Capítulo 698
Bruno fixava telefone, remoendo o momento em que ouvira Olivia derar que gostava de dinheiro e
que pretendia fazer daqu quantia a sua propriedade privada.
Ele desdenhava Olivia interiormente.
Apesa, de ter concordado em emprestar–lhe a conta para roubar o dinheiro, suas pvras foram
gdas.
N?o demorou muito, e Olivia, suas a??es, esbofeteou–o metaforicamente.
Onde estava essa avidez por riquezas?
tratava o dinheiroo se fosse insignificante, bilh?es que fariam qualquer outra mulher saltar de
alegria e esbanjar sem medida.
Olivia, no entanto, estava empenhada em devolver a quantia a Daniel.
Que tipo de mulher preciosa era essa?
Pobre dele, que se tornara apenas um meio nas negocia??es entre Daniel e Olivia.
Bruno enviou–lhe uma mensagem de texto para confirmar mais uma vez se era realmente aquilo que
queria fazer.
“Você ainda pode desistir agora.”
Rapidamente, uma resposta chegou.
“N?o me arrependo, só temo que você venha cobrar de mim. Você já n?o tem mais espa?o para voltar
atrás, Bruno,mento muito.”
Lendo essas pvras, o canto da boca de Bruno se contorceu.
Quando ele passou o número da conta bancária para Olivia, ele já tinha perdido qualquer chance de
arrependimento.
Olivia tinha calcdo bem, sabendoo manipulá–lo.
Olivia e Daniel, sem dúvida, eram farinha do mesmo saco, um par perfeito.
Com a afirma??o de Olivia, Bruno agora se esfor?ava para encontrar uma maneira de devolver os um
bilh?o e trezentos milh?es a Daniel.
Fazer isso diretamente resultaria no olhar gélido de Sr. Griera sobre ele.
Assim, a única op??o era passar p contabilidade.
Bruno se levantou rapidamente e foi cuidar disso; cada segundo de atraso significava que o problema
ficava mais grave nas suas m?os.
Chegando ao departamento financeiro, ele informou à gerente financeira que transa??o que precisava
ser adicionada à conta da empresa.
havia um
1/2
Assim que Bruno terminou de cumprimentar a gerente financeim, o departamento recebeu at
transferéncia de um bilh?o e trezentos milh?es.
Bruno enfatizou mais de una vez que o valor deveria ser registrado.
Ele estava bem familiarizado a gerente financeira, todas as quest?es grandes e pequenas ao
redor de Daniel eram geridas por Bruno, incluindo movimenta??es financeiras
desse Foo
A contabilidade, sem hesitar após ouvir Bruno, registou o dinheiro na conta.
Depois de tudo resolvido, Bruno foi embora.
Ele voltou ao escritório, neando deixar o assunto se resolver por si, mas quanto mais pensava,
mais inquieto se sentia,o se estivesse carregando água em uma cesta de bambu – ansioso e
incerto.
Bruno se levantou e foi ao escritório do presidente, onde coincidentemente encontrou a gerente
financeira à porta.
estava prestes a tocar a campainha quando recebeu permiss?o para entrar.
A gerente financeira estava prestes a entrar quando Bruno se juntou a ; os dois trocaram olhares na
porta.
O olhar da gerente financeira para Bruno era de suspeita e conjectura, enquanto o olhar dele para
era tenso.
Ambos se aproximaram da mesa do escritório e a gerente financeirae?ou a fr respeito e
caut: “Sr. Griera, há algo.estranho que acho que devo lhe contar…”
“Sr. Griera, eu também tenho algo para lhe dizer.” Bruno interrompeu antes que a gerente financeira
pudesse terminar.
n?ou um olhar para ele.
“Fale.” Daniel continuava os olhos nos documentos, sem levantar o olhar.
Bruno prosseguiu: “Eu acabei de transferir um bilh?o e trezentos milh?es para a conta da empresa.”
Ao ouvir isso, a gerente financeira olhou para ele surpreendida; estava prestes a reportar essa
transa??o ao presidente.
Inicialmente, tudo parecia normal, mas depois que Bruno saiu, a gerente financeirae?ou a achar a
situa??o estranha. Em transferências anteriores, Bruno sempre explicava a origem e o propósito do
dinheiro.
Mas desta vez, Bruno n?o tinha dito nada.
Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org.
E foi essa omiss?o que a deixou insegura, fazendo–a suspeitar que havia algo errado Bruno e
decidindo procurar Sr. Griera para fazer uma queixa e investigar Bruno.