Capítulo 700
Olivia viu que era Daniel, seu rosto suavemente sorridente de repente se tornou um pouco for?ado
sentiu que algo estava errado a aura em torno de Daniel, sem saber o que tinha acontecido.
“Papai, você esbarrou em mim,” disse Iria, esfregando a testa sua pequenina m?o e fazendo
beicinho seus lábios, sua voz infantil expressando um tom de queixa.
Daniel passou a m?o grande p cabe?a d: “Corra mais devagar.”
Sua voz baixa e magnética carregava consigo o amor de um pai.
“Hum hum.” Iria ficou satisfeita, assentiu a cabe?a alegremente e saiu do quarto correndo e feliz.
Daniel entrou na s e, à medida que se aproximava, o ar se tornava opressivo, a respira??o de Olivia
come?ou a ficar instável, e sua m?o segurando a pequena Inês involuntariamente
apertou.
In?s parecia também sentir a press?o, se aconchegando mais perto de Olivia, seus olhos de crian?a
olhavam para Daniel timidez.
“Mam?e, ainda tem dores no pé?” perguntou Joel, deitado no pé da cama, olhando para o pé de Olivia
envolvido em gaze, preocupa??o.
A voz infantil aliviou um pouco o constrangimento do momento.
Olivia puxou levemente o lábio, suportando a press?o da aproxima??o de Daniel, e
respondeu a Joel: “N?o doi mais, vai melhorar em alguns dias.”
*Que bom, quando você melhorar, vamos te levar aer no KFC eer pés de galinha, você vai
se recuperar rapidinho,” Joel disse um sorriso doce e radiante.
Eh… Olivia sabia o que Joel queria dizerer o que é bom para o que está machucado, era
influência de Teresa, que sempre dizia isso às crian?as na hora deer.
Ent?o Joel achou que,endo pés de galinha, poderia curar seu próprio pé.
Era uma inocência infantil, mas Olivia se sentia muito feliz e confortada por dentro.
Cercada pelo amor de seus filhos, podia enfrentar qualquer queixa ou dificuldade.
“Mam?e, papai, está aqui a flor.” anunciou Iria, correndo de
Fábio a tinha trazido para cima e, vendo Iria entrar correndo, ele ficou respeitosamente esperando na
porta
o quarto.
Iria correu até a cama de Olivia e ergueu a m?ozinha para mostrar a .
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Olivia elogiou: “Que flor linda.”
Os olhos de Iria brilharam, e estendeu a m?ozinha para Daniel, perguntando sua voz infantil:
“Papai, é bonita, n?o é?”
Os olhos escuros de Daniel se aprofundaram, mas ele n?o respondeu imediatamente.
Olivia olheu para Daniel, temendo que ele magoasse o cora??o de Iria.
Logo depois, um monossbo saiu da garganta de Daniel: “Hmm.”
“Yay! Eu também acho t?o bonita, eu adoro,” disse Iria, felizo um pardal, pndo girando no
lugar,
O olhar profundo de Daniel foi em dire??o a Fáblo na porta: “Leve–os para jantar.”
Quando Fábio recebeu a ordem, entrou respeitosamente ee?ou a levar as crian?as para o andar
de baixo.
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Inês ficou deitada na cama de Olivia, olhando timidamente para e disse: “M?e…” Olivial acariciou
suavemente a cabe?a d, dizendo ternura: “Vá jantar o Sr. Fábio primeiro, mam?e vai
descer e se juntar a vocês em breve.”
“Hum hum, mam?e, você tem que vir,” disse Inês, aliviada ao ouvir que sua m?e iria se juntar a eles
mais tarde.
“Certo,” Olivia prometeu.
Os quatro pequenos seguiram Fábio para fora do quarto.
O quarto ficou apenas Olivia e Daniel, e a sensa??o opressiva se intensificou, fazendo que
os ombros de Olivia involuntariamente se tensionassem.
A alta figura de Daniel se aproximou, olhando para baixo em Olivia, sua sombra a envolvendo.
Com o cora??o apertado, Olivia n?o sabia o que estava acontecendo ele, olhando para ele
caut: “Aquele remédio para contus?es e les?es é realmente bom, depois de tomá–lo, as dores no
meu pé melhoraram muito.”