Capítulo 371
Eduardo franziu a testa, estava ciente dessa situa??o.
Originalmente, a condena??o deveria ser para a m?e de William, mas parecia que
algo estava manipndo tudo nas sombras, distorcendo fortemente a opini?o
pública.
Quanto a quem, ele n?o tinha interesse em investigar.
A luta entre a família Gabaldo n?o era algo que ele quisesse se envolver!
No entanto, se Guilherme ousasse trazer Lili para isso, Eduardo n?o toleraria!
Antes de partir, Eduardon?ou um olhar profundo para a familia Lima. A mentira
desses cinco anos, ainda n?o seria exposta.
Com as m?os firmes no vnte, ele acelerou rapidamente para longe.
Antiga Mans?o da familia Gabaldo.
Vários carros pretos pararam na entrada.
A porta do carro luxuosa se abriu, um homem vestido de terno preto desceu pernas elegantes,
ficando ereto na frente da Antiga Mans?o.
Ele emanava um frio intenso,o um dem?nio, fazendo que ninguém ao redor
ousasse respirar profundamente.
Jorge se aproximou, advertindo:
– Sr. William, dizem que Srta. Liliane também está aqui.
William n?o disse nada, leyantou a perna e caminhou em dire??o à Antiga Mans?o.
Ao chegar na s, um leve cheiro de sangue atingiu William. Ele franziu a testa, ao
olhar para Liliane no ch?o, coberta de ferimentos, seus olhos negros piscaram
ramente duas vezes.
Seu olhar se deteve por apenas alguns segundos antes de recuar friamente, indo em.
dire??o a Guilherme,
Guilherme, dedo, olhou para William e perguntou:
– O que? Você veio salvar ?
William perguntou em tom frio:
Você já sabe sobre minha m?e, n?o é?
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Guilherme franziu a testa, zombando:
Eu sei, e daí? Você quer que eu panhe até seu túmulo?
Williamn?ou um olhar zombeteiro, retrucando:
– Se você aparecer, minha m?e pode n?o descansar em paz.
O que você está tentando dizer?– Rugiu Guilherme.
Com o rugido estrondoso, Liliane, desacordada pelos seguran?as, lentamente abriu os olhos.
Suprimindo a intensa dor em seu corpo, fixou o olhar em William, que
havia aparecido sem aviso.
Como ele chegou ali? Será que ele foi para salvar ?
Mas antes que esse pensamento pudesse se formar na mente de Liliane, William
soltou uma frase gda:
Estou aqui para te dizer que minha m?e faleceu. N?o tenho mais fraquezas neste mundo! A partir de
hoje, vou retribuir mil vezes a dor que minha m?e sofreu a
Miguel!
Guilherme se levantou de repente, encarando William express?o feroz e
amea?ando:
– Seu ingrato! A surra da última vez n?o foi suficiente para te ensinar uma li??o?
Mal as pvras de Sr. Guilherme terminam, Joaquim irrompeu uma dezena de seguran?as na
s.
Ao ver a imponencia desses seguran?as, Sr. Guilherme rapidamente deu um sinal aos seus
empregados, que prontamente apontaram armas para Liliane.
15 BOHUS
Se você ousar tocar um dedo em Miguel, eu vou matar essa mulher agora! Amea?ou Guilherme.
Liliane ficou tensa, levantou os olhos para William, mas foi recebida por um olhar frio e distante. Seu
cora??o afundou, franzindo a testa, se perguntou se ele estava
desistindo d.
William zombou desdém, olhando de volta para Sr. Guilherme.
Eu deixei ro há pouco, eu n?o tenho fraquezas! Ent?o, o que acontece
n?o me diz respeito.
A mente de Liliane ficou em branco.
O que ele disse?
A vida d n?o importava para ele?
As lágrimas brotaram nos olhos de Liliane. Seu cora??o, parecendo ser perfurado por milhares de
flechas, se despeda?ou.
Ele n?o foi por , apenas buscava vingan?a por sua m?e.
Liliane for?ou um sorriso amargo. N?o deveria ter alimentado esperan?as, n?o é
mesmo?
No momento em que a esperan?a se desfez, o cora??o de Liliane afundou ainda mais.
William, de rnce, viu a luz nos olhos de Liliane se extinguindo. Uma dor opressiva
se instalou em seu peito.