Capítulo 372
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Ah, ent?o essa mulher já n?o tem nenhum valor aos seus olhos. Guilherme riu alto. Em seguida, ele
olhou lentamente para Liliane, dizendo. Você ouviu, n?o é? Você é apenas uma pe?a nas m?os desse
traidor. Usada e descartada! Sentimentos? Para ele, isso nem vale a pena mencionar! Por que se
preocupar em divulgar os problemas de sua m?e para ganhar a simpatia dele? Agora que você está
prestes a morrer, ele nem se dá ao trabalho de olhar para você!
Liliane ergueu os olhos para Guilherme e moveu os lábios, disse uma voz rouca:
Você n?o se sentementável também?
já havia explicado sobre a situa??o a m?e de William, mas as pessoas da familia Gabaldo
sempre foram teimosas e nunca acreditavam nas pvras dos
outros.
O que mais poderia explicar?
Por que eu devia me sentirmentável? – Questionou Guilherme, franzindo a testa.
Liliane riu desdém:
Seu filho mais querido colocou um enorme chifre em você e você consegue perdoar. Você n?o acha
issomentável? Zombou Liliane, sorrindo desdém.
Mal Liliane terminou de fr, Guilherme acertou um tapa furioso, rugindo;
– Se você quer tanto morrer, hoje eu realizo seu desejo!
Dito isso, ele arrancou a arma das m?os de um seguran?a e a apontou para a cabe?a
de Liliane.
Os olhos de William se arregram, o medo se espalhou por seu cora??o. Ele estava prestes a correr
na dire??o deles, quando a porta foi aberta e uma voz deteve a cena.
Pare!
Todos se viraram para ver Eduardo aparecendo uma express?o sombria na porta.
Após interromper Guilherme, Eduardo correu de imediato na dire??o de Liliane.
Ao ver os ferimentos causados p surra em Liliane, ele ficou sem saber por onde
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Ao ver Eduardo, Liliane sentiu seu nariz queimar, lágrimas escorreram por seus
olhos e murmurou:
Eduardo… Eu quero ir para casa….
A voz de Liliane era t?o fraca que quase n?o era audível.
Os olhos de Eduardo se tornaram vermelho, segurando as lágrimas, ele falou
uma voz trem:
– Está bem, eu vou te levar para casa.
Eduardo levantou Liliane, seus dentes cerrados, enquanto olhava frieza para
Guilherme.
Sr. Guilherme, hoje você ntou a semente da discórdia entre nós. Vamos acertar
as contas no futuro!
Dizendo isso, Eduardo se virou para sair.
Os seguran?as estavam prestes a impedir eles, mas Guilherme fez um gesto para
deixar eles irem.
Ele n?o esperava que Eduardo aparecesse de repente.
A posi??o da família Lima na Serafim era intocável e sua funda??o era mais sólida do que a família
Gabaldo!
Mesmo se ele quisesse impedir Eduardo, teria que considerar as possíveis
retalia??es da familia Lima.
Era apenas uma mulher, ele n?o iria criar um inimigo poderoso por causa disso!
Observando Eduardo segurando Liliane, as m?os de William estavam t?o cerradas que os nos dos
dedos ficaram brancos. Ele conteve a raiva no peito e se virou para sair da s. Um após o outro, eles
deixaram a Antiga Mans?o da familia Gabaldo,
Depois de colocar Liliane no carro, Eduardo se virou para encarar William, que s da Antiga Mans?o
da família Gabaldo.
Eduardo apertou os punhos, olhos avermelhados, se aproximando rapidamente de William. Com
um gesto rápido, ele desferiu um soco firme em seu rosto.
William! Você está cego para n?o ver a situa??o da Lili? Rugiu Eduardo,
incontrvelmente.
O rosto sempre refinado de Eduardo estava marcado por uma express?o totalmente
diferente.
William levantou a m?o, limpando o sangue do canto dosbios os dedos. Em seguida, ergueu o
olhar, encarando Eduardo frieza e dizendo devagar:
Por que você n?o pergunta a Liliane por que empurrou minha m?e para o olho
do furac?o?
Você realmente acha que a Lili faria algo assim? – Gritou Eduardo.
–
– Se faria ou n?o, tenho meu próprio julgamento. Disse William.
Ele se aproximou de Eduardo, os olhares de ambos faiscavam tens?o. O clima ao redor estava
carregado de eletricidade.
-Na Tinja que conhece t?o bem. O tempo que passou ao meudo é muito mais longo do que
ao seu! – Confrontou Eduardo.
Eduardo ainda queria golpear William, mas Joaquim se aproximou para interromper.