《Apè´¸s a Demiss?o Presidente faz de tudo por mim》 Cap铆tulo 1 ¨C Sr. William, j¨¢ saiu o resultado dos exames! A Srta. Liliane n?o teve nenhum tipo de atividade sexual at¨¦ o momento, todos os exames ginecol¨®gicos est?o normais, ¨¦ uma jovem limpa. Na porta da s de exames do hospital, o guarda-costas celr na m?o falou respeitosamente ao homem do outrodo da linha. Liliane Marques estava a cabe?a baixa, parada no corredor movimentado, tentando ignorar os olhares curiosos das pessoas ao redor. Sua m?e estava doente e seu pai tinha uma enorme d¨ªvida de jogos de azar. Com essas duas montanhas a pressionando, se viu obrigada a usar seu pr¨®prio corpoo uma moeda de troca para subir na cama de William. Ap¨®s um momento, a voz profunda e magn¨¦tica do homem veio do celr do guarda-costas: ¨C Traga-a para o Jardim Azul. ¡­ Jardim Azul. ¨¤ luz fraca, Liliane estava encolhida nervosamente sob os len?¨®is, nuao um ovo descascado. Aodo da cama estava um homem de beleza ipar¨¢vel, embaixo de suas sobrancelhas arqueadas tinha um par de olhos amendoados finos, que a encaravam de forma profunda e indiferente. Liliane sabia que ele era o William, o mandachuva da regi?o de Serafim. O homem puxou o len?ol de seda, revndo o corpo impec¨¢vel de Liliane diante de seus olhos escuros. Logo em seguida, seus beijos quentes ca¨ªram sobre . Quando a ¨²ltima barreira do corpo foi rompida, Liliane gemeu de dor. William mordeu os l¨¢bios d e ent?o sussurrou em seu ouvido: ¨C N?o chore, foi escolha sua. Lembre-se, nem todas t¨ºm o direito de transarigo¡­ De repente, Liliane acordou de seu sonho, ainda ecoando em seus ouvidos as pvras de advert¨ºncia do homem. virou lentamente a cabe?a e viu William dormindo ao seudo. Liliane se sentiu um pouco atordoada por um momento. Num piscar de olhos, e William j¨¢ se conheciam havia tr¨ºs anos. Durante esses tr¨ºs anos, foi sua secret¨¢ria pessoal. E tamb¨¦m, ndestinamente, sua amante. n?o imaginava que ainda sonharia a noite em que se conheceram p primeira vez¡­ Liliane massageou a cabe?atejante e estava prestes a se sentar quando o celr na mesa de cabeceirae?ou a tocar. William abriu os olhos e rapidamente se sentou, pegando o celr e atendendo. ¨C Diga. ¨C Ele aproximou o celr do ouvido, revndo um perfil n¨ªtido e anguloso. Mesmo assim, Liliane ainda conseguia ouvir a voz do outrodo da linha. ¨C Sr. William, verificamos e aqu mulher n?o ¨¦ a pessoa que o senhor est¨¢ procurando. Em um instante, os olhos profundos de William ficaram ainda mais escuros. Liliane olhou para o rosto sombrio do homem e sentiu um amargor no cora??o. Como amante de William por tr¨ºs anos, sabia que ele estava procurando por uma garota. Aqu garota o havia salvado quando era crian?a, depois desapareceu sem deixar rastros, mas William a manteve em seu cora??o at¨¦ hoje. Sentindo o olhar de Liliane, William virou a cabe?a em sua dire??o e disse a voz rouca: ¨C Saia! Liliane n?o disse nada. saiu da camao uma marie sem emo??es, pegou suas roupas no ch?o e foi descal?a para o quarto de h¨®spedes. Copyright by N?v/elDrama.Org. No banheiro, ligou o chuveiro e deixou a ¨¢gua cair em seu rosto. A atitude do homem a deixou triste, mas Liliane sabia muito bem que n?o tinha o direito de ficar triste. podia estar aodo dele apenas porque tinha uma pinta vermelha em sua orelha direita semelhante ¨¤qu garota. Aos olhos de William, era apenas uma substituta daqu amada que ele sempre procurou, apenas um brinquedo que ele poderia dispensar a qualquer momento, desde que pagasse o suficiente. ¡­ Quando Liliane saiu do banho, William tamb¨¦m saiu do quarto. Ele estava vestindo um terno de excelente corte, exndo elegancia e frieza. Sua beleza era hipnotizante. Os dois se encontraram e Liliane disse a eleo sempre: ¨C Vou fazer o caf¨¦ da manh?. William olhou friamente para Liliane e se virou para descer as escadas. Quando Liliane trouxe o caf¨¦ da manh? pronto, o assistente de William, Jorge, entrou p porta da frente. Ele colocou um saco preto rem¨¦dios na frente de Liliane, dizendo: ¨C Secret¨¢ria Liliane, seus rem¨¦dios. Liliane hesitou por um momento, colocou a refei??o na frente de William e respondeu indiferen?a: ¨C Certo. pegou umprimido branco e o engoliu, sem express?o no rosto. Ao ver Liliane engolir o rem¨¦dio, Jorge saiu da mans?o e esperou dodo de fora. Liliane deu uma olhada distante no rosto indiferente de William no sof¨¢ e o lembrou: ¨C Sr. William, o caf¨¦ da manh? est¨¢ pronto. William colocou o jornal dedo e se aproximou da mesa. Ele pegou a x¨ªcara de caf¨¦ e deu um gole antes de levantar os olhos pregui?osamente para olhar para Liliane. ¨C Ficar ao meudo ¨¦ uma escolha sua, mas eu disse desde o in¨ªcio que voc¨º precisa saber o seu lugar. Controle suas emo??es, o seu olhar est¨¢ muito ¨®bvio. ¨C Ele disse. Mesmo que Liliane fosse habilidosa em esconder suas emo??es, s sempre acabavam sendo revdas na frente de William. se sentou em frente a William, agindoo se nada estivesse acontecendo, segurando sua x¨ªcara de caf¨¦. ¨C O Sr. William est¨¢ preocupado demais. Estou apenas pensando sobre os nos para hoje e fiquei um pouco distra¨ªda. ¨C respondeu. E da¨ª se ele descobrisse? Bastava dar uma desculpa. n?o queria que todo o seu orgulho fosse consumidopletamente. William n?o disse mais nada. O clima durante o caf¨¦ da manh? estava muito pesado. ¡­ Oito horas da manh?. Dirigindo, Jorge levou os dois at¨¦ a entrada do pr¨¦dio da empresa. Como a empresa l¨ªder de Serafim, o pr¨¦dio da empresa de William se erguia no centro da cidade. Era imponente e arrogante, assimo ele. Enquanto Liliane se preparava para sair do carro, William repentinamente jogou um documento em suas m?os. ¨C Tem um evento esta noite, voc¨º vai me representar e participar. Se conseguir garantir o contrato Lucius, voc¨º receber¨¢ um b?nus de 500 mil reais. ¨C Ele disse. Liliane ficou paralisada, olhando chocada para o contrato em suas m?os. Para , aquilo era uma batata quente. Lucius Gales, o presidente da Empresa RT de Serafim, era conhecido por ser um tarado bissexual e extremamente manipdor em certos aspectos. Ningu¨¦m que ca¨ªsse em suas m?os sairia ileso do quarto. Se fosse sozinha, seriao uma ovelha colocando o pr¨®prio pesco?o na boca do lobo. Mas o b?nus de 500 mil reais era uma tenta??o irresist¨ªvel para . Com aquele dinheiro, poderia cobrir as despesas m¨¦dicas de sua m?e e pagar as d¨ªvidas de seu pai. ¨C Se voc¨º n?o quiser, pode recusar. ¨C Disse William um tom indiferente, olhando friamente para Liliane. Liliane ficou em sil¨ºncio por um momento e apertou firmemente o contrato em sua m?o, respondendo: ¨C Eu quero. Assim que terminou de fr, William soltou uma risada curta e fria. Embora ele n?o tivesse dito nada, Liliane sentiu que seu rosto estava cheio de desprezo por . De fato, aos olhos de William, Liliane era apenas uma mulher obcecada por dinheiro. ¡­ Ao entardecer. Liliane trocou de roupa, optando por algo conservador, mas elegante, e foi at¨¦ o Hotel Ares o contrato em m?os. Durante a meia hora de trajeto, Liliane estava se encorajando mentalmente. No entanto, quando entrou no elevador do hotel, ainda sentiu um panico incontrol¨¢vel. Isso porque, quando entrou em contato Lucius hoje, ele escolheu encontr¨¢ na su¨ªte presidencial, e n?o em uma das ss privativas do t¨¦rreo. As inten??es de Lucius eram ¨®bvias. Cap铆tulo 2 Logo, a porta se abriu. Lucius, seus cabelos curtos e loiros, vestindo um roup?o folgado, estava parado na porta. Em seu rosto razoavelmente bonito, seus olhos verde-esmeralda se fixaram firmemente em Liliane, como uma cobra olhando para sua presa. O cora??o de Liliane deu um salto repentino, mas, em busca dos 500 mil reais de b?nus, for?ou um sorriso e disse: ¨C Sr. Lucius, licen?a. Lucius deu de ombros e sorriu, se virando dedo. Com um portugu¨ºs n?o muito fluente, ele disse: ¨C Secret¨¢ria Liliane, h¨¢ muito tempo espero por voc¨º. O cora??o de Liliane batia descontrdamente, mas manteve a calma por fora. entrou na su¨ªte e colocou o contrato previamente preparado na mesa de centro. Enquanto isso, seu olhar perif¨¦rico vasculhou todos os objetos dispostos no quarto. Quando Lucius se sentou no sof¨¢ em frente a , Liliane desviou o olhar e manteve uma certa distancia, se sentando tamb¨¦m. Em seguida, Lucius estendeu um copo de bebida para . Liliane aceitou e tocou seu copo no de Lucius, dizendo: ¨C Agrade?o a gentileza, Sr. Lucius. Ummpejo de satisfa??o passou pelos olhos de Lucius. ¨C Secret¨¢ria Liliane, voc¨º ¨¦ bastante direta, sem rodeios. Eu gosto disso! Liliane for?ou um sorriso. Para garantir a assinatura do contrato, inclinou a cabe?a para tr¨¢s e bebeu o vinho tinto em seu copo. Observando a situa??o, Lucius expressou um olhar de pena. ¨C No entanto, beber apenas isso para me fazer assinar o contrato, parece um pouco f¨¢cil demais. Liliane j¨¢ esperava que Lucius n?o fosse t?o f¨¢cil de lidar. colocou o copo dedo e n?o respondeu ¨¤s pvras de Lucius. ¨C Ouvi dizer que o Sr. Lucius expressou interesse em uma poss¨ªvel cbora??o a nossa empresa Novitex h¨¢ algum tempo. Naturalmente, tamb¨¦m estamos cientes do poder da Novitex em todo o continente. Em vez de te dar o trabalho de procurar o Sr. William, por que n?o me permitir representar o Sr. William e vir at¨¦ voc¨º para assinar o contrato? Isso demonstraria nosso respeito por voc¨º, Sr. Lucius, concorda? O sorriso no rosto de Lucius diminuiu um pouco. Ele encarava Liliane, seu olhar cada vez mais afiado. Embora estivesse receosa por dentro, Liliane manteve a calma por fora. Usar William para pression¨¢-lo era sua ¨²nica op??o agora. O clima na s ficou um pouco pesado por um instante, mas durou apenas um momento. Lucius riu e disse: ¨C Secret¨¢ria Liliane, gosto de suas pvras. Se a Novitex est¨¢ me dando tanto prest¨ªgio, seria inaceit¨¢vel da minha parte n?o assinar esse contrato. Dito isso, Lucius pegou o contrato e a ca que estavam na mesa, deu uma olhada r¨¢pida no contrato e assinou seu nome. Liliane ficou surpresa por um momento. realmente n?o esperava que Lucius assinasse t?o prontamente. Mas quanto mais essa situa??o, menos Liliane podia se permitir baixar a guarda. Depois de assinar o contrato, Lucius o entregou para Liliane, dizendo: ¨C Pronto, te dei o que voc¨º queria. Agora voc¨º n?o deveria me fazerpanhia? A express?o de Liliane mudou ligeiramente e fingiu n?o entender: ¨C Sr. Lucius, acho que minha capacidade de beber n?o separa ¨¤ sua. ¨C Quem disse que quero que voc¨º me fa?apanhia para beber? ¨C Lucius disse e, de repente, se inclinou na dire??o de Liliane, agarrando seu pulso sem hesita??o. ¨C Secret¨¢ria Liliane, a Novitex s¨® me d¨¢ 3% de lucro. J¨¢ cedi nisso, ent?o s¨® posso tirar um pouco de proveito em voc¨º¡­ A mente de Liliane ficou em branco por um instante. O contrato¡­ Foi alterado?! Teria sido William quem fez isso? Afinal, esse contrato s¨® passou ps m?os de Liliane e William! Seu cora??oe?ou a congr gradualmente, mas neste momento, uma onda de calor inexplic¨¢vel percorreu seu corpo. Os olhos de Liliane se arregram ao olhar para o copo de bebida na mesa de centro. Se n?o estivesse enganada, Lucius certamente colocou algo na bebida! apertou os dentes for?a, usando todas as suas for?as para impedir a aproxima??o de Lucius. Ao ver a impaci¨ºncia nos olhos verde-esmeralda de Lucius, Liliane entendeu instantaneamente que ele nem mesmo poupou a si mesmo de bebida batizada! Sua for?a n?o era p¨¢reo para a de Lucius. Ao ver que ele estava prestes a beij¨¢, Liliane abaixou a cabe?a e mordeu for?a as costas de sua m?o. Lucius gritou de dor. Vendo sangue escorrendo da m?o mordida por Liliane, ele imediatamente ficou irritado e deu um tapa no rosto d. Esse tapa, Lucius usou toda a sua for?a. Ao mesmo tempo em que Liliane viu tudo escurecer diante de seus olhos, um sabor doce e met¨¢lico de sangue encheu sua boca. ¨C J¨¢ que voc¨º veio at¨¦ aqui, por que ainda est¨¢ fingindo ser inocente! ¨C Dito isso, Lucius pegou a garrafa de vodka da mesa de centro. Enquanto fva pvras sujas e inaud¨ªveis, ele segurou o rosto de Liliane e despejou ¨¢lcool em sua boca. A bebida entrou em sua boca e nariz, enchendo Liliane uma sensa??o intensa de sufocamento. lutou fricamente, mas n?o conseguiu se libertar do corpo de Lucius que a pressionava. Liliane estava ¨¤ beira de um cpso emocional, l¨¢grimas escorriam dos seus olhos teimosamente. deveria ter adivinhado! O b?nus de 500 mil era algo que nunca havia recebido durante os tr¨ºs anos em que trabalhou na Novitex! Mas enganou a si mesma, acreditando que William nunca seria cruel a ponto de empurr¨¢ para os bra?os de um pervertido! estava errada, errada por confiar demais em William! Content is ? by N?velDrama.Org. era sua confidente, mas ele sempre a tratarao um brinquedo descart¨¢vel que podia ser comprado dinheiro! Suas roupas foram rasgadas por Lucius. No ¨¢pice do desespero, Liliane avistou um vaso aodo. agarrou o vaso e o bateu toda a for?a na parte de tr¨¢s da cabe?a de Lucius. A dor intensa fez Lucius soltar imediatamente Liliane, ele segurou a cabe?a dolorida e amaldi?oou Liliane raiva: ¨C Sua vadia! Como voc¨º se atreve a me atacar! Cap铆tulo 3 Segurando a sensa??o intensa de tontura, Liliane n?o se esqueceu de pegar o contrato assinado da mesa de centro antes de fugir. Ao abrir a porta e sair correndo, de repente esbarrou em uma pessoa alta. Instintivamente, levantou a cabe?a e se deparou um rosto sombrio e extremamente familiar. Liliane instantaneamente ficou os olhos vermelhos. Com sua ¨²ltima energia, colocou o contrato no peito de William. Apesar de ter agarrado firmemente as roupas de William, seu corpo fr¨¢gil n?o p?de deixar de deslizar para baixo. Com uma voz fraca e rouca, murmurou: ¨C William, o contrato foi assinado, 500 mil de b?nus, n?o se esque?a de me dar¡­ Ao ver Liliane caindo, William imediatamente estendeu a m?o e a levantou do ch?o. Nesse momento, Lucius tamb¨¦m saiu do quarto. Ao ver William segurando Liliane, ele conteve seus impulsos e falou pacientemente: ¨C William! Me entregue aqu mulher! Ao ouvir isso, o ar gdo que j¨¢ emanava de William atingiu um grau negativo. Jorge, que estava logo atr¨¢s, imediatamente impediu Lucius e advertiu em tom severo: ¨C Sr. Lucius, esta ¨¦ a mulher do Sr. William, voc¨º ousa tocar n? A mente de Lucius ficou confusa, ele falou raiva: ¨C Como isso ¨¦ poss¨ªvel! Ent?o por que veio sozinha? Jorge deu um lembrete significativo: ¨C Voc¨º acha que a apari??o do Sr. William aqui ¨¦ apenas uma coincid¨ºncia? Lucius ficou instantaneamente atordoado, um n¨® na garganta. ¡­ No banco de tr¨¢s de um carro esportivo preto. Liliane, deitada sobre as pernas de William, de repentee?ou a mexer nas pr¨®prias roupas. Seus l¨¢bios rosados ofegavam enquanto murmurava para si mesma. Devido aos efeitos da bebida batizada, suas bochechas estavam vermelhas e a marca n¨ªtida do tapa ainda era bem chamativa. A luz dentro do carro era suave, as ¨ªris negras de William n?o mostravam qualquer emo??o, mas sua linha de mand¨ªb estava tensa. Ele apertou a m?o da mulher em sua palma, levantou o olhar e ordenou friamente: ¨C Avise o pessoal do departamento de projetos para interromper o financiamento do projeto em coopera??o Lucius, at¨¦ que ele venha nos implorar. Jorge entendeu perfeitamente que, uma vez que o Sr. William disse essa frase, mesmo que ele n?o participasse do projeto, Lucius n?o teria uma vida f¨¢cil. O Sr. William sempre afirmou que n?o gostava da secret¨¢ria Liliane, mas assim que a secret¨¢ria Liliane deixou a empresa e foi para o hotel, o Sr. William imediatamente mandou que ele a seguisse de carro. Com esse tipo deportamento, era dif¨ªcil acreditar que ele realmente n?o gostava d, n?o era? Jorge suspirou em seu cora??o. ¨C William, me ajude, por favor, me ajude¡­ Est¨¢ t?o quente¡­ ¨C De repente, Liliane segurou firmemente as roupas de William e o puxou em sua dire??o. Sua voz carregava sofrimento e ambiguidade, fazendo que os ouvidos de Jorge, no banco do motorista, tamb¨¦m ficassem ruborizados. Observando as gotas de suor incessantes na testa de Liliane e o pesco?o p¨¢lido exposto ap¨®s puxar a g da roupa, William semicerrou os olhos e disse voz profunda: ¨C Jorge, pare o carro, saia! Jorge cooperou prontamente, estacionando o carro e imediatamente indo para um lugar a cerca de dez metros de distancia, de costas para o ve¨ªculo. Dentro do carro, o olhar de William voltou a se concentrar em Liliane. O frio em seus olhos gradualmente se dissipou, substitu¨ªdo por um calor intenso. Ele a ajudou a sentar em seu colo. Apoiando a parte de tr¨¢s de sua cabe?a sua grande m?o, ele usou os l¨¢bios ligeiramente frios para sr seus l¨¢bios quentes e febris. ¡­ No dia seguinte. Liliane acordou meio sonolenta na cama, a garganta doendoo se estivesse queimada. Era uma dor prante. Aguentando a dor em seu corpo todo, se sentou na cama, franzindo o cenho enquanto observa o ambiente familiar ao seu redor. Ontem ¨¤ noite¡­ Como foi que voltou ali? ¨C Acordou? ¨C Uma voz rouca e familiar veio dodo, e o corpo de Liliane se contraiu instantaneamente. As mem¨®rias da noite passada inundaram sua menteo uma avnche. mordeu os l¨¢bios fortemente, o rosto ficando vermelho. Sim, se jogou em cima de William na noite passada, e se n?o fosse por ele, n?o teria conseguido escapar. Mas, apesar de tudo, cada problema devia ser tratado individualmente. A quest?o rcionada ¨¤ altera??o do contrato ainda precisava ser esrecida. Liliane respirou fundo, lutando contra a tontura, e se virou para encarar o olhar indiferente de William. ¨C Sr. William, quero te perguntar uma coisa: Por que voc¨º n?o me disse sobre a altera??o do contrato? William semicerrou os olhos. A seu ver, Liliane agora erao um ouri?o. Quando ele n?o a iodava, era obediente em todos os aspectos, mas se ele a irritasse, n?o cederia nem um pouco. William sorriu de canto, lembrando a frieza: ¨C Liliane, no seu primeiro dia na empresa, eu n?o te disse uma coisa? Como subordinada, voc¨º nunca tem o direito de questionar seu superior. Liliane ficou sem pvras. William jogou o cobertor para odo e estava prestes a explicar a quest?o do lucro para Liliane quando o celr aodo da camae?ou a tocar. Ele atendeu o telefone, apertou o viva-voz e come?ou a trocar de roupa, fndo: ¨C Diga. A voz de Jorge saiu do celr: ¨C Sr. William, acabamos de receber informa??es de nossa equipe, dizendo que uma mo?a na Cidade Pompeia se encaixa na descri??o da pessoa que voc¨º est¨¢ procurando. Vou enviar os detalhes por e- mail em breve. A m?o de William, que estava abotoando a camisa, parou por um momento, suas sobrancelhas franziram ligeiramente. ¨C Envie o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Text ? owned by N?velDrama.Org. Ap¨®s encerrar a liga??o, William fixou seu olhar em Liliane. ¨C Se voc¨º queria os 500 mil, ent?o devia saber que aquele contrato de ontem n?o seria t?o f¨¢cil de assinar. Ao ouvir isso, Liliane apertou firmemente o len?ol em suas m?os. Incapaz de refutar, baixou os olhos para esconder suas emo??es. Tanto o fato dele ainda estar procurando a sua verdadeira amada, quanto o fato de n?o t¨º informado sobre a altera??o do contrato, ambos a deixavam sem f?lego. No entanto, William estava certo. era apenas uma subordinada, que direito tinha de questionar seu superior? ¡°Liliane, Liliane¡­ ¨¦ t?o dif¨ªcil reconhecer seu lugar?¡±, debochou a si mesma mentalmente. Cap铆tulo 4 Ap¨®s o caf¨¦ da manh?, os dois foram juntos de carro para a empresa. Trinta minutos depois, o carro esportivo preto parou em frente ¨¤ entrada da empresa. Belongs to ? n0velDrama.Org. O motorista desceu respeitosamente para abrir a porta para William. Alguns segundos depois, o homem de pernas longas saiu do carro. Seu elegante sobretudo preto real?ava ao extremo a sua presen?a est¨¢vel e distinta. Com o sol radiante ao seu redor, ele parecia uma divindade, e sua aura poderosa afastava todos. William afrouxou um pouco a sua gravata os dedos brancos e longos, entregando os documentos em suas m?os para Liliane ao seudo. Em um instante, seus olhos profundos vacram levemente. William olhou para os l¨¢bios de Liliane, rosadoso p¨¦ts, por um longo tempo e, de repente, levantou a m?o, deslizando suavemente seu dedo ¨¢spero nos cantos dos l¨¢bios d, murmurando: ¨C Seu batom n?o est¨¢ bem passado. Ao dizer isso, ele j¨¢ terminou de apagar o batom borrado o polegar. A sensa??o calorosa e suave do toque fez as pups de Liliane tremerem. Ao ver sua pr¨®pria imagem confusa e desamparada nos olhos de William, Liliane recuperou rapidamente seus pensamentos. abaixou a cabe?a rapidamente e disse: ¨C Obrigada por me lembrar, Sr. William. Mesmo que seu cora??o estivesse acelerado, a voz de Liliane soava t?o est¨¢velo sempre. No entanto, sua cabe?a parecia estar ainda mais tonta¡­ William retirou a m?o e um sorriso apareceu em seus l¨¢bios finos. Ele virou seu corpo ereto e seguiu em dire??o ¨¤ empresa, sem hesitar. Ao mesmo tempo, Liliane acalmou a leve agita??o em seu peito, abriu seu tablet e o panhou rapidamente, rtando o agendamento do dia para William: ¨C Sr. William, ¨¤s nove horas tem uma reuni?o a alta dire??o¡­ ¨C Sr. William!! ¨C Antes que Liliane pudesse terminar de fr, a figura de uma mulher desconhecida se aproximou abruptamente. A mulher sen?ou diretamente em William, segurando firmemente a barra de sua roupa suas m?os p¨¢lidas, suplicando amargamente. ¨C Eu sei que voc¨º ¨¦ o Sr. William! Por favor, diga para o departamento de RH me deixar ficar, por favor! Eu realmente preciso deste emprego, por favor, me ajude! Um forte desd¨¦m surgiu nos olhos frios de William. Seu olhar se voltou para o seguran?a aodo e ele ordenou em voz baixa: ¨C Leve essa mulher embora! Ao ouvir isso, os seguran?as se aproximaram rapidamente. Eles agarraram as m?os da mulher e a arrastaram para fora da empresa. Mas a mulher agiuo se estivesse enlouquecida, usando toda a sua for?a para resistir aos seguran?as enquanto gritava: ¨C N?o me segurem, por favor, me deem um pouco de tempo para fr o Sr. William! Sr. William, apenas alguns minutos! Vendo que William j¨¢ estava mostrando descontentamento, os seguran?as aumentaram a press?o em suas m?os. Enquanto eram puxados, os cabelos da mulher bn?avam em ambos osdos do rosto. Sob a luz do sol, a pinta vermelha no l¨®bulo de sua orelha alva era muito chamativa. William deu apenas uma olhada e seus olhos ficarampletamente fixados. Ele imediatamente ordenou aos seguran?as: ¨C Parem! No momento em que os seguran?as pararam, a mulher aproveitou a oportunidade e correu rapidamente at¨¦ William. lutava para contrr seu corpo tr¨ºmulo. No instante em que levantou a cabe?a, as l¨¢grimas em seus olhos ca¨ªram silenciosamente. ¨C Sr. William, meu nome ¨¦ Mavis Souto, tenho algumas pvras para te dizer, por favor. Os olhos de William se fixaram no l¨®bulo da orelha dessa mulher um olharplexo, e sua voz suavizou um pouco involuntariamente: ¨C Venhaigo. A mulher agradeceu, emocionada: ¨C Muito obrigada, Sr. William! William se virou para Liliane e ordenou: ¨C Adie a reuni?o. Liliane abriu ligeiramente os l¨¢bios, mas engoliu as pvras que estavam prestes a sair. Observando William se afastar a mulher, Liliane sorriu amargamente e fechou a boca. ¡­ Ap¨®s lidar as tarefas que o homem havia delegado, Liliane voltou para seu escrit¨®rio. Antes mesmo de ter a chance de se sentar novamente, o cen¨¢rio ¨¤ sua frentee?ou a oscr. Liliane rapidamente estendeu a m?o para segurar a mesa aodo. Assim que se estabilizou, um zumbido ressoou em seus ouvidos, panhado at¨¦ mesmo pelo suave riso de Mavis,o um sininho de vento. Liliane olhou para o escrit¨®rio do presidente, a separando deles por uma ¨²nica parede de vidro. n?o sabia sobre o que os dois estavam conversando l¨¢ dentro, mas ps express?es felizes em seus rostos, talvez essa Srta. Mavis fosse a pessoa que William esteve procurando o tempo todo. Liliane suprimiu a amargura em seu cora??o, guardou seus pensamentos e se for?ou a se concentrar no trabalho ¨¤ sua frente. ¡­ ¨¤ tarde, o departamento de recursos humanos emitiu umunicado. Mavis foi contratada para o setor de design de vestimentas,o vice-gerente do setor de design. Ao ver esseunicado, Liliane sentiu uma leve sensa??o de azedo no nariz. Naqu ¨¦poca, conseguiu se tornar a secret¨¢ria-chefe aodo de William, gra?as ¨¤ pinta vermelha no l¨®bulo da sua orelha direita. Agora, a pessoa que ele realmente estava procurando voltou, e ele certamente n?o negligenciaria sua amada. Enquanto pensava nisso, um som de batida na porta veio da entrada. ¨C Secret¨¢ria Liliane? Liliane escondeu a tristeza em seus olhos, fechou a p¨¢gina dounicado e respondeu: ¨C Entre. A porta foi aberta e Jorge entrou uma express?o s¨¦ria, dizendo: ¨C Secret¨¢ria Liliane, o Sr. William me pediu para te dizer que voc¨º deve cuidar bem da vice-gerente Mavis. Liliane ficou atordoada. O setor de design de vestimentas n?o estava dentro de sua ¨¢rea de influ¨ºncia, ent?oo poderia cuidar de algu¨¦m que mal conhecia? Vendo que Liliane n?o respondia, Jorge continuou: ¨C O Sr. William tamb¨¦m disse para voc¨º ir ao setor de design e informar a eles para n?o dificultarem as coisas para a vice-gerente Mavis. As m?os de Liliane, que estavam em seu colo, se fecharam instantaneamente em punhos. Para n?o mostrar suas emo??es na frente de Jorge, desviou rapidamente o olhar e fingiu tranquilidade: ¨C Entendi. Cap铆tulo 5 Jorge olhou silenciosamente para Liliane por um momento, depois desviou o olhar e saiu. A porta do escrit¨®rio foi fechada novamente, e Liliane apoiou a testa na palma das m?os para esconder sua tristeza. As a??es de William deixaram ro que a pessoa quem ele realmente se importava tinha voltado, e era hora d,o substituta, abrir caminho. Ouviu-se um zumbido¡­ O som da vibra??o do celr na mesa trouxe Liliane de volta ¨¤ realidade. Ao ver ¡°Dr. Carlos Derte¡±, o nome do m¨¦dico principal de sua m?e, piscando na t, Liliane atendeu apressadamente. ¨C Dr. Carlos! ¨C Liliane falou nervosismo. ¨C Tem algo errado a minha m?e? Carlos respondeu: ¨C Liliane, voc¨º tem tempo para vir ao hospital agora? Content held by N?velDrama.Org. O tom ramente preocupado de Dr. Carlos fez Liliane se levantar imediatamente. ¨C Tenho! Estou indo agora mesmo! ¡­ Vinte minutos depois. Usando apenas uma camisa social, Liliane saiu do carro em frente ao hospital. Uma rajada de vento frio passou e Liliane espirrou de repente, se apressando em dire??o ao pr¨¦dio do hospital. Mas assim que saiu do elevador, viu um homem de jaqueta, parado em frente ¨¤ porta do quarto de sua m?e. Ele estava um cigarro na boca, parecendo arrogante enquanto conversava o Dr. Carlos. Assim que o viu, Liliane apertou os punhos e caminhou rapidamente em sua dire??o. O som dos passos fez tanto o Dr. Carlos quanto o homem virarem a cabe?a para olhar. Ao ver Liliane, o homem sorriu debochadamente: ¨C Ora, a secret¨¢ria Liliane est¨¢ aqui! Liliane olhou para o Dr. Carlos um olhar de desculpas e depois falou friamente para o homem que fumava: ¨C Seu Pereira, acho que deixei bem ro que mesmo que voc¨ºs queiram cobrar, n?o devem vir cobrar no quarto da minha m?e aqui no hospital. Seu Pereira deu uma tragada no cigarro e disse: ¨C Seu pai est¨¢ desaparecido de novo, se n?o viermos atr¨¢s da sua m?e, quem mais podemos procurar? Liliane segurou a raiva em seu cora??o e perguntou a Seu Pereira: ¨C Quanto ¨¦ dessa vez? ¨C N?o ¨¦ muito, trinta mil, incluindo os juros! A express?o de Liliane ficou sombria: ¨C No m¨ºs passado eram apenas quinze mil! Seu Pereira riu friamente e olhou para Liliane. ¨C Nesse caso, voc¨º precisa perguntar ao seu pai. O contrato de empr¨¦stimo est¨¢ aqui, voc¨º conhece a letra dele. Eu s¨® estou cobrando o dinheiro que ¨¦ devido. Ap¨®s fr, Seu Pereira tirou o contrato de empr¨¦stimo e entregou a Liliane, para ver. Liliane estava raiva, mas n?o encontrou argumentos para rebater. Afinal, seu pai tinha um v¨ªcio em jogos de azar e estava sempre pedindo dinheiro emprestado para apostar. Nos ¨²ltimos anos, sempre que terminava de pagar uma d¨ªvida antiga, aparecia uma nova. Enquanto o dinheiro n?o fosse devolvido, esses credores viriam at¨¦ sua m?e. Considerando que sua m?e n?o podia suportar estresse no momento, Liliane escolheu engolir seu orgulho e disse: ¨C Est¨¢ bem! Vou te dar o dinheiro! Mas se voc¨ºs ousarem vir ao hospital novamente, n?o esperem receber nem um centavo sequer de mim! Depois de fr, Liliane pegou seu celr e escaneou o c¨®digo Pix de Seu Pereira, transferindo diretamente trinta mil para ele. Ao receber o dinheiro, Seu Pereira bn?ou o celr e foi embora sem enr??es. Dr. Carlos olhou preocupado para Liliane,entando: ¨C Liliane, isso n?o resolve o problema, voc¨º vai ficar sempre sob press?o. Liliane sorriu amargamente: ¨C Apesar de tudo, ele ¨¦ meu pai. Ao ver o rosto p¨¢lido de Liliane, Carlos franziu a testa levemente, questionando: ¨C Voc¨º n?o est¨¢ se sentindo bem? ¨C N?o, estou bem¡­ ¨C bn?ou a cabe?a, mas sua mente ficou tonta por um momento, quase perdendo o equil¨ªbrio. Carlos rapidamente estendeu a m?o para segur¨¢, mas ao tocar sua pele quente, ele hesitou por um instante, perguntando: ¨C Liliane, voc¨º n?o percebeu que est¨¢ febre? Uma express?o raramente repreensiva apareceu em seu rosto normalmente gentil. Liliane puxou o bra?o de volta e tocou seu rosto quente, respondendo: ¨C Estou ocupada demais o trabalho e n?o prestei muita aten??o. Vou tomar alguns rem¨¦dios depois, obrigada, Dr. Carlos. Vou entrar e ver minha m?e. Depois de fr, contornou Carlos e entrou no quarto do hospital. Dentro do quarto, ao ver o rosto p¨¢lido e encovado de sua m?e devido ¨¤ doen?a, Liliane sentiu uma onda de tristeza em seu cora??o. piscou os olhos rapidamente, e s¨® se aproximou depois de rpor suas emo??es. ¨C M?e, j¨¢ terminou os soros de hoje? ¨C Perguntou Liliane. F¨¢tima Aintablian, deitada na cama, virou lentamente a cabe?a e olhou para Liliane express?o de afli??o, dizendo: ¨C Seu pai est¨¢ causando problemas para voc¨º novamente. Liliane sorriu despreocupadamente e, enquanto servia um pouco de ¨¢gua morna no copo de F¨¢tima, disse: ¨C N?o se f mal da pr¨®pria fam¨ªlia. Quanto mais Liliane mostrava maturidade, mais sufocada F¨¢tima se sentia em seu cora??o. Depois de um momento de sil¨ºncio, e?ou: ¨C Lili, saia dessa casa. A m?o de Liliane que segurava o copo parou por um momento. ¨C N?o diga mais isso, voc¨º ¨¦ minha m?e, n?o posso te abandonar. ¨C Ent?o voc¨º quer que as d¨ªvidas do seu pai te arru¨ªnem? ¨C F¨¢tima de repente ficou um pouco exaltada. Liliane sorriu levemente, tentando parecer despreocupada: ¨C M?e, meu sal¨¢rio anual n?o ¨¦ baixo. Voc¨ºs me criaram at¨¦ agora, agora ¨¦ minha vez de cuidar de voc¨ºs, n?o ¨¦? F¨¢tima franziu a testa e falou voz severa: ¨C Cuidar de seus pais n?o devia arruinar sua vida! Eu sei muito bemo meu corpo est¨¢, a morte ¨¦ certa! Se voc¨º me ouvir, se mude para bem longe daqui! ¨C M?e! ¨C Liliane segurou a m?o de F¨¢tima urg¨ºncia. ¨C Eu te prometo que vou cuidar de mim mesma, est¨¢ bem? F¨¢tima olhou para Liliane e viu uma n¨¦voa nos olhos d, o que a deixou muito desconfort¨¢vel. Maso poderia suportar a ideia de deixar a filha lidar sozinha tantas d¨ªvidas? sabia muito bem o tipo de pessoa que era seu marido. Ele havia passado toda sua vida apostando e erao um po?o sem fundo! Ao pensar nisso, F¨¢tima fechou os olhos, suspirou profundamente e disse: ¨C Lili, tem algo que eu preciso te contar. Cap铆tulo 6 Liliane disse: ¨C Voc¨º f, estou ouvindo. F¨¢tima abriu os olhos e olhou para o teto, apertando os l¨¢bios e respirando fundo antes de dizer: ¨C Lili, na verdade, voc¨º n?o ¨¦¡­ Antes que pudesse terminar a frase, uma pessoa entrou p porta trope?ando e a interrompeu: ¨C Ah, minha esposa! Quando s se viraram para olhar, o homem j¨¢ havia entrado passosrgos na s. Ele estava impregnado o cheiro forte de ¨¢lcool e cigarro, a barba por fazer, e foi at¨¦ a cama, se sentando em frente ¨¤ Liliane. ¨C Ent?o, Seu Pereira n?o te iodou? ¨C Ele perguntou. F¨¢tima olhou repulsa para ele, remando: ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?! Voc¨º n?o acha que j¨¢ nos causou problemas suficientes? Nelson Marques estalou os l¨¢bios algumas vezes e levantou as p¨¢lpebras, olhando para Liliane e dizendo: ¨C Filha, saia primeiro, vou conversar um pouco sua m?e e depois vou embora. Liliane olhou preocupada para F¨¢tima, mas seu pai raramente voltava para casa, ent?o deveria dar espa?o para que eles conversassem. Portanto, se levantou da cadeira e deu a ele um aviso: ¨C N?o deixe a m?e irritada. Nelson acenou repetidamente concordando, e Liliane saiu do quarto, olhando para tr¨¢s v¨¢rias vezes antes de fechar a porta. No momento em que a porta se fechou, a express?o preocupada desapareceu do rosto de Nelson. Ele olhou para F¨¢tima indiferen?a e sussurrou: ¨C Vou te fr, hein? Voc¨º n?o pode fechar essa sua matraca? F¨¢tima ficou raiva nos olhos e rugiu entredentes: ¨C Nem pense mais em usar essa crian?a para seus pr¨®prios prop¨®sitos! Nelson riu friamente: ¨C Eu a criei meu dinheiro, agora s¨® estou pedindo um pouco de dinheiro de volta, algum problema? Contanto que voc¨º fique quieta, n?o teremos problemas. Mas se voc¨º fr, n?o me culpe por fazer Liliane perder esse emprego! Com o corpo todo tremendo, F¨¢tima agarrou o len?ol e disse: ¨C Nelson! Voc¨º ¨¦ simplesmente desumano! Nelson n?o se importou: ¨C Isso mesmo, sou desumano, ent?o controle sua boca. Se voc¨º disser algo que n?o deveria, nenhum de n¨®s vai se sair bem! Depois de dizer isso, Nelson saiu do quarto sem olhar para tr¨¢s. Ao abrir a porta e ver Liliane ainda parada ali, Nelson rapidamente mudou sua express?o. ¨C Lili, seu pai est¨¢ indo embora! Considere o dinheiro de hojeo um empr¨¦stimo para o pai. Ao ouvir isso, Liliane levantou a cabe?a cansada, mas antes que pudesse fr, Nelson se virou e saiu. Liliane suspirou, se endireitou e se preparou para voltar para o quarto. Mas seu celr no bolso vibrou novamente. pegou o celr e, ao ver que era uma liga??o de William, seu cora??o apertou, e atendeu por impulso. ¨C Onde voc¨º est¨¢? ¨C A voz que saiu do receptor era profunda e fria. Liliane deu uma olhada para dentro do quarto de sua m?e e sussurrou baixinho: ¨C Tive uma emerg¨ºncia. William ficou em sil¨ºncio por um momento antes de dizer: ¨C Ent?o, eu te pedi para cuidar do assunto da Mavis, e voc¨º n?o fez isso, certo? Liliane sentiu um leve azedo no nariz. Ele estava ligando para repreend¨º por isso? Bem, deixando dedo o fato de que era apenas um brinquedo para ele, sua posi??o ainda era de secret¨¢ria-chefe. n?o tinha cumprido uma tarefa que ele havia delegado anteced¨ºncia, era culpa d. Liliane respondeu baixinho: ¨C Desculpe, Sr. William, vou ligar para o gerente do departamento de design agora mesmo. ¨C N?o precisa¡­ Antes que William pudesse terminar de fr, a voz de Carlos surgiu atr¨¢s d: ¨C Liliane. ¨C Ao ouvir Carlos, se virou e ele lhe entregou uma cart de rem¨¦dio. ¨C Rem¨¦dio antit¨¦rmico, tome logo, voc¨º est¨¢ uma apar¨ºncia p¨¦ssima. Liliane esbo?ou um sorriso fraco, pegou o rem¨¦dio de forma educada e disse: ¨C Obrigada, Dr. Carlos, vou transferir o dinheiro para voc¨º mais tarde. Carlos sorriu e apontou para o celr que estava aodo da orelha de Liliane, dizendo: ¨C Se ocupe a¨ª. Liliane assentiu e voltou sua aten??o para o celr: ¨C Sr. William, o que voc¨º acabou de dizer? Depois de esperar por um momento sem ouvir resposta, Liliane abaixou o celr e olhou para a t. A chamada havia sido encerrada sem que percebesse. No entanto, seguindo as instru??es de William, Liliane informou a gerente do departamento de design sobre a situa??o. A gerente Marc e a Liliane se formaram na mesma universidade e tinham um bom rcionamento l¨¢, ent?o para que cuidassem bem da Mavis era apenas uma quest?o simples. Marc, do outrodo da linha, parecia um pouco irritada: ¨C Lili, por que voc¨º ainda est¨¢ preocupada ? terminou o expediente pontualmente. Liliane franziu o cenho. Se era assim, por que William ainda fez aqu liga??o? E nesse mesmo momento¡­ Ap¨®s encerrar a liga??o, William estava sentado no carro uma express?o sombria, uma nuvem de d¨²vidas pairando sobre suas sobrancelhas frias. O homem do outrodo da linha acabou de pedir que tomasse um rem¨¦dio antit¨¦rmico, quando ficou febre? estava febre e mesmo assim continuou trabalhando sem tirar folga, mas logo se virou para contar a outro homem? O tal do Dr. Carlos¡­ Ap¨®s ponderar por um momento, William olhou de repente para Jorge, que estava dirigindo: ¨C A Liliane tem algum parente internado? Jorge respondeu honestamente: ¨C Ouvi dizer que a m?e da secret¨¢ria Liliane est¨¢ internada cancer uterino, mas n?o tenho informa??es detalhadas sobre a situa??o atual. A testa de William se contraiu instantaneamente: ¨C n?o mencionou uma pvra sobre isso. Jorge n?o p?de deixar de pensar sarcasticamente, ¡°quem mandou o senhor s¨® ter olhos para sua amada desaparecida? E ainda sempre foi teimoso a secret¨¢ria Liliane¡±. Pensando nisso, Jorge decidiu aproveitar a oportunidade para dizer algumas pvras em defesa de Liliane: Belongs to ? n0velDrama.Org. ¨C Sr. William, a secret¨¢ria Liliane est¨¢ passando por tempos dif¨ªceis, em sua fam¨ªlia¡­ Antes que pudesse terminar, o celr de Williame?ou a tocar. Era Mavis ligando. Ele havia reservado um restaurante especialmente esta noite, atrav¨¦s de Jorge, paraemorar ter encontrado a jovem que sempre esteve procurando. E neste momento, o carro esportivo preto j¨¢ havia estacionado na porta do restaurante. Cap铆tulo 7 William suprimiu qualquer preocupa??o desnecess¨¢ria e saiu do carro, dizendo indiferen?a: ¨C Esta noite, voc¨º vai levar rem¨¦dios para e informar ao departamento de RH para dar a tr¨ºs dias de folga. ¨C No final, ele acrescentou de repente. ¨C Contrate tamb¨¦m uma empregada para cuidar da alimenta??o e das necessidades di¨¢rias d durante esse per¨ªodo. ¨C Sim, Sr. William! ¨C Jorge assentiu, desviando seu olhar para a jan panoramica do restaurante de forma inconsciente. Ao ver a imagem de Mavis sorridente, fazendo o pedido em um restaurante de luxo, at¨¦ mesmo Jorge sentiu uma mistura de sentimentos. ¡­ Naqu noite, Liliane n?o voltou para a mans?o de William. Em vez disso, tomou o rem¨¦dio e dormiu na cama de panhante do hospital at¨¦ acordar naturalmente. Quando se virou, notou uma agulha em seu dorso da m?o. Vendo que Liliane acordou, F¨¢tima disse apressadamente: ¨C Lili, n?o se mexa. Voc¨º estava febre e o Dr. Carlos colocou soro em voc¨º. Liliane assentiu e tentou se sentar certa fraqueza. ¨C Voc¨º, minha crian?a, n?o deveria ter escondido que estava febre. E ainda est¨¢ usando uma blusa t?o fina. ¨C F¨¢tima n?o p?de deixar de remar, mas Liliane sentiu uma onda de calor no cora??o ao ouvir isso. suavizou as sobrancelhas franzidas e virou a cabe?a para olhar para F¨¢tima, fazendo manha: ¨C Mam?e, estou fome. F¨¢timan?ou um olhar de reprova??o para Liliane, dizendo: ¨C A enfermeira vai trazer algo para voc¨ºer daqui a pouco, tenha um pouco de paci¨ºncia. Voc¨º sempree fora de hora e precisa aprender uma li??o para ser mais pontual. Antes que pudesse terminar de fr, a enfermeira Am¨¦lia entrou segurando uma grande garrafa t¨¦rmica. Vendo que Liliane j¨¢ tinha acordado, Am¨¦lia levantou o queixo na dire??o da porta e perguntou: ¨C Lili, tem dois homens bonitos dodo de fora. S?o seus amigos? Liliane ficou at?nita: ¨C Amigos? De repente, a imagem de William cruzou sua mente, e Liliane ficou imediatamente alerta. Antes que pudesse dizer algo, o som de passos veio da porta. Jorge apareceu e disse a Liliane: ¨C Secret¨¢ria Liliane, por favor, venha um momento. Liliane assentiu e prontamente retirou a agulha de sua m?o antes de sair da cama. F¨¢tima exmou, preocupada: ¨C Lili, o que voc¨º est¨¢ fazendo?! ¨C M?e, eu j¨¢ volto para te explicar! Dito isso, Liliane seguiu Jorge para fora do quarto, indo em dire??o ao corredor da ¨¢rea de descanso. William estava fumando, o rosto bonito e sombrio,o se algu¨¦m tivesse o irritado. Liliane chegou perplexa diante dele e chamou baixinho: ¨C Sr. William. William ergueu os olhos friamente e perguntou: ¨C Por que voc¨º n?o voltou? Liliane baixou os olhos e respondeu: ¨C Eu estava doente. William respondeu friamente: ¨C Voc¨º est¨¢ doente, e at¨¦ perdeu a voz? N?o sabia que deveria me contar? Liliane franziu a testa e disse: ¨C N?o, eu tomei rem¨¦dio e acabei dormindo, n?o foi de prop¨®sito n?o dizer. A raiva se intensificou nos olhos de William, e sua voz ficou ainda mais fria quando perguntou: ¨C Ent?o, voc¨º tomou o rem¨¦dio e n?o disse, ou voc¨º intencionalmente queria ficar perto de outro homem e n?o quis dizer, hein? Liliane levantou a cabe?a abruptamente, olhando para ele incredulidade: ¨C Que homem? William estreitou os olhos,o se fossem po?os congdos h¨¢ milhares de anos, e disse friamente: ¨C N?o deveria ser eu perguntando isso para voc¨º? Antes que Liliane pudesse entender, uma voz suave e familiar ecoou em seus ouvidos: ¨C Liliane? Num instante, Liliane se lembrou de repente que, antes de a liga??o ser interrompida ontem, falou com o Dr. Carlos! O homem mencionado por ele, seria o Dr. Carlos? Liliane olhou para Carlos se aproximando e depois para William, cujos olhos estavam cheios de sarcasmo. Explicar parecia desnecess¨¢rio. Sen?o, por que ele estaria aqui hoje? Carlos se aproximou e olhou para a m?o de Liliane que estava sangrando porque n?o havia pressionado a ferida corretamente ao arrancar a agulha de soro. Ele franziu a testa e lembrou Liliane: ¨C Voc¨º est¨¢ sangrando. De acordo o tempo, voc¨º provavelmente ainda n?o terminou de tomar o soro. Liliane olhou para baixo e rapidamente pressionou o pequeno buraco da agulha, dizendo: ¨C Obrigada, Dr. Carlos, eu vou cuidar disso. Carlos suspirou preocupado e depois encostou as costas da m?o na testa de Liliane. ¨C A febre diminuiu, mas voc¨º ainda precisa descansar. Belongs to ? n0velDrama.Org. Com medo de William interpretar mal, Liliane rapidamente virou a cabe?a e desviou o olhar, dizendo: ¨C Eu entendi. Carlos suspirou impotentemente e colocou as m?os nos bolsos, olhando diretamente para William ao lado, que estava uma express?o sombria. Com um tom suave e educado, Carlos disse: ¨C Senhor, a paciente precisa descansar, pe?o que reduza o tempo de conversa de voc¨ºs. William ergueu os olhos calmamente e encontrou o olhar de Carlos, dizendo: ¨C ¨¦ a primeira vez que vejo um m¨¦dico capaz de medir a temperatura da paciente precis?o sem depender de instrumentos. Carlos curvou os olhos ligeiramente ao sorrir: ¨C Com base na minha vasta experi¨ºncia cl¨ªnica, ¨¤s vezes ¨¦ poss¨ªvel economizar tempo perturbando menos os pacientes. Nas duas curtas frases de Carlos, a pvra ¡°perturbar¡± estava em destaque. Isso deixou Liliane tensa ao ouvir. sabia que o Dr. Carlos estava fndo por , mas quem era William? Ele era conhecido em Serafim por ser um homem cruel e imc¨¢vel. Sempre que ele se irritava, toda a Serafim tremia. Se o Dr. Carlos irritasse William, ele poderia perder este emprego a qualquer momento. Para acalmar a situa??o, Liliane interveio rapidamente: ¨C Dr. Carlos, este ¨¦ o meu chefe. V¨¢ cuidar das suas coisas primeiro. Eu tenho que discutir alguns assuntos de trabalho ele! Cap铆tulo 8 Dr. Carlos desviou o olhar dele, olhou para Liliane, assentiu e saiu. Jorge sabia que n?o era apropriado ficar ali e, de forma sensata, caminhou at¨¦ a entrada do elevador para esperar. O clima entre os dois ficou silencioso, deixando Liliane desconfort¨¢vel porpleto. e?ou a fr: ¨C Sr. William¡­ ¨C O que voc¨º espera conseguir tudo isso? ¨C William a interrompeu abruptamente em um tom frio. Ele se virou, um ro tom de esc¨¢rnio em seus olhos. ¨C Conseguir a minhapaix?o? Liliane ficou confusa por um momento. ¨C Sr. William, n?o entendo o que voc¨º quer dizer! William olhou para baixo para Liliane, que era quase uma cabe?a mais baixa que ele, e seu rosto bonito estava cheio de frieza. Seu olhar erao gelo fino, e sua voz era g¨¦lida: ¨C Voc¨º n?o acha infantil usar t¨¢ticas de pena? Ou ser¨¢ que o dinheiro que voc¨º recebeu de mim n?o foi suficiente, e voc¨º ainda quer seduzir um m¨¦dico para tratar sua m?e de gra?a? As pvras de William foramo facas, perfurando for?a o cora??o de Liliane. A dor quase a deixou sufocada. nem mesmo sabia que estava doente,o poderia fingir? As a??es gentis dele ontem tamb¨¦m foram falsas, n?o foram? Doe?o ao fim, era apenas uma mulher vulgar e interesseira aos olhos dele! Liliane apertou as m?os for?a, se mantendo calma. sorriu levemente e perguntou em resposta: ¨C Sr. William, que tipo de resposta voc¨º espera de mim? A resposta distante e padr?o de uma secret¨¢ria s¨® aumentou a raiva no peito de William. Ele deu um passo em dire??o a Liliane, seus olhos afiadoso uma ¨¢guia vasculhando as emo??es em seu rosto. ¨C Se voc¨º quer dinheiro, ent?o fa?a o seu trabalho corretamente. Se voc¨º ousar se envolver outros homens enquanto nosso rcionamento n?o terminou, ¨¦ melhor considerar as consequ¨ºncias! ¨C Disse ele. Liliane quase cavou suas unhas na palma da m?o, mas sua voz permaneceu calma e tranqu: ¨C Sr. William, est¨¢ escrito ramente no contrato. Quando a sua amada voltar, o contrato termina, ent?o eu tamb¨¦m tenho a liberdade para encontrar outra pessoa! Esse era o temperamento de Liliane. raramente contestava William. Mas aos olhos de William, era apenas uma pessoa que aceitava tudo sem questionar. Essa era a primeira vez que Liliane o retrucava tanta firmeza. O corpo alto do homem se aproximou de repente, e seus dedos seguraram o queixo do um alicate. ¨C Liliane, quem te deu tanta coragem? Os olhos de Liliane ficaram vermelhos. havia sido obediente por tantos anos, e s¨® por retrucar dessa vez, despertaria tanta raiva nele? Um sorriso frio apareceu nos l¨¢bios de Liliane. ¨C Obrigada pelo elogio, Sr. William. ¨C disse. William apertou mais for?a, rugindo: ¨C Voc¨º quer terminar o contrato mais cedo, n?o ¨¦? Liliane, eu n?o vou conceder o seu desejo! Depois de fr, William retirou a m?o. A raiva em seus olhos se transformou em repulsa em um piscar de olhos, e ele empurrou for?a Liliane e saiu a passosrgos. Liliane, empurrada contra a parede, deslizou lentamente para baixo, as l¨¢grimas escorrendo sem controle. ¡­ Depois de se acalmar, Liliane voltou para o quarto do hospital e passou mais algumas horas sua m?e, antes de voltar para sua pr¨®pria casa. A casa d estava em um antigo bairro. Originalmente, haviaprado um apartamento para sua m?e em um bairro mais moderno, mas seu pai o vendeu para pagar d¨ªvidas. Agora, restava apenas esta casa de reassentamento velha, pequena e menos de sessenta metros quadrados. Liliane subiu at¨¦ o segundo andar e abriu a porta. Um forte cheiro de ¨¢lcool atingiu seu nariz. ficou parada na entrada, olhando para as garrafas de bebida espalhadas pelo ch?o, suspirando impotentemente. Depois de arrumar tudo, Liliane se sentou em frente aoputador, mas logo recebeu uma mensagem: Content held by N?velDrama.Org. ¡°Nix, voc¨º est¨¢ demorando demais desta vez. Meu chefe est¨¢ ficando irritado!¡± Liliane respondeu: ¡°Desculpe, tive alguns problemas recentemente. Por favor, me d¨º mais meia hora.¡± Depois de enviar a resposta, Liliane mergulhou no trabalho de design em suas m?os. Al¨¦m de seu cargoo secret¨¢ria, Liliane ocasionalmente aceitava fres de design de roupas para ganhar dinheiro extra. A pessoa respondeu rapidamente: ¡°Nix, j¨¢ que voc¨º tem tanto talento em design, se voc¨º mudar de carreira para ser uma designer, logo se tornaria uma designer renomada internacionalmente. Por que voc¨º ainda se submete a trabalhar ao lado do Sr. William?¡± Liliane respondeu a mensagem um sorriso amargo: ¡°Assim tenho dinheiro r¨¢pido.¡± As despesas m¨¦dicas de centenas de milhares de reais por m¨ºs para sua m?e, as d¨ªvidas externas de milh?es de reais de seu pai¡­ n?o tinha outra escolha. ¡­ Depois de lidar suas tarefas, Liliane viu que ainda era cedo e pegou sua bolsa para ir para o escrit¨®rio. Logo ao sair do elevador, se deparou William e Mavis. Mavis perguntou uma express?o preocupada: ¨C Secret¨¢ria Liliane, voc¨º est¨¢ se sentindo melhor? Liliane n?o olhou para William e respondeu a Mavis: ¨C Estou me sentindo melhor, obrigada p preocupa??o. Mavis sorriu docemente: ¨C N?o precisa agradecer, afinal, se voc¨º se recuperar mais cedo, poder¨¢ ajudar o Sr. William algumas tarefas. Enquanto fva, Mavis afagou o cabelo para tr¨¢s da orelha, revndo uma pequena pinta vermelha no l¨®bulo da orelha. olhou gentilmente para William e disse: ¨C Sr. William, que tal irmoser juntos mais tarde e trazer algo para a secret¨¢ria Liliane tamb¨¦m? William respondeu indiferen?a: ¨C N?o precisa! tem pernas, afinal. Depois de fr, ele segurou o pulso de Mavis e entrou no elevador. Liliane se retirou discretamente, passando aodo dos dois sem demonstrar emo??o. No entanto, quando entrou no escrit¨®rio, um sorriso amargo apareceu em seus l¨¢bios. n?o deveria ter voltado. Ao ver a intera??o despreocupada entre os dois, Liliane sentiu uma dor aguda em seu cora??o,o se fosse espetada por agulhas. Cap铆tulo 9 ¨¤s oito da noite, Liliane enviou a agenda organizada para William. massageou sua cabe?a que come?ava atejar e saiu da empresa, apenas para ver Jorge esperando aodo do carro. Ao ver Liliane, Jorge se aproximou e disse: ¨C O Sr. William pediu para eu lev¨¢ de volta para descansar. Liliane recusou: ¨C N?o precisa, vou para minha pr¨®pria casa. Text ? owned by N?velDrama.Org. Jorge disse: ¨C Secret¨¢ria Liliane, tem algo que n?o sei se devo dizer. Liliane ergueu os olhos e perguntou voz fraca: ¨C Diga. ¨C O Sr. William, sabendo que voc¨º est¨¢ doente, contratou uma empregada para cuidar de voc¨º, j¨¢ est¨¢ esperando no Jardim Azul. Liliane franziu a testa, o que ele estava tentando fazer? Ele queria ficar aqu sua querida amada e flertar ao mesmo tempo? Liliane riu friamente em seu cora??o, n?o era t?o desprez¨ªvel a ponto departilhar um homem com outra mulher. Liliane estava prestes a recusar novamente, quando Jorge baixou a voz repentinamente: ¨C Secret¨¢ria Liliane, a identidade da Srta. Mavis ainda n?o est¨¢ confirmada. Voc¨º tem certeza de que n?o quer lutar por si mesma? Liliane riu ironicamente: ¨C Assistente Jorge, nos dias de hoje, fr sobre dinheiro ¨¦ mais importante do que fr sobre sentimentos. Depois de dizer isso, Liliane contornou Jorge e saiu. Jorge suspirou levemente e entrou no carro, olhando para o chefe sentado atr¨¢s dele: ¨C Sr. William, a secret¨¢ria Liliane n?o quer voltar. William apertou os l¨¢bios, emanando uma aura sombria: ¨C Ent?o, n?o precisa voltar! Amanh?, jogue todas as coisas d fora e mande vazar para bem longe! Jorge hesitou brevemente, depois respondeu: ¨C Entendido, senhor. ¡­ No dia seguinte, batidas na porta acordaram Liliane. Aguentando o sono, foi abrir a porta, apenas para ver Jorge parado l¨¢ duas grandes caixas de papel?o. Liliane entendeu o que havia dentro ds. Depois de olhar por um momento, se curvou e pegou as caixas silenciosamente. Depois de carregar tudo para dentro, Liliane endireitou a coluna e disse indiferentemente: ¨C Obrigada, assistente Jorge, n?o tenho nada para oferecer, ent?o voc¨º pode ir agora. Jorge abriu a boca para fr, mas antes que pudesse dizer algo, Liliane fechou a porta de forma bem insens¨ªvel. Jorge voltou para o Jardim Azul e se aproximou de William, que estava sentado no sof¨¢ tomando caf¨¦. ¨C Sr. William, as coisas foram entregues. William n?o disse nada, colocou o caf¨¦ dedo e continuou folheando os contratos. Jorge n?o resistiu e disse: ¨C Sr. William, sobre o lugar onde a secret¨¢ria Liliane est¨¢ morando¡­ Antes que ele pudesse terminar, o celr de William tocou de repente. Ele apertou o viva-voz e a voz alegre de Mavis ecoou: ¨C William, hoje ¨¤ tarde, n?o precisamos sair paraer. Eu fiz algo delicioso para voc¨º. William suavizou ligeiramente seu olhar, perguntando: ¨C O que voc¨º fez de gostoso? Ouvindo a conversa entre os dois, Jorge de repente sentiu que talvez n?o fosse uma coisa ruim que a secret¨¢ria Liliane n?o tivesse voltado. Ap¨®s encerrar a liga??o, William olhou para Jorge, questionando: ¨C Como est¨¢ a pesquisa sobre os antecedentes da Mavis? Jorge respondeu: ¨C J¨¢ entrei em contato os pais adotivos da Mavis, em breve teremos not¨ªcias. William semicerrou os olhos. Embora Mavis pudesse fr sobre o passado, sua personalidade era completamente diferente daqu que ele lembrava. Ele queria saber o que havia acontecido todos esses anos. ¡­ Liliane foi para a empresa. Assim que entrou na s de secret¨¢ria, p?de ver Mavis sentada na s de William. E coincidentemente, Mavis tamb¨¦m olhou para cima e viu Liliane. Um sorriso apareceu nos olhos de Mavis. pegou a marmita na mesa ¨¤ sua frente e entrou no escrit¨®rio de Liliane. ¨C Secret¨¢ria Liliane, isso ¨¦ para voc¨º. O olhar de Liliane caiu na marmita enquanto fva voz mon¨®tona: ¨C Obrigada, vice-gerente Mavis, mas j¨¢i. Mavis ignorou sua resposta e colocou a marmita na mesa. Ent?o, se sentou em frente a Liliane e olhou significativamente para o l¨®bulo da orelha de Liliane, dizendo: ¨C ¨¦ uma coincid¨ºncia interessante, n¨®s duas temos uma pinta vermelha. Liliane n?o disse nada, mas entendeu o que Mavis queria dizer. Mavis apoiou as m?os no queixo e sorriu docemente: ¨C Secret¨¢ria Liliane, acabei dee?ar a sair o William e ainda n?o sei muito sobre suas prefer¨ºncias. Voc¨º poderia me dar algumas dicas? A m?o de Liliane, que estava organizando os documentos, parou por um momento. ¨C Por que voc¨º n?o pergunta diretamente a ele? Mavis pareciamentar: ¨C ¨¦ uma pena. Eu queria conhecer melhor ele e surpreend¨º-lo algo. Liliane ficou de p¨¦, encarou Mavis e disse: ¨C Desculpe, n?o estou interessada nos assuntos entre voc¨ºs dois. ¨C Em seguida, Liliane olhou para o rel¨®gio em seu pulso e lembrou. ¨C Vice-gerente Mavis, j¨¢ que voc¨º foi contratada pessoalmente pelo Sr. William, voc¨º deveria se esfor?ar mais no trabalho, para evitar que os funcion¨¢rios falem mal do Sr. William. O sorriso de Mavis ficou tenso e uma frieza passou por seus olhos. Como ousava usar William para intimid¨¢?! respirou fundo e se levantou lentamente, dizendo: ¨C Espero que a secret¨¢ria Liliane se lembre de uma coisa, as falsifica??es s?o sempre falsifica??es, sempre ser?o de dar vergonha! Ap¨®s dizer isso, Mavis bateu a porta e saiu. ¡­ No final da tarde, Liliane saiu do trabalho e foi para o hospital. Por coincid¨ºncia, viu Carlos parado na porta do quarto, conversando uma enfermeira. Liliane se aproximou e acenou a cabe?a para Carlos, prestes a entrar, mas ele a deteve: ¨C Liliane, sua m?e acabou de adormecer depois da quimioterapia de ontem ¨¤ noite, ¨¦ melhor voc¨º n?o entrar agora. Ao mencionar isso, Liliane quis perguntar: ¨C J¨¢ ¨¦ a quinta sess?o de quimioterapia,o est¨¢ a condi??o da minha m?e? Carlos a tranquilizou: ¨C N?o se preocupe muito, a cirurgia foi feita cedo, e a recupera??o est¨¢ melhor do que o esperado. Liliane suspirou aliviada, depois perguntou: ¨C Ainda tem saldo suficiente na conta? Carlos ficou surpreso por um momento: ¨C Voc¨º n?o depositou um milh?o na conta ontem? Cap铆tulo 10 Liliane piscou, perplexa, mas logo entendeu. rapidamente pegou o celr e ligou para Jorge. TOR ¨C Secret¨¢ria Liliane, diga. Liliane perguntou: ¨C Foi o Sr. William quem pagou as despesas m¨¦dicas da minha m?e? Jorge respondeu: ¨C Sim, o Sr. William n?o queria que eu mencionasse, mas ele depositou um milh?o na conta da sua m?e ontem, quando chegou ao hospital. Ap¨®s confirmar a informa??o, Liliane ligou para William novamente. ¨C Sr. William, onde voc¨º est¨¢? William respondeu friamente: ¨C Diga o que quer. ¨C Aquele um milh?o, eu vou te devolver um dia! determina??o. William zombou friamente: ¨C Venha para o Jardim Azul. Ap¨®s dizer isso, ele desligou o telefone. ¨C Liliane afirmou Liliane apertou o celr e pensou profundamente por um momento, depois se virou e saiu do hospital. Jardim Azul. Liliane entrou na mans?o e viu que estava tudo escuro. tateou a parede em busca do interruptor de luz. Antes que seus dedos pudessem toc¨¢¨Clo, um aroma familiar invadiu seu nariz. Antes mesmo de conseguir virar a cabe?a para olhar, sentiu uma for?a em sua cintura, e todo o seu corpo foi envolvido em bra?os quentes. Em seguida, foi levantada no ar e p?de sentir William levando¨Ca em dire??o ao sof¨¢. Cap¨ªtulo 10 Liliane piscou, perplexa, mas logo entendeu. rapidamente pegou o celr e ligou para Jorge. ¨C Secret¨¢ria Liliane, diga. Liliane perguntou: ¨C Foi o Sr. William quem pagou as despesas m¨¦dicas da minha m?e? Jorge respondeu: ¨C Sim, o Sr. William n?o queria que eu mencionasse, mas ele depositou um milh?o na conta da sua m?e ontem, quando chegou ao hospital. Ap¨®s confirmar a informa??o, Liliane ligou para William novamente. ¨C Sr. William, onde voc¨º est¨¢? William respondeu friamente: ¨C Diga o que quer. ¨C Aquele um milh?o, eu vou te devolver um dia! ¨C Liliane afirmou determina??o. William zombou friamente: ¨C Venha para o Jardim Azul. Ap¨®s dizer isso, ele desligou o telefone. Liliane apertou o celr e pensou profundamente por um momento, depois se virou e saiu do hospital. Jardim Azul. Liliane entrou na mans?o e viu que estava tudo escuro. tateou a parede em busca do interruptor de luz. Antes que seus dedos pudessem toc¨¢¨Clo, um aroma familiar invadiu seu nariz. Antes mesmo de conseguir virar a cabe?a para olhar, sentiu uma for?a em sua cintura, e todo o seu corpo foi envolvido em bra?os quentes. Em seguida, foi levantada no ar e p?de sentir William levando¨Ca em dire??o ao sof¨¢. +15 BORUS Liliane o empurrou nervosamente, dizendo: Sr. William! Eu vim aqui para fr sobre devolver o dinheiro! William n?o respondeu. Foi s¨® quando ele a colocou no sof¨¢ e se inclinou sobre que ele falou em tom baixo: ¨C Cale a boca! Com essas pvras, William abriu facilmente o fecho do sutia de Liliane, e beijos toque de autoridade a encobriram ferozmente. Depois de um momento de prazer¡­ Sentindo dores muscres pelo corpo, Liliane se cobriu as roupas para esconder sua nudez. se sentou lentamente e falou voz fraca: ¨C Voc¨º n?o tem medo de que sua amada fique ci¨²mes? William acendeu o cigarro preso entre os l¨¢bios e disse: ¨C N?o ¨¦ da sua conta. Liliane mordeu os l¨¢bios e disse: ¨C Eu vou te devolver aquele um milh?o. William soltou a fuma?a do cigarro e a encarou olhos sombrioso n¨¦voa negra, perguntando: ¨C Com o que voc¨º vai pagar? Com o seu corpo? Sentindo¨Cse humilhada, Liliane apertou suas roupas e disse: ¨C Isso ¨¦ problema meu. William sorriu de forma ir?nica: ¨C Quinhentos mil s?o a suaiss?o pelo contrato de Lucius, e os outros quinhentos mil foram o dinheiro que acabei de usar paraprar o seu corpo. Voc¨º s¨® se importa dinheiro, n?o sentimentos, certo? Ent?o, voc¨º s¨® precisa obedecer, n?o tem o direito de questionar! Aqus pvras fizeram Liliane sentiro se tivesse levado um tapa invis¨ªvel no rosto. Sua face do¨ªa e ardia de raiva. Sim, aos olhos dele, era apenas a press interessada no dinheiro Onis aosalhos deleteta direito tinha de resistir ou e colocar er porestal Sexta¨Cfedra. Depois de resolver os assuntos da empresa, Liliane passou no caminho paraprarida e foi para o hospital panhar sua m?e. No meio do caminho, recebeu uma liga??o de um n¨²mero desconhecido. Assim que atendeu, o grito desesperado de seu pai ecoou em seus ouvidos: Lili! Venha me salvar! Eles v?o cortar meus dedos! Venha me salvar, filha! A express?o de Liliane mudou drasticamente e estava prestes a responder quando uma risada do homem desconhecido soou do outrodo. Srta. Liliane, n?o ¨¦? Seu pai perdeu cem mil no nosso cassino hoje. Como ele n?o tem dinheiro para pagar, tivemos que vir atr¨¢s de voc¨º. ¨C Eu n?o tenho dinheiro! ¨C Liliane respondeu raiva, cerrando os dentes. Mesmo que tivesse dinheiro, n?o o daria! A perpetua??o intermin¨¢vel da condescend¨ºncia era um ciclo vicioso sem fim! ¨C N?o tem dinheiro? ¨C O homem riu alto. ¨C Cortem! Com uma ordem dada, em quest?o de segundos, os gritos agonizantes de seu pai ecoaram novamente: ¨C Meu dedo!! Meu dedo!! O corpo de Liliane ficou paralisado e seu rosto gradualmente empalideceu. pensou que fosse apenas uma amea?a, que eles n?o iriam realmente fazer isso! ¨C Ent?o, voc¨º vai devolver esses cem mil ou n?o? ¨C O homem perguntou novamente. Liliane respondeu urg¨ºncia: ¡ª Eu n?o consigo juntar cem mil! Ser¨¢ que n?o d¨¢ para negociar¡­ Antes que Liliane pudesse terminar de fr, a outra pessoa deu outra ordem: ¨C Cortem. Um som de desespero angustiante e temeroso atingiu o cora??o de Liliane (dipedia Lilianer seg fremente e che, tremendo espai fosse um vapaaman, de n?o podia simplesmente fican de bra?os in asistir enquanto ele era mutdo at¨¦ a monda por endene Liliate often pate o calor em sua conta banc¨¢ria, que era inferior a cen mil Depois de bestiar varias veces, decidiu ligar para William. So mesto tempo Cassino junos¡­ Dana de uma humusa e extravagane s privativa MP, algumas jovens multes panhantes de jugos de azar estavam sentadas aodo de jovens Fromets Ofromem sentado no meio tinta uma postura elegante,o a de um imperador. Ahz bma cafeta em seu rosto,o se estivesse banhado em ouro, steacant um fascinio inesistivel a Aanker av seudo segurana obedientemente sen palet¨®, os olhos fixos em pressionava a m?o contra o peito que batia acelerado, cada batida a fazia se apatronar ainda mais Content is ? by N?velDrama.Org. Maris sab¨ªa uuito bem que, desde que estivesse aodo desse homem capaz de contrr tudo um simples movimento de dedos, estaria sempre Protegida e ningu¨¦m ousaria mexer ! E havia a riqueza e a gl¨®ria intermin¨¢veis. Como poderia n?o ficar tentada? N?o importava quais m¨¦todos tivesse que usar, tinha que encontrar uma maneira de se tornar a ¨²nica mulher ao lado de William! Enquanto Mavis estava prestes a pegar um cigarro para entregar a William, Seu sangue instantaneamente fiau em sentido contr¨¢rio, e exmou em desespero: ¨C Pare! En pago! Me mande o endere?o, en vou agora mesmo! O homem riu alto e de forma despreocupada: Certo, vou te enviar agora mesmo. Se voc¨º n?o vier, seu pai se tornar¨¢ um in¨²til sem pernas. Ap¨®s encerrar a liga??o, Liliane segurou firmemente o celr, tremendo. Embora seu pai fosse um vagabundo, n?o podia simplesmente ficar de bra?os cruzados e assistir enquanto ele era mutdo at¨¦ a morte! Ao receber o endere?o, Liliane olhou para o saldo em sua conta banc¨¢ria, que era inferior a cem mil. Depois de hesitar v¨¢rias vezes, decidiu ligar para William. Ao mesmo tempo, no Cassino Junos¡­ Dentro de uma luxuosa e extravagante s privativa VIP, algumas jovens mulheres panhantes de jogos de azar estavam sentadas aodo de jovens homens. O homem sentado no meio tinha uma postura elegante,o a de um imperador. A luz brilhante refletia em seu rosto,o se estivesse banhado em ouro, emanando um fasc¨ªnio irresist¨ªvel. 1 A mulher ao seudo segurava obedientemente seu palet¨®, os olhos fixos em seu perfil. pressionava a m?o contra o peito que batia acelerado, cada batida a fazia se apaixonar ainda mais. Mavis sabia muito bem que, desde que estivesse aodo desse homem capaz de contrr tudo um simples movimento de dedos, estaria sempre protegida e ningu¨¦m ousaria mexer ! E havia a riqueza e a gl¨®ria intermin¨¢veis. Como poderia n?o ficar tentada? N?o importava quais m¨¦todos tivesse que usar, tinha que encontrar uma maneira de se tornar a ¨²nica mulher aodo de William! Enquanto Mavis estava prestes a pegar um cigarro para entregar a William, Cap铆tulo 11 alcan?ou o celr de William, pronta para entreg¨¢¨Clo. Por¨¦m, ao ver que a liga??o era de Liliane, parou o movimento em suas m?os Uma pitada de frieza passou por seus olhos e, hesitando por menos de um segundo, desligou o telefone. Fingindo que nada tinha acontecido, o colocou de volta no palet¨® de William. Nesse momento, ao ver a liga??o ser encerrada, Liliane ficou paralisada onde estava. Ele estava ocupado? Liliane mordeu o l¨¢bio. Com a esperan?a de que William retornaria a liga??o, pegou um t¨¢xi em dire??o ao cassino. Uma hora depois. Liliane desceu do carro em frente ¨¤ imponente entrada do cassino. Ap¨®s atravessar o sagu?o do cassino, Liliane perguntou o caminho e chegou ¨¤ porta da s privativa n¨²mero 02. respirou fundo e empurrou a porta. No momento em que a porta se abriu, um cheiro forte de cigarro misturado um odor intenso de sangue atingiu seu nariz. Dentro da su¨ªte, havia alguns homens express?es ferozes, enquanto seu pai estava de cabe?a baixa, o rosto p¨¢lido, sendo mantido de joelhos por algu¨¦m. Sua m?o cortada estava enrda em gaze de forma desajeitada para estancar o . sangue. Ao ouvir o barulho da porta, Nelson levantou a cabe?a dificuldade. Quando ele viu Liliane, seus olhos brilharam um forte desejo de sobreviv¨ºncia. ¨C Lili! Me salve! Me salve! ¨C Ele gritou. Mesmo que Liliane estivesse zangada, no momento em que viu Nelson, toda a sua raiva desapareceu instantaneamente. se aproximou rapidamente de Nelson, mas foi impedida por algu¨¦m em seu *18 BONUS Aodo, o homem Srta. Liliane, para que tanta pressa? Primeiro, o dinheiro! uma cicatriz de facada no rosto, fumando charuto, zombou. Seu olhar percorria o corpo de Liliane constantemente, e a lux¨²ria em seus olhos deixava Liliane medo. Liliane reprimiu o medo e a raiva em seu cora??o, se virou para o homem da cicatriz e disse: Solte meu pai primeiro, ent?o eu te darei o dinheiro! O homem da cicatriz foi bem direto, acenou a m?o e os dois homens que estavam segurando Nelson soltaram imediatamente. Ao mesmo tempo, Nelson se levantou cambaleando do ch?o. Ele correu em dire??o a Liliane, seus olhos cheios de gratid?o por ter sobrevivido a um desastre. ¨C Lili, eu vou embora primeiro, e voc¨º¡­ Voc¨º fique e pague minha d¨ªvida! Dito isso, ele saiu correndo sem olhar para tr¨¢s, deixando Liliane sozinha al¨ª. ¨C Srta. Liliane, voc¨º realmente tem um bom pai! ¨C Todos riram alto. Liliane segurou a amargura de ser abandonada pelo pai e olhou para o homem da cicatriz, dizendo: ¨C No momento, s¨® tenho cinquenta mil, voc¨º pode me dar mais dois dias de tolerancia? O sorriso no rosto do homem da cicatriz congelou instantaneamente e, no momento seguinte, ele atirou for?a seu copo de bebida na mesa, gritando: ¨C Voc¨º n?o tem dinheiro e ainda tem a aud¨¢cia de negociarigo aqui para libertar algu¨¦m?! Liliane estremeceu por todo o corpo e se for?ou a manter a calma. ¨C S¨® preciso de um dia! O homem da cicatriz rugiu de raiva: ¨C Voc¨º est¨¢ sonhando! ¨C Ele ent?o estreitou os olhos e olhou para Liliane de cima a baixo. ¨C J¨¢ que voc¨º n?o tem dinheiro, ent?o use o seu corpo para pagar esses cinquenta mil! Liliane deu um passo para tr¨¢s, o rosto p¨¢lido. Se voc¨ºs fizerem algo impr¨®prio, eu vou chamar a policia! Chamar a pol¨ªcia? O homem da cicatriz riu alto e jogou o celr na mesa. ¨C Chame! Se eu tiver medo da pol¨ªcia, eu me mato aqui mesmo! Liliane engoliu em seco, nervosa. sabia muito bem que chamar a pol¨ªcia n?o adiantaria, mas n?o pod¨ªa de forma alguma cair nas m?os deles. Caso contr¨¢rio, seria mutda ou morta esta noite! Liliane colocou a m?o no bolso e pressionou rapidamente o bot?o de desligar do celr tr¨ºs vezes seguidas. Ao mesmo tempo, se movimentou cuidadosamente para tr¨¢s, aproveitando que o grupo n?o estava prestando aten??o n, e se virou para fugir. ¨C Peguem ! Um rugido raivoso veio de tr¨¢s, e Liliane conseguiu agarrar a ma?a da porta naqu mesma hora. Por¨¦m, apenas teve tempo de abrir uma frestinha antes de sentir o seu cabelo sendo puxado for?a. ¨C Ah!! Liliane gritou de dor quando foi violentamente jogada no ch?o, em meio ao rastro de sangue deixado pelos cortes dos dedos de seu pai. Uma dor intensa se espalhou rapidamente por todo o seu corpo, enquanto a intensa tontura fazia que tudo ficasse escuro diante de seus olhos. mordeu o l¨¢bio inferior for?a, se ergueu e olhou assustada para o homem careca que se aproximava rapidamente d. Antes mesmo de conseguir se levantar, foi violentamente esbofeteada pelo homem. O zumbido intenso nos ouvidos e a dor ardente na bochecha quase a fizeram perder a consci¨ºncia. Sentindo seu couro cabeludo ser puxado novamente, Liliane foi for?ada ¨¤ olhar para cima. ¨C ¨C Fugir? Ningu¨¦m consegue fugir do meu territ¨®rio! Se eu n?o te torturar at¨¦ a morte esta noite, meu sobrenome n?o ¨¦ mais Tavares! Ao dizer isso, o homem careca recuou a m?o e rasgou a roupa de Liliane. 15 SONUS A sensa??o de frio em seu peito trouxe Liliane instantaneamente de volta ¨¤ realidade. arregalou os olhos em desespero e gritou: N?o¡­ N?o!!! Neste momento, nos corredores do sal?o, Jorge correu rapidamente em dire??o ¨¤ s onde William estava o celr na m?o. Content is ? by N?velDrama.Org. Devido ao seuportamento desrespeitoso, os convidados na s franziram a testa, descontentes. William ficou o rosto sombrio, mas ele sabia que Jorge n?o agiria t?o impetuosamente se n?o fosse urgente. Ele puxou a gravata em seu pesco?o e disse friamente: ¨C Fale! Jorge parecia s¨¦rio: Sr. William, a secret¨¢ria Liliane est¨¢ em apuros! A express?o no rosto de William ficou instantaneamente fria, seus olhos escuros se encheram de sombras. ¨C Descubra onde est¨¢! Jorge rapidamente abaixou a cabe?a e mexeu no celr, encontrando rapidamente a localiza??o de Liliane. Surpreso, ele olhou para cima e disse para William: ¨C est¨¢ na s aodo¡­ William se levantou abruptamente, e Mavis aodo dele, sem entender o que estava acontecendo, tamb¨¦m o seguiu apressadamente. +15 BOPRIS Cap¨ªtulo 12 Cap铆tulo 12 Ao chegar ¨¤ porta da s 02, William ergueu a perna e chutou a porta. Quando vio Liliane as bochechas inchadas, coberta de sangue e sendo pressionada debaixo do corpo de algu¨¦m, a raiva o consumiu instantaneamente. Seus olhos escuros brilharam uma sede de sangue cruel, e sua aura g¨¦lida atingiu o ¨¢pice. Ele deu passosrgos em dire??o ao homem careca, e um chute frio e imc¨¢vel, o afastou. Em seguida, ele pegou uma garrafa de bebida da mesa e a atirou for?a na cabe?a do homem careca. Sua aura cheia de frieza erao a do pr¨®prio Satan¨¢s. Ningu¨¦m na s se atreveu a intervir. Assim que William terminou de quebrar todas as garrafas ao seu alcance, Jorge imediatamente se aproximou e ofereceu seu casaco a William. O homem se virou e cobriu Liliane o casaco. No momento em que ele a levantou nos bra?os, p?de ver ramente as l¨¢grimas escorrendo dos cantos dos olhos da mulher. Suas l¨¢grimas, ca¨ªram silenciosamente no cora??o dele. Ele segurou Liliane firmemente em seus bra?os e ordenou friamente a Jorge: ¨C Acabe ele! Jorge assentiu: ¨C Sim, Sr. William! Enquanto isso, Mavis, que estava aturdida na porta, viu William passando diante de si e se afastar com Liliane em seus bra?os friamente. O choque em seus olhos gradualmente se transformou em um sentimento intenso de ressentimento e inveja. Jardim Azul. A dona Lucinda ficou assustada ao ver Liliane coberta de sangue e ferimentos, quase perdendo o equil¨ªbrio. Senter, a Sina. Liliane. Chame uma m¨¦dica) ¨C William ordenou e carregam Liliane escada acima. Chegando ao quarto, cuidado, eje coloczu Liliane desmatada na cama Olhando para os tra?os de sangue em seu rosto e as marcas proeminentes de tapas, o homem exva uma aura sombr¨ªa e intensa, Logo, a m¨¦dica foi trazida por dona Lucinda. Ap¨®s examinar minuciosamente Liliane, informou a William: Al¨¦m dos ferimentos externos, Srta, Liliane n?o tem grandes problemas de sa¨²de. Ao ouvir isso, William finalmente se acalmou e deu a ordem em voz baixa: Dona Lucinda, leve a m¨¦dica at¨¦ a porta. Dona Lucinda assentiu e saiu a m¨¦dica, A porta foi fechada. William pegou o celr e ligou para Jorge. Content is ? by N?velDrama.Org. Ele estreitou os olhos e sua voz ficou gda ao extremo: ¨C Traga imediatamente as grava??es das cameras de vigilancia daqu s para mim, e descubra o que aconteceu! pertenc¨ªa a William, ningu¨¦m pod¨ªa tocar n! No dia seguinte, Liliane, exausta, acabava de abrir os olhos quando dona Lucinda entrou carregando uma tig de canja. Srta. Liliane, voc¨º acordou? Sua garganta seca a impedia de fr, ent?o apenas conseguiu assentir levemente em resposta. Dona Lucinda colocou a canja na mesinha aodo da cama e ajudou cuidadosamente Liliane a se sentar, dizendo: ¨C Srta. Liliane, o Sr. William est¨¢ realmente preocupado voc¨º. Depois que a m¨¦dica saiu ontem ¨¤ noite, ele ficou voc¨º at¨¦ quase o amanhecer, antes de voltar para descansar no quarto dele. Mem¨®rias inundaram sua mente e Liliane vagamente se lembrou de que foi William quem a carregou antes de desmaiar. Mas n?o esperava que ele ficasse a noite toda. No entanto, ao pensar em Mavis, Liliane reprimiu a agita??o em seu cora??o. Liliane levantou o cobertor, prestes a levantar da cama, quando a porta do quarto se abriu. William estava vestindo roupas escuras de casa, um estilo casual que n?o conseguia esconder sua aura nobre e resoluta. Ele olhou para dona Lucinda, ordenando: ¨C Voc¨º pode sair agora. Dona Lucinda retirou a m?o que apoiava Liliane e saiu. Enquanto Liliane observava William se aproximar, abriu a boca, mas n?o conseguiu dizer um ¡°Obrigada, Sr. William¡°. Se ele tivesse atendido o telefone na noite passada, talvez n?o tivesse sido humilhada daqu forma por aqus pessoas. Mas, no final, ele a salvou. ¨C ¨C Liliane, te subestimei. ¨C Disse o homem em voz baixa. Liliane ficou confusa, olhando para o homem frio e severo ¨¤ sua frente. O que ele queria dizer aquilo?? William se curvou, se aproximando d. De repente, ele levantou a m?o e segurou firmemente o queixo d, seu tom extremamente frio: ¨C Voc¨º est¨¢ disposta a usar seu corpo para pagar suas d¨ªvidas! O dinheiro que eu te dei n?o ¨¦ suficiente?! Liliane franziu for?a a testa, suportando a dor, e respondeu sua voz rouca: ¨C Eu nunca tive a inten??o de usar meu corpo. Foram aqus pessoas¡­ ¨C ¨C Voc¨º sabe o que ¨¦ Cassino Junos! ¨C William estava envolto em raiva, sua voz baixa e rugindo. ¨C Ao dizer a eles na frente deles que voc¨º n?o tem dinheiro, voc¨º n?o est¨¢ insinuando que quer que eles encontrem outra maneira de anr essas d¨ªvidas? a Liliane ficou mais confusa ainda: Eu disse ontem ¨¤ noite para me darem dois dias de tolerancia. Uma inten??o g¨¦lida irrompeu dos olhos escuros de William. ¨C A conversa entre voc¨ºs est¨¢ ra nas filmagens de vigilancia! Voc¨º ainda quer discutir na minha frente? Liliane olhou desafiadoramente para o homem, afirmando: ¨C William! N?o preciso discutir sobre isso! N?o tente me difamar! ¨C Difamar? ¨C William puxou Liliane da cama¡¯e a levou at¨¦ o escrit¨®rio, em frente aoputador. Ele mostrou a Liliane as filmagens de vigilancia que Jorge havia enviado, doe?o ao fim. Ao ver a cena da s privativa da noite anterior, Liliane foi inundada por pesadelos e n?o conseguiu contrr o tremor.. E depois de ouvir toda a conversa, seu rosto ficou ainda mais p¨¢lido. Por que suas pvras sobre pedir dois dias de tolerancia haviam desaparecido?! E o restante da conversa, realmente parecia que estava se oferecendo intencionalmente para economizar dinheiro!, #15 BONUS Cap¨ªtulo 13 Cap铆tulo 13 Cap¨ªtulo 13 Voc¨º ainda quer explicar? ¨C A voz fria e sarc¨¢stica de William ressou acima de sua cabe?a. Um sorriso amargo brotou nos l¨¢bios de Liliane. O que mais poderia explicar? Era evidente que as filmagens haviam sido adulteradas, mas n?o tinha provas. ¨C Fale! ¨C Com o rugido de William, Liliane n?o p?de deixar de tremer. Um sentimento de injusti?a tomou conta d, e fechou os olhos impotente. O que mais posso dizer? Sua resposta indiferente s¨® fez a raiva de William ser substitu¨ªda por uma onda de irrita??o. sempre foi assim, quando n?o conseguia se defender, apenas se fazia de submissa e deixava os outros fazerem o que quisessem! Foi assim no v¨ªdeo, e agora diante dele tamb¨¦m! William desviou o olhar desd¨¦m e advertiu friamente: De agora em diante, al¨¦m do trabalho, n?o ouse dar um ¨²nico passo para fora desta mans?o! Liliane levantou a cabe?a abruptamente, olhando incr¨¦d para ele. ¨C ¨C Quem voc¨º pensa que ¨¦ para me privar da minha liberdade?! ¨C Eu sou seu chefe! ¨C Ele deixou essa frase e saiu batendo a porta. Liliane ficou paralisada no lugar, a dor em seu peito parecia lembr¨¢ de qu?o desprez¨ªvel era sua posi??o. Suportando o cansa?o f¨ªsico e mental, Liliane se apoiou na mesa e endireitou o corpo. Seu olhar de repente caiu em uma gaveta trancada bem no centro da escrivaninha. Liliane endireitou o olhar, fixando¨Cse de forma abobada na gaveta. sabia muito bem que ali estava um tabu para William. Porque em uma ocasi?o em que ele estava b¨ºbado, ele a abra?ou for?a e murmurou exausto: ¨C Liliane, todos pensam que sou invenc¨ªvel, mas voc¨º sabe onde est¨¢ minha fraqueza? Est¨¢ na gaveta do escrit¨®rio. Cada vez que a abro, meu cora??o parece *15 BONUS ¡± Foi a primeira vez que Liliane viu William uma express?o de desanimo e derrota. Naqu ¨¦poca, n?o entendia o que estava na gaveta que poderia fazer esse homem poderoso se desmoronar dessa maneira. Mas agora, Liliane parecia ter entendido. O conte¨²do da gaveta s¨® podia estar rcionado a Mavis, certo? Afinal, ele a estava procurando loucamente,o se tivesse enlouquecido. Ao pensar nisso, Liliane ficou ainda mais triste em seu cora??o. Depois de tomar caf¨¦ da manh?, Liliane decidiu sair para visitar F¨¢tima no hospital. Assim que abriu a porta da mans?o, avistou a figura de Jorge. Ele disse: Belongs to ? n0velDrama.Org. ¨C Secret¨¢ria Liliane, o Sr. William ordenou que voc¨º n?o pode sair sem motivo. Liliane franziu a testa, dizendo: ¨C Eu quero ir ao hospital ver minha m?e. Jorge tirou o celr do bolso, explicando: ¨C Preciso pedir permiss?o. Enquanto observava Jorge ligando para William, a raiva de Liliane aumentava em seu peito. O que fez para ofend¨º¨Clo? Mesmo que o incidente nas cameras fosse verdadeiro, ele deveria estar mais enojado e mand¨¢ embora, n?o obrig¨¢ a ficar! Jorge desligou o telefone, dizendo: ¨C Secret¨¢ria Liliane, eu vou te levar. Liliane reprimiu sua raiva e contornou Jorge, entrando no carro. Trinta minutos depois, chegaram ao hospital. Jorge seguiu Liliane d¨¦ perto at¨¦ o quarto, parando na porta somente quando Liliane entrou. L¨¢ dentro, ao ver sua m?e tomando sopa uma express?o cansada, os olhos puxou a m¨¢scara para cima, cobrindo o rosto inchado, e se aproximou, chamando: M?e. F¨¢tima levantou dificuldade os olhos e for?ou um sorriso. ¨C Lili, voc¨º veio. ¨C Em seguida, F¨¢tima franziu a testa. ¨C m¨¢scara? Sentando¨Cse aodo de F¨¢tima, Liliane respondeu: Por que est¨¢ usando ¨C Fiquei resfriada, lembra? Eu tenho medo de te contagiar. F¨¢tima disse: ¨C Minha crian?a¡­ Ainda est¨¢ febre? Liliane respondeu: ¨C J¨¢ estou bem, mas voc¨º tem que cuidar da sua sa¨²de. Depois de passar um tempo F¨¢tima, Liliane se preparou para sair. Sua m?e acabava de terminar a quimioterapia e mal tinha energia para fr. Liliane n?o queria iodar o descanso d. Ao sair do quarto, Jorge ainda estava parado na porta. Nesse momento, Carlos, panhado por uma enfermeira, tamb¨¦m se aproximou. Ao ver Liliane, Carlos franziu os olhos, mas antes que pudesse dizer algo, foi bloqueado por Jorge. Com a vis?o bloqueada, Liliane olhou desagrado para Jorge, questionando:, ¨C O que isso significa? Jorge respondeu: ¨C Secret¨¢ria Liliane, o Sr. William n?o quer que voc¨º tenha contato n¨¨nhum homem. Liliane tremia de raiv¨¢ ao dizer: ¡ª Dr. Carlos ¨¦ o m¨¦dico respons¨¢vel pelo tratamento da minha m?e! A nossaunica??o se limita ¨¤ situa??o de sa¨²de da minha m?e! Jorge n?o respondeu e se virou para Carlos, dizendo: ¨C Dr. Carlos, se voc¨º n?o quer causar problemas para a secret¨¢ria Liliane, por favor, evite fr sobre assuntos irrelevantes ¨¤ condi??o m¨¦dica. Carlos franziu a testa e sua voz ficou s¨¦ria: O que voc¨º quer dizer isso? Jorge respondeu: N?o tenho obriga??o de responder a nenhuma de suas perguntas. Carlos olhou para Liliane atr¨¢s de Jorge, perguntando: ¨C Liliane, voc¨º est¨¢ enfrentando algum problema? Liliane apertou os punhos e bn?ou a cabe?a: ¨C ¨C N?o, vou indo primeiro! Dizendo isso, se virou e foi em dire??o ao elevador. n?o podia fr, e n?o queria causar problemas a Dr. Carlos. Somente quando entrou no carro, Liliane recebeu uma mensagem de Carlos no WhatsApp: ¡°Aconteceu alguma coisa contigo?¡± Liliane respondeu: 1 ¡°N?o, rxa. Por favor, cuide bem da minha m?e, Dr. Carlos.¡± Carlos enviou um emoji de suspiro, depois disse: ¡°Somos amigos, se algo estiver errado, me conte, posso te ajudar.¡± Liliane ainda recusou: ¡°Realmente n?o tem nada errado, obrigada, Dr. Carlos.¡± Segunda¨Cfeira. Liliane acordou, desceu para se arrumar e viu William sentado ¨¤ mesa tomando caf¨¦, os dois n?o se encontravam havia dois dias. se aproximou e sentou¨Cse em frente a William. Depois de pensar por um momento, perguntou: ¨C Quando vou parar de ser vigiada por eles? William levantou o olhar para e disse: Se n?o quiser que os custos do tratamento da sua m?e sejam interrompidos, ent?o seja obediente e fique aqui quietinha. ¨C Posso pagar os custos do tratamento da minha m?e meu pr¨®prio sal¨¢rio! ¨C Liliane ficou furiosa. Por tantos anos, trabalhou duro para pagar as d¨ªvidas de seu pai e o tratamento de sua m?e. Com que direitos ele estava usando os custos do tratamento de sua m?e para amea?¨¢? William riu friamente: ¨C Se quiser perder este emprego, pode ir embora.. Liliane cerrou os punhos, remando: ¨C Voc¨º est¨¢ me amea?ando! ¨C E da¨ª? ¨C William respondeu friamente. ¨C Voc¨º acha que pode sobreviver sem este emprego? Ele poderia pagar a Liliane um sal¨¢rio que seus outros funcion¨¢rios nem sonhavam em receber, mas a condi??o era que se mantivesse na linha. No entanto, ultimamente, estava ficando cada vez mais desobediente. sorria para os m¨¦dicos em troca dos custos m¨¦dicos de sua m?e e bajva pessoas no cassino em troca das d¨ªvidas de seu pai. poderia ter tudo o que quisesse se apenas pedisse a ele. 2 Mas essa mulher simplesmente n?o pedia! 2 Ele queria ver at¨¦ onde seria teimosa diante dele. Cap铆tulo 14 Liliane olhou para o rosto bonito e imponente do homem, se sentindo impotente. N?o conseguindo encontrar uma abertura rcionada ao dinheiro, teve que mudar de assunto: Voc¨º n?o tem medo de que Mavis fique triste ou raiva se souber disso? Liliane observou cuidadosamente a express?o do homem. Infelizmente, ele respondeu sem express?o algumas pvras: N?o tem nada a ver voc¨º. Oito horas, na empresa. Enquanto William estava em uma reuni?o, Liliane foi ao banheiro. Ao sair, encontrou Mavisvando as m?os. Liliane olhou para por um momento e desviou o olhar, mas Mavis sorriu e falou: ¨C A secret¨¢ria Liliane ¨¦ realmente dedicada, mesmo depois de ser agredida, ainda consegue vir trabalhar. Content is ? by N?velDrama.Org. Liliane ficou momentaneamente paralisada. Mavis tamb¨¦m estava l¨¢ naqu noite? Ent?o William tinha desligado o telefonema d por causa da presen?a de Mavis, certo? Liliane respondeu sem express?o: A vice¨Cgerente Mavis deveria cuidar dos seus pr¨®prios assuntos. Mavis sorriu de forma provocativa: William n?o teve um acesso de raiva voc¨º? Liliane se endireitou e olhou friamente para , perguntando: O que voc¨º quer dizer? Calmamente, Mavis p¨¦gou um papel para secar as m?os e disse: Se eu n?o estiver enganada, William deve estar te desprezando bastante agora, afinal, ningu¨¦m gosta de uma mulher que usa o pr¨®prio corpo para pagar d¨ªvidas Ao pensar nas imagens de vigilancia adulteradas, Liliane de repente entendeu as pvras de Mavis. estava sendo humilhada e vigiada por William, mas foi tudo por causa de Mavis! Liliane n?o conseguiu conter sua raiva e disse: ¨C Mavis, eu tenho algum problema voc¨º? Mavis sorriu maliciosamente e deu um passo ¨¤ frente: Como poder¨ªamos n?o ter problemas quando voc¨º quer disputar o mesmo homemigo? Liliane, voc¨º est¨¢ muita raiva, n?o est¨¢? Afinal, quem mandou voc¨º n?o saber do seu lugar, se atrevendo a amar o mesmo homem que eu? Voc¨º precisa entender que sua fam¨ªlia ¨¦ um buraco sem fundo. Voc¨º acha que algum homem neste mundo se entregaria de verdade a voc¨º? Ao ver a atitude arrogante de Mavis, Liliane de repente sentiu vontade de rir. . respondeu indiferen?a: ¨C Oh, ent?o a vice¨Cgerente Mavis acha que, em termos de habilidades, educa??o e apar¨ºncia, eu sempre vou te superar, ent?o voc¨º s¨® pode zombar da minha fam¨ªlia, ¨¦ isso? Assim que terminou de fr, o rosto de Mavis ficou instantaneamente feio. Lilianen?ou um olhar r¨¢pido para e saiu do banheiro. No entanto, Mavis veio correndo logo atr¨¢s e tentou agarrar o bra?o de Liliane rapidamente. No momento em que se tocaram, Liliane instintivamente a afastou, mas no segundo seguinte, um grito ecoou. Liliane se virou rapidamente e viu Mavis ca¨ªda no ch?o. se levantou dor e olhou para Liliane tristeza, dizendo: ¨C Secret¨¢ria Liliane,o voc¨º p?de fazer issoigo? Liliane ficou at?nita. Que tipo de atua??o estava tentando fazer agora? As l¨¢grimas de Mavis ca¨ªram enquanto dizia: ¨C Eu s¨® estava preocupada voc¨º e queria ver as feridas em seu rosto, por que voc¨º me empurrou? +15 BONU Liliane riu friamente, prestes a fr, quando de repente ouviu passos atr¨¢s d. O que voc¨º est¨¢ fazendo? ¨C Uma voz fria e familiar soou, fazendo o cora??o de Liliane dar um pulo. se virou, mas William foi em dire??o a Mavis. Mavis se jogou nos bra?os de William, l¨¢grimas nos olhos enquanto dizia: William, meu p¨¦ est¨¢ doendo muito. ¨C Eu sei! ¨C William pegou Mavis no colo en?ou um olhar indiferente para Liliane, antes de seguir em dire??o ao escrit¨®rio. Ao ver as costas deles se afastando, Liliane sentiu seu cora??o ficar ainda mais entupido. Esses dois, uma estava atuando, o outro estava disposto a acreditar. Enquanto , acabou sendo rotdao a vil?. Dois colegas que passavame?aram a zombar d de forma sarc¨¢stica: ¨C ¨C A secret¨¢ria Liliane tamb¨¦m tem seus dias ruins. que Achei tinha subido ao topo, mas parece que ¨¦ apenas uma substituta da vice¨Cgerente Mavis! Isso ¨¦ hil¨¢rio! Os olhos de Liliane passaram friamente pelos rostos dos dois: ¨C Se o desempenho de voc¨ºs no final do m¨ºs n?o for satisfat¨®rio, posso demiti- los a qualquer momento. Deixando essas pvras para tr¨¢s, se endireitou e entrou no escrit¨®rio. Ap¨®s o expediente, Jorge levou Liliane de volta para Jardim Azul, onde dona Lucinda j¨¢ havia preparado o jantar. Liliane acabava devar as m?os e se sentou ¨¤ mesa quando dona Lucinda sorriu ee?ou a fr: ¨C A Srta. Liliane ¨¦ muito sortuda. ? Liliane empacou nos movimentos e olhou cara de d¨²vida para dona Lucinda, perguntando: ¨C Eu? Dona Lucinda assentiu, dizendo: ¨C Sim, o Sr. William disse que voc¨º gosta desses pratos, ent?o me pediu para prepar¨¢¨Clos. Liliane baixou os olhos para aida ¨¤ sua frente. De fato, eram todas as coisas que gostava de comer. 1 Mas o que importava se gostava ou n?o? j¨¢ n?o tinha mais liberdade. Sem apetite, Liliane apenas deu algumas garfadas antes de subir as escadas. Mas assim que chegou ao andar de cima, William entrou p porta da mans?o. Cap¨ªtulo 15 Cap铆tulo 15 Dona Lucinda se apressou em receb¨º¨Clo; ¨C Senhor, voc¨º voltou. William entregou o casaco para dona Lucinda, perguntando: ¨C Onde est¨¢? Dona Lucinda respondeu: ¨C A Srta. Liliane acabou de subir, mal tocou naida. Parece que est¨¢ de mau humor. William franziu o cenho. Ele ainda n?o havia perguntado a por que tinha empurrado a Mavis, e j¨¢ estava raiva primeiro? Ele deu uma olhada naida quase intocada na mesa, subiu as escadas uma express?o fria e bateu na porta indiferen?a. Logo, Liliane abriu a porta. Quando viu o homem de express?o fria na entrada, imediatamente abaixou os olhos: ¨C Sr. William, em que posso ajudar? Ao ver o rosto distante de Liliane, William sentiu uma onda de irrita??o surgir em seu cora??o. ¨C Voc¨º n?o acha que deveria me dar uma explica??o? ¨C Perguntou ele. Liliane nem sequer levantou os olhos enquanto respondia: ¡ª N?o sei do que voc¨º est¨¢ fndo. William estreitou os olhos. ¨C Liliane, n?o finja n?o saber e n?o teste minha paci¨ºncia! Liliane riu suavemente e, de repente, olhou diretamente para William, perguntando: Como eu ousaria testar a sua paci¨ºncia? A quest?o ¨¦, voc¨º acreditaria no que eu dissesse? Belongs to ? n0velDrama.Org. A voz de William ficou fria: ¨C Ent?o voc¨º n?o vai explicar? Liliane, torceu o tornozelo por sua causa! TA Liliane n?o conseguiu evitar rir. Que piada, eles j¨¢ a condenaram, por que ainda perguntar tanto? O sorriso no rosto de Liliane n?o chegou aos seus olhos. ¨C Voc¨º veio me perguntar porque quer que eu admita que fui eu quem a empurrou, n?o ¨¦? Bem, agora voc¨º ouviu, sou realmente assim, t?o malvada e cruel. disse. ¨C Ele n?o estava iodado o fato de ter outros homens e estava d¨® da sua amada? Se ele n?o gostava tanto disso, ent?o deveria expuls¨¢! Ao ver Liliane assumindo a responsabilidade por algo que fez errado de forma t?o justificada, a raiva de William aumentou instantaneamente. Ele a puxou para seus bra?os. Inclinou¨Cse e beijou seus l¨¢bios, mordendo for?a. Com o som doloroso de Liliane, o gosto de sangue se espalhou na boca de ambos. Liliane instintivamente tentou empurrar William, mas ele a segurou firmemente em seus bra?os. P primeira vez, Liliane sentiu intensamente o que era ser um ¡°brinquedo? de algu¨¦m! Com l¨¢grimas amargas escorrendo pelo rosto, rxou o corpo e se rendeu. Sentindo algo ¨²mido, William de repente afrouxou o aperto de seus bra?os. Ele abriu os olhos sombrios e viu as l¨¢grimas nos longos c¨ªlios de Liliane, franzindo a testa. Num instante, ele teve a sensa??o vaga de que algo estava prestes a escapar de suas m?os. Essa ideia durou apenas um instante, e a raiva surgiu nos olhos de William. Ele abaixou a voz e rugiu: ¨C Voc¨º se sente judiada por me beijar, ¨¦ isso? Liliane n?o disse nada, permanecendo em sil¨ºncio a cabe?a baixa. Vendo¨Ca teimosa e cda novamente, William ficou furioso e virou as costas. Logo, o som do motor do carro ecoou l¨¢ embaixo. Liliane olhava fixamente para fora da jan. Antes, podia ser voluntariamente uma substituta. Mas agora, n?o ser a amante em um rcionamento era seu limite. T Clube Harder. Com a apari??o de William, os dois homens na s privada olharam um para o outro, desanimados. Depois de suportar um clima frio e sufocante por um tempo, algu¨¦m finalmente n?o aguentou mais. Vin¨ªcius Soares se aproximou de William e disse: ¨C ¨C William, encontrou a pessoa errada de novo? Williamn?ou um olhar cial para ele, o repreendendo: N?o sabe mais fr direito? Vin¨ªcius rapidamente fechou a boca e olhou para Leonardo Morales, que estava n?o muito longe. Leonardo acenou a cabe?a, dizendo: ¨C ¨C William, por que sua secret¨¢ria n?o est¨¢ aqui hoje? O rosto de William ficou sombrio. ¨C ¨C Se voc¨º mencionar novamente, voc¨º ficar¨¢ meio ano sem tocar em uma mulher! Leonardo ficou assustado e se levantou rapidamente, se afastando o m¨¢ximo poss¨ªvel de William. Vin¨ªcius entendeu. Esse homem estava raiva por causa de sua secret¨¢ria Liliane. Ele pensou por um momento e mudou de assunto: ¨C William, quando voc¨º vai trazer sua salvadora aqui para n¨®s dois a conhecermos? Leonardo aproveitou a oportunidade para concordar: ¨C ¨¦, isso mesmo, queremos vero ¨¦ a mulher que voc¨º tanto procurou. William ficou em sil¨ºncio por um momento, antes de fazer uma pergunta: *15 BORUS O que pode fazer uma pessoa mudar de repente? Vinicius e Leonardo trocaram olhares, captando o cheiro de uma possivel fofoca. Vinicius disse: ¨C A vida e as pessoas. William olhou para ele, um ar de contem??o em seus olhos. De madrugada. Liliane, que finalmente havia conseguido adormecer, foi acordada pelo som do celr. pegou o celr e viu que era uma liga??o de Vin¨ªcius, atendendo imediatamente. ¨C Secret¨¢ria Liliane, voc¨º est¨¢ dormindo? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. Liliane se sentou na cama, respondendo: ¨C O que aconteceu, Sr. Vin¨ªcius? Vin¨ªcius olhou para William, que estava b¨ºbado ao seudo junto Leonardo. Seu chefe, o Sr. William, bebeu demais. Voc¨º pode vir busc¨¢¨Clo? Liliane n?o respondeu de imediato. Onde tinha Vin¨ªcius, certamente Leonardo estava por perto. Os dois eram os melhores amigos de William, e Liliane j¨¢ testemunhou cenas em que eles tiraram pvras da boca de William depois que o embebedaram. n?o queria cair em algum tipo de armadilha que eles estivessem armando. Por isso, decidiu recusar: Sr. Vin¨ªcius, por favor, entre em contato o assistente Jorge. N?o estou em uma posi??o muito conveniente agora. Se n?o houver mais nada, vou desligar. Cap铆tulo 16 ¨C Espere! ¨C Vin¨ªcius rapidamente chamou Liliane que estava prestes a encerrar a liga??o. ¨C ¨C jorge est¨¢ ocupado e n?o pode vir! ¨C Ele mentiu calma e naturalidade. ¡­Entendi, me envie o endere?o. ¨C Liliane respondeu. Vinte minutos depois. Liliane estacionou em frente ao Clube Harder. Na entrada do clube, William, a cabe?a baixa, estava sendo apoiado por Vin¨ªcius e Leonardo. Liliane franziu a testa e se aproximou, vendo que o rosto bonito de William estava corado, confirmando que ele realmente estava b¨ºbado. No entanto,o , sua altura de 1,70m, poderia segurar William, que tinha 1,90m? Vin¨ªcius empurrou William na dire??o de Liliane e perguntou: Secret¨¢ria Liliane, voc¨º j¨¢ viu aqu mulher que William procurou tanto? ¨C J¨¢ vi. ¨C Liliane respondeu enquanto abaixava os olhos. ¨C William provavelmente est¨¢ b¨ºbado por causa d esta noite, as raz?es exatas n?o s?o muito ras. Leve¨Co para casa e cuide bem dele. ¨C Vin¨ªcius sorriu. O cora??o de Liliane doeu de novo. No entanto, estranhamente, n?o doeu tantoo antes. deu um sorriso suave para Vin¨ªcius e levou dificuldade William embora. Quando Liliane se afastou, Leonardo n?o p?de deixar de fr: ¨C Vin¨ªcius, voc¨º est¨¢ maluco? ¨C O que h¨¢ de erradoigo? ¨C Vin¨ªcius arqueou a sobrancelha. Leonardo estava irritado e apontou para as costas de Liliane. ¨C Voc¨º sabe muito bem que William bebeu por causa da secret¨¢ria Liliane! No entanto, voc¨º insiste em dizer que ¨¦ por causa daqu outra mulher! ¨C De vez em quando, ¨¦ bom dar a William um pouco de amargura para o bem Que amargura? ¨C Leonardo estava confuso. N?o se preocupe, voc¨º saber¨¢ no futuro. ¨C Vin¨ªcius disse. Leonardo estava sem pvras. Por que todo mundo estava sendo t?o misteriosos? De volta ao Jardim Azul, Liliane teve dificuldade para levar William para o quarto principal. mesma estava exausta e se deitou na beira da cama, sem for?as para se mexer. Liliane olhou seriedade para o rosto bonito de William. Seu cabelo curto estava um pouco bagun?ado, escondendo a testa. As sobrancelhas finas e os olhos fechados, o nariz alto e os l¨¢bios finos apertados,o se estivesse desconfort¨¢vel. Liliane observou atentamente, tentando suavizar as rugas na testa de William o toque de seus dedos. Mas no momento em que seus dedos tocaram a pele, William abriu os olhos de repente e segurou seu pulso. O movimento repentino assustou Liliane, e tentou puxar a m?o de volta, mas William n?o deu a a chance. ¨C Voc¨º tem a oportunidade de fugir. Por que n?o foge? ¨C William perguntou frieza. ¨C Fugir significaria ficar sem dinheiro. ¨C Liliane respondeu. O olhar de William ficou frio, e ele apertou ainda mais o pulso d. ¨C Al¨¦m de dinheiro, no que mais voc¨º pensa? ¨C Ele perguntou. ¨C Talvez em homens? ¨C Liliane fingiu pensar. William queria ouvir essa resposta, n?o era? Ent?o a deu a ele. Como esperado, a repulsa nos olhos escuros de William ficou evidente. ¨C O contrato ainda n?o terminou. Comporte¨Cseo a amante que voc¨º ¨¦! O grito dele fazendo o peito de Liliane doer quase at¨¦ sufocar. Ele podia se envolver abertamente sua amada, mas tinha que ser uma 214 n?o queria! Liliane resistiu ¨¤ dor em seu cora??o e deu um suspiro profundo. olhou para William e disse: William, podemos encertar esse rcionamento? A respira??o de William ficou ca¨®tica por alguns segundos, mas em seguida, ele apertou o queixo de Liliane for?a e disse voz amea?adora: Liliane, o controle deste neg¨®cio est¨¢ sempre em minhas m?os. N?o est¨¢ em suas m?os para dizer quando acaba! A partir de hoje, voc¨º n?o pode sair do Jardim Azul sem a minha permiss?o! Liliane n?o sabiao saiu do quarto de William. Tudo o que sabia era que, depois de ele dar a ordem cruel, ele a tratou de forma brutal mais uma vez. Se pudesse, desejaria poder desfazer o qu¨¦ disse. Assim, pelo menos, teria a chance de ir ao hospital e voltar para a empresa. Agora, n?o tinha mais nada. se tornoupletamente um ¡°animal de estima??o¡± que William criou, para ser usada ou descartadao ele quisesse. Passou uma semana inteira desde que foi mantida em cativeiro. Liliane passou o tempo ocupada trabalhando em seus projetos de design. Quando recebeu seu pagamento, o transferiu para a conta de F¨¢tima. estava prestes a sair das redes sociais quando sua amiga, Marc, enviou uma mensagem. ¡°Liliane, ouvi dizer que yai haver um grande concurso de design de moda online no Pa¨ªs Y. Voc¨º gostaria de participar?¡± Liliane ficou surpresa por um momento e respondeu. ¡°Voc¨º pode me mostrar os requisitos e as regras do concurso?¡± Marc enviou um link e Liliane verificou que preenchia os requisitos para Tr¨ºs meses depeti??o tr¨ºs rodadas. Content held by N?velDrama.Org. O primeiro pr¨ºmio era de incr¨ªveis cinco milh?es. Com esse dinheiro, poderia pagar as contas m¨¦dicas de sua m?e e ter a coragem de deixar William. Liliane respondeu a Marc. ¡°Obrigada, isso ¨¦ muito importante para mim.¡± ¡°N?o precisa de agradecer, basta me convidar para um jantar quando tiver tempo.¡± Liliane respondeu um ¡°ro¡°. Ap¨®s preencher o formul¨¢rio de inscri??o, Lucinda bateu ¨¤ porta para cham¨¢ para o jantar. Liliane rapidamente fechou oputador e a seguiu at¨¦ a s de jantar. + Cap铆tulo 17 Sentada ¨¤ mesa, Lucinda serviu uma tig de sopa de galinha fresca para Liliane. Ao olhar para a superf¨ªcie dourada de ¨®leo flutuante, o est?mago de Liliane revirou. Uma onda de n¨¢usea a atingiu e correu pressa para o banheiro. Enquanto observava isso, Lucinda ficou perplexa no local, mas logo um sorriso de surpresa apareceu em seu rosto. Quando Liliane voltou o rosto p¨¢lido, Lucinda perguntou sorrindo: ¨C Srta. Liliane, seu per¨ªodo est¨¢ atrasado? Liliane, segurando a x¨ªcara de caf¨¦ na m?o, respondeu tom fraco: ¨C Minha menstrua??o nunca foi regr. ¨C Srta. Liliane, se eu n?o estiver enganada, voc¨º pode estar gr¨¢vida. ¨C Lucinda disse. De repente, Liliane parou seu movimento e ergueu o olhar espanto para Lucinda. ¨C Gr¨¢¡­ Gr¨¢vida? ¨C ¨C Sim, vou sair eprar um teste de gravidez para voc¨º verificar. ¨C Lucinda assentiu. Liliane esbo?ou um sorriso amargo. ¨C Dona Lucinda, William e eu sempre tomamos precau??es. Deve ser apenas um desconforto estomacal recente, n?o pode ser uma gravidez. ¨C Nesse caso, vou preparar pratos para melhorar a sa¨²de do seu est?mago nos pr¨®ximos dias. ¨C Lucindamentou. ¨C Liliane concordou seus sentimentosplexos. ¨C Dona Lucinda, por favor, n?o conte ao William sobre o meu desconforto estomacal. ¨C O Sr. William realmente se preocupa voc¨º. ¨C Lucinda aconselhou. ¨C Eu sei, mas ele est¨¢ ocupado, e eu n?o quero que ele se distraia os meus problemas¡­ ¨C Liliane sorriu. Ap¨®s o jantar, Liliane subiu ¨¤s pressas as escadas. Na verdade, n?o tinha certeza se estava realmente gr¨¢vida ou n?o. Naqu noite no carro, eles n?o tomaram nenhuma precau??o, mas tamb¨¦m n?o p?de evitar que fosse um problema de sa¨²de. Liliane levou a m?o ao est?mago, ansiosa. Se estivesse gr¨¢vida, poderia manter o beb¨¦? William n?o aceitaria um filho concebido uma amante, certo? Com preocupa??es, Liliane vagou de umdo para o outro no quarto, pensando se deveria sair de casa. ¨¤s dez da noite. Liliane ouviu o som do motor de um carro vindo do andar de baixo. se aproximou da jan e viu o carro de William estacionado l¨¢ embaixo, apressando¨Cse para descer. Eles n?o se viam havia uma semana, e William parecia cansado, apesar de sua apar¨ºncia elegante. Liliane sabia da agenda ocupada de William nas ¨²ltimas semanas, viagens constantes a trabalho. Quando Liliane apareceu diante de William, ele a olhou surpresa e perguntou: Aconteceu algo? ¨C Amanh? gostaria de ir ao hospital para visitar minha m?e. ¨C Liliane assentiu. ¨C Vamos subir e conversar. ¨C William se dirigiu at¨¦ a escada. Liliane o seguiu at¨¦ seu escrit¨®rio. Ele se sentou ¨¤ sua mesa e, afrouxando a gravata, perguntou: A que horas voc¨º neja ir? Enquanto servia um copo de ¨¢gua, Liliane olhou para William e disse: ¨C P manh?, est¨¢ bem? Com isso, trouxe ¨¢gua para William. Ele olhou fixamente para a x¨ªcara por um momento e, respondeu em um tom frio: Depois que terminar, vou pedir a Jorge que a leve de volta a empresa. Liliane n?o esperava que William concordasse t?o facilmente e at¨¦ permitisse que voltasse para o trabalho. reprimiu sua alegria e respondeu de forma humilde: Est¨¢ bem. O que Liliane n?o sabia era que William tinha percebido sua alegria no momento em que a escondeu. ¨C Venha aqui. ¨C Ele ordenou seriedade. Liliane olhou para ele, sabendo muito bem o que ele queria. hesitou por um momento, mas acabou se aproximando. William a segurou por tr¨¢s e a beijou paix?o, um beijo que queimava de desejo. Liliane se entregou de maneira obediente, sabendo que havia conquistado a chance de sair de casa e n?o queria perd¨º. @ Segunda¨Cfeira. Liliane acordou cedo, enquanto William ainda estava dormindo ao seudo. levantou em sil¨ºncio da cama e saiu. Ap¨®s o caf¨¦ da manh? preparado por Lucinda, pegou um t¨¢xi para o departamento de ginecologia do hospital. Depois de fazer os exames, segurou o resultado do exame e procurou o m¨¦dico. ¨C Voc¨º est¨¢ gr¨¢vida de seis semanas. Tenha cuidado suas atividades ¨ªntimas. ¡ª ¨C O m¨¦dico lembrou. Seis semanas? ¨C Liliane ficou chocada. O m¨¦dico a encarou testa franzida. ¨C O que aconteceu? Voc¨º n?o quer o beb¨º? Eu estava tomando ¨¢nticoncepcionais,o posso estar gr¨¢vida? ¨C Liliane estava insegura perguntando. ¨C Os anticoncepcionais de emerg¨ºncia n?o s?o 100% eficazes, e n?o prejudicam o Text ? owned by N?velDrama.Org. gravidezes. Pense bem¡­ you ¨C O m¨¦dico explicou. Liliane saiu do consult¨®rio o exame em m?os, ainda atordoada. realmente estava gr¨¢vida¡­ Uma crian?a de William. Mas ele aceitaria o beb¨º? Depois de refletir, Liliane tirou uma foto do exame e encontrou a conversa William. sentia que eleo pai da crian?a tinha o direito de saber. Cap铆tulo 18 Fa?a um aborto! Voc¨º est¨¢ gr¨¢vida do meu filho e isso me causa repulsa! De repente, um grito furioso de um homem ecoon nos ouvidos de Liliane. virou¨Cse e viu uma mulher agarrando as roupas de um homem, suplicando: ¨C Voc¨º tem ideia do quanto um aborto afeta meu corpo? Voc¨º n?o pode ser t?o insens¨ªvel! Seu corpo n?o ¨¦ da minha conta! Ao ouvir isso, Liliane visualizou o rosto indiferente de William em sua mente. era apenas uma ferramenta em sua cama, e ele provavelmente n?o aceitaria facilmente a ideia de ter um filho , certo? Assustada o pensamento de que pudesse ter ouvido as pvras cru¨¦is que foram trocadas, Liliane rapidamente desligou o celr. precisava encontrar uma oportunidade para sondar os sentimentos de William. Liliane colocou o rt¨®rio na bolsa e se dirigiu ansiedade ¨¤ hospitr. Chegando ao quarto de F¨¢tima, rp?s suas emo??es antes de entrar. Content held by N?velDrama.Org. F¨¢tima estavaendo uma ma?? e, ao ver Liliane, sorriu e disse: ¨C Lili, voc¨º voltou? Liliane se sentou aodo da cama de F¨¢tima. ¨C M?e, acabei de voltar de uma viagem a trabalho. Voc¨º parece estar bem. ¨C Enquanto voc¨º estava fora, o Dr. Carlos cuidou muito bem de mim. ¨C F¨¢tima estava alegre. O sorriso no rosto de Liliane se tornou um pouco for?ado, e disse: ¨C M?e, o Dr. Carlos tamb¨¦m tem suas pr¨®prias responsabilidades. N?o devemos iod¨¢¨Clo¡­ Eu n?o estou ocupado. ¨C Antes de Liliane terminar as pvras, a voz suave de Carlos veio da porta do quarto. Liliane olhou um sorriso leve para ele. se levantou rapidamente e agradeceu: Dr. Carlos, obrigada por cuidar da minha m?e. N?o precisa ser t?o formal entre n¨®s. ¨C Carlos respondeu. Suas pvras fizeram F¨¢timae?ar a fantasiar um pouco. Notando que Liliane j¨¢ estava na idade certa para casar, n?o p?de deixar de se preocupar. ¨C Lili, se voc¨º tiver um tempo hoje, que tal convidar o Dr. Carlos para almo?ar? Liliane estava prestes a recusar, mas Carlos disse: ¨C Ent?o, agrade?o anteced¨ºncia. ficou surpresa no local e olhou para F¨¢tima um olhar estranho. ¨C M?e, ao meio¨Cdia, eu¡­ ¨C Lili, quando voc¨º n?o estava l¨¢, o Dr. Carlos me ajudou muito e n?o podemos esquecer desse favor. Liliane n?o ousou aceitar, afinal, ontem ¨¤ noite William havia dito que Jorge viria busc¨¢ ao meio¨Cdia Liliane olhou para seu rel¨®gio, respondeu de maneira evasiva: ¨C Dr. Carlos, eu tenho que voltar ao trabalho ¨¤ tarde. Se voc¨º estiver dispon¨ªvel agora, posso convid¨¢¨C lo para tomar um caf¨¦. ¨C Est¨¢ bem. ¨C Carlos concordou. No caf¨¦ em frente ao hospital. Liliane pediu um caf¨¦ para Carlos e uma limonada para si mesma, devido ¨¤ sua gravidez. Ap¨®s a sa¨ªda do gar?om, olhou um olhar preocupado para Carlos. ¨C Dr. Carlos, minha m?e pode dizer coisas estranhas. Por favor, n?o leve a s¨¦rio. Carlos n?o se importou. ¨C Est¨¢ tudo bem. ¨¦preens¨ªvel que tenha algumas expectativas. Afinal, voc¨º realmente precisa de algu¨¦m para cuidar de voc¨º. Liliane pegou seu cop¨® e tomou um gole de ¨¢gua. n?o estava certa se havia outro significado nas pvras de Carlos, mas queria esrecer algumas coisas. 215 apertou os l¨¢bios e disse firmeza: ¨C Dr. Carlos, no momento, estou focada no meu trabalho. N?o estou pensando em rcionamentos. Depois disso, olhou diretamente para Carlos. Aquele rosto bonito e elegante ramente refletia um toque de mncolia. Carlos permaneceu em sil¨ºncio por um momento e depois perguntou: ¨C Nunca pensou em encontrar algu¨¦m parapartilhar o fardo voc¨º? Liliane respondeu de forma decidida: Nunca. Antes, era amante de William, e por se sentir suja, nunca se sentiu digna do tipo de pessoa incr¨ªvel que Carlos era. No entanto, agora estava gr¨¢vida. Mesmo que William n?o a quisesse mais, n?o poderia atrapalhar o futuro do Dr. Carlos. Carlos sorriu tristeza. Eu entendi. No entanto, se voc¨º tiver alguma dificuldade, por favor, me avise. N?o tente carregar tudo sozinha, est¨¢ bem? Liliane baixou os olhos e n?o conseguiu encarar o olhar de Carlos. Eu posso cuidar de mim mesma. Depois de dizer isso, se levantou. ¨C Vamos voltar. Eu quero passar mais tempo minha m?e. Carlos assentiu, e depois que Liliane pagou a conta, eles sa¨ªram juntos do caf¨¦. No entanto, Liliane n?o estava concentrada, e, ao sair da porta, escorregou nas escadas e quase caiu. Carlos agiu r¨¢pido, segurando¨Ca e perguntou preocupa??o: Voc¨º est¨¢ bem? A dorncinante em seu tornozelo fez que Liliane franzisse as fei??es. empurrou Carlos para longe e manteve distancia. ¨C N?o se preocupe, eu posso andar. Mas depois de dar apenas alguns passos, Liliane n?o conseguiu conter um gemido de dor. O rosto bonito de Carlos se tornou s¨¦rio, ele se aproximou e a segurou em seus bra?os. N?o force, ou o tornozelo ficar¨¢ ainda pior! Com essas pvras, ele pegou Liliane nos bra?os e a carregou ¨¤s pressas em dire??o ao hospital. No entanto, essa cena foi exatamente o que William viu do carro. O rosto belo dele estava gdo e seus olhos escuros estavam cheios de raiva. Jorge, que estava dirigindo, sentiu o clima tenso no carro. William havia ido direto ao hospital assim que acordou, nejando esperar na entrada para panh¨¢ de volta ao trabalho. No entanto, ele nunca esperava ver essa cena. Jorge estava preocupado o que Liliane estava passando, j¨¢ que as coisas acabavam dee?ar a se acalmar entre eles? ¨C V¨¢ busc¨¢! ¨C A voz de William estava g¨¦lida. Jorge concordou rapidamente e saltou do carro, alcan?ando Carlos e Liliane a tempo de bloquear o caminho deles. Liliane teve uma sensa??o ruim quando viu Jorge. Carols permaneceu a mesma express?o. ¨C D¨º passagem, torceu o p¨¦ e precisa de atendimento imediato. Jorge ignorou Carlos e olhou para Liliane, a alertando: ¨C Secret¨¢ria Liliane, o Sr. William est¨¢ ali. O rosto de Liliane empalideceu em um instante. Realmente pedir o mal atr¨¢ia o mal. se esfor?ou para ser colocada no ch?o e disse: ¨C ¨C Dr. Carlos, por favor, me solte. Carlos olhou preocupado para Liliane em seu bra?os. Embora n?o entendesse a situa??o, obedeceu e a colocou no ch?o. Quando sua perna direita estava no ch?o, soltou um gemido de dor. Lutando contra a dor, Liliane olhou para Carlos e disse: ¨C Dr. Carlos, por favor, cuide da minha m?e. Carlos assentiu e assistiu enquanto Liliane se afastava mancando. Ele s¨® se permitiu olhar para o carro esportivo preto estacionado em frente ao hospital quando estava mais distante. ?? + Cap铆tulo 19 Ao se aproximar do carro, Jorge abriu a porta presteza. No instante em que a porta se abriu, Liliane sentiu um arrepio sinistro que saiu de dentro do carro. Seu cora??o afundou e, ao mesmo tempo, a voz rouca de William ecoou em seus ouvidos. ¨C Entre! Engolindo em seco, Liliane entrou ansiedade no carro. Antes mesmo de se odar, William ergueu a m?o, segurou seu queixo e for?ou -a a olhar em seus olhos furiosos, capazes de consumi em chamas. O rosto de William estava carrancudo, e ele rosnou: ¨C Liliane, voc¨º ignoroupletamente o que eu disse? Liliane empalideceu e tentou se explicar. ¨C William, n?o ¨¦ o que parece¡­ ¨C O que parece? ¨C William a interrompeu. ¨C Liliane, eu s¨® confio nos meus pr¨®prios olhos. A cada pvra, William apertava ainda mais sua m?o em seu queixo. Liliane sentiu dor, as l¨¢grimas se acumndo em seus olhos. Como explicava fazendo William acreditar n? O seja, n?o importavao explicava, tudo seria em v?o? ramente, era t?o ¨®bvio que a coisa n?o era o que ele tinha visto? William continuou olhando¨Ca frieza. Ele esperava que se rendesse. Na noite anterior, ele havia concordado em deix¨¢ sair sozinha sem a vigilancia de Jorge. No entanto, tratou a confian?a dele o qu¨º? ¨C Fale! ¨C William gritou, sua raiva fazendo Liliane quase perder o f?lego. ¨C Com l¨¢grimas nos olhos, Liliane controlou suas emo??es e perguntou: E quanto a voc¨º, William? A testa dele apertou ainda mais. ¨C William, voc¨º est¨¢ t?o bravo devido ao seu orgulho ferido ou sua possessividade aflorando? Enquanto voc¨º busca por sua amada, mas ainda me segura for?a. J¨¢ pensou nos meus sentimentos? ¨C Sentimentos? ¨C William riu friamente, suas pvras friaso o gelo. ¨C Liliane,o amante, voc¨º n?o tem o direito de ter sentimentos. William soltou a m?o e a empurrou for?a antes de gritar para fora do carro. ¨C Jorge! Jorge se apressou a entrar no carro. ¨C Sr. William. ¨C Volte para o Jardim Azul. ¨C Entendido. Ao chegar ao Jardim Azul, William arrastou Liliane para fora do carro. A dor em seus p¨¦s a fez quase cair v¨¢rias vezes. No entanto, William a ignorou e a levou direto para cima, jogando¨Ca na cama. Quando Liliane ergueu os olhos, o imponente corpo de William j¨¢ estava sobre . sabia o que ele pretendia fazer, mas pensando no beb¨º que carregava, resistiu todas as suas for?as. ¨C William! Voc¨º n?o pode fazer isso! A m?o longa de William prendeu suas m?os, mantendo¨Ca imobilizada. Com a outra m?o, ele rasgou raiva suas roupas, derando: ¨C Voc¨º sabe qual ser¨¢ o resultado se resistir a mim! Perante a raiva dele, l¨¢grimas escorriam dos cantos dos olhos de Liliane. Pouco a pouco, desistiu de lutar. estavao um peixe morto, permitindo que ele a consumisse¡­ Ap¨®s um cochilo profundo, que durou a tarde toda, Liliane acordou quando trocou de roupa e abriu a porta. Lucinda a olhou preocupa??o. Srta. Liliane, o Sr¡­. Dona Lucinda, n?o mencione ele. ¨C n?o queria ouvir o nome de William agora. Sua atitude ego¨ªsta a assustava, fazendo¨Ca desejar fugir. N?o ¨¦ assim, Srta. Liliane. O Sr. William trouxe uma mulher para casa. Um toque de esc¨¢rnio passava por seus olhos. Ele a havia questionado e humilhado quando outros homens se aproximavam d. O que ele queria agora? Vingan?a? Liliane j¨¢ n?o tinha muito apetite, e agora, nem sequer queriaer. ¨C Entendi, n?o vou descer. ¨C Sua voz soou g¨¦lida. ¨C ¨C O Sr. William disse que voc¨º precisa descer¡­ ¨C Lucinda hesitou. Liliane sorriu de forma ir?nica por dentro. Para n?o colocar Lucinda em uma situa??o dif¨ªcil, tinha que descer. Assim que entrou na s de jantar, viu Mavis sorrindo enquanto colocavaida no prato de William. ¨C William, posso descascar os camar?es para voc¨º? Talvez tivesse ouvido os passos d se aproximando, ele levantou o olhar. Seu rosto estava sombrio ao ver Liliane e ele respondeu: Content held by N?velDrama.Org. ¨C Est¨¢ bem. Seguindo o olhar de William, Mavis tamb¨¦m olhou para cima. Ao ver Liliane, um brilho malicioso passou pelos olhos d. No segundo seguinte, se levantou e disse sorrindo: ¨C Secret¨¢ria Liliane, que bom que voc¨º veio. Sente¨Cse. A voz de Mavis soava familiar,o se Liliane fosse a convidada e n?o a dona da` casa. Cap¨ªtulo 20 Cap铆tulo 20 Liliane percebeu as artimanhas de Mavis, mas escolheu ignor¨¢s e se sentou calma ¨¤ mesa em frente a para jantar. Mavis sentiu¨Cse desconfort¨¢vel e olhou para William. ¨C William, ser¨¢ que estou deixando a secret¨¢ria Liliane chateada? N?o precise lidar . ¨C Ele estendeu a m?o e segurou Mavis para que se sentasse, Mavis assentiu eeu algumas garfadas antes de dizer. ¨C Secret¨¢ria Liliane, em r??o ao que aconteceu da ¨²ltima vez, n?o te culpo. Foi minha pr¨®pria falta de firmeza que me fez cair. Dizendo isso, seus olhos ficavam vermelhos. ¨C Voc¨º poderia n?o ficar chateadaigo? As pvras de Mavis eram t?o desagrad¨¢veis para Liliane quanto aida diante d. Se n?o estivesse contendo o enjoo, provavelmente teria vomitado. Liliane olhou para Mavis e disse: Belongs to ? n0velDrama.Org. ¨C Eu n?o sou do tipo que guarda rancor,o algumas pessoas por a¨ª. Essas pvras fizeram Mavis apertar for?a os talheres. No entanto, seu talento para atua??o, transformou sua raiva em uma express?o de tristeza e vulnerabilidade. ¨C N?o, secret¨¢ria Liliane, n?o foi isso que eu quis dizer. S¨® acho que,o estaremos todas perto de William no futuro, ¨¦ melhor resolver qualquer conflito o mais cedo poss¨ªvel¡­ 1 Mavis terminou suas pvras enquanto as l¨¢grimase?aram a escorrer. Seus l¨¢bios tremeram quando baixou a cabe?a e disse a voz embargada: ¨C William, eu estraguei o apetite de voc¨ºs, me desculpe, me desculpe¡­ William mostrou um leve sinal de impaci¨ºncia em suas sobrancelhas, mas ele a acalmou voz suave: ¨C Fr algu¨¦m que n?o sabe o que ¨¦ razo¨¢vel s¨® vai te deixar mais magoada. Coma, por favor. O apoio de William deixou Liliane uma sensa??o de amargura. Aparentemente, aos olhos dele, se tornava a pessoa cruel. Por outrodo, Mavis era gentil epreensiva. Num instante, Liliane sentiu aida na boca se transformar em cera, tornando dif¨ªcil de engolir. Ap¨®s a refei??o, William saiu da mans?o por alguns assuntos. Liliane decidiu ir ¨¤ cozinha encontrar Lucinda e pegar algumas frutas. Quando estava prestes a sair, ouviu a voz sarc¨¢stica de Mavis. ¨C A situa??o na sua casa ¨¦ t?o ruim que voc¨º pretende se apegar ao William? Liliane parou e olhou para Mavis, dizendo: ¨C Voc¨º ¨¦ realmente boa na atua??o, voc¨º n?o se tornar uma atriz ¨¦ uma pena.. Mavis ficou uma express?o desprez¨ªvel. ¨C Minhas pvras deixaram voc¨º sem resposta? ¨C Voc¨º n?o percebe o qu?o cheias de ci¨²me s?o suas pvras? Pessoas sem habilidade s¨® sabem fr mal dos outros. ¨C Liliane riu. O rosto de Mavis escureceu em um instante. 1 ¨C Liliane, at¨¦ quando voc¨º acha que pode se vangloriar? Liliane deu um olhar frio para . ¨C Com essa express?o irritada, voc¨º estava mais nojenta empara??o aida ruim. Depois disso, Liliane n?o se deu ao trabalho de discutir Mavis e foi diretamente para a cozinha. Lucinda entregou a Liliane frutas preparadas. ¡ª Srta. Liliane, perdoe minha intromiss?o, ¨C ¨C Diga. ¨C Liliane a encarou. ¨C ¨C Se voc¨º e o Sr. William n?o est?o bem, ¨¦ mais prov¨¢vel que as pessoas tentem interferir. ¨C Lucinda suspirou. Em vez de dizer que Mavis estava interferindo, seria mais preciso dizer que estava ocupando o lugar. n?o estava vontade de ocupar, mas William n?o a deixava sair. No entanto, Liliane n?o queria explicar demais, apenas sorriu e disse: ¨C Obrigada p sua preocupa??o, dona Lucinda. De volta ao quarto, Lilianeeu algumas frutas antes dee?ar a trabalhar em seu projeto de desenho. Depois de menos de uma hora, Lilianee?ou a se sentir sonolenta demais para continuar. O decidiu ir ¨¤ cozinha pegar um copo de ¨¢gua para se refrescar. Quando saiu do quarto, viu Mavis entrando no escrit¨®rio. William ainda n?o havia voltado, ent?o por que Mavis estava indo para o escrit¨®rio? Liliane se virou e se dirigiu ao escrit¨®rio. Ao chegar ¨¤ porta, viu Mavis se curvar para abrir uma gaveta. Pensando em algo dentro da gaveta, que era tabu mais profundo para William, Liliane a interrompeu: ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo? Mavis deu um pulo de susto e olhou para Liliane. ¨C Voc¨º ¨¦ um fantasma? N?o faz nenhum som quando anda? ¨C Ser¨¢ que n?o ¨¦ medo de culpa que te assustou? ¨C Liliane zombou enquanto se aproximava. Ao chegar ¨¤ mesa e notar que Mavis havia puxado a gaveta p metade, ficou surpresa. tinha coragem de ver as coisas dentro de graveta, ent?o a empurrou pressa. Antes de se sentar no seu lugar, n?o mexa nas coisas dos outros. ¨C Lilian? lembrou voz g¨¦lida ¨C Mal tinha terminado de fr quando uma figura negra apareceu na porta. Sem esperar por Liliane levantar a cabe?a, o grito irritado de William ecoou. O que voc¨º est¨¢ fazendo? 375 Liliane olhou para cima e ficou surpresa ao ver William. estava prestes a explicar, William avan?ou passos furiosos. Observando a chave de gaveta bn?ar, William, os olhos cheios de raiva, perdeu o controle e segurou o pesco?o de Liliane. ¨C Eu j¨¢ n?o te avisei para n?o mexer nesta gaveta? ¨C William rugiu. ¨C Liliane, por que voc¨º tem que me desafiar? Por qu¨º?! Liliane estava olhando para ele choque nos olhos. tentou explicar, mas a m?o de William estava apertando sua garganta, tornando imposs¨ªvel dizer uma pvra. Mavis rapidamente se aproximou e tentou ser a boa pessoa. ¨C ¨C William, voc¨º est¨¢ se enganando. Fui eu que pedi ¨¤ secret¨¢ria Liliane para me ajudar a encontrar um livro para ler. n?o estava tentando abrir a gaveta de prop¨®sito. N?o fique bravo, se quiser culpar algu¨¦m, culpe a mim. Ao ouvir as pvras de Mavis, William finalmente afrouxou a m?o. Conseguindo recuperar o f?lego, Liliane cobriu a garganta ee?ou a tossir intensamente. Williamn?ou um olhar r¨¢pido para Liliane e depois se voltou para Mavis, sua voz fria. ¨C Mavis, j¨¢ est¨¢ tarde, vou pedir ao Jorge para te levar de volta. Mas eu queria passar mais tempo voc¨º. William respondeu em tom g¨¦lido: ¨C Eu tenho assuntos para tratar! ¨C Tudo bem, vou ouvir voc¨º. ¨C Mavis ficou desanimada. Assistindo os dois partirem, Liliane n?o conseguiu conter as l¨¢grimas. Ser¨¢ que a presen?a de Mayis era t?o importante? Importante a ponto de William parecer prestes a mat¨¢ agora pouco¡­ Levou um tempo para Liliane recuperar apostura antes de descer as escadas. Antes que pudesse chegar ¨¤ cozinha, uma voz de advert¨ºncia ecoou atr¨¢s d. ¨C Liliane, n?o fa?a isso na pr¨®xima vez. Liliane parou, encarando¨Co olhos vermelhos. Se voc¨º valoriza tanto as coisas em sua gaveta, ent?o n?o me deixe mais aqui! William ainda estava emanando um ar hostil e seu rosto belo estava frio, Quando eu me cansar de brincar, vou te mandar embora. Com isso, ele se virou e subir as escadas, sua postura era alta e indiferente. Liliane deu alguns passos para tr¨¢s, recuando, apoiando¨Cse impotentemente contra a parede. Quando ele se cansar de brincar? Aparentemente, n?o tinha dignidade alguma aos olhos dele. enxugou as l¨¢grimas caindo de forma teimosa e, em seguida, seu celr que estava no bolso vibrou. Cap铆tulo 21 Liliane tirou o celr do bolso e, ao ver que era uma liga??o de seu pai, uma sombra de fadiga cruzou seu rosto. apertou o celr, ignorando a dor no tornozelo, e caminhou at¨¦ a cozinha para atender. ¨C Al?. Liliane disse uma voz carregada de preocupa??o. ¨C Lili,o voc¨º pode passar tanto tempo sem responder a uma liga??o? ¨C Voc¨º me bloqueou, lembra? Com medo de que algu¨¦m me usasse para chegar at¨¦ voc¨º. Voc¨º esqueceu disso? Eu esqueci, desculpe. Onde voc¨º est¨¢ agora? Nelson riu de forma constrangida. Trabalhando horas extras. ¨C Entendi, ganhando um bom dinheiro horas extras ¨¦ uma ¨®tima not¨ªcia. Lili, voc¨º tem algum dinheiro agora? Liliane apertou o copo em suas m?os, irritada que a ¨²nica coisa que ele queria era dinheiro. Ele j¨¢ esqueceuo o resgatou daqu situa??o no cassino da ¨²ltima vez? Liliane falou frieza: ¨C N?o tenho nada! Usei tudo para pagar suas d¨ªvidas! Nem que fossem algumas centenas de reais, Lili, voc¨º n?o tem nem isso? ¨C Nelson ficava impaciente. Liliane sentiu um aperto no cora??o. ¨C Pai, voc¨º quer me levar ¨¤ beira do abismo? Voc¨º nunca ajudou as despesas m¨¦dicas da m?e, e as d¨ªvidas do jogo que eu paguei. O que mais voc¨º quer? ¨C Como voc¨º p fr assim? Eu te criei, o que h¨¢ de errado em pedir um pouco. de ajuda financeira? 2 Liliane deu uma fungada, tentando conter as emo??es. Eu realmente n?o tenho dinheiro, talvez possamos conversar sobre isso no pr¨®ximo m¨ºs. ¨C N?o, n?o ¨¦ uma op??o! ¨C Nelson a interrompeu. Eu preciso de dinheiro agora. Se voc¨º n?o me der, ser¨¢ uma filha sem cora??o! 174 Voc¨º quer jogar de novo, n?o ¨¦? A li??o da ¨²ltima vez n?o foi suficiente? Liliane estava tremendo de raiva. ¨C Com quem voc¨º est¨¢ fndo assim? ¨C Nelson gritou raiva. ¨C Tudo bem, se voc¨º n?o me der dinheiro, n?o se surpreenda se eu aparecer na sua empresa! Veremos quem vai ter vergonha! Liliane, l¨¢grimas nos olhos, cedeu: Duzentos reais! ¨¦ tudo o que tenho! Duzentos reais servem para uma refei??o. Transfira agora! Depois de encerrar a liga??o, Liliane se apoiou na bancada da cozinha, impotente, l¨¢grimas escorrendo pelo rosto. Por que tinha um pai t?o problem¨¢tico? Nos dias seguintes, Liliane raramente sa¨ªa do quarto. estava sofrendo de n¨¢useas terr¨ªveis, vomitando mais do queia. Al¨¦m disso, o prazo para a inscri??o do concurso se aproximava rapidamente, e a press?o era esmagadora. estava t?o magra que poderia ser derrubada pelo vento. Finalmente, depois de esbo?ar seu design e descansar por um dia, ¨¤ tarde . desceu para jantar. William entrou em casa naquele momento e ficou chocado, franzindo a testa ao ver o rosto p¨¢lido d. Ele n?o a via havia apenas alguns dias e parecia ter se torturado tanto. estava fazendo isso de prop¨®sito para que ele se preocupasse ? Liliane evitou seu olhar, sentando¨Cse ¨¤ mesa. Mas ao ver aida, n?o conseguiu evitar a n¨¢usea e correu para o banheiro. A express?o de William escureceu de imediato. n?o queria v¨º¨Clo? E por que estava tendo uma rea??o t?o forte? Lucinda apareceu o jantar e cumprimentou William ao v¨º¨Clo: ¨C Senhor, voc¨º voltou, William soltou sua gravata. n?o temido ultimamente? ¨C A Srta. Liliane tem estado acordada at¨¦ tarde e sua alimenta??o est¨¢ desregda. perdeu muito peso. ¨C Lucinda estava preocupada. ¨C -Acordada at¨¦ tarde? ¨C William olhou na dire??o do banheiro que estava fechado. ¨C O que est¨¢ fazendo? Lucinda apontou para os rascunhos de design de Liliane que ainda estavam na mesa. est¨¢ desenhando. William pegou um dos desenhos e deu uma olhada. Desenhos de moda? William refletiu, parecendo n?o ter visto qualquer men??o a design em seu curriculo, Quando teriae?ado a aprender? Ele continuou examinando os desenhos enquanto Liliane saia do banheiro. Liliane saiu do banheiro e, ao ver William olhando para seus desenhos, seu rosto. ficou p¨¢lido. avan?ou rapidamente e pegou os desenhos de volta. Voc¨º n?o deveria ver. William arqueou a sobrancelha e a encarou. ¨C Quando voc¨º aprendeu a desenhar? Liliane se sentiu culpada e mentiu: Content held by N?velDrama.Org. ¨C Apenas algo que aprendi online para passar o tempo e n?o ficar entediada. William ficou pensativo por um momento. ¨C Amanh?, venhaigo para um leil?o. costumava panh¨¢¨Clo em eventos sociais, mas geralmente envolviam beber. estava gr¨¢vida e n?o podia beber. -Estou me sentindo enjoada e n?o quero beber. ¨C tentou se esquivar. William ficava descontente em um instante: ¨C Isso ¨¦ problema seu. Por que voc¨º n?o chama a vice¨Cgerente, Mavis? Liliane abaixou o olhar. William se sentou ¨¤ mesa e pegou elegancia os talleres. ¨C n?o ¨¦ adequada para aquele tipo de evento. Liliane sorriu de forma ir?nica. Um leil?o significava intera??o social, e onde havia intera??o social, havia homens inadequados. Como ele queria que sua amada enfrentasse aqus situa??es desagrad¨¢veis? Liliane n?o p?de recusar, ent?o concordou. era apenas algu¨¦m dispens¨¢vel para William. S¨¢bado ¨¤ tarde. William chamou um estilista para ajudar Liliane a maquiagem. Liliane j¨¢ possu¨ªa uma beleza natural, tra?os refinados e uma pitada de elegancia cl¨¢ssica. Com um pouco de maquiagem, sua beleza podia eclipsar a todos. O vestido escolhido era um longo e elegante, um vestido preto al?as finas e uma fenda que real?ava a graciosa silhueta de Liliane, conferindo¨Clhe um toque. de elegancia misteriosa. Depois de trocar de roupa, se aproximou de William. No entanto, ele a olhou um olhar sombrio e disse: ¨C Troque isso. Cap铆tulo 22 Quem voc¨º queria seduzir aquele decote brilhante em seu vestido? Liliane ficou sem pvras. costumava se vestir assim no passado, por que hoje n?o era aceit¨¢vel. n?o estava vontade de discutir ele, ent?o voltou para trocar por um elegante vestido longo branco decote em V nas costas. No entanto, quando saiu do quarto, a express?o de William ficou ainda mais sombria. A parte mais atraente de Liliane era suas costas esbeltas e quadris em formato de ¡°asa de borboleta¡°. Sempre que mostrava isso a ele na cama, despertava seus instintos mais prim¨¢rios. Mas s¨® podia mostrar para ele, quem queria seduzir se vestindo assim? William uma express?o sombria, dirigiu¨Cse a uma fileira de vestidos. Depois de examinar dois deles, ele escolheu um vestido longo de cor p¨ºssego conservador, mas que ainda real?ava a elegancia de Liliane. Quando Liliane saiu vestindo o vestido, n?o estava mais expondo nada, o que finalmente pareceu satisfazer William. Foi assim, ele a panhou at¨¦ o carro. Assim que entraram no carro, William entregou uma caixa de sapatos para Liliane. Liliane olhou surpresa para ele. ¨C ¨¦ para mim? Acha que seria para o Jorge? ¨C William olhou para . Jorge apenas ficou em sil¨ºncio. Liliane pegou a caixa de sapatos, abriu¨Ca e encontrou um par de sapatilhas prateadas bico arredondado. instintivamente olhou para o tornozelo que ainda estava se recuperando e sentiu um calor repentino em seu cora??o. Ele lembrava do fato de ter se machucado. Hotel Sol Dourado. Assim que William e Liliane entraram no sagu?o, logo foram recebidos por v¨¢rias. pessoas. ¨C Sr. William, que bom v¨º¨Clo! Sr. William, voc¨º tamb¨¦m tem vontade de participar do leil?o de hoje! Com a crescente multid?o ao redor deles, Lilianee?ou a se sentir desconfort¨¢vel a press?o contra sua barriga. soltou o bra?o de William e disse: ¨C Vou ao banheiro. William assentiu, e Liliane se afastou. ¨C Aqu ¨¦ a Liliane? Algumas damasentaram enquanto observavam a sa¨ªda de Liliane. ¨C Sim, ouvi dizer que ¨¦ muito astuta. Foi nomeada secret¨¢ria¨Cchefe do Grupo Gabaldo, pouco depois de entrar. Secret¨¢ria¨Cchefe soa bem. Mas, fndo ramente, ¨¦ apenas uma amante! ¨C Bia, voc¨º gosta do William h¨¢ tanto tempo, n?o quer dar uma olhada nessa mulher? Depois de alguma discuss?o, todas olharam para Beatriz Lima, que estava no centro ds. Beatriz olhou fixamente para Liliane e seu rosto estava cheio de ci¨²me. viu ramente o que aconteceu. Como Liliane ousava entrar de bra?os dados William? achava que podia dar uma virada na situa??o? Beatriz pegou um copo de vinho, ficou de p¨¦ e disse: ¨C Vamos, vamos dar uma olhada nessa mulher sem¨Cvergonha! As tr¨ºs damas seguiram Beatriz em dire??o ao banheiro. Liliane n?o precisava realmente ir ao banheiro, s¨® queria encontrar um lugar tranquilo para se sentar. No entanto, quando saiu do banheiro, esbarrou em algu¨¦m virando o canto. Liliane automaticamente cobriu a barriga, surpresa ao ver a mulher a saia ouviu as amigas da mulher gritando Liliane tes men??o de se desculpar, mas a mulher estava raiva e singou Voc¨º n?o tem olhos, Desculpe Liliane olhou para um olhar desculpado Aha, eu sei quem voc¨º ¨¦ Antes que Liliane pudesse terminar, uma das damas de repente exmo Bia, e a Liliane, a secret¨¢ria que conquistou William! A express?o de Liliane ticon mais seria quando olhou para as damas que estavam agindo de forma falsa, logo percebeu o que estava acontecendo. s estavam procurando a de proposito. Beatriz jogou raiva a ta?a de vinho no ch?o. Voc¨º vai pagar pelo meu vestido! Liliane a encatou olhos gelidos. Posso Pode o qu¨¦ Voc¨º acha que pode pagar por isso? Talvez realimente possa pagar, afinal, conquistou o Sr. William, o homem rico E nojento! Bia, ja que seu vestido esta arruinado, por que n?o rasgamos o vestido d para que n?o ouse ir ao leil?o? Exatamente, talvez s¨® quer que seu William gaste dinheiro ! N?o vamos deixa escapar! Liliane olhou para o grupo de mulheres que estavam cheias de opini?es e disse Se voc¨ºs sabem que sou de Sr. William, agredir a mim n?o seria una mancha na reputa??o dele? Beatriz ouviu e ficou vermelha de raiva. Cale a boca! Quem te deu o direito de mencionar o nome do William? Vou garantir que voc¨º pague por isso! Com essas pvras, Beatriz se preparou para atacar Liliane. ¡­¡­¡­ ¡ª¡ª¡ª¡ª¡ª¨C ¡ª ouviu as amigas da mulher gritando. Liliane fez men??o de se desculpar, mas a mulher estava raiva e xingou: Voc¨º n?o tem olhos, ¨¦? ¨C Desculpe¡­ ¨C Liliane olhou para um olhar desculpado. ¨C Aha, eu sei quem voc¨º ¨¦! Antes que Liliane pudesse terminar, uma das damas de repente exmou. ¨C Bia, ¨¦ a Liliane, a secret¨¢ria que conquistou William! Text ? owned by N?velDrama.Org. A express?o de Liliane ficou mais s¨¦ria quando olhou para as damas que estavam agindo de forma falsa, logo percebeu o que estava acontecendo. s estavam procurando¨Ca de prop¨®sito. Beatriz jogou raiva a ta?a de vinho no ch?o. ¨C Voc¨º vai pagar pelo meu vestido! Liliane a encarou olhos g¨¦lidos. Posso¡­ Pode o qu¨º? Voc¨º acha que pode pagar por isso? ¨C Talvez realmente possa pagar, afinal, conquistou o Sr. William, o homem rico. ¨C ¨¦ nojento! Bia, j¨¢ que seu vestido est¨¢ arruinado, por que n?o rasgamos o vestido d para que n?o ouse ir ao leil?o? ¨C Exatamente, talvez s¨® quer que seu William gaste dinheiro ! N?o vamos deix¨¢ escapar! Liliane olhou para o grupo de mulheres que estavam cheias de opini?es e disse. frieza: Se voc¨ºs sabem que sou de Sr. William, agredir a mim n?o seria uma mancha na reputa??o dele? Beatriz ouviu e ficou vermelha de raiva, Cale a boca! Quem t¨¦ deu o direito de mencionar o nome do William? Vou garantir que voc¨º pague por isso! Com essas pvras, Beatriz se preparou para atacar Liliane. Assistindo ¨¤ m?o d subir, as pvras de repreens?o ecoaram nos ouvidos das pessoas. ¨C Bia! Pare! Beatriz ficou p¨¢lida e ainda n?o tinha conseguido impedir seu movimento quando um homem se aproximou d. Seus olhos bonitos expressavam uma seriedade firme. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo para intimidar algu¨¦m? Beatriz estava chateada. ¨C Primo! ¨¦ a Liliane, a secret¨¢ria que seduziu William! ¨C Bia,o voc¨º pode usar pvras t?o vulgares? O homem repreendeu Beatriz antes de se voltar para Liliane. No entanto, assim que ele olhou para Liliane, ele ficou chocado ao ver a semelhan?a d sua m?e, que havia falecido. Vendo a express?o confusa de Liliane, ele controlou suas emo??es e disse cortesia: Pe?o desculpas, Srta. Liliane, peloportamento inadequado da minha prima. Depois disso, ele entregou um cart?o de visita a Liliane. ¨C Aqui est¨¢ o meu cart?o. Se precisar de alguma ajuda no futuro, me avise e considereo um gesto de desculpas. Liliane olhou para o cart?o em suas m?os. 1 Eduardo Lima, um membro da Fam¨ªlia Lima, uma das cinco fam¨ªlias poderosas da Serafim. A Fam¨ªlia Lima tinha?os profundos a Fam¨ªlia Gabaldo, n?o apenaso parceiros de neg¨®cios, mas tamb¨¦mo amigos ¨ªntimos dos patriarcas das duas fam¨ªlias. Depois de seguir William por tantos anos, j¨¢ havia ouvido fr de Eduardo, mas nunca o havia conhecido em particr. nunca imaginou que ele fosse algu¨¦m t?o f¨¢cil de lidar. Cap¨ªtulo 23 Cap铆tulo 23 Liliane aceitou gra?a o cart?o e disse: Muito obrigada por sua ajuda, Sr. Eduardo. Agora, vou embora. At¨¦ Liliane partir, Eduardo n?o conseguiu desviar o olhar d. T?o¡­ Verdadeiramente semelhante demais¡­ ¨C Eduardo!! ¨C A voz de Beatriz interrompeu os pensamentos de Eduardo de repente. Vendo que ele ainda olhava para Liliane, logo ficou descontente. ¨C Eduardo! Por que voc¨º tamb¨¦m est¨¢ olhando para aqu amante?! Ouvindo Beatriz usar pvras duras de novo, Eduardo franziu a testa. Voc¨º ainda se lembra deo seportaro uma dama da alta sociedade? Voc¨º n?o est¨¢ interessado naqu amante, est¨¢? Por que est¨¢ sempre tomando partido d! Para evitar mais problemas desnecess¨¢rios, Liliane decidiu voltar para perto de William. Assim que se sentou aodo dele, o homem a olhou perplexidade. N?o est¨¢ se sentindo bem? Liliane desconversou: S¨® me sinto um pouco sufocada. William recolheu seu olhar, dizendo calma: ¨C Se voc¨º gostar de algo mais tarde, me avise. Liliane n?o tinha interesse naqus coisas, ent?o decidiu ficar em sil¨ºncio. Minutos depois, o apresentador de cerim?nias subiu ao palco para anunciar o in¨ªcio do leil?o. Quando o primeiro item foi trazido ao palco, o celr de William vibrou. Ele pegou o celr e viu que era Mavis ligando, ent?o atendeu. ¨C William, onde voc¨º est¨¢?! Por favor, me salve! R¨¢pido, me salve! ¨C A voz aodo. William franziu a testa e perguntou um tom s¨¦rio: ¨C O que aconteceu? ¨C Algu¨¦m est¨¢ me seguindo, William, estou muito medo¡­. William se levantou uma aura fria. ¨C Compartilhe sua localiza??oigo, n?o desligue, estou indo agora! Depois de desligar o celr, ele olhou para Liliane e a ordenou: ¨C Vamos! Liliane ficou meio sem pvras. Por que eles tinham que demonstrar afeto na frente d? No caminho, o choro assustado de Mavis ressoava constantemente nos ouvidos de Liliane, tornando o ambiente no carro pesado. Liliane podia ver que os olhos de William estavam cheios de preocupa??o. Seu cora??o do¨ªa, ent?o simplesmente fechou os olhos e se encostou na jan do carro para descansar. Alguns minutos depois, o carro parou em uma ru. Quando Liliane abriu os olhos, viu Mavis tremendo no ch?o dodo de fora. William saiu do carro e se aproximou de Mavis rapidamente. A mulher assustada se jogou nos bra?os dele ee?ou a chorar. William, estou tanto medo, pensei que nunca te veria. William ficou tenso por um momento, mas ent?o estendeu a m?o e afagou a cabe?a d, confortando¨Ca. Est¨¢ tudo bem, estou aqui. Naquele momento, Jorge olhou para Liliane, que estava absorta vendo a cena p jan do carro, e suspirou em sil¨ºncio. Ele decidiu quebrar o sil¨ºncio. ¨C Secret¨¢ria Liliane, voc¨º est¨¢ sede? +15 DONUS ¨C N?o, n?o estou sede. ¨C Liliane respondeu sem tirar os olhos do abra?o deles dodo de fora. Jorge ent?o ficou em sil¨ºncio. Confortar as pessoas era realmente dif¨ªcil¡­ D Em breve, William segurou a m?o de Mavis e seguiram em dire??o ¨¤ ru. Somente quando n?o puderam mais ver os dois, Liliane desviou o olhar, abaixando os olhos. Sua m?o acariciou suavemente a barriga lisa, e um gosto amargo encheu seus l¨¢bios. se perguntou se deveria contar a William que estava gr¨¢vida? Trinta minutos depois, Jorge recebeu a liga??o de William. Ele ordenou Jorge a deixar o carro e levar Liliane de volta. Assim, Liliane seguiu Jorge para um t¨¢xi. Sentada no carro, Liliane olhava para a paisagem noturna que passava rapidamente p jan e perguntou frieza: ¨C Jorge, voc¨º poderia me fazer um favor? Jorge ficou em sil¨ºncio por alguns segundos e depois disse: ¨C Que favor? Eu gostaria de ir ao hospital para ficar um tempo minha m?e. Jorge n?o p?de recusar, pois sabia que Liliane n?o tinha ido ao hospital por muito tempo. Ent?o, Jorge pediu ao motorista que parasse na entrada do hospital. A noite de dezembro era extremamente fria. Liliane tinha apenas um xale de pele falsa sobre o vestido. o puxou ao redor de si e esfregou o nariz, indo para a de interna??o. Ainda era cedo, ent?o F¨¢tima ainda estava acordada. carregou a barra do vestido ao entrar no quarto e sorriu, chamando: Mam?e. 144 F¨¢tima ficou surpresa por Liliane ter vindo ao hospital a essa hora usando um Testina a chamou presse ¨C Rapido, venha se sentar. O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui esse vestido? N?o est¨¢ frio? j¨¢ comen? Ouvido a preocupa??o de sua cube, Liane sentiu seus olhos marejarem. Para evitar que sua m?e visse seus olhos vermelhos, se inclinou e se 3000 ochegou nos joelhos d. -N?o sinto frio, j¨¢ s¨® queria vir ver voc¨º. Tenho estado muito ocupada minimemente F¨¢tima acaritingatio cabelo de Lane. -Se est¨¢ cansada, tre um tempo de folga Liliane bncon a cabe?a. -N?o estou cansada Mas estava cansada por dentro. estava cansada de amar um homem que s¨® tinha olhos para outra pessoa. achou que poderia superar isso, mas quando viu William abra?ando force a Mavis, sen cocac?o doen terrivelmente Text ? owned by N?velDrama.Org. ¨C Fatima! Liliane pensou que poderia ter algum tempo tranquilo aodo de sua m?e. n?o esperava ouvir a voz barulhenta de seu pai. GET IT NOW F¨¢tima ficou surpresa por Line ter vindo ao hospital a essa hora usando um vestido. a chamou pressa: R¨¢pido, venha se sentar. O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui esse vestido? N?o est¨¢ frio? J¨¢ comen? Ouvindo a preocupa??o de sua m?e, Liliane sentiu seus olhos marejarem. Para evitar que sua m?e visse seus olhos vermelhos, se inclinou e se aconchegou nos joelhos d. N?o sinto frio, j¨¢i, s¨® queria vir ver voc¨º. Tenho estado muito ocupada ultimamente. F¨¢tima acariciou carinho o cabelo de Liliane. Se est¨¢ cansada, tire um tempo de folga. Liliane bn?ou a cabe?a. N?o estou cansada. Mas estava cansada por dentro. estava cansada de amar um homem que s¨® tinha olhos para outra pessoa. achou que poderia superar isso, mas quando viu William abra?ando for?a a Mavis, seu cora??o doen terrivelmente. ¨C F¨¢tima! Liliane pensou que poderia ter algum tempo tranquilo aodo de sua m?e. n?o esperava ouvir a voz barulhenta de seu pai. GET IT NOW Cap¨ªtulo 24 Cap铆tulo 24 Liliane ouviu um som e ergueu os olhos para ver Nelson entrando, ramente. b¨ºbado, o rosto vermelho. Nelson viu Liliane e logo sorriu. Lili tamb¨¦m veio! F¨¢tima encarou Nelson um olhar afiado e disse: ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?! Saia! Liliane se levantou pressa e tentou acalmar a situa??o. ¨C M?e, por favor, n?o fique irritada. Acabou de fazer uma cirurgia, n?o pode se zangar. Me de algum dinheiro e eu saio. Nelson fez beicinho. Liliane olhou para ele de repente. ¨C Pai! A m?e est¨¢ na cama do hospital,o pode te dar dinheiro? ¨C Sua m?e est¨¢ confort¨¢vel no hospital usando seu dinheiro, e eu? Perdi a casa, voc¨ºs n?o sabem, n?o ¨¦? Nelson a encarou. Depois de fr, Nelson percebeu que disse algo errado e fechou a boca rapidamente. F¨¢tima e Liliane ouviram tudo. F¨¢tima ficou p¨¢lida e apontou para Nelson. ¨C O que voc¨º disse? E a casa? O que voc¨º fez ?! Nelson parecia sem remorso, disse: E da¨ª? Useio pagamento. Voc¨º ¨¦ um monstro!! ¨C Voc¨º acha que usei seu dinheiro?! Liliane olhou at?nita para a discuss?o dos pais, a mente em branco. Tr¨ºs anos. carregou a d¨ªvida do pai por tr¨ºs anos, tudo para garantir que sua m?e tivesse um lugar para morar. Mas agora tudo estava perdido. Lilianee?ou a tremer de maneira incontrol¨¢vel e murmurou: Por qu¨º? Nelson, irritado a discuss?o, a olhou. Por qu¨¦ o qu¨º? Por que voc¨º s¨® pensa em si mesmo e n?o considera minha m?e e eu? ¨C Liliane. perguntou. Eu n?o estaria vendendo a casa se n?o fosse para pagar as d¨ªvidas, n?o ¨¦? ¨C ¨C Pagar as d¨ªvidas? Liliane deu um sorriso amarga. Voc¨º j¨¢ me viu devolver alguma d¨ªvida para voc¨º? Voc¨º j¨¢ calculou o quanto pago por m¨ºs para voc¨º? Lili! De repente, F¨¢tima se virou para os olhos vermelhos e disse: ¨C ¨C A partir de hoje, voc¨º n?o vai mais ajud¨¢¨Clo a pagar as d¨ªvidas! Ele n?o est¨¢ pensando em n¨®s, porque ele n?o ¨¦¡­ Antes que F¨¢tima pudesse terminar, Nelson abruptamente cobriu a boca d e gritou: O que voc¨º est¨¢ gritando? Eu pedi para voc¨º gritar? Voc¨º n?o se lembra do que eu disse daqu vez? Liliane rapidamente correu para puxar a m?o de Nelson. Solte minha m?e! Nelson afastou Liliane e a encarou. E voc¨º! A partir de hoje, se voc¨º n?o me der dinheiro, eu n?o vou deixar sua m?e paz! PITI Liliane n?o podiapetir a for?a de Nelson e s¨® podia transferir trezentos reais para ele. Eu transferi, voc¨º pode soltar minha m?e agora? ¨C Liliane estava prestes a chorar de preocupa??o. Com o som do celr, Nelson finalmente soltou F¨¢tima. Ele ajustou suas roupas e saiu da s de hospital, satisfeito. Liliane correu at¨¦ sua m?e. ¨C M?e,o voc¨º est¨¢? F¨¢tima estava chorando. ¨C Lili, eu sinto muito, sou uma in¨²til. Liliane abra?ou¨Ca carinho. ¨C N?o se preocupe, m?e, desde que voc¨º fique bem, ¨¦ mais do que suficiente. Depois de confortar F¨¢tima, Liliane se sentou e perguntou: M?e, o que voc¨º quis dizer ele? F¨¢tima desviou o olhar. ¨C ¨C Ele n?o ¨¦ humano. Liliane abaixou os olhos, ser¨¢ que s¨® era aqu coisa? Mas por que Nelson reagiu daqu maneira? Vendo a express?o exausta de sua m?e, Liliane decidiu n?o perguntar mais. Liliane voltou para o Jardim Azul e logo William chegou em casa. Ao v¨º ainda o vestido, ele ficou desconfiado, perguntando: Onde voc¨º foi? Liliane respondeu: Text ? owned by N?velDrama.Org. Fui visitar minha m?e. Mal as pvras sa¨ªram de sua boca quando o celr de William tocou. Ele atendeu e caminhou em dire??o ¨¤ escada. ¨C Entendi, fa?a que eles registrem em nome de Mavis¡­ Liliane olhou para as costas de William, seus olhos estavam cheios de l¨¢grimas. Ele estavaprando uma casa para Mavis? Liliane, o olhar baixo e sombrio, pensou: ¡°¨¦ ro, ele certeza ficaria angustiado ao ver sua amada vivendo naqu ru escura.¡± Afinal, eles iriam se casar no futuro. Por que estava ci¨²me? N?o era d. Nunca seria d. Liliane secou as l¨¢grimas e voltou ao quarto, pegando o contrato William. 114 Estava escrito que, quando o contrato terminasse, receberia uma casa e dois milh?es de reais. abriu o celr e mandou uma mensagem para Carlos.. ¡°Dr. Carlos, base na situa??o atual, quando minha m?e poder¨¢ sair do hospital?¡± Carlos respondeu rapidamente. ¡°A tia tem uma boa recupera??o, provavelmente menos de um m¨ºs at¨¦ sair.¡± Menos de um m¨ºs¡­ Liliane olhou para o contrato e o apertou for?a. Quando sua m?e terminasse o tratamento, a levaria embora de Serafim. Encontraria um lugar onde ningu¨¦m as conhecesse, teria o beb¨º ee?aria de novo. Na quarta¨Cfeira ¨¤ noite. Depois de pensar por dois dias, Liliane finalmente decidiu perguntar ao William sobre o contrato. entrou na s e o viu ocupado o trabalho. Esperou em sil¨ºncio aodo. William percebeu a presen?a de Liliane e olhou para . ¨C Algum problema? Cap¨ªtulo 25 Cap铆tulo 25 Cap¨ªtulo 25 Liliane baixou os olhos, hesitando, e ap¨®s alguma pondera??o, sentiu que n?o tinha a coragem para cont¨¢¨Clo. n?o deveria usar sua m?e e a crian?ao desculpa para adiantar qualquer quantia no contrato. era a ¨²nica respons¨¢vel por cuidar de sua m?e e por manter o beb¨º. Por que pediria dinheiro a algu¨¦m? Al¨¦m disso, n?o podia garantir que William n?oe?aria a suspeitar. Liliane tentou arranjar uma desculpa fraca e disse: De repente, esqueci o que ia dizer, vou lembrar e contar depois. Ap¨®s essas pvras, Liliane deixou pressa o escrit¨®rio. William franziu a testa. P express?o d, n?o parecia que havia esquecido. algo. Ele pensou por um momento e ent?o pegou o celr para ligar para Jorge. No dia seguinte, Liliane acordou e encontrou dois milh?es a mais em sua conta banc¨¢ria, juntamente com uma mensagem de Jorge. ¡°Secret¨¢ria Liliane, o Sr. William transferiu um apartamento em seu nome, of endere?o ¨¦¡­¡± Ao ler a mensagem, Liliane ficou perplexa. n?o mencionou nada, mas William deu a dinheiro e um apartamento? Liliane imediatamente se levantou e, ao sair do quarto, encontrou William saindo de seu quarto tamb¨¦m. queria fr, mas William a interrompeu: Arrume suas coisas, estaremos em uma viagem de neg¨®cios ¨¤ tarde. Liliane tinha muitas coisas a dizer, mas conseguiu perguntar: Por quanto tempo s¨¦r¨¢ a viagem? N?o muito, se quiser visitar sua m?e, Jorge a levar¨¢. ¨C Enquanto disse, seus olhos ficavam s¨¦rios. ¨C Apenas n?o tenha ideias erradas de novo. +15. BONUS Libane de sabiao respond. Libane do entendia e que ele quis dizer ¡°ideias erradas¡°? Tudo o que ap ne spital quecia agora era er un grupo discutiram sobre gravidez, dizendo Algumas colegas de traballo en um grupo discu que fazer check ups toquentes era necessiti doc Liliane tba que cuidar de tudo isso p manbl Content held by N?velDrama.Org. Decundo dedo esss pensamentos, Liliane disse em ver baixa: -Odinheiro e o apartamento. -Voc¨º merece, doe Line tice em sti¨¨ncia. Por que essas pvras soavam t?o desconfort¨¢veis? caf¨¦ manh? Depois de care da morbo, salu Jorge em dire??o ao hospital visitou sua m?e por um tempo e depois inventou uma desculpa sobre n?o se sendir bem para enganar Jorge, indo ao departamento de ginecologia. or Depois de esperar por duas horas finalmente conseguiu fazer os registros Al¨¦m disso, ter uma ultrassonografia e o m¨¦dico disse que o beb¨º estava se desenvolvendo bem Ele apenas a alertou a n?o se esfor?ar nos primeiros tr¨ºs meses, j¨¢ que sua condiche fisica a tornava propensa a um aborto espontaneo. O medico tamb¨¦m prescreveu calcio e ¨¢cido f¨®lico. Os recules des frascos de remedios tinham imagens de mulheres gr¨¢vidas, o que a detou desconfort¨¢vel prou diferentes tipos deprimidos de c¨¢lcio e os substituiu nos frascos. A uma bora da tarde. Jorge a levou ao aeroporto. Quando chegaram ao sagu?o VIP, Liliane ouviu a risada de Mavis nunca esperou que William a levasse na viagem de neg¨®cios. Liliane conteve suas emo??es e entrou na s de espera. Liliane n?o sabiao responder. Liliane n?o entendia o que ele quis dizer ¡°ideias erradas¡°? Tudo o que queria agora era fazer um check¨Cup no hospital. Algumas colegas de trabalho em um grupo discutiram sobre gravidez, dizendo umeri que fazer check¨Cups frequentes era necess¨¢rio. Liliane tinha que cuidar de tudo isso p manh?. Deixando dedo esses pensamentos, Liliane disse em voz baixa: O dinheiro e o apartamento¡­. Voc¨º merece, n?o ¨¦? Liliane ficou em sil¨ºncio. Por que essas pvras soavam t?o desconfort¨¢veis? Depois do caf¨¦ da manh?, saiu Jorge em dire??o ao hospital. visitou sua m?e por um tempo e depois inventou uma desculpa sobre n?o se sentir bem, para enganar Jorge, indo ao departamento de ginecologia. Depois de esperar por duas horas, finalmente conseguiu fazer os registros. Al¨¦m disso, fez uma ultrassonografia e o m¨¦dico disse que o beb¨º estava se desenvolvendo bem. Ele apenas a alertou a n?o se esfor?ar nos primeiros tr¨ºs meses, j¨¢ que sua condi??o f¨ªsica a tornava propensa a um aborto espontaneo. O m¨¦dico tamb¨¦m prescreveu c¨¢lcio e ¨¢cido f¨®lico.. Os r¨®tulos dos frascos de rem¨¦dios tinham imagens de mulheres gr¨¢vidas, o que a deixou desconfort¨¢vel. prou diferentes tipos deprimidos de c¨¢lcio e os substituiu nos frascos. ¨¤ uma hora da tarde. Jorge a levou ao aeroporto. Quando chegaram ao sagu?o VIP, Liliane ouviu a risada de Mavis. nunca esperou que William a levasse na viagem de neg¨®cios. Liliane conteve suas emo??es e entrou na s de espera. 214 No entanto, viu n?o apenas William e Mavis, mas tamb¨¦m sua amiga Marc. O foco de Marc estava ramente em Mavis, seu rosto transbordando de desgosto. Ao ouvir um barulho ¨¤ porta e notar Liliane, Mavis sorriu. ¨C Secret¨¢ria Liliane, venha se juntar a gente. Marc ouviu e imediatamente olhou para Liliane uma express?o surpresa, batendo no assento ao seudo. Liliane assentiu e foi se sentar aodo de Marc. ¨C Parece que voc¨º n?o gosta muito de mim, Secret¨¢ria Liliane, n?o ¨¦? ¨C Mavis disse em tom decepcionado. Liliane ignorou oent¨¢rio, mas Marc n?o conseguiu se conter e murmurou baixinho: ¨C Que boa atriz! Depois, Marc perguntou a Liliane: ¨C Por que voc¨º n?o tem aparecido na empresa ultimamente? Como est?o os projetos de design? Liliane respondeu de forma evasiva: ¨C Estive ocupada alguns assuntos, mas os projetos de design est?o indo bem. Marc sorriu, seus olhos brilhando. ¨C Conhe?o seu talento, voc¨º certeza arrasar¨¢ na fase preliminar. Liliane riu sem gra?a. Voc¨ºs tamb¨¦m est?o indo para Cidade Pompeia a trabalho? ¨C Sim, o setor de design est¨¢ tendo uma confer¨ºncia. O chefe me pediu para levar aqu Srta. Afeta??o para aprender. a Por que voc¨º a chama de Srta. Afeta??o? Marc apertou os l¨¢bios e respondeu raiva: ¨C Vou te contar quando chegarmos a Cidade Pompeia. No final da tarde, Hotel da Cidade Pompeia. ¨C Todos estavam nos quartos do 11o andar, exceto William, que estava no 12o andar. Quando Liliane e Marc caminharam em dire??o aos seus quartos, Mavis deu um sorriso sarc¨¢stico. -Secret¨¢ria Liliane, parece que William n?o ¨¦ t?o especial voc¨º. GET IT NOW Cap¨ªtulo 26 Cap铆tulo 26 Cap¨ªtulo 26 Marc se virou en?ou um olhar feroz para Mavis. ¨C O que voc¨º disse? Sua boca n?o consegue ficar quieta por um momento? Mavis, desdenhosa,n?ou um olhar para Marc,o se fosse algu¨¦m insignificante aos olhos d. se aproximou de Liliane um sorriso doce. Williamprou um apartamento para mim porque meu antigo lugar era muito ruim. N?o vai demorar muito para que William e eu fiquemos juntos, n?o ¨¦? Liliane sorriu e a questionou: Content is ? by N?velDrama.Org. ¨C Ent?o, voc¨ºs ainda n?o est?o juntos? Marc n?o p?de deixar de sorrir, e o sorriso de Mavis congelou. ¨C Eu e ele ficarmos juntos ¨¦ apenas uma quest?o de tempo. E voc¨º? ¨C Mavis zombou. ¨C Bem, ele tamb¨¦mprou um apartamento para mim. ¨C Liliane disse de maneira casual e se virou para abrir a porta. O sorriso de Mavis desapareceu abruptamente. Marc continuou sorrindo, bateu no ombro de Mavis. ¨C Voc¨º parece uma palha?a. Quando as duas entraram no quarto, a express?o maliciosa de Mavis voltou a aparecer. havia se esfor?ando tanto para conseguir aquele apartamento, mas n?o esperava que Liliane, uma amante, conseguisse um t?o facilmente!? Mavis se dirigiu raiva ao quarto. Pegando o celr, discou um n¨²mero. Al?, preciso da sua ajuda. Quarto de Liliane. Marce?ou a criticar as a??es de Mavis assim que se sentou. ¡ð At¨¦ mesto as pvras d deixaram Liliane sonolenta, mas estava animada. Ent?o, Lill, qual ¨¦ a situa??o atual entre voc¨º e William? A mesma de sempre. Line esfregon os olhos. O qu¨¦? O chefe n?o havia procurado Srta. Af??o? Por qu¨¦ ele n?o deixa voc¨º em paz? Quanto a aqu pergunta, Line tamb¨¦m n?o entendia, sacudindo a cabe?a. Marc se aproximou e disse um olhar malicioso: Ser¨¢ que o chefe realmente se apaixonou por voc¨º? Line negou de imediato: Imposs¨ªvel, ele tem uma amada, que ama por mais de dez anos,o pode gostar de mim? Bem, os homens costumam ser vol¨²vels, Ser¨¢ que o chefe nunca te disse o que fazer depois de encontrar sua amada? N?o, ele n?o f sobre essas coisas. Marc n?o disse nada. No dia seguinte de manh?, Liliane mal tinha acordado quando Jorge a ligou, informando que deveria descer em dez minutos. se levantou da cama e, depois de uma r¨¢pida arruma??o, foi para baixo. William j¨¢ estava esperando na recep??o. A luz da manha brilhava sobre ele, envolvendo¨Co em um halo quase divino. Liliane se aproximou dele sua voz costumeira tranqu. Sr. William. William nem a olhou e, uma express?o fria, disse: Vamos. Liliane n?o sabia por que estava indo para Cidade Pompeia, mas n?o questionou. entrou no carro e William lhe entregou um monte de documentos. D¨º uma olhada nisso. Liliane deu uma olhada para os documentos e franziu a testa. Os n¨²meros deste contrato n?o coincidem os lucros rtados ¨¤ matriz. William assentiu seriedade e depois entregou mais dois documentos a . Depois de ler, Liliane disse uma express?o s¨¦ria: ¨C Manipr os lucros, ousar fazer isso bem debaixo do seu nariz, ¨¦ dif¨ªcil imaginar que algu¨¦m mais o faria, a menos que seja parente direto. William mostrou um olhar aprovador. ¨C Voc¨º ¨¦ inteligente. Liliane n?o sabia se suas suspeitas estavam certas, afinal, n?o tinha informa??es ras sobre o hist¨®rico e rcionamentos da fam¨ªlia de William. s¨® sabia que a Fam¨ªlia Gabaldo tinha influ¨ºncia profunda em Serafim e at¨¦ mesmo no outro continente. Em seguida, o olhou e perguntou em surpresa: ¨C Ent?o, estamos ali para uma mudan?a de lideran?a? Ser¨¢ que vou para brincar? ¨C William lhe respondeu uma pergunta sarc¨¢stica. Liliane ficou em sil¨ºncio, parecia que William a envolveria em algum problema. ¡­ Trinta minutos depois, eles chegaram ¨¤ filial. Ao sair do carro, Liliane viu um jovem tenso parado na entrada da empresa. Ele estava a uma curta distancia do vice¨Cpresidente, Sandro Dias. Quando os dois viram William e se avan?aram para cumprimentar, o jovem de olhar suave chamou baixinho: Tio William. William apenas inclinou a cabe?a, sem nem sequer olhar para ele, e adentrou o elevador da empresa com seu semnte frio e distinto. Liliane caminhou aodo de William, observando o canto dos olhos o jovem que tinha tra?os semelhantes a William. Pelo que havia lido nos registros, sabia que aquele era o filho do irm?o de William, Carvalho Gabaldo. Ele tinha fama de ser um mulherengo e causador de problemas, e quase todas as Se n?o fosse p determina??o de Sandro, a filial da empresa teria fechado havia muito tempo. Quando chegaram ao escrit¨®rio da presid¨ºncia, Liliane se separou deles e se dirigiu ¨¤ s da secret¨¢ria. Assim que chegou ¨¤ porta, Liliane podia ouvir murm¨²rios em voz baixa. ¨C Aqu Liliane s¨® conseguiu o cargo de secret¨¢ria¨Cchefe por causa de sua apar¨ºncia, certo? N?o s¨® por causa da apar¨ºncia, ouvi dizer que tamb¨¦m tem um caso o chefe! subiu na empresa devido a r??es pessoais, certamente n?o tem muitapet¨ºncia. Vamos voltar ao trabalho. 415 BONES Cap¨ªtulo 27 Cap铆tulo 27 Cap¨ªtulo 27 Liliane permaneceu impassivel, batendo no vidro. As secret¨¢rias l¨¢ dentro viraram suas cabe?as quando viram Liliane e ficaram em sil¨ºncio. Liliane deu um passo adiante e sorriu, perguntando: Por que voc¨ºs param de conversar assim que eu entro? N?o deveriam me incluir na conversao parte interessada? As secret¨¢rias se entreolharam, sem ousar dizer uma pvra. Liliane, carregando alguns documentos, parou perto da mesa da frente e olhou friamente para todas s. Em vez de focar em fofocas, voc¨ºs deveriam se concentrar mais no trabalho. Depois de colocar os documentos na mesa, dizendo: Secret¨¢ria¨CGeral Anita, liderar a conversa ociosa no trabalho n?o ¨¦ uma responsabilidade pequena. V¨¢ pegar seu sal¨¢rio deste m¨¦s do departamento financeiro e depois pode sair. Os olhos de Anita se arregram. se levantou rapidamente e perguntou: ¨C Voc¨º quer me demitir por causa disso? Apenas por isso? ¨C Liliane riu e perguntou de volta. Dois dias atr¨¢s, os documentos do Grupo Olimpas Constru??es ainda n?o foram organizados e rtados. Anita retrucou o rosto corado de raiva: ¨C Eu nem preciso organizar esse tipo de coisa pessoalmente! Liliane respondeu indiferen?a: N?o supervisionar o progresso do trabalho de seus subordinados ¨¦ sua primeira falhao Secret¨¢ria¨CGeral. Em segundo lugar, voc¨º deveria dar uma olhada nesses documentos. Depois de um olhar r¨¢pido nos documentos, Anita ficou p¨¢lida. os atirou de volta na mesa. Quem voc¨º pensa que ¨¦? Apenas porque voc¨º conseguiu sua posi??o atrav¨¦s de apar¨ºncia? Voc¨º n?o tem o direito de me demitir! Pode dizer o que quiser, mas n?o sou eu que est¨¢ te demitindo, ¨¦ a empresa. O mundo corporativo sempre foi cruel, e os melhores sempre sobem. ¨C Liliane sorriu. de Resolver aquele grupo de secret¨¢rias conspiradoras n?o foi uma tarefa f¨¢cil. Ap¨®s horas de discuss?o e revis?o de documentos, Liliane estava exausta e quase desmoronando na cadeira. olhou para sua desda s e sentiu uma onda de mncol¨ªa. Todas s estavam apenas cumprindo as ordens de Carvalho, mas quando foram confrontadas, s recuaram sem resist¨ºncia. Comparado ¨¤ natureza mesquinha e cruel de Carvalho, William era excepcionalmentepetente. Depois de cinco minutos de descanso, Liliane foi at¨¦ o escrit¨®rio da presid¨ºncia. Antes mesmo de bater na porta, William saiu. Eles se olharam por um breve momento, e Liliane desviou o olhar. Tudo foi resolvido. William assentiu e depois acrescentou: Esta tarde, v¨¢ ajudar o departamento de Recursos Humanos recrutamento e, ao meio¨Cdia, me panhe para ver uma pessoa. Liliane tinha uma interroga??o na mente. ¨C Quem? Diretora do orfanato. William partiu ap¨®s fr e Liliane o seguiu, sem op??es. Ao se virar, seu olhar passou brevemente p porta do escrit¨®rio da presid¨ºncia. Ao ver Carvalho ajoelhado, um olhar hostil fixo nas costas de William, seu cora??o deu um salto. Descendo no elevador, eles se depararam Marc e Mavis saindo do elevador dos funcion¨¢rios, do outrodo. Mavis, ao avistar William, correu um sorriso at¨¦ ele. ¨C William, voc¨º vai almo?ar? estendeu a m?o para segurar o bra?o dele, mas ele a evitou. Mavis ficou melo perturbada, enquanto William fingiu n?o notar. Em vez disso, ele estreitou os olhos, encarando Mavis. Estou indo encontrar a diretora do orfanato. ? +15 BONUS Mavis ficou at?nita. Era a diretora do orfanato em que havia crescido? Por que William de repente queria v¨º? Insegura, mordeu o l¨¢bio e perguntou voz tr¨ºm: -William, por que voc¨º est¨¢ indo v¨º? Percebendo a ansiedade de Mavis, William a encarou frieza. ¨C Mavis, por que est¨¢ t?o nervosa? Mavis ficou p¨¢lido, bn?ando a cabe?a. N?o, eu apenas¡­ Eu apenas¡­ ¨C Apenas o qu¨º? ¨C William a questionou olhar perspicaz A respira??o de Mavis acelerou de repente, suas pups desviando¨Cse sem parar. N?o, n?o ¨¦ nada, William. Voc¨º n?o poderia simplesmente n?o ir?Content is ? by N?velDrama.Org. O rosto de William escureceu. ¨C Voc¨º est¨¢ me escondendo algo? ¨C Por favor, n?o pergunte mais! Mavis de repente gritou, seu rosto cheio de medo. William, eu te imploro, n?o me pergunte mais, n?o desenterre aqus lembran?as, eu te imploro!! Liliane e Marc se entreolharam, perplexas. Como as coisas haviam seplicado t?o rapidamente? O rosto de William ficou sombrio, ele se aproximou e segurou o bra?o de Mavist for?a. ¨C O que aconteceu? Me conte! ¨C -Ah! N?o! Mavis perdeu o controle emocional e gritou, afastando a m?o de William e se protegendo. recuou, tr¨¦m, e l¨¢grimas encheram seus olhos. Por favor, todos voc¨ºs, ¨¦ culpa minha, n?o me tratem assim!! Por favor!! Cap¨ªtulo 28 Cap铆tulo 28 Cap¨ªtulo 28 Hospital Central de Cidade Pomp. Content held by N?velDrama.Org. Liliane e Marc finalizaram os procedimentos de interna??o e retornaram ao quarto, Mavis estava deltada na cama, p¨¢lida ap¨®s a seda??o. William, um rosto preocupado e culpado, observava¨Ca. Liliane, contrndo sua amargura interior, se aproximou a ficha m¨¦dica em m?os. Sr. William, tudo est¨¢ em ordem. William n?o a aceitou. Pergunte ao Jorge se encontrou o hist¨®rico m¨¦dico de Mavis. Liliane assentiu e saiu do quarto Marc. Ap¨®s ligar para Jorge, Liliane transmitiu a mensagem de William. Jorge, do outrodo da linha, ficou em sil¨ºncio por alguns segundos. sofreu um trauma psicol¨®gico grave na infancia, est¨¢ em tratamento um psic¨®logo e toma medicamentos psiqui¨¢tricos. Conversamos o ex- diretor, mas ele n?o tinha informa??es, e estou prestes a entrar em contato o vice¨Cdiretor. Encerrando a liga??o, Marc expressou sua suspeita. ¨C pareceu assustadora, mas por que nunca demonstrou nenhum sintoma antes? Liliane colocou o celr na bolsa. N?o podemos falsificar um hist¨®rico m¨¦dico. Isso ¨¦ verdade, mas ainda assim, algo n?o parece certo. Voc¨º n?o a viu tomando medicamentos? ¡­.Eu n?o prestei aten??o. Vou observar melhor na pr¨®xima vez que estivermos no escrit¨®rio. No entanto, Marc tinha a sensa??o de que algo estava errado Mavis. Ap¨®s rtar a informa??o de Jorge a William, Liliane e Marc sa¨ªram do sentiu enjoada o cheiro deida gordurosa e correu para fora. Marc a seguiu pressa. Ao ver Liliane nauseada, seus olhos se arregram. Lili, voc¨º n?o estaria¡­?! Liliane rapidamente explicou: ¨C N?o! Voc¨º est¨¢ pensando demais. Eu nem disse o que estava pensando, e voc¨º j¨¢ est¨¢ se explicando? ¨C Marc arqueou a sobrancelha. Liliane ficou sem pvras. N?o se explique agora, vamos para o hospital! ¨C Marc segurou o bra?o de Liliane. Eu n?o quero ir! ¨C Liliane resistiu. ¨C Ent?o, diga a verdade. Liliane suspirou, sabendo que lutar n?o adiantaria. Dada a personalidade de Marc, a levaria ao hospital para descobrir o que estava acontecendo. Para evitar qualquer preocupa??o desnecess¨¢ria, Liliane disse a verdade. Estou gr¨¢vida. n?o estava medo de que Marc contasse a algu¨¦m, pois se conheciam por sete anos e confiava n. Do Sr. William? Ele sabe? ¨C Marc ficou chocada. Liliane bn?ou a cabe?a. ¨C Ainda n?o contei a ele, ent?o, voc¨º n?o fale tamb¨¦m. ¨C E agora? Sr. William est¨¢pletamente focado em Mavis. Liliane sorriu para esconder a amargura em seus olhos. Vamos passo a passo. Mais tarde, ap¨®s concluir o recrutamento da tarde, Liliane recebeu um aviso de Jorge para ajudar William a preparar o jantar. 24 entrou no carro e disse ao motorista. ¨C Hotel da Cidade Pompeia. O motorista olhou para Liliane pelo espelho retrovisor que estava concentrada no celr, ele travou as portas e partiu. Ap¨®s quase vinte minutos de dire??o, quando Joana finalmente ergueu os olhos. do seu celr, percebeu que a estrada l¨¢ fora estava se tornando cada vez mais remota. percebeu o perigo iminente, seu cora??o apertou de repente. ergueu os olhos ligeiramente, olhando para o motorista no espelho retrovisor, mas encontrou seu olhar sombrio. Liliane se acalmou e, serenidade fingida, disse: ¨C ¨C A vista noturna da Cidade Pompeia ¨¦ realmente encantadora. O motorista respondeu um mon¨®tono ¡°sim¡°. Liliane manteve suapostura e verificou pressa o GPS para as dire??es. Como esperava, sua localiza??o atual era oposta ao hotel. Liliane pensou que algu¨¦m estava tentando prejudic¨¢. n?o tinha amigos. ou inimigos na Cidade Pompeia, exceto ps secret¨¢rias quem teve problemas hoje. No entanto, s n?o ousariam recorrer a tais t¨¢ticas sujas. A ¨²nica pessoa que restava era Carvalho. Ele estava tentando machuc¨¢ porque percebeu que n?o podia atingir William? Liliane respirou fundamente e enviou uma mensagem para William. ¡°Sr. William, estou sendo sequestrada.¡± Ao mesmo tempo, no hospital central da Cidade Pompeia. Mavis, agora acordada, estava os olhos vermelhos e falou William. ¨C William, desculpe por esconder coisas de voc¨º. William, sentado calmamente no sof¨¢, respondeu. ¨C O importante ¨¦ que voc¨º esteja bem. ¨C William, posso pedir uma coisa? ¨C Mavis perguntou uma express?o angustiada. ¨C Diga. ¨C William estava uma express?o indiferente. Mavis mordeu os l¨¢bios e perguntou: Voc¨º pode n?o investigar o que aconteceuigo quando eu era crian?a? William ficou em sil¨ºncio por um momento. Ele sentia que a personalidade atual de Mavis erapletamente diferente de quando era crian?a, e algo definitivamente havia acontecido. Se estava sofrendo injusti?a, ele estava determinado a fazer justi?a. William afrouxou a gravata e disse indiferen?a: N?o fremos mais sobre isso. Ap¨®s isso, o celr de William tocou, e sua express?o ficou g¨¦lida ao ler a mensagem. Ele imediatamente respondeu a mensagem: ¡°Localiza??o!¡± Liliane rapidamentepartilhou sua localiza??o. Ap¨®s receber a mensagem, o olhar g¨¦lido de William se ergueu de forma determinada. Sentindo algo errado, Mavis ergueu o corpo. ¨C William, o que est¨¢ acontecendo? William, de maneira decidida, se dirigiu para fora do quarto, deixando uma ¨²ltima frase antes de partir. ¨C Descanse bem! Cap¨ªtulo 29 Cap铆tulo 29 Cap¨ªtulo 29 Mavis ficou perplexa por um momento, at¨¦ que finalmentepreendeu. O que mais poderia fazer William parecer t?o preocupado e sair tanta pressa, sen?o Liliane? Mas, por que Liliane tinha o poder de ocupar um lugar t?o importante no cora??o de William? era apenas uma amante, algu¨¦m que n?o pertencia ¨¤ alta sociedade. Seu rosto escureceu. Se esse era o caso, ent?o n?o deveria culp¨¢ por agir determina??o! Depois departilhar sua localiza??o, Liliane, fingindo inoc¨ºncia, guardou o celr em seu bolso. Pr do carro era muito arriscado. n?o podia agir de forma imprudente. Liliane fechou os olhos, apoiada na porta do carro, pensando no que fazer a seguir. Dez minutos depois, o carro parou. Liliane olhou para a frente e viu um armaz¨¦m abandonado. Saia do carro! De repente, a porta do carro se abriu e um estranho agarrou o bra?o d. Liliane olhou para o homem ¨¤ sua frente, fingindo estar assustada. Quem ¨¦ voc¨º? Por que me trouxe aqui? O homem fez um sorriso frio. ¨C Isso ¨¦ algo que voc¨º deve se perguntar. Quem voc¨º ofendeu? Para proteger seu filho, Liliane continuou de imediato. Eu vou sair! Eu posso andar sozinha! ¨C N?o pense em fugir! Liliane assentiu ¨¤s pressas e entrou no armaz¨¦m, onde a luz era suave e Content held by N?velDrama.Org. misteriosa. Ao entrar, um odor met¨¢lico atingiu seu nariz. olhou para dentro, quando viu tr¨ºs secret¨¢rias familiares e um homem Parecia que Carvalho estava ajudando suas secret¨¢rias favoritas a se vingarem. Enquanto caminhava na dire??o de Carvalho, Liliane j¨¢ estava nejando sua estrat¨¦gia. Sabia que sozinha n?o poderia enfrentar todas s. precisaria ganhar tempo at¨¦ que William a resgatasse. Quando chegou perto de Carvalho, Liliane j¨¢ havia derramado muitas l¨¢grimas. O que precisava fazer era aproveitar a fraqueza de Carvalho por mulheres atraentes. ¨C Sr. Carvalho¡­. Sua voz estava suave e tr¨ºm, envolta em um charme irresist¨ªvel que fazia os ossos tremerem. Depois de ver ramente o rosto de Liliane, um toque de surpresa passou por seus olhos. Carvalho, no entanto, n?o queria perder a face e disse voz furiosa: ¨C N?o me chame assim! Voc¨º sabe por que a trouxe aqui? Liliane abaixou os olhos, sua voz sufocada. ¨C Se voc¨º me trouxe aqui por causa do que aconteceu hoje, est¨¢ me julgando mal. ¨C Julgando mal voc¨º?! ¨C A Secret¨¢ria¨CGeral estava brava, seus olhos arregdos. ¨C Voc¨º estava t?o arrogante antes! Liliane piscou os olhos e for?ou algumas l¨¢grimas. -Eu n?o tive escolha. Se eu n?o fizesse o que Sr. William me pediu, eu teria sido demitida! Terminando sua atua??o, olhou para Carvalho olhos marejados. ¨C Sr. Carvalho, por favor, me resgate. Carvalho, fascinado o que viu nos olhos de Liliane, arriscou¨Cse a perguntar um toque de desejo: Me permita resgat¨¢? Liliane assentiu a cabe?a. ¨C Voc¨º ¨¦ um homem de grandepaix?o e princ¨ªpios. Hoje, ao vir suas secret¨¢rias at¨¦ mim, eu pude perceber isso. Se eu seguir ao seudo, tenho ¨C que William me impos. Carvalho ficou perplexo o que Liliane disse: Meu tio William realmente a proibiu de algo?! Sim! Ele n?o merece ser humano! ¨C Liliane enxugou uma l¨¢grima Sr. Carvalho, n?o deixe essa mulher engan¨¢¨Clo! Hoje, voc¨º n?o viuo agiu determina??o. A gente viu em particr o que havia feito. ¨C Isso mesmo, est¨¢ apenas atuando aqui diante de voc¨º. ¨C Sr. Carvalho, voc¨º precisa interceder por n¨®s! Ouvindo a suavidade das vozes femininas e seus apelos, Liliane sentiu arrepios at¨¦ mesmo na sua alma. reuniu toda a coragem que tinha e continuou seu charme: ¨C Sr. Carvalho, por favor, me leve embora. Se eu continuar sob o controle de William, certeza vou perecer! Se voc¨º puder me ajudar, estarei disposta a enfrentar qualquer desafio por voc¨º, n?o hesitarei em fazer o imposs¨ªvel! Carvalho n?o era um homem sem c¨¦rebro. Quanto as pvras de Liliane, ele estava meio c¨¦tico. Ele encarou Liliane e perguntou: Como voc¨º pode provar que realmente detesta meu tio William? Liliane olhou para Carvalho seus olhos de um tom irresist¨ªvel e cheios de l¨¢grimas. se ajoelhou devagar, olhando para cima para Carvalho e disse: Se voc¨º me ajudar, eu ficaria disposta a fazer qualquer coisa por voc¨º. Eu poderia at¨¦ mesmo ficar perto dele e colocar algo na bebida dele. Carvalho ficou em sil¨ºncio por um momento e ent?o riu alto. Muito bem! Quem imaginaria que a amante que meu tio William manteve por tr¨ºs anos o odiaria a ponto de querer envenen¨¢¨Clo! De repente, um som abafado ecoou. Todos olharam na dire??o do barulho e viram um dos seguran?as ca¨ªdo no ch?o. Outros seguran?as entraram rapidamente no armaz¨¦m, mas um homem um sobretudo preto caminhou calma,o se fosse um Deus. Cap¨ªtulo 30 Cap铆tulo 30 Cap¨ªtulo 30 Ele finalmente chegou. William olhou para Liliane, que estava agachada no ch?o, seus olhos revndo un frio aterrorizante. Ele olhou raiva para Carvalho.. ¨C Voc¨º n?o ¨¦ nada mal, ousando levar embora a minha pessoa. Carvalho se levantou rapidamente e, tremendo, gaguejou: ¨C Tio¡­ Tio William! Content held by N?velDrama.Org. William deu alguns passos em dire??o a ele e, um olhar semicerrado, disse: Voc¨º ainda sabe que eu sou seu tio? Carvalho estava apavorado e engoliu em seco. De repente, ele parecia perceber algo e seus olhos se fixaram em Liliane. Tio William! Fui eu quem a trouxe at¨¦ aqui, mas foi por sua causa! Voc¨º n?o entende, acabei de descobrir! Essa mulher tem m¨¢s inten??es em r??o a voc¨º! te odeia, a ponto de querer te envenenar, tio William! Voc¨º tem que acreditar em mim! William olhou de rnce para Liliane, que estava de p¨¦ ao seudo,o se nada estivesse acontecendo, e ele esbo?ou um sorriso ir?nico. Se voc¨º ¨¦ t?o prestativo, ¨¦ ro que eu,o tio, devo lhe dar um presente. Com essas pvras, William olhou para seus seguran?as e disse: M?os ¨¤ obra. No momento em que os gritos desesperados ecoaram, William levou Liliane para fora do armaz¨¦m. Ao entrarem no carro, William ironizou: ¨C Aprendeu a seduzir? Liliane ficou perplexa, sentindo sua gratid?o desaparecer em um instante. respirou fundamente e retrucou de forma sarc¨¢stica: ¨C Bem, devo agradecer a voc¨º por me dar essa oportunidade. Se n?o fosse por ele lev¨¢ para a filial e fazer uma grande reestrutura??o, Al¨¦m disso, n?o teria que engolir seu desgosto e agir de forma contradit¨®ria Carvalho. No banco do motorista, Jorge ouviu tudo e ficou nervoso. Somente Liliane tinha coragem para confrontar o Sr. William dessa maneira. William franziu a testa, olhando desagrado para Liliane. estava culpando ele? ¨C Ent?o, se eu n?o tivesse vindo, voc¨º teria ido embora ele esta noite? ¨C William perguntou voz g¨¦lida. ¨C O que mais eu poderia fazer? ¨C Liliane retrucou. Voc¨º esperava que eu ficasse aqui e apanhasse? William ficou o rosto sombrio e disse um tom de voz irritado: Liliane, voc¨º n?o consegue sobreviver sem depender de homens? Liliane, sem paci¨ºncia, respondeu: Voc¨º n?o soube que eu sempre sou assim? Para que precisaria responder a isso? As pessoas discernimento podiam ver que isso era uma estrat¨¦gia, mas aos olhos dele, parecia que estava se insinuando. estava pensando, afinal, noe?o j¨¢ havia mal¨Centendidos, o que importava mais um? Enquanto pensava nisso, o pulso d foi agarrado for?a por William. Liliane tentou puxar a m?o, mas ele n?o mostrou sinais de afrouxar o aperto. Voc¨º n?o se lembra do que eu disse? ¨C William falou raiva contida. Voc¨º acha que ter dinheiro te d¨¢ confian?a? Liliane n?o entendeu, o que isso tinha a ver dinheiro? engoliu a dor e respondeu determina??o: E dai? William, j¨¢ fui sua amante por tempo suficiente. O verdadeira dona voltou agora, eu n?o posso abrir m?o? Por que voc¨º insiste em me fazer ser amante? ¨C ¨C Isso ¨¦ o que voc¨º quer, n?o ¨¦? ¨C William apertou mais o pulso. ¨C Voc¨º n?o gosta de se exibir na frente de Mavis? Liliane ficou at?nita por um momento, ele ainda n?o entendeu a raz?o? apenas queria evitar ser humilhada por Mavis, mas agora parecia estar se exibindo? Liliane riu amargura, sentindo¨Cse desapontada. ¨C William, estive voc¨º por tr¨ºs anos, mas voc¨º nunca me entendeu. Ao ouvir o sarcasmo na f de Liliane, William ficou mais tenso. Mas logo ele zombou: N?o h¨¢ necessidade de entender, afinal, voc¨º faria qualquer coisa por dinheiro! Aquele momento, Liliane sentiuo se uma faca afiada tivesse sido cravada em seu cora??o. Sim, por que ainda tentava argumentar? Noe?o, concordou em ser amante dele por dinheiro, n?o era verdade? Liliane de repente sentiu um al¨ªvio por n?o ter mencionado que estava gr¨¢vida dele. Caso contr¨¢rio, aos olhos dele, teria se transformado em mais uma mulher disposta a fazer qualquer coisa para garantir seu status. De volta ao hotel, Liliane foi levada por William para o quarto dele. Dois seguran?as ficaram dodo de fora. Era ¨®bvio que estava sendo monitorada novamente. Marc enviou uma mensagem. ¡°Liliane, para onde voc¨º foi? H¨¢ pouco, o Sr. William mandou tirar todas as suas coisas.¡± Liliane olhou para a bagagem diante d e respondeu um sorriso ir¨®nico. ¡°No quarto presidencial.¡± ¡°Liliane, cuide de si mesma, n?o posso ajudar.¡± Enquanto Liliane estava prestes a responder, Carlos enviou uma mensagem. ¡°Liliane, seu p¨¦ est¨¢ melhor?¡± Liliane olhou para William, que ainda n?o havia sa¨ªdo do banheiro, e respondeu ¨¤s pressas. as ¡°Obrigada, Dr. Carlos, est¨¢ muito melhor.¡± Embora n?o tivesse ido ao m¨¦dico, o rem¨¦dio que Lucinda trouxe estava funcionando bem. sabia que o rem¨¦dio tinha sido enviado por William, mas, depois de ser vigiada repetidamente, n?o podia mostrar gratid?o. Enquanto pensava nisso, Carlos enviou outra mensagem. ¡°Isso ¨¦ bom, mas preciso te dizer algo. Prometa a mim que n?o vai se exaltar demais.¡± + Cap铆tulo 31 Cap¨ªtulo 31 ¡°Seu pai esteve aqui esta noite, teve uma grande discuss?o sua m?e e at¨¦ conseguiu tirar o dinheiro dos rem¨¦dios d do hospital.¡°, disse Carlos. ¡°Como est¨¢ minha m?e?¡°, perguntou Liliane, franzindo a testa. ¡°Estou aqui para , n?o se preocupe. Dei mil reais para ele e ele parou de causar confus?o.¡°, respondeu Carlos. ¡°Como ele tem coragem de aceitar dinheiro de Carlos?!¡°, pensava Liliane, surpresa. Embora Liliane n?o gostasse da atitude arbitr¨¢ria de Carlos, decidiu n?o dizer muito, afinal, ele estava fazendo isso p sua m?e. Mas sabia que, uma vez feito isso, poderia se repetir in¨²meras vezes. decidiu, ent?o, dar um toque. ¡°Dr. Carlos, obrigada por ajudar minha m?e desta vez, mas da pr¨®xima vez, por favor, n?o de dinheiro ao meu pai. Se ele aparecer novamente, pe?a para ele frigo, por favor.¡°, disse Liliane, depois de transferir mil reais para Carlos. Carlos n?o recusou, sabia que Liliane n?o gostava de dever favores. ¡°Entendi. Quando voc¨º poder¨¢ voltar?¡°, perguntou Carlos. ¡°Daqui a alguns dias.¡°, respondeu Liliane. Antes que pudesse terminar de digitar, a porta do banheiro se abriu. William, vestindo um roup?o preto, saiu, secando os cabelos curtos uma toalha. Liliane rapidamente escondeu o celr atr¨¢s do travesseiro, fingindo assistir TV. Mas William percebeu. Ele foi at¨¦ Liliane, os olhos escuros fixos n. ¨C O que est¨¢ escondendo? ¨C Perguntou William. ¨C O travesseiro n?o estava confort¨¢vel, ent?o eu ajustei. ¨C Disse Liliane, nervosa. William semicerrou os olhos,rgou rapidamente a toalha, puxando Liliane do sof¨¢. O travesseiro caiu e o celr, a conversa Carlos, ficou exposto aos olhos dele. Vendo o nome ¡°Dr. Carlos¡°, a atmosfera ao redor de William ficou fria. Ele pegou o celr, viu as ¨²ltimas duas mensagens deles e sua express?o ficou furiosao uma tempestade. Com dedos longos apertando o celr, William olhou para Liliane raiva. ¨C Est¨¢ mentindo, ¨¦ isso? ¨C Perguntou William, uma voz furiosa. Liliane ficou assustada seu olhar, mas ao pensar que n?o tinha feito nada errado, respondeu calma: Eu sabia que voc¨º ficaria bravo, ent?o preferi n?o te deixar ver. Infelizmente, William nem deu ouvidos ¨¤ explica??o d. ¨C Voc¨ºs est?o t?o ansiosos para se encontrarem? ¨C Disse William, sua voz se tornou mais fria. ¨C Sr. William, talvez seja melhor voc¨º se acalmar primeiro. ¨C Retrucou Liliane, apertando os l¨¢bios. n?o tinha mais energia para brigar ele. Liliane acabava de se virar para sair quando, no segundo seguinte, foi agarrada pelo bra?o e jogada com for?a no sof¨¢ pelo William. Em seguida, William deu uma mordida firme em seu ombro. ¨C William! Voc¨º enlouqueceu? ¨C Liliane gritou de dor. tentou afastar ele, mas William a manteve firmeza ¨¤ sua frente. Ele ergueu a cabe?a, o rosto bonito escurecido p raiva e disse entre os dentes: ¨C Liliane! Este ¨¦ o pre?o por mentir para mim! Dito isso, ele se inclinou abruptamente e beijou ferozmente os l¨¢bios d, seus dentes mordendo for?a os l¨¢bios d para liberar sua raiva. Um forte gosto de sangue se espalhou, fazendo Liliane sentir uma sensa??o ¨¢cida no nariz devido ¨¤ dor. ¨C William, voc¨º ¨¦ simplesmente um pervertido! ¨C Murmurou Liliane, furiosa e enfurecida. Pervertido? Ele poderia mostrar a o que realmente significava ser pervertido! Mais tarde, Liliane, suportando a dorncinante entre as pernas, se encolheu no sof¨¢. olhou ressentimento para o homem diante d. ¨C Quando voc¨º vai me deixar em paz? ¨C Perguntou Liliane, a voz rouca. William, vestindo um roup?o, a encarou frieza. ¨C Quando eu morrer. Disse William, em seguida, ele se agachou, segurando o queixo d, acrescentou. Liliane, estou te avisando p ¨²ltima vez. Se eu te ver se envolvendo ele de novo, n?o me culpe por fazer ele desaparecerpletamente da Serafim! Liliane sacudiu a m?o de William de modo teimoso. Published by N?v''elD/rama.Org. Al¨¦m de amea?ar, o que mais voc¨º sabe fazer? ¨C Perguntou Liliane, f¨²ria. William deu um sorriso frio enquanto se levantava. Te provocar. ¨C Retrucou William, tom indiferente. Vil! Sem vergonha! Mas Liliane n?o ousou expressar sua raiva em voz alta, s¨® podia suportar. sabia muito bem que provocar a ira total de William teria consequ¨ºncias inimagin¨¢veis. precisava suportar, at¨¦ o dia em que sua m?e sa¨ªsse do hospital. Depois de cinco dias na Cidade Pompeia, William finalmente levou Liliane de volta. Durante aqueles cinco dias em que n?o podia sair, Liliane conseguiu finalizar todos os esbo?os de design. Agora s¨® faltava apresentar a ideia. No aeroporto da Cidade Pompeia, Mavis e Marc j¨¢ estavam esperando. Ao ver Liliane caminhando aodo de William, o ci¨²me nos olhos de Mavis quase transbordava. Cap铆tulo 32 Cap¨ªtulo 32 Mesmo diante de todos, ainda mantinha um semnte suave e virtuoso. Algumas horas depois, eles chegaram ¨¤ Serafim. Desta vez, William n?o deixou Jorge levar Liliane de volta ao Jardim Azul, em vez disso, foram juntos para a empresa. Ao retornar ao seu escrit¨®rio, Liliane olhou surpresa para a parede de vidro que havia sido removida. O que antes a separava do escrit¨®rio do CEO agora estava integrado. A alegria de Liliane ao voltar para a empresa desmoronou ao ver aqu cena. Ele estava realmente monitorando cada pvra e a??o d? Liliane avan?ou raiva em dire??o a William, que estava sentado ¨¤ mesa. ¨C Voc¨º est¨¢ passando dos limites! ¨C Disse Liliane, furiosa. ¨C ¨C Est¨¢ descontente? ¨C Perguntou William, erguendo os olhos. Descontente? Como ele ousava perguntar isso? Ser¨¢ que ele ficaria contente sendo monitorado assim? N?o vou mais trabalhar! Vou embora! ¨C Disse Liliane, apertando os dentes. A express?o de William ficou s¨¦ria. Quer aproveitar minha aus¨ºncia para discutir quando encontrar seu Dr. Carlos? Provocou William. Voc¨º n?o pode parar essas provoca??es sem sentido? ¨C Perguntou Liliane, os olhos arregdos de raiva. William sorriu em respost?, recentemente, Liliane sempre mostrava suas emo??es diante dele. Era mais divertido ver o uma coelha irritada do que aqu express?o fria. William jogou os documentos em frente a Liliane. Em vez de dizer coisas in¨²teis aqui, v¨¢ fazer o seu trabalho. ¨C Continuou William. A raiva de Liliane foi interrompida daqu maneira. encarou os documentos por um tempo antes de pegar eles e ir para seu escrit¨®rio adjacente. As cinco da tarde, Mavis chegou no escrit¨®rio de William. Ao ver a fus?o do escrit¨®rio do CEO o de Liliane, sua express?o escureceu. Vendo que William n?o estava presente, se aproximou de Liliane. ¨C Liliane, voc¨º realmente ¨¦ astuta. Provocou Mavis. Est¨¢ exagerando. Disse Liliane, olhando frieza para . O rosto de Mavis ficou p¨¢lido. Voc¨º acha que pode conquistar o cora??o de William? N?o se esque?a, ele esteve ao meudo o tempo todo quando fiquei doente! Disse Mavis. ¨C Oh, se o rcionamento de voc¨ºs ¨¦ t?o bom, por que ele veio correndo quando algo aconteceu comigo? ¨C Questionou Liliane, pensativa. Evitar aquele assunto era melhor, mas assim que Mavis ouviu isso, seus olhos mostraram determina??o. ¨C Me diga,o posso fazer voc¨º se afastar de William? ¨C Perguntou Mavis, voz furiosa. Liliane deu um sorriso ir?nica ao se levantar e se aproximar de Mavis. ¨C Por favor, entenda a situa??o correta. Ele ¨¦ quem n?o quer me deixar ir embora. Por que essa abordagem agressiva? Est¨¢ interessada na boa apar¨ºncia dele ou na surpreendente fortuna? ¨C Falou Liliane, dando um passo em dire??o a Mavis. ¨C Pressionada, Mavis recuou, mostrando confus?o em seu rosto delicado. ¨C Voc¨º est¨¢ fndo bobagem! Eu s¨® gosto deleo pessoa! ¨C Disse Mavis, fingindo lament¨¢velmente. ¨C ¨¦ mesmo? Estou curiosa. Como voc¨º sabia que William estaria na empresa a essa hora? Por que, coincidentemente, estava esperando por ele embaixo do pr¨¦dio? N?o acha que ¨¦ um pouco conveniente demais? Se quer ficar William, tudo bem, mas se lembre de uma coisa antes de se tornar a Sra. Gabaldo, voc¨º tem qualifica??o para me provocar antes mesmo de assumir esse cargo? ¨C Continuou Liliane, um sorriso frio. Mavis foi confrontada, contorcia seu rosto delicado. Prestes a fr, o som da porta se abrindo ecoou. ? +15 BONUS Com isso, acabou se sentando no ch?o, l¨¢grimas nos olhos, expressando sua m¨¢goa. ¨C Secret¨¢ria Liliane, eu s¨® queria retribuir ao William. Por que voc¨º est¨¢ me acusando assim? ¨C Expressou Mavis, chorando. Ao ver a situa??oment¨¢vel de Mavis, Liliane percebeu que William havia chegado. Mantendo uma express?o serena, permaneceu no lugar, observando o homem que acabava de entrar. Os olhos de William percorreram Liliane antes de se aproximar e ajudar Mavis a se levantar. Voc¨º deveria ir para casa. ¨C Disse William, um tom impaciente percept¨ªvel. ¨C William, eu¡­ Disse Mavis, at?nita. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. ¨C V¨¢ para casa! ¨C Repetiu William, sua voz n?o admitia discuss?o. Com l¨¢grimas escorrendo, Mavis se virou e saiu pressa. Quando a porta se fechou,Liliane finalmente quebrou o sil¨ºncio, provocando: ¨C N?o me culpa por ter iodado sua amada? William a olhou de soio, afrouxando a gravata. N?o ache que n?o sei o que voc¨º est¨¢ nejando! ¨C Respondeu William. ¨C O que mais eu poderia nejar? ¨C Retrucou Liliane, sorrindo de leve. William estreitou os olhos indiferente, se aproximou e segurou o queixo de Liliane. ¨C Voc¨º n?o est¨¢ tentando me fazer te expulsar do Jardim Azul para fugir seu Dr. Carlos? Questionou William. Liliane ficou em sil¨ºncio. Como s¨® percebeu agora que ele tinha tantos pensamentos? recuou um pouco ao sentir a press?o em seu queixo. ¨C J¨¢ que voc¨º est¨¢ dizendo isso, parece que daqui para frente, cada vez que eu encontrar a Mavis, vou ter que provocar . ¨C Disse Liliane. Liliane! Gritou William, soltando um rosnado baixo. A raiva cintndo em seus olhos parecia engolir Liliane, continuou. ¨C Voc¨º acha que pode provocar v¨¢rias vezes? ¨C ¨C O que voc¨º quer dizer? ¨C Perguntou Liliane, confusa. Minha vida foi salva por , ent?o darei a tudo o que posso. Se n?o quiser passar por momentos dif¨ªceis no futuro, pare de iodar . Disse William, retirando a m?o. Cap¨ªtulo 33 Cap铆tulo 33 Cap¨ªtulo 33 ¨C Ent?o, por favor, a partir de agora, cuide d. N?o venha me provocar por qualquer motivo! ¨C Disse Liliane, sorrindo de leve. Dizendo isso, Liliane saiu apressada p porta, deixando William franzindo a testa em seu escrit¨®rio. Momentos depois, William pegou o celr e ligou para Jorge -Como est¨¢ a investiga??o? ¨C Perguntou William. ¨C Sr. William, n?o conseguimos confirmar a morte da vice¨Cdiretora do orfanato, mas descobrimos a professora que panhou a Srta. Mavis na ¨¦poca. disse que Srta. Mavis foi v¨ªtima de bullying, sofrendo algum trauma psicol¨®gico, mas o orfanato abafou o assunto. ¨C Respondeu Jorge. William ficou a express?o s¨¦ria. H¨¢ mais alguma coisa. ¨C Continuou Jorge. ¨C Diga. ¨C Disse William. ¨C O diretor disse que a garota uma pinta na orelha se chamava L¨ªvia. Srta. Mavis provavelmente mudou de nome ap¨®s ser adotada. ¨C Explicou Jorge ¨C J¨¢ conseguiram contato os pais adotivos? ¨C Perguntou William, franzindo a testa. ¨C Antes j¨¢ tentamos, mas quando nossos homens foram l¨¢, a familia tinha se mudado sem deixar rastros. ¨C Respondeu Jorge. Continue investigando! ¨C Ordenou William. Assim que William terminou de fr, batidas na porta foram ouvidas. ¨C Sr. William! Sr. William, por favor, v¨¢ at¨¦ o departamento de vestu¨¢rio. A vice- gerente Mavis desmaiou de repente. ¨C Algu¨¦m falou, batendo na porta. No final do expediente, Liliane, ao ver que n?o havia ningu¨¦m no escrit¨®rio, saiu sozinha da empresa. Era estranho que Jorge tamb¨¦m n?o a esperava na entrada. Liliane sentiu um certo alivio ee?ou a caminhar em dire??o ¨¤ estrada, pronta para pegar um t¨¢xi at¨¦ o hospital para ver sua m?e. Ap¨®s esperar por cerca de dez minutos sem sinal de um t¨¢xi, um carro esportivo parou na sua frente. O vidro abaixou, revndo um rosto gentil e vagamente familiar. ¨C Stta. Liliane? ¨C Chamou o homem. Liliane ficou surpresa por um momento, buscando na mem¨®ria. ¨C Sr. Eduardo? ¨C Disse Liliane, sem certeza. ¨C Para onde voc¨º vai? Eu te levo. ¨C Disse Eduardo, voz suave, sorrindo gentileza ¨C N?o precisa, posso pegar um taxi. ¨C Recusou Liliane educa??o. ¨C Conseguir um t¨¢xi aqui leva pelo menos uma hora, afinal, agora ¨¦ o hor¨¢rio de pico de sa¨ªda do trabalho. ¨C Insisitiu Eduardo. Liliane hesitou por um momento. Para chegar ao hospital mais cedo, acabou concordando em entrar no carro. ¨C Para onde voc¨º quer ir? ¨C Perguntou Eduardo, sorrindo, depois de Liliane colocar o cinto de seguran?a. Hospital Privado da Serafim, obrigada, Sr. Eduardo. Respondeu Liliane. Sem cerim?nias. Ainda n?o me desculpei pelo incidente da minha prima da ¨²ltima vez. ¨C Disse Eduardo, um sorriso suave. ¨C -N?o foi sua culpa. Voc¨º n?o precisa se desculparigo. Disse Liliane, ficando um pouco constrangida. Eduardo virou os olhos para Liliane, perguntando: Voc¨º est¨¢ indo para o hospital porque n?o est¨¢ se sentindo bem? ¨C N?o, minha m?e est¨¢ internada. ¨C Negou Liliane, bn?ando a cabe?a. Eduardo ficou surpreso, expressando arrependimento em seu olhar. ¨C Sinto muito. ¨C Desculpou Eduardo. Mas Liliane apenas ergueu os l¨¢bios, sem dizer uma pvra. Eduardo n?o p?de deixar de olhar para Liliane, sentindo uma semelhan?a not¨¢vel entre e sua m?e. Ambas tinham um olhar teimoso e suave ao mesmo tempo. Especialmente aqueles olhos em forma de am¨ºndoa um toque antigo, pareciam id¨ºnticos. Srta. Liliane, voc¨º se parece muito algu¨¦m que conhe?o. ¨C Falou Eduardo, Liliane ficou sem pvras As pessoas agora gostavam mesmo de se aproximar daqu maneira? Liliane olhou desconfiada para Eduardo. -Sr. Eduardo, o que voc¨º quer dizer? ¨C Perguntou Liliane, sua voz se tornando mais intensa n?o acreditava que Eduardo seria t?o gentil ao ponto de pegar uma pessoa desconhecida na estrada. -Talvez por causa da semelhan?a, ent?o¡­ ¨C Respondeu Eduardo, francamente. -Ent?o voc¨º me d¨¢ uma carona, depois pede meu n¨²mero, se aproximando de mim a desculpa de ¡°pessoa parecida¡°? ¨C Disse Liliane, um tom frio, cada pvra carregada de sarcasmo. Eduarto ficou surpreso, n?o esperava que Liliane fosse t?o cautelosa. -Desculpe, Srta. Liliane, a pessoa da qual estou fndo ¨¦ minha irm?, que desapareceu quando era muito jovem. ¨C Explicou Eduardo, apressadamente. Belongs to ? n0velDrama.Org. Liliane permaneceu em sil¨ºncio. Uma farsa! ¨C Sr. Eduardo, por favor, pare o carro e me deixe descer. ¨C Disse Liliane, a voz baixa, ao ver o hospital ¨¤ vista. Eduardo parou de imediato o carro ¨¤ beira da estrada, um leve arrependimento nos olhos gentis. ¨C Srta. Liliane, sinto que n?o nos conhecemos bem, mas eu definitivamente n?o sou o tipo de pessoa que voc¨º imagina. ¨C Explicou Eduardo. Obrigada, Sr. Eduardo. N?o sou a mulher que se deixa levar facilidade pelos filhinhos de familias ricas! ¨C Disse Liliane, um sorriso sarc¨¢stico. Dito isso, Liliane abriu a porta e saiu sem olhar para tr¨¢s. Eduardo ficou sentado no carro, at¨®nito. Ele n?o conseguia acreditar que algu¨¦m pudesse ser t?o parecido L¨ªvia e sua m?e em personalidade e apar¨ºncia. Ao entrar na de interna??o, Liliane perguntou ¨¤ enfermeira se o Dr. Carlos estava de nt?o. Ao receber a not¨ªcia de que Carlos n?o estava, Liliane finalmente se sentiu aliviada e se dirigiu ao quarto. No entanto, ao chegar ¨¤ porta do quarto, Liliane ouviu F¨¢tima repreendendo Nelson em um tom abafado e hist¨¦rico. ¨C Voc¨º realmente precisa maltratar uma crian?a que n?o tem r??o sangu¨ªnea voc¨º? Nelson, voc¨º nem ¨¦ humano! ¨C Gritou F¨¢tima. GET IT NOW #15 BONUS Cap¨ªtulo 34 Cap铆tulo 34 Cap¨ªtulo 34 A conversa chegou a aquele ponto, silenciando o ambiente. Liliane ficou parada ¨¤ porta, perplexa. De quem sua m?e estava fndo ao mencionar ¡°a crian?a¡°? Com certeza n?o poderia ser . Como poderia n?o ter?os de sangue seu pai? Nos ¨²ltimos anos, ele mudou muito de personalidade, era verdade, mas na infancia, ele era um homem diligente e respons¨¢vel. Liliane bn?ou a cabe?a, n?o podia ficar espdo sobre certas coisas. Ao entrar, olhou para sua m?e, sentada na cama, uma express?o sombria. ¨C M?e, voc¨º e o pai est?o brigando de novo? ¨C Perguntou Liliane. Ao ouvir a voz, F¨¢tima virou de repente a cabe?a, olhando cinfusa para Liliane. ¨C ¨C Voc¨º, chegou e nem cumprimentou? Disse F¨¢tima. Liliane se sentou aodo da cama, ficando em sil¨ºncio por um momento. ¨C M?e, que hist¨®ria ¨¦ essa de?os de sangue? ¨C Perguntou Line. F¨¢tima desviou o olhar, evitando o contato visual. Apenas um parente da familia do seu pai, n?o tem nada a ver voc¨º, n?o se preocupe. Respondeu F¨¢tima. Liliane ainda achava que algo estava estranho, mas n?o sabiao questionar. Afinal, mal conhecia os parentes dodo do pai e sua m?e sempre os descreveuo pessoas dif¨ªceis de lidar. optou por mudar o assul ¨C M?e, voc¨º n?o est¨¢ bem de sa¨²de, n?o se preocupe os outros. Sugeriu Liliane, enquanto cortava frutas. ¨C S¨® n?o quero que seu pai continue fazendo coisas ruins¡­ ¨C Disse F¨¢tima. Ao sair do hospital, j¨¢ passava das nove da noite. Liliane conseguiu um t¨¢xi e voltou para o Jardim Azul. Talvez devido ¨¤ gravidez, Liliane adormeceu pouco depois de entrar no carro. No sonho, Liliane viu uma casa enorme. Crian?as brincavam no p¨¢tio, mas uma outra garota rabo de cavalo se aproximou, dizendo: ¨C Voc¨º n?o pode parar de fazer essa cara o tempo todo, parece t?o deprimente! Voc¨º f de um jeito t?o feio. ¨C Respondeu a garota de tran?as, ficando um pouco chateada. A garota de rabo de cavalo empurrou o ombro da outra, fazendo cair no canteiro, se sujando de terra. ¨C Diga mais uma vez! Cuidado que eu rasgo a sua boca! ¨C Amea?ou a garota de rabo de cavalo. A garota de tran?as, apesar da dor, deu um olhar teimoso para a garota de rabo de cavalo. ¨C Diga quantas vezes quiser, voc¨º f feio e eu nem te provoquei! ¨C Retrucou a garota de tran?as. ¨®timo! Vejao vou te ensinar! ¨C Disse a garota de rabo de cavalo, chamando os outros para atacar a garota de tran?as. Liliane, assistindo a tudo ang¨²stia, tentou se aproximar para intervir, mas n?o importava o quanto corresse, n?o conseguia alcan?ar. ¨C Ei, linda! Chegamos ao Jardim Azul! ¨C Disse o motorista.. O chamado despertou Liliane do sonho. Vendo o lugar, rapidamente endireitou o corpo, pegou dinheiro na bolsa e pagou ao motorista. Ao descer, o vento frio a despertou mais. Pensando no sonho, Liliane esfregou a cabe?a. Talvez tivesse sido influenciada ps a??es da Mavis ultimamente, at¨¦ mesmo nos sonhos, Liliane ainda se envolvia em situa??es de intimida??o. Ao pensar nisso, Liliane inconscientemente acariciou o ventre, sentindo umal onda de inquieta??o. estava preocupada a possibilidade de sua crian?a tamb¨¦m ser isda e sofrer viol¨ºncia no futuro. Deixando aqueles pensamentos dedo, Liliane se dirigiu ¨¤ mans?o. N?o havia carro no quintal, indicando que William ainda n?o havia retornado. Ao abrir a porta e entrar, Lucinda veio apressada perguntando: Srta. Liliane, onde voc¨º estava? O que aconteceu? ¨C Perguntou Liliane, confusa, ao perceber o tom de Lucinda. Lucindan?ou um olhar para fora da porta. ¨C O senhor ligou para voc¨º dezenas de vezes e ele quebrou v¨¢rias coisas em casa. Disse Lucinda. Dizendo isso, apontou para os objetos quebrados espalhados p s. Liliane ficou at?nita por um momento, tirou de imediato o celr da bolsa. Encarando a t preta do celr, sementou, passando a m?o pelos cabelos. ¨C Meu celr est¨¢ descarregado. Disse Liliane. ¨C Lucinda parecia preocupada, dizendo: Srta. Liliane, foi a primeira vez que vi o senhor t?o furioso. Quando ele voltar, por favor, n?o o confronte. Liliane, se sentindo inquieta, assentiu, contornou Lucinda e subiu as escadas. para carregar o celr. Um minuto depois, a t do celr se iluminou, panhada por uma sucess?o fren¨¦tica de alertas de chamadas perdidas. De William, de Jorge e at¨¦ mesmo da sua m?e. Liliane estava prestes a retornar as chamadas quando William ligou para . Com o cora??o acelerado, Liliane atendeu. Content held by N?velDrama.Org. ¨C Liliane,o voc¨º tem coragem de desligar o celr? ¨C A voz enfurecida de William ressoou. ¨C Meu celr estava sem bateria¡­ ¨C Respondeu Liliane, engolindo em seco. ¨C Onde voc¨º est¨¢ agora? ¨C Rugiu William de novo. ¨C Jardim Azul. ¨C Respondeu Liliane honestamente. Antes que pudesse dizer mais alguma coisa, a liga??o foi abruptamente encerrada. Liliane deixou o celr dedo, sentindo um press¨¢gio sombrio se intensificar em seu cora??o. Embora j¨¢ tivesse visto William irritado antes, essa explos?o de raiva era algo novo. Enquanto ponderava sobre o que fazer a seguir, o telefonema de F¨¢tima tocou. Liliane atendeu de imediato. ¨C M?e¡­ ¨C Lili, onde voc¨º est¨¢? ¨C Perguntou F¨¢tima, uma voz tr¨ºm. ¨C M?e, o que aconteceu? Alguma coisa errada? ¨C Perguntou Liliane, preocupada. De repente, um grupo de homens de terno preto entrou no quarto e me perguntou se voc¨º esteve aqui. Eu disse que sim, ent?o eles sa¨ªram correndo. Lili, voc¨º se envolveu pessoas perigosas? ¨C Explicou F¨¢tima. Liliane sentiu uma dor de cabe?a. sabia que aqueles homens foram enviados por William. ¨C M?e, fique tranqu. Eu n?o causei problemas. Essas pessoas foram designadas pelo meu chefe para me proteger. ¨C Disse Liliane. Cap¨ªtulo 35 Cap铆tulo 35 Cap¨ªtulo 35 Seu chefe? Exmou F¨¢tima, surpresa, Pessoas que cobram as d¨ªvidas do pal sempre me perseguem. Meu chefe ¨¦ legal, ent?o ele arranjou alguns seguran?as para me panhar. Explicou Liliane, calma. Que bom que est¨¢ tudo bem. Da pr¨®xima vez, n?o desligue o celr, voc¨º me assustou. Disse F¨¢tima, aliviada. Liliane a tranquilizou antes de encerrar a chamada. se aproximou da jan, nervosa, observando o movimento l¨¢ embaixo. Em menos de dez minutos, um carro preto de luxo entrou rapidamente no quintal. William saiu do carro, uma express?o sombria, e entrou na mans?o. Liliane fechou os olhos cansados, sabendo que outra batalha estava prestes ae?ar. se virou, apreensiva, caminhando em dire??o ¨¤ porta do quarto. Enquanto sua m?o alcan?ava a ma?a, a porta foi abruptamente chutada e aberta um estrondo. A porta bateu em seu ombro, uma dor surda se espalhou por sua cabe?a. Instintivamente, Liliane segurou o ombro, franzindo a testa enquanto encarava o homem de apar¨ºncia nobre, veias saltando na testa. Seus olhos, lindos e profundos, exibiam cansa?o, enquanto seus negros globos ocres, inundados de vasinhos vermelhos, estavam envoltos em uma n¨¦voa densa. Mesmo a uma distancia, Liliane podia sentir a intensa raiva que emanava dele. Content held by N?velDrama.Org. ficou assustada o olhar dele, recuando involuntariamente. Mas o homem agarrou seu ombro e a empurrou for?a contra a parede. ¨C Fale! Por que voc¨º desligou o celr? ¨C William disse essas pvras entre os dentes. Liliane, contendo a dor no ombro, olhou para cima. Eu j¨¢ disse, meu celr estava sem bateria¡­ ¨C Disse Liliane. p! Enquanto explicava, ele jogou algumas fotos em seu rosto. Quando as fotos ca¨ªram no ch?o, Liliane olhou para baixo. O carro familiar e uma foto d conversando aodo, apareceu de repente diante. de seus olhos. ¨C Voc¨º aproveitou minha aus¨ºncia para se envolver outro homem, n¨¦? ¨C Rugiu William, agora como uma besta fora de controle, sua voz quase perfurava os ouvidos de Liliane. ¨C Liliane! Eu nunca imaginei que voc¨º seria t?o capaz! O cora??o de Liliane afundou. Era mais um fardo que poderia esmagar . Mas n?o tinha nada a ver Eduardo! Liliane soltou sua respira??o, levantou o rosto para encarar os olhos ferozes dele. ¨C Posso explicar, voc¨º acreditaria? ¨C Zombou Liliane. Suas explica??es me d?o nojo! ¨C Disse William, furioso, sua raiva era assustadora. Os olhos de Liliane se movimentaram. Nojento¡­ nem teve a chance de explicar. ¨C Ent?o, voc¨º tamb¨¦m n?o ¨¦ nojo? ¨C Retrucou Liliane, desd¨¦m. ¨C Voc¨º prometeu, disse que assim que encontrasse , encerraria nosso contrato automaticamente. Mas o que voc¨º fez? Cuidou de Mavis enquanto me tratavao um cachorro, pisoteando minha dignidade a desculpa de que eu n?o tinha qualifica??es! Trabalhei diligentemente por voc¨º, dedicando tr¨ºs longos anos da minha juventude. N?o sou merecedora desse dinheiro? Liliane chorou quando terminou de fr. enxugou for?a as l¨¢grimas, empurrou William, que estava estupefato ¨¤ sua frente, determina??o, pronunciou quatro pvras: Eu quero me demitir! Ao ouvir a ¨²ltima frase e ver as l¨¢grimas no rosto de Liliane, o cora??o de William pareceu ser golpeado for?a por algo. Uma sombra de panico passou pelos seus olhos escuros, uma sensa??o incontrol¨¢vel brotava. No entanto, em quest?o de segundos, ele apertou os l¨¢bios, seus olhos revndo novamente um frio intenso. Demiss?o? ¨C Disse William, um sorriso sarc¨¢stica. ¨C Antes que eu me canse Uma ¨²nica frase sufocou todas as esperan?as de Liliane. ¨C Venham! Gritou William, frieza. Em um instante, passos apressados ecoaram na escada. Os seguran?as surgiram um ap¨®s o outro na porta do quarto. Sem a minha permiss?o, ningu¨¦m pode deixar sair! ¨C Ordenou William, uma voz imc¨¢vel. Depois de dar as ordens, ele saiu da s decisivamente. No momento em que a porta foi fechada for?a, Liliane sentiu uma desesperan?a total, fechando os olhos. Ap¨®s uma noite sem dormir, Liliane resistiu at¨¦ que Lucinda subiu para entregar o caf¨¦ da manh?. Ao abrir a porta, Liliane viu os guarda¨Ccostas permanecendo im¨®veis ¨¤ entrada. Srta. Liliane, voc¨º n?o pode resistir ao senhor assim. ¨C Lucinda suspirou enquanto colocava a refei??o na mesinha aodo da cama. ¨C Voc¨º n?o faz ideia deo o senhor estava preocupado ontem ¨¤ noite, ordenou uma busca centenas de seguran?as na cidade toda. Eu vi meus pr¨®prios olhos. Quando ele n?o conseguia fr voc¨º ao celr, ele ficou p¨¢lido. Eu sei que ele tem voc¨º no cora??o, mas por que voc¨º est¨¢ sendo t?o obstinada? No cora??o dele? Se meu animal de estima??o sumisse, eu tamb¨¦m ficaria preocupada. ¨C Disse Liliane, sorriso frio. Liliane quase disse que era o cachorro dele. Lucinda olhou pesar para Liliane. Srta. Liliane, n?o ¨¦ uma solu??o continuar assim. Voc¨º deveria se render, ¨¦ melhor do que ser mantida em confinamento¡­ Insistiu Lucinda. Liliane apertou os l¨¢bios, teimosa, sem dizer mais nada. dobrou devagar os joelhos, os abra?ando as m?os e uma express?o s¨¦ria disse: ¨C Lucinda, pare de insistir. cedeu por tr¨ºs anos, n?o queria mais continuar assim. Do contr¨¢rio, seria verdadeiramente pat¨¦tica. Cap铆tulo 36 Cap¨ªtulo 36 No hospital. Ap¨®s lidar os assuntos durante toda a noite, William foi verificar Mavis. Ao ver ele, Mavis se apressou em se sentar na cama. ¨C William, voc¨º veio? ¨C Disse Mavis, ansiosa. ¨C Voc¨º pode deitar, n?o precisa se levantar. ¨C Respondeu William, calma. Ao perceber que William n?o se aproximava, um leve desapontamento passou pelos olhos de Mavis. ¨C Estou bem, descansei a noite toda. ¨C Suspirou Mavis. S¨® que ontem, acabei causando problemas novamente. N?o procure mais. n?o dir¨¢ nada de bom. Se lembre de se proteger. Disse William, franzindo a testa. Mavis, timidamente, perguntou: Posso considerar que voc¨º est¨¢ se preocupandoigo? ¨C Algumas coisas. podem ser evitadas. Disse William e seus olhos escureceram ligeiramente. N?o ouvindo a resposta que desejava, a express?o de Mavis endureceu por um momento. Logo percebeu o rosto cansado de William. William, voc¨º n?o descansou bem ontem? ¨C Perguntou Mavis, preocupa??o. Estou bem. Se voc¨º estiver bem, vou indo. Respondeu William, sem muita emo??o. Mavis n?o ousou pedir para que ele ficasse, afinal, precisava manter uma imagem agrad¨¢vel diante dele. Mesmo que n?o estivesse satisfeita, s¨® podia se conter. ¨C R¨¢pido, volte para casa. Disse Mavis, resignada. Depois que William saiu do quarto, a express?o de Mavis se tornou fria. Como conseguiria conquistar o cora??o dele? Mesmo ao fingir desmaios duas. ele nunca demonstrou um tra?o de preocupa??o. vezes, Parecia ser apenas o cuidado e a aten??o entre amigos cumuns. Enquanto pensava nisso, o celr d tocou. Ao ver o n¨²mero, o rosto de Mavis empalideceu num instante. Rapidamente, tiroua coberta, correu para a porta, ao se certificar de que William j¨¢ havia ido embora, atendeu a liga??o. ¨C Mavis, sentiu minha falta recentemente? ¨C Disse a voz sorridente do homem. Mavis apertou os dentes, sorrindo enquanto repreendeu: ¨C Senti sim. Da pr¨®xima vez, mande uma mensagem antes de ligar, se n?o ele teria descoberto mais cedo. ¨C E a¨ª, querida, conseguiu o que queria? ¨C Disse o homem, sorrindo. N?o ¨¦ t?o r¨¢pido. Algumas coisas precisam ser feitas passo a passo. ¨C Respondeu Mavis. O homem pausou por um momento e continuou: Recentemente, ando meio apertado de dinheiro, me transfira um pouco de dinheiro. ¨C Eu tamb¨¦m n?o tenho dinheiro! Sussurrou Mavis, franzindo a testa. ¨C ¨C Ele te deu um lugar para ficar, mas n?o deu dinheiro? Voc¨º est¨¢ mentindo! ¨C Falou o homem, firmeza. ¨D -Eu realmente n?o tenho! ¨C Mavis disse pressa. ¨C Atualmente, s¨® tenho meu sal¨¢rio! ¨C Mavis, voc¨º me enganao se eu fosse uma crian?a de tr¨ºs anos? N?o se esque?a, se eu n?o tivesse descoberto o segredo da pinta e contado a voc¨º,o voc¨º poderia ter substitu¨ªdo algu¨¦m para ser a amada de William? Se voc¨º n?o quer me dar dinheiro, vou ter que contar algumas coisas para ele por acaso. ¨C Disse o homem, de repente sua voz ficou fria 1 O rosto de Mavis mudou abruptamente. Segurando firmeza o celr, sussurrou: ¨C Pablo, eu errei. N?o fique bravoigo. Que tal isso? A partir de agora, eu transfiro metade do meu sal¨¢rio para voc¨º e vou me esfor?ar mais William, tudo bem? ¨C Assim est¨¢ melhor. Amanh? estarei na Serafim. Voc¨º precisa passar um tempoigo, entendeu? ¨C Disse Pablo. ¨C Est¨¢ bem, vou seguir suas ordens. Mas, Pablo, voc¨º poderia me ajudar mais uma coisa? ¨C Disse Mavis, docemente. ¨C Se ¨¦ um pedido da minha querida,o posso recusar? ¨C Disse Pablo. Mavis, segurando a n¨¢usea, disse em tom suave: C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. William tem uma secret¨¢ria aodo dele, voc¨º sabe? Aproveite uma oportunidade para afastar para mim. ¨C Feito, mas estou meio apertado. Fazer isso tamb¨¦m custa dinheiro¡­ ¨C Disse Pablo. ¨C Entendi, vou te transferir algum dinheiro mais tarde. ¨C Concordou Mavis. Jardim Azul. Assim que William retornou, Lucinda se aproximou para rtar. ¨C Senhor, a Srta. Liliane se recusa aer. O senhor poderia tentar persuadir ? Williamn?ou um olhar frio para o segundo andar. ¨C Deixe fazer birra, veremos at¨¦ quando consegue. ¨C Disse William, frieza. ¨C Mas a Srta. Liliane ainda n?o se recuperoupletamente da doen?a no est?mago¡­ ¨C Disse Lucinda, preocupada. ¨C Ignora. n?o vai morrer de fome! ¨C William deixou aqu frase para tr¨¢s antes de subir as escadas. Ao passar pelo quarto de Liliane, ele parou por um momento antes de retornar ao seu pr¨®prio quarto. Depois de tomar um banho, William se deitou na cama. Suas preocupa??es o impediram de dormir, ent?o ele pegou o celr e abriu o grupo de conversa, ele enviou uma mensagem. ¡°Preciso de ajuda.¡± Vin¨ªcius, ao receber a mensagem, ficou chocado. William, que n?o fva uma pvra havia d¨¦cadas, estava enviando uma mensagem! ¡°Estou aqui.¡°¨C Vin¨ªcius respondeu a ele. ¡°O que est¨¢ acontecendo quando uma mulher que trabalha ao seudo por anos decide pedir demiss?o?¡°¨C Perguntou William. Ao ver aqu mensagem, Vin¨ªcius revirou os olhos. Por que n?o simplesmente dizia que era a secret¨¢ria Liliane? ¡°Deixe pedir. Coisas novas s¨® v¨ºm quando as antigas v?o embora.¡± ¨C Sugeriu Vin¨ªcius. William franzia a testa. Deveria concordar a sa¨ªda de Liliane? A ideia foi rapidamente descartada. ¡° ¨¦ altamentepetente no trabalho.¡± ¨C Disse William. ¡°Ou n?o est¨¢ satisfeita o sal¨¢rio, ou quer namorar e casar.¡± ¨C Respondeu Vin¨ªcius. William ignorou a primeira parte. Parecia que Liliane tinha um motivo para sair! at¨¦e?ou uma greve de fome por isso! A raiva de William cresceu ainda mais. Com as respostas obtidas, ele agora enfrentava a dificuldade de voltar a dormir. Cap¨ªtulo 37 Cap铆tulo 37 Cap¨ªtulo 37 Durante tr¨ºs dias consecutivos, William voltava para casa ouvindo Lucinda fr sobre a greve de fome de Liliane. Nos primeiros dias, ele conseguia suportar, mas j¨¢ haviam se passado tr¨ºs dias! estava disposta a sacrificar sua sa¨²de por outro homem e em troca de liberdade? William subiu as escadas um rosto sombrio, dispensou os seguran?as e abriu a porta do quarto de Liliane. O quarto s¨® estava iluminado pelo brilho doputador, revndo uma mulher encolhida na cama. Quando William se aproximou, sua aten??o foi atra¨ªda por duas garrafas de rem¨¦dio na frente do computador. Ao pegar as garrafas, ele franziu a testa ao perceber que eram analg¨¦sicos. Ele abriu uma das garrafas e viu que estava quase vazia. Seu rosto ficou mais. sombrio. Ap¨®s colocar as garrafas de volta, cama e sacudiu lliam foi at¨¦ a beira da Liliane, que estava dormindo profundamente, devido ¨¤ fome. Se levante! Chamou William. Liliane, tonta de fome, acordou ao ver o rosto bonito de William, pensando que estava tendo alucina??es. afastou a m?o que a prendia, murmurando: Mesmo nos meus sonhos, ele est¨¢ sempre l¨¢. As pvras chegaram aos ouvidos de William de maneira ra. Ele ficou meio atordoado, surpreso por se referir a ele. Seu semnte suavizou quando se sentou aodo d. ¨C Ainda quer visitar sua m?e? ¨C Perguntou William. Liliane, ouvindo sua voz p segunda vez, percebeu que n?o era um sonho. tentou abrir os olhos, mas tr¨ºs dias semer a deixaram sem for?as. Como voc¨º veio? ¨C Perguntou Liliane, surpresa, engolindo a seca. ¨C O Ano Novo est¨¢ chegando, n?o quero uma morte em casa. ¨C Respondeu William frieza e uma desculpa tosca. ¨C Ent?o, encontre um lugar para me enterrar, j¨¢ que viver sem liberdade ¨¦o estar morta. Disse Liliane, sarcasmo. ¨C Era melhor morrer logo. Liliane n?opletou a frase, algumas pvras eram suficientes. A imagem do que Liliane disse surgiu na mente de William e uma express?o de irrita??o cruzou seu rosto. Se levante, vamos sair! ¨C Disse William, impaciente. Liliane olhou incr¨¦d para William¡­ No sub¨²rbio, V das ¨¢guas Termais. Depois deer um para aproveitar as termasuco da canja feita por Lucinda, William levou Liliane ali. Enquanto rxava na ¨¢gua quente e apreciava a serenidade ao redor, Liliane sentiu seu corpo rxar. Belongs to ? n0velDrama.Org. Todas as tens?es acumdas nos ¨²ltimos dias desapareceram. n?ou um olhar furtivo para o homem ao seudo, de olhos fechados, uma express?o perfeita. Seus l¨¢bios finos se apertaram levemente, a n¨¦voa envolvente misteriosamente The acrescentando um toque ¨²nico de mist¨¦rio. Liliane refletiu por um momento e perguntou: ¨C Com o final do ano se aproximando, o departamento da secretaria est¨¢ ocupado? Se quiser trabalhar, diga diretamente. ¨C Disse William, voz rouca. Liliane ficou surpresa, n?o era que quisesse trabalhar, mas precisava encontrar uma maneira de obter sua liberdade para poder sair a qualquer momento quando sua m?e sa¨ªsse do hospital. seguiu o que William havia dito, dizendo: ¨C Sim, eu estava pensando em voltar para a empresa, ficar no Jardim Azul est¨¢ entediante. William abriu os olhos, olhando para Liliane. ¨C Voc¨º n?o estava estudando design de moda online? ¨C Perguntou William. Eu n?o tenho esse talento, melhor deixar pra l¨¢. ¨C Respondeu Liliane, tentando disfar?ar. William se levantou da ¨¢gua, exibindo seu corpo esculpido. ¨C Venhaigo para o quarto. ¨C Disse William. ¨C Posso fazer uma pergunta? ¨C Perguntou Liliane, abaixando os olhos. Ele subiu os degraus, vestindo um roup?o branco. Diga. Disse William. Voc¨º e Mavis¡­ Lilianembeu os l¨¢bios, continuou. Est?o juntos? ainda n?o conseguia aceitar a ideia deles dois estarem juntos enquanto estava no meio. ¨C ¨C Contanto que voc¨º obede?a, n?o ficarei . ¨C Disse William. Al¨¦m disso, havia algo que ele n?o havia descoberto, algo rcionado aos pais. adotivos de Mavis. Nos ¨²ltimos anos, ele investigou intensamente, mas muitas mulheres se passavam por sua amada para obter dinheiro. Mavis podia descrever as circunstancias do acontecido naquele ano, mas isso n?o garantia que fosse a pessoa certa. Ele precisava ser cauteloso. Ao mesmo tempo, no Apartamento Internacional da Serafim. Mavis estava deitada na cama e Pablo acariciava suas costas, perguntando: ¨C Como foi a conversa seus pais adotivos? Eles concordaram em testemunhar por voc¨º? ¨C N?o, mesmo depois de todo esse tempo, eles ainda mant¨ºm a boca fechada! Respondeu Mavis, levantando os olhos. ¨C ¨C Ouvi dizer que os pais dos seus pais adotivos ainda est?o vivos. Disse Pablo, dando um beijo nos l¨¢bios vermelhos de Mavis. ¨C Voc¨º quer que eu os useo amea?a? ¨C Perguntando Mavis, surpresa, erguendo a cabe?a. Por que n?o? Quem ¨¦ William? A raz?o p qual ele ainda n?o est¨¢ voc¨º ¨¦ porque ele ainda est¨¢ desconfiando. ¨C Continuou Pablo. N?o, minha consci¨ºncia n?o permite! Eles s?o idosos. Retrucou Mavis. Voc¨º ainda est¨¢ fndo de consci¨ºncia? Desistiu de status? Dinheiro? Voc¨º n?o Mavis hesitou, de repente, a imagem charmosa de William surgiu em sua mente. -Eu nem pedi para voc¨º agir contra eles, apenas ameace verbalmente seus pais. adotivos. Se voc¨º n?o agir logo, quando estiver aodo de William, talvez n?o seja mais voc¨º. A verdadeira amada dele ainda n?o apareceu. Continuou provocando Pablo. ¨C GET IT NOW Cap¨ªtulo 38 Cap铆tulo 38 Cap¨ªtulo 38 O rosto de Mavis escureceu, se apressou em se sentar. Entendi! ¨C Disse Mavis. Depois que Pablo saiu, Mavis tomou um banho, vestiu um roup?o e fez uma liga??o. ¨C Entregue o celr a eles. Instruiu Mavis, depois do outrodo atender a liga??o. No momento em que a porta se abriu, as pvras furiosas de seu pai adotivo, Murilo, tamb¨¦m foram ouvidas. ¨C V¨¢ embora! Eu n?o atendo telefonemas! ¨C Gritou Murilo. Srta. Mavis, agora voc¨º pode fr. ¨C Falou o guarda. ¨C Papai, mam?e, faz um tempo que n?o ligo para voc¨ºs, parece que o temperamento de voc¨ºs piorou um pouco. Disse Mavis, sorrindo. ¨C ¡ª Cale a boca! N?o dever¨ªamos ter trazido voc¨º de volta naqu ¨¦poca! ¨C Gritou In¨ºs, a m?e adotiva. -N?o seja t?o feroz, s¨® quero saber o que voc¨ºs decidiram. ¨C Comentou Mavis, casualmente. Eu passei metade da minha vida sendo honesto! Eu nunca faria algo t?o descarado! Repito! Ou voc¨º nos mant¨¦m at¨¦ a morte, ou eu n?o vou mentir por voc¨º! ¨C Respondeu Murilo. Mavis deu um gole em sua bebida, perguntando: E quanto ¨¤ mam?e? Voc¨º tamb¨¦m pensa assim? ¨C Voc¨º me faz sentir nojo s¨® de fazer essa pergunta! ¨C Gritou In¨ºs, tremendo de raiva. ¨C Ah, faz tanto tempo que n?o vou visitar meus av¨®s. N?o seio eles est?o. Ainda vivos, ou¡­ Zombou Mavis. ¨C O que voc¨º est¨¢ nejando? ¨C Disse In¨ºs, enfurecida. ¨C N?o estou nejando nada. S¨® quero saber a opini?o de voc¨ºs. Querem que os dois idosos desfrutem¡¯de seus ¨²ltimos anos de vida ou prefere que sofram? ¨C Disse Mavis, casualmente. N?o fa?a isso! ¨C Impolou In¨ºs, desmoronada. Est¨¢ bem, dou a voc¨ºs mais um dia para pensar, mas as consequ¨ºncias de ultrapassar o prazo ser?o de responsabilidade de voc¨ºs. Disse Mavis. Ap¨®s encerrar a liga??o, Mavis inclinou a cabe?a para tr¨¢s, esvaziando o copo de vinho. Cada pensamento em William beijando a fazia tremer incontrvelmente. No dia seguinte, Liliane voltou ao trabalho na empresa. Em apenas alguns dias ausente, o departamento da secretaria acumulou bastante. trabalho aguardando sua aten??o. Absorta em suas tarefas, se esqueceu at¨¦ da hora do almo?o. William fez que outra secret¨¢riaprasse dois almo?os e entregasse um a Liliane. Ao entregar, Liliane ainda estava fixada na t digitando. William, sempre apreciando sua dedica??o ao trabalho, n?o a interromperia normalmente. No entanto, pensando nas duas garrafas quase vazias de rem¨¦dios, ele n?o p?de. deixar de lembrar deer. Coma primeiro. ¨C Ordenou William, colocando o almo?o na mesa de Liliane. Uma frase breve, um tom que n?o admitia recusa. Liliane parou, surpresa, olhando para o rosto bonito do homem. assentiu levemente e ondas de sentimentos surgiram em seu cora??o. Era a primeira vez que ele se importava sua alimenta??o durante o expediente. Liliane olhou para a marmita, murmurando um ¡°obrigada¡°, enquanto William j¨¢ tinha se afastado. ¨¤s 17h30 da tarde, Liliane pegou o ¨²ltimo conjunto de documentos para que William assinasse. Ap¨®s a assinatura, finalmente perguntou: Posso ir ao hospital visitar minha m?e? William colocou a ca dedo e se levantou. -Eu te levo l¨¢. ¨C Sugeriu William. Liliane assentiu, pegou sua bolsa e se apressou para seguir ele. Chegando ¨¤ entrada do hospital, Liliane olhou para William. ¨C Vai demorar muito para eu entrar, voc¨º vai ficar aqui? ¨C Perguntou Liliane. Eu vou esperar por voc¨º na entrada. Respondeu William, fechando os olhos. Liliane sabia o que William estava pensando, ent?o n?o disse mais nada e saiu do carro. Ele estava disposto a esperar, pelo menos assim n?o seria difamada por ele. Liliane mal deu dois passos quando uma luz branca ofuscante piscou diante de seus olhos. Por instintivo, olhou na dire??o da luz e viu uma van se aproximando rapidamente. Seus olhos se arregram em surpresa e suas pernas pareciam pesadaso chumbo, quase imposs¨ªveis de mover. ¨C Liliane! ¨C De repente, veio o grito de William de tr¨¢s. Liliane ficou atordoada e se virou, mas antes que pudesse ver William, ele a agarrou e ambos foram lan?ados para longe. Liliane, fechando os olhos instintivamente, n?o sentiu a dor do impacto. ficou parada por um segundo, de repente, abriu os olhos, vendo William deitado no ch?o uma express?o dolorida enquanto estava sobre ele. ¨C William! Onde voc¨º est¨¢ machucado? Exmou Liliane, surpresa, ao perceber a situa??o. ¨C C a boca, levanta! Grunhiu William. Liliane se calou e se levantou, ainda atordoada, se libertando dos bra?os de William e olhando na dire??o em que a van partiu.. Antes que pudesse ver a ca do carro, o ve¨ªculo j¨¢ tinha desaparecido. Sr. William, voc¨º est¨¢ bem? ¨C Perguntou Jorge, surpresa, correndo para ajudar William. Williamn?ou um olhar ao gramado aodo, perguntando: Published by N?v''elD/rama.Org. Voc¨º anotou a ca do carro? Anotei, vou verificar agora! ¨C Assentiu Jorge. Liliane ainda estava se recuperando do choque, suas pernas tremiam quando se levantou. Quem queria tirar a vida d? Se n?o fosse por William, talvez j¨¢ tivesse sido atingida. Liliane olhou para o homem de express?o sombria aodo d. Ele n?o temia por sua pr¨®pria seguran?a? A van estava indo t?o r¨¢pido, se tivesse chegado um segundo mais tarde, talvez ele n?o estivesse mais vivo. A sensa??oplicadae?ou a se espalhar no seu cora??o. Ele salvou a vida d, maso poderia retribuir o favor? Cap¨ªtulo 39 Cap铆tulo 39 Cap¨ªtulo 39 ¨C O que voc¨º estava pensando agora? ¨C Perguntou William, raiva. Liliane ainda estava perdida em pensamentos quando ouviu o rugido furioso de William ¨¤ sua frente. Desculpe, n?o consegui reagir a tempo. Explicou Liliane, os l¨¢bios cerrados, levantando os olhos. Ao ver Liliane se culpando, a raiva de William subitamente se transformou em um desconforto no peito. ¨C Deixe pra l¨¢, entre no carro. ¨C Disse William. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. Liliane concordou em voz baixa,n?ando um olhar distante para a do hospital antes de seguir William para o carro. Enquanto o ve¨ªculo arrancava, Liliane murmurou baixinho: ¨C Obrigada. William, tirando o palet¨® sujo, ignorou as pvras d, seus olhos expressavam uma irrita??o sutil. ¡°O que tinha acontecido ele?¡°¨C Pensava Liliane. Ele agiu por instinto ao ver Liliane em perigo, mas sua vida valia mais do que a d. ¨C Voc¨º andou se envolvendo algu¨¦m recentemente? ¨C Perguntou William, frieza. N?o sei, al¨¦m de ofender o Carvalho, n?o fa?o ideia de quem mais eu poderia ter irritado. ¨C Negou Liliane, bn?ando a cabe?a. Ele ainda est¨¢ de cama agora! ¨C Disse William, as pvras dele esmagaram as espec??es de Liliane. ¨C N?o consigo pensar em quem mais poderia ser. Disse Liliane, impotente. Os dois chegaram ao Jardim Azul suspeitas distintas. Sr. William, descobri. O dono do carro ¨¦ um tal Rodrigo. ¨C Explicou Jorge, ao receber a not¨ªcia. ¨C Traga ele aqui. ¨C Ordenou William, ajustando a gravata. 13 ¨C Entendido! Respondeu Jorge, saindo apressado da mans?o. Meia hora depois, enquanto Liliane saboreava a sopa nutritiva feita por Lucinda, um homem sujo e desgrenhado foi arrastado por dois seguran?as. Com cerca de cinquenta a?os, ele olhou assustado para William. Eu n?o sabia, juro! Chefe, nem toquei no carro hoje! ¨C Explicou Rodrigo. Os olhos escuros de William pareciam falc?es. ¨C Algu¨¦m pediu emprestado seu carro? ¨C Perguntou William, em tom frio. N?o, n?o! Minha esposa pode testemunhar! ¨C Negou Rodrigo, bn?ando a cabe?a fricamente. William ergueu a m?o e um seguran?a chutou for?a o est?mago de Rodrigo, que gritou e caiu. Liliane, embora abda, n?o podia sentir pena. Afinal, e William quase perderam a vida por causa disso. ¨C Se n?o fr, perder¨¢ uma m?o! ¨C Derou William, voz fria. N?o sei, chefe! Realmente n?o sei! ¨C Insistiu Rodrigo, suando frio. N?o faz ideia? Voc¨ºe?ou a se explicar assim que entrou. Eu te perguntei sobre carro? Ou foi um dos meus homens que te abordou? ¨C Debochou William. O rosto de Rodrigo empalideceu e segurou o est?mago. Eu¡­ Eu¡­ Gaguejou Rodrigo. Vendo que ele continuava resistente, os olhos de William se voltaram para o seguran?a. Aja. Ordenou William. ¨C Eu falo! ¨C Gritou Rodrigo, desesperado. Mas posso implorar protegerem minha fam¨ªlia? ¨C a voc¨ºs para Voc¨º n?o est¨¢ em posi??o de negociar. ¨C Retrucou William, tom indiferente. Eu n?o conhe?o aquele homem. Quando ele veio, me deu cinquenta mil e disse para emprestar o carro. Minha carro?a nem vale tanto, mas fui ganancioso e emprestei. Quando partiu, me amea?ou, disse que se contasse a algu¨¦m, ele viria nos matar. ¨C Suplicou Rodrigo, p¨¢lido. ¨C Lembra do rosto dele? ¨C Perguntou Jorge. ¨C Ele usava m¨¢scara e bon¨¦, mas lembro dos olhos dele, triangres e ¦£¦¥ Liliane suspirou baixinho, as pistas eram escassas. N?o podia se envolver naquele tipo de assunto, ent?o terminou a sopa e subiu as escadas. Apartamento Internacional da Serafim. Mavis, indignada, se sentou furiosa no sof¨¢, encarando Pablo. ©¦- ¨C Voc¨º poderia ter escolhido qualquer m¨¦todo! Por que diabos optou por esse? Se esbarrasse William, o que far¨ªamos? ¨C Disse Mavis, raiva. ¨C Voc¨º est¨¢ apaixonada por ele ou algo assim? ¨C Pablo, um tom irritado, elevou a voz. Mavis ficou perplexa por um momento e imediatamente mudou de atitude, repreendendo: ¨C Pablo,o pode dizer isso? S¨® estou preocupada o nosso futuro, nadal mais. Espero que seja verdade, sen?o n?o me culpe por n?o ser delicado em minhas a??es. Disse Pablo, abrindo um sorriso frio. ¨C Entendi, Pablo. Mas desta vez n?o conseguimos o que quer¨ªamos. Na pr¨®xima, n?o ser¨¢ t?o f¨¢cil. ¨C Disse Mavis, apertando os dentes. ¨C O que O que h¨¢ tanta pressa? H¨¢ v¨¢rias maneiras de resolver isso, mas sequestro n?o ¨¦ uma ds! Retrucou Pablo. ¨C Ah, lembrei, a m?e d mora no hospital. Disse Mavis, depois de pensar por um momento. ¨C Qual ¨¦ a sua ideia? ¨C Questionou Pablo. Mavis se aproximou de Pablo e explicou detalhadamente sua ideia. Ao ouvir, Pablo riu alto, estendendo a m?o, apalpou os seios de Mavis, brincando: Adoro essa sua apar¨ºncia maliciosa! Em seguida, num movimento r¨¢pido, Pablo colocou Mavis sob seu corpo. Mavis, abra?ando o pesco?o de Pablo, observou a cena ote diante d, contendo a n¨¢usea ao imaginar o homem sobre o se fosse William. De repente, o quarto foi preenchido os sons de prazer entusi¨¢sticos d. Cap¨ªtulo 40 Cap铆tulo 40 Cap¨ªtulo 40 Nos pr¨®ximos dois dias, mesmo ao ir ao hospital, Liliane estava panhada por dois seguran?as. No entanto, n?o se iodava, afinal, ainda n?o sabia quem era o assassino. A ¨²nicaplica??o era que n?o podia fazer o exame de gravidez no departamento de ginecologia. Depois de pensar bastante, Liliane enviou uma mensagem para Marc. ¡°Marc, voc¨º poderia me ajudar?¡± A resposta de Marc foi r¨¢pida. ¡°ro, o que voc¨º precisa?¡± Liliane explicou brevemente a situa??o e o que gostaria de fazer. ¡°Preciso ir agora?¡°¨C Perguntou Marc.. ¡°Sim, pode ser?¡± ¨C Respondeu Liliane. ¡°¨¦ ro, ¨¤s dez horas, nos encontramos na entrada do hospital.¡± ¨C Disse Marc. Vendo que j¨¢ eram nove horas, Liliane trocou de roupa e saiu. Ao chegar ¨¤ entrada do hospital, Marc olhou fixamente para os seguran?as robustos atr¨¢s de Liliane eentou: ¨C ¨C O chefe realmente tem um gosto ¨²nico em selecionar pessoas, ningu¨¦m ousaria se aproximar. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. ¨C Vamos entrar. ¨C Disse Liliane, suspirando. Sob o pretexto de panhar Marc para um exame, Liliane conseguiu ver o m¨¦dico para fazer uma ultrassonografia. No almo?o, as duas escolheram um restaurante local paraer. Os seguran?as ficaram na entrada, lhes proporcionando a oportunidade de conversar. ¨C Lili, os m¨¦dicos disseram que em tr¨ºs meses ser¨¢ vis¨ªvel. Eu sugiro que voc¨º pense em contar ao chefe. Disse Marc, preocupada, olhando para a barriga de Liliane. N?o ¨¦ meu no. ¨C Respondeu Liliane, dando um gole na ¨¢gua. ¨C Voc¨º j¨¢ pensou que ¨C Voc¨º j¨¢ pensou que o chefe pode escolher ficar ao seudo por causa do beb¨º? N?o me diga que, depois de todos esses anos, voc¨º n?o tem sentimentos por ele! Aconselhou Marc. As pvras de Marc a pegaram desprevenida. Se tivesse sentimentos, e da¨ª? nunca imaginou que William a manteria por perto, muito menos quepetiria Mavis por algo. Al¨¦m disso, n?o podia arriscar revr a situa??o e correr o risco de perder o beb¨º. ¨C Lili! Pense nisso, as crian?as de fam¨ªlias monoparentais enfrentam muitos julgamentos desde pequenas. Voc¨º n?o tem medo de que seu filho inveje o carinho paterno de outras crian?as e pergunte onde est¨¢ o pai dele? ¨C Questionou Marc. ¨C Ainda n?o pensei nisso¡­ Respondeu Liliane. ¨C Voc¨º pode tentar abordar o assunto de maneira sutil, ¨¦ melhor do que n?o perguntar nada! Disse Marc, soltando um respiro. ¨C ¨C L¨¢ vou eu. ¨C ¨C Liliane respirou. Vou encontrar uma oportunidade para tentar. De volta ao Jardim Azul. William e Jorge estavam na s, discutindo. ¨C Sr. William, nos ¨²ltimos dois dias, n?o descobrimos nada. Essa pessoa tem habilidades de contraespionagem consider¨¢veis. Por favor, me d¨º mais tempo. ¨C Explicou Jorge. ¨C O que eu quero s?o resultados, n?o explica??es! ¨C Falou William, voz dura, seu rosto elegante ficou sombrio. ¨C Sim, Sr. William. ¨C Respondeu Jorge, franzindo a testa e baixando a cabe?a. ¨C A festa anual da empresa ¨¦ depois de amanh?, muitas pessoas estar?o l¨¢. A seguran?a deve ser impec¨¢vel, sem nenhum descuido. Disse William, uma express?o de dor, massageando as t¨ºmporas. Jorge assentiu e ao se virar para sair, encontrou Liliane. Eles trocaram cumprimentos e ele saiu. Liliane entrou na s de chinelos e encontrou William. Pensando nas pvras de Marc, Liliane evitou inconscientemente o olhar dele. ¨C Vou subir primeiro. Disse Liliane. O que voc¨º foi fazer no departamento de ginecologia? Questionou William, ¨C O cora??o de Liliane deu um pulo. Apertando as m?os, ergueu os olhos para o homem que a avaliava. panhei Marc para um exame. Respondeu Liliane, firmeza. ¨C ¨¦ melhor que voc¨º n?o pegue nenhuma doen?a l¨¢ fora. ¨C Disse William, em tom sarc¨¢stico. A express?o de Liliane ficou feia, retrucando: Se ¨¦ assim que voc¨º pensa, Sr. William, por favor, n?o encoste mais em mim. N?o quero sujar seu corpo. Com isso, Liliane se dirigiu ¨¤ escada, deixando cair mais uma frase leve. Al¨¦m disso, ¨¦ normal as mulheres irem ao hospital para exames todos os anos. Sr. William, n?o precisa se surpreender tanto. Antes que a irrita??o surgisse nos olhos de William, a figura de Liliane j¨¢ havia desaparecido no topo da escada. No dia seguinte. O vice¨Cpresidente convocou uma reuni?o para todos os funcion¨¢rios, anunciando a data e o local da festa anual da empresa. ¨C Lili, o chefe vem amanh?, n¨¦? ¨C Sussurrou Marc, aodo de Liliane. Provavelmente. ¨C Assentiu Liliane. E voc¨º? Vai participar? ¨C Continuou Marc. ¨C Sim, vou participar. Disse Liliane, abrindo um sorriso. Todos os anos, a sorte d nas festas n?o era ruim. Ou ganhava um celr, ou umptop, ou alguns milhares de reais em pr¨ºmios. Isso era dinheiro e n?o queria recusar, afinal, quem sabia se amanh? o dinheiro seria suficiente? Ent?o amanh? voc¨º fica perto do chefe. E se ele insistir que voc¨º beba? ¨C Perguntou Marc, apertando o bra?o de Liliane. Eu darei um jeito. Disse Liliane, sorrindo de leve. ¨C A conversa das duas foi ouvida por Mavis. Ap¨®s o t¨¦rmino da reuni?o, Mavis foi at¨¦ a escada e ligou para Pablo. Cap¨ªtulo 41 Cap铆tulo 41 Cap¨ªtulo 41 Ap¨®s a liga??o, Mavis saiu do corredor de emerg¨ºncia e coincidentemente encontrou Liliane, que segurava documentos enquanto esperava o elevador. ¨C Que coincid¨ºncia, secret¨¢ria Liliane. Disse Mavis e se aproximou sorrindo. Liliane ignorou o cumprimento. Sem se importar, Mavis, uma postura arrogante, sugeriu: ¨C -Ouvi dizer que voc¨º n?o est¨¢ se sentindo bem ultimamente. Que tal eu substituir voc¨º amanh? na bebida William? Liliane continuou ignorando. Diante da indiferen?a de Liliane, Mavise?ou a perder a paci¨ºncia. ¨C Liliane, por que ¨¦ t?o arrogante? ¨C Perguntou Mavis, baixando a voz. ¨C ¨C Voc¨º n?o consegue se contrr? ¨C Disse Liliane, desd¨¦m, dando a um olhar frio. -Eu te avisei que sua alegria seria passageira. Amanh? ¨¤ noite, estarei aodo de William! ¨C Amea?ou Mavis, irritada. ¨C Voc¨º realmente quer se fazer parecer uma amante? ¨C Retrucou Liliane, perplexa. Al¨¦m disso, William n?o costumava beber na festa anual. Mesmo que ele bebesse, n?o tinha a ver se Mavis estava panhando ou n?o. Mavis ficou furiosa, seu rosto ficou p¨¢lido, provocando: ¨C Liliane, aconselho que cuide de si mesma! N?o me culpe se as coisas ficarem. dif¨ªceis para voc¨º! Com as pvras ditas, as portas do elevador se abriram. Liliane entrou sem express?o e apertou o bot?o do andar desejado. Quando as portas se fecharam, a express?o sinistra nos olhos de Mavis se intensificou. estava determinada a ver at¨¦ quando Liliane conseguiria manter sua atitude desafiadora! Na sexta¨Cfeira, ¨¤s cinco da tarde. Liliane saiu vestida de maneira elegante e quente para participar da confer¨ºncia anual. Ao descer, William j¨¢ estava sentado no sof¨¢, aguardando. Sempre trajando um sobretudo preto, ele exva uma aura nobre e indiferente, um rosto imponente. Liliane deu uma olhada e desviou o olhar. Estou pronta. ¨C Disse Liliane, se aproximando. Ele a examinou, satisfeito ao ver que suas roupas n?o revvam nada, e se levantou. Liliane seguiu William para fora, entrando no carro em dire??o ao Hotel Siviar. Vinte minutos depois, pararam em frente ao hotel. Ao descerem, se depararam duas faces familiares, Vin¨ªcius e Leonardo. William franziu a testa, conduzindo Liliane at¨¦ eles. ¨C O que voc¨ºs est?o fazendo aqui? ¨C Perguntou William. ¨C Aprender voc¨ºo se opera uma festa anual. Brincou Leonardo. ¨C ¨C Dizer que viemos s¨® para a bebida facilitaria a entrada. ¨C Acrescentou Por que voc¨º sempre me trai? ¨C Disse Leonardo, encarando Vin¨ªcius. Vin¨ªcius. Se forem continuar discutindo, saiam. Disse William, irritado, ao ver os dois estarem sem parar de fr. ¨C Apenas para beber! ¨C Responderam Vin¨ªcius e Leonardo, rapidamente. Em seguida, entraram no hotel William, enquanto Liliane ficava para tr¨¢s. Vin¨ªcius parou ao entrar na s de festas. Se voltando para Liliane, disse um sorriso caloroso: ¨C Esta noite, voc¨º ter¨¢ o trabalho de levar William de volta para casa. Liliane ficou sem pvras. William! ¨C Antes que Liliane pudesse fr, a doce voz de Mavis ecoou. Ao ver Vin¨ªcius e Leonardo olhando curiosos para Mavis, Liliane se afastou em sil¨ºncio para encontrar Marc. estava sentada nas proximidades, conversando colegas. Published by N?v''elD/rama.Org. ¨C Lili! Aqui! ¨C Acenou Marc, ao ver Liliane. Liliane assentiu, se aproximando para se sentar aodo d. ¨C Voc¨º viu a Mavis? Em vez de flertar em outro lugar, escolhe fazer isso durante a festa anual! ¨C Comentou Marc. ¨C H¨¢ muitas pessoas, n?o fale sobre isso. Disse Liliane, puxando sua roupa. Voc¨º ¨¦ a ¨²nica que pode aguentar ! ¨C Disse Marc, batendo de leve na m?o d. Pegando um suco na mesa, entregou para Liliane, dizendo: Eu pedi para o gar?om fazer isso, reponha suas energias. ¨C Obrigada. ¨C Agradeceu Liliane, ao receber sorrindo. Pouco depois, todos os funcion¨¢rios chegaram e o apresentador subiu ao palco para fr. O sorteio ocorreu e Liliane recebeu o n¨²mero 8. Nos sorteios anteriores, n?o teve sorte, mas no ¨²ltimo, um pr¨ºmio no valor de 38.888 reais foi para . Ao subir ao palco para receber o pr¨ºmio, os colegas invejosos audiram. Descendo, Marc agarrou a m?o de Liliane. ¨C Sua sorte ¨¦ incr¨ªvel demais! ¨C Exmou Marc, animada. Por instinto, Liliane olhou para a mesa principal, onde Mavis sorria enquanto alimentava William. ¨C Eu sinto que o chefe fez de prop¨®sito! ¨C Disse Marc, desd¨¦m. ¨C O que? ¨C Perguntou Liliane, intrigada. Me lembro que no ano passado voc¨º ganhou umptop no valor de mais de trinta mil! Foi o pr¨ºmio mais valioso da noite! No ano anterior, o pr¨ºmio foi de dezesseis mil, n?o o mais alto, mas o segundo. Quem mais tem a sorte de ganhar tr¨ºs anos seguidos? S¨® voc¨º, que ¨¦ a ¨²nica incapaz de receber. ¨C Explicou Marc. A express?o de Liliane endureceu, olhando para o cheque em suas m?os, incapaz de evitar franzir a testa. O que Marc disse fazia sentido, mas n?o ousava se elogiar. Uma hora depois, Vin¨ªcius apareceu de repente. ¨C Secret¨¢ria Liliane, v¨¢ ver o Sr. William. ¨C Disse Vin¨ªcius. Liliane foi puxada sem entender e Marc se aproximou rapidamente. ¨C Quem ¨¦ voc¨º? Solte a Lili! ¨C Provovou Marc. Vin¨ªcius olhou para Marc, avaliando de cima a baixo. -Se o Sr. William for roubado, voc¨º se responsabiliza? ¨C Perguntou Vinicius. Marc ficou atordoada e olhou para William. Vendo William sendo ajudado por Mavis o rosto corado, soltou o bra?o de Liliane. Desviando o olhar, empurrou de leve Liliane. ¨C Seja corajosa, roube de volta! ¨C Disse Marc. Vin¨ªcius puxou Liliane,n?ando um olhar para Marc. Em menos de dois segundos, ele levou Liliane embora. GET IT NOW Cap¨ªtulo 42 Cap铆tulo 42 Cap¨ªtulo 42 Liliane, confusa, foi arrastada at¨¦ William. Srta. Mavis, deixe as tarefas cansativas para a secret¨¢ria Liliane cuidar. Disse Vin¨ªcius a Mavis. Liliane ficava atonita. Por que tinha que lidar algo t?o ingrato? olhou para William, que j¨¢ estava inerte ap¨®s meia hora de bebedeira e ficou. meio surpresa. Quantas bebidas eles tinham dado a ele? Mavis ficou surpresa ao ver Liliane ser chamada por Vin¨ªcius. ¨C Sr. Vin¨ªcius, deixe William sob minha responsabilidade. A secret¨¢ria Liliane n?o est¨¢ se sentindo bem ultimamente, ent?o n?o quero iodar . ¨C Disse Mavis, contendo seu desagrado e for?ando um sorriso. Belongs to ? n0velDrama.Org. ¨C Srta. Mavis, h¨¢ muitas coisas a serem consideradas quando William bebe. Voc¨º tem certeza de que est¨¢ ¨¤ altura? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. ¨C ro, posso lidar isso. Insistiu Mavis. Liliane parmaneceu em sil¨ºncio. n?o entendia por que Vin¨ªcius insistia tanto para que fizesse isso. Afinal, William e Mavis acabariam juntos tarde ou cedo. No fundo, era apenas uma espectadora. Antes que Vin¨ªcius pudesse fr, Liliane o interrompeu: ¨C Sr. Vin¨ªcius! Deixe Mavis cuidar disso. Eu vou embora! Vin¨ªcius franzia a testa, vendo Liliane sair, pensou por um momento antes de seguir . ¨C Secret¨¢ria Liliane, voc¨º sabe que William ¨¦ al¨¦rgico a frango, certo? Mavis acabou de dar a ele uma mordida! Como secret¨¢ria, eu n?o acredito que voc¨º n?o tenha rem¨¦dios para alergia. D¨º um a William at¨¦ o m¨¦dico chegar. ¨C Sugeriu Vin¨ªcius. Liliane n?o disse nada. ¨C Se voc¨º n?o quiser, a culpa ser¨¢ de William por escolher uma secret¨¢ria que n?o Com isso, Vin¨ªcius voltou para sua cadeira. Liliane ficou indecisa no mesmo lugar. Deveria ir? Se n?o fosse, William realmente sofreria. j¨¢ tinha vistoo ele ficava quando tinha alergias, era assustador. Mas, se fosse, poderia atrapalhar o tempo deles juntos. Ap¨®s muita pondera??o, Liliane decidiu que n?o podia deixar de se preocupar, ent?o entregou o rem¨¦dio a Mavis e saiu. Vin¨ªcius sorriu enquanto observava Liliane sair pressa. Leonardo, meio b¨ºbado, estava apoiado no ombro dele. ¨C Por que voc¨º insiste em juntar Liliane e William? Srta. Mavis parece uma boa op??o. ¨C Disse Leonardo, b¨ºbado. ¨C Voc¨º n?o viu que William n?o gosta muito da Srta. Mavis? Como amigo, eu tenho que apresentar a ele o que ele gosta. ¨C Comentou Vin¨ªcius, afastando Leonardo. ¨C Voc¨º realmente gosta de se meter nos assuntos dos outros¡­ ¨C Resmungou Leonardo. No sagu?o do hotel. Liliane inventou uma desculpa para descobrir o n¨²mero do quarto de Mavis na recep??o. Ao sair do elevador, cruzou Mavis, prestes a chamar , mas Mavis entrou no elevador antes. Liliane franzindo a testa, decidiu ir primeiro ao quarto de William. Ao encontrar o quarto dele, Liliane tocou a campainha algumas vezes. Pouco depois, a porta se abriu e viu William o rosto anormalmente rubro. Lilianee?ou a procurar rem¨¦dios em sua bolsa enquanto falou: ¨C Eles disseram que voc¨ºeu frango, eu trouxe o rem¨¦dio¡­ Ah¡­ Antes que pudesse terminar, William a envolveu p cintura e a puxou para dentro do quarto. Ele a abra?ou firmeza, enterrando o rosto em seu pesco?o. Com uma voz fervorosa e rouca, misturada urg¨ºncia, ele disse: Tire a roupa! Liliane ficou at?nita. Como poderia a alergia se manifestar dessa forma? Enquanto os beijos quentes e dominantes de William ca¨ªam sobre , Liliane, o canto dos olhos, notou o pesco?o do homem, rubro, mas sem sinais de erup??o cutanea. Foi naquele momento que Liliane entendeupletamente. foi ludibriada por Vin¨ªcius, aquele cafajeste! Mavis voltou ap¨®s a liga??o e estava prestes a usar o cart?o¨Cchave para entrar no quarto quando ouviu gemidos sutis e envergonhadores vindos de l¨¢. Seus passos bruscamente pararam, franziu a testa, endurecendo a express?o. Quem diabos estava l¨¢ dentro? Mesmo o cart?o¨Cchave, Mavis hesitou em entrar, temendo a rea??o de William se o interrompesse invadindo. Com pressa, desceu as escadas, inventando uma desculpa no balc?o, mencionando algo sobre perder seus pertences e a necessidade de verificar as cameras de seguran?a. Ao ver a silhueta de Liliane aparecer na porta do quarto de William, Mavis apertou os punhos for?a. queria esmagar os monitores de vigilancia ali mesmo. ansiava por ter William at¨¦ a ponto de enlouquecer! No in¨ªcio, bastava que seu no daqu noite fosse bem¨Csucedido para garantir o posto de namorada de William! No entanto, nunca imaginou que Liliane surgiria de repente, frustrando seus nos! Mavis, nutrindo uma crescente determina??o,e?ou a se tornar imc¨¢vel. Se Liliane n?o se importava sua pr¨®pria dignidade, que n?o a culpasse por antecipar sua estrat¨¦gia! Ao amanhecer, Lilian¨¦, j¨¢ vestida, saiu em sil¨ºncio do quarto. precisava retornar ao Jardim Azul, ¨¤s oito da manh? seria o prazo de inscri??o para a fase preliminar. Com apenas duas horas de abertura do per¨ªodo de envio, precisava revisar cuidado antes de enviar sua inscri??o. Entretanto, no exato momento em que Liliane deixava o quarto, Mavis apareceu da outra extremidade do corredor. encarou as costas de Liliane, rangendo os dentes, os olhos cansados estavam repletos de veias vermelhas.. Na noite anterior, considerou ir embora, mas a relutancia a manteve ¨¤ espreita. Esperou a noite toda por uma chance de fazer algo. E eis que sua aposta deu certo. Liliane saiu primeiro. Cap¨ªtulo 43 Cap铆tulo 43 Cap¨ªtulo 43 Com passos decididos em seus saltos altos, Mavis entrou no quarto. Ao ver o homem dormindo na cama, tirou a roupa, a jogando no ch?o e subiu na cama cuidadosamente. Ao fechar os olhos, eram sete da manh?. William acordou devido a desconfortos estomacais, ao perceber que estava no hotel, franziu a testa. Ah¡­ William, voc¨º acordou? ¨C Disse Mavis. ¨C William se virou rapidamente na dire??o da voz, apenas viu Mavis, sonolenta, olhando para ele um rosto corado. Em um piscar de olhos, as lembran?as da noite anterior inundaram sua mente. Quando ele estava inconsciente devido ¨¤ embriaguez, ouviu algu¨¦m tocar a campainha. Ao abrir a porta, reconheceu uma voz familiar e a puxou para dentro, pensando que era Liliane, no entanto, para sua surpresa, era Mavis! William, irritado, jogou o cobertor para odo e Mavis rapidamente se sentou. William, voc¨º me odeia? N?o quer nadaigo? Disse Mavis, uma voz desapontada. O rosto bonito de William ficou tenso. ¨C Voc¨º me trouxe para c¨¢? ¨C Perguntou William, sua voz t?o fria quanto gelo. Eu tamb¨¦m tinha bebido, ent?o n?o consegui te levar de volta. Trouxe voc¨º para c¨¢. No meio do caminho, pensei em buscar um pouco de ¨¢gua mel para sua ressaca, mas a cozinha j¨¢ estava fechada. Quando voltei, voc¨º me puxou para dentro e¡­ William, se voc¨º n?o gosta de mim, eu posso esquecer tudo isso. Explicou Mavis. Mavis, pensando nas imagens das cameras de seguran?a, mentiu um toque de desespero. ¨C Mavis, vou dar uma explica??o, mas n?o agora. Disse William, apertando os punhos. Ao ouvir isso, Mavis suspirou aliviada em segredo. Contanto que William n?o se lembrasse de Liliane ter ido, estava tudo bem. Agora, s¨® precisava esperar que seus pais adotivos, que concordaram seu William voltou para casa e encontrou Liliane saindo do banho. Ao ver ele, instintivamente quis perguntar se ele estava dor de cabe?a. No entanto, quando as pvras estavam prestes a sair, William falou frieza: ¨C Voc¨º sabe o que aconteceu entre Mavis e eu ontem ¨¤ noite? Eu sei. ¨C Assentiu Liliane. William apertou os l¨¢bios, decep??o em seus olhos. ¨C Liliane, voc¨º realmente fez bonito! Dito isso, ele entrou no quarto, batendo O que fez para ele ficar t?o bravo? Ontem ¨¤ noite, tudo estava bem, agora p manh?, ele mudoupletamente. Sem querer especr, Liliane desceu para tomar caf¨¦ da manh? antes de ir para o hospital. Os seguran?as pararam em frente ao quarto, Liliane entrou sozinha. Ao ver F¨¢tima deitada na cama, p¨¢lida e chorando, Liliane sentiu um aperto no cora??o. ¨C M?e, o que aconteceu? ¨C Perguntou Liliane, se aproximando. Ao ver Liliane, F¨¢tima secou as l¨¢grimas ¨¤s pressas. ¨C Lili, voc¨º veio. Disse F¨¢tima, voz engasgada. Liliane assentiu, pensativa por um momento antes de perguntar: Pai veio de novo, n¨¦? ¨C N?o fale nele, n?o fale nele. ¨C Suspirou F¨¢tima. Liliane n?o conseguiu conter a raiva em seu cora??o. ¨C M?e, ele est¨¢ pedindo dinheiro no hospital novamente, n?o est¨¢? ¨C Questionou Liliane. Lili, por favor, n?o fale mais sobre isso. J¨¢ dei o dinheiro para o Dr. Carlos. Devemos muito a ele e causamos muitos problemas a ele¡­ N?o h¨¢o pagar. Disse F¨¢tima. O cora??o de Liliane estava cheio de sentimentosplexos. j¨¢ sabia que seu pai, sua personalidade, iria voltar para pedir dinheiro. Mas n?o esperava que fosse t?o r¨¢pido. ¨C M?e, deixe issoigo. Eu n?o vou deixar ele voltar. Disse Liliane, respirando fundamente. Lili, o que voc¨º vai fazer? ¨C Perguntou F¨¢tima, surpresa. Vou chamar a pol¨ªcia. Respondeu Liliane, for?ando um sorriso. n?o ficaria de bra?os cruzados! Mesmo que isso significasse ganhar a etiqueta de ¡°ingrata¡°, n?o permitiria mais que seu pai fizesse isso de novo! F¨¢tima, conhecendo a natureza de Liliane, n?o fez obje??es. Ao ver Liliane sair do quarto, fechou os olhos cansados. Esperava que dessa vez pudesse ensinar uma li??o a Nelson. Liliane organizou os seguran?as para ficarem de nt?o fora do quarto. Em apenas dois dias, Nelson apareceu. Os seguran?as secretamente gravaram v¨ªdeos de Nelson, extorquindo dinheiro e at¨¦ usando viol¨ºncia dom¨¦stica, e enviaramtudo para Liliane. Ao ver sua m?e ca¨ªda no ch?o, sendo espancada por seu pai, Liliane sentiu seu cora??o se despeda?ar. instruiu os seguran?as a impedirem Nelson. Enquanto isso, foi ¨¤ delegacia, entregou os v¨ªdeos para a pol¨ªcia. Pouco depois, a pol¨ªcia apareceu na enfermaria Liliane. Ao ver Nelson sendo detido, Liliane sentiu um amargor e uma impot¨ºncia. ¨C Liliane! Sua ingrata! Como ousa chamar a pol¨ªcia para me prender! ¨C Gritou Nelson, ele estava furioso, seus olhos quase saltavam das ¨®rbitas, xingando Liliane. Espere at¨¦ eu sair! Vou mostrar para voc¨ºo vou lidar voc¨ºs! Voc¨º n?o me deixa em paz, eu tamb¨¦m n?o vou deixar voc¨ºs duas em paz! Liliane prestou depoimento ¨¤ pol¨ªcia, em seguida, voltou ao quarto para consr F¨¢tima. Ao mesmo tempo, em um restaurante ocidental. Mavis e William se sentavam na mesma dire??o, cumprimentando os pais adotivos que j¨¢ estavam no local. ¨C Papai, mam?e, por que n?o me disseram que estavam voltando para o pa¨ªs? GET IT NOW Cap¨ªtulo 44 Cap铆tulo 44 Cap¨ªtulo 44 ¨C Mavis, voc¨º chegou. R¨¢pido, se sente. Disse Murilo, for?ando um sorrio. Mavis, quem ¨¦ esse? ¨C Perguntou In¨ºs, de prop¨®sito,n?ando um olhar para William. ¨C M?e, ele ¨¦ William de quem eu sempre falo para voc¨º. ¨C Respondeu Mavis, um sorriso t¨ªmido. ¨C Ah, ent?o ¨¦ o Sr. William, se sente logo. ¨C Concordou In¨ºs, surpresa. William ocupou o lugar vago, olhando em segredo para o casal que apareceu do nada ¨¤ sua frente. Ambos ajudaram a servir ¨¢gua e trocaram cortesias. No final, chamaram o gar?om para trazer os pratos antes de sentarem. ¨C Mavis, Sr. William parece confi¨¢vel. Com voc¨º aodo dele, podemos ficar tranquilos quando estivermos fora. Disse Murilo. ¨C Inegavelmente! ¨C Respondeu In¨ºs, olhando para William. Sr. William, quando voc¨ºs dois confirmam r??o? William, secando calma as m?os um guardanapo, respondeu em tom indiferente: ¨C Que tipo de r??o voc¨ºs est?o esperando que confirmemos? ¨C ¨¦ ro que estamos fndo de noivado. ¨C Disse In¨ºs. ¨C Ainda n?o chegamos a esse ponto, h¨¢ coisas que eu ainda n?o resolvi. ¨C Respondeu Wlliam, em tom frio. ¨C Sim, n?o se preocupem, William est¨¢ ocupado. Al¨¦m disso, acabamos de confirmar que somos namorados. Concordou Mavis, carinhosa. Ao ouvir isso, William lembrou sem motivo das pvras de Liliane sobre ¡°n?o ser a amante¡± Uma sensa??o de irrita??o surgiu em sua mente. Williamrgou o guardanapo e se levantou. Eu tenho algo a fazer, continuemendo, eu vou embora primeiro. Disse William. Vendo isso, Mavis ficou nervosa, correu atr¨¢s dele. William! Voc¨º est¨¢ bravo? ¨C Gritou Mavis. William parou, olhando frieza para . Mavis, eu prefiro n?o dizer nada muito desagrad¨¢vel para voc¨º. ¨C Comentou William, uma voz indiferente. Os olhos de Mavis ficaram vermelhos, perguntando: ¨C J¨¢ n?o passamos at¨¦ p fase de transar? Isso ainda n?o ¨¦ ser namorado e namorada? ¨C Ningu¨¦m pode tomar decis?es por mim. ¨C Completou William, se virando para sair. De volta ao carro, William instruiu Jorge no banco do motorista. ¨C Envie algu¨¦m para investigar os pais adotivos de Mavis. Ainda sobre o que aconteceu quando a Srta. Mavis era crian?a? ¨C Perguntou Jorge, perplexo. Sim. Disse William, a voz calma, afrouxando a gravata, ¨¤ Noite. Liliane retornou ao Jardim Azul. Comendo pouco no jantar, ap¨®s o banho, nejava descer para pedir Lucinda para preparar algumas frutas e repor as vitaminas. Ao sair do quarto, se deparou William, rec¨¦m¨Cchegado. Os olhos dele seguiram as gotas de ¨¢gua que escorreram dos cabelos de Liliane. para o decote e um desejo sutil surgiu em seu olhar. ¨C Onde voc¨º vai? ¨C Perguntou William, voz profunda. ¨C Vou pegar algumas frutas. ¨C Responteu Liliane, ajustando instintivamente o roup?o. Com isso, tentou contornar William. Mas ele segurou firmeza o bra?o d, dizendo: ¨C Pe?a para Lucinda trazer, voc¨º vemigo para o quarto. Liliane j¨¢ sabia o que aconteceria a seguir. Mas o m¨¦dico disse para evitar r??es ¨ªntimas nos primeiros tr¨ºs meses. Estou indisposta, n?o disse que estava menstruada! ¨C Disse Liliane, retirando frieza a m?o. Se voc¨º menstruou ou n?o, Lucinda me dir¨¢. Diga, por que est¨¢ mentindo? Disse William, desd¨¦m, se aproximando d. As bochechas de Liliane coravam oent¨¢rio e olhou para ele, indignada. -William, voc¨º ¨¦ um man¨ªaco? Precisa contrr at¨¦ esse detalhe? ¨C Retrucou Liliane. William ficou surpreso por um momento, depois sorriu desprezo ¨C Vejo que voc¨º est¨¢ cheia de vitalidade ao fr. Nem parece indisposta. ¨C Disse William. Liliane ficou sem pvras. n?o conseguia vencer ele! Era melhor se submeter agora do que irritar ele e enfrentar sua brutalidade. Published by N?v''elD/rama.Org. Ao mesmo tempo, no hospital. Mavis entrou na hospitr e encontrou o quarto de F¨¢tima conforme as instru??es recebidas. Ao espiar p porta de vidro, viu que Liliane n?o estava e decidiu entrar. F¨¢tima tinha acabado de se deitar, ao ver algu¨¦m, se levantou devagar. ¨C Quem ¨¦ voc¨º? ¨C Perguntou F¨¢tima, curiosidade.. Sra. F¨¢tima, eu conhe?o a Liliane, vim dar uma olhada em voc¨º. Disse Mavis, um sorriso, se aproximando da cama. ¨C Ah, por que a Lili n?o veio voc¨º? ¨C Questionou F¨¢tima, observando desconfian?a. Se Liliane estivesse aqui, provavelmente eu n?o poderia fr sobre algumas coisas voc¨º. Disse Mavis, apertando os l¨¢bios, ¨C A Lili est¨¢ em apuros? ¨C Perguntou F¨¢tima, sua express?o se tornou mais s¨¦ria. Sra. F¨¢tima, ¨¦ assim¡­ N?o sei se voc¨º pode ajudar a convencer Liliane. Estou prestes a ficar noiva do meu namorado, mas Liliane est¨¢ dormindo ele todas. as noites. Meu namorado ¨¦ o chefe d¡­ ¨C Explicou Mavis, suspirando de leve. Isso ¨¦ imposs¨ªvel! ¨C Mavis mal termina a frase quando ¨¦ interrompida por F¨¢tima voz firme. Minha filha n?o ¨¦ esse tipo de pessoa! O que voc¨º est¨¢ inventando aqui? ¡ª EN +15 BON ¨C Sra. F¨¢tima, estou apenas tentando ajudar. N?o quero que Liliane passe por situa??es dif¨ªceis no trabalho. As despesas m¨¦dicas caras e as d¨ªvidas do pai d¡­ Se n?o fosse por ser amante,o teria tanto dinheiro? ¨C Disse Mavis. Cap¨ªtulo 45 Cap铆tulo 45 Cap¨ªtulo 45 O rosto de F¨¢tima se contraiu, sua respira??o acelerou de raiva. ¨C Imposs¨ªvel! Isso ¨¦ difama??o! Eu posso te processar! ¨C Comentou F¨¢tima, f¨²ria. Mavis, fingindo indigna??o, se levantou e disse: Sra. F¨¢tima, se n?o acredita em mim, pode ligar para Liliane! A pvra est¨¢ voc¨º. Deixe Liliane resolver seus pr¨®prios problemas! Dito isso, Mavis saiu do quarto saltos altos. Enquanto isso, F¨¢tima, inquieta, ficou inundada ps pvras de Mavis. Quanto mais pensava, mais pegar o celr e ligar para Liliane. conseguia conter a d¨²vida e a raiva. Decidiu Enquanto isso, no quarto do Jardim Azul, o clima estava romantico. O celr vibrou, fazendo Liliane olhar para a mesa de cabeceira. deu um tapinha no peito de William. ¨C Meu celr est¨¢ tocando¡­ Ah¡­ Falou Liliane. Antes que pudesse terminar, William se inclinou e beijou os l¨¢bios sedutores de Liliane. Sem escolha, Liliane deixou o celr dedo. Ap¨®s o ato, se levantou rapidamente da cama, pegou o celr e foi em dire??o ao banheiro. Ao ver v¨¢rias chamadas n?o atendidas da m?e, Liliane teve um pressentimento ruim. retornou a liga??o de imediato, que foi atendida em breve. ¨C Lili, por que n?o atendeu o telefone? ¨C Perguntou F¨¢tima, sua voz s¨¦ria soaval do outrodo. Liliane suspirou, aliviada, mas o prazer que ainda n?o havia desaparecido deixou sua voz ofegante. ¨C M?e, eu estava tomando banho e n?o ouvi. F¨¢tima percebeu a situa??o e perguntou seriedade: ¨C Onde voc¨º est¨¢ agora? Liliane estava prestes a responder quando a porta do banheiro foi aberta. William entrou uma express?o s¨¦ria, perguntando: Com quem voc¨º est¨¢ fndo? No momento em que William falou, Liliane, assustada, imediatamente encerrou a liga??o. Era minha m?e, na pr¨®xima vez, pode avisar antes de entrar? Explicou. Liliane, franzindo a testa. Por que est¨¢ nervosa? ¨C Questionou William, dando um olhar de soio a . Liliane, segurando firmeza o celr, n?o estava disposta a responder ¨¤s perguntas de William. Seus olhos em forma de am¨ºndoa estavam cheios de ansiedade. n?o tinha certeza se sua m?e tinha ouvido a voz de William. William pareceu perceber a preocupa??o de Liliane. ¨C Voc¨º tem medo de que sua m?e descubra que estamos juntos? ¨C Perguntou William. N?o. Liliane respondeu perturba??o. ¨C ¨¦ sobre ter um homem por perto. William se apoiou na pia, se inclinando para sussurrar em seu ouvido: Esse homem ¨¦ o Dr. Carlos? Sua m?e n?o teria obje??es se fosse ele, certo? Os olhos de Liliane se arregram. ¨C Minha m?e n?o ¨¦ assim! ¨C Rspondeu Liliane, empurrando William. estava perplexa, se perguntando o que havia feito o Dr. Carlos para que ele a perseguisse t?o obstinadamente. Enquanto isso, no quarto do hospital. O rosto de F¨¢tima ficou p¨¢lido ao colocar o celr de volta na mesa. definitivamente n?o havia ouvido errado, havia a voz de um homem que veio. dodo de Liliane. N?o podia ser um namorado, se fosse, Liliane n?o teria escondido. Mas se fosse aquele tipo de rcionamento¡­ F¨¢tima, pensando nisso,e?ou a tremer. queria acreditar em Liliane, mas as despesas m¨¦dicas caras e as d¨ªvidas de Nelson eram uma quantia consider¨¢vel. F¨¢tima fechou tristeza os olhos. Se Liliane realmente tivesse feito algo t?o Dodo de fora do quarto, Mavis estava parada na porta, ouvindo cada pvra de F¨¢tima. Satisfeita, sorriu, pegou o celr e fez uma liga??o. Quando a chamada foi atendida, olhou para a camera no corredor e disse: ¨C Terminei meu trabalho, agora ¨¦ voc¨º. No dia seguinte. Liliane foi cedo para o hospital. Parada dodo de fora do pr¨¦dio da interna??o, repassou calma as desculpas preparadas na noite anterior. Se certificando de que n?o havia pistas evidentes, respirou fundo antes de entrar. Ao descer pelo elevador, no momento em que as duas portas de metal se abriram, Liliane ficou paralisada. O elevador estava coberto suas fotos, onde uma linha vermelha imprimia ramente uma mensagem: amante disposta a tudo por dinheiro, conquista a cama do chefe! Uma onda de sangue parecia fluir loucamente por todo o seu corpo e Liliane se sentiuo se tivesse ca¨ªdo em um abismo de gelo, um zumbido incessante nos ouvidos. As pessoas que passavam pelo elevador, ao perceberem o cartaz, voltaram seus olhares para Liliane, expressando repulsa. Rapidamente, o nojo se espalhou por seus rostos. Quando as portas do elevador se fecharam devagar, Liliane pareceu se lembrar de algo. Se virou rigidamente e correu pressa em dire??o ¨¤ escada. No elevador havia cartazes, mas e se estivesse pelos corredores? E no banheiro? E quanto ao quarto de sua m?e? Liliane estava quase sem ar, suportando a dor no peito. Ignorando tudo, correu para o terceiro andar, onde a de oncologia estava localizada. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. Ao virar a esquina, ao ver a multid?o reunida em frente ¨¤ porta do quarto de sua m?e, um trov?o pareceu explodir em sua mente. A multid?oentou: N?o seio essa m?e a educou. Deixar a filha seguir por esse caminho. ¨C A fam¨ªlia deles j¨¢ era desorganizada, mas quem imaginaria que a filha seria ainda pior. ¨C T?o jovem e fazendo esse tipo de coisa. No futuro, ningu¨¦m vai querer . Meu filho estava em contato outro dia. Quem sabe se n?o est¨¢ carregando alguma doen?a! Parem isso! Voc¨ºs n?o devem ficar aqui! ¨C Uma enfermeira tentou intervir, mas os familiares dos pacientes n?o mostraram sinais de sair. As vozes insultuosas se sobrepunham. Liliane, atordoada, n?o sabia quando chegou ¨¤ porta do quarto. chegou! ¨¦ ! ¨C Algu¨¦m na multid?o gritou. De repente, todos os olhares de desd¨¦m se voltaram para . GET IT NOW Capitulo 46 Cap铆tulo 46 Capitulo 46 R¨¢pido, de espa?o, talvez tenha contra¨ªdo HIV. Sem vergonha, subindo na vida por dinheirol Saia!!! Todos, saiam!! De repente, o grito desesperado de F¨¢tima ecoou do Quarto. Os pensamentos de Liliane se recuperaram um pouco e correu p multid?o, abrindo a porta e entrando no quarto. O quarto estava uma bagun?a, cacos de vidro espalhados por toda parte. Liliane sentiuo se tivesse um n¨® na garganta, tornando at¨¦ dif¨ªcil engolir saliva. olhou para F¨¢tima, sentada na cama, p¨¢lida, respirando pesadamente. As l¨¢grimase?aram a rr mum instante em seus olhos. M?e¡­ Chamou Liliane. N?o me chame!!! ¨C F¨¢tima gritou raiva para Liliane. ¨C M?e, n?o fique nervosa, me ou?a explicar, por favor. Implorou Liliane, tremendo. F¨¢tima, o rosto coberto de l¨¢grimas, apontou para Liliane. Por que voc¨º fez isso? Por qu¨º? ¨C Questionou F¨¢tima. ¨C M?e, n?o ¨¦o voc¨º pensa. Se acalme, vamos conversar, tudo bem? ¨C Solu?ou Liliane, l¨¢grimas escorrendo. ¨C Liliane! Voc¨º¡­ Voc¨º! Disse F¨¢tima, de repente, rndo para o ch?o, desmaiada. ¨C M?e!!! ¨C Liliane correu para pegar , gritando dodo de fora. Enfermeira! Enfermeira! Salvem minha m?e! Logo, a enfermeira entrou pressa na s. Em menos de dois minutos, o m¨¦dico tamb¨¦m chegou correndo. Eles levaram Liliane para fora,e?ando o tratamento de emerg¨ºncia. A multid?o barulhenta que estava dodo de fora da porta do quarto desapareceu. O corredor vazio e silencioso,o um abismo, sufocava aos poucos. Cap¨ªtulo 46 ¨C R¨¢pido, d¨º espa?o, talvez tenha contra¨ªdo HIV. Sem vergonha, subindo na vida por dinheiro! Saia!!! Todos, saiam!! ¨C De repente, o grito desesperado de F¨¢tima ecoou do quarto. Os pensamentos de Liliane se recuperaram um pouco e correu p multid?o, abrindo a porta e entrando no quarto. O quarto estava uma bagun?a, cacos de vidro espalhados por toda parte. Liliane sentiuo se tivesse um n¨® na garganta, tornando at¨¦ dif¨ªcil engolir saliva. olhou para F¨¢tima, sentada na cama, p¨¢lida, respirando pesadamente. As l¨¢grimase?aram a rr num instante em seus olhos. M?e¡­ Chamou Liliane. N?o me chame!!! ¨C F¨¢tima gritou raiva para Liliane. ¨C M?e, n?o fique nervosa, me ou?a explicar, por favor. Implorou Liliane, tremendo. F¨¢tima, o rosto coberto de l¨¢grimas, apontou para Liliane. Por que voc¨º fez isso? Por qu¨º? ¨C Questionou F¨¢tima. M?e, n?o ¨¦o voc¨º pensa. Se acalme, vamos conversar, tudo bem? ¨C Solu?ou Liliane, l¨¢grimas escorrendo. ¨C Liliane! Voc¨º¡­ Voc¨º! ¨C Disse F¨¢tima, de repente, rndo para o ch?o, desmaiada. ¨C M?e!!! Liliane correu para pegar , gritando dodo de fora. ¨C Enfermeira! Enfermeira! Salvem minha m?e! Logo, a enfermeira entrou pressa na s. Em menos de dois minutos, o m¨¦dico tamb¨¦m chegou correndo. Eles levaram Liliane para fora,e?ando o tratamento de emerg¨ºncia. A multid?o barulhenta que estava dodo de fora da porta do quarto desapareceu. O corredor vazio e silencioso,o um abismo, sufocava aos poucos. Liliane se sentou no banco longo dodo de fora do quarto, olhando fixamente para algum lugar. Se tivesse percebido algo errado e viesse mais cedo na noite passada, isso teria acontecido hoje? deveria ter percebido, n¨¦? A pessoa que tentou matar da ¨²ltima vez n?o foi pega, era ¨®bvio que teria agido novamente. Mas estava t?o descuidada, dando uma chance ao criminoso. Liliane abra?ou os bra?os, tentando se acalmar, mas era imposs¨ªvel. Passos apressados ecoaram perto de seus ouvidos e um par de sapatos pretos entrou no campo de vis?o de Liliane. ¨C Liliane, me desculpe, cheguei tarde. ¨C Disse Carlos. A voz preocupada de Carlos soou acima d. Liliane olhou, atordoada, seus olhos vermelhos fazendo Carlos franzir a testa. Dr. Carlos¡­ Disse Liliane, a voz d tremia quase rouca. estendeu a m?o, agarrando a perna de Carlos. Eu te imploro, v¨¢ l¨¢ e salve minha m?e, por favor. Carlos apertou os l¨¢bios, tirou o casaco e o colocou nos ombros de Liliane. ¨C Voc¨º pode confiar em mim, farei o meu melhor para salvar sua m?e. Prometa que n?o vai pensar demais, tudo bem? ¨C Acalmou Carlos, em tom suave. ¨C Est¨¢ bem¡­ ¨C Assentiu Liliane, for?a. Carlos se virou e entrou na s. Quando abriu a porta, Liliane ouviu ramente o som fren¨¦tico dos aparelhos. Content held by N?velDrama.Org. O medo a envolveu de novo. Ap¨®s meia hora, a porta do quarto se abriu. Alguns m¨¦dicos e enfermeiros sa¨ªram. Ao ver isso, Liliane se aproximou rapidamente. ¨C Doutor,o est¨¢ minha m?e? ¨C Perguntou Liliane. O m¨¦dico principal bn?ou a cabe?a pesar. V¨¢ ver p ¨²ltima vez, fizemos o nosso melhor. ¨C Comentou o m¨¦dico. Liliane ficou at?nita, sua for?a desaparaceu de repente. se apoiou na parede, se movendo passos sem vigor em dire??o ao quarto. Assim que entrou, avistou sua m?e a m¨¢scara respirat¨®ria, o rosto tingido de tons escuros e amardos. Carlos estava sentado aodo da cama, olhando culpado para Liliane. Ele se levantou e apertou as bochechas, abaixando a cabe?a. Desculpe, Liliane. Disse Carlos. ¨C Liliane n?o disse nada, apenas se sentou aodo da cama. Observando o rosto afundado de sua m?e, sentiu uma dor quase insuport¨¢vel. Contindo as l¨¢grimas no olhos e segurando a m?o de F¨¢tima, que estava gradualmente perdendo calor, Liliane a pressionou contra sua pr¨®pria bochecha, chamando uma voz suave: ¨C M?e, voc¨º consegue me ouvir? F¨¢tima mexeu as sobrancelhas, abrindo dificuldade os olhos. Ao ver Liliane, l¨¢grimas escorreram dos cantos de seus olhos. abriu a boca, indicou que queria remover a m¨¢scara respirat¨®ria. Liliane olhou para Carlos, que concordou a cabe?a. Ent?o, m?os tr¨ºms, Liliane retirou a m¨¢scara. Lili¡­ Disse F¨¢tima, sua voz era fraca. ¨C Liliane assentiu firmeza.. ¨C Lili, n?o seja amante, a posi??o de uma mulher ¨¦ muito importante na vida¡­ Murmurou F¨¢tima. ¨C Eu entendi, mam?e. Vou seguir o que voc¨º diz. Concordou Liliane, seus l¨¢bios tremendo. ¨C Nesta vida, voc¨º ao meudo, estou satisfeita. Continuou F¨¢tima, fechando os olhos e puxando de leve os l¨¢bios. Liliane mordeu os l¨¢bios, l¨¢grimas fluiam sem parar. ¨C M?e, por favor, eu te imploro. Voc¨º est¨¢ satisfeita, mas eu n?o estou! Eu quero mais tempo contigo. J¨¢ nejei tudo, quando voc¨º sair do hospital, vamos embora daqui. ¨C Disse Liliane, chorando. ¨C ¨¦ tarde demais¡­ Tarde demais¡­ ¨C A respira??o de F¨¢tima enfraqueceu. Lili¡­. Na verdade, voc¨º n?o ¨¦¡­ N?o ¨¦ minha¡­ Eu¡­ Cap¨ªtulo 47 Cap铆tulo 47 Cap¨ªtulo 47 Liliane olhou surpresa para F¨¢tima, cujos l¨¢bios se moviam, mas n?o conseguia ouvir o que sua m?e dizia. O som cont¨ªnuo de ¡°beep¡± vindo dos aparelhos ao redor preenchia seus ouvidos. O cora??o de Liliane geloupletamente¡­ Quando William chegou, antes mesmo de alcan?ar a porta do quarto, ouviu os gritos dcerantes de Liliane.. Seu cora??o deu um svanco e seus passos se apressaram. Antes de entrar, viu Carlos acalmando Liliane leves batidas nas costas. As m?os de William se cerraram em punhos aodo dele, a preocupa??o sendo substitu¨ªda por raiva. Vendo o rosto de William ficar sombrio, Jorge, aodo dele, estava medo. Sr. William, precisamos entrar? ¨C Perguntou Jorge, caut. Leve alguns ¡ª Investigue, descubra quem fez isso. ¨C William, o rosto s¨¦rio, instruiu Jorge. Jorge assentiu e estava prestes a sair quando William acrescentou. homens para vigiar a cap, n?o quero problemas. F¨¢tima n?o tinha muitos amigos, ent?o Liliane simplificou o funeral. Marc e Carlos tiraram folga para ficar Liliane na cap. Durante tr¨ºs dias, Liliane maleu ou bebeu, fechando os olhos por apenas. algumas horas. ¨C Lili,a algo e descanse um pouco, estamos aqui. ¨C Consolou Marc, preocupada. Liliane, no entanto, permaneceu em sil¨ºncio, se recusando a ceder. Marc suspirou e estava prestes a se sentar novamente quando notou uma figura ao longe. Ao ver Mavis, a express?o de Marc mudou num instante. Mavis, que chegava por conta pr¨®pria, foi bloqueada por Marc ao entrar na cap. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? Se quiser causar problemas, saia agora! ¨C N?o posso vir em nome de William? ¨C Disse Mavis, erguendo uma sobrancelha. Marc olhou para Liliane, ao ver impass¨ªvel, continuou advertindo Mavis: Se voc¨º fizer algo errado, eu garanto que ter¨¢ problemas. Mavis sorriu, empurrando Marc dedo. olhou para Liliane e depois para Carlos aodo d. Depois de um breve momento, desviou o olhar. Se aproximou, acendeu tr¨ºs incensos e foi at¨¦ Liliane. William est¨¢ ocupado, n?o p?de vir. N?o fique zangada ele. Disse Mavis. Liliane baixou a cabe?a em sil¨ºncio,o se n?o tivesse ouvido. Mavis riu de leve, se agachou para queimar papel¨Cmoeda, mas na verdadee?ou a fr em voz baixa: Liliane, na verdade, eu n?o sinto nenhuma simpatia por voc¨º. At¨¦ mesmo pensei que era o que voc¨º merecia. Quem te deu o direito de tentar roubar meu homem? At¨¦ mesmo os deuses n?o suportam mais, n?o ¨¦ mesmo? ¨C Mavis fez uma pausa e continuou. Ah, parece que minhas pvras est?o erradas. Deverial dizer que a pessoa que causou a morte da sua m?e n?o ¨¦ outra sen?o voc¨º mesma, como filha d, n¨¦, Srta. Amante? Liliane, ao ouvir a acusa??o de ser uma ¡°amante¡°, reagiu olhos gdos. ¨C O que voc¨º disse? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Liliane? O que h¨¢ voc¨º? ¨C Questionou Mavis, tentando disfar?ar. O olhar de Liliane ficou vermelho, ¡°Srta. Amante?¡°. Como pensou nos ¨²ltimos dias, quem teria sido t?o cruel a ponto de desejar sua morte e espalhar isso no hospital, mesmo sabendo que sua m?e estava doente? Agora sabia. S¨® podia ser Mavis que tinha ci¨²me d! Liliane se levantou de imediato, encarando Mavis raiva. ¨C ¨C O que h¨¢igo? Voc¨º tem coragem de vir aqui? N?o pense que pode agir impunemente sem evid¨ºncias! Mavis, eu te digo! Tudo o que voc¨º fez ser¨¢Content held by N?velDrama.Org. punido! Agora, saia! Deixe minha m?e partir sem paz! Saia! ¨C Liliane gritou para Mavis. Marc sentiu que algo estava errado e se aproximou. ¨C O que est¨¢ acontecendo? ¨C Perguntou Marc. Carlos tamb¨¦m se aproximou, segurando o bra?o de Liliane, olhando s¨¦rio para Mavis, dizendo: Por favor, saia daqui! ¨C Voc¨ºs realmente s?o tolos! Liliane, voc¨º enlouqueceu de vez, jogando sujeira em mim! ¨C Disse Mavis, furiosa, mordendo os l¨¢bios. ¨C ¨C Cale a boca! Cale a boca! Cale a boca!! Saia! Saia! Saia! Liliane, olhos frios, quase assassinos, gritou para Mavis. Mavis fugiu em panico. Cap铆tulo 48 Liliane apertou os dentes, seu rosto ficou cada vez mais p¨¢lido. At¨¦ que a figura de Mavis desapareceupletamente, cuspiu um pouco de sangue. A vis?o escureceu e as vozes urgentes de Marc e Carlos desapareceram aos poucos. Belongs to ? n0velDrama.Org. Os seguran?as fora da s rtaram a situa??o a William. Ap¨®s ouvir toda a hist¨®ria, o semnte de William ficou g¨¦lido. Ele desligou a chamada e ligou para Mavis, perguntando firmeza: Onde voc¨º est¨¢? William, por que as coisas chegaram a esse ponto? Eu n?o fiz nada de errado. Por que voc¨º me interroga assim? Voc¨º nunca confiou em mim? Ou voc¨º tamb¨¦m, neste momento, acha que eu matei a m?e d? ¨C Choramingou Mavis. ¨C Eu pergunto p ¨²ltima vez, onde voc¨º est¨¢? ¨C Questionou William, irritado, apertando os l¨¢bios. ¨C ¨C William, por favor, acredite em mim. Vou provar minha inoc¨ºncia. Disse Mavis. Cap¨ªtulo 48 A chamada foi abruptamente desligada. O rosto bonito de William adquiriu uma express?o de repulsa. ¨C ¨C Sr. William. Falou Jorge, que dirigia o carro. ¨C Fale. ¨C Respondeu William, franzindo a testa. Descobrimos os pais adotivos da Srta. Mavis e eles coincidem o que est¨¢ descrito no hist¨®rico m¨¦dico d. Al¨¦m disso, eles afirmaram que, na ¨¦poca em que trouxeram a Srta. Mavis de volta, costumava mencionar frequ¨ºnciao salvou voc¨º quando era crian?a. ¨C Continuou Jorge. Ao ouvir isso, William semicerrou os olhos. A resposta estava confirmada, mas algo sobre a formao Mavis o fazia sentir ainda parecia estranho. Com uma express?o sombria, William olhou para Jorge. V¨¢ para o hospital. Ordenou William Sr. William, voc¨º tem uma videoconfer¨ºncia ¨¤ tarde. ¨C Disse Jorge, hesitou por um momento. Adie a noite. Respondeu William, frieza. para a noite. Sem mais pvras, Jorge dirigiu em dire??o ao hospital. No entanto, ao chegar ¨¤ entrada do hospital, William mal saiu do carro quando Jorge o chamou apressadamente. Sr. William! A Srta. Mavis cortou os pulsos! William parou, franziu ainda mais a testa e se virou para Jorge. ¨C ¨C Onde est¨¢ agora? ¨C Perguntou William. Est¨¢ prestes a ser levada para o hospital. Informou Jorge. Na s de emerg¨ºncia, Liliane foi despertada pelo som dos equipamentos. abriu os olhos pesados, olhando sem for?as para o ambiente atr¨¢s da cortina. O forte cheiro de desinfetante continuava invadindo suas narinas, um odro ¨¢cido enchia seu nariz, reconheceu o ambiente familiar. De repente, a cortina foi aberta e Carlos apareceu carregando uma marmita t¨¦rmica. Ao ver Liliane acordada, ele perguntou uma voz suave: Liliane? Ainda sente algum descontorto? Liliane mexeu os l¨¢bios, suportando a garganta seca. -N?o Respondeu Liliane, uma voz rouca, Carlos colocou a marmita t¨¦rmica na mesa aodo da cama e se sentou. Deixei voc¨º descansar mais, mas voc¨º n?o escuta. Agora, est¨¢ ai, o figado prejudicado, causando sangramento. Disse Carlos, impotente. Liliane baixou o olhar, sabia o que aconteceu antes de desmaiar e ainda se lembrava ramente. A vingan?a entre e Mavis seria resolvida eventualmente, mas n?o agora. Ap¨®s organizar o funeral de sua m?e, e?aria a procurar por evid¨ºncias. ¨C Minha m?e¡­? ¨C Perguntou Liliane, suspirando aliviada. sa Sua amiga est¨¢ ali, n?o se preocupe. Voc¨º pode dormir mais um pouco e voltar a tempo para o enterro amanh?. Al¨¦m disso¡­ Interrompeu Carlos, em tom suave. Carlos abaixou os olhos, escondendo suas emo??es, continuou. voc¨º, mas tamb¨¦m precisa pensar no beb¨º em seu ventre. Voc¨º¡­ Sabia? ¨C Disse Liliane, olhando surpresa para Carlos N?o s¨® por O m¨¦dico fez um examepleto em voc¨º. Assentiu Carlos, uma express?o amarga. Liliane apertou os l¨¢bios e estava prestes a fr quando uma voz familiar soou de repente aodo. ¨C William, desculpe, causei problemas a voc¨º. Disse Mavis. Ao ouvir a voz, o olhar de Liliane foi preenchido ressentimento num instante. a Mavis! Mesmo que estivesse morta, ainda podia reconhecer a voz d! Logo depois, veio a voz profunda de William. Da pr¨®xima vez, n?o fa?a algo assim. Disse William. William, agora voc¨º acredita em mim? A m?e de Liliane realmente n?o morreu por minha culpa. Solu?ou Mavis, uma voz baixo. ¨C Sim, n?o precisa mais mencionar isso. Disse William, frieza. Os olhos de Liliane escureceram um pouco. Carlos a observou preocupa??o, sem saber o que dizer. William, n?o me importo se voc¨º quiser investigar meus pais adotivos sobre o que aconteceu no passado. ¨¦ normal que voc¨º desconfie. Mas agora, voc¨º ainda desconfia de mim? ¨C Continuou Mavis. ¨C Mavis, o que voc¨º quer? ¨C Perguntou William, depois de um breve sil¨ºncio. ¨C S¨® quero estar voc¨º. Mesmo que seu cora??o ainda n?o me aceite agora, eu s¨® quero estar ao seudo. Respondeu Mavis. Voc¨º salvou minha vida. Vou concordar essas condi??es. Me d¨º um m¨ºs e anunciarei nosso noivado publicamente. Disse William. ¨C Ao ouvir a ¨²ltima frase dele, Liliane fechou os olhos. L¨¢grimas tamb¨¦m escorreram pelos cantos dos olhos d. Carlos suspirou e enxugou as l¨¢grimas das bochechas de Liliane. ¨C Liliane, ele n?o merece voc¨º. Comentou Carlos. Liliane retornou ao vel¨®rio, j¨¢ era madrugada. Ajoelhada diante da foto de sua m?e, queimava em sil¨ºncio papel¨Cmoeda. Sua figura fr¨¢gil parecia sem for?as, mas mantinha as costas eretas. ¨C M?e, sou fraca, mas prometo cumprir o que voc¨º pediu¡­ Al¨¦m disso, vou encontrar aqu pessoa que a fez partir indignada. Me d¨º tempo, n?o vou deixar impune, absolutamente n?o vou! ¨C Murmurou Liliane, raiva. As chamas dan?antes refletiam nos olhos de Liliane, se entr?ando seu ¨®dio, que queimava intensamente. Na manh? seguinte, a crema??o e o enterro foram realizados. Liliane ficou sentada em frente ao t¨²mulo por um bom tempo antes de se dirigir ao Jardim Azul. Ao ver voltar, Lucinda foi ao seu encontro. ¨C Srta. Liliane,o voc¨º se deixou chegar a esse ponto? Est¨¢ t?o magra. ¨C Disse Lucinda, preocupa??o. A preocupa??o de Lucinda erao o serm?o de uma m?e. Liliane engoliu a dor e for?ou um sorriso, dizendo: ¿¯ ¨C Lucinda, estou de volta para arrumar minhas coisas. ¨C Srta. Liliane, voc¨º vai embora? ¨C Perguntou Lucinda, perplexa. Liliane deu um leve tapa no bra?o de Lucinda, sem dizer mais nada, subiu as escadas. Com William ausente e Lucinda sem obje??es, Liliane fez as ms rapidamente. empacotou todas as suas coisas em duas bagagens. Cap¨ªtulo 49 Cap铆tulo 49 Cap¨ªtulo 49 No momento em que Line salu suas bagagens, um carro de luxo chegou. William, sentado no carro, avistou Liliane parada ¨¤ porta assim que salu. Ele desceu do carro e foi at¨¦ . Onde voc¨º est¨¢ indo? ¨C Perguntou William, seriedade. Sr. William, uma vez que voc¨º tomou sua decis?o, por favor, pense um pouco mais sobre o que en disse. Responden Liliane, sem express?o. William olhou para a bagagem e riu frieza. Pensar em deixar voc¨º ir embora? Perguntou William, desd¨¦m. Sim. ¨C Retrucou Liliane, um tom calmo e frio, levantanto o olhar. ¨C Voc¨º est¨¢ t?o ansiosa para ficar seu Dr. Carlos? Questionou William, uma express?o sombrio. Belongs to ? n0velDrama.Org. Para evitar que William chutasse as ms, Liliane juntou as duas atr¨¢s de si. ¨C O que voc¨º pensa, ¨¦ seu problema. Como eu disse antes, eu n?o serei a amante. Mesmo que voc¨º noive em um m¨ºs, eu n?o serei mais a amante. Por causa dessa dera??o, a aura de William despencou. Como voc¨º sabe que vou noivar em um m¨ºs? ¨C Perguntou William. Disse Liliane. ¨C Voc¨º esqueceu suas pr¨®prias pvras? Ou precisa que eu forne?a o local e a hora? Retrucou Liliane, dando um sorriso ir?nico. As pvras de Liliane feriram n?o apenas ele, mas tamb¨¦m mesma. William ficou sombrio. revva todas as emo??es diante de outros homens, exceto ele. parecia ter desenvolvido uma habilidade especial para provocar ele. William, por sua vez, deixou desenvolver uma habilidade afiada para contra- atacar ele! Uma express?o gda se formou nos olhos de William enquanto ele se aproximava de Liliane. ¨C Terminar o contrato? Liliane, voc¨º pode arcar o pre?o de terminar? ¨C Provocou William. Eu n?o posso, mas eu¡­ Respondeu Liliane. THE Liliane! A voz fria de William a interrompeu. No ¨²ltimo m¨ºs, o contrato terminal A voz dele era t?o fria que n?o permitia argumentos. Um m¨ºs po ser longo ou curto, dependendo deo se via. Mas Liliane n?o queria desafiar o ¨²ltimo desejo de sua m?e. Sr. William, eu posso tentar suportar! ¨C Disse Liliane. Depois de fr, William ficou em sil¨ºncio por um tempo. Quando Liliane pensou que ele poderia ceder, um riso frio ecoou acima de sua cabe?a. Ent?o, voc¨º vai deixar o assassino da sua m?e escapar impune? ¨C Perguntou William, dureza. Liliane cerrou os dentes. estava deixando? N?o, apenas n?o tinha evid¨ºncias! Al¨¦m disso, ele ainda iria noiva aqu assassina, se tornando a prote??o da assassina! Encarando ele de frente, s¨® tinha a op??o de perder! Mas William parecia esconder algo nas pvras. ¨C O que voc¨º quer dizer isso, Sr. William? ¨C Perguntou Liliane, caut, suspirando. Se n?o entende, v¨¢er. Pense nisso depois de se alimentar. Disse William, a encarando frieza. Era uma escapat¨®ria e tamb¨¦m a ¨²ltima chance que ele estava dando a . Lilianepreendeu mesmo sem ele dizer ramente. Se cooperasse, ele resolveria o problema do assassinato. N?o precisava ser um g¨ºnio para entender. De repente, se sentiu curiosa. Se ele soubesse que o assassino era Mavis,o reagiria? Provavelmente, ele arrumaria uma desculpa para proteger e ignoraria o passado sombrio. ¨C E se eu insistir em partir? ¨C Liliane apertou os l¨¢bios e arriscou outra pergunta. As pvras mal foram ditas quando William se aproximou, segurando seu queixo. ¨C Ent?o, farei seu Dr. Carlos desaparecer esta noite na Serafim. ¨C Amea?ou William. ¨C William! Por que sempre envolve inocentes? ¨C Disse Liliane, o encarando raiva. Dr. Carlos, Dr. Carlos! O que e Dr. Carlos tinham? Por que ele sempre mencionava Dr. Carlos? ¡ª ¨C Entre voc¨ºs dois, nunca houve ¡°inoc¨ºncia¡°. ¨C Ele soltou a afirma??o antes de entrar na mans?o, acrescentando antes de fechar a porta. Pense bem. Liliane ficou t?o furiosa que quase teve um ataque card¨ªaco, mas n?o tinha mais for?as para resistir. Ficou ro para que William era um homem de pvra. No hospital, Mavis recebeu uma liga??o e quase destruiu tudo no quarto. Seus pais adotivos a viram t?o furiosa p primeira vez e n?o se atreveram a fazer um som. Mavis encarou raiva o curativo em seu pulso. suportou a dor para ganhar a simpatia de William e at¨¦ nejou colocar aodo do quarto de Liliane. queria que Liliane soubesse que havia conquistado a confian?a de William. Mas, de alguma forma, Liliane estava gr¨¢vida do filho de William! Ser¨¢ que ele a mantinha por causa disso? Parecia que tinha que encontrar uma oportunidade para sondar. Se¡­ tamb¨¦m pudesse engravidar de William¡­ O beb¨º na barriga de Liliane perderia seu status nobre! Mavis refletiu por um momento, de repente, teve uma ideia. enviou uma mensagem para Pablo. ¡°Pablo, sinto sua falta. Quando voc¨º vem me visitar?¡± @ Alguns dias depois, Liliane recebeu um e¨Cmail informando que havia passado na primeira fase do concurso de moda online. No entanto, sua empolga??o inicial desapareceu. Naqu hora, estava fazendo isso por sua m?e e seu filho, mas agora s¨® restava o filho. mal olhou para a data da segunda fase quando seu celr tocou. Marc estava do outrodo da linha, dizendo pressa: ¨C Lili! Des?a r¨¢pido! Algo aconteceu! O que aconteceu? ¨C Perguntou Liliane, calma. Seu pai est¨¢ aqui! Em frente ¨¤ empresa. Antes que ele fa?a algo, expulse ele rapidamente. ¨C A voz ansiosa de Marc ecoou. As sobrancelhas de Liliane se franziram. Por que ele foi liberado t?o cedo? ¨C Eu entendi. Estou indo agora. ¨C Disse Liliane, desligando a liga??o e descendo as escadas. GET IT NOW Capitulo 50 Cap铆tulo 50 Capitulo 50 Naquele momento, Nelson estava as m?os nos bolsos, olhando para of arranha¨Cc¨¦u imponente ¨¤ sua frente, a barba por fazer. A maldita garota ousou colocar ele naquele lugar miser¨¢vel, fazendo ele sofrer bastante dentro! Hoje vai aprender o significado de retribui??o!¡± ¨C Pensava Nelson. ¨C Liliane! Desce dai, caramba! ¨C Gritou Nelson, de repente. Os seguran?as dentro j¨¢ haviam notado Nelson, mas, por ele apenas observar, n?o sa¨ªram para expulsar ele. Agora, ao gritar, ele afetou a imagem da empresa e os seguran?as correram para conter ele. ¨C Por favor, senhor, n?o grite alto fora da empresa. ¨C Pediu o seguran?a. ¨C N?o me impe?am, tenho que resolver uns problemas minha filha! Quem voc¨ºs pensam que s?o? ¨C Disse Nelson, cuspindo no ch?o. ¨C Se quiser fr sua filha, ¨¦ s¨® ligar para . ¨C Disse o seguran?a, franzindo a testa. Meu celr est¨¢ sem bateria! Se n?o a trouxerem aqui, vou resolver do meu jeito! ¨C Resmungou Nelson. ¨C Como ¨¦ o nome da sua filha? ¨C Perguntou o seguran?a. ¨C Liliane! se chama Liliane! ¨C Respondeu Nelson. Ao ouvir isso, Mavis, que acabava de descer do carro, parou de repente. Seus olhos revram ast¨²cia enquanto se aproximou. ¨C Senhor? Voc¨º ¨¦ o pai da Liliane? ¨C Perguntou Mavis. ¨C Quem diabos ¨¦ voc¨º? ¨C Disse Nelson, surpreso, se vrando. Sou colega de trabalho da Liliane. Precisa d para algo? ¨C Disse Mavis, sorrindo de forma amig¨¢vel. ¨C Estou aqui para acertar as contas! Pe?o Dinheiro! ousou mandar seu pr¨®prio pai para a pris?o, sabem disso? ¨C Respondeu Nelson, arqueou a sobrancelha. A Liliane fez isso? ¨C Perguntou Mavis, fingindo choque. Caralho, dei a uma chance! ¨C Resmungou Nelson, raiva. Vou dar a voc¨º dinheiro, voc¨º me d¨¢ um n¨²mero. Se precisar, me mande mensagem. Ficar causando alvoro?o aqui n?o ¨¦ bom para sua reputa??o, concorda? ¨C Sugeriu Mavis, Os olhos de Nelson brilharam ao ouvir dinheiro e ele entregou o n¨²mero do celr. Mavis transferiu quinhentos reais, mostrando para Nelson. Depois de guardar o celr, Mavis disse: Senhor, por favor, n?o mencione que me viu, n?o gosto de fazer caridade meu nome. ¨C Entendi, entendi! ¨C Assentiu Nelson, for?a. Quando Liliane desceu, Nelson ainda estava sentado no canteiro em frente ¨¤ empresa. parou diante dele, olhando para baixo. O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? Perguntou Liliane, frieza. ¨C Vim te ensinar uma li??o! ¨C Respondeu Nelson, a encarando raiva. Me ensinar uma li??o? ¨C Liliane zombou. ro, contanto que n?o se importe em passar alguns anos na pris?o. Ummpejo de medo atravessou o rosto de Nelson. Eu n?o vou bater em voc¨º! Mas tamb¨¦m n?o vou deixar voc¨º sair impune! ¨C Amea?ou Nelson. Liliane virou dedo, estendendo a m?o. ¨C Experimente, veja se voc¨º ¨¦ expulso ou se sou eu. ¨C Disse Liliane. Content held by N?velDrama.Org. Vendo a atitude desafiadora de Liliane, Nelson queria avan?ar e castigar . No entanto, se lembrando de que era capaz de cortar?os familiares, ele se controlou. -Me d¨º dinheiro! ¨C Nelson mudou o assunto. ¨C A partir de hoje, n?o darei a voc¨º nenhum centavo sequer. Se voc¨º quer usar a fam¨ªlia para conseguir dinheiro, o que dei a voc¨º ao longo desses anos ¨¦ suficiente. Al¨¦m disso, antes eu te ajudava para n?o perturbar minha m?e, mas Dizendo isso, Liliane desviou o olhar e se afastou. Deixando Nelson para tr¨¢s, at?nito. F¨¢tima¡­ Estava morta? Ap¨®s o expediente, Marc convidou Liliane para jantarem juntas. s escolheram um restaurante tranquilo. ¨C Lili, voc¨º ainda n?o contou ao chefe sobre a gravidez, n¨¦? depois de fazerem seus pedidos. ¨C E da¨ª? Disse Liliane, calma, tomando um gole do ¨¢gua. Perguntou Marc, 1 ¨C Mavis est¨¢ passando dos limites, dizendo que o chefe deu a um cart?o para gastaro quiser! ¨C Comentou Marc. Liliane sentiu seu cora??o apertar um pouco, ele realmente a tratou muita defer¨ºncia. Havia uma pontada de amargura no seu cora??o, mas n?o era t?o dolorosao costumava ser. ¨C Est¨¢ tudo bem. ¨C Disse Liliane, colocando a x¨ªcara de volta. ¨C Ah, fndo nisso, voc¨º pediu para eu verificar se Mavis est¨¢ tomando alguma medica??o, lembra? ¨C Disse Marc, suspirando. ¨C Voc¨º tem algum resultado? ¨C Perguntou Liliane, de volta. N?o. ¨C Marc bn?ou a cabe?a. Por causa disso, eu mandei algu¨¦m seguir por um tempo. At¨¦ mesmo descobri onde mora. Ontem ¨¤ noite, a pessoa que eu contratei me disse que um cara entrou na casa d. Liliane ficou surpresa, um homem? William estava ocupado ontem ¨¤ noite no Jardim Azul, cuidando de documentos. Ent?o, quem mais poderia ter ido ¨¤ casa de Mavis? ¨C Talvez¡­ Seja o pai adotivo d? ¨C Disse Liliane. ouviu dizer que os pais adotivos d havia chegando a Serafim. ¨C Um cara de cabelos loiros, parece mais um tipo de criminoso do que o pai adotivo d, n?o acha? ¨C Comentou Marc, revirando os olhos. Liliane n?o disse nada. Liliane concordou, precisava de algo que derrubava Mavis, mas n?o ia revr nada sem evid¨ºncias concretas. Enquanto terminaram o jantar e se prepararam para pagar, William ligou para Liliane de repente. Liliane hesitou por alguns segundos antes de atender. ¨C Onde voc¨º est¨¢? ¨C Perguntou William, uma voz grave e urgente. Liliane olhou para Marc e informou a localiza??o do restaurante a William. ¨C Voc¨º n?o levou seguran?as voc¨º? ¨C Perguntou William. De repente, o cora??o de Liliane disparou. O que est¨¢ acontecendo? ¨C Questionou Liliane. ¨C Veja a trending topic, se lembre, n?o saia do restaurante at¨¦ Jorge chegar. ¨C Advertiu William, frieza. Cap铆tulo 51 Capitulo 51 Apos Liliane encerra ligno, de uma olhada no Twitter e se deparou uma trending topic chamativa *A Secretaria chefe de uma empresa famosa entrega o pr¨®prio pai a pris?o em ato de justi?aTM Ao ver a trending topic, Liliane empalideceu. Com m?os tr¨ºms, abriu os ¡°Como pode existir algu¨¦m assim? E ainda ¨¦ secret¨¢ria de uma empresa famosa?¡± Tenho um amigo que trabalha l¨¢, dizem que ¨¦ uma amante ¡°Essa pessoa n?o merece estar em uma empresa de alto nivel, est¨¢ arruinando os novatos no trabalho!¡± ¡°Lixo! Vagabunda! Nojenta!¡± Pvras repugnantes inundavam a t. Liliane se sentiuo se estivesse caindo em um abismo congnte. conhecia bem o poder destrutivo da opini?o p¨²blica. ¨C O que aconteceu? Voc¨º est¨¢ se sentindo mal? ¨C Perguntou Marc, ansiosa, ao ver a express?o de Liliane Liliane, engolindo em seco, empurrou o celr na dire??o de Marc. Ao ver o conte¨²do, Marc ficou furiosa. ¨C Quem diabos est¨¢ inventando essas coisas? ¨C Xingou Ma, raiva. Liliane apertou a palma da m?o, se for?ando a se acalmar. Quando denunciou seu pai ¨¤ pol¨ªcia, muitos pacientes do hospital foram testemunhas, mas por que a not¨ªcia s¨® surgia agora? Enquanto refletia, Liliane examinou o celr mais uma vez, sem encontrar nenhum video. Imediatamente, descartou familiares e pacientes do hospitalo fontes. Marc, por favor, descubra quem postou isso e quando. Pediu Liliane, olhando para Marc ro, mas voc¨º precisa sair daqui agora Essa pessoa n?o quer te deixar em paz e agora anuita gente pode vir atr¨¢s de voc¨º Se n?o sair logo, ele pode convocar um bando para te perseguir! Afirmou Marc, preocupada. Antes que Marc terminasse de fr, Jorge ligou Liliane atendeu, junto Marc, saiu pressa Ao ver o carro familiar, entraram de imediato. Dentro do carro, a voz de Jorge soou Secret¨¢ria Liliane, o Sr. William j¨¢ mandou contrr a trending topic. No entanto, a pessoa por tr¨¢s disso gastou uma quantia consider¨¢vel para impulsionar a tendencia. Muita gente j¨¢ sabe disso. Nos pr¨®ximos dias, fique no Jardim Azul e em breve a tempestade passar¨¢. Comentou Jorge. Passar? Marc exmou, indignada. Ent?o, estamos apenas deixando Liliane a merc¨¦ da situa??o? Ignorando a injusti?a? N?o ¨¦ isso que eu quis dizer. Disse Jorge. O que diabos isso significa! Se o chefe ¨¦ t?o poderoso, por que n?o descobrir quem est¨¢ nos bastidores? Esbravejou Marc, irritada. Liliane, ao contr¨¢rio, se acalmou em meio aos gritos emocionados. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. ¨C N?o se apresse, quanto mais r¨¢pido, mais f¨¢cil ¨¦ perder a dire??o. Disse Liliane, puxando a roupa de Marc. Marc imediatamente ficou quieta. Liliane olhou para fora do carro. A ¨²nica pessoa capaz de revr o assunto era seu pai. Considerando o temperamento dele, ele certeza viria para repreender . No entanto, ele n?o tinha dinheiro. Algu¨¦m deve ter visto ele e dito algo antes disso. Liliane pensou por um momento e olhou para Jorge. ¨C Jorge, voc¨º pode verificar as cameras de seguran?a na entrada da empresa? Pediu Liliane. Jorge assentiu e fez uma liga??o Logo, o video das cameras de seguran?a foi enviado para o celr de Liliane. abriu o video,o suspeitava, viu Mavis conversando seu pai. -Com certeza foi Mavis que tramou tudo! ¨C Concluiu Marc, furiosa. Sem ¨¢udio, sem evid¨ºncias. Disse Liliane, dando um olhar para Marc rangeu os dentes de frustra??o, mas tinha um ponto. Pelos gestos dos dois, Mavis estava ramente envolvida. Talvez tivesse dado a ele dinheiro, pois seu pai n?o teria desistido facilidade apenas por causa das pvras de Mavis. Pensando nisso, Liliane olhou para Marc. ¨C Marc, me empresta seu celr por um momento. Disse Liliane. Marc prontamente entregou o celr. Voc¨º vai agir agora? ¨C Perguntou Marc. Lilianen?ou um olhar repreensivo para , em seguida, discou um n¨²mero de telefone. Depois de algumas chamadas, a liga??o foi atendida. Alo? Quem ¨¦? ¨C Disse Nelson, animado,o de costume. Sou eu, Liliane. Respondeu Liliane, frieza. De repente, Nelson ficou em sil¨ºncio por um tempo. -Se tem algo a dizer, diga logo! ¨C Disse Nelson, sem paci¨ºncia. Liliane sorriu desd¨¦m, esta n?o era a atitude suplicante dele anteriormente. ¨C Comprei algumas coisas e quero entregar para voc¨º. Onde voc¨º est¨¢ morando? Explicou Liliane. Voc¨º esta bem? Nelson pareceu surpreso Rapidamente, ele mudou de tom.Se voc¨º est¨¢ bem, por que quer me ver? Estou te oferecendo dinheiro. N?o quer? ¨C Perguntou Liliane, calma Mencionar dinheiro sempre funcionava. Nelson ficou animado. Ok, vou te passar o endere?o. Concordo Nelson. ¨C Vamos para a Rua do Sol. Disse Liliane ao Jorge, depois de encerrar a liga??o. Jorge preocupado disse: Secret¨¢ria Liliane, pode n?o ser seguro ir sozinha. Comentou Jorge, preocupado. ¡ª Isso ¨¦ um assunto pessoal meu. Disse Liliane, apertando os l¨¢bios. Jorge n?o insistiu. Ao chegarem, enviou a localiza??o de Liliane para William, juntamente uma breve explica??o. Quando Liliane saiu do carro, deu uma instru??o r¨¢pida a Marc. Se n?o ligasse em meia hora, Marc deveria trazer Jorge para o quarto 302 do hotel. Na porta do quarto de Nelson. Liliane respirou fundo e bateu na porta. Cap铆tulo 52 Cap¨ªtulo 52 Quando Nelson abriu a porta, deu uma olhada pelo corredor, se certificando de que n?o havia mais ningu¨¦m antes de deixar Liliane entrar Liliane se odou na cadeira. Nelson a avaliou um olhar prante. ¨C Voc¨º disse que trouxe algo para mim, cad¨º? Perguntou Nelson. ¨C Oh, esqueci no carro. Inventou Liliane rapidamente. ¨C E o dinheiro? Questionou Nelson, desconfiado. O dinheiro eu posso te dar. Disse Liliane, elevando o olhar e encarando Nelson O semnte de Nelson escureceu. ¨C ¨C Eu n?o sei de nada, n?o venha me interrogar! Respondeu Nelson, um tom hostil. Voc¨º ousaria jurar p alma da minha m?e no para¨ªso que n?o conspirou contra mim outras pessoas? Se ousar! Hoje, te darei vinte mil reais. Se n?o, ent?o voc¨º ¨¦ culpado! ¨C Desafiou Liliane, Os olhos de Nelson se arregram ao ouvir isso. ¨C Liliane! Voc¨º realmente f assimigo? Voc¨º, que se rebaixa a ser amante, ainda ousa acusar os outros? O que dizem por a¨ª ¨¦ verdade, voc¨º ¨¦ apenas uma prostituta! ¨C Xingou Nelson. Liliane sentiu um cfrio, n?o esperava que seu pr¨®prio pai fsse pvras t?o cru¨¦is. Ainda mantendo a esperan?a de que ele n?o fosse capaz disso. ¨C Se trata assim, voc¨º ganhou bastante, n¨¦? ¨C Disse Liliane, apertando os punhos. ¨C ¨¦ ro! Eu recebi dinheiro! E dai? Voc¨º pode fazer o qu¨º? Voc¨º n?o me deu dinheiro! Retrucou Nelson, arrogante. -Eu n?o te dei dinheiro? ¨C Liliane ficou vermelha de raiva. Pode tocar no seu cora??o ao dizer isso? ¨C ¨C Cora??o? Nelson se levantou, pronto para agir. ¨®timo, fale de cora??o, hoje vou te mostrar o que ¨¦ ter cora??o! Ao perceber que Nelson estava prestes a atacar, Liliane sentiu um aperto no seu cora??o e deu um passo para tr¨¢s em dire??o ¨¤ porta. Voc¨º conhece as consequ¨ºncias de usar viol¨ºncia! Advertiu Liliane. Ignorando o aviso, Nelson pegou o cinzeiro da mesa e o atirou em dire??o a Liliane. Embora tivesse conseguido se esquivar do cinzeiro, Liliane n?o conseguiu escapar quando Nelson avan?ou, agarrando seus cabelos e desferindo golpes. No momento em que Liliane foi jogada no ch?o, por instinto, protegeu a barriga as m?os. Nelson descarregou sobre Liliane toda a frustra??o que havia acumdo na pris?o, usando socos e chuteso forma de desabafo. No andar de baixo. Marc, ansiosa, girava no lugar, ocasionalmente olhando para cima na dire??o do andar. Ao perceber que meia hora j¨¢ havia passado e Liliane ainda n?o descia, pensou em subir e levar Jorge . Antes que pudesse dizer alguma coisa, um carro esportivo parou abruptamente ¨¤ beira da rua. William saiu do carro uma express?o g¨¦lida, adentrando a humilde hospedagem passosrgos.. Marc ficou boquiaberta, era a primeira vez que via o rosto do chefe t?o sombrio. Aquele olhar sinistro parecia prestes a matar algu¨¦m. Jorge e Marc correram para dentro do hotel logo atr¨¢s. Ao chegarem ao terceiro andar, os gritos angustiados de Liliane ficaram n¨ªtidos aos seus ouvidos. Jorge rapidamente correu at¨¦ a porta do quarto e a arrombou. Ao ver Liliane machucada e sendo espancada por Nelson, William teve seus olhos tomados por uma sombra intensa. Ele se aproximou, chutou Nelson para longe, se abaixando, levantou Liliane em seus bra?os. Ao ver o sangue escorrendo da testa de Liliane, inconsciente e machucada, a intensidade da raiva de William se intensificou. Content held by N?velDrama.Org. Jorge, leve ele de volta para mim! N?o deixe ele respirar enquanto eu estiver fora! ¨C Ordenou William. Quando Liliane foi levada para o hospital, coincidentemente, encontrou Carlos. Sob a orienta??o de Carlos, Liliane foi encaminhada para a s de cirurgia. Marc a panhou no hospital, enquanto William designou dois seguran?as para ficarem de guarda. Quando ele voltou para o Jardim Azul, Nelson j¨¢ estava ¨¤ beira da inconsci¨ºncia. William se sentou no sof¨¢, fixando um olhar frio e prante em Nelson, que estava sendo segurado pelos seguran?as. ¨C Est¨¢ doendo? Perguntou William, uma voz gda. Muita dor. Assentiu Nelson, tonto. ¨C ¨C Dor ¨¦ bom. Liliane est¨¢ sentindo o mesmo agora! Disse William, reprimindo a raiva e rindo desd¨¦m. Nelson bn?ou a cabe?a, assustado ao ver a express?o dominadora de William. Senhor, quem ¨¦ voc¨º afinal? Eu s¨® estava dando uma li??o em minha filha. ¨C Disse Nelson. Voc¨º ainda n?o tem o direito de me perguntar, apenas responda ¨¤s minhas perguntas Respondeu William, cortante Sim, sim. Concordou Nelson, pressa, n?o querendo arrumar mais confus?o ¨C Foi voc¨º que vazou a informa??o sobre Liliane, colocando nas trending topics? ¨C Questionou William, estreitando os olhos frios. O que s?o trending topics? Eu n?o sei. Respondeu Nelson, confuso. De fato, Nelson estava alheio a aqus coisas online, n?o tendo contato o mundo virtual. ¨C Voc¨º contou a algu¨¦m sobre Liliane ter te enviado para a pris?o? ¨C Reformulou William, a pergunta. ¨C Contei. Respondeu Nelson, honesto. Quem foi essa pessoa? ¨C Indagou William. Um homem, usando bon¨¦ e m¨¢scara. Apareceu do nada, eu n?o o conhe?o. Mas ele foi generoso, me deu cinquenta mil depois que eu falei sobre Liliane. Explicou Nelson. V? verificar as cameras. Ordenou William, dando um olhar para Jorge. V¨¤ Jorge assentiu e saiu, deixando a mans?o. Nelson, tentando ser esperto, olhou para William. ¨C Chefe, eu ainda tenho algo sobre Liliane que n?o contei a ningu¨¦m. Querprar a informa??o? Cap¨ªtulo 53 Cap铆tulo 53 Cap¨ªtulo 53 ¨C Comprar? ¨C Disse William, desd¨¦m, levantando o canto dos l¨¢bios. ¨C Me de algum dinheiro e me deixe em paz, eu te conto tudo. Disse Nelson, sorrindo. ¨C Fale tudo, vou considerar. Disse William, um olhar ir¨®nico cruzou os olhos dele. ¨C Liliane n?o ¨¦ minha filha, foi adotada por F¨¢tima. Eu concordei em cuidar d para conquistar F¨¢tima. Respondeu Nelson. Liliane foi adotada? tamb¨¦m era ¨®rf?? ¨C Onde foi feita a ado??o? ¨C Perguntou William, ansiosamente, franzindo a testa e um sentimento estranho surgindo no seu cora??o. ¨C Isso eu n?o sei, mas Fatima tem um certificado de ado??o, deve ter informa??es. ¨C Respondeu Nelson, bn?ando a cabe?a. ¨C Onde est¨¢ esse certificado agora? ¨C Indagou William. Quando vendi a casa, descartei essas coisas na esta??o de recigem. ¨C Disse Nelson, nervoso, engolindo em seco. T ¨C ¨C ¨C Outra pergunta, por que Liliane te enviou para a pris?o? Continuou William, depois de refletir por um momento, ¨C Porque n?o tem cora??o! ¨C Remou Nelson, raiva. Quer apanhar de novo? Disse William, franzindo a testa. ¨C Porque eu bati na m?e d e tamb¨¦m porque n?o queria mais pagar minhas dividas. Derou Nelson, honestamente. O olhar de William escureceu. ¨C Joaquim, processe o ¨¢udio e envie para os principais jornais. Ordenou William, ao seguran?a aodo. No dia seguinte, Liliane acordou dor na testa. Ao abrir os olhos, viu William sentado no sof¨¢ lendo documentos. Liliane sabia que foi William que a salvou antes de desmaiar. Ele a salvou mais uma vez. tinha que admitir que William sempre aparecia nos momentos de perigo e tamb¨¦m surgia quando tentava abandonar seus sentimentos por ele, despertando expectativas indesejadas. Sentiu uma onda de calor no cora??o, mas Liliane teve que sufocar seus sentimentos. apertou os l¨¢bios, de repente, notou a agulha em sua m?o. Franziu a testa, se perguntou se William a trouxe, ent?o a quest?o da gravidez¡­ ¨C Sr. William. Chamou Liliane, baixinho. Content held by N?velDrama.Org. William olhou para cima, se levantou quando viu Liliane acordada. Querer alguma coisa? Pe?o para Jorge trazer. ¨C Disse William. Liliane bn?ou a cabe?a, olhando para William. ¨C N?o consigoer, obrigada por tudo desta vez. Respondeu Liliane. William n?o insistiu, o m¨¦dico disse que a falta de apetite era normal ap¨®s uma concuss?o. ¨C Liliane, h¨¢ algo que acho que voc¨º tem o direito de saber. Comentou William, puxando uma cadeira aodo da cama. O cora??o de Liliane acelerou, ele estava prestes a mencionar o beb¨º? ¨C O que ¨¦? ¨C Perguntou Liliane, tentando parecer calma. William olhou para indiferen?a. ¨C Eu enviei seu pai para a pris?o. Disse William, ap¨¢tico. ¨C Ao ouvir isso, Liliane respirou aliviada. Parecia que William n?o estava ciente da gravidez, caso contr¨¢rio, n?o teria mencionade outras coisas primeiro William percebeu a emo??o de Liliane. Voc¨º n?o sentiu nada? Perguntou William Voc¨º acha que sou t?o mesquinha? Depois de ser espancada pelo meu pr¨®prio pai, por que eu me sentiria mal a pris?o dele? ¨C Retrucou Liliane, indiferen?a. ¨C Voc¨º ¨¦ perspicar, n?o deixa o afeto passado te oprimir. Disse William, sorrindo de leve Liliane respondeu sil¨ºncio. s¨® fazia o que sua consci¨¨ncia permitia, sem se deixar ser injusti?ada. ¨C E se eu disser que a trending topic est¨¢ rcionado ¨¤ Mavis¡­ Perguntou Liliane, ap¨®s ponderar. ¨C ¨C Liliane! Interrompeu William, abruptamente, continuou a voz fria. Mavis. n?o faria algo assim. Sua voz era firme, mostrando uma confian?a inabal¨¢vel em Mavis. Liliane se sentiu meio derrotada, percebendo o qu?o t estava se tornando. ¨C E se eu apresentar evid¨ºncias diante de voc¨º, ainda a defender¨¢? ¨C Continuou Liliane, relutante, apertando as m?os. O rosto de William escureceu e ele se levantou de repente. ¨C Liliane, difamar tem algum beneficio para voc¨º? Retrucou William. Ele n?o queria mais discutir o assunto e at¨¦ sentiu avers?o, saindo de imediato. Liliane suspirou, desanimada em seu olhar. No entanto, pouco depois da sa¨ªda de William, a porta do quarto foi aberta novamente.. Dessa vez, quem entrou foi Mavis. Segurando uma cesta de frutas, sorriu ao se aproximar da cama de Liliane. ¨C Oh, secret¨¢ria Liliane, voc¨º acordou? Disse Mavis. Os olhos de Liliane ficaram frios de repente, ignorando a dor, se sentou. ¨C Saia daqui! ¨C Gritou Liliane, firmeza. Mavis colocou elegancia a cesta de fruta. N?o fique brava ou pode acabar perdendo o beb¨º, seria um problema, n¨¦? Provocou Mavis. Cap¨ªtulo 54 Cap铆tulo 54 Cap¨ªtulo 54 Liliane se sobressaltou, encarando Mavis. Do que voc¨º est¨¢ fndo? ¨C Qustionou Liliane. Por que est¨¢ t?o nervosa? ¨¦ algo pelo qual voc¨º deveria estar nervosa? ¨C Retrucou Mavis, sorrindo. Terminando a risada, Mavis retirou o sorriso do rosto, revndo um olhar g¨¦lido. ¨C Engravidar do meu namorado sem vergonha, a trending topic ¨¦ apenas o primeiro castigo que voc¨º merece! ¨C Disse Mavis. Liliane mal controlou o ¨®dio em seu cora??o. Mavis! N?o tem medo de represalias? N?o teme fechar os olhos ¨¤ noite e minha m?e vir atr¨¢s de voc¨º nos sonhos para cobrar sua vida? ¨C Provocou Liliane. ¨C Cobrar minha vida? Quando estava viva, mal conseguia me enfrentar, quanto mais depois de morta. ¨C Disse Mavis, de maneria presun?osa, erguendo a sobrancelha. Liliane sentia uma dor de cabe?a intensa, desejando poder rasgar Mavis ali mesmo. Mas a raz?o dizia a que n?o podia. Qualquer toque e Mavis iria correndo contar para William. Mavis estava provocando Liliane, esperando que ca¨ªsse em uma armadilha. Liliane respirou, reprimindo a raiva e sorriu desd¨¦m. ¨C Mavis, j¨¢ est¨¢ oficialmente William? Perguntou Liliane. Em pouco mais de vinte dias, serei noiva de William. Respondeu Mavis. Qual ¨¦ a r??o de voc¨ºs agora? ¨C Questionou Liliane. Naturalmente, somos,namorados! ¨C Afirmou Mavis. ¨C ¨¦ uma autodera??o sua? ¨C Liliane riu de esc¨¢rnio, continuou. ¨C Ele me disse que voc¨ºs n?o t¨ºm r??o alguma agora! +15 BOIPUS A express?o de Mavis mudou. ¨C N?o tente me enganar! ¨C Disse Mavis. -Eu ainda moro ele, isso n?o ¨¦ prova suficiente? Disse Liliane, olhando para um sorriso ambiguo. Mavise?ou a ficar furiosa. Mesmo que n?o sejamos namorados agora, seremos no futuro! Mas e voc¨º? Sabendo que ficaremos juntos, ainda assim est¨¢ se agarrando a ele. Quem ¨¦ a verdadeira boba aqu¨ª? Provocou Mavis. Adultos t¨ºm suas necessidades, n?o ¨¦ errado. -Zombou Liliane. ¨C ¨C Voc¨º! ¨C Disse Mavis, encarando , f¨²ria. Depois de um momento, Mavis sorriu e acrescentou. Liliane, quanto tempo voc¨º vai manter essa postura desafiadora? S¨® preciso ser a Sra. Gabaldo no final. Ah, lembrei, William dormiu voc¨º por tr¨ºs anos e nunca prometeu nada. Masigo ¨¦ diferente. Ele dormiuigo uma vez e j¨¢ quer se casar. Liliane sentiuo se toda a sua energia tivesse sido drenada de repente. Seu corpo tremia de leve. Ele transou Mavis? Mavis se inclinou, mantendo um olhar calmo fixo nos olhos de Liliane. ¨C ¨C Diz, se eu ficar gr¨¢vida, quem voc¨º acha que ele escolheria? Perguntou Mavis, Quando Mavis saiu, Liliane ainda n?o conseguia se recuperar. segurou o peito, se debru?ando aos poucos. Eles dois ficarem juntos era inevit¨¢vel. j¨¢ havia se preparado para devolver William a Mavis. Mas por que, ao ouvir aqus pvras, seu cora??o doia tanto? Nos d¨ªas seguintes, William n?o apareceu. N?velDrama.Org: text ? owner. Al¨¦m de Lucinda, quem cuidava d eram Carlos e Marc. Liliane pediu a Lucinda para trazer seuptop, e, mesmo enfrentando desconforto fisico, continuou trabalhando nos seus desenhos por cinco dias. No sexto dia, Liliane recebeu alta. Devido ao ferimento na testa que ainda n?o estavapletamente curado, Carlos insistiu em levat para casa. Ao chegar ¨¤ entrada do Jardim Azul, Carlos desceu do carro para ajudar Liliane a bagagem do porta¨Cms, ¨C Liliane, a ferida n?o pode entrar em contato ¨¢gua, pode causar infec??o. Al¨¦m disso, o clima frio est¨¢ chegando, tente n?o sair de casa. Sei que o trabalho ¨¦ importante, mas cuide bem da sua sa¨²de. Aconselhou Carlos. Entendi, obrigada por tudo neste per¨ªodo. Assentiu Liliane. Liliane, sei que h¨¢ coisas que n?o deveria dizer. Maso amigo, n?o posso deixar de te lembrar que a gravidez n?o pode ser mantida em segredo por muito tempo. Se n?o quiser fr sobre isso, talvez seja melhor sair daqui logo. Eu¡­ Disse Carlos, ¨C ¨C Dr. Carlos! ¨C Liliane levantou a cabe?a, sorrindo para interromper ele. Obrigada por manter segredo por mim. Carlos apertou os l¨¢bios, seu olhar se fixou no rosto de Liliane por um momento. Em seguida, estendeu a m?o, tocando a bandagem na testa d. Por instinto, Liliane se encolheu para tr¨¢s, olhando caut para ele. ¨C N?o colei direito. Disse Carlos, um sorriso amargurado. ¨C Liliane corou e pegou a bolsa de viagem das m?os de Carlos. ¨C Obrigada por me trazer de volta. Vou indo! ¨C Agradeceu Liliane, pressa. ¨C Enquanto Liliane entrava no Jardim Azul, Carlos se virou e partiu. 374 Mas aqu cena foi observada por William, que havia acabado de retornar de uma viagem de trabalho. Sua express?o sombria e auta fria cram opressivas Jorge, olhando pelo retrovisor, suspirou em sil¨ºncio, que destinoplicado¡­ Liliane mal chegou ao quarto quando os passos pesados ecoaram pelo corredor. Logo em seguida, a porta foi aberta for?a e William apareceu na entrada uma express?o sombria. Lilianergou a roupa que estava segurando. Sr. William. Saudou Liliane. Antes que pudesse dizer mais alguma coisa, William se aproximou subitamente, segurando firmeza seu queixo. ¨C Liliane! Voc¨º est¨¢ provocando de prop¨®sito, n¨¦? ¨C Disse William, sua voz gda parecia cortante. Cap¨ªtulo 55 Cap铆tulo 55 Cap¨ªtulo 55 Observando a express?o nobre e austera do homem, Liliane teve shes em sua mente das imagens dele Mavis. Enquanto seu cora??o do¨ªa, uma sensa??o de n¨¢usea a apertou. afastou a m?o dele, n?o resistindo a uma pitada de sarcasmo. ¨C Sr. William! Como exatamente estou te provocando? ¨C Perguntou Liliane, desd¨¦m. Volto de uma viagem de trabalho e voc¨º me presenteia isso. ¨C Respondeu William, um sorriso frio. Presenteia¡­ Um cfrio percorreu Liliane, Mavis n?o deveria ter contado a William sobre sua gravidez. Afinal, isso n?o seria ben¨¦fico para . N?o entendo o que voc¨º est¨¢ fndo! ¨C Disse Liliane, desviando o olhar. Se sentiu culpada? ¨C Ao ver a confus?o nos olhos de Liliane, William ficou mais frio e continuou. Agora est¨¢ trazendo homens at¨¦ a porta de casa para flertar, n¨¦? Liliane pensou nas a??es de Carlos na entrada do Jardim Azul e n?o p?de deixar de dar um sorriso ir?nico. Isso seria considerado flerte? E quanto a ele? Liliane sentiu a raiva crescendo em seus olhos e levantou a cabe?a de repente. ¨C William, aos seus olhos, todo mundo, exceto Mavis, ¨¦ sujo? E voc¨º? Depois de transar Mavis, volta para me tocar, o que isso significa? Posso concordar em ficar, mas n?o significa que consigo suportar a ideia departilhar um homem outras mulheres! E mais! Se voc¨º pode fazer algo, por que eu n?o posso? S¨® porque voc¨º pode me dar dinheiro? Refutou Liliane. respirou fundamente, segurando as l¨¢grimas que se acumvam nos olhos, acrescentou. E quanto ao tempo da minha juventude que investi em voc¨º por tr¨ºs anos, William? Essa ¨¦ a primeira vez que percebo que as pessoas podem ser t?o ego¨ªstas! Espero que voc¨º me de o m¨ªnimo de justi?a e respeito! Nunca pedi mais nada! Ap¨®s gritar um solu?o, Liliane afastou o homem em sua frente e correu para fora do quarto. William ficou parado e seu rosto atraente expressou incredulidade. Ele nunca viu mostrar aqu express?o antes. Havia nojo, repulsa, acima de tudo, decep??o. Jamais imaginou que , sempre forte e que nunca se curvava, choraria na frente dele. Seu cora??o ficou apertado por um instante. O que estava acontecendo ele mesmo? Para ele, sempre foi apenas uma substituta. Depois de sair do Jardim Azul, Liliane caminhou sem rumo ps ruas. Liliane s¨® percebeu que n?o tinha para onde ir quando anoiteceu. Evitar enfrentar William e suas zombarias no Jardim Azul era sua prioridade. Depois de pensar muito, Liliane concluiu que s¨® restava Marc. tateou os bolsos, pretendendo pegar o celr, mas percebeu que n?o tinha trazido nada . Suspirando pesadamente, Liliane cobriu o rosto a roupa e continuou andando. De repente, um carro parou na sua frente, a jan abaixou e o rosto de Eduardo apareceu. ¨C Srta. Liliane? Chamou Eduardo. Sr. Eduardo. Saudou Liliane, at?nita. Que coincid¨ºncia, encontrando voc¨º na rua novamente. Disse Eduardo, sorrindo Liliane ficou sem pvras. realmentee?ou a se perguntar se estava sendo rastreada. Voc¨º est¨¢ indo para algum lugar? Perguntou Eduardo. ¨C ¨C Sr. Eduardo, tem algo espec¨ªfico que precisa? Disse Liliane, um tanto cautelosa. S¨® percebi que est¨¢ prestes a chover e ¨¤ noite nos sub¨²rbios n?o ¨¦ segur. Falou Eduardo, resignado. Se Eduardo n?o tivesse mencionado, Liliane nem teria percebido. Agora, olhando ao redor, realmente estava um pouco deserto. Liliane queria recusar, maso se estivesse ligando um interruptor, as gotas de chuvae?aram a cair rapidamente. Eduardo abriu a porta e desceu do carro, sorrindo de leve para . ¨C Vamos? ¨C Disse Eduadto. Liliane, depois de hesitar por um momento, entrou no carro. Content held by N?velDrama.Org. Para onde voc¨º quer ir? Perguntou Eduardo, o cinto de seguran?a afivdo. ¨C Liliane apertou os l¨¢bios, tamb¨¦m queria saber para onde estava indo. Se Marc n?o estivesse em casa, seria em v?o. Vendo que Liliane n?o conseguia responder, Eduardo n?o insistiu. Depois de dirigir por quase meia hora, pararam em frente a um conjunto de mans?es. Eduardo desligou o carro. ¨C ¨C N?o se preocupe, esta ¨¦ a casa onde minha m?e costumava morar. Explicou ele, para Liliane. Liliane olhou para ele d¨²vida. ¨C Por que me trouxe aqui? ¨C Perguntou Liliane, confusa. N?o posso deixar voc¨º vagando ps ruas, certo? Brincou Eduardo, voz suave, sorrindo. Liliane n?o disse nada. Eduarto levou Liliane para dentro da casa. N?o era luxuosa, mas a decora??o interna era acolhedora. Os m¨®veis nost¨¢lgicos indicavam um cuidado especial a preserva??o. Os olhos de Liliane se fixaram nas fotos emolduradas em uma estante. Ao se aproximar, viu uma foto de uma fam¨ªlia de quatro pessoas. A express?o e os olhos da mulher na foto eram surpreendentemente parecidos os d. ¨C Esta ¨¦ uma foto minha minha familia. ¨C Disse Eduardo, uma leve tristeza nos olhos. Liliane rapidamente desviou o olhar. ¨C Desculpe, eu s¨® achei que sua m?e¡­ ¨C Disse Liliane. ¨C Parece muito voc¨º, n¨¦? Completou Eduardo. As bochechas de Liliane coraram um pouco. ¨C ¨¦, parece. Comentou Liliane. Eduardo pegou o porta¨Cretrato, abaixou os olhos. ¨C N?o ¨¦ s¨® um pouco, ¨¦ muito parecida. ¨C Afirmou ele, convic??o. Cap¨ªtulo 56 Cap铆tulo 56 Cap¨ªtulo 56 Liliane ficou sem pvras por um momento. Desde que entrou na mans?o, percebeu que o humor de Eduardo se tornou mnc¨®lico. Uma aura de tristeza pairava sobre ele, tornando dif¨ªcil respirar. Meus pais j¨¢ faleceram, deixando apenas uma irm?, cujo paradeiro ¨¦ desconhecido. ¨C Come?ou Eduardo, ele entregou a Liliane um ¨¢lbum de fotos retirado da estante, continuou. Acredito que, ao ver essas fotos, voc¨º entender¨¢ melhor e n?o ter¨¢ mais ressentimentos contra mim. ¨C Ao folhear o ¨¢lbum, Liliane viu v¨¢rias fotos de mulheres e uma menina pequena. Conforme virava as p¨¢ginas, um sentimento de culpae?ou a surgir. Parecia que, da ¨²ltima vez, Eduardo n?o mentiu, suas caracter¨ªsticas faciais eram surpreendentemente parecidas as da sua m?e e da menina. No entanto, tinha sua pr¨®pria m?e. Liliane devolveu o ¨¢lbum para ele. ¨C Eu julguei errado da ¨²ltima vez. Desculpe. Espero que voc¨º encontre sua irm? em breve. Desculpou¨Cse Liliane. Eduardo olhou fixamente para Liliane por um momento antes de concordar. Se voc¨º n?o souber para onde ir, pode ficar aqui. ¨C Disse ele. Liliane n?o estava acostumada a ficar na casa de algu¨¦m que mal conhecia. ¨C Sr. Eduardo, voc¨º poderia me emprestar seu celr? Pediu Liliane. Ele passou o celr para Liliane. ¨C N?o precisa me chamar assim, pode me chamar pelo nome. ¨C Disse Eduardo. Liliane sorriu de leve, ligou para Marc. Depois de algumas pvras, devolveu o celr para ele. ¨C Minha amiga est¨¢ vindo me buscar em breve. Obrigada. Agradeceu Liliane. Marc chegou ¨¤ porta de Eduardo em apenas alguns minutos. Liliane se despediu dele e entrou no carro de Marc. Lili, quem ¨¦ esse cara bonito? ¨C Perguntou Marc, os olhos d brilhavam. ¨C O herdeiro da fam¨ªlia Lima, Eduardo. Respondeu Liliane. Ao ouvir que era algu¨¦m de uma das tr¨ºs grandes fam¨ªlias, Marc n?o fez mais perguntas. come?ou o carro. O que est¨¢ acontecendo? E seu celr? Continuou Marc. Tive uma briga William e sa¨ª sem o celr. Explicou Liliane, suspirando. ¨C Liliane, voc¨º est¨¢ entrando no modo ¡°loucura por gravidez¡°? ¨C Brincou Marc, perplexa. Liliane olhou para Marc uma express?o de repreens?o. ¨C Marc, pode me ajudar a encontrar uma casa nos arredores? ¨C Pediu Liliane. ¨C ¨C Voc¨º tem certeza? Marc estava surpresa. N?o vai tentar conquistar o Sr. William de volta? Se fosse voc¨º, roubaria um homem que j¨¢ foi de outra mulher? ¨C Zombou Liliane, Marc arregalou os olhos. Voc¨º quer dizer que Mavis transou o chefe? ¨C Perguntou Marc, at¨®nita. Foi o que disse, al¨¦m do mais, est?o prestes a ficar noivos. Acho que ¨¦ hora de me separar dele de uma vez por todas. Confirmou Liliane. Marc de repente parou o carro, olhando s¨¦ria para Liliane. +1S BONUS ¨C Como amiga, sinto que ¨¦ meu dever te lembrar mais uma vez. O filho n?o ¨¦ s¨® seu, voc¨º deveria sondar os sentimentos do chefe primeiro. Se ele n?o quiser, eu ajudo voc¨º a encontrar uma casa. Se ele quiser, n?o posso me intrometer. Disse Marc, ¨C Com os olhos baixos, Liliane sabia que Marc estava certa, mas ainda hesitava em enfrentar a situa??o. temia ouvir pvras dolorosas. Ainda temia que William, ao rejeitar , suspeitasse e ao descobrir sobre o filho, a pressionasse a fazer um aborto. ¨C Lili, por que voc¨º est¨¢ hesitando? ¨C Indagou Marc. Liliane parecia desda. N?velDrama.Org: text ? owner. N?o suporto perder esse beb¨º e n?o quero usar a crian?a para obter algo que n?o me pertence. Disse Liliane. O beb¨º era sua ¨²nica fam¨ªlia no mundo e n?o permitiria que ningu¨¦m o machucasse. ¨C Sondar, n?o ¨¦ revr, certo? ¨C Insistiu Marc. Vamos ver.- Respondeu Liliane. No dia seguinte cedo, Marc e Liliane foram juntas para a empresa. Liliane, que passou a noite considerando suas op??es, se sentou diante doputador no escrit¨®rio e come?ou a redigir uma carta de demiss?o. A melhor maneira de romper todos os?os William era se afastarpletamente dele. Trinta minutos depois, Liliane imprimiu a carta de demiss?o. Enquanto se dirigia para colocar na mesa de William, ouviu a voz de Mavis do ¨C William, se a secret¨¢ria Liliane estiver gr¨¢vida do seu filho? O que voc¨º faria? ¨C Perguntou Mavis. A pergunta de Mavis fez Liliane congr, seu rosto empalideceu. ¨C ¨C N?o permitiria que uma amante tivesse meu filho. A resposta fria de William veio logo em seguida. A amargura se espalhou no cora??o de Liliane. sempre soube que uma amante sem dignidade n?o tinha o direito de engravidar. Com aqus pvras, a porta do escrit¨®rio se abriu. William e Mavis entraram e viram Liliane parada no lugar. ¨C Secret¨¢ria Liliane, voc¨º chegou muito cedo. Disse Mavis,n?ando um olhar de desprezo. Liliane, se for?ando a reprimir suas emo??es. Sen?oo eu saberia que a vice¨Cgerente Mavis est¨¢ t?o interessada na minha vida pessoal? ¨C Respondeu Liliane, ironia. Mavis olhou desanimo para William. ¨C William, acho melhor eu ir trabalhar primeiro. Disse Mavis. William assentiu a express?o s¨¦ria. Ap¨®s fechar a porta, Liliane se aproximou e entregou a carta de demiss?o a William. ¨C Sr. William, pelo bem dos tr¨ºs anos que passamos juntos, eu imploro que, p ¨²ltima vez, me deixe partir. Pediu Liliane. William baixou o olhar e viu carta de demiss?o, seu rosto escureceu num instante. ¨C Uma noite fora de casa e voc¨º me entrega isso sem uma explica??o? Questionou William. Liliane encarou ele sem express?o. As explica??es servem para algo? ¨C Retrucou Liliane. Se explica??es fossem ¨²teis, ele teria suspeitado d repetidamente? William estreitou frieza os olhos, se aproximando de Liliane.¡± ? +15 BONUS Por outro homem, voc¨º pode at¨¦ deixar dedo o ¨®dio. Liliane, eu julguei voc¨º errado. Comentou William, ap¨¢tico. Cap¨ªtulo 57 Cap铆tulo 57 Cap¨ªtulo 57 Ao mencionar odio, Liliane sentia uma pontada no cora??o. nunca deixou de nutrir aquele sentimento, mas ser¨¢ que ele tomou alguma medida? Quem sab¨ªa se ele descobriu algo suspeito e para proteger Mavis, preferiu manter em segredo. n?o aguentava mais, incapaz de suportar a ang¨²stia interna, ansiosa por respostas que pareciam distantes! Liliane sorriu desd¨¦m para William.. Sr. William, pense o que quiser. No entanto, Sr. William, pensar apenas em mim antes de sua boa fortuna iminente e sua amada aodo n?o parece justo para a vice- gerente Mavis, n?o acha? Provocou Liliane. O rosto de William ficou g¨¦lido. ¨C Liliane, saia da Novitex, voc¨º n?o ter¨¢ outra chance. Disse William, ap¨¢tico. Ao ouvir as pvras de William, Liliane se sentiu aliviada. Sr. William, agrade?o por seus cuidados ao longo dos ¨²ltimos tr¨ºs anos. De agora em diante, desejo que voc¨º e a vice¨Cgerente Mavis sejam felizes, vivam uma vida longa e pr¨®spera! Respondeu Liliane, um sorriso no rosto. Liliane entregou a carta de demiss?o a William e saiu elegancia. Quando a porta se fechou, uma aura sombria se espalhou pelo escrit¨®rio. Ao saber da ren¨²ncia de Liliane, Marc tamb¨¦m pediu licen?a. s arrumaram as coisas no Jardim Azul e procuraram uma casa nos arredores. Ap¨®s organizar a limpeza e outras tarefas, finalmente, exaustas, se jogavam no sof¨¢ da s. Marc chutou de leve a perna de Liliane o p¨¦ Liliane, voc¨º est¨¢ prestes a me matar de cansa?o e fome, n?o est¨¢? ¨C Brincou Marc. ¨C O que voc¨º gostaria deer? Perguntou Liliane, sorrindo. T ¨C Churrasco! Abriram uma churrascaria na cidade, mas ¨¦ um pouco cara. ¨C Respondeu Marc, pensando por um momento e olhando para o rel¨®gio, acrescentou. J¨¢ s?o dez e meia, se formos agora, ainda conseguimos pegar o jantar. ¨C ¨®timo, vamos l¨¢ agora. Concordou Liliane, tomando um gole de ¨¢gua. Decidido, as duas correram em dire??o ¨¤ churrascaria. A nova churrascaria ficava perto do Apartamento Internacional da Serafim. Liliane olhou para Marc resigna??o. Voc¨º me trouxe aqui para me atormentar Liliane. ¨C ou paraer churrasco? Repreendeu ¨C Voc¨º est¨¢ fndo da Mavis, certo? N?o vamos encontrar enquantoemos. Disse Marc, um tom desdenhoso, pedindo os pratos. Mal terminou a frase, ouviram gritos vindos de uma mesa pr¨®xima. Gar?om, a conta! ¨C Disse Mavis. Ambas olharam instintivamente na dire??o da mesa. Num rnce, Marc arregalou os olhos. Caramba! ¨C Exmou Marc. Liliane ficava surpresa. Lili! Aquele homem loiro! Eu o reconhe?o! ¨C Sussurrou Marc, chocada, N?velDrama.Org: text ? owner. apontando para tr¨¢s. Seu amigo? ¨C Perguntou Liliane, confusa. N?o, ele ¨¦ o contato da Mavis! ¨C Negou Marc, bn?ando a cabe?a. 1 Liliane pensou no que Marc disse anteriormente. Isso parece improv¨¢vel, Mavis est¨¢ prestes a ficar noiva de William. Comentou Liliane, confusa, franzindo a testa. A menos que tivesse enlouquecido, n?o faria algo assim. ¨C Voc¨º duvida de mim, n¨¦? N?o vamoser agora! Vamos seguir ele! ¨C Sugeriu Marc. Liliane foi inexplicavelmente arrastada para fora da churrascaria por Marc. O homem loiro saiu do local e seguiu em dire??o ao Apartamento Internacional da Serafim, se mantendo alerta ao redor antes de entrar seu cart?o. Sem um cart?o, n?o conseguiremos entrar¡­ Disse Liliane, impotente. Mas antes que pudesse terminar, Marc tirou um cart?o do Apartamento Internacional da Serafim. ¨C Como voc¨º conseguiu isso? Exmou Liliane, baixinho, arregndo os olhos. Marc sorriu de maneira maliciosa, sem explicar, guiando Liliane para dentro doplexo residencial. Liliane estava perplexa, e Marc seguiram o homem at¨¦ um pr¨¦dio. Depois que o homem entrou no elevador, Marc levou Liliane at¨¦ a escada de inc¨ºndio e subiram at¨¦ o terceiro andar. Ao sairem da escada, ouviram a voz doce de Mavis. Pablo, por que demorou tanto? ¨C Disse Mavis. Pablo respondeu sem rodeios: Est¨¢ tanta pressa para que eu transe voc¨º? Disse o homem loiro. Com aqus pvras, a porta se fechou. Liliane ficou paralisadao se tivesse sido atingida por um raio. Marc tamb¨¦m estava surpresa, n?o esperava que Pablo fosse t?o direto em suas pvras Silenciosamente, as duas deixaram oplexo e entraram no carro. Realmente, algumas pessoas n?o t¨ºm limites. Comentou Marc. est¨¢ sendo muito corajosa. William n?o tolerar¨¢ algo assim. Murmurou Liliane. At¨¦ Deus deve estar indignado, ¨¦ por isso que voc¨º teve a sorte de testemunhar Disse Marc. Liliane encarou o Apartamento Internacional da Serafim. Se tivesse capturado aqu cena para mostrar a William, poderia ter conseguido a melhor vingan?a possivel sobre Mavis em r??o ao incidente sua m?e. Infelizmente, n?o acreditou em Marc e perdeu a oportunidade. ¨C Marc, vou transferir dinheiro para voc¨º mais tarde. Mantenha o olho em Mavis por mim. Disse Liliane. ¨C Lili, voc¨º me v¨ºo algu¨¦m que precisa de dinheiro? ¨C Falou Marc, revirando os olhos. Vamos ver. Liliane olhou para . Se voc¨º recusar, nunca mais pedirei sua ajuda. Marc cedeu, indignada. Apartamento Internacional da Serafim. ¨C Nos pr¨®ximos tempos, n?o poderei vir. Disse Pablo, abra?ando Mavis. Por qu¨º? Perguntou Mavis, surpresa, olhando para ele. ¨C ¨C Cap¨ªtulo 58 Cap铆tulo 58 Cap¨ªtulo 58 ainda n?o estava gr¨¢vida, ele n?o podia deixar de vir! ¨C Os homens de William j¨¢ est?o seguindo minhas pistas, tenho medo de ser descoberto. ¨C Disse Pablo, olhos decididos. Ele ainda est¨¢ investigando? ¨C Perguntou Mavis, surpresa ¨C N?o ¨¦ s¨® isso, percebi que algu¨¦m me seguia quando vim esta noite. ¨C Assentiu Pablo. Como voc¨º entrou ent?o? ¨C Exmou Mavis, quase pndo de susto. -Se voc¨º continuar gritando, vou te matar! ¨C Disse Pablo, furioso, encarando Mavis. Se eu quiser que voc¨º viva, voc¨º vive. Se eu quiser que voc¨º morra, voc¨º morre! Mavis ficou furiosa, mas ao mesmo tempo incapaz de desafiar Pablo! Pelo menos at¨¦ que estivesse gr¨¢vida, teria que se curvar a ele. No entanto, se realmente engravidasse, certeza encontraria uma maneira de fazer ele se cr para sempre! Afinal, n?o podia permitir que algu¨¦m que sabia tantos de seus segredos permanecesse ao seudo! ¨C E agora, o que devemos fazer? Perguntou Mavis, suspirando. Vou pegar o rastreador antes que William perceba! ¨C Disse Pablo, sorrindo de leve. Quarta¨Cfeira. Liliane foi ao hospital suburbano para um exame de gravidez. Ao saber que o beb¨º estava saud¨¢vel, o humor d melhorou consideravelmente. A caminho de casa, Liliane recebeu uma liga??o de um n¨²mero desconhecido. atendeu. Ol¨¢, ¨¦ a Liliane? ¨C Perguntou a pessoa do outrodo da linha. Quem ¨¦ voc¨º? ¨C Perguntou Liliane, perplexa, Bem, eu sou o representante de sua m?e. N?o sei se voc¨º tem tempo agora, mas tenho uma carta que preciso entregar a voc¨º. Disse o homem do outrodo. Liliane franziu a testa, representante? Quando sua m?e arranjou um representante? Sim, onde voc¨º est¨¢? Continuou Liliane, ainda desconfiada. Bem, que tal ¨¤s 10h30, na Cafeteria da Estr, na Rua do Mar Norte? Sugeriu o homem. Liliane verificou seu rel¨®gio. ¨C Est¨¢ bem, estou a caminho. Concordou Liliane. ¡ª Chegando ao local, exatamente ¨¤s 10h30, Liliane entrou. Um homem de meia¨Cidade Olhando para o estranho, Liliane ficava um pouco cautelosa. Ele a reconheceu assim que entrou p porta? Contudo, ao ver v¨¢rias pessoas na cafeteria, Liliane se sentiu um pouco mais aliviada. Ao se aproximar do homem de meia¨Cidade, notou que havia uma pasta de documentos sobre a mesa. ¨C Ol¨¢. Cumprimentou Liliane. ¨C Ol¨¢, Liliane. ¨C Saudou o homem, sorrindo. Em seguida, ele entregou um cart?o de visita. Eu sou o Mateus. Disse ele. Sr. Mateus, qual ¨¦ a sua r??o minha m?e? ¨C Disse Liliane, diretamente. N?o temos r??o, estou apenas cumprindo uma tarefa. Respondeu Mateus. #15 BONUS ¨C Voc¨º disse que minha m?e deixou uma carta para mim. Disse Liliane, olhando para a pasta. ¨¦ isso? Mateus assentiu, empurrando a pasta na dire??o de Liliane. ¨C Este ¨¦ o documento que sua m?e preparou h¨¢ um ano. Naquele momento, me disse que, se falecesse, eu deveria entregar esta carta a voc¨º. Agora, minha miss?o est¨¢ cumprida. Explicou Mateus. Published by N?v''elD/rama.Org. Liliane hesitou por um momento. Um ano atr¨¢s¡­ rapidamente abriu a pasta, tirando de l¨¢ a carta. ¡°Lili, sou eu, sua m?e. Quando voc¨º ler esta carta, eu provavelmente j¨¢ n?o estarei mais neste mundo. O tempo passou r¨¢pido e voc¨º se tornou uma mulher crescida. Ao escrever esta carta, eu j¨¢ sabia que tinha cancer e n?o tinha muito tempo de vida. N?o me culpe por deixar voc¨º antes, quando eu n?o estiver mais aqui, voc¨º deve cuidar bem de si mesma. H¨¢ um assunto que est¨¢ pesando em meu cora??o h¨¢ vinte anos e depois que voc¨º souber, se quiser me odiar, tudo bem.. Lili, voc¨º n?o ¨¦ minha filha biol¨®gica, nem filha de Nelson. Voc¨º foi adotada por mim de um orfanato. No entanto, quem s?o seus pais biol¨®gicos, eu n?o posso lhe dizer, porque saber disso n?o trar¨¢ nenhum beneficio para voc¨º. Eu sei que voc¨º pode querer investigar, mas eu preciso te contar antes. Antes que voc¨º tenha qualquer poder, n?o v¨¢ investigar a identidade e a causa da morte de seus pais biol¨®gicos. A pessoa que contratei ¨¦ muito capaz. Se algum dia voc¨º quiser procurar pistas, pode pedir ajuda a ele. Lili, depois disso, n?o haver¨¢ mais ningu¨¦m para passar o Natal voc¨º, mas n?o tenha medo, sua m?e estar¨¢ no para¨ªso, aben?oando sua sa¨²de e seguran?a. Isso ¨¦ tudo o que tenho a dizer. Eu n?o sou muito culta, ent?o j¨¢ disse o que precisava. Se lembre, minha filha! Antes de ter poder suficiente, n?o investigue a origem de seus pais biol¨®gicos! Se lembre! F¨¢tima, adeus.¡± Uma carta t?o curta, mas cheia de despedida e amor de F¨¢tima por Liliane. Aqu. ¨²nica p¨¢gina abalou Liliane, inundando informa??es chocantes, n?o era a filha biol¨®gica de sua m?e? Como podia ser isso! Cap¨ªtulo 59 Cap铆tulo 59 Cap¨ªtulo 59 Mateus ofereceu um len?o a Liliane. ¨C Entendo que seja dif¨ªcil, mas chorar agora n?o resolve nada. ¨C Disse Mateus. Se n?o fosse p a??o de Mateus, Liliane nem teria percebido que estava chorando. Desculpe. Murmurou Liliane, aceitando o len?o. ¨¦preens¨ªvel. Falou Mateus calma. Ap¨®s ajustar suas emo??es, Liliane olhou para cima. ¨C Sr. Mateus, minha m?e mencionou em sua carta que voc¨º pode me ajudar. ¨C Disse Liliane. Mateus pegou a moch, retirou um documento e entregou a Liliane. ¨C Dinheiro resolve, na nossa ¨¢rea n?o h¨¢ espa?o para ajuda movida por emo??es. Tamb¨¦m precisamos ganhar a vida, espero que entenda. Disse Mateus. Liliane concordou, olhando para o or?amento no papel. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. Dinheiro n?o ¨¦ problema. olhou para Mateus, acrescentou. S¨® me importo efici¨ºncia e confiabilidade. Mateus apresentou outro documento a Liliane. Isso vai te convencer. Continuou Mateus. ¨C Liliane examinou cuidado os casos de sucesso da empresa ao longo dos anos, refor?ando sua confian?a em Mateus. ¨C Ent?o, Sr. Mateus, quando podemos assinar o contrato? Perguntou Liliane. ¨C ¨C Me diga o que voc¨º quer que eu investigue para voc¨º. Respondeu Mateus. ¨C Liliane fixou o olhar na carta. Quero saber de qual orfanato minha m?e me adotou. Disse Liliane. Novitex, escrit¨®rio da presid¨ºncia. Uma secretaria, olhos vermelhos, salu apressada do escrit¨®rio de William documentos nas m?os. De cabe?a baixa, acabou colidindo Mavis, que se aproximava. Embora Mavis mostrasse raiva nos olhos, se conteve e fingiu preocupa??o. Voc¨º est¨¢ bem? Perguntou Mavis. A secret¨¢ria, ao ver quem era, se desculpou rapidamente. ¨C Vice¨Cgerente Mavis, desculpe! N?o vi por onde estava indo, foi minha culpa! ¨C Desculpou a secret¨¢ria. N?o ¨¦ sua culpa. Mavis olhou para o escrit¨®rio e pergunto. Sr. William est¨¢ dando bronca de novo? Desde que a Secret¨¢ria Liliane saiu, Sr. William est¨¢ irritado todos os dias, qualquer coisa que fazemos est¨¢ errada. ¨C Remou a secret¨¢ria, quase chorando. Mavis apertou for?a os dentes, mas manteve um tom suave ao olhar para a secret¨¢ria. N?o se preocupe, vou l¨¢ acalmar ele. Disse Mavis, em tom suave. A secret¨¢ria agradeceu, emocionada, e correu de volta para a s d. Mavis ficou uma express?o sombria, Liliane era t?o importante assim para William? Todo o temperamento explosivo di¨¢rio e mesmo depois de Liliane partir, William n?o a levou para morar no Jardim Azul! Mavis, esquecendo de bater na porta, estava prestes a entrar quando ouviu a voz de William. ¨C Voc¨º descobriu? Confirmou que Liliane ficou no Orfanato Nuvem? ¨C Perguntou William. Mavis congelou num instante, os olhos arregdos de surpresa. +15 BORUS Orfanato Nuvem? Liliane? n?o tinha pais? Como poderia estar no mesmo orfanato que ? Mavis reviu mentalmente a marca de nascen?a no l¨®bulo da orelha de Liliane, recuando dois passos aturdida. Olhando ao redor para se certificar de que ningu¨¦m a viu, se virou pressa em dire??o ao elevador. De volta ao escrit¨®rio, Mavis n?o conseguia se acalmar. As mem¨®rias da infancia surgiamo uma tempestade em sua mente Naqu ¨¦poca, viu uma garota do mesmo orfanato carregando um menino desacordado da beira do rio. Os dois entraram em um armaz¨¦m abandonado nas proximidades e ficaram l¨¢ por um longo tempo. Curiosa, se aproximou para ver, apenas para descobrir que a garota acendeu um fogo para aquecer o menino e o cobriu roupas. Na ¨¦poca, Mavis desprezou, achando que a garota estava se intrometendo demais. No entanto, recentemente, ouviu de Pablo, no clube noturno, que o magnata William da Serafim estava procurando por uma garota uma marca de nascen?a no l¨®bulo da orelha que havia ficado no Orfanato Nuvem. Nummpejo, Mavis percebeu que William era o menino desacordado que viu anos atr¨¢s! Assim, e Pablo encenaram uma pe?a, fingindo que era a garota que o salvou, detalhando todos os acontecimentos no armaz¨¦m. Foi assim que conseguiu ficar aodo de William agora. Quanto mais Mavis pensava, mais inquieta ficava. Liliane poderia ser aqu garota? N?o, algo estava errado. Se fosse,o poderia n?o se lembrar de nada agora! precisava garantir que Liliane, essa irritante intrometida, desaparecesse +15 BOTAS No cafeteria Liliane e Mateus sa¨ªram depois de assinar o contrato. Ao sair, ouviram um grito aodo. ¨¦ voc¨º! ¨C Chamou Beatriz. Liliane se virou para ver uma mulher a um metro de distancia Logo percebeu que era Beatriz, a prima de Eduardo. Liliane n?o queria uma confronta??o p¨²blica, ent?o ignorou ee?ou a andar p cal?ada. Para onde est¨¢ indo? ¨C Perguntou Beatriz, correndo at¨¦ , agarrando seu bra?o. ¨C A nossa ¨²ltima disputa ainda n?o foi resolvida. Agora que eu te peguei, n?o pense em fugir! Liliane olhou desd¨¦m para . ¨C Que disputa temos? A disputa por homens ou a disputa onde seu primo me defendeu? Retrucou Liliane. ¨C ¨C Ambas! De qualquer forma, n?o vou deixar voc¨º sair impune! ¨C Respondeu Beatriz. O que voc¨º pretende fazer? ¨C Disse Liliane, sorrindo desd¨¦m. Diante da pergunta direta de Liliane, Beatriz piscou os olhos, meio aturdida. Eu, eu naturalmente¡­ ¨C Gaguejou Beatriz. ¨C Naturalmente o qu¨º? Vai agir contra mim em p¨²blico e envergonhar a familia Lima? Provocou Liliane. ¨C ¨C Liliane! N?o pense que, s¨® porque tem o apoio do meu primo, pode agir sem restri??es! ¨C Exmou Beatriz, irritada. Cap¨ªtulo 60 Cap铆tulo 60 Cap¨ªtulo 60 Liliane retirou a m?o de Beatriz da palma de sua m?o. ¨C Srta. Lima, suas informa??es n?o est?o atualizadas. A mulher aodo de William. n?o sou eu, mas a vice¨Cgerente do setor de design de vestimentas da empresa deles, Mavis. Se voc¨º quer confrontar algu¨¦m, confronte Mavis, n?o eu. Disse Liliane. ¨C Quem? ¨C Perguntou Beatriz, surpresa. Mavis. Repetiu Liliane, para evitarplica??es. Como isso pode acontecer? Como William encontrou outra mulher? Murmurou Beatriz, o rosto dolorido num instante, olhou raiva para Liliane de repente, acrescentou. Sua vagabunda, voc¨º est¨¢ me enganando? William n?o ¨¦ esse tipo de pessoa. Liliane ficou sem pvras. ¡°Abrir e fechar a boca ¨¦ f¨¢cil, vagabunda, ser¨¢ que acha que eu n?o tenho tempetamento?¡± ¨C Pensava Liliane. Srta. Lima, se voc¨º realmente gosta tanto do William, por que n?o f Mavis e a convence a sair? Ah, a prop¨®sito, a reputa??o de Mavis n?o ¨¦ das melhores, tenha cuidado para n?o ser intimidada por . Disse Liliane, sorrindo desd¨¦m. ¨C E se voc¨º estiver me enganando? Questionou Beatriz, confusa. ¨C N?o vai demorar muito para que eles fiquem noivos. Voc¨º pode esperar para ver se estou mentindo. Disse Liliane, cado o tempo mentalmente. Noivado? Beatriz exmou, chocada. Voc¨º est¨¢ dizendo que aqu mulher de m¨¢ ¨ªndole vai noivar William? Percebendo a raiva crescente em Beatriz, Liliane provocou um sorriso de esc¨¢rnio. Enquanto Beatriz estava distra¨ªda, encontrou uma oportunidade para sair. Ao entrar no t¨¢xi, finalmente rxou. mandou uma mensagem para Marc ¡°A sua parte est¨¢ em andamento?¡± Minutos depois, Marc respondeu. ¡°Come?amos ontem, mas infelizmente, a pessoa n?o apareceu.¡± Liliane franziu a testa. Parecia que n?o seria t?o f¨¢cil quanto pensava. Antes de guardar o celr, uma mensagem de um n¨²mero desconhecido apareceu. ¡°Liliane, desculpe, minha prima est¨¢ causando problemas novamente.¡± Liliane, olhando para o n¨²mero, percebeu que era o mesmo que Eduardo passou para alguns dias atr¨¢s. ¡°N?o faz nada, voc¨º est¨¢ livre esta noite?¡± ¨C Respondeu Liliane. ¡°Se for para jantar, estou livre.¡± Disse Eduardo. ¡°Que tal o Restaurante Gostoso na Rua do Rio, em meia hora?¡± ¨C Sugeriu Liliane. ¡°¨®timo, at¨¦ l¨¢.¡± ¨C Concordou Eduardo. Ao guardar o celr, Liliane instruiu o motorista a seguir para a Rua do Rio. Vinte minutos depois, Liliane chegou primeiro ao Restaurante Gostoso. O local era conhecido pelo sabor ipar¨¢vel de seus bifes, embora os pre?os fossem igualmente elevados. Mesmo que Liliane sentisse um aperto no cora??o ao gastar dinheiro, sabia que. n?o podia economizar ao levar Eduardo para jantar. Ao entrar, solicitou uma s privada ao gar?om e enviou o n¨²mero para Eduardo. Em pouco tempo, ele apareceu, vestindo roupas casuais, uma aura calorosa e amig¨¢vel. ¨C Sr. Eduardo, foi uma coincid¨ºncia voc¨º chegar ao restaurante agora? ¨C Brincou Liliane. Recebi sua mensagem assim que entrei. ¨C Disse Eduardo, sorrindo de leve ao se sentar. ¨C Obrigada ps duas vezes que me levou para oferecer a carona. Este jantar ¨¦ um agradecimento. Agradeceu Liliane, passando o card¨¢pio para ele. Isso parece mais uma tentativa de esrecer as coisas. Disse Eduardo, resignado. Liliane hesitou ao levantar o copo d¡¯¨¢gua. Na verdade, era isso mesmo. Ele era uma pessoa de alta posi??o, enquanto era apenas uma trabalhadora Pessoas diferen?as sociais t?o marcantes geralmente n?o se tornavam amigas. ¨C Sr. Eduardo ¨¦ uma pessoa perspicaz. Algumas coisas n?o precisam ser ditas t?o ramente. ¨C Respondeu Liliane, tomando um gole d¡¯¨¢gua. ¨C N?o entendi muito bem. Respondeu ele de maneira direta. Acho que podemos ser amigos. Liliane ficou surpresa, olhando para ele. ¨C N?o me entenda mal. Quero dizer amizade genu¨ªna. N?o importa a posi??o social, todos s?o iguais aos meus olhos. Liliane, voc¨º ¨¦ talentosa e n?o precisa se rebaixar. Continuou Eduardo, olhos gentis. As pvras positivas de Eduardo tocaram Liliane de maneira inesperada. Depois de tr¨ºs encontros, percebeu que ele era algu¨¦m sem pretens?es e amig¨¢vel, uma raridade entre os jovens de alta sociedade. Content held by N?velDrama.Org. Liliane sorriu de leve, optando por n?o dizer mais nada. Depois de terminarem a refei??o, Liliane se preparou para pagar a conta, mas o gar?om informou que Eduartdo j¨¢ havia pago. ¨C Isso me deixa desconfort¨¢vel, afinal, fui eu que o convidou. Disse Liliane, se sentindo constrangida. ¨C Na pr¨®xima vez, eu deixo voc¨º pagar. ¨C Disse Eduardo, n?o se importando. #15 BONUS Liliane concordou, saindo da s junto Eduardo. No entanto, ao sa¨ªrem, se depararam William e Mavis. Ao ver o rosto imponente e refinado de William, Liliane sentiu uma confus?o s¨²bita. Que coincid¨ºncia, Liliane. Voc¨º tamb¨¦m est¨¢ aqui para um encontro? Perguntou Mavis, sorrindo. Cap铆tulo 61 Capitulo 61 Uma simples frase d transformou um jantar simples em um encontroplicado! Liliane olhou frieza para , antes que pudesse fr, Eduardo aodo abriu a boca. William, quanto tempo. Disse Eduardo, sua voz tranqu erao uma brisa suave, acalmando o cora??o inquieto de Liliane. Era verdade, e William n?o tinham mais nenhum rcionamento, n?o havia necessidade de se preocupar mal¨Centendidos. Est¨¢ de bom humor, n¨¦? Provocou William, seu olhar sombrio. Mais ou menos. Respondeu Eduardo, sorrindo. William, voc¨º n?o acha que Liliane e este cavalheiro fazem um par perfeito? ¨C Disse Mavis, olhando para William. Os olhos profundos de William n?o revvam emo??o, apenas apertou os l¨¢bios e respondeu um ¡°sim¡°. Eduardo deu um olhar r¨¢pido para Mavis, depois de desviar o olhar, disse a Liliane: Vamos? Eu te levo para casa. estava prestes a recusar um ¡°n?o precisa¡°, mas Eduardo acrescentou: ¨C Aqu ¨¢rea n?o ¨¦ segura ¨¤ noite. Pensando no beb¨¦ em seu ventre, Liliane assentiu. Ao passar por William, Liliane percebeu o sorriso ir?nico em seus l¨¢bios. No caminho de volta. ¨C N?o perguntei para voc¨º, espero que n?o esteja raiva. Disse Eduardo, um sorriso suave.. ¨C ¨C ¨C N?o h¨¢ raiva quando voc¨º deixa as coisas para tr¨¢s. Respondeu Liliane, calma. ¨C Cada vez mais, acho que voc¨º se parece minha m?e. ¨C Afirmou Eduardo, recuando o sorriso nos l¨¢bios. Liliane n?o entendia totalmente aqu afirma??o, afinal, n?o sabiao era a m?e dele Posso ousadamente interpretar que voc¨º me v¨ºo sua irma? ¨C Perguntou Liliane. Eduardo ficou meio surpreso, depois riu. ¨C Na verdade, pode interpretar assim. Respondeu ele. Liliane n?o disse mais nada. De volta a casa, Liliane se sentou em frente aoputador ee?ou a trabalhar nos esbo?os. refinou cuidado o design antes de subir para dormir. Pouco tempo depois, batidas a porta a assustaram. Com o cora??o acelerado, Liliane se levantou, olhando para a porta. Published by N?v''elD/rama.Org. Quem estaria batendo em sua porta a essa hora da noite? Sre¨¢ que o ano novo ia chegar e encontrava um intruso? acendeu a luz, se aproximando em sil¨ºncio. Olhando pelo olho m¨¢gico, n?o viu um intruso, mas sim William o rosto vermelho. ¨C William! N?o bata¡­ Gritou Liliane, atrav¨¦s da porta, franzindo a testa. ¨C Liliane, abra a porta! ¨C Amea?ou William, frieza. Com medo de perturbar os vizinhos, Liliane se viu obrigada a abrir a porta. Mal a porta se entreabriu, a imponente figura de William j¨¢ se espremia para dentro. Um forte cheiro de ¨¢lcool atingiu suas narinas e antes que Liliane pudesse reagir, William a agarrou sem cerim?nias. William, voc¨º entrou na casa errada! Advertiu Liliane, a voz baixa, tentando afastar ele. Ignorando suas pvras, ele se levantou, desajeitado, fechando a porta atr¨¢s de si. Ent?o, ele varreu a s seu olhar frio, ao perceber que n?o havia outras pessoas, um sorriso sarcastico brincou em seus l¨¢bios. O que houve? N?o vai convidar sua nova paix?o para uma estadia? ¨C Zombou William, o tom zombeteiro dele provocou a ira de Liliane. Voc¨º est¨¢ louco? Vit aqui de madrugada para fiscalizar? ¨C Questionou Liliane, ap¨®s proferir as pvras, imediatamente se arrependeu. O que era aqu fiscaliza??o? Ele n?o tinha o direito! As sobrancelhas de William se contra¨ªram e sua presen?a se tornou g¨¦lida aos poucos. Liliane, est¨¢ precisando de dinheiro t?o desesperadamente? Perguntou William. O que voc¨º quer dizer isso? Retrucou Liliane, franzindo a testa. Deixe Eduardo! Disse William, a voz dele soouo uma ordem. ¨C Por que voc¨º acha que tem o direito de interferir na minha vida? ¨C Disse Liliane, sorrindo desd¨¦m. Liliane! Rugiu William, de repente, e continuou. Se a familia Lima souber que voc¨º est¨¢ Eduardo, v?o te destruirpletamente! Isso ¨¦ da sua conta? Liliane o encarou, furiosa. Por que n?o fica a Mavis e deixa a gente em paz? No final da frase, William abaixou a cabe?a e beijou os l¨¢bios de Liliane. tentou empurrar ele, mas ele segurou suas m?os. Incapaz de se mover, Liliane s¨® pode morder os l¨¢bios de William. Ele grunhiu de dor, mas n?o mostrou sinais de desist¨ºncia. Pelo contr¨¢rio, ele segurou a parte de tr¨¢s da cabe?a de Liliane, intensificando o beijo. Quanto mais resistia, mais firme ele apertava. Sob a tontura causada pelo beijo for?ado, William subitamente se inclinou, pegando Liliane em seus bra?os e seguindo em dire??o ao quarto passosrgos. Ele a jogou na cama, se posicionando sobre e a encarando intensidade. ¨C Liliane, eu ainda n?o assinei o contrato. Disse William. ¨C ¨C William, voc¨º ¨¦ um canalha! ¨C Insultou , envergonhada e furiosa. Vou te lembrar do que ¨¦ ser um canalha! ¨C Disse William, ap¨¢tico. Quatro da manh? chegou, Liliane n?o conseguia dormir. Observava a serena express?o adormecida de William, sentindo uma vontade de acordar ele um tapa. Contudo, ao erguer a m?o, recuou. Sabia que n?o podia seguir por esse caminho. Entretanto, dividir a cama ele s¨® a fazia pensar na intimidade entre William e Mavis. De repente, o celr na mesa de cabeceirae?ou a vibrar. Cap¨ªtulo 62 Cap铆tulo 62 Cap¨ªtulo 62 Published by N?v''elD/rama.Org. Liliane se virou na cama e alcan?ou o celr Ao ver a chamada desconhecida, franziu a testa, curiosa sobre quem ligaria a essa hora da noite. se levantou cuidado, abrindo a porta do quarto para atender, aguardando em sil¨ºncio p voz do outrodo. ¨C Alo? Liliane, por favor? Aqui ¨¦ Pris?o da Serafim. Disse a voz do outrodo da linha. Pris?o? Uma sensa??o de inquieta??o percorreu Liliane. O que houve? ¨C Perguntou Liliane, inquieta. Seu pai faleceu na c ¨¤s tr¨ºs horas e cinquenta e dois minutos. Venha reivindicar o corpo amanh?. ¨C Explicou a voz do outrodo da linha. Um estrondo ecoou na mente de Liliane. Nelson¡­ Estava morto? abaixou o celr, os olhos cheios de incredulidade. Mesmo ressentimentos, ele havia trabalhado duro para sustentar a familia na infancia. Segurando o peito, Liliane desabou sem for?as no sof¨¢. Por que tudo isso aconteceu t?o de repente? No dia seguinte. William, que tamb¨¦m soube da not¨ªcia, panhou Liliane at¨¦ a pris?o. Um guarda a levou para identificar o corpo de Nelson. Ao ver as marcas de ferimentos em seu rosto, as l¨¢grimas de Liliane escaparam. Fora da s, William observava Liliane, o cora??o pesado. Quem foi o respons¨¢vel? Perguntou William, a voz frio, se voltando para of quarda Uma briga na c, dois prisioneiros o espancaram at¨¦ a morte. Respondeu of guarda, suspitando. William franzia a testa, percebendo que pvras vingativas n?o mudariam nada agora. Depois de um tempo, Liliane saiu e se aproximou de William. Obrigada por me trazer aqui. Disse Liliane, calma e sem express?o. Ele a observou atentamente, notando a calma excessiva em seus olhos. Liliane¡­ Chamou William. ¨C Agrade?o, voc¨º pode ir agora. Interrompeu Liliane, apertando os l¨¢bios. Eut consigo lidar isso. William n?o disse mais nada, apenas a encarou por um momento antes de se afastar. O servi?o funer¨¢rio chegou r¨¢pido, Liliane seguiu para o cremat¨®rio. Sem amigos ou parentes presentes, providenciou um funeral simples. Enquanto aguardava a crema??o, Liliane entrou em contato o pessoal do cemit¨¦rio. Ap¨®s a crema??o, levou as cinzas de Nelson para o cemit¨¦rio e o enterrou. Com todos os assuntos resolvidos, Lilianeprou um buqu¨º de lirios brancos e visitou o t¨²mulo de F¨¢tima, Colocou as flores ao p¨¦ da l¨¢pide e se ajoelhou. M?e,o voc¨º est¨¢ l¨¢? Deve odiar muito papai, n¨¦? Mas n?o precisa mais, porque ele faleceu. Agora, s¨® restou eu¡­ Murmurou Liliane. N?o longe dali, William e Jorge observavam em sil¨ºncio Liliane ajoelhada diante do t¨²mulo. Depois de um tempo, Jorge suspirou. Sr. William, a Srta. Liliane ¨¦ realmente uma alma sofrida. ¨C Comentou Jorge. William permaneceu em sil¨ºncio, seus olhos escuros n?o revvam emo??o. Encontraram aquele sujeito? ¨C Perguntou William, ap¨®s uma pausa. Jorge baixou a cabe?a. ¨C Sr. William, ele ¨¦ astuto. Assim que encontramos uma pista, ele a elimina. ¨C Respondeu Jorge. William franziu a testa, -Eu quero resultados. Disse William, insatisfeito, franzindo a testa. Sim, Sr. William. Disse Jorge. William desviou o olhar, acendeu um cigarro e deu uma tragada. ¨C E sobre o orfanato? Continuou William. A nova diretora ainda est¨¢ procurando os registros antigos. Vai levar um tempo. ¨C Respondeu Jorge. William jogou a cinza do cigarro. Vou l¨¢ amanh?. Disse William. ¨C ¨C Sr. William. Lembrou Jorge. ¨C O Sr. Guilherme estar¨¢ na Serafim amanh?. ¨C Ent?o eu irei depois de amanh?! Disse William, um toque de frustra??o apareceu nos seus olhos. Entendido¡­ Respondeu Jorge.. Mal Jorge terminou de fr, Liliane cambaleou ao se levantar. Em seguida, desabou de repente. ¨C Liliane! Chamou William. ¨C William gritou,rgou o cigarro e correu em sua dire??o. Na s cheia de padr?es de desenhos animados, uma garotinha abra?ava os joelhos perto da cama, chorando sem parar e chamando por sua m?e. Quando a porta se abriu, se endireitou para ver v¨¢rios outras meninas de sua idade entrando, se encolhendo ao ver s. ¨C Chorona! Voc¨º s¨® sabe chorar o tempo todo! Que azar! ¨C Disse uma das garotas. A l¨ªder rabo de cavalo pegou uma boneca do ch?o e a atirou for?a na garotinha. ¨C ¨C Chora mais e eu vou enfiar um pano na sua boca! Amea?ou a garota rabo de cavalo. A garotinha parou de chorar, olhando raiva para a l¨ªder. ¨C Voc¨º est¨¢ me encarando de novo? Como ousa! Continuou a garota rabo de cavalo. A lider partiu rapidamente para cima, desferindo um soco pesado na cabe?a da garotinha. Voc¨º vai vero eu lido voc¨º! Desgra?ada! Desgra?ada! Disse a garota rabo de cavalo. N?o¡­ ¨C Gritou a garotinha. ¨C Pare isso! Gritou Liliane for?a, em seguida, abrindo os olhos abruptamente. ofegava, olhos cheios de terror fixos no teto. estava de volta ao pesadelo. Aqu pobre garotinha sendo agredida. Srta. Liliane acordou! Uma voz familiar ecoou e Liliane virou os olhos para ver Lucinda correndo para fora do quarto, cheia de anima??o. Cap¨ªtulo 63 Cap铆tulo 63 Cap¨ªtulo 63 se assustou, percebendo estar no quarto de William. Liliane esfregou a testa, sem ter ideia deo William levou de volta. Passos se aproximaram e o rosto charmoso, por¨¦m sombrio, de um homem apareceu diante d. Ele caminhou at¨¦ a beira da cama, olhando frieza para Liliane. ¨C Acordou? Perguntou William. Liliane encarou ele sem paci¨ºncia. Que tipo de pergunta era essa? Vendo o sarcasmo nos olhos de Liliane, o rosto de William ficou sombrio. Voc¨º n?o tem gratid?o? Trouxe voc¨º de volta e nem um ¡°obrigada¡°? ¨C Disse William. ¨C Obrigada. Respondeu Liliane, sem entona??o de agradecimento. A calma d n?o revva nenhum tra?o de gratid?o. William engoliu em seco. sempre sabiao irritar ele! Por que n?o est¨¢ se alimentando adequadamente? Desnutri??o ¨¦ confort¨¢vel para voc¨º? ¨C Questionou William, ap¨¢tico, ap¨®s um momento. Published by N?v''elD/rama.Org. Liliane apertou os l¨¢bios, sem responder, resistindo ¨¤ tontura enquanto se sentava e ¨C ¨C Liliane! Disse William, segurando seu ombro, um leve rancor em seu olhar. N?o me force a amarrar voc¨º na cama cordas! Liliane olhou frieza para ele. ¨C Voc¨º n?o tem mais o direito de me manter presa! Disse Liliane. William ficou perplexo, ummpejo deplexidade apareceu em seus olhos antes de franzir a testa. Recupere suas for?as antes de sair. ¨C Sugeriu William. 175 Depois do que aconteceu na noite passada, Liliane n?o confiava em suas pvras. Quem sabia se ele n?o tentaria algo novamente? Liliane, decidida, vestiu as pantufas e se dirigiu para fora. Se acha que isso vai facilitar sua sa¨ªda, n?o vou impedir. ¨C Zombou William, permanecendo no lugar. Liliane parou, olhando para as roupas que usava. Ao perceber que estava vestindo a camisa de William, corou num instante. ¨C Onde est?o as minhas roupas? ¨C Perguntou Liliane, indigna??o, encarando ele. Ao ver Liliane ficar furiosao uma leoa, William sorriu de canto. ¨C Acha que eu deixaria voc¨º sujar minha cama? ¨C Disse William, um sorrio. ¡°Voc¨º ¨¦ que est¨¢ sujo!¡± Liliane respondeu em pensamento. Vdo por um momento, escolheu sair do quarto de William. No entanto, n?o desceu as escadas, em vez disso, se dirigiu ao quarto onde costumava ficar. Ao abrir o guarda¨Croupa, Liliane retirou um conjunto de roupas que William lhe presenteou no passado, mas que nunca havia levado consigo. Ap¨®s vestir as roupas, desceu as escadas. Lucinda estava prestes a trazer uma sopa quando viu Liliane pronta para sair. Rapidamente colocou a tig na mesa e se aproximou, bloqueando o caminho. ¨C Srta. Liliane, seu corpo est¨¢ fraco, deveria descansar um pouco mais. ¨C Sugeriu. Lucinda. Ao ver a express?o cuidadosa de Lucindao sua m?e, Liliane suavizou sua voz. ¨C Lucinda, agrade?o p sua preocupa??o, mas n?o devo ficar aqui por muito tempo. Disse Liliane, em tom suave. Pelo menosa algo antes de partir. Na sopa de frango, adicionei algumas ervas medicinais para fortalecer a vitalidade. Levei duas horas preparando. ¨C Insistiu Lucinda Liliane n?o teve coragem de recusar a gentileza de Lucinda. Entendi, obrigada, Lucinda. Concordou Liliane. Em seguida, se dirigiu ¨¤ mesa ee?ou a tomar a sopa. Originalmente, pretendiaer e sair, mas, de repente, ouviu batidas na porta. Lucinda foi abrir. A voz de Mavis ecoou na s. Lucinda William est¨¢ em casa? ¨C Perguntou Mavis. Lucinda trouxe Mavis para dentro, olhando de maneira desconfort¨¢vel na dire??o de Liliane. Ao mesmo tempo, Mavis notou Liliane e uma express?o maliciosa surgiu em seu rosto. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? Gritou Mavis, incapaz de contrr seus sentimentos. Liliane permaneceu em sil¨ºncio. Quanto mais se tentava evitar algu¨¦m, mais prov¨¢vel era encontrar a pessoa. -Eu te pergunto! Por que voc¨º est¨¢ na casa do William?! ¨C Exmou Mavis, correndo at¨¦ Liliane. Liliane permaneceu imperturbavel, bebendo calma a sopa. ¨C p. Mavis bateu na colher de Liliane, sua voz cheia de agita??o. ¨C Fale! N?o finja que n?o ouviu! ¨C Gritou Mavis, raiva. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo? ¨C A voz de William ressoou da escada. Mavis ficou paralisada, suas emo??es mudaram rapidamente. Com um olhar de tristeza, olhou para William. William, me desculpe. Deixei o ci¨²mes me dominar. Explicou Mavis. ¨C Liliane, observando a atua??o exagerada de Mavis, sentiu n¨¢useas. William se aproximou d, uma express?o fria apareceu em seu rosto. Volte para casa! ¨C Ordenou William. Mavis, incr¨¦d, ficou os olhos vermelhos. ¨C William, voc¨º n?o deveria me dar uma explica??o? Estamos prestes a noivar e aparece na sua casa. Disse Mavis, ¨C Voc¨º n?o tem o direito de se intrometer nos meus assuntos. Retrucou William, irritado. Mavis, chorosa, abaixou a cabe?a ee?ou a se desculpar. William¡­ Sinto muito, eu¡­ Foi minha culpa. N?o vou perguntar mais, est¨¢ bem? ¨C Desculpou Mavis. Ao ver a atua??o convincente de Mavis, Liliane de repente se perguntouo se curvaria em humildade se William descobrisse sua trai??o? De repente, seu celr vibrou no bolso, Liliane o pegou e leu a mensagem no WhatsApp de Mateus. ¡°Encontrei. Orfanato Nuvem.¡± ¦§ Os dedos de Liliane se contra¨ªram e se levantou pressa. William franzia a testa, observando . 1 ¨C J¨¢ terminou deer? ¨C Perguntou William. Liliane parou e se virou. ¨C ¨C Sim, obrigada. Ali¨¢s, se voc¨º n?o tivesse insistido em me manter aqui, n?o teria experimentado a culin¨¢ria incr¨ªvel de Lucinda. ¨C Disse Liliane. Ao desviar o olhar, Liliane fixou de prop¨®sito seus olhos no rosto de Mavis por alguns segundos. Ver a express?o d ficar horr¨ªvel deixou de bom humor. A habilidade de repugnar as pessoas era algo que qualquer um podia dominar. Se despedindo de Lucinda, Liliane deixou o Jardim Azul. GET IT Cap¨ªtulo 64 Cap铆tulo 64 GET IT Cap¨ªtulo 64 Depois de entrar no carro, Liliane procurou o endere?o do Orfanato Nuvem no mapa. O oifanato ficava nos sub¨²rbios a oeste da cidade, a duas horas de distancia de onde morava. Liliane voltou ¨¤ conversa Mateus e transferiu o restante do dinheiro para ele. Realmente, a efici¨ºncia de Mateus em resolver as coisas era not¨¢vel. Published by N?v''elD/rama.Org. ¡°Sr. Mateus, posso perguntaro voc¨º descobriu isso?¡°¨C Perguntou Liliane. Em menos de um minuto, Mateus ligou para . ¨C N?o usei sua identidade, usei a F¨¢tima. tem registros de ado??o. No entanto, ¨¦ estranho, pois s¨® h¨¢ informa??es do seu orfanato, n?o seus nomes anteriores. Se voc¨º puder me dizer seus nomes antigos, talvez eu possa encontrar mais informa??es ¨²teis. Disse Mateus. Nomes antigos? Liliane ficou perplexa, pois sua m?e mencionou que teve uma grave doen?a na inf¨¤ncia. N?o tinha lembran?as antes dos sete anos, ent?o, quanto aos nomes, estava impotente. ¨C Desculpe, Sr. Mateus, eu n?o me lembro. ¨C Respondeu Liliane. Ent?o n?o h¨¢ nada a ser feito, mas voc¨º pode verificar os arquivos no orfanato. Vou enviar a data da ado??o para voc¨ºparar. Vou organizar para voc¨º, basta procurar a nova diretora. Disse Mateus. ¨C Liliane agradeceu mais uma vez, ap¨®s encerrar a liga??o, Mateus enviou rapidamente uma mensagem as informa??es. Salvando a imagem, Liliane olhou p jan. poderia adiar a busca pelos pais biol¨®gicos, mas estava determinada a recuperar essa parte de sua vida. Apartamento Internacional da Serafim. Mavis, ao chegar em casa, ligou imediatamente para Pablo. Quando a liga??o foi atendida, Mavise?ou a chorar, ¨C Pablo, desta vez, de qualquer maneira, voc¨º tem que me ajudar a eliminar Liliane! ¨C Disse Mavis, chorando. O que aconteceu? Me conte devagar. ¨C Consolou Pablo, paci¨ºncia. Mavis detalhou os acontecimentos. Embora eu n?o tenha informa??es concretas, consigo sentir que Liliane ¨¦ a pessoa que havia salvado William anos atr¨¢s! Pablo, Liliane precisa morrer! Caso contr¨¢rio, n?o teremos futuro! Disse Mavis. ¨C Entendi! Deixe issoigo! ¨C Assegurou Pablo. No dia seguinte. Ap¨®s lidar os documentos em suas m?os, Liliane pegou um t¨¢xi em dire??o ao Orfanato Nuvem. Duas horas depois, desceu do carro na entrada do orfanato. Ao olhar para o ambiente desconhecido ¨¤ sua frente, Liliane mal podia acreditar que j¨¢ havia estado ali. Se sua m?e n?o tivesse falecido, talvez nem acreditasse que foi adotada naquele orfanato. Com um sorriso amargo, Liliane caminhou em dire??o ¨¤ porta. No interior, alguns professores brincavam um grupo de crian?as no p¨¢tio. Ao notar algu¨¦m entrando, uma das professoras se aproximou. Ol¨¢, posso ajudar em algo? ¨C Perguntou a professora. Estou procurando a diretora Yasmin, est¨¢ dispon¨ªvel? ¨C Respondeu Liliane, lembrando das pvras de Mateus na noite anterior ¨C Sim, vou te levar at¨¦ . Assentiu a professora. Agradecendo, Liliane seguiu a professora em dire??o ao pr¨¦dio principal, foram ao escrit¨®rio da diretora. A porta estava aberta e a professora bateu duas vezes. ¨C Diretora Yasmin, tem algu¨¦m procurando por voc¨º. Anunciou a professora. Yasmin, uma mulher de meia¨Cidade ¨®culos, se levantou. ¨C Ol¨¢,o posso ajudar? ¨C Perguntou Yasmin. ¨C Ol¨¢, Diretora Yasmin, o Sr. Ethan deve ter avisado sobre minha visita. Disse Liliane, enquanto entrou no escrit¨®rio. Sr. Ethan era a pessoa que Mateus havia contatado para Liliane. ¨C Ah, sim. Entre, por favor. Disse Yasimin, sorrindo. Liliane se sentou no sof¨¢ e Yasmin serviu ¨¢gua. ¨C Ele me ligou ontem ¨¤ noite, dizendo que voc¨º estava procurando os registros da sua ado??o. No entanto, esses documentos s?o antigos, quando assumi o orfanato, os documentos n?o estavam organizados. Pode levar um tempo encontrar eles. ¨C Disse Yasimin. Liliane ficou surpresa. N?o organizados? Se houvesse muitos documentos, seria realmente desafiador. ¨C N?o se preocupe, o fato de poder procurar j¨¢ ¨¦ ¨®timo. Continuou Liliane. Yasmin riu e colocou um copo de ¨¢gua na frente de Liliane. Beba um pouco de ¨¢gua, vou pegar a chave e te levar l¨¢. ¨C Disse Yasmin. Liliane agradeceu, aceitou a ¨¢gua e tomou alguns goles antes de Yasmin voltar. A diretora a guiou at¨¦ o pr¨¦dio de ensino. Ao abrir a porta do port?o de ferro, uma fileira de constru??es baixas e desgastadas apareceu. Yasmin parou na terceira s, abriu a porta e acendeu a luz. Esta tudo aqui Talou Vsemin Liliane olhou para a bagun?a de documentos na mesa e no ch?o, se sentindo um pouco sobrecarregada. Mesmo assim, agradeceu novamente ¨¤ diretora. Depois que Yasmin saiu, Lilianee?ou a procurar os documentos de dezenove anos atr¨¢s. Ao mesmo tempo, na Antiga Mans?o dos Gabaldo. William desceu do carro, sendo recebido pelo mordomo. ¨C Sr. William, Sr. Guilherme est¨¢ esperando l¨¢ dentro. Disse o mordomo. William acenou a cabe?a, levando Jorge em dire??o ¨¤ resid¨ºncia.. Ao entrar na s de estar, viu seu segundo irm?o mais velho, Dous Gabaldo, e Guilherme conversando. Ao ouvir o barulho da porta, Guilherme ergueu a cabe?a. ¨C Voc¨º ainda se lembra de ter um pai? Resmungou Guilherme, frieza, ao ver William. William, express?o indiferente, se sentou no sof¨¢ e Dous se aproximou. William, f para o pai sobre seu noivado. Sussurrou Dous, aconselhando. Cap¨ªtulo 65 Cap铆tulo 65 Cap¨ªtulo 65 Williamn?ou a ele um olhar e n?o respondeu. Guilherme conhecia bem o temperamento de William. Ele conteve um pouco de sua raiva. William, me diga, afinal, que tipo de mulher ¨¦ capaz de fazer voc¨º decidir noivar em ¨C t?o pouco tempo? ¨C Perguntou Guilherme. ¨C Voc¨º esqueceu o que aconteceu quando eu tinha oito anos? ¨C Retrucou William, olhou frieza para Guilherme. Guilherme e Dous ficaram tensos. Voc¨º encontrou aqu garota que te salvou? Indagou Guilherme. Sim. Respondeu William, voz grave. Guilherme ficou sem pvras. Ao longo dos anos, a hist¨®ria de seu filho procurando aqu garota era conhecida por todos. Embora ele apreciasse o gesto salvador da garota, a esposa de William precisava ser de uma boa fam¨ªlia. Se a encontrou, d¨¢ a algum dinheiro e uma casa, n?o h¨¢ necessidade de casar Sem , acha que eu estaria aqui sentado? ¨C Refutou William, sorrindo desd¨¦m. William! ¨C Disse Guilherme, franzindo a testa. Pai! Interrompeu William, se levantou de repente. Se n?o houver mais nada, vou Content held by N?velDrama.Org. embora. Al¨¦m disso, meu casamento n?o precisa da sua preocupa??o! Dizendo isso, William foi em dire??o ¨¤ saida. ¨C William! Como ousa fr assim o pai! ¨C Repreendeu Dous, pressa, ao ver isso. William parou, se virou, ap¨¢tico, para Dous. Que direito voc¨º tem de frigo? ¨C Questionou Dous ficou vermelho. Eu sou seu irm?o mais velho! Disse Dous, raiva. ¨C Irm?o mais velho? ¨C William zombou. Se n?o fosse por voc¨º naquele ano, eu teria sido sequestrado e morto l¨¢ fora. Dous ficou sem pvras. Quando William saiu, Dous olhou para Guilherme. Pai, se continuar assim, um dia ele vai superar voc¨º! Remou Dous. Ent?o, lute por isso voc¨º mesmo! ¨C Disse Guilherme, encarando Dous. Dous baixou a cabe?a, envergonhado. ¨C Eu n?o estou tentando o meu melhor? ¨C Disse Dous, baixinho. Fora da mans?o antiga. Assim que William entrou no carro, Jorge se virou. ¨C Sr. William, acabamos de receber uma liga??o informando que algu¨¦m est¨¢ investigando a Srta. Liliane. Disse Jorge. ¨C A aura de William ficou tensa.. ¨C Quem? ¨C Perguntou William. ¨C ¨C Ainda n?o temos as informa??es, mas eles est?o indo para o orfanato. Respondeu Jorge. William estreitou os olhos. ¨C Vire, v¨¢ para o orfanato. Ordenou William. Passou o tempo at¨¦ escurecer enquanto Liliane vasculhava a s de documentos, encontrando finalmente dois registros de dezenove anos atr¨¢s. +TB BONUS descansou por um momento, prestes a continuar a busca, quando Yasmin entrou. Senhorita, est¨¢ na hora do jantar. Quer ir ¨¤ cantinaer alguma coisa? Perguntou a diretora. ¨C Obrigada, mas n?o precisa, diretora Yasmin. Vou continuar procurando por mais um tempo. Se n?o encontrar, volto amanh?. Recusou Liliane, sorrindo. Yasmin assentiu, deixando a chave na mesa. ¨C Aqui est¨¢ a chave da porta de ferro, Quando sair, por favor, tranque a porta e entregue a chave para um dos professores aqui. Eu vou indo. Disse Yasmin. ¨C Certo, obrigada. Concordando Liliane, colocando a chave no bolso. Yasimin saiu e Liliane mergulhou novamente nos documentos. A Noite, 19h30. Liliane ergueu a ¨²ltima pilha de documentos do ch?o para a mesa. Depois de organizar eles por ano, m¨ºs e dia, encontrou algumas pastas de documentos datadas de dezenove anos atr¨¢s. Prestes a examinar os documentos, passos ecoaram de repente na entrada. Surpresa, Liliane se virou rapidamente para olhar p jan. Odo de fora estavapletamente escuro, sem vislumbre de uma ¨²nica figura. Liliane sentiu um pouco de medo, engolindo em seco. A fileira de pr¨¦dios onde os documentos estavam armazenados era antiga e o mato no terreno vazio ¨¤ frente indicava que raramente algu¨¦m passava por ali, muito menos ¨¤qu hora da noite. Liliane se levantou e examinou a s. Ao avistar uma barra de ferro no canto, se dirigiu rapidamente at¨¦ l¨¢ e pegou .Contrndo o medo, se movimentou caut. Quando estava a menos de um metro da porta, os passos ressoaram novamente. Quem est¨¢ ai? Quem est¨¢ dodo de fora? ¨C Gritou Liliane, assustada. N?o houve resposta, mas a porta ¨¤ sua frentee?ou a se merer. Liliane arregalou os olhos, pronta para bloquear a porta, quando, de repente, ouviu o som de vidro quebrando atr¨¢s d. se virou, assustada, e viu algumas garrafas incendi¨¢rias sendo arremessadas p jan. As garrafas se estilha?aram no ch?o e na mesa, incendiando os documentos num instante. Vendo as chamas se strando diante d, Liliane agarrou a ma?a da porta para abrir , mas descobriu que estava trancada! Com suor frio escorrendo pelo corpo, quem poderia estar tentando machucar ? Ou ser¨¢ que estavam atr¨¢s dos documentos ali? Pensando nos arquivos, se virou rapidamente, verificando se ainda estavam intactos. O fogo se espalhava, a fuma?a ficava densa. Liliane, franzindo a testa, tossiu algumas vezes. afastou a fuma?a, olhando para a jan, onde notou tr¨ºs barras de ferro. Era evidente que eram para impedir que as crian?as subissem p jan. Infelizmente, para um adultoo , n?o haviao escapar. Liliane se encostou ¨¤ porta atr¨¢s d, pegou o celr no bolso e imediatamente ligou para William. GET IT Cap¨ªtulo 66 Cap铆tulo 66 Cap¨ªtulo 66 William atendeu o telefonema de Liliane quando acabava de chegar ao orfanato. Ao ver o nome na t, franziu de leve a testa. Por que estaria ligando para ele agora? Antes que William pudesse dizer algo, uma tosse intensa de Liliane ecoou do outro ¨C William! Me salva! Exmou Liliane, desesperada. ¨C O rosto elegante de William escureceu, um olhar frio surgiu em seus olhos. Onde voc¨º est¨¢? ¨C Perguntou William. ¨C No Orfanato Nuvem! Estou na parte de tr¨¢s do antigo pr¨¦dio! Algu¨¦m, algu¨¦m est¨¢ provocando um inc¨ºndio de prop¨®sito e me trancou aqui dentro. William, me salva, n?o consigo sair! ¨C Respondeu Liliane. Ao ouvir isso, William olhou para o orfanato, seus olhos revram uma frieza assustadora. Ele abriu a porta do carro de imediato. Liliane, cubra a boca agora, v¨¢ para um lugar ventdo, estou indo! ¨C Disse William. Jorge percebeu a urg¨ºncia e desceu rapidamente do carro. ¨C Sr. William, o que aconteceu? ¨C Perguntou Jorge, confuso. Leve as pessoas para o antigo pr¨¦dio atr¨¢s do orfanato. Liliane est¨¢ l¨¢ dentro! ¨C Ordenou William. Dizendo isso, William avan?ou rapidamente em dire??o ao orfanato. Chegando atr¨¢s do pr¨¦dio da esc, ele avistou um grande port?o de ferro azul, de onde j¨¢ sa¨ªa uma densa fuma?a. O seguran?a que seguia ele tentou arrombar a porta. no A porta se abriu e chamas iluminaram o terceiro quarto. O cora??o de William apertou quando ele chegou ¨¤ porta. Liliane! Gritou William. ¨C Liliane, dentro da s, estava encolhida perto da jan. ¨C Estou aqui! ¨C Respondeu Liliane, de imediato, ao ouvir a voz de William. William olhou para a porta trancada corrente de ferro. ¨C Se afaste! ¨C Gritou William, a voz fria. Com um chute, a porta foi derrubada. Uma onda de fuma?a envolveu ele. William levantou a m?o para afastar a fuma?a e avistou Liliane tossindo no canto. Sem esperar p ajuda do seguran?a, ele entrou imediatamente. Liliane inalou muita fuma?a, sua cabe?a girava. Mesmo que quisesse se levantar, suas pernas estavam t?o fracas que mal conseguiam suportar o peso. William, o rosto frio, se inclinou para pegar Liliane do ch?o. Com alguns passos, ele tirou do local em chamas. De volta ao carro, sem esperar Liliane se odar, ele explodiu em raiva. Voc¨º tem uma sorte incrivel, n¨¦? Por que diabos voc¨º veio aqui sozinha? Se eu n?o estivesse por perto, voc¨º teria sido queimada viva! ¨C Repreendeu William. O cora??o de Liliane estava apertado, sua garganta do¨ªa a fuma?a. ¨C Obrigada. Agradeceu Liliane, sinceridade, fungando. O fogo de William foi sufocado num instante por um simples ¡°obrigada¡± vindo de Liliane. que Liliane Ele se acalmou e o olhar baixo, notou a pasta de document segurava no colo. O que voc¨º trouxe? ¨C Questionou William, as sobrancelhas franzidas. ¡ª Liliane recobrou a consci¨ºncia e colocou os documentos em cima das pernas. ligou a luz dentro do carro, ansiosa para encontrar o que procurava. ¨C Voc¨º est¨¢ procurando pelos documentos que detalham sua chegada ao orfanato? ¨C Perguntou William, um olhar s¨¦rio. As m?os de Liliane pararam, de repente percebeu algo. Como voc¨º chegou t?o r¨¢pido aqu¨ª? Questionou Liliane, surpresa, levantando os olhos para ele. William ¨C Seu c¨¦rebro foi afetado p fuma?a? ¨C Retrucou William, encarando . Lentamente, Liliane recobrou apostura e repassou as pvras de William. Se lembrando doent¨¢rio sobre encontrar documentos, ficou paralisada. Com perplexidade, olhou para ele. Voc¨º sabe de algo? ¨C Perguntou Liliane. William pegou uma pasta que estava nas pernas de Liliane. ¨C Seu pai me disse que voc¨º foi adotada por sua m?e. Respondeu William. Liliane ficou at¨®nita. Ele j¨¢ sabia? Ent?o por que ele n?o tinha contado a ? Da mesma forma, ele trouxe pessoas ali t?o rapidamente para procurar documentos? Liliane, confusa, piscou os olhos. Voc¨ºs descobriram alguma coisa? ¨C Perguntou Liliane. ¨C N?o. Disse William, franzindo a testa e exibindo irrita??o. Liliane, vou te uma ¨²ltima pergunta. William ergueu os olhos, olhando para .. ¨C Naquele ano¡­ Disse William. Eu n?o sei. ¨C Liliane sabia o que ele ia perguntar e interrompeu. N?o tenho fazer memorins William franziu e cenho, encarando por um momento antes de voltar sua aten??o para os documentos. Os dois passaram bastante tempo procurando, mas n?o encontraram a data em que Liliane foi adotada. Nem mesmo uma foto que se assemelhasse a . Liliane olhou para os documentos espalhados p van, desanimada, Nada, todos os documentos restantes foram queimados. Comentou Liliane. ¨C Voc¨º disse no celr que algu¨¦m provocou o inc¨ºndio de prop¨®sito? Perguntou William, estreitando os olhos. Liliane assentiu, contando a William tudo o que aconteceu. Ap¨®s um breve sil¨ºncio, William deu um sorriso g¨¦lido. Quem destruiu os documentos pode saber sobre sua origem. Da mesma forma, a pessoa por tr¨¢s dos dois ataques anteriores pode ser a mesma. Incluiu William. Liliane ficou arrepiada. ¨C Voc¨º quer dizer que ¨¦ um inimigo dos meus pais biol¨®gicos? Disse Liliane. ¨C Inimigo? ¨C William mostrou uma express?o pensativa, acrescentou. ¨C Por que voc¨º acha que ¨¦ um inimigo? -Eu tenho o direito de permanecer em sil¨ºncio em r??o ¨¤s suas perguntas. Disse Liliane, desviando o olhar. Content held by N?velDrama.Org. At¨¦ que tivesse informa??es concretas, n?o podiapartilhar ele os avisos repetidos de sua m?e. | 416 BONUS Cap¨ªtulo 67 Cap铆tulo 67 Cap¨ªtulo 67 Liliane n?o disse nada e William n?o a pressionou. Published by N?v''elD/rama.Org. Ap¨®s a chegada dos bombeiros e da pol¨ªcia, Liliane prestou depoimento e foi levada por William para um hospital pr¨®ximo. Depois de um exame pulmonar que indicou estar tudo bem, foi liberada. No caminho de volta, Liliane estava sonolenta, sua cabe?a ocasionalmente batia na porta do carro. William apertou os l¨¢bios, estendendo a m?o para segurar sua cabe?a, permitindo que repousasse em seu ombro. Jorge, dirigindo, observou a cena pelo espelho retrovisor, mal conseguindo segurar o riso, William podia ser teimoso, mas ele realmente se importava Liliane. Duas horas depois, chegaram ao Jardim Azul. William pensou em tirar Liliane do carro, mas assim que suas m?os tocaram as pernas d, acordou imediatamente. Seu corpo encolheu,o se estivesse assustada, ao ver William ¨¤ sua frente, seus olhos baixaram de novo. ¨C Estamos chegando ao Apartamento Vista B? ¨C Perguntou Liliane, uma voz suave. Apartamento Vista B era o apartamento que alugava. Voc¨º vai morar no Jardim Azul. Disse William, olhando frieza para . Liliane piscou, surpresa. Jardim Azul! N?o, eu quero voltar. ¨C Recusou Liliane. Liliane, voc¨º realmente acha que tem muita sorte, n¨¦? ¨C Zombou William, sua voz ficava cada vez mais s¨¦ria. Eu posso contratar alguns seguran?as. Sussurrou Liliane At¨¦ quando voc¨º pode manter eles? Disse William, desd¨¦m. Liliane ficou em sil¨ºncio. realmente n?o tinha dinheiro para manter seguran?as por muito tempo Mas William e Mavis estavam prestes a se casar. Se ficasse l¨¤, n?o se tornaria a amante? Em um impasse, o celr de Jorge tocou. Ele desceu do carro para atender, ap¨®s um tempo, voltou pressa. ¨C Sr. William, os incendiarios foram pegos. Precisamos trazer eles aqui? ¨C Perguntou Jorge. Liliane olhou rapidamente para William, encontrando seus olhos. Um sorriso malicioso,o se estivesse aguardando a escolha de Liliane, apareceu nos olhos dele. ¨C Eu vou embora depois de ouvir o que eles t¨ºm a dizer. Disse Liliane, desviando o olhar. Deixando aqu frase para tr¨¢s, Liliane abriu a porta do carro e correu para a mans?o. Ao mesmo tempo, no Apartamento Internacional da Serafim. Mavis recebeu uma liga??o de Pablo. ¨C Ent?o voc¨º quer dizer que William tamb¨¦m est¨¢ no orfanato? ¨C Perguntou Mavis, furiosa. Caramba, voc¨º ainda est¨¢ pensando em William agora? Todos os meus homens. foram pegos! Se eles n?o ficarem cdos, voc¨º sabe muito bem qual ser¨¢ o meu destino! ¨C Respondeu Pablo, ofegante. O rosto de Mavis ficou tenso. ¨C Pablo! Pablo, por favor, mesmo se voc¨º for pego, n?o rte a minha parte, est¨¢ bem? Se voc¨º for parar na pris?o, eu ainda posso te ajudar aqui fora. Se ambos formos presos, quem sabe o que vai acontecer! Implorou Mavis. Mavis! Voc¨º acha que eu n?o conhe?o voc¨º? Se eu n?o estiver bem, voc¨º acha que vai estar? ¨C Disse Pablo, tindo desd¨¦m. Pablo, voc¨º n?o pode fazer isso, se acalme e me ou?a. Eu tenho cerca de uma semana antes de me noivar William. Usando a identidade da noiva dele, facilmente te tirar dessa situa??o. Disse Mavis, apressadamente. posso ¨C Voc¨º est¨¢ fndo besteira! Pablo explodiu, continuou. Se n?o fosse por voc¨º me envolver nesses neg¨®cios sujos repetidamente, eu estaria nessa situa??o? Agora, voc¨º deve rezar para eu n?o ser pego, caralho, eles podem me for?ar a morrer! Dito isso, Pablo encerrou a liga??o. Mavis, atordoada, se sentou no sof¨¢ por um momento. Depois, pegou o celr e transferiu todo o dinheiro. que tinha para Pablo. Com uma mensagem adicional. ¡°Pablo, saia do radar por um tempo. Eu transferi todo o dinheiro para voc¨º.¡± Quando os criminosos chegaram, William j¨¢ tinha levado Liliane para o quintal. Com o Natal se aproximando, o frio intenso fazia Liliane tremer mesmo v¨¢rias camadas de roupas. Sem fr nos incendi¨¢rios, que William ordenou que ficassem apenas de cuecas. Lilianen?ou um olhar furtivo para o homem ao seudo. Somente algu¨¦mo ele seria capaz de conceber m¨¦todos t?o ilegais e torturantes. Joaquim, traga ¨¢gua. ; Instruiu Wiiliam, seus empregados. Joaquim foi eficient¨¦, trazendo quatro baldes d¡¯¨¢gua, em seguida, pegando uma concha para jogar ¨¢gua nos incendi¨¢rios sem piedade. Poucos resistiriam ¨¤ ¨¢gua fria mais ao vento gdo -Eu falo! Eu falo! Gritou um dos homens carecas, desesperado. Williamn?ou um olhar a Joaquim, que imediatamente parou. ¨C Voc¨º tem cinco minutos. Falou William, ap¨¢tico. ¨C ¨C Foi o Gomes! Gomes nos pagou para fazer isso! Ele disse para queimarmos os documentos e n?o sabiamos de mais nada! Explicou o homem careca, tremendo. Gomes? Liliane n?o tinha nenhuma lembran?a desse nome. Por que algu¨¦m iria querer destruir documentos? William semicerrou os olhos. ¨C Ele n?o lhes disse mais nada? Indagou William. ¨C Como poderia? Gomes nunca nos d¨¢ detalhes! Ele apenas nos d¨¢ dinheiro e nos diz para fazer o servi?o e ele cuida do resto. Assimo quando ele mandou os caras atacarem aqu mulher ao seu lado h¨¢ algum tempo. Ele n?o deu nenhuma explica??o tamb¨¦m! Respondeu o homem careca. GET IT Cap¨ªtulo 68 Cap铆tulo 68 Cap¨ªtulo 68 Gomes tamb¨¦m ordenou o ataque contra mim? E o incidente no hospital? ¨C Perguntou Liliane, at?nita. N¨®s tamb¨¦m cmos os cartazes difamando voc¨º. Respondeu o homem careca. Liliane n?o conseguiu mais ficar sentada. Se levantou abruptamente. Mavis! Voc¨ºs conhecem a Mavis? Pressionou Liliane. ¨C William virou o olhar para Liliane, cujos sentimentos estavam ramente fora de controle. O homem careca bn?ou a cabe?a. Eu j¨¢ disse, n¨®s n?o sabemos muita coisa! N?o posso garantir que Gomes n?o conhe?a Mavis. Voc¨ºs precisam capturar Gomes para descobrir. ¨C Disse o homem careca. O rosto de Liliane empalideceu. Sabia que Mavis estava por tr¨¢s disso, mas era mestre em se camur. Mesmo se pegasse aqueles que tentaram prejudicar , seria imposs¨ªvel fazer algo contra Mavis. Enquanto , que sabia a verdade, tinha que suportar em sil¨ºncio e continuar Published by N?v''elD/rama.Org. procurando por evid¨ºnciaso uma t. William, vendo a raiva de Liliane, acalmou em voz baixa: ¨C Liliane, se acalme. Liliane se virou para William, rangendo os dentes. William, voc¨º acredita em mim? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Mavis n?o seria capaz dessas coisas. Afirmou William, s¨¦rio. ¨C Voc¨º realmente confia n assim? Zombou Liliane. Nossos tr¨ºs anos juntos valem menos do que o tempo que voc¨º passou ? Ou ¨¦ porque te salvou, ent?o voc¨º deposita toda a sua confian?a n? A express?o de William ficou desagrad¨¢vel. Evid¨ºncias. Disse William, indiferente. O nariz de Liliane ficou dolorido. -Eu n?o tenho evid¨ºncias! Disse Liliane, honestamente. Como poderia ter evid¨ºncias se Mavis continuasse saindo impune? Ent?o voc¨º n?o tem o direito de apontar o dedo para . Disse William, franzindo a testa. Depois, ele retirou o olhar de Liliane e se levantou. Levem eles para a delegacia, continuem procurando quem est¨¢ nos bastidores. Ordenou William, aos seguran?as. Assim, o incidente foi encerrado. Liliane, arrastando seu corpo cansado, voltou para o Apartamento Vista B. Colocou o celr em modo avi?o, respondendo apenas mensagens e se trancou em seu quarto para pintar, dia ap¨®s dia. Quinze dias se passaram rapidamente, chegando a hora de outro exame pr¨¦¨Cnatal. Liliane pegou um t¨¢xi at¨¦ o hospital. Ap¨®s o exame, ouviu do m¨¦dico uma rev??o surpreendente. S?o trig¨¦meos. Como isso n?o foi detectado antes? ¨C Trig¨ºmeos? ¨C Suspirou Liliane. O m¨¦dico entregou a a ultrassonografia. Os exames de ultrassom n?o erram. Se n?o acredita, pode verificar em um grande hospital. Al¨¦m disso, voc¨º est¨¢ muito magra. Coma alimentos nutritivos ou o desenvolvimento dos beb¨ºs pode serprometido. ¨C Disse o m¨¦dico. Liliane mal sabiao saiu do hospital. O sol de inverno ofuscava seus olhos quando Liliane atendeu o telefonema de Marc, ainda atordoada. Lili! J¨¢ cheguei. Quando voc¨º vai terminar o exame? Estou morrendo de fome! Gritou Marc, do outrodo da linha Marc¡­ Chamou Liliane, em tom suave, engolindo em seco. A rea??o de Liliane assustou Marc ¨C O que aconteceu? Alguma coisa errada? ¨C Perguntou Marc. Liliane apertou os l¨¢bios. Estou gr¨¢vida de tr¨ºs crian?as. Disse Liliane. Num instante, o sil¨ºncio se instalou em ambas as extremidades da liga??o. Ap¨®s um momento, Marc respirou fundo. Voc¨º venha aqui primeiro. Tenho algo para lhe contar. Falou Marc. Liliane encerrou a liga??o e foi at¨¦ a entrada do hospital encontrar Marc. ¨C N?o vamos fr sobre os beb¨ºs agora. H¨¢ algo que voc¨º precisa saber. Voc¨º sabia que William adiou o noivado? Marc perguntou ao ver Liliane entrar no carro. ¨C Liliane voltou a si, surpresa, bn?ando a cabe?a. N?o estava panhando as not¨ªcias recentemente e William n?o procurou muito durante esse tempo. Marc suspirou e iniciou o carro. Descobri acidentalmente sobre o adiamento do noivado ao ouvir Mavis fr o chefe ao celr. N?o sei os detalhes, mas ultimamente ele tem estado bastante frio . Se eles n?o se casarem, acho que voc¨º deve aproveitar a oportunidade. ¨C Disse Marc. Aproveitar uma chance um homem que n?o confia em mim? ¨C Retrucou Liliane, rindo desd¨¦m. ¨C Mas voc¨º est¨¢ carregando os tr¨ºs filhos dele agora! ¨C Continuou Marc. Liliane massageou as t¨ºmporas dor. Vamos fr sobre isso depois do Natal. Disse Liliane. Marc assentiu, mudando de assunto. -Amanh? eu venho passar o Natal voc¨º? ¨C Disse Marc. Fique seus pais, est¨¢ tudo bem aqui para mim. Recusou Liliane, resignada. sorrindo. ¡ª ¨C Menos fingimento! Insistiu Marc e a encarou seriamente. Sua solid?o est¨¢ estampada no seu rosto! As duas continuaram conversando enquanto dirigiam at¨¦ o centro da cidade e escolheram um restaurante bem¨Cconceituado para jantar. No caminho, Liliane reservou uma s privada no restaurante. Ao subirem, ouviram a voz de Mavis. William, n?o saia pressa. Pode olhar isso antes de ir? ¨C Disse Mavis. Cap¨ªtulo 69 Cap铆tulo 69 Cap¨ªtulo 69 Liliane e Marc trocaram olhares c¨²mplices sem dizer uma pvra. Sem o h¨¢bito de espionar atr¨¢s de portas, s seguiram diretamente para a s privada. Contudo, as pvras de William fizeram s pararem ap¨®s alguns passos. Voc¨º est¨¢ gr¨¢vida? A voz grave do homem estava cheia de surpresa. ¨C Mavis assentiu tristeza. H¨¢ um m¨ºs, William. Eu n?o pretendia for?ar voc¨º a se casarigo por causa do beb¨º. Se voc¨º n?o quiser, posso abortar. Disse Mavis. N?o ¨¦ necess¨¢rio! ¨C Disse William, a voz cial. Liliane sentiuo se tivessem jogado um balde de ¨¢gua fria sobre , congndo no lugar. P formao William fva, ele estava disposto a aceitar o filho de Mavis? ¨C Lili¡­ ¨C Chamou Marc, preocupada, olhando para . Os c¨ªlios de Liliane tremeram. ¨C Vamos¡­ Disse Liliane, tremendo. Marc puxou em dire??o ¨¤ saida. Vamos para casa. ¨C Sugeriu Marc. N?o. Liliane respirou fundamente. Vamos para a s privada eer. ¨C Dentro da s privada, Liliane se sentou atordoada, acariciando instintivamente o ventre, sentindo uma dor aguda no cora??o. Published by N?v''elD/rama.Org. Por um momento, mentou ter engravidado. ¨C Li¡­ Liliane!! ¨C A voz preocupada de Marc a trouxe de volta. olhou para Marc, que estava furiosa. ¨C Apaque essas l¨¢grimas! Disse Marc, entregando a um len?o. Liliane tocou of rosto, percebendo tarde demais as l¨¢grimas que cm. Marc tentou consr N?o chore, se precisar, eu ajudo a cuidar dos seus beb¨¨s! Os homens s?o simplesmente in¨²teis. Como ele pode tratar voc¨º assim? ¨C Fale mais baixo. Disse Liliane, em voz baixa. ¨C William estava na s aodo e Liliane n?o queria ser descoberta. Menos ainda ver Mavis se vangloriar. Se ele ouvir, que ou?a! Eu at¨¦ abriria m?o do meu trabalho. N?o quero lidar a dram¨¢tica da Mavis todos os dias! ¨C Disse Marc, revirando os olhos. Liliane deu um tapinha na m?o de Marc, acalmando seu temperamento explosivo. Esta bem, estou bem. ¨C Disse Liliane. ¨C Voc¨º etsa agindoo se nada tivesse acontecido? Ficou parecendo que perdeu a alma h¨¢ agora! Mavis sabeo roubar ele, por que voc¨º desistiu t?o facilmente? Eu poderia ficar louca voc¨º! ¨C Resmungou Marc. ¨C Voc¨º quer que eu me envolva entre eles para sempre? J¨¢ estou cansada desse ¨C termo ¡°amante¡± e n?o serei a terceira pessoa entre eles. Respondeu Liliane. Agora, sabia quem merecia amor e quem n?o. Por ¨®dio e p crian?a, n?o iapetir e arriscar sua vida. ¨C Finja que eu n?o disse nada! Disse Marc. ¨C ¨C Como eu disse antes, a crian?a ¨¦ uma escolha minha. Daqui para frente, n?o importa o que aconte?a, n?o tem mais nada a ver William. ¨C Insistiu Liliane, sorrindo de leve. Depois de jantar, Marc levou Liliane de volta ao Apartamento Vista B. Mal chegou em casa, o celr tocou. Era Eduardo. ¨C Liliane, voc¨º tem um momento? ¨C Perguntou Eduadto. Liliane olhou para o rel¨®gio. ¨C O que h¨¢? ¨C Respondeu Liliane. +15 BOHUS ¨C Minha pergunta pode parecer invasiva, mas depois de ouvir sobre isso hoje, n?o consegui evitar perguntar. Disse Eduardo, hesitante. Diga. Falou Liliane. ¨C ¨C Liliane, voc¨º foi adotada, certo? Perguntou Eduardo, a voz dele transmitia nervosismo. ¨C Voc¨º est¨¢ investigando minha vida? Retrucou Liliane, frieza, Eduardo se apressou em explicar: ¨C N?o, hoje, durante o jantar amigos, ouvi fr do inc¨ºndio no Orfanato Nuvem. Quando mencionaram seu nome, n?o pude deixar de perguntar. Me desculpe p intromiss?o. ¨C Explicou ele, pressa. Ao ouvir isso, Liliane suavizou um pouco. Sim, fui adotada por minha m?e. ¨C Respondeu Liliane, depois de um breve sil¨ºncio. Eduardo ficou em sil¨ºncio. Se n?o fosse pelo visor indicando que a liga??o ainda estava ativa, Liliane teria pensado que Eduardo havia desligado a chamada. Amanh? ¨¦ Natal,o voc¨º vai passar? ¨C Perguntou Eduardo, depois de um tempo. Passarei sozinha. Respondeu Liliane calma. N?o via necessidade em explicar seus assuntos pessoais para os outros, continuou. Se n?o houver mais nada, eu vou desligar. At¨¦ logo. ¡ª Sem esperar p resposta de Eduardo, Liliane encerrou a chamada. A maneirao Eduardo fva era ¨®bvia demais, quase revndo que era a irm¨¡ perdida dele. Os dramas da fam¨ªlia Lima eram coisas que n?o poderiam acontecer . nunca sonhou isso, nunca. Natal Liliane se levantou cedo e foi at¨¦ a floricultura,prando dois buqu¨¦s de crisantemos brancos antes de ir para o cemiterio Ao chegar l¨¢, colocou os dois buques diante daspides de Nelson e F¨¢tima Ent?o, pegou um len?o ee?ou a limpar a poeira que havia caido sobre a foto de Fatima. M?e, hoje ¨¦ Natal, eu vim te fazerpanhia. Murmurou Liliane. Com l¨¢grimas nos olhos, acariciou a foto e continuou. ¨C Eu visitei o orfanato, mas n?o encontrei informa??es. Agora, pe?o ao Sr. Mateus que me ajude a investigar. M?e, eu realmente quero saber quem sou. Por favor, n?o fique bravaigo pore?ar a investigar t?o cedo. So quero recuperar o que perdi¡­. Ao terminar de fr, de repente, ouviu passos atr¨¢s d. GET IT Capitulo 70 Cap铆tulo 70 Capitulo 70 Liliane se apressou a parar de fr, ao se virar para olhar para tr¨¢s, onde estava o homers segurando pequenas margaridas brancas. ¨C Dr. Carlos? Disse Liliane, incerta. se levantou surpresa. Parecia que fazia um tempo desde que viu Carlos. Seus tra?os eram banhados por uma luz suave, tornando ele elegante e gentil. ¨C Vi voc¨º quando subia, percebi que estava fndo a Sra. F¨¢tima e preferi n?o interromper. ¨C Disse Carlos, sorrindo. Liliane se sentiu um pouco constrangida, sem ter certeza se ele ouviu o que disse antes. ¨C Obrigada por vir visitar minha m?e. Disse Liliane, mudando de assunto. ¨C Carlos colocou as flores diante do t¨²mulo. Voc¨º n?o tem cuidado de si mesma ultimamente. Disse Carlos, uma voz ra, suave e convic??o. ¨C Estive ocupada no trabalho ultimamente. Respondeu Liliane, baixando os olhos. Voc¨º precisa considerar o beb¨º, especialmente nos primeiros tr¨ºs meses. ¨C Disse Carlos, preocupado, observando a barriga d. ¨C Entendi. ¨C Assentiu Liliane. ¨C Nesses ¨²ltimos tempos, mudei minha agenda de trabalho, fiquei ocupado, ent?o n?o vim te cumprimentar¡­ Voc¨º e ele, est?o bem? ¨C Sondou Carlos. Liliane ajustou os cabelos despenteados pelo vento. Nos separamos, me mudei. Disse Liliane. ¨C Ent?o voc¨º ainda n?o contou a ele sobre o beb¨º? ¨C Perguntou Carlos, surpreso. N?o. Falou Liliane, resigna??o. ¨C Nesse caso, posso te convidar para jantar algum dia, se voc¨º n?o se importar. ¨C Sugeriu Carlos. Liliane hesitou por um momento. Voc¨º vai passar o Natal sozinho? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Sim, sempre passei o Natal sozinho. Minha m?e faleceu cedo e meu pai est¨¢ em lugar desconhecido. Disse Carlos, uma tristeza sutil. Liliane ficou surpresa. ¨C Que tal passarmos juntos? Sugeriu Liliane, ap¨®s um breve sil¨ºncio. Marc iria visitar ¨¤ noite e Carlos j¨¢ havia encontrado antes. Tr¨ºs pessoas juntas seriam mais animadas do que passar o Natal sozinha. Carlos hesitou por um momento e depois sorriu de leve. ¨C Bom, vou ficar grato p sua hospitalidade. Concordou Carlos. Depois de sa¨ªrem do cemit¨¦rio, Liliane e Carlos foram juntos ao supermercado e Na hora de pagar, a atendente ficou encarando os dois. ¨C Seu marido ¨¦ muito bonito! ¨C Soltou a atendente, de repente. O rosto de Liliane corou num instante. ¨C N?o¡­ Negou Liliane. ¨C Minha esposa n?o ¨¦ bonita? ¨C Interrompeu Carlos, antes que Liliane pudesse se explicar, sorrindo. Liliane arregalou os olhos, olhando para ele. ¨C N¨®s¡­ Disse Liliane, confusa. Eu pago a conta. Interveio Carlos. Liliane n?o disse mais nada. s¨® queria encontrar um buraco para se esconder! ¨C ¨C Dr. Carlos, voc¨º aprendeu a enganar as pessoas. Expressou Liliane, ao sa¨ªrem do supermercado. Carlos n?o deu importancia. Em dias festivos, ¨¦ melhor n?o estragar o interesse dos outros. Disse Carlos. Liliane ficava em sil¨ºncio, se perguntava isso era uma quest?o de interesse? De volta ao Apartamento Vista B, Marc j¨¢ estava esperando aodo do carro. Como Liliane havia avisado, nem Marc nem Carlos ficaram surpresos a presen?a um do outro. Marc at¨¦e?ou a brincar Carlos e ele panhava de bom humor. Os tr¨ºs estavam ocupados na cozinha preparando o jantar, criando uma atmosfera animada. Enquanto isso, Jardim Azul estava envolto em um clima frio. Mavis, gr¨¢vida, estava morando l¨¢ e sendo cuidada por Lucinda. ajudou Lucinda a servir aida e depois subiu para chamar William para jantar. Ao subir as escadas, William desceu. William, est¨¢ na hora do jantar. Disse Mavis, sorrindo. ¨C Voc¨ºa, eu vou sair. Falou William, ap¨¢tico, n?o olhando para . ¨C Mas, William, hoje ¨¦ Natal. Disse Mavis, desapontada. William parou, uma express?o impaciente. ¨C ¨¦ importante? ¨C Zombou William. ¨C Eu queria jantar voc¨º. ¨C Respondeu Mavis, cuidadosamente. Coma sozinha. Disse William, indiferente. 15 RONUS Deixando as pvras para tr¨¢s, William saiu do Jardim Azul, deixando Mavis parada *Numa noite t?o importante, para onde ele est¨¢ indo?¡°¨C Pensava Mavis. William entrou no carro, seu olhar sombrio pousou na jan do quarto onde Liliane costumava morar. ¨C Sr. William, Srta. Liliane provavelmente est¨¢ passando o Natal sozinha, certo? ¨C Perguntou Jorge, tentando sondar. ¨C Vou para o Apartamento Vista B. Disse William, apertando os l¨¢bios. Uma hora depois, o carro parou embaixo do pr¨¦dio onde Liliane morava. Assim que a m?o de William tocou a ma?a da porta, duas figuras surgiram na entrada. Liliane, vestindo uma blusa branca e um rabo de cavalo suave, segurando um saco de lixo, panhada por Carlos, que tamb¨¦m vestia uma blusa branca. Eles caminhavam em dire??o ¨¤ lixeira, conversando animadamente. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. Quem visse aqu cena certeza pensaria que eles eram um casal e William n?o era exce??o. Seus olhos rapidamente ficaram frios, encarando os dois. O clima dentro do carro atingiu um ponto gdo. Jorge se arrependeu de ter mencionado que Liliane passaria o Natal sozinha. Depois de jogarem o lixo, Liliane se virou para subir as escadas, mas ao pisar no primeiro degrau, seu olhar capturou um carro estacionado n?o muito longe. No pr¨¦dio de apartamentos onde pessoasuns moravam, o carro luxuoso parecia fora de lugar. Cap铆tulo 71 Cap¨ªtulo 71 Carlos seguiu o olhar de Liliane e entendeu de imediato o que estava acontecendo. Ouer que eu suba primeiro? ¨C Perguntou Carlos, a voz suave. N?o se preocupe, vou l¨¢ cumprimentar e volto. Respondeu Liliane, depois de pensar por um momentinho. n?o era algu¨¦m que gostava de dramas. William a havia ajudado antes e mesmo sem entender por que ele estava ali, era uma quest?o de cortesia cumprimentar ele. Carlos assentiu, ficando no lugar enquanto Liliane se dirigia ao carro de luxo. Ao abaixar o vidro, o rosto elegante e s¨¦rio de William apareceu diante de Liliane. Sr. William, Feliz Natal. Cumprimentou Liliane, adotando um tom frio e educado. A simples utiliza??o de ¡°Sr. William¡± j¨¢ estabeleceu uma distancia. William deu um olhar frio para . Entre no carro. Disse William, frieza. ¨C Meu amigo ainda est¨¢ me esperando, vou cumprimentar voc¨º e vou voltar. ¨C Recusou Liliane, gentileza. N?o espere que eu repita! A voz de William n?o tolerava recusas. Liliane riu desd¨¦m. Ele ousavaandar assim tarde da noite> Sr. William, eu n?o sou mais sua empregada. N?o preciso obedecer ¨¤s suas ordens. Recusou Liliane. Depois de dizer isso, se virou para sair. Contudo, no momento em que se virou, o rosto de William ficou mais sombrio. Ele abriu rapidamente a porta do carro e avan?ou para agarrar o bra?o de Liliane. Liliane ficou tensa, puxando o bra?o de volta, olhando caut o homem ¨¤ sua frente. ¨C St. William! Voc¨º ¨¦ uma pessoa casada agora, por favor, me respeite! ¨C Advertiu Liliane. Eu n?o disse a voc¨º que o contrato ainda n?o foi assinado? Disse William, encarando frieza. ¨C Sr. William, homem canalha s¨® pensa em ter dois amores. Voc¨º quer ser esse tipo de homem? Retrucou Liliane. Jorge, ouvindo isso, ficou chocado. Liliane foi a primeira a chamar William de ¡± homem canalha¡°! Liliane, voc¨º est¨¢ cansada da vida? ¨C Gritou William, raiva. N?o, apenas um lembrete amig¨¢vel, Sr. William. N?o venha tarde da noite para puxar e empurrar outras mulheres. N?o quero ter problemas quando Mavis vier me iodar, voc¨º ainda acha que a culpa ¨¦ minha! ¨C Liliane riu. ¨C Ent?o, por que voc¨º veio? ¨C Perguntou William, furioso. ¡ª Sr. William, voc¨º n?o sabe o que ¨¦ uma sauda??o por educa??o? ¨C Disse Liliane, sorrindo. Liliane! ¨C William olhou para Carlos no corredor, continuou. ¨C Voc¨º n?o entrou no carroigo por causa dele? ¨C N?o! ¨C Negou Liliane, acrescentou. Sr. William, eu aprecio que voc¨º tenha me salvado, ent?o achei apropriado vir cumprimentar voc¨º quando vi. No entanto, acho que devemos estabelecer limites ros desde o momento em que Mavis apareceu, agora mais do que nunca. Se retrocedermos um pouco, se voc¨º tivesse deixado eu ir N?velDrama.Org: text ? owner. desde o in¨ªcio, Mavis n?o teria mirado na minha m?e! Voc¨º deu toda a prote??o e confian?a a uma pessoa m¨¢! J¨¢ que chegamos a esse ponto, Sr. William, desejo que voc¨º e a mulher suja de cora??o tenham uma vida feliz at¨¦ a velhice! Que porra de confian?a era essa, n?o queria mais! Liliane n?o queria mais se envolver um homem ¡°cego¡°. Antes, n?o havia entendido, mas ao testemunhar a prote??o que William deu a Mavis naqu noite, preendeupletamente. Amada, mesmo que suja, ainda era amada! era apenas uma pe?a de xadrez descart¨¢vel a qualquer momento. Liliane, olhos em forma de am¨ºndoa cheios de indiferen?a e decis?o, se afastou, subindo as escadas Carlos. William encarava as costas dos dois, uma express?o extremamente sombria. No elevador, Carlos olhou preocupa??o para Liliane, cujos olhos estavam vermelhos. ¨C ¨¦ dif¨ªcil deixar isso para tr¨¢s, n?o ¨¦? ¨C Perguntou Carlos. ¨C Mesmo que seja dif¨ªcil, preciso deixar. N?o vou guardar sentimentos por algu¨¦m n?o confia em mim. Fungou Liliane. que Observando o rosto p¨¢lido de Liliane, Carlos suspirou em sil¨ºncio. A ¨¤ uma hora da madrugada. Liliane panhou Carlos e Marc at¨¦ o t¨¦rreo. Quando voltou, a porta foi batida novamente. Pensando que era Marc que tinha esquecido alguma coisa, Liliane abriu a porta em breve. Por que voc¨º voltou¡­ Disse Liliane, suas pvras se perderam quando Liliane congelou, encarando o intruso inesperado dodo de fora. William est¨¢ aqui? ¨C Perguntou Mavis, uma express?o sombria. O que voc¨º est¨¢ fazendo na minha casa procurando Liliane. or seu homem? Retrucou Mavis empurrou Liliane de repente. olhou para a s de estar e depois para o quarto, mas n?o encontrou ningu¨¦m. Digo a voc¨º, se ousai tei qualquer coisa William, eu absolutamente. Ah.. Amea?ou Mavis, olhar feroz. Antes que Mavis pudesse terminar, Liliane levantou a m?o e deu um tapa n. Mavis, furiosa, encarou Liliane, mas Liliane deu um tapa na outra bochecha. ¨C O que voc¨º acha que est¨¢ fazendo na minha casa? Disse Liliane, se aproximando de Mavis. N?o consegue contrr seu homem, ent?o vem me causar problemas? Mavis, segurando o rosto, furiosa, olhou para Liliane.. ¨C Liliane! Voc¨º est¨¢ louca? Gritou Mavis. ¨C Sim, estou louca. Voc¨º acha que eu esquecio minha m?e morreu? ¨C Disse Liliane, sorrindo desd¨¦m. ¨C Sua m?e morreu, o que isso tem a verigo? N?o foi voc¨º que virou amante e irritou sua m?e? Eu s¨® estou expondo os fatos! Disse Mavis, ¨®dio, olhou fixamente para Liliane, seus olhos vermelhoso se quisessem perfurar Liliane. ¨C ¨C Expor os fatos? Questionou Liliane semicerrando os olhos. Ent?o me diga, eu deveria ou n?o encontrar uma oportunidade para expor os fatos ao William? GET IT LIS BONUS Capitulo 72 Cap铆tulo 72 Capitulo 72 Voc¨º acha que William acreditaria? ¨C Gritou Mavis. ¨C Sim, ele provavelmente n?o acreditaria, mas¡­ Respondeu Liliane. Seu olhar caiu sobre a barriga de Mavis e continuou. Se eu contar a ele que, enquanto voc¨º estava ele, tamb¨¦m estava se envolvendo outros homens, voc¨º acha ele duvidaria que o filho ¨¦ de outro? que Voc¨º esta inventando! Exmou Mavis. ¨C Parece que voc¨º tem uma mem¨®ria pior do que a minha. Esqueceu que dormiu um homem chamado Pablo? Zombou Liliane, pvra por pvra. O rosto de Mavis empalideceu. Liliane! Voc¨º est¨¢ inventando! ¨C Gritou Mavis. ¨C Por que est¨¢ t?o nervosa? Disse Liliane, sorrindo. Com medo de suas a??es serem expostas? Mavisrgou as m?os indignada, apontando para Liliane. ¨C N?o pense que William vai acreditar em voc¨º! Acha que a nossa r??o pode ser influenciada por voc¨º? Como ele age voc¨º eo ageigo, voc¨º n?o v¨º? Provocou Mavis. Depois de fr, Mavis correu para a porta, temendo que Liliane pudesse atacar . Antes de fechar a porta, deixou uma advert¨ºncia. Aconselho a n?o se humilhar! Liliane desviou o olhar, olhando para suas m?os vermelhas. Bater em Mavis n?o resolveria o ¨®dio em seu cora??o! Depois de tomar banho, Liliane se deitou na cama. estava prestes a fechar os olhos quando ouviu batidas na porta de novo. Por que tantas pessoas v¨¥m aqui esta noite? ¨C Pensou Liliane ao abrir a porta. Ao ver dois homens parados na porta, ficava indiferente. Vinicius estava apoiando William, que ramente tinha bebido demais. Desculpe, ele bebeu demais. ¨C Disse Vin¨ªcius, um sorriso constrangido. Sem esperar p resposta de Liliane, os dois entraram. Liliane ficou at?nita. Mavis saiu havia pouco e agora William? Eles pensavam que morava em um mercado? Vin¨ªcius jogou William no sof¨¢, olhando para Liliane, ofegante. Tem algo para beber? Perguntou Vin¨ªcius. Liliane, relutante, foi at¨¦ a cozinha e trouxe uma garrafa de ¨¢gua para ele. Sr. Vinicius, voc¨º n?o deveria ter trazido ele para c¨¢! ¨C Disse Liliane. Eu tamb¨¦m n?o queria deixar ele nos sub¨²rbios no meio da noite. Foi ele que insistiu. Eu n?o podia fazer nada. ¨C Explicou Vin¨ªcius. Ent?o eu vou jogar ele para fora. Disse Liliane, indiferente. Voc¨º acha que ele est¨¢ b¨ºbado por quem? Mesmo que voc¨ºs n?o tenham mais nada, pelo menos ele costumava tratar voc¨º bem, n¨¦? Pelo menos por isso, voc¨º n?o pode simplesmente jogar ele para fora, est¨¢ mais de dez graus negativos l¨¢ fora! ¨C Disse Vin¨ªcius, franzindo a testa. Ele s¨® foi bomigo porque eu troquei meu corpo por isso, n?o foi? Sr. Vin¨ªcius, voc¨º n?o pode me fazer passar por muitas dificuldades. ¨C Disse Liliane, olhando frieza para Vin¨ªcius. N?o importava o que fosse dito, Liliane n?o permitiria que William ficasse. og Se fosse cortar ele de sua vida, cortaria de forma definitiva, sem piedade. Vin¨ªcius, confuso e indeciso, deixou a garrafa dedo, olhando para William. Liliane pensou que ele estava reconsiderando levar William embora, mas, inesperadamente, ele correu em dire??o ¨¤ porta. ¨C Liliane, se voc¨º jogar ele l¨¢ fora e ele morrer congdo, ter¨¢ que arcar as consequ¨ºncias legais! Disse Vin¨ªcius, antes de fechar a porta. Liliane encarou a porta, seu cora??o pulsava de raiva. Como alguem poderia ser t?o sem escr¨²pulos? Liliane ficou parada por um momento, em seguida, ligou o ar¨Ccondicionado antes de voltar para o quarto. No entanto, assim que apagou a luz, a porta foi aberta novamente. Ao ver William de p¨¦ no batente da porta, sem sinal de embriaguez, a raiva de Liliane aumentou de repente. ¨C ¨C Sr. William! Sua habilidade de atua??o deveria estar em filmes! Zombou Liliane, furiosa. Voc¨º ¨¦ realmente imc¨¢vel, nem mesmo me d¨¢ um cobertor? ¨C Disse William, §ä §â§Ñ§ä§Ñ §à ¨C S¨® tenho um cobertor, se n?o gostar, pode Jardim Azul! ¨C Disse Liliane, desd¨¦m. William, uma respira??o gda, entrou no quarto, fechou a porta e se deitou na cama de Liliane sem cerim?nias. Liliane se levantou rapidamente, acendeu o abajur, olhando caut para ele. ¨C Sr. William, poderia me deixar um pouco de dignidade? ¨C Disse Liliane. ¨C Voc¨º tem medo do seu Dr. Carlos ficar ci¨²mes ou do Eduardo ficar irritado? ¨C Disse William, franzindo o cenho. Liliane ficou sem pvras. Ele sempre colocava a culpa n! Quanto mais ele a acusava, mais queria confrontar ele. ¨C J¨¢ que voc¨º sabe de tudo, por que n?o deixa minha vida em paz? Zombou Liliane. William, um olhar perigoso, agarrou o bra?o de Liliane. Ao derrubar , ele se moveu rapidamente. ¨C Liliane! Quantos homens voc¨º pretende conquistar? ¨C Disse William, olhar g¨¦lido, agarrando o queixo de Liliane. ¨C Mesmo que eles e eu tenhamos algumas r??es, isso tem a ver voc¨º? Por que n?o cuida bem da Mavis? Precisa vir aqui causar confus?o? ¨C Retrucou Liliane, reprimindo a raiva. No momento em que terminou de fr, ele abaixou a cabe?a e beijou intensidade. A dor nos l¨¢bios era aguda e a vergonha dominava a raz?o de Liliane. Num estalo, deu um tapa no rosto de William. pr¨®pria ficou surpresa. A ira se intensificava em William. Liliane, te dei uma chance! Exmou William, furioso. ¨C Dizendo isso, ele a dominou, rasgou violentamente suas roupas e se entregou aoPublished by N?v''elD/rama.Org. Cap铆tulo 73 Cap¨ªtulo 73 Naqu noite, William agiuo um louco, exigindo incessantemente. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. Ap¨®s tudo, elen?ou um olhar frio para Liliane, que tremia na cama, se vestiu e saiu sem dizer uma pvra a mais, Liliane, encolhida e trem, ficou os olhos opacos, permitindo que as l¨¢grimas umidecessem o travesseiro. O que faria?, Ele poderia deixar em paz? Um m¨¦s se passou, Liliane n?o viu William. passou sucesso para a segunda rodada do concurso de design de moda, e, al¨¦m disso, ouviu uma noticia de Marc. William estava noivo de Mavis. O cora??o de Liliane do¨ªa profundamente, mas n?o pensou muito nisso, se focando no trabalho e na espera p mensagem de Mateus. Durante esse tempo, Marc e Carlos cuidaram alternadamente da alimenta??o de Liliane. Mesmo com todos os cuidados, Liliane ainda emagrecia e mesmo ap¨®s tr¨ºs meses, sua barriga n?o mostrava sinais da gravidez de trig¨ºmeos. Ao fazer exames no hospital, o m¨¦dico informou que a centa estava um pouco mais para tr¨¢s, mas n?o havia motivo para preocupa??o, pois os beb¨ºs estavam se desenvolvendo bem. Liliane, o rt¨®rio em m?os, deixou o hospital aliviada. No caminho de volta para casa, recebeu uma liga??o de Eduardo. ¨C Al?, Liliane. Disse Eduardo, a voz suave. ¨C O que voc¨º quer, Sr. Eduardo? Respondeu Liliane. ¨C ¨C Liliane, n?o precisa ser t?o formal. Disse Eduardo, um toque de resigna??o na voz, continuando. Bem, ¨¦ o seguinte, voc¨º est¨¢ livre depois de amanh?? ¨C Se tem algo a dizer, fale logo. Disse Liliane, confusa, franzindo a testa. ¨C ¨¦ o anivers¨¢rio do meu av? depois de amanh?. Posso te convidar para participar? ¨C Perguntou Eduardo. Embora ele dissesse assim, Eduardo tinha suas pr¨®prias inten??es. Mesmo sem informa??es sobre a infancia de Liliane, ele sentia fortemente que era sua irm? L¨ªvia. Trazer Liliane diante do seu av? poderia ser a chave para descobrir mais. Sr. Eduardo, voc¨º deve ter muitas mulheres ao seu redor. N?o vejo motivo para pedir minha ajuda. Recusou Liliane. realmente n?o gostava de participar de eventos da alta sse. Posso fazer o m¨¢ximo para ajudar a descobrir sobre suas origens! ¨C Disse Eduardo. Aqu dera??o fez Liliane hesitar. Mateus n?o podia fazer algumas investiga??es, mas isso n?o significava que Eduardo n?o pudesse. As grandes familias na Serafim tinham conex?es e o poder em suas m?os n?o eram meras pvras, Liliane ficou em sil¨ºncio por um tempo. ¨C Sr. Eduardo, espero que voc¨º cumpra sua pvra. Disse Liliane. Eduardo suspirou aliviado do outrodo da linha. ¨C Com certeza. Concordou ele. Ap¨®s encerrar a liga??o, Liliane fez uma breve visita ao shopping,prando roupas mais folgadas e alguns itens essenciais para a gravidez, al¨¦m de um vestido para o banquete da pr¨®xima noite. O tempo voou e j¨¢ era sexta¨Cfeira. Liliane, ap¨®s se maquiar e trocar de roupa, recebeu a liga??o de Eduardo. atendeu, desceu e entrou no carro dele. O traje de Liliane n?o era extravagante, mas sim um simples vestido de noite em tons neutros que real?ava sua aura elegante. Eduardo, ao olhar para , ficou surpreso. A semelhan?a entre sua m?e na foto, vestindo um vestido de noite e Liliane era not¨¢vel. Olhos frios, mas uma suavidade sutil. Sentindo o olhar de Eduardo, Liliane franzia a testa. ¨C Tem algo sujo no meu rosto? Perguntou Liliane.. Eduardo percebeu sua rea??o exagerada e rapidamente desviou o olhar. N?o, s¨® vi um pouco da minha m?e em voc¨º. Ele respondeu. Liliane apenas ficou em sil¨ºncio. Suas pvras soaram meio estranhas. Meia hora depois, eles chegaram ¨¤ casa da fam¨ªlia Lima. No amplo p¨¢tio, v¨¢rios carros de luxo estavam estacionados. Esse tipo de cena n?o era estranha para Liliane, pois j¨¢ havia participado de muitos eventos quando ficava aodo de William. A ¨²nica incerteza era se, ao entrar, as herdeiras da fam¨ªlia Lima iodariam de prop¨®sito, afinal, s temiam William antes e n?o ousava iodar . Contudo, agora a situa??o era diferente. Ao adentrarem o sal?o, os convidados riam e conversavam animadamente ao ver eles. Ao notarem Liliane, alguns deles mostraram express?es de desd¨¦m. ¨C N?o era a amante do Sr. William? Por que est¨¢ agora o jovem da fam¨ªlia Lima? Ouvi dizer que o Sr. William est¨¢ noivo, Parece que ele se cansou d. Amante ¨¦ amante, tenta seduzir quem quer que seja. Pena do Sr. Eduardo. As pvras ecoaram nos ouvidos de Liliane e tamb¨¦m alcan?aram Eduardo. -Sinto muito por isso. Se desculpou Eduardo, olhando remorso para Liliane. Esta tudo bem. J¨¢ que estou aqui, estou preparada para isso. Respondeu Liliane, sem express?o. Eduardo hesitou por um momento. ¨C De agora em diante, ningu¨¦m poder¨¢ te magoar. Disse ele, voz s¨¦ria. Liliane olhou surpresa para ele. Eduardo levou para se sentar em um lugar mais calmo. ¨C ¨C N?o precisa se importarigo. Disse Liliane, calma, olhando para ele, que se sentou . ¨C Eu te trouxe aqui, n?o posso deixar voc¨º sozinha. Mais tarde, quando meu av? descer, voc¨º vai comigo entregar o presente. Respondeu Eduardo. Liliane suspirou de leve, prestes a fr, quando uma voz soou ¨¤ frente. Cap¨ªtulo 74 Cap铆tulo 74 Cap¨ªtulo 74 ¨C ¨C O Sr. William chegou! Exmou uma pessoa. Liliane sentiu seu corpo ficar tenso quando seus olhos se voltaram para William, que entrou panhado por Mavis. sabia que ele viria, mas n?o esperava que fosse t?o r¨¢pido. Mavis usava um vestido longo e suave, uma maquiagem delicada real?ando seu rosto. Aodo de William, eles formavam um par que, de certa forma, parecia adequado. Content held by N?velDrama.Org. No entanto, William ainda mantinha aquele rosto frio e uma opress?o evidente emanava dele. Eduardo, percebendo a desconfort¨¢vel de Liliane, tranquilizou : ¨C N?o se preocupe, ele costuma ir embora depois de entregar os presentes. Ao ouvir isso, Liliane se acalmou. N?o demorou muito para que William visse Liliane, sentada aodo de Eduardo. Seus olhos frios se estreitaram e seu rosto tenso panhou. Mavis seguiu o olhar de William e ummpejo de ci¨²mes passou por seus olhos. pegou uma bebida da mesa e ofereceu a William, tentando distrair sua aten??o. ¨C William, que tal um suco? ¨C Disse Mavis, suavemente. William nem sequer olhou para , ignorando pletamente. Mavis mordeu os dentes ci¨²mes. ¡°Por que Liliane tem que aparecer t?o persistentemente? est¨¢ se aproveitando de ter conquistado o Sr. Eduardo, se exibindo assim! N?o s¨® o Sr. Eduardo f que Liliane n?o pode simplesmente desaparecer?!¡°¨CPensava Mavis. Enquanto Mavis pensava emo fazer William desviar o olhar, algu¨¦m pr¨®ximo +18 BONUM deles interrompeu. -O Sr. Gilberto est¨¢ vindo! ¨C R¨¢pido! Vamos cumprimentar ele! Na escada, um senhor de cabelos grisalhos, mas ainda boa sa¨²de, desceu apoiado em uma beng. Ele se dirigiu ao assento principal no sal?o, sorrindo enquanto recebia cumprimentos e presentes dos convidados. ¨C Vamos, me panhe para cumprimentar meu av?. ¨C Disse Eduardo, se levantando e sorrindo de leve para Liliane. Liliane olhou para ele sem entender. panhar? sentiu que algo estava errado Eduardo. Ser¨¢ que ele estavae?ando a duvidar novamente se era sua irm?? Liliane resistiu, mas se levantou ele. Enquanto eles se aproximavam, William apareceu, trazendo ele Mavis e os presentes. Eles tiveram que esperar at¨¦ que William terminasse de fr. ¨C Sr. Gilberto, uma pequena lembran?a, desejando a voc¨º muita sa¨²de e felicidade. ¨C Disse William. Em seguida, Jorge se aproximou o presente e entregou aos servi?ais da fam¨ªlia Lima. ¨C Muito bem, voc¨º nunca deixa a desejar nos presentes. Esses dias ouvi dizer que voc¨º est¨¢ noivo. Essa jovem deve ser sua noiva, certo? ¨C Perguntou Gilberto, sorrindo. Enquanto Gilberto falou, dirigiu o olhar para Mavis. ¨C Sr. Gilberto, desejo a voc¨º sa¨²de e felicidade. Disse Mavis, sorrindo para Gilberto. Terminando de fr, jogou os cabelos longos para tr¨¢s, demonstrando uma elegancia desinibida em cada movimento. Gilberto assentiu um sorriso, mas no momento em que Mavis ergueu a cabe?a, seu olhar ficou fixo de repente. Uma express?o de surpresa surgiu em seu rosto. ¨C Voc¨º¡­ ¨C Disse Gilberto. Mavis ficou um pouco confusa, piscando incredulidade os olhos. Constrangido p presen?a dos convidados, Gilberto n?o podia dizer muito naquele momento, ent?o ele desviou o olhar e se dirigiu a William. William, depois fique um pouco para uma conversa nost¨¢lgica. ¨C Sugeriu Gilberto. em¡¯s William franzia a testa, mostrando ummpejo de desconfian?a em seus olhos. ¨C Certo. Disse William, voz firme, ap¨®s alguns momentos. Eduardo, observando toda essa cena, tamb¨¦m ficou perplexo ao olhar para Mavis. O que seu av? viu? Por que a express?o dele mudou t?o drasticamente? Eduardo franziu a testa, Liliane ao seudo, se aproximou. Olhando para os empregados que j¨¢ traziam presentes, Eduardo se dirigiu a Gilberto. ¨C Avo, desejamos a voc¨º uma vida longa e cheia de felicidade. Disse Eduardo. ¨C Gilberto acenou de alegria. ¨C ¨C Voc¨º tem um bom cora??o, meuo. Disse Gilberto, em seguida, seu olhar se voltou para Liliane, perguntando. Quem ¨¦ ? ¨C ¨C Av?, esta ¨¦ Liliane. ¨C Respondeu Eduardo, sorrindo. Gilberto semicerrou os olhos,o se lembrasse de algo. ¨C N?o traga qualquer mulher para casa! ¨C Repreendeu Gilberto, uma voz frio. Liliane manteve a calma ao encarar Gilberto. J¨¢ esperava por isso. Dada a boa r??o entre Gilberto e Guilherme, ele provavelmente sabia algo sobre William. O fato de ele n?o ter feitoent¨¢rios muito ¨¢speros j¨¢ era um alivio. Avo, a situa??o de Liliane ¨¦¡­ Explicou Eduardo, preocupado. Voc¨º saia primeiro! Interrompeu Gilberto, firmeza. Venha me ver mais tarde! Os convidados, percebendo a tens?o, contiveram o riso e olharam desprezo para Liliane, que agiao se nada tivesse acontecido. Eduardo, levando Liliane ele, se afastou para um canto. ¨C Liliane, desculpe por isso. Meu av? geralmente n?o ¨¦ assim. Explicou ele, se sentindo culpado. ¨C Eu esperava por isso. Respondeu Liliane, calma. n?o se importava isso, afinal, n?o se casaria ele. A ¨²nica preocupa??o d era se Eduardo realmente poderia ajudar a descobrir sua verdadeira origem. Eduardo suspirou, olhando para Mavis que estava n?o muito longe. ¡°O que diabos est¨¢ acontecendo? Por que o av? reagiu t?o fortemente ao ver Mavis, semelhantes ¨¤ minha m?e, ele s¨® respondeu mas ao ver Liliane, que tem tra?os tan Cap¨ªtulo 75 Cap铆tulo 75 Cap¨ªtulo 75 Ap¨®s os convidados entregarem os presentes, Gilberto mandou chamar Eduardo para fr em seu escrit¨®rio. N?velDrama.Org: text ? owner. Eduardo levou Liliane junto. Ao entrar no escrit¨®rio, o rosto de Gilberto ficou imediatamente sombrio. -Por que voc¨º trouxe aqu amante aqui? Falou Gilberto, severidade. Av?, olhe bem para Liliane. Voc¨º n?o acha que se parece muito minha m?e? Retrucou Eduardo, franzindo a testa. -No mundo, h¨¢ muitas pessoas parecidas! Se voc¨º insiste em dizer que se parece, a noiva de William tamb¨¦mpartilha semelhan?as sua m?e. Al¨¦m disso, tem uma pinta de nascen?a na orelha! ¨C Disse Gilberto, dando um sorriso frio. ¨C Liliane tamb¨¦m tem! Av?! N?o deixe que o status d influencie sua opini?o sobre ! Falou Eduardo, firmeza e impaci¨ºncia. Liliane virou a cabe?a para olhar ele, surpresa por ouvir ele fr assim p primeira vez. Gilberto, irritado, bateu na mesa. ¨C As crian?as da fam¨ªlia Lima jamais se tornam amantes de outras pessoas! Eu n?o aceito isso! ¨C Gritou Gilberto. Eduardo estava o rosto tenso, se moveu os l¨¢bios, parecia prestes a explicar mais, mas Gilberto o interrompeu. Ele olhou para Liliane, gritando voz forte: ¨C A fam¨ªlia Lima n?o d¨¢ boas¨Cvindas a pessoaso voc¨º! ¨C Sr. Gilberto, nunca tive a inten??o de me associar ¨¤ familia Lima. Se n?o fosse pelo Sr. Eduardo insistindo tanto, eu nem teria vindo aqui. Quanto a voc¨º, idoso de alta posi??o, ¡°educa??o¡± n?o parece ser uma de suas caracteristicas. Zombou Liliane, Eduardo olhou choque para Liliane, enquanto Gilberto tremia de raiva, apontando para a porta. Saja! Saja imediatamente! ¨C Gritou Gilberto. -N?o precisa dizer, eu j¨¢ estava indo. Respondeu Liliane, indiferente. Com isso, Liliane virou as costas ee?ou a sair, mas Eduardo se adiantou de imediato para bloquear seu caminho. Liliane, por favor, n?o v¨¢ agora. Me deixe conversar meu av¨®. Disse Eduardo. Liliane parou, olhando frieza para Eduardo. ¨C Sr. Eduardo, ainda n?o percebeu a situa??o? Suportei insultos at¨¦ agora na esperan?a de que voc¨º lembrasse a promessa que fez naquele dia. Se n?o houver mais nada, por favor, me deixe sair. Obrigada! ¨C Disse Liliane. Eduardo! Por que est¨¢ bloqueando essa pessoa de baixo nivel? Deixe sair! Exmou Gilberto. Ao ouvir isso, Liliane provocativamente curvou os l¨¢bios para ele antes de deixar o escrit¨®rio. Eduardo, agora uma express?o s¨¦ria, olhou para Gilberto. ¨C Avo, se voc¨º n?o acredita no que estou dizendo, vou encontrar evid¨ºncias para provar a identidade de Liliane! Disse Eduardo. Com a dera??o, ele saiu pressa para alcan?ar Liliane. P¨¢tio da fam¨ªlia Lima. Liliane saiu da mans?o e se dirigiu ¨¤ entrada principal. No meio do caminho, se deparou Mavis. ¨C Liliane,o voc¨º tem coragem de aparecer aqui? ¨C Ironizou Mavis. Liliane olhou sem express?o para . ¨C Duas bofetadas ainda n?o foram suficientes para cr sua boca suja? ¨C Disse Liliane. A express?o de Mavis mudou. Liliane! Eu te aconselho a ter um pouco de consci¨ºncia! Agora estou gr¨¢vida do filho de William. Se voc¨º ousar me tocar de novo, veremos se William vai deixar isso passar! Provocou Mavis. Quem n?o deixa quem em paz? N?o se esque?a do seu Pablo. Zombou Liliane, ap¨¢tica. ¨C Liliane! Gritou Mavis, p¨¢lido. Eu n?o vou deixar voc¨º sair impune! De jeito nenhum! Ok. ¨C Respondeu Liliane, indiferen?a, antes de seguir direto para a entrada. Vendo suas amea?as n?o causarem impacto em Liliane, Mavis ficou o rosto sombrio, quase pingando ¨¢gua. queria ver se, daqui a dois meses, Liliane teria a mesma ousadia! Quando Liliane saiu pelos port?es da fam¨ªlia Lima, Eduardo estava chegando de carto. ¨C Liliane! ¨C Chamou ele, urgentemente. Liliane parou e encarou ele. ¨C Sr. Eduardo, h¨¢ algo mais? ¨C Disse Liliane. Eu posso te levar de volta. N?o ¨¦ f¨¢cil pegar um t¨¢xi aqui. Liliane hesitou por um momento antes de entrar no carro dele. Dentro do carro, Eduardo se desculpou repetidamente pelo que aconteceu. ¨C Sr. Eduardo, os eventos j¨¢ ocorreram. Mesmo que voc¨º continue se desculpando, n?o mudar¨¢ o que aconteceu hoje. Respondeu Liliane, olhando calma para fora. Os olhos refinados de Eduardo estavam cheios de preocupa??o. ¨C ¨C Liliane, voc¨º n?o acredita no que estou dizendo? Perguntou ele. ¨C Mesmo que acredite, o que isso muda? ¨C Liliane virou a cabe?a para olhar ele. ¨C H¨¢ alguma evid¨ºncia? Eduardo segurou firmeza o vnte, suas veias saltavam em suas m?os. VIS BONUS Vou encontrar evid¨ºncias para provar que voc¨º ¨¦ minha irm?, Afirmou Eduardo, ¨C Por que voc¨º n?o pergunta se estou disposta a entrar para a fam¨ªlia Lima? Sr. Eduardo, voc¨º j¨¢ viu a atitude do Sr. Gilberto. Se eu fosse realmente sua irm?,o a familia Lima lidariaigo por ter sido amante de William? Como eu deveria meportar? ¨C Questionou Liliane. Dito isso, apertou os l¨¢bios e n?o falou mais. Dando um passo atr¨¢s, mesmo que fosse a irm? de Eduardo, por que sua m?e biol¨®gica a abandonaria em um orfanato em vez de levar de volta para a fam¨ªlia Lima? O que buscava agora era a verdade sobre aquele assunto, n?o fazer conex?es sem sentido. GET IT Cap¨ªtulo 76 + Cap铆tulo 76 Cap¨ªtulo 76 +15 ROHUS Ao chegar no Apartamento Vista B, antes que Liliane sa¨ªsse do carro, Eduardo decidiu fr. Liliane, eu ainda mantenho minha opini?o. Insistiu ele. ¨C Como preferir, apenas n?o esque?a da sua promessa. Disse Liliane, sorrindo. Ao descer do carro, Liliane caminhou em dire??o ao apartamento. No entanto, ao chegar l¨¢ embaixo, viu William parado na frente. Liliane ficou brevemente surpresa. N?o era para ele estar conversando Gilberto? Por que estava ali? N?velDrama.Org: text ? owner. Rapidamente desviou o olhar, pronta para se afastar. Liliane! ¨C Deteve William, uma voz fria. apertou os punhos e respirou fundamente. Talvez fosse melhor enfrentar isso de uma vez! Com coragem, Liliane se aproximou dele. ¨C Sr. William, vir at¨¦ aqui s¨® para me confrontar, h¨¢ algo urgente que precisa dizer? ¨C Disse Liliane, ap¨¢tica, erguendo os olhos. Voc¨º sempre tem que fr de maneira t?o sarcastica? ¨C Perguntou William, encarando intensamente. que mais eu deveria fazer? Continuar me curvando a voc¨ºo antes? Ou elogiar voc¨º incondicionalmente? Retrucou Liliane, sem paci¨ºncia. ¨C Liliane! ¨C Disse William, ficando a express?o mais s¨¦ria e sua voz mais grave. Eduardo n?o ¨¦ o seu par adequado! O Sr. Gilberto valoriza muito a posi??o social. Voc¨º acha que ter um rcionamento Eduardo ter¨¢ um futuro? ¨C O que isso tem a ver voc¨º? ¨C Questionou Liliane, dando a ele um sorriso frio e acrescentou. Voc¨º est¨¢ tentando me prejudicar de novo, para que todos saibam que eu sou sua amante? William, voc¨º j¨¢ tem uma noiva, pare de me atormentar, por favor! As pvras de Liliane enfureceram elepletamente. ¨C Liliane, voc¨º n?o tem consci¨ºncia? Eu salvei ou prejudiquei voc¨º afinal? ¨C Perguntou William. Porque voc¨º me salvou, eu devo ser sua amante pelo resto da vida? ¨C Retrucou Liliane, soltando suas frustra??es. Os olhos de William se arregram por um momento, mas sua express?o suavizou um pouco. ¨C Eduardo n?o pode te proteger. Sem o Sr. Gilberto, ele n?o conseguir¨¢ nenhuma participa??o na empresa. Disse William. ¨C Isso n?o significa que voc¨º pode me proteger. Zombou Liliane. Dito isso, empurrou ele e seguiu em dire??o ao elevador. Observando a figura determinada de Liliane, os dedos de William se apertaram de leve. Familia Lima. Quando Eduardo voltou, viu Gilberto estar conversando Mavis. Mavis estava descascando umaranja para ele. ¨C Sr. Gilberto, voc¨º est¨¢ brincando. Como eu poderia parecer a m?e do Sr. Eduardo? Disse Mavis. 1 ¨C Embora eu esteja ficando velho, meus olhos ainda n?o est?o ruins. Disse Gilberto. ¨C Agrade?o ao senhor por me reconhecer assim, mas me considero longe de ter tanta ¨C sorte. Respondeu Mavis. Se minha filha ainda estivesse aqui, reconheceria voc¨º ¨¤ primeira vista. ¨C Suspirou Gillberto. Ficando ¨¤ porta, Eduardo franzia as sobrancelhas. Ele entrou na s, se aproximando de Gilberto. ¨C Vov¨®, n?o se parece a m?e. Disse Eduardo, confian?a. Ent?o parece aqu amante? Zombou Gilberto,n?ando um olhar feroz para oo. ¨C N?o seja enganado pelo o rosto sedutor d! Ao ouvir isso, Mavis mostrou uma express?o de satisfa??o. Sempre que algu¨¦m insultava Liliane, isso deixava feliz. Al¨¦m disso, obteve a aprova??o de Gilberto. Se pudesse se apoiar na familia Lima, teria uma posi??o mais segurao a Sra. Gabaldo. Eduardo olhou frieza para Mavis, incapaz de ver qualquer semelhan?a entre e sua m?e. O que poderia significar uma pinta de nascen?a na orelha? Incapaz de convencer Gilberto, Eduardo subiu as escadas. Eduardo! Gilberto chamou ele. Leve Mavis para casa. A noiva de William. Deveriamos manter distancia. ¨C Recusou Eduardo, franzindo o cenho. ¨C Sr. Gilberto, eu posso voltar sozinha. N?o precisa iodar o Sr. Eduardo. ¨C Interferiu Mavis, pressa, vendo a situa??o. Mavis, voc¨º n?o precisa ser t?opreensiva. Disse Gilberto, sorrindo. Com isso, ele se dirigiu aoo. Eduardo, eu disse para voc¨º levar para casa. ¨C Eduardo apertou os l¨¢bios, ficou silencioso por um momento. ¨C Srta. Mavis, por favor. Disse Eduardo. Mavis se levantou rapidamente. Sr. Gilberto, eu vou indo. Feliz anivers¨¢rio, n?o fique bravo hoje. ¨C Disse Mavis. ¨C V¨¢, Mavis. Volte amanh? para uma visita. Respondeu Gilberto, um sorriso entieleita Depois que Mavis concordon. Edondo levou para um local onde ser¨ªa f¨¢cil pegar um taxi, estacionou o canto -Eu rinda tenho alguns assuntos pessoais. Peque um t¨¢xi de volta ¨C Disse Eduardo A express?o de Mavis ficou tensa, mas para manter as apar¨ºncias, concordou Obrigada, Sr. Eduardo. Agradeceu Mavis. Assim que Mavis saiu do carro, Eduardo acelerou. Com o cheiro de escapamento no ar, Mavis, insatisfeita, viu o carro se afastar. Como Liliane podia receber tanta aten??o dele? foi reconhecida por Gilberto, maso ele podia ousar deixar pelo caminho? E quanto a William, ele ainda via o a mulher gr¨¢vida? Mavis pegou um t¨¢xi de volta para o Jardim Azul. Sem avistar o carro de William, entrou na mans?o uma express?o sombria, ficando no andar de baixo. ¨C Lucinda!!! Gritou Mavis, insatisfeita. Cap¨ªtulo 77 Cap铆tulo 77 Cap¨ªtulo 77 Ao ouvir vozes, Lucinda desceu ¨¤s pressas. Srta. Mavis. Saudou Lucinda. ¨C Mavis a encarou frieza. Ainda n?o percebeu a mudan?a no tratamento? Repreendeu Mavis. Lucinda deu um salto de susto. Senh¡­ Senhora. Gajuejou Lucinda. Mavis desviou o olhar. E meu jantar? ¨C Perguntou Mavis. -Eu j¨¢ vou fazer! Respondeu Lucinda, pressa. Melhore sua aten??o! N?o percebe que estou gr¨¢vida e preciso de mais nutrientes? ¨C Continuou Mavis, irritada, se sentando no sof¨¢. ¨C Onde est¨¢ William? Ainda n?o voltou¡­ Respondeu Lucinda. Ouvindo isso, Mavis bateu for?a na mesa, derrubando as frutas. ¨C Ligue e diga que n?o me sinto bem! Fa?a ele voltar imediatamente! ¨C Ordenou Mavis, irritada. Lucinda, tremendo, pegou o celr. Sim, sim¡­ Disse Lucinda, Enquanto isso, William instruia Jorge a levarida para Liliane quando notou Carlos se aproximando sacs. Ele estreitou os olhos e abaixou o vidro quando Carlos chegou ao carro. ¨C Dr. Carlos. ¨C Disse William, indiferente. Carlos parou e olhou para William. Sr. William. Saudou Carlos. William observou aspras de Carlos e deu um sorriso ir?nico. Voc¨º est¨¢ cuidando bem de Liliane. Disse William, de forma sarc¨¢stica. Published by N?v''elD/rama.Org. ¨C Liliane n?o cuida de si mesma. Como amigo, ¨¦ meu dever visitar. Disse Carlos, sorrindo. ¨C N?o ¨¦ uma curta viagem do hospital at¨¦ aqui. Voc¨º n?o acha isso inc?modo? ¨C Zombou William. Sr. William, se voc¨º n?o se ioda, por que eu me iodaria? Al¨¦m disso, j¨¢ transferi para o hospital nos sub¨²rbios. Respondeu Carlos, calma. Os l¨¢bios de William se apertaram. ¨C Isso ¨¦ por causa de Liliane? ¨C Questionou William. ¨C Estou solteiro, tamb¨¦m n?o se casou, por que n?o? ¨C Respondeu Carlos, sorrindo de leve. William olhou frieza para ele e voltou a aten??o para aida que Jorge trouxe, se dirigindo ao pr¨¦dio. ¨C ¨C Sr. William, voc¨º n?o deveria tornar as coisas dif¨ªceis para Liliane. Disse Carlos, alcan?ando ele. ¨C Voc¨º n?o tem o direito de interferir. Respondeu William, um tom g¨¦lido. ¨C Sr. William, ¨¦ verdade que voc¨º n?o pode deixar Liliane, mas sua noiva vai iodar . n?o merece a humilha??o da sua noiva. Retrucou Carlos, seguindo ele. William resmungou e entrou no pr¨¦dio sem dar mais aten??o. Ambos carregando alimentos,chegaram ¨¤ porta de Liliane. William bateu na porta, em pouco tempo, Liliane abriu. +15 BOHUS Ao ver os dois homens de express?es desagrad¨¢veis, Liliane ficou surpresa. Rapidamente, franziu a testa. ¨C Sr. William! Voc¨º est¨¢ entediado? Zombou Liliane. William, um semnte sombrio, estava prestes a reagir quando seu celr tocou. Ele tirou o celr e atendeu. ¨C Fale! Disse William. Senhor, a senhora¡­ A senhora n?o est¨¢ se sentindo bem. Gaguejou Lucinda, do outrodo da linha. O corredor estava silencioso o suficiente para que todos ouvissem a voz no celr. Liliane sorriu desd¨¦m para William. ¨C Sr. William, sua noiva n?o est¨¢ se sentindo bem. Volte depressa! ¨C Disse Liliane. William desligou a chamada, descontente, olhando para Liliane. Ap¨®s um longo momento, se virou e partiu. ¨C Liliane, eu¡­ ¨C Disse Carlos, olhando preocupa??o para Liliane. ¨C Entre, Marc est¨¢ a caminho. ¨C Falou Liliane. Carlos suspirou e entrouidas na casa de Liliane. De volta ao Jardim Azul, William entrou na mans?o e subiu as escadas. Ao adentrar o quarto, se deparou Mavis deitada na cama, l¨¢grimas nos olhos. Ao ver ele, Mavis se apressou a secar as l¨¢grimas e se sentar. William, me desculpe. Estou um pouco de dor no est?mago e Lucinda est¨¢ preocupada, por isso, ligou para voc¨º. ¨C Explicou Mavis, sua voz era suave e cheia de ternura. William se aproximou, se sentando na beira da cama uma express?o mais amena. ¨C Da pr¨®xima vez que n?o se sentir bem, pe?a para Lucinda chamar o m¨¦dico da fam¨ªlia para dar uma olhada em voc¨º. Disse William. Mavis concordou os l¨¢bios cerrados, em seguida, olhou caut para ele. ¨C ¨C William, voc¨º poderia passar mais tempoigo? Ultimamente, n?o consigoer nada. Pediu Mavis. Tenho muitas coisas para resolver. Recusou William, delicadeza. Mavis, desanimada, baixou o olhar, revndo uma pitada de preocupa??o em seus olhos. Quando levantou a cabe?a novamente, estava hesitante. ¨C -William, h¨¢ algo que eu quero te contar. Disse Mavis. ¨C Fale. ¨C Assentiu William. ¨C O Sr. Gilberto disse que eu pare?o muito a filha dele que faleceu¡­ ¨C Falou Mavis. ¨C Ent?o, ele a convidou para ir ¨¤ casa dele frequ¨ºncia? ¨C Perguntou William, semicerrando os olho Mavis assentiu a cabe?a, parecendo nervosa. ¡ª William, se voc¨º n?o gostar, eu posso parar de ir. ¨C Disse Mavis. Se quiser ir, v¨¢. ¨C Comentou William, se levantou. N?o ¨¦ cedo, descanse. Ao ver que ele ia sair, Mavis segurou a m?o de William. William, voc¨º poderia ficarigo esta noite? ¨C Pediu Mavis. O rosto de William escureceu num instante. ¨C Mavis, h¨¢ coisas que posso te dar, mas outras n?o. ¨¦ melhor que saiba seus limites. ¨C Respondeu William. Mavis ficou atonita, observando William sair. Quando a porta se fechou, seus tra?os faciais se tornaram sinistros aos poucos. ¡°Ser¨¢ que ele s¨® notaria quando Liliane n?o estivesse mais presente em sua vida? Ou ser¨¢ que, em seu cora??o e mente, ele s¨® tinha olhos para aqu vagabunda?¡°. Pensava Mavis. Os olhos g¨¦lidos de Mavis se afastaram, pegou o celr na mesa aodo da cama et enviou uma mensagem para Pablo. GET IT tia?a silos para aqu vagabunda?¡± Quando a porta in fecibas, kanin arag nerd que ele Pensern Marin selhos gelidon de Mavisse afostatain, pegoum= Capitulo 78 Cap铆tulo 78 Capitulo 78 ¡°Pablo,o est?o as coisas pot at?¡°, perguntou Mavis. *Sentiu saudades de mim?¡°, respondeu Pablo, rapidamente. ¡°Sim, senti saudades de voc¨º.¡°, respondeu Mavis, contendo a repulsa. ¡°Ainda n?o posso voltar agora. Diga, o que voc¨º quer que eu fa?a?¡°, perguntou Pablo. ¡°N?o ¨¦ nada, apenas descanse bem. Estou esperando voc¨º voltar.¡°, disse Mavis, paciente. ¡°Trocar de rosto para transar voc¨º, isso deve ser emocionante, n?o?¡°, provocou Pablo. ¡°Desagrad¨¢vel.¡°, disse Mavis, apertando os l¨¢bios. No dia seguinte. Liliane tinha acabado de acordar quando recebeu um e¨Cmail na sua caixa de entrada. Ao abrir, viu que era de algu¨¦m chamado ¡°G¡°. O e¨Cmail estava todo em ingl¨ºs, perguntando se Liliane estaria interessada em ir para o Pa¨ªs y para aprimorar suas habilidades em design de moda, caso ganhasse um lugar de destaque em um concurso de design. No final do e¨Cmail, havia um selo do organizador do concurso. Liliane ficou chocada. Aprimorar no Pa¨ªs Y? respondeu prontamente em ingl¨ºs. ¡°Hello, may I ask what position I need to achieve to participate?¡± A resposta demorou meia hora. ¡°Top three in thepetition. In other words, you need to stand out among remaining one hundred¨C plus excellent designers. There¡¯s half a month left until the third round. Miss Liliane, I have high hopes for you.¡± the Depois de responder um simples ¡°thank you¡°, Liliane se sentou no sof¨¢, pensativa. Quem seria G? No Pa¨ªs Y, havia um renomado estilista internacional que se chamava Jason. Poderia ser ele? No entanto, ap¨®s ponderar por um momento, Liliane imediatamente descartou essa ideia absurda. Embora o concurso fosse realizado globalmente, convencer Jason a participar n?o seria uma tarefa f¨¢cil. Al¨¦m disso,o ele poderia se interessar pelo seu trabalho entre tantos outros participantes? O selo do concurso n?o podia ser forjado, visto que os e¨Cmails anteriores o mesmo selo confirmavam isso. Mesmo sem Jason, Liliane n?o queria perder a oportunidade ¨²nica. n?o queria mais ser uma simples secret¨¢ria. Estava determinada a se dedicar totalmente ao concurso e realizar seu sonho de ser uma designer. A tarde, na Fam¨ªlia Lima. tea Ap¨®s a chegada de Mavis, os empregados a receberam calorosamente e a conduziram p porta. ¨C Srta. Mavis, Sr. Gilberto est¨¢ l¨¤ em cima. Ele pediu para voc¨º ir direto ao escrit¨®rio quando chegasse. Disse uma ds. Obrigada, mas acho que vou esperar Sr. Gilberto descer. N?o quero atrapalhar seus afazeres. Respondeu Mavis, sorrindo. ¨C Posso chamar Sr. Gilberto para voc¨º, Srta. Mavis. Ofereceu a empregada. Sentada no sof¨¢, Mavis esperou paci¨ºncia e logo viu Gilberto descendo. Mavis, por que n?o subiu para me procurar? Eu queria te mostrar algo. Disse +15 BONUS: Gilberto, um rosto afetuoso. Mavis se levantou pressa, notando o ¨¢lbum de fotos nos bra?os de Gilberto. ¨C Pensei que voc¨º estivesse ocupado, ent?o n?o quis iodar. Sr. Gilberto, o que ¨¦ esse tesouro que trouxe voc¨º? ¨C Perguntou Mavis. N?velDrama.Org ? 2024. Voc¨º ¨¦ t?o atenciosa. Venha, me deixe te mostrar. Disse Gilberto, satisfeito, sorrindo. Se sentaram no sof¨¢, Gilberto abriu o ¨¢lbum, encontrando uma foto para mostrar a Mavis. ¨C D¨º uma olhada. Voc¨º acha que se parece minha filha? ¨C Perguntou Gilberto. Ao ver a foto, Mavis ficou petrificada. Se n?o fosse por ser uma foto antiga, teria pensado que era Liliane! Liliane era praticamente uma c¨®pia da filha de Gilberto! Mas Gilberto, a vis?o turva, ainda achava que se parecia sua filha. Meus olhos s?o falhos, n?o consigo ver muito bem. Respondeu Mavis, uma express?o r¨ªgida, for?ando uma calma. Sr. Gilberto colocou a foto perto do rosto de Mavis para umapara??o mais detalhada. ¨C Eu vejo semelhan?a! ¨C Disse Gilberto. Mavis for?ou um sorriso, notando uma imperfei??o na foto. ¨C Sr. Gilberto, essa foto foi recortada? ¨C Perguntou Mavis, mudando de assunto. O rosto de Sr. Gilberto mudou imediatamente. ¨C Isso ¨¦ o homem que minha filha escolheu! O pai de Eduardo! Se n?o fosse por ele, minha filha n?o teria deixado a fam¨ªlia Lima e quando encontrei , j¨¢ era um cad¨¢ver frio! ¨C Disse Gilberto, raiva. Mal terminou de fr, passos foram ouvidos na entrada. Ambos se viraram para ver Eduardo entrando. Ao avistai Mavis, Eduardo deu um olhar frio para e se dirigiu a Gilberto Avo, preciso fr voc¨º. Disse Eduardo. Gilberto se levantou e se dirigiu a Mavis. ¨C Mavis, fique o ¨¢lbum por enquanto. Vou subir e conversar Eduardo ¨C Falou Gilberto. Mavis sorriu concordando, ao ver eles subindo as escadas, se sentou no sof¨¢, nervosa. Gilberto podia n?o perceber, ser¨¢ que Eduardo n?o percebia? Se Eduardo contasse ao Gilberto, tudo estaria nas m?os de Liliane! n?o podia deixar isso acontecer! Ap¨®s um momento tenso, Mavis pegou o ¨¢lbum e subiu as escadas. Ao chegar ao patamar do segundo andar, ouviu a conversa entre Eduardo e Gilberto. ¨C Av?, se voc¨º insiste nisso, ent?o fa?amos um teste de DNA! ¨C Sugeriu Eduardo. DNA? Mavis empalideceu. Se o teste provasse que n?o era aa de Gilberto, perderia tudo! Com o cora??o acelerado, visualizou o rosto de Liliane em sua mente. Respirando fundamente, s¨® podia apostar que Liliane pertencia ¨¤ fam¨ªlia Lima! Cap¨ªtulo 79 Cap铆tulo 79 Cap¨ªtulo 79 Ap¨®s sair da fam¨ªlia Lima, Mavis estava preocupada emo conseguiria os cabelos de Liliane quando recebeu uma mensagem no celr. ¡°Estou sem dinheiro, me transfira algum dinheiro.¡°, pediu Pablo. Mavis apertou o celr. ¡°Eu te dei cem mil no m¨ºs passado!¡°, respondeu Mavis. ¡°Gastei bastante cirurgias pl¨¢sticas. Voc¨º, que est¨¢ grudada no William, ousa dizer que est¨¢ sem dinheiro?¡°, respondeu Pablo, raiva. ¡°Eu nunca pedi dinheiro a William!¡°, respondeu Mavis, os olhos avermelhados de raiva. ¡°N?o importa se pediu ou n?o. Voc¨º pode entrar no escrit¨®rio dele, certo? Roube alguns documentos confidenciais e venda, ter¨¢ dinheiro de sobra!¡°, sugeriu Pablo. ¡°Voc¨º est¨¢ louco! Se William descobrir, eu estarei arruinada!¡°, respondeu Mavis. ¡°Por que est¨¢ medo? Arrume um jeito de colocar a culpa em Liliane. Voc¨º n?o odeia ? Voc¨º tem meio m¨ºs para me dar quinhentos mil reais. Sen?o, n?o me culpe por contar tudo para William!¡°, amea?ou Pablo. Ao ver o n¨²mero, os olhos de Mavis se arregram. A confidencialidade de Novitex valia muito mais que quinhentos mil de reais! No entanto, se conseguisse vender, n?o teria mais preocupa??es Pablo! Mavis abriu a conta banc¨¢ria, olhando para os miseros cinquenta mil reais restantes, mergulhando em pensamentos. Sexta¨Cfeira ¨¤ noite. Depois de jantar em um shopping na cidade, Liliane e Marc foram juntas a uma loja de artigos para beb¨ºs. Marc olhava extasiada para os ber?os variados. Lili, esse ber?o gigante cabe no seu apartamento de aluguel? ¨C Perguntou Marc. Ao ouvir a pergunta, Liliane ficou preocupada. Talvez seja necess¨¢rioprar uma casa? N?o ¨¦ muito conveniente ter beb¨ºs em um apartamento alugado. Respondeu Liliane. Quanto dinheiro voc¨º tem agora? Comprar uma casa na Serafim n?o ser¨¢ barato. ¨C Disse Marc. THER Liliane estava prestes a fr, de repente se lembrou daquele e¨Cmail. Marc, eu estava pensando em fazer um curso no exterior. Falou Liliane, depois de um sil¨ºncio. Fazer um curso no exterior? ¨C Marc n?o entendeu. Que tipo de curso? ¨C Liliane explicou a situa??o geral e Marc ficou boquiaberta. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. Lili, fazer um curso no exterior ¨¦ uma ¨®tima ideia, eu apoio! Mas voc¨º j¨¢ pensou que isso vai custar uma quantia consider¨¢vel? Al¨¦m disso, fazer um curso no exterior tr¨ºs crian?as soao uma fantasia! Comentou Marc. ¨C ¨C Eu j¨¢ pensei nisso, mas essa ¨¦ uma oportunidade ¨²nica. N?o quero perder. Disse Liliane, abaixando o olhar. Liliane? ¨C Chamou uma voz de longe, assim que disse isso. Liliane olhou na dire??o e viu a secret¨¢ria de Novitex, que estava fazendo est¨¢gio . Surpresa ao ver Liliane na loja de artigos para beb¨ºs, a secret¨¢ria se aproximou. ¨C Liliane! ¨¦ mesmo voc¨º! O que est¨¢ fazendo em uma loja de artigos para beb¨ºs? Exmou a secret¨¢ria. Liliane ficou tensa. ¨C Estou panhando minha amiga aqui. Respondeu Liliane, pressa. ¨C A secret¨¢ria pareceu intrigada, olhando para Liliane. Mas tinha ouvido algo sobre ¨C tr¨ºs crian?as. Marc imediatamente entrou em a??o. ¨C Minha irm? est¨¢ gr¨¢vida e eu trouxe Liliane para escolher presentes para o beb¨¦. ¨C Disse Marc. A secret¨¢ria ficou confusa. ¨C Oh, entendi. Ent?o, se dirigiu a Liliane: Voc¨º vai voltar para a empresa? Liliane bn?ou a cabe?a. N?o, n?o vou mais. Como voc¨º est¨¢? ¨C Disse Liliane. A secret¨¢ria suspirou profundamente. ¨C Desde que voc¨º saiu, o Sr. William tem ficado irritado todos os dias. V¨¢rias secret¨¢rias foram demitidas poreterem erros e as que restaram est?o vivendo Irritado¡­? Liliane permaneceu em sil¨ºncio, percebendo a implica??o nas pvras da secret¨¢ria. No entanto, a ideia de que William pudesse ter sentimentos diferentes por era dif¨ªcil de acreditar. Na melhor das hip¨®teses, seria controle e possessividade, semelhante a perder um cachorro criado por tr¨ºs anos. ¨C Precisa tentar se esfor?ar mais no trabalho, ent?o. Respondeu Liliane, indiferen?a. A secret¨¢ria olhou dificuldade para Liliane. ¨C Liliane, posso procurar sua orienta??o sobre quest?es de trabalho no futuro? Tenho medo de n?o fazer bem e ser demitida pelo Sr. William. Voc¨º sabe, minha av¨®¡­ Disse a secret¨¢ria. O cora??o de Liliane foi tocado por um momento. sabia, a situa??o da jovem era semelhante ¨¤ sua hist¨®ria passada. ¨C ro, farei o possivel. ¨C Concordou Liliane. ¨C Obrigada, Liliane! Vouprar presentes para meu sobrinho agora. Adeus! ¨C Agradeceu a secret¨¢ria. Liliane observou a secret¨¢ria se afastando, seus olhos estavam semicerrando. Sobrinho? se lembrou de que aqu secret¨¢ria era a herdeira ¨²nica de tr¨¨s gera??es em suas familias, ent?oo ¨¦ que agora havia um sobrinho? Ser¨¢ que era um parente distante? Liliane estava pensando nisso, mas seus pensamentos foram interrompidos por Marc. Liliane! Chamou Marc. A voz de Marc trouxe Liliane de volta ¨¤ realidade. olhou para Marc, ainda perplexa. O que foi? ¨C Perguntou Liliane. Marc revirou os olhos sem paci¨ºncia. ¨C Eu chamei voc¨º v¨¢rias vezes! O que estava pensando t?o distraida? ¨C Disse Marc ficou aqui por muito tempo? ¨C Perguntou Liliane, bn?ando a cabe?a. Estava do outrodo da prateleira. Quem sabe o que ouviu. Respondeu Marc, fazendo careta. Liliane ficou parada, uma express?o preocupada. N?o era porque temesse que a secret¨¢ria fosse fr algo para William. O problema era que s tinham meios de contato, ent?o por que a secret¨¢ria s¨® mencionaria isso agora? Liliane esfregou as t¨ºmporas, um tanto iodada. Ser¨¢ que a gravidez d estava -15 BONUS a intensificar as suspeitas paranoicas? A secret¨¢ria concluiu aspras na loja de artigos para beb¨ºs e partiu. Encontrou um lugar mais discreto, tirou o celr e enviou uma mensagem para Mavis. CON BUNDLE: get more free bonus GET IT Cap¨ªtulo 80 Cap铆tulo 80 Cap¨ªtulo 80 ¡°Vice¨Cgerente Mavis, fiz o que voc¨º pediu e quanto ao dinheiro¡­¡°, perguntou a secret¨¦ria, caut. ¡°Obrigada. Vou te dar dez mil agora, na segunda¨Cfeira, vou te ensinar o que fazer.¡°, respondeu Mavis. A secret¨¢ria, ap¨®s receber os dez mil, deu um olhar sombrio na dire??o da loja de artigos para beb¨ºs. n?o sabia exatamente o que a vice¨Cgerente Mavis estava nejando, mas, p sa¨²de de sua av¨®, n?o tinha escolha sen?o desapontar Liliane! Dois dias se passaram, Liliane n?o parou um segundo. Tratando dos detalhes dos projetos, refinando suas ideias de design, ainda indo procurar casas Marc. e Marc j¨¢ haviam discutido cuidado isso. Depois de um tempo de aprimoramento no exterior, era necess¨¢rio ter um lugar para chamar der. Com tr¨ºs filhos, a distribui??o adequada dos metros quadrados era crucial. A casa n?o podia ser pequena demais, mas Liliane tamb¨¦m n?o podiaprar uma grande demais. Sentada no banco do passageiro, ansiosa, Liliane olhava para as casas ¨¤ sua frente. Lili! Eu acabei de lembrar de algo! ¨C Disse Marc. Marc bateu no bra?o de Liliane animadamente, os olhos brilhando. Liliane a olhou, massageando o bra?o. O que foi? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Da ¨²ltima vez voc¨º me disse que, depois de o Sr. William dar uma casa para Mavis, ele tamb¨¦m te deu uma, certo? Disse Marc. Liliane bn?ou a cabe?a imediatamente. N?o pense mais nisso. O t¨ªtulo da propriedade est¨¢ no Jardim Azul e eu n?o trouxe vida dos meus filhos. Recusou Liliane. Marc a encarou, indignada. ¨C Voc¨º ¨¦ realmente ing¨ºnua! Aprenda algo a falta de vergonha da Mavis, ok? ¨C Disse Marc. Liliane riu e suspirou. Fndo em Mavis, n?o ouvia not¨ªcias de Pablo havia um tempo. ¨C Aquele homem de Mavis, ainda n?o apareceu? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Ele desapareceuo se fosse fuma?a, mas n?o ¨¦ que n?o h¨¢ not¨ªcias. Eu s¨® quero verificar antes de te contar. ¨C Respondeu Marc. Liliane ajustou sua posi??o. ¨C Diga, qual ¨¦ a not¨ªcia? ¨C Falou Liliane. Da ¨²ltima vez que voc¨º mencionou Gomes, eu fiquei curiosa. Desde queecei a seguir Mavis, sempre foi o mesmo homem. Ent?o, por precau??o, pedi a alguns amigos nos escrit¨®rios que procurassem por Pablo Gomes. Adivinha o que descobri? Eu vi fotos dele e esse Pablo ¨¦ o Gomes! O nome dele ¨¦ Pablo Gomes! S¨® que ele desapareceu sem deixar rastros! Explicou Marc. Liliane ficou surpresa. Pablo Gomes¡­ Esse algu¨¦m estava sem noticias, ou estava escondendo sua localiza??o de prop¨®sito, ou simplesmente n?o existia mais. Liliane franzia a testa. ¨C Voc¨º tem algum hacker entre as pessoas que voc¨º pediu ajuda? ¨C Pediu Liliane. ¨C Sim, tenho, mas eles t¨ºm habilidades ticas limitadas. Se a investiga??o for mais profunda, pode n?o dar certo. Disse Marc. E quanto a verificar registros de chamadas e transfer¨ºncias banc¨¢rias? ¨C Continuou Liliane. Voc¨º quer dizer verificar Mavis? Marc franzindo a testa, acrescentou. Aguarde, vou fazer uma liga??o! Depois de fazer a liga??o, Marc olhou para Liliane, -Se voc¨º puder conseguir o chip do celr da Mavis e usar um leitor para acessar os dados, ainda h¨¢ esperan?a. Disse Marc. A express?o de Liliane ficou sombria, parecia que esta tarefa era meioplicada. Se quisesse se aproximar de Mavis, passar um tempo , provavelmente s¨® poderia fazer isso no Jardim Azul. Liliane soltou um respiro fundo. Posso ir agora procurar seu amigo para pegar o leitor? Perguntou Liliane. ro que sim! ¨C Respondeu Marc. ¨C A noite, ¨¤s oito. Liliane voltou para casa e se sentou no sof¨¢, olhando para o leitor, e era grande Para ir ao Jardim Azul, precisaria que William a levasse para n?o levantar Published by N?v''elD/rama.Org. suspeitas de Mavis. Liliane ponderou por um momento, depois pegou o celr e abriu o WhatsApp. Ao olhar para a foto de perfil de William, Liliane respirou. s¨® pod¨ªa usar isso para obter evid¨ºncias! N?o conseguiria permitir que um assassino vivesse uma vida despreocupada! Liliane enviou a mensagem. ¡°Sr. William, esqueci algumas coisas no Jardim Azul, voc¨º estaria livre amanh? ¨¤ noite?¡± William, que tinha acabado de encerrar uma videoconfer¨ºncia, notou a vibra??o do celr. Ao ver a t o nome de Liliane, seu olhar escureceu, pegando imediatamente o celr. Ao ler o conte¨²do da mensagem, sua express?o ficou ainda mais sombr¨ªa. ¡°Vou pedir a Jorge que v¨¢ buscar voc¨º.¡± Ap¨®s enviar a mensagem, William jogou o celr impaci¨ºncia sobre a mesa. tinha procurado ele para pegar suas coisasr!¨C Caso contr¨¢rio, provavelmente nunca procuraria ele! Ao ver a resposta de William, Liliane soltou um suspiro de alivio. Pegar as coisas era apenas uma desculpa, afinal. Seu verdadeiro objetivo era morar no Jardim Azul. Na noite de segunda¨Cfeira, Jorge foi buscar Liliane de carro. Ao chegar no Jardim Azul, Liliane entrou na mans?o e viu Mavis semi¨Creclinada no sof¨¢,endo frutas. Ouviu um barulho na entrada, Mavis se endireitou, seu rosto mudou num instante ao ver Liliane. Prestes a explodir, ouviu passos vindo de cima. Toda a raiva de Mavis ficou presa na garganta ao ver aqu mulher. se levantou e foi at¨¦ Liliane. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? ¨C Perguntou Mavis, em voz baixa. Procurando divers?o voc¨º. Est¨¢ se sentindo feliz? ¨C Respondeu Liliane, um sorriso ir?nico. Mavis arregalou os olhos, ao perceber William pelo canto de olho, imediatamente suavizou seu olhar. ¨C Liliane, deve estar frio l¨¢ fora. Entre logo. Disse Mavis. Cap铆tulo 81 Cap¨ªtulo 81 Liliane permaneceu em sil¨ºncio, observand calma atuar. Somente quando William se aproximou, Liliane finalmente olhou para ele. ¨C Posso subir? Ou preciso da permiss?o da dona? Perguntou Liliane. As pvras provocadas de Liliane fizeram William franzir a testa. N?o consegue fr de maneira educada agora, certo? ¨C Retrucou William. Mavis empalideceu num instante as pvras de William. Como n?o poderia perceber a inten??o nas pvras de? ¡°Quem Liliane pensa que ¨¦, para William n?o dar nem um m¨ªnimo de respeito a C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. mim? Al¨¦m disso, o que esta vagabunda est¨¢ fazendo aqui?¡°ensava Mavis Notando a express?o p¨¢lida de Mavis, Liliane sentiu uma satisfa??o interior. ¨C ¨¦ ro que consigo, vou subir e me arrumar. ¨C Disse Liliane, olhando para o homem de tra?os marcantes. Dito isso, Liliane se dirigiu para a escada. Em quest?o de segundos, trope?ou e caiu. Por instinto, usou as m?os para proteger a barriga, franzindo o rosto para suportar a dor nos joelhos. Os ruidos na escada fizeram William se virar abruptamente, vendo Liliane caida, seu rosto ficou sombrio num instante. Ele deu passosrgos, levantando o corpo de Liliane. Voc¨º n?o tem olhos? Depois de tantos anos subindo e descendo escadas, ainda cair? Repreendeu William, encarando os joelhos vermelhos d. ¨C ¨C Obrigada, Sr. William, ¨¦ s¨® tontura, estou bem. Disse Liliane, retirando a m?o. A queda foi encenada, assimo a tontura. Mavis podia atuar, era natural que tamb¨¦m podia atuar. Contanto que conseguisse permanecer, a dignidade poderia ser ignorada. O que aconteceu? ¨C Perguntou William, franzindo a testa. Estou bem! ¨C Recusou Liliane, frieza. Com isso, retirou o bra?o, mancando at¨¦ subir as escadas. William, a express?o tensa, ficou em sil¨ºncio por um momento antes de ir at¨¦ Liliane e carregar para cima. Ao testemunhar isso, Mavis quase explodiu de raiva. Aqu vagabunda estava fingindo ser fraca por qu¨º? seguiu atr¨¢s, observando enquanto William carregava Liliane para o quarto dele. Mavis, olhos venenosos, permaneceu onde estava. Desde que chegou ali, nunca entrou no quarto de William! Depois de colocar Liliane na cama, William pegou o celr e ligou para o m¨¦dico da fam¨ªlia. Ap¨®s desligar, ele encarou Liliane um olhar indiferente. Algu¨¦m est¨¢ cuidando de voc¨º, certo? Por que est¨¢ t?o magra? ¨C Perguntou William. Liliane n?o respondeu a ele. Quem estava fndo de maneira ambigua afinal? Liliane se endireitou e mudou de assunto. ¨C Sr. William, n?o ¨¦ apropriado. Sua noiva ainda est¨¢ l¨¢ fora. ¨C Falou Liliane. ¨C Eu ainda n?o nej me casar ! ¨C Respondeu William, irritado, ajust a gravata. Ele queria se casar ou n?o, o que isso tinha a ver ? Assim que pegasse as evid¨ºncias e esta pronta para sair, sem disposi??o para discutir assuntos matrimoniais. est¨¢ gr¨¢vida do seu filho. Respondeu Liliane, calma, para ganhar tempo. ¨C Vamos discutir isso depois que o beb¨º nascer. Respondeu William, um tom indiferente, ramente evitando prolongar a conversa. Ele continuou perguntando, voz pesada. Ent?o, o que voc¨º veio buscar desta vez? Liliane deu uma desculpa pronta. ¨C Algumas coisas pequenas. A m ¨¦ muito pequena para caber tudo. Disse Liliane. William se sentou no sof¨¢ de couro e pegou uma revista de economia. ¨C Por que n?o fica na casa que providenciei para voc¨º? ¨C Perguntou William, sem olhar para cima. Liliane fic sem pvras. Ele estava o que dizia? Nunca viu ele fr sobre isso antes. ¨C Se voc¨º ficar descontente, retirar¨¢ a oferta da casa., tenho que encontrar uma casa nova. ¨C Zombou Liliane, n?o p?de deixar de alfar ele. ¨C Liliane, voc¨º est¨¢ mentindo. Resmungou William, em tom frio. ¨C O que importa se eu estou mentindo ou n?o? ¨C Retrucou Liliane, apertou os l¨¢bios e olhou para ele, sarcastica. ¨C Voc¨º ainda n?o acredita em mim, n¨¦? William semicerrou os olhos, sem responder ¨¤s pvras de Liliane.. Um sil¨ºncio desconfort¨¢vel pairou no quarto at¨¦ a chegada do m¨¦dico, aliviando um pouco a tens?o. Depois de um exame r¨¢pido em Liliane, o m¨¦dico se virou para William. ¨C A Srta. Liliane j¨¢ estava em um estado de desnutri??o antes. Agora ainda est¨¢ igual. Precisa ajustar a dieta e evitar excesso de trabalho. Disse o m¨¦dico. Liliane permaneceu em sil¨ºncio. As pvras do m¨¦dico estavam corretas. sabia que raramente seguia uma rotina alimentar regr, ¨¤s vezes esquec de William, uma express?o s¨¦ria, assentiu. ¨C Entendi, voc¨º pode ir embora. Disse William. ¨C O m¨¦dico foi embora e Liliane fez men??o de sair da cama. Ao cal?ar os sapatos, foi repreendida por um olhar frio de William. Deite¨Cse! ¨C Ordenou William, em tom ap¨¢tico. Ser muito obediente pareceria falso demais. Liliane sabia disso, ent?o, desobedecendo, se levantou da cama. Quer que eu te carregue? ¨C Perguntou William, uma express?o ainda mais sombria. Sr. William, voc¨º realmente quer que eu seja chamada de amante por outras pessoas? ¨C Retrucou Liliane, olhando para ele. William se levantou abruptamente da cadeira. Eu vou dormir no seu quarto anterior. Se n?o quiser morrer, fique aqui e cuide da sua sa¨²de! ¨C Com isso, ele se dirigiu ¨¤ porta do quarto. Ao abri, se virou de novo, acrescentou a voz rouca. Eu n?o vou tocar em voc¨º. Ouvindo isso, Liliane ficou surpresa. Ele disse isso para acalmar ? Ou ser¨¢ que ele sabia que Maviestava ali e era necess¨¢rio dizer? GET IT Cap¨ªtulo 82 Cap铆tulo 82 Cap¨ªtulo 82 Liliane se deitou por um tempo, ap¨®s alguns minutos, Lucinda bateu na porta Srta. Liliane, finalmente voc¨º voltou. Disse Lucind, um sorriso caloroso, ao ver Liliane. Lucinda, estou de volta para pegar algumas coisas. Falou Liliane, sorrindo de leve se levantando.. Lucinda colocou aida na mesinha aodo da cama e deu um. Seria t?o bom se voc¨º n?o fosse embora. Comentou Lucinda. ¨C Liliane ficou em sil¨ºncio por um momento. Mavis est¨¢ sendo dif¨ªcil de cuidar? Disse Liliane. Lucinda deu um sorriso amargurado, sem dizer uma pvra, mexeu na sopa que esfriou um pouco e entregou para Liliane. Voc¨º est¨¢ ainda mais magra. Fique aqui por um tempo, vou ajudar a cuidar da sua sa¨²de. Aconselhou Lucinda. Liliane aceitou a sopa, pensou por um momento. ¨C Lucinda, me diga a verdade, Mavis est¨¢ te iodando, n?o est¨¢? Perguntou Liliane. ¨C Inevitavelmente. Suspirou Lucinda. Mas eu sempre penso que tudo ficarial melhor se voc¨º voltasse. Liliane deu uma colherada na sopa embeu osbios. ¨C Lucinda, eu n?o posso voltar. Mas acho que consigo tirar a Mavis do Jardim Azul. Voc¨º precisa me ajudar isso. Pediu Liliane. Com isso, Liliane olhou para Lucinda determina??o. ¨C Srta. Liliane, voc¨º est¨¢ fazendo isso por que motivo¡­ ¨C Perguntou Lucinda, surpresa. Liliane respito fundo, contando a Lucinda as a??es de Mavis contra F¨¢tima. ¨C Srta. Liliane, eu posso ajudar. Vou pensar emo fazer isso de forma adequada. ¨C Disse Lucinda, indignada, depois de ouvir. Liliane assentiu, agradecida. ¨C Obrigada. Agradeceu Liliane. De madrugada, ¨¤ 1h. A porta se abriu, Liliane ergueu os olhos do celr Mavis entrando. Mavis, os olhos vermelhos, se aproximou da cama. ¨C Liliane! Voc¨º n?o tem vergonha de si mesma! Repreendeu Mavis, em tom baixo. Liliane, sem express?o, encarou . ¨C Voc¨º pode sem vergonha, mas eu n?o posso? ¨C Retrucou Liliane. Mavis cerrava os punhos. ¨C Voc¨º veio pegar suas coisas, certo? Por que n?o vai embora? Voc¨º s¨® est¨¢ satisfeita se roubar o noivo de outra pessoa? Nunca vi algu¨¦m t?o desprezivelo voc¨º! ¨C Xingou Mavis, furiosa. ¨C Parece que n?o foi por minha vontade ficar, foi William que se preocupou minha sa¨²de. Ah, ali¨¢s, voc¨º n?o viu a rea??o descontrda dele quando eu cal? Provocou Liliane, um sorriso sarcastico. ¨C Voc¨º n?o tem medo de eu publicar suas a??es vergonhosas online? ¨C Amea?ou Mavis, tremendo de raiva. ¨C ¨C Pode publicar. Disse Liliane, em tom casual. Eu j¨¢ sou conhecidao a amante de todos, por que teria medo dos seus joguinhos? ¨C Voc¨º est¨¢ me desafiando, n¨¦? Liliane,o voc¨º se atreve? ¨C Gritou Mavis, perdendo o controle emocional, uma express?o sinistra. #15 BONUS ¨C Minha familia est¨¢ destro?ada por sua causa. O que mais eu deveria temer? Resmungou Liliane, frieza. Mavis estava prestes a avan?ar e rasgar Liliane em peda?os, mas ao ver os longos cabelos de Liliane espalhados por tr¨¢s, hesitou por um momento. Por causa de Pablo, quase esqueceu dos assuntos rcionados ¨¤ fam¨ªlia Lima! sabia ramente sua posi??o social, se William n?o concordasse, n?o conseguiria expulsar Liliane. Em vez de ficar ali fazendo papel de boba, seria melhor lidar primeiro a fam¨ªlia Published by N?v''elD/rama.Org. Lima. Al¨¦m disso, os documentos confidenciais seriam mais f¨¢ceis de obter enquanto Liliane estivesse l¨¤. Pensando nisso, Mavis se acalmou de repente. ¨C Certo! Vamos vero as coisas se desenrm. Ver quem ri por ¨²ltimo! Comentou Mavis. Depois de dizer isso, saiu. Liliane semicerrou os olhos, pensando que isso n?o era t¨ªpico de Mavissimplesmente sair assim. Com d¨²vidas na mente, Liliane apagou a luz e se deitou. Sentindo o aroma do corpo de William nas cobertas, Liliane se acalmou de modo inexplic¨¢vel. sabia que n?o seria f¨¢cil deixar para tr¨¢s um rcionamento. Ap¨®s uma noite de sono tranquilo, Liliane s¨® se levantou por volta das dez da manh?. Arrumou a cama e desceu para se arrumar. Mavis estava sentada ¨¤ mesa tomando caf¨¦ da manh? quando Liliane,o se nada, se aproximou e se sentou. Lucinda trouxe o caf¨¦ da manh? rec¨¦m¨Cpreparado. ¨C Srta. Liliane, o senhor fez quest?o de me instruir a preparar o caf¨¦ da manh? de acordo o seu gosto. Disse Lucinda, sorrindo. Liliane hesitou por um momento. Ap¨®s a conversa Lucinda na noite anterior, n?o conseguia distinguir essas pvras eram verdade ou n?o. Mas ao ver o olhar furioso de Mavis, Liliane se sentiu bem¨Chumorada. Com um sorriso leve nos l¨¢bios, encarou Mavis diretamente. ¨C Tudo bem, vou agradecer ele pessoalmente por essa gentileza. Falou Liliane. ¨C Um som alto ecoou. Mavis derrubou garfo, furiosa, e saiu correndo para o andar de cima. ¨C Lucinda, siga e nos mantenha em contato pelo WhatsApp. Disse Liliane, dando um olhar para Lucinda. Lucinda assentiu e subiu correndo pressa. Mavis nejava entrar no quarto de Liliane para procurar seus cabelos. Entretanto, ao chegar ¨¤ porta do quarto de William, ouviu passos subindo as escadas. Preocupada, recuou rapidamente para o quarto de h¨®spedes. Lucinda foi at¨¦ l¨¢ e fingiu limpar o quarto de William. At¨¦ enviou uma mensagem para Liliane. ¡° voltou para o quarto.¡± Ao ver a mensagem, Liliane franzias sobrancelhas. Parecia que tinha que esperar at¨¦ ¨¤ noite, quando Mavis estivesse no banho, para agir. GET IT Cap¨ªtulo 83 Cap铆tulo 83 Cap¨ªtulo 83 Depois do caf¨¦ da manh?, Liliane retornou ao segundo andar. Published by N?v''elD/rama.Org. Ao se dirigir para o quarto de William, Mavis abriu a porta e se aproximou d,n?ando um olhar para a barriga d. Quase quatro meses, n¨¦? ¨C Falou Mavis. Liliane, observ caut. ¨C O que voc¨º quer dizer isso? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Voc¨º n?o conta para William que est¨¢ gr¨¢vida porque tem medo que ele pe?a para voc¨º abortar, ou voc¨º esconde algo vergonhoso,o carregar o filho de outra pessoa? Perguntou Mavis, um sorriso suave. ¨C Voc¨º acha que todos s?oo voc¨º? Zombou Liliane, um sorriso ir?nico. O rosto de Mavis ficou p¨¢lido num instante. Ent?o, por que voc¨º n?o conta a William sobre mim agora? Perguntou Mavis. ¨C O que significa dizer a ele agora? ¨C Provocou Liliane, dando um passo em dire??o a Mavis. Eu s¨® quero te lembrar de vez em quando. Ver voc¨º sofrer, ficar ansiosa, medo, raiva¡­ Isso me deixa feliz. Mavis, ¨¦ melhor voc¨º rezar para que o beb¨º na sua barriga seja de William. Caso contr¨¢rio, o seu destino pode ser pior do que o meu. Liliane, ap¨®s suas pvras, desviou o olhar e entrou no quarto. Mavis encarou a porta fechada, pensando que em breve Liliane n?o teria mais motivos para se vangloriar. Em seguida, olhou para o escrit¨®rio de William e entrou. No escrit¨®rio, havia um cofre tr¨ºs fechaduras. franziu a testa, lembrando do que Pablo havia dito sobre alguns cofres serem feitos sob medida. Apenas uma das tr¨ºs fechaduras funcionava e qualquer tentativa de abrir as outras duas dispararia um rme. TA = 15 PORUS Mordendo o l¨¢bio, Mavis pensou que o escrit¨®rio de William n?o tinha aqueles dmentos confidenciais. Talvez devesse agir na empresa. Mavis pegou um livro aleat¨®rio e saiu do escrit¨®rio. De volta ao quarto, enviou uma mensagem para a secret¨¢ria. ¡°Encontre uma oportunidade de chamar Liliane para a empresa.¡± A secret¨¢ria recebeu a mensagem e imediatamente enviou mensagens para Liliane. ¡°Voc¨º est¨¢ livre agora?¡°, perguntou a secret¨¢ria. Liliane, que estava atualizando as not¨ªcias, respondeu prontamente. ¡°Sim, o que voc¨º quer perguntar?¡± ¡°Liliane, voc¨º pode ir para a empresa agora?¡± A secret¨¢ria ent?o explicou brevemente o problema. ¡°Entendi, n?o precisa mexer nos documentos agora. Quando eu chegar, eu te mostroo lidar isso.¡°, respondeu Liliane, depois de hesitar por um tempo. Agora, n?o era mais uma funcion¨¢ria dNovitex, teria que pedir permiss?o a William para entrar na empresa. Liliane procurou o n¨²mero de William e fez a liga??o. Em pouco tempo, a liga??o foi atendida. O que foi? ¨C Perguntou William, a voz meio cansada. A secret¨¢ria que eu orientei quer que eu v¨¢ ¨¤ empresa para ajudar alguns. documentos que bagun?ou. Parece que h¨¢ bastante coisa e dique precisa ser entregue at¨¦ o final do m¨ºs. Como estou semputador aqui, posso ir ¨¤ empresa para ajudar ? ¨C Explicou Liliane. ¨C Ainda n?o consegue deixar Novitex para tr¨¢s? Quer voltar? Perguntou William, um leve sorriso nos l¨¢bios. Tenho a responsabilidade pelo trabalho negligente da secret¨¢ria que eu orientei, n?o ¨¦ uma vontade de voltar ¨¤ empresa. Respondeu Liliane, contendo a vontade de revirar os olhos. ¨C ¨C Vou informar a recep??o, encerro a liga??o. Disse William, uma voz fria e uma express?o sombria. Liliane ficou um pouco atordoada. Ele estava de bom segundo e no pr¨®ximo, virou a carapletamente? Vestindo roupas diferentes, Liliane disse adeus a Lucinda e saiu. Logo atr¨¢s, Mavis tamb¨¦m pegou um t¨¢xi para Novitex. Ap¨®s cumprimentar a recep??o, Liliane subiu diretamente. Ao chegar ao pr¨¦dio familiar do escrit¨®rio, a sensa??o conhecida envolveu . Respirando fundamente, se dirigiu ao escrit¨®rio do presidente. J¨¢ que estava l¨¢, seria educad cumprimentar William. Quando estava prestes a chegar ao escrit¨®rio, uma risada sarcastica veio de tr¨¢s. ¨C Oh, quem diria? A secret¨¢ria Liliane est¨¢ de volta. Voc¨º pediu demiss?o, por que ainda est¨¢ aqui na empresa? ¨C Zombou Maria. Ouvindo a voz, Liliane se virou para encontrar Maria, uma antiga colega. Oi, secret¨¢ria Maria. Espero que esteja bem. Cumprimentou Liliane, um leve sorriso nos l¨¢bios, enquanto avaliava Maria. Maria,o uma secret¨¢ria mais ¨C experiente do que eu, agora que me fui, por que ainda n?o ocupou o cargo de secret¨¢ria? A express?o de Maria escureceu. ¨C Liliane, o que voc¨º tem a dizer agora que n?o trabalha aqui? Se Sr. William souber que voc¨º invadiu Novitex, os seguran?as podem te expulsar! ¨C Disse Maria. Liliane recolheu o sorriso, olhando calma para . Voc¨º pode tentar ver se os seguran?as v?o subir. Provocou Liliane. ¨C Voc¨º¡­ Voc¨º voltou a trabalhar aqui? ¨C Perguntou Maria, franzindo os sobrancelhas. Liliane n?o deu aten??o a . Depois de desviar o olhar, se virou e bateu na porta do escrit¨®rio de William. ¨C Entre. A voz rouca de William veio de dentro. Liliane entrou, deixando Maria perplexa dodo de fora. Dentro do escrit¨®rio, Lilianen?ou um olhar de rnce para a mesa de trabalho que costumava ser d. Em seguida, olhou para William. Estou aqui para cumprimentar voc¨º antes de ajudar a secret¨¢ria. ¨C Disse Liliane. William fechou os documentos sobre a mesa, levantou o olhar para Liliane e se levantou. ¨C Falou William. Enquanto ¨C Como quiser. Eu tenho que dar uma passada no local. passava por Liliane em dire??o ¨¤ porta, ele se virou e acrescentou. Vou te levar jantar fora mais tarde. GET IT Cap¨ªtulo 84 Cap铆tulo 84 Cap¨ªtulo 84 Sr. William est¨¢ sendo t?o generoso, ser¨¢ que est¨¢ medo de que eu entre em conflits Mavis, n¨¦? ¨C Disse Liliane, sorrindo. William estreitou os olhos, focando nos l¨¢bios corados de Liliane. Liliane, n?o me force a cr a sua boca. Provocou William.. Liliane fic sem pvras. Para um homem cheio de ideias ruins, era melhor que ficasse quieta. Depois que William deixou o escrit¨®rio, Liliane voltou ao seu lugar original. estendeu a m?o, acariciando de leve os objetos de escrit¨®rio que havia usado, revivendo imagens de tr¨ºs anos de trabalho diligente. Antes de Mavis aparecer, ingenuamente pensava em panhar William por muito tempo. Infelizmente, seus pensamentos inocentes foram despeda?ados p realidade. Liliane, reorganizou suas emo??es e depois abriu a porta para ir at¨¦ o escrit¨®rio dsecret¨¢ri No entanto, assim que desapareceu, Mavis apareceu no corredor. Com uma sac na m?o, ficou parada na porta do escrit¨®rio de William, batendo. Embora olhasse para porta, seu olharteral estava na camera de vigilancia pendurada no corredor. Sem receber resposta, empurrou a porta e entrou. conhecia bem as agendas de William, por isso escolheu ir Mavis tirou doces requintados e os colocou na mesa de William. Em seguida, olhou para a estante de documentos aodo,mbeu os l¨¢bios nervosamente e foi at¨¦ l¨¢. Escrit¨®rio das secret¨¢rias. A presen?a de Liliane animou as secret¨¢rias mais jovens, que correram animadas. para cumprimentar e remar do tratamento desumano do chefe. At¨¦ Maria e J¨²lia, que estavam um pouco distantes, reviravam os olhos constantemente. ¨C Voc¨º viu o jeito arrogante daqu vagabunda? Parece que sem , o escrit¨®rio n?o funciona! Zombou Maria. J¨²lia ficou chocada a volta de Liliane. vai voltar a trabalhar?¨C Perguntou J¨²lia. C a boca! Se voltar,o vou conseguir uma promo??o?¨C Disse Maria. J¨²lia fez um gesto de desd¨¦m. ¨C Voc¨º est¨¢ exagerando. Vamos ser objetivas, todos n¨®s estamos inveja d, inveja de sua habilidade e de transar o Sr. William. Comentou J¨²lia. Maria ficou furiosa J¨²lia. ¨C Voc¨º acordou para a realidade agora? N?o era voc¨º que estava inveja d antes? Repreendeu Maria. 1 ¡ª J¨²lia deu um sorriso frio, naquele tempo que Liliane n?o esteve na empresa, tamb¨¦m percebeu. Na verdade, Liliane superava todos em habilidades. Nos dois dias ap¨®s a sa¨ªda de Liliane,o foi o caos no escrit¨®rio das secret¨¢rias? ¨¤s 17h. Quando William voltou, viu v¨¢rias pessoas em volta de Liliane, observando trabalhar. Ao perceber que ainda estava ocupada, ele se dirigiu ao pr¨®prio escrit¨®rio. C +15 BONUS Ao entrar, encontrou Mavis encolhida no sof¨¢, descansando os olhos e na sua mesa havia doces. William franziu as sobrancelhas por instinto, ele se perguntava estava ali h tempo? Mavis. Chamou William, voz grave, caminhando at¨¦. Chamou tr¨ºs vezes antes de Mavis abrir os olhos. Ao v¨º¨Clo, se levantou abruptamente. ¨C William, me desculpe, eu¡­ ¨C Disse Mavis. ¨C Se est¨¢ cansada, v¨¢ para casa. ¨C Falou William, desviou o olhar e se dirigiu ¨¤ mesa. ¨C -N?o precisa esperar por mim aqui. Mavis apertou o celr no bolso, ficou de p¨¦ e olhou para ele. ¨C Voc¨º vai voltar para casa para o jantar? ¨C Perguntou Mavis, caut. N?o, eu vou pedir ao motorista para te levar de volta. ¨C Respondeu William, indiferente, olhando para . Os olhos de Mavis refletiam tristeza. ¨C Est¨¢ tudo bem, vou pegar um t¨¢xi. Disse Mavis. ¨C N?o ¨¦ seguro¡­ Disse William, uma voz profunda. Naquele momento, algu¨¦m bateu na porta. Assim que William terminou de fr, se ouviu uma batida na porta. Ap¨®s ele dizer ¡°entre¡°, Liliane entrou p porta. Lilianen?ou um olhar para Mavis uma sac, em seguida, olhou para William. N?o iamos jantar? ¨C Perguntou Liliane. Mavis olhou surpresa para o homem ¨¤ sua frente. Ser¨¢ que ele estava recusando por causa de Liliane? in Quem, afinal, era a noiva dele? Mavis ficou o rosto p¨¢lido de raiva, mas n?o ousou explodir na frente de William. So p?de concordar relutancia e sair do escrit¨®rio. Foi intencional? ¨C Perguntou William, em tom frio, assim que Mavis saiu. ¨C ro, ver se dando mal me deixa feliz. Se voc¨º est¨¢ pena d, agora ¨¦ a hora de alcan?ar . ¨C Admitiu Liliane, abertamente. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. N?o tenho sentimentos por , Liliane, voc¨º acredita? Explicou William, seriedade. Ser¨¢ que voc¨º faz isso para retribuir? Ent?o voc¨º deu a posi??o e status? ant¨¦m uma sentimentos l¨¢ fora? Questionou Liliane, direta ao ponto. ¨C S¨® posso oferecer a posi??o e dinheiro, nada mais. Respondeu William. N?o quero saber dos detalhes entre voc¨ºs! S¨® sei que agora est¨¢ gr¨¢vida do seu filho! ¨C Retrucou Liliane.¡± Ao mencionar isso, William semicerrou os olhos. ¨C Liliane, naqu noite da festa anual, voc¨º realmente veio ao meu quarto? Perguntou William. ¨C -Se eu vim ou n?o faz alguma diferen?a? Voc¨º ainda transa , n?o ¨¦ verdade? Zombou Liliane. Cap¨ªtulo 85 Cap铆tulo 85 Cap¨ªtulo 85 Depois de Liliane fr, retirou seu olhar indiferente, saindo do escrit¨®rio sem esperar p resposta de William. A imagem dos dois transana cama deixou enjoada! Published by N?v''elD/rama.Org. Jantar estava fora de quest?o, n?o conseguiriapartilhar uma refei??o ele tranquilidade. Perguntar a ele antes era apenas para ver a rea??o nervosa e contida de Mavis. Ao sair da empresa, Liliane respirou fundamente, se for?ando a acalmar. Verificou o hor¨¢rio no rel¨®gio, se voltasse agora, ainda daria tempo. Pegou um t¨¢xi de volta para o Jardim Azul, onde Lucinda recebeu . ¨C Srta. Liliane, Srta. Mavis foi tomar banho agora e eu vi o celr d na mesa. ¨C Avisou Lucinda. A express?o de Liliane ficou s¨¦ria. ¨C Entendi, arranje um jeito de segurar . Disse Liliane. O quarto de Mavis n?o tinha banheiro, Liliane teria a chance de pegar o que precisava. Lucinda assentiu, entregando um papel a Liliane. Esta ¨¦ a senha do celr da Srta. Mavis, eu bisbilhotei. Disse Lucinda. Obrigada, Lucinda. Agradeceu Liliane, emocionada. ¨C Com a senha em m?os, subiu as escadas rapidamente. Observou o banheiro ainda iluminado e se dirigiu pressa ao quarto de Mavis. Ao entrar, o celr de Mavis estava sobre a mesa. Liliane, contrndo a ansiedade, conectou o leitor ao celr. Ao estabelecer a liga??o nos dois pontos a t do celr de Mavis se encheu de dados. 15 BONU Ao observar a barra de progresso, Liliane, nervosa, engoliu em seco, atenta ao aos sons l¨¢ fora. Ao atingir cinquenta por cento, ouviu um barulho vindo do quarto aodo. Seu cora??o deu um pulo, seguido p voz de Lucinda, Srta. Mavis, a toalha ainda est¨¢ no secador! O tempo hoje n?o est¨¢ bom, vou trazer para voc¨º. Disse Lucinda. ¨C Lucinda! O que deu em voc¨º?N?o consegue nem fazer isso direito? ¨C Disse Mavis. Lucinda resmungou uma frase. Com a porta fechada novamente, Liliane ouviu o som do motor de um carro l¨¢ embaixo. ficou ainda mais nervosa, William tinha retornado! Lucinda ficou na porta, preocupada. ¨C Srta. Liliane, est¨¢ tudo bem? O Sr. William tamb¨¦m voltou! ¨C Disse Lucinda, preocupa??o. ¨C Est¨¢ quase pronto! Respondeu Liliane, contrndo o suor frio em suas m?os. Ao atingir cem por cento, rapidamente retirou o leitor. Colocou o celr de volta na mesa, saindo furtivamente do quarto. Ao chegar ¨¤ porta do quarto de William, ele j¨¢ estava na escada. Liliane, p¨¢lida de susto, quase perdeu o equilibrio. Tentando parecer calma, deu um olhar para William antes de entrar no quarto. Pensou que finalmente poderia ficar aliviada, mas William a seguiu. ¨C Por que est¨¢ t?o nervosa? ¨C Perguntou William, seus olhos profundos eram prantes. Liliane, gotas de suor na testa, estava pensandoo explicar quando Lucinda apareceu na porta. ¨C Sr. William, a Srta. Liliane est¨¢ dor de est¨®mago. Eu pedier um pouco, mas n?o consegueer. Explicou Lucinda. Liliane ficou grata a Lucinda no cora??o. William ficou o rosto sombrio. -Problemas de humor? Voc¨º n?o percebe o quanto est¨¢ p¨¢lida? Repreendeu William Liliane aproveitou a oportunidade. Estou n¨¢useas, quero vomitar. Respondeu Liliane. n?o estava mentindo, estava realmente t?o nervosa que se sentia n¨¢useas at¨¦ a ponto de vomitar. realmente n?o acostumada aqueleportamento furtivo. Lucinda, chame o m¨¦dico. Ordenou William, apertando os l¨¢bios. ¨C ¨C N?o ¨¦ necess¨¢rio! Interveio Liliane rapidamente. Lucinda, traga algumas frutas para mim, por favor. Lucinda concordou e saiu. William n?o saiu, sentado no sof¨¢ e mexendo no celr. Com o cora??o ainda n?o totalmente recuperado, Liliane encontrou uma desculpa. Vou arrumar minhas coisas. Disse Liliane. William deu um olhar significativo para a silhueta que Liliane deixou para tr¨¢s. Seus olhos se estreitaram de leve e os dedos apoiados no bra?o da cadeirae?aram a batucar ritmicamente. Mavis, rec¨¦m¨Csa¨ªda do banho, retornou ao quarto e trancou a porta. enviou todos os dados capturados para Pablo. ¡°Venda essas informa??es. Eu n?o posso lidar isso diretamente, sen?o William descobrir¨¢.¡± Pablo respondeu rapidamente. ¡°Voc¨º ¨¦ bem r¨¢pida Mavis apertou os dentes. ¡°N?o haver¨¢ uma pr¨®xima vez!¡± ¡°Ent?o, voc¨º precisa encontrar uma maneira de fazer William te dar dinheiro.¡± Mavis olhou para a t, mergulhando em sil¨ºncio por um momento. Quando se tratava de dinheiro, realmente deveria abordar a delicadeza para conseguir dinheiro. N?o apenas para desviar as suspeitas de William, mas tamb¨¦m porque estava sem dinheiro. Considerando a gravidez, pedir dinheiro n?o seria exagerado, certo? teria que ser sutil nisso. No quarto. Depois de organizar roupas, Liliane se deitou na cama. Amanh?, precisaria entregar o leitor para Marc e deixar o Jardim Azul. N?o queria ficar muito tempo ali, observando um assassinvagando livremente. Al¨¦m disso, seus desenhos de design ainda precisavam ser finalizados, n?o tinha tempo para mais demora. Depois de saborear a sobremesa trazida por Lucinda, Liliane se preparou para tomar um banho. Quando tirou suas roupas limpas, William abruptamente abriu a porta. N?o consegue bater na porta antes de entrar? ¨C Disse Liliane, encarando ele. Eu j¨¢ vi tudo em voc¨º. Disse William, examinando . ¡°Intruso! Perverso!¡°, Liliane n?o p?de deixar de xingar ele internamente. ¨C Algum problema? ¨C Perguntou Liliane, contendo sua insatisfa??o. GET IT Cap¨ªtulo 86 + Cap铆tulo 86 Cap¨ªtulo 86 ¨C Voc¨º est¨¢ se sentindo mais confort¨¢vel agora? Perguntou William, apoiado na porta, so ver Liliane uma express?o irritada. Liliane respondeu um simples ¡°Sim.¡± Vamos, vou te levar a um lugar. Disse William, se inclinando. Liliane ficou confusa. ¡ª 10 J¨¢ passava das 21h, para onde ele a levaria? No norte da cidade, na encosta da montanha. Ap¨®s duas horas de viagem de carro, Liliane j¨¢ estava dormindo no banco. William estacionou o carro, olhou para a pessoa encolhida no banco do passageiro e seus olhos suavizaram. A maneirao dormia n?o parecia t?o fria e dominadora. Observando as mechas soltas de Liliane, William estendeu a m?o para ajeit¨¢s. Ao tocar o rosto de Liliane, William ficou surpreso. A sensa??o ¨²mida em suas pontas de dedo era notavelmente evidente. ¨C M?e¡­ N?o v¨¢ embora, eu vou te ouvir, n?o serei mais a amante, por favor, n?o v¨¢ embora¡­ Murmurou Liliane. Ouvindo os murmurios de Liliane em seu sono, o cora??o de William se contraiu abruptamente. estava insistindo em partir por causa do pedido de sua m?e? Os olhos de William se, tornaram sombrios, exceto pelo dia em que viu Liliane chorar p morte de sua m?e, nunca viu n qualquer sinal de tristeza. sabiao esconder! Sempre parecia forte! ? +15 BONUS William, impaciente, ajustou a gravata, movimentos suaves, limpou as l¨¢grimas de Liliane um len?o. Naquele momento, Liliane estavapletamente acordada. Ao abrir os olhos, viu a m?o de William ossos proeminentes. Liliane ficava paralisada, olhando caut para ele. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo? ¨C Perguntou Liliane. William n?o se moveu, recuando a m?o depois de limpar. ¨C Voc¨º estava babando, achei nojento. Respondeu William. Liliane se sentiu constrangida, desviando o olhar para a jan. Vendo a neve fofa l¨¢ fora, Liliane abriu os olhos devagar. ¨C ¨C Est¨¢ nevando? Perguntou Liliane. ¨C Sim, a casa de Jorge ¨¦ por aqui, ele disse quee?ou a nevar. Disse William, sem express?o, contando uma mentira. Liliane n?o prestou muita aten??o, abriu a porta do carro e saiu. Pisando na neve, Liliane de repente se sentiu mais leve.. n?o esperava que William levasse para ver a neve. ¨C A primeira neve traz boa sorte, espero que tudo corra bem este ano. ¨C Disse Liliane, William apenas encostou no carro, observando brincar em sil¨ºncio, um sorriso que nem ele percebeu, nos cantos dos olhos. A atmosfera harmoniosa durou menos de dez minutos antes de ser interrompida pelo toque do celr de William. Ele atendeu, levando o celr ao ouvido. Sr. William, informa??es confidenciais da empresa vazaram! apressadamente. ¨C Disse Jorge, LISBONUS A express?o de William ficou fria num instante. ¨C O que aconteceu? ¨C Perguntou Willia ¨C Os rascunhos do novo produto da equipe de pesquisa eletr¨®nica foram roubados. A pessoa que os vendeu est¨¢ sob investiga??o, mas quem recebeu a informa??o n?o ousa revender. Ele recebeu a mensagem ¨¤s seis e ele nos repassou imediatamente. At C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. transa??o foi feita online, usando um ID virtual, levar¨¢ algum tempo para rastrear. Explicou Jorge. O frio em William atingiu seu apice, ¨C D¨¦ a eles dois dias! Se n?o resolverem, demitam eles! Ordenou William, furioso. ¨C Entendido, Sr. William!¨C Respondeu Jorge. Ap¨®s encerrar a chamada, William entrou no carro uma express?o sombria. Liliane, sentindo a tens?o, seguia ele. Ao ver a express?o carrancuda dele, Liliane tinha um pressentimento ruim. ¨C ¨C Aconteceu alguma coisa? Perguntou Liliane. William mantinha osbios cerrados, seus olhos estavam cheios de hostilidade. ¨C Os arquivos confidenciais da empresa foram roubados, isso aconteceu hoje. ¨C Respondeu William. ¨C Arquivos confidenciais foram roubados? ¨C Repetiu Liliane, at¨­nita. Sim. Afirmou William. William estreitou os olhos e deu partida no carro. Liliane estava confusa, hoje? Os secret¨¢rios de William jamais se atreveriam a mexer em seus documentos Al¨¦m disso, o andar da presid¨ºncia requeria um cart?o magn¨¦tico exclusivo. chegou ¨¤ empresa e entrou no escrit¨®rio de William ao meio¨Cdia. n?o estava ciente do que ocorreu p manh?. A ¨²nica pessoa que entrou no escrit¨®rio de William depois disso foi Mavis. Antes das coisas serem esrecidas, Liliane preferiu n?o especr sobre fofocas. No caminho de volta, William recebeu outra liga??o de Jorge. Sr. William, questionamos as secret¨¢rias e s disseram que hoje s¨® a Srta. Mavis esteve em seu escrit¨®rio e¡­ Avisou Jorge. Jorge n?o ousava terminar a frase. ¡ª Entendi! Disse William, encerrando a liga??o, seu rosto era sombrio e assustador. Liliane ouviu ramente. Se William suspeitasse d, seria mais suspeita que Mavis. retornou ao Jardim Azul de repente e foi ¨¤ empresa. Na noite em que William voltou para casa, ele captou sua ansiedade.. ¨C Liliane. ¨C Falou William, um tom sombrio, ramente irritado. Me diga, por que voc¨º voltou dessa vez? Os olhos de Liliane perderam o brilho num instante. Como imaginava, ele suspeitava d. ele a Sem considerar Mavis culparia sem hesitar. Acha que fui eu? ¨C Questionou Liliane, a voz d mal expressou qualquer emo??o. William pisou no freio bruscamente. Ele se virou, olhando frieza para Liliane. ¨C Ent?o me diga, por que voc¨º voltou agora? Antes, queria evitar me encontrar a todo custo, mas de repente apareceu! Liliane,o quer que eu acredite em voc¨º? Indagou William, furioso. Cap¨ªtulo 87 Cap铆tulo 87 Cap¨ªtulo 87 ? +15 BOHUS Ouvindo as pvras de William, Liliane sentiu um arrepio percorrer seu corpo. fechou os olhos, um sorriso resignado surgiu em seus l¨¢bios. Se explicasse, ele acreditaria n? ¨C Fale! ¨C Gritou William, explodiu em um grito repentino.. Liliane olhou para ele indiferen?a. William, voc¨º acreditaria no que eu dissesse? Se n?o acreditar, minhas explica??es. ser?o in¨²teis! ¨C Disse Liliane. Eu n?o quero ¡­ ¨C esse tipo de conversa! S¨® quero que voc¨º explique! ¨C Falou William, os olhose?ando a ficar vermelhos, quase parecia capaz de queimar Liliane sua ira. Com essa atitude, o que mais posso explicar? Retrucou Liliane, virou a cabe?a, olhando p jan do carro. n?o queria se explicar! Trabalhandoo sua secret¨¢ria por tr¨ºs anos, se quisesse roubar segredos, j¨¢ teria feito! Por que esperaria at¨¦ agora? William estendeu a m?o, girando bruscamente o corpo de Liliane para encarar ele. Ele rangou os dentes, a press?o de sua aura quase impediu Liliane de respirar. Vou te perguntar p ¨²ltima vez, vai explicar ou n?o? Estou te dando uma chance! N?o desafie os meus limites! ¨C Disse William, furioso. William articulou cada pvra, sua m?o apertava t?o forte o bra?o de Liliane que parecia prestes a quebrar. N?o desafiava os limites? Liliane deu um sorriso frio, puxando sua m?o de volta. encarou o olhar imcavel de William. ¨C O que quer ouvu? Que eu admita ter roubado os arquivos confidenciais da empresa, ou que isso nunca foi culpa minha? Voc¨º j¨¢ me deu alguma confian?a? N?o foi s¨® eu que entrei no seu escrit¨®rio hoje! Mavis tamb¨¦m! passou mais tempo l¨¤ do que eu por que voc¨º acha que eu sou a culpada? ¨C Questionou Liliane. ¨C Ent?o por que diabos veio me procurar? ¨C Retrucou William, os punhos cerrados, olhou intensamente para Liliane, sua voz ainda furiosa. Liliane sentiu uma onda de impot¨ºncia. Para essa pergunta, realmente n?o tinha uma resposta convincente. William, eu disse, voltei apenas para pegar minhas coisas. mas sua confian?a parecia fragil. Respondeu Liliane, ¨C Voc¨º esta mentindo! ¨C Disse William. Ele desferiu um soco forte no encosto do banco de Liliane, gritando raiva. ¨C Liliane! Por que porra ¨¦ t?o dif¨ªcil para voc¨º dizer a verdade? Liliane encarou ele incredulidade, os olhos cheios de desapontamento. -William, sou t?o indigna da sua confian?a assim? ¨C Perguntou Liliane, desapontada. ¨C Estou fazendo perguntas aqui! Caramba, voc¨º n?o tem o direito de me questionar! ¨C Gritou William, irritado. ¨C Voc¨º n?o sabe que quando n?o ha confian?a, todas as minhas pvras s?o in¨²teis? ¨C Retrucou Liliane. Liliane n?o conseguia mais se conter e gritou William. estava cansada, realmente cansada. Por que era automaticamente a culpada? Por que suas explica??es n?o eram aceitas? Por fato de que era uma amante desprezivel? ¨C N?o vai explicar, ¨¦ isso? Ent?o eu vou explicar para voc¨º! Voc¨º usou outras secret¨¢rias para rastrear meus movimentos e veio at¨¦ o Jardim Azul inventar uma ¨C desculpa para conquistar minha simpatia. No dia seguinte, voc¨º entrou na empresa! Aproveitou o momento em que eu fui para o local e roubou os arquivos confidenciais! Liliane! Eu n?o te dei dinheiro suficiente? Voc¨º se cansou da vida e teve coragem de me trair? ¨C Falou William, voz sombria, contendo o desejo de bater. Ouvindo as acusa??es fervorosas de William, Liliane sentiu um aperto sufocante em seu peito. Ele j¨¢ tinha todas as respostas, ent?o para que mais perguntas? Liliane deu um sorriso amargurado. William, ¨¦ assim que voc¨º me v¨º? T?o desprez¨ªvel? Questionou Liliane. O rosto imponente de William, de repente, rxou a f¨²ria, um sorriso zombeteiro. surgindo em seus l¨¢bios. ¨C Suma. Gritou William. Liliane, instintivamente, olhou para a escurid?o na encosta da montanha. Ele queria que saisse ali? Por instinto, Liliane engoliu em seco, antes que pudesse reagir, ouviu o grito hist¨¦rico de William. Eu disse para voc¨º sumir! ¨C Repetiu William, gritando. Liliane fungou, empurrando a porta rapidamente e saindo do carro. No momento em que fechou a porta, o carro saiu disparadamente. Uma curva e tudo ao redor ficava imerso na escurid?o. O vento frio entrou em seu crinho, as densas ¨¢rvores e o ambiente sombrio faziam Liliane se arrepiar. tremeu de leve, metendo a m?o no bolso. Published by N?v''elD/rama.Org. Ao tatear cuidadosamente, Liliane s¨® ent?o percebeu que deixou o celr no carro de William. S¨® tinha um leitor no bolso¡­ No carro. William agarrou for?a o vnte, suas m?os mostravam veias azuis. Ele pensou que estava apenas pegando suas coisas! Ele at¨¦ pensou que ainda tinha sentimentos por ele! estava doente e ele pediu a Lucinda para cuidar bem d! Quando estava de mau humor, ele levou para l¨¢ para ver a neve! Mas , se aproveitando de suapaix?o, fez a coisa que ele mais odeiava! Ele, William, nunca foi tratado assim por uma mulher! A raiva nos olhos de William se transformava em uma inten??o feroz. Ele levantou a m?o e bateu forte no vnte. tinha coragem! Descendo da encosta, Liliane caminhou na neve por duas horas. Ao chegar ao p¨¦ da montanha, finalmente viu luzes n?o muito distantes. GET IT Cap¨ªtulo 88 Cap铆tulo 88 Cap¨ªtulo 88 Finalmente, desceu da serra. Liliane, segurando a cabe?a pesada e o enjoo no est?mago, levantou as pernas entorpecidas e caminhou em dire??o ¨¤ luz. Mal deu dois passos e tudo escureceu, caiu pesadamente na neve. Jardim Azul. Mavis, um pouco distra¨ªda na s, ouviu Pablo dizer que a venda confidencial n?o aconteceu de jeito nenhum! Agora, ele precisava que arranjasse dinheiro para enviar a ele. O prazo m¨¢ximo era de tr¨ºs dias para reunir quinhentos mil reais. Pensando emo fr William, ouviu um barulho dodo de fora da mans?o. Mavis se levantou apressadamente, ao ver William uma express?o furiosa, desistiu imediatamente de pedir dinheiro. se aproximou rapidamente, segurando o bra?o de William. William, o que aconteceu? Por que voc¨º est¨¢ essa express?o terr¨ªvel? ¨C Perguntou Mavis, carinho. Largue. Disse William, ap¨¢tico, assustando Mavis, que rapidamente retirou a m?o. olhou para ele de forma t¨ªmida. ¨C William, n?o fa?a isso, estou medo. Disse Mavis, tristeza. No futuro, n?o v¨¢ mais ¨¤ empresa sem a minha permiss?o. Falou William. William n?o olhou para Mavis, se virou e subiu as escadas. Mavis ficou nervosa, se perguntando se William descobriu algo. Mordendo os l¨¢bios ansiosamente, depois de pensar por um momento, percebeu C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. O +15 BONUS por que Liliane n?o retornou. William estava t?o zangado porque algo aconteceu entre ele e Liliane. As a??es de Liliane fizeram William ficar alerta, ent?o ele a proibiu de ir ¨¤ empresa para evitar problemas. Pensando nisso, Mavis sorriu de leve. Parecia que o destino estava a seu favor. Mesmo que Liliane n?o voltasse, n?o fez diferen?a, j¨¢ conseguiu o que queria. Enquanto eles estavam fora, foi ao quarto de William e encontrou algumas mechas de cabelo de Liliane na penteadeira. No dia seguinte, nejava passar um dia na familia Lima, deixando o cabelo na escova. No quarto. William segurava o celr de Liliane, tenso no sof¨¢. era habilidosa, deixando o celr de prop¨®sito no carro dele. Depois de um tempo em sil¨ºncio, William se levantou abruptamente e foi at¨¦ a jan. Observando os flocos de nevee?ando a cair l¨¤ fora, o rosto de William escureceu. Naqu noite, o norte da cidade estava enfrentando uma grande tempestade de neve, temperaturas abaixo de zero. Aqu mulher que desceu da serra n?o teria uma jornada f¨¢cil. Mesmo para algu¨¦m resistente ao frio, n?o era garantido que suportava o vento e a neve intensos. William apertou os l¨¢bios, irritado, e tirou o pr¨®prio celr, ligando para Jorge. ¨C Leve algu¨¦m para procurar Liliane, na Serra dos Tvares no norte da cidade. Ordenou William. Jorge ficou perplexo do outrodo da linha. +15 BOMUS Sr. William deixou Srta. Liliane perdida na Serra dos Tvares? ¨C Sim, Sr. William! ¨C Respondeu Jorge, apressadamente. ¨¤ uma da manh?. Quando Jorge encontrou Liliane, j¨¢ estava coberta por uma espessa camada de neve. Felizmente, ainda havia sinais de vida em sua respira??o. Jorge a levou de volta ao Jardim Azul. Quando chegaram, William ainda estava sentado na s. Ao ver Jorge entrar Liliane, p¨¢lidao a neve, William sentiu uma contra??o forte no cora??o. ¨C Sr. William! A Srta. Liliane estava sob a neve por n?o sei quanto tempo e seu corpo est¨¢ quase sem temperatura. ¨C Exmou Jorge, pressa. O semnte de William refletia urg¨ºncia enquanto ele se levantava para receber Liliane. Ao tocar na m?o de Liliane, ele percebeu imediatamente o frio intenso no corpo d. Chame Lucinda e traga o m¨¦dico! Disse William, pressa, se dirigindo para cima. De volta ao quarto, William trocou todas as roupas molhadas de Liliane, cobrindo cuidado o edredom. Quando Lucinda entrou, mal p?de conter o choque. Sr. William, a Srta. Liliane¡­ Disse Lucinda. Prepare ¨¢gua quente e ajude a se limpar! ¨C Interveio William, frieza. Lucinda foi se apressar, pensando que Liliane estava ¨¤ beira da morte, dada a palidez cadav¨¦rica. Quando voltou a ¨¢gua quente, William pegou a toalha ee?ou a limpar o corpo d. Repetidamente at¨¦ a chegada do m¨¦dico. ¨C Sr. William, a sa¨²de da Srta. Liliane j¨¢ n?o era boa, e agora, ap¨®s esse frio, a recupera??o ser¨¢ dif¨ªcil. ¨C Avisou o m¨¦dico, suspirando, despois de examinar. William encarou frieza o m¨¦dico. Chamei voc¨º para dizer isso? ¨C Bradou William. Desculpe, Sr. William. Vou fazer uma lista de suplementos para ajudar na recupera??o da Srta. Liliane. Respondeu o m¨¦dico, assustado. William apertou a mandib uma tens?o anormal, continuou esfregando as m?os gdas de Liliane. Olhando para a mulher tranquo se estivesse sem vida, ele se arrependeu profundamente. Por que deixou sozinha? Mesmo que estivesse errada, n?o deveria ter abandonado . Tr¨ºs dias depois. Liliane acordou grogue, ao abrir os olhos, se deparou o homem sentado no sof¨¢ pr¨®ximo. A sua barba exibia uma sombra azda e o cabelo era bagun?ado. As olheiras sob os olhos denunciavam noites sem dormir, enquanto as express?es em sua testa e olhos revvam uma ra exaust?o. deu uma r¨¢pida olhada e desviou o olhar, fechando os olhos novamente. Ele trouxe de volta mais uma vez? O tratamento de alternar entre a ira e a do?ura era algo que simplesmente n?o conseguia suportar. Cap¨ªtulo 89 Cap铆tulo 89 Cap¨ªtulo 89 Exausta, Liliane se mexeu na cama, virando as costas para William. n?o queria mais olhar para ele, cada olhar a fazia sentir uma dor insuport¨¢vel! No entanto, a movimenta??o de Liliane fez o homem que estava lendo documentos. erguer a cabe?a de repente. Ele se levantou apressadamente, se aproximando da cama, movendo os l¨¢bios, mas sem saberoe?ar. Ap¨®s um breve momento, ele virou as costas e saiu do quarto, chamando Lucinda para subir. Srta. Liliane? Chamou Lucinda, uma voz suave, trazendoida. ¨C Est¨¢ bem. Respondeu Liliane, indiferente, abrindo os olhos lentamente. ¨C ¨¦ bom que tenha acordado. Levante¨Cse e tome um pouco de sopa, nesses dias voc¨º ficou apenas com nutri??o intravenosa, seu est?mago deve estar desconfort¨¢vel. Disse Lucinda. Liliane ficou perplexa e se virou para . Quanto tempo eu dormi? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Tr¨ºs dias. Nestes tr¨ºs dias, o Sr. William mal fechou os olhos e a cada hora vinha pessoalmente uma toalha quente para cuidar de voc¨º. Respondeu Lucinda. N?o mencione ele. ¨C Interrompeu Liliane, uma express?o fria. ¨C N?o quero ouvir sobre ele, muito menos ver ele. Lucinda sabia um pouco sobre a situa??o atrav¨¦s de Jorge. entendia o prop¨®sito da volta de Liliane, mas prometeu manter segredo sobre o assunto. Vendo o rosto frio de Liliane, Lucinda suspirou depaix?o. ¨C Est¨¢ bem, n?o vou mencionar. Apenas levante¨Cse e tome a sopa, est¨¢ bem? ¨C Pediu ¨C Liliane. -Lucinda, quem fez o exame para mim? ¨C Perguntou Liliane, franzindo a testa. Foi o m¨¦dico. Ele disse que seu corpo precisa de cuidados adequados. Lucinda. Ao ouvir isso, Liliane rxou. Se n?o fssem sobre o beb¨¦, significava que eles ainda n?o sabiam O ventre n?o apresentava desconforto, indicando que o beb¨¦ estava bem. Com a ajuda de Lucinda, Liliane conseguiu se sentar. bebeu a sopa lentamente antes de se deitar de novo. Explicou Srta. Liliane, por favor, n?o v¨¢ embora, est¨¢ bem? Se voc¨º n?o cuidar bem de si mesma agora, pode ter problemas de sa¨²de no futuro. ¨C Pediu Lucinda. -Entendi ¨C Respondeu Liliane, baixinho. Pensando no beb¨¦, precisava cuidar bem de si mesma. No entanto, seuputador ainda estava no Apartamento Vista B e o prazo de entrega estava se aproximando. Liliane ponderou por um momento. Lucinda, vou te passar a senha da minha casa, pode pegar meuputador para mim? ¨C Pediu Liliane ro, me passe a localiza??o, eu resolvo isso para voc¨º. ¨C Assentiu Lucinda. Enquanto Lucinda ia embora, Liliane pegou o celr na mesa aodo da cama. Havia centenas de mensagens de Marc e dezenas de chamadas perdidas. Liliane respondeu a mensagem de Marc. *Marc, aconteceu algo, n?o estou podendo entregar o leitor para voc¨º.¡± A resposta de Marc foi r¨¢pida. Liliane. ¨C Lucinda, quem fez o exame para mim? ¨C Perguntou Liliane, franzindo a testa. Foi o m¨¦dico. Ele disse que seu corpo precisa de cuidados adequados. Explicou Lucinda Ao ouvir isso, Liliane rxou. Se n?o fssem sobre o beb¨º, significava que eles ainda n?o sabiam. O ventre n?o apresentava desconforto, indicando que o beb¨º estava bem. Com a ajuda de Lucinda, Liliane conseguiu se sentar. bebeu a sopa lentamente antes de se deitar de novo. Srta. Liliane, por favor, n?o v¨¢ embora, est¨¢ bem? Se voc¨º n?o cuidar bem de si mesma agora, pode ter problemas de sa¨²de no futuro. ¨C Pediu Lucinda. Entendi. Respondeu Liliane, baixinho. Pensando no beb¨º, precisava cuidar bem de si mesma. No entanto, seuputador ainda estava no Apartamento Vista B e o prazo de entrega estava se aproximando. Liliane ponderou por um momento. ¨C Lucinda, vou te passar a senha da minha casa, pode pegar meuputador para mim? ¨C Pediu Liliane. ro, me passe a localiza??o, eu resolvo isso para voc¨º. ¨C Assentiu Lucinda. Enquanto Lucinda ia embora, Liliane pegou o celr na mesa aodo da cama. Havia centenas de mensagens de Marc e dezenas de chamadas perdidas. Liliane respondeu a mensagem de Marc. ¡°Marc, aconteceu algo, n?o estou podendo entregar o leitor para voc¨º.¡± A resposta de Marc foi r¨¢pida. ¡°Liliane, voc¨º quase me deu um ataque card¨ªaco quando o chefe atendeu o telefonema. Como voc¨º est¨¢ agora? Ainda est¨¢ em Jardim Azul?¡± ¡°Estou muito melhor. Se voc¨º tiver tempo, pode vir aqui, eu te entrego as coisas.¡°, disse Liliane. ¡°Saio do trabalho mais tarde e estou indo a¨ª. Tenho duas coisas para te contar. A primeira ¨¦ que todos foram substitu¨ªdos no Departamento dos Secret¨¢rios, e a segunda, Mavis ¨¦ da familia Lima! Com a prote??o de familia Lima, ser¨¢ dif¨ªcil se vingar d.¡°, respondeu Marc. Liliane n?o esperava que Mavis fosse realmente da fam¨ªlia Lima. Mas o que fazia? Mesmo que sacrificasse tudo, n?o deixava Mavis sair impune! No entanto, por que aconteceu a troca de todos no Departamento dos Secret¨¢rios? C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. Ser¨¢ que William ainda desconfia de outros secret¨¢rios? Secret¨¢rios¡­ Liliane franziu a testa, quase esquecendo de uma pessoa. Aquele assunto provavelmente estava rcionado de alguma forma aqu secret¨¢ria! ¡°Marc, pode me ajudar a monitorar algu¨¦m?¡°, pediu Liliane. ¡°Quem?¡°, perguntou Marc. ¡°Viviane, a secret¨¢ria que eu orientei antes¡­¡°, respondeu Liliane. partilhou suas suspeitas Marc, que ligou de imediato. Liliane, voc¨º est¨¢ meio t desde que engravidou! Essa pessoa est¨¢ ramente envolvida a Mavis! Caramba, espere a¨ª, vou mandar algu¨¦m seguir e trazer de volta sua inoc¨ºncia! Remou Marc. Liliane n?o p?de deixar de sorrir. Est¨¢ bem, confio em voc¨º. Disse Liliane. Mal desligou a chamada, outro chamada entrou subitamente. GET IT Cap¨ªtulo 90 Cap铆tulo 90 Cap¨ªtulo 90 O nome de Eduardo piscou na t e Liliane, que um tanto cansada, atendeu o telefonema. Sr. Eduardo, algum problema? ¨C Perguntou Liliane. A voz ligeiramente fatigada de Eduardo ecoou do outrodo. ¨C Liliane, onde voc¨º est¨¢? ¨C Perguntou Eduardo. Sr. Eduardo, diga o que precisa. ¨C Respondeu Liliane. ¨C N?o acho que Mavis ¨¦ minha irm?. Disse Eduardo, depois de permanecer em sil¨ºncio por um tempo. ¨C O que isso tem a verigo? Disse Liliane, frieza. ¨C ¨C Voc¨º est¨¢ no Jardim Azul, certo? Perguntou Eduardo. ¨C ¨C Sim, estou. Respondeu Liliane, ap¨¢tica. ¨C Liliane, voc¨º se importaria de fazer um exame de DNAigo? Perguntou Eduardo. ¨C Sr. Eduardo, por que n?o fizeram o DNA Mavis? Se j¨¢ fizeram, ¨¦ sua irm¨¡. Por que me envolver nisso e me expor ao rid¨ªculo? Questionou Liliane, mantendo a calma. N?o acredito que Mavis seja minha irm?. Se preferir n?o participar, posso continuar investigando. Respondeu Eduardo, resignado. Liliane, agora dor de cabe?a, n?o entendia a insist¨ºncia de Eduardo. Como a familia Lima poderia ser menos meticulosa na quest?o de reconhecer as raizes? Uma vez que estava confirmado, o que mais havia para negar? Fa?a o que quiser, Sr. Eduardo. N?o consigo te impedir, por isso n?o precisa fr desse assunto comigo. N?o se esque?a do que prometeu, ficarei grata. Se n?o houver 13 mais nada, vou desligar. ¨C Disse Liliane, sem paci¨ºncia. Est¨¢ bem. ¨C Concordou Eduardo. Ao desligar. Liliane fechou os olhos cansados. Sabia que Mavis assumiria uma postura superior e arrogante em breve. Sua ¨²nica esperan?a era que os dados que obtinha fossem ¨²teis. C¨C15 BONUS Ao anoitecer, Marc chegou ao Jardim Azul. Lucinda levou para cima. Ao entrar, Ma?ou diretamente em dire??o a Liliane. ¨C Liliane, voc¨º est¨¢ t?o p¨¢lida quanto um personagem da Familia Adams! Comentou Marc, ¨C ¨C N?o me olhei no espelho. Disse Liliane, tocando o rosto instintivamente. Marc, se sentando na cama, observou o quarto. Esse ¨¦ o quarto do chefe? ¨C Falou Marc. Sim. Assentiu Liliane, abaixando os olhos. ¨C ¨C ¨¦ um mgre que voc¨º n?o se sente sufocada aqui! ¨C Comentou Marc e estalou a lingua ¨C Exceto ps paredes cinzas, tudo ¨¦ preto. Liliane sorriu sem gra?a, entregando a Marc o leitor de baixo do travesseiro. Quanto tempo para extrair os dados? ¨C Perguntou Liliane. Marc guardou no bolso. ¨C ¨¤ noite. Meu amigo disse que levar¨¢ cerca de tr¨ºs horas. ¨C Respondeu Marc. ¨C Espero que esses dados fa?am a diferen?a desta vez.- Marc, ansiosa, sussurrou: ¨C Esque?a os dados, por enquanto! Disse Liliane. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. Sussurrou Marc, ansiosa,n?ou um olhar furtivo ¨¤ porta e continuou. Tenho noticias sobre Viviane. A av¨® d est¨¢ no ¨C hospital, eu pedi a um amigo meu que investigasse , sabe o que descobri? Recentemente, pagou quarenta mil reais em despesas m¨¦dicas, quando antes eram apenas alguns milhares. Liliane n?o esperava que Marc agisse t?o rapidamente. ¨C Parece que minha intui??o estava certa. est¨¢ conspirando contra mim algu¨¦m. Comentou Liliane, abaixando os olhos. ¨C Tenho certeza de que o celr de Mavis tem registros de transfer¨ºncias. Vou te enviar uma mensagem ¨¤ noite. Prepare¨Cse para ver ser desmascarada! ¨C Disse Marc. Liliane sentiu uma sensa??o indefinida. Ser¨¢ que tudo era t?o simples quanto parecia? Com os dados em m?os, o que mais poderia dar errado? n?o podia imaginar, tantos problemas recentes, talvez tivesse ficado mais desconfiada. ¨C Est¨¢ bem. Obrigada¡­ Concordou Liliane. Antes que pudesse terminar, a porta se abriu abruptamente. Mavis estava parada l¨¢. Com um sorriso zombeteiro, olhou para Liliane na cama e Marc aodo. Achei estranho l¨¢ embaixo ter mais um carro. Ent?o ¨¦ por isso, uma visita inesperada. ¨C Comentou Mavis. Marc se levantou rapidamente. ¨C O que? Achou que fosse um homem? Invadiu para pegar no gra? ¨C Zombou Marc. Cap铆tulo 91 Cap¨ªtulo 91 Mavis parecia atingida por algo intimo, sua express?o mudou drasticamente. ¨C O que ¨¦ da sua conta? Quem voc¨º pensa que ¨¦ para fr assimigo aqui? ¨C Zombou Mavis. ¨C Pelo menos eu n?o souo voc¨º, sem vergonha, flertando outros homens enquanto o Sr. William est¨¢ por a¨ª. ¨C Retrucou Marc, sem hesitar. O rosto de Mavis se contorceu de raiva. Repita isso e vou rasgar sua boca! ¨C Disse Mavis. ¨C Vamos l¨¢, estou aqui. Vejamos quem rasga quem. As pessoas da fam¨ªlia Lima devem estar cegas para aceitar algu¨¦mo voc¨ºoa! Quem sabe se voc¨º, imperturbavel, erguendo o queixo. A ira fez Mavis tremer. ¨C Cale a boca! ¨C Repreendeu Mavis. Marc soltou um ¡°oh¡°. ¨C ¨C Voc¨º est¨¢ desesperada! Meu Deus, ¨¦ uma falsifica??o! Provocou Marc. ¨C Marc, n?o vale a pena brigar , n?o ¨¦ necess¨¢rio. Interveio Liliane, iodada a briga. Marc mudou o tom num instante. Vou ouvir voc¨º, se eu continuar brigando uma t, eu seria uma t. ¨C Zombou Marc. ¨C Dizendo isso, Marc pegou sua bolsa e acrescentou. Vou embora, fmos mais tarde por mensagens. Liliane assentiu, observando Marc deixar o quarto. Em seguida, voltou seu olhar para Mavis, cujo rosto estava p¨¢lido de raiva. TAT O Ainda tem algo a dizer? ¨C Perguntou Liliane, frieza. ¨C Liliane, agora voc¨º n?o ¨¦ nada aos meus olhos! Aconselho que tenha um pouco de autoconhecimento, sen?o meu av¨® n?o deixar¨¢ voc¨º escaparo a amante! Respondeu Mavis, desprezo. Ent?o pe?a para seu av¨®e?ar William. Disse Liliane, um sorriso sarc¨¢stico. A raiva fez Mavis avan?ar para Liliane e levantou a m?o para dar um tapa em seu rosto. Na porta, um grito de conten??o soou de repente. Srta. Mavis! Chamou Lucinda, pressa. Srta. Mavis, Sr. William ficar¨¢ chateado se voc¨º fizer isso! Mavisn?ou um olhar feroz para Lucinda e acertou um tapa. O som n¨ªtido ressoou quando a m?o de Mavis atingiu o rosto de Lucinda, deixando Liliane at¨®nita. Imagens de sua m?e sendo acusada injustamente e humilhada passaram rapidamente por sua mente, alimentando sua raiva num instante. ¨C Voc¨º esqueceuo deve me chamar? ¨C Questionou Mavis, firmeza. Lucinda, cobrindo o rosto, os olhos vermelhos, se apressou em se desculpar. ¨C Desculpe, Srta. Mavis, foi minha culpa¡­ ¨C Desculpou Lucinda. Voc¨º n?o est¨¢ errada! ¨C Interrompeu Liliane, frieza, se levantando cansada da cama. Se dirigiu a Mavis, uma express?o fria. Pe?a desculpas a Lucinda! Assustada o olhar severo de Liliane, Mavis recuou, nervosa. ¨C Quer que eu pe?a desculpas? Sonhe! ¨C Disse Mavis. No momento em que as pvras foram ditas, Liliane rapidamente agarrou os longos cabelos de Mavis, aplicando for?a, fazendo gritar e se curvar. Vou perguntar de novo, vai ou n?o pedir desculpas? ¨C Disse Liliane, raiva contida nos olhos. N?o vou! Liliane! Voc¨º ousa me tratar assim! Meu av? n?o vai deixar voc¨º barato! Ah¡­ Respondeu Mavis. Liliane puxou for?a os cabelos de Mavis, jogando no ch?o. Avan?ando, pressionou o corpo sobre Mavis e desferiu um tapa em seu rosto. ¨C N?velDrama.Org: text ? owner. Eu disse para pedir desculpas! Pe?a desculpas! ¨C Gritou Liliane. Liliane aplicava for?a ao bater, enquanto Lucinda, assustada, tentava intervir. ¨C Srta. Liliane, pare de bater, por favor. Disse Lucinda. No entanto, Liliane parecia estar em transe e n?o parava. Depois de v¨¢rios tapas, um rugido furioso veio de tr¨¢s. ¨C Liliane! Chamou William, furioso. Liliane parou subitamente, seus olhos rearam. Vendo o rosto inchado ecrimoso de Mavis, a raiva em seu cora??o foi acalmada. Liliane apertou os l¨¢bios, ao se levantar, agarrou os cabelos de Mavis de novo. Se virando, olhou frieza para o homem de express?o sombria. O que houve? Est¨¢ pena agora? ¨C Zombou Liliane. GET IT Cap¨ªtulo 92 Cap铆tulo 92 Cap¨ªtulo 92 William! William, me salva, enlouqueceu! vai me matar! ¨C Implorou Mavis. segurava seus pr¨®prios cabelos, implorando a William por ajuda. as William avan?ou rapidamente, segurando a m?o de Liliane e for?ando a soltar Mavis. ¨C Por que voc¨º est¨¢ batendo n? ¨C Questionou William, a voz fria. Liliane olhou sem express?o para ele. ¨C Eu quis bater, e da¨ª? Vai defender agora? N?velDrama.Org ? 2024. Zombou Liliane, isso, se aproximou de William. Estou aqui na sua frente, ajuda a se vingar. Fa?a o que quiser, n?o posso resistir. J¨¢ enfrentei a morte, o que mais tenho a temer? William estreitou frieza os olhos. Liliane, pode fr de forma educada? ¨C Disse William. ¨C N?o posso! ¨C Recusou Liliane, apontando para Mavis, acrescentou. Se tiver coragem, me tire daqui, caso contr¨¢rio, cada vez que a ver, vou bater n! Suas pvras fizeram William ficar ainda mais sombrio. ¨C Sr. William, por favor, n?o culpe a Srta. Liliane. Foi minha culpa, n?o chamei Srta. Mavis de Sr. Gabaldo, ent?o me bateu. Srta. Liliane s¨® fez isso por minha causa. Sr. William, pe?o que deixe em paz. ¨C Interveio Lucinda, tremendo de medo. Ao ouvir isso, William olhou para o rosto inchado de Lucinda, seus olhos estavam sombrios. N?o foi minha inten??o, William, eu bati sem querer¡­ Explicou Mavis, nervosa, segurando o rosto. Cale a boca! ¨C Interrompeu William, em tom frio. Pe?o ao motorista que te leve de volta ao Apartamento Internacional da Serafim! Mavis ficou at?nita, olhando incredulidade para William. ¨C O que voc¨º disse? voc¨º disse? ¨C Disse Mavis, incr¨¦d. ¨C Preciso repetir? ¨C Perguntou William, frieza, se virou para . ¨C Foi a Liliane que me bateu¡­ ¨C Murmurou Mavis, tristeza, os l¨¢bios tremerem. ¨C N?o teste minha paci¨ºncia! ¨C Interrompeu William, novamente. Mavis, chorando copiosamente, se levantou e correu para fora do quarto. Liliane deu um sorriso ir?nico, raramente via ele agir imparcialidade. pensou que ele estava cego pelo sua amada. Quando Mavis se foi, William olhou para Lucinda. V¨¢ descansar. Disse William. Lucinda olhou preocupa??o para Liliane, que assentiu, ent?o Lucinda partiu. Cansou da confus?o? ¨C Questionou William, uma voz profunda. Lilianen?ou a ele um olhar indiferente e voltou a se sentar na beira da cama. Estava cansada demais para dizer mais alguma coisa. William puxou uma cadeira e se sentou. N?o h¨¢ necessidade de ficar sempre contra . Agora ¨¦ parte da fam¨ªlia Lima. Se a familia Lima descobrir, n?o ser¨¢ f¨¢cil para voc¨º. ¨C Disse William. Liliane riu de forma sarcastica. ¨C Voc¨º acha que eu tenho medo? ¨C Retrucou Liliane. ¨C N?o importa se voc¨º tem medo ou n?o. Eu n?o quero que a familia Lima vire as costas para voc¨º. Derou William. Surpresa, Liliane encarou ele. Como ele podia dizer isso? Se n?o fosse por ele, teria chegado a uma situa??o assim? Se ele tivesse libertado mais cedo, tudo teria terminado de maneira mais adequada! Suprimindo a dor no seu cora??o, Liliane apertou os l¨¢bios. ¨C ¨C Bem, obrigada por sua gentileza. Disse Liliane. Observando o rosto indiferente de Liliane, William apertou ligeiramente os dedos. ¨C Cuide bem de si mesma e descanse. Falou William. Dizendo isso, ele se levantou e saiu do quarto. Liliane se cobriu o len?ol e ficou olhando para o teto, perplexa. precisava se recuperar para testemunhar Mavis caindo do pedestal. ¨¤ noite, 22h30. Marc ligou para Liliane, que atendeu apressadamente. ¨C Como foi? H? not¨ªcias detalhadas e os registros de transfer¨ºncia? ainda est¨¢ em contato Pablo? ¨C Perguntou Liliane, ansiosa. Cap¨ªtulo 93 Cap铆tulo 93 Cap¨ªtulo 93 Do outrodo da liga??o, Marc ficou em sil¨ºncio por um momento. Liliane¡­ Hesitou Marc. O cora??o de Liliane afundou, seus olhos piscaram duas vezes. ¨C Diga. ¨C Falou Liliane. ¨C O celr d foi inserido em algum sistema, todas as chamadas e mensagens s?o destru¨ªdas imediatamente ap¨®s o envio. As transfer¨ºncias em sua conta est?o limpas, sem nenhum vestigio suspeito. Suspeito que nem mesmo usou o pr¨®prio cart?o para transferir¡­ Explicou Marc. Liliane conseguiu ouvir as primeiras pvras de Marc, mas depois perdeu o restante. Sua mente ficou em branco e um zumbido ressoava em seus ouvidos. Por que isso estava acontecendo¡­ Vendo as evid¨ºncias contra Mavis desmoronarem diante de seus olhos, percebeu que tudo foi em v?o. Al¨¦m disso, trouxe problemas para si mesma. ¨C Lili¡­ ¨C Chamou Marc, preocupada. Liliane controlou a voz tr¨¦m. ¨C Marc, obrigada. Eu vou desligar agora. Disse Liliane. ¨C Est¨¢ bem, mas n?o se preocupe, vou continuar procurando solu??es para voc¨º. Consolou Marc, suspirando. Liliane desligou a chamada e encostou a testa nos joelhos. Seu corpo tremia sem parar devido ao choro. O que poderia fazer para que os vil?es fossem punidos? 1.2 Na s de estudos. William atendeu a liga??o de Jorge. Sr. William, rastreamos o endere?o IP dessa pessoa. Quando chegamos l¨¢, ele j¨¢ tinha fugido. ¨C Disse Jorge. William permaneceu em sil¨ºncio, batendo ritmicamente os dedos na mesa. Jorge continuou. Sr. William, nossos homens agiram discri??o. A pessoa desta vez pode estar rcionada ¨¤ anterior que prejudicou a Srta. Liliane. Al¨¦m disso, verificamos todas as secret¨¢rias que foram demitidas, uma ds ¨¦ suspeita. Se chama Viviane, um limite de transa??o de apenas cinquenta mil reais. Foi uma pessoaum que fez uma transfer¨ºncia para . O olhar de William se escureceu. ¨C Entendi. Como est¨¢ a investiga??o sobre a origem de Liliane? ¨C Perguntou William. Desculpe, Sr. William, ainda estamos verificando. Respondeu Jorge. ¨C V¨¢ verificar os registros dos professores da ¨¦poca em que Liliane foi adotada. Quando encontrar, pergunte sobre uma garota uma pinta na orelha. Disse William. ¨C Sim, Sr. William. Assenti Jorge. Apartamento Internacional da Serafim. Mavis, de volta para casa, quebrou raiva muitos objetos. Por que Liliane podia ficar no Jardim Azul, enquanto era expulsa? Tudo por causa de uma empregada insignificante? Como ele ousava tratar assim? Onde havia falhado? Published by N?v''elD/rama.Org. Mavis tremia por todo o corpo, encarando o quarto bagun?ado olhos vermelhos. Se William quisesse ser t?o cruel Mavis, n?o se culpava por usar a identidade da fam¨ªlia Lima para pressionar ele! Enquanto pensava, o celr tocou. Mavis pegou rapidamente o celr, ao ver o nome na t, atendeu imediatamente. ¨C Vovo¡­ Chamou Mavis, chorando. ¨C ¨C Mavis, o que aconteceu? Quem te iodou? Perguntou Gilberto, pressa, ao ouvir o choro pesado d. Mavis tentou explicar, mas de repente sentiu uma pontada de dor no abd?men. Ao olhar, viu sangue no ch?o. Seu rosto empalideceu e chorou. ¨C Vov?, estou sangrando, o beb¨º¡­ ¨C Exmou Mavis. N?o se preocupe, Mavis, vou chamar uma ambulancia para voc¨º agora. Espere por mim! Falou Gilberto, apressadamente. Meia hora depois. No quarto de hospital, Mavis tinha acabado de receber uma infus?o. Gilberto, Eduardo, chegou ¨¤s pressas. Vendo sozinha no quarto, Gilberto ficou sombrio. Mavis, por que William n?o est¨¢ aqui? ¨C Perguntou Gilberto. ¨C Vov?, William est¨¢ muito ocupado, eu n?o quero iodar ele. ¨C Choramingou Mavis, fraca. GET IT Cap¨ªtulo 94 Cap铆tulo 94 Cap¨ªtulo 94 Tenho que ¨C H¨¢ algo mais importante do que a crian?a? ¨C Repreendeu Gilberto, furioso, puxando os pelos da barba. Ele tirou o celr do bolso, acrescentou. contar ao Guilherme! Deixe ele lidar seu pr¨®prio filho! Minhaa n?o pode ser maltratada assim! Mavis, nervosa, se levantou. Vovo, por favor, n?o ligue, William¡­ Disse Mavis, nervosa. Ao meio da frase, Mavis mordeu os l¨¢bios e abaixou a cabe?a. Eduardo, sua apar¨ºncia elegante, ficou s¨¦rio. Se suas suspeitas estivessem corretas, William devia estar Liliane. Mavis estava ramente tentando prejudicar Liliane. Vov?, acho que seria melhor ligar para William primeiro. Mavis n?o disse nada a ele sobre isso e talvez ligar diretamente para o Sr. Guilherme n?o seja a melhor ideia. Disse Eduardo, ao Gilberto. Hmm, talvez seja melhor ligar para William primeiro. Concordou Gilberto. Dizendo isso, Gilberto ligou para William. ¨C William, voc¨º est¨¢ ocupado? Perguntou Gilberto, quando ele atendeu. William, chateado, franziu a testa. N?o estou, Sr. Gilberto, o que aconteceu? ¨C Respondeu William. ¡ª Se n?o tem nada urgente, venha ao hospital. Mavis quase sofreu um aborto! Disse Gilberto, tom mais pesado. William franzia o cenho. ¨C Em qual hospital? ¨C Perguntou William, franzindo as sobrancelhas. Ap¨®s Gilberto informar o nome do hospital, ele encerrou a liga??o. Depois de pensar por um momento, ele ligou para Guilherme. Depois de um tempo, Guilherme atendeu. ¨C Gilberto, por que est¨¢ me ligando a essa hota? ¨C Perguntou Guilherme. ¨C Sua familia est¨¢ t?o ocupada! Voc¨ºs nem se importam minhaa?¨C Questionou Gilberto. Do que voc¨º est¨¢ fndo? ¨C Disse Guilherme, rindo.N?velDrama.Org ? 2024. ¨C Minhaa est¨¢ gr¨¢vida de William, voc¨º nem sabe? ¨C Perguntou Gilberto. ¨C Do que voc¨º est¨¢ fndo? ¨C Perguntou Guilherme, de volta, chocado. William n?o te contou algo t?o importante? Eu n?o vou discutir por celr. E melhor voc¨º vir ao hospital e fr ele! Ele n?o pode passar o dia todo trabalhando e esquecer de cuidar da esposa! ¨C Falou Gilberto, irritado. Mavis ouviu isso e ficou radiante. Eduardo, no entanto, olhou preocupa??o para Gilberto. Ele se perguntava que por que vov? ligou diretamente para Sr. Guilherme de novo? Ap¨®s encerrar a liga??o, Gilberto se aproximou de Mavis. Querida, n?o chore. Vou resolver isso para voc¨º. ¨C Consolou Gilberto. Mavis, timidamente, levantou a cabe?a. ¨C Vov?, ha coisas que posso resolver sozinha. N?o quero te iodar e n?o quero que voc¨º fique preocupado. Disse Mavis. ¨C Querida, voc¨º est¨¢ escondendo alguma coisa de mim? ¨C Perguntou Gilberto. Mavis mordeu os l¨¢bios, l¨¢grimas nos olhos. ¨C ¨C Vov?, por favor, n?o pergunte. Disse Mavis. Olhando para agindo de maneira t?o dram¨¢tica, Eduardo saiu do quarto de hospital. O que ia dizer era algo que ele n?o conseguia impedir e o que mais lhe preocupava agora erao Liliane ia lidar isso. Mesmo que ele pudesse impedir Gilberto, n?o podia impedir a familia Gabaldo de lidar Liliane. Eduardo franziu a testa profundamente, ponderou por um momento e foi esperar do Vinte minutos depois. Eduardo viu William se aproximando da hospitr. Ele bloqueou o caminho de William. ¨C ¨C William, h¨¢ algo que precisamos discutir. Disse Eduardo. Williamn?ou um olhar para ele. N?o acho que haja algo entre n¨®s para discutir. Disse William. Dizendo essa frase, William continuou andando. Eduardo mostrou uma express?o de leve irrita??o. Se voc¨º est¨¢ decidido a manter Liliane no Jardim Azul, deveria pelo menos encontrar uma maneira de proteger ! Meu av? ligou para o seu pai. Tenho certeza de mua loan aloc descobriram que Liliane ainda est¨¢ voc¨º! ¨C Avisou Eduardo. Cap¨ªtulo 95 Cap铆tulo 95 Cap¨ªtulo 95 William parou, se virando um rosto frio. A seguran?a de Liliane n?o e da sua conta. ¨C Disse William Eduardo agarrou sua m?o de repente N?velDrama.Org: text ? owner. Se algo acontecer a , eu n?o vou te perdoar! ¨C Amea?ou Eduardo, furioso Voc¨º est¨¢ interessado na pessoa que e minha? ¨C Zombou William, em tom frio, curvando osbios N?o ultrapasse os limites! ¨C Disse Eduardo, o resto dele ficou ainda mais fr Mavis ainda est¨¢ no quarto do hospital, gravida do seu filho! N?o posso interferir a situa??o d, mas se voc¨º n?o pode proteger Liliane, eu vou encontrar uma oportunidade para tirar daquil Um olhar gelido surgiu nos olhos de William Voc¨º pode tentar ¨C Falou William Dizendo isso, os olhos de William se voltaram de repente para algo ¨¤ distanci Eduardo seguiu seu olhar e viu Guilherme se aproximando uma express?o seria Ele chamou Guilherme, mas ele o ignorou e foi direto at¨¦ William repreendendo ele -Por que voc¨º n?o me contou sobre a gravidez da sua noiva? Voc¨º n?o tem considera??o pelo seu pai? ¨C Repreendeu Guilherme -Eu disse, meus assuntos n?o precisam da sua interven??o. ¨C Respondeu William Ent?o, pelo menos, n?o envergonhe a familia Gabaldo! ¨C Falou Guilherme bateu ¨¤ for?a sua beng, acrescentou. ¨C E essa tal Liliane? Se voc¨º est¨¢ aa de familia Lima, n?o fique brincando outras mulheres por ail Os olhos de William ficaram ainda mais frios, observando Guilherme, que estara irritado. Voc¨º parece ter esquecidoo meus irm?os mais velhos chegaram neste mundo Retrocou William -Voc¨º- Disse Guilherme, encarando ele taiva ¨C Cale a boca! William ignorou Guilherme e se afastou Guilherme, furioso, olhou para seu assistente ao seudo. -Va investigat quem e Liliane! ¨C Ordenou Guilherme Ouvindo a conversa deles, Eduardo tranzia a testa. Ele precisava descobrit rapidamente a identidade de Liliane, sen?o a familia Gabaldo n?o deixana em par No dia seguinte Depois que William saiu para trabalhar, Liliane desceu para tomar caf¨¦ da manh?. Lucinda havia preparado uma refei??o nutritiva para . Preocupada, Liliane olhou para o rosto de Lucinda. Ainda est¨¢ doendo? Pergunto Liliane. ¨C Essas coisas ja aconteceram antes. Srta. Liliane, n?o precisa se preocupar. Respondeu Lucinda, sorrindo. ¨C Lucinda voc¨º tem filhos? Quantos anos eles t¨ºm? ¨C Perguntou Liliane, depois de um momento de sil¨ºncio. ¨C Sim, tenho um filho que ja se casou e tem a propria familia. ¨C Respondeu Lucinda, surpresa ¨C Lucinda, se eu te contratar, voc¨º estaria disposta a virigo? ¨C Continuou Liliane. ¨C ¨C ro que estaria! ¨C Respondeu Lucinda, um sorriso. Mesmo que o sal¨¢rio seja um pouco menor, eu ficaria feliz em cuidar de voc¨º. Seria para ir ir para ra o exterior. Disse Liliane, honestamente. Se Lucinda estivesse disposta, seria ¨®timo, Exterior? ¨C Repetiu Lucinda, chocada. ¨C Srta. Liliane, voc¨º est¨¢ pensando em ir para o exterior? Por quanto tempo? Eu ainda n?o sei. Pode ser um ano, talvez dois. Respondeu Liliane, franzindo a testa. ¨C Pode ser, mas Srta. Liliane, h¨¢ uma raz?o para voc¨º querer me levar voc¨º? ¨C Perguntou Lucinda. Lilianembia os l¨¢bios, hesitando se contar¨ªa a Lucinda sobre a gravidez. No entanto, a campainha tocou de repente. Lucinda rapidamente foi abrir a porta e viu Guilherme. ¨C Posso ajudar em algo? ¨C Pergunto Lucinda, curiosidade, Guilherme, ignorando , entrou diretamente na s. Ao ouvir o som, Liliane se virou e viu um idoso cabelos grisalhos e dois guarda- costas. Voc¨º ¨¦ Liliane? ¨C Perguntou Guilherme, encarando . -Sou eu. ¨C Assentiu Liliane. Guilherme fez um sinal para um dos guarda¨Ccostas, que se aproximou de Liliane. Srta. Liliane, meu mestre quer fr voc¨º. Por favor, sente¨Cse no sof¨¢ ali. Disse o guarda¨Ccosta. CON BUNDLE: get more free GET IT ¨C ¨C Se Lucinda estivesse disposta, seria ¨®timo. ¨C Exterior? ¨C Repetiu Lucinda, chocada. ¨C Srta. Liliane, voc¨º est¨¢ pensando em ir para o exterior? Por quanto tempo? -Eu ainda n?o sei. Pode ser um ano, talvez dois. Respondeu Liliane, franzindo a testa. ¨C Pode ser, mas Srta. Liliane, h¨¢ uma raz?o para voc¨º querer me levar voc¨º? Perguntou Lucinda. Lilianembia os l¨¢bios, hesitando se contaria a Lucinda sobre a gravidez. No entanto, a campainha tocou de repente. Lucinda rapidamente foi abrir a porta e viu Guilherme. Posso ajudar em algo? ¨C Pergunto Lucinda, curiosidade. Guilherme, ignorando , entrou diretamente na s. Ao ouvir o som, Liliane se virou e viu um idoso cabelos grisalhos e dois guarda- costas. Voc¨º ¨¦ Liliane? ¨C Perguntou Guilherme, encarando . ¨C Sou eu. ¨C Assentiu Liliane. Guilherme fez um sinal para um dos guarda¨Ccostas, que se aproximou de Liliane. ¨C Srta. Liliane, meu mestre quer fr voc¨º. Por favor, sente¨Cse no sof¨¢ ali. Disse o guarda¨Ccosta. GET IT Cap¨ªtulo 96 Cap铆tulo 96 Cap¨ªtulo 96 Liliane ficou sem pvras. Mestre? Liliane examinou cuidado o velho, notando alguma semelhan?a nos tra?os William. Seria ele o av¨° de William? Liliane estava confusa, afinal, esteve aodo de William por tr¨ºs anos, mas ainda n?o conhecia todos os membros da familia Gabaldo. Com perplexidade, Liliane caminhou at¨¦ o sof¨¢ e se sentou. Guilherme a examinou. ¨C ¨C At¨¦ que voc¨º ¨¦ bonita, mas parece que n?o sabe o seu lugar. Criticou Guilherme, Liliane franzia de leve as sobrancelhas, se perguntandoo tinha desagradado aquele senhor. ¨C Me desculpe, senhor, o que fiz de errado para merecer pvras t?o duras? Perguntou Liliane, sem alterar a express?o. ¡ª Pvras duras? Resmungou Guilherme, frieza. ¨C J¨¢ que voc¨º acha que s?o N?velDrama.Org: text ? owner. duras, ent?o afaste¨Cse do William! -Eu gostaria de sair, mas William n?o permite. ¨C Disse Liliane, um sorriso. sarcastico. ¨C ¨¦ William que n?o deixa voc¨º ir, ou voc¨º usou alguma artimanha para enganar ele? Pressionou Guilherme. ¨C Senhor, William ¨¦ um l¨ªder de Novitex na ¨¢sia, de uma posi??o inestim¨¢vel. Se eu realmente usasse artimanhas, voc¨º acha que ele n?o perceberia? Retrucou Liliane, tranqu. Guilherme analisou cuidado Liliane, era digna de ser a chefe¨Csecret¨¢ria por 10 tr¨ºs anos Sua capacidade de fr era impressionante. Infelizmente, sua origem humilde a impediria de entrar na familia Gabaldo. Eu ofere?o cem milh?es e uma casa em outra cidade. Voc¨º escolhe a localiza??o. Tenho apenas uma condi??o, saia da vida de William. ¨C Propos Guilherme. ¨C Eu nunca almejei status social e quanto ao dinheiro¡­ ¨C Liliane sorriu de leve, continuou. ¨C Agora, n?o me importo. Em vez de tentar influenciar meus pensamentos, talvez seja melhor convencer William a me deixar ir.. ¨C Voc¨º n?o quer dinheiro? Ent?o,o explica ser amante do meu filho por tr¨ºs anos? Zombou Guilherme, um sorriso sarc¨¢stica. Liliane ficou sem pvras. Filho? Parecia que sua apar¨ºncia era suficiente para ser o av? de William. ¨C Isso ¨¦ minha quest?o pessoal, n?o h¨¢ necessidade de revr tudo a voc¨º. Respondeu Liliane, desviando do assunto pessoal. Ent?o, voc¨º n?o quer ir embora? ¨C Perguntou Guilherme. ¨C ¨C Se William concordar em me deixar ir, eu irei naturalmente. ¨C Reiterou Liliane, O semnte de Guilherme escureceu. Bem, ent?o n?o espere obter nenhuma das condi??es que propus. ¨C Disse Guilherme. ¨C Nunca considerei. ¨C Respondeu Liliane, tranqu. ¨C Parece que voc¨º n?o ¨¦ muito inteligente. ¨C Zombou Guilherme, se levantando. Dizendo isso, Guilherme saiu do Jardim Azul. Depois que a porta se fechou, Lucinda se aproximou rapidamente de Liliane. ? +15 BONUS Srta. Liliane, voc¨º est¨¢ sendo muito corajosa, esse ¨¦ o pai do Sr. William! ¨C Comentou Lucinda. Sem nervosismo, tudo era falso. Normalmente, ficaria t?o ansiosa a ponto de reconsiderar repetidamente o que dizer. Agora, s¨® tinha em mente cuidar de sua sa¨²de e deixar William. N?o se preocupe, Lucinda, estou fndo a verdade, n?o h¨¢ nada a temer. ¨C Disse Liliane, sorrindo de leve para se acalmar. Guilherme disse que n?o era inteligente. Basicamente, ele estava dizendo que n?o deixava margem para si mesma. Mesmo dinheiro diante d, poderia optar por n?o querer. Atualmente, tinha mais de tr¨ºs milh?es , suficientes para sustentar seu filho e conseguir um emprego para se manter. Aceitar aquele dinheiro s¨® confirmaria que estava usando meios para segurar William. Lucinda, na verdade, h¨¢ coisas que s?o dif¨ªceis de serem ditas, mas agora n?o posso te contar. Continuou Liliane, aliviada, respirando. Cap¨ªtulo 97 Cap铆tulo 97 Cap¨ªtulo 97 ¨C Srta. Liliane, estou pronta para isso, s¨® me avise anteced¨ºncia para que eu ¨C possa me preparar. Disse Lucinda. Ao meio¨Cdia, na Novitex. Guilherme foi ¨¤ empresa procurar William. Sentando¨Cse no sof¨¢, ele esperou at¨¦ que William assinasse os documentos antes de dizer: Voc¨º arrumou uma mulher eloquente. ¨C Comentou Guilherme. O olhar de William ficou s¨¦rio. Voc¨º procurou Liliane? Perguntou William, uma voz frio. ¨C Quando voc¨º pretende lidar uma mulher desse tipo? ¨C Perguntou Guilherme. ¨C Al¨¦m disso, quando neja se casar Mavis? Eu deixei ro ontem ¨¤ noite que meus assuntos n?o requerem sua preocupa??o. ¡ª Respondeu William, frieza, fechando os documentos. -Se voc¨º n?o pretende resolver, ent?o vou fazer isso! ¨C Falou Guilherme, firmeza. A aura de William ficava ainda mais fria. ¨C Se ousar tocar um fio de cabelo de Liliane, n?o hesitarei em retirar todos os cargos da familia de Dous na empresa. Disse William. Voc¨º n?o tem esse direito! ¨C Disse Guilherme, batendo for?a a beng. ¨C Acha que me intimidar vai funcionar? Zombou William, um sorriso ir?nico, ¨C Enquanto voc¨º n?o machucar Liliane, eu n?o mexerei eles. Guilherme encarou William raiva. ¨C Suas asas est?o ficando duras! ¨C Repreendeu Guilherme. ¨C Aconselho que cuide bem da sua vida e n?o se preocupe coisas que n?o t¨ºm a ver voc¨º. Respondeu William, indiferente. O que posso dar a voc¨º, posso tamb¨¦m tirar! Falou Guilherme, tremendo de raiva. Precisa que eu conteo a tomada de controle de Novitex por Miguel e Dous afetou a empresa naqu ¨¦poca? Retrucou William. ¨C ¨C Voc¨º! ¨C Guilherme se levantou abruptamente, murmurando entre dentes. N?o esperava que voc¨º fosse t?o obcecado por amor! Deixando as pvras, Guilherme saiu. ¨¤ noite. Gilberto levou Mavis de volta ¨¤ fam¨ªlia Lima para se recuperar. N?velDrama.Org ? 2024. ¨C Mavis, agora fique tranqu aqui. Consolou Gilberto. ¨C Vov?, sinto muito por fazer voc¨º se ocupar tanto. Disse Mavis, um olhar de desculpas. ¨C ¨C Quantas vezes voc¨º vai repetir isso? Lamentou Gilberto. Voc¨º ¨¦ minhaa de verdade. Entendi, vov?, mas voc¨º poderia me prometer uma coisa? Disse Mavis, assentindo de leve. Diga, Mavis, eu prometo. Disse Gilberto. Voc¨º poderia n?o brigar William? ¨C Pediu Mavis, parecendo triste. ¨C Afinal, tamb¨¦m tenho responsabilidade nesse assunto, n?o lidei bem os sentimentos. ¨C Voc¨º j¨¢ esta noiva do William, o que posso dizer a ele? Se tiver que lidar algu¨¦m, que seja aqu mulher sem vergonha! Descanse bem, deixe esse assunto ¡ª Mavis segurou a alegria em seu rosto, era isso que esperava ouvir! ¨C Vov?, voc¨º ¨¦ realmente muito bom para mim, vou cuidar bem de voc¨º no futuro! Falou Mavis. A conversa deles foi ouvida por Eduardo, que acabava de subir as escadas. +15 DONUS Ele ficou parado na porta do quarto, franzindo a testa ao ver o rosto sorridente de Mavis. estava ramente usando Gilberto para lidar Liliane de maneira ¨®bvia! Uma mulher t?o astuta,o poderia ser a irm? dele? Eduardo desviou o olhar, pegou o celr e enviou uma mensagem para Liliane. ¡°Liliane, tente ficar no Jardim Azul nas pr¨®ximas semanas, evite sair.¡± Liliane, que estava prestes ae?ar a trabalhar noputador, recebeu a mensagem de Eduardo. ¡°Sr. Eduardo, o que isso significa?¡°, perguntou Liliane. ¡°Mavis est¨¢ na familia Lima, vai tentar influenciar meu av? contra voc¨º.¡± Liliane riu frieza ao ver a mensagem. Mavis n?o podia fazer que William fosse fiel a , ent?o continuaria criando problemas para Liliane? Conquistava William, mas n?o ganhava seu cora??o, aquele tipo de barganha s¨® interessava a Mavis. GET IT Cap¨ªtulo 98 Cap铆tulo 98 Cap¨ªtulo 98 ¡°Obrigada p seu conselho.¡°, respondeu Liliane. Eduardo suspirou olhando para a t, quando Liliane finalmente deixaria de resistir a entrar em contato ele? As nove da noite. William voltou para casa. Lucinda se aproximou dele e pegou seu casaco. Sr. William, seu pai esteve aqui hoje. ¨C Avisou Lucinda. William apertou os l¨¢bios. O que ele disse? Perguntou William. Lucinda resumiu a conversa deles. As express?es de William se tornaram mais sombrias ao ouvir. ¨C realmente n?o tem medo de nada. ¨C Murmurou William, antes de subir as escadas. Chegando ao segundo andar, ele abriu a porta do quarto. Liliane tinha acabado de desligar oputador e o viu, ele se aproximou umaPublished by N?v''elD/rama.Org. express?o s¨¦ria. Liliane, pegando roupas limpas, se dirigiu ao banheiro, mas William agarrou seu bra?o de repente. Liliane! Chamou William, a voz profunda. Liliane parou e puxou o bra?o. ¨C Algum problema? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Voc¨º n?o deveria fr assim ele. ¨C Falou William, franzindo as sobrancelhas. Liliane levantou os l¨¢bios e se virou.. 13 ¨C Ent?o,o devo fr? Volte para pegar minitas enim ez que me deiseurata (trad voce. Por que devo admitir a eso de me muaiver can voci ¨C Restre Ime ¨C Voc¨º sabe o que acontece quando a ta? ¨C Disse Min, sua cautar acrescentou ¨C Eu n?o posso ficar de alto em vac? a tempu tentte ¨C Ent?o, me deixe ir embora, essa e a meilton qu??o cert¨CExpat Lme perigos que enfrenta s?o todos por sua causa O cora??o de William does por um momento, mas inga reprimir as anuche ¨C N?o existe logica em partir quando quiser ¨C Disse Mim, uma express?o Tra ¨C Ent?o, devo enfrentar a deboche dele? ¨C Berry ma Cihande protundamente nos olhos dele, riu de repente ¨C William, voce oa roubar os arquivos confidenciais da empresa. Por que vingan?a cu a assim? -Da ¨²luma vez, c¨¢c ver que os matos caramente apertou ¨C Peco desculpas. ¨C Se desculpar resolvesse, assassinar n?o sera crime cho nee aishide me desem Samita Wim, sou NDUNTA ent?o, deu um sorriso sarcastico e se aproximo de Wilham, acrescento Wim sua atitude e confusa. Voc¨º gosta de mim ou n?o quer me becam, n.¡± On esin apenas acostumado ao meu corpo e tarta difcuidace our ¡± William apertou osbics, permanecendo em sincro ¨C Deixe para, n?o precisa responder Amall n?o quece set 3 ZOSTA Liliane Dizendo isso, Liliane se dirigie ac barber Ao ver a porta fechar o reste de William book gdo Ele pegou o celr e ligou para Vinicius ¨C Onde voc¨º esta? ¨C Perguntou William ¨¤ noite, Bar Ceu Ent?o,o devo fr? Voltei para pegar minhas coisas e o que me deixaram foi voc¨º. Por que devo admitir o erro de me envolver voc¨º? ¨C Retrucou Liliane. ¨C Voc¨º sabe o que acontece quando o irrita? acontece quando o irrita? ¨C Disse William, sua voz ficou fria e acrescentou. Eu n?o posso ficar de olho em voc¨º o tempo todo! ¨C Ent?o, me deixe ir embora, essa ¨¦ a melhor op??o, certo? Explodiu Liliane. ¨C Os perigos que enfrento s?o todos por sua causa! O cora??o de William doeu por um momento, mas logo reprimiu as emo??es. ¨C N?o existe l¨®gica em partir quando quiser! ¨C Disse William, uma express?o fria. ¨C Ent?o, devo enfrentar o deboche dele? ¨C Retrucou Liliane. Olhando profundamente nos olhos dele, riu de repente. ¨C William, voc¨º odeia trai??o, n¨¦? Me acusou de roubar os arquivos confidenciais da empresa. Por que n?o me deixa ir? ¨¦ por vingan?a ou algo assim? Da ¨²ltima vez, n?o verifiquei os fatos ramente. apertou. Pe?o desculpas. ¨C ¨C Admitiu William, sua garganta -Se desculpar resolvesse, assassinar n?o seria crime. ¨C Comentou Liliane. , ent?o, deu um sorriso sarc¨¢stico e se aproximou de William, acrescentou. ¨C William, sua atitude ¨¦ confusa. Voc¨º gosta de mim ou n?o quer me deixar ir? Ou est¨¢ apenas acostumado ao meu corpo e teria dificuldade outra pessoa? William apertou os l¨¢bios, permanecendo em sil¨ºncio. ¨C Deixe para l¨¢, n?o precisa responder. Afinal, n?o quero saber a resposta. ¨C Disse Liliane. Dizendo isso, Liliane se dirigiu ao banheiro. Ao ver a porta fechar, o rosto de William ficou gdo. Ele pegou o celr e ligou para Vin¨ªcius. ¨C Onde voc¨º est¨¢? ¨C Perguntou William. ¨¤ noite, Bar C¨¦u. William olhava para a vista noturna da Serafim atrav¨¦s do vidro. Vinicius entregou a ele dois copos de bebida. ¨C Eu disse para voc¨º ir para dentro. Ficar dodo de fora vai te congr! Remou Vinicius. William deu um gole leve. ¨C me perguntou se eu gosto d. Disse William. ¨C Vin¨ªcius pensou que ele estava fndo sobre Mavis. ¨C Como assim? Voc¨º n?o tem sentimentos p Srta. Mavis? Perguntou Vinicius. Estou fndo da Liliane. Disse William, uma express?o triste. Vin¨ªcius se engasgou a bebida. ¨C Voc¨º chamou a gente aqui para fr sobre isso? ¨C Disse Vinicius. ¨C Se n?o o consegue fr decentemente, saia. ¨C Disse William, olhando ele desd¨¦m. ¨C Desculpe, desculpe. ¨C Vinicius disse apressadamente. E qual foi a sua resposta? Eu n?o sei que sentimento ¨¦ esse. Se ¨¦ h¨¢bito ou amor, n?o consigo responder. ¨C Respondeu William. A resposta ¨¦ ¨®bvia. Comentou Vin¨ªcius, erguendo as sobrancelhas. Sen?o, por que voc¨º estaria aqui bebendoigo? Que tipo de resposta ¨¦ essa? ¨C Disse William, franzindo as sobrancelhas. Cap¨ªtulo 99 Cap铆tulo 99 Cap¨ªtulo 99 Vinicius ficou sem pvras. N?velDrama.Org ? 2024. Por acaso, voc¨º recentemente investigou a origem de Liliane, suspeitando que seja a pessoa que te salvou? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. Sim. Respondeu William, francamente. N?o acredito em coincid¨ºncias t?o grandes. Ao contr¨¢rio da Mavis, n?o sinto nenhuma familiaridade . -Eo Liliane respondeu a isso? ¨C Perguntou Vinicius, novamente. disse que n?o se lembra do que aconteceu naqu ¨¦poca. ¨C Respondeu William. ¨C Ser¨¢ que houve algum incidente durante esse per¨ªodo? ¨C Disse Vin¨ªcius, ponderando. Quando o assunto foi mencionado, William ficou em sil¨ºncio por um momento. Jorge descobriu que Liliane passou algum tempo em um hospital quando era crian?a. Disse William. Uma ideia iluminou Vin¨ªcius. ¨C Ent?o ¨¦ possivel que tenha ocorrido algo durante essa interna??o! Eu sugiro que voc¨º pe?a para algu¨¦m investigar detalhadamente o hist¨®rico de interna??o d. Sugeriu Vin¨ªcius. William estreitou os olhos, ap¨®s um breve momento, pegou o celr para enviar uma mensagem a Jorge. ¡°Verifique o motivo da interna??o de Liliane naqu ¨¦poca.¡± Quinta¨Cfeira. Liliane marcou uma consulta de pr¨¦¨Cnatal em uma cl¨ªnica nos arredores e convidou Marc para panhar . Com quatro meses de gravidez, a barriga j¨¢e?ava a se destacar levemente. ¨C Em todo Serafim, n?o h¨¢ barriga de gravidez de trig¨ºmeos t?o discreta quanto a ¨C sua. Disse o m¨¦dico, sorrindo. Liliane e Marc sorriram sem dizer uma pvra. Ao sairem da clinica, Marc tocou a barriga de Liliane. Acho que voc¨º deveriaprar roupas mais folgadas. Comentou Marc. Realmente, afinal, s?o tr¨ºs beb¨ºs. N?o d¨¢ para esconder sem roupasrgas. ¨C Concordou Liliane, ¨C Vamos l¨¢! Vamos fazerpras no shopping! ¨C Disse Marc e puxou Liliane para o carro e seguiram em dire??o ao shopping. Ao chegar ao terceiro andar do shopping, na se??o de maternidade, Liliane viu Mavis dois seguran?as. Que azar! At¨¦ quando estamos fazendopras encontramos Mavis! Bufou Marc de raiva. N?o tem problema, provavelmente j¨¢ terminou aspras. ¨C Disse Liliane, olhando para as sacs nas m?os dos seguran?as. Marc segurou a m?o de Liliane e se dirigiu rapidamente para a loja de roupas para gestantes mais pr¨®xima. Assim que escolheram duas pe?as de roupas folgadas, a voz de Mavis foi ouvida ao ¨C Que coincid¨ºncia encontrar voc¨ºs aqui. ¨C Zombou Mavis. Marcrgou as roupas, pronta para discutir . N?o vale a pena brigar em p¨²blico. Disse Liliane, detendo . Marc engoliu a raiva e Mavis se aproximou. Voc¨º s¨® est¨¢prando roupas agora? ¨C Provocou Mavis, rindo. ¨C Est¨¢ medo de ser vista e arrastada para fazer um aborto? Marc, irritada, pendurou as roupas de volta no cabideiro e encarou Mavis. Voc¨º n?o me fa?a insultar voc¨º em p¨²blico! ¨C Disse Marc. ¨C As roupas aqui n?o s?o baratas. Com certeza, depois de tr¨ºs anos William, voc¨º deve ter ganhado muito dinheiro seu corpo. ¨C Zombou Mavis, ignorando ¨C Da ¨²ltima vez que n?o deixei seu rosto inchado suficiente? Est¨¢ desconfort¨¢vel ¨C agora? Retrucou Liliane, dando um olhar frio para . Um vislumbre de nervosismo passou pelos olhos de Mavis, mas logo se rp?s. ¨C Voc¨º ousaria encostar um dedo em mim de novo? ¨C Amea?ou Mavis. ¨C T?o arrogante. A fam¨ªlia Lima sabe disso? Disse Liliane,n?ando um olhar impassivel aos seguran?as. Mavis riu de leve, se dirigindo aos guarda¨Ccostas. ¨C Nico, Theo, voc¨ºs reportariam algo assim? Perguntou Mavis. ¨C N?o, senhorita! ¨C Responderam os dois seguran?as, em unissono. ¨C Ouviu isso? Se voc¨º ousar atacar, eles v?o te impedir. E se, por acaso, voc¨º perder a vida, bem, eu nem vou ter problemas, Provocou Mavis, rindo alto. ¨C A familia Lima pode te proteger, mas William vai te desprezarpletamente. ¨C Disse Liliane, frieza. Mavis torceu a boca, seu olhar se tornando malicioso. ¨C Al¨¦m de usar William contra mim, mais o que voc¨º sabe fazer? ¨C Disse Mavis. Liliane sorriu de forma ambigua. Se ele pode te contrr, isso j¨¢ ¨¦ suficiente, n?o acha? ¨C Falou Liliane. Mavis mordeu os l¨¢bios raiva. ¨C vai te deixar impune! Aguarde e veja! ¨C Amea?ou Mavis. Liliane, meu av¨® n ¨C Oh. Respondeu Liliane, impass¨ªvel. Mavis saiu, enfurecida. Voc¨º j¨¢ bateu n? ¨C Perguntou Marc, curiosa. COIN BUNDLE: get more free bonus. +15 GE Cap铆tulo 100 Cap¨ªtulo 100 Liliane assentiu. -Depois de voc¨º sair da ¨²ltima vez, eu realmente bati n e senti um alivio. ¨C Assentiu Liliane. Marc, animada, segurou Liliane e sacudiu. ¨C Da pr¨®xima vez, pode me incluir nessas coisas excitantes! Disse Marc. ¨C Liliane se rendeu ao raciocinio peculiar de Marc. O que diabos era isso? Novitex, escrit¨®rio do presidente. Jorge bateu na porta e entrou no escrit¨®rio de William segurando alguns documentos. Ele se aproximou, colocou os documentos na mesa de William. ¨C Sr. William, esses s?o os registros hospitres da Srta. Liliane. ¨C Disse Jorge. William olhou para os documentos, os pegou e abriu para examinar. Ao ver o rt¨®rio de diagn¨®stico, ele franziu a testa intensamente. ¨C Febre alta levando ¨¤ perda de mem¨®ria? ¨C Perguntou William. ¨C Sim, diz que a Srta. Liliane passou quase meio m¨ºs no hospital. Ap¨®s a redu??o da febre, desenvolveu amn¨¦sia. Sr. William, h¨¢ mais uma p¨¢gina. Explicou Jorge. ¨C William folheou a segunda p¨¢gina, ao ler o que estava registrado, seu rosto ficou sombrio. ¨C sofreu viol¨ºncia? Perguntou William. ¨C N?o est¨¢ ro se foi viol¨ºncia, mas quando foi levada ao hospital, tinha v¨¢rios hematomas pelo corpo. ¨C Respondeu Jorge. William apertou os documentos, seu cora??o deu um svanco. O que Liliane passou quando era crian?a? Cap¨ªtulo 100 Liliane assentiu. ¨C Depois de voc¨º sair da ¨²ltima vez, eu realmente bati n e senti um alivio. ¨C Assentiu Liliane. Marc, animada, segurou Liliane e sacudiu. Da pr¨®xima vez, pode me incluir nessas coisas excitantes! ¨C Disse Marc. Liliane se rendeu ao racioc¨ªnio peculiar de Marc. O que diabos era isso? Novitex, escrit¨®rio do presidente. Jorge bateu na porta e entrou no escrit¨®rio de William segurando alguns documentos. Ele se aproximou, colocou os documentos na mesa de William. Sr. William, esses s?o os registros hospitres da Srta. Liliane. Disse Jorge. William olhou para os documentos, os pegou e abriu para examinar. Ao ver o rt¨®rio de diagn¨®stico, ele franziu a testa intensamente. ¨C Febre alta levando ¨¤ perda de mem¨®ria? Perguntou William. ¨C Sim, diz que a Srta. Liliane passou quase meio m¨ºs no hospital. Ap¨®s a redu??o da febre, desenvolveu amn¨¦sia. Sr. William, h¨¢ mais uma p¨¢gina. Explicou Jorge. William folheou a segunda p¨¢gina, ao ler o que estava registrado, seu rosto ficou sombrio. ¨C sofreu viol¨ºncia? ¨C Perguntou William. ¨C N?o est¨¢ ro se foi viol¨ºncia, mas quando foi levada ao hospital, tinha v¨¢rios hematomas pelo corpo. Respondeu Jorge. William apertou os documentos, seu cora??o deu um svanco. O que Liliane passou quando era crian?a? ¨C E sobre a investiga??o dos professores na ¨¦poca? ¨C Continuou William, colocando os documentos dedo, seu rosto bonito ficou sombrio. ¨C Entramos em contato tr¨ºs deles, mas nenhum se lembra. Sr. William, muitos registros foram danificados e localizar os professores restantes levar¨¢ tempo. ¨C Disse Jorge. William frionou as t¨ºmporas. ¨C ¨C Entendi, continue investigando. Falou William. Jorge n?o se moveu, olhando para William uma express?o hesitante. ¨C Sr. William, h¨¢ outra quest?o. ¨¦ sobre a Srta. Mavis¡­ ¨C Disse Jorge. ¨C Fale. ¨C Disse William, levantando o olhar. ¨C Viviane disse que a Srta. Mavis entrou em contato , pedindo para persuadir a Srta. Liliane a ir para a empresa. O momento coincide o roubo dos arquivos confidenciais. Revelou Jorge, soltando um respiro fundo. William apertou for?a os documentos. N?velDrama.Org: text ? owner. -Eu entendi. Disse William, voz fria. Seis da tarde. William marcou um encontro Mavis em um restaurante. Mavis, animada, se arrumou meticulosamente antes de encontrar William. Ao entrar na s privada, viu William sentado no sof¨¢, vestindo um sobretudo preto e express?o s¨¦ria, sentiu um nervosismo s¨²bito. ¨C Wil, William, estou aqui. Disse Mavis, for?ando um sorriso afetuoso. William a encarou frieza. Sente¨Cse. Disse William, ap¨¢tico, encarando . Mavis se sentou, observando William de forma furtiva. ¨C ¨C William, voc¨º parece n?o estar de bom humor. Disse Mavis, cuidado. 273 William ignorou, pegou os documentos aodo dele e os jogou na frente de Mavis. ¨C Voc¨º deveria me dar uma explica??o. Disse William. Mavis ficou atordoada, ele abriu os documentos e sua express?o endureceu. Em seguida, l¨¢grimas surgiram rapidamente nos olhos d. Mordendo os l¨¢bios, deixou os documentos dedo. ¨C William, voc¨º suspeita de mim? ¨C Engasgou Mavis. Por que voc¨º fez Liliane ir para a empresa? ¨C Perguntou William, a voz dele soou fria. Mavise?ou a chorar. Sim, eu pedi para Viviane convencer Liliane a ir para a empresa. Mas eu fiz isso por voc¨º! s me disseram que, depois que Liliane saiu, suas secret¨¢rias n?o estavam lidando bem o trabalho. Pensei que Liliane poderia ajudar, ent?o pedi a Viviane para enganar . William, eu n?o quero ver voc¨º franzindo a testa e o humor arruinado todos os dias. Explicou Mavis, chorando. A explica??o d soou perfeitamente. William encarou desconfian?a . ¨C ¨¦ melhor voc¨º n?o estar mentindo para mim. Comentou William. Estou gr¨¢vida do seu filho, por que eu roubaria arquivos confidenciais? ¨C Disse Mavis, enxugando as l¨¢grimas. ¨C Acho que nunca te contei o que aconteceu na empresa! ¨C Disse William, olhando indiferen?a para . Cap铆tulo 101 Cap¨ªtulo 101 Mavis apertou os dedos debaixo da mesa. ¨C Mesmo estando de licen?a, eu ainda tenho acesso ¨¤s mensagens internas da empresa. Eu soube da noticia, mas n?o a divulguei porque n?o queria te preocupar. ¨C Explicou Mavis, apressadamente. William batia os dedos no joelho. ¨C -Da pr¨®xima vez, n?o use desculpas para contatar Liliane. ¨C Disse William, chateado. William, por que voc¨º defende tanto? Ser¨¢ que fiz algo errado? ¨C Perguntou Mavis, chorando, seu rosto e maquiagem se misturavam em uma bagun?a. ¨C Fique tranqu na familia Lima e cuide da gravidez. ¨C Falou William, desviando o assunto. Voc¨º n?o vai me deixar voltar? William, ¨¦ o nosso filho. ¨C Disse Mavis, as Disse Mavis, as emo??es de?aram a fugir do controle. N?velDrama.Org: text ? owner. Com a pergunta cont¨ªnua, William resfriou seu semnte -Se voc¨º continuar assim, vou cancr o noivado e criar o filho sozinho. ¨C Disse William. Terminando de fr, William se levantou e saiu rapidamente. Ap¨®s o fechamento da porta, Mavis esfregou as l¨¢grimas do rosto. Tudo isso por causa de Liliane! precisava morrer! Absolutamente morrer! Familia Lima. Mavis, os olhos vermelhos, voltou para casa. Na s de estar, sem Gilberto, apenas Eduardo estava presente. Mavis sabia que Eduardo n?o gostava d, mas precisava manter as apar¨ºncias. ¨C Irm?o. Chamou Mavis, a voz abafada. -Eu n?o sou seu irm?o. Respondeu Eduardo, deu a um olhar dedo e continuou lendo a revista de neg¨®cios. -Eu sei que voc¨º n?o gosta de mim, mas nosso DNA tem uma correspond¨ºncia de noventa e nove por cento, isso ¨¦ um fato. ¨C Disse Mavis, apertando os dedos. ¨C DNA tamb¨¦m pode ser falsificado. ¨C Comentou Eduardo,rgou a revista e ficou na frente d. ¨C ¨C ¨C Eduardo, voc¨º n?o tem medo de irritar o vov? dizendo isso? Disse Mavis, apertando os dentes. Mal terminou a frase, a porta se abriu. Gilberto entrou, desligando rapidamente a chamada ao ver os olhos vermelhos de Mavis. ¨C Mavis, quem te machucou? ¨C Perguntou Gilberto, se aproximando pressa. Mavise?ou a chorar novamente. ¨C ¨C Vov?, William amea?ou cancr o noivado por causa de Liliane. Respondeu Mavis. ¨C O que aconteceu? ¨C Questionou Gilberto, aumentando a voz de repente. Mavis contou toda a hist¨®ria. ¨C Vovo, ser¨¢ que eu sou realmente t?o ruim¡­ Falou Mavis. Vendo a atua??o de Mavis, Eduardo ficou uma express?o sombria. Vov¨®, eu vou subir! Disse Eduardo, contendo a raiva. ¨C Eduardo! ¨C Chamou Gilberto, seriedade. Mavis ¨¦ sua irm?! Eu n?o vou reconhecer ! ¨C Disse Eduardo, frieza. ¨C est¨¢ atuando demais, n?o pode ser minha irm?! p! Eduardo levou um tapa firme. ¨C ¨¦ sua irm?! Como voc¨º pode fr assim? ¨C Gritou Gilberto, indignado. Os olhos de Eduardo tinham um toque de frio. ¨C -Vov?, eu vou encontrar evid¨ºncias para provar que estou certo! ¨C Comentou Eduardo. Dizendo isso, ele deixou a fam¨ªlia Lima. Mavis chorava ainda mais. ¨C Vovo, me desculpe, me desculpe, tudo ¨¦ culpa minha. Gilberto segurou a m?o d, tentando consr, mas sua express?o era s¨¦ria. Vou resolver isso para voc¨º! ¨C Disse Gilberto. Quarta¨Cfeira ¨¤ noite. Carlos convidou Liliane e Marc para jantar. Liliane cumprimentou Lucinda antes de sair de casa. Quando foi para fora da mans?o para chamar um t¨¢xi, um carro preto parou abruptamente. ¨C ¨C Srta. Liliane, por favor, venhaigo. Disse o homem. ¨C Quem ¨¦ voc¨º? ¨C Perguntou Liliane, olhando caut para o homem. Voc¨º n?o precisa fazer essa pergunta! ¨C Respondeu o homem. Ent?o eu tenho o direito de recusar! ¨C Disse Liliane. Liliane ficou bastante alerta, se virou rapidamente para ir em dire??o ao Jardim Azul. O homem avan?ou, agarrando o bra?o de Liliane, arrastando ¨¤ for?a para dentro do carro. Cap¨ªtulo 102 Cap铆tulo 102 Cap¨ªtulo 102 Me solte! ¨C Grito Liliane, a voz alta, lutando esfor?o. O homem deu um tapa forte no rosto de Liliane. O som ressoou em seus ouvidos, fazendo que Liliane quase perdesse o equil¨ªbrio. Ele arrastou para dentro do carro. Dirija ¨C Ordenou o homem, ao motorista frieza. Liliane n?o se atreveu a resistir, sua for?a era insignificante diante daquele homem! Se ele agisse violentamente, seu filho n?o estaria a salvo. decidiu se encostar na porta do carro, mantendo um olhar fixo no homem. Cautelosamente, estendeu a m?o ao bolso, tentando discar o n¨²mero de emerg¨ºncia de Jorge, Apenas tr¨ºs toques na t bloqueada a separavam de uma liga??o. No entanto, antes que Liliane pudesse fazer isso, o homem rapidamente pegou seu celr, abaixou o vidro da jan e o jogou para fora. O olhar chocado de Liliane se fixou dodo de fora da jan. Que diabos de pessoa estava indo atr¨¢s d? Liliane n?o ousava imaginar o que aconteceria a seguir. Por instinto, olhou para fora do carro, observando os cen¨¢rios que passavam rapidamente. Um sentimento de pavor crescia em seu cora??o. Saltar do carro apresentava dois problemas: aborto ou ser for?ada a abortar! Liliane recolheu seus pensamentos, se for?ando a se acalmar e encontrar uma maneira de lidar a situa??o. Duas horas depois. 10 O carro parou diante de um pr¨¦dio baixo, cercado por uma floresta escura. O+IS BONUS O homem puxou Liliane para fora do carro, enquanto o motorista abriu a porta do predio. Liliane foi empurrada para dentro. Antes que pudesse ficar firme, a porta foi fechada. Liliane ficou chocada e se aproximou rapidamente, estava a prestes abrir a porta, mas percebeu que foi trancada. Quem s?o voc¨ºs? Por que est?o me prendendo? Gritou Liliane, a voz ansiosa, batendo for?a na porta. A ¨²nica resposta foi o som do motor do carro sendo ligado. Liliane teve pensamentos sombrios, temendo que pudesse ser deixada para morrer ali! Quando desceu do carro, j¨¢ havia percebido que aquele lugar era deserto e mesmo que gritasse o m¨¢ximo que pudesse, ningu¨¦m viria em seu socorro! Sem celr, semida! Liliane, desesperada, se virou e olhou para o quarto, onde mal enxergava a m?o na frente do rosto. suprimiu o medo em seu cora??o ee?ou a tatear devagar ao redor. Mas tudo o que conseguia tocar era a frieza das paredes¡­ No mesmo instante. Carlos e Marc, sentados no restaurante, continuavam ligando para o celr de Liliane. ¨C ¨C Ainda est¨¢ desligado. Disse Carlos, suspirando e colocando o celr na mesa. Marc, nervosa, mal conseguia ficar sentada. ¨C N?o, eu preciso ligar para o chefe! ¨C Disse Marc, depois de hesitar por um momento. ¨C William? Perguntou Carlos, confuso. -Eu sabia que voc¨º n?o ficaria feliz, ent?o eu n?o disse. Durante o tempo em que voc¨º estava fora, Liliane foi deixada no Jardim Azul¡­ ¨C Revelou Marc, soltando um respiro fundo. Marc explicou a situa??o para Carlos, que franzia a testa profundamente. Ser¨¢ que William desligou o celr d por causa da minha liga??o? ¨C Disse Carlos, uma express?o de desanimo. ¨C -Eu n?o tenho certeza, eu vou ligar para ele e sondar. Disse Marc, bn?ando a cabe?a. Dizendo isso, discou o n¨²mero de William. Depois de um momento, a voz grave de William soou. ¨C Alo. Disse William. ¨C Sr. William, desculpe iodar. Eu queria saber se a Lili est¨¢ a¨ª. Tenho algo paral fr . Disse Marc. C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. ¨C ¨C Acabei de sair de uma reuni?o, n?o estou no Jardim Azul. ¨C Disse William, ¨C verificou o rel¨®gio e acrescentou. A essa hora, deveria em casa. ¨C Voc¨º pode me dar o n¨²mero da sua casa? ¨C Pediu Marc, tentando. O celr da Liliane est¨¢ desligado. ¨C Eu retorno sua liga??o mais tarde. Disse William, apertando as sobrancelhas. Ap¨®s encerrar a chamada, William discou o n¨²mero de casa. ¨C Alo, senhor. Atendeu Lucinda. O que Liliane est¨¢ fazendo? ¨C Perguntou William, voz grave. ¨C Srta. Liliane? ¨C Disse Lucinda, estava um pouco confusa. saiu para jantar os amigos e deve estar voltando em breve. ¨C Jantar? Repetiu William, a voz dele esfriou. A que horas saiu? ¨C ¨C 33 Cap¨ªtulo 103 Cap铆tulo 103 33 Cap¨ªtulo 103 ¨¤s seis da tarde, algo aconteceu? ¨C Perguntou Lucinda, preocupada. __ -Eu n?o sei. Disse William, ficando o rosto gdo. Ap¨®s desligar, ele ligou para Marc. Marc atendeu rapidamente. ¨C Sr. William! A Lili est¨¢ a¨ª? ¨C Perguntou Marc. ¨C Voc¨º convidou para jantar? ¨C Perguntou William, severamente. Marc ficou inquieta. ¨C Sim, eu convidei para jantar, mas estou no restaurante esperando e o celr d est¨¢ desligado! ¨C Respondeu Marc. William se levantou da cadeira abruptamente, um toque de frio nos seus olhos. ¨C Desligue agora. ¨C Disse William, ligou de imediato para Jorge e ordenou. ¨C Liliane sumiu. Envie algu¨¦m para encontrar . Dito isso, William saiu ¨¤s pressas do escrit¨®rio. Restaurante. ¨C O que faremos? A Lili n?o est¨¢ no Jardim Azul! ¨C Disse Marc, nervosa. ¨C Vamos at¨¦ o Apartamento Vista B, talvez esteja em casa, esqueceu de carregar o celr. Gr¨¢vidas s?o distra¨ªdas e sonolentas, n?o se preocupe. ¨C Disse Carlos, se levantando rapidamente. Marc concordou e seguiu Carlos at¨¦ o Apartamento Vista B. Quando eles chegaram l¨¢, bateram na porta de Liliane, mas um vizinho abriu a porta. ¨C N?o batam, por favor!, ¨¦ muito chado! n?o voltou aqui h¨¢ muito tempo. ¨C Disse o vizinho. Senhor, n?o voltou hoje? ¨C Perguntou Carlos. ¨C N?o! Estive em casa o dia todo, eu ouviria se abrisse a porta! ¨C Disse o homem, dando um olhar chateado para Carlos. Marc ficou os olhos vermelhos. ¨C Aonde a Liliane foi? Mas estava bem nos ¨²ltimos dias! ¨C Disse Marc. Houve algum conflito recente d algu¨¦m? ¨C Perguntou Carlos, calma. Marc pensou cuidado. De repente, olhou para cima. Mavis! ¨¦ ! Ningu¨¦m al¨¦m d faria algo contra a Lili! ¨C Disse Marc. ¨C Tente fr . ¨C Falou Carlos, cheio de preocupa??o. ¨C Est¨¢ bem, farei isso! Voc¨º dirige, n¨®s sairemos novamente! ¨C Disse Marc, assentindo. Carlos concordou. Liliane estava sentada no ch?o, apoiada na parede, dormindo profundamente. Quando uma luz fraca entrou p fresta da porta, abriu devagar os olhos. Com a luz, Liliane p?de finalmente vislumbrar a situa??o do quarto. De fato, estava vazio, exceto p poeira, n?o havia mais nada. Lilianembeu os l¨¢bios secos e se levantou devagar, indo bater na porta. n?o podia desistir, qualquer chance significava a possibilidade de sobreviver. Mesmo que encontrasse um catador de lixo, ainda teria a chance de viver. Depois de bater por um bom tempo, Liliane descansou a m?o dolorida. Se sentou novamente, pensando cuidado sobre quem poderia estar tentando prejudicar . De repente, se lembrou das mensagens de Eduardo alguns dias atr¨¢s. Seria Gilberto? Liliane ficou s¨¦ria. Se fosse Gilberto, temia que n?o teriao se defender. Jardim Azul. William, os olhos vermelhos e exausto, se sentou no sof¨¢. A aura fria fez que Jorge e Lucinda mal ousassem respirar. De repente, o celr tocou, quebrando o peso no ar. William atendeu imediatamente, vendo que era Marc. Sr. William, voc¨º encontro a Lili? ¨C Perguntou Marc, voz rouca e l¨¢grimas. Procuramos a noite toda e n?o a encontramos¡­. ¨C O cora??o de William doeu. N?o recebi nenhuma informa??o sobre . ¨C Disse William. Sr. William, eu n?o tenho medo de ser demitida, mas tenho certeza de que isso foi obra da Mavis! ¨C Disse Marc, tomando a coragem para acusar. N?velDrama.Org: text ? owner. William estreitou os olhos frios. Tem alguma prova? ¨C Perguntou William. ¨C Juro p minha honra, Mavis tem perseguido a Lili. Acredite em mim, v¨¢ procurar ! Suplicou Marc. ¨C Cap¨ªtulo 104 Cap铆tulo 104 Cap¨ªtulo 104 William permaneceu em sil¨ºncio por um momento. ¨C Entendi. ¨C Respondeu William Ap¨®s desligar a chamada, ele instruiu de imediato Jorge ¨C Continue rastreando os movimentos da Mavis! ¨C Disse William ¨C Certo. Respondeu Jorge, assentindo. Ap¨®s as instru??es, William pegou seu casaco e saiu apressado da mans?o, Ao entrar no carro, se dirigiu rapidamente para a Antiga Mans?o da familia Gabaldo. Ao chegar em casa, ele encontrou Guilherme tomando caf¨¦ da manh?, uma express?o sombria. Guilherme percebeu a hostilidade de William ergou os talheres, irritado. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui t?o cedo? ¨C Perguntou Guilherme Voc¨º levou Liliane embora? ¨C Questionou William, frieza. ¨C Voc¨º est¨¢ exagerando! Repreendeu Guilherme, se levantou abruptamente, gritando. ¨C Olhe as horas! S?o seis e meia da manh?! Voc¨¦ vem aqui me questionar assim? Voc¨º ainda me veo pai? Ainda respeita alguma regra? A express?o de William ficou ainda mais sombr¨ªa. ¨C ¨¦ melhor n?o ser verdade! Caso contr¨¢rio, n?o me culpe por agir contra seus outros dois filhos! Disse William, pvra por pvra. Guilherme, furioso, jogou os utens¨ªlios no ch?o. Voc¨º vai se arruinar por causa daqu mulher ardilosa! ¨C Comentou Guilherme William recolheu o olhar frio e saiu. No carro, William recebeu uma liga??o de Jorge. ¨C Sr. William, encontramos o celr da Srta. Liliane perto da estrada. ¨C Avisou Jorge. ¨C Onde exatamente? ¨C Perguntou William, ansioso. ¨C Pr¨®ximo ¨¤ mans?o, mas as cameras de seguran?a na ¨¢rea estavam danificadas na hora em que a Srta. Liliane desapareceu. ¨C Respondeu Jorge. ¨C ¨C Investigue! Continue procurando! Ordenou William, batendo raiva no vnte. Ap¨®s jogar o celr dedo, William dirigiu de volta para o Jardim Azul. No caminho, ele repassou mentalmente as pessoas quem Liliane poderia ter estado. Carlos e Marc estavam ocupados procurando Liliane na noite passada. Ent?o restava apenas uma pessoa que Liliane podia contatar! William encontrou o n¨²mero de Eduardo e fez a liga??o. Eduardo, sem dormir ¨¤ noite toda, estava pesquisando os dados de Liliane em seu Ao atender, a voz frio de William ecoou. ¨C Liliane est¨¢ voc¨º? ¨C Perguntou William. Eduardo ficou perplexo por um momento. ¨C n?o estava sempre voc¨º? Por que me ligar? Algo aconteceu? ¨C Perguntou Eduardo, de volta. ¨C n?o voltou ontem ¨¤ noite e o celr d foi encontrado na rua! Eduardo, ¨¦ C0pyright ? 2024 N?v)(elDrama.Org. melhor voc¨º ser honestoigo! ¨C Disse William. ¨C Agora n?o ¨¦ o momento de me interrogar! Eu n?o desceria t?o baixo a ponto de levar Liliane! ¨C Contradisse Eduardo, descontente. Com isso, Eduardo de repente se lembrou dos eventos da noite anterior. Ele abaixou os olhos e acrescentou. ¨C ¨¦ muito prov¨¢vel que tenha sido meu av?. Mavis tem se queixado a ele ultimamente. Considerando a personalidade dele, ¨¦ poss¨ªvel que tenha decidido ajudar Mavis descontando em Liliane. Eu estou indo a¨ª! Disse William, de imediato. ¨C Espere! ¨C Eduardo deteve ele. ¨C Voc¨º vindo agora n?o resolver¨¢ nada. Meu av? pode ficar ainda mais alerta. Eu conhe?o ele. Ele n?o dira a voc¨º onde Liliane est¨¢. A menos que voc¨º termine Liliane e se case Mavis, n?o h¨¢ outra op??o. William n?o p?de conter seu grito de raiva. ¨C E o que devo fazer ent?o? ¨C Gritou William. Eduardo ficou meio at?nito. William, geralmente, era calmo e contrdo, agora perdeu o controle por Liliane. Vou investigar e te informar assim que souber. Respondeu Eduardo. Eduardo terminou de fr e William desligou. Em seguida, Eduardo ligou para seu assistente. Enzo, prepare tr¨ºs escutas para mim. ¨C Ordenou Eduardo. GET IT Capitulo 105 Cap铆tulo 105 Capitulo 105 Do amanhecer ao anoitecer e novamente do anoitecer ao amanhecer. Liliane deitada no ch?o, fraca, olhava para a fresta da porta, suas m?os inchadas tremiam sem parar. O quarto apertado e ustrofobico, juntamente o medo iminente da morte, continuava corroendo sua mente. Se n?o fossem os tr¨ºs pequenos seres dentro d, temia que teria se entregado ao desespero. Liliane fechou os olhos, a imagem de William se formou em sua mente. Nos ¨²ltimos dias, ponderou muito, considerando se a familia Lima ou a fam¨ªlia Gabaldo poderia estar por tr¨¢s disso. As redes de poder daqus duas familias eram intrincadas e sua for?a era inimagin¨¢vel. ,o uma formiga, n?o tinha meios de resistir. Agora, estava sozinha e se os filhos nascessem? cua As crian?as eram inocentes, ainda n?o havia vingado sua m?e. Liliane encolheu lentamente o corpo. Se conseguisse sair viva, queria apostar por si mesma e pelos filhos. Apostar que William ficaria as crian?as e protegeria s. Enquanto isso, no Jardim Azul. William, envolto em uma aura g¨¦lida, estava sentado no sof¨¢. A barba por fazer fazia ele parecer ainda mais abatido, Seus olhos, cheios de veias de sangue, permaneciam fixos no celr. Lucinda trouxe macarr?o e se aproximou de William. ¨C Sr. William,a algo, ou voc¨º vai se desgastar antes mesmo de encontrar a Srta. Liliane. Disse Lucinda. William apertou os l¨¢bios, pegou a macarr?o de Lucinda uma express?o sombria. Ap¨®s algumas mordidas, o som de movimento na porta fez elergar o garfo rapidamente. Ele olhou frieza para Mavis, trazida por Jorge. Mavis, ao ver William, ficoupletamente at¨®nita. se apressou at¨¦ ele, os olhos cheios de compaix?o. ¨C William, voc¨º¡­ ¨C Disse William. ¨C Mavis, por respeito ¨¤ familia Lima, n?o te procurei h¨¢ tr¨ºs dias. Agora, s¨® quero uma resposta. Onde est¨¢ Liliane? ¨C Interrompeu William, ap¨¢tico, um olhar prante. Liliane? Disse Mavis bn?ando a cabe?a surpresa. ¨C Eu n?o sei. ¨C N?o sabe? Falou William e estreitou os olhos, se levantando e se aproximando de Mavis, rugindo. Voc¨º foi at¨¦ Gilberto acusando l¨¢grimas, agora diz que n?o sabe? Mavis, assustada, recuou para o sof¨¢. Eu realmente n?o sei, William. Eu s¨® desabafei meu av?! Mas eu n?o sei o que aconteceu Liliane! Disse Mavis. ¨C ¨C Voc¨º pode descontar em mim! Por qu gritando raiva. envolver Liliane? ¨C Questionou William, Mavis, caindo no sof¨¢, choramingou de medo. N?velDrama.Org ? 2024. ¨C William, eu realmente n?o sei. Por favor, n?o me trate assim, estou medo. ¨C Falou Mavis, chorando. ¨C ¨C Pensou que suas artimanhas Liliane passariam despercebidas por mim? ¨C Disse William, se inclinou, segurando o queixo de Mavis dedos longos. Eu aguentei suas provoca??es v¨¢rias vezes, porque voc¨º j¨¢ salvou minha vida! Esta ¨¦ sua ¨²ltima chance! Se n?o me disser onde est¨¢ Liliane, vou te levar ao hospital para abortar a crian?a! SANOU GI Ao ver o homem enfurecido, Mavis se sentiu bastante magoada. realmente n?o sabia onde Liliane estava,o explicaria isso? No entanto, para evitar que William partisse para a viol¨ºncia, Mavis implorou urgentemente. ¨C William, se acalme! Eu n?o fa?o ideia se meu av? se envolveu, mas me d¨º uma chance. Vou perguntar a ele, certo? Confie em mim, se realmente for obra do meu avo, eu te contarei onde Liliane est¨¢, sem d¨²vidas. Suplicou Mavis. William soltou , ficando de p¨¦ e encarando frieza. ¨C Ser¨¢ melhor que sim! Disse William, desviando o olhar, acrescentou voz dura. Saia. Mavis, chorosa, se levantou rapidamente do sof¨¢ e correu para fora. De volta ¨¤ fam¨ªlia Lima, Mavis, cambaleando, entrou no escrit¨®rio de Gilberto. Abrindo a porta, Gilberto olhou para , confuso. ¨C Mavis, por que est¨¢ chorando de novo? ¨C Perguntou Gilberto. COIN BUNDLE: got more free bonus GET IT Cap¨ªtulo 106 Mavis correu at¨¦ a escrivaninha. Cap铆tulo 106 GET IT Cap¨ªtulo 106 Mavis correu at¨¦ a escrivaninha. ¨C Vov?, voc¨º levou Liliane, n¨¦? Eu sei que voc¨º fez isso por mim. Se realmente foi voc¨º que levou , por favor, deixe em paz, est¨¢ bem? ¨C Disse Mavis, chorando. O rosto de Gilberto ficou sombrio. ¨C Mavis, voc¨º esqueceuo agiu de forma arrogante na sua frente? Desistiu de William? Desistiu do casamento? Perguntou Gilberto. Mavis bn?ou a cabe?a enquanto chorava. Vovo, quando eu estava no Jardim Azul, William quase me sufocou de tanto ¨®dio. As coisas do cora??o n?o podem ser apressadas. Acredito que posso reconquistar William! Mas se algo acontecer Liliane agora, minha r??o ele estar¨¢ Content is property ? N?velDrama.Org. arruinada para sempre e ele vai abortar meu filho! Revelou Mavis. ¨C Ele realmente disse isso? ¨C Perguntou Gilberto, os olhos dele ficaram sombrios. ¨C Se for verdade, n?o me culpe por romper as r??es. O cora??o de Mavis estremeceu, ser¨¢ que Gilberto realmente sequestrou Liliane? Mas n?o queria brigar William assim! se apaixonou por William havia muito tempo! conseguia lidar Liliane a qualquer momento, mas n?o podia ser agora! ¨C Vov¨®, por favor! Tenho certeza de que seu m¨¦todo assustou Liliane. Mesmo que seja corajosa, n?o ousar¨¢petir por Williamigo. Al¨¦m disso, o beb¨º j¨¢ tem tr¨¨s meses. Se eu abortar agora, prejudicar¨¢ minha sa¨²de. N?o poderei engravidar novamente e isso me deixaria desesperada. Disse Mavis, em prantos. Gilberto, um pouco intimidado, cedeu. Voc¨º ¨¦ muito sentimental. Dei ordens para levar e manter em uma casa na parte sul da cidade. Espere dois dias. Se estiver viva, libertarei , est¨¢ bem? ¨C Disse Gilberto. Ao ouvir a concess?o de Gilberto, Mavis suspirou, aliviada. ? +15 BONUS precisava usar a chance para mudar a opini?o de William sobre . No entanto, n?o sabia que Eduardo ouviu tudo e agiu imediatamente. Ele enviou um ¨¢udio para William, vestiu um casaco e seguiu em dire??o ¨¤ parte sul da cidade. Jardim Azul. Ao receber a noticia, William ouviu toda a conversa. Ao escutar a ¨²ltima frase, seus olhos brilharam uma frieza sanguin¨¢ria. Antes de sair do Jardim Azul, William instruiu Jorge a levar mais pessoas para procurar na parte sul da cidade. Enquanto dirigia, Mavis ligou. William atendeu uma express?o sombria. ¨C William, na parte sul da cidade, n?o sei a localiza??o exata. Disse Mavis. William n?o respondeu e desligou. A fam¨ªlia Lima pagaria por isso. William estava determinado a cobrar cada d¨ªvida. A parte sul da cidade era extensa. Os homens de William passaram um dia inteiro procurando. N?o s¨® William, Marc e Carlos tamb¨¦m estavam empenhados na busca, Uma da manh?. Os seguran?as localizaram uma ¨¢rea arborizada. William chegou rapidamente. Segurandonternas na floresta, os seguran?as encontraram uma casa em pouco tempo. ¨C Sr. William, h¨¢ uma casa aqui! ¨C Gritou um seguran?a, de imediato. William caminhou rapidamente na dire??o da voz, encontrando uma corrente de ferro trancando a porta, seus olhos se estreitaram. Derrube. Disse William. Os seguran?as retiraram ferramentas em quest?o de segundos, cortaram a corrente. No instante em que a porta se abriu, William avistou Liliane encolhida no ch?o. Seu cora??o apertou e ele se aproximou d rapidamente. ¨C Liliane! Chamou William, a voz trem. No entanto, Liliane permaneceu im¨®vel, seu rosto p¨¢lidoo papel, sem sinal de vida. William, os olhos vermelhos, segurou . ¨C Chamem Carlos! R¨¢pido! ¨C Disse William. Cap¨ªtulo 107 Cap铆tulo 107 Cap¨ªtulo 107 Liliane estava ciente dos movimentos e pvras do homem, mesmo sem for?as para abrir os olhos, devido ao cansa?o extremo ap¨®s o intenso nervosismo. Se sentindo segura, Liliane adormeceu profundamente. Dois dias depois. Liliane acordou, encontrando William deitado ao seudo, rosto dele em sua vis?o. Suas olheiras eram bastante escuras, exibia sinais ros de ins?nia, as sobrancelhas franzidas mesmo enquanto dormia. Ser¨¢ que ele ficou assim por causa d? Um calor percorreu o cora??o de Liliane ao ver William. se virou para odo e notou uma bolsa de nutri??o pendurada Seu olhar captou uma canja na mesinha aodo da cama n?o pode deixar de engolir em seco, pensou por um tempo e n?o queria acordar William. ¨C Acordou? ¨C Disse William, a voz rouca dele ecoou perto de seu ouvido. Liliane parou por um momento. Ser¨¢ que at¨¦ mesmo aquele pequeno movimento acordaria ele? Antes que pudesse responder, William se ergueu meio corpo, se inclinando para verificar. sentiu sua presen?a familiar e levantou os olhos para ver ele. No instante em que seus olhares se encontraram, Liliane percebeu ramente a express?o rxada nos olhos de William. mexeu os l¨¢bios, se sentindo constrangida. Estou fome. Disse Liliane. William disse um simples ¡°Ok¡± voz pesada, ele se levantou para pegar a canja, usando uma m?o para apoiar Liliane enquanto ajudava a sentar na cama. Ent?o, ele pegou uma colher de canja e trouxe at¨¦ os l¨¢bios de Liliane. Sem hesitar, Liliane aceitou cada colherada. Ap¨®s terminar, finalmente sentiu alguma energia retornando, Liliane olhou para os cabelos desgrenhados de William. H¨¢ quanto tempo voc¨º n?o dorme? ¨C Perguntou Liliane. ¨C ¨C N?o muito. Respondeu William, colocando a tig dedo. ¨C ¨C Obrigada por me salvar de novo. Agradeceu Liliane, abaixando os olhos. ¨C N?o quero ouvir essas pvras. Aja para mostrar sua gratid?o. Disse William, a express?o dele era s¨¦ria. O cora??o de Liliane acelerou inexplicavelmente por dois segundos. ¨C William, precisamos conversar. Falou Liliane. William se recostou na cadeira. ¨C Fale. Disse William. Os dedos de Liliane, escondidos sob o cobertor, se apertaram nervosamente. Sobre¡­ Se eu estiver gr¨¢vida de voc¨º¡­ ¨C Falou Liliane. ¨C ck! Antes que pudesse terminar, a porta do quarto foi abruptamente aberta. Liliane parou num instante, surpresa, ao ver Marc entrar agitada. Ao perceber que Liliane estava acordada, Marc correu at¨¦ a cama. Liliane, voc¨º me assustou tanto! Disse Marc. C +15 BONUS A express?o de William escureceu, tinha coragem de entrar assim sem bater? -Marc William est¨¢ aqui ¨C Alertou Liliane, vendo a express?o desagrad¨¢vel del Marc ficou atonita por um momento, se virando rapidamente para olhar para o homem de postura imponente sentado na cadeira. Seu rosto mostrou p¨¢nico e rapidamente se levantou ¨C St. William! Foi minha culpa. Eu Eu n?o te vi, Liliane acordou e fiquei t?o emocionada, me desculpe, me desculpe! ¨C Desculpou Marc. William se levantou uma express?o s¨¦ria. ¨C Voc¨ºs continuem a conversa ¨C Disse William Com isso, saiu do quarto. Marc, ainda um pouco nervosa, acariciava seu peito. Me assustoul ¨C Disse Marc, nervosa. Liliane n?o p?de deixar de rir. finalmente reuniu coragem para ser sincera, mas Marc a interrompeu ¨C Lili, agora eu posso ter certeza de uma coisa! ¨C Disse Marc, se sentando na cadeira. ¨C O qu¨º? ¨C Perguntou Liliane, olhando curiosidade para . ¨C O Sr. William definitivamente tem sentimentos por voc¨º. Ele passou v¨¢rios dias sem dormir por sua causa. Os homens dele quase reviraram o mundo procurando voc¨º! Nunca vi o Sr. William perder o controle emocional desse jeito! Quando te encontramos h¨¢ dois dias, vi at¨¦ mesmo os olhos dele ficarem ¨²midos. Essa tens?o toda, se n?o for paix?o, tamb¨¦m n?o pode ser algo que se pode fingir. A express?o de William escureceu, tinha coragem de entrar assim sem bater? ¨C Marc, William est¨¢ aqui. ¨C Alertou Liliane, vendo a express?o desagrad¨¢vel dele. Marc ficou at¨®nita por um momento, se virando rapidamente para olhar para o homem de postura imponente sentado na cadeira. Seu rosto mostrou p¨¢nico e rapidamente se levantou. Sr. William! Foi minha culpa. Eu¡­ Eu n?o te vi, Liliane acordou e fiquei t?o emocionada, me desculpe, me desculpe! Desculpou Marc. William se levantou uma express?o s¨¦ria. ¨C Voc¨ºs continuem a conversa. ¨C Disse William. Com isso, saiu do quarto. Marc, ainda um pouco nervosa, acariciava seu peito. ¨C Me assustou! Disse Marc, nervosa. Liliane n?o p?de deixar de rir. finalmente reuniu coragem para ser sincera, mas Marc a interrompeu. ¨C Lili, agora eu posso ter certeza de uma coisa! ¨C Disse Marc, se sentando na cadeira. ¨C O qu¨¦? Perguntou Liliane, olhando curiosidade para . ¨C O Sr. William definitivamente tem sentimentos por voc¨º. Ele passou v¨¢rios dias -O sem dormir por sua causa. Os homens dele quase reviraram o mundo procurando voc¨º! Nunca vi o Sr. William perder o controle emocional desse jeito! Quando te encontramos h¨¢ dois dias, vi at¨¦ mesmo os olhos dele ficarem ¨²midos. Essa tens?o toda, se n?o for paix?o, tamb¨¦m n?o pode ser algo que se pode fingir. Cap¨ªtulo 108Content is property ? N?velDrama.Org. Cap铆tulo 108 Cap¨ªtulo 108 Os sentimentos de Liliane estavamplicados e dif¨ªceis de expressar. realmente ouviu o grito tenso de iam naqu ocasi?o. ¨C Al¨¦m disso, Lucinda me disse que o Sr. William malia nos ¨²ltimos tr¨ºs dias. ¨C Revelou Marc, estndo a l¨ªngua. Voc¨º parece ter conversado bastante Lucinda? ¨C Perguntou Liliane. Marc assentiu ¨¤ for?a. Afinal, na noite em que voc¨º voltou, eu dormi l¨¢ embaixo. Lucinda cuidou muito de mim. Durante a conversa, consegui arrancar algumas informa??es e a mais chocante ¨¦ que o Sr. William amea?ou Mavis para te encontrar! ¨C Disse Marc. ¨C Ele realmente considerou abortar o filho d? Disse Liliane, perplexa. ¨C Isso ¨¦ o que Lucinda disse. Eu at¨¦ torceria para que ele fizesse isso! Assim, os tr¨ºs beb¨ºs em seu ventre¡­ ¨C Disse Marc, fazendo uma careta. No meio da frase, Marc fechou a boca abruptamente. ¨C Marc, durante esses dias em que estive presa, eu tamb¨¦m pensei muito. ¨C Falou Liliane, apertando os l¨¢bios. ¨C O qu¨º? ¨C Perguntou Marc, de volta. ¨C Quero que meus filhos tenham a prote??o de seu pai. Desta vez, tive sorte em ser encontrada, mas e da pr¨®xima vez? N?o posso arriscar a vida de meus filhos. N?o posso assumir essa responsabilidade. Respondeu Liliane. Ent?o, voc¨º quer voltar para perto de William? ¨C Indagou Marc. N?o, quero ser honesta! ¨C Afirmou Liliane. ¨C Ainda mantenho minha ideia original. N?o serei amante, n?o serei a terceira. Vou contar a William sobre a gravidez e meus pensamentos. O resto depender¨¢ da escolha dele. ¨C Voc¨º n?o tem medo de que ele aborte seus filhos? Perguntou Marc, surpresa. ¨C Estou disposta a arriscar, a tentar perguntar desta vez. Disse Liliane, respirando fundamente. -Eu apoio sua decis?o! ¨C Concordou Marc, ap¨®s um momento de sil¨ºncio. Meia hora depois, William e suas seguran?as apareceram na mans?o da fam¨ªlia Lima. Ao sair do carro, William caminhou em dire??o ¨¤ entrada da mans?o, um rosto sombrio. Ao ver ele, os seguran?as da familia Lima se adiantaram para bloquear o caminho. William olhou para Joaquim, que imediatamente avan?ou sua equipe. Os empregados, percebendo a situa??o, rtaram de imediato a Gilberto, que estava na s. ¨C Sr. Gilberto, o Sr. William invadiu sua equipe. Avisou um empregado. ¨C ¨C Deixe eles recuar! Traga eles para dentro. Ordenou Gilberto, franzindo a testa. ¨C N?o ¨¦ necess¨¢rio. Disse William. Mal as pvras de Gilberto foram ditas, a voz fria de William ecoou. Ele foi at¨¦ a frente de Gilberto e encarou ele. Hoje vim sem ser convidado porque tenho uma pergunta para voc¨º. Os olhos afiados de Gilberto se fixaram nele. William, voc¨º est¨¢ ramente aqui para exigir explica??es. Comentou Gilberto. -Se voc¨º admite, n?o precisa de mais pvras. D¨º uma explica??o sobre o sequestro. Derou William, se sentando no sof¨¢. ¨C ¨C Voc¨º veio at¨¦ aqui para defender uma mulher que tem posi??o baixa? Seu pai sabe disso? William, n?o seja t?o arrogante. Repreendeu Gilberto, uma express?o s¨¦ria. ¨C Isso n?o ¨¦ da sua con?a, Sr. Gilberto. Disse William, frieza. ¨C N?o h¨¢ desculpas? William! Voc¨º est¨¢ ultrapassando limites! Voc¨º pensa que a fam¨ªlia Lima ¨¦ o qu¨º? Content is property ? N?velDrama.Org. Invade sem ser convidado e agora exige explica??es? ¨C Questionou Gilberto, batendo na borda do sof¨¢. ¨C ¨C Voc¨º n?o respeita a familia Gabaldo? Retrucou William, desd¨¦m. ¨C Voc¨º ficou noivo de Mavis e ainda se envolve outras mulheres. Voc¨º acha que est¨¢ mostrando respeito ¨¤ fam¨ªlia Lima? Questionou Gilberto, furioso. Parece que voc¨º quer encerrar este assunto aqui, n¨¦? ¨C Zombou William, um sorriso frio. Capitulo 109 Cap铆tulo 109 Capitulo 109 Voc¨º n?o vai consequit que eu preste contas a uma amante! Afirmou Gilberto, furioso Ele parecia enlouquecido! At¨¦ tinha coragem de fr assim ele! William se levantou, seus os olhos eram frios semicerrados enquanto encarava Gilberto. ¨C Se e assim, n?o me culpe por n?o preservar nossas r??es passada. ¨C Disse William. -William! Voc¨º acha que pode dominar tudo na Serafim? ¨C Perguntou Gilberto, indignado. ¨C Parece que voc¨º pode estar ficando cego para a situa??o. Se n?o fosse por Eduardo, a familia Lima n?o teria levantado nenhuma tempestade at¨¦ agora, certo? ¨C Respondeu William, voz calma. Dizendo isso, ele se virou e saiu, deixando Gilberto tremendo de raiva ao observar suas costas. Depois de um tempo, Gilberto se recuperou, pegou o celr e ligou para Guilherme. Durante tr¨ºs dias, o Grupo Lima enfrentou ataques consecutivos da Novitex. O pre?o das a??es despencou e a Novitex levou embora dois contratos importantes. Eduardo permaneceu impassivel, enquanto Gilberto ficou t?o furioso que acabou hospitalizado. Guilherme, ao saber disso, tentou entrar em contato William v¨¢rias vezes, mas teve suas chamadas recusadas repetidamente, sem a chance de marcar um encontro. Em pouco tempo, Liliane ficou sabendo da situa??o. Ao ver as a??es de William, ficou surpresa. A familia Lima, embora profundamente enraizada na Serafim, sofreria grandes perdas financeiras aqueles golpes. O mais desconcertante para foi a indiferen?a de Eduardo. Rumores e fofocas inundaram a inte. As espec??es sugeriam que a familia Lima e a familia Gabaldo estavam prestes a se confrontar. A expectativa crescia enquanto todos aguadavam ansiosos para vero o Grupo Lima lidaria a situa??o. Quais seriam os pr¨®ximos passos da Novitex? A noticia do noivado entre as duas familias tamb¨¦m veio a tona, alimentando teorias de que William, por causa da amante, queria cancr o noivado. A fam¨ªlia Lima, por quest?es de dignidade, teria se recusado, por isso, receberam os ataques de William Liliane n?o se importava muito o destino da familia Lima, considerando quase ter perdido a vida nas m?os de Gilberto. Depois de ler algunsent¨¢rios, Marc ligou para . ¨C Lili, voc¨º viu as trending topics online? Nosso chefe est¨¢ incr¨ªvel! Desafiando a familia Lima por voc¨º. ¨C Disse Marc, animada. Mas Liliane n?opartilhava da mesma empolga??o. ¨C Esta situa??o ainda ¨¦ incerta. Se a fam¨ªlia Lima se unir a empresas tradicionais. para lutar contra a Novitex, a Novitex tamb¨¦m sofrer¨¢ danos. Disse Liliane. ¨C ¨C Por que pensar nisso agora? ¨C Esbravejou Marc. Voc¨º n?o esqueceuo a familia Lima te tratou! N?o tenho pena da fam¨ªlia Lima. Estou preocupada o que acontecer¨¢ a seguir. ¨C Disse Liliane. ¨C Os senhores podem n?o mexer William, mas eu n?o tenho garantias Liliane N?velDrama.Org: text ? owner. franzia o cenho. ¨C Voc¨º est¨¢ medo de que as duas fam¨ªlias se unam contra voc¨º? ¨C Perguntou Marc, perplexa. ¨C Sim, ¨¦ isso. Tenho medo dessa possibilidade, afinal, eles n?o ir?o tocar em William. Respondeu Liliane. Enquanto isso, na familia Lima. Mavis olhou uma express?o sombria para as trending topics online. Todos estavam aodo de Liliane? Por que, quando Liliane estava em apuros, havia dois homens e ainda assim, ambos. eram das duas fam¨ªlias mais poderosas da Serafim! se sentia injusti?ada! Mesmo depois de ajudar, por que n?o expressou um simples agradecimento? At¨¦ William parecia estar mirando na familia Lima! O que deixava estar num dilemaplicado. De repente, uma mensagem de Pablo apareceu na t de seu celr. ¡°Eu voltei!¡± Cap铆tulo 110 Cap¨ªtulo 110 Mavis ficou surpresa ao ver a rapidez que Pablo retornou ap¨®s apenas um m¨ºs de sua ¨²ltima cirurgia pl¨¢stica. Temia que, se ele descobrisse que estava na familia Lima, pudesse chantagear . As coisas eram diferentes agora, Eduardo a viao um inc?modo. Se se encontrasse em segredo Pablo, poderia ser descoberta a qualquer momento! Mavis apertou os l¨¢bios, pensativa, quando uma ideia brilhou em sua mente. tinha um no, uma maneira de se livrar de Liliane e Pablo de uma s¨® vez. respondeu a Pablo. ¡°Pablo, parab¨¦ns pelo seu retorno. Eu gostaria de te contar algo.¡± ¡°O que ¨¦? Vamos fr quando nos encontrarmos. Estou morrendo de saudades de voc¨º!¡°, respondeu Pablo, animado. ¡°N?o se apresse, Pablo. Estou atualmente na familia Lima.¡°, disse Mavis. Pablo enviou um emoji chocado. ¨C Na familia Lima? Das tr¨ºs grandes fam¨ªlias da Serafim?¡°, perguntou Pablo. ¡°Sim, ent?o precisamos ter cuidado quando nos encontrarmos. Que tal depois de amanh?? Eu escolho um lugar e te aviso?¡°, afirmou Mavis. ¡°¨®timo! Estarei aguardando suas instru??es!¡°, concordou Pablo, rapidamente. Depois dergar o celr, um toque de mal¨ªcia apareceu nos seus olhos. Dessa vez, ningu¨¦m teria a chance de amea?ar ! William seria d e tamb¨¦m a fam¨ªlia Lima! Na mesma noite, ¨¤s sete e meia, no hospital. Guilherme foi visitar Gilberto. 1/ Ao entrar no quarto, Gilberto olhou para ele uma express?o sombria. Guilherme, voc¨º realmente criou um bom filho! N?o se esque?a de quem estava ao seudo quando sua familia chegou ¨¤ Serafim! ¨C Repreendeu Gilberto. Guilherme, querendo manter a dignidade, ficou desconfort¨¢vel ao ouvir as Content is property ? N?velDrama.Org. acusa??es de Gilberto. ¨C Gilberto, essa situa??o ¨¦ culpa de nossas duas fam¨ªlias. Respondeu Guilherme, O que isso tem a ver a familia Lima? Rosnou Gilberto. Me diga,o voc¨º pretendepensar as perdas da familia Lima nisso? A raiz do problema ¨¦ aqu amante. Retrucou Guilherme, irritado. ¨C ¨C Ent?o voc¨º pretende ficar de bra?os cruzados, sem fazer nada? Questionou Gilberto. ¨C Voc¨º acha que vim aqui esta noite para pedir desculpas e relembrar o passado? ¨C Disse Guilherme, encarando Gilberto. ¨C Ent?o, me diga, qual ¨¦ o seu no? ¨C Indagou Gilberto. ¨C ro que tenho um no, mas falta o momento certo. Respondeu Guilherme, estreitando os olhos. Se eter um ¨²nico erro, vou garantir que nunca se recupere. Mesmo se William tentar interferir, tenho meios de conter ele. ¨C Melhor n?o me decepcionar! ¨C Advertiu Gilberto. Na sa¨ªda do hospital, Guilherme, o semnte sombrio, refletiu sobre sua visita. Ele deu uma chance a Gilberto, mas Gilberto n?o retribuiu. Amea?ando a fam¨ªlia Gabaldo? Ele n?o tinha o direito! Agora, ele achava que era hora de liberar aqu mulher! Somente poderia ajudar ele a retomar o controle de William. Al¨¦m disso, ele nejava colocar a fam¨ªlia Lima sob seus p¨¦s, mas precisava de vancas para isso. Mavis¡­ Amanh?, traga Mavis da fam¨ªlia Lima. ¨C Ordenou Guilherme, um tom desdenhoso. A pessoa da fam¨ªlia Lima n?o era digna de se tornar sua nora! Ele queria que Gilberto entendesse que estava concedendo a eles uma oportunidade ao escolher Mavis. No dia seguinte. Mavis recebeu um convite de Guilherme assim que acordou. Era a primeira vez que o via, precisava causar uma boa impress?o diante dele. Comprando caros presentes no caminho, chegou ¨¤ Antiga Mans?o da fam¨ªlia Gabaldo no hor¨¢rio marcado. Cap铆tulo 111 Cap¨ªtulo 111 Mavis entrou trazendo presentes, sendo conduzida pelo mordomo at¨¦ encontrar Guilherme. ¨C ¨C Sr. Guilherme, ol¨¢. Agrade?o pelo convite de hoje. Cumprimentou Mavis, um sorriso elegante apareceu no rosto d. Com isso, se curvou ligeiramente, Guilherme a observou, um sorriso que n?o chegava aos olhos. ¨C n?o chegava aos olhos. ¨C Sente¨Cse. Disse Guilherme. Mavis baixou os olhos, entregou os presentes aos empregados e se odou no sof¨¢. Guilhermee?ou: Chamei voc¨º aqui hoje para perguntar o que voc¨º pensa sobre Liliane. Mavis ponderou por um momento. Era a hora de mostrar sua grandezao a noival de William. ¨C Sr. Guilherme, Liliane esteve William por tr¨ºs anos, contribuindo e enfrentando desafios. Mesmo agora, continua aodo dele. Entendo que ¨¦ uma quest?o de William e confio que ele saber¨¢ lidar isso adequadamente. Voc¨º n?o sente nada vendo ainda aodo de William? ¨C Sondou Guilherme. N?o ¨¦ bem assim. ¨C Respondeu Mavis, um sorriso suave. ¨C Simplesmente, ¨¦ ¨C uma quest?o de William e acredito que ele lidar¨¢ isso da melhor maneira. Voc¨º parece bastante tolerante, sem medo de perder seu lugar. Disse Guilherme, sorrindo de leve. ¨C Se eu perder, ser¨¢ porque n?o fiz o suficiente. Respondeu Mavis, exibindo sua No entanto, a resposta d s¨® aumentou o desprezo nos olhos de Guilherme. A mulhero sem coragem n?o era adequada para ser a nora da familia Gabaldo, nem mesmo empara??o a amante! ¨C ¨C Parece que voc¨º n?o est¨¢ interessada em entrar para a fam¨ªlia Gabaldo. Provocou Guilherme, parando de sorrir. ¨C N?o ¨¦ isso, Sr. Guilherme. Eu amo William e n?o quero causar problemas a ele. ¨C Negou Mavis, um tanto atordoada. Ele enfrenta problemas porque voc¨º n?o toma decis?es ousadas! ¨C Repreendeu Guilherme, a voz s¨¦ria. Se eliminar quem precisa ser eliminado e fizer bem o papel de uma futura esposa, acha que ainda haver¨¢ problemas? ¨C Sr. Guilherme, o que quer dizer? Perguntou Mavis, chocada. ¨C Isso depende de voc¨º. Lembre¨Cse, a familia Gabaldo n?o busca mulheres que se escondam nos bastidores. Disse Guilherme Mavis estalou a l¨ªgua. Guilherme estava desprezando por n?o ser decisiva o suficiente? Apesar de seu esfor?o em desempenhar o papel depreensiva, no final das contas, n?o significava nada? N?velDrama.Org: text ? owner. Mavis respirou fundo. ¨C ¨C Agrade?o ps orienta??es, Sr. Guilherme. Acredito que agora sei o que fazer. ¨C Respondeu Mavis Percebendo a flexibilidade de Mavis, Guilherme passou a desprezar ainda mais. Como uma mulher capaz de ser influenciada por uma simples frase poderia ajudar William? Contudo, por enquanto, ele precisava daqu tolice. Agora, se voc¨º j¨¢ est¨¢prometida William, tome medidas ousadas. Com a familia Lima e a fam¨ªlia Gabaldo apoiando voc¨º, ningu¨¦m ousar¨¢ fazer algo contra voc¨º. Me mostre sua determina??o. N?o me desaponte! ¨C Disse Guilherme. Dito isso, ele deixou a s. Mavis sentiu seu cora??o disparar, as pvras de Guilherme eram excessivamente ras. Ele queria que resolvesse a situa??o Liliane, n?o havia d¨²vida disso. Se n?o resolvesse, Guilherme provavelmente n?o permitiria que entrasse p porta da familia Gabaldo. Se resolvesse, ent?o o que aguardava seria uma vida repleta de luxo e prosperidade. Mavis apertou as m?os firmeza, respirou fundamente e seus olhos se encheram de mal¨ªcia. Liliane! Agora vamos ver quem poder¨¢ ajudar voc¨º! Jardim Azul. Liliane acordou abruptamente de um pesadelo. se sentou na cama, tocando. rapidamente sua barriga inchadae, aliviada ao constatar que tudo estava bem. No sonho, as familias Lima e Gabaldo uniram for?as para levar ao hospital, onde abortaram os tr¨ºs beb¨ºs que carregava no ventre. Seus movimentos bruscos despertaram o homem que estava deitado ao seudo. Teve um pesadelo? Perguntou o William, uma voz rouca, observando Liliane recuperando o f?lego. GET IT Cap¨ªtulo 112 Cap铆tulo 112 Cap¨ªtulo 112 A voz do homem fez Liliane virar de imediato. Quando William se deitou ao seudo? Como n?o percebeu? Sim, tive um pesadelo. ¨C Respondeu Liliane, tentando esconder sua surpresa e baixando os olhos.. ¨C ¨C Sonhos s?o o oposto da realidade, n?o precisa se preocupar demais. ¨C Acalmou William, se sentando. ¨C Quando voc¨º entrou? ¨C Perguntou Liliane, mordendo o l¨¢bio e mudando de assunto. N?velDrama.Org: text ? owner. ¨C Pouco depois das tr¨ºs da manh?, voltei tarde demais, por isso n?o te acordei. ¨C Respondeu William, levantou o cobertor e saiu da cama. -E sobre voc¨º e a familia Lima¡­ ¨C Perguntou Liliane, observando o rosto ligeiramente cansado do homem. ¨C N?o precisa se preocupar isso, apenas cuide da sua sa¨²de. Disse William, arrumou o roup?o e se dirigiu ao banheiro. ¨C William, voc¨º estava fndo s¨¦rio Mavis antes? Continuou Liliane, nervosa, depois de uma pausa. Qual parte? ¨C Perguntou William, se virando para . ¨C Voc¨º disse que n?o deixaria uma amante engravidar. Respondeu Liliane, erguendo o olhar. ¨C O que voc¨º quer dizer isso? Indagou William, franzindo a testa. ¨C ¨C E se eu engravidasse, o que voc¨º faria? Perguntou Liliane, nervosa, segurando of cobertor. Os l¨¢bios finos de William se mexeram, pronto para responder, mas seu celr tocou. Ao ver a chamada no celr, sua express?o mudou num instante. Observando a express?o dele mudar, Liliane, chocada, tamb¨¦m olhou para seu celr. No entanto, antes que pudesse ver o nome, William pegou o celr. Sem saber o que a pessoa do outrodo da linha disse, a express?o dele ficou s¨¦ria de imediato. -Eu entendi, estou indo agora. Respondeu William, voz pesada. Liliane n?o teve tempo de perguntar o que aconteceu quando William entrou no banheiro, trocou de roupa e saiu sem dizer uma pvra. Vendo o homem se afastar, Liliane sentiu uma onda de inquieta??o. Suspirou, se sentindo chateada e acariciando sua barriga. Desta vez, n?o consegui terminar. Murmurou Liliane. Reorganizando seus pensamentos, Liliane se levantou e desceu as escadas. Nos ¨²ltimos dias, Lucinda vinha preparando refei??es variadas para . Se n?o fosse p fragilidade da sa¨²de de Liliane, seu ventre teria crescido mais. ¨C Srta. Liliane, voc¨º est¨¢ uma apar¨ºncia muito melhor. ¨C Comentou Lucinda. ¨C Lucinda, n?o precisa ser t?o formal. Me chame de Liliane. ¨C Disse sorrindo.. ¨C Isso n?o parece apropriado. Hesitou Lucinda. ¨C Regras podem ser quebradas. A menos que voc¨º n?o me vejao parte da fam¨ªlia. ¨C Disse Liliane. ¨C ¨C N?o ¨¦ isso, Srta. Liliane. Eu j¨¢ a consideroo minha pr¨®pria filha. Respondeu Lucinda, bn?ando a cabe?a apressadamente. Liliane sorriu, olhando para Lucinda, que corou de leve. Me chame de Lili, mais intimo. Sugeriu Liliane. O+IS BONUS A tarde, enquanto Liliane estava tomando sol no jardim, seu celr tocou. Vendo um n¨²mero desconhecido, franziu a testa e atendeu. Ol¨¢, quem ¨¦? Perguntou Liliane. Liliane. ¨C A voz de Mavis ressoou. Voc¨º est¨¢ livre? Vamos nos encontrar amanh?. ¨C N?o ¨C quero. ¨C Recusou Liliane, frieza, prestes a desligar. ¨C Voc¨º n?o quer saber sobre o seu passado? Perguntou Mavis, pressa. Liliane parou, colocando o celr de volta ao ouvido. ¨C ¨C O que voc¨º quer dizer? ¨C Indagou Liliane. Se quiser saber, nos encontramos amanh? ¨¤s nove da manh? na Brisa do Caf¨¦ na Rua da Flor. Vou te contar o que aconteceu em sua infancia e as coisas que voc¨º esqueceu sobre voc¨º e William. Se voc¨º quer ficar aodo de William, esta ¨¦ a sua ¨²ltima chance! ¨C Disse Mavis. Terminando de fr, Mavis desligou a liga??o diretamente. Cap¨ªtulo 113 Cap铆tulo 113 Cap¨ªtulo 113 Liliane deixou o celr cair uma express?o desagrad¨¢vel. O que Mavis estava nejando afinal? N?o era surpreendente que soubesse de certas coisas, mas Liliane se perguntava por que Mavis escolheu contar a ? A localiza??o da Brisa do Caf¨¦ na Rua da Flor era movimentada e mesmo que Mavis fosse corajosa, n?o deveria atacar em p¨²blico. ¨¤ noite. Quando Liliane terminou suas tarefas, j¨¢ eram as onze e meia. Ì– Esperando por William por meia hora,o ele ainda n?o tinha voltado, decidiu verificar o quarto, onde Lucinda estava hospedada. Ao notar uma luz ainda se filtrando p porta, Liliane bateu de leve. Lucinda abriu a porta ao ver Liliane e convidou para entrar. ¨C Por que voc¨º ainda n?o est¨¢ dormindo? ¨C Perguntou Lucinda. Lucinda tomou um copo de ¨¢gua oferecido por Liliane. ¨C Lucinda, amanh? eu preciso fazer uma viagem r¨¢pida. Disse Liliane, tomando um gole de ¨¢gua. ¨C Sair? Lucinda parecia preocupada. Voc¨º n?o tem medo daqus duas fam¨ªlias? ¨C Tenho, mas originalmente nejava contar a William quando ele voltasse, s¨® que a essa hora ele provavelmente n?o voltar¨¢. Respondeu Liliane. ¨C Quando vi o Sr. William sair, ele parecia fora de si. Disse Lucinda, suspirando, Liliane n?o se importava onde William foi, o que deixava inquieta era o que Mavis revria no dia seguinte. Despois de contar Lucinda, Liliane voltou para o quarto. retirou um gravador da bolsa e o conectou para recarregar antes de sevar e deitar. No dia seguinte. O despertador tirou Liliane do sono. Depois de se arrumar, desceu para o andar de baixo, Lucinda se aproximou. Lili, Sr. William n?o voltou ontem ¨¤ noite. Confirmou Lucinda. Est¨¢ tudo bem. Vamos nos fr mais tarde. Assentiu Liliane. Lucinda n?o disse mais nada, ap¨®s o caf¨¦ da manh?, Liliane foi embora. chamou um carro e seguiu para a cafeteria. Chegando ao segundo andar, Liliane avistou Mavis sentada sozinha perto da jan, desfrutando calma de sua bebida. Liliane pressionou o gravador no bolso, se aproximou e se sentou em frente a Mavis. Pe?a o que quiser. Disse Mavis,n?ando um olhar para . Liliane chamou o gar?om e pediu uma ¨¢gua lim?o. ¨C Vamos direto ao ponto. O que voc¨º sabe? ¨C Perguntou Liliane, frieza. ¨C N?o se apresse. Disse Mavis, colocando a x¨ªcara sobre a mesa. Primeiro, vamos estabelecer algumas condi??es. Quer me fazer deixar William? ¨C Perguntou Liliane. Sim. Assentiu Mavis. Voc¨º j¨¢ sofreu alguns dias atr¨¢s. Voc¨º est¨¢ ciente das consequ¨ºncias de irritar duas fam¨ªlias. Voc¨º acha que, se eu sair, eles n?o ir?o atr¨¢s de mim? ¨C Retrucou Liliane, calma. Parece que voc¨º n?o quer sair. Comentou Mavis, uma express?o sombria. Liliane levantou a x¨ªcara de ¨¢gua e deu um gole. Pesando nos pr¨®s e nos contras, s¨® estando ele posso dar a melhor garantia para meu filho. Disse Liliane. Depois de dizer isso, Liliane observou cuidado a express?o de Mavis. Para sua surpresa, Mavis apenas sorriu. Liliane n?o conseguia entender o que estava pensando, mas tamb¨¦me?ou a se sentir inquieta. ¨C Aparentemente, voc¨º n?o quer me contar nada, certo? Disse Liliane, a express?o s¨¦ria. Content is property ? N?velDrama.Org. Assim que terminou de fr, Liliane sentiu tonturas. estendeu a m?o para apoiar na mesa e bn?ou a cabe?a. Parece que est¨¢ funcionando r¨¢pido. Comentou Mavis, um sorriso malicioso. Liliane, chocada, olhou para Mavis. ¨C O que voc¨º fez? ¨C Pergunto Liliane. Mavis se levantou, caminhando at¨¦ Liliane e se curvou. ¨C Voc¨º achava que estaria segura em um local p¨²blico? Lamentavelmente, esta cafeteria foi substituida por mim. Gra?as ¨¤ ajuda do Sr. Guilherme¡­ ¨C Disse Mavis. CON BUNDLE: get more free bonus GET IT Cap¨ªtulo 114 Cap铆tulo 114 Cap¨ªtulo 114 Guilherme? ¨¤ medida que a voz de Mavis se tornava cada vez mais indistinta em seus ouvidos, Liliane se sentia tonta e desmajou. Quando acordou, Liliane percebeu que estava em seu quarto alugado. Um forte cheiro de sangue pairava no ar, ao perceber algo errado, Liliane se sentou imediatamente. Prestes a sair da cama, sentiu algo duro em suas m?os. Ao olhar para baixo, viu uma faca ensanguentada. O cora??o de Liliane apertou, imediatamente jogou a faca para longe. Ao mesmo tempo, notou que havia uma grande quantidade de sangue espalhado por seu corpo. No entanto, n?o sentia nenhuma dor. N?velDrama.Org ? 2024. Arrepiada, Liliane desceu da cama, se movendo, tr¨ºm, em dire??o ¨¤ s de estar. Quando viu um homem no ch?o os olhos arregdos e coberto de Liliane perdeu as for?as e caiu no ch?o num instante. O que diabos estava acontecendo? Antes que pudesse processar, ouviu passos r¨¢pidos no corredor. Em seguida, policiais entraram no quarto armas. Ao ver os policiais, Liliane entendeu de imediato. Tudo isso foi uma armadilha preparada por Mavis! sanque Os policiais rapidamente dominaram Liliane e a levaram para a delegacia. Ao mesmo tempo. Jardim Azul. Lucinda, vendo o c¨¦u escurecer, ligou para Jorge, inquieta. ¨C Sr. Jorge, o Sr. William est¨¢? ¨C Perguntou Lucinda, ansiosa, ap¨®s a liga??o ser atendida. ¨C ¨C O Sr. William est¨¢ ocupado, talvez mais tarde. Respondeu Jorge. Ap¨®s a liga??o, Jorge olhou para William, que estava sentado na cama. ¨C Sr. William, Lucinda ligou. Cale¨Cse! Repreendeu William, baixinho, olhos sombrios. ¨C Sim. ¨C Assentiu Jorge. Assim que ele terminou de fr, Gilberto ligou para ele. ana William olhou para a mulher adormecida na cama, franzindo a testa e saiu do quarto para atender. ¨C William! Sua mulher quase matou minhaa! Isso n?o vai ficar assim! ¨C Gritou Gilberto, antes de desligar. O rosto de William escureceu num instante. Ele olhou para Jorge, que estava aodo da cama. ¨C Cuide d, eu preciso sair por um tempo. ¨C Ordenou William. Meia hora depois. William apareceu na s de hospital onde Mavis estava internada. Ao ver as ataduras em seu corpo, seu rosto ficou frio. ¨C Veja seus pr¨®prios olhos! Sua mulher fez um grande favor! matou um homem e quase matou Mavis! Se n?o fossem pelos guarda¨Ccostas de Mavis, voc¨º estaria vendo um cad¨¢ver agora! Repreendeu Gilberto, encarando ele raiva. ¨C A voz irritada de Gilberto acordou Mavis na cama. abriu os olhos lentamente, ao ver William, l¨¢grimas escorreram num instante. ¨C William¡­ Liliane queria me matar¡­ queria me matar¡­ D¨®i muito¡­ me esfaqueou duas vezes.,. Se eu n?o tivesse reagido r¨¢pido, nosso filho teria morrido¡­. Disse Mavis, chorando. Os dedos de William apertaram ¨¤ for?a. O que aconteceu enquanto ele estava fora por um dia? De madrugada. William descobriu todos os detalhes e obteve provas concretas de que Liliane havia O homem morto era Pablo, ps evid¨ºncias, Liliane matou eleo vingan?a. O que Gilberto disse era verdade. Se os guarda¨Ccostas n?o tivessem chegado a tempo, Mavis e o feto teriam morrido. Todas aqus evid¨ºncias foram jogadas na mesa por William, exceto o rt¨®rio m¨¦dico de Liliane. Jorge olhou para ele uma express?oplexa. Como Srta. Liliane poderia estar gr¨¢vida? Ele at¨¦ mesmo entregou contraceptivos a durante aquele periodo! O rosto elegante de William ficou extremamente sombrio, tornando toda a s fria Sr. William, Sr. Gilberto j¨¢ entrou um apelo. Eles s?o bastante inflex¨ªveis, querem que a Srta. Liliane pague a vida. ¨C Falou Jorge, coragem. O Capitulo 115 Cap铆tulo 115 Capitulo 115 ¨C Voc¨º acha que fez isso? ¨C Perguntou William, voz gelida, apertando a mandib. ¨C Sr. William, a Srta. Liliane n?o ¨¦ esse tipo de pessoa, mas agora¡­ Respondeu Jorge. Jorge suspirou antes que terminasse a frase, sem sabero continuar. ¨C Va para a delegacia. Disse William. William deixou a frase e saiu Na delegacia. Liliane foi interrogada por varias horas. n?o conseguiu responder a nenhuma das perguntas dos policiais. tamb¨¦m queria sabero foi parar no Apartamento Vista B depois da cafeteria. E ent?o, matou Pablo e esfaqueou Mavis. Antes de desmaiar, lembrava das pvras de Mavis. tinha certeza de que Mavis era a instigadora, mas onde estavam as evid¨ºncias? Todos os depoimentos e evid¨ºncias apontavam para o a assassina. Agora, s¨® podia esperar por William para salvar . Al¨¦m disso, n?o tinha outra. escolha. Enquanto pensava nisso, a porta da c se abriu, uma policial parou ¨¤ porta. ¨C Liliane, saia. ¨C Disse a policial. A imagem de William apareceu na mente de Liliane e seguiu a policial para fora. A policial levou at¨¦ uma s. Ao abrir a porta, Liliane viu um homem emanando frieza, sentado dentro da s. Liliane entrou na s, a porta se fechou. foi recebida pelo olhar severo do N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. homem. O cora??o de William apertou ao ver a express?o cansada e tr¨¦m de Liliane. No entanto, ao pensar na gravidez d, apaix?o foi totalmente substituida p raiva. ¨C Como posso acreditar em voc¨º? Indagou William, uma voz severa. -Eu n?o tenho provas! Mas ontem, foi a Mavis que me chamou. me pediu para encontrar no caf¨¦, dizendo que sabia sobre minha origem¡­ Explicou Liliane, apertando as m?os e franzindo a testa. explicou tudo a William. ¨C ¨¦ isso que aconteceu. ¨C ¨C Ent?o voc¨º se vingou d, ¨¦ isso? Perguntou William, uma voz fria e uma express?o intensa. ¨C Vingan?a? ¨C Disse Liliane, at?nita, levantando a voz. ¨C Da ¨²ltima vez, voc¨º brigou na minha frente. E agora? Disse William, of olhar dele era prante. Voc¨º guarda rancor da familia Lima, porque quase morreu l¨¤. Voc¨º sabe muito bem que a raz?o p qual a familia Lima agiu assim foi por instiga??o da Mavis. Durante todo esse tempo no Jardim Azul, voc¨º nunca mencionou buscar justi?a a familia Lima. Estava apenas se contendo, n?o ¨¦ verdade? Tudo para este momento, querendo morrer junto com Mavis. A mente de Liliane ficou em branco. ¨C O que voc¨º quer Liliane. dizer ¡°querendo morrer junto Mavis¡°? ¨C Perguntou ¨C Porque voc¨º est¨¢ gr¨¢vida de outro homem! ¨C Respondeu William, a voz dele estava cheia de frieza. Voc¨º tem medo que eu descubra! ¨C Ao ouvir as pvras dele, Liliane sentiuo se um trov?o estivesse retumbando em sua mente. ¨C Voc¨º n?o pode usaro desculpa que o filho ¨¦ meu! Dentro do per¨ªodo em que voc¨º est¨¢ tomando a pil, ¨¦ imposs¨ªvel engravidar! ¨C Continuou William. vo Alem de root quem mais en dormi? Griton Liliane Carindo as pvras autoritarias e nimes dele, Liliane sentiu sua ultima barreira dredde: 180 (secundo mais se conter e gritou furia para William Durante aquele tempo, voce estava mais proximo de Carlos! Comentou William, prta por prta. Carlos Ele suspeitava que domu Carlos? E ate mesmo engravidon dele? ¨C William voc¨º veio hoje apenas para perguntat sobre o bebe, n?o para me ajudat, cetto?-Bettucou Liliane, sorrindo desdem CON BUNOVE PA Al¨¦m de voc¨º, quem mais eu dormi? ¨C Gritou Liliane. Ouvindo as pvras autorit¨¢rias e firmes dele, Liliane sentiu sua ¨²ltima barreira desabar, n?o conseguindo mais se conter e gritou f¨²ria para William. ¨C Durante aquele tempo, voc¨º estava mais pr¨®ximo de Carlos! Comentou William, pvra por pvra. Carlos? Ele suspeitava que dormiu Carlos? E at¨¦ mesmo engravidou dele? ¨C William, voc¨º veio hoje apenas para perguntar sobre o beb¨º, n?o para me ajudar, certo? Retrucou Liliane, sorrindo desd¨¦m. GET IT AN OFIS BONUS Cap¨ªtulo 116 Cap铆tulo 116 Cap¨ªtulo 116 -Eu n?o vou deixar voc¨º morrer. Disse William, frieza. E voc¨º, pense emo enfrentar as consequ¨ºncias de me trair! Dizendo isso, o homem se levantou indiferen?a e saiu sem olhar para tr¨¢s. Liliane fechou os olhos, desesperada, l¨¢grimas escorrendo pelo rosto. Ele nunca quis acreditar n, sempre foi assim! Meio m¨ºs depois. Com a defesa do advogado que William contratou, o tribunal emitiu sua senten?a. Devido ¨¤s v¨¢rias tentativas de homicidio de Pablo e ¨¤s a??es excessivas de autodefesa de Liliane, foi condenada a cinco anos de pris?o. Na tarde em que foi levada para a pris?o, Mavis apareceu para ver . Se sentaram frente a frente, separadas pelo vidro. Ao ver a apar¨ºncia derrotada de Liliane, Mavis n?o p?de deixar de rir. ¨C Voc¨º est¨¢ realmentement¨¢vel. Comentou Mavis. ¨C Mavis, voc¨º n?o tem medo de que eles venham te buscar ¨¤ noite? ¨C Provocou Liliane,n?ando um olhar frio para . ¨C E da¨ª? Contanto que eu veja voc¨º na pris?o, fico feliz! Vim hoje para te contar algo. que n?o consegui dizer naquele dia. Na verdade, voc¨º ¨¦ a crian?a perdida da fam¨ªlia Lima. Eu apenas peguei um fio de cabelo seu e fiz um teste de DNA Eduardo. Seu destino ¨¦ incr¨ªvel, mas ¨¦ uma pena que tenha cruzado o meu caminho. ¨C Respondeu Mavis, calma. ¨C O que voc¨º est¨¢ dizendo? ¨C Perguntou Liliane, at¨®nita, sua voz tremia. Vendo a rea??o de Liliane, Mavis riu ainda mais. N?o fique t?o agitada, ainda n?o terminei. Como voc¨º de repente perdeu a mem¨®ria? Como esqueceu que salvou William? Felizmente, eu ainda me lembro d dia em que voc¨º salvou ele, ent?o pude tirar vantagem disso! Revelou Mavis. Ouvindo o sorriso e vendo a express?o arrogante de Mavis, Liliane sentiuo se estivessem despejando ¨¢gua gda sobre . As pvras de Mavis praram em seu cora??o, causando uma dor que n?o conseguia conter. era quem havia salvado William! Mavis era apenas uma substituta que havia se aproximado dele m¨¢s inten??es! Voc¨º n?o tem medo de que, quando eu sair da pris?o, conte tudo a eles? ¨C Disse Liliane, olhando fixamente para Mavis. ¨C Voc¨º acha que eles v?o acreditar em uma assassina? Se eu tivesse medo de voc¨º contar, n?o teria dito. Al¨¦m disso, Liliane, William est¨¢ realmente enojado de voc¨º agora. Ontem ouvi ele ao telefone, pedindo para cuidarem bem de voc¨º na pris?o. O que exatamente ele quis dizer ¡°cuidar bem¡°, eu realmente estou curiosa! Liliane, Content is property ? N?velDrama.Org. espere encontrar sua m?e no caminho para o al¨¦m! Zombou Mavis, sem se abr. ¨C Mavis!!! ¨C Gritou Liliane. ¨C Liliane bateu no vidro as m?os, olhando raiva para Mavis. Gritos ecoaram na s. ¨C Eu n?o vou deixar voc¨º escapar! Absolutamente n?o vou deixar voc¨º escapar! Vou fazer voc¨º pagar por tudo que fez a mim! ¨C Disse Liliane. Os guardas se aproximaram rapidamente, tentando contrr Liliane. resistiu todas as suas for?as, incapaz de se libertar, olhando para o sorriso malevolo de Mavis. Seu cora??o foi cortado por mil facas! absolutamente ia deixar Mavis pagar por isso. Cinco meses depois. Jardim Azul. +15 DONUS Jorge entrou pressa na mans?o e foi direto para o escrit¨®rio. Ele abriu a porta e se dirigiu a William, que estava uma express?o sombria. ¨C Sr. William, encontramos a diretora do orfanato! Avisou Jorge. ¨C Onde est¨¢ a diretora? ¨C Perguntou William, franzindo a testa. ¨C acabou de voltar do exterior e est¨¢ na Serafim. Respondeu Jorge. William se levantou, vestiu o casaco e saiu apressadamente do escrit¨®rio. Meia hora depois. Na Cafeteria Nuvem, William encontrou a diretora que estava desaparecida havia mais de meio ano. Ele se aproximou, cumprimentando a idosa. ¨C Diretora Gabri. Cumprimentou William. Gabri olhou para ele, avaliando ele. Voc¨º ¨¦ a pessoa que estava me procurando? ¨C Perguntou Gabri. Sim, passei meio ano procurando por voc¨º. ¨C Respondeu William, se sentando em uma cadeira. Se n?o fosse p minha sorte, eu teria morrido no exterior¡­ Disse Gabri, suspirando. Capitulo 117 Cap铆tulo 117 Capitulo 117 Como isso aconteceu? Perguntou William, uma leve franzida de sobrancelhin. -Meu filho est¨¢ no exterior. Ha sete meses, recebi uma liga??o dizendo que ele sofreu um acidente de carto. N?o consegui contatar ele, ent?o decidi it para o exterior. No entanto, assim que desembarquet, fui annaltado e levaram tudo o que eu tinha. Enfim, deixemos dedo esses eventos desagrad¨¢veis. Por que voc¨º est¨¢ me procurando? Explicou Gabri. William ficou aleita. Sete meses atr¨¢s era exatamente quando ele tentava verificar Como poderia ser uma coincid¨ºncia t?o grande a diretora ter sido enganada e mandada para o exterior? E ele n?o consequit tastrear nenhum sinal d? William suprimiu suas d¨²vidas e mostrou uma foto de Liliane quando crian?a. N?velDrama.Org ? 2024. Eu quero saber se a senhora se lembra desta crian?a. Disse William. Gabri pegou a foto e examinou cuidado. Depois de um tempo, assentiu v¨¢rias vezes, ¨C Lembro, lembro! Essa crian?a sofreu muito bullying aqui no orfanato. Algunst colegas sempre intimidavam e machucavam . Como institui??o de caridade, n?o tinhamoso expulsar outras crian?as, ent?o tinhamos que cuidar um pouco mais d. O que mais me marcou foi outra situa??o. Era no inverno, velo correndo ate mimpletamente molhada, dizendo que tinha salvado um menininho que estava se afogando. Colocou o menino em um dep¨®sito abandonado n?o muito longe do orfanato, assim que descobrirmos, enviamos esse menino para hospital. Quando voltei para perguntar ¨¤qu crian?a sobre os detalhes, estava uma febre alta. Est¨¢vamos prestes a levar ao hospital, quando uma mulher veio e disse que queria adotar a crian?a. Me lembro de ter ficado curiosa na ¨¦poca, pensando por que algu¨¦m iria querer adotar uma crian?a doente. Revelou Gabri, Depois de ouvir aqus pvras, o rosto de William ficou tenso. ¨C Voc¨º tem certeza de que ¨¦ ? Perguntou William, incredulo, voz tr¨¦m. +15 BOHUS ¨C Tenho certeza! Essa crian?a tinha uma pinta vermelha na orelha, n?o era? Respondeu Gabri. ¨C Naqu ¨¦poca, havia mais alguma crian?a no orfanato uma pinta na orelha? ¨C Continuou William. ¨C N?o! ¨C Respondeu Gabri, firmeza. Apesar de estar envelhecendo, n?o vou esquecer. Essa era a ¨²nica crian?a no orfanato uma pinta vermelha na orelha, dodo direito! As pvras de Gabri atingiram Williamo um trov?o, deixando ele perplexo. O que ele havia estado investigando nos ¨²ltimos anos? Por que a pessoa que ele procurava estava ao seudo o tempo todo e ele n?o percebeu? Ele at¨¦ fez de amante por tr¨ºs anos! Enquanto ponderava sobre isso, Jorge entrou correndo de repente, uma express?o de tristeza que William nunca havia visto antes. ¨C Sr. William, Srta. Liliane¡­ faleceu! ¨C Avisou Jorge. William ficou chocado, encarando Jorge. ¨C O que voc¨º disse? ¨C Perguntou William, voz trem. ¨C A Srta. Liliane faleceu¡­ ¨C Murmurou Jorge, grande pesar. No cemit¨¦rio. William ficou diante do t¨²mulo de Liliane, seus olhos tingidos de vermelho. A imagem d no t¨²mulo, seu sorriso, parecia ir¨®nica! Ele acabava de descobrir a verdade sobre sua identidade. Por que partiu antes que pudesse reagir? Ele admitia sua cegueira, suas a??es cru¨¦is. Se pudesse voltar ¨¤ vida, ele daria tudo a , at¨¦ mesmo sua pr¨®pria vida! O som apressado de passos se aproximou e uma flor branca foi atirada ¨¤ for?a nele por Marc, os olhos inchados de tanto chorar. William! Como voc¨º ousa vir ver Liliane? est¨¢ morta! Eu mesma enterrei ! Tamb¨¦m enterrei os filhos que carregava! Saia daqui! ¨C Gritou Marc, raiva. William, suportando os golpes de Marc, sentiu seu cora??o doero se estivesse sendo esmagado. Por que voc¨º n?o me contou? Por que n?o esperou eu me despedir d p ¨²ltima vez? ¨C Perguntou William. Voc¨º n?o merece! ¨C Rugiu Marc. Os olhos de William ficaram cada vez mais apagados. Afinal, de quem era o filho d? ¨C Perguntou William, voz rouca. GET IT O +15 BONUS Cap¨ªtulo 118 Cap铆tulo 118 Cap¨ªtulo 118 ¨C William! Voc¨º ¨¦ um verdadeiramente canalha! Liliane estava gr¨¢vida de trig¨ºmeos, todos eram seus filhos! Voc¨º permitiu que Mavis agisse livremente, levando Liliane e seus tr¨ºs filhos ¨¤ morte! ¨C Repreendeu Marc. As pvras de Marc eramo facas afiadas, perfurando o peito de William. Ele apertou os l¨¢bios p¨¢lidos e cerrava os punhos aodo do corpo sem cor. Ele n?o acreditava! Ele n?o tinha visto o cad¨¢ver d, ele n?o acreditava que Liliane tinha partido! Todas as a??es deles eram apenas para impedir que ele procurasse , certo? Ele certeza encontraria ! Liliane n?o estava morta! Ele definitivamente encontraria ! Cinco anos depois. Novitex. A s de reuni?es se abriu, William saiu e foi recebido por Jorge. ¨C Senhor William, G recusou a parceria nossa empresa. ¨C Avisou Jorge. William olhando para ele uma express?o de sobrancelhas franzidas. ¨C Ainda n?o encontrou informa??es sobre ele? ¨C Perguntou William. ¨C S¨® sabemos que ele ¨¦ o ¨²nico aprendiz do mestre Jason, mas n?o conseguimos obter mais informa??es. Respondeu Jorge, bn?ando a cabe?a. William estreitou os olhos. Tr¨ºs anos atr¨¢s, o renomado designer internacional Jason anunciou sua aposentadoria, divulgando que seu amado aprendiz G assumiria seu lugar. Inicialmente, todos pensavam que G estava apenas capitalizando o nome de Jason para ganhar dinheiro. No entanto, suas cria??es surpreenderam o mundo da moda. As roupas, aparentementeuns, proporcionavam uma sensa??o inexplic¨¢vel de conforto. O mais impressionante era que in¨²meras pessoasentavam que, ao olhar para as Content is property ? N?velDrama.Org. roupas, podiam recordar as mem¨®rias mais preciosas de sua infancia. Depois que as roupas foramn?adas, o pre?o acess¨ªvel levou o mundo inteiro a um estado de loucura por meses. A demanda n?o diminuiu nem um pouco. Aqu era a raz?o que William queria contratar ele, mas agora nem mesmo sabia se Gera homem ou mulher! ¨C Continue tentando entrar em contato ele! Ordenou William. Dito isso, William entrou passosrgos em seu escrit¨®rio. Tr¨ºs dias depois. Restaurante Nuvem. Uma mulher, segurando duas crian?as ador¨¢veis, entrou na s privada do restaurante. Depois de sentar, tirou os ¨®culos de sol, revndo um par de olhos ros e l¨ªmpidos. ¨C Mam?e, quando o tio vai chegar? ¨C Perguntou a menina. A mulher, uma express?o suave, se abaixou para olhar para a filha que estava fazendo perguntas. estendeu a m?o e afagou de leve o narizinho d. Alice, voc¨º acabou de fazer uma videochamada o tio antes de embarcarmos. Disse Liliane. Mal terminou de fr, o menino aodo d, elegante e caracter¨ªsticas faciais distintas, interveio. ¨C Mam?e, Alice n?o est¨¢ esperando pelo tio, est¨¢ esperando p nova boneca. ¨C Comentou o menino. A mulher riu da brincadeira do filho. ¨Cn, n?o tem nada que voc¨º queira? ¨C Perguntou a mulher. O menino sorriu levemente e empurrou a ¨¢gua para . ¨C N?o seria melhor se mam?e investisse em um acess¨®rio para o meuputador? ¨C Dissen, calma. A mulher torceu osbios, desviando o olhar rigidamente. Vamos fingir que eu n?o perguntei. Disse a mulher. Com isso, a porta da s foi aberta. Eduardo entrou segurando dois presentes. Ao ver Eduardo, Alice correu imediatamente na dire??o dele. abra?ou as pernas de Eduardo e ergueu aqueles olhos redondos e castanhos. ¨C Tio, estou esperando por voc¨º e tamb¨¦m p nova boneca! Disse Alice. Eduardo sorriu ao ser abra?ado por Alice. ¨C Alice ¨¦ realmente travessa! Uma boneca ¨¦ mais importante! Disse Eduardo, esfregando o nariz d. Alice abra?ou for?a o pesco?o de Eduardo. ¨C Hehe, o tio tamb¨¦m ¨¦ importante. Disse Alice. Eduardo riu e levantou os olhos para olhar para a mulher sentada elegancia no sof¨¢. ¨C Lili, eu estou atrasado. Disse Eduardo, abrindo um sorriso suave. Cap¨ªtulo 119 Cap铆tulo 119 Cap¨ªtulo 119 ¨C N?o, acabei de chegar tamb¨¦m, Eduardo, n?o fique a¨ª em p¨¦, venha se sentar. ¨C Disse Liliane, um sorriso. Eduardo concordou, segurando Alice enquanto se sentava. Ele empurrou um presente na dire??o de Ian. ¨C Ian, aqui est¨¢ o processador que voc¨º queria. ¨C Disse Eduardo.. ¨C Obrigado, tio. ¨C Agradeceun, sorrindo ao pegar. Em seguida, ele pegou sua moch, retirou optop e as ferramentas,e?ando a montagem. Ao observar a figura do filho, Liliane sentiu uma amargura em seu cora??o. Durante a gravidez dos trig¨ºmeos, enfrentouplica??es. Quando acordou, os m¨¦dicos informaram que o terceiro filho havia falecido durante o parto. Se ele tivesse sobrevivido, certamente seria t?o vibrante e saud¨¢vel quanto Alice en. Liliane reprimiu suas emo??es dolorosas e se virou para Eduardo. ¨C Eduardo, voc¨º organizou tudo para Lucinda? ¨C Perguntou Liliane. ¨C pegar¨¢ o avi?o na manh? depois de amanh?. Respondeu Eduardo, dando um gole no caf¨¦. Liliane assentiu, pegou os ¨®culos de sol da mesa. Vou ao banheiro. Disse Liliane. Observando o rosto delicado por tr¨¢s dos grandes ¨®culos de sol, Eduardo sentiu uma culpa persistente. Se ao menos tivesse provado que Liliane era realmente sua irm? naqu ¨¦poca, ele n?o teria sido injustamente condenado por Mavis. Naqu noite, durante o parto dificil de Liliane, ele pagou uma quantia consider¨¢vel para subornar as pessoas na pris?o. A hist¨®ria divulgada foi que Liliane faleceu. devido a complica??es no parto. Ele manipulou tudo atrav¨¦s de Marc, enviando o corpo para crema??o na mesma noite. Ele nejou tudo e levou Liliane embora. Se n?o fosse por isso, Liliane provavelmente teria morrido na pris?o. Ap¨®s sair da s privada, Liliane se dirigiu ao banheiro. Virando a esquina, acabou esbarrando em algu¨¦m. Recuando dois passos ap¨®s o impacto, antes que pudesse levantar a cabe?a, ouviu pvras afiadas de raiva. ¨C Voc¨º est¨¢ cega para n?o ver algu¨¦m t?o grande ¨¤ sua frente?! ¨C Repreendeu algu¨¦m. Aqu voz fez Liliane congr porpleto. Mesmo que se transformasse em cinzas, n?o esqueceria. Liliane levantou os olhos frios, olhando atrav¨¦s dos ¨®culos escuros para a mulher que odiava por seis anos. havia se desenvolvido no exterior, nejando voltar para arrastar at¨¦ o inferno. ¨C ro que posso ver. Coisas que n?o s?o humanas, eu so consigo trataro ar. ¨C Respondeu Liliane, frieza, contendo sua raiva. Voc¨º est¨¢ me chamando de n?o humana?! Questionou Mavis, sua voz ficando mais alta. ¨C ¨C Eu disse isso? ¨C Respondeu Liliane, sorrindo. Tanta pressa para se encaixar na descri??o? ¨C Voc¨º! Disse Mavis, furiosa. Antes que pudesse revidar, Liliane contornou e entrou no banheiro. Mavis apertou raiya a m?o e a m?o da crian?a em sua m?o se encolheu dor. Sentindo a rea??o, a raiva de Mavis aumentou. imediatamente se inclinou para ¨¤ crian?a. Breno! Esta doendo, n?o est¨¢? Aquenta isso para mim! Se ousat fazer um som, n?o se surpreenda se eu te atrastat para o banheiro e te bater! Repreendeu Mavis, initada. Ao ouvir os gritos de Mavis, Liliane congelou. Se virou para ver um menino de rosto palido, muito semelhante a William. Ele apertava osbios, abaixando a cabe?a, olhos cheios de medo. Os olhos de Liliane escutecetam Ele devia ser o filho de William e Mavis N?velDrama.Org: text ? owner. Mavis amava William tanto, era surpreendente que estivesse maltratando a crian?a deles. Liliane se sentiu triste ao observar o menino palido, suspirou em segredo e desviou o olhar A tarde, Eduardo levou Liliane e as crian?as para a Mans?o Bata. A casa estava pronta um ano atr¨¢s, agora eta apenas uma quest?o de tempo se mudar para. Eduardo brincava Alice, enquanton trabalhava noputador. Vendo a cena tranqu e harmoniosa, Liliane sorriu, satisfeita. Eduardo, vou ¨¤ concession¨¢ria mais tarde. Voc¨º pode cuidar das crian?as para mim? Disse Liliane, se virando para Eduardo. OFT IT Cap¨ªtulo 120 Cap铆tulo 120 Cap¨ªtulo 120 ¨C Lili, voc¨º consegue resolver sozinha? ¨C Perguntou Eduardo, preocupado, erguendo seu rosto charmoso. ¨C N?o posso deixar voc¨º sempre me panhando. Al¨¦m disso, quero dar uma olhada na esc particr para a Alice e o Ian. Eles est?o na idade de estudar agora. ¨C Respondeu Liliane, sorrindo de leve. Antes de voltar ao pa¨ªs, j¨¢ havia pesquisado escs online. Embora estivesse tentada a escolher uma imediatamente, decidiu visitar as escs para garantir. ¨C Tudo bem, ent?o eu n?o vou voc¨º. Evitamos olhares curiosos. Disse Eduardo, resignado. Liliane assentiu, se arrumou um pouco e se despediu dos dois filhos antes de sair. Quando a porta se fechou, Ian levantou os olhos para observar Eduardo, que estava ocupado brincando de casinha Alice. Ent?o, suas m?os delicadas voaram sobre o tedo. A p¨¢gina do jogo foi rapidamente substituida p interface de login de um site de uma organiza??o de hackers. Logo, uma mensagem apareceu. O remetente era Ang. ¡°Preciso de ajuda, dinheiro n?o ¨¦ um problema.¡± A linguagem era simples e direta. Ian digitou no tedo. ¡°Ajuda o qu¨º?¡± ¡°Encontre minha m?e.¡± ¡°Qual ¨¦ o nome d?¡± ¡°N?o sei.¡± ¡°Quantos anos tem?¡± Content is property ? N?velDrama.Org. ¡°N?o sei,¡± ¡°Como ¨¦? Tem alguma foto?¡± ¡°N?o sei.¡± Os cantos de l¨¢bios den se moveram. N?o sabia nada,o ele podia ajudar? As m?os pequenas den rapidamente bateram no tedo. ¡°Desculpe, eu n?o posso aceitar esse tipo de pedido.¡± Logo ap¨®s sua resposta, outra mensagem chegou rapidamente. ¡°Dez milh?es.¡± Os grandes olhos den brilharam. ¡°Neg¨®cio fechado!¡± Por aqu quantia exorbitante, ele estaria disposto a desenterrar at¨¦ mesmo um cad¨¢ver para o generoso cliente! Na concession¨¢ria. Liliane pagou e recebeu as chaves do carro rec¨¦mprado. Em seguida, se dirigiu para Acesse Internacional Infant¨¢rio. Ao chegar ¨¤ esc, Liliane colocou ¨®culos escuros e m¨¢scara, se encontrando a professora predefinida. ¨C ¨C Ol¨¢, voc¨º ¨¦ a Sra. Marques, certo? Cumprimentou Helena, calorosa, se aproximando ao ver Liliane. ¨C Sim, por favor, me mostre o caminho. ¨C Disse Liliane. ¨C Voc¨º ¨¦ muito educada. Vamos primeiro visitar as inst??es, em seguida, discutirei detalhadamente sobre a cultura e o curr¨ªculo da esc¡­ Disse Helena, Ap¨®s uma visita de meia hora, Liliane ficou bastante satisfeita a esc. O ambiente era excelente e o corpo docente era robusto. Al¨¦m disso, as refei??es fornecidas para as crian?as eram muito generosas. n?o esperava que os dois pudessem aprender muito na esc. Contanto que estivessem seguros e felizes, era suficiente. Depois de preencher os formul¨¢rios e pagar as taxas, Liliane se levantou. ¨C Agrade?o a voc¨ºs por cuidarem bem dos meus filhos. ¨C Disse Liliane. ¨¦ um prazer! Estamos aqui para isso! ¨C Respondeu a professora. Liliane assentiu, se virou e saiu do escrit¨®rio. Enquanto se preparava para descer as escadas, de repente, um pequeno vulto cruzou seu campo de vis?o. Liliane o reconheceu imediatamenteo o filho de William e Mavis. Ao ver o rosto delicado de Breno, Liliane ficou surpresa. N?o seria coincid¨ºncia demais? Sentindo o olhar, Breno tamb¨¦m ergueu a cabe?a. Ele apertou os l¨¢bios, olhos sem brilho encontrando os de Liliane. Depois de alguns segundos de contato visual, ele imediatamente desviou o olhar e correu escada abaixo. Jovem mestre! Onde voc¨º est¨¢?! ¨C Gritou algu¨¦m, uma voz de chamado veio de longe, e Breno congelou visivelmente. Logo depois, ele continuou correndo escada abaixo. Liliane observava perplexidade enquanto Breno pisava no vazio. Por instinto, estendeu a m?o para o bra?o de Breno! Agarrando ele rapidamente, o puxou para seus bra?os. Devido ¨¤ in¨¦rcia, ambos acabaram caindo na escada. Cap铆tulo 121 Cap¨ªtulo 121 Um som abafado ressoou e Liliane soltou um gemido abafado de dor. Breno, deitado em seu colo, ficou tenso ao ouvir o som estranho e levantou a cabe?a rapidamente. Seu olhar, cheio de incredulidade, encontrou Liliane. Liliane segurava Breno uma m?o e massageava as costas doloridas a outra, ap¨®s o impacto. Com a boca torcida, se endireitou, priorizando verificar se Breno estava ferido. ¨C Pequeno, voc¨º est¨¢ bem? ¨C Perguntou Liliane. A mente de Breno reagiu rapidamente, mas seu corpo parecia congdo. Ao sentir o suave aroma que vinha de Liliane, as inquieta??es acumdas em seu cora??o pareciam desaparecer. Ele normalmente evitava contato humano, mas n?o . , mesmo ap¨®s cair, estava preocupada ele¡­ Liliane, perplexa, olhou para ele. ¨C Pequeno? Alguma dor? ¨C Continuou Liliane. ¨C Os olhos escuros de Breno ficaram frios de repente, ele rapidamente se afastou de Liliane. Com os l¨¢bios cerrados, ele baixou a cabe?a e agradeceu a , quase inaud¨ªvel. Ent?o, se virou e saiu correndo. Liliane franziu a testa ao se levantar das escadas. Aquele garoto¡­ Parecia ter algum problema de personalidade? Enquanto pensava nisso, vozes familiares ecoaram l¨¢ embaixo. ¨C Jovem mestre, Sr. William me pediu para perguntar se voc¨º se adapta ao ambiente aqui. ¨C Disse o empregado. Ao ouvir a voz, as pestanas de Liliane tremeram duas vezes. se inclinou para fora do corrim?o das escadas e viu Jorge. Logo depois, entrou em sua linha de vis?o um homem vestido um terno preto, de fei??es nobres e uma presen?a ineg¨¢vel. +15 BONOS Ele entrou p porta uma postura firme, passos robustos e uma presen?a imponente que n?o podia ser ignorada. Quando Liliane viu o homem, seu cora??o apertou. Cinco anos¡­ ainda se lembrava ramente deo foi ¡°bem cuidada¡± na pris?o gra?as a William! Fazer o trabalho mais sujo e cansativo todos os dias era uma coisa, mas at¨¦ a metade daida d era roubada. costumava ser ing¨ºnua, pensando que William sentia pelo menos um pouco de pena por . Quando aqu esperan?a foi despeda?ada, percebeu o qu?o t era sua ideia! L¨¢ embaixo. ¨C N?o gosta? ¨C Perguntou William, voz meio sombria, indo at¨¦ Breno. Breno apertou os l¨¢bios e permaneceu em sil¨ºncio, mas seus olhos negros n?o puderam deixar de olhar de rnce para as escadas. William, confuso, franziu a testa e seguiu o olhar de Breno em dire??o ¨¤s escadas, mas n?o viu ningu¨¦m. ¨C O que voc¨º est¨¢ olhando? ¨C Perguntou William, semicerrando os olhos. Breno bn?ou a cabe?a sem dizer uma pvra. William continuou perguntando. ¨C Breno, o que voc¨º est¨¢ evitando, afinal? ¡ª ¨C N?o estou evitando. ¨C Respondeu Breno, depois de um sil¨ºncio. ¨C Ent?o, a partir de depois de amanh?, voc¨º vir¨¢ aqui para a esc. ¨C Disse William, sua voz n?o admitia recusa. Breno abaixou ainda mais a cabe?a. Ouvindo a conversa entre eles, Liliane riu frieza no seu cora??o. Realmente, esse era o jeito autorit¨¢rio dele de seunicar o filho? entendeu que, sem m?e amorosa, sem pai afetuoso, n?o era de se admirar que a personalidade de Breno fosse assim. ¨¤ tarde, tr¨ºs horas. Liliane dirigiu de volta para a Mans?o Ba¨ªa. +15 BONOS Ao chegar em casa, seu celr tocou. pegou o celr e viu que era Marc ligando, atendendo um sorriso. N?velDrama.Org: text ? owner. ¨C Liliane!!! ¨C O grito de Marc ecoou pelo celr. ¨C Voc¨º, sem cora??o, voltou e j¨¢ me esqueceu? Liliane afastou um pouco o celr para n?o estourar seus t¨ªmpanos. ¨C Eu voltei apenas de manh?. ¨¤ tarde, fui buscar um carro e fui procurar um infant¨¢rio para as crian?as. Pensei em te chamar para jantar quando chegasse em casa e ent?o voc¨º ligou. ¨C Disse Liliane. +15 BONOS Capitulo 122 Cap铆tulo 122 Capitulo 122 Estou indo agora mesmo! ¨C Disse Marc. Marc! ¨C Falou Liliane, apressadamente. ¨C N?o deixe que as pessoas dele percebam. Eu nem sabia que William tinha tanta paci¨ºncia! A grama sobre seu t¨²mulo foi arrancada h¨¢ cinco anos! Como ¨¦ que ele ainda ¨¦ t?o obstinado? ¨C Resmungou Marc, ao celr. Desculpe por te envolver nisso. ¨C Desculpou Liliane. Ah, eu s¨® estou fndo! ¨C Brincou Marc. ¨C De qualquer forma, ele n?o vai descobrir que estou me comunicando voc¨º, n?o ¨¦? Vou te enviar minha localiza??o, nos vemos l¨¢. ¨C Disse Liliane, um sorriso. ¨C Ok. Respondeu Liliane, desligando a chamada. Ao abrir a porta de casa, Liliane ouviu a risada cont¨ªnua de Alice na s. Um sorriso apareceu nos l¨¢bios de Liliane ao ver Alice se divertindo. ¨C Alice, estou de volta. ¨C Disse Liliane. Alice olhou para a porta,rgou imediatamente seus brinquedos e correu na dire??o de Liliane. ¨C Mam?e, bem¨Cvinda de volta! J¨¢ decidimos para qual esc eu vou? Posso ir para o mesmo infant¨¢rio de Ian? ¨C Perguntou Alice, estendendo seus bracinhos. ¨C ¨C Decidido! Alice, voc¨º ainda lembra o que mam?e disse antes? ¨C Disse Liliane, se agachando para abra?ar Alice. ¨C ¨C Depois de ir para o infant¨¢rio, n?o fale sobre a mam?e para estranhos. Me lembro, n?o sei se Ian lembra. ¨C Respondeu Alice, piscando seus grandes olhos redondos. Ian, subitamente provocado, ficou sem pvras. ¨C Ent?o eu n?o vou ao infant¨¢rio. N?o quero ser arrastado por voc¨º. ¨C Disse Ian, levantando os olhos do computador para Alice. Alice arregalou os olhos, se virando, abra?ou o pesco?o de Liliane. ¨C ¨C Mam?e, eu estava apenas brincando. ¨C Disse Alice. Liliane riu e bn?ou a cabe?a, seus filhos eram verdadeiros levados. +15 BONOS Liliane foi at¨¦ o sof¨¢ e se sentou, Eduardo tamb¨¦m se juntou a . E ent?o, tudo correu bem? ¨C Perguntou Eduardo. N?velDrama.Org: text ? owner. Liliane deu um tapinha no bumbum de Alice, mandando brincar sozinha. ¨C Eduardo, eu vi ele. Sussurrou Liliane, quando Alice correu. Ele te reconheceu? Perguntou Eduardo, ansioso e surpreso. N?o, eu vi ele, mas ele n?o me viu. Daqui pra frente, n?o tenho certeza, porque seu filho estuda na mesma esc que Ian e Alice. Disse Liliane, bn?ando a cabe?a. ¨C Mude de esc! ¨C Sugeriu Eduardo, nervoso. Definitivamente n?o podemos deixar ele te ver. Nosso no ainda n?oe?ou, n?o podemos nos expor muito cedo. ¨C N?o, n?o vou mudar de esc. Este ¨¦ o infant¨¢rio o melhor sistema de seguran?a. Al¨¦m disso, ele pode n?o buscar as crian?as todos os dias, ent?o n?o precisa se preocupar. Al¨¦m disso, estou usando ¨®culos escuros. Recusou Liliane. ¨C ¨C ¨C O instinto n?o mente. Eduardo suspirou. ¨C Voc¨º mudou um pouco, mas¡­ ¨C ¨C Eduardo. ¨C Interrompeu Liliane. ¨C Se eu tivesse medo de encontrar ele, n?o teria voltado. Al¨¦m disso, estou desapontada ele, n?o tenho rancor. A ¨²nica vingan?a que buscarei ser¨¢ contra Mavis! Ao olhar para a express?o determinada de Liliane, Eduardo n?o disse mais nada. ¨C Faltam tr¨ºs meses para o anivers¨¢rio do av?. ¨C Disse Eduardo, mudando o assunto. ¨C ¨C Sim. Assentiu Liliane. ¨C Contanto que voc¨º n?o se importe. ¨C As pessoas sempre pagam um pre?o pelo que fazem, se mam?e ainda estivesse aqui, faria o mesmo. ¨C Disse Eduardo. Liliane assentiu a cabe?a. Sua primeira a??o seria destruir tudo que pudesse fazer Mavis se orgulhar! faria Gilberto ver qu?o t e rid¨ªc foi a escolha dele! +15 BONOS Cap¨ªtulo 123 Cap铆tulo 123 Cap¨ªtulo 123 ¨¤ noite. Marc foi jantar, Liliane e Eduardo prepararam uma mesa farta de del¨ªcias. Assim que Marc chegou, Alice abra?ou imediatamente. Madrinha! ¨C Chamou Alice, voz suave. Ai, Alice! Senti tanto a sua falta! Me deixe te dar um beijo! ¨C Disse Marc, abra?ando . Alice cborou,do seu rosto pequeno perto d. Depois de beijar Alice, Marc voltou sua aten??o para Ian. ¨C ¨C Ian, estou aqui e voc¨º fica a¨ª parado, pode aprender um pouco sua irm?! ¨C Disse Marc, fingindo estar brava. ¨C Mam?e disse que homens e mulheres n?o devem se beijar. ¨C Respondeu Ian, calmoo sempre. Marc ficou sem pvras Ian se parecia tanto William! ¨C M?e¨Cdependente. ¨C Resmungou Marc. ¨C Isso significa que eu amo minha m?e e me orgulho disso. ¨C Retrucou Ian, tranqumente, exibindo um orgulho ro em seu rosto delicado. Marc, raiva, olhou para Liliane. ¨C Liliane! Voc¨º ensinou muito bem seu filho! ¨C Remou Marc. Liliane, segurando o ¨²ltimo prato, o colocou na mesa rindo. ¨C Est¨¢ bem, venhamer. ¨C Disse Liliane. Marc puxou as duas crian?as depois quevaram as m?os e se sentou ¨¤ mesa. ¨C Marc, faz tempo que n?o nos vemos, quer um pouco? ¨C Perguntou Eduardo, um sorriso elegante no rosto, pegou uma garrafa de vinho tinto. ¨C Despeja! ¨C Disse Marc, descontra¨ªda, entregando seu copo. Ao mesmo tempo, no Jardim Azul. ¨C Ligue para o seu pai. ¨C Ordenou Mavis, jogando o celr na frente de Breno. +15 BONOS Breno baixou os olhos brevemente, depois estendeu a m?o. Voc¨º n?o pode ser mais r¨¢pido? ¨C Mavis gritou ele. ¨C Voc¨º fica enrndo¡­o um cad¨¢ver! O corpo de Breno ficou ligeiramente r¨ªgido, ele apertou os l¨¢bios, pressionando o n¨²mero de William. William acabava de sair da reuni?o e retornou ao seu escrit¨®rio quando recebeu a liga??o de Mavis. Seu olhar negro e frio expressava um profundo desagrado. Se n?o fosse pelo fato de ser a m?e de Breno, ele n?o permitiria que permanecesse no Jardim Azul. Certamente, n?o daria a sequer chance aparecer em sua frente! William atendeu impaci¨ºncia a liga??o, mas do outrodo, a voz infantil e suave de Breno ecoou. Sou eu. Disse Breno. N?velDrama.Org ? 2024. ¨C William manteve seu olhar impass¨ªvel, mas sua voz suavizou. ¨C O que aconteceu? ¨C Perguntou William. ¨C Volta para casa para jantar? ¨C Perguntou Breno, olhando cuidado para Mavis. N?o vou voltar, voc¨ºsam. ¨C Respondeu William e desligou a liga??o. Breno segurou firmeza as m?os pequenas em seu colo, as apertando de leve, nervoso demais para encarar Mavis. ¨C Eu preciso de voc¨º para alguma coisa? In¨²til! ¨C Repreendeu Mavis, um sorriso frio. O corpo de Breno ficou tenso. Vendo a rea??o dele, a raiva de Mavis aumentou ainda mais. se virou, pegou um rolo de livros presos fita adesiva e foi raiva em dire??o a Breno. Seus olhos capturaram aqu pilha, o corpo de Breno tremeu de repente. O brilho de medo surgiu em seus olhos escuros e seu rosto ficou p¨¢lido. No segundo seguinte,/Mavis arrancou ele da cadeira. Segurando um rolo de papel em sua m?o, Mavis desferiu um golpe firme nas costas de Breno. +15 BONOS O som abafado das pancadas ecoou, misturado aos gemidos abafados de Breno, que suportava a dor. Ele mordeu os dentes, apertando os punhos pequenos, suportando os tapas e as pvras de Mavis. Seu olhar mostrava ramente medo e frieza. N?o muito longe, a empregada e a governanta, que viram a cena, tremiam juntas. ¨C Se continuar assim, o jovem mestre ter¨¢ danos internos. ¨C Comentou a empregada. ¨C Mas n?o podemos ajudar! Caso contr¨¢rio, nos dar¨¢ um tapa tamb¨¦m! ¨C Disse a governanta. ¨C O jovem mestre nem quer fr, ser¨¢ que o Sr. William acreditar¨¢ em voc¨º se contar sobre isso? Aquele rolo de papel n?o vou deixar. Disse a empregada. Cap¨ªtulo 124 Cap铆tulo 124 Cap¨ªtulo 124 +15 BONOS Um de setembro. Liliane acordou cedo para preparar o caf¨¦ da manh? para suas duas crian?as e levou eles para o infant¨¢rio. Ao chegar ¨¤ entrada do infant¨¢rio, Liliane levou seus filhos para dentro. No caminho, havia crian?as chorando sem parar. Ao contr¨¢rio, Alice e Ian estavam surpreendentementeportados. Mam?e, a esc ¨¦ assustadora? Por que eles est?o chorando. ¨C Disse Alice, beliscando a m?o de Liliane. Liliane estava prestes a explicar quando Ian se adiantou. ¨C N?o h¨¢ professores canibais na esc. Nenhum diretor que brinque chibata. Alice, n?o se preocupe isso. ¨C Disse Ian, um sorriso leve nos l¨¢bios, olhando para Alice. Liliane queria apoiar a cabe?a. Ian estava acalmando Alice ou assustando Alice? ¨C Voc¨º est¨¢ tentando me assustar novamente! Eu n?o sou criada hist¨®rias de terror! ¨C Disse Alice, inndo as bochechas. ¨C ro. ¨C Disse Ian, sorrindo. ¨C Voc¨º cresceu desenhando mapas. ¨C Alice, incapaz de argumentar, olhou para Liliane em busca de ajuda. ¨C Mam?e, Ian est¨¢ sendo muito mau! ¨C Remou Alice. Liliane ficou sem pvras. realmente queria ajudar Alice, mas as pvras de Ian n?o estavam erradas. s¨® podia olhar de forma constrangida para outrodo, tentando mudar de assunto. Ao chegar ¨¤ s de a, Liliane se agachou e deu algumas instru??es aos dois. ¨C Lembrem¨Cse, n?o cont¨¦m a ningu¨¦m o nome da mam?e. Se eu n?o vier buscar voc¨ºs, n?o sigam estranhos. ¨C Instruiu Liliane. As duas crian?as obedeceram e Liliane ficou aliviada ao ficar de p¨¦, acrescentou. ¨C Est¨¢ bem, desejo aos meus beb¨ºs um feliz in¨ªcio de jornada acad¨ºmica. Estou indo embora agora. Assim que terminou a frase, uma figura alta apareceu na entrada da s. Liliane ergueu os olhos por um instante e seu corpo ficou tenso de repente. Ian notou a rea??o estranha de Liliane e seguiu o olhar d em dire??o ao homem na porta. Quando viu o homem, ele tamb¨¦m ficou atordoado. Aquele homem se parecia muito ele! N?o s¨® Ian, Alice tamb¨¦m se aproximou. ¨C Ian! Aquele homem parece muito voc¨º! +15 BONOS Sussurrou Alice. Com isso, olhou para o menino aodo de homem, exmou. Ian! Voc¨º ¨¦ mais parecido aquele menino! Ian,o se lembrasse de algo, olhou para Liliane que colocava os ¨®culos escuros ¨¤s pressas. Lentamente, ele curvou os l¨¢bios em um sorriso astuto. Parecia que havia algo de suspeito. Liliane, os ¨®culos escuros e uma m¨¢scara no rosto, baixou a cabe?a. ¨C Estou indo embora. ¨C Content is property ? N?velDrama.Org. Disse Liliane, a Ian e Alice. Com isso, se dirigiu em dire??o ¨¤ porta. Todos os pais na s de a notaram Liliane totalmente equipada e era dif¨ªcil n?o prestar aten??o n. Os olhos de William se voltaram para Liliane e ao ver as costas d, seus olhos negros se estreitaram. Ele abaixou a cabe?a para olhar para Breno e deu a ordem fria. ¨C Fique aqui, eu vou embora. ¨C Disse William. Breno observou em sil¨ºncio William partir. Em seguida, olhou para as faces estranhas na s de a, seu pequeno corpo ficou tenso. ¨C Alice, ele se pareceigo, n?o ¨¦? ¨C Perguntou Ian, ficando de olho em Breno. ¨C Alice, animada, bn?ou a cabe?a rapidamente. ¨C Sim! Ian, eu quero fr ele! ¨C Disse Alice, animada. Um toque de ast¨²cia apareceu nos olhos de Ian. ¨C Ok, v¨¢ fr ele. ¨C Concordou Ian, um sorriso. Ele tamb¨¦m queria ver o que havia de t?o misterioso naqu situa??o. +15 BONOS No corredor da s de a. Liliane saiu o mais r¨¢pido poss¨ªvel, mas ainda foi alcan?ada por William. Ao ver o homem express?o s¨¦ria parar diante d, Liliane tamb¨¦m teve que parar. manteve a calma, levantou a cabe?a e olhou para o homem que encarava . ¨C Senhor, h¨¢ algo que voc¨º precise? ¨C Perguntou Liliane, suprimindo a voz. +15 BONOS Cap¨ªtulo 125 Cap铆tulo 125 Cap¨ªtulo 125 Ao ouvir a voz, os olhos negros de William se estreitaram. ¨C Quem ¨¦ voc¨º? ¨C Perguntou William. Liliane mal p?de evitar remar no seu cora??o. Ser¨¢ que ele tinha algum problema s¨¦rio? Logo de cara, perguntava a um estranho quem era. ¨C Senhor, n?o nos conhecemos, certo? Perguntar assim n?o ¨¦ um pouco rude? ¨C Disse Liliane. William semicerrou os olhos, mudando a abordagem. ¨C Meu filho estuda aqui e, diante de uma mulher que esconde at¨¦ o rosto, agindo de maneira suspeita, tenho o direito de perguntar sobre a seguran?a do meu filho. Disse William. ¨C Liliane ficou sem pvras. A desculpa era perfeita demais! ¨C Desculpe! ¨C Desculpou Liliane. ¨C Eu tive alergia no rosto recentemente e evitei mostrar minha face com medo de assustar as pessoas. Se voc¨º quiser saber quem sou, talvez devesse investigar o diretor. Depois de dizer isso, Liliane saiu pelo caminho mais longo. As informa??es que forneceu na inscri??o eram falsas, ent?o n?o havia o que se preocupar caso William descobrisse algo. Observando se afastar, o rosto bonito de William ficou sombrio. Aqu mulher se lembrava demais a Liliane! William saiu apressado da esc e entrou no carro. ¨C Investigue os colegas de sse e os pais. ¨C Instruiu William, olhando para Jorge. ¨C Sr. William, h¨¢ algum perigo? ¨C Perguntou Jorge, surpreso. ¨C Eu a vi! ¨C Sussurrou William. ? ¨C Sr. William, quem voc¨º est¨¢ mencionando? ¨C Perguntou Jorge, confuso. ¨C Liliane! ¨C Respondeu William. 173 +15 BONOS ¨C Sr. William, Srta. Liliane morreu h¨¢ cinco anos. ¨C uma delicada observa??o. Alertou Jorge, perplexo, fez ¨C Voc¨º viu o corpo? ¨C Retrucou William, olhou frieza para Jorge no espelho retrovisor. ¨C ¨C ¨C N?o. Disse Jorge. Na noite da morte de Liliane, Marc enviou o corpo d para crema??o! Se realmente era Liliane, por que Marc n?o nos notificou anteced¨ºncia? ¨C Analisou William, em tom frio. Jorge suspirou. Isso era algo que William mencionava havia cinco anos. Ele at¨¦ manteve algu¨¦m de olho na situa??o de Marc, mas a realidade? A realidade era que nada foi encontrado, nenhum ind¨ªcio. Durante aquele tempo, William sofreu muito, chegando a passar mais de meio ano b¨ºbado todas as noites. Depois de se recuperar um pouco, se concentrou no trabalho, dormindo no m¨¢ximo quatro horas por noite. Ele estavae?ando a se estabilizar nos ¨²ltimos meses, agora isso? Jorge n?o podia mais contradizer e apenas assentiu. ¨C Sim, Sr. William. ¨C Disse Jorge. ¨¤s nove da manh?. Liliane chegou ¨¤ Rua da Estr, em frente ao edif¨ªcio do Grupo TYC. Depois de sair do carro, olhou para o pr¨¦dio ¨¤ sua frente, emo??es dif¨ªceis de expressar. prou aquele pr¨¦dio por duzentos milh?es um ano atr¨¢s, e agora, finalmente, estava prestes ae?ar a operar. Um dia, a marca TYC seria reconhecida em todo o mundo! Liliane entrou na empresa, verificando minuciosamente cada andar. Os materiais de escrit¨®rio estavam pronto¡¯s, agora era hora de organizar a equipe. Liliane chegou ao d¨¦cimo andar, entrou em seu escrit¨®rio e ligou para algu¨¦m. ¨C Kerry, ¨¦ hora de cumprir o acordo que fizemos no ano passado. ¨C Disse Liliane, +15 BONOS ¨C G! Voc¨º preparou tudo isso em apenas um ano? ¨C Exmou Kerry, pelo celr. ¨C ¨C Sim, agora estou esperando por voc¨º. ¨C Respondeu Liliane, caminhando em dire??o ¨¤ jan. Tr¨ºs dias! ¨C Disse Kerry, animado. ¨C Prometo estar a¨ª toda a minha equipe, incluindo a mim mesmo! Kerry tinha um est¨²dio no Pa¨ªs A, onde cada membro de sua equipe era especializado em uma ¨¢rea. O que mais impressionou Liliane foi a sele??o de tecidos, fontes de alta qualidade. At¨¦ mesmo seu mestre, Jason, elogiou muito. Era ro que Liliane n?o contratou Kerry apenas por causa disso. Durante umapeti??o de estilistas muito divulgada, o projeto de Kerry foi quase considerado pl¨¢gio devido a um roubo. Foi Liliane que alertou ele a tempo, fazendo ajustes que salvaram sua carreira e reputa??o de uma d¨¦cada. ¨C ¨®timo, estou esperando por voc¨ºs. ¨C Disse Liliane, sorrindo. Ao desligar a chamada, Liliane mergulhou novamente no trabalho de recrutamento e contrata??o. Tr¨ºs horas depois, prestes a pedirida, recebeu uma liga??o de uma professora da esc. *15 BONOS Cap¨ªtulo 126 Professora? Atendeu Liliane, apressadamente. Sra Marques, poderia vir ¨¤ esc? Aconteceu que Alice se envolveu em uma briga um colega e o rosto dele foi arranhado at¨¦ sangrar. ¨C Avisou Helena. Liliane sentiu um aperto no cora??o, Como est¨¢ Alice? O que aconteceu ? ¨C Perguntou Liliane. Alice est¨¢ bem, n?o se preocupe. Respondeu Helena. Estou indo agora. Disse Liliane. Ap¨®s encerrar a liga??o, Liliane se apressou para a esc. N?velDrama.Org: text ? owner. A empresa n?o ficava longe da esc infantil, apenas a 15 minutos de carro. Liliane entrou na esc e caminhou rapidamente em dire??o ao escrit¨®rio da professora. Ao chegar ¨¤ porta, ouviu uma mulher resmungando alto. Que tipo de alunos essa esc aceita? Voc¨ºs ousam aceitar crian?as sem educa??o e sem modos? Isso precisa ser explicado e os pais d devem pagar por isso! ¨C Xingou a mulher. Depois de insultar, acrescentou de maneira zombeteira. Uma bastarda sem pai! ¨C Liliane apertou firmeza as m?os, entrou no escrit¨®rio express?o gda. Na sof¨¢, uma mulher de porte robusto segurava seu filho, uma atitude desafiadora. O rosto da crian?a tinha duas marcas de arranh?es. A professora se desculpava continuamente aodo. Alice e Ian estavam em p¨¦ diante da mulher, encarando em sil¨ºncio. Especialmente Alice, seus belos olhos ¨²midos e punhos tr¨ºmulos. ¨C Sra. Marques, que bom que chegou! ¨C Cumprimentou Helena, pressa, ao ver Liliane. Alice e Ian tamb¨¦m se voltaram para Liliane. Alicee?ou a chorar ao ver . Mam?e, eu n?o sou uma bastarda, eu n?o sou uma bastarda. ¨C Solu?ava Alice, apontando para o menino. ¨C Foi ele, ele quee?ou a me intimidar! Ele insultou outro garoto que se parece Ian, dizendo que ele n?o ¨¦ normal, parece ter +15 BONOS Ap¨®s a explica??o de Alice, Liliane entendeu a situa??o. Seus dois filhos estavam envolvidos o filho de William. Liliane se aproximou de Alice, se agachou e pegou um len?o para enxugar as l¨¢grimas em seu rosto. ¨C Sei que voc¨º estava tentando ¨C Alice. ¨C Falou Liliane, uma voz suave. ajudar, isso ¨¦ incr¨ªvel. Estou elogiando voc¨º. Mas ajudar pode ser feito de muitas maneiras e bater n?o ¨¦ apropriado. O que voc¨º acha, Alice? ¨C Mam?e, eu sei que fiz errado. ¨C Disse Alice, chorando. Liliane abra?ou Alice, deu uns tapinhas suaves em suas costas e olhou para Ian. ¨C Ian, voc¨º ajudou Alice a pedir desculpas? ¨C Perguntou Liliane. ¨C J¨¢ pedi desculpas, mas parece que esta senhora n?o est¨¢ satisfeita. ¨C Respondeu Ian, olhos frios. Liliane concordou, acariciou os cabelos de Ian e se levantou. ¨C Pe?o desculpas, senhora! Eu vou me responsabilizar pelos custos m¨¦dicos, porque a minha filha que machucou o seu. ¨C Disse Liliane, olhando para a mulher ¨¤ sua frente. ¨C O valor dos custos m¨¦dicos ¨¦ insignificante! ¨C Disse a mulher gorda, batendo na mesa raiva. ¨C Meu filho sofreu traumas psicol¨®gicos! Liliane olhou para o menino que estava entretido no celr, parecendo n?o ter nada de errado sua sa¨²de mental. ¨C Ent?o, o que voc¨º deseja fazer? ¨C Perguntou Liliane, n?o p?de deixar de rir de leve. +15 BONOS Cap¨ªtulo 127 Cap铆tulo 126 Cap¨ªtulo 126 Professora? Atendeu Liliane, apressadamente. Sra Marques, poderia vir ¨¤ esc? Aconteceu que Alice se envolveu em uma briga um colega e o rosto dele foi arranhado at¨¦ sangrar. ¨C Avisou Helena. Liliane sentiu um aperto no cora??o, Como est¨¢ Alice? O que aconteceu ? ¨C Perguntou Liliane. Alice est¨¢ bem, n?o se preocupe. Respondeu Helena. Estou indo agora. Disse Liliane. Ap¨®s encerrar a liga??o, Liliane se apressou para a esc. A empresa n?o ficava longe da esc infantil, apenas a 15 minutos de carro. Liliane entrou na esc e caminhou rapidamente em dire??o ao escrit¨®rio da professora. Ao chegar ¨¤ porta, ouviu uma mulher resmungando alto. Que tipo de alunos essa esc aceita? Voc¨ºs ousam aceitar crian?as sem educa??o e sem modos? Isso precisa ser explicado e os pais d devem pagar por isso! ¨C Xingou a mulher. Depois de insultar, acrescentou de maneira zombeteira. Uma bastarda sem pai! ¨C Liliane apertou firmeza as m?os, entrou no escrit¨®rio express?o gda. Na sof¨¢, uma mulher de porte robusto segurava seu filho, uma atitude desafiadora. O rosto da crian?a tinha duas marcas de arranh?es. A professora se desculpava continuamente aodo. Alice e Ian estavam em p¨¦ diante da mulher, encarando em sil¨ºncio. Especialmente Alice, seus belos olhos ¨²midos e punhos tr¨ºmulos. ¨C Sra. Marques, que bom que chegou! ¨C Cumprimentou Helena, pressa, ao ver Liliane. Alice e Ian tamb¨¦m se voltaram para Liliane. Alicee?ou a chorar ao ver . Mam?e, eu n?o sou uma bastarda, eu n?o sou uma bastarda. ¨C Solu?ava Alice, apontando para o menino. ¨C Foi ele, ele quee?ou a me intimidar! Ele insultou outro garoto que se parece Ian, dizendo que ele n?o ¨¦ normal, parece ter +15 BONOS Ap¨®s a explica??o de Alice, Liliane entendeu a situa??o. Seus dois filhos estavam envolvidos o filho de William. Liliane se aproximou de Alice, se agachou e pegou um len?o para enxugar as l¨¢grimas em seu rosto. ¨C Sei que voc¨º estava tentando ¨C Alice. ¨C Falou Liliane, uma voz suave. ajudar, isso ¨¦ incr¨ªvel. Estou elogiando voc¨º. Mas ajudar pode ser feito de muitas maneiras e bater n?o ¨¦ apropriado. O que voc¨º acha, Alice? ¨C Mam?e, eu sei que fiz errado. ¨C Disse Alice, chorando. Liliane abra?ou Alice, deu uns tapinhas suaves em suas costas e olhou para Ian. ¨C Ian, voc¨º ajudou Alice a pedir desculpas? ¨C Perguntou Liliane. ¨C J¨¢ pedi desculpas, mas parece que esta senhora n?o est¨¢ satisfeita. ¨C Respondeu Ian, olhos frios. Content is property ? N?velDrama.Org. Liliane concordou, acariciou os cabelos de Ian e se levantou. ¨C Pe?o desculpas, senhora! Eu vou me responsabilizar pelos custos m¨¦dicos, porque a minha filha que machucou o seu. ¨C Disse Liliane, olhando para a mulher ¨¤ sua frente. ¨C O valor dos custos m¨¦dicos ¨¦ insignificante! ¨C Disse a mulher gorda, batendo na mesa raiva. ¨C Meu filho sofreu traumas psicol¨®gicos! Liliane olhou para o menino que estava entretido no celr, parecendo n?o ter nada de errado sua sa¨²de mental. ¨C Ent?o, o que voc¨º deseja fazer? ¨C Perguntou Liliane, n?o p?de deixar de rir de leve. Cap铆tulo 127 Cap¨ªtulo 127 Pague! N?o pe?o muito, apenas cinco milh?es! Nem um centavo a menos! Resmungou a mulher gorda, frieza. ¨C Cinco milh?esopensa??o pelo trauma psicol¨®gico de uma crian?a n?o ¨¦ caro. ¨C Comentou Liliane, sorrindo de leve. ¨C ¨C Voc¨º pode pagar? ¨C Perguntou a mulher gorda, surpresa. ro que posso. Mas agora, n?o seria hora de calcr apensa??o pelo trauma psicol¨®gico dos meus filhos tamb¨¦m? ¨C Retrucou Liliane. A mulher gorda mudou de express?o num instante. ¨C Seus filhos est?o bem, por que dever¨ªamos calcr isso? ¨C Questionou a mulher gorda. ¨C Precisa que eu revise as filmagens? Me lembro de voc¨º insultando minhas crian?aso bastarda sem pai. As pvras podem ser t?o prejudiciais quanto a viol¨ºncia. Eu n?o pe?o muito, apenas dez milh?es parapensar o trauma psicol¨®gico de ambos os meus filhos. ¨C Disse Liliane, olhando para as cameras de vigilancia no escrit¨®rio. A mulher robusta se levantou abruptamente, apontando raiva para Liliane. ¨C ro que foi sua filha que intimidou o meu filho! E agora vem me acertar contas? ¨C Questionou a mulher gorda. ¨C Ent?o, eu vou acertar as contas voc¨º. ¨C Disse algu¨¦m. ¨C Mal as pvras da mulher gorda foram ditas, uma voz g¨¦lida ecoou na entrada do escrit¨®rio. Liliane estremeceu, seus olhos se voltaram para o homem que entrou. Sua figura alta e imponente irradiava dignidade, deixando todos na s um peso no cora??o. Naqu esc, as crian?as eram ricas ou abastadas. A mulher gorda logo reconheceu quem era o rec¨¦m¨Cchegado. ¡ª ¨C Sr. William! ¨C Exmou a mulher gorda, surpresa. Como voc¨º pretendepensar as perdas do meu filho? Dez milh?es? Ou talvez vinte milh?es? Ou, quem sabe, arriscar todo o seu Grupo Melo? ¨C Amea?ou William, encarando frieza. +15 BONOS A mulher gorda ficou p¨¢lidoo um papel. ¨C Sra. William, eu estava errada! Por favor, me perdoe! Foi culpa do meu filho, eu farei que ele se desculpe imediatamente! Desculpe, desculpe! ¨C Empolou a mulher gorda. Voc¨º acha que estou sem dinheiro? ¨C Zombou William, em tom sarc¨¢stico. ¨C N?o quero mais ver voc¨ºs. Se eu encontrar voc¨ºs novamente, em tr¨ºs dias, farei que o Grupo Melo desapare?apletamente de Serafim. ¨C ¨C Sim, sim! ¨C Respondeu a mulher, apressadamente, ent?o saiu correndo do escrit¨®rio seu filho. ¨C ¨C Sr. William, essas duas crian?as s?o as que mencionei, s ajudaram Breno. ¨C Disse Helena, se aproximando. Liliane j¨¢ estava desconfort¨¢vel e a f de Helena, sentiu ainda mais vontade de abra?ar os rostos das crian?as. William baixou o olhar, ao ver Alice e Ian, ficou atordoado. A menina se parecia muito Liliane! O menino, parecia muito Breno! William ergueu o olhar abruptamente para a mulher de ¨®culos escuros. Ele sentiu algo,o se estivesse prestes a ver algu¨¦m que ansiava dia e noite. ¨C Professora Helena, saia! ¨C Disse William, mantendo a express?o s¨¦ria. ¨C N?velDrama.Org ? 2024. Helena concordou, deixando ¨¤s pressas o escrit¨®rio e fechando a porta. No escrit¨®rio, a atmosfera ficou constrangedora. Liliane queria fugir, mas suas pernas pareciam pesadaso chumbo. Alice e Ian olhavam para o homem e para Liliane. ¨C Quem diabos voc¨º ¨¦? ¨C Perguntou William, a voz meio tr¨ºm, se aproximando de Liliane. ¨C Senhor, voc¨º est¨¢ entediado? Quantas vezes voc¨º vai fazer essa pergunta? ¨C ¨C Retrucou Liliane, reprimindo o panico e nervosismo. Voc¨º ¨¦ a Liliane! N?o ¨¦? ¨C Questionou William, tinha certeza em seu tom, mas seus olhos expressavam incredulidade. O rosto do homem ?estava bastanteplexo, Liliane franziu o cenho, nunca o viu assim antes. +15 BONOS Erao se tivesse encontrado algu¨¦m que desejava havia muito tempo, mas n?o ousava acreditar. ¨C Senhor, voc¨º est¨¢ enganado, eu n?o sou nenhuma Liliane. ¨C Respondeu Liliane. ¨C ¨C Voc¨º est¨¢ mentindo! ¨C Disse William, apontando para as duas crian?as. ¨C Eles se parecem muito comigo. Como voc¨º explica isso? ¡¤ +15 BONOS Cap¨ªtulo 128 Cap铆tulo 128 Cap¨ªtulo 128 Liliane deu um sorriso frio, se inclinando para pegar as m?os das duas crian?as. H¨¢ muitas pessoas no mundo tra?os faciais semelhantes! A menos que haja algo importante, por favor, pare de fazer essas perguntas t?o absurdas! ¨C Disse Liliane. Dizendo isso, Liliane levou as crian?as para longe de William e saiu. Ao ver as costas dos tr¨ºs, William ficou o rosto extremamente sombrio. Mesmo que n?o admitisse, ele ainda acreditava que aqu mulher era Liliane! Mas ele n?o ousava tirar os ¨®culos d! Ele tinha medo de que, no final, visse um rosto desconhecido! Fora do pr¨¦dio escr. Liliane levou as crian?as de volta ao carro passos apressados. Ao ligar o carro para sair, engatou as marchas erradas v¨¢rias vezes. ¡ª ¨C Mam?e, o que aconteceu? Por que est¨¢ tremendo? Aquele senhor ¨¦ seu amigo? ¨C Perguntou Alice, franzindo a testa. ¨C N?o ¨¦ um amigo! Eu n?o conhe?o ele! ¨C Respondeu Liliane, de maneira desconfort¨¢vel, ao ouvir a pergunta de Alice. Ian arqueou uma sobrancelha, aquele senhor n?o conhecia mam?e e ainda estava t?o nervosa assim? Parecia que ele tinha que investigar bem quando voltasse para casa. Mans?o Ba¨ªa. Ao voltar para casa, Liliane entrou rapidamente na cozinha. Ian e Alice subiram as escadas pressa, indo para o quarto deles. Trancando a porta, Ian se sentou em frente aoputador, suas m?os pequenas voando sobre o tedo. Alice ficou aodo da mesa. ¨C Ian, por que aquele senhor ¨¦ t?o parecido voc¨º? ¨C Perguntou Alice, olhando para Ian. Alice n?o perguntou se ele era o papai, porque mam?e j¨¢ havia dito que a erva do +15 BONOS ¨C Alice, mam?e nunca nos mostrou fotos do papai, n¨¦? ¨C Disse Ian, olhando para a t do computador. ¨C ¨¦ verdade. ¨C Assentiu Alice. ¨C Mam?e disse que queimou todas as fotos do papai. ¨C Por que mam?e faria isso? ¨C Perguntou Ian. ¨C Talvez porque o papai fosse feio demais, mam?e tinha medo de que fic¨¢ssemos cegos ao ver ele. ¨C Respondeu Alice, pensativa, franzindo a testa. ¡ª ¨C Analise bem, n?o fa?a isso de novo na pr¨®xima vez. ¨C Disse Ian. ¨C Menos de dez minutos depois, Ian encontrou fotos e informa??es sobre William. N?velDrama.Org ? 2024. Depois de dar uma olhada, Ian descobriu que mam?e j¨¢ havia sido secret¨¢ria de William! Eles at¨¦ tiveram um caso. William havia passado os ¨²ltimos cinco anos procurando por . Seu filho nasceu de outra mulher quem ele estava noivo. Ian entendeu depois de olhar por um tempo. William provavelmente era o pai deles. No entanto, ele era aquele canalha que partiu o cora??o de sua mam?e por outra mulher, causando a cinco anos de sofrimento. Alice, incapaz de ler, s¨® conseguia puxar a roupa de Ian. ¨C Ian, n?o consigo entender, o que est¨¢ escrito l¨¢ em cima? ¨C Pergunou Alice. Ian desligou oputador um clique abrupto e pulou da cadeira. ¨C ¨C Espere at¨¦ que eu entendapletamente antes de te contar. Disse Ian, raiva. Alice virou a cabe?a, olhando para Ian perplexidade. Iane?ou a esconder algo d novamente! No andar de baixo. Liliane estava prestes avar os vegetais quando ouviu a batida na porta. Andando at¨¦ o hall, viu que era Lucinda e abriu de imediato a porta. ¨C Lucinda, voc¨º finalmente voltou. ¨C Disse Liliane, um tom mimado. Naqueles cinco anos, Lucinda j¨¢ considerava o uma filha e Liliane tamb¨¦m tratava Lucinda como fam¨ªlia. Lucinda sorriu enquanto carregava as ms para dentro. ¨C Estava muito ocupada, n¨¦? ¨C Falou Lucinda. ¨C +15 BONOS ¨C Estava tudo bem, s¨® tenho medo de que, no futuro, n?o consiga cuidar bem dessas duas crian?as. ¨C Disse Liliane, um sorriso. Lucinda foi at¨¦ Liliane para tirar seu avental. ¨C Deixe as crian?asigo. Voc¨º cuida do que precisa fazer. ¨C Disse Lucinda. +15 BONOS Cap¨ªtulo 129 Cap铆tulo 129 Cap¨ªtulo 129 FR Acho que logo ele vai me reconhecer. ¨C Admitiu Liliane, olhando para Lucinda. ¨C Sr. William? ¨C Pergunto Lucinda, surpresa. Liliane assentiu, contando a Lucinda o que aconteceu no infant¨¢rio hoje. Lili, isso ¨¦ inevit¨¢vel. Al¨¦m disso, acho que mesmo se ele descobrir, n?o ¨¦ algo ruim. ¨C Comentou Lucinda, suspirando. ¨C Tenho medo de que ele impe?a minha vingan?a. Afinal, Mavis ¨¦ a m?e biol¨®gica do filho dele. ¨C Disse Liliane, preocupada. ¨C N?o ¨¦ bem assim. ¨C Disse Lucinda, puxando Liliane para se sentar. ¨C Eu j¨¢ te disse antes, Sr. William passou por um momento muito dif¨ªcil. Quando algu¨¦m desenvolve sentimentos por voc¨º, ele vai te apoiar em qualquer coisa que fa?a. Mesmo que haja preocupa??es, ele vai favorecer voc¨º. Liliane ficou em sil¨ºncio, embora Lucinda tivesse dito isso, ainda n?o conseguia esquecer o que havia acontecido no passado. William duvidou da gravidez d e depois tentou tirar o filho d atrav¨¦s de terceiros. Com aqueles fatos, n?o conseguia perdoar ele. Lucinda, estou fome, o que vamoser ¨¤ noite? ¨C Perguntou Liliane, mudando o assunto. ¨C ¨C Voc¨º, sempre assim¡­ ¨C Disse Lucinda, sorrindo sem op??es. Quarta¨Cfeira. Kerry e sua equipe chegaram ¨¤ Serafim. Liliane providenciou um ?nibus para buscar eles no aeroporto. Kerry trouxe mais de vinte pessoas e todos sa¨ªram em f do aeroporto. ¡ª ¨C Kerry! ¨C Chamou Liliane, desceu do ?nibus imediatamente ao ver ele. Kerry, ao ouvir sua voz, se virou e abriu um sorriso. ¨C G! Content is property ? N?velDrama.Org. ¨C Kerry correu at¨¦ Liliane, abra?ando . ¨C N?o nos vemos h¨¢ tanto tempo, estava morrendo de suas saudades! ¨C Voc¨º est¨¢ me apertando demais! ¨C Remou Liliane, empurrando ele. 1 Cap铆tulo 130 Cap¨ªtulo 130 As m?os pequenas de Breno apertaram a roupa, sem responder ¨¤s pvras de Alice. Ele n?o queria que eles vissemo Mavis tratava ele. Vendo Breno cdo, Alice rolou os olhos. Parece que voc¨º n?o quer ser meu amigo. Se eu soubesse, n?o teria te ajudado da ¨²ltima vez! ¨C Disse Alice. O belo rosto de Breno se enrugou culpa e confus?o ao mesmo tempo. ¨C Voc¨ºs podem vir ao Jardim Azul no s¨¢bado. ¨C Disse Breno. Alice imediatamente abriu um sorriso doce, estendendo seu pequeno polegar para Breno. Est¨¢binado, s¨¢bado n¨®s vamos te visitar! ¨C Concordou Alice. Breno, ao ver o polegar d, ficou atordoado. Nervoso, apertou levemente a m?o antes de conectar seu dedo ao d. Est¨¢ bem. Falou Breno. ¨¤ noite, Jorge entregou a William as informa??es que conseguiu. Uma era sobre os pais dos alunos da esc, outra sobre Liliane. William pegou a informa??o sobre Liliane, ao ver, franziu a testa. L¨ªvia Marques? ¨C Disse Wiulliam, confuso. ¨C Sim, Sr. William. O nome real d ¨¦ L¨ªvia Marques. acabou de voltar ao pa¨ªs eprou um pr¨¦dio em frente ¨¤ nossa empresa para iniciar um neg¨®cio. ¨C Confirmou Jorge. E a foto d? ¨C Perguntou William, colocando os documentos na mesa. Sr. William, n?o temos uma foto d. O cart?o de identidade que encontramos. estava borrado. Explicou Jorge. William deu sorrio frio, isso era suspeito, certeza era Liliane! Descubra onde mora. ¨C Ordenou William, voz profunda, acendendo um cigarro e sugando.. +15 BONOS Sr. William, n?o conseguimos. Est¨¢ bloqueado. Parece que Srta. Liliane tem um hacker habilidoso ao seu redor. Informou Jorge. ¨C Coloque algu¨¦m para vigiar . Disse William, franzindo a testa. Sim! Respondeu Jorge. Jorge saiu da s e William se levantou, indo at¨¦ a jan para observar a noite. Se n?o tivesse visto as duas crian?as, talvez acreditasse na autenticidade daqueles documentos. Infelizmente, Liliane conseguiu se esconder, mas n?o conseguiu ocultar as crian?as. J¨¢ se passaram cinco anos, ele procurou por cinco anos! De jeito nenhum ele permitiria que desaparecesse de novo! No meio da noite, na Mans?o Ba¨ªa. Liliane acordou abruptamente, se sentando na cama. Sonhou William tentando levar as crian?as embora. n?o cedia, ent?o ele usava todos os meios para sequestrar eles. Enquanto Mavis, ao descobrir, agredia as crian?as. Os gritos de Alice en ecoavam sem parar em sua mente. Liliane, ansiosa, se levantou e foi at¨¦ o quarto das crian?as. Empurrando de leve a porta, viu os rostinhos ador¨¢veis dos dois dormindo. S¨® ent?o, suspirou aliviada. De volta ao quarto, Liliane se revirava na cama sem conseguir dormir. O retorno coincidiu v¨¢rias vezes William e e?ou a questionar se tinha sido impulsivo matricr eles na mesma esc que o filho dele. 1 Afinal, a seguran?a da esc atual era boa, n?o havia necessidade de frequentarem a mesma esc, certo? Lilianementava sua decis?o, questionando se ainda haveria tempo de mudar de esc. S¨¢bado. Liliane e Kerry sa¨ªram cedo para procurar uma f¨¢brica de roupas que estava ¨¤N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. venda. +15 BONOS deixou as duas crian?as ainda dormindo, sob os cuidados de Lucinda. Lucinda foi ao quarto das crian?as, ao ver que ainda estavam dormindo, saiu paraprar mantimentos. O som da porta fechando fez Ian e Alice acordarem ao mesmo tempo. Ian olhou para Alice, que j¨¢ estava se levantando. ¨C Alice, se vista. Vamos sair. ¨C Disse Ian. Cap铆tulo 131 Cap¨ªtulo 131 Alice acordou animada, trocou de roupa e desceu ap¨®s se arrumar. olhou paran e franziu a testa. Jan, se mam?e descobrir que saimos, iremos levar bronca? Perguntou Alice, nervosa. Voc¨º n?o quer saber se ele ¨¦ nosso pai? ¨C Perguntoun, de volta. ¨C Quero! Respondeu Alice imediatamente, hesitando em seguida e acrescentando. Mas mam?e disse que papai virou p¨®. Se tiver medo, fique em casa para me dar cobertura. Concluiu Ian, de p¨¦. ¨C N?o!n, tenho medo de ficar sozinha! ¨C Disse Alice, colocando rapidamente os sapatos e segurando a barra da roupa de Ian. ¨C Se algu¨¦m for repreendido, ser¨¢ primeiro eu. N?o se preocupe. Consolou Ian, afagando a cabe?a de Alice. Alice assentiu, seguindo Ian em dire??o ao Jardim Azul. Vinte minutos depois. Eles chegaram ao local e foram conduzidos ¨¤ mans?o de William pelos seguran?as, talvez ap¨®s Breno ter anunciado a visita. Breno j¨¢ aguardava eles dodo de fora. Ao ver Breno, Alice correu animada em sua dire??o. ¨C Breno,n e eu viemos! ¨C Disse Alice. Breno estava um pouco sem jeito para lidar a empolga??o de Alice e recuou alguns passos. Entrem. Disse Breno, sua f continuava curta e s¨¦ria. Ao entrarem na mans?o, os funcion¨¢rios ficaram surpresos ao ver as crian?as, arregndo os olhos. ¨C Aquele menino parece o jovem mestre! Sussurrou a empregada, para a governanta. ¨C Realmente parece, mas os l¨¢bios n?o s?o iguais. Mas os tra?os s?oo se fossem moldados. Comentou a governanta. ¨C Belonging ? N?velDram/a.Org. 14 +15 BONOS Parece muito um filho bastardo do Sr. William¡­ Disse a empregada. Ouvindo a converso das duas,n levantou a cabe?a e sorriu para s. ¨C Obrigado p gentileza. Disse Jan. As duas, a empregada e a governanta, derreteram de ternura. Ele era realmente muito educado. O menino era elegante e maduro, e a menina erao uma boneca, os dois eram bastante encantadores. Enquanto as tr¨ºs crian?as trocavam os sapatos, o som do motor de um carro chegou dodo de fora. Breno, ao ver o carro branco parar p jan, mudou sua express?o abruptamente. Subam, n?o saiam. Disse Breno, aos dois apressadamente. Ian e Alice, confusos, perceberam sua express?o estranha, correram escada acima, um atr¨¢s do outro. No segundo andar, sem saber qual era o quarto de Breno, eles decidiram entrar no ¨²ltimo quarto. Ap¨®s fechar a porta, perceberam que era o quarto certo. Ao ver oputador na mesa, Ian ficou intrigado e confuso. Breno tamb¨¦m era interessado em computadores? ¨C ¨C Alice, fique de olho nos sons l¨¢ fora e me avise se ouvir passos. Instruiu Ian. Voc¨º vai mexer noputador de Breno? ¨C Perguntou Alice, animada, ao ver Ian se sentar diante do computador. Ian tocou noputador de Breno, rapidamente, a t se iluminou. Ao ver o software totalmente preto na ¨¢rea do trabalho, Ian ficou surpreso. Breno tamb¨¦m tinha um software igual ao dele? De repente, Ian se interessou. Vou dar uma olhada, voc¨º fica de olho por aqui! ¨C Respondeu Ian. ¨C ro! Concordou Alice, animada. ¨C Enquanto isso, l¨¢ embaixo. Breno orientou os empregados a n?o mencionarem a presen?a das crian?as. Em seguida, ele se sentou no sof¨¢, nervoso, assistia a TV calma. 23 +15 BONOS Mavis entrou,n?ando um olhar de desprezo para Breno. Seu pai est¨¢ viajando? ¨C Perguntou Mavis. Breno, sem se virar, apertou os l¨¢bios e assenti¨´ de leve. Suas m?os suavam nervosas e sua espinha estava tensa, aguardando em sil¨ºncio o desenrr dos acontecimentos. Ele temia que Mavis subisse, mas logo ouviu passos na escada. Cap¨ªtulo 132 Cap铆tulo 132 Cap¨ªtulo 132 +15 BONOS Breno se virou para Mavis, nervoso, descendo apressadamente do sof¨¢ para seguir . Subiram para o segundo andar um tr¨¢s outro, Mavis percebeu que Breno estava atr¨¢s d. se virou,n?ando um olhar de repulsa para Breno. Por que est¨¢ me seguindo? Questionou Mavis. Breno apertou os punhos, seus olhos estavam cheios de medo. Vou voltar para o quarto. Respondeu ele. ¨C Se quer ir, v¨¢, mas n?o andeo um fantasma sem fazer barulho! ¨C Gritou Mavis. Seu grito chamou a aten??o das crian?as no quarto. ¨C Ian, tem uma mulher l¨¢ fora gritando, ser¨¢ que ¨¦ a m?e do Breno? parece bem brava, ser¨¢ que vai entrar? ¨C Perguntou Alice, assustada. Tranque a porta. Instruiu Ian, calma, olhando para a porta. Trancar a porta faz barulho. ¨C Disse Alice, apreensiva, franzindo os l¨¢bios. N?o faz. ¨C Dissen, desviou o olhar, continuando a digitar no tedo. Esta porta ¨¦ uma trava silenciosa, tranque . Ele tinha alguns minutos para quebrar a senha do software e talvez descobrir se Brenopartilhava seu interesse. Preferia correr riscos do que perder at oportunidade. Alice, receio, trancou a porta rapidamente. N?o ouviram nenhum som da fechadura, fazendo Alice respirar aliviada. Fora da porta, Mavis sentiu algo errado. Breno, sempre evitava estar no mesmo lugar que , por que de repente seguia at¨¦ o segundo andar? ¨C Est¨¢ escondendo algo de mim? ¨C Perguntou Mavis, encarando Breno. N?o. ¨C Respondeu Breno, baixando a cabe?a. ¨C N?o? Mavis soltou uma risada fria. ¨C Bem, voc¨º quer voltar para o quarto? Ent?o v¨¢! Breno, nervoso, permaneceu parado. N?o sabia se Ian e Alice estavam no quarto +15 BONOS Se abrisse a porta e Mavis visse, seria punido por mentir. Ap¨®s hesitar, Breno decidiu seguir em dire??o ao quarto. Quando sua m?o tocou a ma?a e pressionou, percebeu que a porta estava trancada! Eles estavam l¨¢ dentro! Ao ver Breno im¨®vel, Mavis agarrou seus ombros, virando seu corpo pequeno.. Breno, o que est¨¢ fazendo? Pedir para abrir a porta ¨¦ pedir para morrer? Gritou Mavis, furiosa. Ouvindo o grito de Mavis, Breno estremeceu, aterrorizado, mantendo firmeza os l¨¢bios fechados. Vendo sua quietude, a raiva de Mavis cresceu. Sem conseguir conter o desprezo, levantou a m?o e deu um tapa sonoro em Breno. ¨C Voc¨º realmente quer me provocar, n¨¦? ¨C Mavis apertou firmeza a bochecha de Breno. Eu s¨® voltei para pegar uma coisa, voc¨º insiste em cruzar meu caminho! Tudo bem, hoje voc¨º vai vero te ensino uma li??o, seu maldito! Dito isso, Mavis agarrou a g da roupa de Breno, arrastando for?a ele para dentro de seu quarto. Logo, os sons de brigas chegaram aos ouvidos das duas crian?as no quarto aodo. Ian ficou atordoado e Alice ficou aterrorizada, a ponto de chorar. correu para os bra?os de Ian, segurando for?a sua roupa. ¨C Ian, estou medo! A m?e de Breno bateu nele. Ian, quero voltar para casa! Quero voltar para casa! ¨C Solu?ou Alice, baixinho, voz infantil.. Ian n?o esperava que a m?e de Breno diria algo t?o desagrad¨¢vel. N?velDrama.Org ? 2024. Menos ainda que pretendia bater no Breno. Ian olhava perplexo para a senha que ele acabou de decifrar e para o nome de usu¨¢rio que exibia ¡°Ang¡°. De repente, ele entendeu! +15 BONOS Breno era a pessoa que procurou ele! Ele era a pessoa disposta a pagar 10 milh?es para encontrar sua m?e biol¨®gica! +15 BONOS Cap¨ªtulo 133 Cap铆tulo 133 Cap¨ªtulo 133 Aqu mulher l¨¢ fora devia ser a noiva daquele canalha e n?o era a m?e biol¨®gica de Breno! ¨C Certo, eu vou ajudar. Mas n?o podemos sair agora, sen?o Breno pode acabar sendo machucado ainda mais. Falou Tan, baixinho, seu rosto bonito ficou sombrio. Eles n?o tinham for?a para enfrentar os adultos, eles precisam encontrar uma solu??o alternativa para ajudar Breno! Ian pegou seu miniputador, acessou o software e rapidamente encontrou o e -mail de William, enviando uma mensagem uma identidade falsa. Fora do aeroporto da Serafim. William acabava de entrar no carro quando seu celr vibrou duas vezes. Ao ver um e¨Cmail an?nimo, ele franziu a testa e abriu. ¡°William! Seu filho est¨¢ sendo agredido p m?e dele!¡± A simples frase fez os olhos escuros de William se congrem num instante. ¡°Quem ¨¦ voc¨º?¡°, respondeu William. Content is property ? N?velDrama.Org. ¡°N?o importa quem eu sou, v¨¢ para o Jardim Azul e veja por si mesmo!¡± Ian achou ir?nico que ele ainda perguntasse quem era naquele momento. A l¨®gica distorcida do canalha era surpreendente. Um homem indeciso, mesmo que fosse confirmadoo o pai biol¨®gico deles, ele se recusava a reconhecer, desd¨¦m! Ap¨®s receber a resposta, William ficou mais sombrio. Para confirmar, ele ligou para o Jardim Azul. Sen¡­ Senhor! ¨C Atendeu a governanta, a voz tr¨ºm. Ouvindo o tom estranho, William ficou alerta. Mavis est¨¢ no Jardim Azul? ¨C Perguntou ele. Sim¡­ Sim, senhor! ¨C Respondeu a governanta. 7 William desligou imediatamente, olhando para Jorge. Volte para Jardim Azul o mais r¨¢pido poss¨ªvel! ¨C Ordenou William. ? Sim, Sr. William! ¨C Assentiu Jorge. +15 BONOS As nove e meia da manh?. Lucinda revirou a mans?o e n?o encontrou sinais das crian?as. Em panico, correu para o escrit¨®rio de seguran?a para verificar as cameras e ligou para Liliane. Liliane, a caminho de outra f¨¢brica de vestu¨¢rio Kerry, recebeu a liga??o de Lucinda. ¨C Lucinda, o que est¨¢ acontecendo? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Lili! As crian?as desapareceram! ¨C Avisou Lucinda. Ouvindo isso, ecoou a voz desesperada de Liliane. O que aconteceu? ¨C Perguntou Liliane, seu corpo tremia. Lucinda explicou brevemente e Liliane se lembrou do sonho que teve na noite anterior. Lucinda, v¨¢ verificar as cameras. Estou voltando agora! ¨C Disse Liliane, voz trem, seu corpo estava enrijecendo. Desligando a chamada, Liliane olhou para Kerry. ¨C Kerry, volte para o centro da cidade! R¨¢pido! Kerry viu p primeira vez Liliane perdendo o controle emocional e n?o p?de deixar do perguntar: ¨C O que aconteceu? As crian?as sumiram! ¨C Respondeu Liliane, os olhos vermelhos e o rosto p¨¢lido. ¨C R¨¢pido! Volte para o centro da cidade agora! Kerry percebeu a gravidade da situa??o e imediatamente virou o carro em dire??o ao centro da cidade. Jorge e William voltaram ao Jardim Azul no menor tempo poss¨ªvel. William desceu do carro, seguido de perto por Jorge. Eles subiram ao segundo andar e viram Breno ser empurrado para fora do quarto de Mavis. Seu rosto inocente exibia marcas ras de tapas e medo. +15 BONOS Ao ver isso, o cora??o de William doeu profundamente. Ele se aproximou, pegando Breno em seus bra?os. ¨C ¨C ¨C Breno. A express?o do homem estava cheia de frieza. Breno tremia sem parar e ao ver seu pai, suas defesas desmoronaram. As l¨¢grimas que ele segurava ca¨ªram num instante. Mesmo que Breno fosse maduro para sua idade, aos cinco anos, ele ainda era uma crian?a. William abra?ou ele ternura, depois ergueu o olhar frio para Mavis, que estava dentro, parecendo atordoada. Cap¨ªtulo 134 Cap铆tulo 134 Cap¨ªtulo 134 +15 BONOS William exva uma aura bastante fria, avan?ando de leve em dire??o a Mavis. Mavis ficou p¨¢lida de medo. ¡°Ele n?o estava a trabalho? Como diabos voltou t?o r¨¢pido?¡°, pensava Mavis. ¨C Wi¡­ William, voc¨º¡­ Escute minha explica??o¡­ Gagueou Mavis, recuando medo. Antes que Mavis pudesse terminar, William ergueu a m?o e apertou for?a sua garganta. ¨C ¨C Mavis, voc¨º cansou da vida? ¨C Rugiu William. Por considera??o a voc¨º ser a m?e do Breno, eu nunca te machuquei! Mas voc¨º ¨¦ capaz de ser t?o cruel! Breno tem apenas cinco anos e voc¨º machucou ele assim! Voc¨º ainda ¨¦ humana? O rosto de Mavis ficou vermelho p falta de ar, tentou explicar entre l¨¢grimas, mas a m?o de William silenciou pletamente. Enquanto o rosto de Mavis mudava de vermelho para branco, seus olhos reviravam para cima, s¨® ent?o William retirou a m?o, Depois de recuperar o f?lego, Mavis tossiu violentamente, caindo no ch?o e segurando a garganta por um tempo antes de se recuperar. olhou para William l¨¢grimas nos olhos. ¨C William, Breno ¨¦ meu filho,o eu poderia machucar ele? Eu apenas toquei ele sem querer, foi isso! Breno, diga ao papai que eu n?o te machuquei, certo? Defendeu Mavis. Ao ouvir a voz de Mavis, Brenoe?ou a tremer, sua rea??o falou mais alto do que pvras. Os olhos frios de William se voltaram para Mavis. ¨C A partir de hoje, voc¨º n?o est¨¢ autorizada a dar um passo sequer no Jardim Azul! Sem a minha permiss?o, voc¨º n?o ver¨¢ Breno! Saia! ¨C Disse William, furioso. N?o ver Breno? Mavis arregalou os olhos, se agarrando ¨¤ perna de William. William! William, por favor! N?o me impe?a de ver meu filho! Eu carreguei ele por nove meses, voc¨º n?o pode ser t?o imc¨¢vel a ponto de me separar dele, +15 BONOS ¨C Jorge! Gritou William, raiva. Jorge se aproximou rapidamente, agarrou o bra?o de Mavis e arrastou para fora. ¨C William, n?o me separe do meu filho, eu te imploro! Eu te imploro, por favor! Exmou Mavis. Ouvindo os apelos de Mavis, o rosto impiedoso de William n?o mostrou nenhum sinal de simpatia. na que Ele nunca sentiu nada por . Depois de descobrir que n?o era a pessoa salvou ele, qualquer gratid?o em seu cora??o se transformou em repulsa. Ele pensou que cuidaria bem do filho, por isso permitiu que fosse para o Jardim Azul. Agora, ele s¨® queria que ficasse o mais longe poss¨ªvel! Content is property ? N?velDrama.Org. Depois de ser arrastada para fora do quarto, Mavis notou a cabe?a pequena no quarto de Breno se espreitando p porta. O rosto ador¨¢vel e infantil fez lembrar de Liliane. O que diabos estava acontecendo? Quem era aqu menininha que se parecia tanto Liliane? Depois que Mavis foi embora, Alice fechou rapidamente a porta. ¨C ¨C Ian, a mulher m¨¢ se foi, mas o papai dele voltou. Disse Alice, olhando para Ian. Ian assentiu, desligou oputador, segurando a m?o de Alice, se dirigiu ao sof¨¢ para esperar por eles. Mans?o Ba¨ªa. Depois que Liliane voltou, Lucinda j¨¢ havia acessado as cameras de seguran?a. Ao ver as crian?as saindo da casa, Liliane ficou perplexa. Para onde as duas crian?as foram? Kerry, aodo d, co?ou o queixo. Eu me lembro quen tem contas em redes sociais, n¨¦? Pode verificar se oputador dele foi levado e tente entrar em contato ele. Sugeriu Kerry. ¨C Contas em redes sociais? ¨C Liliane ficou confusa. ¨C Que contas em redes sociais? Voc¨º nem sabe sobre as redes sociais do seu pr¨®prio filho. ¨C Comentou Kerry, +15 BONOS Cap¨ªtulo 135 Chapter 135 Cap¨ªtulo 135 Liliane se sentiu envergonhada oent¨¢rio. Nos ¨²ltimos cinco anos, esteve ocupada o trabalho, negligenciando os assuntos dos filhos. Isso resultou em suapleta falta de conhecimento sobre as contas de redes sociais deles. ¨C Kerry, voc¨º tem a conta de redes sociais de Ian? Perguntou Liliane, tocando no nariz. ¨C Tenho. Kerry pegou o celr, abriu a conversa den e entregou para Liliane. Liliane enviou uma mensagem. ¡°Ian, onde voc¨º est¨¢? Responda sua m?e assim que ver!¡± Depois de enviar a mensagem, Liliane pegou as chaves do carro. olhou para Lucinda, que estava ramente culpada e ansiosa, tranquilizando . ¨C Lucinda, vou at¨¦ a delegacia, n?o se preocupe. ¨C Consolou Liliane. ¨C Lili, foi culpa minha por n?o cuidar bem das crian?as. Disse Lucinda, os olhos vermelhos. ¨C N?o ¨¦ sua culpa, Lucinda. As crian?as t¨ºm suas pr¨®prias ideias. Vou verificar onde eles foram. Disse Liliane. Com isso, Liliane olhou para Kerry, ¨C acrescentando. Kerry, fique aqui e converse Lucinda. Voc¨º pode ir tranqu, estou aqui. ¨C Assegurou Kerry. Jardim Azul. No quarto de Breno, quatro pessoas estavam presentes naquele momento. William e as duas crian?as se encararam por um momento antes de olharem para Breno. ¨C Voc¨º os convidou? ¨C Perguntou William. Breno apertou os l¨¢bios e assentiu. William olhou para Ian mais algumas vezes, cada vez mais convencido de quen era seu filho. +15 BONOS Ele j¨¢ havia perguntado a Marc naqu ¨¦poca. Marc disse que Liliane estava gr¨¢vida dele e eram trig¨ºmeos. O nome da m?e deles era Cam, mesmo que fosse Liliane, ent?o onde estava a terceira crian?a, e por que ele nunca a viu? William examinoun, seu instinto dizia que esse garoto n?o seria f¨¢cil de ser persuadido. Ele mudou o olhar para Alice. Quem ¨¦ sua m?e? ¨C Perguntou William. Alice olhou timidamente para o homem. N?o sei. Respondeu , bn?ando a cabe?a. Voc¨º nem sabe o nome de sua m?e? ¨C Questionou William, o semnte s¨¦rio. Alice ficou um pouco irritada. Por que ele estava sempre perguntando sobre a m?e d? ro que o rosto assustador dele deixou um pouco medo. ¨C O nome da minha m?e n?o ¨¦ algo que estranhos devem saber! ¨C Disse Alice, William se agachou, tentando persuadir e amea?ar. ¨C Se voc¨º n?o disser, n?o vou deixar voc¨º voltar para casa. Se fr, n?o s¨® vou te levar de volta, como tamb¨¦m vou teprar algod?o doce. ¨C Disse William. Meu irm?o pode meprar chocte, seu algod?o doce n?o vale nada. ¨C Falou Alice, meio desdenhosa. Ian estava um pouco preocupado que Alice ficasse assustada, mas depois dessa resposta, ele mal p?de segurar o riso. Alice foi mimada por ele mesmo. O rosto de William escureceu, ele nem conseguia enganar uma crian?aida? Enquanto William ainda estava pensando, Ian se levantou. Com um sorriso elegante, ele olhou para William. ¨C Tio, posso usar o banheiro da casa de voc¨ºs? ¨C Perguntou Ian. +15 BONOS Tio? Ele parecia t?o velho assim? O rosto de William ficou sombrio. ¨C V¨¢. Disse William, frieza. Ian sorriu enquanto sa¨ªa do quarto, fechando a porta. Ele ent?o focou nos outros dois quartos. Ele sabia exatamente qual era o objetivo de sua visita e agora precisava ver se conseguia pegar o que queria. Belonging ? N?velDram/a.Org. Ian se dirigiu ao primeiro quarto, abrindo a porta, seus olhos brilharam num instante. Esse estilo sombrio e morto¨Cvivo devia ser do cafajeste! Ian se dirigiu ao banheiro do quarto, ao ver a escova de dentes de William, colocou em sua bolsa. Com o item em m?os, Ian voltou para o quarto de Breno, ficou na porta e chamou a Alice, que ainda estava discutindo William. ¨C Alice, precisamos ir embora. ¨C Disse Ian. +15 BONOS Cap¨ªtulo 136 Chapter 136 Cap¨ªtulo 136 Alice pulou rapidamente do sof¨¢, espalhando os p¨¦s enquanto se dirigia para perto de Ian. No entanto, William estendeu a m?o e segurou seu bra?o.. ¨C Eu vou levar voc¨ºs. Sugeriu William, voz grave. N?o ¨¦ necess¨¢rio, tio. Recusou Ian, educado, indo ¨¤ frente para segurar a m?o de Alice. ¨C N¨®s conseguimos nos virar sozinhos, podemos voltar por conta pr¨®pria. N?o ¨¦ seguro. Disse William, encarando ele frieza. ¨¦ muito seguro. ¨C Ian continuou recusando. N?o precisa se preocupar conosco. ¨C J¨¢ que voc¨º ¨¦ t?o capaz, ent?o eu n?o vou panhar voc¨ºs. ¨C Disse William, semicerrando os olhos. Breno, estamos indo. At¨¦ logo. ¨C Dissen, olhando para Breno. Breno assentiu em sil¨ºncio, observando os dois sa¨ªrem do quarto. Enquanto isso, Liliane ainda estava na delegacia, checando as cameras de tr¨¢fego e quase teve um ataque card¨ªaco ao ver os dois filhos chegarem ao Jardim Azul. Como eles acabaram entrando naquele lugar perigoso? Liliane estava preocupada. Agora, deveria ir buscar eles? Era prov¨¢vel que William ainda n?o tivesse voltado naqu hora. Depois de ponderar por um momento, Liliane decidiu ir buscar eles. saiu da delegacia, prestes a entrar no carro, quando seu celr tocou. Vendo o n¨²mero desconhecido na t, Liliane rapidamente atendeu. ¨C Al?? ¨C Disse . ¨C Mam?e, sou eu, Ian. ¨C Falou Ian. ¨Cn? Onde voc¨ºs est?o agora? De quem ¨¦ esse celr? ¨C Perguntou Liliane, surpresa. ¨¦ do motorista. Explicou Ian. ¨C Ian! Por que voc¨º saiu sem avisar a mim e a Lucinda? Voc¨º sabe o quanto ¡ª +15 BONOS perdeu a paci¨¨ncia por um momento ¨C Eu sei, ent?o eu peguei emprestado um celr para te ligar primeiro. ¨C Falou Ian, calma e elegancia. Liliane ficava sem pvras sabia o qu?o independenten era, mesmo quando estava errado, ele parecia certo. Onde voc¨ºs est?o agora? Est?o a caminho de casa? ¨C Perguntou Liliane, preocupada. Sim, mam?e, estaremos em casa em breve. Nos vemos em casa. Respondeun, desligando a chamada e devolvendo ao motorista. Obrigado, senhor. ¨C Voc¨ºs dois t¨ºm apenas cinco anos? ¨C Perguntou o motorista. ¨C Sim, senhor. ¨C Respondeun, sorrindo. ¨C Voc¨ºs s?o realmente corajosos¡­ ¨C Comentou o motorista, parou de repente,o se tivesse lembrado de algo. ¨C Voc¨ºs n?o chamaram um carro pelo celr? Por que pediram emprestado meu celr? Senhor, meu irm?o tem um celr, mas minha mam?e n?o sabe! Meu irm?o est¨¢ usando ele para ganhar dinheiro! ¨C Respondeu Alice, de imediato. Ian ficou sem pvras. N?o deu tempo de tampar a boca de Alice! sempre acabava revndo tudo! De volta ¨¤ mans?o, Ian viu o carro de Liliane. ¨C Alice, n?o podemos contar por que fomos para o Jardim Azul hoje. ¨C Instituiu Tan. ¨C Eu sei, eu sei, minha boca est¨¢ fechada! ¨C Concordou Alice. Ian suspirou e franziu a testa, na verdade, Alice era a menos capaz de manter o segredo na fam¨ªlia. Ao entrarem em casa, Liliane, Lucinda e Kerry estavam sentados no sof¨¢, aguardando. Alice, inicialmente nervosa, segurava a barra da camisa den. No entanto, ao ver Kerry, todo o receio de ser repreendida desapareceu num instante. Tio Kerry! ¨C Exmou Alice, pulou para os bra?os de Kerry, esfregando a cabe?a contra ele. +15 RONOS ¨C Alice! Kerry abra?ou emocionado. ¨C Me diga r¨¢pido, voc¨º sentiu saudades de mim? Content is property ? N?velDrama.Org. ¨C ¨C Senti, senti! ¨C Respondeu Alice, animada, um sorriso. Observando a intimidade entre os dois, Liliane n?o podia dizer nada. ainda tinha a chance de educar as crian?as? +15 BONOS Cap¨ªtulo 137 Chapter 137 Cap¨ªtulo 137 Sem muitas op??es Alice, Liliane dirigiu seu olhar paran, que estava desfazendo a moch. Jan, uma express?o tranqu, se dirigiu calma para Liliane. Antes que Liliane pudesse fr, Ian tomou a dianteira. Mam?e, me desculpe. Eu levei Alice para encontrar um amigo. Fui errado em n?o informar anteced¨ºncia, mas mam?e, n?o se importaria se eu fizer amizade os colegas, certo? ¨C Dissen. O rosto delicado e elegante de Ian exva um charme refinado, mas seus olhos, densoso tinta, estavam cheios de ast¨²cia. Vendo a crian?a se desculpar t?o sinceramente, Liliane pensou que o que mais podia dizer? Deveria dizer para n?o irem mais ao Jardim Azul encontrar aquele amigo? Mas aquele garoto n?o fez nada de errado! Eles poderiam perguntar por que estava t?o relutante. Considerando sua iniciativa em se desculpar, vou deixar passar desta vez. Mas, Ian, da pr¨®xima vez que sair, avise os adultos. Voc¨º pode at¨¦ deixar um bilhete nos dizendo onde vai, quem vai brincar e vou aprovar¨¢. Disse Liliane, suspirando. ¨C Entendi, mam?e. Assentiu Ian, a cabe?a. Lucinda, vendo a repreens?o ¨¤ crian?a, tentou amenizar a situa??o. ¨C Lili, o importante ¨¦ que as crian?as voltaram. Vamos esquecer isso. Ian e Alice, voc¨ºs est?o fome? Vou preparar algo para voc¨ºs, est¨¢ bem? ¨C Falou Lucinda. ¨C ¨®timo! Respondeu Alice, prontamente. Estou faminta! Meu est?mago est¨¢ quase cdo nas costas! ¨C Disse Alice, apertando a barriga as m?os e olhando para Liliane. ¨C Mam?e, a m?e do Breno ¨¦ t?o m¨¢. bate no Breno e xinga ele. Ent?o Ian foi contar ao pai do Breno! O pai do Breno voltou rapidinho e jogou aqu mulher m¨¢ para fora de casa! O pai do Breno ¨¦ muito mesquinho! Queria trocar seu nome por algod?o¨Cdoce! Eu pare?o t?o f¨¢cil de enganar? Liliane ouviu atentamente, seu cora??o batia forte! +15 BONOS Ser¨¢ que as crian?as se depararam Mavis e Williamn? Eles ainda viram cenas de viol¨ºncia? Espera! Liliane imediatamente pegou Alice dos bra?os de Kerry para examinar . Alice, te viu? te bateu? te xingou? Perguntou Liliane, urna voz tr¨ºm e ansiosa. Com isso, olhou paran e acrescentou. Ian,o est¨¢? Eu estou bem, mam?e, n?o nos viu. Explicou Ian, apressadarnente. A espress?o nervosa de sua m?e deixou ele um tanto desconfort¨¢vel. Alice, um pouco assustada, olhou para a express?o preocupada de Liliane. ¨C Mam?e, n?o nos conhece, por que bateria na gente? ¨C Perguntou Alice, confusa, mexendo os l¨¢bios pequenos. Liliane parou abruptamente, seus olhos mostravam panico.. Mas rapidamente recuperou apostura, retirou a m?o e for?ou uma explica??o. Eu¡­ S¨® estava preocupada que pudesse tratar voc¨ºs assim tamb¨¦m¡­ ¨C Explicou Liliane. Content is property ? N?velDrama.Org. Mam?e estava mentindo. Ian entendeu de rnce, parecia que havia algum hist¨®rico entre aqu mulher e sua m?e. Ele precisava investigar a s¨¦rio, descobrir se fez algo ruim para sua m?e! Se fez, ele n?o deixaria ter paz! Ningu¨¦m podia iodar sua amada m?e! ¨¤ noite. Depois de Liliane dar banho e contar hist¨®rias para as crian?as, voltou para o quarto. Ouvindo a porta do quarto de Liliane se fechar, Ian rapidamente se levantou da cama. Alice j¨¢ estava dormindo, ent?o ele se aproximou doputador. Ian navegou na inte, encontrou uma pessoa e enviou uma mensagem. +15 BONOS Cap¨ªtulo 138 Chapter 138 Cap¨ªtulo 138 ¡°As 13h de amanh?, na caixa de correio do pr¨¦dio 2 da Mans?o Ba¨ªa, haver¨¢ duas escovas de dentes. Fa?a apara??o de DNA para mim. Preciso dos resultados of mais r¨¢pido poss¨ªvel.¡± Ap¨®s isso,n retirou o celr de umpartimento na parte inferior da moch e transferiu vinte mil para a pessoa. Na outra s, Liliane tamb¨¦m estava trabalhando noputador. Novitex enviou a outro e¨Cmail, cheio de vantagens que a empresa poderia oferecer, at¨¦ mesmo acrescentando no final: Se achar insuficiente, pode fazer exig¨ºncias. Liliane soltou um risada fria, pensando que, no passado, teria cedido diante de um sal¨¢rio anual de milh?es. No entanto, agora, bastava criar uma pe?a de roupa, transformar em pe?as prontas para vender e gerar milh?es em vendas. Queriam contratar ? Sonhem! ¡°N?o discuto.¡°, respondeu sucintamente. Sua mensagem foi rapidamente recebida por Jorge. Assim que respondeu, Jorge enviou outra mensagem. ¡°Posso perguntar, h¨¢ algo que n?o satisfa?a voc¨º?¡± Liliane, incapaz de dormir, respondeu novamente. ¡°N?o estou satisfeita seu chefe. Eu e ele temos uma rixa!¡± Essa frase logo chegou aos ouvidos de William. Ele olhou frieza para o e¨Cmail, pensando que a coragem e o tom daqu pessoa eram bastante not¨¢veis! Se n?o fosse p habilidade excepcional d, ele nem se iodaria em dizer meia pvra. No entanto, quanto mais dif¨ªcil de conquistar, mais despertava o esp¨ªritopetitivo de William. Ele respondeu pessoalmente ao e¨Cmail. ¡°A promo??o de roupas ser¨¢ intensificada p Novitex, a marca criada separadamente em seu nome e voc¨º receber¨¢ mais tr¨ºs pontos nos lucros.¡± +15 BONOS Liliane olhou para o e¨Cmail e riu frieza. podian?ar a marca usando a influ¨ºncia de G. Por que dependia da Novitex para publicidade? Embora a posi??o de G no pais n?o fosse t?o pr¨®spera quanto no exterior, tempo, podia construir um imp¨¦rio significativo ali. precisava ter sua pr¨®pria for?a e confian?a! Caso contr¨¢rio,o podia vingar a rixa entre e Mavis? ¡°Sem discuss?o.¡°, respondeu Liliane. Com isso, desligou oputador, fez sua higiene e foi dormir. Do outrodo, William ficou iodado a atitude arrogante d, passando uma noite sem dormir. Segunda¨Cfeira. Liliane, que passou dois dias brincando as crian?as, se levantou cedo para levar eles ¨¤ esc. Quanto ¨¤ quest?o de quem buscaria a crian?a, Liliane nunca considerou deixar Lucinda fazer isso, afinal, Lucinda conhecia William. No entanto, o que Liliane n?o sabia era que todas as suas estrat¨¦gias de se manter escondida eram conhecidas por seu precioso filho, Ian. ¨C Ian, voc¨º tem certeza? Aquele tio ¨¦ mesmo nosso pai? ¨C Perguntou Alice, um bico, estava descontente, expressando seu desagrado o pai que estava noivo e teve filhos outra mulher. Com certeza de que sua m?e n?o suportava as infidelidades do pai desonesto, decidiu deixar ele, levando consigo en. Ian segurava o rt¨®rio de teste, cujo resultado estava totalmente dentro de suas expectativas. Com tra?os faciais t?o semelhantes aos do pai irrespons¨¢vel e as flutua??es. emocionais da m?e, como podia n?o haver problema nisso? No entanto, Ian ainda n?o queria admitir aquele pai, pois ele era t?o tolo que nem percebia a exist¨ºncia deles. Al¨¦m disso, o pai irrespons¨¢vel ousou considerar sua m?eo uma amante! Ian sentia repulsa e desd¨¦m. Ent?o, um sorriso malicioso, Ian de repente soubeo lidar o pai irrespons¨¢vel! Enquanto levava Breno para o infant¨¢rio, William espirrou forte. +15 BONOS Resfriado, tome rem¨¦dio. ¨C Sussurrou Breno, olhando para William ao seudo. William afagou a cabe?a de Breno gratid?o. Content is property ? N?velDrama.Org. Estou bem. ¨C Respondeu William. +15 BONDS Cap¨ªtulo 139 Chapter 139 Cap¨ªtulo 139 Content is property ? N?velDrama.Org. Breno desviou o olhar, permanecendo em sil¨ºncio. A atmosfera dentro do carro era pesada e estranha, deixando William iodado. Dada sua aus¨ºncia de tempo a crian?a e a estranheza percebida em Breno. desde o encontro com aqus duas crian?as. Breno estava mais quieto, menos sorridente e at¨¦ sua voz parecia mnc¨®lica. Antes, William achava que a diferen?a de personalidade entre eles era a raz?o, mas agora percebia que Breno poderia estar sendo v¨ªtima de intimida??o por parte de Mavis! William, preocupado, decidiu que seria necess¨¢rio levar Breno a um psic¨®logo se houvesse sinais de problemas psicol¨®gicos. Se realmente houvesse um problema psicol¨®gico Breno, William n?o deixaria Mavis impune. De repente, o celr tocou, interrompendo os pensamentos de William. Ao atender, o outrodoe?ou a fr. ¨C Sr. William! Temos um problema grave, a rede da empresa foi invadida por hackers! ¨C Avisou o outro lado. Em vez de me ligar, deveria consertar urgentemente! ¨C Respondeu William, frieza, franzindo a testa. Sr. William¡­ Talvez seja melhor eu enviar a voc¨º uma mensagem no WhatsApp. Disse o programador, hesitante. Em instantes, o programador enviou uma imagem para William. Ao abrir, seu rosto escureceu num instante. Em todas as centenas deputadores no escrit¨®rio, uma mensagem estava escrita: ¡°Novitex ¨¦ t?o fraca? Desbloqueei facilidade suas chaves de rede. Se quiserem proteger os segredos da empresa, me paguem.¡± Abaixo havia um desenho bobo de um rosto sorridente, juntamente um c¨®digo QR. As veias na testa de William saltaram. Como algu¨¦m se atrevia a desafiar ele assim? +15 BONOS Logo depois, o programador envion um video. William assistiu e cada vez que o programador digitava c¨®digo, uma mensagem surgia na t: ¡°Lixo, acham que conseguem quebrar a minha senha?¡± William enfureceu, a temperatura dentro do carro caiu drasticamente. Contratei voc¨ºs, os melhores hackers, e essa ¨¦ a resposta que me d?o? Se n?o resolverem o problema em meio dia, todos est?o demitidos! Gritou William, pegando o celr. Ao ouvir o berro de William, Breno instintivamente encolheu seu pequeno corpo. O medo que Mavis causava para ele era profundo demais. Foi sua a??o que fez William virar para olhar ele. Nos olhos de William surgiu ummpejo de culpa. ¨C Desculpe, Breno, eu n?o deveria ter perdido a paci¨ºncia na sua frente. Disse William, uma voz suave. Breno bn?ou caut a cabe?a. William viu que os olhos de Breno estavam fixos na t do seu celr. De repente, ele lembrou que Breno nunca se interessava por nada, exceto programa??o. Breno. ¨C Disse William seriedade. ¨C Voc¨º consegue rastrear o IP deles? Eu vou tentar¡­ ¨C Sussurrou Breno, abaixando os olhos. Pegando seuptop, elee?ou a digitar c¨®digos assim que acessou a rede Novitex. Em menos de vinte minutos, ele quebrou a senha, refor?ou o firewall e descobriu o endere?o IP do oponente. Mans?o Ba¨ªa? Breno ficou perplexo. Lembrou¨Cse den mencionando que eles moravam na Mans?o Ba¨ªa. Ian estava envolvido nisso? Se o pai descobrisse, certamente n?o deixaria eles passar. Breno, rapidamente, mudou a localiza??o para o endere?o de Mavis. Ent?o, estendendo a m?o, ele puxou a roupa de William. +15 BONOS ¨C Est¨¢ feito. Disse Breno, nervoso, olhando para William. Aorgar o contrato, William, ao ver a rede restaurada e o endere?o IP, expressou. surpresa. Com tantos hackers de elite na empresa sem solu??o,o seu filho desvendou tudo em t?o pouco tempo? +15 BONOS Cap¨ªtulo 140 Chapter 140 Cap¨ªtulo 140 O cora??o de William se enchia de orgulho, mas tamb¨¦rn de um pouco de culpa. Como ele p?de negligenciar seu filho ao ponto de descobrir s¨® agora que ele era um talento raro? William reprimiu suas emo??es e focou na localiza??o noputador. Apartamento Internacional da Serafim? Ser¨¢ que Mavis estava por tr¨¢s disso? William cerrou o punho, seus olhos escuros ficaram ainda mais sombrios. Ser¨¢ que fez isso porque ele n?o deu dinheiro suficiente? Como ousava invadir sua empresa usando m¨¦todos t?o desprez¨ªveis? Breno, vendo a express?o feia do seu pai, soltou um suspiro de al¨ªvio. Chegaram ao infant¨¢rio cinco minutos depois. Breno entrou na s de a, encontrandon e encarou ele de forma indiferente. ¨C Voc¨º n?o deveria ter feito isso. Comentou Breno. Ian levantou os olhos, sorrindo para Breno. ¨C O que voc¨º est¨¢ dizendo? N?o entendi. ¨C Disse Ian. ¨C Voc¨º invadiu a rede da empresa do meu pai. Respondeu Breno. Como voc¨º sabe que fui eu? ¨C Perguntou Ian, sem se abr. Eu rastreei o seu endere?o de IP. Respondeu Breno, frieza. ¡ª ¨C Ent?o voc¨º admite que tamb¨¦m sabe hackear, certo? Disse Ian, continuou sorrindo. ¨C O que voc¨º est¨¢ querendo dizer? ¨C Perguntou Breno, cauteloso, encarou ele. Ang, voc¨º ¨¦ meu grande patrocinador, n?o posso fazer muito. Mas invadir a empresa do seu pai foi minha escolha. Respondeu Ian, calma, sorrindo. Meu pai vai ficar irritado. Disse Breno, tenso. Ent?o eu s¨® vou ter que assistir enquanto ele faz mal ¨¤ minha m?e? ¨C Retrucou Ian, escondendo o sorriso do rosto. Meu pai machucou sua m?e? ¨C Perguntou Breno, atordoado. +15 BONOS ¨C Sim, ele fez minha m?e passar por muita coisa, for?ando a deixar a cidadeigo e minha irm?. Respondeu Ian, raiva, Breno ficou em sil¨ºncio, pensando. Voc¨º tamb¨¦m ¨¦ filho do meu pai? Perguntou Breno, encarando ele. ¨C Sim. Respondeun, diretamente. Depois de responder,n franziu a testa. Se aqu mulher ruim n?o era a m?e de Breno, ser¨¢ que sua m?e era a m?e de Breno? Nas informa??es recentes que ele descobriu, al¨¦m de sua m?e, a ¨²nica mulher ao redor de William era Mavis. Os dois olharam um para o outropreens?o silenciosa. Eu adicionarei uma condi??o! ¨C Falou Ian, primeiro. Posso n?o contar ao meu pai sobre voc¨ºs. ¨C Breno foi direto. Mas voc¨ºs n?o podem me impedir de reconhecer minha m?e. Ian ficou surpreso, Breno realmente era seu irm?o de sangue! Ele conhecia todos os seus pensamentos. ¨C Feito, acordo! ¨C Concordou Ian. ¨¤ tarde, Liliane e Kerry voltaram cansados para a empresa. Eles visitaram v¨¢rias f¨¢bricas de roupas, mas nenhuma ds atendeu ¨¤s expectativas. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. N¨®s conhecemos bem o processo de produ??o de roupas. G, que tal abrirmos nossa pr¨®pria f¨¢brica? Sugeriu Kerry, bebendo um gole d¡¯¨¢gua. Abrir uma f¨¢brica ¨¦ poss¨ªvel, Kerry. Disse Liliane, ponderando e acrescentando. Mas precisamos de algu¨¦m para administrar . Ambos. estamos ocupados na empresa, em quem confiar¨ªamos para cuidar disso? Na parte de design, modgem, ajuste do corte de amostras, a equipe de Kerry estava totalmente capacitada. No entanto, o que eles n?o conseguiam lidar era a linha de produ??o na f¨¢brica de roupas. Liliane estava bastante preocupada. A f¨¢brica de roupas era crucial e confiar em qualquer pessoa desconhecida deixava inquieta. 70 +15 BONOS Kerry, um pouco chateado, olhou para Liliane. ¨C G, voc¨º parece ter esquecido do meue?o de carreira. ¨C Lembrou Kerry. Liliane ficou surpresa e ent?o se lembrou. Kerrye?ou trabalhando em uma f¨¢brica de roupas antes de se tornar autodidata em design de moda. ¨C Kerry, voc¨º estaria disposto a assumir todas as responsabilidades da f¨¢brica? ¨C Perguntou Liliane, animada, se levantando rapidamente. Kerry colocou for?a a x¨ªcara na mesa, uma express?o que dizia que faria qualquer coisa por Liliane. Por voc¨º, estou disposto a tudo! Comentou Kerry. Chapter 141 Cap¨ªtulo 141 Liliane suspirou aliviada, Kerry ao seudo, as preocupa??es d diminu¨ªram consideravelmente. Nas pr¨®ximas duas horas, imediatamente procurou online por f¨¢bricas de roupas dispon¨ªveis para compra. Ap¨®s marcar encontros tr¨ºs ds, Liliane foi buscar os filhos na esc prim¨¢ria. Quinze minutos depois. estacionou em frente ¨¤ esc prim¨¢ria. Chegou cedo, ainda faltavam dez minutos para a sa¨ªda. Ao sair do carro, avistou Mavis. Mavis chegou apressada ¨¤ porta da esc e logo a professora Helena apareceu Breno. Mavis tentou segurar a m?o de Breno, mas ele se afastou de imediato. ¨C Breno! Seu pai pediu para eu te buscar. Pode cooperar? ¨C Perguntou Mavis, paciente. -N?o. ¨C Breno segurou firmeza a m?o de Helena, se recusando a soltar. Helena, embara?ada, se agachou e tentou persuadir. ¨C Breno, sua m?e est¨¢ aqui para te buscar. V¨¢ para casa primeiro, est¨¢ bem? ¨C Disse Helena, voz suave. N?o quero. ¨C Recusou Breno, de maneira breve, apertando os l¨¢bios. -Breno! O que est¨¢ fazendo? Tantos pais aqui, voc¨º n?o pode evitar constrangimento para mim? ¨C Repreendeu Mavis, sem paci¨ºncia. Breno abaixou a cabe?a e recuou dois passos. A paci¨ºncia de Mavis se esgotou, se aproximou segurando ele. Os olhos de Breno estavam cheios de medo, seu rosto delicado ficou p¨¢lido. Durante o processo de se soltar de Mavis, ele avistou Liliane usando ¨®culos escuros. Ele pisou ¨¤ for?a no p¨¦ de Mavis. Aproveitando o momento em que se soltou de dor, correu rapidamente na dire??o de Liliane. Ao ver Breno correndo em sua dire??o, Liliane ficou at?nita. +15 BONOS Como ele foi correndo em sua dire??o? Rapidamente, Breno chegou at¨¦ Liliane.. ¨C Me leva embora, por favor. Pediu Breno, os olhos vermelhos. Ao olhar para o rosto temeroso de Breno, Liliane de repente lembrou das pvras de seus pr¨®prios filhos. Mavis maltratava a crian?a. O cora??o de Liliane amoleceu inexplicavelmente, pegou pressa Breno no colo. Mavis logo se aproximou de Liliane. Devolve a crian?a para mim! ¨C Gritou , seriedade, Pergunte ¨¤ crian?a se ele quer ir voc¨º ou n?o. Zombou Liliane, puxando os l¨¢bios. Quem ¨¦ voc¨º? Isso n?o ¨¦ da sua conta! Comentou Mavis, furiosa. Eu sou¡­ Respondeu Liliane. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. ¨C ¨¦ amiga do meu pai! ¨C Breno interrompeu. Meu pai disse de manh? para me buscar. Breno despejou uma s¨¦rie de pvras de uma vez, seu rosto ficou vermelho. Mavis, ignorando as pvras de Breno, encarou raiva a mulher de fei??es indistintas. ¨C Vou repetir! Devolva a crian?a para mim! ¨C Disse Mavis, impaciente. Eu n?o vou devolver uma crian?a a algu¨¦m que maltrata crian?as. A voz de Liliane foi calma, mas aud¨ªvel. Os pais ao redor estavam escutando tudo ramente. Rumorese?aram a se espalhar. Maus tratos ¨¤ crian?as? N?o ¨¦ de admirar que o garoto n?o queira ir . Essa ¨¦ a m?e de verdade? Parece mais madrasta! ¨C ¨¦ melhor deixar a crian?a ir a amiga do seu pai, quem sabe o que faria ele ao voltar para casa, poderia at¨¦ sofrer viol¨ºncia! ¨C ¨C Exatamente! A rea??o da crian?a n?o mente. +15 BONOS O rosto de Mavis parecia um paleta de cores e encarou Liliane f¨²ria. ¨C ¨¦ melhor voc¨º rezar para eu n?o descobrir quem voc¨º ¨¦! Sen?o, n?o vou deixar passar impune! ¨C Amea?ou . Com isso, n?o suportando as pvras duras das outras pessoas, saiu correndo. Liliane olhou para Breno enterrado em seus bra?os. Sua m?e foi embora. ¨C Disse Liliane, voz suave. ¨C N?o ¨¦¡­ Breno murmurou a voz abafada. n?o ¨¦ minha m?e. ¨C +15 BONOS Cap¨ªtulo 142 Chapter 142 Cap¨ªtulo 142 Liliane ficou meio surpresa, mas logo se rpos. Era normal que a crian?a, sentindo ressentimento p m?e, tomasse atitudes. para se distanciar. Est¨¢ bem, voc¨º diz o que quiser. V¨¢ de volta para a esc e espere seu pai te buscar, tudo bem? Disse Liliane, um sorriso, colocando Breno no ch?o. Liliane fez quest?o de separar os ressentimentos, n?o sendo mesquinha o suficiente para envolver uma crian?a nessa situa??o. Al¨¦m disso, ao lidar esse garoto, sempre sentia algo estranho, algo que n?o conseguia resistir, algo que fazia ser maiscente. Breno, prometendo a Ian que n?o causaria problemas ¨¤ m?e, apenas olhou para Liliane um pouco de relutancia antes de se dirigir de volta ¨¤ esc. N?velDrama.Org ? 2024. Quando o hor¨¢rio da sa¨ªda chegou, Liliane pegou os dois filhos e colocou eles no carro. No entanto, n?o partiu imediatamente, esperou at¨¦ William aparecer. ¨¦ o pai irrespons¨¢vel¡­ ¨C Disse Alice. apontou na dire??o de William, mas suas pvras foram abafadas porn. Liliane, confusa, olhou para os dois no espelho retrovisor. ¨C O que foi? ¨C Perguntou . Alice imediatamente bn?ou a cabe?a, soltando uma risada suave. ¨C Nada, mam?e, est¨¢vamos apenas brincando. Respondeu Alice. Segurem¨Cse, estamos indo para casa. Comentou Liliane, sorrindo.. No interior do luxuoso carro. ¨C William olhou para Breno, cujas bochechas ainda estavam rubras, franzindo a testa. ¨C Breno, algu¨¦m te intimidou na esc? ¨C Perguntou William, nervoso. ¨C queria me levar embora. Respondeu Breno, de maneira simples e chocada. William logo percebeu quem era essa ¡°¡°. Ele n?o teve tempo de acertar as contas Mavis e ousou se comportar de maneira t?o desrespeitosa! William deixou Breno em casa e mandou Jorge descobrir onde Mavis estava. Em seguida, se dirigiu at¨¦ l¨¢. Familia Lima. Mavis estava remando Gilberto sobre William n?o deixar ver a crian?a. Cinco anos! Eu suportei quando ele cancelou o noivado, mas agora ele n?o deixa voc¨º ver a crian?a! Falon Gilberto, furioso. Vov?, da ¨²ltima vez foi um acidente. Breno ¨¦o minha pr¨®pria carne. Como eu poderia machucar ele? ¨C Disse Mavis, enxugando as l¨¢grimas. Querida. Conhe?o seu temperamento. Gilberto consolou carinho.- Voc¨º n?o mataria nem uma formiga,o poderia machucar uma crian?a. ¨C Vov?, estou me sentindo t?o triste¡­ Solu?ou Mavis. Vou fr ele! Vamos agora! ¨C Disse Gilberto, furioso, estava prestes a ligar para William, mas antes que pudesse discar, ouviu passos r¨¢pidos dodo de fora. Em seguida, dois seguran?as foram direto at¨¦ Mavis. Com express?es indiferentes, eles puxaram Mavis do sof¨¢ e levaram at¨¦ William, que estava emanando uma aura de frieza. Gilberto ficou t?o furioso que se levantou e encarou William raiva. O que voc¨º est¨¢ fazendo? ¨C Rugiu ele. William ignorou totalmente Gilberto, se virando para Joaquim. Bata n. Ordenou William. Joaquim assentiu, indo at¨¦ Mavis, deu um tapa n. Mavis foi atingida t?o forte que viu estrs. William¡­ Ah! N?o me bata! D¨®i tanto¡­ Vov?! Vov?, me salve! Me salve! ¨C Gritou . ¨C William, pare! Gilberto se aproximou rapidamente, tentando puxar Mavis de volta. Jorge deu alguns passos ¨¤ frente, segurando uma tablet e mostrando o rosto vermelho de Breno depois de ser esbofeteado. Ele ampliou a imagem para Gilberto. Quando Gilberto viu as marcas da palma da m?o no rosto macio de Breno, ele ficou paralisado. Isso¡­ Isso¡­ ¨C Ele arregalou os olhos, apontando para o tablet. William olhou frieza para Gilberto. +15 BONOS Cap¨ªtulo 143 Chapter 143 Cap¨ªtulo 143 Certamente n?o foi Mavis que baten. Mavis ¨¦ gentil, doce e atenciosa, jamais seria capaz de bater em uma crian?a! ¨C Defendeu Gilberto, seus cantos de boca se apertaram. William j¨¢ esperava que Gilberto diria algo assim. Ele ergueu o queixo na dire??o de Jorge, que prontamente exibiu outro v¨ªdeo. No video, Mavis estava na s, espancando Breno na frente de duas empregadas. Sua express?o contorcida e fei??es sinistras fizeram Gilberto tremer de horror. Quer continuar defendendo ? ¨C A express?o de William ficou aterrorizante. Ao assistir o v¨ªdeo, ele desejou matar Mavis. No entanto, deixar morrer seria dar a uma sa¨ªda f¨¢cil demais. O rosto de Gilberto ficou sombrio. Ele afastou Jorge e foi at¨¦ Mavis sem dizer uma pvra. Sem hesitar, deu dois tapas sonoros no rosto d. Mavis, j¨¢ tonta, agora bn?ava depois de ser golpeada ¨¤ for?a por Gilberto. ¨C Vo¡­ Vov?? ¨C Disse Mavis, voz trem, olhando para ele incredulidade. Insano! Gilberto gritou furioso. Ele ¨¦ seu filho! ¨C ¨C Vov?, eu estou errada. Fui impulsiva. Vov?, me leve para um hospital psiqui¨¢trico, estou ¨¤ beira da loucura! N?o consigo contrr minhas emo??es¡­ Voc¨º sabe, estou¡­ Depois que tive o beb¨º, William ficou cada vez mais distante de mim. Eu tamb¨¦m sou uma mulher, preciso do carinho do marido¡­ ¨C Disse , entre l¨¢grimas e muco, ao ver que havia sido descoberta. Quem ¨¦ seu marido? ¨C William mostrou avers?o. Se voc¨º n?o souber contrr sua l¨ªngua, n?o hesitarei em fechar ! Mavis imediatamente ficou em sil¨ºncio. Apesar de estar desapontado, Gilberto n?o podia permitir que suaa continuasse sendo humilhada. Ele engoliu o orgulho e olhou para William. ¨C ¨C Por esse incidente, pe?o desculpas em nome de Mavis e da fam¨ªlia Lima! Foi minha falha n?o ter contrdo minhaa e Breno sofreu por isso. A partir de hoje, eu n?o permitirei que entre um passo sequer no Jardim Azul ou na fam¨ªlia Gabalto. Desculpou Gilberto. +15 BONOS Ent?o, vamos calcr as perdas causadas por Mavis ao contratar hackers para invadir minha empresa. Zombou William, frieza. Mavis ficou chocada. Quando teria contratado hackers? Mesmo que tentasse se explicar agora, ningu¨¦m acreditaria n. Mans?o Ba¨ªa. ¨C Liliane estava prestes a brincar de blocos as crian?as quando ouviu batidas na porta. Lucinda foi atender. Quem ¨¦ voc¨º? ¨C Perguntou Lucinda, surpresa, ao ver o rosto que se assemelhava ao de William. ¨C Esta ¨¦ a casa do Ian? ¨C Perguntou Breno, nervoso, mordendo os l¨¢bios e olhando para Lucinda. ¨C Sim, sim. Respondeu Lucinda. ¨C Lucinda, quem ¨¦? ¨C Perguntou Alice. Assim que Lucinda falou, Alice, os p¨¦s gordinhos e brancos, correu at¨¦ ali. exmou ao ver Breno: Breno, por que voc¨º veio ¨¤ minha casa? Voc¨º veio me visitar? Lucinda ficou at?nita. Esse era o filho do Sr. William? Liliane en tamb¨¦m se aproximaram, ao ver Breno vindo sozinho, chamaram ele para entrar. Belonging ? N?velDram/a.Org. Breno n?o p?de deixar de observar de forma furtiva a acolhedora decora??o da mans?o. Aparentemente, a casa deles era diferente da sua. ¨C Pequeno,o voc¨º veio sozinho? ¨C Perguntou Liliane, se agachando diante de Breno. nervoso, apertou as Breno, um pouco m?os. Ele queria fr, mas n?o sabia por ondee?ar. ¨C Mam?e, voc¨º n?o acha que eu e Breno nos parecemos muito? ¨C Interveio Ian, percebendo a hesita??o de Breno. +15 RONOS Cap¨ªtulo 144 Chapter 144 Cap¨ªtulo 144 Liliane n?o percebeu o quen queria dizer. Eu sci. Respondeu , atordoada. Ent?o, mam?e, voc¨º sabe que Breno n?o ¨¦ filho da mulher ruim? ¨C Perguntoun. A mente de Liliane ficou vazia por um momento. O que ele queria dizer ¡°n?o ¨¦ filho da mulher ruim¡°? Mavis n?o estava gr¨¢vida naqu ¨¦poca? Liliane franziu o cenho, seu rosto estava ligeiramente sombrio. Ian, o que voc¨º sabe? ¨C Perguntou . O rosto pequeno de Ian estava cheio de sorrisos. ¨C Mam?e, que tal fazer um teste de DNA Breno? Sugeriu Ian. ¨C A respira??o de Liliane ficou desordenada num instante. O que ele queria dizer ¡°fazer um teste de DNA Breno¡°? O que as duas crian?as sabiam? O que estavam escondendo d? Seu primeiro filho n?o deveria ter morrido? O sangue em Liliane circulou rapidamente, seus olhos tamb¨¦m ficaram vermelhos. levantou a m?o tr¨ºm em dire??o a Breno. Voc¨º ¨¦ meu filho? Perguntou Liliane, a voz quase rouca. ¨C Liliane n?o se atreveu a admitir. tinha acabado dee?ar a superar a dor causada p perda do filho prematuro.Agora, seus filhos informavam de que outro filho estava na frente d. Isso fez sentiro se estivesse em um sonho, incapaz de recuperar os sentidos. Breno n?o esperava que sua m?e reagisse t?o intensamente. Ele se arrependeu de n?o ter revdo a informa??o de maneira gradual, pois parecia que as emo??es d estavam sendo abdas. Alice estendeu a m?ozinha suave, envolvendo o pesco?o de Liliane. +15 BONOS N?o chore, mam?e. Vou consr a mam?e. Disse Alice, uma voz suave. A voz de Alice fez Liliane recuperar apostura. se levantou abruptamente, foi at¨¦ o sof¨¢, pegou a bolsa, abra?ou Breno e se dirigiu para a porta. Lucinda, preocupada o estado emocional de Liliane, se adiantou. ¨C Lili, eu dirijo. Disse Lucinda.. asc Liliane congelou, tremendo, entregou as chaves do carro a Lucinda. ¨C Hospital! Hospital da Serafim! ¨C Falou Liliane. Lucinda assentiu, acenou paran e Alice e os cinco seguiram para o hospital. No caminho, Liliane ligou para Eduardo. Com a ajuda de Eduardo, conseguiria obter os resultados do teste de DNA o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Eduardo ficou atordoado por um bom tempo ao ouvir a not¨ªcia. Ele j¨¢ tinha visto Breno, maso a crian?a se parecia tanto William, ele nunca pensou nessa possibilidade. Se aquilo realmente era o filho de Liliane,o Mavis conseguiu fazer essa troca na ¨¦poca? Um telefonema de Eduardo resolveu tudo, mesmo assim, o resultado s¨® estaria dispon¨ªvel na manh? seguinte. Eduardo olhou para Breno uma express?oplicada. ¨C Breno, me conta,o voc¨º descobriu que n?o ¨¦ filho da Mavis? ¨C Perguntou Eduardo, gentileza, se agachando. N?velDrama.Org ? 2024. Breno, inquieto, abaixou a cabe?a, agarrando a bainha da roupa. ¨C ¨¦ porque a mam?e n?o gosta de mim? ¨C Disse Breno, a voz baixa que chegava aover. ¨C N?o ¨¦! ¨C Liliane se apressou em refutar.- Eu estava apenas muito transtornada. Eu achava que voc¨º j¨¢ n?o estava mais neste mundo¡­ n?o sabiao explicar a emo??o atual para a crian?a. Estava chocada, feliz, ansiosa e temerosa. nunca me abra?ou, s¨® me bate for?a um livro e me xinga +15 BONOS testes de DNA ¨¤s escondidas. Acrescentou Breno. ¨C Dois testes? ¨C Eduardo ficou confuso. Por que dois? ¨C ¨C O teste meu pai deu 99,99%, mas a Mavis foi o. Fiz dois porque ¨¤s vezes acho que meu pai tamb¨¦m n?o me ama. ¨¤s vezes, consigo ver nos olhos dele que sou um fardo¡­ ¨C Explicou Breno. Breno falou tantas pvras p primeira vez, e no final, sua voz se tornou ainda mais leve. O cora??o de Liliane parecia retalhado por uma faca, doendo tanto que quase n?o conseguia respirar. +15 BONOS Cap¨ªtulo 145 Chapter 145 Cap¨ªtulo 145 Por que eles tratariam assim uma crian?a? Toda a inoc¨ºncia e encanto que uma crian?a deveria ter, em Breno, n?o era poss¨ªvel encontrar. Os olhos de Liliane ficaram vermelhos e a animosidade entre e Mavis. aumentou ainda mais! Eduardo acariciou o rosto pequeno de Breno. ¨C Breno, tanto eu quanto sua m?e, Lucinda, Ian e Alice, todos gostamos muito de voc¨º. Vamos corrigir o que voc¨º precisa. Mas agora, eu gostaria de levar voc¨º de volta ao Jardim Azul, tudo bem? ¨C Disse Eduardo. ¨C ¨C Eduardo! Chamou Liliane, emocionada. N?o podemos mandar Breno embora! Eu n?o quero que ele volte para aqu casa fria! ¨C Lili, agora n?o ¨¦ hora para impulsos. Breno precisa voltar, ou William pode ficar desconfiado, expondo voc¨º. Ele pode n?o agir contra voc¨º, mas voc¨º pode garantir que a fam¨ªlia Gabalto n?o far¨¢ nada? ¨C Falou Eduardo, suspirando. Ao ouvir a ¨²ltima frase do tio,n estreitou de leve os olhos. Ele tinha mais algumas coisas para resolver al¨¦m disso. Belonging ? N?velDram/a.Org. Quanta injusti?a sua m?e sofreu antes de ele nascer? Ian sentiu de novo um aperto no cora??o por sua m?e. Mam?e¡­ Breno ¨¦ o irm?o mais velho ou irm?o mais novo? ¨C Perguntou Alice, chorando. Sua pergunta pegou todos de surpresa. Liliane olhou espanto para sua filha, l¨¢grimas adornando seu rostinho. ¨C Alice, por que voc¨º est¨¢ perguntando isso de repente? ¨C Perguntou Liliane, pegando nos bra?os, num misto de riso e desconcerto. ¨C ¨C Alice¡­ H¨¢ muito tempo¡­ Quer ser irm?¡­ Solu?ou Alice. Ouvindo isso, todos. soltaram uma risada. Vendo os rostos sorridentes ao seu redor, Alice chorou ainda mais. ¨C Eu entendi, sou irm? mais nova novamente. Eduardo apertou as bochechas macias de Alice. Alice ser¨¢ sempre a ca?, a mais mimada. ¨C Consolou Eduardo. Alice parou, piscando os grandes olhos inocentes. ¨C Mesmo? Perguntou . +15 BONOS ro. Respondeu Eduardo, um sorriso suave no seu rosto. Est¨¢ bem! Ent?o eu n?o serei irm? mais velha. Alice olhou para Liliane, acrescentou. Mam?e, Breno ¨¦ irm?o mais velho oun ¨¦? ¨C ¨¦ Breno. Respondeu Liliane. lembrava ramente que, durante a cesariana, a anestesia era local, e o primeiro filho n?o foi mostrado a . Ian foi retirado depois, seguido p Alice. Depois disso, e?ou a perder a consci¨ºncia. De repente, Liliane percebeu algo aterrorizante. Mavis, certeza, subornou o m¨¦dico naqu hora, trocando em segredo o primeiro filho! n?o viu Breno naquele momento, sua perda de consci¨ºncia foi, sem d¨²vida, causada intencionalmente pelo m¨¦dico. Breno puxou de leve a roupa de Liliane. ¨C Mam?e, eu tenho que ir. Disse ele. Liliane voltou ao presente, olhando relutancia para Breno, seus olhos eram determinados. ¨C Breno, vou encontrar uma maneira de trazer voc¨º de volta! Incluiu Liliane. Eduardo estava certo, agora n?o era hora para impulsividade. Se a fam¨ªlia Gabaldo descobrisse, nunca mais veria os filhos. Breno bn?ou a cabe?a. Mam?e, voc¨º n?o gosta do papai, ent?o n?o precisa se esfor?ar. Disse Breno. ¨C A maturidade da crian?a fez Liliane sentir um aperto no seu cora??o. ¨C Breno, vou fazer isso o mais r¨¢pido poss¨ªvel. N?o se esque?a de entrar em contatoigo. ¨C Disse , respirando fundo para se acalmar. deu a Breno seu n¨²mero de celr. +15 BONOS Cap¨ªtulo 146 Chapter 146 Cap¨ªtulo 146 Eduardo levou Breno de volta ao Jardim Azul. ¨C Breno, voc¨º culpa eu por n?o deixar voc¨º ficar? ¨C Perguntou Eduardo, ao Breno no caminho. N?o culpo. ¨C Respondeu Breno, obedientemente. Poder conhecer minha m?e j¨¢ me deixa muito satisfeito. Ele n?o queria causar problemas para sua m?e e ficar no Jardim Azul permitiria que ele vigiasse as a??es de seu pai. Enquanto sua m?e n?o quisesse encontrar seu pai, ele iria impedir. O que quer que sua m?e dissesse, ele aceitaria. Eduardo ficou em sil¨ºncio por um momento. ¨C Breno, eu e sua mam?e estamos sem escolha, h¨¢ coisas que n?o podemos te contar muito. Mas voc¨º precisa acreditar que n¨®s nos importamos muito voc¨º. ¨C Disse Eduardo. sum O cora??o de Breno estava cheio de alegria. Ele podia ver que sua m?e realmente se importava ele. Ao mesmo tempo, ele estava curioso sobre o que aconteceu entre seu pai e sua m?e. Assim que Breno retornou ao Jardim Azul, William voltou. A aura impetuosa em torno dele assustou Breno. Seu pai descobriu que ele saiu? Ao ver o medo no rosto de seu filho, William ficou surpreso. Ent?o ele conteve sua raiva em r??o a Mavis e se aproximou calma de Breno. ¨C Breno, por que voc¨º n?o disse a mim que te bateu? ¨C Perguntou William, tentando suavizar a voz. Breno apertou a barra, de sua roupa, seus olhos ficaram vermelhos, Se eu dissesse, levaria mais surras. Respondeu Breno. Essas pvras curtas inmaram a raiva no peito de William. ? SONOB SI+ N?o vou deixar se aproximar de voc¨º de novo. Daqui para frente, vou cuidar de voc¨º. William acariciou a cabe?a de Breno, revndo um sorriso incrivelmente bonito. Breno ficou surpreso. Era a primeira vez que seu pai sorria para ele. ¨C Papai, voc¨º n?o me odeia, certo? Perguntou Breno, involuntariamente. William parou, seu cora??o apertado. Qu?o negligente ele tinha sido seu filho? Como ele permitiu que Breno pensasse que ele o odiava? ¨C Breno, eu nunca te odiei. Eu s¨® odeio sua m?e. ¨C Disse William, abra?ando Breno. Breno ficou r¨ªgido em seus bra?os. Ap¨®s um tempo, ele finalmente rxou. No dia seguinte. Liliane, que mal dormiu durante a noite, acordou ao ouvir o som do celr. recebeu a mensagem os resultados do teste de DNA do hospital. Antes de abrir o rt¨®rio, fez v¨¢rias respira??es profundas para acalmar os nervos. No entanto, quando viu os sucessivos 9 no rt¨®rio, seu cora??o parou. Alegria e tristeza se misturaram, Liliane abra?ou o rt¨®rio, chorando por um longo tempo. Seu filho n?o estava morto, ele estava vivo e bem, na mesma cidade em que podia alcan?ar ele! Com l¨¢grimas nos olhos, Lilianepartilhou a boa not¨ªcia Lucinda, Eduardo e, era ro, Marc. Marc, ao receber a not¨ªcia, ficou at?nita na cama. Piscou os olhos e sua mente ficou em branco. Que situa??o era essa? Marc levou um tempo para se recuperar, fricamente, enviou mensagens para Liliane. +15 BONOS ¡°Caramba, por que n?o saimos paraemorar essa not¨ªcia incr¨ªvel?¡± Liliane n?o p?de deixar de sorrir. ¡°Podemos, mas vamos esperar Breno chegar para celebrar.¡± ¡°Certo! Mas estou curiosa, o chefe sabe dessa not¨ªcia explosiva?¡± ¡°N?o sei, sen?o ele j¨¢ teria aparecido.¡± N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. ¡°Por que n?o conta a ele? Perder uma chance t?o boa de pressionar Mavis ¨¦ uma pena!¡°, perguntou Marc, confusa. ¡°Ele merece? Foi ele que duvidou da identidade das crian?as e foi ele que acreditou em Mavis, por isso, ele me abandonou. Al¨¦m disso, n?o se esque?a de que as dificuldades que passei na pris?o foi gra?as a quem.¡°, respondeu Liliane, indignada. +15 BONOS Cap¨ªtulo 147 Chapter 147 Cap¨ªtulo 147 Ao ver a resposta de Liliane, Marc imaginou uma trama dram¨¢tica digna de uma grande persegui??o amorosa! Chefe, se prepare para descobrir que os co anos anteriores foram apenas uma brisa, pois a verdadeira tortura est¨¢ prestes ae?ar¡­ Suspirou Marc. Quinta¨Cfeira. Liliane e Kerry assumiram a f¨¢brica de roupas que haviaprado. No mesmo. dia, eles adquiriam novas m¨¢quinas de ponta. De volta ¨¤ empresa, a secret¨¢ria apresentava os curr¨ªculos dos candidatos de elite para Liliane e Kerry revisarem. Uma tarde movimentada, eles selecionaram gerentes de v¨¢rios departamentos e iniciaram a primeira reuni?o de alto escal?o do Grupo TYC. Liliane e os gerentes definiram a posi??o dos produtos de moda e os canais de venda iniciais, entre outros detalhes. Ap¨®s a reuni?o, Liliane discutiu os primeiros designs de roupas da marca TYC a equipe, se ocupando fricamente. Enquanto isso, na Novitex¡­. William, parado junto ¨¤ jan, fumou um cigarro. Sr. William, a rec¨¦m¨Ccriada empresa de roupas TYC, que fica aqui em frente, j¨¢ contratou funcion¨¢rios. Ouvi dizer que hoje ¨¦ o primeiro dia oficial de opera??o deles. Explicou Jorge, panhando o olhar dele. Quantos acionistas eles t¨ºm? ¨C Perguntou William, a voz frio, semicerrando os olhos.. Dois, ouvi dizer que a principal acionista ¨¦ uma mulher muito rica. N?o consegui descobrir sua identidade e patrim?nio. Respondeu Jorge. Criar uma grande empresa nos est¨¢gios iniciais don?amento de uma marca pr¨®pria s¨® resultar¨¢ em enormes press?es financeiras. Mesmo que tenha dinheiro, por quanto tempo conseguir¨¢ sustentar? No final, acabar¨¢ falindo¡­ Comentou William, sorrindo desd¨¦m. Jorge ficou em sil¨ºncio. Ser¨¢ que seu chefe esqueceu que aqu mulherprou um pr¨¦dio inteiro? +15 BONOS Sem a renda do aluguel de um local premium, apenas precisava se concentrar na promo??o inicial e garantir a qualidade do produto. Esses problemas n?o seriam grande coisa¡­ No infant¨¢rio. Ian e Breno se sentavam na s de brinquedos, montando blocos Alice. ¨C Vai brincar em minha casa no fim de semana? ¨C Perguntou Ian, sorrindo. N?o sei. Respondeu Breno, negando a cabe?a. Ele n?o tinha certeza se seu pai estava em casa. Se estivesse, ele n?o podia revr seu passado. Ian olhou para Alice, que estava concentrada nos blocos e se aproximou de Breno. Com um rosto elegante, elen?ou um olhar astuto para Breno. ¨C Embora voc¨º seja meu irm?o, quando vai me pagar o dinheiro? Ian. ¨¤ noite. Disse Breno, apertando os l¨¢bios. ¨C Perguntou ¨C Estou precisando de dinheiro. Falou Ian, brincando os blocos. Preciso encontrar algumas evid¨ºncias, o que custar¨¢ bastante tempo e dinheiro. ¡ª Posso ajudar? ¨C Perguntou Breno, olhando calma para ele. ¨C Voc¨º tamb¨¦m ¨¦ hacker, n¨¦? Em que ¨¢rea voc¨º ¨¦ especialista? ¨C Perguntou Ian, curioso. Posso recuperar registros ocultos ou destru¨ªdos, rastrear localiza??es e quebrar chaves de seguran?a de alto n¨ªvel. ¨C Respondeu Breno. ¨C Quem te ensinou isso? ¨C Continuou Ian, olhando surpresa para ele. ¨C N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. O hacker ssificadoo n¨²mero um no mundo, Severino. Respondeu Breno, baixando os olhos. Ao ouvir o nome, Ian sentiu seu sangue ferver num instante. ¨C Conheceu ele online? Pode me apresentar? ¨C Perguntou Ian. Posso, mas voc¨º precisa me dizer o que pretende fazer. Concordou Breno. A conversa entre Breno en era surpreendentemente descontra¨ªda. Breno falou muito mais do que o normal. +15 BONOS Ian sorriu de forma astuta, seus olhos negros brilhavam perspic¨¢cia. ¨C S¨® quero saber o que aconteceu minha m?e na ¨¦poca, for?ando a ir emboraigo e minha irm?. Depois, Ian sorriu para Breno, acrescentando. ¨C E voc¨º, por que foi trocado? +15 BONOS Cap¨ªtulo 148 Chapter 148 Cap¨ªtulo 148 Posso participar tamb¨¦m? Perguntou Breno, olhando em sil¨ºncio para os blocos por um momento. ¨C ro que sim! Respondeun, que estava ansioso para se juntar ao irm?o em um emocionante jogo de investiga??o emrga esc. E voc¨º? ¨C Questionou Breno. Quem te ensinou? Ningu¨¦m me ensinou, aprendi por conta pr¨®pria. Tenho facilidade em buscar informa??es sobre as pessoas. Respondeun. ¨C ¨®timo, voc¨º pesquisa Mavis e as pessoas que conhece. Eu vou examinar algumas coisas danificadas. Sugeriu Breno, assentindo. ¨C Breno,n! Remou Alice, desagrado. O que voc¨ºs est?o cochichando. ai, nem me panham na brincadeira! Estamos indo. Disseram os dois, em un¨ªssono. A noite. Ian, aproveitando a distra??o de Liliane,e?ou a investigar todas as pessoas ligadas a Mavis. Ap¨®s uma hora, ele encontrou alguns dados e enviou para Breno. Breno estava esperando ansiosamente em frente aoputador. Ele abriu a sim??o assim que recebeu os documentos, inseriu o c¨®digo de software que ele imntava no celr de Mavis ee?ou a trabalhar. Ele precisava dos dados das outras pessoas para fazer uma correspond¨ºncia precisa. A recupera??o dos dados levaria um bom tempo. Sexta¨Cfeira. Ao saber que William estaria em uma viagem de neg¨®cios, Breno enviou uma mensagem para Liliane. ¡°Mam?e, posso ir brincar amanh??¡± Liliane, que acabava de encerrar uma reuni?o ao receber a mensagem, respondeu +15 BONOS ¡°ro, assim que seu pai sair, eu vou te buscar. Ah, querido, o que voc¨º gosta deer?¡± ¡°N?o sou exigente.¡± Ao ver a resposta curta, Liliane sentiu um aperto no cora??o. percebeu que Breno tinha algum problema psicol¨®gico, mas n?o podia levar ele diretamente ao m¨¦dico, medo de que ele se sentisse diferente das outras crian?as. pensou em Carlos, mas n?o sabia se ele havia conclu¨ªdo seu curso. Enviou uma mensagem para ele. ¡°Carlos, voc¨º j¨¢ voltou?¡± Ao saber da farsa de sua morte, Carlos esperou meio ano antes de se dirigir ao Pa¨ªs H para aprimorar seus conhecimentos. Ap¨®s passar um tempo em diversos pa¨ªses, ele retornou ao Pa¨ªs Y. Sempre que tinha tempo, ele levava as crian?as para passear,pensando a aus¨ºncia paterna ds. Por causa disso, Liliane foi alvo de zombarias por parte de Marc, dizendo que deveria ter se casado Carlos, um homem t?o bom. Se ele fosse ¡°roubado¡± por outra mulher, sentiria o arrependimento. Liliane j¨¢ havia considerado isso, mas naquele momento estava totalmente. focada nos estudos e no trabalho, sem tempo para quest?es emocionais. Aeroporto da Serafim. Carlos tinha acabado de desembarcar e recebeu a mensagem de Liliane. Um sorriso leve apareceu em seus l¨¢bios, a express?o sutil de alegria permeou seu olharo uma brisa primaveril. Ele parou no local e digitou na t. ¡°Voc¨º sentiu saudades de mim, ou foram as crian?as?¡± Liliane corou ao receber a mensagem. Parecia que nos ¨²ltimos anos, Carlos tinha sido influenciado por ideias mais abertas no exterior. At¨¦ sua maneira de fr agora inclu¨ªa brincadeiras. respondeu de forma constrangida. ¡°As crian?as vivem mencionando voc¨º.¡± N?velDrama.Org ? 2024. Carlos suspirou de leve, ainda estava evitando. ¡°Entendi. Acabei de desembarcar, onde voc¨º est¨¢?¡± Liliane ficou surpresa. ¡°Seu curso acabou?¡± ¡°Parece que voc¨º me esqueceu. Terminou h¨¢ uma semana.¡± Liliane ficou um pouco embara?ada. ¡°Espere por mim, estou a caminho para te buscar.¡± +15 BONOS Quarenta minutos depois. Liliane viu Carlos na beira da estrada, fndo ao celr. estacionou o carro e foi at¨¦ ele. Carlos, ao celr, proferiu algumas pvras em franc¨ºs antes de desligar. ¨C Est¨¢ medo de ser descoberta por ele? ¨C Perguntou Carlos, sobrancelhas franzidas, vendo os ¨®culos escuros em seu rosto. +15 BONOS Cap¨ªtulo 149 Chapter 149 Cap¨ªtulo 149 Liliane tossiu de leve. Bem, vamos entrar no carro primeiro. Disse . Carlos assentiu e ao pegar a m, ouviu um grito distante. Dr. Carlos? Chamou algu¨¦m. Era a voz de Jorge! O corpo de Liliane ficou tenso. Carlos percebeu sua express?o preocupada, franzindo a testa. Ele se virou na dire??o de Jorge, encontrando William de p¨¦ ¨¤ frente do carro, uma express?o sombria. ¨C H¨¢ quanto tempo, Sr. William, assistente Jorge. Cumprimentou Carlos, sorrindo. Os olhos de William permaneceram fixos em Liliane, parecia que estava sondando. ¨C Sr. William, se n?o h¨¢ nada urgente, eu e minha namorada vamos indo. At¨¦ logo! Disse Carlos, abra?ando Liliane. ¨C Esperem. Disse William, a voz frio. ¨C Com isso, ele se aproximou deles emrgos passos. Liliane, ao perceber a situa??o, rapidamente estendeu os bra?os e abra?ou Carlos. Querido, ele ¨¦ seu amigo? Podem conversar da pr¨®xima vez. Estou fome, vamoser primeiro, est¨¢ bem? ¨C Disse Liliane. Seu tom mimado fez que William parasse de repente e at¨¦ Jorge ficou chocado a atitude de Liliane. Carlos assentiu a cabe?a. ¨C Sr. William, minha namorada n?o est¨¢ se sentindo bem. Vamos embora, at¨¦ mais! ¨C Disse ele. Dito isso, os dois se abra?aram e entraram no carro. A cena provocante acendeu a raiva em William, seu rosto ficou mais sombrio enquanto o carro se afastava. ¨C Sr. William, a Srta. Liliane n?o costuma agir de forma t?o carinhosa, n¨¦? +15 BONOS William sorriu desd¨¦m. Quanto mais evitava, mais ele suspeitava! E quanto ¨¤ investiga??o da identidade d? ¨C N?o encontramos nenhuma pista. Perguntou William, frieza. Respondeu Jorge, nervoso. Esta tarde, quando forem buscar Breno na esc, coloquem mais pessoas para seguir aqus duas crian?as. Vejam onde eles moram. Ordenou William. William, olhando na dire??o em que o carro partiu, estreitou os olhos frios. Ele n?o acreditava que n?o fosse Liliane! Dentro do carro. Liliane olhou de forma constrangida para Carlos. ¨C ¨C Desculpe, n?o esperava encontrar eles e te usaro desculpa. Desculpou Liliane. Estou mais do que disposto a ser essa desculpa. Respondeu Carlos, sorrindo. Com isso, Liliane ficou ainda mais ruborizada. ¨C Falta uma hora para as cinco, as crian?as j¨¢ devem estar saindo da esc, n¨¦? ¨C Disse Carlos, aliviando o desconforto de Liliane. ¨C Sim. Disse Liliane. Que tal pegarmos as crian?as e irmos direto para minha casa para jantar? ¨C ¨®timo. Concordou Carlos, um sorriso. As cinco, a esc liberou as crian?as. Ian e Alice avistaram Carlos imediatamente. Alice, animada, correu para os bra?os de Carlos. ¨C Papai Carlos! ¨C Chamou Alice, animada. ¨C Ian. Alice. Carlos pegou sorrindo, depois estendeu a m?o para Ian. Ian estava feliz ao ver Carlos, estendendo sua pequena m?o para segurar a de Carlos. ¨C Papai Carlos, voc¨º acabou de voltar? ¨C Perguntou Ian. ¨C ¨C Sim, agrade?o ¨¤ sua m?e por me buscar no aeroporto. Respondeu Carlos. Isso ¨¦ o m¨ªnimo que poderia fazer. acrescentando um tom zombeteiro. Dissen, olhando para Liliane, N?o ¨¦, mam?e? Liliane ficou constrangida. Ian sempre provocava , at¨¦ parecia querer juntar e Carlos. ¨C ? Respondeu Liliane, resignada. Mal terminou a f, uma voz de uma garotinha soou. ¨C Ian, Alice, este ¨¦ o pai de voc¨ºs? Pensei que voc¨ºs n?o tinham pai! Comentou a garotinha. Belonging ? N?velDram/a.Org. Alice encarou a garotinha, irritada. ¨C ¨¦ ro que temos um pai! Ele estava apenas trabalhando fora e acabou de voltar. N?o somos crian?as sem pai! ¨C Resmungou Alice. A garotinha revirou os olhos e se afastou. Liliane ao ouvir Alice fr sentiu seu cora??o partir. Alice nunca perguntava sobre o pai, mas, no fundo, tamb¨¦m devia desejar um pai para proteger ¡­ Liliane levantou os olhos, observando Carlos, que colocava cuidado a crian?a no carro. Talvez¡­ devesse reconsiderar a r??o deles por causa das crian?as? +15 BONOS Cap¨ªtulo 150 Chapter 150 Cap¨ªtulo 150 De volta em casa, Lucinda ficou bastante feliz ao ver Carlos, preparando uma mesa farta e acolhedora. Carlos, as mangas arrega?adas, ajudou na cozinha, n?o permitindo que Liliane participasse. Antes do jantar, Carlos levou as crian?as paravar as m?os, enquanto Lucinda carregava os pratos. ¨C Lili, sei que h¨¢ coisas que n?o deveriam ser ditas por mim. Mas, nos ¨²ltimos anos, tenho observado muito e n?o consigo deixar de te lembrar. O Dr. Carlos ¨¦ gentil e atencioso, cuida bem das crian?as e de voc¨º. Voc¨º deveria considerar isso, especialmente pelos seus filhos. Aconselhou Lucinda. Liliane ficou em sil¨ºncio por um momento. ¨C Lucinda, ainda n?o terminei minhas coisas. N?o quero envolver Carlos nisso. ¨C Respondeu . ¨C O Dr. Carlos sabe disso, mas ele nunca se importou. Voc¨º tamb¨¦m precisa de algu¨¦m ao seudo parapartilhar a press?o. ¨C Insistiu Lucinda. Eu j¨¢ devo tanto a ele¡­ ¨C Disse Liliane, baixando os olhos. ¨C Ent?o, por que n?o d¨¢ a ele uma chance? Lili, n?o precisa se prender a um beco sem sa¨ªda. Sugeriu Lucinda. Liliane levantou os olhos, observando a cena harmoniosa no banheiro. recusou Carlos em algumas ocasi?es, mas ele continuava ao seudo. Talvez fosse hora de abrir o cora??o e tentar aceitar ele¡­ Ao mesmo tempo, em um hotel cinco estrs internacional. William recebeu a mensagem e localiza??o de Joaquim. ¡°Sr. William, seguimos o carro deles at¨¦ Mans?o Ba¨ªa. As crian?as moram na mans?o n¨²mero tr¨ºs.¡± William apagou o cigarro. ¡°Me envie as informa??es do propriet¨¢rio em dez minutos.¡± N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. ¡°Sim, Sr. William.¡± Os dedos de William batiam ritmicamente no sof¨¢. +15 BONOS Mans?o Ba¨ªa ficava no centro da cidade, uma mans?o no valor de trinta milh?es. Ele j¨¢ havia investigado. O dinheiro que ele deu a Liliane permaneceu intocado na conta. Mesmo que tivesse usado, dificilmente poderiaprar uma casa naqu localiza??o. Menos de dez minutos. Joaquim enviou a William as informa??es do propriet¨¢rio da mans?o n¨²mero tr¨¦s. Registradoo Cam Marques, Cam Marques, Liliane Marques. William respondeu a Joaquim: ¡°Mantenha vigilancia na mans?o n¨²mero tr¨ºs e me envie uma foto da propriet¨¢ria.¡± Mans?o Baia. Ap¨®s o jantar, Liliane chamou Carlos para o escrit¨®rio. Sobre o problema de Breno, n?o queria esconder nada dele. Liliane entregou a Carlos um copo de suco e se sentou no sof¨¢. ¨C Carlos. Chamou Liliane, em tom suave. Carlos levantou os olhos, calorosos e ros. ¨C Voc¨º tem algo para me contar? ¨C Disse Carlos. Liliane assentiu. Voc¨º se lembra de eu mencionar sobre meu filho que faleceu precocemente? Perguntou . ¨C Lembro. Respondeu Carlos. Ele n?o morreu! aodo de William. Disse Liliane. ¨C N?o apenas est¨¢ vivo, mas est¨¢ vivendo bem ¨C Voc¨º tem certeza? ¨C Perguntou Carlos, at?nito. Liliane explicou a situa??o, e no rosto gentil de Carlos surgiu uma express?o de profunda perplexidade. Se for, a Mavis ¨¦ realmente poss¨ªvel. ¨C Comentou Carlos, suspirando de leve. Ent?o, voc¨º gostaria que eu procurasse um psic¨®logo para Breno? +15 BONOS ¨C Sim,o m?e, tenho uma certa responsabilidade p situa??o dele. N?o sei se posso recuperar a cust¨®dia, mas minha ¨²nica esperan?a agora ¨¦ que Breno tenha uma vida saud¨¢vel, tanto f¨ªsica quanto mental. ¨C Disse Liliane. ¨C Se voc¨º n?o se importar, posso tentar. ¨C Sugeriu Carlos. Liliane olhou para ele, perplexa. Voc¨º ¨¦ cirurgi?o,o pode entender de terapia psicol¨®gica? ¨C Questionou ¨C Desculpe, esqueci de te contar. Tenho uma certifica??o em psicologia infantil. Revelou Carlos, rindo de leve. Chapter 151 Cap¨ªtulo 151 ¨C Voc¨º est¨¢ fazendo isso ps crian?as? ¨C Perguntou Liliane, surpresa. ¨C Sim. Carlos n?o escondeu, dizendo diretamente. Se voc¨º n?o quer que eu ajude as press?es da vida, ent?o eu farei o m¨¢ximo para ajudar as crian?as. Um calor percorreu o cora??o de Liliane. N?o era exatamente uma paix?o por Carlos, mas, para viver o dia a dia, ele parecia ser a melhor escolhao marido e pai. ¨C Obrigada. ¨C Agradeceu Liliane, sinceridade. Carlos sorriu levemente. ¨C Voc¨º sabe, n?o gosto quando voc¨º diz isso. ¨¦ estranho. Al¨¦m disso, eu fa?o isso por vontade pr¨®pria. Disse Carlos, sorrindo de leve. Depois de fr, ele tomou um gole de suco e continuou:.- Quando Breno vem? Amanh?. Respondeu Liliane. ¨C Eu pegarei ele. Me deixe ir, se puder evitar ir ao Jardim Azul agora, melhor. Sugeriu Carlos, depois de ponderar por um tempo. ¨C Prometi ¨¤s crian?as que faria isso. Al¨¦m disso, Breno n?o te conhece, tenho medo de que ele se sinta desconfort¨¢vel. Recusou Liliane, bn?ando a cabe?a. Carlos n?o insistiu. Ent?o, eu venho mais cedo amanh?. ¨C Disse ele. Est¨¢ bem. Concordou Liliane. No s¨¢bado de manh?, Liliane saiu para buscar Breno, usando ¨®culos escuros. Quando saiu do condom¨ªnio, Joaquim seguiu . Ele manteve distancia at¨¦ o Jardim Azul e quando viu Breno entrar no carro a mulher de ¨®culos escuros, tirou uma foto e enviou para William. No carro. Liliane ajudou Breno a colocar o cinto de seguran?a e dirigiu de volta para a Mans?o Ba¨ªa. ¨C Breno, seu pai vai ficar sabendo se voc¨º sair? ¨C Perguntou Liliane, para aliviar a +15 BONGS N?o, a bab¨¢ e a empregada n?o v?o contar. Respondeu Breno, baixinho. Ele costumava usar dinheiro para manter s em sil¨ºncio. Brene, voc¨º n?o gosta muito de conhecer pessoas novas? Perguntou Liliane, de novo, depois de um tempo. Breno apertou as m?os na roupao vestido. Se for amiga da mam?e, eu posso conhecer. Respondeu Breno. Ele podia contrr a ansiedade e o medo parase sua m?e n?o ficarsse chateada Ele sabia que ele estava doente. Ao ver Breno abaixar a cabe?a novamente pelo retrovisor, Liliane sentiu uma dor profunda no cora??o. ¨C Breno, voc¨º pode me dizer se gosta ou n?o de alguma coisa. Voc¨º tem o direito. de escolher o que gosta. Se n?o quiser conhecer pessoas novas agora, posso estar ao seudo e te ajudar a se acostumar coisas novas aos poucos. Disse Liliane. Breno ficou surpreso por um momento, p primeira vez algu¨¦m diziaendo a ele que ele podia escolher o que gostava. Seus olhos sem brilho revram uma luz t¨ºnue. ¨C Mesmo? Perguntou ele, cuidado, mas n?o p?de conter a felicidade. ro, querido, a mam?e aqui, voc¨º n?o precisa se preocupar nada. Garantiu Liliane. Breno se levantou de leve os cantos dos l¨¢bios. ¨C Bom¡­ Concordou ele. Liliane sentiu muitapaix?o por Breno. Era dif¨ªcil imaginar o que ele havia passado sob os cuidados de Mavis. O que podia fazer era jogar Mavis para o olho do furac?o, protegendo Breno da melhor maneira poss¨ªvel. Tendo retornado ¨¤ Mans?o Ba¨ªa, Carlos j¨¢ estava brincando as duas crian?as. Ao ouvir o barulho na entrada, as crian?as correram rapidamente para puxar Breno para dentro. +15 BONOS Eles apresentaram Carlos a Breno. ¨C Breno, este ¨¦ o Papai Carlos, voc¨º tamb¨¦m pode chamar ele de Papai Carlos! Disse Alice. Breno estava ramente nervoso. Ele tentou fr, mas n?o conseguiu emitir som. Belonging ? N?velDram/a.Org. Carlos sorriu de forma amig¨¢vel. ¨C N?o tem problema, Breno. Ainda n?o nos conhecemos muito bem. Quando estivermos mais familiarizados, voc¨º tamb¨¦m pode me chamar assim. Se sentir desconfort¨¢vel, pode me chamar de tio Carlos. Acalmou Carlos. Ao ouvir as pvras de Carlos, Breno rxou um pouco em sua emo??o. Ele foi puxado por Ian para se sentar, e os quatroe?aram a brincar Lego. Carlos olhou para Liliane e acenou de leve, indicando que ele iria cuidar de Breno. Chapter 152 Capitulo 152 Liliane subiu calma para o escrit¨®rio, abriu oputador e acessou os arquivos criptografados. L¨¢, estavam os rt¨®rios de teste de DNA de Mavis, Eduardo e pr¨®pria, juntamente as evid¨ºncias encontradas por Eduardo sobre a farsa de Maviso a ¡°salvadora¡°, O material mais significativo era o v¨ªdeo da r??o entre Mavis e Pablo. N?o tinhao negar, precisava agradecer ao Pablo por ter uma quedinha por manter evid¨ºncias que poderia usar a seu favor. Em dois meses e meio, teria a oportunidade de ver a express?o de Mavis quando confrontada essas provas. No entanto, uma grande d¨²vida permanecia em sua mente. Parecia que havia algu¨¦m por tr¨¢s de Mavis, apagando em sil¨ºncio as evid¨ºncias do assassinato, incluindo a troca de Breno. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Mavis, sem d¨²vida, n?o ousaria deixar os membros das fam¨ªlias Gabaldo e Lima saberem disso. Ent?o, quem era essa pessoa agindo em segredo para ajudar ? Liliane se levantou da cadeira, segurando uma x¨ªcara, enquanto ponderava sobre esse enigma. Sem perceber, quando mostrou o rosto, Joaquim, do pr¨¦dio em frente, rapidamente tirou uma foto d. Na cidade M, no hotel. William ainda estava a trabalho. Assim que ele acordou, recebeu as fotos de Joaquim. Uma mostrava Liliane parada junto ¨¤ jan, outra mostrava pegando Breno. Ao ver o rosto d, agora mais confiante do que nunca, William sentiu seu cora??o apertar. Era Liliane, sua suposi??o estava correta, n?o estava morta! Durante cinco longos anos, ele a procurou pelo mundo todo e nunca apareceu! nem mesmo deu a ele uma ¨²nica pista! Agora, voltou e queria se esconder dele. +15 BONOS realmente n?o queria ver ele? N?o queria fr ele? William fechou for?a os punhos, querendo ver at¨¦ que ponto essa mulher cruel poder¨ªa esconder as coisas. Ao mesmo tempo, ele notou a foto de Liliane pegando Breno. O que estava nejando ao levar o filho dele? Rapidamente, William ligou para Joaquim, instruindo ele a observar cada movimento de Liliane. A tarde, no Apartamento Internacional da Serafim. Mavis olhou fixamente para as duas fotos na mesa. O menino se parecia William e a menina se parecia Liliane. Liliane n?o estava morta? at¨¦ trouxe as crian?as para a Serafim? Como se atrevia a voltar, carregando a acusa??o de ser uma ¡°assassina¡°? Os dois filhos de Liliane estavam na mesma turma do Breno. William j¨¢ tinha visto eles? Se William identificasse aqus duas crian?as ou se Liliane descobrisse que Breno era filho d, ser¨¢ que ainda tinha a chance de retornar? Mavis apertou raiva os punhos. Se soubesse, teria matado Liliane e suas duas crian?as naqu hora! n?o podia se dar ao luxo de ficar sentada esperando! Puxando o celr, ligou para a delegacia de pol¨ªcia. ¨C Al?! Quero denunciar uma assassina! ¨C Disse . Mans?o Ba¨ªa. Liliane, que j¨¢ havia reservado um restaurante, estava prestes a sair as crian?as. Ao descer, ouviu batidas na porta. Lucinda foi atender e se deparou policiais, sua express?o mudou abruptamente. ¨C Ol¨¢, a Sra. Cam est¨¢? ¨C Perguntou um policial, se aproximando e mostrando os documentos. +15 BONOS Lucinda se virou e olhou para Carlos em busca de orienta??o. ¨C Lucinda, quem ¨¦? ¨C Perguntou Liliane, que estava na escada, antes que Carlos pudesse reagir. Antes que Lucinda pudesse responder, os policiais entraram. Ao ver Liliane, imediatamentepararam sua imagem as fotos em seus arquivos. Ao constatar que era id¨ºntica ¨¤ mulher procurada por assassinato, o tom dos policiais se tornou mais severo. Sra. Cam, precisamos que nos panhe. ¨C Disse o policial. +15 BONG Cap¨ªtulo 153 Chapter 153 Cap¨ªtulo 153 Sem esperar a resposta de Liliane, Alice correu rapidamente para bloquear a escada. Sua bochecha fofa ficou inda de raiva. ¨C Por que voc¨ºs est?o levando minha m?e embora? Perguntou Alice, aos policiais. N?o apenas Alice, masn e Breno tamb¨¦m se aproximaram dos policiais, encarando eles hostilidade. ¨C Voc¨ºs n?o t¨ºm raz?o para levar minha m?e sem motivo. Disse fan, frieza.. Motivo? Perguntou Breno, ainda mais frio: As crian?as, sem saber o que estava acontecendo, defendiam sua m?e, temendo que fosse levada embora. Carlos e Liliane, no entanto, estavam surpreendentemente calmos. Com um olhar m¨²tuo, eles seguiram uma estrat¨¦gia coordenada. Carlos foi ¨¤ frente para acalmar as emo??es das crian?as, enquanto Liliane, serenidade, desceu as escadas. Posso panhar voc¨ºs, mas gostaria de saber qual crime estou sendo acusada? ¨C Perguntou Liliane, diante dos policiais. Recebemos uma den¨²ncia, suspeitando que voc¨º ¨¦ uma assassina que forjou a pr¨®pria morte e escapou da pris?o. Respondeu o policial. ¨C Belonging ? N?velDram/a.Org. Gritou Alice, furiosa, ¨C Minha m?e n?o ¨¦ uma assassina! Voc¨ºs est?o mentindo! se libertando do controle de Carlos para abra?ar as pernas de Liliane. Pequena, por favor, n?o impe?a a pol¨ªcia de fazer seu trabalho! Se, ap¨®s a verifica??o, sua m?e estiver limpa, n¨®s deixaremos voltar. policiais. Liliane deu um tapinha nas costas de Alice, tentando acalmar . Explicou um dos Posso ir voc¨ºs. No entanto, pe?o que evitem fr sobre essas acusa??es na frente das crian?as, para n?o machucar seus cora??es inocentes. Disse Liliane, se dirigindo ao policial um olhar frio.¡± Os policiais se viraram, encarando Liliane. ¨C Vamos. Disse eles. Liliane seguiu eles para fora. Alice chorou, olhando para Carlos. +15 BONOS ¨C Papai Carlos, eu n?o gosto mais de voc¨º! A pol¨ªcia est¨¢ acusando injustamente minha m?e, por que voc¨º n?o defende ? ¨C Comentou Alice, chorando. Carlos, pacientemente, se ajoelhou e acariciou o cabelo macio de Alice. N?o estou recusando ajudar sua m?e. Eu acredito n. Sua m?e n?o fez nada errado, ent?o por que ter medo da pol¨ªcia? Neste momento, devemos encorajar a limpar seu nome. Caso contr¨¢rio, isso pode se tornar um problema no futuro, concorda? ¨C Consolou Carlos. Ao ouvir isso, Alice deixou dedo suas queixas. ¨C ¨¦ verdade? ¨C Perguntou , uma voz chorosa. ¨C Quando eu j¨¢ menti para voc¨º? Disse Carlos, assentindo. Ian, aodo, a express?o fria, puxou Breno para longe. ¡ª ¨C Precisamos encontrar uma maneira de ajudar nossa m?e. Dissen. Ian, eu tenho uma ideia. Falou Breno, olhando para ele. Voc¨º tem um no? ¨C Perguntou Ian, intrigado. ¨C Pesquisar informa??es e resolver. ¨C Respondeu Breno, apertando os l¨¢bios. Ian concordou Breno, correu para o andar de cima. Na entrada. Depois que Liliane foi embora, Joaquim rapidamente enviou uma mensagem para William. ¡°Sr. William! A Srta. Liliane foi levada p pol¨ªcia.¡± William, que estava discutindo uma coopera??o de uma mina Sr. Gael na Cidade M, recebeu a mensagem. Seu rosto ficou sombrio num instante. ¨C Sr. Gael, algo urgente surgiu. Preciso partir imediatamente. Disse William, se levantando rapidamente. Sem esperar p resposta do Sr. Gael, William saiu ¨¤s pressas da s. Ao ver William sair, Jorge se virou pressa olhando para o Sr. Gael, seu rosto estava bastante sombrio. Ele alcan?ou William, tentando explicar a gravidade da situa??o. William, sobre a situa??o aqui¡­ Disse Jorge. +15 BONOS ¨C Compre uma passagem para o pr¨®ximo voo de volta para a Serafim. Liliane foi levada para a delegacia! ¨C Interrompeu William. Jorge ficou atordoado por um momento. Sr. Gael, do outrodo da s, tinha um contrato de bilh?es em jogo. William realmente estava abandonando tudo por causa de Liliane? Espere. Delegacia? Jorge percebeu. Se a identidade da Srta. Liliane fosse descoberta, poderia ser presa novamente! +15 BONOS Cap¨ªtulo 154 Chapter 154 Cap¨ªtulo 154 Na delegacia. Liliane permanecia sentada, olhando calma para os dois policiais ¨¤ sua frente. Mesmo ap¨®s uma hora de interrogat¨®rio, eles se recusavam a liberar , mesmo sem evid¨ºncias substanciais. H¨¢ mais alguma pergunta? Perguntou Liliane, preocupada seus filhos. Lamentamos, mas n?o podemos deixar voc¨º ir. Respondeu a policial feminina, severidade. ¨C Voc¨ºs j¨¢ investigaram tudo minuciosamente. Existe algo que ainda desconfiem? ¨C Questionou Liliane, olhando indiferen?a para eles. Cinco anos atr¨¢s, Eduardo ajudou a forjar uma identidade, amigos no exterior garantindo que cada detalhe de sua vidao Cam estivesse perfeitamente organizado, por isso, Liliane podia estar calma agora. O policial masculino olhou mais uma vez para os documentos e registros, sem conseguir encontrar falhas. Ele ent?o consultou a colega. N?o h¨¢ problemas, ¨¦ apenas parecida. Deixamos ir. Sugeriu o policial masculino. ¨C Voc¨º n?o est¨¢ esquecendo de algo? ¨C Perguntou a policial feminina. ¨C O qu¨º? ¨C Perguntou o policial masculino. ¨C Verifica??o de DNA! Falou a policial feminina, olhando intensamente para Liliane. Ao ouvir isso, Liliane congelou. A identidade podia ser forjada, mas o DNA era inalter¨¢vel. Vamos fazer o teste de DNA. Se coincidir, voc¨º ser¨¢ liberada. Disse a policial, se levantando. ¨C Est¨¢ bem¡­ ¨C Respondeu Liliane, ansiosa, se levantando. Mans?o Ba¨ªa. As duas crian?as observavam atentamente a cena na delegacia atrav¨¦s do v¨ªdeo. Est¨¢ dif¨ªcil, mam?e est¨¢ nervosa. Disse Ian, as sobrancelhas franzidas. ¨C +15 BONOS Mesmo? Perguntou Breno, olhando para ele. ¨C Minha m?e raramente aperta os l¨¢bios. Quando faz isso, est¨¢ nervosa. Eu e Alice sabemos disso. ¨C Faloun, assentindo.. Breno ficou sombrio. Ele n?o sabia¡­. Ele n?o esteve aodo de sua m?e para entender essas coisas, mas ele estava aprendendo. Mam?e apertando os l¨¢bios significava que estava nervosa. ¨C Breno. Chamoun, ele perguntou. Voc¨º tem algum jeito de adulterar o tipo sanguineo? -Eu n?o posso adulterar o tipo sanguineo. ¨C Respondeu Breno, baixinho, bn?ando a cabe?a. Mas eu posso invadir o sistema do hospital e alterar o rt¨®rio de teste de sangue. O problema ¨¦ que eu n?o sei em qual hospital eles foram. Eu posso ajudar isso! ¨C Faloun, ficou em p¨¦, se sentando no enquanto invade e modifica. Quanto tempo voc¨º leva para invadir o sistema do hospital? Eu levo cinco minutos. Respondeu Breno, confian?a. ¨C Bom! Concordou Ian ee?ou a invadir oputador de Liliane sem pedir permiss?o, murmurando. Desculpe, m?e, mas agora eu preciso invadir sem o seu consentimento. Quinze minutos depois. Liliane foi levada p policial para o Hospital da Serafim. Ao ver o hospital onde sua m?e j¨¢ esteve, uma onda de tristeza atingiu . Inspirando profundamente, seguiu a policial para o teste de DNA. A policial observava atentamente, capturando at¨¦ as menores express?es faciais e emo??es. Infelizmente, Liliane n?o revva nada. Depois de coletar o sangue, Liliane, se sentou na ¨¢rea de espera sendo encarada p policialo uma criminosa. Ambas passaram uma meia hora tortuosa em um sil¨ºncio pesado, at¨¦ que a policial finalmente desviou o olhar para pegar o rt¨®rio. As m?os de Liliane tremiam enquanto segurava o rt¨®rio impresso, o suor +15 BONOS Ansiosamente, examinava as op??es, tentando antecipar estrat¨¦gias para o caso de ser descoberta. Antes que Liliane pudesse formr qualquer no, a policial se aproximou, franzindo a testa. Belonging ? N?velDram/a.Org. ¨C Voc¨º fez uma grande transfus?o de sangue recentemente? ¨C Perguntou a policial feminina, suspeitando e olhando para Liliane. Liliane ficou at?nita. O rt¨®rio de teste n?o mostrava o mesmo tipo sangu¨ªneo? Ser¨¢ que Carlos devia ter alertado o m¨¦dico antecipadamente? Al¨¦m do Carlos, que era r¨¢pido, Liliane realmente n?o conseguia pensar em mais ningu¨¦m. estava prestes a dizer algo quando, de repente, ouviu passos apressados. 15 BONOS Cap¨ªtulo 155 Chapter 155 Cap¨ªtulo 155 Delegado Jacarias? Falou a policial feminina logo em seguida, surpreendida. Liliane seguiu o olhar d. Diante d, estava um homem de meia¨Cidade ligeiramente corpulento e um rosto bonito, mas s¨¦rio, logo atr¨¢s dele. Quando seus olhares se encontraram, Liliane recolheu os dedos abruptamente, seus olhos se rgaram de leve. Como William poderia estar ali? Ele n?o estava em uma viagem de neg¨®cios? Jacarias olhou para a policial, franzindo a testa. ¨C Ivana, o que voc¨º est¨¢ fazendo? Solte a pessoa imediatamente! ¨C Repreendeu Jacarias. ¨C Delegado, essa pessoa ¨¦ id¨ºntica a assassina que morreu devido ao parto anteriormente¡­ Respondeu Ivana. O que voc¨º quer dizer ¡°id¨ºntica¡°? ¨C Repreendeu Jacarias. Esta ¨¦ a namorada do Sr. William! Voc¨º est¨¢ inventando coisas! Ivana olhou para William suspeita, depois para Jacarias. ¨C Delegado Jacarias, a assassina chamada Liliane anteriormente tamb¨¦m tinha alguma liga??o o Sr. William. Voc¨º n?o est¨¢ preocupado que ele esteja protegendo uma assassina? ¨C Disse Ivana, seriedade. ¨C Evid¨ºncias? ¨C Disse Jacarias e ficou o rosto vermelho de raiva. ¨C Me mostre! Ivana segurou o rt¨®rio do tipo sangu¨ªneo relutancia. Os tipos sangu¨ªneos n?o coincidem. Disse Ivana. Ent?o, solte ! ¨C Disse Jacarias, impaciente, em voz baixa. Belonging ? N?velDram/a.Org. ¨C V¨¢ embora! Disse Ivana, olhando para Liliane. Liliane, atordoada, se virou, agindo calma, se levantou. ¨C Est¨¢ bem! Respondeu . ¨C Quando passou por William, ele de repente agarrou o bra?o d, puxando para seus bra?os. +15 BONOS Liliane foi for?ada a apoiar a cabe?a em seu peito. O batimento card¨ªaco forte e est¨¢vel do homem ecoou em seus ouvidos, seguido. por suas pvras frias. -Agrade?o ao Delegado Jacarias por me panhar aqui hoje. Caso contr¨¢rio, minha namorada poderia ser injustamente acusada. Disse William. ¨C Desculpe, Sr. William, a policial Ivana est¨¢ apenas fazendo o trabalho d. Desculpou Jacarias, constrangido, se virando. William riu frieza, envolvendo Liliane e saindo. Liliane, se recuperando,tentou se soltar. -Se n?o quiser ser suspeita, coopereigo. Disse William, baixinho. Liliane apertou os dentes, a quem devia toda essa confus?o? Se ele n?o tivesse deixado Mavis ao seudo, n?o precisaria viver escondida, mudando de nome! Liliane, contendo a raiva, entrou no carro William. Ao ver ele se sentar, n?o conseguiu se conter.. Voc¨º n?o est¨¢ confundindo as pessoas? Eu n?o preciso da sua ajuda! ¨C Disse Liliane, em tom indiferente. Jorge, no banco do motorista, olhou perplexidade para Liliane. A Srta. Liliane realmente precisava se justificar tanto assim? ¨C Voc¨º pode enganar todos, menos a mim. ¨C Disse William, voz profunda, olhando para . -Eu n?o entendo o que voc¨º est¨¢ dizendo! ¨C Comentou Liliane, retirando o olhar que estava fixo no rosto dele. Seu peito estava agitado,o se estivesse lembrando a dos sentimentos n?o resolvidos por William. ¨C Ent?o, por que voc¨º est¨¢ t?o disposta a cooperarigo? Retrucou William, sorrindo de forma ambigua. Liliane ficou sem pvras. Ele preparou uma armadilha para ? ¨C Senhor, por favor, n?o fa?a suposi??es infundadas sobre os pensamentos dos outros! N?o estou cooperando voc¨º, estou apenas evitando problemas +15 BONOS ¨C Oh? ¨C William riu, se aproximando devagar de Liliane. Parece que, aos seus olhos, eu n?o sou um problema. Liliane ficou sem pvras de novo. Depois de tantos anos,o ele se tornou t?o desavergonhado? ¨C Agrade?o por hoje ¨¤ noite! Eu estou indo! ¨C Falou Liliane. Ao dizer isso, estendeu a m?o para abrir a porta do carro. Sem perceber, William segurou sua cintura, puxando para mais perto. A respira??o quente se espalhou em seu ouvido. ¨C Liliane, por quanto tempo voc¨º pretende se esconder? ¨C Perguntou William, uma voz meio fria. +15 BONOS Cap¨ªtulo 156 Chapter 156 Cap¨ªtulo 156 Os olhos de Liliane tremeram, rapidamente escapando do dom¨ªnio de Williamo se tivesse levado um choque. Eia encarou ele vigilancia e frieza. Sr. William! Por favor, seporte! Disse Liliane. O tom familiar fez um sorriso leve aparecer nos olhos de William. Ser¨¢ que percebeu que ao pronunciar ¡°Sr. William¡± em um momento de urg¨ºncia, revelou demais? William n?o constrangeu mais. Ele se endireitou olhando para Jorge. Dirija at¨¦ a Mans?o Ba¨ªa. Ordenou William. ¨C Voc¨º est¨¢ me investigando? ¨C Perguntando Liliane, olhando f¨²ria para ele. ¨C Sim. Respondeu William, honestamente.. Desprez¨ªvel! ¨C Xingou Liliane. Voc¨º nunca aprender¨¢ a respeitar! Eu n?o preciso saber! A respira??o de William caiu para zero, ele rosnou. S¨® sei que te procurei por cinco anos! ¨C Voc¨º n?o precisava me procurar! ¨C Respondeu Liliane, frieza. ¨C Liliane, n?o seja ingrata! Comentou William, a raiva brilhava nos olhos dele. Eu pedi para voc¨º me procurar? ¨C Retrucou Liliane, encarou ele frieza. Se n?o fosse por voc¨º, minha vida n?o seria esse caos! Eu ordenei voc¨º ser presa? ¨C Questionou William, raiva. ¨C Foi voc¨º que acreditou na Mavis! Voc¨º n?o me deu a chance de explicar! Gritou Liliane, tremendo, incapaz de contrr o grito. Se ao menos voc¨º tivesse confiado em mim, me deixado fr mais uma vez, eu n?o estaria nessa situa??o! O cora??o de William apertou, ele realmente estava errado. N?velDrama.Org ? 2024. Se tivesse encontrado a diretora mais cedo, n?o teria ca¨ªdo nas artimanhas de Mavis. Ele, afinal, devia muito a . William reprimiu a raiva em seu corpo, olhou para Liliane. DI +15 BONO1 Desculpe. Disse William. Voc¨º me matou, uma desculpa ¨¦ suficiente? Zombou Liliane, sorrindo desd¨¦m. Eu voupensar voc¨º. Prometeu William. N?o precisa! ¨C Recusou Liliane. S¨® agrade?o se voc¨º n?o perturbar mais. minha vida! Ao ouvir Liliane dizer isso sem hesitar, a dor apertou o peito de William. ¨C Voc¨º n?o quer mais se vingar d? Perguntou William, voz rouca. Minha vida n?o ¨¦ da sua conta! Respondeu Liliane. Jorge, que dirigia, suspirou internamente. Parecia que o caminho para conquistar sua esposa ainda era longo¡­ Dez minutos depois. Mans?o Ba¨ªa. Liliane abriu rapidamente a porta do carro, seguida de perto por William. Tr¨ºs crian?as correram para fora ao ouvir o som do carro. Ao ver Liliane, Alicee?ou a chorar de imediato. Mam?e! Chamou Alice, correndo at¨¦ Liliane. Liliane abra?ou carinho o corpo tremulo de Alice devido ao choro. Alice, me desculpe por fazer voc¨º se preocupar. Desculpou Liliane. Ian tamb¨¦m correu at¨¦ Liliane, olhos vermelhos. ¨C Mam?e, eles te iodaram? ¨C Perguntou Ian. Liliane, contendo a tristeza, bn?ou a cabe?a. ¨C N?o, mam?e s¨® foi tomar uma x¨ªcara de caf¨¦. Respondeu Liliane. Uma mentira¡­. Ian sentiupaix?o por Liliane, abra?ou o pesco?o d e esfregou o rosto contra o d. Ele viu tudo ps cameras e ouviu a conversa. A pol¨ªcia interrogou de maneira agressiva por uma hora. Breno, parado perto da porta, baixou os olhos e apertou os punhos. +15 BONOS Seu rosto de crian?a estava repleto de tristeza. Ele queria correr e consr a mam?e, mas seu pai chegou. Ele prometeu n?o revr nada. Carlos e Lucinda, que sa¨ªram logo depois, viram William. Lucinda baixou a cabe?a, se sentindo culpada. Carlos se aproximou. Ele olhou para William, que ficou sombrio. Sr. William, obrigado por trazer a Lili de volta. Disse Carlos. Lili? William riu desd¨¦m. Voc¨ºs est?o juntos? Carlos respondeu calmamente. Estaremos em breve. ¨C Respondeu Carlos, calma. ¨C Ent?o por que agir t?o ¨ªntimos? Zombou William, depois olhou para Breno, ¨C Breno, n?o deveria me dar uma explica??o? baixando a voz. Antes que Breno pudesse responder, Liliane se endireitou de repente. Ele ¨¦ apenas uma crian?a! Quando fr ele, mostre um pouco do calor que um pai deve ter! Al¨¦m disso, eu trouxe Breno para brincar, n?o iode ele! Disse Liliane. +15 BONOS Cap¨ªtulo 157 Chapter 157 Cap¨ªtulo 157 Belonging ? N?velDram/a.Org. Liliane repreendendo William na frente de tantas pessoas fez o rosto dele escurecer num instante. Voc¨º levou meu filho sem minha permiss?o e agora est¨¢ me culpando? ¨C Retrucou William, encarando frieza. ¨C Sinto muito por n?o ter te avisado anteced¨ºncia! ¨C Desculpou Liliane, apertando os dentes. ¨C Mao pai, questionar a crian?a assim logo de cara, voc¨º n?o acha que isso poderia assustar ele? Voc¨º n?o sabe a situa??o atual de Breno? Pode pelo menos dar um pouco de calor e carinho para a crian?a? ¨C Ele ¨¦ meu filho, por que voc¨º est¨¢ t?o agitada? ¨C Questionou William, semicerrando os olhos. Liliane ficou sem pvras. Oh n?o, estava t?o preocupada a crian?a que esqueceu que William ainda n?o sabia sobre sua r??o Breno. Eu s¨® estou te aconselhando a n?o deixar a crian?a se sentir rejeitada. ¨C Disse , mudando rapidamente de assunto. William soltou um sorriso frio, se aproximando de Liliane. ¨C Agora estou curioso para saber por que voc¨º se preocupa tanto meu filho. Acho que, incapaz de se vingar da Mavis, est¨¢ se aproximando da crian?a para, ent?o, atacar ele? ¨C Questionou William. Ouvindo isso, Liliane olhou incredulidade para ele. Os pensamentos dele estavam indo por caminhos estranhos? seria t?o vil a ponto de prejudicar uma crian?a inocente? ¨C Adivinhei certo? Continuou William, seu olhar era astuto. ¨C Voc¨º n?o consegue responder? ¨C Sr. William! De repent¨¦, Carlos avan?ou, puxando Liliane para tr¨¢s. Ele olhou calma nos olhos de William. Espero que n?o interprete mal as inten??es de Lili. Breno foi maltratado por Mavis, o que causou problemas psicol¨®gicos. Agora ¨¦ um momento em que a crian?a precisa de aten??o. Trazer Breno aqui para brincar ¨¦ uma forma de rxamento e tratamento. William levantou o queixo, olhando desprezo para Carlos. ¨C Voc¨º ainda n?o tem qualifica??o para frigo. ¨C Disse William. +15 BONOS Ao terminar a frase, Jorge rapidamente interveio, se dirigindo a Carlos. Dr. Carlos, por favor, n?o se envolva nos assuntos entre o Sr. William e a Sra.. Liliane. Maldoso! Voc¨º ¨¦ maldoso! Xingou Alice, que estava aodo de Liliane, n?o sabia quando chegou perto de William. Com seus pequenos punhos cor¨Cde¨Crosa, golpeou William repetidamente, disse uma vozinha suave e protetora. N?o vou permitir que voc¨º machuque o Papai Carlos! William franziu a testa, olhando para a garotinha irritada. Ele apertou os l¨¢bios finos. A crian?a era incrivelmente semelhante ¨¤ Liliane quando estava raiva. Liliane, assustada, correu para pegar Alice. ¨C Desculpe! N?o cuidei bem da crian?a! ¨C Desculpou Liliane. Certo ou errado, Liliane nunca hesitava em se desculpar quando necess¨¢rio. William n?o queria brigar a crian?a. O que iodava ele era que essa crian?a chamava Carlos de pai? era a filha de Liliane e Carlos? Os olhos de William ent?o se fixaram no rosto de Ian. Por que essa crian?a se parecia tanto ele? William franziu a testa, apontando para Ian. ¨C Qual a r??o deleigo? ¨C Perguntou William. Liliane, em panico, se colocou entre William e a crian?a, contrndo suas emo??es. ¨C N?o tem r??o alguma voc¨º! Respondeu . Se voc¨º n?o morreu, onde est?o meus tr¨ºs filhos? ¨C Questionou William, captando a estranheza de Liliane. Os tr¨ºs filhos olharam para Liliane ao mesmo tempo. Sentindo o olhar fervente das crian?as, Liliane ficou sem pvras. sobreviver ap¨®s um grande sangramento na gravidez de trig¨ºmeos j¨¢ ¨¦ uma grande sorte. Sr. William, por favor, n?o force a fr mais sobre isso! ¨C Falou Carlos, antes que Liliane pudesse pensar emo responder. Liliane olhou agradecida para Carlos. Essa frase n?o prejudicou as crian?as e, de maneira inteligente, ocultou o +15 BONOS ¨C Sintopaix?o por ¨®rf?os, ent?o, adotei eles! Alguma outra pergunta? ¨C Explicou Liliane, em seguida. Ian e Alice ficavam sem pvras. Quando eles se tornaram ¨®rf?os? S?o adotados, mas s?o t?o parecidosigo? E voc¨º? ¨C Questionou William, um sorriso ir?nico. 15. GOND Cap¨ªtulo 158 Chapter 158 Cap¨ªtulo 158 Voc¨º nunca ouviu fr de que as crian?as acabam porzando quem convivem? que significa n parecido voc¨º¡°? Voc¨º ¨¦ a Grien olhos em formas de p¨ºssego neste mundo? Retruco Liliane, sem rodelos e depois ofhou para as duas crian?as Vamos para casa! n?o podia mais ficar all, sen?o a desconfian?a de William, ele certamente perceberia algo! poderia enganar ele por enquanto, mas agora n?o era o momento de disputar as crian?as ele. Observando Liliane fugir apressadamente as crian?as, William ficou uma express?o sombr¨ªa. No caminho de volta, William olhou para Breno, que permanecia em sil¨ºncio. Voc¨º gostou de brincar na casa d? ¨C Perguntou William, uma voz s¨¦ria. ¨C ¨C Gostei. Respondeu Breno, assentindo os l¨¢bios cerrados. Sua m?e e Liliane tiveram conflitos. Voc¨º n?o tem medo de que fa?a algo voc¨º? ¨C Continuou William. Ele estava preocupado a seguran?a de Breno. Embora n?o se importasse Mavis, ele se importava seu pr¨®prio filho. A quest?o crucial agora era que ele n?o conseguia entender a atitude de Liliane, afinal, suportou em sil¨ºncio por cinco anos antes de retornar. Se fosse para buscar vingan?a, ele estava disposto a ajudar . A ¨²nica linha que n?o podia ser ultrapassada era envolver seu filho, isso era o limite dele. Breno, medo de ser proibido de ir ali novamente, levantou pressa a cabe?a. ¨¦ boa! ¨C Comentou Breno, ansiedade nos olhos. William ficou surpreso. Como Breno poderia determinar t?o rapidamente que Liliane era boa para ele? Quanto mais isso acontecia, mais William desconfiava das a??es de Liliane. Sr. William, a Srta. Liliane provavelmente n?o faria mal ¨¤s crian?as. Disse +15 BONGS Voc¨º conhece t?o bem? Questionou William, frieza. Jorge rapidamente negou a cabe?a. N?o. St. William, voc¨º pensou tanto na Srta. Liliane por tantos anos, deve conhecer sua indole. Se a Srta. Liliane fosseo Mavis, voc¨º certamente n?o se importaria . Explicou Jorge. Voc¨º acha que me conhece? Perguntou William, em tom frio, de novo. Jorge ficava sem pvras. ¡°Voc¨º esqueceu os anos em que voc¨º estava alcoolizado!¡°, Jorge n?o ousava dizer essas pvras. Apartamento Internacional da Serafim. Ao saber que Liliane escapou, Mavis ficou furiosa. N?o desistiria t?o facilmente, n?o era mesmo? ¨®timo! Muito bom! J¨¢ que trouxe a si mesma e as crian?as de volta, que n?o remasse quando as coisas se complicassem! Mavis pegou o celr rapidamente e discou um n¨²mero, Demorou um pouco para a pessoa atender. Sr. Giovane! Vou precisar da sua ajuda de novo! Voc¨º pode organizar algumas pessoas para mim? ¨C Pediu Mavis. fazer? ¨C A resposta grosseira de Giovane veio. O que voc¨º quer fazer? Eu quero matar os filhos de Liliane! Se n?o fizer isso, n?o poderei voltar para perto de William! Disse Mavis, raiva. N?o espere que eu limpe sua bagun?a novamente. uma voz fria. Respondeu Giovane, Mavis ¨C Sr. Giovane! Eu imploro, essas duas crian?as n?o podem exister! estava ansiosa. Ah, e Breno! Eu farei o que voc¨º quiser, contanto que voc¨º me ajude a matar essas tr¨ºs crian?as! ¨C Mavis, voc¨º acha que pode me ajudar? Eu te avisei para n?o desafiar os meus limites! Alertou Giovane. +15 BONOS ¨C ¨¦ a ¨²ltima ve!! Sai! Exmou Mavis, urg¨ºncia. Disse Giovane, ap¨¢tico. Ao ouvir a chamada ser desligada, os olhos de Mavis ficaram vermelhos. Belonging ? N?velDram/a.Org. O que aconteceu o Sr. Giovane? Antes, ele sempre concordava todas as suas solicita??es, incluindo prejudicar Liliane. Por que ele n?o permitia que tocasse nas crian?as? nunca tinha visto pessoalmente o Sr. Giovane, mas o incidente Pablo mostrou que ele era muito eficiente! n?o ousaria irritar ele, sen?o n?o saberiao morreria.. Como Sr. Giovane n?o quis ajudar , s¨® poderia contratar algu¨¦m para fazer o servi?o sujo! De madrugada. Liliane acordou abruptamente de um pesadelo. Sonhou as tr¨ºs crian?as em meio a po?as de sangue. Mavis empurrou uma faca para suas m?os, rindo de forma mal¨¦v enquanto atribu¨ªa a culpa a . +15 BONOS Cap¨ªtulo 159 Chapter 159 Cap¨ªtulo 159 Liliane segurou o peito dolorido e tirou o edredom antes de sair da cama. abriu a porta e se dirigiu ao quarto das crian?as. Ao empurrar a porta, viu os rostinhos adormecidos dos dois pequenos, o que tranquilizou . Liliane fechou de leve a porta, deslizando para dentro da cama das crian?as. se inclinou para beijar a testa den e Alice, envolvendo eles em seus bra?os. Aquele sonho era sem d¨²vida um lembrete de que negligenciou a seguran?a das crian?as ultimamente. Desde que voltou ao pa¨ªs, estava ocupada nejandoo lidar Mavis, sem considerar a seguran?a de Ian e Alice na Serafim. Nos pr¨®ximos dias, precisaria arranjar alguns guarda¨Ccostas para ficarem de olho nas crian?as o tempo todo. Quando Liliane fechou os olhos, Ian, sonolento, abriu os olhos. O que havia de errado mam?e? N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Por que veio dormir eles? Ele lembrava do pai irrespons¨¢vel mencionando Mavis na entrada da mans?o. Mam?e tinha algum problema ? ¡°Amanh?, preciso descobrir mais sobre essa tal Mavis.¡°, pensou Ian, franzindo a testa. Domingo. Liliane ligou para Eduardo e contou o que aconteceu na noite passada, mencionando a necessidade de contratar guarda¨Ccostas. A parada das crian?as a gente vacilou mesmo. Vou contratar os seguran?as para dar um jeito. Quanto ao William, vou tentar segurar ele pra n?o meter o nariz na vida das crian?as. ¨C Concordou Eduardo. ¨C ¨C Eduardo. Interrompeu Liliane. A prioridade ¨¦ proteger contra Mavis. Se William descobrir, no m¨¢ximo, levar¨¢ as crian?as embora. Entendi. Vou monitorar Mavis. Lili, se cuide e me avise se estiver ocupada na empresa. Assegurou Eduardo. Eu sei. Respondeu Liliane. 15 BONOS Na escada, os dois pequenos espiavam Liliane enquanto fva ao celr. Alice, ¨¦ hora de executar o no. Dissen. Ele havia instruido Alice p manh? a manter a mam?e ocupada enquanto ele fosse ac escrit¨®rio d. ¨C Combinado!n! ¨C Concordou Alice, se levantando. Com isso, segurou a boneca e correu para embaixo. Ian subiu para o segundo andar e entrou no escrit¨®rio. Conectou seuputador ao de Liliane ee?ou a fazer backup de arquivos. Quinze minutos depois. Ian saiu do escrit¨®rio oputador. Ele deu uma olhada em Alice, que ainda brincava a m?e l¨¢ embaixo e voltou para o quarto. Ao abrir oputador,n localizou a conversa Breno. Ele enviou um arquivo criptografado a senha. ¡°Agora, ¨¦ voc¨º investigar sobre a mam?e e Mavis.¡± ¨¤ tarde, Eduardo trouxe os guarda¨Ccostas. Dez guarda¨Ccostas! Liliane ficou de boca aberta a presen?a imponente. ¨C Lili, ser¨¢ que n?o tem gente suficiente? ¨C Disse Eduardo, preocupado. Liliane ficou sem pvras. Dez seguran?as! Ele ainda achava que n?o era suficiente? Eduardo, est¨¢ bom assim. Liliane interrompeu os devaneios de Eduardo. Se n?o estiver bom, me avise. Cinco deles v?o ficar na mans?o, os outros cinco v?o levar as crian?as para a esc. O restante do tempo, estar?o voc¨º na empresa. Insistiu Eduardo. ¨C Eduardo, na verdade, dois j¨¢ seriam suficientes. Sorriu Liliane, resignada. ¨C N?o d¨¢. ¨C Negou Eduardo. Assim eu n?o fico tranquilo. Liliane cedeu, pensando que Eduardo ainda poderia querer arrumar mais gente para . Para Ian e Alice, os mais vigiados pelos dez seguran?as, at¨¦ tentar fugir se tornariaplicado. Segunda¨Cfeira. +15 BONOS Liliane levou as crian?as para a esc, ao se preparar para entrar no carro, um carro esportivo branco parou de repente. Mavis desceu do carro e bateu no vidro do carro de Liliane. ¨C Liliane, des?a! ¨C Gritou Mavis. Chapter 160 Cap¨ªtulo 160 +15 BONOS Liliane franziu a testa. Era ro que Mavis apareceu na frente da esc infantil para ver cia. Como sabia? Tem coragem de voltar, mas n?o de descer e conversar? Liliane, est¨¢ se escondendoo uma tartaruga! Zombou Mavis. Observando a pressa de Mavis, Liliane entendeu. Content is property ? N?velDrama.Org. Os policiais que procuraram ontem provavelmente foram resultado da den¨²ncia de Mavis. Ser¨¢ que Mavis queria que admitisse algo durante a conversa para gravar e apresentar ¨¤ pol¨ªcia? n?o era boba de cair na sua armadilha Discuss?es e pvras afiadas n?o iam resolver a rixa ds, ent?o nem valia a pena descer do carro. Liliane pegou o celr e rapidamente os seguran?as desceram do carro, impedindo a intrus?o de Mavis. Observando Mavis sendo levadao uma louca, Liliane partiu em dire??o ¨¤ empresa. Ao chegar, a secret¨¢ria Ana entrou e rtou o cronograma do dia para Liliane. Sra. Liliane, h¨¢ uma reuni?o p manh? e ¨¤ tarde voc¨º precisa ir ¨¤ f¨¢brica, pois as novas m¨¢quinas chegaram. ¨C Avisou Ana. ¨C Est¨¢ bem, me lembre na hora. ¨C Assentiu Liliane. P manh?, depois da reuni?o, Liliane se preparou para ir ¨¤ f¨¢brica. Antes de sair, parou em uma cafeteria eprou o caf¨¦ favorito de Kerry. Enquanto se virava, esbarrou em algu¨¦m, derrubando o caf¨¦ sobre a pessoa. Liliane se apressou a levantar a cabe?a. Desculpe, senhor¡­ ficou paralisada antes de terminar as pvras. 7 Na frente d, uma express?o desagrad¨¢vel, estava Vin¨ªcius. Ele limpou o caf¨¦ derramado e olhou para Liliane por cima dos ¨®culos escuros. N?o tem problema. ¨C Disse Vin¨ªcius. +15 BONOS Depois de fr, ele de repente franziu a testa ao observar Liliane usando ¨®culos escuros. Estavam bem perto e atrav¨¦s dos ¨®culos escuros, Vin¨ªcius viu o rosto de Liliane. ¨C Liliane? Exmou ele, surpreso, abrindo os olhos devagar. ¨C Voc¨º confundiu, senhor. Eu pago pvagem a seco da sua roupa. Quanto custa? ¨C Disse Liliane, se apressando a baixar a cabe?a. ¨C Voc¨º ¨¦ Liliane. Disse Vin¨ªcius, confiante. Liliane ficou sem pvras. Erapreens¨ªvel, pois Vin¨ªcius era amigo de William, sabia que estava de volta. ¨C Sr. Vin¨ªcius, quanto tempo. ¨C Liliane tentou ficar calma e decidiu ser franca. Voc¨º n?o ¨¦¡­ ¨C Disse Vin¨ªcius, surpreso. Liliane ficou surpresa, parecia que ele n?o sabia da situa??o? ¨C William sabe? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. ¨C Sabe. Liliane desviou o olhar para a roupa de Vin¨ªcius e mudou o assunto. Sobre a sua roupa? ¨C J¨¢ que voc¨º me cobriu de caf¨¦, que tal me convidar para um caf¨¦? ¨C Sugeriu Vin¨ªcius, depois de ponderar por um momento. Liliane levantou o pulso para checar o rel¨®gio, vendo que ainda estava cedo, concordou a cabe?a. Liliane concordou, aproveitando para pedir ¨¤ sua secret¨¢ria Ana paraprar algumas roupas nas lojas pr¨®ximas. Com os caf¨¦s em m?os, Liliane se sentou em frente a Vin¨ªcius. Se n?o fosse p proximidade, eu nem acreditaria que ¨¦ voc¨º. ¨C Comentou Vin¨ªcius, estndo a l¨ªngua. Liliane entregou o caf¨¦ a ele. ¨C Sr. Vin¨ªcius est¨¢ brincando. Disse . William n?o ficou empolgado ao te ver? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, apoiando o queixo na m?o. +15 BONOS Ele estava mesmo empolgado, t?o animado que n?o para de armar cdas para ! segurou o impulso de fazerent¨¢rios sarc¨¢sticos. Ele tem esposa e filhos agora. N?o precisa ficar animado ao me ver. ¨C Disse Liliane. William tem um filho, mas n?o tem esposa. ¨C Corrigiu Vin¨ªcius. Liliane deu um gole no caf¨¦, respondendo um simples ¡°Oh¡°. ¨C Onde voc¨º esteve nos ¨²ltimos cinco anos? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, franzindo a testa. ¨C Sr. Vin¨ªcius. ¨C Liliane olhou para ele, acrescentando. Isso n?o deveria importar para voc¨º. N?o importa, mas William ¨¦ meu melhor amigo. S¨® queria ajudar ele a perguntar. Voc¨º sabeo foram esses cinco anos que ele passado sem voc¨º? Quando ele recebeu a not¨ªcia da sua morte, ele ficou arrasado. Ia ao seu t¨²mulo todos os dias, depois voltava e continuava bebendo. Essa foi a rotina por dois anos¡­ Eu achava que ele estava amaldi?oado. Cap¨ªtulo 161 Chapter 161 Cap¨ªtulo 161 +15 BONOS N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Liliane nem teve chance de interromper o discurso incessante de Vin¨ªcius. For?ada a ouvir sobre a vida de William, apertou a m?o que segurava o caf¨¦. Ele bebeu por dois anos por ? Era verdade que ele a procurou por cinco anos. No entanto, n?o acreditava que ele bebesse por por dois anos. ¨C Voc¨º sabe por que William cancelou o noivado Mavis? ¨C Questionou Vin¨ªcius, encarou Liliane. Sr. Vinicius, eu n?o tenho o menor interesse nos sentimentos entre os dois. ¨C Respondeu Liliane. Por sua causa. ¨C Respondeu Vin¨ªcius a si mesmo. Ele descobriu que foi voc¨º que salvou ele naqu ¨¦poca. Elee?ou a se confessar quando estava b¨¦bado, dizendo que n?o deveria ter agido daqu forma voc¨º, que se voc¨º voltasse, ele dariaa vida por voc¨º. Liliane apertou os l¨¢bios. William sabia disso¡­? Contudo, o que isso mudaria? As coisas j¨¢ aconteceram. Ser¨¢ que esses cinco anos foram f¨¢ceis para ? Sr. Vin¨ªcius, eu e ele j¨¢ somos coisa do passado. Respondeu Liliane, voz fria, engolindo a amargura. ¨C Voc¨º realmente n?o sente mais nada por ele? ¨C Questionou Vin¨ªcius, uma express?o mais s¨¦ria. N?o sentir era mentira, mas n?o querer voltar para perto dele era verdade. Sr. Vin¨ªcius, entre ele e eu, h¨¢ muitas coisas que n?o podem ser explicadas em poucas pvras. Voc¨º s¨® sabe o qu?o dif¨ªcil foi para ele, mas n?o sabe o qu?o ruim foram meus dias. Com isso, se levantou, acrescentando. ¨C As roupas chegar?o em breve. Vou indo. ¨C Sem esperar p resposta de Vin¨ªcius, Liliane saiu diretamente da cafeteria. Vin¨ªcius olhou para as costas solit¨¢rias d um arquear de sobrancelhas, depois levantou a m?o para ligar para William. ¨C William, parece que voc¨º ter¨¢ dias dif¨ªceis p frente. ¨C Zombou Vinicius, ao +15 BONOS ¨C Voc¨º est¨¢ fndo do que agora? ¨C Perguntou William. Eu encontrei Liliane. Disse Vin¨ªcius, se inclinando para tr¨¢s na cadeira. ¨C Contei a suas ¡°gloriosas realiza??es¡± nos ¨²ltimos dois anos. Adivinhe o que disse? Voc¨º est¨¢ louco? Quem te deu permiss?o para contar a ? ¨C Disse William, em tom irritado. Vin¨ªcius estava prestes a responder quando William perguntou: Qual foi a rea??o d? Vin¨ªcius deu um leve torcer nos l¨¢bios, quem ¨¦ que estava louco afinal? disse que n?o¡­ ¨C Vin¨ªcius parou de repente, deixou escapar um sorriso malicioso. disse que ainda n?o conseguiu te esquecer. realmente disse isso? ¨C Perguntou William, uma voz urgente, apertando o celr. ¨C Ent?o, quando voc¨º neja reconquistar ? ¨C Indagou Vin¨ªcius, j¨¢ preparado para assistir ao espet¨¢culo. William ficou em sil¨ºncio por m momento. Liliane ramente antes, mas por que disse isso agora? resistiu a ele Logo. William entendeu. queria ganhar a confian?a dele, se aproximar do Breno! N?o vou atr¨¢s d! ¨C Respondeu ele, de maneira fria. Depois de dizer isso, ele desligou abruptamente, deixando Vin¨ªcius perplexo. Pagora Esperou cinco anos n?o vai atr¨¢s d? Ele bebeu tanto a ponto de enlouquecer? ¨¤ tarde. Liliane e Kerry observavam os trabalhadores descarregarem as novas m¨¢quinas. na f¨¢brica. Ao ver as m¨¢quinas em opera??o, Liliane sorriu aliviada. ¨C Agora s¨® precisamos aprovar o design, escolher os tecidos e poderemose?ar a produzir as roupas. Disse Liliane. ¨C G, voc¨º veio do centro da cidade at¨¦ aqui e n?o trouxe nada para mim? +15 BONOS Desculpe, pretendia trazer caf¨¦, mas esqueci por causa de alguns contratempos. Que tal jantar esta noite paraemorar o in¨ªcio oficial da f¨¢brica, est¨¢ bem? Sugeriu Liliane. ¨C Neg¨®cio fechado! ¨C Concordou Kerry, os olhos dele brilharam. Liliane sorriu, marcando um jantar no restaurante ao ar livre do Hotel Internacional Nuvem. Depois debinar a hora Kerry, voltou para o centro da cidade para buscar as crian?as na esc. Na entrada da esc. Assim que Liliane saiu do carro, de repente, se deparou Mavis, que parecia ter surgido do nada. Mavis encarou intensamente. Voc¨º pensa que pode se esconder? ¨C Questionou Mavis. Voc¨º me conhece? ¨C Perguntou Liliane, em tom frio, franzindo a testa. Voc¨º ainda finge?¨C Rosnou Mavis. ¨C Liliane, mesmo que voc¨º se torne cinzas, eu ainda vou te reconhecer! +15 BONOS Cap¨ªtulo 162 Chapter 162 Cap¨ªtulo 162 ¨C Est¨¢ louca. Comentou Liliane, ignorando e se dirigindo ¨¤ esc infantil. Com medo de admitir, ¨¦ isso? ¨C Gritou Mavis, ¨¤s costas de Liliane. Se n?o admitir, eu tenho meios de fazer voc¨º confessar! Imagens assustadoras invadiram a mente de Liliane, apertando seu cora??o. Com uma express?o s¨¦ria, se virou para Mavis. ¨C O que voc¨º pretende fazer? ¨C Questionou Liliane. Est¨¢ medo de que as crian?as sejam levadas por mim? Retrucou Mavis, sorrindo de maneira maliciosa. ¨C Voc¨º n?o tem esse poder. ¨C Falou Liliane, mantendo a calma. -Se eu tenho ou n?o, quem decide sou eu. Liliane, se posso vencer voc¨º uma vez, posso vencer de novo! ¨C Disse Mavis, sorrindo frieza. Liliane tentou argumentar, mas de repente viu uma figura familiar se aproximando. ¨C Mavis, o que voc¨º pretende? Continuar me sequestrando e criar cen¨¢rios de assassinato para me incriminar? ¨C Perguntou Liliane, calma, sorrindo. ¨C Voc¨º acha que vou usar o mesmo truque duas vezes? ¨C Mavis sorriu alto, abaixando a voz. Naturalmente, vou atacar suas fraquezas! Breno, voc¨º o conhece, n¨¦? Eu sou a m?e dele agora! Voc¨º vai intervir ou n?o? Se n?o, eu vou atr¨¢s de Breno. Se vier, continue na pris?o para mim! As ¨²ltimas pvras de Mavis foram ouvidas ramente pelo homem que se aproximava por tr¨¢s d. ¨C O que voc¨º pretende fazer Breno? ¨C O homem falou frieza. A voz familiar ecoou nos ouvidos de Mavis, se virou abruptamente. recuou ao ver William olhar para uma express?o sombria. ¨C William, voc¨º ouviu tudo? ¨C Perguntou Mavis, sem pensar. ¨C Estou te perguntando! O que voc¨º pretende fazer Breno? ¨C Questionou William, seus olhos negros ficando sombrios. ¨C William, eu s¨® estava assustando Liliane! Voc¨º sabe, Liliane voltou! ¨¦ uma assassina e ousa ir para a esc infantil, ¨¦ ro que quer prejudicar Breno! Eu s¨® estava dizendo que iria atacar Breno para fazer confessar e ser presa +15 BONOS Liliane abriu um sorriso sarc¨¢stico no seu cora??o. estavae?ando a atuar mais uma vez. Voc¨º denunciou ? ¨C Perguntou William, em tom irritado. ¨C N?o¡­ N?o, eu s¨® a reconheci agora. Negou Mavis, perplexa. ¨C Cheia de mentiras, acha que vou acreditar? ¨C William ridicrizou. ¨C Jorge! Senhor William! ¨C Jorge se aproximou rapidamente. ¨C Leve Mavis para a delegacia. Ordenou William, frieza. ¨C Diga ao Delegado Jacarias para cuidar bem d. Cuidar bem¡­ Liliane sentiu um aperto no peito ao ouvir essas pvras familiares. Mais uma vez, tudo que experimentou na pris?o foi instru¨ªdo por William. Ele falou as mesmas pvras uma habilidade incr¨ªvel. Jorge assentiu, a ajuda dos seguran?as, prendeu Mavis. ¨C William! ¨C Gritou Mavis. Se quiser ir para a pris?o, continue gritando. ¨C Interrompeu William. Mavis fechou a boca de imediato. , mais uma vez, ficou de cara fechada,n?ando um olhar furioso para Liliane, os olhos cheios de ressentimento,o uma cobra venenosa. Por causa das pvras de William, Liliane perdeu o interesse em ver a confus?o. desviou o olhar e voltou para a esc infantil. William n?o a seguiu, ficou l¨¢ parado, perdido em pensamentos enquanto observava se afastar. Mavis amea?ar a Liliane sequestrar Breno tinha algum prop¨®sito? Ser¨¢ que Breno tinha alguma liga??o Liliane? Logo, essa ideia foi exclu¨ªda da mente de William. Ele viu o beb¨º sendo retirado do quarto de Mavis pelo m¨¦dico os pr¨®prios olhos, Breno n?o podia ter nada a ver Liliane. Ao pensar nisso, a avers?o de William por Mavis aumentou, sendo refletida em 20 Belonging ? N?velDram/a.Org. +15 BONOS Cap¨ªtulo 163 Chapter 163 Cap¨ªtulo 163 ¨¤ noite. Liliane se dirigiu ao restaurante ao ar livre para o encontro. Ao chegar, Kerry j¨¢ estava sentado esperando. Ao avistar Liliane, ele puxou a cadeira para . Content is property ? N?velDrama.Org. ¨C Minha querida G, por favor, sente¨Cse. Disse Kerry, sorrindo de maneira. maliciosa. Kerry, pare essas formalidades, n?o estou acostumada. ¨C Disse Liliane, imponente, olhando para ele. ¨C E a¨ª, estou me saindo bem? ¨C Falou Kerry, abrindo um sorriso. Saindo bem? Saindo bem em qu¨º? ¨C Perguntou Liliane, confusa, olhando para ele. Kerry fez um gesto os l¨¢bios na dire??o de algu¨¦m. ¨C Veja, n?o ¨¦ aquele homem que voc¨º ama e odeia? ¨C Comentou Kerry. Liliane ficou surpresa e olhou na dire??o indicada por Kerry. Apenas uma olhar, avistou William sentado n?o muito longe, encarando frieza. Seus l¨¢bios tremeram, Liliane mal percebeu quando entrou. Se soubesse que William estava ali, nunca teria vindo! Liliane, segurando a onda, desviou o olhar e encarou Kerry respeito. Como voc¨º sabia que eu amo e odeio ele? ¨C Questionou Liliane. Kerry se sentou, encolheu os ombros. ¨C Voc¨º mesma me contou quando estava b¨ºbada. At¨¦ me mostrou fotos dele ¨¤ for?a. N?o tenho nada a ver isso. Disse Kerry. Liliane ficou sem pvras. Beber demais sempre causava problemas! Kerry se inclinou de repente para Liliane. ¨C Querida, devo continuar fingindo? Minha habilidade de atua??o ¨¦ incr¨ªvel. Ele perturbar¡­ Sugeriu Kerry. +15 BONOS Kerry parou no meio da frase, Liliane nem notou. Deixa pra l¨¢, ele nunca vai acreditar, n?o vale a pena arrumar confus?o. ¨C Respondeu ¨C ¨C Ah, eu nem sabia que tinha algum problema de desconfian?a. A voz g¨¦lida de um homem surgiu por tr¨¢s de Liliane, assustando . Se recuperando, virou rapidamente para William. ¨C Sr. William, ouvir atr¨¢s da porta n?o ¨¦ um h¨¢bito saud¨¢vel! Zombou Liliane. Eu estava ouvindo abertamente! Rosnou William, entre dentes. ¨C Liliane, se importa separtilharmos a mesa? Vin¨ªcius, segurando uma ta?a de vinho, se aproximou sem esperar p resposta, puxando uma cadeira e se sentando. Ele at¨¦ acenou para o gar?om. ¨C Oi, por favor, traga o vinho tinto da mesa 6. Ah, e traga mais uma garrafa de vinho do Porto. Liliane ficou sem pvras de novo. ¨C Uau, vinho do Porto! Que bom gosto! ¨C Exmou Kerry. ¨C Contanto que voc¨º esteja conquistando Liliane, o vinho est¨¢ por conta. ¨C Disse Vin¨ªcius, sorrindo. Ouvindo isso, Kerry mudou de imediato de express?o. ¨C Voc¨º acha que eu n?o posso pagar vinho? G¡­ Sra. Liliane poderia me dar um caminh?o tamb¨¦m! Disse Kerry. Liliane quase pegou um guardanapo para atirar em Kerry. William estava tentando procurar para neg¨®cios, agora esse tagar quase entregou ! Sra. Liliane? ¨C William encarou .- Desde quando voc¨º tem mais um titulo? Sr. William, se n?o tem nada para fazer, talvez devesse focar em alguns contratos, ao inv¨¦s de ficar bisbilhotando a vida alheia. ¨C Respondeu Liliane, de forma sarc¨¢stica. O rosto de William escureceu num instante. ¨C Vai continuar provocando? ¨C Perguntou William, cerrando os dentes. -Se voc¨º n?oe?ar, eu tamb¨¦m n?oe?o. ¨C Liliane n?o recuou. +15 BONOS Vou dar uma olhada pra ver quantos caras voc¨º escondeu! ¨C Provocou William. Eu escondi minhas pr¨®prias habilidades! O que isso tem a ver contigo? Respondeu Liliane. ¨C ¨C Liliane! William se irritou. Voc¨º morreria sem um homem? Morreria sim! Se divertindo, belos rapazes ao meu redor, ¨¦ uma festa! ¨C Rebateu Liliane. Vin¨ªcius e Kerry n?o conseguiam interromper. Como elese?aram a brigar? Frustrado, William tomou um gole de sua ta?a, Liliane fez o mesmo. Os dois ficaram de novo boquiabertos. Era mesmo uma sintonia¡­ Talvez os dois estivessem apenas de birra, seguraram Kerry e Vin¨ªciuso ref¨¦ns, acabando tr¨ºs garrafas de vinho de uma vez. No meio do jantar, Liliane se levantou para ir ao banheiro. William, encontrando uma oportunidade, olhou hostilidade para Kerry. Qual sua r??o Liliane? ¨C Questionou ele. +15 BONOS Cap¨ªtulo 164 Chapter 164 Cap¨ªtulo 164 ¨¦ minha deusa! Exmou Kerry, animado. Conta mais? ¨C Provocou Vin¨ªcius, intrigado. Lili passou por muitas dificuldades. Quando conheci , mal podia se dar ao luxo deer. Trabalhava duro, estudava e cuidava de dois filhos. dava o melhor para as crian?as, enquanto se contentava p?o. Nos conhecemos em um concurso de design de moda. me disse algo que nunca esqueci: Eu ajudo voc¨º a vencer o concurso e voc¨º me d¨¢ mil e quinhentos dres. Era crucial para minha reputa??o e eu teria dado at¨¦ dez mil dres. Depois disso, fez umas modifica??es no meu projeto e nas roupas, fazendo aquele que copiou meu trabalho perder apeti??o. A partir daquele momento, Lili se tornou minha deusa! ¨C Revelou Kerry, suspirando. As pvras deixaram William e Vin¨ªcius em sil¨ºncio. Vin¨ªcius agora entendia o significado das pvras de Liliane naqu tarde. Comparado a vida dif¨ªcil d, o sofrimento de William parecia superficial. William, cheio de culpa, se levantou abruptamente e foi em dire??o ao banheiro. Liliane tinha acabado de cuspir, apoiada na pia para enxaguar a boca. Quando o homem se aproximou por tr¨¢s d, nem percebeu. S¨® quando se levantou, viu no espelho William olhando fixamente para olhos vermelhos. ¨C Algum problema? ¨C Perguntou Liliane, surpresa, se virando para ele. ¨CContent ? N?velDrama.Org. Por que n?o me contou? ¨C Questionou William, a voz tr¨ºm. O que voc¨º est¨¢ dizendo? ¨C Perguntou Liliane, confusa. Voc¨º passou por tantas dificuldades, por que n?o me contou? Questionou William, angustiado, yoz tr¨ºm. N?o havia motivo para mencionar. Respondeu Liliane, indiferente. Liliane. O rosto de William ficou tenso. Foi minha culpa anos atr¨¢s. ¨C Ouvindo isso, Liliane tremeu. O homem geralmente arrogante estava admitindo um erro? ¨C Sr. William, n?o entendo o que est¨¢ dizendo. ¨C Disse Liliane. ¨C +15 BONOS ¨C Possopensar voc¨º. Status, dinheiro, posi??o, posso oferecer tudo. A condi??o ¨¦ que n?o culpe Breno. Se quiser vingan?a, v¨¢ atr¨¢s de Mavis, Breno ¨¦ inocente. Respondeu William. ¨C Acha que quero sua caridade? Me tratao esc¨®ria? Por causa do meu conflito Mavis, acha que machucaria uma crian?a? Voc¨º n?o ouviu as pvras. naqu noite? Mas ¨¦ verdade que n?o h¨¢ confian?a entre n¨®s! Se n?o tiver nada. mais a dizer, n?o quero que interfira na minha vida novamente! Eu n?o quero te ver! ¨C Repreendeu Liliane, um sorriso sarc¨¢stico. se afastou, mas William segurou pressa seu bra?o. Com todo seu ¨®dio por Mavis e desapontamento em mim,o posso acreditar que n?o far¨¢ mal a Breno? ¨C Questionou William. Se voc¨º se importa tanto Breno, por que n?o agiu mais cedo? Fui eu que prejudicou Breno e fez ele se fechar? Mavis fez coisas que voc¨º est¨¢ cego para ver? Ao inv¨¦s de duvidar de mim, se preocupe em fazer Mavis se redimir! ¨C Respondeu Liliane, furiosa. Sobre o Breno ser filho d, ainda n?o dava para fr! Se William descobrisse, certeza ele ia cobrar de Mavis, at¨¦ mesmo podia matar para acalmar a raiva de ter sido enganado. Dessa forma, Mavis teria uma morte muito tranqu! William recuou, seus olhos ficaram sombrios. estava certa, se n?o fosse p neglig¨ºncia dele, Breno n?o estaria nessa situa??o agora. No final das contas,o pai ausente,o ele tinha moral para culpar Liliane por supostamente machucar o filho dele? A festa terminou em um clima pesado. Quinta¨Cfeira. Esc infantil. Breno levou seuptop para a esc. +15 BONOS Cap¨ªtulo 165 Chapter 165 Cap¨ªtulo 165 Durante o tempo livre entre as as, Breno puxou Ian para conferir as informa??es que ele encontrou. Ian, ao examinar, expressou sua raiva olhos negros brilhantes. ¨C Isso ¨¦ tudo entre minha m?e e Mavis? ¨C Questionou Ian. N?o tenho certeza se algo foi omitido. ¨C Assentiu Breno. ¨C Mavis ¨¦ odiosa! substituiu minha m?eo a salvadora do pai irrespons¨¢vel! At¨¦ se fez passar por irm? do tio Eduardo. O pior ¨¦ que te pegou! ¨C Remou Ian, indignado. Content is property ? N?velDrama.Org. Breno, n?o muito eloquente, exibiu um toque de indiferen?a em seu rosto refinado. H¨¢ mais. Falou Breno, alterando a t doputador, ele revelou imagens de vigilancia. Cinco anos atr¨¢s, Liliane entrou em uma cafeteria, em menos de meia hora, foi escoltada para um carro preto por duas pessoas est Breno tamb¨¦m encontrou as imagens do trajeto do carro. O destino era o Apartamento Vista B. Liliane foi rapidamente levada por dois homens, seguida de perto por Mavis. Em menos de cinco minutos, um homem de cabelos curtos, fumando, tamb¨¦m entrou. Ele ¨¦ Pablo, a v¨ªtima. Disse Breno, apontando para ele. Ian, a testa franzida, observou as imagens. Cerca de uma hora depois, Mavis, ensanguentada, fugiu do pr¨¦dio. Logo depois, a pol¨ªcia chegou, junto as imagens de Liliane sendo levada. Essas imagens foram deletadas. Levei um tempo para recuperar. ¨C Disse Breno, pausou as imagens. Minha m?e est¨¢ sendo injustamente culpada! Me d¨º todas essas provas! ¨C Exigiu Ian, a face, s¨¦ria. Breno perguntou: O que voc¨º pretende fazer? ¨C Perguntou Breno, depois de enviar todas as +15 BONOS ¨C Vou deixar sem nada, nem mesmo a reputa??o! Respondeu Ian, em tom frio. Delegacia Depois de v¨¢rios dias na delegacia, Gilberto finalmente apareceu ali. Ele usou suas conex?es para libertar Mavis. Por que voc¨º foi provocar William novamente? ¨C Questionou Gilberto, furioso, ao entrar no carro. ¨C Vov?, voltou! William me entregou ¨¤ delegacia por causa d. As detentas dentro me amea?am todos os dias e at¨¦ me fizeram limpar banheiros. ¨C Respondeu Mavis, triste, l¨¢grimas nos olhos. Quem? ¨C Perguntou Gilberto, confuso. Liliane! ¨C ¡ª Mavis apertou os dentes raiva. A ex¨Camante de William! Mas n?o morreu? Questionou Gilberto, surpreso. N?o, vov?. ¨C Disse Mavis, chorando mais. ¨C est¨¢ muito viva e William est¨¢ protegendo . Uma assassina ousa fingir a pr¨®pria morte e escapar da pris?o! Mavis, n?o se preocupe. N?o vou deixar escapar impune! ¨C Derou Gilberto, olhos sombrios. ¨C Vov?, ¨¦ in¨²til mesmo¡­ Mavis mordeu os l¨¢bios e bn?ou a cabe?a. ¨C A pol¨ªcia j¨¢ investigou, at¨¦ o tipo sangu¨ªneo d mudou, n?o t¨ºm prova nenhuma de que ¨¦ a Liliane. Ent?o n?o vai ficar assim, n?o! Disse Gilberto, indignado. Na fam¨ªlia Lima, se a gente quer prova, a gente consegue! ¨C te Vov?, voc¨º tem que me ajudar. Mesmo se n?o for por mim, pelo Breno que chama de bisav?, proteja ele, por favor¡­ Eu estou medo da Liliane se vingar de mim. pode querer atingir a crian?a. ¨C Solu?ou Mavis. ¨C Rxa, n?o vai acontecer nada ele. N?o vou deixar fazer besteira! ¨C Confortou Gilberto, com carinho. ¨C +15 BONOS William recebeu uma liga??o de Guilherme, pedindo a ele que voltasse para a antiga mans?o para o jantar. ¨¤s seis, William chegou ¨¤ antiga mans?o, encontrando Guilherme sentado ¨¤ mesa uma express?o s¨¦ria. Voc¨º vem sozinho, nem pensa em trazer o Breno junto! ¨C Resmungou Guilherme, olhando para William. William, indiferente, soltou a gravata ao se sentar ¨¤ mesa. Breno precisa de aconselhamento psicol¨®gico. ¨C Respondeu William. ¨C O qu¨º? ¨C Guilherme ficou surpreso, perguntando urg¨ºncia. ¨C Que aconselhamento psicol¨®gico? +15 BONOS Cap¨ªtulo 166 Chapter 166 Cap¨ªtulo 166 William pegou o len?o da mesa ee?ou a limpar as m?os calma. Mavis est¨¢ maltratando Breno, causando o ismento dele. ¨C Revelou ele. Maltratando Breno? ¨C Guilherme ficou chocado. ¨¦ a m?e de Breno,o poderia maltratar? William levantou os olhos e olhou para Guilherme, que estava nervoso. ¨C Viol¨ºncia f¨ªsica e verbal. Respondeu William. Eu disse desde o in¨ªcio! Essa mulher n?o merece ser nora da nossa fam¨ªlia Gabaldo! ¨C Gritou Guilherme, batendo for?a na mesa. Ent?o, por que voc¨º me chamou esta noite? ¨C Perguntou William, uma express?o chateada. Sua ex¨Camante n?o morreu? ¨C Questionou Guilherme. Qual ¨¦ a sua r??o isso? ¨C Retrucou William, frieza. ¨C Voc¨º est¨¢ envolvido uma assassina, arruinando a reputa??o da fam¨ªlia Gabaldo! E os contratos com o Sr. Gael, foram deixados para tr¨¢s por causa d, certo? Questionou Guilherme, voz s¨¦ria. William apertou os l¨¢bios finos, prestes a fr, quando passos de repente soaram dodo de fora da porta. Ele olhou e viu a figura de um homem de meia¨Cidade, seus olhos rapidamente se enchendo de hostilidade. O homem de meia¨Cidaden?ou um olhar para William. Pai, estou aqui. Disse ele, respeito, ao Guilherme. Guilherme imediatamente sorriu ao ver Miguel, seu filho mais velho e mais valorizado, meio¨Cirm?o de William e quarenta e nove anos. Miguel assentiu respeito, se dirigindo a Guilherme antes de se sentar ao seudo. William olhou para Miguel, seu olhar g¨¦lido mal conseguia esconder o ¨®dio. Miguel, por sua vez, encarou ele frieza. ¨C ¨C Voc¨º n?o precisa me olhar assim. Disse Miguel. Que tipo de olhar voc¨º acha que devo usar? ¨C A voz de William estava cheia de +15 BONOS Se n?o fosse por Guilherme all, ele certamente teria sacado uma arma e matado Miguel! Se n?o fosse por Miguel, sua m?e n?o teria enlouquecido! N?o teria sido enviada para um hospital psiqui¨¢trico no exterior e ficado sem mandar not¨ªcias por vinte anos! Guilherme, insatisfeito, olhou para William. Ele ¨¦ seu irm?o! Que atitude ¨¦ essa? ¨C Repreendeu Guilherme. ¨C Voc¨º est¨¢ me fndo sobre atitude? Retrucou William, sorrindo frieza. ¨C Se n?o fosse voc¨º tolerando Miguel, minha m?e n?o teria chegado a esse ponto! ¨C Foi sua m?e que, de forma degradante, seduziu Miguel! mereceu! N?o me traga esse assunto de novo! Rugiu Guilherme, interrompendo William. ¨C Daqui a algum tempo, Miguel voltar¨¢ para o pa¨ªs para assumir a empresa junto voc¨º. William ficou tenso. ¨C ¨C Ele n?o tem qualifica??es suficientes para entrar na Novitex. em tom g¨¦lido. Disse William, As inten??es de Guilherme eram ras para William. Ele estava usando ele o sucesso global da Novitex para, aos poucos, inserir seu Miguel na empresa, retirando gradualmente o poder de William. Uma utopia! Content ? N?velDrama.Org. Ele poderia levar Novitex ao topo do mundo dos neg¨®cios, mas tamb¨¦m poderia derrubar toda a empresa em uma ¨²nica noite! Se voc¨º ousar continuar envolvido aqu mulher, tenho todo o direito de deixar Miguel assumir todos os seus neg¨®cios! ¨C Amea?ou Guilherme. ¨C N?o se esque?a de que sou o presidente e o maior acionista da Novitex! Voc¨º n?o tem poder de resist¨ºncia! ¨C Voc¨º pode tentar e ver se tenho ou n?o poder de resist¨ºncia! ¨C William, um sorriso ir?nico. Provocou Com isso, William se levantou e saiu da Antiga Mans?o da fam¨ªlia Gabaldo. Ao entrar no carro, o ¨¢r frio que emanava dele fez o cora??o de Jorge tremer. Sr. William, voltamos para o Jardim Azul? ¨C Perguntou Jorge, voz tr¨ºm. +15 BONDS Cap¨ªtulo 167 Chapter 167 Cap¨ªtulo 167 ¨C Verifique quando Miguel voltou para o pa¨ªs! ¨C Ordenou William, voz fria, reprimindo sua raiva. Jorge ficou atordoado. Sr. Miguel voltou? Isso eraplicado. Guilherme realmente cutucou a ferida do Sr. William. Miguel era o primog¨ºnito, o queridinho de Guilherme, anteriormente, seria of ¨²nico herdeiro da familia Gabaldo se n?o fosse pelo escandalo passado. Miguel, mesmo sendo meio¨Cirm?o de William, era uma espinha cravada em seu cora??o. Como assistente pessoal de William, Jorge sabia mais do que ningu¨¦m o quanto William desejava tirar a vida de Miguel as pr¨®prias m?os. Pensando nisso, Jorge suspirou em sil¨ºncio. Se Miguel conseguisse se manter escondido no exterior, Sr. William provavelmente permitiria que ele vivesse. Mans?o Ba¨ªa. ¨C Ian, voc¨º est¨¢ t?o ocupado que nem quer brincarigo. Expressou Alice, descontente, observando lan operando oputador. ¨C Alice, estou fazendo algo muito importante. Respondeu Ian, parando o que estava fazendo e sorrindo para Alice. ¨C O que ¨¦? Eu tamb¨¦m quer saber! Perguntou Alice, confusa, piscando os olhos. Ian bn?ou a cabe?a e apertou as bochechas macias de Alice. ¨C N?o pode, n?o precisa saber sobre coisas sujas. Disse Ian. ¨C ¨C Coisas sujas? A curiosidade de Alice aumentou. contar para mam?e que voc¨º ¨¦ um hacker! Ian ficou sem pvras. ganhou. Se voc¨º n?o me contar, vou Existe uma mulher que est¨¢ intimidando nossa m?e e eu preciso descobrir algo importante agora. No dia depois de amanh?, ter¨¢ uma festa de anivers¨¢rio e eu quero preparar uma surpresa para . ¨C Explicou Ian. ¨C ¨¦ a Mavis? ¨C A express?o de Alice imediatamente ficou zangada. ¨C Sim! Al¨¦m de ajudar nossa m?e, tamb¨¦m estou vingando Breno! ¨C Dissen, ¡ª +15 BONOS Muito bom! ¨C Alice ficou animada. Eu te apoio! Eu vou te ajudar! Se voc¨º n?o arranjar confus?o para mim, j¨¢ ¨¦ um al¨ªvio. impotente, sorrindo. Alice sorriu alto. No quarto. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Liliane recebeu uma liga??o de Eduardo. Comentou Ian, ¨C Lili, Mavis foi retirada da delegacia pelo av?. Avisou Eduardo. ¨C Como esperado. Liliane refletiu por um momento e perguntou. Eduardo, voc¨º pode enviar algumas pessoas para seguir Breno? Voc¨º est¨¢ preocupada que Mavis far¨¢ algo a Breno? ¨C Perguntou Eduardo. ¨C Sim, guarda mais rancor contra mim agora, especialmente depois de ter me contado v¨¢rias coisas enquanto eu estava na pris?o. Respondeu Liliane. ¨C ¨C Entendi. Disse Eduardo. No dia depois de amanh?, o av? dar¨¢ uma festa de anivers¨¢rio para Mavis. Devemos fazer alguma coisa? ¨C Sim. Liliane olhou para uma foto de Mavis. O presente de anivers¨¢rio d, eu vou garantir que seja perfeito. Dizendo isso, Liliane pegou uma foto brega da Mavis. estava determinada a acabar todo o brilho de Mavis. S¨¢bado Muitos jovens ricos da Serafim foram participar da grande festa de anivers¨¢rio que Gilberto organizou para Mavis. No camarim, Mavis tinha acabado de trocar para um vestido deslumbrante quando bateram ¨¤ porta. A empregada foi abrir e v¨¢rias jovens entraram sorrindo. ¨C Mavis, feliz anivers¨¢rio! ¨C Mavis, venha ver o presente que trouxe para voc¨º. ¨C Mavis, hoje voc¨º pretende tombar geral, ¨¦? Est¨¢ vestida toda gata, ¨¦ para conquistar quantos herdeiros ricos? Mavis sorriu elegancia ao se levantar. +15 BONOS ¨C Voc¨ºs n?o precisam zombar de mim. Estou feliz por todos terem vindo. ¨C Disse . +15 BONOS Cap¨ªtulo 168 Chapter 168 Cap¨ªtulo 168 ¨C Realmente a filha da familia Lima, tem uma elegancia diferente. ¨C Elogiavam todas, sorrindo. ¨C Mavis n?o ¨¦ apenas gentil e am¨¢vel, mas tamb¨¦m tem uma educa??o elevada¡­ Ouvindo, Mavis sorria satisfa??o. Tudo isso era merecido! Somente poderia corresponder os elogios! Descendo as escadas, Mavis, seus saltos altos, caminhava elegancia em dire??o ao palco, onde sua foto era projetada. se posicionou diante do microfone ee?ou seu discurso. ¨C Agrade?o a todos por virem celebrar meu anivers¨¢rio¡­ ¨C Falou . Enquanto isso, na Mans?o Ba¨ªa. Ian estava sentado diante doputador, observando as cameras da festa de Mavis, enquanto mantinha contato Breno pelo fone de ouvido. ¨C realmente sabe fr. ¨C Zomboun, ficando impaciente. Belonging ? N?velDram/a.Org. ¨C Com tantas pessoas bajndo, est¨¢ bastante orgulhosa. Respondeu Breno, uma voz inocente, mas indiferente. Ao ouvir isso,n sorriu, revndo uma emo??o sarc¨¢stica. s¨® poder¨¢ ficar orgulhosa p ¨²ltima vez, afinal, escolheu intimidar minha m?e. ¨C Mal Ian terminou sua frase, o discurso de Mavis parou abruptamente. Os olhos negros de Ian brilharam. ¨C Breno! Agora ¨¦ a hora! Quando Breno pressionou a te ¡°Enter¡°, as luzes deslumbrantes da s de banquetes se apagaram com um estalo. O ¨²nico ponto luminoso restante era a t grande. Mavis segurava sua saia e ainda n?o tinha descido do palco quando ouviu suspiros da multid?o. ¨C O que est¨¢ acontecendo? Por que as luzes se apagaram? Certamente a Srta. Mavis preparou algum tipo de surpresa. Srta. Mavis! Chamou algu¨¦m na multid?o. Voc¨º nos preparou alguma surpresa? Mavis olhou em volta, confusa, sua mente girando rapidamente. voltou +15 BONOS brincadeira para animar a atmosfera antes do in¨ªcio do banquete. As pessoas riram. ¨C Realmente, o anivers¨¢rio da Srta. Mavis ¨¦ diferente, uma abordagem ¨²nica.. ¨C Enquanto todos se divertirem, o que ¨¦ essa pequena encena??o antes do banquete? ¨C Disse Mavis, abrindo um sorriso suave. ¡°Querida, voc¨º est¨¢ pensando em mim?¡± Quando Mavis terminou de fr, uma voz familiar soou atr¨¢s d, fazendo que o corpo d congsse. ¡°Se ajoelhe e me d¨º um bom descanso!¡± Imagens familiares inundaram sua mente, Mavis virou rapidamente a cabe?a para ver a cena chocante atr¨¢s d. A multid?o ficou em sil¨ºncio. A express?o de Mavis ficou p¨¢lida, seu corpo estava tremendo. De repente, na s de banquetes, uma grande quantidade de fotos foi espalhada. ¨C Oh meu Deus! O que ¨¦ isso? S?o fotos! Fotos da Srta. Mavis aquele homem na t! ¨C Vejam a data na t grande, naqu ¨¦poca a Srta. Mavis n?o estava noiva do Sr. William h¨¢ muito tempo? ¨C Que nojo! Sem vergonha! Na frente da t, Ian ficou atordoado. ¨C Breno, voc¨º organizou isso? ¨C Perguntou Ian. N?o fui eu. ¨C Respondeu Breno, mais calmo. ¨C Ent?o, quem foi? ¨C Perguntou Ian, perplexo. Ele e Breno haviam discutido sobre divulgar os v¨ªdeos encriptados de sua m?e, mas n?o consideraram incluir fotos¡­ Em quest?o de segundos, Ian se endireitou num instante. Foi a mam?e! ¨C Exmou ele. Sim, parece que sim. ¨C Concordou Breno, permanecendo tranquilo. +15 BONOS N?o ¨¦ de admirar que mam?e n?o tenha retaliado contra a Mavis. estava guardando esse trunfo. ¨C Disse Ian, soltando um sorriso. Naquele momento, Liliane tamb¨¦m assistia ao v¨ªdeo, at?nita. As imagens familiares que estavam sendo reproduzidas eram algo que nejava divulgar quando a poeira baixasse. Quem antecipou isso? Somente e Eduardo sabiam sobre esse no, Eduardo n?o faria algo assim sem dizer uma pvra. Afinal, a vingan?a deles contra Mavis foi meticulosamente nejada passo a passo. Ent?o, quem mais poderia estar envolvido? N?o poderia ser William, ele n?o se rebaixaria a esse ponto e destruir sua pr¨®pria reputa??o. +15 BONOS Cap¨ªtulo 169 Chapter 169 Cap¨ªtulo 169 Liliane ficou em sil¨ºncio por um momento, de repente, se levantou e se dirigiu ao quarto dos dois filhos. Ao abrir a porta,n se surpreendeu, imediatamente abaixando a t doptop. ¨C Jan, o que voc¨º est¨¢ vendo? ¨C Perguntou Liliane, uma express?o s¨¦ria, fixando os olhos no laptop. Estou assistindo desenhos animados, mam?e. Respondeu Ian, nervoso, sorrindo. Se ¨¦ apenas desenhos animados, por que voc¨º est¨¢ t?o apressado para fechar optop? Questionou Liliane.. A mente den trabalhou rapidamente. N?o quero que voc¨º ache que n?o estou me esfor?ando. ¨C Disse Ian. Liliane n?o insistiu em investigar os segredos de Ian, acreditando que as crian?as deveriam ter seu pr¨®prio espa?o privado. No entanto, essa situa??o era diferente. O conte¨²do dentro doptop, que nem mesmo os adultos deveriam ver, era inadequado para uma crian?a. Mesmo que Liliane n?o quisesse for?ar saber os segredos den, isso era mais s¨¦rio do que o normal. Vendo a relutancia de Ian em admitir, Liliane respirou fundo, se sentando aodo dele. ¨C Ian, eu n?o quero que voc¨º minta. Mesmo que seja uma mentira bem- intencionada, n?o quero que voc¨º desenvolva esse h¨¢bito ruim. Disse Liliane, seriedade. ¨C Desculpe, mam?e, eu realmente n?o estava assistindo desenhos animados, mas tenho algo que quero fazer. ¨C Explicou Ian, baixinho, a cabe?a baixa, se sentindo culpado. e eu Vendo Ian desse jeito, Liliane ficou mais certa das suas suspeitas. ¨C Ian, ¨C Disse Liliane,¨C Se voc¨º participar do meu assunto, eu espero que voc¨º n?o interfira p segunda vez. Quero que meus tesouros vivam em felicidade, longe da escurid?o da natureza humana. Voc¨º ¨¦ inteligente, tenho certeza de que entende o que estou dizendo. ¨C Desculpe, mam?e, s¨® n?o quero te ver triste. Dissen, tristeza, segurando sua pequena m?o. +15 BONOS Eu entendo, mas as quest?es dos adultos devem ser resolvidas por adultos. Se eu envolver voc¨ºs, ¨¦ sinal da minha incapacidade. Voc¨º pode me proteger, o que me deixa feliz, mas ainda n?o ¨¦ a hora de voc¨º me proteger, entendeu? ¨C Explicou Liliane. ¨C Entendi, mam?e. ¨C Murmuroun, assentindo. Liliane sorriu, acariciando os cabelos macios de Ian. ¨C Est¨¢ bem, o assunto termina aqui. Mas espero que voc¨º seja honestoigo sobre uma coisa. Disse Liliane. O qu¨º? Perguntoun, levantando os olhos confusos. De onde voc¨º aprendeu essa habilidade que at¨¦ eu n?o tenho? Questionou . Liliane estava curiosa, j¨¢ que as habilidades de Ian eram de um n¨ªvel hacker. pensou que Ian s¨® gostava de montarputadores, mas n?o esperava essa habilidade impressionante. ¨C Foi o senhor da biblioteca. ¨C Respondeu Ian, honestamente. ¨C Durante seu tempo no Pa¨ªs Y, sua m?e estava ocupada demais e a fam¨ªlia n?o tinha dinheiro. O ¨²nico lugar gratuito para ele e Alice se divertirem era a biblioteca. Ap¨®s v¨¢rias visitas, Ian fez amizade o bibliotec¨¢rio e aprendeu essa habilidade. S¨® que o bibliotec¨¢rio j¨¢ havia falecido, sen?o ele ainda podia aprender mais coisas. Liliane ficou surpresa, mas tamb¨¦m sentiu satisfa??o. Como n?o ficava feliz um filho t?o talentoso? Ian, ter habilidades ¨¦ bom, mas voc¨º deve us¨¢s no lugar certo, entendido? ¨C Disse Liliane. Quando viu que a m?e n?o estava mais repreendendo, Ian sorriu. ¨C Entendido, mam?e!,¨C Concordou Ian. Jardim Azul. +15 BONOS Jorge informou William sobre a situa??o Mavis. Os olhos de William ficavam s¨¦rios num instante, seu rosto era sombrio. Por que isso n?o foi descoberto antes? ¨C Questionou William, repreendendo. Sr. William, algu¨¦m ao redor da Srta. Mavis apagou de prop¨®sito muitas informa??es, tornando imposs¨ªvel para n¨®s verificar. Respondeu Jorge, baixando a cabe?a. 415 BONOS Content ? N?velDrama.Org. Cap¨ªtulo 170 Chapter 170 Cap¨ªtulo 170 Se as pessoas ao redor d s?o t?opetentes,o essa situa??o foi descoberta e vazada? Em outras pvras, estou pagando um alto sal¨¢rio para esse bando de in¨²teis que contratei? Questionou William, voz fria. OIP ¨¦ impossivel de rastrear e n?o conseguimos achar vest¨ªgios do respons¨¢vel que colocou as fotos na s do evento. Respondeu Jorge. Isso ¨¦ o que eu quero ouvir? William explodiu de raiva, Diga ao departamento de tologia que se n?o acharem as informa??es do outrodo. em tr¨ºs dias, eles podem se demitir! Sim, Sr. William¡­ ¨C Concordou Jorge, pressa Espere! No momento em que Jorge estava prestes a sair, William falou de novo. O que mais Sr. William deseja? Perguntou Jorge. V? verificar o DNA de Breno. Disse William, se encostando ¨¤ cadeira, pensando. Sr. William, o DNA de Breno foiparado desde o nascimento, confirmando sua r??o de pai e filho¡­ Comentou Jorge, confuso. No meio da explica??o, Jorge de repente entendeu. Entendi, Sr. William, vou verificar a r??o. sangu¨ªnea entre Srta. Mavis e Breno no hospital! Antiga Mans?o da fam¨ªlia Lima. Depois de ser trazida para casa, Mavis levou dois tapas fortes de Gilberto. Sem vergonha! Sem vergonha! Gritou Gilberto, enfurecido. Como minha filha poderia ter um monstroo voc¨º! ¨C Vov?! ¨C Content ? N?velDrama.Org. Chorou Mavis. Eu sei que estou errada, por favor, me perdoe pelos problemas que causei quando era mais jovem. ¨C Voc¨º acha que eu vou te perdoar? Voc¨º me faz passar vergonha diante de Guilherme! N?o tenho mais dignidade para enfrentar os ancestrais! ¨C Repreendeu Gilberto, batendo sua beng for?a no ch?o. Mavis tremia sem parar. n?o imaginava que essa situa??o viria ¨¤ tona em sua pr¨®pria festa de anivers¨¢rio, diante de tantas figuras proeminentes. perdeu toda a dignidade! A not¨ªcia at¨¦ alcan?ou manchetes, transformando na ral¨¦ da ral¨¦ e 19 +15 BONOS drasticamente. Cada uma dessas rev??es era uma divida que n?o poderia pagar. Vov?! Tedo mundoete erros. Isso n?o significa que n?o podemos corrigir! Isso aconteceu de repente porque algu¨¦m est¨¢ ramente mirando em mim e na fam¨ªlia Lima! Al¨¦m de Liliane, quem mais faria isso? Disse Mavis, urg¨ºncia. ¨C Se voc¨º n?o fizer coisas assim, os outros ter?o sucesso? ¨C Perguntou Gilberto, arregndo os olhos. A voz de Mavis estava cheia de queixa, tentando desviar o assunto. Vov?, agora n?o ¨¦ o momento de ficar me culpando. Precisamos fazer Liliane admitir que est¨¢ me difamando. Quando a opini?o p¨²blica mudar dedo, podemos facilmente acusar de usar intelig¨ºncia artificial para falsificar fotos. e videos. Isso limpar¨¢ a reputa??o da fam¨ªlia Lima. ¨C Sugeriu Mavis. Ao ouvir isso, Gilberto ficou em sil¨ºncio por um momento. Seus olhos turvos agora brilhavam ast¨²cia e mal¨ªcia. est¨¢ os dois filhos? ¨C Perguntou ele. ¨C Sim! ¨C Assentiu Mavis, rapidamente. Daqui em diante, voc¨º n?o sai desta casa sem a minha permiss?o! Eu cuidarei do resto! ¨C Derou Gilberto, firmeza. Est¨¢ bem, est¨¢ bem¡­ ¨C Concordou Mavis. No dia seguinte. Liliane, ao acordar, abriu as not¨ªcias. Ao ver a manchete ¡°Filha da fam¨ªlia Lima envolvida em escandalo¡°, sentiu uma satisfa??o especial. No passado, Mavis havia difamado , sujeitando a in¨²meros insultos online. Agora, Liliane queria que Mavis experimentasse o dobro do medo e desprezo. Depois de dar uma olhada nosent¨¢rios cheios de cr¨ªticas, Liliane finalmente se levantou. precisava entrar em contato os fabricantes de tecidos do Pa¨ªs y para discutir os pr¨®ximos acordoserciais. Liliane estava prestes a descer quando seu celr tocou. +15 BONOS ¨C Breno. Ao ver que era Breno, atendeu rapidamente, sorrindo. ¨C Desculpe, m?e¡­ ¨C Breno pediu desculpas, nervoso. ¨C Por que est¨¢ se desculpando, o que est¨¢ acontecendo, querido? ¨C Perguntou Liliane, depois de ficar surpresa por um momento. Chapter 171 Cap¨ªtulo 171 Breno, cuidadoso, revelou todos os detalhes do que fez Mavis para Liliane nat noite anterior. Liliane ficou paralisada por um momento, incapaz de se recuperar. Ter um filho que fosse um g¨ºnio em hacking j¨¢ era surpreendente, mas dois filhos? E as habilidades de Breno superavam as den ¨C Mam?e? Chamou Breno, t¨ªmido, sem obter resposta. ¨C Estou aqui, Breno¡­ Que voc¨º en possam fazer isso por mim, me deixa feliz. No entanto, essa ¨¦ uma quest?o de ressentimento entre adultos e eu n?o quero que voc¨ºs dois se envolvam ou se machuquem. S¨® espero que voc¨ºs possam ser meus tesouros, felizes, saud¨¢veis e alegres, isso j¨¢ ¨¦ suficiente. Disse Liliane, recobrando os sentidos. ¨C Mam?e, eu entendi. H¨¢ mais uma coisa¡­ Disse Breno. O qu¨º? Perguntou Liliane, enquanto descendo das escadas. ¨C Mam?e, quer que eu impe?a papai de descobrir nossa r??o? ¨C Perguntou Breno. ¨C O que seu pai est¨¢ nejando? Questionou Liliane, intrigada. Ele quer verificar a r??o de sangue entre Mavis e eu. ¨C Explicou Breno. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Ouvindo isso, Liliane ficou surpresa. Sabia que, a personalidade de William, ele definitivamente investigaria a identidade de Breno ap¨®s descobrir a trai??o de Mavis. No entanto, a verifica??o deveria ser entre ele e Breno, n?o Mavis e Breno. Ser¨¢ que William percebeu algo? ¨C Breno, voc¨º j¨¢ ¨¦ meu filho. N?o precisa se preocupar isso. Mesmo que ele descubra e suspeite de algo entre n¨®s, ele n?o pode nos for?ar a fazer um teste de DNA. Disse Liliane, suspirando fundo. n?o estava preocupada isso. 173 IS BONUS Pelo contr¨¢rio, se William descobrisse, significaria mais encontros entre Breno e . Por que n?o aproveitar a situa??o? Do outrodo da liga??o, Breno sorriu de leve. ¨C Est¨¢ bem. Concordou ele. Ao desligar, Liliane foi para o primeiro andar. Ao ver os dois tesouros brincando blocos de constru??o no tapete, se aproximou. Alice se levantou de imediato, segurando a roupa de Liliane e abra?ou , deixando um beijo suave em seu rosto. ¨C Mam?e, se cuide. Eu en vamos ficar em casa e seremos obedientes. Disse Alice. ¨C Alice ¨¦ muito obediente. Comentou Liliane, abra?ando Alice. Depois, olhou paran, que tomava elegancia ¨¢gua. Ian, promessa ¨¦ promessa. N?o esque?a o que disse ¨¤ mim. Disse Liliane. Ian quase se engasgou a ¨¢gua, olhando para a m?e uma express?o resignada. ¨C Est¨¢ bem¡­ Concordoun. Vendo Liliane sair, Ian suspirou de leve. ¨C Mam?e, se eu n?o fizesse nada,o voc¨º e Breno se reconheceriam? ¨C Murmurou ele. discreto da pr¨®xima vez. Jardim Azul. Quando William recebeu a liga??o de Jorge e soube que o teste de DNA entre Mavis e Breno resultou em zero, uma aura assassina envolveu ele num instante. +IS BONUS Al¨¦m de Liliane, quem ele teve r??es e possivelmente Mavis, n?o havia mais. ningu¨¦m! Breno, se n?o fosse o filho de Liliane, ent?o de quem seria? Mavis era realmente muito habilidosa! Enganando ele assim sob seu nariz! Se fosse esse o caso, ele n?o precisava ser condescendente a identidade anterior d! ¨C Informe os principais jornais e taformas de m¨ªdia online que permitam que of escandalo de Mavis se mantenha no trending topic. ¨C Ordenou William. Sr. William, isso afetar¨¢ sua reputa??o. Lembrou Jorge. ¨C Dizendo que eu fui feito de cornos? Zombou William. Voc¨º acha que eles v?o focar em Mavis ou em mim? Entendi, Sr. William. Concordou Jorge. Ap¨®s desligar, William se dirigiu ao quarto de Breno. Ao abrir a porta, Breno estava sentado na cama lendo. Ao ver o pai se aproximar, Breno colocou o livro dedo. Pai. Chamou ele. ¡ª William hesitou por um momento, depois se sentou na frente de Breno. ¨C Breno, se voc¨º tiver que escolher, Perguntou William. vai escolher Lilianeo sua m?e, certo? ¨C Chapter 172 Cap¨ªtulo 172 O que quer dizer, papai? Perguntou Breno, calma. William pressionou os l¨¢bios finos, por um momento, n?o soubeoe?ar. Se contasse abruptamente a Breno que ele n?o era filho de Mavis,o Breno reagiria? ¨C Papai. ¨C Sem esperar p resposta de William, Breno disse. Eu n?o gosto da mam?e, eu gosto da m?e don. ¨¦ carinhosa, se preocupaigo, ao contr¨¢rio da minha m?e que sempre me bate e gritaigo. Na verdade, eu sempre desejei que a Mavis n?o fosse minha m?e biol¨®gica. N?o consigo sentir nenhum tra?o de m?e n. Essas pvras deixaram William atordoado. Uma crian?a de cinco anos era capaz de expressar esses sentimentos? Mas pensando bem, seu filho, que era not¨¢vel em hacking, naturalmente seria maduro em outras ¨¢reas tamb¨¦m. Se fosse assim, ele estava mais aliviado. William se levantou e disse: ¨C Breno, daqui para frente, se quiser ir ¨¤ casa d, v¨¢. Vou te buscar. ro, se quiser morar l¨¢, tamb¨¦m pode. ¨C Mas voc¨º n?o disse antes que n?o era uma boa pessoa? Questionou Breno. A express?o de William escureceu. Eu disse isso? Crian?as n?o deveriam aprender a mentir. ¨C Disse ele. Breno ficou em sil¨ºncio. Enquanto William se preparava para sair do quarto de Breno, de repente, ouviu um som urgente de atr¨¢s dele. Curioso, se virou e viu Breno rapidamente pr da cama. Breno estava s¨¦rio e nervoso enquanto subia em uma cadeira e ligava oputador. Com m?os pequenas e p¨¢lidas, ele digitou v¨¢rios c¨®digos rapidamente, e v¨¢rias ts de c¨®digo apareceram na t. A ¨²ltima imagem tinha as proeminentes letras ¡°GOG¡°. As sobrancelhas de William se contrairam. ¨C O que est¨¢ acontecendo? Algu¨¦m est¨¢ pedindo ajuda? Perguntou ele, se aproximando. O rosto p¨¢lido de Breno tremia enquanto ele olhava para William. Papai! Voc¨º pode salvarn? ¨C Perguntou Breno.¡± ¨Cn? As sobrancelhas de William franziram de novo. O que aconteceu ele? Eu en instmos um aplicativo de seguran?a nos nossos celres. Se encontrarmos perigo, podemos bater na t um padr?o espec¨ªfico, e a outral pessoa receber¨¢ um sinal de socorro. Atualmente, n?o sei qual ¨¦ o problema quen est¨¢ enfrentando, papai, por favor, salve ele! ¨C Explicou Breno. William estava vendo seu filho fr t?o preocupado p primeira vez. Content is property ? N?velDrama.Org. Ele tamb¨¦m sentiu a seriedade da situa??o. Onde ele est¨¢? ¨C Perguntou William, Breno enviou a localiza??o para o celr de William, juntamente o rastreamento. Imediatamente, William ligou para Jorge. ¨C Siga a localiza??o que eu te enviei, leve algumas pessoas e garanta a seguran?a das crian?as da Liliane! Al¨¦m disso, descubra quem est¨¢ por tr¨¢s disso¡­ ¨C Ordenou William. ¨C Papai. ¨C Interrompeu Breno, p primeira vez. Me d¨º as informa??es sobre a outral parte. ¨C Est¨¢ bem! ¨C Concordou William, olhando para o rosto de Breno No caminho para a f¨¢brica. Liliane recebeu uma liga??o de seus seguran?as. ¨C Srta. Liliane!n e Alice foram sequestrados! Avisou o seguran?a, apressadamente.. O rosto de Liliane empalideceu e pisou fundo no freio. ¨C O que voc¨º est¨¢ dizendo?! ¨C Questionou Liliane. ¨C Voc¨º mal saiu por vinte minutos e de repente, mais de trinta pessoas chegaram! Eles nos feriram e levaram ¨¤ for?an e Alice. Lucinda tamb¨¦m foi levada para o hospital ferimentos graves. Explicou o seguran?a. E as crian?as?! Gritou Liliane, tremendo. Voc¨ºs n?o as seguiram? ¨C Desculpe, Srta. Liliane. N¨®s as seguimos, mas fomos despistados. Ligue para a policia!! R¨¢pido!! ¨C Gritou Liliane, os olhos vermelhos. Sim! Respondeu o seguran?a. ¨C Meia hora depois. Liliane e Eduardo chegaram ao hospital. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 173 Chapter 173 Cap¨ªtulo 173 Na s de espera do hospital, eles aguardaram ansiosos por tr¨ºs horas at¨¦ que as luzes da s de cirurgia se apagaram e Carlos saiu, aes Ele olhou para Liliane, que estava sentada no banco, atordoada e sem alma. Liliane¡­ Chamou Carlos. Liliane levantou a cabe?a mecanicamente e olhou para a s de cirurgia. Como est¨¢ Lucinda? ¨C Perguntou , uma voz rouca. Lucinda j¨¢ estava em estado de choque quando foi trazida para o hospital. Embora a cirurgia tenha sido bem¨Csucedida, ainda n?o saiu do periodo critico. Prepare¨Cse para o pior. Disse Carlos, baixando os olhos. ¨C Os l¨¢bios de Liliane tremeram e seu corpo todo gelou. O que voc¨º quer dizer? ¨C Questionou Liliane. ¨C Ou seja, h¨¢ uma grande chance de ficar em estado vegetativo. Disse Carlos, Ao ouvir isso, Liliane sentiu um apag?o em sua vis?o e seu corpo desabou para o Eduardo rapidamente ergueu a m?o segurando . ¨C Lili! Exmou Eduardo. Liliane recuperou a consci¨ºncia, l¨¢grimas ca¨ªram num instante. Uma forte sensa??o de culpa se espalhou. ¨¦ minha culpa¡­ Tudo ¨¦ minha culpa¡­ Expressou Liliane. ¨C Lili, isso n?o ¨¦ culpa sua. ¨C Consolou Eduardo, sentindo seu cora??o doer. Liliane bn?ou a cabe?a, chorando, as m?os cobrindo o rosto. ¨C Fui t?o obcecada em buscar vingan?a que n?o coloquei as crian?as e a Lucinda em primeiro lugar! ¨C Disse Liliane. Lili, se culpar agora n?o ajuda. Disse Eduardo, franzindo a testa. N?o sabemos o paradeiro das crian?as e Lucinda ainda est¨¢ em perigo. Voc¨º n?o pode desmoronar. -Ja se passaram tr¨ºs horas! ¨C Liliane chorou desesperadamente. Eles levaram as crian?as sem fazer nenhuma exig¨ºncia! Nenhuma not¨ªcia na delegacia! Lucinda ainda est¨¢ em perigo! O que eu vou fazer? O que eu vou fazer? Ding! Assim que as pvras sairam, o celr de Liliane tocou o som de uma mensagem. estremeceu e tirou o celr do bolso. Um n¨²mero desconhecido e uma mensagem. ¡°Dou a voc¨º trinta minutos para tirar a trending topic que informa ao mundo que voc¨º est¨¢ difamando de prop¨®sito Mavis. Caso contr¨¢rio, voc¨º n?o ver¨¢ mais suas crian?as.¡± ese Ao ler a mensagem, os olhos de Liliane se tornaram vermelhos de imediato. apertou for?a o celr, seus olhos estavam cheios de raiva. A ¨C ¨¦ Mavis! Definitivamente foi que sequestrou as crian?as! quer que eu a ajude a se limpar, ou as vidas das crian?as estar?o em perigo! ¨C Disse Liliane. Eduardo se levantou rapidamente para deter . ¨C Lili, acalme¨Cse! N?o se esque?a de que, al¨¦m do av?, Mavis n?o tem mais ningu¨¦m! N?o se apresse, vou ligar para a pol¨ªcia e ent?o¡­ Acalmou Eduardo. ¨C Isso adianta alguma coisa? ¨C Liliane interrompeu Eduardo. Se ele respeitasse suas opini?es, n?o teria feito issoigo. Ele ¨¦ cruel! N?o tem humanidade! N?o entende o que ¨¦ a vida! Lili, sou in¨²til. Disse Eduardo, exaust?o e um semnte pesado. Ele estava bndo um jeito de passar os bens dele e as conex?es que construiu nesses anos. S¨® que por enquanto, n?o era a hora. ¨C N?o ¨¦ sua culpa, ¨¦ que talvez eu n?o tenha habilidade suficiente. Liliane enxugou Content ? N?velDrama.Org. as l¨¢grimas e virou para Carlos, acrescentando. ¨C Carlos, a responsabilidade da Lucinda est¨¢ voc¨º, eu estou saindo. ¨C Beleza. ¨C Concordou Eduardo, olhando para cima ao ouvir isso. Liliane saiu do hospital. ¨C ¨C Lili, talvez haja uma pessoa que possa ajudar. Eduardo segurou Liliane, que estava indo pressa. ¨C Quem? ¨C Perguntou Liliane, parando. William. No entanto, voc¨º provavelmente ter¨¢ que revr a identidade das crian?as a ele. Respondeu Eduardo. Eu sei disso! ¨C Liliane n?o hesitou. Eles entraram no carro juntos e Liliane discou uma s¨¦rie de n¨²meros no celr. Cinco anos se passaram, mas ainda conhecia de cor o n¨²mero de William. N?o demorou muito para o homem atender. William, sou eu. Disse Liliane, diretamente. Cap¨ªtulo 174 Chapter 174 Cap¨ªtulo 174 William estava sentado em seu apartamento, encarandon e Alice amarrados ¨¤ sua frente, fita adesiva ainda nos l¨¢bios. Ao receber a liga??o de Liliane, William ficou surpreso. Apesar de um leve sorriso em seus olhos, sua voz estava ligeiramente s¨¦ria. Algum problema? Perguntou ele. William, preciso da sua ajuda para salvar as crian?as! ¨C Disse Liliane. O qu¨º? Perguntou William, interesse. O que aconteceu seus filhos? Liliane explicou tudo o que aconteceu para William. William, qualquer coisa que voc¨º pedir, eu aceito, apenas me ajude a trazer as crian?as de volta seguran?a! ¨C Disse Liliane. ¨C Me de uma raz?o convincente para salvar eles. Respondeu William, seriedade. ¨C Posso e contos sobran Liliane, respirando fundo. dia em que dei ¨¤ luz ¨¤s crian?as h¨¢ cinco anos! ¨C Disse Liliane, voc¨º est¨¢ tentando negociarigo? ¨C Questionou William, em tom frio. Ele podia reconhecern apenas um olhar. Depois de tudo o que aconteceu, ainda estava tentando esconder isso dele? N?o! William, n?o ¨¦ hora de fr sobre isso agora. Eu estou pedindo a sua ajuda, por favor? ¨C Implorou Liliane. ¨C Liliane, ¨¦ melhor voc¨º pensar bem antes de me ligar novamente. Disse William, Ele desligou a chamada sem esperar por uma resposta. Elergou o celr, olhando para os dois filhos diante dele. Ap¨®s um momento, William ergueu o queixo, indicando a Jorge que retirasse a fita adesiva dos rostos das crian?as. Jorge se aproximou, retirando cuidado a fita. Assim que a fita foi retirada do rosto de Alice, e?ou a chorar alto. -Eu quero a mam?e! Voc¨º ¨¦ um malvado! Voc¨º sabia onde est¨¢vamos e n?o contou ¨¤ mam?e! Comentou Alice, chorando. Alice estava triste, incapaz de se libertar devido ¨¤s amarras. O rosto cor¨Cde¨Crosa d estava agora vermelho de raiva. William franziu a testa e o experiente Jorge imediatamente colou de volta a fita adesiva no rosto de Alice. Alice continuou encarando ele olhoscrimejantes, chorando sem parar. ¡ª Se voc¨º n?o vai fr direito, vamos manter assim. Disse William, se virando , se virando para Jan. ¨C Ele n?o acreditava que n?o conseguia lidar essas duas pestinhas. Liliane nem sabiao conseguiu criar essas crian?as, transformando s nesses. pequenos tiranos. Ele tentou ajudar eles de bom cora??o, mas acabou sendo chamado de vil?o? Ian olhava de forma despreocupada para William. A imagem de um pai irrespons¨¢vel foi solidificada mais uma vez! Se ele n?o quisesse tirar a fita adesiva, que n?o tirasse. Afinal, ele estava seguro agora e n?o tinha pressa de sair. Era s¨® deixar sua m?e se preocupar um pouco mais. Sem conseguir uma resposta den, William, suas sobrancelhas encantadores franzidas, ficou mais irritado. ¨C ¨C N?o sabe acenar nem bn?ar a cabe?a? Questionou William. William riu frieza, pensou que ele era obstinado o suficiente. Content ? N?velDrama.Org. Jorge, observando eles, expressou uma resigna??o evidente. O St. William n?o ia ceder en tamb¨¦m n?o. Ser¨¢ que eles estavam nejando manter esse impasse at¨¦ quando? Por outrodo, Liliane foi recusada por William. tentou ligar para William mais duas vezes, ambas sem sucesso, ¨C ¨C Lili, talvez voc¨º devesse pensar melhor antes de ligar de novo. Interveio Eduardo, segurando o bra?o d. Eu j¨¢ pensei! Eu posso contar a ele! Eu s¨® estava tentando me ajustar para dizer. ¨C Explicou Liliane, ansiosa. ¨C ¨C N?o, eu quis dizer que n?o h¨¢ mais problema em contar ou n?o contar. Disse Eduardo, bn?ando a cabe?a. O que voc¨º quer dizer? ¨C Perguntou Liliane, surpresa. ¨C Se eu fosse o William, eu tamb¨¦m acreditaria que on ¨¦ meu filho. A semelhan?a ¨¦ evidente demais e suas desculpas n?o t¨ºm persuas?o. Voc¨º disse a ele que os sequestradores deram meia hora. Esse curto prazo, se ele ainda n?o se moveu por voc¨º, ¨¦ tarde demais. Explicou Eduardo, um sorriso suave, apertando os l¨¢bios. SURPERISE GIFT, 3000 bonus free for you activity time is limited GET IT Cap¨ªtulo 175 Chapter 175 Cap¨ªtulo 175 Voc¨º est¨¢ sugerindo que William pode ter sabido do sequestro das crian?as antes de mim? Perguntou Liliane, confusa, a testa franzida. ¨C Parece bem prov¨¢vel agora. William procurou por voc¨º durante cinco anos, se ele n?o se importasse com voc¨º, ele teria feito isso? Se ele ainda n?o consegue te esquecer, certamente n?o ficaria de bra?os cruzados vendo voc¨º sofrer a perda dos filhos. Ent?o, voc¨º entende agora? Assentindo Eduardo. Liliane baixou o olhar, pensativa. Depois de um momento de calma, pegou o celr de novo e ligou para Breno. A liga??o foi atendida rapidamente e a voz infantil de Breno veio atrav¨¦s do celr. Mam?e. Disse Breno. ¨C Breno, quero te perguntar algo. Seu pai saiu? Perguntou Liliane, em tom suave. ¨C Papai n?o ligou para voc¨º? ¨C Respondeu Breno. Ouvindo isso, Liliane sentiu uma certeza crescente. ¨C ¨C Breno, voc¨º sabe o que aconteceun e Alice? ¨C Questionou Liliane, diretamente. Sei. Respondeu Breno, honesto. ¨C Papai foi resgatar eles. ¨C H¨¢ quanto tempo ele saiu? Continuou Liliane. J¨¢ faz tr¨ºs horas. Mam?e, n?o se preocupe, papai levou muita gente e est¨¢ seguindo a localiza??o que eu forneci, Com certeza eles v?o encontrar Ian. ¨C Afirmou Breno, Ao ouvir isso, Liliane se sentiu aliviada. ¨C Breno, obrigada por ajudar. Eu realmente n?o saberia o que fazer sem voc¨º. ¨C Agradeceu Liliane. sentiu um calor indescritivel em seu cora??o. devia muito ao Breno, mas ele colocoun e Alice em primeiro lugar. 10 Mam?e, quanto ao papai¡­ ¨C Brenoe?ou a dizer. -Eu vou ligar para ele. Respondeu Liliane. ¨C Est¨¢ bem. Concordou Breno. Depois de desligar, Liliane olhou para Eduardo. Eduardo, William salvou as crian?as. ¨C Disse . Eu acho que voc¨º deveria deixar as crian?as conhecer ele. Dada a posi??o e o status de William, ningu¨¦m ousaria mexer as crian?as aodo dele. ¨C Sugeriu Eduardo, assentindo. ¨C Voc¨º est¨¢ certo, mas a condi??o ¨¦ que ele n?o tente obter a guarda. ¨C Concordou Liliane, abaixando os olhos. estava disposta a ceder, mas havia limites que n?o permitiria ultrapassar. ¨¤ noite, Jardim Azul. William esperou por um telefonema de Liliane que nunca chegou. Ele acabou levando as crian?as de volta para casa. Alice inicialmente chorou procurando p m?e, mas quando viu Breno, parou de chorar. Ian, por outrodo, n?o disse uma pvra durante todo o tempo, William tamb¨¦m n?o falou ele. Os dois permaneceram tensos. ¨C Quando voc¨º vai levar eu e Alice de volta? ¨C Perguntoun, ap¨®s o jantar. ¨C nem se importa em procurar por voc¨ºs. Por que eu deveria levar voc¨ºs de volta. primeiro? Resmungou William. ¨C Ele sentia que Liliane estava ansiosa. Mas ele n?o entendeu por que n?o fez uma liga??o sequer? As duas crian?as n?o significavam nada para ? 23 Quanto mais pensava, mais escuro ficava o rosto de William. Belonging ? N?velDram/a.Org. Ao ouvir o pai irrespons¨¢vel fndo mal da m?e, Alice ficou irritada. ¨C ¨C Minha m?e n?o ¨¦o voc¨º diz! Alice inflou as bochechas. ¨¦ porque voc¨º n?o quer contar a , que est¨¢ preocupada e nos procurando agora! Observando a carinha da Alice, igualzinha ¨¤ Liliane quando estava brava, William n?o conseguiu conter sua express?o g¨¦lida. ¨C A verdade est¨¢ diante dos olhos, sem necessidade de espec??es! Disse William, Alice franziu os l¨¢bios, l¨¢grimas rvam em seus olhos vermelhinhos. No instante seguinte, soltou um ¡°ua¡± ao chorar alto. -Eu quero a mam?e, s¨® quero a mam?e¡­ Gritou Alice, chorando. William estava ficando dor de cabe?a tanto choro. Quem diabos essa crian?a puxou? Comparando Breno en, que seguiram seu jeito mais tranquilo e sereno, era diferente. Ian fez um sinal para Breno, que prontamente levou a chorosa Alice para cima. Com a s agora silenciosa,n voltou a olhar para William. Voc¨º est¨¢ esperando a mam?e vir te procurar, n¨¦? ¨C Perguntou Ian. Cap¨ªtulo 176 Chapter 176 Cap¨ªtulo 176 ¨C O que voc¨º quer dizer? ¨C Perguntou William, voz grave. Eu posso pedir para a mam?e vir. Dissen,endo uma ma?? sem pressa. William sorriu ironicamente: Voc¨º ¨¦ filho d. Se voc¨º disser uma pvra, n?o vir¨¢? ¨C Zombou William, um sorriso ir¨®nico. ¨C N?o estou fndo de vir atr¨¢s de mim, estou fndo de vir atr¨¢s de voc¨º. ¨C Explicoun, o pai irrespons¨¢vel parecia ter um QI preocupante. ¨C Eu n?o preciso da sua sugest?o para vir, afinal, por causa de voc¨ºs, mais cedo ou mais tarde vir¨¢ de qualquer maneira. Recusou William. Depois de dizer isso, William se levantou e foi direto para cima, deixandon perplexo. Como ele n?o conseguiu enganar ele? Familia Lima. Assim que Eduardo voltou, ouviu o rugido furioso de Gilberto. Bando de ipetentes! N?o conseguem cuidar de duas crian?as! ¨C Xingou Gilberto. ¨C Vovo, n?o fique zangado. N?o vale a pena ficar doente por causa disso. Eu estou bem. ¨C Acalmou Mavis. Eduardo, ao entrar na s, olhou para o vov¨° que estava respirando pesadamente. ¨C Por que o mau humor t?o grande hoje, vov?? ¨C Perguntou Eduardo, em tom suave, de forma sombria. ¨C Voc¨º ainda se lembra de voltar? Com uma situa??o dessas acontecendo, voc¨º quer ficar dedoo fez cinco anos atr¨¢s? ¨C Repreendeu Gilberto, erguendo os olhos abruptamente. ¨C O que eu posso decidir meu pequeno poder? Sou apenas um simples CEO. O que posso decidir sobre grandes quest?es? ¨C Retrucou Eduardo, um sorriso frio. ¨C Voc¨º tamb¨¦m quer me irritaro sua m?e fez, n¨¦? ¨C Questionou Gilberto, os olhos dele se arregndo. Vovo, se voc¨º n?o tivesse desprezado meu pai e amea?ado minha m?e na ¨¦poca, teria morrido? Eduardo exalou uma atmosfera g¨¦lida. Depois, elen?ou um olhar frio para Mavis. Se minha m?e estivesse aqui, nunca permitiria que uma mulher que n?o se parecesse entrasse na familia Lima. ¨C ¨C Voc¨º ousa tanto! Rugiu Gilberto. Amanh?, voc¨º precisa retirar as trending topic! E se eu n?o fizer? Retrucou Eduardo, frieza. ¨C Ent?o, n?o de um passo sequer no Grupo Lima!! quer no Grupo Lima!! ¨C Gritou Gilberto. ¨C Tudo bem. Eduardo concordou sem hesitar. Espero que voc¨º n?o se arrependa dessa decis?o, vov?. Dizendo isso, Eduardo se virou e deixou a familia Lima. Meia¨Cnoite, hospital. Liliane ficou aodo da cama de Lucinda sem se afastar por um segundo. Lucinda ajudou muito, mas agora estava nesse estado por causa d. Sem ter passado pelo periodo critico, Liliane n?o conseguia se afastar tranquilidade. Com as crian?as sob a prote??o de William, podia se concentrar em cuidar de Lucinda. De repente, a porta do quarto foi empurrada e Carlos entrou um cobertor limpo nos bra?os. Ele preparou em sil¨ºncio a cama de panhante aodo, estendeu o cobertor. ¨C ¨C Liliane, voc¨º precisa descansar. Disse Carlos, em tom suave. Carlos, quando Lucinda passar¨¢ pelo per¨ªodo cr¨ªtico? Perguntou Liliane, bn?ando a cabe?a. Carlos se aproximou de Liliane, se sentou no sof¨¢. ¨C Pelos dados atuais, levar¨¢ mais um dia. Respondeu Carlos, voz suave. Liliane mostrou sinais de exaust?o. ¨C Qual ¨¦ a chance de se tornar uma pessoa vegetativa? Existe alguma maneira de reverter? Questionou Liliane. Noventa por cento de chance de n?o haver revers?o, mas n?o podemos descartar a possibilidade de um mgre. Va dormir, estou aqui para cuidar d. Voc¨º n?o precisa se preocupar. Lamentou Carlos. Depois de uma breve hesita??o, Liliane assentiu. Fechando os olhos, adormeceu. No dia seguinte, Jardim Azul. William mal conseguiu dormir durante a noite e, ao acordar, sua aura estava sombria. realmente fez um bom trabalho! n?o ligou, nem mandou mensagens para ele a noite inteira! Seu pessoal informou que Liliane n?o voltou para a Mans?o Ba¨ªa e n?o fez nenhum movimento para encontrar as crian?as. simplesmente desapareceu por uma noite inteira! William desceu as escadas, os tr¨ºs pequenos olharam para ele ao mesmo tempo. Alice queria perguntar p m?e, mas ao ver o rosto sombrio do papai mau, engoliu as pvras. Ao inv¨¦s disso, se aproximou de Breno. ¨C O que aconteceu o papai irrespons¨¢vel? ¨C Perguntou . N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 177 Chapter 177 Cap¨ªtulo 177 ¨C Talvez tenha esperado a liga??o da mam?e. Sussurrou Breno, apertando osbios da manh?. Ele tinha dado uma chance ao pai irrespons¨¢vel na noite passada, maso ele n?o aceitou, agora tinha uma express?o sombria. Como se houvesse uma telepatia entre pai e filho, William se aproximou da mesa de caf¨¦ da manh?. Ele se inclinou na frente den. Qual foi a solu??o de ontem ¨¤ noite? Perguntou William. ¨C N?o quero fr sobre isso agora. Respondeun, olhando calma para ele. Content is property ? N?velDrama.Org. ¨C Voc¨º n?o quer voltar? ¨C William perguntou. N?o tem medo de deixar sua irm?. chorar? Ian n?o p?de deixar de zombar no seu cora??o. Ele sabia que Alice choraria? Ent?o, por que n?o enviou eles de volta desde o inicio? ¨C Alice, sente saudades da mam?e? ¨C Perguntoun, se virando para Alice. Alice pensou por um momento, abaixou os grandes olhos bonitos. A mam?e deve estar ocupada, n?o quero iodar ! Disse , voz doce e infantil. ¨C Veja, nem a gente est¨¢ pressa. Disse Ian, um sorriso elegante, olhando para William um olhar desafiador. William apertou os l¨¢bios, se perguntando quem esses dois filhos puxaram? Ser¨¢ que ele precisava fazer um teste de paternidade para que entendessem o que era afeto paternal? N?o tem medo de que sua m?e esteja preocupada? ¨C Perguntou William, uma express?o fria. ¨C Como voc¨º sabe se a mam?e est¨¢ preocupada ou n?o? Pode ser que seja s¨® voc¨º quem est¨¢ pressa. ¨C Retrucou Tan. William ficou em sil¨ºncio e fan continuou. Este tio aqui, por que voc¨º quer que minha m?e te encontre? William ficou o rosto escuro, apertando os l¨¢bios. ¨C Assuntos de adultos, n?o se Crian?as! ¨C Concluiu William. Dizendo isso, ele virou as costas, vestiu o casaco e saiu. Pai irrespons¨¢vel! Se ele n?o queria admitir que ele e Alice eram seus filhos, ent?o Ian n?o reconheceria ele no futuro! Breno suspirou. A jornada do papai para reconquistar a mam?e parecia ser um pouco longa¡­ Hospital. O celr de Liliane acordou do sono profundo. atendeu e a voz de Kerry soou do outrodo. ¨C G, temos uma reuni?o importante na empresa hoje, por que ainda n?o chegou? ¨C Pergutnou Kerry. Liliane acordou num instante. quase esqueceu que era o dia de finalizar o design da primeira pe?a de roupa! rapidamente verificou o hor¨¢rio, vendo que j¨¢ eram 8h30, se levantou apressadamente. Logo depois, jogou o cobertor prodo, colocou ¨¤s pressas os sapatos. J¨¢ estou indo, desculpa! Disse Liliane. ¨C ¨C G, eu sei que voc¨º est¨¢ numa sinuca de bico agora, mas a empresa n?o pode ficar para tr¨¢s, a primeira pe?a da cole??o ¨¦ crucial! ¨C Lembrou Kerry. Liliane concordou, depois de dizer duas frases, desligou a chamada. Olhando para Lucinda, que usava uma m¨¢scara de oxig¨ºnio e tinha a testa envolta em ataduras grossas, Liliane suspirou profundamente. Em seguida, foi at¨¦ a cama para arrumar o cobertor para Lucinda. ¨C Lucinda, tenho que ir agora. Volto para cuidar de voc¨º mais tarde. Disse . Depois de dizer isso, Liliane se virou para sair. estava prestes a sair quando Carlos, parecendo cansado, abriu a porta e entrou. Ao ver Liliane bem¨Carrumada, ele ficou surpreso por um momento. ¨C ¨C Voc¨º vai sair? Perguntou Carlos, em tom suave. ¨C A empresa tem algo urgente para resolver, eu tenho que ir. Quanto a Lucinda¡­. Respondeu Liliane, assentindo. Eu cuidarei d. ¨C Carlos sorriu de leve. ¨C Voc¨º v¨¢. Liliane se sentiu culpada. devia muito a Carlos. ¨C Carlos, quando Lucinda passar por esse per¨ªodo critico, a gente¡­ Precisa conversar. Disse Liliane, respirando fundo. n?o suportava mais ver Carlos sacrificando sua juventude unteralmente. Ele sempre estava esperando por , sabia disso. realmente precisava de algu¨¦m confi¨¢vel para cuidar de seus filhos. ¨C Est¨¢ bem. Concordou Carlos, assentindo de leve. ¨C No meio do dia. Liliane, que ainda estava ocupada, recebeu uma liga??o de Breno. Ao atender, uma voz triste e emocionada de Alice soou nos ouvidos de Liliane. ¡¤ ¨C Mam?e! Sou eu, Alice! ¨C Disse . Cap¨ªtulo 178 Chapter 178 Cap¨ªtulo 178 O cora??o de Liliane apertou ao ouvir a voz da filha. Antes, mesmo que estivesse ocupada e exausta, sempre dava uma olhada nas crian?as ao voltar para casa. Mas dessa vez, era a primeira vez que e as crian?as estavam separadas. ¨C Alice, desculpe, eu n?o posso ir buscar voc¨º en. Disse Liliane, os olhos vermelhos. ¨C Voc¨º n?o desistiu de mim, n¨¦? Voc¨º est¨¢ ocupada, n¨¦? Voc¨º sabe que eu en estamos seguros, n¨¦? ¨C Alice disparou uma s¨¦rie de perguntas sem se sentir segura, fazendo que Liliane se sentisse culpada. ¨C Como eu poderia desistir de voc¨º e de seus irm?os? Eu sei que voc¨ºs est?o seguros, por isso passei a noite no hospital Lucinda. Respondeu Liliane, triste. ¨C O que aconteceu Lucinda? ¨C Perguntou Alice, ficando nervosa de repente. ¨C Lucinda n?o est¨¢ se sentindo muito bem. precisa descansar no hospital por um tempo. Alice, meu amor, espere mam?e terminar o trabalho e depois vou buscar voc¨º e seu irm?o. Ah, Ian est¨¢ voc¨º? ¨C Explicou Liliane, voz rouca, os olhos d escurecendo. Houve ru¨ªdos no celr e logo a voz den se fez ouvir. ¨C Mam?e, sou eu, Ian. Disse Ian. ¨C Ian, cuide bem da Alice, vou chegar assim que terminar. Assegurou Liliane, sorrindo de leve. ¨C Mam?e, sem pressa. Consolou Ian. Eu e Alice sabemos que voc¨º est¨¢ ocupada e morar na casa do Breno ¨¦ bastante confort¨¢vel. Essa era a verdade. A casa do pai irrespons¨¢vel realmente n?o era ruim, a ¨²nica pena era a falta da m?e. ¨C Bom, enquanto voc¨ºs estiverem felizes. Lembrem¨Cse deer bem¡­ Lembrou Liliane, aliviada. Depois de conversar um pouco mais os tr¨ºs filhos, Liliane desligou a chamada e voltou ao trabalho. No pr¨¦dio em frente, Novitex. Vinicius, sentado no escrit¨®rio de William, tomava caf¨¦ enquanto olhava para Content ? N?velDrama.Org. William um sorriso astuto. Como voc¨º acabou sendo traido? Questionou Vinicius, estndo a lingua. Se n?o tem nada ¨²til para dizer, saia. ¨C Comentou William, voz frio, encarando ele raiva. N?o, eu so estava brincando. A prop¨®sito,o est?o as coisas entre voc¨º e Liliane agora? Agora que voc¨º sabe que ¨¦ m?e do Breno, por que n?o faz nada? ¨C Vinicius quase se engasgou o caf¨¦, tossiu algumas vezes antes de explicar. ¨C Estou esperando que me diga pessoalmente. ¨C Disse William, a express?o dele ficou sombria. ¨C Voc¨º espera que uma mulher que evitou voc¨º por cinco anos fale abertamente voc¨º? Questionou Vin¨ªcius, surpreso. H¨¢ algum problema? ¨C Retrucou William, ap¨¢tico. ¨C N?o devia partir pro ataque, mano? A culpa ¨¦ sua, n?o d. ¨C Disse Vinicius. Essa frase atingiu o cora??o de William. Vinicius tinha l¨¢ sua l¨®gica. Nos ¨²ltimos cinco anos, William s¨® pensou emo. Mas agora, confirmado que testava viva e at¨¦ fugindo dele, uma raiva sem explica??o crescia nele. Pelo menos, ele salvou tr¨ºs vezes! Isso n?o contava mais que os erros que eleeteu? Ao pensar no rosto frio da Liliane, William franzia a testa. Minha abordagem est¨¢ errada, ent?o? ¨C Ele n?o aguentou e perguntou para Vinicius. ro! Disse Vinicius. Mulheres, todas s?o criaturas de cora??o mole, precisam ser mimadas. Voc¨º apenas fica a¨ª, n?o tem medo de que fuja esse tal de Kerry ou Carlos? Ao ouvir isso, a imagem de seus filhos chamando outro homem de pai fez o rosto de William se tornar frio. ¨C O que devo fazer? ¨C Perguntou ele. ¨C Persiga a mulher, sem vergonha! Vem ¨C c¨¢, cu te ensino algumas dicas! Disse Vinicius, abrindo um sorriso. Sete da noite. Ap¨®s resolver seus afazeres, Liliane foi para a Mans?o Ba¨ªa pegar roupas limpas antes de ir para o hospital. Ao parar o carro em frente ¨¤ casa, viu o jardim cheio de rosas vermelhas. deslumbrantes. Seus olhos se apertaram e a imagem encantadora do rosto de William surgiu em sua mente. Carlos sabia que n?o gostava de flores, ent?o ele s¨® mandou a quatro anos. atr¨¢s e nunca fez isso de novo. Kerry era ainda menos prov¨¢vel. Eles eram amigos de verdade. Ent?o, al¨¦m de William, n?o poderia ser mais ningu¨¦m. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 179 Chapter 179 Cap¨ªtulo 179 Liliane saiu do carro e se aproximou das rosas, franzindo a testa. realmente n?o conseguia entender as inten??es de William. Ele descobriu que Mavis havia tra¨ªdo ele e agora queria recuperar ? Ser¨¢ que aos olhos dele era apenas um cachorrinho que ele chamava quando queria e dispensava quando n?o queria? Liliane deu um sorriso frio e tirou o celr para ligar para William. Em pouco tempo, ele atendeu. ¨C Diga. ¨C Disse ele, um tom bastante amig¨¢vel. ¨C Liliane n?o estava nada feliz. Sr. William, est¨¢ dinheiro sobrando, ¨¦ isso? Questionou Liliane. ¨C O sorriso sutil no rosto bonito de William congelou por um momento e sua express?o ficou fria aos poucos. Do que est¨¢ fndo? ¨C Retrucou William. ¨C Al¨¦m de voc¨º, n?o consigo pensar em mais ningu¨¦m que faria algo t?o infantil quanto enviar rosas. ¨C A voz indiferente de Liliane ecoou. Ao ouvir isso, o rosto de William ficou sombrio. Vin¨ªcius disse a ele que nenhuma mulher resistia a flores! E agora Liliane n?o s¨® n?o apreciava,o ainda chamava ele de infantil? Quando foi que ele fez algo assim para uma mulher? Como se atreve a remar? ¨C Acha que estou ocioso a ponto de te enviar flores? ¨C Mentiu William, para manter a dignidade. J¨¢ que n?o s?o suas, vou mandar algu¨¦m vend¨ºs. Disse Liliane, atordoada, indiferen?a. Com isso, desligou. William sentiu um aperto nos olhos. O que acabou de dizer? Vender as tosas? Uma sensa??o de frustra??o se instalou no peito, uma sensa??o de derrota que ele nunca tinha experimentado antes. Ele jogou o celr na mesa, se levantou o rosto escurecido e se dirigiu aos quartos dos tr¨ºs filhos, Ao abrir a porta, os tr¨¨s estavam sentados no tapete, brincando. Ao verem William, levantaram os olhares confusos para ele. Ele varreu o olhar pelos rostinhos e finalmente pousou em Alice. Alice. Chamou William, frieza, assustando Alice encolhida. ¨C O que ¨¦¡­ Disse Alice, cuidado, encarando William seus grandes olhos bonitos, na William, vendo segurar suas pequenas m?os, amaciou um pouco a voz. Venha, preciso te perguntar uma coisa. Disse ele. Alice olhou paran em busca de apoio e Ian assentiu indicando que estava tudo bem, para n?o ter medo. Com a permiss?o de Ian, Alice se levantou. ¨C O que voc¨º quer perguntar? Perguntou Alice, seguindo William at¨¦ o escrit¨®rio. ¨C William, as m?os nos bolsos, olhou para Alice. ¨C ¨C O que voc¨º gosta deer? Perguntou ele. Alice ficou surpresa por um momento. Por que o pai irrespons¨¢vel estava de repente perguntando isso? 20 Ele queria usarida para tentar persuadir a mudar dedo? ¨C Mam?e disse que crian?as n?o podem ser exigentes aida! ¨C Respondeu Alice, firmeza, se mantendo fiel ¨¤ sua m?e. ¨C Voc¨º n?o gosta de chocte? Tentou William. Chocte! Alice ficou os olhos brilhando, lembrando quen disse que o pai irrespons¨¢vel era muito rico! Ser¨¢ que ele poderiaprar choctes que nuncaeu antes? Masn tamb¨¦m era rico! ¨C N?o quero! ¨C Recusou Alice, segurando sua vontade deer. ¨C Ent?o, o que voc¨º quer? ¨C Perguntou William, de novo. Ele se recusava a acreditar que Alice n?o tinha nada que gostasse! ¨C Mam?e disse que aceitar presentes sem raz?o ¨¦ perigoso, ent?o n?o posso aceitar. ¨C Respondeu Alice, firmeza. ¨C N?o vou te machucar. ¨C Prometeu wil Tamb¨¦m n?o posso aceitar! ¨C Recusou Alice. -Eu te levarei para ver sua m?e. Disse William. ¨C Content is property ? N?velDrama.Org. Eu gosto de bonecas! Respondeu Alice, pressa. William ficou sem pvras. Alice soltou essas pvras assim? Realmente, a m?e era mais importante que tudo? ¨C Possoprar uma para voc¨º, mas voc¨º precisa responder a uma pergunta. ¨C Disse William, um sorriso. Alice torceu os l¨¢bios,n?ando um olhar ir?nico para William. ¨C Eu n?o vou responder! ¨C Respondeu , em tom firme. Capitulo 180 Chapter 180 Capitulo 180 Posso te dat o que voc¨º quer, ¨¦ t?o dif¨ªcil responder uma pergunta? ¨C Perguntou William, a testa franzida. Voc¨º n?o apresentou a pergunta antes de tentar me subornar, ent?o eu posso optar por n?o responder e voc¨º ainda vai me dar uma boneca ¨C Disse Alice, encarando ele. A express?o de William ficou sombr¨ªa num instante. Se lidar uma j¨¢ era dificil, imagine lidar duas assim¡­? Mans?o Baia. Liliane vendeu as rosas por dezenas de milhares uma liga??o e foi direto para o hospital ap¨®s arrumar roupas. Quando entrou no quarto, viu Carlos deitado na cama de panhante, dormindo profundamente. entrou sem iodar ele. se aproximou, depois de deu uma olhada para Lucinda, estava prestes a cobrir ele um cobertor. Quando os dedos tocaram o cobertor, Carlos abriu os olhos, vermelhos de sangue. Apenas as sobrancelhas mantinham sua elegancia e suavidadeo sempre. ¨C Acordou? Quer voltar a dormir um pouco mais? ¨C Recuou Liliane, surpresa. Carlos se sentou, esfregando a testa. ¨C N?o se preocupe, eu tamb¨¦m dormi um pouco. Ainda tenho que trabalhar no turno da noite. Disse Carlos. Desculpe¡­ Por fazer voc¨º se preocupar tanto. Desculpou Liliane, se sentindo culpada. ¨C N?o seja formal. Carlos se levantou, cal?ou os sapatos e suspirou olhando para Lucinda, acrescentando. ¨C Lucinda j¨¢ passou do per¨ªodo critico¡­ Mas agora est¨¢ em estado vegetativo. Liliane movimentou as m?os, revndo uma frieza e dor em seus olhos. -Eu vou contratar uma panhante. ¨C Disse . Apesar de sua m?e ser parte da fam¨ªlia Lima, tamb¨¦m carregava o sangue da familia Lima em suas veias. Mas havia coisas que n?o podia simplesmente ignorar por causa de?os sangu¨ªneos! Gilberto podia ser poderoso, mas sempre tinha pontos fracos! Ele se importava a dignidade? Ent?o, e?ou a desvendar, pouco a pouco, a m¨¢scara hip¨®crita que ele usava! Tr¨ºs dias depois, Novitex. Jorge entrou apressado no escrit¨®rio do presidente. ¨C Sr. William, acredito que G tenha aparecido! ¨C Avisou Jorge, colocando o tablet diante de William. William franziu a testa ao olhar para o desenho da roupa no tablet. ¨C Apenas uma roupa,o voc¨º pode ter certeza de que ¨¦ ele? ¨C Perguntou William. Esta manh?, ¨¤s nove, essa roupa apareceu na maior se??o do maior site de moda global. Nosent¨¢rios, as pessoas dizem que ¨¦ obra de G, elogiando o design ¨²nico que transforma roupas simples em algo not¨¢vel. As pr¨¦¨Ceendas internacionais est?o intensas e o pre?o ¨¦ o mesmo que o primeiro item vendido por G, duzentos e sessenta e seis. As pr¨¦¨Ceendas ja ultrapassaram a casa dos bilh?es. Explicou Jorge. William olhou para o logo na roupa por alguns segundos, depois se virou abruptamente para olhar p jan para a nova empresa. TYC? A empresa que acabou de ser aberta recentemente? Por que eles conseguiram contratar G? Em outras pvras, G e o Grupo TYC tinham alguma r??o especial? ¨C Investigue o Grupo TYC, me traga as informa??es em meia hora! ¨C Ordenou William, estreitando os olhos. Belonging ? N?velDram/a.Org. Entendido Respondeu Jorge. Grupo TYC Liliane e todos os funcion¨¢rios da empresa estavam focados nos n¨²meros que saltavam rapidamente na t grande. Todos estavam surpresos e felizes a incr¨ªvel resposta aon?amento da primeira pe?a da empresa! Liliane tamb¨¦m estava feliz. Embora muitas pessoas tivessem percebido que essa era a obra de G, o que poderia ser feito? Sua marca de moda deu um passo importante! Agora, era hora de garantir a qualidade das roupas e colocar aos poucos ¨¤ venda. Liliane se virou para a s, vendo os funcion¨¢rios animados e sorriu. ¨C Amanh? ¨¤ noite, teremos uma festa deemora??o. Se lembremde participar. ¨C Avisou Liliane. Viva a Sra. Liliane! ¨C Seguir a Sra. Liliane foi a escolha certa! Liliane saiu da s sob ausos. De volta ao escrit¨®rio, Kerry deu a Liliane um abra?o apertado. ¨C -G, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel! Disse Kerry, animado. Liliane, sufocada pelo abra?o, deu tapinhas no bra?o de Kerry. ¨C ¨C Okay, me solte logo. Disse Liliane. ¨C Agora, se prepare para visitar a f¨¢brica frequ¨ºncia. Vou garantir que veja minha habilidade suprema! ¨C Disse Kerry, animado. N?o se vanglorie tanto, Kerry. Brincou Liliane. ¨C 30 Cap¨ªtulo 181 + Chapter 181 Cap¨ªtulo 181 Na esc infantil. Ap¨®s o intervalo, as crian?as voltaram para a s a professora para tomar ¨¢gua. Ao abrir sua garrafinha, Breno sentiu um leve umedecimento no nariz. Breno! Sangue! ¨C Exmou Alice, antes que ele pudesse reagir. rapidamente pegou um len?o para estancar. Vou chamar a professora. Disse Ian, nervoso. Breno segurou o nariz o len?o, segurando o bra?o de Ian, bn?ando a cabe?a. ¨C N?o precisa. Deteve Breno. ¨C Isso n?o ¨¦ algo pequeno. Comentoun, franzindo a testa. -Eu realmente estou bem. Interrompeu Breno. Provavelmente ¨¦ por beber pouca ¨¢gua, est¨¢ muito seco, sem problemas. Breno, isso j¨¢ aconteceu antes? ¨C Perguntou Alice, preocupada. ¨C Sim, ontem ¨¤ noite tamb¨¦m, mas parou rapidinho. ¨C Respondeu Breno, apertando os l¨¢bios. Ao ouvir isso, Ian e Alice rxaram. Talvez Breno j¨¢ tivesse passado por isso antes, o pai irrespons¨¢vel provavelmente j¨¢ levou ele ao m¨¦dico. Depois de um tempo, quando o sangramento de Breno parou, as preocupa??es deles desaparecerampletamente. ¨¤ noite, no Jardim Azul/ William panhou as tr¨ºs crian?as para jantar antes de ir para o escrit¨®rio. Jorge descobriu que a pessoa jur¨ªdica do Grupo TYC era ningu¨¦m menos que Liliane! Como consequiu arrecadar uma quantia t?o grande em cinco anos para estabelecer uma empresa de moda? A ¨²nica coisa que ele podia confirmar agora era que a r??o entre G e Liliane definitivamente n?o eraum! Infelizmente, ele n?o encontrou nenhuma pista sobre o que aconteceu nos cinco anos em que Liliane esteve desaparecida! Atualmente, a ¨²nica informa??o que ele sabia era aqu que Kerry havia revdo da ¨²ltima vez. Liliane era habilidosa em design de moda e at¨¦ mesmo ajudou ele em uma situa??o dificil. Ser¨¢ que era porque s estavam na mesma ¨¢rea que Liliane conheceu G? Depois de ler todos os documentos, William se sentou no sof¨¢ e soltou uma risada fria. Ele estava ansioso para ver se Gpareceria ¨¤ festa de celebra??o de Liliane. Pensando nisso, ele pegou o celr e ligou para Jorge. Voc¨º disse hoje ¨¤ tarde que a empresa da Liliane ter¨¢ uma festa amanh?? ¨C Perguntou William, voz s¨¦ria. ¨C Sim, Sr. William, amanh? ¨¤s seis da tarde, no Hotel Siviar. Respondeu Jorge. ¨C Desmarque qualquerpromisso que eu tiver amanh? ¨¤ noite. Instruiu William. ¨C Sr. William, voc¨º pretende ir? Perguntou Jorge, depois de ficar surpreso por um ¨C momento. ¨C Algum problema? Questionou William, uma express?o desagrad¨¢vel, franzindo a testa. -N?o! Respondeu Jorge imediatamente. Eu vou lidar isso agora! ¨C Ap¨®s encerrar a chamada, William enviou uma mensagem para Vin¨ªcius. ¡°Amanh? ¨¤s seis da tarde, me panhe em uma festa de celebra??o. N?o fa?a perguntas!¡± Recebendo a mensagem, Vinicius piscou os olhos. William realmente achava que ele estava disponivel a qualquer momento? Ele tamb¨¦m estava ocupado, certo? Vinicius estava prestes a recusar quando uma ideia cruzou sua mente. Espera ai, William ia participar da celebra??o de quem mesmo? A curiosidade venceu e Vinicius concordou em participar. Fora do hospital. Liliane e Carlos estavam jantando juntos em um restaurante. As crian?as v?o se acostumar l¨¢? Perguntou Carlos, enquanto descascaval camar?es. Liliane pausou garfo e faca, sorriu de leve. ¨C N?o se preocupe, eles est?o em contatoigo. Disse Liliane. ¨C ?timo. ¨C Disse Carlos, colocando um peda?o de camar?o no prato de Liliane, acrescentando. Sobre os cuidadores, eu j¨¢ achei dois para voc¨º. ¨C Desculpe, tenho estado t?o ocupada a empresa ultimamente, esqueci de contratar cuidadores. Obrigada por sempre estar aqui. ¨C Agradeceu Liliane, seu rosto corou de leve: Os olhos elegantes de Carlos expressaram um pouco de resigna??o. Sua familia ¨¦ minha fam¨ªlia. ¨C Disse ele. Liliane assentiu, olhou para o rel¨®gio em seu pulso. Vendo que ainda era cedo, colocou os talheres na mesa e respirou fundo. ¨C Carlos. Chamou , de repente. ¨C Sim? ¨C Falou Carlos, em tom suave, se voltou para um olhar ro. ¨C Voc¨º deve saber melhor do que ningu¨¦m que eu ainda n?o supereipletamente +IS BONUS ele. Confessou Liliane, apertando os l¨¢bios. Os olhos de Carlos escureceram um pouco. ¨C Entendo. Respondeu ele, baixando o olhar. Mas¡­ ¨C Continuou Liliane, nervosa, mexendo na barra do vestido. Se voc¨º n?o se Content ? N?velDrama.Org. importar, pode me dar mais tempo? Cap¨ªtulo 182 Chapter 182 Cap¨ªtulo 182 ¨C O que voc¨º quer dizer? Perguntou Carlos, perplexo, sem entender. ¨C Depois do anivers¨¢rio do Gilberto, n¨®s podemos ficar juntos! ¨C Disse Liliane, reunindo coragem. Voc¨º disse o qu¨¦? Questionou Carlos, seus l¨¢bios tremiam, sua express?o congelou num instante. Voc¨º entende o que eu quis dizer, talvez n?o seja muito justo para voc¨º¡­ ¨C Falou Liliane, nervosa, dando um gole na ¨¢gua.. ¨C N?o h¨¢ nada de justo ou injusto. Interrompeu Carlos rapidamente, um sorriso surgiu em seus l¨¢bios. At¨¦ mesmo seus olhos purose?aram a ficar emba?ados, ele acrescentou. Se passaram seis anos, finalmente ouvi voc¨º dizer isso. ¨C ¨C ¨C Fico feliz que voc¨º n?o se importe. Disse Liliane, um sorriso, respirando aliviada. ¨C ¨C Nunca me importei! ¨C Falou Carlos, convic??o. Eu tamb¨¦m sei que voc¨º ainda tem coisas a resolver agora. Posso esperar at¨¦ esse dia chegar e ent?o cuidarei da sua vida di¨¢ria e das crian?as. O rosto delicado de Liliane corou as pvras de Carlos. Voc¨º j¨¢ n?o faz isso o tempo todo? Brincou . Essa assist¨ºncia ¨¦ diferente da assist¨ºncia que vir¨¢. ¨C Disse Carlos, sorrindo. Depois do jantar, Liliane e Carlos foram ao hospital passar um tempo Lucinda Belonging ? N?velDram/a.Org. antes de voltar para a Mans?o Ba¨ªa. partilhou Marc a conversa que teve Carlos. ¨C ¨¦ verdade? Isso ¨¦ verdade? ¨C Gritou Marc, pelo celr, empolgada. Liliane pressionou o bot?o de viva¨Cvoz e afastou o celr. Fale mais baixo, n?o queremos causar rde. ¨C Disse Liliane. Entendi, entendi! Marc n?o conseguiu conter a emo??o, continuando. ¨C Carlos finalmente fez a luz brilhar na escurid?o! Ser¨¢ que eu deveria ter tomado essa decis?o mais cedo? Perguntou , sentindo. um aperto no cora??o. De jeito nenhum! Afirmou Marc Afinal, voc¨º j¨¢ passou por um rcionamento dificil, ent?o por que n?o ter cuidado nesse novo? Se ele realmente te ama, o tempo n?o ser¨¢ um obst¨¢culo! -Como voc¨º est¨¢ mais feliz do que eu? Disse Liliane, sorrindo de leve. E ro! ¨C Respondeu Marc, animada. Assim que voc¨º estiver o Carlos, poder¨¢ se livrar das garras do chefe! O sorriso nos l¨¢bios de Liliane congelou um pouco. Mencionar William fazia seu peito doer de leve. Dizer que esqueceu ele seria uma mentira, mas precisava de Carlos para o futuro os filhos. era egoista em termos de rcionamento, mas acreditava que, eventualmente, esqueceria William do fundo do cora??o e aceitaria Carlos de todo cora??o. -Se lembre de vir ¨¤ festa de celebra??o amanh?. Eu j¨¢ te enviei o convite no WhatsApp. Disse Liliane, desviando o assunto. ¨C T¨¢ bom! Concordou Marc. No dia seguinte. Liliane apareceu na esc infantil enquanto as crian?as estavam na a. Ao se encontrarem, Alice correu para os bra?os de Liliane. A pequena abra?ou for?a a cintura de Liliane. Mam?e, voc¨º finalmente veio me ver! ¨C Disse Alice, sua voz era suave um toque de solu?o. ¨C ¨C Alice, me desculpe por ter demorado. Falou Liliane, sentindo um aperto no nariz. Alice levantou a cabe?a dos bra?os de Liliane, revndo um par de olhos cheios de l¨¢grimas. Mam?e, quando eu en podemos voltar para casa? ¨C Perguntou Alice. O cora??o de Liliane doeu ao enxugar as l¨¢grimas do rosto da filha. Querida, ainda n?o ¨¦ a hora certa. Respondeu Liliane. Eu n?o entendo¡­ Murmurou Alice, o l¨¢bio tremendo. ¨C Alice, ele trata voc¨ºs bem? ¨C Perguntou Liliane, culpada. Ele trata a gente bem. ¨C Fungou Alice. S¨® n?o tem voc¨º. ¨C ¨C Voc¨º pode me ver sempre que quiser, mas agora eu estou ocupada e n?o posso cuidar de voc¨ºs. Aodo dele, voc¨ºs est?o seguros e eu fico tranqu. Eu prometo a voc¨ºs que, quando eu resolver tudo por aqui, vou buscar voc¨ºs para casa, est¨¢ bem? ¨C Prometeu Liliane. n?o queria que as crian?as soubessem demais, ent?o explicou dessa maneira. Alice n?o sabiao responder, apenas chorava. Ian, os olhos um pouco vermelhos, segurou a m?o de Liliane. ¨C Mam?e, eu e o Breno podemos cuidar da Alice, n?o se preocupe. ¨C Consolou ele. As pvras pareciam est¨¢veis, Liliane sentiu uma sensa??o depromisso. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 183 Chapter 183 Cap¨ªtulo 183 se sentia culpada ps crian?as, mas enquanto as coisas entre Mavis e Gilberto n?o fossem resolvidas, s¨® podia agir assim. simplesmente n?o podia suportar as consequ¨ºncias de um novo sequestro das crian?as. N?o se podia ter tudo, pensou. Mesmo que fosse dificil, precisava ser fria e deixar eles sob os cuidados de William. A seguran?a era a prioridade. Liliane abra?oun e ao mesmo tempo envolveu Breno tamb¨¦m. Os quatro ficaram juntos, bem pr¨®ximos. ¨C Meus amores, estou sempre aqui. Se quiserem me ver, posso ir a qualquer momento. S¨® suportem mais um tempinho, est¨¢ bem? ¨C Disse Liliane, em tom suave, fungando de leve. Ian e Alice acenaram repetidamente, mas Breno n?o reagiu. Breno? ¨C Chamou Liliane, soltando Breno um pouco e olhou para ele. Posso ficar a mam?e no futuro? Perguntou Breno, cauteloso, levantando os olhos. Ouvindo isso, Liliane sentiuo se uma faca atingisse no peito. ¨C Pode! Voc¨º tamb¨¦m ¨¦ o meu tesouro,o posso suportar deixar voc¨º. Respondeu Liliane, pressa. Um sorriso surgiu no rosto fofo de Breno. ¨C Mam?e! Ele tentou me interrogar! ¨C Interrompeu Alice, de repente, antes que pudesse dizer mais alguma coisa. Seu pai? ¨C Perguntou Liliane, confusa. ¨C Sim, ele perguntou o que voc¨º gosta, mas eu sou muito esperta, n?o te entreguei. ¨C Assentiu Alice, for?a. A imagem das rosas veio ¨¤ mente de Liliane. Por que ele estava t?o entediado a ponto de tentar descobrir suas prefer¨ºncias atrav¨¦s das crian?as? Ser¨¢ que ele ainda via o a Liliane de cinco anos atr¨¢s? Liliane afagou carinho o narizinho de Alice. ¨C Alice esta ficando cada vez mais esperta, at¨¦ sabe o que ¨¦ interrogat¨®rio. ¨C Disse Liliane. ¨C ¨C ro! ¨C Alice se orgulhou um pouco. ¨C Eu sou a beb¨º da mam?e! Autoestima. Interveio Ian, um sorriso. ¨C Ian, pode ficar cdo! Repreendeu Alice, encarando ele. Tudo bem, tudo bem, n?o vou mais fr. Ian se rendeu. Depois de brincar um pouco as crian?as, Liliane foi para a empresa. ¨¤ noite, no Hotel Siviar. A festa de celebra??o do Grupo TYC estava animada, todos os funcion¨¢rios presentes. Dez minutos antes do in¨ªcio, Liliane, Marc e Kerry estavam sentadasendo alguns petiscos. Marc, por que voc¨º est¨¢ t?o sexy hoje? ¨C Comentou Kerry, observando Marc de cima a baixo. Marc e Kerry se conheceram, gra?as a Liliane. Eles se davam muito bem. ¨C Com tantos gatos na empresa da Lili, eu preciso caprichar no visual, n¨¦? ¨C Disse Marc, um sorriso malicioso. ¨¤ procura de um marido, ¨¦? ¨C Brincou Kerry. ¨C Rcionamento ¨¦ um pantano, n?o vou entrar nessa armadilha. ¨C Comentou Marc, fazendo uma careta de desprezo As pvras mal foram ditas quando Marc notou uma figura. ficou t?o surpresa que seu corpo se endireitou imediatamente, olhando para a entrada do sal?o de festas, estendendo a m?o para bn?ar Liliane. ¨C Lili! Voc¨º¡­ Voc¨º convidou o Sr. William? Perguntou . Liliane, que estava respondendo a mensagens, ficou meio surpresa. levantou os olhos, seguindo o olhar de Marc. Ao ver William e Vin¨ªcius entrando juntos, tamb¨¦m ficou tensa. Como eles conseguiram um convite para estar ali? Liliane estava sentada rtivamente perto da entrada, ent?o William e Vin¨ªcius naturalmente viram eles. Oi. Acenou Vin¨ªcius, ao chegarem perto de Liliane.. Belonging ? N?velDram/a.Org. ¨C Liliane olhou para os dois, encontrando os olhos g¨¦lidos de William. Ele estava mandando algu¨¦m checar as informa??es d, n¨¦? Tantos anos e ainda n?orgou esse mau h¨¢bito! Sr. William, parece que n?o fui eu que te convidou. Onde conseguiram esse convite? ¨C Perguntou Liliane, um tom frio,n?ando um olhar descontente paral William. William puxou uma cadeira, se sentando elegancia. Depois olhou para Liliane, curvando os l¨¢bios de forma sutil. Isso n?o ¨¦ um problema para mim. ¨C Falou ele, voz profunda, Cap¨ªtulo 184 Chapter 184 Cap¨ªtulo 184 Liliane mal p?de conter a vontade de fazer ument¨¢rio, mas antes que pudesse fr, Vinicius rapidamente interferiu. ¨C Liliane, William est¨¢ aqui para encontrar algu¨¦m. Explicou Vin¨ªcius, pressa, se sentando aodo d. Liliane franziu a testa suspeita, j¨¢ que ali havia apenas funcion¨¢riosuns,o poderiam ser a pessoa que William procurava? Sr. Vin¨ªcius, voc¨º est¨¢ brincando. Aqui na minha humilde empresa, n?o haveria ningu¨¦m que pudesse atrair a aten??o pessoal do Sr. William. Respondeu Liliane, um sorriso ambiguo. Ser¨¢ que n?o ¨¦ voc¨º? Perguntou Vin¨ªcius, de volta, um sorriso. Eu n?o mere?o. Rebateu Liliane. -Eu n?o estou procurando por voc¨º, n?o se iluda. Eu estou procurando por G. ¨C Disse. William, seu rosto escureceu um pouco. Ao ouvir isso, Liliane ficou atordoada. Kerry, aodo d, rapidamente olhou para Liliane, se moveu para mais perto. Est¨¢ perdida, eles est?o procurando por voc¨º! ¨C Sussurrou ele. Lilianen?ou um olhar desagrad¨¢vel para Kerry. ¨C Pare de sussurrar. Alertou Liliane, baixinho, Se Will Se William soubesse, ele certeza ia iodar . estava prestes a estar Carlos, ent?o n?o queria nenhum envolvimento desnecess¨¢rio William. ¨C Sr. William, G ¨¦ um renomado designer de moda no topo do mundo. Como ele poderia aparecer na empresa de Lili? ¨C Disse Marc, de maneira perspicaz. Williamn?ou a um olhar e antes que pudesse fr, Vin¨ªcius respondeu rapidamente. ¨C Tudo ¨¦ poss¨ªvel, Srta. Marc. Comentou Vin¨ªcius. ¨C Qual ¨¦ a probabilidade disso acontecer? ¨C Retrucou Marc, um sorriso ironico. ¨C ¨C Noventa por cento. Respondeu Vinicius. Evid¨ºncias? ¨C Questionou Marc. ¨C Osent¨¢rios na moda online e a quantidade de pr¨¦¨Ceendas n?o s?o evid¨ºncias suficientes? ¨C Contra¨Cargumentou Vin¨ªcius. Ent?o, voc¨º acha que Liliane conhece G? ¨C Desafiou Marc. -Eu acho que sim. ¨C Respondeu Vin¨ªcius. ¨C Ent?o, por que voc¨º n?o diz que Lili tem talento e suas cria??es podempetir ¨C A probabilidade disso ¨¦ zero, os conceitos de design s?o diferentes. Disse Vinicius. ¨C -Eu te devolvo essa, tudo ¨¦ poss¨ªvel! Disse Marc. O debate acalorado entre Marc e Vinicius deixou todos os outros perplexos. William focou seu olhar no rosto resignado de Liliane, seus olhos estreitando de leve. Marc e Vin¨ªcius eram razo¨¢veis em suas pvras. Ou Liliane conhecia G ou mesma era G! Cada designer tem suas pr¨®prias ideias. G possu¨ªa um m¨¦todo de design ¨²nico, inimit¨¢vel por outros. Mesmo algu¨¦m tentando aprender, n?o ia captar a ess¨ºncia. William, a m?o apoiada no bra?o da cadeira, batia devagar, pensando emo puxar assunto. De repente, um gar?om se aproximou. Sra. Liliane, voc¨º gostaria desta garrafa de vinho? Perguntou o gar?om, em tom ¨C suave, segurando uma garrafa de vinho, Pode ser, sirva para todos. Concordou . viu uma oportunidade de se esquivar de William usando o pretexto de beber vinho. ¨C Sra. Liliane, voc¨º tem um bom gosto. Estamos uma promo??o agora. Este vinho, que custaria originalmente duzentos mil, agora est¨¢ por apenas cento e cinquenta mil. Apresentou o gar?om, prontamente. ¨C Voc¨º disse quanto? Exmou Liliane, at¨®nita. ¨C Cento e cinquenta mil. Repetiu o gar?om. ¨C N?o, obrigada. Cento e cinquenta mil ainda est¨¢ al¨¦m do meu or?amento. Recusou Liliane, logo bn?ando a m?o. A empresa acabou dee?ar e ainda havia custos operacionais futuros. tamb¨¦m tinha filhos para criar, ent?o precisava nejar para o futuro. William ouvia suas pvras em sil¨ºncio, cado em sua mente. Ele abandonou a ideia de que Liliane poderia ser G. Segundo o que ele sabia, G valia bilh?es e de acordo a informa??o p¨²blica, a raz?o p qual G precificava suas roupas t?o acess¨ªveis era porque ele n?o se importava dinheiro. Content is property ? N?velDrama.Org. Liliane, por outrodo, sempre valorizava o dinheiro. Portanto, era imposs¨ªvel que fossem a mesma pessoa. Enquanto pensava nisso, Kerry, ¨¤ sua frente, se levantou de repente. Ele pegou uma garrafa de vinho, examinou cuidado. ¨C Isso ¨¦ um vinho t¨ªpico do Pa¨ªs T! A riqueza de aromas ¨¦ famosa entre os vinhos tintos! Liliane, voc¨º quer experimentar? Eu te dou de presente! ¨C Disse Kerry, ¨C Kerry, voc¨º tem dinheiro sobrando? ¨C Impediu Liliane, a testa franzida. ¨C Se voc¨º gostar, eupro, n?o importa o pre?o. Se n?o gostar, eu n?opro. Respondeu Kerry. ¨C N?o vou beber, devolva o vinho para o gar?om e deixe ele continuar a tentativa de venda. ¨C Disse Liliane, bn?ando a cabe?a. As a??es deles foram observadas por William, que tirou o celr e enviou uma mensagem para o e¨Cmail de G. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 185 Chapter 185 Cap¨ªtulo 185 Naquele exato momento, a m¨²sica na s de festas parou abruptamente. O som nitido do recebimento do e¨Cmail soouo uma melodia ra. William manteve seu olhar frio fixado em Liliane e Kerry. Rapidamente, Kerry pegou o celr. Quando viu o e¨Cmail, elen?ou um olhar cauteloso para William. Num breve contato visual, Kerry revelou sua perturba??o antes de disfar?adamente guardar o celr de volta no bolso. Ao testemunhar isso, William curvou de leve os l¨¢bios em um sorriso ir¨®nico. Ele tinha certeza de que Kerry era G! William ofereceu um sal¨¢rio alto para ele, e mesmo assim, ele n?o quis aceitar. Acontecia que ele queria ficar aodo da Liliane. Ser¨¢ que era para mostrar de verdade que ele estava afim? Fazendo a Liliane entender que, n?o importava as tenta??es, ele s¨® tinha olhos para ? Com a aura fria, William pegou a ta?a de vinho ¨¤ sua frente e tomou em um gole.. Vendo isso, Marc logo serviu outra ta?a. Assim que o chefe estivesse embriagado, ele n?o ia iodar Liliane. ¨C Sr. William, o que h¨¢ de bom em beber sozinho? Deixe o Sr. Vinicius te panhar! ¨C Sugeriu Marc. Enquanto fva, se preparava para servir Vinicius tamb¨¦m. R¨¢pido, Vinicius tapou a boca do copo as m?os. ¨C Como voc¨º n?o bebe seu chefe? Ser¨¢ que est¨¢ medo? ¨C Questionou Vinicius. Marc deu uma leve puxada no canto da boca. -Eu n?o sou digna de beber o meu chefe e voc¨º ¨¦ amigo dele. Por que n?o bebe? Retrucou . ¨C Parece que voc¨º sabe o seu lugar, sabendo que William n?o vai beber voc¨º. Ent?o, que tal eu beber voc¨º? Disse Vin¨ªcius, deixando escapar um sorriso e olhando de leve para Marc. Essa troca de olhares, aos olhos de Marc, parecia provocativa, ¨C O que voc¨º est¨¢ olhando? ¨C Perguntou Marc, elevando a voz, franzindo a testa. ¨C Nada demais. Voc¨º tem coragem de beberigo ou n?o? ¨C Provocou Vin¨ªcius. Marc deu uma cerrada nos dentes, quando se tratava de beber, nunca teve medo de ningu¨¦m! ¨C Bebo, vou te deixar b¨ºbado esta noite! ¨C Disse Marc. Liliane ficou sem pvras. Como eles foram de uma discuss?o a umapeti??o de bebida? Liliane suspirou de leve, ergueu a ta?a e se dirigiu ao p¨¢tio do hotel. preferia a tranquilidade e n?o gostava de lugares barulhentos. Se sentou em um banco no p¨¢tio, pronta para apreciar a lua daqu noite, quando de repente, a temperatura ao seu redor caiu alguns graus. Por instinto, Liliane virou a cabe?a e viu a figura alta e imponente se aproximando. A presen?a inata de um l¨ªder, fazendo Liliane se sentir inexplicavelmente nervosa. tentou se acalmar, prestes a se levantar, mas o homeme?ou a fr. ¨C Por que voc¨º est¨¢ se escondendo? ¨C Perguntou ele, uma voz frio. -Eu n?o estou me escondendo. Respondeu Liliane, sem express?o. ¨C William se sentou aodo de Liliane, cruzando as pernas uma postura arrogante. ¨C Voc¨º n?o quer saber sobre as crian?as? ¨C Questionou William. 23 ¨C Perguntar faz alguma diferen?a? Dizer ou n?o dizer depende de voc¨º, n¨¦? Retrucou Liliane, calma. ¨C Isso ¨¦ ser m?e? N?o se importar as crian?as? Qual ¨¦ a diferen?a entre voc¨º e Mavis? ¨C Rebateu William, soltando um sorriso ir?nico. N?o mencionar Mavis seria melhor, mas assim que Liliane ouviu o nome d, a raiva se acendeu dentro d. olhou intensamente para William, sua express?o delicada revva indigna??o. Com base em que voc¨º tem o direito de me censurar? Voc¨º n?o estava for?ando a mim para discutir essas coisas voc¨º s¨® para voc¨º ficar satisfeito? Qual ¨¦ a diferen?a entre eu e Mavis? Se voc¨º n?o tivesse agido de maneira arbitraria e desconfiado de mim no passado, eu estaria nessa situa??o passiva agora? E voc¨º,o pai, n?o sabe nada sobre Breno, ent?o o que voc¨º ¨¦? ¨C Retrucou Liliane, indignada. Ao ver Liliane,o um ouri?o, espetando pvras afiadas, o rosto de William quase se fundiu a noite escura. A atmosfera desceu para um ponto de congmento, sem mais pvras entre eles. ¨C Precisamos conversar assim? ¨C Perguntou William, suportando a raiva ap¨®s um bom tempo. ¨C Voc¨º n?o acha que foi voc¨º que me for?ou a fr assim? Zombou Liliane. Content ? N?velDrama.Org. Cap¨ªtulo 186 Chapter 186 Cap¨ªtulo 186 William apertou os l¨¢bios finos, seus olhos negros profundos n?o revvam qualquer emo??o. -Eu s¨® quero te perguntar uma coisa, qual ¨¦ a sua r??o o G? ¨C Questionou ele. Liliane ficou sem pvras. Content is property ? N?velDrama.Org. O que significava a r??o d G? Como podia ter alguma r??o consigo mesma? Podia ser que William tenha confundido outra pessoa G? ¨C Acho que n?o tenho a obriga??o de responder sua pergunta. Disse Liliane.. ¨C G¨¦ arrogante, estreito de vis?o. Mesmo que ele tenha algum talento, n?o ter¨¢ uma jornada duradoura. Advertiu William, encarando . ¨C Voc¨º realmente precisa analisar o futuro de um designer do ponto de vista de um empres¨¢rio? Retrucou Liliane, querendo rir ao ouvir suas pvras. n?o cooperava ele, ent?o se tornava algu¨¦m limitado? Quem disse que precisava depender da Novitex para se tornar forte? Naqueles cinco anos, nunca se apoiou nele e mesmo assim, realizou seus sonhos, se tornando uma presen?a de destaque! ¨C A menos que ele s¨® queira projetar, sem pensar em ganhar dinheiro. Caso contr¨¢rio, atrair¨¢ inveja e hostilidade, o que, por sua vez, resultar¨¢ em dificuldades. Francamente, sem um forte apoio nos bastidores, ele ser¨¢ devorado pelos. tanto tempo, precisa que eu lembre o qu?o ca¨®tico ¨¦ o mundo dos neg¨®cios? ¨C Analisou William, calma, bn?ando de leve a ta?a em suas m?os. As pvras de William n?o deixaram espa?o para argumenta??o por parte de Liliane. Era verdade que uma vez que algu¨¦m atraia a inveja de certas pessoas e se tornava alvo, enfrentaria enormes desafios, especialmente para uma empresa rec¨¦m¨Ccriada. Querer se destacar sozinho n?o era t?o f¨¢cil. Liliane se acalmou, dando um gole na bebida. ¨C Obrigada pelo aviso. Daqui para frente, ficarei alerta. Disse Liliane. ¨C Algumas coisas voc¨º n?o conseguir¨¢ evitar. Aconselhou William. Eu sugiro que voc¨º se afaste de G. Ele n?o ¨¦ algu¨¦m que voc¨º pode contrr ou proteger suas habilidades. ¨C Ent?o, voc¨º acha que G¨¦ Kerry? ¨C Perguntou Liliane, um sorriso sarc¨¢stico. -Eu guardo minhas espec??es. Terminando, William encontrou o olhar de Liliane e perguntou. Al¨¦m disso, h¨¢ outra coisa. ¨C O que? Disse Liliane. William encarou intensamente, seus olhos afiados. ¨C Ian e Alice, s?o ou n?o meus filhos? ¨C Questionou ele. ¨C As crian?as est?o ao seu redor, minha resposta ainda ¨¦ importante? ¨C Retrucou Liliane, mexendo os l¨¢bios sedutores. Ap¨®s deixar a frase no ar, Liliane se levantou, contornou William e voltou para o sal?o de festas. Quanto mais ele queria ouvir isso d, menos queria se abrir para ele. Observando as costas de Liliane, o rosto de William se tornou sombrio aos poucos. Ele pegou o celr, ligou para Jorge. Fa?a dois testes de paternidade amanh?. Ordenou William. Sal?o de festas. Liliane encontrou Marc ainda bebendo. ¨C At¨¦ quando voc¨º vai continuar bebendo? ¨C Perguntou , resigna??o. Marc acenou, dando alguns passos cambaleantes. ¨C Lili, n?o se preocupe. Se voc¨º estiver ocupada, v¨¢ em frente. Mesmo que eu termine essa noite no hospital, n?o vou mostrar fraqueza para o Vin¨ªcius! Disse Marc. Liliane cedeu, pedindo ¨¤ secret¨¢ria que, ap¨®s o t¨¦rmino da festa, levasse Marc de volta. Liliane deixou o hotel mais cedo, se dirigindo para a f¨¢brica de roupas. As pvras de William ficaram em sua mente, a qualidade das roupas e o controle de detalhes, precisava revisar minuciosamente¡­ No dia seguinte. Suite presidencial do hotel. Gritos agudos acordaram um homem ainda de olhos fechados na cama. Vin¨ªcius mal abriu os olhos quando foi chutado for?a nas costas. Seu corpo alto perdeu o controle e caiu da cama. Enquanto a dor aguda percorria seu corpo, um grito agudo ecoava em seus ouvidos. Vinicius! Seu canalha! O que voc¨º fezigo? Gritou Marc. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 187 Chapter 187 Cap¨ªtulo 187 Vinicius se endireitou ao ver Marc enrda no len?ol e roupas bagun?adas pelo ch?o, entendendo imediatamente o que aconteceu. Era prov¨¢vel que ele tivesse transado Marc na noite anterior. Estou te perguntando! Gritou Marc de novo, sem ouvir a resposta de Vinicius. ¨C Ele esfregou o traseiro ao se levantar, e Marc, ao perceber algo, arregalou os olhos. Voc¨º¡­ Voc¨º! ¨C Exmou Marc, incr¨¦d, encarou Vin¨ªcius. Voc¨º ¨¦ um exibicionista? N?o tem nenhum senso de vergonha? Vinicius permaneceu calmo, pegou suas roupas ee?ou a vestir calma. ¨C J¨¢ fizemos tudo, por que voc¨º est¨¢ aqui agindoo se fosse pura? ¨C Zombou ele. Ao ouvir isso, Marc rangeu os dentes de raiva. Voc¨º acha que todo mundo ¨¦ igual a voc¨ºs? Eu sou virgem! Foi a primeira vez! ¨C Gritou Marc, furiosa. Depois de desabafar, Marc pulou rapidamente da cama, se vestiu ¨¤s pressas e saiu do quarto assim que terminou. Ao ouvir a porta sendo fechada for?a, Vinicius riu de leve. Ele nunca tinha transado uma virgem,o poderia ser t?o coincidente.. Vestindo sua camisa, Vinicius estendeu a m?o para acender a luz. No entanto, quando a luz invadiu o quarto, ele viu ramente algumas gotas de sangue seco na Content ? N?velDrama.Org. cama. O corpo de Vinicius congelou num instante, ele virou perplexo para a porta. Essa mulher¡­ realmente era virgem? Meio¨Cdia. William mal saiu da empresa quando viu o carro de Vin¨ªcius estacionado na entrada. Atrav¨¦s da jan meio aberta, Vinicius, uma express?o atordoada, estaval sentado dentro do carro, ainda tentando processar o que aconteceu. William se aproximou, abriu a porta e entrou, mas Vin¨ªcius nem sequer reagiu ao movimento brusco, ¨C Vinicius? Chamou William, voz funda, as sobrancelhas elegantes dele se franziram. Ao ouvir William fr, Vinicius virou a cabe?a de forma r¨ªgida. William, sua funcion¨¢ria era virgem¡­ ¨C Falou Vinicius, a voz rouca, tremendo os l¨¢bios. ¨C N?o me diga que voc¨º transou a Marc! Disse William, as sobrancelhas dele se apertaram num instante. Sim. Respondeu Vinicius, engolindo em seco. William permaneceu em sil¨ºncio. Ele conhecia bem Vin¨ªcius. Embora ele fosse um pouco libertino em certos aspectos, sua ¨²nica linha de base era n?o se envolver virgens. Se ele encontrasse uma virgem, assumiria a responsabilidade. Marc era amiga intima de Liliane. Se Liliane descobrisse, ele serian?adoo um pe?o? Pensando nisso, William n?o hesitou em abrir a porta do carro, antes de sair, soltou uma frase. ¨C Resolva seus pr¨®prios problemas! N?o me envolva nisso! ¨C Disse ele. Depois de dizer isso, ele fechou for?a a porta e se afastou rapidamente de Vin¨ªcius. Vinicius ficou sentado no carro,pletamente perplexo. Num restaurante brasileiro aodo do Grupo TYC, Liliane estava sendo observada por Carlos enquantoia. .15 BONUS Voc¨º n?o precisa vir t?o longe para me apressar, vouer quando terminar o que estou fazendo. Disse Liliane, um sorriso. ¨C Essa desculpa funciona os outros, mas n?oigo. No Pa¨ªs Y, voc¨º costumava dizer a mesma coisa e, no final, o que aconteceu? ¨C Falou Carlos, sorrindo. O resultado foi que desenvolveu uma ¨²lcera estomacal. ¨C Est¨¢ bem, estouendo¡­ Cedeu Liliane. Carlos pegou a x¨ªcara de Liliane satisfa??o e serviu ¨¢gua. ¨C Carlos, ontem William apareceu na festa de celebra??o. Comentou Liliane. Carlos, um dedo ligeiramente tenso, colocou a x¨ªcara de volta ¨¤ mesa. -Eu sei, mas voc¨º n?o precisa me informar sobre essas coisas. Disse ele. J¨¢ que fiz uma escolha, n?o devo esconder nada de voc¨º. Al¨¦m disso, parece que at¨¦ agora William n?o tem certeza sen e Alice s?o realmente seus filhos. Disse Liliane, bn?ando a cabe?a. Os olhos de Carlos escureceram, colocando a xicara na frente de Liliane. Voc¨º quer que ele saiba? ¨C Perguntou ele. -Eu n?o vou contar, mas tamb¨¦m n?o vou impedir ele de descobrir. Respondeu Liliane, s¨¦ria. ¨C Afinal, por enquanto, as crian?as est?o seguras ele. Entendi. Disse Carlos. ¨C Liliane levantou o olhar, olhando intensamente para o rosto gentil de Carlos, de repente sentiu dificuldade em decifrar sua resposta. Talvez nenhum homem gostasse de ouvir a mulher que ele gostava mencionar outros homens, n?o ¨¦ mesmo? Cap¨ªtulo 188 Chapter 188 Cap¨ªtulo 188 A Tarde. Jorge entrou no escrit¨®rio de William para rtar. ¨C Senhor William, aquele senhor da Cidade Pompeia estar¨¢ na Serafim hoje ¨¤ noite. Voc¨º quer encontrar ele? ¨C Perguntou Jorge. IN Por que ele viria a Serafim? ¨C Questionou William, franzindo a testa. Dizem que ouviu fr de um cirurgi?o excepcional no Hospital Serafim. Seu filho tem um tumor e ele veio especialmente procurar um m¨¦dico. ¨C Explicou Jorge. Descubra qual m¨¦dico ele est¨¢ procurando. ¨C Instruiu William. Entendido. ¨C Respondeu Jorge. Ele estava prestes a sair quando William chamou ele. ¨C DESE E quanto ao teste de paternidade? Perguntou William, em tom frio. J¨¢ enviei algu¨¦m para acelerar o processo. Deve ficar pronto em tr¨ºs dias. ¨C Respondeu Jorge. ¨C ¨C Entendi, pode ir. Disse William, voltando sua aten??o para a t doputador. Naquele momento, seu celr que estava sobre a mesae?ou a tocar. Era a resposta para o e¨Cmail que ele enviou para G na noite passada. ¡°Por favor, escolha outro talento para a sua empresa. Minhas habilidades s?o limitadas.¡± ¡°Se eu n?o estiver enganad¨®, voc¨º deve ter escolhido ajudar algu¨¦m que quer ajudar, n¨¦?¡°, respondeu William, um sorriso frio. Kerry, que estava respondendo e¨Cmails de Liliane noputador, ficou confuso a mensagem. Dias atr¨¢s, Liliane encarregou ele de responder repetidas recusas de emprego da Novitex. Isso assustou ele na noite passada. William estava enviando e¨Cmails para ele cara a cara e at¨¦ ficou observando enquanto ele pegava o celr! Felizmente, ele respondeu uma mensagem na noite passada, caso contr¨¢rio, a identidade de Lilianeo G teria sido desmascarada. Property ? of N?velDrama.Org. Agora, Kerry, entendendo o significado por tr¨¢s das pvras de William, respondeu rapidamente. ¡°Sr. William, se voc¨º descobriu, por favor, n?o me iode mais, est¨¢ bem?¡± Ao ver o e¨Cmail, William bufou frieza. Ele n?o nejava mais esconder? ¡°Parece que voc¨º tem profundos sentimentos por seu parceiro!¡°, perguntou William. ¡°Isso ¨¦ certo! Umpromisso para a vida toda! Juntos na sa¨²de e na doen?a, na alegria e na tristeza!¡°, respondeu Kerry. William quase esmagou o celr! Umpromisso para a vida toda? Na sa¨²de e na doen?a? Alegria e tristeza? Ele estava tentando conquistar Liliane? A m?e dos filhos dele, nem pensar que algu¨¦m mais ia cobi?ar! Vendo William n?o responder, Kerry teve uma ideia repentina. J¨¢ quee?aram a atuar, precisavam fazer um showpleto! Se G n?o quisesse confus?o William, ent?o que ele ajude G a deixar esse traidor irritado! Kerry pegou o celr e ligou para Liliane. Ao atender, Kerry, atuando perfeitamente. -G! Me ajuda! Choramingou ele. ¨C O que aconteceu? Perguntou Liliane, assustada. ¨C O filho do meu senhorio vai se casar e ele n?o me deixa ficar. Ser¨¢ que eu poderia usar uma das ss da sua mans?o por um tempo? Perguntou Kerry, fingindo estar triste. Liliane concordou, quase sofrendo um ataque card¨ªaco o susto que Kerry The deu. Da pr¨®xima vez, n?o assuste assim. Pensei que algo havia acontecido na f¨¢brica. Vou mandar algu¨¦m ajudar voc¨º a se mudar, venha esta noite pouco humor. Respondeu , ¨C Chefe sabia! ¨C Exmou Kerry, empolgado, o no bem¨Csucedido. Familia Lima. Mavis encarava a capa do site de moda destacando a marca TYC, seus olhos estavam cheios de veneno. Nos ¨²ltimos dias, gastou uma quantia consider¨¢vel de recursos para descobrir sobre Liliane. Aquele Grupo TYC que surgiu da noite para o dia foi criado por Liliane! Por que Liliane sempre tinha tanta sorte? Desaparecia por um tempo, de repente, conhecia um discipulo estrangeiro de um designer renomado? Com um clique, Mavis quebrou uma unha, de repente, teve uma ideia. Seus olhos sombrios se levantavam da t, um sorriso sinistro apareceu em seus. Se Liliane quisesse usar a opini?o p¨²blica para destruir , ent?o ia fazer cair em desgra?a! Com esse pensamento, Mavis fez uma liga??o, quando a pessoa atendeu, Quando est¨¢vamos no exterior, voc¨º me devia um favor. Voc¨º prometeu que me rpensaria quando a oportunidade surgisse¡­ Falou Mavis. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! Cap¨ªtulo 189 Chapter 189 Cap¨ªtulo 189 Para ajudar Kerry a se mudar, Liliane voltou para a Mans?o Ba¨ªa assim que saiu do trabalho. Ao entrar, Kerry se aproximou rapidamente. ¨C G, onde est?o as crian?as? Perguntou ele. ¨C s est?o na casa do William. A hist¨®ria ¨¦ longa, vamos mover as coisas primeiro, depois conversamos. Respondeu . Vendo que Liliane n?o estava disposta a fr, Kerry n?o insistiu. Depois de arrumar as coisas, Liliane pediuida. Ap¨®s uns dez minutos, ouviram batidas na porta. Liliane se levantou para atender, mas Kerry impediu . -Eu vou. Kerry foi at¨¦ a entrada, ao abrir a porta, se deparou o homem que estava nos nos! ¨C ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui¡­ Perguntou William que, ao ver Kerry, ficou o semnte escuro. Tio Kerry! Antes que William pudesse terminar a frase, Alice, atr¨¢s dele, ¨C empolgada, apareceu. Kerry brilhou os olhos, pegou Alice. ¨C Alice! Eu senti sua falta! Onde voc¨º e Ian foram? Me deixem contar uma boa not¨ªcia, logo moraremos juntos, nos veremos todos os dias! ¨C Exmou ele. As pvras de Kerry foramo espinhos para William. O que significava que ¡°logo moraremos juntos¡°? Ele estava indo morar Liliane? Na s, Liliane ouviu as vozes das crian?as e se apressou em se levantar. Ao chegar ¨¤ entrada e ver as tr¨ºs crian?as e William, vestido um longo casaco preto, aodo ds, ficou at¨®nita. Por que ele trouxe as crian?as de repente? Ap¨®s um momento, Liliane se recuperou e se aproximou. . Por que voc¨ºs vieram? ¨C Perguntou . Mam?e, talvez voc¨º precise nos dar uma explica??o? Disse Ian, um sorriso sugestivo. ¨C ¨C Explica??o? ¨C Liliane, confusa, perguntando. Explica??o sobre o qu¨º? Ian, cal?ando pantufas, olhou para Kerry e ergueu o queixo. ¨C Tio Kerry disse que ele vai morar conosco? ¨C Disse Ian. ¨C Ah, sobre isso¡­ ¨C Disse Liliane, sorrindo. Tio Kerry vai¡­ ¨C Lili! ¨C Interrompeu Kerry, de repente, fazendo gestos fren¨¦ticos. Esse tipo de assunto n?o devemos discutir na frente de um estranho. William, na porta, ficou sem pvras. Ele virou um estranho? Lilianen?ou um olhar r¨¢pido para William, percebendo que Kerry queria preservar sua privacidade. concordou, acariciou a cabe?a de Ian. ¨C Sim, tio Kerry vai morar aqui. ¨C Disse Liliane. Mam?e, tio Kerry vai ser seu namorado? ¨C Perguntou Alice, inclinando a cabe?a. Belonging ? N?velDram/a.Org. Como¡­ Disse Liliane, perplexa. ¨C Alice! Voc¨º tem alguma obje??o a mim? N?o mere?o ser namorado da sua m?e? ¨C Perguntou Kerry, se sentindo injusti?ado.. Liliane ficou sem pvras. Ser¨¢ que Kerry enlouqueceu essa noite? Heh. De repente, a voz sarc¨¢stica de William ecoou nos ouvidos de Liliane da porta. A conex?o est¨¢ boa, realmente, contanto que possa te ajudar, qualquer um pode se tornar seu confidente. Ouvindo as pvras zombeteiras de William, Liliane, descontente, franziu a testa. ¨C ¨C Sr. William, minha vida privada n?o tem nada a ver voc¨º. Rebateu Liliane, olhando diretamente para William. Como m?e, voc¨º n?o deveria dar o exemplo? ¨C Questionou William, soltando um sorriso frio. Eu n?o trouxe nenhum impacto negativo para a educa??o das crian?as. ¨C Retrucou Liliane. N?o? Disse William, em tom frio. Pelo que sei, Ian e Alice j¨¢ sabem que voc¨º tem dois homens ao seu redor. Eu sou solteira, qual ¨¦ o problema de ter uma vida social normal? ¨C Disse Liliane. -Eu tamb¨¦m n?o vejo problema. Concordou Kerry. Enquanto Lili estiver feliz, n?o me importo quantos homens tem ao redor. Liliane olhou sem jeito para Kerry. sabia que ele estava tentando ajudar , mas as pvras dele naqu noite eram bastante estranhas. Chapter 190 Cap¨ªtulo 190 ¨C Kerry, leva as crian?as para a s para brincar, por favor. Disse Liliane. Kerry estava prestes a concordar quando notou uma pequena figura atr¨¢s de William. ¨C Quem ¨¦ aqu pessoa? ¨C Perguntou Kerry, intrigado. Liliane seguiu o olhar de Kerry e viu Breno em sil¨ºncio atr¨¢s de William. ¨C ¨C Breno? Chamou , se apressando em se aproximar dele. ¨C Sim. Respondeu Breno, obediente, dando um deu um passo ¨¤ frente. Liliane, o cora??o amolecido, pegou ele nos bra?os. ¨C Vamos, venhaigo. Disse Liliane. Ent?o, olhou para William e acrescentou. Minha casa ¨¦ pequena, se n?o se importar, voc¨º tamb¨¦m pode entrar. William recuou seu olhar frio e distante, sem dizer uma pvra, adentrou a mans?o. Se aproximando, a hostilidade em seus olhos gdos fez Kerry se arrepiar involuntariamente. Kerry, um tanto inseguro, engoliu em seco e seguiu William, levando Alice p m?o enquanton brincava. ¨C Lucinda n?o est¨¢? Perguntou William, depois de se sentar no sof¨¢ e percorrer o ambiente. Acabando de soltar a m?o de Breno, Liliane hesitou por um momento. Lucinda est¨¢ no hospital. ¨C Respondeu . Hospital? William franzia a testa. ¨C Sim. Explicou Liliane, contrndo a dor em seu cora??o. No dia em que as crian?as foram sequestradas, Lucinda foi gravemente espancada e ficou em estado vegetativo. -Por que voc¨º n?o me contou sobre isso? ¨C Questionou William, apertando as sobrancelhas. ¨C Para que serve eu te contar? ¨C Liliane olhou para ele, continuando. Voc¨º consegue acordar Lucinda? Nem mesmo Carlos conseguiu, ent?o, para que serve te contar. William baixou o olhar e enviou uma mensagem para Jorge. ¡°Investigue o hist¨®rico m¨¦dico da Lucinda e envie para o Hospital Santa Cruz o mais r¨¢pido possivel.¡± Depois de desligar o celr, William se levantou. ¨C Deixo os tr¨ºs voc¨º, volto para buscar eles amanh?. Disse William. Sem esperar p resposta de Liliane, ele saiu diretamente. Quando a porta se fechou, Kerry olhou confuso para Liliane.. ¨C Ele fez uma pergunta e foi embora? Onde ele foi? ¨C Perguntou Kerry. Liliane olhou para a jan, murmurando: ¨C Eu n?o sei. Murmurou Liliane, olhando para o carro que se afastava p jan. Na manh? seguinte. Liliane levou os tr¨ºs pequenos para a esc infantil. Depois, junto Kerry, fez uma ronda na f¨¢brica e n?o encontrou problemas. S¨® ent?o foi sozinha para a empresa. Ao entrar, sua secret¨¢ria Ana bateu na porta e entrou. ¨C Sra. Liliane. Disse . ¨C Diga. Falou Liliane, enquanto tirou o casaco. ¨C ¨C Sra. Liliane, n?o consegui cumprir a tarefa que voc¨º me deu naquele dia. Fui ao banheiro, quando voltei, a Srta. Marc e o Sr. Vin¨ªcius j¨¢ n?o estavam. ¨C Gaguejou. Ana. ¨C Por que voc¨º s¨® est¨¢ me contando agora? ¨C Questionou Liliane, caminhando at¨¦ a mesa. ¨C Eu¡­ Eu esqueci ontem, enquanto estava ocupada. Respondeu Ana, desviando o olhar. Ana, voc¨º deve entender as responsabilidades de uma secret¨¢ria. Se o chefe te der uma tarefa, voc¨º deve rtar de imediato, independentemente da sua importancia. Eu n?o posso garantir que sua atitude n?o cause problemas no futuro. Por isso, v¨¢ ao departamento financeiro pegar tr¨ºs meses de sal¨¢rio e deixe a empresa. Disse Liliane, olhando frieza para Ana. N?o, Sra. Liliane, eueti um erro, por favor, me d¨º outra chance! bn?ando for?a a cabe?a, os olhos d se arregram de choque. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Disse Ana, ¨C N?o ¨¦ uma quest?o depreens?o ou n?o. Se trata da atitude em r??o ao trabalho, que afeta tudo na empresa. No in¨ªcio, preciso que todos os funcion¨¢rios sejam rigorosos. Disse Liliane, s¨¦ria. ¨C Sra. Liliane, voc¨º vai realmente me demitir? Perguntou Ana, os olhos. vermelhos. Espero que voc¨º aprenda e cres?a. Quando estiver mais madura, poder¨¢ voltar. ¨C Disse Liliane. Entendi, Sra. Liliane, obrigada p sua orienta??o. Disse Ana, os olhos. cheios de l¨¢grimas, baixando a cabe?a. Ao ver sair, Liliane sentiu um aperto no cora??o. Antes, achava que William era muito severo seus empregados, mas agora, sentada em sua posi??o, percebeu que gerenciar uma empresa era uma arte Sendo muito tranqu os funcion¨¢rios, eles acabavam rxando demais, sendo excessivamente rigida, eles iam te ver de longe, medo de fr qualquer coisa. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET Chapter 191 Cap¨ªtulo 191 A tarde. Liliane e o departamento de produ??o realizaram uma reuni?o, prevendo que em dez dias a primeira remessa de roupas eendadas estaria pronta. A estimativa surpreendeu Liliane, ultrapassando suas expectativas. A velocidade de produ??o ¨¦ importante, temos poucos funcion¨¢rios aqui, mas n?o force eles a fazer horas extras. ¨C Alertou Liliane, olhando para o diretor de produ??o. n?o sa¨ªa correndo atr¨¢s s¨® de velocidade, priorizava a qualidade das roupas e o bem¨Cestar dos trabalhadores. Entendi, Sra. Liliane. Seguiremos suas regras, hor¨¢rios normais e sem trabalho noturno. Respondeu o diretor. Liliane assentiu, depois se virou para Nanda, sua rec¨¦m¨Ccontratada secret¨¢ria. ¨C Nanda, avise o departamento de seguran?a para ficar atento ¨¤ situa??o na f¨¢brica. durante este periodo. N?o podemos descuidar. Instruiu . ¨C Nanda, uma mulher na casa dos trinta, ostentando um corte de cabelo curto que denotava uma firmeza evidente. Liliane escolheu para ficar ao seudo porque enxergava em seus tra?os s¨¦rios e sem muitos sorrisos um reflexo de seu pr¨®prio passado. Entendido, Sra. Liliane. Respondeu Nanda, assentindo seriedade ao ouvir as instru??es de Liliane. Ap¨®s a reuni?o, o hor¨¢rio de sa¨ªda chegou. Incerta se William iria buscar as crian?as, Liliane decidiu ir primeiro ¨¤ esc infantil. Ao sair da empresa, de repente, um carro de luxo preto estacionou ¨¤ sua frente. Jorge desceu do banco do motorista, contornou at¨¦ ficar na frente de Liliane e abriu a porta do carro. Sita. Liliane, o St William pediu que te levasse a algum lugar. Avisou Jorge. -N?o vou. As crian?as est?o prestes a sair da esc, alqu¨¦m precisa buscar s. Recusou Liliane, olhando para o homem bonito e s¨¦rio no banco de tr¨¢s. Belonging ? N?velDram/a.Org. ¨C Ja organizei algu¨¦m para buscar s. Entre no carro, vamos. levantando os olhos. Disse William, Onde voc¨º est¨¢ me levando? ¨C Perguntou Liliane, franzindo a testa. Para ver Lucinda. Respondeu William, diretamente. Lucinda est¨¢ no Hospital da Serafim. Se eu quiser ver , posso ir a qualquer ¡ª momento. N?o precisa se iodar. Disse Liliane, um sorriso. -Se acha que pode ver Lucinda indo ao Hospital da Serafim, v¨¢ por conta pr¨®pria. ¨C Zombou William. ¨C O que voc¨º quer dizer isso? Questionou Liliane, o sorriso d desapareceu. ¨C Literalmente, ro que voc¨º pode recusar. pode recusar. ¨C Respondeu William, calma. ¨C Voc¨º transferiu Lucinda para outro hospital sem minha permiss?o? ¨C Disse Liliane, ansiosa. ¨C Voc¨º sabe que ainda est¨¢ em perigo? Como ousa fazer isso? Se algo acontecer Lucinda, voc¨º vai assumir a responsabilidade? William ficou s¨¦rio, talvez aos olhos d, ele e Mavis fossem vil?es? ¨C Se posso fazer isso, posso garantir a seguran?a de Lucinda. Ir ou n?o, ¨¦ voc¨º. ¨C Disse William, uma pontada no cora??o, sua voz era mais fria. Liliane apertou as m?os. Se n?o fosse, pelo temperamento de William, ele n?o diria onde Lucinda estava! Por Lucinda, engoliu a raiva e entrou no carro. Vinte minutos depois, o carro parou em frente ao Hospital Santa Cruz. Liliane desceu, observando o imponente hospital. Em suas mem¨®rias, Serafim n?o tinha esse hospital. Quando foi constru¨ªdo esse hospital? A qualifica??o dos m¨¦dicos l¨¢ dentro ¨¦ boa? 211 Perguntou, preocupada, olhando para o homem alto ao seudo. William deu a um olhar, sem explica??o, seguiu diretamente para o hospital. Srta. Liliane, este hospital foi fundado pelo Sr. William, apenas n?o foi divulgado publicamente. Os m¨¦dicos l¨¢ dentro foram selecionados pelo Sr. William, s?o os melhores do mundo, n?o precisa se preocupar apet¨ºncia deles. ¨C Explicou Jorge, aodo. Ele n?o estava envolvido nessa ¨¢rea antes? Questionou Liliane, surpresa. ¨C Desde que o Sr. William soube da sua suposta morte, decidiu construir o hospital. Ele acha que os m¨¦dicos da Serafim s?o ipetentes. ¨C Respondeu Jorge, um tom s¨¦rio. Liliane ficou em sil¨ºncio. O afeto tardio n?o valia nada. +IS BONUS Cap¨ªtulo 192 Chapter 192 Cap¨ªtulo 192 reuniu seus pensamentos e seguiu os passos de William em dire??o ao pr¨¦dio de interna??o. No elevador, parou apenas quando alcan?aram o ¨²ltimo andar. As portas se abriram, Liliane ficou at¨®nita diante do que via. Praticamente, era um amplo apartamento dividido por paredes de vidro em cinco ss. Havia ntas e ¨¢rvores l¨¢ dentro, banhadas por uma luz sr suave, criando uma atmosfera acolhedora. Contudo¡­ Isso parecia um lugar de interna??o? Dizia que estavam ali de f¨¦rias n?o seria exagero. Com os m¨¦dicos se movendo entre as ss, Liliane avistou Lucinda deitada na cama usando uma m¨¢scara de oxig¨ºnio. se apressou em dire??o ao quarto. Ao ouvir os instrumentos emitindo um som suave, o cora??o tenso de Liliane tamb¨¦m se acalmou. O m¨¦dico, que estou registrando o caso, se virou ao ouvir a chegada de William, se inclinando respeito. Em seguida, explicou a situa??o em alem?o. Durante a conversa, o m¨¦dico expressou confus?o e descontentamento em alguns momentos. Liliane, ansiosa, esperou que eles terminassem. ¨C O que ele disse? Perguntou . William olhou para Liliane olhar profundo. Ele disse que Lucinda j¨¢ passou pelo per¨ªodo cr¨ªtico. Disse William. ¨C ¨C So isso? Estranhou Liliane, pois o m¨¦dico ramente disse mais coisas. -15 BONUS William apertou os l¨¢bios, emitindo um ¡°sim¡± abafado. Na verdade, o m¨¦dico alem?o explicou que, ap¨®s a ¨²ltima cirurgia no c¨¦rebro, Lucinda deveria acordar sem problemas e n?o se tornaria uma pessoa em estado vegetativo. No entanto, n?o conseguiram identificar a causa atual da situa??o d, questionando se seria apropriado realizar outra cirurgia. Trazer a Lucinda para l¨¢ j¨¢ deixou Liliane meio contrariada, realizar outra cirurgia de novo tinha seus riscos, ent?o ele precisava pensar direito antes de explicar para . Sem entender alem?o, Liliane teve que desistir. Mesmo que estivesse curiosa, William n?o revria uma pvra do que n?o quisesse dizer a . Se sentando aodo da cama, Liliane segurou de leve a m?o de Lucinda. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ¨C Obrigada. Sussurrou , depois de alguns momentos. Ao ouvir isso, William suavizou o olhar. Finalmente, estava fndo ele de uma maneira mais amena. N?o ¨¦ necess¨¢rio. Disse William. Lucinda era minha funcion¨¢ria antes. Liliane permaneceu em sil¨ºncio, sem dizer mais nada. Depois de cerca de meia hora, o celr de William tocou de repente. Ao atender, seu rosto ficou subitamente sombrio. ¨C Mobilize todos os guarda¨Ccostas. Eles precisam sair e encontrar a pessoa! ¨C Disse ele. Ouvindo isso, Liliane olhou para o homem que emanava uma aura g¨¦lida. O que aconteceu? O que deixou ele essa express?o terr¨ªvel? Mobilizar todos os guarda¨Ccostas para procurar algu¨¦m? A imagem dos rostos infantis de seus tr¨ºs filhos surgiu na mente de Liliane. + IS BONUS As crian?as desapareceram? ¨C Perguntou Liliane, ansiosa, seu rosto empalideceu. num instante. -N?o! Eu tenho assuntos para resolver. V¨¢ embora sozinha mais tarde! Disse William, se levantando com frieza. Dizendo isso, ele saiu rapidamente do quarto. Mesmo assim, Liliane ainda estava preocupada. Pegou o celr e ligou para Breno. A liga??o foi atendida rapidamente, a voz jovem de Breno transmitindo alegria. Mam?e. Disse Breno. Ao ouvir a voz do filho, Liliane rxou. J¨¢ que as crian?as estavam bem, qual era o motivo para a intensidade emocional de William? Quem poderia causar tal perturba??o a ele? Aqueles pensamentos surgiram, mas Liliane afastou eles. N?o havia necessidade de se preocupar os problemas de William, pois n?o tinham r??o . Breno, voc¨º e Ian e Alice j¨¢ jantaram em casa? Perguntou Liliane, ao Breno. ¨C Sim, mam?e. Respondeu Breno. E voc¨º? ¨C Eu ireier depois de conversar voc¨ºs. Como o papai n?o est¨¢ em casa, lembrem¨Cse de dormir cedo, est¨¢ bem? ¨C Disse Liliane, sorrindo. ¨D Ok. Respondeu Breno. Mam?e, voc¨º quer fr Ian e Alice? SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 193 Chapter 193 Cap¨ªtulo 193 ¨C ro Respondeu Liliane, animada -15 BONUS Ap¨®s conversar um pouco os tr¨ºs pequenos. S¨® ent?o deixou o hospital. Ao chegar ¨¤ porta do hospital e se preparar para chamar um carro, uma figura branca colidiu . Liliane foi empurrada para tr¨¢s, mas conseguiu se equilibrar ap¨®s alguns passos. No entanto, a pessoa que atingiu acabou se sentando for?a no ch?o. Liliane se virou para ver uma mulher em trajes de dormir, parecendo desgrenhada, caida diante d. Mesmo os cabelos bagun?ados, Liliane notou a beleza refinada do rosto da mulher, embora seus olhos estivessem cheios de terror e confus?o. ¨C ¨C Desculpe¡­ A voz da mulher tremia intensamente e seus olhos ficaram avermelhados num instante. ¨C Est¨¢ tudo bem,o voc¨º est¨¢? ¨C Disse Liliane, bn?ando a cabe?a. estendeu a m?o para a mulher, acrescentando. O ch?o est¨¢ frio. Me deixe te ajudar a se levantar. ¨C No entanto, para surpresa de Liliane, sua tentativa de ajudar fez que a mulher tremesse violentamente. Liliane ficou um pouco constrangida. ¨C Voc¨º precisa de ajuda? ¨C Perguntou de novo. A mulher, percebendo que Liliane n?o tinha m¨¢s inten??es, se levantou pressa. Em seguida, se afastou d uma express?o apreensiva. ¨C Desculpe, eu estava sendo perseguida, ent?o acabei colidindo voc¨º. mulher. ¨C Disse a Depois de fr isso, a mulher, nervosa, estava examinando o ambiente. Os olhos de Liliane cairam nos p¨¦s descal?os e sujos da mulher, sangue visivel. franziu a testa e estava prestes a perguntar quando o est?mago da mulher emitiu um som ruidoso. A mulier rapidamente cobriu, envergonhada Desculpe, n?oi, ent?o¡­ Disse a mulher. Se n?o se importai, venhaigo para casa? Precisamos cuidar desse ferimento em seu p¨¦, caso contr¨¢rio, pode infectar. Sugeriu Liliane, abrindo um sorriso. A mulher ficou surpresa, mas ent?o assentiu v¨¢rias vezes. Sim! Voc¨º me leva! Concordou a mulher. Liliane assentiu a cabe?a e levou para casa. Mans?o Baia. Kerry, usando um avental, estava na cozinha preparando o jantar. Ele estava prestes a ligar para Liliane e perguntar se voltaria para jantar quando ouviu a porta se Property ? of N?velDrama.Org. abrir. Kerry saiu da cozinha, vendo Liliane. ¨C G, voc¨º est¨¢ de volta! Eu preparei o jantar¡­ Ei? Quem ¨¦ essa? ¨C Perguntou Kerry, apontando para a mulher. ¨C V¨¢ buscar o kit de primeiros socorros na despensa. ¨C Instruiu Liliane, olhando para Kerry. Ah, ah, sim! ¨C Concordou Kerry, saiu rapidamente. Quando voltou ¨¤ s, a mulher j¨¢ estava sentada no sof¨¢, Ele colocou o kit de primeiros socorros na mesa de centro, focando nos p¨¦s machucados da mulher, que estavam sujos e sangue. Isso fez ele dar um suspiro de ar frio. A rea??o de Kerry assustou a mulher, nervosa, que agarrou o bra?o de Liliane. N?o fa?a rde, voc¨º assustou . ¨C Disse Liliane, encarando Kerry. Mas quem ¨¦ ? Perguntou ele, assentindo as pressas. ¨C Encontrei no caminho. Respondeu Liliane Como assim voc¨º tem um h¨¢bito de encontrar pessoas na rua? Ainda por cima uma mulher! Comentou Kerry, arregndo os olhos. Menos conversa, v¨¢ cozinhar! ¨C Ordenou Liliane, impaciente. Kerry, meio constrangido, deixou a s. Lilianee?ou a tratar dos ferimentos da mulher. ¨C Onde ¨¦ a sua casa? Preciso te levar de volta? Perguntou . ¨C Casa¡­ ¨C Murmurou a mulher, perdida. Eu acho que tenho uma. ¨C E seus familiares? Voc¨º tem algum meio de contato eles? Continuou Liliane. A mulher baixou os olhos, parecendo ponderar. Liliane tamb¨¦m n?o estava pressa, limpando paci¨ºncia e medicando os ferimentos. Mas ficou surpresa quando notou que a mulher n?o demonstrou qualquer sinal de dor durante o processo. Ser¨¢ que sentia a dor? ¡ª Falou a mulher. Acho que tenho um filho, mas esqueci o nome dele. Me lembrei. Falou a mulher. Liliane ficou sem pvras. N?o tinha ideia de onde ficava a casa, nem tinha contato a fam¨ªlia. Como ia conseguir levar a mulher de volta para casa? Liliane pensou por um momento e de repente lembrou de Breno e Ian. Os dois s?o envolvidos tologia hacker, ser¨¢ que conseguiam descobrir informa??es da fam¨ªlia d? Cap¨ªtulo 194 Chapter 194 Cap¨ªtulo 194 Liliane passou os rem¨¦dios para a mulher e deu a roupas limpas Aproveitando o momento em que Kerry levou para jantar, Liliane ligou para Breno. Mam?e! Atendeu Alice, perguntando Mam?e, voc¨º est¨¢ saudades de mim, do Breno e don de novo, n¨¦? Sim, mas tamb¨¦m tem outras coisas, Alice, voc¨º pode pedir para on atender? Disse Liliane, um sorriso surgiu nos l¨¢bios d Logo depois,n atendeu a liga??o. ¨C Mam?e, o que foi? Perguntou ele. Liliane ¨C Ian, voc¨º pode verificar as informa??es de uma pessoa para mim? ¨C Perguntou Liliane, dando uma olhada na mulher jantando na s de estar. ro, mam?e. Quem voc¨º quer que eu verifique? ¨C Concordou Ian, prontamente. ¨C -Eu nem sei quem ¨¦ essa pessoa. Explicou Liliane. Explicou Liliane. Vou enviar a foto d para o WhatsApp do Breno em breve. D¨º uma olhada e me diga quando conseguir descobrir algo. Fica tranqu, mam?e, mas aiss?o ¨¦ meio cara. malicioso. ¨C Parece que ¨C Brincou Ian, um sorriu voc¨º n?o consegue ficar tr¨ºs dias sem criar confus?o, n?o ¨¦ mesmo?¨C Disse Liliane, rindo sem gra?a. ¨C Estou s¨® brincando, mam?e, n?o leve a s¨¦rio. Implorou Ian. Se fosse algu¨¦m pedindo para ele resolver algo, poderia ganhar um bom dinheiro. Mas era uma pena que fosse sua m?e que estava mandando, mesmo que ele n?o quisesse dinheiro, tinha que fazer mestno assim Depois de um papo r¨¢pido, Liliane desligou e enviou a foto da mulher para Breno Ao receber a foto,ne?ou a procurar informa??es Geralmente, uma foto, Tan consequia descobrir os detalhes de algu¨¦m em minutos, mas agora, ele passou meia hora sem encontrar nada Os dados daqu mulher pareciam ter sido apagados de prop¨®sito! Ian, para de procurar. Lembrou Breno. Voc¨º n?o acha estranho? Perguntoun, parando de digitar e franzindo a testa. ¨C E estranho. Respondeu Breno, olhando para oputador. Mas se os dados foram apagados, seu esfor?o n?o vai mudar nada. Isso lembroun. -Ah, certo, voc¨º n?o consegue fazer recupera??o de dados? ¨C Questionou Ian. ¨C Precisa ter pelo menos algumas informa??es b¨¢sicas da pessoa para a recupera??o Content is ? 2024 N?velDrama.Org. de dados. ¨C Respondeu Breno, suspirando. ¨C ¨¦ a primeira vez que a mam?e me pede ajuda e acontece isso. Disse Ian, desanimado, rxando os ombros. Assim que ele disse isso, Alice inesperadamente pressionou algo nos l¨¢bios de Ian. Ele ficou surpreso e olhou para baixo, era um peda?o de chocte. Alice usou sua m?ozinha suave para alisar as sobrancelhas franzidas de Ian. Voc¨º fica feio assim! A mam?e disse que ningu¨¦m ¨¦ perfeito. H¨¢ muitas coisas que n?o podemos conseguir! Pessoas que ficam presas em uma coisa so s?o bobas. ¨C Comentou Alice. O rosto den escureceu e ele mordeu o chocte raiva. Se quet me consr, n?o fale coisas sarcasticas. Disse ele Alice resmungou e depois alimentou Breno outro peda?o de chocte ¨C Breno melhor, n?o f muito enquantoe. Disse Alice, olhando para Breno Breno acariciou a cabe?a de Alice, abrindo um sorriso sincero. A casa era originalmente vazia e fria. No entanto, desde quen e Alice chegaram, a vida de repente ficou t?o alegre. Ter irm?os era ¨®timo. Mans?o Baia, ¨¤s 22h. Quando Liliane recebeu a mensagem de desculpas den, seu cora??o n?o p?de deixar de doer. Liliane respondeu e consolou ele. ¡°N?o tem problema, nada pode ser 100% bem¨Csucedido. N?o desanime. Voc¨º e Breno t¨ºm apenas cinco anos e j¨¢ possuem habilidades que outras crian?as n?o t¨ºm. Nesse aspecto, estou orgulhosa o suficiente.¡± Lendo a resposta da m?e, os olhos de Ian ficaram vermelhos. Aquele cora??o cheio de desculpas e frustra??es foi curado num instante. Era verdade que a mam?e era a melhor! Ele teria que se esfor?ar ainda mais, n?o deixaria a mam?e decepcionada mais uma vez. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity ity time is limited! GET IT Chapter 195 Cap¨ªtulo 195 Devido ¨¤ impossibilidade de encontrar informa??es, Liliane teve que odar a mulher em casa. nejava ir ¨¤ delegacia no dia seguinte para esrecer a situa??o. Liliane pensou em arrumar um quarto para a mulher, mas parecia relutante em dormir sozinha, insistindo em ficar perto de Liliane. Diante disso, Liliane desistiu e ajudou a mulher a sevar, permitindo que dormisse ao seudo. Qual ¨¦ o seu nome? ¨C Perguntou a mulher, assim que Liliane se aninhou sob o edredom Liliane. Respondeu Liliane, cobriu o edredom. Liliane¡­ Repetiu a mulher em murmurios. ¨C ¨C E o seu? Lembra do seu nome? ¨C Perguntou Liliane, soltou um sorriso suave. Content ? N?velDrama.Org. Marta Oliveira. lembro disso. ¨C Respondeu a mulher, os olhos d escureceram um pouco. ¨C N?o tem problema. Vou te chamar de Marta daqui para frente. Se n?o conseguir lembrar, tudo bem. Vai lembrar aos poucos. Por enquanto, fique tranqu aqui. Consolou Liliane. ¨C Mesmo? Perguntou Marta, os olhos d se iluminaram. ¨C ¨C ro. Assentiu Liliane. Quanto a outras quest?es, Liliane nem pensava em perguntar. So Talvez houvesse m¨¢s lembran?as em sua vida e abordar isso poderia desencadear emo??es negativas. Liliane preferia n?o tocar nas feridas dos outros. No dia seguinte, s¨¢bado. Liliane foi acordada p liga??o de William. atendeu, olhando para Marta ainda dorminde Algum problema? ¨C Sussutton Pedi para o Joaquim levar as crian?as at¨¦ at Estou ocupado nos ¨²ltimos dias e n?o consigo cuidar ds ¨C A voz de William estava rouca, carregada de cansa?o -Entendi Respondeu Liliane, em tom baixo. Depois de concordai, William encerrou a liga??o. Quando Liliane colocou o celr no lugar, percebeu que Marta j¨¢ estava acordada observava . Te acordei? Perguntou Liliane, remorso. Marta assentiu a cabe?a. A voz no celr era t?o familiar. N?o demorou muito, Marta deixou isso para tr¨¢s. Estou fome. Disse . ¨C Okay, vou fazer algo para voc¨ºer. Disse Liliane, se levantando. se arrumou e desceu, n?o demorou muito para que os tr¨¨s pequenos fossem trazidos. Ian e Alice correram para os bra?os de Liliane ao ver , enquanto Breno ficou parado ¨¤ distancia, sem coragem de se aproximar. Ao ver Breno sozinho, Liliane sentiu uma pontada depaix?o. Apesar de j¨¢ estar acostumado , devido ¨¤ falta extrema de amor materno e aos maus¨Ctratos de Mavis, Breno aprendeu a ler as express?es dos outros em tudo of que fazia, mesmo diante de sua pr¨®pria m?e biol¨®gica. Liliane n?o abra?ou os dois ¨¤ sua frente, mas chamou Breno um aceno. ¨C Breno, venha dar um abra?o na mam?e. ¨C Disse Liliane. Breno levantou timidamente a perna e deu um passo ¨¤ frente. Ao lembrar que os seguran?as ainda n?o haviam sa¨ªdo, ele n?o ousou se aproximar demais desejo Seu olhar era timido, mas carregava with decayo avidiante Somente quando ouviu os seguran?a partindo, elle finalmente se aproximau, estendeu as m?os pequenas e se jogos nos bra?os de Liliane, rocando sua cabe?a. Mamie Murmurou ele Jane Alice,preensivos, esperaram Breno se aconchegar nos bra?on de Liliane antes de se juntarem. Os tr¨ºs, agarrados a Liliane. O cora??o de Liliane apertou. Os tr¨¨s eram verdadeiramente seus tesouros. Vendo eles depois de alguns dias seu cora??o d A vida seria boa se n?o tivesse tantasplica??es. Voc¨ºs j¨¢eram? Perguntou Liliane, soltando os tr¨ºs. ¨C Ja! Os pequenos acenaram em unissono. Querem mais alguma coisa? Eu fiz ovos cozidos. Disse Liliane. ¨C Quero! ¨C Alice foi a primeira a responder. ¨C Aida feita p mam?e ¨¦ obrigat¨®ria! Seguiun, imediatamente. Queroer. Disse Breno, baixinho. ¨C Liliane olhou para ele, que acenou obedientemente, parecendo um pouco envergonhado. Liliane sorriu e levou os pequenos para dentro, quando, na escada, Marta estava descendo. Quando seus olhares se encontraram os tr¨¨s pequenos, ummpejo de surpresa passou pelos olhos d. Aqueles dois meninos, eram¡­ Eramo uma pessoa! IM Quem era mesmo essa pessoa¡­ Antes que Marta pudesse pensar profundamente, Alice interrompeu seus pensamentos. Tia bonita! ¨C Chamou Alice. Chapter 196 Cap¨ªtulo 196 Marta aparentava ter cerca de trinta anos, mas sua idade real n?o estava ra. Chamar de ¡°tia¡± tamb¨¦m n?o parecia errado. ¨C Voc¨º est¨¢ me chamando? ¨C Perguntou Marta, perplexa, apontando para a si mesma. Aqui, s¨® tem voc¨º e minha mam?e, n?o faz sentido eu chamar minha mam?e de tia¡°. Disse Alice, inclinando a cabe?a. Ap¨®s um breve momento de reflex?o, Marta sorriu quando se recuperou ¨C Chamar de ¡°tia¡± soa bem, eu gosto de ouvir. Dizendo isso, Marta desceu as escadas. Se ajoelhando na frente dos tr¨ºs pequenos, animada, acrescentou. ¨C Chamem de novo, quero ouvir. ¨C Tia! Chamou Alice, sua voz doce. ¨C Sim, sim! ¨C Acenou Marta, animada. ¨C Tia, tudo bem. Seguiu Ian. Breno, timido, permaneceu em sil¨ºncio aodo, apertando os l¨¢bios pequenos, sem coragem de fr. Liliane n?o for?ou ele, j¨¢ que ele estava enfrentando problemas psicol¨®gicos no. momento. Algumas coisas n?o podiam ser for?adas. Enquanto Liliane continuava ocupada na cozinha, as crian?as levaram Marta para brincar brinquedos. Naquele momento, em uma mans?o nos arredores. William, os olhos vermelhos, estava sentado no sof¨¢, encarando os seguran?as diante dele uma express?o sombria. O ch?o estava coberto de cacos de vidro, resultado de seu arremesso furioso. Os seguran?as mantinham a cabe?a baixa, n?o ousando nem mesmo respirar alto, esperando pelo castigo. saiu por quinze minutos e at¨¦ agora n?o conseguiram encontrar ! ¨¦ porque o dinheiro aqui ¨¦ f¨¢cil demais, ¨¦ isso? ¨C Questionou William, em tom frio. Os seguran?as permaneceram em sil¨ºncio, mantendo a cabe?a ainda mais baixa, Na verdade, eles tamb¨¦m estavam confusos. Por que a senhora desapareceu sem deixar rastros em apenas quinze minutos? No inicio, eles podiam seguir a dire??o das imagens das cameras, mas depois, a mulher simplesmente sumiu. A Serafim era t?o grande, procurar algu¨¦m agora erao procurar uma agulha no palheiro. ¨C Dou mais vinte e quatro horas a voc¨ºs. Se n?o encontrarem , todos voc¨ºs est?o demitidos! Instruiu William. Ao receber a ordem, os seguran?as se viraram rapidamente e correram para fora. Joaquim suspirou e se aproximou. ¨C Sr. William, eu tamb¨¦m vou procurar. procurar. Disse ele. ¨C N?o deixe que eles revelem qualquer informa??o. Ordenou William, encarando. ele frieza. Entendido! Respondeu Joaquim. Assim que Joaquim saiu, o celr de William tocou. Era Guilherme que ligava. ¨C O que foi? ¨C Perguntou William, uma atitude extremamente fria. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ¨C Qual ¨¦ a sua atitude? ¨C Guilherme hesitou por um momento e elevou a voz. William apertou a mandib, tentando contrr a irrita??o que borbulhava entre __ suas sobrancelhas. Fale logo! Disse William, a mand¨ªb tensa, se ¨C esfor?ando para conter a irrita??o que fervilhava em seus olhos. ¨C Rafael Costa da Cidade Pompeia est¨¢ na Serafim. V¨¢ l¨¢ e feche o acordo de coopera??o! ¨C Ordenou Guilherme. ¨C Se voc¨º est¨¢ t?o interessado nesse acordo, v¨¢ fazer voc¨º mesmo! ¨C Recusou William Assim que essa mulher voltou, seu cora??o j¨¢e?ou a se dispersar, n¨¦? Voc¨º n?o entende a gravidade da situa??o, ¨¦ isso? Voc¨º percebe quantas empresas na Serafim est?o de olho na minera??o nas m?os de Rafael?! Exmou Guilherme, irritado as pvras de William. ¨C Bip! Guilherme ficou atordoado, olhando para a t do celr. William j¨¢ havia encerrado a liga??o! ¨C Ingrato! ¨¦ s¨® um ingrato! ¨C Xingou Guilherme, o rosto vermelho de raiva, furioso. Sr. Guilherme, por que voc¨º est¨¢petindo essa mulher p aten??o do Sr. William? Voc¨ºs s?o uma fam¨ªlia, enquanto ¨¦ uma forasteira! Brigar s¨® porque teve uma discuss?o o Sr. William n?o vale a pena, n?o ¨¦? ¨C Interveio o mordomo. Voc¨º est¨¢ certo! Guilherme apertou os olhos, ordenando. ¨C V¨¢ descobrir onde essa mulher est¨¢ morando agora! ¨C Sim, vou mandar algu¨¦m investigar. ¨C Concordou o mordomo. No meio do dia, na Mans?o Baia. Depois do almo?o, Martae?ou a cochr sonolentamente. Liliane levou para o quarto para descansar. Vendo dormir, Liliane desceu nara conversar e desenhar os tr¨ºs pequenos SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 197 Chapter 197 Cap¨ªtulo 197 Mal Liliane se sentou, o som do motor de um carro chegou ¨¤ porta. Logo em seguida, se ouviu uma batida na porta. ¨C ¨C Vou abrir, mam?e! Dissen, o mais pr¨®ximo da porta, segurando um copo d¡¯¨¢gua, se dirigiu para abrir. Ao abrir a porta, se deparou um senhor de cabelos grisalhos, mas ainda cheio de vitalidade. Posso ajudar? Quem o senhor procura? ¨C Perguntou Ian, um sorriso. Guilherme, ao olhar paran, ficou at?nito num instante apenas um olhar. ¨C Garoto, quem ¨¦ voc¨º? ¨C Perguntou ele, empolgado. Senhor, ¨¦ assim que voc¨º pergunta logo de cara? Parece um pouco sem educa??o, n?o acha? Respondeu Ian, abrindo um sorriso. ¨C ¨¦ bastante parecido! Comentou Guilherme, um sorriorgo. Sua maneira de fr e express?o s?o exatamenteo as do William! ¡ª Ao ouvir isso, Ian ficou alerta, prestes a fr, mas foi interrompido pelo chamado da Property ? of N?velDrama.Org. m?e. ¨C Ian, quem ¨¦ que chegou? ¨C Perguntou Liliane. ¨C ¨¦ um senhor idoso dizendo coisas estranhas. Respondeu Ian, se virando para a m?e. Liliane, ao ouvir isso, imediatamente sentiu um alerta interno. se apressou em dire??o ¨¤ entrada. Ao ver Guilherme, o cora??o de Liliane acelerou. J¨¢ era dif¨ªcil lidar um William, agora Guilherme tamb¨¦m apareceu! Se eles descobrirem quen tinha sangue da familia Gabaldo, n?o conseguiria proteger as crian?as! Liliane apertou for?a as m?os, tentando manter a calma enquanto se aproximava de Guilherme. Sr. Guilherme. ¨C Cumprimentou Liliane Ac ver Liliane, a express?o de Guilherme se tornou fria num instante. Este ¨¦ o filho do William? ¨C Perguntou ele, apontando paran Liliane n?o respondeu diretamente. Em vez disso, se aproximou den, dando um tapinha nas costas dele. ¨C Querido, voc¨ºs v?o l¨¢ para cima brincar. Mam?e precisa conversar esse senhor. Disse Liliane. Ian assentiu, junto Breno e Alice, subiu as escadas. No corredor, Ian segurou as m?os de Breno e Alice, se agachando. Ian, voc¨º est¨¢ nejando ouvir escondido? Eu adoro isso! Ian fez um gesto de sil¨ºncio, Alice fechou de imediato a boca. ¨C Disse Alice, animada. Vendo que Liliane estava levando Guilherme para a s, os olhos de Breno ficavam sombrios. ¨C ¨¦ o vov?. ¨C Sussurrou Breno. Seu av?? Ele n?o vai intimidar a mam?e, n¨¦? Exmou Alice, chocada. ¨C ¨C N?o sei. Respondeu Breno, bn?ando a cabe?a. Ian virou a cabe?a, depois estendeu a m?o para Breno. Me d¨¦ o celr. Dissen. Breno pegou o celr e entregou a Ian. Ian discou rapidamente um n¨²mero, em pouco tempo, a liga??o foi atendida. ¨C Socorro! Mam?e precisa de ajuda! Em casa! Depois de dizer, Ian desligou de imediato. Cap¨ªtulo 198 Chapter 198 Cap¨ªtulo 198 Guilherme estreitou os olhoso um falc?o. ¨C Voc¨º ¨¦ uma exce??o. ¨C Comentou ele. ¨C Obrigada pelo elogio. ¨C Disse Liliane.. Vamos fr sobre as crian?as. Disse Guilherme, olhando na dire??o da escada. ¨C O que d¨¢ a voc¨º o direito de se intrometer na vida dos meus filhos? ¨C Questionout Liliane, encarou ele caut. ¨C ¨C Esse garoto se parece muito William! Disse Guilherme, sua express?o ficou extremamente feia. ¨C ¨C Isso n?o significa que seja filho dele! ¨C Retrucou Liliane, frieza. ¨C Bem! Voc¨º pode ser teimosa, mas o DNA n?o mente! Deixe eu ser ro, se essa crian?a for do William, a familia Gabaldo n?o permitir¨¢ que fique uma mulhero voc¨º! A guarda ser¨¢ nossa e isso ¨¦ certo! ¨C Disse Guilherme, dando um riso sarcastico. Liliane sentiu seu cora??o batero um tambor, as m?os ficando frias e suadas. Se William soubesse a verdade, teria uma sa¨ªda. Mas se Guilherme descobrisse, n?o teria escapat¨®ria! De repente, a porta da entrada se abriu. Liliane e Guilherme viraram a cabe?a para ver Carlos entrando pressa, carregando vegetais frescos que havia acabado deprar. ¨C Liliane, o que est¨¢ acontecendo¡­ ¨C Perguntou Carlos. O papai est¨¢ de volta! ¨C Gritoun, surgindo do topo da escada. ¨C Papai, trouxe algo gostoso? ¨C Perguntou Alice logo depois, uma voz doce. Liliane olhou paran, que piscou para . logo percebeu que os dois pequenos haviam armado um no para ajudar . Liliane, em perfeita sintonia, se levantou e foi at¨¦ Carlos, naturalmente entr?ando seu bra?o ao dele. Voc¨º voltou t?o cedo hoje, podemos passar um tempo as crian?as. ¨C Disse Liliane. Carlos, entendendo imediatamente, sorriu de forma afetuosa. Falou Carlos. Ele -N?o tinha nada importante para fazer. Posso ficar em casa olhou para as crian?as e acenou a cabe?a. Ent?o, seus olhos ca¨ªram sobre Guilherme, perguntando. Quem ¨¦ esse? ¨C ¨¦ o pai do William, Sr. Guilherme. Explicou Liliane, um sorriso leve. Sr. Guilherme, prazer em conhecer voc¨º. ¨C Cumprimentou Carlos, sorrindo. Guilherme ficou confuso. O que estava acontecendo? No entanto, ao olhar mais de perto, percebeu alguma semelhan?a entre o garoto e Carlos. Ser¨¢ que ele estava ficando confuso devido ¨¤ idade? Mas o pensamento desapareceu rapidamente, Guilherme negou. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. O garoto era ramente uma r¨¦plica da infancia de William! Parecia at¨¦ Breno! Como poderia ser filho de outra pessoa? Mas sem confirma??o, Guilherme se levantou. ¨C ¨¦ melhor voc¨º n?o tentar nenhum truque! N?o permitirei que os descendentes da fam¨ªlia Gabaldo fiquem fora de nosso alcance! Dito isso, ele deixou a mans?o. Advertiu ele, olhando para Liliane. Ao ver o carro partir, Liliane sentiu as pernas vacrem. Se n?o fosse por Carlos apoiando , teria caido no ch?o. ¨C Ele est¨¢ tentando tirar as crian?as de voc¨º? ¨C Perguntou Carolos, preocupado. ? +15 Bonus Dessa vez conseguimos enganar, mas na pr¨®xima, talvez n?o tenhamos tanta sorte. Se ele realmente investigar, ¨¦ eventual que descobrir¨¢ a verdade¡­ ¨C Disse Liliane, ansiosa. Deixe issoigo. Suspirando Carlos. ¨C Voc¨º tem uma solu??o? ¨C Perguntou Liliane, olhando para ele. ¨C ¨C Tenho. Respondeu Carlos, um sorriso tranquilizador. N?o se preocupe, eu vou cuidar de tudo. Liliane concordou, mas depois bn?ou a cabe?a rapidamente. N?o! William tem seu pr¨®prio hospital! ¨C Disse . Voc¨º n?o confia em mim? ¨C Questionou Carlos, impotente. ¨C N?o ¨¦ isso¡­ ¨C Liliane tentou se explicar. ¨C Ent?o est¨¢ tudo bem. ¨C Disse Carlos, deu um tapinha no ombro de Liliane, indicando para olhar na dire??o das tr¨ºs crian?as, lembrando. ¨C Ian tem habilidades especiais, e Breno¡­ Liliane ficou perplexa por um momento, mas ent?o se lembrou. Antes de ser presa p pol¨ªcia, seu exame de sangue foi adulterado e at¨¦ agora n?o sabia quem estava por tr¨¢s disso. hesitou ao pensar na possibilidade de as crian?as tamb¨¦m estarem envolvidas. Mas seu instinto dizia a que, se eles fossem capazes de iodar Mavis, essa situa??o seria uma quest?o menor para eles. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Capitulo 199 Chapter 199 Capitulo 199 correu para o andar de cima Os tr¨¨s filhos tentaram sequi , mas foram barrados por Carlos No segundo andar, Liliane viu Marta montada em cima de Kerry. Suas m?os apertavam for?a o pesco?o dele.. Morra! Morra! ¨C Repetiu Marta, incessantemente. Kerry, o rosto vermelho, tentava afastar os dedos de Marta. Ele poderia revidar, mas hesitava, afinal, aqu era uma pessoa trazida por Liliane. Liliane correu para frente e segurou o bra?o de Marta. Marta! Solte Kerry agora! Deteve Liliane. Marta levantou a cabe?a, seus olhos vermelhos encaravam Liliane. N?o me impe?a, esses homens todos merecem morrer! ¨C Disse Marta. ¨C Marta! ¨C Suplicou Liliane. Ele n?o ¨¦ um daqueles homens maus que voc¨º pensa. Ele ¨¦ meu amigo. Por favor, solte ele. N?o! ¨C Recusou Marta gritando. A press?o em suas m?os aumentava,o se quisesse estrangr Kerry antes de se acalmar. Liliane se levantou, prestes a separar eles novamente, quando a voz de Carlos interrompeu. ¨C -Eu cuido disso. Disse ele. Ele se abaixou, pressionando os pontos de Marta no pulso, soltando facilidade as m?os d do pesco?o de Kerry. Enquanto Kerry tossia violentamente ao recuperar a respira??o. Marta tentava se libertar a controle de Carlos. ¨C Desgra?ado! Me solte! Nenhum de voc¨ºs, homens, presta! Voc¨ºs querem me enlouquecer! Voc¨ºs querem que eu morra! ¨C Gritou , for?a. Aproveitando a oportunidade, Kerry se levantou rapidamente, correndo para se colocar atr¨¢s de Liliane. -G! Acredite em mim, eu n?o fiz nada errado. simplesmente enlouqueceu e veio me atacar assim que abri a porta. ¨C Explicou Kerry. Liliane confiava na integridade de Kerry. ¨C Eu sei, primeiro vamos vero est¨¢ Marta. ¨C Respondeu Liliane. Kerry assentiu e Liliane se aproximou de Marta. ¨C Marta, olhe bem. Sou eu, sou a Liliane! ¨C Falou Liliane. -Eu n?o te conhe?o! Eu n?o vou te machucar! Eu s¨® quero que esses homens Rosnou Marta, para Liliane, ainda cautelosa. morram! Sem saber o que fazer, Liliane olhou para Carlos, que estava franzindo a testa. Existe alguma maneira de acalmar por enquanto? ¨C Perguntou Liliane. ¨C V¨¢ at¨¦ o dep¨®sito, pegue uma corda. Vamos amarrar . Eu vou buscar Instruiu Carlos, olhando seriedade para Kerry. tranquilizantes no carro. Kerry desceu as escadas rapidamente, voltando uma corda e ajudando a imobilizar Marta, que estava se debatendo. Ap¨®s levar para o quarto de Liliane, Carlos injetou o tranquilizante. Quando Marta finalmente se acalmou, todos rxaram. Property ? of N?velDrama.Org. O que est¨¢ acontecendo aqui? Perguntou Kerry, angustiado, segurando a garganta. Liliane, tamb¨¦m confusa, olhou para Carlos em busca de respostas. ¨C Preliminarmente, parece ser um dist¨²rbio mental. Respondeu Carlos, s¨¦rio. -Eu encontrei na frente do hospital particr de William. estava ferida e faminta, ent?o trouxe para casa. Afirmou Liliane, assentindo. ¨C Voc¨º deveria ter levado ¨¤ delegacia para a pol¨ªcia lidar, n?o trazer por conta pr¨®pria. ¨C Comentou Carlos. ¨C Eu pretendia fazer isso hoje, mas as crian?as vieram antes. envergonhada. Admitiu Liliane, Eu vou ¨¤ delegacia verificar se h¨¢ pacientes desaparecidos ou rtos de desaparecimento. ¨C Disse Carlos. ¨C O qu¨º? ¨C Exmou Kerry, seus olhos se arregram. ¨C Voc¨º vai nos deixar aqui? Uma mulher fr¨¢gil e um homem fraco,o podemos lidar uma pessoa problemas mentais? n?o vai acordar t?o cedo. Aumentei a dose. ¨C Respondeu Carlos, olhando desaprova??o para Kerry. Entendi. Eu fico a G. Carlos, v¨¢ fazer o que precisa fazer. ¨C Kerry suspirou aliviado. Cap¨ªtulo 200 Chapter 200 Cap¨ªtulo 200 Carlos ficou fora por quatro longas horas. Ele voltou exausto apenas no jantar. Liliane serviu um copo de suco e se aproximou. ¨C Como foi? Alguma not¨ªcia? ¨C Perguntou Liliane. Carlos bn?ou a cabe?a, se sentando no sof¨¢. Nada, mostrei a foto a eles, mas sem resultados. Falou Carlos, depois de tomar um gole do suco. O que devemos fazer? Uma pessoa sem ningu¨¦m procurando por , al¨¦m de ter problemas mentais, n?o ¨¦ seguro ter em casa, especialmente as crian?as aqui. Mas para onde poderiamos enviar ? Para o hospital? Parece desrespeitoso. Deixar na rua? N?o posso imaginar o que poderia acontecer a uma mulher problemas mentais l¨¢ fora. ¨C Disse Liliane, Disse Liliane, preocupada. Kerry, rxado no sof¨¢ enquanto mordiscava uma ma??. Na minha opini?o, dev¨ªamos devolver ao lugar de onde voc¨º pegou . Comentou ele. ¨C Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Isso n?o ¨¦ uma op??o! ¨C Tanto Liliane quanto Carlos rejeitaram Kerry ao mesmo tempo. Kerry quase se engasgou, ¨C Ent?o, o que voc¨ºs sugerem? ¨C Perguntou ele. ¨C Se voc¨º n?o se importar, posso chamar uma amiga m¨¦dica para avaliar a situa??o d. Sugeriu Carlos, olhando para Liliane. ¨C S¨® podemos tentar isso, Concordou Liliane. Depois da conversa, Liliane levou os tr¨ºs pequenos para cima para se prepararem para dormir. Liliane colocou cada um deles na cama e cobriu eles. Mam?e, o que o que est¨¢ acontecendo a tia Marta? ¨C Falou Alice, inquieta. N?o se preocupe, querida. A tia Marta est¨¢ doente, mas vai ficar bem. ¨C Consolou Liliane, afagando o rosto de Alice. Mam?e, n?o se preocupe. O papai Carlos vai dar um jeito. Acrescentoun. Eu sei, meus amores. Agora, durmam bem e n?o falem nada disso perto da tia Marta, est¨¢ bem? Disse Liliane, sorrindo aliviada. Os tr¨ºs concordaram a cabe?a. Boa noite, mam?e. ¨C Sussurrou Breno. ¨C Boa noite¡­ Liliane deixou um beijo suave na testa de cada um. Na cda da noite, a escurid?o do quarto infantil foi perturbada de repente por uma figura pequena se levantando rapidamente.. Breno, segurando o nariz, tateou at¨¦ o celr na mesinha. Ao acender a t, saiu da cama cuidado, se dirigindo em sil¨ºncio ao banheiro. Ap¨®s fechar a porta, Breno ficou na ponta dos p¨¦s para acender a luz na parede. Ele olhou para baixo. Um vermelho brilhante, desagrad¨¢vel aos olhos, refletiu nos seus olhos escuros. O rosto de Breno ficou p¨¢lido. Era a terceira vez que seu nariz sangrava assim. Ele pegou um len?o e pressionou contra o nariz, enquanto usava ¨¢gua para limpar as m?os ensanguentadas. novamente Antes de terminar a limpeza, o sangramentoe?ou agora da outra narina. Breno encarou a mistura de sangue e ¨¢gua l¨¢bios apertados. O que estava acontecendo ele? Sentado no banheiro por dez minutos, finalmente conseguiu estancar o sangramento. Breno, o 1osto p¨¢lido, saiu do banheiro, usando a luz do celr para verificar se havia deixado vestigios de sangue. A cada dois passos, ele dava uma olhadinha na cama onde fan e Alice dormiam profundamente. Vendo que eles continuavam na paz do sono, ele abaixava a cabe?a, garantindo que n?o deixava rastro algum. S¨® ent?o, mais tranquilo, se deitou na cama. Melhor assim. Imaginava que se a mam?e descobrisse, certeza ficaria preocupada. Ele n?o queria causar mais problemas e preocupa??es para . Na manh? seguinte. Carlos trouxe uma m¨¦dica para examinar Marta. Marta acordou o humor aparentemente est¨¢vel, mas continuava sem lembrar de nada. Nem mesmo reconhecia a Liliane, tudo parecia apagado da mem¨®ria d. n?o oferecia resist¨ºncia quando a m¨¦dica fazia perguntas, respondendo prontamente. Depois foi brincar os tr¨ºs pequenos. Aproveitando aquele momento, Liliane puxou a m¨¦dica para uma conversa. Dra. Daise, o que est¨¢ acontecendo a Marta? ¨C Perguntou Liliane. ¨C SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET Chapter 201 Cap¨ªtulo 201 parece ter sido vitima de viol¨ºncia grave, o que gerou um medo intenso de homens. Esse medo desencadeou umportamento subconsciente de autodefesa, se transformando em raiva, levando a atacar homens. O diagn¨®stico preliminar ¨¦ um transtorno mental grave causado por estresse excessivo. Eu sugiro que voc¨ºs levem para o hospital para tratamento. Respondeu a Dra. Daise. ¨C Eu n?o sou da fam¨ªlia d, n?o tenho o direito de tomar decis?es por . H¨¢ outra forma de tratamento? Disse Liliane, indecisa. Eu poderia ficar aqui e observar enquanto administro medicamentos por um tempo. Mas eu te aconselharia a encontrar os familiares d o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Content ? N?velDrama.Org. ¨C Sugeriu a Dra. Daise, depois de ficar em sil¨ºncio por um momento. ¨C Obrigada, Dra. Daise! Eu vou dar um jeito! Por enquanto, conteigo para o que precisar. O dinheiro n?o ¨¦ problema, vou tentar o meu melhor. Agradeceu Liliane. -N?o precisa, o Dr. Carlos j¨¢ me pagou. Disse a Dra. Daise, sorrindo. Liliane ficou surpresa. Ele acertou tudo para mais uma vez? ¨C Voc¨ºs t¨ºm uma boa r??o, hein. Brincou a Dra. Daise, olhando para Liliane. Liliane, o rosto corado de leve, respondeu baixinho um ¡°sim¡°. ¨¤ tarde. Liliane levou os tr¨ºs pequenos para visitar Lucinda no Hospital Santa Cruz Enquanto caminhavam em dire??o ¨¤ de interna??o, um carro branco estaval estacionado atr¨¢s deles. Mavis, de dentro do carro, observava atentamente Liliane e as crian?as. Logo em seguida, olhou para o pr¨¦dio da interna??o e n?o pode deixar de se perguntar quem ser¨¢ que eles estavam indo visitar? Mavis teve uma ideia. rapidamente colocou os ¨®culos escuros, desceu do carro ¨¦ foi atr¨¢s deles. No topo do hospital. Alice, surpresa, admirou a enfermaria ¨¤ frente. Mam?e, que lugar bonito! Eu tamb¨¦m quero morar aqui. Disse . ¨C Alice, isso ¨¦ um hospital, n?o d¨¢ pra ficar morando aqui. R¨¢pido, faz ¡°pff¡± tr¨ºs vezes, espanta o azar. ¨C Disse Liliane, sorrindo sem jeito. Alice fez careta e imitou Liliane. Liliane conduzindo os tr¨ºs filhos em dire??o ao quarto de Lucinda. Ao ver Lucinda a m¨¢scara de oxig¨ºnio, os grandes olhos bonitos de Alice ficaram vermelhos num instante. correu para frente e se jogou na cama. ¨C Lucinda. Chamou Alice, enquanto chorava. Mam?e, quando Lucinda vai acordar? ¨C Perguntou Ian, tamb¨¦m os olhos vermelhos. ¨C N?o sei. Eu tamb¨¦m quero que acorde logo. Respondeu Liliane, emo??o contida. Breno n?o conhecia muito Lucinda, ent?o n?o foi muito afetado emocionalmente. Mam?e, n?o fique triste. Lucinda ¨¦ uma pessoa boa, vai melhorar. Consolou ele, baixinho. Liliane fungou e se agachou, olhando para Breno. ¨C Querido, agrade?o suas pvras de conforto. Lucinda est¨¢ deitada na cama agora e s¨® restaram voc¨ºs tr¨ºs, meus amores. Voc¨ºs precisam ficar saud¨¢veis e felizes. ¨C Disse Liliane, Breno, pensando em seu pr¨®prio epis¨®dio de sangramento nasal, parecia um pouco abatido. Sim, vamos ficar. Respondeu Breno, voz abafada. N?o muito longe dali, Mavis, usando ¨®culos escuros, avistou Lucinda na cama. Entretanto, na enfermaria, al¨¦m de Liliane e seus filhos, n?o se via nenhum familiar de Lucinda. Mavis deu uma risada fria. Lucinda passou por algo t?o grande, Liliane estava escondendo isso de outras pessoas? Era Ridiculo. Uma oportunidade t?o boa foi parar nas m?os d por pura coincid¨ºncia! n?o podia deixar escapar uma chance t?o boa de causar problemas para Liliane. pegou o elevador e desceu. De volta ao carro, pegou o celr para obter informa??es sobre a condi??o de Lucinda e instruiu seus seguran?as a procurarem o contato dos familiares de Lucinda. Logo, o n¨²mero de telefone do filho de Lucinda chegou ao celr de Mavis. apertou a liga??o e ap¨®s alguns instantes, algu¨¦m atendeu. ¨C Por favor, ¨¦ o Sr. Heitor? ¨C Perguntou Mavis, voz chorosa. Cap¨ªtulo 202 Chapter 202 Cap¨ªtulo 202 ¨C Quem est¨¢ fndo? Perguntou Heitor, o filho de Lucinda, indignado. ¡ª Lucinda est¨¢ em ¨C St. Heitor, n?o importa quem eu sou. Choramingou Mavis. apuros e agora est¨¢ sendo tratada no topo do Hospital Santa Cruz. ¨C ¨C O qu¨¦? ¨C Exmou Heitor, elevando a voz, incr¨¦dulo, perguntando. ¨C Voc¨º tem certeza de que ¨¦ minha m?e? -Se n?o acredita, pode vir ao Hospital Santa Cruz e ver seus pr¨®prios olhos. ¨C Disse Mavis. Se voc¨º estiver me enganando, eu vou chamar a pol¨ªcia! ¨C Amea?ou Heitor. ¨C Sr. Heitor, Lucinda ¨¦ uma boa pessoa. me ajudou antes, ent?o estou te avisando por bondade. N?o deveria ficar t?o bravo. Se precisar ficar irritado, que seja quem demorou tanto para te contar, n?o ¨¦ verdade? ¨C Disse Mavis. informou Heitor sobre a situa??o de Lucinda, provocando sua ira, antes de desligar a chamada. limpou as l¨¢grimas que cairam durante a atua??o sem express?o no rosto. Agora, s¨® precisava aguardar o desenrr da trama. No hospital. O celr de Liliane tocou. Era uma liga??o desconhecida, ent?o saiu da s atender. Alo¡­ Disse Liliane. ¨C Voc¨º ¨¦ a Liliane, certo? A voz de Heitor soou furiosa. ¨C Quem ¨¦ voc¨º? ¨C Perguntou Liliane, confusa. Sou Heitor. O filho de Lucinda. Rosnou Heitor, furioso. Liliane ficou perplexa. Como Heitor ligou para ? Belonging ? N?velDram/a.Org. para Antes, Liliane sab¨ªa por Lucinda que, desde que enviou Heitor para o exterior, ele cortou todo contato a m?e. Mesmo quando Lucinda tentava fr ele, ele simplesmente mandava parar de iodar e desligava. Mais tarde, Heitor at¨¦ amea?ou romperpletamente os?os Lucinda. Por isso, os dois ficaram uma d¨¦cada sem se fr. Agora,o diabos ele aparecia assim do nada? Sim, sou eu. Algum problema? Respondeu Liliane. ¨C O que aconteceu minha m?e? Perguntou Heitor, rugindo. Liliane percebeu que algu¨¦m j¨¢ havia informado de prop¨®sito Heitor sobre a situa??o de Lucinda. ¨C Sr. Heitor, voc¨º est¨¢ ligando agora, n?o acha que ¨¦ um pouco c?mico? Liliane. Retrucou Porra, estou te perguntando, voc¨º est¨¢ enrndo outras coisas? Gritou Heitor. ¨C Voc¨º tem coragem de me perguntar? de me perguntar? ¨C Questionou Liliane, um um sorriso frio. Voc¨º abandonou Lucinda sem olhar para tr¨¢s, agora tem qualifica??o para se intrometer? E voc¨º ent?o, o que voc¨º ¨¦? Tamb¨¦m est¨¢ metendo o nariz nos assuntos da minha familia? Rugiu Heitor, irritado. Se voc¨º cortou os?os familiares, n?o tem o direito de se envolver. Eu cuidarei de Lucinda. Pode ir cuidar da sua vida! Rebateu Liliane. ¨C ¨C Voc¨º vai se arrepender! N?o vou deixar voc¨º sair impune, sua puta! Depois de xingar, Heitor desligou a chamada. Liliane tamb¨¦m desligou o celr express?o s¨¦ria. Com as pvras de Hejtor, sabia que n?o demoraria muito para esse ingrato causar problemas para ! As ondas de dificuldades pareciam intermin¨¢veis. Liliane, exausta, se voltou para a enfermaria. ¨¤ noite. Ap¨®s jantar fora as crian?as, Liliane retornou ¨¤ Mans?o Ba¨ªa s. Dra. Daise informou que Marta tomou rem¨¦dio e j¨¢ estava dormindo. Liliane agradeceu a e levou as crian?as para se arrumarem. Depois de brincar e colocar as crian?as para dormir, desceu as escadas e se sentou no sof¨¢, ponderando sobreo lidar Heitor. As nove e meia. Kerry voltou b¨ºbado e viu Liliane pensativa no sof¨¢, se aproximou e sentou. Ei, G, enfrentando mais algum problema? Perguntou Kerry, de modo zombeteiro, ¨C Mantenha distancia. Disse Liliane, desd¨¦m. ¨C Eu s¨® queria cuidar de voc¨º, voc¨º ¨¦ realmente impiedosa! ¨C Resmungou Kerry. ¨C Kerry, estou irritada agora, cale a boca. Disse Liliane, olhando para ele desd¨¦m. que houve? ¨C Perguntou Kerry, inocentemente. Me conte, vou te ajudar a analisar! Depois de um breve sil¨ºncio, Liliane contou a Kerry sobre a situa??o Heitor. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 203 Chapter 203 Cap¨ªtulo 203 Ao ouvir a hist¨®ria, Kerry soltou um pvr?o. ¨C ¨C Isso ¨¦ coisa que ser humano faz? Rugiu ele. ¨C Ent?o, por favor, pare de fazer barulho¡­ Pediu Liliane, massageando as t¨ºmporas. Antes que as pvras terminassem, um seguran?a entrou abruptamente. ¨C Srta. Liliane, h¨¢ algu¨¦m querendo entrar ¨¤ for?a no port?o, mas a gente impediu. ¨C ele. Avisou um seguran?a. Liliane sentia um cfrio. Ser¨¢ que Heitor apareceu? ¨C Sua vagabunda! Saia dai! ¨C Gritou Heitor. Mal Liliane pensava em Heitor, elee?ou a xingar dodo de fora. ¨C Vou l¨¢ e acabo ele! Disse Kerry, irritado, se levantando rapidamente. ¨C N?o fa?a isso! ¨C Deteve Liliane, se apressando em segurar a roupa de Kerry. G! Aquele ingrato est¨¢ aqui para brigar e ainda te xinga. Eu n?o consigo suportar! Disse Kerry. Eu vou resolver isso, n?o se intrometa. ¨C Falou Liliane, se levantando. ¨C N?o! ¨C Recusou Kerry. Eu vou voc¨º! ¨C Mas prometa que n?o vai causar confus?o. Cedeu Liliane, ao ver a determina??o de Kerry. ¨C Property ? of N?velDrama.Org. Entendi! Respondeu Kerry, sem entusiasmo. Liliane finalmente se sentiu aliviada e foi at¨¦ a porta Kerry. Dodo de fora. Heitor estava sendo contido pelos seguran?as, mas continuou xingando. ¨C Vagabunda! Voc¨º sabia que minha m?e se machucou e n?o disse nada! ¨¦ culpa sua que est¨¢ no hospital, me pague! ¨C Xingou ele, ao ver Liliane. Liliane n?o queria criar um espet¨¢culo dodo de fora, ent?o deixou os seguran?as levarem Heitor para dentro da casa. Depois de fechar a porta, Liliane olhou frieza para Heitor. ¨C Quem te contou sobre isso? Questionou . N?o ¨¦ da sua conta! ¨C Gritou Heitor. S¨® sei que minha m?e est¨¢ no hospital por sua causa! Voc¨º s¨® quer dinheiro? ¨C Perguntou Liliane, encarando ele enquanto se sentou no sof¨¢. ¨C E se eu quiser? Retrucou Heitor, sem vergonha. N?o vou te dar dinheiro. O tratamento de Lucinda tamb¨¦m custa. Se voc¨º quiser for?ar dinheiro de mim, vamos pelo caminho legal. Mas lembre¨Cse, voc¨º cortou os?os Lucinda voluntariamente por uma d¨¦cada. Acha que um tribunal vai me obrigar a te pagar? Al¨¦m disso, se houver compensa??o, deve ser do causador do acidente, n?o minha. ¨C Rebateu Liliane, encarando ele intensamente. As pvras de Liliane deixavam Heitor sem resposta. Voc¨º n?o me dar¨¢ dinheiro? Ent?o eu vou te iodar todos os dias! Voc¨º tem uma empresa, certo? Vou l¨¢! A pol¨ªcia no m¨¢ximo me det¨¦m por alguns dias, voc¨º acha que podem me condenar? Disse ele, as express?es se mudando v¨¢rias vezes. ¨C Voc¨º n?o tem vergonha! ¨C Explodiu Kerry, n?o conseguiu segurar sua raiva. ¨C Nunca vi algu¨¦m como voc¨º. Em vez de ir ao hospital ver sua m?e, voc¨º vem aqui pedir dinheiro! Heitor. ¨C ¨C Voc¨º n?o gosta de mim? D¨º dinheiro! Me de cinco milh?es, eu vou embora! ¨C Disse Heitor, rindo sem se importar. Ele olhou para Liliane e provocou. Ah, esqueci, ouvi dizer que voc¨º acabou de fundar uma empresa. Se surgir uma not¨ªcia negativa, as pessoas ainda v?oprar seus produtos e fazer neg¨®cios voc¨º? Ao ouvir isso, Liliane apertou os punhos. era a representante legal da empresa, n?o podia haver noticias negativas. Mas dar cinco milh?es a uma criatura sem cora??o? n?o conseguia fazer isso! Ap¨®s ponderar por um momento, decidiu acalmar ele primeiro. ¨C Cinco milh?es, certo? Est¨¢ bem, me d¨º algum tempo para me preparar. ¨C Disse Liliane. Voc¨º est¨¢ louca? Voc¨º realmente concordou em dar dinheiro para ele? ¨C Perguntou Kerry, chocado, olhando para Liliane. Liliane olhou para Kerry e depois para Heitor, ¨C E ent?o, pode ser feito? ¨C Perguntou Liliane. Heitor piscou, surpreso que tivesse concordado t?o facilmente. Se soubesse, ele teria pedido mais! ¨C Quantos dias voc¨º precisa? ¨C Perguntou Heitor. Uma semana. Minha empresa acabou dee?ar e estou apertada. Voc¨º pelo menos precisa me dar tempo para conseguir empr¨¦stimos, n?o ¨¦ verdade? ¨C Disse Liliane. Cap¨ªtulo 204 Chapter 204 Cap¨ªtulo 204 ¨C Ok! Apenas uma semana! Aguardarei! ¨C Concordou Heitor, mal conseguia conter sua alegria. Liliane assentiu, indicando aos seguran?as que soltassem Heitor para que ele partisse. Quando Heitor se foi, Kerry rangeu os dentes de raiva. ¨C Isso ¨¦ absurdo! Simplesmente inacredit¨¢vel! Comentou Kerry. ¨C As pessoas mais irracionais neste mundo s?o aqus sem escr¨²pulos. ¨C Respondeu Liliane, calma, recostada no sof¨¢. ¨C Ent?o voc¨º realmente pensa em dar cinco milh?es a ele? ¨C Perguntou Kerry. Ainda n?o estou nesse patamar de extravagancia. Disse Liliane, olhando sem jeito para Kerry. Ser¨¢ que a sintonia entre eles desapareceu? Kerry ficou perplexo por um momento, ent?o a ficha caiu. Entendi, ¨¦ uma t¨¢tica de atraso! Disse Kerry. ¨C ¨C Pode dizer isso. Respondeu Liliane. O mais importante ¨¦ que eu quero ¨C descobrir quem est¨¢ divulgando informa??es por tr¨¢s disso. Impressionante, G! Comentou Kerry, levantando em sil¨ºncio o polegar. ¨¤ noite, antes de dormir, Liliane ligou para Eduardo. Eduardo, j¨¢ dormiu? ¨C Perguntou Liliane, a liga??o atendida. N?o, o que aconteceu, Lili? ¨C Respondeu Eduardo, uma voz cansada, mas ainda gentil. ¨C Eduardo, voc¨º parece muito cansado. Alguma coisa aconteceu recentemente? Questionou Liliane, franzindo a testa. ¨C Eduardo, olhando para a pilha de documentos dos clientes, sorriu um toque de amargura. ¨C N?o, s¨® estou um pouco rouco ultimamente. Disse ele. Ele n?o queria contar a Liliane sobre o no de esvaziar a fam¨ªlia Lima e transferir em segredo os clientes. N?o queria que se preocupasse isso. ¨C Amanh? eu mando algu¨¦m levar um pouco de casca de tangerina para voc¨º fazer um ch¨¢. Al¨¦m disso, Eduardo, preciso que voc¨º me ajude algo. Suspirou Liliane. ¨C ¨C O que ¨¦? Perguntou Eduardo. Lucinda foi agredida e as crian?as foram sequestradas. Preciso de evid¨ºncias do envolvimento da familia Lima¡­ Revelou Liliane. contou a Eduardo sobre os eventos do dia. ¨C Voc¨º quer usar as evid¨ºncias para fazer Heitor ir atr¨¢s do av? e Mavis por indeniza??o? ¨C Perguntou Eduardo, ap¨®s ouvir. Exatamente. Respondeu Liliane. Originalmente eu queria acertar contas todos de uma vez, mas agora, envolvendo a empresa, preciso dar um passo de cada vez. ¨C Est¨¢ bem, me de dois dias. Disse Eduardo. ¨C Eduardo, obrigada. Agradeceu Liliane, sorrindo. Ouvindo Liliane chamando ele pelo nome, a fadiga nos olhos de Eduardo desapareceu num instante. ¨C Lili, voc¨º n?o precisa agradecer, s¨® quero te ver bem, eu fico feliz. ¨C Expressou Eduardo. ¨C Nesse caso, esque?a a casca de tangerina. Afinal, voc¨º s¨® quer me ouvir dizer seu nome, n¨¦? ¨C Brincou Liliane. ¨C N?o pode ser. ¨C Disse Eduardo, ficando ansioso. O que voc¨º enviar, eu definitivamente vou guardar. Est¨¢ bem, pare de brincadeira. Durma bem, Eduardo, boa noite. Disse Liliane. ¨C Boa noite. Disse Eduardo. Depois de desligar a chamada, Eduardo procurou em seu celr ps grava??es. O audio era uma conversa entre Gilberto e Mavis, Desde que Liliane enfrentou problemas, ele instalou em segredo dispositivos de escuta em casa. Ele salvou todas as evid¨ºncias ¨²teis que havia conseguido coletar. Sempre que Liliane precisasse, ele estaria l¨¢ para fornecer. Ap¨®s ouvir as grava??es, Eduardo se levantou e saiu do escrit¨®rio. Belonging ? N?velDram/a.Org. Meia hora depois. Eduardo parou na frente de um hotel de lux Ele instruiu os seguran?as a pegarem Heitor, que estava hospedado no hotel. Em menos de dez minutos, Heitor, que estava gritando, foi jogado dentro do carro. Ao ver Eduardo, Heitor arregalou os olhos. ¨C Quem diabos ¨¦ voc¨º? Est¨¢ me sequestrando? ¨C Perguntou ele, furioso. Eduardo olhou frieza para Heitor, tirando um pen drive¡­ Dentro est¨¢ a grava??o do mestre por tr¨¢s do incidente que feriu sua m?e. ¨¦ a prova que voc¨º precisa para reivindicar os cinco milh?es. Disse Eduardo. -Eu n?o te conhe?o, por que est¨¢ me ajudando? Perguntou Heitor, atordoado. ¨C N?o ¨¦ que eu queira te ajudar, ¨¦ que voc¨º est¨¢ interferindo na vida da minha irm?. Respondeu Eduardo, um toque de frieza nos olhos e sobrancelhas. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 205 Chapter 205 Cap¨ªtulo 205 Irm?? Liliane? Perguntou Heitor, depois de pensar por um momento. ¨C Sim, mas se quiser provas, voc¨º precisa fazer algo por mim em troca. ¨C Respondeu Eduardo. ¨C O que? ¨C Perguntou Heitor. -Eu preciso que voc¨º me diga quem te contou sobre isso e quem pediu para voc¨º procurar Liliane porpensa??o. Disse Eduardo. Ele brincou um pen drive enquanto fva. ¨C Quanto ¨¤s suas pvras serem verdadeiras ou n?o, eu tenho maneiras de verificar. Mas se eu descobrir que voc¨º est¨¢ mentindo, ou se, ap¨®s obter provas, voc¨º der problemas para minha irm? de novo, voc¨º vai ter que considerar se consegue sair da Serafim. Al¨¦m disso, se voc¨º vai conseguir ou n?o o dinheiro, depende das suas habilidades. As pvras de Eduardo pareciam leves, mas a express?o de Heitor j¨¢ estava mudando. Algu¨¦m que podia for?ar ele a entrar em um carro em plena luz do dia, o que ele n?o seria capaz de fazer? Ele ignorou os contatos daqu mulher nos bastidores! Em vez de ofender o homem na sua frente, ele preferia buscar uma indeniza??o as provas! ¨C Certo, vou te contar. A pessoa que me ligou eu n?o sei o nome d, mas eu tenho o registro da liga??o¡­ Confessou Heitor. Ele deu o n¨²mero a Eduardo. Depois disso, ele perguntou. Agora voc¨º pode me dizer quem est¨¢ por tr¨¢s disso e me dar a grava??o para eu ir embora? N?o tenha pressa. Eu ainda preciso verificar. ¨C Disse Eduardo. Em seguida, ele abaixou o vidro do carro, informou ao guarda¨Ccostas para verificar as informa??es do n¨²mero. 13 Belonging ? N?velDram/a.Org. Sr. Eduardo, ¨¦ um n¨²mero registrado em nome de Mavis. Disse guarda¨Ccostas disse a Eduardo, minutos depois. Eu entendi. Disse Eduardo, piscando um olhar frio. Em seguida, Eduardo entregou o pen drive para Heitor. Sua m?e se machuchou por algo organizado por Gilberto e Mavis. Ou seja, a mulher que te ligou sobre isso, o que fazer a respeito, ¨¦ algo que voc¨º precisa considerar por conta pr¨®pria. A express?o de Heitor mudou de surpresa para raiva. Heitor ficou chocado, pegou o pen drive e saiu furioso. Sr. Eduardo, s¨® isso para ele? ¨C Perguntou o guarda¨Ccostas. Voc¨º acha que meu av? ¨¦ do tipo que se deixa amea?ar? Retrucou Eduardo, olhando para as costas de Heitor. quer que ¨C Sr. Eduardo, voc¨º eles¡­ Se mordam? Disse o guarda¨Ccostas, surpreso. Desde que Lili n?o se machuque, o que acontecer eles n?o tem nada a ver ¨C Na segunda¨Cfeira, na Novitex. Jorge entrou na s do presidente uma pasta. Em seguida, colocou a pasta aodo da m?o de William, que estava uma express?o cansada. ¨C Sr. William, este ¨¦ o resultado do exame. ¨C Disse Jorge, em voz baixa. William fez um som de concordancia e depoisrgou a ca, pegou a pasta e retirou o resultado. Ao virar rapidamente para a ¨²ltima p¨¢gina, seus olhos negros se contra¨ªram num instante. Logo, os papeis estavam amassados em sua m?o. O exame mostrava que Ian, Alice e ele n?o tinham parentesco sangu¨ªneo! Ent?o, aqueles dois n?o eram seus filhos? William sentiuo se uma faca afiada tivesse sido cravada for?a em seu peito. Doia tanto que ele quase n?o conseguia respirar. Liliane e outro homem tinham tido filhos! Ent?o, seus outros dois filhos restantes, estavam mortos ou vivos? Aqueles dois dias, o estado emocional j¨¢ era ruim o suficiente para William, agora ele ficou irritado ao m¨¢ximo, simplesmente jogou tudo na lixeira. Se ele n?o investigasse, Liliane pretendia esconder isso dele para sempre? N?o era de admirar que nunca ousou contar a ele sobre as crian?as! Afinal, estava gr¨¢vida de dois bastardos? William levantou frieza os olhos, uma aura aterrorizante emanava dele, fazendo Jorge tremer involuntariamente. Jorge, inquieto, olhou para o exame jogado no lixo e sua mente zumbia de choque. Vendo a rea??o de William, aqueles dois filhos provavelmente n?o eram dele¡­ No pr¨®ximo segundo, ele ouviu a voz de William rangendo os dentes. ¨C Traga o Breno de volta! A partir de hoje, n?o deixe ele ver a Liliane sem a minha permiss?o! ¨C Instruiu William. Ele queria ver se Liliane escolheria o filho deles, Breno, ou aqueles dois bastardos insignificantes! Cap¨ªtulo 206 Chapter 206 Cap¨ªtulo 206 Contanto que Liliane escolhesse a ¨²ltima op??o, ele n?o permitia que tivesse mais nenhuma chance de ver Breno! Sentindo a raiva de William, Jorge ficou desconfort¨¢vel. Entendido, Sr. William. Disse Jorge, baixando a cabe?a. Ao se preparar para sair, William chamou ele novamente. ¨C Demita todos os novos seguran?as! Troque toda a equipe do departamento tico! ¨C Ordenou William. O cora??o de Jorge deu um svanco. A equipe anterior j¨¢ havia sido substitu¨ªda por n?o conseguir encontrar a senhora, restando apenas Joaquim. Agora Sr. William estava furioso de novo por causa de Srta. Liliane, trocava a equipe. mais uma vez. Se continuasse, a empresa ia acabar causando um rebuli?o, deixando todo mundo. a pulga atr¨¢s da orelha¡­ Mas Jorge n?o podia dizer muito, s¨® podia seguir em frente e fazer o que era ordenado a ele. Na fam¨ªlia Lima. Heitor veio, mas foi barrado pelos seguran?as na entrada. Dessa vez, Heitor ficou esperto. Manos, estou aqui para fr Sr. Gilberto, por favor, me anuncie e me deixe entrar. Diga que eu tenho uma grava??o para entregar a ele. Pediu Heitor. Vou informar primeiro, espere um momento. Disse um seguran?a. Heitor esperou alguns minutos e o seguran?a voltou e disse ao Heitor: Voc¨º pode entrarigo. Dizendo isso, levou Heitor para dentro da grande mans?o da fam¨ªlia Lima. Ao ver o grande jardim e a enorme casa da fam¨ªlia Lima, os olhos de Heitor brilharam. Dentro da mans?o, Heitor logo avistou Gilberto sentado no sof¨¢ assistindo TV. ¨C Sr. Gilberto, ol¨¢! Cumprimentou Heitor, ¨¤s pressas. O que voc¨º quer me dar? ¨C Perguntou Gilberto, virando a cabe?a e olhando para Heitor. Vendo que Gilberto foi direto ao ponto, Heitor tamb¨¦m n?o escondeu nada. ¨C Bem, ¨¦ assim,o voc¨º pretendepensar o incidente em que seus homens Disse feriram minha m?e? Eu n?o quero muito, apenas dez milh?es est¨¢ bom! Heitor. Ao ver a imponencia da fam¨ªlia Lima, Heitor aumentou o valor. O olhar de Gilberto ficou frio e ele riu. ¨C Eu feri sua m?e? Quem ¨¦ sua m?e? ¨C Questionou ele. ¨C Lucinda! Lucinda, a empregada da Liliane! ¨C Revelou Heitor. Lucinda, eu nem conhe?o. ¨C Respondeu Gilberto, soltando uma risada. ¨C Voc¨º sequestrou os filhos da Liliane e minha m?e foi ferida por seus homens por tentar impedir. Voc¨º esqueceu? ¨C Insistiu Heitor. ¨C Voc¨º realmente sabeo caluniar as pessoas! Cad¨º as provas? ¨C Questionou Gilberto. Heitor pegou o celr, abriu a grava??o que havia copiado e reproduziu. A voz.de Gilberto soou. ¡°Precisamos sequestrar os dois filhos de Liliane, n?o importa quem tente impedir, apenas machuque eles!¡± ¡°Vovo, a Lucinda que cuidava do William antes provavelmente vai tentar impedir.¡°, disse Mavis. ¡°Uma empregada ¨¦ s¨® uma empregada! Se atrapalhar, mate !¡°, disse Gilberto. ¡°Vovo, obrigada por tudo que fez por mim. Voc¨ºs entenderam as pvras do meu av?? V?o logo fazer isso!¡°, disse Mavis. ¡°Sim, Srta. Mavis, Sr. Gilberto!¡°, responderam os seguran?as. Ouvindo as conversas, a express?o de Gilberto ficou sombria aos poucos. Como ele poderia esquecer o que disse? Quem ¨¦ aquele cara para ter uma grava??o deles? Ser¨¢ que a casa deles estava sendo vigiada? -E ai, ¨¦ voc¨º mesmo? Dez milh?es para salvar a reputa??o da fam¨ªlia Lima. N?o ¨¦ caro! Afirmou Heitor, confian?a. Ele sabia que a fam¨ªlia Lima era uma das tr¨ºs grandes fam¨ªlias da Serafim. Se a grava??o vazasse, definitivamente causaria uma grandeo??o. As a??es do Grupo Lima certamente despencariam e afundar o Grupo Lima! a internauta poderia ¨C Como voc¨º conseguiu isso? Perguntou Gilberto, o rosto dele ficou sombrio. N?o importao eu consegui, mesmo que voc¨º quebre meu celr agora, eu tenho uma c¨®pia! Se voc¨º n?o me der o dinheiro, vou enviar isso mais tarde! Amea?ou Heitor. ¨C S¨® dez milh?es? Posso te dar o dinheiro, mas voc¨º precisa me devolver o material. Al¨¦m disso, voc¨º ter¨¢ que assinar um contrato garantindo que, ap¨®s esse assunto, voc¨º n?o pedir¨¢ mais dinheiro. Disse Gilberto, um sorriso. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Tudo bem! Vamos redigir o documento agora, eu assino e depois entrego o material para voc¨º. Disse Heitor., Ummpejo de ast¨²cia passou pelos olhos de Gilberto. ¨C Algu¨¦m! Traga o advogado Zeca para redigir o documento! ¨C Instruiu ele. Chapter 207 ¨C Algu¨¦m! Traga o advogado Zeca para redigir o documento! ¨C Instruiu ele. Cap¨ªtulo 207 O advogado Zeca chegou rapidamente. Ap¨®s a reda??o do documento e as assinaturas, Gilberto entregou um cheque de dez milh?es a Heitor. Belonging ? N?velDram/a.Org. Surpreendentemente, Heitor n?o esperava que fosse t?o f¨¢cil obter a quantia. Heitor deletou a grava??o do celr na frente de Gilberto e entregou o pen drive. Em seguida, ele saiu, segurando o cheque emocionado. No entanto, assim que Heitor se foi, o semnte de Gilberto ficou sombrio num instante. Como uma mera pessoa an?nima ousava tentar obter dez milh?es dele? Era um sonho! Gilberto olhou para odo, onde os guarda¨Ccostas estavam. Fa?am o que t¨ºm que fazer! Sem deixar rastros! ¨C Ordenou ele, em tom frio. Na tarde seguinte. Na hora da sa¨ªda da esc, Liliane estava esperando as crian?as.. De repente, ouviu um som estridente de freios. Ao olhar, viu um carro de luxo estacionando atr¨¢s d. Jorge desceu dodo do motorista, respeitosamente, abriu a porta de tr¨¢s. William, em um terno preto imponente, desceu do carro. Mesmo olheiras pesadas indicando seu cansa?o recente, seus tra?os faciais profundos e atraentes n?o passavam despercebidos. Liliane estava parada a uma curta distancia, mas ele ignorou pletamente, passando por como se n?o estivesse ali. Liliane olhou para ele, perplexa. Ele terminou suas tarefas e agora estava pronto para cuidar das crian?as? Sem pensar muito, desviou o olhar e esperou as crian?as sa¨ªrem. Em breve, a professora apareceu um grupo de pequenos alunos. Breno avistou Liliane de imediato, pronto para se aproximar de Ian e Alice, mas viu o rosto indiferente de William. Breno ficou atordoado, por que o papai estava ali? Por que ele e a mam?e estavam separados por uma distancia t?o grande? Breno teve um pressentimento ruim e seus passos vacram. ¨C A mam?e est¨¢ aqui! ¨C Exmou Alice, de repente. ¨C Vamos, Breno, ¨¦ hora de irmos para casa. Dissen, segurando o bra?o de Breno. Mal terminou de fr, Jorge se aproximou. Breno, ¨¦ hora de voltarmos. Disse Jorge, parando na frente de Breno. Breno apertou os l¨¢bios pequenos, seus olhos ficando um pouco sem vida. ¨C Eu n?o posso ir eles para a Mans?o Baia? ¨C Perguntou Breno, abaixando a cabe?a. Jorge olhou paran e Alice aodo, perplexo. Se eles fossem filhos do Sr. William, ele certamente concordaria o pedido de Breno, Infelizmente, eles n?o eram. Jorge disse: Breno, o Sr. William veio pessoalmente. Com certeza n?o podemos ir agora. Jorge. Por que n?o pode? ¨C Perguntou Alice, fazendo um bico, seus l¨¢bios rosados expressando descontentamento. ¨C Ontem e anteontem podia! Disse Voc¨º realmente n?o considera os sentimentos do Breno. ¨C Disse Ian, ele tamb¨¦m se juntou ¨¤ provoca??o. Jorge estava atonito. Afinal, essa era uma decis?o do Sr. William¡­ Como acabou se #15 BONUS tornando o vil?o da hist¨®ria? Como ele explicaria isso ¨¤s crian?as? Enquanto ele estava preocupado, a voz de Liliane soou, ¨C Vamos, crian?as, hora de ir para casa. ¨C Disse Liliane. Breno olhou para cima, seus olhos cheios de expectativas, olhando para Liliane. Liliane n?o sabia o que William estava pensando, mas esse olhar de seu filho, n?o podia suportar recusar. ¨C ¨C O que voc¨º gostaria deer hoje ¨¤ noite, querido? Perguntou Liliane, estendendo a m?o em dire??o a Breno. Mam?e, eles n?o deixam o Breno ir conosco! Remou Alice. Liliane ficou sem pvras. Alice podia ser encantadora, mas ¨¤s vezes gostava de cutucar a ferida. Mam?e, Breno gosta do feij?o que voc¨º faz. Que talermos isso hoje ¨¤ noite? Cooperoun. ¨C Breno! A voz fria de um homem soou aodo deles. Todos se viraram para ver William, sem perceber quando ele j¨¢ estava aodo deles. Ele olhou seriedade para Breno e ordenou. Vamos! O semnte de Breno de imediato assumiu uma express?o de tristeza. Sim¡­ Murmurou Breno, uma voz quase inaud¨ªvel, baixando a cabe?a. + Chapter 208 Cap¨ªtulo 208 Ao ver o filho naquele estado, Liliane sentiu o cora??o apertar. O que diabos estava acontecendo William? Ele estava descontando o mau humor no Breno? Voc¨º n?o pode pelo menos ouvir o que a crian?a tem a dizer? Ser¨¢ que voc¨º n?o pode parar de ser t?o autorit¨¢rio o tempo todo? Questionou Liliane, olhando para William. William levantou os olhos en?ou um olhar frio para Liliane. Ao ver suas duas crian?as, a imagem de que se perdeu em momentos intimos outro homem invadiu incontrvelmente sua mente. A raiva dele brotou num instante. Ele se agachou, pegou Breno nos bra?os e se virou em dire??o ao carro. -William! Chamou Liliane, franzindo a testa. Ele parou por um momento, mas logo continuou.. Liliane alcan?ou eles os dois filhos. Breno est¨¢ ramente infeliz, voc¨º n?o percebeu? Perguntou Liliane. William simplesmente ignorou, levando Breno passosrgos at¨¦ o carro. A porta do carro bateu for?a. Liliane ficou perplexa, Jorge suspirou ao testemunhar a cena. Isso s¨® piorou as coisas¡­ As r??es entre eles estavam se acalmando um pouco¡­ Liliane, contendo a dor, no peito, viu William sair Breno. n?o podia impedir, sen?o irritaria William e teria dificuldade em ver Breno novamente. Mam?e¡­ Chamou Alice, preocupada, olhou para Liliane. ¨C Mam?e, voc¨º est¨¢ chorando. Liliane, instigada p voz de Alice, tocou seu rosto. n?o sabia quandoe?ou a chorar. Liliane, segurando a dor no peito, enxugou as l¨¢grimas, se abaixou. Est¨¢ tudo bem, querida, s¨® n?o consigo suportar ver Breno partir. Disse Liliane. Alice acariciou o rosto de Liliane as m?os pequenas. ¨C Mam?e, n?o chore, Breno vai voltar. Consolou Alice. Liliane assentiu, for?ando um sorriso pior do que as l¨¢grimas. ¨C Sim, Breno vai voltar. Repetiu . Ian, aodo, olhava intensamente o carro se afastando. Aquele pai irrespons¨¢vel, o que diabos ele estava tramando? Brenoe?ou a sorrir recentemente e agora ele provavelmente ia se fechar de novo! Ele odiava aquele pai irrespons¨¢vel! Fazendo sua m?e chorar de novo e ficar triste! Dentro do carro, Breno sentado em sil¨ºncio, baixou a cabe?a. Ele n?o ousou dizer uma pvra. Sentiu as emo??es negativas do pai. Mas sua m?e devia estar muito triste agora.. No entanto, a m?e ainda tinha Ian e Alice para consr . O pai ali, talvez precisasse de algu¨¦m ao seudo. De repente, Breno sentiu um calor em seu nariz. Rapidamente, ele levantou a m?o para cobrir o nariz, se virando pressa. William percebeu a a??o de Breno, ele virou olhando para ele. Ao ver ele de costas, pensou que Breno estava fazendo birra. ¨C Seu rosto frio suavizou um pouco. Breno, n?o est¨¢ se sentindo bem? ¨C Perguntou William. Breno n?o disse nada, tirou cuidado um len?o do bolso. Breno, um homem precisa agiro homem! Saber quando segurar e quando soltar! Comentou William, desviando o olhar. A maturidade mental de Breno permitia ele entender as pvras de William. Property ? of N?velDrama.Org. Ele apertou os l¨¢bios, os olhos vermelhos. Talvez ele realmente n?o pudesse voltar para perto de sua m?e. Porque seu av? queria recuperar a guarda, sua m?e manipulou o rt¨®rio do teste de DNA, fazendo com que o pai pensasse que Ian e Alice n?o eram seus filhos. E o pai¡­ Ele odiava mentiras. A noite. Eduardo foi jantar na Mans?o Baia. ¨C Lili, o que aconteceu? Perguntou Eduardo, preocupado, ao ver Liliane olhos. vermelhos e perdida. Nada, Eduardo. Respondeu Liliane, uma voz abafada, bn?ando a cabe?a. Lili, voc¨º n?o pode me enganar, o que aconteceu afinal? ¨C Questionou Eduardo, percebendo que algo estava errado. ¨C Tio¡­ Chamou Alice de repente,e?ando a chorar. Tio, ¨¦ o papai¡­ N?o, ¨¦ o pai irrespons¨¢vel! Ele ¨¦ uma pessoa ruim! Ele levou ¨¤ for?a Breno e n?o deixou Breno ficar a mam?e. Ent?o, mam?e est¨¢ triste e chorando e Breno deve estar muito triste agora tamb¨¦m¡­ SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 209 Chapter 209 Cap¨ªtulo 209 Eduardo, o cora??o partido, segurou Alice, que solu?ava em seus bra?os. Acariciando gentileza suas costas, ele olhou para Liliane. ¨C ¨C Lili, ¨¦ isso mesmo? Perguntou Eduardo. ¨C Sim, ¨¦¡­ Respondeu Liliane, baixando os olhos. Qual ¨¦ o motivo? Continuou Eduardo. Liliane, a mente pesada, tentou pensar, mas n?o encontrou uma resposta ra. ¨C N?o sei. Respondeu , um tom abatido: ¨C Lili, isso n?o pode ser resolvido pressa. ¨C Analisou Eduardo. ¨C Enquanto William tiver voc¨º em seu cora??o, ele n?o continuar¨¢ sendo t?o inflexivel. ¨C Eduardo, eu quero processar ele. Disse Liliane, determina??o. ¨C Voc¨º n?o conseguir¨¢ a guarda do Breno. ¨C Afirmou Eduardo, diretamente. ¨C Desde o inicio, ele esteve William. Com a influ¨ºncia de William na Serafim, voc¨º n?o vencer¨¢ na justi?a. Liliane apertou os punhos, se sentindo sem op??es. Ser¨¢ que realmente n?o havia outra maneira? Ao pensar em Breno o rosto triste e silencioso, Liliane sentiu seu cora??o se despeda?ar. De repente,n desceu as escadas e agarrou a m?o de Liliane. ¨C M?e, venhaigo. Disse Ian. Liliane, confusa, seguiun at¨¦ o quarto, onde viu o rosto de Breno na t do Querido! ¨C Chamou , pressa. Os olhos apagados de Breno se iluminaram ao ver . Mam?e. ¨C Falou Breno.¡± ¨C Querido, seu pai est¨¢ te causando problemas? ¨C Perguntou Liliane, o nariz d cocou. ¨C N?o. Breno bn?ou a cabe?a e acrescentou. Mam?e, seus olhos est?o vermelhos. ¨C Est¨¢ tudo bem, ¨¦ s¨® poeira nos olhos. Mentiu Liliane, tentando sorrir. ¨C ¨¦ porque mam?e sente sua falta, n?o quer te perder. Reveloun, sem rodeios. Breno ficou surpreso por um momento, em seguida, curvou de leve os l¨¢bios. ¨C Sim, eu tamb¨¦m sinto falta da mam?e. Disse ele. Os olhos de Liliane se encheram de l¨¢grimas num instante, se virando e as l¨¢grimas escorrendo. Breno percebeu e consolou. Mam?e, n?o fique triste. Podemos nos manter em contato. Quando o Belonging ? N?velDram/a.Org. papai estiver de bom humor, eu vou dar um jeito de te ver. Breno, deixeigo. Fique tranquilo! ¨C Dissen, se aproximando doputador. Bom, ent?o vou sair do chat. Boa noite, mam?e, Ian. ¨C Breno encerrou o video. Ian abra?ou Liliane suas pequenas m?os, confortando . As nove e meia. Depois de colocar as crian?as para dormir, Liliane desceu para conversar Eduardo. Vendo Liliane mais est¨¢vel, Eduardo mencionou algo que precisava ser discutido naqu noite. Lili, tomei uma decis?o por conta pr¨®pria e dei uma grava??o para Heitor entregar ao av?. Confessou Eduardo. Liliane deu um gole no suco, sabia exatamente do que se tratava a grava??o. ¨C Se eu n?o estiver errada, ele conseguiu o dinheiro. ¨C Disse Liliane. ¨C Voc¨º est¨¢ certa. Mas av? tomou medidas s¨¦rias contra ele. Eu acho que Heitor n?o escapar¨¢. Confirmou Eduardo. Ele est¨¢ tentando causar mais problemas? ¨C Perguntou Liliane, segurando firmeza o copo. -Eu tenho metade da responsabilidade nisso. Eu previ o desfecho, mas n?o impedi, De maneira franca, ele admitiu que estava usando at¨¦ mesmo dei um empu11?o. Heitor Eu sei que voc¨º fez por boas Eduardo. ¨C Liliane olhou s¨¦ria para ele, continuando. inten??es, mas por favor, n?o fa?a isso de novo. Eu n?o quero que voc¨º acabeo ele, as m?os manchadas de sangue. Mesmo que Heitor seja odioso, h¨¢ outras maneiras de lidar ele. Lili, cu prometo a voc¨º, n?o haver¨¢ uma pr¨®xima vez. olhos se suavizaram, Liliane, ainda insegura, desviou o olhar. Prometeu Eduardo, seus estava inquieta o fato de que essa situa??oe?ou por causa d, uma pessoa perdendo a vida por suas a??es. n?o se sentia tranqu. Para punir os malfeitores, ainda acreditava que deveria seguir o caminho certo e n?o agir sem pensar, Al¨¦m disso, ele era filho de Lucinda¡­ Cap¨ªtulo 210 Chapter 210 Cap¨ªtulo 210 Quinta¨Cfeira, de madrugada. Na familia Lima. Mavis foi despertada pelo som insistente do celr, irritada, atendeu. Alo! Quem ¨¦? Perguntou . Sua puta! Melhor voc¨º n?o deixar eu te pegar! Sen?o eu vou fazer voc¨º morrer de uma maneira horr¨ªvel! Amea?ou o outrodo da linha. A voz rouca e baixa ecoou, assustando Mavis que acordoupletamente. olhou para o n¨²mero na t do celr, horrorizada. Heitor? N?o deveria ele estar sendo perseguido pelo avo? Como ele ainda estava vivo? Sr. Heitor, do que voc¨º est¨¢ fndo? ¨C Perguntou Mavis, fazendo cara de surpresa. ¨C Pare de fingir! Mesmo que eu tenha perdido as provas, eu reconhe?o a sua voz! ¨C Gritou Heitor, raiva. Se n?o fosse por voc¨º, eu n?o teria voltado para exigir dinheiro deles! Se n?o fosse por voc¨º, eu n?o estaria sendo perseguido agora! Mavis segurou firmeza o cobertor. ¨C Sr. Heitor, voc¨º est¨¢ me acusando injustamente. S¨® me senti culpada e por isso pedi para voc¨º pedir dinheiro a Liliane. Quem diria que voc¨º acabaria se envolvendo eu av?. Disse . ¨C J¨¢ que as coisas chegaram a esse ponto, por que voc¨º ainda est¨¢ explicando? ¨C Rosnou Heitor. -Eu n?o estou explicando, ¨¦ que o problemae?ou Liliane! ¨C Mavis tentou influenciar Heitor. ¨C Voc¨º percebe, Sr. Heitor, Liliane ¨¦ a raz?o para todo esse caos. ¨¦ a respons¨¢vel p situa??o da sua m?e, n?o ¨¦ verdade? ¡ª Heitor ficou em sil¨ºncio ao ouvir isso. E/L Mavis ficou nervosa, esse tipo de pessoa n?o podia ter liga??o ! ¨C Sr. Heitor, tenho certeza de que eles est?o usando voc¨ºo pe?o. A fam¨ªlia Lima tem uma posi??o de destaque na Serafim, n?o ¨¦ algo que possa ser amea?ado facilmente. Quem te aconselhou a agir assim sabia que voc¨º seria alvo f¨¢cil para meu av¨® e nejou tudo para que outros executassem o servi?o sujo. Se me permite opinar, acho que voc¨º deveria ir atr¨¢s do verdadeiro culpado! Retomou Mavis, vendo que Heitor permaneceu em sil¨ºncio. ¨C Como diabos eu fa?o isso? Como posso lidar aqu vagabunda Liliane? ¨C Perguntou Heitor, os dentes cerrados. Mavis sorriu de canto, seus olhos brilhavam. ¨C Sr. Heitor, tenho um no que pode garantir que voc¨º obtenha dinheiro e saia ileso. Disse Mavis. Que no ¨¦ esse! Questionou Heitor. ¨C O filho de Liliane, esse ¨¦ o ponto crucial¡­ ¨C Respondeu Mavis. Na manh? seguinte, ¨¤s sete e meia. Liliane entrou no quarto das crian?as para acordar s. Alice, sonolenta, n?o conseguia levantar a cabe?a, bocejando repetidamente. ¨C Mam?e¡­ Murmurou Alice, em tom suave. ¨C ¨C Mais um tempinho na cama¡­. Liliane riu enquanto vestia Alice. Alice, voc¨º esqueceu que hoje vamos ao museu ver a exposi??o? Atrasadas, perderemos o ?nibus! Disse Liliane. ¨C Alice, os olhos ainda fechados, de repente abriu. Ah! Verdade! Hoje a esc vai ao museu ver insetos raros! Exmou Alice. Dizendo isso, olhou paran, que ainda estava dormindo e sacudiu ele. ¨C Ian! Se levanta! Hoje vamos ao museu! Se a gente se atrasar, perderemos o ?nibus! Ian se sentou devagar, olhou para Alice. ¨C Entendi, n?o precisa fazer barulho. Dissen. Em seguida, ele se dirigiu a Liliane. M?e, bom dia. Liliane esfregou a bochecha de Ian. ¨C Bom dia, Ian. Hoje, cuide bem da Alice no museu, est¨¢ bem? ¨C Disse Liliane. ¨C ¨C ro, vou cuidar bem das aranhas, para que a Alice n?o asa. Brincou Ian, assentindo. ¨C O que? ¨C Gritou Alice, olhando furiosa paran. Eu n?oo aranhas! Oh, ent?o as aranhas ¨¦ que v?oer voc¨º, Alice. ¨C Continuou Ian. ¨CProperty ? of N?velDrama.Org. N?o fa?a isso! Eu odeio aranhas! M?e, on est¨¢ me intimidando! me intimidando! Remou Alice. ¨C Logo p manh?, Liliane j¨¢ estava se divertindo as brincadeiras dos dois. Antes de lembrar o hor¨¢rio, seu olho direitoe?ou a piscar inexplicavelmente e sentiu um aperto estranho no peito. Ser¨¢ que era por causa de ter ficado acordada at¨¦ tarde ontem ¨¤ noite? Sem pensar muito, Liliane levou os dois para se arrumarem. Ap¨®s o caf¨¦ da manh?, deixou eles na entrada da esc. Ao ver eles entrando, suspirou aliviada. No escrit¨®rio. Nanda, a secret¨¢ria, entrou um tablet. Sra. Liliane, o gerente de projeto de Horizonte Investimentos quer marcar uma reuni?o voc¨º esta tarde. ¨C Avisou Nanda. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! Chapter 211 Cap¨ªtulo 211 Liliane soltou a folha de design, levantou os olhos. ¨C Investimento da empresa? ¨C Perguntou . Sim, parece que eles est?o de olho no potencial de crescimento da nossa empresa e querem discutir uma parceria. Respondeu Nanda. ¨C O que voc¨º acha? ¨C Perguntou Liliane, sorrindo para Nanda. ¨C Acho que n?o precisamos. Com a quantia obtida na pr¨¦¨Cvenda, podemos iniciar a pr¨®xima produ??o de roupas e at¨¦ mesmo nejar abrir mais lojas. J¨¢ temos um fluxo de caixa s¨®lido, ent?o por que dividir os lucros outros? ¨C Analisou Nanda, ¨C Ent?o, vou reformr a pergunta. Na Serafim, para ter uma posi??o firme, voc¨º confiaria mais no dinheiro ou nas conex?es? ¨C Retrucou Liliane. A Serafim n?o est¨¢ carente de pessoas ricas. Disse Nanda, depois de ponderar por um tempo. ¨C Portanto, ter uma am rede de contatos ¨¦ a chave para ir longe. Ent?o, fa?a um favor para mim, pesquise sobre o dono dessa empresa e o hist¨®rico dapanhia. N?o precisamos nos apressar para a reuni?o. Continuou Liliane. Entendi, Sra. Liliane, vou cuidar disso imediatamente. Assentiu Nanda. Novitex, estacionamento. Vin¨ªcius acabou de estacionar o carro quando a traseira foi repentinamente atingida Ele virou a cabe?a e viu uma figura familiar saindo apressada de um carro vermelho. A pessoa estava usando ¨®culos escuros, ent?o Vin¨ªcius n?o conseguiu reconhecer quem era de imediato. Ele desceu do carro, pensando em confrontar a pessoa, quando se aproximou pressa, tirou os ¨®culos e olhou para Vinicius. Ambos ficaram meio atordoados. Voc¨º. ¨C N?o acredito que ¨¦ voc¨º! As pvras sairam em unissono. Canalha! Me diga! Como voc¨º quer que eu tepense? Disse Marc,n?ando um olhar de desd¨¦m para Vin¨ªcius. Por que eu sou canalha? Naquele dia, depois de dormirigo, n?o foi voc¨º que simplesmente foi embora? ¨C Retrucou Vin¨ªcius, franzindo a testa. Eu simplesmente fui embora? ¨C Marc estava rindo de raiva, zombando. Se eu n?o fosse embora, ser¨¢ que devia ter ficado e continuado transando voc¨º? Bem, n?o seria uma m¨¢ ideia¡­ ¨C Disse Vinicius, olhando por um momento depois de ponderar por um momento. Pervertido! Perverso! Canalha! ¨C Xingou Marc, uma voz alta. Irritada, pegou o celr e ligou para a seguradora. n?o queria resolver isso privadamente um sujeito assim! Se n?o, n?o conseguiriaer no almo?o! Aqu era a primeira vez d, afinal! Esse canalha simplesmente n?o dizia uma pvra! Marc estava pensando nisso quando seus olhose?aram a ficar vermelhos. Vin¨ªcius olhou para dedo, notando que algo n?o estava certo e acabou lembrando do fato de ser virgem. Recentemente, ele at¨¦ pensou em procurar , mas n?o sabiao se desculpar. A situa??o deixou ele iodado por um bom tempo. ¨C Marc. Chamou Vinicius, ao ver terminar a liga??o. Por que est¨¢ me chamando pelo nome? ¨C Perguntou Marc, furiosa. Desculpe, eu n?o sabia¡­. Disse Vinicius, co?ando o nariz, parecendo desconfort¨¢vel. Desculpa agora? Isso adianta alguma coisa? ¨C Bufou Marc. ¨C Uh¡­ Vin¨ªcius parecia constrangido, sem saber o que dizer em seguida. Property ? of N?velDrama.Org. ¨C Se n?o sabe fr, fica quieto! Disse Marc, irritada. ¨C N?o ¨¦ isso¡­ ¨¦ que eu ainda n?o me preparei. Explicou Vin¨ªcius. Marc ficou confusa por um momento, Preparou para o qu¨º? ¨C Perguntou . ¨C Eu assumirei a responsabilidade por isso, mas voc¨º poderia me dar um tempo? ¨C Disse Vin¨ªcius, com uma express?o s¨¦ria. Marc soltou uma risada ir¨®nica. ¨C Voc¨º quer assumir responsabilidade por mim? N?o vou deixar pessoaso voc¨º assumirem! Quem sabe voc¨º n?o seja igual ao chefe! Eu s¨® considero issoo sendo mordida por um cachorro! Com certeza n?o vou entregar meu precioso tempo nas suas m?os! ¨C Repreendeu . William n?o ¨¦ esse tipo de pessoa. Por que voc¨º est¨¢ t?o enganada sobre ele? Defendeu Vinicius, franzindo o cenho. N?o ¨¦? Marc riu desd¨¦m. Marc riu desd¨¦m. Quando Lili amava ele, ele nem olhava para . Estava ocupado demais flertando a Mavis! N?o me diga que voc¨º n?o sabia disso, a menos que esteja cego! Cap¨ªtulo 212 Chapter 212 Cap¨ªtulo 212 Por que voc¨º precisa fr assim? Se n?o sabe a situa??o, n?o solte essas pvras desagrad¨¢veis. Conhe?o William melhor do que ningu¨¦m, nunca vi algu¨¦m t?o dedicadoo ele. Se n?o fosse a Mavis enganar ele,o ele poderia fazer algo assim? Rebateu Vin¨ªcius. ¨C E mesmo assim ele fez, n?o fez? Voc¨ºs homens sempre arrumam desculpas. ¨C Desprezou Marc. Vin¨ªcius ficou sem pvras. Por que ainda n?o podia ficar tudo ro? ¨C Marc, eu sou um mulherengo, mas tamb¨¦m tenho meus limites. Voc¨º¡­ Bem, se n?o se importar, me d¨º um tempo. Eu serei respons¨¢vel por voc¨º. respirando fundo. ¡ª ¨C Disse Vin¨ªcius, ¨C Devo agradecer a voc¨º? ¨C Zombou Marc, revirando os olhos. Responsabilidade requer tempo? Eu n?o quero umpromisso sem sinceridade!. Vin¨ªcius ficou sem pvras. Aunica??o ineficaz era realmente cansativa! Property ? of N?velDrama.Org. Ap¨®s resolver o problema do carro, Vin¨ªcius subiu para encontrar William. Ao chegar ¨¤ porta do escrit¨®rio, um rugido furioso ecoou. ¨C Quem faz algo t?o desprez¨ªvel? Se n?o consegue fazer, ent?o suma! ¨C Xingou William. Sim, sim, Sr. William, vou corrigir imediatamente! ¨C Respondeu um empregado. Com essas pvras, a pessoa da equipe de nejamento saiu pressa ao ver Vin¨ªcius, cumprimentou ele e saiu. ¨C Quem provocou a ira d¨® Sr. William? escrit¨®rio. Brincou Viniciu olhando para o caos no ¨C Por que est¨¢ aqu¨ª? ¨C Perguntou William, olhando para Vin¨ªcius frieza. ¨C Por que est¨¢ me xingando agora? ¨C Perguntou Vinicius, inocentemente levando a culpa. ¨C Voc¨º est¨¢ t?o ocioso. Comentou William, em tom zombeteiro, se sentando em sua cadeira. Estou indo bem. Disse Vin¨ªcius, enquanto pegou os documentos no ch?o e colocou na mesa de William. Mas afinal, o que est¨¢ acontecendo? William pegou um cigarro da mesa, acendeu e deu uma tragada, sem dizer uma pvra. ¨¦ sobre sua m?e? Tentou Vinicius. Voc¨º tem muitas perguntas? ¨C Rebateu William. sem rodeios. ¨C Estou preocupado seu desempenho. Se ha algo errado, por que guardar para si mesmo? Disse Vinicius, sorrindo. Os olhos de William ficaram sombrios, apertando os l¨¢bios. teve filhos outra pessoa. Disse William. Vin¨ªcius entendeu. Liliane causou desconforto a William mais uma vez. Erapreens¨ªvel. S¨® Liliane podia fazer William voltar a fumar. Como voc¨º soube que teve filhos outra pessoa? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. ¨C ¨C Os resultados do teste de DNA dos dois filhos. Respondeu William. ¨C Entendi. Disse Vinicius, indiferente. N?o h¨¢ mais nada? ¨C Perguntou William, franzindo o cenho. N?o ¨¦ necess¨¢rio! Respondeu Vinicius, dando de ombros. ¨C Se teve filhos outra pessoa, deixe ter. Voc¨º pode viver sob o mesmo teto a Sra. Mavis, mas n?o permite que Liliane tenha filhos com outra pessoa? N?o aconteceu nada entre eu e Mavis! ¨C Respondeu William, raiva. ¨C Mas o problema ¨¦, Liliane sabe disso? ¨C Questionou Vinicius. William permaneceu Eu digo, William, voc¨º j¨¢ ouviu em sil¨ºncio. Vinicius, rxado no sof¨¢,entou. fr em ¡°amar a casa e o corvo¡°? Se realmente ama , aprenda a aceitar. ¨C Voc¨º analisa profundamente. Se fosse voc¨º, conseguiria ser t?o racional? ¨C Desafiou William N?o. Falou Vinicius, francamente. Mas eu seguiria meu cora??o. Acho que voc¨º deveria entender seus verdadeiros sentimentos. Voc¨º ama a Liliane que te salvou ou a Liliane de agora? Agora n?o consigo discutir esse assunto. William se recusou a responder. Disse Vin¨ªcius, levantando ¨C Nesse caso, desista. Contanto que n?o se arrependa. uma sobrancelha. William estreitou os olhos negros. Ele procurou por tantos anos,o poderia desistir facilidade? Ele simplesmente n?o conseguia imaginar Liliane tendo um filho outra pessoa, nem aceitar que fsse vagamente sobre filhos! SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Chapter 213 Cap¨ªtulo 213 A formao agia agora parecia estar usando a habilidade dele para proteger os filhos d outra pessoa! Como ele poderia suportar isso? Quatro da tarde. Liliane acabou de sair de uma reuni?o quando recebeu uma liga??o de Marc. Marc. Disse Liliane. ¨C Lili! R¨¢pido, olha as noticias! Gritou Marc, ansiosa, pelo celr. Verifique se ¨¦ o ?nibus escr da esc onden e Alice estudam. Liliane ficou perplexa e rapidamentergou o celr para abrir as noticias. Uma manchete gigante se destacava diante d. ¡°?nibus escr da esc infantil da Serafim envolvido em acidente, condi??o das crian?as desconhecida.¡± Ao ver a foto do ?nibus acidentado, suas pernas amoleceram de repente. Era realmente o ?nibus da esc infantil onde Ian e Alice estudavam! Seus filhos¡­ Nanda, que estava aodo, viu a rea??o de Liliane e prontamente estendeu a m?o para ajudar . Sra. Liliane, o que aconteceu? Perguntou Nanda. As pvras de Nanda trouxeram Liliane de volta ¨¤ realidade. Com esfor?o, se estabilizou e correu em dire??o ao elevador. Deixando Nanda perplexa no lugar. Liliane encerrou a chamada e Marc tamb¨¦m n?o ficou atr¨¢s. pegou sua bolsa e saiu correndo do escrit¨®rio. No elevador, viu William e Vinicius. ¨C O que houve? N?o est¨¢ se sentindo bem? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, ao notar a express?o preocupada de Marc. Marc tremeu, ao entrar no elevador, olhou para William. Sr. William, o ?nibus da esc infantil sofreu um acidente. Lili j¨¢ est¨¢ indo para l¨¢, n?o est¨¢ bem emocionalmente, estou medo de que n?o dirija seguran?a. Disse Marc. O rosto elegante de William empalideceu por um instante. ¨C O que voc¨º disse? Perguntou ele. Vinicius franziu a testa, pegou o celr e verificou as noticias, depois passou para William. Ao ver a foto do ?nibus danificado, os olhos de William ficaram vermelhos num instante. Uma atmosfera g¨¦lida emanava dele, fazendo a temperatura do elevador despencar. Quando o elevador parou no t¨¦rreo, William praticamente correu para fora. Vin¨ªcius e Marc seguiram ele rapidamente. Dez minutos depois¡­. Liliane chegou ao local do acidente, o som estridente das ambulancias ecoando ao redor. As crian?as j¨¢ estavam em um local seguro, panhadas pelos professores. Muitos pais tamb¨¦m estavam l¨¢, encontravam seus filhos e partiam apressados. Procurando desesperadamente no meio da multid?o, Liliane n?o conseguia ver os tr¨ºs filhos. Quanto mais n?o via eles, mais inquieta ficava. mal podia imaginar a situa??o das crian?as agora. Sra. Liliane? ¨C De repente, um grito veio de tr¨¢s. Liliane se virou ¨¤s pressas e viu a professora, uma express?o preocupada, segurando a m?o de Breno e Alice. Quase sem pensar, Liliane correu na dire??o das duas crian?as. segurou Breno e Alice e examinou eles rapidamente, aliviada ao ver que estavam ilesos. Em seguida, abra?ou eles for?a. ¨C Est¨¢ tudo bem, est¨¢ tudo bem¡­ A voz de Liliane tremia intensamente. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Mam?e, Ian¡­n n?o est¨¢ aqui¡­ ¨C Disse Alice,e?ando a chorar. ¨C ¨C Desculpe, mam?e. Desculpou Breno, seu rosto ficou tenso. Liliane ficou at¨®nita e soltou devagar as duas crian?as, ouvindo um zumbido forte nos ouvidos. ¨C O qu¨º? ¨C Liliane estavapletamente atordoada. ¨C O que quer dizer ¡°n?o est¨¢ aqui¡°? ¨¦ assim, Sra. Liliane. Ian n?o se machucou, ele estava conosco quando descemos do ?nibus. H¨¢ quinze minutos, Ian ainda estava ao nossodo. Eu vi ele p ¨²ltima vez quando terminei de verificar as condi??es das outras crian?as. J¨¢ informamos os seguran?as e est?o procurando, mas ainda n?o encontramos ele. ¨C Explicou a professora. N?o ¨¦ poss¨ªvel¡­ ¨C Disse Liliane, olhando incr¨¦d para a professora. ¨C Com tantos professores e cuidadores,o voc¨ºs n?o conseguiram cuidar de uma crian?a? Desculpe, desculpe, a situa??o estava ca¨®tica na hora, estamos fazendo o nosso melhor! Disse a professora, o rosto d mostrava panico. ¨C ¨¦ ¨²til agora ficar dizendo isso? ¨C Gritou Liliane, suas emo??es desmoronando. Cap¨ªtulo 214 Chapter 214 Cap¨ªtulo 214 Lili! Mal as pvras foram ditas, a voz de Marc ecoou aodo. Liliane tremia ao olhar para , tamb¨¦m para Vinicius e William, que chegaram juntos. William avan?ou o rosto s¨¦rio, ao ver que Breno estava bem, finalmente conseguiu aliviar a tens?o. Em seguida, ele olhou para Alice, mas n?o viun em lugar nenhum. ¨C Como est?o as cameras de vigilancia por aqui? ¨C Questionou Liliane, desviando o olhar, se virou para a professora. ¡ª ¨C Estamos verificando. Respondeu a professora, ¨¤s pressas. Liliane levou a m?o ¨¤ testa, apertou os l¨¢bios e as l¨¢grimas escorreram por seus olhos. Por que todas as outras crian?as estavam bem ali, masn n?o podia ser encontrado? ¨C Sra. Liliane, n?o se preocupe,n tenha ido brincar em algum lugar, talvez volte por conta pr¨®pria em breve. ¨C Tentou acalmar a professora. ¨C Meu filho n?o ¨¦ esse tipo de pessoa que voc¨º est¨¢ dizendo! n?o ¨¦ uma crian?a que fica vagando por a¨ª! Gritou Liliane. ¨C Ele Ao ver a m?e perder o controle emocional, Alice chorou, abra?ando Liliane. ¨C Mam?e¡­ Mam?e, n?o fique assim, estou medo¡­ Disse Alice, chorando. Breno apertou a m?o, seu rosto expressando culpa. Ele tamb¨¦m estava errado por n?o ter cuidado de Ian. Marc finalmente entendeu a situa??o e se aproximou, segurando Liliane. ¨C Lili, se acalme um pouco. Vamos perguntar aos policiais, tudo bem? ¨C Acalmou Marc. Policiais¡­ ¨C Liliane recobrou seus pensamentos, de repente se lembrando de algo. se virou tremendo, olhando para Breno. Ent?o, se ajoelhou, tentando manter a calma. Breno, voc¨º pode encontrarn? Perguntou Liliane. ¨C Ele n?o trouxe nenhum dispositivo eletr?nico hoje. Respondeu Breno, olhando. Al¨¦m disso, suas habilidades de rastreamento ainda estavam sendo ensinadas por Ian. me As esperan?as de Liliane desmoronaram e ficou em um sil¨ºncio mortal. Marc, segurando Alice, olhou preocupada para Liliane e depois para William, que estava de p¨¦ ao lado uma express?o fria. Sr. William. Chamou Marc. Nos ajude. William,o se n?o tivesse ouvido, pegou Breno e se preparou para sair. De repente, o toque de um celr soou. Liliane estremeceu, pegando rapidamente o celr para verificar. Vendo que era Heitor, atendeu pressa. Voc¨º est¨¢ procurando por seu filho, n¨¦? or seu filho, n¨¦? A risada sinistra de Heitor soou do outro Voc¨º sequestrou meu filho? ¨C Questionou Liliane, seu rosto ficando p¨¢lido. Exatamente! ¨C Disse Heitor, rindo alto. Quer salvar seu filho? ¨C Onde voc¨º est¨¢? ¨C Perguntou Liliane, ficando em p¨¦ abruptamente e olhando ao redor. O que? Voc¨º tem dinheiro? Dinheiro resolve tudo! Vou te dar o endere?o. No entanto, voc¨º precisa trazer dez milh?es agora para me encontrar, al¨¦m disso, n?o ouse chamar a pol¨ªcia! Caso contr¨¢rio, eu vou matar seu filho! Eu j¨¢ estou sendo perseguido, minha vida n?o tem mais valor, mas seu filho tamb¨¦m n?o vai sobreviver! Amea?ou Heitor. Est¨¢ bem! ¨C Concordou Liliane, pressa. S¨® n?o machuque meu filho, vou levar o dinheiro at¨¦ voc¨º agora! Parece que voc¨º estava apenas fingindo sobre arrumar o dinheiro, hein? Eu aumentei o pre?o, agora s?o vinte milh?es! Disse Heitor, sorrindo. -Est¨¢ bem, vinte milh?es! Liliane continuou concordando. Liliane continuou concordando. Me diga o endere?o, por favor. Bem, o Porto da Brisa Marinha. Venha at¨¦ aqui e voc¨º ver¨¢. Depois de fr, Heitor desligou. Liliane guardou o celr, olhando para Marc. Marc, cuide da Alice, vou procurarn! ¨C Disse . N?o! Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ¨C Exmou Marc ansiosa. Eu vou voc¨º! Liliane n?o tinha tempo para discutir Marc, concordou a cabe?a e se dirigiu rapidamente em dire??o ao carro. Enquanto as duas partiam, Vinicius olhou para William. ¨C William, voc¨º n?o vai? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, ¨C Por que ue eu vou? N?o ¨¦ meu filho. Disse William, frieza. ¨C Papai, te pe?o para ajudar, por favor. Disse Breno. N?o ajudarei. ¨C Recusou William, em tom frio. ¨C Breno, se seu pai n?o ajudar, n?o tem problema. ¨C Disse Vin¨ªcius, em tom leve. algo acontecer, Liliane simplesmente deixar¨¢ de se importar ele. ¨C Se SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 215 Chapter 215 Cap¨ªtulo 215 Williamn?ou um olhar prante para Vin¨ªcius. Estou apenas fndo a verdade. ¨C Disse Vin¨ªcius, levantando as m?os. William apertou os dentes, se lembrando da agita??o de Liliane momentos atr¨¢s. Depois de um breve momento de reflex?o, William segurou Breno e se juntou a eles, seguido por Vinicius. Vinte minutos depois. Ao desembarcar no porto, Liliane recebeu uma liga??o de Heitor. Voc¨º quer morrer? Por que trouxe tantas pessoas voc¨º? ¨C Questionou Heitor. ¨C Estou sozinha, de onde voc¨º tirou tantas pessoas? ¨C Disse Liliane, perplexa. ¨C Agora h¨¢ dois carros pretos chegando, me explique isso? Retrucou Heitor. Liliane se virou para ver William e Vinicius chegando em seus carros. Como eles tamb¨¦m vieram? ¨C ¨¦ o pai das crian?as, n?o s?o policiais! ¨C Explicou Liliane. ¨C ¨C Est¨¢ tudo bem, caso contr¨¢rio, vou cortar a corda agora! Amea?ou Heitor. Corda?! Liliane se virou apressadamente para olhar para cima. Na grua mais alta do porto, uma pequena figura bn?ava ao vento. Abaixo, havia uma estrada de cimento e a altura era de dezenas de metros! As pernas de Liliane fraquejaram, caiu pesadamente no ch?o. sentiu um arrepio frio pelo corpo. ¨C Heitor! Solte meu filho! Eu imploro a voc¨º! ¨C Suplicou Liliane, uma voz tr¨ºm. Marc, que saiu do carro Liliane, olhou na mesma dire??o. ¨C Jan!n est¨¢ l¨¢ em cima! Gritou Marc. mal podia imaginar! At¨¦ mesmo um adulto teria medo de subir t?o alto, quanto mais uma crian?a! Alice, ao vern suspenso no alto,e?ou a chorar alto. ¨C Quer que eu solte seu filho? Ent?o, prepare tudo o que eu pedi! ¨C Disse Heitor, voz severa, do outrodo da linha. -Eu vou dar! Eu vou dar tudo a voc¨º! Onde est¨¢ o carro? Como transfiro o dinheiro Content ? N?velDrama.Org. para voc¨º? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Voc¨º viu o pequeno pr¨¦dio embaixo da grua? A chave do carro est¨¢ l¨¢, traga o carro para ca! Instruiu Heitor. Est¨¢ bem! ¨C Concordou Liliane. se levantou pressa, prestes a correr em dire??o ao carro, quando seu bra?o foi agarrado por uma for?a. se virou para ver William, uma express?o fria. Liliane tentou se soltar, mas a for?a do homem era forte demais. ¨C William! Me solte, por favor! ¨C Choramingou Liliane. Voc¨º acha que se voc¨º for, ele soltar¨¢n? ¨C Perguntou William, seriedade. Quem sabe se ele sequestrar¨¢ voc¨º tamb¨¦m? ¨C Ent?o voc¨º quer que eu vejan morrer pendurado a dezenas de metros de altura? Gritou Liliane. ¨C ¨C Se apressar ajuda em algo? ¨C Questionou William, escurecendo seu rosto. Eu n?o me importo se ajuda ou n?o! Disse Liliane, p¨¢lida. ¨C William! Eu estou implorando! Me solte, por favor! A voz de William era Eu n?o io posso simplesmente assistir voc¨º se machucar! ¨C A voz de * 15 ROJUS g¨¦lidao um pot?o. O que eu posso fazer? Certamente algu¨¦m precisa ir salvar fan! Se voc¨º n?o vai, ent?o eu vou! ¨C Disse Liliane, desabando em l¨¢grimas. Por que eu iria salvar seu filho tantas vezes? ¨C Indagou William, apertando os olhos. ¨C O que voc¨º quer dizer ¡°meu filho¡°? ¨C Retrucou Liliane, encarou ele raiva. Ele tamb¨¦m ¨¦ seu filho! Seu filho! Naquele momento cr¨ªtico, n?o queria mais esconder nada! s¨® queria a seguran?a de seu filho! S¨® queria quen sobrevivesse! Enquanto ele tivesse vida, faria qualquer coisa! Mesmo que perdesse a guarda, mesmo que nunca mais visse ele! s¨® queria Ian vivo! Vendo Liliane fingindo t?o dramaticamente por seu filho, por um momento, William realmente acreditou quen era seu filho. No entanto, assim que pensou nos resultados do teste de DNA, seu cora??oe?ou a congr aos poucos. At¨¦ agora, ainda estava mentindo! Voc¨º acha que eu ainda acreditaria em voc¨º? express?o imperturb¨¢vel. ¨C Rebateu William, mantendo uma Cap¨ªtulo 216 Chapter 216 Cap¨ªtulo 216 O que voc¨º quer dizer? Voc¨º acha que estou mentindo para voc¨º? ¨C Perguntou Liliane, atordoada. ¨C E se n?o for? ¨C Perguntou William, de volta. N?o sabendo de onde veio a for?a, Liliane conseguiu se livrar abruptamente da m?o de William. William! Lembre¨Cse do que voc¨º disse hoje! Um dia, voc¨º se arrepender¨¢ por suas pvras e a??es! ¨C Disse , em tom frio, olhos cheios de desapontamento. Dizendo isso, Liliane entrou diretamente no carro, ligou o motor e dirigiu em dire??o ao pr¨¦dio baixo. Marc, abra?ando Alice que chorava sem parar, olhou de forma desdenhosa para o chefe que permanecia sombrio no lugar. ¨C Sr. William, voc¨º realmente partiu o cora??o de Liliane desta vez, da mesma forma, suas pvras me deixaram perplexa. Disse Marc, se virando para encarar o carro de Liliane. ¨C Vin¨ªcius, n?o muito longe dali, suspirou profundamente e se aproximou de William. ¨C William, n?o parecia estar fingindo agora. Comentou Vinicius. William, o olhar fixo na pequena figura pendurada no alto. -N?o acho que algo que eu verifiquei pessoalmente seja falso. ¨C Resmungou William. No pr¨¦dio baixo. Liliane deixou as chaves do carro sobre a mesa e transferiu vinte milh?es para a conta de Heitor conforme instru¨ªdo. Depois de seguir as ordens de Heitor, Liliane se apressou em ligar para ele. ¨C Entendi, se afaste agora! Eu vou sair primeiro! Disse Heitor. ¨C ¨C E quanto ao meu filho? Perguntou Liliane, uma voz tr¨ºm. 1.3 ¨C Espere eu sair, ent?o voc¨º vai salvar ele. A voz de Heitor soou desagrad¨¢vel. Sem ousar dizer mais, Liliane fezo Heitor instruiu, se virando rapidamente e se afastando do pr¨¦dio baixo. Em quest?o de minutos, Liliane viu Heitor entrar na s. Logo depois, ele saiu do pr¨¦dio, abriu a porta do carro e estava prestes a entrar. Liliane, observando Heitor prestes a entrar no carro, foi surpreendida por um rme estridente. Seu corpo tremeu. A pol¨ªcia chegou? E Heitor¡­ ¡ª J¨¢ voc¨º n?o est¨¢ Caramba,o ousa me enganar! ¨C Rugiu Heitor. que cooperando, ent?o se prepare para recolher o cad¨¢ver do seu filho! Dizendo isso, Heitor tirou um controle remoto do bolso. Liliane sentiu uma premoni??o ruim, seus olhos se arregram. N?o! Heitor! N?o fa?a nenhuma loucura¡­ ¨C Gritou , em voz aguda. ¨C Ah! Ian! Ian! ¨C Ian! Gritos ecoaram ao longe, interrompendo as pvras de Liliane. A cabe?a d deu um estouro repentinoo um trov?o, Liliane fitou a pequena figura que caia do c¨¦u, suas pups encolhendo abruptamente. Um som de impacto ressoou. Um pequeno corpo caiu pesadamente no ch?o, respingando sangue. Os fios tensos na mente de Liliane se romperampletamente, um zumbido ensurdecedor afogando todos os sons ao redor. ¡ª- ¨C N?o¡­ N?o ¨¦¡­ Gritou Liliane, olhando para o sangue escate, suas pernas pareciam perder toda a for?a e desabou no ch?o. a for?a e desabou no ch?o. ¨C N?o ¨¦ isso¡­. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Os olhos de Liliane ficaram, vazios, suas m?os e p¨¦s se movendo sem rumo para a frente. At¨¦ que viu a roupa quen usava quando saiu de casa e a posi??o estranha em que estavs deitado na po?a de sangue. Os olhos de Liliane se escureceram de repente, desmaiando no ch?o. ¡°Mam?e, por que voc¨º est¨¢ andando t?o devagar?¡± Na escurid?o silenciosa, uma voz infantil e familiar ressoou. Liliane olhou na dire??o da voz e viun olhando para sua moch nas costas. ¡°Mam?e, o que voc¨º est¨¢ olhando? Vamos logo, Breno e Alice ainda est?o me esperando.¡± A urg¨ºncia den parecia excepcionalmente real. Liliane ficou at¨­nita por um bom tempo antes de finalmente voltar a si, incapaz de acreditar na presen?a de seu filho diante d. ¡°Ian¡­?¡± ¡°Mam?e, o que h¨¢ de errado voc¨º?¡°, perguntoun, inclinando a cabe?a. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 217 Chapter 217 Cap¨ªtulo 217 As l¨¢grimas nos olhos de Liliane se desprenderam num instante. ¨C Jan, ¨¦ realmente voc¨º? ¨C Murmurou . mal podia acreditar que seu filho estava diante d, s?o e salvo. Afinal, se lembrava ramente den caindo da grande altura¡­ M?e. ¨C Chamoun, um rosto charmoso, expressou resigna??o. O que voc¨º t? fndo? Quem mais seria al¨¦m de mim? Recebeu uma confirma??o, Liliane se apressou a secar as l¨¢grimas. Tudo bem,n, estou apenas fndo besteira, estou indo at¨¦ af. ¨C Disse Liliane. Vem logo, m?e. Falou Ian. Liliane acenou a cabe?a, se levantando e indo em dire??o an. No entanto, notou que, por mais que caminhasse, nunca chegava perto dele! Ian¡­ Chamou Liliane. M?e, voc¨º est¨¢ devagar, acelera af. Dissen.. Liliane, assustada, olhou para cima. ¨C Ian¡­ Chamou , de novo. ¨C M?e, voc¨º est¨¢ demorando, vai logo. ¨C Expressoun. Liliane respirou fundo e correu em dire??o an, mas quanto mais avan?ava, mais distante ele parecia. M?e¡­ or que voc¨º Os olhos escuros den transbordam de decep??o. Mam?e, por que ainda n?o veio? v ¡ª ¨C Estou chegando! Respondeu Liliane. N?o se mexa, espere um pouco. M?e, ¨¦ tarde demais¡­ desapareceu de repente. ¨C A voz den fica cada vez mais fraca, sua pequena figura ¨C Estouchegando,n! N?o se preocupe! Exmou Liliane, ansiedade. No quarto do hospital. Liliane gritou enquanto se sentava abruptamente na cama. Tremendo, o rosto p¨¢lido, ofegava pesadamente. Seus gritos acordaram Marc, que estava no sof¨¢. Ao ver a situa??o, Marc se aproximou pressa. Lili? Acordou? Teve um pesadelo? Perguntou Marc. ¨C Ouvindo a voz, Liliane recobrou aos poucos a reza mental, olhando fixamente para Marc. ¨C Marc¡­ ¨C Assim que Liliane falou, a imagem de Ian morto voltou a sua mente. Seus olhos se estreitaram e agarrou o bra?o de Marc, perguntando. Onde est¨¢n? Marc tentou acalmar . Lili, n?o se apresse, ouve o que eu tenho para dizer, est¨¢ bem? ¨C Consolou Marc. Ian morreu, n¨¦? ¨C Perguntou Liliane, nervosa. Com os olhos vermelhos, suas emo??ese?aram a fugir de controle. ¨C Responde para mim! Ian morreu? ¨C Lili! N?o seja assim! Ian n?o morreu! ¨C Explicou Marc. ¨C Voc¨º est¨¢ me enganando, n?o est¨¢? Eu vi! Ian estava deitado em uma po?a de sangue! Disse Liliane, olhando para em desespero. ¨C Lili, aquilo era falso! Heitor fez de prop¨®sito. Se acalme, eu vou te levar para ver Ian, tudo bem? Disse Marc. Liliane ficou atordoada./ N?o, Marc estava mentindo! n?o poderia ter visto errado! Sem esperar, Liliane jogou o cobertor para odo. ¨C Voc¨º diz que meu filho n?o morreu? Ent?o me leva para ver! Me leva agora! ¨C Disse Liliane. Dizendo isso, Liliane saiu da cama descal?a e se dirigiu apressadamente para fora do quarto. Lili, devagar! Marc seguiu ¨¤s pressas. Assim que saitam do quarto, uma figura alta apareceu na frente de Liliane. olhou para cima e viu o rosto sombrio de William. Vendo aquele rosto, Liliane de imediato pensou nas pvras cru¨¦is dele. Sai da frente! Falou Liliane, frieza, franzindo a testa. William permaneceu im¨®vel, bloqueando a entrada do quarto. Onde voc¨º pensa que vai? ¨C Perguntou ele, em tom frio. -Eu vou encontrar on! ¨C Respondeu Liliane. ¨C Fique deitada e escute, ai eu te deixo ver ele. ¨C Disse William. Content ? N?velDrama.Org. ¨C Quem voc¨º pensa que ¨¦ para me dar ordens? Eu quero ver meu filho, sai da frente! Disse Liliane, encarando ele raiva. William estreitou os olhos frios, ent?o, uma postura ereta, pegou Liliane e levou de volta para a cama. William, me solte! Me solte! ¨C Gritou Liliane, loucamente e se debateu. golpeava o corpo de William v¨¢rias e v¨¢rias vezes. William aguentou a raiva, jogou Liliane de volta na cama. Voc¨º quer morrer, ¨¦? Voc¨º tem ideia do estado do seu corpo? ¨C Rosnou ele. Cap¨ªtulo 218 Chapter 218 Cap¨ªtulo 218 William, por que voc¨º acha ¨C O que ¨¦ da sua conta? ¨C Rebateu Liliane, raiva. que pode me impedir de ver meu filho? Se algo acontecer aon, nunca vou te perdoar! Foi voc¨º que ignorou tudo! Foi voc¨º, insens¨ªvel e indiferente ¨¤ vida! ¨¤ medida que a express?o no rosto elegante de William piorava, Marc se aproximou ansiosa para explicar. Lili, n?o se preocupe. Eu vou te mostrarn, est¨¢ bem? ¨C Consolou Marc. Dizendo isso, Marc rapidamente pegou o celr e iniciou uma chamada de v¨ªdeo Em pouco tempo, Vin¨ªcius atendeu, seu rosto bonito aparecendo na t. ¨C O que est¨¢ acontecendo? A voz de Vinicius ressoou. Vinicius, aponte a camera paran, deixe Lili ver¡­ T¨¢ bom?! pudesse terminar, Liliane arrancou o celr de suas m?os. encarou a t intensamente. Antes Antes que Marc At¨¦ que a camera de Vinicius se moveu para on deitado na cama, as l¨¢grimas brotaram nos seus olhos num instante. Property ? of N?velDrama.Org. Ian n?o morreu¡­ N?o havia curativos em seu corpo, nem tubos conectados. Apenas uma pequena agulha presa nas costas de sua m?o. ¨C O que aconteceun? ¨C Perguntou Liliane, a voz engasgada. ¨C Foi injetada uma grande quantidade de anest¨¦sico nele, ent?o ainda n?o acordou.. Marc suspirou ao explicar. O cora??o que Liliane segurava retornou ao lugar, abaixou o celr. ¨C E aqu queda, quem foi? ¨C Perguntou . ¨C Foi um boneco cheio de areia, vestido as roupas de Ian e o suposto sangue era, na verdade, tinta vermelha de galinha¡­ Explicou Marc. Naqu hora, tamb¨¦m ficou chocada. A verdade s¨® foi revda quando chegou l¨¢ e viu que era um golpe. William estava realmente ¨¤ frente de tudo. Ele descobriu que n?o era o verdadeiron pendurado l¨¢. Ent?o, ele impediu Lili de ir at¨¦ l¨¢ e se envolver. Da mesma forma, a pol¨ªcia foi arranjada por ele. Ao descobrir que Heitor ainda tinha um filho amado, Sr. William estava certo de que Heitor n?o iria realmente matar algu¨¦m. Porque seu filho era o ¨²nico parente que ele tinha. Se agarrando a isso, Sr. William coordenou tudo. Apanhando Heitor antes que ele pensasse em fugir. A ¨²nica coisa que ele n?o previu foi que a morte ficticia den deixaria Lili t?o abda que desmaiaria. Quando viu William emocionalmente inst¨¢vel, ficou chocada! A velocidade que ele correu para abra?ar Lili podia ter quebrado recordes mundiais de corrida! Ent?o, meio que mudou um pouco a sua vis?o sobre Sr. William. ¨C ¨C Desculpe, eu fui muito impulsiva agora. Desculpou Liliane, uma voz rouca, fechando os olhos cansados. Essa frase era um pedido de desculpas para Marc e William. Liliane sempre foi ra quando estava certa ou errada. Mesmo que n?o concordasse muitas coisas que William disse anteriormente. Marc acaricia as costas de Liliane. #15 BONUS Lili, o acontecido j¨¢ passou, agora voc¨º precisa cuidar da sua sa¨²de antes de ficar Minha sa¨²de est¨¢ boa ¨C Falou Liliane, massageando a testa inchada. Anemia, gastrite cr?nica, isso ¨¦ estar bem? Zombou William, soltou uma risada fria. Esses n?o s?o grandes problemas. N?o precisa dramatizar. ¨C Disse Liliane. S?o sim! O m¨¦dico disse que se voc¨º n?o cuidar do seu est¨®mago, ter¨¢ s¨¦rios problemas. Disse Marc. Liliane ficou sem pvras. Vendo que Liliane n?o respondeu, Marc n?o insistiu mais. olhou para William e disse: ¨C Sr. William, agora que Lili acordou, eu vou voltar para a empresa. William concordou a cabe?a. Marc se despediu de Liliane antes de sair do quarto. A porta fechou e o quarto do hospital ficou silencioso mais uma vez. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT #15 BONUS Cap¨ªtulo 219 Chapter 219 Cap¨ªtulo 219 ¨C Tem algo no meu rosto? Voc¨º ficou me encarando. Liliane n?o resistiu perguntar, N?velD(ram)a.?rg owns this content. depois de um breve sil¨ºncio. William se sentou elegancia em uma cadeira atr¨¢s d, as pernas cruzadas, exibindo uma postura nobre. Vamos fr sobre n¨®s. Disse ele. -N?o h¨¢ nada entre n¨®s para discutir. Respondeu Liliane, desviando o olhar. ¨C ¨C Mesmo? Perguntou William, devagar. Ent?o explique por que voc¨º disse que eu me arrependeria, ¨C As pvras ditas no calor do momento nem sempre s?o verdadeiras. Liliane. Defendeu William, a express?o serena, parecia ter adivinhado que Liliane n?o diria a verdade. Se voc¨º n?o quer explicar, n?o vou te for?ar. Mas e quanto a Breno? Voc¨º n?o quer saber sobre ele? ¨C Perguntou William. ¨C O que voc¨º quer dizer isso? ¨C Questionou Liliane, encarando ele. Breno ¨¦ nosso filho. ¨C Revelou William. ¨C E dai? ¨C Respondeu Liliane, sem rodeios. ¨C Ent?o, n?o pretendo deixar Breno te ver novamente. pvra. ¨C Por que n?o me deixaria ver Breno? ¨C Questionou Liliane. Acha que merece ser a m?e de Breno? Zombou William. Disse William, pvra por Ah, ent?o o filho ¨¦ s¨® seu? Ele tamb¨¦m ¨¦ meu filho! Voc¨º n?o tem o direito de impedir que ele me veja! Legalmente, eu tenho direito de visita! ¨C Disse Liliane, n?o irritada, sorrindo. Voc¨º reconhece Brenoo seu filho? Ironizou William. No entanto, voc¨º dividiu o amor de m?e que Breno deveria ter exclusivamente, entre dois bastardos! Bastardos?! Liliane prendeu a respira??o por um momento. olhou para William, chocada. Era verdade que estava determinada a preservar o segredo da identidade das crian?as, mas jamais permitiria que os dois fossem chamados de bastardos! Enfurecida, Liliane se levantou e tentou atingir o rosto de William. Entretanto, William segurou firmeza seu pulso, seus olhos frios sem emo??o. O que? Me atacando porque est¨¢ vergonha? Provocou William. ¨C William! Voc¨º ¨¦ umpleto canalha! ¨C Insultou Liliane. -Eu sou um canalha? ¨C William revelou uma leve raiva nos olhos, erguendo Liliane e jogando for?a na cama. Ele se aproximou, segurando firmeza. te mostrar o que ¨¦ ser um verdadeiro canalha! Liliane tentou se soltar, mas William prendeu , impossibilitando qualquer movimento. ¨C William, por favor, me solte! Solte! Gritou Liliane, indignada. William aumentou a press?o em sua m?o. ¨C Assim o pai daqueles dois bastardos tamb¨¦m te tocou? Foi assim? Com essas pvras, William moveu suas m?os pelo corpo de Liliane. ¨C Ou foi assim? Vou Isso causou uma sensa??o de humilha??o. Liliane, incapaz de contrr seu corpo tr¨ºmulo, chorou. William, por favor, me solte! Por favor! ¨C Pediu Liliane. Ao ver as l¨¢grimas incessantes de Liliane, William sentiu um aperto no peito. O fogo de sua raiva foi apagado pelo frio e ele riu frieza antes de soltar Liliane. Acha mesmo que eu te tocaria? ¨C Zombou William Voc¨º deveria saber que tenho avers?o ¨¤ sujeira das mulheres dos outros! Depois de deixar essas pvras, William virou as costas e saiu do quarto. Liliane, se abra?ando, n?o conseguia parar de tremer. ¨¤ noite. Kerry e Eduardo chegaram ao hospital, panhando Liliane ao quarto de Ian. Ian ainda n?o tinha acordado, seu rosto delicado permanecia p¨¢lido. ¨C Esse desgra?ado sedou uma crian?a uma dose t?o grande! Ian ainda n?o acordou por causa disso. Expressou Kerry, furioso. Liliane, suavemente, limpava as m?os pequenas de Ian uma toalha, seus olhos. cheios de culpa. ¨C Lili, me ou?a. Reforce a seguran?a. N?o podemos permitir que essa situa??o perigosa aconte?a novamente. ¨C Disse Eduardo, Chapter 220 Cap¨ªtulo 220 Ok. Liliane n?o contestou, apenas assentiu. Na verdade, Eduardo estava certo antes. Se n?o fosse p sua falta de caut, a situa??o as crian?as n?o teria chegado a esse ponto. J¨¢ perguntei ¨¤ pol¨ªcia. Eles dizem que Heitor nejou o acidente. Ele n?o machucou outras crian?as, apenas mirou emn. Quem est¨¢ por tr¨¢s disso confessou, ¨¦ a Mavis. est¨¢ na delegacia, mas o av? n?o foi ajudar . ¨C Continuou Eduardo. Quem ¨¦ essa criatura? Vou l¨¢ e acabo ! Disse Kerry, indignado. Questionou Eduardo, ¨C agora faz parte da familia Lima. Voc¨º vai mesmo? olhando para ele. Kerry se engasgou por um momento. Embora fosse novo na situa??o, ele sabia sobre as tr¨¨s grandes familias da Serafim. Enfrentar a fam¨ªlia Lima sozinho seriao se entregar ¨¤ morte. Kerry, sem jeito, co?ou o pesco?o. ¨C Bem, sabeo ¨¦, enquanto houver vida, h¨¢ esperan?a! Vamos nejar primeiro. ¨C Disse ele. Nos olhos de Liliane, passou um frio intenso. subestimou a maldade de Mavis! N?o s¨® mexeu Breno, agora queria usar outras pessoas para atingirn! Eduardo, quero ir at¨¦ a delegacia. Disse Liliane, olhando frieza para Eduardo. ¨C Bem, vou cuidar don para voc¨º. ¨C Concordou Eduardo, depois de um breve sil¨ºncio. Content ? N?velDrama.Org. ¨C Pode me dar uma carona? ¨C Disse Liliane, se levantando e olhando para Kerry. Vamos! Respondeu Kerry. Na delegacia. Mavis estava impaciente na s de interrogat¨®rio. estava l¨¢ h¨¢ meio dia e seu av? ainda n?o havia conseguido um advogado para . Heitor, aquele idiota! pensou que um estudante no exterior teria um pouco de intelig¨ºncia, mas acabou sendo burro o suficiente para contar tudo! De repente, a porta da s de interrogat¨®rio se abriu. Mavis, algu¨¦m quer fr voc¨º. Disse um policial. Mavis ficou animada, certamente seria seu av? que mandou algu¨¦m! se levantou, indo em dire??o ¨¤ porta,n?ando um olhar de desprezo para o policial. ¨C Eu disse, n?o saia prendendo as pessoas por a¨ª. Pode perder seu emprego. Zombou Mavis. ¨C Certo ou errado, sabemos julgar! ¨C Respondeu o policial, dignidade. Mavis resmungou e saiu da s de interrogat¨®rio. Mas, ao inv¨¦s de ver um advogado, se deparou Liliane parada a certa distancia, uma express?o cial. Mavis deu um passo vte e at¨¦ considerou voltar para a s de interrogat¨®rio. Aqu mulher louca era dif¨ªcil de lidar! Mas, por quest?es de dignidade, Mavis engoliu a saliva e caminhou at¨¦ Liliane. ¨C Por que voc¨º veio¡­ Falou Mavis. Mas antes que pudesse terminar, Liliane deu um tapa forte em seu rosto. Voc¨º ¨¦ a pessoa mais leviana que j¨¢ conheci. ¨C Disse Liliane, frieza, encarando Mavis. Mavis, segurando a bochecha ardente, encarou raiva. Como voc¨º se atreve a me bater na delegacia? Questionou Mavis. ¨C Por que n?o ousaria? ¨C Zombou Liliane. ¨C Pergunte a si mesma, a pol¨ªcia ajudaria uma criatura t?o desprezivel? ¨C N?o h¨¢ evid¨ºncias. Por que acha que eu machucaria seu filho? Apenas as pvras de Heitor vai me condenar? Protestou Mavis, olhos vermelhos de raiva. Voc¨º pode inventar qualquer coisa, escapar de responsabilidades legais ¨¦ sua habilidade. Mas j¨¢ ouviu um ditado? Suas m¨¢s a??es voltar?o para voc¨º um dia! Retrucou Liliane. Dizendo isso, Liliane deu um passo em dire??o a Mavis. Seus olhos sanguin¨¢rios focaram em Mavis. Mavis, lembre¨Cse! Se voltar a prejudicar meu filho, farei voc¨º implorar por miseric¨®rdia de uma forma que nunca imaginou! ¨C Provocou Liliane. Mulher louca! ¨C Mavis, aterrorizada, recuou. ¨C Voc¨º ¨¦ uma mulher louca! Com isso, o rosto p¨¢lido, Mavis correu para a porta da s de interrogat¨®rio e se trancou l¨¢ dentro. Liliane desviou o olhar, se virando para sair da delegacia. Chapter 221 Cap¨ªtulo 221 Ent?o, aqu mulher vai ser condenada? ¨C Perguntou Kerry, animado, d¨¦ volta ao carro. N?o ¨¦ t?o simples. Respondeu Liliane, prendendo o cinto de seguran?a. ¨C ¨C Ah? Por qu¨º? ¨C Continuou Kerry, chocado. Por qu¨º¡­ Para explicar isso necessitaria de tr¨ºs dias e tr¨ºs noites. sabia muito bem que mesmo se quisesse agir contra Mavis agora, Gilberto faria de tudo para tirar da confus?o. ¨¦ uma longa hist¨®ria. ¨¦ melhor voc¨º n?o saber demais. Disse Liliane. n?o queria envolver Kerry em sua vingan?a. No dia seguinte, Nanda trouxe alguns documentos para Liliane assinar no hospital. Al¨¦m disso, trouxe uma cesta de frutas frescas. Liliane, sem cerim?nia, aceitou e colocou a cesta na mesa aodo da cama. ¨C Obrigada, ¨¦ gentil da sua parte. Lembre de verificar a situa??o na f¨¢brica nos pr¨®ximos dias. Se houver algo, me avise. Disse Liliane. ¨C ro, Sra. Liliane. Aqui est?o dois documentos para voc¨º revisar e assinar. Assentiu Nanda. Liliane pegou os documentos e examinou cuidado. No meio do caminho, Marc entrou p porta. ¨C Lili, estou aqui. ¨C Exmou . ¨C Espere um pouco, estou terminando de assinar este documento. Disse Liliane, dando uma olhada em Marc e assentindo. ¨C Voc¨º faz o que precisa fazer. Disse Marc, se sentando aodo e mexendo no celr. Dez minutos depois, Liliane terminou de revisar os documentos e, franzindo a testa, perguntou: ¨C Quem desenhou esse projeto? 10 +15 BONOS Foi uma pessoa trazida pelo vice¨Cpresidente. Respondeu Nanda, dando uma olhada no papel. ¨C Um design da Novitex de seis anos atr¨¢s. fez algumas altera??es e achou que poderia passar despercebido? ¨C Comentou Liliane. Ac mencionar Novitex, Marc ficou alerta, deixando o celr dedo. ¨C Vou dar uma olhada. ¨C Disse . Liliane entregou o projeto para . Ao ver o desenho, Marc ficou surpresa, dizendo. O que diabos ¨¦ isso? Este ¨¦ um projeto feito pelo meu departamento! Mesmo que tenham feito algumas modifica??es, ainda d¨¢ para reconhecer. Lili, essa pessoa n?o pode ficar. Liliane concordou e olhou para Nanda. Content ? N?velDrama.Org. ¨C Envie este desenho para Kerry, deixe ele resolver. Os outros documentos est?o certos, mas precisamos de uma reuni?o para finalizar. ¨C Instruiu . ¨C Sim, Sra. Liliane, eu vou cuidar disso. Ent?o, eu vou indo. pegando os documentos. Liliane levantou a m?o, olhando para o rel¨®gio de pulso. ¨C Nanda, ainda n?o almo?ou, n¨¦? Perguntou Liliane. N?o almocei. ¨C Respondeu Nanda, se virando. Disse Nanda, Voc¨ºs v?oer, eu estou de dieta, vou de p?o integral. Disse Marc, Liliane olhou para , nem precisou perguntar. Terminou de fr e abriu um jogo, animada. Liliane, ent?o, levou Nanda para fora do hospital para procurar um restaurante e almo?ar. ¨C Do outrodo da rua do Hospital Santa Cruz tem umanche leve, ¨¦ gostoso? ¨C Perguntou Liliane, olhando para Nanda. Sra. Liliane, voc¨º decide, eu n?o sou exigenteida gr¨¢tis. ¨C Respondeu Nanda. Ao ouvir a resposta tranqu de Nanda, Liliane n?o p?de deixar de rir. ¨C O que voc¨º f n?o condiz muito a sua express?o. ¨C Brincou Liliane. Nanda n?o disse mais nada. Liliane e Nanda atrav¨¦ssaram a rua, quase chegando ao destino, quando um carro branco veio em alta velocidade em dire??o a s. +15 BONOS Saia da frente, esse carro est¨¢ vindo! ¨C Gritaram as pessoas ¨¤ beira da estrada. Liliane ouviu isso e viu o carro branco vindo diretamente para e Nanda. ¨C Cuidado! = De repente, se ouviu o grito de Nanda. No pr¨®ximo momento, Liliane sentiu Nanda abra?ando , se jogando. rapidamente para frente. Em seguida, um estrondo soou. Liliane levantou os olhos e viu o carro branco fora de controle colidindo em um restaurante. Gritos desesperados ecoaram de l¨¢. Sra. Liliane, voc¨º est¨¢ bem? ¨C Perguntou Nanda, se levantando e olhando para Liliane preocupa??o. Chapter 222 Cap¨ªtulo 222 Liliane, o rosto p¨¢lido, bn?ou a cabe?a. Se Nanda n?o tivesse reagido t?o r¨¢pido, poderia ter r¨¢pido, poderia ter perdido a vida agora. desviou o olhar para Nanda e viu uma longa e assustadora ferida em seu bra?o. Property ? of N?velDrama.Org. ¨C Nanda, vamos para o hospital! ¨C Disse Liliane, se levantando ¨¤s pressas. ¨C ¨¦ s¨® um arranh?o, n?o ¨¦ nada. ¨C Respondeu Nanda, olhando na dire??o indicada por Liliane, uma express?o calma,o se n?o sentisse dor, nem mesmo franzindo a testa. Isso n?o ¨¦ apenas um arranh?o! Venha, vou te levar para o hospital! ¨C Exmou Liliane. Registros m¨¦dicos, pronto¨Csocorro. O bra?o de Nanda levou mais de dez pontos e radiografias revram ossos quebrados no cotovelo. ¨C Nanda, vou dar a voc¨º uma licen?a remunerada. Cuide bem de si mesma em casa. Obrigada por hoje. Disse Liliane, culpada. ¨C Sra. Liliane, voc¨º j¨¢ agradeceu umas dez vezes. Eu n?o preciso de folga, n?o. precisa me dar licen?a. Respondeu Nanda, calma. N?o, n?o pode ser! Voc¨º n?o pode voltar ao trabalho assim. Insistiu Liliane. Ent?o voc¨º n?o pode me impedir de trabalhar em casa. ¨C Retrucou Nanda. Realmente era viciada em trabalho¡­ Essas pvras ecoaram na mente de Liliane. Nunca tinha visto algu¨¦m t?o apaixonado pelo trabalho. No entanto, Nanda era uma cboradora valiosa, capaz de aliviar a carga de Liliane. Est¨¢ bem, trabalhe em casa. Quanto ¨¤ empresa, voc¨º decide. Disse Liliane, n?o p?de resistir. Est¨¢ bem. Concordou Nanda. ¨C Ap¨®s medicar Nanda, almo?ar e atender ¨¤s demandas de Nanda, Liliane levou el¨¤ de volta ¨¤ empresa conforme suas instru??es. +15 BONOS Em seguida, instruiu os seguran?as a garantir que Nanda chegasse em casa em seguran?a. Lili, voc¨º ¨¦ uma tartaruga? ¨C Remou Marc, quando Liliane voltou para o hospital. Liliane sorriu amargamente e contou a Marc o que aconteceu durante o almo?o. ¨C ¨C Meu Deus, ser¨¢ que algu¨¦m est¨¢ tentando te prejudicar novamente? ¨C Exmou Marc, arregndo os olhos. N?o ¨¦ isso. O motorista tamb¨¦m morreu no acidente. Negou Liliane, bn?ando a cabe?a. N?o aguento mais, j¨¢ estoue?ando a ter paranoia por voc¨º. ¨C Disse Marc, medo, encolhendo o pesco?o. A cena era t?o parecida uma codorna que Liliane n?o p?de deixar de rir. Estou sede¡­ Uma voz rouca e infantil fez Liliane parar de rir de repente. Liliane e Marc olharam para a cama e viram Ian abrindo os olhos lentamente. Ian, voc¨º finalmente acordou! ¨C Gritou Marc, emocionada. ¨C ¨C Voc¨º ¨¦ muito exagerada. Comentou Ian, desprezo, olhando para Marc. ¨C Voc¨º, ¨¦ ingrato! ¨C Disse Marc, raiva, olhando feio. para Ian. 1. que e Ian desviou o olhar e olhou para Liliane de olhos servindo. ¨¢gua para ele. ¨C Mam?e, desculpe por fazer voc¨º se preocupar. Desculpou Ian, um cora??o apertado. Liliane bn?ou a cabe?a, sugando o nariz. Ent?o, ¨¢gua nas m?os, se aproximou da cama e colocou o canudo na boca de Ian. Estou bem, desde que voc¨º esteja seguro, ¨¦ melhor do que qualquer coisa. Disse Liliane. Ian sugou a ¨¢gua pelo canudo. Devagar, para n?o se engasgar. Lembrou Marc. Mal terminou de fr, Ian tossiu. Marc, preocupada, acariciou o peito pequeno de Ian, dizendo. ¨C Voc¨º viu, eu te avisei para ter cuidado! +15 BONOS ¨C Voc¨º, boca de corvo¡­ Comentou Ian. ¨C Est¨¢ bem, est¨¢ bem, ¨¦ culpa minha. Admitiu Marc. ¨C Ouvindo Ian brincando bom esp¨ªrito, a preocupa??o nos olhos de Liliane se dissipou aos poucos. ¨¤ noite, Mans?o Ba¨ªa. Alice, segurando o celr, pva alegremente os p¨¦s descal?os enquanto estava no colo de Carlos, fndo ao celr Breno. ¨C Breno! Ian acordou! ¨C Avisou Alice. Sim, ¨®timo, voc¨º logo poder¨¢ ver ele, Alice. Disse Breno. Mas ele n?o era bom pvras e n?o sabiao expressar sua alegria. ¨C Breno, eu tamb¨¦m sinto muito a sua falta. Nesses ¨²ltimos dois dias, mam?e nem me deixou ir para a esc. ¨C Disse Alice, em tom suave, suspirando. +15 BONOS ¨C Cap¨ªtulo 223 Chapter 223 Cap¨ªtulo 223 ¨C Sim, eu tamb¨¦m sinto saudades, Alice. A mam?e n?o deixou voc¨º vir porque ficou assustada e precisa rxar em casa por alguns dias. ¨C Breno tentou acalmar Alice muitas pvras. ¨C Entendi, Breno. E voc¨º? ¨C Disse Alice, fazendo um biquinho. Em seguida, perguntou raiva. ¨C Ele tem cuidado de voc¨º nesses dias? Property ? of N?velDrama.Org. Tem. Disse Breno, depois de ficar em sil¨ºncio por um momento. Naquele momento, Breno estava sentado em frente aoputador, olhando para as cameras no escrit¨®rio uma express?o sombria. Seu pai tinha se trancado l¨¢ dentro depois do jantar. Ele mergulhava no trabalho at¨¦ altas horas da noite. Se ele est¨¢ cuidando de voc¨º, ent?o estou tranqu. Vou desenhar agora, durma bem, boa noite. Disse Alice. A voz suave de Alice fez Breno se sentir um pouco melhor. ¨C Sim, boa noite, Alice. Disse Breno. ¨C Depois de desligar a chamada, Alice devolveu o celr para Carlos. Em seguida, olhou para Carlos com grandes olhos. ¨C Papai Carlos, posso te fazer uma pergunta? ¨C Perguntou Alice. O que Alice quer perguntar? ¨C Disse Carlos, em tom suave, sorrindo gentileza. Se aquele homem souber que eu sou filha dele e quiser me reconhecer, voc¨º ficaria chateado? ¨C Perguntou Alice. Carlos bn?ou a cabe?a, sorrindo. N?o ficaria. Contanto que Alice e sua m?e n?o fiquem tristes, eu tamb¨¦m n?o ficaria triste, porque essa ¨¦ uma verdade inevit¨¢vel. ¨C Respondeu ele. ¨C E se aquele homem quiser voltar a mam?e? ¨C Continuou Alice. Eu desejo felicidade para eles. ¨C Respondeu Carlos, calma. Papai Carlos, voc¨º ¨¦ muito melhor do que ele, seria ¨®timo se voc¨º pudesse ser meu pai. ¨C Comentou Alice, se aninhando no colo de Carlos. Carlos acariciou os cabelos macios de Alice e sorriu, sem dizer uma pvra. +15 BONOS Mas seus olhos ros escureceram aos poucos. voltaria para ele? Enquanto isso, Breno estava perdido em pensamentos, encarando a t doputador. Ele se preocupava seu pai, mas tamb¨¦m se preocupava sua m?e. Havia coisas que ele s¨® podia deixar seu pai enfrentar sozinho.. Porque ele n?o queria ver seu av? tirar Ian e Alice, deixando sua m?e sozinha para se afogar na dor da saudade todos os dias. ¡°Papai, me perdoe por ser ego¨ªsta e preferir a mam?e.¡°, pensou Breno. Domingo. Ian foi liberado do hospital. Eduardo, dez seguran?as, escoltou Liliane de volta ¨¤ Mans?o Ba¨ªa. Devido aos recentes incidentes, Eduardo ordenou especificamente que os guarda- costas permanecessem aodo das duas crian?as o tempo todo. Al¨¦m disso, Eduardo trouxe uma not¨ªcia para Liliane. Mavis foi absolvida por Gilberto e readmitida na fam¨ªlia Lima. Isso era esperado por Liliane, apenas dois dias mais tarde do que pensava. ¨C Imagino que n?o tenha sido repreendida por Gilberto novamente. Disse Liliane, enquanto preparava uma canja paran. Nada disso, na verdade, ele repreendeu , dizendo que n?o pensa direito nas coisas. Respondeu Eduardo, enquanto ajudava avar os vegetais. ¨C Parece que eles s?o mesmo uma fam¨ªlia, n¨¦? ¨C Comentou Liliane, um sorriso ir?nico, depois de parar por um momento. Se a mam?e estivesse viva, talvez ficasse desapontada as a??es do av?. ¨C Disse Eduardo, depois de um minuto de sil¨ºncio. Depois disso, ele endireitou as costas e acrescentou. Ah, Lili, William est¨¢ procurando algu¨¦m recentemente. Voc¨º sabia disso Procurando algu¨¦m? ¨C Liliane ficou at?nita e olhou para Eduardo. ¨C Sim. H¨¢ uma semana, elee?ou a procurar em segredo e h¨¢ rumores de que uma mulher. Disse Eduardo. Os olhos de Liliane se escureceram de repente. +15 BONOS Os assuntos dele n?o t¨ºm nada a verigo. Respondeu , calma. Assim que terminou de fr, um seguran?a entrou apressado. ¨C Senhor, senhorita, h¨¢ duas pessoas l¨¢ fora brigando. ¨C Avisou o seguran?a. Quem? Perguntou Eduardo. +15 BONOS Cap¨ªtulo 224 Chapter 224 Cap¨ªtulo 224 O seguran?a bn?ou a cabe?a. ¨C N?o sei, mas a briga est¨¢ fervendo l¨¢ fora. Disse o seguran?a.. Liliane, intrigada,rgou a colher na sopa e se dirigiu ¨¤ porta. Antes mesmo de ver as pessoas, ouviu duas vozes familiares. ¨C Vin¨ªcius, voc¨º tem algum problema de vingan?a? Meu carro te provocou? ¨C Gritou Marc, indignada. ¨C Foi voc¨º que recuou de repente, n?o foi minha inten??o bater na frente. ¨C Explicou Vin¨ªcius, paciente. ¨C ¨C Voc¨º quer dizer que eu fiquei cega! Zombou Marc, soltando uma risadal sarc¨¢stica. Se voc¨º acha isso, n?o posso fazer nada. ¨C Respondeu Vin¨ªcius, indiferente. ¨C Caramba! Se voc¨º n?o estivesse se metendo por aqui, meu carro teria batido no seu? Retrucou Marc. Estou aqui por solicita??o, para ver on e mostrar preocupa??o. ¨C Disse Vin¨ªcius. Sem coragem de sequer dizer o nome, que tipo de preocupa??o ¨¦ essa? ¨C Zombou Marc. Observando a discuss?o sem fim, Liliane franziu a testa e abriu a boca para intervir. No entanto, uma voz suave veio por tr¨¢s. Eles est?o brigando t?o feio, assusta mesmo. Comentou Marta. Liliane se virou e viu Marta, que apareceu em sil¨ºncio. Seus olhos pareciam conter uma tristeza inexplic¨¢vel. Preocupada que Marta pudesse ser afetada pelo barulho, Liliane se apressou em tranquilizar . ¨C Marta, eles s?o meus amigos. Por favor, entre primeiro, vou l¨¢ acalmar os animos. ¨C Disse Liliane. Marta concordou e voltou para a mans?o. Liliane, ao ouvir o barulho ao redor, viu Vin¨ªcius se virar para olhar na mesma dire??o. +IS BONDS Ele mal teve tempo de ver uma figura familiar quando Liliane bloqueou sua vis?o. Vin¨ªcius franziu a testa, por que o perfil daqu mulher parecia tanto a m?e¡­ de William? No entanto, ele rapidamente descartou essa ideia absurda. Como a m?e de William poderia conhecer Liliane? Enquanto ele afastava aqueles pensamentos tolos, Liliane se aproximou para apaziguar a situa??o. Parem de brigar na rua, h¨¢ espa?o suficiente dentro de casa. Al¨¦m disso, voc¨ºs podem ser confundidos macacos na rua. Disse Liliane. ¨C Vamos embora, Lili, ignore ele! ¨C Disse Marc, raiva, olhando para Vin¨ªcius. ¨C Eu n?o vou entrar. Falou Vin¨ªcius. ¨C Voc¨º n?o quer entrar e se sentar um pouco? ¨C Perguntou Liliane, parou. Embora ele fosse amigo de William, n?o havia raz?o para n?o convidar ele para dentro. Vin¨ªcius bn?ou a cabe?a. Eu s¨® vim em nome do William para vero est¨¢ a crian?a. Como voc¨º est¨¢ de bom humor, acho que a crian?a deve estar se recuperando. ¨C Disse Vin¨ªcius. Liliane permaneceu em sil¨ºncio por um momento, pensava que ele soltou pvras t?o duras e ainda estava preocupado a crian?a? ¨C A crian?a est¨¢ bem, obrigada por se importar. Disse Liliane, n?o insistindo muito. ¨C Ent?o vou embora, voc¨ºs entrem, n?o precisam me panhar. ¨C Disse Content ? N?velDrama.Org. 115. 115. ¨C Como se algu¨¦m se importasse em te receber. Como se algu¨¦m se importasse em te receber. ¨C Zombou Marc, revirando os olhos. Marc! N?o fale assim. ¨C Interrompeu Liliane. Depois de se despedir de Vin¨ªcius, Liliane puxou Marc para dentro. O que est¨¢ acontecendo voc¨º? Por que parece que viu um inimigo quando viu Vin¨ªcuis? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Nada, ¨¦ s¨® que n?o gosto dele. ¨C Mentiu Marc, desviando o olhar. +15 BONOS ¨C Marc, voc¨º est¨¢ mentindo. Disse Liliane, semicerrando os olhos. ¡ª N?o estou. Insistiu Marc, um bico. ¨C Quantos anos somos amigas? Voc¨º acha que n?o posso perceber se est¨¢ mentindo? Se voc¨º realmente n?o quiser fr, n?o vou for?ar voc¨º, maso sua melhor amiga, espero que voc¨º possa compartilhar qualquer coisa que esteja acontecendo. Disse Liliane. ¨C Marc olhou inoc¨ºncia para Liliane. ¨C -Eu vou te contar. N¨®s dois est¨¢vamos b¨ºbados e acabamos dormindo juntos. ¨C Confessou , suspirando. Dizendo isso, Marc ficou vermelha e seus olhos se encheram de l¨¢grimas, continuando. Eu n?o quero que ele seja respons¨¢vel, somos adultos. Al¨¦m disso, naquele momento, eu estava t?o constrangida que sa¨ª primeiro. Mas quem imaginaria que ele agiriao se nada tivesse acontecido. Depois ele veio essa conversa de ser respons¨¢vel. Por que ele n?o fez isso na hora? Al¨¦m disso, aqu foi minha primeira vez¡­ Cap¨ªtulo 225 Chapter 225 Cap¨ªtulo 225 Liliane ficou sem pvras. realmente ficou chocada. Aqus duas pessoas fizeram isso depois de beber e s¨® soube agora. -Ent?o, afinal, voc¨º quer que ele assuma a responsabilidade? Essa ¨¦ a quest?o. ¨C Disse Liliane. Ouvi dizer que Vinicius tem muitas mulheres por a¨ª. Se eu ficar ele, terei que ficar vigiando todo dia! ¨C Expressou Marc. Mas seu estado atual parece mais raiva porque ele n?o assumiu a responsabilidade. Disse Liliane, estava um pouco perplexa. Ah, esquece. Vamos considerar que fui mordida por um cachorro. Comentou Marc, suspirando. ¨C Quest?es de rcionamento s?o imprevisiveis. Olhando para voc¨º, parece que Vin¨ªcius mexen sua alma. Disse Liliane. Fui eu? Imposs¨ªvel! Absolutamente impossivel! Negou Marc, rindo alto. Liliane olhou para . O tempo fechava quando se tratava dos pr¨®prios sentimentos. Esperava que Vin¨ªcius fosse uma pessoa de pvra para que Marc n?o fosse magoada. Depois de deixar a Mans?o Ba¨ªa, Vin¨ªcius foi para o Jardim Azul procurar William. ¨C William, o filho da Liliane se recuperou. Come?ou Vinicius, sentado no sof¨¢ da s. William mexia no celr, sem levantar os olhos, soltando um ¡°Ok¡°. -Embora voc¨º j¨¢ tenha decidido sobre algumas coisas, minha intui??o nunca. falha. Al¨¦m disso, a tologia hacker t?o avan?ada hoje em dia, a possibilidade de algu¨¦m querer alterar o DNA n?o ¨¦ baixa. Deixando isso dedo, h¨¢ outra coisa. ¨C Continuou Vin¨ªcius, dando de ombros. ¨C Voc¨º parece gostar de fr por ultimamente. Disse William, franzindo of cenho e olhando para ele. Voc¨º n?o as pessoas falem a verdade? soltando uma risada. ¨C Remou Vinicius, +15 BONOS Quem sabe se suas pvras s?o confi¨¢veis? ¨C Zombou William, impiedoso. Voc¨º est¨¢ sendo pesado demais nas pvras, deixa eu terminar o que tenho para dizer primeiro. ¨C Disse Vin¨ªcius. William olhou para ele, indiferen?a, enquanto Vin¨ªcius continuava. Hoje fui at¨¦ a Mans?o Ba¨ªa e vi uma mulher l¨¢. O perfil d parecia o de sua m?e. ¨C ¨C As vs de Serafim, grandes e pequenas, e as cameras do condom¨ªnio, todos os meus homens est?o investigando. Voc¨º disse que minha m?e est¨¢ na Mans?o Ba¨ªa, ent?o por que as cameras n?o mostram nada? Aisso, voc¨º acha poss¨ªvel essa conex?o? Minha m?e e Liliane n?o se conhecem. ¨C Perguntou William, baixando os olhos. Vin¨ªcius Ouvindo a an¨¢lise de William, tamb¨¦m sentiu que essa possibilidade era muito remota. De repente, William continuou perguntando a Vin¨ªcius: ¨C ¨C Al¨¦m disso, por que voc¨º foi ¨¤ Mans?o Ba¨ªa? Havia uma certa insatisfa??o em sua voz. ¨C Afinal, tamb¨¦m vi aqu crian?a antes. Eu s¨® queria dar uma olhada. Respondeu Vin¨ªcius. Seu no de unir William e Liliane n?o podia ser revdo. Da pr¨®xima vez, n?o precisa ser t?o gentil. ¨C Disse William, frieza. Est¨¢ bem, voc¨º ¨¦ o chefe. ¨C Disse Vin¨ªcius. Fam¨ªlia Lima. Mavis esperou ansiosamente dois dias para ver Gilberto. ¨C Vov?, da pr¨®xima vez n?o farei nada sem permiss?o. N?o fique bravoigo, est¨¢ bem? Implorou Mavis, l¨¢grimas nos olhos, estava na frente dele. Gilberto n?o tinha coragem de repreender demais. Este assunto j¨¢ passou. Da pr¨®xima vez, n?o seja t?o imprudente. Disse ele. Ao ver o tom mais ameno de Gilberto, Mavis avan?ou e segurou o bra?o dele. Sabia que o vov? ¨¦ o melhor para mim. Mas, vov?, gostaria de pedir uma coisa. ¨C Disse Mavis. ¨C Quer me pedir o que?¨C Perguntou Gilberto, olhando surpreso para . Eu quero conseguir um emprego. Ainda sou jovem, n?o quero desperdi?ar meu tempo assim. Disse Mavis. +15 BONOS ¨C Trabalhar ¨¦ muito dif¨ªcil. Se voc¨º estiver dificuldades financeiras, pode. pedir a mim. ¨C Expressou Gilberto. +15 BONOS Cap¨ªtulo 226N?velD(ram)a.?rg owns this content. Chapter 226 Cap¨ªtulo 226 Mavis bn?ou a cabe?a. ¨C N?o ¨¦ isso, vov?. O significado do que voc¨º me d¨¢ e do que eu ganho por mim mesma s?o diferentes. J¨¢ estou adulta, ficar dependendo dos outros n?o me faz sentir bem. Disse . ¨C Ent?o, o que voc¨º quer fazer? Diga, nesse aspecto, vou certamente ir¨¢ apoiar voc¨º. Disse Gilberto, ouvindo isso grande satisfa??o. ¨C Vov?, eu quero abrir uma pequena empresa, uma empresa de design de roupas. ¨C Revelou Mavis, piscando os olhos. ¨C Isso ¨¦ f¨¢cil. Vou te dar um fundo e voc¨º s¨® precisa se divertir. Disse Gilberto, acariciando as costas da m?o de Mavis, os olhos cheios de carinho. ¨C Obrigada, vov?! Vov? ¨¦ o melhor! Disse Mavis. Depois de agradecer, um sorriso frio apareceu nos l¨¢bios de Mavis. Tudo o que Liliane podia fazer, tamb¨¦m podia fazer. Al¨¦m disso, tinha uma pessoa confi¨¢vel para ajudar . Uma vez que a empresa fosse estabelecida, n?o levaria muito tempo para Liliane ser pisoteada por , nunca teria o Grupo TYC! Segunda¨Cfeira. Os seguran?as panharam Liliane para levar Ian e Alice ¨¤ esc infantil. Devido aos incidentes anteriores, a diretora ligou para se desculpar e refor?ou a seguran?a na esc. Liliane observou as crian?as entrarem na esc antes de se apressar para o escrit¨®rio. Dentro da empresa, a recep??o vazia fez Liliane franzir a testa. olhou para o rel¨®gio no pulso, j¨¢ eram oito e meia. Como seus funcion¨¢rios podiam ter perdido completamente a no??o do tempo? entrou no elevador e foi para o andar do seu escrit¨®rio. Quando as portas se abriram, ficou boquiaberta ao ver confetes coloridos explodirem no ar. ¨C Surpresa! ¨C Kerry apareceu segurando um buqu¨º de flores, seguido pelos +15 BONDS outros funcion¨¢rios que estavam na frente d. Eles estenderam uma faixa, letras douradas brilhantes. ¡°Parab¨¦ns ao Grupo TYC pelo sucesso na pr¨¦¨Cvenda da primeira cole??o de roupas!¡± Liliane ficou chocada a surpresa. inicialmente pensou que os funcion¨¢rios estavam atrasados, mas, na verdade, estavam preparando uma surpresa Kerry. acabou de culpar eles injustamente no seu cora??o¡­ se rp?s, esfregando as l¨¢grimas dos olhos. Comovida, sorriu. ¨C Ent?o, a primeira cole??o de roupas foi produzida sucesso? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Sim, Sra. Liliane! ¨C Respondeu em un¨ªssono toda a equipe. ¨C Ent?o, hoje poderemosn?ar a primeira leva de vendas? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Sim, Sra. Liliane! ¨C Respondeu em un¨ªssono toda a equipe. ¨C Sra. Liliane. Kerry entregou a as flores um sorriso charmoso. ¨C Agora, s¨® precisamos que voc¨º pressione o bot?o para iniciar a primeira rodada. de vendas do Grupo TYC! Liliane fez um olhar de reprova??o para Kerry. ¨C Com essa ideia maluca,o eu devo responder¡­ ¨C Brincou Liliane. Depois de expressar sua gratid?o, Liliane enxugou as l¨¢grimas e continuou. Obrigada, Kerry! E obrigada a todos os funcion¨¢rios que confiaram em mim! Vamos entrar juntos em um novo cap¨ªtulo para a empresa! ¨C Parab¨¦ns, Sra. Liliane. Felicidades, Sra. Liliane! ¨C Disse em un¨ªssono toda a equipe. Sorrindo, Liliane se dirigiu aoputador que prepararam para e pressionou o bot?o paran?ar os produtos. Ao mesmo tempo, na Novitex. Jorge, segurando um tablet, ficou na frente de William. Sr. William, a empresa da Sra. Liliane est¨¢ indo muito r¨¢pido. Eles j¨¢e?aram a primeir¨¢ rodada de vendas. ¨C Avisou Jorge. Os olhos escuros de William brilharam por um momento e suas sobrancelhas frias suavizaram um pouco. Jorge percebeu ramente o leve sorriso nos l¨¢bios apertados dele. +15 BONOS Uma semana se passou, finalmente o Sr. William parecia estar uma apar¨ºncia melhor. William se apoiou na cadeira e olhou para fora da jan iluminada pelo letreiro do Grupo TYC. ¨C A parte mais importante est¨¢ por vir. Disse William, apoiando a testa a m?o. ¨¤ medida que os produtos chegam ¨¤s m?os dos clientes, a rea??o deles ¨¦ o primeiro passo para a estabilidade total de sua empresa. ¨C O que o Sr. William quer dizer? ¨C Perguntou Jorge, espdo. William reprimiu o sorriso que apareceu em seus l¨¢bios, aumentando um toque de suavidade em seus frios olhos. ¨C Parece que haver¨¢ muitas pessoas aparecendo para causar problemas para em breve. V¨¢ encontrar algu¨¦m para observar. Voc¨º sabe o que fazer. Instruiu William. +15 BONDS Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Cap¨ªtulo 227 Chapter 227 Cap¨ªtulo 227 Ouvindo isso, Jorge mal p?de segurar o riso. Parecia que, mesmo quando o Sr. William estava de mal a Srta. Liliane, ele ainda escolhia intervir quando era necess¨¢rio. Nos dias seguintes, al¨¦m das reuni?es, Liliane passava o tempo livre monitorando osent¨¢rios dos clientes. Kerry entrou no escrit¨®rio e viu ainda fixada noputador. ¨C G, pare de olhar, al¨¦m do dia do envio, temos recebido elogios incessantes nos ¨²ltimos tr¨ºs dias. Disse Kerry, de forma inconformada. ¨C Voc¨º n?o est¨¢ supervisionando a f¨¢brica hoje? Por que veio aqui me distrair? Perguntou Liliane, lan?ando um olhar para Kerry. ¨C Eu s¨® queria almo?ar voc¨º. Disse Kerry, piscando e parecendo um pouco. injusti?ado. Por favor, seja mais normal. ¨C Remou Liliane, n?o resistiu a uma leve cr¨ªtica. N?o podia suportar ver um homem adulto agindo daqu forma. Vamos l¨¢? Almo?ar? ¨C Disse Kerry. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Depois de sa¨ªrem da empresa, escolheram um restaurante deida ocidental pr¨®ximo paraer. Kerry estava agindo de maneira estranha naquele dia, quase grudado em Liliane o tempo todo. Tem algo que voc¨º quer me dizer? ¨C Perguntou Liliane, desconfiada. ¨C ¨C Sim, estou pensando em tirar alguns dias de folga. Disse Kerry, sorrindo de maneira maliciosa. Se voc¨º quer folga, pode dizer diretamente, n?o precisa disso. Voc¨º ¨¦ o vice- presidente da empresa. Disse Liliane. Kerry co?ou a cabe?a, uma express?o embara?ada. ¨C A curto prazo, eu ainda posso decidir por conta pr¨®pria, mas desta vez estou indo para o Pa¨ªs Y, minha m?e vai se casar. Revelou Kerry. Liliane, surpresa, parou e olhou para ele. Essa j¨¢ ¨¦ a quinta vez, n¨¦? ¨C Perguntou Liliane. +15 BONDS Sim, ent?o, pelo menos, ser¨¢ por cerca de duas semanas. H¨¢ muitas coisas paral eu ajudar a preparar. Respondeu Kerry, assentindo. Liliane conheceu a m?e de Kerry, uma mulher muito extrovertida.. Criar Kerry sozinho n?o foi f¨¢cil, ent?o estava de acordo ele ir. ¨C Tudo bem, v¨¢ em frente. Leve um presente e meus cumprimentos. Quando voc¨º vai? ¨C Concordou Liliane. ¨C O voo ¨¦ ¨¤s quatro da tarde hoje. Disse Kerry. Liliane ficou sem pvras. N?o era ¨¤ toa que ele estava t?o grudento. Ele continuou. ¨C N?o se preocupe, G. J¨¢ organizei tudo na f¨¢brica. A sua secret¨¢ria Nanda n?o est¨¢ de licen?a m¨¦dica? Eu coloquei para supervisionar a produ??o l¨¢. Ao ver que Liliane n?o respondia, Kerry explicou rapidamente. ¨C Voc¨º enlouqueceu? A m?o de Nanda ainda n?o se recuperou! ¨C Remou Liliane, encarou ele. ¨C Est¨¢ tudo bem. A essa altura, deve estar na f¨¢brica. Al¨¦m disso, n?o precisa fazer nada. Apenas olhar os trabalhadores. Quando eu voltar, darei a um b?nus extra. Disse Kerry. ¨C Liliane n?o disse nada. Um caso t¨ªpico de agir primeiro e informar depois, deixando sem op??es. Kerry soltou um sorriso malicioso, colocando o bra?o ao redor dos ombros de Liliane, empurrando para dentro do restaurante. Enquanto isso, William, que passava por ali, capturou a cena. Seu punho apertou por instinto. estava ansiosa para anunciar para todos que estava Kerry? Primeiro ele, depois Carlos, seguido pelo pai dos dois filhos d, e agora Kerry. William estreitou os olhos, pensava que estava ficando cada vez mais inconstante! O pai dos filhos devia ser quem? Ele n?o tinha nenhuma pista! As informa??es sobre Liliane foram ocultadas de prop¨®sito, seus empregados. simplesmente n?o conseguiam avan?ar. ¨C Sr. William, quer sair? ¨C Perguntou Jorge, que estava no banco de motorista, depois de um momento. +15 BONOS ¨C Voc¨º acha que eu quero encontrar ? ¨C Questionou William, em tom frio. Jorge ficou sem pvras. N?o foi ele que ficou olhando para as costas da Srta. Liliane o tempo todo? At¨¦ poderia ser descritoo um olhar ansioso. ¨C ¨C Ent?o, voc¨º quer voltar para o Jardim Azul? ¨C Perguntou Jorge, de novo. Descubra algo sobre o pai dos dois filhos d. ¨C Ordenou William, sem responder sua pergunta. ¨C Entendido. ¨¤ tarde. Respondeu Jorge. Liliane levou Kerry ao aeroporto. Antes de partir, Kerry suspirou profundamente. Cap¨ªtulo 228 Chapter 228 Cap¨ªtulo 228 +15 BONDS ¨C G, na verdade, me sinto bastante culpado em r??o a voc¨º. ¨C Confessou Kerry. ¨C Por que voc¨º diria isso? ¨C Perguntou Liliane, intrigada. N?o ¨¦ nada. ¨C Kerry dissipou a mncolia do rosto e sorriu. ¨C Espere p minha volta! Assistindo Kerry entrar no controle de seguran?a, Liliane s¨® retornou depois que sua figura desapareceu. ¨¤ noite. Liliane estava jantando as duas crian?as quando Marc entrou apressada e animada. ¨C Madrinha! Chamou Alice, pndo da cadeira e correndo para os bra?os de Marc. Marc, segurando o rosto de Alice, encheu de beijos antes de se virar para Liliane. ¨C Lili, tem uma coisa que preciso te contar. Disse Marc. ¨C ¨C Voc¨º ainda n?oeu? ¨C Perguntou Liliane. Marc levou Alice de volta ¨¤ mesa de jantar e se sentou. ¨C Ainda n?o. N?o vou ficar para o jantar, tem uma festa mais tarde. Respondeu Marc. Marc frequentemente organizava festas os amigos, ent?o Liliane n?o pensou muito sobre isso. ¨C O que voc¨º quer dizer? ¨C Perguntou . ¨C Hoje, ouvi dos funcion¨¢rios do meu departamento que a Mavis est¨¢e?ando uma empresa, j¨¢ escolheu a localiza??o! ¨C Revelou Marc. abriu uma empresa?¨C Exmou Liliane, confusa. Ser¨¢ que n?o tinha dinheiro suficiente, considerando abrir uma empresa? ¨C Sim, e a quest?o ¨¦ que a localiza??o da empresa ¨¦ no seu pr¨¦dio! ¨C Disse Marc, irritada. ¨C Eu acho que est¨¢ fazendo de prop¨®sito! Liliane pensou por um momento. O escrit¨®rio aodo era uma empresa de tologia que estava se saindo bem. ? +15 BONOS No entanto, se Mavis conseguiu adquirir o espa?o t?o rapidamente, Gilberto devel ter desempenhado um papel. Caso contr¨¢rio, as pessoas n?o dariam uma localiza??o t?o privilegiada facilidade. Mas n?o se preocupe. ¨C Continuou Marc. sem esperar Liliane fr. ¨C Com as habilidades limitadas da Mavis, n?o podepetir voc¨º. ¨CContent ? N?velDrama.Org. N?o ¨¦ t?o simples. Se teve essa ideia, deve ter feito preparativos. Sendo presidente, pode usar as conex?es de Gilberto para recrutar designers experientes. Disse Liliane, franzindo a testa. Mas todos os principais designers do pa¨ªs e do exterior est?o na Novitex! Expressou Marc. Impotente, Liliane olhou para Marc, e quando ia fr, Ian falou. ¨C Ent?o, madrinha, voc¨º ¨¦ bem t. ¨C Zombou Ian. Ian colocou elegancia a colher, sorrindo para Marc, continuando. Se n?o tivesse cartas na manga,o poderia criar uma empresa de roupas logo ap¨®s a mam?e? Seu pirralho, voc¨º ¨¦ inofensivo quando est¨¢ dormindo! encarando ele. Comentou Marc, ¨C Obrigado p parte que me toca, madrinha. Eu tamb¨¦m sou inofensivo quando estou acordado. Dissen, sorrindo. ¨C Ent?o, diga, quais cartas a Mavis tem? ¨C Resmungou Marc. Se pud¨¦ssemos adivinhar suas cartas imediatamente, ainda seriam chamadas de cartas? ¨C Dissen, preocupado IQ de Marc. ¨C Ian est¨¢ certo. Mavis n?o ¨¦ t?o t. ¨C Disse Liliane, satisfeita o pensamento do filho. E agora? Vamos deixar te desafiar assim? ¨C Perguntou Marc, fazendo uma careta. Vamos vero as coisas se desenrm antes de decidirmoso lidar isso. ¨C Respondeu Liliane. As nove da noite. Liliane saiu do quarto das crian?as. Uma vez que se foi, Alice se virou, olhando paran na escurid?o, Ian. ¨C Chamou Alice, em voz baixa. +15 BONOS ¨C O que voc¨º quer dizer? ¨C Perguntou Ian, em tom suave, abrindo os olhos. Ian, Mavis ¨¦ uma mulher m¨¢. Voc¨º n?o quer ajudar a mam?e e garantir que a empresa daqu mulher n?o seja estabelecida? ¨C Perguntou Alice. ¨C Se quisere?ar, deixe . Se pode ou n?o ser estabelecida sucesso ¨¦ outra quest?o. ¨C Respondeu Ian, de forma pregui?osa. Os olhos de Alice se iluminaram. ¨C Voc¨º est¨¢ nejando alguma coisa? ¨C Questionou Alice. ¨C Adivinha? ¨C Disse Ian, rindo. ¨C Alice fez um som de desprezo. Se voc¨º n?o disser, eu n?o vou adivinhar! ¨¦ uma perda de c¨¦ls cerebrais! Expressou Alice. Observando Alice se virar novamente, Ian retirou seu olhar. Ele se lembrava da conversa entre seu tio e sua m?e antes que ele estivesse desmaiando. Cap¨ªtulo 229 Chapter 229 Cap¨ªtulo 229 Aparentemente, Mavis era a respons¨¢vel por tr¨¢s do sequestro dele. deixou a m?e deles arrasada, desmaiada no ch?o. Desde que descobriu isso, ele esteve pensando emo lidar aqu mulher desprez¨ªvel. Agora que estava se entregando, n?o seria legal dar a um presente de inaugura??o? No dia seguinte, Liliane levou as crian?as para a esc antes de ir para a empresa. No caminho, passou p antiga empresa de tologia. Viu muitos trabalhadores saindo apar¨ºncia cansada. pegou o celr e tirou algumas fotos, incluindo o nome da empresa de Mavis, 1. YN. Depois de uma reuni?o na empresa, Liliane foi para a f¨¢brica de roupas. ¨¤s 10h30 da manh?, na f¨¢brica. Liliane foi ao escrit¨®rio. Queria ver se a Nanda estava se recuperando, mas n?o encontrou l¨¢. Decidiu ir at¨¦ o ch?o da f¨¢brica. Ao entrar, viu Nanda conversando alguns mecanicos, o bra?o suspenso. Ao se aproximar, Nanda se virou. Sra. Liliane. Cumprimentou Nanda. Nada surpresa a visita de Liliane, considerando suas frequentes idas ¨¤ f¨¢brica antes. Est¨¢ melhor? Perguntou Liliane, olhando para o bra?o de Nanda.. Muito melhor. Obrigada p preocupa??o, Sra. Liliane. Assentiu Nanda. Houve algum problema as m¨¢quinas? ¨C Perguntou Liliane. Sra. Liliane, sua secret¨¢ria aqui ¨¦ incr¨ªvel! percebeu danos minimos ao tecido um olhar. Paramos a produ??o por menos de dez minutos e encontrou o problema nesta m¨¢quina. Aparentemente, havia um objeto afiado preso l¨¢. ¨C Explicou um dos mecanicos, se virando. Surpresa, Liliane olhou para Nanda e pegou um tecido danificado para uma inspe??o mais detalhada. Se n?o fosse p observa??o minuciosa, os arranh?es finos no tecido eram dif¨ªceis de notar. Liliane ficou impressionada a habilidade agu?ada de Nanda. ¨C Obrigada, Nanda! ¨C Expressou Liliane sua gratid?o. ¨C ¨¦ minha responsabilidade. ¨C Disse Nanda, permanecendo impass¨ªvel. Familia Lima. Marc estava terminando uma liga??o os trabalhadores quando Gilberto. desceu as escadas, animado. Mavis, eu acho que voc¨º pereceo uma empres¨¢ria. Comentou Gilberto. ¨C Vov¨®, voc¨º est¨¢ ca?oando de mim de novo. Disse Mavis, se virando. Gilberto segurou a m?o de Mavis enquanto se sentavam no sof¨¢. N?o se preocupe muito a empresa. Se desenvolver devagar n?o ¨¦ um problema e voc¨º ainda tem meu apoio. A sa¨²de ¨¦ o mais importante, entendeu? ¨C Disse Gilberto. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ¨C Entendi, vov¨®. ¨C Assentiu Mavis. ¨C Agora que voc¨º est¨¢ ocupada, n?o vai mais pensar naquele rapaz da fam¨ªlia Gabaldo, certo? ¨C Perguntou Gilberto, dando um gole na ¨¢gua. Fndo de William, Mavis sentia uma dor no cora??o. Como poderia n?o pensar nele? Afinal, n?o encontraria outro homem t?o bonito, rico e qualificado quanto William! No entanto, agora n?o tinha a chance de se aproximar dele! A raz?o p qual retirou a empresa de tologia foi porque podia ver a Novitex e porque o pr¨¦dio era mais alto que o da Liliane. s¨® queria pressionar Liliane um pouco em alguns aspectos. N?o vou, vov?. ¨C Respondeu Mavis, em tom indiferente, afastando seus pensamentos. Isso ¨¦ bom, aquele rapaz da familia Gabaldo est¨¢ um humor terrivel recentemente, n?o mexa com ele. Disse Gilberto. -Avo, o que aconteceu? Perguntou Mavis, atonita. ¨C Ouvi dizer que ele est¨¢ procuprando por algu¨¦m, mas n?o sabemos quem, a informa??o est¨¢ bloqueada. Explicou Gilberto, casualmente. +15 BONOS Mavis ficou em sil¨ºncio, surpresa a informa??o que o av?partilhou. Se ele n?o tivesse mencionado, n?o teria ideia do que estava acontecendo. Agora que sabia, sentiu a necessidade de investigar. Quem sabia se essa poderia ser a chance d se aproximar de William de novo? Chapter 230 Cap¨ªtulo 230 ¨¤ noite. Liliane foi visitar Lucinda no hospital. Ao sair do elevador, se deparou William conversando um m¨¦dico. pensou em se virar, mas os olhos indiferentes dele j¨¢ estavam sobre . Liliane teve que seguir em frente e ao passar por William, inclinou de leve a cabe?a. ¨C Senhora, por favor, espere um momento. Disse o m¨¦dico, que estava fndo William, detendo seu portugu¨ºs n?o t?o fluente. H¨¢ algo errado? ¨C Perguntou Liliane, parando e se virando. O m¨¦dico se aproximou e entregou a o rt¨®rio m¨¦dico. ¨C Este ¨¦ o rt¨®rio de Lucinda, al¨¦m disso, o Sr. William quer discutir se seria poss¨ªvel realizar outra cirurgia no cranio. Disse o m¨¦dico. Liliane pegou o rt¨®rio, que estava em alem?o. Como poderia entender? olhou para William, que observava um olhar ir?nico e interessado. Ele estava fazendo de prop¨®sito, n¨¦? Fazendo o m¨¦dico mostrar a um rt¨®rio que n?o conseguia entender, s¨® para que fosse perguntar a ele? Liliane n?o se deixou levar, se virou para o m¨¦dico. N?o consigo entender! Voc¨º pode me dizer o que est¨¢ acontecendo e por que. eles querem abrir o cranio novamente? ¨C Perguntou . A express?o de William escureceu num instante. Era t?o dif¨ªcil para iniciar uma conversa ele? n?o estava medo de que o m¨¦dico dissesse algo diferente do que estava no rt¨®rio? ar uma pes ¨C Teoricamente, Lucinda n?o deveria se vegetativa e a tomografia tamb¨¦m n?o mostrou problemas. Ent?o queremos fazer uma investiga??o mais aprofundada para encontrar a causa. Respondeu o m¨¦dio, fracamente. ¨C +15 BONOS ¨C Qual ¨¦ o risco? H¨¢ garantia de que Lucinda acordar¨¢? ¨C Perguntou Liliane. ¨C H¨¢ definitivamente riscos. N?o podemos garantir que acordar¨¢. ¨C Explicou o m¨¦dico. ¨C E se optarmos por um tratamento conservador? ¨C Continuou Liliane. ¨C Voc¨º viu, n?o houve mudan?as durante todo esse tempo. Mas, Sra. Liliane, estou curioso. Quem fez a cirurgia n? ¨C Perguntou o m¨¦dico, suspirando. Liliane ficou atordoada. A cirurgia de Lucinda foi feita por Carlos. Como ele poderia fazer algo para prejudicar ? Lucinda sempre foi boa para ele. A ideia mal surgiu, Liliane descartou .. N?o podia ser por causa de Carlos. Se o risco ¨¦ alto e as chances de recupera??o s?o baixas, ent?o ¨¦ melhor n?o fazer! Recusou Liliane, com firmeza. n?o queria que Lucinda passasse por uma segunda cirurgia desnecess¨¢ria. ¨C Liliane, voc¨º est¨¢ escondendo de prop¨®sito alguma coisa, n?o est¨¢? ¨C Zombou William. Liliane levantou a cabe?a para encarar ele. ¨C Voc¨º est¨¢ fazendo isso de prop¨®sito, n¨¦? Com sua habilidade, voc¨º certeza sabe quem fez essa cirurgia! Depois que soube, fez o m¨¦dico frigo sobre isso, me fazendo duvidar dele! William, ele representa alguma amea?a para voc¨º? Por que voc¨º est¨¢ t?o determinado a encontrar falhas nele? Ele n?o ¨¦ um deus! N?o ¨¦ poss¨ªvel que todas as cirurgias dele sejam perfeitas! ¨C Retrucou Liliane. Enquanto Liliane fva, a express?o de William escurecia cada vez mais. Uma aura aterrorizante envolvia ele, fazendo at¨¦ mesmo o m¨¦dico olhar para ele medo, querendo sair. Para voc¨º, eu soupletamente um canalha, n¨¦? Ent?o, o que mais um julgamento estreito pode fazer? ¨C Zombou William, depois de um impasse breve. Dizendo isso, ele olhou para o m¨¦dico e falou frieza: ¨C Daqui em diante, n?o quero mais quepartilhem informa??es sobre Lucinda ! Caso contr¨¢rio, voc¨º pode embr suas coisas e sair do meu hospital! O m¨¦dico acenou a cabe?a, suando frio. N?velD(ram)a.?rg owns this content. +15 BONOS Certo, Sr. William! ¨C Respondeu o m¨¦dico. Liliane, raiva, encarou as costas de William enquanto ele se afastaval rapidamente. nem teve tempo de xingar ele mentalmente, quando o m¨¦dicoe?ou a fr. Chapter 231 Cap¨ªtulo 231 O m¨¦dico suspirou profundamente. ¨C Sra. Liliane, o Sr. William se importa muito Lucinda. Ao fr assim dele, qualquer pessoa ficaria desanimada. Disse o m¨¦dico. Vendo a express?o ¨C sombria de Liliane, o m¨¦dico continuou. A condi??o de Lucinda ¨¦ realmente. peculiar. Qualquer cirurgi?o deveria conseguir realizar essa opera??o facilidade. Teoricamente, isso n?o deveria estar acontecendo. E se for devido a fatores psicol¨®gicos? ¨C Perguntou Liliane, respirando fundo.. ¨C A probabilidade disso ¨¦ bastante baixa na teoria. ¨C Respondeu o m¨¦dico, franzindo a testa. ¨C Entendi, mas ainda assim, prefiro continuar o tratamento conservador. ¨C Insistiu Liliane, perturbada, assentindo a cabe?a. O m¨¦dico n?o p?de convencer e saiu. Liliane se dirigiu ao quarto de Lucinda, hesitando ao ver seu rosto p¨¢lidoo papel. Enfim, decidiu ligar para Carlos. Ap¨®s um breve intervalo, Carlos atendeu. ¨C Carlos, voc¨º estava envolvido na cirurgia de Lucinda? ¨C Perguntou Liliane, enquanto foi para a ¨¢rea de descanso. Eu sou apenas o assistente, n?o o cirurgi?o principal. Respondeu Carlos, francamente. O que aconteceu? Ouvindo isso, Liliane se acalmou. ¨C Um m¨¦dico estrangeiro no Hospital Santa Cruz sugeriu uma segunda cirurgia cerebral para Lucinda. ¨C Avisou . ¨C Qual ¨¦ a sua opini?o? ¨C Perguntou Carlos. Eu n?o entendo dessas coisas, ent?o quero ouvir sua sugest?o. Disse Liliane. Se eles est?o sugerindo isso, eles devem ter alguma confian?a. O despertar de Lucinda seria uma boa not¨ªcia. ¨C Comentou Carlos. ¨C Entendi, obrigada. Disse Liliane. Nada. Respondeu Carlos. +15 DONGS Ap¨®s encerrar a chamada, Liliane relembrou as William. is duras que havia dito ao Ele certeza sabia que Carlos n?o era o cirurgi?o principal. Ent?o, suas pvras foram bastante desagrad¨¢veis. Depois de hesitar, Liliane encontrou o n¨²mero de William e enviou uma mensagem. ¡°Pe?o desculpas, fui impulsivo. Obrigada por se cuidar de Lucinda.¡± Property ? of N?velDrama.Org. Depois de enviar a mensagem, Liliane sentiu algo errado e acrescentou mais uma frase. ¡°N?o quis dizer nada, s¨® estou pedindo desculpas pelo meuportamento inadequado.¡± Ao receber as mensagens, William tinha acabado de entrar no carro. Ao ler a primeira mensagem, seu rosto bonito e tenso rxou um pouco. No entanto, ao ler a segunda mensagem, seu olhar escureceu de novo. estava t?o ansiosa para estabelecer limites ele? Por causa de quem? G que se transformou em Kerry para ajudar a construir a empresa ou para Carlos, que s¨® sabia cuidar d? Atualmente, parecia que s¨® estar Kerry podia levar a empresa ao sucesso. No entanto, al¨¦m daqu identidade especial, o que mais Kerry podia fazer por ? William estreitou ligeiramente os olhos, curioso para descobrir o que mais Kerry atra¨ªa Liliane, al¨¦m daqu identidade especial? ¨C Investigue mais sobre Kerry. ¨C Instruiu William. Sr. William, voc¨º suspeita que Kerry n?o ¨¦ G? ¨C Perguntou Jorge. Desde quando voc¨ºe?ou a fazer tantas perguntas? ¨C Repreendeu William, em tom impaciente. Jorge rapidamente reprimiu sua curiosidade. ¨C Desculpe, Sr. William! ¨C Desculpou Jorge. William desviou o olhar, ligando para Vin¨ªcius. Depois de um longo tempo, Vin¨ªcius n?o atendeu. Quando William estava prestes a desligar, Vin¨ªcius finalmente atendeu. O som barulhento do celr fez William franzir a testa. ¨C Onde voc¨º est¨¢? ¨C Perguntou ele. +15 BONOS ¨C ¨C No bar! Algum pedido? ¨C Respondeu Vin¨ªcius. Sai da¨ª, venha beberigo. ¨C Disse William, descontente. N?o! Recusou Vin¨ªcius, diretamente. Estou panhando uma mulher! Ele desligou antes que William pudesse reagir. William deu uma leve piscad no canto do olho. Ser¨¢ que ele ouviu errado? Vin¨ªcius agora estava at¨¦ se oferecendo para ficar mulher? Chapter 232 Cap¨ªtulo 232 Do outrodo. Vin¨ªcius, ap¨®s encerrar a liga??o, foi surpreendido por Marc, que jogou uma garrafa de bebida na sua frente. ¨C Vin¨ªcius, por que diabos voc¨º ligou? Pensando em fugir na ¨²ltima hora? ¨C Questionou Marc, um tom visivelmente embriagado. Vin¨ªcius olhou para Marc sem pvras. Eu nem pensei nisso, eu disse que vou pedir desculpas a voc¨º. Respondeu Vin¨ªcius. ¨C S¨® um pedido de desculpas? T?o simples assim? ¨C Disse Marc, estndo a l¨ªngua, continuou. Posso te matar primeiro e depois te pedir desculpas, que tal? ¨C Voc¨º acha que isso resolve? Matar algu¨¦m ¨¦ crime. ¨C Disse Vin¨ªcius. ¨C Hein? Marc? ¨C Chamou algu¨¦m. Mal Vin¨ªcius terminou a frase, um cara bonito e descontra¨ªdo se aproximou. Ele parecia ter acabado de entrar na casa dos vinte anos, uma apar¨ºncia jovem. Marc ignoroupletamente as pvras de Vin¨ªcius, se levantou entusiasmo e os olhos brilhando. ¨C Ah, voc¨º tamb¨¦m est¨¢ aqui! Que coincid¨ºncia! Venha, vamos beber! ¨C Convidou Marc. Marc convidou abertamente o rapaz para se juntar ¨¤ sua festa Vin¨ªcius. A express?o de Vin¨ªcius mudou de branco para preto. Quem ¨¦ esse? ¨C Perguntou o rapaz, em voz alta para Marc, ao ver Vin¨ªcius. ¨C Ah, ¨¦ um cara mais velho, n?o ligue para ele, sem resist¨ºncia ao ¨¢lcool, ¨¦ um lixo. Respondeu Marc, sem rodeios. ¨C Vin¨ªcius ficou o canto da boca tremendo. Como ele se tornou um ¡°cara mais velho¡± aos olhos d? Sem resist¨ºncia ao ¨¢lcool? Ele s¨® n?o queria intimidar ! Al¨¦m disso, acabou de cumprimentar outro cara e agora est¨¢ bebendo o rapaz? +18 §£§°§¯§°§£ N?o era suficiente que ele panhasse ? Vin¨ªcius, insatisfeito, pegou a garrafa de bebida da mesa, encheu seu pr¨®prio copo e olhou para Marc. ¨C Marc. Chamou Vin¨ªcius. O que ¨¦? Perguntou Marc, se virando. N?o queria beber? ¨C Vin¨ªcius bateu de leve no copo de Marc. Ent?o, vamos ver quem vai ficar b¨ºbado primeiro esta noite. Mans?o Ba¨ªa. De volta ¨¤ mans?o, Liliane terminou de acalmar as crian?as e retornou ao seu quarto. Vendo que eram apenas nove horas, ligou para Breno. Naquele momento, Breno estava sentado no tapete da s, nervoso. N?o sabia o que estava acontecendo seu pai, que de repente trouxe um quebra¨Ccabe?a para montar juntos. Ele n?o se importava de montar quebra¨Ccabe?as, nem de brincar seu pai. S¨® que a energia do seu pai era assustadora,o se tivesse tido um desentendimento algu¨¦m. Mesmo durante o quebra¨Ccabe?a, ele podia sentir uma atmosfera estranha e irritada ao redor. Breno pegou o quebra¨Ccabe?a da mesa, tentando encontrar onde encaixar as pe?as, quando seu celre?ou a vibrar. A s estava silenciosa, tornando o som da vibra??o bastante evidente. Breno ficou tenso, seu celr nunca tocava chamadas desconhecidas. Ian tamb¨¦m n?o ligava para ele, s¨® mandava mensagens. Ent?o, quem mais ligaria para ele? Certamente era sua m?e. Ouvindo a vibra??o, Williain parou o que estava fazendo. Ele olhou para o celr e percebeu que n?o era o dele. Ent?o, ele virou a cabe?a para Breno. Breno, quem est¨¢ te ligando a essa hora? ¨C Questionou William. Breno, nervoso, colocou o quebra¨Ccabe?a de volta na mesa e pegou o celr. 213 +15 BONOS Ao ver ¡°M?e¡± na t, William franziu a testa. Breno n?o ousou atender a chamada, olhou para William, t¨ªmido. ¨C Atenda, coloque no viva¨Cvoz. ¨C Falou William, frieza. Ele estava curioso para saber o que diria ao filho. Breno, hesitante, pressionou o bot?o para atender e ativou o viva¨Cvoz. ¨C M?e¡­ Chamou Breno. Breno, est¨¢ indo dormir? Sua voz parece um pouco estranha. Disse Liliane, em tom suave. ¨C Ah, sim, estou indo dormir. ¨C Mentiu Breno, constrangido. Era a primeira vez que ele mentia para sua m?e. ¨C Desculpe, te iodei. Voc¨º lembrou de preparar o leite? ¨C Perguntou Liliane, novamente. ¨C Ah, sim, ainda n?o bebi. Joana vai trazer para mim em breve. ¨C Respondeu Breno. Ah, certo. Breno, seu pai n?o tem te perguntado nada ultimamente, certo? ¨C Continuou Liliane, preocupada. Content ? N?velDrama.Org. Breno entendeu o significado por tr¨¢s da pergunta e estava prestes a inventar uma desculpa quando viu seu pai de repente levantando o celr na sua frente. Na t, havia uma mensagem. ¡°Pergunte a o que.¡± Chapter 233 Cap¨ªtulo 233 Encarando o olhar prante de William, Breno apertou o celr for?a, nervoso. Que pergunta ¨¦ essa? ¨C Perguntou Breno. Sobre Ian e Alice, ¨¦ disso que estou fndo. Disse Liliane, estava um pouco confusa, notando a lentid?o na rea??o de Breno. Sua voz estava baixa, n?o t?o alegreo de costume durante as chamadas. ¨C N?o, m?e. Respondeu Breno, sentindo um aperto no cora??o. ¨C ¨®timo, isso ¨¦ um segredo entre n¨®s. Eu confio que voc¨º vai manter isso. ¨C Disse Liliane. Com essas pvras, William passou de novo o celr para Breno. Ao ver as pvras na t, Breno mudou de cor. ¨C M?e, quando voc¨º pretende contar ao papai sobre a verdadeira identidade de Ian e Alice¡­ Perguntou Breno, uma voz tr¨ºm. Liliane franziu a testa. Content ? N?velDrama.Org. Algo estava errado a emo??o de Breno! Havia mais perguntas agora do que quando eles conversaram antes. Liliane logo pensou em William. Ele provavelmente estava perto de Breno! ¨C Breno, mesmo que Ian e Alice n?o tenham?os de sangue voc¨º, eles ainda s?o seu irm?o e sua irm?. Respondeu Liliane, mantendo a calma. Ao ouvir a resposta da m?e, Breno soltou um suspiro de al¨ªvio. Felizmente, pelo menos a m?e percebeu que algo n?o estava certo! Eu entendo, m?e. Disse Breno. ¨C Querido, agora eu vou desligar. Disse Liliane. ¨C ¨C Ok, boa noite, m?e. Falou Breno. Ap¨®s desligar a chamada, Breno se preparou para ser interrogado. Mas para sua surpresa, seu pai n?o fez nenhuma pergunta. +15 BONOS N?o houve cr¨ªticas por Breno manter contato secreto sua m?e. Breno olhou discretamente para seu pai e viu que a express?o dele estava ainda mais sombria do que antes. Tr¨ºs dias depois. Mans?o da fam¨ªlia Lima. Mavis foi acordada pelo som do celr. ¨C Quem est¨¢ fazendo liga??es t?o cedo? ¨C Atendeu Mavis, irritada. Srta. Mavis, houve progresso naquilo que voc¨º me pediu. ¨C Disse do outrodo. Ouvindo a voz, Mavis se lembrou num instante. havia pedido a uma ex¨Ccolega da Novitex para investigar sobre quem William estava procurando. Mavis se sentou rapidamente, animada. Me diga. Disse Mavis. ¨C O Sr. William est¨¢ procurando por uma mulher. Dizem que tem uma conex?o ¨ªntima o Sr. William. Vou enviar as fotos para o seu celr agora. Quanto ao dinheiro que voc¨º prometeu¡­ ¨C Avisou a ex¨Ccolega. ¨C Eu vou te pagar, mas continue investigando. Descubra qual ¨¦ a r??o entre essa mulher e William. Disse Mavis. ¨C Srta. Mavis, isso ¨¦ dif¨ªcil. S¨® podemosparar ps fotos, n?o temos informa??es suficientes. Respondeu a ex¨Ccolega. ¨C Est¨¢ bem, envie as fotos e tamb¨¦m o n¨²mero da sua conta banc¨¢ria. ¨C Disse Mavis. ¨C ro, obrigada Srta. Mavis. ¨C Concordou a ex¨Ccolega. Ap¨®s encerrar a liga??o, Mavis logo recebeu as fotos. Ao ver as imagens, Mavis ficou surpresa por um momento. A mulher na foto parecia familiar! Onde j¨¢ tinha visto ? Depois de pensar por um momento, Mavis de repente se lembrou. viu a foto daqu mulher na gaveta de William! Naqu hora, se Liliane n?o tivesse impedido , teria pego aqu foto. 213 +15 BONOS William at¨¦ ficou furioso Liliane por causa disso! Mavis olhou atentamente para a foto. A mulher n?o era jovem, mas ainda mantinha uma boa apar¨ºncia, n?o aparentava idade. Quem diabos era aqu mulher para William? P idade da mulher, n?o poderia ser uma r??o romantica. Ent?o, a conex?o teria que ser de parentesco? Pensando nisso, Mavis se levantou da cama. Saiu do quarto e foi direto para o quarto de Gilberto. Mavis bateu de leve na porta. Vov?, j¨¢ acordou? ¨C Perguntou . ¨C Mavis, se precisar de algo, pode entrar. A voz de Gilberto soou de dentro do quarto. +15 BONOS Cap¨ªtulo 234 Chapter 234 Cap¨ªtulo 234 Mavis abriu a porta e se aproximou de Gilberto o celr, que ainda estava na cama. ¨C Vov?, voc¨º conhece essa mulher? ¨C Perguntou Mavis, apontando para a mulher na t do celr. Gilberto pegou o celr, franzindo os olhos para examinar. Mas depois de uma r¨¢pida olhada, ele ficou perdido em pensamentos. Me parece familiar, mas n?o consigo lembrar exatamente onde vi . Respondeu Gilberto. ¨C ¨¦ algu¨¦m rcionado ao William. Eu a vi em uma foto na gaveta do escrit¨®rio dele. Disse Mavis. ¨C Oh. Gilberto examinou a foto novamente por um momento, em seguida, bn?ou a cabe?a pesar. ¨C Mavis, n?o consigo me lembrar. ¨C Vov?, olhe mais cuidado. Ser¨¢ que ¨¦ parente do William? ¨C Disse Mavis, ansiosa. Mavis, deixe para l¨¢. Por que voc¨º est¨¢ t?o ansiosa sobre isso? ¨C Perguntou Gilberto, n?o satisfeito, devolvendo o celr para Mavis. Gosto do William, por isso estou ansiosa. Admitiu Mavis. ¨C Eu n?o quero que voc¨º se envolva nos assuntos do William. Saia, vou descansar um pouco mais. ¨C Resmungou Gilberto. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Os olhos de Mavis passaram por um toque de frustra??o. Se Gilberto n?o conseguia lembrar, por que estava fndo sobre parecer familiar? Isso s¨® deixou animada ¨¤ toa! As pessoas mais velhas eram realmente imprevis¨ªveis! Precisava resolver isso por conta pr¨®pria! Mans?o Ba¨ªa. Quando Liliane estava prestes a levar as crian?as para a esc, Marta impediu . ¨C N?o v¨¢. Pediu Marta. ¨C O olhar de Marta estava suplicante, segurando firmeza a m?o de Liliane. +15 BONOS ¨C Liliane ficou um pouco confusa. Marta estava bem at¨¦ ent?o. Por que agora n?o queria deixar ir? Liliane olhou para a Dra. Daise, que estava pr¨®xima. ¨C Sra. Marta s¨® tem passeado pelo jardim ultimamente. Parece que quer um ambiente diferente para aliviar o estresse. Explicou a Dra. Daise, se aproximando. Marta, eu posso te levar para passear. Mas voc¨º precisa me ouvir e ficar perto de mim, est¨¢ bem? ¨C Consolou Liliane, impotente, olhando para Marta. ¨C Mesmo? Perguntou Marta e os olhos d se iluminaram. ¨C Marta, minha mam?e vai te levar para passear! Isso ¨¦ ¨®timo! Mam?e quase nunca nos leva para passear porque est¨¢ sempre ocupada. ¨C Remou Alice, correndo e abra?ando as pernas de Marta. Ouvindo isso, Liliane se sentiu um pouco triste. Desde que voltou ao Brasil, estava envolvida em muitas coisas e n?o teve tempo de levar as crian?as para passear. Liliane se agachou, dando um tapinha nas costas de Alice. ¨C Alice, prometo que na pr¨®xima semana, se eu n?o estiver ocupada, vou levar voc¨º en para passear, tudo bem? ¨C Prometeu Liliane. Essa semana ainda era incerta, pois Kerry n?o estava por perto e tinha que gerenciar a empresa e a f¨¢brica ao mesmo tempo. ¨C ¨C Para onde vamos? ¨C Perguntou Alice, animada. Que tal um parque de divers?es? Sugeriu Liliane, depois de pensar por um momento. ¨C ¨C Beleza! Te amo, mam?e! ¨C Disse Alice, pndo de alegria. ¨C O que ¨¦ um parque de divers?es? Eu posso ir? ¨C Perguntou Marta, inclinado a cabe?a. ¨C Pode! Disse Alice, antes que Liliane pudesse fr, pediu a Liliane. ¨C Mam?e, leve Marta a gente, est¨¢ bem? ¨C Beleza, vou levar a Marta junto. Vai chamar on para descer, j¨¢ estamos partindo. Concordou Liliane, n?o podia negar o pedido de Alice. Liliane olhou para Dra. Daise, dizendo: Dra. Daise, voc¨º vai a gente. +15 BONOS ro. Assentiu a Dra. Daise. ¨¤s 8h30, depois de deixar as crian?as na esc de infantil, Liliane foi para o escrit¨®rio. ¨C Marta, eu preciso resolver algumas coisas na empresa primeiro antes de irmos ao parque. Est¨¢ tudo bem para voc¨º? ¨C Perguntou Liliane, olhando para Marta. Tudo bem, eu s¨® quero sair e ficar perto de voc¨º, n?o importa para onde vamos. Concordou Marta, assentindo repetidamente. Liliane desceu do carro, queria ir a empresa sozinha, mas Marta seguiu .. Liliane ficou perto do carro, notou Marta ao seudo, chorando e rindo. Chapter 235 Cap¨ªtulo 235 ¨C Marta, l¨¢ em cima ¨¦ cheio de gente fofoqueira, ent?o n?o vou te levar l¨¢. Vou pedir para a Dra. Daise e os seguran?as te panharem por perto,prarem. algo gostoso para voc¨º, tudo bem? ¨C Disse Liliane. ¨C Est¨¢ bem. Concordou Marta, obediente, voltando para dentro do carro. Dra. Daise, conto voc¨º. Mantenha um olho em Marta e n?o deixe fora Disse Liliane, olhando para a Dra. Daise. de vista, por favor. Pode deixar, Srta. Liliane. levou Marta embora. Respondeu Dra. Daise e, junto os seguran?as, Dra. Daise n?o mandou os seguran?as irem muito longe, parando perto da empresa. levou a Marta para tomar um caf¨¦ em uma cafeteria ali perto. Marta pediu praticamente de tudo no card¨¢pio, o suco de lim?o que Dra. Daise havia solicitado. As v¨¦speras de novembro, a temperatura diurna n?o estava muito alta, perfeito para aproveitar o sol. Dra. Daise e Marta se sentaram ao ar livre, tomando sol e esperando Liliane chegar. Enquanto isso, n?o muito longe dali, Mavis desceu do carro seus saltos altos, prestes a instruir o seguran?a a esperar, quando no canto do olho, notou uma figura branca. Por instinto, olhou naqu dire??o, ao ver a pessoa, ficou atordoada. N?o poderia ser¡­ A mulher que William estava procurando?! Mavis rapidamente voltou para o carro e observou atentamente cada movimento de Marta. Srta. Mavis, n?o vai para a empresa hoje? ¨C Perguntou o seguran?a, confuso. Eu n?o disse para voc¨º sair, ent?o n?o fa?a perguntas idiotas! Mavis, encarando o seguran?a. O seguran?a desviou o olhar desculpas murmuradas. Mavis, mordendo o dedo, continuou observando Marta. Repreendeu A Novitex n?o estava longe dali, os homens de William pareciam incapazes de +15 BONOS encontrar a pessoa certa sob o nariz deles? Ao observar Marta, Mavis capturou cada movimento seu celr. Quando estava indecisa se deveria ou n?o enviar para William, Liliane, de repente, passou por seu carro enquanto fva ao celr. Mavis ficou surpresa, vendo Liliane se aproximar daqu cafeteria e conversar sorrindo a mulher. Como Liliane conheceria a pessoa que William estava procurando? William ainda estava procurando a pessoa, pelo que parecia, Liliane deveria saber disso. No entanto, estava ro que William n?o tinha ideia de que a pessoa que procurava estava aodo de Liliane. Ser¨¢ que Liliane estava escondendo algo de prop¨®sito? Mavis fez um leve som de esc¨¢rnio e tirou algumas fotos das tr¨ºs. Era realmente coincidente, coisas interessantes sempre ca¨ªam no radar d. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Mas n?o podia contar a ningu¨¦m, precisava entender bem antes de ficar divertido. Naqu noite, ¨¤s oito horas. Jardim Azul. William recebeu uma liga??o de Jorge. ¨C Sr. William, Kerry est¨¢ no Pa¨ªs Y agora. Fizemos algumas investiga??es e descobrimos que ele est¨¢ se divertindo uma mulher. ¨C Avisou Jorge. Com isso, Jorge enviou uma foto para William. N, Kerry estava abra?ado a uma mulher sensual em um bar. Ao ver a foto, o rosto de William ficou sombrio aos poucos. ¨C O que dizem as pessoas na empresa da Liliane? sabe por que Kerry foi para o exterior? ¨C Perguntou William, frieza. As pessoas na empresa da Srta. Liliane disseram que Kerry voltou para participar do casamento de sua m?e. No entanto, investigamos e sua m?e est¨¢ solteira, sem nos de se casar. ¨C Ao mencionar isso, Jorge n?o se aguentou e soltou umas cr¨ªticas. Sr. William, a m?e de Kerry se casou v¨¢rias vezes e, na verdade, ¨¦ bastante vol¨²vel. Com esse hist¨®rico, ¨¦ de se esperar que o Liliane foi arranjar algu¨¦m t?o inst¨¢vel? Entendi. ¨C Respondeu William, um olhar sombrio. Ao desligar a chamada, William enviou a foto para Liliane. +15 BONOS Naquele momento, Liliane estava no quarto das crian?as, contando uma hist¨®ria par¨¤ Ian e Alice. Mam?e, essa hist¨®ria ¨¦ muito antiquada. ¨C Comentou Ian, n?o gostando de hist¨®rias infantis. A princesa do P¨® de Ervilha n?o ¨¦ boa? ¨C Perguntou Liliane, surpresa. Ian n?o entende nada. Eu gosto, eu tamb¨¦m quero ser princesa. ¨C Disse Alice, chutando Ian. +15 BONOS Cap¨ªtulo 236 Chapter 236 Cap¨ªtulo 236 Liliane se sentiu um pouco constrangida. Parecia que hist¨®rias infantis n?o eram apropriadas paran, um menino um intelecto acima da m¨¦dia. Alice, terminamos por hoje. Da pr¨®xima vez, eu escolho uma hist¨®ria diferente para voc¨ºs. J¨¢ est¨¢ tarde, voc¨ºs t¨ºm esc amanh?. Vamos dormir. ¨C Disse Liliane, acariciando o rosto de Alice. Boa noite, mam?e. N?o fique acordada at¨¦ tarde. ¨C Disse Alice. ¨C Boa noite. Respondeu Liliane. Desligando a luz do quarto das crian?as, Liliane saiu e retornou ao seu quarto. Marta j¨¢ conseguia dormir sozinha, ent?o Liliane n?o precisava ficar todas as noites. Deitada na cama, Liliane pegou o celr na cabeceira, se preparando para verificar as not¨ªcias. Ao abrir o celr, uma mensagem de William apareceu na t. Liliane ficou surpresa. Por que ele estava enviando mensagens para ? Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Ao abrir a mensagem, se deparou uma foto de Kerry abra?ando uma mulher atraente. Liliane ficou confusa. Qual era o problema isso? Al¨¦m disso, por que William estava enviando essa foto para ? Ele estava tentando se intrometer na vida pessoal de Kerry? ¡°Sr. William, voc¨º est¨¢ entediado?¡°, perguntou Liliane. William, ao receber a mensagem de Liliane, ficou uma express?o sombria. Ele estava tentando alertar sobre a conduta de Kerry e chamou ele de entediado? William digitou raiva., ¡°Voc¨º n?o acha que deveria escolher melhor os homens? Ou voc¨º est¨¢ disposta a ser enganada e usada?¡± Liliane riu respondendo. ¡°Que tipo de homem eu escolho n?o tem nada a ver voc¨º, certo? Al¨¦m disso, voc¨º tem olhos muito afiados? Me lembro de voc¨º tamb¨¦m ter se envolvido bastante mulhereso Mavis no passado.¡± +15 BONOS Ao ver essa mensagem, a express?o de William escureceu. ¡°Mas eu posso fazer escolhas s¨¢bias depois de conhecer a situa??o! Eu enviei essa foto para te dizer que talvez a hist¨®ria do casamento da m?e de Kerry seja apenas uma fachada! O verdadeiro casamento pode ser o dele!¡± Kerry se casando a mulher atraente? Isso era imposs¨ªvel, j¨¢ que Kerry era um solteir?o convicto. William estava realmente ocioso, at¨¦ mesmo sabendo sobre o suposto casamento da m?e de Kerry. ¡°Mesmo que ele se case, o que isso muda para mim? Nossa r??o continuar¨¢ a mesma!¡°, respondeu Liliane. A ¨²ltima resposta de Liliane feriu profundamente os olhos de William. Ele n?o conseguia fazer que entendesse a situa??o agora! Sua boa inten??o agora parecia ser encaradao ass¨¦dio por ! Quando foi que Liliane se tornou t?o desrespeitosa? A ponto de se envolver um homem prestes a se casar, um canalha! N?o imaginava que, depois de alguns anos sem se verem, Liliane se tornaria uma mulher totalmente envolvida pelo amor! Por causa de um homem n?o t?o bom, at¨¦ chegou a seprometer dessa maneira. Realmente, era uma mulher t! No entanto, na perspectiva de Liliane, apesar de ter repreendido William, ainda estava um pouco perplexa. Por que William diria que o casamento da m?e de Kerry era uma fachada? Ser¨¢ que ele descobriu algo? Liliane olhou para o rel¨®gio. No Pa¨ªs Y deveria ser de manh?. Como ainda n?o estava sono, decidiu esperar at¨¦ as onze horas e ligar para Kerry. Kerry atendeu a liga??o r¨¢pidamente, parecendo animado. ¨C G, que surpresa voc¨º me ligar. ¨C Disse Kerry. ¨C Como est¨¢ indo a prepara??o para o casamento de sua m?e? Quando voc¨º volta? Perguntou Liliane. ¨C Ah, isso¡­ ¨¦ depois de amanh?. Sentiu minha falta? ¨C Explicou Kerry, +15 BONOS pressa, um pouco atordoado. Ouvindo a ansiedade de Kerry, Liliane ergueu as sobrancelhas. No entanto, n?o quis pressionar, j¨¢ que isso era um assunto pessoal de Kerry. N?o, isso foi apenas um cumprimento educado. Respondeu Liliane, interrompendo indiferen?a a espec??o de Kerry. ¨C Voc¨º ¨¦ uma mulher insens¨ªvel, me ligando s¨® por isso! Gritou Kerry pelo ¨C celr. Depois de gerenciar sua empresa e cuidar de seus filhos, tudo que ganhei foi sua indiferen?a! +15 BONDS Cap¨ªtulo 237 Chapter 237 Cap¨ªtulo 237 -¨¦ voc¨º, escolheu morarigo e a empresa n?o ¨¦posta apenas por mim. ¨C Brincou Liliane, um sorriso. ¨C Voc¨º realmente n?o tempaix?o! ¨C Resmungou Kerry. ¨C Fndo nisso,o est?o a situa??o na empresa nos ¨²ltimos dias? ¨C Indo muito bem, consigo administrar sem voc¨º. Continuou provocando. Liliane. ¨C Est¨¢ bem, n?o precisa enfatizar minha posi??o inferior em seu cora??o! Aquele canalha te procurou recentemente? ¨C Perguntou Kerry. ¨C ro! Respondeu Liliane, n?o escondendo. ¨C At¨¦ me mandou uma foto de voc¨º abra?ando uma mulher atraente por volta das oito da noite. ¨C Caramba! ¨C Exmou Kerry, furioso. Ele conseguiu se infiltrar no Pa¨ªs Y! Ent?o seria em v?o que tentei engan¨¢¨Clo sobre nossa r??o?! Liliane ficou confusa. Ao ouvir isso, Liliane lembrou das pvras malucas que Kerry havia dito ao William h¨¢ algum tempo. ¨C Da pr¨®xima vez, por favor, me consulte antes de fazer algo, evitando situa??es constrangedoras para todos. ¨C Disse Liliane. N?o ousaria desobedecer ¨¤s ordens da chefe. ¨C Respondeu Kerry, sorrindo. ¨C ¨C Est¨¢ bem, eu vou dormir, v¨¢ cuidar dos seus assuntos. Disse Liliane, um sorriso. No dia seguinte. Liliane recebeu cedo uma liga??o de Carlos. ¨C J¨¢ acordou? ¨C Perguntou Carlos, sorrindo. Liliane esfregou os olhos, olhando para o rel¨®gio. Eram apenas seis da manh?! Por que Carlos estava ligando t?o cedo? ¨C Fui acordada por sua liga??o, o que aconteceu? ¨C Perguntou Liliane. Se for conveniente, pode descer para abrir a porta? ¨C Disse Carlos. Liliane ficou surpresa e se levantou para ir ¨¤ jan. Ao abrir a cortina de jan, viu Carlos segurando um lindo buqu¨º de rosas +15 BONOS champanhe. Ele estava vestido um sobretudo ro,binando perfeitamente. Content ? N?velDrama.Org. Estou indo agora. ¨C Exmou Liliane, surpresa, se dirigindo para fora. Ao abrir a porta, Liliane olhou para as flores e depois para Carlos. ¨C Hoje ¨¦ uma data especial? Por que est¨¢ me dando flores? ¨C Perguntou . ¨C A aniversariante esqueceu at¨¦ do pr¨®prio anivers¨¢rio. Quando ficou t?o ocupada assim? ¨C Brincou Carlos, olhando para . Dizendo isso, ele entregou as flores para Liliane. Liliane realmente n?o percebeu que era seu anivers¨¢rio. Antes que pudesse fr, seus olhos se fixaram em um cr de diamantes rosa preso ¨¤s rosas. O presente de Lavon! ¨C Exmou Liliane. Isso ¨¦ muito caro! ¡°O presente de Lavon¡± era uma obra famosa do designer de joias mais renomado do Pa¨ªs Y. Quando Liliane viu o cr p primeira vez, ficou parada em frente ao balc?o por um longo tempo, pois n?o estava ¨¤ venda para o p¨²blico. Ent?o,o Carlos conseguiu oprar? foulem O presente erao uma batata quente, Liliane hesitou em pegar ele. ¨C Gosta? ¨C Perguntou Carlos, um sorriso gentil nos olhos. ¨C Gosto, Carlos. Como voc¨º conseguiuprar isso? ¨C Respondeu Liliane, os olhos ¨²midos. Bem¡­ Que tal voc¨º fazer o caf¨¦ da manh? para mim e eu te conto aos poucos? ¨C Provocou Carlos. Liliane olhou para ele uma express?o contente. Meu caf¨¦ da manh? n?o pode serparado a esse cr precioso. ¨C Disse . Desde que seja feito por voc¨º, ¨¦ valioso o suficiente. ¨C Respondeu Carlos, olhando para Liliane uma ternura ardente em seus olhos. N?o brinqueigo. Sente¨Cse, vou preparar o caf¨¦ da manh?. ¨C Disse Liliane, enrubescida, abaixando a cabe?a. Bom. Carlos n?o recusou e foi para a s. +15 BONOS Liliane colocou as flores na mesa e seguiu para a cozinha. Mas, assim quee?ou avar as frutas e legumes, Carlos, que havia tirado o casaco, j¨¢ estava l¨¢. Como voc¨º neja seu anivers¨¢rio hoje? ¨C Perguntou Carlos, pegando um. tomate da m?o de Liliane. +15 BONOS Cap¨ªtulo 238 Chapter 238 Cap¨ªtulo 238 Liliane ainda estava ponderandoo escapar do assunto do cr, nem percebeu quando Carlos entrou. As a??es de Carlos assustaram visivelmente. ¨C N?o era para eu preparar o caf¨¦ da manh? para voc¨º? ¨C Perguntou Liliane. Eles estavam muito pr¨®ximos, Liliane corou de forma envergonhada. Estou brincando. ¨C Disse Carlos, um sorriso suave. N?o estou vontade de fazer uma grande festa de anivers¨¢rio. Que tal chamar Marc paraer aqui em casa? Ficaria animado. ¨C Disse Liliane, resignada. ¨C Ok, voc¨º ¨¦ a aniversariante, voc¨º decide, eu te ajudo a organizar. ¨C Concordou Carlos. Bom. Liliane mal terminou de fr e foi surpreendida por Carlos segurando seus ombros, virando para fora da cozinha. ¨C Ent?o, aniversariante, v¨¢ l¨¢ fora esperar o caf¨¦ da manh?. ¨C Disse Carlos. Liliane, sem op??o, foi empurrada para fora da cozinha. Sem nada para fazer, decidiu subir para acordar as crian?as. Depois de as crian?as se arrumarem, quando desceram, Carlos j¨¢ havia preparado o caf¨¦ da manh?. Ao ver Carlos, Alice correu at¨¦ ele, animada. ¨C Papai Carlos! Estou saudades, onde voc¨º tem estado ultimamente? ¨C Perguntou Alice. Carlos pegou Alice, acariciando seu narizinho carinho. Faz s¨® alguns dias e j¨¢ sentiu minha falta desse jeito? ¨C Disse Carlos. to Alice estendeu as m?os para abra?ar o pesco?o de Carlos, se esfregando nele. ¨C Sim, senti muita saudade. ¨C Respondeu Alice. Eu n?o te ouvi fndo tanto do Papai Carlos. ¨C Comentou Ian, apoiado nas escadas da cozinha. Alice, de repente, ergueu o corpo, encarando Ian. ¨C Ian, melhor ficar quieto! Isso n?o soa bem! ¨C Repreendeu Alice. Ian, um sorriso elegante nos l¨¢bios, arqueou a sobrancelha. Oh, ent?o, te pergunto, voc¨º ama a mam?e? ¨C Perguntou Ian. +15 BONOS ¨C Essa pergunta ¨¦ t?o infantil! ¨C Disse Alice, fazendo beicinho para Ian. Infantil? Bem, hoje ¨¦ o anivers¨¢rio da mam?e, voc¨º preparou algum presente? ¨C Perguntou Ian. ¨C O qu¨º? ¨C Alice ficou petrificada. ¨C Hoje ¨¦ o anivers¨¢rio da mam?e? O que acha? E onde est¨¢ o presente? ¨C Provocou Ian. ¨C Mam?e, eu esquecei¡­ ¨C Disse Alice, um olhar culpado olhando para Liliane, apontando os dedos m¨ªnimos. N?o tem problema. S¨® o fato de ter seus votos de anivers¨¢rio j¨¢ me muito feliz. Disse Liliane Feliz anivers¨¢rio, mam?e! ¨C Disse Alice, depois encarou Ian perguntando. ¨C E voc¨º? Sabendo que ¨¦ o anivers¨¢rio da mam?e, preparou algo? Ian tirou algo do bolso, revndo uma pulseira v¨¢rias pequenas pedras preciosas. Diante do olhar surpreso de Alice, ele se aproximou de Liliane, colocou a pulseira em seu pulso. ¨C Mam?e, isso ¨¦ para voc¨º. ¨C Disse Ian, sorrindo para Liliane. Liliane olhou para a pulseira de diamantes, ficoupletamente atordoada. Depois de um tempo, voltou a si. ¨C Ian, quanto custou essa pulseira? ¨C Perguntou Liliane. ¨C O valor n?o ¨¦ importante quando se trata de sentimentos. ¨C Respondeu Ian, serenidade. Liliane ficou sem pvras. Ian certamente fez algum dinheiro suas habilidades de hacker paraprar a pulseira para . conhecia bem seu filho, se ele n?o quisesse contar, n?o importava o quanto perguntasse, ele n?o explicaria. ¨C Obrigada, meu amor. ¨C Disse Liliane, beijando a testa de Ian. Ent?o, mam?e, Breno pode vir hoje? ¨C Perguntou Ian. +15 BONOS Liliane ficou em sil¨ºncio, seus olhos estavam um pouco sombrios. N?o sei se ele vai deixar Breno vir, mas vou avisar o Breno. ¨C Respondeu Liliane.. ¨C ¨C Ok. Assentiu Ian, satisfeito. Depois do caf¨¦ da manh?, Liliane e Carlos levaram as crian?as para a esc infantil. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Quando as crian?as se foram, Liliane segurou Carlos. ¨C Agora voc¨º pode me contar sobre o cr? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Talvez eu tenha tido sorte, acabei encontrando o designer assim que cheguei ¨¤ joalheria. ¨C Explicou Carlos, calma. Como se obter o cr fosse f¨¢cil. ¨C Voc¨º foi especialmente para o Pa¨ªs Y? ¨C Perguntou Liliane. ¨C N?o¡­ ¨C Disse Carlos, n?o queria aumentar a preocupa??o de Liliane, se defendeu. ¨C A viagem a trabalho foi apenas uma coincid¨ºncia. +15 BONOS Cap¨ªtulo 239 Chapter 239 Cap¨ªtulo 239 Ao ouvir a explica??o de Carlos, Liliane finalmente ficou tranqu. ¨C ¨®timo, sen?o eu nem saberiao te presentear no seu anivers¨¢rio. ¨C Disse Liliane. ¨C Voc¨º ainda me trata assim. ¨C Disse Carlos, mostrando uma express?o de resigna??o. ¨C ¨C N?o ¨¦ isso, ¨¦ que o presente que voc¨º me deu ¨¦ t?o valioso. ¨C Explicou Liliane, pressa. ¨C Est¨¢ bom, s¨® estou brincando. Mais tarde, vou ao hospital e depois venhoemorar seu anivers¨¢rio ¨¤ noite. Disse Carlos. Ok. Concordou Liliane. No meio¨Cdia, ap¨®s Liliane resolver suas tarefas, Marc ligou. Lili! Feliz anivers¨¢rio! A voz animada de Marc veio atrav¨¦s do celr. Obrigada! Agradeceu Liliane, sorrindo. Nada disso! N?o se preocupe nada esta noite, reservei um grande sal?o em um hotel para comemorarmos o seu anivers¨¢rio. Exmou Marc. ¡ª S¨® ¨¦ um anivers¨¢rio, n?o precisa de tanto. ¨C Disse Liliane. ¨C N?o pode ser assim! Este ¨¦ seu primeiro anivers¨¢rio de volta ao pa¨ªs, temos queemorar em grande estilo! ¨C Insistiu Marc. Liliane ficou sem pvras. Se algu¨¦m n?o soubesse, pensava que era o anivers¨¢rio de seus oitenta anos. ¨C ¨C ¨C Est¨¢ bem, ent?o eu vou aproveitar meu anivers¨¢rio para te extorquir um pouco. ¨C Concordou Liliane. Ent?o a gente v¨º ¨¤ noite!/Vou te mandar o endere?o mais tarde. Disse Marc. Ap¨®s encerrar a chamada, Marc enviou uma mensagem para Vin¨ªcius. ¡°Vin¨ªcius, onde voc¨º est¨¢?¡± Vin¨ªcius, que estava sentado na Novitex esperando William para almo?ar, respondeu: ¡°Estou na Novitex, o que voc¨º quer?¡± +15 BONDS ¡°¨®timo! Mais tarde, voc¨º pode me levar ao shopping.¡°, respondeu Marc. ¡°S¨¦rio, qual ¨¦ o problema?¡°, questionou Vin¨ªcius. ¡°¨¦ o anivers¨¢rio da Lili, quero escolher um presente para e eendar um bolo, mas n?o tenho carro! Voc¨º n?o disse que est¨¢ sempre dispon¨ªvel quando eu chamar?¡°, disse Marc, meio impaciente. Ao ler a mensagem, Vin¨ªcius ficou perplexo. Aquele dia era o anivers¨¢rio de Liliane? William devia saber disso, certo? Vin¨ªcius decidiu sondar um pouco. ¨C William, voc¨º tem nos para hoje? dedo depois de tomar um gole de caf¨¦. ¨C O que Perguntou Vin¨ªcius, colocando o celr O que voc¨º quer dizer? ¨C Questionou William, levantando os olhos do celr para Vin¨ªcius. Vin¨ªcius sorriu de forma sugestiva. Era surpreendente que ele se esquecesse do anivers¨¢rio de Liliane. ¨C ¨¦ o anivers¨¢rio de Liliane hoje, pensei que voc¨º fosseprar um presente para . Disse Vin¨ªcius. ¨C William parou o que estava fazendo, olhando para a data noputador. Realmente era o anivers¨¢rio de Liliane, ele franziu o cenho. Ele foi irritado por Liliane na noite passada, ent?o demorou um pouco para lembrar. N?o vouprar. Mesmo que euprasse, pode nem querer receber. Comentou William, voltando a aten??o para os documentos. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Dar e n?o aceitar s?o coisas diferentes. Provocou Vin¨ªcius. ¨C Veja quantos homens ao redor d, certeza todos v?o dar presentes. William franzia ainda mais a testa, seus olhos expressando descontentamento. ¨C Ser¨¢ que voc¨º n?o pode se importar outra pessoa? ¨C Zombou William. Vin¨ªcius agiuo se n?o tivesse ouvido, continuou provocando. ¨C William, voc¨º n?o gosta mais da Liliane? Se n?o gosta, deixa os outros homens presentearem , eu n?o vou mais te dar presentes no futuro no casamento. Falou Vin¨ªcius, enquanto o rosto de William ficava ainda mais sombrio. +15 BONOS Fazer ele ver Liliane se casando outro cara? Sonha! Melhor nem pensar nessa ideia! No m ele s¨® n?o aceitava o fato de ter tido filhos outra pessoa e escondido isso dele. Isso n?o significava que ele tivesse superado os sentimentos que nutriu por ao longo dos anos. Como ele sobreviveu a aqueles cinco anos, ningu¨¦m al¨¦m dele mesmo sabia! Vendo que William n?o disse nada, Vin¨ªcius continuou provocando. ¨C William, se Liliane se casar outro cara, que presente seria apropriado¡­. Provocou Vin¨ªcius. Antes de Vin¨ªcius terminar a frase, William atirou os documentos que segurava na dire??o dele. ¨C C a boca! ¨C Repreendeu William. O olhar profundo e furioso dele revelou uma f¨²ria ardente. Vin¨ªcius ficou em sil¨ºncio, observando William interesse. ¨C O que diabos as mulheres gostam? ¨C Depois de um tempo, ele ouviu William perguntar, em tom chateado. Chapter 240 Cap¨ªtulo 240 +15 BONOS Devido a essa pergunta, William foi arrastado por Vin¨ªcius e a perplexidade de Marc, foram juntos para o shopping. A desculpa de Vin¨ªcius foi direta e simples. Mulheres entendem melhor as mulheres! Comentou Vin¨ªcius. Uma raz?o que William n?o podia recusar. Marc, lutando para andar sob os olhares curiosos dos v¨¢rios seguran?as, observava Vin¨ªcius de perto. Em seguida, n?ou um olhar para seu chefe, que caminhava ¨¤ frente uma postura imponente. ¨C Como voc¨º trouxe o chefe aqui! Sussurrou Marc, dentes cerrados. Ao ouvir a voz suave por tr¨¢s, William parou e se virou. Marc imediatamente trocou sua express?o para um sorriso radiante. queira perguntar? Vin¨ªcius ficou sem pvras. Essa habilidade de mudar de express?o era incr¨ªvel. Sr. William, h¨¢ algo que voc¨º William apertou os l¨¢bios e n?o disse nada, desviando o olhar para a sua volta. Marc aproveitou a oportunidade para dar um belisc?o firme na bunda de Vinicius All content is property ? N?velDrama.Org. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo?! ¨C Perguntou Vin¨ªcius, gemendo de dor. Me diz, por que trouxe o Sr. William? Voc¨º n?o sabe que ele e a Lili n?o se d?o bem? ¨C Perguntou Marc. Ele se ofereceu,o amigo, n?o tinha motivo para recusar. Respondeu. Vin¨ªcius. Ele n?o vai ¨¤ noite para a festa de anivers¨¢rio da Lili, vai? ¨C Perguntou Marc, os l¨¢bios tremendo. ¨C Voc¨º pode impedir ele de ir? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, levantando as sobrancelhas. Estou realmente impressionada! ¨C Comentou Marc. Enquanto resmungava, William parou na frente de uma loja de joias. ¨C gosta disso? ¨C Perguntou William, a Marc. N?o gosta. ¨C Respondeu Marc, bn?ando a cabe?a. Em seguida, William parou em frente a uma loja de bolsas de luxo. ¨C E isso? Continuou William. ¨C Tamb¨¦m n?o gosta. ¨C Respondeu Marc. Depois, William parou em frente a uma loja de rel¨®gios. ¨C E isso? Disse William. N?o gosta. ¨C Disse Marc, bn?ando a cabe?a mais uma vez. Afinal, o que gosta? ¨C Perguntou William, frieza, o rosto dele escureceu. ¨C Liliane costuma usar rel¨®gio, William, vamos dar uma olhada l¨¢ dentro. ¨C Sugeriu Vinicius, vendo isso. Vendo os dois homens entrando na loja de rel¨®gios, Marc s¨® queria dizer uma coisa. ¡°Sr. William, Liliane n?o gosta dos presentes que voc¨º d¨¢!¡± Para que tantas perguntas? Mas, fndo s¨¦rio, estava vendo o Sr. William fazendopras no shopping p primeira vez! Se eles ainda estivessem juntos agora, Liliane certeza ficaria muitoovida. ¨¤ noite, seis horas. Liliane e Carlos levaram as crian?as para o sal?o de festas do hotel. Ao chegar na entrada do sal?o, Liliane viu que quase todos os funcion¨¢rios da empresa estavam l¨¢! ficou at?nita, se sentindoovida o esfor?o de Marc em reunir todos. Os funcion¨¢rios do Grupo TYC avan?aram para cumprimentar, surpreendidos ao verem Liliane de longe. Eles vieram em sua dire??o, curiosos ao verem o belo homem e as duas crian?as fofas ao seudo. Sra. Liliane, esses dois parecem ter sa¨ªdo de um desenho animado, s?o seus filhos? Sra. Liliane, esse cara bonito ao seudo ¨¦ o pai das crian?as? +15 BONOS Uau, Sra. Liliane, estou inveja, seu marido ¨¦ lindo e as crian?as s?o t?o bonitas! ¨C Este ¨¦ o Carlos, ¨²m cirurgi?o, e esses s?o meus filhos, Alice e Ian. ¨C Respondeu Liliane, o rosto corado. ¨C ¨C Ol¨¢, meu nome ¨¦ Alice Marques, podem me chamar de Alice. ¨C Disse Alice, acenando para os colegas. ¨C Ol¨¢ a todos, eu sou Ian. Disse Ian, um sorriso gracioso. As funcion¨¢rias soltaram gritos de admira??o novamente. T?o fofos! Sra. Liliane, podemos brincar eles? ¨C Perguntou uma dos colegas. Liliane olhou para os dois filhos, que assentiram, concordou um aceno de cabe?a. ¨C Lili! ¨C A voz animada de Marc veio de perto, Liliane se virou para ver se aproximando. ergueu o presente em suas m?os, dizendo: LiLi! Feliz anivers¨¢rio! Como est¨¢, fiz quest?o de decorar o sal?o de festas, est¨¢ ra voc¨º? aconchegante o suficiente para ¨C Marc, voc¨º n?o precisava se iodar tanto, eu amei. ¨C Disse Liliane, emocionada, segurando o presente. ¨C Carlos, voc¨º tamb¨¦m est¨¢ de volta. Vamos l¨¢, sente¨Cseigo. ¨C Disse Marc, um sorriso, se dirigindo a Carlos. Chapter 241 Cap¨ªtulo 241 Carlos e Liliane se sentaram aodo de Marc. Enquanto os tr¨ºs conversavam, de repente, um grito ecoou nos ouvidos deles. Meu Deus, ¨¦ o Sr. William e o Sr. Vin¨ªcius! ¨C Exmou algu¨¦m. ¨C Uau! O menino nos bra?os do Sr. William ¨¦ o filho dele? Uau, t?o fofo! ¨C Comentou o outro. ¨C Ao ouvir os gritos, Liliane ficou tensa e virou a cabe?a para a entrada do sal?o. O homem estava vestindo um elegante terno preto, segurando o menino bonito nos bra?os, avan?ando pernas longas e elegantes. Um grupo de seguran?as se dispersou atr¨¢s dele assim que entrou no sal?o, mantendo uma postura s¨¦ria na entrada. A luz suave do sal?o destacava a presen?a imponente do homem, envolvendo ele em um charme intimidador. Mas era o rosto frio e afiado que fazia que todos hesitassem em se aproximar. Liliane ficou boquiaberta e se virou rigidamente para Marc. ¨C Voc¨º tamb¨¦m convidou ele? ¨C Perguntou Liliane. Marc encarava Vin¨ªcius ao longe, indignada.Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ¨C Foi o Vin¨ªcius que chamou! Ele me traiu, mas vou acertar as contas ele mais cedo ou mais tarde! ¨C Respondeu Marc. Liliane se sentiu um pouco constrangida. ¨C Deixa pra l¨¢, ele est¨¢ aqui agora. ¨C Disse Liliane. Pelo menos, ele trouxe Breno ele. Por Breno, qualquer problema n?o era um problema! Enquanto pensava nisso, William e Vin¨ªcius j¨¢ estavam chegando perto d. Breno desceu do colo de William e foi at¨¦ Liliane, entregando seu presente. ¨C ¨C Mam?e, feliz anivers¨¢rio. Disse Breno, sua voz era suave, um rubor t¨ªmido no rosto. ¨C Obrigada, meu amor. ¨C Agradeceu Liliane, aceitando carinho. ¨C Vin¨ªcius tamb¨¦m estendeu seu presente. ¨C Sra. Liliane, feliz anivers¨¢rio. ¨C Disse Vin¨ªcius. ¨C +15 BONOS ¨C ¨C Muito obrigada, Sr. Vin¨ªcius, ¨¦ gentil da sua parte. ¨C Agradeceu Liliane, se levantando, for?ando um sorriso. ¨C De nada. ¨C Respondeu Vin¨ªcius. Depois, ele cutucou William o cotovelo, indicando que ele deveria dar seu presente. Williamn?ou um olhar frio para Carlos, em seguida, passou seu presente para Liliane. ¨C Presente. Disse ele. ¨C ¨C Obrigada, sente¨Cse. ¨C Liliane n?o recusou e agradeceu. William puxou a m?o de Breno e se sentou aodo de Liliane de forma nada delicada. Todos ficaram sem pvras. Carlos olhou frieza para William por um momento, ent?o pegou a chaleira da mesa e serviu uma x¨ªcara de ¨¢gua quente para Liliane. ¨C Lili, beba ¨¢gua. ¨C Disse Carlos. Isso fez William revirar os olhos. ¨C Quando voc¨º desenvolveu o h¨¢bito de beber ¨¢gua quente? ¨C Perguntou William, de repente, olhando para Liliane. Liliane estava prestes a responder quando Carlos interveio. ¨C Sr. William, depois que Lili teve filhos, prefere beber ¨¢gua quente. ¨C Interveio Carlos, uma voz calma. O rosto bonito de William revelou uma express?o fria. ¨C gosta de leite fresco, hoje ¨¦ o anivers¨¢rio d, n?o deveria beber o que gosta? ¨C Retrucou William. ¨C Sr. William, voc¨º n?o sabe, mas nesta esta??o, Lili costuma usar calor para aquecer os ¨®rg?os internos antes de beber leite fresco. ¨C Continuou Carlos. ¨C Voc¨º parece saber b¨¢stante sobre isso? ¨C Zombou William, um olhar sombrio e frio, dirigiu seu descontentamento ao Carlos. Carlos levantou calma os olhos, encarando William. +15 BONOS ¨C At¨¦ certo ponto, cuidei de Lili por mais de tr¨ºs anos. Disse Carlos. Por um momento, fa¨ªscas silenciosas se acenderam entre os dois homens. Marc percebeu a tens?o e rapidamente pegou uma garrafa de champanhe da mesa, a abrindo um estalo. Segurando a garrafa, encheu os copos de todos, depois pegou um microfone de um lugar desconhecido. Em um instante, a voz de Marc ecoou por todo o sal?o. ¨C Queridas damas e belos cavalheiros, hoje ¨¦ o anivers¨¢rio da Lili. Vamos brindar ¨¤ nossa Lili, feliz anivers¨¢rio! ¨C Anunciou Marc. O clima foi impulsionado por Marc e os ausos quebraram a rigidez em torno da mesa deles. Todos levantaram seus copos para celebrar o anivers¨¢rio de Liliane. ¨C Sra. Liliane, feliz anivers¨¢rio! ¨C Disseram todos, ao mesmo tempo. Chapter 242 Cap¨ªtulo 242 Liliane se levantou o copo de vinho e acenou para todos em agradecimento. ¨C ¨C Obrigada por suas felicita??es. ¨C Agradeceu . Em seguida, virou o copo e tomou tudo de uma vez. A festa de anivers¨¢rio estava oficialmentee?ando e todos se entregaram ¨¤ alegria deer e beber. Alice e Ian voltaram correndo, ao verem Breno, puxaram ele animados para se juntar a eles para comer. No meio do caminho, v¨¢rios funcion¨¢rios levantaram os copos para brindar Liliane. Carlos pretendia ajudar Liliane a evitar as bebidas, mas foi arrastado por um funcion¨¢rio masculino com algumas perguntas. Liliane despejou gole por gole de sua bebida, seus l¨¢bios rosados brilhavam sedutores ao tocar a bebida. Seus olhos estavam brilhantes, ao se encontrarem os olhos profundos do homem ao seudo, despertaram pensamentos ocultos nele. Quando Liliane estava prestes a sentar, duas funcion¨¢rias chegaram para brindar novamente. Sra. Liliane, feliz anivers¨¢rio! ¨C Disseram as funcion¨¢rias. Liliane, constrangida, teve que mais uma vez segurar o copo e servir a bebida. Antes que pudesse levantar, uma sombra passou ¨¤ sua frente. Sem esperar Liliane reagir, William j¨¢ havia despejado a bebida d em sua pr¨®pria garganta. As duas funcion¨¢rias ficaram at?nitas por um momento, depois se apressaram em se afastar. William colocou for?a o copo na mesa, olhando de forma descontente para Liliane. ¨C J¨¢ bebeu o suficiente? ¨C Questionou William. ¨C N?o preciso da sua preocupa??o. ¨C Resmungou Liliane, um pouco tonta. Dizendo isso, se bn?ou um pouco e se dirigiu ao banheiro. +15 BONOS William, preocupado, seguiu . Quando Liliane, ap¨®svar as m?os, estava prestes a sair quando o homem estava parado na porta, bloqueando seu caminho. Liliane deu um passo vte, ficando em alerta. ¨C Sr. William, este ¨¦ o banheiro feminino. Voc¨º quer ser considerado um pervertido? ¨C Alertou Liliane, seus l¨¢bios estavam vermelhos e os dentes eram alvos. William estendeu a m?o para segurar a figura inst¨¢vel de Liliane. ¨C Voc¨º bebeu demais, vou te levar de volta. ¨C Disse William, suavizando sua voz. Liliane, irritada, afastou a m?o grande de William. ¨C ¨C Me solte! Eu n?o vou voc¨º! ¡ª Recusou Liliane. ! ¨C O que voc¨º est¨¢ tramando? Voc¨º tem ideia de quantas bebidas consumiu? ¨C Rugiu William, baixinho, segurando sua raiva. ¨C E da¨ª? William, escute bem, tem muita gente cuidando de mim. N?o preciso de voc¨º para¡­ Respondeu Liliane, sorrindo. ¨C Antes que pudesse terminar, William puxou o bra?o de Liliane e trouxe para seus bra?os. Apontando para os l¨¢bios que s¨® sabiam retrucar, se inclinou e beijou intensamente. Os olhos de Liliane se arregram e o ¨¢lcoole?ou a perder o efeito. tentou se libertar, mas o homem prendeu a parte de tr¨¢s de sua cabe?a, n?o dando a a chance de escapar. ¨C ¨C Um¡­ William¡­ ¨C Disse Liliane. ¨C Vera, n¨®s n?o preparamos nada para o anivers¨¢rio da Sra. Liliane, constrangedor¡­ ¨C Disse uma colega. Sim, podemosprar algo amanh?, j¨¢ que ¨¦ folga e dar para a Sra. Liliane na segunda¨Cfeira. ¨C Disse a outra. Ouvindo a voz dos funcion¨¢rios, Liliane empurrou for?a William. Os olhos dele brilharam, pegou Liliane no colo e levou para dentro de um banheiro vago. Voc¨º est¨¢ louco? Se algu¨¦m souber¡­ ¨C Disse Liliane, encarando William. +15 BONOS N?velD(ram)a.?rg owns this content. William colocou a m?o nos l¨¢bios de Liliane, interrompendo suas pvras indignadas. GRO Se n?o se importa que saibam, pode gritar. ¨C Sussurrou William, no ouvido de Liliane, um sorriso travesso. As orelhas sens¨ªveis de Liliane estremeceram. Seu corpo estava tremendo, ficou vermelha num instante. William! Voc¨º ¨¦ desprez¨ªvel e sem vergonha! ¨C Xingou Liliane. Com interesse, William observou o rosto corado de Liliane, segurou a cabe?a d e beijou novamente. Liliane n?o ousou fazer nenhum som, apenas permitiu que William provocasse . A confus?o em seu peito e as respostas de seu corpo, tudo isso sussurrava em seu c¨¦rebro, lembrando que ainda n?o tinha conseguido esquecer esse maldito! +15 BONOS Cap¨ªtulo 243 Chapter 243 Cap¨ªtulo 243 Sal?o de festas. Depois de voltar, Marc agarrou o bra?o de Liliane. ¨C Lili, voc¨º precisa ouvir isso! Vin¨ªcius n?o bebeu o vinho, olha para o copo dele¡­ ¨C Disse Marc, empolgada. No meio da frase, Marc parou abruptamente, olhando para a boca de Liliane, seus olhos se arregram, perguntando: ¨C Lili, por que seus l¨¢bios est?o t?o inchados e vermelhos? Ao ouvir isso, Vin¨ªcius olhou para William, que acabava de voltar. Ao ver que at¨¦ os l¨¢bios finos dele estavam avermelhados, Vin¨ªcius entendeu o que aconteceu. Esses dois definitivamente aprontaram algo! Liliane olhou de maneira impaciente para o homem sentado na cadeira, um sorriso malicioso, que parecia estar de bom humor, apertando os dentes. Property ? of N?velDrama.Org. ¨C N?o ¨¦ nada, provavelmente uma rea??o al¨¦rgica! ¨C Mentiu Liliane. ¨C Oh, ent?o pare de beber. ¨C Disse Marc, sem pensar muito sobre isso e continuou remando sobre Vin¨ªcius. A festa acabou. Liliane, carregando Marc, que estava embriagada, estava prestes a levar seus dois filhos adormecidos para casa. ¨C -Eu vou levar voc¨ºs para casa. ¡ª De repente, duas vozes vieram de tr¨¢s. Liliane olhou em dire??o ¨¤s vozes e viu William e Carlos dizendo quase ao mesmo tempo. A situa??o, mais uma vez, ficou desconfort¨¢vel. ¨C ¨C Dr. Carlos, se eu n?o me engano, voc¨º tamb¨¦m bebeu. ¨C Falou William, um tom sarc¨¢stico. Mesmo se eu tiver bebido, isso n?o me impede de chamar um motorista para levar eles para casa, n?o ¨¦ mesmo? ¨C Disse Carlos, firmeza, sobrancelhas suaves./ ¨C Voc¨º quer que eles esperem voc¨º aqui pelo motorista nesta noite de novembro? ¨C Zombou William. ¨C Eles t¨ºm que ficar dodo de fora esperando o motorista designado? ¨C Retrucou Carlos. +15 BONOS J Voc¨º n?o acha que Marc est¨¢ desconfort¨¢vel? Seria melhor se eles fossem para casa mais cedo. Por que perder tempo? ¨C Argumentou William. Eu posso dar a algo para aliviar a ressaca, Sr. William, n?o precisa se preocupar. Respondeu Carlos, tranquilo. ¨C Liliane, iodada p disputa entre os dois, estava prestes a intervir quando um carro parou ao lado deles. Todos olharam em dire??o ao som e Eduardo desceu apressadamente do carro. Voc¨º n?o estava em uma viagem de trabalho? Como voltou t?o r¨¢pido? ¨C Perguntou Liliane, surpresa. ¨C ¨C A festa terminou? ¨C Perguntou Eduardo, olhando para as pessoas atr¨¢s de Liliane; Sim, terminou. Voc¨º voltou t?o r¨¢pido por causa daida, n¨¦? ¨C Perguntou Liliane. Assentindo, Eduardo, instintivamente, acariciou a barriga e sorriu de leve. ¨C ¨¦ verdade, j¨¢ que acabou, vamos para casa. Aproveito e fa?o um prato de macarr?o para voc¨º e eu mesmo tamb¨¦mo um pouco. ¨C Sugeriu Eduardo. William, um olhar profundo, se questionou: quando foi que e Eduardo se tornaram t?o pr¨®ximos? Ps pvras deles, parecia que ao longo desses anos, eles nunca perderam o contato! Por que todo mundo sabia que Liliane n?o havia morrido, exceto ele? William olhou para os dois filhos adormecidos e depois para Eduardo. Ele pensou por apenas alguns segundos, mas sua express?o ficou extremamente sombria. A semelhan?a entre Alice e Eduardo era simplesmente surpreendente! Essas duas crian?as¡­ s poderiam ser filhas de Liliane e Eduardo? Naquele momento, Carlos se aproximou. Lili,o Eduardo est¨¢ aqui, eu vou indo. ¨C Disse Carlos. Se cuide no caminho. ¨C Concordou Liliane. +15 BONOS Carlos se afastou e Eduardo, sem dizer uma pvra, panhou Liliane at¨¦ o carro. Encostado no carro, Vin¨ªcius observou mais uma cena agitada e ficou surpreso. Kerry e Carlos j¨¢ eram suficientes para dar dor de cabe?a ao William, e agora apareceu Eduardo? Vin¨ªcius olhava preocupado para William. ¨C William, o que est¨¢ acontecendo o Sr. Eduardo? Se eu n?o estiver enganado, a filha da Liliane se parece muito ele¡­ ¨C Comentou Vin¨ªcius. ¨C Cale a boca! ¨C Repreendeu William, entre os dentes. Em seguida, uma aura amea?adora, entrou no carro e se afastou. Vin¨ªcius, um gosto de escapamento na boca, ficou perplexo. Ah, que situa??o terr¨ªvel¡­ Isso parecia ser um problema s¨¦rio! Cap¨ªtulo 244 + Chapter 244 Cap¨ªtulo 244 +15 BONOS Mans?o Ba¨ªa. Ao voltar para casa, Eduardo preparou um macarr?o para Liliane e outro para si mesmo. Depois de cuidar rapidamente das crian?as adormecidas, Liliane desceu para se juntar a Eduardo ¨¤ mesa. ¨C Lili, por que William estava l¨¢ esta noite? ¨C Perguntou Eduardo. Ao ouvir isso, Liliane se lembrou da imagem de William beijando ¨¤ for?a no banheiro. ¨C Vin¨ªcius contou a William, ent?o ele veio, me deu um rel¨®gio valioso. ¨C Respondeu Liliane, uma express?o de dor de cabe?a. ¡ª ¨C William ¨¦ realmente generoso, sem piscar os olhos. soltando uma risada leve. Comentou Eduardo, ¨C Eduardo, pare de brincar. Em vez de fr sobre mim aqui, pense emo vai enfrentar ele. Disse Liliane, mexendo aida em seu prato. ¨C ¨C Oh? Como voc¨º acha que devo enfrentar ele? ¨C Perguntou Eduardo, sem se importar. ¨C Voc¨º est¨¢ t?o rxado. Se ele souber que voc¨º manteve contatoigo e n?o informou ele, definitivamente vir¨¢ atr¨¢s de voc¨º. ¨C Respondeu Liliane. ¨C ¨C Isso n?o ¨¦ um grande problema. ¨C Disse Eduardo, continuou sorrindo. ¨C Pelo menos tenha cuidado nos pr¨®ximos dias. ¨C Aconselhou Liliane, impotente. ¨C Tudo bem, vou seguir o seu conselho. ¨C Concordou Eduardo. No dia seguinte. Liliane foi acordada pelos gritos vindos de baixo enquanto ainda estava dormindo profundamente. rapidamente levantou a coberta e correu at¨¦ a jan, vendo Guilherme trazendo muitos seguran?as tentando invadir. Liliane ficou chocada ¨¦ correu para fora do quarto. Coincidentemente, Marta e Dra. Daise tamb¨¦m sa¨ªram de seus quartos, parecendo assustadas. +15 BONOS Lili, h¨¢ gritos horr¨ªveis. ¨C Disse Marta. ¨C Dra. Daise, leve Marta de volta para o quarto e n?o saia de l¨¢ de jeito nenhum! Instruiu Liliane, a testa franzida. Dra. Daise assentiu, levando Marta de volta para o quarto. Liliane desceu ¨¤s pressas, ao abrir a porta, Guilherme j¨¢ estava l¨¢. Liliane olhou para ele o rosto s¨¦rio. Sr. Guilherme, o que voc¨º est¨¢ fazendo? ¨C Perguntou Liliane. Guilherme, indiferente,n?ou um olhar frio para Liliane. ¡ª V¨¢ buscar essas duas crian?as para mim. ¨C Disse ele, para os seguran?as atr¨¢s dele. Os seguran?as assentiram, avan?ando ¨¤s pressas, empurrando Liliane, para o andar de cima. Liliane, segurando a dor, ficou de p¨¦. ¨C Guilherme, o que voc¨º pretende fazer! ¨C Questionou Liliane. ro, estou aqui para ver se os filhos da fam¨ªlia Gabaldo est?o vivendo por a¨ª. ¨C Respondeu Guilherme.All content is property ? N?velDrama.Org. O cora??o de Liliane batia forte. HOME ¨C Meus filhos n?o s?o da fam¨ªlia Gabaldo! Disse Liliane. ¨C ¨C Da ¨²ltima vez, quase ca¨ª na sua mentira aquele homem! Desta vez, eu definitivamente n?o vou cair nas suas pvras! ¨C Resmungou Guilherme, frieza. ¨C ¨C Me soltem! Mam?e! Mam?e, me salva! ¨C Gritou Alice. ¨C Nem ousem tocar em mim! Me soltem! ¨C Gritou Ian. Os gritos desesperados de Alice e Ian ecoavam p escada e Liliane estava prestes a correr em dire??o ¨¤ escada. Mas foi impedida pelos seguran?as de Guilherme, que seguraram e impediram de avan?ar. Liliane lutou de forma desesperada. Sr. Guilherme! Eu n?o tenho nada contra voc¨º! Pode parar de machucar meus filhos, por favor? ¨C Implorou Liliane. +15 BONOS ¨C O que voc¨º diz n?o importa. ¨C Respondeu Guilherme, indiferente. Em pouco tempo, Ian e Alice foram carregados pelos seguran?as. Ao ver Liliane, Alice estendia as m?os chorando. 1 ¨C Mam?e, eu n?o quero ir embora, mam?e, me salva! ¨C Gritou Alice. ¨C Ian, o rosto vermelho de raiva, n?o esqueceu de orientar Liliane. Mam?e, n?o force nada! Proteja¨Cse! ¨C Disse Ian. Sr. Guilherme! Eu te suplico! Por favor, solte minha filha e meu filho! Suplicou Liliane, l¨¢grimas desenfreadas. ¡ª ¨C At¨¦ que o DNA deles seja verificado, voc¨º n?o ter¨¢ de volta seus filhos! Derou Guilherme, frieza. Dizendo isso, Guilherme acenou para os seguran?as. ¨C Levem eles! ¨C Liliane observava impotente enquanto seus dois filhos eram colocados no carro pelos seguran?as, sem qualquer chance de resist¨ºncia. tinha uma forte intui??o de que os testes de DNA confirmariam a liga??o deles a fam¨ªlia Gabaldo! Assim que os seguran?as partiram, aqueles que estavam segurando Liliane soltaram , se retirando tamb¨¦m. Liliane, as pernas tr¨ºms, correu para cima e pegou o celr para ligar para Eduardo. +15 BONOS Cap¨ªtulo 245 Chapter 245 Cap¨ªtulo 245 A liga??o foi atendida. ¨C Eduardo! Alice e Ian foram levados por Guilherme! ¨C Gritou Liliane, chorando e segurando seu corpo tr¨ºmulo. ¨C ¨C Guilherme? ¨C Exmou Eduardo, at?nito. Liliane chorou enquanto contava ao Eduardo o que aconteceu de manh?. Eduardo, o que devo fazer? Com o poder de Guilherme, ele pode descobrir facilidade a verdade sobre Alice e Ian! ¨C Disse Liliane. ¡ª N?o entre em panico, Lili, eu vou arrumar uma solu??o! Espere minhas not¨ªcias! Consolou Eduardo. Dizendo isso, Eduardo rapidamente encerrou a liga??o. Liliane, perdida, caiu no ch?o, envolvida por um medo sem fim. Como poderia lutar contra a poderosa fam¨ªlia Gabaldo? Eduardo, j¨¢ se vestindo para ir ¨¤ fam¨ªlia Gabaldo, mal saiu de casa quando William ligou. ¨C O que ¨¦? ¨C Perguntou Eduardo, franzindo a testa ao atender. ¨C Onde voc¨º est¨¢? ¨C Questionou William, voz severa. ¨C Se n?o for algo importante, eu vou desligar! ¨C Respondeu Eduardo. ¨C Eu quero perguntar sobre os filhos de Liliane! Onde voc¨º est¨¢? ¨C Perguntou William, de novo, ramente sem paci¨ºncia. Ouvindo isso, Eduardo se acalmou. Talvez William pudesse levar as crian?as de volta. Ele enviou sua localiza??o para William. Meia hora depois. William chegou ¨¤ mans?o de Eduardo. Quando os dois se encontraram, antes que Eduardo pudesse fr, levou um soco forte de William. Eduardo recuou alguns passos, sua express?o de calor rapidamente se transformou em raiva, perdendo sua gentileza. +15 BONOS Voc¨º enlouqueceu? ¨C Xingou Eduardo. William avan?ou, segurando a g da camisa de Eduardo, seus olhos afiadoso laminas. ¨C Eduardo! Ian e Alice s?o seus filhos Liliane, certo? ¨C Questionou William. Eduardo ficou perplexo. Como William poderia pensar que Ian e Alice eram seus filhos? ¨C N?o tem nada a dizer? ¨C Os olhos afiados de William estreitaram, emanando uma aura perigosa. - Voc¨º est¨¢ escondendo Liliane h¨¢ cinco anos, n¨¦? Eduardo se soltou do aperto de William. ¨C ¨¦ importante dizer isso agora? O que voc¨º fez por Liliane quando precisava de voc¨º? O que seus olhos veem al¨¦m de Mavis? Por que se intrometer novamente na vida d? Retrucou Eduardo. ¡ª ¨C Eduardo, voc¨º est¨¢ pedindo para morrer, caralho! ¨C Provocou William. Ele perdeu o controle emocional, avan?ando para dar outro soco em Eduardo. Eduardo n?o podia mais conter sua raiva e os dois imediatamentee?aram a brigar. Jorge, que havia estacionado o carro e entrado correndo p porta, viu uma cena terr¨ªvel e correu para separar eles. No entanto, antes mesmo de chegar perto, levou um soco sem raz?o aparente. All content is property ? N?velDrama.Org. ¨C Sr. William! Sr. Eduardo! Por favor, parem de lutar, conversem de forma civilizada! ¨C Disse Jorge, ummpejo de l¨¢grimas, dor e segurando o nariz. Mas os dois continuaram lutando, ignorandopletamente Jorge. Jorge ficou desesperado, esses dois, ele n?o ousava irritar eles! De repente, a imagem de Liliane surgiu na mente de Jorge. Ele rapidamente pegou o celr e ligou para Liliane. ¨C Srta. Liliane! Voc¨º precisa vir ¨¤ casa do Sr. Eduardo rapidamente ou algo terr¨ªvel vai acontecer! ¨C Disse Jorge. Quinze minutos depois. Liliane parou ¨¤s pressas na frente da mans?o, ansiosa. Dentro da mans?o, havia o som abafado de golpes e socos. +15 BONOS Liliane, ansiosa, correu para dentro. Ao ver William desferindo socos no rosto de Eduardo, Liliane sentiu seu cora??o apertar dor. agarrou pressa o bra?o de William, encarando ele olhos vermelhos de r¨¢iva. ¨C William! Pare isso! Voc¨º est¨¢ louco? ¨C Interveio Liliane. William parou abruptamente, levantando seu rosto machucado e olhando f¨²ria para Liliane. Voc¨º vai proteger ele? S¨® porque ele ¨¦ pai de Ian e Alice, ¨¦ isso? ¨C Questionou William. Liliane ficou at?nita, o que ele estava fndo? Ao ver a rea??o de Liliane, William, olhos intensos, expressou uma dor profunda. ¨C Achou que eu descobriria seu segredo e agora est¨¢ se sentindo culpada? Liliane olhou para ele, incr¨¦d. ¨C William, voc¨º tem ideia do que est¨¢ dizendo? ¨C Perguntou Liliane. +15 BONOS Cap¨ªtulo 246 Chapter 246 Cap¨ªtulo 246 William limpou o sangue de seus l¨¢bios, seu rosto desarrumado ainda mantinha uma beleza fria. ¨C Um ¨¦ meu amigo, outro ¨¦ a mulher que busquei por mais de vinte anos! ¨C Disse William. Ele soltou um sorriso frio, seus olhos pretos, agora tingidos de vermelho, revndo uma mncolia que n?o podia ser ocultada. ¨C Beleza! ¨C William deu um passo para tr¨¢s,entando. ¨C Voc¨ºs dois s?o realmente incr¨ªveis! Dizendo isso, ele apertou o rosto, uma express?o tensa, saiu da mans?o. Vendo sua figura solit¨¢ria e mnc¨®lica, o peito de Liliane doeu tanto que mal conseguia respirar. ¡ª ¨C Srta. Liliane, o Sr. William tem sofrido muito nos ¨²ltimos cinco anos. Disse Jorge, suspirando. Deixando essas pvras, Jorge rapidamente seguiu os passos de William. Liliane abaixou os olhos, escondendo a tristeza e amargura em seus olhos. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Ele ainda era assim. Ele s¨® acreditou em seu mal¨Centendido, sem dar a a chance de se explicar. ¨D ¨C Lili¡­ ¨C Chamou Eduardo, fei??es doloridas, se levantou devagar do ch?o. Liliane recuperou seus pensamentos, inspirou profundamente e ajudou Eduardo a se levantar. ¨C Vou cuidar desses ferimentos para voc¨º. ¨C Disse Liliane. Eduardo se apoiou no sof¨¢ aodo de Liliane. ¨C Lili, ¨¦ melhor que voc¨º n?o se reconcilie ele. Ele ¨¦ muito louco. ¨C Comentou Eduardo. Liliane n?o disse uma pvra, pegou o kit de primeiros socorros e se sentou aodo de Eduardo, come?ando a tratar seus ferimentos. Olhando para o rosto p¨¢lido de Liliane, Eduardo sentiu uma dor mais intensa do que nos ferimentos. Lili¡­ Falou Eduardo. ¨C N?o fale! ¨C Interrompeu Liliane, em tom frio. +15 BONOS Eduardo ficou em sil¨ºncio, aguardando em sil¨ºncio enquanto Liliane aplicava os¡­ curativos. Quando terminou de cuidar dos ferimentos, Liliane parou, mudando de assunto. ¨C ¨C Deixa ele mal entender sobre o assunto das crian?as. ¨C Falou Liliane. ¨C Eu n?o tive tempo de explicar para esse louco. Mas, aproveitando a situa??o criada por William, talvez eu possa a usar para trazer Ian e Alice de volta. ¨C Disse Eduardo, um sorriso amargo. ¨C Esquece, n?o tem pressa. ¨C Interrompeu Liliane. ¨C Quanto mais tentamos recuperar as crian?as, mais suspeitas criaremos. Os olhos de Liliane refletiam uma calma calcda. No caminho para o local, j¨¢ havia pensado ramente. Agir de forma fren¨¦tica apenas daria a impress?o de culpa. Seu maior receio, na verdade, era p seguran?a dos filhos. Contudo, ponderava que, se Guilherme estivesse t?o determinado a recuperar as crian?as, por que arriscaria machucar s? Al¨¦m disso, se William n?o conseguiu descobrir a verdade, por que se preocupava que Guilherme pudesse descobrir algo? A menos que Guilherme levasse m¨¦dicos e equipamentos m¨¦dicos para a fam¨ªlia Gabaldo para uma compara??o direta no local. ¨C As coisas sempre se revm, Lili. Voc¨º realmente n?o pretende contar a ele? Talvez, depois de saber a verdade, ele n?o dispute a guarda das crian?as voc¨º? ¨C Disse Eduardo. Eu n?o vou fazer suposi??es desse tipo! ¨C Derou Liliane. ¨C Assim que William souber e se aproximar das crian?as, Guilherme, a vis?o afiada que tem, eventualmente saber¨¢! Al¨¦m disso, mesmo que William n?o busque a guarda, n?o significa que Guilherme n?o far¨¢! ¨C Na verdade, esconder isso dele ¨¦ muito injusto. ¨C Disse Eduardo, suspirando. ¨C Se fosse eu, tamb¨¦m ficaria indignado, fndo francamente. ¨C ¨¦ justo para mim, ent?o? N?o esque?a que, na pris?o, eu esperava ansiosamente por ele. Mas, depois de ouvir as pvras que ele disse, eu desist¨¬pletamente. Se n?o fosse por voc¨º, eu e as tr¨ºs crian?as j¨¢ ter¨ªamos virado p¨®. +15 BONOS ¨C Retrucou Liliane. ¡ª ¨C Lili, essas rixas podem ser resolvidas. Ele te salvou tr¨ºs vezes. ¨C Disse Eduardo. ¨C L¨®gico que sou grata por isso. ¨C Zombou Liliane. ¨C Mas eu n?o consigo esquecero ele, por acreditar em outra mulher, me deixou sozinha afundando na desgra?a. Eduardo ficou em sil¨ºncio, mergulhado na contem??o. Ele sabia que Liliane estava expondo verdades nuas e cruas. +16 BONOS Cap¨ªtulo 247 Chapter 247 Cap¨ªtulo 247 Naquele momento. Antiga Mans?o da familia Gabaldo. Alice estava debru?ada nos bra?os de Ian, incapaz de conter o choro. Enquanto isso, Ian agia calma, nada parecido uma crian?a de cinco anos. Guilherme, ao observar, ficou cada vez mais surpreso. Se esse garoto realmente fosse filho de William, ele precisava manter ele por perto e cultivar ele bem. Quando ele crescesse, seria sem d¨²vida uma presen?a dominante! Guilherme n?o conseguia esconder sua satisfa??o. ¨C Pequeno, me diga, quem ¨¦ seu pai afinal? ¨C Perguntou Guilherme. Ian, acariciando de leve as costas de Alice, ergueu os olhos provocadores para Guilherme. ¨C Eu tenho o direito de recusar a responder todas as suas perguntas. Al¨¦m disso, se est¨¢ t?o ansioso para saber, por que n?o investiga por si s¨®? ¨C Disse Ian. ¨C Oh, Fabiano, olhe para esse garoto! Corajoso e cheio de energia! ¨C Comentou Guilherme, empolgado, conversando o mordomo Fabiano. Sim, Sr. Guilherme, cada gesto e pvra dele s?oo uma c¨®pia fiel do Sr. William. ¨C Respondeu Fabiano, pressa. Ian riu interiormente. Ele amava muito sua m?e. Como poderia ser a c¨®pia do pai irrespons¨¢vel? ¨C Pequeno, me chame de av?, vou dar um grande presente para voc¨º, o que acha? ¨C Prop?s Guilherme, radiante de felicidade. ¨C ¨C Oh? ¨C Ian arqueou as sobrancelhas, perguntando. ¨C Quantos voc¨º est¨¢ disposto a dar? ¨C ¨C Quantos voc¨º quiser, darei a voc¨º! ¨C Respondeu Guilherme, prontamente. ¨C Bom, vamos calcr meu valor. A empresa da minha m?e vale atualmente cinquenta bilh?es. Se yoc¨º acredita que meu pai ¨¦ William, cujo valor ¨¦ incalcul¨¢vel, ent?o, de acordo essa l¨®gica, sendo filho deles, voc¨º n?o deveria me dar uma quantia em torno de bilh?es? Dar menos seria um desrespeito. ¨C Disse Ian, mostrando um sorriso astuto. +15 BONOS Guilherme ficou surpreso. N?o esperava que Ian fosse calcr isso t?o meticulosamente. ¨C Contanto que voc¨º seja meuo, tudo da fam¨ªlia Gabaldo ser¨¢ seu! Prometeu Guilherme, entusiasmado. ¨C Ent?o, por que antes voc¨º disse que eu poderia decidir o valor do meu pr¨®prio presente? Se voc¨º n?o puder pagar, ficar¨¢ muito embara?ado. ¨C Disse Ian, elegante. ¨C Sim! ¨C Falou Alice, de repente, levantando o rosto vermelho de chorar, raiva, encarou Guilherme. ¨C Eu sinto pena por voc¨º! Guilherme, enfrentando essas duas crian?as incrivelmente inteligentes, n?o se importava em ser contrariado. ¨C ¨C Como j¨¢ me senti constrangido, isso n?o ¨¦ nada. Se eu n?o aguentar nem isso,o poderia ter chegado aonde estou hoje? ¨C Disse Guilherme. ¨C Oh, ent?o basicamente voc¨º est¨¢ dizendo que n?o tem vergonha, ¨¦ isso? ¨C Ironizou Ian. ¨C Ouvindo isso, Guilherme ficou o rosto um pouco sombrio, mas, para manter oo inteligente por perto, escolheu engolir o orgulho. Guilherme desviou o olhar para Fabiano. ¨C Pergunte quando os instrumentos de teste chegar?o. Estou aguardando o rt¨®rio de DNA! ¨C Disse Guilherme. ¨C Eles chegar?o rapidamente. ¨C Respondeu Fabiano, pressa. ¨¤ tarde. Quando os instrumentos de teste chegaram, Ian e Alice foram levados para tirar sangue para o exame de DNA. O rt¨®rio mais r¨¢pido s¨® estaria dispon¨ªvel em dois dias. Iane?ou a girar rapidamente sua mente, pensando em estrat¨¦gias. Ele n?o era capaz de adulterar os resultados do teste, mas Breno era. Ian passou algumas instru??es para Alice. Alice, surpresa, arregalou os olhos. ¨C Ian, isso realmente funcionar¨¢? ¨C Perguntou . N?o subestime sua habilidade de fazer birra. seu leite. ¨C Disse Ian, bebendo calma Content is ? 2024 N?velDrama.Org. +15 BONOS ¨C ¨C meio estranho? ¨C Comentou Alice, fazendo um biquinho. Por que soou meio estranho? Se voc¨º quer sair daqui rapidinho, ent?o siga o que estou dizendo. N?o esque?a ¨C que a mam?e est¨¢ muito preocupada conosco. Continuou Ian. Ouvindo isso, Alice endireitou suas costas. Entendi! Deixaigo essa miss?o! ¨C Garantiu , determina??o, batendo no peito. +15 BONOS Cap¨ªtulo 248 Chapter 248 Cap¨ªtulo 248 No jantar. Alice, fora doum, panhou Ian e Guilherme para o jantar sem chorar ou fazer birra. Diante dessa mudan?a de atitude, Guilherme ficou intrigado. ¨C Ser¨¢ que voc¨º est¨¢ cansada de chorar, Alice? ¨C Perguntou Guilherme, mostrando preocupa??o. Alice, ao olhar para Guilherme, inclinou a cabe?a. ¨C ¨C Sim, eu estou cansada de chorar, mas n?o posso garantir que n?o chorarei novamente. ¨C Respondei Alice. ¨C O que voc¨º quer dizer? ¨C Questionou Guilherme, perplexo. ¨C Se Breno n?o vier, eu choro. Se ele vier brincar, eu n?o choro. Eu estava prestes a procurar ele. ¨C Disse Alice. Alice fez quest?o de colocar as pvras que Ian havia instru¨ªdo na segunda metade da frase, enfatizando s. ¨C ¨¦ por causa disso? Voc¨º quer que Breno venha brincar? ¨C Perguntou Guilherme. ¨C Alice respondeu: ¨C Sim, eu gosto do Breno. ¨C Respondeu Alice. Ao olhar para o rel¨®gio, Guilherme franziu a testa. ¨C A essa hora, acho que ele n?o poder¨¢ vir. ¨C Disse ele. Essa afirma??o fez Alice franzir os l¨¢bios e seus grandes olhos ficaram cheios de l¨¢grimas. ¨C Eu nem liguei para ele ainda! Voc¨º j¨¢ est¨¢ dizendo que o Breno n?o pode vir! Remou Alice, raiva. ¨C Guilherme, j¨¢ iodado o choro de Alice durante o dia, agora, ao ver prestes a chorar novamente, tentou acalmar . ¨C N?o, minha querida, n?o chore. Eu ligo para ele para voc¨º, est¨¢ bem? ¨C Disse Guilherme. Se a fam¨ªlia tivesse umaa, ele ficaria muito feliz isso. ¨C Ent?o, voc¨º liga. Eu ainda n?o chorei. Se Breno n?o vier, vou at¨¦ o seu quarto +15 BONOS chorar! Disse Alice, contrndo suas emo??es. Guilherme ficou sem pvras. Ele n?o poderia aguentar a crian?a correndo at¨¦ seu quarto chorando. Assustado pelo choro convincente de Alice, Guilherme imediatamente pegou o celr e ligou para Breno. Breno, que estava jantando William, que estava ferido, ficou surpreso ao receber a liga??o de seu av?. ¨C ¨C Av?. ¨C Chamou Breno, ao atender. ¨C Breno, pode vir at¨¦ a casa do vov?? Ian e Alice est?o aqui. ¨C Perguntou Guilherme, foi direto ao ponto. ¨C Por que eles est?o a¨ª? ¨C Perguntou Breno, apertando o garfo na m?o. ¨C Para encurtar a hist¨®ria, Alice quer te ver. Se n?o vier, vai chorar. Venha at¨¦ aqui. ¨C Explicou Guilherme, em tom suave, mas uma pitada de autoridade. ¨C Entendi. ¨C Disse Breno. Com isso, ele encerrou a liga??o e olhou para William, dizendo. Papai, quero ir a Antiga Mans?o. ¨D William ficou surpreso, geralmente Breno era resistente a ir ¨¤ Antiga Mans?o e raramente insistia tanto em dizer para onde ir. Como ¨¦ que de repente ele mudou de atitude? ¨C ¨C ¨C Por qu¨º? ¨C Perguntou William, uma voz profunda. Ian e Alice est?o l¨¢! ¨C Respondeu Breno. William franziu a testa. Por que os dois filhos de Liliane estariam na Antiga Mans?o? Guilherme n?o estaria confundindo Iano seuo? Se n?o fosse o caso, ele n?o podia garantir o que Guilherme faria! Imaginando a poss¨ªvel devasta??o de Liliane, a express?o de William ficou sombria. ¨C Vou te levar l¨¢. ¨C Disse William, se levantando. Uma hora depois. William e Breno entraram ¨¤s pressas na Antiga Mans?o da fam¨ªlia Gabaldo. Ian e Alice ainda encaravam Guilherme quando William e Breno entraram na s. +15 BONOS Ao notar os hematomas nos l¨¢bios de William, as duas crian?as ficaram paralisadas. O pai irrespons¨¢vel foi espancado? Quando Guilherme viu William, seu rosto ficou frio de repente. L O que est¨¢ acontecendo? ¨C Perguntou Guilherme, uma voz severa. William n?o se explicou, apenasn?ou um olhar para as crian?as. ¨C ¨C Por que voc¨º trouxe eles aqui? ¨C Perguntou William, de volta. Se eu n?o tivesse trazido eles, quanto tempo voc¨º pretendia deixar seus filhos vagando por a¨ª? ¨C Retrucou Guilherme, reprimindo sua raiva. +15 BONOS Cap¨ªtulo 249Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Chapter 249 Cap¨ªtulo 249 Eles n?o s?o meus filhos! ¨C Explicou William, frieza. Alice, ao ouvir isso, apertou firmeza a m?o de Ian. ¨C Veja, o papai n?o ¨¦ s¨® irrespons¨¢vel, mas tamb¨¦m ¨¦ burro! ¨C Sussurrou . Ian permaneceu em sil¨ºncio, contemndo o canto dos l¨¢bios de William. ¨C Ent?o voc¨º fez o teste de DNA? ¨C Perguntou Guilherme, uma express?o tensa. William estava prestes a responder quando ele interrompeu um riso Nunca imaginei que voc¨º tamb¨¦m teria um dia de tentativa de esperteza! Ian se parece tanto voc¨º, voc¨º diz que ele n?o ¨¦ seu filho? frio. ¨C Os elegantes olhos de William expressaram um leve aborrecimento. ¨C Voc¨º acha que o DNA podeeter erros? ¨C Retrucou William. ¨C ¨C Algumas pessoas t¨ºm medo de que a gente tente recuperar a guarda, ent?o fazem movimentos para confundir as coisas. Por isso, mandeiprar uma m¨¢quina de DNA para garantir se eles s?o ou n?o descendentes da fam¨ªlia Gabaldo. Disse Guilherme, dando um gole em sua ¨¢gua. ¨C Recuperar a guarda? William franziu o cenho. Liliane realmente teria manipdo o rt¨®rio de DNA? ¨C Quando teremos o rt¨®rio? ¨C Questionou William. ¨C ¨C ¨C Em dois dias. ¨C Respondeu Guilherme. Durante esse tempo, ficarei aqui Breno. Disse William. ¨C Fique ¨¤ vontade. Disse Guilherme. ¨C ¨¤ noite, ¨¤s oito e meia. Breno enviou fotos de Ian e Alice para Liliane. ¨C Breno, por que voc¨º foi at¨¦ a¨ª? ¨C Perguntou Liliane, aliviada ao ver eles seguros. Breno explicou a Liliane as pvras de Ian para Guilherme e o no discutido entre eles. Liliane, embora apreensiva, se sentiu grata p coragem e intelig¨ºncia de seus filhos. Talvez as preocupa??es d fossem realmente desnecess¨¢rias. +15 BONOS ¨C Mam?e, aguarde minha not¨ªcia. ¨C Disse Breno. ¨C Beleza, cuidem¨Cse. ¨C Respondeu Liliane. De madrugada, pouco depois da meia¨Cnoite. Breno e Ian sa¨ªram sorrateiramente de seus quartos. Property ? of N?velDrama.Org. Eles entraram na s onde a m¨¢quina de teste estava guardada, conectando umputador para alterar os dados. Depois de uma hora de esfor?o, Breno fechou oputador. ¨C ¨C Conseguimos, agora podemos voltar. Disse Breno. ¨C Ian assentiu. Eles estavam cautelosos e retornaram aos seus quartos. Ao fechar a porta, Ian soltou um suspiro de al¨ªvio e se deixou cair no sof¨¢. Breno, ap¨®s enviar a mensagem ¡°miss?o cumprida¡± para Liliane,rgou o celr e olhou para Ian. ¨C Ian, h¨¢ algo que eu preciso te avisar. ¨C Disse Breno. ¨C O qu¨º? ¨C Perguntou Ian, cansado, levantando os olhos. ¨C N?o estou certo se o av? pediu apenas um teste de paternidade. ¨C Lembrou Breno, preocupado. ¨C O que voc¨º quer dizer? ¨C Questionou Ian, franzindo a testa. ¨C ¨C Av? passou muito tempo morando no exterior antes. ¨C Lembrou Breno. A rev??o deixou Ian perplexo. ¨C Como podemos impedir isso? ¨C Disse Ian. ¨C -Eu n?o sei qualborat¨®rio ele escolheu. S¨® podemos torcer para que ele n?o tenha feito isso. ¨C Disse Breno, bn?ando a cabe?a. Ian, mesmo sendo habilidoso em rastreamento, se viu diante de uma dificuldade. Se n?o soubesse em que m?os isso passou, ele tamb¨¦m n?o podia rastrear. N?o seria poss¨ªvel investigar cada pessoa que entrou e saiu da fam¨ªlia Gabaldo. Al¨¦m disso, Guilherme poderia ter uma equipe secreta. Mans?o Ba¨ªa. Liliane recebeu a mensagem de Breno e soltou um suspiro de al¨ªvio. partilhou a situa??o Eduardo. ¨C As coisas est?o progredindo de forma um pouco f¨¢cil demais. ¨C Comentou +15 BONOS Eduardo. ¨C F¨¢cil n?o ¨¦ bom? ¨C Perguntou Liliane, surpresa. ¨C Deixa para l¨¢, eupliquei demais as coisas. ¨C Disse Eduardo. Liliane percebeu a inten??o nas pvras de Eduardo. = Se Guilherme descobrir a verdade sobre as crian?as os m¨¦todos dele, temo que eu nunca mais as verei. ¨C Disse Liliane, o peito apertado. +16 BONOS Cap¨ªtulo 250 Chapter 250 Cap¨ªtulo 250 ¨C N?o ¨¦ que n?o haja outras op??es. Voc¨º pode ficar William. ¨C Sugeriu Eduardo. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Assim que ficasse William, podia ver as crian?as? Liliane soltou um sorriso amargo, incapaz de deixar dedo as m¨¢goas do passado. No dia seguinte, ao meio¨Cdia, na Novitex. Vin¨ªcius foi procurar William. Ao entrar no escrit¨®rio e ver o rosto de William, n?o p?de evitar rir. ¨C William, voc¨º se rebaixou a ponto de brigar pessoalmente? Quem tem tanto poder assim? ¨C Brincou Vin¨ªcius. ¨C S¨® voc¨º tem tanto papo? ¨C Disse William,n?ando a ele um olhar frio. Vin¨ªcius, segurando o riso, se sentou no sof¨¢. ¨C Deixe eu adivinhar quem conseguiu te provocar! Hum¡­ Eduardo? ¨C Disse Vin¨ªcius. Como voc¨º ficaria se eu fosse at¨¦ seu pai para uma conversa? ¨C Provocou William, o belo rosto dele escureceu. Vin¨ªcius ficou sem pvras. ¨C Estou apenas dando uma sugest?o, n?o precisa se chatear. ¨C Vin¨ªcius tentou amenizar. ¨C ¨C Preciso da sua ajuda para nejar alguma coisa? ¨C Disse William, em tom sarc¨¢stico. ¨C ¨¦ ro¡­ N?o precisa. Mas, fndo s¨¦rio, Liliane tem muitos pretendentes de qualidade ao redor d. ¨C Comentou Vin¨ªcius. ¨C Se n?o parar de fr, pe?o para voc¨º sair! ¨C Disse William, perdendo a paci¨ºncia as brincadeiras. Tudo bem, tudo bem. Vim aqui hoje para te contar uma coisa. ¨C Disse Vin¨ªcius, levantando as m?os em sinal de rendi??o. ¨C Diga! ¨C Falou William. ¨C Miguel voltou, voc¨º sabia? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, parando de sorrir, agora era s¨¦rio. Ao mencionar Miguel, os olhos de William ficaram sombrios. ¨C Como voc¨º soube disso? ¨C Questionou William. +15 BONOS ¨C ¨C Eu vi ele no Clube Charme ontem ¨¤ noite. ¨C Respondeu Vin¨ªcius, tirando o celr do bolso. ¨C Como faz muitos anos que n?o vejo ele, n?o tenho certeza. Tirei uma foto para confirmar. Assim que as pvras foram ditas, William recebeu a mensagem de Vin¨ªcius. Ele pegou o celr, ao ver a imagem, seus dedos apertaram for?a. Guilherme, para proteger Miguel, tramou bastante! Para evitar que ele procurasse Miguel, Guilherme inventou uma not¨ªcia falsa sobre Miguel estar saindo do pa¨ªs novamente! Ele queria ver o que eles dois estavam nejando na frente dele! Mavis, irritada, saiu da empresa. N?o sabiao contratou um bando de ipetentes, que precisavam chamar urg¨ºncia para algo t?o trivial! Caminhando em dire??o ao carro e amaldi?oando no seu cora??o, Mavis, sem qu¨¦rer, pisou em uma pedra e trope?ou, caindo de forma desajeitada. Os olhos d se arregram, no momento de panico, foi pega por um par de bra?os calorosos. ¨C Senhora, est¨¢ tudo bem? Uma voz suave soou em seu ouvido. ¨C Mavis, olhando para cima, viu um homem que tinha alguma semelhan?a William. Ele segurava de leve, mantendo uma distancia respeitosa. Com gestos e movimentos cheios de cavalheirismo, ele exva um charme maduro e s¨®brio por todo o corpo. Ruborizada, Mavis se endireitou rapidamente. ¨C Estou bem, obrigada. ¨C Respondeu Mavis. ¨C Ainda bem, cair de rosto no ch?o seria uma dor de cabe?a. ¨C Disse o homem, sorrindo. ¨C Obrigada pelo aviso. ¨C Agradeceu Mavis, perplexa, olhando para . ¨C N?o h¨¢ de qu¨º, s¨® fiz um pequeno favor. ¨C Respondeu o homem. Ao terminar, o homem ajeitou calma o palet¨® amarrotado, acrescentando. ¨C Vou indo, at¨¦ mais. +15 BONOS ¨C Espere! ¨C Chamou Mavis, de forma impulsiva, ao ver seu perfil. O homem virou, confuso, encarando Mavis. ¨C Desculpe, ¨¦ que eu queria agradecer por me segurar. Por isso, queria perguntar se posso convidar voc¨º para uma refei??oo agradecimento. ¨C Disse Mavis, corando, envergonhada p ousadia. ¨C ¨C ro. ¨C Concordou o homem. Chapter 251 Cap¨ªtulo 251 Os dois optaram por um restaurante sofisticado nas proximidades. Ap¨®s se sentarem, Mavis entregou seu cart?o ao homem. Este ¨¦ meu cart?o, sou a Mavis. Disse Mavis. O homem estendeu a m?o, de pele ra, pegando o cart?o. Ah, ent?o voc¨º ¨¦ a presidente do rec¨¦m¨Ccriado Grupo YN. um sorriso suave. ¨C Disse o homem, N?o ¨¦ nada digno de nota. Disse Mavis, enquanto ajeitou os fios soltos perto da orelha. E voc¨º,o devo chamar voc¨º? ______ ¨C Eu? Os olhos estreitos do homem se curvaram. Miguel Gabaldo? Miguel Gabaldo. Mavis ficou at?nita. O irm?o mais velho de William, Miguel? s¨® ouviu sobre Miguel uma vez de seu av?. Vendo a express?o chocada de Mavis, os olhos parecendo amig¨¢veis de Miguel rapidamente mostraram um toque de desprezo, mas logo ele o ocultou. Algum problema, Srta. Mavis? ¨C Perguntou Miguel, um tom tranquilo. N?o, n?o! Respondeu Mavis, se recuperando ¨¤s pressas. ¨¦ apenas¡­ T?o coincidente¡­ Grupo TYC. Liliane estava em uma reuni?o os departamentos de vendas e nejamento. Sra. Liliane, desde on?amento do novo produto, as vendas j¨¢ ultrapassaram um bilh?o. Logo teremos o segundo lote dispon¨ªvel. ¨C Disse o chefe de vendas. Entendi. Certifique d¨¦ seunicar prontamente os clientes p¨®s¨Cvenda. Al¨¦m disso, a localiza??o das lojas est¨¢ confirmada? ¨C Perguntou Liliane. ¨C J¨¢ est¨¢ tudo certo, Sra. Liliane. Em breve enviaremos as informa??es para o seu e- mail. Respondeu o chefe de nejamento. Bom, cuidem bem dos modelos e na pr¨®xima semana tentem fechar os contratos¡­. ¨C Instruiu Liliane, Antes que Liliane pudesse continuar, seu celr na mesa vibrou. Era uma liga??o de Nanda, ent?o atendeu. ¨C Al?¡­ Antes que Liliane pudesse terminar, ouviu um grito aterrorizado pelo celr. O som apressado de passos tumultuados tamb¨¦m se seguiu. Liliane ficou tensa, levantou o pulso para olhar as horas. A essa altura, Nanda deveria estar na f¨¢brica. Ser¨¢ que algo aconteceu na f¨¢brica? Sra. Liliane! A f¨¢brica pegou fogo! Os trabalhadores j¨¢e?aram a evacuar e os bombeiros est?o a caminho. ¨C Falou Nanda, seriedade, enquanto Liliane estava pensando. O corpo de Liliane tremeu, seu rosto ficou p¨¢lido. ¨C O que voc¨º est¨¢ dizendo? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Inc¨ºndio na f¨¢brica, ainda n?o temos certeza da causa. ¨C Explicou Nanda. ¨C Estou indo agora! ¨C Disse Liliane, se levantando abruptamente. Uma hora depois. Liliane chegou ¨¤ f¨¢brica, onde o fogo j¨¢ estava quase extinto. Ao ver a f¨¢brica, antes organizada, agora reduzida a destro?os, Liliane sentiu um vazio. O seguran?a, ao ver a situa??o, rapidamente estendeu a m?o para ajudar Liliane. ¨C Sra. Liliane, est¨¢ tudo bem? ¨C Perguntou o seguran?a. Est¨¢ tudo¡­ Bem. ¨C Respondeu Liliane, uma voz rouca, se estabilizando. Nanda, vindo de longe, seus cabelos chamuscados e o rosto marcado p fuma?a, se aproximou apressadamente. Sra. Liliane, todos os tecidos importados foram destru¨ªdos. Tentei entrar em contato o vice¨C presidente, mas ele est¨¢ o celr desligado. ¨C Avisout Property ? of N?velDrama.Org. Nanda. Contatar Kerry agora n?o adianta! ¨C Disse Liliane, franzindo a testa, tentando manter a calma e perguntando. Como est?o os trabalhadores? ¨C Os feridos j¨¢ foram levados para o hospital. Respondeu Nanda. ¨C Voc¨º fez um bom trabalho. panhe os sentimentos dos trabalhadores e de suas fam¨ªlias! Lembre¨Cse de chamar o advogado para discutir sobrepensa??es! Certifique de dizer ao advogado que n?o deve economizar nos valores, mesmo para les?es leves. Ap¨®s a negocia??o, fa?a eles assinar os contratos para receber aspensa??es. Al¨¦m disso, durante o breve per¨ªodo de desemprego dos trabalhadores, garanta que eles recebam o suficiente para suas despesas di¨¢rias. Instruiu Liliane, respirando fundo. Sra. Liliane, seguindo suas instru??es, isso n?o ser¨¢ uma pequena quantia! Nanda, surpresa. ¨C E da¨ª? Retrucou Liliane. ¨C Disse SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! Chapter 252 ap¨ªtulo 252 Liliane olhou para os funcion¨¢rios sentados no ch?o, atordoados pelo inc¨ºndio na f¨¢brica, se sentindo sufocada de pena. N?velD(ram)a.?rg owns this content. ¨C Eles tamb¨¦m precisam viver, precisam seguir em frente. Sem esse emprego, eles provavelmente ter?o dificuldade em encontrar outro imediatamente. ¨C Disse Liliane. ¨C Entendido. Respondeu Nanda. Liliane n?o parou por ai. instruiu os seguran?as a levarem os trabalhadores feridos restantes para o hospital mais pr¨®ximo e a impedirem rep¨®rteres que possivelmente viriam fazer entrevistas. Enquanto isso, conversava os trabalhadores n?o feridos sobre aspensa??es futuras. Novitex. Jorge chegou apressado ao escrit¨®rio de WilliamC. Sr. William, a empresa da Srta. Liliane est¨¤ em apuros! Avisou Jorge. Ao fr, Jorge colocou o tablet na frente de William, mostrando o v¨ªdeo do inc¨ºndio. na f¨¢brica de Liliane. Ao ver as chamas ardentes e a fuma?a preta se espalhando pelo ar, a express?o s¨¦ria de William apareceu. Qual ¨¦ a situa??o atual? ¨C Perguntou William, frieza. ¨C Ainda n?o sabemos a causa do inc¨ºndio, mas os trabalhadores feridos foram levados para o hospital. A Srta. Liliane est¨¢ calma e j¨¢ lidou a situa??o da melhor maneira poss¨ªvel. Respondeu Jorge. A testa franzida de William finalmente se desfez. Ele esqueceu que passou tr¨ºs anos ao seudo.¡± Em qualquer situa??o inesperada, sempre conseguia fornecer a solu??o mais perfeita. Ligue para a delegacia e pe?a para que a policia investigue a causa do inc¨ºndio. Instruiu William. ¨C Sr. William, voc¨º acha que foi intencional? ¨C Perguntou Jorge. ¨C O que voc¨º acha? ¨C Zombou William. Uma empresa que acabou dee?ar conseguindo facilidade mexer no bolo de outra pessoa, eles n?o ficariam preocupados? Os olhos de Jorge se voltaram para o Grupo YN aodo do Grupo TYC. ¨C Tamb¨¦m n?o podemos descartar a possibilidade de algu¨¦m querer pegar uma fatia do bolo, certo? ¨C Disse Jorge. William sabia a quem Jorge se referia e estreitou os olhos. ¨C N?o importa quem seja, n?o podemos deixar passar impune. ¨C Disse William. Ouvindo isso, Jorge sorriu em sil¨ºncio. ¨C Parece que voc¨º ainda se preocupa bastante a Srta. Liliane. Disse Jorge. Os olhos afiados de William de repente se voltaram para Jorge. Voc¨º tem tanto papo? ¨C Repreendeu William. Jorge ficou surpreso e rapidamente pegou o tablet. ¨C Sr. William, eu ainda tenho coisas para fazer, vou voltar para o escrit¨®rio agora! Disse Jorge. Jorge saiu pressa e William desviou o olhar, olhando para o Grupo TYC p jan. Ele n?o sabia se o capital d seria suficiente para superar as dificuldades atuais. Indeniza??es,pensa??es contratuais,pensa??es por eendas de clientes e o capital para reconstruir a f¨¢brica de roupas. Como resolveria esses problemas financeiros? ¨¤ noite, Antiga Mans?o da familia Gabaldo. Os tr¨ºs pequenos ficaram preocupados ao saberem do incidente na f¨¢brica. Maldi??o Mam?e definitivamente foi alvo de algu¨¦m! Comentoun, apertando os dentes. ¨C Quero voltar para panhar mam?e. deve estar se sentindo muito mal agora. Disse Alice, os olhos vermelhos. Mam?e n?o pode voltar para casa agora, h¨¢ muitos problemas a serem resolvidos. ¨C Explicou Breno, com uma express?o s¨¦ria. ¨C ¨C E agora? Perguntou Alice, deixando cair l¨¢grimas grandes. ¨C Ser¨¢ que mam?e vai ficar sobrecarregada? N?o chore, a ¨²nica coisa que podemos fazer agora ¨¦ ajudar mam?e a descobrir quem ateou fogo intencionalmente. ¨C Dissen, afagando a cabe?a de Alice. Breno¡­ Chamou Alice, olhando para Breno. Fique tranqu. ¨C Consolou Breno, for?ando um sorriso reconfortante para Alice. ¨C Eu vou investigar as cameras de seguran?a. Na familia Lima. Mavis, um sorriso satisfeito, assistiu ao v¨ªdeo do inc¨ºndio na f¨¢brica e fez uma liga??o. ¨C ¨C Este trabalho foi bem¨Cfeito. Comentou Mavis. Est¨¢ ok, o que mais voc¨º quer que eu fa?a? ¨C Uma voz feminina veio do celr. Este golpe j¨¢ ser¨¢ o suficiente para deixar Liliane ocupada por um tempo. O resto, vamos fazer aos poucos, sem pressa. ¨C Respondeu Mavis. Chapter 253 Cap¨ªtulo 253 ¨C Entendi. Respondeu a mulher. ¨C Tenha cuidado para n?o ser pega. Lembrou Mavis, um tom leve. -Eu sei me cuidar. Disse a mulher. ¨C Ap¨®s a conversa, a pessoa do outrodo encerrou a liga??o. Mavis, uma express?o de desprezo, jogou o celr na mesa. Para , era apenas um lembrete casual. Quanto ¨¤ possibilidade de ser pega, isso tem a ver ? Se Liliane n?o conseguisse encontrar nadaprometedor sobre , pouco importava se os outros seriam pegos ou n?o. tinha outras coisas a fazer. Miguel¡­ Pensando nele, um toque de timidez apareceu no rosto de Mavis. Ele era muito melhor que William, apesar de j¨¢ ter passado dos quarenta, n?o ficaval devendo aos jovens astros do entretenimento. Se conseguisse conquistar ele, precisaria de William? Miguel era o filho que Guilherme mais mimava! All content is property ? N?velDrama.Org. Desde que estivesse aodo de Miguel, uma simples Liliane n?o seria um problema, certo? Mavis sorriu de forma maliciosa, estendendo a m?o para mexer nas not¨ªcias sobre o Grupo TYC. Depois de ler por um tempo, os olhos de Mavis se fixaram em ument¨¢rio espec¨ªfico. ¡°Caramba, a dona do Grupo TYC ¨¦ a filha do meu tio! Inferno, realmente ficou rica!¡± Tio? Mavis franzia a testa perplexidade. Um parente do pai de Liliane? Mavis riu desprezo. Interessante, a situa??o estava ficando mais interessante! Grupo TYC. Liliane, exausta ap¨®s as investiga??es e entrevistas, se sentou cansada em seu escrit¨®rio. Em um curto periodo, o departamento de p¨®s¨Cvenda recebeu in¨²meras solicita??es de reembolso e insultos de clientes. As cr¨ªticas online ao sistema debate a inc¨ºndios da f¨¢brica de roupas TYC tamb¨¦m foram imc¨¢veis. Ao mesmo tempo, os internautas questionaram a qualidade das roupas do Grupo TYC, pedindo aos clientes que j¨¢praram para verificar cuidado. A situa??o era esmagadora, n?o dando a Liliane um momento para respirar. O som de uma batida na porta ecoou. Entre. ¨C Disse Liliane, a voz rouca.. Nanda entrou no escrit¨®rio, colocando um conjunto de contratos na frente de Liliane. ¨C Sra. Liliane, os trabalhadores j¨¢ assinaram os contratos de indeniza??o. Eles est?o satisfeitos a compensa??o oferecida. Al¨¦m disso, aqui est¨¢ o documento de aprova??o que precisa assinar. Avisou Nanda. Liliane pegou o documento, verificou o valor, que estava pr¨®ximo da estimativa em sua mente e assinou. ¨C Deixe os contratos aqui. Voc¨º pode ir para casa descansar, sua les?o ainda n?o est¨¢pletamente curada. Aconselhou Liliane. Nanda n?o disse nada, permanecendo em p¨¦ sem sinal de partir. Liliane olhou para , confusa, perguntando: ¨C Tem mais alguma coisa? Sra. Liliane, a empresa realmente precisa que o vice¨Cpresidente volte para ajudar agora. ¨C Respondeu Nanda. ¨¦ verdade, vou perguntar quando ele poder¨¢ voltar. Disse Liliane, ocupada havia esquecido desse assunto. Dizendo isso, pegou o celr para ligar para Kerry. Mas o que veio foi o som do celr desligado. O celr do vice¨Cpresidente ningu¨¦m atende? ¨C Perguntou Nanda, uma express?o s¨¦ria. Liliane, sem op??es, colocou o celr na mesa, percebendo que n?o tinha ideia do que Kerry estava fazendo. ¨C Vamos lidar isso amanh?. Talvez ele esteja ocupado ou sem bateria. ¨C Respondeu Liliane, exausta. n?o queria pensar no que Kerry estava fazendo, afinal, agora era o per¨ªodo de folga dele. Se n?o fosse p falta de tempo d, n?o teria ligado para ele antes. Sra. Liliane, desculpe p intromiss?o, mas o vice¨Cpresidente sempre atendia antes do incidente de hoje. Agora, de repente, est¨¢ desligado. Parece suspeito, n?o acha? Al¨¦m disso, quando ele estava presente, a f¨¢brica nunca teve problemas. Agora que ele saiu, ocorreu um incidente. ¨C Disse Nanda. Liliane, j¨¢ uma grande dor de cabe?a, ficou ainda mais irritada a an¨¢lise misteriosa de Nanda. Nanda, independentemente do que for dito, ¨¦ preciso pensar antes de fr! Repreendeu Liliane, voz severa. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you/activity Chapter 254 Cap¨ªtulo 254 ¨C Sra. Liliane, estou apenas analisando objetivamente os fatos. Continuou Nanda, imperturbavel. ¨C ¨C Isso depende das pessoas! ¨C Disse Liliane, irritada. Eu conhe?o Kerry,o voc¨º acha que eu n?o saberia? Nanda permaneceu em sil¨ºncio, encarando diretamente Liliane. Depois que o ambiente ficou mais calmo, Liliane percebeu que havia reagido r¨¢pido demais. ¨C Desculpe, Nanda. ¨C Desculpou Liliane, se sentindo culpada. ¨C Aconteceu muita coisa hoje. Eu sei que voc¨º estava tentando me ajudar uma an¨¢lise. Mas Kerry n?o ¨¦ assim. Espero que voc¨º tamb¨¦m possa confiar nele tanto quanto eu. ¨C Sim, eu entendi, Sra. Liliane. Vou tentar entrar em contato ele. Nanda. Voc¨º pode ir para casa agora. Disse Liliane. ¨C Est¨¢ bem. ¨C Concordou Nanda. Respondeu Assistindo Nanda sair do escrit¨®rio, Liliane levou a m?o ¨¤ testa. O temperamento de Nanda sempre foi assim,o poderia ter perdido a paci¨ºncia t?o facilmente? O tempo voou e logo era de madrugada. Liliane, debru?ada sobre a mesa, adormeceu profundamente. No escrit¨®rio apareceu uma figura alta. Ele abriu a porta, notou a pequena manta no sof¨¢ e a pegou. Caminhando at¨¦ Liliane, cobriu gentileza. Ao olhar para o pequeno rosto d, que dormia inquieto, um toque de ternura apareceu no rosto do homem. Mas, ao fechar os olhos firmeza, Liliane, talvez sentindo o calor, franziu a testa. Rapidamente, l¨¢grimas escorreram por seus c¨ªlios ¨²midos enquanto murmurava em sonho. ¡°M?e¡­ Estou muito cansada¡­¡± Os olhos profundos de William escureceram um pouco mais e seus dedos articdos se moveram por instinto para tocar de leve o rosto de Liliane. Mas no ¨²ltimo momento antes de tocar o rosto d, ele parou. Encolhendo os dedos, ele recuou uma express?o de resigna??o. talvez nem quisesse ver ele¡­ Ent?o, por que ele deveria aparecer quando estava t?o angustiada? S¨® iria causar mais desconforto a ? William apertou os l¨¢bios, se for?ando a desviar o olhar, deixou o escrit¨®rio. No andar de baixo. William voltou para o carro. Sr. William, por que voc¨º desceu t?o r¨¢pido? Perguntou Jorge, surpreso. Os dois n?o costumavam sempre brigar quando se encontravam? Al¨¦m disso, Sr. William foi para discutir o problema da coopera??o tempor¨¢ria da Srta. Liliane. Em menos de dez minutos, ele desceu. A Srta. Liliane recusou o Sr. William t?o rapidamente? estava dormindo, ent?o eu n?o quis iodar..- Disse William, uma voz suave. Entendi¡­ Respondeu Jorge. Ele deu uma olhada discreta no espelho retrovisor, na express?o serena do Sr. William. Esse visual¡­ Talvez ele estivesse sentindo pena da Srta. Liliane de novo? Era uma pena que eles dois n?o admitissem, um para o outro, o quanto se importavam. No dia seguinte. Ao amanhecer, Liliane acordou na mesa. Esfregando os bra?os doloridos, se endireitou. No entanto, algo deslizou de suas costas, fazendo olhar surpresa para baixo. Uma manta? Liliane ficou perplexa, quando foi que algu¨¦m cobriu ? Seus funcion¨¢rios n?o teriam ousado entrar em seu escrit¨®rio sem permiss?o, ent?o quem poderia ser? Liliane olhou para a camera no escrit¨®rio, em seguida, procurou as grava??es da noite passada noputador. Ao ver as imagens da madrugada, Liliane arregalou os olhos perplexa. A manta em seus ombros? Foi William que colocou . Como ele entrou na empresa d? Liliane baixou o olhar para a manta em suas m?os e uma emo??o inexplic¨¢vel surgiu em seu cora??o. N?velD(ram)a.?rg owns this content. De manh?, ¨¤s nove. Antiga Mans?o da fam¨ªlia Gabaldo. Guilherme se levantou cedo, na s de estar, aguardando ansiosamente o rt¨®rio de DNA que seria entregue naquele dia. Quando o m¨¦dico que estava borando o rt¨®rio saiu do quarto, Guilherme ficou emocionado. ¨C Como est¨¢? J¨¢ saiu? Perguntou Guilherme, ao m¨¦dico.. ¨C D¨º uma olhada. ¨C Disse o m¨¦dico, se aproximando e entregando o rt¨®rio. Chapter 255 Cap¨ªtulo 255 Guilherme pegou ¨¤s pressas o rt¨®rio, virando at¨¦ a ¨²ltima p¨¢gina. Ao ver que a r??o gen¨¦ticae?ava 0 no rt¨®rio, suas sobrancelhas se franziram de repente. ¨C Como isso ¨¦ poss¨ªvel? ¨C Exmou Guilherme. O m¨¦dico tamb¨¦m estava intrigado. Afinal, duas pessoas t?o parecidas deveriam ser pai e filho, n?o ¨¦ mesmo? No entanto, ele n?o conseguia encontrar nenhum erro em sua an¨¢lise. Ele fez o teste e recebeu o rt¨®rio de imediato. A realidade provava que o Sr. William da familia Gabaldo n?o era realmente o pai desse garoto. ¨C Pode ser apenas uma semelhan?a f¨ªsica. Respondeu o m¨¦dico, timido. ¨C N?o precisa dizer mais nada! ¨C Interrompeu Guilherme, raiva. ¨C Guardas, venham! Os seguran?as ¨¤ porta entraram. ¨C Levem essas duas crian?as de volta! Ordenou Guilherme, raiva e relutancia. Sr. Guilherme, se voc¨º gosta tanto dessas crian?as, por que n?o deixa que fiquem um pouco mais? ¨C Comentou o mordomo aodo. Deixar o qu¨º? ¨C Gritou Guilherme. Eu pare?o ser o tipo de pessoa que cria os filhos dos outros sem motivo? Sim, sim, ro, voc¨º est¨¢ certo. Voc¨ºs, levem eles de volta imediatamente. ¨C Disse o mordomo. Sim! Responderam os seguran?as. No andar de cima. As duas crian?as ouviram a raiva vinda de baixo, quase pndo de alegria. Ian, Alice; podem voltar para casa agora. Disse Breno. Breno, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel! ¨C Comentou Alice, feliz, correndo para abra?ar Breno. ¨C De onde voc¨º aprendeu essas habilidades de baj??o? Perguntou Ian, um leve movimento dos l¨¢bios. ¨C Mam?e disse que crian?as inteligentes aprendem por conta pr¨®pria e eu sou um exemplo! ¨C Respondeu Alice, orgulhosa, erguendo a cabe?a pequena. Ian beliscou a g de Alice e levantou dos ombros de Breno.Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Tudo bem, pare de se animar, para n?o sermos descobertos. ¨C Alertou Ian. Voc¨º est¨¢ inveja porque eu sou pr¨®xima do Breno. ¨C Resmungou Alice. Somos irm?os,o voc¨º pode fr assim? Disse Ian, bateu de leve na testa de Alice, sorrindo carinho. Alice fez beicinho, se virando para Breno. ¨C ¨C Breno, e voc¨º? Eu e Ian temos que sair. Disse Alice. ¨C Papai vai vir me pegar, n?o se preocupe. ¨C Explicou Breno, em tom suave. ¡ª ¨C Oh, entendi. ¨C Assentiu Alice. Ent?o, eu en vamos sair primeiro. Se lembre de ligar para a gente. Sei disso, Alice, n?o se preocupe. preocupe. ¨C Disse Breno, sorrindo. Dez minutos depois. Enquanto isso, Breno estava prestes a descer quando ouviu uma voz suave. ¨C Pai. Disse Miguel. Ao ver Miguel, a atmosfera de Guilherme melhorou bastante. ¨C Miguel, voc¨º voltou? Venha, sente¨Cse. Disse Guilherme. Breno arqueou as sobrancelhas, Miguel? Era o irm?o de seu pai? Ele nunca tinha visto ele antes. Breno deu passos cautelosos at¨¦ a curva da escada, onde viu Miguel usando ¨®culos de aro dourado. ¨C Voltei para ver voc¨º. Disse Miguel, calma. Voc¨º ¨¦ filial, mas precisamos conversar mais tarde. Miguel, ¨¦ melhor voc¨º subir primeiro. William est¨¢ prestes a chegar. Seria melhor evitar ser descoberto por ele para n?o ser alvo de suas hostilidades novamente. Disse Guilherme. ¨C ¨C Entendido, pai. Subirei ent?o. Respondeu Miguel, uma express?o calma. Breno ficou perplexo, se virando rapidamente, subiu as escadas. No momento em que p?s os p¨¦s no segundo andar, uma gota de sangue vermelho caiu no ch?o. Ele nem percebeu at¨¦ entrar no quarto, quando notou algo de errado no seu rosto. Ao se virar, os passos j¨¢ estavam n¨ªtidos em seus ouvidos. Breno correu apressado para o banheiro, jogando ¨¢gua fria no rosto v¨¢rias e v¨¢rias vezes. No entanto, quanto mais fren¨¦tico ficava, mais o sangue nasal parecia umaporta aberta, fluindo cada vez mais. Dodo de fora da porta, Miguel baixou os olhos para o ch?o, onde as gotas de sangue pingavam em dire??o ao quarto de William. Ele se aproximou e seus olhos frioso uma serpente se fixaram no som da ¨¢gua corrente vindo do banheiro. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you activity time is limited! Chapter 256 Cap¨ªtulo 256 Na noite passada, Guilherme disse que os filhos de William passariam a noite ali. Ent?o, essas manchas de sangue deviam ser dele. Miguel caminhava em dire??o ao banheiro. A cada passo, o cora??o de Breno batia O papai dele estava ocupado, ele n?o queria que ele se preocupasse ele. Mas quanto mais temia algo, mais prov¨¢vel era que acontecesse. Em breve, a figura de Miguel apareceu na porta do banheiro. Ele viu a po?a de sangue e o rosto p¨¢lido de Breno, manchado e desbotado pelo sangue. Antes mesmo de dizer uma pvra, Breno levantou a cabe?a, assustado Breno, ao ver Miguel, por instinto, cobriu o nariz e deu um passo para tr¨¢s, tentando manter a calma. ¨C Quem ¨¦ voc¨º? Perguntou Breno, fingindo surpresa. Miguel piscou os olhos, o olhar frio desapareceuo por encanto, substituido por uma express?o de preocupa??o. Voc¨º ¨¦ o filho de William, certo? O que aconteceu voc¨º? Perguntou Miguel, Breno encarou Miguel, seu rosto pequeno estava incr¨¦dulo. Ele n?o conseguia entender por que o olhar assustador sumiu t?o rapidamente. Tropecei enquanto caminhava, bati o nariz. Mentiu Breno. ¨C Precisa de um m¨¦dico para verificar? ¨C Perguntou Miguel. ¨C N?o precisa. Recusou Breno. Dizendo isso, agiuo se nada tivesse acontecido e voltou paravar o sangue do nariz. Miguel olhou para a po?a de sangue por alguns segundos. J¨¢ que voc¨º est¨¢ bem, vou sair. Disse Miguel. Breno, cauteloso, observou ele e assentiu. Quando os passos de Miguel estavam longe o suficiente, Breno rxou. Por sorte, ele n?o suspeitou. Depois de conter o sangramento, Breno se sentou na beira da cama e pensou. O que seu av? quis dizer evitar que aquele homem fosse encontrado pelo pai? Ser¨¢ que o papai realmente n?o gostava dele? Ou houve algoplicado entre os dois? L¨¢ embaixo. Quando William chegou, Guilherme contou a ele o resultado do exame. William ouviu frieza, sem dizer uma pvra, se preparou para subir e buscar Breno. Embora essa resposta estivesse dentro de suas expectativas, a irrita??o em seu cora??o aumentou. Ian e Alice, eram mesmo filhos de Liliane e Eduardo. Onde estariam seus dois filhos? Ou ser¨¢ que j¨¢ estavam mortos? Ao subir as escadas, Guilherme chamou ele. Essa mulher ¨¦ trai?oeira! Evite se envolver no futuro! ¨C Lembrou Guilherme. -Se quer me contrr, cumpra primeiro o que me prometeu no passado! Se n?o puder, n?o tente contrr minha vida! Respondeu William, a express?o fria. Deixando essas pvras para tr¨¢s, William subiu as escadas sem hesita??o. Guilherme, sentado no sof¨¢ o rosto sombrio, observava William desaparecer na escada. ¨C William descobriu alguma coisa? Perguntou Guilherme, ao mordomo. Sr. William provavelmente n?o sabe que o Sr. Miguel foi colocado na Mans?o da Montanha para ficar l¨¢. Respondeu o mordomo, depois de pensar por um momento. ¨C ¨C Ent?o, o que ele quis dizer isso? Continuou Guilherme. ¨C Provavelmente queria lembrar voc¨º de sua promessa no passado. ¨C Disse o mordomo. ¨C Miguel ¨¦ o irm?o de sangue dele! Por que ele trata ele assim? Ele sequer olha para seu pr¨®prio status?! Disse Guilherme, furioso. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Sr. Guilherme, n?o fique raiva. Se voc¨º ficar doente, quem proteger¨¢ o Sr. Miguel? O valor do Sr. William ¨¦ solidificar a base para o Sr. Miguel assumir a empresa no futuro. Para proteger o Sr. Miguel, voc¨º deve aguentar! Consolou o mordomo, suspirando. Est¨¢ bem! A partir de amanh?, fa?a Dous visitar a Mans?o da Montanha mais frequ¨ºncia. Ele e Miguel precisam cuidar um do outro no futuro. Guilherme. Entendido, Sr. Guilherme! ¨C Respondeu o mordomo. Na parte da tarde, Liliane foi ao hospital visitar os trabalhadores feridos. Disse Devido ¨¤ indeniza??o de Liliane, os trabalhadores e suas fam¨ªlias estavam sendo Chapter 257 muito educados ao receber . Cap¨ªtulo 257 O vice¨Cdiretor da f¨¢brica, que estava envolvido na demiss?o dos trabalhadores, tamb¨¦m sofreu queimaduras. Ao ver Liliane, ele rapidamente se levantou da cama. ¨C Sra. Liliane, voc¨º veio. Cumprimentou ele. A esposa do vice¨Cdiretor tamb¨¦m se levantou, cedendo a cadeira. Sra. Liliane, por favor, sente¨Cse. Disse a esposa do vice¨Cdiretor. Liliane sorriu, olhou para os seguran?as atr¨¢s d, indicando que colocassem as frutas. Vice¨Cdiretor, embora a policia j¨¢ tenha feito o registro, gostaria de esrecer alguns detalhes. Disse Liliane, se sentando. ¨C ro, entendemos que nossa gest?o falhou e isso resultou em preju¨ªzos para voc¨º. ¨C Respondeu o vice¨Cdiretor. Dinheiro n?o ¨¦ o problema. O mais importante ¨¦ que ningu¨¦m saiu ferido. Respondeu Liliane, um sorriso suave. gravemente Sra. Liliane, voc¨º est¨¢ sempre pensando no bem de todos. Para ser honesto, n?o temos ideia de como o inc¨ºndioe?ou. O fogo se espalhou do dep¨®sito de tecidos, mas verificamos minuciosamente todos os dias e nunca encontramos nenhuma fonte de igni??o. Disse o vice¨Cdiretor. ¡ª ¨C Sim, a pol¨ªcia tamb¨¦m mencionou a possibilidade de inc¨ºndio criminoso. Disse Liliane. ¨C Isso ¨¦ certo! Embora o dep¨®sito seja fechado, h¨¢ um rme! Naquele momento, ningu¨¦m ouviu o rme! Falou o vice¨Cdiretor, indignado. Sim, n?o percebemos nada enquanto trabalh¨¢vamos. Quando soubemos, o fogo j¨¢ estava se espalhando/ Com todos os tecidos de seda e algod?o, queimou r¨¢pido! Acrescentou a esposa do vice¨Cdiretor. +18 BOHUS Houve algu¨¦m suspeito naquele dia? Se n?o se lembrarem agora, n?o tem problema. Se lembrarem depois, por favor, me avisem. ¨C Perguntou Liliane. Sra. Liliane, pode ficar tranqu. Se eu lembrar de alguma coisa, certeza irei informar. Respondeu o vice¨Cdiretor. Depois de conversar eles por um tempo, Liliane saiu do quarto. Enquanto descia as escadas, seu celr tocou. Liliane atendeu e viu que era Marc. ¨C Lili, vi as noticias, sei que voc¨º estava ocupada ontem, ent?o estou ligando agora. Disse Marc, com uma voz preocupada. ¨C Entendi. Disse Liliane, pressionando o bot?o do elevador. ¨C O que a pol¨ªcia disse sobre isso? Eles verificaram as cameras de seguran?a? ¨C Perguntou Marc. As cameras n?o captaram nenhuma pessoa suspeita naquele hor¨¢rio e n?o houve problemas em outros momentos. Respondeu Liliane. All content is property ? N?velDrama.Org. ___ Caramba, se for um infiltrado? ¨C Exmou Marc. ¨C Essa possibilidade n?o est¨¢ descartada, mas por que um trabalhador faria isso? ¨C Disse Liliane, pausou, franzindo a testa. O que voc¨º quer dizer ¡°por que¡°?! ¨C Falou Marc, voz alta. ¨C Mesmo que n?o seja um trabalhador, pode ser algu¨¦m pr¨®ximo a voc¨º! N?o se esque?a de Mavis! construiu uma empresa, e em seguida, algo assim acontece a sua empresa. Isso ¨¦ muito ¨®bvio! Eu j¨¢ considerei essa possibilidade. Mas antes de haver evid¨ºncias, n?o posso. especr sobre ningu¨¦m. Disse Line. Voc¨º ¨¦ muito benevolente! Voc¨º n?o vai conseguir se segurar se n?o for mais dura! Disse Marc, suspirando profundamente. Ding! As portas do elevador se abriram e Liliane entrou. Vou prestar aten??o ¨¤s pessoas ao meu redor. O elevador chegou, tenho que desligar. Disse Liliane. Tudo bem. Concordou Marc. Depois de desligar a chamada, Marc se sentou, pensativa. Algo estava muito errado essa situa??o! Como poderia n?o haver pistas no dia do inc¨ºndio? Ser¨¢ que algu¨¦m agiu antes e inseriu a fonte de igni??o? Depois de alguns minutos, Marce?ou a entrar em p¨¢nico. Seu c¨¦rebro simplesmente n?o conseguia processar a informa??o. Frustrada, bateu na mesa, o celr vibrou. A imagem de Vinicius veio ¨¤ mente. Com isso em mente, Marc rapidamente pegou o celr e ligou para ele. Em breve, Vinicius atendeu. Estou ocupado, o que voc¨º quer? ¨C Perguntou Vinicius. Vinicius Soares, quando voc¨º vai parar de trabalhar? Preciso da sua mente brilhante para analisar uma situa??o! ¨C Disse Marc. Al?, pode parar de me chamar pelo nomepleto? ¨C Disse Vinicius. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you activity time is limited! Chapter 258 Cap¨ªtulo 258 ¨C ro que posso! Se voc¨º n?o gosta, vou te chamar de Vini! O que acha, soa bem? Disse Marc. Vin¨ªcius do outrodo da liga??o esbo?ou um leve sorriso ir?nico. ¨C Prefiro que continue me chamando de Vin¨ªcius. Mas f, o que voc¨º precisa? Respondeu Vinicius. Quero que voc¨º me ajude a analisar uma situa??o, minha CPU deu tilt. ¨C Disse Marc. ¨C Voc¨º me convida para tomar uma bebida? Perguntou Vin¨ªcius. ¨C ¨C Sem problemas! Mas, por causa do anivers¨¢rio da Lili, estou quase falida, ent?o escolhe um lugar n?o muito caro, t¨¢ bom? ¨C Disse Marc. Ah, ent?o vou ter que caprichar nesse apelido que voc¨º me deu. ¨C Disse Vin¨ªcius, ¨C Vai se catar! ¨C Xingou Marc. ¨¤ tarde, Liliane e Nanda visitaram diversas confec??es em busca de uma que pudesse realizar a produ??o a tempo. Depois de cinco tentativas, nenhuma ds atendeu ¨¤s expectativas de Liliane. Devido ¨¤ demanda por suas roupas, pelo menos levaria alguns meses para ficar pronta. ¨C Sra. Liliane, ainda h¨¢ duas op??es. Quer dar uma olhada? ¨C Perguntou Nanda. ¨C Quais s?o as duas? ¨C Perguntou Liliane, de volta. ¨C A roupa de f¨¢brica da Novitex e¡­ ¨C Respondeu Nanda. ¨C N?o precisa! ¨C Interrompeu Liliane. Se as outras f¨¢bricas est?o t?o ocupadas, Novitex ¨¦ ainda pior. ¨C Nesse caso, talvez tenhamos que procurar f¨¢bricas em outras cidades. Disse Nanda. Entendi¡­ Liliane massageava as t¨ºmporas dor, perguntando uma voz Quantas pe?as foram devolvidas hoje? suave. ¨C Mais de quatro mil, muitos clientes disseram que est?o dispostos a esperar pelos produtos de G. Quem ser¨¢ esse G ligado ¨¤ nossa empresa? ¨C Perguntou Nanda, perplexa. As pvras de Nanda eramo um redemoinho, constantemente envolvendo Liliane. Quando o carro parou em frente ao pr¨¦dio da empresa, Liliane, a vis?o turva, desmaiou no banco do carro. Novitex. William acabava de sair de uma reuni?o quando Jorge se aproximou. ¨C Sr. William, a Sra. Liliane foi levada para o hospital! Avisou Jorge. O cora??o de William apertou, olhando rapidamente para Jorge. Qual hospital? ¨C Perguntou ele. All content is property ? N?velDrama.Org. ¨C Hospital Santa Cruz. Vai l¨¢? ¨C Respondeu Jorge. Vamos! Prepare um carro! Respondeu William. Vinte minutos depois, William chegou ¨¤ s de emerg¨ºncia. Ele estava prestes a procurar Liliane quando viu Eduardo sentado aodo da cama. William parou, seus l¨¢bios esbo?aram um sorriso autodepreciativo. Ele quase esqueceu que a r??o entre Liliane e Eduardo era ium. Naquele momento, sua presen?a parecia redundante. Sr. William, ainda vai entrar? ¨C Perguntou Jorge, suspirando. William retirou o olhar frieza. V¨¢ chamar o m¨¦dico que est¨¢ tratando da Liliane para o meu escrit¨®rio l¨¢ em cima. Instruiu William. ¨C Entendido. Respondeu William. Dez minutos depois. O m¨¦dico chegou ao escrit¨®rio de William. Ele se curvou ao entrar. ¨C ¨C Sr. William. Cumprimentou o m¨¦dico. ¨C Qual ¨¦ a doen?a da Liliane? ¨C Perguntou William, se apoiando na mesa. ¨¦ causada por excesso de trabalho. ¨C Respondeu o m¨¦dico.- fez um check¨Cuppleto? ¨C Perguntou William. ¨C Fizemos uma an¨¢lise sangu¨ªnea. est¨¢ an¨ºmica. Precisamos fazer um check¨Cuppleto? ¨C Perguntou o m¨¦dico. ¨C Invente uma desculpa para que fa?a um check¨Cuppleto. Eu assumo os custos. Envie o rt¨®rio diretamente para mim. ¨C Disse William. Entendido, Sr. William. Eu vou indo. ¨C Respondeu o m¨¦dico. William assentiu, olhando para Jorge aodo. ¨C Descubra o que mais precisa resolver. Instruiu William. ¨C Sr. William, acabei de perguntar. A Sra. Liliane visitou cinco f¨¢bricas hoje, mas nenhuma ds aceitou uma coopera??o de curto prazo. ¨C Respondeu Jorge. Atribua a f¨¢brica que a Novitex acabou de aprovar a . Disse William. ¨C Sr. William. ¨C Jorge hesitou antes de dizer. Conhecendo a personalidade da Sra. Liliane, temo que n?o aceite sua gentileza. William ficou em sil¨ºncio e pensou por alguns segundos. ¨C V¨¢ dizer ao Vin¨ªcius para negociar isso usando o nome dele. ¨C Disse William. ¨C Entendido, Sr. William. Respondeu Jorge. Cap¨ªtulo 259 Chapter 259 Cap¨ªtulo 259 ¨¤ noite. Vinicius atendeu a liga??o de Jorge, entendendo a inten??o de William, se dirigiu ao bar. Ao entrar, viu Marc sentada no lugar reservado. Ao se aproximar de Marc, e?ou a xingar sem cerim?nia. ¨C Vinicius, voc¨º ¨¦ mesmo atrasado! ¨C Repreendeu Marc. Vinicius ficou surpreso, tirou o casaco um sorriso. Voc¨º ficou brava por ter te feito esperar meia hora? Isso te deixou t?o furiosa? Disse Vinicius. ¨C Eu odeio gente que n?o tem no??o de tempo! ¨C Disse Marc, encarando ele. ¨C Est¨¢ bem, se anal acalme. Hoje ¨¤ noite, ¨¦ por minha conta, ok? ¨C Disse Vinicius, tentando acalmar a situa??o. ¨®timo! Concordou Marc, mudoupletamente de atitude, rindo enquantoAll content is property ? N?velDrama.Org. aceitava. ¨C Fndo s¨¦rio, o que voc¨º quer saber? Marc pegou um copo e serviu vinho. Perguntou Vin¨ªcius. ¨C ¨¦ sobre a f¨¢brica da Lili. Sinto que tem algo errado, voc¨º sabe. Vamos excluir Kerry. por enquanto, e focar em¡­ ¨C Disse Marc. ¨C Espera! Interrompeu Vin¨ªcius. O que quer dizer excluir Kerry? ¨C ¨C Kerry n?o est¨¢ na f¨¢brica! Ele est¨¢ no exterior, n?o pode influenciar nada aqui. Al¨¦m disso, ele est¨¢ devendo favores ¨¤ Lili, jamais faria isso. piscando os olhos. Voc¨ºs s?o muito credulos. Continue. Disse Vinicius. Explicou Marc, Segundo minha ousada espec??o, deve haver um infiltrado na empresa da Lili! Veja, Mavis acabou de abrir a empresa e Lili j¨¢ est¨¢ enfrentando problemas. Isso n?o ¨¦ uma oportunidade perfeita para Mavis? Quanto ao infiltrado, acredito que seja a secret¨¢ria da Lili. Sim! A tal Nanda! fez aquele teatro de salvar a vida para ganhar a confian?a da Lili! Quando Kerry foi embora, ficou na f¨¢brica, at¨¦ morando l¨¢. Muitas chances de agir! ¨C Analisou Marc. Voc¨º n?o assiste demais a s¨¦ries de detetive? ¨C Zombou Vinicius, um sorriso ironico. ¨C Voc¨º est¨¢ sendo ir?nico? ¨C Perguntou Marc, colocando o copo de volta for?a na frente de Vinicius, continuando. Quando Kerry estava aqui, a empresa da Lili estava indo muito bem, sem problemas. Ele foi embora, Mavis enviou a Nanda para a f¨¢brica, em pouco tempo, aconteceu isso! N?o h¨¢ imagens suspeitas nas cameras, s¨® o vice¨Cdiretor e Nanda entram no dep¨®sito. O dep¨®sito ¨¦ o local mais importante e os funcion¨¢riosuns precisam registrar suas entradas. Ent?o, exclu¨ªndo os funcion¨¢rios e o vice¨Cdiretor, so sobra a Nanda! P sua l¨®gica, seria t?o burra a ponto de deixar pistas para voc¨ºs suspeitarem? Al¨¦m disso, n?o saberia que seria enviada ¨¤ f¨¢brica. Marc revirou os olhos. Disse Vin¨ªcius, sorrindo. -Se n?oe?asse p f¨¢brica, faria em outro lugar! Respondendo ¨¤ sua pergunta anterior, essa ¨¦ a atitude mais inteligente d! Afirmou Marc, confian?a. Se fosse eu, salvaria primeiro a vida da Liliane e depois seguiria o no, sem levantar suspeitas! Salvar a pessoa ¨¦ apenas um acaso. Lembrou Vinicius. N?o ¨¦ assim. Disse Marc, bn?ando a cabe?a. ¨C Mesmo que n?o salvasse a vida da Lili, ainda assim faria algo para ganhar a confian?a d! Se voc¨º estiver machucado, vai passar o dia todo indo para o escrit¨®rio? N?o vou ¨C Respondeu Vinicius. Ent?o, n?o est¨¢ tudo bem? ¨C Disse Marc, sorrindo desd¨¦m. ¨C Nanda est¨¢ de licen?a remunerada e ainda recebeu o auxilio da Lili. Por que se iodaria em se sentir mal? Isso ¨¦ fundamental para conquistar a confian?a! ¨C Est¨¢ bem. Disse Vinicius, perguntando de volta um sorriso. ¨C Entendi. Ent?o, por que me chamou para analisar? ¨¦ mesmo! Depois de analisar tudo isso, precisaria de voc¨º? ¨C Disse por que el Marc, confusa, piscando os olhos. ¨C Isso quer dizer que mesmo a CPU queimada, voc¨º ainda consegue se destacar. Posso interpretaro voc¨º queria me ver e arrumou essa desculpa? ¨C Disse Vinicius. Eu te dei uma chance, n¨¦? ¨C Disse Marc, sorrindo de raiva. Se voc¨º n?o me desse, para quem mais daria? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, de volta. ¨C Eu dou para quem eu quiser, isso tem algo a ver voc¨º? Resmungou Marc. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! Chapter 260 Cap¨ªtulo 260 -Eu tenho uma pergunta. ¡ª Disse Vin¨ªcius, mudando o assunto. O que ¨¦? Perguntou Marc, dando um gole na bebida. ¨C Liliane est¨¢ procurando parcerias para a f¨¢brica? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. Mesmo que eu n?o pergunte, isso ¨¦ ¨®bvio. precisa acelerar a produ??o! ¨C Respondeu Marc. Property ? of N?velDrama.Org. Me ajuda a marcar um hor¨¢rio . ¨C Pediu Vin¨ªcius. Marc, desconfiada, olhou para ele. ¨C Por que n?o f logo o que quer? Por que ficar enrndo? Perguntou Marc. Eu vou emprestar minha f¨¢brica para usar. ¨C Respondeu Vin¨ªcius. ¨C Ah, deveria ter dito antes! ¨C Resmungou Marc. ¨C Amanh? eu marco para voc¨º! ¨¤ noite, 20h. Liliane abriu os olhos fracos e viu Eduardo fndo ao celr em voz baixa. Ao ver Liliane, Eduardo ficou surpreso por um momento e depois disse ao celr. Sua m?e chegou, deixo fr voc¨ºs. ¨C Disse Eduardo. Dito isso, ele colocou o celr perto do ouvido de Liliane. ¨C As crian?as est?o te ligando. Alo? ¨C Liliane, surpresa, pegou o celr. ¨C ¨C Mam?e! A voz animada de Alice veio do celr. Eu e Ian j¨¢ chegamos em casa. Mam?e, quando voc¨º vai voltar para casa? Liliane tossiu de leve, tentando se animar, dizendo: Voc¨ºs j¨¢ chegaram? Quando voc¨ºs voltaram? ¨C Chegamos de manh?,, eu en est¨¢vamos te esperando o dia todo! ¨C Respondeu Alice. ¨C Entendi, j¨¢ estou indo para casa em breve. Disse Liliane, sorrindo. +15 BOHUS ¡ª Ok, eu en est¨¢vamos esperando voc¨º voltar! Disse Alice. Depois de desligar a chamada, Liliane se levantou de imediato da cama. Eduardo entendeu que Liliane estava ansiosa para voltar para casa e ajudou a se levantar. Vai calma, sem pressa. Disse ele. ¨C Eu sei, Eduardo, n?o se preocupeigo. ¨C Falou Liliane, vestindo o casaco. ¨C Eu n?o posso me preocupar? ¨C Disse Eduardo, suspirando. Da pr¨®xima vez, me avise anteced¨ºncia, n?o carregue tudo sozinha. ¨C Eu sou algu¨¦m incapaz de lidar as coisas? ¨C Disse Liliane, sorrindo. Eduardo afagou carinho o cabelo de Liliane. ¨C Sei que voc¨º ¨¦ capaz, mas eu sou seu irm?o. Disse Eduardo. N?o tem ningu¨¦m de ferro, eu seio voc¨º ¨¦ ocupado. ¨C Respondeu Liliane. Eduardo tamb¨¦m entendeu a natureza forte de Liliane, ent?o n?o insistiu mais no assunto. Depois de levar Liliane para casa, Eduardo n?o saiu. Em vez disso, foi para a cozinha fazer canja para . Liliane resistiu, mas insistiu em brincar um pouco os dois filhos. Depois de as crian?as se arrumarem, desceu paraer. Eduardo serviu um prato de canja para Liliane. ¨C Lili, os resultados da investiga??o da pol¨ªcia s?o apenas uma refer¨ºncia. Falou Eduardo. ¨C Por que voc¨º diz isso? ¨C Perguntou Liliane, pegando o prato. ¨C N?o acha que investigar um pouco mais as pessoas ao seu redor seria mais eficaz do que o que a pol¨ªcia pode descobrir? ¨C Perguntou Eduardo, de volta. Liliane, soprando a canja, refletiu por um momento. ¨C Quer dizer que mesmo se a policia encontrar pistas, n?o significa que esse seja o resultado? ¨C Questionou Liliane. Exatamente. Geralmente, criminosos inteligentes n?o deixam evid¨ºncias que denunciem eles. Existe tamb¨¦m a possibilidade de eles empurrarem a culpa para outra pessoa, bagun?ando seu pensamento normal. Essas pessoas s?o especialistas em umportamento especifico ¡°a espera¡°! Explicou Eduardo, voz suave. ¨C Com essa observa??o de Eduardo, Liliane de repente se lembrou das pvras de Nanda para . Poderia ser que aqu pessoa fosse Nanda? Nanda salvou e s n?o se conheciam, seria poss¨ªvel que Nanda prejudicasse ? Depois de pensar um pouco, Liliane contou a Eduardo sobre Nanda. ¨C Nossa an¨¢lise est¨¢ muito unteral agora. Em vez de especr aqui, por que voc¨º n?o tentan?ar um anzol para ver as rea??es? ¨C Sugeriu Eduardo. Quer dizer, devo suspeitar de Kerry de prop¨®sito? Testar as rea??es de Nanda? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Exatamente. Veja se agarra a situa??o Kerry. Al¨¦m disso, h¨¢ um ponto muito importante, n?o fique muito ansiosa, espere que fale primeiro. ¨C Disse Eduardo, sorrindo. ¨C Beleza, vou tentar. ¨C Concordou Liliane. Chapter 261 Cap¨ªtulo 261 No dia seguinte. Liliane deixou as crian?as na esc e recebeu uma liga??o de Marc. Marc foi direta ao ponto, dizendo que Vin¨ªcius queria encontrar para discutir sobre a f¨¢brica de roupas. Liliane concordou, marcando o encontro para as dez da manh? em frente ¨¤ empresa. Chegando ¨¤ empresa, Liliane teve uma breve reuni?o o departamento p¨®s- venda e depois chamou Nanda para ir ao caf¨¦. Ao entrar no local, Marc e Vin¨ªcius, j¨¢ estavam sentados, esperando. Quando eles viram Nanda, trocaram olhares significativos. ¨C Voc¨º pode suspeitar d, mas n?o seja ¨®bvia. Se desconfiar, ser¨¢ dif¨ªcil. conseguir informa??es d. Falou Vinicius, baixinho, se aproximando de Marc. Acha que sou burra? ¨C Perguntou Marc, entre dentes, raiva. ¨C Voc¨º tem um pouco de autoconhecimento afinal! Comentou Vinicius, olhando para Marc surpresa. Marc ficou boquiaberta. adoraria morder a lingua afiada desse homem! No entanto, ao ver que Liliane e Nanda se aproximavam, Marc n?o teve escolha sen?o apertar a coxa de Vinicius por baixo da mesa, for?ando um sorriso. Lili, pedi um caf¨¦ americano para voc¨º! ¨C Disse Marc. Otimo. ¨C Respondeu Liliane. Liliane se sentou, prestes a cumprimentar Vin¨ªcius quando notou que ele estava o rosto vermelho, espasmos nos cantos da boca. ¨C Sr. Vin¨ªcius, voc¨º n?o tem descansado bem ultimamente? ¨C Perguntou Liliane, confusa. Marc fingiu curiosidade,n?ando um olhar de soio N?velD(ram)a.?rg owns this content. para Vinicius. Oh, Vinicius, eu te disse para beber menos. Agora, est¨¢ parecendo uma crian?a paralisia facial? Zombou Marc. ¨C Liliane, ao ver a m?o de Marc abaixo da mesa, entendeu imediatamente o que estava fazendo. decidiu ignorar, empurrando o card¨¢pio para Nanda. ¡ª ¨C Veja o que quer beber. Disse Liliane, a Nanda. ¨C ¨C Obrigada, Sra. Liliane, estou sem sede. ¨C Respondeu Nanda, impass¨ªvel. Liliane assentiu, se voltando para Vin¨ªcius, cuja express?o j¨¢ havia se acalmado um pouco. ¨C Sr. Vin¨ªcius, sobre essa f¨¢brica de roupas que mencionou, pertence ¨¤ sua empresa? Perguntou Liliane. ¨C Sim, ¨¦ minha. As m¨¢quinas acabaram de chegar. Ouvi sobre o seu problema, pensei em perguntar se gostaria de cborar. ¨C Respondeu Vinicius, esfregando a coxa. ¨C At¨¦ onde eu sei, o Grupo Soares n?o tem envolvimento na ind¨²stria de roupas. Essa f¨¢brica sua¡­ Indagou Liliane. ¨C De fato, n?o temos envolvimento, mas isso n?o me impede de querer ganhar mais dinheiro, n¨¦? ¨C Respondeu Vin¨ªcius, sorrindo. Liliane pensou que essa desculpa soava estranha. Se n?o fosse por William mandar ele, n?o acreditaria. giro se n?o soubesse de nada Liliane olhou para Nanda, que tirou um contrato da bolsa e entregou a Vin¨ªcius. Sr. Vinicius, d¨º uma olhada no contrato. Se n?o tiver obje??es ao pre?o da cbora??o, assine. Disse Liliane. Para proteger William, Vinicius pegou o contrato e examinou cuidado, fazendo uma pose s¨¦ria. Quem diria que a empresa passaria por uma situa??o dessas, Srta. Liliane, voc¨º ainda tem tanto dinheiro para assinar contratos. Brincou Vinicius, depois de um tempo. Fazer negocios requer sinceridade para ter sucesso a longo prazo. Respondeu Liliane, coin calma Vinicius riu de leve e assinou o contrato sua pr¨®pria ca extravagante. Ele n?o se importava quanto dinheiro Liliane pgaria, afinal, nada disso iria para ele. No entanto, sua atitude rendeu a ele um olhar furioso de Marc. Ganancioso! Comentou Marc. que o ¨C Vin¨ªcius, ramente, ficou sem pvras. Em vez de ser elogiado, ele foi xingado. Depois de assinar, Vinicius olhou para Liliane. Descobriram quem causou o inc¨ºndio? Perguntou Vinicius. Com isso, elen?ou um olhar para Nanda. A pessoa ¨¦ muito cuidadosa, at¨¦ mesmo a policia n?o conseguiu descobrir. ¨C Respondeu Liliane, um sorriso amargo. ¨C oc¨º n?o suspeita de ningu¨¦m? Continuou Vinicius. ¨C Bem, tenho minhas suspeitas, mas ainda n?o tenho certeza. Disse Liliane. ¨C Ent?o, por que n?o conta para a policia? Lili! Disse Marc, indignada, olhando para Nanda. ¨C Secret¨¢ria Nanda, voc¨º concordaigo ou n?o? Voc¨º est¨¢ aodo da Lili ha algum tempo, certo? Como secret¨¢ria, deveria lembrar sua chefe de informar ¨¤ pol¨ªcia sobre pessoas suspeitas! SURPRISE OFT 3000 bonus free for you activity time is imited Chapter 262 Cap¨ªtulo 262 Est¨¢ bem. Respondeu Nanda, mantendo sua express?o inalterada. Marc ficou sem pvras. Por que n?o continuava? S¨® um ¡°est¨¢ bem¡± e acabou?! queria ouvir mais para encontrar alguma falha! Uau, escondia bem! Vinicius ficou sem pvras. Ele acabava de alertar para n?o fr mais sobre isso e agora estava fndo de novo. Essa mulher n?o aprendia os erros? Aproveitando as pvras de Marc, Liliane olhou para Nanda. ¨C Voc¨º conseguiu contato Kerry? ¨C Perguntou Liliane.. N?o. Respondeu Nanda. ¨C O que aconteceu Kerry? ¨C Perguntou Marc, surpresa. ¨C Ele desligou a chamada naquele dia e ainda n?o deu not¨ªcias. ¨C Explicou Liliane. Marc arregalou os olhos! Caramba! Ser¨¢ que seria mesmo Kerry? Sen?o, por que ele desligaria a chamada? Vin¨ªcius deu um sorr ir¨®nico para Marc, olhando para um olhar sarc¨¢stico. Essa t n?o ia suspeitar do Kerry de novo? Mesmo Liliane ramente perguntando de prop¨®sito,o n?o entendeu? Vinicius seguiu as pvras de Liliane. ¨¤s vezes, as pessoas mais pr¨®ximas s?o as mais dif¨ªceis de entender. Comentou Vinicius. Com certeza. Concordou Liliane, assinando seu nome no contrato e entregando a Vin¨ªcius. Sr. Vinicius, uma c¨®pia para cada parte. Eu tenho algo a tratar, ent?o me permita sair. Uma coopera??o agrad¨¢vel! Vin¨ªcius assentiu a cabe?a. ¨C Lili, quando tiver tempo, vou te visitar de novo! ¨C Disse Marc, apressadamente. ¨C Entendi. Respondeu Liliane. Depois que as duas sa¨ªram, Marc olhou para Vin¨ªcius. Tanto dinheiro! Voc¨º n?o pode dar um desconto? ¨C Perguntou Marc. J¨¢ n?o aumentei o pre?o, est¨¢ ¨®timo. Caso n?o acredite, podia ir at¨¦ a f¨¢brica ver o tamanho do terreno. Disse Vin¨ªcius. ¨C Esquece, esquece. Estou cansada, n?o quero perguntar sobre tantos detalhes! ¨C Disse Marc, torcendo a boca. Ei, voc¨º est¨¢ suspeitando do Kerry de novo? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, sorrindo de leve. ¨C Sim! Tudo parece estranho! ¨¦ dif¨ªcil entender. Respondeu Marc, suspirando. Vin¨ªcius sorriu sem dizer nada. A tarde, na Novitex. Vin¨ªcius entregou o contrato a William. ¨C Contrato assinado. Disse Vin¨ªcius. ¨C William respondeu um simples ¡°ok¡± e pegou o contrato para examinar. ¨¤ medida que lia, seu rosto bonito ficava cada vez mais sombrio. ¨C Durante o per¨ªodo de coopera??o, os sal¨¢rios dos trabalhadores ser?o pagos Parte B? E o aluguel semestral, dez milh?es? ¨C Perguntou William. Ele colocou o contrato sobre a mesa, desgostoso, olhando frieza para Vinicius, questionando. Por que ¨C voc¨º concordou cl¨¢uss assim? Est¨¢ ro que ¨¦ injusto! ¨C S¨® posso dizer que a Srta. Liliane ¨¦ muito esperta. adivinhou que eu estava l¨¢ para fr em seu nome, ent?o todas as cl¨¢uss s?o ramente destinadas a separar voc¨ºs. Ainda bem que fui eu, mesmo que voc¨º desse a f¨¢brica para de ¨C gra?a, n?o aceitaria. Explicou Vin¨ªcius, inocente, erguendo as m?os. Separar dinheiro, William solt um sorriso frio. Ele era algu¨¦m que precisava de dinheiro? disse mais alguma coisa? ¨C Perguntou William, impaciente, puxando a gravata. ¨C O que mais poderia dizer? Do meu ponto de vista, isso ¨¦ bom Respondeu Vin¨ªcius. para ambos. ¨C O que voc¨º est¨¢ tramando novamente? ¨C Perguntou William. Vin¨ªcius mostrou interesse quando ouviu sua pergunta. ¨C Me diga, foi voc¨º quem brigou Eduardo da ¨²ltima vez? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, intrigado. Na mente de Vinicius, Eduardo era a op??o mais prov¨¢vel! Property ? of N?velDrama.Org. Mesmo que n?o fossem amigos pr¨®ximos, eles cresceram juntos desde pequenos brigariam por uma mulher, algo que William certeza n?o toleraria. Uma briga era a ¨²nica explica??o l¨®gica! ¨C ¨C Voc¨º tamb¨¦m quer levar um soco no rosto? Zombou William, um rosto sombrio. Vin¨ªcius ficou sem pvras. Aparentemente, ele acertou! Vin¨ªcius tossiu e mudou de assunto. ¨C ¨C Eu n?o estou fazendo suspense. Estou apenas analisando de forma objetiva. est¨¢ estabelecendo limites para n?o deixar o Sr. Eduardo ci¨²mes. Disse Vinicius. Ent?o, de acordo voc¨º, era melhor que procurar diretamente Eduardo, certo? Disse William, emanando um frio intenso. Isso s¨® funcionaria se ele tivesse uma f¨¢brica de roupas! Al¨¦m disso, quem ousaria mexer voc¨º no seu territ¨®rio? ¨C Disse Vin¨ªcius. Chapter 263 Capitulo 263 Ao ver a express?o derrotada de William, Vinicius mal podia conter a alegria. Ele estava determinado a provocar William para que ele tivesse coragem de reconquistar a mulher que sempre dele. William, segurando firmeza o contrato, tinha o rosto sombrioo se estivesse coberto de cinzas. Se Eduardo tamb¨¦m tivesse uma fabrica de roupas em seu nome para ajudar em emerg¨ºncias, Liliane teria recusado a gentileza dele? Quando foi que William se tornou a segunda op??o para os outros? Pensando nisso, ele atirou raiva o contrato no rosto sorridente de Vinicius. A tarde, Liliane se preparava para visitar a nova f¨¢brica quando Nanda bateu ¨¤ porta. Sra. Liliane, h¨¢ quatro pessoas l¨¢ embaixo que querem ver voc¨º, dizem ser parentes seus. Informou Nanda. ¨C Parentes? ¨C Perguntou Liliane, surpresa. ¨C Eles afirmam ser parentes de sua cidade natal, dodo do seu pai Nelson. ¨C Respondeu Nanda. Ao ouvir esse nome distante, Liliane se sentiu atordoada por um momento. sabia que seu pai adotivo tinha uma irm? na cidade natal, mas F¨¢tima sempre disse que aqu fam¨ªlia n?o era confi¨¢vel, ent?o Liliane nunca conheceu eles. O que eles estavam fazendo ali agora? ¨C N?o receba eles. ¨C Recusou Liliane, sentindo algo estranho. ¨C Estat Disse Nanda. estava prestes a sair quando o telefone na mesa de Liliane tocou. Ao atender, ouviu a voz da recep??o. ¨C ¨C Sra. Liliane, h¨¢ pessoas insistindo em ver voc¨º¡­ Disse a recep??o. Antes que a recep??o terminasse, o telefone foi arrancado das m?os d. Voc¨º ¨¦ Liliane, n¨¦? Perguntou uma mulher, de meia¨Cidade, uma voz aguda. N?o sou, voc¨º est¨¢ enganada! ¨C Respondeu Liliane. Voc¨º ¨¦ sim! ¨¦ melhor voc¨º me deixar subir, sen?o n?o se surpreenda se eu chamar os rep¨®rteres! Esqueceu que foi voc¨º quem mandou seu pai para a pris?o? ¨C Amea?ou a mulher. O que voc¨º quer afinal? ¨C Perguntou Liliane, os dedos d se contra¨ªram. ¨C Est¨¢ medo? Ent?o encontra pessoalmente. Deixe subir. Disse a mulher. Liliane respirou fundo, contrndo suas emo??es, olhou para Nanda. Deixe eles subir. Disse Liliane. ¨C Sim, Sra. Liliane. Respondeu Nanda. ¨C Em menos de cinco minutos, dois homens e uma mulher, al¨¦m de uma menina de sete ou oito anos, apareceram diante de Liliane. O homem mais jovem, aparentando pouco mais de trinta anos, tinha uma apar¨ºncia que lembrava um mndro da rua. O outro homem parecia ter cerca de cinquenta anos. Os dois entraram primeiro, come?ando a examinar o escrit¨®rio de Liliane de maneira curiosa. A mulher de meia¨Cidade tinha um rosto afiado e amargo, puxou a menina consigo e se sentou diretamente no sof¨¢. Um olhar empolgado se espalhava por seu rosto enquanto tocava o sof¨¢ de couro genu¨ªno de Liliane suas m?os grosseiras. Raul, olhe a qualidade desse couro no sof¨¢! Deve valer uma boa quantia! ¨C Comentou a mulher. O homem chamado Raul se aproximou e tocou. Ah, este sof¨¢ deve custar pelo menos alguns milhares de reais. Disse Raul. ¨C Assim que eles entraram, cada ume?ou a fazer suas pr¨®prias coisas,o se ¨C Liliane fosse apenas um peda?o de ar,pletamente sem se iodar sua presen?a. Liliane se sentou friamente em sua cadeira, observando eles se movimentarem pelo escrit¨®rio. Sra. Liliane, eu vou sair. ¨C Disse Nanda, depois de observar por um tempo. Liliane assentiu. Assim que Nanda saiu, a mulher de meia¨Cidade olhou para Liliane N?velD(ram)a.?rg owns this content. dedo e avaliou . Voc¨º ¨¦ a filha do meu irm?o, n¨¦? Eu sou sua tia, Pa! ¨C Disse a mulher. Liliane n?o disse nada, ent?o Pa continuou apresentando O que est¨¢ usando a jaqueta vermelha de couro ¨¦ meu filho mais velho, seu irm?o, Diego! Esta ¨¦ minha filha mais nova, s¨²a irm?zinha, Viviane, e seu tio, Raul! Ap¨®s a longa introdu??o, Liliane soltou um sorriso ir?nico. ¨C E da¨ª? ¨C Zombou Liliane. Pa franziu o cenho. O que ¡°e dai¡°? Seu pai morreu, n?o tem mais ningu¨¦m para dar a n¨®s dinheiro, ent?o agora voc¨º,o filha, tem que ajudar, n¨¦? ¨C Questionou Pa. ¨C Eu n?o¡­ ¨C Disse Liliane. Entendi! Agora que voc¨º est¨¢ rica, olha para parentes pobres desd¨¦m, n¨¦? ¨C Interrompeu Pa, antes que Liliane pudesse terminar. Chapter 264 Cap¨ªtulo 264 N¨®s ¨¦ramos t?o intimos antes? ¨C Zombou Liliane, rindo de indigna??o. Mal terminou de fr, Pa de repentee?ou a gritar. ¨C Oh meu Deus, meu irm?o! Voc¨º morreu t?o tragicamente! Sua filha agora est¨¢ ganhando dinheiro e fingindo n?o conhecer n¨®s! Oh minha m?e, oh meu irm?o, quem vai interceder por n¨®s? A vida est¨¢ insuport¨¢vel, seria melhor estar morta¡­ ¨C Choramingou Pa. Property ? of N?velDrama.Org. A m?o de Liliane, que estava descansando em sua perna, apertou de leve. encarou Pa, que estava fazendo um espet¨¢culo, o rosto sombrio. n?o conseguia entender por que esses parentes distantes, que nunca entraram em contato quando seu pai estava atdo em dividas, estavam de repente aparecendo agora. Enquanto Liliane ponderava, ouviu um som nitido de algo se quebrando aodo. Quando ergueu os olhos, viu que o enfeite de coelho que Eduardo tinha presenteado durante a inaugura??o da empresa j¨¢ estava no ch?o, quebrado p Viviane. Que lixo, quebrou s¨® de cair. ¨C Disse Viviane. Viviane, desdenhosa, torceu os l¨¢bios e estendeu a m?o para outro item na vitrine. olho um vaso na terceira prateleira, maso n?o alcan?ava, Raul pegou para pegar. Podem parar isso? ¨C Repreendeu Liliane, incapaz de suportar mais, se levantando e varre eles um olhar frio. Se voc¨ºs conseguirem fr de forma ¨C civilizada, posso ser mais calma. Se continuarem a destruir minhas coisas e atrapalhar o trabalho dos funcion¨¢rios da minha empresa, n?o me culpem por usar m¨¦todos mais en¨¦rgicos! Diego agarrou o peito, rindo de maneira for?ada. ¨C Oh, estou tanto medo. Disse Diego. Dizendo isso, ele foi at¨¦ Liliane, se abaixando. Voc¨º disse que vai usar m¨¦todos en¨¦rgicos, certo? Diego ficou muito perto e o h¨¢lito dele fez Liliane franzir o rosto o mau cheiro. , contendo a n¨¢usea, olhou frieza para Diego. Sim. Respondeu Liliane. Vamos l¨¢! Diego levantou o celr, o colocando na frente de Liliane. ¨C Venha e me ¨C bata, me deixe gravar isso para mostrar a todos. Voc¨º vai perderpletamente a face! Liliane n?o conseguiu conter a raiva, bateu no celr de Diego a m?o, em seguida, deu a ele um tapa forte. ¨C Mostre um pouco de respeito! Repreendeu Liliane. O choro de Pa parou de repente. correu para a frente, segurando o rosto de Diego. Ao ver a marca vermelha na face de seu pr¨®prio filho, se virou, apontando raiva para o nariz de Liliane. Voc¨º, sem vergonha,o se atreve a bater no meu filho? ¨C Disse Pa. Com isso, arrega?ou as mangas, pronta para lidar Liliane. ¨C M?e, n?o machuque ! Deixe bater! ¨C Disse Diego, segurando Pa. Com a l¨ªngua, ele empurrou o rosto marcado para cima, olhando para Liliane e apontando para o pr¨®prio rosto. V¨¢ em frente, bata mais uma vez. Assim, quando os rep¨®rteres vierem, terei algo para mostrar! ¨C O que diabos voc¨ºs querem fazer? ¨C Questionou Liliane, tremendo de raiva. ¨C N?o estamos fazendo nada, apenas queremos seguir voc¨º agora! Voc¨º mora em ¨C uma mans?o, certo? Deixe n¨®s experimentar! Respondeu Diego. ¨C Eu posso levar voc¨ºs para um hotel. ¨C Disse Liliane. N?o precisa, queremos ficar na sua casa. Caso contr¨¢rio, vamos postar tudo isso na inte! Amea?ou Liliane. Liliane fechou os olhos, respirou fundo. precisava suportar! Pelo menos por enquanto, tinha que suportar! Se noticias negativas sobre vazassem, seria desastroso para a empresa! Est¨¢ bem! Vou levar voc¨ºs para casa! ¨C Concordou Liliane, apertando.os dentes. Contendo a raiva, conduziu essa familia problem¨¢tica para fora do escrit¨®rio. As secret¨¢rias que estavam observando a confus?o correram de volta para seus escrit¨®rios em panico. Depois que Liliane saiu eles, as secret¨¢riaspartilharam suas preocupa??es. ¨C Nossa, quem s?o essas pessoas? Como a Sra. Liliane pode ter parentes sem vergonha assim! ¨C Cada familia tem seus problemas. Agora n?o podemos ajudar a Sra. Liliane, s¨® trabalhar mais no escrit¨®rio. mos Em vez de fofocar, seria melhor focar no trabalho! ¨C Repreendeu Nanda. ecret¨¢rias ficaram sem pvras. Chapter 265 Cap¨ªtulo 265 Vinte minutos depois, Liliane levou eles¨¤ Mans?o Ba¨ªa. Ao descerem do carro, os seguran?as na entradan?aram olhares de incredulidade para eles. Raul estava vendo seguran?as p primeira vez, olhos arregdos, se aproximou deles. ¨C Ah, ¨¦ gente de verdade! Parecem est¨¢tuas que n?o se movem! S?o seguran?as, n?o s?o? ¨C Disse Raul, curioso, tocando eles. Os seguran?as ficaram irritados. Um deles levantou Raul pelo crinho. ¨C Nunca ouviu fr de seguran?as? ¨C Zombou o seguran?a. ¨C Seguran?as?! Aqueles que sabem lutar? ¨C Perguntou Pa. Ao ouvir, Pa se assustou e rapidamente foi em frente. ¨C Meu marido n?o entende disso, senhores, n?o assustem ele. Disse Pa. Depois de fr, deu um tapa em Raul, apertando os dentes e repreendendo. ¨C Pare de se intrometer, v¨¢ para dentro! Os seguran?as olharam para eles desprezo. Liliane, um sorriso ir?nico nos l¨¢bios, abriu a porta rapidamente. Assim que a porta se abriu, Marta, estava de p¨¦ na entrada usando um vestido branco. As pessoas da familia Marques, ao ver essa cena, estremeceram de medo. Essa pessoa¡­ parecia um fantasma feminino? Antes que Liliane pudesse dizer algo, Marta franziu a testa e olhou para tr¨¢s d. Ao ver o alto Diego, seus olhos imediatamente ficaram cheios de olhares vingativos. Antes que Liliane pudesse reagir ¨¤ express?o de Marta, essa partiu correndo em dire??o a Diego. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. estendeu a m?o e derrubou Diego, se sentando sobre ele e apertando firmeza o pesco?o dele. ¨C Morra! Morra! Homem canalha! Deveria morrer! Gritou Marta. As pessoas da fam¨ªlia Marques ficaram chocadas,pletamente sem rea??o por um momento. Liliane franziu a testa e foi rapidamente impedir. Marta! Pare de sufocar ele! Deteve Liliane. Ao ouvir as pvras de Liliane, a familia Marques finalmente reagiu. ¨C Oh meu Deus, que mulher ¨¦ essa! ¨C Comentou Pa. Diegoare sufocar Diego! ¨C Disse Viviane. Marta apertou ainda mais forte, olhando raiva para a fam¨ªlia Marques. ¡ª Calem a boca! Fiquem quietos! Eu quero que ele morra! Quero que ele morra! ¨C Gritou Marta, uma voz aguda. Raul estava assustado demais para fr uma pvra, A Dra. Daise, ouvindo a confus?o, correu para l¨¢ e trouxe uma dose de tranquilizante. Depois de aplicar, Marta finalmente caiu para odo. Diego, tossindo loucamente, conseguiu se levantar. ¨C Esqueci de mencionar, Marta tem problemas mentais e pode ter surtos inesperados. ¨C Disse Liliane, dando um olhar a ele. Dizendo isso, e a Dra. Daise ajudaram Marta a subir as escadas. Caramba, o que diabos est¨¢ acontecendo? ¨C Disse Diego, olhando para a escada express?o apreensiva. E¨Cessa mulher parece louca. D¨Cdever¨ªamos sair daqui? A Liliane tamb¨¦m¡­ Tamb¨¦m pode ser¡­ Doente, certo? Pessoas normais n?o teriam um¡­ Um doente mental em casa, n¨¦? RI. ¨C ¨C ¨C Sair? Que tipo de covarde ¨¦ voc¨º? O que tem de errado em ter problemas mentais! ¨C Xingou Pa, corajosa, repreendendo Raul. Por que n?o sa¨ªmos? Aqu mulher parecia que ia matar pessoa agora mesmo! ¨C Disse Raul, assustado. Viemos aqui pelo dinheiro! Para iremos pedir dinheiro se sairmos? N?o saiam! ¨C Disse Pa. n?ou um olhar furioso para o assustado Raul e arrastou Viviane e Diego em dire??o ¨¤ s de estar. Raul, irritado, passou a m?o pelos cabelos. Sem op??o, ele seguiu. Ao entrar na s de estar, todos ficaram impressionados de novo! Viviane viu uma linda casa feita de pe?as de LEGO perto da jan, correu animadamente at¨¦ l¨¢ e deu um chute. Num instante, a casa de LEGO desabou, as pe?as se espalharam pelo ch?o. Cap¨ªtulo 266 Chapter 266 Cap¨ªtulo 266 Liliane acabava de descer as escadas quando viu a cena, ficandopletamente paralisada no lugar. A casa de LEGO, construida esfor?o e tempo por Ian, Alice e Breno, ainda n?o tinha sido finalizada, mas agora estava destruida. Os filhos ficariam furiosos quando voltassem. Fechando os olhos, frustrada, Liliane encostou na parede e refletiu, ajustando suas emo??es. respirava fundo, tentando se acalmar enquanto ouvia os sons animados e Quando se libertou do caos mental, abriu os olhos e revelou um olhar ro e sereno. Descendo as escadas, viu a empolga??o dos membros da familia Marques. ¨C H¨¢ mais d no terceiro andar, escolham a que quiserem. Disse Liliane, frieza. A familia Marques de imediato se animou ao ouvir isso. ¨C Vamos, vamos ver os quartos! ¨C Disse Pa, empurrando Liliane para odo e liderando a corrida escada acima. Naquele momento, Dra. Daise desceu as escadas. olhou para cima, ao se aproximar de Liliane. ¨C Srta. Liliane, essas pessoas¡­ Disse Dra. Daise. Suporte isso. Voc¨º cuida da casa, preciso ir para a empresa. Disse Liliane, suspirando mentalmente. Bem¡­ Certo. Respondeu Dra. Daise, suspirando em sil¨ºncio. A tarde. Liliane e Vin¨ªcius foram ¨¤ f¨¢brica de roupas juntos. Ao chegar t¨¢, Liliane ficou chocada ao ver a enorme extens?o da f¨¢brica. Mesmo tendo se preparado mentalmente que a f¨¢brica da Novitex n?o era de pequena esc. Mas at¨¦ agora, percebeu que a f¨¢brica ocupava uma ¨¢rea quase equivalente ¨¤ de duas universidades. O aluguel anual de dez milh?es n?o parecia suficiente. Ao entrar na f¨¢brica, Liliane viu cas em cada departamento. Cada setor tinha procedimentos de produ??o distintos e a Novitex at¨¦ tinha sua pr¨®pria oficina t¨¦xtil. Vin¨ªcius trouxe um carro de patrulha e levou Liliane para dar uma voltapleta p f¨¢brica, quase esgotando ele. No meio disso, ele continuava tirando fotos para Marc. Marc respondeu muito tempo depois. ¡°Agora eu entendo o que voc¨º quis dizer n?o aumentou o pre?o.¡± Vin¨ªcius guardou o celr no bolso e olhou para Liliane, que estava absorta em pensamentos.. ¨C Ent?o, o que acha? ¨¦ incr¨ªvel, n¨¦? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. ¨C Eu ganhei e aprendi ao mesmo tempo. Disse Liliane, um sorriso, desviando o olhar. ¨C Por exemplo? ¨C Perguntou Vinicius, sorrindo. Liliane levantou os olhos novamente para avaliar as m¨¢quinas diante d. ¨C Essas coisas n?o s?o suficientes para eu aprender? ¨C Respondeu Liliane, uma pergunta. Vin¨ªcius ficou surpreso por um momento e depois riu alto. ¨C Srta. Liliane, seu futuro ¨¦ promissor. Se o Grupo TYC se unir ¨¤ Novitex, voc¨ºs podem dominar a industria de moda global. Comentou Vin¨ªcius. Liliane reprimiu de leve o sorriso em seu rosto. 13 Sr. Vin¨ªcius, o Grupo TYC tem suas pr¨®prias capacidades. Eu n?o quero que minha empresa seja rotdao dependente do desenvolvimento da Novitex. Disse Liliane. Isso n?o era o que pretendia! ¨C queria fazer sua empresa crescer e se fortalecer base em suas pr¨®prias habilidades. Somente assim teria a confian?a necess¨¢ria para investigar as raz?es da morte de seus pais biol¨®gicos. Essa era a motiva??o seguir em frente, superando todos os obst¨¢culos. ¨C Na verdade, William fez isso por voc¨º¡­ ¨C Disse Vinicius. Sr. Vinicius, quando possoe?ar a trabalhar na fabrica? Interrompeu Liliane. ¨C Voc¨º decide, mas Srta. Liliane, evitar as coisas n?o ¨¦ uma boa pr¨¢tica. ¨C Disse Vinicius. Liliane permaneceu em sil¨ºncio. Vinicius, ent?o, perguntou certa hesita??o. Posso fazer uma pergunta mais privada? ¨C Diga. ¨C Respondeu Liliane. ¨C Voc¨º engravidou de trig¨ºmeos de William, Breno est¨¢ William, ent?o onde est?o os outros dois filhos? ¨C Perguntou Vinicius. Uma sombra de tristeza passou pelos olhos de Liliane. ¨C Morreu logo ap¨®s o nascimento. Respondeu Liliane. Isso¡­ Isso ¨¦ verdade? ¨C Questionou Vinicius. ¨C Voc¨º acha que eu brincaria algo assim? Respondeu Liliane, uma pergunta, olhando para ele. Desculpe, eu n?o sabia¡­ Desculpou Vinicius, sinceridade. Vendo os olhos vermelhos de Liliane, ele desejou poder se auto esbofetear. Capitulo 267 Ap¨®s visitar a fabrica, logo chegou a hora de buscar as crian?as na escols. Liliane sa despertiu de Vinicius e se dirigiu a esc infantil. Ap¨®s pegar as crian?as, Liliane se sentou no banco de tras epartilhou as novidades os pequenos. O que ¨¦?¨C Perguntou Alice, piseus grandes olhos boniton. Alguns parentes dodo do meu pai vieram visitat, mas eles n?o est?o se voc¨ºs construiram tanto esfor?o. Explicou Liliane. ¨C O qu¨¦? ¨C Alice arregalou os olhos, exmando. Por que eles iriam destruir o castelo que trabalhamos t?o duro para construir? Ao ouvir isso, o sorriso no rosto den tamb¨¦m desapareceu e seu olhar ficou mais s¨¦rio. ¨C Algumas pessoas simplesmente n?o t¨ºm educa??o desde o nascimento. Mas eu tenho algo a dizer a voc¨ºs, se protejam a todo custo, est¨¢ bem? onselhou Liliane. Eles v?o ficar aqui por quanto tempo? ¨C Perguntoun. ¨C N?o tenho certeza. Respondeu Liliane. Mam?e, eles est?o te tratando mal tamb¨¦m? Perguntou Alice, os olhos d se enchendo de l¨¢grimas. Eu sou esperta,o eles poderiam me tratar mal? N?o se preocupemigo. ¨C Consolou Liliane, abra?ando Alice. Alice segurou a roupa de Liliane firmeza em suas m?os. Contanto que eles n?o exagerem, Ian e eu n?o vamos deixar voc¨º se sentir desconfort¨¢vel. Solu?ou Alice. N?o precisa. Eu disse, enquanto voc¨ºs n?o se machucarem, est¨¢ tudo bem. Se elesN?velD(ram)a.?rg owns this content. Chapter 267 Cap¨ªtulo 267 Property ? of N?velDrama.Org. Ap¨®s visitar a f¨¢brica, logo chegou a hora de buscar as crian?as na esc. Liliane se despediu de Vinicius e se dirigiu ¨¤ esc infantil. Ap¨®s pegar as crian?as, Liliane se sentou no banco de tr¨¢s epartilhou as novidades os pequenos. Ian, Alice, h¨¢ algo que eu preciso contar a voc¨ºs anteced¨ºncia. Disse Liliane. ¨C O que ¨¦? ¨C Perguntou Alice, piseus grandes olhos bonitos¡­ Alguns parentes dodo do meu pai vieram visitar, mas eles n?o est?o se O qu¨¨? Alice arregalou os olhos, exmando. ¨C Por que eles iriam destruir o castelo que trabalhamos t?o duro para construir? Ao ouvir isso, o sorriso no rosto de Ian tamb¨¦m desapareceu e seu olhar ficou mais s¨¦rio. ¨C Algumas pessoas simplesmente n?o t¨ºm educa??o desde o nascimento. Mas eu tenho algo a dizer a voc¨ºs, se protejam a todo custo, est¨¢ bem? ¨C onselhou Liliane. Eles v?o ficar aqui por quanto tempo? Perguntou Ian. N?o tenho certeza. Respondeu Liliane. Mam?e, eles est?o te tratando mal tamb¨¦m? ¨C Perguntou Alice, os olhos d se enchendo de l¨¢grimas. Eu sou esperta,o eles poderiam me tratar mal? N?o se preocupemigo. ¨C Consolou Liliane, abra?ando Alice. Alice segurou a roupa de Liliane firmeza em suas m?os. Contanto que eles n?o exagerem, Ian e eu n?o vamos deixar voc¨º se sentir desconfort¨¢vel. Solu?ou Alice. ¨C N?o precisa. Eu disse, enquanto voc¨ºs n?o se machucarem, est¨¢ tudo bem. Se eles. realmente te iodarem, voc¨ºs podem se defender sem usar pvr?es. ¨C Diss Liliane, um sorriso As pessoas que eram fracas sempre seriam espremidas. Existiam muitas maneiras de se proteger e n?o permitiria que seus filhos crescessem aceitando injusti?as desde pequenos! Ian apertou seu pequeno punho. Ele estava ansioso para ver que tipo de pessoa essa gente realmente era! Como eles podiam fazer que sua m?e dissesse essas coisas a eles! Quando chegaram em casa, Liliane, ao abrir a porta, se deparou Viviane usando seus sapatos de salto alto na s de estar. Sua roupa de seda estava sendo usada por Pa e ainda tinha a m¨¢scara facial de Liliane no rosto. Ao ver essa situa??o, Alice correu de imediato na dire??o de Viviane. Quem te deu permiss?o para usar os sapatos da minha m?e! de beb¨º, parando na frente d. Alice, uma voz -Eu s¨® usei, qual ¨¦ o problema! ¨C Disse Viviane, olhando para Alice. ¨C Voc¨º n?o entende que isso ¨¦ desrespeitoso as pessoas! ¨C Argumentou Alice, apertando os punhos de raiva. ¨C Quem voc¨º pensa que ¨¦ para me dar uma li??o! ¨C Provocou Viviane, cuspindo no rosto de Alice. Alice ficoupletamente rigida, olhos arregdos e m?os meio erguidas. O odor repugnante e o l¨ªquido deixaram indecisa se deveria limpar ou n?o. Liliane sentiu um grande pesar e estava prestes a se aproximar quando foi detida porn. ¨C Eu vou resolver isso! ¨C Disse Ian. Ian, o rosto s¨¦rio, se aproximou e empurrou Viviane para o ch?o. ¨C Pestinha! Sem nenhuma sse! Comentou Ian. Viviane, irritada, chutou os sapatos de salto alto. ¨C Voc¨º ousa me empurrar? O que ¨¦ t?o impressionante para um intimidar uma garota? ¨C Disse Viviane. Eu n?o sou um homem! Eu sou um garoto! ¨C Zombou Ian, frieza. Al¨¦m disso, eu n?o estou intimidando ningu¨¦m. voc¨º viu que eu estava intimidando algu¨¦m? Viviane n?o conseguiu pensar r¨¢pido o suficiente. Incapaz de argumentarn, e?ou a chorar alto. O choro alto atraiu a aten??o de algumas pessoas que estavam descansando nas proximidades. Pa se sentou de repente e correu rapidamente em dire??o ao som. Ai, meu amor, o que est¨¢ acontecendo? Por que voc¨º est¨¢ chorando? Perguntou Pa. ¨C Ele, ele me empurrou e disse coisas¡­ Eu n?o consegui argumentar! Disse Viviane, apontando para Ian. De onde voc¨º veio? Como se atreve a intimidar meu amor? ¨C Questionou Pa, furiosa, encarando Ian. ¨C Se voc¨º tem algum problema as pvras ou a??es dos meus filhos, voc¨º deveriae?ar a cuidar da sua pr¨®pria crian?a primeiro. Disse Liliane, se aproximando. Chapter 268 Cap¨ªtulo 268 Liliane, segurando as m?os den e Alice, se preparava para levar eles para cima e se limparem ap¨®s o incidente. No entanto, Pa interrompeu o caminho de Liliane. ¨C Voc¨º me espera! O que significa ¡°cuidar das minhas pr¨®prias crian?as¡°? Minha filha fez alguma coisa errada? Agora est¨¢ sendo intimidado por seu filho mal- educado? ¨C Questionou Pa. Os olhos de Liliane se tornaram frios num instante, olhando profundamente para Pa. oc¨º ousa dizer mais uma pvra e veremos o que ¨C Falou Liliane, pvra por pvra. Pa foi intimidada pelo olhar de Liliane. ¨C Eu, acha que n?o ouso fr? Eu tenho medo de voc¨º? Esse¡­ Seu filho¡­ ¨C Disse Pa. ¨C ¨¦ t?o barulhento¡­ Disse Marta. ¨C De repente, a voz de Marta flutuou escada abaixo. Pa deu um pulo, fechou a boca sem dizer mais nada, rapidamente, levou Viviane, que estava chorando alto, para dentro do banheiro. Parecia que tinha visto um fantasma. Marta, confusa, piscou os olhos e virou a cabe?a para olhar para Alice, que estava franziu a testa ao ver a saliva no rosto de Alice, imediatamente, ficou furiosa. Quem te intimidou? Perguntou Marta. ¨C Marta, aqu mulher intimidou, ao Ian e ¨¤ mam?e. ¨C Disse Alice, franzindo os Martan?ou um olhar feroz em dire??o ao banheiro, em seguida, se aproximou rapidamente. ficou parada na porta do banheiro e bateu n. Se voc¨º ousar intimidar meus amores, eu vou te despeda?ar! ¨C Amea?ou Marta, As pessoas na s voltaram a aten??o para Marta. Marta, sentindo os olhares, virou a cabe?a en?ou um olhar feroz para Raul e Diego.. Os dois quase encolheram seus corpos ao mesmo tempo, se enfiaram no sof¨¢ e nem ousaram respirar fundo. Em seguida, Marta foi at¨¦ Alice, levantou nos bra?os e subiu as escadas. Liliane soltou um sorriso rxado. Parecia que um olhar de Marta era mais eficaz do que suas pvras duras. ¨¤ noite. Liliane estava prestes a levar as crian?as e Marta para jantar fora, mas foi puxada de volta por Pa. Pa estendeu a m?o para Lilianeo se fosse algo natural. ¨C Me d¨º dinheiro! ¨C Disse Pa. Que dinheiro? ¨C Perguntou Liliane, em tom frio. ¨C ¨¦ ro que ¨¦ dinheiro para a refei??o! Acabamos de chegar aqui, n?o podemos sair paraer algo bom? Se voc¨º n?o quiser que rep¨®rteres venham at¨¦ voc¨º, me d¨º cem mil primeiro! ¨C Disse Pa. ¨C Est¨¢ bem. Concordou Liliane, depois de olhar para Pa por um tempo. Depois, pegou o celr. Vou transferir para voc¨º, v?oer. ¨C Ao ver a generosidade de Liliane, Pa quase viu raios de ouro. Se soubesse que era t?o f¨¢cil, teria pedido mais!N?velD(ram)a.?rg owns this content. Cem mil! A fam¨ªlia deles n?o ganhava isso em um ano! +IS BONUS Depois de transferir o dinheiro para Pa, Liliane se virou e saiu da mans?o Marta e as crian?as. No caminho. Mam?e, por que voc¨º deu cem mil para esses dem?nios? Perguntou Alice, -Gastar dinheiro para evitar problemas n?o ¨¦ bom? ¨C Disse Liliane, sorrindo. N?o ¨¦ bom! De jeito nenhum! Definitivamente n?o deveriamos ter dado dinheiro a eles! ¨C Disse Alice, irritada. ¨C Ignora, mam?e tem as suas raz?es. ¨C Interrompeu Ian. Mam?e, Ian est¨¢ fndo s¨¦rio? ¨C Perguntou Alice, incr¨¦d, olhando para Liliane. ¨C ¨¦ s¨¦rio, Alice. Fique tranqu, eu n?o sou t?o t, certo? ¨C Respondeu Liliane, assentindo a cabe?a. Satisfeita a explica??o, Alice finalmente se acalmou e se aninhou nos bra?os de Liliane em sil¨ºncio. Familia Lima. Mavis estava sentada no sof¨¢, encarando a t do celr onde estava conversando. esperou por meia hora, por que Miguel ainda n?o respondeu ¨¤ sua mensagem? estava pensando nisso, Miguel respondeu pouco depois. ¡°Desculpe, estou um pouco ocupado. Podemos marcar paraer juntos na pr¨®xima vez?¡± Mavis o celr, decepcionada. Essa j¨¢ era a terceira vez que convidava ele, mas ele sempre usava a desculpa de estar ocupado. Ser¨¢ que ele j¨¢ tinha uma fam¨ªlia? + Chapter 269 Cap¨ªtulo 269 Mavis, ap¨®s encontrar um homem excepcional,o poderia se conformar em deixar ele escapar assim? pegou o celr e enviou uma mensagem para Miguel. ¡°Sr. Miguel, desculpe ps intromiss?es frequentes. N?o vou mais iodar voc¨º, a menos que necess¨¢rio.¡± ¡°Srta. Mavis, n?o precisa se t?o formal. Certamente, jantamos da pr¨®xima vez.¡°, respondeu Miguel. Mavis ficou surpresa. Parecia que ele n?o estava rejeitando de prop¨®sito. Miguel¡­ Pensando nele, Mavis decidiu investigar e enviou uma mensagem para um tico que havia subornado anteriormente na empresa de William. ¡°Ofere?o 50 mil reais, me ajude a verificar se Miguel ¨¦ casado. Ele ¨¦ irm?o mais velho do seu chefe! Se certifique de n?o se enganar de pessoa!¡± ¡°Est¨¢ bem, vou te dar uma resposta at¨¦ amanh? ¨¤ tarde.¡°, respondeu o tico. Ap¨®s sair do aplicativo de mensagens, Mavis abriu o Twitter. O primeiro trending topic chamou sua aten??o. ¡°Vivendo na mans?o da CEO do Grupo TYC, que experi¨ºncia ¨¦ essa?¡± clicou ee?ou a ver as fotos da mans?o. Quando viu uma foto de Liliane os dois filhos, Mavis n?o p?de deixar de rir. Parecia que os parentes de Liliane agiram rapidamente! s¨® deu um sinal e eles conseguiram se mudar! Provavelmente estavam causando muitos problemas para Liliane, deixando de cabelos em p¨¦, certo? O post tinha apenas tr¨ºs horas de publica??o, mas o n¨²mero de seguidores da conta que fez essa Twitter aumentou quatro mil nesse curto per¨ªodo! O sorriso no rosto de Mavis desapareceu num instante.. Liliane realmente tinha alguma habilidade! Conseguindo atrair tanta aten??o em t?o pouce tempo! Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Um dia, faria que Liliane ficass infame! A noite, 20h30. Quando Liliane voltou para casa as crian?as, percebeu que a familia Marques ainda n?o havia retornado. A rara tranquilidade melhorou um pouco a apar¨ºncia das crian?as. Liliane ajudou as crian?as a se prepararem para dormir e voltou para o quarto. Mam?e, eles n?o v?o voltar? ¨C Perguntou Alice. N?o, eles s¨® ainda n?o se divertiram o suficiente. Dissen, antes que Liliane pudesse responder. Mam?e, ser¨¢ que eles v?o matricr aqu garotinha irritante na nossa esc? ¨C Continuou Alice, fazendo uma careta. N?o seja pessimista. Dissen, mal podia imaginar essa situa??o. A simples ideia de ver aqu garotinha de novo deixava ele enjoado. Preferiria encontrar o pai do que encontrar aqu garota todo os dias! N?o vai acontecer. Eu vou arranjar uma desculpa para evitar eles ¨C Consolou Liliane. ¨C Ent?o estou tranqu. Mam?e, esta noite n?o precisa nos contar hist¨®rias. V¨¢ logo. para o seu quarto esconde. Disse Alice, se aliviando. ¨C Certo, vou voltar parao meu quarto ent?o. Disse Liliane, sorrindo. Depois de beijar as testas das crian?as, Liliane saiu do quarto. Quando a porta se fechou, Alice se aproximou den. Ian! ¨C Chamou Alice. ¨C O que foi? ¨C Perguntou Ian, os olhos semicerrados. Hoje ouvi os professores fndo sobre a empresa da mam?e. Eles disseram que depois do problema na empresa da mam?e, a empresa daqu mulher desprez¨ªvel j¨¢ foi fundada! Eles tamb¨¦m disseram que a nova empresa d certamente far¨¢ grandes vendas durante o per¨ªodo de crise da empresa da mam?e. Ser¨¢ verdade? ¨C Disse Alice. Ao mencionar Mavis, Ian abriu os olhos na escurid?o, ¨C quer aproveitar a situa??o para expandir a empresa? est¨¢ sonhando! ¨C Disse Ian, desprezo. O que voc¨º vai fazer? ¨C Perguntou Alice. Voc¨º vai descobrir em breve, em poucos dias! Respondeun. Est¨¢ bem. Disse Alice. ¨¤s 22h, terceiro andar da Mans?o Baia. ¨C Marta acabava de tomar banho e ouviu passos e vozes animadas dodo de fora da porta. ¨C M?e, eu realmente n?o entendo. Uma refei??o custou mais de 8 mil reais! Se soubesse, teria sido melhor sair a Liliane! ¨C Disse Diego. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you activity time is limited! GET Chapter 270 Cap¨ªtulo 270 Voc¨º rema o tempo todo, quem imaginaria que uma refei??o seria t?o cara! Esses restaurantes na cidade s?o realmente gananciosos! Disse Pa. Ent?o, voc¨º deveria ter ouvido meu conselho e sa¨ªdo paraer eles amanh?! Disse N?o h¨¢ almo?o gr¨¢tis, melhor economizar esse dinheiro para n¨®s mesmos! ¨C Diego. Devemos economizar tudo! J¨¢ que moramos aqui, deve arcar as despesas paraer, beber e viver! Daqui a algum tempo, vou pedir a que pague por uma casa para n¨®s! Disse Pa. ¨C M?e, essa ideia ¨¦ ¨®tima! O que est¨¢ na moda na cidade agora s?o aqueles grandes apartamentos, devemos ir dar uma olhada! ¨C Concordou Diego. Feito! Vamos dar uma olhada! ¨C Disse Pa. Ouvindo essa conversa, Marta apertou raiva os punhos. Terr¨ªvel! Liliane estava em apuros! precisava ajudar! No andar de baixo. Depois de tomar banho, Liliane ligou para Eduardo. ¨C Lili, ainda est¨¢ ocupada a essa hora? Perguntou Eduardo. Liliane massageou as t¨ºmporas, cansada. N?o, tem algo que eu gostaria de pedir sua ajuda. Respondeu Liliane. ¨C ¨C Me diga. Disse Eduardo, colocando os na sua m?o na mesa. ent?o contou a Eduardo sobre a quest?o de Vin¨ªcius perguntando sobre o paradeiro de seus dois filhos na f¨¢brica. Eduardo ficou em sil¨ºncio por um momento, continuando. Isso n?o ¨¦ dif¨ªcil de resolver, um atestado de ¨®bito pode ser falsificado. S¨® que voc¨º precisa pensar se William ficar¨¢ furioso ao descobrir. J¨¢ que as pvras j¨¢ foram ditas, s¨® posso fazer isso. Pelo menos assim, as crian?as n?o ser?o fam¨ªlia Gabaldo. ¨C Disse Liliane. Se voc¨º tomou essa decis?o, n?o vou dizer mais nada. ¨C Respondeu Eduardo, +15 BOHUB All content is property ? N?velDrama.Org. ¨C Essa quest?o precisa ser resolvida o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Vin¨ªcius ¨¦ o amigo mais pr¨®ximo de William e ele definitivamente contar¨¢ isso a William. ¨C Acrescentou Liliane. ¨C Entendido. Fique tranqu, vou organizar isso mais tarde. Disse Eduardo, assentindo. Eduardo, sei que essa decis?o ¨¦ injusta para voc¨º, mas n?o tenho escolha. ¨C Disse Liliane, suspirando de leve. Boba, n?o fale essas coisas. Bom, j¨¢ est¨¢ tarde, voc¨º deveria dormir. ¨C Disse. Eduardo, um sorriso. Ao mesmo tempo, Bar ao ar livre no terra?o, Vin¨ªcius serviu um copo de bebida para William e empurrou ele na dire??o dele. ¨C N?o vai se dedicar ¨¤s mulheres esta noite? Perguntou William, olhando para ele ¨C ro, as mulheres n?o s?o t?o importantes quanto os amigos, mas de vez em quando n?o faz mal, n?o ¨¦ mesmo? ¨C Disse Vin¨ªcius, um sorriso, de hesitar por um momento. Voc¨º me chamou para fr sobre o qu¨º? ¨C Perguntou William, desd¨¦m. N?o posso s¨® te chamar sem motivo? ¨C Vin¨ªcius deu um gole na bebida, continuando. Mas, na verdade, tenho algumas informa??es parapartilhar voc¨º. ¨C O que voc¨º quer dizer? ¨C Questionou William, s¨¦ria, franzindo a testa. Ele sentia que tinha a ver Liliane. ¨C Esta tarde, questionei Liliane sobre algumas coisas, principalmente rcionadas ¨¤s crian?as. Respondeu Vin¨ªcius. ¨C ¨C Como respondeu? Perguntou William, os olhos dele se estreit William, os outros dois filhos morreram. ¨C Avisou Vinicius, uma expres?o s¨¦ria. William apertou a m?o no copo, seus olhos ficaram sombrios de repente. Ele apertou os l¨¢bios, for?ando quatro pvras entre os dentes. O que voc¨º disse? ¨C Perguntou William. -Eu sei que isso vai te deixar furioso, mas voc¨º precisa considerar o ponto de vista d. Voc¨º n?o viu o quanto sofreu por essas crian?as. Como m?e, sente uma dor mais profunda. Rendo que investigue mais, talvez verifique os atestados de ¨®bito, para confirmar a veracidade do que disse. Explicou Vin¨ªcius, suspirando. O rosto de William ficou sombrio, seus l¨¢bios aperta, sem proferir pvra. Chapter 271 Cap¨ªtulo 271 William, passou por muita coisa, n?o h¨¢ necessidade de ficar preso por causa dos filhos. Disse Vin¨ªcius. Ent?o me diga, se est¨¢ t?o triste, por que teve mais dois filhos Eduardo? ¨C Perguntou William, segurando a raiva, sua presen?a imponenteo um juiz no mundo dos vivos. ¨C Talvez seja uma forma de consolo para mesma. ¨C Conjecturou Vin¨ªcius. William jogou o copo for?a, um estrondo ressoou. Consolo? A maneira d se consr ¨¦ se envolver homens? ¨C Zombou William. ¨C William, vou fr honestamente. Se Mavis foi capaz de tirar uma crian?a de Liliane, certeza poderia ter feito algo os outros dois. Os ci¨²mes de uma mulher n?o ¨¦ algo que n¨®s, homens, possamos entender! ¨C Vin¨ªcius tentou explicar. William semicerrou os olhos, cheios de hostilidade. ¨C Vou investigar esse assunto! ¨C Disse William. Vin¨ªcius soltou v¨¢rios suspiros consecutivos, sabendo que essa investiga??o n?o seria f¨¢cil. Especialmente Mavis, ele tinha a sensa??o de que n?o era simples. N?o apenas , ele sentia que havia uma for?a significativa nas sombras. Em outras pvras, se Liliane n?o foi a assassina naquele incidente do passado, que papel Mavis desempenhou naqu situa??o? Uma v¨ªtima inocente ferida? Ele n?o acreditava! Definitivamente n?o era t?o simples! S¨¢bado. Dessa vez, Liliane n?o acordou as crian?as cedo para o caf¨¦ da manh?, deixando s dormir at¨¦ acordarem naturalmente. Afinal, era melhor manter as crian?as longe daquele grupo l¨¢ embaixo. At¨¦ as dez e meia, Alice e Ian apareceram para abrir a porta de Liliane. N?velD(ram)a.?rg owns this content. +15 BONDS Ao ver os dois, Liliane levantou o cobertor. Acordados? Que tal sairmos paraer algo? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Mam?e, meu est?mago est¨¢ protestando. ¨C Disse Alice, apertando sua barriguinha fofa. Mesmo semer uma refei??o, ainda h¨¢ muita carne na sua barriga. ¨C Comentoun, sorrindo elegancia. ¨C Voc¨º ¨¦ t?o chato! Sempre dizendo coisas desagrad¨¢veis! ¨C Disse Alice,n?ando um olhar irritado para Ian. Liliane riu enquanto pegava roupas do arm¨¢rio. Pensem no que queremer. Disse Liliane. Podemos ir ao Felicidade Infante Restaurante, mam?e, pode ser? ¨C Perguntou Alice, sorrindo. ro! Vou ligar para reservar uma mesa. ¨C Respondeu Liliane. No patamar da escada, Viviane ouviu a conversa deles. se virou e desceu as escadas para contar a Pa sobre o no deles. Diego, aodo, se animou, pegou o celr ee?ou a procurar o tal restaurante infantil que Viviane mencionou. Ao ver que o custo m¨¦dio por pessoa era mais de mil, seus olhos se arregram de surpresa. ¨C Viviane! Voc¨º tamb¨¦m quer ir, n¨¦? ¨C Perguntou Diego. Nunca fui! ro que quero! ¨C Respondeu Viviane. Diego concordou e olhou para Pa. M?e, o restaurante infantil tem um custo m¨¦dio de mais de mil reais! N?o podemos perder essa oportunidade de aproveitar, n¨¦? ¨C Disse Diego. Pan?ou a ele um olhar descontente. Mais de mil? Isso n?o significava nada! gastou mais de oito mil na noite passada! Liliane realmente era econ?mica! Mas j¨¢ estavabinado que Liliane cuidaria de tudo rcionado aida e bebida, ent?o teve que engolir a insatisfa??o. ¨C Est¨¢ bem, vamos! ¨C Disse Pa. Quinze minutos depois, Liliane desceu as crian?as. +15 BONOS Ao ver a fam¨ªlia Marques na s, todos vestidos de maneira arrumada e de p¨¦, ost tr¨ºs ficaram surpresos. ¨C Mam?e, vamos embora logo! ¨C Disse Alice, puxando a m?o de Liliane. Liliane assentiu, levando as crian?as para fora da mans?o. Sem saber, assim que entraram no carro, a fam¨ªlia Marques tamb¨¦m correu apressadamente at¨¦ eles, at¨¦ mesmo se for?ando a entrar no carro. Chapter 272 Cap¨ªtulo 272 Se n?o fosse p van da bab¨¢, seria dif¨ªcil odar tantas pessoas. Liliane estava prestes a perguntar quando outra voz gritou na entrada. ¨C Espera a¨ª! Eu tamb¨¦m quero ir! ¨C Gritou Marta. Marta correu apressadamente para fora, seguida p Dra. Daise. Ao ouvir a voz, a fam¨ªlia Marques estremeceu num instante. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Caramba, essa maluca tamb¨¦m vai? ¨C Perguntou Diego, exmando horrorizado. ¨C Eu n?o quero mais ir! Quero descer do carro! ¨C Disse Raul, tremendo. No entanto, antes que pudessem dizer mais alguma coisa, Marta j¨¢ havia se espremido rapidamente no carro. A fam¨ªlia Marques imediatamente se encolheuo pintinhos em um ninho,pletamente assustada Vendo isso, Liliane riu frieza, n?o dizendo uma pvra. n?o esperava que Marta tivesse tanto poder sobre eles. Marta olhou para a fam¨ªlia Marques e depois para Liliane. ¨C Lili, eu tamb¨¦m quero ir! ¨C Disse Marta. Tudo bem. Concordou Liliane, prontamente. Ian e Alice riam escondidos. Quem diria que essa fam¨ªlia t tanto medo da Marta? Durante todo o trajeto, a fam¨ªlia Marques n?o ousou dizer uma pvra, mantendo a maior distancia poss¨ªvel de Marta. Foi s¨® quando chegaram ao restaurante que a fam¨ªlia Marques parecia estar escapando de uma situa??o de vida ou morte. Dentro do restaurante, o gar?om guiou eles at¨¦ uma grande mesa redonda. Depois de se sentarem, o gar?om sorriu para eles. Srta. Liliane, os dois pequenos ainda querem os menus infantis,o da ¨²ltima vez? ¨C Perguntou o gar?om. Sim, traga um fil¨¦ mignon trufas para mim. ¨C Respondeu Liliane, olhando +15 BONOS para Marta. E voc¨º, Marta, o que gostaria deer? Eu tamb¨¦m quero um menu infantil. ¨C Respondeu Marta, obedientemente. O gar?om anotou, em seguida, perguntou ¨¤ fam¨ªlia Marques o que eles gostariam. Diego fez um gesto amplo. ¨C Voc¨º s¨® est¨¢ me perguntando. Como vou saber o que queroer? Me d¨º um card¨¢pio! Disse Diego. O gar?om sorriu, entregando os menus. Diego encarou ele,entando. ¨C Atitude terr¨ªvel! Ele abriu o card¨¢pio, mas ficou at?nito no momento em que o viu. Estava todo em ingl¨ºs! Pa, vendo a express?o de Diego, pressionou ele. O que tem no card¨¢pio? Por que voc¨º n?o escolhe? ¨C Perguntou Pa. ¨C M?e, n?o me pressione! Eu n?o entendo! ¨C Sussurrou Diego. ¨C Voc¨º n?o consegue entender um card¨¢pio? ¨C Disse Pa, dando um olhar de ¡± que falta de habilidade¡± a ele. Depois de pegar o card¨¢pio, tamb¨¦m abriu, ao ver as pvras em ingl¨ºs, seus. olhos se arregram. Is¨Cs¨Csso¡­ Voc¨ºs chamam isso aqui de restaurante? ¨C Repreendeu Pa. Sua voz alta atraiu olhares desagrad¨¢veis dos outros clientes ao redor. ¨C ¨C Traga algumas op??es aleat¨®rias, por favor. Disse Liliane, rindo e olhando para o gar?om.. ro, Srta. Liliane. Respondeu o gar?om. Depois do constrangimento da fam¨ªlia Marques, eles ficaram em sil¨ºncio, sentados no restaurante express?es descontentes. At¨¦ que o prato infantil de Alice foi servido. O sorvete chegou! ¨C Disse Alice, os grandes olhos d brilharam. O gar?om colocou o sorvete na frente de Alice. ¨C Alice, voc¨º realmente gosta de sorvete, n¨¦? ¨C Disse o gar?om. Voc¨º entende mesmo! ¨C Respondeu Alice, sorrindo. Depois de colocar o sorvete, Alice mal pegou a colher quando uma figura passou. rapidamente na sua frente. +15 BONDS No instante seguinte, o sorvete diante d foi roubado e colocado na frente de Viviane. Meu sorvete¡­ ¨C Exmou Alice, at?nita. ¨C Os pratos infantis sempre v¨ºm sorvete, por que voc¨ºs pegaram o da Alice? Questionou Liliane, franzindo a testa. Eu estou feliz! ¨C Disse Diego, pvra por pvra, desafiadoramente olhando para Liliane. Voc¨º quer morrer! Disse Marta. De repente, Marta se levantou, estendeu a m?o e agarrou a g de Diego. levantou a m?o, dando um estalo no rosto de Diego. Em seguida, seus olhos ficaram vermelhos,o se estivesse enlouquecida,e?ou a dar tapas no rosto de Diego. ¨C Voc¨º ousa roubar o sorvete da Alice! Voc¨º est¨¢ pedindo para morrer! ¨C Disse Marta. ¨C Ah, sua louca¡­ ¨C Disse Diego. O som de tapa ou na s. Tr¨ºs tapas consecutivos. A fam¨ªlia Marques arregram os olhos, aterrorizada, ningu¨¦m ousava intervir. + Chapter 273 Cap¨ªtulo 273 Os clientes ao redor riam enquanto observavam a vergonhosa performance da fam¨ªlia Marques. Esse cara merece mesmo ser espancado. ¨C ¨¦ verdade! Dra. Daise queria intervir, mas Liliane impediu . Vamos esperar o gar?om chegar antes de intervir. Disse Liliane. Dra. Daise n?o disse mais nada. Ao mesmo tempo, fora do restaurante. ¨C A luz vermelha acendeu na frente e o carro esportivo de Vin¨ªcius parou no momento certo. for Entediado, ele olhou para p jan, seu olhar se fixando em um restaurante do outrodo da rua. Seus olhos se arregram em incredulidade. Vin¨ªcius rapidamente abaixou o vidro do carro, olhando fixamente para a mulher dentro do restaurante que usava um vestido branco e estava envolvida em uma briga. N?o era a m?e de William?! Vin¨ªcius pegou o celr e ligou para William ¨¤s pressas. All content is property ? N?velDrama.Org. William, eu vi sua m?e, no Felicidade Infante Restaurante. R¨¢pido! ¨C Falou Vin¨ªcius, apressadamente, quando a liga??o foi atendida. Restaurante infantil? O que sua m?e estava fazendo l¨¢? William franzia a testa perplexidade, mas concordou de imediato. Estou indo, ! ¨C Disse William. Ap¨®s desligar, Vin¨ªcius correu para estacionar o carro. Dentro do restaurante. Os gar?ons se aproximaram para intervir, Liliane acenou para Dra. Daise e se aproximou para segurar Marta. ¨C Marta, que talprarmos mais sorvete para Alice? ¨C Sugeriu Dra. Daise. Ouvindo isso, Marta soltou Diego. Bom, vamosprar. ¨C Concordou Marta. Assim, Dra. Daise levou Marta para fora p porta dos fundos. As pessoas que estavam assistindo se dispersaram e aida foi trazida pelos gar?ons. Diego,o um porco, encarava Liliane raiva. Liliane nem deixou Dra. Daise impedir aqu mulher maluca! Quando os bifes foram trazidos, Pa ficou confusa. V¨¢rios talheres de diferentes tamanhos estavam ¨¤ sua frente. Como usava isso? Filho,o ¨¦ que usa isso? ¨C Perguntou Pa, cutucando Diego. Ouvindo isso, Ian levantou a cabe?a. ¨C N?o ¨¦ normaler bife aos poucos? Um pequeno garfo uma pequena faca n?o seria mais apropriado? ¨C Disse Ian, ¨C Voc¨º entende muito, n¨¦? ¨C Disse Pa, dando um olhar furioso para Ian. Com isso, pegou os talheres conforme as pvras de Ian, mas achou dif¨ªcil de usar, ent?o simplesmente pegou o bife o garfo e mordeu. Liliane olhou para o pr¨®prio filho uma mistura de risos e l¨¢grimas. Realmente, ele sabiao cutucar as pessoas. N?o sabia quem ele pux. Quinze minutos depois, dodo de fora do restaurante, Vin¨ªcius esperou a chegada de William e os dois entraram rapidamente no restaurante. No entanto, ao vasculharem o local, n?o encontraram Marta em lugar algum. William olhou frieza para Vin¨ªcius, que parecia perplexo. ¨C Ser¨¢ que seus olhos precisam de um exame oftalmol¨®gico? ¨C Zombou William. ¨C Eu sou esse tipo de pessoa? Eu jamais faria piada sua m?e. Vamos verificar as cameras de seguran?a ent?o. ¨C Disse Vin¨ªcius, aceitando derrotado. +15 BONOS ¨C Breno havia pedido a mim para trazer ele este lugar, o restaurante respeita muito a privacidade dos clientes, ent?o n?o h¨¢ cameras dentro. Disse William, um sorriso ir?nico. Vinicius ficou sem pvras. Ele n?o podia se defender sem provas. Os dois decidiram deixar o local, mas no momento em que William estava prestes a sair, avistou Liliane as crian?as e algumas pessoas desconhecidas. Intrigado, ele franziu o cenho. Quem essas pessoas? Arranje uma mesa para mim, aodo daqus pessoas. ¨C Instruiu Williamo gerente. ¨C Certamente, senhor. Quantas crian?as est?o o senhor? ¨C Perguntou o gar?om, assentindo. Williamn?ou um olhar a Vin¨ªcius S¨® ele, traga um menu infantil para ele. ¨C Disse William. Vin¨ªcius ficou boquiaberto. Os dois se aproximaram da mesa, ficando a poucos passos de Liliane. Por instinto, Liliane levantou os olhos e ao ver William, ficou visivelmente surpresa. Alice en tamb¨¦m ficaram at?nitos. O que o pai irrespons¨¢vel estava fazendo ali? A fam¨ªlia Marques, seguindo o olhar de Liliane, ergueu os olhos para William e Vin¨ªcius. Ao ver a apar¨ºncia deles, a fam¨ªlia Marques ficou hipnotizada. Uau, de onde sa¨ªram esses dois caras bonitos? Pareciam sa¨ªdos de uma nov. No entanto, ao notar o brinco de obsidiana na orelha esquerda de Vin¨ªcius, Pa torceu os l¨¢bios. Homens usando brincos? T?o! SOHOU $1+ Chapter 274 Cap¨ªtulo 274 observou William aodo mais algumas vezes. Esse homem, bonito e elegante, agradava cada vez mais a . Pa rapidamente deu um tapinha no Raul, que devorava aida. ¨C Raul, esse homem ¨¦ lindo! Bonito e bem¨Cvestido! Parece ser rico! A sobrinha da prima distante do segundo primo da nossa aldeia ¨¦ uma b mo?a, que se chama B e tem padr?es elevados, certeza gostaria desse homem! ¨C Disse Pa. ¨C Ah! Aqu mo?a! Com certeza! ¨C Respondeu Raul, depois de organizar a confusa ¨¢rvore geneal¨®gica. Eu preciso perguntar! ¨C Disse Pa, animada, batendo na perna. Se levantando, foi at¨¦ a mesa de William, puxou uma cadeira e se sentou, perguntando. Bonit?o, voc¨º ¨¦ casado? N?velD(ram)a.?rg owns this content. William franziu a testa, por instinto, olhou para Liliane, sem rea??o. Em seguida, ele ficou s¨¦rio e n?o disse uma pvra. Vin¨ªcius, por outrodo, ficou interessado. ¨C enhora, ele ¨¦ solteiro, sem esposa, apenas tem um filho! ¨C Disse Vin¨ªcius. Pa fez uma express?o de dificuldade. ¨C Oh, ent?o ele ¨¦ divorciado? Divorciado um filho, issoplica um pouco! A prop¨®sito, quantos anos tem a crian?a? ¨C Perguntou Pa. Cinco anos. Respondeu Vin¨ªcius, animado. ¨C Cinco anos? Ah, j¨¢ reconhece as pessoas, isso ¨¦ um poucoplicado! ¨C Disse Pa, pensando por um momento e acrescentando. Mas contanto que o dote esteja bom, n?o h¨¢ problema! Vin¨ªcius n?o aguentou e riu baixinho. Ele entendeu que essa mulher queria arranjar um casamento para William! Isso era uma novidade interessante! ¨C ¨C Bonit?o, que tipo de garota voc¨º gosta? ¨C Perguntou Pa, de novo. William ficou o rosto sombrio, seus olhos lindos cheios de irrita??o. Ele n?o se importava Pa. Ele gosta daqus olhos de formados amendoados, rosto oval, nariz pequeno e fino, boca pequena em formado de cereja, de prefer¨ºncia um pouco teimosas. Disse Vin¨ªcius, um olhar significativo para Liliane. Na mesa aodo, Ian e Alice olharam para sua m?e. Parecia que tudo se encaixava. Ao ouvir as pvras de Vin¨ªcius, Pa riu, batendo na perna. Isso ¨¦ perfeito! A sobrinha da prima distante do segundo primo da nossa aldeia ¨¦ assim mesmo! ¨C Disse Pa. Vin¨ªcius ficou confuso. Toda essa volta, ainda havia algum parentesco? Ainda antes de Vin¨ªcius entenderpletamente, Pa perguntou novamente. Bonit?o, voc¨º parece ter uma aura extraordin¨¢ria, tem casa e carro, certo? ¨C ro! Falou Vin¨ªcius, de novo, por William. Ele contou nos dedos e fez um som de desd¨¦m. Isso ¨¦ incalcul¨¢vel, ele tem propriedades por todo o pa¨ªs! E ¨C carros, bem, s?o algumas centenas no m¨ªnimo! Pa ficou boquiaberta. Meu Deus, essas condi??es eram incr¨ªveis! Se n?o fosse t?o velha, at¨¦ pensaria em se casar ele! Pa recuperou apostura e tossiu. ¨C Ah, est¨¢ bom! Pode se dar bem B! ¨C Disse Pa. Depois disso, sentiu que algo estava errado. Pa olhou desconfiada para William. ¨C Bonit?o, por que voc¨º n?o diz nada? Voc¨º n?o ¨¦ mudo, n¨¦? ¨C Perguntou Pa. William franzi a testa, ainda sem conseguir fr, quando Pa fez um som de decep??o. Se voc¨º fosse mudo, ent?o n?o fazia sentido discutir! De acordo nossas regras, se um mudo quiser se casar, o dote precisa ser mais alto! Pelo menos um milh?o! William soltou um sorriso ir?nico, olhando para frieza. Um milh?o ¨¦ muito pouco? Dez milh?es s?o suficientes? ¨C Zombou William. Pa sentiu um al¨ªvio instantaneo. Ent?o ele podia fr? Isso ¨®timo, ¨C 7 Ah,o ousaria! Vou voltar e discutir B! Mas, sem rodeios, se vai gostar de voc¨º, ¨¦ outra hist¨®ria. Afinal, voc¨º ainda tem um filho. No mercado matrimonial, homens usados valem menos! ¨C Disse Pa, um sorriso +15 BONOS t¨ªmido. Do outrodo, Liliane n?o conseguiu segurar o riso. At¨¦ Ian e Alice estavam se segurando para n?o rir. O pai irrespons¨¢vel tamb¨¦m podia ser alvo de piadas! O riso de Liliane fez o rosto bonito de William parecer ainda mais sombrio. Ele estava sendo humilhado por essa mulher maluca e ainda conseguia rir? Se a pessoa sentada ali fosse Eduardo, ainda estaria t?o feliz agora? Simplesmente era uma mulher duplo padr?o. Chapter 275 Cap¨ªtulo 275 ¨C enhora, voc¨º t¨¢ certa, homem usado vale menos, haha. Disse Vin¨ªcius, um rosto bonito, at¨¦ riu de forma um pouco distorcida. Fecha a boca! Repreendeu William, baixinho. Naquele momento, um gar?om chegou uma refei??o. Senhor, seubo infantil chegou. Disse o gar?om, aodo de Vin¨ªcius. ¨C Entendi, deixa a¨ª. ¨C Respondeu Vin¨ªcius, segurando o riso. O gar?om assentiu e colocou obo infantil diante de Vin¨ªcius. Pan?ou um olhar de desprezo e desd¨¦m para Vin¨ªcius. Ent?o, voltou a olhar para William. ¨C J¨¢ que voc¨º tamb¨¦m est¨¢ interessado, me passa o endere?o. Depois de fr B, eu vou at¨¦ a sua casa para discutirmos! ¨C Continuou Pa. William zombou de leve, erguendo o canto dos l¨¢bios, olhou para a gar?om que ainda n?o tinha sa¨ªdo. ¨C Traga papel e ca para mim. ¨C Pediu William. O gar?om tirou papel e ca do bolso do avental e entregou a William. William escreveu uma s¨¦rie de endere?os calma. N?velD(ram)a.?rg owns this content. ¨C Voc¨º pode vir aqui ¨¤ tarde para discutirmos mais detalhes, eu moro aqui. ¨C Disse William. Terminado, ele entregou o endere?o para Pa. Pa pegou o papelo se fosse um tesouro e o guardou no bolso. ¨C Certo, bonit?o, ent?o eu n?o vou atrapalhar sua refei??o. ¨C Disse Pa. ¨C ¨C Ei, senhora, espera a¨ª! ¨C Chamou Vin¨ªcius, segurando o riso. ¨C Como voc¨º s¨® cuida do casamento dele, n?o vai me apresentar umas gatas? O que eu tenho de pior que ele? Pa fez careta, olhou para obo infantil diante de Vin¨ªcius e disse desprezo: ¨C Ele pode at¨¦ ser divorciado e ter filho, mas voc¨º, pelo jeito, n?o bate bem da cabe?a. N?o vou empurrar as mocinhas pra dentro do buraco de fogo que voc¨º ¨¦! Vin¨ªcius ficou boquiaberto. +15 BONDS Onde ¨¦ que a cabe?a dele n?o batia bem? Vinicius seguiu o olhar de Pa para obo infantil ¨¤ sua frente¡­ Puxa vida! Isso ramente foi William que empurrou pra ele! Esse mndro realmente queria manchar a imagem dele! Depois do jantar, Liliane e os outros, junto William e Vin¨ªcius, sa¨ªram juntos. do restaurante. Pa se aproximou para agradar. Bonit?o, me espera, vou te procurar mais tarde! ¨C Disse Pa. Estarei aguardando! ¨C Respondeu William, um sorriso frio. Ao ouvir isso, Pa, junto sua fam¨ªlia, se preparava para chamar um t¨¢xi e ir embora. M?e, por que n?o pegamos carona Liliane? Assim a gente economiza um dinheiro. ¨C Perguntou Diego, sem entender. Voc¨º ¨¦ burro? Aquele bonit?o acabou de mostrar que tem muito a oferecer. Se Liliane tamb¨¦m se interessar por ele se juntar a n¨®s estragaria tudo para n¨®s, n¨¦? ¨C Explicou Pa, olhando para ele com desprezo. ¨C N?o acho, Liliane ¨¦ uma m?e solteira dois filhos. Como esse bonit?o pode se interessar por esse tipo de mulher? ¨C Disse Diego, fazendo bico. N?o tenha certeza de nada. Eu tenho mais experi¨ºncia do que voc¨º, sei o que estou fazendo. ¨C Respondeu Pa. Dizendo isso, eles pararam um t¨¢xi, entregaram ao motorista o endere?o que William tinha escrito. ¨C Motorista, v¨¢ para a Rua da Felicidade, n¨²mero 264. ¨C Disse Pa. Mesmo que o encontro fosse marcado para a tarde, Pa n?o conseguia esperar e estava ansiosa para chegar. O motoristan?ou um olhar significativo para a estranha fam¨ªlia no banco de tr¨¢s, mas iniciou o carro em sil¨ºncio. Vendo essa turma peculiar finalmente indo embora, os dois filhos aodo de Liliane soltaram um suspiro aliviado. ¨C Mam?e, eles foram embora. ¨C Disse Alice, sua voz infantil. ¨C Sim, finalmente foram embora¡­ ¨C Disse Liliane, olhando para o t¨¢xi que se ¨C 5110 afastava, um olhar significativo. No entanto, logo percebeu olhares intensos atr¨¢s d. Por instinto, Liliane se virou e viu William olhando para um rosto sombrio. Seu rosto bonito parecia estar coberto por uma camada de cinza, cheio de mncolia. ¨C Voc¨º ¨¦ ¨ªntima deles? ¨C Perguntou William. + Chapter 276 Cap¨ªtulo 276 Se s?o ¨ªntimos ou n?o, isso n?o impede voc¨ºs de terem um encontro? ¨C Zombou Liliane. ¨C Algu¨¦m se importou em perguntar se eu estou sofrendo? ¨C Disse Vin¨ªcius, uma express?o mnc¨®lica. Liliane e William olharam para Vin¨ªcius ao mesmo tempo. Voc¨º que se meteu nisso, n?o foi? ¨C Disseram eles, em un¨ªssono. Ap¨®s fr, Liliane e William ficaram surpresos por um. Os dois se encararam, a atmosfera ficou sutil e logo voltaram a se virar cada um para o seudo. ¨C Vamos, queridos, panhem a mam?e at¨¦ o trabalho. ¨C Disse Liliane, olhando para os pequenos. Alice, de bom humor, acenou para William. Sr. William, desejo a voc¨º um encontro agrad¨¢vel! ¨C Disse Alice. ¨C Felicidades! ¨C Seguiu Ian. A express?o de William ficou ainda mais sombria. William, nunca pensei que voc¨º chegaria ao ponto de ter encontros ¨¤s cegas. ¨C Disse Vin¨ªcius, morrendo de sorrir. ¨C Voc¨º pode cair fora! ¨C Disse William,n?ando um olhar frio para Vin¨ªcius. Vin¨ªcius ficou sem pvras. No caminho para o destino, Pa j¨¢ estava impaciente e ligou para a casa da B. Ao ouvir que o homem estava divorciado e tinha um filho, mas possu¨ªa propriedades em todo o pa¨ªs, B concordou em relutancia. Tudo bem, marque um encontro para ele vir aqui pessoalmente me encontrar, fremos sobre isso na hora. Disse B. Pa concordou prontamente. No entanto, ao chegar ao local e descer do carro, olhando para a ca ¡°Hospital Psiqui¨¢trico¡± ¨¤ sua frente, a familia Marques ficou at?nita. ¨C M?e? ¨C Chamou Diego, os olhos arregdos, perguntando. ¨C Voc¨º tem certeza de que n?o errou o endere?o? A express?o de Pa mudou rapidamente de cor. ¨C Como assim eu errei! Com certeza ¨¦ este endere?o! ¨C Afirmou Pa. Raul n?o acreditava, pegou o papel o endere?o de Pa e abordou uma. ¨C Mo?a, a Rua da Felicidade 264 ¨¦ aqui? ¨C Perguntou Raul. ¨C ro que ¨¦ aqui, este ¨¦ o famoso Hospital Psiqui¨¢trico da Serafim, conhecido por tratar doen?as mentais graves! Respondeu a mo?a que passava. A familia Marques ficou perplexa, desarrumada pelo vento! ¨C Caramba, aquele cara n?o est¨¢ nos fazendo vir aqui para examinar nossa sanidade mental? M?e, ele est¨¢ zombando de n¨®s! ¨C Falou Diego. Ele foi o primeiro a reagir. ¨C Com essa apar¨ºncia decente, quem diria que ele ¨¦ s¨® um trapaceiro! ¨C Disse Pa, furiosa. ¨C Essa situa??o ¨¦ toda culpa da Liliane. N?o ¨¦ ¨¤ toa que estava rindo tanto antes, essa mulher insolente! M?e, n?o podemos engolir isso! ¨C Disse Diego, indignado. ¨C Quem disse que eu vou engolir?! Voc¨º vai vero eu vou lidar ! Gritou Pa, uma voz aguda. ¨C Como voc¨º vai lidar isso? ¨C Perguntou Raul, de forma perplexa. Vamos! J¨¢ que nos tratou assim, vamos gastar o dinheiro d! Muita gente gosta de marcas famosas, n¨¦? Vamosprar aqu coisa chamada Archi! ¨C Respondeu Pa, frieza. M?e, o que ¨¦ Archi? ¨C Perguntou Diego, co?ando a cabe?a. ¨C Voc¨º ¨¦ t?o ignorante. Eu vou te mostrar quando chegarmos l¨¢! Deveria ter estudado mais em vez de gastar tempo bobagens! Respondeu Pa,n?ando um olhar para Diego. Com isso, a fam¨ªlia partiu apressadamente de t¨¢xi em dire??o ao shopping de luxo. Pa guiou a fam¨ªlia por v¨¢rias lojas at¨¦ encontrar a tal loja de produtos de luxo. ¨¦ isso a¨ª, Archi! Ouvi dizer que ¨¦ muito famoso, as pessoas ricas na televis?o usam isso! ¨C Disse Pa, apontando para uma sequ¨ºncia de pvras em ingl¨ºs +15 BONOS na fachada. M?e, na televis?o isso ¨¦ chamado de ¡°Ai¡°! ¨C Disse Diego, franzindo os l¨¢bios. ¨C Oh, ¡°Ai¡°, ¨¦ isso! N?o importao chamam, vamosprar hoje mesmo! ¨C Disse Pa, n?o se import. Dizendo isso, entrou na loja a cabe?a erguida. ¨C Algu¨¦m! Eu queroprar ¡°Ai¡°! ¨C Gritou Pa, em voz alta, ao ver uma atendente. A atendente avaliou a apar¨ºncia da fam¨ªlia. Ap¨®s hesitar brevemente, set aproximou mantendo sua atitude profissional. Ol¨¢, senhora. Qual modelo voc¨º gostaria deprar? ¨C Perguntou a atendente. Content held by N?velDrama.Org. Cap¨ªtulo 277 Chapter 277 Cap¨ªtulo 277 Pa imitou a maneirao Diego chamava a marca. Eu queroprar ¡°Ai¡°! ¨C Repetiu Pa. ¨C Ol¨¢, este ¨¦ o estabelecimento oficial da ¡°Ai¡°. Qual modelo espec¨ªfico voc¨º est¨¢ procurando? ¨C Perguntou a atendente, de novo. Por que voc¨º n?o entende o que estou dizendo? N?o quero nenhum modelo espec¨ªfico, s¨® quero comprar ¡°Ai¡°! ¨C Falou Pa, impaciente. A express?o da atendente ficou um pouco r¨ªgida, mas ele continuou fndo em tom suave. ¨C Senhora, cada produto aqui ¨¦ da ¡°Ai¡°. Pode me dizer qual voc¨º desejaprar? ¨C Continuou a atendente.. Pa ficou furiosa ¨C Como voc¨º n?o entende? Diego, voc¨º f! Essa atendente ¨¦ uma t! ¨C Disse Pa, furiosa. Diego, mais esperto, passeou p loja e apontou para os mais caros. ¨C Este, este e este¡­ Todos eles! ¨C Disse Diego. ¨C Beleza! ¨C Disse a atendente, satisfeita em segredo. Embrulhando as bolsas, olhou para Diego e perguntou. O total ¨¦ de 1,3 milh?es e 9 mil e 6. Voc¨º vai pagar cart?o ou celr? Eu n?o vou usar cart?o nem celr. Apenas fa?a a conta e envie para o Grupo TYC, pe?a para a Sra. Liliane pagar. Sou primo d! ¨C Respondeu Diego. ¨C Voc¨º est¨¢ se referindo ¨¤ Sra. Liliane, a presidente do Grupo TYC? ¨C Perguntou a atendente, os olhos d se iluminaram. ¨C ¨¦ ro! ¨C Diego ficou um pouco impacientefndo. ¨C Voc¨º n?o viu que eu at¨¦ postei no Twitter da ¨²ltima vez? Ao ouvir isso, a atendente ficou aliviada e assentiu rapidamente. ¨C Est¨¢ bem, entendi. ¨C Disse a atendente. Meia hora depois, a fam¨ªlia Marquesprou as bolsas ee?ou a o shopping inteiro. Ao longo da tarde, eles voltaram para a Mans?o Ba¨ªa, cheios de sacs. No fim da tarde. Liliane ainda estava trabalhando na empresa as crian?as quando Nanda entrou. segurava um monte de recibos e os colocou na mesa de Liliane Sra. Liliane, esses s?o os recibos depra enviados pelo Estilo Internacional Shopping. Informou Nanda. Liliane levantou os olhos e All Data e r Ao ver a lista de lojas de luxo acima, Liliane entendeu num instante. Al¨¦m da fam¨ªlia Marques, ningu¨¦m mais faria uma coisa dessas. ¨C Quanto ¨¦ o total? ¨C Perguntou Liliane. ¨C 1,5 milh?es. Sra. Liliane, eles realmente passaram dos limites. Voc¨º n?o pretende chamar a pol¨ªcia? ¨C Perguntou Nanda. N?o ¨¦ urgente, ainda n?o ¨¦ o momento. ¨C Respondeu Liliane, calma, folheando os recibos. Sra. Liliane, al¨¦m disso, conseguimos entrar em contato o fornecedor deixado pelo vice¨C presidente. As mercadorias podem ser despachadas de volta ao pa¨ªs amanh?. ¨C Disse Nanda, assentindo. ¨C Kerry ainda est¨¢ o telefone desligado? ¨C Perguntou Liliane, depois de ficar silenciosa por um momento. Sim. Respondeu Nanda. Nanda, se sente. Vamos conversar. Disse Liliane, um sorriso amargo, colocando os recibos de lado. ¨C Sra. Liliane, diga. Disse Nanda, puxando uma cadeira e se sentando. Voc¨º j¨¢ foi tra¨ªda por algu¨¦m? ¨C Perguntou Liliane, parecia triste. Nunca, porque sempre estive sozinha. ¨C Respondeu Nanda. Ent?o voc¨º certamente nunca experimentou essa sensa??o dcerante. Disse Liliane, sorrindo desd¨¦m. Com isso, Liliane, os olhos um pouco avermelhados, continuando. ¨C Nanda, voc¨º salvou minha vida, eu considero voc¨º uma amiga. Me diga a verdade, se voc¨º estivesse na minha situa??o, o que faria? Content held by N?velDrama.Org. 1 ¨C Desculpe, Sra. Liliane, essa analogia n?o ¨¦ v¨¢lida. Me perdoe por n?o poder. responder ¨¤ sua pergunta. ¨C Respondeu Nanda, mantendo uma express?o. inalterada. ¨C E se troc¨¢ssemos os pap¨¦is? ¨C Liliane continuou perguntando. N?o seria poss¨ªvel. ¨C Respondeu Nanda. ¨C Voc¨º ¨¦ realmente direta. ¨C Comentou Liliane. +15 BONOS mesmo. Disse Nanda. ¨C Esque?a, n?o quero te colocar em uma situa??o dif¨ªcil. Eu te dou o dinheiro, v¨¢l pagar por mim, por favor. Disse Liliane, suspirando. Est¨¢ bem. Concordou Nanda, se levantando. ¨¤ noite, na Novitex. William chamou Jorge e perguntou se havia conseguido obter informa??es sobre o grupo de pessoas que estava Liliane naquele dia. Chapter 278 Cap¨ªtulo 278 Descobrimos, Sr. William, que essa mulher ¨¦ a irm? biol¨®gica do padrasto da Srta. Liliane. Eles t¨ºm pouca intera??o normalmente e costumaprocurar Nelson por dinheiro. A raz?o ra para a visita ¨¤ Srta. Liliane desta vez ¨¦ tamb¨¦m para pedir dinheiro. Quanto exatamente eles querem, ainda n?o conseguimos descobrir, pois a fam¨ªlia n?o revelou o valor exato at¨¦ o momento. Jorge. Informou William semicerrou os olhos, batendo ritmicamente os dedos no bra?o da poltrona. Um po?o sem fundo. ¨C Falou William, gravidade. Exatamente. Geralmente, pessoas assim s?o insaci¨¢veis. A Srta. Liliane inicialmente pensou em tomar medidas, mas eles amea?aram . Disse Jorge. ¨C Amea?as? Provavelmente est?o amea?ando expor as a??es desrespeitosas de Liliane para a m¨ªdia. ¨C Zombou William, desd¨¦m. ¨C ¨¦ isso mesmo, al¨¦m disso, eles gastaram mais de um milh?o Srta. Liliane esta tarde, mas foi em uma loja sob a Novitex. ¨C Continuou Jorge. Os olhos negros de William expressaram uma frieza sutil. ¨C All content is property ? N?velDrama.Org. Eles realmente acham que o dinheiro d cai do c¨¦u! ¨C Comentou William. ¨C Sim, Sr. William, mesmo que a Srta. Liliane seja rica, n?o merece ser explorada assim. Acrescentou Jorge, rapidamente, vendo seu chefe irritado e preocupado Liliane. E quanto ¨¤ situa??o de Kerry? Ele ainda n?o voltou para o pa¨ªs? ¨C Perguntou William. N?o, ele n?o voltou. Desde que entrou em uma mans?o h¨¢ tr¨ºs dias, n?o saiu mais. Parece que nem a Srta. Liliane conseguiu contatar ele. ¨C Respondeu Jorge. Investigue quem ¨¦ o dono da mans?o. ¨C Ordenou William, passa pelos olhos profundos dele. u tra?o de d¨²vida Sim, Sr. William! H¨¢ mais alguma coisa que precise? ¨C Perguntou Jorge. Ele sentiu que William ainda tinha algo para dizer, afinal,o poderia ficar calmo vendo Liliane sendo maltratada? Entre em contato a f¨¢brica de tecidos a qual Liliane est¨¢ trabalhando. Eu vou assumir parte dos custos. Al¨¦m disso, mande algu¨¦m verificar a qualidade +15 BONDS dos materiais escolhidos para esses tecidos e entregue a lista de materiais para Liliane. ¨C Acrescentou William,o esperado. Jorge ficou surpreso. Essa quantia n?o era pequena. No entanto, se William dissesse diretamente a Liliane para n?o se preocupar os custos, provavelmente n?o aceitaria. Essa era a abordagem mais segura. ¨C Sim, Sr. William! ¨C Assentiu Jorge. No meio da noite. Liliane, que estava dormindo, recebeu uma liga??o da f¨¢brica de tecidos do Pa¨ªs Y. Eles pediram para verificar um e¨Cmail, pois precisavam modificar o valor da transa??o. ¡ª ¨C Houve um aumento no pre?o do tecido? Perguntou Liliane, em ingl¨ºs fluente, ainda sonolenta. De forma alguma, Sra. Liliane, estamos oferecendo um desconto. ¨C Respondeu a pessoa do outro lado. Liliane abriu o e¨Cmail. Ao ver que o valor da transa??o havia ca¨ªdo quase p metade, ficou preocupada num instante. Eu quero o mesmo tecido da ¨²ltima vez. Voc¨ºs n?o trocaram sem a minha permiss?o, certo? ¨C Perguntou Liliane. ¨C Sra. Liliane, voc¨º est¨¢ pensando demais. Nossa f¨¢brica preza p integridade e voc¨º pode inspecionar as mercadorias ao receber s. Respondeu o outrodo, sorrindo. ¨C Se for um produto defeituoso, o tempo que levar¨¢ para enviar e retornar a mercadoria pode atrasar a entrega para o meu cliente. Disse Liliane, ansiosa. ¨C ¨C N?o se preocupe, de qualquer forma, nossa f¨¢brica n?o ir¨¢ alterar o que o cliente solicita sem permiss?o. Desculpe, mas estou ocupado agora, Sra. Liliane, preciso desligar. At¨¦ logo! ¨C Disse o outrodo. Ap¨®s dizer isso, a pessoa do outrodo simplesmente desligou a liga??o. Liliane ficou olhando para o pre?o d, confusa. Ser¨¢ que Kerry estava ajudando em segredo? Por que a f¨¢brica de tecidos ofereceria um desconto assim? Infelizmente, n?o tinha meios de entrar em contato Kerry agora e suas perguntas ficaram sem resposta. +15 BONOS Domingo. Liliane acordou e n?o viu ningu¨¦m da fam¨ªlia Marques. A Dra. Daise informou que eles sa¨ªram cedo, mas para onde, n?o sabia ao certo. Chapter 279 Cap¨ªtulo 279 Liliane pensou que a fam¨ªlia Marques n?o apareceria naquele dia devido ¨¤ sua brincadeira, mas surpreendenteeles volta ao meio¨Cdia.. Coincidentemente, no momento em que estava prestes a sair para almo?ar as crian?as. Pa, um brilho no rostoo se tivesse recebido uma grande not¨ªcia, estava animada e usando as roupas coloridaspradas ontem, parecendo uma ave ex¨®tica. Ao ver Liliane saindo, Pa at¨¦ cumprimentou. ¨C Voc¨º vai sair? ¨C Perguntou Pa. ¨C Quer se juntar a n¨®s paraer? ¨C Perguntou Liliane, indiferente, olhando para . ¨C N?o, n?o! N?o vamos! Respondeu Raul, antes que Pa pudesse responder. Ele realmente n?o queria ir. Aqu mulher mentalmente perturbada certeza iria eles! Embora ele n?o tivesse visto , ele tinha certeza de que estava no carro de Liliane! ¨C Vamos. Disse Liliane, ao motorista, um sorriso desdenhoso. Quando Liliane saiu as crian?as, Raul finalmente soltou um suspiro de al¨ªvio, batendo no peito. ¨C ¨C ¨¦ melhor n?oer esse tipo deida, assustador! Murmurou Raul. Depois de dizer isso, Raul se virou para levar Pa e Diego para o andar de cima. Mas ao virar a esquina, Raul ficou chocado. At¨¦ Pa e Diego estavam rostos p¨¢lidos e olhos arregdos, quase desmaiando em seu lugar. Porque Marta estava de p¨¦ em sil¨ºncio atr¨¢s deles, seus longos cabelos desgrenhados, olhando calmamente para a fam¨ªlia Marques. ¨C Meu Deus, minha nossa! ¨C Gritou Pa, ficando t?o assustada que correu. Raul e Diego tamb¨¦m estavam p¨¢lidos, gritando enquanto puxavam Viviane para correr. Marta co?ou a cabe?a confus?o. A familia Marques n?o se atreveu a ficar na s de estar e correu de volta para o quarto, trancando a porta para se sentirem seguros. Eu pensei que n?o estava aqui, n?o esperava que aparecesse de repente por tr¨¢s. quase me assustou at¨¦ a morte. Murmurou Raul, ainda em choque. Por que n?oeram a Liliane? Por que tinham que ficar aqui?¨C Perguntou Diego, irritado, puxando os cabelos. Zombo Voc¨ºs est?o essa apar¨ºncia por causa de uma mulher louca? ¨C Pa, encarou eles sem paci¨ºncia,o se estivesse pensando que mesmo sendo os dois homens da casa, eles ficaram t?o assustados! ¨C M?e, voc¨º n?o foi a primeira a correr? ¨C Disse Diego, desafiador, olhando para cima. ¨C Eu, eu estava ansiosa para ir ao banheiro. ¨C Respondeu Pa, piscando os olhos inocentemente. ¨C Voc¨º realmente ¨¦ boa em fingir! ¨C Repreendeu Raul, sem ficar feliz. Meu filho diz que eu j¨¢ aceitei, mas quem ¨¦ voc¨º para me chamar assim? ¨C Retrucou Pa, furiosa, apontando para o nariz de Raul. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Raul n?o gostou: Voc¨º n?o tem pelo, s¨® eu tenho? ¨C Zombou Raul. ¨C S¨® ter pelo n?o adianta, se n?o for ¨²til, do que adianta ficar gritandoigo? ¨C Respondeu Pa. Sua mulher boca¨Csuja, n?o seio fr voc¨º! ¨C Disse Raul, furioso, os olhos arregdos. ¨C Quem voc¨º est¨¢ chamando de mulher boca¨Csuja? ¨C Perguntou Pa. ¨C Estou te chamando, e da¨ª? ¨C Provocou Raul. ¨C Caramba, hoje eu vou te matar! ¨C Disse Pa. Com isso, Pa avan?ou para cima ee?ou a bater no rosto de Raul, que gemeu de dor e correu p s, tentando escapar. No restaurante. Liliane e Eduardo estavam almo?ando as crian?as. Alice, sentada uma express?o descontente, mal tocava naida. Eduardo, intrigado, cutucou o nariz de Alice. Quem magoou nossa princesinha? ¨C Perguntou Eduardo. Alice colocou a colher dedo e olhou s¨¦ria para Eduardo. +15 BONOS Tio, voc¨º vai ajudar Alice a se vingar? ¨C Respondeu Alice, uma pergunta. ¨C Voc¨º foi intimidada na esc infantil? ¨C Perguntou Eduardo, nervoso, franzindo a testa. Alice bn?ou a cabe?a. ¨C Ningu¨¦m na esc infantil me intimidaria. ¨¦ a Vivi¡­ Respondeu Alice. Lilianee?ou a tossir de repente. ¨C ¨C Alice, tio est¨¢ ocupado. N?o fa?a o tio se preocupar, est¨¢ bem? ¨C Disse Liliane. +15 BONOS ¨C Cap¨ªtulo 280 Chapter 280 Cap¨ªtulo 280 n?o podia envolver Eduardo nessa bagun?a. A fam¨ªlia Marques j¨¢ era gananciosa por natureza. Se eles descobrissem as habilidades do Eduardo, a situa??o ficaria ainda maisplicada. entendia os pensamentos de Eduardo, ele definitivamente n?o ficaria de bra?os cruzados ao saber disso. No entanto, essa quest?o n?o podia ser resolvida viol¨ºncia, sen?o ficaria ainda maisplicada. j¨¢ havia nejado uma estrat¨¦gia, esperando que os membros da fam¨ªlia Marques ca¨ªssem na armadilha por conta pr¨®pria. Eduardo serviu um copo de ¨¢gua para Liliane, aliviando a tens?o e depois olhou para Alice. ¨C Alice, o que est¨¢ acontecendo? ¨C Perguntou Eduardo. foi mordida por um cachorro. preocupa??es de Eduardo. Interveio, no momento certo, dissipando as Eduardo ficou surpreso, segurando a m?o de Alice para examinar cuidado. ¨C Onde voc¨º foi mordida? Est¨¢ doendo? ¨C Perguntou Eduardo, preocupado. Alice, esperta, sabia que sua m?e n?o queria que o tio soubesse disso e seguiu a sugest?o de Ian. ¨C Est¨¢ tudo bem, tio, s¨® estou um pouco desconfort¨¢vel. N?o se preocupe, tio. ¨C Alice voz suave. Eduardo, preocupado, acariciou a cabe?a de Alice. Est¨¢ bem, vou confiar em voc¨º. ¨C Disse Eduardo. Em seguida, ele perguntou a Liliane. Nenhuma not¨ªcia de Kerry? Ao mencionar isso, Liliane contou a Eduardo sobre o incidente na f¨¢brica de tecidos do Pa¨ªs Y na noite anterior. Acho que pode ter sido Kerry quem fez isso, ele adora fazer esse tipo de coisa sem dizer nada. Ent?o, de repente, aparece na sua frente dizendo que tem uma grande surpresa para voc¨º. Disse Liliane. Realmente tem o estilo de Kerry, mas o incendi¨¢rio da f¨¢brica ainda n?o foi descoberto? Indagou Eduardo. N?velD(ram)a.?rg owns this content. +15 BOHOS disso. Disse Liliane, Talvez minha suspeita esteja errada, n?o seria capaz disso. suspirando de leve. N?o se pode deixar a guarda baixa, Lili. Aconselhou Eduardo. ¨C Eu entendo, Eduardo, n?o se preocupeigo. ¨C Consolou Liliane. Dizendo isso, Liliane examinou Eduardo cuidado, perguntando. O que est¨¢ acontecendo voc¨º ultimamente? Seus olhos est?o cheios de vasinhos sangu¨ªneos. ¨C ¨C S?o apenas alguns problemas na empresa, estou um pouco cansado. ¨C Respondeu Eduardo, um sorriso. Ao terminar, Eduardo baixou os olhos, escondendo os pensamentosplexos por tr¨¢s deles. Como poderia ele contar a Liliane que William suspeitava que algo estava errado as finan?as da fam¨ªlia Lima? Ter que se precaver contra William, ao mesmo tempo, contra Gilberto, era realmente uma situa??o desafiadora. Mas Liliane era t?o forte,o irm?o mais velho, ele n?o podia se dar ao luxo de recuar. N?o se esforce demais. Disse Liliane, preocupa??o. Pode ficar tranqu, eu entendo. ¨C Respondeu Eduardo. ¨¤ noite. Vin¨ªcius e Marc se encontraram em uma churrascaria paraer e beber. ¨C Marc, a filha da Liliane ¨¦ bastante parecida o Eduardo, n¨¦? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, aproveitando o momento em que Marc estava um pouco animada pelo ¨¢lcool. ¨C Com certeza! ¨C Respondeu Marc, enquanto mordia um peda?o de carne, examinando Vin¨ªcius com olhos enevoados. ¨C Voc¨º est¨¢ agindo de forma estranha, por que est¨¢ perguntando isso? Vin¨ªcius riu de leve, dando um peda?o de carne a Marc. ¨C S¨® estou curioso, quando foi que Eduardo conheceu Liliane? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. ¨C Est¨¢ tentando me enganar? Quem te deu coragem para tentar me enganar aqui? Vin¨ªcius, acha que eu, que sa¨ª para beber, n?o consigo lidar isso? J¨¢ ouviu fr na express?o bom humor nunca fica embriagado¡°? Eu sabia, por que voc¨º anda t?o amig¨¢veligo ultimamente, n?o imaginava que era +15 BONOS para tentar me tirar informa??es! Eu te digo, Liliane ¨¦ minha amiga de verdade! N?o vai conseguir fazer que eu fale sobre , de jeito nenhum! ¨C Disse Marc, um sorriso frio, encarando ele. Vin¨ªcius, vendo Marce?ar a ficar irritada, rapidamente tentou acalmar. ¨C Eu juro, n?o tenho nenhuma inten??o impr¨®pria em r??o ¨¤ Liliane! ¨C Disse Vin¨ªcius. Voc¨º ainda est¨¢ tentando me enganar? Acha que eu n?o sei que voc¨º tem uma boa r??o meu chefe? ¨C Questionou Marc, indignada, quase virando a mesa. Chapter 281 Cap¨ªtulo 281 Voc¨º n?o acha que William est¨¢ passando por tempos dif¨ªceis nos ¨²ltimos cinco anos? Liliane n?o morreu, mas voc¨ºs mantiveram ele no escuro. Voc¨º trabalha na Novitex, n?o sabe o que ele enfrenta todos os dias? ¨C Disse Vin¨ªcius, resignado. Sim, o Sr. William certamente teve um per¨ªodo dif¨ªcil, mas e a Liliane? Voc¨ºs, homens, s?o todos uns animais guiados por desejos carnais, satisfeitos, levantam as cal?as e fingem n?o se importar! Mas as mulheres t¨ºm que suportar a gravidez por meses! Liliane teve trig¨ºmeos! Enquanto isso, foi jogada na delegacia e torturada. Voc¨ºs s?o todos cegos? Querendo me fazer fr sobre a Liliane, sonha! Vinicius! Vou deixar ro hoje! Se voc¨º quiser continuar mantendo contato, pare de tentar me manipr! ¨C Respondeu Marc, sem cerim?nia,rgando os espetinhos de carne. N?o ¨¦ bem assim, voc¨º n?o entende? H¨¢ mal¨Centendidos entre os dois agora¡­ ¨C Disse Vin¨ªcius, franzindo a testa. Que mal¨Centendido? N?o ¨¦ tudo por causa de William querendo proteger a Mavis? Esse foi o maior mal¨Centendido desde o in¨ªcio. Por que a minha Lili deve pagar o pre?o por esse casal de traidores? ¨C Exmo raiva. William procurou ele todos esses anos, quando finalmente encontrou, certeza retribuir. Mas ele n?o t ideia de que a Mavis podser uma golpista e isso voc¨º n?o pode culpar ele. ¨C Disse Vin¨ªcius, uma express?o s¨¦ria. ¨C Oh, n?o pode culpar ele? Ent?o quem culpamos? Ele n?o est¨¢ cego por acaso? Minha Lili cuidou dele com tanto esmero, foi t?o dedicada. No final, nem uma pvra da Mavis fez diferen?a! ¨C Zombou Marc, desd¨¦m. Marc! Tente se acalmar, ok? ¨C Disse Vin¨ªcius, estava visivelmente constrangido. Me acalmar? Voc¨º s¨® f merda! Imagine se fosse seu amigo preso e condenado ¨¤ morte, veja se voc¨º continuaria t?o calmo! ¨C Xingou Marc, furiosa. Dizendo isso, Ma?ou um olhar feroz para Vin¨ªcius, pegou a bolsa e saiu da loja. N?velDrama.Org (C) content. Vin¨ªcius, preocupado, pagou a conta rapidamente e foi atr¨¢s d. Quando ele saiu da churrascaria, Marc j¨¢ havia aberto a porta de um t¨¢xi. Vin¨ªcius deu um passo ¨¤ frente, segurando o bra?o de Marc. Marc, n?o fa?a isso. Pediu Vin¨ªcius. ¨C +19 BONOS Vai se foder! ¨C Xingou Marc, se debatia para se soltar das m?os de Vin¨ªcius. Eu te digo, se n?o fosse pelo Eduardo, Liliane estaria morta! Entendeu? Morta! Terminando, Marc entrou no t¨¢xi, deixando Vin¨ªcius perplexo no lugar. Sem Eduardo, Liliane estaria morta? Espera a¨ª, naqu hora, Eduardo e Liliane deveriam ser apenas amigosuns. Como poderia ele arriscar tanto para salvar Liliane por um leve afeto? Algo n?o estava certo. Eduardo era o herdeiro de uma das tr¨ºs grandes fam¨ªlias na Serafim, n?o faria sentido arriscar tanto por um sentimento superficial. Certamente, havia algo mais entre eles e essa raz?o era a chave para ele ter salvo Liliane! Na segunda¨Cfeira. empresa de Mavis foi oficialmente inaugurada. Marc informou a Liliane sobre isso enquanto Liliane preparava o caf¨¦ da manh? para os dois filhos. ¨C Que a empresa de Mavis seja inaugurada hoje. Por que sua voz soa abafada? Perguntou Liliane, segurando o celr. Essa frase chegou aos ouvidos de Ian, que estava sentado ¨¤ mesa bebendo ¨¢gua, fazendo um sorriso desdenhoso se formar em seus l¨¢bios. Finalmente, a inaugura??o aconteceria, ele mal podia esperar para entregar seu grande presente! Estou bem, apenas n?o dormi bem ontem ¨¤ noite. ¨C Fungou Marc, do outrodo. ¨C Voc¨º e Vin¨ªcius brigaram de novo? ¨C Perguntou Liliane, n?o acreditando muito em suas pvras. ¨C Eu brigar Vin¨ªcius? Esse sujeito n?o merece! gora preciso desligar, estou indo para o trabalho e estou atrasada. Bufou Marc. ¨C Ok, me ligue se precisar de alguma coisa, n?o fique segurando tudo sozinha. Disse Liliane. Eu n?o vou me perder por causa de um cafajeste. Tchau! ¨C Respondeu Marc. Depois de desligar, Liliane preparou o caf¨¦ da manh? para as crian?as. Observando eles terminarem, Liliane ent?o os levou para a esc infantil. BONOS Chapter 282 Cap¨ªtulo 282 Oito e meia da manh?. Liliane as crian?as na esc infantil. Ian esperou at¨¦ Breno chegar e levou ele para a s de reuni?es. ¨C Breno, voc¨º trouxe o seuputador? Perguntou Ian, tirando oputador da pr¨®pria moch. Breno assentiu, retirando o seuputador em sil¨ºncio. Trouxe. Respondeu Breno. V¨¢ invadir as cameras de vigilancia, eu vou quebrar a seguran?a da empresa deles. Disse Ian, se sentando na cadeira. ¨C Certo. Respondeu Breno. Ap¨®s isso, manipulou rapidamente oputador. Em menos de dez minutos, ele j¨¢ havia invadido o sistema de seguran?a da empresa da Mavis. Consegui, o resto depende de voc¨º. Ian curvou os l¨¢bios em um sorriso elegante e sarc¨¢stico. Est¨¢ bem, aguarde para ver o espet¨¢culo mais tarde! ¨C Disse Ian. Ao mesmo tempo, no Grupo YN. Mavis desceu do carro e entrou no pr¨¦dio da empresa, indo de elevador para o seu andar executivo. Quando saiu do elevador, os funcion¨¢rios j¨¢ estavam alinhados nasterais, aguardando . Sra. Mavis! Gritaram eles, entusiasmo, ao avistar. Mavis levantou o queixo, indo indiferen?a e arrogancia em dire??o ¨¤ s de reuni?es. All content is property ? N?velDrama.Org. Ao chegar l¨¢, a equipe de apoio imediatamente puxou a cadeira para Mavis se sentar. Mavis entregou sua bolsa para outra secret¨¢ria. Como est?o as prepara??es? Que tipo de reuni?o teremos hoje? ¨C Perguntou Mavis. Sra. Mavis, hoje ¨¦ a assembleia dos funcion¨¢rios. O vice¨Cpresidente explicar¨¢ a pauta da reuni?o mais tarde, ent?o n?o ser¨¢ necess¨¢rio que voc¨º se preocupe. +15 BONDS Respondeu a secret¨¢ria, sorrindo. Eu entendo, fa?a eles logo. Disse Mavis, assentindo. Depois de fr, Mavis bocejou cobrindo a boca, acordar t?o cedo estava realmente cansando . Dez minutos depois. Os funcion¨¢riose?aram a chegar ¨¤ s de reuni?es. A Sra. Tatiana, de salto alto, segurando oputador, andou rapidamente at¨¦ Mavis. Sra. Mavis, pe?o desculpas p espera. ¨C Disse Tatiana, se curvando. Sra. Tatiana, voc¨º pelo menos sabe ser pontual. Se algu¨¦m n?o soubesse, poderia pensar que voc¨º ¨¦ a verdadeira dona desta empresa. ¨C Comentou Mavis,n?ando um olhar ir?nico a . ¨C Sra. Mavis, foi minha falha, espero que me perdoe. ¨C Implorou Tatiana, apreensiva. Est¨¢ bem, conecte logo o seuputador e se prepare para a reuni?o! Disse Mavis, os olhos d expressavam irrita??o. Sim, Sra. Mavis! ¨C Assentiu Tatiana. Depois de fr, a Sra. Tatiana foi para a frente da s, conectando seuputador ao projetor. Um slide do Grupo YN apareceu diante dos olhos de todos os funcion¨¢rios. Mavis se sentou em um sof¨¢ de couro na primeira f, fechando de leve os olhos. Na s de reuni?es da esc infantil, oputador de Ian tamb¨¦m exibiu imagens promocionais do Grupo YN, enquanto oputador de Breno mostrava imagens em tempo real de todos os funcion¨¢rios, incluindo Mavis. ¨C realmente tem a aud¨¢cia de dormir. Vamos vero vai dormir daqui a pouco! Disse Ian, com um sorriso frio. Breno fixou os olhos profundamente no rosto de Mavis, seus pequenos punhos apertando constantemente em seus joelhos. Este rosto atormentou ele por cinco. longos anos. Percebendo a emo??o de Breno, Ian disse: Breno, vai ter reputa??o arruinada. Consolou Ian. Breno piscou os olhos e apertou os l¨¢bios, murmurando um ¡°sim¡°. El, el. De repente, a voz de Sra. Tatiana veio doputador de Breno. Ian estreitou os olhos, a divers?o estava prestes ae?ar! Na s de reuni?es do Grupo YN, Sra. Tatiana, cheia de entusiasmo,e?ou a apresentar o Grupo YN. Rapidamente, no momento em que bateu nas tes do tedo, Ian tamb¨¦m pressionou a te de espa?o. No sal?o de reuni?es no Grupo YN. Sra. Tatiana, ap¨®s pressionar a te, olhou para os funcion¨¢rios na frente d. ¨C Vou contar a todos o primeiro objetivo que a empresa alcan?ar¨¢. ¨C Disse Tatiana. Os funcion¨¢rios olharam incr¨¦dulos para a t atr¨¢s de Sra. Tatiana, surpresos o sil¨ºncio repentino. Sra. Tatiana, ao ver as express?es dos funcion¨¢rios, franzia a testa sem entender, olhando para a t atr¨¢s d. No instante seguinte, tamb¨¦m arregalou os olhos de surpresa. O que diabos era aquilo?! Na t, uma foto bizarra e assustadora de Mavis, uma risada forjada, estava gradualmente se ampliando. Em seguida, legendas surgiram lentamente. ¡°Para celebrar a inaugura??o do Grupo YN, eu ofere?o a todos e ¨¤ Sra. Mavis um presente generoso!¡± Cap¨ªtulo 283 Chapter 283 Cap¨ªtulo 283 #18 BONOS De repente, imagens de Mavis dan?ando em uma s privada de um bar, usando uma sensual camis, apareceram na t. Oprimento da camis mal cobria suas curvas sensuais. Com olhares sedutores, executava movimentos ousados na dire??o dos homens, que m¨¢scara, na s privada, deixando o cora??o acelerar. Em seguida, Mavis levantou a m?o e desamarrou a al?a do ombro da camis, revndo devagar todo o seu corpo, se aproximando do homem ¨¤ sua frente. se aproximou do homem, se ajoelhou diante dele e estendeu a m?o para desabotoar o cinto de suas cal?as. Ao ver isso, o assistente de Mavis foi o primeiro a reagir. Sra. Tatiana,o voc¨º ousa fazer isso? Desligue agora! ¨C Gritou o assistente, para Sra. Tatiana, encarando a t.. Mavis, quase dormindo na poltrona, foi acordada pelos gritos do assistente. abriu os olhos descontente en?ou um olhar irritado para o assistente. Voc¨º poderia cr a boca? ¨C Repreendeu Mavis. O assistente apontou para a t, tremendo. Sra. Mavis, veja¡­ Disse o assistente. Mavis, iodada, desviou o olhar para a t. Quando viu a cena na t, seu rosto ficou p¨¢lido num instante. Como poderia n?o reconhecer a pessoa na t? Era algo que costumava fazer para agradar os ricos quando estava no exterior! Content held by N?velDrama.Org. Mavis apertou for?a as m?os, seu peito subindo e descendo rapidamenteo um bal?o prestes a explodir a qualquer momento. Sra. Tatiana, tremendo, tentou desligar a t, mas, n?o importa quantas vezes pressionasse o computador, a imagem continuava sendo exibida. Tatiana! Desligue isso! Desligue! ¨C Gritou Mavis, um tom feroz. encarou Sra. Tatiana olhares furiosos e agudos. Sra. Mavis, eu n?o consigo desligar, Sra. Mavis! Isso n?o foi feito por mim! Explicou Tatiana, quase chorando. Desconecte o cabo!¨C Gritou o assistente. ? +15 BONOS Sra. Tatiana seguiu as instru??es, mas depois de desconectar o cabo, a imagem continuou sendo exibida. O assistente, agindo rapidamente, subiu no palco, pegou o controle remoto e pressionou o bot?o de pausa. A imagem parou exatamente no momento mais constrangedor. Em seguida, as legendas apareceram de novo. ¡°Parab¨¦ns ¨¤ Sra. Mavis por ganhar tr¨ºs oportunidades de pausa. Apenas mais duas antes de ser automaticamente enviada para toda a inte! Esqueci de mencionar, eu controlo todos os computadores da sua empresa. Desligar osputadores n?o adiantar¨¢! Lembre¨Cse: cortar a energia consumir¨¢ a segunda pausa! Enfim, me apresento, sou o justiceiro. Obrigado a todos por assistirem hoje! At¨¦ a pr¨®xima!¡± Ao ver as linhas de texto, a express?o de Mavis se distorceu de raiva, quase chegando ¨¤ beira do cpso. se levantou de repente, encarando os funcion¨¢rios que estavam chocados a boca aberta. Se algu¨¦m ousar contar o que aconteceu hoje, eu farei que voc¨ºs n?o possam sobreviver no mundo da Serafim! Ticos! V?o e descubram quem fez isso! ¨C Amea?ou Mavis. Ao ver a rea??o furiosa de Mavis no monitor,n n?o p?de deixar de rir em voz alta. merecia isso! Ian,o voc¨º conseguiu isso? A cena ¨¦ insuport¨¢vel. Perguntou Breno, olhando surpresa para Ian. Foi um acaso. Eu inicialmente n?o queria divulgar isso. Mas depois de postar uma foto no site de hackers, algu¨¦m veio at¨¦ mim. ¨C Respondeu Ian, dando de ombros. Embora assistir tivesse sido desagrad¨¢vel, ele engoliu em nome de prejudicar a mulher desprez¨ªvel. Afinal, ele gastou dezenas de milhares nisso, dinheiro que ele suou para ganhar. Ele precisava verificar a mercadoria. Mavis incitou outras pessoas a quererem sua vida, preocupando sua m?e e irm?. Como ele poderia engolir esse tipo de insulto? +15 BONOS Ian tinha esse tipo de mentalidade. No Grupo YN, Mavis estava sentada em sua s, o rosto p¨¢lido, encarando Tatiana, que abaixou a cabe?a pedindo desculpa, tremsem parar. ¨C Voc¨ºelhor me dar uma explica??o razo¨¢vel! ¨C Rosnou Mavis, entre os dentes. ¨C Sra. Mavis, eu realmente n?o sei! ¨C Fungou Tatiana. Chapter 284 Cap¨ªtulo 284 Nenhuma explica??o de Tatiana parecia ter efeito agora! Assim que o ¨C Voc¨º ainda ousa dizer que n?o sabe? ¨C Questionou Mavis, indignada, se levantando e se dirigindo a Tatiana, agarrando firmeza suas bochechas, for?ando a levantar a cabe?a. ¨C Eu vou te perguntar de novo! Sabe ou n?o?! ¨C Eu realmente n?o sei, voc¨º pode pedir ao departamento tico para verificar meuputador¡­ ¨C Respondeu Tatianacontinuava chorando. Antes que Tatiana pudesse terminar, Mavis atingiu um tapa no rosto. Oputador foi trazido por voc¨º! A apresenta??o foi feita por voc¨º! E agora diz que n?o sabe? ¨C Questionou Mavis. Mavis, voc¨º n?o pode me tratar assim! Qual ¨¦ nossa r??o para que eu tenha vindo para a empresa te ajudar? N?o somos amigas? Se voc¨º n?o confia em mim, tudo bem, mas n?o pode insultar meu car¨¢ter! ¨C Disse Tatiana, chorando ainda mais. ¨C R??o? Voc¨º, uma pessoa da sse social mais baixa, ousa fr de r??oigo? D¨º uma olhada em voc¨º mesma no espelho! Se n?o fosse pelo seu talento, nem permitiria que fosse meu cachorro! ¨C Zombou Mavis, desd¨¦m. ¨C O que voc¨º est¨¢ dizendo? ¨C Perguntou Tatiana, incr¨¦d. ¨C J¨¢ que esse vazamento foi do seuputador, voc¨º ter¨¢ que arcar as consequ¨ºncias merecidas! ¨C Disse Mavia, frieza. ¨C O que¡­ O que voc¨º quer dizer? ¨C Gaguejou Tatiana, m?os e p¨¦s gdos. ¨C Seguran?as! Gritou Mavis, olhando frieza para . Num instante, alguns seguran?as entraram na s. Mavis olhou para eles e disse. ¨C Essa pessoa agora ¨¦ de voc¨ºs para aproveitar, n?o tenham piedade. ¨C Mavis, voc¨º n?o pode fazer issoigo! N?o pode fazer issoigo! Disse Tatiana, seus olhos arregram. Ao ver o sorriso impiedoso de Mavis, Tatiana ficou t?o desesperada que seus olhos ficaram vermelhos. amea?ou. Mavis! Eu n?o vou deixar isso barato! Absolutamente n?o vou deixar isso barato! Mavis, cheia de desprezo, encontrar um hacker confi¨¢vel daria a controle? Era rid¨ªculo! RONOS Grupo TYC. Liliane havia acabado de voltar da f¨¢brica de roupas quando ouviu as fofocas das. secret¨¢rias. ¨C ¨C ¨C Ouvi dizer que o Grupo YN abriu hoje e os funcion¨¢rios todos foram embora. ¨¦ s¨¦rio? O que aconteceu? Dizem que todos osputadores do Grupo YN foram infectados por v¨ªrus e os ticos n?o conseguem resolver. ¨C Meu Deus, logo no primeiro dia de abertura. Ser¨¢ que eles conseguir?o se recuperar? Se n?o puderem, bem¨Cfeito para eles. Sabiam que nossa empresa de moda est¨¢ aqui, mas ainda assim decidiram abrir. Sem vergonha! Liliane de leve a testa ao ouvir sobre a situa??o do Grupo YN. nejava dar uma li??o em Mavis quando Gilberto fizesse anivers¨¢rio, mas algu¨¦m agiu antes d. Quem seria esse justiceiro que se adiantou para ensinar uma li??o a Mavis? De repente, Nanda saiu da copa. ¨C Sra. Liliane, h¨¢ uma entrega para voc¨º no escrit¨®rio. Disse Nanda, ao ver Liliane. ¨C Entendi. Assentiu Liliane. Depois, entrou no escrit¨®rio. Pegou o pacote na mesa, abriu e ficou paralisada. Era o material de tecido da f¨¢brica Pa¨ªs Y que precisava? Com esse material, sua tecgem poderia produzir o mesmo tecido, economizando muitos custos. A quest?o ¨¦, quem enviou isso? Liliane olhou novamente as informa??es do remetente, mas estavapletamente em branco. Ser¨¢ que era mais uma obra de Kerry? Liliane sorriu, ele realmente estava pensando n. N?velD(ram)a.?rg owns this content. pegou o celr e encontrou a conversa Kerry. ¡°Obrigada, isso, conseguirei economizar muito dinheiro.¡± A tarde, na Mans?o Ba¨ªa. Um grito agudo de Diego ecoou na s. +15 BONOS Meu Deus, m?e! Venha ver isso! ¨C Exmou Diego. Pa se aproximou curiosa do celr de. ¨C O que ¨¦ isso? ¨C Perguntou Pa. Diego apontou para uma s¨¦rie de n¨²meros no celr. ¨C Veja, dias atr¨¢s,partilhei minha experi¨ºncia de morar na mans?o da CEO do Grupo TYC. gora, de repente, o n¨²mero de seguidores no Twitter ultrapassou. os dez mil! ¨C Respondeu Diego. Chapter 285 Cap¨ªtulo 285 O que ¨¦ essa coisa de ¡°n¨²mero de seguidores¡°? ¨C Perguntou Pa, confusa, piscando os olhos. ¨C M?e, significa que estou prestes a me tornar um influenciador bem famoso na inte! ¨C Explicou Diego. ¨C O que ¨¦ isso? ¨C Perguntou Pa, confusa. ¨C ¨C Ganha dinheiro, m?e! Voc¨º n?o v¨º muitos influenciadores vendendo coisas Tiktok? Vamos fazer o mesmo! Quem sabe essa mulher dinheiro no futuro, e a¨ª que aproveitar as vantagens que trouxe, podemos nos sustentar sozinhos! ¨C Respondeu Diego, sorrindo alto. Pae?ou a entender. ¨C Quer dizer que voc¨º vai vender coisas online tamb¨¦m? ¨C Perguntou Pa, de novo. ¨C Sim! Os ovos da nossa galinha, as batatas e inhames do campo, n?o d¨¢ para vender tudo? ¨C Disse Diego. ¨C Oh, meu filho! Eu estava preocupada que essas coisas fossem apodrecer. Voc¨º encontrou uma maneira r¨¢pida de ganhar dinheiro! ¨C Disse Pa, empolgada. M?e, nos pr¨®ximos dias eu vou voltar para a cidade natal e pedir para algu¨¦m trazer essas coisas para c¨¢. Vamos fazer streaming! A casa ¨¦ t?o grande, de qualquer forma est¨¢ vazia. os pr¨®ximos dias, force um pouco mais para quepre uma casa para n¨®s! Esse bairro de casas ¨¦ bom! Aqu aodo ainda n?o foi vendida, n¨¦? No futuro, podemos ir para casa conseguirida e bebida! ¨C Disse Diego. Ah, meu filho, voc¨º ¨¦ realmente esperto! ¨C Elogiou Pa, animada, acariciando o rosto de Diego. ¨C ro! Vamos enganar para sempre! n?o ter¨¢ coragem de mexer conosco! Respondeu Diego. Ao entardecer, Mavis recebeu uma mensagem de Miguel, convidando para jantar juntos. Essa mensagem deixou Mavis muito feliz. Rapidamente, chamou um estilista para a empresa para cuidar de sua apar¨ºncia, vestiu um vestido bonito e sexy, cal?ou saltos altos e saiu do escrit¨®rio um sorriso radiante. As pessoas do departamento tico, ao verem Mavis t?o feliz, ficaram intrigadas. Parecia que n?o era mesma quem estava passando por maus bocados naquele dia. Quando Mavis saiu no elevador, as pessoase?aram aentar. ¨C A Sra. Mavis conseguiu sorrir mesmo depois de um v¨ªdeo t?o expl¨ªcito ter vazado? Quem sabe? Deixou todos n¨®s obrigados a olhar para oputador assistindo algo ousado. N?velDrama.Org (C) content. Se fosse qualquer pessoa normal, provavelmente encontraria um buraco para se esconder. Sra. Mavis, quem ¨¦ ? J¨¢ esteve nos trending topics antes, dizem que colocou chifres no Sr. William. O que voc¨º acha da rea??o d? ¨C ¨¦o dizem, quem n?o tem vergonha ¨¦ imbat¨ªvel no mundo. O pessoal do departamento tico riu alto em concordancia. ¨C Completamente certo! ¨¤s seis, no Restaurante Vista Noturna. Mavis chegou conformebinado. Ao entrar no restaurante, avistou Liliane seus dois filhos. Ao pensar na loucura de Liliane, por instinto, Mavis quis se esconder. Mas para sua surpresa, Liliane j¨¢ tinha notado sua presen?a. Mavis, resignada, se aproximou, exibindo um sorriso sinistro para Liliane. Que azar, encontrar voc¨º aqui! ¨C Rosnou Mavis, entre dentes. Liliane a olhou de maneira indiferente e depois examinou o local. Em seguida, abaixou a cabe?a e perguntou ¨¤s crian?as: ¨C Ian, Alice, ouviram algum som estranho agora h¨¢ pouco? Parecia o som de um cachorro. Cborou Ian. Eu tamb¨¦m ouvi, um cachorro grande! ¨C Assentiu Alice, for?a. Alice enfatizou as pvras ¡°cachorro grande¡°. Mavisirritada,seu rosto mudade verde para vermelho. Essas duas pestinhas! Realmente, filhos sem educa??o de uma m?e sem educa??o! ¨C Zombou Mavis. Ian deu um sorriso ir?nico, trocou um olhar Alice e soltou a m?o de Liliane. Ele fingiu passar ao lado de Mavis, mas acabo dando um chute no p¨¦ de Mavis. ¨C Ah!!! ¨C Gritou Mavis, de dor, se curvando para segurar o p¨¦. Alice, olhos brilhantes, se aproximou, aproveitando a oportunidade, bateu for?a seu bumbum no de Mavis. Chapter 286 Cap¨ªtulo 286 Mavis ficoupletamente desarmada, ajoelhada diante de Liliane ap¨®s o choque. Sua situa??o desarrumada atraiu olhares zombeteiros d. Liliane, surpresa, n?o esperava que suas duas crian?as pequenas soubessem se defender. ¨C Voc¨ºs dois s?o uns moleques malcriados! ¨C Xingou Mavis, levantando a cabe?a, mas Liliane estava ali, olhando para de cima desd¨¦m. Mavis tentou se levantar ¨¤s pressas, mas Liliane segurou seu ombro. As crian?as te esbarraram sem querer. Voc¨º, t?o elegante, n?o vai levar isso a s¨¦rio, certo? ¨C Zombou Liliane, um sorriso ir?nico, se inclinando para . Em seguida, Liliane apertou o ombro for?a, levantando . Com uma express?o tranquil, deu uns tapinhas nos ombros de Mavis. ¨C Cuide da sua imagem de dama, muitos est?o observando. Os olhos de Mavis faiscavam de raiva, for?ou um sorriso pior que choro. Como eu poderia brigar crian?as? ¨C Disse Mavis, mordendo os dentes. ¨C ¨®timo, vamos subir. At¨¦ logo, talvez! ¨C Disse Liliane, de leve. Vendo Liliane e as crian?as entrarem no restaurante, Mavis apertou raiva os punhos, suas unhas afunda na palma da m?o. Se n?o fosse pelo Sr. Miguel dentro do restaurante,o poderia suportar tudo isso? Mavis rapidamente limpou a poeira de suas roupas, engoliu a raiva e entrou no restaurante, se dirigindo para a s reservada pMiguel. Ao chegar ¨¤ porta da s, Mavis respirou fundo, trocou para um sorriso doce e empurrou a porta. Se ouviu um leve barulho e Miguel levantou os olhos para v, sorrindo gentileza. Ele se levantou e se aproximda frente da mesa, puxando a cadeira para Mavis se sentar. Teve congestionamento no caminho? Perguntou Miguel, um tom suave. ¡ª N?o foi nada demais, apenas um pequeno atraso. Sinto por ter feito voc¨º esperar tanto. Respondeu Mavis, uma express?o suave. ¨C Ao fr, Mavis estava prestes a sentar, quando Miguel segurou seu bra?o. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Mavis ficou surpresa ao sentir o calor da m?o grande de Miguel e seu cora??o deu um salto. Sr. Miguel¡­ Chamou Mavis, a voz d tremeu. Miguel abaixou os olhos para ver o p¨¦ de Mavis vermelho. ¨C ¨C Voc¨º se machucou. ¨C Perguntou Miguel, preocupa??o. Fui pisoteada sem querer, nada s¨¦rio. ¨C Respondeu Mavis, envergonhada, recuando o p¨¦. ¨C Mesmo pequenos ferimentos merecem aten??o. ¨C Disse Miguel, franzindo a testa e olhando para . Ap¨®s dizer isso, ele conduziu Mavis at¨¦ a cadeira, se agachou e segurou o tornozelo d. ¨C Sr. Miguel, por favor, n?o suje suas m?os. ¨C Falou Mavis, . N?o se preocupe, me deixe avaliar a situa??o. Respondeu Miguel. Com uma m?o sustentando a perna de Mavis, Miguel tirou o salto alto d. Ao ver o incha?o no topo do p¨¦ d, Miguel se levantou uma express?o s¨¦ria e pressionou o bot?o de servi?o. Rapidamente, um gar?om entrou. -Traga algumas toalhas quentes, por favor. ¨C Pediu Miguel. Certamente, senhor. ¨C Assentiu o gar?om. Observando o homem ¨¤ sua frente agindo tanta aten??o, Mavis sentiu seu cora??o bater mais r¨¢pido e estava dif¨ªcil de acalmar. ¨C Sr. Miguel, agrade?o p sua preocupa??o, estou verdadeiramente surpresa tanto carinho. Disse Mavis, envergonhada, abaixando o olhar. Miguel suspirou: ¨C Srta. Mavis, da pr¨®xima vez, use sapatos saltos mais baixos, voc¨º sempre parece um pouco descuidada. ¨C Disse Miguel, impotente. Sim, vou seguir o seu conselho. ¨C Concordou Mavis, seu rosto ficou ainda mais rubro. Em pouco tempo, o gar?om trouxe as toalhas quentes. Miguel as aplicou +15 BONOS gentileza no topo do p¨¦ de Mavis. ¨C Est¨¢ doendo muito? ¨C Perguntou Miguel, levantando a cabe?a. Mavis assentiu, mas logo bn?ou a cabe?a rapidamente. ¨C ¨C Est¨¢ tudo bem. Respondeu Mavis. ¨C Hoje ¨¦ o primeiro dia de abertura da sua empresa, eu queria celebrar voc¨º, n?o esperava causar um ferimento. Disse Miguel, um olhar de culpa apareceu no seu rosto firme. Mavis se apressou em acalmar as preocupa??es dele ¨C Foi minha culpa, nada a ver voc¨º. Falou Mavis. + BONDS Cap¨ªtulo 287 Chapter 287 Cap¨ªtulo 287 A abertura da empresa foi bem¨Csucedida hoje? ¨C Perguntou Miguel, sorrindo de leve. Ao lembrar da cena desagrad¨¢vel, Mavis ficou irritada, mas disfar?ou bem sua indigna??o. ¨C Foi tudo bem, Sr. Miguel. Posso fazer uma pergunta indiscreta? ¨C Mavise?ou a sondar. Considerando seu noivado anterior William, Miguel n?o deveria saber quem era? ¨C Sim, pode perguntar. Respondeu Miguel. Voc¨º ¨¦ da fam¨ªlia Gabaldo, Sr. Miguel? ¨C Perguntou Mavis, diretamente. ¨C Sim, mas para mim, a linhagem n?o ¨¦ al Miguel, seus dedos se moveram ligeiramente. muito importante. ¨C Respondeu ¨C Ent?o, Sr. Miguel, voc¨º n?o sabe quem eu sou? Continuou Mavis, franzindo a testa. Eu passei muito tempo no exterior, n?o estou muito a par do que acontece no pa¨ªs. ¨C H¨¢ aplicou Miguel. Em seguida, ele olhou para cima e sorriu, perguntando. H¨¢ alguma raz?o especial para essa pergunta? Mavis ficou surpresa, ele realmente n?o sabia de nada? Estranho, sendo irm?os,o ele n?o foi informado sobre os assuntos de William? ¨C Mavis pensou consigo mesma, mesmo que ele n?o saiba, agora que trouxe of assunto ¨¤ tona, n?o havia mais raz?o para esconder. Sen?o, no futuro, se ele descobrisse, poderia gerar ressentimentos. Diretamente confessar podia fazer Miguel se sentir desconfort¨¢vel, mas, pelo menos, sua honestidade seria reconhecida. Eu estava noiva de William, mas agora n?o estamos mais juntos. Respondeu Mavis. Miguel ficou visivelmente surpreso e a express?o dele deixou Mavis nervosa. No entanto, Miguel logo recuperou apostura. All content is property ? N?velDrama.Org. Se William n?o soube te valorizar, pe?o desculpas por ele. Disse Miguel. Mavis ficou surpresa que Miguel realmente tivesse uma atitude nobre! acrescentou. ¨C 0 que aconteceu entre voc¨º e William n?o me importa. O fato de nos encontrarmos hoje mostra que h¨¢ algum destino entre n¨®s. Essa dera??o acalmou o cora??o de Mavis. ¨C Pe?o desculpas por esconder isso de voc¨º por um tempo. Desculpou Mavis. Esconder ¨¦ normal, mas agora que voc¨º me disse, ¨¦ uma forma de respeito paraligo. Disse Miguel. ¨C ¨C ¨¦ ro! Afinal, Sr. Miguel, voc¨º tem sido t?o gentiligo, eu n?o posso mentir para voc¨º. ¨C Afirmou Mavis. N?o falemos mais sobre isso, vamoser. ¨C Disse Miguel, se levantando um sorriso amargo. O sorriso amargo nos l¨¢bios de Miguel n?o escapou de Mavis. Por que ele ficou assim quando William? Ser¨¢ que a r??o entre os dois n?o era boa? Mavis n?o se atreveu a perguntar diretamente, afinal, e Miguel acabaram de se conhecer. Quest?es mais pessoais podiam ser exploradas quando a r??o se aprofundasse no futuro! Depois do jantar, Liliane levou as crian?as de volta para a Mans?o Ba¨ªa. Ao entrar em casa, Pa se aproximou rapidamente. ¨C Oh, voltaram? ¨C Disse Pa. Ao ver a express?o calculista de Pa, Liliane entendeu que estava tramando algo para enganar as pessoas. Queridos, subam primeiro. ¨C Disse Liliane, olhando para as crian?as. Ian e Alice assentiram,n?ando olhares descontentes para Pa antes de subirem as escadas. Quando as costas das crian?as desapareceram no topo da escada, Liliane puxou uma cadeira e se sentou. O que voc¨º quer dizer? ¨C Perguntou Liliane. Pa tamb¨¦m puxou uma cadeira, cruzou as pernas. Compre uma casa para mim! ¨C Disse Pa. O m d tinha um ar de arrogancia +15 BONDS eando. ¨C ¨C Comprar uma casa? Em que lugar voc¨º gostaria deprar? ¨C Perguntou Liliane, sorrindo. ¨C Aqu v aodo da sua casa! Respondeu Pa, indo ao ponto. ¨C Liliane olhou para a v vazia aodo atrav¨¦s da jan, sorrindo de leve. Certo,pre o que quiser. No entanto, precisamos fazer um contrato. Contanto que voc¨º concorde, euprarei para voc¨º. Disse Liliane. ¨C Que tipo de contrato? ¨C Perguntou Pa, confusa. ¨C ¨C Liliane girou seu rel¨®gio no pulso, agindoo se n?o fosse importante. Nada demais no contrato. Apenas escreveremos que a casa ¨¦prada por mim para voc¨ºs. ro, o nome no t¨ªtulo de propriedade ser¨¢ certamente o de voc¨ºs. Eu s¨® quero uma confirma??o para evitar futuras alega??es de que eu nuncaprei. ¨C Explicou Liliane. Chapter 288 Cap¨ªtulo 288 Pa, que inicialmente estava de olho no rel¨®gio de Liliane e pensava emo consegui seu rel¨®gio, parou de repente quando ouviu as pvras d. jogou esse pensamento para odo, ficando t?o animada que mal conseguia fechar a boca. ¨C Oh, isso ¨¦ ¨®timo! Vamos assinar logo! ¨C Concordou Pa. pensou que trocar um contrato por uma casa era um ¨®timo neg¨®cio. Al¨¦m disso, o nome no documento seria d e Liliane n?o poderia reverter isso! Certo, amanh? vou chamar o advogado para vir at¨¦ aqui. Voc¨º s¨® precisa assinar e depois eupro para voc¨º. Disse Liliane, um sorriso. Pa olhava para Lilianeo se tivesse pego um tesouro. Oh, Liliane, somos parentes afinal. Se naqu hora tiv¨¦ssemos sido mais diretas, n?o precisar¨ªamos brigar¡­ ¨C Disse Pa. Uma vez que Pae? a fr, n?o conseguia mais parar, quando Liliane interrompeu a conversa de maneira abrupta. indo embora apenas De volta ao quarto, Liliane enviou uma mensagem para o advogado, instruindo. ele sobre os postos¨C chaves a serem adicionados ao contrato. Na manh? seguinte. Quando Liliane se levantou, encontrou Diego prestes a sair. Diego sabia que Liliane estavaprando uma casa para eles, cumprimentou educa??o. ¨C Liliane, estou indo de volta para a minha cidade natal! ¨C Avisou Diego. Desejo a voc¨º uma boa viagem. ¨C Disse Liliane, sorrindo. Hahaha, somos uma fam¨ªlia agora. Quando eu voltar, trarei produtos locais para voc¨º! ¨C Disse Diego. N?velD(ram)a.?rg owns this content. ¨C Agrade?o antecipadamente. ¨C Zombou Liliane, desd¨¦m. N?o dava para ouvir a ressalva em sua voz, Diego saiu, animado, assobiando enquanto ia em dire??o ¨¤ loja de carros em vez de diretamente para a esta??o. Eles haviam prometido as pessoas da terra natal que a fam¨ªlia Marques estava prestes a prosperar. Se ele m?os vazias, certeza seria motivo de chacota para todos! Diego parou um t¨¢xi em frente ¨¤ concession¨¢ria de carros. Depois de dar uma olhada por dentro, escolheu um carro esportivo de luxo em nome do Grupo TYC, antes de voltar alegria para a terra natal. Liliane recebeu uma liga??o da concession¨¢ria enquanto ainda estava ocupada as crian?as. segurou firmeza o celr, engolindo a n¨¢usea ao pagar o valor total. guentava mais um pouco! Mais um tempo de paci¨ºncia! Mentalmente, Liliane se lembrava constantemente de que o momento ainda n?o era adequado, precisava manter a calma! A not¨ªcia logo chegou aos ouvidos de William. ¨C Sr. William, aqus pessoas est?oprando carros de luxo sem parar. Disse Jorge, suspirando. William franziu o cenho, parando seus passos. Ent?o, entre o som de sua respira??o, ele emitiu um ¡°sim¡± e continuou em dire??o ao elevador. Jorge ficou perplexo, n?o havia mais nada a dizer? Essa n?o parecia ser a atitude habitual do Sr. William¡­. Ser¨¢ que ele j¨¢ n?o tinha sentimentos t?o profundos por Srta. Lilianeo antes? Eles talvez estejam pressionando Srta. Liliane paraprar uma casa. ¨C Tentou Jorge, de novo. William n?o disse nada, mas suas sobrancelhas se franziram de leve. Jorge, ainda n?o satisfeito, continuou. Sr. William, voc¨º viu os trending topics na inte? ¨C Que trending topics? ¨C Perguntou William,n?ando um olhar para Jorge. Jorge, aguardando a resposta de William, ficou animado! Ele rapidamente tirou o celr, encontrando as postagens de Diego e mostrando para William. Sr. William, a fam¨ªlia Marques est¨¢ usando o nome d Srta. Liliane nessas postagens que est?o viralizando e o n¨²mero de seguidores aumentou para mais de dez mil. ¨C Disse Jorge. William pegou o celr e passou ps fotos uma a uma. Ao final, ele soltou um sorriso frio. +15 BONOS Palha?os, nada mais. O que est¨¢ tentando fazer? ¨C Perguntou William. Ao ouvir isso, Jorge ficou intrigado. ¨C Parece que Srta. Liliane est¨¢ muito calma,o se nada tivesse acontecido. ¨C Explicou Jorge. Ao ouvir isso, as sobrancelhas de William rxaram devagar e um sorriso sutil surgiu em seus l¨¢bios. Parece que j¨¢ encontrou uma solu??o. ¨C Disse William. Jorge levou um tempo para entender o significado por tr¨¢s das pvras do Sr. William. Somente quando o elevador abriu, elepreendeu. Ele quase esqueceu que o Sr. William conhecia bem o temperamento da Srta. Liliane! Chapter 289 Cap¨ªtulo 289 +15 BONOS Fam¨ªlia Lima. Ao descer as escadas ap¨®s acordar, Mavis viu Gilberto sentado no sof¨¢ uma express?o sombria. Eduardo ocupava o outro sof¨¢. Aon?ar um olhar para Eduardo, Mavis zombou interiormente em segredo, pensando que Gilberto provavelmente estava repreendendo Eduardo de novo. Mavis desceu as escadas devagar. Ao ouvir o barulho, Gilberto virou de leve a cabe?a. Voc¨º n?o vai descer logo? ¨C Repreendeu Gilberto, frieza. Ao ouvir isso, Mavis deu uma pausa¡¯em seus passos. ¨C Vov? est¨¢ fndoigo? ¨C Perguntou Mavis, surpresa. Voc¨º acha que estamos sentados aqui esperando por quem? ¨C Rugiu Gilberto, de raiva. Seu cora??o sentiu um aperto, deu alguns passos hesitantes em dire??o a Gilberto. ¨C Vov?, o que aconteceu? ¨C Perguntou Mavis, baixinho. Gilberto pegou um monte de fotos ao seudo e as jogou for?a em dire??o a Mavis. Ao ver as fotos se espalhando, Mavis viu v¨¢rias imagens chocantes. A mulher nas fotos era mesma. A mente de Mavis ficou vazia por um momento e seu corpoe?ou a tremer sem parar. ¨C O que voc¨º ainda tem a explicar?A empresa mal abriu, todos os seus funcion¨¢rios j¨¢ sabem da sua vida suja anterior! ¨C Gritou Gilberto, raiva. Mavis, enfrentando as acusa??es de Gilberto, olhou fixamente para as fotos por um momento, de repente, pareceu entender alguma coisa. levantou a cabe?a de repente,n?ou um olhar feroz para Eduardo. Foi voc¨º?! Voc¨º contou isso para o vov?? ¨C Questionou Mavis. O que voc¨º est¨¢ fndo? ¨C Disse Gilberto, ao ver Mavis jogando a culpa em +15 30 Eduardo, levantou que segurava e o atirou nas costas de Mavis. A dor surda atingiu suas costas, fazendo Mavis gritar de dor. Eduardo olhou para Mavis indiferen?a. Seu av? sdisso desde. N?o foi eu que contei a ele. ¨C Disse Eduardo. Mavis, sentindo a dor nos seus sentidos, franzia os olhos, relutante em tocar nas costas, manteve o foco em Eduardo. Vov?, por que voc¨º n?o ouve minha explica??o? ¨C Disse Mavis. Eu dei a voc¨º a empresa para que n?o envergonhasse a fam¨ªlia Lima! ¨C Rugiu Gilberto. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Voc¨º acha que eu queria isso? Todos t¨ºm um passado vergonhoso! Eu fiz o que fiz para sobreviver, o que fiz de errado? ¨C Disse Mavis, um sorriso frio. ¨C Voc¨º ainda n?o ficou aleijada. Voc¨º estava ansiosa para se vender por dinheiro. ¨C Zombou Eduardo, com desd¨¦m. O rosto de Mavis ficou r¨ªgido. originalmente usou essa frase para destacar o maior problema para Gilberto, mas n?o esperava que Eduardo reagisse dessa maneira. O rosto de Gilberto ficou sombrio aos poucos. ¨C Faltam apenas duas semanas para o meu banquete de anivers¨¢rio e voc¨º est¨¢ jogando minha dignidade no ch?o para que todos riam de mim! ¨C Repreendeu Gilberto. Mesmo que eu tenhaetido erros antes, essa situa??o foi exposta de prop¨®sito por algu¨¦m m¨¢s inten??es! ¨C Argumentou Mavis. ¨C Algu¨¦m m¨¢s inten??es? Se voc¨º n?o agisse de maneira degradante,o algu¨¦m poderia aproveitar a oportunidade? ¨C Questionou Gilberto, furioso, olhando para . Vov?. Eu j¨¢ mandei algu¨¦m lidar essa pessoa. Por favor, confie em mim mais uma vez. Prometo administrar a empresa dignidade e n?o envergonhar voc¨º novamente. Disse Mavis, as l¨¢grimas ca¨ªram dos seus olhos. ¨C Talvez seja tarde demais. O que voc¨º fez Tatiana ontem j¨¢ ¨¦ conhecido por muitas pessoas. ¨¦ prov¨¢vel que a pol¨ªcia venha em breve. ¨C Disse Eduardo. ¨C O que voc¨º quer dizer? ¨C Perguntou Mavis, atordoada. ¨C Tatiana foi torturada at¨¦ a morte por algu¨¦m. Preciso detalhar isso para voc¨º? Explicou Eduardo. +15 BONDS O panico apareceu nos olhos de Mavis. Tatiana estava morta? Parecia que realmente n?o alertou os seguran?as para n?o irem longe demais. No entanto, n?o imaginava que as coisas pudessem sair t?o do controle. Assustada, Mavis imediatamente se ajoelhou diante de Gilberto, segurando a barra de sua cal?a. ¨C Vov?, por favor, eu imploro, me salve. Eu realmente n?o quis matar Tatiana! ¨C Suplicou Mavis. Chapter 290 Cap¨ªtulo 290 ¨C Voc¨º sempre diz isso? Agora, resultou em trag¨¦dia! ¨C Disse Gilberto. ¨C Av?, vou ouvir voc¨º, quando eu fizer alguma coisa da pr¨®xima vez, vou pedir a sua permiss?o. Pe?o sua ajuda! Por favor! ¨C Implorou Mavis, tremendo e sel ajoelhando. Gilberto, irritado, observou as l¨¢grimas de Mavis. Em seguida, suspirou profundamente para Eduardo. ¨C Vamos esquecer isso. Finja que n?o ouviu nada. Disse Gilberto. Eduardo aperta m?o ao seudo, mantendo a calma. Entendi. Vou ajudar a organizar sua festa de anivers¨¢rio. Vou embora agora! ¨C Concordou Eduardo. Ap¨®s a sa¨ªda de Eduardo, Gilberto pegou o celr. Ele pretendeu afastar os guarda¨Ccostas de Mavis para enfrentar a investiga??o policial. Seu ¨²nico objetivo era garantir que Mavis n?o tivesse nenhuma liga??o o incidente! Ao entardecer, na Novitex. Marc saiu da empresa e se deparou Vin¨ªcius esperando dentro do carro. Vin¨ªcius, j¨¢ esperando havia um tempo, abriu a porta quando viu Marc. ¨C Marc! ¨C Chamou Vin¨ªcius, se aproximando rapidamente. Ignorando a sauda??o, Marc continuou em dire??o ao estacionamento. Vin¨ªcius alcan?ou Marc, andando aodo d. ¨C Ainda est¨¢ chateada o que aconteceu da ¨²ltima vez? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. ¨C Voc¨º tem algo a dizer ou n?o? ¨C Disse Marc,n?ando um olhar para ele. Vim aqui especialmente para me desculpar. Disse Vin¨ªcius. N?o preciso das suas desculpas. ¨¦ caro demais, n?o posso pagar! ¨C Recusou Marc, frieza. Vendo Marc se afastar rapidamente, Vin¨ªcius segurou o bra?o d. Espere, estou pedindo desculpas. Da pr¨®xima vez, n?o farei isso, tudo bem? Disse Vinicius. Marc foi for?ada a parar, olhou para Vin¨ªcius sarcasmo. ¨C Vin¨ªcius, j¨¢ ouviu fr na express?o ¡°onde h¨¢ fuma?a, h¨¢ fogo¡°? Se voc¨º pode sondar para o seu amigo, pode fazer isso de novo inadvertidamente! Seu amigo ¨¦ t?o bom, por que voc¨º n?o namora ele? ¨C Zombou Marc. ¨C J¨¢ que voc¨º pens assim, se eu n?o defender meu amigo,o vou ser bom minha futura esposa? ¨C Disse Vin¨ªcius. Isso n?o tem nada a verigo. Disse Marc. ¨C ¨C Esqueceu o que eu disse antes? Eu disse que vou ser respons¨¢vel por voc¨º. ¨C Explicou Vin¨ªcius. §±§à§Ü ¨C Respons¨¢vel? Voc¨º ¨¦ herdeiro de uma das tr¨ºs grandes fam¨ªlias da Serafim. Sou apenas uma pessoaum! Se for respons¨¢vel por mim, at¨¦ as fuma?as dos incensos no meu altar ancestral v?o se desviar. E, n?o esque?a, n?o estou carente de homens! Sr. Vin¨ªcius, por favor, me deixe em paz! N?o atrapalhe meus encontros outros bonit?es! Ok? ¨C Disse Marc, um sorriso ir?nico. O cora??o de Vin¨ªcius afundou, seu rosto mudou de leve. ¨C Com quem voc¨º vai sair? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. ¨C Com os caras bonitos, ¨¦ ro! ¨C Enfatizou Marce, firmeza. N?o pode! ¨C Vin¨ªcius se severamente. Quem voc¨º pensa que ¨¦? O que voc¨º diz n?o conta! ¨C Disse Marc, furiosa, encarando ele. N?o, eu n?o concordo! Insistiu Vin¨ªcius. Vin¨ªcius estava ciente de que se apaixonou por essa mulher que constantemente. Agora, ao ouvir que ia sair outros homens,o ele podia suportar? Marc, os punhos cerrados, respirou fundo. ¨C Voc¨º tem certeza de que n?o vai deixar? ¨C Perguntou Marc. Sim! A menos que voc¨º concorde¡­ Disse Vin¨ªcius, soltando um som de dor. Antes que Vin¨ªcius pudesse terminar a frase, Marc ergueu os joelhos e os brutalmente entre suas pernas. Vin¨ªcius, dolorido, soltou por instinto as m?os, se agachando de dor. All content is property ? N?velDrama.Org. Marc, vendo a situa??o, correu, sem olhar para tr¨¢s, ignorando os chamados de Vin¨ªcius. +15 BONOS Marc! ¨C Chamou Vin¨ªcius, franzindo os l¨¢bios, olhando para se distanciando. Voc¨º ¨¦ uma mulher sem cora??o! ¨C Agrade?o pelo elogio! Respondeu Marc. Caramba!!! ¨C Xingou Vin¨ªcius. Depois de entrar no carro, Marc n?o foi a lugar algum, mas seguiu diretamente para a casa de Liliane. Ao longo do caminho, xingou os ancestrais de Vin¨ªcius at¨¦ a d¨¦cima oitava gera??o, chegando ¨¤ Mans?o Ba¨ªa. Ap¨®s descer do carro, Marc, ainda furiosa, apertou o bra?o machucado e murmurou ¡°m¨¢ sorte¡± antes de entrar na casa de Liliane. Chapter 291 Cap¨ªtulo 291 Ao empurrar a porta, Marc ouviu duas vozes desconhecidas. M?e, essas duas crian?as s?o realmente mesquinhas, n?o deixam eu brincar nada. ¨C Remou Viviane. Content held by N?velDrama.Org. Eles n?o deixam voc¨º brincar o qu¨º? ¨C Perguntou Pa. Com oputador! Ian nunca me deixa tocar! O tablet tamb¨¦m, diz que eu n?o mere?o. Respondeu Viviane. Inacredit¨¢vel! Por que ele n?o deixa? Vamos, vou te ajudar a conseguir! ¨C Disse Pa. Dizendo isso, Pa e Viviane sa¨ªram da s, coincidentemente se chocando Marc. Marc piscou os olhos surpresa. Quem eram essas duas pessoas? O que a garotinha havia dito agora? Ian n?o deixava usar oputador? Caramba, ningu¨¦m podia mexer noputador do Ian. queria levar a m?e d para tomar posse? A mulher que ramente n?o tinha boas inten??es ainda disse algo inacredit¨¢vel? Afinal, quem ¨¦ que bagun?ou a casa de quem? Marc j¨¢ estava irritada e ao pensar quen estava sendo maltratado, sua raiva aumentou. Parem a¨ª! ¨C Disse Marc, se aproximando e tirando os sapatos de salto alto. Pa olhou fixamente para Marc, avaliando de cima a baixo, franzindo a testa. Quem ¨¦ voc¨º? ¨C Perguntou Pa. Eu tamb¨¦m quero saber quem s?o voc¨ºs! ¨C Disse Marc, avan?ando.- Eu ouvi voc¨ºs fndo em pegar oputador do Ian, por qual motivo? Pa entendeu que essa mulher estava a fim de arrumar confus?o! Nossos assuntos familiares n?o s?o da sua conta, estranha! ¨C Disse Pa, cuspindo diretamente no rosto de Marc. ¨C O qu¨º? Eu sou estranha? Quando eu estava brincando a Liliane, nem sei onde estava! ¨C Retrucou Marc, sorrindo de raiva. ¨C O Quem voc¨º pensa que ¨¦ para frigo? ¨C Questionou Pa, furiosa. Quem voc¨º pensa que ¨¦ para ficar causando confus?o na casa da Lili? ¨C Rebateu Marc. Puta que pariu, quer repetir? ¨C Xingou Pa, cuspindo de novo em dire??o a Marc. Sentindo a viscosidade e o cheiro desagrad¨¢vel no rosto, Marc teve um espasmo nos l¨¢bios, perdendo o controle. ¨C Voc¨º¡­ Voc¨º! Sua mal¨Ceducada do interior! ¨C Xingou Marc. ¨C Voc¨º est¨¢ me xingando? Puta que pariu, vou te espancar! ¨C Gritou Pa, enquanto avan?ava para agarrar a cabe?a de Marc. Marc n?o recuou, tamb¨¦m agarrou os cabelos de Pa, revidando. Caipira mal¨Ceducada! Mal¨Ceducada! ¨C Xingou Marc. O barulho l¨¢ embaixo estava t?o alto que podia ser ouvido at¨¦ no andar de cima. Liliane saiu ¨¤s pressas do quarto e desceu as escadas, se deparando Marc e Pa em uma briga tumultuada na s. Assustada, correu para separar s, enquanto Ian e Alice seguiram Liliane, embora ambos estivessem chocados. ao ver uma briga p primeira vez. Liliane teve que se esfor?ar para separar as duas, pois Pa, por ser acostumada ao trabalho no campo, era forte. Marc n?o era p¨¢reo. No entanto, Pa tamb¨¦m n?o saiu ilesa, ficou alguns arranh?es vermelhos no rosto causados ps unhas de Marc. Marc, furiosa, encarou Pa, que chorava no ch?o. De onde diabos veio essa lun¨¢tica? ¨C Perguntou Marc para Liliane. Liliane levou Marc ao banheiro para limpar a sujeira do rosto. ¨C ¨¦ uma parente dodo do meu pai adotivo, veio extorquir dinheiro. Explicou. Liliane. Extorquir dinheiro? ¨C Questionou Marc, arregndo os olhos. N?o, N?o,o voc¨º pode aguentar isso? Expulse eles! Se eu for?ar, n?o me beneficiar¨¢. Eu tenho uma maneira de lidar isso, n?o se preocupe tanto. ¨C Respondeu Liliane. Eu estou bem! Estou apenas indignada por voc¨º e ps crian?as! ¨C Disse Marc. +15 DONOS Lidar inimigos requer t¨¢ticas h¨¢beis. Al¨¦m disso, n?o permitirei que me sujeitem. Disse Liliane. ¨C ¨C Tudo bem, mas tenha cuidado essa mulher grosseira. Lembrou Marc. ¨C Eu sei. Disse Liliane. Essa situa??o rapidamente chegou aos ouvidos de William. Elergou o celr, olhou para Vin¨ªcius, que continuava bebendo tristeza. ¨C Voc¨º est¨¢ t?o pr¨®ximo de Marc, est¨¢ brigando e voc¨º ainda est¨¢ sentado aqui? ¨C Perguntou William, em tom frio. Brigando? Com quem est¨¢ brigando? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, perplexo. Tord Chapter 292 Cap¨ªtulo 292 S?o os parentes problem¨¢ticos da Liliane. Explicou William, calma. Ah, aqueles que vimos no restaurante da ¨²ltima vez? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. Sim, j¨¢ que voc¨º ¨¦ pr¨®ximo ds, por que n?o ajuda a resolver a situa??o? ¨C Provocou William, seus olhos, cor de tinta, expressavam um leve sorriso. Vin¨ªcius n?o gostou da sugest?o. ¨C Por que voc¨º n?o vai? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, de volta. Fndo de r??es, o rcionamento de William Liliane n?o era t?o longo quanto o de Vin¨ªcius com Marc? Al¨¦m disso, ele quase ficou em p¨¦ssimo estado ¨¤ tarde por causa de Marc. ¨C Afinal, eu sou o CEO mais influente do Sudeste Asi¨¢tico, n?o ¨¦ conveniente brigar mulheres. Disse William, dando um gole na bebida. Agora ele sabia que era um CEO influente. Antes, quando estava em um estadoment¨¢vel atr¨¢s de Liliane por cinco anos, n?o tinha preocupa??es? Se voc¨º n?o quer, por que voc¨º acha que eu quero fazer? ¨C Vin¨ªcius n?o aceitou. ¨C Afinal, voc¨º ¨¦ o amigo das mulheres, sabeo mexer os pontos fracos ds. Continuou William, dando uma olhada em Vin¨ªcius. ¨C Voc¨º est¨¢ me elogiando? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, irritado. Depois de um momento, ele suspirou e cedeu. Est¨¢ bem, o que voc¨º quer que eu fa?a? V¨¢ direito a ponto. Compreenda s, conven?a s argumentos l¨®gicos, se necess¨¢rio, intervenha. Eu assumo as consequ¨ºncias por voc¨º. Disse William. ¨C N?o, voc¨º est¨¢ me mandando brigar mulheres? ¨C Questionou Vin¨ªcius, seus cantos dos olhos tremiam. ¨C William, voc¨º ainda ¨¦ humano? Seu pai¡­ ¨C Disse William, colocando calma a ta?a de vinho na mesa. Antes que William terminasse, Vin¨ªcius se levantou abruptamente. Eu estou indo! Disse Vin¨ªcius. Vin¨ªcius se apressou at¨¦ a Mans?o Ba¨ªa. Quando chegou, Marc estava saindo da casa de Liliane. Liliane ficou surpresa. Por que Vin¨ªcius foi a sua casa? 10 Vinicius sabe que voc¨º est¨¢ aqui? ¨C Perguntou Liliane para Marc, ¡ª Eu n?o disse nada! Quem sabe por que ele velo! Respondeu Marc, confusa. Vin¨ªcius, ao ver as duas, saiu apressado do carro. Sr. Vin¨ªcius, o que trouxe voc¨º aqui esta hora? ¨C Perguntou Liliane, perplexa, ao ver ele agitado. Vin¨ªcius viu os machucados no rosto de Marc e franziu a testa. ¨C Ouvir dizer que voc¨ºs¡­ Respondeu Vin¨ªcius. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Ele parou abruptamente ao meio da frase. N?o! Ele n?o podia admitir que soube da briga e foi ali por isso, sen?o Liliane certeza perceberia que William estava observando em segredo seus assuntos. Fr sobre si mesmo tamb¨¦m n?o era uma op??o, pois poderiam pensar que ele era um ¡°voyeur¡± que s¨® sabia focar nas quest?es familiares de seu amigo. Ele mais uma vez se viu sendo enganado por William! Depois de uma pausa, Vin¨ªcius pensou em uma desculpa. Eu vim procurar a Marc! ¨C Continuou Vin¨ªcius. ¨C Voc¨º n?o est¨¢ procurando sua m?e no meio da noite, por que est¨¢ me procurando? Eu n?o tenho leite para te dar! ¨C Zombou Marc, sarcasmo. Vin¨ªcius, vendo que Marc acreditou, mudou rapidamente de assunto. O que aconteceu o seu rosto? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. O que mais poderia ser? Fui arranhada por um cachorro, est¨¢ satisfeito? ¨C Disse Marc. ficou irritada ao lembrar que n?o se saiu bem na briga. De volta ao assunto,o Vin¨ªcius sabia que estava na casa de Liliane? Marc achou suspeito e encarou Vin¨ªcius, perguntando. ¨C Voc¨º instalou um rastreador em mim? Vin¨ªcius ficou sem pvras. Ele n?o tinha esse tipo de fetiche! Procurei o bar que voc¨º costuma frequentar, n?o encontrei ningu¨¦m, ent?o. resolvi tentar aqui. Explicou Vin¨ªcius. Voc¨º ¨¦ bem esperto! Agora suma daqui, n?o me iode! ¨C Disse Marc, frieza. Voc¨º n?o sente nenhum toque de emo??o? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. Eu preciso de emo??o? Voc¨º quer meover para me usar, ¨¦ isso? Retrucou +15 BONOS Marc, desd¨¦m. ¨C Marc, as pessoasetem erros, voc¨º n?o pode me condenar por isso. ¨C Disse Vin¨ªcius, apressadamente. ¨C Tenho medo de que um simples pedido de desculpas n?o seja suficiente para voc¨º! ¨C Resmungou Marc, em tom frio. Liliane ficou sem pvras. Por que eles estavam brigando de novo na frente da sua casa? ¨C Chega, n?o briguem mais. Marc, v¨¢ para casa e n?o fique chateada. ¨C Interveio Liliane, cansada da confus?o. ¨C Sim, eu estou indo embora! Se tiver algum problema, me ligue! Eu n?o acredito que n?o posso dar um jeito em uma mulher mal¨Ceducada! ¨C Assentiu Marc. Chapter 293 Cap¨ªtulo 293 Marc deixou a Mans?o Ba¨ªa e Vin¨ªcius seguiu de perto. Ele continuou seguindo Marc at¨¦ que chegou ¨¤ sua casa alugada e estacionou o carro. Ignorando Vin¨ªcius, entrou no elevador assim que estacionou. Ele, sem se importar, entrou no elevador assim que Marc apertou o bot?o do andar. ¨C Vin¨ªcius, voc¨º est¨¢ louco¡­ ¨C Xingou Marc, arregndo os olhos. Antes que pudesse terminar a frase, Vin¨ªcius segurou a cabe?a d, se inclinou e a beijou. Marc tentou se soltar, mas Vin¨ªcius segurou firmeza suas m?os contra seu peito. Em seguida, Vin¨ªcius soltou os l¨¢bios d, respirando pesadamente. Marc, eu me apaixonei por voc¨º! ¨C Disse Vin¨ªcius. O que voc¨º est¨¢ dizendo? ¨C Perguntou Marc, at?nita. ¨C Eu disse que eu me apaixonei por voc¨º! ¨C Repetiu Vin¨ªcius, em um tom muito s¨¦rio. Depois de um momento de confus?o, Marce?ou a rir. Isso ¨¦ algo que voc¨º diz! ¨C Disse Marc. Com isso, puxou a gravata de Vin¨ªcius e beijou ele. Os dois se envolveram em um beijo apaixonado no elevador, quando de repente as portas se abriram. Um velho, surpreso, soltou o saco de lixo que estava segurando. O som fez Marc e Vin¨ªcius ficarem chocados. Ao ver o velho, os dois se afastaram imediatamente. Continuem¡­ Continuem¡­ Disse o velho, sorrindo. Os dois ficaram sem pvras. Quarta¨Cfeira, Novitex. Jorge estava rtando as informa??es que descobriu para William. IB BONOR Sr. William, a propriet¨¢ria da mans?o onde Kerry est¨¢ ¨¦ a Sra. Lisa, do Pa¨ªs Y. Avisou Jorge. Lisa? ¨C Perguntou William, franzindo a testa e levantando a cabe?a. ¨¦ conhecidao a rainha do tecido no Pa¨ªs Y, atualmente monopolizando todo o mercado europeu de materiais para roupas. ¨C Explicou Jorge. Eles n?o sa¨ªram da casa nos ¨²ltimos dias? ¨C Perguntou William, semicerrando. os olhos. ¨C Sim, eles s¨®pramida atrav¨¦s dos empregados, incluindo itens de higiene. Tamb¨¦m rastreamos aspras dos empregados e elespraram itens adultos. ¨C Assentiu Jorge. William ficou em sil¨ºncio, Um homem e uma mulher juntos em uma casa, n?o saindo nem mesmo paraprar itens b¨¢sicos e aindaprando itens adultos¡­ Provavelmente, isso s¨® podia ser explicadoo eles sendo namorado e namorada. Pensando que Kerry estava envolvido outra mulher, as emo??es pesadas de William se suavizaram um pouco. Sr. William, h¨¢ mais uma coisa. Continuou Jorge. Diga. ¨C Falou William. Houve alguns problemas um lote recente de diamantes na filial da Cidade D, o vice¨Cpresidente disse que precisa que voc¨º v¨¢ pessoalmente dar uma olhada. ¨C Respondeu Jorge. Content held by N?velDrama.Org. Reserve um voo para amanh?. Disse William, franzindo o cenho. Sim, em r??o a Breno¡­ ¨C Lembrou Jorge. Vou buscar ele ¨¤ tarde e levar ele at¨¦ a casa da Liliane. Respondeu William, depois de pensar por um momento. Grupo TYC. Liliane e Nanda estavam prestes a ir para a f¨¢brica quando Liliane recebeu uma mensagem da Dra. Daise. Dizia que Marta queria fr e perguntou se poderia retornar a liga??o. Liliane pensou que Marta estava enfrentando outro epis¨®dio e imediatamente ligou para a Dra. Daise. +16 BONOS ¨C Dra. Daise, o que aconteceu Marta? ¨C Perguntou Liliane, ansiosa, quando a liga??o foi atendida. ¨C Marta causou um alvoro?o, insistindo que precisa ir at¨¦ voc¨º. recusou o caf¨¦ da manh? e n?o quer tomar os rem¨¦dios. Respondeu Dra. Daise, em um tom resignado. D¨º o celr para Marta, vou conversar . ¨C Disse Liliane. A Dra. Daise passou o celr para Marta. Lili! Onde voc¨º est¨¢? Eu quero ir at¨¦ voc¨º. ¨C Perguntou Marta, ao pegar o celr. Marta, eu tenho que ir ¨¤ f¨¢brica, l¨¢ tem muita gente. N?o ¨¦ conveniente para voc¨º irigo. ¨C Liliane tentou acalmar . ¨C N?o! Eu n?o quero ficar em casa, eu quero ir para a f¨¢brica voc¨º! Eu prometo que vou me comportar, n?o vou te causar problemas! ¨C Disse Marta, sua voz estava tom de choro. Liliane franziu a testa. A f¨¢brica continha muitos equipamentos, por quest?es de seguran?a, realmente n?o podia levar Marta. Mas Marta n?oer tamb¨¦m era um problema. Liliane suspirou o dilema e olhou para Nanda, dizendo: ¨C Nanda, v¨¢ informar alguns dos chefes dos departamentos da cadeia de suprimentos para irem ¨¤ f¨¢brica e organizarem os trabalhadores. Hoje, tenhopromissos e n?o posso ir. Eu posso ir sozinha. ¨C Disse Nanda. ¨C Voc¨º tamb¨¦m precisa ir ¨¤ tarde ¨¤ nossa antiga f¨¢brica, verificar se algu¨¦m da empresa de constru??o apareceu. Vou precisar de sua ajuda para nejar o local, n?o me sinto confort¨¢vel deixando essa tarefa para outra pessoa. ¨C Disse Liliane, um sorriso. Chapter 294 Cap¨ªtulo 294 Depois de fr, Liliane observou intensidade a express?o de Nanda. Infelizmente, Nanda permaneceu impass¨ªvel e apenas respondeu um simples ¡°entendido¡°. Obrigada pelo seu esfor?o. Assim que a situa??o da empresa melhorar, vou aumentar o seu sal¨¢rio. Disse Liliane, desviando o olhar e dando um tapinha no ombro de Nanda. Nanda respondeu: ¨C Obrigada, Sra. Liliane. Liliane voltou ¨¤ Mans?o Ba¨ªa para buscar M?rta e levar para dar uma volta. Aproveitou a oportunidade para dar a algo gostoso paraer. Marta, finalmente satisfeita, tomou os rem¨¦dios. ¨C Marta, eu sei que ficar em casa pode ser entediante para voc¨º. Mas eu preciso trabalhar para ganhar dinheiro. Prometo que nos fins de semana vou te levar para passear e sempre que tiver tempo ¨¤ noite, sairemos para caminhar, est¨¢ bem? ¨C Prometeu Liliane, ao ver Marta em um bom estado de esp¨ªrito. Lili, eu te atrapalhei no trabalho hoje? ¨C Perguntou Marta, olhando para Liliane tristeza. ¨C Sim, voc¨º me atrapalhou. Respondeu Liliane, direta. n?o estava preocupada em magoar os sentimentos de Marta, pois essas situa??es precisavam ser cortadas desde o in¨ªcio. Do contr¨¢rio, Marta continuaria interferindo em suas responsabilidades na empresa. sempre soube separar trabalho e assuntos pessoais muito bem. Lili, eu¡­ ¨C Murmurou Marta, abaixando a cabe?a tristeza. ¨C Marta, talvez voc¨º n?o esteja totalmente ciente da minha situa??o atual, eu posso ter sido um pouco dura agora. ¨C Disse Liliane, um sorriso. Mas eu acredito que voc¨º pode entender, n¨¦? Afinal, estou trabalhando para sustentar todos voc¨ºs. Ent?o voc¨º n?o vai poder sairigo todos os dias. Disse Marta, apertando os l¨¢bios. ¨C ¨¦, s¨® nos fins de semana que posso descansar. ¨C Respondeu Liliane. Eu entendi, n?o vou mais atrapalhar seu trabalho. Concordou Marta, a cabe?a, depois de um tempo pensando. ¨®timo, ent?o venhaigo buscar as crian?as na esc mais tarde. ¨C Sugeriu Liliane, se aliviando. ¨C Ok! Vamos buscar Ian e Alice! ¨C Disse Marta, animada. No final da tarde. Liliane levou Marta para buscar as crian?as na esc. Como havia muitos pais na entrada, Liliane optou por n?o deixar Marta sair do carro. Quando as crian?as sa¨ªram, Liliane estava prestes a se aproximar quando se deparou William, que tamb¨¦m estava l¨¢ para buscar Breno. Liliane deu um passo para odo, n?o querendo se envolver em qualquer discuss?o William. Assim que William saiu Breno, ent?o levou Ian e Alice para o carro. Assim que as crian?as entraram no carro e viram Marta,e?aram animadamente a puxar assunto com . ¨C Marta! Por que voc¨º veio nos buscar hoje? ¨C Perguntou Alice, abra?ando o bra?o de Marta e se esfregando nele. Estava saudades, ent?o vim te ver. Respondeu Marta, pegando Alice no colo. ¨C Marta, por que voc¨º n?o ficou de olho nos caras ruins para n¨®s? ¨C Continuou Alice. ¨C O qu¨º? Quem s?o eles? ¨C Perguntou Marta, confusa. Aqueles que moram na nossa casa. ¨C Lembrou Ian. ¨C Ah, sim. Amanh? eu vou ficar de olho neles para voc¨ºs! Prometeu Marta, assentindo. Sim! Fique de olho nesses malvados! N?o deixe que eles tragam outros males. para dentro! Por favor, Marta, cuide dos nossos conjuntos de Lego! Pediu Alice. Ok! Concordou Marta. ¨C Ouvindo a conversa deles, Liliane soltou um sorriso. Era evidente que Alice conseguia convencer Marta a ficar em casa. Ao voltarem para a Mans?o Ba¨ªa, Liliane notou um carro de luxo estacionado no quintal. levantou a cabe?a surpresa. Como William poderia estar ali? +15 BONOS Antes que Liliane pudesse reagir, Marta j¨¢ havia aberto a porta do carro e sa¨ªdo. Contudo, a figura d capturou imediatamente a aten??o de William, que ainda n?o havia sa¨ªdo do carro. William franziu a testa, abrindo ¨¤s pressas a porta do carro e descendo. Antes que pudesse dizer alguma coisa, Alice pulou do carro e chamou: N?velDrama.Org (C) content. ¨C Marta, espere por mim. Em seguida, Liliane tamb¨¦m saiu do carro. o viu olhando fixamente para Marta e ficou perplexa, franzindo a testa. Liliane segurou a m?o de Ian, se aproximando de William. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? ¨C Perguntou Liliane, calma. + Chapter 295 Cap¨ªtulo 295 William, um olhar sombrio, foi arrancado de seus pensamentos p voz de Liliane. Por que minha m?e est¨¢ aqui voc¨º? ¨C Perguntou William, em um tom s¨¦rio. Sua m?e? ¨C Repetiu Liliane, confusa. Ent?o,o se algo tivesse se acendido em sua mente, Liliane rapidamente olhou para Marta. Ao comparar os olhos de William os de Marta, percebeu a semelhan?a surpreendente. Liliane ficou sem pvras, percebendo que, sem saber, estava cuidando da m?e de William durante esse tempo! Liliane, voc¨º n?o acha que deve me dar uma explica??o? ¨C Perguntou William, uma voz fria e uma express?o de raiva intensa em seus olhos. A rea??o hostil de William enfureceu Liliane. ¨C Voc¨º quer uma explica??o de mim? Voc¨º n?o consegue cuidar nem mesmo da sua pr¨®pria m?e e agora quer que eu explique? Voc¨º publicou algum an¨²ncio procurando por ? Me disse que estava procurando algu¨¦m? Marta foi uma pessoa que encontrei na rua! estava os p¨¦s machucados e sangrando! Voc¨º, incapaz de cuidar at¨¦ da sua m?e biol¨®gica, por que acha que tem direito de exigir explica??es de mim? ¨C Retrucou Liliane. Marta, ouvindo as pvras fervorosas de Liliane, se virou olhando Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. para atr¨¢s. Ao ver William, ap¨®s um minuto de reflex?o, se lembrou de quem ele era, aparentemente, seu filho. se apressou a se aproximar e tentou acalmar Liliane. ¨C Lili, Lili, n?o fique zangada. Este ¨¦ meu filho. ¨C Disse Marta. Liliane ficou sem pvras. William, ao ouvir a explica??o, aliviou um pouco sua raiva. Liliane estava certa. Ele nunca divulgou uma foto de sua m?e e n?o havia contado a ningu¨¦m que estava procurando algu¨¦m. Como Liliane poderia saber? A menos que tivesse espiado as coisas na gaveta dele. Pe?o desculpas. Desculpou William, frieza, contendo suas emo??es. Ent?o, ele se dirigiu a Marta. M?e, voc¨º n?o deveria sair sozinha. Marta, uma express?o descontente, olhou para William. ¨C Embora voc¨º seja meu filho, n?o somos pr¨®ximos. Eu queria sair para me divertir. Disse Marta. William sentia uma dor de cabe?a, sua m?e estava tendo a recorr¨ºncia da doen?a. Voc¨º quer sair? Posso te levar. Agora, venhaigo de volta. Persuadiu William. N?o, eu quero ficar a Lili! Recusou Marta, sem cerim?nia, at¨¦ abra?ou Liliane, dizendo. Lili, vamos entrar logo, n?o liga para ele! Ele s¨® quer nost separar, n?o d¨¢ b pra ele! Liliane ficou em sil¨ºncio e im¨®vel, tentandopreender o que estava acontecendo e se questionava sobre o que aconteceu Marta para chegar a esse estado. Teria sido algo rcionado ¨¤ fam¨ªlia Gabaldo? Durante os tr¨ºs anos em que esteve William, ele nunca mencionou sua m?e. Liliane, pensando que a m?e de William j¨¢ tinha falecido, desconheciapletamente essa parte da vida dele. Onde Marta esteve durante aquele periodo? ¨C M?e, est¨¢ ocupada, n?o sobrecarregue ainda mais. Disse William, uma miriade de emo??esplexas em seus olhos. Eu n?o sobrecarreguei ! ¨C Disse Marta, encarando William raiva. ¨C Voc¨º tem dinheiro, d¨º dinheiro para a Lili! Assim n?o ter¨¢ problemas! ¨C Est¨¢ bem, vou dar dinheiro a , mas voc¨º precisa irigo. William tentou acalmar . Eu disse que n?o vou! Por que voc¨º n?o entende o que eu estou dizendo? Explodiu Marta. M?e, voc¨º deveria voltarigo, em vez de ficar na casa dos outros. ¨C Insistiu William, voz profunda. N?o me force! ¨C Gritou Marta, se virando e correndo em dire??o ¨¤ mans?o. William tentou seguir , mas Liliane bloqueou seu caminho. Voc¨º n?o acha que suas a??es est?o tornando as coisas dif¨ªceis para a Marta? +15 BONOS Perguntou Liliane, encarando ele. ¨C ¨¦ sua m?e, ¨¦ ro, tanto moral quanto ¨C legalmente, deveria voltar voc¨º. Mas, neste momento, ramente est¨¢ ¨¤ beira de um surto. Voc¨º deve dar a tempo para se acalmar. Ao ouvir Liliane mencionar a possibilidade de um ¡°surto¡°, William estreitou de leve os olhos. Voc¨º sabe algo sobre a situa??o da minha m?e? ¨C Questionou William. Eu n?o sei nada. Eu n?o preciso saber nada sobre a situa??o atual de Marta. Voc¨º pode confiar que ficar¨¢ aqui bem. Contratei um m¨¦dico para panhar diariamente. ¨C Respondeu Liliane, indiferen?a. +15 BONOS ¡ª Chapter 296 Cap¨ªtulo 296 Me informe imediatamente se houver algum problema. Os rem¨¦dios da minha m?e ser?o entregues por algu¨¦m. Al¨¦m disso, Breno precisa da sua ajuda por alguns dias. Eu tenho que viajar. Disse William, cansado, franzindo a testa. Breno ¨¦ meu filho, cuidar dele n?o ¨¦ ¡°ajudar¡°, ¨¦ meu dever. ¨C Respondeu Liliane. Em seguida, se dirigindo a Breno, ainda no carro, sorriu e perguntou. ¨C Querido, por que voc¨º n?o desce? Breno, a moch nas costas, desceu do carro e foi at¨¦ Liliane. Mam?e, eu s¨® n?o queria atrapalhar a conversa entre voc¨º e papai. ¨C Disse Breno. ¨C Voc¨º n?o precisa se preocupar assim na minha frente. ¨C Disse Liliane, apertando as bochechas macias de Breno. Breno sorriu para Liliane, um gesto que deixou William perplexo. Ele parecia nunca ter visto Breno sorrir antes. Ao ver a intera??o entre Liliane e Breno, William foi invadido por um pensamento. Se Liliane estivesse ao seudo, talvez Breno se tornasse uma pessoa melhor. Alice, por outrodo, estava entusiasmada, mas a testa franzida. n?o conseguia entender uma coisa, ent?o puxou a roupa de Ian. Ian, me explique a situa??o. ¨C Murmurou Alice, para Ian. ¨C Que situa??o? ¨C Perguntou Ian. Marta ¨¦ a m?e do nosso pai irrespons¨¢vel, mas mam?e chama de Marta. Ian,o a gente chama Marta? ¨C Perguntou Alice, seriedade. ¨C ¨¦ muito simples. Chamamos Marta de vov¨®. ¨C Respondeu Ian, sem se abr. ¨C Ah, ent?o ¨¦ assim. Sussurrou Alice. ¨C Alice, estudar ¨¦ importante para voc¨º. ¨C Disse Ian. ¨C Voc¨º ¨¦ irritante! ¨C Remou Alice, logo percebeu. Antes de sair, William trocou contatos no WhatsApp Liliane, usando Breno e Martao desculpa. Liliane n?o estava disposta, mas Marta ainda presente, precisava ter +15 BONOS contato ele. Depois que Breno entrou na mans?o, a fam¨ªlia Marques desceu as escadas. Ao ver os grandes logotipos chamativos nas roupas de Breno, todos vieram cumprimentar ele. ¨C Ah, esse pequeno ¨¦ t?o bonito, parece que j¨¢ o vi em algum lugar. ¨C Disse Pa, elogiando. ¨C Ele se parece aquele homem que voc¨º apresentou ¨¤ B! ¨C Acrescentou Raul. Pa s¨® percebeu depois que Raul mencionou, era muito parecido! ¨C Raul, voc¨º v¨º a roupa que o menino est¨¢ vestindo? ¨¦ muito cara, certo? ¨C Perguntou Pa, animada. Raul imediatamente pegou o celr ee?ou a pesquisar, lendo as informa??es em voz alta: O bon¨¦ dele ¨¦ da s¨¦rie infantil de uma marca internacional famosa, edi??o limitada, no valor de cinquenta e tr¨ºs mil e dois reais. A roupa que ele est¨¢ vestindo ¨¦ da ¨²ltima cole??o de alta costura, feita ¨¤ m?o e sob eenda! Dizem que custa mais de duzentos mil.Os sapatos dele tamb¨¦m s?o da marca internacional famosa, valendo mais de trinta mil. Pa arregalou os olhos. As roupas desse menino valia o pagamento de uma entrada de uma casa inteira? Por que ele era t?o rico? Pa correu at¨¦ ele, tentando agradar Breno. ¨C ¨C Querido, venha aqui, quero conversar voc¨º! Disse Pa. Que conversa? ¨C Perguntou Breno, estavapletamente confuso, uma express?o inocente. ¨C Breno! ¨C Interrompeu Alice. ¨C N?o fale muita coisa eles! Vamos para a cozinha procurar a mam?e e pegar pudim! Breno olhou sem entender para Alice, que encarava a fam¨ªlia Marques indigna??o, e para Ian, que estava visivelmente irritado. O que aconteceu Ian e Alice? ¨C Voc¨º, uma menina, entende o qu¨º? N?o posso fr ele? Isso tem a ver voc¨º? ¨C Repreendeu Pa. +15 BONOS Ele ¨¦ meu irm?o! O que isso tem a ver contigo? ¨C Retrucou Alice, indignada, empinando o peito. ¨C ¨C Pa, por que brigar essa garotada? ¨C Disse Raul, tentando acalmar a situa??o. Em seguida, ele sussurrou para Pa. ¨C N?o se esque?a, Diego est¨¢ prestes a voltar, vai ter um monte de carga para descarregar, se essa crian?a. estiver causando confus?o,o faremos? N?velDrama.Org (C) content. Ah, ¨¦ verdade! ¨C Concordou Pa. Depois disso, Pa segurou o bra?o de Raul e ?aminhou em dire??o ¨¤ s. Ao ver as tr¨ºs crian?as entrando na cozinha, entou. Esse menino a¨ª, t¨¢ nadando em dinheiro! Chapter 297 Cap¨ªtulo 297 Raul ficou um pouco sem pvras. Mesmo que essa crian?a seja rica, n?o podemos pegar nada d! ¨C Falou Raul. ¨C ¨¦ verdade, n?o podemos pegar nada, mas podemos deixar nossa filha usar essas roupas e bon¨¦! S?o muito elegantes! ¨C Disse Pa, olhando para Raul. Voc¨º tem um ponto! ¨C Concordou Raul, a cabe?a, depois de pensar por um tempo. ¨C Al¨¦m disso, esse garoto parece ser ing¨ºnuo e rico. Se levarmos ele para sair, ele pagar¨¢ por nossas refei??es, assim vamos economizar nosso dinheiro, certo? ¨C Continuou Pa. ¨C Voc¨º ¨¦ realmente esperta! ¨C Comentou Raul, seus olhos se iluminaram. ro! Vamos levar ele para passear no fim de semana! ¨C Sugeriu Pa. Tudo bem! Vou seguir suas instru??es! ¨C Concordou Raul. Mam?e, estou de volta! Venha me ajudar! ¨C Gritou Diego. Enquanto discutiam, a voz de Diego veio de fora. O casal correu para fora e ficou surpreso ao ver um carro preto imponente estacionado na entrada. ¨C M?e, por que voc¨º est¨¢ t?o surpresa? Este ¨¦ o meu novo carro! ¨C Disse Diego, aparecendo p jan. Pa, surpresa, se aproximou, tentando tocar, mas medo. ¨C Quanto custa este carro? ¨C Perguntou Pa. ¨C Cerca de centenas de milhares! ¨¦ legal, n¨¦? ¨C Respondeu Diego. ¨C Nossa, meu filho est¨¢ indo bem! Voc¨ºprou um carro t?o caro! Exmou Raul. ¨C para co De onde voc¨º tirou dinheiro isso, Diego? ¨C Perguntou Pa, animada. All content is property ? N?velDrama.Org. ¨C Minha cara est¨¢ aqui. Quem se atreve a me pedir dinheiro? ¨C Disse Diego, apontando para o pr¨®prio rosto. Diego estava cheio de si mesmo, quase levantando o queixo para o c¨¦u. Liliane, que estava de p¨¦ no corredor, apoiada no batente da porta, observava a ¦¥¦° feiura da fam¨ªlia Marques. Eles realmente n?o valorizavam o dinheiro d. Enquanto pensava nisso, um caminh?o se aproximou, de repente. Liliane olhou para cima e viu que o caminh?o parou em frente ¨¤ sua casa. O caminh?o estava carregado de batatas e batatas¨Cdoces cobertas dema, n?o havia mais espa?o. ¨C Mano! Diego chamou o motorista do caminh?o.- Descarregue as coisas na minha casa. Tenho muito espa?o! As sobrancelhas de Liliane se contra¨ªram de repente. Eles estavam nejando enfiar todas essas coisas na mans?o? Como esperado, ap¨®s a f de Diego, o motorista do caminh?o e os carregadorese?aram a carregar as coisas e a as empurrar para dentro da mans?o. Ao ver isso, os tr¨ºs pequenos,endo pudim, ficaram paralisados. Isso ¨¦ muito desprez¨ªvel! Eles est?o tratando nossa casao um dep¨®sito! ¨C Disse Alice, furiosa. A aud¨¢cia deles ¨¦ realmente incr¨ªvel! ¨C Murmurou Ian e, uma express?o sombria, olhou para a lama espalhada no ch?o. Breno captou a ess¨ºncia das pvras de Ian e Alice. Sua m?e e os irm?os n?o gostavam dessas pessoas. Liliane, uma express?o desagrad¨¢vel, voltou da entrada. Alice, os olhos. vermelhos, olhou para Liliane.. ¨C M?e, eles est?o passando dos limites! Disse Alice. Liliane suspirou, se aproximou de Alice e se agachou, ¨C Querida, aguente um pouco mais. Acredite, eu n?o permitirei que voc¨ºs fiquem tristes para sempre. Consolou Liliane. ¨C A casa ficou t?o suja. Disse Alice, franzindo os l¨¢bios. Liliane sorriu, acariciou os cabelos de Alice. Podemos limpar. Vamos l¨¢, vou levar voc¨ºs para jantar. Disse Liliane. ¨¤s seis e meia. Liliane chegou ao restaurante Marta e os tr¨ºs pequenos. Ao sa¨ªrem do carro em dire??o ao restaurante, um homem saiu no mesmo +15 BONOS momento. Quando os olhares cruzaram, Breno ramente ficou surpreso. Miguel¡­ Ele tamb¨¦m estava ali! No entanto, Marta, atr¨¢s de Liliane, de repente contraiu as pups, encarando Miguel um rosto p¨¢lido. Miguel ergueu os olhos e ao ver o rosto de Marta, seu olhar ficou mais frio aos. poucos. ¨C Volta! ¨C Disse Marta, assustada, se virou e correu. voltar! Eu quero voltar! Eu quero Liliane se virou para olhar Marta, correndo atr¨¢s d. Quando Liliane segurou o bra?o de Marta, esta enlouqueceu, r¨¢pido e furiosamente, sacudindo a m?o de Liliane. ¨C N?o me toque! ¨C Gritou Marta, cobrindo os ouvidos uma express?o assustada, se agachando. Liliane ficou paralisada por um momento, depois se agachou tamb¨¦m, batendo de leve nas costas de Marta para acalmar . ¨C Marta, n?o tenha medo, estou aqui. ¨C Consolou Liliane. Chapter 298 Cap¨ªtulo 298 Content held by N?velDrama.Org. Marta tremia sem parar, Liliane estendeu a m?o para abra?ar , surpresa ao olhar para a entrada do restaurante. Parecia que Marta ficou assim depois de ver um homem. No entanto, aquele homem j¨¢ havia desaparecido. Liliane n?o pensou muito sobre isso, afinal, Marta j¨¢ teve rea??es semelhantes ao ver outros homens anteriormente. Enquanto isso, no carro n?o muito longe dali, Miguel encarava Marta agachada um olhar frio. Ele reconheceu a mulher aodo de Marta, a amante que William tinha antes. Miguel zombou, tirou os ¨®culos ee?ou a limpar devagar um pano. Ele n?o esperava que ainda estivesse viva¡­ Depois de um momento, Miguel colocou os ¨®culos de volta, seu celre?ou a tocar. Ele olhou frieza para o aparelho, vendo que era uma chamada de Mavis e atendeu calma. Sr. Miguel, voc¨º est¨¢ livre esta noite? Pode tomar uma bebidaigo? ¨C Perguntou Mavis, a voz suave. Ao ouvir isso, Miguel curvou de leve os l¨¢bios. Est¨¢ bem, me envie o endere?o, estou indo agora. ¨C Concordou Miguel. Sete e meia da noite. Miguel encontrou Mavis em um bar, sorrindo elegancia enquanto se aproximava. ¨C Pe?o desculpas p demora. ¨C Disse Miguel. ¨C De jeito nenhum, acabei de chegar tamb¨¦m. ¨C Disse Mavis, levantou os olhos e encarou Miguel, sorrindo gentileza. Srta. Mavis, voc¨º parece animada esta noite. Infelizmente, eu n?o tenho muita resist¨ºncia ao ¨¢lcool, tenho medo de atrapalhar seu prazer de beber. ¨C Disse Miguel, tirando o casaco e se sentando na cadeira. Mavis rapidamente escondeu a satisfa??o em seus olhos. Afinal, ele n?o ser bom ¨¢lcool, isso era exatamente o que estava procurando! tinha dois objetivos para aqu noite. Um era descobrir por que Miguel ficava desconfort¨¢vel ao mencionar William e o segundo era aproveitar a oportunidade para avan?ar em seus pr¨®prios interesses. Se n?o fosse por Gilberto constantemente apontando seus erros ultimamente, n?o teria se for?ado a se entregar ¨¤s pressas! ¨C Sr. Miguel, voc¨º n?o precisa ser t?o cort¨ºs. Deveria ter perguntado sobre suas prefer¨ºncias anteced¨ºncia. ¨C Respondeu Mavis,preensiva. Miguel sorriu, pegou a garrafa de vinho na mesa e encheu o copo de Mavis. ¨C Srta. Mavis, voc¨º ¨¦ uma dama, por que se preocupar os desejos de um homem? Contanto que voc¨º n?o se iodeigo, est¨¢ tudo bem. ¨C Disse Miguel. Depois, ele passou o copo para Mavis e se levantou o seu. Srta. Mavis, ¨¦ uma honra conhecer voc¨º. Eu tamb¨¦m¡­ ¨C O rosto de Mavis corou ligeiramente. Depois de algumas ta?as, Miguele?ou a sentir os efeitos do ¨¢lcool, mas Mavis continuou enchendo seu copo. At¨¦ que Miguel, inclinado na cadeira os olhos fechados, n?o conseguia mais resistir. Foi ent?o que Mavis soltou um sorriso. se levantou da cadeira, se apoiou no bra?o de Miguel. Sr. Miguel, voc¨º est¨¢ b¨ºbado, vou ajudar voc¨º a descansar, est¨¢ bem? ¨C Disse Mavis. ¨C Est¨¢ bem¡­ Assentiu Miguel, impotente. Com isso, Mavis ajudou Miguel a se levantar e os dois sa¨ªram do bar, entraram not elevador e chegaram ¨¤ porta do quarto. Ao entrar, Miguel de repente parou, levantou os olhos emba?ados e perguntou: Srta. Mavis, voc¨º sabe qual ¨¦ a coisa mais dolorosa na vida? ¨C Sr. Miguel, voc¨º est¨¢ b¨ºbado, descanse primeiro, est¨¢ bem? ¨C Mavis desviou o assunto, de prop¨®sito. No entanto, Miguel estendeu a m?o e abra?ou , enterrando a cabe?a no +15 BONOS pesco?o de Mavis. ¨C ¨C Voc¨º sabe, eu fui expulso para o exterior, por causa de um erro n?o intencionaletido por mim, por meu pr¨®prio irm?o e meu pai, e isso durou quinze anos! Disse Miguel, uma voz pesada. ¨C Sr. Miguel, n?o fique triste, estou aqui voc¨º, certo? ¨C Consolou Mavis, brilhando uma luz nos olhos. A m?e do William, na verdade, foi quem me seduziu, eu acabei sendo alvo de todas as cr¨ªticas! ¨C Continuou Miguel, respirando fundo. Mavis ficou chocada, a m?e de William seduziu Miguel? Sr. Miguel, estou um pouco confusa¡­ ¨C Disse Mavis. Miguel deu um sorriso ir?nico, contando a Mavis sobre o envolvimento dele a m?e de William, chamada Marta, uma mulher que causou alvoro?o na Serafim na ¨¦poca devido ¨¤ sua apar¨ºncia deslumbrante. Chapter 299 Cap¨ªtulo 299 Guilherme ficou interessado n e trouxe para ser sua terceira esposa. N?velDrama.Org (C) content. No entanto, a m?e de William era jovem e desinteressada por Guilherme, nutrial uma avers?o intensa a ele, quando William tinha pouco mais de dez anos. , portanto, tentou de todas as maneiras seduzir Miguel, que era quase da mesma idade que . Naqu hora, Miguel tinha vinte e nove anos, no auge de sua juventude. Como ele poderia resistir ¨¤ sedu??o de uma mulher pura e ao mesmo tempo voluptuosa? Sob o encanto, Migueleteu o maior erro e acabou transando v¨¢rias vezes a m?e de William. Sentindo que n?o podia esconder isso para sempre, Miguel confessou a verdade para Guilherme. Enfurecido, Guilherme expulsou ele do pa¨ªs. Essa partida durou quinze anos. Ap¨®s contar tudo isso, Miguel levantou os olhos, olhando para Mavis sofrimento. ¨C Voc¨º tamb¨¦m acha que sou sujo? ¨C Perguntou Miguel. N?o, isso foi erro d, n?o seu. ¨C Consolou Mavis, chocada epadecida, bn?ando a cabe?a. Obrigado. Agradeceu Miguel, a voz embargada, abaixando a cabe?a de ¦°¦Ï¦É¦Á Mavis estava feliz que Miguelpartilhou um segredo t?o grande, mas ao mesmo tempo, ficou desapontada por ele n?o ter avan?ado mais no rcionamento . pensou que Miguel precisava de algu¨¦m para ajudar ele. Se pudesse ajudar, Miguel abriria seu cora??o para ? Com esses pensamentos, um brilho astuto passou pelos olhos de Mavis. estava determinada a ser quem abririapletamente o cora??o de Miguel e faria ele aceitar totalmente.. Na Mans?o Ba¨ªa. Os tr¨ºs pequenos foram levados por Liliane para o quarto, onde se prepararam +15 BONOS para dormir. Ian e Alice logo adormeceram, mas Breno n?o conseguiu pegar no sono. As preocupa??es de Breno, ampliadas ao ver a av¨® perder o controle ¨¤ noite, agora eram mais intensas. A av¨® ficou assustada ao ver Miguel e havia um conflito n?o revdo entre Miguel e seu pai. Al¨¦m disso, por que a av¨® nunca foi para a fam¨ªlia Gabaldo e preferiu morar ali, se recusando at¨¦ mesmo a voltar seu pai? Breno, inquieto, se virou. Seus movimentos acordaram Ian, que ainda n?o tinha dormido profundamente. ¨C Breno, n?o consegue dormir? ¨C Perguntou Ian, se virando para olhar Breno na escurid?o. ¨C ¨C Ian, eu quero te contar algo. Disse Breno, apertando os l¨¢bios. ¨C O que ¨¦? Eu tamb¨¦m queria ouvir. ¨C Interveio Alice, tamb¨¦m se sentando na escurid?o de repente, interessada. Breno e Ian ficaram surpresos por um momento, mas logo ambos soltaram uma risada. Os tr¨ºse?aram a discutir no escuro, Brenopartilhava o que sabia Ian e Alice, que ficaram visivelmente surpresos. Ent?o voc¨º quer que eu investigue Marta¡­ Quer dizer, a av¨®? ¨C Perguntou Ian, franzindo a testa. Sim, eu sei que voc¨º n?o gosta muito de ajudar o papai, mas este ¨¦ um assunto que eu realmente gostaria de entender. O olhar de Miguel¡­ ¨¦ assustador. ¨C Respondeu Breno, segurando firmeza o cobertor. Vendo que Breno falou tanto de uma vez s¨®, Ian percebeu que algo estava errado. Ele se virou na cama e pulou para fora. ¨C Entendi, voc¨ºs v?o dormir. Eu vou investigar isso! ¨C Dissen. No dia seguinte. Liliane foi acordada pelo som do celr bem cedo. Sonolenta, atendeu e viu que era uma liga??o de Kerry. Assim que pressionou o bot?o para atender, Kerry falou um tom cansado: -G¡­ +15 DONOS Voc¨º est¨¢ em apuros? Por que sua voz est¨¢ assim? ¨C Perguntou Liliane, alerta. -G, n?o fale, me deixe fr primeiro. Estou exausto. Liguei para dizer que vou pegar o voo amanh? ¨¤ tarde, venha me buscar. Vou te dar uma grande surpresa! ¨C Explicou Kerry. Voc¨º pode pelo menos me dizer onde esteve nos ¨²ltimos dois dias? ¨C Perguntou Liliane, soltando uma risada. Antes que pudesse obter uma resposta, se ouviu um grito de mulher dodo de Kerry. Liliane mal conseguiu entender, quando Kerry simplesmente desligou a chamada abruptamente. + Chapter 300 Cap¨ªtulo 300 Liliane, at?nita, observou o celr. Kerry parecia n?o ter dito a a que horas. seria o voo amanh? ¨¤ tarde¡­ Ao ser despertada, Liliane perdeu o sono, se levantou e desceu as escadas. Ao ver a s de estar toda bagun?ada p fam¨ªlia Marques, massageou as t¨ºmporas e se dirigiu ¨¤ cozinha. Antes mesmo de chegar na cozinha, Liliane sentiu um cheiro nauseante. Ao abrir a portapletamente, se deparou o caos: oito galinhas trancadas na cozinha! Content held by N?velDrama.Org. O ch?o estava coberto de fezes de galinha e as aves at¨¦ subiram no fog?o, sujando a superf¨ªcie branca! Liliane segurou for?a a ma?a da porta para n?o desmaiar de raiva! Se n?o fosse pelo hor¨¢rio inadequado,o poderia tolerar esse fechou a porta da cozinha e subiu para o segundo andar, respirando fundo. Parecia que tinha que come?ar a fase de execu??o do no! ¨¤s sete e meia. Liliane foi acordar os tr¨ºs pequenos. Alice mal conseguia levantar a cabe?a, bn?ando a cabe?a de forma sonolenta. ¨C Mam?e, eu tive dor de barriga ontem ¨¤ noite, n?o consigo levantar¡­ ¨C Disse Alice. Assim que Alice terminou, Ian e Breno tamb¨¦m concordaram em un¨ªssono. ¨C ¨¦ s¨¦rio? Devo levar voc¨ºs ao hospital? ¨C Perguntou Liliane, preocupada. Os tr¨ºs pequenos bn?aram as cabe?as ao mesmo tempo. ¨C Mam?e, n?o precisa se preocupar conosco. Tomamos bastante probi¨®ticos e estamos muito melhores. V¨¢ trabalhar, ficaremos em casa descansando por um dia. Disse Ian. Voc¨ºs t¨ºm certeza? Perguntou Liliane, de novo, ainda estava um pouco preocupada. Pode confiar, mam?e. Ficamos sozinhos em casa frequ¨ºncia e l¨¢ embaixo +15 BONOS ainda tem tantos guarda¨Ccostas. Respondeu Alice. Est¨¢ bem, mas, se houver qualquer problema, liguem para mim. Vou providenciar para que aida seja entregue em casa para voc¨ºs. ¨C Concordou Liliane. Mam?e, eu posso pedir para a empregada do Jardim Azul trazer? ¨C Sugeriu Breno. Depois de pensar um pouco, Liliane concordou a proposta de Breno, afinal, aida feita p empregada era realmente melhor do que aprada fora. Observando os tr¨ºs pequenos se deitarem, Liliane finalmente saiu aliviada. Quando tudo ficou em sil¨ºncio l¨¢ fora, Alice se levantou, apoiando o corpo pequeno. ¨C Mentir assim n?o ¨¦ muito bom, n¨¦? ¨C Perguntou Alice. Ian deu de ombros, se levantando da cama. ¨C J¨¢ dissemos tudo, agora ¨¦ tarde para fr nisso. Respondeu Ian. ¨C Voc¨º encontrou alguma coisa ontem ¨¤ noite? ¨C Perguntou Breno. N?o, s¨® encontrei o atestado de ¨®bito da av¨®. ¨C Respondeu Ian, sentado em frente aoputador, franzindo a testa. ¨C Ent?o, quem teria feito isso? ¨C Perguntou Breno, pensativo por causa dessa frase. Ian suspirou, bn?ando a cabe?a pesar. Breno continuou. Quanto ao Miguel? Ian digitou rapidamente no tedo e as informa??es sobre Miguel apareceram na t. Ao ver o olhar de Miguel na foto, Breno ficou tenso, seus olhos pareciam prontos. para matar a qualquer momento, frios e sombrios, sem nenhuma emo??o. ¨C Miguel foi enviado para o exterior h¨¢ quinze anos, desapareceu ao mesmo tempo que a av¨®. Al¨¦m disso, ele teve muitas parceiras, mas n?o chequei as informa??es ds. ¨C Falou Ian, em tom s¨¦rio. ¨C ¨C Ent?o, certeza aconteceu algo entre os dois. ¨C Afirmou Breno, depois de pensar por um tempo. ¡ª ¨C Sim. Concordou Ian. Mas n?o consigo encontrar nada sobre a av¨® nos ¨²ltimos quinze anos. No entanto, a fam¨ªlia Gabaldo certeza deve saber. Vou tentar descobrir. Disse Breno. +15 BONOS Ao meio¨Cdia, os tr¨ºs pequenos desceram as escadas e viram Diego sentado na s, fazendo uma transmiss?o ao vivo enquanto explicava anima??o sobre as batatas em sua m?o. ¨C Ele est¨¢ fazendo uma transmiss?o ao vivo vendendo batatas? ¨C Perguntou Alice, piscando os olhos. ramente, ele est¨¢ usando nossa casao chamariz para atrair seguidores. Disse Ian, desd¨¦m. ¨C Oh, voc¨ºs n?o foram para a esc? ¨C Perguntou Pa, de repente aparecendo da s. Chapter 301 Cap¨ªtulo 301 ¨C Se vamos ou n?o, n?o ¨¦ da sua conta! ¨C Respondeu Alice, fazendo bico. Pa fixou os olhos em Breno, ignorandopletamente as pvras de Alice. Depois de olhar por um tempo, Pa de repente sorriu. Garoto bonito, voc¨º acabou de chegar aqui. Vou te levar para almo?aro uma forma de boas¨C vindas, olhe s¨®, j¨¢ ¨¦ meio¨Cdia. ¨C Convidou Pa. Ian e Alice quase riram ao ouvir isso. Quem era o anfitri?o afinal? Breno, que j¨¢ n?o era bom em recusar convites, apenas concordou a cabe?a de forma r¨ªgida depois que Pa falou. Ian e Alice ficaram surpresos. ¨C Afinal, n?o confio em voc¨º para levar Breno para fora! Eu tamb¨¦m quero ir! Falou Alice, imediatamente, olhando para Pa vigilancia. Pa torceu a boca. realmente n?o queria levar esses dois grudentos juntos. Mas, pensando bem,o n?o teria que pagar p refei??o, eles irem ou n?o, n?o se importava! Ap¨®s a fam¨ªlia Marques se arrumar, eles sa¨ªram para o restaurante os tr¨ºs. pequenos. Ao chegarem l¨¢, os Marques escolheram ostensivamente os pratos mais caros, enchendo a mesa. Ian e Alice olhavam para Pa suspeita. ficou rica ou algo assim? ¨C Garot?o, n?o seja t?o formal! Coma, n?o economize! Disse Pa, a Breno, educada. Breno, a testa ligeiramente franzida, pegou um garfo. Antes que pudesse pegar qualquerida, Raul j¨¢ havia servido aida no prato dele. Breno apertou a testa, segurando os talheres uma m?o, mas sem mexer. Ian olhou para a cena, soltando um sorriso frio. ¨C Breno n?oeida que estranhos d?o para ele. Falou Ian. Pa ficou o rosto um pouco sombrio. Por que esse garoto tinha tantos maus h¨¢bitos? Comer j¨¢ era o suficiente, por que ser t?o exigente? Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Se ele n?o fosse rico, Pa certeza repreendiria ele. Que costume rid¨ªculo! Comer aida que meu pai deu ¨¦ uma honra para voc¨º! Zombou Diego. Pa olhou para Diego, tentando deter ele. Fique quieto, n?o fale muito,a mais! ¨C Interveio Pa. M?e, eu falei alguma mentira? H¨¢ veneno nos talleres do meu pai? Perguntou Diego, estndo a l¨ªngua. Se voc¨º n?o quer, euo! Disse Viviane, pegando o prato de Breno. Breno baixou os olhos, apertando os l¨¢bios, sem dizer uma pvra. Sem educa??o! Comentou Alice, apertando os dentes de raiva. Depois de uma refei??o, a fam¨ªlia Marques estava satisfeita, enquanto os tr¨ºs pequenos n?oeram muito. Ap¨®s a refei??o, Pa chamou o gar?om para pagar a conta. ¨C Ol¨¢, o total ¨¦ 5899 reais. Voc¨º prefere pagar cart?o ou celr? ¨C Perguntou o gar?om, entregando a conta a Pa. Ai, onde est¨¢ minha bolsa? Eu ainda estava quando sai! ¨C Disse Pa, enquanto vasculhou seus pertences. Dizendo isso, Pa olhou para Raul, perguntando. ¨C Raul, voc¨º trouxe a carteira? Raul tamb¨¦m fez uma encena??o de procurar. Acho que n?o trouxe. Respondeu Raul. Diego percebeu a artimanha dos seus pais e se exibiu. Eu tamb¨¦m n?o tenho. Disse Diego.. Pa soltou um som e se virou para Breno. Garoto bonito, olha s¨® a nossa confus?o, que tal voc¨º pagar primeiro? ¨C Disse Pa. Breno n?o disse uma pvra e tirou em sil¨ºncio seu celr infantil para entreg¨¢- lo ao gar?om. Breno pensava que mais de cinco mil reais por uma refei??o era bem barato, convidarn e Alice para comer era a coisa certa a se fazer. +15 BONOS No entanto, Ian e Alice ficaram de olhos arregdos. Alice agarrou o bra?o de Breno prestes a fr, mas Ian a interrompeu. ¨C Eles est?o fazendo de prop¨®sito! Nada que dissermos agora vai ajudar! ¨C Sussurrou Ian. Mas n?o podemos simplesmente deixar eles intimidarem o Breno! ¨C Disse Alice, apertando as sobrancelhas. Eu vou dar um jeito! N?o vou deixar que eles fiquem se gabando impunemente! Disse Ian, depois de pensar por um momento. Ao ouvir isso, Alice ficou em sil¨ºncio. confiava em Ian! Ao sa¨ªrem do restaurante, Pa levou os tr¨ºs pequenos para o shopping. Assim que entraram, Ian viu uma m¨¢quina de raspadinha autom¨¢tica. Ele sorriu de leve, agora ele tinha um no! Chapter 302 Cap¨ªtulo 302 ¨C Alice, veja aquilo, lembra da ¨²ltima vez que algu¨¦m ganhou 10 milh?es aqui? Disse Ian, elevando a voz de prop¨®sito para Alice. Depois de fr, Ian apertou a m?o de Alice e fez um sinal os olhos. ¨C Lembro! Alice entendeu de imediato, assentindo. ¨C Os ouvidos de Pa estavam muito agu?ados. Ao ouvir o n¨²mero 10 milh?es, imediatamente dirigiu seu olhar para a m¨¢quina de raspadinha. Ser¨¢ que essa m¨¢quina poderia premiar 10 milh?es? ¨C Eu sei disso! Meu amigo j¨¢ jogou, ouvi dizer que ganhou alguns milhares! Acrescentou Diego, enquanto Pa ainda estava duvidando. As pvras de Diego dissiparam as d¨²vidas de Pa.. Ian e Alice mal conseguiam conter o riso. Isso foi uma coincid¨ºncia incr¨ªvel. Vendo Ian e Alice rindo, Breno tamb¨¦m sorriu. Pa foi at¨¦ l¨¢ para dar uma olhada eprou algumas raspadinhas de 5 reais. ¨C Comprar s¨® isso n?o vai funcionar e 5 reais n?o v?o te dar um pr¨ºmio de 10 milh?es. Disse Ian. Ent?o,o funciona? Perguntou Pa, franzindo a testa, Ian pensou por um momento, de repente, arregalou os olhos. Vi um aplicativo online que, se voc¨º investir mil, pode ganhar dez mil! ¨C Disse Ian. Os olhos da fam¨ªlia Marques se iluminaram! Investir mil para ganhar dez mil? Ent?o investir dez mil daria cem mil? All content is property ? N?velDrama.Org. Embora fosse tentador, Pa ainda estava c¨¦tica. ¨C Qual ¨¦ o nome desse aplicativo? Que tal voc¨º tentar me mostrar? ¨C Sugeriu Pa. Ok! Concordou Ian. Ent?o, ele pegou optop que sempre carregava consigo e encontrou o aplicativo. Usando o rel¨®gio eletr?nico, ele digitalizou mil reais. Em pouco tempo, algumas imagens de raspadinha apareceram. Ian clicou em uma ap¨®s a outra e a pvra ¡°quinze mil¡± apareceu de repente. Logo em seguida, o rel¨®gio eletr?nico vibrou, sinalizando que o dinheiro tinha sido depositado. Ian entregou o rel¨®gio para Pa ver. Voc¨º v¨º, est¨¢ depositando o dinheiro. ¨C Disse Ian. Eu n?o acredito que esse dinheiro seja real! ¨C Zombou Diego, estava mais cauteloso. Ian soltou um sorriso sarc¨¢stico e foi at¨¦ uma loja aodoprando um sorvete, escaneou o c¨®digo QR o rel¨®gio e fez o pagamento sucesso. Ian riu enquanto voltava. ¨C Agora, voc¨ºs acreditam? Como uma fam¨ªlia, por que ainda n?o confiam em mim? No entanto, n?o ¨¦ garantido cem por cento¡­ Disse Ian. ¨C Compre! ¨C Disse Pa. Antes mesmo de Ian terminar de fr, Pa ficou t?o animada que mal conseguia ficar sentada. Onde devo escanear? Noputador? ¨C Perguntou Pa, pegando o celr rapidamente. Ian assentiu e abriu a interface de escaneamento. Pa, primeiro, fez um teste e transferiu dois mil reais. Rapidamente, ganhou trinta mil reais em dinheiro diretamente em seu celr. Vendo que realmente podia ganhar dinheiro, todos na fam¨ªlia Marques ficaram emocionados. ¨C M?e! Dinheiro recebido! Realmente recebemos o dinheiro! Exmou Diego. ¨C Realmente temos dinheiro! Pa, r¨¢pido, escaneie novamente, talvez na pr¨®xima vez seja ainda mais! ¨C Disse Raul. Pa sorriu sem parar e rapidamente transferiu uma grande quantia. Ao ver que eles tinham ca¨ªdo na sua amarilha,n sorriu frieza e levantou os l¨¢bios. Este aplicativo era algo que ele desenvolveu para Alice brincar quando estava entediado. Nunca o havia mostrado a ningu¨¦m, porque sua m?e disse que, se esse tipo de aplicativo fosse divulgado, os policiais o prenderiam. No entanto, todos os fundos transferidos s¨® iriam para a conta dele! +15 DONOS Ele tamb¨¦m ajustou as probabilidades do jogo, permitindo apenas duas vit¨®rias, a terceira vez n?o funcionaria. Ainda assim, Ian n?o esperava que a fam¨ªlia Marques fosse t?o gananciosa a ponto de investir duzentos mil reais de uma s¨® vez! Esse montante era algo que ele n?o tinha previsto de forma alguma. Apenas poderia dizer que a fam¨ªlia Marques era muito gananciosa! Raul e Diego ficaram aodo de Pa, os tr¨ºs assistindo emocionados ¨¤ t doputador enquanto as raspadinhas eram abertas aos poucos. No entanto, quando viram que a ¨¢rea sombreada tinha sidopletamente removida sem revr nenhuma quantia, os tr¨ºs da fam¨ªlia Marques ficaram atordoados. ¨C O que, o que est¨¢ acontecendo? ¨C Perguntou Pa, p¨¢lida. Ian, se inclinando para olhar, tamb¨¦m ficou chocado. A sorte de voc¨ºs n?o est¨¢ muito boa! ¨C Comentou Ian. Chapter 303 Cap¨ªtulo 303 Diego estava furioso, pois sua m?e havia acabado de transferir toda a fortuna deles! ¨C O que voc¨º quer dizer? Em resumo, n?o conseguimos nada? ¨C Exmou Diego, olhado para Ian. N?velDrama.Org (C) content. Como assim n?o conseguiram nada? Acabaram de receber trinta mil! Sua m¨¢ sorte n?o ¨¦ minha culpa, n?o podem me culpar por isso! ¨C Retrucou Ian. ¨C Voc¨º! ¨C Pa estava prestes a desmaiar, tr¨ºm, apontou para Ian, xingando. ¨C Voc¨º ¨¦ um vigarista! Raul estava t?o atordoado que n?o conseguia dizer uma pvra. Ian retirou o sorriso e olhou frieza para a fam¨ªlia Marques. ¨C Voc¨ºs escolheram jogar esse jogo, ningu¨¦m for?ou voc¨ºs. Eu mal terminei de fr e voc¨ºs correram para jogar! Nem todos os sorteios s?o garantidos, voc¨ºs n?o entendem isso? ¨C Retrucou Jan. Pa, agora, n?o conseguia mais absorver essas pvras. ¨C Vigarista! Uma crian?ao voc¨º me enganando! Todo mundo, venham julgar! Venham julgar! ¨C Choramingou Pa, vez tr¨ºm, apontando para Ian. As pessoas ao redor se viraram para ver uma mulher apontando para uma crian?a e a acusando de fraude, olhares desdenhosos. Vai jogar e ainda quer culpar a crian?a? Como pode ser uma m?e assim? ¨C Essa crian?a parece ter apenas cinco ou seis anos,o poderia enganar algu¨¦m? ¨C ¨¦ verdade,o voc¨º pode culpar uma crian?a? Nunca vi uma pessoa assimo voc¨º. Ouvindo osent¨¢rios ao redor, Diego ficou furioso e avan?ou gritando para eles: ¨C Voc¨ºs n?o sabem de nada! Esse cara j¨¢ estava contra n¨®s desde o in¨ªcio, ramente ¨¦ um golpista! Voc¨º realmente n?o tem vergonha, chamando uma crian?a de golpista! Se nem voc¨º acredita, por que est¨¢ gritando conosco? +18 BONOS Isso mesmo. Se n?o acredita, v¨¢ ¨¤ delegacia esrecer, por que est¨¢ gritando conosco? Isso est¨¢ ficando feio, chorandoo se o shopping fosse sua casa. A fam¨ªlia Marques foi repreendida, seus rostos ficaram p¨¢lidos. Raul, irritado, puxou Pa, que estava sentada no ch?o fazendo birra. N?o se envergonhe mais! Como vai fazer se j¨¢ perdeu toda a fortuna? ¨C Gritou Raul. Vamos! Vamos levar ele para a delegacia, esse monstro sem cora??o! Disse Pa, l¨¢grimas e muco. Assim que ouviram que iriam para a delegacia, Alice e Brenon?aram olhares preocupados para Ian. Ian, por sua vez, deu a eles um olhar tranquilizador. Dez minutos depois. A fam¨ªlia Marques e os tr¨ºs pequenos chegaram a delegacia. Pa arrastou Ian at¨¦ a delegacia e contou aos policiais todos os detalhes sobre of que Ian fez . O policial, ouvindo toda a hist¨®ria, olhou para Pao se estivesse perplexo. ¨C Voc¨º est¨¢ me dizendo que uma crian?a de cinco anos armou uma cda para voc¨º? Perguntou o policial. ¨C ¨C ¨C ¨¦ verdade! Afirmaram os membros da fam¨ªlia Marques, em un¨ªssono. ¨C Me mostrem os documentos de voc¨ºs. Disse o policial, estendendo a m?o para eles. ¨C N?o era para ele devolver o dinheiro para n¨®s? Por que est?o pedindo nossos documentos? ¨C Perguntou Diego, confuso. O policial bateu forte na mesa. N?o atrapalhem nosso processo! Que lugar ¨¦ esse? Por que est¨¢ xingando? ¨C Repreendeu o policial. Pa rapidamente puxou Diego para tr¨¢s. ¨C Oficial, ele n?o entende! Me deixe mostrar os documentos! Por favor, cheque para que os pais dessa crian?a devolvam os nossos duzentos mil! ¨C Disse Pa. Alice, debru?ada sobre a mesa, riu de forma zombeteira. +15 BONOS ¨C Oh? Agora voc¨º n?o est¨¢ mais tentando ser parente da minha m?e? ¨C Zombou Alice. Quer dinheiro? Voc¨º j¨¢ pegou carro e casa da minha m?e. Isso n?o ¨¦ o suficiente? Interveio Ian. Pa olhou perplexa para as duas crian?as. Eles mal fram enquanto estavam no shopping, e agora, na delegacia, estavam dizendo essas coisas? +15 BONOS Chapter 304 Cap¨ªtulo 304 ¨C Fiquem cdos, ningu¨¦m acha que voc¨ºs s?o mudos! ¨C Repreendeu Pa. Voc¨ºs s?o parentes da m?e dessas tr¨ºs crian?as? ¨C Perguntou o policial, franzindo a testa. Sim! Pa admitiu. Mas e da¨ª? Pelos rtos dos dois pequenos agora, estou desconfiado de que voc¨ºs querem dar um golpe no dinheiro da m?e deles! ¨C Explicou o policial, um sorriso frio. A fam¨ªlia Marques arregalou os olhos ee?ou a explicar, mas o policial ost ignorou e olhou para Ian, perguntando. ¨C Sua m?e ¨¦ rica? Compra carros e casas para eles? Tio policial, minha m?e ¨¦ a dona da empresa, eles s¨® querem o dinheiro d. Disse Alice, em tom infantil e seus olhos brilhantes. Com um biquinho, Alice logo ficou os olhos cheios de l¨¢grimas, continuando. ¨C Policial, eles s?o muito maus¡­ Minha m?e est¨¢ sofrendo, voc¨ºs podem nos levar de volta? Tenho medo de que eles fiquem bravos e nos vendam¡­ A express?o inocente de Alice tocou o cora??o dos policiais. ¨C Fiquem tranquilos, vou garantir que voltem seguros para a sua m?e! Prometeu o policial. Os policiais resolveram o incidenteo uma tentativa intencional da fam¨ªlia Marques de extorquir dinheiro. Eles panharam as tr¨ºs crian?as de volta ¨¤ Mans?o Ba¨ªa, no caminho. informaram Liliane. Ao saber disso, Liliane voltou correndo para casa, aliviada ao ver as crian?as conversando os policiais no quintal. Obrigada por trazerem meus filhos de volta. ¨C Disse Liliane, Se an Estamos apenas fazendo nosso trabalho, n?o precisa agradecer. Mas fique de olho em Pa e os outros, eles podem prejudicar as crian?as quando est?o furiosos. Disse o policial, sorrindo. ¨C ¨C Entendi, vou ficar atenta. Obrigada novamente. Assentiu Liliane. Ap¨®s a sa¨ªda dos policiais, Liliane subiu as crian?as, uma express?o sombria. Quando voltaram para o quarto, olhou seriedade para os filhos. Agora,o pretendem explicar o que aconteceu hoje? +15 BONOS Os tr¨ºs pequenos ficaram em sil¨ºncio, evitando qualquer pvra. Liliane estava visivelmente irritada. ¨C Esta situa??o ramente mostra que voc¨ºs fizeram de prop¨®sito. Mas eu acredito que voc¨ºs n?o s?o pessoas que fazem isso sem motivo, s¨® quero uma explica??o! ¨C Repreendeu Liliane, furiosa. Ian segurou for?a sua barra de cal?a, reunindo coragem para explicar. All content is property ? N?velDrama.Org. ¨C Mam?e, isso foi culpa minha! N?o suportei ver eles enganando o Breno¡­ Falou Ian. Ele detalhou todas as a??es da fam¨ªlia Marques para Liliane. ¨C Breno, ¨¦ verdade? ¨C Perguntou Liliane, franzindo a testa ao olhar para o mening Breno, envergonhado, n?o ousou levantar a cabe?a e murmurou um ¡°sim¡°. Ian fez isso por causa de voc¨ºs dois. Fico feliz que estejam unidos, mas n?o permitirei que fa?am algo ilegal. Quero que sejam crian?as honestas e retas, entendido? Disse Liliane, suspirando. Mam?e, sabemos que erramos, mas eles foram muito al¨¦m. ¨C Queixou Alice, l¨¢grimas nos olhos. Isso ¨¦ falta de educa??o deles. N?o podemos sero eles. Os maus ter?o seu castigo. Al¨¦m disso, n?o disse a voc¨ºs para confiarem em mim e deixarem issoigo? ¨C Disse Liliane. Desculpe, mam?e, mas ainda n?o quero devolver os cem mil a eles. ¨C Murmurou Ian, reconhecendo seu erro. ¨C Porque esse dinheiro era meu, n¨¦? ¨C Disse Liliane, soltando uma risada. ¨C Sim! Respondeu Ian, firmeza. ¨C ¨C Est¨¢ bem, ent?o devolva os outros cem mil a eles. Eles trabalharam duro por esse dinheiro. Disse Liliane. Mas as casas e os carros que eles querem que voc¨ºpre s?o fruto do dinheiro que voc¨º ganhou com tanto esfor?o. ¨C Disse Alice. ¨C Alice, voc¨º duvida da minha capacidade? ¨C Perguntou Liliane, resignada, Chapter 305 Cap¨ªtulo 305 ¨D N?o se preocupe tanto, a mam?e pode lidar eles. Disse Ian, dando leves batidinhas na cabe?a de Alice. Alice, l¨¢grimas nos olhos, cobriu a cabe?a e encarou Ian. ¨C Voc¨º est¨¢ me provocando de novo! ¨C Remou Alice. Enquanto os dois filhos brigavam, Breno permanecia cdo, Liliane se aproximando dele e o abra?ando. Mam?e¡­ Chamou Breno, surpreso. ¨C Breno, no futuro, espero que voc¨º tenha coragem de recusar demandas. injustas. Fico feliz que voc¨ºpreida para seus irm?os, mas n?o quero que se deixe usar pelos outros, est¨¢ bem? ¨C Disse Liliane, em tom suave. Liliane estava desconfort¨¢vel, seu filho mais querido havia sido tratadoo um tolo p fam¨ªlia Marques. Breno estendeu devagar sua m?o e abra?ou Liliane de volta, os olhos avermelhados.. N?velDrama.Org (C) content. ¨C Sim, n?o quero mais preocupar voc¨º¡­ Disse Breno. No dia seguinte. Liliane foi despertada p voz animada de Diego. Ap¨®s se arrumar, desceu as escadas para encontrar Diego transmitindo ao vivo. novamente, Pa ocupada ajudando. Ao ver Liliane, ambos encararam raiva. Ignorando eles, Liliane entrou na cozinha, que j¨¢ havia sido limpa pelos seguran?as ee?ou a preparar o caf¨¦ da manh? para as crian?as. Pa seguiu at¨¦ a cozinha, chocando seu ombro contra Liliane e dizendo raiva: Pessoa azarada! Liliane fingiu n?o perceber, tirou o rel¨®gio e o colocou na jan, continuando avar os gr?os de soja. O golpe de Pa parecia ter sido desferido contra um fantasma, deixando ficar muito furiosa. Pa estava prestes a desabafar sobre a perda dos cem mil, mas seu olhar foi atra¨ªdo pelo rel¨®gio. Esse rel¨®gio ¨¦ bonito, quanto custou? ¨C Perguntou Pa, um sorriso, depois de observar o rel¨®gio por um momento, Foi um presente de um amigo, n?o custou muito. ¨C Respondeu Liliane, frieza. ¨C Esse cr parece caro tamb¨¦m! ¨C Comentou Pa, dirigindo o olhar para o cr de Liliane. BOHER -E, mais ou menos. Disse Liliane, de forma casual, enquanto despejou os gr?os de soja na m¨¢quina. Pa torcen os l¨¢bios. sempre disse que mais ou menos, se algu¨¦m n?o soubesse que era rica, realmente pensaria que n?o custava muito! Pa, se aproveitando da distra??o de Liliane, pegou o celr e tirou algumas fotos do rel¨®gio antes de sair da cozinha e subir as escadas. De volta ao quarto, Pa agarrou Raul e perguntou: ¨C Raul, d¨¢ uma olhada nesse rel¨®gio, que marca ¨¦? E caro? Raul pegou o celr, examinou e pesquisou online, arregalou os olhos ao encontrar a resposta. Meu Deus, esse rel¨®gio custa duzentos e trinta mil reais! ¨C Exmou Raul. Pa tamb¨¦m ficou surpresa, pensava que dezenas de milhares j¨¢ eram muito, mas n?o esperava que fosse valer duzentos e trinta mil! Os pensamentos de Pae?aram a se movimentar. ¨C Raul, preciso conseguir esse rel¨®gio para mim! Eles nos tiraram cem mil, precisamos recuperar de algum lugar! Disse Pa. Como voc¨º vai fazer isso? ¨C Questionou Raul. ¨C Vou usar a for?a para colocar esse rel¨®gio no meu pulso e n?o vou tirar. n?o vai ousar pegar de volta, certo? Mesmo que consiga, ainda ter¨¢ um ponto fraco em nossas m?os, n¨¦? ¨C Respondeu Pa. Pa pensava que, se Liliane pudesse ser t?o descuidada um rel¨®gio t?o caro, provavelmente n?o se importava pequenas quantias de poderia encontrar facilidade desculpas para se esquivar da situa??o, alegando que Liliane perdeu ou bagun?ou as coisas por conta pr¨®pria. tem muitos rel¨®gios. Vamos esperar at¨¦ que v¨¢ embora, em seguida, vasculhamos o guarda¨C roupa d! ¨C Sugeriu Raul. Esse rel¨®gio ¨¦ bonito, quanto custou? ¨C Perguntou Pa, um sorriso, depois de observar o rel¨®gio por um momento. Foi um presente de um amigo, n?o custou muito. ¨C Respondeu Liliane, frieza. Esse cr parece caro tamb¨¦m! ¨C Comentou Pa, dirigindo o olhar para o cr de Liliane. ¨¦, mais ou menos. de soja na m¨¢quina. Disse Liliane, de forma casual, enquanto despejou os gr?os Pa torceu os l¨¢bios. sempre disse que mais ou menos, se algu¨¦m n?o soubesse que era rica, realmente pensaria que n?o custava muito! Pa, se aproveitando da distra??o de Liliane, pegou o celr e tirou algumas fotos do rel¨®gio antes de sair da cozinha e sub¨ªr as escadas. De volta ao quarto, Pa agarrou Raul e perguntou: ¨C Raul, d¨¢ uma olhada nesse rel¨®gio, que marca ¨¦? ¨¦ caro? Raul pegou o celr, examinou e pesquisou online, arregalou os olhos ao encontrar a resposta. Meu Deus, esse rel¨®gio custa duzentos e trinta mil reais! ¨C Exmou Raul. Pa tamb¨¦m ficou surpresa, pensava que dezenas de milhares j¨¢ eram muito, mas n?o esperava que fosse valer duzentos e trinta mil! Os pensamentos de Pae?aram a se movimentar. Raul, preciso conseguir esse rel¨®gio para mim! Eles nos tiraram cem mil, precisamos recuperar de algum lugar! ¨C Disse Pa. Como voc¨º vai fazer isso? ¨C Questionou Raul. Vou usar a for?a para colocar esse rel¨®gio no meu pulso e n?o vou tirar. n?o vai ousar pegar de volta, certo? Mesmo que consiga, ainda ter¨¢ um ponto fraco em nossas m?os, n¨¦? ¨C Respondeu Pa. Pa pensava que, se Liliane pudesse ser t?o descuidada um rel¨®gio t?o caro, provavelmente n?o se importava pequenas quantias de dinheiro. poderia encontrar facilidade desculpas para se esquivar da situa??o, alegando que Liliane perdeu ou bagun?ou as coisas por conta pr¨®pria. ¨C tem muitos rel¨®gios. Vamos esperar at¨¦ que v¨¢ embora, em seguida, vasculhamos o guarda¨C roupa d! Sugeriu Raul. +15 BONOS ¨C Ah, Raul, voc¨º est¨¢ ficando mais esperto! ¨C Exmou Pa. Ah, pare isso, isso me deixa envergonhado. Respondeu Raul. Depois do caf¨¦ da manh?, Liliane levou as crian?as para a esc. O casal Marques percebendo que sumiu, imediatamente subiu as escadas at¨¦ o quarto d. Ao tirar todos os rel¨®gios e joias de Liliane paraparar os pre?os, seus olhose?aram a brilhar com a perspectiva de riqueza. Pa, animada, segurou o rel¨®gio ee?ou a gritar: ¨C Raul! Estamos prestes a ficar ricos! Ricos! Chapter 306 Cap¨ªtulo 306 Manh?, ¨¤s dez horas. Liliane recebeu uma liga??o da pol¨ªcia sobre a investiga??o do inc¨ºndio na f¨¢brica. Ao chegar ¨¤ delegacia, um policial ofereceu ¨¢gua a Liliane e se sentou para conversar. Sra. Liliane,mento muito, mas at¨¦ agora n?o conseguimos resolver o caso do inc¨ºndio. No entanto, h¨¢ algumas quest?es intrigantes. ¨C Avisou o policial. Me diz o que voc¨º tem em mente. Disse Liliane, dando um gole leve na x¨ªcara de ch¨¢. ¨C Sra. Liliane, eu queria saber se h¨¢ algu¨¦m ao seu redor que voc¨º acha suspeito? Perguntou o policial. Eu acredito que voc¨ºs j¨¢ interrogaram meus funcion¨¢rios. ¨C Respondeu Liliane, olhando para cima, perguntando. ¨C Quem voc¨ºs acham que ¨¦ suspeito? ¨C Analisamos cuidado todos os depoimentos, mas gostaria que voc¨º desse uma olhada nessas duas dera??es. ¨C Disse o policial. O policial entregou dois documentos a Liliane. , imediatamente, viu os nomes do vice¨Cdiretor da f¨¢brica e de Nanda. ¨C ¨C Qual ¨¦ o problema as dera??es do vice¨Cdiretor e da minha secret¨¢ria? ¨C Perguntou Liliane, franzindo a testa. O depoimento do vice¨Cdiretor tem umapreens?o vaga do tempo, enquanto a dera??o da sua secret¨¢ria ¨¦ muito ra em todas as atividades em qualquer per¨ªodo. Explicou o policial. Voc¨º est¨¢ sugerindo que algu¨¦m uma mem¨®ria t?o precisa pode ter algo errado? ¨C Questionou Liliane, depois de pensar por um tempo. Afinal, nenhum de n¨®s pode recordar exatamente o que fez em um determinado per¨ªodo. O depoimento ro da sua secret¨¢ria, embora meticuloso, levanta suspeitas. Sra. Liliane, posso perguntar se voc¨º se lembra exatamente quando e a que horas entrou na delegacia? ¨C Perguntou o policial. Liliane ficout atordoada, n?o sabia nem mesmo o momento em que atendeu a liga??o, como poderia lembrar quando entrou na delegacia? O policial sorriu, continuando. Veja, ningu¨¦m consegue se lembrar exatamente do tempo, mas sua secret¨¢ria ¨¦ o oposto. ¨C Isso poderia ser devido aos h¨¢bitos pessoais? ¨C Perguntou Liliane, por instinto. +18 BONOS N?o excluimos essa possibilidade. Se for muito atenta ao tempo, ¨¦ uma possibilidade. Voc¨º pode ligar para agora e perguntar. ¨C Sugeriu o policial. Liliane assentiu e tirou o celr da bolsa para ligar para Nanda. Antes de Nanda atender, Liliane j¨¢ tinha preparado as pvras. Sra. Liliane. Falou Nanda, ao atender. ¨C Nanda, nos ¨²ltimos dias, quando voc¨º foi supervisionar o canteiro de obras, que horas eram? ¨C Perguntou Liliane, apertando o viva¨Cvoz. Perto do meio¨Cdia, cheguei ¨¤s dez e vinte e tr¨ºs. Respondeu Nanda, depois de ficar em sil¨ºncio por um momento. Liliane e o policial trocaram olhares. Quando voc¨º chegou, os mestres estavam todos l¨¢, certo? ¨C Perguntou Liliane, de novo. Sim, quando sa¨ª, era ¨¤s cinco e onze da tarde, eles j¨¢ tinham sa¨ªdo ¨¤s cinco em ponto. No dia em que fui era o primeiro dia de trabalho e nesses dois dias eles chegaram duas horas mais cedo. ¨C Confirmou Nanda. Liliane podia ouvir ramente o som da m¨¢quina pelo celr. ¨C Entendi, voc¨º est¨¢ no local agora? Continuou Liliane. ¨C Sim, cheguei ¨¤s oito e trinta e um minutos. Sra. Liliane, vou monitorar o hor¨¢rio de trabalho deles. ¨C Respondeu Nanda, precis?o. Beleza, obrigada por isso. ¨C Disse Liliane. Ap¨®s encerrar a liga??o, o policial expressou resigna??o. Parece que h¨¢ verdadeiros mestres na gest?o do tempo neste mundo. ¨C Comentou o policial. Ao ouvir as pvras do policial, Liliane continuava pensando nos alertas de Eduardo. Os vil?es eram especialistas em esperar o momento certo. n?o podia baixar a guarda. Se n?o houver mais nada, eu vou indo. Disse Liliane, cansada. Certo, vamos continuar monitorando aqui. ¨C Disse o policial, se levantando. Ao sair da delegacia, o celr de Liliane tocou. atendeu rapidamente, era uma chamada de Kerry. Content held by N?velDrama.Org. ¨C Oi! Meu voo ¨¦ ¨¤s treze horas. ¨C Avisou Kerry. ¨C Parece que voc¨º chegar¨¢ de madrugada. ¨C Disse Liliane, a voz um pouco rouca, enquanto entrou no carro. Chapter 307 Cap¨ªtulo 307 ¨C O que aconteceu a sua voz? A empresa est¨¢ muito ocupada ultimamente? Perguntou Kerry, surpreso. ¨C Kerry, no dia em que voc¨º desligou o celr, a f¨¢brica pegou fogo e recebemos uma grande quantidade de devolu??es de pedidos. Respondeu Liliane, esfregando a testa. ¨C ¨C O qu¨º? Exmou Kerry, chocado ao celr. Eu mal sa¨ª e a f¨¢brica teve um problema? Quem fez isso! Liliane afastou o celr para longe, para n?o ser perfurada pelos gritos de Kerry. Quando Kerry parou de gritar, colocou no viva¨Cvoz. A pessoa respons¨¢vel ainda n?o foi identificada. Vou te contar os detalhes quando voc¨º voltar. Respondeu Liliane. ¨C Caramba! Xingou Kerry. Desliguei o celr e aconteceu uma desgra?a. A pessoa que fez isso est¨¢ ramente tentando me incriminar, n¨¦? Liliane ficou surpresa por um momento e depois soltou uma risada. ¨C Voc¨º reagiu t?o r¨¢pido. Posso pensar que talvez voc¨º seja o culpado? Brincou Liliane. Ei, ei! G! Eu n?o sou uma pessoa ingrata e definitivamente n?o sou um vil?o! Explicou Kerry, furioso. ¨C Por que voc¨º est¨¢ t?o ansioso para se livrar da suspeita? ¨C Continuou Liliane, arqueando as sobrancelhas. Voc¨º dizer isso me machuca muito! ¨C Fungou Kerry. ¨C Estava indo te levar uma surpresa, voc¨º n?o sabe o qu?o miser¨¢vel foram esses dois dias para mim, eu at¨¦ mesmo me¡­ Kerry! Interrompeu Liliane. ¨C Voc¨º disse que era uma surpresa! Agora, n?o soa maiso uma surpresa. ¨C Caralho, quase ca¨ª nessa sua l¨¢bia! Vou te dizer, voc¨º precisa vir me buscar no aeroporto esta noite! ¨¦ obrigat¨®rio! ¨C Disse Kerry. Sua surpresa parece n?o ser t?o simples assim. Disse Liliane, intrigada. ¨C ¨¦ isso mesmo! ¨C Resmungou Kerry. Na hora certa, eu n?o me importo se voc¨º vier e me agradecer profundamente, l¨¢grimas nos olhos e tudo mais! +S BONOS ¨C O sinal est¨¢ ruim, tchau! ¨C Disse Liliane, impiedosa. ¨C N?o tem amor entre a gente? ¨C Remou Kerry. De qualquer forma, n?o se esque?a de vir me buscar ¨¤ noite! ¨C Entendi. ¨C Disse Liliane, desligando a chamada e rindo da situa??o. ¨¤ tarde. Depois de resolver os problemas financeiros na filial, Jorge se aproximou de William. Sr. William, Kerry j¨¢ pegou o voo de volta para a Serafim. ¨C Avisou Jorge. Ao ouvir isso, William ficou irritado. Ele est¨¢ voltando sozinho? ¨C Perguntou William. N?o. A Sra. Lisa est¨¢ ele, mas nossos homens dizem que oportamento deles n?o parece o de um casal. Respondeu Jorge. O rosto de William ficou um pouco sombrio. Liliane ainda considerava esse tipo de homem desprez¨ªvel um tesouro! Jorge, observando cuidado a express?o de seu superior, tentou mudar de N?velDrama.Org (C) content. assunto. No entanto, assim que abriu a boca, seu chefe falou frieza. ¨C Carlos n?o tem dado not¨ªcias recentemente? ¨C Perguntou William. Ele foi fazer um curso no exterior antes do incidente na f¨¢brica. Respondeu Jorge. ¡ª Ele sempre some quando Liliane est¨¢ em apuros! ¨C Resmungou Willian, frieza. Dessa perspectiva, o Dr. Carlos parece estar abaixo do Sr. Eduardo e do Kerry. ¨C Comentou Jorge, depois de pensar cuidado. Ao ouvir isso, William ergueu rapidamente o olhar, encarando Jorge desagrado. Todos s?o caras ruins, qual ¨¦ a base para apara??o? ¨C Repreendeu William. Bem¡­ Hesitou Jorge. A observa??o do Sr. William parecia um pouco fora¡­ Se os tr¨ºs eram caras ruins, ent?o o Sr. Wiliam, h¨¢ cinco anos, n?o seria pior do que eles? +15 DONOS Mas Jorge n?o ousou dizer isso. Depois que Jorge saiu do escrit¨®rio, William mergulhou em pensamentos. Se Liliane teve dois filhos Eduardo, por que eles n?o viviam juntos? Pensando nisso, William pegou o celr e ligou para Vin¨ªcius. Vin¨ªcius atendeu rapidamente, fndo um tom descontra¨ªdo: Que raro, William, mesmo em viagem ainda se lembra de mim. Tenho algo para perguntar a voc¨º, menos conversa. ¨C Disse William, franzindo a testa. -Ok, fale. ¨C Vin¨ªcius pigarreou, fingindo seriedade. ¨C Descubra por que Eduardo n?o est¨¢ vivendo Liliane. ¨C Disse William. Vin¨ªcius ficou em sil¨ºncio do outrodo da linha¡­ Depois de um curto per¨ªodo, Vin¨ªcius for?ou um sorriso. ¨C William, talvez seja melhor voc¨º desistir de Liliane. Se caseigo! Parece que sua vida realmente n?o est¨¢ indo bem sem mim. ¨C Brincou Vin¨ªcius. +16 RONDE ¨C Chapter 308 Cap¨ªtulo 308 Content held by N?velDrama.Org. Acho que devo fazer uma visita ao Sr. Roberto. ¨C Amea?ou William, um tom mais fr¨ªo. Ok, ok, eu vou! Eu vou! Concordou Vin¨ªcius, tendo um espasmo nos cantos da boca. ¨¤ noite, ¨¤s seis horas. Vin¨ªcius convidou Eduardo para jantar. Vin¨ªcius puxou conversa por um tempo, mas n?o conseguiu chegar ao ponto. Foi Eduardo quem abordou o assunto diretamente. Sr. Vin¨ªcius, voc¨º pode ir direto ao ponto sobre por que me chamou hoje? ¨C Perguntou Eduardo. ¨C Sr. Eduardo, te convidei hoje porque realmente tenho uma coisa para te perguntar. Confessou Vin¨ªcius, dando uma co?adinha no nariz, meio sem jeito. ¨C Voc¨º pergunte. ¨C Assentiu Eduardo. Sr. Eduardo, estou curioso. Voc¨º e a Srta. Liliane t¨ºm dois filhos juntos, por que n?o moram juntos? N?o tiveram um casamento, o que ¨¦ meio injusto para n¨®s, seus amigos que cresceram brincando juntos, certo? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. Sr. Vin¨ªcius, est¨¢ querendo participar de um banquete de casamento? Perguntou Eduardo, um sorriso suave surgindo em seu rosto. ¨C ro que sim. O banquete de um amigo ¨¦ algo que devemos celebrar. ¨C Disse Vin¨ªcius, um sorriso. Afinal, entre n¨®s tr¨ºs, voc¨º foi o primeiro a ter filhos, n?o foi? ¨D ¨C Ainda n?o ¨¦ a hora. Respondeu Eduardo, mantendo uma express?o tranqu. ¨C ¨C Cinco anos e ainda n?o ¨¦ a hora? N?o estou entendendo, voc¨ºs est?o pensando em se separar? ¨C Questionou Vin¨ªcius. N?o ¨¦ isso. Lili e eu concordamos que morar juntos por muito tempo inevitavelmente levaria ao t¨¦dio. Manter um certo distanciamento ¨¦ uma maneira de manter a r??o sempre fresca. Como dizem, uma pequena separa??o ¨¦ melhor do que um longo casamento. ¨C Explicou Eduardo. Vin¨ªcius ficou perplexo por um tempo, pensando que essa l¨®gica fazia sentido! Se voc¨ºs j¨¢ se casaram, n?o seria a hora de convidar os amigos para uma refei??o? Sr. Eduardo, parece que voc¨º est¨¢ sendo um pouco desleal nesse aspecto! ¨C Indagou Vin¨ªcius, pensativo. N¨®s dois n?o nos importamos a certid?o de casamento. Acredito que o sentimento entre n¨®s ¨¦ a melhor prova. ¨C Explicou Eduardo, um sorriso. ¨C Sua mentalidade ¨¦ realmente avan?ada¡­ Comentou Vin¨ªcius, ficando sem pvras. Depois do jantar, Vin¨ªcius transmitiu as pvras de Eduardo para William. William soltou uma risada sarc¨¢stica. Ele n?o se importava a certid?o de casamento? O sentimento era a melhor prova? Cinco anos sem se ver, o julgamento de Liliane sobre homens parecia ter piorado! Eduardo era t?o ro sobre n?o querer assumir responsabilidades e ainda estava disposta a ter filhos ele! estava t?o desesperada para se casar, procurando homem no meio do lixo? William, uma express?o sombria, soltou um risinho ir?nico. Muito bom! ¨®timo mesmo! No meio da noite, ¨¤s doze e meia. Liliane saiu de casa em dire??o ao aeroporto. Ao chegar l¨¢, se deparou Kerry saindo do sagu?o com as bagagens. Aodo de Kerry, estava uma mulher estrangeira alta e elegante, vestindo um vestido cor de ch¨¢ verde ro, aparentando ter mais de quarenta anos. Quando a mulher virou o rosto, Liliane ficou surpresa ao ver que era a Sra. Lisa, a chamada Rainha do T¨ºxtil! Como acabou ali? Kerry, ao ver Liliane, falou algumas pvras para Lisa e depois veio animado em dire??o a Liliane. N?o ¨¦ uma surpresa incr¨ªvel? ¨C Perguntou Kerry, cheio de empolga??o, quando chegaram perto d. Liliane estava atordoada p surpresa, mas ao se recuperar, cumprimentou Lisa estendendo a m?o. Sra. Lisa, seja bem¨Cvinda ¨¤ Serafim. Lisa levantou o queixo e deu a Liliane um olhar frio antes de perguntar a Kerry: ¨C ¨¦ a G? ¨C Sim, ¨¦ a G, Liliane. Respondeu Kerry, acenando loucamente a cabe?a. +15 BONOS Lisa resmungou e observou Liliane. ¨C Eu pensava que G era uma mulher forte na casa dos trinta, mas parece que ¨¦ uma pessoa t?o jovem. Nessa idade, duvido que possa administrar uma empresa de moda sucesso. Dependendo apenas do design, n?o vai durar muito. Disse Lisa, um tom de desprezo. Do nada, Lisae?ou a debochar d, Liliane ficou um sorriso amig¨¢vel congdo no rosto. Kerry tamb¨¦m ficou perplexo, pois Lisa havia prometido ajudar G a quest?o dos tecidos, ent?o por que estava fndo assim agora? Querendo intervir, Kerry ia abrir a boca, mas Liliane sorriu e disse: ¨C Sra. Lisa, se for para negar minha capacidade base na idade, eu discordo. Segundo o que sei, quando voc¨ºe?ou seu neg¨®cio, tamb¨¦m estava na casa dos vinte anos. Voc¨º conseguiu, por que eu n?o conseguiria? Chapter 309 Cap¨ªtulo 309 Recebi um treinamentopleto em gest?o p minha fam¨ªlia. E voc¨º, o que tem? Zombou Lisa. N?o tenho nada al¨¦m disso, mas tenho raz?es poderosas para me esfor?ar. Dizer que apenas design n?o ¨¦ duradouro est¨¢ correto. As pessoas tamb¨¦m ficar?o cansadas esteticamente do meu design um dia. No entanto, a aprendizagem ¨¦ constante na vida, quem garante que vou ficar estagnada na teoria de design atual? O sucesso ¨¦ conquistado esfor?o, n?o apenas pvras. Fundar o Grupo TYC sucesso ¨¦ a melhor prova, n?o ¨¦? Respondeu Liliane, ma. Lisa, ap¨®s ouvir a resposta de Liliane, mudou sua express?o. ¨C Voc¨º tem uma coragem que outras jovens n?o t¨ºm. Estou reconsiderando minha opini?o sobre voc¨º! ¨C Disse Lisa. Bem¨Cvinda. ¨C Cumprimentou Liliane, estendendo a m?o novamente. Estou ansiosa para ver suas habilidades. Disse Lisa, um sorriso, apertando a m?o. Enquanto isso, um homem de terno preto saiu do aeroporto, seguido por Jorge carregando as bagagens. Inesperadamente, o homem parou ao ver Liliane, Kerry e Lisa ¨¤ frente. Jorge, confuso, parou tamb¨¦m, seguindo o olhar de seu chefe. N?o muito longe, Liliane, Kerry e Lisa estavam parados. Jorge pensou consigo mesmo, Sr. William n?o quis voltar de avi?o particr porque sabia que Kerry estaria na Serafim e Srta. Liliane viria buscar ele. Mas o Sr. William estava se prejudicando tanto, isso era bom? Jorge tentou desviar a aten??o de William. ¨C Sr. William, o carro est¨¢ esperando. ¨C Disse Jorge. William, ignorando Jorge, caminhou em dire??o a Liliane. Jorge o seguiu rapidamente. William chamou a aten??o dos tr¨ºs, incluindo Lisa. Ao se aproximar de Liliane, ele olhou para Kerry. Que coincid¨ºncia, uma fam¨ªlia de tr¨ºs. Zombou William, em tom frio. Que fam¨ªlia de tr¨ºs? Perguntou Kerry, confuso. Um marido e duas esposas. Isso n?o ¨¦ uma fam¨ªlia de tr¨ºs? ¨C Zombou William, olhando para ele de maneira perspicaz. Ao ouvir isso, Kerry percebeu e socou o rosto bonito de William. William se esquivou habilmente, evitando o ataque de Kerry. Liliane tentou impedir Kerry num instante, segurando firmeza seu bra?o e dizendo voz firme: N?o fa?a isso! Jorge, assustado, correu para odo de William, observando atentamente Kerry. Liliane! Voc¨º n?o ouviu o que ele disse? Ele nem sabeo escrever a pvra ¡± respeito¡°! Gritou Kerry, furioso. ¨C Respeito? Voc¨º realmente sabe respeitar as pessoas. Voc¨º diz que quer ficar Liliane, mas na verdade, n?o estava sempre essa mulher no Pa¨ªs Y? ¨C Respondeu William, olhos profundos e frios. All content is property ? N?velDrama.Org. Kerry, olhos chamejantes, pronto para contestar, foi interrompido por Liliane, que o deteve e olhou para William. O que Kerry faz ¨¦ escolha dele, j¨¢ expliquei isso ramente para voc¨º! Interrompeu Liliane. William franziu a testa, descontente, olhando para Liliane. ¨C Voc¨º realmente quer brigarigo por causa desse canalha? ¨C Questionou William. ¨C Kerry n?o ¨¦ um canalha! Voc¨º n?o acha que o que voc¨º fez foi pior do que ele? ¨C Retrucou Liliane, com raiva, continuou voz fria. ¨C Antes de acusar os outros, voc¨º pode pelo menos refletir sobre suas pr¨®prias a??es? ¨C Eu estava te protegendo e voc¨º est¨¢ me acusando? Voc¨º tem ideia do que ele fez escondido de voc¨º? Retrucou William, seu rosto ficou sombrio num instante. ¨C Voc¨º n?o achou que eu estava Eduardo? Ent?o, por que suspeitar de Kerry? Ou ser¨¢ que aos seus olhos, eu sou apenas uma mulher promiscua que se entrega a qualquer um? ¨C Retrucou Liliane, com raiva. ¨C Todas as suas atitudes agora n?o s?o exatamente o que qualquer um gostaria? ¨C Questionou William, de volta, tom severo. Chapter 310 Cap¨ªtulo 310 ¨C William, pode parar essa postura ditatorial at¨¦ descobrir a verdade! Disse Liliane, apertando os dentes. William semicerrou os olhos, seu olhar tinha uma frieza cortante. Eu sou ditatorial ou voc¨º prefere rr no lixo? ¨C Zombou William. Lixo? Dessa forma, voc¨º tamb¨¦m ¨¦ um lixo. Liliane riu de raiva. Dizendo isso, ¨C virou as costas e puxou Kerry, dizendo a ele. Vamos! N?o quero ficar aqui discutindo ele no meio da noite fria! Kerry concordou, dizendo para Lisa: Entre no carro. Lisa, sem entender a briga deles, entrou no carro, confusa. Em seguida, os tr¨ºs sa¨ªram sob o olhar g¨¦lido de William. Ao ver a figura solit¨¢ria e desda de William, Jorge suspirou. Por que Sr. William faria isso? Sabendo que Srta. Liliane ia proteger outros homens. Liliane e Kerry deixam Lisa em um hotel cinco estrs antes de voltarem juntos ¨¤ Mans?o Ba¨ªa. Ao descerem do carro, Kerry notou um cercado no quintal galinhas. Ele encarou as oito galinhas e arregalou os olhos. ¨C G, voc¨º est¨¢ interessada em criar galinhas agora? ¨C Perguntou Kerry. Vamos entrar primeiro, eu te explico. ¨C Respondeu Liliane, resignada, suspirando. ¨C Ok. ¨C Concordou Kerry. Assim que a porta da mans?o se abriu, Kerry ouviu a voz de um homem desconhecido. Em seguida, ele ficou chocado ao ver a s Meu Deus¡­ G, voc¨º desenvolveu um cheia de batatas e inhames, ficou confuso. gosto por produtos locais enquanto eu estava fora? Liliane olhou para Diego, que fez streaming o dia inteiro. ¨C Alguns parentes problem¨¢ticos ocuparam minha casa. Agora est?o fazendo transmiss?o ao vivo ¨C na mans?o. Respondeu Liliane, resignada. Existem pessoas assim? ¨C Exmou Kerry, surpreso, abrindo a boca. 15 BOWOS ¨C Sim, daqui a alguns dias eles n?o ter?o mais lugar para se esconder. Vamos, suba. ¨C Disse Liliane, esfregando os olhos cansados. ¨C Ah, entendi. ¨C Concordou Kerry. S¨¢bado, ¨¤s nove e meia da manh?. Kerry se levantou e entrou no quarto dos tr¨ºs pequenos. Ele nejava dar uma surpresa a eles, mas ao se aproximar da cama, percebeu manchas de sangue no travesseiro de Breno. Chocado, Kerry olhou para o rosto de Breno, metade coberto de sangue. Se n?o fosse p respira??o de Breno, ele pensaria que o pequeno tinha perdido todo o sangue! Kerry correu para o banheiro, pegou uma toalha quente e voltou para limpar o rosto adormecido de Breno. Quando retornou, os tr¨ºs pequenos j¨¢ estavam acordados. Alice, ao ver Kerry, esfregou os olhos sonolenta. ¨C ¨C Ian, acho que estou tendo alucina??es. Por que Kerry est¨¢ aqui? Perguntou Alice. ¨C Voc¨º n?o est¨¢ errada. Eu tamb¨¦m vi. Kerry secretamente entrou no nosso quarto. Disse Ian, ainda sonolento. All content is property ? N?velDrama.Org. ¨C Deixem de fr de mim por enquanto, olhem para o Breno! Disse Kerry. Os dois pequenos viraram para Breno, que virou a cabe?a perplexo. No entanto, quando viram Breno, ambos ficaram surpresos num instante, dando um arrepio. Breno¡­ Seu rosto est¨¢ todo ensanguentado! ¨C Disse Alice, assustada, uma voz tr¨ºm. Breno, piscando os olhos, imediatamente abaixou a cabe?a e tentou levantar of len?ol. Kerry o impediu, usando a toalha quente para limpar o rosto dele. Novembro est¨¢ muito seco, sangrar pelo nariz ¨¦ normal. Eu tamb¨¦m era assim quando crian?a! ¨C Consolou Kerry. Voc¨º tamb¨¦m foi assim? ¨C Perguntou Breno, surpreso. ro! Os vasos sangu¨ªneos s?o finos, ¨¦ f¨¢cil sangrar um pouco de calor ou +15 BONOS toque. At¨¦ depois de grande isso ainda aconteciaigo! ¨C Respondeu Kerry, acenando a cabe?a. Ao ouvir isso, Breno ficou aliviado, n?o tinha contado aos pais sobre o sangramento nasal, pensando que estava uma doen?a ruim.. Depois de limpar o rosto de Breno, Kerry jogou o travesseiro manchado no andar de baixo. Quando voltou, encontrou Pa no caminho. ¨C Ah! Pa foi derrubada por Kerry, esfregando a testa ee?ando a xingar. Quem ¨¦ esse idiota sem no??o? Kerry originalmente pretendia ajudar Pa a se levantar. Ouvindo essas pvras, ele retirou a m?o imediatamente e ficou em p¨¦. ¨C Ei, senhora, o que voc¨º est¨¢ dizendo? ¨C Perguntou Kerry. Chapter 311 Cap¨ªtulo 311 Pa olhou para cima, viu Kerry e rapidamente se levantou. ¨C Quem diabos ¨¦ voc¨º! Invadindo a propriedade alheia, eu vou chamar a pol¨ªcia para te prender! ¨C Amea?ou Pa. ¨C Eu? Kerry apontou para si mesmo, disse um sorriso maliciosa. Eu sou o dono! ¡°Que tipo de pessoa ¨¦ essa? Come?a a xingar e quer chamar a pol¨ªcia para me prender! Acha que ¨¦ f¨¢cil lidarigo?¡°, pensou Kerry. Pa arregalou os olhos, apontando para Kerry, xingando: ¨C Filho da puta, o que voc¨º est¨¢ dizendo? Estou te dizendo! Eu j¨¢ disse que sou o dono, n?o disse? ¨C Falou Kerry, seriedade. Pa se sentia confusa e antes que percebesse, Kerry continuou. ¨C Bem, bom cachorro n?o atrapalha o caminho, ent?o saia da frente! Dizendo isso, ele empurrou Pa para odo. Pa ficou de m?os na cintura, gritando raiva: Quem diabos voc¨º ¨¦, seu desgra?ado? Kerry parou e deu um sorriso sarcastico. para Pa. §â§Ñ§Ô§Ñ -Eu sou algo que voc¨º n?o podeprar. Ao contr¨¢rio de voc¨º, que parece um produto barato de beira de estrada. Zombou Kerry. ¨C Voc¨º! Pa ficou sem pvras o insulto, sentindo o sangue subir ¨¤ cabe?a. Ele deu uma tirada de sarro, mostrando a lingua para ,o se estivesse dizendo que n?o podia fazer nada contra ele. No topo da escada, Liliane ouviu Kerry xingando e soltou uma risada. ¨C Kerry, ¨¦ hora de ir. Lembrou Liliane. Entendi! Respondeu Kerry. Depois de ajeitar os tr¨¨s pequenos, Liliane e Kerry sa¨ªram para procurar Lisa. No entanto, ao chegarem ao hotel, descobriram que Lisa j¨¢ tinha sa¨ªdo. Kerry co?ou a cabe?a, confuso, e voltou a se sentar no carro. ¨C G, esperamos Lisa. Quando voltar, eu fa?o explicar direitinho sobre os materiais que voc¨º eendou e ent?o pode te apresentar outras op??es¡­. Falou Kerry. Espera ai! ¨C Interrompeu Liliane. Voc¨º n?o j¨¢ enviou os materiais para mim? ¨C O qu¨º? Questionou Kerry, surpreso. Quando eu te enviei? Eu estava nejando te dar uma surpresa! Liliane, perplexa, percebeu que n?o foi Kerry que enviou. -Eu pensei que fosse sua surpresa. Respondeu Liliane, confusa. ¨C ¨C De jeito nenhum! Resmungou Kerry. A surpresa ¨¦ a Lisa! Eu gastei quase meio m¨ºs para trazer a Rainha da Tecgem para a Serafim. Vim aqui para te contar sobre materiais que economizam dinheiro e s?o macios ao toque. Liliane ficou sem pvras. Carlos estava no exterior se aprimorando, Kerry n?o enviou nada e Eduardo n?o se envolveria em seus neg¨®cios. Ent?o, aqu pessoa¡­ Talvez, s¨® podia ser William. Mas por que ele ajudaria ? Teoricamente, eles s?o concorrentes agora. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Enquanto Liliane ainda ponderava, Kerry sugeriu: Como Lisa n?o est¨¢ aqui, que tal irmos dar uma olhada na f¨¢brica? Eu ainda n?o sei o que est¨¢ acontecendo l¨¢. ¨C Ok. Liliane concordou, mas seu celre?ou a tocar. Ao ver que era Breno ligando, atendeu rapidamente. Breno, o que aconteceu? Breno n?o disse nada, mas a voz doce de Alice ressou ¨C Mam?e, voc¨º poderia trazer algo gostoso para mim e para os meus irm?os mais tarde? ¨C Perguntou Alice. ¨C O que voc¨ºs queremer? Perguntou Liliane, um sorriso. Hamb¨²rgueres do Restaurante Hudson, mam?e! Pode ser, por favor? ¨C Pediu Alice. Est¨¢ bem, para almo?o? ¨C Perguntou Liliane. Sim, mam?e, se voc¨º estiver dispon¨ªvel ao meio¨Cdia! Traga algo para a vov¨®, n?o podemos ignorar . Disse Alice. ¨C Est¨¢ bem, vouprar agora. ¨C Respondeu Liliane, sorrindo sem jeito. Ent?o, Liliane olhou para Kerry, dizendo. Voc¨º pode pegar meu carro e ir para a f¨¢brica. Eu vouprarida para as crian?as. O carro ficaigo e voc¨º vai de qu¨º? ¨C Perguntou Kerry. ¨C O restaurante fica logo ali, vouprar e pegar um t¨¢xi de volta. Respondeu Liliane. ¨C Ah, entendi. ¨C Concordou Kerry. Com isso, Liliane saiu do carro, observando Kerry partir. Enquanto isso¡­ William saiu do pr¨¦dio da empresa, pegou o celr e, depois de entrar no carro, ligou para Breno. Cap¨ªtulo 312 Chapter 312 Cap¨ªtulo 312 Papai. Breno atendeu a liga??o. ¨C Estou indo te buscar agora. Disse William. N?velDrama.Org (C) content. Breno ficou surpreso, ele ia voltart?o r¨¢pido? ¨C Posso ficar mais tempo? ¨C Perguntou Breno, apertando os l¨¢bios. ¨C Por qu¨º? ¨C Perguntou William, em tom s¨¦rio, franzindo o cenho. ¨C Mam?e foiprarida para n¨®s. Respondeu Breno, depois se lembrou da 2 conversa entre Liliane e Kerry quando ele havia ligado para Liliane. Ele acrescentou. ¨C Papai, que tal voc¨º ir buscar mam?e tamb¨¦m? est¨¢ sem carro, est¨¢ no Restaurante Hudson. Ao ouvir isso, Ian e Alice, aodo de Breno, arregram os olhos. ¨C Entendi. Disse William. ¨C Depois de desligar a liga??o, Alice remou: Breno, por que voc¨º deixou o pai irrespons¨¢vel se aproximar da mam?e? Ele ¨¦ um homem ruim! Breno ficou constrangido, baixando a cabe?a, se desculpou: Desculpe, s¨® achei que meu pai parecia muito solit¨¢rio. ¨C Est¨¢ tudo bem, Breno. Foi s¨® uma vez, voc¨º n?o precisa se preocupar tanto. ¨C Consoloun, suspirando de leve. Breno ficou em sil¨ºncio. As onze horas. Liliane estava fndo ao celr Nanda, se preparando para entrar no restaurante. Ao subir os ¨²ltimos degraus, pisou em falso, quase caindo. Antes que se desequilibrassepletamente, algu¨¦m agarrou seu bra?o e puxou. para dentro de um abra?o. Liliane ficou tonta por um momento, empurrou rapidamente a pesson ¨¤ sua frente e agradeceu, ainda um pouco assustada. ¨C Obrigada! ¨C Agradeceu Liliane. Depois de agradecer, olhou para cima e viu um rosto familiar. ¨C N?o tem problema. Respondeu o homem, um sorriso suave. Depois de ele terminar as pvras, Liliane finalmente percebeu. reconheceu o homem que encontrou na frente do restaurante Marta e as crian?as da ¨²ltima vez. ¨C Voc¨º¡­ ¨C Disse e surpresa. Antes que pudesse terminar, um grito familiar ressoou em seus ouvidos. ¨C Voc¨º quer morrer? ¨C Gritou algu¨¦m. Liliane, ao ouvir a voz, se virou e viu William se aproximando uma express?o furiosa, emitindo uma aura hostil em sua dire??o. franziu a testa, surpresa a presen?a de William ali. Por que ele disse que queria morrer? Antes que conseguisse entender, William estava na frente d, seus olhos. negros emanando uma f¨²ria intensa. Num instante, ele fechou o punho e desferiu um soco poderoso contra o homem do outrodo d. William parecia ter concentrado toda a sua for?a nesse soco, derrubando o homem no ch?o. Sangue vermelho escorreu lentamente dos l¨¢bios do homem. Liliane, at?nita, n?o entendeu por que William de repentee?ou a agredir aquele cara. Em seguida, William se aproximou rapidamente, ergueu o homem novamente e desferiu for?a outro soco impressionante. Miguel! Se voc¨º quer morrer tanto, eu posso te satisfazer! ¨C Rosnou William. Miguel n?o ofereceu resist¨ºncia, apenas aceitou os socos de William. Liliane encarou William, assustada, que exva uma aura superagressiva. Naquele momento, ele estava t?o bravo e furioso que parecia que ia socar aquele tal de Miguel at¨¦ a morte ali mesmo. Liliane olhou para Miguel, confusa. Ele era algum parente de William? Por que ele n?o reagia? Liliane n?o teve tempo de entender, antes dos seguran?as de William chegarem. Levem ele para o carro! ¨C Ordenou William, uma express?o fria. ¨C Sim, Sr. William! Responderam os seguran?as, prontamente. Miguel foi retirado do local, William olhou para Liliane uma express?o sombria. Depois de fazer aspras, vou pedir ao Jorge para te levar de volta! ¨C Disse William. Com isso, ele se virou e saiu, entrando no carro e fechando a porta um estrondo. Jorge suspirou, se aproximando de Liliane. Srta. Liliane, v¨¢prar suas coisas. ¨C Disse Jorge. Liliane desviou seu olhar confuso, sentindo uma opress?o desconfort¨¢vel em seu peito. William demonstrou h¨¢ pou A agressividade que foi algo que nunca viu nele nos anos em que o conhecia. Quem ¨¦ Miguel? ¨C Perguntou Liliane, olhando para Jorge. Srta. Liliane, me perdoe, mas n?o posso responder. V? fazer suaspras. ¨C Respondeu Jorge. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you.activity time is limited! Chapter 313 Cap¨ªtulo 313 Sem obter respostas, Liliane teve que se virar e entrar no restaurante. Enquanto esperava p refei??o, Liliane, a mente agitada, abriu o celr, tentando desviar a aten??o not¨ªcias. Inesperadamente, o v¨ªdeo de William agredindo algu¨¦m j¨¢ tinha alcan?ado o topo dos trending topics em pouco tempo. O t¨ªtulo era bastante chamativo: CEO da Novitex brigando seu pr¨®prio irm?o mais velho! Liliane ficou at¨®nita. Miguel era irm?o de William? Essa rev??o trouxe ¨¤ sua mente a express?o de panico de Marta ao ver Miguel. Se estivesse certa, a origem do conflito entre William e Miguel poderia estar nisso. Se n?o fosse assim, William n?o teria atacado Miguel apenas por um gesto brusco. Da mesma forma, mesmo Miguel sendo a v¨ªtima das agress?es, o instinto de Liliane indicava que esse homem n?o era uma boa pessoa. William continuou a viol¨ºncia contra Miguel durante o trajeto at¨¦ a Antiga Mans?o da fam¨ªlia Gabaldo. S¨® quando o carro parou, ele permitiu que jogassem Miguel para fora. William desceu do ve¨ªculo, um olhar sombrio, se aproximando de Miguel, todo machucado. Seus olhos escuros pareciam um abismo congdo, encarando firmeza Miguel. ¨C N?o se esque?a, se ousar tocar um dedo sequer na Liliane novamente, farei voc¨º implorar p morte! ¨C Alertou William, uma voz frio. ¨C ¨C E ¨¦ mesmo? Miguel levantou a cabe?a, os dentes ensanguentados ¨¤ mostra, emitindo um riso desdenhoso. Se eu te disser que n?o s¨® vou tocar , mas tamb¨¦m vou fazer se derreter nos meus bra?oso se fosse um prazer proibido, o que voc¨º faria, William? J¨¢ transei sua m?e e vou transar sua mulher tambem! William apertou os punhos, odio transbordava em seus olhos negros. ¨C Ent?o vou te enviar para o inferno agora! Disse William. Dizendo isso, se virou, pegou um bast?o de beisebol no porta¨Cms e desferiu um golpe brutal na cabe?a de Miguel. Miguel, segurando a cabe?a e suportando a dor, exibiu um sorriso cruel no rosto. Quanto mais William tentava mat¨¢¨Clo, mais Miguel se esfor?ava para provocar ele! William! A sensa??o de ter sua m?e ¨¦ algo que eu simplesmente n?o consigo esquecer! Acho que Liliane tamb¨¦m n?o ¨¦ nada mal?! Ah? Sen?o,o poderia ficar voc¨º por tr¨ºs anos? Eu s¨® gosto de te ver assim t?o miser¨¢vel! Uma pena que voc¨º n?o tem uma filha, sen?o tamb¨¦m seria minha, n?o seria ainda mais prazeroso? Provocou Miguel. ¨C Caramba, c a boca, seu desgra?ado! ¨C Xingou William, olhos negros tingidos. de vermelho, enlouqueceu ao gritar. Ele chutou a m?o de Miguel, em seguida, a pisoteou, levantando o bast?o de beisebol, pronto para desferir um golpe na cabe?a de Miguel. ¨C Pare! ¨C Com um rugido, a m?o de William congelou. Seu olhar frio se virou para Guilherme, que vinha apressadamente da casa. Ele segurou o bast?o de beisebol mais firmeza. Naquele momento, Miguel, quase ¨¤ beira da morte, soltou gemidos suplicantes. Levantando a m?o quebrada, ele tremeu ao agarrar a perna da cal?a de William, chorando. Manue All content is property ? N?velDrama.Org. -William, me mate¡­ Fui eu quem teeti erros¡­ Eu admito, sou um monstro! ¨C Suplicou Miguel. Guilherme ouviu ramente as pvras de Miguel, ao ver o estado ensanguentado dele, seu rosto empalideceu de dor.. R¨¢pido! Chamem uma ambulancia! Leve Miguel para o hospital! R¨¢pido! ¨C Ordenou Guilherme. O mordomo assentiu e imediatamente ligou para a ambulancia. Ap¨®s terminar as pvras, Guilherme se aproximou de William raiva, em seguida, levantou a m?o e desferiu um tapa forte. ¨C Desgra?ado! Se eu n?o tivesse vindo, voc¨º teria matado meu filho! Repreendeu Guilherme. -Eu avisei que n?o queria o ver. Se eu o encontrar de novo, farei ele morrer! ¨C Provocou William, uma voz fria, encarando Guilherme olhos gdos. Certo! Vamos ver o qu?o duras s?o essas ossadas suas! Pessoal, levem esse maldito. para dentro e batam nele sem d¨®! ¨C Disse Guilherme, raiva. Chapter 314 Cap¨ªtulo 314 No caminho de volta para a Mans?o Ba¨ªa, Liliane estava ramente a cabe?a longe. Chegando na porta da mans?o, nem pegou os hamb¨²rgueres que estava nas pernas, deixou cair ao descer do carro. ficou olhando meio zonza para aida espalhada no ch?o. Jorge, vendo a situa??o, rapidamente recolheu asidas, colocou de volta na sac e entregou a Liliane. Com movimentos rigidos, Liliane pegou a sac, murmurando: ¨C Jorge¡­ ¨C Srta. Liliane, eu sei o que voc¨º quer perguntar, mas talvez seja melhor n?o ¨C perguntar. Disse Jorge, express?o seria. Liliane franziu a testa, baixando os olhos. Era verdade que n?o queria mais ter qualquer envolvimento William, ent?o por que se importava a situa??o dele? No entanto, a imagem de William n?o sa¨ªa de sua mente. Ele agrediu Miguel. Dada a personalidade de Guilherme, William poderia ser punido? Afinal, a r??o entre ele e Guilherme era tensa. ¨C ¨C Srta. Liliane, n?o pense demais. Preciso ir agora. Consolou Jorge, iodado. Entendi. ¨C Assentiu Liliane. Quando Jorge foi embora, Liliane voltou para a mans?o. Ao ver o rosto descontente de Liliane, os membros da familia Marques trocaram olhares surpresos. O que aconteceu ? Parece que a empresa faliu. Perguntou Pa. ¨C N?o pode ser, se a empresa faliu, o que faremos? Disse Raul. ¨C N?o se preocupem, vou procurar na inte. ¨C Interveio Diego. Ele fez uma busca r¨¢pida, ao ver que o Grupo TYC estava bem,entou. Est¨¢ tudo bem, a empresa n?o faliu! ¨C ¨C ¨®timo, enquanto n?o falir, n?o temos nada a ver , mesmo que fa?a cara de vel¨®rio. Disse Pa, aliviada. ¨C ¨C est¨¢ segurandoida na m?o. Disse Diego. ¨C ¡ª Diego, vai pegar, ainda n?o almo?amos! ¨C Disse Pa, empurrando Diego. ¨C Ok! ¨C Concordou Diego. Ele se levantou e foi at¨¦ Liliane, tirou a sac deida de suas m?os sem cerim?nia. ¨C Olha, prou para n¨®s! Valeu! Sim, podeer. Disse Liliane, calma,n?ando um olhar breve para ele. ¡± Afinal, j¨¢ tinha ca¨ªdo no ch?o e n?o queria que as crian?asessem. Diego ficou feliz empartilhar aida sua fam¨ªlia. Liliane subiu para chamar Marta, nejando sair paraer as crian?as. Dra. Daise, no entanto, informou que Marta j¨¢ tinhaido, tomado rem¨¦dio e estava dormindo. Liliane levou as crian?as para fora. No caminho, ao perceber a express?o preocupada de Liliane, Breno perguntou culpa: M?e, voc¨º brigou o papai? Querido, por que pergunta isso? ¨C Perguntou Liliane, olhando para Breno e for?ando um sorriso. Breno apertou os l¨¢bios, baixando a cabe?a. ¨C Porque fui eu quem pediu para o papai te buscar. Respondeu Breno. ¨C Liliane ficou surpresa., William estava l¨¢ para buscar . Agora, por causa disso, ele foi parar nos trending topics por causa de Miguel. Liliane esfregou a cabe?atejante. ¨C N?o, eu n?o briguei o papai, apenas estou um pouco cansada. Respondeu Liliane. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Breno rxou aliviado. Mam?e, onde est¨¢ ele? ¨C Perguntou Alice, inclinou a cabe?a sem entender. ¨C Ele teve que ir embora por causa de algo importante. Respondeu Liliane. ¨C ¨C ¨®timo, ent?o Breno n?o precisa voltar hoje! ¨C Disse Alice, feliz. N?o, eu ainda tenho que voltar. N?o quero deixar o papai zangado. Disse Breno, bn?ando a cabe?a. ¨C Breno, voc¨º ¨¦ parcial! ¨C Alice fez beicinho. Voc¨º n?o tem medo de deixar a mam?e triste? N?o deixe Breno desconfort¨¢vel! ¨C Repreendeu Ian, cobrindo a boca de Alice a m?o. Breno ficou sem pvras. Depois do almo?o, Liliane levou as crian?as para brincar no parque a tarde toda. Ao entardecer, depois do jantar, conforme a vontade de Breno, levou ele de volta para Jardim Azul. ¨¤ noite, 20 horas. William voltou para casa ferido. Breno, ao ver as feridas chocantes em seu rosto, ficou assustado. Ele se aproximou rapidamente de William, franzindo a testa. Papai, voc¨º est¨¢ sangrando na testa. ¨C Disse Breno. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! Chapter 315 Cap¨ªtulo 315 ¨C Est¨¢ tarde, v¨¢ se arrumar para dormir. Disse William, uma voz rouca, esfregando os olhos. Breno n?o ousou causar problemas a William, apertou os l¨¢bios e assentiu antes de subir. Ao voltar para o quarto ap¨®s a higiene, Breno se sentou em frente aoputador, observando as cameras no andar de baixo. Na s de estar, William bebia uma express?o tranqu, uma ta?a ap¨®s a outra. Sua testa ainda tinha manchas de sangue, adicionando um toque de atmosfera sombria ¨¤quele rosto bonito e p¨¢lido. Breno sentiu seu cora??o apertar. Ele j¨¢ havia visto seu pai beber antes, mas dessa vez era diferente. Seu pai estava bebendo enquanto estava ferido. O que poderia ter acontecido de t?o ruim? Sua m?e estava de mau humor, o pai tamb¨¦m. No entanto, Breno acreditava que sua m?e nunca machucaria o seu pai. Com esse pensamento, Breno acessou as cameras da s de jantar. Ele ajustou o hor¨¢rio para o meio¨Cdia e de repente, viu a cena chocante de William espancando. Miguel. Breno ficou chocado, fitando a t, quando de repente ouvi gritos tensos l¨¢ embaixo. Senhor! Senhor, acorde! ¨C Gritou a empregada. Breno ficou tenso, pndo da cadeira e correndo para baixo. Ao ver William desmaiado no ch?o, Breno ficou p¨¢lido e rapidamente perguntou ¨¤ empregada: ¨C O que aconteceu? ¨C Breno, o senhor desmaiou febre alta! ¨C Respondeu a empregada, aflita. Breno apertou os l¨¢bios, mantendo a calma. Chame o m¨¦dico da fam¨ªlia. Instruiu Breno. ¨C Est¨¢ bem¡­ Est¨¢ bem! ¨C Respondeu a empregada. ¨C Espere. N?o chame o m¨¦dico, n?o precisa cuidar de mim! ¨C Falou William, de repente, cambaleando para ficar em p¨¦. Ele olhou para Breno e ordenou. Volte, v¨¢l dormir! Voc¨º precisa de m¨¦dico! ¨C Retrucou Breno, corajoso. A empregada tamb¨¦m tentou convencer. ¨C Senhor, se n?o chamar um m¨¦dico, v¨¢ ao hospital pelo menos. ¨C Sugeriu a empregada. Leve ele de volta! ¨C Gritou William, ramente estava sem paci¨ºncia. ¨C Breno, me deixe te levar para cima primeiro, est¨¢ bem? ¨C Perguntou a empregada, ao ver Breno cerrar os punhos. Ao observar o rosto tenso e g¨¦lido de William, Breno se sentiu impotente e desconfort¨¢vel antes de se afastar. De volta ao quarto, ele continuou assistindo as cameras de seguran?a. Quando viu William continuar a tomar a bebida no sof¨¢, Breno pegou o celr e ligou para Liliane. Diante dessa situa??o, sua ¨²nica op??o era buscar ajuda a m?e, pois n?o podia simplesmente assistir ao pai prejudicar seu pr¨®prio corpo. Assim que Liliane odou os pequenos, recebeu a liga??o de Breno. ¨C Breno, o que aconteceu? Perguntou Liliane, preocupada. ¨C M?e, preciso de ajuda. ¨C Disse Breno, apertando a roupa. Percebendo o tom de Breno, Liliane ficou tensa. ? +15 BONUS ¨C O que aconteceu? O que est¨¢ acontecendo? ¨C Perguntou Liliane. Papai est¨¢ machucado, sangrando na testa e febre alta. Ele n?o ouve conselhos e se recusa a ver um m¨¦dico. Respondeu Breno. ¨C ¨¦ grave? ¨C Perguntou Liliane, ansiosa, ¨C Sim, ¨¦. Disse Breno. Ao ouvir isso, um aperto doloroso se formou no peito de Liliane. Guilherme realmente tinha voltado a agir contra ele.. ¨C Entendi, n?o se preocupe. Estou indo para a¨ª imediatamente. ¨C Disse Liliane, respirando fundo. Tudo bem. Disse Breno. Depois de desligar, Liliane foi at¨¦ o Jardim Azul a Dra. Daise. Ao chegar l¨¢, Breno j¨¢ estava na s de estar, apontando para a porta da s de descanso. ¨C Breno, v¨¢ descansar. Deixe isso a mam?e, est¨¢ bem? ¨C Liliane concordou e se All content is property ? N?velDrama.Org. aproximou. Breno baixou a cabe?a, se sentindo culpado. ¨C ¨C Desculpe, mam?e, eu n?o tinha outra op??o. Desculpou Breno, ¨C Est¨¢ tudo bem, v¨¢. ¨C Consolou Liliane, afagando os cabelos de Breno. Vendo Breno subir as escadas, Liliane respirou fundo antes de empurrar a porta da s de descanso. Ao entrar, uma mistura de cheiro de ¨¢lcool e fuma?a atingiu seu rosto. Liliane viu William sentado no sof¨¢, p¨¢lido e os olhos cerrados, o que apertou seu peito. ¨C ¨C Por favor, me?a a temperatura dele e prepare um rem¨¦dio. ¨C Instruiu Liliane, a Dra. Daise atr¨¢s d. Chapter 316 Cap¨ªtulo 316 Dra. Daise concordou, se aproximou e usou um term?metro na testa. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. A temperatura de William j¨¢ estava em 40 graus. ¨C Seria bom dar uma inje??o, a febre diminuir¨¢ mais r¨¢pido. Disse Dra. Daise, franzindo a testa. ¨C N?o precisa, me d¨º rem¨¦dios. ¨C Recusou Willian, bn?ando a cabe?a. Liliane sabia que William n?o gostava de inje??es. Uma vez, ele desmaiou de febre e o m¨¦dico foi dar uma inje??o, mas assim que acordou, ele a retirou. ¨C A ferida precisa ser tratada. ¨C Disse Dra. Daise. ¨C Deve ser suturada? ¨C Respondeu Liliane, uma pergunta. ¨C N?o, ainda n?o est¨¢ no ponto de precisar suturar. ¨C Negou Dra. Daise, a cabe?a. Ent?o, pegou rem¨¦dios da caixa m¨¦dica e aconselhou. ¨C Este ¨¦ um antifebril, pode ser tomado mesmo se tiver bebido. Tome a cada quatro horas, pare quando a febre passar. Este anti¨Cinmat¨®rio, pode ser tomado uma vez ao dia. Os rem¨¦dios est?o aqui, vou indo, me ligue se precisar de algo. ¨C Ok, obrigada. ¨C Agradeceu Liliane. N?o precisa agradecer. Disse Dra. Daise. Depois que a Dra. Daise saiu, Liliane pegou ¨¢gua e algod?o para limpar a ferida na testa de William. Assim que tocou na ferida, ele abriu os olhos. Ao ver Liliane, ele deu um sorriso amargo. ¨C Aparentemente estou tendo alucina??es. Murmurou William. Liliane hesitou, uma mistura de emo??es aflorou dentro d. ¨C William, j¨¢ que est¨¢ acordado, tome seus rem¨¦dios. ¨C Disse Liliane, contrndo suas emo??es. Ao ouvir a voz de Liliane, William abriu os olhos de novo. Dessa vez, ele percebeu que Liliane estava realmente ali, na sua frente. Por que voc¨º veio? Perguntou William, a voz fraca, franzindo o cenho. Liliane cuidava da ferida na testa dele enquanto fva: ¨C Ouvi dizer que algu¨¦m estava em perigo, ent?o vim, afinal, isso tudoe?ou por minha causa. ¨C -Eu n?o cheguei ao ponto de querer me matar. Disse William, soltando um sorriso frio. Depois de fr, William afastou Liliane e se levantou, indo em dire??o ¨¤ porta. Liliane olhou raiva para as costas decididas dele, pegou a caixa de rem¨¦dios e seguiu ele. seguiu ele at¨¦ o quarto, s¨® ent?o William se virou para olhar para , perguntando frieza: -Me seguindo assim, n?o tem medo de que eu tenha inten??es indevidas voc¨º? ¨C Se voc¨º pode fr assim, deve estar bem. Ent?o eu vou embora! Respondeu Liliane, olhando calma para seus olhos profundos. Dizendo isso, Liliane enfiou a caixa de rem¨¦dios nos bra?os de William e saiu. Mas antes de chegar ¨¤ escada, ouviu um som abafado. Seu cora??o apertou, rmada, correu de volta. Ao ver William ca¨ªdo no ch?o a testa franzida, Liliane correu para ele. William? Chamou Liliane. William n?o apresentava nenhuma rea??o, seu rosto bonito estava aterrorizantemente p¨¢lido. Sem op??es, Liliane usou todas a sua for?a para levantar William e colocar ele na cama. Depois de limpar a ferida em sua testa e cobrir gaze, Liliane desabotoou cuidado a camisa de William. Ao ver as marcas de sangue se infiltrando nas feridas em seu corpo, Liliane ficou. at?nita por um momento, depois m?os tr¨ºms desfez os bot?es restantes. A pele ra do homem estava marcada por numerosas cicatrizes de sangue, ramente resultantes de golpes de um bast?o. Liliane n?o p?de deixar de tremer, imaginando quanta dor ele havia suportado. Tudo isso por ter socado Miguel algumas vezes? Como ele conseguiu voltar assim? Como suportou a dor para subir as escadas e trocar algumas pvras ? Contrndo a sensa??o de aperto no peito, Liliane, segurando as l¨¢grimas, tirou a camisa dele e foi para o banheiro. mergulhou a camisa preta na ¨¢gua, logo o sanguee?ou a se espalhar. n?o havia sentido o cheiro antes, provavelmente mascarado pelo cheiro de fuma?a. Liliane, contrndo a opress?o em seu peito, voltou ¨¢gua morna para limpar Depois de limpar, aplicou ¨¢gua oxigenada em suas feridas. De repente, William levantou a m?o, agarrou o bra?o de Liliane, as sobrancelhas franzidas, murmurou: N?o v¨¢¡­ SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you.activity time is limited! Chapter 317 317 1. eu. Incapaz de encontrar , Kerry decidiu ir sozinho para o hotel. Ao subir, Lisa abriu a porta para Kerry, ao v¨º¨Clo, perguntou surpresa: ¨C G n?o veio? ¨C Hoje ¨¦ domingo, precisa ficar em casa as crian?as. Mentiu Kerry. ¨C tem filhos? ¨C Perguntou Lisa, levantando as sobrancelhas inesperadamente. ¨C Sim, trig¨ºmeos. Voc¨º n?o se importa que n?o tenha vindo, certo? ¨C Explicou Kerry. ¨C N?o, pelo contr¨¢rio, eu at¨¦ aprecio que n?o tenha vindo. A infancia das criancas precisa de companhia e o que eu menos tolero s?o pessoas que n?o passam tempo os filhos por causa do trabalho. Disse Lisa sorrindo, sem se importar. Kerry sabia da infancia carente de carinho de Lisa, ent?o inventou essa desculpa para Liliane. Lisa continuou. Sai para encontrar um velho amigo ontem e ouvi dizer que depois de amanh? ter¨¢ uma exposi??o de design de cinco anos na Serafim. Voc¨º e G v¨¤o? ¨C Exposi??o de design? ¨C Perguntou Kerry, intrigado. ¨C Eu ainda n?o sei disso, preciso voltar e discutir com G. ¨C Ouvi dizer que as pessoas da alta sociedade estar?o l¨¢. Voc¨ºs, que est?o iniciando na ind¨²stria, n?o acham que seria ¨²til fazer alguns contatos? Disse Lisa, um sorriso. ¨C Certamente ser¨¢ ¨²til! ¨C Afirmou Kerry. Mas sobre o que voc¨º prometeu¡­ Lisa interrompeu um sorriso malicioso, se aproximando de Kerry e levantando seu queixo. ¨C Pode ficar tranquilo, eu n?o sou algu¨¦m que quebra promessas. Mas agora, o que voc¨º precisa fazer, voc¨º quer que eu te diga? ¨C Disse Lisa. Kerry sorriu e abra?ou , a beijando. Nove horas, Jardim Azul. Jorge trouxe a pomada conforme as instru??es de William. No entanto, ao abrir a porta, ele ficou chocado ao ver Liliane dormindo aodo de seu pr¨®prio chefe, seus olhos expressaram surpresa instantanea. A Srta. Liliane ficou ali na noite passada? e o Sr. William se reconciliaram? ¨C Entre, me ajude a aplicar a pomada. ¨C Sussurrou William, olhando para Jorge. Jorge concordou, confuso, e entrou a pomada em m?os. Ao chegar perto da cama, ele notou que Liliane havia aberto os olhos, Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Jorge ficou at¨­nito, parou imediatamente, medo de fazer qualquer barulho. William seguiu o olhar de Jorge e viu Liliane piscar confusa, depois de se virar e continuar fingindo estar dormindo. Jorge suspirou aliviado, abriu a pomada ee?ou a aplicar em William. Ao ver as chocantes feridas em seu corpo, Jorgementou a crueldade de Guilherme, mesmo sabendo que Miguel e William eram seus filhos! Ap¨®s aplicar a pomada, Jorge entregou a William uma camisa limpa. No momento em que William levantou o edredom, Liliane se levantou abruptamente da cama. olhou ao redor surpresa e depois virou o olhar para William e Jorge. Depois de um breve momento de contato visual, o rosto de Liliane ficou vermelho, pulou da cama e se escondeu no banheiro. Observando a rea??o de Liliane, William soltou um sorriso satisfeito. Liliane, depois de fechar a porta, ficou assustada por um bom tempo antes de finalmente recuperar apostura. / se lembrava de estar debru?ada na beira da cama,o acabou dormindo nat cama de William? Eles n?o deveriam ter feito nada, certo? William estava t?o machucado que n?o teria energia para isso. Chapter 318 Cap¨ªtulo 318 Al¨¦m disso, n?o sentiu nada de anormal em seu corpo. Depois de pensar por um momento, Liliane se acalmou, certa de que havia subido para a cama devido ao cansa?o. Dodo de fora da porta, Jorge n?o conseguiu conter sua curiosidade. ¨C Sr. William, voc¨º e Srta. Liliane se reconciliaram? ¨C Perguntou Jorge. Voc¨º ¨¦ muito ocioso, n?o ¨¦? ¨C Repreendeu William, desviando o olhar e olhou frieza para Jorge. Desculpe, Sr. William, eu ultrapassei os limites. Desculpou Jorge, bn?ando a cabe?a apressadamente. ¨C Como est¨¢ a situa??o de Miguel agora? ¨C Perguntou William, em voz baixa, vestindo roupas. Quatro costs quebradas, cotovelo fraturado, concuss?o cerebral. A cirurgia j¨¢ foi conclu¨ªda, mas a recupera??o levar¨¢ um longo tempo. Respondeu Jorge. ¨C Ele teve sorte. Comentou William, os seus olhos se contra¨ªram de leve. ¡ª ¨C ¨C Sr. William, h¨¢ outra coisa sobre Srta. Liliane. Acrescentou Jorge, olhando de rnce para o banheiro.. ¨C O que ¨¦? ¨C Perguntou William. ¨C A fam¨ªlia Marques est¨¢ aproveitando a popridade de Srta. Liliane nas redes sociais e agora est?o entrando na ind¨²stria de transmiss?o ao vivo. Pelo que parece, a s de estar da Srta. Liliane est¨¢ repleta de produtos aliment¨ªcios. Explicou Jorge. Entre em contato a taforma e suspenda a conta deles. Ordenou William, em tom frio, estreitando os olhos. Entendido, Sr. William! ¨C Respondeu Jorge. Quando Jorge saiu, Liliane finalmente saiu do banheiro. William olhou para a suave cor vermelha que ainda n?o havia desaparecido de seu delicado rosto. ¨C Antes, nunca vi voc¨º t?o t¨ªmida. O que aconteceu? Brincou William. Liliane ficou sem pvras. Ele tinha que mencionar isso agora? vo Se voc¨º est¨¢ bem, eu vou embora! Liliane mudou de assunto. ¨C Dizendo isso, Liliane pegou sua bolsa no sof¨¢ e estava prestes a sair do quarto. Ao passar por William, ele estendeu a m?o e segurou o bra?o de Liliane, trazendo para seus bra?os. Liliane reagiu imediatamente, usando o bra?o para se defender, olhando para William caut. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo? ¨C Perguntou Liliane. Era verdade que foi cuidar dele na noite passada, mas isso n?o significava que pudesse simplesmente esquecer o passado e voltar a se dar bem ele! William franzia a testa, mas n?o soltava a m?o. ¨C Voc¨º tem certeza de que quer me empurrar assim? Esqueceu que estou ferido? Questionou William. ¨C Content held by N?velDrama.Org. Voc¨º n?o pode usar suas feridaso desculpa para esse tipo de a??o! Retrucou Liliane, reduzindo sua for?a. ¨C ¨C Se Eduardo descobrisse que voc¨º veio cuidar de mim, dormindoigo na mesma cama, o que ele faria? ¨C Provocou William, curvando os l¨¢bios em um sorriso frio. William! Voc¨º n?o est¨¢ indo longe demais? ¨C Repreendeu Liliane, seus olhos puros se inmaram de raiva. ¨C Liliane. William fixou seu olhar profundo n, perguntando uma voz s¨¦rio. ¨C Por qu¨º? ¨C Por qu¨º o qu¨º? ¨C Questionou Liliane, encarando ele raiva. Nos olhos de William, havia uma mistura de descontentamento e dor. ¨C Por que escolheu estar Eduardo? Perguntou William. ¨C ¨C Se ¨¦ adequado, ent?o estamos juntos! ¨C Respondeu Liliane, indiferen?a. ¨C A principal raz?o ¨¦ que ele n?o me faria abortar! Ao ouvir essas pvras, a m?o de William, que estava segurando a cintura de Liliane, apertou aos poucos, seus olhos ficaram g¨¦lidos. Uma atmosfera densa pairava sobre eles, a s¨²bita queda de temperatura fez Liliane tremer involuntariamente. ¨C Se voc¨º tivesse me contado sobre a gravidez suas pr¨®prias pvras, eu nunca teria te mal¨Centendido! Mas por que escondeu de mim? Ainda trouxe meus dois. filhos para esse jogo f¨²nebre? Questionou William. ¨C Eu te contaria? Zombou Liliane, soltando um sorriso ir?nico, os olhos ¨C vermelhos. Voc¨º se esqueceu do que disse a Mavis? Foi voc¨º quem disse que uma amante n?o merecia ter seus filhos! Voc¨º ouviu isso? ¨C Perguntou William, franzindo a testa. ¨C O que mais? ¨C Liliane se soltou dos bra?os de William, acrescentou. Eu tive v¨¢rias vezes a vontade de te contar! Mas voc¨º cruelmente pisou nas minhas expectativas! Chapter 319 Cap¨ªtulo 319 Liliane respirou fundo, enxugando as l¨¢grimas prestes a cair. William, n?o podemos voltar ao passado! Comentou Liliane. Depois de dizer isso, Liliane se virou e saiu. Ao ver a determina??o nas costas de Liliane e ouvir suas pvras antes de sair, William sentiu uma dor aguda no peito,o se estivesse prestes a se abrir. No entanto, ele se esfor?ou ao m¨¢ximo o desejo de seguir , para c escondendo toda a dor profundamente em seu cora??o. Mans?o Baia. As duas crian?as correram em dire??o a Liliane, assim que a viram voltar. Alice agarrou as pernas de Liliane, olhando para l¨¢grimas nos olhos. Mam?e, onde voc¨º foi? Eu n?o conseguia encontrar voc¨º. Remou Alice. Um amargor subiu ao peito de Liliane, se agachou e abra?ou Alice. ¨C Mam?e teve alguns problemas ontem ¨¤ noite e n?o voltou para casa. Esqueci de dizer a voc¨ºs. Desculpe. Explicou Liliane. Ian olhou cuidado para as leves olheiras nos olhos de Liliane. Mam?e, voc¨º n?o dormiu ontem ¨¤ noite? ¨C Perguntou Alice, preocupada. ¨¦ verdade, tinha algumas coisas para resolver. Voc¨ºs j¨¢ tomaram caf¨¦ da manh?? Perguntou Liliane, assentindo. ¨C Sim! Alice abra?ou o pesco?o de Liliane, continuando. Breno mandou entregar, mam?e, da pr¨®xima vez n?o desapare?a sem dizer nada, est¨¢ bem? Ao ver a express?o magoada de Alice os l¨¢bios tremendo, Liliane se sentiu muito mal. ¨C Est¨¢ bem, prometo. Concordou Liliane. Alice, deixe a mam?e descansar um pouco, vamos voltar para o nosso quarto e brincar os blocos de montar. Disse fan, segurando a m?o de Alice. Alice deu um beijo no rosto de Liliane e sequlun subindo as escadas. Liliane voltou para o quarto, tomou um banho e se deitou na cama prestes a descansar, quando, de repente, um rugido ecoou l¨¢ embaixo. Caramba! ¨C Gritou Diego. Minha conta foi suspensa? Conta suspensa? ¨C Liliane soltou um sorriso frio, provavelmente os usu¨¢rios n?o aguentavam mais a atitude repugnante deles. Uma batataum sendo superestimada, sendo vendida por um pre?o absurdo. Quem iria quererprar? Liliane se virou na cama, cobriu os ouvidos o cobertor e continuou dormindo. No andar de baixo. Pa ouviu os gritos de Diego e correu para fora do banheiro. ¨C O que aconteceu? Por que voc¨º est¨¢ gritando tanto? ¨C Perguntou Pa. Diego continuava tocando fricamente no celr, enfurecido. Caramba, minha conta foi banida! Respondeu Diego. ¨C Foi denunciado? E agora, o que vamos fazer hoje? Ainda vamos transmitir? Perguntou Pa. ¨C Transmitir o qu¨¦? Eu fui permanentemente banido! N?o posso mais fazer transmiss?es ao vivo! Rugiu Diego, jogando o celr raiva sobre a mesa de centro. Pa arregalou os olhos. Eles haviame?ado a ganhar dinheiro dificuldade. nos ¨²ltimos dias,o poderia a conta dele ser banida permanentemente? ¨C Se n?o der certo, crie outra conta! ¨C Sugeriu Pa. ¨C Voc¨º acha que ¨¦ t?o f¨¢cil assim? Perguntou Diego, furioso. ¨C Eu j¨¢ disse, quando eu estiver transmitindo, n?o fiquem parados atr¨¢s de mim! Agora, o que aconteceu? Porque voc¨ºs ficaram se intrometendo, minha conta foi banida! Como vamos ganhar dinheiro agora? Por que sempre ¨¦ minha culpa? Retrucou Pa, que tamb¨¦m ficou irritada. ¨C Eu estive o tempo todo te ajudando, entregando as coisas nos bastidores, agora tudo All content is property ? N?velDrama.Org. minha culpa? Se n?o foi por voc¨ºs frem besteira, por que minha conta foi banida? ¨C Retrucou Diego. Pode ter sido denunciada por algu¨¦m, n?o? Disse Pa. Isso ¨¦ ¨®bvio, foi denunciado, sen?o n?o teriam banido minha conta! Concordou Diego, olhando para Pao se fosse boba. E se Liliane que est¨¢ por tr¨¢s disso? ¨C Perguntou Pa, depois de pensar por um momento. Diego ficou em sil¨ºncio por um momento, em seguida, se levantou de repente. ¨¦ bem poss¨ªvel. N¨®s est¨¢vamos fazendo transmiss?es na casa d, n?o deve ter gostado, ent?o pediu a algu¨¦m para me derrubar! ¨C Disse Diego. ¨¦ t?o sem vergonha, ficou inveja dos nossos f?s? Fa?a pagar! Todos os dias perdemos tanto dinheiro! ¨C Provocou Pa. Diego assentiu a cabe?a, cerrando os punhos, subiu as escadas, chegou ¨¤ porta do quarto de Liliane e chutou para abrir. Ao ver Liliane deitada na cama, a raiva de Diego aumentou ainda mais. Chapter 320 Cap¨ªtulo 320 All content is property ? N?velDrama.Org. Caramba, ainda est¨¢ dormindo aqui essa cara de pau? ¨C Rugiu Diego. Liliane, exausta, abriu os olhos lentamente e se sentou, encarando Diego olhos frios. Voc¨º tem algum respeito? ¨C Retrucou Liliane. ¨C ¨C Porra, que se dane o respeito! ¨C Gritou Diego. Por que diabos voc¨º denunciou minha conta? S¨® porque eu estava fazendo uma live na sua casa e isso te irritou, n¨¦? Antes que Liliane pudesse responder, Ian e Alice sa¨ªram correndo do quarto. Ao ver Diego parado na porta, apar¨ºncia de que iria atacar, Alice correu e empurrou ele.. ¨C Por que est¨¢ maltratando minha m?e? ¨C Gritou Alice, furiosa. Diego, j¨¢ enfurecido, ficou ainda mais irritado o empurr?o de Alice. Ele se virou, agarrou o cabelo de Alice e rangeu os dentes. ¨C Pirralha! O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? Sai logo da minha frente! ¨C Rugiu Diego. Com isso, ele empurrou Alice for?a para o ch?o. ¨C Alice! Alice! Tanto Liliane, quanton exmaram em choque. Ian rapidamente ajudou a atordoada Alice a se levantar, protegendo atr¨¢s de si, seus olhos encarando Diego hostilidade. ¨C Canalha! ¨C Xingou Ian. Assustada, Liliane rapidamente levantou o cobertor e correu para odo de Alice, se agachando para verificaro estava. Alice, percebendo o que aconteceu,e?ou a chorar. Mam?e¡­ D¨®i¡­ Choramingou Alice, segurando a cabe?a as duas m?os, l¨¢grimas escorriam por seu rosto pequeno. Liliane, tamb¨¦mgrimas nos olhos, disse an: ¨Cn, leve sua irm? para cima para Dra. Daise! ¨C Tudo bem! ¨C Assentiu Ian. Depois de dizer isso, ele levou a chorosa Alice para cima, segurando sua m?o. Liliane se levantou de repente, seus olhos queimando de raiva enquanto caminhava at¨¦ Diego, levantando a m?o e desferindo um tapa retumbante. Sem aliviar sua f¨²ria, Liliane rapidamente seguiu mais dois tapas. Caralho! Xingou Diego, erguendo o punho, pronto para golpear o rosto de Liliane. ¨C Avan?ando, Liliane encarou ele o queixo erguido, disse voz firme: Vai em frente, tenta me bater! Diego retrucou um olhar furioso, o rosto contorcido de raiva, gritando: N?o pense que eu n?o vou fazer isso! Se ousar, fa?a! Provocou Liliane. Diego ficou atordoado por um momento, ele realmente n?o ousaria agir, bater nessa mulher n?o lhe traria beneficio algum! Afinal, ele ainda queria umapensa??o! Diego engoliu o orgulho e recolheu o punho. N?o precisa dizer mais nada! Me de um milh?o! Isso encerra o assunto! ¨C Disse Diego. ¨C Encerrar? Zombou Liliane, um sorriso frio. Voc¨º ainda quer que eu te pague um milh?o? Voc¨º bateu na minha filha e acha que eu n?o vou acertar as contas voc¨º? Acertar as contas? ¨C Berrou Diego. Eu tinha mais de dez mil seguidores! Porra, voc¨º me fez perder todos eles e ainda quer me processar? A crian?a morreu? Caramba, ainda sabe chorar e andar! ¨C Certo! Ent?o, eu vou te contar. A casa aodo ainda n?o foi transferida. Se voc¨º n?o pedir desculpas para a minha filha, eu vou simplesmente cancr a venda o advogado! ¨C Disse Liliane, um sorriso ir¨®nico. H ¨C Voc¨º ousa cancr a venda? Amea?ou Diego, apontando para Liliane. N?o me force a chamar a imprensa! ¨C Chame! Chame agora mesmo! Vamos ver quem sair¨¢ perdendo no final! ¨C Provocou Liliane. Diego foi intimidado por Liliane, incapaz de responder por um tempo. Se ele chamasse rep¨®rteres para emear a reputa??o de Liliane, seria o mesmo que cortar o pr¨®prio ganho, eles n?o teriam nenhum beneficio ao voltar para a v. ¨C Beleza! Voc¨º ¨¦ demais! Vou pedir desculpas para a sua filha! Disse Diego, contendo sua raiva. Diego se virou e subiu as escadas, Liliane seguindo logo atr¨¢s. No entanto, ao abrir a porta, Diego foi chutado por Marta, que saiu correndo. O chute acertou em cheio entre as pernas de Diego, fazendo ele se curvar de dor e soltar gritos agudos. Lilianen?ou a ele um olhar frio, lembrando: V¨¢ pedir desculpas! Apesar da dor intensa, Diego, temendo provocar Marta, n?o ousou xingar na frente. dessa mulher enlouquecida. Ele se conteve, suando frio, e se dirigiu a Alice, ainda chorando. Desculpe! Desculpou Diego. Chapter 321 Cap¨ªtulo 321 Depois de dizer isso, ele se virou, correu em dire??o ao quarto onde ele estava dormindo. Liliane desviou o olhar e olhou para Marta: ¨C Obrigada. Marta levantou o punho: ¨C Lili, n?o tenha medo. Amanh? voc¨ºs v?o trabalhar, vou ficar de olho neles! Liliane n?o quis dizer muito, apenas acenou a cabe?a e foi em dire??o a Alice. Ao ver a filha os olhos inchados de chorar, Liliane a abra?ou ternura. A Dra. Daise disse: N?o h¨¢ outros problemas, apenas os cabelos da Alice foram puxados bastante. Liliane sentiu uma dor no cora??o, quase n?o conseguia respirar, enquanto acariciava a cabe?a pequena de Alice: Querida, ¨¦ porque a mam?e n?o te protegeu bem. Alice enterrou o rosto no colo de Liliane, segurando firmemente as roupas d suas pequenas m?os. ¨C Mam?e¡­ Eu n?o quero ver esse homem mau. Eu quero que ele v¨¢ embora, eu o odeio. O pequeno corpo de Alice tremia enquanto chorava. Liliane, contendo seu ¨®dio, consolou: ¨C Est¨¢ bem, mam?e promete, nos pr¨®ximos dois dias vamos fazer que todos eles saiam, est¨¢ bem? Alice assentiu solu?os, sem dizer uma pvra. pensou se seu p n?o fosse t?o ruim, ele a protegeria e daria uma boa li??o naquele vil?o. Ao pensar nisso, Alice se sentiu ainda mais injusti?ada. queria um pai, queria ter um paio os outros colegas, algu¨¦m que pudesse os N?velDrama.Org (C) content. proteger. Ao saber que Diego estava sendo intimidado, a fam¨ªlia Marques se apressou para o terceiro andar para verificar a situa??o dele. Ao ver as marcas vermelhas no rosto de Diego, Pa ficou furiosa: ¨C Isso foi feito p vadia da Liliane, n?o foi?! Caramba! realmente acha que a nossa fam¨ªlia Marques ¨¦ f¨¢cil de ser intimidada, n?o ¨¦? Vou mostrar para essa mulhero lidamos com ! Pa arrega?ou as mangas enquanto fva, abriu a porta e saiu correndo. Diego n?o teve tempo de fr, rapidamente Pa desapareceu da vista. Raul exmou e apressadamente a seguiu, dizendo: ¨C Pa, n?o seja impulsiva! Com a boca aberta, Diego mal tive a chance de impedir. N?o se passaram nem tr¨ºs minutos quando os sons r¨¢pidos de passos ecoaram novamente p escada. Pa e Raul voltaram. Ambos tinham express?es assustadas em seus rostos. Pa batia no peito e dizia: Ai, meu Deus, quase morri de susto! Aqu mulher ¨¦o um fantasma! Ai, meu problema card¨ªaco est¨¢ prestes a atacar! Diego olhou sem pvras para Pa. ¨C E ent?o? Voc¨º n?o foi me vingar? Pa ficou momentaneamente atordoada e depois riu: Percebi que uma boa mulher n?o luta cachorros ruins, certo? Diego fez um som de desd¨¦m a boca. T?o covarde, s¨® sabia fr besteiras. Raul bn?ou a cabe?a e disse: O +15 BONUS Voc¨º realmente n?o serve para isso. Assim que viu aqu mulher, saiu correndo! E voc¨º n?o saiu correndo? Que besteira est¨¢ fndo! Pa gritou raiva. ¨C Voc¨ºs est?o me xingando? De repente, a voz de Marta ecoou suavemente na s e logo em seguida, sua figura vestindo um longo vestido branco apareceu diante da familia Marques. Todos se viraram para olhar para Marta, um a um, inndo o ar frio. Como voc¨ºs trouxeram aqui pra cima? Diego rosnou baixo de medo, rapidamente segurou o len?ol, se cobrindo. ¨C Por que voc¨ºs n?o est?o fndo nada? Marta avan?ou curiosidade e os membros da familia Marques ficaram t?o assustados que pram na cama um por um. N?o¡­ N?o est¨¢vamos fndo de voc¨º! ¨C Pa estava t?o assustada que tremia. Depois de dizer isso, de repente empurrou Raul para frente: Foi ele! Foi ele que falou de voc¨º! N?o fui eu! Raul arregalou os olhos incr¨¦dulo. O que essa mulher estava tramando? realmente estava tentando o jogar para fora? O rosto de Raul ficou p¨¢lido, ele rapidamente afastou a m?o de Pa e, num movimento ¨¢gil, subiu at¨¦ o parapeito da jan: N?o fui eu! N?o fui eu! Foi essa mulher quee?ou! N?o fui eu! Chapter 322 Cap¨ªtulo 322 Marta respondeu um ¡°Sim¡± e mostrou lentamente uma faca de cozinha, se aproximando deles: Se ningu¨¦m assumir a responsabilidade, vou matar todos. Os membros da fam¨ªlia Marques arregram os olhos em choque. No segundo seguinte, gritos ecoaram pelo terceiro andar, atravessando toda a mans?o. Todos quase se atropram para sair do quarto de Diego. ¨¤ noite. Quando Kerry voltou para casa bocejando, ficou surpresa ao ver a s vazia. G expulsou todos eles? Logo, sua ideia foi dissipada p chegada r¨¢pida de Viviane descendo as escadas. Viviane, ao passar por Kerry, parou de repente. olhou para ele desprezo: Voc¨º, sem vergonha,o um cachorro que fica pedindo abrigo. Kerry ficou confuso. Ele se aproximou e segurou Viviane. ¨C Voc¨º est¨¢ fndo de quem? Estou fndo de voc¨º! ¨C Viviane disse, cuspiu e continuou. Estrangeiro fedorento! Se n?o fosse por voc¨º, seu quarto seria meu! Kerry riu: ¨C Entendi, ¨¦ seu, certo! Dito isso, Kerry se levantou, foi at¨¦ a despensa e pegou um peda?o de madeira, voltando para dar um golpe firme nas n¨¢degas de Viviane. Viviane deu um pulo, assustada, e rapidamente correu para se esquivar. ¨C Se voc¨º me bater, vou contar para a minha m?e! ¨C Grite ent?o! Grite o quanto quiser! Vamos ver quem vai te ajudar hoje! Com isso, Kerry agarrou a g da roupa de Viviane e a pressionou no ch?o, usando a ag vara de madeira para bater em suas n¨¢degas. Os gritos de Viviane eram agudos e estridentes, mas no terceiro andar n?o se ouvia nenhum som. Mesmo que ouvissem, os membros da fam¨ªlia Marques n?o ousavam sair, porque Marta estava l¨¢ fora vigiando. Depois de uma noite dificil. Os membros da fam¨ªlia Marques se reuniram para discutiro lidar a situa??o. Pa olhou para Diego e perguntou: ¨C Conseguimos o dinheiro? Diego bn?ou a cabe?a, tocando o pr¨®prio rosto. ¨C Fui espancado,o vou conseguir dinheiro? Pa disse: ¡ª Tenho uma ideia. Raul sugeriu: ¨C Vamos vender as joias e rel¨®gios que pegamos? Diego olhou desconfiado para os dois: ¨C O que voc¨ºs pegaram? Como eu n?o sabia disso? Raul riu maliciosamente. -Eu e sua m?e pegamos os rel¨®gios e joias de Liliane e escondemos em uma caixa. ¨C Voc¨ºs est?o roubando! ¨C Diego exmou em choque, tentando manter a voz baixa. ¨C O que voc¨º est¨¢ dizendo! ¨C Pa o encarou desagrado. Estamos pegando o que nos deve! N?o esque?ao perdemos os cem mil por causa da artimanha daquele moleque d! Diego pensou por um momento e percebeu que, de certa forma, eles estavam certos! Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Se Liliane n?o devolvesse o dinheiro voluntariamente, eles iriam contar tudo para a imprensa e seria uma situa??o dif¨ªcil para ambos. Pa continuou: ¨C A outra op??o que mencionei n?o ¨¦ vender essas coisas, mas sim o escrit¨®rio de Liliane! Diego perguntou: ¨C O que h¨¢ o escrit¨®rio? Raul bateu na pr¨®pria coxa e disse: ¨C ¨¦ sobre aqus coisas que voc¨º mencionou para mim ontem ¨¤ noite, os documentos secretos ou algo assim. Pa riu sarcasticamente: Exato, perguntei ¨¤ bonitona da v, disse que os documentos da empresa podem ser vendidos por um bom pre?o! Dessa forma, mesmo que nosso filho n?o fa?a transmiss?es ao vivo, podemos ganhar dinheiro facilmente um contrato! Diego pensou por um momento e disse: ¨C Acho que isso pode ser arriscado, pode envolver quest?es legais! N?o vai! ¨C Pa afirmou confian?a. ¨C n?o vai saber que fomos n¨®s que pegamos. Eu j¨¢ dei uma olhada, n?o h¨¢ cameras na s! Diego ficou animado: Ent?o, ¨¦ vi¨¢vel! Quando vamos pegar? Amanh?! ¨C Pa disse. Assim que Liliane sair, n¨®s vamos l¨¢! ¨C Feito! No dia seguinte. Depois de Liliane levar as crian?as para a esc, os membros da familia Marques se reuniram, observando sair. Em seguida, eles se dirigiram apressadamente para o segundo andar. Pa abriu a porta do escrit¨®rio, puxou Diego para dentro e abriu a gaveta embaixo da mesa de Liliane, retirando um envelope marrom e apontando: ¨¦ esse aqui! Diego pegou o envelope, tirou os documentos e deu uma olhada. Embora n?o conseguisse entenderpletamente, havia informa??es sobre o projeto da pr¨®xima temporada de moda. SURPERISE GIFT: T: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET Chapter 323 Cap¨ªtulo 323 Diego estava radiante de alegria: M?e, me d¨¢ esses documentos! Eu vou encontrar algu¨¦m parapr¨¢¨Clos! Pa disse: ¨C Certo! Eu e seu pai ficamos respons¨¢veis ps joias e rel¨®gios! ¨C N?o podemos perder tempo, vamos descer para tomar um caf¨¦ da manh? e depois. sair! ¨C Disse Diego. Os membros da familia Marques concordaram a cabe?a e sa¨ªram do escrit¨®rio para se preparar para o caf¨¦ da manh?. Para economizar tempo, todos se apertavam na cozinha, ocupados as tarefas. Sem perceber, Marta estava de olho neles, se aproximando lentamente da cozinha. Raul terminou de fazer ovos fritos e estava prestes a levar o prato para fora quando, ao se virar, deu de cara algu¨¦m. Raul quase deixou o prato cair de susto e estava prestes a remar quando viu o rosto de Marta, que o fez soltar o prato. Quando ouviram o som n¨ªtido do prato caindo no ch?o, Diego e Pa, inconscientemente viraram a cabe?a para olhar, ao verem Marta, deram um pulo para tr¨¢s e se encolheram no canto. Raul, se recuperando do susto, gritou e correu para fora da cozinha. Pa e Diego, tamb¨¦m assustados, seguiram apressados. Os tr¨ºs correram diretamente para a s para evitar Marta. ¨C Quase morri do susto! Quando foi que desceu? Como n?o ouvimos nenhum barulho? ¨C Pa tremia enquanto fva. Raul ainda atordoado disse: , , estava bem na minha frente h¨¢ pouco. Pensei que fosse me cortar o pesco?o faca! Mal terminou de fr, os tr¨ºs viram Marta entrar na s. Ai, meu Deus! Pa gritou, levando os outros dois a se apertarem rapidamente na borda do sof¨¢. Marta olhou calmamente para eles, se aproximou e, em seguida, se sentou aodo da familia Marques. Eles arregram os olhos de terror, engoliram em seco e pram do sof¨¢. N?velDrama.Org (C) content. Os tr¨ºs correram em dire??o ¨¤ escada diante de Marta. Martan?ou um olhar indiferente para os assustados membros da familia Marques que estavam parados na escada, se sentou confortavelmente no sof¨¢ e ligou a TV. Raul enxugou o suor frio, murmurando: ¨C Fantasmas, esp¨ªritos inquietos¡­ Pa sentiu as pernas amolecerem e caiu sentada na escada. ¨C Nunca fiquei t?o assustada na minha vida. Diego tamb¨¦m n?o estava em boa forma, olhos sem vida, se apoiando no corrim?o da escada. N?o podemos ficar aqui, realmente n?o podemos! Caso contr¨¢rio, mais cedo ou mais tarde, nos levar¨¢ ¨¤ loucura! Raul assentiu vigorosamente, tremendo uma express?o p¨¢lida. ¨C Pa, vamos pegar as coisas no andar de cima e sair diretamente. Pa engoliu em seco. ¨C Voc¨º v¨¢, eu espero aqui, eu n?o consigo me mover. ¨C Ok! Raul concordou, subiu correndo para pegar a bolsa, os documentos e joias, e desceu rapidamente. Em seguida, ajudou Diego a levantar Pa, disse: jameelzia786 Frie¡­ reposted a video ¨C M?e, se anime, vamos vender essas coisas e conseguir dinheiro! ¨C Sim, sim, vamos logo vender, ai meu Deus! Liliane est¨¢ definitivamente fazendo de prop¨®sito! ¨C Pa assentiu repetidamente. N?o ¨¦ mesmo? Essa louca est¨¢ sempre inventando algo para nos atormentar! ¨C Diego concordou. Essa mulher maldita, vai ter o que merece eventualmente! ¨C Pa resmungou. A familia Marques se apoiava mutuamente ao sair da casa. Diego estava prestes a chamar um t¨¢xi quando de repente um carro de policia parou na sua frente. Eles se olharam perplexos enquanto os policiais desciam do carro, caminhando friamente em dire??o a eles, mostrando distintivos. ¨C Policiais! A Srta. Liliane os denunciou, dizendo que voc¨ºs tr¨ºs roubaram seus pertences pessoais! Raul instintivamente escondeu a bolsa atr¨¢s de si. ¨C Isso ¨¦ um absurdo! Voc¨ºs est?o nos difamando, difamando! Difamando? De repente, a voz de Liliane ecoou por tr¨¢s deles. Os membros da fam¨ªlia Marques se viraram abruptamente, vendo Liliane de salto alto, um sorriso ir?nico nos l¨¢bios, panhada por alguns seguran?as, se aproximando passo a passo. Diego ficou atordoado por um momento e ent?o reagiu abruptamente. Maldita! Como voc¨º se atreve a nos enganar! Chapter 324 Cap¨ªtulo 324 Liliane riu friamente: ¨C Como os enganei? Voc¨ºs pegaram as coisas sem a minha permiss?o, o que, do ponto de vista legal, ¨¦ considerado roubo. Al¨¦m disso, os documentos confidenciais. da empresa s?o extremamente importantes e vender essas informa??es sem permiss?o constitui crimeercial. se Pa empurrou Diego dedo e caminhou furiosa at¨¦ Liliane. ¨C Voc¨º viu a gente pegando alguma coisa? N?o preciso ver.- Liliane respondeu. H¨¢ algo chamado cameras de vigilancia. A express?o de Pa mudou, mas ent?o percebeu que n?o havia cameras de vigilancia no escrit¨®rio, nem mesmo no vesti¨¢rio de Liliane! Era muito prov¨¢vel que essa garota estivesse tentando a enganar! ¨C Cameras de vigilancia, ¨¦ isso? ¨C Pa riu alto. Venha, mostre essas filmagens para mim! Se n?o houver evid¨ºncias, vejao eu rasgo sua boca cheia mentiras hoje! Liliane olhou para os policiais: ¨C Por favor, mostrem a eles as filmagens que eu entreguei. Os policiais assentiram, se viraram e mostraram as imagens das cameras de vigilancia para os membros da familia Marques, que mudaram de express?o ao verem as imagens. ¨C Imposs¨ªvel! N?o h¨¢ cameras em seu quarto! ¨C Pa disse. ¨C M?e! ¨C Diego de repente gritou, interrompendo Pa. ¨C O que voc¨º est¨¢ dizendo? Pa ficou at¨­nita, parecia que tinha fdo demais¡­. O policial disse friamente: ¨C Voc¨º j¨¢ confessou ramente os fatos. Existe mais alguma coisa que voc¨º queira argumentar agora? Os membros da fam¨ªlia Marques, desanimados, baixaram a cabe?a, permitindo que os policiais os alg¨¦massem e os empurrassem dentro do carro da policia. Observando a silhueta deles enquanto partiam, Liliane ficou calma. Felizmente, havia instdo cameras espi?s no quarto antecipadamente, capturando o momento em que os membros da fam¨ªlia Marqueseteram o crime. fez isso porque sabia muito bem que, dada a natureza gananciosa deles, n?o resistiriam aos objetos valiosos. ¨¤ tarde. der Depois de mandar a equipe de limpeza arrumar a casa e eendar um novo sof¨¢, Liliane finalmente se dirigiu para a empresa. Acabando de chegar l¨¢, de repente, um grupo de rep¨®rteres se aproximou. Os seguran?as rapidamente avan?aram para proteger, mas, apesar disso, os rep¨®rteres ainda se espremiam, estendendo seus microfones na dire??o de Liliane. ¨C Srta. Liliane, qual ¨¦ a sua opini?o sobre seus parentes? ¨C Srta. Liliane, ambos s?o parentes, por que voc¨º insiste em chamar a policia e enviar eles para a delegacia? Srta. Liliane,o voc¨º suporta essas pessoas? Diante dos numerosos rep¨®rteres, Liliane franziu a testa perplexa. Como eles souberam dessa situa??o? Neste momento, Nanda apareceu repentinamente aodo de Liliane: ¨C Srta. Liliane, a noticia de voc¨º chamar a pol¨ªcia contra eles foi filmada e publicada online. Liliane ficou momentaneamente atonita, em seguida, pegou o telefone e verificou as tend¨ºncias, Ao clicar em ¡°CEO do Grupo TYC tolera parentes aproveitadores que gastam seu dinheiro sem restri??es? Finalmente, a justi?a ¨¦ feita!¡°, viu um video em que confrontava os membros da familia Marques em frente ¨¤ porta de casa. N?velDrama.Org (C) content. At¨¦ mesmo os detalhes da situa??o forampletamente revdos. ¡°Para parentes insuport¨¢veis, zero tolerancia! Apoio total ¨¤ CEO do Grupo TYC!¡± ¡°Sensacional! A CEO ¨¦ realmente incr¨ªvel, consegue lidar tranqumente esses vampiros, estou apaixonado!¡± ¡°Suporte ¨¤ empresa de moda da linda chefe!¡± ¡°Oent¨¢rio acima est¨¢ correto! J¨¢prei roupas da sua empresa, a qualidade ¨¦ realmente excelente! Os detalhes s?o muito bem¨Cfeitos! Pre?os acess¨ªveis!¡± Liliane guardou o celr e olhou para Nanda: Por favor, convide os rep¨®rteres para entrar na empresa e organize uma coletiva de imprensa. Nanda assentiu: Sim, Srta. Liliane. Depois disso, Nanda foi cuidar dos rep¨®rteres, enquanto Liliane retornou ao escrit¨®rio. Mal se sentou, o gerente do setor de vendas bateu ¨¤ porta. O gerente estava animado enquanto se aproximava de Liliane, entregando um tablet: ¨C Srta. Liliane! As vendas da empresa subiram repentinamente em uma hora, at¨¦ ultrapassaram as vendas anteriores! Liliane olhou para o tablet, surpresa a ascens?o impressionante das vendas, e n?o pode deixar de perguntar: O que est¨¢ acontecendo? Chapter 325 Cap¨ªtulo 325 O gerente estava animado: Srta. Liliane, voc¨º realmente deveria dar uma olhada nas tend¨ºncias, nossos trabalhadores da f¨¢brica foram entrevistados! Entrevistados? Liliane pegou o celr surpresa e verificou. A segunda tend¨ºncia ramente subiu nos minutos em que entrou na empresa. O titulo era: ¡°Chocante! A??es da CEO do Grupo TYC para os funcion¨¢rios!¡± Liliane clicou no v¨ªdeo e observou atentamente. viu o vice¨Cdiretor da f¨¢brica e todos os trabalhadores segurando contratos de indeniza??o diante da camera, informando ¨¤ midia quanto aux¨ªlio econ?mico havia fornecido a eles durante suas hospitaliza??es e per¨ªodo de desemprego. Abaixo do video, os elogios eram abundantes, muitas pessoas at¨¦ estavam pedindo paraprar roupas do Grupo TYC. Portanto, em pouco tempo, as vendas aumentaram mais de tr¨ºs vezes et Liliane sentiu um aperto no peito, desta vez finalmente manteve sua paci¨ºncia e viu os resultados! A constru??o da f¨¢bricae?ou, a produ??o de roupas dobrou e o mercado interno. tamb¨¦m foipletamente aberto. Liliane escondeu suas emo??es e olhou para o gerente de vendas: ¨C Renascimento ap¨®s a autotransforma??o, mas se lembre sempre de tratar os clientes cuidado e fornecer a eles o melhor servi?o. Entendido, Srta. Liliane! Assim que o gerente saiu, Kerry entrou apressado. Ele estava usando um sapato formal em um p¨¦ e uma sand¨¢lia no outro, seu cabelo. estava emaranhadoo um ninho de galinha. Animado, ele exmou: Lili! A empresa est¨¢ ddo! Liliane olhou para o visual peculiar dele e n?o soube se ria ou chorava. Voc¨º acabou de acordar? Sim! Eu recebi uma liga??o e vim direto para ca! Liliane apontou para o p¨¦ de Kerry a m?o. Voc¨º tem certeza de que isso n?o afeta a sua imagem de vice¨Cpresidente? Kerry olhou para baixo na dire??o apontada por Liliane e exmou: Caramba! Ele co?ou a cabe?a e sorriu, se sentando no sof¨¢. N?o importa, eu tenho outra coisa para te contar. Liliane pegou alguns documentos: ¨C Diga. -Haver¨¢ uma exposi??o importante de design na Serafim amanh? ¨¤ noite, que ¨¦ realizada a cada cinco anos. Voc¨º vai? Liliane ficou em sil¨ºncio por um momento. -Eu n?o estou muito interessada nesse tipo de evento¡­. ¨C N?o pode recusar! Antes que Liliane pudesse terminar, Kerry interrompeu. ¨C Esta ¨¦ uma virada t?o impressionante! Com certeza muitas pessoas v?o notar nossa empresa. Voc¨º n?o quer conseguir grandes contratos? Ou fazer novos contatos? ¨C N?o ¨¦ isso. Liliane disse. ¨¦ que h¨¢ muitas pessoas de alta sse nesse tipo de evento. Embora o incidente em que foi presa tenha sido mantido em segredo, sua face era muito reconhec¨ªvel. Era melhor evitar esse tipo de situa??o, especialmente se algo desagrad¨¢vel acontecesse, isso poderia resultar em not¨ªcias negativas para a empresa. Kerry percebeu aplexidade nos olhos de Liliane e perguntou preocupado: ¨C Voc¨º est¨¢ preocupada o que aconteceu antes? ¨C Sim! ¨C Liliane disse francamente. ¨¦ por isso que voc¨º deve ir. ¨C ¨C Kerry guardou seu sorriso e disse seriamente: Isso n?o vai acontecer. O que voc¨º quer dizer? ¨C Liliane estava confusa. Kerry analisou: ¨C O incidente anterior foi de conhecimento de todos em Serafim, n?o ¨¦? Se eles quisessem criar confus?o, j¨¢ teriam revdo. Mas qual foi o resultado? Ningu¨¦m disse nada. ramente, eles n?o t¨ºm certeza sobre a sua verdadeira identidade, afinal, agora voc¨º ¨¦ conhecidao Cam! Liliane olhou para ele impotente. ¨C Parece que voc¨º realmente quer que eu v¨¤. Qual ¨¦ o motivo? Porque Lisa tamb¨¦m vai. Voc¨ºs ainda n?o discutiram sobre os tecidos, n?o posso simplesmente me sacrificar de gra?a, certo? ¨C Kerry explicou. ¨C Sacrificar? Liliane ficou surpresa. O que voc¨º fez? Kerry encolheu os ombroso se n?o fosse grande coisa. Todos sabem que Lisa n?o ¨¦ f¨¢cil de lidar. Para descobrir mais sobre os tecidos, eu s¨® precisei passar alguns dias . ¨¦ ro, isso ¨¦ parapensar os problemas que causei para a equipe da ¨²ltima vez, quando tivemos o problema de gio. Chapter 326 Cap¨ªtulo 326 Liliane ficou tonta e perguntou: ¨C Sua equipe n?o causou um impacto real na empresa, por que voc¨º fez isso? Liliane n?o sabia o que dizer para agradecer a Kerry pelo cuidado dele e a empresa. ra Kerry, embora um pouco mulherengo, era muito rigoroso quando se tratava de satisfazer suas necessidades. As mulheres que ele encontrava sempre se assemelhavam ¨¤ sua primeira paix?o. Ele n?o tinha interesse em mulheres bonitas que n?opartilhassem semelhan?as Lisa, obviamente, n?o era assim, at¨¦ a idade d estava l¨¢. Kerry provavelmente travou uma grande batalha psicol¨®gica antes de sair de Serafim. N?o era de admirar que ele tinha usado o pretexto de casamento da sua m?e para a enganar e ir para o exterior. ¨C Isso n?o me impede! ¨C Kerry resmungou. Entendi, irei ao evento voc¨º.- Liliane disse. No final da tarde. Liliane levou as crian?as para casa. No caminho, Alice parecia desanimada: Mam?e, eu n?o quero ir para casa. Vendo o rosto preocupado de Alice, Liliane sentiu seu cora??o apertar. Se pudesse ter resolvido os problemas da fam¨ªlia Marques mais cedo, Alice n?o teria. sofrido tanto. Liliane acariciou o rosto macio e delicado de Alice: N?o tenha medo, voc¨º vai entender quando chegarmos em casa. Alice piscou os olhos, confusa: ¨C Mam?e, por qu¨º? Ian tamb¨¦m acariciou a cabecinha de Alice e disse: ¨C Se mam?e diz isso, certamente fez algo para nos fazer felizes. Ian sabia sobre as not¨ªcias na inte, maso mam?e n?o falou nada, provavelmente queria fazer uma surpresa para Alice. Ele decidiu n?o dizer nada por enquanto. No entanto, Alice ainda n?o entendiapletamente. ¡°Ser¨¢ que mam?e lidou aqus pessoas ruins? Nesse caso, mam?e n?o estariaetendo um crime e sendo presa p pol¨ªcia?¡± Alice queria perguntar, mas n?o ousava. voltou para Mans?o Ba¨ªa, inquieta durante todo o caminho. Foi s¨® quando entrou em casa que Alice abriu bem os olhos. Os sof¨¢s na s foram trocados por novos e o tapete estava ainda mais limpo e bonito do que antes! O mais importante, o castelo de Lego deles foi restaurado ao seu estado anterior, faltando apenas o topo! Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Os olhos grande de Alice brilhavam uma luz radiante, quando olhou para Liliane e perguntou: Mam?e, eles foram embora, certo? Ao ver a filha feliz, Liliane tamb¨¦m sorriu e assentiu: ¨C Sim, mam?e os enviou todos para o tio policial. ¨C Que bom! ¨C Aliceemorou. Mam?e ¨¦ incrivel! Mam?e ¨¦ incr¨ªvel demais! Os vil?es finalmente se foram! Nosso ninho voltou a ser aconchegante! Alice puxoun para se sentar no tapete e continuou a construir a casa. Liliane se sentou no sof¨¢, aproveitando o ambiente familiar alegre por um momento. Em seguida, abriu o calend¨¢rio do celr e olhou para a pr¨®xima semana, marcada em vermelho. Na segunda¨Cfeira, no momento do anivers¨¢rio do Gilberto, seria o dia em que Mavis cairiapletamente no abismo! No hospital. O Sr. Guilherme estava Miguel para uma refei??o. Ap¨®s Miguel terminar de ¨C Miguel. Miguel se virou para o Sr. Guilherme, respeitosamente respondendo: ¨C Pai Voc¨º est¨¢ em boa forma hoje. Agora, posso perguntar o que queria. Como voc¨º e William se encontraram? Miguel baixou os olhos. ¨C Pai, essa situa??o ¨¦ minha culpa. O que William fezigo tamb¨¦m ¨¦ justificado. Guilherme sentiu uma grande tristeza. ¨C Miguel, n?o fale assim. Voc¨º n?o fez nada de errado! Eu te enviei para o exterior todos esses anos, o que j¨¢ deveria ser suficiente para te punir! Uma sombra maliciosa cruzou rapidamente os olhos de Miguel, mas seus l¨¢bios se curvaram em um sorriso amargo. ¨C Pai, n?o culpe mais William. Afinal, ele ¨¦ meu irm?o. Esta situa??o ¨¦ realmente minha culpa. Eu acidentalmente puxei a mulher que ele gosta. ¨C A mulher que ele gosta? ¨C A express?o de Guilherme ficou fria. ¨C Voc¨º est¨¢ fndo da Liliane, certo? Miguel levantou os olhos, fingindo n?o saber. ¨C Liliane? Esse ¨¦ o nome d? SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is Chapter 327 Cap¨ªtulo 327 O Sr. Guilherme disse friamente: ¨C Apenas uma sedutora que sabe usar o rosto para atrair homens! ¨C ¨C Pai. Miguel suspirou. n?o ¨¦o voc¨º diz. Eu a encontrei duas vezes e parece ser uma mulher gentil e bonita. Guilherme franziu a testa. ¨C Miguel, voc¨º n?o est¨¢ interessado n, est¨¢? ¨C Pai,o eu poderia roubar a mulher que est¨¢ no cora??o do meu irm?o? Miguel respondeu um sorriso, mas havia uma sensa??o de perda em seus olhos. Descontente, Guilherme apertou a x¨ªcara em suas m?os ¨C Uma mulher sem status ou sse. N?o vou permitir que entre na fam¨ªlia Gabaldo! Se voc¨º gosta d, apenas brinque, mas n?o se case! ¨C Pai, tem alguma r??o William? ¨C Miguel perguntou. ¨C Nenhuma r??o! Apenas uma amante quem William brincou! ¨C O Sr. Guilherme respondeu com desd¨¦m. Depois de dizer isso, ele estreitou ligeiramente os olhos e olhou para MiguelContent held by N?velDrama.Org. ¨C Miguel, n?o se interesse por esse tipo de mulher! Desculpe, pai, talvez eu v¨¢ te decepcionar. Miguel falou em voz baixa O Sr. Guilherme ficou chocado, uma leve raiva: H¨¢ tantas mulheres no mundo, por que ficar obcecado por ? Pai, eu tamb¨¦m n?o acredito em amor ¨¤ primeira vista, mas os fatos est?o diante de mim. Eu me apaixonei por e quero a conquistar. tem uma crian?a! Eu posso amar tudo n. Guilherme ficou profundamente chocado. Afinal, o que essa mulher, Liliane, tinha para fazer seus dois filhos se apaixonarem por ? Olhando para a express?o firme e s¨¦ria de seu filho mais velho, ele sentiu seu cora??o amolecer. Afinal, ele tinha sido injusto Miguel. Se Miguel realmente gostasse d, ele poderia recuar um pouco. ¨C Est¨¢ bem, v¨¢ em frente. Essa mulher ¨¦ dificil, ent?o se esforce. ¨C Guilherme disse. ¨C Obrigado, pai. ¨C Miguel se curvou levemente. Quando o pai n?o estava olhando, um sorriso frio apareceu nos olhos de Miguel. No dia seguinte, enquanto Liliane levava as crian?as para a esc, recebeu uma liga??o de Marc. atendeu e Marc exmou animada: ¨C Liliane, querida! Voc¨º est¨¢ famosa agora! T¨¢ inte lenta ou encontrou um novo amor e esqueceu do antigo? ¨C Liliane perguntou. Que chatice! ¨C Marc fez bico. Eu seria capaz de trocar uma amiga por um ¨C ¨C homem? Voc¨º vai participar do evento ¨¤ noite, n?o ¨¦? Ouvi fr que v¨¢rios estilistas famosos tamb¨¦m estar?o presentes! ¨C Voc¨º vai? ¨C Liliane perguntou de volta. ro! Marc estava empolgada. Sempre que tem um evento, estou l¨¢. Lembra de caprichar no visual ¨¤ noite, quem sabe n?o atrai um rapaz gato! Voc¨º deveria levar as coisas mais a s¨¦rio. N?o esque?a que eu tenho o Carlos. ¨C Liliane brincou. ¨C Voc¨º me fez lembrar!¨C Marc disse. Esse Carlos est¨¢ sempre indo para o ¨C exterior. Ser¨¢ que ele encontrou uma mulher l¨¢ fora? Ele n?o ¨¦ desse tipo. Quem sabe, homens podem mudar. Voc¨ºs se fram nos ¨²ltimos tempos? +15 BOHUS e Carlos realmente n?o seunicaram por um tempo.. Vendo Liliane em sil¨ºncio, Marc continuou: Olha s¨® para voc¨º, n?o consegue responder, n?o ¨¦? N?o seunicar n?o ¨¦ normal! ¨C N?o ¨¦ isso, ¨¦ que eu n?o penso assim. Como voc¨º sabe, eu s¨® sinto uma d¨ªvida Carlos. Al¨¦m disso, e Carlos n?o estavam juntos agora, mesmo se estivessem, n?o teria interferido em sua liberdade pessoal. Afinal, ainda esperava que Carlos encontrasse algu¨¦m que ele realmente amasse para passar o resto da vida. Algu¨¦m que o amasse de volta, ao contr¨¢rio d mesma, que n?o conseguia se apaixonar por ele. Tudo bem, tudo bem, n?o vou me intrometer nisso. Ah, ali¨¢s, reserve um tempo para mim nos pr¨®ximos dias, est¨¢ bem? Marc disse. Chapter 328 Cap¨ªtulo 328 Liliane mal teve tempo de processar. ¡°Amanh??¡± Ao verificar o calend¨¢rio, percebeu que no dia seguinte era o anivers¨¢rio de Marc! Se sentindo culpada, disse: ¨C Desculpe, quase esqueci do seu anivers¨¢rio. Como voc¨º gostaria deemorar desta vez? ¨C Voc¨º est¨¢ muito ocupada! Ocupada demais para se lembrar de mim! Diga,o voc¨º vai mepensar? ¨C Marc respondeu. Liliane pensou por um momento e sugeriu: ¨C Que tal irmos para Acampamento Mursa? Vou ligar para l¨¢ agora e pedir para prepararem barracas e churrasqueiras. ¨C Est¨¢ bem! ¨C Concordou Marc. ¨C Vamos discutir os detalhes mais tarde! ¨C Boa ideia. Ap¨®s encerrar a chamada, seus dois filhos se aproximaram d. Alice sorriu maliciosamente: Mam?e, posso ir tamb¨¦m? ro! Mam?e vai dar uma folga para voc¨º e seu irm?o amanh? e vamos sair paral rxar um pouco. estava muito ocupada ultimamente e negligenciou apanhia dos filhos. Raramente conseguia rxar, certamente devia os levar para brincar um pouco. ¨C ¨C Bom!!! Exmou animada Alice, enquanto dava um beijo forte no rosto de Liliane. T?o ¨¢vida por divers?o. Ianentou um sorriso nos l¨¢bios, provocando intencionalmente. ¨C Irm?o, por favor, cale a boca! Depois de deixar as crian?as na entrada da creche, Liliane se encontrou Breno saindo do carro. hesitou por um momento e depois se aproximou: Breno. Breno se virou ao ouvir a voz, olhando para Liliane os olhos brilhantes e cheios de anima??o. Mam?e. Liliane se inclinou: ¨C Breno, amanh? mam?e vai te levar para sair e se divertir, o que voc¨º acha? Breno apertou os l¨¢bios, uma express?o sombria, sussurrando: N?o sei se papai vai concordar¡­ ¨C Deixa isso a mam?e, a mam?e vai te levar para o Acampamento Mursa. Os olhos escuros de Breno brilharam. S¨¦rio? Sim! Liliane disse. Espere a mam?e te enviar mensagem ¨¤ noite. Combinado. Observando as crian?as entrarem na creche, Liliane voltou ao carro e encontrou o WhatsApp de William. Depois de pensar por um momento, decidiu enviar um emoji sorridente para sondar o humor de William. Afinal, nos ¨²ltimos dias, havia dito coisas desagrad¨¢veis a ele. Ao mesmo tempo, na Novitex. William tinha acabado de chegar ¨¤ empresa e recebeu uma mensagem de Liliane no WhatsApp. Uma express?o de surpresa apareceu em seus olhos, por que Liliane de repente enviou mensagem para ele? William rapidamente abriu a jan de conversa e, ao ver o sorriso enviado por Liliane, n?o p?de deixar de franzir a testa. Aodo dele, Jorge estava bastante intrigado. Como ¨¦ que o Sr. William conseguiu mudar de humor em t?o pouco tempo? Ele perguntou cautelosamente: Sr. William, aconteceu algo? William colocou o celr dedo e levantou a cabe?a para perguntar em resposta: ¨C O que significa quando algu¨¦m de repente te envia um emoji sorrindo? Jorge ficou em sil¨ºncio. Esse ¡°algu¨¦m¡± deveria ser a Srta. Liliane, certo? A Srta. Liliane mandou uma mensagem para o Sr. William? E ainda enviou um emoji N?velDrama.Org (C) content. sorrindo? Dizem na inte que esse tipo de sorriso agora ¨¦ chamado de sorriso da morte. ¨C Jorge especulou. O rosto atraente de William ficou ligeiramente r¨ªgido. Ser¨¢ que Liliane ainda estava preocupada o incidente em que ele a abra?ou? A express?o de William ficou fria. ¡°O que foi?¡± Ao ver a resposta de William, Liliane entendeu que o humor dele deveria estar razoavelmente bom. Sem rodeios, Liliane disse: ¡°Nos pr¨®ximos dois dias, eu gostaria de tirar uma folga para Breno e levar ele para espairecer.¡± A express?o do sorriso de Breno apareceu na mente de William. Se Breno estava se divertindo tanto Liliane, ele n?o iria interferir. ¡°Pode levar, mas h¨¢ coisas entre n¨®s que n?o precisam ser levadas t?o a s¨¦rio¡°, William respondeu. Liliane ficou momentaneamente at?nita: ¡°N?o entendi o que voc¨º quer dizer.¡± William enviou: ¡°O que aconteceu anteontem.¡± Liliane riu desconfortavelmente: ¡°Sr. William, por favor, n?o traga ¨¤ tona quest?es desnecess¨¢rias e sem sentido! Obrigada!¡± O rosto atraente de William ficou mais frio: ¡°N?o ¨¦ isso que o seu emoji sorriso significa?¡± ¡°Eu nunca pensei que sua imagina??o fosse t?o f¨¦rtil!¡°, Liliane exmou. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! Chapter 329 Cap¨ªtulo 329 Ao perceber isso, William teve uma epifania. O sorriso de Liliane era apenas uma sauda??o cordial! William ergueu abruptamente a cabe?a,n?ando um olhar frio para Jorge, uma express?o desconfort¨¢vel e g¨¦lida, dif¨ªcil de descrever! Jorge estavapletamente confuso e n?o entendia o que estava acontecendo. ais tarde. Liliane entregou as crian?as a Eduardo, trocou para um vestido noturno e aplicou uma maquiagem suave. panhada por Kerry, se dirigiram para buscar Lisa. Quando chegaram ao local, j¨¢ eram seis horas. Assim que Lisa saiu do carro, partiu sozinha para procurar algu¨¦m para conversar ou para admirar a exposi??o. Liliane olhou para Kerry resignada: ¨C Parece que Lisa ainda n?o est¨¢ disposta a conversarigo. Kerry ficou sem pvras, observando as costas de Lisa um leve tremor nos l¨¢bios. Essa mulher ¨¦ realmente dif¨ªcil! Nos pr¨®ximos dias, vou encontrar uma maneira de atrair para a empresa! ¨C Lili! ¨C De repente, a voz de Marc soou atr¨¢s de Liliane. Liliane se virou e viu Marc vestindo um vestido vermelho vibrante. sorriu e disse: Ainda acho que o vermelhobina muito contigo, fica t?o bonito. Kerry tamb¨¦m levantou o polegar em aprova??o, elogiando: Marc, voc¨º est¨¢ parecendo uma rosa vermelha esta noite! Marc, orgulhosa, levantou o queixo. ¨C ¨¦ ro que¡­ ¨C Oh, eu n?o posso acreditar no que estou vendo! n?o ¨¦ aqu amante que desapareceu h¨¢ cinco anos, Liliane, certo?! Antes que Marc pudesse concluir, um tom zombeteiro ecoou. Os tr¨¨s dirigiram seus olhares na dire??o do som e viram duas mulheres, surpresas, olhando desd¨¦m para Liliane, seus olhos expressavam desprezo. N?o fale isso. pode n?o ser quem voc¨º pensa, talvez apenas se pare?a . ¨C Rid¨ªculo,o poderia ser t?o parecida? Acha que mudar de nome a tornaria capaz de esconder o passado sujo! ¨C n?o est¨¢ suja agora. Nestes ¨²ltimos dias, tem sido o centro das aten??es nas redes sociais. Quem sabe est¨¢ envolvida algum empres¨¢rio rico de novo? Desapareceu por cinco anos e ainda consegue ter uma empresa?! Ridiculo! ¨C ¨¦ astuta, possui habilidades que n¨®s, mulheresuns, n?o temos. Liliane olhou para s sem express?o, esse cen¨¢rio era algo que j¨¢ esperava. Marc as encarou raiva. Voc¨ºs¡­ Antes que pudesse concluir, Liliane segurou a m?o d. ¨C N?o se exalte. Liliane sussurrou. Marc, indignada, disse: ¨C s est?o se achando muito! ¨C N?o podemos impedir que algumas pessoas jovens tenham uma vis?o t?o estreita, certo? ¨C Voc¨º est¨¢ dizendo que quem ¨¦ estreita de vis?o? Deixe para l¨¢, n?o vai sentir o gosto amargo toda vez que o caminh?o de lixo. passar por ? Kerry disse. ¨C Voc¨ºs! ¨C A mulher ficou o rosto distorcido de raiva. Espere at¨¦ eu rasgar a boca de voc¨ºs! Dizendo isso, levantou a m?o para atacar Liliane. Kerry instintivamente tentou intervir, mas, inesperadamente, uma sombra passou rapidamente por eles, segurando firmemente a m?o da mulher. Ao olharem para cima, viram William e Vin¨ªcius de p¨¦ diante ds. O seguran?a de William, Joaquim, estava segurando a m?o da mulher. Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Ao ver William, a mulher mudou drasticamente a express?o, puxou rapidamente a m?o de volta e lan?ou um olhar feroz para Liliane. ¨C Amante Marques! Voc¨º teve sorte desta vez! William semicerrou os olhos e Joaquim imediatamentepreendeu. Ele agarrou o cabelo da mulher e a puxou para fora. Os gritos da mulher fizeram que os convidados ao redor virassem a cabe?a, mas ao verem William, rapidamente desviaram o olhar. Afinal, ningu¨¦m se atrevia a questionar as a??es de William. Liliane olhou para ele. Obrigada. O rosto elegante de William ficou ligeiramente frio. Voc¨º sempre foi t?o eloquente. Por que ficou em sil¨ºncio agora? At¨¦ o lixo precisa ser ssificado, n?o ¨¦? ¨C Liliane sorriu. Vin¨ªcius n?o conseguiu segurar o riso, s¨® Liliane teria coragem de enfrentar ele! William ficou o rosto zangado de repente,n?ou um olhar frio para Kerry e zombou. IS HORUS Os homens ao seu redor est?o sendo trocados um por um. Voc¨º n?o tem medo de fazer Eduardo ficar ci¨²mes? Liliane respondeu sem mudar a express?o; Desde que n?o seja voc¨º, ele n?o se importar¨¢. Cap¨ªtulo 330 Chapter 330 Cap¨ªtulo 330 William riu friamente, mudando de assunto: ¨C Por que Eduardo n?o veio para te panhar em um evento t?o importanteo hoje? ¨C A exposi??o n?o ¨¦ t?o importante quanto nossos filhos, Liliane enfatizou a pvra ¡°nossos¡± um toque extra. O fogo nos olhos de William aumentou instantaneamente. Vendo isso, Vin¨ªcius rapidamente interveio. William! O desfile est¨¢ prestes ae?ar. Vamos nos sentar antes que fique muito cheio. Ao ver William sendo arrastado, Marc se aproximou para confortar Liliane. Lili, n?o se iode muito ele. Liliane recolheu seu olhar frio. Vou ao banheiro, voc¨ºs v?o na frente. ¨C Vou voc¨º! Marc, preocupada Liliane,n?ou um olhar para Kerry e a seguiu. Enquanto caminhavam em dire??o ao banheiro, Marc perguntou: Lili, posso chamar o Vinicius amanh?? Liliane parou e olhou seriamente para Marc. Ele ¨¦ seu namorado, n?o ¨¦? ¨C Sim, estamos juntos. Marc tocou o nariz nervosamente. ¨C Mas fique tranqu, vou garantir que ele mantenha segredo sobre a sa¨ªda de amanh?, escondendo isso do nosso chefe! Liliane ficou aliviada. e William pareciam ter uma ipatibilidade natural. Se n?o, por que mais as coisas teriam chegado a esse ponto e sempre terminavam Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. em confrontos quando se encontravam? Ao passar pelo ¨²ltimo estande, Liliane de repente ouviu uma reprimenda impaciente. Ao olhar, viu que uma funcion¨¢ria estava empurrando um idoso de cabelos brancos, vestido de maneira simples. ¨C Quantas vezes eu te disse? N?o use suas m?os sujas para tocar nesses tecidos! Os tecidos na exposi??o s?o caros, voc¨º pode pagar por eles? O idoso foi empurrado, lutou para se manter de p¨¦, e disse: ¨C Eles todos podem tocar, por que eu n?o posso?. ¨C Como voc¨º se atreve a perguntar isso? ¨C A funcion¨¢ria zombou. ¨C Quem voc¨º pensa que ¨¦, em que posi??o nobre est¨¢? Dizendo isso, estendeu a m?o para empurrar o idoso novamente. ¨C Eu te avisei para sair! Se n?o, n?o me culpe por chamar os seguran?as para te jogarem para fora! Marc assistiu indignada. ¨C Lili! Que tipo de pessoas s?o essas¡­ Ei?! Lili! Antes de terminar a frase, Marc viu que Liliane j¨¢ estava indo na dire??o deles. Liliane se aproximou do senhor, estendendo a m?o para o ajudar. Senhor, est¨¢ tudo bem? O idoso levantou a cabe?a e olhou para Liliane, resignado. ¨C Ah, estou bem, apenas sendo maltratado por ser idoso. Liliane sorriu e depois olhou para a arrogante funcion¨¢ria. Senhora, seuportamento ¨¦ inaceit¨¢vel. O senhor s¨® queria sentir a textura dos tecidos para verificar o conforto. N?o ¨¦ necess¨¢rio agir assim, n?o acha? A funcion¨¢ria revirou os olhos. E da¨ª? Voc¨º sabe quantos tecidos ele tocou? Sem fazer nenhum neg¨®cio, apenas estava tocando nos tecidos. Como outros clientes poderiam se interessar por nossos tecidos se alguma coisa estivesse estragada? ¨C A voz da funcion¨¢ria estava irritada. Liliane falou seriedade: ¨C Cada estande estabelecido nesta exposi??o temo principal objetivo servir os clientes. Independentemente da identidade do cliente, ¨¦ necess¨¢rio os cumprimentar e os tratar sinceridade! Voc¨º, que n?o possui nem mesmo essa habilidade b¨¢sica de atendimento ao cliente, est¨¢ realmente envergonhando a reputa??o e o nome de sua empresa. As pvras de Liliane fizeram o senhor olhar para gratid?o. ¨C Jovem, n?o precisa fr por mim. Liliane desviou o olhar para o senhor e disse: ¨C Independentemente de quem seja, se eu vir algo assim, vou fr sobre isso. Eu tamb¨¦m sou dona de uma empresa de moda e, na minha opini?o, oserciantes. devem sempre colocar os interesses do cliente em primeiro lugar. A funcion¨¢ria, repreendida, ficou vermelha de vergonha, o pesco?o tenso. disse raiva: ¨C Se voc¨ºs s?o t?o incr¨ªveis, ent?o n?o precisam olhar aqui! Voc¨ºs s?o t?o nobres, eu n?o posso atender voc¨ºs? V?o para onde quiserem! Que inferno! SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! CGET Chapter 331 Cap¨ªtulo 331 ¨C Pai! Assim que a funcion¨¢ria concluiu sua f, um grito ecoou n?o muito longe dali. Liliane e o senhor se voltaram na dire??o do som e avistaram um homem de meia- idade, elegantemente trajado em um terno, se aproximando apressadamente. Aon?ar o primeiro olhar sobre o homem, Liliane sentiu uma leve surpresa. O diretor Troy da Esc Nobre de Souza? Liliane reconheceu o diretor, o havia notado ao guiar as crian?as p esc. A institui??o, sob sua lideran?a, que abrangia desde o ensino fundamental at¨¦ o m¨¦dio, ostentava uma reputa??o internacional de renome. O diretor Troy se aproximou apressadamente do senhor, visivelmente preocupado: Pai, por que veio at¨¦ aqui sozinho? O senhor sorriu amigavelmente. ¨C Apenas dei um passeio casual e aproveitei para dar uma olhada nos novos tecidos, N?velDrama.Org (C) content. pensando em trocar os uniformes escres das crian?as por algo mais confort¨¢vel. ¨C Pai, voc¨º poderia deixar issoigo. N?o ¨¦ necess¨¢rio! ¨C O senhor interrompeu. Eu j¨¢ encontrei uma empresa de confec??o adequada! Ap¨®s dizer isso, o senhor sorriu para Liliane. ¨C Senhorita, sua empresa poderia aceitar um pequeno pedido nosso? Liliane, se recuperando da surpresa, respondeu um sorriso: ¨C Senhor, sua gentileza ¨¦ imensa. Quanto ¨¤ possibilidade de cbora??o, pe?o que primeiro conhe?a melhor nossa empresa antes de tomar uma decis?o. A funcion¨¢ria do estande ouviu a conversa entre os dois e expressou surpresa. ¨C Esse idoso realmente era o diretor de uma esc? rapidamente mudou sua atitude e se aproximou apressadamente. Desculpe, senhor, foi minha culpa. Se precisar ver os tecidos, ficarei feliz em os apresentar. O senhorn?ou um olhar leve para , a ignorando e se dirigindo ao diretor Troy. Filho, v¨¢ conversar essa senhorita. ¨¦ uma boa pessoa! ¨C ro, pai! O diretor Troy assentiu, depois olhou para Liliane. ¨C Senhorita, podemos conversar um pouco? Liliane n?o podia recusar novamente, ent?o, junto Marc, seguiu o diretor Troy para uma ¨¢rea de descanso. Em pouco mais de dez minutos, o diretor Troy j¨¢ havia decidido cborar Liliane. Ap¨®s trocarem contatos e definirem a data para assinar o contrato, Liliane e Marc sa¨ªram do local juntas. Marc ainda estava chocada. Lili, isso ¨¦ realmente um grande neg¨®cio!! Voc¨º percebeu alguma coisa? ¨C N?o percebi nada, mas entendi que as pessoas que conseguem participar deste evento s?o ou ricas ou influentes. Na verdade, eu tamb¨¦m tinha minhas inten??es ego¨ªstas, pensando que seria bom fazer alguns contatos um esfor?o m¨ªnimo. Not entanto, inesperadamente, ele era o diretor da Esc Nobre de Souza. Voc¨º disse que isso ¨¦ um grande neg¨®cio e ¨¦ verdade, mas n?o estou pensando em lucrar isso. O que quero ¨¦ uma cbora??o duradoura e construir a imagem da empresa. Marc levantou o polegar admirando. ¨C Inteligente, Lili! Agora voc¨º est¨¢ agindoo uma empres¨¢ria consciente! Liliane ergueu as sobrancelhas para Marc. ¨C Que tal considerar investir e se tornar acionista na empresa? Eu preciso de voc¨º. Marc rapidamente recusou: N?o, n?o, eu n?o tenho tanto dinheiro! ¨C Como eu poderia pedir que voc¨º investisse? Sua s¨®lida presen?a na Novitex j¨¢ ¨¦ um sinal de sua habilidade. Que tal investir suas habilidades ticas? Entraro acionista ativa, n?o ¨¦ uma boa ideia? ¨C Liliane sorriu.. Marc ficou chocada, rapidamente uma express?o agradecida surgiu em seu rosto. Lili, voc¨º ¨¦ t?o boa para mim! Se algum dia eu estiver em apuros, certeza vou me refugiar em voc¨º! Liliane n?o insistiu mais. As duas entraram na passar, procurando por Kerry e Lisa. Liliane percebeu que Kerry estava sentado n?o muito longe de William. Todas as outras cadeiras estavam ocupadas, exceto duas aodo de William. Sem outra escolha, Liliane teve que ir corajosamente Marc em dire??o a eles. Quando Liliane chegou perto, Kerry acenou rapidamente. ¨C Liliane, aqui! Chapter 332 Cap¨ªtulo 332 Assim que terminou de fr, Vinicius de repente se levantou e se sentou em outro lugar. A cadeira aodo de William estava agora vazia. Vinicius bateu na cadeira vaga, sugerindo que Marc se sentasse aodo dele. Kerry olhou para Vinicius. Voc¨º est¨¢ fazendo de prop¨®sito, n?o est¨¢? ¨C N?o h¨¢ ar¨Ccondicionado naquele lugar. Est¨¢ quente demais para mim. Kerry apertou os l¨¢bios raiva, resmungando. Voc¨º est¨¢ fazendo de prop¨®sito! Quer que Liliane se sente de prop¨®sito! Vinicius apenas sorriu provocativamente. ¨C E se voc¨º trocar de lugar? Kerry resmungou baixinho: Droga! Se Lisa n?o estivesse aqui, eu faria Liliane se sentir desconfort¨¢vel. Ao ouvir isso, Williamn?ou um olhar gdo para Kerry, um olhar cheio de frieza. Sentindo a onda de frieza, Kerry tremeu e n?o disse mais nada. Liliane deu um leve empurr?o em Marc. V¨¢ l¨¢, eu me sentarei aqui. Marc retirou o olhar provocativo de Vinicius. ¨C Est¨¢ bem, n?o brigue o chefe. Neste momento, dentro do sal?o, a m¨²sicae?ou a tocar, gradualmente quebrando a atmosfera tensa entre Liliane e William. Ap¨®s um momento, William disse a voz rouca: Parab¨¦ns, voc¨º conduziu essa batalha muito bem. N?o ¨¦ ¨¤ toa que voc¨º ficou ao meudo por tr¨ºs anos. ¨C Essa ¨²ltima frase carrega um pouco de elogio pr¨®prio, n?o ¨¦? ¨C Liliane concordou. ¨C N?o ¨¦ mesmo? ¨C William sorriu. Voc¨º j¨¢ viu eu treinar algum in¨²til? ¨C Voc¨º n?o treinou in¨²teis, mas n?o adianta treinar algu¨¦m sem c¨¦rebro. Em vez de dizer que voc¨º me treinou, ¨¦ melhor dizer que eu, discernimento, escolhi voc¨ºo meu chefe por tr¨ºs anos. William, saiba que ter um chefeo voc¨º ¨¦ dif¨ªcil de lidar! A express?o facial de William ficou ligeiramente sombria. ¨C Se fosse outra pessoa, voc¨º tamb¨¦m se dedicaria assim seu corpo? Liliane respondeu calmamente: Voc¨º n?o conhece meu car¨¢ter? Eu s¨® me importo dinheiro, n?o ¨¦? Algumas pvras podem enganar os outros, mas n?o a mim. Afinal, naqu ¨¦poca, ¨C no olhar que voc¨ºn?ou para mim estava ramente escrito tr¨ºs pvras: eu te amo. ¡°Sem vergonha!¡± Liliane amaldi?oou internamente raiva: Content held by N?velDrama.Org. William, voc¨º est¨¢ se amando demais! ¨C Eu nunca diria algo que n?o tenho certeza. ¨C Disse William elegancia. Percebendo a frustra??o na voz de Liliane, William levantou levemente os l¨¢bios, fndo suavemente: ¨C Voc¨º n?o acha que apenas os fracos evitam seus pr¨®prios sentimentos cegamente? Irritada, Liliane retrucou: ¨C Essa afirma??o ¨¦ mais adequada para voc¨º! Foi voc¨º quem me procurou durante cinco anos, n?o o contr¨¢rio! William olhou intensamente, um leve toque de raiva e amargura. ¨C Voc¨º parece muito ra sobre isso! ¨C E dai? De qualquer forma, eu j¨¢ me afasteipletamente de voc¨º! ¨C Mesmo que voc¨º saiba que Breno ¨¦ seu filho, voc¨º n?o mudaria de ideia? ¨C William perguntou em voz fria. Liliane parou por um momento antes de dizer: Se voc¨º permitir, n?o me importo em pegar Breno e dar a ele uma fam¨ªliapleta. O rosto afiado de William se contraiu instantaneamente. Voc¨º quer que meu filho reconhe?a Eduardoo pai? ¨C ¨C Por que n?o? Liliane disse. Ele trataria Breno ainda melhor,o se fosse seu pr¨®prio filho! ¨C Liliane, n?o v¨¢ longe demais! Uma chama de raiva se acendeu nos olhos profundos de William. Liliane desafiadoramente encontrou o olhar furioso dele: Foi voc¨º quem fez meu filho reconhecer Maviso m?e, n?o foi? William, o que eu fiz de errado? ramente, foi voc¨º quem tratou mal Breno e o transformou na pessoa que ele ¨¦ agora! Eu odeio sua neglig¨ºnciao pai! Eu odeio que, antes, voc¨º contrva Breno ¨¤ for?a e n?o permitia que ele me visse! ¡°Estrondo¡± Um enorme tiro ecoou exatamente quando Liliane terminou de fr. A express?o de William mudou e ele rapidamente se moveu em dire??o a Liliane, a protegendo debaixo de si. A passar instantaneamente mergulhou no caos, gritos ecoando por todo o lugar. O rosto de Liliane ficou p¨¢lido, tremendo enquanto segurava firmemente as roupas de William. GET IT Chapter 333 Cap¨ªtulo 333 Imediatamente, mais dois disparos ecoaram. Liliane ficou t?o assustada que gritou em voz alta, enquanto William, uma express?o fria, agarrou o bra?o d e a puxou para se agachar no ch?o. Os convidados ao redor entraram em panico, derrubando cadeiras e colidindo em todos os lugares. William abra?ou firmemente Liliane, a protegendo em seus bra?os, e falou extrema calma: ¨C N?o tenha medo, vou te levar para fora! Os gritos de surpresa de Vinicius ecoaram: William, cuidado atr¨¢s de voc¨º! Ao ouvir o som, William se virou abruptamente e viu um homem magro segurando uma faca afiada, avan?ando na dire??o deles. William puxou Liliane rapidamente, a protegendo atr¨¢s de si mesmo, enquanto o homem a faca cortava ferozmente o bra?o de William. Com os olhos de Lilianepletamente arregdos, exmou: ¨C William! O homem que empunhava a faca gritava loucamente: ¨C Voc¨ºs todos devem morrer, todos voc¨ºs capitalistas malditos! Eu vou matar todos. voc¨ºs! William, uma express?o g¨¦lida, cobriu o bra?o ferido, e antes que o homem empunhasse a faca novamente, ele levantou a perna e chutou violentamente o peito do agressor. Esse chute derrubou diretamente o agressor. Rapidamente, os seguran?as correram at¨¦ William, agindo prontamente para conter o agressor. O seguran?a Joaquim, um olhar de remorso, baixou a cabe?a e disse: Sr. William, chegamos tarde demais! William falou frieza: Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¨C Leve ele para a delegacia! N?o precisamos o levar para lidar isso? ¨C Joaquim, estava confuso, perguntou. N?o ¨¦ direcionado a mim. Leve ele para a delegacia e deixe a pol¨ªcia lidar isso. William respondeu friamente. ¨C Entendido! Joaquim assentiu. Liliane se aproximou rapidamente para verificar o ferimento sangrento no bra?o de William. se esfor?ava para manter a calma, mas suas m?os tremiam incontrvelmente. William olhou profundamente para e disse: ¨C N?o tenha medo. Os olhos de Liliane ficaram subitamente vermelhos. Incapaz de contrr o temperamento, gritou: Voc¨º ¨¦ est¨²pido? Havia ramente uma chance de evitar. Por que voc¨º se colocou. em uma situa??o perigosa? Depois de gritar, Liliane, irritada, desviou o olhar e mordeu o l¨¢bio inferior, abrindo a manga da camisa de William. Em seguida, rasgou rapidamente um peda?o de tecido do vestido, improvisando grosseiramente um curativo para estancar o sangramento. Ao ver a express?o preocupada de Liliane, os l¨¢bios de William se curvaram em um sorriso: Eu n?o quero que voc¨º se machuque. ? BONUS Liliane de repente puxou a m?o, uma emo??o areda subiu em seu cora??o. Lagrimas surgiram em seus olhos e, a cabe?a baixa murmurou: -N?o queio ouvir voc¨º fr! William riu, olhando nos olhos de Liliane ternura Esta bem, n?o vou fr. N?o longe dali, Marc se acalmou e estava prestes a procurar Liliane quando foi arrastada por Vinicius. Marc o encarou ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo? Quero ver a Lili! Vinicius inclinou a cabe?a na dire??o de William e Liliane. ¨C Neste momento, ¨¦ melhor n?o os perturbar. Marc afastou a m?o de Vinicius. ¨C Voc¨º realmente ¨¦ um bom amigo do chefe! Vinicius arqueou as sobrancelhas, estendeu a m?o e abra?ou Marc suas m?os grandes acariciavam as costas d. ¨C Voc¨º ficou assustada, n?o foi? Marc realmente ficou assustada e, quando Vinicius a questionou, e?ou a chorar ali mesmo. ¨C E assustador demais¡­ Vinicius¡­ O som dos tiros estava bem perto, eu pensei que ia morrer. Vinte minutos depois.¡± Liliane e os outros panharam William ao hospital para tratar do ferimento. A resposta de Joaquim foi rapida, dizendo que o agressor estava agindoo um ato de vingan?a contra a sociedade. Todos ficaram em sil¨ºncio, ninguem queria mencionar novamente o incidente que os assustou Liliane de repente puxou a m?o, uma emo??o azeda subiu em seu cora??o. L¨¢grimas surgiram em seus olhos e, a cabe?a baixa, murmurou: ¨C N?o queio ouvir voc¨º fr! William riu, olhando nos olhos de Liliane ternura. Esta bem, n?o vou fr. N?o longe dali, Marc se acalmou e estava prestes a procurar Liliane quando foi arrastada por Vin¨ªcius. Marc o encarou. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo? Quero ver a Lili! Vinicius inclinou a cabe?a na dire??o de William e Liliane. ¨C Neste momento, ¨¦ melhor n?o os perturbar. Marc afastou a m?o de Vin¨ªcius. Voc¨º realmente ¨¦ um bom amigo do chefe! Vinicius arqueou as sobrancelhas, estendeu a m?o e abra?ou Marc, suas m?os grandes acariciavam as costas d. ¨C Voc¨º ficou assustada, n?o foi? Marc realmente ficou assustada e, quando Vinicius a questionou, e?ou a chorar ali mesmo. ¨C ¨¦ assustador demais¡­ Vin¨ªcius¡­ O som dos tiros estava bem perto, eu pensei que ia morrer. Vinte minutos depois. Liliane e os outros panharam William ao hospital para tratar do ferimento. A resposta de Joaquim foi r¨¢pida, dizendo que o agressor estava agindoo um ato de vingan?a contra a sociedade. Todos ficaram em sil¨ºncio, ningu¨¦m queria mencionar novamente o incidente que os assustou. A ferida de William n?o era grave, mas ainda assim levou cinco pontos. Ao sa¨ªrem do hospital, Liliane disse: Vou voltar para casa primeiro. William n?o impediu, apenas acenou a cabe?a enquanto observava Liliane se afastar. Marc tamb¨¦m foi levada de volta para casa por Vinicius, enquanto ele pr¨®prio ficava para panhar William. Vin¨ªcius olhou interesse para William. ¨C Parece que Liliane ainda tem sentimentos por voc¨º, n?o ¨¦? ¨C Voc¨º acha que estou cego? ¨C William perguntou friamente. Chapter 334 Cap¨ªtulo 334 Vinicius franziu a testa, insatisfeito e disse: ¨C Ei, no passado voc¨º n?o olhava para Liliane esse olhar t?o frio! N?o me enoje. ¨C William lhen?ou um olhar de desprezo. S¨® estou brincando. De qualquer forma, considerando a sua les?o, vou te dar uma informa??o. ¨C Vin¨ªcius sorriu.. Chega de rodeios, diga logo! ¨C Os olhos de William estreitaram ligeiramente. Amanh?, Liliane vai panhar Marc para celebrar o anivers¨¢rio d. O local ¨¦ no Acampamento Mursa. Corro o risco de terminar Marc por te contar essa not¨ªcia. Tem mais alguma coisa para dizer? Vin¨ªcius olhou para ele desconfian?a. ¨C Voc¨º n?o vai? William permaneceu em sil¨ºncio, depois se virou e saiu do carro, deixando Vin¨ªcius para tr¨¢s. Jardim Azul. Depois de voltar para casa, William perguntou a Breno, que estava cochndo na s de estar: ¨C Por que ainda n?o dormiu? Breno acordou rapidamente ao ouvir a voz: ¨C Estava esperando o papai. ¨C J¨¢ est¨¢ tarde, deveria dormir. Amanh?, vou te panhar para encontrar sua m?e. Breno ficou momentaneamente surpreso. Antes que ele pudesse responder, William continuou: ¨C N?o recuse! N?o conte nada! Breno apertou os l¨¢bios, obrigado a baixar os olhos. Em seguida, ele viu o bra?o de William enfaixado. ¨C Papai, voc¨º se machucou? ¨C Breno levantou os olhos, preocupado, perguntando. Foi para proteger sua m?e. Ao ouvir isso, Breno perguntou ansiosamente: Aconteceu alguma coisa? Minha m?e est¨¢ bem? ¨¦ s¨® n que voc¨º pensa? ¨C A express?o de William escureceu um pouco. Breno bn?ou a cabe?a, respondendo honestamente: N?o¡­ William, satisfeito, desviou o olhar e estava prestes a subir quando parou abruptamente, olhando para Breno surpresa. Breno, voc¨º emagreceu? ¨C William perguntou, semicerrando os olhos. Breno reagiu devagar.. -Eu n?o sei. William franziu a testa. ¨C ¨C Aida feita p empregada n?o est¨¢ boa? Breno negou apressadamente. N?o, eu vouer mais. H¨¢ algum lugar onde voc¨º n?o se sente bem? Breno abaixou os olhos e murmurou: ¨C N?o¡­. Na verdade, sim. Ele tinha estado facilmente sonolento recentemente, se sentindo cansado em tudo o que fazia e sem apetite paraer. Ele tamb¨¦m tinha ca¨ªdo e a ferida continuou sangrando por um longo tempo. Ele n?o sabiao contar isso ao pai e n?o queria que o pai se preocupe¡­ Se houver alguma coisa desconfort¨¢vel, me diga o mais cedo possivel. William falou suavemente. Breno sentiu um calor no cora??o. Seu pai estava preocupado ele. Est¨¢ bem, entendi. Mans?o Baia Assim que Liliane chegou em casa, recebeu um e¨Cmail desconhecido. Dentro havia um arquivo contendo tecidos e materiais dif¨ªceis de encontrar no mercado. Al¨¦m disso, havia algumas pvras. ¡°Nix, eu sou Lisa. Serafim ¨¦ linda, mas tamb¨¦m est¨¢ cheio de perigos.¡± ¡°Originalmente nejava fr sobre os tecidos depois de passar alguns dias, mas ap¨®s o incidente desta noite, n?o consigo mais esperar. Decidi voltar para o pa¨ªs Y hoje mesmo! ¡± ¡°Nix, desejo que sua empresa prospere e aguardo ansiosamente v¨º atingir o topo internacional! ¡± Ao ver a mensagem de Lisa, Liliane sorriu aliviada e respondeu: ¡°Obrigada, Lisa. Se tivermos a oportunidade de nos encontrar novamente, eu a convidarei para jantar.¡± Liliane acabou de responder, quando Kerry entrou p porta. Vendo que estava parada, sorrindo, Kerry torceu os l¨¢bios e disse: Content held by N?velDrama.Org. Nix, n?o me diga qu¨¦ se apaixonou por ele de novo! * Liliane ficou momentaneamente at?nita, levantou os olhos para Kerry e disse: O que voc¨º est¨¢ fndo? Kerry apontou para os pr¨®prios olhos: Eu vi tudo! Voc¨º chorou por causa dele novamente! Liliane se sentiu constrangida: Seu foco de aten??o ¨¦ realmente peculiar. Eu estava assustada, est¨¢ bem? ¨C Mas suas a??es revram tudo. ¨C Ainda n?o consigo chegar ao ponto de simplesmente deixar para l¨¢ esse rcionamento. N?o seja t e esque?ao ele te tratou no in¨ªcio! Eu sei, n?o importa o que aconte?a, vou manter minha posi??o firme. GET IT Chapter 335 Cap¨ªtulo 335 ¨C Est¨¢ bem! N?o esque?a o que disse, sen?o voc¨º ser¨¢ a ferida novamente. Kerry disse. Liliane concordou a cabe?a e subiu para o quarto das crian?as. Neste momento, Eduardo ainda estava contando hist¨®rias suavemente para os dois. Quando viu Liliane abrir a porta e entrar, ele imediatamente fez um gesto para ficar quieta. Em seguida, colocou o livro dedo, saiu do quarto calma e fechou a ports de fr Liliane. ¨C Lili, voc¨º parece muito mal, o que aconteceu? ¨C Perguntou Eduardo,. preocupa??o. Liliane tocou o rosto e disse diretamente: N?o ¨¦ nada, apenas um bandido apareceu na exposi??o. Bandido?! antes A voz suave de Eduardo aumentou, ele imediatamente segurou Liliane e a examinou. Voc¨º se machucou? Liliane segurou o bra?o de Eduardo. Estou bem, n?o se preocupe, no m¨¢ximo foi um susto. Que bom que n?o aconteceu nada, voc¨º me assustou. Eduardo suspirou aliviado. Liliane sorriu e depois disse: J¨¢ estamos chegando ¨¤ pr¨®xima semana. A express?o de Eduardo ficou s¨¦ria: -Eu sei, vou pessoalmente preparar a festa de anivers¨¢rio do av? e a cara feia de Mavis ser¨¢ exposta ao p¨²blico.. Quanto a esse assunto, Liliane ainda n?o estava totalmente tranqu: Eu sempre sinto que isso n?o ¨¦ t?o simples, voc¨º entende? Eduardo acariciou afetuosamente a ponta do nariz de Liliane: ¨C Lili, ¨¦ porque voc¨º passou por muitos momentos dif¨ªceis recentemente. nejamos isso por um bom tempo, n?o haver¨¢ problemas. Fique tranqu. ¨C Mas eu sinto que n?o ¨¦ suficiente. Liliane franziu a testa. At¨¦ agora, a ¨²nica ¨C ¨C acusa??o que podemos fazer contra ¨¦ a falsifica??o de identidade. Em r??o ¨¤s maldades que fez contra mim, nossas evid¨ºncias n?o s?o suficientes. ¨C Todas as coisas devem ser feitas passo a passo. A falsifica??o de identidade e o sequestro das crian?as j¨¢ s?o suficientes para arruinar a reputa??o d. Sem o av?o apoio, voc¨º acha que ainda ser¨¢ capaz de causar problemas? Liliane ficou em sil¨ºncio por um momento. ¨C Bem, por enquanto, s¨® podemos fazer isso. Est¨¢ bem, voc¨º tamb¨¦m est¨¢ cansada, v¨¢ tomar um banho e descansar, eu tenho que ir embora. Bom, cuide¨Cse no caminho. Sim. Onze horas da noite. Liliane estava se preparando para dormir quando Carlos enviou uma mensagem. abriu a mensagem e viu documentos de estudo e ument¨¢rio. ¡°Desculpe, estive muito ocupado ultimamente e n?o consegui te enviar mensagens. Vi as not¨ªcias sobre o problema na sua empresa e sobre seus parentes. Quando eu voltar, vou te levar para sair e rxar um pouco. Ao ver a mensagem, Liliane n?o sabia ao certo o que sentir. As condol¨ºncias e preocupa??es de Carlos realmente a deixaram uma sensa??o de calor, mas na mente d, as pvras de Marc continuavam a ressoar. Liliane suspirou e respondeu ¨¤ mensagem. ¡°A situa??o j¨¢ foi resolvida sucesso. Foque em seus estudos, n?o precisa se preocupar muito com o que est¨¢ acontecendo.¡± Logo, Carlos respondeu: ¡°N?o esque?a de cuidar de si mesma. Ainda n?o tenho certeza da data exata da minha volta para pa¨ªs.¡± Liliane enviou: ¡°Est¨¢ bem, vou dormir agora. Boa noite.¡± ¡°Sim, boa noite.¡± No dia seguinte. Liliane acordou as crian?as cedo, ap¨®s o caf¨¦ da manh?, se preparou para buscar Breno. Antes de sair, ligou para Breno, que atendeu rapidamente. M?e. ¨C Disse Breno uma voz cansada. Percebendo algo errado, Liliane perguntou apressadamente: Breno, o que aconteceu? Breno rapidamente recuperou o animo. Est¨¢ tudo bem, m?e. Apenas acordei agora, ainda n?o me despertei totalmente. Liliane suspirou aliviada. ¨®timo, estou indo te buscar. Voc¨º se levanta ee alguma coisa, est¨¢ bem? Bem¡­ Eu¡­ Eu vou por conta pr¨®pria. Respondeu Breno, olhando para William, que estava descendo. Ao ouvir isso, Liliane concordou: ¨C Certo, ent?o eu te esperarei no acampamento. N?o se esque?a de vestir um casaco quente. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¨C Entendi, m?e. Chapter 336 Cap¨ªtulo 336 Uma hora depois, Liliane e as crian?as chegaram primeiro ao base de acampamento. O Acampamento Mursa, de vasta extens?o, oferecia uma variedade de atividades. recreativas. Ao passarem pelo campo de equita??o, Alice apontou animada para um potrinho e disse: ¨C Mam?e, posso dar um passeio neste potrinho? Liliane, segurando a m?o de Alice, caminhou lentamente e respondeu: ¨C ro, mas temos que esperar a Marc chegar primeiro. Ian de repente interrompeu, olhando para a frente: est¨¢ chegando. Liliane olhou na dire??o indicada e viu Marc correndo em sua dire??o, puxando Vin¨ªcius consigo e chamando animadamente. Quando chegaram perto, Marc, ainda ofegante, disse: N?o estamos atrasados, n¨¦? N?o, voc¨ºs n?o est?o atrasados, apenas um pouco fora do hor¨¢rio. ¨C Ian disse, sorrindo elegantemente e provocando Marc. Marc olhou para ele raiva: Voc¨º realmente tem o jeito do seu pai! Mal as pvras foram ditas, Vin¨ªciusn?ou um olhar suspeito paran, que j¨¢ havia retirado o sorriso. Cada gesto da crian?a lembrava muito William. Onde estava a semelhan?a Eduardo em sua maneira de agir? Ao notar o olhar fixo de Vin¨ªcius em Ian, Liliane sentiu seu cora??o batero um tambor, temendo que Vin¨ªcius descobrisse algo. Marc, percebendo seu erro anterior, tentou desviar a aten??o, perguntando: Vin¨ªcius! Voc¨º sabe andar a cavalo? Vin¨ªcius desviou seus pensamentos e levantou as sobrancelhas, dizendo: Tenho andado bastante ultimamente. Voc¨º n?o tem andado¡­ Marce?ou a dizer, mas ficou vermelha de repente. Com indigna??o, estendeu a m?o e deu um tapa em Vin¨ªcius, dizendo: ¨C Voc¨º est¨¢ louco! Voc¨º ¨¦ o cavalo! Observando a brincadeira entre os dois, Liliane refletiu consigo mesma. Liliane conduziu as crian?as e Marc em dire??o ao acampamento. Ao saber que Vin¨ªcius estava indo, Liliane havia reservado uma tenda adicional. Quando chegaram, Liliane parou abruptamente ao ver William em p¨¦ em frente ¨¤ tenda, observando os funcion¨¢rios trabalhando. Liliane ficou surpresa e olhou para Marc em busca de explica??es. Marc tamb¨¦m ficou at?nita, se virou para Vin¨ªcius e o encarou: ¨C Vin¨ªcius! Voc¨º est¨¢ traindo minha confian?a?! Vin¨ªcius respondeu tranqumente uma mentira: Eu n?o sei, talvez William tenha feito algum truque. Ao ouvir isso, Liliane suspirou. n?o tinha motivo para o expulsar agora, afinal, era o anivers¨¢rio de Marc. Al¨¦m disso, ele havia levado uma facada na noite anterior para proteger . Enquanto todos se aproximavam, Liliane chamou Breno: ¨C Breno. Breno se virou ao ouvir, soltando a m?o de William e indo em dire??o a Liliane, expressando culpa: ¨C Mam?e, papai¡­ Eu¡­ ¡ª Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¨C N?o se preocupe. Interrompeu Liliane. ¨C Desde que voc¨º esteja aqui e se divirta, est¨¢ tudo bem. Breno assentiu e olhou paran e Alice, que estavam encarando William desagrado. Por um momento, ele reprimiu o impulso de fr seus irm?os mais novos. Alice, o rosto corado, fez um som de desd¨¦m ao olhar para William. Em seguida, foi segurar a m?o de Breno: Breno, vamos brincar dentro da tenda! Ao ver os tr¨ºs irm?os passando, William franziu levemente as sobrancelhas. Ian e Alice, afinal, de onde vinha todo esse ressentimento contra ele? William desviou o olhar e se dirigiu a Liliane, que estava aodo da churrasqueira, fndo friamente: ¨C Voc¨º n?o acha que a atitude de Ian e Alice em r??o ¨¤s pessoas est¨¢ um pouco ruim? Liliane mexia no carv?o tranqumente e disse serenamente: Normalmente, eles n?o s?o assim. Se est?o agindo assim, deve ser apenas uma quest?o de tratamento diferenciado. Tratamento diferenciado? ¨C William riu friamente. Eu n?o acho que tenha feito alguma coisa para eles. Liliane parou o movimento das m?os e olhou para ele: Pode ser que voc¨º n?o ache, mas as crian?as acham. ¨¦ raro todos n¨®s sairmos. para se divertir. Se voc¨º veio, n?o fique a¨ª essa cara chateada. Terminando, Liliane voltou a mexer no carv?o, mas mesmo ap¨®s um tempo, n?o conseguiu acender o fogo. Marc, que estava estendendo a toalha de piquenique, viu a situa??o e se aproximou para ajudar. No entanto, Vin¨ªcius a segurou e disse: Se concentre em uma coisa de cada vez. Ele n?o queria que estragasse a oportunidade de William e Liliane conversarem. #25 BONUS ¨C Chapter 337 Cap¨ªtulo 337 Marc, irritada, deu um pis?o no p¨¦ de Vin¨ªcius: N?o pense que eu n?o entendi o que quis dizer! Vin¨ªcius esfregou a parte de tr¨¢s do p¨¦, fazendo uma careta: ¨C N?o pode aprender a ser uma dama? Est¨¢ me desprezando?! ¨C Marc aumentou o tom de voz. ¨C Sou assim, por que eu deveria aprender a ser uma dama? Se gosta de damas, por que ainda est¨¢ me perseguindo? Vin¨ªcius, n?o me iode hoje! Vendo Marc novamente irritada por causa dele, Vin¨ªcius imediatamente sorriu e se desculpou: ¨C Est¨¢ bem, est¨¢ bem, eu estava errado. Venha aqui, um abra?o. Marc bufou os l¨¢bios, mas em um piscar de olhos se entregou aos bra?os de Vin¨ªcius. Liliane e William, ao testemunharem a cena, ficaram perplexos. Os olhos de William estavam cheios de desd¨¦m. Ele se virou, pegou o pegador da m?o de Liliane e disse: Eu fa?o isso. Liliane, se sentindo constrangida, foi para odoer frutas. Na tenda. Os tr¨ºs pequenos estavam sentados frente a frente. Alice cruzou os bra?os, olhando seriamente para Breno. ¨C Irm?o, a Alice acha que voc¨º est¨¢ prestes a se tornar um traidor! Breno explicou em voz baixa: ¨C N?o, eu n?o disse nada. Foi o papai quem disse que queria me trazer aqui e n?o me deixou recusar. Para evitar que Alice ficasse brava, Breno falou mais do que o habitual. Ian olhou para Alice e¡¯a aconselhou uma voz pregui?osa: ¨C Alice, n?o adianta ficar raiva agora que todos est?o aqui. Que tal brincarmos felizes? De jeito nenhum! ¨C Alice disse raiva. ¨C Da ¨²ltima vez, o papai n?o fez nada quando voc¨º estava em perigo! Eu o odeio! Embora realmente quisesse o pai, ele era muito insens¨ªvel. Seria melhor n?o o ter por perto! Ian deitou dedo, apoiando a cabe?a. Ent?o, o que voc¨º sugere que devemos fazer? Alice piscou os olhos grandes, pensou por um momento e subitamente se endireitou. ¨C Eu tenho uma ideia! Que ideia? ¨C Ian perguntou surpreso Alice se levantou e foi em dire??o ¨¤ sa¨ªda da te?da. Venhamigo! Os tr¨ºs pequenos sa¨ªram da tenda, Alice olhou ao redor antes de se dirigir para outra tenda. Ian e Breno trocaram olhares antes de a seguir. Alice se aproximou de uma mulher mais rechonchuda, puxou sua roupa e docemente chamou: ¨C Tia. A mulher rechonchuda abaixou a cabe?a e, ao ver uma garotinha t?o ador¨¢vel, imediatamente se agachou sorrindo, perguntando: O que h¨¢, menina? Alice apontou a m?o na dire??o de William, que estava acendendo o fogo, dizendo: ¨C Tia, voc¨º viu aquele homem l¨¢? A mulher rechonchuda seguiu o olhar de Alice. O cara de terno bonit?o? Alice assentiu vigorosamente. ¨C Sim! Ele acabou de me mandar aqui para perguntar se a tia pode o ajudar a acender o fogo. Terminando, Alice puxou a manga da mulher rechonchuda, os olhos. brilhando de inoc¨ºncia, e disse: Tia, voc¨º pode o ajudar? Se n?o conseguirmos acender o fogo, vamos ficar fome. Ao ver a situa??o, a mulher rechonchuda corou levemente: Isso, isso n?o ¨¦ muito adequado, n?o ¨¦? O amigo da mulher rechonchuda interveio: ¨C V¨¢ l¨¢. A pessoa pediu para a crian?a te procurar, certamente est¨¢ interessada em voc¨º! A mulher rechonchuda ficou ainda mais vermelha: ¨C Bem, est¨¢ bem ent?o. Vou l¨¢ ajudar. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Alice riu astutamente: ¨C Obrigada, tia. A mulher rechonchuda respondeu um ¡°de nada¡± e se dirigiu a William. Ian franziu a testa enquanto puxava Alice para odo. Alice, n?o ¨¦ certo brincar os sentimentos dos outros. Alice fez beicinho. Eu s¨® n?o quero que meu pai esteja aqui! Ian, uma express?o s¨¦ria, repreendeu: ¨C Voc¨º pode n?o gostar dele, mas n?o pode envolver outras pessoas. Se a m?e descobrir, certeza vai te repreender. Os olhos de Alice ficaram vermelhos. Desculpe, irm?o, eu sei que errei, mas eu j¨¢ disse¡­. Breno suspirou aodo. ¨C Alice, pe?a desculpas. Alice olhou para a mulher rechonchuda que j¨¢ estava aodo de William e disse: ¨C Ainda d¨¢ tempo? ¨C D¨¢ tempo! ¨C Ian e Breno disseram em un¨ªssono. Chapter 338 Cap¨ªtulo 338 Alice ainda estava indecisa sobreo se desculpar quando a mulher rechonchuda tomou a iniciativa. ¨C ¨C Bonit?o, vou te ajudar a acender o fogo. Disse , olhando para William, e seu rosto instantaneamente corou de timidez. William, desconfiado, encarou a mulher que apareceu de repente. Antes que pudesse dizer algo, a mulher rechonchuda agarrou a m?o de William. Ele imediatamente retirou a m?o, olhando para com desagrado, e advertiu friamente: N?o mexaigo! A mulher rechonchuda olhou novamente para William, envergonhada, e deu um leve tapa no bra?o dele. ¨C Oh, n?o seja t?o reservado, eu entendo. William franziu a testa. Voc¨º entende o qu¨º?! A mulher rechonchuda, o rosto corado, reprimiu um sorriso, usando o pr¨®prio corpo para se encostar em William. ¨C ¨¦, eu entendo o que voc¨º quer dizer. N?o precisa ficar envergonhado. Ao ver essa cena, Liliane e os outros ficarampletamente atordoados. O que diabos est¨¢ acontecendo? Marc exmou: Meu Deus, o chefe tem um charme t?o grande que consegue fazer uma mulher vir ajudar voluntariamente? ¨C Voc¨º n?o acha a express?o atual do William engra?ada? ¨C Vinicius segurou o riso. Marc olhou cuidadosamente para o chefe o rosto escurecido, n?o conseguiu se conter e soltou uma risada. Esse charme maldito do chefe! Liliane n?o achou engra?ado. Pelo contr¨¢rio, achou a chegada da mulher um tanto estranha. ¨C Pensando nisso, Liliane olhou na dire??o para onde a mulher estava indo e, muito longe dali, viu Alice sendo.puxada de volta por Ian. n?o Ao ver a express?o magoada no rosto de Alice, Liliane imediatamente entendeu a situa??o. se levantou uma express?o s¨¦ria e foi at¨¦ Alice. Alice deu um pulo e, olhos cheios de l¨¢grimas, olhou para Liliane. ¨C Mam?e¡­ Liliane franziu a testa, abaixando a voz de forma severa: ¨C Alice, a senhora que veio aqui foi ideia sua, n?o foi? Alice deixou l¨¢grimas ca¨ªrem e disse tristeza: ¨C Mam?e, eu errei, eu sei que eu estava errada¡­ Liliane sentiu uma onda de raiva subindo de repente. Alice, voc¨º tem ideia do qu?o terr¨ªvel foi o seuportamento? Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Alice foi repreendida e chorou imediatamente. Mam?e, ¨¦ s¨® porque eu n?o gosto que ele esteja aqui, ¨¦ por isso que agi assim¡­ -Mesmo assim, n?o ¨¦ permitido agir assim! ¨C Liliane n?o estava acostumada esse comportamento. Alice precisava mudar esse temperamento, caso contr¨¢rio, poderia fazer algo ainda mais s¨¦rio da pr¨®xima vez! Mam?e¡­ Ele n?o trata voc¨º bem, por que voc¨º o suporta aqui¡­ A m?o pequena e fofa de Alice continuava a enxugar as l¨¢grimas. ¨C Hoje ¨¦ anivers¨¢rio da madrinha e ainda n?o disse nada. Por que eu deveria of expulsar? Al¨¦m disso, se voc¨º n?o gosta de algu¨¦m, pode simplesmente n?o fr ele, ignore, em vez de envolver pessoas inocentes! ¨C Liliane repreendeu. O choro de Alice atraiu a aten??o de Marc e Vin¨ªcius, ambos olharam na dire??o d. At¨¦ William foi atra¨ªdo pelo choro de Alice. Vendo o rosto vermelho e aflito da crian?a e sua respira??o entrecortada, William sentiuo se seu cora??o tivesse sido apertado por uma grande m?o. Uma sensa??o inexplic¨¢vel de afli??o o deixou perturbado. Ele se sentiu desconfort¨¢vel ao ver as l¨¢grimas nas crian?as de Liliane e Eduardo porque? Marc se apressou at¨¦ Alice e, rapidamente, a pegou nos bra?os, perguntando a Liliane: ¨C Lili, por que est¨¢ repreendendo Alice? O rosto de Liliane estava sombrio e ao pensar noportamento de sua filha h¨¢ pouco, se sentiu irritada e culpada. Vendo que Liliane n?o respondia, Marc perguntou a Alice: ¨C Alice, diga para a madrinha, afinal, o que aconteceu? Alice engasgou e disse: tia. Eu fez algo errado, a mam?e est¨¢ certa. Preciso ir pedir desculpas para aqu Marc ficou surpresa, ent?o aqu mulher foi a Alice que trouxe¡­ Essa menina, n?o ¨¦ de admirar que tenha sido repreendida, Liliane ¨¦ a pessoa que menos tolera esse tipo de coisa. ¨C N?o chore mais, Alice. V¨¢ se desculpar, a madrinha vai te levar para andar a cavalo mais tarde, est¨¢ bem? Marc consolou.. Chapter 339 Cap¨ªtulo 339 Alice enxugou as l¨¢grimas e saiu de cima de Marc, solu?ando e caminhou at¨¦ a mulher rechonchuda. A mulher olhou surpresa para Alice. ¨C Querida, por que est¨¢ chorando? Alice, solu?os, disse: Desculpe tia, eu menti para voc¨º. N?o foi ele quem queria te ver, eu disse de prop¨®sito. Desculpe. A mulher rechonchuda respondeu: ¨C Isso ¨¦ uma coisa pequena, n?o se preocupe. J¨¢ que o fogo est¨¢ aceso, vou embora ent?o. N?o precisa chorar, querida. Liliane foi at¨¦ a mulher rechonchuda, se curvou ligeiramente e disse: ¨C Desculpe, minha filha causou problemas para voc¨º. N?o tem problema! N?o se preocupe! ¨C A mulher rechonchuda acenou a m?o e partiu. Liliane olhou para Alice. ¨C Ainda h¨¢ um pedido de desculpas. Content held by N?velDrama.Org. Alice, o rosto 1. re. se virou para William e disse: ¨C Descul¡­ Desculpe! Ap¨®s essa sequ¨ºncia de eventos, William tamb¨¦m entendeu. Ele levantou a m?o, hesitou por um momento e acabou colocando a grande palma de sua m?o na cabe?a de Alice. nar Sua voz, carregada de uma rara gentileza, disse: Est¨¢ bem, n?o chore mais. O pequeno corpo de Alice ficou subitamente r¨ªgido e o som do choro se reduziu a solu?os. A m?o do pai, estava calorosa e suave, at¨¦ mesmo seus movimentos eram leves. Alice levantou a cabe?a, observando William p primeira vez de maneira s¨¦ria. No entanto, apenas um olhar, se perdeu nos olhos de William, que eram O pai parecia diferente do que era antes¡­ At¨¦ que William franziu levemente a testa, ent?o Alice abaixou rapidamente a cabe?a e correu para dentro da barraca. Liliane seguiu atr¨¢s e, depois de repreender Alice, tamb¨¦m se sentiu preocupada. Agora era necess¨¢rio conversar seriamente Alice. ro Ao meio¨Cdia, ap¨®ser o churrasco e descansar por um momento, o grupo se dirigiu para o campo de equita??o. Liliane sabia montar, n?o era a primeira vez que participava dessa atividade. Ao escolher os cavalos, Liliane conversou o treinador para selecionar tr¨ºs potros d¨®ceis para as tr¨ºs crian?as. Depois de dar algumas voltas eles, Liliane finalmente foi escolher seu pr¨®prio cavalo. Ao entrar no est¨¢bulo, Liliane olhou ao redor e escolheu um cavalo branco. Ap¨®s a equipe de trabalho ajudar a retirar o cavalo, Liliane se virou e montou nele. O funcion¨¢rio perguntou: ¨C Senhora, voc¨º sabe andar a cavalo? Nosso treinador de cavalos n?o est¨¢ dispon¨ªvel agora. Liliane olhou para o cavalo d¨®cil sob e respondeu calma: N?o tem problema, consigo montar sozinha. ¨C Ok, tudo bem ent?o. Em seguida, entregou as r¨¦deas para Liliane. Liliane deu uma leve batida na barriga do cavalo, que respondeu alguns resmungos antes de sair a galope. Quando Liliane partiu, de repente, veio um grito de n?o muito longe. ¨C Espere! O funcion¨¢rio olhou para o treinador de cavalos rec¨¦m¨Cchegado e disse: ¨C J¨¢ foi embora, n?o vai conseguir ouvir chamando assim. O treinador de cavalos olhou irritado para o funcion¨¢rio. ¨C Voc¨º est¨¢ louco, escolheu esse cavalo para cliente? O funcion¨¢rio estava perplexo. ¨C O que h¨¢ de errado este cavalo? O treinador de cavalos explicou: ¨C Voc¨º acabou de chegar, n?o sabe! Este cavalo ¨¦ o mais arisco que temos aqui! Pessoas que n?o t¨ºm habilidades avan?adas de equita??o simplesmente n?o conseguem o contrr! Uma vez que ele come?a a correr, fica totalmente fora de controle! O funcion¨¢rio ficou p¨¢lido e apavorado: Eu n?o sabia disso! O que devemos fazer agora? O treinador de cavalos praguejou baixinho: Caramba! Que situa??oplicada! Vou correndo ver se consigo parar ele! Dizendo isso, o treinador de cavalos entrou apressadamente no est¨¢bulo. No ponto de descanso, Marc tomou um grande gole de ¨¢gua e remou: ¨C Andar a cavalo ¨¦ realmente um trabalho ¨¢rduo, estou exausta. Vin¨ªcius deu um tapinha no assento aodo dele: ¨C Ent?o senta e descansa, assista ¨¤ sua amiga se destacar. Marc se sentou de uma vez e olhou para Liliane, que estava elegantemente. montada em um cavalo branco no campo de equita??o, orgulhosamente elogiando: -Realmente, ¨¦ minha Lili, monta t?o bem! Ao contr¨¢rio de certas pessoas, que nem ousam subir no dorso de um cavalo! Depois de fr, Ma?ou um olhar de desprezo para Vin¨ªcius. Vin¨ªcius, por¨¦m, apontou o dedo para William, dizendo: ¨C Aqui ainda tem algu¨¦m que n?o sobe em um cavalo. N?o estou sozinho nessa. Cap¨ªtulo 340 Chapter 340 Cap¨ªtulo 340 Voc¨º est¨¢ entediado? ¨C Williamn?ou um olhar frio para Vin¨ªcius. Ai, eu s¨® estava brincando, cara. ¨C Vin¨ªcius esfregou o nariz. ¨C O treinador de cavalos est¨¢ perseguindo Liliane? ¨C Marc perguntou surpresa. William e Vin¨ªcius olharam juntos para o treinador de cavalos e perceberam que algo estava errado ao ver a express?o ansiosa em seu rosto. Logo depois, dois outros treinadores de cavalos montaram e se juntaram ¨¤ persegui??o saindo do est¨¢bulo. Diante dessa cena, William se levantou abruptamente de sua posi??o, indo na dire??o do funcion¨¢rio com uma express?o sombria. Vin¨ªcius e Marc apressadamente o seguiram. Chegando na frente do funcion¨¢rio, William perguntou voz g¨¦lida: ¨C O que est¨¢ acontecendo? O funcion¨¢rio tremia enquanto dizia: O cavalo daqu senhora ¨¦ o mais arisco do est¨¢bulo¡­. Antes que o funcion¨¢rio pudesse terminar, um estrondo alto veio de longe, panhado pelos gritos de Liliane. William e os outros se viraram rapidamente e viram que o cavalo branco, Liliane a bordo, j¨¢ havia galopado para fora do campo de equita??o. William apertou os l¨¢bios firmeza e disse friamente: ¨C Voc¨ºs cuidem das crian?as! Dito isso, ele entrou rapidamente no est¨¢bulo, pegou um cavalo e, agilidade, montou nele. Sem hesitar, ele partiu na dire??o em que Liliane tinha ido. ¨C ¨C William! Sua ferida ainda n?o est¨¢ curada! Quando Vin¨ªcius percebeu, gritou alto, mas William j¨¢ estava cavalgando para fora. Marc estava agitada. Vin¨ªcius! Vin¨ªcius, v¨¢ pegar o carro do acampamento! Vamos procurar eles! A dire??o para onde a Lili foi n?o est¨¢ longe daqui e ¨¦ perto da floresta! F¨¢cil de se perder! ¨C Floresta?! Vin¨ªcius ficou atordoado por um momento. Certo! Entendi! Neste momento¡­ Liliane, montada no cavalo em disparada, estava praticamente apavorada. Seus ¨®rg?os internos pareciam prestes a se desintegrar a viol¨ºncia dos pulos. tentou apertar as r¨¦deas, mas sua for?a era insuficiente para contrr of cavalo. Tentar puxar para odo poderia facilmente an?ar para fora! Ao observar a paisagem passando velozmente ao redor e sentir a dor das folhas. batendo contra , Liliane ficou cada vez mais assustada e desesperada. Liliane! No meio do assobio do vento, de repente veio o grito de William. Liliane n?o se atreveu a olhar para tr¨¢s, apenas respondeu tremendo: William! N?o venha atr¨¢s de mim! William franziu as sobrancelhas, apertou as r¨¦deas e acelerou, chegando aodo de Liliane. ne agarre a Liliane! Escute! Segure o pesco?o do crina uma m?o, depois puxe suavemente e rapidamente para a direita a outra m?o! Ao ver a figura de William se aproximando rapidamente, Liliane sentiu um aperto no cora??o. n?o teve tempo para pensar mais, s¨® podia se esfor?ar para manter a postura, fazendo o que William sugeriu. Talvez tenha aplicado for?a de maneira errada, pois assim que Liliane agarrou a crina do cavalo, ele gemeu de dor. Ele parou abruptamente, levantando a parte da frente do corpo. Liliane n?o conseguiu segurar as r¨¦deas a tempo e foin?ada para tr¨¢s pelo impulso. Os olhos de William se estreitaram, ele rapidamente levantou a perna e saltou para cima do cavalo na dire??o de Liliane. Agarrando Liliane no momento em que tocou o solo, os dois rram colina abaixo e colidiram contra uma ¨¢rvore. A intensa sensa??o de impacto fez Liliane ficar momentaneamente cega, sendo envolvida por tontura e n¨¢usea. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Mesmo assim, conseguia perceber ramente que algu¨¦m atr¨¢s d a segurava firmemente, aliviando parte de sua dor. Liliane, lutando contra a confus?o em sua cabe?a, se for?ou a se levantar e se virou para olhar para a pessoa atr¨¢s d. Viu William os olhos fechados, seu rosto estava extremamente p¨¢lido. O rosto antes bonito e sem igual agora estava marcado por pequenos cortes causados pelos galhos da ¨¢rvore. Sua camisa branca j¨¢ estava tingida de vermelho onde o sangue se infiltrou, criando manchas vermelhas.. As m?os grandes de William tamb¨¦m estavampletamente manchadas de sangue fresco. Cap¨ªtulo 341 Chapter 341 Cap¨ªtulo 341 O cora??o de Liliane apertou abruptamente, se sentou apressadamente ¨¦ gritou desespero: ¨C William? As sobrancelhas franzidas de William se mexeram um pouco. Liliane, vendo que ele ainda estava consciente, continuou chamando urg¨ºncia. ¨C William? Voc¨º pode me ouvir? Responda! William moveu os dedos algumas vezes, abrindo dif¨ªcil e lentamente os olhos. Ao ver que Liliane estava bem, a preocupa??o em seus olhos gradualmente desapareceu. N?o grite mais, eu n?o morri¡­ Ouvindo a resposta, l¨¢grimas indom¨¢veis escorregaram dos olhos de Liliane. Com a voz engasgada, perguntou: Eu n?o disse para voc¨º n?o vir? Por que n?o ouviu? William, um sorriso, falou a voz baixa e rouca: Eu n?o posso suportar te ver desaparecer da minha frente p segunda vez¡­ Liliane ficou at?nita, seu cora??o pulou duas batidas essa dera??o. Quando recuperou apostura, enxugou as l¨¢grimas do rosto e estendeu a m?o para ajudar William: Precisa se sentar primeiro, vou ver se h¨¢ mais algum ferimento. William apertou os l¨¢bios for?a, se esfor?ando para sentar. Liliane o apoiou contra a ¨¢rvore antes de se levantar para examinar seu corpo. Depois de uma r¨¢pida verifica??o, Liliane percebeu que a ferida mais grave em William era o bra?o que se rompeu novamente. Embora houvesse alguns arranh?es nas pernas, felizmente n?o havia fraturas e ele conseguia as mover. Aliviada, Liliane afastou o olhar e, ao tentar chamar ajuda, percebeu que o celr n?o estava . ¨C William. Liliane perguntou suavemente. ¨C Voc¨º trouxe o celr? William levantou os olhos e perguntou de volta: ¨C ¨C Voc¨º acha que eu teria tempo para pensar nisso? Liliane ficou em sil¨ºncio por um momento e depois disse: ¨C ¡­ Ent?o ainda consegue andar? Eles n?o podiam ficar ali por muito tempo, caso contr¨¢rio, a infec??o no bra?o de William se agravaria. William assentiu levemente e, ao se levantar, quase trope?ou devido ¨¤ dor intensa. em sua perna. Com pressa, Liliane se aproximou, segurou o bra?o de William e o apoiou no ombro. ¨C Aguente firme. Vamos dar alguns passos primeiro. William permaneceu em sil¨ºncio, observando Liliane, e depois caminhou alguns passos apoiado n antes de parar. Liliane parou de repente, se virou para o homem que estava t?o pr¨®ximo d. ¨C O que foi? A perna est¨¢ doendo? Est¨¢ chovendo. ¨C William disse suavemente. N?o procure o caminho de volta. Veja se h¨¢ algum lugar nas proximidades para se abrigar da chuva. Liliane olhou para o c¨¦u escurecendo e franziu a testa. Se chover, precisamos voltar para cuidar da ferida.. Se quiser escorregar mais algumas vezes na estrada emeada, n?o me importo que voc¨º me carregue de volta dificuldade. ¨C William falou. Bem, ele tinha um ponto. Content held by N?velDrama.Org. Liliane ajudou William a se sentar novamente. Fica aqui. Vou dar uma olhada por perto. Ao se virar para sair, William segurou Liliane pelo bra?o. Pode haver animais selvagens na floresta. Tenha cuidado. ¨C Entendi. Liliane assentiu. Observando Liliane se afastar, William instantaneamente franzia a testa de dor, levantando a m?o para cobrir a ¨¢rea na frente de seu corpo. Se ele n?o estivesse enganado, uma de suas costs estava quebrada. Ele prestou aten??o na distancia quando estava perseguindo Liliane na floresta, para sair dali, levaria bastante tempo. O corpo d era pequeno demais e ele estava tanta dor na perna que mal conseguia se mexer. Como poderia suportar ver carregar todo o peso de seu corpo? Cerca de dez minutos depois, Liliane voltou. William imediatamente escondeu a express?o de dor em seu rosto. Liliane se aproximou pesar e sentou aodo de William. N?o h¨¢ nada por perto. Vamos nos abrigar temporariamente sob esta ¨¢rvore. William se apoiou na ¨¢rvore, fechou os olhos e perguntou suavemente. Voc¨º tem medo? Aqui ¨¤ noite fica muito escuro. Liliane bn?ou a cabe?a. ¨C N?o tenho medo do escuro, mas tenho medo dos animais selvagens que voc¨º mencionou. Hmm¡­ A resposta para Liliane foi um murmurio quase inaud¨ªvel. Sentindo que algo estava errado, Liliane observou o rosto cada vez mais p¨¢lido de William preocupa??o. Chapter 342 Cap¨ªtulo 342 Liliane estendeu a m?o em dire??o ¨¤ testa de William, sentindo uma onda de calor. Imediatamente, colocou as m?os no rosto dele. William abriu os olhos lentamente. ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo? Liliane encontrou seus olhos. Sua temperatura est¨¢ alta. Minhas m?os est?o frias, estou tentando ajudar a baixar a sua febre. William soltou um leve som de desprezo entre os dentes, puxando a m?o fria de Liliane para dentro da sua pr¨®pria m?o e a cobrindo. N?o gaste energia ¨¤ toa. N?o ¨¦ em v?o! Liliane retirou a m?o e tirou seu casaco, cobrindo a cabe?a de William ele. William franziu a testa, olhando para as roupas finas de Liliane, e disse firmeza. N?velDrama.Org (C) content. Voc¨º quer congr? N?o. Liliane respondeu. ¨C S¨® n?o quero ver voc¨º morrer aqui. ¨C William abriu os olhos escuros, olhando para Liliane por um momento antes de agarrar a m?o d novamente. Liliane ficou surpresa por um momento antes de ser puxada para os bra?os dele. No pr¨®ximo instante, os l¨¢bios ligeiramente frios dele se encontraram os d. Liliane arregalou os olhos surpresa. ¨C Wi¡­William¡­ Antes que pudesse terminar a frase, William a abra?ou mais forte p cintura, aprofundando o beijo. Quando Liliane voltou a si, imediatamente empurrou o peito de William for?a, tentando se libertar. ¨C William! Voc¨º est¨¢ brincando, n?o est¨¢? Entre os l¨¢bios, William emitiu um som abafado de gemido. Ele franzia a testa intensamente, sua pele se tornava ainda mais p¨¢lida. N?o se mexa, eu quebrei uma cost. ¨C Uma cost?! As m?os de Liliane congram. Por que n?o me disse? William sorriu levemente, levantando a m?o para cobrir os l¨¢bios avermelhados. de Liliane, acariciando delicadamente. Se voc¨º quiser que eu fique inv¨¢lido, continue se movendo. Ao mesmo tempo, Vin¨ªcius e Marc, panhados por alguns funcion¨¢rios, estavam procurando por eles na floresta. Com a chuva torrencial, Marc estava trope?ando a cada passo. Vendo isso, Vin¨ªcius n?o p?de deixar de se preocupar . Voc¨º n?o pode ficar no acampamento cuidando das crian?as? Por que precisa ir? Marc olhou irritada para Vin¨ªcius. ¨C Voc¨º pode ficar quieto? Lili est¨¢ em perigo agora, eu posso n?o sair para procurar? As crian?as t¨ºm seguran?as, precisam de mais um? Se n?o encontrarmos a Lili, voc¨º n?o vai voltar para casa esta noite! ¨C Ent?o, v¨¢ devagar e tome cuidado para n?o cair! ¨C Est¨¢ escuro e voc¨º ainda quer que eu v¨¢ devagar? Lili est¨¢ sozinha! ¨C Marc continuou a gritar ao redor. ¨C Liliane! Liliane, onde voc¨º est¨¢? Me responda! Vin¨ªcius tamb¨¦m se juntou. ¨C William! William! No momento em que a voz de Vin¨ªcius surgiu, Liliane empurrou suavemente William. ¨C William! Voc¨º ouviu a voz de Vin¨ªcius? N?o. William expressou seu aborrecimento, mesmo que ele tenha ouvido, ele n?o queria admitir! Desde que ele encontrou Liliane, cinco anos depois, aunica??o deles sempre foi conflituosa. Mesmo que desta vez Liliane n?o tenha brigado ele, nem o empurrou, ele n?o queria voltar t?o cedo, mesmo que a ferida estivesse infectada. O ambiente estava muito escuro ao redor, Liliane n?o conseguia ver ramente as emo??es de William. No entanto, podia sentir que ele estava impregnado de uma aura de impaci¨ºncia. Lilianembeu os l¨¢bios, aquecidos pelo beijo de William, incapaz de entender seus pr¨®prios sentimentos. n?o se op?s, mas tamb¨¦m n?o queria continuar. Lili! Voc¨º ouviu, me responda! De repente, a voz de Marc interrompeu os pensamentos de Liliane. Liliane ficou surpresa e imediatamente ergueu a cabe?a para responder: Marc! Eu ouvi! Estou aqui! Marc, ao ouvir a resposta, correu os funcion¨¢rios na dire??o do som. Ao ver Liliane e William em um estadostim¨¢vel, Marc abra?ou Liliane ee?ou a chorar. ¨C ¨C Voc¨º me assustou muito! Pensei que n?o ia mais te ver¡­ Liliane, sem saber se ria ou chorava, deu tapinhas nas costas de Marc. ¨C Eu estou bem, n?o se preocupe. Quem est¨¢ ferido ¨¦ o William. Cap¨ªtulo 343 Chapter 343 Cap¨ªtulo 343 Content held by N?velDrama.Org. Marc soltou Liliane surpresa e rapidamente olhou para William, que tinha um semnte p¨¢lido, como se estivesse ramente iodado. perguntou baixinho: Voc¨ºs brigaram de novo? Liliane, ao lembrar do beijo recente, ficou o rosto vermelho e disse: N?o, voc¨ºs t¨ºm um ve¨ªculo do acampamento? Vamos levar ele para o hospital o mais r¨¢pido poss¨ªvel. ¨C O que aconteceu William? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, que estava prestes a apoiar William. Ele quebrou as costs, a ferida no bra?o que foi costurada se abriu e ele est¨¢ febre. Precisamos o levar para o hospital imediatamente. ¨C Liliane. respondeu. Vin¨ªcius arregalou os olhos ao olhar para William. ¨C Caramba, voc¨º n?o desmaiou? William olhou friamente para Vin¨ªcius, rangendo os dentes: Cale a boca! Vin¨ªcius n?o entendeu o que ele fez para irritar tanto esse cara. O anivers¨¢rio de Marc terminou William sendo levado para o hospital. Como as crian?as n?o podiam ficar no hospital, Marc e Vin¨ªcius os levaram de volta ¨¤ Mans?o Ba¨ªa. Liliane ficou no hospital para o panhar. O m¨¦dico informou Liliane que as les?es de William n?o se limitavam apenas ¨¤ quebra de costs. Sua perna tamb¨¦m estava lesionada, afetando m¨²sculos e ligamentos, e havia muitos cortes em todo o corpo. Ele precisava de repouso absoluto. Vendo William deitado silenciosamente na cama, recebendo soro intravenoso, Liliane sentiu uma mistura de emo??es. Se n?o fosse p interven??o de William hoje, poderia ser que que estaria deitada na cama do hospital, sem saber se estaria viva ou morta. Como poderia retribuir esse ato de sacrif¨ªcio? +25 BONUS Pensando nisso, Liliane se recostou no sof¨¢ e adormeceu profundamente. ¨¤ noite, ¨¤s nove horas. Guilherme tinha acabado de sair do quarto de Miguel quando o m¨¦dico respons¨¢vel se aproximou. O m¨¦dico encarregado entregou a Guilherme um rt¨®rio e parecia hesitante: Sr. Guilherme, por favor, d¨º uma olhada neste rt¨®rio sobre o Sr. Miguel. Guilherme percebeu a express?o preocupada do m¨¦dico e dispensou os seguran?as ao seu redor antes de examinar o rt¨®rio. Com apenas um olhar, Guilherme abriu muito os olhos. ¨C Voc¨º tem certeza de que n?o houve enganos na verifica??o? O m¨¦dico respons¨¢vel n?o ousou levantar os olhos. ¨C Sim, sim. Quando o rt¨®rio saiu, eu tamb¨¦m pensei que fosse um erro. Mas depois de v¨¢rias verifica??es, confirmamos o diagn¨®stico, por isso ousei contar a voc¨º. Guilherme segurou firmemente o rt¨®rio. ¨C Existe algum tratamento para ele? ¨C At¨¦ o momento, n?o. Mas o Sr. Miguel est¨¢ em um est¨¢gio intermedi¨¢rio, e a coopera??o dele, acredito que podemos contrr a situa??o. Guilherme jogou furiosamente o material no ch?o. a quanto custe, voc¨º deve contrr isso par Cure ele! N?o mim! Al¨¦m disso, al¨¦m de mim e da equipe de voc¨ºs, ningu¨¦m mais deve saber sobre isso! Caso contr¨¢rio, vou garantir que voc¨ºs n?o tenham lugar para se esconder! O m¨¦dico respons¨¢vel ficou p¨¢lido. ¨C Sim, n¨®s manteremos total sigilo! Fam¨ªlia Lima. Mavis estava sentada na cama, enviando mensagens para Miguel. J¨¢ tinha se passado v¨¢rios dias desde a ¨²ltima vez que trocaram mensagens, Miguel ainda n?o havia iniciado nenhum contato! Com toda a confus?o na empresa em r??o ¨¤s chaves de seguran?a, agora Miguel parecia a ignorar! N?o poderia haver algo que a deixasse satisfeita? Enquanto pensava nisso, Mavis recebeu uma mensagem. Rep¨®rter: ¡°Srta. Mavis, voc¨º mencionou anteriormente que gostaria de discutir sobre a vida privada de uma pessoa importante. Voc¨º tem tempo agora?¡± Mavis arqueou as sobrancelhas, esse rep¨®rter parecia ser algu¨¦m que entendia a situa??o! Se n?o fosse por essa pessoa, o assunto a m?e de William teria sidopletamente esquecido. Mavis respondeu: ¡°Amanh?, escolha um lugar para nos encontrarmos e conversaremos calma.¡± Rep¨®rter: ¡°Certo! Srta. Mavis, escolherei o local!¡± Mavis riu friamente, pensando: ¡°Nos dias de hoje, n?o faltavam c?es atr¨¢s de ossos! Liliane, Liliane, ser¨¢ que se eu divulgar essa not¨ªcia, William suspeitar¨¢ de voc¨º?¡± At¨¦ meia¨Cnoite, Mavis ainda n?o havia recebido uma resposta de Miguel. Quando estava Quando estava prestes a ir dormir, seu celr tocou repentinamente. Chapter 344 Cap¨ªtulo 344 Mavis ficou animada e imediatamente pegou o celr para verificar, mast descobriu que n?o era Miguel quem estava ligando, mas sim o Sr. Giovane. Content held by N?velDrama.Org. O Sr. Giovane era uma pessoa misteriosa quem nunca se encontrou pessoalmente, mas que a ajudou secretamente v¨¢rias vezes, Mavis n?o se atreveu a ser muito insolente. atendeu o telefone caut. Sr. Giovane, ainda n?o foi descansar? Ficou pregui?osa? Ou desistiu de lidar a Liliane? ¨C Sr. Giovane respondeu friamente. Mavis ficou surpresa. Antes, sempre foi quem procurou o Sr. Giovane em busca de ajuda para lidar com Liliane. Por que agora ele estava a procurando, a pedindo para enfrentar Liliane? ¨C Sr. Giovane, voc¨º me entendeu errado. Eu a detesto tanto,o eu n?o iria querer a ver morta? Apenas ainda n?o tive a oportunidade. ¨C Mavis disse cuidado. Sem oportunidade? Ser¨¢ que voc¨º n?o quer ver o William se machucar? ¨C Sr. Giovane riu friamente. Mavis ficou perplexa. Como de repente a conversa se voltou para William? N?o ¨¦ assim, Sr. Giovane. Ele me expulsou tanta crueldade,o eu poderia n?o o odiar? ¨C Mavis rapidamente se defendeu. Se ¨¦ assim, aproveite a oportunidade que voc¨º tem nas m?os para matar dois. coelhos uma cajadada. ¨C Sr. Giovane respondeu. Sr. Giovane, n?o entendo muito bem o que voc¨º quer dizer¡­ ¨C Mavis, confusa, perguntou. O Miguel n?o lhe contou sobre os escandalos da fam¨ªlia Gabaldo? Sr. Giovane riu friamente. Mavis arregalou os olhos em surpresa. Ele estava fndo sobre o segredo da m?e de William? Mas como o Sr. Giovane sabia disso? Ser¨¢ que estava sendo vigiada por ele? Mavis cobriu o peito que batia descontrdamente. Eu¡­ Eu entendi, Sr. Giovane! Sr. Giovane disse desd¨¦m: N?o me decepcione. ¨C Entendi! Ap¨®s encerrar a chamada, Mavis olhou fixamente para o celr. Este celr foi enviado a por Sr. Giovane e, ramente, estava sendo monitorado para que ele soubesse sobre o assunto. No entanto, agora n?o ousava agir precipitadamente, pois, dadas as habilidades de Sr. Giovane, temia repres¨¢lias. Por outrodo, as pvras de Sr. Giovane eram intrigantes. Parecia que ele a estava instigando a lidar rapidamente Liliane. No entanto, Mavis sentia que, se expusesse esse assunto, quem realmente seria afetado serial William. Qual seria o verdadeiro prop¨®sito de Sr. Giovane ao a ajudar sem motivo aparente? Al¨¦m disso, quem ele realmente era? Mavis pensou por um bom tempo e tomou uma decis?o, precisava descobrir quem era esse Sr. Giovane e revr sua verdadeira identidade. n?o podia permitir que ele continuasse manipndo as coisas dessa maneira! No dia seguinte. Ao acordar, William viu Liliane encolhida no sof¨¢. Ao tentar se levantar, a porta do quarto foi aberta. Jorge entrou o caf¨¦ da manh?, colocou na mesa aodo da cama e disse: Sr. William, seu caf¨¦ da manh? e da Srta. Liliane. William assentiu e disse suavemente: ¨C Cubra um cobertor. Jorge concordou e, ao pegar um cobertor aodo, Liliane abriu os olhos. N?o se iode. disse sonolenta, se sentando e olhando para William. ¨C N?o retire a agulha, deixe o medicamento terminar de ser administrado. Ao ouvir isso, William mostrou uma express?o mais suave. Sim, venha tomar o caf¨¦ da manh?. N?o, obrigada. ¨C Liliane olhou para o rel¨®gio em seu pulso. ¨C J¨¢ est¨¢ tarde, preciso ir para o escrit¨®rio. Descanse bem. Os olhos de William se tornaram frios instantaneamente. Quanto tempo leva para tomar o caf¨¦ da manh?? Ou ser¨¢ que a vice¨Cceo Kerry n?o consegue nem lidar as tarefas b¨¢sicas na empresa? Liliane parou, contrndo o impulso de rebater William. dizia a si mesma. que William a salvou, por isso, se poss¨ªvel, evitaria brigar ele. Liliane se controlou para responder: Kerry pode lidar isso, mas eu tamb¨¦m n?o posso ficar ociosa. Ontem, j¨¢ o mantive ocupado o dia inteiro. Levo o caf¨¦ da manh?igo, est¨¢ tudo bem, certo? Dizendo isso, Liliane foi at¨¦ a mesa, pegou uma sac de caf¨¦ da manh? e se preparou para sair. ¨C Voc¨º est¨¢ preocupada ele, n?o est¨¢? William, o rosto fechado, n?o conseguiu evitar a pergunta. William, voc¨º poderia ser um pouco razo¨¢vel? A irrita??o de Liliane instantaneamente se acendeu. Jorge estava segurando o cobertor aodo sem fr nada. O que era para ser uma situa??o tranqu por causa de um caf¨¦ da manh?, se tornou uma briga de novo. ¨C Afinal, sou eu quem n?o tem bom senso, ou voc¨º est¨¢ ansiosa demais para encontrar ele? S¨® se passou um dia e voc¨º j¨¢ est¨¢ impacienteo se o mundo. fosse acabar? ¨C William sorriu friamente. ¨C William, voc¨º est¨¢ doente? ¨C Liliane ficoupletamente irritada. Tem algum problema que vou para empresa? Kerry ainda precisa supervisionar al f¨¢brica. Onde est¨¢ o tempo para me distrair cuidando da empresa? Ontem eu j¨¢ havia decidido que tentaria evitar discutir voc¨º sempre que nos encontrarmos, porque voc¨º realmente salvou minha vida! Mas eu n?o esperava que voc¨º fsse de maneira t?o ofensiva, ¨¦ insuport¨¢vel! Depois de dizer isso, Liliane saiu furiosa do quarto de hospital. A temperatura no quarto caiu rapidamente para o ponto de congmento e Jorge sentiu um impulso de fugir. William olhou friamente para Jorge. Eu falei de maneira ofensiva? Jorge pensou se ele deveria responder. Ent?o, a cabe?a baixa, disse hesitante: Ir para a empresa resolver problemas ¨¦ bastante¡­. William voz baixa ordenou: Eu n?o perguntei sobre outras coisas! Jorge, quase chorando, disse: Sr. William, sua f foi realmente muito ofensiva agora. Srta. Liliane apenas queria ir para a empresa, n?o disse que iria encontrar o Kerry. Foi voc¨º quem trouxe isso ¨¤ tona¡­ ¨C n?o quis dizer isso? ¨C William franziu a testa. ¨C ¨C ¨C ¨C N?o¡­ Jorge suspirou em sil¨ºncio. Sr. William, toda vez que voc¨º acorda, n?o vai para a empresa tamb¨¦m? s¨® tem um pequeno neg¨®cio. H¨¢ algo mais importante do que os assuntos da minha empresa? ¨C Perguntou William. Ao tocar nesse ponto, Jorge ficou s¨¦rio. Sr. William, tenho que dizer que no setor de moda, o faturamento trimestral da Srta. Liliane j¨¢ ultrapassou em muito o faturamento trimestral atual da Novitex. Al¨¦m disso, as vendas dos novos designs da Novitex atingiram uma m¨ªnima hist¨®rica. A empresa de Liliane ¨¦ atualmente a que mais vendeu no trimestre na ind¨²stria global de moda? ¨C William semicerrava os olhos. ¨C Sim! A Novitex est¨¢ apenas em segundo lugar. ¨C Respondeu Jorge. ¨C O incidente. recente envolvendo Liliane causou uma grande repercuss?o. ganhou simpatia do p¨²blico, o que, ¨¦ ro, inclui a habilidade de design de Kerry. Ao ouvir isso, Williame?ou a bater lentamente os dedos que repousavam sobre as pernas. Depois de um momento, ele perguntou: ¨C Arranje uma maneira de trazer Kerry para a empresa! Jorge ficou surpreso. Sr. William, voc¨º quer continuar tentando recrutar Kerry mesmo ap¨®s o incidente a Srta. Liliane? Recrutar era um termo mais ameno, mas Sr. William ramente queria minar os nos d! William deu um sorriso frio, olhando descontente para Jorge. Voc¨º est¨¢ sugerindo que eu devo admitir que sou inferior a uma mulher? Em assuntos emocionais, posso ceder 10.000 passos a Liliane, mas no mundo dos neg¨®cios, eu n?o fa?o concess?es, n?o importa o qu?o pr¨®ximo sejamos! Al¨¦m disso, algu¨¦mo Kerry, uma vida bagun?ada, n?o ¨¦ adequado para ficar perto de Liliane o tempo todo! Jorge pensou que fazia sentido. Sr. William estava fndo de neg¨®cios e se ele tivesse que ceder em todos os aspectos rcionados a sentimentos, ele nunca teria chegado a essa posi??o hoje. ¨C Entendi, Sr. William. Vou entrar em contato Kerry agora mesmo! ¨C Jorge assentiu. Grupo TYC. Liliane tinha acabado de chegar ¨¤ empresa quando Nanda bateu na porta e entrou. Srta. Liliane, h¨¢ algu¨¦m te procurando na recep??o. ¨C Nanda rtou. Liliane ficou intrigada, pois eram apenas oito e meia da manh?. Quem poderia estar t?o cedo procurando por ? Liliane se dirigiu ¨¤ recep??o, abriu a porta e viu Marta sentada em uma cadeira, vestindo um vestido branco. Na mesa, havia uma garrafa t¨¦rmica. Ao ver Liliane, Marta pegou a garrafa t¨¦rmica e se levantou. ¨C Lili, eu trouxe sopa de gengibre para voc¨º. Liliane se aproximou e perguntou: ¨C Mar¡­ Marta, por que voc¨º veio sem me ligar antes? Marta olhou cuidadosamente para Liliane e disse: Eu te liguei, mas seu celr estava desligado. Como voc¨º n?o voltou durante at noite e ouvi dizer que voc¨º ficou na chuva ontem ¨¤ noite, perguntei ¨¤ Dra. Daise que rem¨¦dio voc¨º precisaria. Dra. Daise disse que a sopa de gengibre pode ajudar contra o frio, ent?o pedi a para preparar e trouxe para voc¨º. Chapter 345 Cap¨ªtulo 345 Liliane sentiu um calor reconfortante em seu cora??o ao receber a sopa de gengibre. pegou a tig e agradeceu: Marta, obrigada. Marta co?ou a cabe?a, sorriu timidamente e se sentou. Ficar na chuva n?o ¨¦ bom, pegar um resfriado ¨¦ ainda pior. Eu sei que tomar inje??o d¨®i muito, ent?o n?o quero que voc¨º fique doente. Liliane levantou a colher. Entendi. Mas, Marta, o William tamb¨¦m ficou na chuva e est¨¢ no hospital agora. Voc¨º n?o quer ir visitar ele? Ao mencionar William, Marta teve um momento de confus?o. Depois de pensar um minuto, disse: ¨C Meu filho? N?o se preocupe, os meninos s?o fortes, s?o as meninas que precisam de mais cuidado. Ouvindo as pvras de Marta, Liliane n?o p?de deixar de se sentir triste. Parecia que o pensamento de Marta ainda estava na infancia de William. Lilianeeu uma colherada da sopa de gengibre, sentindo o calor se espalhar da garganta at¨¦ o est?mago, aliviando a tens?o de seu corpo. Enquanto Liliane tomava, Marta a observava atentamente. Se meu filho pudesse se casar voc¨º, seria maravilhoso. ¨C De repente, Marta disse.Content held by N?velDrama.Org. Liliane parou a colher no ar, um sabor amargo nos l¨¢bios.. e William n?o tinham mais chance, mas ao responder Marta, n?o queria expressar as pvras de maneira muito dura. Liliane recusou delicadamente: ¨C Marta, William encontrar¨¢ uma nora gentil e atenciosa para voc¨º. Os olhos de Marta gradualmente perderam o brilho. ¨C Lili, eu sei que estou doente. Liliane ficou surpresa, percebendo a mudan?a de emo??o no rosto de Marta. disse: Marta, voc¨º¡­ Minha mente est¨¢ confusa. ¨C Marta sorriu contidamente. ¨C ¨¤s vezes estou l¨²cida, ¨¤s vezes estou confusa. Mas agora estou muito l¨²cida, porque toda vez que fico bicida, lembro do que aconteceu no passado. Liliane estava curiosa sobre isso, mas tamb¨¦m temia tocar em algo que pudesse. magoar Marta. Marta continuou: William teve uma vida dif¨ªcil. Aos dezesseis anos, foi for?ado a se separar de mim. Agora, ele cresceu e apareceu na minha frente, mas ele ¨¦ um estranho para mim. Posso dizer at¨¦ que n?o sinto nenhum afeto por ele. Liliane franziu a testa lentamente. Que tipo de mentalidade uma m?e deve ter para dizer que n?o sente afeto por seu pr¨®prio filho? Liliane, perplexa, perguntou: ¨C Marta, voc¨º cuidou de William at¨¦ ele ter mais de dezesseis anos, por que n?o sente afeto por ele? ¨C Se voc¨º fosse for?ada a dar ¨¤ luz uma crian?a, teria afeto por ? Marta perguntou em resposta. Liliane n?o conseguia responder a essa pergunta. n?o ousava imaginar essa possibilidade. No entanto, de acordo as pvras de Marta, Guilherme realmente poderia. ter feito algo assim. ¨C Desculpe, Marta, eu tamb¨¦m n?o tenho uma resposta para essa pergunta. ¨C Liliane admitiu honestamente. Marta pegou o copo e deu um gole. Eu n?o tenha afeto por William, ainda sinto remorso. Voc¨º ¨¦ uma boa garota. Se voc¨º puder cuidar dele em meu lugar, eu poderia morrer em paz. As pvras de Marta assustaram Liliane. Marta, n?o fale assim. Voc¨º viver¨¢ at¨¦ uma idade avan?ada. Voc¨º precisa entendero ¨¦ angustiante carregar mem¨®rias dolorosas. ¨C Marta sorriu mncolicamente. Liliane n?o queria explorar mais a fundo esse assunto e interrompeu imediatamente Marta. Marta, eu pedirei ¨¤ Dra. Daise para a panhar a um passeio no parque, tudo bem? Marta n?o recusou, concordando: Est¨¢ bem, v¨¢ para o trabalho. Liliane, preocupada, enviou uma mensagem para Dra. Daise: ¡°Dra. Daise, Marta estava emocionalmente est¨¢vel quando estava aqui na empresa. teve esse tipo deportamento em casa tamb¨¦m?¡± Depois de um tempo, Liliane finalmente recebeu a resposta de Dra. Daise: ¡°Sim, ¨¦ assim. Pacientes que sofreram grandes traumas muitas vezes optam por esquecer conscientemente certas mem¨®rias. Essas mem¨®rias, no entanto, permanecem profundamente enraizadas em suas mentes e podem ser evocadas. ao ver algo espec¨ªfico ou encontrar uma pessoa especial, levando a momentos de lucidez. Srta. Liliane, permita que eu seja franca. Na minha opini?o, os per¨ªodos de lucidez d n?o s?o algo positivo. Durante esses momentos, observei sintomas graves de depress?o, ansiedade e at¨¦ epis¨®dios de mania. Al¨¦m disso, durante os per¨ªodos de desorienta??o, frequentemente delira, pronunciando pvras dif¨ªceis de imaginar para a maioria das pessoas. Em r??o ao que disse, farei um rt¨®rio e o enviarei para o seu celr posteriormente.¡± Chapter 346 Cap¨ªtulo 346 Ao ler a resposta da Dra. Daise, Liliane ficou atordoada por um bom tempo. Talvez Marta evitasse retomar seu rcionamento William porque temia que o ver pudesse trazer ¨¤ tona lembran?as dolorosas do passado. ¨¤ tarde. Ap¨®s uma reuni?o na empresa, Liliane saiu mais cedo e foi ao supermercado. Comprou uma variedade de mantimentos antes de buscar as crian?as na esc. Como William estava internado, Breno ficaria na casa de Liliane por um tempo, exatamenteo desejava. Ao chegar em casa as crian?as, Marta j¨¢ estava l¨¢, recuperando sua express?o inocente e radiante. Depois de preparar uma grande variedade de pratos deliciosos para o jantar, Liliane reuniu as crian?as e Marta ¨¤ mesa. Alice, empolgada, perguntou seus grandes olhos brilhantes. ¨C Mam?e, hoje ¨¦ o anivers¨¢rio de quem? Tem tantos pratos deliciosos. Liliane riu enquanto tirava Alice da mesa. ¨C Voc¨º ainda n?ovou suas m?os sujas, n?o podeer antes disso, querida.. Alice sorriu, se virou e puxou a saia de Marta ¨C Vov¨®, vamosvar as m?os juntas. Marta prontamente segurou a m?o de Alice, trazendo tamb¨¦m Breno en consigo. ¨C Vamos, vamosvar as m?os juntos, antes deer. Ao ver Marta conduzindo as crian?as at¨¦ o banheiro, Dra. Daise se aproximou e disse algo: ¨C Se pudesse continuar assim, na verdade, seria muito bom. O que voc¨º acha, Srta. Liliane? Liliane, observando as quatro figuras se afastarem, sorriu e disse: Marta realmente se preocupa as crian?as. Se fosse poss¨ªvel, eu tamb¨¦m gostaria que ficasse aqui para sempre. Srta. Liliane, eu gostaria de tirar alguns dias de folga. ¨C Dra. Daiseentou. ¨C Quantos dias voc¨º quer tirar? ¨C Liliane ficou surpresa. Dra. Daise, um pouco t¨ªmida, respondeu: Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Vou me casar, ent?o ainda n?o tenho certeza de quanto tempo precisarei para lua de mel. a Se casar? ¨C Liliane se sentiu culpada. ¨C Pe?o desculpas, Dra. Daise, eu n?o sabia da sua situa??o e ainda a deixei ficar aqui. ¨C N?o se preocupe. Meu marido tamb¨¦m ¨¦ m¨¦dico e para n¨®s, profissionais da sa¨²de, o bem¨Cestar dos pacientes ¨¦ mais importante do que o nosso pr¨®prio. Se n?o fosse pelo casamento se aproximando, eu n?o teria pedido licen?a. Eu sei que voc¨º est¨¢ ocupada. ¨C Dra. Daise respondeu. Liliane rapidamente negou a cabe?a e disse: ¨C Voc¨º n?o precisa se preocupar os meus problemas aqui. Eu posso levar a Marta para o escrit¨®rio. Dra. Daise, s¨® um momento! Liliane subiu para o escrit¨®rio e pegou um envelope vermelho na gaveta. tamb¨¦m retirou 10 mil em dinheiro do cofre e colocou no envelope. De volta para baixo, entregou o envelope para Dra. Daise. Dra. Daise, um pequeno presente. Desejo a voc¨º felicidades no seu casamento. Dra. Daise aceitou graciosamente, agradecendo. Durante o jantar, Dra. Daise arrumou suas ms e partiu. Liliane e Marta jantaram as crian?as. Prepararam camar?es e Marta se concentrou em as descascar para as crian?as. Alice bn?ava as pernas enquantoia, muito feliz. A vov¨® tamb¨¦me, eu mesma posso descascar. ¨C N?o, n?o pode. ¨C Marta recusou. machucar as m?os pequenas da Alice. Ian suspirou. As cascas dos camar?es s?o duras e podem ¨C Vov¨®, voc¨º est¨¢ estragando a Alice assim¡­ Hmm¡­ Antes que Ian pudess¨¦ terminar a frase, Marta j¨¢ havia enfiado a carne de camar?o descascada diretamente na boca dele. Ian ficou vermelho por um momento. Em seguida, Marta tamb¨¦m alimentou Breno camar?o. Os dois pequenos ficaram sentados em seus lugares o rosto vermelho. Liliane tomava sopa, observando a cena harmoniosa ¨¤ sua frente, se sentindo um pouco nost¨¢lgica. William j¨¢ tinha sido alimentado por Marta assim quando era pequeno? Depois que Marta se foi,o ele conseguiu enfrentar a press?o de Guilherme sozinho e chegar at¨¦ hoje? Ap¨®s refletir por um momento, Liliane recuperou seus pensamentos. ¨C Chapter 347 Cap¨ªtulo 347 Neste momento, Kerry entrou p porta. Ao ver tantasidas deliciosas, ele caminhou at¨¦ Liliane remando raiva: Nix, fez tantas coisas boas paraer e nem me chamou para voltar eer! Liliane puxou a cadeira aodo d, rindo: Eu pensei que voc¨º n?o fosse voltar hoje. N?velDrama.Org (C) content. Kerry se sentou um baque. ¨C Voc¨º, mulher sem cora??o, me abandonou para sair sozinha e n?o me cumprimentou quando voltou! Correr entre a empresa e a f¨¢brica ¨¦ muito cansativo¡­ Antes que Kerry terminasse suas rema??es, Marta j¨¢ havia enfiadoida em sua boca. Kerry ficou parado, rapidamente mastigou e engoliu. Ele ainda estava um pouco intimidado por Marta, pois ainda n?o havia esquecido a ¨²ltima vez que foi sufocado. Kerry co?ou a cabe?a embara?ado ¨C Obrigado, Marta! Liliane bateu na cabe?a de Kerry. ¨C ¨¦ a m?e do William. ¨C O qu¨º?! Kerry se levantou abruptamente da cadeira, chocado, e perguntou incr¨¦dulo: A m?e do homem fedorento?! N?o chame ele asssim, sente e fale direito. ¨C Liliane cobriu os ouvidos. Kerry se sentou novamente e disse: Nix, h¨¢ quanto tempo voc¨º sabe disso? Por que n?o me contou? Eu estava me perguntando por que as crian?as mudaram at¨¦ o modo de chamar . ¨C Voc¨º n?o percebeu a mudan?a nos nomes que eles usam para chamar? ¨C Liliane olhou para ele sem pvras. Kerry resmungou: Eu pensei que voc¨ºs tivessem tido uma ideia repentina. O William sabe disso? Sabe. Liliane tomou um gole de suco de milho. ¨C Marta n?o quer ir ele. Oh, at¨¦ a pr¨®pria m?e n?o quer ir ele, parece que ele n?o ¨¦ mesmo uma boa pessoa. Kerry torceu a boca. N?o tive conclus?es precipitadas, h¨¢ coisas que voc¨º n?o entende¡­ ¨C Liliane disse. ¨C Exatamente! ¨C Antes que Liliane pudesse terminar, Alice de repente disse. ¨C N?o fique sempre fndo mal do meu pai. Todos, exceto Marta, olharam surpresos para Alice. Alice deu uma mordida na asa de frango, olhou fixamente para todos e disse: ¨C O que foi? Ian segurou o rosto macio de Alice a m?o, olhando para . ¨C Alice? Voc¨º est¨¢ se rebndo? Alice resmungou, afastando a m?o de Ian, piscando os olhos de forma nervosa: N?o ¨¦ nada! Eu s¨® acho que ele ainda ¨¦ legal. Mano, o pai salvou a m?e, e agora ele est¨¢ deitado no hospital. Kerry arregalou os olhos, olhando para Liliane. Ele a salvou? O que aconteceu? Como ¨¦ que eu n?o sei de nada? Liliane explicou para Kerry sobre o incidente no acampamento. A express?o de Kerry passou de assustado para surpreso. ¨C Caramba, ele salvou voc¨º de novo! Fndo isso, Kerry contou nos dedos. ¨C Isso significa que ele te salvou cinco vezes agora! ¨C Para ser precisa, foram quatro vezes. ¨C Liliane corrigiu. Uma vez ele me deixou sozinha na montanha. Kerry co?ou o queixo pensativo: Na verdade, n?o conta muito, nas primeiras vezes voc¨º estava em apuros por causa dele, n¨¦? Mas desta vez n?o, n?o esperava que ele ainda se importasse tanto voc¨º. Kerry percebeu que n?o soou bem ap¨®s terminar a frase. Nix, eu n?o estou defendendo ele, s¨® estou fazendo uma an¨¢lise objetiva. Eu entendo. ¨C Liliane assentiu. Todas essas coisas pareciam t?o vividas em sua mente, mas qual era o significado de fr sobre isso agora? Sentimentos sem respeito e confian?a n?o valiam a pena! Os tr¨ºs pequenos sentadosdo ado na mesa ficaram at?nitos. O pai salvou a m?e tantas vezes? Ap¨®s o jantar, Marta se sentou as crian?as para brincar os blocos de montar Lego. Quando chegou a hora, Liliane apressou as crian?as a irem para cama. Ap¨®s as ajudar a escovar os dentes e as acalmar para dormir, Liliane percebeu que Marta ainda estava sentada diante dos blocos de Lego. se aproximou e sentou aodo de Marta. ¨C Marta, voc¨º ainda n?o vai dormir? Marta bn?ou a cabe?a, olhando fixamente para os blocos de Lego. 1 Eu quero terminar de construir o ¨²ltimo telhado para Alice e os outros. ¨C Marta, voc¨º n?o conseguir¨¢ terminar esse telhado em uma noite, pelo menos. vai levar uns tr¨ºs ou quatro dias. ¨C Liliane riu. Chapter 348 Cap¨ªtulo 348 Marta, surpreendida, um toque de mncolia nos olhos, perguntou: Vai demorar tanto? Eu queria fazer Alice e os outros felizes. Liliane segurou a m?o de Marta, dizendo: ¨C Sim, vai demorar muito, ent?o, que tal subirmos para descansar? precisava levar Marta ao escrit¨®rio amanh?, ent?o n?o podiam ficar acordadas at¨¦ muito tarde. Marta olhou para Liliane um olhar suplicante. Lili, Dra. Daise foi embora, eu n?o quero dormir sozinha. Est¨¢ bem, voc¨º pode dormirigo. Liliane sorriu. Marta imediatamente se iluminou um sorriso, segurando firmemente a m?o de Liliane, ¨C ¨®timo, vamos subir! As dez da noite, em uma cafeteria. Mavis, usando ¨®culos escuros, estava sentada em uma s privativa um rep¨®rter. deu um gole em seu caf¨¦ e disse: ¨C A situa??o ¨¦ mais ou menos essa. O rep¨®rter batia nas tes do seuptop. Srta. Mavis, vamos recapitr. A m?e do CEO da Novitex, ¨¦ uma mulher diplomata. se casou Guilherme e, depois, seduziu o Sr. Miguel, levando a suportar a humilha??o e viver no exterior por mais de dez anos. Mavis, insatisfeita,rgou o caf¨¦ que segurava: Ainda h¨¢ uma parte importante, n?o h¨¢? Srta. Mavis, n?o se apresse. Eu sei que voc¨º quer que eu envolva a CEO da TYC nisso. Mas uma coisa de cada vez, difamar algu¨¦m nos coloca sob o risco de um processo. O rep¨®rter, sorriu. ¨C A quest?o ¨¦ s¨® dinheiro, n?o ¨¦? Embora isso soe rude, ¨¦ a verdade. Me diga, por quanto e quando isso pode ser publicado? ¨C Mavis riu desdenhosamente. No m¨¢ximo at¨¦ a pr¨®xima semana. Melhor ser r¨¢pido. Eu n?o gosto de esperar! Cem mil ¨¦ suficiente? ¨C ¨¦ mais do que suficiente! Ap¨®s receber o dinheiro, o rep¨®rter estendeu a m?o para Mavis: ¨C Srta. Mavis, foi um prazer cborar! Mavis lhe deu um olhar desdenhoso e se levantou, pegando sua bolsa e saindo diretamente. No hospital. William, deitado e incapaz de dormir, segurava o celr sem receber nenhuma mensagem. Ele n?o conseguia imaginar o qu?o cruel e insens¨ªvel Liliane poderia ser, partindo sem olhar para tr¨¢s. As feridas em seu corpo ainda eram resultado do que deixou para tr¨¢s. Era t?o dif¨ªcil para enviar uma mensagem de sauda??o? Aguentando a dor no peito, William se ergueu esfor?o, pegou o celr e procurou a conversa com Liliane. Ele digitou uma mensagem raiya: ¡°Voc¨º est¨¢ dormindo?¡± Depois de esperar por um longo tempo, William n?o recebeu nenhuma resposta de Liliane. Furioso, ele escreveu outra mensagem: ¡°Liliane, voc¨º ainda tem cora??o?!¡± Depois de enviar, jogou o celr na cama. Ao mesmo tempo, Jorge entrava p porta e, ao ver a cena, ficou assustado, tremendo por inteiro. Sr. William estava extremamente mal¨Chumorado, olhando para os documentos. por um tempo e depois para o celr. Content held by N?velDrama.Org. Se n?o houvesse mensagens, ele jogaria os documentos no ch?o. Jorge percebeu que Sr. William estava esperando uma mensagem de Srta. Liliane. Jorge entrou silenciosamente no quarto e William o encarou frieza. ¨C O que Liliane fez o dia todo? Sr. William, a Srta. Liliane esteve no escrit¨®rio o dia todo e depois foi buscar as crian?as. Al¨¦m disso, a Dra. Daise, que cuidava da Sra. Marta, tirou um dia de folga, ent?o Srta. Liliane ficou sozinha cuidando da Sra. Marta e das crian?as. ¨C Jorge engoliu em seco. Ao ouvir isso, a raiva no peito de William diminuiu gradualmente. estava realmente muito ocupada sozinha. Agora era tarde, talvez estivesse cansada e dormindo. Pensando nisso, William pegou o celr para tentar apagar a mensagem. No entanto, j¨¢ havia passado o tempo permitido. William se sentiu arrependido e s¨® p?de enviar outra mensagem: ¡°Tenha uma boa noite de sono!¡± Na manh? seguinte. Liliane acordou e viu as tr¨ºs mensagens enviadas por William. Todas pareciam carregadas de raiva, o que a deixou perplexa. Como ele poderia ter perdido o controle assim? Ser¨¢ que era por n?o o ter visitado? O bom humor matinal de Liliane foi totalmente destru¨ªdo e respondeu a William irrita??o. Chapter 349 Cap¨ªtulo 349 ¡°Se eu tenho cora??o? Que tal voc¨º vir cuidar dessa casa cheia de gente?¡± Liliane enviou essa mensagem antes de se levantar e se arrumar. Ap¨®s escovar os dentes, recebeu mensagem de William: ¡°Ontem ¨¤ noite, minhas pvras foram inadequadas.¡± Ao ver a mensagem, Liliane concordou internamente, inicialmente hesitante em responder. No entanto, ao notar que ele estava digitando novamente, decidiu esperar para ver o que ele diria. Depois de alguns minutos, finalmente recebeu outra mensagem: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo hoje?¡± Liliane concordou em sil¨ºncio e respondeu: ¡°O que voc¨º quer dizer isso?¡± A express?o de William ficou um pouco sombria ao ler a mensagem. Ele estava segurando a frustra??o quando respondeu: ¡°N?o vem ao hospital?¡± Liliane, apoiada na pia, respondeu de forma abafada: ¡°Voc¨º quer que eu v¨¢ ao hospital para continuar brigando voc¨º? Ouvir voc¨º fr algumas coisas sem sentido?¡± William argumentou: ¡°Voc¨º esqueceu por quem eu estou assim?¡± Liliane retrucou: ¡°¨¦ porque eu n?o estava errada. Mas suas pvras desagrad¨¢veis me desanimam. N?o tenho tanta energia para brigar voc¨º.¡± William insistiu: ¡°Eu posso n?o dizer nada!¡± Liliane, surpreendida, n?o esperava que ele fosse t?o direto essa dera??o. Originalmente, tinha a inten??o de visitar William. No entanto, ao acordar e se deparar a mensagem dele da noite anterior, decidiu n?o facilitar para ele. Agora que ele cedeu, n?o podia mais continuar pvras desagrad¨¢veis. Liliane respondeu: ¡°Vou mais tarde.¡± Material ? N?velDrama.Org. Ao ver essas tr¨ºs pvras, o rosto tenso de William rxou. Ele aceitou a sopa que Jorge trouxe e a bebeu lentamente. As oito horas. Liliane levou as crian?as para a esc Marta. Era a primeira vez que Marta participava dessa rotina e quando chegaram ¨¤ porta, foram barradas pelo seguran?a. Ao perceber a situa??o, Alice rapidamente interveio: ¨C Vov¨®, n?o precisa nos panhar, voc¨º n?o pode entrar. Marta concordou, acenou para as crian?as e disse: Sim, eu vou ficar aqui e esperar voc¨ºs entrarem. Os tr¨ºs pequenos tamb¨¦m acenaram de volta, quando n?o puderam mais a ver, Marta deu meia volta e voltou para o carro, suspirando profundamente. Liliane, perplexa, perguntou: Marta, o que est¨¢ acontecendo voc¨º? Marta levantou os olhos cheios de preocupa??o. ¨C Lili, ser¨¢ que eles v?o chorar na creche? E se nenhum amiguinho quiser brincar eles? Os professores v?o descascar camar?es para eles? V?o alimentar eles? Uma s¨¦rie de perguntas atingiram Liliane, que n?o p?de deixar de sorrir. Marta realmente era a av¨® das crian?as,partilhando os mesmos?os de sangue. se preocupava tudo. Marta, as crian?as v?o se alimentar sozinhas, na creche h¨¢ outros amiguinhos brincar e os professores cuidam deles. N?o se preocupe demais. ¨C Liliane explicou. para Marta olhou relutantemente para a creche e, a voz preocupada, disse: ¨C Tudo bem. Depois de uma reuni?o na empresa, Liliane levou Marta ao hospital. Jorge enviou uma mensagem antes de sair, informando que William j¨¢ havia sido transferido para o Hospital Santa Cruz. Ent?o, antes de visitar William, Liliane foi ver dona Lucinda. Com todos os recentes acontecimentos, mal conseguiu encontrar tempo para a visitar. Ao chegar ao ¨²ltimo andar, Liliane levou Marta para o quarto de dona Lucinda. O rosto de dona Lucinda estava amardo e parecia ter perdido muito peso. O m¨¦dico que as panhou disse: ¨C Srta. Liliane, se continuar assim, mesmo que acorde, levar¨¢ muito tempo. para se recuperar. Depois de um breve momento de sil¨ºncio, Liliane perguntou: ¨C Se eu concordar em fazer a cirurgia, quando podemose?ar? Toda a nossa equipe foi designada pelo Sr. Cheng para cuidar da Sra. Lucinda. Assim que voc¨º concordar, podemose?ar a qualquer momento. O m¨¦dico respondeu. Liliane ficou surpresa ao ver que uma equipe m¨¦dica de dez pessoas, incluindo enfermeiros, estava dispon¨ªvel no topo do pr¨¦dio. n?o esperava que William pudesse cuidar t?o bem de dona Lucinda. Chapter 350 Cap¨ªtulo 350 Liliane apertou a testa e disse: ¨C Depois de borarem o no cir¨²rgico, me forne?am um contrato. Quando eu confirmar, voc¨ºs podem prosseguir a cirurgia. Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. O m¨¦dico, ao ver Liliane concordar, parecia aliviado. ¨C ¨®timo! Marta, parada aodo da cama, olhou para dona Lucinda e perguntou: Lili, esta ¨¦ sua m?e? -N?o, ¨¦ a dona Lucinda, que cuidava de mim antes. ¨C Liliane respondeu, se sentando aodo da cama. olhou mncolicamente para dona Lucinda. ¨C Dona Lucinda ¨¦o uma fam¨ªlia para mim. Minha m?e biol¨®gica e minha madrasta j¨¢ faleceram. Cinco anos se passaram desde que Liliane partiu, agora que voltou, n?o teve coragem de ir ao t¨²mulo de sua m?e. temia que sua m?e a repreendesse por ser in¨²til, j¨¢ que ainda n?o tinha conseguido levar os assassinos ¨¤ justi?a. Se conseguisse descobrir a verdade e punir os culpados, Liliane certamente se ajoelharia diante do t¨²mulo de sua m?e, buscando consolo para a alma d. Ao ver as l¨¢grimas escorrendo pelo rosto de Liliane, Marta, preocupada, pegou um len?o para enxugar. Liliane, surpresa, levantou os olhos. Marta j¨¢ estava delicadamente acariciando o rosto frio d. ¨C Lili, n?o chore. Embora s n?o estejam mais aqui, voc¨º ainda tem a mim. Eu posso ser sua m?e, posso te trataro uma filha. ¨C Marta sorriu levemente. O sorriso de Marta era gentil e puro. Liliane, os olhos vermelhos, n?o p?de deixar de se jogar nos bra?os de Marta. Marta acariciou suavemente os longos cabelos de Liliane. ¨C Lili, n?o chore¡­. Liliane sabia que, neste momento, o cora??o de Marta estava puro e ro. ¨¤s onze horas. Liliane e Martapraram um pouco de sopa e depois foram para a suite VIP. William estava sentado na cama, lendo alguns documentos. Ao ver Liliane e Marta entrando juntas, ele ficoupletamente atordoado. M?e.. ¨C William exmou surpreso. ¨C Como voc¨º veio at¨¦ aqui? Martan?ou um leve sorriso para William e, em seguida, se sentou em sil¨ºncio no sof¨¢. Nos olhos profundos de William, passou um tra?o de solid?o. Era apenas quando as coisas estavam normais que lhe mostrava esse sorriso distante. Observando isso, Liliane se aproximou a sopa: Ainda n?o almo?ou, certo? ¨C N?o. A voz de William estava rouca. O cora??o de Liliane apertou um pouco. Marta pode n?o amar William, mas William a viao a sua ¨²nica parente verdadeira. ¨C Comprei uma por??o de sopa para voc¨º. Liliane falou novamente, quebrando a atmosfera opressiva no quarto de hospital. ¨C Voc¨º j¨¢eu? ¨C William deu uma olhada. Liliane bn?ou a cabe?a, puxou uma cadeira e se sentou aodo da cama, pegando uma faca de frutas para cortar uma ma??. ¨C Vamoser juntos primeiro. William levantou ligeiramente o bra?o e perguntou friamente: Voc¨º acha que posso segurar algo esta m?o? ¡°Quer que eu te alimente, ent?o f diretamente! Para que rodeios!¡± Liliane deixou a ma?? cair for?a, pegou uma tig, a encheu de sopa e deu a William na boca. aguentou! Afinal, William a salvou! William, irritado pelo vapor da sopa, franziu a testa descontente e olhou para Liliane. Voc¨º quer me queimar? Liliane apertou a colher, retirou a m?o, assoprou para resfriar e depois ofereceu novamente a William. Desta vez, ele ficou satisfeito, abrindo os l¨¢bios finos ee?ando aer. Marta, sentada no sof¨¢, encarava intensamente as a??es dos dois. Quanto mais olhava para os tra?os faciais de William, mais a imagem do rosto de Miguel surgia em sua mente! O rosto que lhe trouxe in¨²meros pesadelos! As m?os de Martae?aram a se cerrar, o peito subia e descia rapidamente, e a raiva nos olhos aumentou de repente. No segundo seguinte, Marta se levantou abruptamente e se atirou em dire??o a William. Chapter 351 Cap¨ªtulo 351 Liliane foi assustada pelo tumulto atr¨¢s d. Quando virou a cabe?a, Marta j¨¢ havia avan?ado e estava estrangndo William pelo pesco?o. Com os olhos arregdos, prendeu William na cama, gritando uma voz feroz: ¨C ¨¦ voc¨º! ¨¦ voc¨º! Tudo por sua culpa! Voc¨º destruiu minha vida! Voc¨º merece morrer! Morra! Liliane, apreensiva,rgou os past¨¦is e correu para perto de Marta, tentando acalmar : ¨C Marta! Ele ¨¦ William! Solte ele! William n?o se moveu, seu rosto bonito foi ficando vermelho aos poucos p falta de ar. Seus olhos profundos estavam cheios de intensa dor enquanto ele, l¨¢bios cerrados, for?ava algumas pvras: ¨C N?o machuque ! Liliane ignorou suas pvras, continuou puxando Marta e dizendo: ¨C Marta, se acalme! As costs de William est?o quebradas, voc¨º n?o pode pressionar suas pernas nele! Mas Marta n?o reagiu ¨¤s pvras de Liliane. Desesperada, Liliane correu para tocar a campainha. Logo, uma enfermeira veio correndo, ao ver a situa??o, chamou de imediato o Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. m¨¦dico. O m¨¦dico chegou um sedativo, injetou em Marta, quee?ou a rxar gradualmente, caindo ao lado de William. O m¨¦dico correu para checar William, mas ele ordenou uma voz fria: ¨C Saia! ¨C Sim, sim, Sr. William! ¨C Concordou o m¨¦dico. Dizendo isso, o m¨¦dico rapidamente saiu do quarto e fechou a porta. Ao mesmo tempo, Liliane notou as l¨¢grimas que escorriam do canto dos olhos de William, cujo olhar cinza estava desprovido de qualquer brilho. Seu peito parecia estar entupido de algod?o, tornando incapaz de respirar. Era a primeira vez que via William expressar uma emo??o t?o dolorosa. Embora ele sempre fosse firme e frio na frente d, agora parecia fr¨¢gil e vulner¨¢vel. desviou o olhar, incapaz de suportar ver mais. Acha isso rid¨ªculo? ¨C Perguntou William, uma voz rouca, rindo de maneira ir?nica. Liliane apertou os l¨¢bios, sem for?as para responder: ¡ª N?o ¨¦. N?o ¨¦? Quantas m?es voc¨º conhece que desejariam estrangr seus pr¨®prios. filhos? ¨C Questionou William, um sorriso sarc¨¢stico. Liliane olhou para ele, a express?o abatida, tentando o consr: N?o ¨¦ assim, William. N?o foi isso que Marta quis dizer. n?o estava nesse estado de esp¨ªrito quando entrou. ¨C Isso ¨¦ por causa do meu rosto, semelhante ao deles! ¨C William cerrava os dentes raiva, seu rosto estava tenso de f¨²ria. Liliane ficou em sil¨ºncio. n?o sabia o que aconteceu entre eles eo confortar ele. Liliane se aproximou, puxando Marta para a cama, em seguida, tentou ajudar William. No entanto, ele evitou a m?o de Liliane, se erguendo dificuldade. Talvez p press?o em sua ferida, seu rosto bonito estava incrivelmente p¨¢lido. ¨C V¨¢ para a empresa, depois que minha m?e acordar, vou pedir a Jorge para levar para casa. ¨C Disse William, frieza, antes de fechar os olhos.. Liliane entendeu que ele n?o queria ver ningu¨¦m naquele momento. concordou a cabe?a e saiu do quarto. Dodo de fora, Jorge estava encostado na parede. Ao ver Liliane sair, ele se levantou e disse: Srta. Liliane. Liliane acenou levemente a cabe?a, olhando para o quarto onde Marta e William estavam e disse: Marta e William est?o sob seus cuidados. Por favor, n?o deixe que Marta machuque William quando acordar¡­ A imagem de William, sem resist¨ºncia, invadiu a mente d, causando uma sensa??o de dor e sufocamento,o se fosse atingida por um martelo. Naquele momento, Liliane de repente desejou saber o que exatamente aconteceu entre eles! ¨C Pode ficar tranqu, Srta. Liliane. Concordou Jorge. Liliane se virou e deixou o local. De volta ¨¤ empresa, Liliane pediu a Nanda que convocasse uma reuni?o toda a equipe de design de moda. O Grupo TYC precisava continuar desenvolvendo os projetos. Uma reuni?o seria realizada ¨¤ tarde para selecionar e ajustar os designs. Ap¨®s uma reuni?o de uma hora, o projeto do segundo traje foi finalizado sucesso. Quando a reuni?o terminou, Liliane voltou ao escrit¨®rio os rascunhos para continuar refinando e adicionando detalhes. As tr¨ºs da tarde, Nanda bateu na porta e entrou. se aproximou de Liliane e avisou: Sra. Liliane, o diretor Troy da Esc Nobre de Souza est¨¢ procurando por voc¨º. ¨C Ele est¨¢ aqui? ¨C Perguntou Liliane, levantando os olhos. Chapter 352 Cap¨ªtulo 352 Sim, ele est¨¢ na s de espera. Devo trazer ele agora? Perguntou Nanda. Por favor, traga ele. Disse Liliane, se levantando imediatamente. Enquanto Nanda sa¨ªa para receber o diretor Troy, Liliane preparava caf¨¦. O primeiro projeto de cbora??o do Grupo TYC n?o podia ser negligenciado. Data e O diretor Troy entrou e Liliane, sorrindo, estendeu a m?o ele: Diretor Troy, ol¨¢. O diretor apertou a m?o de Liliane um sorriso, clogiando: A atmosfera na sua empresa ¨¦ muito acolhedora, Sra. Liliane. ¨C Obrigada pelos elogios. Respondeu Liliane. Os dois se sentaram no sof¨¢, Liliane serviu uma x¨ªcara de caf¨¦. Diretor Troy, tome um caf¨¦. ¨C Obrigado. Vim aqui hoje para discutir suas ideias para os uniformes de ver?o das crian?as. Disse diretor Tony. ¨C ¨C Diretor Troy, sem medo de parecer amadora, esta ¨¦ a primeira vez que eu ¨C assumo o design dos uniformes dos alunos. Por isso, gostaria de ouvir a sua opini?o. Respondeu Liliane. ¨C O diretor Troy ficou surpreso ao olhar para Liliane. era a primeira pessoa a pedir sua opini?o sobre o assunto. ¨C Qual ¨¦ a sua vis?o sobre os tecidos para roupas de ver?o? ¨C Perguntou o diretor Troy, em vez de responder diretamente. Liliane assentiu epartilhou suas ideias sobre a escolha de roupas para Alice e Ian. O diretor Troy ficou surpreso. ¨C Voc¨º tem filhos? ¨C Sim, tenho tr¨ºs. Respondeu Liliane, um sorriso suave. N?o d¨¢ para perceber. Eu pensei que voc¨º ainda n?o era casada. Quantos anos t¨ºm seus filhos? ¨C Perguntou o diretor Troy. ¨C Cinco anos. anos. ¨C Disse Liliane. Beleza! O diretor Troy perguntou novamente. ¨C O que eles gostam? Computadores. Meus dois filhos s?o talentosos em programa??o. Respondeu Liliane. Eu adoraria conhecer eles em algum momento. Disse o diretor Tony, os olhos brilhando. Com certeza. Voc¨º pode escolher o hor¨¢rio. ¨C Liliane concordou e depois acrescentou. escres. Mas agora dever¨ªamos continuar discutindo sobre os uniformes Os dois discutiram at¨¦ as quatro da tarde, quando o diretor Troy finalmente deixou a empresa. Ao mesmo tempo, Jorge ligou para Liliane. Liliane atendeu e Jorge perguntou: Srta. Liliane, Sra. Marta j¨¢ acordou. Quando voc¨º estar¨¢ dispon¨ªvel? Liliane olhou para o rel¨®gio de pulso, respondendo: Eu posso ir agora para buscar a Marta. ¨C ¨®timo, estarei a Sra. Marta esperando por voc¨º l¨¢ embaixo. Depois de desligar a liga??o, Liliane se dirigiu ao hospital para buscar Marta. Ao chegar l¨¢, Jorge entregou a exausta Marta para Liliane. Marta entrou no carro. Liliane, ao olhar para Jorge, perguntou: William est¨¢ bem? Srta. Liliane, tenho um pedido um tanto constrangedor. Disse Jorge, olhando para Liliane. ¨C Diga. ¨C Respondeu Liliane. Srta. Liliane, se voc¨º tiver tempo, poderia mandar uma mensagem para o Sr. William? Ele passou o dia todo ontem esperando sua mensagem, apenas fez uma refei??o. Hoje, s¨®eu o caf¨¦ da manh?. Assim, ele n?o conseguir¨¢ se recuperar, considerando tamb¨¦m as les?es internas que o Sr. William sofreu, ap¨®s ser repreendido pelo Sr. Guilherme. Continuou Jorge. As emo??es de Liliane, que haviam se acalmado dificuldade, foram atingidas ps pvras de Jorge. ¨C Entendi. Assim que eu deixar Marta e as crian?as em casa, trarei o jantar para ele. Disse Liliane. Naqus condi??es, s¨® podia ajudar fornecendoida. N?o havia muito mais que pudesse fazer. Ah, tudo bem¡­ ¨C Disse Jorge, surpreso. Ele n?o esperava que a Srta. Liliane fosse l¨¢ ¨¤ noite tamb¨¦m. Estaria preocupada o Sr. William? Seis horas. Liliane preparou o jantar para as crian?as e Marta,eu algumas garfadas rapidamente e depois foi preparar a refei??o de William. Kerry entrou em sil¨ºncio, vendo que Liliane j¨¢ havia preparado aida e ainda estava ocupada na cozinha, se aproximou e perguntou: ¨C G, o que voc¨º est¨¢ fazendo de novo? A apari??o repentina de Kerry fez Liliane pr, perguntando: Como voc¨º aparece do nada? ¨C ¨¦ voc¨º que est¨¢ perdida nos pensamentos! Para quem voc¨º est¨¢ cozinhando? ¨C Questionou Kerry. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. N?o ¨¦ para ningu¨¦m. Mais tarde, voc¨º leva as crian?as para dar uma volta. Disse Liliane, afastando Kerry. ¨C Pode ser, mas primeiro me diga para quem voc¨º est¨¢ cozinhando. ¨C Insistiu Kerry. ¨C ¨¦ para o William. ¨C Disse Liliane, pois n?o conseguia enganar Kerry. ¨C Por que voc¨º ainda est¨¢ correndo para cuidar dele? ¨C Perguntou Kerry, arregndo os olhos. Chapter 353 Cap¨ªtulo 353 Liliane estava prestes a fr, mas Kerry interveio: Est¨¢ certo, voc¨º pode cuidar dele em nome da amizade. Afinal, ele se machucou por voc¨º. Ao ouvir isso, Liliane suspirou aliviada, dizendo: Est¨¢ bem, n?o fique a¨ª parado. V¨¢var as m?os e jantar. ¨C Oh, v¨¢ em frente, mas n?o cause confus?o ele. ¨C Advertiu Kerry. Liliane olhou para ele sem pvras, apenas disse: Pare seus pensamentos perigosos! Dez minutos depois, Liliane preparou aida e a colocou em uma bolsa t¨¦rmica. pegou as chaves do carro e olhou para os tr¨ºs filhos, dizendo: Vou sair para ver algu¨¦m. Sejam obedientes e fiquem o Kerry e a vov¨®. Antes que as crian?as percebessem, Liliane j¨¢ tinha sa¨ªdo. Ap¨®s o jantar, as crian?as subiram rapidamente e fecharam a porta para discutir. Ian franzia a testa, dizendo: Mam?e certeza foi visitar aquele pai irrespons¨¢vel esta noite. Breno segurava a boneca de Alice, franzindo a testa e dizendo: Eu tamb¨¦m quero ver papai. Material ? N?velDrama.Org. Alice, descontra¨ªda, disse: V¨¢ em frente, n?o ¨¦ grande coisa. Ian e Breno olharam para Alice ao mesmo tempo, Ian semicerrou os olhos e Voc¨º est¨¢ agindo estranho, Alice. O rosto de Alice se contraiu ligeiramente, dizendo: Eu,o eu estou agindo estranho? Antes, voc¨º estava ainda mais relutante do que eu em deixar a mam?e encontrar o pai irrespons¨¢vel. Agora, de repente, voc¨º mudou de atitude? N?o me diga que ¨¦ porque ele salvou a mam?e. ¨C Disse Ian. A imagem de William acariciando sua cabe?a surgiu na mente de Alice. A m?o dele era grande, proporcionando a uma sensa??o de seguran?a. As orelhas pequenas de Alice coraram de leve, respondendo ¨¤ pergunta de Ian: ¨C Ian, voc¨º odeia tanto assim o pai irrespons¨¢vel? Ian respondeu francamente: ¨C N?o odeio ele tanto quanto antes, mas n?o diria que gosto dele. Com a cabe?a baixa, Alice murmurou: Eu¡­ Eu tamb¨¦m. Alice n?o ousava dizer que talvez estivessee?ando a gostar de William, tinha medo da desaprova??o de seu irm?o e m?e. Ian percebeu a mentira de Alice e sorriu elegancia, dizendo: Alice, n?o vou te impedir de gostar de quem quiser, mesmo que seja o pai irrespons¨¢vel. ¨C Mesmo? ¨C Alice levantou a cabe?a abruptamente, olhando para Ian. Ian e Breno tinham sorrisos nos olhos, achando a rea??o d ¨®bvia. No hospital. Liliane entrou no quarto de William. Ele estava digitando no notebook, ao ver Liliane, ergueu as sobrancelhas surpreso. Com a voz profunda, ele perguntou: ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? Liliane escondeu a bolsa t¨¦rmica atr¨¢s de si, perguntando: Voc¨ºeu? ¨C ¨C Ainda n?o. ¨C William viu a bolsa t¨¦rmica atr¨¢s d, perguntando. Voc¨º trouxeida? Liliane assentiu, ao ouvir que ele n?o tinhaido, finalmente pegou a bolsa t¨¦rmica e a colocou ao lado da cama. Voc¨º prefere trabalhar primeiro ouer? ¨C Perguntou Liliane. William fechou o notebook e disse calma: Vamoser primeiro. Num instante, Liliane sentiuo se estivesse de volta aodo de Williamo¡­ sua secret¨¢ria. colocou o notebook na mesa de cabeceira e tirou os pratos da bolsa t¨¦rmica, os colocando diante do homem. Ent?o, serviu uma canja e entregou a William. William franziu a testa ao olhar para os pratos simples diante dele, perguntando: ¨C ¨¦ isso que voc¨ºe em casa? Liliane olhou para ele sem pvras, explicando: Esses foram feitos especialmente para voc¨º. Voc¨º n?o podeer alimentos. pesados agora. Ao ouvir isso, William rxou a testa e seu humor melhorou. Ele n?o se importava o queia, contanto que fosse feito por . O franzir de sobrancelhas anterior foi porque pensou que n?oia bem em casa. William pegou a colher ee?ou aer devagar, enquanto Liliane se encarregava de servir mais vegetais em sua tig. Ap¨®s a refei??o, William finalmente falou: Suas habilidades culin¨¢rias ainda s?o as mesmas. Liliane, enquanto arrumava os utens¨ªlios, ficou paralisada por um momento antes de dizer: Sua observa??o tem um tom de desaprova??o. Um sorriso apareceu nos l¨¢bios de William, dizendo: Voc¨º tamb¨¦m reconhece que suas habilidades culin¨¢rias n?o s?o boas? Chapter 354 Cap¨ªtulo 354 Liliane ficou sem pvras. sabia que esse homem n?o era capaz de dizer algo gentil! Liliane, frustrada, arrumou as coisas, enquanto disse: Se n?o quiserer, n?o precisa! Poupava do trabalho de ter que prepararida, n?o tinha tanto tempo. livre! Sentindo a tens?o em Liliane, William arqueou as sobrancelhas, olhando para interesse, perguntando: Est¨¢ chateada? Liliane colocou a bolsa t¨¦rmica dedo, repreendendo: ¨C William, estou muito ocupada, est¨¢ bem? J¨¢ ¨¦ ¨®timo eu cozinhar para voc¨º, n?o precisa ficar criticando, tudo bem? William, um sorriso nos l¨¢bios, puxou Liliane para mais perto. Antes de Liliane reagir, caiu nos bra?os de William. levantou a cabe?a at?nita, encontrando os olhos profundos de William que pareciam sugar . William, um sorriso, se inclinou sussurrando uma voz suave no ouvido de Liliane: Eu s¨® estava brincando, aida est¨¢ perfeita para o meu pdar. O calor subiu rapidamente no rosto de Liliane, seu rosto ficou vermelho. Prestes a afastar William enquanto se levantava, a porta se abriu. Eles se viraram para ver Jorge, chocado, parado na porta. ¨C Eu¡­ Eu, desculpe! N?o quis atrapalhar! ¨C Disse Jorge. Dizendo isso, ele fechou rapidamente a porta. O rosto de William escureceu, Liliane se afastou dele, constrangida. ¨C J¨¢ que voc¨º est¨¢ cheio, vou embora! ¨C Liliane pegou a bolsa t¨¦rmica e saiu apressada p porta. Antes que William pudesse impedir , a porta j¨¢ estava fechada. No corredor, Jorge, ao ver Liliane saindo apressada, voltou ¨¤s pressas para o quarto. Sr. William¡­ Antes que Jorge pudesse fr, o olhar afiado de William atingiu ele. Jorge se apressou em explicar. Sr. William, tenho algo para te dizer! ¡ª Diga! Respondeu William, uma express?o desagrad¨¢vel. ¨C Jorge abriu a caixa de e¨Cmails no tablet e entregou a William, dizendo: Kerry respondeu. William pegou o tablet, ao ver a resposta, seu rosto escureceu ainda mais. Kerry respondeu uma frase. ¡°Posso ir, mas custa 10 bilh?es por um esbo?o de design!¡± William jogou o tablet na cama, dizendo uma express?o de raiva: Ele realmente se acha! Jorge, cauteloso, perguntou: Sr. William, o que devemos fazer agora? William, o rosto tenso, ap¨®s um momento de reflex?o, disse: Encontre uma maneira de contatar Jason! ¨C Sr. William, o Sr. Jason j¨¢ se aposentou, poucas pessoas conhecem o seu paradeiro. Al¨¦m disso, j¨¢ tentamos contatar ele antes e ele n?o respondeu a nada. ¨C Explicou Jorge, chocado. Nix ¨¦ seu disc¨ªpulo mais pr¨®ximo. Se mencionarmos Nix, ele n?o vir¨¢? Respondeu William, frieza. ¨¦ poss¨ªvel. Vou tentar. Concordou Jorge. ¨C William assentiu. Ele simplesmente n?o acreditava que, Jason intervindo, Kerry ousaria recusar a Novitex! No dia seguinte. Liliane levou Marta para a empresa. Enquanto estava ocupada trabalhando, pediu a Nanda que cuidasse de Marta. Na s de secret¨¢ria. Marta ficou olhando para Nanda, cujo rosto estava s¨¦rio. Nanda, distra¨ªda o olhar de Marta, n?o conseguia se concentrar no trabalho. ¨C pegou o tablet ao seu alcance e entregou a Marta. Quer assistir TV? ¨C Perguntou Nanda. Marta pegou, mas continuou olhando para . Nanda franzia de leve a testa, continuou. Tem algo sujo no meu rosto? Marta bn?ou a cabe?a, perguntando: ¨C Por que voc¨º est¨¢ t?o s¨¦ria? Voc¨º n?o est¨¢ feliz? O trabalho est¨¢ cansativo? Nanda ficou surpresa e olhou para Marta sem entender, questionando: Por que est¨¢ perguntando isso? Marta apontou para o rosto de Nanda, respondendo: Seus olhos n?o est?o brilhando. Nanda ficou em sil¨ºncio. Era a primeira vez que algu¨¦m perguntava se estava feliz. Essa pessoa mal a conhecia, nem tinham se fdo muito. Isso era considerado se importar ? Material ? N?velDrama.Org. ¨C ¨C Eu n?o preciso desse tipo de coisa. Respondeu Nanda. ¨C Voc¨º deveria ficar feliz. Disse Marta, bn?ando a cabe?a. Por qu¨º? Perguntou Nanda. Porque a Lili ¨¦ uma pessoa muito boa. Disse Marta, um sorriso. ¨C ¨C E da¨ª? Nanda perguntou novamente. Cap¨ªtulo 355 Chapter 355 Cap¨ªtulo 355 ¨C Lili se preocupa as pessoas. Voc¨º est¨¢ sempre aodo d e Lili nunca se preocupou voc¨º? Ou ser¨¢ que voc¨º n?o gosta que os outros se preocupem ¨C No entanto, Nanda respondeu apenas algumas pvras: ¨C Eu n?o preciso. A perspectiva de Nanda era que Liliane se importava porque era sua empregada, capaz de organizar coisas importantes de maneira eficiente. Sem habilidades, Liliane n?o teria motivo para se importar ! Al¨¦m disso, n?o precisava dessa falsa demonstra??o de cuidado! Voc¨º precisa, porque voc¨º tamb¨¦m ¨¦ humanaAinda por cima, ¨¦ uma boa pessoa. Pessoas boas deveriam se permitir serem felizes. Disse Marta, depois de pensar por um tempo. Ao ouvir isso, Nanda ficou perplexa e perguntou: ¨C Como voc¨º concluiu que eu sou uma boa pessoa? Marta pegou o tablet, enquanto disse: Porque voc¨º me deu isso. Nanda deu uma olhada, soltou uma risada sarc¨¢stica em seu cora??o. Ser¨¢ que emprestar um tablet faz algu¨¦m ser uma boa pessoa? Que ing¨ºnuo! Nanda n?o continuou a conversa, se voltou para oputador. No entanto, n?o conseguiu se concentrar no trabalho, pois as pvras de Marta ecoavam em sua mente. No final da manh?, Liliane chamou Nanda para o escrit¨®rio. Nanda entrou e Liliane levantou os olhos, perguntando: Secret¨¢ria Nanda, voc¨º n?o me entregou o resumo da reuni?o de ontem de manh?, certo? Nanda baixou os olhos, disse em tom indiferente: Desculpe, n?o trabalhei direito. Tudo bem, deve estar cansada, afinal, tem trabalhado incansavelmente ultimamente. Disse Liliane, com um sorriso, depois de observar Nanda por um C momento. Nanda ficou em sil¨ºncio. As pvras de Marta ressurgiram em sua mente. Liliane levantou a m?o e olhou para o rel¨®gio de pulso, continuando. Est¨¢ na hora de encerrar o expediente. Que tal irmos almo?ar juntas? Tenho algo para te contar. Est¨¢ bem. ¨C Concordou Nanda. Onze e meia. Liliane levou Marta e Nanda at¨¦ o restaurante do outrodo da rua da empresa. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Depois de se sentarem na s privada, Liliane tirou um contrato e entregou a Nanda, dizendo: ¨C D¨º uma olhada nisso. Nanda pegou, olhou por um momento e olhou surpresa para Liliane, exmando: ¨C A??es? Sim, mas s?o a??es de trabalho. Com suas habilidades, voc¨º pode receber a??es de trabalho. Disse Liliane, sorrindo. Sra. Liliane, eu sou apenas uma secret¨¢ria. ¨C Disse Nanda. N?o. Est¨¢ ro no contrato. A partir de amanh?, voc¨º entrar¨¢ no departamento de Recursos Humanos, se tornando oficialmente a diretora de Recursos. Humanos. N?o recuse, a empresa precisa de algu¨¦mo voc¨º. Eu observei voc¨º durante o tempo que esteveigo. Voc¨º ¨¦ rigorosa no treinamento de novas secret¨¢rias e realiza qualquer trabalho precis?o e elegancia. Explicou Liliane. Liliane tinha suas pr¨®prias motiva??es para promover Nanda e lhe oferecer a??es. Em primeiro lugar, a habilidade de Nanda no trabalho realmente se destacava e poderia gerenciar a empresa de maneira mais eficaz no departamento de Recursos Humanos. Em segundo lugar, e mais importante, era que ainda suspeitava se Nanda era realmente a incendi¨¢ria. Nanda era reservada, mas depois do incidente na f¨¢brica, mencionou Kerry a Liliane voluntariamente,partilhando algumas pvras que fizeram suspeitar de Kerry. Qual era a raz?o por tr¨¢s de semear a disc¨®rdia? Afinal, Kerry sempre foi gentil . Sem conseguir encontrar uma raz?o, Liliane decidiu promover Nanda e dar a a??es, observando de pertoo Nanda agiria na empresa. As vezes, era necess¨¢rio sacrificar um pouco para ganhar mais tarde. precisava tentar, sen?o aqu d¨²vida permaneceria em seu cora??o para sempre. Depois de um longo pensamento, Nanda, ¨¤o ver a determina??o de Liliane, concordou. Sra. Liliane, obrigada. ¨C Nanda expressou sua gratid?o. N?o precisa agradecer, vamos trabalhar juntas pelo bem da empresa. ¨C Respondeu Liliane. Pensamentosplicados passaram p mente de Nanda, enquanto respondeu: Certo. Sexta¨Cfeira. O Grupo TYCn?ou a da neca de roupa iniciando as pr¨¦¨Cvendas ao mesmo tempo que a Novitexn?ava sua nova cole??o. Chapter 356 Cap¨ªtulo 356 Em apenas meio dia, as pr¨¦¨Cvendas do Grupo TYC ultrapassaram em dobro as da Novitex, causando uma grandeo??o na ind¨²stria da moda. ?? A espec??o generalizada questionava se a Novitex ainda poderia manter sua posi??o de lideran?a no mundo da moda. Jornalistas correram para o Grupo TYC, ansiosos por uma entrevista exclusiva Liliane. Ap¨®s a devida organiza??o por parte da secret¨¢ria Este, Liliane se dirigiu ¨¤ s de recep??o para encontrar os rep¨®rteres. Ao entrar, os jornalistas se apressaram a se levantar e cumprimentaram Liliane: osj ? N?velDrama.Org - All rights reserved. ¨C Sra. Liliane, nos desculpe p intrus?o. Liliane disse um sorriso leve: N?o se preocupem. Por favor, se sentem. Enquanto todos se odavam, um rep¨®rter disse: Come?aremos a grava??o em breve, esta entrevista ser¨¢ transmitida ao vivo e n?o pode ser interrompida. Sra. Liliane, espero que voc¨ºpreenda. Liliane franziu a testa. Embora n?o tivesse sido informada anteced¨ºncia, concordou um aceno de cabe?a. O rep¨®rter assentiu em dire??o ¨¤s cameras e a entrevistae?ou oficialmente. Sra. Liliane, O Grupo TYC foi estabelecido h¨¢ apenas dois meses e as vendas j¨¢ ultrapassaram significativamente a Novitex. Como voc¨º se sente sobre isso? ¨C Perguntou o rep¨®rter. ¨C A Novitex est¨¢ envolvida em uma variedade de ¨¢reas, n?o se limitando apenas ¨¤ moda, ent?o o Grupo TYC e Novitex n?o podem serparados diretamente. Al¨¦m disso, o sucesso do Grupo TYC at¨¦ agora ¨¦ gra?as ao apoio e prefer¨ºncia de todos. Sou verdadeiramente grata. ¨C Respondeu Liliane. Sra. Liliane, ¨¦ conhecido que todos os produtos do Grupo TYC t¨ºm o pre?o fixo de 299 reais. Por que voc¨º decidiu precificar todas as roupas dessa forma, considerando que os custos dos materiais n?o s?o baratos? ¨C Continuou o rep¨®rter. ¨¦ Como designer, o objetivo de garantir o benef¨ªcio da empresa, meu desejo que todos possam usar as roupas que desenhei a pre?os acess¨ªveis. Explicou Liliane. Sra. Liliane, ouvi dizer que voc¨º tem dois filhos. Considerando sua fam¨ªlia, por que voc¨º tem comportamentos t?o amb¨ªguos o presidente da Novitex? ¨C Perguntou o rep¨®rter, enquanto assentiu. Liliane levantou os olhos para o rep¨®rter, pensando por que n?o foi consultada antecipadamente sobre perguntas t?o afiadas. Era enfadonho e muito vulgar! Eu n?o tiveportamentos amb¨ªguos. Quem est¨¢ atr¨¢s de um envolvimento ¨¦ ele, n?o eu. Se n?o acredita, pode entrevistar ele. Respondeu Liliane, frieza, contendo a raiva. Sra. Liliane, isso foi muito direto. N?o tem medo de irritar o presidente da Novitex essas dera??es? ¨C Questionou o rep¨®rter, depois de ficar atordoado por um momento. ¨C E da¨ª? Ser¨¢ que devo inventar mentiras para todos? Al¨¦m disso, suas perguntas podem afetar meus filhos e minha vida! Estou disposta a ser entrevistada, porque quero dar uma resposta sincera aos que me apoiam na empresa! ¨C Disse Liliane, um sorriso sarc¨¢stico. Devido a essas pvras de Liliane, os espectadorese?aram a deixar v¨¢riosent¨¢rios na transmiss?o ao vivo. ¡°Inescrupulosos! Por que perguntar sobre a vida pessoal d? Isso n?o diz respeito a ningu¨¦m!¡± ¡°A gente s¨® querprar as roupas do Grupo TYC. Quem ¨¦ t?o fofoqueiro e quer saber da vida privada de outras pessoas?¡± ¡°A presidente linda est¨¢ se defendendo muito bem!¡± ¡°¨¦ engra?ado, eles at¨¦ envolvem a fam¨ªlia d, por que n?o simplesmente destroem a vida d?¡± Do outrodo, no hospital. William viu a entrevista e sua express?o ficou sombria e assustadora. Aos olhos de Liliane, todos os seus gestos foram interpretadoso envolvimento? Todos os sentimentos e esfor?os que ele dedicou a se tornaram apenas uma confus?o? William segurava firmeza o tablet, parecia que poderia esmagar ele a qualquer momento. Jorge, ao seudo,mentava profundamente por ter mostrado a transmiss?o ao vivo para o Sr. William. De repente, William levantou os olhos, olhando furioso para Jorge, perguntando: Eu estou me envolvendo ? Jorge internamente se transformou em um galo de gritos. Como ele deveria responder a isso? Enquanto Jorge lutava o dilema deo responder, a porta do quarto foi aberta de repente. +15 BOWUS Cap¨ªtulo 357 Chapter 357 Cap¨ªtulo 357 O riso sufocante de Vinicius, enquanto segurava o celr preenchia o ambiente, quando ele irrompeu apressadamente no quarto. William! Voc¨º precisa ver a transmiss?o ao vivo de Liliane, estou morrendo de rir! realmente disse que voc¨º est¨¢ ¡°envolvido¡± ¡­ ¨C Vin¨ªcius falou at¨¦ o final, mas seu sorriso se solidificou aos poucos. Isso porque ele viu o rosto sombrio de William, t?o sombrio que parecia poder sair fa¨ªscas, especialmente daquele olhar, que estava prestes a se transformar em laminas afiadas de luz fria, prontas para reduzir ele a fragmentos a qualquer momento. Vinicius direcionou o olhar para a t do tablet nas m?os de William. Ele parecia ter pisado em uma ¨¢rea de perigo! William, a express?o tensa, olhou intensidade para Vin¨ªcius e, entre dentes, perguntou: ¨C Achou engra?ado? N?o ¨¦ engra?ado! N?o ¨¦ mesmo! Liliane foi longe demais! Voc¨º sempre ¨¦ bom ,o pode dizer essas coisas? Mesmo para manter a imagem da empresa, n?o precisava ir t?o longe! ¨C Disse Vin¨ªcius, em tom s¨¦rio. Ele continuou, se aproximando de William. ¨C William, acho que voc¨º deveria. reconsiderar tudo isso! Parece que Liliane realmente n?o gosta mais de voc¨º. Encontre outra pessoa e case logo para deixar ci¨²mes! William estreitou os olhos, ponderando sobre as pvras de Vin¨ªcius sobre ¡± preservar a imagem da empresa¡°. Talvez as perguntas dos rep¨®rteres tivessem sido excessivas, for?ando a dizer isso. Mesmo assim, tinha v¨¢rias maneiras de responder. Por que precisava mencionar a pvra ¡°envolvimento¡°? Engolindo a raiva, William olhou para Vin¨ªcius e perguntou: ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? Vin¨ªcius respondeu prontamente: Eu vim vero voc¨º est¨¢, o que mais eu faria? William zombou desd¨¦m: Estou bem, n?o vou morrer. Voc¨º pode ir embora. Vin¨ªcius se sentou na beirada da cama, dizendo: N?o vou embora, voc¨º est¨¢ neja fazer sobre a expans?o da Novitex na ind¨²stria de roupas? Liliane est¨¢ ganhando muita for?a. Estranho, por que n?o h¨¢ not¨ªcias negativas sobre ? Jorge pensou em sil¨ºncio consigo mesmo: ¡°Porque o Sr. William secretamente ajudou a Sra. Liliane a cr todas as pessoas. problem¨¢ticas.¡± William jogou o tablet na mesa de cabeceira e disse: Vou entrar em contato o Jason. ¨C Jason? ¨C Vin¨ªcius franziu a testa. ¨C N?o ¨¦ dif¨ªcil encontrar esse cara? William assentiu a cabe?a, seus olhos escuros mostravam uma determina??o g¨¦lida, dizendo: No meu mundo empresarial, n?o existe a pvra ¡°perder¡°. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Vin¨ªcius ficou sem pvras. Parecia que eles dois estavam prestes a se envolver numa guerra de amor e ¨®dio! ¨C Voc¨º j¨¢ entrou em contato o Jason? Alguma resposta dele? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, curioso. Sr. Vin¨ªcius, temos os meios de contatar ele, mas ainda n?o recebemos resposta. Interveio Jorge. Vin¨ªcius ficou em sil¨ºncio, mergulhado em pensamentos. William suspeitava que Kerry fosse Nix, eo aprendiz de Jason boas r??es Liliane e Marc, talvez ele pudesse encontrar uma brecha. Ele n?o podia sondar Marc sobre Liliane diretamente, mas podia tentar sondar sobre Kerry, certo? Vou fr Marc para ver se sabe de alguma coisa. ¨C Disse Vin¨ªcius, enquanto pensava. William, concordando a ideia, bn?ou a cabe?a: Sim, deixo isso voc¨º. Certo, vou indo primeiro! ¨C Disse Vin¨ªcius, se levantando. Com isso, ele saiu do quarto do hospital. Antes de sair do hospital, Vin¨ªcius mandou uma mensagem para Marc, convidando para jantar. ¨¤ tarde William ponderou por um tempo e decidiu ligar para Liliane sobre a quest?o da entrevista. Quando atendeu, Liliane so¨¤va indiferente: ¨C O que foi? William franziu a testa, perguntando: ¨C Voc¨º n?o acha que deveria me explicar sobre a entrevista? Liliane respondeu desd¨¦m: Tenho algo a dizer? O que eu disse n?o ¨¦ verdade? Retrucou Liliane. Mencionando o assunto, ficou irritada, sua voz se tornou mais fria. -Ent?o voc¨º acha que estou me envolvendo voc¨º? ¨C Questionou William, seu rosto ficando sombrio. Voc¨º n?o est¨¢ se envolvendo? Perguntou Liliane frieza. ¨C Eu n?o fui ra o suficiente voc¨º? Se voc¨º n?o quer contatoigo, por que veio at¨¦ o hospital me trazerida? Questionou Wiim, segurando for?a o celr. Chapter 358 Cap¨ªtulo 358 ? N?velDrama.Org - All rights reserved. Liliane estava prestes a fr, mas William questionou novamente: Liliane, ousa jurar que n?o estou em seu cora??o? Ouvindo William raiva e um toque de humildade, Liliane sentiu um aperto no cora??o. Mas sabia que o destino deles deveria ter uma conclus?o, que era n?o ter mais contato algum! Liliane segurou a dor no peito e disse: ¨C Fui ao hospital para retribuir um favor. William, jurar ou n?o, n?o importa! O que importa ¨¦ que n?o consigo lidar nossos sentimentos. Voc¨º entende? N?o entendo! ¨C Rugiu William. ¨C Por que pode escapar facilidade dos sentimentos? O que eu sou para voc¨º? Liliane se apoiou sem energia na cadeira, dizendo: ¨C O que voc¨º ¨¦ para mim?] se questionou sobre o que eu sou para voc¨º? H¨¢ cinco anos, voc¨º me tratouo sua amante, depois descobriu que eu era a pessoa que te salvou, ent?oe?ou a me procuraro um louco. Se voc¨º ainda estivesse no escuro, estaria agora desfrutando da felicidade com a Mavis? Na verdade, voc¨º n?o me ama, n?o percebeu? Voc¨º ama apenas aqu pessoa que te salvou, por coincid¨ºncia eu sou essa pessoa, nada mais! William ficou atordoado, sem sabero argumentar. O que disse era verdade, mas ele n?o conseguia esquecer, n?o conseguia deixar para tr¨¢s, isso tamb¨¦m era um fato. William,o se todas as suas for?as tivessem sido sugadas, murmurou: Voc¨º realmente precisa ser t?o imc¨¢vel? Os olhos de Liliane ficaram ¨²midos, segurando as l¨¢grimas e respondendo: Sim, preciso. William soltou um sorriso ir?nico e disse: Muito bem, ent?o me deixe ser ro. Meu filho tamb¨¦m precisa de uma m?e! Dizendo isso, William simplesmente desligou a chamada. Liliane ficou at?nita, o que ele quis dizer aqu frase? ¨C ¨C Ele estava usando Breno para amea?ar em termos de sentimento? Ele realmente insistiria em for?ar eles a ficarem juntos? ¨¤ noite. Vin¨ªcius e Marc jantaram juntos. Durante a refei??o, Vin¨ªcius se apoiou no ombro de Marc, suspirando de forma desanimada. Vin¨ªcius suspirou em intervalos regres durante toda a refei??o. Marc estava ficando irritada, estendeu a m?o e empurrou Vin¨ªcius para o sof¨¢, perguntando: Voc¨º est¨¢ doente? N?o consegue parar de suspirar? N?o pode soltar um pum ou o qu¨º? Vin¨ªcius olhou para Marc um olhar de desanimo, respondendo: ¨C S¨® estou pensando emprar roupas para voc¨º, mas n?o queroprar roupas que qualquer um possa ter. ¨C Ah? Por causa disso? Eu n?o sou exigente. ¨C Disse Marc, perplexa. Vin¨ªcius imediatamente se aproximou de Marc, abra?ando e continuando: ¨C N?o, minha mulher tem que ter algo que ningu¨¦m mais tenha! Eu pensei nisso, amanh? vou dar um pulinho no Pa¨ªs Y! Pa¨ªs Y? ¨C Marc perguntou, surpresa. ¨C Por que voc¨º iria para o Pa¨ªs Y? Para encontrar aqu tal de Jackson! ¨C Respondeu Vin¨ªcius. Voc¨º quer dizer Jason! ¨C Marc corrigiu ele. N?o importao ele se chama, s¨® sei que ele ¨¦ incr¨ªvel em design de moda feminina! Disse Vin¨ªcius. ¨C ¨C Jason pode desenhar qualquer coisa! ¨C Marc olhou para Vin¨ªcius desd¨¦m, continuando. ¨C Com sua cabe?a de porco, voc¨º n?o vai conseguir o encontrar. Vin¨ªcius mostrou rapidamente um brilho nos olhos, em seguida, ele disse um desafio deliberado: ¨C Voc¨º acha que minha rede de contatos e dinheiro, n?o posso encontrar Jason? ¨C Jason tamb¨¦m n?o est¨¢ falta de dinheiro! Voc¨º s¨® est¨¢ pensando em encontrar algu¨¦m para desenhar minhas roupas? ¨C Perguntou Marc. ¨C ¨C Sim! Respondeu Vin¨ªcius. ¨C Ouvir dizer que leva muito tempo para Jason desenhar uma pe?a, ent?o pensei em fazer isso para o nosso anivers¨¢rio de um ano. ¨C Ah, Voc¨º n?o precisa ir at¨¦ o Pa¨ªs Y por mim. Deixe issoigo, eu te ajudarei a entrar em contacto com Jason, ok? ¨C Disse Marc, um sorriso t¨ªmido. Vin¨ªcius ficou chocado, perguntando: Eu n?o consigo encontrar ele, voc¨º consegue? Quem voc¨º est¨¢ desprezando! ¨C Marc fez beicinho, prometeu. Vou te dar uma resposta depois de amanh?, no m¨¢ximo! Prometo colocar voc¨º em contato a Sra. Jason! Vin¨ªcius ficou at?nito. Jason, a famosa designer de moda, era uma mulher? Voc¨º tem um bom rcionamento ¡­ Perguntou Vin¨ªcius, tentando rir. Isso n?o ¨¦ da sua conta! Espere por isso! Tolo! Disse Marc. Chapter 359 Cap¨ªtulo 359 Depois do jantar, Marc foi at¨¦ a Mans?o Ba¨ªa. Liliane estava prestes a levar as crian?as para passear, quando viu Marc entrando no p¨¢tio de carro. A madrinha chegou! Exmou Alice, correndo em dire??o ao carro de Marc. Assim que abriu a porta, Alice levantou a m?ozinha animada. ¨C Madrinha, me d¨º um abra?o! Marc pegou Alice no colo e esfregou o narizinho d. Alice, voc¨ºs est?o prestes a sair? Mam?e vai nos levar para passear. Madrinha, vem junto? ¨C Convidou Alice, enquanto assentiu. ro! ¨C Marc segurou Alice e caminhou at¨¦ Liliane. Lili, vamos junto? Eu tenho um favor para pedir. Surpreendida por Marc pedir a um favor, Liliane concordou: ¨C ro, vamos l¨¢. Enquanto caminhavam, Marce?ou a conversar as crian?as e, eventualmente, se dirigiu a Liliane: Lili, voc¨º pode entrar em contato Sra. Jason? Liliane ficou perplexa por um momento, perguntando: ¨C Voc¨º quer que minha mestra projete roupas para voc¨º? Sim! Vin¨ªcius est¨¢ pensando em eendar roupas para mim, haha. ¨C Respondeu Marc. Um sorriso surgiu nos olhos de Liliane, perguntou: ¨C ¨¦ para um noivado ou casamento? Marc, envergonhada, corou. Ah, eu n?o sei disso. Se Vin¨ªcius tiver essa inten??o, j¨¢ ¨¦ muito bom. Tudo bem! Liliane concordou prontamente. Eu vou ligar para ¨C agora. tirou o celr e mandou uma mensagem para Jason. ¡°Mestra, est¨¢ ocupada?¡± Como de costume, n?o iodava Jason sem necessidade, seguindo o seu conselho. Alguns minutos depois, Jason retornou a liga??o. Oi, o que voc¨º precisa? Seja breve, estou em um encontro no Pa¨ªs S. ¨C Disse Jason, sorriso, na chamada. Liliane ficou sem pvras. Sua mestra estava, mais uma vez, se divertindo um rapaz. Liliane explicou rapidamente o pedido de Marc, e Jason concordou sorrindo. Isso ¨¦ algo t?o pequeno, n?o precisa me implorar. Apenas n?o posso ir agora. Liliane transmitiu a resposta para Marc, que pediu para fr Jason. Marc, no viva¨Cvoz, disse: ¨C Sra. Jason, sou eu, Marc! ¨C Querida, sei que ¨¦ voc¨º. Pode esperar por mim? S¨® conseguirei ir para a Serafim no final do m¨ºs. ¨C ro! Respondeu Marc. Mas, Sra. Jason, voc¨º poderia conversar primeiro meu namorado? ro que sim! Estou ansiosa para ver voc¨º usando um vestido projetado por mim. Concordou Jason. ¨C ¨C ¨®timo, vou enviar seu n¨²mero para ele mais tarde. ¨C Disse Marc, empolgada. ¨C Est¨¢ bem, n?o se preocupe a taxa de design. Considere issoo meu presente de casamento para voc¨ºs dois. Respondeu Jason, deixando Marc corada. ¨C Obrigada, Sra. Jason. Ainda estamos nos preparativos. ¨C Marc expressou sua gratid?o. Nos vemos no final do m¨ºs, querida. Vou sair para um encontro agora, diga a Nix por mim. ¨C Disse Jason. Marc olhou para Liliane, que assentiu, disse: Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Certo, tchau. Ap¨®s encerrar a chamada, Marc suspirou. Ah, as pessoas sempre dizem que Jason ¨¦ dif¨ªcil de lidar e dif¨ªcil de convencer, mas eles n?o sabem o qu?o incr¨ªvel ¨¦! Liliane colocou o celr de volta no bolso e brincou Marc. N?o ¨¦ m¨¦rito meu? Marc riu, abra?ando o bra?o de Liliane. ro que o cr¨¦dito ¨¦ todo seu! Obrigada! Boba, n?o precisa agradecer. ¨C Liliane soltou um sorriso. Marc era sua melhor amiga, realmente esperava que Marc pudesse usar o vestido desenhado por sua mestrao a noiva mais feliz. Quando Marc voltou para casa, informou Vin¨ªcius sobre o contato de Jason. Vin¨ªcius imediatamente repassou o n¨²mero para William. William ficou surpreso ao receber a mensagem. Ele n?o esperava que Liliane e Marc tivessem uma r??o t?o pr¨®xima Jason, conseguindo rapidamente. seu contato. Dodo de Vin¨ªcius, ele tamb¨¦m enviou uma mensagem para Jason, indicando o desejo de eendar roupas para Marc. Vin¨ªcius sentiu que, se disse, teria que cumprir. N?o queria criar problemas desnecess¨¢rios. Chapter 360 Cap¨ªtulo 360 Domingo. Liliane havia prometido a Marta e seus tr¨ºs filhos que leva eles ao parque de divers?es naquele dia. Ap¨®sprar os ingressos, saiu as crian?as e Marta. Chegaram ao parque exatamente ¨¤s dez horas da manh?. O clima agrad¨¢vel de dezembro proporcionava conforto, n?o estava nem muito frio nem muito quente, todas as atra??es estavam em pleno funcionamento. Desde a entrada, Marta fixou os olhos na roda¨Cgigante mais alta do parque. Liliane percebeu o interesse de Marta e perguntou: ¨C Marta, gostaria de andar na roda¨Cgigante? Sim. Marta olhou para a roda¨Cgigante, pensamentos vagando, murmurando baixinho. ¨C Acho que j¨¢ andei algu¨¦m¡­. -Eu sei! ¨C Alice, aodo, soltou um sorriso misterioso. Certamente foi o namorado da vov¨®! Liliane, sem jeito, repreendeu: ¨C Alice, n?o diga coisas sem sentido. Alice mostrou a l¨ªngua, dizendo: ¨C Mam?e, estou apenas brincando a vov¨®. Marta, confusa, perguntou de volta: Namorado? Liliane tentou mudar de assunto. ¨C Marta, Alice est¨¢ apenas brincando. Se quiser andar na roda¨Cgigante, iremos mais tarde, est¨¢ bem? ¨C Ok, vamos brincar os pequenos primeiro. ¨C Concordou Marta, um sorriso. Vov¨® ¨¦ a melhor! ¨C Alice audiu, puxando a m?o de Marta em dire??o ¨¤ ¨¢rea dos carross¨¦is. Liliane panhou Ian e Breno em outra dire??o. Fam¨ªlia Lima. Mavis, rec¨¦m¨Cacordada, recebeu uma liga??o de um rep¨®rter. O que ¨¦? ¨C Perguntou Mavis, de forma sonolenta, ao atender. Srta. Mavis, j¨¢ preparamos o texto. Voc¨º acha que ¨¦ hora de divulgarmos? ¨C Disse o rep¨®rter. Mavis olhou para o rel¨®gio, bocejou e respondeu: ¨C Voc¨ºs s?o r¨¢pidos. Vai em frente! Certo, estamos publicando agora. ¨C Disse o rep¨®rter, sorrindo. ? N?velDrama.Org - All rights reserved. Mavis desligou a chamada e procurou a foto de William em seu celr. Com um toque suave, lamentou e suspirou: William, n?o me culpe por agir assim. Se n?o tivesse me afastado, eu n?o teria tomado atitudes prejudiciais. Culpe Liliane, se quiser. Menos de dez minutos depois, a not¨ªcia do jornal se espalhou rapidamente ps redes sociais, conquistando o primeiro lugar nos trending topics. Jorge, ao saber disso, ficou preocupado e imediatamente informou William sobre a situa??o. No quarto do hospital. William, ao ver os trending topics, exibiu um rosto p¨¢lido e cruel. A aura ao seu redor erao a de um juiz sombrio, fazendo a temperatura do quadro cair a ponto de congr. ¨C Contate imediatamente essa m¨ªdia e impe?a a divulga??o! ¨C Ordenou William, frieza. ¨C Entendi. Respondeu Jorge. ¨C Onde est¨¢ Liliane agora? ¨C Perguntou William. Os seus olhos escuros abrigavam uma raiva incontrol¨¢vel. Ele simplesmente n?o conseguia entender por que Liliane faria isso? As not¨ªcias nos trending topics eram ras, conforme rtado por uma renomada empres¨¢ria! Empres¨¢rias proeminentes na Serafim eram poucas, aqus que ele conhecia n?o tinham conhecimento dos assuntos de sua m?e! A ¨²nica exce??o era Liliane, que permanecia aodo de sua m?e. odiava ele a ponto de n?o se importar em exporpletamente o passado de sua m?e? A ponto de inverter os fatos e revr suas dores ao p¨²blico, expondo at vergonha de suas origens? De repente, William jogou o cobertor para odo, ignorando a dor intensa no peito ao se levantar. Jorge se apressou em ajudar ele. Sr. William, voc¨º ainda n?o se recuperou e n?o pode receber alta do hospital! Mas William repeliu ele um rugido furioso: N?o me toque! Descubra onde est¨¢! Jorge pegou o celr e ligou para o departamento de tologia para rastrear a localiza??o de Liliane. Enquanto eles sa¨ªam do hospital e entravam no carro, Jorge finalmente recebeu a liga??o de volta. Observando seu chefe pelo retrovisor, Jorge disse: ¨C Sr. William, est¨¢ no Parque de Divers?es da Est. Os dedos longos de William se cerraram de repente! havia feito algo assim e ainda tinha a aud¨¢cia de ir se divertir em um parque de divers?es! Chapter 361 Cap¨ªtulo 361 William ordenou ¨C Vamos! Dentro do parque de divers?es, Liliane se divertiu bastante as crian?as em v¨¢rias atra??es, antes de chegar ¨¤ f para a roda¨Cgigante. Breno olhou para a imponente roda¨Cgigante de duzentos metros de altura, seu rosto ficou p¨¢lido. Ele tinha medo de altura e n?o se atrevia a embarcar naqu aventura. A mera vis?o j¨¢ deixava ele sem f?lego. Ian percebeu imediatamente a ansiedade de Breno e perguntou: ¨C Breno, voc¨º est¨¢ se sentindo bem? Breno for?ou um aceno, respondendo: Estou bem¡­ Antes que ele pudesse terminar, Breno cobriu o est?mago e vomitou. O som fez Liliane e Marta virarem a cabe?a. Ao ver Breno vomitando, Liliane ficou t?o assustada que rapidamente se adiantou e pegou ele nos bra?os, preocupada, perguntando: Breno, o que aconteceu? Voc¨º est¨¢ se sentindo mal? Breno, tontura, respondeu dificuldade: ¨C Altura¡­ ¨C Altura? ¨C Alice olhou para a roda¨Cgigante girando acima, acrescentando. Ah, entendi! Mam?e, Breno tem medo de altura! Liliane confirmou Breno: Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Breno, voc¨º realmente tem medo de altura? Breno baixou a cabe?a, respondendo: Sim, tenho¡­ Por que n?o disse antes? ¨C Liliane acariciou as costas de Breno, preocupada. Breno apertou os l¨¢bios, murmurando: N?o queria estragar a divers?o de todos. Liliane, segurando Breno, consolou ele em tom suave: Est¨¢ tudo bem. H¨¢ muitas outras atra??es. Podemos fazer algo diferente. Breno levantou os olhos, um brilho fraco neles, perguntando: Voc¨º n?o vai ficar chateada? ¨C N?o! Liliane assegurou. ¨C Alice, Ian e vov¨® podem subir. Eu ficarei aqui voc¨º. Breno n?o vai, ent?o eu tamb¨¦m n?o vou, mam?e! ¨C Disse Alice. Eu tamb¨¦m n?o estou interessado. Ficarei aqui Breno. ¨C Concordou Ian. Liliane ficou indecisa. N?o podia deixar Marta subir sozinha, certo? Marta puxou a roupa de Liliane, dizendo: Deixe as crian?as aqui e esperem por mim. Vou sozinha. queria entender de onde vinha esse sentimento especial em r??o ¨¤ roda- gigante. Tamb¨¦m queria descobrir quem havia andado n anos atr¨¢s. ¨C N?o, Marta, n?o pode ir sozinha. Vou arrumar um funcion¨¢rio para ficar de olho nas crian?as. Vamos juntas. ¨C Recusou Liliane. ¨C N?o! Marta foi firme. ¨C N?o deixe as crian?as estranhos. ¨¦ perigoso, podem ser roubadas. Liliane ficou em sil¨ºncio. Os funcion¨¢rios n?o iriam roubar crian?as. ¨C ¨C Marta, que tal irmos para outra atra??o? Eu realmente n?o me sinto confort¨¢vel deixando voc¨º sozinha. Sugeriu Liliane, resignada. ¨C N?o! Eu quero ir nessa! ¨C Marta afirmou firmeza. ¨C Lili, pare de insistir ou vou ficar irritada. Fa?a como eu digo, fique aqui as crian?as e eu subo. Voc¨ºs podemprar sorvetes e esperar por mim. Liliane n?o p?de vencer a determina??o de Marta, ent?o teve que procurar outra solu??o. levou as crian?as at¨¦ um funcion¨¢rio e perguntou: ¨C Ol¨¢, posso pedir que panhe minha m?e na roda¨Cgigante? Senhora, estou muito ocupado, al¨¦m disso, se eu andar na roda¨Cgigante durante o expediente, v?o descontar do meu sal¨¢rio. ¨C Respondeu o funcion¨¢rio. Liliane estava em um impasse. Marta realmente teria que ir sozinha? Alice segurou a m?o de Liliane e disse seu rosto cor¨Cde¨Crosa: Mam?e, voc¨º precisa confiar que a vov¨® consegue fazer isso sozinha! est¨¢ muito bem ultimamente, voc¨º n?o deu a rem¨¦dios antes de sair? Liliane se abaixou e disse: Alice, n?o ¨¦ t?o simples assim. A vov¨® realmente n?o pode ir sozinha. Como alternativa, eu pedirei para que cuidem de voc¨ºs aqui na loja. Eu panho a vov¨® e volto rapidinho, tudo bem? Mas mam?e. ¨C Interrompeu Ian. ¨C A vov¨® j¨¢ entrou. Liliane se virou de repente, vendo que Marta j¨¢ estava dentro da cabine que subia devagar, acenando para eles. Chapter 362 Cap¨ªtulo 362 Liliane se levantou ¨¤s pressas e correu atr¨¢s, mas os funcion¨¢rios impediram , advertindo: Senhora, n?o fa?a isso! ¨¦ muito perigoso! Incapaz de passar, Liliane teve que gritar na dire??o de Marta: Marta, n?o abra a porta, apenas fique sentada a¨ª e n?o se mexa! Marta acenou a cabe?a, indicando que entendia. Liliane continuou encarando intensidade a cabine onde Marta estava sentada, at¨¦ ser obrigada pelos funcion¨¢rios a descer da taforma. ¨C Mam?e. Breno n?o queria que Liliane ficasse muito preocupada, disse. ¨C A vov¨® quer sorvete, vamosprar. Vendo que n?o havia outra op??o no momento, Liliane teve que levar as crian?as paraprar sorvete. No caminho, Liliane continuava fixada na roda¨Cgigante. Alguns minutos depois, a cabine onde Marta estava prestes a atingir a altura m¨¢xima, o cora??o de Liliane estava tenso. Observando a cabine bn?ando devido ao vento, suas m?os e p¨¦s tamb¨¦m ficaram fracos. N?o sabia se Marta estava medo sozinha l¨¢ em cima, s¨® esperava que n?o tocasse em nada! Na cabine. Marta estava sentada olhando para a vasta paisagem da Serafim e aos poucos sua mentee?ou a se acalmar. parecia se lembrar do homem que havia andado de roda¨Cgigante . Ele se chamava Zeca. Por causa do tempo, a imagem dele em sua mem¨®ria estava um pouco emba?ada. Marta fechou devagar os olhos, se lembrando dos gestos gentis de Zeca . Durante o tempo em que e Zeca estavam apaixonados, eles andaram juntos na roda¨Cgigante. Quando a roda¨Cgigante atingiu a altura m¨¢xima, Zeca disse a que queria se ? N?velDrama.Org - All rights reserved. casar . Mas tudo deu errado, cerca de um m¨ºs antes de Marta e Zeca ficarem nolvos, Guilherme notou . Ele levou ¨¤ for?a ¨¤ fam¨ªlia Gabaldo, for?ando a se casar ele, sen?o Zeca sofreria as consequ¨ºncias. Ao saber disso, Zeca ficou furioso e tentou¨Crecuperar da fam¨ªlia Gabaldo. Provocou a f¨²ria de Guilherme, depois foi espancado at¨¦ quase a morte e desapareceu sem deixar vest¨ªgios. Com um som alto, os pensamentos de Marta foram interrompidos. Por instinto, olhou para o teto, onde a cabinee?ou a bn?ar violentamente. Marta ficou atordoada por um momento. un Em seguida, a cabine estremeceu mais duas vezes. Marta entendeu, parecia que estava prestes a cair. Diante da imin¨ºncia da morte, Marta permaneceu calma, at¨¦ mesmo um leve sorriso apareceu em seus l¨¢bios. olhou para a pequena loja de sorvetes l¨¢ embaixo. estava prestes a se despedir de Liliane e das crian?as. Marta se apoiou no parapeito da cabine, rindo enquanto fechava os olhos. 31 ¡°Zeca, parece que vou te encontrar¡­ pensou Marta. Oh meu Deus! Olhem para isso! ¨C Na entrada da sorveteria, um turista olhando para a roda¨Cgigante de repente gritou. Ao ouvir isso, Liliane, que estava limpando o rosto de Alice, se virou rapidamente. para olhar. viu uma cabine j¨¢e?ando a descer de maneira bastante intensa. O sorvete nas m?os de Ian caiu no ch?o. Ele arregalou os olhos, tremendo, exmando: Mam?e, ¨¦ a cabine da vov¨®! Ele continuou observando, jurando que n?o estava enganado! Liliane ficou tensa, nenhuma das outras cabines estava se movendo, apenas a de Marta? Antes que pudesse entender, a cabine de repente se moveu mais duas- vezes rapidamente. Vai cair! Gritaram os turistas. N?o vai! Gritou Liliane, mas no momento em que suas pvras foram pronunciadas, a cabine se soltou num instante, despencando em alta velocidade. ¨C Vov¨®! ¨C Alicergou o sorvete, correndo em dire??o ¨¤ roda¨Cgigante os olhos vermelhos. Breno e Ian correram para segurar Alice. Alice! Perigo! ¨C Alice, n?o v¨¢! Um enorme som de impacto ressoou,o se tivesse batido for?a no cora??o de Liliane! O tempo parecia parar de repente, Liliane ficou paralisada no lugaro se fosse. feita de chumbo. ¨C N?o! N?o! N?o! Vov¨®! ¨C O grito dcerante de Alice ecoou sob a roda¨Cgigante. Cap¨ªtulo 363 Chapter 363 Cap¨ªtulo 363 Na entrada do parque de divers?es. William mal desceu do carro quando ouviu um tumulto vindo de dentro do parque. Uma dor aguda perfurou seu peito, ele levou a m?o ao cora??o, se agachando num instante. Jorge e os seguran?as correram para frente, tentando ajudar William a se levantar. Sr. William? Est¨¢ tudo bem? ¨C Jorge e Joaquim perguntaram ao mesmo tempo, preocupados. Uma sensa??o estranha de panico invadiu o cora??o de William. Ele afastou as pessoas ao seu redor, suportando a asfixia e a tontura, para se levantar e caminhar em dire??o ao parque de divers?es. O parque estava empleto caos, todos correndo na dire??o da roda¨Cgigante. Joaquim encontrou um funcion¨¢rio e perguntou o que estava acontecendo. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. O funcion¨¢rio respondeu em panico: Uma cabine da roda¨Cgigante caiu! Jorge olhou para o local onde a roda¨Cgigante estava. tinha duzentos metros de altura! Se algu¨¦m ca¨ªsse, estaria em perigo de morte¡­ Ao ouvir isso, William, aodo deles, teve ummpejo de panico em seus olhos. A dor repentina em seu peito¡­ Pensando nisso, os olhos de William se contra¨ªram, o rosto p¨¢lido, murmurou baixinho: Liliane¡­ Em seguida, ele deu passosrgos, correndo rapidamente em dire??o ¨¤ roda- gigante. Jorge e os seguran?as ficaram chocados. O que Sr. William estava fazendo seu corpo ou sua vida? Chegando aodo da roda¨Cgigante, uma familiar voz de choro ecoou nos ouvidos. de William. Os seguran?as abriram caminho atrav¨¦s da multid?o para permitir que ele passasse. William correu at¨¦ a cabine destru¨ªda, vendo Liliane e as crian?as ajoelhadas diante d, express?es de choque e tristeza. N?o se sabia quem estava dentro da cabine, mas o ch?o estava coberto de sangue. O cora??o de William apertou e ele correu para perto de Liliane, puxando . ¨C Liliane? O que aconteceu? Voc¨º est¨¢ ferida? ¨C Perguntou William. Os olhos de Liliane estavam apagados, sem qualquer brilho,o se sua alma tivesse sido arrancada. permitiu que William a apertasse pelos ombros. William franzia a testa intensamente, gritando baixinho. ¨C Liliane! Me responda! A voz fria do homem fez que Liliane recuperasse a consci¨ºncia aos poucos. Seus olhos ficaram subitamente ¨²midos, l¨¢grimas silenciosas escorrendo. William¡­ ¨C Liliane olhou para seu rosto ansioso e murmurou. ¨C Me desculpe¡­ Desculpa? ¨C A express?o de William endureceu, perguntadno. ¨C Desculpa por Antes que pudesse terminar, o rosto elegante de William se petrificou. Seus olhos sombrios mostraram ummpejo de terror, se virando rapidamente para a cabine manchada de sangue. que estava no M?e¡­? ¨C William estremeceu, retirando a m?o ombro de Liliane. Ele engoliu em seco duas vezes, as m?os pendiam sem for?as, indo em dire??o ¨¤ cabine. Jorge, os olhos vermelhos, avan?ou para bloquear o caminho de William. Ele conteve o choro, dizendo: Sr. William, ¨¦¡­ ¨¦ a Sra. Marta¡­ Jorge n?o ousou continuar, pois a Sra. Marta estava irreconhec¨ªvel ap¨®s a queda. Saia do caminho. A voz de William soava gdao o gelo. Sr. William! Talvez seja melhor n?o olhar. ¨C Disse Jorge. Eu disse para sair! Rugiu William raiva, seus olhos frios eram quase mortais. Jorge baixou a cabe?a, evitando o olhar e se afastou. William foi at¨¦ odo oposto da cabine, vendo a horr¨ªvel condi??o de Marta, seus olhos se fecharam num instante, enquanto a m?o p¨¢lida se fechava em um punho, suas veias azuis salientes resaltaram na parte de tr¨¢s da m?o. Ao ver aqu figura envolta em uma aura pesada de dor, Liliane desviou o olhar, incapaz de suportar. se culpava por tudo. Se tivesse segurado Marta, as coisas n?o teriam chegado a esse ponto. Era culpa d. estava errada. Em pouco tempo, a equipe m¨¦dica chegou e levou o corpo frio de Marta. A pol¨ªciae?ou a interrogar William e Liliane, e as pessoas dispersaram, deixando o local deserto. Depois de interrogar William e Liliane, a pol¨ªcia foi at¨¦ o diretor do parque del divers?es. Os funcion¨¢rios tentaram persuadir Liliane e os outros a irem embora, mas foram impedidos por Joaquim e os outros. O cen¨¢rio estava vazio, apenas a brisa noturna ecoava suavemente, carregando murm¨²rios lament¨¢veis. GET Chapter 364 Cap¨ªtulo 364 Liliane segurou Alice, que chorava sem parar, acariciando de leve suas costas. Alice escondeu o rosto no pesco?o de Liliane, solu?ando: ¨C Mam?e, eu n?o quero que a vov¨® v¨¢ embora, eu n?o quero que a vov¨® v¨¢ embora¡­ Liliane apertou Alice contra si, sentindo o pequeno corpo tremendo, l¨¢grimas escorriam de seus olhos. Desculpe, eu n?o protegi bem a vov¨®, ¨¦ culpa minha¡­ Ian e Breno estavam os olhos inchados, sem sabero consr. ¨C Por qu¨º? ¨C De repente, William, que estava parado o tempo todo, falou a voz rouca. Liliane olhou para ele, seus olhos cheios de culpa e autocondena??o. ¨C Desculpe. William apertou firmeza os l¨¢bios, avan?ando em dire??o a Liliane, envolto em uma aura de hostilidade. ¨C Liliane, me diga! Por que voc¨º fez isso? Por que voc¨º me destruiu? Por que voc¨º destruiu minha m?e? ¨C Questionou ele. Destrui??o? Liliane franziu a testa surpresa, perguntando: ¨C O que voc¨º quer dizer ¡°eu destruir voc¨ºs¡°? At¨¦ agora, voc¨º ainda est¨¢ fingindo ser inocente? ¨C William riu frieza, seu olhar sombrio cortava Lilianeo uma lamina. ¨C Liliane, se lembre, isso n?o vai acabar assim! Depois de resolver os assuntos da minha m?e, vou fr voc¨º pessoalmente! Sua voz g¨¦lida estava cheia de amea?a. Do rosto frio de William, Liliane p?de sentir uma onda intensa de ¨®dio. At¨¦ ele se afastar seus seguran?as, Liliane n?o conseguiu se recuperar. De volta ¨¤ casa, Marc chegou logo depois. entrou correndo na mans?o, vendo Liliane encolhida sozinha no sof¨¢, sentindo uma pontada no cora??o. Marc se aproximou, se sentando aodo de Liliane, envolvendo os ombros d carinho. Lili¡­ Liliane apoiou a cabe?a no ombro de Marc, murmurando um simples ¡°sim¡± ¨C Lili, n?o se culpe, isso n?o ¨¦ sua culpa. Consolou Marc, carinho. Liliane apertou os l¨¢bios, triste, dizendo: ¨¦ minha culpa, eu n?o impedi, eu vi Marta cair diante dos meus olhos. Eu vi¡­ Eu a vi se despeda?ar na minha frente. ¨C Lili, isso foi um acidente, ningu¨¦m esperava que algo assim acontecesse. N?o se segure, chore se precisar. ¨C Disse Marc, suspirando. tinha medo de que Liliane ficasse emocionalmente prejudicada, afinal, testemunhar uma cena como aqu devia ter sido traumatizante. Liliane bn?ou a cabe?a, dizendo: Eu n?o tenho o direito de chorar, Marc, me ajude a perguntar a Vin¨ªcius onde as cinzas de Marta ser?o colocadas. Eu vou perguntar. Mas h¨¢ outra coisa. ¨C Concordou Marc, a cabe?a. ¨C Diga. Disse Liliane. Hoje, todos os trending topics est?o fndo sobre o chefe e Marta. ¨C Contou Marc. ¨C O que ¨¦? ¨C Perguntou Liliane, surpresa, olhando para Marc. Marc percebeu que Liliane n?o sabia de nada. pegou o celr, abriu os trending topics e mostrou para Liliane. ¨C Marta seduziu Miguel? N?o! Isso ¨¦ imposs¨ªvel! ¨C Exmou Liliane, chocada, depois de dar uma olhada. Sim,mas n?o ¨¦ assim. Vin¨ªcius j¨¢ me contou. Disse Marc. O que diabos estava acontecendo? ¨C Liliane se apressou a perguntar. ¨C Miguel ¨¦ quem se interessou por Marta e humilhou . Quando o chefe era crian?a, ele viu sua m?e sendo humilhada por Miguel, mas era jovem demais para lutar contra ele. Ent?o, Miguel inventou mentiras que resultaram em Martao alvo do ressentimento do pai do chefe, sendo enviada para o exterior e encarcerada por longos e dolorosos quinze anos. Nesses quinze anos, n?o apenas viveu na escurid?o, mas tamb¨¦m foi humilhada e maltratada por aqueles que vigiavam . Eu ouvi Vin¨ªcius dizer que Marta estava machucada quando apareceu e passou todo esse tempo em um estado quase catatonico. ¨C Explicou Marc. Ao ouvir isso, Liliane apertou for?a as m?os! -15 BONUS deveria ter antecipado. Marta ficava apavorada ao ver Miguel e enlouquecia ao ver William. A semelhan?a marcante entre os dois provocava medo e ressentimento profundo. em Marta. Al¨¦m disso, a express?o de William, desejando poder aniqur Miguel, revva um ¨®dio e repulsa enraizados, que pravam at¨¦ os ossos! ¨C Chapter 365 Cap¨ªtulo 365 Liliane n?o conseguia imaginaro William havia suportado tudo isso quando. era crian?a. Quanto dano essa situa??o causou a ele? Sentindo a raiva tremndo em Liliane, Marc perguntou: Lili, ent?o a quest?o agora ¨¦, quem distorceu os fatos e divulgou isso na m¨ªdia? As pvras de Marc trouxeram Liliane de volta ¨¤ realidade. Se eu n?o estiver errada, deve ser Miguel, mas as manchetes de trending topics. est?o insinuando que fui eu quem pedi a algu¨¦m para divulgar. Analisou Liliane, calma. Porque eu estava sempre perto de Marta. ¨C Miguel? Marc estava confusa. Se ele quisesse divulgar, n?o teria feito isso antes? Por que esperar at¨¦ agora? Liliane tamb¨¦m estava intrigada. Se n?o fosse Miguel, poderia ser uma rev??o indireta dele. Afinal, as pessoas que sabiam disso eram poucas! Al¨¦m disso, quem soube dessa not¨ªcia provavelmente era algu¨¦m que tinha uma r??o conflituosa Propositadamente instigando a repulsa de William por , ao mesmo tempo, destruindo ele. Se fosse direcionado apenas a , poderia ser Mavis. Al¨¦m de Mavis, Liliane n?o tinha outros inimigos! Mas Mavis n?o gostava de William? Ent?o, por que faria isso ele? ¨C Lili, se essa pessoa for a Mavis? ¨C Marc tamb¨¦m perguntou. N?o ¨¦ imposs¨ªvel! ¨C Disse Liliane, endireitando o corpo, depois pegou o celr e ligou para Eduardo.. Ap¨®s algum tempo, Eduardo atendeu, chamando uma voz suave: ¨C Lili. Eduardo, voc¨º sabe quem Mavis tem se envolvido ultimamente? ¨C Perguntou Liliane, diretamente. Isso eu n?o sei muito bem. ¨C Eduardo perguntou de volta. ¨C O que est¨¢ acontecendo? Liliane explicou rapidamente os eventos do dia. +15 NONUS Eduardo ficou em sil¨ºncio por um longo tempo antes de dizer: Eu vou investigar. Vou designar algu¨¦m para observar cada passo d. Voc¨º tamb¨¦m precisa ter cuidado. Sem evid¨ºncias que provem sua inoc¨ºncia, William provavelmente ir¨¢ atr¨¢s de voc¨º. Est¨¢ bem, eu entendi. Se houver algum problema, me avise de imediato. ¨C Disse Liliane, abaixando os olhos. ¨C Est¨¢ bem! ¨C Concordou Eduardo. Ap¨®s encerrar a liga??o, Marc, enfurecida, desferiu um soco no sof¨¢. Mavis ¨¦ realmente repugnante! Incapaz de conquistar o chefe, se esfor?a para agradar o Miguel! Sem vergonha! ¨C Xingou Marc. ¨C Voc¨º volte para casa primeiro. N?o ¨¦ cedo e ficar raiva agora n?o vai resolver nada. ¨C Consolou Liliane, dando um tapinha no bra?o de Marc. ¨C Est¨¢ bem, ent?o vou voltar. N?o fique muito triste, afinal¡­ Afinal, Marta j¨¢ se foi. Concordou Marc. Certo, tenha uma viagem segura. ¨C Assentiu Liliane. N?o se preocupe! ¨C Respondeu Marc. Antiga Mans?o da fam¨ªlia Gabaldo. O mordomo entrou ¨¤s pressas na s de estar e informou ao Guilherme, que estava assistindo TV: Sr. Guilherme, a Sra. Marta morreu! Os olhos opacos do Sr. Guilherme se moveram ligeiramente, depois elen?ou um olhar sem express?o ao mordomo, perguntando: ? N?velDrama.Org - All rights reserved. ¨C Por que se surpreender uma coisa t?o pequena? Como morreu? morreu porque a cabine da roda¨Cgigante caiu. ¨C Explicou o mordomo. Bem¨Cfeito! se casouigo e ainda se envolveu Miguel. Esta mulher desprez¨ªvel morreu como merecia! N?o ¨¦ uma perda! ¨C Zombou Guilherme, um sorriso sarc¨¢stico. Isso ¨¦ verdade, mas, Sr. William¡­ ¨C Hesitou o mordomo, ficando sem jeito. ¨C O que aconteceu ele? Est¨¢ chorando ou est¨¢ se sentindo mal? ¨C Perguntou Guilherme, frieza. Marta possa ser enterrada l¨¢. ¨C Respondeu o mordomo. As sobrancelhas do Sr. Guilherme se franziram num instante, zombando: ¨C ¨C Ele acha que n?o ¨¦ suficientemente chamativo na m¨ªdia esse incidente? ¨C Agora n?o ¨¦ apenas uma quest?o da exposi??o da identidade do Sr. William, ¨¦ tamb¨¦m um problema para voc¨º, Sr. Guilherme. ¨C Explicou o mordomo. ¨C O que eu tenho a ver isso? O que importa para mim que tenha morrido? ¨C Questionou Guilherme, uma express?o s¨¦ria. O mordomo apressadamente pegou seus ¨®culos de leitura e mostrou as not¨ªcias no celr de Sr. Guilherme, dizendo: ¨C Veja, a maioria ds est¨¢ criticando voc¨º. Chapter 366 Cap¨ªtulo 366 O Sr. Guilherme semicerrou os olhos, enquanto lia osent¨¢rios. ¡°Essa not¨ªcia est¨¢ sendo engra?ada demais? Est?o ramente tentando fazer que todos fiquem contra o CEO da Novitex e aqu empres¨¢ria famosa!¡± ¡°Concordo o de cima. Esse ve¨ªculo de m¨ªdia est¨¢ nos tratandoo tolos, ramente tentando nos incitar a criticar sem motivo. Eu diria que o verdadeiro culpado por toda essa confus?o ¨¦ o tal Sr. Guilherme da fam¨ªlia Gabaldo!¡± ¡°Com mais de cinquenta anos, ele ainda se casa uma mulher de vinte e poucos. Isso ¨¦ nojento!¡± ¡°Sorte que a Novitex est¨¢ nas m?os do Sr. William, sen?o esse Sr. Guilherme estragaria toda a reputa??o!¡± ¡°O CEO da Novitex est¨¢ demolindo o Parque de Divers?es da Est, isso ¨¦ realmente autorit¨¢rio. Esse parque n?o merece estar aberto, ¨¦ perigoso e causou mortes!¡± ¡°Vamos denunciar aquele Sr. Guilherme da fam¨ªlia Gabaldo! Ele, abusando de seu poder, se casou ¨¤ for?a e causou danos ¨¤s pessoas!¡± ¡°Sra. Marta, descanse em paz. Na pr¨®xima vida, espero que voc¨º n?o encontre mais armadilhaso a fam¨ªlia Gabaldo.¡± Ao ver essesent¨¢rios, Sr. Guilherme ficou p¨¢lido e jogou o celr no ch?o. ¨C Isso ¨¦ tudo besteira! Besteira! ¨C Gritou Guilherme, tremendo de raiva. ¨C provocou meu filho e no final, a culpa ¨¦ nossa? Sr. Guilherme, se acalme! Na minha opini?o, essas pessoas que est?o criticando. voc¨º devem estar rcionadas ¨¤ pessoa que revelou esse incidente! O mordomo tentou acalmar ele. ¨C Guilherme permaneceu em sil¨ºncio por um momento, perguntando: Voc¨º quer dizer que essa pessoa est¨¢ usando de prop¨®sito a m¨ªdia para distorcer os fatos, em seguida, manipndo as redes sociais para direcionar a opini?o p¨²blica contra mim? ¨C Sim, ¨¦ isso. Superficialmente, est¨¢ defendendo o Sr. Miguel, mas na verdade. est¨¢ usando o p¨²blico para investigar a verdade sobre esse incidente. Voc¨º acha que, depois que eles souberem a verdade, quem eles v?o apoiar? ¨C Continuou o mordomo. Al¨¦m de William, quem mais eles apoiariam? ¨C Disse Guilherme, raiva. ¨¦ mesmo, Sr. William ganharia a simpatia de todos. Ent?o, se permitir que o Sr. Miguel entre na empresa nesse momento, as a??es da empresa certeza cair?o! Sr. Guilherme, eles est?o definitivamente conspirando para for?ar voc¨º a n?o deixar o Sr. Miguel entrar na empresa. ¨C Explicou o mordomo. ¨C Pelo que voc¨º est¨¢ dizendo, ¨¦ muito prov¨¢vel que eles revelem a verdade dos fatos para todos nos pr¨®ximos dias. ¨C Comentou Guilherme, enquanto seus olhos mostravam um olhar afiado. Sim, isso teria o melhor efeito para difamar voc¨º. ¨C Confirmou o mordomo. V¨¢ buscar essa mulher amanh?! ¨C Guilherme ordenou. Quero ver, entre essa mulher e a reputa??o de Marta, qual escolha William far¨¢! Okay, Sr. Guilherme. Respondeu o mordomo. ?s dez da noite, no hospital. Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. William passou tr¨ºs longas horas no necrot¨¦rio antes de sair. A atmosfera gda em torno dele parecia ainda mais sombria. Jorge, ao ver William, se apressou em abordar ele: Sr. William, o cremat¨®rio e o cemit¨¦rio j¨¢ foram contatados. William, uma express?o incrivelmente indiferente, perguntou: Como est¨¢ a opini?o p¨²blica online sobre isso? Quando mencionou o assunto, Jorge achou estranho e disse: Sr. William, a dire??o da opini?o p¨²blica est¨¢ muito estranha. Eles n?o est?o culpando a Sra. Marta, mas est?o acusando o Sr. Guilherme deportamento inadequado. Ningu¨¦m suspeita que Liliane tenha orquestrado isso? ¨C Perguntou William, frieza. N?o. Talvez eles n?o tenham pensado que foi a Srta. Liliane. Respondeu Jorge. William assentiu a cabe?a e ordenou friamente: Divulgue a not¨ªcia da morte de minha m?e, al¨¦m disso, revele ao p¨²blico o que aconteceu h¨¢ quinze anos. Sr. William, essas coisas s?o de sua¡­ Perguntou Jorge, chocado. Voc¨º quer que minha m?e v¨¢ para a sepultura uma reputa??o manchada? William interrompeu as pvras de Jorge, repreendendo ele voz severa. ¨C Entendi, Sr. William. ¨C Disse Jorge, abaixando a cabe?a rapidamente. Antes de sair, Jorge deu uma olhada furtiva em William. William suportou quantas dores para revr suas cicatrizes e mostrar isso a todos? Jorge n?o entendia. Por que Liliane agiria assim? Ser¨¢ que odiava tanto William? Sr. William sofreu por duas d¨¦cadas por causa desse incidente, por que faria isso ele? Chapter 367 aria isso ele? Cap¨ªtulo 367 No dia seguinte. As crian?as estavam o humor abdo, ent?o Liliane decidiu deixar eles em casa. Ao meio¨Cdia, Marc enviou uma mensagem informando a Liliane sobre o local do enterro de Marta. Liliane se sentou no quarto, onde Marta costumava ficar olhando em sil¨ºncio as fotos d no celr por um longo tempo. At¨¦ receber uma mensagem de Eduardo, lembrando de que naquele dia era o anivers¨¢rio de Gilberto. Suas a??es precisavame?ar! Somente ent?o, Liliane recuperou seus pensamentos, examinou lentamente o quarto de Marta e se levantou. Ao chegar ao andar de baixo, ouviu alguns ru¨ªdos de briga e discuss?o na porta. Curiosa, Liliane se dirigiu ao hall de entrada. Antes de chegar l¨¢, a porta foi chutada um estrondo. V¨¢rios seguran?as avan?aram para agarrar , levando diretamente para fora. ¨C Quem s?o voc¨ºs? Me soltem! ¨C Disse Liliane, perplexa, lutando. Os seguran?as se recusaram a responder e tiraram um len?o do bolso, cobrindo o rosto de Liliane. Em pouco tempo, Liliane perdeu a consci¨ºncia, se deixando ser arrastada para dentro de um carro. No andar de cima. Os tr¨ºs pequenos correram para baixo ao ouvir o barulho, ansiosos para ver o que estava acontecendo. Ao ver Liliane sendo levada, os tr¨ºs se apressaram em tentar alcan?ar , mas o carro j¨¢ tinha partido rapidamente. Quem s?o eles? Por que est?o levando a mam?e? Eu quero a mam?e¡­ ¨C Chorou Alice, ansiosa. Breno apertou os l¨¢bios, respirando fundo, olhando para o carro que se afastava e dizendo: ¨¦ o vov? Por que ele est¨¢ levando a mam?e? Eu n?o sei! ¨C Breno, ap¨®s um momento de pensamento, disse. ¨C Ian, posso usar o seuputador? ¨C ro! Concordou Ian. Breno e Ian levaram Alice de volta ao quarto. Breno rapidamente acessou todas as cameras de seguran?a da casa da fam¨ªlia Gabaldo, em seguida, pegou o celr para ligar para William.Material ? N?velDrama.Org. Demorou um tempo at¨¦ que William atendesse. Breno, urgentemente, disse: ¨C Papai, mam?e foi levada pelos homens do vov?. William ainda estava no cemit¨¦rio, ouvindo isso, seus olhos escuros se estreitaram. Em seguida, ele viu a foto preta e branca da m?e no t¨²mulo, seu rosto manteve uma express?o indiferente. Sua voz estava fria, sem nenhuma emo??o: ¨C O que tem a verigo que foi levada? Depois de dizer isso, ele simplesmente desligou a chamada. Breno ficou perplexo. Por que o papai disse isso? Vendo a express?o de Breno, Ian perguntou rapidamente: ¨C O que ele disse? Ele vai salvar a mam?e? Breno desviou os olhos rapidamente e, apertando os l¨¢bios, mentiu: ¨C Sim¡­. N?o importava o que o papai disse, ele acreditava que o pai certeza iria salvar a mam?e.. Na fam¨ªlia Lima. Mavis estava se arrumando, se preparando para a festa de anivers¨¢rio que aconteceria mais tarde. Segurando o celr, olhou para os trending topics, uma express?o intrigada. Estranho, por que a m?e de William n?o foi criticada? Por que Liliane n?o foi descoberta? Em vez disso, Guilherme se tornou o mais maltratado? No entanto, logo de manh? cedo, algu¨¦m divulgou uma not¨ªcia sobre Marta. Com pvras ras e evid¨ºncias convincentes, todos foram informados de que Marta havia sido humilhada e n?o seduzida. A opini?o p¨²blica estava extremamente desfavor¨¢vel, todose?aram a condenar Guilherme e Miguel. No entanto, quem era Guilherme? Como isso poderia sair do controle? Tamb¨¦m encontraram muitas pessoas para divulgar o passado vexat¨®rio de Marta. N?on?ar a not¨ªcia teria sido melhor, no entanto, uma vez publicada, os internautas aumentaram suas cr¨ªticas. Alegaram que expor esses detalhes era desrespeitoso a falecida. Al¨¦m disso, afirmaram que, se Miguel assumisse a Novitex, n?oprariam mais nenhum produto da empresa. Eles s¨® apoiavam Williamo presidente da Novitex. +15 adhus Cap¨ªtulo 368 Chapter 368 Cap¨ªtulo 368 Mavis soltou um sorrio ir?nico. Se a Novitex n?o fosse passada a Miguel, e da¨ª? O Sr. Guilherme poderia ter se aproveitado da capacidade de William, para dar a Miguel tudo que William tinha conquistado. Quanto mais vantajoso para William, mais evidente que a Novitex se tornaria mais poderosa no futuro. s¨® precisava ser a esposa de Miguel, ent?o teria tudo o que quisesse. Afinal, Guilherme s¨® favorecia Miguel. No entanto, ao pensar nisso, uma express?o de desconforto apareceu no rosto de Mavis. J¨¢ fazia muito tempo desde que Miguel estava fora de contato. O que ele estaria fazendo? Mavis estava irritada, enquanto a estilista atr¨¢s d, acidentalmente, puxou seu cabelo. -Ah¡­. ¨C Gritou Mavis de dor. A estilista ficou surpresa e rapidamente se desculpou: ¨C Desculpe, Srta. Mavis! N?o foi intencional! Mavis se levantou de repente e olhou para a estilista. estendeu a m?o e deu um tapa pesado n, repreendendo: Voc¨º est¨¢ querendo morrer? Sua m?o ¨¦ pesada demais, in¨²til! A estilista, segurando o rosto, os olhos cheios de l¨¢grimas, murmurou desculpas: Sinto muito! Srta. Mavis, eu vou ter mais cuidado! Mavisn?ou um olhar feroz ¨¤ estilista, antes de se sentar novamente. De repente, seu celr vibrou. Mavis, irritada, viu que era uma mensagem de Miguel e seu rosto se iluminou num instante. abriu a mensagem. ¡°Desculpe, tive alguns problemas recentemente e estou me recuperando no hospital.¡± ¡°Voc¨º se machucou? ¨¦ grave? Em qual hospital?¡°, perguntou Mavis, ficando surpresa. ¡°N?o se preocupe, Mavis. Eu vi as not¨ªcias. Foi voc¨º quem contou ¨¤ imprensa?¡°, perguntou Miguel. Mavis hesitou. O que ele queria dizer isso? Estava culpando por contar ¨¤ midia? Se ele n?o queria que ningu¨¦m soubesse, por que ele n?o advertiu antes? ¡°Sr. Miguel acha que fui eu?¡°, Mavis tentou perguntar. ¡°Porque eu s¨® falei disso voc¨º.¡°, disse Miguel. ¡°E se fosse eu, o que voc¨º faria?¡°, perguntou Mavis, de novo. ¡°Ficaria muito desapontado. Confiei em voc¨º ao contar, mas voc¨º contou ¨¤ imprensa sem minha permiss?o.¡°, disse Miguel. Mavis sentiu seu cora??o afundar. ¡°Sr. Miguel! Fiz isso por voc¨º! Voc¨º est¨¢ ramente certo, por que est¨¢ suportando isso?¡± ¡°Voc¨º viu como est¨¢ a opini?o online. Agora todos s¨® acreditam no William.¡°, disse Miguel. ¡°E dai? S Miguel, a reputa??o n?o importa. Contanto que voc¨º tenha habilidade, pode cr a boca de todos. Se voc¨º n?o estiver satisfeito isso, posso ajudar a mudar a opini?o p¨²blica!¡°, respondeu Mavis rapidamente. ¡°N?o precisa, Srta. Mavis. O navio j¨¢ partiu. N?o precisamos mais nosunicar.¡°, recusou Miguel. Mavis ficou ansiosa. ? N?velDrama.Org - All rights reserved. ¡°Sr. Miguel, estou admitindo que estava errada. Voc¨º pode me dar uma chance de me redimir?¡°, pediu Mavis. Miguel n?o respondeu mais. Ele estava deitado na cama, olhando frieza para a foto de Mavis no celr. Lentamente, um sorriso frio se formou em seus l¨¢bios. Reputa??o? Miguel nunca se importou isso. Ele queria uma mulher que estivesse disposta a ser contrda por ele. Mavis parecia estar indicando que j¨¢ estava disposta a se apegar a ele. Se ele quisesse que Mavis ficasse mais obcecada por ele, teria quee?ar a derrubar devagar sua ast¨²cia. Miguel j¨¢ previa que as coisas chegariam a esse ponto. Mesmo que inicialmente a opini?o p¨²blica estivesse a favor deles, William certeza agiria para reverter a situa??o. Miguel s¨® precisava acertar William, ver ele sofrendo fazia seu sangue ferver sem parar! Mas o espet¨¢culo de tortura para William mal haviae?ado! Na Antiga Mans?o da fam¨ªlia Gabaldo. Liliane, que desmaiou, foi jogada na s pelos seguran?as. Quando sua testa bateu no ch?o, a dor fez acordar. Liliane abriu os olhos vagamente e viu uma figura emba?ada sentada no sof¨¢. ¨C Acordou? Uma voz idosa ecoou. Liliane demorou um pouco para se dar conta de que era a voz de Guilherme. A vis?o d reou aos poucos, mas ainda estava fraca demais para se mover. Guilherme resmungou: ¨C J¨¢ que acordou, ent?o vamos conversar direito! Liliane moveu os l¨¢bios sem for?as, abrindo a boca: Por que voc¨º me sequestrou? Chapter 369 Cap¨ªtulo 369 N?o entende? Esqueceu da sua alian?aWilliam, contra mim e Miguel? Zombou Guilherme. Liliane, a testa franzida, resistiu ¨¤ tontura: Quando eu ataquei voc¨ºs? Gritou Guilherme, furioso. Voc¨º ainda finge n?o saber? Voc¨ºs tramaram tudo! Primeiro inmaram a opini?o p¨²blica e depois esreceram tudo de repente! Fizeram que todos insultassem pai e filho! Tudo para afastar Miguel da empresa, para que voc¨ºs dois pudessem se beneficiar, n?o ¨¦ verdade? Liliane ouviu em sil¨ºncio, finalmentepreendendo por que foi trazida ali. N?o fui eu quem fez isso e William n?o se rebaixaria a este ponto. Al¨¦m disso, que benef¨ªcio eu teria em fazer isso? Eu n?o me importo William, nem jamais pensei em ficar ele. Essa hist¨®ria de ¡°sentar e colher os frutos¡± n?o faz sentido para mim. Disse Liliane, um sorriso ir?nico. ¨C Voc¨º ousa dizer que nunca pensou em ficar William? Ent?o, por que voc¨º estava cuidando da m?e dele em sua casa? ¨C Questionou Guilherme, estreitando os olhos. Voc¨º acredita se eu disser que encontrei Marta? Retrucou Liliane, apertando os dentes ao endireitar o corpo, olhando diretamente nos olhos de Guilherme. ¨C ¨C Piada! Zombou Guilherme. ¨C Voc¨º acha que vou acreditar em uma coincid¨ºncia t?o grande? Liliane apertou os punhos, sabendo que Guilherme n?o acreditaria, mas era a verdade. Uma verdade que chocou at¨¦ , quando descobriu. N?o pode dizer mais nada? ¨C Questionou Guilherme. N?o vou admitir algo que n?o fiz. ¨C Respondeu Liliane frieza e firmeza. Voc¨º ¨¦ teimosa! Veremos se voc¨º continuar¨¢ t?o firme depois do que est¨¢ por vir! ¨C Guilherme ordenou aos seguran?as. ¨C V?o em frente! Batam n at¨¦ admitir! ¨C Guilherme, s¨® quero fazer uma pergunta! ¨C Falou Liliane, apressadamente, antes que os seguran?as pudessem agir. O que quer perguntar? ¨C Perguntou Guilherme. Mesmo que voc¨º me force a admitir algo que te satisfa?a, isso mudar¨¢ alguma BONUS coisa? Em vez de me interrogar, n?o seria melhor resolver o problema de uma vez por todas? ¨C Disse Liliane, os dentes cerrados. Guilherme ficou s¨¦rio, reconhecendo a calma e a intelig¨ºncia de Liliane. Se fosse outra pessoa, provavelmente j¨¢ estaria assustada demais para argumentar naquele momento, mas ainda conseguia apontar os postos- chave do problema para se proteger. Infelizmente, ele n?o conseguia engolir esse orgulho! L¨ªngua afiada! Continuem batendo! ¨C Resmungou Guilherme, frieza. Com essas pvras, os seguran?as desferiam um golpe forte no rosto de Liliane. A dor atingiu e a vis?o escureceu, mas permaneceu firme. Enquanto isso, as crian?as assistiam ¨¤ cena olhos arregdos. ? N?velDrama.Org - All rights reserved. Mam?e! ¨C Exmou Alice, quase se inclinando para a t doputador. Maldi??o! Por que o pai irrespons¨¢vel n?o est¨¢ l¨¢? ¨C Murmurou Ian, uma chama nos olhos. Breno, se sentindo angustiado, tamb¨¦m estava muito ansioso. Ser¨¢ que o pai realmente n?o ia salvar a m?e? O av? tinha um temperamento que poderia levar a m?e ¨¤ morte! Vendo Liliane sendo espancada pelos seguran?as, os tr¨ºs pequenos estavam cheios de raiva, desespero e afli??o. N?o posso esperar mais! ¨C Ian pegou o celr de Breno e ligou para Eduardo. Para que servia esse pai irrespons¨¢vel e in¨²til? Na fam¨ªlia Lima. Eduardo estava na s, entretendo os convidados. Ele convidou alguns socialites da Serafim e jornalistas disfar?ados, esperando que, quando Liliane chegasse, pudesse exporpletamente a falsa identidade de Mavis para que todos soubessem quem era a verdadeira herdeira da fam¨ªlia Lima e o qu?o repugnante era o car¨¢ter de vidados indiferen?a, seu olhar gdo estava fixo em Eduardo tratou os Mavis, cuidadosamente maquiada. Eduardo? De repente, um grito familiar ecoou em seu ouvido. Eduardo virou a cabe?a e viu Beatriz, vestindo um vestido amarelo suave, aparecendo ¨¤ sua frente. Ele ficou at?nito por um momento, depois seu olhar se suavizou e ele perguntou um sorriso suave: ¨C Bia? Voc¨º voltou do exterior? ¡ª Chapter 370 G Cap¨ªtulo 370 Beatriz, os l¨¢bios vermelhos, se aproximou de Eduardo e envolveu seu bra?o, fazendo charme ao dizer: Sim, voltei ontem. Eu te chamei v¨¢rias vezes, mas voc¨º n?o me respondeu. Estava olhando para qual b herdeira? N?o me fa?a de tolo, n?o estava olhando para nada. ¨C Disse Eduardo, um sorriso. Beatriz n?o acreditou, seguiu o olhar de Eduardo para ver. No momento em que avistou Mavis, uma express?o de desprezo intenso passou pelos olhos de Beatriz. ¨C Eduardo, voc¨º acha que Mavis se parece a tia? Eu acho que n?o parece nem um pouco! ¨C Comentou Beatriz. Eduardo, contendo um sorriso, pensouo duas pessoas sem parentesco poderiam se parecer. Talvez Mavis tivesse sentido o olhar, pois de repente virou a cabe?a na dire??o de Eduardo. Ao ver Beatriz, Mavis ficou ligeiramente surpresa, mas logo lembrou que era aa de Gilberto. Mavis olhou para a pr¨®pria bolsa, sorriu de leve e se aproximou de Beatriz. Quando estava diante d, Beatriz resmungou desprezo. Quando Mavis estava perto, decidiu zombar: Mesmo vestindo um vestido elegante, voc¨º n?o tem o charme de uma verdadeira herdeira. Beatriz, voc¨º est¨¢ brincando. Apenas n?o quero envergonhar o vov?. Disse Mavis, um sorriso delicado. Ent?o, tirou uma caixa delicada da bolsa e entregou a Beatriz. Bia, este ¨¦ um presente de boas¨Cvindas. Houve alguns mal- entendidos entre a gente antes, espero que a gente possa resolver isso agora, afinal, seremos primas. Beatriz olhou de rnce para a caixa, pegou e abriu, revndo uma pulseira de diamantes. Beatriz ficou intrigada, por que essa mulher estava dando a uma pulseira de diamantes? conheceu a pulseira, era o novo modelo da Novitex, que custava cento e oitenta mil. +15 BONDS Beatriz levantou o olhar, examinando Mavis. Ser¨¢ que estava tentando agradar ? Obrigada, mas eu n?o tenho nada para te dar em troca. Voc¨º n?o se importa, certo? Indagou Beatriz. N?o se preocupe, voc¨º ¨¦ minha prima, ¨¦ natural eu dar um presente de boas- vindas. Explicou Mavis, em tom suave. Ao ouvir isso, Beatriz aceitou o presente a contragosto. sabia que Mavis foi favorecida pelo av? na frente de todos. N?o podia desmerecer na frente de tantas pessoas, afinal, o av? ainda era o l¨ªderda fam¨ªlia Lima. Beatriz percebeu que, se desagradasse Mavis, podiaprometer as esperan?as de seu pai de retornar ¨¤ empresa. Pensando nas possibilidades futuras de usar a r??o amig¨¢vel entre seu pai e o av? por meio de Mavis, decidiu manter uma boa r??o . Material ? N?velDrama.Org. Est¨¢ bem, eu aceito seu pequeno presente. ¨C Falou Beatriz. Pequeno presente? Mavis riu frieza em seu ¨ªntimo. gastou quase duzentos mil e Beatriz chamou de pequeno presente? Para ganhar o favor da fam¨ªlia Lima, s¨® podia engolir esse orgulho. Quanto a Eduardo¡­ Mavis acreditava que, contanto que todos na fam¨ªlia Lima estivessem ao seudo, Eduardo teria que respeitar sua posi??o, mesmo que n?o gostasse d. Essa atitude de Mavis fez que uma camada de gelo aparecesse nos olhos de Eduardo. Como ele n?o podia perceber que Mavis estava tentando conquistar a fam¨ªlia Lima? Infelizmente, assim que revssem a verdadeira identidade d, perderia imediatamente a chance de se firmar ali. Eduardo verificou o hor¨¢rio em seu pulso, preocupado por Lili ainda n?o ter chegado. Naquele momento, seu celr vibrou no bolso. Ao atender, viu que era uma liga??o de Breno, mas quem falou foi Ian. Ian, uma voz fria, perguntou: ¨C Tio, onde voc¨º est¨¢? Percebendo a tens?o na voz de Ian, Eduardo franziu a testa e perguntou: ¨C O que aconteceu, Ian? ¨C Minha m?e foi levada por Guilherme! Est¨¢ sendo espancada pelos seguran?as. Tio, v¨¢ salvar minha m?e! ¨C Respondeu Ian. Eduardo segurou firmeza o celr, se dirigindo apressadamente para o carro e dizendo: ¨C Me conte o que est¨¢ acontecendo, Ian. ¨C Guilherme suspeita que minha m?e e aquele pai irrespons¨¢vel intencionalmente causaram pol¨ºmica para difamar ele e Miguel! Explicoun Chapter 371 Cap¨ªtulo 371 Eduardo franziu a testa, estava ciente dessa situa??o. Originalmente, a condena??o deveria ser para a m?e de William, mas parecia que algo estava manipndo tudo nas sombras, distorcendo fortemente a opini?o p¨²blica. Quanto a quem, ele n?o tinha interesse em investigar. A luta entre a fam¨ªlia Gabaldo n?o era algo que ele quisesse se envolver! No entanto, se Guilherme ousasse trazer Lili para isso, Eduardo n?o toleraria! Antes de partir, Eduardon?ou um olhar profundo para a familia Lima. A mentira desses cinco anos, ainda n?o seria exposta. Com as m?os firmes no vnte, ele acelerou rapidamente para longe. Antiga Mans?o da familia Gabaldo. V¨¢rios carros pretos pararam na entrada. A porta do carro luxuosa se abriu, um homem vestido de terno preto desceu pernas elegantes, ficando ereto na frente da Antiga Mans?o. Ele emanava um frio intenso,o um dem?nio, fazendo que ningu¨¦m ao redor ousasse respirar profundamente. Jorge se aproximou, advertindo: ¨C Sr. William, dizem que Srta. Liliane tamb¨¦m est¨¢ aqui. William n?o disse nada, leyantou a perna e caminhou em dire??o ¨¤ Antiga Mans?o. Ao chegar na s, um leve cheiro de sangue atingiu William. Ele franziu a testa, ao olhar para Liliane no ch?o, coberta de ferimentos, seus olhos negros piscaram ramente duas vezes. Seu olhar se deteve por apenas alguns segundos antes de recuar friamente, indo em. dire??o a Guilherme, Guilherme, dedo, olhou para William e perguntou: ¨C O que? Voc¨º veio salvar ? William perguntou em tom frio: Voc¨º j¨¢ sabe sobre minha m?e, n?o ¨¦? Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Guilherme franziu a testa, zombando: Eu sei, e da¨ª? Voc¨º quer que eu panhe at¨¦ seu t¨²mulo? Williamn?ou um olhar zombeteiro, retrucando: ¨C Se voc¨º aparecer, minha m?e pode n?o descansar em paz. O que voc¨º est¨¢ tentando dizer?¨C Rugiu Guilherme. Com o rugido estrondoso, Liliane, desacordada pelos seguran?as, lentamente abriu os olhos. Suprimindo a intensa dor em seu corpo, fixou o olhar em William, que havia aparecido sem aviso. Como ele chegou ali? Ser¨¢ que ele foi para salvar ? Mas antes que esse pensamento pudesse se formar na mente de Liliane, William soltou uma frase gda: Estou aqui para te dizer que minha m?e faleceu. N?o tenho mais fraquezas neste mundo! A partir de hoje, vou retribuir mil vezes a dor que minha m?e sofreu a Miguel! Guilherme se levantou de repente, encarando William express?o feroz e amea?ando: ¨C Seu ingrato! A surra da ¨²ltima vez n?o foi suficiente para te ensinar uma li??o? Mal as pvras de Sr. Guilherme terminam, Joaquim irrompeu uma dezena de seguran?as na s. Ao ver a imponencia desses seguran?as, Sr. Guilherme rapidamente deu um sinal aos seus empregados, que prontamente apontaram armas para Liliane. 15 BOHUS Se voc¨º ousar tocar um dedo em Miguel, eu vou matar essa mulher agora! Amea?ou Guilherme. Liliane ficou tensa, levantou os olhos para William, mas foi recebida por um olhar frio e distante. Seu cora??o afundou, franzindo a testa, se perguntou se ele estava desistindo d. William zombou desd¨¦m, olhando de volta para Sr. Guilherme. Eu deixei ro h¨¢ pouco, eu n?o tenho fraquezas! Ent?o, o que acontece n?o me diz respeito. A mente de Liliane ficou em branco. O que ele disse? A vida d n?o importava para ele? As l¨¢grimas brotaram nos olhos de Liliane. Seu cora??o, parecendo ser perfurado por milhares de flechas, se despeda?ou. Ele n?o foi por , apenas buscava vingan?a por sua m?e. Liliane for?ou um sorriso amargo. N?o deveria ter alimentado esperan?as, n?o ¨¦ mesmo? No momento em que a esperan?a se desfez, o cora??o de Liliane afundou ainda mais. William, de rnce, viu a luz nos olhos de Liliane se extinguindo. Uma dor opressiva se instalou em seu peito. Chapter 372 Cap¨ªtulo 372 ¨C Ah, ent?o essa mulher j¨¢ n?o tem nenhum valor aos seus olhos. Guilherme riu alto. Em seguida, ele olhou lentamente para Liliane, dizendo. Voc¨º ouviu, n?o ¨¦? Voc¨º ¨¦ apenas uma pe?a nas m?os desse traidor. Usada e descartada! Sentimentos? Para ele, isso nem vale a pena mencionar! Por que se preocupar em divulgar os problemas de sua m?e para ganhar a simpatia dele? Agora que voc¨º est¨¢ prestes a morrer, ele nem se d¨¢ ao trabalho de olhar para voc¨º! Liliane ergueu os olhos para Guilherme e moveu os l¨¢bios, disse uma voz rouca: Voc¨º n?o se sentement¨¢vel tamb¨¦m? j¨¢ havia explicado sobre a situa??o a m?e de William, mas as pessoas da familia Gabaldo sempre foram teimosas e nunca acreditavam nas pvras dos outros. O que mais poderia explicar? Por que eu devia me sentirment¨¢vel? ¨C Questionou Guilherme, franzindo a testa. Liliane riu desd¨¦m: Seu filho mais querido colocou um enorme chifre em voc¨º e voc¨º consegue perdoar. Voc¨º n?o acha issoment¨¢vel? Zombou Liliane, sorrindo desd¨¦m. Mal Liliane terminou de fr, Guilherme acertou um tapa furioso, rugindo; ¨C Se voc¨º quer tanto morrer, hoje eu realizo seu desejo! Dito isso, ele arrancou a arma das m?os de um seguran?a e a apontou para a cabe?a de Liliane. Os olhos de William se arregram, o medo se espalhou por seu cora??o. Ele estava prestes a correr na dire??o deles, quando a porta foi aberta e uma voz deteve a cena. Pare! Todos se viraram para ver Eduardo aparecendo uma express?o sombria na porta. Ap¨®s interromper Guilherme, Eduardo correu de imediato na dire??o de Liliane. Ao ver os ferimentos causados p surra em Liliane, ele ficou sem saber por onde Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Ao ver Eduardo, Liliane sentiu seu nariz queimar, l¨¢grimas escorreram por seus olhos e murmurou: Eduardo¡­ Eu quero ir para casa¡­. A voz de Liliane era t?o fraca que quase n?o era aud¨ªvel. Os olhos de Eduardo se tornaram vermelho, segurando as l¨¢grimas, ele falou uma voz trem: ¨C Est¨¢ bem, eu vou te levar para casa. Eduardo levantou Liliane, seus dentes cerrados, enquanto olhava frieza para Guilherme. Sr. Guilherme, hoje voc¨º ntou a semente da disc¨®rdia entre n¨®s. Vamos acertar as contas no futuro! Dizendo isso, Eduardo se virou para sair. Os seguran?as estavam prestes a impedir eles, mas Guilherme fez um gesto para deixar eles irem. Ele n?o esperava que Eduardo aparecesse de repente. A posi??o da fam¨ªlia Lima na Serafim era intoc¨¢vel e sua funda??o era mais s¨®lida do que a fam¨ªlia Gabaldo! Mesmo se ele quisesse impedir Eduardo, teria que considerar as poss¨ªveis retalia??es da familia Lima. Era apenas uma mulher, ele n?o iria criar um inimigo poderoso por causa disso! Observando Eduardo segurando Liliane, as m?os de William estavam t?o cerradas que os nos dos dedos ficaram brancos. Ele conteve a raiva no peito e se virou para sair da s. Um ap¨®s o outro, eles deixaram a Antiga Mans?o da familia Gabaldo, Depois de colocar Liliane no carro, Eduardo se virou para encarar William, que s da Antiga Mans?o da fam¨ªlia Gabaldo. Eduardo apertou os punhos, olhos avermelhados, se aproximando rapidamente de William. Com um gesto r¨¢pido, ele desferiu um soco firme em seu rosto. William! Voc¨º est¨¢ cego para n?o ver a situa??o da Lili? Rugiu Eduardo, incontrvelmente. O rosto sempre refinado de Eduardo estava marcado por uma express?o totalmente diferente. William levantou a m?o, limpando o sangue do canto dosbios os dedos. Em seguida, ergueu o olhar, encarando Eduardo frieza e dizendo devagar: Por que voc¨º n?o pergunta a Liliane por que empurrou minha m?e para o olho do furac?o? Voc¨º realmente acha que a Lili faria algo assim? ¨C Gritou Eduardo. ¨C ¨C Se faria ou n?o, tenho meu pr¨®prio julgamento. Disse William. Ele se aproximou de Eduardo, os olhares de ambos faiscavam tens?o. O clima ao redor estava carregado de eletricidade. -Na Tinja que conhece t?o bem. O tempo que passou ao meudo ¨¦ muito mais longo do que ao seu! ¨C Confrontou Eduardo. Eduardo ainda queria golpear William, mas Joaquim se aproximou para interromper. Chapter 373 Cap¨ªtulo 373 Eduardo afastou raiva a m?o de Joaquim, dizendo: William! Um dia voc¨º se arrepender¨¢ das suas a??es hoje! A decis?o de Liliane de n?o voltar para voc¨º est¨¢ certa! Porque voc¨º nunca deu a um pingo de confian?a! Ap¨®s essas pvras, Eduardo se virou, entrou no carro e partiu levando Liliane consigo. William permaneceu im¨®vel, seu rosto bonito estava envolvido em uma sombra de dor indescritivel. Se n?o fosse pelos atos de Liliane,o ele poderia simplesmente ignorar ? William apertou os l¨¢bios, respirou fundo, depois de desviar o olhar, se dirigiu ao carro. Sua figura solit¨¢ria e ereta acrescentava uma pitada de mncolia invis¨ªvel. Liliane foi levada para o hospital. Ao ser transferida da s de emerg¨ºncia para o quarto, sua cabe?a e corpo estavam envoltos em ataduras. Durante o processo de costura dos ferimentos, Liliane parecia n?o ter sensa??o de dor, permaneceu silenciosa, sem expressar uma pvra, nem mesmo franziu a testa. nues Eduardo estava angustiado, sem sabero consr . Ele sabia ainda n?o tinha conseguido superar seus sentimentos por William. As pvras duras de William s¨® machucaram ainda mais. Ao anoitecer. Marc, preocupada, foi visitar Liliane. Ao ver Liliane deitada na cama, im¨®vel e sem vida,e?ou a chorar. ¨C ¨C Lili¡­ Marc chamou voz embargada. Deve estar doendo muito¡­. Liliane piscou os olhos lentamente, virando a cabe?a para olhar para Marc e esbo?ou um sorriso fraco, consndo: N?o chore. Marc chotou ainda mais. Segurando a m?o de Liliane, solu?ou Eu disse que voc¨º n?o deveria ter voltado. Agora, veja o que aconteceu. Marc, eu gostaria de pedir uma coisa a voc¨º, est¨¢ bem? Disse Liliane, movendo os dedos. O que ¨¦? Diga, eu farei qualquer coisa por voc¨º! Perguntou Marc, fungando. -Me ajude a cuidar das crian?as. N?o deixe que saibam que estou no hospital, tamb¨¦m n?o deixe Kerry saber. Deixe ele cuidar bem da empresa. ¨C A voz de Liliane SOOU TOUca. As crian?as ainda n?o tinham superado a tristeza da morte de Marta. Liliane n?o queria que eles se preocupassem mais. Est¨¢ bem, vou ajudar a cuidar deles at¨¦ voc¨º sair do hospital, pode ficar tranqu! ¨C Concordou Marc. Liliane assentiu e fechou os olhos. O rcionamento entre e William podia terminar assim. Sem mais interse??es, sem maisplica??es. Liliane sentiu um aperto no peito, uma dor intensa, mas¡­ Por que as pvras de William n?o sa¨ªam de sua mente? Onde errou, afinal? Depois que Marc saiu, Eduardoprou uma sopa leve para Liliane. Ele esfriou a sopa e a ofereceu a Liliane. No entanto, bn?ou a cabe?a e perguntou: Eduardo, sobre a festa de anivers¨¢rio¡­ A m?o de Eduardo hesitou, ele abaixou os olhos e disse: Lili, n?o pense nisso agora. Vamos discutir quando voc¨º estiver melhor, est¨¢ bem? Liliane apertou os l¨¢bios. A preocupa??o que tinha se concretizou. Cada passo cuidadosamente nejado at¨¦ aquele dia foi perturbado pelos problemas da familia Gabaldo. Ser¨¢ que o destino estava favorecendo Mavis, ou sua habilidade n?o era forte o suficiente? Mans?o B. Marc entrou na casa carregando sua bagagem. Kerry estava olhando o celr, enquanto aprendia a cozinhar. Ao ver Marc, ele perguntou surpreso: ¨C E a Liliane? Por que ¨¦ voc¨º quem veio? Marc respondeu um sorriso nervoso: ¨C Ah, a Lili est¨¢ em uma viagem de neg¨®cios, n?o deu tempo de avisar voc¨ºs. Kerry, perplexo, batendo os ovos, disse: ¨C Estranho,o eu n?o sabia nada sobre a viagem de neg¨®cios? Marc riu sem gra?a algumas vezes. Depois, olhou para os tr¨ºs pequenos que n?o tinham sorriso nos rostos, suspirou de leve e disse: ¨C Bem, crian?as, sobre isso¡­ Antes de terminar, Ian encarou intensidade. Marc sentiu um arrepio, piscou os olhos, nervosa e perguntou: Ian, por que voc¨º est¨¢ me olhando assim? ¨C Cap¨ªtulo 374Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Chapter 374 Cap¨ªtulo 374 V¨¢ para cima, precisamos conversar. Dissen, indiferen?a, saltando da cadeirs. Marc, seguindo os tr¨ºs pequenoso se estivesse enfrentando um interrogat¨®rio, foi questionada por Ian, uma voz frio. ¨C Por que mentiu sobre a interna??o da mam?e? Alice concordou, voz chorosa: Quero ver mam?e, n¨®s vimos nas cameras, foi gravemente ferida. Breno, preocupa??o nos olhos, perguntou: Voc¨º j¨¢ foi visitar a mam?e no hospital? As perguntas das crian?as atingiram Marco uma s¨¦rie de martdas na cabe?a. queria chorar, mas n?o tinha l¨¢grimas nos olhos, desesperada, disse: ¨C N?o me dificultem as coisas, a Lili pediu para n?o contar a voc¨ºs, medo de que se preocupassem. ¨C Ent?o voc¨º n?o pretendia nos contar a verdade sem que pergunt¨¢ssemos? ¨C Resmungou Ian. ¨C Madrinha,o est¨¢ a mam?e afinal? ¨C Perguntou Alice. Breno apertou os l¨¢bios, seus olhos estavam fixos em Marc, aguardando uma resposta. ¨C Quando fui v¨º, estava bem,endo e bebendo normalmente! Agora, s?o apenas ferimentos superficiais, todos os exames est?o normais! s¨® precisa descansar para se recuperar e voltar para casa. Explicou Marc. Marc mentiu at¨¦ ficar as orelhas quentes, essas crian?as tinham que tratar o uma criminosa? ¨C Esquece, se mam?e n?o quer que saibamos, podemos fingir que n?o sabemos. ¨C Disse Alice, a cabe?a baixa. Ian, o rosto s¨¦rio: Madrinha, a partir de hoje, ¨¦ melhor voc¨º rtar diariamente o estado de sa¨²de da mam?e, Dissen. Marc, surpresa, pensando h¨¢ quanto tempon n?o chamava de ¡°madrinha¡°? Mesmo que fosse por um motivo, ainda gostou de ouvir. Est¨¢ bem! Eu entendi, vou ficar de olho na condi??o da Lili todos os dias, certo? ¨C Concordou Marc. Obrigado. ¨C Sussurrou Breno. ¨C Ah, Breno, por que est¨¢ sendo t?o formaligo? N?o precisa dizer obrigado. ¨C Disse Marc, enquanto beliscou a bochecha de Breno. ¨¤ noite. Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Depois de colocar as tr¨ºs crian?as para dormir, Marc enviou uma mensagem para Liliane. Quando estava prestes a tomar banho, seu celr tocou novamente. Vin¨ªcius estava ligando. Onde voc¨º est¨¢? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. Na casa da Lili, ajudando a cuidar das crian?as. Disse Marc, segurando o pesco?o. Cuidando das crian?as? E a Liliane, onde est¨¢? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, confuso. Marc revirou os olhos, explicando a situa??o de Liliane para Vinicius. Ele ficou chocado, exmando. Que confus?o ¨¦ essa¡­ ¨C Melhor perguntar ao chefe. Por que ele n?o ajudou a Lili quando mais precisava? ¨C Resmungou Marc. ¨C N?o posso perguntar agora, a m?e dele acabou de falecer, n?o posso cutucar a ferida, n?o ¨¦? ¨C Explicou Vin¨ªcius. ¨C N?o d¨¢ para perguntar agora, ent?o pergunte mais tarde! Tolo! Sem problemas, vou desligar, estou exausta! ¨C Ap¨®s isso, Marc encerrou a liga??o. Vin¨ªcius, olhando para o celr confuso, se perguntava por que ele estava se tornando alvo novamente. Aorgar o celr, observou o apartamento de Marc. Devido aos problemas entre William e Liliane, eles n?o puderam dormir juntos nas ¨²ltimas noites. Depois de um momento de reflex?o, Vin¨ªcius se levantou do sof¨¢. N?o podia aceitar ser deixado dedo. Como ele poderia ficar sem ver sua namorada? Com essa decis?o, Vinicius pegou o casaco e as chaves do carro e saiu para encontrar William. Jardim Azul. Ao chegar, a empregada informou que William estava na s de estar, bebendo. Vin¨ªcius concordou e dispensou a empregada. Ele se dirigiu ao arm¨¢rio de bebidas, pegou uma garrafa e entrou na s de estar. Ao abrir a porta, foi atingido pelo forte cheiro de ¨¢lcool e fuma?a. A sensa??o fez ele quase reconsiderar sua decis?o. Ao ouvir o barulho, William virou o rosto friamente para Vin¨ªcius. A voz de William soava sombria e rouca: ¨C Voc¨º quer alguma coisa? GET IT Cap¨ªtulo 375 Chapter 375 Cap¨ªtulo 375 Vin¨ªcius entrou na s de estar envolta p fuma?a e se sentou no sof¨¢ aodo de William. Prestes a perguntar sobre a situa??o, notou os hematomas nos l¨¢bios de William e os olhos cheios de vasos sangu¨ªneos. Vin¨ªcius ficou em sil¨ºncio, se servindo de uma bebida. ¨C Beber sozinho n?o ¨¦ divertido. Eu te fa?opanhia. Disse Vin¨ªcius, brindando seu copo ao de William. Ap¨®s tomar o primeiro gole de uma vez, Vinicius encheu seu copo novamente em sil¨ºncio. Voc¨º veio aqui para saber sobre a Liliane, n?o ¨¦? ¨C Perguntou William, encarando ele por um momento. Eu sou o tipo que se intromete nos assuntos alheios, ignorando o bem¨Cestar do meu amigo? Disse Vinicius, olhando para ele sem jeito.. Realmente n?o ¨¦, mas isso n?o impede a sua curiosidade. Disse William, soltando um sorriso ir?nico. ¨C William. ¨C Vin¨ªcius franziu a testa, continuando. ¨C Eu sei que voc¨º est¨¢ chateado, mas suas pvras podem me machucar. William pausou o copo, os olhos fixos em algum lugar, dizendo indiferen?a: Eu n?o consigo perdoar pelo que fez. ¨C Voc¨º ainda est¨¢ suspeitando que Liliane envolveu a midia no incidente Marta? ¨C Perguntou Vinicius. ¨C Sim, eu n?o consigo entender por que deixou minha m?e andar na roda¨Cgigante sozinha. Respondeu William, enquanto seus dedos finos brincavam a borda do copo. ¨C William, o incidente da roda¨Cgigante foi um acidente. Voc¨º n?o pode suspeitar que Liliane esteve envolvida, certo? ¨C Perguntou Vinicius, surpreso.. ¨C Minha mente n?o ¨¦ t?o t. Zombou William,n?ando um olhar a Vinicius, Vin¨ªcius respirou aliviado. Teria sido um desastre se William suspeitasse que Liliane tinha a ver aquilo. Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. ¨C Quando voc¨º pretende fr ? Continuou Vin¨ªcius. William ficou em sil¨ºncio, pegou o copo, tomou um grande gole e s¨® ent?o disse: Amanh?. Voc¨º est¨¢ fndo s¨¦rio? Marc me disse que Liliane n?o est¨¢ em boas condi??es agora! ¨C Vinicius arregalou os olhos. ¨C Eu n?o posso contrr o estado d. Disse William, seus olhos semicerrados. N?o permitirei que esse assunto fiqueo um espinho no meu cora??o. Com isso, William se levantou e saiu da s. Vinicius suspirou, se perguntando se William n?o estava afastando Liliane ainda mais. No dia seguinte. Eduardo ficou Liliane por uma noite, antes de chamar uma cuidadora panhar . para Lili, preciso ir para a empresa. Se precisar de algo, me ligue. Lembrou Eduardo, antes de sair. ¨C Est¨¢ bem, eu entendi. ¨C Concordou Liliane, a cabe?a. Assim que Eduardo saiu, a cuidadora entrou para alimentar Liliane. ¨C N?o precisa se iodar, Eu consigoer sozinha. ¨C Recusou Liliane, endireitando o corpo. ¨C Certo, vou buscar um pouco de ¨¢gua para voc¨º. Concordou a cuidadora. Ap¨®s a sa¨ªda da cuidadora, Liliane desembalou aida. Mesmo sem apetite, precisavaer um pouco. Seus filhos estavam esperando por em casa e n?o podia se desmoronar por causa dessas coisas. Liliane suportou a dor no bra?o e pegou uma colherada de canja, pronta paraer. No entanto, a porta do quarto de hospital foi aberta. Liliane olhou para cima e viu o homem de rosto gdo parado na porta. ficou tensa num instante. Liliane franziu de leve a testa. Por que William teria aparecido t?o de repente? Pensando na cena do dia anterior, Liliane sentiu uma sensa??o sufocante no peito. ¨¤ medida que William entrava e se sentava na cadeira aodo da cama, sua aura nobre emanava uma sensa??o de imperador, olhando para de cima. ¨C N?o deveria me dar uma explica??o sobre o incidente minha m?e? ¨C Perguntou William, uma voz fria e ecoante. Liliane narou perguntando: o movimento de empurrar a bandeja e olhou para ele confusa, ¨C Explica??o? O que eu fiz? A express?o de William se apertou, dizendo: ¨C Voc¨º ainda n?o vai admitir? Manteve minha m?e por perto para obter informa??es? Para se vingar de mim! N?o foi? ¨C William, eu nem sabia que a Marta era sua m?e noe?o. Como eu iria buscar informa??es? Al¨¦m disso, eu n?o sei de nada que aconteceu entre voc¨ºs dois! ¨C Disse Liliane, perplexa. Depois que eu disse, voc¨º ainda n?o sabia? Retrucou William, uma voz fria Chapter 376 Cap¨ªtulo 376 William, s¨® porque eu estava aodo da sua m?e, voc¨º suspeita que foi minha culpa? isso me traria algum benef¨ªcio? Apenas a satisfa??o moment¨¢nea da vingan?a? Retrucou Liliane, um sorriso ir¨®nico. ¨C E se n?o for? Perguntou William, de volta. ¨C ? N?velDrama.Org - All rights reserved. ¨C Eu n?o sou est¨²pida! ¨C Respondeu Liliane. Com suas habilidades, voc¨º n?o poderia descobrir quem fez isso? Por que eu arriscaria fazendo algo assim? William observou Lilianeo se estivesse buscando alguma mentira em seu rosto, mas n?o encontrou sinais. Ao ver a hesita??o de William, Liliane continuou sem energia: Eu n?o teria raz?o para me vingar de voc¨º. Voc¨º n?o fez nada que me machucasse. H¨¢ cinco anos, quando voc¨º n?o me salvou por causa de Mavis, eu n?o guardei ressentimentos, s¨® queria me afastar de voc¨º, preferencialmente sem nenhum contato! Ao ouvir isso, o cora??o de William doeu profundamente, dizendo: Certo, mesmo que voc¨º n?o seja a causadora disso, eu quero saber por que voc¨º deixou minha m?e andar na roda¨Cgigante sozinha! Ao mencionar isso, a luz nos olhos de Liliane desapareceu. mexeu os l¨¢bios, murmurando pesar: Desculpe. ¨C Desculpas pode reparar o erro que voc¨ºeteu? ¨C A voz de William ficou furiosa. Voc¨º sabia que tinha um dist¨²rbio mental! -Eu tentei impedir , mas Marta insistiu em ir. Quando fui procurar um funcion¨¢rio, j¨¢ estava l¨¢ em cima¡­ Explicou Liliane. ¨C Voc¨º acha que vou acreditar na sua explica??o? Ainda mais sem testemunhas. Interrompeu William, com raiva. Liliane apertou for?a os len?¨®is, seus olhos avermelhados encontraram o olhar furioso de William. Se voc¨º acha que n?o h¨¢ evid¨ºncias e ainda veio me perguntar, o que voc¨º quer de mim? ¨C Gritou Line. n?o conseguiu mais segurar a raiva, despejando toda a frustra??o acumda nos ¨²ltimos dias. Em seguida, rugiu, incapaz de conter a emo??o. Aos seus olhos, minha explica??o ainda importa? O que exatamente voc¨º espera conseguirigo? Preciso dizer que sua m?e morreu por minha culpa para voc¨º ficar satisfeito? ¨C De repente, William estendeu a m?o e apertou for?a o queixo de Liliane. Seus dedos apertaram cada vez mais, causando dor, deixando o rosto d p¨¢lido e l¨¢grimas escorrendo. N?o ¨¦ verdade? Zombou William, frieza, cerrando os dentes. Voc¨º sabia que estava doente e deixou ir sozinha! Voc¨º queria que tivesse um surto e psse de l¨¢, n?o ¨¦? ¨¦ uma pena que o acidente aconteceu na roda¨Cgigante e voc¨º conseguiu se livrar da suspeita! Mas s¨® por deixar subir sozinha, j¨¢ ¨¦ suficiente para ser um erro que voc¨º n?o conseguir¨¢ apagar pelo resto da sua vida! Liliane olhava incr¨¦d para o homem enlouquecido diante d. n?o sabia que, aos olhos dele, era uma mulher t?o vil e sem escr¨²pulos. Vil ao ponto de atacar uma pessoa doente. Ainda, assimo antes, n?o havia nenhum sinal de confian?a.. Se for assim, me mate epense a sua m?e. Disse Liliane, amargura. Voc¨º acha que vou aceitar sua vidaopensa??o? ¨C Rosnou William, soltando a m?o. ¨C Ent?o, o que voc¨º quer? ¨C Perguntou Liliane, de volta. William controlou a raiva e, a voz sem nenhum calor, disse: Vou fazer voc¨º entendero ¨¦ perder a pessoa mais importante! A partir de hoje, n?o espere mais ver Breno! Terminando, William virou as costas e saiu do quarto. Ao ver a figura de William se afastando, Liliane de repente sentiu uma sensa??o de picada na garganta. No pr¨®ximo momento, um impulso, cuspiu um bocado de sangue. Na porta. Jorge, que estava prestes a seguir William, testemunhou a cena. Ele ficou chocado e paralisado por um bom tempo, antes de apressadamente correr para alcan?ar William, dizendo: Sr. William! A Srta. Liliane est¨¢ cuspindo sangue! William parou de repente, ummpejo de panico nos olhos. Mas logo, ele. reprimiu o impulso de voltar para o quarto, dizendo: ¨C H¨¢ m¨¦dicos aqui, n?o vai morrer! Jorge ficou sem pvras. Depois de sair do hospital, William instruiu Jorge a levar ele at¨¦ a Mans?o Baia. Os seguran?as na entrada, reconhecendo William, n?o demonstraram muita resist¨ºncia. GET IT ¨C Cap¨ªtulo 377 Chapter 377 Cap¨ªtulo 377 Naquele momento, os tr¨ºs pequenos estavam prestes a ir para a esc ap¨®s o almo?o, quando viram William aparecer diante deles. Os tr¨ºs ficaram surpresos e at¨¦ Marc piscou os olhos confusa. Sr. William. ¨C Cumprimentou Marc. O olhar de William passou por Marc, acenou de leve a cabe?a, em seguida, olhou para Breno. Com uma voz profunda, ele disse: Breno, venhaigo. Breno apertou a al?a da moch, apertou os l¨¢bios e ficou parado, at¨¦ mesmo desviou o olhar. William franziu o cenho, sem entender por que Breno estava hesitante. Antes, bastava dizer para ele ir e ele iria de imediato. Ser¨¢ que em poucos dias sem v¨º¨Clo, ele desenvolveu o h¨¢bito de n?o responder ¨C quando chamado? Breno! A voz de William ficou mais fria, uma express?o desagrad¨¢vel no rosto. N?o chame mais! Alice encarou William olhos vermelhos, dizendo. ¨C ¨C Toda vez que voc¨º aparece ¨¦ para levar Breno embora, mesmo sabendo que ele tamb¨¦m ¨¦ filho da mam?e! William estreitou os olhos, dizendo frieza: ¨C E dai? A guarda dele est¨¢igo, ent?o ¨¦ minha decis?o determinar se ele fica ou vai! Alice ficou perplexa por um momento, n?o entendendo muito bem o significado da frase. Mas conseguia perceber que a resposta do pai irrespons¨¢vel era muito, muito ruim. Alice apertou em f¨²ria os punhos, mal lembrando que no dia anterior o pai irrespons¨¢vel, ao ver a m?e ser espancada, permaneceu impassivel! Esse tipo de vil?o n?o merecia o amor d! n?o queria um pai assim! Alice ganhou coragem, pegou a m?o de Breno. No momento em que segurou a m?o dole, seus olhos redondos pareciam ainda mais brilhantes e olhou raiva para William, dizendo: Eu n?o sei o que voc¨º quer dizer, mas antes da mam?e voltar, voc¨º n?o pode levar Breno! O ar ao redor de William estriou de repente, sua voz se tornou gda: Voc¨º est¨¢ desafiando minha paci¨ºncia? Diante da aura assustadora de William, Alice ficou paralisada. Quando percebeu o medo, a imagem de Diego pegando pelos cabelos piscou em sua mente. estava medo, medo de que o pai irrespons¨¢vel pudesse ser t?o violento quanto Diego. Ao ver o rosto p¨¢lido de Alice, Marc en correram at¨¦ . Marc pegou Alice, olhando para William, e disse: Sr. William, Alice ainda ¨¦ uma crian?a. Por favor, n?o trate assim, t¨¢ bom? Ian olhou irritado para William e disse frieza: ¨C Por favor, n?o seja t?o grosseiro Alice! j¨¢ foi espancada antes, n?o aguentar¨¢ se voc¨º for t?o duro ! Os olhos de William se estreitaram ao ouvir isso. Essa crian?a foi espancada? Aplexidade das emo??ese?ou a se espalhar em seu cora??o e sua express?o suavizou um pouco, continuando: ¨C N?o sou o tipo de pessoa que maltrata crian?as, mas Breno precisa virigo! ¨C Por qu¨º? ¨C Pergutnou Ian, calma. DATANA a sud d Entendi, ent?o ¨¦ assim que voc¨º v¨º a nossa m?e, Comentoun, olhando para ele ¨C Os fatos est?o diante de n¨®s! ¨C William voltou seu olhar para Breno, acrescentando. Breno, preciso repetir? Breno abaixou a cabe?a, murmurando baixinho: Est¨¢ bem¡­ Mauz?o! ¨C Alice, se recuperando, gritou de novo. ¨C Voc¨º ¨¦ um mauz?o! Um mauz?o de verdade! Eu n?o vou deixar minha m?e ficar voc¨º! Porque voc¨º n?o merece. minha m?e! Minha m?e tratava muito bem a av¨®! Todos os dias fazia coisas gostosas para e at¨¦ panhava para dormir ¨¤ noite! Como voc¨º ousa pensar que minha m?e queria fazer mal ¨¤ av¨®! Se a av¨® soubesse, mesmo no para¨ªso, odiaria voc¨º! Suma! A gente n?o quer mais te ver! Enquanto chorava e xingava, o corpo pequeno de Alice tremia de uma maneira que Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. causavapaix?o. O rosto de Breno ficou p¨¢lido, ele n?o podia mais ficar ali, medo de que seu pai pudesse machucar sua irm?, se isso continuasse. Cap¨ªtulo 378 Chapter 378 pudesse machucar sua irm?, se isso continuasse. Cap¨ªtulo 378 Vamos! Disse William. Breno avan?ou, segurando a manga de William, seus l¨¢bios apertados, dizendo: A gente est¨¢ indo! Ao testemunhar isso, a express?o de William se tornou assustadora aos poucos. Parecia que ele havia acusado Liliane injustamente por toda a situa??o de sua m?e! Ser¨¢ que era t?o boa em se disfar?ar? Disfar?ada ao ponto de fazer as crian?as acreditarem que estava dedicando todo o seu cora??o e alma ¨¤ sua m?e? Ent?o, por que permitiu que sua m?e subisse sozinha na roda¨Cgigante? ? N?velDrama.Org - All rights reserved. William recuperou seu olhar frio e deixou a mans?o. Do volta ao carro, Breno olhou desapontado para William, dizendo: ¨C Foi por minha causa que mam?e n?o subiu, porque eu tenho medo de altura! Se eu n?o tivesse isso, agora todos n¨®s estar¨ªamos mortos! Ao ouvir isso, os olhos negros de William se contra¨ªram num instante. As imagens que Breno descreveu tamb¨¦m surgiram em sua mente. Mas ele n?o acreditava! Desde que a verdade sobre a humilha??o de sua m?e foi divulgada p m¨ªdia, ele perdeu totalmente a confian?a em Liliane! Dois dias depois. Liliane soube da transfer¨ºncia de Breno. Para onde ele foi transferido, n?o tinha ideia. Felizmente, Breno era esperto e sabiao entrar em contato pelo celr. Depois de dois dias de descanso, Liliane podia se movimentar novamente e estava grata por n?o ter ossos quebrados, apenas alguns cortes causados pelos chicotes. Naquele dia, o sol estava brilhando l¨¢ fora e a enfermeira perguntou a Liliane se queria dar uma volta. Liliane concordou e, apanhia da enfermeira, foi devagar para fora para toma: sol. A enfermeira apoiou Liliane no banco, enquanto disse: Srta. Liliane, eu vou pegar um cobertor para voc¨º? Est¨¢ ventando um pouco hoje. Sim, obrigada. Traga minha xicara para mim tamb¨¦m. ¨C Concordou Liliane, a cabe?a. Tudo bem. Disse a enfermeira, antes de sair. Liliane levantou um pouco o rosto para o sol ameno, se sentindo muito calma. N?o muito longe, Miguel, na cadeira de rodas sendo empurrada por um seguran?a, viu Liliane. Ele acenou para o seguran?a, indicando para esperar e dizendo: Voc¨º fica aqui me esperando, n?o precisa me seguir. ¨C Sim, Sr. Miguel. ¨C Concordou o seguran?a, a cabe?a. Miguel pressionou o bot?o no bra?o da cadeira de rodas ee?ou a se mover em dire??o a Liliane. Ao se aproximar, ele olhou intensidade para o perfil de Liliane. Ele teve que admitir que o gosto de William era realmente bom. Liliane n?o era especialmente bonita, mas seus tra?os delicados se encaixavam bem em seu rosto, sempre fazendo as pessoas darem uma olhada extra. Miguel curvou de leve os l¨¢bios, formando um leve sorriso e dizendo: ¨C Que coincid¨ºncia. Ao ouvir a voz, Liliane abriu os olhos levemente. de Miguel. Seu cora??o deu uma pausa moment¨¢nea. Ao notar as duas ¨¢reas enfaixadas de gesso em Miguel, Liliane expressou ramente sua caut nos olhos. Coincidentemente, ele tamb¨¦m estava internado naquele hospital. Gra?as ¨¤ benevol¨ºncia da fam¨ªlia Gabaldo, tamb¨¦m conseguiu um quarto ali. Realmente uma coincid¨ºncia. Respondeu Liliane, sua voz fria. ¨C Parece que voc¨º j¨¢ sabe quem eu sou. Disse Miguel, sorrindo de forma suave. ¨C Com certeza. ¨C Liliane desviou o olhar, continuando. Agora todos sabem que voc¨º ¨¦ o Sr. Miguel da familia Gabaldo. Infame, n?o ¨¦? ¨C Disse Miguel, resigna??o. Liliane n?o olhou para ele. n?o conseguia entender por que Miguel foi cumprimentar . Depois do que ele fez Marta, ele n?o sentia vergonha? Em seguida, Miguel perguntou. N?o se importa se eu ficar aqui e conversar um pouco para aliviar o t¨¦dio? Como quiser. Respondeu Liliane, indiferente. ¨C ¨C Voc¨º ¨¦ muito despretensiosa. N?o se importa se um cara t?o ruim se aproxima de voc¨º? ¨C Disse Miguel, enquanto virou a cadeira de rodas. Liliane deu uma olhada de rnce na perna enfaixada de Miguel e fechou os olhos, perguntando: ¨C O que voc¨º quer dizer isso? Teoricamente, voc¨º deveria me odiar agora. Respondeu Miguel. GET IT Cap¨ªtulo 979 Chapter 379 Cap¨ªtulo 379 Liliane mexeu os l¨¢bios, prestes a dizer que ¡°realmente n?o gostava dele¡°, mas mudor: de ideia: N¨®s dois n?o somos pr¨®ximos, n?o h¨¢ nada para gostar ou n?o gostar. -Oh? Miguel ficou intrigado, perguntando. ¨C Posso presumir que voc¨º n?o acredita ¨C nas coisas que est?o cido na inte? ¨C Se eu acredito ou n?o, tanto faz. ¨C Respondeu Liliane. ¨C Mas ¨¦ verdade que eu realmente n?o gosto da familia Gabaldo. ¨C Como assim? ¨C Perguntou Miguel, seus olhos sombrios. Liliane soltou um sorriso leve, olhando para ele e dizendo: ¨C Voc¨º n?o v¨º as feridas no meu corpo? Tudo cortesia do seu pai. Miguel, desconhecendo os detalhes, perguntou a testa franzida: ¨C Pode me contar o que aconteceu? Liliane pensou por um momento e contou a Miguel sobre o fato de Guilherme ter entendido mal . ¨C Sinto muito, meu pai est¨¢ envelhecendo e talvez tenha agido de forma extrema demais. Miguel expressou seu pesar. Liliane permaneceu em sil¨ºncio. Ap¨®s um ¨C momento, ele perguntou novamente. ¨C William n?o veio visitar voc¨º? Pelo que sei, voc¨ºs t¨ºm uma r??o especial. Mesmo se ele viesse, seria apenas para brigar, n?o h¨¢ necessidade disso, Respondeu Liliane. Voc¨ºs dois antes¡­ ¨C Hesitou Miguel. Voc¨º disse antes! ¨C Interrompeu Liliane. Se mencionar ele novamente, podemos encerrar essa conversa. ¨C Desculpe, n?o deveria ter tocado nesse assunto. Miguel abaixou os olhos, arrependido. ¨C Afinal, isso aconteceu por minha causa. 112 Voc¨º n?o sente rancor? Indagou Liliane, encarando ele. A culpa foi minha, eu daria a ele minha vida se issopensasse. Disse Miguel, Iliane riu frieza em seu intimo. Se n?o soubesse que tipo de pessoa Miguel era, talvez realmente acreditasse. Ele aparentava ser educado, mas na realidade, quem sabia que tipo de monstro ele era! Sen?o, por que Marta teria um medo instintivo dele, querendo fugir assim que o via, ao inv¨¦s de correr para esganar ele? Liliane ficou em sil¨ºncio, quando uma ideia surgiu em sua mente. Talvez pudesse extrair informa??es de Miguel sobre quem denunciou Marta para a m¨ªdia! Porque, al¨¦m de Miguel, ningu¨¦m mais fria sobre isso. Guilherme n?o diria nada por quest?es de apar¨ºncia, e William, considerandoo algo doloroso, tamb¨¦m manteria sil¨ºncio. Restava apenas Miguel, que talvez quisesse ganhar simpatia contando a hist¨®ria. O que ele estava tramando, ainda precisava ter tempo para descobrir. Pelo bem de Marta, pelo seu pr¨®prio bem e pelo bem de Breno. precisava tentar arrancar algumas pvras de Miguel! Liliane curvou os l¨¢bios e disse: Voc¨º consegue ser t?o desalmado, n?o consegue encontrar alguma paz? Os pecados em mim s?o pesados demais, mal consigo dormir ¨¤ noite. ¨C Respondeu Miguel. Liliane, tentava conter a n¨¢usea que subia em seu estomago. J¨¢ que o passado j¨¢ passou e voc¨º foi punido assim por William, por que n?o tenta esquecer? Perguntou Liliane. Ao dizer isso, a cuidadora chegou, carregando uma manta. Liliane falou. Sr. Miguel, est¨¢ ficando frio. Vou indo. Est¨¢ bem, at¨¦ a pr¨®xima Miguel n?o impediu. Liliane foi guiada de volta p cuidadora, enquanto Miguel, observando suas costas, semicerrava os olhos. Era interessante. Material ? N?velDrama.Org. Essa mulher n?o foi influenciada p opini?o p¨²blica e ele at¨¦ capturou ramente ummpejo de desgosto d por William em suas pvras. Nesse caso, seus nos futuros seriam ainda mais f¨¢ceis de executar. Na familia Lima. Mavis estava sentada em seu quarto, quebrando a cabe?a sobreo poderia ajudar Miguel a reverter a situa??o. n?o podia simplesmente deixar uma oportunidade t?o boa escapar! Depois de pensar e pensar, Mavis n?o conseguia encontrar uma solu??o eficaz. Decidiu ent?o ligar para Sr. Giovane em busca de ajuda. No entanto, ao fazer a liga??o, descobriu que o celr estava desligado. Mavis jogou o celr raiva na cama! O que Sr. Giovane estava pensando afinal? Quando precisava dele, ele estava sempre fora, mas quando decidia n?o procurar ele, ele aparecia amea?ando ! Mavis estava t?o irritada que andava de umdo para o outro em seu quarto, quando ouviu batidas na porta. Chapter 380 Cap¨ªtulo 380 Com um gesto r¨¢pido, Mavis se virou, prestes a perguntar quem era, quando a porta se abriu. A figura de Beatriz surgiu na entrada, franzindo o cenho desagrado e zombando: Voc¨º est¨¢ se fazendo de dif¨ªcil, n?o ¨¦? O vov? te chamou v¨¢rias vezes e voc¨º nem ouviu? O rosto de Mavis mudou num instante, assumindo uma express?o d¨®cil e dizendo: Desculpe, estava no telefone e n?o ouvi. O vovo precisa de alguma coisa? ¨C O vov? n?o pode chamar voc¨º se n?o houver nada? Grunhiu Beatriz, de leve.. Mavis sorriu e deu um passo ¨¤ frente. Nada disso, venha, vamos descer e ver o vovo. N?o precisa! ¨C Recusou Beatriz. colocou os bra?os em volta do peito e se encostou na porta, bloqueando o caminho de Mavis. Mavis olhou para a postura de Beatriz e perguntou paci¨ºncia: Voc¨º quer frigo sobre alguma coisa? Sim! ¨C Beatriz olhou para o sof¨¢. N?o vai me convidar para entrar e se sentar? ¨C Entre, por favor. Disse Mavis, se afastando. Beatriz entrou no quarto e se sentou no sof¨¢, assumindo uma postura de superioridade. Mavis sentiu uma pontada de repulsa, mas teve que reprimir suas emo??es e sorrir, enquanto se aproximava, perguntando: ¨C O que voc¨º quer me dizer? ¨C Por que voc¨º est¨¢ enganando William? ¨C Perguntou Beatriz, diretamente. Eu enganei ele em qu¨º? Perguntou Mavis, perplexa, de volta. O que mais poderia ser? Quest?es de rcionamento e filhos. N?o me diga que voc¨º n?o sabe de nada disso! ¨C Zombou Beatriz, desd¨¦m. Bem¡­ Mavis tentou explicar. Porque eu amava muito William, acabei mentindo ¨C ¨C para ele por um momento de confus?o. Voc¨º merece! ¨C Resmungou Beatriz, baixinho. O que voc¨º disse? ¨C Perguntou Mavis, que n?o ouviu ramente. ¨C Nada! J¨¢ que voc¨ºs n?o podem mais ficar juntos, pare de iodar William! Disse Beatriz. O sorriso no rosto de Mavis se tornou um pouco for?ado. entendeu. Beatriz foi apenas para avisar para n?o ter mais sentimentos por William! Quando foi que precisou da permiss?o de Beatriz para fazer algo?! Se n?o fosse p tentativa de agradar a fam¨ªlia Lima, nunca toleraria Beatriz sendo t?o atrevida na frente d! Mavis engoliu seu orgulho e disse sorrindo: ¨C ro que n?o farei mais isso. ¨C ¨®timo! Beatriz se levantou para sair. Mavis tamb¨¦m se levantou, prestes a panhar Beatriz para fora, quando de repente se lembrou de algo. ¨C Espere! ¨C Mavis chamou .. ¨C ¨C O que foi? Beatriz se virou para olhar ¨C para is. Ouvi dizer que voc¨º estudouunica??o? Pretende trabalhar na maior empresa deunica??o da Serafim quando voltar? ¨C Perguntou Mavis. E dai? Beatriz encarou . Ha uma coisa que gostaria de pedir sua ajuda, rcionada ¨¤ familia Gabaldo. Continuou Mavis. Fam¨ªlia Gabaldo? ¨C Exmou Beatriz, se vitando. N?o me fa?a suspense, diga logol Esta n?o ser¨¢ uma ajuda em v?o para voc¨º. Se voc¨º puder me ajudar isso, eu tamb¨¦m posso te ajudar uma coisa. Como voc¨º sabe, o vov? me adora, ent?o se eu pedir algo a ele, certeza ele vai concordar. Respondeu Mavis. Antes de Beatriz voltar para o pa¨ªs, Mavis j¨¢ havia descoberto algumas coisas. O pai de Beatriz n?o era bom em administrar empresas. Quando ele estava prestes a assumir o controle do Grupo Lima,eteu um grande erro e foi expulso da Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. empresa por Gilberto. Se passaram mais de dez anos desde ent?o, e a familia de Beatriz estava muito preocupada, afinal, Daniel Lima era o filho biol¨®gico de Gilberto. Eles achavam que a empresa da familia n?o deveria cair nas m?os de umo. Portanto, se Mavis se oferecesse para ajudar Daniel a voltar para a empresa, Beatriz definitivamente concordaria em ajudar algo. ¨C O que voc¨º quer dizer isso? ¨C Perguntou Beatriz, franzindo a testa. ¨C Tudo o que preciso ¨¦ que voc¨º me ajude algo e eu, por minha vez, te ajudo a conseguir que seu pai volte para a empresa. Respondeu Mavis, sem pressa. ¨C Beatriz ficou surpresa. n?o esperava que Mavis fizesse tal proposta. Ao pensar que seu pai poderia voltar para o Grupo Lima, o temperamento orgulhoso de Beatriz se acalmou um pouco. Chapter 381 Cap¨ªtulo 381 Agora voc¨º pode me dizer o que est¨¢ acontecendo? Perguntou Beatriz, enquanto se sentou de volta no sof¨¢. ¨D Ajudar Miguel a se livrar da culpa da m?e de William! Disse Mavis. ¨C Isso ¨¦ imposs¨ªvel! ¨C Recusou Beatriz de imediato, sem hesitar. Eu nunca ajudaria voc¨º a fazer algo que deixaria William desconfort¨¢vel! ¨C William iria se casar voc¨º? ¨C Zombou Mavis, levantando uma sobrancelha. Mesmo que voc¨º n?o fa?a isso, ele ainda n?o vai te valorizar! Mas deixe minha proposta aqui para voc¨º considerar. Esta situa??o tem mais beneficios do que desvantagens para voc¨º. Voc¨º quer que eu fa?a isso apenas para que William me odeie? Eu n?o vou fazer! Recusou Beatriz, raiva. Parece que voc¨º valoriza mais William do que seu pr¨®prio pai, n?o ¨¦? Mavis, sarcasmo. Voc¨º! ¨C Beatriz olhou raiva para Mavis. Disse Mavis se aproximou um sorriso, se sentou aodo de Beatriz e segurou de leve sua m?o, consndo: ¨C N?o se preocupe, desde que isso seja feito, o Grupo Lima ser¨¢ s¨® de voc¨ºs no futuro, n?o do meu irm?o. ro, n?o tenho interesse no Grupo Lima. Ao ouvir isso, Beatriz olhou incr¨¦d para Mavis e, depois de um momento, perguntou: Voc¨º n?o est¨¢ de olho no Miguel novamente, est¨¢? ¨C Estou sim! Respondeu Mavis diretamente. No futuro, a fam¨ªlia Gabaldo ser¨¢ ¨C apenas de Miguel! Enquanto eu puder estar aodo dele e seu pai recuperar a fam¨ªlia Lima, o rcionamento entre n¨®s duas, as posi??es de nossas duas familias na Serafim ser?o inabal¨¢veis! ¡°Que loucura!¡°, Beatriz pensou para si mesma, maldizendo em sil¨ºncio. Mas isso n?o era impossivel de fazer. Est¨¢ bem, voc¨º ajuda meu pai a voltar para o Grupo Lima e eu te ajudo isso. Beatriz finoiu concordar. Pode deixar. ¨C Respondeu Mavis, n?o estava preocupada se Beatriz n?o cumprisse sua parte, conseguia colocar Jo?o no Grupo Lima, era natural que era capaz de derrubar novamente facilidade Jo?o do Grupo Lima. Est¨¢ feito. Quando voc¨º terminar, discutiremoso ajudar Miguel. ¨C Disse Beatriz, enquanto se levantou. Com isso, saiu do quarto de Mavis. Depois de fechar a porta, seus olhos estavam cheios de desprezo. Fazer que machucasse William? Nem pensar! Mas certeza manteria evid¨ºncias da conversa Mavis, caso William culpasse mais tarde. No entanto, o que faria sobre Miguel? ¨¤ noite, ¨¤s nove horas. Liliane estava prestes a dormir quando Kerry ligou. Liliane atendeu e Kerry gritou do outrodo: Quando voc¨º vai voltar? A f¨¢brica est¨¢ em apuros! Em Apuros? Calma, me conte o que est¨¢ acontecendo. Disse Liliane, ficando tensa. Hoje, algumas pessoas vieram at¨¦ a f¨¢brica dizendo que querem rescindir of contrato de aluguel e que precisamos sair em uma semana. Temos muitos pedidos acumdos, se sairmos, estamos ferrados! Explicou Kerry. ¨C Rescindir o contrato de aluguel? Exmou Liliane, confusa. Sim! Rescindir o contrato de aluguel! ¨C Kerry estava ficando louco. Eles disseram Material ? N?velDrama.Org. 213 que podem pagar qualquer multa por quebra de contrato. Se n?o sairmos, eles v?o usar medidas coercitivas. Liliane ficou perdida em seus pensamentos por um momento. William queria recuperar a f¨¢brica. Isso era uma forma de vingan?a? Sua f¨¢brica ainda n?o estavapletamente constru¨ªda e levaria meses para ser concluida. Se tivessem que sair de repente, as consequ¨ºncias seriam terr¨ªveis! ¨C Voc¨º est¨¢ me ouvindo? Com quem voc¨º assinou o contrato desta f¨¢brica? Ligue e descubra o que est¨¢ acontecendo! Disse Kerry, desesperado. Liliane apertou for?a o celr, tentando manter a calma. Entendi, estou ligando agora. Depois de desligar, Liliane ligou para Vin¨ªcius. Naquele momento, Vin¨ªcius estava dodo de fora da Mans?o Baia, conversando J¨¢ esta tarde, por que Liliane est¨¢ ligando para voc¨º? ¨C Perguntou Marc, confusa. Capitulo 382 Chapter 382 Capitulo 382 Eu n?o fa?o ideia! Vin¨ªcius parecia confuso. Material ? N?velDrama.Org. Atenda a liga??o da Lili primeiro, veja o que est¨¢ acontecendo. Sugeriu Marc. Vinicius disse ¡°Ok¡± e, depois de atender, colocou no viva¨Cvoz. Liliane, o que est¨¢ acontecendo? ¨C Perguntou Vinicius. Liliane, mantendo a calma, perguntou: ¨C Sr. Vinicius, gostaria que voc¨º me explicasse sobre a quest?o repentina da f¨¢brica querer rescindir o contrato de aluguel! Marc e Vinicius ficaram chocados o que ouviram. Rescindir o contrato de aluguel? Marc olhou surpresa para Vin¨ªcius, enquanto ele sentiu um aperto no cora??o e rapidamente respondeu a Liliane: Isso ¨¦ imposs¨ªvel! Eu nunca considerei essa possibilidade! Sr. Vinicius, n¨®s concordamos em alugar a f¨¢brica por seis meses, ¨¦ uma quest?o de honra cumprir o acordo! Disse Liliane. ¡ª Vou verificar os detalhes e te dar uma resposta amanh?. Por favor, n?o se preocupe. Respondeu Vin¨ªcius, ficando s¨¦rio aos poucos. ¨C Est¨¢ bem. Concordou Liliane. Ap¨®s desligar, Marc raiva olhou para Vinicius, mordendo o l¨¢bio inferior. N?o me diga que voc¨º n?o sabia disso! Vin¨ªcius estava frustrado, n?o p?de deixar de amaldi?oar toda a familia de William em seu cora??o. ems Eles estavam brigando e ele acabou sendo arrastado para isso tamb¨¦m! Eles estavam tentando manchar sua reputa??o? Vinicius tentou acalmar as coisas, consndo: Por favor, n?o se preocupe, vou lidar isso agora, tudo bem? Melhor resolver isso rapidamente, sen?o n¨®s acabamos! Disse Marc. Depois disso, saiu do carro for?a, fazendo a porta bater um estrondo, o que fez o cora??o de Vin¨ªcius acelerar. Assim que Marc entrou em casa, Vin¨ªcius ligou o carro, enquanto ligou para William. Ap¨®s um tempo, William atendeu, dizendo: Se for sobre a f¨¢brica, voc¨º pode desligar. William! ¨C Chamou Vinicius, ¨¤s pressas, Onde voc¨º est¨¢? ¨C Jardim Azul. Respondeu William, friamente. Espere por mim, estou indo a¨ª agora! ¨C Disse Vin¨ªcius, rapidamente. Dez minutos depois. Vin¨ªcius chegou apressado ao Jardim Azul, entrou na mans?o ¨¤s pressas e viu William sentado na s. Se sentou aodo dele no sof¨¢ e disse: William, essa situa??o est¨¢ me deixando muito desconfort¨¢vel! William olhou para Vinicius frieza. Voc¨º tem medo de brigar Marc ou de terminar o rcionamento? ¨C Estou medo de ambos! Disse Vinicius, honesto. O rcionamento entre Marc e Liliane ¨¦ muito pr¨®ximo, o que voc¨º est¨¢ fazendo est¨¢ me deixando em uma situa??o muito dif¨ªcil! Quem vai pagar pelo assassinato da minha m?e inocente? Perguntou William, de volta, um sorriso sarcastico. Vin¨ªcius questionou raiva: ¨C Por que voc¨º sempre desconfia da Liliane? So porque estava sua m?e naquele momento? Ou ¨¦ por causa da midia mencionar uma empres¨¢ria conheci N?o ¨¦ os dois? Zombou William. Vinicius ficou irritado e passou a m?o no cabelo, explicando: Voc¨º poderia pelo menos confiar um pouco n! Mesmo que seja s¨® um pouco Se Liliane realmente quisesse fazer algo, por que iria se expor assim? Quanto ¨¤ sua m?e, Liliane cuidou d por um longo tempo, certo? Se realmente quisesse fazer algo, j¨¢ teria feito h¨¢ muito tempo, por que esperar at¨¦ agora? Voc¨º tem as cameras de seguran?a do parque de divers?es, n?o tem? V¨¢ verificar voc¨º mesmo! Descubra a verdade antes de julgar algu¨¦m! Ao ouvir isso, William apertou as sobrancelhas, irritado todas as justificativas em defesa de Liliane. Ser¨¢ que era realmente t?o inocente assim? William perguntou sombriamente: Na opini?o de voc¨ºs, eu realmente n?o tenho confian?a n? ¨C Perguntou William, em tom serio. ¨C ¨C Nunca! Respondeu Vinicius, em um tom serio e decidido. ¨C Voc¨º nunca demonstrou confiar n! Como pode provar que n?o foi quem vazou as informa??es sobre minha m?e? ¨C Questionou William, encarando Vinicius. ¨C Como provar? ¨C Vinicius franziu a testa, pensativo por um momento, antes de se levantar de repente. Me de tempo! Vou provar para voc¨º em nome de Liliane! GET IT Cap¨ªtulo 383 Chapter 383 Cap¨ªtulo 383 Depois que Vin¨ªcius saiu correndo da mans?o, William mostrou um sorriso de desd¨¦m. Ser¨¢ que ele nunca procurou por evid¨ºncias? Infelizmente, as evid¨ºncias desapareceram no dia do incidente! No dia seguinte, enquanto Vin¨ªcius estava deitado na cama depois de passar a noite procurando por evid¨ºncias, recebeu uma liga??o de Marc. Ele nejava pensar emo explicar a situa??o, mas sem querer, atendeu a liga??o. ¨C Vin¨ªcius! Onde est¨¢ a explica??o? Voc¨º desapareceu a noite toda ontem! ¨¦ t?o dif¨ªcil dar uma explica??o? ¨C Gritou Marc, do outrodo da linha. Vin¨ªcius co?ou a cabe?a e se sentou na cama, visivelmente exausto, respondendo: Por favor, se acalme e me escute. Ao ouvir a voz rouca de Vin¨ªcius, Marc acalmou um pouco. Me diga, o que est¨¢ acontecendo. Vinicius respirou fund¨®. Marc, eu preciso pedir desculpas. A f¨¢brica n?o ¨¦ minha. ¨C ¨C O qu¨º? Exmou Marc, surpresa. O que voc¨º quer dizer n?o ¨¦ sua? Voc¨º disse que era sua naqu hora! Vinicius decidiu n?o esconder mais a verdade. Ele pensou que poderia resolver tudo encontrando o jornalista, mas descobriu que o jornalista havia desaparecido sem deixar rastros. Mudou de n¨²mero de telefone e at¨¦ mesmo levou sua familia embora. Erao se houvesse uma m?o invisivel manipndo tudo isso, tornando impossivel encontrar qualquer pista. ¨C Essa f¨¢brica ¨¦ do William. Ele me pediu para ajudar ele a alugar a f¨¢brica para Liliane. Condessou Vinicius. Ent?o, se William n?o tivesse despejado, voc¨º nunca me contaria, ¨¦ isso? Perguntou Marc, um sorriso frio. Se a m?e de William n?o tivesse tido esse incidente, por que ele estaria for?ando Liliane a sair? Retrucou Vin¨ªcius, uma voz s¨¦ria. ¨C O que isso tem a ver Liliane? j¨¢ est¨¢ se culpando o suficiente, o que mais William quer? ¨C Questionou Marc. -Eu sei que n?o tem nada a ver Liliane, por isso passei a noite toda procurando por pistas. ¨C Disse Vin¨ªcius. ¨¦ mesmo? Voc¨º encontrou algo? ¨C Perguntou Marc. N?o encontrei. Suspirou Vin¨ªcius. ¨C ¨C Ah, entendi. Ent?o, se voc¨º n?o encontrou nada, ¨¦ Liliane quem vai pagar pelo incidente a m?e de William, n?o ¨¦? ¨C Questionou Marc, sarcasmo. Vinicius n?o soube o que dizer. Por enquanto, era assim que as coisas estavam. Ele conhecia bem o temperamento de William. Se fosse outra pessoa, mesmo uma pequena suspeita, j¨¢ estaria sendo torturada mentalmente. Ele foi misericordioso Liliane, s¨® queria recuperar o que era seu. ¨C Voc¨º n?o tem mais nada a dizer, n?o ¨¦? Tudo bem, ent?o continue sua vida seu querido amigo! ¨C Disse Marc, antes de desligar. A rapidez que desligou deixou Vin¨ªcius sem rea??o. No Grupo TYC. Kerry entrou apressado no pr¨¦dio da empresa, distra¨ªdo ao virar o corredor e N?vel(D)rama.Org''s content. esbarrar em algu¨¦m. Os documentos da mulher cairam no ch?o, Kerry rapidamente guardou o celr e se abaixou para pegar eles, enquanto se desculpou: Desculpe, eu n?o te vi. Est¨¢ tudo bem. Disse Nanda, uma voz fria para Kerry. Kerry levantou a cabe?a e viu Nanda se abaixando para pegar os documentos. Ah, ¨¦ voc¨º. Ouvi dizer que voc¨º foi transferida para o departamento de recursos humanos, isso ¨¦ ¨®timo! Nanda respondeu um simples ¡°sim¡°. Depois de recolher todos os documentos, Kerry continuou: Ouvi dizer que voc¨º ainda est¨¢ ajudando a supervisionar a antiga f¨¢brica? A Sra. Liliane n?o me disse para sair, ent?o eu continuo panhando a qualidade e o progresso da obra. Respondeu Nanda. Kerry perguntou mais: ¨C ¨C Quanto tempo acha que vai levar para terminar? Nanda olhou para ele e respondeu: H¨¢ algum problema? Kerry, sem paci¨ºncia, resmungou: ¨C Est?o nos for?ando a sair da f¨¢brica atual, voc¨º sabeo ¨¦ a personalidade da Liliane. n?o vai querer uma f¨¢brica que n?o esteja funcionando bem. Com poucas f¨¢bricas funcionando linhas de produ??o t¨ºxtil, temos muitos pedidos pendentes. Ser despejado agora ¨¦ uma emerg¨ºncia, concorda? Nanda desviou o olhar. A f¨¢brica estava sendo despejada? Se isso acontecesse, os clientes ficariam atrasados e a empresa provavelmente enfrentaria uma s¨¦ria crise de confian?a. Chapter 384 Cap¨ªtulo 384 Diretora Nanda, por que voc¨º n?o me responde? ¨C Perguntou Kerry. A constru??o ainda vai levar pelo menos mais um m¨ºs. Respondeu Nanda. Kerry franziu a testa, continuando: Um m¨ºs n?o ¨¦ muito, mas o problema ¨¦ o tempo que temos dispon¨ªvel a f¨¢brica nos dando apenas uma semana. Nanda ficou em sil¨ºncio e Kerry n?o disse mais nada. Quando chegou ao escrit¨®rio no andar de cima, Kerry finalmente ligou para Liliane. Liliane atendeu, sua voz estava um pouco ansiosa: ¨C Kerry, voc¨º verificou o estoque o gerente da f¨¢brica? ¨C Sim, verifiquei. N?o temos estoque algum. Nossos pedidos s?o simplesmente enormes! ¨C Respondeu Kerry. Liliane massageou as t¨ºmporas uma dor de cabe?a crescente. Era a primeira vez que sentia que ter muitos pedidos n?o era uma coisa boa. Vin¨ªcius ainda n?o havia retornado informa??es sobre a situa??o da f¨¢brica. n?o tinha ideia do que fazer a seguir. Kerry se jogou na cadeira de descanso, enquanto disse: Quando voc¨º vai voltar? Sem voc¨º aqui, n?o tenho confian?a. Liliane olhou para suas feridas. ¨C Uma semana¡­ ¨C Uma semana? ¨C Exmou Kerry, entrando em panico. ¨¦ tanto tempo assim? Voc¨º entrou em contato os propriet¨¢rios da f¨¢brica? O que eles disseram? ¨C Eles ainda n?o me responderam. ¨C Respondeu Liliane. ¨C Merda! Kerry xingou. Eles est?o nos enganando, n?o est?o? N?o necessariamente. Liliane analisou, O contrato ¨¦ ro sobre isso. A multi por vi??o ¨¦ tr¨ºs vezes o valor do aluguel. Eles n?o t¨ºm motivo para nos enganar perder tanto dinheiro. Eles simplesmente querem nos desafiar! Disse Kerry, enquanto rangia os dentes. ¨C Sim, ¨¦. Liliane falou diretamente. As pessoas que foram ¨¤ f¨¢brica disseram que temos apenas uma semana para sair? Sim! Mas encontrar uma nova f¨¢brica em uma semana n?o ¨¦ f¨¢cil. Voc¨º sabe que agora estamos completamente autossuficientes em termos de tecidos. Se precisarmos encontrar uma nova f¨¢brica, teremos que procurar uma que tamb¨¦m possa lidar a produ??o t¨ºxtil e de roupas ao mesmo tempo! Liliane ficou em sil¨ºncio por um momento e depois disse: ¨C Entendi, vou dar um jeito nisso. ¨C Tudo bem, a empresa est¨¢igo, ent?o n?o se preocupe demais! Ah, se lembre de ligar para as crian?as ¨¤ noite. Eles est?o quase morrendo de preocupa??o. ¨C Ok. Depois de desligar a chamada, Liliane voltou sua aten??o para as bandagens em seu corpo. Pensou por um tempo, pegou o celr e estava prestes a ligar para outro dono de f¨¢brica de roupas, quando um n¨²mero desconhecido ligou para . ¨C Ol¨¢, quem est¨¢ fndo? Perguntou Liliane. ¨C Sra. Liliane, sou um policial da delegacia de Serafim. O caso de roubo por Pa, Raul e Diego, bemo extors?o, foi conclu¨ªdo. Voc¨º prefere resolver isso em particr ou seguir o processo legal? Liliane ficou surpresa por um tempo. quase esqueceu o caso da familia Marques. ? N?velDrama.Org - All rights reserved. Policial, n?o quero acordo. Quero que tudo siga o curso legal. Respondeu Liliane. O policial continuou; Certo. Em r??o ¨¤ propriedade do carro e da casa que voc¨ºprou para eles, isso foi por sua pr¨®pria vontade? N?o foi minha vontade. ¨C Respondeu Liliane. Entendido. De acordo a lei, eles ser?o condenados¡­ Ap¨®s a conversa o policial, Line ligou para a F¨¢brica de Confec??es Barbosa em Serafim. Demorou um pouco, mas finalmente algu¨¦m atendeu do outrodo da linha. No telefone, uma risada animada de um homem ecoou: Ol¨¢, Sra. Liliane! H¨¢ quanto tempo n?o nos fmos? Parece que voc¨º est¨¢ se saindo muito bem ultimamente! Liliane sorriu de leve. ¨C Sr. Gabriel, voc¨º est¨¢ brincando. Minha pequena empresa n?o separa ¨¤ sua grande empresa. Al¨¦m disso, ¨¦ por causa de problemas que estou procurando sua ajuda. ¨C Sra. Liliane, voc¨º est¨¢ sendo um pouco impr¨®pria na formao est¨¢ abordando o assunto, n?o acha? ¨C Disse Gabriel. ¨C Onde voc¨º est¨¢ vendo isso, Sr. Gabriel? Voc¨º est¨¢ livre esta noite? Eu gostaria de convidar voc¨º para jantar no Restaurante do Rio. ¨C Disse Liliane, um sorrio. ¨C J¨¢ que voc¨º est¨¢ sendo t?o gentil, n?o posso recusar, certo? Disse Gabriel. Ent?o, mais tarde eu vou reservar uma mesa e enviar o n¨²mero da s privada para o seu celr. Respondeu Liliane. ¨C Est¨¢ bem! ¨C Ap¨®s desligar a chamada, o sorriso desapareceu do rosto de Liliane. GET IT Cap¨ªtulo 385 Chapter 385 Cap¨ªtulo 385 A f¨¢brica de roupas do Grupo Barbosa era a terceira maior de Serafim, uma produ??o que n?o s¨® n?o era lenta, mas tamb¨¦m inclu¨ªa uma oficina t¨ºxtil. precisava encontrar uma maneira de fazer que Gabriel ajudasse a superar mais um obst¨¢culo naqu noite! Quatro da tarde. Liliane mandou a cuidadora retirar as roupas do arm¨¢rio. Enquanto a cuidadora ajudava Liliane a trocar de roupa, perguntou: ¨C Srta. Liliane, voc¨º vai sair do hospital mesmo seus ferimentos ainda n?o ? N?velDrama.Org - All rights reserved. cicatrizados? Liliane assentiu a cabe?a. ¨C Sim, tenho algo para resolver. Se o m¨¦dico perguntar, diga que fui em casa buscar algo. Voc¨º realmente precisa sair? ¨C Perguntou a cuidadora, preocupada. feridas se abrirem, ter¨¢ que levar pontos novamente. Se suas Liliane respondeu um sorriso suave: N?o se preocupe, ¨¦ apenas umpromisso. Umpromisso? Exmou a cuidadora. Srta. Liliane, voc¨º n?o pode beber! Bem, n?o se preocupe, sei me contrr. Respondeu Liliane. Vendo que Liliane estava determinada, a cuidadora n?o insistiu mais. Depois que Liliane se trocou e saiu, ligou para Eduardo. Mas ele n?o atendeu, ent?o desistiu. Quando Liliane chegou ao elevador, viu Miguel tamb¨¦m descendo. Miguel ficou um pouco surpreso e depois perguntou sorrindo: Voc¨º est¨¢ saindo do hospital esses ferimentos? Liliane entrou no elevador, respondendo indiferen?a: Mais ou menos. Parece que voc¨º est¨¢ saindo sem a autoriza??o do m¨¦dico. ¨C Brincou Miguel. Liliane olhou para Miguel um sorriso for?ado. Sr. Miguel, parece que voc¨º est¨¢ se intrometendo um pouco, n?o acha? ¡ª- ¨C Apenas preocupa??o de um colega de quarto do hospital. Disse Miguel, um sorriso. ¨C Obrigada, mas n?o ¨¦ necess¨¢rio, afinal, seus ferimentos parecem mais s¨¦rios que os meus. Disse Liliane. ¨C Isso foi um cuidado meus ferimentos? ¨C Perguntou Miguel, olhando para . N?o, foi apenas ument¨¢rio. Respondeu Liliane. ¨C ¨C Voc¨º ¨¦ bem direta, Srta. Liliane. Comentou Miguel. N?o tenho tanto cuidado para dar a estranhos. Respondeu Liliane. Com isso, as portas do elevador se abriram. Miguel levantou a m?o em dire??o ¨¤ porta. Srta. Liliane, depois de voc¨º. Liliane assentiu e saiu do elevador sem olhar para tr¨¢s. O sorriso no rosto de Miguel desapareceu aos poucos, enquanto ele olhava para os seguran?as atr¨¢s dele e instruiu: Investigue o quarto d e descubrao entrar em contato . ¨C Entendido! Novitex. William mal desligou a liga??o, quando Vinicius entrou p porta. Sem cerim?nia, ele se jogou no sof¨¢ ee?ou a suspirar. William olhou para ele e perguntou: O que foi? N?o encontrou evid¨ºncias? Vin¨ªcius ficou irritado o assunto e olhou para William. William, voc¨º j¨¢ investigou aquele rep¨®rter, n?o foi? William abriu os arquivos e murmurou um simples ¡°sim¡°. Vinicius ficou o canto da boca tremendo, questionando: ¨C Por que n?o me disse isso ontem ¨¤ noite? Passei a noite inteira acordado por causa disso! William perguntou frieza: ¨C Voc¨º me perguntou? Vinicius ficou em pvras. Ser¨¢ que ainda podia se dar bem esse amigo? ¨C Eu n?o consigo encontrar mais nada. De qualquer forma, voc¨º deveria pensar bem nisso. A situa??o da Liliane n?o ¨¦ f¨¢cil. Disse Vinicius. ¨C ¨C ¨¦ f¨¢cil para mim? ¨C Zombou William, um olhar frio. ¨C Isso n?o significa que algu¨¦m n?o deva ser responsabilizado por isso. ¨C ¨¦ verdade, mas voc¨º n?o precisa fechar a f¨¢brica, certo? ¨C Disse Vin¨ªcius, frustrado. ¨C Voc¨º tem v¨¢rias f¨¢bricas funcionando, enquanto s¨® tem essa. ¨¦ realmente uma situa??o dif¨ªcil para . William deu um sorriso ir?nico e abriu uma gaveta, jogando um arquivo sobre a mesa. Depois de ler isso, voc¨º decide se quer ajudar ou n?o. Vinicius ficou confuso e se levantou, indo at¨¦ a mesa para pegar o arquivo. Quando abriu, ao ver a primeira foto, ele ficou paralisado. William observou a express?o cada vez mais sombria de Vinicius. Ainda consegue reconhecer minha m?e? Perguntou William. Vinicius apertou for?a a pasta, a imagem borrada e desfigurada n?o se parecia em nada o rosto que ele conhecia. Uma frieza se instalou nos olhos de William, perguntando. Se fosse voc¨º, o que faria? Chapter 386 Cap¨ªtulo 386 Vinicius colocou a foto de volta na pasta, abaixou devagar a m?o e disse: Desculpe, n?o vou mais me envolver nisso. Ele teve que pensar nas coisas sob a perspetiva de William. Se estivesse no lugar dele, tamb¨¦m poderia suspeitar de Marc. Ele n?o conseguia nem imaginar o qu?o devastador foi para William ver sua m?e naquele estado. Com sua m?e biol¨®gica morta de forma t?o brutal diante de seus olhos, ningu¨¦m conseguiria manter a sanidade. William fechou a gaveta e trancou, depois olhou para o rel¨®gio em seu pulso e perguntou: ¨C Voc¨º tem mais alguma coisa para dizer? Ah, eu estava pensando em te convidar para jantar. Voc¨º vai sair? ¨C Perguntou Vinicius, de volta. Compromissos. Respondeu William, pegando seu casaco. ¨C Voc¨º pode ir. N?vel(D)rama.Org''s content. Ah, tudo bem ent?o. Cinco e meia. ¨C Disse Vin¨ªcius. Liliane chegou ao Restaurante do Rio e ligou para Marc antes de subir. queria garantir que n?o ficaria ocupadapromissos at¨¦ tarde e perderia a hora de fr os filhos. Marc atendeu um tom abatid ¨C Lili. Liliane percebeu a mudan?a de tom de Marc e perguntou preocupa??o: O que aconteceu voc¨º? A voz de Marc soou culpada: Lill, n?o seio te encarar agora. Descobri sobre a f¨¢brica, e a fabrica de roupa da Novitex. Liliane respirou aliviada, pensando que algo tinha acontecido Marc, tentou tranquilizar : ¨C N?o se preocupe, o dinheiro da multa posso encontrar outra f¨¢brica para lidar Mesmo? ¨C Perguntou Marc, ansiosa. Sim, ¨¦ mesmo. ¨C Disse Liliane, um sorriso fraco. N?o se preocupeigo. E as crian?as? Est?o ao seudo? ¨C Acabaram de voltar da esc. Quer fr eles? Disse Marc. Liliane olhou para o rel¨®gio, enquanto disse: Sim, me deixe fr eles rapidamente. Marc foi at¨¦ as escadas e gritou para cima: Alice, Ian, sua m?e est¨¢ ligando! Logo, a voz ansiosa das crian?as veio do celr. ¨C Mam?e! Alicee?ou a chorar. Mam?e, sinto tanto sua falta. Ian tamb¨¦m falou: Mam?e, eu tamb¨¦m sinto muito sua falta. Liliane sentiu o cora??o apertado. Meus queridos, tamb¨¦m sinto muito a falta de voc¨ºs. nunca tinha ficado tanto tempo longe dos filhos antes e tinha dificuldade para dormir todas as noites. Quando voc¨º vai voltar, mam?e? ¨C Choramingou Alice. ¨C N?o chore, querida, estarei de volta em uma semana. ¨C Respondeu Liliane, carinho Mam?e, n?o se preocupe conosco. Se cuide ea direito. ¨C Dissen Liliane se sentiu reconfortada. Sim, vou cuidar de mim. Voc¨ºs, est?o obedecendo ¨¤ madrinha nesses dias? Estamos sim. ¨C As duas crian?as responderam juntas. Liliane disse um sorriso: Se a madrinha n?o souber cozinhar, pode sair paraer o que quiserem. Eu vou dar dinheiro para . ¨C N?o precisa se preocupar isso! Gritou Marc, aodo. Liliane riu, enquanto Ian dizia: Mam?e, n?o se preocupe conosco. N¨®s vamos aproveitar ao m¨¢ximo antes de voc¨º voltar. ¨C Ei! Voc¨º, moleque, estou te aguentando h¨¢ muito tempo! Gritou Marc, irritada. ¨C Voc¨º n?o pode, madrinha ainda n?o casou, se n?o guardar dinheiro, vai ficar sozinha para sempre. Acrescentou Alice. Liliane achou gra?a, de onde Alice tirou essa ideia? Mas ouvir as risadas e brincadeiras das crian?as tranquilizou . Ap¨®s algumas conversas, Liliane se despediu das crian?as e desligou a liga??o. Depois de sair do carro, Liliane instruiu o seguran?a a pegar a garrafa de vinho preparada e o panhou at¨¦ o restaurante. Chegando ¨¤ porta da s reservada, Liliane pegou a garrafa. ¨C Voc¨º n?o precisa esperar aqui. V¨¢er algo. O seguran?a olhou para a s e Liliane suspirou. N?o se preocupe, eu posso lidar isso e ainda tem gar?ons aqui. Somente ent?o, o seguran?a saiu. Liliane respirou fundo e empurrou a porta da s reservada. CON BUNDLE get more free bonus Chapter 387 Cap¨ªtulo 387 Liliane n?o sabia, mas sua presen?a estava sendo observada por William e Jorge. Jorge ficou perplexo por um momento. Sr. William, aqu parece ser a Srta. Liliane William franziu de leve o cenho. Sim, ¨¦. ¨C Mas a Srta. Liliane n?o estava no hospital? Como est¨¢ aqui e pode beber? ¨C Jorgen?ou uma s¨¦rie de perguntas. William olhou descontente para Jorge. Se voc¨º est¨¢ t?o interessado, por que n?o vai perguntar a pessoalmente? Jorge percebeu que estava indo longe demais e rapidamente desviou o olhar. ¨C Desculpe, Sr. William. William se levantou e entrou na s aodo da que Liliane estava. Enquanto isso, na s 303. Liliane e Gabriel apertaram as m?os e se cumprimentaram antes de se sentarem. Liliane disse: ¨C Sr. Gabriel, trouxe o vinho que que voc¨º gosta. colocou a garrafa na mesa e fez sinal para o gar?om abrir. Os olhos de Gabriel brilharam. Realmente, Sra. Liliane, voc¨º ¨¦ muito generosa. Eu normalmente n?o teria coragem de beber isso. Liliane disse um sorriso: ¨C Sr. Gabriel, voc¨º sempre brinca assim. Sua esposa me disse que sua adega tem muitos vinhos finos. Ao mencionar ¡°esposa¡°, o sorriso de Gabriel diminuiu um pouco. Sra. Liliane, ¨¦ uma mulher simples e n?o entende dessas coisas! Liliane sorriu de leve e, depois que o gar?om abriu o vinho, se levantou para servir Gabriel. Sr. Gabriel, ¨¦ raro nos encontrarmos. Eu fui um pouco rispida antes, espero n?o ter estragado seu humor. fez isso de prop¨®sito. Afinal, em Serafim, Gabriel tinha uma reputa??o consider¨¢vel. queria lembrar ele de que tinha o contato da esposa dele, ent?o ele deveria se Vendo a atitude amig¨¢vel de Liliane e servindo o vinho pessoalmente, Gabriel deu um sorriso. ¨C Sra. Liliane,o eu poderia ficar chateado por algo t?o trivial. m?o de Liliane sua j acrescentando. Gabriel cobriu a m?o gorda, quando passou o copo para ele, Voc¨º concorda, n?o ¨¦? Liliane ficou um pouco tensa, mas habilmente retirou a m?o e se serviu, respondendo: Sim, Sr. Gabriel, voc¨º est¨¢ certo. Depois de servir o vinho, Liliane ergueu o copo para Gabriel: ¨C Sr. Gabriel, obrigada por tirar um tempo esta noite para me encontrar. Um brinde a voc¨º. virou o copo de uma vez. O sorriso no rosto de Gabriel ficou ainda mais amplo. Sra. Liliane, voc¨º tem uma ¨®tima resist¨ºncia ao ¨¢lcool. Dizem que os bons amigos se encontram em momentos de bebedeira. Vou panhar voc¨º! Na s 306. N?vel(D)rama.Org''s content. William estava sentado ouvindo os cumprimentos falsos dos executivos ¨¤ sua frente, mas seus olhos estavam frios, enquanto observava a s oposta. A porta estava fechada, ent?o ele s¨® podia ver um pouco do que estava acontecendo l¨¢ dentro, quando o gar?om entrava e sa¨ªa os pratos. Por coincid¨ºncia, um gar?om abriu a porta, enquanto segurava uma bandeja de William olhou rapidamente e viu Gabriel rindo e brindando Liliane, ambos bebendo vinho sorrisos no rosto.. Ele estreitou os olhos frios, um ar de frieza surgiu entre suas elegantes sobrancelhas. Essa mulher ainda n?o se recuperou totalmente de seus ferimentos e j¨¢ estava ansiosa para sair e negociar uma parceria esse famoso mulherengo? A porta da s se fechou devagar, uma ta?a de vinho foi colocada aodo de William. Um dos executivos disse: Sr. William, esta ta?a ¨¦ para voc¨º. Obrigado por me incluir neste projeto do parque industrial. William pegou a ta?a seus dedos definidos e murmurou um ¡°bem¡± uma voz profunda. O homem que ofereceu o brinde se sentiu um pouco constrangido, co?ou o nariz e se sentou para conversar outros. O olhar de William ent?o voltou para a s oposta. Depois de algumas ta?as de vinho, Liliane viu que Gabriel estava de bom humor e decidiu fr: Sr. Gabriel, eu te chamei aqui para discutir uma poss¨ªvel cbora??o na f¨¢brica de roupas. Gabriel respondeu uma risada: Ah, Sra. Liliane, s¨® algumas ta?as e voc¨º j¨¢ quer discutir neg¨®cios? Isso n?o parece muito certo, n?o ¨¦? Liliane suprimiu suas emo??es interiores e respondeu: St. Gabriel, podemos conversar enquanto bebemos. Gabriel pousou sua ta?a de vinho e colocou a m?o no ombro de Liliane. O toque no ombro ainda n?o curado fez que Liliane ficasse p¨¢lida num instante. Chapter 388 Cap¨ªtulo 388 A m?o de Gabriel ainda estava passeando pelo ombro de Liliane. Sra. Liliane, sou um homem que gosta de beber antes de fr. Liliane apertou firmeza as m?os. n?o podia ouvir o que ele estava insinuando? Ele s¨® queria esperar at¨¦ que estivesse b¨ºbada para facilitar as coisas? Assim, quando estivesse vulner¨¢vel, ele naturalmente concordaria! Liliane respirou fundo, depois disse: ¨C Sr. Gabriel, voc¨º deve estar ciente da situa??o atual da minha empresa. Meu problema ¨¦ que minha f¨¢brica ainda n?o est¨¢ constru¨ªda. Voc¨º,o empres¨¢rio experiente, sabe o qu?o dif¨ªcil ¨¦ resolver certos problemas. Contanto que possamos cborar uma vez, podemos nos ajudar mutuamente no futuro. N?o ¨¦ uma boal oportunidade? Gabriel moveu ligeiramente a m?o em seu ombro, ent?o sorriu. Sra. Liliane, minha empresa est¨¢ indo muito bem agora. Se h¨¢ dificuldades, s?o as que voc¨º est¨¢ enfrentando, n?o eu. Disse Gabriel, enquanto se aproximou de Liliane e o cheiro de ¨¢lcool em sua respira??o atingiu o rosto d. Ele levantou o queixo de Liliane a m?o, um brilhoscivo nos olhos. ¨C Pedir favores requer jeito. Os olhos de Lilianee?aram a se encher de frieza. Sr. Gabriel, se voc¨º n?o est¨¢ interessado em cborar¡­ N?vel(D)rama.Org''s content. Um estrondo ecocou. Antes que Liliane pudesse terminar, a porta da s foi chutada. Liliane e Gabriel levantaram os olhos e viram William avan?ando em sua dire??o, respirando raiva. Gabriel ficou at¨®nito, recuando e se levantando. Senhor, St. William? O que voc¨º est¨¢ fazendo¡­. Antes que Gabriel pudesse terminar, William agartou sua g e desferiu um soco nele. Liliane arregalou os olhos. Antes que pudesse entender por que William estava ali, ele deu um chute forte na barriga de Gabriel. Gabriel gritou de dor. Sr. William! Sr. William, por favor, pare de me bater! William olhou para Jorge atr¨¢s dele, ordenando: ¨C Desabilite a m?o dele! Ent?o, ele se virou para Liliane, puxando da cadeira. O pux?o causou uma dor aguda em seu bra?o e ficou ro para Liliane ferimento havia se aberto. que Liliane foi puxada para outra s vazia, a porta batendo atr¨¢s deles. 0 A intoxica??o do ¨¢lcool subiu ¨¤ cabe?a de Liliane, que ainda n?o tinha conseguido se firmar quando a voz furiosa de William ressoou: Voc¨º est¨¢ saindo para jantar um sujeito desse por causa de uma fabrica? Liliane, um tom de embriaguez, respondeu: ¨C Com quem eu saio para jantar ¨¦ minha escolha! N?o me diga que voc¨º n?o sabe quem ¨¦ Gabriel! ¨C Gritou William. ¨C E dai? Liliane retrucou. Isso n?o tem nada a ver voc¨º! O rosto bonito de William ficou sombrio, os l¨¢bios apertados, olhando para Liliane, que estava furiosa. Voc¨º n?o consegue responder? ¨C Liliane deu um sorriso firo, se aproximando dele. Eu me lembro ramente, foi voc¨º quem disse na frente do seu pai. Disse que ¨C minha vida ou morte n?o tinha nada a ver voc¨º! Ent?o, de repente, voc¨º aparece aqui para estragar a minha coopera??o? William mordeu o l¨¢bio. N?o tem nada a ver, mas n?o quero que Breno seja ridicrizado por causa da m?e dele, indo atr¨¢s de qualquer homem que apare?a! Antes que William pudesse terminar sua frase, Liliane acertou ele um tapa. William, voc¨º ¨¦ um man¨ªaco! man¨ªaco! Gritou Liliane, os olhos de?aram a se encher de l¨¢grimas. Fui eu que fui atr¨¢s desse homem? Foi voc¨º que me for?ou a desfazer o contrato de aluguel! Se n?o fosse por circunstancias, eu iria jantar esse homem nojento? Os meus filhos est?o em casa me esperando! Voc¨º acha que eu preferiria sair ferimentos n?o cicatrizados para beber? Os olhos de William se contra¨ªram, sentindo uma pontada no cora??o ao ver a m?o de Liliane tremer, com sangue brilhante escorrendo pelo dorso de sua m?o p¨¢lida. Ele afastou o olhar, olhando para os olhos nebulosos de Liliane. COIN BUNDLE: get more free Chapter 389 Cap¨ªtulo 389 Ele sentiu uma estranhao??o em seu cora??o. ¨C Voc¨º ainda n?o me deu uma explica??o sobre minha m?e! Disse William. Explica??o? ¨C Liliane soltou um sorriso ir?nico. Tudo bem! Eu te darei! ergueu o queixo em dire??o a William, ent?o agarrou sua grande m?o, colocando. em seu pesco?o. ¨C A explica??o est¨¢ aqui, se quiser pegar! Provocou Liliane. Seus dedos tocaram a pele quente de Liliane e os olhos sombrios de William se estreitaram. Liliane, n?o me force! ¨C Te for?ar? ¨C Zombou Liliane, a voz tremendo. Voc¨º j¨¢ n?o fez isso antes? William, se voc¨º est¨¢ t?o convencido de que foi eu quem fez isso, ent?o me mate! N?o finja que n?o quer minha vida! Em vez de me interrogar repetidamente, por que n?o simplesmente tira a minha vida para que eu possa panhar sua m?e no t¨²mulo? Voc¨º quer que eu admita que matei sua m?e, n?o ¨¦ mesmo? Ent?o aqui est¨¢! Eu fiz de prop¨®sito, t¨¢ bem? Eu n?jei matar sua m?e, eu quis te retaliar, ver voc¨º sofrendo at¨¦ n?o aguentar mais! Isso ¨¦ suficiente? Liliane estava provocando ele suas pvras, n?o conseguia suportar o fato de ele trazer ¨¤ tona repetidamente a quest?o de sua m?e! A press?o em seu cora??o desde a morte de sua m?e nunca diminuira! Agora, estava cansada, n?o importava se ele queria matar ou torturar ! Cale a boca! William tentou conter o impulso de estrangr , mas Liliane segurou firmeza sua m?o. Talvez por causa do ¨¢lcool, Liliane n?o estava racional naquele momento. ¨C William! Me mate! ¨C Provocou Liliane. Os olhos de William ficaram vermelhos de raiva. Cale a boca! Eu disse para voc¨º calor a boca! Se n?o h¨¢ mais confian?a! Ent?o, pelo menos, me d¨º um fim para n?o me torturar mais! Liliane gritou para William desapontamento em seus olhos. No momento seguinte, os dedos de William apertaram de repente, agarrando o pesco?o de Liliane e trazendo para perto de seu rosto. Ele abaixou a cabe?a e mordeu os l¨¢bios de Liliane. Uma dor aguda atingiu Liliane e sentiu o sabor doce e met¨¢lico de seu pr¨®prio sangue nos l¨¢bios, Sua racionalidade perturbada pelo ¨¢lcoole?ou a se esrecer aos poucos. Por instinto, tentou empurrar William, mas a aura de raiva do homem deixava impotente. At¨¦ que Jorge abriu a porta de repente. ¨C Sr, William¡­ Jorge mal teve a chance de fr, quando viu a cena explosiva diante dele e imediatamente fechou a boca. Ele se virou, fechou a porta uma a??o r¨¢pida e decisiva. Ouvindo o barulho, William soltou Liliane. O sangue d manchava os l¨¢bios finos de William, acrescentando um toque sombrio e misterioso. Por um momento, ele limpou o sangue dos l¨¢bios e falou friamente: Sua vida n?o merece ser dedicada a minha m?e. Com essas pvras, ele virou as costas e saiu da s. Liliane,o se tivesse sido esvaziada de toda a sua for?a, trope?ou alguns passos para tr¨¢s, antes de cair na cadeira. Asgrimas encheram novamente seu rosto p¨¢lido. Fora do Restaurante do Rio. Eduardo estacionou pressa o carro e correu para dentro do restaurante. Ele perguntou na recep??o sobre a reserva de Liliane e depois correu em dire??o ao elevador. Quando as portas do elevador se abriram, Eduardo entrou. Do outrodo estava William descendo no elevador, queao ver a pressa de Eduardo, fechou a m?o de repente. Jorge olhou para ele e disse: ¨C Sr. William¡­ William reprimiu seu olhar e se virou para ir em dire??o ¨¤ porta do restaurante. ¨C O que voc¨º queria me dizer quando acabou de entrar? Jorge ficou desconcertado, respondendo: ¨C A m?o do Sr. Gabriel foi ferida. Entendi. Respondeu William, voz baixa. Quando eles entraram no carro, ele olhou para o restaurante de longe e disse: ¨C Encontre uma f¨¢brica de roupas para . O qu¨º? Jorge n?o conseguiu entender imediatamente.. William franziu o cenho. ? N?velDrama.Org - All rights reserved. Voc¨º n?o entende o que estou dizendo? Jorge ficou pensativo por um momento, antes de perceber que ele estava se referindo a Liliane. Entendi, Sr. William. Cap¨ªtulo 390 Chapter 390 Cap¨ªtulo 390 Eduardo subiu at¨¦ o terceiro andar e, ao se dirigir ¨¤ s 303, viu Liliane debru?ada sobre a mesa a cabe?a baixa em outra s. Ele tirou o casaco e se aproximou d por tr¨¢s, cobrindo ele. Liliane deu um pulo de susto ao sentir a presen?a de Eduardo e s¨® rxou quando viu quem era. desviou o olhar, tentando esconder os olhos inchados, mas mesmo assim Eduardo percebeu. Lili, por que est¨¢ chorando? ¨C Perguntou Eduardo, se agachando aodo d. Liliane apertou os l¨¢bios, abaixando os olhos e mentiu: A ferida rasgou, d¨®i tanto que me fez chorar. n?o queria mencionar William, caso contr¨¢rio, Eduardo provavelmente correria para confrontar ele novamente. Eduardo franziu o cenho, enquanto disse: ¨C Vamos embora, vamos voltar para o hospital. Da pr¨®xima vez, n?o saia sem dizer nada, n?o importa o motivo. Sua voz gentil carregava um tom deando que n?o aceitava recusas. Liliane se levantou. ¨C Tudo bem. Na casa da familia Lima. Depois do jantar, Mavis arrastou Gilberto para jogar xadrez. ¨C Por que voc¨º est¨¢ t?o interessada em jogar xadrezigo hoje? ¨C Perguntou Gilberto, um sorriso./ Mavis serviu uma x¨ªcara de ch¨¢ para Gilberto, dizendo uma express?o mnc¨®lica: Apartamento Internacional da Serafim, n?o quero causar mais problemas para voce. Gilberto ficou surpreso. O que voc¨º est¨¢ dizendo, Mavis? Temos um lugar para voc¨º aqui em casa e algu¨¦m para cuidar de voc¨º. Por que quer sair? Mavis entregou a x¨ªcara de ch¨¢ para Gilberto, enquanto disse: Vov?, eu sou um problema. ¨C Onde voc¨º seria um problema? Gilberto franziu o cenho, perguntando. ¨C Algu¨¦m est¨¢ te iodando? __________ Mavis bn?ou a cabe?a rapidamente. ¨C N?o, n?o, vov?, ¨¦ que eu sinto que n?o estou fazendo o suficiente. Gilberto ficou s¨¦rio, colocando a x¨ªcara de ch¨¢ de volta na mesa. ¨C O que est¨¢ acontecendo afinal? Mavis abaixou a cabe?a, explicando: ¨C Vov?, desde que meu tio e sua familia voltaram, eu sinto que eles n?o gostam muito de mim. Meu irm?o administra a empresa e eu moro aqui, parece que n?o h¨¢ mais lugar para eles na fam¨ªlia Lima. Que absurdo ¨¦ esse? ¨C Disse Gilberto, franzindo o cenho. sobre voc¨º, vou l¨¢ agora mesmo! Material ? N?velDrama.Org. Com isso, Gilberto se levantou, pronto para subir as escadas. Mavis correu para segurar ele. Se eles disseram algo Vov?, quanto mais voc¨º fizer isso, menos eles v?o gostar de mim! ¨C Mavis, n?o tenha medo deles! Enquanto eu estiver vivo, eles n?o se atrever?o a te iodar. Vov?, talvez possamos usar uma abordagem diferente para fazer que eles aceitem a minha presen?a. Disse Mavis, a voz baixa. Gilberto ficou intrigado. Qual seria o seu no? Um brilho de satisfa??o passou pelos olhos baixos de Mavis. ¨C Em vez de repress?o, podemos oferecer benef¨ªcios ¨¤ fam¨ªlia do meu tio. Afinal, ele j¨¢ saiu da empresa h¨¢ algum tempo. O que voc¨º acha, vov?? Gilberto ficou em sil¨ºncio por um momento. Mavis, entendi o que voc¨º quer dizer. Suba l¨¢ e chame todos para descerem. Mavis subiu obedientemente e chamou Jo?o e sua fam¨ªlia. Sentados na s de estar, Jo?o mal olhou para Mavis e a Sra. Lima tamb¨¦m n?o parecia muito receptiva. Gilberto observou a antipatia em seus rostos e resmungou frieza: ¨C Mavis veio frigo em seu favor agora pouco. Acho que est¨¢ certa. Jo?o, a partir da pr¨®xima semana, voc¨º voltar¨¢ para o Grupo Limao vice¨Cpresidente. Jo?o e a Sra. Lima ficaram surpresos. Voc¨º quer dizer que posso voltar para a empresa, pai? ¨C Perguntou Jo?o. ¨C Mavis est¨¢ certa. Fui muito rigoroso voc¨º antes. ¨¦ hora de voltar para a empresa e fazer um bom trabalho. ¨C Respondeu Gilberto. Jo?o e a Sra. Lima se olharam, conscientes do esfor?o de Mavis para agradar eles. Era um entendimento m¨²tuo. A Sra. Lima sorriu e disse: Mavis, obrigada por isso. Mavis deu um sorriso doce e respondeu: ¨C Tia, n?o precisa agradecer. O vov? j¨¢ estava pensando em trazer o tio de volta para a empresa. Eu s¨® dei uma ajudinha. COIN BUNDLE: get more re free bonus GET Chapter 391 . Cap¨ªtulo 391 Gilberto olhou surpreso para Mavis por um momento e, em seguida, seu rosto se iluminou satisfa??o. Jo?o apenas assentiu de leve para Mavis, sem dizer uma pvra de agradecimento. Com o assunto resolvido, o casal e Gilberto trocaram algumas pvras e depois subiram para o andar de cima. Chegando ao quarto, Beatriz entrou e perguntou: ¨C Pai, o que Mavis disse para voc¨ºs quando chamou voc¨ºs l¨¢ embaixo? Jo?o olhou para o corredor e fechou a porta. Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. ¨C Mavis pediu para eu voltar para a empresa. Beatriz ficou chocada. Mavis resolveu o problema apenas algumas pvras? A Sra. Lima se sentou na cadeira, perguntando uma express?o s¨¦ria: Jo?o, o que voc¨º acha disso? ¨C N?o acho nada. Ainda acredito que n?o ¨¦ filha da minha irm?!¨C Respondeu Jo?o. ¨C Papai, at¨¦ o vov? concordou e o DNA foi testado. N?o adianta negar! ¨C Interveio Beatriz. A Sra. Lima olhou para a filha desaprova??o. Bia, n?o se meta nisso. Volte para o seu quarto. Depois que a porta foi fechada, Jo?o se sentou e disse: ¨C Minha irm? era direta e nunca jogaria esse tipo de jogo. n?o se rebaixaria para agradar ningu¨¦m! Esseportamento n?o condiz ! A Sra. Lima concordou a cabe?a: Sim, mas desta vez voc¨º finalmente conseguiu voltar para a empresa. Voc¨º deve ajudar Eduardo a administrar os neg¨®cios da familia. Afinal, devemos isso a eles: Se n?o tiv¨¦ssemos deixado as coisas chegarem a esse ponto, sua irm? e seu cunhado n?o teriam perdido a vida. Jo?o deu tapinhas nas costas da Sta Lima. Se Mavis quer ser educada, vamos jogar esse jogo. -Eu entendo tudo. Voc¨º pode it tranqumente para a empresa, eu estarei de olho n em casa. Se tiver qualquer pensamento de mexer nos bens da fam¨ªlia Lima, eu te avisarei imediatamente. Tudo bem. Respondeu Jo?o. No hospital. Enquanto Liliane estava sendo recosturada, foi repreendida pelo m¨¦dico. Eduardo instruiu a enfermeira para n?o deixar Liliane sair do hospital sem autoriza??o. Mesmo depois de ser levada de volta ao quarto, Eduardo ainda estaval Liliane olhou para Eduardo resigna??o. ¨C Eduardo, n?o ¨¦ t?o s¨¦rio assim. ¨C O que seria considerado s¨¦rio ent?o? Perguntou Eduardo, seriedade. Liliane ajeitou o cobertor, consndo: ¨C Eduardo, n?o fique bravo. Eu n?o vou sair escondida da pr¨®xima vez. Assim que terminou de fr, o celr de Liliane tocou. Eduardo pegou o celr da cabeceira da cama e entregou a Liliane, dizendo: Atenda a liga??o primeiro. Eu vou ao banheiro. Liliane assentiu ao ver a liga??o de Nanda, franzindo de leve o cenho ao atender. ¨C Nanda, o que foi? Perguntou Liliane. Eu mandei um n¨²mero para voc¨º no WhatsApp, ¨¦ o contato de uma f¨¢brica de roupas n?o muito grande, que tamb¨¦m tem uma oficina tatil 4 acestei os detalhes da parceria, voc¨ºs podem discutir os detalhes espec¨ªficos entre voc¨ºs mesmos Considereo uma forma de retribui??o pelo seu apoio Respondeu Nanda -Uma fabrica de roupas? Liliane ficou surpresa ¨C Voc¨º sabe sobre a situa??o da fabrica? ¨C Sim, ouvi do vice¨Cpresidente. J¨¢ est¨¢ tarde, vou desligar agora. Disse Nanda, antes de encerrar a chamada. Liliane olhou para a t do celr, perdida em pensamentos. Nanda estava apenas retribuindo a ? sentiu que havia mais do que isso. Embora Nanda tivesse dito que era uma forma de retribui??o, Liliane ainda sentia um toque de compensa??o impl¨ªcita nas pvras d, apenas das pvras de Nanda n?o terem falhas aparentes. Liliane pegou o celr novamente e ligou para o vice¨Cdiretor do departamento de pessoal. Ap¨®s a liga??o ser atendida, Liliane perguntou: Como tem sido a situa??o recente da diretora Nanda? O vice¨Cdiretor respondeu: Sra. Liliane, a diretora Nanda tem sido muito diligente no trabalho. Seguindo suas instru??es, monitoramos oputador d, mas n?o encontramos nenhum problema. ¨C Entendi, obrigada. Por favor, continue monitorando . ¨C Com certeza, Sra. Liliane. Disse Liliane. Chapter 392 Cap¨ªtulo 392 Depois que a liga??o foi desligada, as duvidas na mente de Liliane ainda n?o haviam sido dissipadas Coincidentemente. Eduardo saiu do banheiro naquele momento Liliane ponderou por um momento antes departilhar o assunto ele Eduardo se sentou e sorriu de leve para Liliane O que voc¨º acha? Eu n?o sei. Se eu recusar a boa vontade d, pode parecer que eu n?o confio n. Respondeu Liliane. Eduardo concordou a cabe?a: -Se n?o encontramos nada estranho, talvez seja melhor aceitar e deixar as coisas seguirem seu curso natural. Mas posso garantir que, dada a caut que trabalha, essa f¨¢brica que encontrou para voc¨º n?o deve apresentar problemas. Voc¨º pode usar confian?a. Liliane colocou o celr dedo. Entendi, vou fazer assim ent?o. Eduardo pegou um len?o para limpar as m?os. ¨C Lili, voc¨º quer encontrar seu tio? Liliane ficou surpresa. Meu tio? Eduardo assentiu, enquanto explicou: Sim, eles acabaram de voltar do exterior. Se eles descobrirem que voc¨º ¨¦ a Livia, Liliane soltou um sorriso amargo. ¨C Eduardo, eu n?o tenho inten??o de me reconciliar eles. Eu tenho voc¨º, isso e o suficiente. Eduardo n?o insistiu mais e saiu, ap¨®s a chegada daida. No dia seguinte. Logo ap¨®s o caf¨¦ da manh?, a porta do quarto de hospital foi batida. A cuidadora foi atender e era Jorge segurando alguns documentos. Jorge entrou e cumprimentou Liliane um aceno. Srta. Liliane. Liliane estava curiosa sobre a visita de Jorge, perguntando: ¨C Assistente Jorge, o que te traz aqui? ¨¦ o seguinte. Jorge entregou os documentos para Liliane, continuando. ¨C Devido ao incidente de ontem ¨¤ noite, Sr. William me pediu para encontrar uma f¨¢brica de roupas que pudesse cborar voc¨º. Este ¨¦ o contrato. Liliane deu uma olhada no contrato, mas n?o o pegou. Assistente Jorge, eu j¨¢ encontrei uma f¨¢brica, ent?o n?o preciso da ajuda de voc¨ºs. Jorge ficou surpreso. Srta. Liliane, ontem ¨¤ noite¡­ Liliane sorriu e disse: ¨C Eu tamb¨¦m n?o esperava que minha equipe fosse t?o eficiente e me encontrasse uma f¨¢brica t?o rapidamente. Jorge pegou de volta o contrato. Bem, Srta. Liliane, se voc¨º n?o precisa, ent?o vou me retirar. Liliane concordou a cabe?a. ¨C Obrigada por vir at¨¦ aqui. De nada. Meia hora depois Jorge voltou para a Novitex e rtou o acontecido para Will Quando William estava prestes a assinar o contrato, ele parou por um momento Voc¨º pode ir se ocupar outra coisa ¨C Disse William a Jorge Jorge deixou os documentos e saiu, enquanto William deixava a ca dedo e pegava o celr. Ele encontrou o numero de Jason que Vinicius havia enviado e depois de alguns momentos de reflex?o, fez a liga??o Demorou um pouco at¨¦ que a liga??o fosse atendida. Uma voz feminina rouca falou em ingl¨¦s ¨C Quem est¨¢ fndo? William sorriu de leve. ¨C Srta. Jason, que tal jogarmos um jogo? Jason ficou surpresa. ¨C De onde voc¨º conseguiu o meu n¨²mero? Quem ¨¦ voc¨º? Quem eu sou n?o importa, o que importa ¨¦ qual ser¨¢ a aposta deste jogo. Disse William, calma. Jason ficou atenta de repente. ¡°Esse cara ¨¦ interessante.¡°, pensou Jason. Logo de cara, ele propos jogar um jogo . estava se perguntando o que fazer ultimamente e apareceu esse sujeito misterioso, ainda por cima conseguiu descobrir seu n¨²mero privado. Essa situa??o era realmente excitante! Jason se levantou e respondeu: Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. ¨C Certo, me diga as regras do jogo. ¨C Que tal uma pe?a de roupa? Sugeriu William. ¨C Roupa? Jason riu alto p liga??o. ¨C Voc¨º realmente querpetirigo em design de moda? Senhor, voc¨º deveria saber antes de me procurar que essa ¨¨ a minha especialidade. Voc¨º acha que tem alguma chance de ganhar? ¨¦ ¨C J¨¢ que voc¨º est¨¢ t?o confiante, ent?o voc¨º deve estar disposta apetirigo. ¨C Disse William. ¨C Completamente de acordo! Fale sobre as regras do seu jogo! ¨C Disse Jason. Eu vou te enviar um link para um site mais tarde. Daqui a tr¨ºs dias, veremos qual de n¨®s recebe mais votos para as roupas que apresentarmos. As roupas n?o podem ter nenhum logotipo ou qualquer informa??o que possa revr a identidade. Se eu ganhar¡­ . Cap¨ªtulo 393 Chapter 393 Cap¨ªtulo 393 Se voc¨º ganhar, pode pedir o que quiser, desde que n?o seja algo muito exagerado, dentro das minhas possibilidades ¨C Interrompeu Jason Quais s?o suas exig¨ºncias? ¨C Perguntou William Eu n?o tenho nenhuma exig¨ºncia, estou apenas interessada em sua ¨²ltima exig¨ºncia. Estou ansiosa para ver voc¨º me vencer. Mal posso esperar ¨C Disse Jason antes de desligar a chamada William deu um sorriso frio. Geralmente, pessoas excessivamente confiantes n?o tinham chances reais de vencer. Antes, ele esperava usar Jason para trazer Kerry para a empresa sob seu controle. Mas agora, ele sentia que o papel de Jason seria muito mais importante do que o de Kerry. Afinal, Kerry n?o necessariamente faria o trabalho dele na Novitex seriedade, ent?o por que ele deveria se preocupar tanto? N?vel(D)rama.Org''s content. Enquanto isso, do outrodo, Jason imediatamente ligou para Liliane, ap¨®s desligar a liga??o William. Liliane estava olhando para o celr e atendeu a chamada de Jason. Mestra ¨C Cumprimentou Liliane, bocejando. ¨C Querida, estarei em Serafim amanh?. Se lembre de me arranjar um bom quarto. Liliane sorriu de leve. Isso ¨¦ meio¡­ ¨C Ah, sim! ¨C Jason interrompeu . ¨C Tem algo que eu acho bem interessante. Algu¨¦m o endere?o IP de Serafim me ligou desafiando minha habilidade! Liliane ficou confusa. ¨C Mestra, quem¡­ ¨¦ muito engra?ado. Ele s¨® me deu tr¨ºs dias para projetar! Ent?o ele quer postar no site e ver quem recebe mais votos. Por favor, um dia ¨¦ mais do que suficiente para desfrutando de uma xicara de cha da tarde Mavis estava rxando ao sol, quase cochndo, quando foi despertada de repente pelo chamado de Beatriz ¨C Mavis! Chamou Beatriz Mavis abriu os olhos e olhou para Beatriz antes de indicar a cadeira ao seudo. ¨C Se sente. ¨C Disse . Beatriz se sentou ee?ou ¨C Primeiramente, obrigada pelo que voc¨º fez pelo meu pai. Em r??o ao que voc¨º me pediu para fazer, j¨¢ estoue?ando a ter algumas ideias. Mavis olhou surpresa para . ¨C Voc¨º j¨¢ tem um no t?o r¨¢pido? Beatriz fez um muxoxo. Eu sou especialista nisso. Sei exatamenteo limpar a reputa??o de algu¨¦m o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Mavis ficou impaciente. Ent?o, fale logo! Um pedido de desculpas p¨²blico. Mavis arregalou os olhos, exmando: Um pedido de desculpas p¨²blico? Voc¨º acha que isso ¨¦ poss¨ªvel? ¨C Se ¨¦ possivel ou n?o, depende da intelig¨ºncia dele. ¨C Retrucou Beatriz. Beatriz acreditava que algu¨¦mo Miguel, capaz de manipr algu¨¦m t?o astuto quanto Mavis, certamente saberiao cuidar de sua pr¨®pria imagem. Se houvesse uma chance de reden??o para ele, por que ele n?o aproveitaria essa oportunidade para se reerguer? Chapter 394 Cap¨ªtulo 394 Mavis se levantou raiva Voc¨º est¨¢ louca! Se ele se explicar em p¨²blico, s¨® vai piorar a situa??o dele! Beatriz respondeu em tom frio: Ent?o, espere e veja. Se suas a??es acabarem ele, eu garanto que seu pai n?o ir¨¢ para a empresa na pr¨®xima semana! Amea?ou Mavis. Beatriz deu um olhar de soio para Mavis. Voc¨º fica feia quando est¨¢ nervosa. Mavis, envergonhada e irritada, respondeu: Voc¨º! N?o farei nada que ¨C Estamos no mesmo barco. Lembrou Beatriz ao se levantar. seja prejudicial para voc¨º ou para mim. As tr¨ºs e meia da tarde,partilharei o link da transmiss?o ao vivo com voc¨º. Voc¨º pode assistir por conta pr¨®pria. Depois disso, Beatriz saiu. Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Mavis ficou olhando raiva e ansiedade para as costas de Beatriz. Se n?o conseguisse cumprir a tarefa, faria que pagasse o pre?o! Tr¨ºs e meia da tarde, no hospital. Miguel estava sentado na jan lendo um livro quando uma enfermeira entrou na s. A enfermeira olhou para Miguel e disse: ¨C Sr. Miguel, vim para tirar seu sangue para an¨¢lise. A m?o de Miguel ¨® livro fez uma pequena pausa, em seguida, ele levantou o olhar para encarar a enfermeira desconhecida. A enfermeira se aproximou de Miquel, que cooperou levantando o bra?o. Enquanto fazia o procedimento, a enfermeira observava atentamente o rosto de Miguel. St. Miguel, voc¨º est¨¢ bastante famoso ultimamente. Comentou a enfermeira sem motivo aparente Essas pvras inesperadas fizeram Miguel estreitar os olhos ligeiramente. Depois de um momento, Miguel entendeu. Ele sorriu de leve e respondeu: ¨C Sim, muitas pessoas est?o me criticando. Acabei me tornando uma sensa??o na inte ¨C Voc¨º n?o acha que fez algo errado? ¨C Perguntou a enfermeira. Miguel colocou o livro dedo, dizendo voz s¨¦ria: ¨C Mesmo que eu admitisse meus erros, adiantaria alguma coisa? O que est¨¢ feito, est¨¤ feito. Enquanto a enfermeira fazia a coleta de sangue, entou: Parece que voc¨º n?o tem nenhum remorso! Pvras vazias podem trazer arrependimento? ¨C Miguel respondeu. ¨C N?o deveria estar me esfor?ando parapensar meu irm?o, mesmo que ele queira minha vida em troca? ¨C ¨C A que voc¨º est¨¢ se referindo? ¨C Perguntou a enfermeira. Eu sei que meu irm?o me odeia. Ent?o, estou disposto a fazer qualquer coisa parapensar ele, mesmo que ele queira me matar. ele queira me matar. ¨C Continuou Miguel. A enfermeira ficou em sil¨ºncio por um momento, acrescentando: ¨C N?o ¨¦ de se admirar que voc¨º n?o tenha resistido nem um pouco no video do Sr. William batendo em voc¨º antes. Voc¨º acha que um canalha merece o direito de resistir? ¨C Questionou Miguel. Voc¨º esta se insultando ¨C Perguntou a enfermeira. 15 DONUS Miguel sorriu de leve e notou o celr parcialmente visivel no bolso da enfermeira. Ja se passatam quinze anos desde o acontecido Ningu¨¦m al¨¦m de mim sabe o quanto me sinto culpado. ¨C Disse Miguel. Naquele momento, Mavis estava olhando para o chat ao vivo, onde os usu¨¢rios estavamentando ¡°N?o ¨¦ ¨¤ toa que Miquel nunca emitiu uma dera??o. Ele deve sentir que n?o merece ¡°Embora seuportamento seja vergonhoso, parece que ele sabe que errou.¡± ¡°Ouvi dizer que as familias poderosas s?o muito ca¨®ticas. Sr. Guilherme j¨¢ teve tr¨¨s esposas. Ser¨¢ que a segunda esposa estava tentando armar para Miguel?¡± ¡°Eu nunca vi Miguel aparecer diante das cameras. Aparentemente, ele cedeu a empresa para Sr. William para se redimir.¡± ¡°Pessoal! V¨¢ para outra taforma! Algu¨¦m revelou que Miguel se entregou ¨¤ pol¨ªcia pessoalmente!¡± ¡°Caramba! Ser¨¢ que isso significa que ele finalmente percebeu seus erros?¡± Mavis ficou chocada ao ver osent¨¢rios dos usu¨¢rios. Eles mudaram de opini?o t?o facilmente? N?o esperava que Beatriz tivesse tanto poder, n?o apenas protegeu William de qualquer dano, mas tamb¨¦m ajudou Miguel a recuperar sua imagem. Mavis saiu da transmiss?o ao vivo e encontrou a conversa de Miguel. Depois de pensar um pouco, editou uma mensagem. ¡°Sr. Miguel, me desculpe por agir sem consultar voc¨º novamente.¡± Ao receber a mensagem de Mavis, Miguel n?o ficou surpreso, porque ele estava esperando por isso o tempo todo. Cap¨ªtulo 395 Chapter 395 Cap¨ªtulo 395 As enfermeiras no quarto eram todas organizadas pelo seu pai, todos os dias eram as mesmas pessoas que vinham. Exceto aquele dia, o rosto era desconhecido e a maneira de fr era estranha. Como ele poderia n?o perceber que foi enviado para investigar? Miguel pegou o celr calma e digitou devagar algumas pvras. ¡°Voc¨º sempre tem suas pr¨®prias ideias, Srta. Mavis.¡± Ao receber a resposta, Mavis olhou perplexa. O que Miguel quis dizer isso? Com que tom ele estava fndo? Irritada, Mavis tentou indagar ele. ¡°Acho que o m¨¦todo atual ¨¦ o que mais pode te ajudar a sair dessa situa??o. Se voc¨º quiser me culpar por agir por conta pr¨®pria, eu aceito.¡± Miguel olhou desdem. estava sendo t?o cautelosa. Miguel digitou lentamente no celr. ¡°Nem da ¨²ltima vez, nem desta vez eu quis te culpar.¡± Mavis ficou surpresa. Ele n?o estava raiva? O temperamento de Miguel era t?o bom! Se fosse William, certeza estaria um rosto de gelo! Enquanto pensava emo responder, Miguel enviou outra mensagem. ¡°Espero que, da pr¨®xima vez que voc¨º fizer algo assim, possa me consultar primeiro.¡± Mavis ficou animada. Isso significava que eles poderiam continuar seunicando? Mavis, animada, respondeu a ele. ¡°Obrigada, Sr. Miguel. Ouvi dizer que voc¨º est¨¢ hospitalizado. Posso ir te visitar?¡± Miguel rapidamente enviou o nome do hospital e o n¨²mero do quarto para Mavis. Mavis ficou t?o animada que rolou na cama o celr. definitivamente se vestiria bem para ver Miguel! faria o possivel para mudar a impress?o ruim que deixou! Esse homem gentil e generoso, teria ele! Na Novitex Jorge bateu na porta do escrit¨®rio de William. William estava em uma videoconfer¨ºncia e, ao ver Jorge entrar, ele disse aos gerentes de v¨¢rias filiais: ¨C Por hoje ¨¦ s¨®. Desligando o v¨ªdeo, William perguntou a Jorge em tom s¨¦rio. O que foi? Jorge entregou o tablet a William. Sr. William, d¨º uma olhada nisso. William pegou o tablet, olhou por alguns instantes e o jogou na mesa. N?o precisa me mostrar esse tipo de coisa novamente. Disse William. Sr. William, voc¨º n?o vai intervir nisso? Vai deixar Miguel ganhar simpatia na inte? Perguntou Jorge. William soltou uma risada fria. ¨C Ele sempre foi bom em se disfar?ar, n?o ¨¦? ¨C Se deixar isso sem interven??o, Miguel pode dar o pr¨®ximo passo. ¨C Insistiu Jorge. ¨C Ele n?o vai entrar na empresa t?o facilmente. menos que ele queira morrer mais cedo! ¨C Disse William, voz fria. ¨C A Para Miguel, William n?o queria agir imediatamente. Quando sua m?e estava viva, ele queria resolver o assunto rapidamente, mas agora ele iria devagar. A melhor maneira de torturar algu¨¦m era quebrar seu esp¨ªrito, fazer ele enlouquecer! Ele faria que Miguel experimentasse cada uma das dores que sua m?e sofreu! ¨¤ noite. Marc estava contando uma hist¨®ria para os dois pequenos at¨¦ ficar sonolenta. Alice cutucou de leve a perna den o p¨¦ e sussurrou: ¨C Ian, a madrinha est¨¢ dormindo de novo! Ian assentiu e olhou para o livro de hist¨®rias escorregando aos poucos das m?os de Marc. Ele se levantou, retirou o livro de hist¨®rias e Marc n?o teve nenhuma rea??o. Ian franziu a testa, perplexo. estava t?o cansada assim? Sua m?e disse que a madrinha tinha muita energia, mas depois de cuidar deles por apenas alguns dias, j¨¢ estava exausta? Ian estendeu a m?o para beliscar o rosto de Marc. Marc deu um grito de surpresa, abrindo os olhos imediatamente de dor. Ao ver que eran mexendo em seu rosto, rapidamente agarrou o bra?o den e puxou ele para perto. ¨C Seu moleque! Por que est¨¢ beliscando meu rosto? Material ? N?velDrama.Org. Marc fingiu olhar furiosa. Ian se sentou aodo de Marc, surpreso, enquanto Alice, vendon perder, de imediato se animou. Ian gostava de iodar , ent?o agora iria se vingar! Chapter 396 Cap¨ªtulo 396 Madrinha, se apresse e controle on, ele est¨¢ fazendo de prop¨®sito, apertando seu Tosto. Ele n?o quer que voc¨º durma ¨C Disse Alice. pulou para cima, abra?andon um sorriso travesso, seus pequenos dentes de tigre pareciam astutos e ador¨¢veis, Marc ficou perplexa. Eu estava dormindo? Alice en olharam para , confusos. ¨C Madrinha, voc¨º adormeceu nas ¨²ltimas tr¨¨s noites enquanto nos contava hist¨®rias. Disse Alice. Ian, um sorriso elegante nos l¨¢bios, disse: ¨C S¨® os porcos n?o percebem quando est?o dormindo. Marc cerrou os dentes e bn?ou o punho na dire??o de Ian. ¨C ¨C Isso tudo ¨¦ porque voc¨ºs dois me iodaram. Ent?o, Marc se deitou na cama, bocejou e disse. ¨C Eu n?o sabia que cuidar de crian?as era t?o cansativo. Como a Lili consegue? Ao mencionar Liliane, os dois pequenos abaixaram as cabe?as lentamente. Ainda n?o seio est¨¢ a mam?e, se est¨¢ melhorando um pouco¡­ Disse Alice, a voz abafada. Ian colocou o bra?o em volta da cabe?a de Alice. ¨C Se preocupar n?o adianta de nada. S¨® precisamos ficar em casa e esperar a mam?e voltar. Alice ergueu os dois bra?os e afastou a m?o de Ian. ¨Cn, estou saudades da mam?e. ¨C Ent?o ligue para ! Antes quen pudesse responder, Marc j¨¢ havia concordado. se virou, pegou o celr na cabeceira e abriu a conversa Liliane. Pressionando o bot?o de grava??o, entregou o celr a Alice e disse: ¨C Venha, querida Alice, envie uma mensagem para sua m?e. Os olhos grandes de Alice brilharam e pegou rapidamente o celr. Mam?e, voc¨º est¨¢ dormindo? Jan tamb¨¦m pegou o celr e disse: Mam?e, a madrinha est¨¢ entediada, at¨¦ consegue hipnotizar a si mesma contando historias. Liliane havia acabado de sair do banheiro, quando o celr tocou duas vezes seguidas. Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. foi at¨¦ a mesa de cabeceira, pegou o celr e abriu a mensagem de voz de Marc. Logo, as vozes das duas crian?as sa¨ªram do celr. Ao ouvir as vozes inocentes das crian?as, Liliane sorriu. Talvez devesse providenciar um celr para as crian?as. Liliane gravou uma mensagem de voz. ¡°Eu ainda n?o dormi, queridos. A madrinha est¨¢ trabalhando durante o dia e cuidando de voc¨ºs ¨¤ noite. Voc¨ºs devem entender.¡± As crian?as ouviram a mensagem de Liliane v¨¢rias vezes. Alice estava feliz e triste ao mesmo tempo, as l¨¢grimas giravam em seus olhos. ¡°Mam?e, hoje ¨¦ ter?a¨Cfeira, voc¨º estar¨¢ de volta na pr¨®xima semana, certo?¡°, perguntou Alice. Liliane ouviu a tens?o na voz de Alice e suspirou de leve. ¡°Sim, querida, estarei de volta na pr¨®xima semana. Ah, amanh? a mam?e pedir¨¢ ao to Kerry paraprar um celr para voc¨ºs, tudo bem?¡± ¡°Ele n?o voltou para casa nos ¨²ltimos dois dias¡°, lembrou fan. Liliane sabia o que Kerry estava fazendo recentemente. Nos dias em que n?o estavs na empresa, Kerry precisava correr entre a empresa e a f¨¢brica. Pensando nisso, Liliane sentiu pena de Kerry. ¡°Ent?o a secret¨¢ria ir¨¢ entregar para voc¨ºs¡°, disse Liliane. ¡°Eu en realmente teremos celres? Assim podemos enviar mensagens para a mam?e a qualquer momento!¡°, Alice gritou de alegria. ¡°Esta ficando tarde, ¨¦ hora de dormir.¡°, sorriu Liliane. As duas crian?as enviaram mensagens de voz. ¡°Boa noite, mam?e.¡°, disse Ian. ¡°Boa noite, mam?e, eu te amo!¡°, disse Alice. Depois de desligar a liga??o, Liliane ligou para Kerry. Demorou um pouco at¨¦ que Kerry atendesse, uma voz cansada ele disse: Estou feliz que voc¨º tenha pensado em mim. Eu estou muito feliz. Liliane se deitou na cama. Voc¨º ainda tem energia para brincarigo, parece que n?o est¨¢ t?o cansado. ¨C Ei! Voc¨º ¨¦ uma mulher sem cora??o! Fugiu sem dizer uma pvra e me deixou ¨C lidar tudo, nem mesmo me deixou brincar um pouco! ¨C Kerry gritou e remou pelo celr. Voc¨º j¨¢ visitou a f¨¢brica que Nanda rendou? Como foi? Perguntou Liliane, sorrindo. ¨C ¨¦ uma f¨¢brica nova, ainda n?o assinou contrato nenhuma empresa de roupas, n¨®s somos os primeiros! Nanda ¨¦ bempetente! ¨C Respondeu Kerry. Chapter 397 Capitulo 397 Liliane respondeu indiferen?a Enquanto estiver tudo bem. Voc¨º pode aprovar o financiamento diretamente e em breve a Novitex ter¨¢ que pagar uma multa por quebra de contrato. Que tipo de homens voc¨º est¨¢ encontrando? Eu finalmente estavae?ando a muda minha opini?o sobre o William, mas agora parece que ele ¨¦ apenas um canalha¡­ Remou ele. Uma vez que Kerrye?ava a remar, ele n?o parava mais Liliane n?o interrompeu, sabendo o qu?o ocupado Kerry tinha estado ultimamente, ent?o deixou ele desabafar. Quando Kerry finalmente se cansou, Liliane disse: Amanh?, deixe a secret¨¢ria enviar alguns celres para as crian?as. ¨C Ah? Finalmente voc¨º est¨¢ disposta aprar celres para eles! Eu posso cuidar disso! Eu garanto que farei isso por voc¨º! Disse Kerry. Voc¨º n?o est¨¢ ocupado demais para voltar para casa? Perguntou Liliane, um sorriso. Estou! Estive morando na empresa nos ¨²ltimos dois dias! Amanh?, eu volto paral casa para trocar de roupa. N?o vou te contar mais nada, vou ter que ir para a fabrica supervisionar a mudan?a! ¨C Disse Kerry. N?o se esforce demais, tanto para voc¨º quanto para os funcion¨¢rios. Ainda temos. alguns dias. Disse Liliane. ¨C Os clientes n?o podem esperar! V¨¢ descansar, estou desligando! Volte cedo para casa e n?o fique vagando por a¨ª! Disse Kerry. Entendi. Concordou Liliane. No dia seguinte. Mavis acordou cedo. se arrumou, vestiu a roupa escolhida cuidado na noite anterior e fez uma maquiagem borada. Ao olhar para o espelho, vendo sua pr¨®pria apar¨ºncia delicada, Mavis estava muito satisfeita e pegou sua bolsa antes de descer Gilberto estava acabando o caf¨¦ da manh?. Ele ficou surpreso o despertar precoce de Mavis. ¨C Mavis, por que voc¨º est¨¢ acordada t?o cedo? S?o apenas seis horas! Perguntou Gilberto. Um tra?o de timidez apareceu no rosto de Mavis. ¨C Vov?, marquei um encontro. Gilberto observou Mavis intensidade. Mavis, voc¨º marcou um encontro William? Mavis negou rapidamente: ¨C N?o, vov?. Um amigo meu est¨¢ no hospital,binei de ir v¨º¨Clo. Gilberto suspirou de al¨ªvio. N?o me importo se voc¨º se encontrar outras pessoas, mas aquele garoto da familia Gabaldo, n?o! Pode ficar tranquilo, vov?, eu n?o vou encontrar ele. Depois do caf¨¦ da manh?, Mavis dirigiu at¨¦ a floricultura. No hospital. Depois do caf¨¦ da manh?, Liliane desceu uma enfermeira para respirar um pouco de ar fresco. Ao chegar dodo de fora do pr¨¦dio, a cuidadora olhou para o c¨¦u sombrio, dizendo: Srta. Liliane, parece que vai chover em breve. Liliane assentiu. Sim, vamos dar uma volta r¨¢pida Vou pegar um guarda¨Cchuva, n?o podemos correr o risco de molhar os curativos se chover. ¨C Disse a cuidadora. Est¨¢ bem, vou at¨¦ o jardim de pedras, voc¨º vem mais tarde. ¨C Liliane disse e a cuidadora concordou Enquanto a cuidadora se afastava, Liliane olhou para o pr¨¦dio do hospital. A ¨¢rea do jardim de pedras ficava exatamente embaixo do andar onde Miguel estava na VIP, ent?o Liliane podia ver ramente o que estava acontecendo dodo de fora. decidiu arriscar, ver se Miguel desceria para encontrar . Afinal, precisava Liliane caminhou devagar em dire??o ao jardim de pedras. No andar de cima, na s VIP, o seguran?a entrou e anunciou: ¨C Sr. Miguel, a Srta. Liliane j¨¢ desceu para dar uma volta. Miguel levantou os olhos e olhou para fora p jan. Com apenas um olhar, ele ? N?velDrama.Org - All rights reserved. avistou Liliane. Sua figura esbelta, cabelos longos caindo at¨¦ a cintura, emanava uma aura pregui?osa e graciosa. Retirando o olhar da jan, Miguel olhou calma para o seguran?a, instruindo: ¨C Traga um guarda¨Cchuva e me leve para baixo. ¨C Sim, Sr. Miguel! Alguns minutos depois, o seguran?a empurrou Miguel at¨¦ o patio. Miguel fez um gesto para que o seguran?a se afastasse e foi sozinho em dire??o ao local, onde Liliane estava. Ao chegar perto de Liliane, Miguel encontrou seus olhos frios encontrando os dele.. Ele falou uma voz suave: ¨C Nos encontramos novamente. Chapter 398 Cap¨ªtulo 398 Liliane viu Miguel e deu um sorriso leve Dessa vez n?o foi coincid¨ºncia, n?o ¨¦? Miguel sorriu admitindo: De fato n?o foi. Sai quando vi voc¨º descendo. Liliane se inclinou na cadeira, olhando calma para Miguel. ¨C Sr. Miguel, voc¨º tem algum prop¨®sito aqui? Ou s¨® quer conversar e passar o tempo? Miguel virou sua cadeira de rodas na dire??o de Liliane, ficando ao seudo. ¨C Apenas o ¨²ltimo. Liliane, sem demonstrar emo??o, se afastou um pouco dele. Sr. Miguel, diga logo o que quer. Voc¨º odeia William? Miguel aproveitou a oportunidade para iniciar a conversa. Liliane pegou sua garrafa t¨¦rmica e abriu. N?o quero responder. Ent?o me deixe adivinhar. Miguel continuou. Ele nem sequer veio te visitar depois do seu ferimento, ent?o deve haver alguma rixa entre voc¨ºs. Liliane n?o estava interessada em ouvir suas an¨¢lises, apenas disse: ¨C Mesmo que haja, n?o ¨¦ da sua conta. Voc¨º est¨¢ disposta a ser usada por ele e depois descartada? Miguel persistiu em perguntar. Liliane respondeu friamente: ¨C Mesmo que eu n?o queira, h¨¢ outras maneiras de me vingar dele? Por que n?o teria? Questionou Miguel, de volta. Ac ouvir isso, Liliane se virou para ele. Miguel sua transmiss?o ao vivo de ontem mostrou que voc¨º estava sentindo culpa em r??o ao William, n?o ¨¦ essa sua atitude agora. Qual ¨¦ a minha atitude agora? ¨C Perguntou Miquel. Voc¨º est¨¢ instigando a me provocar contra William, n?o 47 ¨C Falou Liliane, friamente ¨C Com base na sua atitude de ontem, voc¨º deveria estar me aconselhando a deixar isso para Miguel n?o esperava que Liliane fosse t?o direta, ent?o disse: Voc¨º ¨¦ voc¨º, eu sou eu, n?o se podeparar. ¨C Mas o que voc¨º est¨¢ sugerindo ¨¦ que eu seja sua executora, para que voc¨º tamb¨¦m se beneficie quando eu me vingar de William. Disse Liliane. ¨C Srta. Liliane, tenho que admitir que voc¨º ¨¦ muito inteligente. Um homem deveria dar valor a uma mulhero voc¨º. Disse Miguel, sorrindo. ¨C Ent?o qual ¨¦ o seu prop¨®sito? Perguntou Liliane de novo. Voc¨º quer mesmo saber qual ¨¦ o meu prop¨®sito? Questionou Miguel, um sorriso. Liliane olhou fixamente para Miguel. Ele estava brincando em um jogo psicol¨®gico? Miguel era muito habilidoso em esconder suas verdadeiras inten??es, mas Liliane podia sentir que ele queria usar para atingir William. Mas ele n?o tinha medo? Conhecendo a personalidade de William, se ele descobrisse que Miguel estava se aproximando d, certamente colocaria ele no hospital novamente. Mas n?o era porque Liliane tinha um ego indo achando que William amava . Era porque o que aconteceu Gabriel ainda estava fresco em sua mente. O desejo de posse daquele homem era simplesmente avassdor. Liliane desviou o olhar, perguntando: Voc¨º n?o tem medo de que eu concorde em ajudar voc¨º e depois me volte contra? Quando eu disse que queria me vingar dele? ¨C Miguel tinha um sorriso quase imperceptivel no rosto. ¡°Desprezivel¡® Sem vergonha!¡± Liliane xingou Miguel em sua mente. Ele n?o estava revndo seus motivos, ent?o n?o precisava se preocupar. Afinal, William ja suspeitava d h¨¢ muito tempo, ent?o por que prolongar o mal- entendido? Liliane se levantou e disse: Est¨¢ prestes a chover, vou indo. Antes que pudesse sair, Miguel rapidamente segurou seu pulso. ¨C Srta. Liliane, pelo que sei, William est¨¢ pressionando voc¨º para devolver a f¨¢brica, mas sua f¨¢brica ainda est¨¢ em constru??o. Liliane se virou, puxando sua m?o de volta. ¨C Miguel, voc¨º sabe demais! ¨C Vou te enviar Estou apenas entediado. ¨C Miguel levantou o olhar, ainda sorrindo. uma mensagem mais tarde. Se voc¨º mudar de ideia, pode me procurar a qualquer momento. Voc¨º est¨¢ muito confiante de que eu vou pedir sua ajuda. Comentou Liliane. Ningu¨¦m se importaria de ter algu¨¦m ao seu redor que pudesse ser ¨²til. Isso vale para voc¨º e para mim. ¨C Disse Miguel. ? N?velDrama.Org - All rights reserved. ¨C Ent?o, espere e veja. Liliane se virou e saiu. Sem saber, essa cena foi observada por Mavis. Vendo Liliane entrar no pr¨¦dio do hospital, Mavis ficou furiosa. Cap¨ªtulo 399 Chapter 399 Cap¨ªtulo 399 Maldita Liliane, estava tentando roubar seu homem de novo? Como podia conhecer Miguel sem o seu conhecimento? viu ramente! Miquel at¨¦ estendeu a m?o para segurar o pulso d! Desde quando eles dois eram t?o intimos? Aqu mulher era uma verdadeira sereia! se aproximou de William e agora queria ficar o Miguel tamb¨¦m? Liliane n?o tinha medo de que esseportamento vil atingisse o um raio divino? N?o, n?o podia ficar de bra?os cruzados! precisava encontrar uma maneira de fazer que todos os pensamentos de Miguel estivessem voltados para ! Enquanto pensava nisso, Mavis viu a cadeira de rodas de Miguel se aproximando d. rapidamente escondeu seu ci¨²me e colocou um sorriso falso no rosto, saindo de tr¨¢s do pr. ¨C Sr. Miguel! ¨C Chamou Mavis, em tom suave. Miguel olhou na dire??o da voz. Ao ver Mavis, n?o houve surpresa em seu rosto, at¨¦ um toque de esc¨¢rnio passou por seus olhos. Na verdade, ele j¨¢ tinha visto Mavis quando segurou o pulso de Liliane. Foi intencional. Como uma mulher cheia de desejos carnaiso Mavis poderia ver isso e n?o reagir? Miguel assentiu gentileza para Mavis, perguntando: ¨C ¨C Mavis, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? Mavis rangeu os dentes Se n?o estivesse ali,o teria visto a cena anterior? Mavis levantou a cesta de frutas em sua m?o e as flores em seu colo Eu pensei que voc¨º precisava descansar ontem ¨¤ noite, ent?o vim hoje Disse Mavis, enquanto se aproximou de Miguel Sr. Miguel, desejo a voc¨º uma r¨¢pida recupera??o Miguel sorriu e assentiu, depois olhou para o seguran?a aodo, indicando que ele viesse pegar os presentes O seguran?a se aproximou e pegou os presentes, perguntando: ¨C Sr. Miguel, vamos voltar para o quarto? Sim, vamos. ¨C Depois disso, Miguel olhou para Mavis. ¨C Mavis, voc¨º gostaria de subirigo? ¨C ro. ¨C Respondeu Mavis. Dentro do quarto, Mavis ajudou Miguel a se sentar no sof¨¢ O seguran?a serviu ¨¢gua para eles e depois saiu do quarto, fechando a porta. Miguel falou suavidade: ¨C Mavis, n?o precisa mais me chamar de ¡°Sr. Miguel¡°. Mavis ficou surpresa. ¨C Sr. Miguel, o que voc¨º quer dizer? Apenas me chame pelo nome. ¨C Disse Miguel, um sorriso. Mavis ficou um pouco t¨ªmida. Ah¡­ Ent?o, Miguel, posso te perguntar algo? Miguel passou a ¨¢gua para Mavis. Pode, tenha cuidado para n?o se queimar. -15 BONUS Mavis pegou a ¨¢gua, perguntando baixinho: Voc¨º conhece Liliane? Material ? N?velDrama.Org. Miguel clhou gentileza para Mavis. ¨C Voc¨º me viu conversando agora h¨¢ pouco? Mavis assentiu a cabe?a. Sim, eu tamb¨¦m vi voc¨º segurando a m?o d. Miguel n?o escondeu nada, disse diretamente: Est¨¢ correto, porque tenho algumas coisas para perguntar a . Mavis tamb¨¦m era muito sens¨ªvel. Vendo a sincera admira??o de Miguel, decidiu n?o continuar perguntando. Os homens eram todos iguais, ficavam irritados perguntas incessantes das mulheres. Mavis ficou no quarto de Miguel por um tempo. Antes de sair, perguntou sobre o quarto de Liliane e foi at¨¦ l¨¢. Liliane estava ao telefone Marc, quando viu Mavis entrar de repente. Sua express?o ficou fria e disse a Marc: Vou te ligar de volta mais tarde. Tudo bem! ¨C Concordou Marc. Depois de encerrar a liga??o, Liliane colocou o celr e perguntou para Mavis, a intrusa inesperada: ¨C O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? Mavis olhou fixamente para Liliane e disse: ¨C Voc¨º realmente na sente vergonha! Liliane hesitou por um momento, lembrando da conversa que teve Miguel. Ent?o, disse um sorriso frio: Voc¨º est¨¢ insinuando que eu estava conversando Miguel? Apenas a ideia da cena em que Miguel segurava o pulso de Liliane fazia os tra?os faciais de Mavis se contorcerem aos poucos. Cap铆tulo 400 Capitulo 400 ¨C Liliane, voc¨º n?o desiste, n?o ¨¦? Voc¨º j¨¢ tem o William de volta, agora esta de olho no Miguel? ¨C Gritou Mavis, incapaz de conter suas emo??es Observando a frustra??o evidente de Mavis, as suspeitas anteriores de Liliane foram confirmadas. Mavis provavelmente foi a pessoa que revelou a identidade de Marta se levantou e se aproximou de Mavis. ¨C Voc¨º me devolveu? Liliane deu um sorriso ir¨®nico. Ent?o, William ¨¦ apenas um objeto para voc¨º, certo? Mavis se ofendeu. -Eu n?o disse isso! ¨C N?o? ¨C Liliane olhou para Mavis. Voc¨º n?o usa ele e depois o joga fora quando n?o precisa mais? Agora est¨¢ pensando em se envolver Miguel. ¨C Voc¨º n?o sabe que eu e William cancmos o noivado? Gritou Mavis. Agora estou solteira e tenho o direito de escolher um homem! Sim! Voc¨º usa a oportunidade para agradar a Miguel, mesmo que isso signifique empurrar William e sua m?e para o abismo. ¨C Zombou Liliane. Mavis ficou chocada as pvras de Liliane, um panico passou por seus olhos. Voc¨º est¨¢ fndo besteira! ¨C Voc¨º sabe muito bem que n?o estou fndo besteira! Liliane estreitou os olhos. ¨C Mavis, voc¨º n?o tem medo de que eles venham atr¨¢s de voc¨º por tudo que fez? Talvez eles estejam bem atr¨¢s de voc¨º, prontos para buscar vingan?a a qualquer momento. Mavis recuou um passo, assustada o olhar de Liliane. Seu rosto ficou p¨¢lido e sua respira??o se tornou irregr, gritando: ¨C Voc¨º pode parar de agiro se fosse superior aqui! linne desviou o olhar, ainda sorrindo. Parece que voc¨º ainda est¨¢ muito interessada no Miguel Mavis apertou os punhos, olhando raiva para Liliane. O que voc¨º est¨¢ insinuando? Liliane voltou a se sentar na cama, respondendo: Venho aqui para apenas duas coisas. Ou voc¨º quer me afastar do Miguel, ou quer saber mais sobre o rcionamento entre mim e ele. Mavis mordeu os l¨¢bios. Voc¨º j¨¢ tem William, por que precisapetir por homensigo? Isso mesmo. ¨C Liliane disse. Eu tamb¨¦m estou pensando em conhecer Miguel melhor. Se voc¨º pode deixar William, eu tamb¨¦m posso. Mavis, voc¨ºe?ou essa Ent?o voc¨º quer brigarigo at¨¦ o fim, ¨¦ isso? Perguntou Mavis. ¨C Exatamente! ¨C Liliane sorriu. Eu quero ver voc¨º sofrendo por n?o poder ter o que ama Os olhos de Mavis ficaram vermelhos de raiva. Liliane, pare de se iludir! Voc¨º acha que todos v?o se apaixonar por voc¨º? Miguel ¨¦ meu e sempre ser¨¢! Vamos ver o que acontece! Com isso, Mavis saiu furiosa do quarto de hospital. Assistindo sair, Liliane franziu a testa. Suas suspeitas estavam praticamente confirmadas, mas onde estava o jornalista que Mavis subornou? Com a personalidade de William, ele definitivamente tentaria descobrir quem vazou a informa??o. Mas ele ainda desconfiava d, ent?o o jornalista devia ter desaparecido de Serafim. Onde Mavis teria escondido ele? Se realmente foi Mavis quem fez isso, de que ¨¢ngulo deveria investigar o assunto? Depois de muito pensar, Liliane ainda achava que a chave para desvendar isso estava em Miguel. ¨¤ noite, sete horas. Liliane recebeu uma liga??o de Jason. Ao atender, Jason estava animada do outrodo da linha Querida, acabei de desembarcar. Onde voc¨º est¨¢? Liliane respondeu frustra??o: ¨C Mestra, por que voc¨º n?o me disse antes de embarcar? Eu n?o sou incapaz de me mover! ¨C Respondeu Jason. ¨C Me diga onde voc¨º est¨¢, eu irei at¨¦ voc¨º. Liliane olhou para o curativo em sua m?o e disse: Venha me encontrar no hospital primeiro. ¨C Hospital? Exmou Jason. ¨C Querida, voc¨º est¨¢ gr¨¢vida do quarto filho? ¨C Liliane ficou confusa. Os pensamentos da mestra eram realmente ¨²nicos, n?o ¨¦ mesmo? CON BUNDLE: get more free bonus GET IT Capitulo 401 Liliane segurou a cabe?a. A Mestra, foi um acidente. -Acidente de engravidar do quarto filho? Jason ficou empolgada ¨C N?o, esse beb¨¦ tem que me chamar de vov¨¦! ¨C Foi uma queda¡® Mestra¡® Eu cal acidentalmente! ¨C Disse Liliane Depois de ouvir isso, Jason ficou em sil¨ºncio por um momento. Ent?o, desdem, disse Ah, pensei que voc¨º estava gr¨¢vida de novo, sem gra?a. Liliane franzindo a testa, perguntando: ¨C Minha les?o n?o ¨¦ importante? N?o ¨¦ importante, todo mundo tem seus tombos, me diga, onde ¨¦ o hospital? Estou indo agora. Disse Jason. Depois disso, Liliane deu a o endere?o do hospital e o n¨²mero do quarto. Uma hora depois, Jason chegou. Quando abriu a porta do quarto, Liliane viu Jason vestindo vermelho, caminhando. Jason, aos quarenta anos, parecia uma jovem de vinte e cinco anos seu cuidado. tinha o cabelo curtoo o de um homem, dando a uma apar¨ºncia ousada e elegante. Jason levou um buqu¨º de rosas vermelhas brilhantes. Ao ver os curativos em ambos os bra?os e na testa de Liliane, ficou surpresa, por um momento. ¨C Meu Deus, n?o te vejo por um tempo e voc¨º se machuca tanto assim! ¨C Exmou Jason. Se machucar? Liliane ficou sem pvras. Jason entrou exmando e fechou a porta, depois se sentou aodo de Liliane. entregou as tosas para Liliane ee?ou a examinar seus ferimentos um pouco de tudeza. Jason mexeu bruscamente nos curativos de Liliane, fazendo gemer de dor. ¨C Quem fez esses pontos? Perguntou Jason. ¨C O m¨¦dico. Suspirou Liliane. ¨C Voc¨º deveria ter me dito que estava machucada e eu teria vindo imediatamente para cuidar de voc¨º. Esses pontos est?o terr¨ªveis, v?o deixar cicatriz! ¨C Disse Jason. Est¨¢ tudo bem, vou usar produtos para cicatrizes. ¨C Disse Liliane. puxou o bra?o para tr¨¢s, sabendo que a mestra era boa em suturar, masparar sua pele um tecido¡­ Jason deu de ombros e depois olhou para oputador de Liliane. Material ? N?velDrama.Org. Querida, vou usar o seuputador. Liliane colocou as rosas na mesa aodo da cama. Ok, h¨¢ uma mesa de apoio aqui. Jason assentiu, tirou os sapatos e se sentou na cama de Liliane. colocou oputador na mesa ee?ou a digitar, depois entregou a Liliane para ver. Este site permite vota??es de roupas, voc¨º sabia? Perguntou Jason. Liliane deu uma olhada e bn?ou a cabe?a. ¨C N?o sabia. ¨C Eu sabia que voc¨º n?o sabia. ¨C Jason voltou sua aten??o para oputador. Liliane se sentiu exausta. Mestra, voc¨º realmente vaipetir esse estranho? ro! Jason disse. Voc¨º fa?a o que quiser, te devolvo oputador ¨¤ tarde Liliane deu uma risada. Tudo bem. Jardim Azul. William tamb¨¦m estava sentado em frente aoputador, abrindo o mesmo site. Ele estava esperando, esperando Jason publicar suas cria??es. Vinicius estava sentado no sof¨¢ em frente a William, mexendo no celr e ocasionalmente olhando para ele. Vendo William olhando fixamente para oputador, Vinicius perguntou perplexo: ¨C William, o que voc¨º est¨¢ olhando? William respondeu calma: ¨C Estou esperando Jason publicar suas cria??es. Vinicius ficou chocado. ¨C Voc¨º est¨¢ mesmo pensando empetir em design? Voc¨º n?o est¨¢ se colocando em uma posi??o dif¨ªcil contra algu¨¦m t?o talentosao Jason? William olhou para Vinicius. Voc¨º duvida da capacidade da minha chefe de design? Como eu poderia duvidar da capacidade de Marc? Jason que estamos fndo! ¨C ¨C Vin¨ªcius disse. Mas ¨¦ da ¨C Exatamente. ¨C William olhou para Vinicius. Ent?o, o que voc¨º sugere que eu fa?a? Vin¨ªcius suspirou e se endireitou. -Eu n?o questiono a capacidade de Marc. S¨® estou dizendo quepetir Jason ¨¦ uma escolha dif¨ªcil em seu pr¨®prio campo de especializa??o. ¨C Ent?o? ¨C William encarou Vinicius. ¨C O que voc¨º acha que devo fazer? Cap铆tulo 401 Capitulo 400 ¨C Liliane, voc¨º n?o desiste, n?o ¨¦? Voc¨º j¨¢ tem o William de volta, agora esta de olho no Miguel? ¨C Gritou Mavis, incapaz de conter suas emo??es Observando a frustra??o evidente de Mavis, as suspeitas anteriores de Liliane foram confirmadas. Mavis provavelmente foi a pessoa que revelou a identidade de Marta se levantou e se aproximou de Mavis. ¨C Voc¨º me devolveu? Liliane deu um sorriso ir¨®nico. Ent?o, William ¨¦ apenas um objeto para voc¨º, certo? Mavis se ofendeu. -Eu n?o disse isso! ¨C N?o? ¨C Liliane olhou para Mavis. Voc¨º n?o usa ele e depois o joga fora quando n?o precisa mais? Agora est¨¢ pensando em se envolver Miguel. ¨C Voc¨º n?o sabe que eu e William cancmos o noivado? Gritou Mavis. Agora estou solteira e tenho o direito de escolher um homem! Sim! Voc¨º usa a oportunidade para agradar a Miguel, mesmo que isso signifique empurrar William e sua m?e para o abismo. ¨C Zombou Liliane. Mavis ficou chocada as pvras de Liliane, um panico passou por seus olhos. Voc¨º est¨¢ fndo besteira! ¨C Voc¨º sabe muito bem que n?o estou fndo besteira! Liliane estreitou os olhos. ¨C Mavis, voc¨º n?o tem medo de que eles venham atr¨¢s de voc¨º por tudo que fez? Talvez eles estejam bem atr¨¢s de voc¨º, prontos para buscar vingan?a a qualquer momento. Mavis recuou um passo, assustada o olhar de Liliane. Seu rosto ficou p¨¢lido e sua respira??o se tornou irregr, gritando: ¨C Voc¨º pode parar de agiro se fosse superior aqui! linne desviou o olhar, ainda sorrindo. Parece que voc¨º ainda est¨¢ muito interessada no Miguel Mavis apertou os punhos, olhando raiva para Liliane. O que voc¨º est¨¢ insinuando? Liliane voltou a se sentar na cama, respondendo: Venho aqui para apenas duas coisas. Ou voc¨º quer me afastar do Miguel, ou quer Material ? N?velDrama.Org. saber mais sobre o rcionamento entre mim e ele. Mavis mordeu os l¨¢bios. Voc¨º j¨¢ tem William, por que precisapetir por homensigo? Isso mesmo. ¨C Liliane disse. Eu tamb¨¦m estou pensando em conhecer Miguel melhor. Se voc¨º pode deixar William, eu tamb¨¦m posso. Mavis, voc¨ºe?ou essa Ent?o voc¨º quer brigarigo at¨¦ o fim, ¨¦ isso? Perguntou Mavis. ¨C Exatamente! ¨C Liliane sorriu. Eu quero ver voc¨º sofrendo por n?o poder ter o que ama Os olhos de Mavis ficaram vermelhos de raiva. Liliane, pare de se iludir! Voc¨º acha que todos v?o se apaixonar por voc¨º? Miguel ¨¦ meu e sempre ser¨¢! Vamos ver o que acontece! Com isso, Mavis saiu furiosa do quarto de hospital. Assistindo sair, Liliane franziu a testa. Suas suspeitas estavam praticamente confirmadas, mas onde estava o jornalista que Mavis subornou? Com a personalidade de William, ele definitivamente tentaria descobrir quem vazou a informa??o. Mas ele ainda desconfiava d, ent?o o jornalista devia ter desaparecido de Serafim. Onde Mavis teria escondido ele? Se realmente foi Mavis quem fez isso, de que ¨¢ngulo deveria investigar o assunto? Depois de muito pensar, Liliane ainda achava que a chave para desvendar isso estava em Miguel. ¨¤ noite, sete horas. Liliane recebeu uma liga??o de Jason. Ao atender, Jason estava animada do outrodo da linha Querida, acabei de desembarcar. Onde voc¨º est¨¢? Liliane respondeu frustra??o: ¨C Mestra, por que voc¨º n?o me disse antes de embarcar? Eu n?o sou incapaz de me mover! ¨C Respondeu Jason. ¨C Me diga onde voc¨º est¨¢, eu irei at¨¦ voc¨º. Liliane olhou para o curativo em sua m?o e disse: Venha me encontrar no hospital primeiro. ¨C Hospital? Exmou Jason. ¨C Querida, voc¨º est¨¢ gr¨¢vida do quarto filho? ¨C Liliane ficou confusa. Os pensamentos da mestra eram realmente ¨²nicos, n?o ¨¦ mesmo? CON BUNDLE: get more free bonus Cap铆tulo 402 . Capitulo 402 Vinicius ficou pensativo por um momento, sentindo que essa conversa soava estranha Depois de um tempo, Vinicius finalmente entendeu e seu olhoe?ou a piscar, perguntando. Voc¨º est¨¢ me pedindo paraprar votos falsos? Caramba! Desde quando seu amigo se tornou t?o desonesto? Voc¨º n?o estavaprometido Marco sua futura esposa? ¨C Questionou William desd¨¦m. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Voc¨º n?o pode nem fazer isso? Vinicius ficou atordoado por um momento. Isso n?o tinha nada a ver ele e Marc! William estava tentando recrutar pessoas, ent?o por que ele estava puxando seu dinheiro tamb¨¦m? Vinicius se rendeu. William, algu¨¦m j¨¢ te disse que voc¨º ¨¦ mesquinho? William zombou desd¨¦m: Oserciantes s¨® se importam o lucro. Vinicius rangeu os dentes e revirou os olhos, dizendo: Ok, vou gastar dinheiro paraprar votos! William concordou a cabe?a. ¨C Depois que tudo estiver resolvido, vou fazer que a identidade de Marc seja divulgada. Com base nos votos que receber, o valor do designer tamb¨¦m aumentar¨¢. Isso s¨® trar¨¢ beneficios para . Vin¨ªcius n?o esperava que William pensasse nesse aspecto. De fato, uma vez que o resultado do concurso de moda de Marc fosse divulgado e depois um pouco de informa??o sobre a identidade da oponente fosse revda, o valot de Marc s¨® mumentaria Mesmo que Liliane descobrisse, n?o poderia fazer muito a respeito. Afinal, inso envolvia Marc e n?o poderia tomar partido de nenhumdo. Depois de considerat todos os pr¨®s e contras, Vinicius disse desd¨¦m: Seu golpe ¨¦ realmente sombrio Sombrio? ¨C William riu frieza Jason ¨¦ uma das melhores estilistas do mundo. Voc¨º acha que tenho alguma chance de vencer? -Realmente n?o, sen?o voc¨º n?o tentaria recrutar Jason para trabalhar para a Novitex. Vinicius analisou. Mas ser¨¢ que tratar Liliane assim ¨¦ realmente justo? Os olhos de William ficaram sombrios. -Por causa da minha m?e, eu e Liliane n?o temos mais chance alguma. Vinicius olhou para o rosto tenso de William. ¨C William, se um dia voc¨º descobrir que Liliane n?o teve nada a ver isso, voc¨º vai se arrepender de tratar assim? William disse voz seria: Eu n?o fa?o suposi??es. ¨C Eu acho que voc¨º vai se arrepender. Disse Vin¨ªcius. ¨C S¨® fremos sobre isso quando tivermos provas. Sexta¨Cfeira. Mavis acordou cedo novamente. n?o conseguiu dormir bem na noite anterior, sentindo que enquanto n?o estivesse aodo de Miguel, Liliane, aqu vagabunda, iria aproveitar a oportunidade! Como poderia conseguir de verdade Miguel? Assim que tivesse uma chance, Liliane n?o teria mais o direito de provocar ! Mavis, irritada, pegou sua bolsa e se dirigiu para fora do quarto. Assim que chegou ¨¤ porta, esbarrou em algu¨¦m. Os dois se chocatam, Mavis gritou raiva, enquanto segurava a cabe?a. ¨C Quem ¨¦ o idiota que n?o olha por onde anda? Mavis levantou os olhos e viu a Sra. Lima e Beatriz, imediatamente mudando sua express?o. ¨C Tia, sou eu¡­.. Seu sorriso ficou gdo. Ummpejo de frieza passou pelos olhos da Sra. Lima por um momento. Mavis, voc¨º est¨¢ acordada t?o cedo. ¨C Comentou Sra. Lima. Mavis sorriu de forma for?ada. Tia e Bia tamb¨¦m est?o acordadas cedo, Bia? Beatriz estava um pouco enojada ao ser chamada assim, mas n?o disse nada. Sra. Lima sorriu gentileza e convidou: ¨C Quer se juntar a n¨®s para tomar caf¨¦ da manh?? -r Mavis assentiu obedientemente. Antes de sair, de repente lembrou de algo e disse. Ah, Beatriz, voc¨º tem um tempo? Podemos conversar um pouco? Beatriz franziu o cenho ao olhar para Mavis. O que essa mulher queria agora? Sra. Lima se virou para Beatriz e disse: Bia, voc¨ºs duas conversem primeiro. Vou descer. ¨C Oh, certo. Beatriz concordou, estava curiosa para ouvir o que Mavis tinha a dizer.. Depois que Sra. Lima saiu, Mavis agarrou a m?o de Beatriz e levou para dentro do quarto. Beatriz, n?o gostando, puxou sua m?o. ¨C N?o me agarre, ainda n?o somos t?o pr¨®ximas! GET Cap铆tulo 403 . Capitulo 403 Mavis sorriu desdem Voc¨º acha que eu realmente quero te tocar? Beatriz perguntou, franzindo o cenho: O que voc¨º quer dizer ao me chamar aqui? S¨® mais um favor. Disse Mavis. ¨C Outro favor? Exmou Beatriz, a testa franzida. Material ? N?velDrama.Org. Voc¨º n?o esqueceu que seu pai ainda est¨¢ em casa at¨¦ a pr¨®xima semana, n?o ¨¦? ¨C Amea?ou Mavis, com um sorriso ir¨®nico. A express?o de Beatriz mudou. ¨C N?o tente me chantagear isso! j¨¢ se sentia muito culpada por ter ajudado Miguel! Se Mavis estivesse tentando manipr novamente para prejudicar William, n?o concordaria de jeito nenhum! ¨C -Eu s¨® estou ¨C Como voc¨º pode dizer isso? Voc¨º ¨¦ minha prima,o eu poderia chantagear voc¨º? ¨C Disse Mavis, enquanto colocou a m?o no ombro de Beatriz. pensando emo conquistar Miguel e queria pedir sua opini?o. Beatriz ficou surpresa, perguntando: ¨C Voc¨º n?o est¨¢ mirando em William? Da ¨²ltima vez eu n?o estava mirando nele, s¨® queria ajudar Miguel. Respondeu Mavis. Beatriz baixou um pouco a guarda, perguntando: ¨C O que voc¨º quer Miguel? ¨C Voc¨º ainda n?o vai trabalhar, que tal me ajudar a investigar o rcionamento entre Miguel e Liliane? Disse Mavis. Liliane? Exmou Beatriz, chocada. Mas n?o est¨¢ morta? ouviu do primo que Liliane j¨¢ tinha falecido! n?o morreu! Foi um rme falso! Disse Mavis Beatriz ficou atordoada. O que estava acontecendo? Vendo Beatriz em estado de choque, Mavis continuou. Miguel e Liliane est?o muito pr¨®ximos agora! Eu quero que voc¨º me ajude a vigiar eles e ver o que conversam quando se encontram! n?o podia fazer isso pessoalmente, pois seria muito ¨®bvio. Al¨¦m disso, Miguel poderia desaprovar suas a??es se descobrisse. Beatriz era a pessoa mais adequada para isso agora. Beatriz se recuperou e percebeu que a famosa empres¨¢ria Cam era na verdade Liliane! pensou que poderia haver algu¨¦m t?o id¨ºntica! Ent?o, Liliane n?o morreu! Espera ai¡­ Por que esse nome era t?o familiar para ? Parecia o nome da prima, n?o ¨¦? Havia algo estranho nessa situa??o que n?o conseguia entender. Voc¨º est¨¢ me ouvindo? ¨C Falou Mavis, irritada. Interrompida de seus pensamentos, Beatriz respondeu sem paci¨ºncia: Eu ouvi! Vou observar para voc¨º! S¨® n?o me chantageie o meu pai novamente! n?o estava ajudando Mavis, estava simplesmente muito curiosa sobre Liliane! Depois do caf¨¦ da manh?, Beatriz foi procurar a Sra. Lima antes de sair. Dentro do quarto, Beatriz se sentou aodo da m?e e disse: ¨C M?e, eu quero esrecer uma coisa voc¨º. A Sra. Lima olhou para Beatriz ternura e perguntou: O que foi, querida? Beatriz perguntou urg¨ºncia: M?e, qual ¨¦ o nome da filha da minha tia? Sra. Lima ficou confusa, perguntando: ¨C Por que voc¨º est¨¢ perguntando isso de repente? ¨C O nome d ¨¦ L¨ªvia Lima, certo? Beatriz n?o tinha paci¨ºncia para enrr. Sra. Lima respondeu: ¨C Sim, ¨¦ Livia Lima. Mas por que voc¨º est¨¢ perguntando isso? Beatriz n?o explicou, em vez disso, tirou o celr e mostrou uma foto de Liliane para a Sra. Lima. ¨C M?e, voc¨º j¨¢ viu minha tia antes? Olhe para essa pessoa, parece ? ¨C Perguntou Beatriz. Sra. Lima pegou o celr e, ao olhar para a foto, ficou surpresa. Logo depois, uma express?o agitada surgiu em seu rosto. Bia, quem ¨¦ essa pessoa? ¨C Perguntou Sra. Lima, empolgada. ¨C Liliane! Respondeu Beatriz. A hist¨®ria d ¨¦plicada, eu te explico mais tarde. Mas uma coisa ¨¦ certa: meu primo est¨¢ muito pr¨®ximo d. Depois de ressuscitar, mudou de nome para Cam e agora ¨¦ a CEO do Grupo TYC. Essa crian?a ¨¦ muito parecida sua tia! Os tra?os s?o id¨ºnticos! Sra. Lima segurou as l¨¢grimas, olhando para Liliane,o se estivesse vendo Joyce. ¨C M?e, voc¨º acha que ¨¦ a filha da minha tia? ¨C Perguntou Beatriz. Sra. Lima desviou o olhar relutancia. ¨C Bia, voc¨º conhece essa menina? Cap¨ªtulo 404 Cap铆tulo 404 Cap¨ªtulo 404 Beatriz assentiu, se sentindo um pouco envergonhada por trazer o assunto ¨¤ tona. Antericamente, quando era mais jovem e imprudente, havia insultado Liliane. Sim. Respondeu Beatriz, sem muita convic??o. Sra. Lima parecia ter percebido algo. Bia, as pessoas podem amadurecer o tempo. Voc¨º parece estar mais madura agora do que antes. Eu quero pedir um favor a voc¨º, pode ser? ro. Respondeu Beatriz. Vigie Liliane para mim e descobrir qual ¨¦ a r??o d seu primo. ¨C Pediu Sra. Lima. ¨C Entendi. Mavis tamb¨¦m me pediu para fazer isso. Disse Beatriz. Por que pediu isso? A Sra. Lima franziu as sobrancelhas. Beatriz ent?o explicou para a Sra. Lima sobre a amea?a de Mavis de tirar seu pai da empresa novamente e sobre a situa??o entre Liliane e Miguel.. Sra. Lima sorriu de leve eentou: ¨C Invejosa, arrogante e de pensamento pesado, uma pessoa assim n?o poderia serN?vel(D)rama.Org''s content. filha de Joyce. Mas antes de termos provas, ¨¦ melhor manter uma boa r??o . ¨C M?e, eu realmente n?o gosto d, ¨¦ um tipo de repulsa inexplic¨¢vel! ¨C Disse Beatriz. ¨C ¨¤s vezes, a repulsa pode ser uma motiva??o. Disse a Sra. Lima, gentileza. ¨C Antes de encontrar alguma evid¨ºncia contra a Mavis, ¨¦ importante suportar e ser paciente. Beatriz assentiu, aprendendo a sabedoria de sua m?e. Entendi, m?e. +TS BONUS Na manh? seguinte, ¨¤s nove horas. Beatriz apareceu no hospital usando m¨¢scara facial e bon¨¦. circulou em frente ao quarto de Liliane e Miguel conforme o n¨²mero fornecido por Mavis. Ent?o, mandou uma mensagem para Mavis. ¡°At¨¦ agora, os dois n?o se encontraram. Vou te avisar se acontecer.¡± Depois de enviar a mensagem, guardou o celr no bolso e encontrou um lugar para se sentar e esperar. No quarto de Liliane. Jason, exausta depois de uma noite inteira de trabalho, estava deitada no sof¨¢. Liliane havia acabado de sair do banheiro e viu o design de Jason. se aproximou d e franziu a testa. Mestra, voc¨º tem certeza de que quer enviar isso? ¨C Voc¨º tem obje??es ao meu design? ¨C Resmungou Jason. ¨C ¨¦ isso que eu quero fazer! Liliane ficou sem pvras. O design era desleixado, mas ao mesmo tempo ¨²nico, detalhes intrigantes. No entanto, era mais adequado para passar do que para o dia a dia, provavelmente n?o seria bem votado pelo p¨²blico em geral. Francamente, a mestra estava apenas fazendo o m¨ªnimo necess¨¢rio. Liliane olhou para Jason, impotente, dizendo: Voc¨º n?o estava nejando ganhar mesmo, n?o ¨¦? Jason cruzou as pernas elegantes e admitiu desprezo: ¨C Exatamente. Decidi ontem ¨¤ noite que n?o quero vencer estapeti??o. Minha ¨²nica inten??o ao participar ¨¦ expor esse sujeito arrogante! ¨C E se o objetivo da outra parte em vencer for fazer que voc¨º ajude ele a projetar roupas? Perguntou Liliane. ¨C ¨C Ent?o vamos ver por que ele quer me contratar. Sem desafios, n?o estou interessada. ¨C Respondeu Jason. Liliane suspirou, sem saber se ria ou chorava. Tudo bem, contanto que voc¨º esteja feliz. Mal terminou de fr, o celr de Liliane recebeu uma mensagem. pegou o celr e viu que era de um n¨²mero desconhecido. Ao abrir a mensagem, logo soube quem era o remetente. ¡°J¨¢ tomou uma decis?o?¡°, perguntou Miguel. Liliane pensou nas a??es de Mavis no dia anterior e respondeu um sorriso ir¨®nico. que voc¨º est¨¢ mais ansioso do que eu.¡± ¡°Parece que ¡°O clima est¨¢ bom hoje. Que tal darmos um passeio?¡°, sugeriu Miguel. Liliane olhou para Jason, que j¨¢ estava dormindo, e respondeu a ele. ¡°Vamos nos encontrar no lugar de sempre.¡± Dez minutos depois. Liliane ¨¦ Miguel se encontraram no mirante. Miguel sorriu gentileza e falou convic??o: Parece que voc¨º j¨¢ decidiu. Liliane encarou ele e perguntou: N?o foi voc¨º quem me procurou primeiro? Se voc¨º concordou em me encontrar, deve ter uma decis?o em mente. Disse Miguel. ¨C Eu n?o quero me vingar dele, mas definitivamente quero causar um pouco de transtorno. Respondeu Liliane, indiferen?a. Ent?o, vamose?ar nosso encontro. ¨C Disse Miguel, um sorriso leve. COIN BUNDLE get more free bonus GET IT . Cap¨ªtulo 405 Cap铆tulo 405 . Cap¨ªtulo 405 Ele estava ansioso para ver a express?o ciumenta de William ao ver sua amada mulhe: aodo de outro homem. A dor se misturava em seu rosto, a tristeza flu¨ªa em seus olhos. Apenas o pensamento disso era t?o agrad¨¢vel! Miguel sentia o sangue ferver em suas veias! Seu irm?o realmente era uma presen?a estimnte! Liliane sentiu a estranha aura emanando de Miguel. Isso fez seu couro cabeludo formigar, enquanto queria fugir imediatamente. Psicopata¡­ Sim, era essa a pvra. Embora ele n?o mostrasse nenhuma emo??o em seu rosto, essa sensa??o era muito ¨®bvia. Liliane reprimiu a sensa??o de repulsa que surgiu dentro d. ¨C Tudo bem, eu prometo. A conversa dos dois foi ouvida por Beatriz, que estava por perto. Estavam fndo sobre William? Por que Liliane queria se vingar de William? Miguel tinha motivos, mas qual era o motivo de Liliane? Ou ser¨¢ que Liliane tinha outros motivos? Beatriz pensou nisso,ent?o enviou uma mensagem para Mavis. Ao receber a mensagem, Mavis franziu a testa. Ser¨¢ que Miguel estava usando Liliane para se vingar de William? Ser¨¢ que o fato de ter sido for?ado a ficar no exterior por quinze anos desperton nele um odio por William? N?o! Existia a possibilidade de Miguel ser o Sr. Giovane? O Si. Giovane parecia estar mirando em Liliane, mas na verdade estava mirando em William. Miguel agora estava mostrando sua verdadeira atitude em r??o a William Conectando alguns pontos, Mavise?ou a ficar mais apreensiva. N?o, precisava descobrir! Mavis pensou em algu¨¦m e imediatamente pegou seu celr para procurar a conversa. Essa pessoa era um funcion¨¢rio do departamento de tologia da Novitex que havia ajudado Mavis antes. Mavis enviou a mensagem. ¡°Me ajude a encontrar uma pessoa! Eu te pago duzentos mil depois que voc¨º encontrar!¡± Agora, o dinheiro n?o importava mais para Mavis! O importante era que precisava saber urgentemente se Miguel era ou n?o o Sr. Giovane! Se fosse, teria que agir rapidamente para derrotar ele! As evid¨ºncias que tinha contra ele n?o poderiam ser revdas! S¨® se tornando sua mulher e estando do mesmodo que ele, poderia garantir sua pr¨®pria vida! Logo, o tico respondeu. ¡°Ok, quem voc¨º quer que eu encontre?¡± Mavis enviou o n¨²mero do Sr. Giovane para o tico. ¡°Rastreie o IP dele! Quanto tempo vai levar?¡± ¡°Cerca de vinte minutos.¡°, respondeu o tico. ¡°Esta bom! Por favor, seja r¨¢pido!¡± N?vel(D)rama.Org''s content. Depois disso, Mavis ficou olhando para o rel¨®gio, entrando em um estado de espera ansiosa. Vendo o tempo passar, sentiu suas palmas suarem de nervosismo. Enquanto isso, no hospital. Um rme estridente ecoou de repente pelos corredores silenciosos. O homem parou e tirou o celr do bolso. Na t do celr, mostrava que algu¨¦m estava rastreando seu IP. Ele sorriu de leve ao ver a mensagem, mas calmamente colocou o celr de volta no bolso sem interromper a a??o da outra pessoa. Do outrodo. N?o demorou nem vinte minutos e o tico enviou um endere?o para Mavis. ¡°Localiza??o do IP.¡± Mavis abriu o mapa e viu que o ponto estava exatamente no hospital onde Miguel estava! Mavis mal podia acreditar que era realmente Miguel. rapidamente se disfar?ou e foi para o hospital. Meia hora depois. Mavis desceu do carro e seguiu para a onde o ponto estava indicando. A cada passo, estava t?o nervosa que mal conseguia respirar. At¨¦ que chegou ¨¤ porta do quarto de Miguel, seguindo a localiza??o do ponto no mapa. O rosto de Mavis ficou p¨¢lido. O Sr. Giovane realmente era Miguel? +15 BONU Cap¨ªtulo 406 Cap铆tulo 406 Cap¨ªtulo 406 Mavis recuou um passo, seu olhar estava cheio de incredulidade e panico. Rapidamente, apertou firmeza o celr e encarou a porta do quarto um olhar sombrio. n?o podia permitir que Miguel e Liliane se encontrassem! N?o importava por qual motivo! Afinal, n?o tinha certeza se Miguel nutriria algum sentimento por Liliane, aqu mulher desagrad¨¢vel! Se algo assim acontecesse, apenas estaria em perigo! Enquanto isso, Liliane e a cuidadora voltavam do supermercado ap¨®sprar frutas. No caminho de volta para o quarto, Liliane avistou uma figura familiar. parou e olhou mais de perto, surpresa ao reconhecer o perfil da pessoa. Liliane se aproximou. ¨C Carlos. Chamou . Carlos ficou surpreso por um momento, depois se virou para encarar Liliane. Antes que pudesse dizer ¡°Lili¡°, Liliane ficou s¨¦ria e continuou. ¨C Voc¨º voltou sem me avisar? Com uma express?o de desculpas em seus olhos suaves, Carlos respondeu: N?o fique chateada. Eu s¨® queria te surpreender, n?o esperava ser descoberto antes. Ao ouvir isso, Liliane rxou sua express?o. ¨C Pode me avisar da pr¨®xima vez? Eu poderia ter te buscado¡­ All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Antes que pudesse termin¨¢r a frase, Liliane se lembrou de que ainda estava se recuperando de seus ferimentos. Carlos tamb¨¦m notou que Liliane estava vestindo um robe de paciente e franzia a testa. Por que voc¨º est¨¢ no hospital? Com um sorriso amargo, Liliane respondeu: ¨¦ uma longa hist¨®ria. Muitas coisas aconteceram enquanto voc¨º estava fora. Os olhos de Carlos se encheram de preocupa??o. Ele assentiu para a enfermeira no balc?o, ent?o levou Liliane para seu escrit¨®rio. No escrit¨®rio. Carlos fechou a porta e fez Liliane se sentar em uma cadeira. Ent?o, ele disse em tom s¨¦rio: Resumindo, me conte o que aconteceu. Liliane explicou brevemente sobre Marta e Sr. Guilherme para Carlos. Os olhos ros de Carlos se encheram de choque. Depois de recuperar o ju¨ªzo, ele pegou a m?o de Liliane e levantou sua manga para ver os curativos em seu bra?o. Vendo os curativos, ele franzia a testa culpa. ¨C Desculpe¡­ Carlos olhou para Liliane remorso, passando de leve os dedos sobre os curativos. Ao ver ele assim, Liliane soltou um sorriso. ¨C Por que est¨¢ pedindo desculpas? N?o ¨¦ sua culpa, eu estou bem agora. Isso n?o parece ser estar bem! ¨C Carlos retrucou. Ele te bateu um chicote! Voc¨º sabe quantas cicatrizes voc¨º vai ter em seu corpo? Eles at¨¦ chegaram a usar agulhas! Qu?o s¨¦rio foram os ferimentos? Sentindo a raiva de Carlos, Liliane tamb¨¦m se sentiu oprimida. Por um momento, n?o soube o que dizer. ? No escrit¨®rio, a atmosfera estava um pouco tensa. Depois de um momento, Carlos falou: Eu n?o vou te deixar. Carlos levantou a Carlos levantou a cabe?a, seus olhos vermelhos estavam cheios de emo??o. Eu n?o estive ao seudoo deveria antes Se eu tivesse voltado mais cedo¡­¡­.. ¨C O que tinha que acontecer, aconteceu. ¨C Liliane interrompeu ele Guilherme queria fazer isso, ningu¨¦m poderia impedir ele. Se o Sr Carlos apertou for?a os l¨¢bios, se culpando. ¨C Eu n?o fui capaz o suficiente. N?o ¨¦ culpa sua. nisso. Liliane tentou confortar ele. Eu vou provar minha inoc¨ºncia Carlos perguntou em voz baixa: O que voc¨º vai fazer? Liliane sorriu resignada. ¨C Eu ainda n?o decidi. Por enquanto, estou apenas lidando as coisas conforme. s acontecem. Mesmo que tivesse decidido, n?o queria contar a Carlos. Ele estava em um momento crucial de sua carreira e n?o queria que ele se envolvesse demais nessas quest?es problem¨¢ticas. Carlos colocou a m?o sobre a m?o fria de Liliane. Ele segurou suavemente, dizendo ternura: Lili, eu vou me esfor?ar para ficar mais forte e proteger voc¨º e as crian?as. O rosto de Liliane corou de leve, enquanto desviava o olhar e abaixava a cabe?a. Ainda n?o troquei os curativos hoie. Voc¨º poderia me ajudar? GET IT Cap¨ªtulo 407 Cap铆tulo 407 Cap¨ªtulo 407 Fora do consultorio. Beatriz ouviu toda a conversa dos dois. Sob o bone de aba reta, franziu firmeza a testa. Mesmo que Liliane se parecesse muito sua t¨ªa, n?o gostava desse tipo de mulher vol¨²vel! Por que diabos William tinha que se apaixonar por ? Beatriz abriu o ¨¢lbum de fotos em seu celr, onde estavam as imagens que havia acabado de capturar. Liliane e Miguel, junto o m¨¦dico chamado Carlos. Pensativa, enviou todas essas fotos para o e¨Cmail de William. Ao meio¨Cdia, no Jardim Azul. William viu Breno encolhido no sof¨¢ assim que voltou do canteiro de obras. Ele se aproximou de Breno, prestes a acordar ele, mas Breno abriu os olhos por conta pr¨®pria. Ao ver a figura ¨¤ sua frente gradualmente nitida, Breno murmurou seus l¨¢bios fr¨¢geis: Pai, voc¨º voltou. Breno tentou se levantar, mas percebeu que seus bra?os estavam t?o dormentes que mal conseguia mexer eles. Ele esqueceu que havia sangrado pelo nariz antes de adormecer. Sangrou a ponto de ficar t?o tonto que mal conseguia se levantar. O rosto de Breno estava p¨¢lido e William observava ele, franzindo a testa cada vez mais. ¨C Breno, voc¨º est¨¢ me escondendo algo? ¨C Perguntou William, olhos. prantes. 13 Breno sentiu tontura na cabe?a, apertando osbios pequenos, ele bn?ou a cabe?a. N?o, pai, eu apenas n?o dormi bem ontem ¨¤ noite. William estendeu a m?o para sentir a testa de Breno, mas foi evitado. Breno disse de novo. Eu realmente estou bem A m?o de William parou no at, no ver os olhos meio baixos de Breno, ele sentiu um aperto inexplic¨¢vel no cora??o. Breno ainda estava zangado por ele ter trazido ele ¨¤ for?a de volta? Ele gostava tanto de morar Liliane? William falou uma voz um pouco fria, recuando sua m?o: Voc¨º ainda est¨¢ me culpando? ¨C Eu n?o culpo voc¨º por me trazer de volta, pai. arrastando seu corpo cansado. Breno se levantou do sof¨¢, Eu s¨® n?o entendo por que voc¨º est¨¢ agindo assim Material ? N?velDrama.Org. ¨C Isso n?o ¨¦ algo que voc¨º precise entender. Disse William. ¨C Por qu¨º? Breno ficou de p¨¦, olhando indiferen?a para William. William ficou atordoado por um momento o olhar de Breno. Parecia que o garoto estava diferente do usual. Antes, ele era t?o timido que mal conseguia olhar nos olhos de algu¨¦m. Sempre mantinha a cabe?a baixa e fva apenas algumas pvras simples. Agora, ele encarava ele diretamente, at¨¦ mesmo suas emo??es pareciam calmas. William franziu de leve a testa. Voc¨º n?o entende a situa??o entre mim e . ¨C Pai, voc¨º n?o acha que agora at¨¦ eu n?o confio mais em voc¨º? ¨C Perguntou Breno, novamente. William franziu o cenho, perguntando: ¨C O que voc¨º est¨¢ querendo dizer? Mam?e n?o fez nada de errado! Respondeu Breno. P primeira vez, uma faisca afiada brilhou nos olhos escuros de Breno, William captou essa emo??o. Poi um instante, William de repente sentiuo se fosse um vil?o. Todo mundo estava acreditando em Liliane, exceto ele, que estava sendo t?o inflexivel . O rosto de William ficou frio num instante. ¨C Eu n?o te ensinei a n?o confiar facilmente em ningu¨¦m? ¨C Eu posso n?o confiar nos outros, mas nunca vou deixar de confiar na mam?e! A atmosfera na s de estar se tornou gda at¨¦ o ponto de congmento. Os empregados que estavam por perto mal ousavam respirar, pois era a primeira vez que viam Breno e Sr. William fndo t?o asperamente um o outro. William estreitou os olhos ligeiramente. Breno, voc¨º quer voltar, n?o ¨¦? Eu quero muito, mas tamb¨¦m n?o vou deixar voc¨º sozinho, pai. Dito isso, Breno desviou o olhar e foi em dire??o ¨¤s escadas. Cap¨ªtulo 408 Cap铆tulo 408 Cap¨ªtulo 408 William apertou na m?os, conseguindo detectar um tra?o depaix?o nas pvras de Brena. O que diabos Liliane havia feito para influenciar Breno a se opor a ele denna forma? Pensando nisso, o celr de William tocou de repente. Ele pegou o celr e viu um -mail anonimo. Ao abrit, se deparou uma foto de Liliane e Miquel sentados juntos. Ambos estavam sorrindo,o se tivessem uma r??o muito pr¨®xima! Ao ver essa foto, a aura de William piorou num instante. Uma intensa onda de raiva cobriu seus olhos negros. Por que Liliane estava Miquel? n?o viu as noticias online? Ou ser¨¢ que Miguel imntou alguma ideia n? William de repente se lembrou das pvras de Miguel para ele. Ele disse que n?o so tocaria Liliane, mas tamb¨¦m torturaria o torturou sua m?e! Ele faria Liliane se submeter a ele, tornando sua propriedade! N?vel(D)rama.Org''s content. O rosto bonito de William ficou extremamente sombrio. Ele n?o olhou para o restante das fotos, mas imediatamente saiu do e¨Cmail e ligou para Liliane. Ap¨®s atender, antes mesmo de Liliane fr, William perguntou raiva: Por que voc¨º est¨¢ Miguel? Liliane ficou um pouco surpresa. Ele ligou do nada para fazer um monte de perguntas? O fogo dentro de Liliane foi aceso por ele, questionando: William, o que eu fa?o n?o ¨¦ da sua conta, certo? Voc¨º sabe muito bem que tipo de pessoa ¨¦ Miguel! ¨C Rugiu William. Voc¨º est¨¢ se intrometendo demais) ¨C Liliane questionou de volta. Eu posso pulgar ¨C poi mim mesma que tipo de pessoa ele ¨¦ N?o preciso de voc¨º para me dizer -Voc¨º est¨¢ t?o carente de homem? Rosnou William, os dentes cerrados. Sim¡® Esteu carente de homem Se n?o tiver homem, eu vou morrer. Satisfeito essa resposta? ¨C Provocou Liliane. Voc¨º pode se rcionar qualquer homem, exceto Miguel! ¨C Disse William. Por que eu deveria seguir suas ordens? ¨C Liliane soltou um sorriso ir¨®nico. Com quem vou me rcionar ¨¦ minha pr¨®pria escolha! ¨C Liliane! Voc¨º precisa acordar! ¨C Rugiu William, a voz carregada de impot¨ºncia. Miguel e um louco, ele vai te matar! Liliane soltou uma risada. ¨C Do meu ponto de vista, voc¨ºs dois s?o praticamente iguais. Se n?o tiver nada mais, vou desligar! Com isso, Liliane desligou a liga??o. N?o havia necessidade de continuar discutindo esse assunto ele. Seria in¨²til e uma perda de energia. Ap¨®s ajustar suas emo??es, Liliane saiu do banheiro. Carlos estava parado na porta ¨C Acabei de ouvir voc¨º ao telefone. Ele est¨¢ causando problemas de novo? ¨C Perguntou Carlos. ¨C Est¨¢ tudo bem, eu posso lidar isso. Disse Liliane, um sorriso leve. Vendo que n?o queria fr mais sobre o assunto, Carlos n?o insistiu. ¨C Vamos l¨¢, eu te levo paraer fora. Liliane concordou. ¨¤ tarde. Marc levou as duas crian?as para brincar dodo de fora. Infelizmente, assim que sa¨ªram da casa, viram Vin¨ªcius entrando seu carro no quintal. Marc franziu a testa, irritada. olhou para as crian?as ao seudo e disse: ¨C Estou indo resolver algumas coisas agora, voc¨ºs voltem para casa e esperem por mim. Alice inclinou a cabe?a, seus olhos curiosos brilharam de d¨²vida, perguntando: ¨C A madrinha vai brigar? Ao ver Vin¨ªcius sair do carro, Ian entendeu e disse: Madrinha, se precisar, podemos te passar uma faca. Marc arregalou os olhos. ¨C Isso ¨¦ exagerado! Eu n?o quero acabar na pris?o por causa desse tipo de pessoa! Depois de soltar as m?os das crian?as e empurrar s para dentro da casa, Marc fechou a porta. As duas crian?as correram diretamente para a jan de vidro, observando a cena dodo de fora. CON BUNDLE: get more free bonus Cap铆tulo 409 Cap¨ªtulo 409 Vin¨ªcius desceu do carro carregando v¨¢rias sacs deida e se aproximou de Marc. ¨C Estou aqui para pedir desculpas. Marc deu uma olhada nas sacs. ¨C N?o quero, quem sabe se n?o vai me usar de novo depois queer? Vinicius abaixou os bra?os, desanimado. ¨C Marc, nestes ¨²ltimos dias eu n?o te iodei. S¨® queria que voc¨º se acalmasse e me ouvisse explicar. ¨C Explicar? Marc deu um sorriso ir?nico. Voc¨º acha que h¨¢ algo para explicar, Vinicius? Voc¨º ousaria dizer a verdade? Que verdade? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. Marc olhou frieza para ele. ¨C Admita que se aproximou de mim para ajudar William! Vin¨ªcius ficou um pouco culpado. ¨C Eu tive esse pensamento¡­. Antes que Vinicius pudesse terminar, Marc atingiu ele um tapa no rosto. Vendo essa cena, as duas crian?as dentro de casa arregram os olhos. Uau, a madrinha ¨¦ t?o valente! Comentou Alice, impressionada. Ian apenas ficou sem pvras. Ele achava que n?o deveria buscar uma esposa t?o destemida no futuro. Fora da porta, Vin¨ªcius, ficou suspreso, uma express?o de incredulidade nos olhos. ¨C Por que voc¨º me bateu? Marc gritou os olhos marejados: ¨C Canalha, eu tenho todo o direito de te chamar assim! Primeiro voc¨º me enganou, depois me usou para ajudar seu amigo! Se voc¨º n?o gosta de mim, por que se aproximou de mim desde o in¨ªcio? Eu poderia te amar, estar voc¨º, mas o que eu mais detesto ¨¦ que voc¨º se aproximou de mim segundas inten??es! Ao ver Marc chorando, Vinicius se sentiu culpado. ¨C Marc, me deixe explicar. Pediu Vinicius urgentemente. Eu quer¨ªa ser respons¨¢vel por voc¨º e tamb¨¦m queria juntar eles dois! Voc¨º j¨¢ viuo William estava sofrendo antes, n?o viu? Voc¨º ajudou sua amiga, eu ajudei meu amigo, n¨®s n?o fizemos nada de errado! Voc¨º ainda acha que n?o fez nada de errado? Questionou Marc, enquanto enxugou as l¨¢grimas com raiva. Voc¨º perguntou minha opini?o? Perguntou se a Lili concordava? Voc¨ºs, pessoas que s¨® pensam em dinheiro, nunca consideram os sentimentos dos outros? Viniciusrgou as sacs depras, tentando enxugar as l¨¢grimas do rosto de All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Marc, mas empurrou ele sem piedade, dizendo repugnancia: N?o toque em mim suas m?os! Sinto nojo s¨® de pensar nisso! Marc¡­ Vinicius chamou voz fraca. O que posso fazer para voc¨º me perdoar? Eu sei queeti um erro. Eu n?o posso perdoar! Uma mentira leva a mais mentiras! Eu n?o posso aceitar voc¨º me tratandoo uma idiota! Disse Marc. Prometeu Vinicius. Eu juro que vamos ¨C N?o vai mais acontecer, nunca mais! ¨C Prometeu Vin¨ªcius. discutir tudo voc¨º no futuro. Marc chorou sem pararo uma crian?a. ¨C Eu n?o quero! Eu n?o quero mais te ver! Saia! Vinicius n?o se moveu, at¨¦ estendeu a m?o para pegar a roupa de Marc. ¨C N?o me apresse, se voc¨º estiver raiva, pode me bater mais duas vezes. Disse Vinicius. Marc, de forma bastante rude, chutou Vin¨ªcius mais duas vezes. ¨C Vinicius, suportando a dor em suas pernas, franzia a testa e perguntava de forma humilde ¨C Voc¨º ja se acalmou? N?o! ¨C Marc respondeu. ¨C Pode ir embora? Voc¨º pode me dar um tempo? ¨C Quanto tempo voc¨º precisa? Ficar sozinho todas as noites na sua casa ¨¦ muito solitario para mim. -Eu n?o vou mais permitir que voc¨º me use! ¨C Marc ainda estava raiva. Quando eu voltar, voc¨º ter¨¢ que sair! ¨C Por favor, eu n?o quero ir embora. Eu n?o estou tentando me aproveitar de voc¨º. Eu vou cuidar de voc¨º. Daqui a dois dias, eu te levo para conhecer meus pais, tudo bem? ¨C Insistiu Vinicius. Se voc¨º continuar insistindo, vamos realmente parar de nos fr! Amea?ou Marc. Okay, okay, eu vou embora, mas voc¨º me manda uma mensagem, certo? Vou esperar por voc¨º. Disse Vinicius. Vin¨ªcius saiu e Marc enxugou as l¨¢grimas antes de entrar em casa. Ao abrir a porta, viu as duas crian?as paradas na entrada. Cap铆tulo 410 Capitulo 410 Marc imediatamente enxugou as l¨¢grimas do rosto e disse voz abafada: Voc¨ºs viram tudo? Alice segurou a m?o de Marc e disse: N?o chore, madrinha. ¨C Deixe chorat. Disse Ian. segurou isso por v¨¢rios dias. Marc fez um bico, parecia quen ainda se importava . Antes que pudesse responder, ¨C Marc ficou surpresa. Voc¨º est¨¢ fndo de mim? Voc¨º est¨¢ chorando tanto que parece ter perdido o juizo. Marc rangeu os dentes. Seu moleque, espere s¨® para vero vou te ensinar uma li??o hoje! Ah, madrinha vai bater! ¨C Ian fingiu estar assustado e correu. Provocado porn, Marc logo esqueceu Vinicius. Alice inclinou a cabe?a, se perguntando sen estava consndo ou zombando da madrinha. Depois de pensar por alguns segundos, Alice bn?ou a cabe?a. Deixe para l¨¢, n?o conseguia entender mesmo! tamb¨¦m queria se juntar ¨¤ madrinha para intimidar Ian! ¨¤ noite. Jason acordou e depois de se arrumar, saiu de m?os dadas Liliane. +15 NONUS Liliane pegou seu notebook e entrou na p¨¢gina da web. Um dos produtos de design na p¨¢gina era da mestra, mas o outro Liliane n?o reconheceu e n?o tinha assinatura. Ainda assim, o estilo de design daqu pe?a de vestu¨¢rio parecia muito familiar. n?o conseguia se lembrar de onde exatamente era. A vota??o j¨¢ haviae?ado e, at¨¦ o momento, o design extravagante da mestra havia recebido apenas algumas dezenas de votos. Enquanto isso, o outro design j¨¢ tinha mais de tr¨ºs mil votos em meia hora. Um sentimento de resigna??o apareceu nos olhos de Liliane. Se as pessoas soubessem que o design poucos votos era uma obra da renomada designer internacional Jason, o mundo da moda provavelmente explodiria, certo? Era uma obra descuidada e sem cora??o, talvez a pior que a mestra j¨¢ fez. Enquanto isso. Na Vinic Ford. William e Vin¨ªcius estavam bebendo na vinic, os olhos de Vinicius fixos nos votos. ¨C A discrepancia ¨¦ muito grande, William. Voc¨º garantiu a vit¨®ria. Disse Vinicius. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. William n?o disse nada, apenas olhou para o celr uma express?o sombria. Depois de esperar por um tempo sem resposta, Vinicius olhou para William e perguntou. Por que voc¨º est¨¢ t?o mal? William desviou o olhar e pegou o copo de vinho, tomando um gole e perguntando: ¨C Se voc¨º visse a mulher que ama rindo e se divertindo a pessoa que mais odeia, o que voc¨º faria? ¨C ¨C Seria uma explos?o! Respondeu Vin¨ªcius, sem hesitar. Depois, ele percebeu o que havia acabado de dizer e perguntou surpreso. Liliane e Miguel, certo? William, voc¨º est¨¢ fndo sobre William oibos para ele, perguntando Voc¨º acha que Liliane ficaria Miguel? ¨C ro que n?o! ¨C Vinicius respondeu convic??o ¨C Liliane n?o ¨¦ burra. viu os pr¨®prios olhoso sua m?e estava eo Miguel ¨¦ repugnantel William fez um som de desdem, ummpejo de dor passou por seus olhos profundos. me disse hoje que quer se envolver ele. Vinicius ficou sem pvras. Isso devia ser um exagero, certo? Como Liliane poderia ficar esse louco do Miguel? Mesmo que o fizesse, certamente teria seus pr¨®prios pensamentos e motivos. Vinicius tomou um gole de vinho e disse: William, acho que voc¨º precisa levar isso a s¨¦rio. Se Liliane cair nas m?os de Miguel, n?o podemos imaginar as consequ¨ºncias! -Eu sei. Respondeu William, em voz baixa. interferir. Mas n?o tenho autoridade para ¨C Isso ¨¦ um problema. ¨C Concordou Vin¨ªcius. Concordou Vin¨ªcius. Se voc¨º n?o tem, ent?o deixe pra l¨¢ e deixe fazer o que quiser. William franziu o cenho. ¨C Eu n?o posso simplesmente ficar de bra?os cruzados sabendo que ser¨¢ humilhada! ¨C Voc¨º tamb¨¦m n?o fez nada quando seu pai bateu n¡­ Lembrou Vin¨ªcius. 2 Ao ouvir isso, William ficou surpreso. ¨C Isso ¨¦pletamente diferente. COIN BUNDLE: got more free bonus Cap铆tulo 411 Cap¨ªtulo 411 Vin¨ªcius n?o conseguiu argumentar ele, apenas disse: ¨C Tudo bem, diga o que quiser, se ainda estiver preocupado, observe por mais dois dias. ¨C Mesmo que observe por mais tempo, o resultado ser¨¢ o mesmo, simplesmente n?o me ouve. Respondeu William. Vin¨ªcius sentiu uma dor de cabe?a isso. ¨C William, se voc¨º n?o consegue deixar isso para l¨¢, v¨¢ fr diretamente. Ele at¨¦ pensou em arrastar William at¨¦ Liliane e dizer a que fizessem as pazes! Os dois n?o se cansavam de atormentar um ao outro? William mergulhou em seus pensamentos novamente e n?o deu nenhuma resposta ¨¤ pergunta de Vin¨ªcius. Segunda¨Cfeira. Carlos chegou cedo ao quarto de Liliane, levando o caf¨¦ da manh?. Ao entrar, Liliane havia acabado de sair do banheiro. Carlos sorriu gentileza ao entrar. ¨C Est¨¢ acordada, vamos tomar o caf¨¦ da manh? e depois eu providencio sua alta. ¨C Posso receber alta? ¨C Perguntou Liliane, enquanto se aproximou de Carlos. ¨C As crian?as v?o perceber? Carlos entregou a o leite um canudo. ¨C N?o v?o, a ferida est¨¢ s¨¦ curando rapidamente, podemos trocar o curativo est¨¦ril agora. Liliane respirou aliviada, pegando o leite e perguntou: Voc¨º quer virigo ver as crian?as? Carlos sorriu de forma resignado, ¨C Voc¨º acha que eu deixaria voc¨º dirigir sozinha? O rosto de Liliane ficou um pouco corado. -Na verdade, eu poder¨ªa pedif para o seguran?a¡­ Antes que pudesse terminar, o celr de Liliane tocou. pegou o celr e viu a mensagem de Breno, Liliane olhou para Carlos e disse: ¨C Espere um minuto, preciso responder. Carlos concordou a cabe?a. ¨C Tudo bem, voc¨º est¨¢ ocupada, eu vou abrir as sacs para voc¨º. ¡°Mam?e, a viagem est¨¢ indo bem?¡± Liliane sentiu um calor no cora??o por seu filho estar preocupado . ¡°Vou voltar hoje mesmo, querido, est¨¢ saudades?¡± Breno enviou um emoji fofo. ¡°Sim, mam?e, minha nova esc fica muito perto do seu escrit¨®rio.¡± Liliane ficou surpresa. n?o sab¨ªa para onde Breno tinha sido transferido. ¡°Em qual esc voc¨º est¨¢?¡± ¡°Esc Nobre de Souza.¡± Esc Nobre de Souza? A esc do diretor Troy? Mas essa esc n?o tinha apenas ensino fundamental? ¡°Breno, voc¨º est¨¢ na primeira s¨¦rie?¡°, perguntou Liliane, chocada. ¡°Sim, acabei de receber a carta de aceita??o, s¨® v¨ªm te contar depois de tirar a nota m¨¢xima na prova de admiss?o.¡± 714 Liliane ficou surpresa e feliz ao mesmo tempo. *15 BONUS Breno tinha apenas cinco anos, a idade t¨ªpica da pr¨¦¨Cesc, mas conseguiu alcan?ar resultados de admiss?o ao ensino fundamental. Como m?e,o Liliane poderia n?o se orgulhar de seu filho t?o talentoso? ¡°Breno, estou muito orgulhosa de voc¨º! Voc¨º ¨¦ incr¨ªvel!¡± ¡°Na verdade, Ian e Alice tamb¨¦m podem. Mam?e, voc¨º pode levar eles para tentar?¡± Quando Breno sugeriu isso, Liliane se lembrou do que o diretor Troy havia mencionado antes. Talvez pudesse levarn e Alice para fazer o teste. Se eles conseguissem passar, poderia ver Breno quando buscasse eles na esc. ¡°Ok, esta tarde eu levarei eles para a Esc Nobre de Souza.¡± ¡°Tudo bem.¡± Depois de terminar de fr, Liliane colocou o celr dedo e olhou para Carlos. ¨C Carlos, voc¨º conhece a Esc Nobre de Souza? Carlos levantou os olhos. ¨C ¨¦ aqu esc de elite, n?o ¨¦? Ouvi dizer que os alunos l¨¢ s?o os melhores alunos da Serafim. Liliane disse um sorriso: Sim, Breno ¨¦ muito talentoso. Acho que ele deve ser o aluno mais jovem da Esc Nobre de Souza! Ao ver o sorriso no rosto de Liliane, os olhos de Carlos se estreitaram ligeiramente. Depois de tanto tempo conhecendo Liliane, era a primeira vez que ele a via t?o feliz. Os olhos d eram t?o ros e brilhantes,o se estivessem mergulhados em um oceano de estrs, luminosos e cativantes. 254 Carlos tamb¨¦m sorriu. ¨C Seus filhos s?o todos muito talentosos. Me deixe adivinhar, voc¨º est¨¢ pensando em levar Ian e Alice tamb¨¦m, n?o est¨¢? Material ? N?velDrama.Org. Liliane, corada por ter sido descoberta, bn?ou a cabe?a. ¨C Ser¨¢ que estou sendo muito exigente eles? Carlos negou a cabe?a: ¨C N?o, se eles t¨ºm capacidade para entrar em uma boa esc, ¨¦ uma coisa boa. Cap¨ªtulo 412 Cap铆tulo 412 Cap¨ªtulo 412 Ent?o eu os levarei para fazer o teste ¨¤ tarde. ¨C Disse Liliane. Ok, se voc¨º n?o se importa de ter um motorista a mais¡­ ¨C Concordou Carlos. ro que n?o me importo. N¨®s vamos juntos ¨¤ tarde. Respondeu Liliane. Dez horas da manh?. Novitex. 415 BOMUS William, ao ver os resultados da vota??o de roupas, ligou para Jason. A liga??o foi atendida e Jason perguntou indiferen?a: Eu perdi, n?o foi? William disse um sorriso: -Voc¨º perdeu. ¨¦ hora de cumprir o nosso acordo. -Me diga, o que voc¨º quer que eu fa?a? ¨C Ouvi dizer que voc¨º j¨¢ est¨¢ na Serafim. ¨C William falou em tom s¨¦rio. ¨C Se poss¨ªvel. gostar¨ªa de fr pessoalmente voc¨º sobre isso. ¨C Senhor, voc¨º parece saber bastante sobre mim, n?o ¨¦? Vou te enviar a localiza??o de um restaurante, venha at¨¦ aqui. Assim que Jason terminou de fr, William recebeu o endere?o do restaurante em seu celr. ¨C Nos vemos em quinze minutos. William disse e pegou o casaco para sair do escrit¨®rio do presidente. Restaurante ocidental. William seguiu para a s privada indicada por Jason. Ao abrir a porta, viu Jason usando um terno verde e cal?as vermelhas, cabelos curtos e maquiagem pesada. Quando Jason ouviu a voz, se virou para William e, no primeiro olhar entre os dois, suas express?es se congram por um momento. ¨C William? ¨C Jason ficou chocada ao se levantar. William estreitou os olhos, demorando um pouco antes de pronunciar um nome. ¨C Lavinia? Ao ouvir esse nome, Jason ficou visivelmente nervosa. olhou para a porta atr¨¢s de William e disse: ¨C ¨¦ melhor voc¨º fechar a porta antes de continuarmos. William fechou a porta e se aproximou da mesa. ¨C N?o se preocupe, ningu¨¦m aqui vai te reconhecer. ¨C Melhor n?o mencionar esse nome novamente. ¨C Disse Jason, uma express?o s¨¦ria. William observou Jason, n?o esperava que Jason fosse Lav¨ªnia. N?vel(D)rama.Org''s content. Lav¨ªnia era a senhorita que ele conheceu no Pa¨ªs S. Quando descobriu que sua m?e estava no Pa¨ªs S, ele foi para l¨¢, enquanto estava na faculdade. N?o gostava de morar no campus, ent?o ele alugou um apartamento fora da esc, onde Lav¨ªnia era a propriet¨¢ria. Lav¨ªnia era uma mulher atormentada, contus?es no rosto toda vez que ia cobrar o aluguel. Depois de morar l¨¢ por dois anos, a pol¨ªcia foi um dia perguntar sobre Lav¨ªnia. Ap¨®s entender a situa??o, soube que Lav¨ªnia havia matado seu marido, que havia abusado d por anos. Desde ent?o, ele nunca mais viu Lav¨ªnia. Nunca imaginou que Lav¨ªnia estivesse viva e tivesse se tornado uma designer de renome internacional. William olhou curioso para . ¨C Ent?o Jason ¨¦ o nome que voc¨º adotou ap¨®s sair da pris?o? Jason deu de ombros. ¨C Algum problema esse nome? William deu um sorriso. ¨C ¨¦ muito neutro, ningu¨¦m poderia adivinhar que ¨¦ voc¨º. Jason apoiou o queixo a m?o, olhando para William. ¨C Num piscar de olhos, voc¨º se tornou um homem maduro, n?o ¨¦ mais o garoto frio que eu conheci. William sorriu de leve. Estou curioso sobreo voc¨º saiu. ¨C Minha m?e encontrou um advogado muitopetente para me ajudar no julgamento. Ganhamos o caso alegando leg¨ªtima defesa excessiva. Depois de sair da pris?o, mudei meu nome e encontrei meu antigo professor para estudar design novamente. Explicou Jason. ¨C William entendeu. ¨C Parab¨¦ns por se transformar. ¨C Cara, pode me dizer por que voc¨º me procurou? ¨C Disse Jason, rindo alto. ¨C Quero contratar voc¨ºo designer¨Cchefe da ind¨²stria de moda da minha empresa. Respondeu William. ¨C ¨C Sem problemas! ¨C Jason concordou sem hesita??o, afinal, conhecia William h¨¢ anos. ficaria feliz em ajudar a empresa dele. ¨C ¨C Vamospetir G, ajudando minha empresa a recuperar sua posi??o de ¨C destaque na ind¨²stria de moda na Am¨¦rica do Sul. Acrescentou William, um sorriso. O sorriso no rosto de Jason congelou, exmando: ¨C Quem? ¨C G! ¨C Reiterou William. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 413 Cap铆tulo 413 Cap¨ªtulo 413 O sorriso no rosto de Jason desapareceu aos poucos. desviou o olhar, pegou o copo e deu um gole de caf¨¦. ¨C William, voc¨º quer que eu prejudique a empresa da minha aprendiz. ¨C Disse Jason, em tom suave, um leve tom de desagrado em sua voz. ¨C Podemos dizer isso. ¨C William cruzou as pernas longas e se recostou no encosto do sof¨¢. ¨C Me diga o motivo. ¨C Os designers buscam fama, n¨®s empres¨¢rios buscamos lucro. Estou nejando o futuro da minha empresa, qual ¨¦ o problema? ¨C ¨C N?o tenho obje??es se voc¨º quer prejudicar os outros, mas ¨¦ um pouco demais me pedir para agir contra minha aprendiz, n?o acha? Por que seria demais? ¨C William rebateu. ¨C Voc¨º n?o tem confian?a em sua aprendiz? Jason deu um sorriso. ¨C William, ao longo dos anos, tamb¨¦m tenho visto suas not¨ªcias. Voc¨º sabe que eu n?o tenho chance nesse aspecto. Se voc¨º quer minha ajuda para sua empresa, n?o tenho problemas isso, mas n?o deveria ser contra minha aprendiz, essa ¨¦ a ? N?velDrama.Org - All rights reserved. minha linha de base. William pegou calma o copo de ¨¢gua na mesa, enquanto disse: ¨C Voc¨º pode considerar issoo uma avalia??o final. ¨C N?o ¨¦ necess¨¢rio, as habilidades de G s?o conhecidas por todos. ¨C Voc¨º n?o quer pelo menos tentar ver se tem capacidade de superar voc¨º? Jason ficou em sil¨ºncio. William n?o disse mais nada. A conversa chegou a esse ponto, qualquer coisa que ele dissesse para Jason n?o teria sentido se ele n?o concordasse. Depois de um momento, Jason pegou o copo da mesa e tomou um gole. Ent?o, colocou o copo um baque na mesa e disse: Est¨¢ bem, eu concordo! Mas tenho uma condi??o! Um elegante sorriso apareceu nos l¨¢bios de William. ¨C Me diga. ¨C Tenho o direito de terminar nossa coopera??o a qualquer momento. Al¨¦m disso, o local de trabalho ser¨¢ escolhido por mim. ¨C Disse Jason. ¨C Pelo menos por um ano. Ele n?o podia simplesmente concordar os pedidos de Jason, sen?o para que ele chamaria ? Jason pensou por um momento, antes de dizer: ¨C Ok, n?o me pressione para entregar o trabalho. ¨C Pelo menos dentro de dois meses, voc¨º deve apresentar um projeto. ¨C Isso ¨¦ f¨¢cil. ¨¤ tarde. Liliane voltou para a Mans?o Ba¨ªa e, depois de se arrumar um pouco, foi Carlos para a esc infantil. No caminho, informou a esc sobre sua licen?a e, ao chegar ¨¤ porta da esc, pegou os filhos. No momento em que os dois pequenos viram Liliane, eles correram para abra?ar , ¨C Mam?e! ¨C Alice exmou. Voc¨º finalmente voltou, senti sua falta. ¨C Mam?e, n?o v¨¢ embora sem avisar da pr¨®xima vez. ¨C Disse Ian. Eles abra?aram firmeza Liliane, soltando solu?os abafados perto de seu ouvido. Os olhos de Liliane ficaram ¨²midos e abra?ou as crian?as mais apertado. Eu tamb¨¦m senti muita saudade de voc¨ºs, prometo avisar anteced¨ºncia da pr¨®xima vez. Alice se esfregou nos bra?os de Liliane, suaveo um coelhinho. olhou para cima, o narizinho vermelho. ¨C Mam?e, por que voc¨º veio nos buscar t?o cedo hoje? Liliane enxugou as l¨¢grimas de Alice e disse: ¨C Quero levar voc¨ºs para visitar uma esc. Ian pareceu entender algo e perguntou: ¨C ¨¦ a esc onde Breno est¨¢? Ele me disse que conseguiu entrar na esc prim¨¢ria. ¨C ¨C Sim. ¨C Liliane assentiu. ¨C Eu tamb¨¦m quero que voc¨ºs tentem, o que acham? ¨C Eu estou pronto. ¨C Respondeu Ian. Alice perguntou em tom t¨ªmida: ¨C Mam?e, eu tamb¨¦m posso ir? Eu n?o sou t?o inteligente quanto meus irm?os¡­ ¨C Para mim, Alice tamb¨¦m ¨¦ muito inteligente, t¨¢? ¨C Liliane mimou, acariciando o narizinho de Alice. ¨C Ok, vou seguir o que mam?e diz e tentar! ¨C Disse Alice, sorrindo. ¨C Eu tamb¨¦m, estou pronto. ¨C Concordou Ian. Liliane assentiu e levou as crian?as para o carro. As duas crian?as ficaram animadas ao verem Carlos tamb¨¦m dentro do carro. ¨C Papai Carlos! ¨C Alice correu rapidamente para os bra?os de Carlos. Cap¨ªtulo 414 Cap铆tulo 414 Cap¨ªtulo 414 Carlos acariciou os cabelos macios de Alice. Alice, sentiu minhas saudades? Os pequenos p¨¦s de Alice bn?aram anima??o. Senti sim! Muita saudade! Ian arqueou as sobrancelhas e disse sorrindo: Eu nunca te ouvi mencionar o Papai Carlos antes. Alice virou a cabe?a rapidamente e olhou irritada para Ian. ¨C Ian, voc¨º n?o sabe o que ¨¦ guardar algo no cora??o? Alice resmungou consigo mesma, pensando: ¡°Ian ¨¦ realmente irritante!¡± Carlos riu as brincadeiras das crian?as. ¨C Voc¨ºs est?o nervosos para ir para a esc? Ian se recostou tranquilidade no banco. Eu n?o, mas a Alice certeza est¨¢. ¨C Eu n?o sou covarde assim! ¨C Resmungou Alice. ¨C Quem sabe? ¨C Ian brincou um sorriso nos olhos. Liliane soltou uma risada, olhando para os dois pequenos travessos, sentindo que toda a tristeza dos ¨²ltimos dias tinha desaparecido. desviou o olhar e enviou uma mensagem para o diretor Troy. ¡°Diretor Troy, voc¨º est¨¢ na esc? Gostar¨ªa de levar meus filhos para conhecer voc¨º.¡± O diretor Troy respondeu rapidamente. ¡°Sra. Liliane, quando voc¨º chegar¨¢?¡± Liliane olhou para o rel¨®gio e respondeu a ele. ¡°Daqui a vinte minutos.¡± ¡°Ok, estarei esperando na entrada da esc.¡± Menos de vinte minutos depois, o carro parou na frente da Esc Nobre de Souza. Ao sair do carro, os olhos brilhantes de Alice se encheram de admira??o. Uau, mam?e! Esta esc ¨¦ t?o bonita! ¨¦ ainda maior do que a nossa. Liliane sorriu ao olhar para o enorme campus da Esc Nobre de Souza. N?o havia crian?a que n?o gostasse da arquitetura de estilo europeu da esc. Liliane segurou a m?o de Alice e perguntou: ¨C ¨C Voc¨º gostou, Alice? Adorei! ¨C Alice respondeu anim¨¢da. ¨C Adorei demais! Em contraste, Ian parecia calmo. Ele seguiu aodo de Liliane, observando em sil¨ºncio a ca de entrada letras douradas. Para que sua m?e pudesse ver Breno mais frequ¨ºncia, ele tamb¨¦m precisava se esfor?ar para entrar na esc. Logo, o diretor Troy apareceu no campo de vis?o de Liliane. Liliane e Carlos se aproximaram as crian?as. O diretor Troy olhou para Carlos e perguntou sorrindo: ¨C Quem ¨¦ esse? Liliane estava prestes a responder, mas Alice falou primeiro. ¨C Senhor, ol¨¢, este ¨¦ meu pai. O olhar do diretor Troy caiu sobre as duas crian?as. Ele sentiu um amor instantaneo ¨C Cap¨ªtulo 412 Ent?o eu os levarei para fazer o teste ¨¤ tarde. ¨C Disse Liliane. Ok, se voc¨º n?o se importa de ter um motorista a mais¡­ ¨C Concordou Carlos. ro que n?o me importo. N¨®s vamos juntos ¨¤ tarde. Respondeu Liliane. Dez horas da manh?. Novitex. 415 BOMUS William, ao ver os resultados da vota??o de roupas, ligou para Jason. A liga??o foi atendida e Jason perguntou indiferen?a: Eu perdi, n?o foi? William disse um sorriso: -Voc¨º perdeu. ¨¦ hora de cumprir o nosso acordo. -Me diga, o que voc¨º quer que eu fa?a? ¨C Ouvi dizer que voc¨º j¨¢ est¨¢ na Serafim. ¨C William falou em tom s¨¦rio. ¨C Se poss¨ªvel. gostar¨ªa de fr pessoalmente voc¨º sobre isso. ¨C Senhor, voc¨º parece saber bastante sobre mim, n?o ¨¦? Vou te enviar a localiza??o de um restaurante, venha at¨¦ aqui. Assim que Jason terminou de fr, William recebeu o endere?o do restaurante em seu celr. ¨C Nos vemos em quinze minutos. William disse e pegou o casaco para sair do escrit¨®rio do presidente. Restaurante ocidental. William seguiu para a s privada indicada por Jason. Ao abrir a porta, viu Jason usando um terno verde e cal?as vermelhas, cabelos curtos e maquiagem pesada. Quando Jason ouviu a voz, se virou para William e, no primeiro olhar entre os dois, suas express?es se congram por um momento. ¨C William? ¨C Jason ficou chocada ao se levantar. William estreitou os olhos, demorando um pouco antes de pronunciar um nome. ¨C Lavinia? Ao ouvir esse nome, Jason ficou visivelmente nervosa. olhou para a porta atr¨¢s de William e disse: ¨C ¨¦ melhor voc¨º fechar a porta antes de continuarmos. William fechou a porta e se aproximou da mesa. ¨C N?o se preocupe, ningu¨¦m aqui vai te reconhecer. ¨C Melhor n?o mencionar esse nome novamente. ¨C Disse Jason, uma express?o s¨¦ria. William observou Jason, n?o esperava que Jason fosse Lav¨ªnia. Lav¨ªnia era a senhorita que ele conheceu no Pa¨ªs S. Quando descobriu que sua m?e estava no Pa¨ªs S, ele foi para l¨¢, enquanto estava na faculdade. N?o gostava de morar no campus, ent?o ele alugou um apartamento fora da esc, onde Lav¨ªnia era a propriet¨¢ria. Lav¨ªnia era uma mulher atormentada, contus?es no rosto toda vez que ia cobrar o aluguel. Depois de morar l¨¢ por dois anos, a pol¨ªcia foi um dia perguntar sobre Lav¨ªnia. Ap¨®s entender a situa??o, soube que Lav¨ªnia havia matado seu marido, que havia abusado d por anos. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Desde ent?o, ele nunca mais viu Lav¨ªnia. Nunca imaginou que Lav¨ªnia estivesse viva e tivesse se tornado uma designer de renome internacional. William olhou curioso para . ¨C Ent?o Jason ¨¦ o nome que voc¨º adotou ap¨®s sair da pris?o? Jason deu de ombros. ¨C Algum problema esse nome? William deu um sorriso. ¨C ¨¦ muito neutro, ningu¨¦m poderia adivinhar que ¨¦ voc¨º. Jason apoiou o queixo a m?o, olhando para William. ¨C Num piscar de olhos, voc¨º se tornou um homem maduro, n?o ¨¦ mais o garoto frio que eu conheci. William sorriu de leve. Estou curioso sobreo voc¨º saiu. ¨C Minha m?e encontrou um advogado muitopetente para me ajudar no julgamento. Ganhamos o caso alegando leg¨ªtima defesa excessiva. Depois de sair da pris?o, mudei meu nome e encontrei meu antigo professor para estudar design novamente. Explicou Jason. ¨C William entendeu. ¨C Parab¨¦ns por se transformar. ¨C Cara, pode me dizer por que voc¨º me procurou? ¨C Disse Jason, rindo alto. ¨C Quero contratar voc¨ºo designer¨Cchefe da ind¨²stria de moda da minha empresa. Respondeu William. ¨C ¨C Sem problemas! ¨C Jason concordou sem hesita??o, afinal, conhecia William h¨¢ anos. ficaria feliz em ajudar a empresa dele. ¨C ¨C Vamospetir G, ajudando minha empresa a recuperar sua posi??o de ¨C destaque na ind¨²stria de moda na Am¨¦rica do Sul. Acrescentou William, um sorriso. O sorriso no rosto de Jason congelou, exmando: ¨C Quem? ¨C G! ¨C Reiterou William. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap铆tulo 415 Cap¨ªtulo 415 -Diretor Troy, vim aqui hoje justamente por causa disso. ¨C Falou Liliane, diretamente. Diretor Troy ficou um pouco surpreso. ¨C ¨¦ mesmo? A crian?a que sabeputa??o ¨¦ o menino? Ou os dois sabem? ¨C ¨¦ o Ian e mais um, que j¨¢ est¨¢ matricdo. Ele se chama Breno. ¨C Respondeu Liliane. O diretor Troy ficou atordoado por um momento. O filho do Sr. William eram realmente filho da Sra. Liliane? Ele deu uma olhada em Carlos e entendeu sem que precisasse perguntar mais. ¨C Sra. Liliane, pode ficar tranqu seus filhos em nossa esc. N¨®s certamente trataremos eles com aten??o especial. Al¨¦m disso, alguns dias atr¨¢s, recebi o projeto de uniformes escres da sua empresa, meu pai ficou muito satisfeito. ¨C Continuou o diretor Troy. ¨C Obrigada pelo reconhecimento ¨¤ minha empresa¡­ ¨C Disse Liliane, sorrindo. Depois de conversarem por meia hora, os dois professores voltaram as crian?as. Eles disseram ao diretor surpresa: Diretor, essas duas crian?as pediram voluntariamente para fazer o teste de admiss?o. Eles conseguiram atingir nossos padr?es de admiss?o! Diretor Troy se levantou empolgado. ¨C Isso ¨¦ maravilhoso! Sra. Liliane, se poss¨ªvel, fa?a a transfer¨ºncia e a matr¨ªc diretamente! Liliane tamb¨¦m estava chocada. n?o esperava que as crian?as tomassem a iniciativa e ainda passassem. Os tr¨ºs tinham um QI alto, era imposs¨ªvel n?o mencionar o qu?o poderosos eram os genes de William¡­ ¨C Lili? Carlos chamou em tom suave, notando Liliane em um estado de choque, Liliane recobrou seus sentidos e ficou um pouco envergonhada. Desculpe, fiquei distra¨ªda o teste das crian?as. Diretor Troy, vou cuidar das transfer¨ºncias e matr¨ªcs o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Agrade?o ¨¤ sua esc p oportunidade. N?o precisa agradecer. N?o queremos perder nenhum aluno talentoso. Ap¨®s a confirma??o, Liliane enviou uma mensagem feliz para Marc e Kerry. Marc imediatamente criou um grupo para Liliane e Kerry. ¡°Grande noticia! Temos queemorar em grande estilo esta noite!¡± ¡°Totalmente de acordo! O primeiro grande marco na vida desses dois tesouros. Vou nejar algo grande para esta noite!¡°, concordou Kerry. Liliane ficou confusa. Ao ver a anima??o das crian?as ao seu redor e os nos entusiasmados de Marc e Kerry no grupo, seus pensamentos se tornaramplicados. Enquanto seus tesouros estavam t?o felizes ao seudo, e Breno? Algu¨¦m estariaemorando ele? William levaria ele paraer algo especial? ¨¤ noite. Kerry reservou uma s de festas em um restaurante infantil. Ele convidou as pessoas mais pr¨®ximas de Liliane paraemorar. O restaurante foi decorado de forma muito acolhedora por Kerry e as duas crian?as agradeceram a ele com sinceridade. Kerry estava t?o orgulhoso que parecia um pav?o, levantando a cabe?a para Liliane Voc¨º trabalhou muito, deve ter dado muito trabalho organizar tudo isso, n?o ¨¦? ¨C Disse Liliane, um sorriso. Marc exp?s Keny. Material ? N?velDrama.Org. Lili, esse grandalh?o n?o sabe nada sobre essas coisas, ele s¨® contratou algu¨¦m para decorar. Carlos trouxe suco e entregou a Kerry, dizendo: ¨C Ter essa considera??o j¨¢ ¨¦ muito bom, n?o ¨¦, Kerry? Kerry imediatamente abra?ou o bra?o de Carlos e choramingou: Realmente, Dr. Carlos, voc¨º me entende! Marc ¨¦ uma mulher sem no??o! ¨C ¨C Mulheres diretas nunca precisam de no??o. ¨C Marc disse, olhando para Liliane. ¨C Lili, seu irm?o ainda n?o chegou? Liliane olhou para o rel¨®gio de pulso e disse: ¨C ¨C Ele provavelmente est¨¢ preso no transito. Vou descer para ligar para ele. Depois de dizer isso, Liliane saiu do sal?o de festas e desceu para esperar Eduardo dodo de fora. Quando estava prestes a pegar o celr para ligar para Eduardo, o carro dele parou em frente a . Eduardo saiu do carro e se aproximou rapidamente de Liliane. ¨C Lili, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui fora? ¨C Com isso, ele tirou o casaco que estava usando e o colocou sobre Liliane. ¨C Voc¨º acabou de sair do hospital, n?o fique exposta ao frio. Cap铆tulo 416 Cap¨ªtulo 416 Eduardo, eu n?o sou t?o delicada assim, estava prestes a ligar para voc¨º, assim que percebi que ainda n?o tinha chegado. Disse Liliane, um sorriso. Eduardo olhou para ternura. ¨C Ser¨¢ que eu poderia me perder? ¨C Quem sabe? ¨C Brincou Liliane. ¨C Minha irm? ¨¦ t?o inteligente,o seu irm?o, n?o posso ser muito desajeitado. Vamos, suba. ¨C Ok. ¨C Concordou Liliane. Enquanto isso, do outrodo da rua. As a??es de Liliane e Eduardo foram observadas por William, que estava sentado no carro. Material ? N?velDrama.Org. Seus dedos longos repousavam em seu colo, apertando cada vez mais, seu rosto bonito se tornava cada vez mais s¨¦rio. Vin¨ªcius, ao seudo, notou a rea??o de William e rapidamente se virou para Breno. ¨C Breno, devemos sair? Chegamos ao nosso destino. Ao ouvir as pvras de Vin¨ªcius, ele ergueu devagar a cabe?a, respondendo uma leve demora: ¨C Tudo bem. Vin¨ªcius olhou para William uma express?o animada. Legal, ele teria outra chance de ver William sentir ci¨²mes! Vin¨ªcius desceu do carro Breno e, ao ver que William n?o se movia, ele fingiu n?o perceber ee?ou a fr: ¨C William, vamos l¨¢, por que est¨¢ parado? William desviou o olhar da porta do restaurante, abriu a porta do carro e saiu uma express?o fria. Sem dizer uma pvra, ele seguiu em dire??o ao restaurante infantil. Vinicius sorriu de forma maliciosa e segurou a m?o de Breno para panhar ele. Breno, um pouco desajeitado, pediu: ¨C Tio Vinicius, voc¨º poderia ir um pouco mais devagar? Vinicius parou e olhou para Breno, constrangido. ¨C Desculpe, Breno, eu esqueci que minhas pernas s?o um pouco mais longas. Breno ficou sem pvras. Ele estava dor nas pernas e n?o era porque n?o conseguia panhar¡­ Ao entrarem no restaurante infantil, William procurou o olhar de Liliane na s. Ele olhou em volta, mas n?o a viu em lugar nenhum. At¨¦ que a risada alegre de Alice veio do sal?o de festas¡­ William olhou na dire??o do sal?o e notou algumas pessoas l¨¢ dentro, fazendo seus olhos escurecerem num instante. Vin¨ªcius seguiu o olhar de William e tamb¨¦m viu Liliane e os outros. Ele ficou chocado ao ver os tr¨ºs homens rcionados a Liliane presentes. At¨¦ Marc estava l¨¢? Com Marc ali, Vin¨ªcius tinha uma desculpa para se juntar a eles. Ele se aproximou de William e disse: ¨C ¨C William, Liliane e Marc tamb¨¦m est?o aqui! Preciso ir l¨¢ cumprimentar a Marc! Dizendo isso, Vin¨ªcius se abaixou para pegar Breno, que estava igualmente confuso, e correu para o sal?o de festas. O rosto de William ficou sombrio. Com Breno sendo levado embora, ele n?o teve escolha sen?o seguir eles. Quando entraram no sal?o de festas, o clima animado foi substitu¨ªdo pelo sil¨ºncio, a chegada de Vinicius e William. Marc arregalou os olhos e olhou para Vin¨ªcius, perguntando: O que voc¨º est¨¢ fazendo aqu¨ª? Vin¨ªcius levantou o queixo Breno em seus bra?os. ¨C Trouxe Breno para jantar e acabei encontrando voc¨ºs aqu¨ª. Ent?o, vim cumprimentar voc¨ºs. Marc franziu o cenho, ramente n?o acreditando nas pvras de Vin¨ªcius. Breno! ¨C Alicergou o bolo em suas m?os e correu em dire??o a Breno. Ao passar por Marc, essa segurou pelo bra?o. ¨C Espere, Alice. Alice inclinou a cabe?a, sem entender o que estava acontecendo. Mas logo entendeu, pois sua m?e ainda n?o havia concordado a entrada do pai irrespons¨¢vel. Eduardo levantou os olhos e encontrou os de William. No momento em que se encararam, uma sensa??o de sufocamento se espalhou p s de festas. Liliane olhou para Breno nos bra?os de Vin¨ªcius e viu seu rosto magro, sentindo uma pontada de dor no cora??o. Breno devia ter ficado muito chateado por ter sido arrastado por William. Liliane se levantou e foi at¨¦ Vin¨ªcius. ¨C Sr. Vin¨ªcius, j¨¢ que voc¨ºs est?o aqui, que tal nos sentarmos juntos? podia suportar a presen?a de William ali, porque queria ver Breno. 1 SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT X ¨C Cap铆tulo 417 Cap¨ªtulo 417 Vin¨ªcius mal podia esperar para que Liliane dissesse isso e logo empurrou Breno para os bra?os d. ¨C Ent?o, vou aceitar a gentileza. Com isso, Vin¨ªcius foi fr Marc. Liliane segurou Breno e olhou friamente para William, dizendo: Se n?o se importa, pode se sentar. Williamn?ou um olhar para os tr¨ºs homens que tinham alguma liga??o Liliane. Ele bufou em tom frio: Onde voc¨º acha que eu devo sentar? Liliane franziu a testa e perguntou: O que voc¨º quer dizer? Devo sentar aodo do seu atual Eduardo, ou aodo de Kerry, quem voc¨º tem um rcionamento amb¨ªgua? Ou, ainda, aodo de Carlos, a quem seus filhos chamam de ¡°papai Carlos¡± e voc¨º tem uma r??o confusa? ¨C Zombou William. Liliane ficou confusa as pvras de William. ¨C William, voc¨º est¨¢¡­ ¨C Antes que pudesse terminar a frase, parou e engoliu a pvra ¡°louco¡± de volta ¨¤ garganta. Breno estava ali e n?o queria dizer algo t?o duro! Kerry revirou os olhos desd¨¦m. ¨C Sr. William, se voc¨º n?o quer participar, ¨¦ melhor nem entrar, para que n?o se sinta desconfort¨¢vel. Williamn?ou um olhar frio para Kerry e, sem dar muita aten??o, puxou uma cadeira aodo. Breno colocou sua m?ozinha fria na de Liliane. ¨C Mam?e, n?o me segure mais, por favor. Voc¨º est¨¢ muito cansada para me segurar. Ele n?o queria causar mais dor ¨¤ m?e, cujas feridas ainda n?o tinham cicatrizado Liliane assentiu e soltou ele. Preocupada, perguntou: ¨C Breno, voc¨º n?o temido direito ultimamente? Breno for?ou um sorriso fraco e respondeu: N?o, ¨¦ s¨® que n?o tenho dormido bem. Mam?e, n?o se preocupe. Liliane n?o estava totalmente convencida, mas n?o podia cuidar de Breno agora. teria que deixar para mais tarde. Os tr¨ºs filhos logo se juntaram ee?aram a brincar animadamente. Liliane se sentou de novo aodo de Eduardo. Kerry tamb¨¦m se aproximou e se sentou aodo esquerdo de Liliane. Liliane ficou presa entre Eduardo e Kerry. Ao ver os tr¨ºs juntos, William ficou o rosto p¨¢lido. Ele contendo a raiva crescente em seu cora??o, ironizou: ¨C Sua harmonia ¨¦ impressionante. ¨C Sr. William, voc¨º est¨¢ ci¨²mes? ¨C Kerry respondeu um tom desafiador e arrogante. ¨C N?o tem jeito. Nossa r??o ¨¦ invej¨¢vel. Afinal, nossa Lili ¨¦ inteligente, bonita e ador¨¢vel. Apenas homens sem vis?o dispensariam ! ¨C Kerry! ¨C Interrompeu Liliane, sua voz firme. ¨C N?o diga mais nada! Kerry n?o se conteve: ¨C ¨¦ verdade! Homens um m¨ªnimo de discernimento nunca te deixariam! ¨C ¨C Kerry est¨¢ certo. ¨C Disse Eduardo, contendo a sensa??o de descontente e olhando para William. ¨C Apenas homens presun?osos n?o conseguem ver as qualidades de nossa Lili. William olhou frieza para ele. ¨C ¨C Voc¨º acha que h¨¢ algum problema o que eu disse? Voc¨º n?o acha que suas pvras s?o dolorosas? ¨C Retrucou Eduardo. D¨®i em Liliane ou d¨®i em voc¨º? Pressionou William. ¨C N?o estamos todos n¨®s aqui presentes? ¨C Rebateu Eduardo. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Liliane tentou conter a irrita??o, intervindo: ¨C Parem de brigar! No entanto, as pvras de Liliane n?o conseguiram deter a troca de farpas entre os dois homens. William estreitou o olhar frieza, ignorandopletamente as pvras de Liliane. ¨C A realidade n?o ¨¦ essa? Sr. Eduardo, voc¨º me surpreende. Como pode ficar tranquilo vendo a m?e de seus filhos interagindo tantos homens? Eduardo ficou furioso. ¨C Voc¨º acha que sabe de tudo? Acusar sem provas ¨¦ apenas cal¨²nia! William riu desprezo. ¨C Tudo o que vi n?o pode ser consideradoo evid¨ºncia? Liliane n?o conseguiu conter a irrita??o e interveio novamente: ¨C Por favor, parem de brigar! ¨C Suas opini?es podem ser consideradaso evid¨ºncia? William, que direito voc¨º pensa assim? ¨C Continuou Eduardo. Antes que a discuss?o pudesse continuar, Vin¨ªcius surgiu dodo. Liliane, hoje ¨¦ o anivers¨¢rio de seus filhos, n?o ¨¦? Vendo Vin¨ªcius intervir, o peso que estava preso na garganta de Liliane diminuiu um pouco. Cap¨ªtulo 418 Cap铆tulo 418 Cap¨ªtulo 418 ¨C N?o ¨¦ isso. ¨C Explicou Liliane. ¨C ¨¦ uma festa paraemorar a passagem das crian?as da pr¨¦¨C esc para o ensino fundamental. ¨C Marc revirou os olhos para Vin¨ªcius. ¨C O que isso tem a ver voc¨º? ¨C ro que sim! Isso s¨® mostrao os genes de Liliane e William s?o fortes, as crian?as s?o todas t?o inteligentes! Preciso aprender eles para que nossos filhos tamb¨¦m sejam assim no futuro! ¨C Voc¨º n?o tem vergonha? ¨C Marc corou. ¨C N?o tenho! ¨C Respondeu Vin¨ªcius. ¨C Estou apenas fazendo nos para o nosso futuro. Depois disso, Vin¨ªcius olhou para Eduardo. ¨C Eduardo, concordaigo? Eduardo olhou em segredo para Vin¨ªcius. ¨C ¨C Ian e Alice s?o meus filhos. Kerry, aodo, ouviu isso e arregalou devagar os olhos. Ele perdeu alguma fofoca? G e seu irm?o estavam fingindo na frente de William? Vin¨ªcius percebeu a express?o de Kerry e ficou um pouco suspeito. Kerry n?o sabia disso? N?o fazia sentido¡­ Kerry era s¨®cio e amigo de Liliane,o poderia n?o saber sobre os filhos e Eduardo? Vin¨ªcius olhou para Kerry. ¨C Kerry, sua tolerancia ao ¨¢lcool n?o ¨¦ l¨¢ essas coisas, por que est¨¢ bebendo de novo? N?o aprendeu da ¨²ltima vez? ! Kerry olhou raiva para Vin¨ªcius. ¨C O que voc¨º disse? Vinicius, uma express?o inocente, repetir Eu disse que sua tolerancia ao alcool n?o ¨¦ essas coisas! -Caramba! Kerry foi desafiado. Voc¨º ¨¦ o primeiro a dizer que minha tolerancia ¨¦ ruim! Quem se importa a ¨²ltima vez! Se tem coragem, me desafie novamente desta vez! Vinicius mostrou um olhar determinado. Ele precisava provocar algumas pvras naqu noite! ¨C Tudo bem! Estou dentro at¨¦ o fim! Kerry, furioso, chamou por mais bebida e desafiou Vinicius para um duelo Vendo que a discuss?o entre William e Eduardo foi interrompida, Liliane olhou rapidamente para Eduardo. Voc¨º pode ficar de olho nas crian?as. Eduardo n?o queria discutir mais William nesse dia especial. Ent?o ele se levantou para brincar as crian?as. Marc aproveitou a oportunidade para se aproximar de Liliane uma bebida. ¨C Lili, vamos beber juntas. Liliane estava prestes a aceitar, quando Carlos interveio: ¨C Voc¨º n?o pode beber, acabou de sair do hospital, cuide do seu ferimento. Liliane percebeu, corando de leve. ¨¦ mesmo, esqueci. Carlos entregou um suco para Liliane. ¨C Beba isso, tem vitaminas que ajudar?o na cicatriza??o. Liliane pegou o suco. ¨C Sim, obrigada. 2 Ao ver Liliane conversando em tom t?o suave Carlos, William ficou ainda mais irritado. fva ele tanto fervor, mas conseguia ser t?o suave ao fr Carlos? All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Marc notou a express?o de William e ficou um pouco confusa. Ser¨¢ que o chefe realmente n?o percebeu nada? Ou ser¨¢ que homens ciumentos perderam totalmente a capacidade de raciocinar? Era t?o ¨®bvio que parecia que havia algo entre Lili e o Dr. Carlos. Meia hora passou em um piscar de olhos. De repente, o celr de William tocou. Ele pegou o celr e, ao ver que era uma liga??o desconhecida, se levantou para atender l¨¢ fora. Depois de atender, uma voz odiosa ressoou no telefone. ¨C Sou eu, Miguel. William ficou uma express?o fria. ¨C O que voc¨º quer? Miguel deu um sorriso. ¨C S¨® queria te informar que amanh? estou nejando convidar a Srta. Liliane para jantarigo. ¨C Miguel! ¨C William cerrou os dentes. ¨C Voc¨º ousa se aproximar de Liliane? O riso de Miguel ficou mais alto. ¨C Est¨¢ nervoso ou medo? Est¨¢ medo de que eu transe ? Uma sombra sinistra passou pelos olhos de William. ¨C Miguel, n?o me force a mandar algu¨¦m te dar uma li??o novamente amanh?! Cap¨ªtulo 419 Cap铆tulo 419 Cap¨ªtulo 419 Antes de voc¨º me atacar, n?o seria melhor perguntar ¨¤ Srta. Liliane o que pensa sobre isso? ¨C Disse Miguel, calma. Eu vou te atacar e n?o preciso da aprova??o d! ¨C Retrucou William. Ent?o estou ansioso para isso! Provocou Miguel. Depois de dizer isso, Miguel desligou a chamada. William segurou firme o celr, emitindo uma aura de baixa press?o por todo o corpo. Mesmo que ele estivesse chateado Liliane, ele nunca permitiria que Miguel sequer tocasse n! Na s de festas. Liliane se levantou para ir ao banheiro. Ao sair, pretendia perguntar a um gar?om onde ficava o banheiro, mas sua m?o foi agarrada de repente. Antes que pudesse reagir, Liliane foi puxada para dentro de uma s privativa. A porta foi fechada, olhou surpresa para o rosto enfurecido de William. Liliane rapidamente se soltou, franzindo a testa. ¨C William, voc¨º poderia aprender a respeitar as pessoas? ¨C Me diga, qual ¨¦ a r??o entre voc¨º e Miguel? ¨C A voz de William era sombria,o se pudesse matar. Liliane manteve a calma. ¨C ¨C ¨C Por que eu deveria te contar algo sobre Miguel? ¨C Liliane, ele ¨¦ muito mais perigoso do que voc¨º imagina! ¨C William falou raiva contida. N?vel(D)rama.Org''s content. Liliane deu um sorriso. ¨C Voc¨º est¨¢ me dizendo isso porque est¨¢ preocupado o que ele pode fazer Os olhos de William se estreitaram. -Eu s¨® estou te lembrando o qu?o perigoso ele ¨¦¡­ ¨C Eu n?o preciso dos seus lembretes! ¨C Liliane interrompeu. ¨C William, se voc¨º diz que minha vida n?o tem nada a ver voc¨º, ent?o por favor, n?o se intrometa na minha vida pessoal outras pessoas! Voc¨º realmente quer se envolver Miguel? ¨C Questionou William. ¨C Sim! ¨C Liliane afirmou firmeza. ¨C Por favor, pare de se intrometer na minha vida! A raiva de William foi panhada de incredulidade. Ele olhou fixamente para o rosto determinado de Liliane e, de repente, a raiva em seu peito se dissipou. ¨C Parece que em apenas alguns dias, voc¨º j¨¢ est¨¢ apaixonada por ele. ¨C Zombou William, desd¨¦m. Liliane franziu o cenho. ¨C ¨C Para voc¨º, n?o existe amizade entre homens e mulheres? Os olhos de William ficaram sombrios. ¨C Voc¨º ¨¦ a primeira pessoa que quer ser amiga de Miguel. Voc¨º realmente precisa de ¨®culos! N?o veja as coisas de forma t?o unteral! Com isso, Liliane se virou e saiu da s privada. William seguiu Liliane para fora, a vendo determinada, seu peito parecia apertado. Como ele poderia fazer desistir da ideia de se encontrar Miguel? Ele aceitaria quem escolhesse estar, mesmo que isso machucasse ele. Mas, se essa pessoa fosse Miguel, absolutamente n?o toleraria! Na s de festas. Vinicius olhou para Kerry, que estava b¨ºbado e cambaleante, e depois para Marc, que estava descansando no sof¨¢. Ent?o ele disse: ¨C N?o vou beber mais, n?o tem gra?a assim. Kerry, a testa franzida devido ¨¤ embriaguez, perguntou: ¨C N?o vai beber mais? Neme?amos a beber direito e voc¨º j¨¢ quer parar? Ent?o, o que vamos fazer? N?o temos nenhum jogo para jogar, n?o temos muito o que conversar, simplesmente beber n?o ¨¦ t?o divertido. ¨C Disse Vin¨ªcius. Kerry, confuso, piscou os olhos. O que voc¨º quer conversar ent?o? Voc¨º n?o f nada verdadeiro, n?o vejo motivo para conversarmos. ¨C Vinicius estava prestes a se levantar. Ei! Voc¨º nem disse nada e j¨¢ sabe que n?o falo a verdade? ¨C Interveio Kerry. B¨ºbado, Kerry estava confuso e n?o conseguia entender o que Vin¨ªcius queria dizer suas pvras. Tudo que ele sabia era que eles mal tinhame?ado a beber e Vin¨ªcius j¨¢ queria parar. Percebendo a situa??o, Vin¨ªcius se sentou novamente. ¨C Estou curioso,o Eduardo concordou em deixar os filhos de Liliane terem o sobrenome d? ¨C ¨C Qual ¨¦ o problema isso? ¨C Kerry fez uma careta. ¨C Eles podem ter o sobrenome que quiserem. Cap铆tulo 420 Cap¨ªtulo 420 Kerry resmungou para si mesmo. Ele podia estar b¨ºbado, mas sua mente ainda estava ciarao o dia. Ser¨¢ que Vin¨ªcius achava que todos esses anos de sua experi¨ºncia em beber foram em v?o? Vinicius queria provocar, ent?o Kerry tinha que dar a ele algo diferente para morder! Sem esperar p resposta de Vin¨ªcius, Kerry continuou: ¨C Voc¨º n?o acha que Eduardo ¨¦ muito condescendente Liliane? ¨C Condescendente Liliane? ¨C Vin¨ªcius riu. ¨C Eduardo n?o mora Liliane, nem cuida d. Isso ¨¦ ser condescendente? ¨C Existem muitas maneiras de ser condescendente! Respeitar ¨¦ uma ds! Voc¨º ¨¦ realmente ing¨ºnuo. ¨C Kerry revirou os olhos para Vin¨ªcius. Bem, talvez houvesse alguma verdade nisso. Dar liberdade e confian?a tamb¨¦m era uma forma de amor. Vin¨ªcius observou Kerry e viu que ele estava realmente b¨ºbado, dissipando suas d¨²vidas. Ap¨®s um momento de pondera??o, Vin¨ªcius continuou: J¨¢ que Liliane tem uma fam¨ªlia, por que voc¨º ainda mora na casa d? Kerry retrucou. ¨C Por que eu n?o poderia morar l¨¢? Eduardo n?o se importa, por que voc¨º est¨¢ perguntando? ¨C Pensei que voc¨º estivesse l¨¢ porque gosta de Liliane ou est¨¢ tentando conquistar . ¨C Vin¨ªcius deu de ombros. ¨C ¨C Eu tenho algu¨¦m de quem gosto. ¨C Um olhar de mncolia passou pelos olhos de Kerry. ¨C ¨¦ uma pena que j¨¢ esteja casada. Vin¨ªcius ficou confuso. +10 BORBUS ¨C Quem? Um homem ou uma mulher? Eu sou heterossexual! Kerry encarou Vin¨ªcius, Eu moro l¨¢ para dissuadir William de se aproximar de Liliane! ¨C Com Eduardo l¨¢, qual ¨¦ o sentido disso? Eduardo n?o est¨¢ sempre presente. Fazendo isso, posso ajudar Liliane a afastar pretendentes indesejados! Vin¨ªcius soltou um sorriso. ¨C Parece que, para voc¨º, Liliane ¨¦ apenas uma amiga, Material ? N?velDrama.Org. ¨¦ mais do que isso, sem Liliane, eu n?o ser¨ªa quem sou hoje. ¨C Kerry n?o viu sentido em esconder mais o verdadeiro motivo de morar na casa de Liliane. Se Eduardo j¨¢ se pronunciou dizendo que as crian?as eram dele, por que ele se esfor?aria tanto para fingir? Tamb¨¦m era cansativo ser observado de perto por William o tempo todo. Vin¨ªcius arqueou a sobrancelha. Parec¨ªa que sua tentativa de provocar uma conversa n?o foi em v?o dessa vez, Antes que eles terminaram de conversar, Liliane e William entraram na s de festas, um ap¨®s o outro. Todos os olhares se voltaram para eles. Liliane se aproximou das crian?as. Est¨¢ ficando tarde, vamos voltar para casa. As crian?as pararam de brincar seus quebra¨Ccabe?as. Alice esfregou os olhos. ¨C Mam?e, estou cansada tamb¨¦m. Ian olhou para Breno, mas antes que pudesse dizer algo, William j¨¢ estava aodo de Breno. Vamos. Disse William ¨C Ok. ¨C Concordou Breno. Todos se arrumaram e desceram juntos. Antes de sa¨ªrem, William olhou para Eduardo aodo dele e disse: Voc¨º deveria cuidar de Liliane. Eduardo parou e encarou ele friamente. ¨C Comigo, pode fazer o que quiser. Eu n?o souo voc¨º, que n?o d¨¢ liberdade nem confian?a! William sorriu desd¨¦m. Voc¨º deixa a m?e de seus filhos se envolver um tipoo o Miguel, n?o tem medo de acabar sendo tra¨ªdo? Eduardo respondeu sem rodeios: ¨C Desculpe, mas acho que voc¨º vai se decepcionar. N?o vou ser tra¨ªdo! ¨C Voc¨º simplesmente confia n assim? ¨C Perguntou William, uma voz fria. ¨C Apenas pessoas carentes de amor continuam suspeitando que seus parceiros est?o traindo. Com estas pvras, Eduardo se virou e entrou no carro para levar Liliane e os outros de volta para casa. De volta ¨¤ Mans?o Ba¨ªa, Kerry foi direto para o quarto dormir, enquanto Eduardo ajudava Liliane a dar banho nas crian?as. Depois de colocar as crian?as na cama, Eduardo foi at¨¦ o escrit¨®rio procurar por Liliane. Liliane estava revisando as atas da reuni?o da empresa quando Eduardo entrou. perguntou: ¨C As crian?as j¨¢ est?o dormindo? Eduardo assentiu. Ele fechou a porta e se sentou no sof¨¢. ¨C Lili, o que est¨¢ acontecendo entre voc¨º e Miguel? Liliane franziu a testa. Era algo que queria conversar Eduardo h¨¢ um tempo, mas n?o encontrava a oportunidade certa ou a maneira certa de abordar o assunto. SURPERISE GIFT: 3000 bonus free for you,activity time is limited! GET IT Cap¨ªtulo 421 Cap铆tulo 421 Cap¨ªtulo 421 J¨¢ que William mencionou isso na frente de Eduardo, Liliane n?o precisava mais se preocupar emo abordar o assunto. desligou oputador ee?ou a fr: ¨C Eduardo, eu quero me aproximar do Miguel¡­ explicou a Eduardo seu prop¨®sito, mas Eduardo franziu a testa. ¨C Lili, embora seja importante provar sua inoc¨ºncia, estamos fndo de Miguel, voc¨º sabe da situa??o da Marta. ¨C Quanto mais perigoso, mais chances temos de encontrar evid¨ºncias. ¨C Liliane estava determinada. ¨C Contando o desejo de Miguel de se vingar do William, ele certamente me dar¨¢ aten??o. ¨C Voc¨º j¨¢ pensou nisso? Este passo pode te machucar gravemente. ¨C Alertou Eduardo. Liliane soltou um sorriso amargo. ¨C Quem n?o arrisca, n?o petisca, certo? Eduardo suspirou. ¨C -Me prometa que voc¨º ser¨¢ extremamente cuidadosa, especialmente ao aceitarida de Miguel. Liliane concordou a cabe?a. ¨C N?o se preocupe, eu sei me cuidar. No dia seguinte. Liliane foi ao jardim de infancia para fazer a transfer¨ºncia dos filhos, ocupando toda a manh? para concluir o processo. Com a presen?a do diretor Troy, tudo correu tranquilidade e eles seriam oficialmente matricdos no dia seguinte. Lilianeprou alguns presentes e os levou para o escrit¨®rio do diretor Troy. Ao ver Liliane trazendo tantas coisas, o diretor Troy ficou surpreso e foi cumprimentar . ¨C Sra. Liliane, o que ¨¦ tudo isso? Liliane colocou os presentes na mesa de centro. ¨C ¨C Diretor Troy, s?o apenas alguns presentes em sinal de gratid?o por aceitar meus filhos na esc. O diretor Troy recusou. ¨C Seus filhos s?o t?o excelentes, ¨¦ uma honra ter eles na esc. Liliane disse um sorriso: ¨C Na verdade, n?o ¨¦ s¨® isso. Tenho outro favor para pedir a voc¨º. O diretor Troy ficou intrigado. Voc¨º quer que seus tr¨ºs filhos estejam na mesma sse, certo? Liliane assentiu. ¨C Nossa situa??o familiar ¨¦ um poucoplicada, n?o vou me aprofundar, mas pe?o a voc¨º que concorde. O diretor Troy empurrou os presentes de volta para Liliane. ¨C Sra. Liliane, n?o precisa disso. Eu j¨¢ estava pensando em colocar seus filhos na mesma turma. Todos s?o seus filhos, ent?o eu definitivamente vou arranjar isso. Os presentes podem ser dispensados. Al¨¦m disso, ainda n?o te agradeci adequadamente por me ajudar o meu pai. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. ¨C Ajudar seu pai foi algo simples, voc¨º n?o precisa se preocupar isso. ¨C Colocar seus filhos na mesma s de a tamb¨¦m ¨¦ uma pequena coisa para mim. ¨C Disse o diretor Troy. ¨C Voc¨º pode trazer as crian?as para a esc amanh?? ¨C ro que sim. ¨C Respondeu Liliane. Amanh? ¨¤ tarde teremos um m¨¦dico vindo ¨¤ esc para fazer exames f¨ªsicos nas crian?as. Est¨¢ bem, obrigada por cuidar disso, diretor Troy. ¨¤ tarde. Liliane se dirigiu ¨¤ f¨¢brica seguindo o endere?o enviado por Nanda. Kerry estava ocupado organizando os assuntos na f¨¢brica. Depois de terminar de conversar os trabalhadores, Liliane se aproximou e perguntou: ¨C Kerry,o est?o os preparativos? Kerry virou a cabe?a e, ao ver Liliane, rxou imediatamente. Finalmente voc¨º voltou. A programa??o dos funcion¨¢rios est¨¢ quase pronta. Amanh?, voc¨º pode ir cancr o contrato de aluguel. Podemose?ar a operar aqui sem problemas, sem afetar as vendas. Liliane olhou para a nova f¨¢brica. ¨C Esta f¨¢brica parece muito boa. Fui at¨¦ o escrit¨®rio de terras alguns dias atr¨¢s e consegui outra parc de terreno! Embora a ¨¢rea da antiga f¨¢brica n?o seja t?o grande quanto a alugada, ¨¦ suficiente para nossas necessidades! Liliane ficou surpresa. ¨C Quando voc¨º fez isso? ¨C Alguns dias atr¨¢s. Decidi fazer isso de uma vez! A seguran?a aqui tamb¨¦m ¨¦ inacreditavelmente alta! ¨C Disse Kerry, orgulhoso, esperando por elogios de Liliane. Liliane soltou uma risada. ¨C O que ¨¦ isso? At¨¦ mesmoo vice¨Cpresidente voc¨º ainda quer receber elogios? ¨C Amanh? ¨¤ tarde teremos um m¨¦dico vindo ¨¤ esc para fazer exames f¨ªsicos nas crian?as. ¨C Est¨¢ bem, obrigada por cuidar disso, diretor Troy. ¨¤ tarde. Liliane se dirigiu ¨¤ f¨¢brica seguindo o endere?o enviado por Nanda. Kerry estava ocupado organizando os assuntos na f¨¢brica. Depois de terminar de conversar os trabalhadores, Liliane se aproximou e perguntou: Kerry,o est?o os preparativos? Kerry virou a cabe?a e, ao ver Liliane, rxou imediatamente. ¨C Finalmente voc¨º voltou. A programa??o dos funcion¨¢rios est¨¢ quase pronta. Amanh?, voc¨º pode ir cancr o contrato de aluguel. Podemose?ar a operar aqui sem problemas, sem afetar as vendas. Liliane olhou para a nova f¨¢brica. ¨C Esta f¨¢brica parece muito boa. ¨C Fui at¨¦ o escrit¨®rio de terras alguns dias atr¨¢s e consegui outra parc de terreno! Embora a ¨¢rea da antiga f¨¢brica n?o seja t?o grande quanto a alugada, ¨¦ suficiente para nossas necessidades! Liliane ficou surpresa. ¨C Quando voc¨º fez isso? ¨C Alguns dias atr¨¢s. Decid¨ª fazer isso de uma vez! A seguran?a aqui tamb¨¦m ¨¦ inacreditavelmente alta! ¨C Disse Kerry, orgulhoso, esperando por elogios de Liliane. Liliane soltou uma risada. ¨C O que ¨¦ isso? At¨¦ mesmoo vice¨Cpresidente voc¨º ainda quer receber elogios? Cap铆tulo 422 Cap¨ªtulo 422 ¨C Ei! ¨C Kerry n?o estava convencido. ¨C Isso n?o ¨¦ tudo por sua causa? Se fosse outra pessoa, eu nem me iodaria em mexer essas coisas! ¨C Se for assim, eu realmente devo te agradecer. Que tal, esta noite eu te convido para¡­ Houve um som de ¡°bip¡°. Liliane n?o teve a chance de terminar sua frase, seu celr recebeu uma mensagem. pegou e viu que era de Miguel, seu rosto imediatamente ficou frio. Miguel perguntou se poderia jantar ele naqu noite. Liliane riu frieza em sua mente. Ele estava sendo t?o direto agor¨¢, ser¨¢ que estava ansioso para conspirar contra William? Kerry percebeu que algo estava errado Liliane. ¨C G, o que foi? Voc¨º de repente ficou p¨¢lida. Liliane guardou o celr. ¨C Est¨¢ tudo bem, ¨¦ s¨® um assunto da empresa. Que tal eu te convidar para umnche tarde da noite? ¡ª Ent?o, ¨¦ melhor voc¨º vir para casaer, para n?o deixar as crian?as dedo. Se h¨¢ algo na empresa para voc¨º resolver, eu tamb¨¦m tenho algumas instru??es para dar aqui. ¨C Tudo bem, nos vemos ¨¤ noite. Ok. Saindo da f¨¢brica, Liliane entrou no carro. pegou o celr novamente e respondeu a mensagem de Miguel. ¡°N?o vejo sentido em jantar.¡± Miguel, ao ver a resposta sem emo??o, questionou . ¡°O que seria um jantar sentido? Estamos nejandoo atingir ele?¡± Liliane continuou provocando. ¡°E se n?o?¡± ¡°Qual seria a melhor forma de prejudicar ele?¡± IS BONUS Liliane sorriu desd¨¦m. ¡°Se eu souber, eu n?o vou concordar voc¨º.¡± ¡°A melhor maneira de lidar algu¨¦m ¨¦ destruir sua sanidade, v¨º¨Clo afundar em uma dor insuport¨¢vel.¡± ¡°O que isso tem a ver a nossa refei??o¡­¡± N?vel(D)rama.Org''s content. Enquanto digitava a mensagem, Liliane teve uma ideia repentina. apagou o texto ee?ou a digitar novamente. ¡°Voc¨º disse a Willia¨¬n que vamos jantar juntos, n?o foi?¡± ¡°Srta. Liliane, voc¨º ¨¦ muito inteligente.¡± ¡°Voc¨º estava t?o confiante de que eu concordaria?¡± ¡°A menos que voc¨º n?o queira prejudicar ele.¡± Naquele ponto, Liliane estava em uma encruzilhada. Ir ou n?o ir? Se fosse, provavelmente veria William aparecer. Ent?o ele provavelmente espancaria Miguel na sua frente. deveria intervir ou n?o? Se interferisse, Miguel ficaria todo metido. Se n?o o fizesse e Guilherme soubesse, William iria pagar o pre?o. Al¨¦m disso, se recusasse o convite para o jantar, Miguel ficaria desconfiado d. Era uma oportunidade t?o boa de causar dor a William, mas estava evitando. Liliane ficou perdida em pensamentos. Diante da primeira tentativa de Miguel, n?o podia recusar. Al¨¦m disso, considerando que William n?o estava disposto a ajudar , por que deveria se preocupar os sentimentos dele? Liliane respondeu a ele. ¡°Me envie o hor¨¢rio e o endere?o.¡± Miguel rapidamente enviou o endere?o do restaurante para Liliane, marcando o encontro para as seis da noite. Liliane foi at¨¦ a empresa para uma reuni?o r¨¢pida e depois voltou para casa para trocar de roupa. Sentada em frente ¨¤ penteadeira, viu os dois filhos se aproximarem express?es de d¨²vida. ¨C Para onde voc¨º vai, mam?e? J¨¢ est¨¢ se maquiando. ¨C Perguntou Alice, curiosa. Ian abaixou os olhos e deu um tapinha na cabe?a de Alice. Precisa perguntar? Mam?e provavelmente vai sair para um encontro. ¨C +15 B?NUS Encontro? ¨C Alice segurou a cabe?a dolorida pelo tapinha de Ian. ¨C Mam?e, voc¨º est¨¢ procurando um novo papai para n¨®s? ¨C Desde que mam?e esteja feliz, eu n?o me importo. E voc¨º? ¨C Disse Ian. ¨C Eu sou a queridinha mimada p mam?e! Se disser que sim, ent?o ¨¦ sim! ¨C Concordou Alice. Ian ficou sem pvras e pensou consigo mesmo: ¡°Ent?o, eu sou o queridinho mimado p m?e tamb¨¦m?¡± Ian bn?ou o corpo e se levantou. Continue se maquiando, eu vou para o meu quarto. Alice seguiu ele apressadamente. ¨C Ian, eu tenho uma pergunta para te fazer. Cap铆tulo 423 Cap¨ªtulo 423 Ian parou de repente. ¨C O que foi? Alice olhou para Liliane e, em seguida, agarrou Ian e correu rapidamente de volta para o quarto, fechando a porta. ¨C Ian, voc¨º n?o acha que o Breno est¨¢ estranho? ¨C Perguntou Alice. Quando mencionado, Ian tamb¨¦me?ou a perceber algo estranho. ¨C Breno parece estar mais magro e estava meio abatido quando brincamos juntos ontem ¨¤ noite. ¨C Ian franzia a testa. Alice concordou a cabe?a vigorosamente. ¨C Sim! ¨¦ exatamente isso! Eu sinto que o Breno est¨¢ doente. N?o fale besteira. ¨C Repreendeu Ian. ¨C Breno sempre est¨¢ mudando de ambiente, ent?o ¨¦ ro que ele n?o dorme bem. E agora, o que vamos fazer? ¨C Alice estava preocupada, piscando os olhos rapidamente. ¨C Ah! Ian, voc¨º acha que podemos fr o pai irrespons¨¢vel? ¨C ¡ª Como voc¨º pretende conversar ele? ¨C Perguntou Ian. ¨C N¨®s podemos enviar uma mensagem para ele! Pedir para ele trazer o Breno de volta! ¨C Sugeriu Alice. ¨C ¨C Voc¨º acha que ¨¦ t?o simples assim? ¨C Pelo menos vamos perguntar! Eu quero que Breno volte, d¨®i ver ele t?o magro. ¨C Disse Alice, enquantoe?ar a chorar, Ian tamb¨¦m n?o aguentou. Ele levantou a m?o e enxugou as l¨¢grimas de Alice. ¨C N?o chore, chorar n?obina voc¨º e eu n?o quero ver. Alice, os olhoscrimejantes, retrucou: ¨C Voc¨º ¨¦ um irm?oz?o fedido que mam?e encontrou em algum lugar! Ian sorriu, pegou o celr e disse: ¨C Eu sou cheiroso. Alice segurou a m?o de Ian e deu uma mordida em seu bra?o. Ian puxou a m?o de volta rapidamente, fingindo estar bravo. ¨C Voc¨º ainda quer que eu mande a mensagem? Alice riu e limpou o bra?o de Ian. ¨C Irm?o cheiroso, mande logo! Material ? N?velDrama.Org. Ian encontrou o n¨²mero de William e enviou uma mensagem. ¡°Sou eu, Ian. Vi que Breno n?o estava bemontem ¨¤ noite. Voc¨º poderia deixar ele voltar para a Mans?o Ba¨ªa?¡± Enquanto isso, na Novitex. William ainda estava em uma reuni?o quando recebeu a mensagem. Ele pegou o celr ao seudo para verificar. Ao ver a mensagem, franzindo o cenho, respondeu: ¡°N?o posso.¡± Depois disso, ele jogou o celr na mesa. Como esse garoto conseguiu o n¨²mero dele? Ainda por cima ousava mandar mensagem? Era muito prov¨¢vel que Liliane tivesse instigado isso. Querer que Breno voltasse? Isso era imposs¨ªvel! Ian esperava ser rejeitado, ent?o continuou enviando mensagem. ¡°Voc¨º ¨¦ um pai realmente p¨¦ssimo.¡± A mensagem chegou novamente. William se sentiu irritado. No entanto, n?o resistiu e pegou o celr para ler. Ao ver o conte¨²do, um sorriso ir?nico apareceu em seus l¨¢bios. Ele era p¨¦ssimo? ¡°Onde meu filho deve estar n?o ¨¦ algo que voc¨ºs t¨ºm o direito de decidir.¡± ¡°Ent?o voc¨º ¨¦ p¨¦ssimo. Voc¨º nunca pergunta a opini?o do Breno e manda ele para onde quer.¡± ¡°Voc¨º n?o precisa tentar me provocar, isso n?o vai funcionarigo.¡± ¡°Estou apenas fndo a verdade. Voc¨º n?o percebeu que Breno est¨¢ uma apar¨ºncia p¨¦ssima e emagreceu?¡± William ficou em sil¨ºncio. De fato, Breno estava visivelmente mais magro ultimamente, maso ele sempre dizia que n?o estava apetite, William n?o levou ele ao m¨¦dico para +15 B?NUS um check¨Cup. Talvez fosse hora de levar ele para uma consulta m¨¦dica. ¡°Eu vou cuidar dele.¡± Ian ficou r¨¢iva, Alice perguntou a ele: ¨C Ian, deu errado? ¨C N?o podemos sermos apressados, precisamos ir calma. ¨C Tudo bem. ¨C Respondeu Alice, desanimada. No quarto. Liliane se maquiou delicadamente e vestiu um elegante vestido branco. Ao ver sua imagem no espelho, respirou fundo. O vestido branco era o favorito de Marta e Liliane estava determinada a encontrar quem manchou sua reputa??o. William n?o conseguia engolir o orgulho, ainda menos! Cap铆tulo 424 Cap¨ªtulo 424 Liliane pegou sua bolsa e saiu do quarto. Ao passar pelo quarto das crian?as, parou para bater na porta. Em pouco tempo, Alice correu para abrir. Ao ver a apar¨ºncia de Liliane, os olhos de Alice brilharam. ¨C Uau, mam?e, voc¨º est¨¢ linda! ¨C Exmou Alice. ¨C Mam?e, da pr¨®xima vez use mais vestidos, voc¨º fica t?o bonita. ¨C ¨C Engra?adinha. ¨C Ian riu. Alice se virou para Ian um olhar zangado. ¨C Ian, n?o fale assim! ¨¦ irritante! GURE Liliane soltou uma risada. ¨C ¨C Obrigada, Alice. Eu vou sair um pouco, ent?o voc¨º e Ian precisam ficar em casa. O tio Kerry vai voltar logo. Alice sorriu mal¨ªcia. Mam?e, eu sei o que vai fazer, eu e o Ian vamos ficar bemportados. Liliane ficou surpresa. ¨C Alice, desde quando voc¨º aprendeu a observar as coisas? Alice empurrou Liliane brincando. ¨C Mam?e, v¨¢ logo, n?o se esque?a de encontrar um papai para mim e para o Ian! ¡°E Irritar o pai irrespons¨¢vel!¡± ¡ª Tudo bem, tudo bem, vou indo. Ian, cuide da sua irm?. ¨C Entendi. ¨C Ian respondeu, acenando para Liliane junto Alice. ¨C Na fam¨ªlia Lima. Mavis havia acabado de saber que Miguel recebeu alta naquele dia. Assim que recebeu a not¨ªcia, Mavis ligou para ele. Logo, Miguel atendeu. ¡ª Mavis, o que houve? All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Mavis disse suavidade: ¨C Miguel, vamosemorar sua alta, que tal jantarmos juntos? Miguel pensou rapidamerite, cado. ¨C Hoje ¨¤ noite? N?o vai dar, marquei deerida japonesa no Jardim do Sashimi. Jardim do Sashimi? Mavis rapidamente captou o ponto crucial. A pessoa quem Miguel marcou deer n?o poderia ser Liliane, n?o ¨¦? ¨C ¨C ¨¦ mesmo? ¨C Mavis fingiu decep??o. ¨C Que tal nos encontrarmos mais tarde para umnche? Miguel hesitou por um momento antes de responder. ! ¨C N?o sei se terei tempo. Mavis segurou firme a borda do vestido, for?ando um sorriso no rosto. ¨C ¨¦ assim? Tudo bem, talvez na pr¨®xima vez. ¨C Ok, eu vou indo, n?o quero fazer esperar muito. Mavis ficou louca para perguntar se aqu pessoa era realmente Liliane. Mas sabia que, se perguntasse, Miguel ficaria chateado! Mavis tentou manter a calma. ¨C Certo, v¨¢ ent?o, tchau. Tudo bem, tchau. Depois de desligar a chamada, Mavis se levantou rapidamente. precisava dar uma olhada no Jardim do Sashimi! Se necess¨¢rio, teria que agir, n?o podia deixar Liliane conquistar Miguel antes d! ¨¤s seis horas. Liliane chegou ¨¤ s privada conforme obinado e abriu a porta, onde Miguel j¨¢ estava sentado. Ao ver Liliane seu vestido branco, Miguel sentiuo se suas veias estivessem prestes a explodir em seu peito. Imagens de Marta, usando um vestido branco, vinham ¨¤ sua mente. A sensa??o de loucura que ele sentia ao estar Marta ainda estava fresca em sua mem¨®ria, agitando ele at¨¦ naquele momento! Miguel reprimiu o impulso de rasgar Liliane em peda?os e for?ou um sorriso falso em seu rosto. ¨C Srta. Liliane, voc¨º est¨¢ muito bonita hoje. ¨C Liliane puxou o canto dos l¨¢bios, olhando nos olhos de Miguel, enquanto se seritava em frente a ele. ¨C ¨C Obrigada pelo elogio. Srta. Liliane, pe?a o que quiser no card¨¢pio, n?o precisa ser educadaigo. Liliane n?o se iodou em ser cort¨ºs. Eu n?o estou dificuldades financeiras. Miguel fez um gesto a m?o segurando o card¨¢pio. ¨C Eu realmente tenho uma mem¨®ria ruim, esqueci que voc¨º tamb¨¦m ¨¦ uma empres¨¢ria. Liliane foi direto ao ponto. Vamos fr sobre neg¨®cios. Voc¨º acha que William vai aparecer? Miguel passou o card¨¢pio para Liliane. ¨C Srta. Liliane, que tal fazermos uma aposta? ¨C ¨C Aposta se William vai aparecer? ¨C Isso. O que voc¨º quer apostar? ¨C Zombou Liliane, desd¨¦m. ¨C Vamos apostar o pr¨®ximo encontro, que tal? ¨C Miguel tinha um sorriso superficial que era dif¨ªcil de decifrar. ¨C Est¨¢ bem. ¨C Liliane concordou prontamente. aparecer. ¨C Eu aposto que ele n?o vai Liliane pretendia perder para Miguel de prop¨®sito. ¨¤s vezes, ser passivo podia baixar a guarda do inimigo. Cap铆tulo 425 Cap¨ªtulo 425 Miguel mostrou uma express?o de surpresa. ¨C Srta. Liliane, voc¨º est¨¢ t?o certa disso? Liliane sorriu de canto. O que voc¨º acha que ele ¨¦? Quando fui agredida por seu pai, ele nem sequer piscou. Acha mesmo que ele viria para algo t?o trivial quanto um jantar entre n¨®s dois? Miguel soltou um sorriso. ¨C Tudo bem, ent?o eu aposto que ele vir¨¢. Voc¨º est¨¢ t?o confiante? Miguel deu um gole na ¨¢gua. Srta. Liliane, voc¨º ainda n?o percebeu? Ele me odeia. ¨C ¨¦ verdade. Liliane bufou, desd¨¦m. Qualquer um n?o toleraria ver sua pr¨®pria m?e sendo humilhada. Miguel deu um sorriso resignado. Srta. Liliane, parece que voc¨º ainda tem alguns equ¨ªvocos sobre mim. Isso ¨¦ apenas o pensamento normal que qualquer pessoa teria. ¨C Liliane disse. ¨C N?o consigo fingir essa hipocrisia que outros t¨ºm. O rosto de Miguel ficou sombrio por um momento, mas logo se rp?s. Liliane percebeu e o sorriso em seu rosto n?o chegou aos olhos. ¨C Parece que voc¨º tamb¨¦m n?o confia muito em mim. ¨¦ uma pena que eu tenha levado isso a s¨¦rio. Com isso, Liliane se levantou para abrir a porta. Miguel tamb¨¦m se levantou, lutando contra a dor em sua perna enquanto segurava o pulso de Liliane. ¨C Srta. Liliane, voc¨º est¨¢ sendo impaciente? Acho que n?o foi isso que eu quis. dizer. Liliane baixou os olhos para a perna de Miguel, n?o retirando de prop¨®sito sua m?o. Sua perna est¨¢ bem? Voc¨º pode ficar em p¨¦ agora? Os pensamentos de Miguel foram interrompidos ps pvras de Line, Srta. Liliane, eu estive no hospital antes de voc¨º. Liliane retiron lentamente sua m?o. Esque?a. Por favor, n?o tente me testat novamente. Eentediante. Fora da s privada. Mavis havia acabado de chegar e vin Liliane e Miguel se atracando. Seus olhos expressavam ci¨²me e descontentamento! Ent?o, Miguel estava jantando aqu vadia da Liliane! Mavis mordeu for?a os l¨¢bios, tentando descobriro poderia afastar Liliane. precisava garantir que conquistaria Miguel naqu noite, n?o importava of que acontecesse! O gar?om olhou para o quarto e depois para Mavis. ¨C Senhora, voc¨º conhece as pessoas dentro? Preciso abrir a porta para voc¨º? ¨C N?o, n?o precisa! ¨C Mavis interrompeu, sem paci¨ºncia.- Eu quero a s aodo. ¨C Ok, entendi. Ao entrar na s privada aodo, Mavis ouviu brevemente a men??o ao nome de William na conversa dos dois. Seu corpo estremeceu. Era isso mesmo! William! ? N?velDrama.Org - All rights reserved. Apenas sua presen?a seria suficiente para arruinar esse jantar deles, certo? Mavis rapidamente pegou o celr, abriu um aplicativo e enviou uma mensagem para William¡¯de um n¨²mero desconhecido. ¡°Liliane e Miguel est?o jantando juntos no Jardim Sashimi.¡± Jorge estacionou o carro, mas seu chefe n?o saiu do ve¨ªculo. Prestes a perguntar, William ordenou friamente: ¨C V¨¢ verificar se Miguel marcou um encontro Liliane. ¨C Certo, Concordou Jorge. Enquanto isso, William estava prestes a sair do carro quando seu celr tocou de repente. Ele pegou o celr e viu uma mensagem de um n¨²mero desconhecido. Ao ler a mensagem, seus olhos se estreitaram e a temperatura dentro do carro. pareceu cair abruptamente. Jorge percebeu a mudan?a de atmosfera e estava prestes a perguntar o que estava acontecendo quando ouviu William ordenar voz fria: ¨C V¨¢ para o Jardim Sashimi. Tudo¡­ Tudo bem, Sr. William! Dez minutos depois, Jorge parou em frente ao Jardim Sashimi. William encarou o restaurante deida japonesa olhos sombrios. N?o esperava que Miguel marcasse o encontro t?o perto do Jardim Azul. Serial para que ele pudesse chegar l¨¢ rapidamente? William abriu a porta e entrou no restaurante, seguido de perto por Jorge. O gar?om tentou se aproximar para receber eles, mas foi interrompido por Jorge. ¨C N?o se preocupe, estamos procurando algu¨¦m. O gar?om n?o ousou protestar, pois a aura intimidadora emanando do homem. bonito e elegante era assustadora demais. Cap铆tulo 426 Cap¨ªtulo 426 William estava prestes a procurar quando viu um gar?om abrir a porta de uma s privada. L¨¢ dentro estavam Liliane e Miguel! Com uma express?o sombria, William avan?ou, enquanto Jorge rapidamente alertou ele: Sr. William, n?o deixe que essa pessoa se machuque novamente! Ignorando Jorge, William empurrou a porta rec¨¦m¨Cfechada pelo gar?om. Ao entrar na s, Liliane e Miguel levantaram os olhos para ele. Liliane olhou para ele surpresa. Ele foi t?o r¨¢pido? Ao ver William aparecer, Miguel revelou um olhar calculista. Realmente, William veio mesmo. Ao ver a express?o furiosa de William, Miguel ficou empolgado e mal conseguiu conter suas emo??es. ¨C William est¨¢ aqui¡­ ¨C Miguele?ou a dizer um sorriso. Antes que pudesse terminar, William agarrou sua g e levantou ele do assento. ¨C Miguel, voc¨º est¨¢ pedindo para morrer! ¨C William estava os olhos vermelhos de raiva. Vendo que William estava prestes a dar um soco, Liliane interveio: ¨C William, pare! O punho de William parou no ar por causa das pvras d. Ele virou os olhos e olhou para Liliane uma express?o sombria. ¨C Fique quieta! Ao ver a emo??o descontrda de William, Liliane sentiu um aperto no cora??o. apertou for?a as m?os, sentindo as unhas cravarem na palma da m?o para se manter alerta. n?o podia se importar os sentimentos de William agora, precisava continuar a atua??o. Por que eu deveria ficar quieta? ¨C Retrucou Liliane, fingindo indigna??o. Voc¨º ¨¦ quem estragou nosso encontro! Por que eu n?o teria o direito de fr? William apertou for?a os dedos, uma mistura de raiva e decep??o em seu olhar. ¨C Voc¨º est¨¢ defendendo ele? ¨C Sim! Ele ¨¦ meu amigo! ¨C Respondeu Liliane, firmeza. Material ? N?velDrama.Org. William sentiu uma dor aguda. estava realmente defendendo Miguel? Apesar de todos os avisos dele e da situa??o de sua m?e, ainda considerava esse canalhao amigo? William, n?o fa?a isso, Srta. Liliane vai ficar assustada. Miguel aproveitou a raiva de William para provocar ele ainda mais. Por causa das pvras de Miguel, William deu raiva um soco em seu rosto. William, voc¨º est¨¢ louco? ¨C Liliane tentou se levantar para ir at¨¦ Miguel, mas William n?o deu a a chance de se preocupar ele. Ele agarrou sua m?o e puxou for?a para fora da s. William, me solte! Solte! ¨C Liliane lutou fricamente, mas a for?a de William s¨® aumentava. Na s privada. Miguelmbia o sangue do canto dos l¨¢bios. Seu amado irm?o William estava raiva, n?o estava? Estaria ele ci¨²mes? Miguel estava cheio de agita??o, ele havia conseguido o que queria! Ao ver a f¨²ria de William, ele se sentia feliz! Miguel queria perguntar a ele se estava pensando em o matar agora? Ele queria desmembrar ele e arrancar sua pele? Miguel estava debru?ado sobre o tatame, um sorriso distorcido no rosto. O sangue em seu corpo parecia fluir contra a corrente, deixando ele empolgado ao ponto da loucura. ¨C Miguel! De repente, a voz assustada de Mavis ecoou de fora da s privada. Ao ouvir sua voz, o sorriso no rosto de Miguel desapareceu num instante. Com uma express?o de repugnancia nos olhos, ele se ergueu devagar do ch?o. Olhando para Mavis que havia acabado de entrar ¨¤s pressas, ele deu um sorriso amargo e perguntou: Por que voc¨¦ veio? Os olhos de Mavis estavam cheios de preocupa??o enquanto ajudava Miguel a se levantar. ¨C ¨C Miguel, est¨¢ doendo? Miguel bn?ou a cabe?a e pegou um guardanapo da mesa para limpar o canto dos l¨¢bios. ¨C Est¨¢ tudo bem, n?o se preocupeigo. ¨C N?o, n?o est¨¢ bem! ¨C Mavis interrompeu. ¨C Vamos ao hospital dar uma olhada, n?o podemos ignorar isso. Miguel segurou a m?o de Mavis. ¨C Estou cansado, n?o quero ir ao hospital. Ent?o¡­ ¨C Mavis mexeu os l¨¢bios, pensativa. Ent?o eu te levo para descansar, tudo bem? O rosto de Miguel ficou sombrio. Cap铆tulo 427 Cap¨ªtulo 427 Fora do Jardim Sashimi. Liliane foi arremessada para dentro do carro por William. Atordoada pelo irnpacto, estava prestes a se sentar quando sentiu a a¨²ra sombria de William envolver . Ele agarrou o bra?o de Liliane e obrigou a se sentar, gritando raiva e sem qualquer raz?o aparente. ¨C ¨C Por que voc¨º fez isso? Liliane sentiu dor e sua raiva cresceu dentro d. ¨C Voc¨º acha que est¨¢ agindo de forma justa, William? Eu te disse para n?o se intrometer na minha vida, n?o foi? ¨C Estou perguntando por que voc¨º fez isso? ¨C William agarrou o crinho de Liliane, puxando para mais perto dele. ¨C Me diga por qu¨º? ¨C ¨C N?o h¨¢ motivo algum! ¨C Liliane olhou friamente para ele. ¨C Eu n?o preciso explicar nada para voc¨º! ¨C ¨C ¨C N?o precisa explicar, ¨¦ isso? ¨C Perguntou William, entre dentes. ¨C Isso mesmo! ¨C Liliane respondeu desafio. ¨C Eu n?o quero explicar nada para voc¨º! N?o quero explicar porque sou amiga dele! N?o quero explicar porque marquei um encontro ele! Mesmo se algo acontecer entre n¨®s no futuro, n?o quero explicar nada para voc¨º! ¨C Jorge! ¨C William rugiu de raiva. ¨C Saia do carro! Jorge rapidamente abriu a porta e saiu correndo. Liliane ficou confusa, sentindo uma sensa??o ruim surgir em seu cora??o. ¨C ¨C William, o que voc¨º vai fazer? Ah¡­ ¨C mal teve tempo de terminar a frase quando William agarrou seu queixo e a beijou. Ele parecia estar descarregando toda a sua raiva, mordendo Liliane enquanto emitia gemidos de dor. Com a raiva sendo inmada p lux¨²ria, William rasgou as roupas de Liliane. ¨C William! Pare! Pare!¡® ¨C Liliane empurrou William medo. ¨C Voc¨º est¨¢ carente de homens, n?o est¨¢? ¨C William dominou agressividade. ¨C Liliane, eu tamb¨¦m posso te satisfazer! Liliane simplesmente n?o conseguia empurrar o homem enfurecido que estava ¨¤ sua frente. Sendo for?ada por ele, l¨¢grimas escorreram de seus olhos. No hotel. Mavis levou Miguel para descansar em um quarto. Quando o colocou na cama, Miguel segurou a m?o de Mavis. ¨C Mavis, voc¨º n?o me odeia? ¨C Perguntou Miguel, tristeza. Mavis segurou a m?o de Miguel a d. ¨C ¨C Miguel,o eu poderia te odiar? Eu sei a verdade, ver voc¨º sendo humilhado por eles me parte o cora??o. Miguel soltou um sorriso amargo. ¨C Voc¨º n?o tem medo de que eu esteja te enganando? Um vil?oo eu merece ser punido pelo destino¡­ Antes que Miguel pudesse terminar, Mavis o beijou nos l¨¢bios gdos. Miguel ficou tenso por um momento, ent?o segurou a cintura esbelta de Mavis e a levou para a cama. Mavis deu um grito surpreso. ? N?velDrama.Org - All rights reserved. ¨C ¨C Miguel, voc¨º¡­ As m?os quentes de Miguel acariciaram suavidade o rosto de Mavis. ¨C N¨®s¡­ Vamos tentar, tudo bem? Mavis estava extremamente agitada e um rosto corado de vergonha. ¨C Est¨¢ bem. Logo, a atmosfera na s se tornou mais ¨ªntima. Mavis cuidou muito bem de Miguel durante todo o tempo, sabendo que suas feridas ainda n?o estavampletamente curadas, e se esfor?ou muito para cuidar dele. Mas no meio do caminho, Miguel chamou . ¨C Mavis, espere um pouco¡­ Mavis estava suada e ofegante quando perguntou: Miguel, o que foi? ¨C Voc¨º est¨¢ se esfor?ando demais, isso me preocupa. Na pr¨®xima vez, espere at¨¦ eu estar melhor das feridas, tudo bem? ¨C Disse Miguel, em tom suave. O cora??o de Mavis se aqueceu e se deitou no peito de Miguel. ¨C Miguel, obrigada por entender. Miguel acariciou seus cabelos enquanto respondia: ¨C V¨¢ para casa, eu vou pedir ao meu motorista para te levar de volta. ¨C Mavis ficou surpresa. ¨C Miguel, voc¨º n?o quer que eu fique? ¨C Eu tamb¨¦m preciso ir para casa, estou muito cansado. Mavis mordeu o l¨¢bio. J¨¢ que j¨¢ dormiram juntos, n?o se preocupava em n?o ter uma pr¨®xima vez! Mavis se levantou. ¨C Tudo bem, vou me arrumar e voltar para casa. Miguel assentiu e, assim que Mavis entrou no banheiro, ele pegou o celr e enviou uma mensagem. Cap铆tulo 428 Cap¨ªtulo 428 Dez minutos depois, Mavis saiu do banheiro. se aproximou de Miguel e deixou um beijo em seus l¨¢bios. ¡ª Estou indo agora, Miguel. Miguel sorriu gentileza. ¨C Tudo bem, tome cuidado no caminho, o motorista est¨¢ l¨¢ embaixo esperando. Ok. ¨C Mavis assentiu. Minutos depois, o motorista enviou uma mensagem informando que Mavis j¨¢ estava dentro do carro. Ao mesmo tempo, houve uma batida na porta. Miguel se levantou e abriu a porta. Dodo de fora estava uma mulher vestindo roupas sensuais, l¨¢bios vermelhos brilhantes. perguntou de maneira sedutora: ¡ª Senhor, voc¨º chamou o servi?o? Miguel se afastou. ¨C Entre. A mulher entrou passos vtes sobre seus saltos altos. Antes de andar muito, Miguel agarrou seus cabelos e jogou for?a no sof¨¢. A mulher segurou seus cabelos doloridos, se virou medo e disse: ¨C Voc¨º¡­ Os olhos de Miguel estavam cheios de uma loucura que ele havia reprimido por muito tempo,o se uma besta estivesse prestes a se soltar de dentro dele. Ele se aproximou da mulher e ordenou voz fria: ¨C Se vire! Tremendo, a mulher tentou se levantar para fugir, mas Miguel puxou de volta for?a. Com uma m?o pressionando firmemente o pesco?o d por tr¨¢s, sua respira??o erao a de uma cobra venenosa, gda e sinistra. ¨C Voc¨º n?o entendeu o que eu disse? A mulher quase n?o conseguia respirar, soltando sons de engasgo. En¡­ Entendi¡­ Depois de dizer isso, rapidamente se jogou no sof¨¢. Miguel avan?ou, agarrando brutalmente o seio da mulher e prou n viol¨ºncia. Naquele momento, Miguel estavapletamente diferente daquele que estava Mavis antes. Seus tra?os faciais estavam distorcidos pelo ¨ºxtase e ele emitia gemidos de satisfa??o. Material ? N?velDrama.Org. Se vire! A mulher estremeceu e, medo, se virou imediatamente. Mas o que n?o sabia era que, assim que se virou, recebeu um tapa no rosto de Miguel. A mulher ficou atordoada. Miguel agarrou seus cabelos novamente, jogando for?a sobre a mesa de caf¨¦. ¨C Senhor! Por favor, n?o me bata! Eu errei, eu errei! ¨C Quanto mais a mulher suplicava, mais agitado Miguel ficava. Ele aumentava a viol¨ºncia a cada momento, vendo o sangue escorrer da testa da mulher, seus impulsos se inmavam ao m¨¢ximo. Miguel continuava agredindo brutalmente a mulher, uma e outra vez, em uma s¨¦rie intermin¨¢vel de viol¨ºncia¡­ Mans?o Ba¨ªa. Dois pequenos esperavam ansiosamente por Liliane na s de estar, junto Kerry. J¨¢ eram dez horas e Liliane ainda n?o havia retornado. Nem mesmo atendia a liga??o. ¨C Ser¨¢ que a mam?e est¨¢ em perigo? ¨C Alice n?o conseguia ficar quieta, segurando firmeza o celr aguardando por noticias. Kerry tentou acalmar. ¨C N?o se preocupe, vou ligar mais duas vezes. Kerry ligou para Liliane mais duas vezes, mas a ¨²ltima liga??o resultou em apenas desligado. Foda¨Cse! ¨C Kerry n?o conseguiu conter a raiva. ¨C Ian, sua m?e disse para onde ia antes de sair? Ian, o rosto s¨¦rio, respondeu: estava muito bem¨Cvestida, provavelmente saiu para um encontro, mas n?o sei quem. G ¨C E o rastreamento? ¨C Perguntou Kerry. Se o celr n?o estiver desligado, posso localizar , mas se estiver desligado, n?o tenhoo. ¨C Explicou Ian. ¨C Merda. ¨C Kerry ficou impaciente e pegou o celr para ligar para Marc. Ap¨®s um tempo, Marc atendeu, sonolenta. ¨C Kerry, o que houve? ¨C ¨C ¨C ¨C Liliane est¨¢ voc¨º? ¨C Perguntou Kerry, diretamente. N?o, por qu¨º? ¨C Marc esfregou os olhos. ¨C O que aconteceu? saiu para jantar ¨¤ noite e ainda n?o voltou. O celr d est¨¢ desligado. N?o se preocupe, vou pedir para Vin¨ªcius ligar para o chefe e ver se est?o juntos. ¨C Ok, me ligue de volta depois. Marc se virou na cama e chutou o adormecido Vin¨ªcius aodo d. Vin¨ªcius acordou assustado e se virou rapidamente. ¨C O que foi? 5 Cap铆tulo 429 Cap¨ªtulo 429 ¨C Voc¨º poderia ligar para William e ver se a Lili est¨¢ ele? ¨C Pediu Marc. Vin¨ªcius concordou a cabe?a e ligou para William. A liga??o foi direto para o voicemail. Vin¨ªcius entregou o celr para Marc. ¨C Ele est¨¢ o celr desligado. O que est¨¢ acontecendo? ¨C Voc¨º acha que dormiro um tronco vai te ajudar a entender o que est¨¢ acontecendo? ¨C Marc ficou irritada e revirou os olhos para Vin¨ªcius. Vin¨ªcius parecia inocente. ¨C Vi voc¨º dormindo e n?o aguentei te acordar, ent?o adormeci voc¨º. ¨C Ent?o, ser¨¢ que Lili est¨¢ William? Os dois celres est?o desligados. Liliane n?o podia ser encontrada? Vin¨ªcius ficou mais alerta. ¨C O celr d tamb¨¦m est¨¢ desligado? Marc assentiu preocupa??o. ¨C Voc¨º tem o n¨²mero do assistente Jorge? Ligue para ele e pergunte. ¨C ¨C Ok, eu vou fazer isso. ¨C Vin¨ªcius ligou para Jorge. Jorge atendeu rapidamente, parecendo desconfort¨¢vel. ¨C Assistente Jorge, William est¨¢ Liliane? ¨C Vin¨ªcius perguntou diretamente. Jorge olhou embara?ado para o carro e depois para os pedestres que passavam constantemente. ¨C Sim, eles est?o juntos¡­ Jorge ficou todo vermelho, j¨¢ estava parado na rua por um bom tempo. Vin¨ªcius n?o p?de deixar de ser curioso. O que eles est?o fazendo? Por que ambos est?o os celres desligados? Jorge estava embara?ado. Sr. Vin¨ªcius, ¨¦ dif¨ªcil explicar, mas voc¨º entende¡­ Ouvindo isso, Vin¨ªcius levantou uma sobrancelha e olhou para Marc. Marc estava t?o surpresa que poderia engolir um ovo inteiro. Vin¨ªcius e Jorge trocaram algumas pvras antes de desligarem a chamada. Marc ficou chocada. Como Lili pode estar William novamente? Vin¨ªcius abra?ou Marc. O Eles se reconciliarem n?o ¨¦ uma boa coisa? Quando nos casarmos, eles tamb¨¦m v?o se casar, ser¨¢ divertido. Marc deu um soco no peito de Vin¨ªcius. Sem vergonha, quem disse que vou ficar voc¨º? Ainda n?o te perdoei! Ok, ok, voc¨º ¨¦ a chefe, voc¨º decide. ¨C Vin¨ªcius tentou acalmar . ¨C Mas, Marc, voc¨º n?o ganhou um pouco de peso recentemente? Marc estava prestes a ligar para Kerry, mas ao ouvir as pvras de Vin¨ªcius, revirou os olhos furiosos para ele. ¨C Quem voc¨º est¨¢ chamando de gorda? Vin¨ªcius respondeu em tom s¨¦rio: ¡ª ¨C Estou fndo s¨¦rio, voc¨º est¨¢ um pouco mais cheinha nos bra?os e na cintura. ¨C Cale a boca! Marc ficou furiosa e jogou um travesseiro em Vin¨ªcius. ¨C Eu voue?ar a fazer dieta amanh?! Vin¨ªcius riu. ¨C ¨C Est¨¢ bem, est¨¢ bem, estou brincando voc¨º. ¨¦ fofinho voc¨º estar um pouco mais cheinha. Agora, ligue para Kerry. ¨C ¨C Voc¨º tem sorte de estar vivo! Marc discou rapidamente o n¨²mero de Kerry. Kerry atendeu rapidamente. ¨C O que foi, Marc? Voc¨º encontrou ? Marc respondeu evasivamente: ¨C Sim, est¨¢ William, ocupada algo. N?o se preocupem, voc¨ºs podem levar as crian?as para dormir cedo. ¨C O qu¨º!? est¨¢ mesmo William? ¨C Kerry remou. desligou o celr? ¨C Ent?o por que Marc co?ou o nariz. ¨C Eu n?o perguntei muito, desde que esteja segura, est¨¢ tudo bem. N?o fa?a muitas perguntas tamb¨¦m. ¨C Tudo bem, vou levar as crian?as para dormir ent?o. ¨C Ok, ok! ¨C Assim que Marc desligou a chamada, o celr de Vin¨ªciuse?ou a tocar. Ele olhou para a t de chamada e franziu o cenho, levantou a coberta e disse para Marc: ¨C ¨¦ minha m?e ligando, vou l¨¢ fora atender. Marc olhou de forma estranha para Vin¨ªcius saindo do quarto. Ele realmente n?o podia receber a liga??o ali? Ele tinha que sair para fazer a liga??o? Ou ser¨¢ que o assunto que estavam discutindo era algo que ele n?o queria que soubesse? Curiosa, Marc se levantou da cama e se aproximou furtivamente da porta do quarto. Ao abrir uma fresta, ouviu a conversa de Vin¨ªcius. ¨C M?e, se voc¨º fizer isso de novo, n?o se surpreenda se eu n?o te respeitar na pr¨®xima vez. Me envie o endere?o, vou encontrar a pessoa amanh?! Encontrar quem? Marc franziu a testa, curiosa sobre quem Vin¨ªcius iria encontrar. Um homem ou uma mulher?? N?velDrama.Org - All rights reserved. Cap铆tulo 430 Cap¨ªtulo 430 Vendo Vin¨ªcius desligar a chatiada e voltar, Marc rapidamente deitou na cama e fingiu estar dormindo. agiuo se n?o soubesse de nada, No dia seguinte, estava determinada a panhar Vin¨ªcius para descobrir o que ele estava prestes a fazer! ¨¤s onze da noite. Liliane voltou para casa exausta. Subiu as escadas e entrou no banheiro, acendendo a luz. No reflexo do espelho, viu a si mesma. Cabelo bagun?ado, olhos inchados e v¨¢rios hematomas no pesco?o. Seus dedos se apertaram lentamente, enquanto sua mente ecoava a tirania de William. sabia que se encontrar Miguel deixaria William furioso, mas n?o esperava por esse desfecho. Antes de sair do carro, William advertiu , proibindo de se encontrar Miguel novamente, caso contr¨¢rio enfrentaria consequ¨ºncias semelhantes ¨¤s daquele dia. Mas uma vez que deu o primeiro passo,o poderia voltar atr¨¢s? A pessoa que prejudicou Marta ainda n?o foi identificada e mesma n?o tinha provas de sua inoc¨ºncia. Como poderia simplesmente desistir por causa disso? ¨C G, voc¨º voltou? Cad¨º minhaida noturna? ¨C A voz de Kerry soou de fora de repente. Liliane ficou um pouco aflita ao ouvir ele e rapidamente pegou uma toalha para cobrir o pesco?o. Kerry chegou ¨¤ porta do banheiro e ao ver a apar¨ºncia de Liliane, exmou chocado: ¨C Caramba, o que aconteceu voc¨º? Liliane olhou raiva para ele. Fale mais baixo, n?o acorde as crian?as. O que est¨¢ acontecendo? ¨C Perguntou Kerry, observando Liliane. Depois de um momento, seus olhos se arregram de repente. ¨C Voc¨º n?o foi intimidada por aquele canalha do William, foi? ¨C Kerry! ¨C Liliane interrompe¡°. ¨C Pare de fr! Eu vou pedirida noturna para voc¨º. Kerry ficou furioso de repente. ¨C Caramba! Eu sabia que algo n?o estava certo quando voc¨º estava ele! Ele te machucou? Ou te for?ou? Vou acabar ele! Liliane sentiu dor de cabe?a, resignada. ¨C Voc¨º sabeo escrever a pvra ¡°sil¨ºncio¡°? ¨C Eu sei! ¨C Respondeu Kerry. ¨C Mas mesmo assim, depois de tudo isso,o posso ficar cdo? ¡ª O que voc¨º vai fazer indo l¨¢? ¨C Liliane fechou os olhos, cansada. ¨C Eu vou lidar Voc¨º deveria cortar todos os?os aquele canalha! ¨C Disse Kerry. ¨C Eu nunca nejei entrar em contato ele novamente. ¨C Liliane respondeu. ¨C Mas o que fiz hoje deixou ele muito irritado. tinha consci¨ºncia disso, pelo menos. Kerry estava curioso ao ponto de ficar louco. ¨C Por que voc¨º est¨¢ guardando isso, s¨® para voc¨º? Por que n?o me conta? Eu n?o sou um estranho. ¨C Depois que tudo estiver resolvido, voc¨º saber¨¢ o que est¨¢ acontecendo. ¨C Disse Liliane, sem vontade de fr mais. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Kerry percebeu que Liliane n?o estava feliz, ent?o decidiu n?o pressionar mais . ¨C Tudo bem, se voc¨º n?o quiser fr sobre isso, n?o vou perguntar mais. Mas me prometa que vai se proteger e ficar longe daquele canalha, tudo bem? Foi sorte eu ter visto voc¨º hoje ¨¤ noite, mas se as crian?as tivessem visto, n?o seio teriam se sentido. Voc¨º sabe o quanto s?o sens¨ªveis. Liliane baixou os olhos. ¨C ¨C Sim, eu sei, mais tarde vamoser alguma coisa juntos. Tudo bem, voc¨º pode ir tomar banho, eu pe?o alguma coisa paraer! Quando aida chegar, eu te chamo. ¨C Ok. No dia seguinte. Marc fingiu que estava acordando cedo para ir trabalhar. Antes de sair, chamou Vin¨ªcius. ¨C Vin¨ªcius, temida na mesa, estou indo trabalhar. Vin¨ªcius abriu os olhos sonolentos e tentou se sentar. ¨C ¨C Eu te levo. N?o precisa, volte a dormir um pouco. ¨C Disse Marc, pegando sua bolsa. Estou saindo. ¨C Est¨¢ bem, tenha uma boa viagem, me avise se quiserer alguma coisa. ¨C Disse Vin¨ªcius. ¨C Ok. Depois de fr, Marc saiu de casa, pegou o celr e mandou uma mensagem para uma amiga que morava no mesmo condom¨ªnio, pedindo emprestado o carro. Rapidamente, a amiga trouxe o carro e Marc entregou as chaves do seu carro a . Quando a amiga foi embora seu carro, Marc entrou no carro d e esperou Vin¨ªcius descer. Cap铆tulo 431 Cap¨ªtulo 431 ¨¤s dez e meia da manh?. Vin¨ªcius saiu do pr¨¦dio, o celr cdo ¨¤ orelha, conversando algu¨¦m. O carro ligou, Marc rapidamente seguiu na dire??o que Vin¨ªcius estava indo. Eles pararam em um caf¨¦ perto do escrit¨®rio. Vin¨ªcius saiu do carro, enquanto Marc observou ele entrava no caf¨¦. L¨¢ dentro, ele se sentou em frente a uma mulher. Marc ficou chocada ao ver Vin¨ªcius marcando um encontro outra mulher ¨¤s suas costas! Ele achava t?o insignificante assim? Marc desceu do carro ¨¤s pressas, usando um bon¨¦ e m¨¢scara para esconder seu rosto. escolheu um lugar pr¨®ximo o suficiente para ouvir a conversa deles ramente. ¨C Voc¨º ¨¦ muito mais bonito do que na foto. ¨C A voz da mulher estava cheia de timidez. Vin¨ªcius, animado, respondeu: ¡ª ¨C Parece que voc¨º gosta do meu visual, obrigado pelo elogio. A mulher sorriu timidez. ¨C Sua m?e j¨¢ devem ter te contado sobre a situa??o da minha fam¨ªlia. Acho que podemose?ar conversando, o que voc¨º acha? ¨C ro que n?o me importo! Estou dispon¨ªvel 24 horas por dia. 24 horas por dia? Marc cerrava os punhos de raiva. Como ele n?o estava sempre dispon¨ªvel para durante essas 24 horas? Quando ele encontrava uma mulher bonita, revva sua verdadeira natureza, desejando ser um cachorro rastejando aos p¨¦s d? N?o precisa estar dispon¨ªvel 24 horas por dia, estamos nos conhecendo agora, podemos nos comunicar de vez em quando. ¨C Disse Juliana, envergonhada. Como assim? Uma boa oportunidade de casamento est¨¢ diante de n¨®s. Precisamos conversar mais para evitar que algu¨¦m te leve embora. Sr. Vin¨ªcius¡­ ¨C Juliana corou. ¨C N?o precisa ter tanta pressa, voc¨º n?o tem seu pr¨®prio trabalho? ¨C A empresa da fam¨ªlia ¨¦ suficiente para n¨®s depois do casamento, mas ainda quero passar mais tempo com voc¨º¡­ Ao ouvir as habilidades de Vin¨ªcius em conquistar mulheres, Marc tremia de frio. Era ro, qual era o status dele e qual era o d? Dois indiv¨ªduos de sses sociais diferentes,o poderiam ficar juntos? Quando finalmente entendeu, Marc se levantou de repente e foi at¨¦ Vin¨ªcius. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Vin¨ªcius e Juliana olharam juntos para cima ao verem a s¨²bita apari??o da figura. O rosto de Vin¨ªcius mudou de repente no momento em que ele viu Marc. ¨C Voc¨º¡­ Marc? O que est¨¢ fazendo aqui? ¨C Vin¨ªcius estava ramente em panico. Ma?ou um sorriso frio a ele. ¨C Voc¨º pode vir, mas eu n?o posso? Os olhos de Vin¨ªcius mostraram panico quando ele tentou explicar. ¨C ¨C Marc, n?o ¨¦ o que parece, me deixe explicar¡­ ¨C Cale a boca. Marc interrompeu, frieza. Ent?o, se sentou e olhou para Juliana do outrodo. ¨C Srta. Juliana. Juliana ficou confusa, olhando para Vin¨ªcius e depois para Marc. ¨C Quem ¨¦ voc¨º? ¨C N?o importa quem eu sou. ¨C Marc sorriu sem alegria. ¨C S¨® estou aqui para te dar um aviso amig¨¢vel, escolha seus homens sabedoria. N?o se engane achando que um homem bonito ¨¦ automaticamente um bom partido. Homens que t¨ºm namorada e ainda assim flertam por a¨ª n?o valem a pena, nem se me dessem de presente! Juliana olhou surpresa para Vin¨ªcius. ¨C Voc¨º tem uma namorada? Vin¨ªcius tentou explicar a cara dura. ¨C ¨¦ minha¡­ ¨C Eu n?o sou! ¨C Marc interrompeu novamente. +15 B?NUS Ao ouvir isso, Vin¨ªcius sentiu um arrepio na espinha. Ao ver o rosto g¨¦lido de Marc, ele sabia que estava em maus len?¨®is dessa vez! Tudo que passava p sua cabe?a naquele momento era que Marc realmente queria terminar ele¡­ Depois de fr Juliana, Marc olhou para Vin¨ªcius. ¨C Voc¨º sabe o que fazer a seguir. Com essas pvras, Marc se levantou para sair. Vin¨ªcius segurou rapidamente o pulso de Marc. ¨C Marc, me deixe explicar. Marc virou a cabe?a e retirou sua m?o um sorriso. ¨C Vin¨ªcius, estou te respeitando, n?o fa?a disso um espet¨¢culo p¨²blico! Cap铆tulo 432 Cap¨ªtulo 432 Depois de Marc se libertar, Vin¨ªcius agarrou novamente. Ele n?o podia soltar , caso contr¨¢rio, ele realmente a perderia. Como Marc n?o queria ouvir, Vin¨ªcius se virou para Juliana e disse: Srta. Juliana, ¨¦ minha namorada! O encontro de hoje n?o foi por minha vontade, fui for?ado por minha m?e a chegar a esse ponto. O que eu disse antes era apenas para te fazer sentir nojo de mim, n?o significava nada al¨¦m disso. Adeus! ¨C Voc¨º ¨¦ nojento mesmo! ¨C Marc olhou desgosto para Vin¨ªcius, que tentava explicar, e saiu. Vin¨ªcius rapidamente correu atr¨¢s d, indo para fora do caf¨¦. Ao ver Marc entrando em um carro desconhecido, Vin¨ªcius ficou um pouco surpreso.. Marc estava seguindo ele em outro carro? Vin¨ªcius n?o ousou pensar muito e foi at¨¦ odo do passageiro, abrindo a porta e entrando. ¨C Saia do carro. ¨C Disse Marc, em tom frio. Vin¨ªcius franziu a testa. Voc¨º poderia se acalmar e deixar eu explicar? Marc se virou para encarar ele. ¨C Eu n?o estou calma o suficiente? Preciso jogar ¨¢gua em voc¨º e te dar um tapa na cara para ficar calma? ¨C ¨C N?o, ou?a o que tenho a dizer. Foi minha m?e quem me ligou ontem ¨¤ noite, ent?o ¨¦ por isso que estou aqui hoje. Marc deu um sorriso ir?nico. ¨C Ah, sim, voc¨º costuma pensar antes de abrir a boca? Quem foi que me disse recentemente que ia desenhar roupas para mim? Ah, eu sei, eu fui ing¨ºnua achando que ¨ªamos conhecer seus pais juntos. Parece que s¨® eu estava animada, enquanto voc¨º estava desperdi?ando minha confian?a. N?o ¨¦ assim, Marc, eu realmente quero te levar na minha casa, mas preciso de tempo para fr com eles. Tempo? Voc¨º tem medo de que eles n?o concordem nosso rcionamento, por causa de diferen?as sociais, certo? Minha m?e ¨¦ realmente assim¡­ Ent?o n?o h¨¢ mais nada a dizer. Um casamento sem b¨ºn??os nunca ser¨¢ feliz, Vin¨ªcius, estou te dizendo seriamente agora, vamos terminar. N?vel(D)rama.Org''s content. Eu n?o vou terminar! Eu n?o quero terminar voc¨º! Marc segurou a dor crescente em seu peito, engolindo o amargor e disse os dentes cerrados: ¨C Saia do carro. ¡ª Eu n?o vou sair! N?o espere eu repetir! ¨C Marc olhou friamente para ele. ¨C V¨¢ embora! Vin¨ªcius baixou os olhos arrependimento e culpa. ¨C Marc, eu realmente errei¡­ ¨C V¨¢ embora! ¨C Marc n?o aguentou mais e gritou raiva para Vin¨ªcius. ¨C Saia, ouviu? V¨¢ embora! Vin¨ªcius baixou a cabe?a. ¨C Bem¡­ N?o fique brava, eu vou sair. Dizendo isso, abriu a porta e saiu do carro. No momento em que fechou a porta, Marc pisou no acelerador e partiu rapidamente. Esc Nobre de Souza. Depois de levar as crian?as para suas novas ss de a, Liliane seguiu a professora at¨¦ o escrit¨®rio. A professora tirou duas fichas de exame m¨¦dico e entregou uma ca para Liliane. ¨C Sra. Liliane, por favor, assine esses dois avisos de exame m¨¦dico. 1 Tudo bem. ¨C Liliane pegou a ca e assinou. ¨C Ah, professora, eu queria perguntar o que fazer se as crian?as n?o conseguirem panhar o ritmo dos estudos? A professora sorriu. Sra. Liliane, n?o precisa se preocupar isso. Nossa esc oferece tutoria especializada para alunos transferidos ou que est?o avan?ados. ¨¦ um tempo adicional de uma hora e meia ap¨®s o t¨¦rmino das as normais, especificamente *15 BONUS para isso¡­ Depois de ouvir a explica??o da professora, Liliane se sentiu aliviada. Do contr¨¢rio, a press?o acad¨ºmica das crian?as seria muito grande. ¨C Entendido, professora. N?o vou mais iodar voc¨º. ¨C Disse Liliane. N?o ¨¦ inc?modo. Os rt¨®rios dos exames m¨¦dicos das crian?as ser?o enviados para o seu celr em tr¨ºs dias. ¨C Entendi, at¨¦ mais. ¨C Concordou Liliane. At¨¦ mais! Ao sair do escrit¨®rio, o celr de Liliane tocou. Vendo que era uma liga??o de Marc, atendeu. ¨C Al?¡­ ¨C Lili¡­ Antes que Liliane pudesse terminar, o choro de Marc veio pelo telefone. O cora??o de Liliane apertou. ¨C Marc, o que aconteceu? Voc¨º est¨¢ livre? ¨C Perguntou Marc, enquanto chorava. ¨C Pode vir at¨¦ o Sabor Fluvial e Mar¨ªtimo para jantarigo? Cap铆tulo 433 Cap¨ªtulo 433 Capitulo 433 Liliane olhou para o reldgio no pulso. Tudo bem, espere por mim. Chegarei em meia hora. ¡ª Ok, estou te esperando. Apos desligar a chamada, Liliane foi para o Sabor Fluvial e Maritimo. Vinte minutos depois. Liliane chegou a s privada do Sabor Fluvial e Maritimo, ficou surpresa quando viu Marc os olhos vermelhos, comendo pesadamente. fechou a porta e se sentou em frente a Marc. Marc? Quem te machucou? Marc deixou a colher dedo e terminou de mastigar lentamente suaida, sua voz estava engasgada. ¡ªTerminamos. Por que terminaram? ¡ª Liliane ficou chocada. Eles nao estavam bem esses ultimos dias? Marc franziu osbios eegou a chorar num instante. Entre solugos, explicouo descobriu que Vinicius estava participando de encontros as cegas. ¡ª Lili, eu tentei muito me contrr. Eu tentei nado fazer um escandalo em publico, nado quero me tornar uma mulher hist¨¦rica por causa de um rcionamento. Mas meu coracao ddi tanto, €¨¦o se algu¨¦m estivesse cavando um buraco em mim, eu nao consigo superar... Depois de fr, Marc pegou a colher de novo e enfiou uma grande quantidade deida na boca. Asgrimas estavam misturadasida, nao conseguia fr, Os olhos de Liliane ficaram umidos tamb¨¦m. nunca tinha visto Marc assim antes. Marc nunca teve namorado, no maximo, se divertia alguns meninos. era, no fundo, uma pessoa conservadora. Vinicius foi o primeiro a quem se entregou emocionalmente.. Liliane ficou irritada. Se Vinicius nao queria participar de encontros, por que fazer isso? Ele at¨¦ escondeu de Marc, mesmo que tivesse sido uma mentira benevolente, nado deveria ter feito isso! Marc detestava mentiras e traigdes mais do que qualquer coisa e isso Liliane sabia melhor do que ningu¨¦m. Liliane abragou Marc. Marc, Vinicius estava errado nesse caso, mas nao podemos julgar eleo um traidor so por isso. Marc chorou tao forte que mal conseguia respirar. Mesmo que ele tenha mentido de prop¨¦sito para a outra pessoa durante o encontro, eu nao posso suportar. Ele escondeu de mim, isso ¨¦ errado! Eu vou fr ele sobre isso por voc¨¦, esta bem? ¡ª Liliane tentou acalmar. Marc bngou a cabega. Eu ja nao sei mais se o que ele disse ¨¦ verdade ou mentira. Ele agiu tao bem na frente d que at¨¦ eu acreditei. Quem sabe ele nao vai usar isso para me enganar no futuro? Liliane ficou s¨¦ria. De qualquer forma, precisamos esrecer essa situagao! Novitex. Vinicius estava deitado sem rumo na s de William, os olhos fixos no teto. William observou Vinicius, por um momento, antes de perguntar: ¡ª Aqui nao ¨¦ um spa, que tal encontrar outro lugar para sementar? Com a cabega virada, Vinicius murmurou: ¡ª William, at¨¦ voc¨¦ esta me abandonando? William olhou para ele de rnce. Nao consegue fr normalmente? Vinicius suspirou. Fui dispensado. Entendi.- William respondeu indiferente. Vinicius ficou surpreso. ¡ª S6 isso? William pegou um documento na mesa e respondeu sem emogao: O que mais voc¨¦ quer que eu diga? Te desejar felicidades na separacao? Vinicius se levantou de repente. Voc¨¦ nao deveria me confortar, me dizer para nao ficar triste e tentar reconquistar Marc? The content is on ! Read thetest chapter there! William falou em um tom s¨¦rio: ¡ª Ha sempre algu¨¦m melhor. Vinicius encarou ele. ¡ª Entao por que voc¨¦ nao desiste de Liliane? William parou de folhear os pap¨¦is e olhou profundamente para Vinicius. Voc¨¦ tem alguma objecao? Vinicius desviou o olhar. Eu nao ousaria ter objegdes, apenas fiz umentario. William nao disse mais nada, mas Vinicius nao conseguia ficar quieto. Ele se levantou e se aproximou da mesa de William, se inclinando para fr: The content is on ! Read thetest chapter there! ¡ª William, ouga 0 que tenho a dizer... Vinicius enta¨¦o explicou o que aconteceu durante o almogo. Antes que pudesse terminar, Jorge entrou p porta.N?vel(D)rama.Org''s content. Sr. William, o hospital ja fez os preparativos. Quando Breno vai para la? The content is on ! Read thetest chapter there! Cap铆tulo 434 Cap¨ªtulo 434 Vin¨ªcius ficou sem pvras olhando para Jorge. Jorge ficou confuso, sem entender por que o Sr. Vin¨ªcius estava o encarando daqu maneira. William se levantou. ¨C Entendi, vou pegar Breno esta tarde. Jorge assentiu e entregou a William um aviso. ¨C Sr. William, aqui est¨¢ outro aviso sobre o exame m¨¦dico da esc que precisa ser assinado. William pegou o papel e assinou rapidamente. Vin¨ªcius ficou confuso. ¨C ¨C Por que voc¨º est¨¢ levando o Breno ao hospital? ¨C Ele tem emagrecido muito ultimamente e n?o tem apetite, est¨¢ visivelmente abatido. ¨C ¨C Ah, talvez esteja chateado por n?o ver Liliane, o filho da minha tia ¨¦ assim. Disse Vin¨ªcius. William olhou friamente para ele. ¨C Voc¨º acha que Breno ¨¦ assim? ¨C Voc¨º n?o pode pensar assim, Breno s¨® tem cinco anos, n?o projete seus pr¨®prios pensamentos nele! ¨C Disse Vin¨ªcius. William ficou em sil¨ºncio. Talvez ele estivesse sendo muito rigoroso a crian?a? Vin¨ªcius sugeriu. ¨C Vamos almo?ar primeiro, afinal, o exame ¨¦ ¨¤ tarde. William assentiu e eles desceram juntos Jorge. Assim que sa¨ªram da empresa, o celr de Vin¨ªcius tocou. Ele atendeu e viu que era Liliane. ¨C ¨C Liliane, o que est¨¢ acontecendo? ¨C Ele olhou para William, cujo rosto estava um pouco frio. Onde voc¨º est¨¢ agora? Preciso fr voc¨º sobre algo. ¨C Disse Liliane. ¨C Estou embaixo do pr¨¦dio da Novitex. Que tal nos encontrarmos no Les Restaurante? Eu vou te mandar o n¨²mero da s privada mais tarde. 1 Tudo bem. Ap¨®s desligar a chamada, Liliane correu para o Les Restaurante, que ficava a apenas algumas quadras de distancia. N?vel(D)rama.Org''s content. No entanto, ao chegar l¨¢, se deparou Vin¨ªcius e William que estavam se aproximando. A express?o no rosto de Liliane ficou s¨¦ria e queria sair correndo, por instinto. Mas ao pensar que o problema Marc ainda n?o estava resolvido, engoliu sua relutancia e disse: ¡ª Vamos entrar e conversar. ¨C Certo. ¨C Concordou Vin¨ªcius. William olhou para Liliane, antes de entrar eles. Sentados na s privada, Vin¨ªcius empurrou o card¨¢pio na dire??o de Liliane. ¨C D¨º uma olhada no que querer. Eu n?o estou fome. ¨C Recusou Liliane, devolvendo o card¨¢pio. ¨C Eu vim ? ?aqui para perguntar por que voc¨º escondeu de Marc que estava indo em encontros. Vin¨ªcius franziu a testa. ¡ª Foi um pedido da minha m?e. Eu recusei algumas vezes, mas desta vez n?o pude recusar. ¨C Ent?o voc¨º n?o nejava contar para sua m?e sobre voc¨º e Marc? ¨C Perguntou Liliane friamente. ¨C ¨C Isso leva tempo, minha m?e ¨¦ tradicional, n?o ¨¦ f¨¢cil fr . Ent?o, se sua m?e n?o concordar, voc¨º neja deixar Marc sofrer assim para sempre? Eu nunca pensei em esconder Marc dos meus pais. ¨C Suspirou Vin¨ªcius. ¨C Eu estava errado hoje. Liliane riu frieza. ¨C ¨¦ verdade, voc¨º n?o precisa esconder o fato de ir a encontros, poderia ter simplesmente contad¨® a Marc o que estava acontecendo. Muitas vezes, informar por vontade pr¨®pria ¨¦ diferente de ser descoberto! De repente, William aodo soltou um sorriso ir?nico. Eles s?o solteiros, o que h¨¢ de errado em sair para se conhecerem? Liliane franziu o cenho. ¨C Para voc¨º, esse tipo deportamento pode ser mantido em segredo? William pegou calma sua x¨ªcara de ¨¢gua. ¨C Desde que a pessoa em quest?o n?o fa?a nada de trai?oeiro e seja transparente sobre a situa??o, n?o h¨¢ problema algum. Liliane riu desprezo. ¨C Parece que o Sr. Vin¨ªcius n?o contou toda a verdade para voc¨º. Vin¨ªcius se sentiu constrangido. Ele realmente n?o teve a chance de explicar antes de ser interrompido por Jorge que entrou. William tomou um gole de ch¨¢ sem express?o. ¨C Voc¨º acha que tem o direito de julgar ele? Se Marc tivesse um problema, n?o teria vindo at¨¦ voc¨º? ¨C Voc¨º n?o costuma enviar Vin¨ªcius para me encontrar? ¨C Zombou Liliane. William franziu o cenho, seus olhos escuros se voltaram para Vin¨ªcius. Vin¨ªcius ficou sem pvras. Merda, se William descobrir que ele estava constantemente indo procurar Liliane em seu nome, ele provavelmente seria repreendido. Liliane olhou para os dois e, de repente, tudo ficou ro para . 1 Ent?o, Vin¨ªcius ia at¨¦ em nome de William, mas William n?o fazia ideia. Cap铆tulo 435 Cap¨ªtulo 435 Ent?o, todas aqus coisas que William disse sobre se preocupar as crian?as e eram mentiras? Liliane deu um sorriso ir?nico. O que isso significava? Ele estava tratando o uma burra? Liliane se virou para Vin¨ªcius. ¨C\Sr. Vin¨ªcius, se voc¨º n?o tem a inten??o de levar as coisas a s¨¦rio Marc, ent?o deixe ir! Eu n?o vou deixar ir, meus sentimentos por Marc n?o s?o t?o superficiaiso voc¨ºs pensam! ¨C Recusou Vin¨ªcius. ¨C ¨C Ignorando os sentimentos dos seus pais? ¨C Perguntou Liliane, desd¨¦m. ¨C Eu s¨® n?o quero que meus pais coloquem Marc em uma situa??o dif¨ªcil. ¨C Explicou Vin¨ªcius. ¨C ¨¦ porque voc¨º tem medo de que seus pais n?o aceitem ou ¨¦ porque voc¨º n?o confia em Marc? ¨C Liliane pressionou. ¨C Voc¨º pode n?o entender Marc, n?o ¨¦ algu¨¦m que recue diante de um desafio! odeia ser enganada, mesmo que seja para o bem d, voc¨º n?o pode esconder tudo d. ¨C Voc¨º n?o ¨¦ assim? ¨C Disse William friamente, seu rosto emanava frieza. ¨C Me fez procurar por cinco anos. A raiva de Liliane cresceu dentro d. ¨C William, isso s?o assuntospletamente diferentes, por favor, distinga isso! William encarou frieza. Voc¨º n?o consegue nem lidar sua pr¨®pria vida pessoal, por que est¨¢ criando problemas para Vin¨ªcius? Liliane n?o recuou. Minha vida pessoal n?o tem nada a ver Marc e n?o preciso que voc¨º repita isso v¨¢rias vezes! Al¨¦m disso, se Vin¨ªcius n?o tivesse feito Marc chorar tanto hoje, eu n?o teria vindo aqui discutir voc¨ºs! ¨C ¨C n?o ousa vir por conta pr¨®pria? ¨C Questionou William, desprezo. ¨C Voc¨º acha que quer ver um homem que enganou ? Chega, voc¨ºs dois, parem de brigar por causa dos meus problemas! ¨C Interrompeu Vin¨ªcius, n?o conseguindo acreditar que eles estavam brigando por causa dele. Como duas pessoas t?o pr¨®ximas podiam se tornar inimigos t?o facilmente? ¡°Espere um minuto¡­ E se eles estivessem brigando sozinhos na s? E se eles conseguissem brigar e resolver alguma coisa?¡°, pensando nisso, Vin¨ªcius tomou um gole de ch¨¢ e se levantou. ¨C Vou encontrar Marc pessoalmente para explicar e pedir desculpas. Depois de dizer isso, ele caminhou em dire??o ¨¤ porta, puxando Jorge, que estava ali boquiaberto, surpreso a briga. Jorge ficou perplexo. A porta se fechou e Jorge perguntou confuso: ¨C Sr. Vin¨ªcius, por que voc¨º me trouxe para fora? Vin¨ªcius fez uma pergunta significativa: ¨C ¨C Eles estavam bem animados ontem ¨¤ noite, n?o estavam? Jorge ficou as orelhas vermelhas. ¨C Ah¡­ Vin¨ªcius deu um tapinha no ombro de Jorge. Eles est?o segurando a raiva agora. Deixar eles desabafar sozinhos pode ser uma boa ideia, n?o ¨¦? De repente, Jorge teve um insight.Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. ¨C O que voc¨º quer dizer ¨¦ que eles podem¡­ Vin¨ªcius arqueou uma sobrancelha. Eu n?o disse nada disso,o sua mente foi para um lugar sujo? Jorge ficou confuso e co?ou a cabe?a. Ele n?o tinha dito nada estranho, certo? Na s privada. Liliane e William estavam/sentados um de frente para o outro, em um clima estranho e frio. William mudou de assunto um tom calino. ¨C Ent?o,o voc¨º est¨¢ pensando sobre o que aconteceu ontem ¨¤ noite? Ao ouvir isso, Liliane sentiu uma mistura de vergonha e raiva. n?o queria tocar no assunto, mas ele acabou trazendo ¨¤ tona. +15 B?NUS ¨C Eu n?o pensei nisso! ¨C Respondeu Liliane, diretamente. O rosto de William ficou frio. ¨C Voc¨º ainda quer se envolver ele? Liliane ficou tensa. Para evitar que o que aconteceu no dia anterior se repetisse, s¨® podia dar um passo para tr¨¢s. ¨C Tenho coisas a fazer, ¨¦ melhor pararmos por aqui. William franziu o cenho. O que Liliane poderia estar fazendo Miguel? Ser¨¢ que estava tentando obter informa??es dele? ¨C Se voc¨º quer informa??es, h¨¢ maneiras mais seguras de fazer isso do que se aproximar dele. ¨C Falou William, suavidade. ¨C Eu sei muito bem quem ¨¦ Miguel, mas agora s¨® posso contar ele para me ajudar a esrecer algumas coisas! Voc¨º n?o precisa me convencer mais, minha mente est¨¢ decidida, ent?o n?o perca mais tempoigo. William olhou para Lilianeo um falc?o, pensando sobre suas pvras, enquanto lembrava da maneirao defendeu Miguel na noite anterior. Cap铆tulo 436 Cap¨ªtulo 436 Ao pensar naqu cena, ele n?o p?de deixar de questionar: ¨C Voc¨º est¨¢ tentando usar ele ou apenas se aproximar dele? Liliane ficou meio surpresa. William, se voc¨º n?o confia em mim, por que se dar ao trabalho de me perguntar? S¨® quero ouvir a verdade! Todas as pvras que eu digo s?o automaticamente rotdaso mentiras aos seus olhos? ¨C Liliane n?o p?de deixar de gritar para ele. se arrependeu de ter dado um passo atr¨¢s para explicar. Ele simplesmente n?o acreditava no que dizia! Est¨¢ se irritando porque fui capaz de descobrir a verdade? ¨C Zombou William. Liliane apertou os punhos e respirou fundo. William, por favor, v¨¢ ao hospital verificar sua paranoia! Eu te imploro, pare de me torturar! N?o aguento mais suas suspeitas repetidas vezes! Dito isso, Liliane se levantou e saiu da s privada, deixando William sozinho para ponderar sobre suas pvras. Qual ds era a verdadeira? ¨¤ tarde. Liliane contou a Marc o que Vin¨ªcius havia dito. Marc respondeu a sua mensagem. ¡°Deixe ele para l¨¢, estou cansada e quero dormir.¡± Liliane n?o disse mais nada e se voltou para suas tarefas. Depois de um dia agitado, at¨¦ as 2h30, Liliane recebeu a not¨ªcia de que as crian?as haviam terminado seus exames m¨¦dicos. Tamb¨¦m recebeu uma mensagem de Carlos. Ele enviou uma foto da esc junto uma mensagem. ¡°Eu estava preocupado que Alice ficasse medo de tirar sangue, ent?o pedi dispensa e trouxe um m¨¦dico do nosso departamento de exames para fazer o exame junto eles. Fique tranqu, Alice e os outros foram muito corajosos.¡± +15 B?NUS Liliane estava prestes a responder quando recebeu outra mensagem, dessa vez de Miguel. ¡°Voc¨º est¨¢ bem depois de ontem ¨¤ noite? William te iodou?¡± Liliane riu frieza e respondeu a mensagem. ¡°N¨®s tivemos uma conversa s¨¦ria sobre voc¨º.¡± ¡°Isso era de se esperar, mas parece que ele n?o conseguiu te influenciar.¡± ¡°Por favor, n?o traga ele da pr¨®xima vez, voc¨º n?o acha constrangedor? Eu me sinto desconfort¨¢vel.¡± ¡°¨¦ ro, eu tamb¨¦m n?o quero ser masoquista a ponto de ser espancado por ele.¡± Os olhos de Liliane mostraram desgosto. ¡°Voc¨º se colocou nessa situa??o por conta pr¨®pria, n?o foi?¡± ¡°Srta. Liliane, voc¨º est¨¢ certa. Quanto a seguir os pr¨®ximos passos?¡± Dessa vez, Miguel deixou a decis?o nas m?os de Liliane. Na verdade, ele queria ver o que Liliane faria com William. ¡°Vou te dizer quando decidir.¡± ¡°Tudo bem, sem pressa, estou aguardando sua mensagem.¡± Depois de enviar a mensagem, Liliane mergulhou em pensamentos. No final das contas, Miguel ainda estava testando se realmente queria cooperar para se vingar. Portanto, n?o podia ser muito apressada em puxar assunto, sen?o corria o risco de ser descoberta facilmente. Quanto ¨¤ pr¨®xima vez eo deveria retaliar William, teria que pensar cuidado. Liliane recolheu seus pensamentos e abriu a mensagem de Carlos. ¡°Com voc¨º por perto, as crian?as ficam mais tranqus. Voc¨º vai vir jantar hoje noite?¡± ¡°Vou estar de nt?o ¨¤ noite. Depois de amanh? ¨¦ Ano Novo, ent?o troquei meu hor¨¢rio de prop¨®sito. Podemos celebrar juntos o Ano Novo.¡± Liliane ficou surpresa, O Ano Novo havia chegado t?o r¨¢pido? Devido ¨¤ morte de Marta, Mavis ficou mais ativa novamente¡­ Content ? N?velDrama.Org. Parecia que n?o podia seguir o no conforme o nejado. ¨¤s vezes, as +15 B?NUS coisas n?o sa¨ªamo o esperado. precisava encontrar uma oportunidade o mais r¨¢pido poss¨ªvel para expor a verdadeira identidade de Mavis! ¡°Voc¨º est¨¢ ocupada?¡°, Carlos mandou outra mensagem. ¡°Desculpe, estava pensando em um problema.¡± Carlos perguntou de volta: ¡°Ser¨¢ que tenho a honra de poder te ajudar a resolver esse problema?¡± Liliane sorriu at¨¦ chorar as pvras de Carlos. ¡°Carlos, voc¨º est¨¢ ficando mais astuto.¡± ¡°Estou brincando, fale, qual ¨¦ o problema que est¨¢ te deixando t?o preocupada?¡± Liliane ponderou por um momento. ¡°Eu gostaria de fazer uma visita ¨¤ fam¨ªlia Lima no Ano Novo.¡± Cap铆tulo 437 Cap¨ªtulo 437 N?o demorou muito, ap¨®s Liliane enviar a mensagem, Carlos ligou para . Carlos, preocupado, perguntou: ¨C 7 Por que voc¨º quer ir ¨¤ fam¨ªlia Lima? Precisa que eu v¨¢ voc¨º? Estou preocupado que o Sr. Gilberto possa fazer algo contra voc¨º. Ouvindo a urg¨ºncia na voz de Carlos, Liliane riu. ¨C ¨C Por que voc¨º est¨¢ mais nervoso do que eu? Com o exemplo do Sr. Guilherme,o posso ficar tranquilo? Eu n?o quero envolver voc¨º nisso. Houve um momento de sil¨ºncio do outrodo da linha antes de Carlos dizer, voz baixa: ¨C Voc¨º acha que eu n?o sou capaz o suficiente para te proteger? Percebendo a mncolia na voz de Carlos, Liliane sentiu um aperto no cora??o. Carlos, n?o ¨¦ isso que eu quis dizer. Estou preocupada que voc¨º tamb¨¦m seja humilhado. Carlos respondeu calma e firmeza: ¨C N?o importa o que aconte?a, estarei ao seudo. As pvras de Carlos amoleceram o cora??o de Liliane. Se sentir protegida era reconfortante. Liliane suspirou aliviada. ¨C ¨C Est¨¢ bem, ent?o vamos juntos no Ano Novo. Certo, eu irei te buscar. ¨C Concordou Carlos. Na fam¨ªlia Lima. Mavis ligou para Miguel assim que acordou. N?o podia ficar sem entender o que aconteceu na noite passada, precisava de uma explica??o. Depois de um tempo, Miguel atendeu uma voz rouca. ¨C ¨C Mavis. Mavis ficou confusa e perguntou rapidamente: ¨C Miguel, o que aconteceu? Miguel respondeu sern energia: ¨C ¨C Acho que, talvez por causa de um soco e meu corpo ainda n?o estar totalmente recuperado, acabei tendo febre. Mavis pulou da cama. Onde voc¨º est¨¢? Vou te encontrar! ¨C V Norte Verde. Uma hora depois, Mavis chegou ¨¤ mans?o de Miguel. Como Miguel havia instru¨ªdo os seguran?as, eles n?o impediram de entrar. Mavis entrou apressada e a empregada informou: ¨C Srta. Mavis, o Sr. Miguel est¨¢ l¨¢ em cima. Em seguida, pressionou o bot?o do elevador para Mavis. Content ? N?velDrama.Org. Obrigada. ¨C Assentiu Mavis. ¨C De nada. ¨C Mavis entrou no elevador, indo at¨¦ o terceiro andar. Assim que as portas se abriram, Mavis avistou Miguel deitado na poltrona da s de estar. se aproximou e disse: ¨C Miguel? Miguel, o punho cerrado perto dos l¨¢bios, tossiu levemente e perguntou: Voc¨º chegou? J¨¢eu? Mavis negou a cabe?a e se agachou aodo de Miguel. ¨C Ainda n?o, assim que soube que voc¨º n?o estava se sentindo bem, corri para c¨¢. Miguel deu um sorriso gentil. Voc¨º ¨¦ t?o prestativa. Vou pedir para os empregados prepararem algo para voc¨ºer. O que voc¨º quer? Agora n?o ¨¦ hora deer. ¨C A preocupa??o estava estampada no rosto de Mavis. ¨C Voc¨º n?o deveria chamar um m¨¦dico? Ou dev¨ªamos ir para o hospital? Miguel acariciou o rosto de Mavis, mudando de assunto. +15 B?NUS ¨C Voc¨º est¨¢ me culpando pelo que aconteceu ontem ¨¤ noite? Corando de vergonha, Mavis segurou a m?o de Miguel. ¨D N?o, n?o estou te culpando. Voc¨º ainda est¨¢ se recuperando. Eu quero tepensar. ¨C Disse Miguel Disse Miguel suavidade eseus olhos fixos nos d,o se pudesse ler sua alma. O cora??o de Mavis batia forte, queria pr nos bra?os de Miguel naquele instante, mas sabia que n?o podia ceder ¨¤ tenta??o. estava l¨¢ para cuidar dele, n?o para dormir ele. Caso contr¨¢rio, seria menosprezada por ele mais cedo ou mais tarde. ¨C Vamos ver o m¨¦dico primeiro e depois fmos sobre outras coisas, est¨¢ bem? Para mim, sua sa¨²de ¨¦ o mais importante. ¨C Disse Mavis. Miguel retirou a m?o. ¨C Est¨¢ bem, vou seguir o seu conselho. Mavis assentiu. ¨®timo, vamos para o hospital. ¨¤ tarde. ¨C Liliane foi buscar as crian?as na esc. Os alunos foram levados pelos professores para as ¨¢reas designadas de suas respectivas turmas, onde os pais aguardavam eles. Liliane havia acabado de chegar ¨¤ ¨¢rea de espera quando viu William sair de um carro. Da mesma forma, William logo avistou Liliane entre a multid?o. Cap铆tulo 438 Cap¨ªtulo 438 No momento em que seus olhares se encontraram, Liliane ramente viu a curiosidade nos olhos de William. Ele estava se perguntando por que tamb¨¦m estava ali. Liliane desviou o olhar e, logo em seguida, William se aproximou d passosrgos. Com um ar g¨¦lido pairando sobre eles, a voz fria de William tamb¨¦m panhou. ¨C Eu acho que j¨¢ deixei ro que n?o quero mais que voc¨º veja Breno: Liliane deu um olhar de soio a ele. ¨C Esta esc ¨¦ sua propriedade? Voc¨º decide quem pode ou n?o frequentar? William franziu o cenho e olhou para o n¨²mero da s de a na parede. Em um instante, ele entendeu. Ele segurou o pulso de Liliane e levou em dire??o ao carro. O gesto abrupto de William despertou a raiva em Liliane. queria se libertar e queria xingar, mas ao ver tantos pais ao redor, n?o podia brigar William na frente de todos. Afinal, n?o era apenas a imagem deles que estava em jogo, mas tamb¨¦m a das crian?as! Assim que entraram no carro, William questionou seriedade: ¨C Voc¨º matriculou seus filhos na mesma sse que Breno? Liliane se afastou de William, mantendo uma distancia dele, e corrigiu: ¨C N?o fui eu quem matriculou, meus filhos conquistaram seus lugares nesta esc por m¨¦rito pr¨®prio. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. As sobrancelhas de William se franziram. Voc¨º n?o foi fr o diretor? De onde seus filhos tiraram a oportunidade de estudar nesta esc? Liliane n?o suportava mais o interrogat¨®rio dele. A raiva que estava reprimindo em seu peito era insuport¨¢vel e finalmente explodiu em um grito para William. Eu fui fr o diretor sim, mas ele j¨¢ estava pensando em permitir que as +15 B?NUS crian?as viessem estudar aqui antes mesmo de eu ir l¨¢! Isso inclu¨ªa Breno! William, por que voc¨º ¨¦ t?o ego¨ªsta? Voc¨º nunca considera os sentimentos dos outros? Quantas vezes eu tenho que te dizer isso? ¨C O herdeiro da Esc Nobre de Souza ¨¦ de uma linhagem respeitada em Serafim h¨¢ mais de cem anos! Voc¨º acha mesmo que eles iriam procurar seus filhos? Acha qu¨¦ eu acreditaria nisso? Liliane tremia de raiva. Por que eu deveriamber botas para agradar algu¨¦m? Por que voc¨º n?o usa seu poder em Serafim? ¨¦ dif¨ªcil para voc¨º investigar a r??o entre o Grupo TYC e a Esc Nobre de Souza? William endureceu o olhar. ¨C Voc¨ºs est?o cborando? ¨C ¡ª Sim! ¨C Admitiu Liliane e perguntou de volta voz dura. ¨C Algum problema isso? ¡ª Eu vou investigar essa quest?o. Se foro voc¨º diz, n?o terei mais obje??es. Liliane deu um sorriso ir?nico. ¨C Fa?ao quiser! Com isso dito, abriu a porta do carro e saiu. Depois de fechar a porta do carro, Liliane respirou fundo, contendo a sensa??o de amargura em seu nariz. n?o conseguia entender por que ele estava sendo t?o inflex¨ªvel. Se descobrisse quem prejudicou Marta no futuro, ele se arrependeria de impedir que e Breno se encontrassem? Minutos depois, os professores sa¨ªram as turmas. Liliane viu imediatamente Breno, o rosto p¨¢lido e ca¨ªdo. queria perguntar a ele se estava se sentindo mal, mas William j¨¢ havia se adiantado, bloqueando sua vis?o. Liliane teve que levar Ian e Alice at¨¦ o carro para irem para casa. No trajeto. Alice e Ian estavam sentados no carro em sil¨ºncio. Liliane percebeu que algo estava errado e perguntou: O que aconteceu voc¨ºs dois? Voc¨ºs n?o est?o se adaptando ao novo ambiente da esc? Alice suspirou fundo os l¨¢bios rosados entreabertos. ¨C Mam?e, ¨¦ realmente estranho. ¨C O que voc¨º quer dizer, Alice? ¨C Perguntou Liliane, sem entender. < Breno. ¨C Alice parecia desanimada. ¨C Eu acho que Breno est¨¢ doente. +15 B?NUS ¨C Eu tamb¨¦m acho, mas n?o sei exatamente o que est¨¢ acontecendo. ¨C Concordou I¨¤n, em voz baixa. Liliane tamb¨¦m havia percebido isso. Breno estava mais magro e parecia sem energia. Depois do jantar, queria mandar uma mensagem para verificaro ele estava. Para n?o deixar os dois preocupados, Liliane tranquilizou eles. N?o se preocupem, o hospital do papai Carlos ¨¦ grande, ele vai fazer um check- uppleto para Breno. Cap铆tulo 439 Capitulo 439 Ao chegar em casa, Liliane estava prestes a preparar o jantar para os dois filhos quando uma mulher salu da cozinha. tinha um rabo de cavalo alto e um rosto bonito que parecia ter cerca de vinte anos. Ao ver Liliane, seus olhos se iluminaram e, revndo um par de presas ador¨¢veis, disse um sorriso: ¨C Srta. Liliane, ol¨¢! Eu sou a Dora, a bab¨¢ que o Sr. Eduardo mandou aqui. Mal Dora terminou de fr, Eduardo velo da s de estar. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. ¨C Lili, voc¨º voltou. ¨C Eduardo, o que ¨¦ isso¡­ ¨C Liliane ficou intrigada. ¨C Para que voc¨º n?o se esforce muito, eu trouxe uma bab¨¢ para voc¨º. A Dora ¨¦ muito habilidosa, n?o s¨® cozinha bem, mas tamb¨¦m tem um monte de certificados. ¨C Eduardo sorriu. ¨C Certificados? ¨C Liliane ficou confusa. ¨C Que certificados? Eduardo olhou para Dora e se adiantou para a entrada, tirando uma grande carteira de seua pr¨®pria moch. Ent?o, se aproximou de Liliane e entregou os documentos as m?os. ¨C Srta. Liliane, por favor, de uma olhada! Liliane pegou confusa os documentos, os abriu e viu uma pilha de certificados. Certificado de professora, flu¨ºncia em franc¨ºs (nivel C2), ingl¨¦s (PETS¨C5), certificado de culin¨¢ria, nutricionista, taekwondo, artes marciais, e muito mais¡­ Liliane olhou para o ¨²ltimo certificado, surpresa. at¨¦ tinha um certificado de encanadora. Havia realmente pessoas t?o obcecadas por certificados nesse mundo? Liliane olhou para Eduardo. ¨C Eduardo, de onde voc¨º tirou essa mo?a? ¨¦ uma funcion¨¢ria da minha empresa. Ouviu que eu estava contratando uma bab¨¢ e se candidatou. 416 BONDS voluntariamente. ¨C Tio, sua empresa realmente tem talentos ocultos. Exmoun, ent?o perguntou a Dora. ¨C Voc¨º sabeputa??o? Os olhos de Dora brilharam. ¨C ro que sell ¨C Vamos jogar depois do jantar? -Tudo bem,n! ¨C Alice colocou as m?os ha cintura. ¨C Voc¨º ainda n?o fez o dever de casa e j¨¢ quer jogar noputador. Mam?e ainda est¨¢ aqui! Eu posso ajudar o dever de casa! ¨C Disse Dora, sorrindo. Liliane interrompeu a conversa deles. Dora, quanto meu irm?o est¨¢ pagando a voc¨º? Dora ergueu um dedo. ¨C Dez mil! Liliane olhou para Eduardo sem pvras. ¨C Eduardo, essa mo?a ¨¦ t?o talentosa e voc¨º s¨® paga isso? ¨C N?o ¨¦ assim, Srta. Liliane! ¨C Dora explicou rapidamente. ¨C Eu s¨® pedi esse valor! N?o estou precisando de dinheiro e esses certificados me rendem muito todos os meses! Alice estava curiosa. ¨C Dora, voc¨º ganha muito dinheiro todo m¨ºs? Dora co?ou a cabe?a envergonhada. Na verdade, n?o ¨¦ tanto, apenas alguns milhares de reais. Alice ficou boquiaberta de surpresa. ¨C Voc¨º consegue ganhar tanto sem fazer nada? Liliane acariciou a cabe?a pequena de Alice. ¨C Esse processo ¨¦ muito trabalhoso, querida. Eu tamb¨¦m quero ser t?o talentosa! ¨C Alice segurou a m?o de Liliane. ¨C Mam?e, eu gosto da Dora, posso pedir para ficar e nos panhar? ¨C ro. ¨C Liliane concordou. ¨C Dora, al¨¦m do sal¨¢rio, eu quero te dar mais dez mil. ¨¦ o meu jeito de agradecer, por favor, n?o recuse. Nesse caso, eu vou ficar respons¨¢vel pelos deveres das duas preciosidades a partir de agora! Voul para a cozinha preparar o jantar primeiro! ¨C Disse Dora. Liliane concordou a cabe?a, esperando que Dora entrasse na cozinha antes de seguir Eduardo para a s de estar. Eles se sentaram e Liliane olhou para Eduardo. Eduardo, me conte, Dora gosta de voc¨º, certo? Eduardo ficou surpreso. Do que voc¨º est¨¢ fndo? Liliane brincou ele. Se n?o, por que uma garota t?o talentosa estaria disposta a vir aqui para ser bab¨¢? ¨C Talvez s¨® esteja querendo experimentar a vida. ¨C Eduardo pegou umaranja da mesa. ¨C Nunca pensei em ter uma namorada. Liliane sorriu. Se Eduardo disse isso, o que mais poderia dizer? ¨C Ah, fndo nisso, voc¨º vai passar o Ano Novo a familia Lima, n¨¦? Liliane mudou de assunto. Eduardo entregou aranja descascada para Liliane. ¨C Vou, por qu¨¦? Se eu revr a verdadeira identidade da Mavis para a familia Lima no Ano Novo? O que voc¨º acha? ¨C Liliane disse enquanto colocava um peda?o deranja na boca. Cap铆tulo 440 Capitulo 440 N?o vai acontecer nada, se quiser fazer, v¨¤ em frente. Eu sempre serei o seu apoio, n?o se preocupe Liliane sentiu seu cora??o se aquecer. ¨C Certo, ent?o vamos marcar para a noite de Ano Novo. ¨C Ok, sobre as coisas rcionadas ¨¤ Mavis, eu vou preparar tudo, voc¨º s¨® precisa ir l¨¢ sozinha. ¨C Tudo bem. Depois do jantar, Doravou a lou?a e depois levou as crian?as para fazerem os deveres. Liliane ficou observando por um tempo, vendo os tr¨ºs se divertindo juntos, ent?o subiu para o andar de cima se sentindo aliviada. Entrando no escrit¨®rio, Liliane pegou o celr e ligou para o m¨¦dico do Hospital Santa Cruz. O m¨¦dico atendeu e Lilianee?ou: ¨C Doutor, eu queria discutir sobre a cirurgia da Lucinda. ¨C Srta. Liliane, finalmente voc¨º ligou. Estamos esperando por voc¨º h¨¢ muito tempo. ¨C Desculpe, fiquei internada por um tempo devido a alguns problemas de sa¨²de, sinto muito por fazer voc¨ºs esperar tanto. -Se sentir algum desconforto, n?o hesite em nos procurar. Me de seu e¨Cmail, vou enviar o no de cirurgia da Sra. Lucinda para voc¨º. Liliane forneceu seu e¨Cmail ao m¨¦dico. O m¨¦dico logo enviou o no de cirurgia. Liliane abriu o e¨Cmail noputador e ficou perplexa a densidade do texto em franc¨ºs. Sem entender muito. Liliane encaminhou o no para Carlos e, depois de um tempo, recebeu uma liga??o dele. Carlos, voc¨º viu o no de cirurgia, certo? ¨C Liliane atendeu. 1. VI. Respondeu Carlos. ¨C A parte da craniotomia est¨¢ muito avan?ada agora, os riscos tamb¨¦m foram reduzidos consideravelmente, podemos tentar. Com a opini?o de Carlos, Line se sentiu aliviada. ¨®timo, ent?o vou marcar o m¨¦dico. Ok, se lembre de se alimentar. Eu tenho uma cirurgia para fazer agora, ent?o tenho que ir. V¨¢ em frente, tchau. ¨C Ok. Ap¨®s desligar a chamada, Liliane ligou de volta para o m¨¦dico e agendou a cirurgia para o dia seguinte ¨¤ tarde, as duas horas. O m¨¦dico transmitiu a informa??o para William, que estava sentado no quarto de Breno naquele momento. Depois de ouvir o m¨¦dico. William deu suas instru??es calmamente. ¨C Entendi, a cirurgia precisa ser feita cuidado, faremos o poss¨ªvel para que Lucinda acorde. ¨C Entendido, Sr. William. Ap¨®s encerrar a liga??o, William olhou para Breno deitado na cama de costas para ele. -At¨¦ quando voc¨º vai continuar assim? ¨C N?o estou fome, n?o consigoer. ¨C Respondeu Breno, a voz fraca e vazia. William ficou a express?o s¨¦ria. -Se ¨¦ por causa de sua m?e, estar em greve de fome, ent?o esque?a a ideia de v¨º novamente. Posso te transferir de esc uma vez, tamb¨¦m posso fazer isso mais uma vez. Breno apertou a m?ozinha sobre o peito. N?o era que ele queria fazer greve de fome. Ele simplesmente sentia n¨¢useas sempre que viaida. Mas ele tamb¨¦m n?o queria mudar de esc. Depois de tanto esfor?o para poder ver a m?e ¨¤ tarde e os irm?os na esc;o ele poderia simplesmente ir embora? Breno apertou os dentes e, ignorando a dor em seu corpo, se sentou na cama. Com a cabe?a baixa, ele murmurou: N?vel(D)rama.Org''s content. ¨C Eu vouer. William se levantou. ¨C A bab¨¢ fez o seu ensopado de carne tomate favorito. Se lembre de terminar tudo. Breno saiu da cama, cal?ou os chinelos e, em um tom abatido, respondeu: X¨CEntendi. Descendo as escadas sozinho, Breno entrou na s de jantar. A bab? rapidamente serviu a sopa fumegante, mas Breno sentiu seu est?mago revirar ao ver a carne na superficie. Ao notar que Breno n?o estava bem, a bab¨¢ perguntou apressadamente: ¨C Breno, voc¨º n?o est¨¢ se sentindo bem? Breno desviou o olhar e apertou os l¨¢bios. ¨C Estou bem. Com isso dito, ele pegou a colher na mesa e encheu a boca carne e caldo, O enjoo subiu por sua garganta em ondas e as juntas dos dedos apertando a colhere?aram a tremer, ficando p¨¢lidas. Cap铆tulo 441 Cap¨ªtulo 441 A bab¨¢ olhou preocupada para ele. -Breno, se n?o gosta desse caldo, eu posso trocar por outra sopa para voc¨º, tudo bem? Breno segurou as l¨¢grimas, seus olhos ficaram vermelhos. ¨C Voc¨º pode ir trabalhar, n?o precisa se preocuparigo. ¨C Ok. Depois de fr, a bab¨¢ se virou e voltou para a cozinha paravar a lou?a, enquanto Breno deixou a colher cair e correu para o banheiro. Ao se inclinar sobre o vaso sanit¨¢rio, todo o alimento rec¨¦m¨Cingerido saiu de seu est?mago. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Com o corpo pequeno tremendo, Breno se sentou aodo do vaso sanit¨¢rio. Depois de terminar de vomitar, Breno se levantou dificuldade, mas a dor nas pernas fez ele perder o equil¨ªbrio e cair no ch?o. Uma dor aguda veio de seus joelhos, Breno olhou para baixo, vendo que a pele de seus joelhos estava cortada e o sangue vermelho escorria. Breno rapidamente pegou um len?o de papel e pressionou contra o ferimento sangrando, mas, mesmo depois de um tempo, o sangue n?o parou. ¨C -Breno? De repente, a voz da bab¨¢ veio de fora do banheiro. Estou no banheiro. ¨C Respondeu Breno, rapidamente. ¨C Ok, certo. A bab¨¢ saiu e Breno olhou para o ferimento que n?o parava de sangrar, franzindo a testa. Ele devia estar doente. Com sangramento no nariz, dores por todo o corpo, sem for?as ee?ando a ter manchas vermelhas na pele. Se fosse isso,o ele poderia contar ao pai? O pai pensaria que ele n?o estava cuidando de si mesmo? Ele pensaria que Breno n?o era um homem de verdade? Ou ele ficaria t?o preocupado a doen?a de Breno quee?aria a beber e fumar? Breno se apoiou na parede, olhando para o vazio os olhos vazios. Ele mal conseguia se cuidar, ent?oo ele poderia proteger sua m?e? 1 No hospital. Mavis estava sentada no sof¨¢, sonolenta, enquanto panhava Miguel. De repente, a porta do quarto foi aberta e uma enfermeira entrou para retirar a agulha de Miguel. Mavis acordou e perguntou baixinho: ¨C Ele est¨¢ sem febre? Est¨¢. ¨C A enfermeira retirou a agulha e tirou uma receita do bolso para entregar a Mavis. ¨C Esses s?o os rem¨¦dios dele, voc¨º pode pegar na farm¨¢cia. Mavis pegou a receita e se levantou. ¨C Certo. No pr¨¦dio do consult¨®rio. Mavis subiu as escadas at¨¦ o segundo andar. Justo quando estava prestes a subir os degraus, ouviu a conversa de dois m¨¦dicos aodo. ¨C Tem certeza disso? Ele ¨¦ mesmo o filho do presidente da Novitex? Sim, eu at¨¦ fiz uma pesquisa online, ele se chama Breno. ¨C Meu Deus, que pena. Sua fam¨ªlia nem percebeu que ele tinha leucemia? Foi a esc que descobriu durante o exame m¨¦dico? ¨C N?o sei, mas talvez seja melhor n?o discutirmos esse assunto, para evitar criticas. Ao ouvir as pvras dos m¨¦dicos, Mavis ficou paralisada no lugar. Leucemia? Breno? Como assim? William n?o sabia de nada disso? Se ele soubesse, aqueles m¨¦dicos n?o teriam discutido daqu forma. Mavis soltou um riso ir?nico. O que estava acontecendo afinal? Como acabou ouvindo sobre isso? e?ou a andar devagar em dire??o ao segundo andar, cada passo panhado por uma estrat¨¦gia se formando em sua mente. At¨¦ chegar ao topo da ¨²ltima escada, Mavis j¨¢ tinha um nopleto em mente. Se pudesse aproveitar essa informa??o que havia acabado de ouvir, n?o s¨® poderia ganhar a confian?a de Miguel, mas tamb¨¦m fazer que ele se lembrasse de suas boas a??es! Mavis sorriu de satisfa??o ao entrar na farm¨¢cia para pegar os rem¨¦dios. Depois de os pegar, voltou para o quarto de Miguel. Naquele momento, Miguel j¨¢ estava acordado, sentado na cama e mexendo no celr. Ao ver Mavis voltar, Miguel colocou o celr dedo. ¨C Eu estava prestes a te ligar. Mavis fechou a porta e avan?ou, tentando contrr a agita??o em seu cora??o. 1 ¨C Miguel, acabei de ouvir algo importante. 1 ¨C O qu¨º? ¨C Miguel perguntou confuso. ¨C O que foi? Breno est¨¢ leucemia! Revelou Mavis. ¨C Miguel franziiu a testa ligeiramente, seu olhar ficando s¨¦rio. ¨C Voc¨º tem certeza? Cap铆tulo 442 Cap¨ªtulo 442 ¡ª Tenho certeza! ¨C Mavis afirmou convic??o. ¨C Miguel, quero discutir algo voc¨º. ¨C O que ¨¦? ¨C Perguntou Miguel. Mavis respirou fundo e continuou: Na verdade, ouvi sua conversa Liliane ontem ¨¤ noite. Eu sei o que voc¨º est¨¢ pensando sobre William agora. Se voc¨º me der uma chance, posso me infiltrar aodo de William. Assim, qualquer informa??o que voc¨º queira saber, eu poderei te contar em primeira m?o. E se voc¨º quiser fazer algo em r??o a ele, eu posso te ajudar. O que acha? Miguel franziu o cenho. ¨C Mavis, voc¨º n?o precisa fazer isso por mim! Ser descoberta por ele seria muito perigos para voc¨º. Mavis deu um sorriso. ¨C Miguel,o voc¨º pode pensar que eu me colocaria em perigo? Confie em mim, eu posso fazer isso. ¨C Mavis¡­ ¨C Miguel, me escute. Quando soube que voc¨º estava longe de casa por tantos anos, eu realmente senti sua dor. Agora temos uma ¨®tima oportunidade de trabalhar juntos. Por que dever¨ªamos a perder? Ao olhar para o rosto sincero de Mavis, Miguel disse: ¨C Mavis, se voc¨º realmente estiver disposta a fazer isso por mim, eu daria minha vida por voc¨º. ¨C N?o fale bobagens. ¨C Disse Mavis. ¨C S¨® quero que voc¨º esteja bem, isso j¨¢ ¨¦ mais do que suficiente. Na verdade, tamb¨¦m tinha seus pr¨®prios interesses. Liliane n?o estava sendo muito arrogante na frente d h¨¢ alguns dias? Como poderia engolir esse insulto sem retaliar? queria ver at¨¦ onde Liliane iria quando todos os que desejava tivessem se voltado contra . +15 B?NUS Ap¨®s a conversa Miguel, Mavis voltou para a fam¨ªlia Limas. precisava saber o qu?o grave era a leucemia de Breno antes de prosseguir seu pr¨®ximo no. Depois de refletir por um tempo, Mavis pensou em Sr. Giovane. Sr. Giovane era Miguel, e, considerando o ¨®dio de Miguel por William, ele provavelmente estaria disposto a ajudar . Mavis discou o n¨²mero de Sr. Giovane e logo a liga??o foi atendida. Fingindo n?o saber de nada, Mavise?ou: ¨C Sr. Giovane, preciso de um favor seu. ¨C Diga logo. ¨C Eu gostaria que voc¨º investigasse o qu?o grave ¨¦ a condi??o de sa¨²de de Breno. Sr. Giovane hesitou por um momento e perguntou: ¨C E ent?o? ¨C Ao ouvir a resposta de Sr. Giovane, Mavis ficou mais convencida de que Miguel era o Sr. Giovane! Como ele poderia n?o demonstrar nenhum interesse e simplesmente perguntar e ent?o? ¨C Se for grave, voc¨º poderia me ajudar a encontrar um doador de med ¨®ssea adequado para Breno o mais r¨¢pido poss¨ªvel? ¨C Perguntou Mavis. Ao ouvir isso, Sr. Giovane riu frieza. Parece que voc¨º est¨¢ pensando em usar a vida daquele garoto para ele dever um favor a voc¨º. ¨C Exatamente. ¨C Respondeu Mavis. Isso tamb¨¦m facilitar¨¢ minhas futuras tarefas. ¨C Posso te prometer que, em dois dias, conseguirei encontrar um doador de med ¨®ssea adequado. Depois disso, o que voc¨º far¨¢ para permanecer aodo dele ¨¦ voc¨º. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. ¨C ¨C N?o se preocupe, Sr. Giovane. ¨C Mavis riu friamente.- Eu sei o que fazer. ¨C Entendido. Ap¨®s desligar a chamada, Mavis cruzou as pernas, rxando no sof¨¢. sabia que teria muito trabalho p frente. No dia seguinte. Liliane se levantou e se arrumou para acordar as crian?as. Quando chegou ao quarto ds e abriu a porta, n?o as encontrou l¨¢ dentro. Liliane ficou um pouco preocupada e foi rapidamente para as escadas. Ao chegar ao t¨¦rreo, ouviu as risadas das crian?as vindo da s de jantar. Curiosa, Liliane se dirigiu para l¨¢ e viu que Dora j¨¢ havia preparado o caf¨¦ da manh? e estava servindo um por um para as crian?as. O caf¨¦ da manh? feito por Dora era abundante e nutritivo, Liliane sorriu satisfeita. Parecia que ter uma nutricionista cuidando das crian?as em casa era uma coisa boa. Dora colocou os pratos na mesa e olhou para cima, justo quando viu Liliane. Com um sorriso radiante, mostrou seus dentes de coelho e disse: ¨C Srta. Liliane, o caf¨¦ da manh? est¨¢ pronto, venhaer! Cap铆tulo 443 Cap¨ªtulo 443 Liliane se dirigiu ¨¤ mesa do caf¨¦ da manh?. ¨C Voc¨º preparou tudo isso t?o cedo? ¨C ¨¤s cinco horas! ¨C Respondeu Dora. ¨C Srta. Liliane, se voc¨º n?o se importar, a partir de amanh?, come?arei a fazer exerc¨ªcios f¨ªsicos Ian e Alice. Exerc¨ªcios f¨ªsicos? ¨C Liliane ficou surpresa. Mam?e! ¨C Alice sen?ou nos bra?os de Liliane. ¨C Mam?e, eu quero fazer exerc¨ªcios Dora, eu e Ian j¨¢ tentamos de manh? e foi muito divertido! ¨C ¨¦ mesmo? ¨C Liliane abra?ou o corpo macio de Alice. ¨C Mas fazer exerc¨ªcios n?o ¨¦ apenas fr, ¨¦ preciso perseveran?a. Ian concordou, tomando um gole de leite. ¨C ¨¦ um pouco cansativo, mas estou bem. Ele pensou que seria ¨²til aprender algumas ticas de autodefesa Dora no futuro. Alice concordou a cabe?a. ¨C Mam?e, estou bem tamb¨¦m. Vamos dormir cedo ¨¤ noite e acordar cedo de manh?. Mam?e, ontem ¨¤ noite at¨¦ memorizei um poema! Posso recitar para voc¨º? Liliane olhou para Alice carinho. ¨C ro, recite para eu ouvir. Alice se endireitou, uma express?o s¨¦ria no rosto. ¨C Buscando o recluso sem encontrar ¨C Matsumoto pergunta ao menino, dizendo que o mestre foiprar rem¨¦dio! Ian cuspiu todo o leite no rosto de Alice. Alice ficou im¨®vel e Liliane tamb¨¦m ficou at¨®nita. ¨C Bobinha! ¨C Ian pegou um guardanapo molhado ee?ou a limpar o rosto de Alice. -¨¦ ¡°foi colher ervas¡°, n?o prar rem¨¦dio¡°! Alice pegou o guardanapo ¨²mido ee?ou a limpar o rosto raiva. Voc¨º ¨¦ muito chateado! For s¨® um erro de uma pvra! Dora riu alto aodo. Na verdade, Alice ¨¦ muito boa. aprendeu depois de ver duas vezes ontem ¨¤ noite. Liliane sorriu sem jeito e pegou outro guardanapo ¨²mido para limpar o rosto de Alice. ¨C Dora, se as crian?as quiserem treinar voc¨º, ent?o eu as deixo voc¨º. ¨C Disse Liliane, olhando para Dora. Dora bateu no peito. ¨C Pode ficar tranqu, Srta. Liliane, eu cuidarei bem ds e as ajudarei a estudar e a fazer exerc¨ªcios! Ap¨®s o caf¨¦ da manh?, Liliane levou as crian?as para a esc e Dora foi junto. Dora se ofereceu para ajudar a buscar as crian?as quando Liliane estivesse ocupada. Liliane n?o recusou. Todos foram felizes e sorridentes at¨¦ a entrada da esc. Ap¨®s descerem do carro, Liliane segurou as m?os das crian?as e caminhou em dire??o ao port?o da esc. Observando as crian?as se afastarem, Liliane explicou a Dora onde deveria as encontrar depois da esc. ¨C Entendido, Srta. Liliane, j¨¢ anotei tudo. ¨C Respondeu Dora. Liliane concordou a cabe?a. Ent?o vamos, mais tarde o motorista me levar¨¢ para o escrit¨®rio e depois te levar¨¢ para casa. ¨C Tudo bem, Srta. Liliane! Ao sa¨ªrem, Liliane avistou um carro branco familiar estacionado ¨¤ beira da estrada. olhou fixamente e, assim que identificou a ca do carro, percebeu que Mavis estava saindo ¨¤s pressas do ve¨ªculo. Mavis parecia n?o ter visto e se dirigiu diretamente para a entrada da esc. No entanto, antes que pudesse entrar, foi interceptada pelo seguran?a. ¨C A entrada na esc ¨¦ proibida para os pais. Se tiver algum assunto, favor ligar para os professores. ¨C Guarda, por favor, me deixe entrar para ver meu filho. ¨C Empolou Mavis. ¨C Para encontrar a crian?a, voc¨º tamb¨¦m precisa da permiss?o do professor. N?o podemos deixar voc¨º entrar, por favor, n?o nos coloque em uma situa??o dif¨ªcil. Mavis ficou t?o angustiada que seus olhos ficaram avermelhados. ¨C Eu me divorciei do pai dele, s¨® quero ver meu filho, conversar um pouco ele¡­ Ao ver a atitude de Mavis, Liliane sentiu uma n¨¢usea. N?o fazia ideia do que estava tentando fazer, inventando desculpas esfarrapadas para ver N?vel(D)rama.Org''s content. Breno. Srta. Liliane? ¨C Chamou Dora, confusa. ¨C Voc¨º conhece essa mulher? Liliane desviou o olhar frio. N?o conhe?o, vamos embora. Tudo bem ent?o. Dora entrou no carro junto Liliane. N?o demorou muito para Mavis, l¨¢grimas nos olhos, se virar e partir. Cap铆tulo 444 Cap¨ªtulo 444 Mavis voltou para o carro en?ou um olhar para as cameras de vigilancia perto do port?o da esc. Ent?o, sorriu de leve e tirou um estojo de maquiagem da bolsa para retocar sua maquiagem. Era um esfor?o ¨¢rduo deixar sua presen?a registrada nas cameras enquanto implorava para ver seu filho. Depois de terminar de retocar a maquiagem, Mavis se dirigiu ao hospital onde Miguel estava internado. Na Novitex. Vin¨ªcius estava de toc no estacionamento da empresa de William desde cedo. Por volta das oito e meia, ele finalmente viu o carro de Marc se aproximando devagar. Vin¨ªcius saiu apressado do carro e foi at¨¦ o carro de Marc, abrindo a porta e entrando sem cerim?nia. Marc se assustou a apari??o repentina de Vin¨ªcius. N?vel(D)rama.Org''s content. Voc¨º est¨¢ louco? ¨C Exmou Marc, colocando a m?o sobre o peito que batia forte. Vin¨ªcius rapidamente tirou uma caixa do bolso. ¨C Marc, estou aqui para me desculpar! ¨C Disse ele, abrindo a caixa para revr um. bracelete de diamantes diante de Marc. ¨C Voc¨º acha mesmo que eu quero isso? ¨C Retrucou Marc, elevando a voz. ¨C Vin¨ªcius, voc¨º ainda n?o me entende, afinal! Marc, escute o que tenho a dizer antes de ficar brava. Minha m?e n?o ¨¦ uma pessoa f¨¢cil de lidar e eu ainda n?o apresentei a voc¨º porque queria te proteger. N?o posso viver sem voc¨º e n?o quero que minha m?e te force a me deixar. ¨C Falou Vin¨ªcius, seriedade. Marc deu um sorriso ir?nico. Voc¨º ainda n?o entende o que eu quero. -Eu sei! ¨C Disse Vin¨ªcius. ¨C Se voc¨º pensar bem sobre o que eu disse para a minha pretendente naquele dia, vai entender. Falei de prop¨®sito para deixar enjoada. Eu n?o sei! N?o quero ter que adivinhar o que meu namorado diz para outras mulheres! Interrompeu Marc O que eu quero ¨¦ que meu namorado n?o me esconda nem me engane! N?o quero descobrir as coisas e ter que lidar s sozinha! Vinicius mexeu os l¨¢bios e tentou explicar mais, mas Marc n?o deu chance a ele. -Chega de conversa, acho que n?o h¨¢ mais nada a dizer entre n¨®s! Saia do carro! Tenho que ir trabalhar! ¨C Ordenou Marc, expulsando ele. ¨C Voc¨º precisa ser t?o teimosa? ¨C Vin¨ªcius ficou um pouco irritado. Marc desprendeu o cinto de seguran?a. -Se voc¨º quiser continuar sentado no carro, fique ¨¤ vontade! Adeus! Ao ver Marc sair do carro diretamente, Vinicius se sentiu impotente. Marc parecia realmente n?o querer perdoar ele¡­. Vin¨ªcius deixou o bracelete no carro de Marc e desceu desanimado.. Passo a passo,o se estivesse caminhando sem vida, ele entrou na empresa para encontrar William. Male?ou entrou no elevador e William saiu dali ¨C Voc¨º vai sair? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, confuso. Williamn?ou um olhar de rnce para Vin¨ªcius. Eu n?o souo voc¨º, que tem tanto tempo livre todos os dias. Vin¨ªcius fez uma express?o triste. Me leve voc¨º, eu n?o quero ficar sozinho. ¨C Voc¨º vai para o canteiro de obras tamb¨¦m? ¨C Vin¨ªcius n?o conseguiu reagir imediatamente. Que canteiro de obras? Williame?ou a caminhar em dire??o ¨¤ entrada da empresa. ¨C Voc¨º esqueceu do projeto do resort de ¨¢guas termais que cboramos no primeiro semestre? Vinicius bateu na testa. Agora lembrei, vamos l¨¢, voc¨º me convida para almo?ar. William parou e olhou profundamente para Vin¨ªcius. Voc¨º nuncaea da minhaida oueu menos do que deveria? -Se eu conseguir um almo?o, j¨¢ ¨¦ uma vit¨®ria! ¨C Respondeu Vinicius. ¨C Voc¨º tem estado. ocupado competindo Liliane na ¨¢rea de moda ultimamente, quase esqueci que voc¨º tem outros projetos tamb¨¦m. William fechou o bot?o do palet¨®. ¨C Apenas a ¨¢rea de vestu¨¢rio,o posso sustentar toda a Novitex? Enquanto conversavam, eles entraram no carro. Vinicius perguntou ums express?o desanimada: -Voc¨º sabeo fazer uma mulher te perdoar? William pegou os documentos preparados por Jorge e estava prestes a responder quando Vinicius interrompeu. N?o posso perguntar a voc¨º! ¨C Disse Vin¨ªcius. Voc¨º nem conseguiu o perd?o da Liliane ainda. William olhou friamente para ele. ¨C Saia do carro! Vin¨ªcius rapidamente trocou sua express?o para um sorriso for?ado ainda mais feio que um choro. ¨C Voc¨º n?o precisa ser t?o indiferenteigo. Cap铆tulo 445 Cap¨ªtulo 445 William recuou o olhar. ¨C Com essa boca sua, ainda n?o conseguiu reconquistar a Marc? Vinicius bn?ou a cabe?a. N?o, ¨¦ t?o temperamental quanto a Liliane, n?o tolera nenhum erro. William riu desd¨¦m. ¨C Eu n?o sou t?oment¨¢vel quanto voc¨º. N?vel(D)rama.Org''s content. Vin¨ªcius olhou para William surpresa,o ele ousava dizer isso? ramente, ele era muito pior que ele! O carro continuou em dire??o ¨¤ ¨¢rea de desenvolvimento. Antes de percorrer metade do caminho, o celr de William tocou de repente. Ele pegou o celr e viu que era a liga??o do professor de Breno, ent?o ele atendeu. O que aconteceu? ¨C Perguntou William, calma. Sr. William, voc¨º pode vir ¨¤ esc? Breno est¨¢ febre alta, agora est¨¢ na enfermaria. ¨C Disse o professor, em tom urgente. O rosto de William afundou de repente. ¨C ¨C Estou indo agora mesmo. Com isso, ele desligou a chamada e olhou para Jorge. ¨C Jorge, volte para a Esc Nobre de Souza. Vin¨ªcius olhou para ele chocado. ¨C O que aconteceu? Breno est¨¢ febre! ¨C A voz de William soava um pouco ansiosa. ¨C Ligue para o respons¨¢vel de obras e diga que vamos adiar nossa visita amanh?. ¨C Ok. ¨C Concordou Vin¨ªcius. Vinte minutos depois. William e Vin¨ªcius desceram juntos na Esc Nobre de Souza. Eles se apressaram at¨¦ a enfermaria e, ao entrarem, viram o m¨¦dico da esc colocando um soro em Breno. William olhou para Breno, deitado na cama, o rosto p¨¢lido, sentindoo se seu cora??o estivesse sendo apertado. Ele se aproximou da cama e perguntou ao m¨¦dico: Como ele est¨¢? A febre passou? ¨C N?o. Respondeu o m¨¦dico. Eu sugiro levar ele ao hospital para uma avalia??o. Ele ent?o caminhou at¨¦ Breno e levantou a manga de sua blusa para examinar seu bra?o. O bra?o p¨¢lido e magro estava coberto de hematomas e pontos vermelhoso agulhas. O que ¨¦ isso? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, chocado. Viol¨ºncia na esc? O m¨¦dico parecia preocupado. ¨C N?o ¨¦ isso, suspeito que seja outra doen?a. Os ru¨ªdos da conversa acordaram Breno na cama. Ao ver Breno acordado, William rapidamente se sentou aodo da cama e segurou a m?o fria de Breno. Breno. Breno abriu os olhos fracamente e, ao ver William, murmurou: ¨C Papai. William respondeu em voz baixa: ¨C Sim, eu vou te levar para o hospital. Tudo bem. Breno respirou fundo. Com isso, Breno tentou se sentar. Com a ajuda de William, Breno se esfor?ou para se levantar. Antes que ele pudesse se estabelecer, ele sentiu um cheiro de sangue em seu nariz. Breno ficou surpreso ao ver William segurando seu bra?o enquanto o sangue escorria. William levantou de repente a cabe?a, vendo o sangue continuamente fluindo do nariz de Breno. ¨C Breno? Disse William, sua voz tremia perceptivelmente. ¨C Como voc¨ºe?ou a sangrar pelo nariz? Breno perdeu o brilho nos olhos aos poucos, estendendo a m?o para limpar o sangue nariz. Estou acostumado. Assim que ele limpou, o sanguee?ou a escorrer novamente. do O m¨¦dico da esc rapidamente trouxe len?os de papel para tentar ajudar Breno a parar o sangramento, mas Breno recusou. ¨C N?o ¨¦ necess¨¢rio. ¨C Pode ajudar a diminuir um pouco. ¨C Insistiu o m¨¦dico. 1 ¨C N?o adianta. ¨C Breno continuou a limpar, logo seu rosto ficou vermelho devido ao sangramento persistente. ¨C N?o consigo parar h¨¢ muito tempo¡­ Ao terminar a frase, Breno abriu os olhos de repente, seu rosto ficou p¨¢lido de repente. Antes que ele pudesse cobrir a boca as m?os, ele vomitou sangue. William rapidamente apertou os olhos, pegando uma gaze aodo e a segurando sob o queixo de Breno. Ele se virou para olhar para Vin¨ªcius, que estava paralisado no lugar. ¨C Vin¨ªcius, fa?a Jorge trazer o carro! Vin¨ªcius recobrou apostura, pegando o celr para ligar para Jorge rapidamente. Cap铆tulo 446 Mal desligou a chamada, Breno tossiu forte, cuspindo sangue. O rosto de William ficou visivelmente p¨¢lido e suas m?os tremiam. Vin¨ªcius nunca tinha visto William t?o desorientado antes. Meia hora depois. William chegou ao Hospital Santa Cruz Breno. Ele correu para a s de emerg¨ºncia, segurando Breno nos bra?os e o colocou na maca. Suprimindo suas pr¨®prias emo??es, William disse suavidade a Breno: ¨C Eu estarei aqui fora, n?o tenha medo. Breno ofegava, seu peito pequeno subia e descia rapidamente. Estou bem, papai, n?o se preocupe¡­. Os olhos de William se encheram de l¨¢grimas. ¨C Sr. William, vamos cuidar de Breno primeiro. ¨C Disse o m¨¦dico. Com isso, eles rapidamente empurraram a maca para a s de emerg¨ºncia. A m?o gda de Breno se soltou da de William, deixando ele um vazio no peito. Ele sentiu um aperto no peito ao ver Breno sendo levado para dentro da s de emerg¨ºncia, uma sensa??o de impot¨ºncia o dominou porpleto. Vin¨ªcius se aproximou de William e colocou a m?o em seu ombro.All text ? N?velD(r)a''ma.Org. ¨C William, n?o se preocupe demais, ele vai ficar bem. William apertou os l¨¢bios, mantendo os olhos fixos na s de emerg¨ºncia. Doutor! Por favor, n?o me mande embora. Eu n?o posso trazer meu filho aqui agora. Apenas me diga o qu?o grave ¨¦, por favor? ¨C Disse Mavis de repente, aparecendo do nada. Vin¨ªcius olhou para Mavis, que segurava o m¨¦dico pelo jaleco, segurando um rt¨®rio m¨¦dico. O m¨¦dico, impaciente, se virou. A partir de apenas um rt¨®rio, n?o posso dizer o qu?o grave ¨¦. Preciso examinar a crian?a pessoalmente. Quantas vezes mais preciso dizer isso? ¨C Se eu pudesse trazer meu filho, voc¨º acha que estaria implorando assim? ¨C Chorou Mavis. O rt¨®rio n?o parece bom! N?o posso dizer mais nada! Por favor, n?o me impe?a, estou ocupado! ¨C Suspirou o m¨¦dico. Com isso, ele se afastou de Mavis. Com os l¨¢bios cerrados, abaixou a cabe?a, desapontada. Vin¨ªcius desviou o olhar, confuso. Quem seria a crian?a de Mavis? N?o deveria ser Breno, afinal, n?o tinha tido contato ele por um longo tempo. Ao mesmo tempo. No ¨²ltimo andar do Hospital Santa Cruz, Liliane estava assinando o termo de consentimento para a cirurgia. Depois de assinar, entregou ao m¨¦dico e perguntou: ¨C Quanto tempo a cirurgia vai durar, mais ou menos? ¨C ¨C ¨C De tr¨ºs a quatro horas. Respondeu o m¨¦dico, enquanto guardava o documento. Uma craniotomia n?o ¨¦ uma cirurgia simples. ¨C Entendi. Por favor, fa?am o m¨¢ximo para acordar a Lucinda. ¨C Concordou Liliane. ¨C N¨®s faremos, Srta. Liliane. Pode ficar tranqu. Disse o m¨¦dico antes de se virar.em. dire??o ao quarto de Lucinda. Logo depois, Lucinda foi levada para fora do quarto e Liliane seguiu o grupo em dire??o ¨¤ s de cirurgia. Olhando para o rosto magro de Lucinda, Liliane se sentiu angustiada, s¨® podendo esperar que os m¨¦dicos conseguissem acordar . No momento em que os m¨¦dicos empurraram Lucinda para o quarto, o celr de Liliane. tocou. pegou o celr e viu que era Carlos ligando, ent?o atendeu. A voz suave de Carlos saiu do telefone. ¨C Lili, voc¨º est¨¢ no hospital? Liliane se sentou em uma cadeira pr¨®xima. 273 Estou sim, Lucinda j¨¢ entrou na s de cirurgia. N?o era ¨¤s duas da tarde? ¨C Perguntou Carlos, confuso. ¨C A equipe do William sempre cuidou da Lucinda, ent?o, assim que cheguei, eles disseram que poderiame?ar a cirurgia. ¨C Respondeu Liliane. ¨C Entendi, ent?o estou indo agora. ¨C Disse Carlos. N?o precisa. Recusou Liliane. Se voc¨º estiver ocupado no hospital, n?o precisa se apressar. ¨C J¨¢ pedi folga, por favor, n?o me recuse. Insistiu Carlos. Tudo bem, ¨¦ no ¨²ltimo andar do Hospital Santa Cruz, pode subir direto. ¨C Cedeu Liliane. ¨C Ok, estarei a¨ª em uns quinze minutos. Tudo bem. Cap铆tulo 447 Cap¨ªtulo 447 Liliane desligou a chamada e olhou para a s de cirurgia n?o sabia por que, mas sentia um aperto no peito, uma sensa??o de sufocamento Como se algo estivesse prestes a acontecer, deixando sem ar Ser¨¢ que estava muito nervosa? Liliane respirou fundo v¨¢rias vezes, tentando se acalmar enquanto esperava Lucinda sair O tempo de espera sempre parecia intermin¨¢vel. Quando Carlos chegou, Liliane sentiuo se j¨¢ tivessem se passado horas. Ele se aproximou rapidamente da cadeira onde Liliane estava sentada. Ao ouvir os passos, Liliane olhou para cima e se levantou, dizendo: Voc¨º chegou. Carlos entregou a x¨ªcara de caf¨¦ para Liliane. ¨C ¨¦ o Frap¨º Branco que voc¨º gosta, pode te ajudar a rxar. Liliane pegou a x¨ªcara. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Obrigada. Carlos e Liliane se sentaram juntos na cadeira. Quanto tempo eles est?o l¨¢ dentro? ¨C Ele olhou para a s de cirurgia, iluminada. Liliane verificou o rel¨®gio. ¨C Quase vinte minutos. ¨C Ainda vai demorar um pouco. Disse Carlos. ¨C ¨C A cirurgia cerebral ¨¦ um pouco demorada. Liliane baixou os olhos enquanto segurava a x¨ªcara de caf¨¦. Carlos, eu estou um pressentimento ruim. Val ficar tudo bem. ¨C Carlos confortou . ¨C A equipe do William ¨¦posta por especialistas trazidos do exterior, n?o vai haver problemas. Talvez eu esteja apenas sendo paran¨®ica Liliane apertou os l¨¢bios. ¨C N?o importa quem seja, ¨¦ natural sentir essa sensa??o ao ver algu¨¦m pr¨®ximo entrando na s de cirurgia ¨C Disse Carlos. No andar de baixo. O m¨¦dico saiu da s de emerg¨ºncia. William e Vin¨ªcius se aproximaram rapidamente para perguntar sobre a situa??o. Como est¨¢? ¨C Perguntou William, friamente. ¨C Sr. William, a situa??o ¨¦ muito grave, precisamos fazer mais exames. ¨C Respondeu o m¨¦dico. Fale logo! ¨C Os olhos de William se encheram de raiva. O m¨¦dico ficou assustado a s¨²bita aura fria emanando de William. O diagn¨®stico preliminar parece ser leucemia aguda. Leucemia? ¨C Exmou Vin¨ªcius, chocado. Os olhos de William se estreitaram de repente, sua mente ficou em branco por um momento. Leucemia aguda? Vendo a express?o terr¨ªvel de William, o m¨¦dico suspirou. ¨C A condi??o do Breno deve estar presente h¨¢ algum tempo. Voc¨ºs viram ele sangrar pelo nariz? Ou se queixar de falta de apetite e dores no corpo? Parece que sim, uma vez eu notei ele andando muito devagar quando est¨¢vamos juntos. ¨C Disse Vin¨ªcius, hesitante. O m¨¦dicon?ou um olhar de censura, evidente em suas sobrancelhas franzidas. ¨C Com certeza ele n?o conseguia andar r¨¢pido por causa da dor no corpo. Ao ouvir as pvras do m¨¦dico, William sentiu o peito t?o apertado que mal conseguia respirar. Ele nunca percebeu Breno sangrar pelo nariz. Por quanto tempo ele suportou essa dor sozinho? Todas as outras condi??es j¨¢ haviam aparecido em Breno, mas ele n?o percebeu nada de errado! Ele at¨¦ pensou que Breno estava se recusando aer por n?o poder ver Liliane! Os olhos de William ficaram vermelhos de raiva. At¨¦ que ponto ele negligenciou seu pr¨®prio 23 filho? Vin¨ªcius viu a resposta no rosto de William. Ele, resignado, disse ao m¨¦dico: ¨C Fa?a os exames o mais r¨¢pido poss¨ªvel e trate conforme necess¨¢rio. -H¨¢ 60% de chance de que ele precise de um transnte de med ¨®ssea para produzir c¨¦ls sangu¨ªneas saud¨¢veis. Ent?o vamos encontrar! ¨C William ergueu os olhos vermelhos e disse entre os dentes. ¨C N?o importa o custo, voc¨ºs devem encontrar um doador de med ¨®ssea adequado em um curto per¨ªodo de tempo! ¨C Sr. William, um doadorpat¨ªvel nem sempre est¨¢ dispon¨ªvel¡­ ¨C Hesitou o m¨¦dico. ¨C N?o fale mais disso! ¨C Interrompeu Vin¨ªcius. ¨C Fa?a o seu melhor para encontrar! Sim¡­ ¨C O m¨¦dico ficou constrangido. No corredor pr¨®ximo ¨¤ s de emerg¨ºncia, Mavis ouviu ramente a conversa deles. Parecia que n?o estava errada, realmente precisariam de um transnte de med ¨®ssea. Ainda bem que j¨¢ havia avisado Sr. Giovane, n?o, agora devia dizer Miguel. Por sorte, j¨¢ havia enviado Miguel para procurar. Quando chegasse a hora, seria f¨¢cil para se aproximar de William o pretexto do transnte de med ¨®ssea! Mavis ajeitou os fios soltos de cabelo perto da orelha, um sorriso de satisfa??o brincando em seus l¨¢bios. Ser¨¢ que William notou a atua??o que havia acabado de fazer? Cap铆tulo 448 Cap¨ªtulo 448 Capitulo 448 Vinte minutos depois. Breno foi transferido para o quarto VIP. William e Vinicius acabaram de entrar no quarto, quando ouviram passos apressados dodo de fora. Eles se viraram para ver Guilherme, uma expressao sombria, panhado por alguns segurangas, entrando p porta. Ao ver Breno deitado na cama 0 rosto palido, Guilherme gritou para William:All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Eu confiei meuo a voc¨¦ e voc¨¦ deixou ele acabar assim? William apertou osbios, nao respondendo as acusac¨¦es de Guilherme. Mas quando o assunto era a doenga de Breno, seu coragao doiao se estivesse sendo cortado por uma faca, deixando ele tenso e nervoso. Vinicius nao suportou mais, franzindo o cenho. ¡ª Sr. Guilherme, nao podemos culpar William por isso. Ele tamb¨¦m nao queria que isso acontecesse! ¡ª Isto nao ¨¦ da sua conta! ¡ª Respondeu Guilherme, irritado. - Estou questionando esse ipetente! Como ele cuidou do meu neto? William controlou suas emog¨¦es e falou friamente: Se voc¨¦ continuar perturbando Breno seus gritos, nao hesitarei em pedir aos segurangas que te removam! Guilherme parecia prestes a explodir de raiva. Mesmo relutante, ele abaixou a voz pelo bem de Breno. ¡ªVoc¨¦ nem sabe a condigao de satide do seu pr¨¦prio filho e fica perseguindo Miguel todos os dias! Sai daqui! ¡ª William olhou frieza para Guilherme, sua voz era friao 0 gelo. Guilherme estreitou determinagao os olhos, se mantendo firme. Se o seu hospital nao conseguir tratar Breno, eu levarei ele para ser tratado no exterior! ¡ª Meu filho nao precisa dos seus cuidados. ¡ª William falou calma, mas sua presenga era intimidadora. ¡ª Vou repetir, saia! Guilherme nao podia mais suportar ser expulso pelo seu filho na frente de outras pessoas. Ele resmungou raiva: Breno esta gravemente doente. Pare de iodar Miguel, ou nao vou deixar isso barato! Depois de fr, Guilherme saiu seus segurangas. Vinicius ficou sem pvras. Guilherme foi realmente ver oo ou ele usou a desculpa da doenga doo para advertir William a nao procurar Miguel? Vinicius ainda estava ponderando sobre isso, quando a voz de William interrompeu seus pensamentos. ¡ª Ningu¨¦m esta autorizado a fr sobre a doenga de Breno. Voc¨¦ nao vai contar para Liliane? ¡ª Vinicius estava surpreso. ¡ª Breno tamb¨¦m ¨¦ filho d. ¡ªAdiantaria alguma coisa contar para ? So deixaria preocupada e impotente. ¡ª William olhou para ele. Voc¨¦ nao vai poder esconder isso para sempre! ¡ª Argumentou Vinicius. ¡ª Se Liliane descobrir que voc¨¦ escondeu isso d, vai ficar furiosa. ¡ª Vamos ver quanto tempo eu posso manter isso em segredo! ¡ª Interrompeu William, uma voz s¨¦ria. ¡ª Lucinda vai precisar da ajuda d depois da cirurgia a tarde, entao nao quero distrair agora. ¡ª William, Liliane 6 a mae de Breno. Ha uma boa chanc de-quesual\'' rpeduiasors i Ompativel, ndo ¨¦?¡ª Insistiu Vinicius. The content is on ! Read thetest chapter there! William se sentou aodo da cama de Breno, olhando para tristeza 0 pequeno. Vou encontrar uma maneira de fazer que seja testada. Vinicius ainda estava preocupado. Como isso poderia ser mantido em segredo? Mesmo que ele nao fsse, William podia garantir que Breno tamb¨¦m nao fria? Mas ele logo esqueceu desse pensamento. Breno morou Liliane antes, entdo ele nao iria querer precsupar , portant de dita da sobre stia doenca. Pensando nisso, Vinicius so sentiu que esse garoto era tao The content is on ! Read thetest chapter there! compreensivo, o que deixava eleovido. A tarde, tr¨¦s horas. Liliane ja nao conseguia ficar sentada na cadeira. Quanto mals esperava, mais ansiedaricave, ERgqdan Shdava de umdo para o outro, suas maos estavam entrcadas forc¡éa. The content is on ! Read thetest chapter there! Carlos franziu o cenho ao v¨¦ assim, sugerindo: Voc¨¦ esta muito tensa agora. Que tal descer e tomar um pouco de ar fresco? Eu fico aqui esperando por voc¨¦ Cap铆tulo 449 Cap¨ªtulo 449 ¨C N?o precisa. ¨C Recusou Liliane, a voz carregada de ansiedade. Se Lucinda n?o sair, eu n?o saio daqui. Assim que terminou de fr, as luzes da s de cirurgia se apagaram de repente. Liliane ficou at?nita, antes de se apressar at¨¦ a porta da s de cirurgia. Carlos seguiu de perto. Logo, um m¨¦dico vestido roupas cir¨²rgicas saiu da s de opera??es. ¨C Desculpe, Srta. Liliane, a cirurgia foi um fracasso. ¨C Ele olhou desdo para Liliane. Um baque ecoou no cora??o de Liliane, enquanto uma sensa??o de inquieta??oe?ava a encher seu peito. ¨C O que voc¨º quer dizer fracasso? ¨C Questionou Liliane. O som do leito sendo empurrado ecoou da s de cirurgia, enquanto o m¨¦dico se afastaval para permitir que a enfermeira empurrasse a maca para fora. No momento em que Lucinda foi trazida para fora, Liliane estava prestes a se aproximar para verificar, quando ouviu o m¨¦dicomentar: ¨C Tempo de ¨®bito, ¨¤s duas horas e vinte e sete minutos. Ao ouvir as pvras do m¨¦dico, as m?os de Liliane ca¨ªram sem for?as aodo do corpo. Seus olhos rose?aram a ficar emba?ados de l¨¢grimas, enquanto olhava incr¨¦d para o m¨¦dico. ¨C O que voc¨º disse? ¨C Perguntou , uma voz rouca. -A senhora Lucinda teve uma instabilidade nos sinais vitais durante a cirurgia¡­ ¨C O m¨¦dico olhou para Liliane culpa. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. -Eu n?o quero ouvir isso! ¨C Liliane interrompeu firmeza, suas emo??ese?aram a se descontrr. ¨C Eu estou te perguntando, o que voc¨º acabou de dizer? ¨C Tempo de ¨®bito, ¨¤s duas horas e vinte e sete minutos¡­ Voc¨º est¨¢ brincando, n?o est¨¢? ¨C Liliane empurrou a enfermeira ¨¤ sua frente e correu at¨¦ o levantou o len?ol branco que cobria o rosto de Lucinda e viu um rosto p¨¢lido e sem vida. Seu corpo recuou alguns passos. Carlos rapidamente se aproximou para segurar Liliane. ¨C ¨C Isso n?o ¨¦ verdade. O peito de Liliane subia e descia rapidamente, sua voz estava tr¨ºm, por causa das l¨¢grimas. Eles me disseram que a cirurgia tinha uma alta chance de sucesso! ¨C agarrou a m?o de Carlos, erguendo seus olhoscrimejantes. ¨C Voc¨º tamb¨¦m n?o disse isso? As cirurgias de cranio hoje em dia s?o avan?adas, n?o s?o? -Ningu¨¦m pode garantir que a cirurgia corra sempre perfeitamente¡­ ¨C Carlos baixou os olhos. ¨C Eu n?o quero ouvir isso! ¨C Liliane desmoronou, olhando para os m¨¦dicos ¨¤ sua frente. Lucinda n?o ¨¦ algu¨¦m pr¨®ximo a voc¨ºs, ent?o voc¨ºs n?o fizeram o m¨¢ximo para salvar , n?o ¨¦? Alguns m¨¦dicos se entreolharam, incapazes de entender o que Liliane estava dizendo por n?o entenderem portugu¨ºs. Ao ver a atitude deles, Liliane desabou em l¨¢grimas. ¨C Eu n?o acredito. ¨C Liliane limpou as l¨¢grimas e se soltou do abra?o de Carlos, se apoiando na beira da maca, sem controle. ¨C Voc¨ºs t¨ºm que levar a Lucinda de volta para outra cirurgia! ¨C Srta. Liliane, a pessoa j¨¢ se foi, aceite nossos p¨ºsames. ¨C O m¨¦dico se aproximou para impedir . ¨C n?o est¨¢ morta! ¨C Liliane gritou para o m¨¦dico. ¨C Fa?am outra cirurgia! O que foi aquilo que voc¨ºs garantiram antes? Tudo mentira? Levem de volta! Eu quero Lucinda de volta, mesmo que seja em estado vegetativo! Eu s¨® quero viva! ¨C Lili, se acalme! ¨C Carlos segurou a m?o de Liliane. Depois, ele acenou para um dos m¨¦dicos, indicando que levassem Lucinda embora. O m¨¦dico assentiu ¨¤s pressas e, junto algumas enfermeiras, sussurrou algumas pvras, rapidamente levando a maca para longe de Liliane. Vendo eles levarem Lucinda, Liliane enlouqueceu querendo correr atr¨¢s, mas Carlos firmeza . ¨C Lili, eles s?o apenas m¨¦dicos, n?o s?o deuses! segurou -Me solte! Me solte! ¨C Gritou Liliane, desesperada. ¨C Eles n?o estavam assim quando me fizeram assinar os pap¨¦is! N?o estavam! Liliane, incapaz de se soltar, assistiu Lucinda ser afastada. ¨C Por que¡­ Por que voc¨ºs me enganaram? ¨C Questionou Liliane, desesperada, chorando. ¨C Tamb¨¦m n?o seio isso aconteceu. ¨C Disse Carlos, triste, apertando for?a os l¨¢bios. Liliane cobriu o peito dolorido e se sentou no ch?o. Me arrependo, n?o queria que Lucinda fizesse a cirurgia, tragam de volta¡­ Cap铆tulo 450 Cap¨ªtulo 450 ¨C Por qu¨º? Por qu¨¦, por qu¨º? ¨C Liliane apertou for?a os punhos, deixando as l¨¢grimas emba?arem sua vis?o, enquanto ca¨ªam no ch?o. O que eu fiz de errado? Por que eles t¨ºm que tirar as pessoas mais pr¨®ximas de mim? Por qu¨º? ¨C Lili, n?o ¨¦ culpa sua¡­ ¨C Carlos se abaixou aodo d. Liliane se curvou devagar para frente. Eu n?o tive a chance de proporcionar felicidade a Lucinda, n?o consegui cuidar d na velhice¡­ Por que n?o me deram a oportunidade de retribuir o que fez por mim? Fui eu que matei Lucinda. Eu causei a morte da minha m?e, Marta foi v¨ªtima por minha causa. Eu sou um ¨ªm? de desgra?as, fazendo as pessoas ao meu redor morrerem uma a uma! Lili, isso n?o ¨¦ culpa sua. Voc¨º precisa se manter forte, os seus filhos ainda precisam de voc¨º. ¨C Carlos consolou carinho. No andar de baixo, quarto VIP. William recebeu uma liga??o do m¨¦dico, que expressou pesar e culpa ao informar William que a cirurgia de Lucinda havia falhado e tinha falecido. N?vel(D)rama.Org''s content. Ao saber disso, o rosto de William escureceu aos poucos, ele n?o conseguia tirar da mente a imagem de Liliane desabando em l¨¢grimas. 17 Eu paguei caro para voc¨ºs virem at¨¦ aqui e voc¨ºs me d?o esse resultado? ¨C Ele apertou for?a os dentes, a voz fria. ¨C Sr. William, teoricamente a cirurgia n?o deveria ter problemas, mas durante o procedimento os sinais vitais da paciente ca¨ªram rapidamente¡­ ¨C Explicou o m¨¦dico. Voc¨º vai me explicar depois que a merda aconteceu? ¨C Interrompeu William, raiva. ¨C Peguem suas coisas e sm daqui agora! Depois de dizer isso, William desligou a chamada. Um par de olhos frios fez a temperatura da s de hospital cair drasticamente. Vin¨ªcius esfregou os bra?os ao colocar o celr dedo, levantando a cabe?a, perguntou uma express?o confusa: ¨C O que aconteceu? ¨C Lucinda morreu. ¨C A cirurgia falhou? ¨C Vin¨ªcius arregalou os olhos. Sim. ¨C Respondeu William, voz pesada. Vin¨ªcius n?o conseguia entender. Como isso poderia acontecer? Breno foi diagnosticado leucemia, agora Lucinda morreu¡­ Por que todos esses problemas estavam acontecendo de uma vez? ¨C Ligue para Marc e pe?a para panhar Liliane nos arranjos funer¨¢rios de Lucinda. ¨C William olhou para Vinicius. ¨C Voc¨º n?o vai? Vin¨ªcius perguntou a ele. Voc¨º acha que consigo sair daqui? ¨C Retrucou William, irritado. ¨C Ok, eu vou avisar Marc. ¨C Concordou Vin¨ªcius, olhando para Breno que ainda estava Inconsciente. Dizendo isso, Vinicius se levantou e saiu do quarto para ligar para Marc. Na primeira liga??o, Marc desligou diretamente. Na segunda liga??o, Marc desligou de novo. Vin¨ªcius decidiu enviar uma mensagem. ¡°Marc, Lucinda faleceu.¡± N?o demorou muito para Marc retornar a liga??o imediatamente. Quando Vin¨ªcius atendeu, Marc perguntou urgentemente pelo telefone: O que voc¨º quer dizer isso? Como assim faleceu? Onde voc¨ºs est?o? Vin¨ªcius explicou paci¨ºncia: A cirurgia falhou, Liliane provavelmente est¨¢ no necrot¨¦rio, no Hospital Santa Cruz. Entendi, estou indo para a¨ª agora! ¨C V¨¢ pegar as crian?as antes de encontrar Liliane. provavelmente n?o est¨¢ bem agora, ent?o evite fazer ir e voltar. ¨C Sugeriu Vinicius. ¨C Tudo bem. Concordou Marc. As seis da tarde. Depois de deixar as crian?as em casa, Marc correu para o necrot¨¦rio do Hospital Santa Cruz. Ao ver Carlos parado na entrada, Marc se apressou em perguntar: ¨C Onde est¨¢ a Lili? Carlos olhou para e respondeu voz s¨¦ria: ¨C ainda est¨¢ l¨¢ dentro. Quer passar mais um tempo Lucinda. Marc olhou a porta entreaberta e avistou Liliane sentada aodo do corpo. ¨C deve estar se culpando muito agora. ¨C Disse Marc, pesar, se sentindoplicada e angustida. ¨C Sim, chorou bastante. ¨C Confirmou Carlos. ¨C Os preparativos para o funeral est?o prontos? ¨C Perguntou Marc, enxugando as l¨¢grimas dos olhos. ¨C Est?o prontos. Respondeu Carlos, sem entusiasmo. ¨C O cemit¨¦rio tamb¨¦m foi organizado. ¨C Ok, vou tirar a Lili daqui. ¨C Concordou Marc. + Cap铆tulo 451 Cap¨ªtulo 451 Carlos n?o interveio, quanto Marc abriu a porta e entrou para encontrar Liliane. Ao ouvir o movimento ao seu redor, Liliane levantou os olhos lentamente e, ao ver Marc, desviou o olhar de novo. Sua voz estava rouca quando disse: Voc¨º veio. Marc se aproximou de Liliane e, ao ver o corpo de Lucinda, suspirou. ¨C Lili, tente se acalmar. Tenho certeza que Lucinda n?o gostaria de te ver assim. Liliane se levantou e estendeu a m?o para segurar o len?ol branco. ¨C A vida de Lucinda foi muito dif¨ªcil. Perdeu o marido cedo, trabalhou muito para mandar o filho estudar no exterior, mas ele acabou se tornando um filho ingrato. Eu pensei que minha presen?a ao meudo faria um pouco mais feliz, mas no final, acabei empurrando para um abismo sem fim. Lili¡­ Marc olhou preocupada para Liliane. N?o ¨¦ ir?nico? ¨C Liliane cobriu o rosto de Lucinda o len?ol branco. ¨C Como assim? ¨C Perguntou Marc. ¨C Os mais velhos ao meu redor est?o morrendo um por um. ¨C Continuou Liliane. Marc ficou chocada ao ouvir isso. ¨C Isso n?o tem nada a ver voc¨º. Foi culpa da ipet¨ºncia daqueles m¨¦dicos estrangeiros. O que isso tem a ver voc¨º? M¨¦dicos estrangeiros¡­ Os olhos de Liliane se moveram. Aqueles m¨¦dicos estrangeiros foram contratados. especificamente para tratar Lucinda¡­ Foi ele quem for?ou Lucinda a ser transferida para o Hospital Santa Cruz. por William Foi ele quem disse a que era melhor concordar os m¨¦dicos antes de permitir outra cirurgia em Lucinda. Se n?o fosse por essa cirurgia, Lucinda n?o teria morrido. Ele estava se vingando d? Por n?o ter dito nada quando saiu do pa¨ªs por alguns anos, fazendo ele sofrer? Ou ele estava se vingando de Lucinda por esconder dele o paradeiro de Liliane? O corpo de Liliane tremia enquanto recuava a m?o, essa ideia assustadora crescia em sua mente. A raiva estava tirando sua pouca sanidade. ¨¤ noite. O corpo de Lucinda foi levado para o necrot¨¦rio. Como Lucinda n?o tinha amigos e havia cortado r??es sua fam¨ªlia, Liliane, Marc e outras pessoas que haviam estado pr¨®ximas a estavam todas presentes para vr por . Eduardo estava dodo de fora conversando Carlos. Voc¨º concordou em deix¨¢¨Clos operar a Lucinda tamb¨¦m? ¨C Perguntou Eduardo. Carlos concordou a cabe?a: ¨C Se fosse eu, mesmo um risco, se houvesse chance de cura, eu n?o desistiria. Isso daria a Lucinda uma chance de acordar. Mas toda cirurgia craniana tem seus riscos. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. ¨C Isso eu n?o posso negar, mas grandes. os problemas que surgiram no hospital de William foram ¨C Voc¨º acha que ele manipulou os m¨¦dicos por tr¨¢s? ¨C Perguntou Carlos, franzindo o cenho para Eduardo. ¨¦ apenas uma suposi??o minha, mas acho que n?o foi ele. Seu car¨¢ter n?o permite esse tipo de comportamento sordido nos bastidores. ¨C Respondeu Eduardo. ¨C Voc¨º est¨¢ fndo coisas estranhas. Disse Carlos. ¨C ¨¤s vezes voc¨º suspeita de William, ¨¤s vezes n?o. Isso ¨¦ confuso. ¨C Mesmo que n?o tenha sido ele, n?o significa que n?o haja algo obscuro acontecendo. ¨C Acrescentou Eduardo. ¨C Como assim? As pessoas ao redor de Lili est?o enfrentando uma s¨¦rie de problemas um ap¨®s o outro. Voc¨º n?o acha que algu¨¦m est¨¢ mirando n? ¨C Eduardo olhou seriedade para Carlos. Carlos bn?ou a cabe?a. -Eu n?o penso assim. A morte da m?e de Liliane foi causada pelo agravamento de sua condi??o devido a suas emo??es. Marta foi um acidente. Eu estava presente durante a primeira cirurgia de Lucinda. No segundo procedimento, os problemas surgiram porque o corpo d n?o conseguiu panhar, o que ¨¦ algoum na medicina. ¨C Mesmo assim, isso n?o exclui a possibilidade de William estar me retaliando. A voz fria de Liliane soou de repente aodo deles. Eduardo e Carlos se viraram para olhar para Liliane, que apareceu de repente. Lili, isso ainda precisa ser esrecido. O que eu disse foi apenas umdo da hist¨®ria. ¨C Eduardo tentou acalmar . Como vamos esrecer isso? Liliane olhou para Eduardo. ¨C Ele vai deixar provas para voc¨ºs. investigarem? Lili, voc¨º deve manter a calma e encarar isso racionalidade. Disse Carlos. Voc¨º acha que sou capaz disso? ¨C Liliane apertou os l¨¢bios. ¨C A pessoa que est¨¢ deitada l¨¢ dentro e Lucinda! + Cap铆tulo 452 Cap¨ªtulo 452 Ficar muito agitada n?o ¨¦ bom para sua sa¨²de tamb¨¦m. ¨C Disse Carlos. Eu n?o vou desmoronar! Vou encontrar William e esrecer essa situa??o! ¨C Liliane respirou fundo. ¨C Fa?a o que achar melhor, mas o evento do Ano Novo provavelmente precisar¨¢ ser adiado. Disse Eduardo. Depois de fr, ele olhou para Carlos. ¨C Leve a Lili para dentro primeiro, eu farei uma liga??o. ¨C Certo. Concordou Carlos. Dito isso, Carlos levou Liliane embora.. Eduardo observou as costas de Carlos, se sentindo hesitante sobre a primeira cirurgia de Lucinda. Carlos, um especialista em oncologia, por que estaria dentro da s de uma cirurgia craniana? Apenas por causa de Lili? Mas Eduardo logo descartou essa ideia. Mesmo que Carlos tivesse problemas, sua influ¨ºncial n?o seria suficiente para alcan?ar o hospital de William. Al¨¦m disso, seu afeto por Lili era t?o profundo, como ele poderia fazer algo para prejudicar ? No dia seguinte, ¨¤ tarde. O m¨¦dico entregou os resultados dos exames para William. Ap¨®s uma an¨¢lise urgente, o diagn¨®stico de Breno foi confirmadoo leucemia mieloide aguda em est¨¢gio intermedi¨¢rio. Ao ver a pvra ¡°intermedi¨¢rio¡°, os dedos de William que s¨¦guravam o rt¨®rio se contra¨ªram de repente. ¨C J¨¢ tem um no de tratamento? Perguntou William, olhando para o m¨¦dico um olhar frio. ¨C Ap¨®s uma quimioterapia de al¨ªvio, ¨¦ melhor realizar um transnte de med ¨®ssea o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Se feito rapidamente, pode curar. Respondeu o m¨¦dico. Minha med ¨®ssea ¨¦pat¨ªvel? ¨C Perguntou William, depois de ficar em sil¨ºncio por um momento. Precisamos fazer um teste, mas geralmente h¨¢ apenas uma probabilidade de cinquenta por cento de compatibilidade. Por precau??o, ¨¦ melhor procurar uma med ¨®sseapletamentepat¨ªvel primeiro. Explicou o m¨¦dico. Mal o m¨¦dico terminou de fr, passos apressados foram ouvidos no corredor. William! ¨C A voz rouca de Mavis veio de tr¨¢s dele. Ao ouvir sua voz, William mostrou ramente repulsa em seus olhos. Ele se virou e olhou para Mavis, que havia corrido at¨¦ ele. ¨C Voc¨º precisa de alguma coisa? Mavis olhou para o quarto do hospital. Eu sei que Breno est¨¢ l¨¢ dentro, ele est¨¢ doente. Voc¨º pode me deixar v¨º¨Clo? Ver Breno? William deu um sorriso ir?nico. esqueceuo tratou Breno antes? ¨C N?o h¨¢ necessidade! ¨C Recusou William, uma voz fria. Mavis mordeu o l¨¢bio inferior, os olhos inchados olhando para ele. ¨C Apesar de eu ter feito coisas erradas antes, eu ajudei a criar Breno, ent?o mesmo que n?o haja parentesco, ainda h¨¢ um?o emocional. William desprezou a atitudeovida de Mavis. Breno n?o gostaria de te ver, desista dessa ideia! ¨C E se eu tivesse a med ¨®ssea que poderia salvar Breno? Voc¨º ainda n?o me deixaria v¨º¨Clo? Perguntou Mavis. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. William parou no meio do caminho em dire??o ao quarto do hospital. Ele se virou de repente, olhando incr¨¦dulo para Mavis. O que voc¨º disse? -Se eu pudesse encontrar a med ¨®ssea para salvar Breno, voc¨º me deixaria v¨º¨Clo? ¨C Questionou Mavis. Se? Zombou William. ¨C Se voc¨º pudesse encontrar, eu tamb¨¦m poderia. Dito isso, William entrou rapidamente no quarto, fechando a porta e deixando Mavis dodo. de fora. Dentro do quarto do hospital. Breno j¨¢ estava acordado, olhando para William, se sentando devagar. ¨C Papai. William se virou rapidamente, indo at¨¦ ele. -Acordado? Algum lugar est¨¢ doendo? SANOB SI+ Breno baixou os olhos, dizendo baixinho: ¨C Pai, voc¨º est¨¢ bravoigo? Ao ver a express?o de culpa de seu filho, William sentiu uma dor agudao se fosse espetado por uma faca. Ele suavizou sua voz um pouco: -Eu fui negligente voc¨º. Descanse bem, eu vou garantir que eles curem sua doen?a. Breno assentiu, depois de um momento de sil¨ºncio, ele levantou os olhos para encontrar o olhar preocupado de William. ¨C Papai, voc¨º pode prometer uma coisa para mim? ¨C Me diga. Breno puxou o cobertor, sussurrando baixinho: ¨C N?o conte para a mam?e, est¨¢ bem? Eu n?o quero que se preocupe. Cap铆tulo 453 Cap¨ªtulo 453 Eu posso prometer isso. ¨C Disse William. Mas voc¨º precisa cooperar bem o tratamento m¨¦dico. Tudo bem. Concordou Breno, suspirando aliviado. Contanto que o pai prometesse n?o contar para a m?e, ele estaria disposto a fazer qualquer coisa. Na V Norte Verde. oz 2 Depois de sair do Hospital Santa Cruz, Mavis foi direto para a casa de Miguel. estacionou o carro e entrou na s de estar, vendo Miguel descansando l¨¢. Miguel, estou de volta. ¨C Avisou Mavis. Miguel abriu os olhos, olhando para uma falsa ternura. ¨C Como est¨¢ o Breno? N?o est¨¢ bem. ¨C Mavis se sentou aodo dele sem pensar muito. ¨¦ um problema de med ¨®ssea. Miguel ficou em sil¨ºncio por um momento. ¨C Med ¨®ssea? Mavis recuperou o ju¨ªzo, rapidamente corrigindo: Quero dizer, ele precisa de um transnte de med ¨®ssea¡­ se assustou, Miguel ainda n?o sabia que tinha descoberto sua verdadeira identidade. n?o podia contar isso antes de estabilizar o rcionamento deles, sen?o n?o sabia se Miguel reagiria bem. ¨C Contanto que haja dinheiro suficiente, encontrar uma med ¨®ssea adequada ¨¦ uma quest?o simples. Mas se William n?o conseguir encontrar uma, pode ser um problema. Disse Miguel, desviando o olhar. ¨C Voc¨º est¨¢ nejando cortar as op??es de William para encontrar a med ¨®ssea? ¨C Indagou Mavis, com cuidado. O que voc¨º acha? ¨C Miguel sorriu de leve para Mavis. ¨C Isso facilitaria minha aproxima??o William! Disse Mavis francamente. Se eu tiver algo para salvar Breno que William n?o conseguiu encontrar, ele certamente vai me aceitar de volta por causa disso! ¨C Eu posso ajudar isso, ent?o voc¨º pode ir em frente confian?a. Concordou Miguel. ¨C ¨C Certo! Eu vou ficar aodo de William por voc¨º! ¨C Mavis ficou encantada. ¨¤ noite. Liliane e Marc foram for?adas por Eduardo a voltar para casa e descansar. Assim que Marc entrou no carro, fechou os olhos ee?ou a dormir profundamente no banco de tr¨¢s. Quando o motorista levou o carro para Mans?o Ba¨ªa, Liliane chamou Marc v¨¢rias vezes, mas n?o acordou at¨¦ que as crian?as sa¨ªram correndo para chamar . Marc acordou sonolenta. olhou confusa ao redor, se levantou esfregando os olhos. ¨C Lili, chegamos? Liliane segurou as m?os dos pequenos e disse a Marc: ¨C Sim, chegamos. Des?a. Marc saiu do carro bocejando e seguiu Liliane at¨¦ a casa. Assim que viu o sof¨¢, Marc correu e se deitou para dormir de novo. Alice queria cumprimentar Marc, mas Liliane deteve . ¨C Alice, n?o perturbe a sua madrinha, n?o dormiu por um dia inteiro. Ah? Por que n?o? ¨C Perguntou Alice, inclinando a cabe?a confusa. Ian percebeu a flor branca no peito de Liliane e percebeu que algo estava errado, ent?o perguntou: Mam?e, quem morreu? Liliane sentiu um aperto no cora??o e controlou suas emo??es, enquanto se agachava. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Alice, Ian, ¨¦ importante que eu conte a voc¨ºs. A vov¨® Lucinda faleceu. Ian e Alice ficaram chocados. Logo, os olhos brilhantes de Alice ficaram vermelhos. A vov¨® Lucinda n?o estava no hospital? Como isso aconteceu? ¨C e?ou a solu?ar. ¨C Mam?e¡­ Voc¨º n?o deveria fazer esse tipo de brincadeira, n?o ¨¦ engra?ado¡­ Ian apertou os l¨¢bios, seus olhos tamb¨¦m ficaram ¨²midos, mas ele n?o disse nada, apenas esperou Liliane explicar. Com carinho, Liliane abra?ou os dois filhos. ¨C Lucinda faleceu devido a uma cirurgia mal sucedida. Desculpe, eu n?o consegui manter sua vov¨® Lucinda viva. Ao ouvir isso, Alicee?ou a chorar num instante. Ian tamb¨¦m encostou a cabe?a no ombro de Liliane ee?ou a solu?ar. + Cap铆tulo 454 Cap¨ªtulo 454 Lucinda cuidou das duas crian?as por cinco anos e s j¨¢ consideravam Lucindao a pessoa mais pr¨®xima ds. Ao ouvir sobre a morte de Lucinda, as crian?as ficaram t?o tristes quanto Liliane. ¨C No dia 2 de janeiro, ser¨¢ o enterro de Lucinda. Vou tirar folga para levar voc¨ºs l¨¢. ¨C Disse Liliane, soltando as duas crian?as. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. As duas crian?as concordaram l¨¢grimas nos olhos. V Norte Verde. Mavis foi convidada por Miguel para passar a noite l¨¢. estava sentada no quarto de Miguel, observando que o prazo de dois dias estava prestes a acabar, mas Miguel ainda n?o mostrava nenhum interesse em checar o celr. Mavis n?o se atrevia a perguntar abertamente, ent?o foi para o banheiro pegar roupas limpas para tomar banho. Quando entrou no banheiro e tirou as roupas, seu celr tocou. Mavis pegou o celr e viu que era uma liga??o do Sr. Giovane, ent?o atendeut imediatamente. ¨C Al?? Sr. Giovane? ¨C Mavis disse enquanto se aproximava da porta do banheiro. queria ouvir se Miguel estava fndo ou n?o. ¨C A med ¨®ssea foi encontrada, pode ser entregue a qualquer momento, mas voc¨º ter¨¢ que pagar o pre?o. Disse o Sr. Giovane. ¨C Ao ouvir as pvras do Sr. Giovane, Mavis n?o ouviu a voz de Miguel dodo de fora. Ser¨¢ que o ismento ac¨²stico era muito bom? Quanto ser¨¢? ¨C Mavis perguntou, enquanto abria de leve a porta do banheiro. ¨C Duzentos mil reais. Depois do Sr. Giovane responder, Mavis acabou de abrir a porta do banheiro. viu Miguel no telefone atrav¨¦s da fresta da porta.. Mavis sentiu uma agita??o no peito e fechou rapidamente a porta do banheiro de novo. Dessa vez, tinha evid¨ºncias concretas! Era Miguel! +15 BOHUS ra Tudo bem,o devo fazer o pagamento? ¨C Perguntou Mavis, depois de limpar a garganta. Eu vou te enviar o n¨²mero da conta banc¨¢ria mais tarde. ¨C Est¨¢ bem, Sr. Giovane! Depois de desligar a chamada, uma mensagem chegou. Mavis transferiu duzentos mil para o n¨²mero da conta. Pouco depois, uma mensagem de texto chegou com a localiza??o da med ¨®ssea. Ano Novo. Assim que acordou, Breno recebeu uma mensagem de Liliane. ¡°Feliz Ano Novo, meu tesouro.¡± Ao ver a mensagem de Liliane, Breno sentiu um aperto no cora??o. Ele olhou para William trabalhando no sof¨¢ e, discretamente, se escondeu sob o cobertor para enxugar as l¨¢grimas dos cantos dos olhos as m?os pequenas. Ele queria ver sua m?e. Muito mesmo. Breno digitou uma resposta. ¡°Tamb¨¦m desejo um Feliz Ano Novo para a mam?e. Como voc¨º vai passar o dia hoje?¡± Liliane respondeu honestamente. ¡°Eu, Ian e Alice estamos nos preparando para ir ao funeral.¡± Breno ficou surpreso. ¡°Algu¨¦m faleceu?¡± ¡°A vov¨® Lucinda faleceu. Breno conhecia Lucinda, embora n?o a tivesse visto muitas vezes, sabia que era uma av¨® muito gentil e carinhosa. ¡°Mam?e, n?o fique triste.¡± ¡°Sim, eu vou me rpor, afinal, quero ver voc¨ºs tr¨ºs crescerem saud¨¢veis e felizes.¡± Saud¨¢vel¡­ Breno apertou amargura os l¨¢bios. Ele ainda teria a chance de ser saud¨¢vel? Deixando dedo esses pensamentos, Breno respondeu . ¡°Tudo bem, mam?e, se cuide tamb¨¦m.¡± Breno. ¨C De repente, a voz de William veio de cima. Breno rapidamente escondeu o celr sob seu corpo e afastou o cobertor para ver William. ¨¤ primeira vista, Breno ficou um pouco surpreso. O pai tinha barba por fazer no queixo e uma express?o de cansa?o no rosto. Breno sentiu uma dor aguda no cora??o. Ele tinha deixado o pai preocupado, n?o tinha? ¨C Papai. ¨C Breno n?o ousou olhar para cima e chamou baixinho. William se sentou aodo dele e disse voz rouca: Querer alguma coisa? Hoje ¨¦ Ano Novo, vamos sair um pouco? Breno pensou por um momento, perguntando: Posso ir ao shopping? ¨C Ir ao shopping paraer? ¨C Perguntou William, de volta. ¨C Eu queroprar presentes de Ano Novo para mam?e, Ian e Alice. ¨C Falou Breno, cuidado. Cap铆tulo 455 Cap¨ªtulo 455 Breno pensou que William talvez n?o concordasse. ???? ?? Mas ele n?o esperava que o pai respondesse prontamente: ro. Os olhos de Breno se iluminaram lentamente. ¨C Obrigado, pai. William sorriu tristeza. Ele n?o imaginava que apenas concordar um pedido t?o pequeno faria Breno t?o feliz. Ao meio¨Cdia. William levou Breno para almo?ar e depois passearam de m?os dadas pelo shopping. Breno j¨¢ tinha em mente o que queriaprar, ent?o quando encontraram as lojas, ele foi direto. Ele escolheu um len?o para Liliane, uma garrafa t¨¦rmica para Ian, porque Ian adorava beber ¨¢gua, e um grande urso de pel¨²cia para Alice, que poderia abra?ar enquanto dormia. Por fim, Ianprou uma gravata para William. Ao receber o presente, William ficou ramente surpreso. ¨C Para mim? ¨¦ Ano Novo, ent?o o papai tamb¨¦m precisa de presentes. ¨C Concordou Breno. William se agachou satisfa??o e acariciou a cabe?a de Breno. Um sorriso apareceu em seu rosto bonito. Obrigado. Breno olhou para William, at?nito. O pai estava sorrindo¡­ Foi a primeira vez que ele o viu sorrir t?o sinceramente. O rosto p¨¢lido de Breno se iluminou de alegria. Papai, sorria mais, fica t?o bonito. O sorriso de William congelou em seu rosto bonito e uma express?o de constrangimento passou por seus olhos/Ele recuou a m?o, tossiu duas vezes e se levantou, perguntando: ¨C Mais alguma coisa paraprar? Content ? N?velDrama.Org. ¡ª N?o. ¨C Respondeu Breno. ¨C Voc¨º n?oprou nada para si mesmo? ¨C William disse, franzindo o cenho. O olhar ro de Breno se encheu de um sorriso suave. ¨C Meu presente ¨¦ ver voc¨ºs felizes. William segurou a m?ozinha de Breno. ¨C Uma vez eu te vi olhando pe?as deputador, certo? Breno ficou um pouco corado. ¨C Estava olhando pe?as, queria tentar montar meu pr¨®prioputador¡­ Se precisar de alguma pe?a, fa?a uma lista para Jorgeprar. Breno levantou as sobrancelhas, surpreso. ¨C Papai, voc¨º n?o vai me impedir de fazer essas coisas que n?o t¨ºm nada a ver os estudos? Voc¨º tem capacidade para isso, por que eu iria te impedir? Retornando ao hospital, William instruiu Jorge a entregar todas aspras de Breno na casa de Liliane, juntamente tr¨ºs cart?es de felicita??es de Ano Novo, escritos ¨¤ m?o por Breno. Jorge tinha a inten??o de entregar as coisas e sair, mas assim que ele entrou o carro dentro do p¨¢tio, avistou uma mulher dodo de fora da jan do carro. Ele ficou surpreso a apari??o repentina de Dora. Ele abaixou o vidro e perguntou: Voc¨º¡­ Quem ¨¦ voc¨º? ¨C Eu sou Dora, a bab¨¢ da Srta. Liliane! E voc¨º, quem ¨¦? Voc¨º veio a autoriza??o da Srta. Liliane? ¨C Doran?ou duas perguntas. Jorge bn?ou a cabe?a e respondeu honestamente: N?o, n?o vim autoriza??o. ¨C Ent?o, por que voc¨º est¨¢ aqui? ¨C Perguntou Dora, cautelosa. Jorge apontou para os presentes no banco do passageiro e explicou: ¨C O filho da Srta. Lilianeprou presentes de Ano Novo e me pediu para os trazer. Dora se inclinou para olhar para o banco do passageiro. Ao ver os presentes, sorriu imediatamente. Certo, senhor, voc¨º pode me entregar os presentes. Jorge concordou, saiu do carro e entregou os presentes a Dora. acenou a cabe?a para ele. ¨C Eu vou entregar eles ¨¤ Srta. Liliane. Tenha uma boa noite! Jorge ficou um pouco surpreso e murmurou: Bem, obrigado.. Dora voltou para a mans?o segurando os presentes, enquanto Jorge observava de costas, perdido em pensamentos. ¡°Ser¨¢ que ainda existem bab¨¢s t?o jovens?¡°, pensou Jorge, co?ando a cabe?a antes de sair. ¨¤ noite. Liliane voltou para casa as crian?as. Dora j¨¢ havia preparado o jantar e sorriu ao v¨º¨Clos chegarem. Srta. Liliane, h¨¢ presentes para voc¨º e as crian?as! Eles est?o na s. Ao ouvir isso, Alice correu para a s. Ao ver o grande urso de pel¨²cia, seus olhos se iluminaram. ¨¦ o urso grande! ¨C Alice exmou animada para Liliane. ¨C M?e, ¨¦ o urso grande! Cap¨ªtulo 456 Cap铆tulo 456 Cap¨ªtulo 456 Ian pegou o copo t¨¦rmico da mesa e deu uma olhada. ¨C Eu sei quem deu isso. Liliane se aproximou e pegou a caixa de presente o len?o de seda. ¨C Foi o Breno, n¨¦? Ian concordou a cabe?a, perguntando: ¨C Mam?e, eu tamb¨¦m tenho um presente para Breno, voc¨º pode encontrar algu¨¦m para entregar? ¨C Mam?e, eu tamb¨¦m tenho um presente para o Breno! ¨C Alice disse. Certo. Concordou Liliane, enquanto pensava em quem poderia fazer a entrega, Dora se aproximou. ¨C Eu posso fazer isso! Disse Dora, sorrindo. Eu vi o senhor que veio esta tarde! Ele parece um pouco distra¨ªdo, tem olhos grandes e ¨¦ bastante bonito. Liliane entendeu que Dora estava descrevendo o assistente Jorge. Mas n?o esperava que Dora descrevesse eleo um pouco distra¨ªdo¡­ Liliane olhou para as crian?as e disse: ¨C V?o pegar os presentes, tamb¨¦m h¨¢ um rel¨®gio na mesa de cabeceira, por favor, tragam tamb¨¦m. Alice olhou para Liliane um olhar travesso. ¨C Mam?e, voc¨ºprou em segredo presentes para Breno. Liliane, sem op??es, afagou o cabelo de Alice. ¨C ¨¦ o mesmo que os seus. As duas crian?as correram para cima para pegar os presentes, enquanto Liliane dava o endere?o do Jardim Azul para Dora. Depois do jantar. Dora foi ao Jardim Azul para entregar os presentes, enquanto Liliane levava as crian?as para escovar os dentes e dormir. Afinal, teriam que acordar cedo no dia seguinte. No hospital. sunteu baivo: Por que ele est¨¢ dormindo antes das sete? William segurava o rt¨®rio de exames entregue pelo m¨¦dico, a testa franzida, respondendo: ¨C Ele est¨¢ febre alta e tiraram bastante sangue dele tamb¨¦m. Quando ele poder¨¢ fazer a quimioterapia? ¨C Vin¨ªcius suspirou de leve. William levantou o olhar. ¨C Ele precisa se recuperar da inma??o e da febre antes de poder fazer a quimioterapia, provavelmente ser¨¢ depois de amanh?. ¨C Quanto ¨¤ med ¨®ssea? ¨C Perguntou Vin¨ªcius, de novo. Ao ouvir isso, William estreitou os olhos, uma express?o de preocupa??o entre as sobrancelhas. ¨C Enviei pessoas para investigar no mercado negro e tamb¨¦m entrei em contato os principais hospitais, mas at¨¦ agora n?o encontramos uma med ¨®ssea adequada. ¨C N?o se preocupe tanto. Consolou Vin¨ªcius. ¨C Ouvi dizer que s¨® ¨¦ poss¨ªvel fazer o transnte ap¨®s o t¨¦rmino do primeiro ciclo de tratamento. Sim. ¨C William colocou o rt¨®rio sobre a mesa, acrescentando. ¨C Amanh? voc¨º fica Breno. ¨C ¨C Voc¨º vai fazer o qu¨º? ¨C Perguntou Vinicius, olhando para ele. William respondeu em voz baixa: ¨C Lucinda ser¨¢ sepultada, ent?o preciso ir. Tudo bem. Concordou Vinicius. Ok, eu cuido disso aqui. No dia 2 de janeiro. Logo de manh? cedo, Liliane levou as crian?as ao cremat¨®rio. Depois da crema??o, todos embarcaram em um carro funer¨¢rio em dire??o ao cemit¨¦rio. O local escolhido por Carlos era onde a m?e adotiva de Liliane foi sepultada. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. No momento em que Liliane desceu do carro, l¨¢grimas contidas durante todo o caminho. escorriam por seu rosto. Marc entregou um len?o para Liliane enxugar as l¨¢grimas. Lili, n?o chore mais, Lucinda n?o ficar¨¢ tranqu se as l¨¢grimas ca¨ªrem sobre sua urna. Certo. Concordou Liliane. Com isso, s entraran juntas no cemit¨¦rio. Diante da l¨¢pide escolhida por Carlos, o velho respons¨¢vel pelo funeral pediu para Liliane colocar a urna no lugar. Em seguida, o processo de sepultamentoe?ou. Ap¨®spletar esses procedimentos, Liliane se ajoelhou diante do t¨²mulo de Lucinda para prestar suas condol¨ºncias. As duas crian?as choravam sem controle nos bra?os de Marc e Eduardo. At¨¦ que tudo o que precisava ser feito j¨¢ estava conclu¨ªdo, o grupo se preparou para sair, quando uma figura apareceu ao longe. ¨C Como o chefe veio parar aqui? ¨C Exmou Marc, surpresa. Liliane ficou fria num instante, levantou a cabe?a e olhou para o homem vestindo um terno preto, panhado por Jorge, que vinha em dire??o a eles. Levem as crian?as de volta para o carro. ¨C Falou Liliane, friamente. ¨C Voc¨º vai ficar? ¨C Marc olhou preocupada para Liliane. Lili, talvez seja melhor ficarmos aqui. Sugeriu Carlos. Cap铆tulo 457 Cap¨ªtulo 457 Kerry n?o queria sair. ¨C Se esse canalha te machucar? Liliane olhou para eles. ¨C N?o vai acontecer, estamos no cemit¨¦rio. Quando viram que Liliane estava determinada, as outras pessoas n?o disseram mais nada e foram em dire??o ao outro corredor para sair. Assim que sa¨ªram, William se aproximou do t¨²mulo. Liliane o encarou frieza, sem dizer nada, apenas deu um tapa no rosto a ele. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. O som n¨ªtido fez Jorge arregr os olhos. Srta. Liliane! Voc¨º tem coragem de vir aqui? ¨C Questionou Liliane, contendo a raiva. William se virou uma express?o sombria, seu olhar era t?o frio quanto a raiva em Liliane. Voc¨º sabe o que est¨¢ fazendo? ¨C A voz dele era g¨¦lida e amea?adora. ¨C O que estou fazendo? ¨C Liliane se aproximou dele. Eu quero saber o que voc¨º fez! ¨C As veias na testa de William pulsaram. Voc¨º, explique direto! Voc¨º fez o m¨¦dico me procurar para consentir a cirurgia da Lucinda! E o resultado da cirurgia? Lucinda morreu! ¨C Os olhos de Liliane ficaram avermelhados. A respira??o de William ficou mais fria. ¨C Eu n?o posso contrr os imprevistos da cirurgia! Eu contratei a melhor equipe m¨¦dica para Lucinda, voc¨º n?o viu? ¨C Eu n?o quero ouvir suas desculpas! Voc¨º s¨® quer se vingar de mim, n?o ¨¦? ¨C Se eu quisesse me vingar, voc¨º acha que estaria aqui t?o tranqumente? ¨C -Todo mundo sabe que voc¨º adora magoar os outros! ¨C Liliane zombou dele. ¨C Voc¨º finalmente conseguiu. Me ver sofrendo te deixa feliz, me ver sem nada te traz alegria, n?o ¨¦? ¨C Voc¨º me v¨ºo uma pessoa t?o vil? ¨C William se sentiu sufocado. ¨C Vil a ponto de matar uma pessoa em estado vegetativo para me vingar? Liliane deu um sorriso ir?nico. Lucinda est¨¢ aqui agora, voc¨º ousaria jurar no t¨²mulo d que nunca pensou em machucar ? -Se eu n?o fiz, ent?o n?o fiz! ¨C Disse William, friamente. ¨C Eu n?o preciso jurar! ¨C Voc¨º n?o precisa? ¨C Zombou Liliane. ¨C Voc¨º n?o tem coragem nem de jurar, ainda se atreve a dizer que ¨¦ inocente? William franziu a testa, sua voz estava friao o gelo: ¨C O que voc¨º quer que eu fa?a para voc¨º acreditar em mim? Est¨¢ ansioso? ¨C Liliane sorriu. ¨C William, sabeo ¨¦ ruim ser suspeito, n?o sabe? ¨C Liliane apontou para o pr¨®prio peito. Mas eu, Liliane, tenho sido constantemente questionada por voc¨º at¨¦ hoje! Voc¨º s¨® est¨¢ sendo questionado por mim uma vez! O olhar de William se alterou, seus dedos aodo do corpo se apertaram de repente. Saia! ¨C Ordenou Liliane, firmeza. N?o quero mais te ver! O olhar de William se tornouplexo ao olhar para Liliane. ¨C A mort¨¦ de Lucinda n?o tem nada a verigo! Esta ¨¦ a ¨²nica vez que direi isso! ¨C Tudo bem. Liliane olhou para ele. Ent?o prove. Eu s¨® acredito provas! Os olhos de William pareciam inabal¨¢veis. Como posso te mostrar evid¨ºncias? Eu trouxe aqu equipe m¨¦dica, mesmo que haja registros da cirurgia, voc¨º ainda desconfiaria¡¯de mim, n?o ¨¦? Ent?o. Liliane olhou sem emo??o para ele. O que mais voc¨º tem a dizer? Liliane, desde quando voc¨º se tornou t?o irracional? ¨C O rosto de William estava tenso. N?o aprendi voc¨º? Meu ex¨Cchefe! ¨C Liliane sorriu desd¨¦m. -Jorge! Rosnou William, em voz fria. Coloque as flores! Com isso, William se virou e saiu. ¨C Jorge colocou ¨¤s pressas os l¨ªrios brancos que segurava diante do t¨²mulo de Lucinda. Cap铆tulo 458 Cap¨ªtulo 458 Ap¨®s uma profunda rever¨ºncia, Jorge olhou para Liliane. Srta. Liliane, Sr. William n?o ¨¦ o tipo de pessoa que voc¨º est¨¢ descrevendo. Voc¨º esteve aodo dele por tr¨ºs anos, quando o viu usar t¨¢ticas t?o sombrias? Sr. William investiu muito esfor?o e recursos para trazer essa equipe m¨¦dica. Srta. Liliane, voc¨º realmente passou dos limites hoje. ¨C Depois de dizer isso, Jorge saiu. Liliane ficou em sil¨ºncio diante do t¨²mulo. foi longe demais? n?o queria acreditar que ele n?o estava sinceramente tentando salvar Lucinda? Mas qual foi o resultado? Lucinda morreu sob a faca dos m¨¦dicos que ele trouxe! Ele nem sequer teve a coragem de fazer um juramento. Como poderia acreditar que ele n?o estava se sentindo culpado? Depois de ficar ali por um tempo, Liliane seguiu n¨¢ dire??o do t¨²mulo de F¨¢tima. Chegando l¨¢, colocou o buqu¨º de flores preparado anteced¨ºncia na frente do t¨²mulo. Ent?o, pegou um len?o e se ajoelhou para limpar o t¨²mulo. ¨C ¨C M?e, estou aqui. ¨C Liliane sorriu esfor?o. Voc¨º me culpou por n?o ter vindo te ver por tanto tempo? Passei cinco anos no exterior, at¨¦ mudei de nome, agora volteio uma designer de moda bem¨Csucedida. Voc¨º est¨¢ olhando por mim do c¨¦u, certo? Por isso minha carreira est¨¢ indo t?o bem, n?o ¨¦ mesmo? M?e, voc¨º tem tr¨ºsos ador¨¢veis, cada um mais inteligente que o outro. Na pr¨®xima vez, eu trarei eles para voc¨º ver, tudo bem? Dizendo isso, Liliane olhou para a foto suave de F¨¢tima. Seu nariz ficou dormente e as l¨¢grimase?aram a cair sem parar. M?e, me perdoe por n?o ser filha suficiente para vir te ver. Ainda n?o me vinguei dos meus inimigos, n?o tenho coragem de te encarar. Voc¨º me perdoe¡­ No carro. No caminho de volta para a cidade, William estava o rosto extremamente sombrio. Ele olhou para fora da jan, vendo as paisagens passarem rapidamente, um aperto no peito que deixava ele sem ar. Ele j¨¢ tinha sido questionado antes, mas a suspeita de Liliane deixou ele furioso e impotente. Sr. William. Jorgee?ou, visivelmente desconfort¨¢vel. Na verdade, Srta. Liliane est¨¢ ¨C sofrendo muito, por isso est¨¢ dizendo coisas desagrad¨¢veis.Content ? N?velDrama.Org. Se fosse voc¨º, sendo constantemente questionado, o que faria? ¨C William olhou para ele. ¨C Ent?o talvez seja melhor evitar qualquer contato no futuro. Sr. William, tenho algo para te dizer, mas n?o sei se devo. Jorge engoliu em seco.. Diga! ¨C Disse William, voz sombria. ¨C A Srta. Liliane tamb¨¦m deve estar se perguntando por que voc¨º nunca confia n. Sr. William, o que aconteceu hoje, talvez voc¨º devesse considerar os sentimentos da Srta. Liliane¡­ O incidente com a Sra. Marta talvez n?o seja culpa d, assimo voc¨º nunca fez- mal a Lucinda. ¨C Prosseguiu Jorge. Ser¨¢ que era isso mesmo? Um amargor surgiu nos l¨¢bios de William. Parecia que ele¡­ Nunca realmente considerou os sentimentos d. Uma sensa??o de vazio parecia abrir um buraco em seu cora??o. As lembran?as inundavam sua menteo ondas. O olhar decepcionado de Liliane, a express?o de tristeza e raiva, suas explica??es impotentes¡­ Ele parecia nunca ter acreditado em uma pvra que dizia¡­ William fechou os olhos e se recostou na cadeira. Maso ele poderia remediar o mal que causou a no passado? ¨¤ noite. Liliane voltou para a mans?o e se trancou em seu quarto diretamente. Kerry tirou o casaco e se dirigiu a Marc, que estava sentada ¨¤ mesa,endo avidamente. O que h¨¢ G? ainda n?o superou a dor? Marc revirou os olhos para Kerry e depois olhou para ¨C Eduardo, explique isso para este idiota. Eduardo explicou resigna??o: Eduardo. -Lucinda foi enterrada hoje, Lili n?o pode se recuperar t?o rapidamente da tristeza. Al¨¦m disso, h¨¢ mais de uma coisa iodando . H¨¢ mais alguma coisa? ¨C Perguntou Kerry, confuso, enquanto se sentava e pegava uma colher de sopa. Assim que ele experimentou a sopa, seus olhos se arregram. Ele imediatamente deu um polegar para cima para Dora. ¨C Gostoso! Voc¨º cozinha muito bem! ¨C Obrigada pelo elogio. ¨C Dora sorriu. Cap铆tulo 459 Cap¨ªtulo 459 ¨C Quando est¨¢vamos saindo, vi Liliane dando um tapa em William. Lembrou Carlos, suavidade. ¨C Caramba! Kerry ficou chocado. deu um tapa direto no canalha? ¨C ¨C acredita que a morte de Lucinda est¨¢ rcionada a William. ¨C Assentiu Eduardo. ¨C Se fosse eu, tamb¨¦m pensaria assim. Disse Marc, engolindo um camar?o. Porque a equipe m¨¦dica ¨¦ do chefe. Todos olharam para Marc. Marc olhou para eles de forma vaga. O que foi? ¨C ¨C O pensamento das mulheres ¨¦ t?o simples. ¨C Comentou Kerry, estndo a l¨ªngua. Se o canalha quisesse se vingar de Liliane, por que usaria m¨¦todos t?o ¨®bvios? Problemas f¨ªsicos durante a cirurgia n?o s?o iuns. ¨C Acrescentou Carlos. Pode haverplica??es durante a cirurgia, mas n?o podemos descartar a possibilidade de algu¨¦m ter sabotado. Disse Eduardo. ¨C Kerry ficou confuso a conversa. ¨C Voc¨ºs est?o fndo de um jeito t?o estranho, ser¨¢ que est?o lendo muitos romances de suspense? ¨C E da¨ª? Eduardo olhou para ele. ¨C Kerryrgou a colher, explicando: ¨C Aquele ¨¦ o hospital do canalha! Se algu¨¦m estivesse nejando algo sob o nariz dele, essa pessoa ter¨ªa que ser muito habilidosa. Seguindo a l¨®gica de voc¨ºs, essa pessoa provavelmente tamb¨¦m teria uma rixa o canalha e estaria tentando causar problemas entre ele e Lili. ¨C Mavis seria a mais motivada, n?o ¨¦? Exmou Marc, surpresa. Nesse caso, parece que n?o teria essa capacidade. ¨C Opinou Eduardo. ¨C Como assim n?o? Marc fez uma careta. ¨C conseguiu esconder at¨¦ mesmo um assassinato. ¨C Assassinato? Kerry ficou chocado. ¨C Como eu n?o sabia disso? Todos olharam para Kerry ao mesmo tempo,o se dissessem: ¡°Voc¨º ¨¦ muito fofoqueiro¡°. ¨C ¨¦ melhor n?o especr sobre coisas sem evid¨ºncias. Interveio Carlos. Voc¨º ¨¦ muito ing¨ºnuo Marc suspirou para Carlos. ¨C Provas s¨®lidas s?o mais convincentes. Estou apenas fazendo uma an¨¢lise objetiva. ¨C Respondeu Carlos. Eduardo olhou intensidade para Carlos. Desde o in¨ªcio, ele nunca defendeu Liliane ou disse uma pvra em seu favor. Como ele ainda conseguia manter uma an¨¢lise racional diante do sofrimento da pessoa que amava? Ser¨¢ que Carlos realmente tinha uma perspectiva diferente dos acontecimentos ou ele estava escondendo algo? Carlos pareceu perceber o olhar de Eduardo e levantou os olhos, encontrando o olhar dele. Ele sorriu de leve, perguntando: ¨C Voc¨º acha que eu sou excessivamente racional? -Eu n?o sei o que voc¨º passou para ser t?o racional. Eduardo desviou o olhar. ¨C Talvez seja por ter presenciado muitas despedidas e mortes. ¨C Respondeu Carlos. Eduardo girou o copo em suas m?os. Essa dera??o parecia relevante, mas ao mesmo tempo.Published by N?v''elD/rama.Org. n?o. Carlos realmente era um enigma para se decifrar. Esperan?osamente, Carlos era uma pessoa pura de cora??o e bondosa. Ap¨®s o jantar. Marc foi para casa, Eduardo teve que cedo. lidar algumas quest?es da empresa e saiu mais Kerry ficou brincando as duas crian?as, enquanto Carlos levava a refei??o preparada por Dora para Liliane. Ele bateu na porta do quarto de Liliane. ¨C Pode entrar. Uma voz rouca veio de dentro do quarto. Carlos abriu a porta e entrou. Vendo Liliane encolhida no sof¨¢ sem se mover, ele apertou os l¨¢bios e colocou aida na mesa de centro. ¨C Voc¨º deveriaer alguma coisa. N?o consigoer. Respondeu Liliane, a voz mon¨®tona. Carlos se sentou aodo d e disse suavidade: Voc¨º se importaria de ouvir uma hist¨®ria? Ok. ¨C Liliane levantou os olhos para ele. Carlos pegou o copo aodo,e?ando: Quando eu tinha cinco anos, vi minha m?e amea?ar meu pai a morte, querendo abandonar ele. At¨¦ hoje, n?o consigo esquecer o olhar do meu pai naqu ¨¦poca. Ele olhou para minha m?e quando segurava uma faca em seu pulso, sem a menorpaix?o, at¨¦ nojo. Cap¨ªtulo 460 Cap铆tulo 460 Cap¨ªtulo 460 Ele disse que se quisesse morrer, que morresse de uma vez, sem deixar vest¨ªgios para que ele n?o tivesse nenhum resqu¨ªcio de simpatia. Minha m?e acabou n?o conseguindo fazer isso, porque sabia que se tamb¨¦m partisse, eu ficariapletamente sozinho. Mas nunca. mais se recuperou desde ent?o,e?ou a gastar o dinheiro que meu pai deixou bebida e cigarros. Sempre que bebia, se automutva. Em apenas dois anos, seus bra?os e pernas estavam cheios de cicatrizes. O que eu mais temia naqu ¨¦poca era voltar para casa, tinha medo de encontrar minha m?e morta l¨¢, e tinha ainda mais medo de ouvir seus solu?os. Esses dias torturantes se estenderam por cinco anos, at¨¦ que minha m?e desenvolveu um tumor maligno. Implorei para que buscasse tratamento, mas segurou minha m?o sua m?o magra e cheia de cicatrizes, dizendo que n?o queria mais ser um peso para mim, e deixou o ¨²ltimo dinheiro para que eu pudesse crescer. N?o guarde rancor do meu pai, n?o v¨¢ procur¨¢¨Clo, porque ele ¨¦ um dem?nio, foi o que me disse. queria que eu me tornasse um anjo de cora??o puro, porque para , eu era a luz que a sustentou nos ¨²ltimos cinco anos. ¨C Carlos terminou brevemente sua hist¨®ria. Liliane j¨¢ estava l¨¢grimas nos olhos. Voc¨º n?o odeia seu pai? ¨C Perguntou Liliane. Carlos entregou entregou um copo de ¨¢gua para . ¨C De que adiantaria odiar? ¨¦ apenas algo que tortura a mente das pessoas. Liliane n?o conseguia concordar ele, ent?o disse: Se n?o fosse por ele, voc¨º e sua m?e n?o estariam nessa situa??o, n?o ¨¦ verdade? ¨C Eu j¨¢ odiei. Disse Carlos, sorrindo. Eu at¨¦ o procurei, mas percebi que ele tamb¨¦m n?o est¨¢ indo muito bem. O que quer dizer ¡°n?o est¨¢ indo muito bem¡°? ¨C Perguntou Liliane, sem entender. Carlos olhou nos olhos de Liliane, e disse suavidade: Ele n?o tem ningu¨¦m verdadeiro ao seudo. ¨C Isso n?o significa que ele n?o esteja bem. Disse Liliane. ¨C Ele conseguiu deixar dinheiro suficiente para voc¨ºs viverem por cinco anos, ele deve ser muito rico¡­ ¨C Uma pessoa rica podeprar tudo, menos sinceridade. ¨C Interrompeu Carlos. Liliane abaixou os olhos. Sim, se n?o houver ningu¨¦m verdadeiro neste mundo para cuidar de n¨®s, ent?o viver n?o tem sentido algum. Voc¨º tem a mim, tefn amigos, tem familia, todos n¨®s estamos aqui para te panhar. A vida sempre traz pessoas que vem e v?o, s trazem consigo tanto dor quanto alegria, tudo faz Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. parte das li??es obrigat¨®rias e das preciosas experi¨ºncias de crescimento. N?o julgue as pessoas erroneamente, muito menos as odeie, sen?o isso se tornar¨¢ um tormento constante em sua vida. Liliane deu um sorriso amargo. Fr ¨¦ f¨¢cil, mas fazer n?o ¨¦ t?o simples. ¨C Para uma pessoa de carne e osso,o ¨¦ f¨¢cil conseguir fazer isso? Liliane ficou perplexa por um momento e ent?o riu de leve. ¨C Voc¨º n?o ¨¦ uma pessoa de carne e osso? Carlos levantou ligeiramente uma sobrancelha. ¨C Minha alma j¨¢ foi sacrificada para Bael. Liliane franziu a testa. ¨C O que isso significa? Carlos se levantou. Os anjos da luz te d?o um pouco de ¨¢gua morna. Liliane foi entretida por Carlos. Grupo Lima. Eduardo estava sentado em seu escrit¨®rio, olhando para oputador. Ele pegou o celr e uma voz feminina saiu do receptor: Os dados do cliente est?o quase todos processados, Edu, quando voc¨º vaie?ar? Ainda n?o tem pressa, Lili ainda n?o fez nada, ent?o eu n?o voue?ar ainda,o est¨¢ indo na nova empresa? ¨C Perguntou Eduardo. Do outrodo da linha, a risada da mulher soouo sinos de prata. Haha, todos os funcion¨¢rios j¨¢ foram contratados! Amanh? eles podeme?ar oficialmente. Eduardo se recostou na cadeira. ¨C E os projetos? ¨C Os grandes projetos que foram transferidos para a gente foram assinados por voc¨º, ent?o assim que voc¨º aparecer, os parceiros de neg¨®cios n?o ter?o nada a dizer. Cap铆tulo 461 Cap¨ªtulo 461 Eduardo curvou os l¨¢bios em um sorriso. ¨C Obrigado por isso. A mulher resmungou: ¨C Voc¨º sabe que n?o gosto de ouvir isso, por que n?o tenta me agradecer de outra forma? O sorriso nos l¨¢bios de Eduardo desapareceu devagar. Desculpe¡­ ¨C Se entregar a mim ¨¦ t?o dif¨ªcil para voc¨º? ¨C Disse a mulher. ¨C Tudo bem, vou te deixar escapar dessa vez, afinal, nada est¨¢pletamente decidido ainda. Voc¨º est¨¢ me fazendo um favor. O que est¨¢ dizendo? Estou muito feliz agora! N?o tem dinheiro que pague minha felicidade! ¨C D¨º uma descansada. Vou brincar ele por um tempo! Depois disso, a mulher desligou o telefone. Eduardo olhou para o celr, bn?ando resigna??o a cabe?a, prestes a desligar oputador, quando a porta do escrit¨®rio se abriu. Published by N?v''elD/rama.Org. Jo?o entrou, assentindo para Eduardo antes de fechar a porta. Eduardo se levantou, chamando respeito: ¨C Tio. Jo?o se aproximou, se sentando em frente a Eduardo, uma express?o s¨¦ria. ¨C Eduardo, voc¨º precisa me dar uma explica??o. Eduardo se sentou novamente, fingindo n?o entender e perguntou: ¨C A que voc¨º se refere, tio? -Eu vi fotos da L¨ªvia, quanto tempo voc¨º pretende me esconder isso? ¨C Jo?o falou urg¨ºncia em sua voz. Eduardo, calmo, olhou diretamente para Jo?o. Tio, o que adianta s¨¦ preocupar? H¨¢ cinco anos, eu estava na mesma situa??o que voc¨º est¨¢ agora. Jo?o ficou visivelmente irritado. Seu av? pode n?o reconhecer , mas pelo menos ME deixe a ver! N?o ¨¦ que eu n?o queira deixar voc¨º ver, ¨¦ que a L¨ªvia ainda n?o est¨¢ pronta para te ver. O que aconteceu o av? causou um grande trauma para . ¨C O que aconteceu? Jo?o ficou surpreso. ¨C Um olhar de raiva surgiu nos olhos de Eduardo. ¨C Ele, influenciado p Mavis, a trancou em uma casa pequena e quase a deixou morrer de fome! Naqu ¨¦poca, ainda estava gr¨¢vida de tr¨ºs crian?as! Jo?o ficou abdo. Seu av? est¨¢ perdendo a raz?o¡­ ¨C N?o desanime, tio. Disse Eduardo. Ainda temos a tia, n¨¦? Mas voc¨ºs sabem que o nome d ¨¦ Liliane, n?o a chame pelo nome errado. Jo?o ficou animado, Sim, ainda temos sua tia! Vou pedir para sua tia ir ver a L¨ªvia¡­ Liliane. ¨C Em r??o ao av?¡­ Fique tranquilo, nem eu nem sua tia diremos nada. No dia seguinte. Liliane levou as crian?as para a esc e depois foi para o escrit¨®rio. Ao chegar ao escrit¨®rio, sua secret¨¢ria Estre entrou. ¨C Sra. Liliane, o diretor de recursos humanos pediu para avisar que a f¨¢brica no sub¨²rbio est¨¢ prestes a ser conclu¨ªda e eles precisam que voc¨º d¨º uma olhada l¨¢. Liliane olhou para o rel¨®gio noputador. ¨C Tudo bem, depois da reuni?o voc¨º vaiigo. ¨C T¨¢ bom, Sra. Liliane. Nove e meia. Reuni?o da alta administra??o da empresa. Assim que Liliane se sentou, a diretora do departamento de modae?ou: Sra. Liliane, por favor, d¨º uma olhada nesta pe?a de roupa primeiro. Com isso, apertou o controle remoto e uma grande t se acendeu diante de Liliane. Uma pe?a de roupa foi apresentada a todos. O design da pe?a era ¨²nico, muito chamativo ¨¤ primeira vista. Com uma paleta de cores quentes e frias, detalhes delicados, adequados tanto para pessoas pele mais escura quanto mais ra. Examinando mais de perto, era na verdade uma pe?a de roupa muito adequada para o uso di¨¢rio. Liliane fitou a roupa na t, sentindo uma sensa??o de familiaridade a maneira de design, que era ao mesmo tempo maliciosa eum. A diretora do departamento de moda disse: Sra. Liliane, esta ¨¦ a nova roupan?ada p Novitex esta manh?. Liliane desviou o olhar, dizendo calma: ¨C Ah, a Novitex realmente tem alguns talentos. ¨C A quest?o chave n?o est¨¢ nisso. A diretora do departamento de moda ampliou a imagem no canto inferior direito. Mas sim nisso! Liliane levantou os olhos novamente ao ouvir isso e ficou surpresa ao ver a assinatura do designer. JSN?! Mestra?! Liliane estava muito familiarizada a assinatura de Jason, sua mestra sempre achou seu nome em ingl¨ºs, era muito longo. Sempre que assinava algo, s¨® escolhia tr¨ºs letras do alfabeto para escrever. + Cap铆tulo 462 Cap¨ªtulo 462 Al¨¦m disso, a caligrafia graciosa d,o poderia n?o reconhecer? A diretora do departamento de moda estava uma express?o s¨¦ria. Sra. Liliane, a Novitex contratou um estilista de renome internacional. Com a reputa??o de Jason, se n?o tivermos cuidado, nossas vendas ser?o significativamente afetadas p Novitex em menos de um m¨ºs. Liliane franziu o cenho. Por que a mestra escolheria ir para a Novitex? Como diabos eles conseguiram convencer ? N?o era de admirar que a mestra n?o tivesse entrado em contato recentemente, pois estava ocupada indo para odo do William. Liliane apertou os l¨¢bios, n?o se importava qual empresa a mestra escolheria trabalhar, mas ser mantida no escuro assim era dif¨ªcil de engolir. Vendo Liliane em sil¨ºncio, o departamento de vendase?ou a se preocupar. Sra. Liliane, o que devemos fazer sobre isso? Liliane ficou em sil¨ºncio por um momento e, ao levantar os olhos, mostrou determina??o e confian?a. A mestra tinha suas raz?es para fazer isso. Tudo o que podia fazer agora era confiar nas habilidades que aprendeu epetir da melhor forma poss¨ªvel! Liliane disse calma: ¨C N?o h¨¢ necessidade de entrar em panico por algo t?o trivial. Eu pessoalmente cuidarei do pr¨®ximo design. Voc¨ºs apenas continuem fazendo o que devem fazer. O departamento de design respirou aliviado. Se a Sra. Liliane podia dizer isso tanta calma e at¨¦ mesmo se envolver pessoalmente, o que havia para se preocupar? Eles s¨® precisavam seguir em frente! Content ? N?velDrama.Org. Depois da reuni?o¡­ Liliane voltou ao escrit¨®rio e ligou para Jason. O telefone tocou por um momento, antes de ser atendido. A voz de Jason soou pregui?osa: Eu sei o que voc¨º quer perguntar, encontre um restaurante para euer, estou morrendo de fome. Liliane fingiu estar irritada. ¨C O Sr. William da Novitex ¨¦ muito generoso, por que ele n?o cuida nem de uma refei??o? ¨C Lili, n?o fique brava, vou explicar quando nos encontrarmos. Me envie o endere?o do restaurante. Depois disso, Jason n?o deu a Liliane a chance de fr novamente e desligou o telefone ¨¤s pressas. Sem op??o, Liliane escolheu um restaurante e enviou o endere?o para Jason. Meio¨Cdia. Jason chegou ao Sabor Fluvial Maritimo. Liliane j¨¢ havia pedido v¨¢riasidas de acordo o gosto d, e Jasone?ou aer assim qu¨¦ se sentou. Depois de algumas mordidas, perguntou: Voc¨º conhece o CEO da Novitex, n¨¦? Liliane desviou o olhar por um momento. Mestra, o que voc¨º quer perguntar? 17 Jason tomou um gole de ch¨¢ e sorriu ao avaliar a express?o de Liliane. ¨C Tudo bem, n?o me esconda nada, n?o sou cega. Isso j¨¢ passou. Liliane tossiu levemente duas vezes. ¨¦ sua vez de explicar. Jason assentiu e contou a Lilianeo conheceu William. Liliane ficou chocada. Ent?o, William foi a ¨²nica pessoa quem voc¨º pode fr durante o periodo de abuso? Sim. ¨C Jason disse. ¨C Fiquei surpresa quando ele me procurou desta vez, mas ele ¨¦ um cara legal, estou disposta a ajudar ele. A perplexidade de Liliane foi dissipada, at¨¦ mesmo a inicial irrita??o por ter sido mantida no escuro desapareceu. J¨¢ que tudo est¨¢ decidido, ent?o, mestra, vamos fazer umapeti??o. Disse Liliane. Jason arqueou as sobrancelhas. ¨C Voc¨º est¨¢ cada vez mais confiante, G, eu gosto disso. ¨C O que mais posso fazer? ¨C Liliane n?o p?de deixar de rir. ¨C Minha mestra foi para outra empresa ganhar dinheiro para os outros, n?o posso mudar a realidade apenas chorando. Voc¨º deveria ser um pouco mais vulner¨¢vel, ser t?o forte assim n?o ¨¦ bom. ¨C Lembrando que voc¨º sempre ¨¦ independente e forte. ¨C Retrucou Liliane. Jason ficou sem pvras. ¨¤ tarde, Liliane deixou Jason na v que William havia providenciado. Antes de ir embora, Liliane viu a v mergulhada em pensamentos. percebeu que a v que havia ajudado a fam¨ªlia Marques aprar ainda estava l¨¢. Liliane desviou o olhar e resolveu entrar em contato uma imobili¨¢ria para marcar uma visita, decidiu colocar a casa ¨¤ venda. Depois disso, voltou para a empresa e foi Estre para a f¨¢brica. No hospital. Brenoe?ou a quimioterapia ¨¤ tarde. Cap铆tulo 463 Cap¨ªtulo 463 William e Vin¨ªcius estavam parados no quarto do hospital, observando enquanto uma agulha era inserida no bra?o de Breno. Depois de colocar o soro, o m¨¦dico disse a William: Sr. William, o soro est¨¢ sendo administrado. Pode haver efeitos cterais de n¨¢useas durante o processo, pode ser um pouco doloroso. William franzia o cenho enquanto olhava para Breno, que ainda n?o mostrava nenhuma rea??o. ¨C Breno, voc¨º consegue aguentar? ¨C Perguntou ele. Desde que isso ajude meu corpo a melhorar, posso suportar qualquer dor. ¨C Breno acenou. a cabe?a. Ele queria ter um corpo saud¨¢vel, um corpo que n?o fizesse sua m?e e seu pai se preocuparem. William se sentou aodo da cama, sua m?o quente tocava a cabe?a de Breno. ¨C Isso ¨¦ o que se espera de um homem. Vin¨ªcius, aodo, estava emocionado a ponto de deixar l¨¢grimas ca¨ªrem. Ele enxugou os olhos ¨²midos, dizendo: William, Breno tem apenas cinco anos, ele ainda n?o ¨¦ um homem. William deu um olhar frio para Vin¨ªcius. -Se voc¨º disser mais meia pvra, vou garantir que voc¨º nunca mais consiga fr! Os l¨¢bios cerrados de Breno se curvaram ligeiramente. Vin¨ªcius tentou sorrir e explicou: Eu s¨® queria que Breno se sentisse rxado. ¨C Obrigado, tio Vinicius, estou bem. ¨C Agradeceu Breno. O tempo passou e em menos de meia hora, o rosto de Breno estava p¨¢lido e ele estava continuamente vomitando. Ao ver a condi??o dele, William sentiu um cfrio percorrer todo o seu corpo. que Ele enfrentou tempestades no mundo dos neg¨®cios e lidou todos os tipos de pessoas. Ele sempre encontrava uma solu??o para qualquer problema, exceto para o tormento e a dor Breno estava passando Na familia Lima. A Sra. Lima estava sentada em seu quarto, preocupada emo arranjar uma desculpa para se encontrar Liliane, quando Beatriz entrou. Vendo a Sra. Lima franzir a testa, Beatriz se aproximou ¨¤s pressas perguntando: ¨C M?e, est¨¢ se sentindo mal? A Sra. Limargou as m?os e bn?ou a cabe?a em dire??o a Beatriz. ¨C N?o, estou apenas pensando. Em que est¨¢ pensando? Precisa de ajuda? ¨C Perguntou Beatriz. ¨C Bia, Mavis tem te pedido ajuda recentemente? ¨C Perguntou a Sra. Lima, de volta. N?o. Respondeu Beatriz.- Essa mulher nem tem me procurado nos ¨²ltimos dias, s¨® tem olhos para encontrar Miguel agora. A Sra. Lima ponderou por um momento, depois disse: -Me diga a verdade, depois de observar Liliane da ¨²ltima vez, o que voc¨º achou d? ¨C Inst¨¢vel! ¨C Disse Beatriz, sem rodeios. ¨C Um momento est¨¢ conversando Miguel, no pr¨®ximo est¨¢ sendo levada por outro homem para o escrit¨®rio. Ser¨¢ que ele ¨¦ o namorado d? ¨C Sugeriu Sra. Lima. Beatriz fez uma careta. - estava sendo sustentada por William antes, t?o rapidamente mudou de ideia? ¨C Bia! A Sra. Lima elevou a voz. N?o fale assim! Beatriz n?o se conteve, continuando: Published by N?v''elD/rama.Org. ¨C M?e! Todo mundo sabe disso! Qualquer pessoa na Serafim sabe que Liliane estava sendo sustentada por William antes! ¨C N¨®s n?o conhec¨ªamos a situa??o d naqu ¨¦poca! ¨C Retrucou a Sra. Lima, firmeza. ¨C Daqui para frente, n?o quero mais ouvir esse tipo deent¨¢rio desagrad¨¢vel! ¨C ¨¦ porque ¨¦ filha da tia que voc¨º a defende tanto? ¨C Eu n?o estou defendendo, eu vou investigar o que aconteceu antes . Bia, voc¨º est¨¢ crescendo, n?o pode julgar as pessoaso as socialites fazem! ¨C Ent?o v¨¢ investigar. ¨C Beatriz se levantou, indignada. ¨C Eu tamb¨¦m vou encontrar evid¨ºncias para mostrar a todos que ¨¦ uma mulher vol¨²vel! Com isso, Beatriz saiu batendo a porta. A Sra. Lima bn?ou a cabe?a resignada, tinha mimado demais Beatriz! Mimado a ponto de criar uma personalidade t?o inflex¨ªvel. Logo depois que Beatriz saiu do quarto, se deparou Mavis subindo as escadas. Mavis viu Beatriz e se aproximou um sorriso perguntando: Seu pai voltou para a empresa, n¨¦? Beatriz olhou caut para Mavis. O que voc¨º quer que eu fa?a agora? Cap铆tulo 464 Cap¨ªtulo 464 Mavis disse sorrindo: Voc¨º n?o precisa ficar t?o na defensivaigo, n?o vou te fazer mal. Beatriz deu um sorriso frio para . Ent?o devo te agradecer, ¨¦ isso? De fato, deveria me agradecer. ¨C Mavis cruzou os bra?os, uma atitude de superioridade. ¨C Afinal, fui eu quem ajudou seu pai a entrar na empresa. Voc¨º n?o precisa ficar batendo sempre nessa te! ¨C Beatriz a encarou raiva. Se n?o quer fr sobre isso, ent?o n?o fale. Por que est¨¢ t?o nervosa? Se n?o tem nada para fazer, por favor, n?o fique no meu caminho. Disse Beatriz, furiosa. Depois de fr, tentou sair, mas Mavis deu um passo para bloquear seu caminho novamente, dizendo: ¨C Sabe, ¨¦ engra?ado, eu realmente n?o estava pensando em deixar voc¨º fazer nada, mas depois que voc¨º mencionou, agora tenho uma ideia. Isso enfureceu Beatriz ainda mais. Mavis, voc¨º ¨¦ desprez¨ªvel! For?ar¨Cme a fazer coisas repetidamente essa hist¨®ria, afinal, quem voc¨º ¨¦? Mavis olhou indiferente para as unhas rec¨¦m¨Cfeitas, provocando: ¨C Se voc¨º me odeia tanto assim, ent?o s¨® me resta procurar meu av?. ¨C Pare a¨ª! ¨C Beatriz se aproximou para impedi. Eu fa?o, est¨¢ satisfeita? Mas ser¨¢ a ¨²ltima vez!. Mavis olhou para Beatriz, satisfeita, dizendo: ¨C Preciso que voc¨º fique de olho no William. Beatriz ficou surpresa, n?o era para ficar de olho em Liliane desta vez? -Por que ficar de olho no William? ¨C Perguntou Beatriz. Mavis se apoiou na parede do corredor, cruzando os bra?os. Voc¨º conhece o filho do William, certo? E dai? Breno foi diagnosticado leucemia aguda e precisa de um transnte de med ¨®ssea. - Leucemia? Beatriz ficou chocada. ¨C Ent?o por que voc¨º est¨¢ aqui? V¨¢ para o hospital cuidar do seu filho! Mavis resmungou frieza: Ele n?o ¨¦ meu filho biol¨®gico, por que eu iria cuidar dele? Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Beatriz ficou chocada, perguntando: -N?o ¨¦ seu? Ent?o de quem ¨¦? sabia apenas que William e Mavis cancram o noivado, mas n?o sabia sobre a identidade da crian?a. E filho dele e da Liliane. Mavis admitiu sem rodeios. Beatriz arregalou os olhos, Breno era filho de William e Liliane? Ent?o Mavis¡­ logo entendeu, essa mulher astuta, Mavis, roubou a crian?a! odiava mais do que tudo pessoas que agiam ¨¤s escondidas! Embora n?o gostasse de Liliane, ter a crian?a aodo da m?e biol¨®gica seria certamente melhor do que ficar a madrasta! O desprezo nos olhos de Beatriz era ramente percept¨ªvel por Mavis. Indiferente, disse: ¨C Ent?o eu quero que voc¨º fique de olho no William, veja se ele consegue o transnte de med. Voc¨º deve me informar todos os dias! Beatriz a encarou e perguntou: Por que voc¨º quer que eu fique de olho nisso? ¨C Por que voc¨º est¨¢ fazendo tantas perguntas? ¨C Mavis a encarou arrogancia. ¨C Se eu mandei, voc¨º faz. -Eu tenho uma pergunta. ¨C Fale. ¨C Liliane sabe disso? ¨C n?o sabe. ¨C Mavis respondeu. ¨C ¨¦ melhor voc¨º manter a boca fechada, se Liliane descobrir, voc¨º vai lidar as consequ¨ºncias. ¨C Por que n?o contar a ? Como m?e da crian?a, n?o deveria saber? ¨C Questionou Beatriz. ¨C Isso s¨® mostra que n?o se importa a crian?a. ¨C Ironizou Mavis. Depois de dizer isso, acenou a m?o e acrescentou. Se lembre de rtar pontualmente. Adeus, eu preciso ir dormir. Observando Mavis entrar no quarto, Beatriz ficou pensativa. Realmente, Liliane n?o era apenas uma mulher promiscua, mas tamb¨¦m fria e insens¨ªvel! ignorava seu pr¨®prio filho! Essas pessoas realmente n?o eram dignas de William, nenhuma ds realmente o amava! Beatriz, irritada, desceu as escadas e foi para o hospital. ¨¤ tarde. Liliane foi buscar as crian?as na esc. Os professores sa¨ªram os alunos, Liliane olhou ao redor, mas n?o viu Breno. Cap铆tulo 465 Cap¨ªtulo 465 10 Depois de encontrar Alice en, Liliane os levou para o carro. Liliane estava prestes a perguntar sobre Breno, mas antes que pudesse fr, Alice se adiantou: Mam?e, hoje Breno n?o veio para a esc. Eu en pegamos alguns colegas e perguntaram a eles, disseram que Breno tamb¨¦m n?o veio ontem. Liliane achou engra?ado o termo ¡°pegamos¡± usado por Alice. perguntou: Ele mandou alguma mensagem para voc¨ºs dizendo para onde foi? O celr estava Ian, e ele bn?ou a cabe?a respondendo: ¨C N?o, n?o recebemos nenhuma mensagem do Breno. A ¨²nica mensagem foi um ¡°Feliz Ano Novo¡± no Ano Novo. Liliane abaixou os olhos, para onde Breno poderia ter ido? Ser¨¢ que William ficou zangado o que aconteceu antes e transferiu Breno de esc? Liliane pegou o celr e enviou uma mensagem para Breno. ¡°Breno, voc¨º mudou de esc?¡± Enquanto isso, no hospital. Breno estava t?o fraco que mal conseguia abrir os olhos, depois de vomitar v¨¢rias vezes. Seu rosto estava p¨¢lido, totalmente sem cor, e ele estava em um estado de confus?o. Quando o celr tocou, Breno apenas franziu a testa levemente, sem for?as para abrir os olhos. e dar uma olhada. William ouviu o som do celr e o pegou para verificar. Ao ver a mensagem de Liliane, seus olhos se estreitaram ligeiramente e ele respondeu. ¡°N?O tenho algumas coisas para resolver.¡± Liliane suspirou aliviada ao ver a mensagem. ¡°Ent?o voc¨º n?o pode vir ¨¤ esc amanh?? Mam?e n?o te viu hoje.¡± ¡°Vai levar um tempo, um tutor vir¨¢ em casa.¡°, respondeu William. Mesmo depois de receber a mensagem, Liliane ainda franziu a testa. William estava ramente evitando que visse Breno. O ambiente escr era importante para o estudo das crian?as, mas ele estava disposto a tirar Breno da esc s¨® para evitar que eles se encontrassem. Apesar de sua raiva, Liliane continuou fndo Breno em um tom gentil. ¡°Ent?o se lembre de ouvir o professor. Mam?e estar¨¢ esperando por voc¨º quando voltar.¡± Alice estava deitada nas pernas de Liliane, piscando seus grandes olhos cheios de l¨¢grimas e perguntando: Mam?e, Breno respondeu ¨¤ mensagem? O que ele disse? Breno est¨¢ ocupado, querida. ¨C Liliane acariciou a cabe?a de Alice. N?o se preocupe. Desapontada, Alice disse a cabe?a baixada: Tudo bem¡­ De volta para casa, Dora j¨¢ havia preparado o jantar, e Kerry estava debru?ado sobre a mesa conversando , esperando por Liliane. Ouvindo o barulho da porta, Kerry rapidamente virou a cabe?a para olhar. G! Ouvi dizer que Jason entrou na Novitex? Liliane empurrou as crian?as em dire??o aovat¨®rio e respondeu: Sim, todas as amostras de roupas projetadas p mestra est?o prontas. Voc¨º n?o foi perguntar ¨¤ sua mestra o que est¨¢ acontecendo? n?o sabe que voc¨º e William s?o inimigos mortais? Por que est¨¢ ajudando ele a te colocar nessa situa??o? Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Liliane estava zumbindo o barulho, ent?o disse: ¨C Kerry, a mestra tem suas pr¨®prias ideias, n?o ¨¦ adequado para mim interferir no que quer fazer. De qualquer forma, n?o est¨¢ ajudando a Novitex a me oprimir de prop¨®sito. O que posso fazer fazer agora ¨¦ trabalhar duro no design epetir . ¨C Voc¨º quer usar a identidade de G? ¨C Perguntou Kerry, atordoado. Sim.Concordou Liliane. ¨C A reputa??o da mestra ¨¦ influente na Am¨¦rica do Sul e na Europa, eu preciso destacar minha identidade. Kerry estava animado. Voc¨º finalmente entendeu! Eu posso imaginar o quanto apeti??o entre voc¨º e sua mestra pode causar um grande alvoro?o online! Liliane olhou para ele sem pvras. Voc¨º acha que isso ¨¦ uma coisa boa? Por que isso n?o seria uma coisa boa? Deixe todos saberem que G est¨¢ no Grupo TYC, isso tamb¨¦m ter¨¢ um grande impacto em nossa empresa! Lembre¨Cse, a identidade de G ¨¦ mais conhecida na Europa. ¨C Disse Liliane. Na Am¨¦rica do Sul, embora eu seja um pouco conhecida, minha chance de vencer contra a mestra ¨¦ muito pequena. Kerry ficou indignado, remando: William ¨¦ realmente um cara terr¨ªvel! A Novitex est¨¢ envolvida em tantas ind¨²strias, mas ele ainda querpetir voc¨º pelo neg¨®cio da moda! Cap铆tulo 466 Cap¨ªtulo 466 Liliane se sentou ¨¤ mesa, explicando: O lucro doserciantes ¨¦ uma lei eterna e imut¨¢vel. Eu mesma j¨¢ me intrometi e conquistei a posi??o de n¨²mero um em vendas de moda na Am¨¦rica do Sul, n?o ¨¦ mesmo? Kerry mordiscou os l¨¢bios pensativo, depois disse: ¨C Voc¨º n?o est¨¢ errada ao dizer isso. Dora, voc¨º n?o precisa fazer o meu jantar amanh? ¨¤ noite. ¨C Liliane disse, olhando para Dora. ¨C Para onde voc¨º vai? ¨C Antes que Dora pudesse perguntar, Kerry interveio. Liliane respirou fundo e disse determina??o nos olhos: ¨C Vou para a familia Lima. ¨¤ noite, ¨¤s nove e meia. Depois de cuidar das crian?as, Liliane entrou no escrit¨®rio e enviou uma mensagem para Carlos. ¡°Estou nejando ir para a casa da familia Lima amanh? ¨¤ noite.¡± dias. pretendia ir no Ano Novo, mas devido aos problemas de Lucinda, teve que adiar por alguns n?o queria chamar Carlos, mas tinha prometido e n?o podia desistir. Liliane colocou o celr na mesa e abriu oputador para acessar o documento criptografado. Olhando para o rt¨®rio de DNA, e?ou a imprimir as p¨¢ginas uma por uma. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. s¨® tinha provas da falsa identidade de Mavis, mas n?o tinha pistas sobre o assassinato. mal conseguia imaginar qu?o poderosos eram os aliados de Mavis para conseguir esconder a verdade t?o bem. Segundo Eduardo, Gilberto nunca ajudou Mavis. William tamb¨¦m n?o poderia ser, j¨¢ que Mavis sempre tentou manter sua imagem perfeita diante dele. Ent?o, quem estava ajudando Mavis? Depois de imprimir todos os documentos, Carlos finalmente respondeu ¨¤ mensagem. ¡°Ok, vou passar para te pegar em frente ao seu pr¨¦dio amanh? ¨¤ tarde.¡± §ä§Ñ ¡°T¨¢ bom.¡± tamb¨¦m informou Eduardo, indicando que se encontrariam na fam¨ªlia Lima naqu noite. Sexta¨C feira. Depois de deixar as crian?as na esc, Liliane foi para a empresa. IONUS Ap¨®s uma breve reuni?o, Estre foi inform¨¢ de que havia algu¨¦m esperando por no terreo. Liliane se dirigiu ao escrit¨®rio e perguntou a Estre: Quem ¨¦? Uma senhora chamada Rebeca, quer discutir uma possivel parceria a nossa empresa. Respondeu Estre. Ao ouvir isso, Liliane franziu a testa. Serafim n?o tinha uma empres¨¢ria o nome Rebeca, ent?o quem poderia ser essa Sra. Rebeca? Liliane abriu a porta do escrit¨®rio, dizendo: ¨C Leve para a s de espera e prepare uma x¨ªcara de caf¨¦. Eu irei at¨¦ l¨¢ em breve. Estre concordou a cabe?a: Certo, Sra. Liliane. Depois de organizar as coisas em sua mesa, Liliane caminhou em dire??o ¨¤ recep??o. Ao chegar l¨¢, viu a Sra. Rebeca, guiada por Estre. Os olhos bonitos de Rebeca mostraram ramente ummpejo de surpresa ao se encontrarem. Liliane sorriu de leve e estendeu a m?o para Rebeca. Ol¨¢, Sra. Rebeca. Rebeca recobrou o f?lego e apertou elegancia a m?o de Liliane. ¨C Ol¨¢, Sra. Liliane. Liliane retirou a m?o e abriu a porta da s de espera. ¨C Sra. Rebeca, por favor, entre. Rebeca assentiu e entrou na s de espera, se sentando. Liliane se sentou no sof¨¢ em frente a , enquanto a secret¨¢ria trazia o caf¨¦ rec¨¦m¨Cpreparado. Depois de deixar o caf¨¦, as funcion¨¢rias sairam e fecharam a porta do escrit¨®rio. Liliane perguntou: ¨C Minha secret¨¢ria me disse que a senhora est¨¢ interessada em uma cbora??o nossa empresa? ¨C ¨C Sim. Rebeca sorriu gentileza. ¨C Eu gostaria que voc¨º produzisse alguns modelos de roupas de inverno para crian?as, em diferentes tamanhos. Com isso, Rebeca tirou um papel de sua bolsa e entregou a Liliane. ¨C D¨º uma olhada na lista de roupas. ¨C Liliane pegou o papel e ficou surpresa ao ver a quantidade de jaquetas, cal?as de algod?o, su¨¦teres e casacos de penas listados. levantou o olhar, perguntando curiosidade: rounas s ¨C Sra. Rebeca, me desculpe por perguntar, mas essas para uso escr? N?o. Rebeca respondeu. s s?o destinadas a serem doadas para crian?as em ¨¢reas de montanha pobres. Liliane franzin levemente a testa. Crian?as em ¨¢reas montanhosas pobres? Em teoria, umma f¨¢brica de roupasum poderia lidar esse pedido. Por que a Sra. Rebeca estava procurando por ? Ser¨¢ que foi o Sr. Troy da Esc Nobre de Souza quem a indicou? Sra. Liliane, h¨¢ algum problema em cborarmos? ¨C Perguntou Rebeca, confusa. Cap铆tulo 467 Cap¨ªtulo 467 Liliane disse sorrindo: ¨C N?o ¨¦ bem isso, estou pensando, a gente n?o se conhece, por que voc¨º escolheu minha f¨¢brica para fazer isso, em vez de uma f¨¢bricaum? ¨C Por renda??o de conhecidos. ¨C Disse Rebeca sem muitos detalhes. Em quanto tempo voc¨º precisa dessas roupas? ¨C Em trinta dias. Liliane ponderou por um momento e concordou: ¨C Trinta dias est¨¢ bom. ¨C Qual ¨¦ o pre?o aproximado? ¨C Rebeca perguntou um sorriso. ¨C Tamb¨¦m preciso do design da sua empresa, o custo pode ser inclu¨ªdo. Liliane colocou a lista sobre a mesa de centro, dizendo: ¨C Sra. Rebeca, n?o vou cobrar pelo custo do design, afinal, voc¨º tamb¨¦m est¨¢ ajudando as crian?as das ¨¢reas rurais. Aqui est¨¢ meu contato. Quando tudo estiver pronto, eu enviarei o custo dos materiais para voc¨º. Rebeca olhou para Liliane, perguntando: Se voc¨º s¨® cobrar o custo dos materiais, isso vai atrapalhar seus lucros, n¨¦? ¨C Apenas aqueles que n?o querem ajudar pensariam que isso atrapalharia os lucros. Respondeu Liliane, um brilho suave aparecendo nos seus olhos. ¨C Eu tamb¨¦m sou m?e. N?o consigo ver crian?as da mesma idade que meu filho sofrendo o inverno rigoroso. Obrigada por me contar sobre isso hoje, Sra. Rebeca. Se poss¨ªvel, eu tamb¨¦m gostaria de contribuir. ¨C Oh? ¨C Rebeca ficou surpresa. ¨C Como voc¨º gostaria de contribuir? Ainda n?o decidi, mas em trinta dias devo ter uma ideia. ¨C Disse Liliane, honesta. Mal posso esperar, Srta. Liliane. Disse Rebeca, pegando o celr. ¨C Qual ¨¦ o seu n¨²mero do WhatsApp? Liliane deu seu n¨²mero do WhatsApp para Rebeca e as duas se tornaram amigas sucesso. Ap¨®s a negocia??o, Liliane panhou at¨¦ a recep??o. Antes de sair, Rebeca disse um sorriso gentil: Estou esperando voc¨º me enviar o contrato. Liliane respondeu sinceridade: Content ? N?velDrama.Org. ¨C Obrigada por escolher o Grupo TYC. V Norte Verde. Mavis acordou no quarto de h¨®spedes na casa de Miguel. se levantou cuidado, segurando a cabe?a tonta e massageando as t¨ºmporas inchadas. N?o sabia o que estava acontecendo, nos ¨²ltimos dois dias, acordava se sentindo extremamente cansada, at¨¦ seu cora??o batia r¨¢pido demais. Mavis se apoiou na cabeceira da cama, se lembrando das cenas apaixonadas Miguel na noite anterior. Mas ao pensar nisso, franziu for?a a testa. Tr¨ºs vezes seguidas! Miguel n?o conseguiupletar uma vez sequer! Todas as vezes ele deixou antes que pudessem terminar, alegando se sentir mal! queria ficar raiva, mas Miguel sempre se sentia culpado e mandava a empregada trazer leite quente para . Isso deixava frustrada e impotente! Miguel era capaz ou n?o, afinal? Mavis levantou o len?ol e se dirigiu ao banheiro, ainda um pouco grogue. Depois devar o rosto ¨¢gua fria, finalmente se sentiu mais desperta. aplicou seus produtos de cuidados a pele diante do espelho, pensando que talvez devesse procurar algu¨¦m para verificar se Miguel tinha disfun??o er¨¦til. Se fosse o caso, teria que encontrar outro homem para satisfazer suas necessidades f¨ªsicas! De repente, o celr tocou. Mavis olhou para o celr e viu que se tratava de Gilberto, logo se sentiu irritada. pegou o celr e atendeu. Seu rosto imediatamente mudou quando chamou uma voz doce: ¨C Vov¨®. Mavis, onde voc¨º tem estado nos ¨²ltimos dois dias? ¨C Gilberto perguntou. ¨C Por que voc¨º n?o voltou para casa? ¡°O que h¨¢ de errado em n?o voltar para casa? Esse velho maldito!¡± Ser¨¢ que ele n?o podia simplesmente ignorar ? Mavis cerrou os dentes, contrndo a sensa??o de repulsa e respondendo: Vov?, estou em um resort algumas amigas, voltarei hoje ¨¤ noite. ¨C Tem dinheiro suficiente? ¨C Gilberto perguntou. Se n?o tiver, o vov? te d¨¢ Precisava perguntar? ro que n?o tinha dinheiro suficiente! gastou muito dinheiro Breno, aquele crian?a que estava na beira da morte! ¨C Ent?o, desde j¨¢, agrade?o ao vov?. Voc¨º ¨¦ maravilhoso, vov?, te amo muito! Mavis deixou Gilberto radiante de felicidade. ¨C ¨®timo, n?o se esque?a de voltar para casa para o jantar hoje ¨¤ noite. Vou pedir ¨¤ empregada para preparar suaida favorita. Mavis disse for?ando um sorriso: ¨C Tudo bem, vov?. Cap铆tulo 468 Cap¨ªtulo 468 Hospital. Beatriz disfar?ada entrou no hospital. conseguiu descobrir em qual quarto Breno estava e subiu de elevador at¨¦ l¨¢. Ao chegar ao andar, Beatriz saiu do elevador e viu William e Vin¨ªcius saindo do quarto de Breno. Dois m¨¦dicos e algumas enfermeiras os panhavam. sto antes de se sentar atriz abaixou a aba de seu bon¨¦ e ajustou os ¨®culos escuros em seu rosto antes em um banco pr¨®ximo, fingindo mexer no celr. Sr. William, sugiro que cortem o cabelo de Breno nos pr¨®ximos dias. Caso contr¨¢rio, a queda excessiva de cabelo pode afetar ele psicologicamente. ¨C Disse o m¨¦dico para William, William, uma express?o visivelmente abatida em seu rosto bonito, mas incapaz de esconder seu olhar severo, respondeu friamente: ¨C Cortar o cabelo n?o ¨¦ o problema principal. O mais importante ¨¦o impedir que Breno continue vomitando. O m¨¦dico continuou: Sr. William, Breno est¨¢ fisicamente debilitado no momento e n?o seria apropriado administrar medica??o para parar o v?mito. Al¨¦m disso, ap¨®s esta semana, a cirurgia ser¨¢ necess¨¢ria imediatamente. William, descontente, estreitou os olhos e perguntou: ¨C Voc¨ºs j¨¢ encontraram um doador de med ¨®ssea? O m¨¦dico ficou constrangido. Sr. William, n¨®s monitoramos os bancos de med ¨®ssea nos ¨²ltimos dias e tamb¨¦m entramos em contato v¨¢rios hospitais, mas n?o encontramos¡­ William apertou for?a os l¨¢bios e ordenou em tom s¨¦rio: ¨C Continuem tentando. Sim. O m¨¦dico concordou. Depois que o m¨¦dico se retirou, Vin¨ªcius olhou paral William. ¨C William, e se tentarmos o mercado negro? Voc¨º acha que eu n?o tentei? Retrucou William. Mesmo? Que tal oferecer uma rpensa generosa? N?o seria suficiente? ¨C Perguntou Vin¨ªcius. O problema ¨¦ que n?o encontramos uma med ¨®sseapat¨ªvel a de Breno! Vin¨ªcius se apoiou na par¨¦de do corredor. Parece que ainda existem coisas que o dinheiro n?o podeprar neste mundo. William abaixou os olhos, parecendo impotente. Ao ver essa cena, Beatriz sentiu o cora??o doer. queria ajudar William, mas n?o sabiao. O mercado negro n?o era algo que entendesse, muito menoso encontrar os contatos necess¨¢rios. enviou essa informa??o para Mavis. Ao ver a mensagem, Mavis sorriu ainda mais. At¨¦ mesmo William, que era uma figura dominante na Am¨¦rica do Sul, tinha momentos de impot¨ºncia? Que al¨ªvio! Ao entardecer, Liliane ligou para Dora pedindo que levasse os seguran?as para buscar as crian?as na esc. Assim que desligou, recebeu uma liga??o de Carlos. Ele perguntou gentileza: ¨C Voc¨º j¨¢ terminou o expediente? Liliane pegou sua bolsa e sua pasta, respondendo: ¨C Sim, voc¨º est¨¢ a caminho? Estou indo de carro agora, devo chegar em uns quinze minutos. Est¨¢ frio l¨¢ fora, fique dentro da empresa me esperando. ¨C Instruiu Carlos. Liliane concordou e desligou. Em seguida, ligou para Eduardo. Ele atendeu rapidamente: Lili, voc¨º est¨¢ pronta para ir? Liliane saiu do escrit¨®rio e disse: ¨C Sim, Carlos est¨¢ vindo me buscar. Partiremos em quinze minutos. E voc¨º? ¨C Estou pronto para sair a qualquer momento. Respondeu Eduardo. Eu j¨¢ preparei tudo para expor . Para evitar surpresas, eu tamb¨¦m preparei. ¨C Disse Liliane, pensativa. ¨C Ser¨¢ que Mavis est¨¢ em casa? Perguntei aos empregados, o av? disse para vai voltar para jantar ¨¤ noite. ¨C ¨®timo, voc¨º pode ir na frente. ¨C Ok, me avise quando estiver chegando, eu vou te encontrar na entrada. ¨C Respondeu Eduardo, antes de desligar. Liliane apertou o bot?o do elevador e desceu, Published by N?v''elD/rama.Org. Dessa vez, finalmente iria acertar as contas Mavis! Ao entardecer, ¨¤s 17h40. Liliane recebeu uma foto de Dora, mostrando que as crian?as j¨¢ estavam em seguran?a. ¡°Obrigada.¡°, respondeu Liliane. Depois de responder, olhou para o rel¨®gio. J¨¢ havia passado vinte minutos e Carlos ainda n?o havia chegado. ligou para ele. Demorou muito, mas Carlos n?o atendeu. Liliane ficou preocupada e ligou novamente. Cap铆tulo 469 Cap¨ªtulo 469 Liliane ligou v¨¢rias vezes e Carlos n?o atendia. estava t?o preocupada que n?o conseguia ficar quieta, ent?o saiu da empresa e ficou dodo de fora, esperando ansiosamente. No inverno escurecia rapidamente e o vento gdo cortava. Mesmo vestindo roupas grossas, n?o era suficiente parabater o frio. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. As m?os de Liliane pegando o celr estavam gdas, envoltas pelo vento. discou novamente para Carlos e, dessa vez, ap¨®s um momento, ele atendeu. Carlos¡­. O dono do celr sofreu um acidente de carro! Voc¨º ¨¦ parente dele? J¨¢ chamamos a emerg¨ºncia! Liliane mal teve tempo de responder, quando uma voz estranha falou do outrodo da linha. Ao ouvir as pvras, as m?os d tremeram. Onde¡­ Onde ele est¨¢? ¨C Perguntou Liliane, uma voz tr¨ºm, enquanto levantou a perna para descer as escadas pressa. Mas mal deu o primeiro passo, suas pernas amoleceram e caiu das escadas um baque abafado, assustando os funcion¨¢rios ao redor. ¨C Sra. Liliane! ¨C Eles correram para ajudar. foi levantada e disse ansiosamente: ¨C Estou bem, encontrem meu celr. ¨C Aqui est¨¢! ¨C Um funcion¨¢rio pegou o celr e entregou para Liliane. Ao estender a m?o, todos viram o corte na palma da sua m?o, o que os deixou horrorizados. ¨C Sra. Liliane, sua m?o¡­. Liliane mal percebeu se estava machucada ou n?o, mas colocou o celr de volta no ouvido. Do outro lado, a voz desconhecida continuava dizendo ¡°alo¡°. Liliane lutou contra o panico em seu cora??o e perguntou: ¨C Por favor, me diga onde ele est¨¢? Ele est¨¢ gravemente ferido? O estranho respondeu: ¨C Rua das Costas! Ele est¨¢ desmaiado, a gente o tirou do carro. Liliane ficou ainda mais nervosa, dizendo: ¨C Obrigada! Estou indo agora! Depois de desligar, Liliane dirigiu at¨¦ Carlos. Dez minutos depois, chegou ao local do acidente, onde as pessoas se aglomeravam. ¨C saiu do carro e correu para a multid?o. Abriu caminho entre as pessoas e viu o carro de Carlos virado na rua, a frente de outro carro gravemente danificada. Liliane encontrou um policial e perguntou: Oi, desculpe iodar. O dono do carro branco j¨¢ foi levado para o hospital? O policial olhou para Liliane e perguntou: Quem ¨¦ voc¨º? Eu sou parente do dono do carro branco. ¨C Explicou rapidamente Liliane. O policial respondeu: Ah, ele j¨¢ foi levado para o hospital. Ele desmaiou por um momento, mas logo acordou. Parece que n?o est¨¢ gravemente ferido, est¨¢ no Hospital da Serafim. Ao ouvir isso, Liliane soltou um suspiro de al¨ªvio. ¨C T¨¢ bom, obrigada. Preciso ficar aqui mais algum tempo? ¨C N?o precisa, vamos ao hospital mais tarde para fazer o registro. Voc¨º pode ir ver sua fam¨ªlia agora. Liliane agradeceu e partiu em dire??o ao Hospital da Serafim. Na Mans?o da familia Lima. Eduardo e a familia da Beatriz estavam na s conversando Gilberto, mas Mavis ainda n?o havia aparecido. Gilberto olhava frequ¨ºncia para o rel¨®gio na parede e, ao ver que j¨¢ estava na hora do jantar e Mavis ainda n?o tinha voltado, seu rosto ficou cada vez mais sombrio. ¨C N?o vamos mais esperar! Se n?o chegar logo, vamos jantar sem ! ¨C Disse Gilberto, visivelmente irritado. Jo?o olhou para sua esposa, que imediatamente entendeu o que ele queria dizer. tentou acalmar gentileza Gilberto: Pai, que tal esperarmos um pouco mais? ¨¦ hora do rush agora, ¨¦ normal chegarem um pouco mais tarde. ¨C M?e, por que voc¨º est¨¢ ajudan¡­? ¨C Beatriz n?o conseguiu terminar a frase quando a Sra. Lima olhou e disse: Bia, v¨¢ at¨¦ a porta ver se sua irm? chegou. Irm?? Beatriz n?o queria considerar Maviso sua irma! Mas vendo a express?o sombria do av?, suspirou e, relutantemente, se levantou. Colocou o casaco e foi at¨¦ a porta. Assim que a empregada abriu a porta, um farol brilhante atingiu seu rosto. Beatriz semicerrou os olhos e logo as luzes do carro foram Cap铆tulo 470 Cap¨ªtulo 470 Mavis abriu a porta do carro e desceu usando saltos altos. Ao ver Beatriz parada na porta, se aproximou¡¯um sorriso, dizendo: ¨C ¨¦ t?o educada, esperando por mim na porta? Beatriz a encarou desagrado. Voc¨º fez de prop¨®sito? Usou os far¨®is do carro para me iluminar assim que sa¨ª? ¨C Como voc¨º pode dizer isso? ¨C Disse Mavis. ¨C Acabei de chegar e nem tive tempo de desligar os far¨®is. Beatriz retrucou: Seu carro nem se moveu! Quem voc¨º est¨¢ tentando enganar? Mavis sorriu sarcasmo. Quem disse que a culpa ¨¦ minha por voc¨º ser t?o azarada? ¨C Terminando as pvras, Mavis simplesmente empurrou Beatriz, que estava irritada, e seguiu em dire??o ¨¤ s de estar. ¨C Vov?, estou de volta! A voz de Mavis fez Gilberto sorrir imediatamente. Eduardo estava sentado aodo, olhando constantemente para o rel¨®gio. Se perguntou por que Liliane ainda n?o havia chegado? Gilberto chamou todos para irem ¨¤ s de jantar e Eduardo aproveitou para enviar uma mensagem para Liliane. ¡°Lili, por que ainda n?o chegou?¡± Liliane havia acabado de chegar ¨¤ s de emerg¨ºncia e ao ver a mensagem, pegou o celr rapidamente para conferir. Ao ler a mensagem de Eduardo, Liliane suspirou internamente. esqueceu de contar a Eduardo sobre o acidente de Carlos. Em seguida, respondeu a sua mensagem. ¡°Eduardo, n?o posso ir. Houve um acidente Carlos. Ele est¨¢ no hospital.¡± Depois de enviar a mensagem, Liliane foi perguntar o quarto de Carlos. Ao receber a mensagem, Eduardo franziu o cenho. Por que sempre aconteciam imprevistos quando Liliane estava lidando Mavis? Gilberto entrou na s de jantar e viu Eduardo ainda parado no mesmo lugar. Ele chamou: Eduardo, por que ainda est¨¢ a¨ª parado? Eduardo teve que deixar o celr dedo e se dirigir para a s de jantar. Na s de emerg¨ºncia. Liliane encontrou o quarto onde Carlos estava. Ele estava deitado na cama do hospital, manchas secas de sangue em sua camisa branca e uma bandagem na testa. Liliane mal teve tempo para se sentar quando uma enfermeira entrou. Ao v¨º, a enfermeira olhou para de cima a baixo e perguntou: Voc¨º ¨¦ a namorada do Dr. Carlos, certo? Liliane viu a enfermeira segurando o saco de soro e se afastou para odo, dizendo: All text ? N?velD(r)a''ma.Org. ¨C Sim. A enfermeira desinfetou as costas da m?o de Carlos eentou: ¨C O Dr. Carlos realmente gosta de voc¨º! Depois de uma cirurgia de cinco horas esta tarde, ele foi direto te ver. Nem mesmo teve tempo para beber ¨¢gua! Ao ouvir isso, Liliane levantou os olhos abruptamente para a enfermeira. ¨C Cinco horas? ¨C estava chocada. Por que Carlos n?o contou a ? Se soubesse, certamente n?o teria deixado ele ir buscar , muito menos teria concordado que ele panhasse at¨¦ l¨¢. Liliane se sentiu desconfort¨¢vel e culpada. O que fez para merecer tanto sacrif¨ªcio de Carlos? A enfermeira pendurou o soro para Carlos e olhou para Liliane, respondendo: ¨C Sim! O Dr. Carlos operou por cinco horas seguidas! Espero que voc¨º cumpra o papel de namorada dele e cuide bem dele! Caso contr¨¢rio, voc¨º n?o ¨¦ digna de ser a namorada do Dr. Carlos! Depois de dizer isso, a enfermeira salu. Liliane ficou parada no mesmo lugar, atordoada. sorriso amargo. O que e As pvras da enfermeira ecoaram em sua mente. Liliane deu um fez para merecer ser a namorada de Carlos? Meia hora depois. A pol¨ªcia chegou ao quarto. Para n?o perturbar o descanso de Carlos, Liliane levou os policiais para fora do quarto para conversar. O motorista respons¨¢vel pelo acidente est¨¢ na delegacia, Srta. Liliane. Precisamos que voc¨º v¨¢ at¨¦ l¨¢ e vejao proceder o caso. ¨C Disse o policial. ¨C Podemos fazer o depoimento do motorista mais tarde? Perguntou Liliane. Vamos deixar um policial aqui para aguardar a recupera??o do ferido. -Tudo bem, vamos l¨¢ ent?o. ¨C Concordou Liliane. Ap¨®s dizer isso, Liliane se levantou e saiu. Ao passar pelo balc?o da enfermaria, Liliane pediu ¨¤ enfermeira que cuidasse bem de Carlos. Dez minutos depois. Liliane entrou na delegacia e, ao chegar na s de interrogat¨®rio, viu o motorista conversando o policial. Cap铆tulo 472 Cap¨ªtulo 472 Voc¨º ainda se lembra do Enzo, certo? William ficou em sil¨ºncio, por um momento, antes de perguntar: Qu¨¦m? O seguran?a que esteve ao seudo por v¨¢rios anos, voc¨º demitiu ele h¨¢ cinco anos, ele se chama Enzo! N?o me diga que voc¨º esqueceu! ¨C Explicou Liliane. ¨C N?o tenho ideia. ¨C William respondeu. Se voc¨º tem algo importante a dizer, diga logo. N?o tenho tempo para discutir sobre pessoas irrelevantes voc¨º. Liliane deu um sorriso ir?nico. ¨C Voc¨º est¨¢ evitando algo? O que eu precisaria evitar? ¨C William perguntou confuso. Ent?o n?o foi voc¨º quem mandou Enzo bater no Carlos? ¨C Liliane perguntou diretamente. A express?o de William ficou sombria num instante. ¨C Onde voc¨º est¨¢? ¨C Voc¨º acha que eu iria querer te ver? ¨C Se quiser saber sobre isso, podemos conversar pessoalmente, caso contr¨¢rio, n?o me iode! ¨C William disse, ent?o desligou o telefone. Liliane olhou para a t do celr, frustrada por n?o conseguir dizer o que queria. O que ele quis dizer isso? Ser¨¢ que realmente foi ele? Por isso queria explicar pessoalmente? Por queplicar tanto uma simples conversa pelo telefone? Liliane ficou furiosa. mudou para o aplicativo de mensagens e mandou uma mensagem para William. ¡°Onde voc¨º est¨¢? Estou indo te encontrar!¡± William respondeu rapidamente. ¡°Nos encontraremos no Jardim Azul.¡± Depois de responder, William entrou no quarto de hospital, dizendo para Vin¨ªcius: Vou at¨¦ a casa buscar oputador do Breno e trocar de roupa. Vin¨ªcius assentiu repetidamente. N?o tem problema se voc¨º n?o voltar esta noite, temos enfermeiras aqui e eu. V¨¢ descansar um pouco. William olhou fundo para Breno, j¨¢ adormecido na cama, e saiu. hesab Meia hora depois. Liliane chegou ao Jardim Azuil. Ao entrar na casa, a empregada avisou : ¨C O Sr. William pediu para voc¨º subir e encontrar ele, ele est¨¢ no quart quarto. Liliane agradeceu e subiu as escadas em dire??o ao segundo andar. Chegando ¨¤ porta do quarto de William, Liliane bateu de leve. A voz rouca de William veio de dentro do quarto: ¨C Entre. Liliane n?o estava muito disposta a entrar, ent?o disse: ¨C Voc¨º pode sair para conversarmos? A voz de William soou um pouco sombria: ¨C N?o vou repetir. Liliane apertou os dentes e empurrou a porta. Assim que entrou, viu um homem de roup?o, os cabelos ainda molhados, na sua frente. Liliane desviou o olhar imediatamente. ¨C Voc¨º deveria se trocar primeiro. Por qu¨º? ¨C William tinha um tom zombeteiro nos olhos. ¨C Voc¨º acha que estou tramando algo contra voc¨º? Liliane apertou as m?os e, relutante, foi at¨¦ o sof¨¢ aodo de William. Sentada, Liliane foi direto ao ponto:Content ? N?velDrama.Org. ¨C Voc¨º pode explicar agora? Preciso voltar para o hospital. William a encarou, dizendo: ¨C Voc¨º est¨¢ assumindo que eu estou por tr¨¢s disso s¨® porque um seguran?a que demiti est¨¢ envolvido? ¨C ¨C Voc¨º acha que h¨¢ tantas coincid¨ºncias no mundo? ¨C Liliane retrucou friamente. ¨¦ uma coincid¨ºncia que o motorista que bateu no Carlos seja o seguran?a que voc¨º demitiu? ¨C Como voc¨º mesma disse, ele foi demitido por mim h¨¢ cinco anos. Se eu quisesse lidar Carlos, por que iria me iodar em envolver algu¨¦m do meu passado? Poderia ter usado algu¨¦m ao meu alcance ou at¨¦ mesmo uma pessoa desconhecida para voc¨º, assim evitaria qualquerplica??o para mim. ¨C Lembra da situa??o da Lucinda? ¨C Liliane zombou. ¨C Aqu equipe m¨¦dica era sua. O rosto de William escureceu. ¨C Liliane, n?o quero me explicar mais sobre isso voc¨º! ¨C Voc¨º n?o est¨¢ explicando porque est¨¢ se sentindo culpado? ¨C Liliane riu frieza. ¨C Ent?o, voc¨º est¨¢ usando o mesmo truque de sempre, achando que eu n?o vou desconfiar! O olhar de William se tornou frio, toda a press?o e irrita??o acumdas naqueles dias foram desencadeadas ps pvras de Liliane. +15 B ¨C Liliane, o acidente de Carlos n?o tem nada a verigo! Eu n?o teria tempo para envolve um ex¨C seguran?a em algo assim! E sobre Lucinda, voc¨º esteve ao meudo por tr¨ºs anos, quando voc¨º me viu fazer algo t?o est¨²pido? Voc¨º acha que eu iria me expor s¨® para prejudicar uma pessoa? Cap铆tulo 473 Cap¨ªtulo 473 ¨C Eu n?o te conhe?o, mas voc¨º deve saber bemo eu penso! Voc¨º ataca as pessoas ao meu redor, ent?o eu naturalmente penso que voc¨º n?o ¨¦ algu¨¦m descuidado! ¨C Disse Liliane. ¨C Voc¨º insiste em me consideraro uma pessoa m¨¢? ¨C William estava enfurecido. S¨® acredito no que vejo! ¨C Liliane retrucou. William ficou paralisado por um momento. Erao se ele mesmo tivesse dito essas pvras para . A raiva dele diminuiu ao poucos. -A situa??o minha m?e foi resultado do meu impulso. Essa rev??o surpreendeu Liliane. sentiu uma leve coceira nos olhos. Mas qual era of prop¨®sito de fr sobre isso agora? Liliane mudou de assunto: ¨C William, s¨® quero saber se voc¨º est¨¢ agindo assim as pessoas ao meu redoro uma forma de se vingar de mim. O que eu ganharia isso? ¨C Perguntou William. Lucro ou a satisfa??o psicol¨®gica? Para mim, se eu quisesse me vingar, faria isso de uma forma mais direta e eficaz. As pvras de William fizeram Liliane ponderar. N?o haviao negar a l¨®gica por tr¨¢s do que ele disse. Se ele realmente quisesse se vingar d, seu poder, estaria em uma situa??o desesperadora agora. Al¨¦m disso, o golpe substancial j¨¢ havia sido dado a contrata??o de Jason. Liliane olhou para o rosto bonito de William. Na verdade, havia observado isso assim que entrou. William parecia muito mal, mais do que quando o viu p ¨²ltima vez. Liliane desviou o olhar. Como ele poderia estar t?o ocupado o trabalho e ainda arrumar tempo para essas coisas? Talvez realmente estivesse deixando a dor confundir seu julgamento e for?ar acusa??es infundadas contra William. Depois de esrecer seus pensamentos, Liliane se levantou. -Me desculpe por n?o ter pensado nisso adequadamente. N?o queria iodar. Vou indo. William n?o deteve , apenas observou se afastar. Quando Liliane chegou ¨¤ porta, se virou de repente para William e perguntou: ¨C Por que n?o deixa Breno ir para a esc? William quase deixou escapar ¡°Breno est¨¢ no hospital¡°, mas ao ver Liliane, cuja figura parecia mais fr¨¢gil por causa dos recentes eventos, ele engoliu as pvras. Contratei um tutor particr para dar as para ele. Algum problema? ¨C William respondeu friamente. ¨C Lidar crian?as dessa idade na esc ¨¦ melhor. Ficar sozinho por muito tempo pode causar problemas psicol¨®gicos. ¨C Liliane argumentou. Com isso, Liliane puxou a porta e se afastou. Quando Liliane saiu, William estreitou os olhos. Enzo¡­ Ele n?o tinha mais lembran?as desse homem. Liliane foi at¨¦ ele t?o furiosa, ent?o Enzo devia ter dito algo para despertar suas suspeitas. William pegou o celr e ligou para Jorge. Logo, Jorge atendeu: ¨C Sr. William,o posso ajudar voc¨º? ¨C V¨¢ investigar Enzo, ele foi o motorista que atropelou o Carlos hoje. ¨C William disse a voz grave. Enzo? O guarda¨Ccostas que voc¨º demitiu por fazer algo errado? ¨C Jorge ficou surpreso. ¨C Voc¨º acha que eu me lembraria dessas coisas? ¨C Desculpe, Sr. William, vou investigar imediatamente.All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Enquanto isso, Liliane ligou para Marc, depois de entrar no carro. Ap¨®s um momento, Marc finalmente atendeu, voz sonolenta: ¨C Lili, o que houve? Liliane olhou para o rel¨®gio. Ainda n?o eram nem oito horas,o Marc j¨¢ estava dormindo de novo? Voc¨º ainda tem os contatos das pessoas que investigou para mim sobre Mavis? ¨C Perguntou Liliane. Sim, o que voc¨º quer investigar? Um guarda¨Ccostas que William demitiu h¨¢ cinco anos, chamado Enzo. Ele bateu no carro do Carlos hoje. ¨C O guarda¨Ccostas de William? ¨C Marc imediatamente ficou alerta. ¨C Ser¨¢ que ele fez isso de prop¨®sito? Cap铆tulo 474 Cap¨ªtulo 474 ¨C N?o ¨¦ isso¡­ ¨C Negou Liliane. Published by N?v''elD/rama.Org. Por que n?o ¨¦? ¨C Disse Marc. ¨C Contratar um ex¨Cguarda¨Ccostas demitido para lidar Carlos, isso n?o parece uma maneira conveniente de se livrar da culpa? Liliane franziu a testa, explicando: Marc, pelo car¨¢ter de William, ele n?o se rebaixaria a esse tipo deportamento astuto e desonesto. Al¨¦m disso, ele parece estar muito ocupado e cansado ultimamente. Voc¨º j¨¢ falou isso diretamente ele? ¨C Perguntou Marc. Sim. ¨C Liliane falou sem rodeios. ¨C Antes, eu n?o estava t?o calma. A situa??o Lucinda tamb¨¦m n?o deve ter sido causada pelo William. Quando voc¨º menciona isso, tenho pensado sobre isso nos ¨²ltimos dias! William gastou uma fortuna para contratar uma equipe m¨¦dica e depois fez que eles falhassem de prop¨®sito na cirurgia. Realmente n?o faz sentido. Se ele quisesse prejudicar algu¨¦m, n?o precisaria causar problemas a si mesmo,o no caso de Lucinda, em outro hospital, n?o ¨¦? Isso n?o te faz suspeitar Sim, fuf impulsiva demais. Acabei de me desculpar ele. Adoro a atitude da minha Lili de admitir seus erros prontamente! ¨C Marc continuou. Sobre esse tal de Enzo, estou investigando. Assim que descobrir algo, te aviso. ¨C Obrigada pelo esfor?o. N?o precisa agradecer! E Carlos? Como est¨¢? ¨C N?o ¨¦ nada grave. ¨C Que bom. Meia hora depois, Liliane voltou ao hospital. Carlos j¨¢ havia acordado, e um policial estava aodo dele, fazendo anota??es. Ao v¨º, Carlos expressou um leve arrependimento para o policial: ¨C Podemos encerrar por hoje? O policial se levantou e disse: ¨C ro, descanse bem. Se houver mais alguma pergunta, entrarei em contato novamente. Tudo bem, obrigado pelo seu trabalho. E o meu dever. Depols que eles terminaram de conversar, Liliane panhou o policial para fora do quarto e voltou. Desculpe, Lill. ¨C Carlos olhou para . Liliane se sentou aodo da cama de Carlos, dizendo: ¨C N?o precisa pedir desculpas. Ningu¨¦m quer passar por isso. Como voc¨º est¨¢? Melhorou um pouco? ¨C Estou bem, apenas uma concuss?o. Tive sorte. ¨C Carlos sorriu de leve. Liliane revirou os olhos para ele, dizendo: Voc¨º est¨¢ aqui fndo t?o levemente? Quando vi a cena, fiquei apavorada. Carlos apertou os l¨¢bios e meio que baixou os olhos, dizendo: ¨C Desculpe por te preocupar. Liliane lhe serviu um copo de ¨¢gua. Hidrate¨Cse. Carlos pegou o copo e perguntou: ¨C A enfermeira me disse que voc¨º foi a pol¨ªcia para a delegacia? Liliane confirmou: ¨C Sim, eles queriam discutir sobrepensa??es os familiares, mas ainda precisamos saber o que voc¨º acha sobre isso. Liliane n?o queria mencionar sua visita a William. Afinal, no momento, William n?o tinha nada a ver com o acidente de carro. Vou lidar o assunto do acidente por conta pr¨®pria a pol¨ªcia, mas a fam¨ªlia Lima, infelizmente, n?o poderei te panhar at¨¦ l¨¢ novamente. ¨C Lamentou Carlos. N?o se preocupe, tamb¨¦m estou sem tempo ultimamente. ¨C Liliane baixou o olhar. Mas isso beneficiaria Mavis por mais algum tempo. ¨C Eo vai ser? ¨C Perguntou Carlos. Tenho um monte de coisas da empresa para resolver, ent?o n?o consigo arrumar tempo para mais nada. ¨C Explicou Liliane. Carlos pensou por um momento depois perguntou: ¨C Voc¨º sabe sobre a celebra??o de cem anos da fam¨ªlia Lima? A celebra??o de cem anos? ¨C Liliane ficou surpresa. ¨C Eu n?o sabia. Como voc¨º ficou sabendo? -Eu ouvi colegasentando Parece ser muito importante para o Sr. Gilberto. Acho que ¨¦ no pr¨®ximo m¨ºs, certo? Qu¨¦ tal desmascarar a Mavis naqu ocasi?o? Um leve sorriso apareceu nos l¨¢bios de Liliane. -Carlos, obrigada. Isso ¨¦ muito importante para mim. N?o precisa agradecer. Dessa vez, te causei problemas. ¨C Carlos sorriu gentileza. Deixa pra l¨¢. ¨C Disse Liliane. ¨C Querer alguma coisa? Eu possoprar. ¨¤s dez da noite, Liliane voltou para a Mans?o Ba¨ªa. Kerry e os dois pequenos ainda estavam acordados e vieram receber imediatamente. ¨C Mam?e! ¨C Alice exmou animada. ¨C Voc¨º finalmente voltou. J¨¢ resolveu tudo o que precisava fazer hoje? Cap铆tulo 475 Cap¨ªtulo 475 Liliane colocou seus chinelos enquanto respondeu: Terminei tudo. Por que voc¨ºs ainda n?o est?o dormindo? Kerry se apoiou na parede, dizendo: ¨C Amanh? ¨¦ s¨¢bado, esqueceu? Liliane segurou as m?os dos pequenos e os levou para a s, se sentando no sof¨¢. Realmente esqueci. Algu¨¦m pode me trazer um copo d¡¯¨¢gua? Eu vou. ¨C Ian se levantou rapidamente. Em pouco tempo, ele trouxe um copo de suco para Liliane. ¨C Obrigada, querido. ¨C Liliane pegou o copo e tomou um grande gole. Kerry se aproximou e tirou o copo das m?os d. Voc¨º n?o tem modos de beber, assim vai se engasgar. ¨C Estava muita sede. ¨C Liliane pegou o copo de volta. ¨C Carlos sofreu um acidente de carro, ent?o fiquei indo e vindo entre a delegacia e o hospital. Acidente de carro?! ¨C Ao ouvir as pvras de Liliane, os dois pequenos e Kerry expressaram surpresa ao mesmo tempo. Sim, mas Carlos teve sorte. Mesmo virando o carro, s¨® teve uma concuss?o. Liliane sorriu resignada. All text ? N?velD(r)a''ma.Org. Kerry se sentou aodo de Liliane, chocado, perguntando: ¨C A concuss?o ¨¦ grave? ¨C Ligeira. ¨C Liliane descreveu o acidente para Kerry. Ap¨®s ouvir, Kerry ficou t?o chocado que poderia colocar um ovo na boca. Ele suspirou: Caramba, Carlos realmente tem sorte. O ditado ¡°boas a??es trazem boa sorte¡± est¨¢ certo. Ian.olhou para Kerry e brincou: ¨C Ent?o qual ¨¦ a mensagem que voc¨º quer passar? Kerry pensou por um momento, depois respondeu: Ah, sim, voc¨ºs brasileiros s?o devotos de Cristianismo, n?o ¨¦? Que tal euprar um B¨ªblia para ler amanh?? Assim que Kerry terminou de fr, Liliane e os dois pequenos olharam para ele ao mesmo tempo. Kerry olhou para os tr¨ºs olhares perplexos, perguntando: Por que est?o me olhando assim?! Os tr¨ºs n?o disseram nada e apenas levaram seus olhares para cima, se dirigindo para o andar de cima. Kerry chamou, confuso: -Ei, o que voc¨ºs querem dizer isso? Me contem! 0+15 BONUS S¨¢bado. As seis horas da manh?, Liliane se levantou para preparar o caf¨¦ da manh? para Carlos. Descendo as escadas, viu Dora l¨¢ fora, fazendo exerc¨ªcios as crian?as. Liliane olhou para o caf¨¦ da manh? sobre a mesa e colocou algumas coisas em uma garrafa t¨¦rmica. Depois de terminar, estava prestes a se sentar e esperar as crian?as terminarem o caf¨¦ antes de ir para o hospital, quando seu celr tocou de repente. pegou e viu que se tratava de Marc, ent?o atendeu. Marce?ou rapidamente: Lili, encontramos provas! Liliane imediatamente se endireitou, perguntando ¨C Diga, o que aconteceu? O cart?o banc¨¢rio do Enzo recebeu uma grande transfer¨ºncia na noite retrasada, vindo de um funcion¨¢rio da Novitex. Verificamos o funcion¨¢rio, mas n?o encontramos nenhum registro recente de grandes transfer¨ºncias em sua conta. As sobrancelhas de Liliane se franziram gradualmente enquanto ficava em sil¨ºncio por um momento. ¨C Lili,o um funcion¨¢rioum poderia receber um milh?o? E em dinheiro! Perguntou Marc, de volta. Liliane apertou os l¨¢bios, segurando firmeza as m?os na mesa. respirou fundo, dizendo: William n?o seria t?o descuidado a ponto de deixar uma evid¨ºncia t?o ¨®bvia. Ele pode n?o ter sido t?o descuidado, ent?o usou dinheiro! ¨C Marc respondeu. ¨C Mas ele n?o deve ter imaginado que o funcion¨¢rio seria t?o est¨²pido a ponto de fazer uma transfer¨ºncia. Liliane fechou for?a os l¨¢bios, sentindo que ainda havia algo estranho nisso tudo. Mas as evid¨ºncias concretas diante d,o poderia deixar de question¨¢¨Clo? Afinal, o homem era um funcion¨¢rio da Novitex! Line tentou manter a calma, ent?o disse: Marc, essa n?o ¨¦ uma prova definitiva. Primeiro, vamos verificar quem Enzo esteve em contato desde que voltei para o pa¨ªs at¨¦ agora. Voc¨º ainda est¨¢ defendendo William at¨¦ agora? ¨C Perguntou Marc, sem entender. As evid¨ºncias est?o diante de voc¨º! N?o ¨¦ que eu esteja defendendo ele, ¨¦ que sinto que h¨¢ mais nessa hist¨®ria do que parece. ¨C Liliane explicou. ¨C Todas essas coisas est?o ramente voltadas para mim, mas voc¨º n?o percebe que tamb¨¦m est?o mirando nele? Cap铆tulo 476 Cap¨ªtulo 476 Marc estava confusa, perguntando: ¨C Minha cabe?a n?o est¨¢ panhando. O que voc¨º quer dizer ¡°tamb¨¦m est?o mirando nele¡°? Liliane explicou calma: Desde a morte de Marta, William tem sofrido, me questionando. Depois veio a morte de Lucinda, e fui eu quem sofreu, questionando William. Agora ¨¦ o caso do Carlos. ¨C Isso me assusta um pouco. ¨C Disse Marc. ¨C Ser¨¢ que algu¨¦m est¨¢ instigando conflitos entre voc¨ºs nas sombras? -N?o tenho certeza. ¨C Respondeu Liliane, se mantendopletamente calma. ¨C Talvez eu esteja pensando demais nisso. Vamos investigar primeiro. ¨C Est¨¢ bem, ent?o me d¨º mais um tempo. Disse Marc. T? bom. Hospital Santa Cruz. William chegou ao quarto uma tig de canja preparada p bab¨¢. Vin¨ªcius passou a noite toda sem dormir e, quando viu William, parecia t?o exausto quanto um panda. William. ¨C Disse Vin¨ªcius, se levantando sem entusiasmo. ¨C Agora ¨¦ voc¨º. Preciso voltar para descansar. William colocou a tig na mesa aodo da cama e olhou para Breno, que ainda estava dormindo. ¨C Breno est¨¢ se sentindo t?o mal quanto ontem ¨¤ noite? ¨C Content ? N?velDrama.Org. ¨C Ele est¨¢ um pouco melhor do que durante o dia. ¨C Disse Vin¨ªcius. ¨C Eu descasquei algumasranjas para ele ontem ¨¤ noite, e eleeu bastante. S¨® n?o consegui dormir. William assentiu e disse voz s¨¦ria: ¨C Obrigado pelo esfor?o. Volte para casa e descanse. Vin¨ªcius assentiu e saiu. William estava prestes a acordar Breno quando seu celre?ou a vibrar. Ele pegou o celr e viu que era Jorge ligando, ent?o saiu do quarto para atender. ¨C Voc¨º descobriu alguma coisa?¨C William perguntou, o rosto s¨¦rio. ¨C Sr. William, Enzo n?o mencionou nomes espec¨ªficos, mas ps imagens das cameras de seguran?a que a pol¨ªcia me deu, ele parecia estar disfar?ando algo quando mencionou a Srta. Liliane. Al¨¦m disso, pegamos um funcion¨¢rio do departamento administrativo da Novitex, que transferiu um milh?o para Enzo. ¨C Respodeu Jorge. Os olhos de William se estreitaram. ¨C Voc¨º verificou a conta dele? vivo ¨C Sim, est¨¢ limpa. Disse Jorge. ¨C Aparentemente, deram um milh?o em dinheiro para que ele fizesse isso. William respirou fundo, sua voz gdao gelo: ¨C Quem est¨¢ manipndo isso por tr¨¢s ramente est¨¢ mirando em mim. Continue investigando se Enzo teve algum contato pr¨®ximo algu¨¦m nos ¨²ltimos quatro meses. Al¨¦m disso, traga esse funcion¨¢rio aqui. Entendido, Sr. William. ¨C Disse Jorge. Hospital da Serafim. Liliane chegou ao quarto de Carlos as crian?as, mas ele n?o estava l¨¢. ¨C Como o papai Carlos pode sair por a¨ª se n?o est¨¢ se sentindo bem? ¨C Alice franzia os l¨¢bios preocupada, as m?os na cintura. Ian deu um tapinha na cabe?a de Alice,o se estivesse batendo em uma b. ¨C -Eu sempre te disse para estudar mais, mas voc¨º s¨® quer brincar Lego. Alice segurou a cabe?a e olhou para Ian. Voc¨º podia dizer se voc¨º sabaer! Ele est¨¢ fazendo exames. ¨C Disse Ian, franzindo a testa para Alice. ¨C Voc¨º esqueceu que ele teve uma concuss?o? ¨C Eu¡­ Eu sei! ¨C Alice respondeu, engasgando. S¨® estou¡­ Estou pregui?a de pensar! Vendo as duas crian?as discutindo, Liliane sorriu. A nuvem escura da manh? foi dissipada pelos dois. Liliane interveioo pacificadora: Tudo bem, n?o briguem. Sen?o a enfermeira vai entrar aqui e dar uma bronca em voc¨ºs¡­ ¨C Tio! ¨C De repente, Alice chamou excitada para a porta. Liliane se virou e viu Eduardo, segurando suplementos nutricionais, aparecer atr¨¢s d. ¨C Eduardo. Lilianee?ou a fr, mas viu Alice correndo rapidamente na dire??o de Eduardo. Eduardo se agachou e pegou Alice no colo. ¨C Alice, n?o corra t?o r¨¢pido, ¨¦ perigoso. Alice pressionou o rosto no ombro de Eduardo e fez manha, dizendo: -Eu senti muita saudade do tio¡­ Eduardo acariciou carinho a cabe?a de Alice e depois olhou para Liliane, dizendo: ¨C Vim ver Carlos, ele n?o est¨¢ aqui? Ele provavelmente foi fazer exames. Vamos esperar ele voltar. Eduardo assentiu, levando Alice para dentro do quarto e se sentando. Liliane, ent?o, segurou a m?o de Ian e foi at¨¦ o sof¨¢. Cap铆tulo 477 Cap¨ªtulo 477 O respons¨¢vel pelo acidente foi encontrado? ¨C Perguntou Eduardo. ¨C Ontem ¨¤ noite, fui ¨¤ delegacia¡­ ¨C Liliane estava prestes a responder quando passos foram ouvidos na porta. Todos se viraram para ver a enfermeira empurrando Carlos de volta. As pvras de Liliane ficaram presas na garganta. n?ou um olhar para Eduardo, indicando que conversariam mais tarde. Eduardo assentiu levemente e se dirigiu a Carlos. Como voc¨º est¨¢ agora? Carlos respondeu um sorriso leve: Muito melhor. N?o era nada s¨¦rio desde o in¨ªcio. ¨C Trouxe o seu caf¨¦ da manh?. Venhaer um pouco. ¨C Liliane interveio. Carlos empurrou a cadeira de rodas sozinho para dentro. ¨C Acabei de fazer alguns exames e estava prestes a ir para a cantina. Agora n?o preciso mais. Alice correu at¨¦ Carlos e olhou para suas pernas cobertas por um cobertor fino. cumprimentou voz doce: Papai Carlos. Carlos olhou para Alice. ¨C Sim, Alice, o que foi? ¨C Papai Carlos, se sua cabe?a est¨¢ doendo, por que voc¨º est¨¢ na cadeira de rodas? Carlos sorriu e levantou o cobertor, revndo os tornozelos envoltos em ataduras e respondendo: ¨C Eu torci o tornozelo e est¨¢ inchado, ent?o a cadeira de rodas ¨¦ mais conveniente para a recupera??o. Liliane ficou perplexa e se levantou. ¨C Por que voc¨º n?o me contou ontem ¨¤ noite? ¨C Por que fazer voc¨º se preocupar ainda mais? ¨C Carlos desviou o olhar. Voc¨º j¨¢ est¨¢ ocupada o suficiente os assuntos da sua empresa. Liliane suspirou e se agachou para examinar o ferimento de Carlos. Carlos abaixou o cobertor novamente. N?o se preocupe, vou me recuperar logo. Liliane olhou para ele sem saber o que dizer. H¨¢ mais alguma coisa que voc¨º est¨¢ me escondendo? Carlos fingiu pensar por um momento, dpois disse: ¨C Acho que n?o, n¨¦? ¨C Tudo bem, n?o vou mais perguntar. ¨C Liliane riu da atitude dele. Carlos disse um sorriso: N?o se preocupe isso, e n?o pense que sua situa??o est¨¢ me afetando¡­ Enquanto Carlos fva Liliane, Eduardo olhou para ele. Ser¨¢ que isso era para confortar Liliane ou para aumentar ainda mais seu sentimento de culpa? Depois que Carlos descansou, Liliane e Eduardo se despediram dele junto as crian?as. Ao sair do hospital e entrar no carro, Eduardo sugeriu levar as crian?as para o parque infantil. Quinze minutos depois. Parque infantil. Depois que as crian?as entraram, Eduardo e Liliane se sentaram na ¨¢rea de descanso para conversar. Eduardo pediu um caf¨¦ Liliane. para ¨C Lili, o que voc¨º queria me dizer quando est¨¢vamos na s de Carlos? ¨C Eduardo perguntou. ¨C Sobre o assunto do Carlos. O que voc¨º acha? ¨C Perguntou Eduardo. Liliane contou a Eduardo sobre sua visita ¨¤ delegacia e ¨¤ casa de William na noite anterior. Eduardo analisou seriedade: ¨C Acho que sua intui??o est¨¢ correta, Liliane. William n?o seria t?o tolo. ¨C Sim, Eduardo. Quem voc¨º acha que poderia querer lidar William e, ao mesmo tempo, me prejudicar? Naquele momento, o gar?om trouxe as bebidas. Eduardo colocou um canudo no copo de Liliane e continuou: Pelo que vejo, h¨¢ uma pessoa muitas suspeitas no momento. Liliane pegou o caf¨¦ e, ap¨®s pensar um pouco, levantou os olhos para Eduardo, exmando: Voc¨º quer dizer o Miguel? ¨C Exatamente. ¨C Disse Eduardo,¨C Se Miguel quer usar voc¨º para lidar William, ele certamente tentaria criar conflitos entre voc¨ºs para fortalecer a r??o de coopera??o entre voc¨º e ele. Um arrepio percorreu a espinha de Liliane. ¨C Quando voc¨º diz isso, parece que s¨® Miguel teria os meios para obter esse dinheiro de um milh?o. De qualquer forma, preciso investigar isso mais a fundo. Como voc¨º neja investigar? Liliane bn?ou a cabe?a, dizendo: H¨¢ tantas c ¨C Realmente n?o sei por ondee?ar agora. acontecendo ultimamente que preciso organizar meus pensamentos. Ah, Eduardo, Carlos me disse que o Grupo Lima ter¨¢ seu centen¨¢rio no pr¨®ximo m¨ºs. Como ele soube sobre o centen¨¢rio? Eduardo franziu o cenho. Ele disse que ouviu as enfermeirasentando sobre isso. Um olhar de preocupa??o surgiu nos olhos castanhos de Eduardo. Ele ouviu das enfermeiras? Mas essa ¨¦ uma informa??o que apenas nossos funcion¨¢rios internos t¨ºm conhecimento. aPublished by N?v''elD/rama.Org. The Novel will be updated first on this website. Come back and continue reading tomorrow, everyone!