Capítulo 699
N?o esperava que Bruno fesen admitir por conta própria
As m?os de Daniel, segurando os documentos hesitaran Figeiramente, enquanto os seus olhos
escuros se erguiam,n?ando um olhar opresso em dire??o a Bruno
“Foi a arta. Souza que me ligou, pedindo para devolver na conta da empresa Bruno baorou a
cabe?a, respondendo caut
O olhar incisivo de Daniel o aspustava tanto que ele se sentiapletamente tenso
Assim que terminou de fr, sentiu ramente a temperatura ao redor descer
pengo silencioso é o que mais testa a resistência psicológica das pessoas.
Bruno sentia um frio na espinha.
Quando pensou que n?o escaparia de uma reprimenda, a voz fria de Daniel soou: “S!”
Bruno, aliviado, apressou–se ao sair do escritório.
A gerente financeira permaneceu parada, suando frio, e quando viu o olhar de Daniel se voltar
para ,e?ou a gaguejar: “O que eu tinha para dizer é o mesmo que Bruno disse,
n?o há mais nada….
saiu do escritório, tremendo de medo.
Felizmente, Bruno estava na frente d; se tivesse que reportar sozinha, certamente teria sido
intimidada p presen?a dominante do Sr. Griera.
Daniel colocou os documentos sobre a mesa for?a, fazendo as páginas baterem contra a
superficie e produzirem um som agudo.
A respira??o de Daniel era profunda, seus olhos, sombrios e frios.
Pensava que devolvendo o dinheiro conseguiria estabelecer limites ros entre eles?
Parece que aqu mulher ainda n?opreendia sua própria situa??o!
Na Vi Serenidade, depois de resolver suas quest?es, Olivia dormia profundamente.
Um peso havia sido retirado de seu cora??o, e se sentia muito mais leve.
O olhar cheio de raiva e ódio de Daniel, ao descobrir que tinha usado um bilh?o de sua conta para
comprar uma v para Gabriel, ainda era muito recente na sua memória.
Olivia também se sentia extremamente angustiada e impotente.
Mesmo estando sob o controle de outros, n?o queria que houvesse mal–entendidos; n?o
estava dodo de Gabriel.
detestava Gabriel profundamente e, se pudesse escolher, certamente n?o seria sua filha.
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Infelizmente, n?o se pode escolher os seus?os de sangue
faria de tudo para provar que n?o tinha nenhuma r??o Gabriel.
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Mesmo que fossee jogar um copo d’água sobre um incêndio ou tentar enganar a si mesma,
contanto que n?o houvesse envolvimento financeiro, pelo menos poderia ficar um pouco mais
tranqu.
Além disso, também n?o queria ter nenhum envolvimento financeiro Daniel.
Dessa forma, quando fosse hora de partir, poderia fazê–lo serenamente, sern se sentir inferior.
Entre e Daniel, sem transa??es financeiras, havia uma fronteira ra, evitando ambiguidades.
Por enquanto, Daniel ainda estava interessado n fisicamente; só precisava esperar até que ele
se cansasse, e ent?o poderia sair de cena.
Olivia dormiu por uma hora, até que as crian?as voltassem da pré–esc.
As vozes fofas e barulhentas das crian?as a acordaram do sono.
“Mam?e, voltamos para ficar você.”
“Mam?e, você descansou bem?”
“Mam?e, Thiago me deu uma florzinha vermelha hoje.”
“Mam?e, eu aprendi a consertar o pingente.”
Quatro bolinhas de gorduras pernas curtas se aproximou e se deitou aodo da camal
d, uma express?o inocente e alegre em seus rostos
Olivia sentou–se na cama e beliscou suavemente as bochechas rechonchudas de Iria,
encantada: “Você recebeu uma florzinha vermelha, é? Mostre para a mam?e.”
“Está na minha moch, eu vou buscar.” Iria saiu correndo feliz em dire??o à porta.
“Inês conseguiu consertar o pingente, que incrível.” Olivia elogiou Inês um sorriso.
“Ui!” Iria, muito animada, corria t?o rápido que, ao chegar à porta, esbarrou em alguém.
imediatamente colocou as suas m?ozinhas gorduchas na testa.
Olivia olhou para a porta e viu uma figura alta e esguia se aproximando. O fato preto o fazia
parecer ainda mais sombrio e imponente.
O rosto de Daniel estava tenso, emanando frieza, fazendo que até o ar do quarto
parecesse congr.