenhum homemum conseguiria ignorar.
Noe Serpa respondeu suavemente e, um afago nas costas do quem acalenta uma
crian?a, disse: ¡°Dorme, boa noite.¡±
Era s¨® isso? Apenas isso?
Insatisfeita, Eunice, aproveitando a escurid?o, segurou a nuca de Noe Serpa e o beijou de maneira
desajeitada.
No instante em que sentiu os l¨¢bios quentes se aproximarem, um tumulto irrompeu nos pensamentos
de Noe Serpa, e ent?o, rapidamente, ele empurrou Eunice para longe. Por¨¦m, era tarde demais, o
beijo j¨¢ havia sido dado.
Num rnce, a imagem que lhe veio ¨¤ mente foi de In¨¦s, tr¨¦m e indefesa sob ele, a pele exposta
tremendo de um branco que fazia sua alma estremecer.
Noe Serpa sentiu seu corpo aquecer.
Eunice, afastada por Noe Serpa, insistiu e estendeu novamente os bra?os para envolver o pesco?o
dele,o se estivesse decidida, e se aproximou mais uma vez.
Cap铆tulo 148
Cap¨ªtulo 148
Cap¨ªtulo 148
Eunice apertou determina??o o pesco?o de Noe Serpa,o se fosse movida por um
encantamento, mas os gestos do homem tornaram¨Cse ainda mais decididos e, antes que pudesse
contra¨Catacar, foi for?ada intensidade at¨¦ a extremidade da cama.
Sob o manto da noite, Noe Serpa abriu os olhos firmeza e disse: ¡°Eunice, n?o me
provoque.¡±
O cora??o de Eunice congelou, e sua voz falhou. Se acendesse a luz, Noe Serpal certamente veria a
express?o de tristeza em seu rosto.
Mas ele permaneceu inabal¨¢vel, acrescentando: ¡°Se n?o est¨¢ acostumada a dormir aqui, pode voltar
para sua casa.¡±
Eunicee?ou a choramingar suavemente. Era por causa de In¨ºs, s¨® podia ser. Com por perto,
Noe Serpa se mantinha t?o resistente! Sem , Eunice j¨¢ teria conquistado¡® o que desejava.
A noite foi longa e angustiante, mas em outro quarto, apanhia de Amado, In¨ºs conseguiu
dormir em paz p primeira vez ap¨®s muitos dias. M?e e filho despertaram abra?ados, e In¨ºs
acariciou o rosto de Amado carinho.
¡°Amado, por voc¨º, eu enfrentaria o mundo.¡±
Amado sabia que Noe Serpa e Eunice haviam passado a noite no quarto aodo, mas ao despertar,
n?o mencionou nada. Segurou a m?o de In¨ºs, e juntos foram ¨¤ cozinha preparar o caf¨¦ da manh?.
Prepararam duas refei??es que mais pareciam pe?as de artel e se sentaram ¨¤ mesa
contentamento.
¡°Possoe?ar, est¨¢ bem?¡±
Amado perguntou voz firme, e In¨ºs ao seudo, at¨¦ na casa dos Serpa ele sentia uma
sensa??o de seguran?a.
O garoto havia sido ensinado elegancia, at¨¦ suas maneiras ¨¤ mesa eram exemres,
assemelhando¨Cse a um jovem nobre. In¨ºs olhou para ele, seus olhos se encheram de emo??o. Seu
filho, ainda t?o jovem, j¨¢ havia enfrentado tantas adversidades.
Quando Eunice e Noe Serpa desceram as escadas, encontraram In¨ºs e Amado juntos na cozinha,
lavando a lou?a. Amado, pequenino, usava uma cadeira para alcan?ar o mesmo n¨ªvel de In¨ºs, e
ambospartilhavam risadas enquanto limpavam, criando uma cena de harmonia que fez Noe
Serpa questionar sua pr¨®pria realidade.
A distante fam¨ªlia Serpa h¨¢ tempos n?o testemunhava tamanha vivacidade.
Ao seudo, Eunice olhava um olhar intenso, fixando¨Cse na pequena figura de Amado um
rancor que parecia querer desintegr¨¢¨Clo.
11:31
A exist¨ºncia daquele garoto certamente representava uma amea?a para seu futurol Com Noe Serpa
guardando Amado em seu cora??o, ¨¤ medida que ele crescesse, Indubitavelmente, grande parte do
poder seriapartilhada ele!
Pensamentos nefastos cruzavam sua mente: seria melhor eliminar tais amea?as enquanto ainda eram
manej¨¢vels!
Quando In¨ºs e Amado se viraram e viram Noe Serpa e Eunice descendo as escadas,portaram¨C
seo se eles fossem invis¨ªveis, passando por eles sem desviar o olhar,o estranhos, semN?velDrama.Org: owner of this content.
hesita??o.
No momento em que se cruzaram, o cora??o de Noe Serpa hesitou. Ele instintivamente olhou para
tr¨¢s, mas tudo o que pode ver foi a silhueta de In¨ºs se distanciando cada vez mais.
M?e e filho,o se n?o desejassem mais seunicar ele.
Para Eunice, essa era uma oportunidade. Quanto mais distantes ficassem de Noe Serpa, maior era
sua chance de sucesso!
Naqu tarde, Amado fez quest?o de pedir a In¨ºs para lev¨¢¨Clo ao shopping. n?o p?de resistir ao
pedido do filho, e o pequeno se aproximou de Noe Serpa, fndo o pai, quem n?o
conversava h¨¢ tempos: ¡°Sr. Serpa, eu gostaria de ir ao shopping a mam?e.¡±
Sua f erao a de um subordinado pedindo permiss?o ao chefe.
Vendo In¨ºs e Amado de m?os dadas, Noe Serpa teve que admitir: aqu imagem o feriu
profundamente.
Eles estavam t?o ligados um ao outro,o se temessem que qualquer pvra de Noe Serpa
pudesse machuc¨¢¨Clos.
Cap铆tulo 149
Cap¨ªtulo 149
Cap¨ªtulo 149
In¨²meras ideias passaram p cabe?a de Noe Serpa, mas o que ele acabou murmurando foram
apenas alguns n¨²meros: ¡°Ah, pode ir.¡±
Ele¡ ele tinha aceitado?!
Parece que o sol nasceu quadrado hoje!
Por¨¦m, logo em seguida, Noe Serpa soltou uma gargalhada ir?nica: ¡°Tente fugir ele se tiver
coragem, mas se forem pegos, esque?am esse mimo.¡±
Essas pvras apertaram o cora??o de In¨ºs, e o rosto p¨¢lido, esbo?ou um sorriso for?ado
para Noe Serpa: ¡°Pois ¨¦, tenho mesmo que ser grata ao Sr. Serpa p bondade de hoje, deixando eu
e meu filho nos esbaldarmos.¡±
Noe Serpa franziu a testa, mas antes que pudesse replicar, In¨ºs j¨¢ estava sendo puxada. para fora por
um Amado radiante, o rosto iluminado p anima??o: ¡°M?e, para de enrr! Bora logo!¡±
Havia tanto tempo¡ tanto tempo que ele n?o curtia assim sua m?e!
A felicidade estampada no rosto de Amado foi um verdadeiro tapa na cara de Noe Serpa. Aqu
express?o, ele jamais a dirigiria a Noe Serpa, que tristeza.
Noe Serpa observou a m?e e o filho se afastarem e demorou a desviar o olhar, enquanto Eunice, ao
lado, discretamente pegava o celr para enviar uma mensagem.
H¨¢ quanto tempo In¨ºs n?o tinha um momento assim, apenas e Amado. Segurando a m?o do filho,
pegaram um t¨¢xi e ele perguntou: ¡°M?e, na pr¨®xima vez, posso brincar meu tio?¡±
Os olhos de In¨ºs se encheram de l¨¢grimas e sua m?o tremeu ao tocar o rosto do filho, mas depois de
um momento, falou baixinho: ¡°Com certeza pode.¡±
Os olhos de Amado brilharam: ¡°Que legal, estou morrendo de saudade do tio!¡±
In¨ºs levantou a cabe?a, encarando o teto do t¨¢xi, tentando segurar as l¨¢grimas. sorriu,
esfor?ando¨Cse, estava tudo bem, s¨® precisava aguentar firme, era forte! Irm?o, se voc¨º est¨¢ a¨ª em
cima, pode sentir a falta que o Amado sente? Voc¨º se sente
s¨®?
M?e e filho chegaram a um grande shopping, Amado correndo ¨¤ frente e In¨ºs seguindo um
sorriso discreto. A du animada e elegante chamava aten??o por onde passava. In¨ºs conseguiu
para Amado dois brinquedos numa m¨¢quina de garra, o menino explodiu de alegria, as
bochechas coradas. Havia muito tempo que ele n?o se sentia t?o feliz.
11:31
M?e, preciso ir ao banheiro.
Amado, segurando os brinquedos, disse para In¨¨s: ¡°Vamos ao banheiro.
Ok. In¨ºs levou Amado at¨¦ a porta do banheiro: ¡°Me avisa quando terminar, estarel aqui. fora
esperando.¡±
¡°Uh¨Chuh!¡±
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Amado n?o queria soltar os brinquedos e entrou sozinho no banheiro masculino.
Mas cinco minutos se passaram e Amado n?o voltou.
In¨ºse?ou a ficar preocupada: ¡°Amado, est¨¢ passando mal? M?e pode entrar para ajudar?¡±
Apenas o eco da sua voz ressoava pelo corredor vazio do banheiro.
Foi ent?o que In¨ºs percebeu que algo estava terrivelmente errado. Entrou e viu os brinquedos que
Amado segurava jogados no ch?o, mas n?o ouviu a voz dele em nenhuma das cabines.
Amado, Amado!
A pvra ¡°sequestro¡± ¨C saltou na mente de In¨¦s e entrou em panico. Justo quando um homem
entrou e encontrou uma mulher sozinha entre as cabines, ele assobiou: ¡°E al, b, veio aqui para uma
aventura?¡±
In¨ºs o agarrou, desesperada: ¡°Voc¨º viu meu filho? Ele tem essa altura, cinco ou seis anos¡¡±
¡°Ora, por que tanta preocupa??o o filho agora?¡±
Um olhar amea?ador cruzou os olhos do homem, que a puxou for?a: ¡°Esse moleque teimoso
talvez ainda esteja vivo, mas que tal fazermos outra coisa agora?¡±
O rme na mente de In¨ºs soou estridente e, enquanto tentava gritar por socorro, uma m?o grande
cobriu sua boca. Sem pensar, mordeu for?a!
Cap铆tulo 150
Cap¨ªtulo 150
Cap¨ªtulo 150
Carambal
O homem gritou alto quando In¨ºs o mordeu, e num reflexo r¨¢pido, acertou¨Clhe um tapa no rosto,
dizendo: ¡°Te dar aten??o ¨¦ um privil¨¦gio!¡±
¡°Socorro!¡± ¡ª exmou In¨ºs, enquanto seu celr era arrancado das m?os e destru¨ªdo no ch?o do
banheiro, deixando¨Ca os olhos inundados de l¨¢grimas: ¡°Me solta!¡±
No instante seguinte, o homem a segurou pelo rosto e an?ou contra a parede!
A dor intensa a atingiu, e l¨¢grimas misturadas a sangue escorreram pelo seu rosto, o sangue
preenchendo sua boca e nariz, cada respira??o trazia mais sangue. In¨ºs tremeu e perdeu todas as
for?as para resistir.
desfaleceu nos bra?os do homem, o sangue pingando e manchando o piso de azulejo.
¡°Poxa, essa ¨¦ brava¡± ¨C murmurou o homem, erguendo¨Ca um bra?o e fazendo uma liga??o:
¡°Senhorita? Capturamos , estamos trazendo agora. E o garoto? Levamos o garoto tamb¨¦m.¡±
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O homem foi at¨¦ o ¨²ltimo cubiculo do banheiro, onde uma jan de vent??o estava aberta. Ele
passou In?s por l¨¢, e m?os do outrodo a acolheram. V¨¢rias pessoas transportaram In¨ºs
inconsciente pelo duto de vent??o do banheiro masculino e sa¨ªram a mesma habilidade.
Noe Serpa passou o dia em casa aguardando, mas mesmo ao anoitecer, In¨ºs n?o
retornou.
Uma inquieta??o crescente tomou conta dele, In¨ºs n?o poderia ter simplesmente fugido, n?o teria
a ousadia de desafi¨¢¨Clo novamente, mas por que n?o havia sinal d?
Noe Serpa tentou ligar para In¨ºs, mas o celr estava desligado..
Uma sensa??o de panico o invadiu. Ser¨¢ que realmente tinha escapado?
Sem hesitar, ele chamou outra pessoa, Dorival, que atendeu de imediato: ¡°Sr. Serpa, o que deseja?¡±
¡°Descubra onde In¨ºs est¨¢ agora.¡±
A express?o de Noe Serpa se tornou rigida, aqu mulher atrevida realmente teve a aud¨¢cia de fugir!
Mas, uma hora depois, a informa??o enviada por Dorival o deixou perplexo.
Dorival rtou: ¡°Sr. Serpa, rastreamos o endere?o IP do celr de In¨ºs¡ est¨¢ num.
11-31
180
shopping.¡±
Percebendo que havia mais informa??es, Noe Serpa franzir o cenho, a Irrita??o evidente: ¡°E ent?o?¡±
¡°Est¨¢¡ num banheiro masculino.¡± ¨C Dorival tamb¨¦m estava confuso, mas os dados eram precisos, ele
havia verificado v¨¢rias vezes: ¡°N?o ¨¦ brincadeira, Sr. Serpa, a localiza??o ¨¦ exata, e¡ n?o houve
movimento.¡±
Ou seja, o celr foi abandonado l¨¢, e foi isso que Dorival descobriu?!
A fei??o de Noe Serpa se alteroupletamente: ¡°Procure por In¨ºs imediatamente! Verifique as
cameras de seguran?a do shopping!¡±
In¨ºs, realmente sabiao chamar a aten??o o celr!
Mas¡ Noe Serpa percebeu que seus dedos estavam tremendo levemente, e por algum motivo, um
pressentimento ruim o invadiu¡
Se In¨ºs n?o estava tentando deliberadamente evitar ser encontrada por Noe Serpa, ent?o por que seu
celr estava num banheiro masculino de um shopping?
Noe Serpa n?o quis mais pensar nisso e ligou imediatamente para outro n¨²mero: ¡°Al?? Teodoro
Farnese? Sou eu, estou precisando da ajuda da sua familia.¡±
Teodoro Farnese ficou surpreso que Noe Serpa estivesse pedindo a influ¨ºncia de sua familia para
procurar uma mulher, aqu que inicialmente ele menosprezava, In¨ºs.
Por¨¦m, a seriedade no pedido de Noe Serpa era palp¨¢vel, e a familia Farnese, suas ams
conex?es, poderia facilmente emitir uma ordem de busca e acionar a pol¨ªcia. Teodoro Farnese aceitou
sem hesitar, at¨¦ que uma atualiza??o de um de seus homens apertou o cora??o dos dois homens.
¡°Senhor Farnese, ao revisarmos as grava??es das cameras de seguran?a, notamos que a In¨ºs entrou
no banheiro masculino e n?o saiu mais. Logo em seguida, um homem a seguiu para dentro e tamb¨¦m
n?o voltou a aparecer. Tememos que¡ a In¨ºs possa ter sido sequestrada.¡±
Cap铆tulo 151
Cap¨ªtulo 151
Capitulo 151
Quando as pvras fal sequestrada ecoaram nos ouvidos de Noe Serpa e Teodoro Farnese, os dols
homens ficaram atonitos. Recuperando¨Cse, Noe Serpa arrancou o celr das m?os de Teodoro
Farnese o ordenou aos seus subordinados: ¡°Encontrem onde a In¨ºs est¨¢ agoral¡±
Sequestrada? Mas quem mals estaria Interessado em sequestrar ?
Uma Inquieta??o inexplic¨¢vel dominou Noe Serpa. Ele tinha a sensa??o de que nada disso era por
acaso. Por alguma raz?o, sentia que tudo estava sendo manipdo por algu¨¦m, inclusive o sumi?o de
In¨ºs!
Seus dedos tremiam levemente, um detalhe que Teodoro Farnese notou, seus olhos se estreitando
com uma Intensidade preocupante.
In¨ºs despertou num piso frio de concreto. Ao abrir os olhos, viu¨Cse diante de um rosto distorcido por
um sorriso maldoso. O homem que a havia atacado no banheiro estaval all, zombando d. In¨ºs
inspirou profundamente e sentiu uma dor aguda,o se seu pelto estivesse em chamas. Um fio de
sangue descia do canto de sua boca, um cen¨¢rio dolorosamente real.
¡°Olha s¨®, acordou?¡±
O homem de cabelos loiros riu esc¨¢rnio e chutou levemente o rosto de In¨ºs para levant¨¢¨Clo.
estava amarrada ps m?os e p¨¦s, totalmente vulner¨¢vel enquanto ele se aproximava, suas m?os
rudes deslizando por seu corpo.
Isso a enojou.
¡°N?o ¨¦ que a mocinha n?o mentiu¡¡± ¨C zombou o homem de cabelos loiros: ¡°Apesar de ser uma m?e
solteira, est¨¢ tudo em cima. N¨®s aqui podemos nos dar por satisfeitos.¡±
Os olhos de In¨ºs se encheram de f¨²ria e tentou se afastar impotentemente, mas as amarras a
prendiam. Sua luta s¨® parecia incitar mais o desejo do homem. Ele agarrou seu queixo for?a,
esfregando os dedos ¨¢speros no sangue de seu rosto, enquanto a observava um sorriso
repugnante: ¡°O rosto tamb¨¦m n?o ¨¦ de se jogar fora, at¨¦ que
tem seu charme.¡±
In¨ºs tremia, a voz rouca e fraca: ¡°N?o chegue perto!¡±
Mas o grito que conseguiu emitir foi surpreendentemente fraco. J¨¢ sem muita for?a depois de ter
sido trazida para aquele lugar, e?ou a entrar em panico. Ast mem¨®rias obscuras de seu tempo
na pris?o voltaram para assombr¨¢, deixando seu rosto p¨¢lido e seus olhos t?o vermelhos que
pareciam sangrar.
¡°Por que gritar? Voc¨º vai gostar em breve!¡± ¨C disse o homem de cabelos loiros,
PPZL
arrastando¨Ca do ch?o viol¨ºncia: ¡°Se voc¨º resistir, n?o garanto a vida do seu querido filho.
In¨¦s estremeceu violentamente: ¡°Onde est¨¢ o Amado, o que voc¨ºs fizeram ele?¡±
¡°Voc¨º o ama tanto assim? Se esse garoto morrer, voc¨º desesperaria, n¨¦? Hahahaha!¡±
Ele a jogou numa cama bagun?ada, uma armadilha sem sa¨ªda para pedir ajuda. In¨ºs foi pressionada
contra o colch?o for?a, e logo uma m?o pesada tocou suas costas,o se quisesse tomar tudo
d.
In¨ºs chorava desesperadamente: ¡°Me soltem! Me soltem!¡±
¡°Nossa queridinha mal pode esperar que voc¨º morra! Me diz, o que voc¨º fez para nossa queridinha
ficar contra voc¨º?¡±
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Quem era essa queridinha?
In?s gritou: ¡°Eu n?o conhe?o essa tal de queridinha de voc¨ºs, n?o me toquem, n?o me toquem!¡±
Ele rasgou suas roupas, se deliciando a vis?o de In¨ºs num desespero quase insano, e entre
dentes cerrados, deixou escapar um nome: ¡°¨¤ beira da morte, deixa eu te contar, a queridinha ¨¦ a Sra.
Diniz, voc¨º conhece essa pessoa?¡±
Sra. Diniz?!
????
Eunice!
Os olhos de In¨¦s se encheram de ¨®dio: ¡°Se voc¨º me tocar, eu morro aqui mesmo para
voc¨º ver!¡±
Ent?o era Eunice, tinha que ser Eunice!
era t?o cruel e impiedosa, n?o s¨® queria elimin¨¢, mas tamb¨¦m o seu filho!
Amado era t?o inocente!
¡°O que voc¨º tem de t?o arrogante? Agora voc¨º n?o tem mais o direito de nos amea?ar!¡±
¡°Eunice te pagou quanto para voc¨º agir assim sem lei?¡±
In¨ºs cuspiu sangue: ¡°Se voc¨º machucar meu filho, voc¨ºs v?o pagar! Voc¨ºs certeza v?o pagar!¡±
¡°Ah, fndo em pagar..
O sujeito de cabelos loiros rasgou a blusa de In¨ºs, dizendo: ¡°Sabe de uma coisa? Neste mundo, a
coisa mais sem gra?a ¨¦ o tal do karma, porque ¨¦ s¨® uma ferramenta de consolo para pobres coitados
como voc¨º. Eu ainda tenho muita vida p frente e vou continuar vivendo bem aqui!¡±
In¨ºs cuspiu um jato de sangue de ¨®dio, sentindo sua vida se despeda?ar aos poucos, a
raz?o a abandonando quando mais indefesa se encontrava..
Seus olhose?aram a perder o foco, turvos de tanta dor,o se a consci¨ºncia estivesse
desvanecendo. O homem gravava aqu imagem em sua mente e, em seguida, deslizava suas m?os
p pele lisa de In¨ºs.
¨®dio¡ sentia tanto ¨®dio¡ ¨®dio por Eunice, ¨®dio por Noe Serpa!
Havia sidon?ada ao inferno cinco anos atr¨¢s e agora, cinco anos depois, enfrentava um tormento
pior do que a morte!
Noe Serpa, tudoe?ou por sua causa, voc¨º ¨¦ o pecado original, a incarna??o irremedi¨¢vel do
pecado!
Sob o homem, o corpo de In¨ºs tremia, a fr¨¢gil cama rangia gritos, e o homem parecia enfurecido,
dando um tapa violento no rosto de In¨ºs.
j¨¢ estava anestesiada at¨¦ mesmo para a dor; o tapa parecia ter atingido algod?o. In¨ºs n?o emitiu
som algum, seu corpo estava r¨ªgido, enquanto o homem tentava agarrar suas pernas, resistia
todas as suas for?as, provocando a f¨²ria do homem que rugia: ¡°Merda, para de bancar a santinha!
N?o existe mulher que eu n?o consiga ter!¡±
Cap铆tulo 152
Cap¨ªtulo 152
Cap¨ªtulo 152
Nesse instante, um toque suave na porta se fez ouvir.
¡°Quem est¨¢ a¨ª?¡± ¨C Essa regi?o era rodeada por florestas e pequenos s¨ªtios, habitada. basicamente por
gente da ro?a. Quem poderia estar na porta?
*Ol¨¢, sou seu vizinho, preparei um feij?o tropeiro e trouxe um pouco para voc¨º.¡± ¨C A voz cordial do
morador da regi?o ressoou, e o loiro soltou uma gargalhada ir?nica, murmurando: ¡°Esses matutos
ainda sabem ser gentis.¡±
In¨ºs viu sua chance de ser salva ee?ou a gritar por socorro.
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silenciou um golpe violento no abd?men
mas o homem a
Quando a porta se abriu, sentiu que a esperan?a estava bem diante d, mas n?o conseguiu mais
fazer nenhum som para chamar a aten??o.
Por favor¡ me encontrem aqui¡
In¨¦s sentiu sua consci¨ºncia se esvaindo,o se estivesse numa n¨¦voa, viu o loiro que fora atender ¨¤
porta cair subitamente, e ent?o uma silhueta correu em sua dire??o.
Sua percep??o estava falhando, e no instante antes de desfalecer, parecia ter avistado um par de
olhos¡ t?o escuros quanto a noite.
No instante seguinte, fechou os olhos, vazios,o se estivesse sem vida, e seu corpo ficou
completamente inerte.
Se eu pudessee?ar de novo, Noe Serpa, teria feito escolhas diferentes, jamais teria me entregado
ao amor.
Este mundo me transformou numa verdadeira aberra??o, tirou tudo de mim, arruinou tudo o que eu
tinha, e no fim, ainda quer levar quem eu mais amo.
Neste pecado, ningu¨¦m pode se dizer inocente, ningu¨¦m pode fugir da culpa.
In¨ºs sentiu que estava despencando num abismo profundo, rodeada p escurid?o, num sil¨ºncio
sepulcral, seu corpo continuava a cair, sem for?as para resistir.
In¨ºs permaneceu desacordada por cinco dias seguidos.
Noe Serpa estava aodo de sua cama, os olhos cheios de veias sangu¨ªneas, incr¨¦dulo diante da
cena da mulher desgrenhada sobre a cama, custava a acreditar no que seus olhos viam.
A mulher, coberta de sangue, jazia l¨¢, im¨®vel, os dedos enrijecidos. Mesmo desacordada, ele n?o
conseguia soltar sua m?o.
Noe Serpa sentiao se lhe tivessem arrancado o cora??o, um vazio sangrento aberto
12:44
em seu pelto, tremia ao segurar sua m?o.
Ele estava confuso, em panico, quem poderia ter feito isso , quem¡ estava tentando
assassin¨¢ repetidas vezes?
¡°In¨ºs, por favor, desperte. Vamos ao hospital¡ n?o adorme?a¡¡±
Ele a panhou na ambulancia, agarrando sua m?o ensanguentada, tremendoo se tivesse
convuls?es. Naquele momento, o homem alto e robusto se sentia t?o desprotegido quanto um menino:
¡°Por favor, abra os olhos, n?o me assuste¡ In¨ºs, dessa vez n?o finja estar morta¡¡±
Teodoro Farnese estava sentado aodo, um rosto gdo e inexpressivo, mas visivelmente
p¨¢lido.
Ele jamais imaginou que In¨ºs pudesse ser devastada assim, sem qualquer sinal de vida.
Ele sabia que se movia entre os homens, sabia que era esperta, mas nunca pensou no que
faria se um dia a visse, essa mulher cheia de vida, perder seu brilho.
Ele teve que reconhecer um fato: In¨ºs havia sofrido horrores.
enfrentou o ¨®dio de muitas pessoas, perdeu os entes queridos que mais valorizava e at¨¦ acabou
sendo machucada repetidamente por Noe Serpa.
Teodoro Farnese parecia sereno, mas seu cora??o estava em frangalhos. Ele tamb¨¦m queria se
aproximar, vero estava, qu?o profundamente ferida, mas ele¡ havia perdido a coragem.
do estaria semel
Temia que, a partir daquele momento, o Ele a detestava, mas por que, ao ver aqu cena, seu
cora??o do¨ªa intensamenteo se fosse perfurado por agulhas?
Quando In¨ºs foi levada ao hospital, os dois homens ficaram no corredor fora da s de cirurgia,
olhando um para o outro, ambos refletindo ansiedade e panico nos olhos do
outro.
Noe Serpa,o se tivesse perdido toda a sua for?a, deslizou para baixo contra a parede e se sentou
na cadeira.
Ele murmurava para si mesmo: ¡°Quem¡ quem¡¡±
Teodoro Farnese se levantou e, de repente, voltou pelo caminho que veio, quando Noe Serpa o
chamou: ¡°Pra onde voc¨º est¨¢ indo?¡±
A express?o serena de Teodoro Farnese finalmente mostrou uma fissura e ele apertou os dedos
for?a: ¡°Voc¨º fica aqui esperando not¨ªcias d, eu¡ vou vero est¨¢ o filho. d.¡±
Naquele momento de caminhos opostos, emo??es intensas surgiram no fundo dos olhos de cada um.
Teodoro Farnese se desvencilhou e entrou no elevador, apertou o
bot?o para descer e logo chegou ao setor pedi¨¢trico, onde viu Amado dormindo tranqumente.
Percebendo que algu¨¦m havia entrado, Amado abriu os olhos. Ele n?o estava muito machucado,
apenas alguns arranh?es pelo corpo, parecia que os agressores n?o tinham coragem de serem
duros uma crian?a, ou talvez¡ o considerassem a ¨²ltima pe?a do jogo, por isso n?o o
machucaram tanto quanto fizeram In¨¦s.
O menino olhou para o homem ¨¤ sua frente e disse baixinho: ¡°Oi, tio.¡±
O cora??o de Teodoro Farnese estremeceu nesse momento e a voz rouca, respondeu: ¡°OI.¡±
Amado levantou a cabe?a: ¡°E minha m?e?¡±
Teodoro Farnese sentou¨Cse aodo, esfor?ando¨Cse para manter a voz firme: ¡°Sua m?e est¨¢ bem, n?o
se preocupe.¡±
Cap铆tulo 153
Cap¨ªtulo 153
Cap¨ªtulo 153
Amado sorriu, a perspic¨¢cia quase m¨¢gica de um garoto de cinco anos: ¡°Se me levaram,
certeza minha m?e n?o est¨¢ bem.¡±
Nesse momento, Teodoro Farnese teve que reconhecer que, incrivelmente, fora superado por uma
crian?a.
¡°N?o se preocupe, sua m?e agora est¨¢ panhada.¡±
Teodoro tentou acalm¨¢¨Clo, mas n?o esperava que, ao ouvir isso, o brilho nos olhos de Amado se
esva¨ªsse: ¡°¨¦ o Seu Serpa que est¨¢ ?¡±
Ele n?o mais chamava o homem de pai, referindo¨Cse a ele somenteo Seu Serpa.
Um cfrio percorreu Teodoro, que ent?o confirmou: ¡°Sim, ¨¦ ele.¡±
De fato, ele n?o sabia bem por que desejava ir embora. Ao ver Noe Serpa t?o aflito dodo de fora da
s de cirurgia, a vontade de fugir o dominou.
Com um sorriso amargo, Teodoro afagou o rosto de Amado: ¡°Deixe que os adultos resolvam os
problemas dos adultos.¡±
O olhar de Amado era prante, apesar de seus meros cinco anos, ele olhava para Teodoroo
se entendesse de tudo, e uma voz suave, disse: ¡°Minha m?e n?o vai querer ver o Seu Serpa
quando acordar, tio, voc¨º poderia ficar no meu lugar?¡±
Essas pvras fizeram Teodoro estremecer. Ele perguntou, quase sem querer: ¡°Por que voc¨º diz
isso?¡±
Amado manteve sua express?o serena: ¡°Minha m?e vai detestar o Seu Serpa ao despertar, para evitar
que ele a iode novamente, tio, eu queria que voc¨º cuidasse d.¡±
Era um pedido t?o triste, mas ele soava t?o tranquilo. Isso era mesmo coisa de uma crian?a de cinco
anos?
Teodoro bn?ou a cabe?a, tentando rear os pensamentos, e olhando nos olhos de Amado,
respondeu docemente: ¡°Est¨¢ bem, quando acordar, estarei l¨¢.¡±
Amado sorriu, parecendo, enfim, a crian?a inocente e doce que era: ¡°Obrigado, tio.¡±
Teodoro suspirou, olhando para Amado diante de si, sentindo uma dor estranha no cora??o.
Era, provavelmente,paix?o.
Quando In¨¦s acordou, o sol entrando p jan a irritou, fazendo¨Ca piscar, desacostumada a
luz.
Sentiuo se tivesse hibernado por uma eternidade, emergindo das trevas para o mundo de novo.
Demorou um pouco at¨¦ que seus pensamentos se reorganizassem. Olhou ao redor e percebeu que
estava num quarto de hospital, sozinha, um acesso venoso em sua m?o.
In?s observou fixamente as marcas frescas de agulha em sua m?o, sentindoo se ainda estivesse
ferida.
Foi quando a porta se abriu e Teodoro Farnese entrou, as m?os nos bolsos e um leve franzir nos
olhos ao v¨º acordada, murmurou: ¡°Acordou?¡±
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In¨¨s o olhou desconfian?a: ¡°E o Amado?¡±
¡°Ele est¨¢ bem, pediu que eu viesse te ver.¡± ¨C Teodoro se sentou ao seudo, percebendo os
hematomas em In¨ºs. Seu olhar se endureceu sem que notasse, lembrando¨Cse da cena chocante
de encontr¨¢ coberta de sangue na cama.
¡°Quero v¨º¨Clo¡± ¨C disse In¨ºs, as m?os tremendo ligeiramente: ¡°Preciso ver o Amado.¡±
¡°Voc¨º o ver¨¢ quando estiver mais forte.¡±
Teodoro n?o falou sobre Noe Serpa, apenas olhou para In¨ºs e disse: ¡°N?o se preocupe, s¨® vim para
sabero voc¨º est¨¢. Afinal, sou praticamente um her¨®i na sua vida, n?o me olhe assim.¡±
In¨ºs permaneceu cda.
Teodoro sentiu que, ao despertar, In¨¦s parecia diferente, mas n?o conseguia identificar o que
exatamente mudara. S¨® via em seus olhos algo insond¨¢vel.
In¨¦s sempre foi resiliente, mesmo acuada, seus olhos brilhavam. Agora, ao despertar novamente,
parecia ter sido devastada, seus olhos frios e envelhecidos,o se¡o
se estivesse ¨¤ beira da morte.
Chapter 154
Chapter 154
Cap¨ªtulo 154
Bruna, no saber da desgra?a de In¨¨s, correu para v¨º. Chegando ¨¤ porta do quarto do hospital, viu
Noe Serpa vte, olhando fixo para Teodoro Farnese e In¨¦s no interior do quarto, mas sem
coragem de entrar.
Com um sorriso debochado e em seus saltos altos, Bruna abriu a porta e provocou: ¡°O que foi? At¨¦
voc¨º est¨¢ medo?¡±
Noe Serpa captou a ironia de Bruna, mas se manteve cdo. Quando Bruna empurrou a porta, os
dois entraram no campo visual de In¨ºs.
Ao levantar a cabe?a e v¨º, os olhos de In¨ºs se encheram de um ¨®dio profundo. Antes que Noe
Serpa pudesse avan?ar, gritou f¨²ria: ¡°Fora!¡±
Noe Serpa empalideceu, paralisado na porta.
Os olhos de In¨ºs brilhavam vermelhos de raiva: ¡°Sm daqui! Levem todas as suas coisas e sumam!¡±
Objetos de vidro foram atirados da mesa de cabeceira em dire??o a Noe Serpa, enquanto Teodoro
Farnese exmava: ¡°In¨ºs, se acalme!¡±
¡°Como voc¨º quer que eu me acalme?¡± ¨C In¨ºs sentiu um sabor doce subir p sua garganta: ¡°Foi por
culpa dele que Amado sofreu tanto!¡± ¨C Ele quem obrigou Amado a ficar a seudo, e por isso Eunice
se voltou contra eles tamanha maldade!
Incapaz de aguentar o olhar acusador de Ines, Noe Serpa retrucou sarcasmo: ¡°¨¦ minha culpa se
voc¨º n?o soube cuidar do seu pr¨®prio filho?¡±
In¨ºs riu, uma risada carregada de desespero: ¡°Noe Serpa, tudo isso n?o ¨¦ maquina??o da sua
Eunice? Que direito voc¨º tem de me acusar?!¡±
¡°De jeito nenhum!¡± ¨C Noe Serpa negou prontamente: ¡°Eunice ¨¦ ing¨ºnua, jamais faria algo assim!¡±
¡°Inocente?¡±
In¨ºs riuo se tivesse ouvido a maior piada: ¡°Noe Serpa, voc¨º ¨¦ a pessoa maisment¨¢vel do
mundo, cego porpleto, sem no??o de nada!¡±
¡°N?o venha me difamar aqui!¡± ¨C Noe Serpa avan?ou, mas Bruna o bloqueou prontamente: ¡° te
pediu para sair, voc¨º n?o escutou?¡±
¡°E ent?o, Bruna, voc¨º pensa que virou rainha s¨® porque se deu bem na vida?¡±
Noe Serpa afastou Bruna um empurr?o e gritou atr¨¢s dele: ¡°Noe Serpa, voc¨º fez isso
In¨ºs, o que mais quer? Que morra na sua frente?¡±
Um frio percorreu o cora??o de Noe Serpa. Todos achavam que ele desejava a morte de In¨ºs. Como
poderia explicar que jamais quis isso?
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12:45
Se era assim, ele n?o tinha mais vontade de justificar¨Cse. Noe Serpa deu um passo adiante e In¨ºs
tremia: ¡°Desapare?a da minha frente!¡±
Teodoro Farnese n?o aguentou mais e levantou¨Cse para tentar amenizar a situa??o, mas Noe Serpa
amea?ou: ¡°In¨ºs, voc¨º realmente acha que tem o direito de me expulsar? Eu salvei a sua vida, sua
ingrata!¡±
¡°Voc¨º me salvou? Se n?o tivesse nos aprisionado, Eunice teria agido daquele jeito?¡±
Bruna se aproximou da cama e cercou In¨¦s seus bra?os: ¡°Se o que In¨ºs diz ¨¦ verdade, ent?o Noe
Serpa, voc¨º n?o tem direito algum de mar por inoc¨ºncia!¡±
In¨ºs tremia sem controle, fechando os olhos e revivendo as cenas de agress?o, uma lembran?a
marcada em sua mem¨®ria. se abra?ou e gritou: ¡°Fora, Noe Serpa, saia daqui!¡±
¡°Se ainda quiser ver seu filho, ¨¦ melhor me obedecer.¡± ¨C Noe Serpa franzia a testa, cheio de raiva e
desprezo: ¡°Fale menos da Eunice e se preocupe mais voc¨º!¡±
O homem saiu, batendo a porta atr¨¢s de si, deixando Teodoro Farnese e Bruna no quarto. In¨ºs
apertou as m?os tanta for?a que suas unhas cortaram a palma de suas m?os.
rugiu,o se quisesse atravessar sua pr¨®pria alma ¨C
¡°Noe Serpa, eu quero que voc¨º morra eu quero sua morte!¡±
Chapter 155
Chapter 155
Cap¨ªtulo 155
Por uma semana Inteira, Noe Serpa n?o fez quest?o do visitar In¨ºs. Quando ele finalmente retornou
no quarto do hospital, encontrou¨Ca o rosto p¨¢lido erguido e um olhar carregado de um ¨®dio
surpreendente.
afirmou, decidida: ¡°Eu vou levar meu filhoigo.¡±
N?o era um pedido; era uma dera??o firme.
Um calofrio percorreu a testa de Noe Serpa, que nem sa direito por que se apegava tanto a Amado.
Talvez fosse porque, se Amado tamb¨¦m partisse, In¨ºs se tornaria uma lembran?a distante em sua
vida.
Ele segurava Amado em suas m?os, e isso lhe dava alguma forma de controle sobre In¨ºs.
Mas, naquele instante, o olhar determinado de In¨ºs o assustou profundamente. parecia ter
renunciado a toda sua fragilidade, decidida a se afastar dele a todo custo.
A voz de Noe Serpa se aprofundou: ¡°Voc¨º n?o tem o direito de levar Amado.¡±
In¨ºs se manteve cda, e depois de um longo sil¨ºncio, retrucou: ¡°Noe Serpa, se voc¨º quer ficar
Amado, afaste¨Co de Eunice! Eu n?o vou permitir que meu filho cres?a aodo de uma assassina!¡±
O termo ¡°assassina¡± ¨C irritou profundamente Noe Serpa: ¡°O que mais voc¨º pretende fazer para se
sentir vingada? In¨¦s, eu reconhe?o que o sequestro foi um incidente, mas ser¨¢ que voc¨º poderia parar
de acusar pessoas inocentes? Quem aqui ¨¦ um assassino?¡±
In¨ºs sentiuo se um vazio g¨¦lido se abrisse em seu peito, encarando Noe Serpa ¨¤ procura de
algum indicio de culpa ou arrependimento, mas n?o encontrou nada.
sorriu ironicamente: ¡°Noe Serpa, tudo bem, voc¨º n?o acredita em mim, eu n?o me importo! Mas de
uma coisa eu tenho certeza: n?o vou deixar meu filho voltar para um ambiente t?o perigoso! Amado
precisa ficarigo! Ele s¨® foi sequestrado por sua causa!¡±
¡°Voc¨º j¨¢ acabou o seu teatro?!¡±
Noe Serpa rosnou, perdendo o controle da sua ira: ¡°In¨ºs, n?o transforme seu sofrimento em uma
desculpa para justificar sua amargura!¡±
se sobressaltou o grito dele, mas, recobrando¨Cse rapidamente, sorriu de maneira contida:
¡°Eu, sofrendo? Eu n?o estou sofrendo. Minha vida est¨¢ nas m?os de outrem, ser¨¢ que eu tenho o
direito de sofrer?¡±
o desafiava, ridicrizando¨Co sem temer as consequ¨ºncias.
Noe Serpapreendeu e, ao aproximar¨Cse e ver seus olhos vermelhos, subitamente se
19-46
viu sem pvras para expressar sua indigna??o,
In¨¨s derou.
Noe Serpa, um dia eu vou desaparecer da sua vida para sempre.
ansiava por fugir, fugir desesperadamente.
Quando Noe Serpa fechou a porta ao sair, suas m?os tremiam.
O olhar de In¨ºs sempre o fazia ponderar que o final de sua hist¨®ria talvez estivesse realmente
pr¨®ximo.
At¨¦ o dia em que nem mesmo Amado poderia mant¨º por perto¡ O cora??o de Noe Serpa
palpitava, o que ele faria quando esse dia chegasse?
No dia seguinte, uma chuva torrencial desabou,o se o c¨¦u tamb¨¦m chorasse, e a Cidade do Mar
ficoupletamente gada, a ¨¢gua da chuva castigando o rosto das pessoas.
Foi nesse dia que In¨ºs escolheu partir.
arrumou suas coisas, decidida a deixar o hospital, carregando as marcas de seus ferimentos
enquantopletava o processo de alta na recep??o. Foi a¨ª que Noe Serpa apareceu, avistando¨Ca
entre a multid?o, fr¨¢gil e esguia depois do sequestro, uma vis?o que dcerava o cora??o.
Ao notar a m de viagem aodo d, Noe Serpa sentiu um aperto no peito e aproximou¨Cse
rapidamente, segurando seu pulso: ¡°O que voc¨º est¨¢ tentando fazer agora?!¡±
Mas a mulher apenas levantou a cabe?a e o olhou uma vez, um olhar t?o frio quanto o de um
estranho.
retirou sua m?o e sorriu para Noe Serpa: ¡°Noe Serpa, eu finalmente estou livre de
voc¨º.¡±Belongs to ? n0velDrama.Org.
Chapter 156
Chapter 156
Cap¨ªtulo 156
Noe Serpa sentiu um arrepio lhe percorrer a espinha, Quando tentou fr, In¨ºs j¨¢ estava se
distanciando. Ele a seguiu e, mais uma vez, Interceptou seu caminho: ¡°O que voc¨º quer, afinal?!¡±
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In¨ºs sorriu desd¨¦m: ¡°J¨¢ te falei ramente, Eunice precisa se entregar.¡±
¡°Eunice jamais faria isso!¡± ¨C Noe Serpa ainda acreditava que In¨ºs estava exagerando: ¡°¨¦ arriscado
para voc¨º sair sozinha agora. N?o seria mais seguro ficar no hospital e se recuperarpletamente?¡±
¡°Arriscado?¡±
In¨ºs o empurrou for?a e, diante de todos que passavam pelo hospital, deu¨Clhe um tapa estdo
no rosto: ¡°Que moral voc¨º tem para fr isso? Quem me colocou nessa situa??o, Noe Serpa? N?o me
venha essa de que voc¨º ¨¦ inocente!¡±
Noe Serpa foi humilhado em p¨²blico, e a raiva tomou conta dele. Prestes a retrucar, In¨ºs o cortou:
¡°C a boca! Noe Serpa, eu, In¨ºs, n?o te devo mais nada! Vai viver sua vida a Eunice e, a partir
de agora, n?o me perturbe mais! Vive a¨ª agarrado a Eunice, mas n?o me deixa em paz. Noe
Serpa, sua consci¨ºncia foi devorada por cachorros? Olha, para mim j¨¢ deu, n?o vale a pena me
desgastar mais contigo!¡±
Os frequentadores do hospital observavam a cena,n?ando olhares furtivos na dire??o deles.
¡°Viu aqueles dois l¨¢? Parece que a mo?a est¨¢ brigando o homem¡±
¡°Por que est¨¢ brigando? O homem at¨¦ que ¨¦ bonit?o.¡±
¡°Ouvi um peda?o da conversa, parece que ele est¨¢ enganando as duas.¡±
¡°Ai, ai, as apar¨ºncias enganam, ele deve ser um safado, n?o ¨¦ ¨¤ toa que est¨¢ assim magoada¡¡±
¡°Pois ¨¦, olhao est¨¢ magrinha, coitada¡ merece algu¨¦m que de valor de
verdade¡
¡°Esse homem n?o tem vergonha, ainda vem atr¨¢s d no hospital. Com certeza foi elet quem fez
parar aqui.¡±
¡°Shh, bora embora. Sempre ¨¦ assim, tantas mulheres lindas caem na l¨¢bia de cafajestes,
e os homens n?o valorizam.¡±
Noe Serpa ferveu de raiva, e ao ouvir os murmurios ao redor, nunca se sentiu t?o ofendido! Achava
que In¨ºs estava sendo totalmente irracional: ¡°In¨ºs, voc¨º est¨¢ ainda mais insuport¨¢vel do que cinco
anos atr¨¢s!¡±
¡°¨¦, naqu ¨¦poca eu ainda era uma ¡®assassina¡°!¡± ¨C In¨ºs retrucou os olhos marejados
12:45
degrimas: ¡°Me soltal
Voc¨º vel abandonar seu filho?¡°¨CNoe Serpa elevou a voz: ¡°Amado ainda est¨¢igo¡
¡°Eu n?o quero male!¡±
Ao ouvir isso, Noe Serpe ficou paralisado por um instante.
A dore?ou a se espalhar pelo seu corpo.
Ele n?o podia acreditar no que ouvia, e suas m?os tremiam. Depois de um longo sil¨ºncio, ele
conseguiu perguntar novamente: ¡°Pode repetir?¡±
In¨ºs riu esc¨¢rnio e avan?ou: ¡°Eu disse que n?o quero mais. Noe Serpa, voc¨º adora usar o Amado
para me manipr, n?o ¨¦? Ent?o, pode ficar ele! Era isso que voc¨º queria, certo? Se fosse voc¨º,
eu estaria rindo at¨¦ nos meus sonhos! Deixe ele chamar qualquer uma de m?e, porque eu desisto,
Amado ¨¦ todo seu. Agora, desapare?a!¡±
A ¨²ltima pvra foi proferida toda a for?a que tinha em si. disse que n?o queria mais,
mesma havia derado!
Noe Serpa, a partir de agora, voc¨º n?o tem maiso me chantagear!
Naquele momento, a silhueta esguia de In¨¨s se fixou em sua vis?o, e s¨® quando sumiu
completamente de sua vista, Noe Serpa pareceu voltar ¨¤ realidade. O homem empalideceu e, depois
de alguns segundos, involuntariamente, deu alguns passos para
tr¨¢s.
Chapter 157
Chapter 157
Cap¨ªtulo 157
n?o queria mais¡ nem se importava Amado, estava t?o aflita para se desvencilhar dele
que nem seu filho, a joia que antes mais valorizava, desejava manter!
In¨ºs,o voc¨º pode ser t?o insens¨ªvel!
Todos presenciaram, diante do balc?o do hospital, um homem de tra?os harmoniosos,o se
estivesse desprovido de alma, paralisado no local que a mulher j¨¢ tinha abandonado, im¨®vel,o se
em pedra se transformasse.
Seu cora??o parecia ostentar umacuna, sangrando sem parar, vertendo de seu peito para cada
c¨¦l de seu ser. Ele n?opreendia o que ocorria. In¨ºs havia renunciado ao seu filho, deixando
Amado totalmente a seu cargo, e ele deveria sentir¨Cse contente.
Contudo, seu cora??o pulsava em depasso,o prestes a sucumbir de sofrimento. Noe Serpa
inspirou profundamente v¨¢rias vezes, provocando o rubor sangu¨ªneo em seus olhos.
Algu¨¦m apressou¨Cse em sua dire??o, era Dorival, trazendo alguns pap¨¦is: ¡°Sr. Serpa, minhas
desculpas p demora, acabei de presenciar a Sra. Guedes sendo liberada¡¡±
Noe Serpa retornou a si confuso, fitando o semnte de Dorival, que sussurrou: ¡°Acabou.¡±
Dorival titubeou: ¡°O que o senhor quer dizer isso, Sr. Serpa?¡±
Tudo tinha chegado ao fim.
In¨ºs lhe havia entregue Amado diretamente. ¨¦ isso, n?o era o filho que ele desejava? N?o era Amado
que ele utilizava para pression¨¢? Agora que optou por abandon¨¢¨Clo voluntariamente, por que
ele ainda se sentia t?o angustiado?
Porque ele n?o possu¨ªa mais nada que pudesse reter In¨ºs ao seudo.
Ele a havia pressionado a tal ponto que n?o tinha mais coragem de desejar seu pr¨®prio filho!
Subitamente, Noe Serpa sentiu¨Cseo se todas as suas for?as o abandonassem, respirando
dificuldade, a dorncinante em seu peito o
sobre seu cora??o,o se isso pudesse minorar fazia agarrar¨Cse ¨¤ roupa
tormento.
Por¨¦m, ele n?o conseguia encontrar alegria. Tudo o que ocorreu era exatamente o que ele almejava,
ent?o por que¡ por que ele estava t?o desdo?
Os olhos de Noe Serpa inundaram¨Cse de l¨¢grimas, e ele reprimiu imenso esfor?o todos os
pensamentos em sua mente, murmurando dificuldade: ¡°Leve Amado para a casa dos Serpa.¡±
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¡°E a Sra. Guedes?¡± ¨C indagou Dorival, aodo.
12:45 0
¡°¡ desistiu do Amado.¡±
Embora Amado fosse o abandonado, Noe Serpa sentiao se ele pr¨®prio tamb¨¦m tivesse sido
deixado para tr¨¢s.
No dia em que In¨ºs partiu, a chuva desabava torrencialmente. chegou em casapletamente
ensopada, mas In¨ºs,o se o frio n?o a afetasse, despiu¨Cse e tomou um banho quente.
permaneceu sob o chuveiro, e a mulher chorou, o rosto banhado p ¨¢gua quente, sem distinguir
entre l¨¢grimas e ¨¢gua corrente.
Depois, sentiu¨Cse t?o exaurida que se ajoelhou, a ¨¢gua quente descendo por suas costas esguias e
percorrendo seu corpo, o som da ¨¢gua preenchendo o ambiente, e o vapor se espalhando.
teve a impress?o de que j¨¢ estava morta.
A ¨¢gua quente n?o era capaz de aquecer seu cora??o g¨¦lido, seu peito estava t?o oprimido que In?s
golpeou for?a, mas em v?o.
Chapter 158
Chapter 158
Cap¨ªtulo 158
Naqu noite, In¨ºs teve um sonho longo e profundo. Ao acordar, percebeu que era quase meio¨Cdia
com o sol j¨¢ a pino. se levantou da cama, ofegante, e s¨® ent?o sentiu que despertara
completamente do sonho.
Ajeitou os cabelos e mandou mensagens para Chris e Bruna. Sentia¨Cseo se estivesse virando
uma p¨¢gina em sua vida, e ap¨®s superar suas maiores ang¨²stias, enfim n?o possu¨ªa mais
vulnerabilidades.
Era incerto se Noe Serpa ficaria contente tal desece, afinal, tudo estava se desdobrandoo
ele queria, n?o era?
Chris respondeu de imediato, propondo um almo?o. In¨ºs se arrumou, escolhendo uma maquiagem e
trocando de roupa antes de sair. Encontrou¨Cse Chris no elegante Shopping Luxo. Em meia hora,
encontraram¨Cse na entrada principal.
Chris, trajando um terno, exibia um ar s¨¦rio ¨¤ primeira vista. In¨ºs, ao v¨º¨Clo, sorriu e brincou: ¡°Voc¨º
est¨¢ parecendo que vai a um encontro.¡±
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Chris a envolveu pelo pesco?o, retorquindo: ¡°Voc¨º sempre foi meu parceiro nas confus?es. S¨® lembra
de mim nas horas dif¨ªceis.¡±
Com um sorriso, In¨ºs pediu desculpas, e de bra?os dados, adentraram o shoppingo velhos
amigos, passeando por diversas lojas e acumndo sacs depras.
¡°Ap¨®s se livrar daquele traste do Noe Serpa, voc¨º bem que poderia me convidar para um almo?o de
celebra??o¡± ¨C brincou Chris, sorrindo: ¡°Podemos chamar a Bruna para se juntar
a n¨®s.¡±
¡°Tentei fr a Bruna, mas por algum motivo n?o respondeu¡± ¨Centou In¨ºs, checando o
celr e murmurando sobre o qu?o estranho era aquilo, e ent?o prop?s: ¡°Vamos almo?ar, pode
nos encontrar depois.¡±
¡°Combinado¡± ¨C concordou Chris, escolhendo um restaurante sofisticado e guiando In¨ºs para dentro.
Com seu semnte de tra?os delicados, os funcion¨¢rios assumiram que fossem um casal enamorado,
espdo sobre o qu?o charmosos pareciam.
odados numa ¨¢rea reservada, Chris rxou as pernas sobre um banco, sem a m¨ªnima etiqueta
aristocr¨¢tica que mantinha diante das cameras, assemelhando¨Cse mais a um novato na riqueza, s¨®
faltava um cigarro nos l¨¢bios.
Elen?ou um olhar brincalh?o para In¨ºs e provocou: ¡°Escolha algo gostoso paraermos, querida.¡±
In¨ºs riu e retrucou: ¡°Se achando, n¨¦? Ouvi algu¨¦m elogiar sua beleza quando entrei.¡±
Chris, sempre vaidoso, rebateu: ¡°N¨®s, mesti?os, temos nossa beleza. E aquele Teodoro Farnese
tamb¨¦m n?o ¨¦ um gato?¡±
In¨¦s mudou de assunto: ¡°Por que tocar nesse nome? J¨¢ rompi?os essas pessoas.¡±
Ah e¨CChris piscou, provocando: ¡°Ent?o vou me envolver o Noe Serpa para voc¨º se vingar¡±
¡°Se quer ficar ele, problema seu, mas n?o envolva meu nome¡± ¨C In¨¦s revirou os olhos: ¡°O que se
ganha um cafajeste? Melhor investir em alguem mais novo.¡±
¡°J¨¢e?ou a pregar, ¨¦? ¨C Chris sacou um cigarro, acendendo¨Co estilo, folheando o menu e
murmurando: ¡°Deveria estar grata por ter um amigoo eu. Veja bem, estou aqui at¨¦ para te
panhar naspras p¨®s¨Ct¨¦rmino.¡±
Termino? In¨¦s soltou uma risada essa!
¡°Eu n?o sinto mais nada pelo Noe Serpa. J¨¢ s?o cinco anos que deixei de am¨¢¨Clo.¡±
Chapter 159
Chapter 159
Cap¨ªtulo 159
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¡°¨¦ mesmo?¡± Chris estrellou os olhos, tentando captar algum sinal de emo??o for?ada no rosto d,
mas in¨ºs fva tanto naturalidade que n?o transparecia nenhum desconforto.
Ah, o cora??o de uma mulher ¨¦ um mist¨¦rio insond¨¢vel!
Chris se odou melhor no sof¨¢, apndo o queixo uma m?o de formal pensativa: ¡°Como
assim sua irm? est¨¢ demorando tanto? Passa o endere?o do nosso restaurante para , f para se
arrumar e vir logo.¡±
¡°Deve estar atarefada¡± ¨C In¨ºs ponderou, lembrando que Bruna era a assistente pessoal de Celso, e
precisava estar a postos sempre que Celso chamasse, o que significava um hor¨¢rio de trabalho
bastante irregr. Mesmo sendo fim de semana, Bruna provavelmente estava envolvida algum
compromisso de Celso.
¡°No meio do fim de semana, duvido que Celso esteja exigindo tanto d. Ser¨¢ que n?o tira um
tempo para descansar?¡± ¨C Chris tamborva os dedos na mesa, impaciente: ¡°Liga para , s¨® para
avisar.¡±
In¨ºs concordou que era uma boa ideia e ligou para Bruna, Mas, assim que a chamada foi atendida,
ouviu¨Cse um murmurio abafado do outrodo.
Essa voz provocou uma onda de preocupa??o em In¨ºs, que questionou: ¡°Bruna, onder voc¨º est¨¢? Vai
vir jantar conosco?¡±
N?o houve resposta; somente a risada gda de um homem ecoou, e a liga??o foil desligada
abruptamente.
A espera deixou In¨ºs perplexa; n?o era tipico de Brunaportar¨Cse dessa maneira era sempre
direta e vivaz. Esseportamento era ium.
In¨ºs, j¨¢ tendo enfrentado situa??es rmantes
,e?ou imediatamente a suspeitar que algo ruim poderia ter acontecido ¨¤ amiga e, sem pedir mais
nada do card¨¢pio, pegou o celr e se levantou.
¡°Vamos, precisamos ir at¨¦ a casa d agora!¡±
O cora??o de In¨ºs batia acelerado: ¡°Estou preocupada que algo tenha acontecido a
Bruna¡¡±
¡°Melhor checar. Se n?o est¨¢ atendendo o telefone num s¨¢bado, deve ter algo errado¡± ¨C Chris
concordou, e juntos sa¨ªram do restaurante, pegaram suas coisas e apressaram¨Cse em dire??o ¨¤ sa¨ªda
do Centro Luxo. Pararam um t¨¢xi na rua, e In¨ºs informou ao motorista o nome de um bairro nobre, que
ent?o partiu rapidamente.
¡°Bruna mora num lugar bastante sofisticado, n¨¦?¡± ¨C Chris observou, ao saber do endere?o da casa de
Bruna: ¡°¨¦ a casa d mesmo? Ou ser¨¢ que Celso est¨¢ proporcionando esse
estilo de vida para ?¡±
¡°¨¦ da fam¨ªlia d¡± ¨C In¨ºs respondeu, de maneira um tanto evasiva: ¡°Mas n?o tenho certeza se Celso
estar¨¢ l¨¢ hoje.¡±
Celso era conhecido por seuportamento reservado e temperamento vol¨¢til, al¨¦m de ter um
background influente. In¨ºs nutria suas apreens?es desde que Bruna se tornou a assistente pessoal
dele.
Contudo, ao chegarem ¨¤ porta do apartamento de Bruna, In¨ºs deparou¨Cse uma figura
inesperada.
Era Casimiro Leme, o ex¨Cnoivo de Bruna.
Quando In¨ºs e Chris escram a varanda e entraram, viram Casimiro for?ando Bruna contra o sof¨¢,
com a m?o sobre sua boca, enquanto se debatia em desespero.
Mas a for?a entre um homem e uma mulher ¨¦ distinta, e Bruna estava sendo sobrepujada, as
costas desnudas depois que Casimiro lhe rasgou a roupa, revndo sua pele suave e delicada ¨C sem
d¨²vidas, uma cena provocante para qualquer homem.
Foi nesse momento que In¨ºs e Chris, adentrando p varanda externa, avistaram a cena atrav¨¦s de
uma fresta das cortinas fechadas da s. In¨ºs, abda por um choque profundo e sem hesitar,
agarrou um vaso de nta da varanda e on?ou todas as suas for?as contra o vidro!
Chapter 160
Chapter 160
Cap¨ªtulo 160
O barulho aterrorizante parou os dois no interior da s. In¨ºs quebrou uma parte da jan de vidro e,
em seguida, Chris deu um chute poderoso no vidro at¨¦ que ele se quebrou totalmente. Ele avan?ou
para dentro, afastando o homem que estava em cima de Bruna.
In¨ºs retirou seu casaco e o colocou sobre Bruna, recuperando a calma para confrontar Casimiro:
¡°Voc¨º perdeu o juizo? N?o percebe que n?o est¨¢ interessada?¡±
estava familiarizada Casimiro, os filhos da elite frequentemente se encontram. J¨¢ tinha ouvido
fr dele e tamb¨¦m o visto, mas jamais pensou que algu¨¦m de sua apar¨ºncia refinada pudesse agir
de forma t?o desprez¨ªvel!
A indaga??o de In¨ºs provocou uma risada em Casimiro: ¡°O que voc¨º tem a ver isso? Isso ¨¦ um
assunto nosso.¡±
Bruna, que geralmente era t?o vibrante na presen?a de outros, estava tremendo nos bra?os de In¨ºs,
com o rosto molhado de l¨¢grimas, segurando o bra?o de In¨ºs: ¡°Voc¨º veio¡ que bom que voc¨º veio¡¡±
Ver Bruna, sempre t?o orgulhosa, reduzida a esse estado, partia o cora??o de In¨ºs. Por que e
suas amigas tinham que passar por tantas adversidades?
¡°Meu Deus, por que os inocentes sempre sofrem?¡±
¡°Bruna ¨¦ minha grande amiga. Jamais ficarei ¨¤ margem enquanto algo ruim acontece , ainda
mais vendo voc¨º a for?ar. Como pode achar que est¨¢ certo?!¡± ¨C In¨ºs tinha os olhos inmados de f¨²ria
enquanto abra?ava Bruna. Quando mesma estava desamparada, foi Bruna quem veio ao seu
socorro e a acolheu. Agora que Bruna estava em apuros,o poderia ficar inerte?
Casimiro quase riu ao ver In¨ºs defendendo¨Ca. Era um homem atraente ao sorrir, uma pena que
portasse uma express?o t?o odiosa: ¡°Bruna, vejo que voc¨º conquistou influ¨ºncia, de uma simples
mo?a ¨¤ sua posi??o atual. Voc¨º realmente sabeo cativar as pessoas!¡±
¡°Cdo!¡± ¨C Chris, incapaz de tolerar ver uma mulher ser diminu¨ªda dessa forma, abriu al porta: ¡°Some
daqui!¡±
Casimiro fingiu n?o escutar e se aproximou, mas In¨ºs recuou, protegendo Bruna. Ele, em seu traje
elegante, fixou o olhar em Bruna, escondida atr¨¢s de In¨ºs: ¡°Bruna, voc¨º nunca deveria achar que este
¨¦ um lugar para fazer o que bem entender. N?o pense que, por ter o apoio de Celso, pode tudo. Ainda
lhe falta moral para enfrentar a fam¨ªlia Leme!¡±
Dito isso, ele se levantou, ajeitou suas vesteso se tirasse p¨® inexistente,n?ou um olhar g¨¦lido
para Bruna e saiu, fechando a porta for?a, deixando apenas os tr¨ºs na s.
12:46
Com a salda de Casimiro, Bruna finalmente chorou baixinho.
Apegando¨Cse ¨¤ roupa de In¨ºs, tremia, dizendo: ¡°In¨ºs, sou t?o grata por voc¨º ter vindo¡¡±
In?s suspirou e Chris entregou um copo de ¨¢gua morna, agachando¨Cse para confortar Bruna: ¡°Pobre
querida, n?o chore mais.¡±
Bruna tentou segurar as l¨¢grimas, seus l¨¢bios ainda tremiam, mas se esfor?ava para
n?o chorar.
In¨ºs acariciou seu rosto: ¡°Ele n?o te machucou mais, n?o ¨¦?¡±
¡°N?o¡± ¨C Bruna devolveu o casaco para In¨ºs: ¡°Muito obrigada.¡±
¡°Entre n¨®s n?o existimos ¡®muito obrigada¡± ¨C sorriu In¨ºs: ¡°Vista¨Cse, eubinei Noe Serpa e o
jantar ser¨¢ por minha conta hoje.¡±
Percebendo que In¨ºs tentava anim¨¢, Bruna concordou um sorriso: ¡°Tudo bem, s¨® preciso de
um momento para me rpor.¡±
In¨ºs e Chris esperaram na s enquanto Bruna se arrumava. Dez minutos depois, reapareceu, t?o
assertiva e imponente quanto a assistente Celso,o se a fragilidade tivesse sido apenas uma
miragem.
In¨ºs percebia que e Bruna eram do mesmo tipo, e talvez por isso se tornaram t?o boas amigas.
Bruna chamou o seguran?a do condominio para ajudar a instr um novo vidro. Ap¨®s pagar, saiu
com In¨ºs e Chris e disse: ¡°Desculpa mesmo voc¨ºs terem que ver isso.¡±
¡°Se tem algo te chateando, voc¨º deveria me contar¡± ¨C In¨ºs olhou preocupada para a amiga,
questionando¨Cse sobre o estado d: ¡°Por que o Casimiro teve que fazer uma coisa dessas?¡±
Bruna sorriu os olhos marejados e disse: ¡°Eu mere?o.¡±
In¨ºs n?o insistiu mais. s encontraram um lugar para sentar em um restaurante e acenou para
chamar o gar?om.
Mas o que n?o esperavam era esbarrar em dois homens que passavam p mesa ds.All content is ? N0velDrama.Org.
Chapter 161
Chapter 161
Cap¨ªtulo 161
Naqu noite, Teodoro Farnese estava ¨¤ mesa Dion¨ªsio, exatamente na frente de onde In¨ºs e
Bruna se odaram. Ao se sentarem, seus olhares cruzaram o de In¨ºs.
Pega de surpresa, In¨ºs teve uma ligeira altera??o na express?o, mas rapidamente se fez de
desentendida e voltou sua aten??o ao card¨¢pio, prosseguindo na escolha dos pratos aodo de
Bruna.
Brunan?ou um olhar c¨²mplice para In¨ºs,entando: ¡°Parece que seu azar no amor deu as caras
novamente.¡±
In¨ºs respirou fundo, visivelmente frustrada: ¡°Pelo amor de Deus, vamos mudar de assunto. Eu
realmente preferia n?o ter encontrado eles aqui.¡±
Ao ouvir isso, Teodoro Farnese e Dionisio exibiram uma mudan?a sutil de express?o.
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Dionisio, que havia sido confinado em casa por sua m?e recentemente e liberado apenas alguns dias
atr¨¢s, desconhecia as recentes trib??es de In¨ºs. Ainda ressentido ps imagens intimas que
circram, a postura despreocupada de In¨ºs o deixava cada vez mais amargurado.
Ele questionava a pr¨®pria percep??o, achando que havia sido ludibriado ao considerar In¨ºs uma
pessoa ¨ªntegra, agora encontrava¨Cse em um turbilh?o de d¨²vidas sobre .
Chris, por outrodo, exibia uma postura rxada, apoiando o queixo nas m?os, parecendo o irm?o
mais velho no grupo. Teodoro Farnesen?ou um olhar demorado para Chris, enquanto Dionisio
cochichava, questionando: ¡°Quem ¨¦ esse homem?¡±
¡°Incr¨ªvelo In¨ºs sempre est¨¢ cercada por homens diferentes, n?o ¨¦?¡±
Teodoro Farnese respondeu frieza: ¡°Esse ¨¦ o Sr. Chris.¡±
Ao reconhecer o nome, Dionisio se mostrou surpreso. Seria esse o famoso designer Chris? O que ele
estaria fazendo napanhia ds?
In¨ºs, notando os olhares curiosos vindos da mesa oposta, sentia¨Cse exausta por estar
constantemente sob o escrutinio alheio,o se sua vida dependesse da aprova??o
deles.
estava determinada a se livrar dessa press?o. Afinal, quem realmente precisava de quem para
seguir adiante?
O trio pediu suas refei??es e se distraiu os celres. Bruna mencionou que Celso havia investido
em um novo jogo, um aplicativo de sim??o amorosa ainda em fase de testes, e ofereceu a In¨ºs e
Chris a oportunidade de experiment¨¢¨Clo: ¡°O Gerente Freitas me passou uma c¨®pia, querem ver?¡±
¡°Interessante, um jogo de Sim??o de Romance, n¨¦?¡±
12:46
Chris se mostrou intrigado: ¡°Curioso ver Celso investindo em algo assim, n?o parece muito ele.¡±
Bruna sorriu, explicando: ¡°O importante ¨¦ que ¨¦ lucrativo. As jovens hoje em dia adoram esses jogos
de romance, onde podem se envolver diversos personagens atraentes, desde um grande astro
at¨¦ um professor universit¨¢rio. H¨¢ toda uma variedade de enredos, desde ser drogada em uma festa a
encontros misteriosos. ¨¦ o tipo de coisa que faz o cora??o das meninas bater mais forte.¡±
¡°Incr¨ªvel¡¡± ¨C Para In¨ºs, a fase de se encantar por ¨ªdolos virtuais j¨¢ havia passado, mas reconhecia
o potencial do jogo em cativar um p¨²blico fiel.
¡°Voc¨º me deixou curioso.¡± ¨C Chris, visivelmente empolgado,entou: ¡°Vou pedir para o Celso me
passar uma c¨®pia tamb¨¦m, estou ansioso para conhecer esses personagens.¡± ¡°Seria bom um pouco
de discri??o.¡± ¨C In¨ºs brincou, dando uma risada suave: ¡°Esse tipo de jogo sempre acaba exigindo que
voc¨º gaste um pouco para acessar os conte¨²dos mais envolventes.¡±
¡°Esperto!¡±
Bruna acenou aprova??o: ¡°Parece que voc¨º est¨¢ tempo livre, n?o est¨¢? Que tal nos ajudar
com o design? A personagem principal pode trocar de roupas, e estamos sempre em busca de
novidades. Venha nos dar uma m?o algumas ideias.¡±
Chapter 162
Chapter 162
Cap¨ªtulo 162
Essa ¨¦ uma boa ideia, In¨ºs prontamente concordou: ¡°Quando eu tiver tempo, vou dar uma olhada no
seu est¨²dio.¡±
Bruna deu tapinhas no ombro de In¨ºso se fossem irm?os: ¡°Garota, venha para o nosso est¨²dio,
n¨®s temos um designer muito bonito por l¨¢!¡±
¡°Eu vou! Eu vou!¡± ¨C Chris estava mais animado do que In¨ºs: ¡° n?o est¨¢ namorando mais, se
tornou uma freira. Desde que seja um homem bonito, est¨¢ valendo para mim!¡±
Nesse momento, o gar?om trouxe o rod¨ªzio deida japonesa que eles haviam pedido, e os tr¨ºs
come?aram aer rapidamente. O clima era descontra¨ªdo, totalmente diferente da atmosfera s¨¦ria e
calma dos dois homens do outrodo.
Teodoro Farnese observava In¨¦s rindo e conversando os outros, sem saber por que, sentiu um
peso no peito,o se estivesse doente. Desde que In¨ºs saiu do hospital, ele nem sequer se
preocupou em perguntar sobre . Quando soube do envolvimento d Chris, sentiu uma
pontada de ci¨²mes.
Da ¨²ltima vez, naqu festa, tamb¨¦m estava de m?os dadas Chris, os dois. passaram por ele
como um casal perfeito, ferindo sua vis?o.
Dionisio se levantou para pegar alguns doces e olhou v¨¢rias vezes para In¨ºs. Com um tom de
insatisfa??o, ele disse: ¡°Da pr¨®xima vez, eu tamb¨¦m deveria trazer a garota.¡±
Sen?o, sair paraer sushi sozinho o jovem herdeiro da familia Farnese¡ isso ¨¦ ridiculo.
¡°Ent?o, traga voc¨º.¡± ¨C Teodoro Farnese desviou a aten??o para as pvras de Dionisio, enquanto
saboreava um peda?o de salm?o, e riu: ¡°Ouvi dizer que voc¨º ficou em pris?o domiciliar por um tempo.
O que aconteceu?¡±
Dion¨ªsio ficou o rosto s¨¦rio quando o assunto foi mencionado: ¡°N?o quero fr sobre isso, n?o h¨¢
nada para dizer.¡±
Teodoro Farnese riu novamente. Quando um homem ri, seus olhos verdes e azuis ficam
especialmente bonitos. Uma gar?e que passava olhou para ele v¨¢rias vezes:
¡°Aconteceu algo por causa de uma mulher, n?o ¨¦?¡±
Dionisio ficou o olhar sombrio, pensando em dizer algo, mas suspirou: ¡°Deixa para l¨¢, n?o vou
fr. De qualquer forma, j¨¢ fui liberado.¡±
Por¨¦m, Dionisio n?o sabia que estava atrasado na vida de In¨ºs, muito, muito atrasado, a ponto de
nunca conseguir alcan?¨¢, n?o importa o que ele fizesse.
A refei??o foi consumida rapidamente. In¨ºs e os outros se esfor?aram paraer o rod¨ªzio deida
japonesa. Chris estava saboreando um camar?o argentino coberto
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Depois de resolver o d¨¦cimo ouri?o do mar, Bruna franzia a testa: ¡°A por??o de ouri?o ¨¦ multo
pequena, ¨¦o se n?o tivesseido nada.¡±
In¨¦s olhou para : ¡°Com essa sua velocidade, definitivamente n?o ¨¦ suficiente.¡±
Bruno pegou uma colherada de ovas de peixe e as colocou na boca, mastigando e, em seguida,
engolindo: ¡°Ah! Eu amo buffet de sushi!¡±
Nesse momento, o celr d acendeu.
In¨ºs notou que o sobrenome que apareceu na t do celr de Bruna era ¡°Freitas¡°.
Provavelmente era a Celso.
atendeu a liga??o e, embora n?o soubesse o que foi dito do outrodo da linha, Bruna desligou o
telefone uma express?o abatida e ent?o disse a In¨ºs: ¡°Parece que vou ter que ir embora mais
cedo.¡±
¡°Podemos ir juntas¡± ¨C In¨ºs, ciente da natureza especial do trabalho de Bruna, n?o se importou:
¡°Depois deermos, n¨®s te panhamos.¡±
¡°N?o precisa, vou indo agora. Voc¨ºs dois podem ficar¡°¨C Bruna pegou seu casaco en?ou um olhar
para Teodoro Farnese e Dionisio do outrodo da mesa: ¡°Se eles tentarem te iodar depois que
eu sair, me liga, est¨¢ bem?¡±
Chapter 163
Chapter 163
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Cap¨ªtulo 163
In¨¨s riu: ¡°Seria bom se voc¨º fosse meu namorado.¡±
¡°Bem, eu relutantemente aceito seu pedido¡± ¨C Bruna levantou os l¨¢bios vermelhos: ¡°In¨ºs ¨¦ minha
esposinha, quem ousar mexer , eu vou bater!¡±
¡°Pare de brincadeira, voc¨º est¨¢ pressa, v¨¢ logo¡± ¨C In¨ºs empurrou Bruna levemente: ¡°Venhaer
conosco de novo na pr¨®xima semana, tenha cuidado no caminho.¡±
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Bruna saiu passos firmes em seus saltos altos. Depois que foi embora, a divers?o diminuiu
consideravelmente. Chris e In¨ºs tamb¨¦m n?o demoraram muito paral terminar deer e se
levantaram. Quando estavam prestes a pedir a conta, foram informados de que algu¨¦m havia pagado
por eles n?o muito tempo atr¨¢s.
In¨ºs levantou a cabe?a e viu Teodoro Farnese saindo do balc?o um cart?o na m?o.
Seu cora??o saltou. pensou em fingir que n?o o tinha visto, mas Teodoro Farnese mudou de
dire??o e voltou para o balc?o, caminhando rapidamente em sua dire??o. Sual presen?a era
realmente imponente. In¨ºs deu alguns passos para tr¨¢s e ficou aodo de Chris.
¡°Acabaram deer?¡±
Ele a encarou, pronunciando uma frase de forma enigm¨¢tica.
In¨¦s respondeu rapidamente um ¡°sim¡± ¨C e segurou o bra?o de Chris, pronta para sair. Teodoro Farnese
riu atr¨¢s d: ¡°In¨ºs, eu n?o sou um monstro assustador, nem Noe Serpa. Por que voc¨º tem tanto
medo de mim?¡±
Veja, ele sempre conseguia cutucar as partes mais sens¨ªveis d facilidade.
In¨ºs apertou os dedos e olhou para Teodoro Farnese: ¡°Sr. Farnese e eu n?o somos pr¨®ximos, ent?o
n?o h¨¢ necessidade de prolongar a estadia. Por acaso, voc¨º espera que eu v¨¢ tomar ch¨¢ na sua casa
depois de nos cumprimentarmos?¡±
se tornou realmente mais afiada em suas pvras.
Teodoro Farnese n?o sabia que In¨ºs j¨¢ tinha abandonado tudo por conta pr¨®pria, quando algu¨¦m n?o
tem mais nada a perder, torna¨Cse destemido.
Dionisio percebeu o impasse no balc?o e se aproximou. In¨ºs n?o via Dion¨ªsio h¨¢ dias e notou que ele
tamb¨¦m havia mudado bastante.
j¨¢ tinha tentado se abrir Dionisio, mas sua sinceridade foi recebida desconfian?a,
transformando todos os seus esfor?os em uma piada.
Talvez agora Dionisio a visse apenaso uma mulher que se aproximava dele por causa de sua
origem familiar.
Mas In¨ºs n?o se importava mais a opini?o de Dionisio sobre . tamb¨¦m sentiu
12:46
dor no passado, questionando por que seus amigos a abandonavam um por um. Mas ent?o
entendeu que os verdadeiros amigos s?o insepar¨¢veis, e aqueles que partem s?o apenas passageiros
em sua vida.
In¨ºs olhou nos olhos de Dion¨ªsio, e seu olhar n?o era mais t?o sincero quanto antes, apenas o
cumprimentou indiferen?a e pretendia continuar a se afastar.
Dionisio e Teodoro Farnese a chamaram ao mesmo tempo.
In¨ºs hesitou mais uma vez, mas n?o se virou. apenas perguntou: ¡°Ainda h¨¢ algo a tratar?¡±
¡°In¨ºs.¡± ¨C Dionisio ramente n?o esperava que o tratasse tamanha frieza e n?o tinha id do
que havia sofrido nos ¨²ltimos tempos.
Ele s¨® conseguiu olhar para desd¨¦m e disse: ¡°Voc¨º mudou.¡±
In¨ºs sorriu, e ao olhar para tr¨¢s, parecia que todo o mundo perdia a cor.
encarou Dion¨ªsio, percebendo p primeira vez quem ele realmente era. Os homens sempre se
escondem atr¨¢s de uma m¨¢scara de mist¨¦rio quando est?o ¨¤ ca?a, mas quando percebem que nunca
conseguir?o o que desejam, mostram suas verdadeiras faces frias e insens¨ªveis.
In¨ºs riu da pr¨®pria ingenuidade por ter confiado tanto nele.
disse toda a seguran?a: ¡°Dionisio, sabe de uma coisa? Eu pensei que poderia encontrar
abrigo em voc¨º.¡±
Chapter 164
Chapter 164
12:46
Cap¨ªtulo 164
No momento em que essas pvras foram proferidas, os olhos de Dion¨ªsio se contra¨ªram
repentinamente. Em seguida, a mulher virou a cabe?a, deixando¨Co para tr¨¢s enquanto caminhava ao
lado de outro homem, sem qualquer pesar: ¡°Mas descobri que isso era apenas um devaneio meu. O
passado se foi o vento, n?o guardo ressentimentos. Agrade?o a Dion¨ªsio por tudo o que j¨¢ fomos
um para o outro.¡±
se foi, e justo quando sa¨ªa, uma rajada de vento entrou p porta. Dion¨ªsio sentiuo se aquele
vento atravessasse todo o seu peito.
Dizem que quando certas pessoas se encontram, ¨¦o uma brisa passageira, mas que causa uma
inunda??o. No entanto, Dion¨ªsio n?o acreditava nisso. Ele achava que essas eram apenas bs
coincid¨ºncias imaginadas pelos poetas, e que o mundo n?o era repleto de momentos surpreendentes
e ao mesmo tempoment¨¢veis.
Ele simplesmente n?o acreditava que uma brisa pudesse causar uma inunda??o nas
montanhas.
Contudo, agora, ele estava sendo engolido por uma onda gigantesca, e s¨® ent?o percebeu que, no
passado, j¨¢ havia cruzado caminhos In¨ºs.
Teodoro Farnese estava atr¨¢s de Dion¨ªsio, um olhar sombrio e indecifr¨¢vel, fixando seu olhar na
figura de In¨ºs enquanto se afastava, at¨¦ que sua silhueta desaparecesse porpleto.
Bruna mandou uma mensagem para In¨ºs dizendo que j¨¢ havia chegado ao escrit¨®rio e que
poderia ficar tranqu. Depois, guardou o celr e olhou para o homem ¨¤ sua
frente.
Celso a olhava de forma enigm¨¢tica, sentado no sof¨¢. Ele usava uma camisa despojada, as
mangas soltas, e a parte de baixo estava dentro de suas cal?as sociais. Celso apoiou o queixo a
m?o, seus olhos ¨¢mbar brilhandoo se estivessem emitindo luz, enquanto observava Bruna.
Bruna sentiu um formigamento no couro cabeludo e disse: ¡°Gerente Freitas, o que posso fazer por
voc¨º?¡±
Celso levou um tempo para responder, de forma lenta e pausada: ¡°Que tipo de caf¨¦ voc¨ºprou
para mim?¡±
¡°¡Nescaf¨¦.¡±
¡°Derrame¨Co fora,pre outro.¡±
Bruna estava na mans?o particr de Celso, que a havia chamado ali somente para que
preparasse um novo caf¨¦.
12.471
Bruna encontrou os olhos melo sorridentes, melo s¨¦rios de Celso: ¡°Gerente Freitas, no momento so
temos esse.¡±
Celso franziu as sobrancelhas levemente: ¡°N?o tem uma m¨¢quina de caf¨¦?¡±
¡°A m¨¢quina de caf¨¦ quebrou h¨¢ pouco.¡±
¡°Como quebrou?¡±
¡°Voc¨º n?o se lembra? H¨¢ algum tempo, uma influenciadora digital veio aqui e me confundiu sua
amante, e ent?o fez um escandalo. acabou quebrando a m¨¢quina de caf¨¦ da s de estar¡°¨C
explicou Bruna calma: ¡°E voc¨º esqueceu disso.¡±
¡°¡Eu tinha esquecido.¡± ¨C Celso nunca se preocupou em guardar essas coisas na mem¨®ria, mas ao
ouvir Bruna,e?ou a ter uma vaga lembran?a: ¡°Ent?o voc¨º ¨¦ respons¨¢vel por isso,pre uma
nova m¨¢quina de caf¨¦.¡±
¡°Mas eu n?o fui eu quem quebrou¡± ¨C Bruna sentiu¨Cse injusti?ada.
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¡° n?o veio atr¨¢s de voc¨º?¡±
¡° veio atr¨¢s de voc¨º!¡±
¡°¡Voc¨º est¨¢ tentando me responsabilizar?¡±
¡°De jeito nenhum.¡± ¨C Bruna mudou rapidamente sua express?o: ¡°Gerente Freitas, n?o se preocupe, eu
compro agora mesmo.¡±
Mas ao ligar o celr e procurar p mesma m¨¢quina de caf¨¦ que Celso tinha, ao ver o pre?o,
caramba, cinco mil e oitocentos!
Que absurdo! Por que est¨¢ t?o caro?
Bruna confirmou apra tristeza e, em seguida, levantou os olhos para Celso: ¡°Gerente Freitas,
tem mais alguma coisa?¡±
¡°E agora, o que fa?o?¡±
¡°Escolhi a op??o de entrega expressa, deve chegar amanh?, talvez?¡±
¡°Mas eu quero tomar caf¨¦ agora.¡±
Tomar¡ tomar caf¨¦ agora!! Bruna percebeu o qu?o exigente Celso era: ¡°Ent?o, o que sugere?¡±
Dessa vez, Celso sorriu: ¡°Temos caf¨¦ em gr?os aqui em casa, voc¨º pode moer para mim. Na cozinha,
tem um pil?o.¡±
Mil pvr?es passaram p mente de Bruna, mas se conteve, principalmente porque Celso
acrescentou: ¡°Moer, moer agora. Se ficar bom, no fim do m¨ºs, seu b?nus ser¨¢ dobrado.¡±
Chapter 165
Chapter 165
Cap¨ªtulo 165
Bruna mudou sua express?o diretamente: ¡°Gerente Freitas, eu te amo.¡±
Bruna moeu caf¨¦ por meia hora e preparou uma x¨ªcara de caf¨¦ americano puro para Celso, que
finalmente bebeu de forma lenta e pregui?osa. Ele se encolheu no sof¨¢ e olhou para Bruna em sua
frente, franzindo a testa: ¡°D¨¢ licen?a, voc¨º est¨¢ atrapalhando minha jogatina no PS4.¡±
Bruna continuou a suportar, sorrindo bobamente: ¡°Gerente Freitas, e quanto ao b?nus do final do
m¨ºs?¡±
Celso nem sequer levantou as p¨¢lpebras: ¡°Depende do meu humor.¡±
Onde est¨¢ minha faca? queria esfaquear algu¨¦m!
No entanto, quando Bruna se aproximou, Celso percebeu um chup?o em seu pesco?o, e o olhar do
homem de repente ficou cheio de significado.
Com um sorriso que n?o era bem um sorriso, ele disse a Bruna: ¡°Sua vida tem sido bastante¡
interessante ultimamente, n?o ¨¦?¡±
Bruna n?o entendeu o que Celso queria dizer isso.
Mas o homem j¨¢ estava de p¨¦, deixando o caf¨¦ dedo. Seus dedos longos e finost tocaram a
garganta de Bruna, num gesto que poderia ser de um amante, carregado de intimidade, mas ele foi
apertando um dedo ap¨®s o outro.
Bruna sentiuo se n?o pudesse respirar,
Celso era sempre imprevis¨ªvel, e n?o tinhao reagir.
Os dedos do homem deslizaram pesadamente por seus l¨¢bios, apagando seu batom em uma grande
¨¢rea. Ele disse: ¡°Algu¨¦m ousou toc¨¢?¡±
Voc¨º tem o poder de contrr minha vida, ent?o eu n?o ousaria derramar uma ¨²nica l¨¢grima, mesmo
que voc¨º me pe?a para rir alto. Contanto que voc¨º me console, eu tenho. que me curar, afinal, voc¨º se
importa.
Celso n?o disse nada. Ele a soltou e sentou¨Cse novamente no sof¨¢, ainda um tom misterioso.
Ap¨®s um longo tempo, ele murmurou: ¡°Bruna, n?o me deixe ver seus maus
h¨¢bitos.¡±
Bruna riu de forma for?ada, seu rosto ficando p¨¢lido.
¡°Eu n?o tenho¡¡±
¡°As pvras que saem da sua boca¡± ¨C Celso sorriu: ¡°quanto de credibilidade voc¨º acha que t¨ºm?¡±
12:47
¨¦ verdade, havia esquecido, ele sempre a via dessa maneira.
Bruna tremeu: ¡°Fol o Casimiro que veio me procurar ao meio¨Cdia.¡±
¡°Hmm? E dal?¡± ¨C Celso a observava,cente: ¡°Isso s¨® prova que voc¨º ¨¦ muito boa no. que faz.¡±
Diante de tal sarcasmo, Bruna continuou a sorrir: ¡°Voc¨º me ensinou bem, Gerente
Freitas.¡±
Celso deu uma risada fria: ¡°N?o useigo essa sua atitude que voc¨º tem outros homens,
Bruna, eu n?o caio nessa. Se aprendeu a li??o, mude; se n?o pode mudar, c fora. Sem
explica??es, n?o quero ouvir.¡±
Bruna apertou os dedos em punho, mas n?o disse nada. Depois de um longo tempo, murmurou:
¡°O Gerente Freitas est¨¢ certo.¡±
Celso era assim, mesmo que ele a insultasse ao extremo, tinha que concordar sem dignidade,
dizendo que o Gerente Freitas estava certo.
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Ele sempre foi o ¨²nico a control¨¢.
Todos diziam que Celso tinha um cachorro ao seudo, Bruna, que trabalhava at¨¦ a morte p
empresa.
Alguns diziam que Bruna era insens¨ªvel, mas achava que quem era mesmo insensivel era Celso.
Depois de beber o caf¨¦, Celso ficou bem e disse que Bruna podia ir. saiu da casa de Celso meio
atordoada, e o seguran?a da porta sempre pensava que era uma mulher mantida por Celso..
sorriu, viu uma mensagem de In¨ºs e respondeu: ¡°Venha dormir na minha casa hoje ¨¤ noite.¡±
precisava depanhia.
Chapter 166
Chapter 166
Capitulo 166
Naqu noite, In¨ºs fol ¨¤ casa de Bruna Chris e os tr¨ºspartilharam um Jantar ¨¤ luz de vs.
sentiu que n?o tinha sido t?o feliz h¨¢ multo tempo. Desde o problema Amado e o
envolvimento Noe Serpa, sentiao se estivesse presa em um pesadelo todos os dias e
todas as noites.
Mas agora, esse pesadelo finalmente havia terminado.
In¨ºs sentia falta de Amado, mas n?o suportava mais a conviv¨ºncia Noe Serpa. Toda vez que se
lembrava deo Noe Serpa protegia Eunice, uma onda de raiva a invadia.
Era uma raiva que a fazia cerrar os dentes,
decidiu que era hora de ser imc¨¢vel. Quando n?o tivesse mais nada a perder al¨¦m de Amado,
n?o teria mais medo das amea?as de Noe Serpa.
N?o havia mais nada que a prendesse a Noe Serpa.
Durante o jantar, In¨ºs percebeu que Bruna estava abatida e descobriu que vinha enfrentando
press?o por conta de algo rcionado a Casimiro.
¡°Voc¨º terminou o noivado, ou foi ele quem terminou voc¨º?¡°, In¨ºs viu que Bruna tinha bebido
bastante vinho e n?o podia suportar ver sua amiga sofrendo.
a abra?ou e disse: ¡°N?o beba mais, chega.¡±
Deitada no ombro de In¨ºs, Bruna respondeu: ¡°Eu n?o amava Casimiro. Fui eu quem decidiu terminar,
mas fiz parecer que ele terminouigo.¡±
protegeu a reputa??o de Casimiro, e essa era a maiorpensa??o que poderia oferecer a ele.
¡°Se voc¨º n?o gostava, por quee?ou tudo?¡± In¨ºs acariciou o rosto avermelhado de Bruna,
lembrando¨Cse da pr¨®pria dor Noe Serpa.
Nas r??es amorosas, as mulheres muitas vezes s?o assim, cegas e masoquistas.
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¡°Por qu¨º?¡± Bruna riu. ¡°Celso me pediu para seduzi¨Clo. Porque a fam¨ªlia Leme e o Grupo Freitas t¨ºm
um neg¨®cio para discutir.¡±
In¨ºs ficou sem pvras. n?o sabia que Bruna e o Celso tinham esse tipo de r??o. Bruna amava
Celso? N?o, n?o o amava, ent?o por que ir t?o longe por ele?
Com Bruna b¨ºbada, In¨ºs e Chris a ajudaram a ir para o quarto. Depois, os dois se sentaram em outro
quarto e In¨ºs suspirou profundamente.
¡°A vida n?o ¨¦ f¨¢cil nem para voc¨º, nem para sua amiga,¡± disse Chris, caindo na cama. ¡°O amor n?o ¨¦
algo t?o simples, n?o ¨¦? N?o d¨¢ para funcionar s¨® o esfor?o de uma pessoa.¡±
12:47
In¨¦s sorriu, puxou a coberta aodo de Chris e eles se aconchegaram no escuro. sa que Chris
tamb¨¦m tinha seus desafios, gostar de algu¨¦m do mesmo sexo n?o era nada f¨¢cil, e ele
provavelmente carregava um peso maior do que mostrava.
A m¨Cnoite, uma liga??o desconhecida acordou In¨ºs, que atendeu sem olhar, ¡°Alo?¡±
A voz fria de In¨¦s chegou aos ouvidos de Noe Serpa, e ele sentiu um v¨ªcio doentio por sua
ex¨Cesposa.
¡°In¨ºs¡¡±
A voz do homem despertou In¨ºspletamente, e Chris, ao ouvir fr, perguntou irrita??o,
¡°Quem ¨¦? Por que voc¨º est¨¢ ligando no meio da noite e atrapalhando o sono dos outros?¡±
Noe Serpa estava bebendo em casa, sem entender por que havia ligado para In¨ºs nem por que¡
Estava desesperado para ouvir a voz d, mesmo que fosse para ser repreendido.
Ele¡ temia o desprezo e a indiferen?a d.
Mas a voz de outro homem do outrodo da linha, um tra?o de irrita??o, fez Noe Serpa sentir um
frio na espinha,o se tivesse ca¨ªdo numa gdeira.
In¨ºs desligou o telefone imediatamente, sem dar a Noe Serpa a chance de responder. Ele ficou
ouvindo o tom de chamada por um bom tempo at¨¦ voltar a si, a realidade fria despertando¨Co da
embriaguez, e Noe Serpa, sem controle, esmagou o copo de vinho em sua m?o.
¡°Sr. Serpa¡¡± Dorival panhava Noe Serpa em uma rodada de cacha?a, observando sua
express?o distante, ee?ou a se preocupar. ¡°Sr. Serpa, melhor n?o beber mais.¡± ¡°Dorival¡¡± Noe
Serpa demorou um pouco antes de murmurar: ¡°Na vida, ser¨¢ que sempre seremos atormentados pelo
que nunca tivemos?¡±
Dorival ficou em sil¨ºncio e, depois de um longo tempo, finalmente falou, ¡°Sr. Serpa, o senhor nunca
perdeu de verdade.¡±
Chapter 167
Chapter 167
Cap¨ªtulo 167
Noe Serpa sorrlu baixinho, ¡°Voc¨º est¨¢ zombando do fato de que eu tamb¨¦m nunca consegul
conquistar, n?o ¨¦?¡±
Dorival manteve¨Cse em sil¨ºncio.
Noe Serpa sabia que Dorival tinha medo de In¨ºs. Ele olhou para Dorival. ¡°Como voc¨º v¨º o sequestro
de In¨ºs?¡±
¡°N?o ¨¦ para mim julgar¡°, respondeu Dorival, mantendo uma distancia respeitosa de Noe Serpa. ¡°Seu
pr¨®prio ponto de vista ¨¦ o que importa, Sr. Serpa.¡±
Ele n?o iria ajudar In¨ºs a se explicar para Noe Serpa, In¨ºs provavelmente tamb¨¦m desprezaria tal ato.
Olhando para seu assistente, Noe Serpa sorriu. ¡°Eu prendi todas as pessoas envolvidas no incidente.
Todos eles alegaram que queriam sequestrar In¨ºs por impulso, e suas hist¨®rias n?o mudaram nem
sob coa??o. Mas In¨ºs insiste que foi tudo nejado por Eunice. Eu quero saber por que insiste em
acusar Eunice.¡±
Dorival baixou seus olhos, ¡°Se o Sr. Serpa tem d¨²vidas, por que n?o pergunta diretamente para a Sra.
Guedes?¡±
¡°Eu perguntar?¡±
Noe Serpa riuo se ouvisse uma piada, ¡°In¨ºs n?o se iodaria isso, certo? Deixe pra l¨¢, ¨¦
s¨® uma mulher. Eu me sinto mais livre sem .¡±
¨¦ isso, melhor que se v¨¢, mais tranquilo ele fica!
Ele quer¨ªa ver de onde In¨ºs tirava a coragem para dizer que Eunice era a mente por tr¨¢s de
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tudo!
¡°Eunice est¨¢igo h¨¢ cinco anos, se estivesse tramando algo, eu teria percebido.¡± Noe Serpa
baixou a cabe?a, ¡°Desde a morte de Acelina, eu cuidei de Eunice no lugar d, provavelmente In¨ºs
odiava Acelina e por isso atacava Eunice tamb¨¦m.¡±
¡°Se voc¨º j¨¢ tem suas pr¨®prias conclus?es, n?o h¨¢ mais o que perguntar a mim.¡±
Dorival ficou em sil¨ºncio por um tempo antes de fr, ¡°Espero que o Sr. Serpa n?o se arrependa no
futuro.¡±
Arrepender¨Cse? Ele?
Noe Serpa encheu seu copo novamente e falou baixinho,o se estivesse fndo consigo mesmo.
¡°Eu n?o vou me arrepender, n?o posso me arrepender.¡±
Mas¡ mas s¨® de pensar que havia uma voz masculina perto de In¨ºs, Noe Serpa sentia uma irrita??o
inexplic¨¢vel.
vatava obviamente dormindo, t?o tarda da holte, um homem
Ao pensar nisso, Noe Serpa sentia um impulso quase Incontrol¨¢vel de Ir nt¨® l¨¢ e arranca loa da cama,
In¨¦s havia derado seu amor por ele h¨¢ cinco anos, por que¡ por que agora poderia
simplesmente ir embora?
era mesmo cruell
Noe Serpa engoliu a bebida de um gole, enquanto Dorival, em sil¨ºncio, servia mais para ele. Desde
que Ines se fora, Noe Serpa recorria ¨¤ bebida para conseguir dormir.
Ele temia sonhar o rosto de In¨ºs, ent?o ele se embebedava sem parar.
N?o deveria ser assim, afinal, quemeteu um erro cinco anos atr¨¢s fol In¨ºs, e agora tinha
cortado todos os?os ele, por que ele sentia o que sentia agora?
Onde estava o erro?!
Noe Serpa chutou a garrafa de bebida, derramando o l¨ªquido no ch?o e exndo um cheiro forte.
Com os olhos vermelhos, Noe Serpa jogou o copo contra a parede, quebrando¨Co em peda?os. Dorival
permanecia quieto ao seudo, sem se mover para recolher os cacos.
¡°Uma mulher¡ apenas uma mulher¡¡± Noe Serpa apertou os dedos for?a, ¡°O que t tem para
me acusar! agora n?o ¨¦ a mesma que se mistura homens na cama!¡±
A ideia de In¨ºs outro o deixava louco!
O que mais, que pe?o ele poderia usar para manter In¨ºs sob seu controle? O que o impediria de faz¨º¨C
la escapar?
Uma s¨¦rie de pensamentos atravessou a mente do homem, e ele olhou rapidamente para Dorival,
a voz tremendo, ¡°Descubra onde os pais de In¨ºs est?o se escondendo!¡±
Chapter 168
Chapter 168
Cap¨ªtulo 168
Na manh? seguinte, era segunda¨Cfeira, e Bruna precisava ir trabalhar. Quando o rme tocou, se
levantou da cama e viu In¨ºs e Chris ainda dormindo no quarto de h¨®spedes. Bruna sorriu e, em
seguida, se arrumou e saiu para o trabalho. In¨ºs e Chris acordaram ¨¤ tarde, pois tinham bebido vinho
tinto na noite anterior e dormido at¨¦ tarde. Desde quee?aram a viver juntos, In¨ºs sentiu que seus
hor¨¢rios de sono estavam se tornando cada vez mais pregui?osos. se levantou e viu Chris ainda
na cama, ent?o foi at¨¦ ele e
deu um chute no cobertor. ¡°Hora de levantar.
Chris esfregou os cabelos e pegou o celr para ver as horas. Ao ver a data, levou um susto.
¡°Caramba, tenho que voltar para os Estados Unidos.¡±
¡°J¨¢ vai voltar t?o r¨¢pido?¡± In¨ºs trocou de roupa e se virou para olhar para ele. ¡°Voc¨º
acabou de voltar.¡±
¡°Eu voltei ao Brasil por sua causa.¡±
Chris revirou os olhos. ¡°Tirei uma folga para visitar voc¨º e tamb¨¦m tenho que cuidar dos neg¨®cios da
empresa. Est¨¢ ficando maluco, vou ficar super ocupado quando voltar.¡±
In¨ºs riu. ¡°Voc¨ºs podiam me contratar para uma parceria.¡±
¡°Contratar nada!¡± Chris se levantou rapidamente da cama. ¡°Vou reservar minha passagem agora e
podemos sair para tomar um ¨²ltimo ch¨¢ da tarde juntos.¡±
¡°Beleza.¡± In¨¦s arrumou o cabelo. ¡°Mais tarde vou buscar a Bruna no trabalho, parece n?o estar
muito feliz esses dias.¡±
Eles escolheram um restaurante e sa¨ªram para pegar um t¨¢xi. Chegando ao lobby do hotel,
descobriram que o t¨¦rreo estava reservado para uma festa de Ano Novo de uma empresa. J¨¢ era
inverno e logo viria um novo ano. In¨ºs se envolveu no casaco e seguiu Chris para uma s
privada.
¡°Aqui ¨¦ mais tranquilo, mas o ambiente do sal?o principal ¨¦ melhor, se n?o se importarem em
compartilhar o espa?o os funcion¨¢rios da empresa¡¡± O gar?om perguntou cuidado:
¡°Podemos arranjar duas cadeiras para voc¨ºs.¡±
¡°Est¨¢ tudo bem, vamos ficar aqui mesmo, obrigada¡°, disse In¨ºs, sinalizando para o gar?om que n?o
precisava se preocupar. Ent?o, e Chris se sentaram ee?aram a olhar o card¨¢pio. Enquanto
isso, o sagu?o estava cheio de gente, mesas cheias de pessoas. In¨¦s e Chris pediram alguns
pratos do menu. Chris pediu alguns pratos popres do menu e In¨ºs se levantou para ir ao banheiro,
deixando Chris sozinho na s.
Mas n?o esperava encontrar Celso l¨¢.
E menos ainda que Celso tinha reservado o andar de baixo para oferecer um almo?o aos funcion¨¢rios
de sua empresa e tamb¨¦m tinha convidado o parceiro de neg¨®cios Noe
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Cap¨ªtulo 168
Na manh? seguinte, era segunda¨Cfeira, e Bruna precisava ir trabalhar. Quando o rme tocou, se
levantou da cama e viu In¨ºs e Chris ainda dormindo no quarto de h¨®spedes. Bruna somriu e, em
seguida, se arrumou e saiu para o trabalho. In¨ºs e Chris acordaram ¨¤ tarde, pois tinham bebido vinho
tinto na noite anterior e dormido at¨¦ tarde. Desde quee?aram a viver juntos, In¨ºs sentiu que seus
hor¨¢rios de sono estavam se tornando cada vez mais pregui?osos. se levantou e viu Chris ainda
na cama, ent?o foi at¨¦ ele e
deu um chute no cobertor. ¡°Hora de levantar.¡±
Chris esfregou os cabelos e pegou o celr para ver as horas. Ao ver a data, levou um susto.
¡°Caramba, tenho que voltar para os Estados Unidos.¡±
¡°J¨¢ vai voltar t?o r¨¢pido?¡± In¨ºs trocou de roupa e se virou para olhar para ele. ¡°Voc¨º acabou de voltar.¡±
¡°Eu voltei ao Brasil por sua causa.¡±
Chris revirou os olhos. ¡°Tirei uma folga para visitar voc¨º e tamb¨¦m tenho que cuidar dos neg¨®cios da
empresa. Est¨¤ ficando maluco, vou ficar super ocupado quando voltar.¡±
In¨ºs riu. ¡°Voc¨ºs podiam me contratar para uma parceria.¡±
¡°Contratar nada!¡± Chris se levantou rapidamente da cama. ¡°Vou reservar minha passagem agora e
podemos sair para tomar um ¨²ltimo cha da tarde juntos.¡±
¡°Beleza.¡± In?s arrumou o cabelo. ¡°Mais tarde vou buscar a Bruna no trabalho, parece
n?o estar muito feliz esses dias.¡±
Eles escolheram um restaurante e sa¨ªram para pegar um taxi. Chegando ao lobby do hotel,
descobriram que o t¨¦rreo estava reservado para uma festa de Ano Novo de uma empresa. J¨¢ era
inverno e logo viria um novo ano. In¨ºs se envolveu no casaco e seguiu Chris para uma s
privada.
¡°Aqui ¨¦ mais tranquilo, mas o ambiente do sal?o principal ¨¦ melhor, se n?o se importarem em
compartilhar o espa?o os funcion¨¢rios da empresa¡¡± O gar?om perguntou cuidado:
¡°Podemos arranjar duas cadeiras para voc¨ºs.¡±Belongs to ? n0velDrama.Org.
¡°Est¨¢ tudo bem,vamos ficar aqui mesmo, obrigada¡°, disse In¨ºs, sinalizando para o gar?om que n?o
precisava se preocupar. Ent?o, e Chris se sentaram ee?aram a olhar o card¨¢pio. Enquanto
isso, o sagu?o estava cheio de gente, mesas cheias de pessoas. In¨ºs e Chris pediram alguns
pratos do menu. Chris pediu alguns pratos popres do menu e In¨ºs se levantou para ir ao banheiro,
deixando Chris sozinho na
s.
Mas n?o esperava encontrar Celso l¨¢.
E menos ainda que Celso tinha reservado o andar de baixo para oferecer um almo?o aos funcion¨¢rios
de sua empresa e tamb¨¦m tinha convidado o parceiro de neg¨®cios Noe
Gerpa,
Quando os caminhos deles se cruzaram, o rosto de In¨ºs mudou de cor. se recuperou e, sem
cumprimentar, virou as costas para ir embora.
¡°Pare all¡±
A voz de Noe Serpa velo de tr¨¢s d, mas ao ouvir, In¨ºs acelerou o passo,o se desesperada
para fugir daquele lugar. No entanto, n?o tinha andado muito quando sentiu sua m?o ser agarrada
com for?a.
Noe Serpa a encarava um sorriso frio. ¡°O que ¨¦ isso, vai fugir de mim assim?¡±
¡°N?o tenho nada pra fr voc¨º.¡± In¨ºs tentou puxar a m?o, mas a dele estava firme e n?o
conseguia se soltar. ¡°Sr. Serpa, me solte!¡±
agora fva ele o mesmo tom que Amado usava!
Noe Serpa ficou enfurecido. Antes, essa mulher s¨® tinha olhos e cora??o para ele, disposta a fazer
qualquer coisa por ele, mas por que agora fugia ao v¨º¨Clo?
O que ele tinha se tornado aos olhos d?!
Chapter 169
Chapter 169
Cap¨ªtulo 169
A luta de In¨ºs sem d¨²vida enfureceu ainda mais Noe Serpa, que a empurrou contra a parede do
corredor sem se importar a presen?a de Celso. ¡°In¨ºs, por que est¨¢ fugindo? Mesmo que voc¨º
morra, eu n?o vou deixar voc¨º escapar!¡±
Essas pvras deixaram o rosto de In¨ºs p¨¢lido. tentou dar um tapa em Noe Serpa, mas ele previu
seu movimento e bloqueou for?a, ¡°Agora voc¨º est¨¢ corajosa e desafiadora, n?o ¨¦? Parece que eu
subestimei o que voc¨º ¨¦ capaz de fazer, t?o r¨¢pido assim para se enroscar outro!¡±
In¨ºs ficou os olhos vermelhos, ¡°Noe Serpa, voc¨º n?o tem direito nenhum de me acusar!TM
¡°Eu n?o tenho? Ent?o quem tem? Aquele selvagem que estava deitado ao seudo?¡± Noe Serpa
explodiu de raiva, seu rosto cada vez mais bonito, mas aos olhos de In¨ºs, era assustador.
n?o permitiria que Noe Serpa insultasse Chris assim!
¡°Voc¨º pode me insultar, mas n?o pode insultar Chris!¡± In¨ºs se esfor?ou para se libertar de Noe Serpa.
¡°Eu j¨¢ disse para voc¨º n?o me iodar. O que eu fa?o e quem n?o ¨¦ da sua conta!¡± Incr¨ªvel
como defendia outro homem na frente dele!
Noe Serpa estava desesperado para estrangul¨¢ ali mesmo. ¡°O que? Agora est¨¢ defendendo esse
homem?¡±
¡°Ele n?o ¨¦ um selvagem!¡± In¨ºs estava furiosa, gritando. ¡°Noe Serpa, Chris ¨¦ meu amigo,
independentemente de sexo! Ele deixaria tudo para tr¨¢s e voaria dos Estados Unidos. para me
consr se eu estivesse triste! E voc¨º? Durante os cinco anos em que estivemos casados, voc¨º
nunca me deu um olhar decente! Se eu n?o tivesse Chris, eu n?o sei quantas vezes teria morrido nos
¨²ltimos cinco anos! Cada vez que me machucava aqui, era ele quem me curava! Voc¨º o chama de
selvagem? Voc¨º tem o direito?¡±
Voc¨º acha que tem esse direito?!
As acusa??es d foramo flechas no cora??o de Noe Serpa, que ficou p¨¢lido, seu rosto bonito
tingido incredulidade. Ele parecia atordoado, sem conseguir encontrar pvras para rebater.
Ele n?o conseguia dizer uma pvra sequer em sua defesa!
As feridas que sofreu em suas m?os foram curadas por outro, ent?o o que ele era aos olhos d?
Um dem?nio?
Muitas coisas n?o eram sua inten??o, mas toda vez que In¨ºs o via, torcia suas inten??es em v¨¢rias
formas de dor,o se machuc¨¢ fosse sua natureza. Mas jamais considerou que ¨¤s vezes ele
realmente s¨® queria o melhor para !
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Cap¨ªtulo 169
A tuta de In¨ºs sem d¨²vida enfureceu ainda mais Noe Serpa, que a empurrou contra a parede do
corredor sem se importar a presen?a de Celso. ¡°In¨ºs, por que est¨¢ fugindo? Mesmo que voc¨º
morra, eu n?o vou deixar voc¨º escapar!¡±
Essas pvras deixaram o rosto de In¨ºs p¨¢lido. tentou dar um tapa em Noe Serpa, mas ele previu
seu movimento e bloqueou for?a, ¡°Agora voc¨º est¨¢ corajosa e desafiadora, n?o ¨¦? Parece que eu
subestimei o que voc¨º ¨¦ capaz de fazer, t?o r¨¢pido assim para se enroscar outro!¡±
In¨ºs ficou os olhos vermelhos, ¡°Noe Serpa, voc¨º n?o tem direito nenhum de me acusar!¡±
¡°Eu n?o tenho? Ent?o quem tem? Aquele selvagem que estava deitado ao seudo?¡± Noe Serpa
explodiu de raiva, seu rosto cada vez mais bonito, mas aos olhos de In¨ºs, era assustador.
n?o permitiria que Noe Serpa insultasse Chris assim!
¡°Voc¨º pode me insultar, mas n?o pode insultar Chris!¡± In¨ºs se esfor?ou para se libertar de Noe Serpa.
¡°Eu j¨¢ disse para voc¨º n?o me iodar. O que eu fa?o e quem n?o ¨¦ da sua conta!¡± Incrivel
como defendia outro homem na frente dele!
Noe Serpa estava desesperado para estrangul¨¢ ali mesmo. ¡°O que? Agora est¨¢ defendendo esse
homem?¡±
¡°Ele n?o ¨¦ um selvagem!¡± In¨ºs estava furiosa, gritando. ¡°Noe Serpa, Chris ¨¦ meu amigo,
independentemente de sexo! Ele deixaria tudo para tr¨¢s e voaria dos Estados Unidos. para me
consr se eu estivesse triste! E voc¨º? Durante os cinco anos em que estivemos casados, voc¨º
nunca me deu um olhar decente! Se eu n?o tivesse Chris, eu n?o sei quantas vezes teria morrido nos
¨²ltimos cinco anos! Cada vez que me machucava aqui, era ele quem me curava! Voc¨º o chama de
selvagem? Voc¨º tem o
direito?¡±
Voc¨º acha que tem esse direito?!
As acusa??es d foramo flechas no cora??o de Noe Serpa, que ficou p¨¢lido, seu rosto bonito
tingido incredulidade. Ele parecia atordoado, sem conseguir encontrar pvras para rebater.
Ele n?o conseguia dizer uma pvra sequer em sua defesa!
As feridas que sofreu em suas m?os foram curadas por outro, ent?o o que ele era aos olhos d?
Um dem?nio?
Muitas coisas n?o eram sua inten??o, mas toda vez que In¨ºs o via, torcia suas inten??es em v¨¢rias
formas de dor,o se machuc¨¢ fosse sua patureza. Mas jamais considerou que ¨¤s vezes ele
realmente s¨® queria o melhor para !
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Quando foi sequestrada, fol ele quem a encontrou tanto esfor?o, quem a levou so hospital,
quem ficou ao seudo sem dormir ouer, quem amarrou aqueles bandidos para ving¨¢!
n?o sabia de nada! s¨® percebia suas pr¨®prias m¨¢goas e assumia que era sempre culpa dele.
Seu sarcasmo s¨® o fazia ser mais impulsivo em suas pvras. Por que um encontro que deveria ser
agrad¨¢vel acabava se tornando algo t?o horr¨ªvel?
In¨¦s viu a f¨²ria nos olhos de Noe Serpa e soube que ele poderia destru¨ª aquele olhar.
queria fugir, desesperadamente.
Essa express?o de evas?o s¨® jogava lenha na fogueira para ele. Noe Serpa a pressionou contra a
parede, as m?os firmes, prendendo¨Ca ali em seu espa?o.
In¨ºs finalmente perdeu a paci¨ºncia e o empurrou.
¡°Sai de perto! O que ¨¦ isso, ficar me importunando o tempo todo!¡±
Olha s¨® para essa express?o de desprezo d, fazendo de Noe Serpa um mero palha?o!
¡°In¨ºs, mesmo que eu n?o valha nada para voc¨º, meu cora??o ainda ¨¦ de carne e d¨®i! Voc¨º n?o sabe o
que eu fiz por voc¨º, ent?o pare de me olhar esse ar de quem eu te devo algo!¡±
¡°Devolve essa frase para voc¨º!¡± In¨¦s finalmente o afastou, ¡°Voc¨º nem imagina o quanto eu perdi por
sua causa, e agora vem fr de sacrificio? Noe Serpa, vou te dizer uma coisa, o que voc¨º ¡®deu¡® n?o
chega nem perto do que eu perdi por voc¨º! Voc¨º nem merece. sentir pena! Voc¨º merece!¡±
In¨ºs o empurrou e viu Chris no final do corredor, que tinha vindo preocupado . Seus olhos se
encheram de l¨¢grimas e correu para os bra?os dele.
Chris ergueu a cabe?a e viu um olhar assassino, semelhante ao de um lobo, nos olhos de Noe Serpa.
Ele abra?ou In¨ºs for?a e, enfrentando aquele olhar amea?ador de Noe Serpa, a levou consigo.
Chris deu uma risada sarc¨¢stica, ¡°Eu acho que voc¨º ainda a odeia. Afinal, voc¨º nunca foi do tipo que
reflete sobre si mesmo.¡±
Quando fol sequestrada, fol ele quem a encontrou tanto esfor?o, quem a levou ao hospital,
quem ficou ao seudo sem dormir ouer, quem amarrou aqueles bandidos para vinga!
n?o sa de nada! s¨® percebia suas pr¨®prias m¨¢goas e assumia que era sempre culpa dele.
Seu sarcasmo s¨® o fazia ser mais impulsivo em suas pvras. Por que um encontro que deveria ser
agrad¨¢vel acabava se tornando algo t?o horr¨ªvel?
In¨¦s viu a f¨²ria nos olhos de Noe Serpa e soube que ele poderia destru¨ª aquele olhar.
queria fugir, desesperadamente.
Essa express?o de evas?o s¨® jogava lenha na fogueira para ele. Noe Serpa a pressionou contra a
parede, as m?os firmes, prendendo¨Ca ali em seu espa?o.
In¨ºs finalmente perdeu a paci¨ºncia e o empurrou.
¡°Sai de perto! O que ¨¦ isso, ficar me importunando o tempo todo!¡±
Olha s¨® para essa express?o de desprezo d, fazendo de Noe Serpa um mero palha?o!
¡°In¨ºs, mesmo que eu n?o valha nada para voc¨º, meu cora??o ainda ¨¦ de carne e d¨®i! Voc¨º n?o sabe o
que eu fiz por voc¨º, ent?o pare de me olhar esse ar de quem eu te devo algo!¡±
¡°Devolve essa frase para voc¨º!¡± In¨ºs finalmente o afastou, ¡°Voc¨º nem imagina o quanto eu perdi por
sua causa, e agora vem fr de sacrificio? Noe Serpa, vou te dizer uma coisa, o que voc¨º ¡®deu¡® n?o
chega nem perto do que eu perdi por voc¨º! Voc¨º nem merece sentir pena! Voc¨º merece!¡±
In¨ºs o empurrou e viu Chris no final do corredor, que tinha vindo preocupado . Seus olhos se
encheram de l¨¢grimas e correu para os bra?os dele.
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Chris ergueu a cabe?a e viu um olhar assassino, semelhante ao de um lobo, nos olhos de Noe Serpa.
Ele abra?ou In¨ºs for?a e, enfrentando aquele olhar amea?ador de Noe Serpa, a levou consigo.
Chris deu uma risada sarc¨¢stica, ¡°Eu acho que voc¨º ainda a odeia. Afinal, voc¨º nunca foi do tipo que
reflete sobre si mesmo.¡±
Chapter 170
Chapter 170
Cap¨ªtulo 170
Aqus pvras foramo uma lamina afiada perfurando o peito de Noe Serpa. O homem deu
alguns passos para tr¨¢s, olhando incr¨¦dulo enquanto Chris abra?ava In¨ºs e os dois se afastavam.
Naquele momento, Noe Serpa sentiu uma dor aguda reverberando em seu amago.
Celso, observando toda a cena, manteve uma express?o impass¨ªvel em seu rosto. Comentou
indiferente: ¡°Muito intenso.¡±
Noe Serpa se virou e viu o rosto meio sorridente de Celso, o homem parecia indiferente.
¡°N?o ¨¦ nada.¡± Percebendo o que passava p cabe?a de Noe Serpa, Celso falou. Depois, um
olhar indiferente, observou a dire??o para onde In¨ºs tinha ido. Ele se lembrou de que Bruna e In¨ºs
eram amigas pr¨®ximas, e que provavelmente sabia de tudo o que havia acontecido entre In¨ºs e
Noe Serpa.
O homem esbo?ou um sorriso interessado, ¡°Deixando dedo o que j¨¢ passou, ¨¦ mesmo muito
capaz.¡± Pelo menos suas cria??es eram dignas de admira??o. Al¨¦m disso, era uma mulher de fibra.
Noe Serpa n?o disse nada, seu olhar se tornou mais profundo, e um tra?o de sombra passou por seu
belo rosto.
In¨ºs¡ meu lugar nunca foi um espa?o para voc¨º entrar e sair quando quisesse!
Depois de jantar Chris, In¨ºs o levou ao aeroporto e o viu caminhar em dire??o ao controle de
seguran?a, seus olhos ficaram vermelhos. ¡°Voc¨º vai embora de novo.¡±
¡°Ah, n?o me olhe essa cara de d¨®.¡± Chris apertou suas bochechas, ¡°O Carnaval ¨¦ em fevereiro,
certo? Esse ano eu volto para passar voc¨º.¡±
¡°Combinado!¡± In¨ºs sorriu. ¡°Voubinar Bruna tamb¨¦m.¡±
¡°N?o sei se vai dar certo.¡± Chris insinuou, ¡°Acho que Celso vai querer que Bruna passe o
Carnaval ele,¡±
Ao pensar nisso, o sorriso de In¨ºs endureceu por um momento, mas logo recuperou sua
express?o, ¡°A gente v¨º isso depois, sem pressa. Pode ir.
¡°Tudo bem, estou indo! Vou te avisar quando chegar!¡± Chris acenou para In¨ºs enquanto partia, e
tamb¨¦m se despediu dele. ¡°Ok, cuide da sua carteira e de seus objetos de
valor!¡±
Eles se despediram no aeroporto e, ap¨®s Chris partir, In?s deixou o local j¨¢ tarde da noite. O voo de
Chris era o ¨²ltimo daquele dia, e ao sair, olhou para o c¨¦u estrdo, as estrs cintndo
esporadicamente.
12:48
suspirou, aquecendo as palmas das m?os frias, e ligou para Bruna, ¡°Bruna, sou eu. Voc¨º j¨¢ salu
do trabalho?¡±
¡°Hoje¡ talvez eu tenha que fazer horas extras.¡± A voz de Bruna estava um pouco ofegante. ¡°Volte
para minha casa primeiro. A chave est¨¢ debaixo do vaso de flores. Na gdeira, tem¡ tem bifes
frescos, fa?a dois para n¨®s¡ at¨¦ eu voltar ¨¤ meia¨Cnoite¡¡±
Ouvindo isso, In¨ºs rxou um pouco e sorriu. ¡°Voc¨º quer que eu os fa?a meio passados?¡±
¡°Isso.¡± Bruna respondeu, ¡°Te espero de madrugada para a picanha!¡± E desligou.
In¨ºs pegou um t¨¢xi at¨¦ a casa de Bruna. j¨¢ havia superado o choque causado por Noe Serpa mais
cedo e agora vivia uma vida muito melhor do que no passado, sem aqus pessoas, podendo
lentamente deixar as sombras para tr¨¢s.
Quando chegou em casa, ainda intrigada o tom de voz de Bruna ao telefone, In¨ºs se perguntava
o que estaria fazendo naquele momento.
N?vel(D)rama.Org''s content.
Mas assim que entrou na casa de Bruna, um homem a surpreendeu, cobrindo¨Clhe a boca. In¨ºs se
debatia e, ¨¤ luz do luar, eles se reconheceram. Casimiro congelou e a soltou imediatamente, ¡°Como ¨¦
voc¨º?¡±
In¨ºs n?o escondeu seu desagrado, ¡°Como voc¨º entrou aqui? Voc¨º tem a chave?¡±
¡°s me deram uma c¨®pia h¨¢ algum tempo.¡± Casimiro franziu a testa, ¡°Por que ¨¦ voc¨º? Onde est¨¢
Bruna?¡±
Chapter 171
Chapter 171
Cap¨ªtulo 171
Ao ver Casimiro, In¨ºs Imediatamente tentou expuls¨¢¨Clo. ¡°O que voc¨º est¨¢ tentando aprontar aqui?
S daqui!¡±
Casimiro avan?ou e segurou os ombros d for?a: ¡°Me diga onde est¨¢!¡±
In¨ºs riu desd¨¦m: ¡°Eu n?o vou te contar!¡±
Casimiro levantou a m?oo se fosse bater n, mas se conteve: ¡°Voc¨º me passa o endere?o da
Bruna ou eu tenho mil maneiras de fazer a sua vida um inferno!¡±
In¨ºs gargalhou, curiosa para ver at¨¦ onde Casimiro seria capaz de ir, achando que ele estava apenas
blefando , que era inocente.
Casimiro, ent?o, fez uma liga??o para Bruna na frente de In¨ºs: ¡°Olha aqui, voc¨º tem dez minutos para
aparecer ou sua amiga vai pagar o pre?o!¡±
¡°Seu desgra?ado!¡± Bruna xingou do outrodo. ¡°Que tipo de homem voc¨º pensa que ¨¦? N?o toque na
In¨ºs!¡±
Com um estr de dedos de Casimiro, v¨¢rios homens vestidos de preto que estavam perto da casa
de Bruna entraram e prenderam In¨ºs, jogando¨Ca no tapete enquanto se debatia. Casimiro segurou
seu queixo.
Ele sorriu maliciosamente: ¡°Bruna, sua amiga ¨¦ bem bonita. Que tal eu me divertir um pouco ?¡±
¡°Se voc¨º encostar um dedo n, eu te mato!¡± Bruna gritou do outrodo da linha. ¡°Se tem algum
problema, venha atr¨¢s de mim! Voc¨º ainda ¨¦ um homem para agredir a In¨ºs?¡±
Presos ao ch?o pelos homens de preto, Casimiro zombou para o celr: ¡°Ent?o apare?al agora, ou
sua querida amiga vai sofrer por voc¨º. Estou fndo s¨¦rio!¡±
¡°Vai para o inferno!¡± Bruna jogou o celr no ch?o. Do outrodo, Celso observava Bruna perder a
calma e riu: ¡°Ent?o, Casimiro est¨¢ t?o desesperado assim para te ter de volta?¡±
Os olhos de Bruna se encheram de l¨¢grimas: ¡°Sr. Freitas, eu realmente n?o posso ficar hoje, a In¨ºs
est¨¢ na minha casa¡¡±
¡°Ele n?o vai fazer nada a In¨ºs.¡±
Celso apoiou o queixo, olhando friamente. ¡°Embora Casimiro seja um cafajeste, ele ainda tem alguns
limiteso homem. Bruna, ele quer voc¨º na cama, ent?o ele est¨¢ usando a In¨ºs para te chantagear.¡±
Segurando sua bolsa, Bruna se preparou para sair, mas a voz de Celso de repente se tornou fria:
¡°Bruna, voc¨º est¨¢ me desafiando?¡±
Os olhos de Bruna estavam cheios de l¨¢grimas. ¡°Mesmo que Casimiro n?o v¨¢ realmente, fazer nada
com a In¨ºs, ¨¦ minha amiga! Ele est¨¢ usando uma faca contra o meu ponto fraco, eu n?o posso
simplesmente ignorar!¡±
¡°E dal?¡± Celso zombou. ¡°Val se entregar de bandeja para ele?¡±
Bruna empalideceu: ¡°N?o foi o senhor que me mandou seduzi¨Clo no in¨ªcio¡¡±
Celso rapidamente cortou: ¡°Hoje ¨¤ noite temos um encontro e voc¨º valigo. Deixe a bolsa, se sair
daqui hoje, n?o ter¨¢ mais volta.¡±
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Com os olhos vermelhos de raiva, Bruna olhou para Celso: ¡°Sr. Freitas, voc¨º realmente vai me for?ar a
isso?¡±
Celso sorriu cruelmente: ¡°For?ar? Bruna, voc¨º se acha demais. Para mim, voc¨º n?o passa de um
cachorro.¡±
Bruna tremia, a al?a da bolsa
j¨¢ deformada em sua m?o: ¡°Sr. Freitas, eu sou uma pessoa,
um ser humano vivo sentimentos!¡±
¡°N?o me obrigue a me livrar de voc¨º e da In¨ºs.¡± Celso deu de ombros. ¡°Sente¨Cse, maquie¨Cse, troque
de roupa. ¨¤s onze horas em ponto, partimos. N?o quero ter que repetir.¡±
A bolsa de Bruna finalmente caiu no ch?o. estava p¨¢lida, o olhar vazio,o se tivesse
desmoronado porpleto, e disse: ¡°Tudo bem, Sr. Freitas.¡±
Enquanto isso, Casimiro e In¨ºs estavam na casa de Bruna, j¨¢ era quase onze da noite.
In¨ºs se libertou e se refugiou num canto, rindo: ¡°Bruna n?o vai voltar, Casimiro, voc¨º perdeu.¡±
Os olhos de Casimiro expressavam dor, mas sua voz era cruel. ¡°Isso ¨¦ imposs¨ªvel! Bruna n?o vai
deixar de voltar! A menos que¡
A menos que¡ Celso a tivesse pressionado.
Ao pensar nisso, Casimiro ficou ainda mais enfurecido e avan?ou para segurar o queixo de In¨ºs. ¡°E
ent?o, n?o est¨¢ triste que sua querida amiga te deixou?¡±
In¨ºs sorriu. ¡°Triste por qu¨º? Estou feliz por , por ter a coragem de n?o se deixar manipr por voc¨º!
Quem deveria estar triste ¨¦ voc¨º, porque entre mim e voc¨º, quem sempre foi deixado para tr¨¢s p
Bruna foi voc¨º!¡±
Chapter 172
Chapter 172
Capitulo 172
Casimiro encarava o sorriso de In¨¨s um desejo feroz de despeda?¨¢¨Clo.
Ele ordenou que asegurassem firmemente, ignorando a luta feroz de In¨¦s, e a for?ou para dentro do
cano. O homem mandinha uma express?o fria,o quem pressente uma tempestade iminente.
¡°Celso est¨¢ organizando um evento no Clube MAGO esta noite. Leve esta mulher para l¨¢r
Vinte minutos depois, Casimiro entrou no Clube MAGO In¨¦s sob seu controle. Um grupo deles foi
diretamente para a ¨¢rea VIP. In¨¦s se perguntavao Casimiro sabia do evento, mas ent?o se
lembrou que, o poder da familia Leme, seria imposs¨ªvel n?o saber onde Celso e Bruna estavam.
Ao entrar, e Casimiro viram Bruna sorrindo graciosamente enquanto servia bebidas para os
homens, empanhia de Celso. O jeito que manejava a situa??o, t?o habilidosamente, indicava
que j¨¢ estava acostumada a adotar tal postura.
Era dito que aodo de Celso sempre estava Bruna, pronta para dar a vida por ele, a mais feroz dos
seus c?es. Muitos homens passaram por , a insultando e machucando, mas independentemente de
qu?o maltratada fosse, aoando de Celso, Bruna se levantava um sorriso e uma voz doce e
mel¨®dica, dizia, ¡®Oi, chefe.¡±
parecia n?o sentir dor, ou talvez tivesse abandonadopletamente seus
sentimentos.
Foi nesse momento que In¨¦s notou a mudan?a no humor de Casimiro.
Quando Bruna viu Casimiro trazendo In¨ºs, seu sorriso congelou e a m?o que segurava a
bebida estremeceu.
Celso, percebendo essa reviravolta inesperada, estreitou os olhos calmamente e, erguendo a copo em
dire??o ¨¤ entrada, disse. ¡°Sr. Leme, trouxe amigos? Que tal sentar e tomar uma bebida conosco?¡±
A face de Bruna empalideceu. ¡®Gerente Freitas, por favor¡¡± rogava por um pouco de dignidade.
Mas Celso parecia ignorar seus apelos, mantendo um sorriso ambiguo enquanto olhava para In¨ºs.
¡°Sra. Guedes tamb¨¦m est¨¢ aqu¨ª?¡±
In¨ºs estava as m?os presas atr¨¢s do corpo, ramente ali contra sua vontade.
Os espectadores do clube perceberam que um bom espet¨¢culo estava parae?ar a chegada
do herdeiro dos Leme. Qual seria o motivo de tal visita?
¡°Casimiro, solte a In¨ºs!¡°, exigiu algu¨¦m.
Casimiro riu friamente. ¡°Bruna, Desde quando uma cado voc¨º tem o direito de me dar
ordens?¡±
A voz de Bruna tre. ¡°Quem te deu permiss?o para tocar n assim?¡±
¡°Desde quando preciso da sua permiss?o para fazer o que bem entendo?¡± Casimiro jogou o cigarro no
ch?o e o pisoteou, as m?os nos bolsos, avan?ou, seguido pelos que mantinham In¨ºs sob
controle.
Ele estava elegante, mas seus olhos brilhavam uma crueldade gda. ¡°Gerente Freitas, preciso
pegar emprestada a sua secret¨¢ria.¡±
¡°Celso, um sorriso despreocupado, respondeu: ¡°Voc¨º est¨¢ interessado na minha secret¨¢ria? Eu
posso deix¨¢ para voc¨º.¡±
Com os olhos marejados, Bruna se levantou para preservar a situa??o e proteger In¨ºs, pegou um
copo de bebida e disse: ¡°Sr. Leme, n?o me assuste. N?o sei o que fiz para lhe ofender, mas aqui est¨¢
o meu pedido de desculpas. Por favor, tenha miseric¨®rdia e solte minha querida irm?!¡±
Veja s¨®, Casimiro odiava acima de tudo a habilidade de Bruna em manipr as pvras. Qualquer um
que a insultasse, tinha uma resposta pronta.
Casimiro sorriu. ¡°Beba uma garrafa inteira e eu a soltarei.¡±
O copo na m?o de Bruna tremia. Celso percebeu ramente o medo d, mas permaneceu em
sil¨ºncio. O sal?o ficou silencioso.
Neste momento, uma voz fria e ra interrompeu. ¡°Uma garrafa inteira? Sr. Leme, voc¨º n?o
especificou quem. Ent?o, eu vou fazer isso!¡±
In¨¦s, aproveitando um momento de distra??o dos demais, agarrou a garrafa de Hennessy rec¨¦m¨C
aberta, e a levou aos l¨¢bios determina??o!
Bruna n?o conseguiu conter¨Cse e, cobrindo a boca as m?os, rompeu em l¨¢grimas.
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Os olhos de Celso se contra¨ªram em choque. Ele sempre pensou que Bruna, essa pessoa sem
dignidade, nunca teria amigos verdadeiros. No entanto, nunca imaginou que, quando todos estavam
dificultando as coisas para uma mulher fraca, apenas In¨ºs, essa mulher. magra, se levantaria para
ajud¨¢!
Chapter 173
Chapter 173
Cap¨ªtulo 173
Naquele momento, todos no sal?o pareciam estar sob uma grande provoca??o, ningu¨¦m se levantou
para intervir.
Em cinco minutos, In¨ºs esvaziou uma garrafa de cacha?a, deixando todos de boca aberta, alguns at¨¦
tremiam. Alguns at¨¦ tremiam levemente, pensando que Casimiro estava apenas tentando assust¨¢s,
mas nunca imaginaram que algu¨¦m realmente faria Isso. Beber dessa maneira imprudente poderia
levar a uma hemorragia estomacal!
O ¨¢lcool quente queimava sua garganta; uma sensa??o de queima??o espasmos subia
rapidamente pelo seu est?mago. sentia que a qualquer segundo vomitaria, ent?o resistiu
for?a. In¨ºs rugiu e, chegando aodo de Bruna, segurou sua m?o e jogou a garrafa no ch?o toda
for?a!
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O som n¨ªtido do impacto fez todos estremecerem!
¡°Agora vejo ramente a verdadeira face de voc¨ºs, bando de monstros de terno!¡± In¨ºs disse, pvra
por pvra, protegendo Bruna atr¨¢s de si. ¡°Voc¨ºs n?o veem que est¨¢ tremendo? Voc¨ºs gostam
tanto de intimidar uma mulher? O que Bruna fez para voc¨ºs? matou algu¨¦m? Incendiou alguma
coisa? Destruiu suas fam¨ªlias? Deixe¨Cme ser ra, se mais algu¨¦m fizer Bruna sofrer um pouquinho
que seja, eu, In?s, j¨¢ fui para a pris?o por homic¨ªdio h¨¢ cinco anos, n?o me importo de ir novamente
daqui a cinco anos!¡±
Ap¨®s fr, In¨ºs, os olhos vermelhos, agarrou a m?o de Bruna e puxou¨Ca para fora. Apenas uma
pvra escapou de sua garganta: ¡°Vamos!¡±
Ningu¨¦m no sal?o ousou impedis.
Eles¡ foram derrotados p coragem de uma mulher.
Quando Bruna foi levada para fora por In¨ºs, e?ou a chorar, dizendo entre solu?os: ¡°In¨ºs, me
perdoe, precisamos ir ao hospital, voc¨º pode ter uma hemorragia estomacal¡¡±
Mas In¨ºs n?o disse nada; apenas sentiu que estava gradualmente perdendo a consci¨ºncia e,
apoiando¨Cse na parede, vomitou sangue.
Bruna tremia enquanto segurava a m?o d. ¡°In¨ºs, por favor, acorde! Precisamos ir ao hospital, n?o
desmaie! Algu¨¦m, me ajude a coloc¨¢ no t¨¢xi, por favor, socorro!¡±
Quando Teodoro Farnese saiu uma garota, ele ouviu gritos de socorro, mas n?o deu importancia.
A garota aodo dele disse: ¡°Deve ser uma das panhantes l¨¢ dentro, envenenada pelo ¨¢lcool por
dinheiro, nada a sementar.¡±
Teodoro Farnese n?o respondeu, mas tamb¨¦m n?o negou.
At¨¦ que a voz trem de Bruna o perfurou novamente, paralisando¨Copletamente: ¡°In¨ºs, acorde!
Eu vou te levar para o hospital, In¨ºs, n?o desmaie! Algu¨¦m pode me ajudar a coloc¨¢ no t¨¢xi,
socorro!¡±
A voz de Bruna era cada vez mais desesperada. Teodoro Farnese mudou de cor Imediatamente e
voltou correndo para ver Bruna, desajeitada, carregando uma mulher que j¨¢ havia desmdo. Ele se
apressou e a envolveu nos bra?os, gritando: ¡°In¨ºs?¡±
Ao ver o herdeiro dos Farnese, Bruna se abalou, e as l¨¢grimas voltaram a cair. era conhecida por
todoso a secret¨¢ria fria e forte, nunca havia se desesperado assim. ¡°Sr. Farnese, por favor, me
ajude. acabou de beber uma garrafa inteira de Hennessy, se continuar assim, vai morrer¡¡±
Teodoro Farnese n?o disse nada. Bruna estava fraca, mas ele a levantou em seus bra?os, a mulher
com os olhos bem fechados, o rosto p¨¢lido e levemente azdo.
Bruna mal conseguia caminhar, mas mesmo assim o seguiu trope?ando: ¡°¨¦ tudo minha culpa, tudo
minha culpa¡¡±
¡°J¨¢ chega de conversas, suba no carro.¡± Teodoro Farnese abriu a porta do carro e colocou In¨ºs no
banco de tr¨¢s, depois Bruna entrou. Ignorandopletamente o fato de estar dirigindo alcoolizado, ele
pisou no acelerador e partiu rumo ao hospital.
Chapter 174
Chapter 174
Cap¨ªtulo 174
Sr. Farnese¡ Sr. Farnese, espera por mim!¡± Uma mulher em saltos altos corria atr¨¢s dele, mas
Teodoro Farnese nem sequer lhen?ou um olhar. Sem mais, puxou uma pilha de notas da carteira e
as atirou p jan do carro, que um ronco se afastou, delxando o dinhelro voar pelo ar. A
mulher ficou parada, incr¨¦d, sem conseguir voltar a si por um longo tempo.
Era uma da madrugada quando Teodoro Farnese levou In¨ºs para o hospital, e Oziel ainda estava
dormindo. Ent?o, de repente, o telefone tocou e ele acordou, sobressaltado a not¨ªcia de que
algu¨¦m precisava fazer umavagem estomacal.
Oziel vestlu o jaleco ¨¤s pressas e quando chegou ao hospital, viu In¨ºs deitada na maca. Suspirou e
perguntou: ¡° foi maltratada por algu¨¦m?¡±
Bruna chorava aodo e Teodoro Farnese, ouvindo isso, ficou irritado e exmou: ¡°Pare de chorar,
parece vel¨®rio!¡±
Ao ouvir isso, Bruna chorou ainda mais, e Teodoro Farnese, furioso, disse: ¡°C a boca, sen?o eu
chamo a Celso aqui!¡±
A amea?a funcionou perfeitamente e Bruna imediatamente parou de chorar. Teodoro Farnese olhou
para In¨ºs e Oziel e os dois esperaram dodo de fora. Depois de quarenta minutos, Oziel apareceu.
¡°Fa?a a interna??o d, intoxica??o alco¨®lica e hemorragia g¨¢strica. Se demorasse mais um pouco,
ter¨ªamos um vel¨®rio aqui fora.¡± Oziel tirou as luvas de l¨¢tex e olhou paral Bruna, ¡°Impressionante,
como p?de beber tanto?¡±
Com l¨¢grimas nos olhos, Bruna contou tudo o que tinha acontecido, e Teodoro Farnese escutava,
o olhar cada vez mais sombrio.
¡°¡ n?o tem nenhum homem para ajud¨¢ l¨¢ fora?¡± Ele sempre pensou que In¨ºs nunca ficaria sem
homens ao redor, mas percebeu que hoje, nessas circunstancias, nenhuma ajuda veio para as duas
mulheres indefesas.
Os olhos de Bruna se encheram de l¨¢grimas novamente, ¡°Que homem? In¨ºs antes tinha of Santiago
para proteg¨º, mas agora que Santiago se foi, est¨¢ sozinha!¡±
At¨¦ o pequeno Santiago tinha desaparecido!
Teodoro Farnese ficou em sil¨ºncio por um momento e ent?oe?ou a contar dinheiro novamente,
tirando uma pilha da carteira: ¡°V¨¢ fazer a interna??o d.¡±
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Bruna chorou ainda mais, ¡°E voc¨º, o que vai fazer?¡±
¡°Eu vou esperar aqui at¨¦ acordar.¡±
Bruna olhou para Teodoro Farnese por um tempo e perguntou, ¡°Voc¨º gosta d, n?o ¨¦?¡±
12.49
Teodoro Farnese sentiu um aperto no cora??o, mas rapidamente retrucou, ¡°Gostar de uma mulher que
j¨¢ foi presa e tem filhos? Prefiro gostar de homens!¡±
Bruna foi de saltos altos tratar da interna??o de In¨ºs, enquanto Teodoro Farnese entrou no quarto do
hospital para esperar por . Oziel, as m?os nos bolsos e vestindo seu jaleco, salu
elegancia.
Enquanto passava pelo corredor do hospital, algumas enfermeiras noturnas sonolentas se animaram
ao verem ele, corando e perguntando: ¡°Dr. Ramires, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui esta noite?¡±
Oziel sorriu, ¡°Uma conhecida teve um problema de sa¨²de, eu vim dar uma olhada.¡±
As jovens suspiraram, ¡°Voc¨º ¨¦ t?o dedicado, Dr. Ramires.¡±
Ele sorriu novamente e seguiu seu caminho sem dizer mais nada.
As enfermeiras observaram sua silhueta se afastar, sonhadoras: ¡°Que charme, Dr. Ramires¡¡±
¡°Para de olhar, ele nunca vai ser seu.¡±
¡°Ouvi dizer que o irm?o do doutor Ramires
impressionante.¡±
¨¦ um advogado famoso, que fam¨ªlia
¡°Esta noite ainda vi um cara bonito de descend¨ºncia mista. Ele estava sentado no corredor antes, mas
n?o sei para onde ele foi. Lindo demais,o uma estr de cinema estrangeira. Parece que o
nt?o noturno hoje valeu a pena!¡±
Chapter 175
Chapter 175
Capitulo 175
In¨ºs acordou sem esperar ver o rosto de Teodoro Farnese.
pensou que estava tendo uma ilus?o, mas mesmo fechando e abrindo os olhos novamente, era a
cara meio sorridente de Teodoro Farnese que aparecia. O homem arqueou uma sobrancelha, um
ar mndro e despojado, vestindo um moletom e jeans rasgados, esticando as longas pernas para
fora da cama de hospital, segurando uma almofada e sorrindo para .
Esse sorriso dava cfrios em In¨ºs.
Teodoro Farnese assobiou. ¡°E a¨ª, acordou?¡±
In¨ºs mal teve tempo de responder quando Teodoro Farnese tirou os p¨¦s da cama e se aproximou para
olhar o rosto d, seus olhos azul¨Cesverdeados a avaliando de forma desagrad¨¢vel. ¡°Voc¨º tem uma
resist¨ºncia impressionante, esvaziou uma garrafa inteira de Henessy em cinco minutos.¡°In¨¦s ainda
estava p¨¢lida, e disse, ¡°Isso ¨¦ problema seu?¡±
¡°Noe?o, n?o¡°, Teodoro Farnese deu de ombros. ¡°Mas agora tem. Fui eu quem te trouxe para o
hospital. N?o precisa agradecer?¡± Sempre que algo ruim acontecia, era justamente esse homem
que esbarrava.
In¨¦s fez um som de desd¨¦m, total resist¨ºncia nos olhos.
Teodoro Farnese segurou o queixo d levemente, medo de machuc¨¢. ¡°In¨ºs, voc¨º deveria
mostrar essa determina??o toda para o Noe Serpa. Assim voc¨º n?o estaria nessa situa??o
lament¨¢vel.¡± Ele sabia exatamente onde atingi suas pvras,
onde doia mais.
In¨ºs deu um sorriso ir¨®nico, n?o se sabia bem se era autodepreciativo ou uma zombaria dele. ¡°E o que
eu posso fazer? Eu o amo, n?o consigo me desapegar.¡±
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Quando ouviu In¨ºs dizer que amava Noe Serpa, os olhos de Teodoro Farnese se contra¨ªram. Seu
sorriso malicioso se transformou em um sorriso frio e seus olhos azul¨Cesverdeados se tornaram
gdoso os de um lobo. ¡°Que estupidez.¡±
Era assim que ele a descrevia em poucas pvras.
In¨ºs respondeu indiferente, ¡°Obrigada pelo elogio.¡±
Essa indiferen?a fez Teodoro Farnese ranger os dentes. era uma mulher de cora??o e m?os frias,
capaz de aguentar qualquer coisa, e isso a tornava assustadora.
Quanto mais algu¨¦m consegue suportar, mais esconde, e quando finalmente explode, ningu¨¦m pode
det¨º.
Teodoro Farnese retirou sua m?o. Ele sorriu de forma maliciosa,o se estivesse apenas
interessado em ca?ar uma presa. Afinal, Teodoro Farnese tinha tantas mulheres se jogando aos seus
p¨¦s, ele n?o poderia desperdi?ar seu tempo e energia em uma
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mulher t?o¡ t?o danificadao . In¨¨s sabia que ele tinha uma beleza estanteante, mas e a
alma? Talvez n?o fosse diferente de um dem?nio.
fechou os olhos, mostrando que n?o queria mais v¨º¨Clo.
Teodoro Farnese riu. ¡°Essa ¨¦ a atitude o seu salvador?¡±
In¨¦s s¨® pode abrir os olhos para olh¨¢¨Clo. ¡°Quanto voc¨º quer? Eu pago.¡±
Ele riu oent¨¢rio d. ¡°E o tempo e o esfor?o que eu gastei voc¨º, hein?¡±
In¨ºs riu tamb¨¦m. ¡°Quer que eu arranje uma garota pra voc¨º agora?¡±
V¨¢ embora!
Teodoro Farnese enfureceu¨Cse, levantando¨Cse abruptamente. ¡°In¨ºs, n?o seja ingrata!¡± Ele a tinha
levado ao hospital e cuidado d. Ser¨¢ que n?o merecia um simples obrigado?
Mas In¨ºs n?o diria obrigada, n?o para algu¨¦m que j¨¢ a tinha machucado. N?o importava o que ele
fizesse agora, n?o poderia apagar a imagem ruim que tinha deixado n.
In¨ºs riu levemente. ¡°Teodoro Farnese, estou pensando naqu noite chuvosa em que voc¨º segurou o
guarda¨Cchuva para mim. Acho que voc¨º era mais impressionante naqu ¨¦poca.¡±
As lembran?as a invadiram, mas sabia que nunca mais veria aqu express?o no rosto de
Teodoro Farnese. Aquilo tinha sido apenas uma encena??o, um espet¨¢culo feito para tocar seu
cora??o.
Chapter 176
Chapter 176
Cap¨ªtulo 176
Teodoro Farnese ficou atordoado por um momento.
Parecia ter sido pego de surpresa ps lembran?as que o assaltaram.
Quando se afastou, ele olhou para o rosto de In¨ºs e de repente sentiu¨Cse um pouco¡ perturbado.
Mas ele n?o demonstrou isso, apenas deu um sorriso ir¨®nico. ¡°In¨ºs, quantos homens voc¨º j¨¢ enganou
com essa boca?¡±
In¨ºs n?o respondeu de imediato, levando algum tempo antes de dizer suavemente: ¡°Sr. Farnese, eu
nunca entendi, por que voc¨ºe?ou a me perseguir?¡±
se deixou enganar por ele, baixou a guarda e, em seguida, encontrou¨Cse de volta ¨¤ estaca zero,
de maneira humilhante.
In¨ºs acordou sem esperar ver o rosto de Teodoro Farnese.
pensou que estava tendo uma ilus?o, mas mesmo fechando e abrindo os olhos novamente, era a
cara meio sorridente de Teodoro Farnese que aparecia. O homem arqueou uma sobrancelha, um
ar mndro e despojado, vestindo um moletom e jeans rasgados, esticando as longas pernas para
fora da cama de hospital, segurando uma almofada e sorrindo para .
Esse sorriso dava cfrios em In¨ºs.
Teodoro Farnese assobiou. ¡°E a¨ª, acordou?¡±
In¨ºs mal teve tempo de responder quando Teodoro Farnese tirou os p¨¦s da cama e se aproximou para
olhar o rosto d, seus olhos azul¨Cesverdeados a avaliando de forma desagrad¨¢vel. ¡°Voc¨º tem uma
resist¨ºncia impressionante, esvaziou uma garrafa inteira de Henessy em cinco minutos.¡°In¨¦s ainda
estava p¨¢lida, e disse, ¡°Isso ¨¦ problema seu?¡±
¡°Noe?o, n?o¡°, Teodoro Farnese deu de ombros. ¡°Mas agora tem. Fui eu quem te trouxe para o
hospital. N?o precisa agradecer?¡± Sempre que algo ruim acontecia, era justamente esse homem
que esbarrava.
In¨¦s fez um som de desd¨¦m, total resist¨ºncia nos olhos.
Teodoro Farnese segurou o queixo d levemente, medo de machuc¨¢. ¡°In¨ºs, voc¨º deveria
mostrar essa determina??o toda para o Noe Serpa. Assim voc¨º n?o estaria nessa situa??o
lament¨¢vel.¡± Ele sabia exatamente onde atingi suas pvras,
onde doia mais.
In¨ºs deu um sorriso ir¨®nico, n?o se sabia bem se era autodepreciativo ou uma zombaria dele. ¡°E o que
eu posso fazer? Eu o amo, n?o consigo me desapegar.¡±
Quando ouviu In¨ºs dizer que amava Noe Serpa, os olhos de Teodoro Farnese se contra¨ªram. Seu
sorriso malicioso se transformou em um sorriso frio e seus olhos azul¨Cesverdeados se tornaram
gdoso os de um lobo. ¡°Que estupidez.¡±
Era assim que ele a descrevia em poucas pvras.
In¨ºs respondeu indiferente, ¡°Obrigada pelo elogio.¡±
Essa indiferen?a fez Teodoro Farnese ranger os dentes. era uma mulher de cora??o e m?os frias,
capaz de aguentar qualquer coisa, e isso a tornava assustadora.
Quanto mais algu¨¦m consegue suportar, mais esconde, e quando finalmente explode, ningu¨¦m pode
det¨º.
Teodoro Farnese retirou sua m?o. Ele sorriu de forma maliciosa,o se estivesse apenas
interessado em ca?ar uma presa. Afinal, Teodoro Farnese tinha tantas mulheres se jogando aos seus
p¨¦s, ele n?o poderia desperdi?ar seu tempo e energia em uma
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mulher t?o¡ t?o danificadao . In¨¨s sabia que ele tinha uma beleza estanteante, mas e a
alma? Talvez n?o fosse diferente de um dem?nio.
fechou os olhos, mostrando que n?o queria mais v¨º¨Clo.
Teodoro Farnese riu. ¡°Essa ¨¦ a atitude o seu salvador?¡±
In¨¦s s¨® pode abrir os olhos para olh¨¢¨Clo. ¡°Quanto voc¨º quer? Eu pago.¡±
Ele riu oent¨¢rio d. ¡°E o tempo e o esfor?o que eu gastei voc¨º, hein?¡±
In¨ºs riu tamb¨¦m. ¡°Quer que eu arranje uma garota pra voc¨º agora?¡±
V¨¢ embora!
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Teodoro Farnese enfureceu¨Cse, levantando¨Cse abruptamente. ¡°In¨ºs, n?o seja ingrata!¡± Ele a tinha
levado ao hospital e cuidado d. Ser¨¢ que n?o merecia um simples obrigado?
Mas In¨ºs n?o diria obrigada, n?o para algu¨¦m que j¨¢ a tinha machucado. N?o importava o que ele
fizesse agora, n?o poderia apagar a imagem ruim que tinha deixado n.
In¨ºs riu levemente. ¡°Teodoro Farnese, estou pensando naqu noite chuvosa em que voc¨º segurou o
guarda¨Cchuva para mim. Acho que voc¨º era mais impressionante naqu ¨¦poca.¡±
As lembran?as a invadiram, mas sabia que nunca mais veria aqu express?o no rosto de
Teodoro Farnese. Aquilo tinha sido apenas uma encena??o, um espet¨¢culo feito para tocar seu
cora??o.
No fundo, Teodoro Farnese pensou que toda a simpatia tinhae?ado por causa daqu apar¨ºncia
encantadora.
Para In¨¦s, Teodoro Farnese era um homem perigoso, mas irresistivelmente fascinante; e para ele, o
rosto de In¨ºs era o tipo que podia levar in¨²meros homens ¨¤ ruina financeira, tudo para ganhar d um
sorriso.
Era uma afei??o doentia que, assim que o brilho inicial se desvanecia, esfriaval rapidamente.
Percebendo o sil¨ºncio de Teodoro Farnese, In¨ºs sorriu lentamente, ¡°Desculpe, eu s¨® tenho uma
apar¨ºncia atraente.¡± E uma alma sem gra?a.
O mundo tamb¨¦m ¨¦ tedioso, inclusive eu.
In¨ºs sentia que sua vida erao um ciclo vicioso, cheio de dor, sempre lutando sozinha. Se o
sofrimento inicial era o destino que precisava enfrentar, ent?o, implorava aos c¨¦us que a
deixassem em paz.
j¨¢ havia sofrido o suficiente nesta vida.
Teodoro Farnese ficou em sil¨ºncio por muito tempo, at¨¦ que finalmente se levantou. Olhou fixamente
para o rosto de In¨ºso se tivesse algo a dizer, mas as pvras morreram em sua boca. Ele tentou
encontrar um vest¨ªgio de esperan?a em sua express?o, mas infelizmente, n?o havia nada.
Na verdade, Teodoro Farnese queria dizer que, se precisasse de um homem, talvez pudesse
procur¨¢¨Clo. Se quisesse uma noite de prazeres para se entregar, ele estaria mais do que disposto a
oferecer, mas quanto ao resto, talvez n?o pudesse cumprir.
Os homens geralmente t¨ºm uma mentalidade aberta, assimo na primeira vez que
conversaram, ele ramente sugeriu um encontro casual, mas agora, encontrava
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dificuldade em expressar¨Cse.
In¨ºs j¨¢ n?o precisava disso.
O homem se levantou, seu habitual sorriso despreocupado, sentindo p primeira vez um forte
desejo de desvendar In¨ºs, mas ele n?o disse nada, e nunca saberia. Quando Teodoro Farnese
saiu, fechou a porta suavemente.
In¨ºs teve alta do hospital ap¨®s uma semana, e no dia de sua sa¨ªda, Bruna a abra?ou, chorando.
As l¨¢grimas e ranho mancharam a roupa de In¨ºs, e chorava desconsdamente, ¡°In¨ºs, me
desculpe¡¡±
In¨ºs a empurrou, sorrindo, ¡°O que ¨¦ isso, voc¨º quer se sacrificar?¡±
Os olhos de Bruna brilharam, ¡°Que tal! Podemos morar juntas, o que acha?¡±
In¨ºs arrepiou¨Cse a ideia de sua melhor amiga, ¡°Eu ainda preciso de um homem.¡±
¡°Idiota,¡± Bruna cutucou o peito de In¨ºs, ¡°Eu at¨¦ briguei o Celso por sua causa!¡±
In¨ºs surpreendeu¨Cse, arregndo os olhos, ¡°O qu¨º? Voc¨º se demitiu?¡±
¡°Sim, eu me demiti.¡±
Bruna colocou as m?os na cintura, ¡°Venha morarigo, n?o precisa mais alugar um lugar s¨® para
voc¨º, mudei as fechaduras e nada do que aconteceu antes vai se repetir. Agora somos duas
desempregadas, prontas para viver de catar lixo.¡±
In¨ºs brincou, ¡°Bem, n?o somos iguais. Eu ainda tenho os cinco milh?es que Noe Serpal me deixou.¡±
¡°¡¡± Bruna pensou por um momento antes de responder seriamente: ¡°Voc¨º tem um ponto. Acho que
estou sendo injusti?ada por n?o ter pedido dez milh?es para o Celso. Vou l¨¢ amanh? para causar um
tumulto na empresa dele.¡±
¡°E de quebra exigir um apartamento e um carro.¡±
Chapter 177
Chapter 177
Cap¨ªtulo 177
In¨¦s e Bruna se mudaram para viver juntas, enquanto tentavam encontrar emprego e nejavam seus
pr¨®ximos passos.
In¨ºs n?o tinha noticias de Amado h¨¢ multo tempo e, embora dissesse a si mesma que n?o sentia falta
dele, a verdade ¨¦ que sentia. No entanto, nunca esperava receber uma liga??o dele. Quando viu
um n¨²mero desconhecido em seu celr, hesitou antes de atender.
¡°Ol, m?e, sou eu.¡±
Amado falou baixinho de seu escrit¨®rio: ¡°Papal n?o me deixa ir v¨º, ent?o pedi o celr da vov¨®
para ligar para voc¨º.¡±
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¡°Esse ¨¦ o n¨²mero da vov¨®?¡± ¨C In¨ºs ficou agradavelmente surpresa ao ouvir que Amado tinha
conseguido ligar, enquanto a voz infantil do outrodo da linha respondeu: ¡°N?o, ¨¦ um celr que
compraram para mim. Agora eu tenho um n¨²mero! Pode me ligar quando quiser, mam?e!¡±
Havia um tom de orgulho em sua voz.
In¨ºs sentiu seus olhoscrimejarem: ¡°Voc¨º precisa ser um bom menino, certo? A mam?e. n?o poder¨¢
v¨º¨Clo por um tempo, ent?o n?o fa?a besteira e seja obediente.¡±
¡°Se eu for um bom menino, voc¨º voltar¨¢ para me ver?¡± ¨C A voz de Amado trazia esperan?a: ¡°M?e, eu
realmente n?o quero ficar na casa dos Serpa.¡±
Mas o que poderia fazer? In¨ºs j¨¢ havia deixado Amado aos cuidados de Noe Serpa.
Quando pensou nisso, sentiu uma dor no cora??o,o se ele estivesse sendo apertado: ¡°Amado,
se voc¨º tiver que ficar longe da mam?e por muito tempo, n?o nos veremos at¨¦ voc¨º crescer. Voc¨º
pode esperar?¡±
¡°ro que sim.¡± -A voz de Amado era firme: ¡°Quando eu estiver grande e forte, voc¨º ainda vai me
reconhecer, mam?e?¡±
¡°ro que sim.¡± ¨C In¨ºs se esfor?ou para conter as l¨¢grimas, a voz tr¨ºm: ¡°Quando voc¨º estiver
grande e forte, a mam?e vai busc¨¢¨Clo para irmos para casa.¡±
¡°Ent?o eu vouer bastante para crescer logo e proteger voc¨º, m?e!¡± ¨C Amado fvao um
adulto no telefone: ¡°M?e, voc¨º tamb¨¦m tem que se cuidar, e esperar por mim. junto o tio.¡±
Ao mencionar Santiago, In¨ºs n?o conseguia mais segurar as l¨¢grimas. Cobrindo a boca a m?o,
afastou o celr por um momento antes de fr novamente Amado: ¡°Sim, seu tio vai ficar muito
feliz em te ver crescido.¡±
Irm?o, o Amado ainda se preocupa voc¨º. N?o se sinta sozinho, todos n¨®s nos lembramos de
voc¨º¡
12:49
Depois de desligar, In¨¨s enxugou as l¨¢grimas e tentou se rpor para continuar enviando os
curriculos. Bruna, aodo d, mexia no celr eentou: ¡°Seu filho ¨¦ muito inteligente para a
idade dele¡°.
In¨¨s se sentu confortada essas pvras, mas tamb¨¦m uma pontada de tristeza. ¨¦ porque eu
n?o pude dar a ele uma infancia feliz¡°.
¡°Ah, n?o importa, o garoto aceita bem.¡± ¨C Bruna veio confort¨¢: ¡°Voc¨º tem muita sorte de ter um filho
assim. O Noe Serpa ¨¦ um homem muito ruim, mas ainda bem que o Amado n?o o puxou.¡±
O menino ainda sabiao consr os adultos. Quando crescesse, ele seria um conquistador
Enquanto isso, Amado desligou o telefone, salvou o n¨²mero de In¨ºs no novo aparelho e sau correndo
para agradecer a Zora: ¡°Obrigado pelo celr, vov¨®.¡±
Zora havia retomado de uma viagem ao exterior e lhe trouxe um celr novinho em folha, um
presente que Amado adorou, pois agora tinha uma forma de seunicar a
Eunice estava na s de estar, irritada ao ver que Zora so dava aten??o a Amado e a ignorava.
Furiosa, pensou ¡®Por que esse moleque n?o morreu antes? Eu deveria ter acabado ele
quando tive a chance. Agora ele ¨¦ um problema!¡±
Quando Amado passou por Eunice, ele olhou para .
Ba, querendo agrace¨Clo, sorriu e perguntou: ¡°Amado, voc¨º precisa de alguma coisa
sua ba?¡±
Chapter 178
Chapter 178
Cap¨ªtulo 178
Zora subiu as escadas, deixando apenas Amado e Eunice na s de estar. Quando o pequeno olhou
para , Eunice sentiuo se tivesse visto a express?o feroz de Noe Serpa.
Era exatamente igual, aqueles olhos eram simplesmente id¨ºnticos.
Com a voz um tanto trem, Eunice disse: ¡°Amado, por que voc¨º est¨¢ me olhando. assim? Eu sei que
voc¨º n?o se sente confort¨¢veligo, mas n?o fui eu quem mandou
embora a sua m?e¡¡±
e?ou a dramatizar a situa??o, fazendo¨Cse de v¨ªtima para parecer que o menino estava sendo
irracional, e uma adulta inocente.
Amado soltou uma gargalhada e disse suavemente: ¡°Tia Eunice, n?o precisa agir, n?o tem ningu¨¦m
olhando¡°.
A frieza em sua voz fez Eunice estremecer.
Que tipo de olhar era esse? At¨¦ mesmo uma adultao sentia medo!
Eunice percebeu que o sorriso dele estavae?ando a desaparecer, ent?o tentou mudar de assunto:
¡°Amado, o que voc¨º est¨¢ dizendo, hein? Haha¡ Voc¨º tem assistido a
muitos desenhos animados ultimamente?¡±
n?o acreditava! Como um menino de cinco anos poderia causar tanto tumulto? se recusava a
acreditar que o filho de In¨ºs fosse t?o capaz!
Amado observou a rea??o de Eunice indiferen?a. Seu sorriso frio era igual ao de Noe Serpa
quando ele estava impass¨ªvel, parecia que ele tinha herdado as fei??es do pai, o rosto de um
adulto pequeno.
Ele colocou a m?o no bolso e apertou o celr: ¡°Eu sei que voc¨º fez isso¡°.
Essas pvras mudaram a cor do rosto de Eunice!
gaguejou e pareceu perder o equil¨ªbrio: ¡°A Tia n?o entende o que voc¨º est¨¢ dizendo, Amado. Est¨¢
me entendendo mal?¡±
¡°Estou dizendo que sei que foj voc¨º quem mandou sequestrar a mim e a minha m?e.¡±
Parecendo achar que discutir Eunice era uma perda de tempo, Amado falou diretamente,
deixando¨Ca p¨¢lida de repente!
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soltou uma risada for?ada: ¡°Haha? Por que voc¨º diria isso? Sua m?e o influenciou, n?o foi? N?o
diga bobagens, a titia nunca faria uma coisa dessas¡¡±
¡°Voc¨º realmente ¨¦ muito tagar.¡±
Amado fez um som de desd¨¦m, seu tom id¨ºntico ao de Noe Serpa: ¡°Voc¨º n?o precisa
17-30
mals se defender, eu sei que fol voc¨º quem pagou algu¨¦m para nos sewAANIA, NUTA tamb¨¦m
sequestrou as familias desses criminosos. Se ¨¦les ousassern der was es sobre voc¨º ao Sr. Serpa,
voc¨º prejudicaria as familias deles. ¨¦ por isso que os
sequestradores nunca mudaram seu testemunho, insistindo que foi on cows de oportunidade.¡±
Ele falou ramente, sem deixar brechas em seu racioc¨ªnio
Os olhos de Eunice se estreitaram de repente. Como um menino de cinco m/s ser t?o astuto e
perspicaz?
¡°Voc¨º¡ Deve ter ouvido sua m?e fndo bobagens!¡°¨CEunice estava daremetet h mas depois de um
momento, se acalmou. Como um adulto poden gode van die crian?a? Imposs¨ªvel!
¡°Se voc¨º realmente tem provas contra mim, por que n?o vai contar a seat be sorriu maldosamente:
¡°Porque voc¨º s¨® ouviu as inven??es de sus the, the QA pode me derrubar assim. Seu pai nunca
acreditaria em suas bobapo
¡°Meu pai?¡±
A pergunta de Amado deixou Eunice paralisada: ¡°Eu nem pense en retos. PAR acus¨¢, porque acho
que um homemo elebina uma pessos conors N?o ¨¦ justo deix¨¢¨Clo estragar a vida da
minha m?e.¡±
Ent?o ele escolheu n?o contar a verdade a Noe Serpa, mas sabis de toda a vrecare
Qu?o aterrorizante era a mente daquele menino?
Chapter 179
Chapter 179
Cap¨ªtulo 179
¡°Sabe de uma coisa? Talvez voc¨º tenha me subestimadoo uma crian?a, e foi por isso que perdeu.
Muitas vezes, quando voc¨º ligava para a familia Serpa para pedir que preparassem tudo, eu ouvia¡± ¨C
disse Amado, rindo levemente: ¡°Eu n?o queria desmascarar voc¨º, porque via issoo uma
oportunidade.¡±
¡°Uma oportunidade de romper minha m?e e o Sr. Serpa de uma vez por todas.¡±
Lembro¨Cme de uma vez em que ele disse ¨¤ In¨ºs: ¡°M?e, logo estaremos bem¡°. In¨ºs tamb¨¦m deve ter
notado aqu emo??o ium em seus olhos.
Ele sempre se fazia de inocente,o se fosse apenas uma crian?a ing¨ºnua.
havia sido manipda. Sua intelig¨ºncia se voltou contra , manipda por uma crian?a de cinco
anos!
Por tr¨¢s de tudo isso¡ havia uma crian?a!
Eunice se lembrou deo Amado a havia enganado deliberadamente tudo aquilo na familia
Serpa. Lembrou¨Cse deo aquele menino a olhara um brilho estranho nos olhos!
Eunice estremeceu: ¡°Quem ¨¦ voc¨º, afinal? N?o ¨¦ poss¨ªvel, voc¨º est¨¢ apenas fingindo! Noe nunca
acreditaria em voc¨º!¡±
Amado riu baixinho sem dizer nada, subindo as escadas. Seu corpinho ainda parecia t?o jovem, mas
seus pensamentos j¨¢ estavam muito al¨¦m dos de uma crian?a normal!
Eunice apertou os dedos um a um, observando a silhueta de Amado subir as escadas, a inten??o
de matar crescendo em seus olhos.
Se era assim, essa crian?a n?o poderia ficar!
Sentindo o olhar amea?ador atr¨¢s dele, Amado encostou¨Cse ¨¤ porta ao fech¨¢, sorrindo devagar.
Isso mesmo¡ Eunice, o que eu precisava era do seu ¨®dio¡ da sua vontade de me ver
morto.
O menino segurava o celr em sua m?o sem soltar.
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Ele falou baixinho: ¡°M?e, espera por mim, s¨® mais um pouco, e eu poderei te encontrar.¡±
In¨ºs n?o esperava que Deolinda viesse procur¨¢.
Essa cadelinha certamente estava ali para defender o irm?o. Assim que se sentaram no caf¨¦,
Deolinda olhou para In¨ºs e disse: ¡°Meu irm?o quer que voc¨º trabalhe na empresa dele. N?o est¨¢
procurando emprego?¡±
12:50
In¨ºs respondeu sem hesitar: ¡°Eu me lembro de j¨¢ ter recusado essa oferta uma vez.¡±
Deolinda ficou irritada: ¡°N?o despreze a boa vontade do meu irm?o. Ele est¨¢ tentando te ajudar!¡±
¡°Oh, eu n?o preciso da pena dele.¡± ¨C In¨ºs pediu um caf¨¦: ¡°Por favor, diga a ele para guardar sua
simpatia, porque n?o vou morrer se estiver longe dele.¡±
¡°Voc¨º ¨¦¡¡± ¨C Deolinda n?o conseguiu encontrar as pvras: ¡°uma mulher t?o inflex¨ªvel!¡±
In¨ºs permaneceu em sil¨ºncio, sem negar o fato.
¡°N?o entendo por que voc¨º ¨¦ t?o resistente ¨¤ ajuda do meu irm?o. Afinal de contas, voc¨º n?o tem
nada melhor para fazer, e a familia Farnese tamb¨¦m ¨¦ uma grande empresa. O que h¨¢ de errado em
trabalhar l¨¢ e ainda ganhar dinheiro? O que voc¨º tem contra o dinheiro?¡± ¨C Deolinda estava confusa.
Seu irm?o, um homem t?o
atraente, estava dando dicas para In¨ºs, e parecia n?o perceber!
N?o, na verdade, notou, mas fingiu n?o notar.
¡°Eu n?o tenho nada contra o dinheiro¡°. In¨ºs foi direta: ¡°Eu s¨® odeio seu irm?o¡°.
Deolinda ficou sem pvras.
N?o podia ser, seu irm?o Teodoro Farnese havia prometido que se conseguisse convencer In¨ºs a
trabalhar para o Grupo Farnese, ele lhe daria um carro novo!
Segurando a vontade de ir embora, Deolinda tentou persuadir In¨ºs: ¡°Afinal, meu irm?o seria apenas
seu chefe, e voc¨º nem precisaria v¨º¨Clo o tempo todo. Trabalhar l¨¢ n?o vai fazer voc¨º perder o ritmo.¡± ¨C
Por favor, venha trabalhar conosco, meu carro novo depende
de voc¨º!
Chapter 180
Chapter 180
Cap¨ªtulo 180
In¨ºs nem pensou duas vezes em recusar. Pagou a conta facilidade e disse a Deolinda: ¡°Que
pena, diga a seu irm?o para n?o se esfor?ar mais e tamb¨¦m para me deixar em paz de agora em
diante¡°.
Depois de dizer isso, ele saiu graciosamente, deixando Deolinda sozinha e desgrenhadao se uma
tempestade tivesse passado por : ¡°Cara,o a In¨ºs pode ser t?o distante assim!¡±
Quando Deolinda voltou para casa, contou tudo a Teodoro Farnese, que estava jogando videogame.
Quando ele soube do fracasso de Deolinda, apenas resmungou: ¡°Ipetente! Voc¨º nem presta o
suficiente para enganar algu¨¦m!¡±
¡°Se voc¨º ¨¦ t?o capaz, por que n?o vai atr¨¢s d? Por que me pediu ajuda?¡± ¨C Deolinda fez um gesto
obsceno para as costas de Teodoro Farnese e xingou: ¡°Covarde! Pat¨¦tico!¡±
¡°Quem disse que eu quero ter alguma coisa a ver ?¡± ¨C Teodoro Farnese se levantou do sof¨¢
com raiva quando ouviu o que sua irm? disse: ¡°Com que olhos voc¨º viu que eu estou interessado
n?¡±
Deolinda decidiu que n?o valia a pena discutir seu irm?o, subiu as escadas e disse: ¡°Vou me
deitar, boa noite para voc¨º, solteiro.¡±
Teodoro Farnese, ainda jogando, quase quebrou o controle em suas m?os. Sentado na s de estar
escura, ele permaneceu em sil¨ºncio por um momento em frente ¨¤ t da TV, mas logo um sorriso
come?ou a se formar em seus l¨¢bios.
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Bruna voltou para o est¨²dio de desenvolvimento de jogos, Desenvolvimento do Amor, e usando seus
contatos, conseguiu um emprego para In¨ºs tamb¨¦m. Quando In¨ºs chegou, foi calorosamente
recebida: ¡°Ouvi dizer que ¨¦ a Dawn! Poder¨ªamos cborar? Isso darial
um ¨®timo assunto para promover.¡±
In?s aceitou a oferta alegria, assinou um acordo de confidencialidade ee?ou a
trabalhar Bruna no est¨²dio.
Embora o jogo Desenvolvimento do Amor fosse um investimento do Celso, ele s¨® cuidava dos
aspectos financeiros e n?o se envolvia nos outros processos. Bruna usou seus contatos para evitar o
bloqueio imposto por ele, e as duas mulheres estavam cheias de entusiasmo em seu primeiro dia de
trabalho. O chefe do est¨²dio velo receb¨ºs e, ao ver In¨ºs, quase deu um pulo de alegria: ¡°Deusa!
Voc¨º finalmente chegou!¡± In¨ºs riu: ¡°Eu n?o mere?o tanto, mas obrigada por nos receber¡°.
¡°Ah, o est¨²dio tem estado um pouco ocupado recentemente, est¨¢ um pouco bagun?ado, mas abrimos
um espa?o para voc¨ºs ontem. Bruna, voc¨º vai para o departamento de
12:501
marketing, pois tem uma boa rede de contatos, e Deusa, voc¨º poderia vir para o departamento de
design para trabalhar conosco?¡±
¡°ro ¨C In¨¨s sorriu e assentiu a cabe?a. foi primeiro ao departamento de marketing para
ajudar Bruna a se instr e depois foi levada ao departamento de design. O homem que a recebeu
tinha cabelos longos e todos o chamavam de Wilson.
¡°Wilson, voc¨º trouxe um gato para o nosso est¨²dio?¡±
¡°Mano, voc¨º ¨¦ o nosso her¨®i Wilson!¡±
O est¨²dio de jogos tinha uma decora??o muito criativa, v¨¢rias pessoas sentadas ao redor de uma
grande mesa redonda, cada uma v¨¢rias ts de LCD ¨¤ sua frente. Um homem usando um pijama
do Dinossauro Verde se aproximou e jogou para In¨ºs um sach¨º de caf¨¦ instantaneo: ¡°Bem¨Cvinda ao
nosso clube de solteiros¡°.
¡°N?o mudamos o nome do clube no outro dia? Agora ¨¦ ¡®Morra se voc¨º n?o namorar¡®.¡°¨C Uma garota de
cabelos curtos levantou a cabe?a da mesa doputador, onde havia um esbo?o na t,
panhado de v¨¢rias linhas de dados sobre desenvolvimento de car¨¢ter, quociente intelectual,
quociente emocional, altura, profiss?o e outros n¨²meros.
¡°Voc¨º est¨¢ nos amaldi?oando¡± ¨C disse o Dinossauro Verde: ¡°Pequena Lua, v¨¢ calma, se voc¨º
continuar assim, vai acabar ¡®morrendo¡°.¡±
O espa?o de In¨ºs tamb¨¦m estava na mesa em formato de anel. O pessoal arrumou tr¨ºsputadores
para , al¨¦m de uma mesa digitalizadora, uma impressora e uma pilha de esbo?os de design. A
bagun?a na mesa podiapetir o caos do antigo est¨²dio de In¨¦s
Chapter 181
Chapter 181
Cap¨ªtulo 181
¡°N?o se preocupe conosco, diva, estamos apenas fazendo uma organiza??o de ¨²ltima hora.¡±
Wilson gritou: ¡°Je, a Je est¨¢ por aqui?¡°.
Uma mo?a curvas generosas voou na frente de Wilson jogando um cinzeiro: ¡°Pare de gritar!
Estou aqui escrevendo o roteiro!¡±
¡°Pelo amor de Deus, Je!¡± ¨C Wilson se esquivou as m?os na cabe?a: ¡°Deixa eu te apresentar
a nova garota, o nome d ¨¦ In¨ºs, ¨¦ a Dawn¡°.
¡°Ah, eu j¨¢ ouvi fr d.¡± ¨C Je olhou para In¨ºs e sorriu: ¡°Oi, seja bem¨Cvinda. Aqui ¨¦ bem
descontra¨ªdo, voc¨º pode se sentar onde quiser.¡±
O Dinossauro Verde arrastou a cadeira e a rolou em dire??o ¨¤ In¨ºs: ¡°Diva, ent?o voc¨º vai se juntar a
n¨®s?¡±
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In¨ºs sorriu em confirma??o, todos pareciam ¨¤ vontade e a atmosfera era acolhedora.
De umdo, um Dinossauro verde de pijama, do outro, Je voluptuosa, ¨¤ frente, Luazinha de
cabelo curto, e Wilson, que a havia trazido para c¨¢. In¨ºs sentiu que o grupo era uma boa pessoa,
como uma fam¨ªlia realista. Assim que se sentou, eles lhe ofereceram v¨¢rios sach¨ºs de caf¨¦
instantaneo.
¡°Tradi??o de guerreiro, para aguentar as noites, minha vida depende desse caf¨¦ sol¨²vel¡± ¨C Wilson riu:
¡°Se achar que ¨¦ pouco, vire sua cadeira e pegue mais na
caixa l¨¢ atr¨¢s.¡±
In¨ºs olhou e viu uma caixa enorme cheia de¡ caf¨¦ instantaneo.
¡°¡¡± ¨C In¨ºs engoliu: ¡°¨¦ t?o ruim assim?¡°.
¡°Imagine.¡± ¨C Je, sem tirar os olhos doputador, disse: ¡°Antes de vir para c¨¢, eu tinha meus
atributos ¡®E¡®, mas, desde que entrei no est¨²dio, eles se esvaziaram para ¡®D¡®.¡±
¡°¡¡± ¨C Isso ainda ¨¦ muito impressionante.
A turma era um grupo divertido de nerds designers, e In¨ºs logo se sentiu em casa. No primeiro dia, j¨¢
estava no ritmo, e o Dinossauro Verde, enquanto modva personagens, murmurava: ¡°O que as
garotas gostam, hein? Garotos
14:16
bonitos¡ bonitos e bons de¡¡±
¡°¡¡± ¨C Wilson jogou o cinzeiro de Je no Dinossauro Verde: ¡°N?o assusta a nossa diva.
In¨¦s riu: ¡°N?o tem problema, o importante ¨¦ que a gente se d¨º bem¡°.
¡°Olha, nosso est¨²dio n?o ¨¦o aqus meninas periguetes por ai, aqui todo mundo ¨¦ legal¡± ¨C disse
Luazinha olhando para In¨ºs: ¡°Exceto para emprestar dinheiro.¡±
¡°Ha ha ha ha ha¡± ¨C Wilson tamb¨¦m riu: ¡°Normalmente somos unidos, mas quando se trata de
emprestar dinheiro, viramos as costas. Quem ¨¦ voc¨º mesmo? Eu n?o conhe?o voc¨º¡°.
No primeiro dia de In¨ºs no est¨²dio, j¨¢ fez hora extra at¨¦ a noite. Havia uma pilha de rascunhos ao
lado d t?o alta que bloqueava sua vis?o, e quando eram oito da noite, Wilson preparou um bule de
caf¨¦ para todos. chegando aodo de In¨¦s, a pilha de pap¨¦is se mexeu.
In¨¦s pulou de susto e viu um homem de ¨®culos emergir do monte de papel, olheiras profundas.
¡°Oh, o vampiro acordou.¡± ¨C Jeentou do outrodo: ¡°Hoje acordou cedo. normalmente s¨®
depois das dez.¡±
¡°Deve ser porque a Dawn est¨¢ aqui, ele sentiu a presen?a de algu¨¦m vivo¡± ¨C o Dinossauro Verde
brincou Gabrielo: ¡°Veja quem est¨¢ ao seudo¡°.
Gabrielo, sonolento, olhou para In¨ºs e apertou os olhos: ¡°Ah? Temos um novo
membro?¡±
Sua voz era agrad¨¢vel, magn¨¦tica e profunda.
¡°Gabrielo, isso ¨¦ t?o frio¡± ¨C dramatizou Luazinha: ¡°Vai l¨¢, ¨¦ a regra
internacional¡°.
Gabrielo remexeu na gaveta e jogou para In¨ºs um sach¨º de caf¨¦ sol¨²vel: ¡°Prazer em conhec¨º¡¡±
No entanto, ele notou algo estranho na mulher ¨¤ sua frente. O caf¨¦ que ele estava servindo h¨¢ algum
tempo n?o havia sido tocado por In¨ºs.
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¡°Qual ¨¦ a problema, VRER NAR gosta desse sabor? Gabriele the ofereceu outra ARG?O: MAS A
189cae d loi a mesina
Achando isso petranho, els olhou para cima 6 foi ent?o que viti In¨¦s olhando para ele, os olhos
vermelhos e cheios degrimas prestes a transbordar.
Chapter 182
Chapter 182
Cap¨ªtulo 182
O homem chamado Gabrielo n?o esperava por isso. No seu primeiro dia de trabalho, a nova colega ao
lado desabou em l¨¢grimas diante dele. Gabrielo apontou para si mesmo e perguntour ¡®Eu¡ conhecia
voc¨º antes?¡±
N?o, eles n?o se conheciam.
Mas aquele rosto¡ In¨ºs tremeu um pouco,o se n?o pudesse acreditar. sempre achou que o
destino era muito cruel mas naquele momento¡ naquele momento, sentiu que havia recebido uma
segunda chance.
enxugou as l¨¢grimas e aceitou o p?o de queijo que Gabrielo the ofereceuc ¡°Voc¨º se parece muito
com um parente meu que j¨¢ faleceu.¡±
Gabrielo ficou em sil¨ºncio por um momento e depois disse: ¡°Voc¨º quer dizer que eu pare?o
algu¨¦m que morreu?¡±
A pergunta j¨¢ estava carregada de tens?o. Wilson e Dinossauro, que estavam por perto, se
aproximaram para acalmar os ¨¢nimos: ¡®El. por que essa agressividade? Nossa deusa acabou de dizer
que voc¨º se parece um dos parentes d, isso n?o ¨¦ um insulto¡°.
Gabrielo olhou para Dinossauro e disse firmeza: ¡®Dinossauro, je vou avisando, n?o me chame de
pequeno, entendeu?¡±
Mas o Dinossauro, aparentemente imune ¨¤ amea?a de Gabrielo Menezes. continuou o chamando de
¡®pequeno¡® entusiasmo: ¡°Qual e. homem, n?o fica bravo. Olha para mim, tamb¨¦m sou um gato,
n?o assuste nossa deusa! Vem c¨¢, deusa, olha para mim, tamb¨¦m sou bem apresent¨¢vel¡±
O Dinossauro tinha um talento natural para aliviar a tens?o. Gabrielo resmungou ee?ou a arrumar
sua mesa parae?ar a trabalhar, ligando oputador. In¨ºs se virou para dar outra olhada no
perfil dele.
Ele era t?o parecido¡ Era praticamente uma c¨®pia de seu irm?o Santiago.
In¨¦s perguntou sem pensar na idade de Gabrielo: ¡°Quantos anos voc¨º tem?¡°.
Gabrielo parou o que estava fazendo e olhou para In¨ºs. Ele tinha um rosto particrmente p¨¢lido que,
emoldurado por seus olhos amendoados e de oculos, lhe dava uma apar¨ºncia proibitiva e ainda mais
atraente. Ele falou uma voz fria: ¡°Essa ¨¦ sua nova t¨¢tica de paquera?¡±
14:16
In¨ºs congelou um sorriso for?ado: ¡°Desculpe¨Cme¡ N?o foi minha inten??o, eu oparel
meu irm?o¡°.
Ent?o era o irm?o d.
Gabrielo continuou sarcasticamente: ¡°Me desculpe, mas nunca tive uma irm?¡°.
Apesar de saber que a pessoa ¨¤ sua frente n?o era seu irm?o, o cora??o de In¨ºs doeu por um
momento, e ent?o sorriu se desculpando: ¡°Desculpe, n?o queria iod¨¢¨Clo¡°.
¡°O Gabrielo Menezes ¨¦ um homem direto, ele n?o entende os sentimentos das mulheres. In¨ºs, n?o
leve para odo pessoal, ele tem bom cora??o.¡±
Gabrielo ficou cdo e apenas resmungou, ligando oputador e abrindo o programa de desenho.
Aodo, In¨¦s trabalhava no design de novas roupas para a primavera do pr¨®ximo ano, enviando
algumas ideias preliminares para ele.
Quando abriu os esbo?os de In¨¦s, um brilho passou por seus olhos, mas ainda assim n?o p?de
deixar de dizer: ¡°Apenas elementos recidos, voc¨º acha que o arm¨¢rio em nosso jogo ¨¦ uma
imita??o de uma marca cara? Os protagonistas precisam de um toque feminino, um estilo de princesa,
n?o andar por a¨ª em desfiles de alta costura.¡± ¨C Na verdade, o que ele queria dizer era que os designs
de In¨¦s eram muito modernos e inovadores, mas Gabrielo, quel nunca gosta de pvras gentis,
simplesmente desprezou o trabalho d.
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No entanto, In¨ºs n?o ficou chateada e respondeu pacientemente: ¡°Ent?o vou repensar as ideias¡°.
Gabrielo disse: ¡°N?o se apresse, voc¨º ainda n?o entendeu bem o foco do nosso jogo e j¨¢ quer mostrar
sua criatividade. Isso ¨¦ uma exibi??o, n?o um trabalho. Vou the enviar um arquivopactado para
que voc¨º possa jogar o inicio do nosso jogo, assim voc¨º saber¨¢ o que desenhar.¡±
Embora suas pvras n?o fossem agrad¨¢veis, ele era um profissional e rapidamente identificou o que
faltava a In¨ºs. Os doise?aram a trocar arquivos no chat do est¨²dio, enquanto o Dinossauro
bocejou abertamente.
¡°Hoje parece que vai ser outra noite longa¡± ¨C disse o Dinossauro Verde enquanto ajustava os dados e
simva uma luta: ¡°Voc¨º realmente precisa de um motor fisico em nosso jogo de desenvolvimento de
personagens? Acho que n?o, e voc¨º? Por que ter l¨®gica em um jogo de garotas bonitas? Veja as
novs cheias de reviravoltas sem sentido, h¨¢ alguma l¨®gica nisso?¡±
Capitulo 182
¡°E se aparecer algum encrenqueiro e quiser discutir a realidade do jogo ou a l¨®gica da hist¨®ria?¡± ¨C
disse Luazinha, revirando os olhos: ¡°¨¦ sempre bom ter, ¨¦ bom ter, ¨¦ melhor ter do que n?o ter. Ajuste
alguma coisa ali e voc¨º est¨¢ pronto para ir¡°.
Chapter 183
Chapter 183
Cap¨ªtulo 183
¡°Amanh? chegar¨¢ outro cliente.¡± ¨C Je finalmente terminou de digitar as pvras do dia, revisou os
erros de digita??o antes de imprimir v¨¢rias c¨®pias e distribuir as folhas de papel sulfite entre todos: ¡°D¨º
uma olhada no roteiro, se estiver tudo certo, vamos em frente, on?amento est¨¢ previsto para o m¨ºs
que. vem. Inseri v¨¢rias bifurca??es no enredo, incluindo dois finais tr¨¢gicos: um em que o protagonista
morre e outro em que ¨¦ o pr¨®prio jogador que morre.¡±
¡°Minha m?e, esses dois finais podem acabar nos enterrando em cr¨ªticas.¡±
Wilson amarrou seus longos cabelos uma fita: ¡°In¨ºs, voc¨º trabalhou muito hoje, no seu primeiro
dia voc¨º ficou at¨¦ tarde.¡±
¡°Imagine, n?o foi nada.¡± ¨C In¨ºs gostou muito da atmosfera do lugar, as pessoas daqui n?o tinham a
competitividade cortante que via em outras empresas, of que a deixava mais ¨¤ vontade.
¡°Vamos ter outra reuni?o em breve, Gabrielo, voc¨º j¨¢ terminou os desenhos?¡±
¡°Ainda n?o.¡± ¨C Gabrielo estava olheiras profundas, ramente devido ¨¤ falta de sono, e In¨ºs
pensou que ele poderia ter adormecido em frente aoputador enquanto trabalhava: ¡°Je acabou
de dizer que um cliente vir¨¢ amanh? e eu n?o estou vontade. Quem tiver o peito maior deve ir¡°.
Luazinha respondeu: ¡°Est¨¢ me subestimando, ¨¦?¡±
Je interveio: ¡°Embora eu tenha atributos, n?o serei eu a ir, In¨ºs, pode ser voc¨º?¡±
Quem seria esse cliente que todos eles estavam t?o relutantes em encontrar?
In¨ºs, sendo nova na equipe, sentiu¨Cse constrangida em recusat e acabou aceitando: ¡°Bom, eu posso
tentar.¡±All content is ? N0velDrama.Org.
¡°Use seu charme para seduzir nosso cliente e fazer que ele libere alguns milh?es para nosso
fundo den?amento.¡± ¨C Gabrielo estava ajustando os detalhes da obra de arte quando olhou para
In¨ºs: ¡°Voc¨º vai passar, esfor?o. Boa sorte.¡±
¡°Se eu tivesse esses milh?es,rgaria esse jogo bobo de desenvolvimento de garotas e criaria um
MMO de ecossistema!¡± ¨C disse Dinossauro, indignado.
14:19
Capitulo 183
¡°Wilson, jogue um travesseiro para o Dinossauro.¡± ¨C disse Gabrielo, indiferen?a.
Wilson e Dinossauro se entreolharam, confusos: ¡°O que voc¨º quer dizer
isso?¡±
¡°Ele precisa sonhar.¡±
Sil¨ºncio se seguiu.
¨¤s dez horas da noite, In¨ºs terminou o seu trabalho extra e, ao sair da empresa, passou p s de
marketing vazia. N?o havia mais ningu¨¦m ali, o que a fez pensar que talvez o departamento de
marketing n?o estivesse t?o ocupado quanto o d e que Bruna provavelmente tivesse voltado para
casa mais cedo.
In¨ºs rxou os pulsos, sentindo que este trabalhobinava bem , pelo menos estava
revivendo uma sensa??o de excita??o que n?o sentia h¨¢ muito tempo. Ao sair, percebeu quee?ou
a garoar, uma chuva fina e levemente fria.
Gabrielo a seguiu para fora um guarda¨Cchuva na m?o, pois chovia muito e ele sempre deixava o
guarda¨Cchuva no ateli¨º.
Observando In¨ºs esperando na entrada para se proteger da chuva, Gabrielo parou um momento antes
de dizer indiferen?a: ¡°Vem c¨¢¡°.
In¨ºs hesitou, olhando para o rosto dele. A ilumina??o noturna n?o era forte e o est¨²dio ficava em um
pr¨¦dio de escrit¨®rios. Naquele momento, as luzes do primeiro andar j¨¢ estavam apagadas, restando
apenas as luzes fracas do elevador e da sa¨ªda de emerg¨ºncia. Na escurid?o, olhou para o rosto de
Gabrielo, iluminado p luz fraca.
Sentindo a hesita??o de In¨ºs, Gabrielo suspirou impaciente e disse: ¡°Vamos¡°.
Foi ent?o que In¨ºs, ainda um pouco atordoada, se aproximou dele. Gabrielo olhou para e viu que
seus olhos estavam vermelhos novamente.
deve gostar muito do irm?o, certo?
Gabrielo abriu o guarda¨Cchuva e cobriu In¨ºs ele.
Ele a panhou para um t¨¢xi e, quando In¨ºs estava prestes a
pegar
agradecer, Gabrielo foi embora o guarda¨Cchuva.
14-10
Capitulo 183
at¨¦ quis lhe oferecer uma carona para agradecer, mas, ao v¨º¨Clo ir embora, pensou que a casa
dele n?o devia ser muito longe da empresa. In¨ºs deixou esses pensamentos dedo, deu o endere?o
ao motorista e o carro partiu, deixando o pr¨¦dio para tr¨¢s.
A chuva continuou caindo e, depois de um tempo, uma figura emergiu das sombras do pr¨¦dio. O rosto
do homem estava molhado p chuva e ele segurava um guarda¨Cchuva fino eprido.
Ele olhou na dire??o para onde In¨ºs tinha ido, perdido em pensamentos, at¨¦ que, de repente,
percebeu o que estava fazendo e soltou uma risada baixa.
Gotas de chuva ca¨ªam de seu rosto, e Noe Serpaprimiu os l¨¢bios, mantendo uma express?o
silenciosa, p¨¢lida e indiferente, pups escuras e frias que davam a impress?o de que ele estava
imerso no clima l¨¢ fora, uma garoa leve e persistente.
Os arredores j¨¢ estavam encharcados, apenas um pequeno canto seco mostrando que algu¨¦m
estava abrigado ali h¨¢ muito tempo.
E
Chapter 184
Chapter 184
Cap¨ªtulo 184
No dia seguinte, ao se preparar para o trabalho, In¨ºs caprichou na maquiagem, passou um batom e
vestiu um sobretudo grosso, pois fora avisada. anteced¨ºncia que receberia um cliente importante
na ag¨ºncia. Uma vez l¨¢, Je a olhou de cima a baixo, apoiando o queixo d a m?o: ¡°Nossa,
se eu fosse homem, eu me apaixonaria por voc¨º¡°.
In¨ºs sorriu e perguntou: ¡°A que horas o cliente chega?¡°.
¡°¨¤s treze horas.¡± ¨C Je, seguindo sua rotina, entregou a In¨ºs uma x¨ªcara de caf¨¦ sol¨²vel: ¡°Um
desses todos os dias e voc¨º nem precisar¨¢ se preocupar o cansa?o das noites mal dormidas.¡°.
Dinossauro, ainda de pijama, perambva pelo escrit¨®rio, ora borrifando ¨¢gua nas ntas, ora
organizando a mesa de algu¨¦m. Jeentou que ele frequentemente passava a noite
trabalhando e acabava dormindo por l¨¢ mesmo, por isso vivia de pijama. In¨ºs n?o p?de deixar de rir
ao ver a cabe?a de dinossauro a boca aberta e o pequeno rabo arrastando no ch?o.
¡°Chega de regar, irm?o¡± ¨C gritou Luazinha ao entrar: ¡°Voc¨º j¨¢ matou quatro dos nossos cactos este
m¨ºs. Pelo amor de Deus, j¨¢ considerou os sentimentos deles? N?o, s¨® pensa em voc¨º.¡±
Gabrielo foi o ¨²ltimo a chegar para o trabalho, quase flutuando at¨¦ o escrit¨®rio, seus ¨®culos de
arma??o fina, parecendo um professor de universidade obcecado por suas pesquisas. Assim que
entrou, desabou sobre a mesa um baque.
In¨ºs se assustou e foi verificar, mas Gabrielo j¨¢ havia entrado em seu modo sono sobre a mesa, olhos
firmemente fechados.
¡°O que houve ele?¡±
¡°Rxe, ¨¦ o costume¡± ¨C disse Wilson despreocupa??o: ¡°Ele faz isso todos os dias. Agora ele est¨¢
se recarregando e, ¨¤ noite, acorda para trabalhar.¡±
¡°Nosso rel¨®gio biol¨®gico ¨¦ diferente¡± ¨Centou Luazinha, encolhendo os ombros e apontando para
Dinosaur: ¡°Veja esse nerd, ele dorme tarde e acordal cedo, mas est¨¢ sempre cheio de energia.
Quando tem tempo, ele rega as ntas. As dos outros est?o morrendo de sede, enquanto as nossas
s?o afogadas por ele, que parece tratar os cactoso se fossem narcisos.¡±
Capitulo 184
O Dinossauro ainda encontrava tempo para se exercitar p manh?,
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bn?ando a bunda enquanto fazia agachamentos em seu pijama de uma pe?a s¨®: ¡°¨¦ meu hobby.
Sem ele, n?o consigo programar.¡±
Era realmente incr¨ªvelo um grupo hobbies t?o peculiares po se reunir.
¨¤s treze horas, quando o cliente estava prestes a chegar, Wilson deu um tapinhal de incentivo no
ombro de In¨ºs, dizendo: ¡°O futuro do escrit¨®rio est¨¢ em suas m?os agora¡°.
ee
Com um misto de nervosismo e expectativa, In¨ºs esperou at¨¦ as 13h20, quando finalmente ouviu um
movimento no sagu?o. levantou a cabe?a para
cumpriment¨¢¨Clo e ficou sem pvras.
Noe Serpa estava l¨¢, impec¨¢vel em um terno bem cortado que real?ava sua elegancia e beleza.
Dorival o panhava e acenou discretamente para In¨ºs, que ainda estava at?nita.
Noe se sentou no sof¨¢ em frente a e sorriu de forma zombeteira: ¡°Surpresa?¡± O tom zombeteiro de
Noe fez que In¨ºs se arrepiasse involuntariamente. Por que ele tinha que assombrar sua vida
dessa maneira? Por que tinha que encontr¨¢¨Clo mais uma vez?
Ao ver a repulsa no rosto de In¨ºs, Noe teve a rara percep??o de que uma simples careta poderia ser
t?o cortante.
Chapter 185
Chapter 185
Cap¨ªtulo 185
Naquele exato momento, Noe Serpa deu a In¨ºs um sorriso frio que fez que qualquer pessoa que
o visse se sentisse desconfort¨¢vel. Ele olhou para. por um longo tempo antes de dizer, um tom
sombrio: ¡°¨¦ assim que sual empresa recebe os clientes?¡±
In¨ºs se sentiu insultada, mas se conteve, cerrando os punhos. se aproximou. de Noe Serpa e
serviu¨Clhe uma x¨ªcara de caf¨¦. Ele olhou para o pesco?o d uma express?o profunda.
¡°Caf¨¦ sol¨²vel?¡±
Ele riu desd¨¦m: ¡°O est¨²dio ¨¦ t?o ruim assim?¡±
Incapaz de tolerar mais insultos, In¨ºs retrucou: ¡°Se voc¨º n?o gosta, n?o precisa tomar!¡±
¡°¨¦ assim que seporta quando precisa de algo?¡±
Noe Serpa manteve seu sorriso amea?ador: ¡°Se n?o pode suportar isso, In¨ºs, talvez seja melhor voc¨º
se virar sozinha.¡±
As pvras dele implicavam que n?o estava ¨¤ altura do trabalho.
Os dedos de In¨ºs tremiam sutilmente enquanto segurava os pap¨¦is. se conteve grande
esfor?o, reprimindo a vontade de dar as costas e ir embora. Em vez disso, lhe entregou os
documentos: ¡°Sr. Serpa, este ¨¦ o nosso no para on?amento iminente. O est¨²dio precisa de
capital inicial, ent?o gostar¨ªamos de saber se o senhor estaria interessado?¡±
Noe Serpa n?o respondeu. Foi Dorival quem pegou os documentos e os colocou ¨¤ sua frente para que
ele os examinasse. Ap¨®s um breve exame, Noe Serpa voltou a olhar para In¨ºs, ainda tensa: ¡°Sente¨C
se. Eu n?o disse que me recusei. Por que est¨¢ agindo assim?¡±
In¨ºs engoliu a dor que estava sentindo e se sentou, explicando novamente as necessidades recentes
do est¨²dio. Em seguida, olhou para Noe Serpa: ¡°Eu gostaria de saber o que voc¨º acha¡¡±
¡°Eu lhe darei minha resposta daqui a uma semana. Preciso da defini??o do jogo e das estat¨ªsticas do
p¨²blico¨Calvo.¡± ¨C Noe Serpa apontou incisivamente as falhas no rt¨®rio: ¡°Se voc¨º se concentrar
apenas em meninas de 12 a 25 anos,
perder¨¢ uma grande propor??o de outros grupos. Se poss¨ªvel, espero que eles possam ajustar o no
para atingir um p¨²blico mais amplo.¡±
A seriedade e calma de Noe Serpa a fizeram recordar¨Cse de cinco anos atr¨¢s, quando o viu
conduzindo uma videoconfer¨ºncia em casa. Naqu ¨¦poca, ele era exatamenteo agora: l¨®gico,
decisivo e r¨¢pido, sem deixar que emo??es pessoais interferissem nos neg¨®cios.
In¨ºs ficou distra¨ªda por um momento, mas logo recuperou apostura e pegou os documentos:
¡°Vamos revis¨¢¨Clos de acordo suas sugest?es depois que voc¨º voltar e esperamos que o Sr.
Serpa¡¡±
¡°Financiamento?¡±
Noe Serpa olhou para In¨ºs um sorriso significativo: ¡°Quanto voc¨º arrecadou para on?amento
desse jogo de namoro?¡±
In¨ºs mordeu o l¨¢bio inferior. era nova no trabalho e sabia que Celso havia investido no projeto,
mas ainda n?o tinha todas as informa??es¡
¡°Parece que voc¨º ainda n?o entendeu bem o seu trabalho. Discutiremos isso mais tarde. Quanto ao
investimento, eu tamb¨¦m gostaria de ver as mudan?as.¡±
Noe Serpa falou rapidamente e se levantou. Ele era assim nos neg¨®cios: imc¨¢vel e dominador, sem
espa?o para disputas.
In¨ºs ficou parada, observando Noe Serpa se afastar, incapaz de acreditar que n?o havia conseguido
convenc¨º¨Clo e que ainda havia sido criticada.
o chamou: ¡°Noe Serpa!¡±
Ele parou, surpreso por t¨º¨Clo chamado, e quando se vicou, havia uma leve confus?o em seus
olhos: ¡°Tem mais alguma coisa?¡±
Ele se esfor?ou para manter a voz calma.
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¡°Se voc¨º est¨¢ dificultando as coisas para o est¨²dio por minha causa, pe?o que abandone essa ideia
infantil!¡±
Essas pvras irritaram Noe Serpa, que sorriu ironicamente, seu belo rosto se tornando ainda mais
imponente: ¡°Se voc¨º se acha t?o importante, ent?o talvez n?o devesse vir implorar pelo meu
investimento!¡±
Chapter 186
Chapter 186
Cap¨ªtulo 186
A conversa foi, sem d¨²vida, um tapa na cara de In¨ºs, que ficou p¨¢lida ao ver Noe Serpa e Dorival se
afastarem. ficou sentada no sagu?o por um longo tempo antes de voltar ao est¨²dio um olhar
distante no rosto.
Seus colegas perceberam que havia algo errado sua express?o e se aproximaram para
perguntar: ¡°O que aconteceu? Voc¨º brigou o cliente?¡±
¡°Eu disse que esse cliente parecia encrenca, que n?o seria f¨¢cil lidar ele. Se soub¨¦ssemos,
ter¨ªamos mandado um homem. Olha s¨®, assustaram nossa diva!¡± ¨C O Dinossauro Verde preparou um
caf¨¦ para In¨ºs, que agradeceu. Somente ap¨®s sentir o calor do caf¨¦ e?ou a se acalmar um
pouco.
Gabrielo estava ocupado pintando quando viu In¨ºs caminhando sombriamente em sua dire??o. Depois
de um longo sil¨ºncio, ele desviou o olhar e perguntou indiferen?a: ¡°Voc¨º conhece Noe Serpa?¡°.
A express?o de In¨ºs ficou tensa e virou a cabe?a rapidamente, dizendo: ¡°N?o¡ eu n?o o
conhe?o¡°.
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¡°P sua cara, parece que voc¨ºs dois t¨ºm uma hist¨®ria.¡± ¨C Gabrielo sorriu enigmaticamente: ¡°N?o me
diga que voc¨ºs dois tiveram algo?¡°.
In¨ºs ficou p¨¢lida e negou rapidamente: ¡°N?o. Imposs¨ªvel. Se eu tivesse tido algo ele, n?o estaria
aqui trabalhando.¡±
¡°¨¦ mesmo.¡±
Gabrielo falou significativamente, dando um olhar para In¨ºs: ¡°Parece que ele n?o gostou de voc¨º.
Achei que, pelo menos sua beleza, poder¨ªamos ganhar algum dinheiro¡°.
In¨ºs deu um sorriso amargo.
Gostou? Noe Serpa nunca lhe dera a menor aten??o.
E sua afei??o, ao longo dos anos de espera, havia se desgastado lentamente.
Na hora do almo?o, todos sentiram a tristeza de In¨ºs, provavelmente por n?o ter conseguido
patroc¨ªnio para o est¨²dio. Wilson, preocupado a press?o que poderia estar sentindo, sentou¨C
se aodo d uma travessa de feijoada: ¡°Esque?a, ningu¨¦m est¨¢ culpando voc¨º.¡±
14:19
Capitulo 186
In¨ºs suspirou: ¡°Se eu for embora, ele vai patrocinar voc¨º?¡°.
Ele n?o suportava a presen?a d em nenhum lugar? Ele estava fazendo isso de prop¨®sito para
atingi?
¡°Por que voc¨º diz isso de repente?¡± ¨C Wilson ficou surpreso: ¡°N?o pense em pedir demiss?o, ¨¦ uma
coisa t?o pequena, n?o se desespere.¡±
¡°Divino, n?o leve isso t?o a s¨¦rio.¡± ¨C Dinossauro Verde se aproximou um espeto de salsicha:
¡°Voc¨º gostaria de um? Est¨¢ delicioso.¡±
In¨ºs olhou para seus gentis colegas e s¨® conseguiu sorrir remorso. Talvez se n?o fosse por
ter confrontado Noe Serpa hoje, ele n?o teria recusado t?o rapidamente.
Ele parecia estar em toda parte, querendo usar todos os meios poss¨ªveis para faz¨º perder.
Naqu noite, In¨ºs pensou muito e sentiu que n?o poderia continuar a ser um fardo. Talvez ter ido
¨¤quele est¨²dio tenha sido um erro. No dia seguinte, n?o foi trabalhar e ficou em casa pensando.
Como poderia escapar do bloqueio de Noe Serpa?
Depois, a campainha tocou, e quando abriu a porta, viu Gabrielo dodo de fora, usando ¨®culos de
arma??o fina e um moletom grosso, parecendo um yboy que sabe se divertir, um rel¨®gio
esportivo no pulso. Quando viu In¨ºs abrir a porta, ele a pegou p m?o e a puxou para fora.
In¨ºs ficou surpresa: ¡°Como voc¨º sabia que eu estava aqui?¡±
¡°Est¨¢ no seu perfil pessoal.¡±
Gabrielo soltou um som impaciente: ¡°Por que voc¨º n?o veio trabalhar?¡±
¡°Eu..eu¡¡± ¨C In¨ºs hesitou: ¡°Eu pensei sobre isso e talvez eu n?o me encaixe muito
bem¡¡±
Gabrielo a puxou para dentro de sua casa e,o se fosse o dono d, puxou uma cadeira aodo
da mesa de jantar.
Ele olhou para um olhar prante: ¡°Voc¨º mora em um bairro onde o metro quadrado custa
cinco mil. Quem pode se dar ao luxo de morar aqui, por que viria trabalhar para nossa empresa? N?o
me diga que voc¨º e Noe Serpa n?o t¨ºm nada a ver, eu n?o acreditaria¡°.
149
Capitulo 186
Ele era sempre t?o direto e incisivo em suas pvras, sem se importar os sentimentos de In¨ºs.
Esse homem, um rosto que lembrava o de Santiago, n?o tinha a ternura que Santiago trazia de
qualquer outra parte. In¨ºs sentia que devia estar doente, pois a dor de perder Santiago era t?o
insuport¨¢vel que acabava confundindo Gabriel, esse homem frio e sem cora??o, seu irm?o,
vez ap¨®s vez.
Chapter 187
Chapter 187
Cap¨ªtulo 187
estava p¨¢lida, mas ainda assim sorriu: ¡°Ent?o, o que exatamente voc¨º quer arrancar de mim? Se
eu disser ¡®Sim, eu j¨¢ fui amante de Noe Serpa¡®, isso te faria se sentir melhor?¡±
Nunca antes havia fdo ele em um tom t?o agressivo. Ultimamente, In¨ºs sempre o olhava
com olhos cheios de depend¨ºncia. Gabrielo entendeu que, atrav¨¦s dele, via outra pessoa; sua
depend¨ºncia era porque ele carregava a sombra de seu irm?o. Mesmo assim, sempre foi gentil,
mas nunca t?o cortanteo agora.
Depois de pensar por um longo tempo, Gabrielo finalmente disse: ¡°Volte ao trabalho¡°.
In¨ºs cobriu o rosto e riu: ¡°Sinto que estou decepcionando todo mundo. Por minha causa, Noe Serpa
decidiu recusar o patroc¨ªnio¡°.
Foi uma admiss?o direta.
Gabrielo franziu a testa levemente: ¡°Voc¨º realmente tem uma liga??o Noe Serpa¡°.
In¨¦s falou distraidamente: ¡°Sim, eu tenho uma liga??o ele e, entre n¨®s, ¨¦ uma quest?o de vida ou
morte¡°.
Parecia ser um rcionamento bastante intenso.
Gabrielo observou a express?o de In¨ºs por um longo tempo antes de continuar: ¡°Mas isso n?o ¨¦
motivo para voc¨º faltar ao trabalho. Nossa empresa n?o vai acabar sem Noe Serpa; todos n¨®s
podemos encontrar outro investidor. Voc¨º n?o precisa se culpar.¡±
In¨ºs sorriu e disse: ¡°Voc¨º acha que, se Noe Serpa souber que eu estou nestal empresa, ele vai
simplesmente me deixar em paz?¡±
Nos dias seguintes, ele poderia muito bem repetir o que havia feito o est¨²dio d antes,
mergulhando o est¨²dio de jogos de Gabrielo em um mar de bloqueios, tornando o caminho j¨¢ dificil
ainda mais ¨¢rduo!
Gabrielo entendeu o que In¨ºs queria dizer, seu olhar ficou mais s¨¦rio, olhando para a dor no rosto
d, ele suavizou a voz: ¡°O que exatamente aconteceu entre voc¨º e ele?¡±
14:20
Capitulo 187
¡°Entre mim e ele?¡±
Era a primeira vez que Gabrielo a olhava seriamente e, em seus olhos, ele viu um turbilh?o de
emo??es frias e desesperadas,o uma tempestade de neve impiedosa. P primeira vez, ele
percebeu que as pessoas tamb¨¦m podiam demonstrar tanta bravura.
In¨ºs riu para si mesma: ¡°Revisitar o passado n?o faz sentido. Agora que ele sabe que estou no
est¨²dio, certamente far¨¢ de tudo para nos atacar. Portanto, somente se eu for embora ¨¦ que todos
poder?o continuar.¡±
¡°Voc¨º n?o precisa nos considerar t?o fr¨¢geis.¡±
Ap¨®s ouvir In¨ºs, Gabrielo afirmou calmamente: ¡°Ningu¨¦m aqui ¨¦ t?o fraco assim. Portanto, volte, ¨¦
¨®bvio que todos gostam de voc¨º.¡±
O Dinossauro Verde, Wilson, a Je Bombshell, a Luazinha Mulher¨CMacho, e o pr¨®prio Gabrielo,
com seu jeito impass¨ªvel,punham realmente um est¨²dio acolhedor, raz?o p qual In¨ºs n?o
queria ser um fardo para eles.
¡°Voc¨º faltou o trabalho a manh? inteira, e todos ficaram preocupados.¡± ¨C Gabrielo serviu¨Cse de um
copo de ¨¢gua, desinteressado: ¡°Dinossauro at¨¦ falou em chamar a pol¨ªcia, medo de que voc¨º
fizesse alguma besteira. Por isso me mandaram te procurar.¡±
¡°Eles n?o ficar?o chateadosigo?¡±
¡°De modo algum.¡± ¨C Gabrielon?ou¨Clhe um olhar calmo: ¡°Nossa equipe n?o ¨¦ derrotada t?o
facilmente.¡±
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In¨ºs sentiu seus olhoscrimejarem, seria mentira dizer que n?o ficou
¡°Poupe o sentimentalismo. Se voc¨º se sente em d¨ªvida conosco, ¨¦ melhor criar mais alguns designs.
Vamosn?ar o produto no pr¨®ximo m¨ºs e, na pr¨®xima semana, precisamos de uma entrevista e de
um pouco de publicidade sua. Voc¨º pode fazer isso?¡± ¨C Gabrielo bateu levemente na mesa os
dedos, um gesto que o fez lembrar de Santiago, que tamb¨¦m gostava de bater na mesa quando
estava entediado.
havia acabado de pensar que ele e o irm?o d n?o se pareciam em nada, mas os detalhes
revvam uma semelhan?a impressionante. O destino tinha sua maneira de brincar; o homem ¨¤ sua
frente e o irm?o que havia partido eram
14:20
Capitulo 187
havia perdido Santiago, ent?o encontrou Gabrielo. Mesmo sendo estranhos um para o outro, sem
nenhum?o de sangue.
In¨ºs fungou, reprimindo todos os seus pensamentos de volta ao cora??o, e sorriu para Gabrielo:
¡°Imensa honra!¡±
¦§
14:20
Capitulo 185
Chapter 188
Chapter 188
Cap¨ªtulo 188
Depois que In¨ºs voltou ao est¨²dio, todos novamente a consram, sinalizando para n?o se
preocupar, e ent?o Gabrielo voltou a sua indiferen?a habitual. Mal se sentou ¨¤ mesa de trabalho, e
uma vez mais ¨C nk! ¨C a energia caiu e ele dormiu instantaneamente.
¡°¨¦ incr¨ªvelo ele r¡± ¨Centou Je, impressionada: ¡°Chegar aos 27 anos j¨¢ ¨¦ uma fa?anha¡°.
¡°N¨®s estamos ficando velhos¡± ¨C esticou Luazinha: ¡°Nosso Gabrielo ¨¦ alto, de pele ra, em qualquer
outro lugar seria considerado um gostos?o, mas por algum motivo nunca o vi uma namorada. Ele
j¨¢ tem quase trinta anos, por que n?o consegue encontrar algu¨¦m?¡±
¡°Com esse fuso hor¨¢rio americano dele, esquece namorada. J¨¢ ¨¦ um mgre ele estar vivo¡± ¨C brincou
o Dinossauro Verde, bn?ando a cauda enquanto voltava a se sentar: ¡°J¨¢ ouviu dizer que quem
trabalha design n?o tem namorada!¡±
No entanto, no fim da tarde, um novo cliente inesperado apareceu, deixando In¨ºs. desarmada.
Luazinha disse que tinha implorado aos executivos da empresa. para conseguir o n¨²mero do
WhatsApp de um grande empres¨¢rio e, depois de um bom tempo insistindo, o convenceu a dar uma
passada para conversar.
Querendopensar os fracassos anteriores, In¨ºs se ofereceu para tentar mais uma vez. Com
Je torcendo por nos bastidores, In¨ºs entrou na s de recep??o o cora??o cheio de
esperan?a, mas quando viu o homem loiro e desleixado sentado no sof¨¢, seu sorriso congelou.
Que azar, ser¨¢ que sempre tinha que encontrar pessoas que n?o queria ver?
O sorriso de In¨ºs vacilou: ¡°Sr. Farnese, que prazer¡°.
Teodoro Farnese estava l¨¢, esparramado no sof¨¢ suas longas pernas. jogadas sobre a mesa de
centro, parecendo mais estar em um camarote de samba do que em uma reuni?o de neg¨®cios.
Quando o homem sorriu, seus olhos azul¨Cesverdeados brilharamo joias, irresistivelmente
atraentes.
Ele sorriu para In¨ºs um ar de descaso: ¡°Que coincid¨ºncia.¡±
14-20
Capitulo 188
In¨ºs respirou fundo e se sentou em frente a ele. Teodoro Farnese achou gra?a na sua express?o
s¨¦ria: ¡°Oi, oi, n?o tem nada mais a dizer para mim?¡±
¡°Se voc¨º veio para se divertir¡¡± ¨C In¨ºs apontou para a porta: ¡°¨¤ direita est¨¢ a sa¨ªda.¡±
¡°Puxa, voc¨º ¨¦ sempre t?o ingrata¡± ¨C Teodoro Farnese sentiu¨Cse frustrado. N?o era a primeira vez que
ele a ajudaya, e sempre era recebido o mesmo. olhar. O que ele havia feito para merecer isso?
No fundo, In¨ºs j¨¢ havia dado uma nota baixa a Teodoro Farnese e n?o estava disposta a mudar sua
atitude t?o cedo. lhe passou os documentos: ¡°Eu n?o esperava que fosse voc¨º de novo.¡±
¡°Ah, ent?o algu¨¦m j¨¢ esteve aqui antes¡± ¨C Teodoro Farnese semicerrou os olhos, ramente
descontente: ¡°Quem foi? Noe Serpa?¡±
In¨ºs tremeu, segurando a folha A4, enquanto Teodoro Farnese recolhia as pernas e se inclinava para
a frente.
Ele sorriu para In¨ºs, seu rosto mesti?o de repente perturbadoramente sedutor: ¡°Como assim, Noe
Serpa pode e eu n?o?¡±
In¨ºs se sentia imune a qualquer dor. Pvras que a teriam machucado antes agora s¨® a deixavam
entorpecida.
sorriu sem emo??o: ¡°Desde que voc¨º pague, qualquer um pode.¡±
Teodoro Farnese sorriu friamente, e os dois pareciam disputar quem era mais duro. Ele estendeu a
m?o e segurou o delicado pulso de In¨ºs. A princ¨ªpio pareciam um casal apaixonado.
Seus olhos prantes fixaram¨Cse n, e a m?o no pulso d transmitia um calor surpreendente.
tentou puxar o bra?o, mas ele se recusou a soltar: ¡°In¨ºs, voc¨º sabe por quem eu vim.¡±
Sua voz baixa e intencional fez In¨ºs estremecer: ¡°Solte¨Cme, estamos em p¨²blico,porte¨Cse!¡±
O rosto de Teodoro Farnese estava acostumado a uma cara s¨¦ria. Embora tivesse afrouxado o aperto
de m?o, seu olhar para In¨ºs ainda era ardente e descarado: ¡°Estou muito curioso para saber quantas
m¨¢scaras voc¨º, mulher, tem que usar.¡±
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Capitulo 188
Ele havia se apaixonado por essa sensa??o de pression¨¢ pouco a pouco, de se impor e prar
no mundo d, pouco a pouco.
Chapter 189
Chapter 189
Cap¨ªtulo 189
¡°N?o tenho tempo para jogar esses jogos chatos voc¨º¡± ¨C disse In¨ºs, levantando¨Cse
abruptamente: ¡°Se voc¨º quer algu¨¦m para passar o tempo, ¨¦ melhor procurar uma estudante
universit¨¢ria que possa lhe fazerpanhia no bar, dividir uma cerveja e at¨¦ mesmo panh¨¢¨Clo
at¨¦ a cama, satisfazendo seu desejo por uma cad no cio.¡±
O sorriso de Teodoro Farnese congelou em seu rosto e, no segundo seguinte, ele distorceu sua
express?o e agarrou os ombros de In¨ºs: ¡°Voc¨º est¨¢ me chamando de cachorro?¡±
¡°Voc¨º ¨¦ diferente do Noe Serpa?¡±
In¨ºs soltou uma gargalhada: ¡°N?o.¡±
O rosto normalmente impec¨¢vel de Teodoro Farnese ficou p¨¢lido de raiva. Ele deu um passo ¨¤ frente e
agarrou o queixo d, enquanto In¨ºs se debatia: ¡°Estamos na empresa, me solte!¡±
¡°Depois de me chamar de cachorro, que tal eu n?o agiro um? Seria uma pena n?o fazer jus ao
apelido que a Sra. Guedes me deu.¡±
Essas pvras, ¡®Sra. Guedes¡®, tocaram num ponto sens¨ªvel para In¨ºs, que, tentando ignorar a
humilha??o, disse: ¡°N?o precisa ficar aparecendo na minha frenteo Noe Serpa, n?o tenho o
menor interesse em tiposo voc¨º!¡±
se soltou for?a, n?o se limitando a olh¨¢¨Clo aquele olhar g¨¦lido de antes. Teodoro Farnese
sentiu que In¨ºs estava diferente, de alguma forma, tornara¨Cse ainda mais destemida.
O homem riu desd¨¦m: ¡°In¨ºs, voc¨º realmente acha que ¨¦ algu¨¦m agora, n?o ¨¦? Sem mim, voc¨º¡¡±
Nesse momento, uma voz fria interrompeu: ¡°O que est¨¢ acontecendo aqui?¡±
Gabrielo, segurando um caf¨¦ rec¨¦m¨Cpreparado, estava passando pelo sagu?o e n?o esperava
encontrar tal cena.
Ele olhou para In¨ºs, presa nos bra?os do homem, e um sorriso frio surgiu em seus l¨¢bios. Ele
realmente a havia subestimado; Noe Serpa ou o herdeiro Farnese, as apar¨ºncias realmente enganam.
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Capitulo 189
¡°Um rosto bonito, n?o ¨¦? Voc¨º tem pessoas assim no est¨²dio?¡± ¨C Teodoro Farnese olhou Gabrielo de
cima a baixo e disse a In¨ºs: ¡°Esse ¨¦ o seu garoto de brinquedo?¡±
Os olhos de In¨ºs se encheram de f¨²ria: ¡°Menos insultuoso, ele ¨¦ meu colega de trabalho!¡±
¡°Ah.¡± ¨C Teodoro Farnese virou¨Cse para Gabrielo e falou diretamente: ¡°E o que isso tem a ver
voc¨º? O que acontece entre mim e In¨ºs ¨¦ da sua conta?¡±
Aqu atitude de Teodoro Farnese fez In¨ºs sentir¨Cse humilhada. se soltou e jogou os pap¨¦is na
cara dele: ¡°Voc¨º que me enganou e feriu no passado, e ainda ¨¦ voc¨º que n?o me deixa em paz! Acha
divertido? Pois eu te acho um t¨¦dio.¡±
Ap¨®s essa dera??o, saiu sem olhar para tr¨¢s, nem mesmo para Gabrielo. Embora estivesse
surpresa por ele ter acordado t?o cedo naquele dia, o que a deixava mais triste era a insist¨ºncia de
Teodoro Farnese, perseguindo¨Cao um gato atr¨¢s de um rato. Quando eles iriam se cansar desse
jogo?
Teodoro Farnese percebeu que a coragem de In¨ºs havia realmente aumentado. Desde o epis¨®dio em
que foi sequestrada, havia se tornado fria e destemida.
Poderia ser esse o novoe?o de sua nova vida?
parecia uma pessoa que havia sido despojada de todas as suas vulnerabilidades, de modo que
n?o mais temia ou se importava as a??es
deles.
Ele observou a silhueta de In¨ºs se afastando por um bom tempo, at¨¦ que um riso baixo escapou de
seus l¨¢bios.
No entanto, para surpresa de In¨ºs, Teodoro Farnese concordou em investir em seu projeto,
aumentando significativamente o patroc¨ªnio. No dia seguinte, quando assinou o contrato, todos a
elogiaram por suapet¨ºncia em conseguir um patrocinador t?o influente para o jogo.
Somente In¨ºs estava incr¨¦d:o Teodoro Farnese poderia, de repente, oferecer tanto apoio? Por
que ele teria concordado t?o facilmente?
No entanto, a realidade n?o lhe deu tempo suficiente para pensar, o dinheiro foi transferido t?o
rapidamente que at¨¦ o Dinossauro Verde ficou chocado: ¡°Caramba, ¨¦ tanta grana que daria para fazer
um jogo online de grande esc.¡±
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S¨® Gabrielo, ao saber do ocorrido,n?ou um olhar ir¨®nico para In¨ºs. Seu olhar era enigm¨¢tico, mas o
desprezo nele feriu o cora??o de In¨ºs.
cerrou os dedos, mas n?o se manifestou em sua defesa.
O que era apenas uma confus?o despretensiosa de Teodoro Farnese acabou se tornando uma ilus?o,
uma calmaria enganosa na nova vida que pensava estare?ando. Justamente quando
sentiu que poderia finalmentee?ar uma nova etapa em sua vida, a cruel Morte j¨¢ estava ¨¤
espreita, seguindo¨Ca de perto.All rights ? N?velDrama.Org.
Chapter 190
Chapter 190
Capitulo 190
Cap¨ªtulo 190
Nos ¨²ltimos dias, Noe Serpa percebeu que algo estava errado Amado.
Ele sentia que o garoto estava ficando cada vez mais rebelde e, por alguma raz?o, o olhar de Amado
significava que Noe Serpa n?o tinha coragem de enfrent¨¢¨Clo diretamente.
Nos ¨²ltimos dias, Eunice vinha fazendo uma s¨¦rie de exig¨ºncias para ficar na casa dos Serpa, e e
Amado frequentemente se desentendiam, o que sempre terminava Eunice procurando Noe Serpa
em l¨¢grimas para fazer justi?a. Mas o rapaz n?o parecia querer se justificar.
Com um olhar frio, Amado observou Eunice correr para os bra?os de Noe Serpa,o se ele n?o se
importasse as mulheres que seu pai poderia ter l¨¢ fora. ¨¤s vezes, quando Noe Serpa ia trabalhar,
Eunice encarava Amado raiva: ¡°N?o se gabe t?o cedo!¡±
Com um sorriso ir?nico, Amado respondia: ¡°N?o estou nem a¨ª para as suas coisas.¡±
Ele parecia ter erguido uma barreira de espinhos contra Eunice e Noe Serpa, rindo falsamente para
este ¨²ltimo, um olhar cheio de desprezo e ¨®dio. Como uma crian?a de cinco anos poderia ter uma
express?o dessas? Quanto ressentimento ele guardava em seu cora??o?
Quando Eunice ordenou que seus capangas agissem novamente, foi em um fim de semana. Zora
tinha sa¨ªdo para visitar amigos e, coincidentemente, Noe Serpa tamb¨¦m tinha um jantar marcado para
aqu noite. Eunice deu as chaves da casa a algu¨¦m e deixou Amado sozinho na resid¨ºncia dos
Serpa, esperando. que seus homens fizessem outra tentativa de sequestro.
Quando Noe Serpa chegou em casa ¨¤s dez horas daqu noite, ficou chocado. o caos que
encontrou. Sentiu¨Cseo se tivesse sido atingido por um raio ao ver tudo revirado, a s de estar
destru¨ªdao se tivesse sido saqueada. Ele respirou fundo, incr¨¦dulo que algo assim pudesse
acontecer em um lugar t?o sofisticado e seguro.
Um pensamento terrivel passou por sua cabe?a e ele correu para o quarto de Amado, gritando:
¡°Amado!¡±
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Capitulo 190
Mas¡ n?o houve resposta.
O cora??o de Noe Serpa apertou, seu rosto empalideceu e a respira??o acelerou. Era fim de semana,
e os empregados estavam de folga; Amado estava sozinho em casa quando ele saiu.
Ele procurou em toda parte, seus olhos vermelhos e a voz tr¨ºm: ¡°Amado! Voc¨º me ouve? Amado,
onde voc¨º est¨¢?!¡±
O Amado tinha desaparecido¡ tinha sido levado por aqueles homens¡
As pups de Noe Serpa se contra¨ªram, temendo a rea??o de In¨ºs se soubesse o que havia
acontecido Amado em sua casa. provavelmente
o enfrentaria unhas e dentes!
Enquanto isso, Eunice sorriu maldosamente, satisfeita por ver que Noe Serpa, apesar de seu
tratamento frio, realmente se importava Amado. tinha tomado a atitude certa, era melhor
cortar o problema p raiz!
disse a Noe Serpa: ¡°Noe, acalme¨Cse, vamos continuar procurando¡¡±
¡°Procurar o qu¨º?!¡± ¨C Noe Serpa gritou, os olhos ensanguentados, um olhar de desespero que
Eunice nunca tinha visto nele,o se tivesse perdido sual ¨²ltima esperan?a quando crian?a: ¡°Chame
a pol¨ªcia! Chamem a pol¨ªcia!¡±
Amado havia desaparecido, ele tamb¨¦m era filho d! Embora Noe Serpa fosse in¨²til para os outros,
seu cora??o do¨ªa!
Quando a pol¨ªcia ouviu que a casa do renomado Sr. Serpa havia sido invadida e seu filho sequestrado,
sa¨ªram ¨¤s pressas no meio da noite para investigar. Mas, ao chegar, encontraram m¨®veis e pertences
espalhados pelo ch?o, e qualquer pista que pudesse haver havia sido destru¨ªda, dificultando ainda
mais a busca.
Ao ver o policial bn?ar a cabe?a negativamente, Noe Serpa avan?ou e agarrou sua roupa
for?a: ¡°Me encontre meu filho! Se n?o o encontrar, juro que amanh? mesmo eu fa?o aquele distintivo
da delegacia de voc¨ºs cair por terra!¡±
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Os objetos de valor danificados n?o importavam,o poderiam separar ¨¤ importancia de
Amado!
Observando oportamento desesperado de Noe Serpa, Eunice segurava seu peito dodo,
sentindo um misto de medo e al¨ªvio. Ainda bem que o no havia sido executado sem falhas, sem
deixar rastros. Se Noe Serpa descobrisse que
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Capitulo 190
tinha sido ¡ temia que jamais teria a chance de se reerguer na vida¡
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Chapter 191
Chapter 191
Cap¨ªtulo 191
Amado abriu os olhos na escurid?o e percebeu que estava as m?os e os p¨¦s amarrados.
Ele se debateu um pouco e fez um som fraco, o que fez que algu¨¦m ¨¤ sua frente virasse a
cabe?a e dissesse: ¡°Ei, o garoto nem est¨¢ chorando¡°.
Imediatamente, Amado fez uma cara de terror, tremendoo se estivesse prestes a desmaiar: ¡°O
que voc¨º quer fazerigo?¡±
Eles estavam dentro do cont¨ºiner de um grande caminh?o. Algu¨¦m apontou umanterna para seu
rosto e, naquele momento, Amadoe?ou a chorar alto. Imediatamente depois, um dos homens lhe
deu um forte chute, fazendo que o menino rsse pelo ch?o do cont¨ºiner, esfndo seus
delicados joelhos.
Amado, resistindo ¨¤ dor, perguntou terror estampado no rosto: ¡°Voc¨ºs¡ voc¨ºs v?o¡ matar
algu¨¦m?¡±
¡°Ha, nos disseram que sequestrando um molequeo voc¨º, poder¨ªamos exigir um resgate
astron?mico do Noe Serpa. Se ele n?o pagar, a gente simplesmente elimina a prova!¡±
O termo ¡°eliminar a prova¡± ¨C fez Amado tremer inteiro. Ele disse: ¡°Voc¨ºs ca¨ªram numa cda, meu pai
n?o vai pagar nada para voc¨ºs.¡±
Os homens o levantaram e, enquanto apontavam umanterna em seu rosto e riam de seu desespero,
disseram: ¡°O que um pirralhoo voc¨º entende? Se enviarmos a not¨ªcia do sequestro, apenas para
salvar nossas pr¨®prias reputa??es, Noe Serpa ter¨¢ que pagar, caso contr¨¢rio, ele ter¨¢ a reputa??o de
algu¨¦m que n?o se importa nem o pr¨®prio filho!¡±
Parecia que eles tinham nejado bem. A luz intensa danterna fazia as ¨¢grimas de Amado rrem
incessantemente, enquanto ele implorava: Deixe¨Cme ir! Deixe¨Cme ir!¡±
O que voc¨º quer dizer deixar voc¨º ir t?o facilmente? Voc¨º tem um pai rico, voc¨º tem que arcar
com as consequ¨ºncias!¡± ¨C No escuro, Amado sentiu algo. pressionar seu pesco?o, fino e afiado,
uma frieza met¨¢lica, fazendo¨Co
remer.
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Capitulo
¡°Depois que conseguirmos o dinheiro, vamos acabar voc¨º. Se voc¨º vir nossos rostos, fica
perigoso. O que acha,e?amos seu olho esquerdo ou direito?¡±
Era por isso que o mantinham num cont¨ºiner de caminh?o, para evitar que ele visse seus rostos.
Tremendo, Amado disse: ¡°Quanto dinheiro voc¨ºs querem? Eu pe?o para o meu pai pagar!¡±
¡°Que inoc¨ºncia, garoto. Voc¨º sabia que tem gente pagando p sua cabe?a?¡±
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Amado estremeceu: ¡°¨¦ uma mulher, n?o ¨¦?¡±
¡°N?o sabemos dos nossos patrocinadores, s¨® sabemos que voc¨º vale muito. Matando voc¨º, pegamos
a grana do Noe Serpa e ainda aiss?o do patrocinador. N?o ¨¦ ¨®timo? Ha ha ha!¡±
A lamina permaneceu no pesco?o de Amado, que mal ousava se mover, medo de ser cortado
pelo metal afiado, enquanto fva medo: ¡°Para onde voc¨º est¨¢ me levando?¡±
¡°Voc¨º sabe nadar?¡±
Um deles riu sinistramente e disse: ¡°¨¦ perto do mar, ha ha ha¡°.
Cidade Mar, perto do oceano, nos sub¨²rbios havia um pequeno porto, frequentado apenas por navios
de carga. Se Amado fosse jogado ao mar, ele desapareceria sem deixar rastros!
Ele tremia sem parar, totalmente ¨¤ merc¨º dos sequestradores, que pareciam se divertir o medo
do garoto, iluminando¨Co anterna, ora desligando, oral acendendo bruscamente. Esse tormento
deixou Amado¨Cp¨¢lido, sentindoo se sua alma estivesse saindo do corpo, dominado pelo pavor.
Seus membros n?o respondiam mais e, sendo t?o jovem, ele n?o entendia o que era uma sombra ou
o que era ustrofobia. As risadas dos bandidos e os shes danterna o faziam gritar de agonia, e
essa cena ficou gravada em sua mente, repetindo¨Cse em um ciclo vicioso,o se estivessem
fazendo umavagem cerebral nele. Os olhos de Amado foram ficando cada vez mais brancos e seu
corpoe?ou a ter convuls?es incessantes.
¡°Voc¨º assustou o garoto at¨¦ a morte? Ha ha¡± ¨C algu¨¦m disse, parecendo se divertir ainda mais o
tormento de Amado, sem se importar se era demais
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Capitulo 191
para uma crian?a.
¡°Ele ¨¦ s¨® um pirralho, aposto que vai ficar trauma para vida inteira, nem vai querer entrar em
elevador.¡±
¡°Trauma para vida inteira? Ha ha ha, depois que pegarmos o dinheiro, acabamos ele e nem
precisa se preocupar trauma nenhum.¡±
Capitulo 192
Chapter 192
Chapter 192
Cap¨ªtulo 192
A liga??o do sequestrador deixou Noe Serpa e um grupo de policiais da divis?o de casos especiais
tensos,o se um n¨® estivesse se formando em suas mentes. No momento em que atendeu o
telefone, Noe Serpa se levantou abruptamente da cadeira: ¡°Conte¨Cme o quanto quiser, mas n?o
machuque o garoto!¡±
¡°Ha ha ha, o cora??o de gelo de Noe Serpa tamb¨¦m tem seus dias, n?o tem? Eu queria ouvir voc¨º nos
implorando. Venha c¨¢, garoto, diga boa noite ao seu pai.¡±
¨¤s quatro da manh?, Amado estava solu?ando: ¡°Pai¡ me salve¡¡±
Fazia muito tempo que ele n?o chamava seu pai assim e, naquele momento, a pvra ¡°pai¡± ¨C parecia
uma faca cravada no peito de Noe Serpa, sentindo seu sangue correr na dire??o oposta, seus olhos
lacrimejando: ¡°Aguente firme, filho, seu pai vai te salvar¡°.
O criminoso pegou o telefone de volta e exigiu uma quantia exorbitante de cinquenta milh?es,
informando tamb¨¦m o local da troca antes de desligar abruptamente. O som frio da chamada
encerrada ecoava nos ouvidos de Noe Serpa, cujas m?os tremiam ao segurar o telefone.
Dorival soube do ocorrido na casa de Noe Serpa no meio da noite e correu para l¨¢, e agora seguia ao
seudo. Vendo Noe Serpa os olhos vermelhos, gritou para Dorival: ¡°Prepare cinquenta milh?es!
Agora! Imediatamente!¡±
Apenas quando se est¨¢ prestes a perder algu¨¦m importante, percebe¨Cse que todo poder e posi??o
social n?o passam de uma piada.
Se a pessoa morrer, n?o sobra nada.
A liga??o havia sido gravada p pol¨ªcia, que agora analisava as vozes enquanto outros ajudavam a
preparar o no de captura. Depois de saber que o local da troca seria o porto de Cidade Mar, eles se
dirigiram para l¨¢ ¨¤ noite, preparando uma emboscada discreta. Um grupo de policiais ¨¤ paisana
come?ou a monitorar todos os movimentos nas proximidades, cameras de seguran?a no porto e
mais policiais observando as mudan?as nas proximidades.
Noe Serpa chegou ao porto meia hora depois, ainda meia hora antes do hor¨¢riobinado os
sequestradores, mas ele n?o podia esperar. Amado estava
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Capitulo 192
em perigo e ele n?o podia arriscar a vida de seu filho!
Cinquenta milh?es ou meio bilh?o, seria poss¨ªvelprar tempo para um novoe?o?
O cora??o de Noe Serpa queimavao se fosse atormentado sem fim. Ele estava parado no vento
frio, at¨¦ que finalmente algu¨¦m apareceu trazendo Amado.
Eles tinham um no: ap¨®s receber o dinheiro, dividir¨Cse em tr¨ºs grupos, um levando o dinheiro
pelo mar e os outros desviando a aten??o, para depois se reunirem no exterior e partilharem o saque.
Quando Amado viu Noe Serpa, ele gritou desesperadamente: ¡°Pai!¡±
Cada grito de ¡°pai¡± ¨C era um choro de partir o cora??o. Noe Serpa, segurando v¨¢rias caixas e
mais caixas aos seus p¨¦s cheias de dinheiro, enfrentou os criminosos: ¡°Soltem meu filho!¡±
¡°Eu lhe disse, jogue o dinheiro aqui e o menino ¨¦ seu!¡±
Um deles colocou uma faca no pesco?o de Amado novamente, deixando rapidamente um corte fino
sangrar, uma vis?o que torturou os olhos de Noe Serpa. Sem pensar, ele chutou todas as caixas
cheias de dinheiro na dire??o dos sequestradores.
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Havia muitos homens do outrodo, e rapidamente algu¨¦m se moveu para recolher as caixas
arremessadas, sem contar o dinheiro no local, pois qualquer distra??o poderia levar ao fracasso.
Os policiais escondidos fizeram um sinal, prontos para agir assim que os sequestradores baixassem a
guarda. Mas nesse momento, os sequestradores mudaram de ideia!
¡°N?o sei se voc¨º, Sr. Serpa, trouxe a pol¨ªcia, ent?o ainda n?o posso entregar seu filho!¡±
O chefe dos criminosos, segurando Amado e usando uma m¨¢scara, esbo?ou um sorriso que causou
arrepios na espinha de todos os presentes: ¡°Ent?o vamos embora e deixaremos seu filho ir embora.
Se houver policiais aqui sem o menino, perdemos nosso trunfo!¡±
Eles pareciam ter um senso de contra vigilancia muito profissional, um n¨ªvel cultural n?o t?o
baixo!
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Noe Serpa, rangendo os dentes de raiva, disse: ¡°Eu j¨¢ te paguel, voc¨º deveria cumprir o
combinado¡¡±
¡°Ha ha, voc¨º acha que pode negociar bandidos?¡± ¨C O sequestrador, segurando Amado, recuou
enquanto a pol¨ªcia discretamente apertava o cerco. No entanto, eles pareceram perceber que havia
movimento ao redor, ent?o decidiram correr diretamente para o barco levando Amado!
Chapter 193
Chapter 193
Cap¨ªtulo 193
Assim que colocassem os p¨¦s no barco, a captura se tornaria muito mais dif¨ªcil! A possibilidade de
fuga pelo mar era imensa, eles n?o podiam entrar a bordo!
A pol¨ªcia ordenou diretamente: ¡°Cerquem¨Cnos!¡±
¡°N?o cheguem mais perto!¡± ¨C Ao ver a pol¨ªcia que havia aparecido de repente ao redor deles, os
criminosos gritaram bem alto: ¡°Seu filho ainda est¨¢ em nossas m?os!¡±
Naquele momento, Noe Serpa finalmente entendeu o que significava estar entre a vida e a morte.
Ele se perguntou se, quando disse essas pvras a In¨ºs no passado, amea?ando¨Ca incessantemente
com Amado, se sentiu t?o impotente e ansiosa quanto ele agora?
Nos olhos d, ele era um dem?nio, um sequestrador que tinha roubado toda a sua felicidade e
alegria.
Os olhos de Noe Serpa se encheram de l¨¢grimas: ¡°Aconselho que desistam. agora!¡±
¡°Sr. Serpa, deixe o profissionalismo conosco.¡± ¨C Um BOPE se aproximou por tr¨¢s e falou os
criminosos: ¡°Voc¨ºs est?o cercados, n?o h¨¢o embarcar, rendam¨Cse, ou as consequ¨ºncias ser?o
irrevers¨ªveis!¡±
Eles eram um grupo desesperado,o poderiam simplesmente obedecer?
¡°J¨¢ estamos em uma situa??o irrevers¨ªvel, chegue mais perto e eu farei o meu pior!¡±
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O l¨ªder dos sequestradores pressionou ainda mais o ferimento no pesco?o de Amado, quee?ou a
se debater intensamente: ¡°N?o me toque! N?o me toque! Papai!¡±
N?o havia grito de ¡°papai¡± ¨C que pudesse superar o apelo desesperado de Amado naquele momento.
Noe Serpa estava tremendo ao vento, estava congndo, essas pessoas erampletamente
desumanas, se realmente fizeram algo Amado, In¨ºs nunca mais o perdoaria em sua vida!
142
Capitulo 193
¡°Traga um barco, ou faremos o pior!¡± ¨C eles gritaram: ¡°O que voc¨º quer dizer isso? A vida do
ref¨¦m n?o ¨¦ a prioridade?¡±
Naquele momento, aconteceu um ponto de virada!
Amado, n?o se sabe de onde tirou for?as, mordeu o bra?o do homem que o segurava. A lamina afiada
cortou o pesco?o do sequestrador, mas Amado n?o teve medo, e mordeu o homem at¨¦ sangrar!
¡°Ah! Seu desgra?ado!¡± ¨C O homem que o segurava rugiu de dor e soltou sual m?o, Amado aproveitou
a oportunidade para pr e correr em dire??o ao pier. Ele continuava caindo e se levantando,
correndo fricamente, a determina??o de algu¨¦m que est¨¢ enfrentando a morte.
¡°Agora ¨¦ a hora! Vamos!¡±
Os policiais, cheios de fervor, avan?aram de uma s¨® vez e, no final, Amado, coberto de sangue, ficou
no cais, e aqueles homens, n?o tendo mais o trunfo, rapidamente pararam de resistir e foram
subjugados p pol¨ªcia.
Noe Serpa estava at?nito, a mordida de Amado havia sido um ato de dor,n?ando¨Cse contra a
lamina.
No horizonte, sem que se soubesse quando,e?ou a surgir uma faixa de luz, o amanhecer estava
prestes a romper.
Amado parou no cais, de frente para o sol que lentamente surgia atr¨¢s dele, e sorriu para Noe Serpa.
¡°Papai, s¨® mais uma vez vou te chamar de papai.¡±
Foi o que ele disse.
Depois, tirou do bolso um pequeno celr infantil e, as poucas for?as que the restavam, jogou¨Co
para Noe Serpa.
¡°H¨¢ o que voc¨º quer aqui, bemo toda a verdade.¡± ¨C O garoto disse isso olhando nos olhos do pai,
com um olhar t?o entorpecido quanto o de um homem morto.
Ele viu que o filho estava calmo demais, cruelmente calmo, empara??o o pai desesperado e
fora de controle que ele era naquele dia.
A express?o no rosto do menino n?o condizia sua idade, e isso fez Noe
perceber que o sequestro n?o era o fim, e que agora Amado estava realmente
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se despedindo.
¡°Sr. Serpa, na verdade, eu sempre o odiei, odiei sua ignorancia, sua frieza. Minha m?e passou cinco
anos na pris?o por sua causa e perdeu tudo por sua causa, ent?o acho que eu deveria ser a ¨²ltima
coisa a qual ainda se importa.¡±
Chapter 194
Chapter 194
Cap¨ªtulo 194
Quando terminou de dizer essas pvras, suspirou profundamente, o garoto colocou a m?o no peito e
sorriu lentamente um olhar que Noe Serpa n?o conseguiu decifrar: ¡°Eu n?o quero que voc¨º volte
de jeito nenhum, voc¨º n?o merece ser bom para minha m?e, voc¨º s¨® merece chorar no inferno pelo
resto dos seus dias!¡±
Sua voz era t?o fria, t?o cruel, cortando o peito de Noe Serpa pvra por pvra. Amado gritou: ¡°N?o
chegue mais perto!¡±
Ele viu Eunice atr¨¢s de Noe Serpa, o seguiu o tempo todo, uma express?o tensa no rosto,
provavelmente medo de que o segredo fosse revdo, certo?
Amado sorriu cruelmente para e disse suavemente: ¡°Eu n?o morri, n?o era isso que voc¨º queria?
Mas n?o fique triste, logo realizarei seu desejo¡°.
Essas pvras fizeram Noe Serpa ficar p¨¢lida: ¡°Amado, o que h¨¢ de errado voc¨º? De repente,
dizendo coisas que seu pai n?o consegue entender¡¡±
¡°Que irritante.¡± ¨C Amado observou a express?o de panico de Noe Serpa, satisfeito, sorriu e se virou
para Eunice: ¡°Obrigado por seu ¨®dio, obrigado por seu sequestro, sem voc¨º, eu n?o saberiao me
vingar do Sr. Serpa, obrigado por me ensinar.¡±
Ele deu alguns passos para tr¨¢s, o oceano estava atr¨¢s dele, a pequena figura parecia prestes a cair
aos olhos de todos.
A policia suspeitava que o filho de Noe Serpa era mentalmente inst¨¢vel devido ao sequestro e
nejava trazer um profissional para aconselhamento psicol¨®gico.
A ferida era profunda e ainda estava sangrando, Amado n?o a cobriu a m?o,o ele era forte
e?o era cruel?
¡°Sr. Serpa, um sequestro, e eu finalmente entendi que meu corpo ¨¦ a ferramenta mais eficaz para te
amea?ar.¡± ¨C Amado se virou, enfrentando o mar, o jovem. abriu os bra?os, desafiando a multid?o,
a postura do guerreiro mais corajoso entre o c¨¦u e a terra.
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¡°O ¨®dio que eu e minha m?e sentimos por voc¨º chegou a um beco sem sa¨ªda,
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Capitulo 194
ent?o¡ se eu morrer, voc¨º acha que minha m?e vai te odiar at¨¦ os ossos?¡±
O cora??o de Noe Serpa pulou,o se uma lamina tivesse perfurado seus pulm?es!
¡°O que voc¨º vai fazer!¡± ¨C Noe Serpa deu alguns passos ¨¤ frente, Amado olhou para tr¨¢s e sorriu:
¡°Minha vida ¨¦ a melhor ferramenta para me vingar de voc¨º. Todo o ¨®dio de mam?e, todas as
humilha??es que sofreu de voc¨º, eu vou recuperar juros!¡±
Naquele momento final, antes de cair, o rapaz fez alguns movimentos silenciosos os l¨¢bios em
sua dire??o.
Adeus, Sr. Serpa.
Na vida ou na morte, ¨¦ um adeus para sempre.
O oceano engoliu rapidamente aqu figura fr¨¢gil, a pol¨ªcia nem teve tempo de se aproximar, Noe
Serpa estendeu a m?o para Amado antes que ele psse,
mas apenas agarrou o vazio.
No momento em que falhou, ele viu o ¨®dio imc¨¢vel nos olhos de Amado! Ele n?o sabia, ele nunca
soube, Amado o odiava tanto!
Quanto tempo ele fingiu ser um bom filho, deixando¨Co baixar a guarda? Quanto esfor?o ele fez para
induzir Eunice a sequestr¨¢¨Clo, apenas para se vingar!
Ele usou sua morte, uma forma quase autodestrutiva, para se vingar de Noe Serpa, para faz¨º¨Clo se
arrepender e sofrer!
¡°Amado!¡± ¨C Noe Serpa rugiu, vendo¨Co desaparecer no oceano, o vasto mar criando ondas tumultuosas
diante de seus olhos!
Ele¡ n?o conseguia superar a pureza e a crueldade de uma crian?a¡
14:22
Chapter 195
Chapter 195
Cap¨ªtulo 195
O sol da manh? rompeu as nuvens e caiu sobre o porto, trazendo uma brisa fresca que acariciou o
rosto de todos. Noe Serpa sentiu seu cora??o parar abruptamente enquanto olhava para a superficie
serena do maro uma est¨¢tua desprovida de alma.
Ele olhou para o local onde Amado havia pdo, tremendoo se tivesse tido. um espasmo,
enquanto o fone de ouvido da crian?a escorregava e ca¨ªa a seus p¨¦s.
A beleza do amanhecer era cruel em sua perfei??o.
Ele se sentiu abandonado,o se o mundo inteiro o tivesse deixado para tr¨¢s. Os olhos de Noe
Serpa se encheram de l¨¢grimas e uma dor aguda se espalhou por seu corpo.
Com as m?os tr¨ºms, ele pegou o celr dos filhos, que continha algumas grava??es. Olhando para
o bot?o de reprodu??o na t, Noe hesitou em pression¨¢¨Clo.
Ele temia que, ao ouvir algo que absse seu mundo, n?o soubesseo salvar Amado e In¨ºs de
um destino j¨¢ sdo.
Tudo o que ele desejava era uma segunda chance!
A pol¨ªcia percebeu seu panico e apertou o bot?o de reprodu??o, e ent?o uma conversa foi ouvida.
As vozes eram reconhec¨ªveis: a infantil era de Amado, e a feminina e ra, de¡
Eunice.
¡°Eu sei que foi voc¨º.¡±
¡°Estou lhe dizendo, sei que voc¨º contratou algu¨¦m para nos sequestrar.¡±
¡°Haha? Por que voc¨º diria isso? Sua m?e deve t¨º¨Clo enganado, eu nunca farial
uma coisa dessas¡¡±
¡°Voc¨º f demais.¡±
+
¡°N?o h¨¢ necessidade de se defender, eu sei que voc¨º pagou para nos sequestrar e amea?ou os
sequestradores danos ¨¤s suas fam¨ªlias se eles mencionassem seu nome ao Sr. Serpa. ¨¦ por isso
que eles mantiveram a
14:22
Capitulo 195
hist¨®ria de que foi um crime de oportunidade.¡±
¡°Voc¨º¡ S¨® pode estar repetindo a loucura de sua m?e!¡±
¡°Se voc¨º tem provas contra mim, por que n?o conta para o seu pai?¡±
¡°Porque voc¨º s¨® pode estar delirando as hist¨®rias de sua m?e, e meu pai nunca acreditaria em
suas mentiras.¡±
¡°Meu pai?¡±
¡°Eu nunca pensei em ir ao Sr. Serpa denunciar voc¨º, porque acredito que ele merece algu¨¦mo
voc¨º, n?o deveria estragar a vida da minha m?e.¡±All content is ? N0velDrama.Org.
¡°Sabe, talvez voc¨º pense que sou s¨® uma crian?a, por isso voc¨º perdeu. Muitas vezes eu ouvi voc¨º
instruindo a familia Serpa ao telefone.¡±
A risada de Amado tamb¨¦m foi registrada, ecoando nos ouvidos de todos.
¡°N?o me importo de desmascarar voc¨º, porque esta ¨¦ uma oportunidade.¡±
¡°Uma oportunidade para minha m?e se afastar do Sr. Serpa de uma vez por todas.¡±
¡°O senhor¡ Quem ¨¦ voc¨º, afinal? Impossivel, voc¨º est¨¢ apenas dando um show! Noe nunca
acreditaria em voc¨º!¡±
Finalmente, ele ouviu Amado subindo as escadas e sua risada baixa, que perfurou o peito de Noe
Serpa uma dor aguda.
Ele sentiu um buraco se abrir em seu peito, o sangue jorrando, o vento frio passando, congndo lhe
at¨¦ os ossos!
Ele arrancou o celr das m?os dos policiais e repetiu a grava??o in¨²meras vezes!
Impossivel¡ Imposs¨ªvel¡ Onde estava o erro? Em que circunstancias aqu grava??o foi feita? Por
que Amado a havia deixado para ele?
Com os olhos vermelhos. Noe levantou a cabe?a e olhou para Eunice um olhar carregado de
rancor: ¡°Prendam¨Cna!¡±
Os policiais ao seudo rapidamente dominaram Eunice, que gritava em panico: ¡°Noe, o que voc¨º
est¨¢ fazendo?¡±
Noe Serpa n?o lhe deu sequer um olhar, segurando o celr firmemente, seu
Chapter 196
Chapter 196
Cap¨ªtulo 196
Se aqu grava??o n?o tivesse sido sintetizada, o que ele teria feito aqu m?e e crian?a? Meu
Deus, o que ele fez eles, seres t?o inocentes?
Ele a machucou, enganou¨Ca, humilhou¨Ca e at¨¦ mesmo favoreceu um verdadeiro. manipdor nas
sombras diante de seus olhos!
gritou, acusou¨Co todas as suas for?as, mas ele n?o ouviu, n?o acreditou em uma pvra do
que disse!
Noe Serpa sentiu uma dor aguda invadir todo o seu corpo, levou as m?os ao peito, sentindoo se
tivesse sido ferido mil vezes, sangrando profusamente, m¨²sculos e ossos sendo dcerados.
Ele estava a respira??o ofegante e, ao reproduzir o pr¨®ximo ¨¢udio, ouviu uma voz infantil.
¡°Seu Serpa, eu sou o Amado.¡±
¡°Quando voc¨º ouvir minha voz, eu n?o estarei mais por perto. Obrigado por deixar Eunice ao seudo
e faz¨º se enfurecer contra mim repetidamente, at¨¦ querer me matar.¡±
Essas pvras praram no cora??o de Noe Serpao uma faca,
deixando¨Co p¨¢lido e tr¨ºmulo, enquanto o celr mais uma vez ca¨ªa no ch?o.
Mas a voz continuou.
¡°Para fugir de voc¨º, tive que pagar um pre?o justo. Voc¨º v¨º, essa ¨¦ a trag¨¦dia que voc¨º criou
suas pr¨®prias m?os, voc¨º ¨¦ o ponto de partida de todos os desastres e tamb¨¦m o redentor que arcar¨¢
com todas as consequ¨ºncias. N?o sei o que minha m?e fez a voc¨º h¨¢ cinco anos, mas espero que
seja exatamenteo voc¨º pensa, porque quando a verdade for revda novamente, Seu Serpa,
voc¨º j¨¢ n?o ter¨¢ mais nada.¡±
Noe Serpa riu, um homem grande chorando l¨¢grimas amargas.
¡°Finalmente, deixo voc¨ºs uma frase que li em um livro.¡±
¡°Parab¨¦ns por agora possuir in¨²meros poderes, um vasto imp¨¦rio e desfrutar de
uma solid?o sem limites!¡±
Seu pr¨®prio filho lhe desejou solid?o sem limites!
14:22
Ele havia sido dominado pelo despeito de uma crian?a!
Noe Serpa sentiuo se seu cora??o tivesse sido arrancado, suas pernas lhe falharam e ele caiu de
joelhos no ch?o.
Como se tivesse perdido toda a consci¨ºncia, ele olhou para o mar azul l¨¢ embaixo, sentindo de
repente que talvez n?o fosse In¨ºs que precisasse de reden??o, mas ele mesmo.
E In¨ºs era sua ¨²nica salva??o¡
No final, at¨¦ Amado o havia abandonado. O que restava para ele? Ele n?o tinha mais nada! Noe
Serpa nunca se sentiu t?o derrotado em toda a sua vida, ao
ponto de nem seu filho querer estar ele!
Ele era pat¨¦tico.
Noe Serpa riu sem sentido, e Dorival o ajudou a se levantar, mas ele cambaleou de volta para a beira
do mar, olhando para as ondas e murmurando voz tr¨ºm: ¡°Procurem! Aterrem o mar se for
preciso, mas tragam Amado de volta!¡± Dorival cobriu os olhos de Noe Serpa a m?o.
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Com a vis?o obstru¨ªda ps m?os de Dorival, Noe Serpa fva sem sentido: ¡°O que voc¨º est¨¢
fazendo, eu n?o consigo enxergar, Dorival¡¡±
At¨¦ quee?ou a solu?ar.
Compaix?o, Dorival cobriu metade do seu rosto, enquanto o sole?ava a nascer por tr¨¢s
deles, iluminando o rosto de Noe Serpa e refletindo algo brilhante e l¨ªquido.
Naquele inverno rigoroso, Noe Serpa perdeu In¨ºs, perdeu Amado, perdeu todos. que j¨¢ tiveram uma
r??o pr¨®xima ele. Ele estava na borda do mar onde Amado havia ca¨ªdo,o se estivesse em
um silencioso luto. Mas ele sabia que n?o restaria ningu¨¦m para perdo¨¢¨Clo.
Toda a sua afei??o havia sido sufocada por suas pr¨®prias m?os.
Todos sentiram sua dor; olhando para o rosto de Noe Serpa, sentiramo se o c¨¦u estivesse
desabando. O homem que um dia havia sido o grande Sr. Serpa¡ agora era apenas um pobre
homem.
At¨¦ que a luz do dia reasse, at¨¦ que amanhecesse, Dorival cobriu os olhos.
vermelhos e todos esperaram em sil¨ºncio at¨¦ que o choro de Noe Serpa
cessasse.
Chapter 197
Chapter 197
Capitulo 197
Teodoro Farnese achou que era um verdadeiro mgre o fato de Amado ter conseguido encontr¨¢¨Clo.
Quando algu¨¦m irrompeu p porta de seu escrit¨®rio, carregando uma crian?a encharcada e
machucada nos bra?os, ele se assustou: caramba, n?o ¨¦ aquele garoto da fam¨ªlia Serpa! Como ele
havia chegado a esse estado deplor¨¢vel?
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N?o teve tempo para mais nada, mandou levar o menino imediatamente para o hospital, mas, no
caminho, Amado agarrou¨Cse ao canto da camisa de Teodoro Farnese. Ele apertou for?a, sem
sequer abrir os olhos, murmurando baixinho: ¡°N?o¡ n?o chame o Sr. Serpa¡¡±
Ele tinha acabado de fugir dali e nunca mais voltaria.
Teodoro Farnese olhava para o garoto, agora odado em seus bra?os, e sentiao se fosse seu
pr¨®prio filho sendo maltratado. Levou Amado ¨¤s pressas ao hospital, e ap¨®s a cirurgia, o internou na
pedi¨¢trica.
Oziel, de jaleco branco, fez um breveent¨¢rio a Teodoro Farnese: ¡°Voc¨º anda bem caridoso
ultimamente, hoje uma In¨¦s, amanh? um Amado. Por que n?o leva logo m?e e filho para
morar voc¨º em casa?¡±
Teodoro Farnese respondeu: ¡°Imagina, a Deolinda ia dar um jeito de bater na
In¨¦s.¡±
Oziel retrucou: ¡°Acho que, mesmo que eles brigassem, voc¨º ainda ficaria do
De jeito nenhum! Teodoro Farnese arregalou os olhos: ¡°O que o garoto disse?¡±
¡°Os cortes s?o profundos, n?o sei o que aconteceu, mas ele quase se afogou tem ¨¢gua nos pulm?es.
Poderia ter sido um sequestro?¡± ¨C Oziel perguntou casualmente, e Teodoro Farnese pareceu grave,
como se de repente tivesse se dado conta de algo: ¡°Em todo caso, certamente tem algo a ver
Noe Serpa.¡±
Oziel riu: ¡°Que coragem a sua, mexer nas coisas de Noe Serpa. Se ele descobrir, vir¨¢ e lutar¨¢
voc¨º um fac?o¡°.
Teodoro Farnese, uma atitude desavergonhada, jogou suas longas pernas sobre a mesa do
escrit¨®rio de Oziel: ¡°Acho que In¨ºs nem est¨¢ sabendo do que aconteceu.¡±
14:22
Capitulo 197
¡°Voc¨º vai contar a ?¡± ¨C Oziel tamb¨¦m sa daplicada hist¨®ria entre In¨ºs e Noe Serpa, que sem
d¨²vida contribu¨ªa para o estado atual de Amado, algo terr¨ªvel que desconhecia.
¡°Pobre crian?a¡¡± ¨C Teodoro Farnese pensou por um momento: ¡°¨¦ melhor ele ficar no hospital por
enquanto. Eu pagarei.¡±
Oziel brincou, girando uma ca entre os dedos: ¡°Voc¨º est¨¢ tentando ser o pal her¨®i, n?o ¨¦?¡±
Teodoro Farnese chutou a cadeira for?a: ¡°Cale¨Cse, se eu quisesse um filho, teria mulheres
fazendo f para me dar um!¡±
Amado acordou e viu Teodoro Farnese, o homem olhos azuis esverdeados, t?o diferentes dos
seus. Sua m?e havia dito que ele era mesti?o, n?o era de se admirar que ele parecesse um
estrangeiro.
Chamou baixinho: ¡°Tio¡¡±
Teodoro Farnese estava jogando no celr, nem levantou a cabe?a, apenas mostrou metade do rosto,
com nariz reto e l¨¢bios finos, um homem de tra?os marcantes, daqueles que chamam aten??o por
onde passam.
Teodoro Farnese disse: ¡°Acalme¨Cse, estou quase ganhando aqui¡°.
Ele geralmente fva de si mesmo na terceira pessoa, mas Amado permaneceu em sil¨ºncio, apenas
piscando os c¨ªlios e esperando pacientemente que ele terminasse o jogo.
Na ¨²ltima vez em que acordou, ele tamb¨¦m viu esse tio mesti?o ao seudo. Naqu ocasi?o, ele
havia sido sequestrado e nunca havia imaginado que esse homem viria visit¨¢¨Clo. Instintivamente, ele
ficouovido: Instintivamente, ele
ficouovido.
Ent?o, ap¨®s pr no mar, ele conseguiu subir a bordo de um navio, pedindo ¨¤s pessoas que o
levassem at¨¦ a terra firme. Entregou todo o dinheiro que tinha e correu o quanto p?de para encontrar
Teodoro Farnese.
Ele n?o sabia por que tinha pensado em pedir ajuda ao tio. J¨¢ havia solicitado a ele que fosse ver sua
m?e hospitalizada devido a um acidente, e sempre sentiu que,parado ao Noe Serpa¡ esse tio
parecia mais pr¨®ximo.
Teodoro Farnese havia ganhado um jogo de domin¨® e, um sorriso satisfeito, virou¨Cse para olhar
para Amado: ¡°Ei, garoto, voc¨º est¨¢ acordado?¡±
Oziel, ¨¤ distancia, no corredor, ouviu Teodoro chamar Amado e pensou consigo mesmo que, se fosse
qualquer outro garoto, j¨¢ o teria achado estranho. Mas o filho de In¨ºs era quieto e n?o se importava
com as provoca??es de um adulto imaturo.
Amado respondeu suavemente: ¡°Hmm, obrigado.¡±
Vendo¨Co assim, Teodoro perguntou: ¡°Brigou o Noe Serpa?¡±
?
Ao ouvir o nome Noe Serpa, Amado estremeceu por inteiro.
Chapter 198
Chapter 198
Cap¨ªtulo 198
A express?o de medo que tomou conta do rosto dele marcou profundamente Teodoro Farnese, que se
comoveu a situa??o do menino ¨¤ sua frente. Arrancado de sua m?e, esquecido pelo pai,
menosprezado p madrasta el ainda por cima tendo que encarar uma Eunice que parecia ter
colocado uma mira nele, viver em uma fam¨ªlia de posses definitivamente tinha seus desafios.
¡°Olha, se voc¨º n?o quer fr, n?o precisa. Mas e a¨ª, quando voc¨º deixar o hospital, o que vai fazer?
Voc¨º saiu fugido sozinho?¡±
¡°Eu fui sequestrado¡¡± ¨C Amado hesitou antes de desenrr toda a hist¨®ria. Teodoro Farnese se
encolheu ao ouvir: ¡°Nunca mais vou te chamar de moleque safado, voc¨º ¨¦ um verdadeiro lobo
selvagem! Com essa calma, at¨¦ eu fico arrepiado!¡±
¡°Voc¨º est¨¢ se aproveitando do menino, ¨¦?¡± ¨C Oziel entrou no quarto j¨¢rgando essa pergunta: ¡°Como
assim j¨¢ est¨¢ se autopromando padrinho dele?¡±
Teodoro Farnese revirou os olhos: ¡°Eu at¨¦ gostaria de ser seu padrinho tamb¨¦m!¡±
¡°N?o quero!¡± ¨C Oziel respondeu, dando risada: ¡°Nem pense nisso, Sr. Farnese.¡±
¡°Como se eu precisasse de algu¨¦m assim. Vem c¨¢, rapaz, d¨¢ uma olhada nas roupas novas que seu
padrinho aqui adquiriu para voc¨º!¡±
Teodoro Farnese tinhaprado v¨¢rias pe?as de roupa novas para Amado, que estavam sobre o sof¨¢
aodo. O quarto de hospital deles era amplo, e Oziel, ao entrar, arrastou o p¨¦ uma mesa
dobr¨¢vel que estava atr¨¢s da porta, trazendo um mont?o deida para viagem.
¡°Puxa, Oziel, que figura voc¨º ¨¦, hein? Pediu o qu¨º?¡±
¡°Comida t¨ªpica do nordeste.¡± ¨C Oziel sorriu: ¡°Bem temperada, consegue aguentar?¡±
Oziel era mais novo e tinha um modo mais suave. Amado o viao um irm?o mais velho, sempre
disposto a ajudar e um cora??o grande.
¡°Com certeza!¡± ¨C Amado disse, todo animado: ¡°Obrigado, irm?o Oziel!¡±
Teodoro Farnese levou a m?o ao peito: ¡°Como assim? Voc¨º me chama de tio,
14:22
se de man
Amatio
Bstels Amado grandi
Cam 44 ane l¨¢ U GRANT¨C162 or ne
As dos tram enquanto arrunta
os cans te passe
kutam aida que Crisi tinha ta/W 1k and cats serezanto
Code corner nada muito forte, Eupen in camo se
¡°Olutuado, irm?o Oziell
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¡°Ah, pedeu gosto em chamar ele de im?o, pego? ¨C Testoro Famnese recambi
me chama de irm?o tamb¨¦m, val
Teodoro Fampe quinte se engasgour ¡°Por que voc¨º tem que ser t?o diffici
Minha m?o ¨¦ difc117¡± ¨C Amado piscou: ¡°Minha m?e ¨¦ maravilhosa e tem uma personalidade incrivel,
n?o pode ser dif¨ªcil!
Vendoo o garoto defendia sua m?e, Teodoro Famese pensou que, se algum dia fizesse aluo
contra ines, Amado certamente ir¨ªa ao extremo para protege. ¡°Pos e, quando voc¨º estiver melhor,
vou te levar para ver sua m?e. ainda n?o deve saber pelo que voc¨º passou, n¨¦?¡± ¨C Teodoro
Farnese olhou para
brithant
murmurou, pensalivo: ¡°T?o jovem e j¨¢ t?o valente. voc¨º tem um futuro
5. Serpa certeza n?o vai contar nada para minha m?e. Ele nem tem mais coragem para isso.¡± ¨C
Amado disse orgulhoso: ¡°Eu me vinguei do Noe Serpa Agora vou viver s¨® minha m?e! N?o
vai ter mais ningu¨¦m para nos maltratar¡±
¡°Vida a dois ¨¦ t?o sem gra?a, me inclui a¨ª.¡± ¨C Teodoro Farnese deixou escapar
Capitulo 199
Chapter 199
Chapter 199
Cap¨ªtulo 199
Oziel, que estavaendo do outrodo, tremeu a m?o, e o peda?o de feijoada que ele segurava caiu
de volta na pan.
Teodoro Farnese, percebendo que suas pvras tinham soado mais ambiguas do que pretendia,
apressou¨Cse em mudar de assunto: ¡°De qualquer forma, se voc¨º se lembrar de mim, pode me visitar
no Natal e me trazer um presente,o sinal de respeito¡°.
Amado riu intelig¨ºncia: ¡°Entendo, voc¨º gosta da minha m?e, n?o ¨¦?¡±
Teodoro Farnese,o se tivesse engolido uma bomba, pulou da cadeira, o rosto refinado
coberto por um panico revdor: ¡°Como assim? Tenho dinheiro, sou bonito e n?o h¨¢ nenhuma mulher
que goste de mim? N?o estou interessado em sua m?e, n?o pense demais nisso!¡±
¡°Ah, ¨¦ mesmo?¡± ¨C Amado respondeu, enquanto colocava uma colherada de canjica na boca: ¡°Minha
m?e tamb¨¦m n?o gosta de voc¨º, n?o se preocupe.¡±
Teodoro Farnese sentiuo se tivesse sido atingido por v¨¢rias flechas no
peito.
f?leg
Oziel, que estava aodo dele, riu at¨¦ ficar sem f?lego: ¡°Eu lhe digo, o tio Farnese tamb¨¦m ¨¦ um
garanh?o, assimo o pai dele, Noe Serpa. N?o se deixem enganar por sua boa apar¨ºncia¡°.
Teodoro Farnese jogou um palito de dente em sua dire??o: ¡°Voc¨º precisa me desmoralizar assim?¡±
Para a surpresa de todos, Amado acenou a cabe?a: ¡°Eu sei! Minha m?e disse que voc¨º tamb¨¦m
costumava implicar ¡°. ¡±
Isso¡ era s¨® porque ele achava que era fr¨¢gil e queria implicar um pouco ¡ Al¨¦m disso,
v¨º confusa em seus bra?os era realmente muito divertido!
Com a express?o mais severa do mundo, Teodoro Farnese se justificou: ¡°Eu s¨® estava¨Ctestando o
car¨¢ter da sua m?e¡°.
¡°Voc¨º j¨¢ a fez chorar.¡±
10
¦°
14:231
Capitulo 199
Melhor ficar quieto, quanto mais fva, mais vergonha sentia¡
¡°Minha m?e n?o tem uma boa impress?o de voc¨º agora, ent?o, se voc¨º est¨¢ pensando em conquist¨¢¨C
la, vai ser dif¨ªcil.¡± ¨C Amado, mastigando um peda?o de p?o de queijo, tinha uma express?o que parecia
dizer tudo: ¡°Quem mandou voc¨º ser t?o ruim noe?o.¡±
Isso era ser ruim? Era pior quando ele agia sem nenhumapaix?o!
Comparado a isso, ele tinha sido quase um santo para in¨ºs, ele ainda n?o tinha feito¡ feito nada
!
Teodoro Farnese encontrou desculpas para si mesmo, sem saber a quem estava tentando convencer:
¡°As mulheres sempre dizem uma coisa e querem dizer outra.¡±
Amado o contradisse diretamente: ¡°N?o, minha m?e realmente n?o gosta de voc¨º¡°.
Teodoro Farnese sentiu que esse garoto o mataria de raiva.
Oziel ria aodo e, terminando, passou a m?o no rosto de Amado: ¡°Como voc¨º pode ser t?o ador¨¢vel?
¨¦ a primeira vez que vejo algu¨¦m deixar Teodoro Farnese sem pvras.¡±
Amado olhou para cima orgulhoso: ¡°¨¦ m¨¦rito da minha m?e, me ensinou bem!¡±
Bem ensinado! Teodoro Farnese torceu por in¨ºs em seu cora??o! Veja o filho maravilhoso que
criou!
Theodoro Farnese disse: ¡°Voc¨º vaier ou n?o? Se n?o, v¨¢ dormir logo. Sua recupera??o levar¨¢
meio m¨ºs. Quando voltar, vai contar tudo para sua m?e?¡±
Destemido, Amado respondeu: ¡°ro que sim. O que aconteceu, aconteceu¡°.
¨C
¡°Que pena.¡± Oziel bn?ou a cabe?a: ¡°Acho que Noe Serpa est¨¢ em uma situa??o dif¨ªcil. Se in¨ºs
souber disso, provavelmente nunca mais vai querer v¨º¨Clo.¡±
¡°Aqueles que t¨ºm pena geralmente t¨ºm suas raz?es para serem odiados.¡± ¨C Amado respondeu
rapidamente: ¡°Tudo isso foi causado por ele mesmo, ele n?o merece pena.¡±
Olhando para a determina??o nos olhos de Amado, Teodoro Farnese ficou
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Capitulo 199
Melhor ficar quieto, quanto mais fva, mais vergonha sentia¡
¡°Minha m?e n?o tem uma boa impress?o de voc¨º agora, ent?o, se voc¨º est¨¢ pensando em conquist¨¢¨C
la, vai ser dif¨ªcil.¡± ¨C Amado, mastigando um peda?o de p?o de queijo, tinha uma express?o que parecia
dizer tudo: ¡°Quem mandou voc¨º ser t?o ruim noe?o.¡±
Isso era ser ruim? Era pior quando ele agia sem nenhumapaix?o!
Comparado a isso, ele tinha sido quase um santo para in¨ºs, ele ainda n?o tinha feito¡ feito nada
!
Teodoro Farnese encontrou desculpas para si mesmo, sem saber a quem estava tentando convencer:
¡°As mulheres sempre dizem uma coisa e querem dizer outra.¡±
Amado o contradisse diretamente: ¡°N?o, minha m?e realmente n?o gosta de voc¨º¡°.
Teodoro Farnese sentiu que esse garoto o mataria de raiva.
Oziel ria aodo e, terminando, passou a m?o no rosto de Amado: ¡°Como voc¨º pode ser t?o ador¨¢vel?
¨¦ a primeira vez que vejo algu¨¦m deixar Teodoro Farnese sem pvras.¡±
Amado olhou para cima orgulhoso: ¡°¨¦ m¨¦rito da minha m?e, me ensinou bem!¡±
Bem ensinado! Teodoro Farnese torceu por in¨ºs em seu cora??o! Veja o filho maravilhoso que
criou!
Theodoro Farnese disse: ¡°Voc¨º vaier ou n?o? Se n?o, v¨¢ dormir logo. Sua recupera??o levar¨¢
meio m¨ºs. Quando voltar, vai contar tudo para sua m?e?¡± Destemido, Amado respondeu: ¡°ro que
sim. O que aconteceu, aconteceu¡°. ¡°Que pena.¡± ¨C Oziel bn?ou a cabe?a: ¡°Acho que Noe Serpa est¨¢
em uma situa??o dif¨ªcil. Se in¨ºs souber disso, provavelmente nunca mais vai querer v¨º¨Clo.¡±
¡®Aqueles que t¨ºm pena geralmente t¨ºm suas raz?es para serem odiados.¡± ¨C Amado respondeu
rapidamente: ¡°Tudo isso foi causado por ele mesmo, ele n?o merece pena.¡±
hos de Amado, Teodoro Farnese ficou
olhando por um bom tempo antes de voltar a si: ¡°Voc¨º ¨¦ muito extremista, isso pode te levar a agir de
forma radical no futuro.¡±
Amado sorriu, e seu sorriso se desfez em fragmentos de luz: ¡°Mas meu extremismo tamb¨¦m foi criado
por ele¡°.
Teodoro Farnese e Oziel, dols homens adultos, permaneceram em sil¨ºncio.
Todo esse pecado, Noe Serpa terl¨¤ que suportar sozinho, e a morte ainda seria
pouco para pagar.
Chapter 200
Chapter 200
Cap¨ªtulo 200
in¨ºs n?o tinha ideia de que Amado, sua constitui??o fisica leve, havia passado por uma prova??o
t?o terr¨ªvel. No fim de semana, enquanto ainda estava dormindo, a campainha tocou
insistentemente.
De pijama, in¨ºs foi atender a porta e, para sua surpresa, deparou-se um par de olhos verde-
azdos. Teodoro Farnese estava l¨¢, seus cabelos loiros e rosto p¨¢lido e bonito, adornado
um sorriso despreocupado, segurando um garotinho no colo. Ele disse: ¡°Veja, eu trouxe seu filho de
volta¡±.
Amado pulou de seus bra?os e correu para os de in¨ºs, exmando: ¡°Mam?e! Senti tanto a sua falta!¡±
Somente na frente de in¨ºs, ele ainda era aquele menino inocente e sem mal¨ªcia.
O cora??o de in¨ºs se agitou e perguntou sem pensar: ¡°Como voc¨º voltou?¡±.
¡°Eu posso viver voc¨º agora!¡±
Amado sorriu e agarrou os dedos de in¨ºs: ¡°Nunca mais vamos nos separar por causa do Sr. Serpa!¡±
Ele realmente havia desenvolvido um ¨®dio profundo por Noe Serpa.
Como se n?o pudesse acreditar, in¨ºs tocou o rosto de Amado: ¡°¨¦ verdade? Meu Deus¡ voc¨º voltou
para mim¡¡±
Senhor, finalmente nos permitiu o reencontro¡
Teodoro Farnese ainda estava na porta, observando a cenaovente de m?e e filho reunidos,
quando entrou e disse: ¡°Ei, eu trouxe seu filho de volta, voc¨º n?o tem nada a me dizer?¡±
in¨ºs olhou rapidamente para ele e fingiu surpresa enquanto olhava para tr¨¢s: ¡°Deolinda? Como voc¨º
veio parar aqui?¡±
Caramba, sua irm?zinha o havia seguido?
Teodoro Farnese estremeceu e, quando se virou para olhar, in¨ºs aproveitou a distra??o para bater a
porta na cara dele.
Com um baque, Teodoro Farnese se viu sozinho e olhou para a porta fechada, perplexo.
14:23
Capitulo 200
¡°Muito bem, voc¨º venceu!¡±
Resmungando e praguejando enquanto caminhava de volta, Teodoro Farnese disse entre dentes:
¡°Maldi??o, t?o ingrata, cuidei do seu filho por semanas! S¨® porque eu tirei uma vantagem quando nos
conhecemos, maldi??o, o cora??o de uma mulher ¨¦ um mist¨¦rio.¡±
in¨ºs, abra?ando Amado, viu p jan Teodoro Farnese pegar o elevador para descer e suspirou
aliviada. Sentando-se no sof¨¢ Amado, o olhou carinho e perguntou: ¡°Como voc¨º
conseguiu voltar?¡±
Amado olhou nos olhos de sua m?e, respirou fundo ee?ou a lhe contar toda a hist¨®ria. No final, os
olhos de in¨ºs estavam vermelhos. tremia ao
tocar os ombros de Amado: ¡°Amado¡ voc¨º¡¡±.
ficou sem pvras.
Seu filho havia se esfor?ado tanto para voltar para , e havia escolhido abandon¨¢-lo.
in¨ºs abra?ou Amado for?a: ¡°Agora est¨¢ tudo bem, ningu¨¦m mais vai nos separar. Se Noe Serpa
ousar aparecer aqui novamente, eu lutarei ele se for preciso, mas n?o deixarei que ele leve voc¨º!¡±
Amado sorriu e consolou a m?e: ¡°Mam?e, eu vou ficar voc¨º para sempre.¡±
Esse garoto era o presente que o c¨¦u lhe deu, a reden??o de seus dias mais sombrios.
in¨ºs acariciou o rosto de Amado, tentando mudar de assunto, brincou: ¡°Ent?o parece que o tio Teodoro
Farnese cuidou bem de voc¨º no hospital, nosso Amado est¨¢ fort?o.¡±
¡°Voc¨º est¨¢ dizendo que eu engordei?!¡± ¨C Amado ficou horrorizado: ¡°N?o, eu n?o quero engordar, que
tale?armos a correr juntos amanh? de manh?, mam?e?¡±
¡°Isso ¨¦ bobagem, ¨¦ normal que as crian?as engordem. Que tal amanh? a mam?e e a tia Bruna
levarem voc¨º paraprar roupas novas?¡±
Amado concordou imediatamente. in¨ºs ent?o passou pelo quarto de Bruna, que ramente s¨® tinha
ido para a cama de manh? e ainda estava sono. Esfregando os olhos, se assustou ao ver um
mini Noe Serpa na sua frente. Quando percebeu, exmou: ¡°Pequeno Amado! Como voc¨º voltou!¡±
14:23
Amado apertou a m?o de in¨¦s for?a: ¡°Sim, voltei para morar a mam?e!¡±.
Bruna estavapletamente apaixonada por Amado, se agachou para apertar suas bochechas
fofas: ¡°Oh,o voc¨º ¨¦ ador¨¢vel, um verdadeiro amor, vamos l¨¢, hoje ¨¤ noite vamos jantar fora, meu
presente!¡±
¡°Otimo!¡± ¨C Amado respondeu em voz alta e depois disse: ¡®Obrigado, irm?
Bruna¡±.
Bruna, a m?o no peito, repetiu v¨¢rias vezes o quanto o garoto era encantador e obediente,
uma express?o de quem levou um tiro: ¡°N?o aguento mais, in¨¦s,o voc¨º fez um filho assim? Vou
ter que disputar o
filhote voc¨º!¡±
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H
Chapter 201
Chapter 201
Cap¨ªtulo 201
in¨ºs sorriu levemente e levou Amado para o seu quarto. Amado pulou na cama e perguntou: ¡°Mam?e,
voc¨º ainda vai dormir?¡±
¡°Voc¨º pode dormir, mam?e precisa acordar e ir trabalhar em breve.¡±
in¨ºs olhou para o rosto de Amado e disse: ¡°Nos pr¨®ximos dias, vou matricr voc¨º na pr¨¦¨Cesc.¡±
¡°Isso eu j¨¢ aprendi. Quando chegar na idade certa, vou direto para a esc prim¨¢ria.¡±
Embora fosse fim de semana, faltava apenas uma semana para on?amento do jogo do est¨²dio de
trabalho de In¨ºs. Eles estavam trabalhando horas extras para preparar tudo. Wilson foi a v¨¢rios
lugares para fazer os Jimentos necess¨¢rios e gastou dinheiroprando posi??es de destaque na
loja de aplicativos. in¨ºs tamb¨¦m precisava finalizar alguns projetos de design e tinha marcado um
encontro Gabrielo ao meio¨Cdia para discutir sobre isso.
Pontualmente ¨¤s onze horas, Gabrielo bateu na porta da casa de In¨ºs. Mas o que ele n?o esperava
era que, desta vez, a pessoa que abrisse a porta seria uma crian?a.
Uma crian?a muito bonita.
Amado olhou para Gabrielo dodo de fora por um momento, meio certo, meio duvidoso, e tentou
chamar: ¡°Tio¡ tiozinho?¡±
Tiozinho?
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Gabrielo ficou paralisado.
in¨ºs ainda n?o tinha se dado conta, tinha acabado de pedir a Gabrielo para entrar. Depois que
Amado fechou a porta, ele disse: ¡°Voc¨º ¨¦ o tiozinho? Voc¨º est¨¢ diferente, meu tio n?o usava
¨®culos¡¡°.
A express?o de in¨ºs ficou congda. olhou nervosa para Gabrielo e depois para Amado, sem
sabero explicar que Santiago n?o estava mais neste mundo.
Capitulo 201
Mas, de alguma forma, a crian?a ter¨ªa que saber.
Como contar essa hist¨®ria dolorosa?
Os olhos de in¨ºse?aram a se encher de l¨¢grimas quentes, e sua voz tremia: ¡°Amado, v¨¢ dormir
um pouco, a mam?e precisa conversar¡¡±
¡°E o tiozinho?¡±
Amado pareceu perceber que in¨ºs estava escondendo algo, aproximou¨Cse d preocupado e
apontou para Gabrielo: ¡°Ele n?o ¨¦ meu t¨ªo! Onde est¨¢ meu tio? Mam?e, por que ele n?o vem me ver?¡±
As perguntas inocentes, mas urgentes, da crian?a eramo agulhas afiadas perfurando o corpo de
In¨ºs. n?o sabiao disfar?ar tudo: ¡°Amada, seu tio¡¡±
n?o conseguia fr, apenas segurar as l¨¢grimas estava exigindo todas as suas for?as.
Gabrielo viu o desamparo de in¨ºs e disse suavemente: ¡°Ele foi para o exterior.¡±
Amado e in¨ºs se viraram para olhar para Gabrielo.
Ele fechou os olhos, respirou fundo e depois os abriu lentamente. Ele olhou para Amado uma
frieza que nunca havia sido vista no rosto de Santiago.
Portanto, ele n?o conseguia fingir ser o homem que eles tanto amavam.
¡°Eu sou um parente dele. Ele teve que viajar para o exterior recentemente. E al. est¨¢ saudades
dele?¡±
Embora o tom fosse frio, era dif¨ªcil dizer se era sincero ou n?o. Talvez fosse a indiferen?a na voz que
escondia o nervosismo.
Os olhos de Amado ficaram vermelhos. A crian?a n?o esperava que n?o pudesse ver seu tio desta vez
e estava se sentindo magoada: ¡°Meu tio de repente foi para o exterior, ah¡ Quanto tempo ele vai
ficar? Eu ainda queria voltar e brincar ele no parque de divers?es¡¡±
¡°Espere at¨¦ ele voltar ao pa¨ªs.¡±
Gabrielo permaneceu o rosto impass¨ªvel, sentando¨Cse ¨¤ mesa em frente a in¨¦s: ¡°Ele est¨¢ bem,
n?o se preocupe.¡±
142 m
in¨ºs olhou fixamente para o teto, engolindo as l¨¢grimas. Amado continuou fndo animadamente
Gabrielo sobreo sentia falta de Santiago, e, no final, olhou para ele relutancia e disse:
¡°Ent?o, vou te chamar de tiozinho. Quando meu tio voltar, voc¨º tem que me contar.¡±
Gabrielo olhou para aquele rosto inocente e respondeu levemente um sim.
Chapter 202
Chapter 202
Cap¨ªtulo 202
Amado finalmente retornou ao quarto, e in¨¦s, a voz embargada, agradeceuc ¡°Muito obrigada.¡±
Embora fosse apenas uma encena??o, sentia gratid?o por ele ter
concordado em participar dessa cena.
n?o conseguia encontrar as pvras para contar a Amado que seu to j¨¢ n?o estava mais neste
mundo.
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A express?o de Gabrielo permanecia friao sempre: ¡°N?o tem problema. vamose?ar logo.
Quantos estilos voc¨º tem em mente?¡±
Assim que ouviu que Gabrielo queria discutir assuntos de trabalho, in?s rapidamente se rp¨®s
emocionalmente e ligou seuputador. Sentaram¨Cse juntos ¨¤ mesa da cozinha ee?aram a
discutir os nos de design de forma s¨¦ria. Gabrielo trouxe consigo seu pendrive e eles alinharam os
estilos. Em seguida, tiveram uma videoconfer¨ºncia outros colegas de trabalho.
Gabrielo ficou na casa de in¨¦s at¨¦ a noite, e quando chegou a hora do jantar. Bruna saiu do quarto e
levou um susto ao ver Gabrielo: ¡°Meu Deus! Gabrielo, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡±
Gabrielo franzia a testa: ¡°J¨¢ disse para n?o me chamar de o outro¡¡±
¡°Ai, meu Deus!¡± ¨C Bruna ignorou Gabrielo e se voltou para in¨¦s: ¡°Olha s¨®, ¨¦ aquele designer gato que
eu te falei, nem acredito que voc¨ºs j¨¢ se conhecem
t?o bem.¡±
Gabrielo interveio brevemente: ¡°Mais ou menos, n?o somos t?o intimos assim.¡±
¡°J¨¢ que est¨¢ aqui, bora jantar a gente.¡±
Bruna apareceu depois de aplicar uma m¨¢scara facial: ¡°Hoje ¨¤ noite eu vou levar meu filho para jantar
fora¡¡±
Gabrielo n?o recusou. Ele concordou educadamente. Enquanto desviava o olhar, seus olhos
passaram rapidamente pelo rosto delicado de in¨¦s, parando por meio segundo em seu pesco?o esguio
antes de se afastar rapidamente.
Realmente surpreendente, seu filho j¨¢ estava t?o crescido.
17
Noe Serpa n?o esperava encontrar in¨ºs no shopping. nem sequer o havia notado.
E o que menos esperava era ver um homem t?o parecido Santiago ao seudo! Se n?o
tivesse testemunhado a morte de Santiago, poderia at¨¦ pensar que ele havia fingido a pr¨®pria morte
para continuar vivendo inc¨®gnito!
Mas aquele homem tinha uma aurapletamente diferente da de Santiago. Santiago era elegante,
enquanto o homem aodo de in¨ºs parecia distante, exceto quando se dirigia a Amado, mostrando um
lampejo de paci¨ºncia.
Provavelmente era s¨® uma quest?o de educa??o.
Noe sentiao se tivesse ra¨ªzes nos p¨¦s, incapaz de se mover ao ver In¨ºs. Ele observava a figura
d se afastando, Bruna ao seudo sorrindo, o feliz Amado e o distante, mas bem¨Capessoado,
Gabrielo.
De onde teria vindo aquele homem? Se n?o tinha?os de sangue Santiago, por que estava ao
lado de In¨ºs?
Ser¨¢ que in¨ºs n?o conseguia aceitar a morte de Santiago e, por isso, procurou algu¨¦m parecido
seu irm?o para lhe fazerpanhia?
Noe foi atormentado por in¨²meros pensamentos, mas acabou reprimindo todos
eles.
Ele viu in¨ºs sorrindo alegremente, provavelmente por causa de alguma piada que Bruna havia
contado, e at¨¦ mesmo o normalmente ap¨¢tico Gabrielo se permitiu um raro sorriso.
¡°Nossa, voc¨º tem covinhas, sabia disso?¡± ¨C Bruna exmou,o se tivesse descoberto algo incr¨ªvel,
apontando para Gabrielo: ¡°Inacredit¨¢vel, o iceberg de mil anos sorriu!¡±
Gabrielo voltou rapidamente ¨¤ sua express?o indiferente, mas Amado ainda estava rindo: ¡°O tiozinho
sorridente ¨¦ mais bonito que o meu tio¡°.
¡°Ah, seu moleque sem cora??o.¡± ¨C Bruna brincou: ¡°Se seu tio ouvisse isso, ele poderia voltar do
exterior s¨® para dar uma surra em voc¨º!¡±
Amado saiu correndo, e Bruna foi atr¨¢s dele. S¨® seu jeito despojado conseguia brincar
Amado, um garoto, e os dois faziam uma bagun?a
14:30
correndo pelo shopping, dificil dizer quem era mais infantil.
in¨¨s riu uma express?o de dor de cabe?a: ¡°Eles dois t¨ºm energ¨ªa de sobra.¡± Gabrielo respondeu
com indiferen?a: ¡°A Bruna sempre foi assim, n?o ¨¦?¡±
¡°Eu ouvi essa entona??o¡ Voc¨º e a Bruna se conhecem h¨¢ muito tempo?¡± ¨C in¨ºs inclinou a cabe?a,
observando¨Co, enquanto Gabrielo mantinha aqu express?o de ¡°n?o estou nem a¨ª para voc¨º¡°: ¡°Eu a
conhe?o h¨¢ uns dois ou tr¨ºs anos.¡±
¡° parece t?o radiante, mas realmente sofreu muito, n?o ¨¦?¡± ¨C Ser capaz de manter um cora??o
t?o puro ¨¦ realmente de partir o cora??o.
Chapter 203
Chapter 203
Cap¨ªtulo 203
Em meio ¨¤ multid?o, a mulher conversava ocasionalmente o homem ao seudo. Apesar de sua
express?o indiferente, ele era ramente
bem¨Ceducado, seus quase um metro e oltenta de altura, parecendo um par perfeito aodo de
in¨ºs.
Noe Serpa sentiu ci¨²mes, um ci¨²me louco.
Ele percebeu que in¨ºs tamb¨¦m poderia ser assim, suave e bonita, aodo del outro homem, que
poderia baixar todas as suas defesas e agressividade, mas nunca havia mostrado essedo a ele.
Noe Serpa observavao umdr?o na cda da noite, querendo gravar a silhueta d em sua
mem¨®ria,o se pudesse eterniz¨¢ o olhar. Antes, ele teria avan?ado passosrgos, e
mesmo que n?o conseguisse separ¨¢ do homem ao seudo, irian?arent¨¢rios sarc¨¢sticos
para que nenhum dos dois ficasse confort¨¢vel.
Mas agora ele estava medo.
Medo desde que soube da verdade que Amado havia the contado.
Ele havia ignorado a dor d, defendendo cegamente Eunice, mas a realidade o atingiuo um
tapa na cara, mostrando o quanto ele estava errado.
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Quantas vezes ele as empurrara para o abismo, observando¨Cas sem nunca estender a m?o para
salv¨¢s!
Noe Serpa sentiu uma dor aguda no cora??o, uma dortejante, quando Dorival, aodo dele, notou
sua express?o ium e gritou: ¡°Sr. Serpa?¡±
Ele rapidamente voltou a si, confuso,o se acabasse de acordar de um pesadelo e murmurou:
¡°Dorival, quem ¨¦ o homem aodo da In¨ºs?¡±
Dorival permaneceu em sil¨ºncio.
Ele insistiu: ¡°Investigue! Eu quero saber! Mesmo que j¨¢ seja minha ex¨Cesposa, n?o ¨¦ para
qualquer um cobi?¨¢!¡±
Foi quando seu assistente disse.
¡°Noe Serpa, a Sra. Guedes o amava, mas foi voc¨º quem a deixou ir embora.¡±
14:30
Capitulo 203
A Sra. Guedes o amava, mas foi o senhor que a deixou ir embora.
Essa frase atingiu Noe Serpao um raio, deixando¨Co paralisado e tremulo.
Veja, at¨¦ o seu fiel assistente estava zombando dele, dizendo que ele merecia aquilo!
Ele o havia advertido de antem?o: ¡°Sr. Serpa, espero que n?o se arrependa disso no futuro!¡±
Como ele havia respondido ao Dorival naqu ¨¦poca? Ele foi r¨¢pido em retrucar, dizendo que nunca
se arrependeria, que Noe Serpa nunca se arrependeria em sua vida!
Mas agora, o que ele poderia dizer? Ele estava arrependido. Como ele poderia admitir que se
arrependia amargamente?
Se pudesse voltar no tempo, apostaria tudo para reverter essa trag¨¦dia. Como poderia expressar a dor
que sentia?
Ele sentia uma dor que o estava matando!
A realidade e as mem¨®rias se chocavam, e todo o carinho do passado se transformava em laminas
que o torturavam. Sim, o havia amado, amado desesperadamente, mas ele a havia colocado na
pris?o, fazendo¨Ca cair em depress?o, automutr¨Cse, e at¨¦ perder parte de um dedo!
Noe Serpa, os olhos avermelhados, finalmente fechou os olhos.
Ele queria ir embora, desviar o olhar daqus cenas ternas que n?o lhe pertenciam mais, da esposa e
do filho que n?o eram mais dele, e seu cora??o parecia estar sendo rasgado ao meio, uma dor
dcerante,
Dorival olhou para o rel¨®gio e disse: ¡°Sr. Serpa, est¨¢ quase na hora do nosso encontro o gerente
Freitas, temos que ir¡°.
O homem,o se n?o tivesse ouvido, continuou perdido em seus
pensamentos.
Dorival repetiu, e Noe Serpa finalmente pareceu acordar, retirando seu olhar da cena distante. Sem
dizer uma pvra, elee?ou a andar, sentindo que cada passo erao pisar em laminas afiadas.
Ele estava ficando louco de ci¨²me. Por que, in¨ºs, por que t?o rapidamente havia outro homem ao seu
lado, enquanto ele cruelmente permanecia preso nas
14:30
Capitulo 203
lembran?as, incapaz de esquecer ou limpar sua mente!
Se frmos de crueldade, ele n?o era nem uma fra??o de In¨ºs e Amado, que estavam se vingando
dele de uma forma dolorosamente satisfat¨®ria!
Ele havia perdido, perdido miseravelmente!
Chapter 204
Chapter 204
Cap¨ªtulo 204
in?s n?o sabia, mas Noe Serpa a observava silenciosamente h¨¢ um bom tempo. olhava Bruna e
Amado correndo de umdo para o outro no shopping e n?o pode deixar de dizer: ¡°Voc¨ºs dois,
peguem leve¡ N?o atrapalhem os outros, parem de brincar e voltem aqui!¡±
Amado riu e se escondeu atr¨¢s de in¨ºs: ¡°N?o vou mais brincar voc¨º, vamoser uma b
refei??o!¡±
Bruna gritou chamando Amado de fedorento, enquanto guiava in¨ºs e os outros em dire??o ao
restaurante. Como era um restaurante famoso nas redes sociais, quando chegaram, j¨¢ havia uma
longa f dodo de fora. Gabrielo fez um som de desaprova??o, ramente n?o queria esperar na
f.
Bruna disse orgulho: ¡°N?o se preocupe,igo aqui, eu conhe?o o gerente deste lugar. Ele j¨¢
reservou um lugar para n¨®s.¡±
Assim que disse isso, levou as outras pessoas diretamente para dentro do restaurante, ignorando
a multid?o que estava esperando dodo de fora. Eles chegaram ¨¤ porta de uma pequena s
privada.
¡°Ol¨¢, Bruna, finalmente resolveu aparecer, sua trapaceira?¡±
Quando se virou, Bruna viu um belo rapaz vestido uniforme de mordomo sorrindo para : ¡°Voc¨º
me ignorou por tanto tempo, e agora finalmente lembrou de mim?¡±
¡°N?o vem me iodar¡± ¨C Bruna bn?ou a m?o: ¡°Olha s¨®, essa ¨¦ minha amiga, in¨ºs, e esse ¨¦ o
filho d.¡±
¡°Prazer.¡±
O gar?om piscou para Amado: ¡°Sua m?e ¨¦ muito bonita.¡±
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Logo que ouviu isso, Amado colocou¨Cse entre o homem e in¨ºs, defensivo: ¡°N?o vai dar em cima da
minha m?e!¡±
O menino mantinha sua postura protetora, n?o permitindo que nenhum homem se aproximasse da
m?e. Bruna riu e se voltou para in¨ºs, explicando: ¡°Este ¨¦ um grande amigo meu, gerente do
restaurante e tamb¨¦m chef. Ele criou alguns dos pratos mais famosos daqui.¡±
14
14:30
Capitol 204
¡°Voc¨º raramente me elogia assim¡°. O gar?om ent?o olhou para Gabrielo: ¡°E quem ¨¦ o gato?¡±
¡°¨¦ o meu tiozinho!¡±
Amado respondeu rapidamente para Gabrielo, que n?o negou, apenas concordou um ar
indiferente.
¡°Ok, d¨¦ uma olhada no card¨¢pio e depois me diga o que quer. Sra. Guedes, h¨¢l algo que seu filho n?o
possaer?¡±
¡°Euo de tudo!¡± ¨C Amado afirmou, orgulhoso de ser um ¡®homemzinho¡®: ¡°N?o tem nada que eu n?o
possaer!¡±
Bruna soltou uma risada: ¡°Ent?o vamose?ar oito ostras, duas para cada um. Aqui as ostras
ao creme e trufas tamb¨¦m s?o excelentes, todas as formas de preparo s?o ¨®timas. Mas, eu ainda
prefiro s cruas. Se o pequeno Amado n?o gostar, pode provar as de queijo creme.¡±
¡°Vamos pedir a ostra, ent?o, e tamb¨¦m o prato degosta creme de cogumelos.¡± ¨C in¨ºs anotou os
pedidos de Amado e passou o card¨¢pio para Gabrielo.
Gabrielo escolheu um foie gras grelhado e um vinho tinto quente, al¨¦m de um bife: ¡°Mal passado,
geleia, por favor¡°.
¡°Combinado.¡± ¨C O atraente gar?om sorriu, recolheu o card¨¢pio e se afastou para atender outros
clientes importantes em outra s, prometendo voltar para uma conversa mais tarde.
¡°Vai l¨¢, o neg¨®cio est¨¢ bom¡± ¨C Bruna acenou para ele, e o gar?om saiu. O grupo retomou a conversa
casual at¨¦ que um grito de raiva veio tle fora..
¡°Sabe quem est¨¢ fndo? Eu sou o gerente Freitas! Voc¨º vai nos servir isso? O restaurante
ainda quer continuar aberto?¡±
A voz era de uma jovem mimada que gritava dodo de fora: ¡°N?o pense que voc¨º ¨¦ uma celebridade
s¨® porque seu restaurante ¨¦ famoso, cuidado para n?o ser boicotado por n¨®s!¡±
Bruna deu um tapa na mesa e se levantou, in¨ºs tamb¨¦m foi verificar o que estava acontecendo e viu o
mesmo gar?om bonit?o sendo esbofeteado por uma mulher, enquanto ele se desculpava e garantia
que n?o era sua inten??o ofender o prato apresentado.
14:30
Bruna sentiu seu sangue ferver, e um gesto protetor, posicionou seu amigo atr¨¢s de si, partindo
para o ataque sarcasmo: ¡°Desde a inaugura??o, este restaurante s¨® usa ingredientes importados,
e o chef tem nada menos que tr¨¨s estrs Michelin na sua forma??o. Cada passo da prepara??o dos
pratos pode ser panhado pelos clientes direto daqu ja! Por que voc¨º n?o olha para si
mesmo antes de fr? Falta de conhecimento e ainda quer fazer papel de ridiculo, melhor voc¨º voltar
para casa e se contentar seu miojo!¡±
Chapter 205
Chapter 205
Cap¨ªtulo 205
A mulher n?o parecia esperar que algu¨¦m aparecesse de repente para defender o estabelecimento.
levantou a cabe?a e viu Bruna e, quando a reconheceu, n?o conseguiu conter o riso.
¡°Se n?o ¨¦ a nossa secret¨¢ria Bruna!¡±
Sua express?o arrogante mudou quando continuou: ¡°Ah, eu estava errada, a secret¨¢ria Bruna foi
expulsa da empresa, se tornou um cachorrinho de rua¡ O rosto de Bruna ficou p¨¢lido e depois
azdo quando in¨ºs perguntou quem era. Bruna respondeu que seu nome era Reesa, uma
influenciadora digital.
Era a mesma que tinha quebrado a cafeteira na casa de Celso.
Reesa n?o esperava encontrar Bruna ali e, contando o apoio de Celso, estava agindo de
forma insolente e rancorosa, sem poupar pvras: ¡°Ent?o, vejo que o chef do lugar ¨¦ bastante
atraente, Bruna. Est¨¢ tentando chamar a aten??o dele de prop¨®sito? Hahaha, que pena, sem o
gerente Freitas para ajud¨¢, quem voc¨º pensa que ¨¦?¡±
Bruna ficou cda, suportando o insulto e ajudando a amiga: ¡°Felipe Tavares,
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voc¨º est¨¢ bem?¡±
¡°Olha essa voz¡± ¨C Reesa fez um gesto exagerado: ¡°d¨¢ para sentir o desespero de longe. Bruna, voc¨º
n?o precisa ficar t?o desesperada, n?o ¨¦?¡±
Felipe, raiva, exmou: ¡°Senhorita, voc¨º pode me insultar, criticar minha cozinha, mas por favor,
n?o ofenda minha amiga!¡±
¡°Amiga? Desde quando homem e mulher t¨ºm uma amizade pura e simples?¡±
Dois homens apareceram atr¨¢s de Reesa, e quando Bruna e in?s olharam para cima, ficaram
paralisadas.
Era Celso e¡ Noe Serpa.
Droga,o os dois malucos se atraem!
in¨ºs chamou suavemente: ¡°Bruna, vamos ajudar seu amigo a voltar, ainda est¨¢ doendo?¡±
¡°N?o ¨¦ nada¡± ¨C Felipe sorriu, embora metade de seu rosto estivesse inchado. Ele
Capitulo 205
estava obviamente mascarando a dor. Desde que abriu o restaurante, ele nunca havia encontrado
clientes t?o sem no??o.
¡°Tsk, tsk, olha a mulherzinha e o virata juntos, se jogando nos homens¡±
Reesa riu e olhou para suas unhas bem cuidadas,o se n?o se importasse in¨ºs e os outros.
Noe Serpa foi o primeiro a perguntar: ¡°O que aconteceu aqui?¡±
¡°Acho que agosta deles n?o est¨¢ fresca¡¡±
Reesa, uma postura altiva, agarrou o bra?o de Celso: ¡°Estava mesmo querendo dar uma li??o
nesse chef. Ai essas duas apareceram para ajudar.¡±
in¨ºs empalideceu e depois riu desprezo: ¡°Se agarrando.no Celso tanta felicidade e ainda tem
a cara de pau de fr dos outros. Voc¨º injetou botox no c¨¦rebro foi?¡±
O sarcasmo agudo fez Reesa congr. Quando se recuperou, atacou in¨ºs: ¡°Sua vagabunda! O
que voc¨º disse sobre mim?¡±
in¨ºs se esquivou facilmente e pressionou Reesa contra a parede, um ar de autoridade que
superava em muito o da outra. Seu olhar gdo fez que Reesa se sentisseo se estivesse
enfrentando um Noe Serpa furioso.
¡°O que voc¨º vai fazer? Todos est?o assistindo, voc¨º vai brigar em p¨²blico?¡±
¡°Se voc¨º continuar fndo sem pensar, n?o me importarei em rasgar essa sua
boca!¡±
in¨ºs soltou Reesa bruscamente e se voltou para Bruna, que estava p¨¢lida: ¡°Vamos, n?o vale a pena
discutir gente assim. Nuncaeram umagosta de verdade e acham que podem difamar o
restaurante s¨® pvras. Ouvi dizer que a pequena Reesa abriu um novo restaurante. Ser¨¢ que
veio aqui de prop¨®sito para afugentar os clientes de seu estabelecimento?¡±
Com essas pvras de in¨ºs, as pessoas ao seu redore?aram a entender a situa??o. s
olharam para Reesa um ar de deboche,entando entre si: ¡°Nossa, quem diria¡°.
¡°Essa mulher ¨¦ capaz de tudo para se dar bem, hein? Agora qualquer uma vira influencer?¡±
¡°Na ¨¦poca do ensino m¨¦dio, era namorada de um colega de sse do meu
irm?o, n¨¦? Abortos aconteciam mais do que festa junina, um passado cheio de hist¨®rias obscuras!¡±
¡°Mas olha s¨®, aqueles dois homens tinham areia nos olhos, n?o tinham?¡±
¡°Shhh, fale baixo, talvez os homens ricos gostem desse tipo de aventura¡¡±
Chapter 206
Chapter 206
Cap¨ªtulo 206
Quando essas pvras chegaram aos ouvidos de Celso e Noe Serpa, suas express?es mudaram
Imediatamente. Reesa tentou se manter firme, mas seu desd¨¦m inicial havia desaparecido e, a
voz tr¨¦m, disse: ¡°Pare de cuspir veneno!¡±
¡°¨¦ ¨®bvio quem est¨¢ procurando problemas, qualquer um olhos pode ver isso!¡±
in?s notou a rigidez no corpo de Bruna, provavelmente medo de Celso, e protegeu Bruna e Felipe
atr¨¢s d, voltando¨Cse para eles: ¡°V?o para a cozinha e coloquem gelo no rosto.¡±
Bruna assentiu, ajudando Felipe a se retirar, e in¨ºs, sozinha, virou¨Cse para Reesa um sorriso
ir?nico: ¡°Algum problema? Vai querer que eu ajude a divulgar seu novo restaurante franc¨ºs?¡±
Reesa olhou para Celso uma express?o de pena, ramente esperando que Celso a
defendesse, mas quando olhou, percebeu que Celso estava distraida.
Sia observou Bruna e Felipe se afastarem, suas pups se encolhendoo agulhas.
foi embora! simplesmente foi embora, apoiando outro homem na frente dele! Nem sequer
olhou para tr¨¢s!
Muito bem, Bruna, voc¨º ganhou asas!
Amado, sentado dentro de casa, n?o aguentou e saiu para dar uma olhada em in?s, chamando:
¡°Mam?e¡¡±
Esse chamado fez Noe Serpa estremecer violentamente e ele involuntariamente gritou: ¡°Amado!¡±
Mas quando Amado se virou,n?ou a Noe Serpa um olhar indiferente,o se olhasse para um
estranho, depois virou a cabe?a de volta sorrindo para sua m?e: ¡®Mam?e, vamos sentar eer,
esque?a aqueles que n?o importam.
Ou?a s¨®o o pr¨®prio filho f!
Noe Serpa instintivamente continuou: ¡°Amada, papai sabe que voc¨º n?o jogou terra de prop¨®sito¡¡°.
¡°Cale¨Cse.¡±
in?s protegeu Amado e depois olhou para Noe Serpa: ¡°Voc¨ºeteu um erro, eu o perdoo. Perdemos
o momento, e n?o h¨¢ nada para se arrepender.¡±
O cora??o de Noe Serpa se apertou. Ele viu in¨ºs se afastando Amado e sentiu vontade de segui¨C
los, querendo conversar e dizer a eles que realmente os havia entendido mal mas¡ mas ele n?o tinha
coragem.
Ele estava prestes a dizer algo quando viu Gabrielo seguir Amado para fora. A apari??o do homem
alto fez seu cora??o esfriar.
Amado se jogou nos bra?os de Gabrielo sem medo, uma obedi¨ºncia que nunca havia
demonstrado a Noe Serpa¡
¡°Chega de brincadeiras, vamos entrar e esperar aida¡°.
Gabrielo, embora frio, olhou para Amado ternura. Com uma m?o no bolso e a outra no cabelo
macio de Amado, ele disse algo para In¨ºs.
in¨ºs concordou e os tr¨ºs voltaram juntos para a s privada.
Pareciam uma familia feliz, e Noe Serpa sentiu um frio prante, uma frieza que invadia seus ossos.
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resentando in¨¦s se atestar el sentiuo se seu cora??o tivesse sido arranca
Shavocado in¨¦s repetidamente ne cinco anos, actando que nunca se morangel rcionat a ,
ent?o por que, depois de cinco anos, apenIDS VEL CONTINEN Comm
The Questava errado, ce me perdbou. Perdemos o momento, ¨¦ assim que as coles say, b
Mas ele n?o duena esquecer, n?o estava saisieito! El tavia the dach tanda Simatsmene bento bara ek
squarer?
Is nos de Noe Serpa se encheram degrimes e ele gritou ¡°in¨¦s!¡±
Sue Mic estava esade de soluces.
Masins O Ta bando sem restar ou olhar para tr¨¢s, exatamenteo de tabe fadoyces
Ohe Same senti seu coracao tremer violentamente. Nunca ningu¨¦m tria trays you ROSTAGE UMotha
the monerem, era suficiente para o destrocarplet
Se sabia que request the stop, de fato, arquetado por Eunice, Quera desessemens yo yung Convessa
Tance ins, mas no que ele se recusava at¨¦ mesmo a bancar¨Cthe unit say why
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¨C medine due as lembrancas vavan tumata, ele implorava internamente Por favor, ote da
Chapter 207
Chapter 207
Cap¨ªtulo 207
ines andava r¨¢pido demais, se n?o fosse t?o direta, realmente temia desabar em l¨¢grimas na
frente de Noe Serpa.
n?o queria que Noe Serpa a visse fr¨¢gil e indefesa, muito menos queria que aquele homemtrio e
sem cora??o soubesse de sua dor.
Gabrielo lhe serviu um copo de ¨¢gua quente e o pedido chegou rapidamente, e Amado a confortou
com cuidado: ¡°Mam?e, n?o pense nisso, vamoser ostras, sim?¡±
In¨ºs sorriu e acariciou a bochecha de Amado: ¡°ro, voc¨º quer sabor de queljo? Mam?e vai
pegar uma para voc¨º¡°.
Nesse momento, Bruna entrou, seguida por Felipe: ¡°Desculpe, eu n?o queria que voc¨º visse isso,
deixe¨Cme pegar umbinado de sashimi para voc¨º¡°.
¡°Nossa, isso ¨¦ um mimo para n¨®s?¡± ¨C Bruna exmou animada: ¡°¨®timo! Pode trazer sem cerim?nia!¡±
Felipe, vestindo seu uniforme de gar?om, sorriu e conversou um pouco eles antes de sair. in¨ºs
olhou para a silhueta de Felipe se afastando e disse para Bruna: ¡°Acho que ele ¨¦ mais confi¨¢vel que o
Casimiro e o Celso. Voc¨º deveria tentar!¡±
Bruna arregalou os olhos: ¡°Ainda acho que Gabrielo ¨¦ mais confi¨¢vel do que Noe Serpa e Teodoro
Farnese! Por que voc¨º n?o tenta?¡±
Gabrielo lhen?ou um olhar profundo, mas n?o disse mais nada.
in¨ºs riu da piada: ¡°N?o importa, ¨¦ melhor eu cuidar do nosso Amado at¨¦ ele crescer¡°.
Os olhos de Bruna brilharam: ¡°Caramba, isso faz sentido, seu filho ¨¦ t?o bonito, quando crescer vai ser
um gato. Acho que posso esperar ele crescer e ser meu namoradinho!¡±
Amado protestou: ¡°Eu n?o quero, at¨¦ l¨¢ voc¨º vai ser quase uma vov¨®.¡±
Bruna colocou a m?o no peito: ¡°Seu mndro, voc¨º pode fr assim sua linda irm??¡±
Amado riu ee?ou a brincar Bruna novamente, e in¨ºs, observando a cena sem preocupa??o,
sorriu serenamente, esquecendo as brigas anteriores. Eleseram bem e, quando Bruna foi pagar a
conta, foi surpreendida por um grupo de seguran?as vestidos de preto.
Bruna, segurando sua carteira as m?os suadas, perguntou: ¡°O que voc¨ºs querem?¡± ¨C Como eles
ousam fazer isso em plena luz do dia?
*Senhorita Bruna, por favor, venha conosco¡± ¨C disse o lider dos homens de preto respeito: ¡°O
chefe est¨¢ ¨¤ sua espera.¡±
Certamente era Celso.
Bruna recuou alguns passos e fez um sinal para a atendente do caixa antes dee?ar a correr
desesperadamente ¨C n?o queria envolver in¨ºs, mas tamb¨¦m n?o queria voltar para Celso! Bruna
n?o correu muito antes de ser capturada, lutava: ¡°Me solta! Eu disse para me soltar!¡±
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Mas n?o era p¨¢reo para a for?a dos seguran?as profissionais e logo foi colocada dentro de um
carro: ¡°Eu n?o quero! Me soltem!¡±
As l¨¢grimas subiram aos seus olhos enquanto Bruna resistia todas as suas for?as, sua voz se
tornava rouca: ¡°Me deixem sair! Me deixem ir!¡±
14:33
Capitulo 207
estava amarrada, fr¨¢gil e impotente, e o carro rapidamente se afastou do local. O cora??o de
Bruna parecia estar sendo apertado.
In¨¦s¡ in¨ºs certamente teria ficado preocupada, Bruna gritou: ¡°Devolvam meu celr!¡°.
Mas ningu¨¦m no carro prestou aten??o. Bruna, incapaz de vencer a for?a deles e ainda reprimida,
falou dificuldade: ¡°Desgra?ados¡ me devolvam o celr¡ Preciso ligar para a In¨ºs¡¡±
Seus pedidos de ajuda eram quase inaudiveis quando o carro chegou ¨¤ mans?o de Celso. Bruna
estaval p¨¢lida e tr¨¦m: ¡°Eu n?o vou entrar! Me solte!¡±
foi levada de forma humilhante para o quarto de Celso.
Antes, tamb¨¦m tinha acesso livre ¨¤ mans?o de Celso, e todos pensavam que e Celso tinham
um rcionamento intimo eplicado, mas s¨® Bruna sabia que Celso a tinha salvado apenas por
interesse em sua apar¨ºncia.
Naqu noite chuvosa de dois anos atr¨¢s, ele apontou para o rosto de Bruna a ponta do sapato e
sorriu: ¡°Seu corpo n?o vale nada, mas seu rosto¡ vale muito.¡±
Ele a salvou do abismo, tirou¨Ca daqu boate que era o pesadelo de toda mulher, preservou sua
honra, tudo para que Bruna pudesse se dedicar a ele.
Mais tarde, fez tudo o que
Chapter 208
Chapter 208
Cap¨ªtulo 208
Mas agora, ao ver Celso novamente, Bruna sentiu um cfrio no cora??o ao olhar para o rosto
delicado diante d.
teve a impress?o de que n?o conseguia mais decifrar as express?es de Celso.
O que, afinal, estava escondido sob aqu fachada nobre e Imponente? Uma alma Imunda?
Sia olhou para Bruna, deitada em sua cama, enquanto se aproximava e, um gesto, arrancou um
bot?o de seu crinho.
Bruna se arrepiou toda.
¡°Deixe¨Cme ir¡± ¨C disse .
Mas Celsoe?ou a rasgar sua roupa sem piedade, sem se importar a presen?a dos
seguran?as. Bruna lutava em sua fragilidade, sentindo a pele se arrepiar.
Com um sorriso no rosto, Celso provocava: ¡°Sabe por que eu nunca te toquel?¡±
Ele a desprezava, a via apenaso um objeto, um meio para conseguir o que queria nos neg¨®cios.
Por isso, ele jamais a tocaria.
L¨¢grimas silenciosas escorreram pelo rosto de Bruna. ¡°Porque eu j¨¢ trabalhei no Cabar¨¦ Diamante.¡±
¡°Um pouco de autoconsci¨ºncia, isso ¨¦ bom.¡±
Sia riu satisfeita e acariciou o rosto de Bruna: ¡°Porque voc¨º j¨¢ foi usada pelos meus parceiros, Bruna.
N?o gosto de sapatos velhos.¡±
Veja bem, sem sequer toc¨¢, ele foi capaz de cort¨¢ em mil peda?os suas pvras!
Os olhos de Bruna estavam vermelhos de raiva: ¡°Mas¡ foi voc¨º quem me disse para me envolver
com esses parceiros.¡±
Ele usou a beleza do uma arma, for?ando¨Ca a lidar e suportar. Ele sempre pensou que Bruna
iria para a cama qualquer um por ele.
Mas ele nunca considerou que Bruna, ¨¤s escondidas, bebia at¨¦ vomitar sangue por uma negocia??o,
s¨® para que o outrodo assinasse o contrato.
cuidava de si mesma, preservava sua reputa??o j¨¢ despeda?ada, e o que recebia em troca era o
desprezo desumano de Celso.
Ele afastou as pernas d, e Bruna gritou voz rouca: ¡°Se voc¨º acha que estou suja, n?o me
toque!¡± ¡°Voc¨º tem sido muito ousada ultimamente¡± ¨C disse Celso, um ar de zombaria:
¡°Envolvendo¨Cse Casimiro e aquele homem de uniforme. Voc¨º se esqueceu de quem ¨¦ seu
dono?¡±
¡°Eu j¨¢ pedi demiss?o¡¡± ¨C Bruna gritou trem: ¡°N?o sou um cachorro, sou um ser humano. Celso,
tenha um pouco de miseric¨®rdia, n?o quero mais ficar perto de voc¨ºo um cachorro!¡±
Os seguran?as ao redor permaneceram impass¨ªveis, e Celso parecia indiferente ao fato de que os
outros viam Bruna naquele estado. Ele a despiu e algemou seus pulsos e tornozelos, deixando¨Ca sem
saida, humilhada sob o olhar dos outros. teria preferido a morte!
¡°Sia, deixe¨Cme ir, n?o me toque!¡±
Seus olhos estavam vermelhos de sangue: ¡°Se voc¨º acha que salvar minha vida foi uma grande coisa,
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Capitulo 208
ent?o eu devolvo minha vida a voc¨º!¡±
Os olhos de Celso se estreitaram, e uma sombra de emo??o que aterrorizou Brunae?ou a se
espalhar. Ele sorriu, uma imagem de nobreza, mas suas pvras foram cru¨¦is: ¡°Bruna, um c?o n?o
tem o direito de impor condi??es. Pessoaso voc¨º, se voc¨º morrer, voc¨º morre. Voc¨º n?o merece
compaix?o¡°.
Atordoadao se tivesse sido atingida por um raio, ficou p¨¢lida,o se estivesse presa em um
pesadelo sem fim.
Quando Celso a prou, uma dor aguda veio de baixo, e Bruna n?o p?de deixar de soltar um
gemido abafado.
Suas l¨¢grimas emba?aram sua vis?o, e os sons que emitia eram de pura ang¨²stia: ¡°Est¨¢ doendo¡
Socorro.
gritou por ajuda, mas isso s¨® agradou a Celso.
Quando o homem estava prestes a se mover, seu olhar pousou sobre as manchas de sangue no
len?ol, e naquele instante, ele se sentiuo se enfrentasse uma grande cmidade, paralisado!
N?o acreditando em seus olhos, ele se virou abruptamente e apertou o pesco?o de Bruna: ¡°Voc¨º ¨¦
virgem? Onde voc¨º reconstruiu isso?¡±
O olhar de Bruna era um vazio, n?o respondeu, apenas encarou Celso, fazendo¨Co sentir um
arrepio na espinha.
Ent?o, um sorriso amargo, falouo quem nada mais tem a perder.
¡°Sia, ¨¦ isso que voc¨º queria?¡±
Chapter 209
Chapter 209
Cap¨ªtulo 209
Do outrodo, in?s percebeu que Bruna havia desaparecido e entrou em panico. estava t?o
preocupada que pensou em chamar a pol¨ªcia. Quando saiu da delegacia, foi informada de que o
tempo de desaparecimento era muito curto para registrar um boletim de ocorr¨ºncia e foi aconselhada
a ir para casa e esperar um pouco mais.
Mais tarde, no meio da noite, recebeu uma liga??o de Bruna.
in?s respondeu nervosa: ¡°Onde voc¨º foi depois de pagar a conta? Voc¨º me deixou muito preocupada!
Achei que algu¨¦m tinha te levado!¡±
¡°Estou aqui embaixo, me deixe entrar um pouco.¡±
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A voz de Bruna estava rouca, nada parecida sua energia habitual. Cinco minutos depois, in¨ºs foi
abrir a porta e viu uma Bruna p¨¢lida dodo de fora.
Com l¨¢grimas nos olhos, disse: ¡°in¨ºs, eu¡¡±
As marcas roxas no pesco?o de Bruna fizeram o cora??o de in¨ºs doer. Sem dizer uma pvra,
apenas a abra?ou e, depois de um tempo, sussurrou: ¡°Est¨¢ tudo bem¡ est¨¢ tudo bem, n?o tem
problema, voc¨º voltou¡ Eu pensei que ele ia te prender.¡±
Bruna chorou muito no ombro de In¨ºs. A essa hora, Amado j¨¢ estava dormindo em seu quarto. Brunal
havia voltado muito tarde e in?s estava cansada de esperar. panhou Bruna at¨¦ seu quarto e
as duas se enrram sob as cobertas, Bruna ainda solu?ando sem parar.
¡°Est¨¢ tudo bem.¡± ¨C in?s olhou para Bruna e sentiu uma dor imensa: ¡°Esque?a, Bruna, voc¨º n?o quer ir
comigo para a Cidade Dourada?¡±
Bruna olhou para , os olhos cheios de confus?o: ¡°Imposs¨ªvel a Celso n?o vai me deixar¡¡±
¡°Eu j¨¢ superei isso.¡± ¨C in?s olhou para o rosto da amiga: ¡°Voc¨º tamb¨¦m vai conseguir¡°.
Bruna ficou olhando para in¨ºs por um bom tempo: ¡°Depois que terminarmos o trabalho no est¨²dio, a
gente pede demiss?o e vai para outro lugar.¡±
Fugir, fugir dessa cidade, fugir da presen?a daquele homem que as amedrontava.
in?s assentiu: ¡°Combinado! Voc¨º ¨¦ boa em administra??o e eu em design. N?o vamos passar fome
onde quer que a gente v¨¢. N?o sofra mais por causa do Celso.¡±
As l¨¢grimas de Bruna ca¨ªram novamente: ¡°in¨ºs, neste mundo, o amor pode durar para sempre?¡±
in¨¦s olhou em seus olhos e disse suavemente: ¡°Neste mundo, o que mais muda ¨¦ o sentimento. Se
voc¨º contrr seu cora??o, n?o vai doer.¡±
Bruna parecia decidida: ¡°Mas eu n?o posso aceitar isso¡ Quero que a Celso sofra¡ assimo
espero que voc¨º consiga domar o Noe Serpa, mesmo ele sendo um canalha, espero que voc¨º consiga
domar esse cavalo selvagem.¡±
Para que ele viva a dor de n?o poder t¨º para sempre.
in?s sorriu levemente: ¡°Tudo bem, vamos deixar o futuro para o futuro. Celso se arrepender¨¢ mais
cedo ou mais tarde, assimo Noe Serpa.¡±
Bruna segurou a m?o de in¨¦s, as duas mulheres se confortando mutuamente: ¡°Eu quero que eles
percam tudo, que vivam em um mar de fogo e espinhos, que sejam pequenos e insignificantes sem
nada. Quero que sejam pobres e miser¨¢veis, acordando no meio da noite e s¨® se lembrarem do bem
que a gente fez!¡±
14:33
Capitulo 200
Naquele momento, um ¨®dio chocante brilhou nos olhos de Bruna, e disse: ¡°In¨ºs, me ajude, por
favor!¡±
ines a olhou firmemente: ¡°Se algum dia voc¨º chegar ao fundo do po?o e precisar de algu¨¦m para te
estender a m?o, Bruna, essa pessoa nunca ser¨¢ o Celso, ser¨¢ sempre eu.¡±
O jogo ¡°Desenvolvimento do Amor¡± ¨C do est¨²dio foin?ado h¨¢ uma semana e rapidamente ganhou a
aprova??o de milhares de Jovens mulheres. No Twitter, at¨¦ surgiu um t¨®pico dedicado ao jogo, onde
in¨²meras pessoaspartilhavam suas experi¨ºncias. As tramas cheias de romance atendiam
perfeitamente aos desejos amorosos ds, e at¨¦ homens que normalmente n?o jogavam esse tipo de
jogo foram atraidos, baixando o simdor de rcionamento e suspirando pelos protagonistas
masculinos.
¡°Cara, aquele empres¨¢rio ¨¦ muito bonito!¡±
¡°Eu quero conquistar o m¨¦dicol¡±
¡°Acho que consegul¡ acabou, acho aquele policial muito atraente, aquele uniforme sedutor!¡±
Ao receber elogios de todos osdos, in¨¦s se sentiu imensamente satisfeita. No entanto, surgiu um
problema em outra parte do est¨²dio.
A adversidade velo do departamento de marketing, a partida de uma pessoa.
Uma partida definitiva.
Bruna havia falecido.
Chapter 210
Chapter 210
Cap¨ªtulo 210
Ningu¨¦m sabia do que aconteceu, apenas in¨ºs estava a par dos fatos.
No dia em que Bruna partiu, se arrumouo de costume e foi trabalhar obedientemente. Ao final
do expediente, aproveitando a distra??o de todos, entregou a carta de demiss?o e resolveu todos os
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assuntos pendentes antes de partir, sem olhar para tr¨¢s.
in?s derramou l¨¢grimas por . Naquele momento, Bruna segurou a m?o de in¨ºs no meio de uma
po?a de sangue, o sangue jorrando de seu pulso, uma vis?o perturbadora.
disse: ¡°in?s, n?o deixe Celso me tocar, n?o deixe Celso me encontrar!¡±
in?s, chorando, concordou, mas depois n?o houve mais noticias d.
in?s tamb¨¦m agiuo se nada tivesse acontecido, indo trabalharo de costume, brincando e
lidando seus colegas de trabalho divertidos, participando de reuni?es para discutir novas
cole??es de moda. manteve bem o segredo. Ningu¨¦m sabia que a b e ensrada garota do
departamento de marketing havia desaparecido.
Uma semana se passou desde que Celso percebeu que n?o conseguia contatar Bruna.
Ap¨®s aquele dia, ele simplesmente mandou Bruna embora sem sequer arrumar suas roupas, sem
pensar
emo suportou a dor para sair, muito menos no desespero de seu cora??o.
Ele s¨® pensava que era apenas um brinquedo, e que seria um desperd¨ªcio n?o aproveit¨¢ uma
¨²ltima vez antes de descart¨¢.
Mas ele ficou em sil¨ºncio por uma semana, e Bruna n?o o procurou.
Antes, Bruna costumava enviar mensagens para Celso no WhatsApp, chamando¨Co carinhosamente
de ¡°Gerente Freitas¡± ¨C ¨¤s vezes indo cozinhar,var e limpar para ele, tudo para conseguir um
aumento.
Ele achava que mulhereso Bruna iam para a cama quem pagasse mais.
erao uma barata que n?o morria, sempre zumbindo em seu ouvido aquele tom bajdor,
chamando¨Co cuidadosamente de ¡°Gerente Freitas¡± ¨C enquanto para os outros mantinha uma
apar¨ºncia fria e sensual.
Sia sabia que muitos homens cobi?avam sua secret¨¢ria e sentia uma satisfa??o imensa em saber que
s¨® o obedecia.
Todos queriam dormir , mas era apenas um c?o aos seus p¨¦s.
No entanto, Celso nunca considerou que, se um dia essa mulher, que parecia nunca sentir dor, de
repente dissesse que estava doendo, a dor seria insuport¨¢vel.
Sia apagou o cigarro irrita??o, olhou o hist¨®rico de bate¨Cpapo do WhatsApp e notou que Bruna
n?o s¨® n?o o procurou durante toda aqu semana,o tamb¨¦m n?o atualizou seu status.
Ele riu friamente, pensando que estava brincando ele, dando¨Clhe o tratamento do sil¨ºncio!
Mas ele jamais a procuraria primeiro, ent?o Celso simplesmente deletou Bruna do WhatsApp,
esperando que um dia implorasse para ser adicionada de volta.
Imaginando a cena que poderia acontecer no futuro, Celso riu ainda mais friamente.
Afinal, era apenas uma mulher entediante. Se perdida, que assim seja.
D¨¨S ES?NA CAM vez mais acostumada a trabalhar no estudio, onde todos tinham personalidades.
oferentes mas exam faces de conviver. Gabri, apesar de seu rosto inexpressivo, era extremamente
aeroso a letos, des frequentemente apresentavam ideias inovadoras durante as reuni?es.
ncamento do go to um sucesso o numero de jogadores registrados crescendo execute.
Parecia que eles tinham acertado em cheio, ent?o continuaram a trabalhar duro,
Sodexo vas historias en?ando novas tend¨ºncias, dobrando o valor do est¨²dio.
o
¨¢s veces, ¨¦s seva de Bruna, daqu cicatriz profunda em seu pulso. olhava para suas aroonas
cartes actos e sentia que o tempo estava fazendo seus movimentos, mostrando que TH?NGLE¡± DOCE
Escar das adversidades do destino.
Com o passar de
Istus ce courloges e ¨¦s se sentiu
cado ha um m¨ºs e agora ocupava o primeiro lugar em todas as
temantente honrada. Notanto, a ideia de que logo teria de se
S? seus colegas de estudio a encheu de mncolia. Era surpreendenteo havia criadoces
eroconos todos em um espa?o de tempo t?o curto. Se tivesse que se demitir agora.
certamente seria coloreso,
Chapter 211
Chapter 211
Cap¨ªtulo 211
Naquele dia, ao voltar para casa, in?s percebeu que, desde que Bruna havia partido, toda a casa
parecia vazia, restando apenas e Amado.
Quando Amado perguntou onde estava sua irm? Bruna, in?s olhou para os olhos inocentes do menino
e n?o conseguiu dizer aqus pvras dolorosas.
s¨® podia dizer: ¡°Isso vai passar logo¡°.
Amado assentiu,o se soubesse que s estavam preparando algo grande, e esperou
pacientemente.
Naqu noite, um visitante inesperado bateu ¨¤ porta da casa.
Quando in?s viu Noe Serpa diante d, ficou atordoada por um momento.
¡°Voc¨º¡¡± ¨C Por um momento, ficou sem pvras e, quando reagiu, foi apenas para bater a porta.
Mas j¨¢ era tarde demais, a m?o de Noe Serpa tinha ficado presa na abertura da porta!
in?s arfou friamente, sabendo que havia machucado Noe Serpa a porta, mas n?o se importou;
n?o queria v¨º¨Clo de jeito nenhum e s¨® queria mant¨º¨Clo dodo de fora.
A m?o de Noe Serpa for?ou a entrada, abrindo a portapletamente, e o homem ficou dodo de
fora. rindo friamente, encolhendo a m?o machucada sem mostrar nenhum sinal de dor no rosto.
Sua voz era fr¨ªa, t?o fria que fez o cora??o de in¨ºs esfriar. ¡°Se eu quiser entrar, nem essa porta fraca
com in¨²meras fechaduras vai me parar.¡±
in¨¦s o encarou p fresta da porta: ¡°O que voc¨º quer?¡±
Noe Serpa o encarou de volta: ¡°Abra a porta.¡±
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¡°De jeito nenhum!¡±
¡°N?o me force a trazer uma escavadeira do canteiro de obras para arrombar essa sua porta.¡±
in¨¦s estremeceu: ¡°Ent?o v¨¢! Se voc¨º puder, fa?a isso agora!¡±
tentou fechar a porta persist¨ºncia, mas Noe Serpa deu um passo ¨¤ frente, for?ando a
abertura da porta, e de repente in¨ºs foi empurrada para tr¨¢s pelo impeto, e a porta se abriu
completamente-
¡°N?o entrem!¡± ¨C in?s rugiu: ¡°Saia!¡±
Quando Noe Serpa viu seus olhos furiosos, sentiu um cfrio; ser¨¢ que o¡¯repelia tanto assim?
Noe Serpa baixou o tom de voz: ¡°in?s, precisamos conversar¡°.
¡°Conversar sobre o qu¨¦? O que h¨¢ para conversar!¡±
in?s recuou: ¡°Voc¨º veio buscar Amado? Vou te dizer, eu n?o vou mais entreg¨¢¨Clo a voc¨º. Voc¨º fez ele
ser sequestrado, o for?ou a pr no mar, voc¨º n?o merece ser um pai.¡±
Noe Serpa sentiuo se seu peito tivesse sido cortado por um bisturi afiado, sangue e carne
expostos.
¡°Eu¡ eu queria fr sobre o incidente passado¡ Eu queria fr voc¨º¡¡± ¨C Ele queria dizer que
havia sido injusto , queria dizer que, na verdade, a verdadeira v por tr¨¢s de tudo era Eunice,
e que ele a havia ignorado repetidamente.
Ele queria dizer a in¨¦s: ¡°Eu¡ s¨® vim pedir desculpas¡°.
1-11
Capitulo 211
Ele j¨¢ n?o tinha mais coragem de for?ar in¨ºs a devolver Amado para ele, ele temia o ¨®dio e a rejei??o
dele.
Mas vendo in¨ºs,o um p¨¢ssaro assustado diante dele, as pvras de Noe Serpa engasgaram, ele
simplesmente n?o sabiao expressar seus sentimentos atuais, ele s¨® queria¡ ter uma boa
conversa , dizer¨Clhe que ele j¨¢ havia prendido Eunice.
In¨¦s ficou os olhos vermelhos: ¡°N?o tenho mais nada para fr voc¨º, Noe Serpa, somos
todos adultos, n?o h¨¢ necessidade dessa persist¨ºncia vergonhosa.¡±
estava zombando dele por sua situa??o embara?osa.
Noe Serpa achava que ainda o odiava muito, ent?o n?o queria nem ouvir uma pena explica??o.
Depois de hesitar por um longo tempo, ele finalmente falou, uma express?o que nunca tinha sido vista
antes no rosto imc¨¢vel de Noe Serpa, mas naquele momento, seu rosto mostrou um vislumbre de
panico: ¡°Isso¡. in¨ºs, sobre o sequestro da ¨²ltima vez, eu quis dizer¡
Ele n?o conseguiu continuar, porque in¨ºs o interrompeu-
¡°Eu n?o quero ouvir, por favor, v¨¢ embora.¡±
Essas poucas pvras, no entanto, foram suficientes paran?¨¢¨Clo facilmente no inferno!
Noe Serpa estava respirando pesadamente,o se cada respira??o fosse uma luta: ¡°in¨ºs, voc¨º
pode me ouvir explicar?¡±
¡°Ouvir voc¨º explicar?¡± ¨C in¨ºs riuo se tivesse ouvido a melhor piada: ¡°Quando eu disse que n?o fui
eu. h¨¢ cinco anos, voc¨º ouviu a minha explica??o? Noe Serpa, voc¨º n?o tem o direito de se dizer
inocente!¡±
Chapter 212
Chapter 212
Cap¨ªtulo 212
ro
Essas pvras eramo se pudessem arrancar o cora??o de Noe Serpa, sua voz tremia: ¡°in¨ºs,
tinha que ser assim?¡°.
Ele nem sequer teve a chance de se desculpar!
in¨ºs riu e, uma simples pergunta ret¨®rica, fez o cora??o de Noe Serpa sangrar: ¡°Noe Serpa, voc¨º
realmente acha que eu ainda valorizo suas explica??es?¡±
Noe Serpa ficou paralisado, sua alma parecia ter sido atingida por um martelo pesado, tremendo sem
parar.
¡°Pode esquecer as desculpas, as coisas do passado nunca tiveram um ¡®sinto muito¡®, Noe Serpa, o que
voc¨º fezigo j¨¢ ultrapassou os limites do que um simples pedido de desculpas pode reparar!¡±
Suas ¨²ltimas pvras foram quase um grito, tremia violentamente.
Quando as l¨¢grimase?aram a escorrer de seus olhos, in¨ºs percebeu que seu cora??o havia
realmente morrido para sempre, portanto, mesmo quando o homem que amava profundamente
estava diante d, n?o sentiu nada al¨¦m de tristeza.
Noe Serpa, o que voc¨º fez aqu mulher que um dia o amou?
in¨ºs enxugou as l¨¢grimas: ¡°V¨¢ embora, Amado ainda est¨¢ dormindo, n?o quero acord¨¢¨Clo¡°.
¡°In¨ºs¡¡± ¨C Noe Serpa entrou em panico, ele nunca a tinha visto assim, emanando tanto ¨®dio por ele,
n?o querendo ouvir nem mesmo um pedido de desculpas, n?o queria perdo¨¢¨Clo pelo resto da vida!
Afinal de contas, at¨¦ mesmo o ¡°me desculpe¡± ¨C pode se tornar irrelevante quando o ¨®dio chega a um
certo ponto.
No mundo, tr¨ºs pvras podem ser as mais dolorosas. ¡®Eu te amo¡® ¨¦ uma, ¡®eu sinto muito¡® ¨¦ outra.
in?s apontou para a porta, sua voz suavizando: ¡°Noe Serpa, v¨¢ embora. Eu e voc¨º n?o temos mais
nada a ver um o outro.¡±
Noe Serpa olhou para a mulher ¨¤ sua frente, parecia t?o fr¨¢gil e indefesa, mas carregava uma
rejei??o fren¨¦tica, n?o s¨® o havia mandado embora uma vez, mas v¨¢rias vezes.
Maso Noe Serpa poderia aceitar isso? A mulher que o amava profundamente h¨¢ cinco anos
agora queria cortar r??es sem sequer consult¨¢¨Clo! , in?s, n?o tinha o direito de fazer isso!
Ent?o ele deu um passo ¨¤ frente e agarrou a m?o de in¨ºs, que estremeceu violentamente e o afastou:
¡°Voc¨º quer me for?ar de novo?¡±
Noe Serpa riu friamente: ¡°Eu n?o me rebaixaria a for?¨¢.¡±
in¨ºs, os olhos vermelhos, respondeu: ¡°Sua insist¨ºncia pat¨¦tica ¨¦ um vexame.¡±
Noe Serpa,o se provocado por suas pvras, pressionou¨Ca contra a parede for?a: ¡°in¨ºs,
minha paci¨ºncia tem limites, pare de jogar esse jogo de gato e ratoigo!¡±
in?s riu absurdamente: ¡°Jogo de gato e rato? Com voc¨º? Voc¨º acha que ¨¦ digno?¡±
Era sempre ele quem usava essas pvras para envergonh¨¢, e agora, quando s sa¨ªram de sua
boca, Noe Serpa ficou furioso, toda a emo??o acumda explodindo em um impeto.
Ele apertou o pesco?o de in¨¦s for?a: ¡°N?o seja ingrata!¡±
14:34
Capitulo 212
¡°Vamos l¨¢, o que mais voc¨º ¨¦ incapaz de fazer?¡±
inos n?o tinha mais medo: ¡°Noe Serpa, estou curiosa para ver o quanto seu cora??o ¨¦ duro, at¨¦ onde
voc¨º pode me empurrar!¡±
Ele era um dem?nio aos olhos d, n?o era? n?o achava que elepensa, achava? Ele
tentou, mas qual fol a atitude d? Olhando para ele aquele olhar frio, achava que ele n?o
sentia dor?
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Ele tamb¨¦m queria ter uma conversa decente m?e e filho, queriapensar, mas o olhava
com aqu express?o, por que? Noe Serpa, nunca tinha pensado em pedir perd?o a uma mulher em
toda a sua vida, por que o tratava assimi
Noe Serpa ficou furioso, Jogou¨Ca for?a no sof¨¢: ¡°Voc¨º acha mesmo que ¨¦ algumisa? Eu lhe digo,
se eu quisesse prend¨º, voc¨º nem se da ao luxo de pensar na morte! Estou sendo benevolente
com voc¨º, e voc¨º tem o capital para recusar? Quem voc¨º pensa que ¨¦?!¡±
in?s riu ainda mais ferozmente: ¡°Piedade? Eu desprezo a sua piedade, voc¨º ¨¦ melhor indo embora e
n?o perturbar minha vida!¡±
Noe Serpa segurou¨Ca firmemente: ¡°Voc¨º n?o vai escapar de tomar o seu castigo se recusar o brinde.¡±
in¨¦s encarou¨Co destemidamente, pronunciando cada pvra de forma ra e direta: ¡°Noe Serpa,
estou curiosa para ver o que voc¨º vai me amea?ar desta vez.¡±
¡°Qualquer coisa que voc¨º use para me amea?ar, eu simplesmente vou abandon¨¢!¡±
Chapter 213
Chapter 213
Cap¨ªtulo 213
Noe Serpa n?o sabiao tinha saldo da casa de in¨ºs naquele dia. Ele foi ferido ps ¨²ltimas
pvras d, ficou arrasado, e praticamente fuglu, escapando da casa d. Ele dirigia seu carro
esportivo em alta velocidade, os vidros abaixados, o vento soprando diretamente em seus olhos.
Noe Serpa sentia todo o seu corpo tremer, uma dor espasmodica surgindo em seu peito.
Quando chegou em casa dirigindo, ele estava cambaleante,o se estivesse gravemente ferido. Ele
abriu a porta de casa e se jogou no sof¨¢.
Em seguida, ele se encolheu lentamente,o um beb¨º indefeso, se enroscando na posice de um
feto ainda dentro do ventre materno, agarrando¨Cse for?a ¨¤ pr¨®pria roupa no peito.
Ele parecia um general derrotado, toda a sua consci¨ºncia em cpso, tremendo enquanto
respirava profundamente. No entanto, ele percebeu que a dor era intensa ao ponto de at¨¦ mesmo a
respira??o ser dolorosa.
Noe Serpa fechou os olhos, parecendo ter l¨¢grimas g¨¦lidas nos cantos, depois de um longo sil¨ºncio,
ele emitiu um gemido baixo, seguido por um solu?o.
Ele pensou que n?o se importava, que poderia enfrentar tudo facilidade, mas o olhar de in¨ºs era
t?o doloroso e severo que cada pvra que dizia erao uma lamina torturando¨Co. Sentia¨Cse
despeda?ado, e a dor era aguda em todo o seu ser.
Ele nunca tinha prestado aten??o nessa mulher, ele a odiava, ent?o por que ele ficou t?o triste quando
percebeu que n?o se importava ele?
Ser¨¢ que o desejo possessivo mesquinho de um homem pode causar tanta dor?
Os dedos de Noe Serpa se apertavam firmemente, mas isso n?o conseguia conter o tremor de suas
m?os. Ele sentiao se estivesse sofrendo de uma doen?a grave, todas as pvras ofensivas que
ele proferiu agora estavam se refletindo nele mesmo.
Como ele poderia expressar seu arrependimento?
Ele n?o a amava, n?o a amava, ent?o por que ele estava t?o triste?
Essa noite parecia intermin¨¢vel, cada minuto torturando o cora??o de Noe Serpa.
Ele sentia que a dor de perder in¨¦s, talvez, fosse at¨¦ maior¡ do que quando ele perdeu Acelina.
Depois de uma noite tumultuada Noe Serpa, in?s se atrasou para o trabalho Preocupada o
desconto no sal¨¢rio, bocejou ao voltar para sua mesa.
¡°¨¦ raro voc¨º se atrasar assim.¡±
Je girava uma ca aodo: ¡°Pensei que se atrasar era coisa do Gabrielo.¡±
dia seguinte.
Assim que terminou de fr, outro homem que chegou atrasado entrou no escrit¨®rio passos
lentos e uma express?o de quem mal havia dormido: ¡°Bom dia¡¡±
¡°Parab¨¦ns, Gabrielo, voc¨º se atrasou de novo.¡±
Gabrielo apenas levantou as p¨¢lpebras pregui?osamente, depois foi at¨¦ sua mesa e rapidamente se
deitou para dormir.
Luazinha digitava energicamente no tedo: ¡°Impressionante, agora ele realmente desistiu.¡±
14:34
Capitulo 213
¡°De qualquer forma, ele sempre recebe um bonus malor do que seu sal¨¢rio b¨¢sico.¡±
O dinossauro verde se aproximou a cauda bn?ando: ¡°A deusa est¨¢ cansada? Que tal um caf¨¦
Instantaneo?¡±
In¨¦s deu um sorriso ir¨®nico, aceltou o caf¨¦ distribuido a todos e ligou oputador parae?ar um
novo dia de trabalho,
Mas n?o esperava que Celso fosse procur¨¢ no est¨²dio.
Quando o viu na recep??o, quis dar as costas e ir embora, mas Celso a chamou e teve que parar.
¡°A Luazinha disse que algu¨¦m estava me procurando, n?o sabia que era voc¨º.¡±
nem se sentou, ficou de p¨¦ e foi direto ao assunto: ¡°Gerente Freitas, o que a senhora quer
comigo?¡±
Sia examinou in¨ºs por um momento, tentando encontrar alguma falha em seu rosto, mas sua
express?o era t?o natural que ele n?o conseguiu ver nada de estranho.
O homem finalmente falou voz grave: ¡°Onde est¨¢ a Bruna?¡±
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A resposta de in?s foi um sil¨ºncio mortal.
Ele fez um som de desdem e perguntou novamente, impaciente: ¡°Onde est¨¢ a Bruna? Minha paci¨ºncia
tem limites¡¡±
¡° est¨¢ morta.¡±
in?s levantou a cabe?a e encontrou os olhos de Celso: ¡°Voc¨º quer encontr¨¢? Mandar uma coroa de
flores para ? Ou acender uma v para ?¡±
As pups ¨¢mbar de Celso se contrairam lentamente, e ele instintivamente retrucou: ¡°Impossivel!¡±
¡°Impossivel? J¨¢ se passaram sete dias.¡± ¨C in¨ºs zombou: ¡°A Bruna n?o tinha familia, eu cuidava de tudo
sozinha e o retrato d ainda est¨¢ em minha casa
O que foi, sua consci¨ºncia pesou e agora voc¨º quer vir prestar suas homenagens?¡±
Sia sentiu um arrepio percorrer sua espinha, lentamente, muito lentamente subindo.
Chapter 214
Chapter 214
Cap¨ªtulo 214
Era imposs¨ªvel, s¨® poderia acreditar que algo tinha acontecido a Bruna se visse seus
pr¨®prios
olhos!
Os olhos de Celso se estreitaram ligeiramente: ¡°Pare de inventar hist¨®rias, quero ouvir a verdade¡°.
¡°A verdade?¡±
in¨ºs sorriu, observando gentilmente o rosto de Celso: ¡°Gerente Freitas, por que voc¨º sempre espera a
pessoa desaparecer parae?ar a procurar?¡±
De repente, Celso sentiu seu cora??o gr, olhando para o rosto de In¨ºs. Ele acreditava que, se
estivesse mentindo, haveria algum pequeno detalhe em seu rosto que revria isso.
Mas n?o havia nada. In¨ºs continuava aquele olhar levemente zombeteiro,o se¡o se
estivesse defendendo a Bruna.
Sia baixou a voz: ¡°Diga de novo¡°.
¡°Mesmo que eu repita mil vezes, ser¨¢ a mesma coisa.¡±
in¨ºs riu baixinho: ¡° est¨¢ morta, voc¨º n?o deveria estar feliz?¡±
Como se tivesse sido atingida por um raio, Celso ficou im¨®vel, tentando manter a voz calma, mas seu
olhar chocado j¨¢ revva sua inquieta??o.
¡°Impossivel!¡±
Ele contestou for?a,o se fndo alto pudesse mudar a realidade: ¡° estava bem at¨¦ pouco
tempo¡¡±
¡°¨¦ verdade! estava bem, o que voc¨º fez ?¡±
in¨ºs n?o se conteve e rugiu: ¡°Bruna chegou em casa naqu noite coberta de hematomas, Celso,
olhe para dentro de si mesma e se pergunte o que voc¨º fez ! A Bruna se dedicou a voc¨º sem
pensar duas vezes, e o que recebeu em troca foi o seu desprezo! Celso, sua consci¨ºncia n?o est¨¢
doendo?¡±
Sia empalideceu, perdendo apostura de antes, e se levantou abruptamente do sof¨¢, olhando para
o rosto de in?s: ¡°N?o pode ser, n?o pode ter morrido¡ deve ser uma arma??o sua para me
enganar¡¡±
Os olhos de in¨ºs tamb¨¦m estavam vermelhos: ¡°Enganar voc¨º? De que adiantaria eu enganar voc¨º?
Celso, voc¨º deveria estar muito feliz! Sem essa mulher chata, se fosse eu, eu anunciaria para o
mundo inteiro paraemorar, paraemorar que a Bruna est¨¢ morta! Que morreu cedo!¡±
morreu bem, morreu cedo!
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Essas pvras cortavam seu peito, e Celso sentiu seus dedos tremerem. De repent cora??o estava
sendo rasgado ao meio, e uma dor imensa brotava.
irecia que seu
¡°Pare de fr bobagem! A Bruna n?o pode estar morta! Se estiver, eu a desenterrarei!¡±
Sia perdeu a paci¨ºncia, deu um passo ¨¤ frente e agarrou as roupas de in¨ºs: ¡°Diga¨Cme, onde est¨¢
se escondendo?¡±
in?s riu friamente: ¡°As cinzas j¨¢ foram enterradas, por que voc¨º n?o vai ao cemit¨¦rio e verifica?¡±
Sia sentiu um frio mortal em todo o corpo, sua m?o tremia incontrvelmente e at¨¦ sua voz soou
nervosa: ¡°Voc¨º ¨¦ ingrata!¡±
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¡°Quantas vezes tenho que repetir?¡±
O olhar de in¨ºs escureceu: ¡°Gerente Freitas, solta. Bruna est¨¢ morta. Parab¨¦ns, voc¨º se livrou d,¡±
Mas Celso sentiao se algu¨¦m tivesse derramado um balde de ¨¢gua fria sobre ele. Havia tantas
pvras presas em sua garganta, que n?o podiam ser expressas,
Ele s¨® repetia: ¡°Impossivel, Bruna n?o pode estar morta¡¡±
Aqu mulher era t?o forte, t?o resiliente,o poderia morrer assim?
era sua ¨²nica secret¨¢ria, ele ainda n?o tinha dito que acabou,o ousava fugir?
sempre conseguia sorrir para ele no segundo seguinte, mesmo l¨¢grimas nos o n?o poderia
estar morta! Ele nunca tinha pensado no que faria se morressel
Impossivel!
Os olhos de Celso estavam vermelhos de raiva: ¡°Voc¨º deve estar me enganando, ¨¦ melhor se abrir
comigo agora, porque se eu descobrir a verdade, seu fim n?o ser¨¢ t?o pacifico quanto ¨¦ agoral¡±
Mas in?s apenas olhou para ele a indiferen?a que se olha para um estranho: ¡°Voc¨º se
lembra do que a Bruna the disse uma vez?¡±
¡°Se voc¨º acha que me salvar uma vez ¨¦ uma grande conquista, o que acha de eu devolver essa vida a
voc¨º?¡±
Naquele momento, o cora??o parou, o sangue correu ao contr¨¢rio. Celso apenas respirou fundo.
Naqu ¨¦poca, ele havia levado aqus pvraso um desafio entre ele e Bruna¡
Mas in?s sorriu: ¡°Olha s¨®, n?o devolveu para voc¨º agora?¡±
Chapter 215
Chapter 215
Cap¨ªtulo 215
Neste momento, In¨ºs viu nos olhos de Celso uma infinidade de emo??es. Antes, nunca tinha visto
tantas express?es no rosto de Celso, que costumava ser Indiferente e raramente demonstrava
osc??es emocionals.
Mas agora, enxergou uma tempestade Imensa vinda do fundo da Iris dele, testemunhou um mundo
inteiro desmoronando lentamente. Erao se estivesse vendo um reflexo da alma dele, sua raz?o
desmoronando aos poucos.
est¨¢ morta¡ ¡ realmente est¨¢ morta.
deu alguns passos para tr¨¢s, os p¨¦s inst¨¢vels. O homem agarrou a pr¨®pria roupa no peito,
tentando encontrar algum alivio dessa forma. No entanto, seu cora??o d intensamente, a ponto de
faz¨º¨Clo sentir calbras nos ossos. Celso olhou para cima, o rosto p¨¢lido, e viu in¨ºs os olhos
vermelhos, rindo ironicamente para ele: ¡°Essa vida, a devolveu para voc¨º. Celso, daqui para frente,
ningu¨¦m mais val se envolver na sua vida, voc¨º est¨¢ certo, ¨¦ apenas uma qualquer. Se morreu,
morreu, n?o vale a penamentar.¡±
Essas pvras que ele costumava usar para insult¨¢ agora se tornaram a arma que o ferlu!
Sia n?o sabiao tinha deixado apanhia de in¨ºs, sentia¨Csepletamente atordoado,o se
estivesse preso em um pesadelo do qual n?o conseguia escapar.
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Ele sentia¨Cse quase sufocar.
In¨²meras cenas passavam por sua mente, todas Bruna sorrindo e agradando¨Co por todos os
lados, , durao uma barata que n?o morre, esfor?ando¨Cse tanto para viver, tanto para ser a
pessoa de quem ele mais precisava.
Sia simplesmente n?o conseguia imaginaro seria se essa mulher realmente desaparecesse de
sua vida.
Bruna¡ Eu nunca desejel tanto quanto agora que o bom Deus parasse de brincarigo.
in?s observou a silhueta de Celso se afastar e segurou as l¨¢grimas, depois se virou para encarar
Gabrielo que segurava uma x¨ªcara de caf¨¦: ¡°Voc¨º e Celso se conhecem?¡±
Sua voz era muito fria.
in?s instintivamente quis contestar: ¡°N?o muito, ¨¦ uma amigo de um amioa¡°.
Gabrielo a observou por um momento e finalmente respondeu um ¡°Ah¡°.
As vezes, in¨ºs n?o entendia o que se passava na cabe?a daquele homem, mas os dr conhecidos por
suas ideias inconstantes, ent?o n?o se preocupou em investigar mais.
ers tamb¨¦m s?o
Depois do trabalho, in¨ºs voltou para casa a inten??o de levar Amado paraer fora, mas ele
disse: ¡°Eu j¨¢i!¡±
ficou surpresa: ¡°Como assim voc¨ºeu?¡±
Amado brincava o videogame no celr: ¡°Tio Farnese me levou!¡±
Ao ouvir esse nome, in¨ºs franziu o cenho: ¡°N?o se misture ele da pr¨®xima vez.¡®
Amado olhou para e seus olhos se estreitaram em um sorriso: ¡°M?e, voc¨º n?o gosta dele, n?o ¨¦?¡±
14:34
Capitulo 215
¡°Sim¡± ¨C admitiu In¨¦s sem hesitar: ¡°ele e Noe Serpa s?o da mesmala, precisamos ficar longe deles¡°.
Amado pensou por um momento e disse: ¡°Mas ele fol legaligo¡°.
¡°Ele ¨¦ legal por interesse.¡±
s se agachou para olhar Amado nos olhos: ¡°Lembre¨Cse, nunca confie cegamente em algu¨¦m que lhe
um pouco de doce. Precisamos sabero nos proteger, mam?e n?o quer que voc¨º sofra o que eu
sofri.¡±
Suas pvras podem ter parecido cru¨¦is para uma crian?a, mas Amado se lembrou ds: ¡°Tudo bem,
se a mam?e n?o gostar, n?o vou mais encontrar o tio Farnese.¡±
in¨¦s acenou a cabe?a: ¡°Tudo bem, amanh? eu o levo paraer fora¡°.
Mas o que Teodoro Farnese realmente queria? Ele at¨¦ levou o menino paraer fora sem que
soubesse. E se um dia Amado n?o voltasse, ficaria louca de preocupa??o!
Pensando nisso, In¨ºs decidiu que n?o poderia mais morar naqu casa. precisava encontrar um
novo lugar ou talvez um colega de quarto, algo que a fizesse se sentir mais segura. Afinal de contas,
hoje Noe Serpa apareceria em sua porta, amanh? seria a visita de Teodoro Farnese, e realmente
n?o poderia lidar isso sozinha.
in?s publicou um an¨²ncio em um aplicativo departilhamento de casas procurando algu¨¦m para
dividir seu apartamento. A ¨²nica exig¨ºncia era que a pessoa fosse limpa e tolerante crian?as.
n?o estava pedindo um aluguel alto, apenas queria que apanhia se sentisse mais segura.
No dia seguinte, algu¨¦m enviou uma mensagem para o contato fornecido no an¨²ncio, dizendo que
estava interessado e que, se estivesse dispon¨ªvel, poderiam se encontrar para assinar o contrato e
depois levar as coisas para sua nova casa.
Chapter 216
Chapter 216
Cap¨ªtulo 216
in¨ºs n?o pensou muito sobre isso, vendo que as Informa??es de trabalho da outra estavam todas
ras, concordou. Mas quando chegou a hora do encontro, os dois ficaram at¨®nitos.
Gabrielo, a m na m?o, parado na porta, e in¨¦s, dentro da casa, ficaram se olhando por Um
longo tempo at¨¦ que ambos disseram simultaneamente: ¡°Como assim, voc¨º est¨¢¡?¡±
Amado, ao ver Gabrielo, exmou animado: ¡°Tio! Voc¨º vai morar conosco?¡±
¡°Eu ainda n?o assinei o contrato.¡± ¨C Gabrielo respondeu em seu tom de voz habitual: ¡°Ainda n?o est¨¢
certo¡°.
¡°Venha morar, venhal¡±
Amado agarrou a m?o de Gabrielo: ¡°Se o tiozinho morar aqui, minha m?e n?o vai se sentir sozinha!¡±
Esseent¨¢rio soou um tanto ambiguo para os dois adultos, e in¨ºsn?ou¨Clhe um olhar intrigado:
¡°Como voc¨º veio a pensar em mudar de casa?¡±
¡°A casa que eu estava alugando antes tamb¨¦m pertencia a uma mulher, e tinha um namorado que
n?o gostava de mim.¡±
Em poucas pvras, Gabrielo explicou a situa??o, e in¨¦s entendeu que o namorado da propriet¨¢ria
provavelmente n?o se sentia confort¨¢vel o fato de que sua namorada estava dividindo a casa
com outro homem, ent?o ele decidiu n?o alugar mais o lugar para Gabrielo.
Ao v¨º¨Clo ali parado a m, in?s suspirou e puxou a m para dentro: ¡°Ent?o voc¨º vai ficar por
um tempo, n?o tenho muitas exig¨ºncias, s¨® quero que a pessoa que dividir o apartamento tenha uma
boa reputa??o.¡±
Uma boa reputa??o?
Gabrielo n?o disse nada.
Aodo, Amado trouxe um morango: ¡°Tiozinho,e um morango!¡±
¡°Amado.¡± ¨C in?s falou, enquanto ajudava Gabrielo as ms: ¡°Voc¨ºvou o morango? N?o de ao
visitante semvar!¡±
¡°Sim, euvei!¡± ¨C Amado respondeu animado, entregando o morango a Gabrielo: ¡°Mam?e disse que
as frutas para as visitas devem ser bemvadas.¡±
¡°Voc¨º tamb¨¦m deve tomar cuidado aoer.¡± ¨C in¨ºs se aproximou e beliscou o narizinho de Amado:
¡°Coma menos, as frutas ¨¤ noite podem estar gdas.¡±
Gabrielo observou a intera??o entre m?e e filho e n?o esperava que in?s tivesse € nado t?o bem o
filho, que parecia entender um pouco de tudo.
¡°Ent?o eu s¨® vouer quatro, e isso ¨¦ para o tiozinho.¡± ¨C Amado olhou esperan?oso para Gabrielo,
que acabouendo o morango e agradeceu: ¡°Obrigado¡°.
¡°Imagina, o tiozinho ¨¦ de casa, se ele quiserer, ¨¦ s¨® ir at¨¦ a gdeira e pegar, minha m?e n?o vai
brigar!¡± ¨C Amado j¨¢ estava ramente perto de Gabrielo e o levou para o sof¨¢: ¡°Tio, voc¨º joga
videogame? Eu tenho um console¡°.
Quando o assunto foi jogos, Gabrielo se interessou, fndo uma voz mais grave: ¡°Eu trabalho
com jogos.¡±
Capitulo 216
¡°Uau!¡± ¨C Amado exmou: ¡°Tiozinho ¨¦ demais! E voc¨º joga bem? Podemospetir!¡±
Gabrielo deu um raro sorriso, pegou o console e olhou: ¡°Voc¨º est¨¢ jogando Pok¨¦mon? Entendeo
se joga?¡±
In¨ºs, carregando as ms de Gabrielo, chamou: ¡°Gabrielo, vem aqui arrumar suas coisas.¡±
Era a primeira vez que o chamava pelo nome, e Gabrielon?ou um olhar severo, fazendo in?s
encolher o pesco?o, mas logo falou para Amado: ¡°Amado, jogue devagar, tiozinho ainda n?o arrumou
suas coisas, voc¨º quer ajudar?¡±
¡°Eu ajudo!¡±
Amado se levantou do sof¨¢: ¡°M?e, ¨¦ no quarto da irm? dele, Bruna, que ele dorme, certo?
in¨ºs assentiu a cabe?a: ¡°Isso mesmo, voc¨º pode se certificar de que est¨¢ limpo?¡±
Amado saiu correndo para preparar o quarto de Bruna. Logo depois, in¨ºs e Gabrielo levaram suas
coisas para l¨¢ e fizeram uma limpeza geral. in?s disse: ¡°Se voc¨º n?o se importar, pode usar esses
len?¨®is e cobertores hoje ¨¤ noite, amanh? iremos ao shopping e escolheremos novos¡°.
Gabrielo respondeu em voz baixa e depois perguntou: ¡°E sua irm?zinha que morava aqui, onde
est¨¢?¡±
Os olhos de in?scrimejaram, mas respondeu casualmente: ¡°Ah, voltou para se casar o
namorado. n?o vai voltar t?o cedo. passou a casa para mim, ent?o voc¨º n?o precisa se
preocupar¡°.
Foi um gestoo se estivesse arrumando as ¨²ltimas coisas¡ Gabrielo pensou consigo mesmo,
n?o disse isso em voz alta. Finalmente, ele apenas disse: ¡°Obrigado¡°.
¡°Imagina, n?o tem de qu¨º. E quem diria que seria voc¨º, assim at¨¦ economizo a energia de ter que me
acostumar outra pessoa.¡± ¨C in?s sorriu da porta e disse: ¡°Qualquer coisa ¨¦ s¨® chamar, meu filho
gosta bastante de voc¨º.¡±
Gabrielo tremeu os cilios, mas n?o falou nada.
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Chapter 217
Chapter 217
Cap¨ªtulo 217
¨¤ noite, enquanto se preparava para dormir, Amado pensou em procurar Gabrielo e, quando abriu a
porta, viu Gabrielo de ¨®culos, fndo em video algu¨¦m que ele n?o conhecia.
Ele s¨® conseguia ouvir uma voz feminina particrmente agrad¨¢vel vindo de dentro.
¡°Gabrielo, h¨¢ quanto tempo estamos juntos? Voc¨º n?o quer se casarigo?¡±
¡°Estamos? Desde quando?¡±
¡°Voc¨º n?o esteveigo nos ¨²ltimos dois anos?¡±
Gabrielo ajustou os ¨®culos e seu rosto bonito, por¨¦m inexpressivo, permaneceu sem emo??o: ¡°Sinto
muito, mas acho que n?o estamos namorando.¡±
¡°Voc¨º ¨¦ louco! O que h¨¢ de t?o bom nesses jogos que voc¨º faz todos os dias! Uma mulher n?o tem a
vida inteira para desperdi?ar voc¨º, voc¨º vai me ignorar assim?¡±
Gabrielo permaneceu impassivel: ¡°Eu pedi para voc¨º perder seu tempoigo?¡±
Os olhos da garota se encheram de l¨¢grimas, sua voz ficou sufocada: ¡°Gabrielo, voc¨º n?o pode me
tratar assim¡¡±
Sua voz vacilou: ¡°Gabrielo, quem ¨¦ essa crian?a atr¨¢s de voc¨º?¡±
Gabrielo se virou e viu Amado, uma express?o de pena, parado na porta: ¡°Tio, estou
atrapalhando?¡±
Gabrielo suspirou, virou a cadeira e foi buscar Amado, depois o levou para a frente da t.
Amado olhou para a garota na t, que era muito bonita.
casar
De repente, Gabrielo, segurando Amado, disse a : ¡°Sinto muito, n?o posso me casar voc¨º,
tenho um filho ilegitimo¡°.
Amado, muito bom em ler a s, mudou rapidamente de chamada e improvisou: ¡°Papai!¡°.
Os dois brincaram, contando uma mentira descarada sem mudar a express?o, e a garota do outro
ladoe?ou a chorar: ¡°Como voc¨º pode fazer issoigo? Voc¨º sabe o quanto eu amo voc¨º! Seu
idiota! Vou contar para sua tia!¡±
Gabrielo fez um som de desd¨¦m: ¡°N?o envolva minha m?e, voc¨ºs dois juntos s?o um tormento¡°.
¡°Voc¨º tamb¨¦m me acha irritante, n?o ¨¦?¡± ¨C A garota do outrodo gritou: ¡°Vou fr sua m?e,
vai resolver isso! Vou lhe dizer, voc¨º vai ter que se casarigo, quer queira ou n?o! Eu sou a nora
da familia Menezes e de mais ningu¨¦m!¡±
Gabrielo riu desprezo: ¡°Prefiro passar minha vida um homem a ter que fic For voc¨º. Esque?a
essa ideia.¡±
A menina estava prestes a chorar novamente, mas Gabrielo desligou o video e deu um tapinha no
rosto de Amado: ¡°Obrigado p ajuda.¡±
Amado sorriu: ¡° ¨¦ uma de suas admiradoras, tiozinho?¡±
Gabrielo tirou os ¨®culos e massageou a testa: ¡°Pode¨Cse dizer que sim, muito chata¡°.
Amado continuou curioso: ¡°Voc¨º nunca pensou em ter uma namorada?¡±
Gabrielo respondeu prontamente: ¡°N?o, acho que jogar ¨¦ o projeto da minha vida¡°.
Capitulo 217
Amado fez uma careta: ¡°Desse jeito, nenhuma garota vai gostar de voc¨º, tiozinho¡°.
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Gabrielo sorriu, algo raro: ¡°Voc¨º est¨¢ me dando uma li??o de moral?¡°.
¡°Imagine.¡± ¨C Amado subiu ps pernas de Gabrielo e sorriu para ele: ¡°Minha m?e se preocupava
as namoradas do meu tio, agora se voc¨º n?o arrumar uma namorada tamb¨¦m, vai ficar louca.¡±
¡°Voc¨º se intromete demais¡¡±
Gabrielo ficou em sil¨ºncio por um tempo e depois disse, olhando para o rosto de Amado: ¡°¨¦ melhor
voc¨º se preocupar sua m?e primeiro.¡±
Amado levantou a cabe?a orgulho assim que ouviu isso, deu um tapinha no peito e disse: ¡°Minha
m?e ¨¦ irresistivel! N?o ¨¦ poss¨ªvel que n?o encontre um namorado!¡±
Gabrielo o colocou no ch?o: ¡°V¨¢ dormir, est¨¢ na hora¡°.
¡°Eu quero dormir voc¨º.¡± ¨C Amado deu uma piscad: ¡°Eu ainda n?o dormi o tiozinho¡°.
Gabrielo ficou em sil¨ºncio por um momento e n?o disse nada.
No entanto, no dia seguinte, in¨ºs n?o conseguiu encontrar Amado. Quando abriu a porta, viu duas
pessoas. dormindo na enorme cama branca, uma grande e outra pequena. Amado estava enrdo ao
lado de Gabrielo, que tinha os olhos fechados e o cobertor n?o cobria totalmente suas costas,
deixando um peda?o de pele ¨¤ mostra. Eles estavam dormindo de frente um para o outro, cada um em
sua posi??o, parecendo, ¨¤ primeira vista, pai e filho.
in?s sorriu e perguntou: ¡°Amado,o assim voc¨º dormiu no quarto de outra pessoa ontem?¡±
Amado acordou a chamada de in¨ºs e disse sonolento: ¡°Mam?e, voc¨º acordou t?o cedo.¡±
O menino ent?o se arrastou para fora da cama e foi at¨¦ in¨¦s, que estava na porta, e sussurrou: ¡°Shhh!
O tiozinho ainda est¨¢ dormindo¡¡±
Chapter 218
Chapter 218
Cap¨ªtulo 218
Quem poderia imaginar que esse barulho acordaria Gabrielo, o homem que sempre se levantava de
mau humor, esfregando os olhos e se abaixando para ver quem estava na porta, in¨ºs viu o cobertor
escorregar de seu corpo sem camisa, o que o tornava atraente ¨¤ primeira vista, mesmo que ele
passasse o ano inteiro sentado em frente aoputador, seu peito magro e musculoso era ¨®bvio.
in¨ºs n?o p?de deixar deparar o rosto dele o do irm?o: ¡°Eu acordei voc¨º?¡± ¨C perguntou
Gabrielo murmurou algo ininteligivel, apoiando a testa na m?o e passando os dedos pelo cabelo. Ele
olhou para in¨ºs e perguntou: ¡°Que horas s?o?¡±
Em uma voz seca, in?s respondeu: ¡°S?o¡ s?o nove da manh?¡¡±
Assim que terminou de fr, Gabrielo caiu de costas no travesseiro um baque, voltando a
dormir. L¨¢ vem, pensou in?s, adormecer instantaneamente tamb¨¦m ¨¦ um talento¡
Com todo o cuidado, o pequeno Amado perguntou: ¡°Ser¨¢ que o tiozinho vai dormir mais um pouco?¡±
*Sim, vamos sair e deix¨¢¨Clo descansar ¨C disse in?s, puxando Amado para fora do quarto e fechando a
porta suavemente. Gabrielo, deitado dedo, parecia muito mais sereno do que o normal, e a cama
parecia muito confort¨¢vel para ele.
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Naqu tarde, in¨ºs decidiu matricr Amado em uma pr¨¦¨Cesc de elite. A professora ficou surpresa
saber da idade do filho de in?s: ¡°Apenas cinco ou seis anos? N¨®s s¨®e?amos sete¡. ¡°Irm?,
eu posso fazer isso!¡± ¨C Amado segurou a m?o de in¨ºs: ¡°J¨¢ aprendi tudo o que precisava¡°. Amado era
bonito e bem¨Ceducado; a professora nunca tinha visto uma crian?a t?o encantadora. sorriu para
ele e disse: ¡°Que tal fazermos um teste de admiss?o? Se voc¨º passar, poder¨¢ estudar conosco¡°. ¡°Sem
problemas!¡± ¨C Amado estava confiante. Quando morava a fam¨ªlia Serpa, ele passava todos os
dias na biblioteca, lendo todos os tipos de livros interessantes e enchendo sua cabe?a de
conhecimento. in?s levou Amado para a esc e disse: ¡°Mam?e vai esperar por voc¨¦ l¨¢ fora, voc¨º vai
fazer o teste l¨¢ dentro.¡±
¡°Certo.¡± ¨C Amado se encorajou: ¡°N?o se preocupe, mam?e, eu vou conseguir¡°.
Meia hora depois.
O professor estava segurando o teste de Amado, chocado: ¡°Voc¨º mesmo fez isso?¡±
Ele assentiu a cabe?a: ¡°Sim!¡±
exmou em voz alta: ¡°Voc¨º consegue resolver problemas avan?ados de mat prov¨¦rbios em
frases e citar frases de pessoas famosas? E sua caligrafia, ¨¦ cursiva? isso sozinho?¡±
?atira. usar
aprendeu tudo
Amado explicou: ¡°N?o exatamente, aprendi na casa de algu¨¦m¡°. O que ele queria dizer era que a
educa??o rigida da familia Serpa tinha tido um grande impacto sobre ele.
in?s olhou para a caligrafia no teste de Amado, que, embora infantil, era ramente cursiva.
perguntou suavemente: ¡°Ele te ensinou?¡± referindo¨Cse a Noe Serpa.
Amado assentiu a cabe?a: ¡°Ele disse que essa fonte era elegante. Que era bome?ar a
praticar desde cedo.¡±
Esse foi um dos raros investimentos que Noe Serpa fez em Amado.
1435
Capitulo 218
A professora percebeu que o desenvolvimento intelectual de Amado estava bem acima da m¨¦dia para
uma crian?a de sua idade e, depois de elogi¨¢¨Clo,e?ou a ajudar nos procedimentos de matric:
¡°Sra. Guedes, por favor, venha nos pr¨®ximos dias todos os documentos necess¨¢rios para que
possamos matricr seu filho o mais r¨¢pido possivel.¡±
in¨¦s agradeceu repetidas vezes e a professora, sorrindo, acariciou o rosto de Amado, maravilhada
com sua intelig¨ºncia e beleza.
¡°Em poucos dias voc¨º poder¨¢e?ar a primeira s¨¦rie. N?o ¨¦o na pr¨¦¨Cesc, est¨¢ vendo? Voc¨º
val. chorar?¡±
¡°N?o vou.¡±
Nos olhos de Amado brilhava o desejo de aprender: ¡°Vou trabalhar duro em minha reda??o!¡±
A impress?o da professora sobre esses dois alunos foi t?o positiva que, mesmo depois que in¨ºs e
Amado sairam, continuou aentar sobre eles os outros.
¡°Como pode haver uma crian?a t?o bemportada? Que sorte tem.¡±
¡°A m?e dele parecia ter muita sse, n?o ¨¦? Ser¨¢ que ¨¦ filha de alguma fam¨ªlia rica?¡±
¡°E o marido d? Por que ele n?o aparece? Ser¨¢ que foi um daqueles casamentos arranjados¡¡±
¡°Que pena, uma m?e e filho t?o bacanas e tudo acabou se perdendo assim.¡±
Chapter 219
Chapter 219
Cap¨ªtulo 219
In¨¦s chegou em casa j¨¢ ao entardecer, levando Amado em um passeio pelo supermercado, onde os
caixas j¨¢ conheciam seu ador¨¢vel filho. Sempre que apareciam, algu¨¦mentava: ¡°O pequeno
Amado veioprar guloseimas a m?e hoje?¡±
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*N?o vamoser guloseimas hoje.¡± Amado bn?ou a cabe?a imitando um adulto, ¡°Minha m?e
disse que vamos preparar uma moqueca em casa!¡±
Risadas e elogios ao Amado ecoaram, encantados a perspicacia do pequeno. In¨ºs, segurando a
m?o do filho, ainda ouviaent¨¢rios sobre sua sorte em ter um filho t?o esperto.
Quando chegaram em casa, In¨ºs e Amadovaram os vegetais juntos na cozinha, preparando todos
os ingredientes para o fondue e colocando¨Cos em pratos. Com tudo pronto, In¨ºs olhou para Amado,
cujos olhos estavam fixos na pan de fondue fervente sobre a mesa, e riu. ¡°Lave as m?os e traga
uma cadeira, mam?e vai chamar o tiozinho.¡±
¡°Certo!¡± Amado pulou na cadeira enquanto In¨ºs se dirigia ao quarto que antes era de Bruna, bateu na
portal e chamou, ¡°Com licen?a¡¡±
Ao abrir a porta, viu Gabrielo de costas, tirando uma camisa, exibindo uma musctura definida.
In¨ºs hesitou, ¡°Voc¨º¡¡±
Gabrielo, sem camisa, aproximou¨Cse, ¡°J¨¢ ¨¦ hora do jantar?¡±
Ele agia a despreocupa??o de um filho da casa, e In¨ºs parecia sua bab¨¢.
explicou, ¡°¨¦ seu primeiro dia aqui, eu e Amado preparamos uma moqueca. N?o sei se voc¨º
gosta¡¡±
Gabrielo, ainda sem camisa, continuou se aproximando d. ¡°Voc¨º tem uma camisa?¡±
¡°Ah?¡± In¨¦s ainda n?o tinha entendido.
Ele apontou para a camisa no ch?o. In¨ºs tentou n?o focar nos m¨²sculos dele e disse. ¡°¨¦ pequena
demais. para mim.¡±
Depois de um momento, finalmente encontrou uma camisa da Amaz?nia, entregou¨Ca a Gabrielo
que vestiu habilmente, abotoando¨Ca dedos ¨¢geis, e deu uma olhada no espelho.
Eleentou, ¡°Fica bem, voc¨º tamb¨¦m tem camisas masculinas?¡±
In¨¦s ficou tensa por um momento antes de responder, ¡°Sim, eu tinha¡ guardada.¡± Era para Noe
Serpa, mas no final foi s¨® uma piada. Melhor esquecer.
Com um agradecimento, Gabrielo saiu do quarto vestindo a camisa e um pijama, bocejando e
perguntando, ¡°Qual banheiro posso usar?¡±
¡°¨¦ aquele ¨¤ esquerda. Eu j¨¢ coloquei uma nova escova de dentes e copo de vidro para escolheu
quando foi ao supermercado.¡±
Gabrielo murmurou um agradecimento e encarou seu novo conjunto de higiene.
Ele se deparou um copo estampa de Chaves e uma escova de dente rosa.
¨¦, que Amado
Amado, passinhos r¨¢pidos, chegou ¨¤ porta do banheiro e perguntou, ¡°Tiozinho, gostou da escova
e do copo novos?¡±
14:35
Capitulo 219
¡°¡¡± Gabrielo engoliu as pvras que queria dizer, e finalmente respondeu rigidez, ¡°Gosto.¡±
Amado sorriu, ¡°Eu sabia que voc¨º ia gostar! Eu tamb¨¦m gostava do Chaves, mas agora eu gosto de
Detetive Conan.¡±
C
Chapter 220
Chapter 220
Cap¨ªtulo 220
Gabrielo, depois de escovar os dentes, sentou¨Cse In¨ºs e Amado paraer o fondue. Ele n?o
era exigenteida, apenas pegava o que estava disponivel eia lentamente, sem pressa.
In¨ºs sentia que Gabrielo vivia em um ritmo lento, frio e distante, imerso em seu pr¨®prio mundo. Ele
dormia durante o dia e trabalhava ¨¤ noite, transformando¨Cse em uma m¨¢quina de efici¨ºncia apenas
quando estava trabalhando. O restante do tempo parecia ser gasto em um ritmo lento e constante.
Amadoeu muito, sujando os l¨¢bios de feij?o. Ele estava animado e contou a Gabrielo sobre sua
experi¨ºncia nos exames, piscando os olhos esperando por elogios.
Gabriel suspirou, levantou a p¨¢lpebra e acariciou a cabe?a dele. ¡°Muito bem.¡±
¡°Sim!¡± Amado pegou um peda?o de carne e ofereceu a Gabrielo. ¡°Obrigado pelo elogio, tiozinho!¡± In?s
observava a intera??o entre os dois e de repente sentiuo se estivesse em uma reuni?o de familia.
O rosto de Gabrielo era t?o semelhante ao de Santiago que frequentemente o confundia a
sombra. de seu irm?o.
Com o pensamento em coisas tristes, os olhos de In¨ºs se encheram de l¨¢grimas, mas se conteve.
A vida continua e sabia que precisava viver bem para que seu irm?o no c¨¦u pudesse descansar
em
paz.
*****
Noe Serpa soube atrav¨¦s de rumores que Amado iria estudar em um col¨¦gio de elite. Preocupado se
In¨ºs poderia pagar a mensalidade, ele lembrou que havia dado uma quantia de dinheiro a . Aqu
quantia seria mais que suficiente para as despesas escres de Amado, ent?o ele ficou em sil¨ºncio
por um momento antes de dizer a Dorival, ¡°Envie algu¨¦m para observar a vida de Amado na esc e
garantir que ele n?o seja intimidado.¡±
Dorival a cabe?a baixa respeitosamente, respondeu, ¡°Sim, senhor.¡±
Depois que Dorival saiu, Noe Serpa ficou sozinho em sua mesa. Ele girou a cadeira, virando¨Cse para
a jan panoramica atr¨¢s dele. Olhando para baixo do alto pr¨¦dio, ele sentiu uma solidau¡.inita.
Desde que In¨ºs partiu, Noe Serpa se sentia vazio por dentro,o se seu cora??o tivesse sido
arrancado, deixando apenas uma casca,
Ele n?o podia acreditar que estava doentio de saudades de sua ex¨Cmulher, a ponto de adoecer.
¡°Sr. Serpa, Dionisio quer te chamar para beber esta noite.¡±
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Dorival entrou novamente, seguido por Dionisio, que tinha as m?os nos bolsos: Ha muito tempo que
n?o se viam propriamente, desde a ¨²ltima vez que as coisas ficaram ras entre eles, a r??o entre
Noe Serpa e Dion¨ªsio permanecia tensa.
Era surpreendente que ele tivesse vindo hoje.
Dionisio parecia ainda pior que Noe Serpa, ramente passando por maus bocados.
Ele
e se aproximou, apoiando as m?os na mesa de Noe Serpa, olhando¨Co fixamente, ¡°Vamos beber hoje
¨¤ noite?¡±
A voz de Dionisio estava rouca.
Noe Serpa o encarou por um momento, franzindo a testa: ¡°O que houve contigo?¡±
¡°N?o estou me sentindo bem.¡± Dionisio disse impaciente. ¡°Quero encontrar algu¨¦m para beber e
1435
Capitulo 220
desabafar um pouco.¡± Apesar dos desentendimentos por causa de In¨ºs, eles j¨¢ haviam se distanciado,
e vendo Dionisio daquele jeito, Noe Serpa sentiu algo se mover dentro de si, ¡°Como quiser, quer que
eu chame Silvano e os outros?¡±
¡°N?o precisa¡°, Dionisio gesticulou, ¡°N?o vamos sair para beber, que tal vir ¨¤ minha casa ¨¤ noite?¡±
¡°Certo.¡±
Noe Serpa percebeu que Dionisio havia vindo especificamente para avisar e logo depois se virou e
partiu, deixando Noe confuso sobre o que o havia mudado tanto, at¨¦ em sua personalidade.
Chapter 221
Chapter 221
Cap¨ªtulo 221
Noe Serpa chegou ¨¤ Mans?o Allende por volta das onze da noite e encontrou a m?e de Dionisio,
Prisc, sentada no andar de baixo. Ao v¨º¨Clo, sorriu e exmou: ¡°Ah, Noite, o que o traz aqui
hoje?¡±
¡°Desculpe iod¨¢, tia. Vim fr Dionisio sobre algumas coisas.¡±
Noe Serpa retribuiu um sorriso para a m?e de Dionisio e perguntou: ¡°Ele est¨¢ l¨¢ em cima, n?o
est¨¢?¡±
¡°Sim, est?o. Voc¨º vai voltar para casa hoje ¨¤ noite? Se n?o, pode ficar aqui. Eu ligo para a sua m?e e
aviso.¡±
Prisc parecia recordar o passado. ¡°Voc¨º faz tempo que n?o vem ver nosso Dionisio.¡±
*Tia, j¨¢ faz um tempo que eu fiquei aqui. J¨¢ n?o somos mais estudantes do ensino m¨¦dio, eu consigo
voltar para casa sozinho ¨¤ noite.¡±
Noe Serpa se aproximou e entregou o presente que trouxe para Prisc. ¡°¨¦ s¨® uma lembrancinha. Na
pr¨®xima, venho visitar a senhora mais vezes, Minha m?e disse que quando tiver um tempo, vai te
chamar para jogar baralho.¡±
¡°Ah, meu filho!¡± Disse rindo
Prisc cobriu a boca e riu, dando um tapinha no ombro de Noe Serpa. ¡°Sobe l¨¢, voc¨º e Dionisio
coloquem o papo em dia,¡±
Noe Serpa assentiu e subiu diretamente para o quarto de Dionisio. Ao abrir a porta, foi atingido por um
forte odor de ¨¢lcool.
Ele franzi a testa e fechou a porta rapidamente atr¨¢s de si. ¡°Voc¨º quer se matar? N?o tem medo da
sua m?e entrar e ver isso?¡±
Dionisio, os olhos vermelhos, respondeu: ¡°Ent?o tranque a porta, eu esqueci.¡±
Noe Serpa suspirou e chutou as garrafas de bebida que estavam aodo de Dionisio. ¡°O que est¨¢
acontecendo? Algum problema recente? Perdeu milh?es na bolsa ou a garota que voc¨º estava de
olho fugiu outro?¡±
Dionisio n?o respondeu, apenas passou a garrafa para Noe Serpa.
Os dois se sentaram no futon juntos, e Noe Serpa deu um gole na garrafa que Dionisio lhe ofereceu.
Ele engasgou. ¡°Voc¨º est¨¢ morrendo? Por que diabos voc¨º est¨¢ bebendo cacha?a?¡±
Dionisio parecia ter perdido a alma, olhando fixamente para Noe Serpa por um tempo, antes de rir
baixinho. ¡°Noe, acho que estou doente.¡±
Noe Serpa olhou para ele, sentindo uma pontada no cora??o.
¡°Eu estou louco para estrangr In¨ºs, mas n?o consigo me afastar d!¡±
Dionisio atirou a garrafa no ch?o for?a, mas, felizmente, n?o quebrou, apenas rolou para longe no
tapete.
Era algo rcionado a In¨ºs? Dionisio realmente tinha sentimentos por ?
Noe Serpa sempre pensou que o interesse de Dionisio em In¨ºs era passageiro, que o tempo se
desvaneceria, mas n?o imaginava que a causa da decad¨ºncia de Dionisio seria .
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O olhar de Noe Serpa endureceu, mas ele n?o expressou seus pensamentos, optando por perguntar
de outra maneira. ¡°Voc¨º¡ o que aconteceu entre voc¨ºs?¡±
Capitulo 221
Dionisio riu e bn?ou a cabe?a antes de se levantar cambaleante e jogar um monte de fotos na
frente de Noe Serpa.
¡°Olha s¨® o quanto essa mulher ¨¦ baixa!¡±
Quando Noe Serpa olhou para as fotos, sentiuo se fosse espetado, recuando rapidamente. ¡°O
que ¨¦ isso?¡±
¡°Minha m?e me mostrou outro dia.¡±
Dionisio apontou para as fotos, sua voz tremendo de raiva. ¡°S?o fotos de In¨¦s na cama outro
homem,
e n?o s?o montagens!¡±
Noe Serpa ficou paralisado no lugar, temeroso de pegar aqus fotos.
Ele temia perder o controle ao ver o conte¨²do ds. Ele estava medo!
O rosto de Noe Serpa ficou p¨¢lido. ¡°In¨¦s¡ outra pessoa?¡±
Era impossivel podia ser cruel, mas ele conhecia o orgulho da In¨¦s; jamais se envolver¨ªa
outro por ai! Mesmo que ele a humilhasse sem pensar, n?o faria tal coisa!
Entretanto, Dionisio apontava para o monte de fotos e ria maldade, pronunciando cada pvra
com toda a for?a que tinha. ¡°Isso ainda foi minha m?e que me deu, sen?o nem eu saberia que
seria capaz de algo assim, estoue?ando a achar que fui enganado por uma mulher da vida, mas,
danado seja, eu gosto d!¡±
Chapter 222
Chapter 222
Capitulo 222
Ele gostava !!
Com a voz rouca de tanta intensidade. Dionisio gritou as ¨²ltimas tr¨ºs pvras e, em seguida, caiu
desfalecidoo se tivesse perdido todas as suas for?as. Sentado sobre o tatame encarava Toe Sepa
Ambos tinham rostos igualmente finos, mas os olhos de Dionisio carregavam um odio muito mais
evidente do que os de Noe Serpa. ¡°Eu sempre achei que tinha julgado mal as pessoas desde o inicio
Da ultima vez que jantamos Teodoro Famese, eu a vi abra?ada e rindo um estrangeiro
Naquele momento, uma tempestade feroz se levantou no fundo dos olhos de Nice Serpa Uma miriade
de emo??es passou pelo olhar do homem, que tremia levemente os dedos ao pegar a fotografia,
Dionisio rangendo os dentes, cuspu suas pvras, ¡°Th¨¨s ¨¦ uma mulher poore at¨¦ os ossos! Noe
Serpa, eu n?o entendoo eu pude acabar assim. So de pensar em In¨¦s outros homens, eu
fico louco de raival
Na superficie, Noe Serpa mantinha uma calma precaria, mas por dentro estava um caos.
Ele murmurou. ¡°In¨¨s .¡±
Como poderia fazer tal coisa?
¡° se faz de santa na nossa frente, mas por tr¨¢s e suja at¨¦ n?o poder mais.¡± Dionisio estava no seu
limite. ¡°Mais cedo ou mais tarde, farei perceber o pre?o de me enganar
Noe Serpa n?o sabiao havia saldo da casa de Dionisio naquele dia. Ele apenas lembrava de ter
bebido bastante Dionisio, ate sentia inveja de Dionisio por poder expressar todas as suas
emo??es assim t?o abertamente.
Mas ele n?o se atrevia.
Ele n?o ousava admitir que, assimo Dionisio, estava preso em um abismo de odio e relutancia por
In?s.
In¨¦s erao um veneno injetado em sua med ¨®ssea. Noe Serpa sentia que a odava tanto que
desejava acabar suas pr¨®prias m?os, mas ao ver o rosto d, percebia que n?o era
capaz de fazer mal nenhum.
Erao se tivesse um ponto fraco, e esse ponto fraco era a pr¨®pria exist¨ºncia de ins, que doia ao
menor toque. Se quisesse se livrar d, teria que sangrar at¨¦ se sentir aliviado!
Noe Serpa ligou para Dorival tremendo, ¡°Investigue In¨ºs. Descubra se esteve envolvida esses
homens, tanto no passado quanto no presente!¡± Ele quase gritou ao telefone, sentado em seu carro.
Sentiuum fluxo de raiva subindo pelo peito.
Ele quase gritava ao fr, sentado no carro, sentindo uma press?o sanguinea subir ao peito, perdendo
lentamente a raz?o em meio a f¨²ria.
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Ele odiava a falta de autocontrole de In¨¦s, o modoo se entregava. dizia que o amava, mas
estava disposta a ficar qualquer homem que aparecesse! ¡°In¨¦s, voc¨º n?o me ama?¡± Quando Noe
Serpa berrou p ¨²ltima vez, ele bateu for?a no vnte do carro, sem saber onde desabafar.
sentindo¨Cse quase louco de dor. In¨ºs erao um espinho cravado em seu peito, causando dor e
sangramento continuos. Ele segurava o celr, seus olhos ficando vermelhos.
Um homem t?o robusto, p primeira vez se sentia t?o impotente,o uma crian?a. Noe Serpa,
mais uma vez, sentou¨Cse no carro e engasgou o choro.
In¨¦s,o voc¨º pode ser t?o cruel,o pode me tratar assim? Ele usou de todos os meios para
Capitulo 222
mant¨º por perto, mas , despreocupadamente, descartou¨Coo se nada fosse. Como pode
ser t?o cruel!
Dionisio podia desabafar ele, mas quem Noe Serpa poderia fazer o mesmo? Todos
pensavam que ele tinha um cora??o de pedra, todos achavam que ele era frio e sem sentimento, mas
a verdade ¨¦ que, mesmo sendo frio e insensivel, ele foi ferido p crueldade de In¨ºs, e n?o tinha
for?as para revidarl
Ele n?o ousava dizer a ningu¨¦m que ele, Noe Serpa, o homem mais poderoso da Cidade Mar, havia
se tornado viciado em sua pr¨®pria ex¨Cesposa, agindoo um idiota, pedindo repetidamente pelo seu
perd?o!
j¨¢ nem se importava mais.
Noe Serpa levantou a cabe?a, segurando as l¨¢grimas para que n?o calssem, seus olhos vermelhos
pulsavam. Ele deu uma risada baixa e rouca, sem saber se estava zombando de si mesmo ou de
algu¨¦m.
Em seguida, ele inspirou profundamente e pisou fundo no acelerador. O carro disparou na rodovia,
alcan?ando uma velocidade que impressionava,o se estivesse a caminho do seu pr¨®prio fim.
Com as m?os firmes no vnte, pensamentos loucos e resolutos inundavam sua mente. Ele ainda
n?o havia dado por encerrada aqu partida; n?o permitiria que In¨ºs abandonasse o jogo antes da
hora!
In?s, nesta vida, mesmo que voc¨º morra, s¨® poder¨¢ ser p minha m?o, Noe Serpa. Se algu¨¦m ousar
tocar em voc¨º, eu cortarei seus dedos um por um!
20
Chapter 223
Chapter 223
Cap¨ªtulo 223
No dia seguinte, In¨¦s levou Amado novamente ¨¤ secretaria da esc para fazer a matric. O menino
estava visivelmente animado, tinhaprado uma moch nova e arrumado todo o material escr.
Olhava para In¨ºs enquanto conversava a dire??o da esc para finalizar os tr¨¢mites.repleto
de expectativa.
¡°Amado, voc¨º vaie?ar a esc em breve. Voc¨º vai se esfor?ar, est¨¢ bem?¡± In¨ºs pagou a taxa de
inscri??o de Amado e depois o levou para dar uma volta p esc. Na volta para casa, Amado ainda
estava um pouco relutante. ¡°Mam?e, eu vou ficar na esc ou vou voltar para casa todos os dias?¡±
¡°Eu vou te buscar e levar todos os dias,¡± respondeu In¨ºs um sorriso. ¡°Voc¨º ainda ¨¦ pequeno, e eu
ficaria preocupada voc¨º morando longe.¡± estava ainda mais preocupada a possibilidade
de Noe Serpa ou algu¨¦m parecido aparecer e n?o estar por perto.
Ao chegarem em casa, In¨ºs n?o esperava encontrar Gabrielo acordado. O homem estava vestido em
uma camisa e cal?a social, segurando umata de refrigerante e encolhido no sof¨¢, mexendo
pregui?osamente no celr. Parecia bastante caseiro.
In¨¦s sempre achou que Gabrielo era do tipo que poderia ficar em casa por um m¨ºs inteiro se n?o
fosse pelo trabalho. Ele praticamente poderia dormir todos os dias.
Ao ouvir a porta, Gabrielo levantou o olhar e viu In¨¦s e Amado entrando. O pequeno correu at¨¦ ele e
disse, ¡°Tio, amanh? j¨¢e?o as as!¡±
Gabrielo pegou uma caixa que estava aodo e entregou ao menino. ¡°Toma, ¨¦ um presente para
voc¨º.¡±
N?o era de admirar que ele estivesse acordado naquele dia e estivesse vestido assim. Parece que ele
saiu de prop¨®sito durante o dia para ir ¨¤spras?
Amado abriu cuidadosamente o presente. ¡°Uau!¡± Dentro havia uma ca tinteiro elegante, amarrada
com uma fita vermelha de cetim, brilhando de t?o nova. Amado olhava para os olhos
brilhando de
alegria. ¡°Obrigado, tio!¡±
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¡°Quanto voc¨º gastou nisso?¡± In¨ºs n?o resistiu e foi ver de perto, dando um assovio. ¡°Isso n?o deve ter
sido barato, n?o ¨¦? Ele ainda ¨¦ pequeno, n?o precisa de algo t?o caro¡¡±
¡°Se euprei, ¨¦ porque quis.¡± Gabrielo continuou mexendo no celr. ¡°Ele gostou, o que importa.
Por que voc¨º est¨¢ t?o preocupada? N?o ¨¦ voc¨º quem est¨¢ gastando o dinheiro.¡±
Ele falou de uma maneira um tanto fria, mas na verdade queria dizer que o importante era fazer o
menino feliz, e ele n?o se importava o dinheiro.
Infelizmente, uma frase que poderia ter sido gentil saiu o sarcasmo habitual de Gabrielo.
In?s suspirou. ¡°Amado, voc¨º realmente precisa agradecer ao tio. Agora voc¨º pode usar ca tinteiro
para praticar a caligrafia.¡±
Amado disse. ¡°J¨¢ faz tempo que eu queria trocar aqu ca que o Sr. Serpa me deu!¡±
Ao ouvir isso, In¨ºs reagiu. ¡°Troca! Com certeza troca! Agora mesmo! Mam?e vai colocar tinta para
voc¨º!¡±
Quando Gabrielo ouviu o nome ¡°Sr. Serpa¡°, seus cilios tremeram levemente, mas ele manteve sual
express?o fria e n?o disse mais nada.
Amado foi para o quarto praticar a caligrafiao se estivesse segurando um tesouro. In¨ºs sentou¨Cse
aodo de Gabrielo. ¡°Obrigada mesmo, isso deve ter sido caro. Mesmo que voc¨º n?o se importe
o pre?o de uma ca tinteiro, ainda assim ¨¦ dinheiro que voc¨º trabalhou para ganhar¡¡±
Chapter 224
Chapter 224
Cap¨ªtulo 224
Na manh? seguinte, levou Amado para a esc. Quando ele entrou, Amado acenou para na
entrada da esc, ¡°Mam?e, voc¨º pode ir agora! Eu consigo me virar sozinho!¡±
In¨¦s permaneceu parada dodo de fora do grande port?o da esc por um longo tempo,
repentinamente tomada p emo??o. suspirou ao perceber que Amado estava crescendo e que
estava envelhecendo. Refletia sobre sua vida de 25 anos, questionandoo havia chegado at¨¦
all.
Enquanto isso, algu¨¦m observava Amado entrar na esc ee?ou a ligar para Noe Serpa.
¡°Sr. Serpa, o jovem mestre j¨¢ foi para a esc. A Sra. Guedes o levou para uma esc de elite, ent?o
ele
n?o deve ter problemas.¡±
Noe Serpa, um olhar cada vez mais intenso, ordenou: ¡°Fique de olho. Qualquer problema, me
ligue
imediatamente.¡±
¡°Sim, Sr. Serpa¡°, respondeu a pessoa do outrodo da linha, antes de desligar e enviar para Noe fotos
que havia tirado secretamente.
Quando Noe Serpa abriu o e¨Cmail e viu as fotos, ficou paralisado.
Quando Noe Serpa abriu o e¨Cmail e viu as fotos, ele ficou paralisado. Como se n?o pudesse se mexer,
ele ficou obcecado olhando para a m?e e o filho nas fotos. In¨ºs sorria levemente, Amado estava
animado. Os dois estavam vivendo felizes e despreocupados em um mundo sem ele.
Uma pontada de dor passou por seu cora??o, Serpa se perguntava se a felicidade de In¨¦s s¨® seria
completa longe dele.
Consumido p inveja ao ver o sorriso genuino de Amado, sentia¨Cseo se tivesse levado um
soco,
incapaz de reagir.
Amado nunca tinha esse olhar de felicidade quando estava ele. O menino o odiava visceralmente,
ousando at¨¦ mesmo usar sua pr¨®pria vidao amea?a. Serpa pensava no qu?o tr¨¢gico era um pai
n?o conseguir manter o pr¨®prio filho por perto..
Sem dizer uma pvra, Noe fitou as fotos por um bom tempo antes de fech¨¢s. Encarou a t do
computador, perdido em pensamentos, at¨¦ que Dorival entrou na s
¡°Sr. Serpa, j¨¢ investigamos todos os homens pr¨®ximos ¨¤ In¨ºs recentemente.¡±
se o tipo de
Dorival expressava um leve descontentamento ao fr, pois nunca acreditou que In mulher que eles
pintavam. havia amado Noe Serpa desesperadamente no passado, mas agora, aos olhos deles,
parecia uma mulher de moral baixa.
Era uma injusti?a, pensou ele.
Noe Serpa percebeu a emo??o na voz de Dorival, mas optou por n?oentou. Em vez disso, pegou
o rt¨®rio que Dorival the entregou.
¡°Com quem est¨¤ se rcionando ultimamente?¡±
¡°Com um designer chamado Gabrielo.¡±
Dorival continuou, apesar de sua relutancia interna, ¡°Eles s?o colegas de trabalho e, por causa de uma
mudan?a de casa, ele se tornou o novo colega de apartamento da senhora Guedes. O apartamento
era de Bruna, que, ap¨®s sua morte, passou para o nome de In¨ºs.¡±
A men??o ¨¤ morte de Bruna fez Noe Serpa estremecer. Ele sabia que Celso, do Grupo Freitas, estava
14:36
Capitulo 224
agindo de forma diferente ultimamente, seu temperamento tinha mudado, sendo agora mals irritadi?o
do que o usual.
Ele descobriu mais tarde que Bruna havia morrido.
Aqu mulher que Celso nunca havia realmente olhado enquanto estava viva, agora, ap¨®s sua morte,
parecia ter transformado Celsopletamente.
Noe Serpa se perguntou se Celso tinha algum arrependimento. E se, um dia, In¨¦s desaparecesse
como Bruna¡ ele ficaria ainda mais louco e desesperado?
C
Capitulo 224
Gabrielo a olhou por um momento e, de repente, sorriu,
Ele era lindo quando sorria.
¡°N?o precisa, mas voc¨º pode mepensar de outra forma.¡±
In?s ficou tensa, mas viu Gabrielo passar a lingua pelos dentes e dizer, ¡°Tipo, me deixar uns dois ou
tr¨ºs meses sem pagar aluguel¡¡±
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Fra olivio! O pre?o daqu ca devia ser de cinco d¨ªgitos! Isso significava dois ou tr¨ºs meses de
aluguell
Chapter 225
Chapter 225
Cap¨ªtulo 225
¡°Voc¨º est¨¢ fndo de mudan?a de casa, quer dizer¡¡± Noe Serpa colocou sua aten??o de volta no
rt¨®rio e perguntou a voz baixa, ¡°Eles est?o morando juntos agora?!¡±
Dorival defendeu In¨ºs. ¡°Sr. Serpa, o Gabrielo encontrou a Sra. Guedes por meio de um an¨²ncio
tegitimo de aluguel de quarto em uma rede social, e agora eles s?o apenas colegas de trabalho, n?o ¨¦
o que o senhor est¨¢ pensando.¡±
¡°O que eu estou pensando?¡± Noe Serpa riu sarcasticamente. ¡°Ent?o me diga, o que eu estou
pensando?¡±
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Dorival se corou a pergunta de Noe Serpa e baixou ainda mais a cabe?a, ¡°Eu n?o me atrevo a
especr sobre o que passa na mente do Sr. Serpa.¡±
N?o se atreve?
Dizendo que n?o se atreve, mas se atreve a zombar dele, tanto abertamente quanto ps costas,
digno del ser o seu assistente de confian?a!
Noe Serpa olhou fixamente para Dorival por um bom tempo, antes de finalmente dizer em tom
sombrio, ¡°Investigue esse tal de Gabrielo.¡±
¡°Nos¡ n?o conseguimos encontrar nada.¡±
Quando Dorival disse isso, a express?o de Noe Serpa mudoupletamente.
¡°Quem ¨¦ esse Gabrielo, que voc¨ºs n?o conseguem encontrar nada sobre ele?!¡±
Dorival olhou para o rosto enfurecido de Noe Serpa e lutou para se manter calmo, ¡°Sr. Serpa, a
identidade de Gabrielo parece serplicada. Ele parece apenas um designer de um est¨²dio de
jogos, mas na verdade o passado dele ¨¦ totalmente inacessiveL¡±
O olhar de Noe Serpa se aprofundou instantaneamente e sua voz ganhou um tom de frieza, ¡°Voc¨º
sabe o que isso significa?¡±
Dorival ficou em sil¨ºncio.
Noe Serpa bateu na mesa e disse, ¡°Isso significa que ele se aproximou da In¨ºs n?o por acaso! ¨¦ muito
prov¨¢vel que ele tenha segundas inten??es!¡±
Ele parecia um marido covarde, temendo que sua esposa fosse levada, rmado por qualquer
barulho. Com um passado t?o suspeito, Gabrielo j¨¢ n?o era uma quest?o menor!
Ele provavelmente estava intencionalmente se aproximando de In¨ºs, intencionalmente se mudando
para morar ! Como ele poderia tolerar isso? In¨ºs passava o dia inteiro outro homem, indo
e vindo do trabalho juntos, voltando para casa juntos. Como ele poderia tolerar isso?!Noe Serpa
estava visivelmente perturbado, a apari??o repentina de um tal Gabrielo deixando¨Co ansioso.
No passado, ele se importaria tanto os movimentos de In¨ºs? Era imposs¨ªvel. O Noe Serpa de
antes nem sequer olhava para In¨ºs, mas agora ele ramente estava preocupado ! Era dif¨ªcil
admitir, mas isso era amor! Dorival olhou nos olhos de Noe Serpa e disse, ¡°Sr. Serpa¡ Sua aten??o ¨¤
Sra. Guedes¡¡±
Mas ele foi interrompido por um olhar afiado de Noe Serpa.
¡°Cale a boca.¡± Ele provavelmente adivinhou o que Dorival estava prestes a dizer e o cortou de
imediato.
Impossivel, ele estava enganando a si mesmo, descartando todos os pensamentos que surgiam em
sua mente.
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Capitulo 225
Ele estava apenas preocupado a verdade por tr¨¢s do sequestro que havia acontecido¡ Noe
Serpa tentava se convencer, e ent?o perguntou, ¡°H¨¢ outra maneira de investigar esse Gabrielo?¡±
¡°Talvez seja preciso um esfor?o extra¡¡± A resposta de Dorival n?o era muito certa, pois j¨¢ haviam
tentado antes e todas as informa??es sobre Gabrielo tinham sido apagadas, o que indicava que ele
tinha algu¨¦m. muito poderoso bloqueando a investiga??o.
Mas esse tom incerto na voz de Dorival, quando chegou aos ouvidos de Noe Serpa, soou
particrmente ir?nico, fazendo o homem explodir mais uma vez.
¡°Investigue! Continue investigando! N?o h¨¢ ningu¨¦m nesta Cidade Mar que eu n?o consiga encontrar!¡±
Noe Serpa rugiu. ¡°A menos que ele tenha surgido do nada neste mundo!¡±
Ele se recusava a acreditar, quem era Gabrielo, afinal? Como poderia ser impossivel encontrar algo
sobre ele?
Chapter 226
Chapter 226
Capitulo 226
Enquanto isso, os dias de Gabrielo morando na casa de Ints ramente se tomaram mais
confort¨¢veis, Desde que se acostumaram a rotina um do outro, os tr¨¨s estavamo uma
fam¨ªlia, As vezes, quando chegava a hora de buscar Amado na esc a noite, In¨¦s preparava urna
mesa cheia deida, Gabrielo s do quarto e via m?e e filho prontos paraer,o se
estivessem esperando pelo pai de tami.
Amado ainda chamava, ¡°Tio, vemer a gentel
In¨¦s realmente cozinhava muito bem, algo que Gabrielo havia aprendido nos ¨²ltimos dias, desfrutando
das telei??es e bebidas na casa. As vezes, ao v¨º de avental, movendo¨Cse p cozinha, ele tinha a
impress?o de que estava vivendo uma esposa.
Mas a calmaria n?o durou muito. Justo quando In¨¦se?ava a se acostumar aqu vida
tranqui Amado, um visitante inesperado bateu ¨¤ porta.
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Naquele dia, ao abrir a porta, In¨¦s viu Teodoro Famese vestidoo uma grande celebridade,
um sorriso radiante. Sua voz soou ch de malicia, ¡°Ol¨¢!¡±
A rea??o imediata de In¨¦s fol querer fechar a porta, mas o homem bloqueou a entrada o p¨¦ e,
com um sorriso sarcastico, Invadiu o espa?o, Oh! Ouvi dizer que voc¨º est¨¢ mantendo aquele moleque
sob controle, nem consigo mais encontr¨¢¨Clo para brincar,¡±
Ele estava batendo diretamente ¨¤ sua porta. Arnado, cauteloso, chamou de tr¨¢s, Tio Famese? O que
faz aqui?¡± Sua voz continha uma pitada de surpresa, Indicando que n?o tinha muitos preconceitos
contra Teodoro Farnese.
Teodoro Farnese, uma cara de pau especial, empurrou para dentro. Ent?o, olhando para Amado
com um sorriso, disse: ¡°Sua m?e te escondeu t?o bem que voc¨º sentiu minha falta?¡±
Amado olhou para a express?o de In¨ºs e engoliu em seco antes de responder hesitante, ¡°Um pouco,
talvez?¡±
In¨¦s olhou para Teodoro Farnese, e Amado, sentindo o perigo, imediatamente bn?ou a cabe?a.
¡°N?o, n?o! Eu n?o sinto sua falta!¡±
Teodoro Farnese quase cuspiu sangue devido ¨¤ frieza do garoto. ¡°Como voc¨º pode ser t?o insensive!?
N?o somos amigos revolucion¨¢rios?¡±
Quando Amado estava prestes a responder, viu um homem sair de um dos quartos, vestindo uma
camisa da Amazon. Era alto, de pele ra, um ar de frieza. Quando viu Farnese, Gat testreitou os
olhos e perguntou indiferen?a, ¡°Quem ¨¦ voc¨º?¡±
Teodoro Farnese sentiuo se tivesse sido pisoteado em sua dignidade masculina,o se fosse
um desafio. Ele se posicionou aodo de In¨ºs,o se fossem um casal, e retrucou, ¡°E quem ¨¦
voc¨º?¡±
Por que ele estava na casa de In¨ºs? E saindo do quarto d? Qual era a r??o entre eles?
Quanto mais Farnese pensava, mais irritado ficava, at¨¦ que finalmente se virou para In¨ºs e acusou, ¡°O
que ¨¦ isso? Voc¨º est¨¢ mantendo um amante aqu¨ª?¡±
In¨¦s quase riu da raiva de Farnese. Primeiro, ele havia aparecido sem convite e agora agiao se
fosse o dono da casa. sorriu sarc¨¢stica, ¡°O que eu fa?o n?o ¨¦ da sua conta, n?o ¨¦ mesmo?¡±
Com um sorriso frio, Farnese apontou para Gabrielo e provocou, ¡°O que ele tem de t?o bom?¡±
Amado, sinceramente, intervelo, ¡°Meu tiozinho ¨¦ bonito!¡±
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Capitulo 226
O termo ¡®tiozinho¡® surpreendeu ainda mais Farnese, que olhou para Gabrielo e perguntou, ¡°Voc¨º ¨¦
parente dodo do Santiago?¡±
A men??o de Santiago mudou a express?o de In¨ºs. empurrou Farnese e disse. ¡°Por que voc¨º veio
aqui? Para causar confus?o? Por favor, n?o entre na minha casa dessa maneira novamente.¡±
Teodoro Farnese pensou consigo mesmo que In¨¦s tinha se tornado uma pessoa de respeito, at¨¦ o tom
d estava mais firme, e aquele olhar parecia que poderia devorar algu¨¦m. Elen?ou um olhar para
seu camarada de revolu??o Amado e provocou: ¡°Cara, voc¨º acabou de dizer que estava
saudades de mim, n¨¦? Ent?o n?o deve ser demais eu aparecer para jantar na sua casa, certo?¡±
Amado olhou para In¨ºs e depois para Teodoro Farnese, gaguejando, ¡°Eu¡ ¨¦¡ a minha m?e que
decide¡¡±
Teodoro Farnese queria agarrar o fedelho e dar¨Clhe uma surra. ¡°Como assim, seu fedelho? Voc¨º n?o
se lembra deo eu te ajudel?¡±
causar
Gabrielo achou que esse homem estava l¨¢ apenas para problemas. Ele riu friamente e disse: ¡°Voc¨º
querer? Sente¨Cse ent?o.¡±
Sente¨Cse.
Uma onda de irrita??o passou p mente de Teodoro Farnese, mas ele se controlou. Sentar¨Cse? Sim,
ele se sentaria! O que ele tinha a temer!
O homem alto e atraente, tra?os mistos, praticamente se jogou na cadeira um estrondo,
deixando In¨ºs surpresa do outrodo da mesa: ¡°Teodoro Farnese, a gente¡ nem ¨¦ assim t?o intimo,
t¨¢?¡±
Se fosse para contar, ainda havia contas antigas a serem acertadas.
Chapter 227
Chapter 227
Cap¨ªtulo 227
In¨ºs mal conseguia desfrutar daqu refei??o, sentindo¨Cse desconfort¨¢vel por inteiro, mas os dois
homens ¨¤ sua frenteiam seriedade,o se n?o percebessem que algo estava errado.
Amado, sem no??o, ora chamava Tio Farnese, ora diminutivamente de Tiozinho.
Ap¨®s terminar aida, Teodoro Farnesen?ou um olhar avaliador para Gabrielo e perguntou: ¡°Ele
vai passer a noite aqui?¡±
Com um dos seus raros sorrisos sarc¨¢sticos, Gabrielo respondeu: ¡°Desculpe, eu estou morando aqui.¡±
In¨ºs acrescentou: ¡°Estamos dividindo o aluguel.¡±
Teodoro Farnese, agora obstinado, propos: ¡°Bem, ent?o eu tamb¨¦m vou morar aqui. Posso dormir no
sof¨¢.¡±
In¨ºs ignoroupletamente. ¡°Termine sua refei??o e v¨¢ embora. N?o serei t?o hospitaleira na
pr¨®xima vez. Com a m?o no peito, Teodoro Farnese retrucou: ¡°Voc¨º ainda est¨¢ ressentida por eu ter te
iodado na chuva da ¨²ltima vez? Eu at¨¦ cuidel do seu filho por duas semanas. Isso n?o
compensa?¡±
foi direta: ¡°N?o, n?opensa. Saia.¡±
Teodoro Farnese partiu, e In¨ºs pensou que o assunto estava encerrado, mas no dia seguinte, ao abrir
a porta para ir trabalhar, deu de cara a cabe?a sorridente do vizinho: ¡°Oi.¡±
recuou dois passos, agarrando a bolsa: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡±
Teodoro Farnese estava parado no corredor, uma camisa social, parecendopletamente
despreocupado. ¡°Eu aluguei um lugar aqui ontem ¨¤ noite.¡±
In¨ºs suspirou interiormente. Ele erao uma sombra persistente.
Inconformada, virou as costas e foi embora. Homens s?o t?o irritantes, pensou , se oferecendo
como se n?o custassem nada. Quem precisa deles?
Teodoro Farnese observou a partida furiosa de In¨ºs, esbo?ando um sorriso significativo. Quando
desapareceu de sua vista, ele estreitou os olhos, um tra?o de profundidade cruzando seu rosto bonito.
Ele tirou o celr e um ma?o de cigarros do bolso, acendeu um e discou um n¨²mero.
¡°Sou eu.¡±
As pvras sa¨ªram por entre os dentes: ¡°Mudei para perto d, qualquer coisa estarei a par. E aquele
homem que mora , quem ¨¦? Quero saber tudo sobre ele.¡±
Depois de dar suas ordens, desligou e sorriu malicia. Ningu¨¦m sabia qual era o seu verdadeiro
prop¨®sito essa visita inesperada.
In¨ºs, algumas coisas podem n?o sairo voc¨º deseja.
Embora In¨ºs e Gabrielo agora morassem juntos, seus hor¨¢rios de trabalho eram diferentes. In¨ºs
geralmente tentava bater na porta de Gabrielo antes de sair, mas na maioria das vezes era in¨²til, ele
continuava dormindo at¨¦ se atrasar para o trabalho.
In¨ºs n?o tinha ideia de que estava sendo seguida. Assim que bateu o ponto e se sentou, Wilson
velo preocupado: ¡°Deusa, por que voc¨º falou de repente no WhatsApp ontem que se demitir?¡±
O escrit¨®rio ficou em sil¨ºncio a pergunta, at¨¦ que o primeiro a reagir foi o Dino Verde, que saltou
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Capitulo 227
surpreso at¨¦ In¨ºs: ¡°Qu¨¦? A Deusa vai se demitir?¡±
Je tamb¨¦m parou o que estava fazendo para olhar: ¡°O que aconteceu?¡±
In¨ºs estava um pouco envergonhada; n?o estava no trabalho havia tanto tempo e j¨¢ estava pensando
em sair. achou dificil explicar: ¡°¨¦ um problema pessoal, eu realmente gosto de todos voc¨ºs¡¡±
¡°Se gosta, n?o v¨¢ embora¡°, Luazinha intercedeu do seu cantinho, tentando convenc¨º a ficar. ¡°N?o
se demita, nosso projeto est¨¢ indo t?o bem, vamos ganhar muito dinheiro, e voc¨º pode at¨¦ fazer uns
extras por fora, a gente n?o se importa.¡±
¡°N?o ¨¦ uma quest?o de dinheiro.¡± O verdadeiro motivo era dificil de dizer, mas tinha algo que
precisava fazer e que levaria muito tempo.
¡°Voc¨º deveria pensar melhor sobre isso. Mesmo que voc¨º v¨¢ resolver algo primeiro e depois volte
para o trabalho.¡± Wilson, sendo mais experiente, percebeu que In¨ºs tamb¨¦m estava hesitante e
ofereceu uma saida. ¡°N?o h¨¢ pressa nos pr¨®ximos dias, o que voc¨º acha?¡±
In¨ºs concordou, dizendo que pensaria mais a respeito. Ao terminar o expediente naquele dia, n?o
foi diretamente para casa. Em vez disso, caminhou at¨¦ a sa¨ªda dos fundos da empresa, escolheu um
lugar poucas pessoas, olhou ao redor por um bom tempo e s¨® ent?o pegou um t¨¢xi, indicando
seu destino.
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¡°Cemit¨¦rio Nacional, por favor,¡± falou.
Chapter 228
Chapter 228
Cap¨ªtulo 228
Ao ouvir o destino Cemit¨¦rio, o motoristan?ou um breve olhar para In¨ºs pelo retrovisor, antes de
finalmente acelerar confian?a.
Parecia uma mo?a t?o normal, n?o deveria haver problemas¡
Sem que se soubesse ao certo quando, uma chuva fina e suavee?ou a cair, o tipo de tempo que
parece apropriado para uma visita ao cemit¨¦rio. Ao chegar ¨¤ entrada, In¨¦s pediu ao motorista que
parasse. ¡°Obrigada, senhor. Eu sigo daqui a p¨¦.¡±
O motorista n?o fez obje??es. In¨ºs pagou e desceu do carro, sua silhueta esguia desaparecendo na
chuva fraca. caminhou familiarmente at¨¦ o Cemit¨¦rio Nacional, virou alguns cantos rapidez e
precis?o, e parou em frente a um t¨²mulo rec¨¦m¨Cconstruido.
Era evidente que o t¨²mulo era novo, ainda sem nome gravado. Aodo, havia apenas um buqu¨º de
lirios que In¨¦s havia deixado da ¨²ltima vez.
¡°Bruna, eu vim te ver.¡±
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In¨¦s ficou aodo do t¨²mulo por um longo tempo antes de murmurar suavemente.
Sua voz era t?o leve que parecia se desvanecer a chuva,o se o vento pudesse dispers¨¢ a
qualquer momento.
estava na chuva, uma figura esguia, a alma despeda?ada. Olhando para o t¨²mulo sem nome,
parecia refletir a vida absurda e apressada de Bruna, que desapareceu num instante, deixando
apenas um vazio.
disse, ¡°Eu tenho pensado em voc¨º por tanto tempo. Decidi pedir demiss?o e ir para a cidade que
combinamos.¡±
se agachou suavemente, fndo para o t¨²mulo: ¡°Voc¨º sabe, depois que voc¨º partiu, Celso veio
me procurar, perguntando onde eu tinha te escondido.¡±
In¨ºs abra?ou os pr¨®prios joelhos. ¡°Na verdade, onde eu poderia te esconder, Bruna? Foi voc¨º quem
n?o conseguiu continuar. Antes, voc¨º sempre me dava energia positiva, mas, desculpe, quando voc¨º
precisava de mim, eu n?o consegui te salvar.¡±
murmurou quase inconscientemente, ¡°Quando eu vi a express?o de choque no rosto de Celso, me
senti aliviada. Bruna, ele finalmente teve o que merecia¡¡±
riu for?a e ent?o se levantou. ¡°Bruna, acho que voc¨º sempre foi mais corajosa do que eu. Vivi
¨¤ sombra de Noe Serpa por tanto tempo, sobrevivendo miseravelmente, enquantc ¨º teve a coragem
de morrer. Acredito que naquele momento, voc¨º deve ter machucado Celso.¡±
Os olhos de In¨ºs pareciam vazios. ¡°H¨¢ um ditado que n?o est¨¢ errado: por que os homens sempre
fazem tanto esfor?o para conquistar e depois tanto esfor?o para machucar? Bruna, sabe, eu vi Celso
outra vez por acaso. Ele pareceu ter mudadopletamente, tornou¨Cse irritadi?o e agressivo,
provavelmente por sua causa. Bom, ele foi punido.¡±
In¨¦s falou por um longo tempo, depois passou a m?o p l¨¢pide sem pvras. ¡°Bruna, estas s?o
minhas pvras sinceras. Mas a verdade ¨¦ que eu desejo que voc¨º n?o estivesse morta. Se voc¨º
ainda estiver viva, por favor, me envie uma mensagem. N?o importa a distancia, eu irei te procurar.¡±
Ap¨®s terminar, notou que a chuva havia amainado um pouco e levantou a cabe?a para olhar o c¨¦u,
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Capitulo 228
mas percebeu que uma sombra escura havia se formado acima d.
Teodoro Farnese estava atr¨¢s d, segurando um guarda¨Cchuva uma m?o, um sorriso cinico nos
l¨¢bios e seus olhos azul¨Cesverdeados um tanto emba?ados p chuva.
Mem¨®rias rmpejaram atrav¨¦s das fissuras do tempo, e pareceu ver, atrav¨¦s dele, o homem que
encontrara na noite de tempestade.
In¨ºs ficou paralisada no lugar, sem jamais ter imaginado que ele apareceria atr¨¢s d.
C
Chapter 229
Chapter 229
Cap¨ªtulo 229
In¨ºs provavelmente n?o esperava encontrar Teodoro Farnese. o encarou por um longo momento
e, um tom g¨¦lido, questionou: ¡°Voc¨º est¨¢ me seguindo?¡±
Com um sorriso nos l¨¢bios, Teodoro arqueou levemente as sobrancelhas e provocou: ¡°O que voc¨º
acha?¡±
A resposta era evidente.
In¨ºs permaneceu em sil¨ºncio, im¨®vel, at¨¦ que o barulho da chuva se intensificou e notou que a
umidadee?ava a se espalhar pelo ombro de Teodoro Farnese.
disse: ¡°N?o quero mais voc¨º na minha vida.¡±
Teodoro sorriu, os olhos quase fechados: ¡°E se eu disser que n?o?¡±
In¨ºs respondeu: ¡°Se eu estiver viva, voc¨ºs certeza v?o me encontrar. Talvez s¨® consiga me livrar
de voc¨ºs se estiver morta.¡± Teodoro emitiu um som rouco e, abaixando a voz, disse: ¡°In¨ºs, voc¨º est¨¢
cada vez mais imc¨¢vel¡±
In¨¦s caiu em sil¨ºncio mais uma vez e, em seguida, virou¨Cse e deixou Teodoro Farnese segurando o
guarda¨Cchuva sobre sua cabe?a.
Preferia se encharcar na tempestade a dividir abrigo ele novamente.
Teodoro observou enquanto In¨ºs se afastava e chamou por : ¡°In¨ºs, e se¡ Se o que aconteceu h¨¢
cinco anos fosse desfeito, o que voc¨º faria?¡±
Cinco anos atr¨¢s?
In¨¦s sorriu, seu cora??o j¨¢ estava estra?alhado. A verdade daqu ¨¦poca j¨¢ n?o importava mais.
Aquilo que poderia ter provado sua inoc¨ºncia, desesperadamente queria uma resposta. Mas o
tempo, quando a desesperan?a toma conta, at¨¦ a chamada verdade ¨¦ abandonada.
¡°Deixe pra l¨¢.¡±
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In¨ºs se voltou en?ou a Teodoro um olhar em que se viam ruinas.
disse: ¡°Assumir a culpa, sem chance de voltar atr¨¢s. O que importa se ¨¦ preto ou branco?¡±
n?o se importava mais.
Vendo a express?o de In¨ºs, o cora??o de Teodoro doeu. Ele deu alguns passos em sua dire??o: ¡°Voc¨º
veio se despedir da Bruna?¡±
Ou da cidade?
In¨ºs n?o respondeu, apenas olhou de volta para Teodoro e sorriu: ¡°Estou esper.
por .¡±
No pr¨®ximo momento, quando se virou para ir embora, viu uma figura se aprox do ¨¤ distancia,
seguida por alguns assistentes, um homem alto caminhando em meio ¨¤ chuva em sua dire??o, at¨¦
que seus olhos ¨¢mbar brilhassem limpidamente sob a ¨¢gua da chuva. Ele sorriu e disse: ¡°In¨ºs, dou a
voc¨º uma ¨²ltima chance, diga onde est¨¢ a Bruna.¡±
Era Celso.
Vendo a grandeza de sua chegada, In¨ºs riu levemente: ¡°Parece que n?o sou s¨® eu quem tem
seguidores.¡±
A express?o de Teodoro mudou e, ficando atr¨¢s de In¨ºs, ele ergueu a cabe?a para encarar Celso: ¡°O
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Capitulo 229
Gerente Freitas velo atr¨¢s de In¨ºs ou da Bruna?¡±
¡°Bruna est¨¢ aqui.¡± Antes que Celso pudesse fr, In¨ºs lhe apontou uma dire??o: ¡°O t¨²mulo de Bruna ¨¦
aqui, Gerente Freitas. Voc¨º veio visit¨¢?¡±
O corpo de Celso tremeu ligeiramente, e sua express?o na leve chuva parecia fria. Ele soltou um riso
Ir?nico. ¡°Voc¨º acha que pode me enganar indicando qualquer t¨²mulo sem nome?¡±
¡°Celso, at¨¦ quando voc¨º vai manter essa indiferen?a?¡±
In¨ºs bn?ou a cabe?a sob a chuva, os cabelos molhadosdo em seu rosto. fixou o olhar em
Celso: ¡°N?o se engane mais, Bruna foi profundamente ferida por voc¨º.¡±
Celso deu um passo ¨¤ frente, mas o bloqueou firme e enf¨¢tica.
¡°N?o chore diante do t¨²mulo d, voc¨º sujaria o caminho da reencarna??o d.¡±
C
Chapter 230
Chapter 230
Cap¨ªtulo 230
Celso nunca imaginou que ouviria tais pvras da boca de In¨ºs, e seu corpo tremeu violentamente. ¡°O
que voc¨º disse?¡±
¡°In¨¦s sorriu ironia. ¡°Antes de Bruna morrer, me fez prometer: ¡®N?o deixe o Celso tocar em
mim, n?o deixe o Celso me encontrar¡®. As pessoas morrem, e voc¨º al, fingindo ser t?o apaixonado¡ ¨¦
de dar
risada.¡±
Celso estava furioso. Se Teodoro Farnese n?o estivesse aodo de In¨ºs, ele teria desejado
estrangul¨¢. ¡®Repita isso de novo!¡± se suicidou cortando os pulsos, por sua causa, Celso, voc¨º,
um assassino!¡± In¨ºs provocou sem medo. ¡°Se voc¨º quiser saber, posso dizer mil vezes, dez mil vezes,
Celso, voc¨º matou !¡±
Assassino!
Essa acusa??o fez Celso vacr por um momento, seu rosto p¨¢lido encarou In¨ºs, e suas pups se
contrairam. ¡°¡ disse mais alguma coisa?¡±
¡°Melhor voc¨º morrer agora e perguntar para diretamente.¡±
In¨ºs falou sem medo, passando pelo ombro de Celso. Teodoro Farnese segurava um guarda¨Cchuva
para . se moviao uma rainha orgulhosa, mesmo em sua retirada. Antes de sair,n?ou um
olhar piedoso e ir?nico para Celso. Celso sentiuo se seu cora??o tivesse sido despeda?ado.
O homem ficou desorientado na chuva, at¨¦ que uma tempestade o fez tremer de frio e ele finalmente
se deu conta.
Veja s¨®, Bruna estava morta.
Morta de verdade.
Celso agarrou sua pr¨®pria camisa sobre o peito, respirando fundo e, em seguida, riu a voz rouca,
seus olhos vermelhos de choro.
No ch?o encharcado, um liquido desconhecido se misturava a chuva, caindo silenciosamente na
lama.
In?s foi escoltada por Teodoro Farnese sob o guarda¨Cchuva at¨¦ em casa, e ao olhar para tr¨¢s, apenas
murmurou um simples ¡°obrigada¡°.
Teodoro guardou o guarda¨Cchuva e ficou parado atr¨¢s d, enquanto abria a porta. Gabrielo
apareceu um caf¨¦, vestindo uma malha de g alta, e perguntou sem emo??o, ¡°Voltou?¡±
¡°Sim.¡± In¨ºs sacudiu as gotas de ¨¢gua de seu corpo. ¡°Tive um contratempo, por isso cheguei tarde.
Obrigada por buscar Amado¡¡±
Amado surgiu de tr¨¢s d, exmando. ¡°Mam?e, bem¨Cvinda de volta!¡±
¡°Obrigada, Amado.¡± In¨ºs acariciou o rosto dele, ignorandopletamente Teodoro Farnese atr¨¢s d.
Teodoro fez um som de desd¨¦m e foi direto para sua pr¨®pria casa do outrodo da rua, batendo a
porta for?a, o que In¨ºs podia ouvir,
Amado perguntou baixinho, ¡°Tio Teodoro se mudou para a casa aodo?¡±
¡°Sim.¡±
aos outros
In¨ºs continuou, tirando os sapatos, ¡°Ma? lembre¨Cse, n?o ¨¦ educado sem motivo, ok?¡±
Capitulo 2530
Gabrielo observava seu caf¨¦ na m?o. ¡°Fol ele quem te trouxe de volta para casa?¡± O herdeiro dos
Farnese trouxe essa mulher para casa?
In¨ºs
In¨ºs confirmou um aceno de cabe?a.
*Ele est¨¢ interessado em voc¨º?¡® In¨ºs olhou para Gabrielo uma express?o confusa. ¡°N?o.¡±
Ah.
Gabrielo voltou a se afundar no sof¨¢ para jogar videogame.
¡°Mam?e¡¡± Amado sussurrou para In¨ºs, ¡°Venha aqui, venha aqui¡¡±
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In¨ºs se aproximou e Amado disse, ¡°Quando tiozinho velo me buscar, todos os meus colegas disseram
que eu tinha um irm?o mais velho muito bonito. Ele pode vir me buscar mais vezes?¡±
In¨ºs ficou sem jeito. ¡°Voc¨º est¨¢ zombando de mim? Mas, Amado, voc¨º precisa fazer isso voc¨º
mesmo. Se algu¨¦m achar que ¨¦ inc?modo, n?o ser¨¢ legal pedir ajuda de novo, entendeu?¡±
¡°Ok!¡± Amado correu todo animado para conversar Gabrielo, mas o resultado foi que no dia
seguinte, quando In¨ºs chegou atrasada na creche, Gabrielo j¨¢ estava levando Amado para fora.
Os dois pareciam pai e filho.
Com um sorriso de desculpa, In¨¦s perguntou, ¡°Como voc¨º veio parar aqui?¡±
¡°Ele me pediu para busc¨¢¨Clo mais vezes.¡± A explica??o de Gabrielo era sempre direta e indiferente.
¡°Ent?o, eu vim.¡±
In¨¦s segurou a outra m?o de Amado. ¡°Amado, voc¨º sempre faz um alvoro?o.¡±
¡°Prefiro mil vezes que o tiozinho Gabrielo venha me buscar do que os empregados do Sr. No¨¦!¡±
Amado fez beicinho. ¡°Meus colegas dizem que a minha familia ¨¦ bonita.¡±
Quando mencionou a pvra ¡®familia¡®, os cilios de Gabrielo tremeram. Amado realmente o
considerava um tiozinho, mas ele sabia muito bem que, para aqu m?e e filho, ele n?o significava
nada.
Chapter 231
Chapter 231
Cap¨ªtulo 231
No entanto, o que o trio n?o sa era que suas silhuetas, enquanto se afastavam, gravaram¨Cse
profundamente nos olhos de Noe Serpa.
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De longe, ele observava Amado ser conduzido por In¨ºs e Gabrielo, cruzando a rua e entrando no
carroo uma familia. Aqu cena erao um tapa em seu rosto. Noe Serpa sentiu os olhos
arderem de raiva, e Dorival, ao seudo, percebeu a varia??o em seu humor e chamou, ¡°Sr. Serpa.¡±
Mas j¨¢ era tarde demais, Noe Serpa, impetuoso, abriu a porta do carro e correu em dire??o ao veiculo
de In¨ºs e os outros!
Naquele dia, Gabrielo tinha decidido dirigir, e Noe Serpa estava t?o furioso que tremia por inteiro. Um
Volkswagen Passat? O carro parecia barato, mas custava pelo menos uns cem mil reais! Um jovem de
vinte e poucos anos dirigindo um Volkswagen Passat importado? Isso ¨¦ o que chamam de lobo em
pele de cordeiro!
Amado estava no banco de tr¨¢s, e In¨ºs acabara de se sentar no assento do motorista quando o vidro
foi estilha?ado por um soco violento. In¨ºs gritou, ¡°Ah!¡±
Gabriel, quase por instinto, a puxou para seus bra?os e ent?o abaixou o vidro para ver o rosto
enfurecido de Noe Serpa dodo de fora.
¡°Saia do carro!¡± Noe Serpa rugiu.
¡°Voc¨º enlouqueceu?!¡±
In?s estava tremendo, ¡°E se algu¨¦m se machucar?! Por que voc¨º ainda est¨¢ me perseguindo?¡±
¡°O que h¨¢ de errado em eu te perseguir?!¡± Noe Serpa estendeu a m?o e abriu a porta dodo de In¨ºs,
puxando¨Ca para fora do carro. ¡°Enquanto eu estiver vivo, voc¨º vai ter que se acostumar a ser
perseguida por mim!¡°A insensatez dele fez Gabrielo franzir o cenho, ¡°Solte¨Ca.¡±
¡°Quem voc¨º pensa que ¨¦?!¡±
Apontando para ele, Noe Serpa puxou In¨ºs para perto de si, ¡°Voc¨º acha que ¨¦ f¨¢cil de enganar?!¡±
Gabriel abaixou a voz, ¡°N?o fale besteiras, podem se voltar contra voc¨º.¡±
Noe Serpa riu friamente. ¡°J¨¢ descobri quem voc¨º ¨¦. Esta ¨¦ sua ¨²ltima advert¨ºncia. Se voc¨º ousar
machucar In¨ºs, eu n?o serei gentil voc¨º!¡±
¡°In¨¦s for?ou¨Cse a se livrar do aperto de Noe Serpa, desconsiderando o fato de que ele ainda s¨¢ngrava
p m?o, e os olhos vermelhos encarou Noe Serpa, ¡®Fazer um escandalo assim em p¨²blico?
Estou divorciada, n?o tenho mais nada a ver voc¨º, pare de me iodar!¡±
As pvras de In¨ºs atingiram Noe Serpao um golpe, esfriando seu cora??o. Ele a encarou, sua
m?o que havia socado o vidro tremia levemente. ¡°In¨ºs, voc¨º est¨¢ ele agora?¡±
¡°Com quem eu estiver n?o ¨¦ da sua conta. Quantas vezes tenho que dizer? Noe Sc ¡®stou cansada de
voc¨º me perseguindo!¡±
Aqueleent¨¢rio foi cortante, e Noe Serpa recuou, p¨¢lido, enquanto Dorival se aproximava, notando
o ferimento em sua m?o, e exmou, ¡°Sr. Serpa, o corte precisa ser enfaixado, voc¨º est¨¢ perdendo
muito
sangue¡¡±
S¨® ent?o In¨¦s percebeu que o sangue escorria da ponta dos dedos de Noe Serpa, indicando que o
golpe no vidro havia sido forte.
14:37
Capitulo 231
sentiu uma pontada de dor no cora??o, percebendo que ainda se importava. Mal conseguindo se
manter est¨¢vel, fechou os olhos e se virou, ¡°Tenha um pouco de dignidade, Noe Serpa, isso ¨¦
pat¨¦tico.¡±
se conteve para n?o dizer o resto das pvras que machucariam ainda mals, pois sabia que o
amor havia chegado a um ponto em que, n?o importa o que fizessem, n?o poderiam voltar atr¨¢s.
Quanto tempo Noe Serpa levaria para entender que alguns erros s?o irrepar¨¢vels, que n?o importa
quantos esfor?os ele fizesse para consert¨¢¨Clos, eles n?o poderiam desfazer o dano j¨¢ causado a .
Al¨¦m disso¡
In¨ºs riu ironicamente, ¡°Quando eu te amava, voc¨º queria me destruir, n?o era? Para voc¨º, eu era
apenas uma mulher vulgar tentando subir na vida, certo? Noe Serpa, veja o que voc¨º est¨¢ fazendo
ora. N?o ¨¦o levar um tapa na cara?¡°Depois de fr, entrou no carro e se dirigiu a Gabrielo,
¡°Desculpa, eu pagarei pelo conserto do vidro.¡±
Gabriel respondeu, ¡°Tudo bem, n?o ¨¦ caro, deve custar uns mil reais.¡±
.¡± In¨¦s disse. ¡°Esquece o que eu disse.¡±
Os dois simplesmente ignoraram a presen?a de Noe Serpa e partiram o carro.
Dorival puxava Noe Serpa for?a para impedir que ele avan?asse novamente, enquanto Noe
Serpal rugia: ¡°In¨ºs!¡±
In¨ºs n?o olhou para tr¨¢s.
Ele,o uma crian?a desamparada, foi agarrado for?a por Dorival no meio da rua, o corpo
inclinado para frente, implorando, ¡°Volta! Volta! N?o v¨¢ esse homem!¡±
Mas o carroe?ou a se mover, e o rosto impassivel de Gabrielo parecia t?o sereno em
compara??o, fazendo o desespero de Noe Serpa parecer ainda mais fren¨¦tico.
Havia at¨¦ um tom choroso na voz dele, ¡°In¨ºs! N?o v¨¢! Volta!¡±
Por favor, n?o me mostre mais suas costas, In¨ºs, estou quase morrendo aqui.
¡°Volta! Desce do carro! In¨ºs! Eu n?o permito! In¨ºs!¡±
Quem, sem se importar a pr¨®pria imagem, suplicava em p¨²blico, tentando desesperadamente
sentir o pulso d, mas em v?o, repetidamente expressava seu anseio. Ele parecia enlouquecido de
impot¨ºncia, enquanto Dorival o segurava firmemente, notando seu corpo inteiro tremendo, ainda
murmurando sem d¨²vida. ¡°In¨ºs¡¡±
Com um tom quase de s¨²plica.
Mas o carro partiu, sem sequer uma pausa para ele, e Noe Serpa assistia de olh
se afastava, sem qualquer for?a para ret¨º.
bertos enquanto
Noe Serpa cambaleou para tr¨¢s, girou a cabe?a e n?o conseguiu se conter, as l¨¢gri cairam
diretamente sobre o dorso da m?o de Dorival.
O homem solu?avao uma crian?a, ¡° se foi.¡±
Chapter 232
Chapter 232
Cap¨ªtulo 232
As pessoas se foram, n?o deixando nada para tr¨¢s.
Noe Serpa sentiu¨Cseo se tivesse sido abandonado. Dorival, embora normalmente n?o gostasse
da maneirao Noe Serpa tratava In¨ºs, n?o p?de deixar de sentir pena ao ver Noe Serpa tentando
desesperadamente reconquistar algo que j¨¢ estava perdido.
Ele disse. ¡°Sr. Serpa, deixa pra l¨¢.¡±
De que adiantava sofrer agora? Aquele que havia deixado In¨ºs para tr¨¢s, aquele era voc¨º mesmo.
Melhor esquecer, foi um rcionamento que chegou ao fim. Voc¨º errou, perdoou.
Mas Noe Serpa engasgou, a voz rouca e desesperada, ¡°Eu n?o permito! Eu absolutamente n?o
permito que outro homem a toque!¡±
era dele! Mesmo que n?o a quisesse mais, era dele! Os pertences de Noe Serpa nunca foram
tocados por outros! In¨ºs o amou por tantos anos,o poderia ser levada por um estranho que surgiu
do nada?
Seu orgulho o enganava repetidamente, tentando se consr, ¡°Imposs¨ªvel, imposs¨ªvel, n?o iria
fugir
Com os olhos vermelhos de raiva, depois de repetir essa frase in¨²meras vezes,o se estivesse
determinado, ele segurou for?a os ombros de Dorival, um olhar feroz capaz de matar, ¡°Traga
todos os bastidores do Gabrielo! Se ele ousar tocar na In¨ºs, eu farei ele se arrepender!¡±
Quando In¨¦s voltou para casa, ainda estava ofegante. Gabrielo, ao sair do carro, olhou para ataria
amassada eentou casualmente, ¡°Voc¨º ¨¦ bem forte.¡±
In¨ºs n?o respondeu. Chegando em casa, viu a express?o preocupada de Amado, provavelmente por
terem visto Noe Serpa, o que os deixou de mau humor. Gabrielo, que estava fnte naquele dia,
ainda perguntou, ¡°Voc¨º tem algum problema ele?¡±
In¨ºs continuou em sil¨ºncio, e depois de um longo suspiro, desabafou, ¡°N?o quero fr, tamb¨¦m n?o
quero cozinhar. Voc¨º vai ter queer macarr?o esta noite.¡±
Gabrielo ficou confuso, pensando por que at¨¦ o seu jantar estava em jogo, sentindo¨Cse injusti?ado
Mas quando o humor se refletiu em sua express?o, Gabrielo ainda escolheu levantar pregui?osamente
as p¨¢lpebras e sugerir. ¡°Vamos pedir delivery.¡±
In¨ºs respondeu, e de repente ele colocou o celr na frente d.
In?s perguntou, ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Gabrielo respondeu, ¡°Para voc¨º fazer o pedido.¡±
Amado pulou na conversa, ¡°O tio vai pagar?¡±
Gabrielo murmurou uma confirma??o indistinta.
Ele pensou um pouco e explicou, embora achasse cansativo fr tanto, ¡°Porque eu acabei instigando
o Noe Serpa,opensa??o eu pago o jantar para voc¨ºs.¡±
Amado, vendo In¨¦s ainda aborrecida, deu¨Clhe uma saida, ¡°Tio, deixa que eu fa?o o pedido! Minha m?e
deve estar naqueles dias!¡±
Gabrielo riu, ¡°Voc¨º sabe o que significa ¡®naqueles dias¡®?¡±
Amado respondeu. ¡°O mais velho da nossa s sempre f isso do professor, quando ele t¨¢ irritado.¡±
14:38
Capit 232
In¨ºs olhou para ele, ¡°Este tamb¨¦m ¨¦ o caso, mas n?o ¨¦ absoluto.¡±
Amado replicou, ¡°Entendi.¡±
Ap¨®s o jantar, que Gabrielo ajudou a escolher, e sem saber quanto havia custado. Ao terminar e
come?ar a limpar, encontrou um recibo de delivery Jogado no lixo.
Pegou o recibo e olhou para ele, incr¨¦d o valor de mais de oitocentos reais por quatro pratos¡
In¨ºse?ou a suspeitar ainda mais de quem Gabrielo realmente era, tal generosidade, ele n?o
poderia ser apenas um designer de jogos.
Recordando da ¨²ltima vez que ajudou Amado aprar aqu ca cara, In¨¦s sentia uma grande
desconfian?a dentro de si, quem realmente seria Gabrielo? Por que¡ se esconder¨ªa nesse cantinho
t?o pequeno?
Na manh? seguinte, Gabrielo, atipicamente, n?o ficou enrndo para levantar da cama, In¨¦s terminou
de escovar os dentes Justo quando ele, esfregando os cabelos, saiu do quarto. O homem vestia uma
camisa fina, curvava¨Cse e apertava os olhos estreitos e alongados, parecendo muito um daqueles
supermodelos que se v¨º nas revistas estrangeiras.
In?s observou Gabrielo por um tempo antes de finalmente perguntar, ¡°Gabrielo, quem voc¨º ¨¦, afinal?¡±
Gabrielo virou¨Cse. ¡°Por que est¨¢ me perguntando isso?¡±
In¨ºs franziu a testa, ¡°Eu sinto que voc.
n?o seja uma pessoaum.¡±
¡°Acertou, eu sou um vampiro.¡± Gabrielo disse casualmente, deixando In¨ºs sem saber se ria ou
chorava. Ele estava evitando responder diretamente?
Mas, independente de quem fosse Gabrielo, contanto que n?o representasse uma amea?a para a
exist¨ºncia de Amado, estava tudo bem. Observandoo ele agira nesses ¨²ltimos dias, apesar de
um tanto frio, n?o parecia ser de m? indole e tinha paci¨ºncia Amado; provavelmente, n?o
aconteceria algoo o sequestro da outra vez¡
pessoa
In¨¦s sentia que j¨¢ havia se assustado demais, ao ponto de qualquer pessoa identidade
desconhecida a deixar em alerta.
Hoje, eles iriam para a empresa para uma entrevista, que e Gabrielo fariam juntos. O pessoal do
est¨²dio dizia que os dois eram a cara da empresa, que dava muito prestigio, e que as pessoas ficavam
impressionadas ao verem que al¨¦m de bonitos sabiam fazer jogos ¨C era muito impressionante.
Hoje tinha que ir a empresa para uma entrevista, e Gabrielo iriam juntos. Eles disseram que
eram a cara da empresa, o que era um grande orgulho, as pessoas ficavam impressionadas quando
viam um casal bonitoo eles.
Ent?o, ambos chegaram no hor¨¢rio para a entrevista, bem cedo na empresa. O promisso estava
marcado para as nove, mas, por educa??o, eles chegaram as oito e meia. Gabrielc a um moletom
grosso e uma cal?a social, exibindo suas pernas longas e retas, parecendo um verdadeiro astro de
cinema.
Chapter 233
Chapter 233
Cap¨ªtulo 233
Luazinha entrou na s e observou Gabrielo curiosidade. ¡°Gabrielo, voc¨º fica t?o bonito quando
se arruma bem. Como ¨¦ que nunca tem garotas atr¨¢s de voc¨º?¡±
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Je, aodo, sorriu maliciosamente. ¡°Quem sabe ele goste de homens.¡±
Gabrielo revirou os olhos. ¡°Voc¨ºs fm demais¡¡±
¡°Bem, afinal, n¨®s estamos fazendo jogos de romance para garotas, precisamos ter muita imagina??o.
Recentemente, algumas f?s de boy¡¯s love est?o jogando nossos jogos e dizendo que querem que o
protagonista CEO e aquele grande astro do cinema estejam juntos. Acho essa ideia ¨®tima.¡°Je
girava a ca entre os dedos. ¡°Que tal eu desenvolver uma linha de romance homossexual?¡±
¡°Vamos esperar at¨¦ ter demanda no mercado.¡±
O dinossauro disse, ¡°Voc¨ºs dois devem se preparar. Dizem que hoje, al¨¦m da equipe do programa,
teremos tamb¨¦m uma celebridade da inte vindo para aproveitar a onda de popridade e,
segundo o que ouvi, eles querem que seja nossa porta¨Cvoz.¡±
In¨¦s sentia um sobressalto s¨® de ouvir a pvra influencer, pois ultimamente tinha se deparado
alguns que adoravam criar confus?o. desenvolveu uma avers?o instintiva, sempre a
sensa??o de que n?o vinha coisa boa por a¨ª.
E, de fato, quando o cliente chegou ¨¤s nove e e Gabrielo sa¨ªram para recepcion¨¢¨Clo, ficaram
perplexos. C¨¦lia estava l¨¢ sentada, uma express?o de arrogancia, olhando desd¨¦m para a
pequena empresa deles. pensou que estavam longe demais para ouvir, ent?o murmurou para seu
agente: ¡°Que jogo idiota ¨¦ esse? Nunca mais aceite representar jogos t?o desconhecidos no futuro.¡±
achava o jogo tedioso e n?o entendia por que tinha aceitado promover algo t?o sem sentido.
Ao ouvir essas pvras descaradas, Gabrielo e In¨ºs n?o ficaram nada contentes, mas mantiveram a
compostura e se sentaram no sof¨¢ em frente a eles, cumprimentando, ¡°Ol¨¢.¡±
A equipe de TV era mais amig¨¢vel e cumprimentou de volta. C¨¦lia, no entanto, agiao se fosse
superior, nem olhando diretamente para eles. S¨® quando viu In¨ºs, um sorriso maldoso surgiu em seu
rosto. ¡°Ora, ora, se n?o ¨¦ a antiga patricinha da Cidade Mar? Como foi parar num lugar desses?¡±
In¨ºs apertou os punhos, segurando a humilha??o de C¨¦lia, mas ainda mantendo o sorriso.
Gabrielon?ou um olhar furtivo para In¨ºs, que apenas cumprimentou a equipe de TV, deixando C¨¦lia
dedo. ¡°Ol¨¢, podemose?ar nossa entrevista.¡±
A equipe do programa olhou para C¨¦lia, medo de que explodisse. Vendo C¨¦lia um sorriso
ir¨®nico, eles s¨® puderam sorrir educadamente para In¨ºs e perguntar ao operador de camera:
¡°Podemose?ar? Como est¨¢ a ilumina??o aqui?¡±
¡°Est? boa, s¨® precisa de um pouco mais de luz.¡± O operador instruiu um assistent
egurar um refletor
na dire??o de In¨ºs e Gabrielo. Na lente da camera, os dois pareciam ter uma pele branca e impec¨¢vel,
sem nenhuma imperfei??o visivel, enquanto C¨¦lia, maquiada e uma base grossa, parecia inferior.
In¨ºs, uma maquiagem suave e natural, sorriu elegantemente, segurando seu roteiro. ¡°Ol¨¢, sou
uma das produtoras de ¡®Desenvolvimento do Amor¡®, meu nome ¨¦ Dawn.¡±
¡°E eu sou Gabrielo.¡±
14:38
Capitulo 233
¡°Em primeiro lugar, devo agradecer ¨¤ midia de entretenimento por nos dar essa oportunidade, e
tamb¨¦m ¨¤ Sra. Ramires, que aceitou o convite para prestigiar o evento conosco,¡±
In¨ºs, diante das cameras, manteve apostura, deixando dedo as desaven?as pessoais. Em
seguida, estendeu o microfone para C¨¦, que, inesperadamente, soltou uma risada sarc¨¢stica e
se recusou a aceit¨¢¨Clo.
C
Chapter 234
Chapter 234
Cap¨ªtulo 234
A atitude era um verdadeiro tapa na cara. C¨¦lia estava sentada aodo do produtor do programa
quando percebeu que a energia entre eles estava estranha, ent?o ele teve que intervir rapidamente
para amenizar a situa??o. ¡°Ol¨¢, ol¨¢, sou o produtor do programa. Hoje queremos saber algumas
informa??es exclusivas sobre o jogo que est¨¢ bombando, ¡®Desenvolvimento do Amor¡°.¡±
Seguindo o roteiro, agora era a vez de Gabrielo fr. Ele segurou sua impaci¨ºncia e perguntou: ¡°O
que voc¨ºs gostariam de saber de antem?o?¡±
Ele foi oportuno, e o tempo todos se soltaram,e?ando a inserir seus pr¨®prios t¨®picos na
conversa. A entrevista durou uma hora inteira, embora s¨® vinte minutos fossem aproveitados na
edi??o final. Durante todo esse tempo, C¨¦lia n?o dirigiu a pvra a In¨ºs. Quando os outros a
questionavam, respondia um sorriso, mas ignoravapletamente as perguntas de In¨ºs,
mantendo¨Cse s¨¦ria e indiferente.
O alvo desseportamento ficou ro para todos, mas ningu¨¦m quis apont¨¢¨Clo diretamente,
mantendo a harmonia do grupo. Ao final, o agente de C¨¦lia the entregou uma garrafa de ¨¢gua,
dizendo, ¡°Cece, qual foi a de hoje?¡±
C¨¦lia apenas riu. ¡°Vi uma pessoa que detesto aqui, me est¨¢ iodando.¡±
Todos sabiam a quem se referia.
C¨¦lia tinha uma r??o pr¨®xima Noe Serpa, ent?o ningu¨¦m ousava se meter quando queria
atacar algu¨¦m.
Esse tipo de coniv¨ºncia apenas alimentava oportamento cada vez mais insolente de C¨¦lia.
Depois de beber a ¨¢gua, ergueu as sobrancelhas e sorriu. ¡°In¨ºs, parece que voc¨º est¨¢ regredindo,
n?o ¨¦? N?o esperava encontr¨¢ em um lugaro este. O que aconteceu, foi abandonada por
Teodoro Farnese e Dionisio?¡±
Caramba! Isso foi muito direto?
Mas In¨ºs manteve apostura,o se C¨¦lia n?o fosse nada para , e perguntou friamente, ¡°A
entrevista acabou?¡±
O operador da camera rapidamente acenou a cabe?a. ¡°Est¨¢ tudo bem, est¨¢ tudo bem. Voc¨ºs
podem ir embora.¡°¡°Ent?o, por que tanto medo d?¡± C¨¦lia se levantou. ¡°Se houve algum erro, ¨¦ s¨®
dizer. De qualquer forma, tem muito tempo para seduzir homens, de vez em quando, coloc¨¢ em
um programa
Essas pvras carregadas de veneno seriam insuport¨¢veis para qualquer um, mas In¨ºs apenas sorriu
levemente, sem alterar sua express?o.
Dessa forma, parecia uma deusa inabal¨¢vel, enquanto C¨¦lia n?o passava de um palha?o tentando
provoc¨¢ sem sucesso.
Gabrielo disse: ¡°Vamos embora, j¨¢ terminamos aqui.¡±
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Quando C¨¦lia viu que Gabrielo estava de saida, estendeu a m?o para segur¨¢¨Clo e piscou, ¡°Gabriel,
est¨¢ livre esta noite? Quero conversar voc¨º.¡± nejava conquistar o homem para si e revr
todos os aspectos negativos de In¨ºs para ele.
Mas Gabrielo respondeu friamente, ¡°Voc¨º me conhece, por acaso?¡±
In¨¦s, um sorriso, interviu, ¡°Gabrielo, n?o fique bravo, mantenha a calma.¡±
Chapter 235
Chapter 235
Cap¨ªtulo 235
In¨ºs segulu Gabrielo de volta ao escrit¨®rio quando, por coincid¨ºncia, as pessoas se aglomeraram ali e
perguntaram: ¡°Como fol a entrevista? N?o teve nenhum problema?¡±
In¨ºs,o se tivesse esquecido do confronto anterior C¨¦lia, respondeu um sorriso. ¡°N?o,
n?o houve nenhum problema.¡±
No entanto, Gabrielo estava aodo, tomou um gole forte de caf¨¦ e disse indiferente: ¡°Teve um idiota
l¨¢.
Era a primeira vez que ouviam Gabrielo xingar algu¨¦m, o que foi uma novidade.
O interesse do Dinossauro Verde surgiu imediatamente: ¡°Quem ¨¦? Foi aquele influencer digital?¡±
Gabrielo foi direto para Wilson e perguntou: ¡°Quem foi que sugeriu C¨¦liao a garota¨Cpropaganda?¡±
Wilson olhou para ele e respondeu: ¡°Foi decis?o da chefia. Por qu¨º, voc¨º vai trocar?¡±
Gabrielo fez um som de desd¨¦m: ¡°Vou trocar.¡±
¡°Isso n?o est¨¢ nas minhas m?os¡°,mentou Wilson. ¡°Sou apenas um empregado aqui.¡±
Gabrielo ficou em sil¨ºncio, olhando para Wilson por um longo tempo, mas sem outra op??o, virou¨Cse
para cuidar de seus pr¨®prios assuntos.
Aquilo parecia um incidente isdo. In¨ºs n?o tinha interesse em se envolver C¨¦lia, pois, em sua
mente, a outra mulher estava apenas inveja.
era vistao uma pessoa cheia de artimanhas e sem escr¨²pulos, disposta a fazer qualquer
coisa por um homem. In¨ºs j¨¢ estava cansada de se defender. Afinal, explicar ¨¦ a coisa mais in¨²til do
mundo. Quando voc¨º precisa abrir a boca para explicar, sabe que quem est¨¢ do outrodo, mesmo
que j¨¢ tenha amado ou acreditado em voc¨º, perdeu toda a confian?a.
Verdadeiros amigos nunca precisam de explica??es.
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In¨ºs ent?o se sentou ee?ou a trabalhar noputador, mas n?o demorou muito at¨¦ que
aparecesse nos trending topics do X.
#Est¨²dio de Desenvolvimento do Amor, a misteriosa Deusa Dawn rev sua verdadeira identidade!#
#Dawn, o amanhecer da ind¨²stria de design.#
#Ex¨Cnamorado da Dawn#
#Os segredos amorosos inconfess¨¢veis de Dawn o yboy de Cidade Mar#
*Nossa, esse titulo parece de um romance er¨®tico. Totalmente sem limites, s¨® pra chamar aten??o¡°,
remou Luazinha enquanto navegava no X. ¡°A m¨ªdia ¨¦ sem vergonha, quem est¨¢ tentando nos
difamar? Quem trouxe o ex¨Cnamorado da In¨ºs ¨¤ tona?¡±
A pvra ¡°ex¨Cnamorado¡± fez In¨ºs franzir a testa: ¡°O que est?o dizendo?¡±
¡°Tem boato de que seu rcionamento o Sr. Serpa n?o ¨¦ ro, de qualquer forma, est?o fndo
mal de voc¨º.¡±
A express?o de In¨ºs mudou, mas Gabrielo interveio: ¡°¨¦ um troll.¡±
¡°Tamb¨¦m acho.¡± Luazinha entregou o telefone para In¨ºs. ¡°D¨º uma olhada.¡±
Sem sequer levantar os olhos, Gabrielo disse: ¡°Se tivesse namorado Noe Serpa, certeza
j¨¢
14:40
Capitulo 235
seria uma mulher rica.¡±
¡°Verdade¡°, disse Je um ar dram¨¢tico. ¡°Eu queria que In¨ºs tivesse uma hist¨®ria Noe
Serpa. assim eu poderia me agarrar a tamb¨¦m!¡±
¡°Hahaha, Je, voc¨º pode usar seu charme para atrair os homens¡°, brincou o Dinossauro Verde,
brincando um pequeno modelo de anatomia humana e posicionando¨Co em diferentes poses de
luta. ¡°Poxa, por que nosso est¨²dio s¨® tem genteum? Bem que podia aparecer um milion¨¢rio
disfar?ado para nos levar ¨¤s alturas. Eu queria viver a vida de um magnata. Se Noe Serpa gostasse
de homens, eu at¨¦ venderia meu corpo para ele.¡±
¡°As gargalhadas explodiram na s. ¡°Se eu fosse o Noe Serpa, preferiria ficar solteiro a ficar
voc¨º¡°, zombou Wilson, rindo ¨¤s gargalhadas. ¡°Gabrielo Noe Serpa ainda poderia ter uma
chance.¡±
Gabrielo arqueou a sobrancelha, ¡°Hm?¡±
Je e Luazinha, animaram¨Cse: ¡°Sim, pode ser, os dois s?o bem bonitos. Nos mang¨¢s, os
rcionamentos s?o sempre entre caras gatos.¡±
¡°Isso ¨¦ ¨®bvio. Assimo nas novs romanticas, os protagonistas t¨ºm que ser perfeitos. Por que
escrever¨ªamos sobre dois perdedores feios? Os protagonistas t¨ºm que ser perfeitos para satisfazer as
fantasias humanas, entende?¡± O dinossauro verde olhou para o modelo ee?ou a nejar no