Capítulo 373
Eduardo afastou raiva a m?o de Joaquim, dizendo:
William! Um dia você se arrependerá das suas a??es hoje! A decis?o de Liliane de n?o voltar para
você está certa! Porque você nunca deu a um pingo de confian?a!
Após essas pvras, Eduardo se virou, entrou no carro e partiu levando Liliane
consigo.
William permaneceu imóvel, seu rosto bonito estava envolvido em uma sombra de
dor indescritivel.
Se n?o fosse pelos atos de Liliane,o ele poderia simplesmente ignorar ?
William apertou os lábios, respirou fundo, depois de desviar o olhar, se dirigiu ao
carro.
Sua figura solitária e ereta acrescentava uma pitada de mncolia invisível.
Liliane foi levada para o hospital. Ao ser transferida da s de emergência para o quarto, sua cabe?a
e corpo estavam envoltos em ataduras. Durante o processo de costura dos ferimentos, Liliane parecia
n?o ter sensa??o de dor, permaneceu silenciosa, sem expressar uma pvra, nem mesmo franziu a
testa.
nues
Eduardo estava angustiado, sem sabero consr . Ele sabia ainda n?o tinha conseguido
superar seus sentimentos por William. As pvras duras de William só machucaram ainda mais.
Ao anoitecer.
Marc, preocupada, foi visitar Liliane. Ao ver Liliane deitada na cama, imóvel e
sem vida,e?ou a chorar.
–
– Lili… Marc chamou voz embargada. Deve estar doendo muito….
Liliane piscou os olhos lentamente, virando a cabe?a para olhar para Marc e
esbo?ou um sorriso fraco, consndo:
N?o chore.
Marc chotou ainda mais. Segurando a m?o de Liliane, solu?ou
Eu disse que você n?o deveria ter voltado. Agora, veja o que aconteceu.
Marc, eu gostaria de pedir uma coisa a você, está bem? Disse Liliane, movendo
os dedos.
O que é? Diga, eu farei qualquer coisa por você! Perguntou Marc, fungando.
-Me ajude a cuidar das crian?as. N?o deixe que saibam que estou no hospital,
também n?o deixe Kerry saber. Deixe ele cuidar bem da empresa. – A voz de Liliane
SOOU TOUca.
As crian?as ainda n?o tinham superado a tristeza da morte de Marta. Liliane n?o
queria que eles se preocupassem mais.
Está bem, vou ajudar a cuidar deles até você sair do hospital, pode ficar tranqu! –
Concordou Marc.
Liliane assentiu e fechou os olhos.
O rcionamento entre e William podia terminar assim.
Sem mais interse??es, sem maisplica??es.
Liliane sentiu um aperto no peito, uma dor intensa, mas… Por que as pvras de
William n?o saíam de sua mente? Onde errou, afinal?
Depois que Marc saiu, Eduardoprou uma sopa leve para Liliane. Ele esfriou a sopa e a
ofereceu a Liliane. No entanto, bn?ou a cabe?a e perguntou:
Eduardo, sobre a festa de aniversário…
A m?o de Eduardo hesitou, ele abaixou os olhos e disse:
Lili, n?o pense nisso agora. Vamos discutir quando você estiver melhor, está bem?
Liliane apertou os lábios. A preocupa??o que tinha se concretizou.
Cada passo cuidadosamente nejado até aquele dia foi perturbado pelos problemas
da familia Gabaldo.
Será que o destino estava favorecendo Mavis, ou sua habilidade n?o era forte o
suficiente?
Mans?o B.
Marc entrou na casa carregando sua bagagem.
Kerry estava olhando o celr, enquanto aprendia a cozinhar. Ao ver Marc, ele
perguntou surpreso:
–
E a Liliane? Por que é você quem veio?
Marc respondeu um sorriso nervoso:
– Ah, a Lili está em uma viagem de negócios, n?o deu tempo de avisar vocês.
Kerry, perplexo, batendo os ovos, disse:
–
Estranho,o eu n?o sabia nada sobre a viagem de negócios?
Marc riu sem gra?a algumas vezes. Depois, olhou para os três pequenos que
n?o tinham sorriso nos rostos, suspirou de leve e disse:
– Bem, crian?as, sobre isso…
Antes de terminar, Ian encarou intensidade. Marc sentiu um arrepio, piscou os olhos,
nervosa e perguntou:
Ian, por que você está me olhando assim?
–
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