《Estreme?am! O CEO sob o dom铆nio dos Quatrig锚meos!》 Cap铆tulo 1 \Cap¨ªtulo 1 O c¨¦u ecoava trov?es, e Olivia Souza levou um susto t?o grande que acabou caindo sentada no ch?o. estava na antiga casa da fam¨ªlia no interior, cercada por pilhas de lenha e ervas daninhas. Dentro da casa estava muito escuro, e n?o conseguia ver nada. Desde que era crian?a tinha medo do escuro, e naquele momento, tentava lutar contra o pavor que sentia, apalpou em dire??o ¨¤ porta ee?ou a bater for?a: ¡°Tem algu¨¦m a¨ª? Abra a porta!¡± A ¨²nica resposta que obteve foi a chuva torrencial que ca¨ªa l¨¢ fora, sem nenhum outro sinal de vida. apenas tinha entrado na casa para pegar lenha e acabou ficando trancada l¨¢ dentro! As paredes da casa eram resistentes, e o telhado, gasto pelo tempo, deixava as telhas ca¨ªrem eventualmente. Tinha somente uma porta de madeirao sa¨ªda, mas n?o conseguia abri de maneira nenhuma. ¡°Rumble¡­¡± Outro trov?o ecoou, rasgando o c¨¦u. ¡°Thud!¡± Subitamente, alguma coisa caiu do alto, quebrando o teto e fazendo um estrondo ensurdecedor. ¡°Ah!¡± Olivia gritou de medo. Um buraco se abriu no teto fazendo que a chuva ca¨ªsse no ch?o, e o relampago, rasgando o c¨¦u, fez que o interior da casa ficasse um pouco iluminado, que antes estavapletamente escuro. Com medo, Olivia viu um homem ca¨ªdo no ch?o. Foi ele quem caiu do teto! P maneirao ele estava encolhido, certeza ele havia se machucado. ¡°Voc¨º¡­ voc¨º est¨¢ bem?¡± perguntou Olivia, ficando um pouco distante. O¡¯homem n?o disse nada. Estaria ele morto? Com o cora??o aflito, Olivia foi se aproximando devagar e estendeu a m?o para verificar se o homem estava respirando. De repente, ele agarrou sua m?o. Antes que gritasse, o homem a cobriu a boca. Ele a agarrou por tr¨¢s, sua m?o sobre a boca d estava molhada e grudenta, um odor met¨¢lico de sangue. ¡°Pode ficar sossegada, eu n?o te matarel.¡± O homem tinha uma voz magn¨¦tica, um tom feroz e dominador, uma rouquid?o que n?o podia contrr e at¨¦ um pouco acelerada. 1/4 15:24 1 Capitulo Olivia, os olhos arregdos de pavor, fez um sinal a cabe?a, indicando que n?o gritaria mais. Ent?o, o homem retirou a m?o da sua boca e, de repente, caiu no ch?o. Olivia, rapidamente, tentou agarr¨¢¨Clo, mas acabou caindo em cima dele. Em seguida¡­. Seus l¨¢bios se tocaram acidentalmente. O homem deu um gemido abafado e seu h¨¢lito quente foi ao encontro do nariz de Olivia, esquentando aqu noite fria. ¡°Me ajude, e eu darei tudo o que voc¨º me pedir !¡± O homem respirava dificuldade, a sua rouquid?o sem controle murmurava no ouvido de Olivia. ¡°Eu, hmm¡­¡± Antes que Olivia conseguisse reagir, ele a beijou f¨²ria ¡­ Os c¨¦us ecoavam, e o r?o dos relampagos resndecia sobre os dois corpos abra?ados, em uma cena de r?es e ardor. C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org Na noite de relampagos e trov?es, seus corpos estavam intimamente conectados. O homem tentava fricamente ir mais fundo a cada vez, mas Olivia n?o queria. Cada vez que ele entrava, tentava recuar um pouco. Seus corpos se contorceram quando o raio cortou a escurid?o. Cada colis?o de seus corpos erao uma batalha, e a retirada era uma tr¨¦gua tempor¨¢ria. Seus movimentos pareciam fan¨¢ticos e contradit¨®rios ¨¤ luz e ¨¤ sombra dos raios, explorando e defendendo um ao outro, at¨¦ que finalmente se cansaram e pararam de se mover. Depois de muito tempo, Olivia desmaiou. O teto foi abdo pelo barulho da aproxima??o de um helic¨®ptero O homem ergueu os olhos para o c¨¦u, sabendo que o helic¨®ptero tinha vindo busc¨¢¨Clo. Aproveitando a ridade do relampago, ele colocou a m?o no rosto da mulher ao seudo. A ilumina??o era fraca, e ele n?o conseguia ver seu rosto reza, mas as bochechas d eram suaves e quentes ao toque. O homem retirou o pingente que sempre usava em seu pesco?o e p?s na m?o de Olivia. O pingente era uma lembran?a de fam¨ªlia: ¡°Isso ser¨¢ um s¨ªmbolo entre n¨®s. Depois, me procure ele em m?os.¡± Agora, ele tinha que partir. Olivia n?o acordou, e o homem subiu p escada arremessada pelo helic¨®ptero e foi embora. Quando amanheceu, Olivia acordou repentinamente. As lembran?as da noite anterior passavam por sua mente, a respira??o quente e pesada do homem ecoava em seus ouvidos, fazendo¨Ca corar. 16.00 Capitulo 1 Como poderia ter tido um sonho t?o infame? se moveu e sentiu dor pelo corpo inteiro. Olhando para si mesma, notou que n?o estava vestida, mas apenas coberta por suas roupas. que suas roupas estavam apenas cobrindo¨Ca, n?o vestidas. Um trov?o de pensamentos explodiu em sua mente. Aquilo n?o tinha sido somente um sonho, havia realmente acontecido! olhou ao redor e notou que estava sozinha. O homem havia partido! colocou suas roupas e se levantou. No ch?o de palha havia uma mancha de sangue, e n?o sabia se era d ou dele. O homem havia se machucado na noite anterior, e conseguia se lembrar disso ramente. Mas tamb¨¦m tinha perdido sua primeira vez. Com os olhos cheios de l¨¢grimas, os levantou para o c¨¦u atrav¨¦s do buraco no telhado, tentando conter as gotas que a¨ªam de seus olhos. Agora o c¨¦u j¨¢e?ava a rear, o azul l¨ªmpido ap¨®s a chuva era ro e sem nuvens, e as cores do amanhecere?avam a se espalhar, mostrando que a tempestade havia passado. Mas seu cora??o ainda estava no acontecimento da noite anterior, sob nuvens carregadas e chuva torrencial. apertou alguma coisa que estava na palma de sua m?o, sentindo uma dor cortante ¨C era um pingente. Ser¨¢ que aquele homem teria deixado o pingente em sua m?o? Como estava muita raiva, atirou o pingente no ch?o. Al¨¦m de tirar a sua pureza, pensou que um simples pingente apensaria? Tomada por uma raiva inconsol¨¢vel, todos os seus sentimentos se misturavam, dando¨Clhe uma for?a gigantesca. Com um movimento repentino, levantou uma pedra pesada e arremessou contra ¨¤ porta de madeira. A velha casa ficava muito pr¨®xima da sua casa. caminhou pelo ch?o emeado, retornando para casa. Assim que empurrou a porta, sentiu um choque el¨¦trico no c¨¦rebro ao ver uma cena bem diante de seus olhos. Pegou seu namorado na cama sua prima! As roupas estavam espalhadas pelo ch?o, e os bra?os de ambos estavam fora do cobertor. Sentiu uma dor aguda no cora??o,o se tivesse sido cortado por uma faca, sangrando. Sergio Griera, seu namorado da universidade h¨¢ dois anos, sugeriu repentinamente uma visita ¨¤ sua cidade natal durante as f¨¦rias de ver?o para poder conhecer sua m?e. , pensando em umpromisso mais s¨¦rio, n?o vacilou em traz¨º¨Clo para casa. Mas sua m?e tinha decidido, na manh? anterior, levar um presente a um parente distante e s¨® conseguiria voltar no dia seguinte. Ent?o, mesma cuidou de Sergio Boa prima, assim que soube que havia trazido o namorado, velo entusiasmada para poder ajudar o jantar. Ap¨®s terminarem a refei??o, a prima insistiu para que fosse buscar lenha para aquecer ¨¢gua para o banho No interior, eles usavam um grande fog?o a lenha e aqueciam a ¨¢gua em uma pan para o banho. Quem poderia imaginar que, assim que entrasse na velha casa, a porta ser¨ªa fechada e trancada atr¨¢s d. J¨¢ era noite e, sem visibilidade e sem celr, a chuvae?ou a cair fortemente, impedindo¨Ca de salt. Trancada sem conseguir entender a raz?o e vida por um estranho que caiu do c¨¦u, estava fisica e emocionalmente transtornada e s¨® queria o ombro de Sergio para chorar. Ao inv¨¦s disso, ele a traiu sua prima! Vania Souza, a prima, acordou primeiro e, agindoo uma v¨ªtima, gritou: ¡°Como isso p?de acontecer! Olivia, me escute, nos bebemos to ontem, eu pensei que ele era o meu namorado, e eu so¡­ Sergio acordou logo em seguida e, ao notar a situa??o e ver Olivia transtornada, vestiu¨Cse rapidamente ee?ou a explicar: ¡°Olivia, eu pensei que fosse voc¨º ontem ¨¤ noite¡­¡± ¡°Chega!¡± gritou Olivia, as l¨¢grimas escorrendo pelo rosto: ¡°Acabou! Terminou tudo entre n¨®s!¡± Ap¨®s dizer isso, virou e correu para fora. Sergio, desesperado, terminou de se vestir e correu atr¨¢s d. Olivia retornou para a velha casa, determinada a pegar o pingente e confrontar o homem respons¨¢vel pelo seu sofrimento. Mas, ao entrar, a estrutura antiga e deteriorada p chuva da noite anterior, desabou um grande barulho, levando junto a velha constru??o que estava aodo. ¡°Olivia!¡± Sergio gritou desesperadamente, uma voz rouca, Cap铆tulo 2 \Cap¨ªtulo 2 Cinco anos depois. Na esta??o de trem da Capital. Olivia carregava um mont?o de coisas nos ombros delicados tentando se apressar. Atr¨¢s d estavam quatro pequenos fofinhos, bn?andoo pinguins ao caminhar, todos bonitinhos e delicados, chamando a aten??o de todos por onde passavam. Teresa Rocha, a m?e de Olivia, ficava remando sem parar: ¡°Todo santo dia eu me esfor?o seguindo voc¨º, sem saber quando isso vai terminar. Voc¨º ¨¦ mais f¨¦rtil do que a porca da fazenda, me deu quatro filhotes de uma vez s¨®. Eu fico aqui tomando conta desses pequenos e nem consigo arrumar tempo para jogar Mahjong. Olha s¨®o eu estou vestida, toda remendada, quem mais usa roupa dessa maneira hoje em dia?¡± Se a porca que eles tinham em casa estivesse viva para ter filhotes, certamente n?o teria tido tantos. Olivia, carregando muitas bagagens e ofegante, respondeu: ¡°M?e, voc¨º est¨¢ se cansando demais, eu te prometo que, quando eu conseguir um dinheiro, teprarei roupas novas.¡± tinha retornado ¨¤ Capital para encontrar um emprego que pudesse pagar um sal¨¢rio melhor. Sustentar quatro crian?as n?o era f¨¢cil. Cinco anos atr¨¢s, depois de um homem ter tirado sua pureza, nejava procur¨¢¨Clo o pingente, mas a casa velha havia desabado, e estava bem onde o teto tinha ca¨ªdo, escapando por pouco. Depois de tr¨ºs meses, descobriu que estava esperando um beb¨º. O mundo de Olivia desabou, e pensava em cobrar a responsabilidade do homem. Mas o pingente que ele havia deixado tinha sido soterrado pelos ebros, provavelmente reduzido a p¨®, e n?o conseguiu encontr¨¢¨Clo mesmo depois de muito procurar. Parecia ser imposs¨ªvel descobrir quem era o homem, sem o pingente e sem ter visto direito o rosto dele. ficou desda, pensou em fazer um aborto, mas n?o teve coragem de tirar a vida que crescia dentro d e resolveurgar a esc para cuidar dos filhos. Com o passar do tempo, as quatro crian?as alegraram a sua vida, t?o cheia de cansa?o, mas tamb¨¦m colorida, e deixou dedo a ideia de encontrar o homem. Viver em uma cidadepetitivao a Capital, sem diploma, ganhar dinheiro era muito dif¨ªcil. Teresa, um semnte s¨¦rio, disparou: ¡°Voc¨º mal consegue ganhar o suficiente paraprar o leite das crian?as,o vai poderprar algo pra mim? Olha s¨®, al¨¦m de cuidar dos quatro, ainda tenho que carregar todas essas ms, estou exausta!¡± ¡°V¨®, deixa que eu ajudo voc¨º a levar a bolsa.¡± O pequenino Heitor Torres, seu rostinho charmoso e um semnte s¨¦rio, as deixou surpresas ao se oferecer para ajudar, segurando a bolsa de Teresa, 1/3 15-257 Capitulo 2 Heitor era o irm?ozinho respons¨¢vel, e ao distribuir a ¨¢gua entre seus irm?os, aliviava o peso sobre a av¨®. ¡°V¨®, fique calma, pois eu vou massagear as suas costas quando a gente chegar em casa,¡± disse Joel Torres uma voz que esquentava o cora??o. O pequeno Joel era muito lindo, olhos que pareciam am¨ºndoas, e pele ra. ¡°V¨®, eu vou preparar para voc¨º um escalda¨Cp¨¦s,¡± prometeu Iria Torres, seus grandes olhos c¨ªlios longos e rosto gordinho, uma linda bonequinha. ¡°V¨®, eu vou cozinhar para voc¨º,¡± se ofereceu In¨ºs Torres, seus lindos olhos brilhantes e um bon¨¦ cheio de estilo. As quatro criancinhas, suas vozes infantis, fvam ao mesmo tempo, enchendo o cora??o de Olivia de amor e fazendo desaparecer todo o cansa?o, deixando¨Ca cheia de animo. Seus filhos, Heitor, Joel, Iria e In¨ºs, eram um modelo der feliz. Heitor e Joel, os irm?os mais velhos, e Iria e In¨ºs, as irm¨¡. Com o passar dos anos, por mais que Olivia estivesse exausta, bastava somente olhar para os sorrisos puros de seus filhos para que todo o cansa?o sumisse. As conversas inocentes das crian?as chamaram a aten??o das pessoas que caminhavam na esta??o, que olhavam curiosas e alegres em sua dire??o. ¡°Se revezam para cuidar da av¨® massagens nas costas, cuidados os p¨¦s e at¨¦ cozinham? Essa senhora ¨¦ mesmo sortuda,¡± disse uma pessoa que estava passando, sentindo inveja de Teresa. ¡°Essas crian?as s?o lindas demais, que pais conseguiram criar esses beb¨ºs t?o bonitos e respons¨¢veis?¡± disse uma mulher de apar¨ºncia culta, sorrindo enquanto fva. Todos n?o paravam de dizer coisas maravilhosas a respeito dos quatro pequenos. Content ? N?velDrama.Org 2024. Teresa, que antes s¨® remava, ao ouvir essesent¨¢rios, abriu um sorriso t?o grande que mal cabia no rosto ee?ou a fr para as pessoas: ¡°Eu sou a av¨® deles, minha filha ¨¦ m?e de qu¨¢druplos, viu?¡± Ao dizer essas pvras, transbordava um imenso orgulho e satisfa??o que desejava que todos soubessem que aqueles encantos eram filhos de sua filha. ¡°Eles s?o verdadeiros anjinhos enviados por Deus para nos trazer alegria, cada um mais am¨¢vel e atento que o outro, e al¨¦m de tudo isso, respeitosos,¡± Teresa tagarva para a teia que ia se formando. Olivia n?o se importava o que Teresa fva, pois finalmente estava abrindo o cora??o e se enchendo de alegria, e n?o desejava interromper aquele momento. Depois de caminharem um pouco mais, finalmente chegaram ao lugar onde moravam. Nos ¨²ltimos anos, Olivia estava morando em uma casa alugada na Capital, pois l¨¢ o sal¨¢rio era melhor. Sua m?e, Teresa, tomava conta das crian?as em casa. Dessa vez, havia voltado para a cidade natal a fim de resolver uns assuntos e, depois de uma 212 15.05 Capitulo 2 semana, retornou ¨¤ Capital. Olivia estava carregando algumas sacs, nas quais havia alguns itens de uso di¨¢rio, e a maior¨ªa pertencia aos quatro tesouros. Depois de arrumar a casa, disse ¨¤ Teresa: ¡°M?e, tenho um servi?o extra ¨¤ noite e preciso sair agora. Tem ovos na pan ¨¤ vapor, quando ficarem prontos, pode dar para as crian?aserem.¡± ¡°Est¨¢ bem, est¨¢ bem, pode ir. Tome cuidado na rua, Teresa respondeu sem muita paci¨ºncia, mas mesmo assim, ficava preocupada a seguran?a da filha. Olivia saiu levemente maquiada. havia conseguido esse servi?o extra enquanto estava no trem. Fazia parte de um grupo de servi?os, onde postavam trabalhos aleat¨®rios a di¨¢ria paga. Dessa vez, iria trabalharo gar?e por uma noite em uma boate, o trabalho era simples: servir os clientes o que desejassem e, tamb¨¦m, tentar vender a bebida especial da casa. Capital, Mundo Nudo. Olivia teve que colocar o uniforme da boate. O uniforme era um vestido preto, bem cdo e curt¨ªssimo, que quase revva as coxas e um decote em V que a fazia se sentir desconfort¨¢vel a possibilidade de mostrar ainda mais. n?o estava acostumada a se vestir dessa maneira. Mas esse trabalho pagava dois mil reais por uma noite e, se conseguisse vender algumas garrafas de bebida, ainda iria ganhariss?o. Mesmo que n?o conseguisse vender nada, os dois mil seriam suficientes paraprar roupas para a pr¨®xima esta??o para os quatro pequenos, j¨¢ que as do ano passado j¨¢ estavam pequenas. O outono tinha chegado e as crian?as ainda n?o tinham roupas mais quentinhas. Para ganhar aqueles dois mil reais, deveria se acostumar o desconforto. ¡°Olivia, a su¨ªte V8 pediu um cigarro de primeira, leve at¨¦ l¨¢. E n?o esque?a de oferecer as duas garrafas sobre essa bandeja, cada uma custa duzentos mil reais. Se voc¨º conseguir vender uma, vai ganhar dez mil deiss?o,¡± disse o chefe da boate a chamando e lhe entregando a bandeja. Olivia concordou rapidamente: ¡°Tudo bem, vou fazer o melhor poss¨ªvel.¡± ¡°Fique atenta, a su¨ªte V8 est¨¢ repleta de pessoas importantes, seja educada, n?o queremos ter problemas s,¡± alertou o chefe. Cap铆tulo 3 \Capitulo 3 Olivia segurava a bandeja firmemente, caminhando em dire??o ao VB. Com muito medo de trope?ar e espatifar as garrafas de bebida que trazia consigo.. ¡°Nossa!¡± De repente, algu¨¦m saiu de um corredor cruzado e colidiu Olivia, soltando um grito de surpresa O cora??o de Olivia disparou, e rapidamente segurou as garrafas que estavam dan?ando em cima da bandeja, salvando¨Cas de uma queda certa. Nossa, ainda bem que as bebidas n?o haviam caldo. ¡°Qual ¨¦ o problema voc¨º? Esbarra em uma pessoa e nem pede desculpas!¡°, resmungou uma voz irritada e cortante. Olivia olhou para a pessoa que a abordou e percebeu o semnte carregado da mulher. Embora n?o fosse sua culpa, a pol¨ªtica era sempre colocar o cliente em primeiro lugar, e at¨¦ teria se desculpado, mas ao ver a mulher, sentiu um sentimento de raiva tomar conta de s¨ª. ¡°¨¦ voc¨º!¡± ¡°¨¦ voc¨º!¡± A mulher tamb¨¦m se surpreendeu no mesmo instante. Vania olhou feio para Olivia, examinando¨Ca de cima a baixo, e soltou uma risadinha ir?nica: ¡°Nossa, quem diria que voc¨º iria ter que trabalhar numa boate. Se est¨¢ precisando tanto, ¨¦ s¨® me procurar que te arrumo um trabalho mais digno. Afinal de contas, agora sou uma empres¨¢ria de sucesso, tenho minha pr¨®pria empresa e,o somos parentes, devemos nos ajudar, n?o ¨¦?¡± Assim que conheceu o namorado de Olivia, Sergio, ficou caidinha por ele. Ele era muito mais charmoso que qualquer namorado que havia tido! Naqu ocasi?o, Vania havia se oferecido para ajudar na cozinha e, durante o jantar, deu um jeito de embebedar Sergio at¨¦ ele apagar. Depois, usando a desculpa de que Olivia e Sergio iriam ter que tomar banho, mandou Olivia ir buscar lenha para aquecer a ¨¢gua e acabou trancando¨Ca na casa velha. Agindo assim, conseguiu passar a noite o namorado da prima! Vania at¨¦ tentou ir atr¨¢s de Sergio depois, mas ele a rejeitou totalmente, ignorando todas as suas investidas. Olivian?ou um olhar g¨¦lido para Vania: ¡°Os c?es n?o bloquear?o meu caminho. Sai pra l¨¢!* Depois daquele epis¨®dio, Olivia percebeu que tinha sido Vania quem a havia trancado e ainda teve o descaramento de dormir o Sergio! Sua vida poderia ter sido bem diferente se n?o fosse a malvada da Vania! E al¨¦m de tudo, a vida parecia sorrir para a prima, que sem explica??o, ficou rica da noite para o dia, come?ou a sua pr¨®pria empresa e ainda arranjou um namorado rico. Desde o incidente de cinco anos atr¨¢s, Olivia havia cortado r??es Vania e n?o a tinha visto desde ent?o, mas ouvia fr atrav¨¦s das pessoas o qu?o bem¨Csucedida era. Capitulo 3 Vania ficou feroz ao ouvir o insulto: ¡°Voc¨º est¨¢ me chamando de cachorra?¡± fez um esfor?o, pronta para brigar. nunca havia gostado de Olivia, uma carinha de quem n?o quebra nem um prato, mas que seduzia os homens e os deixava aos seus p¨¦s. Sergio tinha sido a prova viva! Mas antes que conseguisse se aproximar de Olivia, a porta de uma das suites se abriu e um homem ar de nobreza, saiu e remou: ¡°Que barulho ¨¦ esse? Gar?e, ainda n?o entregou o pedido?¡± Ao reconhecer Carlos Marques, um dos Quatro Jovens Senhores da Capital e herdeiro do Grupo Marques, Vania havia entendido que tinha que se cr. Depois de se desculpar um aceno e um sorriso para Carlos, curvou¨Cse levemente, e puxou as amigas para longe. Afinal, estava ali para se divertir e n?o para entrar em confus?o por causa de uma desqualificada. Depois que Vania saiu, Olivia recuperou apostura e observou o n¨²mero da su¨ªte: era a V8. rapidamente respondeu: ¡°Desculpe, j¨¢ vou entregar o pedido.¡± ¡°Seja r¨¢pida¡°, disse o homem, sem paci¨ºncia alguma. Olivia entrou na su¨ªte e colocou os cigarros que haviam solicitado em cima da mesa. Levantando os olhos, observou ao redor e notou quatro homens no sof¨¢, tr¨ºs deles duas mulheres cada um ao seudo. As mo?as eram delicadaso flores, umas oferecendo frutas a eles e outras acendendo seus cigarros. Mas havia um homem sentado na ponta do sof¨¢, solit¨¢rio, sem mulher alguma ao seu redor. Este homem tinha uma express?o soberba, olhos brilhanteso estrs; e era incrivelmente atraente. Exva uma aura sombria e cortante, uma nobreza natural, emanando autoridade. Enquanto os outros homens ficavam flertando as mulheres ou cantavam no karaok¨º, ele estava focado em seu celr, digitando incansavelmente,o se estivesse trabalhando. ?? ?? ??? ? ? > Era a primeira vez que Olivia estava trabalhando em uma boate e, ro, desejava vender bebidas para conseguir ganhar suaiss?o. Vendendo uma garrafa, receberia dez mil reais ¨C que seria o suficiente paraprar leite para seus filhos por dois meses.. achou que poderia ter uma chance de vender as bebidas para aquele homem, pois s¨® ele parecia dispon¨ªvel para dar¨Clhe aten??o. Maso n?o tinha experi¨ºncia vendas e diante da imponente presen?a do homem, n?o sabiao se aproximar. Olhava para ele, tentando dizer alguma coisa, mas sem encontrar asvras certas parae?ar. O homem que havia aberto a porta anteriormente, Carlos, percebeu a sua hesita??o e disse assim que terminou de saborear uma fruta dada por uma mulher: ¡°Gata, por que n?o tenta a sorte e se senta ao lado do nosso Sr. Daniel?¡± 2/4 15:25 Capitulo 3 ¡°Agora tem mais uma querendo chamar a aten??o do nosso Sr. Daniel. Desiste, querida, ele tem dona. Al¨¦m do amor t¨®nico dele, ningu¨¦m mais entra em seu cora??o¡±, disse Rayan Mendes, presidente do Grupo Mendes, um sorriso cheio de malicia. ¡°O Sr. Daniel poderia ter um har¨¦m cheio de mulheres bonitas, mas infelizmente seu cora??o j¨¢ tem dona, uma mulher que j¨¢ se fol¡°, brincou Vicente Fontes do Grupo Fontes. Assim, p?de entender que esse homem de beleza irritante era leal ao amor por algu¨¦m que j¨¢ havia falecido. Nossa que paix?o! Olivia ficava se indagando quem poderia ser a sortuda que havia roubado o cora??o desse homem t?o fiel. Atrav¨¦s das provoca??es dos tr¨ºs homens, Olivia p?de entender o desinteresse do Sr. Daniel ps mulheres. Mas n?o queria ser mal interpretada; n?o tinha interesse no homem, era m?e de quatro crian?as e a vida j¨¢ havia adormecido os seus sonhos. Onde haveria espa?o para desejo? se apressou para esrecer: ¡°Senhores, voc¨ºs me interpretaram mal, eu s¨® queria saber se gostariam de beber. Nossas bebidas s?o deliciosas.¡± Enquanto os outros homens trocavam pvras afiadas, Daniel Griera nem ao menos havia levantado a cabe?a. Ao ouvir a voz de Olivia, ele ergueu os olhos, e seu olhar profundo e estrdo pousou sobre . A voz d erao um raio cortando o c¨¦u, despertando sentimentos que haviam sido enterrados h¨¢ muito tempo em sua mente. Por que a voz d lhe parecia t?o conhecida? ¡°Ser¨¢ que ¨¦ t?o bom assim? Voc¨º j¨¢ experimentou?¡± perguntou Carlos. Olivia respondeu sinceridade: ¡°N?o.¡± ¡°Ent?o abra uma garrafa, experimente e nos digao ¨¦ o sabor. Se for realmente bom, compraremos. Se n?o, desculpe, pois n?o tomamos bebida ruim¡°, disse Rayan, ansioso para ver o que iria acontecer. Eles poderiam ter mandado sair, mas Daniel, surpreendentemente, olhou para e nem se irritou, n?o disse para que fosse embora! Isso era incr¨ªvel! Ser¨¢ que Daniel havia ficado interessado na mulher? Eles n?o iriam perder a oportunidade de panhar o fuxico sobre o Sr. Daniel. C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org Olivia se viu num impasse. Como poder¨ªa saber o gosto de vinho favorito deles? Se abrisse a garrafa e provasse, e eles decidissem n?o querer, a conta cairia sobre ? Eles pareciam querer se aproveitar d. Se fosse embora, iri¨¢ ofend¨º¨Clos, dando a impress?o de que n?o lhes dava o devido valor. Olivia estava numa situa??o sem sa¨ªda. 3/4 15.06 Mas tinha habilidade suficiente para lidar situa??es assim. *Que tal se eu servir uma ta?a para cada panhante dos senhores, s experimentar e dizem o que acharam. Assim, evitamos que eu exagere nas qualidades da bebida. O que voc¨ºs acham? Olivia jogou a decis?o de volta para ¨¦les esperteza. Cap铆tulo 4 \Cap¨ªtulo 4 Uma garrafa de vinho por 200 mil, mesmo que fosse corajosa o suficiente para experimentar, n?o teria dinheiro para pagar. ¡°Essa ideia ¨¦ ¨®tima, vamos fazer isso.¡± Carlos tomou a decis?o pelo pessoal.- S¨® para garantir, Olivia perguntou novamente: ¡°Voc¨ºs t¨ºm certeza?¡± ¡°ro, n?o perca mais tempo, sirva logo!¡± Carlos disse apressadamente. S¨® ent?o Olivia ficou mais tranqu para abrir a garrafa e caminhou at¨¦ Rayan, rodeado por duas gatas. pegou duas ta?as, colocou na frente ds e se inclinou para servir. Mas n?o podia imaginar que, ao se inclinar, seu decote generoso e a sa¨ªa subindo dariam um show ¨¤ parte, prestes a revr mais do que queria. Daniel grou a cena e suas sobrancelhas se franziram quase sem perceber. Olivia foi servindo Rayan, Vicente e aspanhias de Carlos, uma a uma. Assim que se endireitou, um sorriso profissional surgiu em seu rosto: ¡°Por favor, degustem.¡± As mo?as, ao receberem a permiss?o dos homens, pegaram as ta?as e tomaram um gole, todos elogiando: ¡°Est¨¢ uma del¨ªcia!¡± As mulheres que frequentavam essas boates sabiam muito bemo agradar esse grupo de yboys. Quem iria correr o risco de ser descartada por dizer que a bebida n?o estava boa? Ningu¨¦m quer ser o alvo a ser abatido, essa era a regra do jogo. ¡°Ouviu, est¨¢ delicioso, n?o vai servir o Sr. Daniel? Hoje, ele ¨¦ o centro das aten??es, se vacr ele, voc¨º n?o vai querer aborrec¨º¨Clo.¡± Carlos olhou para Olivia e ordenou. Naqu noite, eles, os Quatro Jovens Senhores da Capital, haviam se reunido porque Daniel tinha acabado de voltar ao pa¨ªs e estavam ali paraemorar. Olivia entendeu rapidamente e caminhou at¨¦ Daniel a garrafa, curvando¨Cse para lhe servir. estava t?o focada em n?oeter erros que n?o percebeu o qu?o intensamente ele a observava enquanto se inclinava. Ao terminar de servir, levantou os olhos, respeitosa e educadamente: ¡°Senhor, por favor, saboreie a bebida.¡± Seu olhar se encontrou o dele, profundoo um abismo, cortanteo uma espada, e sentiu seu cora??o acelerar de medo. rapidamentee?ou a pensar o que poderia ter feito de errado para atrair um olhar t?o afiado. ¡°Senhor, est¨¢ tudo bem?¡± Olivia perguntou uma voz t?o t¨ªmida e cuidadosa que soavao um sussurro. Capitulo Para Daniel, aquilo soouo os gemidos doces de uma mulher, muito parecidos os de cinco anos atr¨¢s. Naqu noite, a voz da mulher era doce e fr¨¢gil,o o canto de um p¨¢ssaro. Por que a voz desta mulher parecia tanto a d? Cinco anos atr¨¢s, lutando inimigos em um helic¨®ptero, ele havia sido drogado en?ado para fora da aeronave. Depois de ter se encontrado uma mulher, ele foi para um outro pa¨ªs a fim de se tratar, permanecendo l¨¢ e somente retornando ao pa¨ªs hoje. No entanto, ele havia mandado seu secret¨¢rio ir em busca da mulher no dia seguinte, mas ele voltou com a not¨ªcia de que tinha morrido esmagada por causa do teto que havia desabado. Ser¨¢ que ele estava enganado, e que era apenas uma semelhan?a na voz, e n?o ? Olivia, notando o olhar deleo o de uma fera pronta para atacar, se arrepiou de medo. levantou apressadamente, tentando se afastar dele. Mas, ao se levantar t?o r¨¢pido, ficou tonta, perdeu o equil¨ªbrio e caiu para a frente, indo direto para os bra?os dele, e para piorar, seu rosto tocou o dele. O rosto do homem era firme e quente, e o calor passou da bochecha de Olivia para o cora??o, fazendo que ele palpitasse loucamente. Os outros tr¨ºs, ao verem tudo aquilo,e?aram a provocar: ¡°Ih al¨¢, Sr. Daniel, o amor est¨¢ aodo.¡± ¡°Meu Deus do c¨¦u, garota, qual ¨¦ o seu nome? Voc¨º ¨¦ mais corajosa do que um leopardo.¡± ¡°¨¦ isso mesmo que eu vi? Sr. Daniel foi derrubado por uma mulher? Nossa, n?o vou esquecer isso nunca mais.¡± Olivia entrou em panico, tentou se levantar, apoiando¨Cse no peito dele, mas totalmente confusa, errou o movimento e caiu novamente em cima dele, o rosto batendo no dele mais uma vez. ficou ainda mais apavorada: ¡°Me desculpe, n?o fiz por querer¡­¡± estava tanto medo que perdeu as for?as para se levantar, e estava a ponto de rr para o sof¨¢. Mas assim que fez for?a para sair, ele segurou seu pulso firmeza. N?velDrama.Org: owner of this content. Ele tinha um olhar frio e um semnte firme, mas um pouco de excita??o quase impercept¨ªvel: ¡°Qual ¨¦ o seu nome?¡± At¨¦ aquele momento, ele ainda estava duvidando se era mesmo a mulher daqu noite. Mas o seu rosto macio, suave e at¨¦ levemente doce ao toque, despertou desejos profundos que ele guardava h¨¢ muito tempo. Apesar de n?o ter visto muito bem o rosto da mulher naqu noite, ele tocou seu rosto ao partir, gravando aqu sensa??o ¨²nica que tanto lhe agradara. Como poderia existir outra mulher que lhe pudesse provocar o mesmo sentimento? Com sua for?a enorme, fruto de anos de treino e agora exacerbada p emo??o, Daniel n?o percebeu o qu?o apertado segurava o punho d. Capitulo 4 Olivia sentia que os ossos do seu punho poderiam se quebrar, cheia de dor e panico. havia trope?ado e ca¨ªdo em cima dele por duas vezes, certeza o tinha deixado nervoso. tentou se explicar rapidamente: ¡°Senhor, eu sou apenas uma gar?e, vim entregar o pedido e oferecer vinho, n?o tinha nenhuma inten??o de seduzi¨Clo, eu realmente perdi o equil¨ªbrio, eu realmente pe?o desculpas pelo inc?modo.¡± tentou soltar sua m?o for?a, mas ele n?o a soltava, e a dor a feze?ar a chorar. Os olhos frios e profundos de Daniel a observavam: ¡°Responda a minha pergunta, qual ¨¦ o seu nome!¡± ¡°Teresa Rocha.¡± Olivia deu o nome que usava para este trabalho, que era o da sua m?e, porque assim o pagamento iria direto para a conta d, facilitando apra de coisas para os pequenos. Um tique passou pelo olhar de Daniel, e ele acabou soltando a m?o d. No vrejo onde ele havia ca¨ªdo, todos tinham o sobrenome do Souza. J¨¢ solta, o cora??o de Olivia batia depassado, enquanto se curvava em rever¨ºncia: ¡°Senhor, aproveite a refei??o, vou me retirar.¡± Ap¨®s dizer isso, se virou e saiu apressadamente. Preocupada que o homem do camarote V8 pudesse vir acertar contas mais tarde, Olivia correu para fr o chefe, pegou aiss?o p venda do vinho e o cach¨º da hora extra, e saiu do Mundo Nudo. De volta ao camarote V8, Carlos percebeu a aten??o especial de Daniel p mulher e disse: ¡°Sr. Daniel, quer que a gente a traga at¨¦ voc¨º?¡± Um olhar afiado de Daniel era tudo o que ele precisava: ¡°Voc¨º ¨¦ o que mais est¨¢ desocupado, a vaga para carregar tijolo na obra ainda est¨¢ aberta, que tal¡­¡± ¡°Tudo bem, n?o vou dizer mais nada, Sr. Daniel. Esse vinho ¨¦ realmente muito bom, experimente.¡± Carlos ficou cdo, pegando a sugest?o. Daniel n?o tocou no vinho, preferiu sair do camarote e ligar para o chefe da seguran?a. ¡°Voc¨º tem certeza de que aqu mulher que eu mandei voc¨º procurar h¨¢ cinco anos atr¨¢s, morreu?¡± A voz de Daniel era fria, mas cheia de esperan?a. Cap铆tulo 5 \Cap¨ªtulo 5 ¡°Sr. Daniel, eu tenho certeza de que aqu mulher morreu.¡± A f do chefe da seguran?a soava total convic??o. ¡°Naqu vez que fomos ¨¤ Aldeia Souza, toda a fam¨ªlia d estava de luto, eu perguntei para adona da casa, e chorava tristemente e me disse que a preciosidade d havia sido esmagada.¡± O chefe da seguran?a relembrava o epis¨®dio. Como a dona da casa estava muito abda, ele n?o quis insistir perguntas, ent?o perguntou aos vizinhos e descobriu que a fam¨ªlia s¨® tinha uma filha. E a fam¨ªlia estava empleto vel¨®rio, chorando tanto, despeda?ando¨Cse em dizer que sua preciosidade tinha partido, morta sob os ebros da casa velha que havia desabado. N?o estava ro que a filha deles tinha falecido? ¡°Entendi!¡± Daniel desligou o telefone, sentindo a esperan?a que havia em seu peito desabar fortemente. Por que ainda ficava esperando se j¨¢ sabia o resultado? Naqu ¨¦poca, Daniel havia pedido para que sua secret¨¢ria fosse procurar a mulher, nejava traz¨º¨C la para perto dele e conversar pessoalmente, oferecendo¨Clhe umapensa??o. Ele havia escolhido a secret¨¢ria para essa tarefa porque, sendo mulher, achava que seria mais f¨¢cil dialogar outra mulher. Mas a secret¨¢ria retornou a not¨ªcia de que a mulher tinha morrido, sob os ebros de uma casa antiga arrasada p chuva. Daniel n?o podia acreditar e mandou o chefe da seguran?a confirmar. Ele tamb¨¦m tinha ido, maso estava gravemente ferido, n?o podia sair do carro, apenas ficou observando de longe. Os moradores da aldeia se reuniam na casa d, o som l¨²gubre do cortejo f¨²nebre ecoava por todo o lugar. Com a realidade diante dos olhos,o poderia duvidar? Ol¨ªvia chegou em casa por volta das dez e pouco da noite. A porta do quarto das crian?as estava fechada, s certamente j¨¢ estavam dormindo, mas Teresa estava sentava no sof¨¢ da s, ainda mexendo no celr. ¡°Como voc¨º conseguiu voltar t?o cedo? Foi mandada embora?¡± Teresa disse surpresa e preocupada ao ver Ol¨ªvia. N?o era para ser um nt?o noturno? E j¨¢ estava de volta bem antes da metade da noite. O olhar de Teresa era t?o profundo que Ol¨ªvia sentiu um pouco de culpa e afastou o olhar: ¡°N?o, eu que n?o quis mais, resolvi voltar antes do tempo.¡± que confian?a ¨¦ essa para sair do trabalho! Voc¨º tem quatro crian?as para alimentar, voc¨º n?o tem conhecimento da situa??o de casa,o pode ser t?o desajuizada ?¡± Teresa foi para perto d rapidamente, muita raiva Content ? N?velDrama.Org 2024. ¡°Eu acho que entristeci algu¨¦m, se continuasse, podiam me dar problemas. A m?e era muito severa, e Olivia n?o pode disfar?ar O que voc¨º disse ? Teresa desesperousse, e cutucou a testa de Olivia o dedo: ¡°Como eu pude dar ¨¤ luz a uma pessoa dessa, voc¨º s¨® me traz problemas ! At¨¦ o porco que eu costumava cuidava era melhor que voc¨º! Coitado do meu porquinho, que tamb¨¦m foi esmagado, por que sofro tanto assim?¡± Teresae?ou a chorar enquanto se queixava Quando lembrava da porca que cuidava, ficava muito triste, pois a tratavao uma preciosidade e esperava que seus filhotes continuassem a cria??o. Lamentavelmente, a chuva fez que a lenha caisse e o chiqueiro desabasse, matando sua adorada porca. Naqu ocasi?o, Teresa ficou muito triste e insistiu para que o animal fosse enterrado dignidade. Todas as vezes que isso acontecia, Olivia se sentia muito culpada porque sua m?e sofr¨ªa por sua causa colocou sua m?o no bra?o de Teresa muita delicadeza e tentou acalm¨¢: ¡°M?e, n?o brigue comigo, hoje eu trabalhei somente melo per¨ªodo, mas ganhei o valor correspondente a um m¨ºs de trabalho, verifique sua conta no banco, n?o entrou onze mil?¡± Teresa pegou o celr, entrou no app do banco e, ao ver o saldo, inicialmente ficou surpreendida, depois, refletindo melhor, ficou s¨¦ria e aflita. ¡°Sua desajuizada, o que foi que eu te falel? Por mais dif¨ªcil que possa ser, voc¨º n?o pode se prostituir, voc¨º foi fazer programa, foi?¡± empurrou a cabe?a de Ol¨ªvia f¨²ria. saiu por algumas horas e voltou onze mil reais? N?o se consegue dinheiro tanta facilidade! O mal¨Centendido era enorme, e Ol¨ªvia muita pressa esreceu tudo: ¡°M?e, n?o foi isso que aconteceu, eu vendi uma garrafa de vinho de duzentos mil, ganhei dez mil deiss?o e mais o cach¨¦ de uma hora de servi?o. O gerente quis me rpensar por ter feito um bom trabalho e me deu mil reais de b?nus.¡± Teresa parou e sabia que tinha sido mal interpretada, mas o amor¨Cpr¨®prio n?o a deixava amolecer: ¡°Voc¨º estava vendendo t?o bem, por que n?o continuou? Ganhar mais dinheiro n?o ¨¦ bom? Quem voc¨º desagradou para n?o poder se desculpar e baixar a guarda?¡± ¡°O homem ¨¦ importante, eu o ouvi sendo chamado por Sr. Daniel, at¨¦ o chefe havia fdo que ele era um peixe grande l¨¢ no Capital. J¨¢ pedi desculpas, mas n?o adiantou. Estou receio que ele queira se vingar de mim, estou muito assustada.¡± A voz de Olivia era de dar d¨®, e na frente da m?e, n?o conseguia esconder o medo que estava sentindo. tamb¨¦m n?o desejavargar o trabalho na boate, nesses tempos dif¨ªceis, n?o era f¨¢cil, ganhar 15:26 1 um dinheiro, e em um dia bom poderia ganhar mais de dez mil. Como n?o estaria disposta a tentar? Mas aquele homem era muito sinistro. ¡°Ah, que vida dif¨ªcil.¡± Teresa recuou, o dinheiro era importante, mas n?o quer¨ªa que sua filha arriscasse sua vida. No Capital, o que n?o faltava era homens ricos, e gente poder e dinheiro geralmente eram dif¨ªceis de lidar. Se os desagradasse a casa poderia cair. Teresa entendia bem essas coisas. ¡°J¨¢ que est¨¢ sossegada, fique de olho nos pequenos que eu vou dar uma volta.¡± Teresa colocou o celr no bolso um jeito meio suspeito. ¡°Est¨¢ bem tarde, vai sair assim do nada?¡± Olivia se preocupava. ¡°N?o te intrometa!¡± Teresa respondeu firmemente. n?ou um olhar r¨¢pido para a filha e saiu. Olivia suspirou baixinho, sem dizer nada. Caminhou at¨¦ a porta do quarto, pronta para dar uma espiada nos pequenos, mas logo pensou que a essa hora eles s j¨¢ deveriam estar roncando no mais doce sono. Entrar l¨¢ s¨® iria atrapalhar o descanso deles, ent?o desistiu e foi tomar um banho. O que n?o imaginava ¨¦ que dois dos meninos nem tinham dormido ainda. Eram Heitor e Joel, que tinham escutado a conversa entre Olivia e Teresa aten??o total. Na escurid?o, dois pares de olhos infantis brilhavam enquanto eles cochichavam entre si. Heitor: ¡°A mam?e arrumou problemas o Sr. Daniel, est¨¢ t?o preocupada que nem quer sair na rua.¡± Essa era a conclus?o que Heitor havia tirado depois de ouvir a m?e. Joel: ¡°Quem ¨¦ Sr. Daniel, ¨¦ t?o bravo assim? Nossa m?e ¨¦ t?o linda e fofa, e mesmo assim algu¨¦m a assustou a ponto de fr que t¨¢ medo, coitadinha d.¡± Heitor tamb¨¦m estava pena da m?e, mas era do tipo mais t¨ªmido, n?o costumava fazer gracinha, mas era de agir. Pegando o seu tablet na mesinha de cabeceira,e?ou a digitar rapidamente, e logo uma p¨¢gina de perfil apareceu na t. ¡°Achei, ¨¦ ele, o Sr. Daniel.¡± Heitor disse. Joel chegou mais perto para ver, e na t estava a foto do homem, bem¨Cvestido, um rosto bonito e um olhar cortante que impunha respeito, O homem se chamava Daniel Griera, era um dos Quatro Jovens Senhores do Capital, chef?o da fam¨ªlia Griera e CEO do Grupo Griera, conhecidoo Shura Frio, ningu¨¦m ousavaeter erros, sen?o a retalia??o poderia ser cruel. ¡°N?o ¨¦ ¨¤ toa que a mam?e est¨¢ assim.¡± Joel fez biquinho. AIA 16.26 ¡°Amanh? a gente vai atr¨¢s dele, pede desculpas e faz ele perdoar a mam?e.¡± Heitor sugeriu. Cap铆tulo 6 \Cap¨ªtulo 6 Um novo dia surgiu. Os raios de sol aquecendo seu rosto transpassando as cortinas, fez que Olivia despertasse. Logo que seus olhos abriram, avistou as crian?as enrdas em posi??es diversas ao seudo. Heitor, sempre mais retra¨ªdo, permanecia ali, deitado de costas, suas m?ozinhas cruzadas sob a cabe?a. Joel, o mais irrequieto, dormia atravessado, suas bochechas gordinhas e avermelhadas apoiadas sobre Heitor, um dos seus pezinhos obstruindo as narinas do irm?ozinho. tinha¨Cse a impress?o que at¨¦ sonhando Heitor se sentia desconfort¨¢vel, suas pequenas sobrancelhas eri?adas e um ar de insatisfa??o, respirava a boca aberta. Olivia riu baixinho enquanto tirava o pezinho de Joel de cima de Heitor. Joel, o pequenino, moveu os seus pequenos l¨¢bios finos, resmungando um pouco e, notando o inc?modo, mudou de posi??o, sem despertar. Olhando aodo, In¨ºs estava deitada na borda da cama, seus cabelos curtos iguais aos de um menino, seu rosto gordinho esmagado pelo len?ol, vermelho e liso semelhante a um ovo cozido sem casca. Olivia quase n?o conseguia conter o riso. In¨ºs, a ca?ulinha da fam¨ªlia, era a mais diferente de todas, o oposto de Iria, que era a mais suave e ador¨¢vel. S In¨ºs um jeito mais moleque, adorava se vestir igual aos irm?os, de cabelos e bon¨¦. Repentinamente, Olivia levou um susto. Onde est¨¢ o outro pirralho? Com um certo pavor, saltou da cama para procurar, mas logo percebeu um montinho fofo no ch?o. Era Iria, toda enrda no cobertor, parecendo uma gatinha, seu bracinho fofinhoo travesseiro, babando sobre o assoalho de madeira e ¨¤s vezes movimentando a boca. N?velDrama.Org: owner of this content. A pequena Iria, sempre muita fome, certeza estava sonhando alguma del¨ªcia. Com muito cuidado e um sorriso, Olivia a apanhou e a odou na cama. Iria se movimentou pregui?o samente e continuou em seus doces sonhos. Era uma lindinha suas bochechas rechonchudas e macias, que Olivia quase n?o conseguiu resistir em dar¨Clhe um beijo, se inclinou devagarzinho e beijou suavemente Iria, In¨ºs, Joel e Heitor, um por um, sentindo o cheirinho doce de leite que tanto adorava. Ah¡­ Acordar todas as manh?s e poder beijar seus quatro tesouros, n?o tinha pre?o, e vendo¨Cos em suas poses inocentes e ador¨¢veis, era viver no para¨ªso. 1/2 Com a ben??o da felicidade, Olivia tiche a certeza que poderia superar todo e qualquer desafio. girou em dire??o no sot e um sorriso, fez um gesto de incentivo para si mesma. Sim, a vida ¨¦ maravilhosa, e mais um dia se inicia for?a total Ap¨®s se aprontar, caminhou em dire??o ¨¤ cozinha para preparar o caf¨¦ da manh?. ¡°Que cheirinho bom, que fome que d¨¢, Olivia, o que voc¨º est¨¢ fazendo hoje para o caf¨¦, que est¨¢ t?o gostoso?¡± Teresa, so entrar na cozinha, ficou curiosa o aroma, e viu Olivia servindo o macan?o. ¡°Macarr?o carne e ovos? N?o ¨¦ por menos que est¨¢ t?o cheiroso.¡± Teresa disse sorrindo, pois adorava o aroma do molho de carne. Olivia investiu um olhar apreensivo para Teresa, notando as olheiras sob seus olhos, sinal de uma noite sem dormir. ¡°M?e, por onde voc¨º passou a noite? N?o pode mais fazer isso, j¨¢ n?o ¨¦ t?o jovem, e se voc¨º se desgastar? ¡°T¨¢ bom, t¨¢ bom, eu sei, eu sei, pare?o uma velha fndo.¡± Teresa desviou o seu olhar, tentando n?o demonstrar a sua culpa, colocou o prato de macarr?o sobre a mesa. ¡°Vov¨®, mam?e, a Ir¨ªa est¨¢ fome.¡± A voz sonolenta e doce da menina ecoou na porta. Olivia ao sa¨ªr da cozinha viu Iria de fraldas, as suas perninhas gorduchas e as coxas rechonchudas, parada ali, esfregando os seus olhinhos sonolentos. Olivia percebeu o seu cora??o se derramar de amor materno. ¡°Como pode ser t?o fofinha!¡± ¡°Est¨¢ na hora, Iria. Acordou? Vamoser, Teresa chamou, mas j¨¢ estava se servindo. Olivia deixou a tig dedo e correu at¨¦ Iria, erguendo¨Ca nos bra?os. ¡°Vamos nos arrumar evar este rostinho, da¨ª a gentee.¡± ¡°M?e, voc¨º fez macarr?o carne e ovo? Est¨¢ um cheiro t?o gostoso que n?o consegui mais dormir¡°, disse Iria seus olhos grandes e brilhantes fixos em Olivia. Olivia sorriu em meio ¨¤s l¨¢grimas. Essa sua filhinha ca? tinha um amor porida al¨¦m do normal, s¨® pelo cheiro j¨¢ sab¨ªa o que estava sendo preparado. Com car¨ªcia, Olivia deu um belisc?o na bochecha de sua filhinha. ¡°Nossa Iria tem um nariz t?o bom que acerta na primeira.¡± ¡°M?e, quero me vestir logo. Estou faminta¡°, Iria se animou,e?ando a se vestir sozinha. Os outros pequenos tamb¨¦m acordaram, e Olivia entregou as roupas para que se trocassem. E logo, todos os quatro estavam sentados ¨¤ mesa, saboreando o macarr?o carne em fam¨ªlia. Iria abocanhou seu prato rapidinho. ¡°M?e, quero mais uma tig!¡± Olivia um sorriso foi servi. Toda a fam¨ªlia estava reunida ¨¤ mesa, desfrutando de um maravilhoso caf¨¦ da manh?. Olhando para as crian?as seus casacos finos, Oliviaentou: ¡°M?e, voc¨º me transfere cinco mil you levar as crian?as para dar uma volta no shopping eprar um casaco mais grosso para cada um. O outono est¨¢ chegando e val logo val esfriar.¡± Mas as roupas do ano passado ainda est?o servindo, n?o est?o?¡± Teresa perguntou, sem olhar ara cima. Aqus roupas s?o do ano retrasado, m?e. No ano passado s j¨¢ estavam apertadas, usamos assim mesmo. Para esse ano n?o d¨¢ mais¡°, Olivia sabia que sua m?e gostava de economizar, mas n?o dava mais. O necess¨¢rio deveria serprado. Teresa gaquejou: ¡°Mas ainda n?o est¨¢ frio, n?o ¨¦? Tente encontrar um trabalho que pague um sal¨¢rio melhor, quando juntar um dinheiro a gentepra.¡± Olivia percebeu a ansiedade e o desconforto d. Colocando os talheres dedo, perguntou seriedade: ¡°M?e, voc¨º foi jogar mahjong noite passada, n?o foi?¡± Teresa continuouendo, sem dizer uma pvra. Olivia sentiu uma dor no cora??o: ¡°Voc¨º perdeu o dinheiro que eu ganhei ontem?¡± Apesar de ter feito a pergunta, j¨¢ sabia qual seria a resposta. Com certeza! ¡°Olivia, me desculpe. A gente est¨¢ passando apertado e eu achei que poderia tentar aumentar um pouco o dinheiro para voc¨º trouxe ontem para n?o se matar de tanto trabalhar, mas eu acabei perdendo tudo.¡± Tudo perdido! Foio se um peso tivesse ca¨ªdo sobre o peito de Olivia, tirando¨Clhe o ar. Era o dinheiro destinado paraprar as roupas e o leite das crian?as! Perdido numa ¨²nica noite! E agora, o que vamos fazer? Deixar as crian?as semer? Enquanto Olivia pensava no que fazer e sem encontrar uma sa¨ªda, o telefone tocou. ¡°Bom dia, aqui ¨¦ do departamento de RH do Grupo Griera. Voc¨º pode vir para uma entrevista ainda hoje?¡± Do outrodo da linha, uma voz feminina e formal ecoou. Cap铆tulo 7 \Capitulo 7 Daqui a pouco eu passo al Chune respondes pressa Depois de trocar moms algumas pvras o P, da destigou o telefoza O desconforto que sentire at¨¦ aquele momento finalmentee?ou a dar uma t¨¦ge Realmente, quando Deus fecha uma porta, ele abre uma jan O curriculo do Grupo Griera, que enviou ontem enquanto estava sentada no trem, foi apenas 6 uma tentativa, mas n?o esperava receber um convite para uma entrevista O Grupo Gniera era nada menos que o maior e mais endinheirado conglomerado da Capitall Se fosse contratada, certeza n?o ganharia mal Ap¨®s o almo?o, disse a Teresa ¡°M?e, vou pra entrevista, fica de olho nas crian?as e n?o va jogar Mahjong, viu? P¨¦ no ch?o, a gente leva o que d¨¢ pra carregar ganancia nunca acaba bem ¡°Ah, t¨¦ bom, t¨¢ bom, eu sei. Desde quando se f assim a m?e, hein? S¨® estou tentando aliar seu fardo,o isso ¨¦ gan¨¢ncia? Teresa n?o admitiu seu erro e disse uma atitude firme ¡°Obrigada por pensar em mim, mas tem que ser do jeito certo. Mahjong ¨¦ jogo de azar se voc¨º se enfiar nisso,o ¨¦ que eu e as crian?as ficamos?¡± Olivia sabia que Teresa tinha boas inten??es mas estava errada e aquilo poderia trazerplica??es s¨¦rias Era seu dever fazer que Teresa voltasse ¨¤ dire??o certa e n?o a deixasse se desviar ¡°Entendi, entendi, mas se apresse.¡± Teresa pediu impaci¨¨ncia. Olivia abra?ou cada um dos filhos antes de sair de casa. Depois que Olivia saiu¡­ Heitor e Joel trocaram olhares c¨²mplices, um entendimento silencioso entre eles. Heitor disse a Teresa: ¡°V¨®, quero leite.¡± Joel emendou: ¡°Eu tamb¨¦m quero,¡± ¡°Voc¨ºs dois, n?o encheram a barriga o macarr?o? Teresa queria economizar no leite em p¨®. Os olhos escuros e bonitos de Joel se encheram de l¨¢grimas, e sua voz suave disse pesar: ¡°Vov¨®, eu n?oi o suficiente, s¨® quero beber leite, t? o est?mago roncando.¡± Vendo aquele rostinho choroso e inocente, Teresa n?o aguentou: ¡°Tudo bem, n?o chore, vou preparar um pouco de leite em p¨® para voc¨º. Heitor sussurrou para as irm?s: ¡°Fiquem quietinhas em casa, depois bebam o leite que a vo vai fazer e a gente d¨¢ o fora, n?o contem pra pra onde a gente foi.* Iria e In¨¦s assentiram obedientes. Heitor pegou a moch qu¨¦ j¨¢ estava pronta e saiu escondido Joel. No Grupo Griera, no 28o andar, Departamento de RH. 1/4 15:29 1 Capitulo 7 Olivia terminou sua entrevista e tudo correu bem, se candidatou sucesso a um empregoo limpadora no Grupo Griera, respons¨¢vel p higiene e limpeza do andar mais alto do Centro Griera. O gerente de pessoal disse a para se familiarizar a estrutura e o ambiente do ¨²ltimo andar ap¨®s a entrevista e parae?ar a trabalhar imediatamente quandoe?asse amanh?. pegou o elevador at¨¦ o ¨²ltimo andar. A esquerda, um pouco distante do elevador, ficava o escrit¨®rio do presidente, mais adiante, havia uma s de reuni?es e, em seguida, uma s de descanso. ¨¤ direita, tinha uma despensa. At¨¦ o despensa era decorado um ar de luxo. Essa despensa deveria ser o local onde ia frequ¨ºncia quando fazia a limpeza, empilhando vassouras, esfreg?es e carrinhos. quis entrar para vero era por dentro, para se familiarizar e saber onde colocar as coisas, para que pudessee?ar o trabalho sem problemas no dia seguinte. Ao entrar na despensa, uma parede dividia o espa?o em doisdos. Dodo esquerdo, vinha um barulho. Movida p curiosidade, avan?ou. Diante de si, viu um homem de costas, de estatura imponente. Ele usava um terno preto, as cal?as perfeitamente alinhadas nas pernaspridas e sem um vinco sequer. O palet¨® do terno era igualmente bem ajustado, impec¨¢vel. Sua presen?a era dominante e intimidadora, mesmo sem demonstrar raiva. Olivia soltou um suspiro de choque ao perceber o que estava acontecendo. Isto¡­ Isto ¨¦ um banheiro? ficou petrificada, paralisada no lugar, um arrepio percorrendo sua espinha. assumiu de cara que era uma despensa, pensava que a torneira estava vazando, sem sequer considerar outras possibilidades. Portanto, tudo o que fez tamb¨¦m estava agindo base em pensamentos preconcebidos. congelou no lugar. Foi quando o homem se virou e o olhar surpreso d encontrou os olhos afiados e sombrios dele. Num piscar de olhos, os olhares se cruzaram. Esse homem, t?o familiar! Caramba! n?o era o Sr. Daniel da suite VB de ontem ¨¤ noite? Olivia cerrou os l¨¢bios, o cora??o batendoo um tambor, o suor frio subindo p espinha Quem sou eu e onde estou? Oh, Deus, deixe¨Cme simplesmente desaparecer de onde estout Daniel, movimentos r¨¢pidos, ajeitou suas roupas en?ou um olhar g¨¦lido para . ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?!¡± Ao ver a express?o sombr¨ªa do belo rosto dele, Olivia rapidamente levantou as m?os em sinal de rendi??o, as bochechas ardendo e gaguejando: ¡°Mal¨Centendido, eu n?o estava¡­ eu n?o vi nada! Achei que era uma despensa, pensei que a torneira estava aberta¡­¡± C¨¦us, que grande mal¨Centendido. Como sabia que isso era um banheiro, ah, ou um banheiro para homens! Os olhos de tintao gelo de Daniel a encararam, agarraram seu crinho, viraram¨Cna e a pressionaram contra a parede,o rosto bonito que era t?o longo quanto uma estr, mais escuro que um dia nudo e chuvoso. ¡°Uma raz?o t?o barata, voc¨º acha que eu vou acreditar? Se voc¨º quer me seduzir, tem que ver o quanto voc¨º pesa!¡± Apareceu ontem no Mundo Nudo, fingindo ser uma gar?e para se aproximar dele. E deliberadamente sen?ou sobre ele. Agora, rastreou¨Co at¨¦ o Grupo Griera, invadindo o banheiro masculino para espion¨¢¨Clo! Essa mulher ¨¦ realmente ousada! Olivia, desesperada e ansiosa, tentou esrecer o mal¨Centendido: ¡°Eu juro que n?o estava tentando te seduzir, o banheiro n?o tinha sinaliza??o, ¨¦ minha primeira vez aqu¨ª, entrei a inten??o de economizar ¨¢gua, se eu estiver mentindo, que eu vire um cachorrinho! Eu realmente n?o vi nada, eu prometo.¡± Olivia levantou apressadamente dois dedos para mostrar sua sinceridade. realmente n?o tinha visto nada agora, a situa??o era t?o chocante e de panico,o poderia se preocupar em ver alguma coisa? Daniel a soltou bruscamente: ¡°Mulher, se houver uma pr¨®xima vez, voc¨º vai se arrepender!¡± ¡°Entendi, n?o vai acontecer de novo, vou sumir da sua frente agora mesmo!¡± Olivia, aliviada, correu para fora do banheiro. Correndo em dire??o ao elevador, uma vis?o repentina de duas pequenas figuras apareceu diante dos seus olhos. dois pequenos fofos tinham acabado de sair de uma s, a s do chefe executivo! C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org E esses dois pequenos fofos eram seus filhos, Heitor e Joel! Como eles vieram parar aqu¨ª? Olivia estava prestes a correr em dire??o a eles, quando, atr¨¢s d, os passos do homem que sa¨ªa Cap铆tulo 8 \Cap¨ªtulo 8 Olivia estava a correr em dire??o a dois pequenos fofinhos que entraram no elevador antes d, as portas quase se fechando. Desesperada, gritou: ¡°Espera ai!¡± entrou correndo no elevador, pressionando nervosamente o bot?o de fechamento da porta, um ap¨®s o outro, sem nem mesmo ter tempo de pressionar o bot?o do andar. O homem estava vindo em sua dire??o, e temia ter que acertar as contas ele. As portas do elevador se fecharam lentamente, e Olivia viu pelo v?o da porta Daniel vindo em sua dire??o, aquele olhar frioo gelo. Por um segundo, ao encontrar aqueles olhos, o cora??o de Olivia deu um salto, e prendeu a respira??o. Por sorte, foi apenas um olhar e as portas do elevador se fecharampletamente, evitando um confronto direto o homem. Os ombros tensos de Olivia rxaram, Virando¨Cse para tr¨¢s, encontrou os olhos jovens e escuros dos dois pequenos, que estavam cheios de curiosidade. ¡°M?e, o que voc¨º t¨¢ fazendo aqui?¡± Joel piscou seus olhos grandes e perguntou sua vozinha infantil. Seus c¨ªlios eram longos,o asas de borboleta, e quando ele piscava, erao se a borboleta tremsse. Apesar de ser menino, muitas vezes era confundido uma menina. at¨¦ mais bonito que algumas meninas. De repente, Olivia pensou, os olhos de Joel n?o lembram o homem do banheiro masculino? *M?e veio fazer uma entrevista, e a partir de amanh?,e?o a trabalhar aqui. E voc¨ºs,o vieram parar aqui? Cad¨º a v¨®?¡± estava preocupada A possibilidade de terem se perdido sem um adulto por perto. podia deixar as crian?as serem t?o malcriadas quanto quisessem em um dia normal, mas quando se tratava de uma quest?o de seguran?a pessoal, tinha que ser severa. Joel estava um pouco fraco aos olhos da m?e e baixou a cabecinha, sem sabero explicar. Ele sabia desde pequeno que n?o podia mentir para a m?e. Heitor ent?o falou: ¡°M?e, a gente veio procurar o Daniel. Voc¨º ofendeu ele ontem, e a gente queria pedir desculpa, pra ele te perdoar.¡± Olivia olhou para Heitor, seu rostinho s¨¦rio e seus olhos profundos, t?o parecidos os do homem que encontrou no banheiro! Qual ¨¦ o problema, estava assustada aquele homem e tinha problemas mentais? Como ¨¦ que os dois beb¨ºs d se parecem aquele homem grande? Sim, sim, certeza era s¨® um medo que ficou na cabe?a d, uma ilus?o. 1/3 15:29 T Capitulo 8 Olivia sacudiu os pensamentos confusos e olhou direito para Heitor, depois para Joel. ¡°Voc¨¦s ouviram a conversa de ontem a v¨®, n¨¦?¡± ¡°Sim¡°, Joel acenou a cabe?a. ¡°M?e, voc¨º parecia assustada ontem, sua voz estava t?o triste¡­ a gente ficou d?, m?e, a gente n?o quer que voc¨º sofra tanto.¡± Os olhos ternos e bonitos de Joel estavam cheios de l¨¢grimas e m¨¢goa. Isso mexeu Olivia, que sentiu seus olhos se umedecendo de emo??o, se agachou e abra?ou os dois: ¡°Obrigada, meus amores. Com voc¨ºs por perto, a mam?e n?o os deixou trabalhar muito, mas voc¨ºs t¨ºm que prometer ¨¤ mam?e que, no futuro, n?o sair?o sozinhos, caso se percam, nunca mais ver?o a mam?e. ¡± Com os olhos marejados e o cora??o aquecido p considera??o dos pequenos, continuou. ¡°Sim, a gente promete n?o fugir mais,¡± Joel concordou, olhando para Heitor e piscando maliciosamente. Miss?o cumprida, a m?e n?o estava mais brava eles! E eles nem mentiram. Ol¨ªvia estava em um estado de emo??o t?o grande que se esqueceu de pensar por um momento, e n?o pensou mais sobre o assunto, nem se perguntouo os meninos sabiam que o homem se chamava Daniel e conseguiram encontrar o Grupo Griera. Daniel retirou seu olhar g¨¦lido do elevador. aqu mulher, correndo assim¡­ Atrevida! Ousava aparecer repetidamente na frente dele, provocando¨Co, que aud¨¢cia! Ele voltou para o escrit¨®rio onde seu assistente Bruno o esperava. ¡°Presidente, h¨¢ pouco dois¡­¡± crian?as estavam procurando por voc¨º. As ¨²ltimas pvras n?o foram conclu¨ªdas, a voz profunda e fria de Daniel o interrompeu: ¡°Minha agenda dos pr¨®ximos dias foi vazada?¡± O Sr. Griera pode ficar sossegado, sua agenda t¨¢ na minha m?o e segura que nem cofre forte,¡± Bruno concordou a cabe?a, prestando contas toda a rever¨ºncia. Danieln?ou um olhar afiado sobre ele, cheio de desconfian?a essas pvras. Mas quando viu o olhar s¨¦rio e adequado de Bruno, ele desviou o olhar. Tamb¨¦m era verdade que a hora e o local em que ele foi ao banheiro n?o estavam no itiner¨¢rio. E aqu mulher ainda conseguira invadir o lugar e presenciar o que n?o devia. Isso Nada tinha a ver com a agenda. Daniel se sentou na cadeira executiva, pegou a ca, depois argou, e um olhar profundo fixou Bruno: ¡°O que voc¨º disse mesmo agora?¡± ¡°Ah, ¨¦ que chegaram duas pessoas procurando o senhor¡­¡± Bruno falou todo o respeito. ¡°¨¦ alguma coisa urgente?¡± Daniel perguntou. ¡°Eles disseram que queriam pedir desculpas a voc¨º.¡± Bruno tinha achado os dois moleques uma gra?a e deu corda pra eles, maso o chefe n?o estava no escrit¨®rio e ele n?o sabia quando o presidente voltaria, ent?o ele disse aos pequenos grupos de pessoas para dizer a eles que voltassem primeiro e que passaria o recado pro chefe, 2/3 Provavelmente era apenas um garoto de uma familia qualquer fazendo bagun?a. Mas Bruno manteve sua pvra. Content ? provided by N?velDrama.Org. Daniel abriu o porta cas,e?ando a trabalhar, indiferente. ¡°Daqui pra frente, n?o deve qualquer um entrar assim.¡± Especialmente quem tem a aud¨¢cia de invadir o banheiro! Bruno fez uma rever¨¨ncia discreta: ¡°J¨¢ vou orientar a secret¨¢ria.¡± Esperel¡® Daniel levantou os olhos, Bruno parou: ¡°Sr. Griera, pode mandar,¡± ¡°Coloca uma ca no banheiro, ¡®Masculino, Uso Exclusivo do Presidente!¡± Daniel falou s¨¦rio. O andar mais alto era seu andar exclusivo, e todos os funcion¨¢rios do Grupo Griera sabiar que o ¨²nico banheiro do andar mais alto era exclusivo do presidente, e ningu¨¦m mais poderia entrar ou us¨¢¨Clo. Mas sempre tinha algu¨¦m que n?o se tocava e fazia confus?o. Bruno hesitou por um momento e depois assentiu: ¡°Certo, vou resolver isso agora.¡± Olivia voltou para casa Heitor e Joel. Ao chegar ¨¤ porta, ouviu um choro alto vindo de dentro. ¡°Caramba, onde ¨¦ que eu vou procurar? O que eu fa?o agora, Heitor, Joel, onde voc¨ºs est?o?¡± Olivia apressou¨Cse em abrir a porta. Teresa estava sentada no ch?o, chorando e batendo no ch?o as m?os, arrasada e desamparada. Iria e In¨ºs estavam na frente d, dois pares de olhos ternos olhando para Teresa sem se mover, suas boquinhas fazendo beicinho, aparentemente deprimidas. Ao ouvir o barulho da porta, os dois rolinhos de doce olharam para quem entrava e seus olhos se iluminaram instantaneamente, correndo em dire??o a Olivia. ¡°Mam?e! Irm?o!¡± ¡°Mam?e! Irm?o!¡± Os pequenos se jogaram nos bra?os de Olivia, que acariciou suas cabecinhas carinho. Teresa virou¨Cse e, os olhos borrados de l¨¢grimas, contou as pessoas na porta. ¡°Um, dois, tr¨ºs, quatro, cinco¡­¡± Quatro cabe?as de crian?a, um adulto. Ningu¨¦m faltando. imediatamente enxugou os olhos e se levantou do ch?o, bufando e bufando, foi at¨¦ Olivia e torceu sua orelha: ¡°Sua maluca, voc¨º leva as crian?as e nem avisa? T¨¢ querendo virar o mundo de cabe?a pra baixo, ¨¦?¡± Capitulo 9 Cap¨ªtulo 9 Cap铆tulo 9 \Cap¨ªtulo 9 Ai, que dor, que dor, m?e, solta a minha orelha! Olivia remou da dor enquanto se inclinava em dire??o ¨¤ m?o de Teresa, que a puxava p orelha. Teresa havia se assustado de morte, pensando que a filha tinha desaparecido. ainda o cora??o acelerado, ent?o transforma seu medo em raiva e descarrega tudo em Olivia. ¡°Voc¨º ainda f que est¨¢ doendo, imagina o meu desespero!¡± Teresa, o rosto vermelho e a voz elevada, despejou um serm?o n. ¡°V¨®, n?o brigue a mam?e, fomos n¨®s que sa¨ªmos por conta pr¨®pria, encontramos no caminho.¡± Joel e Heitor se enfiaram embaixo das pernas de Teresa e inclinaram suas cabecinhas para implorar por sua m?e. Teresa bufou friamente e soltou a orelha de Ol¨ªvia, olhando para Heitor e Joel, ainda s¨¦r¨ªa e educada: ¡°Voc¨ºs dois, nada de sair correndo por a¨ª! Se eu pegar voc¨ºs de novo, vou esquentar esses bumbuns at¨¦ ficarem floridos!¡± Joel baixou fracamente os olhos, a voz fraca e impotente: ¡°Entendi, v¨®.¡± Aquele jeitinho de pedir desculpas era t?oovente que Teresa se amoleceu e o perdoou. ent?o olhou para Heitor de forma severa: ¡°E voc¨º, hein?¡± Heitor tinha um rosto frio, mas ainda assim respondeu ¨¤s pvras de Teresa: ¡°Entendi, v¨®.¡± ¡°Humpf, dessa vez passa.¡± Teresa pegou um len?o de papel e limpou as l¨¢grimas e o ranho que molhavam seu rosto. Olivia, j¨¢ mais animada, disse: ¡°Vou preparar o almo?o, m?e, descansa a¨ª.¡± correu para a cozinha. A m?e d tinha raz?o, felizmente dessa vez houve um susto, mas se houvesse uma pr¨®xima vez, n?o teria tanta sorte por ter encontrado Heitor e Joel. Caso eles encontrassem um bandido no caminho, as consequ¨ºncias seriam inimagin¨¢veis. No dia seguinte, Olivia estava radiante e chegou cedo ao Grupo Griera. Era seu primeiro dia de trabalho e precisava causar uma boa impress?o no grande chefe. Mesmo sendo uma vaga de limpeza, o sal¨¢rio era ¨®timo, seiscentos por dia, dezoito mil no m¨ºs! Para uma faxineira, era um sal¨¢rio e tanto, estava satisfeita e valorizava a oportunidade. Com quatro pequenos para sustentar, n?o importava o trabalho, desde que fosse honesto e o esfor?o de suas m?os, se orgulhava de qualquer profiss?o. Olivia pegou o esfreg?o e esfregou o piso de m¨¢rmore do andar mais alto vigor. O piso estava brilhante e parecia limpo, mas ainda precisava ser esfregado sem perder nenhum ponto. Afinal, era o territ¨®rio do Presidente do Grupo Griera, parte da primeira fam¨ªlia de magnatas da Capital, os Griera, donos do grupo mais luxuoso e poderoso da cidade. 15.209 Capita Como presidente do Grupo Griera, ele era naturalmente um homem no topo, e somente um ambiente luxuoso, aristocr¨¢tico e immacdo seria adequado para ele. Olivia lembrava das pvras do gerente de RH enquanto se esfor?ava na limpeza. O som de um salto alto ecoou atr¨¢s d, mas Olivia continuou seu trabalho sem dar aten??o de repente, o salto prendeu o seu esfreg?o. Era um salto fino e alto. Olivia olhou para cima, seguindo a linha do sapato at¨¦ as pernas brancas da mulher, seu vestido vermelho e maquiagem carregada. Os olhos da mulher a encaravam arrogancia. Vania! Ao v¨¦, a express?o de Olivia se fechou: ¡°Tira o p¨¦ da?¡± Que azar encontrar Vania, uma mulher bastante ardilosa, mesmo aqui. Content ? provided by N?velDrama.Org. Vania olhou para e riu desd¨¦m: ¡°Sabia que era voc¨º. Olivia, n?o est¨¢ f¨¢cil no clube noturno, veio mendigar no Grupo Griera agora?¡± Nunca se pode esperar nada bpas pvras de uma boc? suja! Olivia, irritada, puxou o esfreg?o for?a. Os p¨¦s de Vania foram pelos ares e quase caiu, mas foi estabilizada por seu salto para a esquerda e para a direita, o sorriso n?o estava mais em seu rosto e seu cabelo penteado para tr¨¢s estava uma bagun?a devido ao salto que acabara de dar. O cabelo estava espalhado em seu rosto, parecia muito bagun?ado, olhou para Olivia ¨®dio: ¡°Voc¨º vai ver s¨®, Olivia. Na pr¨®xima vez, n?o vou ser t?o boazinha!¡± Assim que terminou de fr, jogou o cabelo pra tr¨¢s for?a e saiu andando, seus saltos altos batendo no ch?o. Olivian?ou um olhar irritado para a silhueta que se afastava, percebendo que entrava na s da secret¨¢ria. Estranho, a Van¨ªa t¨¢ de rol¨¦ o Grupo Griera agora? Por que estar¨ªa procurando a secret¨¢ria do presidente? Olivia ficou s¨® na curiosidade mesmo e voltou a se concentrar na faxina. No Escrit¨®rio da secret¨¢ria. Van¨ªa estava parada em frente ¨¤ mesa de uma mulher espetacr. A mulher vestia um tailleur feminino, uma saia justa que real?ava suas curvas voluptuosas. Suas pernas eram longas e finas, sua cintura, delgada, mas tinha um busto generoso. Era o tipo de corpo que muitos homens sonhavam. A mulher estava uma maquiagem discreta de trabalho, exndo eleg¨¤ncia epet¨ºncia. s¨¦cret¨¢ria era Viviana Pereira, a s¨¦cret¨¢ria de Daniel. V¨¢nia tern uma atitude arrogante e abre a porta: ¡°A empresa do meu namorado est¨¢ um problema, a cadeia de capital vai ser quebrada, faltam dois milh?es, quando voc¨º vai ligar para a minha conta?¡± 2/3 15.30 deos anon abd¨¢s, Vania tinha ficado Sergio, o namorado de Olivia, mas ele nem tava na d. Cansado dos grades de Sergio simplesmente surmiu do mapa por cinco anos. Sem op??o, Vania continuouo ex, que tinha uma grana, era novo rico. O cara sabia que the dormido outro, mas nem por isso mandou pastar Ao longo dos anos, passou a seguir o namorado por toda parte. As m?os de Viviana, batendo no tedo, pararam de repente, os olhos secos e frios voltados para Vania ¡°quantas vezes voc¨º j¨¢ veio me pedir dinheiro? Tem que saber a hora de parar, sen?o o Bicho pega O olhar de Viviana era intimidador Qualquer um normal tremeria na base, Mas Vania era cara de pau e ainda por cima tinha a carta na manga, ent?o n?o tava nem al Voc¨º pode n?o me dar a grana. Mas o segredinho que voc¨º me pediu pra guardar, a¨ª j¨¢ n?o garanto nada, disse Vania, um sorrisinho maroto. Voc¨º sabia? a pessoa que vode me pediu pra dizer que tinha morrido h¨¢ cinco anos est¨¢ aqui no Grupo Griera, limpando o ch?o bem na porta do escrit¨®rio do presidente. ¨¦ s¨® eu abrir o bico pro chefe agora, dizer que ¨¦ quem ele t¨¢ procurando, e todo o seu joguinho vai por ¨¢gua abaixo!¡± Um estalo nervoso apareceu no rosto elegante de Viviana: ¡°O que voc¨º est¨¢ dizendo?¡± N?o to viajando n?o, o Sr. Griera que caiu de paraquedas e pegou uma mina, essa mina ¨¦ minha prima, a Olivia. Crescemos juntas,o n?o ia reconhecer? vi aqui fora quando cheguei,¡± Vania insisty, reafirmando que Olivia estava ali. Assim que revsse isso, o presidente se identificaria Olivia! Tudo o que Viviana fez seria exposto e ser¨ªa responsabilizada pelo presidente. Viviana apertou as m?os: ¡°You transferir o dinheiro pra sua conta, agora cai fora.¡± Vania sorriu satisfeita: ¡°Se tivesse fdo antes, n?o precisava ter ouvido o serm?o, n¨¦? Rxa, somos parceiras, o que voc¨º n?o quer que eu fale, fica entre a gente.¡± ¡°Sair Viviana estava contida, mas fervendo de raiva por dentro. Cap铆tulo 10 \Cap¨ªtulo 10 ¡°Vivi, n?o fica brava, voc¨º ¨¦ t?o bonita e ainda por cima secret¨¢ria do Sr. Griera, t¨¢ a faca e o queijo na m?o. Acredito que um dia voc¨º vai conseguir conquistar o cora??o do Sr. Griera e virar a dona do peda?o. Se deixar a raiva te envelhecer e perder a chance, vai ser um desperd¨ªcio.¡± Vania fva jeitinho e at¨¦ sorria, parecendo que estava dodo da Viviana. Na realidade, estava sendo sarc¨¢stica. Viviana j¨¢ estava h¨¢ anos rodando ao redor do Danielo secret¨¢ria, e mesmo assim nunca conseguiu fazer ele olhar pra de outro jeito. Por mais que se esfor?asse, o Daniel parec¨ªa n?o dar b. Sen?o, por que ser¨¢ que ele preferiu ter uma noite a Olivia e n?o dar b pra ? Naqu ¨¦poca, Vania deveria ter ido ¨¤ casa de Ol¨ªvia para importunar S¨¦rgio, mas, sem querer, ouviu a liga??o telef?nica que Viviana fez para Daniel. O papo era mais ou menos que o Daniel tinha ca¨ªdo no barraco da Olivia e mandou a Viviana pegar a Olivia pra dar um trato na vida d. Mas a Viviana, sabendo que o barraco da Olivia tinha desabado a chuva, enganou o Daniel dizendo que a Olivia tinha morrido esmagada. Quando a Viviana percebeu que a Vania tinha ouvido tudo, ofereceu uma grana pra ficar de bico cdo e n?o espalhar a hist¨®ria. Eo a Vania tamb¨¦m n?o tava a fim de ver a Olivia subir na vida, aceitou o acordo e ainda ajudou a Viviana a manter o segredo. Para dar um efeito realista, tamb¨¦m convence a m?e de Olivia, Teresa, a deix¨¢ fazer um funeral para a porca que foi esmagada at¨¦ a morte em sua casa naqu noite. a Teresa tratava a porcao um tesouro e acabou topando a ideia, organizando um vel¨®rio que at¨¦ o povo da v participou. Viviana n?o queria que o Daniel encontrasse a Olivia, e a Vania sacou que tava afim dele. por isso, n?o se conformava em ver outra mulher chegar perto do Daniel. Vania aproveitava essa fraqueza d e, nos ¨²ltimos cinco anos, tirou um bom dinheiro da Viviana. Viviana pegou o arquivo ao seudo e o jogou contra : ¡°Saia!¡± se levantou, apoiou as m?os na mesa, tremendo de raiva, o peito subindo e descendo. Vania saiu correndo do escrit¨®rio e, antes de ir embora, ainda fez uma cara de deboche e soltou um grunhido. era s¨® uma mulher apaixonada e t, que achava que tinha alguma chance. Vania se virou e viu Olivia limpando o corredor. caminhou rebndo at¨¦ l¨¢ e pisou de prop¨®sito no esfreg?o da Olivia. A a??o de esfregar de Ol¨ªvia deu um svanco e, quando viu os saltos, soube de quem se tratava e levantou a cabe?a raiva, olhando raiva para Vania: ¡°Voc¨º ¨¦ cachorro, ¨¦? Sempre 1/3 15:30 1 no meio do caminho?¡± Essa foi a segunda vez que a Vania foi chamada de cachorro p Olivia, e ficou o sangue fervendo, esticou o bra?o pra puxar o cabelo d: ¡°Sua atrevida, se n?o te dou uma li??o, voc¨º n?o aprende!* Naquele dia, na boate, j¨¢ a havia aturado uma vez, mas agora, na casa de Viviana, tamb¨¦m havia provocado uma raiva enorme e estava preocupada por n?o ter onde desabafar. descontar a raiva na Olivia. Olivia viu a m?o d vindo aqus unhas afiadas e se esquivou, puxando o esfreg?o e come?ando a golpear a Vania ele. Vania desviava para tododo e, vendo que a outra oponente tinha uma arma e n?o, e que n?o era p¨¢reo para , ent?o simplesmente se esquivou para o elevador, apertando o bot?o de fechar desesperadamente. Antes das portas se fecharem, ainda soltou um insulto pesado para a Olivia. Olivia ficou queimando de raiva por dentro, e descontou tudo no ch?o, esfregando for?a e de qualquer jeito. Vania, n?o me deixe encontr¨¢ novamente, ou eu arranharei seu rosto! A porta de outro elevador se abriu e um par de sapatos pretos de couro, que faziam barulho e eram ainda mais brilhantes do que o ch?o esfregado ¨¢gua, passou de repente diante de seus olhos, quase pisando no esfreg?o. Mais um pra pisar n! Olivia ainda estava fervendo ee?ou a esfregar o esfreg?o no sapato da pessoa: ¡°Sai da frente, n?o t¨¢ vendo que eu estou limpando aqui?¡± falou um tom bastante r¨ªspido, cheio de pontaria. passou o esfreg?o duas vezes e seus ombros estavam esticadoso se estivesse espremendo um pintinho. ¡°Deixa disso, solta eu!¡± Olivia gritou, chutando o ar enquanto seus p¨¦s bn?avam sem tocar o ch?o. Em seguida, foi jogada dedo, cambaleando para tr¨¢s alguns passos at¨¦ conseguir se firmar. Furiosa, olhou para cima, pronta para medir pvras quem a iodava. Um rosto t?o bonito que faria os deuses tremerem saltou aos seus olhos. O homem estava todo de preto, num terno feito ¨¤ m?o, postura ereta, aura intensa. Tinha uma presen?a de rei, tra?os marcantes e olhos negros e profundoso uma noite sem lua, frios e belos. As pvras de Olivia morreram na boca, enquanto o encarava, sem saber se devia baixar a guarda ou pedir perd?o. Por que de novo esse cara?, Ser¨¢ que tinha algum tipo de encrenca marcada ele esses dias? Os olhos de Daniel estavam desagradados, e sua respira??o estava fria ao seu redor enquanto ele Capitulo 10 olhava para Olivia: ¡°Mulher, procurando a morte?¡± Ele est¨¢ muito bravo! Olivia sentia a raiva dele, seu semnte escurecido e um ar gdo ao seu redor. Esse tipo de press?o s¨® podia ser pra matar algu¨¦m do cora??o. A express?o de Olivia ficou tensa e se desculpou profusamente: ¡°Desculpa, achei que era algu¨¦m querendo encrencaigo, n?o foi por mal.¡± ¡°esse joguinho j¨¢ t¨¢ manjado, ainda funciona? Voc¨º aparecendo toda hora, querendo chamar minha aten??o? Me Seduzir?¡± Daniel a encarou olhos frios, aproximando¨Cse suas longas pernas. Essa foi a terceira vez em tr¨ºs dias que se desculpou ele, dizendo que n?o estava fndo s¨¦rio, esse tipo de besteira, ele podia acreditar na primeira vez, na segunda vez ele mal podia acreditar, na terceira vez, se ele acreditasse novamente, ele estaria fora de si. Content ? provided by N?velDrama.Org. estava fazendo de prop¨®sito, aparecendo na frente dele, tentando chamar sua aten??o de um jeito diferente! Pressionada p presen?a dele, Olivia recuou, ouvindo suas pvras e, entre risadas e surpresa, apontou para o pr¨®prio nariz: ¡°Eu? Seduzindo voc¨º? Embora voc¨º seja um chef?o, voc¨º n?o pode ser t?o narcisist. N?o fa?a piadas.¡± Recuando, bateu nas costas contra a parede, Daniel agarrou seu pulso e a outra m?o apoiada na parede, a encurralou entre ele e o muro. ¡°Voc¨º que n?o sabe a medida das coisas, nem se toca do seu lugar, e ainda tem a cara de pau de me vir gracinhas!¡± disse Daniel, fixando o olhar n. estava vestida jeans velhos e desbotados e uma camiseta branca levemente amarda, mas estava limpa e arrumada. L¨¢bios vermelhos e nariz arqueado, um rosto pequeno, do tamanho da palma da m?o, sem p¨®, mas com uma pele delicada e macia, um par de pups de outono de Jianshui, pups ambar, sustentadas por um brilho cristalino, atrav¨¦s da vigilancia e do panico, olhando para ele. Olivia n?o podia acreditar, estava fndo que ele era convencido, n?o ! Realmente tinha que se preocupar a capacidade dele de entender as coisas. A aura do homem era t?o opressora, e ele exva uma forte presen?a masculina. Presa ali, sob seu olhar e t?o perto da parede, Olivia sentia dificuldade para respirar. Com as m?os no peito dele, o empurrou for?a: ¡°T¨¢, t¨¢, t¨¢, eu sou muito narcisista.. Agora d¨¢ licen?a, deixa eu sumir da sua vista e corrigir esse meu defeito sem deixar rastro.¡± Daniel soltou um resmungo e a soltou. Olivia se levantou e se apressou para sair, mas quase esbarrou na mulher que sa¨ªa da s da secret¨¢ria. O cora??o de Viviana se apertou quando viu Olivia e depois Daniel no elevador. Que roubada, o Sr. Griera tinha visto aqu mulher! Capitulo I Cap铆tulo 11 \Cap¨ªtulo 11 Viviana estava O cora??o aos pulos, tomada pelo panico. Ser¨¢ que o Seu Griera tinha reconhecido aqu mulher? ele iria desmascarar suas mentiras e cobrar explica??es? Com o rosto p¨¢lido e o corpo gdo, olhou para Olivia, sem saber o que fazer. Seus l¨¢bios se moveram, procurando por pvras, mas n?o conseguiu pronunciar nenhuma. O terror, o pavor, a indigna??o e o arrependimento a torturavam,o se fosse uma execu??o lenta. ¡°Srta. Secret¨¢ria, eu a iodei agora? Sinto muito, vou trabalhar seriamente agora mesmo e definitivamente n?o farei mais barulho.¡± Olivia um ar de culpa, curvando¨Cse em desculpas. Durante a entrevista, o RH tinha avisado que os chef?es eram figuras imponentes e que, na hora da limpeza, deveria ser discreta e n?o perturbar ningu¨¦m do alto escal?o, ou arcaria as consequ¨ºncias. tinha acabado de brigar Vania e continuava a puxar assunto o Sr. Daniel, deve ter iodado a secret¨¢ria e saiu em panico. Olivia terminou de fr e, o esfreg?o em m?os, se foi. Viviana n?o tentou det¨º; n?o sabiao agir ou que postura adotar diante do presidente. Sua voz ficou mais lenta e chamou timidamente: ¡°Bom dia, Sr. Griera¡°. ¡°Ahm,¡± Daniel respondeu um monossbo, sem revr suas emo??es. Mas seus olhos estavam frios e intimidadores. Viviana estava cautelosa, o cora??o na m?o, se preparou para o momento em que Daniel a confrontaria sobre suas mentiras. Olivia, que se apressava em dire??o ¨¤ dispensa, ouviu a secret¨¢ria chamar o homem pelo nome. Sentiuo se tivesse levado um choque e ficou paralisada por um instante. Caramba! Como n?o havia percebido que esse Sr.Daniel era o presidente do Grupo Griera? O chefe do clube noturno tinha dito que ele era um big shot. o havia encontrado no banheiro no dia anterior E o viu novamente perto do elevador hoje. E, se lembrou, ontem o beb¨º Joel disse que tinha ido fr Daniel para pedir desculpas! tinha ouvido o nome ¨¤s pressas, sem prestar aten??o. Por que n?o lhe ocorreu que o figur?o chamado Sr. Daniel era o presidente do Grupo Griera? Que cabe?a a d. Content ? N?velDrama.Org. Olivia, frustrada, deu uns tapinhas na testa. Capitulo 11 duas vezes tinha causado problemas no territ¨®rio de Daniel, n?o era ¨¤ toa que ele pensava que estava se aproximando dele de prop¨®sito. Que injusti?a. se enfiou na dispensa decidida a evitar Daniel a todo custo para n?o arranjar mais confus?o. Daniel, seu olhar profundo, panhou a fuga de Olivia e depois voltou a encarar Viviana frieza. Olhando para o cora??o originalmente fraco de Viviana, seu cora??o tremeu. ¡°J¨¢ falei ontem para n?o deixar intrusos subirem aqu¨ª. Por que n?o cumpriu?¡± A voz de Daniel estava baixa e magn¨¦tica, cheia de autoridade e mando. Ele estava acostumado a fr esse tom imperativo. Viviana gaguejou por um instante, percebendo que ele n?o estava fndo sobre a sua farsa e rapidamente respondeu: ¡°vou refor?ar a seguran?a, n?o acontecer¨¢ novamente.¡± ¡°N?o vai? E a Teresa que passou na sua frente, por que n?o tomou provid¨ºncias?¡± Daniel, passos largos, se dirigiu ao seu escrit¨®rio, ramente descontente. Teresa? Viviana ficou horrorizada e grata quando ouviu o nome. Acontece que o Sr. Griera nem mesmo reconheceu a mulhero aqu quem ele havia dormido naqu ¨¦poca, mas pensou que seu nome era Teresa. O cora??o apertado de Viviana finalmente se acalmou. ¡°Vou investigar agora mesmo,¡± disse , seguindo¨Co para o escrit¨®rio do presidente. Depois de uma liga??o, descobriu toda a hist¨®ria. Olivia n?o tinha usado seu verdadeiro nome, mas sim o de uma mulher chamada Teresa. reportou a Daniel: ¡°Seu Griera, a Teresa ¨¦ uma faxineira rec¨¦m¨Ccontratada pelo RH, hoje ¨¦ seu primeiro dia de trabalho e n?o terminou a limpeza antes da sua chegada, al¨¦m de ter lhe desrespeitado. Vou dispens¨¢ imediatamente.¡± Viviana estava prestes a ligar para o RH. A voz de Daniel soou: ¡°N?o precisa!¡± Viviana levantou os olhos curiosidade: ¡°Presidente, o que voc¨º quer dizer isso?¡± ¡°¨¦ apenas uma faxineira, n?o precisa fazer disso um grande problema.¡± Daniel se sentou na cadeira do presidente, abriu o porta¨Ccas, trouxe um documento e o abriu: ¡°Pode sair¡°. Viviana assentiu a cabe?a e se retirou. De volta ao escrit¨®rio, continuava sentindo uma inquietude profunda, n?o conseguia ficar parada. Aqu mulher era Olivia, a mesma que tinha visto cinco anos atr¨¢s na Aldeia Souza! Nem imaginava que, uma caipira daqus, em vez de se tornar uma maracuj¨¢ de gaveta o passar de cinco anos, tinha ficado ainda mais bonita, um ar mais feminino. 2/4 15-201 Credulo 11 E agora estava ali, aodo do Sr. Griera. Essa hist¨®ria de esconder o fogo debaixo da palha n?o dura para sempre, mais cedo ou mais tarde, o Sr. Griera descobriria seu verdadeiro nome, desmascarando todas as suas mentiras! tinha que dar um jeito de mandar Olivia embora do Grupo Griera! Teria sido melhor se tivesse simplesmente a demitido, agora que a Sr.Griera sabia estava no departamento de limpeza e havia dito que n?o a demitiria, que Se desobedecesse ¨¤ ordem do Sr. Griera e demitisse Olivia sem pensar, seria uma perda de tempo e despertaria a suspeita do Sr. Griera, al¨¦m de fazer que o Sr. Griera pensasse que n?o levava as pvras dele a s¨¦rio. Por enquanto, s¨® podia arranjar uma maneira de fazer Olivia pedir as contas por conta pr¨®pria. Viviana pensou e repensou, e acabou ligando para o departamento de seguran?a. Depois de tr¨ºs horas de correria, Olivia finalmente terminou de limpar a ¨¢rea mais alta do pr¨¦dio. 1 foi para o 10o andar, que era onde ficava o departamento de limpeza, o local de descanso e reuni?o dos faxineiros. O escrit¨®rio do 10o andar estava vazio, n?o tinha vivalma por ali, todo mundo ainda estava nabuta, s¨® tinha terminado o servi?o primeiro e veio descansar. Olivia estava exausta, suada, a roupa cda no corpo pelo suor, at¨¦ os cabelos na t¨¦mpora estavam encharcados, cdos no rosto afdo, o que a fazia parecer ainda mais p¨¢lida. pegou um leque e sentou¨Cse numa cadeira, abanando¨Cse. ¡°Garotinha, voc¨º ainda ¨¦ t?o jovem,o ¨¦ que voc¨º n?o consegue pensar em vir trabalharo zdora?¡± Uma voz masculina de meia¨Cidade soou. Olivia virou¨Cse e viu um homem a cara cheia de marcas, vestindo uniforme de seguran?a, barrigudo, uma careca brilhante e um sorriso malicioso no rosto. Ele caminhava em sua dire??o com passos pesados. Olivia se levantou, mantendo a calma: ¡°O senhor precisa de algo?¡± ¡°Vi que voc¨º estava aqui sozinha, entediada. vim te fazerpanhia.¡± O homem, chamado Javier, se aproximou mais, esticando a m?o gorda e oleosao se fosse tocar o rosto de Olivia. A m?o era gorda e oleosa. Olivia sentiu¨Cse mal s¨® de pass¨¢ na frente dos olhos, e seu est?mago se revirou, quase vomitando. rapidamente de um passo para tr¨¢s, esquivando¨Cse do toque, uma postura alerta e defensiva, e um brilho feroz nos olhos: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo? Se continuar assim, eu vou te denunciar por ass¨¦dio!¡± ¡°Olha s¨®, que temperamento! Eu s¨® estava brincando voc¨º, n?o precisa levar t?o a s¨¦rio, uai.¡± Javier riu,o se n?o fosse nada demais. ¡°Eu Vim te chamar para limpar no primeiro andar, algu¨¦m vomitou l¨¢, t¨¢ uma sujeira. Como Voc¨º ¨¦ a mais folgada da limpeza, voc¨º vai l¨¢ limpar.¡± O sorriso de Javier n?o diminuiu e ele ainda olhava 3/4 15:30 T Capitulo 11 para Olivia segundas inten??es. Essa mulher era t?o bonita, t?o feminina. Fazia multo tempo que o departamento de limpeza n?o tinha uma mulher adequadao essa. ¡°Eu n?o limpo o andar t¨¦rreo! Voc¨º encontra a pessoa respons¨¢vel!¡± Olivia se recusou! 4/4 15 Cap铆tulo 12 \Cap¨ªtulo 12 Na entrevista, O pessoal do RH n?o tinha dito pra que a equipe de limpeza precisava acatar as ordens da seguran?a? ¡°Ser¨¢ que Voc¨º n?o t¨¢ mais a fim de rr?¡± Javier, de repente, botou banca de seguran?a. Realmente, na entrevista, o pessoal do RH havia mencionado que, de vez em quando, a seguran?a mandaria gente pra faxina e eles tinham que cborar. Olivia era apenaspetente em seu trabalho, o sal¨¢rio era bom e, se perdesse o emprego, n?o conseguiria encontrar outro por um tempo. Com quatro pequenos em casa e sem grana nem para o leite, quanto mais para a roupa de frio. A grana que tinha suado pra fazer no dia anterior, dez mil e cem, sua m?e tinha perdido tudo numa noite! A casa estava um verdadeiro desastre financeiro! Se n?o conseguirmos dinheiro/para voltar, as crian?as passar?o fome e frio.. Pensando em seus quatro anjinhos, seu cora??o se enchia de ternura. N?o tinha escolha a n?o ser engolir a raiva. n?o tinha capital para ser caprichosa e tinha que lidar suas queixas primeiro, pois manter seu emprego era importante. ¡°Apenas v¨¢ trabalhar, mas sem gracinhas!¡± Olivia soltou essa, cheia de m¨¢ vontade, se distanciando de Javier e saindo na frente do escrit¨®rio. Ali, no banheiro do andar t¨¦rreo, algu¨¦m havia de fato vomitado. S¨® de olhar para o v?mito, era poss¨ªvel saber o que a pessoa haviaido:ida mastigada, misturada muco estomacal, emitindo um cheiro desagrad¨¢vel e pungente. Quando Olivia viu aquilo, seu est?mago se contorceu e quase perdeu o controle, mas conseguiu se segurar. Respirando fundo contra o mal¨Cestar, limpou tudo at¨¦ que o ch?o ficasse brilhando e cheirando a sab?o, escondendo qualquer vest¨ªgio daquele odor horr¨ªvel. rgou o esfreg?o evou as m?os at¨¦ que o cheiro do sabe as impregnassepletamente. As faxineiras realmente n?o s?o t?o boas, e os altos sal¨¢rios tamb¨¦m n?o s?o t?o bons. Sem estudo, tinha que encarar odo amargo da vida. Content ? provided by N?velDrama.Org. estava determinada a educar bem seus quatro filhos, para que estudassem e pelo menos conseguissem um diploma universit¨¢rio, n?o queria que sofressem as mesmas dificuldades e ganhassem pouco quando crescessem. Por ter essa consci¨ºncia, desde que suas crian?ase?aram a fr, as incentivava a aprender. Com apenas quatro anos, j¨¢ conheciam muitas pvras, bem mais que outras crian?as da mesma idade. Olivia estava prestes a pegar o elevador para o d¨¦cimo andar quando Javier a bloqueou na entrada Capitulo 12 do elevador: ¡°Teresa, se voc¨º ficar do meudo, eu te ajudo a n?o pegar mais esses trabalhos pesados. Um m¨ºs, Dezoito mil, f¨¢cil. Com esse tratamento vip, acho que voc¨º n?o vai querer jogar fora, n¨¦?¡± Olivia usava a identidade de Teresa para trabalhar na Grupo Griera, Olhando para aqu cara nojenta de Javier, a f¨²ria que estava presa no peito de Olivia finalmente explodiu e retrucou: ¡°Sua cara ¨¦ mais nojenta que aquele v?mito. Nem se olha no espelho, n¨¦? Com essa cara de bcha, todo seboso, aposto que at¨¦ suas partes intimas s?o podres e fedem E ainda tem a cara de pau de dar em cima das mulheres. Se enxerga!¡± Depois de dizer isso, Olivia then?ou um olhar exasperado, entrou no elevador e apertou o bot?o de fechar. Javier ficou dodo de fora do elevador uma express?o de descren?a e humilha??o no rosto, e s¨® depois de meio segundo ele reagiu ao fato de que era t?o antip¨¢tico e ant¨ªp¨¢tico que ficou sem pvras. Ele estava t?o irritado que se virou e saiu andando para odo. 1 nesse momento, Daniel e a secret¨¢ria Viviana entravam no pr¨¦dio e viram toda A cena. Ele era um homem alto e imponente, um olhar profundo e sombr¨ªo. Viviana se apressou em dizer: ¡°Sr. Griera, vou ligar pro RH agora mesmo e demitir a Teresa. ¨¦ arrogante e desbocada.¡± estava prestes a fazer a liga??o quando Daniel, voz fria, interveio: ¡°Deixa pra l¨¢, ¨¦ insignificante. Pra que se preocupar?¡± Com isso, ele entrou no elevador. Viviana ficou confusa, mas correu atr¨¢s dele. achou que seria a chance perfeita para demitir Olivia, mas acabou que n?o aconteceu. ¨¤ tarde. Olivia estava cochndo na cadeira quando recebeu uma liga??o interna da equipe de limpeza. ¡°Teresa, a s do presidente precisa de uma faxina, se mexe.¡± ¡°Entendido, j¨¢ estou indo.¡± Olivia limpou a baba do canto da boca, levantou¨Cse e correu para o andar mais alto. No andar mais alto. A porta da s de confer¨ºncias estava fechada. levantou a m?o e bateu na porta. ¡°Entra,¡± Algu¨¦m disse l¨¢ dentro. Olivia entrou segurando seus apetrechos de limpeza. A s de reuni?es exv¨¢ um ar sofisticado, e ¨¤ frente da mesa de confer¨ºncia sentavam¨Cse executivos, todos de ternos pretos, x¨ªcaras de poa branca aodo, exndo o aroma convidativo do ch¨¢. Cap¨ªtulo 12 Eles seguravam pilhas de documentos. Daniel est¨¢ sentado no topo da longa mesa de reuni?es, uma posi??o que representa a supremacia. Seu terno preto ¨¦ liso e limpo, sem uma ¨²nica ruga, suas longas pernas est?o dobradas casualmente, seu rosto ¨¦ calmo e frio, e ele sabe que ¨¦ uma elite social. Ao seudo, havia um homem de terno impec¨¢vel, uma express?o amig¨¢vel e um sorriso profissional e discreto ¨C provavelmente seu assistente. a s de reuni?o, s¨¦ria e imponente, tinha tamb¨¦m um toque de erudi??o. Essa atmosfera fazia que Olivia se sentisse instintivamente s¨¦ria e nobre. baixou a cabe?a, tentando se fazer invis¨ªvel enquanto varria silenciosamente os peda?os de papel amassado que jaziam no ch?o. Veja, somente pessoas bem¨Csucedidas e instru¨ªdas poderiam se sentar em um escrit¨®rioo esse. E sem educa??o, teve que trabalhar no n¨ªvel mais baixo da esc. 1 perdeu a faculdade e, pelo resto de sua vida, n?o teria a chance de se tornar uma trabalhadora de crinho branco. chegou at¨¦ o terceiro ano da faculdade e, embora soubesse fazer o trabalho de um profissional de escrit¨®rio, a falta de um diploma era uma barreira intranspon¨ªvel, sem o qual nem mesmo podia aspirar a uma entrevista. Sem conex?es, restavam¨Clhe apenas empregos que n?o exigiam qualifica??o. a maioria, no entanto, era ¨¢rdua. Mas n?o se arrependia. Perdera o diploma, mas ganhara quatro tesouros ador¨¢veis, tornando¨Cse a pessoa mais feliz do mundo. N?o importava o trabalho, encarava cada dia otimismo e alegria. Olivia varria cuidadosa e meticulosamente. Um executivo apresentava sua proposta. Daniel ficou descontente, arrancou o papel da p¨¢gina do programa, amassou¨Co em uma b e jogou¨C o no ch?o, a voz baixa e fria: ¡°Lixo, refa?a!¡± A b de papel acertou a cabe?a de Olivia e rolou para o ch?o. , sentindo a tens?o no ar e o frio emanando de Daniel, manteve a cabe?a baixa e varreu o papel, antes de limpar outro lugar. Esse Sr. Daniel era s¨¦rio e r¨ªgido demais enquanto trabalhava. Os empregados mal se atreviam a respirar perto dele. De repente, Olivia sentiu um pouco de pena deles, pois trabalhar sob oando de Daniel n?o ¨¦ uma tarefa f¨¢cil. Um ap¨®s o outro, h¨¢ pessoas contando o programa, Todas rejeitadas por Daniel. As bs de papel acumvam¨Cse no ch?o e Olivia as varria uma a uma. Depois de um tempo, a reuni?o finalmente terminou, os funcion¨¢rios arrumavam suas coisas e sm da so quem foge. Olivia foi recolher as xicaras e Daniel ainda estava l¨¢, observando¨Ca um olhar profundo e prante. s¨® podia diminuir a respira??o e se concentrar em recolher as x¨ªcaras de ch¨¢. Depois de recolhe¨C las, poderia sair da s de reuni?es sem ser oprimida p aura gda do homem. terminou de recolher as x¨ªcaras, virou¨Cse e saiu, andando r¨¢pido demais, as x¨ªcaras ca¨ªram da bacia, caindo no ch?o, quebrou¨Cse no ch?o um barulho estridente. A tens?o de Olivia atingiu o ¨¢pice, temendo que Daniel n?o a deixaria passar sem consequ¨ºncias. Cap¨ªtulo 13 A coisa ficava cada vez mais enrda, e quanto mais Olivia tentava n?o magoar o Daniel, mais as coisas aconteciam. Uma lufada de suor frio surgiu nas costas d, e num movimento r¨¢pido, se agachou para juntar os cacos da xicara. ¡°Ui¡­¡± Um corte fino feito por um peda?o afiado de poa, respirou fundo de dor e estava prestes a estremecer os dedos. Uma onda gda de ar passou por , e uma m?o grande a agarrou pelo pulso, um pux?o forte, foi erguida da posi??o agachada rapidamente. Levantando a cabe?a, se deparou os olhos profundos do homem, que lembravam o mar. Seu cora??o disparou, o homem tinha uma aura poderosa ao seu redor, at¨¦ mesmo seus olhos eram iparavelmente profundos e tinham uma presen?a poderosa. Olivia apenas olha para os olhos dele, subconscientemente, todas as c¨¦ls do corpo de Olivia se preparavam para a batalha, instintivamente. Daniel olhou para o dedo d onde uma gota de sangue brotava, crescendo rapidamente at¨¦ se tornar um fio escate que serpenteava dedo abaixoo uma pequena cobra vermelha. Algo no cora??o de Daniel se mexeu, e ele, habilidade, pegou um len?o de papel da mesa de reuni?o e enrolou o corte d. Com Uma voz grave e fria, mas um toque de repreens?o, disse: ¡°Como voc¨º faz as coisas? Se voc¨º n?o consegue fazer bem o trabalho de limpeza, n?o precisa faz¨º¨Clo!¡± Olivia entrou em panico, retirando apressadamente a pr¨®pria m?o, curvando¨Cse ¨¤s pressas para se desculpar: ¡°Desculpa, da pr¨®xima vez eu vou ter mais cuidado. Eu dou conta do servi?o de limpeza, fa?o direitinho.¡± Depois de dizer isso, entrou em panico e se agachou novamente, continuando a recolher os detritos no ch?o. Na reuni?o de mais cedo, a imagem intimidadora de Daniel tinha ficado gravada na mente d. os executivos todos seportavam extrema caut, medo de respirar alto. Agora Olivia tamb¨¦m estava sob o efeito da autoridade do grande chefe. n?o queria ser demitida. Bruno, O assistente, se aproximou, preocupado: ¡°Sr. Griera, est¨¢ tudo bem?¡± Agora mesmo, a Sr.Griera caminhou rapidamente para odo da limpeza, e foi apenas uma quest?o de fra??o de segundo que aconteceu, Bruno simplesmente chegou tarde demais para reagir. Al¨¦m do mais, ele nunca poderia imaginar que o Sr. Griera, sempre t?o direto e distante dos problemas alheios, se preocuparia a m?o ferida de uma faxineira. Na voz de Bruno havia ummpejo de surpresa. ¡°Tudo certo¡°, respondeu Daniel uma calma imponente, e passosrgos, deixou a s de reuni?o. Capitulo 13 Agora mesmo aqu mulher estava preparada para usar a boca paramber a m?o ferida, o que causaria uma infec??o bacteriana, n?o sabia disso? Daniel tamb¨¦m n?o sabia por que ele iria at¨¦ l¨¢ e a puxaria para cima, em primeiro lugar. Provavelmente porque, na primeira vez em que a viu, lhe deu uma sensa??o muito parecida a da mulher que o salvou h¨¢ cinco anos. Esse sentimento familiar Foi o que o impeliu a se aproximar. De volta ao escrit¨®rio, Daniel instruiu Bruno: ¡°Troque as x¨ªcaras da s de reuni?o por copos de pl¨¢stico.¡± Bruno ficou paralisado por um momento, depois assentiu: ¡°Certo, vou lembrar disso. Sr. Griera, o desfile de moda de outono ¨¦ na pr¨®xima semana, e ainda n?o batemos o martelo no no. Estou medo de n?o dar tempo, ser¨¢ que n?o ¨¦ melhor adiar?¡± Agora mesmo, na s de confer¨ºncias, o Sr. Griera rejeitou tantos programas, suas sobrancelhas nunca se abriram, parece que nenhum dos programas o satisfez. ¡°N?o precisa, o tempo t¨¢ de boa, aquele pessoal vai se puxar, n?o vai?¡± disse Daniel, e um gesto de m?o, dispensou Bruno. Bruno fez uma rever¨ºncia discreta e saiu do escrit¨®rio. Olivia, que tinha terminado de arrumar a s de reuni?o, sa¨ªa exatamente nesse momento e cruzou com Bruno, cumprimentando¨Co um sorriso e um aceno de cabe?a antes de passar. Bruno retribuiu um aceno leve, seguindo¨Ca o olhar. tinha um corpo esbelto e proporcional, e um rosto t?o puro e jovem que parecia uma estudante do ensino m¨¦dio. Ser¨¢ que o Sr. Griera tinha se aproximado d por ter se interessado? Bruno estava curioso, mas n?o se atreveu a adivinhar a mente do presidente. Depois de colocar o lixo para fora, Olivia passa pelo que ontem confundiu uma despensa e, um olhar atento, v¨º uma ca na porta indicando um banheiro masculino. n?o estava ali no dia anterior. Ser¨¢ que tinham colocado por causa do mal¨Centendido d? era bem influente. Deviam ter colocado uma ca na porta desde oe?o, sen?oo ¨¦ que o pessoal ia saber do que se tratava o lugar? E se algu¨¦m entrasse l¨¢ por engano e acabasse ofendendo o chef?o? Olivia estava de bom humor quando viu a ca da porta que havia sido etiquetada por causa d. Isso fez se sentir importante nesse mundo,o se fizesse falta,o se tivesse valor. O expediente tinha acabado. saiu cantarndo do Grupo Griera. Mas a¨ª, Javier a interceptou na sa¨ªda, puto da vida por causa de umas tretas que tinha rndo Olivia.co a cara fechada e um olhar de poucos amigos, ele soltou: ¡°Teresa, n?o se fa?a de desentendida! Eu ter me interessado por voc¨º j¨¢ ¨¦ um baita de um golpe de sorte! Vemigo!* Ele agarrou o pulso de Olivia for?a, tentando arrast¨¢ consigo. Olivia recuou for?a, tentando puxar a m?o, mas n?o conseguiu. agarrou a parede a outra m?oo uma forma de se firmar para n?o ser arrastada por ele. gritou horrorizada: ¡°Socorro! Tem um seguran?a do Grupo Griera tentando me raptar! se isso vazar,o ¨¦ que vai ficar a reputa??o da empresa?¡± Javier rapidamente voltou atr¨¢s, tentando cr a boca d para que parasse de gritar. Sua m?o gorda estava prestes a pressionar a boca de Olivia quando, de repente, foi puxada para longe, violentamente, por uma for?a forte e jogada para odo. Javier se virou furioso para enfrentar quem o tinha atrapalhado, pronto para xingar, mas quando viu quem estava aodo de Olivia, ele perdeu a cor e mudou o tom na hora: ¡°Assistente Bruno, foi que me provocou! eu s¨® estava tentando dar uma li??o n, para que aprendesse a seportar direito, mas e?ou a gritar.¡± Bruno era o assistente primeiro do Sr. Griera, conhecido por todos os funcion¨¢rios do Grupo Griera. Olivia ficou indignada e ao mesmo tempo achou gra?a da cara de pau dele. ¡°Quem est¨¢ assediando quem aqui ¨¦ voc¨º, e ainda por cima me amea?ou, dizendo que se eu n?o te obedecesse, voc¨º ia me fazer perder meu emprego no Grupo Griera!¡± Olivia retrucou, a respira??o ofegante de raiva. ¡°Voc¨º est¨¢ mentindo!o eu poderia me interessar por algu¨¦mo voc¨º?¡± Javier defendeu¨Cse, vermelho de raiva e vergonha. ¡°Voc¨º precisa que eu reproduza a grava??o de voc¨º dizendo isso para mim agora no almo?o?¡± Olivia amea?ou, pegando o celro se fosse tocar a grava??o. Javier se desesperou e tentou arrancar o celr d. Mas Antes que pudesse chegar perto, Bruno o chutou no ch?o: ¡°Chega! Javier, aqui ¨¦ o Grupo Griera, n?o ¨¦ lugar para seus escandalos. Voc¨º ¨¦ do Departamento de seguran?a, n¨¦? Amanh? n?o precisa aparecer!¡± Javier levou um chute no est?mago e se ajoelhou no ch?o o rosto torcido de dor. Quando ouviu as pvras de Bruno, ele ficou ainda mais desdo. Olivia se sentiu satisfeita, vendo que o Grupo Griera era um lugar que distinguia o certo do errado, um lugar humanidade. agradeceu a Bruno: ¡°Assistente Bruno, muito obrigada.¡± ¡°Limpar o lixo interno ¨¦ parte do meu trabalho, n?o precisa agradecer.¡± Bruno respondeu um sorriso formal e corporativo. Dito isso, ele se virou para sair. Olivia se apressou em segui¨Clo, incapaz de resistir a conversar mais: ¡°Voc¨º n?o vai sair do trabalho com presidente?* ¡°O Sr. Griera est¨¢ fazendo hora extra.¡± Bruno explicou. ¡°U¨¦? O big boss fazendo hora extra?¡± Olivia ficou surpresa, ainda mais incr¨¦d que o assistente estava indo embora enquanto o chefe trabalhava. Tensae 13 Cap铆tulo 13 \Cap¨ªtulo 13 Content ? N?velDrama.Org 2024. A coisa ficava cada vez mais enrda, e quanto mais Olivia tentava n?o magoar o Daniel, mais as coisas aconteciam. Uma lufada de suor frio surgiu nas costas d, e num movimento r¨¢pido, se agachou para juntar os cacos da xicara. ¡°U¡­¡± Um corte fino feito por um peda?o afiado de poa, respirou fundo de dor e estava prestes a estremecer os dedos. Uma onda gda de ar passou por , e uma m?o grande a agarrou pelo pulso, um pux?o forte, foi erguida da posi??o agachada rapidamente. Levantando a cabe?a, se deparou os olhos profundos do homem, que lembravam o mar. Seu cora??o disparou, o homem tinha uma aura poderosa ao seu redor, at¨¦ mesmo seus olhos eram iparavelmente profundos e tinham uma presen?a poderosa. Olivia apenas olha para os olhos dele, subconscientemente, todas as c¨¦ls do corpo de Olivia se preparavam para a batalha, instintivamente. Daniel olhou para o dedo d onde uma gota de sangue brotava, crescendo rapidamente at¨¦ se tornar um fio escate que serpenteava dedo abaixoo uma pequena cobra vermelha. Algo no cora??o de Daniel se mexeu, e ele, habilidade, pegou um len?o de papel da mesa de reuni?o e enrolou o corte d. Com Uma voz grave e fria, mas um toque de repreens?o, disse: ¡°Como voc¨º faz as coisas? Se voc¨º n?o consegue fazer bem o trabalho de limpeza, n?o precisa faz¨º¨Clo!¡± Olivia entrou em panico, retirando apressadamente a pr¨®pria m?o, curvando¨Cse ¨¤s pressas para se desculpar: ¡°Desculpa, da pr¨®xima vez eu vou ter mais cuidado. Eu dou conta do servi?o de limpeza, fa?o direitinho.¡± Depois de dizer isso, entrou em panico e se agachou novamente, continuando a recolher os detritos no ch?o. Na reuni?o de mais cedo, a imagem intimidadora de Daniel tinha ficado gravada na mente d. os executivos todos seportavam extrema caut, medo de respirar alto. Agora Olivia tamb¨¦m estava sob o efeito da autoridade do grande chefe. n?o queria ser demitida. Bruno, O assistente, se aproximou, preocupado: ¡°Sr. Griera, est¨¢ tudo bem?¡± Agora mesmo, a Sr.Griera caminhou rapidamente para odo da limpeza, e foi apenas uma quest?o de fra??o de segundo que aconteceu, Bruno simplesmente chegou tarde demais para reagir. Al¨¦m do mais, ele nunca poderia imaginar que o Sr. Griera, sempre t?o direto e distante dos problemas alheios, se preocuparia a m?o ferida de uma faxineira. Na voz de Bruno havia ummpejo de surpresa, ¡®Tudo certo¡°, respondeu Daniel uma calma imponente, e passosrgos, deixou a s de reuni?o. Capitulo 13 Agora mesmo aqu mulher estava preparada para usar a boca paramber a m?o ferida, o que causaria uma infec??o bacteriana, n?o sabia disso? Daniel tamb¨¦m n?o sabia por que ele iria at¨¦ l¨¢ e a puxaria para cima, em primeiro lugar. Provavelmente porque, na primeira vez em que a viu, lhe deu uma sensa??o muito parecida a da mulher que o¡¯salvou h¨¢ cinco anos. Esse sentimento familiar Foi o que o impeliu a se aproximar. De volta ao escrit¨®rio, Daniel instruiu Bruno: ¡°Troque as x¨ªcaras da s de reuni?o por copos de pl¨¢stico.¡± Bruno ficou paralisado por um momento, depois assentiu: ¡°Certo, vou lembrar disso. Sr. Griera, o desfile de moda de outono ¨¦ na pr¨®xima semana, e ainda n?o batemos o martelo no no. Estou medo de n?o dar tempo, ser¨¢ que n?o ¨¦ melhor adiar?¡± Agora mesmo, na s de confer¨ºncias, o Sr. Griera rejeitou tantos programas, suas sobrancelhas nunca se abriram, parece que nenhum dos programas o satisfez. ¡°N?o precisa, o tempo t¨¢ de boa, aquele pessoal vai se puxar, n?o vai?¡± disse Daniel, e um gesto de m?o, dispensou Bruno. Bruno fez uma rever¨ºncia discreta e saiu do escrit¨®rio. Olivia, que tinha terminado de arrumar a s de reuni?o, sa¨ªa exatamente nesse momento e cruzou com Bruno, cumprimentando¨Co um sorriso e um aceno de cabe?a antes de passar. Bruno retribuiu um aceno leve, seguindo¨Ca o olhar. tinha um corpo esbelto e proporcional, e um rosto t?o puro e jovem que parecia uma estudante do ensino m¨¦dio. Ser¨¢ que o Sr. Griera tinha se aproximado d por ter se interessado? Bruno estava curioso, mas n?o se atreveu a adivinhar a mente do presidente. Depois de colocar o lixo para fora, Olivia passa pelo que ontem confundiu uma despensa e, um olhar atento, v¨º uma ca na porta indicando um banheiro masculino. n?o estava ali no dia anterior. Ser¨¢ que tinham colocado por causa do mal¨Centendido d? era bem influente. Deviam ter colocado uma ca na porta desde oe?o, sen?oo ¨¦ que o pessoal ia saber do que se tratava o lugar? E se algu¨¦m entrasse l¨¢ por engano e acabasse ofendendo o chef?o? Olivia estava de bom humor quando viu a ca da porta que havia sido etiquetada por causa d. Isso fez se sentir importante nesse mundo,o se fizesse falta,o se tivesse valor. O expediente tinha acabado. saiu cantarndo do Grupo Griera. Mas a¨ª, Javier a interceptou na sa¨ªda, puto da vida por causa de umas tretas que tinha rndo Olivia, a cara fechada e um olhar de poucos amigos, ele soltou: ¡°Teresa, n?o se fa?a de desentendida! Eu ter me interessado por voc¨º j¨¢ ¨¦ um baita de um golpe de sorte! Vemigo!¡± Capitulo 13 Ele agarrou o pulso de Olivia for?a, tentando arrast¨¢ consigo. Olivia recuou for?a, tentando puxar a m?o, mas n?o conseguiu. agarrou a parede a outra m?oo uma forma de se firmar para n?o ser arrastada por ele. gritou horrorizada: ¡°Socorro! Tem um seguran?a do Grupo Griera tentando me raptar! se isso vazar,o ¨¦ que vai ficar a reputa??o da empresa?¡± Javier rapidamente voltou atr¨¢s, tentando cr a boca d para que parasse de gritar. Sua m?o gorda estava prestes a pressionar a boca de Olivia quando, de repente, foi puxada para longe, violentamente, por uma for?a forte e jogada para odo. Javier se virou furioso para enfrentar quem o tinha atrapalhado, pronto para xingar, mas quando viu quem estava aodo de Olivia, ele perdeu a cor e mudou o tom na hora: ¡°Assistente Bruno, foi que me provocou! eu s¨® estava tentando dar uma li??o n, para que aprendesse a seportar direito, mas e?ou a gritar.¡± Bruno era o assistente primeiro do Sr. Griera, conhecido por todos os funcion¨¢rios do Grupo Griera. Olivia ficou indignada e ao mesmo tempo achou gra?a da cara de pau dele. ¡°Quem est¨¢ assediando quem aqui ¨¦ voc¨º, e ainda por cima me amea?ou, dizendo que se eu n?o te obedecesse, voc¨º ia me fazer perder meu emprego no Grupo Griera!¡± Olivia retrucou, a respira??o ofegante de raiva. ¡°Voc¨º est¨¢ mentindo!o eu poderia me interessar por algu¨¦mo voc¨º?¡± Javier defendeu¨Cse, vermelho de raiva e vergonha. ¡°Voc¨º precisa que eu reproduza a grava??o de voc¨º dizendo isso para mim agora no almo?o?¡± Olivia amea?ou, pegando o celro se fosse tocar a grava??o. Javier se desesperou e tentou arrancar o celr d. Mas Antes que pudesse chegar perto, Bruno o chutou no ch?o: ¡°Chega! Javier, aqui ¨¦ o Grupo Griera, n?o ¨¦ lugar para seus escandalos. Voc¨º ¨¦ do Departamento de seguran?a, n¨¦? Amanh? n?o precisa aparecer!¡± Javier levou um chute no est?mago e se ajoelhou no ch?o o rosto torcido de dor. Quando ouviu as pvras de Bruno, ele ficou ainda mais desdo. Olivia se sent¨ªu satisfeita, vendo que o Grupo Griera era um lugar que distinguia o certo do errado, um lugar humanidade. agradeceu a Bruno: ¡°Assistente Bruno, muito obrigada.¡± ¡°Limpar o lixo interno ¨¦ parte do meu trabalho, n?o precisa agradecer.¡± Bruno respondeu um sorriso formal e corporativo. Dito isso, ele se virou para sair. Olivia se apressou em segui¨Clo, incapaz de resistir a conversar mais: ¡°Voc¨º n?o vai sair do trabalho com presidente?¡± ¡°O Sr. Griera est¨¢ fazendo hora extra.¡± Bruno explicou. ¡°U¨¦? O big boss fazendo hora extra?¡± Olivia ficou surpresa, ainda mais incr¨¦d que o assistente estava indo embora enquanto o chefe trabalhava. ¡°¨¦. O Sr. Griera tem muita coisa pra resolver, estou indo buscar algo para eleer.¡± Bruno olhou para tr¨¢s e deu uma olhada n. Ser¨¢ que aqu mulher que se importava tanto o Sr. Griera tinha alguma r??o especial ele? Cap铆tulo 14 \Olivia abra?ou a filha e a acalmou tapinhas nas costas: ¡°N?o tem que ter medo, mam?e e seu irm?o v?o te proteger.¡± ¡°Hum¨Chum.¡± Iria assentiu. O restante dos v¨¢rios pequenos grupos de leite tamb¨¦m a cercaram, um a um abrindo seus pequenos bra?os curtos, pedindo um abra?o a Olivia. , um sorriso que aquecia o cora??o, abra?ou cada um deles, sentindo a do?ura e o cheirinho deles, se sentindo a mulher mais feliz do mundo. ¡°Olivia, eu tava saudade dos pequenos, hoje deu pra escapar e vim dar uma olhada.¡± Jimena cumprimentou Olivia. ¡°Vamos jantar juntos hoje, faz tempo que n?oemos juntas.¡± Olivia sugeriu. ¡°Combinado. Ah, e A tia Rocha me contou que voc¨º t¨¢ trabalhando no Grupo Griera, que ¨¦ a melhor empresa da Capital. Voc¨º conseguiu entrar l¨¢, ¨¦ demais!¡± Os olhos cor de ambar de Jimena brilhavam de alegria por . Olivia deu um sorrisinho: ¡°¨¦, eu mando bem mesmo, ningu¨¦m pode me subestimar.¡± Mulheres confiantes s?o as mais bonitas! O rosto de Olivia parecia estar brilhando. ¡°Ora, ora, ora, nossa Olivia ¨¦ guerreira, teve quatro filhos de uma vez s¨®, uma mulher que faz mgres, onde que vai ser menos que os outros? S¨® de bancar todos eles sem nunca remar j¨¢ ¨¦ pra deixar muito marmanjo no chinelo.¡± Os elogios de Jimena vieram do fundo de seu cora??o. e Olivia eram colegas de universidade, dormiam na mesma cama, cobriam a mesma colcha e comiam a mesma tig de arroz. E a amizade ds era mais forte que tudo. ¡°Pois ¨¦, pode at¨¦ ser um orgulho, mas me deixa exausta.¡± Teresa saiu da cozinha e pousou os pratos na mesa um estrondo,n?ando um olhar de poucos amigos para Olivia e disse: ¡°Come logo esse frango empanado, que teu filho n?o vai dar conta.¡± Terminando de fr, Teresa voltou para a cozinha para continuar seu trabalho. Olivia trocou um olhar c¨²mplice Jimena, mostrou a l¨ªngua brincando e se sentou para atacar o frango empanado rec¨¦m¨Csa¨ªdo da pan. Um aroma de carne chega ao seu nariz e, quando morde o prato, ele est¨¢ crocante e macio. Olivia n?o haviaido no almo?o e estava morrendo de fome agora, ent?o precisavaer algo para encher o est?mago. ¡°Mam?e, deixa que eu te ajudo.¡± Iria, ailona, se aproximou e subiu na cadeira para ajudar a m?e com o ¡°fardo¡°. Com o esfor?o conjunto de Olivia e Iria, a tig de frango empanado logo ficou vazia. O rostinho de Iria estava sujo de ¨®leo, e ergueu o olhar sorridente os olhos formando meia¨C lua: ¡°Mam?e, eu te amo tanto, ganho um beijo de rpensa?¡± A boquinha da pequena estava cheia, as bochechas inchadas, e seus l¨¢bios rosados se projetavam, fazendo¨Ca parecer um peixinho. O cora??o de Olivia estava prestes a brotar novamente: ¡°¨¦ ro, nossa Iria ¨¦ a melhor¡°. 2/3 Capitulo 14 vomitou nas bochechas da garotinha. Iria, satisfeita, saiu correndo para brincar. Jimena estava sentada ¨¤ frente d, o rosto apoiado nas m?os, olhando inveja. Todos os outros pensavam que Olivia, m?e solteira de quatro filhos, seria t?o preocupada e desgastada que teria de envelhecero se tivesse quarenta anos antes de chegar aos trinta, quando, na verdade, era o contr¨¢rio. Olivia tinha 27 anos, mas era jovem e bo uma garota de vinte. N?o s¨® cuidava bem de si mesma, mas tamb¨¦m tinha uma atitude positiva e alegre, sempre otimista e extrovertida. Al¨¦m disso, vivia cercada de felicidade todos os dias, o que a fazia parecer ainda mais jovem. Seus quatro pequenos eram t?o bemportados epreensivos que mal tinha o que se preocupar. Ter esses quatro tesouros erao possuir as mais raras joias do mundo. N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°Por que voc¨º est¨¢ me olhando assim? Ser¨¢ que eu estou suja de ¨®leo?¡± Olivia, curiosa o olhar de Jimena, tocou o pr¨®prio rosto. ¡°Eu a invejo, sendo amada lindamente por quatro beb¨ºs ador¨¢veis todos os dias.¡± Jimena n?o via a hora de trazer um para casa para que tamb¨¦m pudesse ser feliz e feliz. ¡°Risos, depois que voc¨º casar, tamb¨¦m pode ter um mont?o deles.¡± Olivia aceitou o elogio um sorriso. ¡°Por que esperar casar para ter filhos? Eu posso ser igual a voc¨º, esperar as crian?as crescerem e nem fr quem ¨¦ o pai ds, afinal, quem precisa de homem?¡± Jimena soltou essa bomba. Olivia rapidamente cobriu a boca d,n?ando um olhar preocupado em dire??o ¨¤ cozinha, temendo que Teresa ouvisse, e sussurrou: ¡°F baixo, eu n?o estou escondendo de prop¨®sito, ¨¦ que eu realmente n?o sei quem ¨¦ o pai das crian?as.¡± j¨¢ tinha tentado encontrar o homem, maso? O mundo ¨¦ t?o grande, as pessoas s?o tantas, n?o podia simplesmente sair perguntando. ¡°N?o tem nenhuma pista mesmo?¡± Jimena se aproximou, os olhos brilhando de curiosidade. Com quatro filhos t?o bonitos e n?o parecidos Olivia, eles devem ter herdado os genes do pai. Jimena estava ansiosa para descobrir quem seria o pai daqueles pequenos. Enquanto Jimena interrogava Olivia, os quatro pequenos espiavam escondidos, as cabe?as esticadas para fora do canto da parede, ouvindo a conversa. Eles tamb¨¦m queriam saber quem era seu pai. Cap铆tulo 15 \Cap¨ªtulo 15 ¡°Antigamente, Ele tinha me dado um pingente, que era pra servir de pista pra encontr¨¢¨Clo, mas o danado do pingente sumiu faz uns cinco anos. Sem nenhum vest¨ªgio, Como ¨¦ que eu vou encontrar ele?¡± Olivia n?o escondeu nada de Jimena. Entre s, n?o tinha segredo nenhum. ¡°E voc¨º ainda lembrao era o pingente?¡± Jimena quis saber. ¡°lembro por alto, mas os detalhes j¨¢ me escaparam.¡± Depois de tanto tempo, e naqu situa??o de raiva e dor, n?o tinha prestado muita aten??o no pingente,o ia lembrar direito? ¡°Ent?o desenhe um esbo?o da pingente e eu darei uma olhada.¡± Jimena sugeriu, estava cursando design de joias e era um pouco interessada nodo das joias, talvez pudesse ajudar um pouco. Olivia molhou o dedo na ¨¢gua e esbo?ou na mesa o contorno do pingente, que tinha forma de uma nuvem. Jimena co?ou a cabe?a, preocupada: ¡°Pelo jeito, meu conhecimento ainda ¨¦ curto, n?o fa?o ideia de onde pode ter vindo esse pingente.¡± nesse instante, quatro cabecinhas curiosas se debru?aram sobre a mesa e tamb¨¦m deram uma espiada na forma do pingente. Logo depois, Os quatro pestinhas voltaram correndo pro quarto. Heitor pegou o tablet ee?ou a mexer, e a t encheu de imagens de pingentes em forma de nuvem. In¨ºs, que tinha olho de lince, apontou pra um deles: ¡°Esse pingente ¨¦ da ¨¦poca antiga, era coisa de imperador, o resto ¨¦ tudo imita??o moderna.¡± In¨ºs era fissurada em antiguidades e jade, era s¨® bater o olho numa foto que j¨¢ sacava se a pe?a era verdadeira ou falsa. Nesse quesito, era um prodigio. Juntamente o foco de Olivia no desenvolvimento cultural dos filhos, quando tem tempo, costuma levar seus quatro beb¨ºs a livrarias para ler livros e se alfabetizar. Assim que os quatro beb¨ºs foram ¨¤ livraria, encontraram seus livros favoritos para ler. 1 2 50 8 0 2 0 9 Olivia achava que eles estavam lendo contos de fadas e n?o interferia muito. Mas, Na verdade, cada um lia um livro diferente e nada tinha a ver contos de fadas. Ouvindo o palpite de In¨ºs, Heitor correu pra pesquisar na inte sobre aquele pingente. Rapidinho, ele descobriu toda a hist¨®ria da pe?a. O pingente realmente vinha da ¨¦poca antiga, e depois tinha ido parar nas m?os da primeira familia da Capital, os Griera, virando um tesouro de fam¨ªlia. Os Griera! ¡°Daniel!¡°, disse Heitor, uma leve carranca na testa e consterna??o em sua voz infantil. 15:33 1 Capitulo 15 Era o homem que mam?e havia ofendido. ¡°Ser¨¢ que o nosso pai ¨¦ ele?¡± Iria perguntou sua vozinha doce. In¨ºs bn?ou a cabe?a: ¡°N?o d¨¢ pra ter certeza, vai que a gente t¨¢ errado sobre qual ¨¦ o pingente da m?e. ¡°Pois ¨¦, e se o pingente que o pai deu pra m?e fosse um qualquer, o nome dele gravado ou algum detalhe que facilitasse achar ele, e n?o essa antiguidade. Ai a gente t¨¢ procurando pelodo errado.¡± Joel, que normalmente era chor?o, agora parecia um homenzinho, a m?o no queixo pensando. ¡°A ¨²nica sa¨ªda ¨¦ ir atr¨¢s do Daniel e perguntar se ele ¨¦ mesmo nosso pai.¡± Quando tinha diverg¨ºncias, Heitor era sempre quem chamava a responsa, ¡°¨¦, essa ¨¦ uma boa.¡± Joel concordou. Nesse momento, a porta do quarto ¨¦ aberta e Ol¨ªvia entra, Heitor fecha apressadamente o tablet e o coloca sobre a cama, fingindo que nada aconteceu. Olivia olha para ele e perde um pouco o sorriso, mas ainda o educa uma voz calorosa: ¡°Heitor, voc¨º ainda ¨¦ pequeno pra ficar jogando videogame seus irm?os, isso estraga a vista.¡± ¡°M?e, eu n?o jogo mais.¡± Heitor respondeu, obediente. Quando ele usava oputador pra pesquisar, Olivia sempre achava que ele estava jogando. Ele havia explicado uma vez que estava ocupado coisas importantes, mas a m?e riu e disse: ¡°O Que pode ser t?o importante assim que uma crian?a faz noputador?¡± Heitor temia que fr sobre o fato de ser um g¨ºnio doputador pudesse assustar a m?e, ent?o ele nunca contara. Agora ele n?o pode dizer nada porque eles decidiram procurar o papai e, se o fizerem, a mam?e os impedir¨¢ e ficar¨¢ medo de que eles corram perigo. Mas eles queriam tanto encontrar o papai. ¡°Hum, vem brincar os brinquedos, j¨¢ j¨¢ ¨¦ hora do jantar.¡± A voz de Olivia era suave e acolhedora. nunca elevava a voz as crian?as, pois s eram realmentepreensivas. Os pequenos sa¨ªram um a um, pegando os brinquedos perto do sof¨¢. Olivia voltou a se sentar ¨¤ mesa, conversando Jimena. ¡°Como foi o primeiro dia de trabalho? T¨¢ se adaptando?¡± Jimena perguntou preocupada. ¡°O resto at¨¦ que t¨¢ tranquilo, mas tem um maluco que fica no meu p¨¦, fndo um monte de besteira. Quase me deu um treco.¡± Olivia se enfurecia s¨® de lembrar daquele tal de Javier. estava t?o irritada que abanou a m?o para acalmar a raiva. ¡°Ah, o Grupo Griera ¨¦ sempre t?o correto, nem acredito que tem gente assim l¨¢.¡± Jimena tamb¨¦m se surpreendeu. O Grupo Griera era um conglomerado respeit¨¢vel, onde s¨® entravam os mais qualificados e de boa ¨ªndole. Como seria poss¨ªvel um maluco desses estar em uma empresa t?o prestigiosa? ¡°N?o importa a empresa, sempre tem um que ¨¦ a ovelha negra. E tem mais, cara de anjo e cora??o 2/4 15341 de fera ¨¦ o que n?o falta por al. Muitos se fazem de santinhos, mas s¨® Deus sabe o que escondem por dentro.¡± Olivia sempre foi positiva e otimista, mas n?o pode fazer mal aos outros e n?o pode fazer nada para evitar que os outros fa?am mal. Conhecer os rostos das pessoas e n?o saber o que s fazem ¨¦ um grande desafio. Apar¨ºncias enganam, e sabia que precisava ficar esperta na empresa. Content ? N?velDrama.Org. ¡®Isso a¨ª, se cuidar ¨¦ cuidar da fam¨ªlia toda, tem que se proteger.¡± Jimena concordou . No dia seguinte, O c¨¦u estava carregado. Logo cedo, nuvens escuras cobriam o c¨¦u, amea?ando chover a qualquer momento. Olivia detestava aquele tipo de tempo, mas apesar do receio, tinha que trabalhar. pegou um t¨¢xi e foi para a empresa. Como havia chegado tarde no dia anterior, n?o tinha terminado de limpar os andares superiores antes do presidente chegar. 1 Naquele dia, chegou bem cedo e fez a faxina rapidinho, Antes das nove, j¨¢ tinha acabado de limpar o ¨²ltimo andar. apertou o bot?o do elevador, nejando descer para descansar um pouco no d¨¦cimo andar. Mas n?o percebeu que Viviana, saindo da s da secret¨¢ria, a observava um olhar sombrio e fixo em sua silhueta. Essa Olivia! Apenas um dia depois de chegar, at¨¦ bajulou Bruno e fez que ele lhe desse uma vantagem ao demitir Javier! ainda a subestimava. As t¨¢ticas dessa mulher eram iuns, caso contr¨¢rio,o poderia manter a Sra. Griera em seus pensamentos? Olivia sentiu uma sensa??o sombria atr¨¢s de si, virou¨Cse para tr¨¢s e olhou para a fonte da tristeza, apenas para descobrir que estava vazio e n?o havia ningu¨¦m l¨¢. Deve ter sido impress?o sua. ¡£ ? ?? ? Sacudiu a cabe?a e entrou no elevador, se sentindo desconfort¨¢vel o clima chuvoso. Chegando ao d¨¦cimo andar, Olivia sentou¨Cse para descansar. De repente, uma voz aguda e estridente de uma mulher de meia¨Cidade ecoou pelo descanso: ¡°Teresa, saia agora!¡± Olivia se levantou rapidamente e viu uma mulher magra e nervosa entrar. Um pouco rmada, perguntou: ¡°Senhora, o que posso fazer p senhora?¡± ¡°Aqu megera da Teresa, quando n?o conseguiu seduzir meu marido Javier, conseguiu algu¨¦m para quebrar as pernas dele! Tenho que remover uma de suas pernas hoje!¡± A mulher estava t?o enfurecida que seus olhos quase saltaram. 15:34 de fera ¨¦ o que n?o falta por al. Muitos se fazem de santinhos, mas s¨® Deus sabe o que escondem por dentro ¡± Olivia sempre foi positiva e otimista, mas n?o pode fazer mal aos outros e n?o pode fazer nada para evitar que os outros fa?am mal. Conhecer os rostos das pessoas e n?o saber e que s fazem ¨¦ um grande desafio. Apar¨ºncias enganam, e sabia que precisava ficar esperta na empresa. Isso al se cuidar ¨¦ cuidar da fam¨ªlia toda, tem que se proteger. Jimena concordou . No dia seguinte, o c¨¦u estava carregado. Logo cedo, nuvens escuras cobriam o c¨¦u, amea?ando chover a qualquer momento. Olivia detestava aquele tipo de tempo, mas apesar do receio, tinha que trabalhar. pegou um t¨¢xi e foi para a empresa. Como havia chegado tarde no dia anterior, n?o tinha terminado de limpar os andares superiores antes do presidente chegar. Naquele dia, chegou bem cedo e fez a faxina rapidinho. Antes das nove, j¨¢ tinha acabado de limpar o ¨²ltimo andar. apertou o bot?o do elevador, nejando descer para descansar um pouco no d¨¦cimo andar. Mas n?o percebeu que Viviana, saindo da s da secret¨¢ria, a observava um olhar sombrio e fixo em sua silhueta. Essa Olivia! Apenas um dia depois de chegar, at¨¦ bajulou Bruno e fez que ele lhe desse uma vantagem ao demitir Javier! ainda a subestimava. As t¨¢ticas dessa mulher eram iuns, caso contr¨¢rio,o poderia manter a Sra. Griera em seus pensamentos? Olivia sentiu uma sensa??o sombria atr¨¢s de si, virou¨Cse para tr¨¢s e olhou para a fonte da tristeza, apenas para descobrir que estava vazio e n?o havia ningu¨¦m l¨¢. Deve ter sido impress?o sua. Sacudiu a cabe?a e entrou no elevador, se sentindo desconfort¨¢vel o clima chuvoso. Chegando ao d¨¦cimo andar, Olivia sentou¨Cse para descansar. De repente, uma voz aguda e estridente de uma mulher de meia¨Cidade ecoou pelo descanso: ¡°Teresa, saia agora!¡± Olivia se levantou rapidamente e viu uma mulher magra e nervosa entrar. Um pouco rmada, perguntou: ¡°Senhora, o que posso fazer p senhora?¡± ¡°Aqu megera da Teresa, quando n?o conseguiu seduzir meu marido Javier, conseguiu algu¨¦m para quebrar as pernas dele! Tenho que remover uma de suas pernas hoje!¡± A mulher estava t?o enfurecida que seus olhos quase saltaram. 15:34 Olivia congelou, sem entender nada quando foi que tinha seduzido Javier? E desde quando havia quebrado a perna d? ¡°Teresa, vai limpar a s de reuni?es¡± Foi quando o chefe da limpeza entrou e a chamou ¡°Voc¨º ¨¦ a Teresal you acabar voc¨º! A mulher avan?ou uma express?o selvagem, erguendo a m?o em dire??o a Olivia Cap铆tulo 16 \Cap¨ªtulo 16 A mulher de meia¨Cidade mostrava os dentes num sorriso for?ado e selvagem, os cabelos voando ao redor da cabe?a em puro desvario, enquanto encarave os arretne me pareciam duas grandes bs de cobre. Suas m?os magras e afiadaso l¨¢mines iam direto n rosto de Olivia Olvia sentiu o vento frio raspar bruscamente em seu rosto, causando uma dorncinarra Com a respira??o presa, observou a m?o da mulher deslizar bruscamente para bayo es segurou com precis?o quando estava a apenas um cent¨ªmetro de seu rosto Voc¨º ainda tenta revidar! Sua vagabunda, t¨¢ pedindo pra ser surrada!¡± A mulher era pura arrojada e continuava a erguer a outra m?o. Olivia, por sua vez, levantou o p¨¦ e o cravou na m?o da agressora, empurrando a for?a para s A mulher de meia¨Cidade era muito forte, Olivia j¨¢ havia usado toda a sua for?a apenas para reser a e, depois de fazer essa s¨¦rie de a??es, j¨¢ estava cansada e quase fraca. No entanto, a mulher, um impeto, trope?ou para tr¨¢s, mas logo se reegulltbrou, voltando ands mais feroz na dire??o de Olivia. Os olhos de Olivia se arregram, e j¨¢ n?o tinha mais energia para resistir. Como essa mulher era insistente e irracional! Olivia deu alguns passos para tr¨¢s, tentando aumentar a distancia entre s, mas a mulher de meia¨C idade estava decidida a atac¨¢ e se aproximava rapidamente. Parecia que Olivia estava perdendo a luta, prestes a ser atingida pelos socos da mulher Por sorte. O respons¨¢vel p limpeza chegou rapidamente, segurou a mulher de m¨Cidade e interrompeu sua agress?o. ¡®senhora, aqui ¨¦ o Grupo Griera, n?o ¨¦ lugar para confus?o. Por favor,porte¨Cse. O tom oficial do encarregado impunha a autoridade da empresa. A atitude da mulher se acalmou diante da pessoa respons¨¢vel, mesmo que fosse arrogante, n?o Qusaria desafiar a autoridade oficial do Grupo Griera. e?ou a remar sem parar, exagerando na hist¨®ria de que Olivia havia seduzido seu marido e, ap¨®s ser rejeitada, eendara algu¨¦m para bater nele. Olivia j¨¢ n?o suportava ouvir mais acusa??es. ¡®Se liga, foi o seu marido que me encheu o saco, eu rejeitei ele v¨¢rias vezes e ele n?o parava de me perseguir. A assistente do presidente viu tudo e ele foi demitido! Se o seu marido quebrou a perna, o problema ¨¦ dele, eu n?o sei de nada!¡± ¡°Ah, ent?o voc¨º vai continuar de boca dura? vou chamar a policia e vamos ver se voc¨º nega!¡± A mulher de meia¨Cidade estava cuspindo e fazendo careta. Olivia n?o tinha medo da sombra: ¡°Se voc¨º chamar a pol¨ªcia, tamb¨¦m vou processar seu marido por ass¨¦dio!* A mulher, tomada p raiva, tirou seu celr ee?ou a discar para a policia, resmungando e 15341 Capitulo 16 praguejando. O encarregado n?o levou a s¨¦rio a situa??o. Virou¨Cse para Olivia e disse: ¡°V¨¢ limpar a s de reuni?es, quando a pol¨ªcia chegar, eu a charno ¡°Beleza.¡± Olivia obedeceu e partiu. A mulher de meia¨Cidade continuava a xingar, tentando impedi, mas o encarregado a bloqueou Era apenas o segundo dia de trabalho de Olivia e j¨¢ estava cheia de problemas, estava o cora??o pesado. Enquanto limpava a s de reuni?es, sua mente estava longe, e mal consegu¨ªa se concentrar no trabalho. Com uma express?o preocupada, se aproximou para limpar um amontoado de pap¨¦is perto de Daniel e, sem querer, esbarrou nele. Os funcion¨¢rios de elite na s de reuni?es, ao verem o corpo de Olivia ro?ando no terno limpo e caro de Daniel, ficaram t?o chocados que prenderam a respira??o, e a atmosfera j¨¢ s¨¦ria ficou ainda mais moderada e solene. Viviana estava na frente do projetor, mostrando os arquivos de design dos funcion¨¢rios, e seu rosto se contorceu em desagrado ao ver Olivia passar perto de Daniel. A luz azul do projetor iluminava seu rosto, dando¨Clhe uma apar¨ºncia sombr¨ªa e assustadora. Ser¨¢ que Olivia estava tentando seduzir o Sr. Griera? Olivia, por sua vez, estava perdida em seus pr¨®prios pensamentos e n?o percebeu a gravidade da situa??o. varria sem prestar aten??o, e A vassoura passou pelo sapato polido de Daniel. Todos na s engoliram em seco, preocupados Olivia. Viviana, ao ver o gesto de Olivia, apertou o controle do projetor t?o forte que as informa??es Na t come?aram a trocar aleatoriamente, e nem se deu conta. O olhar baixo de Daniel, cheio de for?a opressiva, encarando a mulher ¨¤ sua frente, abaixa a cabe?a, est¨¢ varrendo uma bagun?a aos seus p¨¦s,o se tivesse algum ressentimento contra ele. Est¨¢ deliberadamente atraindo sua aten??o, certo! Olivia, recolhendo o amassado de pap¨¦is e segurando a vassoura, caminhou at¨¦ a mesa de ch¨¢ e come?ou a servi¨Clo. Distra¨ªda ao extremo, deixou a ¨¢gua transbordar da x¨ªcara, molhando o dorso de sua m?o, franziu a testa a queimadura ee?ou a abanar a m?o fricamente, enquanto as x¨ªcaras vazias ao redor eram derrubadas por sua agita??o, tocando no ch?o de madeira um som surdo ap¨®s quicarem algumas vezes. O sil¨ºncio tomou conta do lugar! S¨® ent?o Olivia arregalou Os olhos, surpresa. Quando a x¨ªcara finalmente se estabilizou, sentiu al¨ªvio por n?o ter se quebrado. Que Estranho, ontem eram x¨ªcaras de poa,o hoje tinham se transformado em pl¨¢stico? 15:34 Capitulo 16 apressou¨Cse em recolher a xicara do ch?o. Nesse momento, do outrodo da mesa de confer¨¨ncia, a reuni?o estava ocorrendo normalmente, algu¨¦m estava rtando o programa, Viviana ajustou o projetor e projetou as imagens de projeto na t grande. Daniel, que deveria estar olhando para a proposta, tinha os olhos fixos em Olivia, observando cada movimento d, seus olhos ficando cada vez mais profundos. O funcion¨¢rio que apresentava o projeto terminou seu rt¨®rio, nervoso, e sentou¨Cse cautelosamente. Parecia que ele tinha rtado para o nada, o presidente nem estava escutando. Que hist¨®ria era aqu da faxineira que, sozinha, capturava a aten??o de todos na s? At¨¦ o Sr. Griera estava distra¨ªdo por , p primeira vez n?o descartou um projeto por desaten??o. os que estavam sentados ao redor da mesa estavam os nervos ¨¤ flor da pele, suando frio. 1 Daniel olhou para Olivia e a viu terminar de pegar a xicara e pegar um guardanapo para limpar as costas da m?o, que estava vermelha por causa do calor, Aqu cena pareceu atingir seus nervos, ele detestava pessoas desorganizadas, que nem sabiam cuidar de uma les?o. Seria t? Com uma ruga de descontentamento entre as sobrancelhas, ele desviou o olhar de volta para a mesa de reuni?es e, uma voz suave, decretou: ¡°O no apresentado est¨¢ aprovado, Reuni?o encerrada!¡± Os presentes trocaram olhares surpresos e incr¨¦dulos. O projeto de design de roupas, que havia sido rejeitado pelo presidente por quase meio m¨ºs, tinha sido aprovado de repente! A funcion¨¢ria que acabara de rtar a proposta ficou ainda mais incr¨¦d, surpresa e nervosa, abra?ou a proposta de design e saiu da s de reuni?o l¨¢grimas de alegria, Outros funcion¨¢rios sa¨ªram um ap¨®s o outro. Depois de limpar a bagun?a, Olivia voltou a si, percebendo que a reuni?o havia terminado, Seu olhar encontrou os olhos negros e frios de Daniel, cheios de uma luz g¨®lida. Olivia sentiu um cfrio no cora??o. Apenas o olhar daquele homem era t?o intimidador. Certamente fora sua maneira atabalhoada de agir que o havia irritado. endireitou as costas, baixou a cabe?a, tentando tornar¨Cse menos perceptivel, e apressou¨Cse em arrumar o resto da bagun?a, despejando o ch¨¢ que havia servido na pia. Content ? N?velDrama.Org 2024. Quando terminou, virou¨Cse para sair e, ao passar por Daniel, trope?ou em seus sapatos de couro preto e soltou um grito de surpresa, o corpo todo tombando para a frente, prestes a entrar em contato direto a terra. Uma m?o grande cruzou sua cintura e, um aperto firme, foi puxada para se levantar. Sem aviso, caiu em um peitorgo e s¨®lido. Capitulo 16 Olivia olhou e viu o rosto bonito de Daniel bem perto do seu, o que fez seu cora??o bater depassado, o empurrou rapidamente e ge levantou, confusa & nervosa, acusando o ¡°For voc¨º que esticou o p¨¦ de prop¨®sito para me derrubart¡± Cap铆tulo 17 \Cap¨ªtulo 17 Olivia j¨¢ estava o humor nas alturas, quando o chefe resolveu pegar no seu p¨¦. Sem paci¨ºncia. perdeu as estribeiras. Viviana, vendo a aud¨¢cia de Olivia, avan?ou sobre seus saltos altos, pronta para dar the uma li??o Contudo, um olhar fulminante de Daniel a deteve. ¡°Se voc¨º tivesse olhos, n?o veria um p¨¦ aqu¨ª?¡± Daniel se levantou e caminhou em dire??o a , say corpo alto e magn¨ªfico,o uma montanha, sombras escuras pressionando. A aura persistente e gda ao redor dele era ainda mais parecida uma sombra. Ser¨¢ que n?o estava tentando seduzi¨Clo? Vivia esbarrando nele propositalmente e at¨¦ varr¨ªa seus sapatos a vassoura. Ele quer¨ªa ver at¨¦ onde iria suas artimanhas! Sob a press?o daqu presen?a avassdora, Olivia recuou um passo e foi a¨ª que viu a faixa branca de p¨® no brilhante sapato preto dele ¨C n?o eram marcas de pisadas, mas de vassoura Os sapatos de Daniel, sempre impec¨¢veis, faziam que o risco de p¨® se destacasse ainda mais De repente, Olivia lembrou que havia acidentalmente varrido seus sapatos. N?o era de se admirar que ele tivesse dito que n?o tinha olhos. Era hora de acertar as contas . Esque?a, ele era um figur?o, n?o era algo que uma pessoa pequenao pudesse se dar ao luxo de ofender. Olivia ergueu a cabe?a e, um riso nervoso, disse: ¡°O Sr. Griera est¨¢ certo, fui eu que n?o vi. vou limpar agora mesmo, n?o fique bravo.¡± tirou um pano r¨¢pido da cintura, agachou¨Cse e esfregou os sapatos dele ¨¤s pressas. Ent?o o celr d tocou. era o chefe da limpeza ligando. Ansiosa, atendeu: ¡°T¨¢ bom, j¨¢ estou indo!¡± = <20 Apenas tendo limpado metade do sapato, n?o conseguiu se levantar a tempo, agachou¨Cse aos p¨¦s dele, levantou a cabe?a para olhar para o rosto bonito e bem definido do homem, olhando para o angulo, seu rosto bonito na luz parecia estar brilhando,o se os deuses e deusas em geral fossem honrados. O cora??o de Olivia ficou chocado e deu um pequeno salto, dizendo apressadamente: ¡°Javier t¨¢ me chamando, tenho que ir, at¨¦ mais, chefe!¡± Sem esperar por uma resposta, rgou o pano e saiu pndo da s de reuni?eso se estivesse fugindo. Observando a mulher fugir feito um coelho, Daniel ficou uma express?o sombria de descontentamento. ousou abandonar o servi?o p metade na frente dele, deixando o sapato sem terminar de limpar. Era a primeira a fazer isso! 15-241 Que aud¨¢cia! A voz de Daniel estava gdao o inverno quando perguntou a Vivara Quem ¨¦ every Por esse cara, nem terminou de limpar os sapatos Esse sujeito era mais importante para do que ele? Daniel, que estava acostumado a ser honrado por milh?es de pessoas e a ser colocado en yem lugar por todos, ficou cada vez mais chateado em seu cora??o. Viviana rtou: ¡°¨¦ o seguran?a que ontem se derou para a Teresa ne porte do elevator Viviana estava furiosa a continua provoca??o de Olivia, tentando ganhar a arancio do Griera de forma descarada. exagerou ao contar: ¡°O respons¨¢vel p limpeza disse que a Teresa tinta rejerado o Javiers principio, mas depois que ele falou que tinha dois apartamentos na cidade, aceroy car ele. deve estar pressa pro encontro Javier¡± Daniel tinha visto Olivia ser cortejada no dia anterior, maso rejetou o homem de forma cortante, ele n?o se importou. uma simples faxineira n?o iria ocupar seus pensamentos. Por¨¦m, a raiva inexplic¨¢vel borbulhava dentro dele ao ouvir o rto de Vivana era apenas uma mulher ambiciosa e sem vergonha, que tinha tentado Seduzko repetidamente provavelmente por dinheiro. Ao ver que ele n?o mordeu a isca, escolheu outra pessoaopromisso. Esse tipo de mulher, que s¨® est¨¢ interessada em lucro, ¨¦ realmente detest¨¢vel! ¡°O Grupo Griera n?o permite romances no escrit¨®rio! Demita os dois!¡± Os olhos de Daniel estavam frios quando ele ordenou. Viviana, content¨ªssima, concordou: ¡°ro, farei isso agora mesmo.¡± Daniel recebeu uma mensagem de Bruno. ele tinha escolhido um local para um desile de moda e ped¨ªa que o Sr. Griera fosse pessoalmente conferir e decidir. Daniel deu no p¨¦ do Grupo Griera e foi conferir o local. Depois de Olivia ter vazado da s de reuni?o, pegou o elevador ¨¤s pressas pra d¨¦cima. Ochefe tinha ligado, avisando que a pol¨ªcia tinha dado o ar da gra?a e tinha que descer pra resolver o rolo. Era o babado Javier e a esposa dele. Olivia n?o conseguiu dar o papo reto pro Daniel, nem tinhao deixar o Sr. Griera na pilha descobrindo que , uma simples faxineira, tinha trazido a policia pro Grupo Griera, Isso fazer o Sr. Griera achar que era s¨® dor de cabe?a, sem trazer lucro algum, capaz ate de dar um p¨¨ na bunda d! Ent?o s¨® falou que o Javier queria v¨º. 213 Afinal. tava mesmo lidando a treta do Javier, ent?o n?o era bem mentira. No d¨¦cimo, no setor de limpeza Olioa entra e cuve a voz sarcastica e de cabe?a para baixo da esposa de Javier para a pol¨ªcia. Seu humor se encheu instantaneamente de tristeza, a raiva que tinha acabado de sentir na s de confer¨ºncia em sua alma, tudo isso irrompeu nesse momento, caminhou rapidamente at¨¦ o policial sua raz?o permitiu que mantivesse um sorriso decente, e disse ao policial: ¡°Seu guarda, n?o d¨¢ tr pra n?o, t¨¢ jogando verde pra colher maduro, sem prova nenhuma.¡± *meu marido t¨¢ a perna quebrada, isso ¨¦ a prova! Sua cara de pau, at¨¦ agora essa marra toda!¡± a esposa do Javier berrou pra Olivia. Olivia, um sorriso amarelo e sem abaixar a cabe?a, respondeu: ¡°A senhora t¨¢ nessa s¨® a vers?o do seu marido, n¨¦? Quer ouvir uma grava??o que eu tenho aqui?¡± Olivia tinha mesmo gravado o que Javier tinha dito pra ontem, n?o era s¨® pra meter medo. Nos ¨²ltimos cinco anos, mais ou menos, havia trabalhado em f¨¢bricas, administradonches, lavado pratos e sido gar?e e, alguns dias antes, havia trabalhadoo vendedora em uma boate. A vida dura ensinou a se proteger. Na primeira vez que Javier deu em cima d, j¨¢ tinha ligado o gravador do celr. Isso seria o seu escudo! Do celr, saiu a voz arrogante do Javier, dizendo que se a Teresa topasse dormir ele, ele ia pegar leve , que s¨® ia pegar servi?o de levinho. Content ? N?velDrama.Org 2024. Mas Teresa n?o deixou barato E cortou ele. Como Olivia trabalha no Grupo Griera usando o nome e as informa??es de identifica??o de Teresa, o sal¨¢rio tamb¨¦m ser¨¢ creditado diretamente no cart?o de Teresa, todo mundo a chamava assim, Javier inclusive. a patroa do Javier ficou p¨¢lida quando ouviu a voz grossa do marido no ¨¢udio, mas insistiu que a culpa era da Teresa, que tinha dado em cima primeiro. Olivia deu uma risadinha de desprezo e soltou: ¡°Agora n?o ¨¦ s¨® voc¨º me acusando, mas eu que vou acionar voc¨ºs. Acusar o Javier de ass¨¦dio e voc¨º de me chutar quando eu t? ca¨ªda, isso mexeu comigo aqui!¡± A esposa de Javier n?o esperava que essa mulher, que parecia ser mole e f¨¢cil de intimidar, fosse t?o sensata e imponente em um momento cr¨ªtico. O susto passou por seu olhar, mas escondeu r¨¢pido e, raiva, apontou o dedo na cara de Olivia: ¡°Sua vadia, megera, que m¨¦todo voc¨º usou para confundir Javier e faz¨º¨Clo cooperar o que voc¨º disse!¡± mostrou as garras, um verdadeiro show de horrores. queria fazer parecer que a grava??o de Olivia era uma prova fabricada. ¡°Sr. Pol¨ªcia, o senhor viu que me agrediu pessoalmente, o que ¨¦ outro crime.¡± Olivia engoliu o insulto e acusou a mulher do mal que tinha causado. Cap铆tulo 18 \ Cap¨ªtulo 18 Os policiais deram uma bronca s¨¦ria na esposa de Javier, mandando¨Ca maneirar nas pvras. Olivia n?o podia aceitar que algu¨¦m a difamasse e ainda por cima a insultasse tanta arrogancia. estava decidida a levar o caso adiante. *N?o tenho s¨® prova f¨ªsica, mas tamb¨¦m testemunha.¡± Com um olhar l¨ªmpido e determinado, Olivia deu um olhar para a esposa de Javier e disse aos policiais: ¡°Me d¨¢ um minuto, que eu vou chamar a testemunha. Ele podeprovar que Javier me assediou.¡± O policial assentiu a cabe?a, e Olivia saiu do departamento de limpeza. foi atr¨¢s de Bruno, que tinha presenciado Javier importunando¨Ca no dia anterior. Al¨¦m do mais, Bruno tinha a defendido. Em seu cora??o, Olivia considerava Bruno uma pessoa bastante justa, por isso decidiu cham¨¢¨Clo para ser sua testemunha. O dia estava cinzento, o c¨¦u carregado de nuvens escuras, prestes a desabar em um temporal. Era o reflexo dos sentimentos de Olivia. Viviana voltou ¨¤ s das secret¨¢rias e estava prestes a ligar para o respons¨¢vel da limpeza para demitir Olivia. Mas ent?o o telefone da recep??o tocou. Disseram que os sobrinhos do Sr. Griera estavam procurando por ele e j¨¢ estavam na recep??o. Viviana se surpreendeu: ¡°Os sobrinhos do Sr. Griera?¡± A recepcionista confirmou: ¡°Sim, quatro crian?as ador¨¢veis.¡± Confusa, Viviana pediu para a recepcionista esperar e decidiu confirmar o Sr. Griera. A recepcionista a informou: ¡°Eles j¨¢ pegaram o elevador e est?o chegando no ¨²ltimo andar.¡± De in¨ªcio, a recepcionista n?o tinha os deixado subir, mas um dos meninos, bonitoo um modelo chamado Joel, fez beicinho ee?ou a chorar sem parar,o se fosse um coitado abandonado ¨¤ procura dos pais. Com uma voz infantil e solu?ante, ele disse: ¡°Nossos pais n?o nos querem mais, o Sr. Griera ¨¦ nosso tio, queremos que ele nos ajude a encontrar nossos pais. Por favor, tia bonita, deixe¨Cnos entrar para procurar nosso tio.¡± Content ? provided by N?velDrama.Org. O choro das crian?as derreteu o cora??o da recepcionista. Al¨¦m disso, dois dos garotos eram parecidos o Sr. Griera. Sem suspeitar das pvras das crian?as ador¨¢veis e ainda lisonjeada por ser chamada de ¡°tia bonita¡°, cedeu, avisou a secret¨¢ria e deixou¨Cos subir. Viviana desligou o telefone rapidamente e correu para o escrit¨®rio do presidente. Naquele momento, na s do presidente. Os quatro pequenos se olhavam confusos. Eles estavam l¨¢ atr¨¢s de Daniel, mas ele n?o estava. 15.26 T Capitulo 18 Ontem, eles tinhambinado de ir l¨¢ para perguntar a Daniel se ele era o pai deles, pois o pingente era uma heran?a da fam¨ªlia Griera, eo Daniel era o jovem chefe da familia Griera, ele poderia muito bem ser o pal deles. Viviana chegou apressada e ao ver os quatro pequenos anjos, ficou at¨®nita e perguntou: ¡°Voc¨ºs s?o os sobrinhos do Sr. Griera?¡± Joel acenou afirmativamente, a cabe?a batendoo um pintinho: ¡°Sim, somos.¡± ¡°E quem s?o seus pais?¡°, perguntou Viviana, desconfiada, pois n?o lembrava de o Sr. Griera ter sobrinhos t?o pequenos. ¡°Minha m?e se chama Olivia¡°, respondeu Iria, antecipando¨Cse. Joel tamb¨¦m participou da conversa: ¡°Ainda n?o sabemos quem ¨¦ nosso pa¨ª, viemos perguntar se o Daniel ¨¦.¡± As vozes infantis das crian?as causaram um estrondo no cora??o de Viviana. A m?e deles era Olivia? Eles vieram perguntar ao Sr. Griera se ele era o pai deles? Viviana cambaleou o assunto. Olivia tinha quatro filhos! Ser¨¢ que essas crian?as s?o realmente filhos do Sr. Griera? Rapidamente, Viviana encontrou sua resposta, pois um dos meninos tinha os olhos e a express?o t?o parecidos os do Sr. Griera! Mesmo que nem todos fossem filhos dele, pelo menos um era! Os filhos de Olivia estavam ali, procurando por ele! N?o, n?o podia deixar que o Sr. Griera os visse. ? ?? ? 6 ? ?? ¨² ?? ?? ? Na hora, fez uma cara feia e disse rispidez: ¡°Nunca ouvi fr desse nome! Desde quando crian?a pode sair mentindo? Caim fora daqui e parem de bagun?a!¡± Enquanto fva, j¨¢ ia avan?ando para agarr¨¢¨Clos e jog¨¢¨Clos para fora. ¡°A tia ¨¦ assustadora, hein.¡± Iria, vermelha de medo, resmungou e saiu correndo. Viviana tentou pegar outra crian?a. Os pequenos se esquivaram, correndo para todos osdos, sem deixar que Viviana os alcan?asse. Viviana ficou ainda mais ansiosa e, na tentativa de agarr¨¢¨Clos, uma crian?a se escondeu debaixo da mesa e outra subiu na cadeira do presidente, derrubando tinta pelo ch?o, esparramando por tododo. Outra crian?a subiu num sof¨¢ de veludo, deixando marcas dema seus sapatos. Mais uma abriu um arm¨¢rio para se esconder, e os trof¨¦us ca¨ªram fazendo um barulho alto. Viviana respirou bem fundo, tremendo de susto. C¨¦us, o mundo estava caindo! Capitulo 18 Dodo de fora do escrit¨®rio do presidente, Olivia chegou ¨¤ porta. n?o sabia onde era o escrit¨®rio de Bruno, ent?o teve que procurar no escrit¨®rio do presidente, Bateu na porta e notou que estava entreaberta, empurrou um pouco e olhou para dentro, Logo viu uma crian?a deitada na mesa do presidente. N?o era seu filho Joel? Dentro da s, o ch?o de m¨¢rmore estava coberto de pap¨¦is e tinta preta por toda parte! Olivia ficou sem f?lego, aquilo era obra dos pequenos? Meu Deus, se o Sr. Griera descobrir, dar ruim! estava prestes a entrar para pegar Joel quando uma figura alta e imponente se aproximou. Senhor!!! Daniel estava voltando! Olivia fechou a porta tremendo e foi ao encontro de Daniel, um sorriso radiante: ¡°Sr. Griera, vim lhe dar uma m?ozinha seus sapatos, vamos para a s de descanso?¡± Daniel rejeitou o toque d desd¨¦m: ¡°Vaza!¡± Tentou seduzir outro, e agora ele, mulher nojenta. Seus olhos cheios de repulsa, olhou para Olivia e acelerou em dire??o ao escrit¨®rio. Ele estava quase chegando ¨¤ porta. Olivia, desesperada, correu na frente dele para bloquear o caminho: ¡°Sr. Griera¡­¡± ¡°BOOM!¡± Um trov?o irrompeu de repente, iluminando o espa?o o r?o do relampago. ¡°Aiii!¡± Olivia, assustada, se agarrou em Daniel, abra?ando seu pesco?o e escondendo a cabe?a em seu peito, tremendo: ¡°Est¨¢ trovejando, estou medo¡­¡± Sua pele lisa e delicada ro?ava o pesco?o de Daniel. At¨¦ sua respira??o, agitada, tinha aroma de rosas. O toque daqu mulher de anos atr¨¢s. O contato pele pele,o o relampago l¨¢ fora, provocava um turbilh?o de pensamentosem sua mente, trazendo ¨¤ tona fortes emo??es e lembran?as daquele dia na casa abandonada. Raiva, excita??o, impaci¨ºncia, est¨ªmulo. Num instante, uma enxurrada de sentimentos o invadiu. Ser¨¢ que era mesmo a mulher de cinco anos atr¨¢s? Daniel, agitado e irritado, segurou o queixo de Olivia, for?ando¨Ca a olhar para ele. Os olhos escuros d brilhavam l¨¢grimas,o o relampago l¨¢ fora, rompendo as barreiras de seu desejo. 3/4 15:37 1 Cap¨ªtulo 18 Sua garganta apertou, cora??o palpitou, e ele a beijou apaixonadamente. ¡°Socorro, quero ir pra casa!¡± Nesse momento, a porta do escrit¨®rio do presidente se abriu, e um pequeno saiu correndo de l¨¢. Olivia sentiu um frio na barriga. Ai, qual dos pequenos tinha escapado? Se Daniel visse, estariam ferrados! Enquanto estava aterrorizada, o olhar sombrio de Daniel se voltou para o pequeno. Olivia ficou o cora??o na boca. Cap¨ªtulo Cap铆tulo 19 \Cap¨ªtulo 19 No ¨²ltimo segundo, Olivia teve uma atitude. Com as m?os, segurou o rosto de Daniel e o aproximou do d, escondendo a vis?o dele as m?os. Como pequenos eram baixinhos, n?o seria t?o f¨¢cil de Sr. Griera ver. Enquanto isso, o pequeno time saiu correndo do escrit¨®rio! Eles passaram por Olivia e Daniel, que estavam abra?ados no corredor. Olivia, de prop¨®sito, segurava o rosto dele bem juntinho ao d, bloqueando sua vis?o. Os pequeninos tamb¨¦m n?o conseguiram reconhecer o rosto d, correram para o elevador e desceram. Viviana saiu correndo atr¨¢s. Quando viu o casal abra?ado e se beijando ¨¤ sua frente, sentiuo se tivesse levado um choque, uma dor aguda e intensa que era dif¨ªcil de suportar. Porque o homem que estava beijando outra mulher era Daniel, o Sr. Griera, quem ama h¨¢ uma d¨¦cada! ficou parada, rigida, um olhar de raiva e ci¨²me. Naquele momento, o cora??o de Olivia batia depassado, tomada pelo panico. A respira??o forte e quente do homem enchia o espa?o entre eles, um desejo avassdor. Content ? N?velDrama.Org. Seus l¨¢bios quentes pulsavam o cora??o d, batendo furiosamente. De t?o chocada, Olivia esqueceu¨Cse de reagir por alguns segundos, porque seu c¨¦rebro se embananou o beijo, deixando¨Ca tonta e mole. Se n?o fosse por ele a segurando, j¨¢ teria deslizado para o ch?o. Enquanto estava perdida em seus pensamentos, de repente, a outra m?o do homem deslizou por dentro de suas roupas, e os dedos calejados provocaram arrepios em suas costas. Olivia estremeceu e recuperou a consci¨ºncia, lembrando¨Cse do que estavam fazendo. o empurrou rapidamente, em panico: ¡°Sr. Griera, o que o senhor est¨¢ fazendo?¡± Seus olhos ros brilhavam, e seus l¨¢bios, vermelhos de tanto beijar, estavam ¨²midos, parecendo uma rosa vermelha pronta para ser colhida. Daniel olhou para profundamente, uma voz rouca: ¡°N?o ¨¦ isso que voc¨º queria? Por que est¨¢ fazendo jogo duro?¡± tinha gostado, at¨¦ segurou o rosto dele para aprofundar o beijo. Olivia respirou fundo, percebendo seu descontrole, e rapidamente saltou para longe dele. havia pdo nele por instinto ao ouvir o trov?o, agarrando¨Cse ao seu pesco?o. Desde aqu noite tempestuosa de cinco anos atr¨¢s, quando sua inoc¨ºncia foi tirada por um homem que caiu do c¨¦u dentro de uma casa abandonada, desenvolveu medo de trov?es. Sempre que os ouvia, erao se o som ecoasse no fundo de seu cora??o, deixando¨Ca apavorada 15-971 Capitulo 19 e querendo se encolher em algum lugar quente. Antes, se escondia debaixo das cobertas em casa. j¨¢ tentou superar esse medo, mas nunca conseguiu. Hoje, em um momento de desespero, pulou instintivamente no peito do homem. Olivia estava envergonhada e se sentiu um pouco culpada, ent?o deu um sorriso nervoso e co?ou a nuca: ¡°Sr. Griera, me desculpe, tenho medo de trov?es. N?o quis te ofender.¡± era uma mulher de estatura m¨¦dia, aproximadamente um metro e sessenta e cinco, parecendo bem menor que ele, que tinha quase um metro e noventa. Ele a olhou de cima, e os c¨ªlios d, que pareciam asas de borboleta, tremiam nervosamente, dando¨C lhe uma apar¨ºncia fr¨¢gil e de coitada. Daniel passou os dedos pelos l¨¢bios, limpando a umidade, enquanto fva uma voz grave e contida: ¡°De onde voc¨º ¨¦?¡± 9 S Tanto o toque da pele quanto 9 sabor dos l¨¢bios eram muito parecidos os da mulher de cinco anos atr¨¢s. Ele suspeitou da verdadeira identidade daqu mulher. Se fosse mesmo a mulher de cinco anos atr¨¢s, e ainda por cima estivesse envolvida Javier, ele n?o a deixaria escapar! Ele mesmo n?o havia resistido e a beijou. ww Embora todas as evid¨ºncias apontassem que a mulher daqu noite havia sido morta na casa velha, a sensa??o que lhe dava era muito familiar. ¡°Eu¡­¡± ¡°Sr. Griera!¡± Viviana se aproximou apressadamente, olhar de desd¨¦m e frieza ao olhar para Olivia, cheio de aviso. Ent?o, se dirigiu a Daniel a postura de uma subordinada e informou: ¡°Eu chequei o pessoal do RH, Teresa ¨¦ da Cidade J, S?o Vald¨¦s.¡± Capitulo 20 Cap铆tulo 20 \Cap¨ªtulo 20 Viviana falou no lugar de Olivia sobre sua terra natal, Depois de descobrir que Olivia tinha se infiltrado no Grupo Griera usando a identidade de Teresa, Viviana fu?ou todos os dados d e memorizou at¨¦ as informa??es do seu RG. n?o podia deixar Daniel descobrir que Olivia era do vrejo Capital, moradora da Aldeia Souza Sen?o, a casa cairia. Se a sua mentira fosse descoberta, nunca mais teria chance Daniel. Olivia deu um riso amarelo e disse: ¡°A secret¨¢ria Pereira est¨¢ certa¡°. Content ? N?velDrama.Org. Sua m?e Teresa era, de fato, da Cidade J, e morava na Aldeia Souza porque sua tia tinha casado por l¨¢. Quando era pequena, sua m?e a levou para viver no vrejo da casa da tia. Seu registro foi transferido para a fam¨ªlia do tio, e passou a usar o sobrenome do marido da tia. n?o tem pa¨ª desde crian?a. Certa vez, perguntou ¨¤ m?e quem era seu pai, e sua m?e sempre dizia raiva: ¡°Eu te peguei na rua e voc¨º n?o tem pai!¡± Saber que fr do pai irritava a m?e fez que Olivia parasse de tocar no assunto. E sua prima Vania tamb¨¦m era filha de um irm?o do marido da tia. O olhar de Daniel esfriou. Uma cidad? da Cidade J? E n?o morava na Aldeia Souza. Parecia que era mais uma de suas ilus?es. Uma pontada de decep??o atravessou o cora??o de Daniel, e a esperan?a que tinha nos olhos se desvaneceu. Quando olhou para Olivia novamente, seus olhos estavam secos e cheios de repulsa: ¡°O que voc¨º t¨¢ fazendo ntada na porta do meu escrit¨®rio? T¨¢ querendo morrer?¡± Ele n?o tinha suportado a sedu??o d e tomou a iniciativa de beijar algu¨¦m muito ardilosa. Daniel estava frustrado e furioso as atitudes d. De repente, Olivia se lembrou que seu Joel estava no escrit¨®rio dele e tinha deixado tudo uma bagun?a. empalideceu e, um misto de culpa e medo, gaguejou: ¡°Eu, eu estava procurando o assistente Bruno, precisava resolver uma coisa.¡± Procurando Bruno? Daniel ficou ainda mais furioso ao ouvir isso. N?o bastava dar em cima de Javier, ainda queria seduzir o assistente Bruno dele! Daniel soltou um risinho sarc¨¢stico, um olhar injetado de raiva, deu uma olhada em Olivia e seguiu para o escrit¨®rio. Olivia sentiu um aperto no cora??o e correu atr¨¢s dele. Capitulo 20 Viviana tamb¨¦m sentiu um cfrio na espinha e apressou o passo atr¨¢s de Daniel. Ambas correram at¨¦ a porta do escrit¨®rio, tentando parar Daniel, mas ele as antecipou e abriu a porta. Olivia estava t?o nervosa que seu cora??o disparou, medo de que Joel fosse pego no gra. Viviana prendeu a respira??o, temendo a f¨²ria de Daniel ao ver a cena dentro do escrit¨®rio. Quando a porta se abriu, a desordem do escrit¨®rio apareceu diante dos tr¨ºs. Olivia passou o olhar rapidamente por todos os cantos do escrit¨®rio, mas n?o viu sinal da crian?a. Ent?o, se lembrou que, quando Daniel a beijou, tinha ouvido a voz do menino passando ao seudo. Joel deve ter sa¨ªdo naquele momento, e n?o percebeu. A bagun?a dominava o lugar, e Viviana, vendo o rosto sombrio de Daniel, abaixou a cabe?a culpada. Daniel sempre foi meticuloso a limpeza, e a vis?o do escrit¨®rio naquele estado era um ataque aos seus olhos, que pulsavam de irrita??o. Ele avan?ou passosrgos, viu as pegadas desordenadas e sujas de terra no seu sof¨¢ favorito. A lama tinha manchado o tecido branco, formando um veludo negro! Daniel sentiu o sangue subir ¨¤ cabe?a, e as veias da t¨ºmpora saltaram. Chegando ¨¤ mesa de trabalho, viu que estava tudo coberto de tinta preta. Os documentos estavam encharcados de tinta, e as letras pretas estavam submersas, tornando¨Cse ileg¨ªveis. Os trof¨¦us da estante haviam ca¨ªdo no ch?o, e o cristal estava quebrado ao meio. A ira borbulhava em seu peito, explodindoo um vulc?o. Daniel tremia de ¨®dio, furioso: ¡°Secret¨¢ria Pereira!! Quem fez isso?!!¡± Cap铆tulo 21 \Cap¨ªtulo 21 Viviana Pereira, uma mulher durona, n?o conseguiu esconder seu nervosismo quando Daniel Griera se enfureceu. Com o cora??o na m?o, respondeu cautelosamente: ¡°Senhor Griera, foram quatro moleques que invadiram o escrit¨®rio e causaram toda essa bagun?a.¡± Ao responder, n?o ousou encontrar o olhar de Daniel, temendo que seu cora??o saltasse p boca e elee?asse a investigar a fundo, descobrindo as crian?as. Mais do que a desordem no escrit¨®rio, Viviana temia que o Senhor Griera descobrisse que os quatro estavam ali para perguntar se ele era o pai deles. Aodo, Olivia Souza ficou sem ar ao ouvir a secret¨¢ria Pereira. N?o s¨® Joel Torres havia aparecido, mas os outros tr¨ºs tesouros tamb¨¦m? Foram eles que bagun?aram o escrit¨®rio de Daniel? Se Daniel pegasse eles, ser¨¢ que iria lhes dar uma surra? Olivia baixou a cabe?a, tentando diminuir sua presen?a, sem ousar fr ou respirar alto. Daniel, a m?o na testa, estava t?o irritado que nem queria mais fr. Seu rosto estava mais sombrio que o tempo l¨¢ fora. ¡°Eu n?o me importoo voc¨º vai fazer, mas encontre esses moleques insuport¨¢veis e diga aos respons¨¢veis que tudo dever¨¢ ser indenizado!¡°, exmou Daniel, ainda furioso pelo flerte anterior de Olivia, que o fez beij¨¢ sem controle. A desordem no escrit¨®rio s¨® fez aumentar sua raiva, fazendo que uma veia pulsasse em sua testa. O que? Inconformada Daniel chamando seus quatro anjos de ¡°moleques insuport¨¢veis¡°, Olivia,o m?e, estava profundamente irritada. Seus pequenos eram inteligentes e bemportados; certeza houve um bom motivo para eles terem corrido assustados e acidentalmente desarrumado o escrit¨®rio. Embora iodada, Olivia continuou em sil¨ºncio, a cabe?a baixa. D¨¢niel estava furioso, exigindo indeniza??o, e ,o m?e, sentiao se estivesse sendo esfaqueada. s¨® esperava que Daniel n?o encontrasse os pequenos, e muito menos que tivesse que pagar. j¨¢ n?o tinha um centavo e mal conseguia manter as refei??es em dia, quanto mais pagar uma indeniza??o. Viviana, raiva e desprezo, deu um olhar furtivo para Olivia quando Daniel exigiu que encontrasse os moleques para que seus respons¨¢veis pagassem. temia que Olivia se adiantasse e revsse ser a m?e das crian?as. Se levasse os pequenos at¨¦ Daniel para se desculparem, o segredo de que ele era o pai seria N?velDrama.Org: owner of this content. revdo. Capitulo 21 Daniel tamb¨¦m descobriria que Olivia, a mulher que ele procurava, n?o estava morta. Felizmente, Olivia permaneceu quieta, fingindo que nada tinha a ver . Parecia que Olivia tamb¨¦m n?o sabia que o Senhor Griera era o pai de seus filhos. Caso contr¨¢rio, j¨¢ teria revdo a verdade diante de Daniel, em vez de baixar a cabe?a medo. Depois de analisar rapidamente a situa??o, Viviana ainda estava nervosa por se sentir culpada e acenou em concordancia: ¡°Est¨¢ certo, Senhor Griera, eu darei um jeito de encontrar esses moleques.¡± Daniel respirou fundo, amante da organiza??o e limpeza, n?o podia suportar a bagun?a no escrit¨®rio. Deu um olhar seco para Olivia e saiu apressado passosrgos. A secret¨¢ria Pereira o seguiu e Olivia tamb¨¦m se preparou para sair. A secret¨¢ria Pereira parou e deu um olhar severo para Olivia: ¡°O que voc¨º vai fazer l¨¢ fora? Limpe esse escrit¨®rio!¡± ¡°Mas eu¡­¡± Olivia tentou fr. Cap铆tulo 22 \Cap¨ªtulo 22 ainda tinha pend¨ºncias para resolver, e os policiais estavam esperando que levasse a testemunha. Al¨¦m disso, precisava ligar para Teresa Rocha e avisar que as crian?as tinham ido para o Grupo Griera. Ser¨¢ que Teresa estava l¨¢? Se n?o, teria que sair ¨¤ procura dos pequenos. Quatro crian?as menos de cinco anos cido por al era realmente perigoso, ¡°Que foi? Isso ¨¦ o seu trabalho! Quer fazer corpo mole?¡± Viviana falou, um tom de advert¨ºncia, Olivia deu de ombros e disse: ¡°T¨¢ bom, n¨¦.¡± Depois disso, Viviana apressou¨Cse e seguiu Daniel para fora. No corredor do escrit¨®rio, seguia Daniel, alternando entre caminhar e correr levemente. A aura imponente dele, a virilidade, a nobreza e aquele rosto perfeito que era imposs¨ªvel de encontrar falhas, deixava Viviana fascinada. Daniel era o homem dos sonhos d. ¡°Secret¨¢ria Pereira, voc¨º parece distante ultimamente. Como p?deeter um erro t?o b¨¢sico?¡± Daniel parou e a encarou um olhar frio. Content ? provided by N?velDrama.Org. Ele j¨¢ tinha a alertado no dia anterior para n?o deixar pessoas sem importancia subirem ao andar do escrit¨®rio do presidente. tinha concordado verbalmente, mas hoje tinha deixado quatro pestinhas invadirem o seu escrit¨®rio, deixando tudo bagun?ado. Al¨¦m do respons¨¢veis das crian?as, a neglig¨ºncia da Secret¨¢ria Pereira tamb¨¦m n?o passaria batido. Viviana baixou a cabe?a e admitiu seu erro: ¡°Foi falha minha, por favor, Sr. Griera, me puna.¡± ¡°Se voc¨º n?o est¨¢ a cabe?a no trabalho, ent?o¡­¡± Daniele?ou a fr. Antes que ele pudesse terminar as pvras ¡°voc¨º est¨¢ demitida¡°, a Secret¨¢ria Pereira levantou a cabe?a rapidamente, um misto de panico e urg¨ºncia: ¡°Sr. Griera, eu prometo que vou melhorar, por favor, n?o me demita.¡± tinha estado aodo de Daniel por dez anos. Como viveria se tivesse que deix¨¢¨Clo? Daniel a encarou friamente por alguns segundos. era teimosao sempre e n?o queria deixar o cargo de secret¨¢ria. ¡°Tire uma licen?a prolongada. Nos pr¨®ximos tr¨ºs meses, voc¨º n?o precisa vir ¨¤ empresa.¡± Daniel disse e saiu rapidamente. Viviana seguiu¨Co de perto, Kutando p sua posi??o: ¡°Sr. Griera, tr¨ºs meses ¨¦ muito tempo, tr¨ºs dias de folga j¨¢ bastam. Pode confiar que vou trabalhar direitinho e sem deslizes. O que o senhor mandar, eu fa?o na hora. J¨¢ vou avisar ao RH para demitir a Teresa.¡± Secret¨¢ria Pereira ent?o se lembrou que Sr. Griera tinha pedido para demitir Olivia, mas 15-38 Capitulo 22 toda a confus?o das crian?as, quase tinha esquecido. Essa Olivia tinha que ser demitida. Enquanto estivesse no Grupo Griera, Viviana n?o teria um dia de paz. estava prestes a ligar para o RH. Daniel de repente disse: ¡°Deixe pra l¨¢, se demitirmos vamos ter que contratar outra faxineira. Qual ¨¦ o sentido, pra qu¨º todo esse transtorno?¡± O que realmente iodava Daniel era que ele tinha sentido naqu mulher a mesma coisa que havia sentido cinco anos antes, e ainda por cima, n?o se conteve e beijou aqu mulher de comportamento duvidoso! Ele sempre teve um autocontrole impec¨¢vel, jamais se descontrria por algu¨¦m. Mas aqu mulher o havia feito quebrar suas pr¨®prias regras! Ele precisava mant¨º por perto, para testar a si mesmo. No futuro, n?o poderia mais perder o controle ningu¨¦m! Dessa vez foi uma exce??o, mas da pr¨®xima vez, de jeito nenhum! Para passar no teste, teria que manter por perto a pessoa que o fez perder o controle. ¡°Ah, e durante suas f¨¦rias, d¨º uma passada na Aldeia Souza para verificar se aqu mulher realmente morreu ou se tem alguma irm?.¡± Daniel ordenou. Viviana parou, sentindo um cfrio percorrer seu corpo ao ver Daniel se afastar. Capitulo 23 Cap铆tulo 23 \Cap¨ªtulo 23 Daniel decidiu manter Olivia por perto? E ainda queria que investigasse se a mulher de cinco anos atr¨¢s tinha morrido. Por qu¨º? Seria por causa daquele beijo? Aquilo fez que Daniele?asse a suspeitar se a nova faxineira do Grupo Griera, Teresa, n?o seria a pr¨®pria Olivia? Viviana apertou os punhos, o sentimento de amea?a crescia dentro d, cada vez mais insatisfeita. Daniel caminhou at¨¦ a porta do elevador exclusivo do presidente, e outro elevador tamb¨¦m chegou naquele momento. As portas se abriram, e dois policiais sa¨ªram de dentro. Ao verem Daniel, cumprimentaram¨Cno respeitosamente: ¡°Sr. Griera, bom dia, estamos procurando por Teresa.¡± Os olhos profundos de Daniel eram frioso o oceano, fixados neles. Teresa, mais uma vez. Aqu mulher n?o s¨® tinha se metido Javier, mas tamb¨¦m tentado seduzir seu assistente Bruno, e agora at¨¦ a pol¨ªcia estava ¨¤ sua procura? Percebendo a express?o carregada de Daniel, os policiais pensaram que poderiam ter o iodado e explicaram: ¡°¨¦ que tem um caso pendente que Teresa precisa resolver, subiu para buscar o Brunoo testemunha, e viemos vero estava a conversa.¡± ¡°Que caso?¡± A beleza imponente de Daniel se tornou ainda mais g¨¦lida. Essa mulher mal tinha chegado ao Grupo Griera e j¨¢ estava causando problemas o suficiente para trazer a pol¨ªcia at¨¦ a porta. devia ser mesmo encrenqueira. Lembrando¨Cse de que tinha perdido o controle e a beijado, Daniel ficou ainda mais irritado. Como ele poderia perder o controle uma mulher t?o problematica? Manter no Grupo Griera era a decis?o correta, ele precisava resistir ¨¤ sua tenta??o novamente, enfrent¨¢ calma e controle, em vez de agir por impulso. At¨¦ que ele se tornasse imune a , at¨¦ que ele realmente a abominasse, poderia ent?o ser chutada para fora do Grupo Griera. Desde pequeno, ele enfrentou todo tipo de desafios, sempre se saindo bem e perfeito. Nunca tinha perdido o controle, nem falhado. Ele definitivamente n?o permitiria que essa exce??o se tornasse um problema, precisava resolv¨º completamente. Sua vida n?o aceitava erros! ¡°¨¦ o seguinte, sobre o incidente da perna quebrada do Javier, a esposa dele vai processar a Teresa por entrar no meio do casamento deles, por destruir seur, e ainda por, frustrada por n?o conseguir seduzi¨Clo, ter quebrado a perna dele.¡± O policial explicou a Daniel de forma lenta e educada. 115 the 15:38 T Capitulo 23 Content ? provided by N?velDrama.Org. Como Teresa era uma funcion¨¢ria da empresa de Daniel, era normal inform¨¢¨Clo sobre o caso para facilitar a investiga??o. Viviana estava um pouco mais ¨¤ frente, viu os dois policiais fndo Daniel, e ouviu o conte¨²do da conversa, ficando extremamente nervosa. Se Daniel descobrisse que tinha mentido sobre Teresa aceitar a paquera de Javier e se tornar sua namorada, ele ficaria furioso e faria uma investiga??o profunda sobre o passado de Teresa. Ele j¨¢ tinha suas suspeitas sobre . N?o, n?o podia deixar Daniel saber os detalhes desse caso. Viviana caminhou nervosamente para frente, querendo assumir a responsabilidade p situa??o. Depois de ouvir o que os policiais disseram, as sobrancelhas de Daniel franziram. Ent?o Javier tinha uma esposa! E essa mulher estava destruindo or de algu¨¦m, que absurdo! ¡°Levem¨Cna direto para a deleg¨¢cia para interrogat¨®rio. N?o precisam ser corteses.¡± Daniel disse e, em seguida, entrou no seu elevador privativo. O cora??o apreensivo de Viviana rxou na hora. A atitude fria e distante de Sr. Griera r??o a Teresa, indicava que ele n?o tinha nenhum Cap铆tulo 24 \Cap¨ªtulo 24 Tudo ficou mais f¨¢cil. No entanto, aindamentava por ter perdido aqu chance de ouro de demitir Olivia. ajustou rapidamente a express?o e, toda a educa??o, disse ao policial: ¡°Seu policial, por favor, venhaigo, a Teresa est¨¢ aqui dodo.¡± No escrit¨®rio, Olivia havia limpado metade da bagun?a, preocupada seus quatro pestinhas. ligou para Teresa: ¡°M?e, as crian?as apareceram no meu trabalho agora h¨¢ pouco, voc¨º t¨¢ por aqui?¡± O que mais temia era que os pequenos tivessem sa¨ªdo por conta pr¨®pria. ¡°Encontrei os danados, eles voltaram agorinha! Eu s¨® levei eles para espairecer um pouco, ver o mundo, e esses diabinhos sa¨ªram correndo, quase me mataram do cora??o! O que eu fiz na vida passada para merecer isso, para voc¨ºs me torturarem assim!¡± Teresa desabafou, uma voz fina e tr¨ºm,o quem chora. Olivia afastou o celr do ouvido para n?o ficar surda. Embora Teresa estivesse remando, Olivia percebeu o que realmente importava: as crian?as estavam de volta . Isso a tranquilizou. ¡°M?e, obrigada por tudo, n¨®s te amamos muito. Cuida bem dos baixinhos que logo mais eu levo algo gostoso pra voc¨ºs.¡± Olivia falou voz doce, tentando acalmar Teresa. Nesse momento, a porta atr¨¢s d se abriu, ouviu¨Cse passos barulhentos e algumas pessoas entraram. Olivia se virou apressadamente e, ao ver Viviana e dois policiais na porta, falou apressada no telefone: ¡°M?e, t? ocupada agora, a gente se f depois.¡± Desligou o telefone e rapidamente guardou o celr no bolso. Viviana, ao ver a express?o de Olivia, sentiu ainda mais raiva e hostilidade. tinha ouvido Olivia ao telefone quando entrou. Aqueles quatro pestinhas eram realmente d! E um deles era filho do Sr. Griera! Viviana quase enlouqueceu de inveja, mas manteve a calma e lidou a situa??o a educa??o de sempre. ¡°Teresa, voc¨º se meteu em encrenca, resolve isso na delegacia e depois conversamos.¡± Mesmo contida, Viviana ainda fva um tom ¨¢spero quando se dirigia a Olivia. Olivia acenou brevemente a cabe?a para Viviana. se aproximou dos policiais e disse: ¡°Desculpem a espera, ainda n?o consegui fr o assistente Bruno, vou buscar o contato dele agora e ligo para ele.¡± ¡°Sem problemas.¡± Olivia estava prestes a sair para pedir o contato de Bruno ao departamento pessoal, mas parou. Viviana era secret¨¢ria do Daniel, deveria ter o n¨²mero de Bruno. Por que iria procurar longe se a solu??o estava perto? Educadamente, pediu a Viviana: ¡°Secret¨¢ria Pereira, voc¨º poderia me passar o n¨²mero do assistente Bruno? Preciso ligar para ele.¡± Content ? N?velDrama.Org. Viviana relutou, pois adoraria ver Olivia atr¨¢s das grades, maso poderia negar o n¨²mero na frente dos policiais? Seria muito suspeito uma secret¨¢ria do presidente n?o ter o contato do assistente. Com um ¨®dio contido, Viviana passou o n¨²mero para Olivia. ¡°Obrigada.¡± Olivia agradeceu e discou o n¨²mero. O celr tocou duas vezes e foi atendido, e uma voz masculina respondeu: ¡°Al?, aqui ¨¦ o Bruno, quem f?* *Oi Bruno, aqui ¨¦ Teresa. Preciso de uma ajuda sua.¡± Olivia falou respeito e educa??o. Naquele momento, Bruno estava Daniel, e o volume do celr estava alto. O que a pessoa do outrodo da linha dizia podia ser ouvido por quem estava por perto. Os olhos de Daniel escureceram por um instante, e seu olhar se voltou para Bruno. Cap铆tulo 25 \Cap¨ªtulo 25 Sentindo o olhar opressor do Sr. Griera, Bruno ficou nervoso. Parecia que Teresa e o Sr. Griera tinham mesmo umnce. Sen?o, por que uma simples liga??o teria chamado tanto a aten??o dele? ¡°O que foi? Pode fr,¡± Bruno disse uma voz que transparecia disposi??o. Olivia contou o que tinha acontecido doe?o ao fim. Bruno respondeu tranquilo: ¡°Ah, esse assunto¡­ eu vou pra te ajudar a esrecer.¡± Depois de desligar, Bruno viu que Daniel estava uma cara mais fechada do que c¨¦u de tempestade, um brilho g¨¦lido nos olhos. Bruno correu pra se explicar: ¡°Sr. Griera, eu vi o Javier enchendo o saco da Teresa no sagu?o ontem ¨¤ tarde, quebrando o clima da firma. Dei um sacode nele e aproveitei pra mandar o cara embora. Mas n?o seio, o cara acabou a perna quebrada, e agora a esposa dele quer processar a Teresa por destruir or deles e agress?o. Como testemunha, me chamaram pra depor.¡± N?velDrama.Org: owner of this content. Bruno contou tudo nos m¨ªnimos detalhes para Daniel. Afinal, a mulher que estava na mira dos investigadores era a queridinha do Sr. Griera, e Bruno, ro, queria deixar tudo ¨¤s ras. N?o queria que rsse nenhum mal¨Centendido entre ele e Teresa. Como bra?o direito do Daniel, Bruno sempre cuidava da sua imagem, para n?o deixar sombra de d¨²vida na cabe?a do Sr. Griera. Conquistar a confian?a do Sr. Griera era uma quest?o depet¨ºncia e de ter a l¨¢bia para explicar. Mal¨Centendidos, se n?o esrecidos, s¨® pioram. Daniel entendeu o motivo de Teresa ter procurado Bruno e viu que tinha viajado na maionese. Aqu menina ainda n?o tinha coragem de dar em cima do seu assistente. ¡°Pega o carro e vai direto pra delegacia. Manda a pol¨ªcia levar todo mundo pra l¨¢,¡± Daniel mandou, encostado no banco do carro uma voz s¨¦ria. Uma besteira dessas tinha virado assunto no Grupo Griera inteiro, que papel?o. ¡°Pode deixar,¡± Bruno confirmou e deu partida. N? delegacia. Daniel e Bruno chegaram. Daniel viu a mulher sentada no canto, o olhar baixo, a carinha coberta de desgosto e os l¨¢bios levemente franzidos, respirando num ritmo irregr. Seus olhos ros estavam cheios de tristeza. parecia exausta,o se tivesse perdido toda a sua energia, Vendo¨Ca assim, Daniel franzia a testa, Olivia tinha discutido ¨¢ esposa do Javier o caminho inteiro, estava a ponto de ter um treco de tanta raiva. 1/2 15:38 1 Cap¨ªtulo 25 Lidar gente teimosa e cheia de argumentos tortos era um p¨¦ no saco. ergueu os olhos e viu Daniel, imponente e uma presen?a avassdora, ofuscando tudo ao seu redor, atraindo todos os olhares para si. Ao ver o rosto bonito e frio de Daniel, o cora??o de Olivia parou, e instintivamente se sentiu em panico. O Sr. Griera veio fazer o qu¨º aqui? No segundo seguinte, notou Bruno aodo dele e se levantou ¨¤s pressas: ¡°Assistente Bruno, que bom que voc¨º veio.¡± Seus olhos brilharam, e deu uma olhada de canto em Daniel. Vendo¨Co, lembrou¨Cse do beijo impetuoso no corredor do escrit¨®rio e da sensa??o de fraqueza que a invadira; seu cora??o batia depassado, puro nervosismo. O olhar profundo de Daniel tamb¨¦m se voltou para , e por um segundo, os olhares se cruzaram. Olivia desviou o olhar rapidamente, fingindo que estava apenas olhando ao redor,o se n?o tivesse o visto. ¡°Teresa, vem aqui fazer o registro a identidade,¡± chamou o policial. ¡°Estou indo,¡± disse Olivia, apressando¨Cse at¨¦ o balc?o de registro. tirou a identidade de Teresa. Seu cora??o batia descontrdamente, preocupada a possibilidade de ser descoberta usando a identidade da m?e. O policial deu uma olhada nos dados da identidade e, ao olhar para de novo, ficou a pulga atr¨¢s da orelha: ¡°Isso aqui n?o t¨¢ batendo a tua idade, hein.¡± Cap铆tulo 26 \Cap¨ªtulo 26 A identidade marcava 45 anos, mas a mulher ¨¤ frente n?o parecia nem perto disso. Olivia sentiu o cora??o pr; era o ditado ¡°o que temer, acontecer¨¢¡°. Ainda bem que a foto na identidade era da sua m?e jovem, e e Teresa eram muito parecidas. Todo mundo dizia que era a cara da Teresa na juventude. Ele deu um sorriso sem gra?a e falou: ¡°¨¦ que eu vivo fazendo procedimentos est¨¦ticos e j¨¢ fiz pl¨¢stica, ent?o pare?o mais jovem.¡± O policial olhou¨Ca desconfian?a mais uma vez, mas n?o falou mais nada e fez o registro. Content ? N?velDrama.Org. M Nos dias de hoje, pl¨¢stica ¨¦ algoum, algu¨¦m de quarenta e poucos parecer vinte e poucos n?o ¨¦ mais novidade. Olivia respirou aliviada; tinha escapado de ser desmascarada e perder o emprego no Grupo Griera. tinha uma fam¨ªlia inteira pr¨¢ sustentar; sem emprego, ficariam sem dinheiro e passariam fome. Quando finalmente rxou, Olivia sentiu um arrepio na espinha,o se estivesse sendo vigiada. Virou¨Cse e encontrou os olhos g¨¦lidos de Daniel, que a encaravam. estremeceu; meu Deus, que medo! tinha feito algo errado? Daniel esbo?ou um sorriso sarc¨¢stico e desviou o olhar desprezo. Essa mulher, n?o ¨¦ ¨¤ toa que est¨¢ desesperada, se jogando em cima de qualquer um, pobre at¨¦ dizer chega e ainda obcecada por cirurgias pl¨¢sticas. Seu rosto cheio de qu¨ªmica. Ao lembrar que havia tocado n e achado sua pele suave e familiar, Daniel Ficou todo arrepiado. 1 Como poderia se interessar por uma mulher cheia de pl¨¢stica? O caso correu bem, a testemunha de Bruno e a grava??o. A acusa??o da esposa de Javier contra Olivia por seduzir seu marido caiu por terra, tamb¨¦m n?o havia provas de que a perna quebrada de Javier tivesse a ver Olivia. Assim, a pol¨ªcia liberou Olivia. A esposa de Javier n?o estava feliz, mas Olivia tamb¨¦m n?o era de levar desaforo pra casa; processou Javier por ass¨¦dio e a esposa dele por difama??o e danos morais. A pol¨ªcia abriu um caso e deteve a esposa de Javier para investiga??o. Olivia estava satisfeita o resultado. Vendo Daniel e Bruno saindo da delegacia, correu atr¨¢s deles: ¡°Bruno.¡± Bruno parou e olhou para : ¡°O que foi?¡± Olivia, agradecida, disse: ¡°Obrigada, se n?o fosse voc¨º, hoje n?o teria sido t?o tranquilo.¡± Bruno respondeu: ¡°De nada, voc¨º deve agradecer ao Sr. Griera.¡± 15:41 Capitulo 26 Dito isso, Bruno apressou¨Cse atr¨¢s de Daniel. Na verdade, as coisas correram bem tamb¨¦m porque a pol¨ªcia temia a autoridade de Daniel; pensando que ele estivesse l¨¢ para apoiar sua funcion¨¢ria, deram mais credibilidade ¨¤s provas, favorecendo Olivia. Agradecer a Daniel? Por qu¨º? Olivia piscou, sem entender. Mas o que importava era que tudo estava resolvido. pegou um t¨¢xi na rua e decidiu voltar para casa e ver as crian?as. Daniel retornou ao Grupo Griera. Viviana veio ao seu encontro e reportou: ¡°Sr. Griera, descobrimos os familiares daqus quatro crian?as, vou l¨¢ agora mesmo tratar da indeniza??o.¡± Daniel caminhou para o escrit¨®rio passosrgos, sua voz autorit¨¢ria: ¡°Passe os documentos para o Bruno, ele que lide jsso; voc¨º vai para Aldeia Souza investigar essa mulher.¡± Cap铆tulo 27 \Cap¨ªtulo 27 Content ? N?velDrama.Org. Daniel sentia que precisava tirar a limpo todas as informa??es daqu mulher e de sua fam¨ªlia, a que havia conhecido hd cinco anos. Nos ¨²ltimos dias, ele vinha confundindo outras mulheres , talvez porque a lembran?a que tinha d estivesse distorcida pelo tempo. At¨¦ uma pessoa que n?o tinha nada a ver , ele achava parecida. Aqu busca por uma sensa??o de familiaridade estava errada. Ele n?o podia deixar isso continuar. Conhecer mais sobre a mulher e sua fam¨ªlia ajudaria a distinguir os seus dos desconhecidos. Se encontrasse algu¨¦m da fam¨ªlia d, poderia trat¨¢¨Clos bem; mas se fosse algu¨¦m querendo se aproveitar da situa??o, teria que lidar isso de forma severa! Quando Daniel falou isso, Viviana parou no melo da f e o seguiu para o escrit¨®rio, observando¨Co sentar¨Cse na cadeira presidencial. Seus olhos refletiam nervosismo e panico, mas se esfor?ava para manter a calma e n?o dar bandeira. Bruno se aproximou, olhou os pap¨¦is que segurava e disse: ¡°Secret¨¢ria Pereira, me d¨¢ isso a¨ª.¡± Viviana voltou ¨¤ realidade, segurando firmemente os documentos as informa??es dos familiares das quatro crian?as, amassando as bordas de t?o nervosa que estava. Se fosse a negociar, poderia manter em segredo quem eram os pais das crian?as. Mas agora Bruno lidando, estava medo¡­ Bruno pegou os pap¨¦is das m?os d eentou: ¡°Secret¨¢ria Pereira, voc¨º parece cansada. Dormiu mal?¡± Ele s¨® estava sendo solid¨¢rio, pois Viviana realmente parecia esgotada. Mas respondeu rapidamente: ¡°N?o estou cansada, n?o preciso descansar. Sr. Griera, vou resolver umas coisas.¡± Dito isso, saiu do escrit¨®rio. n?o queria tirar f¨¦rias; Daniel tinha sugerido que descansasse por tr¨ºs meses, e dificuldade havia negociado para serem apenas tr¨ºs dias. N?o podia se dar ao luxo de ficar mais tempo longe, n?o podia imaginar o que aconteceria se Olivia continuasse perto de Daniel todos os dias. Bruno, vendo a secret¨¢ria Pereira se afastar, ficou confuso e perguntou ao Sr. Griera: ¡°O que ser¨¢ que deu na Secret¨¢ria Pereira?¡± Ele s¨® tinha mostrado preocupa??o, mas reagiu de forma exagerada. Daniel deu um olhar s¨¦rio, sem responder. Como ele poderia entender o que se passava na cabe?a das mulheres? 15:41 Capitule Bruno, percebendo o obar autoritario, tocou o nariz de forma constrangida e parou a fotoca, voltando sua aten??o para os documents Olivia chegou em casa, abriu a porta e viu os quatro pequenos ao redor da mesa,endo batata Joel foi o primeiro a v, seus obos infantis brilharam e ele exmou alegremente: ¡°Mam?e chegoul Jambel os outros tr¨¨s ecoaram em coro. Olivia sentiu o cora??o derreter O cansa?o e as preocupa??es desapareceram, substituidos por muita energia positiva. El meus tesouros, mam?e chegou.¡± A voz de Olivia era doce, e seu rosto iluminado por um sorriso. Joel desceu da cadeira e correu para , abra?ando suas pernas: ¡°Mam?e, quero um abra?o.¡± Olivia se agachou, ro?ando as bochechas o rostinho dele, sentindo a maciez da pele dele, e seu cora??o se encheu de amor e calor: ¡°Abra?o Uma m?ozinha gordinha afastou Joel, e Iria se aninhou no colo de Olivia, estregando a cabe?a fofinha em seu peito e fndo vozinha doce e infantil ¡°Mam?e, eu tamb¨¦m quero abra?o. Sou o seu casaco de algod?o,igo voc¨º fica mais aquecidinha.¡± Olivia abaixou a cabe?a e deu um beijo estdo na bochecha fofa de Iria, sentindo a suavidade e o cheirinho de beb¨º estava encantada e deu outro beijo naqu carinha redonda: ¡°Ah, meu casaco de algod?o ¨¦ quentinho e cheiroso.¡± ¡°Mam?e, eu sou a sua jaqueta de couro, te protejo contra o vento¡°, Joel disputou a aten??o, Olivia riu e acariciou a cabe?a dele. Capitulo 28 Cap¨ªtulo Cap铆tulo 28 \Cap¨ªtulo 28 Os outros dois pequenos fofinhos, Heitor e In¨ºs Torres, um cara de fofo distante e o outro cara de fofo descdo, observavam aqueles dois manhosos se enroscando no colo da m?e, cheios de chamego, enquanto eles continuavam aer suas batatas, sem se misturar na confus?o. Entre os quatro pequenos, Joel e Iria eram de uma do?ura pegajosa, adoravam fazer gracinhas e se aninhar nos outros. Heitor e In¨ºs, por outrodo, um era mais reservado e o outro mais descdo, n?o eram t?o grudentos assim. Cada um seu jeito. Teresa chegou os pratos da cozinha, colocando¨Cos for?a na mesa, e uma cara de poucos amigos soltou para Olivia: ¡°Como ¨¦ que voc¨º chega agora? Foi mandada embora de novo, fo¨¬? A situa??o aqui em casa j¨¢ t¨¢ dif¨ªcil, voc¨º n?o pode fazer melhor?¡± Cuidar de quatro crian?as todo dia e conseguir rxar era luxo ¨C basta um minuto de descuido e s somem, deixando seu cora??o na m?o. Se tivesse uma grana extra, poderia contratar uma bab¨¢ para ajudar e n?o ficaria t?o exausta. Mas sua filha n?o ajudava, ainda se arrastava no fundo do po?o, e o pouco que ganhava mal dava para as despesas. Teresa estava cansada. De m?o dada as crian?as, Olivia se levantou e falou para a m?e: ¡°N?o fui demitida, m?e. Voltei mais cedo s¨® para dar uma olhada mesmo.¡± ¡°Olivia chegou, ¨¦?¡± A porta do banheiro se abriu e Jimena Santos apareceu. Olivia abriu um sorris?o: ¡°Jimena, voc¨º t¨¢ aqui tamb¨¦m!¡± ¡°ro, vim dar uma for?a pra tia e cuidar desses pequeninos.¡± Jimena respondeu. Teresa remou: ¡°Se n?o fosse aida que a Jimena trouxe, hoje a gente estaria chupando dedo!¡± Depois de fuzr Olivia o olhar, voltou para a cozinha. Olivia co?ou a cabe?a, sem fr nada. Pensando que se n?o fosse aqu grana que a m?e torrou, dava para segurar as pontas at¨¦ o fim do m¨ºs, quando recebesse o sal¨¢rio. ¡°Jimena, obrigada, viu?¡± Olivia agradeceu, reconhecida. Com seu jeito tranquilo, Jimena disse: ¡°Ora, somos quase fam¨ªlia, nem vem essa de agradecer. Al¨¦m do mais,o madrinha dessa molecada, tenho minha parte na responsa, n¨¦?¡± A f de Jimena aqueceu o cora??o de Olivia, que sentiu os olhos marejarem. ¡°Quando eu ficar rica, a primeira coisa que vou fazer vai ser te levar praer um banquete que nem rei.¡± Olivia ficou animada. Jimena deu uma gargalhada: ¡°T? no aguardo desse banquete!¡± Nesse momento, o celr em cima da mesa tocou. Era uma liga??o. O aparelho era da Jimena, um n¨²mero desconhecido. Jimena ia atender, mas uma m?ozinha r¨¢pida pegou o telefone primeiro. Era o Joel que tinha agarrado o celr e, uma habilidade de veterano, atendeu: ¡°Al?, quem f?¡± Joel adorava atender chamadas aleat¨®rias para mostrar seu talento de ator. Jimena conhecia bem o Joel e, vendo aquele n¨²mero estranho, deduziu que era golpista. Deixou ele l¨¢, batendo papo o suposto trambiqueiro. ¡°Do outrodo da linha, um homem falou: ¡°Oi, pequeno, pode passar para a sua m?e?¡± ¡°Primeiro me diz quem ¨¦ voc¨º,ja¨ª eu vejo se minha m?e pode atender.¡± Joel colocou no viva¨Cvoz e come?ou a tirar informa??es do cara. Enganar a m?e dele ou a tia Santos? Nem pensar! N?velDrama.Org: owner of this content. Olivia e Jimena trocaram um olhar, sorrindo a familiaridade da situa??o. Era mais um golpista na linha. ¡°Sou o assistente do presidente do Grupo Griera, Bruno.¡± Bruno se identificou. A¨ª, o sorriso de Olivia congelou. ia pegar o telefone, mas ouviu Joel dizer: ¡°Tio, eu sou o filho do presidente do Grupo Griera. Voc¨º t¨¢ fingindo ser o assistente do meu pai, ele sabe disso?¡± Joel estava cheio de marra, fndoo se fosse co Cap铆tulo 29 \ um golpista tamb¨¦m. Olivia sentiu um c frio na espinha e correu para pegar o telefone. A m?o de Olivia quase alcan?ou o cels mas fol nesse momento que a voz familiar de Bruno ecoou do aparelho. Pequeno, sem enr??o, digam pra sua m?e que voc¨ºs aprontaram hoje na s do presidente do Grupo Grera, Voces danificaram uma propriedade que vale duzentos o sessenta e tr¨ºs mil reais. Diz a pra se preparar pra cobrir o preju¨ªzo.¡± Aqus pvras congram a m?o de Olivia na borda do celr, seus olhos se arregram e seu cora??o disparou. tinha ouvido Daniel fr sobre os pais das crian?as terem que pagar, mas n?o imaginava que fosse verdade! E ainda por cima, uma quantia t?o alta! Enquanto Olivia estava atordoada, Joel, sua vozinha de crian?a e toda a seriedade, disse ao telefone: ¡°Mentiroso, vou contar pro meu pai que voc¨º t¨¢ se passando por ele e me assustou, machucou meu cora??ozinho, e agora voc¨º que vai ter que me pagar duzentos e sessenta e tr¨ºs mil reais de indeniza??o por dano moral.¡± Joel, desde pequeno, tinha paix?o por atuar, e mesmo pouca idade, sua habilidade j¨¢ era de excepcional, deixando qualquer um na d¨²vida se era verdade ou mentira. Ao ouvir a crian?a, Brunoe?ou a se questionar se Sr. Griera teria algum filho fora do casamento que ele desconhecia. A preocupa??o tomou conta dele enquanto, segurando o bocal do telefone a outra m?o, virou¨Cse para Daniel e perguntou: ¡°Sr. Griera, quem atendeu o telefone foi um garoto, dizendo voc¨º ¨¦ o pai dele, ser¨¢ que voc¨º¡­¡± que Antes que terminasse a pergunta, encontrou o olhar g¨¦lido e cortante de Daniel, e imediatamente se calou. Bruno percebeu que havia duvidando de Sr. Griera por causa das pvras de uma crian?a, algo que poderia manchar sua reputa??o de anos, sempre astuto e eficiente. Um veterano do mercado de trabalhoele se viu ¨¤ beira de acreditar nas pvras de um garoto, algo que nunca imaginou Bruno ent?o se rp?s e falou s¨¦rio ao telefone: ¡°Pequeno, n?o tenho tempo pra brincadeira, tamb¨¦m n?o sou nenhum picareta, passa o telefone pra sua m?e.¡± Joel estava pronto para continuar, mas Olivia, o cora??o na boca e r¨¢pida no gatilho, arrancou o celr da m?o dele, se preparando para fr. Mas ent?o pensou melhor. trabalhava no Grupo Griera e j¨¢ tinha fdo o assistente Bruno antes. Se abrisse a boca, ele certeza reconheceria sua voz. E al¨¦m do mais, Bruno estava procurando pelo respons¨¢vel ps crian?as, que era Jimena. Por quest?es legais, Olivia n?o podia registrar as crian?as em seu pr¨®prio nome. s foram registradas no livro de familia da sua amiga Jimena, que era de fato a guardi? legal das crian?as. Desde o nascimento, Olivia teve dificuldades o registro, j¨¢ que seus av¨®s haviam morrido cedo e sua m?e teve¨Ca fora do casamento, sem conseguir registr¨¢. Ent?o, sua m?e a levou para a Aldeia Souza, onde foi registrada na familia do seu tio. 16.41 1 Capitulo 29 Por¨¦m, quando Olivia teve filhos fora do casamento, a Aldeia Souza recusou¨Cse a registr¨¢¨Clos. Foi Jimena, cujos pais eram funcion¨¢rios p¨²blicos e, atrav¨¦s de contatos, conseguiram registrar as crian?as em seu nome, tornando¨Cse a guardi? legal das crian?as. Se Olivia revsse que era a verdadeira m?e, certamente perder¨ªa o emprego, ficaria sem sal¨¢rio e a¨ªnda ter¨ªa que pagar uma quantia enorme. Com dificuldades financeiras j¨¢ presentes,o conseguiria pagar por tudo isso? Pensando nisso, Olivia passou rapidamente o celr para Jimena, fazendo sinal para que atendesse. Content ? N?velDrama.Org 2024. Jimena, sem entender nada, mas vendo a express?o de p¨¢nico de Olivia, percebeu que a situa??o era grave. tamb¨¦m ficou nervosa, colocou o celr no ouvido, e a voz fraca de tens?o disse: ¡°Al¨®, al?¡­¡± Cap铆tulo 30 \Cap¨ªtulo 30 Vendo Jimena atender a liga??o, o cora??o de Olivia subiu p garganta. ¡°Do outrodo da linha, Bruno falou novamente: ¡°Voc¨º ¨¦ a m?e dos quatro filhos, n¨¦?¡± Jimena buscou confirma??o nos olhos de Olivia, que acenou fricamente a cabe?a. Content ? N?velDrama.Org 2024. Compreendendo, Jimena assentiu e, mesmo sabendo que ele n?o podia v¨º, disse: ¡°Sim.¡± Dessa vez, Bruno foi formal e distante. ¡°Devido ¨¤ sua neglig¨ºncia, seus filhos estiveram no escrit¨®rio do presidente do Grupo Griera esta manh?, quebraram o trof¨¦u do presidente, sujaram o sof¨¢ e arranharam a mesa. Vamos dispensar a taxa de limpeza, mas voc¨ºs ter?o que arcar os preju¨ªzos.¡± Ao ouvir que a taxa de limpeza estava dispensada, Olivia apertou os dentes de ansiedade e raiva. Afinal, quem havia limpado o escrit¨®rio do presidente era , e n?o era de gra?a! A aud¨¢cia dos capitalistas era mesmo inacredit¨¢vel. O celr estava no viva¨Cvoz, e¡¯os quatro pequenos tamb¨¦m ouviram Bruno. Trocaram olhares preocupados, a inseguran?a brilhando em seus olhos inocentes. N?o era um truque, era o assistente real do Daniel.. Eles realmente haviam ido ao Grupo Griera e ao escrit¨®rio do presidente naqu manh?. Joel estava especialmente confuso e um pouco assustado. Droga, ele tinha tratado o verdadeiro assistenteo um impostor e ainda dissera que o presidente do Grupo Griera era seu pai. Ele tinha exagerado na atua??o e agora estava apavorado. Joel passou a m?o na cabe?a, um olhar perdido em seus olhos negros e infantis. Antes que Jimena pudesse fr, Brunoe?ou a detalhar: ¡°O trof¨¦u do Sr. Griera ¨¦ por nossa conta, mas o sof¨¢ custa um milh?o, por¨¦m, considerando a deprecia??o, voc¨ºs s¨® precisam pagar 200 mil. J¨¢ a mesa nova custa 2 milh?es, mas apenas dois arranh?es, voc¨ºs s¨® precisam pagar 63 mil. Totalizando 263 mil. Como v?o pagar, cart?o ou transfer¨ºncia?¡± Cada item foi explicado detalhes. Jimena ouviu tudo o cora??o apertado, sem saber o que fazer. Olhou para Olivia em busca de ajuda, mas esta estava igualmente desesperada ee?ou a gesticr loucamente, fazendo cara de choro. Jimena entendeu na hora que precisava apr para a emo??o. for?ou algumas l¨¢grimas e disse com pesar: ¡°Desculpe, n?o soube educar as crian?as, sei que errei, maso uma m?e solteira, como posso ter tanto dinheiro? Mal conseguimos nos sustentar, as crian?as est?o prestes a morrer de fome, estou exausta e ainda assim n?o conseguimos pagar as contas, nemida temos em casa. De onde tirarei 263 mil? Talvez eu deva dar minha pr¨®pria vida em troca¡­¡± No final, Jimena chorava solu?os, um retrato de desespero total. Olivia tamb¨¦me?ou a chorar,ovida p situa??o. Na cozinha, Teresa ouvia tudo e j¨¢ entendia o que estava acontecendo. Impaciente, jogou¨Cse no ch?o ee?ou a chorar alto: ¡°Ah, que vida ¨¦ essa que eu levo, sem ter o queer e ainda por cima esses moleques s¨® me d?o dor de cabe?a, j¨¢ estou velha e em vez de aproveitar, ainda sofro 1/2 junto minha filha que quer dar a pr¨®pria vida para pagar as dividas, o que ser¨¢ de mim¡­ Teresa hatia no pelo e chorava descondate Os quatro pequence percebiam e confus?o que cautares the Tomas, am particr, estava apavorada, seus olhos brilhantes se eriam de iegrimes ¡°V¨¤ me desculpa, eu sei que errei, eu prometo que nunca mais vou fazer isso.eheramingou a menina com aus vozinha de crians. Daniele Bruno permaneceram em silencio. Cap铆tulo 31 \Cap¨ªtulo 31 Iriae?ou a chorar, e Joel n?o conseguiu segurar as l¨¢grimas. Ele sabia que tinha feito bobagem. Com os l¨¢bios tremendoe l¨¢grimas girando nos olhos, acabou se entregando ao choro, solu?ando: ¡°M?e, v?, eu n?o vou mais fazer isso, eu sei que errei, snif, m?e, n?o morra, eu n?o quero que a m?e morra¡­¡± Mesmo Heitor e In¨ºs, geralmente mais reservados, sentiram medo. Trocaram olhares enquanto seus rostinhos p¨¢lidos se avermelhavam, os olhose?ando a arder. E agora, eles tinham aprontado. Jimena tamb¨¦me?ou a chorar alto: ¡°Ai, meu Deus, e agora¡­¡± Enquanto isso, Olivia enxugava suas l¨¢grimas em sil¨ºncio, n?o s¨® pelo cont¨¢gio emocional, mas tamb¨¦m p dor no cora??o. Durante anos, sua m?e Teresa tinha se esfor?ado tanto cuidando dos seus filhos, e embora frequentemente remasse, mas no fundo, parte daquiloera verdadeira. Ao longo desses anos, Olivia vivera na correria, se desdobrando no trabalho, e ro que isso cansava, dizer o contr¨¢rio seria mentira. Ao ver as crian?as chorando, Teresa tamb¨¦m desabou em l¨¢grimas, e parecia que todos na casa haviam perdido o controle. A fortaleza de Teresa tamb¨¦m cedeu, e se juntou ao coro de l¨¢grimas. O celr de Bruno tocava alto, e mesmo sem estar no viva¨Cvoz, dava para ouvir do outrodo da linha. Ainda mais os gritos desesperados daqu fam¨ªlia, seria dif¨ªcil para Daniel n?o ouvir. Bruno, um pingo depaix?o, olhou questionador para Daniel. Mas Daniel permanecia s¨¦rio, seu olhar cortanteo uma lamina. Mesmo assim, Bruno tapou o microfone e arriscou: ¡°Sr. Griera, ser¨¢ que a gente n?o podia suavizar um pouco?¡± A voz de Daniel era fria e baixa: ¡°Se soubessem que isso aconteceria, por que agiram assim? Todo mundo tem que arcar as consequ¨ºncias dos seus atos.¡± Ser¨¢ que a pena deveria ser concedida a eles por causa de seus erros? Se eles fossem respons¨¢veis,o permitiriam que quatro crian?as invadissem um escrit¨®rio e destru¨ªssem propriedade alheia? Daniel nunca foi fntropo, n?o sentia obriga??o de demonstrarpaix?o. Al¨¦m do mais, quem ¨¦ de dar d¨®, geralmente tem seus motivos. Ele n?o precisava daqu grana, mas queria dar uma li??o ¨¤qu fam¨ªlia para que aprendessem. Com a posi??o de Sr. Grier¨¢ ra, Bruno falou no celr: ¡°Pode chorar ¨¤ vontade, mas n?o vai adiantar. Os seus filhos j¨¢ disseram, o pai deles ¨¦ o Sr. Griera do Grupo Griera,o ¨¦ que voc¨ºs podem ser pais solteiros?¡± Bruno usou essas pvras de prop¨®sito para rebater. 7/2 15:42 Capitulo 3| Daniel, ao ouvir isso, tornou seu olhar ainda mais g¨¦lido e sua express?o mais sombr¨ªa. Imaginar que estavam se passando po Imperdo¨¢vel. seus filhos era rid¨ªculo! Jimena ainda chorava convulsivamente, pedindo desculpas: ¡°Desculpa, os meninos pensaram que Content ? provided by N?velDrama.Org. era golpe por tel¨¦fone, por isso disseram aquilo, eles s¨® estavam tentandeninos p evitar ¡± engano, esses golpistas sem limites, as crian?as j¨¢ me salvaram de muitos golpes, eles n?o estavam fndo s¨¦rio. Eles realmente n?o t¨ºm pai¡­¡± Bruno hesitou e perguntou: ¡°E onde est¨¢ o pai das crian?as?¡± Do outrodo, Jimena engasgou, sem saber o que responder. Com os olhos cheios de l¨¢grimas, olhou para Olivia, buscando uma resposta. Olivia, desesperada, fez um gestoo se psse. Jimena entendeu, e a voz embargada e muito triste, confessou: ¡°As crian?as s?o qu¨¢druplos, o pai ds n?o conseguiu sustentar quatro bocas, n?o aguentou a press?o e se jogou no mar, j¨¢ morreu.¡± ¡°Morto?¡± Bruno se surpreendeu. Jimena confirmou chorando: ¡°¨¦, morreu.¡± Do outrodo, Bruno olhou de novo para Daniel, que franzira a testa levemente. Ent?o, Olivia levantou as mangas e estendeu o bra?o branco, fingindo aplicar uma inje??o a outra m?o. Jimena, os l¨¢bios tremendo, disse fracamente: ¡°Eu n?o tenho dinheiro, mas tenho sangue no corpo, posso vender meu sangue para quitar a d¨ªvida?¡± Daniel permaneceu em sil¨ºncio¡­ Capitulo 32 Cap铆tulo 32 \Cap¨ªtulo 32 Ele segurou a testa a m?o, sentindo uma dor de cabe?a. Para que ele quereria sangue? Estaria an¨ºmico? At¨¦ Bruno ficou chocado, a mulher parecia mesmo disposta a pagar a divida a pr¨®pria vida. Indeciso, ele s¨® podia esperar que Daniel se pronunciasse. Daniel, sem muitas pvras, falou sua voz fria e baixa: ¡°Vamos considerar issoo uma pequenapensa??o.¡± Para aqu fam¨ªlia, uma pequenapensa??o parecia o suficiente para deix¨¢¨Clos ansiosos e servir de li??o. Ouvindo isso, Bruno falou rapidamente ao celr: ¡°Pronto, sem choro. Nosso chefe ¨¦ um cora??o mole, considerando que as crian?as n?o sabiam o que faziam e ainda perderam o pa¨ª, voc¨ºs pagam tr¨ºs mil e a gente esquece essa hist¨®ria.¡± Bruno, ao ouvir que o Sr. Grier¨¢ tinha aliviado, at¨¦ que ficou contente p familia. Uma mulher, criando quatro crian?as, n?o era tarefa f¨¢cil. ¡°Tr¨ºs mil.¡± repetiu Jimena,n?ando um olhar para Olivia. Olivia concordou fricamente a cabe?a. Jimena disse: ¡°T¨¢ certo, you arranjar tr¨ºs mil emprestado e levo ¨¤ empresa de voc¨ºs ¨¤ tarde, para pedir desculpas pessoalmente ao Sr. Griera.¡± ¡°Hum.¡± Ap¨®s chegarem a um acordo, Bruno desligou o telefone. Assim que a liga??o acabou, Jimena secou rapidamente as l¨¢grimas e, aliviada, disse para Olivia: ¡°N?o precisamos pagar duzentos e sessenta mil. Tr¨ºs mil j¨¢ resolvem.¡± Aqu quantia monstruosa seria a vida de Olivia, algo que Jimena tamb¨¦m n?o tinha. Mas tr¨ºs mil era algo que podiam arcar. Olivia suspirou aliviada, limpando as marcas de l¨¢grimas no rosto: ¡°Foi por pouco.¡± Observando a tristeza e as lutas de Olivia, Jimena se aproximou e a abra?ou, oferecendo conforto no sil¨ºncio do gesto. Olivia sorriu: ¡°T¨¢ tudo bem, j¨¢ foi resolvido, n¨¦?¡± Mal terminou de fr e sentiu as pernas apertadas por um abra?o. Ao olhar para baixo, viu quatro pequeninos grudados ¨¤s suas pernas, um sobre o outro. Jimena reparou que as crian?as estavam abra?ando Olivia e afastou¨Cse para dar espa?o. Iria ainda solu?ava, o rostinho infantil vermelho de tanto chorar, l¨¢grimas e catarro misturados, olhos cheios de medo e nervosismo: ¡°M?e, a gente n?o aprontou, foi aqu mo?a que ficou pegando na gente, era t?o brava, Iria ficou medo e saiu correndo, acabou derrubando as coisas¡­¡± Entre solu?os, Iria explicava, medo de que a m?e os considerasse desobedientes e n?o os quisesse mais. n?o queria se separar da m?e. A pequena era fr¨¢gil e insegura. Content ? provided by N?velDrama.Org. Joel tamb¨¦m chorava: ¡°¨¦ isso mesmo, aqu mo?a era muito assustadora, t?o brava. A gente s¨® 15.42 1 Capitulo 32 queria fr o Daniel, perguntar se ele era nosso pal,¡± Olivia ouviu e seu cora??o apertou. se agachou e reuniu os pequenos em seus bra?os, enxugando as l¨¢grimas de Iria e fndo uma voz suave, tentando acalm¨¢: ¡°N?o chore, Iria, Mam?e n?o est¨¢ brava voc¨º, e jamais vai te abandonar, t¨¢ bem?¡± Depois de dizer isso, beijou carinhosamente a bochecha macia da menina: ¡°Mam?e ama voc¨ºs demais, jamais os deixaria.¡± Terminou de fr e olhou para Joel, fndo ternura: ¡°Joel, n?o chora mais, um homenzinho tem que ser o exemplo para a irm?zinha.¡± acariciou a cabe?a do menino, Joel parou de chorar e perguntou os olhos ainda marejados: ¡°M?e, o Daniel ¨¦ nosso pa¨ª?¡± Cap铆tulo 33 \Cap¨ªtulo 33 Olivia sentia um aperto no peito,o se um tufo de algod?o se alojasse em sua garganta, sufocando¨Ca e roubando¨Clhe o f?lego. sempre contara para seus filhos a hist¨®ria de que n?o tinham um pai. Eram frutos apenas d, ou pelo menos era o que pensava. Imaginava que os pequenos ainda n?opreendiam completamente essas quest?es, acreditando em qualquer coisa que dissesse. Nunca passou p sua mente que eles, no fundo, sentiam falta do pai, que tinham se organizado secretamente para ir atr¨¢s dele. Essa devia ser a raz?o da visita ao Grupo Griera. Olivia n?o conseguia culp¨¢¨Clos, tampouco tinha coragem de fazer isso. Era sua culpa, sua falha, que seus quatro tesouros crescessem sem o amor de um pai. Contudo, ao lembrar¨Cse do homem que, cinco anos atr¨¢s, apareceu do nada e a for?ou, a raiva e o rancor a consumiam. tamb¨¦m queria acertar as contas aquele sujeito, mas onde poderia encontr¨¢¨Clo? Quando avistou Daniel, percebeu certa semelhan?a entre ele e seus filhos Heitor e Joel. Heitor possu¨ªa os mesmos olhos e express?o, enquanto Joelpartilhava os l¨¢bios e o nariz ele. Mas o pai dos seus filhos n?o poderia ser Daniel. Ele era o presidente do Grupo Griera, frequentador de lugares sofisticados, n?o era o tipo que apareceria em um lugar esquecido por Deuso a Aldeia Souza. O homem havia ca¨ªdo de um helic¨®ptero, ferido. Olivia suspeitava que ele fosse um criminoso ou um militar. Daniel era um empres¨¢rio, n?o poderia ter ca¨ªdo do c¨¦u ferido embate. A semelhan?a entre Heitor, Joel e ele devia ser apenas coincid¨ºncia. Com um sorriso terno nos l¨¢bios, Olivia acariciou a nuca de Joel e, sob seu olhar esperan?oso, disse: ¡°Joel, Daniel n?o ¨¦ o pai de voc¨ºs. A mam?e tamb¨¦m n?o sabe quem ¨¦ o pai de voc¨ºs, mas quando eu descobrir, prometo que voc¨ºs ser?o os primeiros a saber, t¨¢ bom?¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. Joel engoliu em seco, abaixando seus longos c¨ªlios, e as l¨¢grimase?aram a cair de seus olhos escuroso ?nix, escondendo a decep??o que o dominava. Daniel realmente n?o era o pai deles. Que tristeza. Heitor, que at¨¦ ent?o se manteve firme, sentiu seus olhos arderem e as l¨¢grimas se acumrem ao Ouvir que Daniel n?o era o pai deles. Seus dentes mordiscavam o l¨¢bio inferior, tremendo levemente. Ele quer¨ªa se segurar, mas as l¨¢grimas ca¨ªram mesmo assim. Heitor era Heitor, semprepreensivo e raramente chorava, mas agora n?o conseguia se conter. A busca pelo pai tinha sido ideia dele, organizando os irm?os para a aventura e pesquisando muito sobre Daniel, acreditando piamente que ele era o pai. Ao ouvir a negativa de Olivia, seu mundo desabou. Quando Olivia viu Heitor chorar, levou um susto e perguntou cuidado: ¡°Heitor, o que houve?¡± ¡°N?o ¨¦ nada!¡± Heitor respondeu, afastando¨Cse do abra?o da m?e e, passos r¨¢pidos, foi em dire??o ao seu quarto, fechando a porta atr¨¢s de sl. Assim que a porta se fechou, as l¨¢grimas Jorraram, e elee?ou a solu?ar, fazendo um esfor?o tremendo para n?o chorar alto, A atitude de Heitor era ium, e isso preocupou profundamente Olivia. Jimena tamb¨¦m notou algo estranho e trocou um olhar Olivia, visivelmente preocupada. apontou para a porta do quarto, perguntando o gesto se deveria ir verificar. Olivia bn?ou a cabe?a, indicando que n?o era necess¨¢rio. Heitor sempre foi maduro para sua idade, certamente se trancou no quarto para esconder suas l¨¢grimas. Cap铆tulo 34 \Cap¨ªtulo 34 Heitor estava preservando ?seu orgulho. Entrar naquele momento s¨® o deixaria mais envergonhado e chateado. Jimena entendeu a situa??o e procurou um lugar para sentar¨Cse. Enquanto isso, Olivia acalmava os outros tr¨ºs pequenos, segurando suas m?ozinhas e odando¨Cos ao redor da mesa, dizendo voz suave: ¡°Calma, desta vez a mam?e n?o vai brigar voc¨ºs. Eu sei que voc¨ºs s¨® fugiram porque estavam ansiosos para encontrar o papai l¨¢ no Grupo Griera, mas n?o pode mais acontecer, t? bom?¡± ¡°Vejam s¨®, a v¨® leva voc¨ºs para passear e de repente voc¨ºs somem, dando um susto n. Alguma tia malvada brigou voc¨ºs, foi? Voc¨ºs ainda s?o pequenos, n?o t¨ºmo se virar sozinhos. Se algo acontecesse voc¨ºs, ou se algu¨¦m ruim machucasse voc¨ºs,o ¨¦ que a mam?e e a v¨® ficariam?m se sentir muito culpadas e tristes.¡± Depois de tranquilizar as crian?as, Oliviae?ou a explicar as coisas para s. Apesar de sens¨ªveis, seus quatro filhos,, pouco mais de quatro anos, ainda n?o entendiam muito bem as maldades do mundo. Eles precisavam da orienta??odos adultos. Iria, que tinha chorado, tinha l¨¢grimas penduradas nas pontas dos c¨ªlios, parecia uma vis?o de ternura, como orvalho nas folhas p manh?. levantou sua m?ozinha gordinha, enxugou os olhos e disse sua vozinha de beb¨º: ¡°Mam?e, eu vou obedecer, n?o vou mais sair correndo por a¨ª.¡± Olivia aproximou seu rosto do rostinho macio e inocente da filha e disse um sorriso gentil: ¡°Iria ¨¦ a melhor, a mam?e te ama.¡± ¡°Eu tamb¨¦m quero, eu tamb¨¦m quero que a mam?e me ame.¡± Joel acenou ansioso as m?ozinha. Olivia, um sorriso cheio de amor, respondeu: ¡°A mam?e tamb¨¦m ama voc¨º.¡± ¡°E eu?¡± In¨ºs, que geralmente mais reservada, entrou na disputa, as bochechas redondas e vermelhaso ma??s.. Olivia disse: ¡°E a nossa In¨ºs tamb¨¦m.¡± In¨ºs sorriu imediatamente, era durona, mas tamb¨¦m uma menina alegre. que s¨® precisavam Nesse momento, Teresa j¨¢ tinha colocado todos os pratos na mesa. Ao ouvir pagar tr¨ºs mil de indeniza??o, enxugou as l¨¢grimas e foi para a cozinha continuar o trabalho. Vendo as crian?as se aninhando e Olivia mimando¨Cas, Teresa sentiu um calor no cora??o. Mas ainda assim n?o perdeu a chance de fazer uma cr¨ªtica en?ou um olhar reprovador para Olivia, dizendo: ¡°Os pequenos s?o mais espertos que voc¨º. O que eu fiz em outra vida para merecer uma filha assim?¡± Olivia discretamente fez uma careta e ficou quieta. Jimena, sentindo pena de Olivia, falou para Teresa: ¡°Tia, a Olivia ¨¦ incr¨ªvel. Quando estava na faculdade, sempre ganhava bolsa de estudos por ser uma das melhores alunas.¡± Cap¨ªtulo 34 ¡°Que adianta, se agora isso n?o vale de nada.¡± Teresa estava chateada a filha por ach¨¢ mediocre e por trazer problemas para . disse isso e foi buscar mais pratos na cozinha. Jimena olhou para Oliviapaix?o, mas apenas sorriu e bn?ou a cabe?a, indicando que estava tudo bem e que j¨¢ estava acostumada. ¡°Vou chamar o Heitor paraer.¡± Jimena se levantou e foi at¨¦ a porta do quarto bater. A porta se abriu e Heitor apareceu, pequenino, e se sentou ¨¤ mesa. Embora j¨¢ estivesse mais calmo, Olivia p?de ver que seus olhos estavam vermelhos, sinal de tinha chorado. que Olivia perguntou carinho: ¡°Heitor, voc¨º est¨¢ triste? Se tiver alguma coisa te iodando, pode contar para a mam?e, t¨¢? ¨¦ quem mais te ama no mundo.¡± ¨¦ sempre importante estar atento aos sentimentos das crian?as para que s mantenham uma atitude positiva e otimista na vida. Heitor, semprepreensivo, bn?ou a cabe?a e disse sua vozinha infantil: ¡°Mam?e, eu estou bem. S¨® fico chateado por ser t?o pequeno e n?o poder ajudar.¡± Ele pensava que, se encontrassem o pai, poderiam aliviar um pouco a carga da m?e. Mas eles estavam enganados ao achar que Daniel era o pai deles. Ao ouvir a voz sensata do filho, Olivia sentiu os olhos se encherem de l¨¢grimas. tinha que ter feito algo incr¨ªvel em uma vida passada para merecer um filho t?o maravilhoso.Content ? provided by N?velDrama.Org. Cap铆tulo 35 \Cap¨ªtulo 35 Ap¨®s o almo?o, Olivia se preparava para retornar ao trabalho. havia aproveitado o intervalo do meio¨Cdia para almo?ar em casa e dar uma olhada nas crian?as. Ao ver que os pequenos estavam bem e entender o motivo de terem ido ao escrit¨®rio do presidente do Grupo Griera, Olivia sentiu¨Cse mais tranqu, Ao chegar ao departamento de limpeza do Grupo Griera, o supervisor a abordou imediatamente: ¡°Teresa, d¨¢ uma geral no banheiro do ¨²ltimo andar. Voc¨ºe?ou ontem e at¨¦ hoje n?o colocou a m?o na massa l¨¢. Nada de corpo mole, eu fa?o quest?o de verificar todo dia,¡± O chefe fva uma seriedade burocr¨¢tica. Olivia, obediente, respondeu: ¡°Pode deixar, j¨¢ estou indo,¡± Desde a entrevista, sabia que a limpeza dos banheiros tamb¨¦m fazia parte do seu trabalho. N?o fora por pregui?a que ainda n?o fizera; no dia anterior, enquanto se familiarizava o ambiente, uma confus?o inesperada aconteceu. Quem diria que ia dar de cara o Daniel? Melhor n?o pensar nisso agora. Olivia cortou rapidamente esses pensamentos, pegou seus utens¨ªlios de limpeza e dirigiu¨Cse ao ¨²ltimo andar. Desta vez, uma ca bem vis¨ªvel estava afixada no banheiro, letras vermelhas garrafais: ¡°Banheiro Masculino!¡± Era um aviso para evitar a entrada de mulheres, mas n?o tinha jeito, todos os funcion¨¢rios da limpeza eram mulheres. entrou de fininho, rezando para que Daniel n?o estivesse l¨¢ dessa vez. ¡°Tossindo¡­¡± Ao entrar, Olivia tossiu para sinalizar sua presen?a. Sem resposta, ganhou coragem e contornou a parede divis¨®ria. Diante d, estava uma figura imponente e elegante, vestindo um terno preto feito sob medida, as costasrgas e retas, uma silhueta atl¨¦tica e pernas longas e firmes. Sua aura era intensa e autorit¨¢ria, se destacava no ambiente inusitado de um banheiro. Olivia prendeu a respira??o e arregalou os olhos, paralisada. Content ? provided by N?velDrama.Org. O homem virou¨Cse, revndo um rosto de tra?os nobres e frios,o esculpidos em gelo. Seus olhos escuros e prantes pareciam querer sondar a alma de Olivia, que sentiu arrepio de medo. Instintivamente, recuou dois passos, rindo nervosamente: ¡°Hehe, boa tarde, Sr. Griera¡­¡± Daniel, l¨¢bios finos e express?o g¨¦lida, aproximou¨Cse passo a passo: ¡°Muito boa tarde.¡± Na primeira vez no banheiro masculino, podia alegar desconhecimento. Mas e na segunda? Como explicar? Daniel tinha certeza de que era intencional! Manobras segundas inten??es, ele j¨¢ vira muitas. A presen?a dominadora e fria de Daniel se aproximava, e sua sombra avassdora cobrindo Olivia, que sentia o cora??o disparar, e gaguejava nervosa: ¡°Sr. Griera, eu, eu estou aqui para¡­ limpar o 1/2 15-440 Capitulo 35 banheiro¡­¡± Tentando convenc¨º¨Clo, ergueu os utens¨ªlios de limpeza que segurava, a esfregona e a vassoura. Daniel nem sequer olhou para os objetos em suas m?os, continuando a avan?ar em sua dire??o, sua presen?a imponente e r¨ªgida envolvendopletamente a figura fr¨¢gil d. ¡°Mulher, voc¨º tem l¨¢bia para dar desculpas¡°, disse ele uma voz baixa e g¨¦lida. ¡°Eu, eu juro que n?o ¨¦ isso¡­¡± Olivia tentava se explicar, pois fva a verdade. Cap铆tulo 36 \Cap¨ªtulo 36 j¨¢ tinha recuado at¨¦ n?o poder mais, as costas pressionadas contra a parede, o corpo cdo nas frias azulejos de m¨¢rmore, provocando um arrepio involunt¨¢rio. No instante seguinte, Daniel apoiou uma m?o na parede, trazendo parte de seu peito para perto d, enquanto a outra erguia suavemente o queixo d, fazendo que seus olhos encontrassem os dele. Ele a encarava de cima,o se estivesse encarando uma insignificante formiga. ¡°Voc¨º parece ter um certo fasc¨ªnio por banheiros, hein?¡± A voz grave e atraente do homem soava como um violoncelo encantador, escapando de sua garganta. O aroma masculino de sandalo de Daniel invadia o espa?o, atingindo Olivia em cheio. Involuntariamente, se lembrou do beijo daqu manh?, sentindo¨Cse derretero se estivesse sendo submersa em ¨®leo quente. Seus longos c¨ªlios tremram involuntariamente, e disse suavemente: ¡°N?o ¨¦ que eu goste, ¨¦ apenas parte do meu trabalho.¡± Limpar o banheiro era, afinal, parte de suas responsabilidades. Daniel soltou uma risada de desd¨¦m: ¡°Ah, parte do trabalho? Seu senso de dever ¨¦ realmente¡­ peculiar.¡± havia voltado porque tinha gostado da experi¨ºncia anterior. Ser¨¢ que gostava tanto assim de ver homens? Ou ser¨¢ que gostava tanto de v¨º¨Clo? ¡°Meu senso de dever ¨¦ alto. Eu n?o cobi?o o que n?o devo, Sr. Griera, pode me soltar¡°, disse Olivia, sentindo a presen?a dominadora do homem ¨¤ sua frente, especialmente agora que ele a prendia contra a parede seu aroma prante. sentia o sangue correr ao contr¨¢rio, seu corpo formigava, e sua voz sa¨ªa macia e envolvente. realmente n?o tinha feito de prop¨®sito. Antes de entrar, at¨¦ tinha tossido baixinho, quem diria que ele estaria l¨¢, em sil¨ºncio? entrou, e l¨¢ estava ele parado,o poderia ser culpa d? Rindo nervosamente, Olivia fva, seus olhos brilhantes piscando incessantemente de nervosismo e panico, suas pestanas tremndoo borboletas em busca de n¨¦ctar. Content ? N?velDrama.Org. Sua vozinha fr¨¢gil, um tom tr¨ºmulo no final, era involuntariamente sedutora. Seu jeito excessivamente nervoso parecia enviar sinais el¨¦tricos para ele. Daniel engoliu em seco e logo em seguida, rapidamente, recuperou o controle de seus pensamentos. Essa mulher estava sempre tentando seduzi¨Clo! At¨¦ para fr, tinha que tocar no cora??o dele. era realmente boa nisso. Caso contr¨¢rio,o teria causado tanto tumulto na fam¨ªlia de Javier? Ah, mulheres e seus jogos profundos. ¡°Ser hip¨®crita ¨¦ o seu forte, n?o ¨¦? Veio aqui atr¨¢s de qu¨º, afinal?¡± Daniel fva provocativamente, seu rosto frioo gelo. Ao ouvir essas pvras, Olivia sentiu¨Cse extremamente injusti?ada. 15:44 1 era apenas uma faxineira, apenas ali para limpar. Se n?o fosse pelo chefe pedir, nem quer¨ªa estar ali. ¡°Eu¡­ eu n?o¡­¡± Olivia, os olhos arregdos, ficou rubra e sem jeito a acusa??o. Daniel notou o r¨¢pido rubor em seu rosto, seus l¨¢bios finos esbo?aram um sorriso ir¨®nico. Ah, fndo mentiras descaradas. N?o estava envergonhada? Ent?o por que estava corada? Seus olhos fr¨ªos, sem um pingo de calor, ainda manipvam o queixo d, levantando seu rosto enquanto fva uma voz t?o encantadora que poderia prender os ouvidos: ¡°Sua boca diz mentiras, mas seu corpo ¨¦ muito honesto. Voc¨º quer sim.¡± Com isso, ele se inclinou, pressionando seus l¨¢bios contra os d. Olivia queria fugir, mas n?o conseguia. Com o cora??o aos pulos e vendo seu rosto aproximando¨Cse cada vez mais, fechou os olhos for?a, tensa. 15:44 515 Cap¨ªtulo 37 Cap铆tulo 37 \Cap¨ªtulo 37 Olivia cerrava os olhos for?a, tensa ao ponto de esticar os dedos dos p¨¦s, mas o beijo que esperava nunca veio. ¡°Risinhos¡­¡± O homem riu baixinho, sua respira??o quente e imponente borrifando perto dos l¨¢bios d, trazendo um ar de domina??o e um sutil aroma masculino de sandalo. O cora??o de Olivia disparou e abriu os olhos abruptamente, deparando¨Cse o rosto ampliado do homem, t?o pr¨®ximo que podia ver os poros de sua pele. Ele tinha uma pele impec¨¢vel, firme e el¨¢stica, livre de qualquer impureza ¨C uma pele boa, por¨¦m n?o delicadao a de uma mulher, e sim com a medida certa de rxamento e charme masculinos. Os l¨¢bios finos dele se curvaram num sorriso, e at¨¦ seus olhos profundos brilhavam humor, um esplendor que deixava Olivia sem ar. Ele j¨¢ era um col¨ªrio para os olhos sem sorrir, mas ao sorrir, sua beleza era de arrebatar almas. Olivia, at?nita, piscava descrente. Por que ele estava rindo? Do que,afinal, ele ria? se sentia confusa e perdida sem saber o que fazer. Queria se enfiar num buraco de cachorro, mas ali n?o havia buracos. Presa ¨¤ parede, im¨®vel, Olivia mal conseguiu encontrar sua voz e, quando falou, saiu um som fr¨¢gil e suave: ¡°Sr. Griera, estamos no banheiro, n?o se pode fazer isso aqui¡­¡± Percebendo que sua voz soavao um convite vdo, quis se esbofetear. Como podia ser t?o insegura, a ponto de perder a firmeza na voz diante do Sr. Griera? Ao ouvir aquele tom d¨®cil, o sorriso de Daniel transformou¨Cse numa mistura de esc¨¢rnio e frieza. Ele soltou o queixo d e se ergeu, desdenhoso: ¡°Sua beleza n?o ¨¦ suficiente para me descontrr.¡± Dito isso,n?ou¨Clhe um olhar sombrio e saiu do banheiro. deve ter suas artimanhas, pensou ele. Enquanto dizia n?o a boca, seu corpo e entona??o seduziam. brincava o jogo do ¡°quero mas n?o quero¡± maestria. Como havia deixado Javier t?o enfeiti?ado e ainda fornecido provas contundentes de que o rejeitara, de que era Javier quem a perseguia incessantemente? era mestra nessa tica, capaz de enganar at¨¦ mesmo Bruno para testemunhar a seu favor, permitindo¨Clhe sair triunfante. De fato, Javier estava sob seu feiti?o. fva em rejeit¨¢¨Clo, mas seu corpo e voz o atra¨ªam. E assim, Javier n?o conseguia se desvencilhar, obcecado por . Daniel tinha experimentado suas t¨¢ticas e at¨¦ ele tivera momentos de fraqueza; o que dizer de um homemum? Capitulo 37 Momentos antes, Daniel inclinara¨Cse propositadamente, fingindo que a beijaria. acreditou, fechando os olhos ¨¤ espera de seu beijo. Assim, Daniel percebeu o jogo d. Ele fez aquilo para testar a e a si mesmo. J¨¢ havia perdido o controle uma vez e n?o podia permitir¨Cse outra vez essa mulher. Desta vez, ele se manteve firme. E isso o deixava de bom humor. Content ? N?velDrama.Org. No entanto, n?o era o suficiente, pois ao se aproximar d, sua garganta ainda se apertava, ainda reagia a . Isso n?o era um bom sinal. Ele precisava continuar se testando. Somente atrav¨¦s do rigor e da disciplina poderia enfrentar qualquer risco sem medo. Observando¨Co se afastar, Olivia piscou, surpresa e irritada. O que ele disse? Que sua beleza n?o era suficiente para ele agir impulsivamente? Ele estava insinuando que era feia? Sua beleza, sempre elogiada por todos, nunca havia sido questionada. Como poder¨ªa ser feia e ter filhos t?o lindos? Sempre acreditara que a boa apar¨ºncia das crian?as vinha de seus genes excelentes, sem qualquer liga??o o pai deles. Agora, aquele homem duvidava de sua beleza, e isso era revoltante. Cap铆tulo 38 \Cap¨ªtulo 38 Olivia soltou um discreto ¡°tsc¡± transbordando insatisfa??o. Sua beleza n?o era daqus que todos conseguem apreciar. Mas quando olhou Daniel de perto, n?o p?de ignorar o qu?o parecido ele era com o seu Heitor. Os olhos e a express?o eram quase id¨ºnticos,o se um fosse a vers?o ampliada do outro. Ser¨¢ que ele poderia ser o pai das crian?as? N?o, n?o, que ideia! Como poderia ser? O poderoso presidente do Grupo Griera frequentar um lugar t?o humilde? A semelhan?a entre eles s¨® podia ser coincid¨ºncia. Olivia tentava acalmar o cora??o, que ainda pulsava acelerado de nervosismo, antes dee?ar a varrer o ch?o. Com pressa, limpava, temendo que Daniel voltasse ao banheiro a qualquer momento. Um mal¨Centendido desses uma vez j¨¢ era demais, mas tr¨ºs seria mais do que coincid¨ºncia. Com agilidade, terminou d¨¦ limpar o banheiro e saiu para o corredor, onde viu Viviana e Bruno conversando. Viviana perguntava algo a Bruno uma seriedade que tornava sua voz carregada de rancor ao mencionar o quanto as crian?as erram irritantes. Ao ouvir isso, Olivia se sentiu injusti?ada por seus filhos. 38 5 2 2 2 0 2 Naquele momento, Viviana estava as crian?as no escrit¨®rio. A tia que eles descreviamo assustadora s¨® podia ser Viviana. O que teria feito para deixar as crian?as aterrorizadas? N?o s¨® s correram descontrdas pelo escrit¨®rio, mas tamb¨¦m voltaram para casa assustadas. Viviana havia assustado seus filhos e agora remava deleso se fossem um inc?modo. Bruno franziu a testa diante do tom hostil de Viviana, mas mesmo assim respondeu: ¡°J¨¢ entrei em contato. Os pais v?o trazer o dinheiro e pedir desculpas ¨¤ tarde.¡± Apesar da bagun?a das crian?as, n?o eram monstros a ponto de merecerem tanto ¨®dio. Al¨¦m disso, quando ligou, Bruno p?de ouvir as crian?as pedindo desculpas entre solu?os. s reconheciam seus erros e estavam dispostas a corrigi¨Clos. Afinal, quem nunca errou na infancia? Reconhecer falhas e tentar melhorar ¨¦ o que faz uma crian?a boa. N?o havia raz?o para guardar rancoro se fossem adultos All content is property ? N?velDrama.Org. Viviana, ignorando a insatisfa??o de Bruno, continuou a sondar: ¡°O nome da m?e deles ¨¦ Jimena, certo?¡± tinha investigado e descoberto que a m?e dos quatro se chamava Jimena, n?o Olivia. S¨® ent?o se sentiu segura para passar as informa??es a Bruno e pedir que ele contatasse os pais das crian?as. tinha ficado nervosa quando Daniel pediu para deixar Bruno resolver a situa??o, temendo que 15:44 1 Capitulo 38 Olivia aparecesse eplicasse tudo reivindicando ser a m?e. Ainda receio, procurou confirmar Bruno. ¡°Sim, chama¨Cse Jimena. Uma m?e solteira criando qu¨¢druplos sozinha,¡± Bruno respondeu. Ele e Viviana eram colegas e, apesar de trabalharem juntos frequentemente, esse assunto tamb¨¦m fazia parte do trabalho, ent?o n?o havia problema em discutir . ¡°M?e solteira? E o pai das crian?as?¡± Viviana se surpreendeu, querendo saber mais. Conhecer o inimigo ¨¦ fundamental para a vit¨®ria, pensava seus pr¨®prios interesses. ¡°Segundo a m?e deles, o pai se suicidou pndo no mar,¡± disse Bruno, tranquilidade. ¡°Morto?¡± Viviana ficou chocada. ¡°Sim,¡± Bruno confirmou. Ao ouvir isso, Olivia baixou a cabe?a, tentando passar despercebida, e continuou seu caminho. ¡°Ei, Teresa,¡± chamou Bruno de repente. Cap铆tulo 39 Cap¨ªtulo 39 Olivia parou no meio do caminho e virou¨Cse: ¡°Bruno, queria frigo, ¨¦?¡± ¡°Vai l¨¢ dar uma organizada no escrit¨®rio do chef?o, recolhe as x¨ªcaras de caf¨¦, instruiu Bruno a Olivia, partindo sem mais delongas, ignorando Viviana. Olivia voltou a si e logo cruzou olhares Viviana. Content ? N?velDrama.Org 2024. a encarava uma express?o sombria,o se nutrisse algum ressentimento em r??o a . Olivia piscou inocentemente, sem entender o porqu¨º da secret¨¢ria Pereira parecer t?o adversa. Afinal, n?o tinha feito nada para provoc¨¢. Na verdade, fora assustada por seu filhote, e Olivia ainda nem tinha tido a chance de esrecer isso. Por que Viviana estava a encarando assim? ¡°Secret¨¢ria Pereira, vou limpar l¨¢, ent?o,¡± disse Olivia, e pegando a vassoura e dirigindo¨Cse ao escrit¨®rio. Quando Viviana viu que ia entrar no escrit¨®rio do Daniel, e que logo estariam frente a frente¡­ Viviana sentia uma tormenta no cora??o, ondas de tempestade, uma sensa??o de crise iminente. Quando Olivia ia abrir a porta, Viviana interveio: ¡°Teresa, espera a¨ª.¡± ¡°H??¡± Olivia parou e olhou para tr¨¢s. Com uma postura indiferente e at¨¦ hostil, Viviana falou: ¡°Vai limpar a s da secretaria primeiro. O Sr. Griera n?o gosta de ser iodado enquanto trabalha.¡± ¡°Ah, t¨¢ bom.¡± Olivia obedeceu e dirigiu¨Cse ¨¤ s da secretaria. Era dever d limpar todos os cantos daquele andar, incluindo a s da secretaria. N?o podia remar das ordens de Viviana, j¨¢ que estava dentro das suas responsabilidades. Depois que Olivia saiu, Viviana entrou no escrit¨®rio de Daniel. L¨¢ estava ele, sentado na cadeira presidencial, concentrado nos documentos. Sua express?o era s¨¦ria. A am jan de vidro ao fundo emoldurava o c¨¦u p¨®s¨Cchuva, nuvens tingidas pelo.sol poente, irradiando feixes coloridos atrav¨¦s da jan, iluminando¨Co. <= Ele parecia envolto em um brilho arco¨C¨ªris. O terno preto que vestia fazia aqu luz multicor parecer ainda mais sagrada, mais s¨®bria. Sua beleza erao a de uma divindade que desceu ¨¤ Terra. Viviana se sentia arrebatada, o cora??o batendo depassado. Por uma d¨¦cada, nutria um amor secreto por Daniel, buscando sempre maneiras de ficar perto dele. Presenciou¨Co rejeitar incont¨¢veis dera??es de amor. Alguns, antes de se derarem, tinham algum tipo de contato ele, seja nos neg¨®cios ou em quest?es familiares. Mas ap¨®s a recusa, eram cortados por Daniel, desaparecendopletamente de sua vida e perdendo at¨¦ mesmo a chance de fazer neg¨®cios. Capitulo 39 Por isso, Viviana sempre escondeu seus sentimentos, temendo de ser afastada e perder at¨¦ a chance de v¨º¨Clo. Chegou a pensar que Daniel n?o tinha interesse em mulheres, at¨¦ que ele a incumbiu de encontrar uma mulher da Aldeia Souza e traz¨º at¨¦ ele para dar explica??es. Foi quando Viviana descobriu que Daniel tinha se envolvido essa mulher e queria assumir responsabilidades. 26 222 223 Ao saber disso, Viviana sentiu¨Cse devastada, o cora??o dcerado. Daniel n?o era indiferente ¨¤s mulheres; apenas n?o havia demonstrado interessado por nenhuma at¨¦ ent?o. Se aqu mulher chegasse at¨¦ Daniel, Viviana n?o teria mais espa?o, seus dez anos de espera seriam em v?o. Inconformada, se recusava a aceitar que a paix?o de uma d¨¦cada fosse roubada por uma estranha. Viviana foi at¨¦ a Aldeia Souza e ficou sabendo que a casa velha onde Daniel e Olivia ficaram foi destru¨ªda p chuva, inclusive o porco da fam¨ªlia foi morto. Imediatamente, decidiu mentir para Daniel, dizendo que a mulher havia morrido naquele incidente. Queria extinguir qualquer esperan?a de Daniel, apagar aqu mulher do cora??o dele para sempre. Capitulo 40 Cap铆tulo 40 Cap¨ªtulo 40 O no d era impec¨¢vel, e a ajuda de Vania Souza para manter tudo em sigilo porcinco anos, sem que Daniel suspeitasse de nada. Mas quem diria que Olivia, a pr¨®pria mulher em quest?o, apareceria do nada aodo de Daniel. Nos ¨²ltimos dias, Daniele?ou a questionar se a mulher de cinco anos atr¨¢s realmente havia falecido. Viviana sentiu seu senso de perigo aumentar. Houve v¨¢rias chances de demitir Olivia, mas, infelizmente, todas foram desperdi?adas. Perdida em seus pensamentos, Viviana viu Daniel levantar a cabe?a e olhar para . Seus olhos escuros e profundos encontraram os d, fazendo seu cora??o dar um salto. logo se rpos, contrndo seu desejo por ele. Aproximou¨Cse uma voz suave e gentil: ¡°Sr. Griera, n?o quero atrapalhar, voc¨º est¨¢ ocupado, vou arrumar as x¨ªcaras de ch¨¢.¡± caminhou em dire??o ¨¤ mesa de centro para pegar as x¨ªcaras de caf¨¦ usadas. Daniel desviou o olhar, concentrando¨Cse nos documentos, mas sua voz grave disse: ¡°Essa ¨¦ uma tarefa para a limpeza. Sua licen?a de tr¨ºs diase?a agora.¡± As m?os de Viviana pararam abruptamente enquanto arrumava as x¨ªcaras. se virou para Daniel, sua habitual postura dominante substitu¨ªda por um olhar de tristeza: ¡°Sr. Griera, acabei de enviar algu¨¦m para verificar as informa??es daqu mulher da Aldeia Souza. Logo terei not¨ªcias e podereie?ar minha licen?a amanh?.¡± ¡°Hmm,¡± Daniel respondeu sem olhar para cima, uma voz monossil¨¢bica. Viviana continuou silenciosamente a arrumar a mesa, ocasionalmenten?ando olhares furtivos Daniel. Este homem n?o era apenas bonito; ele tinha um ar distinto, autorit¨¢rio, exndo uma presen?a imponente. Provavelmente por causa de seu tempo no ex¨¦rcito. Ele realmente n?o era um homemum em termos de presen?a. Enquanto Viviana olhava distra¨ªda, Bruno entrou, batendo na porta. Dirigiu¨Cse diretamente ¨¤ mesa do escrit¨®rio e rtou: ¡°Sr. Griera, o desfile de moda pode prosseguir normalmente em tr¨ºs dias. Aqui est?o os desenhos e o no.¡± Ele colocou os documentos na mesa. Daniel deu uma olhada e disse voz grave: ¡°O Velho Senhor estar¨¢ presente para assistir. N?o pode haver erros.¡± ¡°Entendido, Sr. Griera,¡± confirmou Bruno, pronto para sair. Outra pessoa bateu na porta do escrit¨®rio, e uma voz feminina perguntou timidamente: ¡°Ol¨¢, sou Jimena, m?e de quatro crian?as, e estou aqui para pagar e pedir desculpas.¡± A porta do escrit¨®rio estava aberta, e a mulher estava parada na entrada. estava Bruno olhou na dire??o da porta e viu uma mulher vestida um vestido bege, cabelo presos num rabo de cavalo, um pouco cheinha, rosto redondo e olhos grandes, de estatura m¨¦dia, parecendo muito simp¨¢tica. 1/2 15:45 Capitulo 40 Seria a m?e dos quatro filhos, Jimena? observava o escrit¨®rio olhos brilhantes, curiosa como se nunca tivesse visto um lugar t?o sofisticado. Brunon?ou um olhar para Daniel e, vendo que ele n?o dava aten??o ¨¤ mulher, continuando a ler os documentos, Bruno pensou que n?o podia deixar a visitante sem gra?a e disse: ¡°Se quer pagar, tem que entrar. Ficar parada na porta espera que algu¨¦m v¨¢ at¨¦ voc¨º?¡± Jimena ficou surpresa e logo entendeu, acenando a cabe?a: ¡°Oh, ro.¡± entrou sua bolsa, aproximou¨Cse da mesa de Daniel e, ao deparar¨Cse seu rosto e a aura fria e imponente ao seu redor, prendeu a respira??o, nervosa demais para saber o que dizer. Algumas pessoas, apenas sentadas, t¨ºm uma presen?a que pode deixar os outros sem pvras. Content ? N?velDrama.Org 2024. Viviana, irritada ao ver que Jimena n?o conseguia desviar o olhar de Daniel, falou impacientemente: ¡°Voc¨º n?o veio pedir desculpas? O que est¨¢ esperando?¡± Jimena voltou ¨¤ realidade, piscou e fez uma rever¨ºncia profunda para Daniel, gaguejando nervosamente: ¡°Sr. Griera, desculpe¨Cme. Estou aqui para pedir desculpas em nome dos meus filhos. Eles disseram que voc¨º era o pai deles apenas para evitar um golpe. Espero que o senhor n?o leve para o pessoal¡­¡°. Ao ouvir suas pvras, Viviana ficou instantaneamente tensa. Estava prestes a fr quando Olivia, que havia terminado de limpar a secretaria, entrou. Jimena ouviu o barulho e virou¨Cse. Ao ver Olivia, a emo??o tomou conta d por encontrar um rosto conhecido em meio ¨¤ tens?o. exmou sem pensar: ¡°Olivia, voc¨º tamb¨¦m est¨¢ aqui, que al¨ªvio!¡± Olivia? Daniel virou¨Cse na dire??o do som, seus olhos castanhos escureceram. Cap铆tulo 41 Cap¨ªtulo 41 Daniel Grieran?ou um olhar para a porta e,o previsto, a mulher entrou uma vassoura na m?o, prestes ae?ar a faxina. Era Teresa Rocha, n?o era? Quem era essa mulher chamada Jimena Santos que a tinha chamado de algo diferente? Olivia Souza? O sobrenome d era Souza? Viviana Pereira, que j¨¢ estava toda nervosa, ouviu Jimena chamar por Olivia e, ao ver a express?o de Daniel escurecer, ficou apavorada, sentindo o cora??o na boca. Seu cora??o batia depassado,o se a qualquer segundo fosse ser desmascarada e morta ps pr¨®prias m?os de Daniel. Olivia levantou a cabe?a e viu Jimena, que a olhava suplicante. O tamb¨¦m tinha ouvido Jimena cham¨¢ pelo nome. Aquele ¡°Olivia¡± a fez sentir um sobressalto no cora??o e pensou: acabou, agora o Sr. Griera, a secret¨¢ria Pereira e o assistente Bruno sabem que tinha entrado no Grupo Griera usando a identidade de outra pessoa. seria demitida, repreendida publicamente. , que j¨¢ estava sem dinheiro, ia ver sua situa??o piorar ainda mais. Olivia n?o sabia se ficava ou ia embora, parada na porta num desconforto extremo. deu um riso constrangido e estava pronta para responder quando encontrou o olhar g¨¦lido e prante de Daniel, o que a fez engasgar as pvras que tentava dizer. ¡°Teresa, quantas identidades voc¨º tem?¡± D¨¢nielrgou a ca que tinha na m?o, recostou-se na cadeira e dirigiu um olhar cortante a Olivia,o se a congsse. Sua express?o era de um frio inquiridor. A ca rodou p mesa e caill no ch?o, emitindo um som n¨ªtido que ecoava a f¨²ria do seu dono. ¡°Senhor Griera, me desculpe, eu n?o queria esconder nada, eu¡­¡°, Olivia estava em panico, tentando se explicar. Mas a que estava mais assustada era Viviana, que temia que Daniel descobrisse a verdadeira identidade de Olivia, que era aqu mulher de cinco anos atr¨¢s. estava prestes a interromper quando uma voz feminina alta irrompeu, quebrando a tens?o do ambiente. This text is ? N?velDrama/.Org. ¡°Olivia, voc¨º ainda est¨¢ aqui!¡± Antes de Olivia entender o que estava acontecendo, sentiu um empurr?o forte e foi jogada para odo, batendo as costas na moldura da porta. Focando o olhar, viu o rosto arrogante de Vania Souza, maquiada e imperiosa, que tinha sido a 15:32 Capitulo 41 respons¨¢vel pelo empurr?o. Como tinha aparecido assim de repente? Olivia franzia o cenho, ainda sem conseguir fr, quando Vania, furiosa eo quern reprova a pr¨®pria filha, disparou: ¡°Olivia, eu j¨¢ tinha te avisado para n?o sair enganando por a¨ª. Se voc¨º est¨¢ preocupado a possibilidade de que o registro criminal em seu RG impe?a as empresas de contrat¨¢, voc¨º pode trabalhar para mim. Eu n?o me importaria seu passado. Por que voc¨º escolheu roubar o RG de outra pessoa para trabalhar no Grupo Griera? Voc¨º acha que o Sr. Griera ¨¦ uma t?¡± ¡°Vania, voc¨º¡­¡°, Olivia estava at?nita, sem entender as acusa??es de Vania. Quando seu RG tinha ficado registro criminal? vim Antes que pudesse se defender, Vania continuou apressada: ¡°Eu vi voc¨º aqui na ¨²ltima vez que ao Grupo Griera e te aconselhei a se demitir, ir trabalhar na minha empresa, mas voc¨º simplesmente n?o ouviu meu conselho. Agora que foi exposta, deixe¨Cme vero voc¨º lidao isso.¡± Depois de dar uma bronca em Olivia, Vania girou nos calcanhares e, numa mudan?a da ¨¢gua pro vinho, p?s um sorriso amarelo no rosto e pediu desculpas a Daniel: ¡°Me perdoa, Sr. Griera, essa ¨¦ minha priminha distante. cresceu sem pai e acabou ficando meio no mundo da lua, nunca levou os estudos a s¨¦rio e se meteu em roubadas. Nunca imaginei que ousasse enganar voc¨º. T? aqui pedindo desculpas por e espero que o senhor n?o pegue pesado. Quando a gente voltar, eu dou um jeito n e coloco a menina na linha.¡± Olivia, que at¨¦ ent?o estava boquiaberta sem entender o teatro de Vania, agora via a prima se desculpando Daniel de forma t?o submissa. apertou os l¨¢bios, sem soltar uma pvra. Se Vania conseguisse acalmar Daniel por , n?o seria ruim. O importante era que Daniel n?o fosse cobrar d. Daniel, as sobrancelhas franzidas, n?o tirava os olhos de Olivia, e seu olhar era um gelo cortante. Cap铆tulo 42 Cap¨ªtulo 42 Aqu mulher sempre conseguia surpreend¨º¨Clo, n?o era s¨® uma sedutora nata, mas tamb¨¦m uma verdadeira trambiqueira! E que outras caras tinha que ele ainda n?o conhecia? Daniel deu de ombros: ¡°Deixa ir.¡± Ele n?o queria mais ver a cara d, tampouco admitir que tinha ca¨ªdo no seu jogo, at¨¦ beijando¨Ca sem conseguir se conter. Daniel conhecia a Vania, a prima da mulher que o tinha salvado cinco anos atr¨¢s. Ele sempre foi generoso os parentes d. Quando a prima veio pedir clem¨ºncia por Olivia, Daniel deu uma colher de ch¨¢. Depois de saber que a mulher tinha falecido, cinco anos antes, ele transferiu uma grana para sua secret¨¢ria e pediu¨Clhe que a distribuisse aos familiares da mulheropensa??o por . Ouvindo isso, Vania logo ficou toda contente: ¡°Sr. Griera, obrigada p sua tolerancia.¡± E disse a Olivia: ¡°Voc¨º ainda n?o sai daqui rapidamente?¡± Olivia olhou para Vania, pegou a vassoura e saiu. realmente n?o entendia por que Vania de repente veio em seu aux¨ªlio e pediu perd?o ¨¤ Sr. Griera por . E embora a julgar pelo resultado, Vania a ajudou temporariamente a resolver o problema. Mas ainda n?o conseguia aceitar o boato de Vania de que tinha antecedentes criminais. S¨® que n?o era hora de brigar Vania. Era hora de sumir da frente do Daniel. Jimena, que tinha ficado paralisada, tamb¨¦me?ou a se tocar. sabia que tinha feito uma grande besteira ao deixar escapar o nome de Olivia. Nunca imaginou que Olivia estivesse trabalhando num baita conglomeradoo o Grupo Griera a identidade da Teresa. Se soubesse, jamais teria chamado Olivia pelo seu verdadeiro nome. Com o cora??o na m?o e morrendo de medo, suas m?os tremiam ao tirar o dinheiro da bolsa. , tremendo, colocou o dinheiro na mesa do escrit¨®rio, a voz falhando: ¡°Aqui, Sr. Griera, s?o os tr¨ºs mil que eu te devo, pode conferir.¡± Daniel deu¨Clhe um olhar gdo e cortante, sem nem dar b para o dinheiro em cima da mesa. Jimena sentiu aquele olhar gr at¨¦ a alma. Caramba, aquele olhar frio quase a despachou para o al¨¦m. O que fazia as pernas bambas? Bruno percebeu o medo d e,paix?o, pegou o dinheiro e fez de conta que contava, dizendo: ¡°T¨¢ certo, pode ir.¡± Jimena se sentiu aliviada, agradeceu a Daniel uma rever¨ºncia e saiu do escrit¨®rioo quem foge de uma pris?o. E tudo isso aconteceu em meros trinta segundos. O cora??o de Viviana, que tinha subido ¨¤ garganta de tanto panico, finalmente se acalmou. foi at¨¦ Vania e perguntou formalmente: ¡°Voc¨º j¨¢ preparou a lista dos parentes e amigos daqu mulher que eu pedi?¡± Vania confirmou a cabe?a: ¡°Sim, sim, t¨¢ tudo pronto.¡± Entregou os documentos para Viviana. Viviana, sem nem olhar, passou os pap¨¦is diretamente para Daniel. ¡°Sr. Griera, aqui est?o todas as informa??es dos parentes e amigos daqu mulher, para o senhor dar uma olhada.¡± Viviana ainda estava nervosa, o cora??o a mil. Daniel pegou o dossi¨º ee?ou a examin¨¢¨Clo. This text is ? N?velDrama/.Org. Capitulo 43 Cap铆tulo 43 Cap¨ªtulo 43 Na ficha constava que a mulher quem Daniel dormira naqu noite se chamava Sofia Torres. Seu pai havia morrido muito cedo, v¨ªtima de uma doen?a. Sofia vivia sua m?e, sua tia e a filha desta, que era sua prima. Sua tia, Teresa, era natural de Eldoria da Cidade J e, por ter engravidado fora do casamento em sua juventude, sua filha n?o p?de ser registrada. Ent?o, s se mudaram para Aldeia Souza, e a crian?a foi registradao filha dos pais de Sofia, recebendo o nome de Olivia. Olivia sempre usou a identidade de sua m?e. N?o era ¨¤ toa que, quando ele perguntou de onde era, disse ser de Eldoria da Cidade J. Cinco anos atr¨¢s, Sofia foi morta por um desabamento de uma casa velha durante uma tempestade, deixando apenas sua m?e, sua tia e sua prima. Por ironia do destino, a prima de Sofia, Olivia, tinha uma ¨ªndole duvidosa; desde pequena gostava de furtar e j¨¢ havia sido detida por isso, carregando um hist¨®rico criminal. Com um passado sujo, Olivia encontrava dificuldades para conseguir trabalho e lidar as situa??es do dia a dia, ent?o passou a usar a identidade de sua m?e, Teresa, para enganar por a¨ª, arrumar bicos e seduzir homens. Agora, essa tal de Olivia, que trabalhava na limpeza do Grupo Griera, era a prima de Sofia. era exatamenteo os arquivos indicavam: n?o s¨® habilidosa em seduzir homens, mas tamb¨¦m uma verdadeira golpista! Daniel nunca teria imaginado que, al¨¦m de tudo, era umadra, passagens p delegacia. All content is property ? N?velDrama.Org. Como poderia uma mulher dessas ser prima de Sofia? s cresceram juntas. Ser¨¢ que suas personalidades eram parecidas? Com o semnte fechado e os olhos escuroso breu, Daniel refletiu. Talvez, observando Olivia, ele pudess descobrir algo sobre o car¨¢ter de Sofia. s haviam crescido juntas, no mesmo ambiente, sob a mesma tut. mesmo ambiente, sob a mesma tut. Mesmo que Olivia n?o fosse id¨ºntica a Sofia em car¨¢ter, certamente havia algo d em sua prima. Se n?o fosse por Sofia ter salvado sua vida naqu noite, ele n?o estaria mais aqui para contar a hist¨®ria. Al¨¦m disso, naqu noite tempestuosa, trov?es e relampagos cortando os c¨¦us, ele havia for?ado aqu mulher. o mordeu profundamente, fazendo¨Co sentir seu desespero e medo. O sabor d, era algo que ele n?o conseguia esquecer. Para ele, aqu mulher era insubstitu¨ªvel, o ¨²nico pensamento que o perseguia, a ¨²nica pessoa que ele n?o conseguia esquecer e queria desesperadamentepensar. N?o era de se admirar que Olivia lhe parecesse t?o familiar; havia crescido Sofia, sob o 45.33 Capitulo 43 mesmo teto, durante mais de duas d¨¦cadas. Sofia e Olivia tinham que ter algo emum, por isso ele sentia algo familiar em Olivia. Embora Vania fosse prima de Sofia, ele nunca teve muita simpatia por , n?o mais do que ter¨ªa por uma estranha. Se n?o fosse pelo fato de Vania ser filha do irm?o do pai de Sofia, e, portanto, sua prima, ele nem a teria deixado entrar em seu escrit¨®rio. Ap¨®s revisar os arquivos, Daniel prendeu os pap¨¦is na pasta e olhou intensamente para Viviana: ¡°Quanto dinheiro voc¨º deu para os Torres naquele ano?¡± Naqu ¨¦poca, Daniel havia dado cinquenta milh?es para Viviana, para que conssse a fam¨ªlia de Sofia e distribuisse o dinheiro entre seus parentes e amigos. Quanto aos detalhes, ele n?o os questionou. Ele sempre confiou na capacidade da Viviana de lidar as coisas. Viviana se sentiu um pouco culpada, mas disfar?ou bem e respondeu firmemente: ¡°Trinta milh?es. Os outros vinte foram distribu¨ªdos entre outros parentes e amigos.¡± ¡°¨¦, a secret¨¢ria Pereira deu cinco milh?es para a minha fam¨ªlia e outro tanto para a de um tio¡°, interveio Vania, apoiando Viviana. Depois de fr, n?ou um r¨¢pido olhar para Viviana, que tamb¨¦m olhou de volta em sil¨ºncio. s tinham um entendimento t¨¢cito, uma forma deunica??o que dispensava pvras. Esse elo que se formou entre as duas ao longo de cinco anos era a prova de uma cumplicidade sem igual. Cap铆tulo 44 Cap¨ªtulo 44 Na verdade, Viviana tinha passado os cinquenta milh?es todos para Vania. Porque Vania tinha ouvido a conversa de Viviana ao telefone e descobriu que tinha mentido dizendo que a mulher quem Daniel tinha dormido estava morta. E essa mulher era ningu¨¦m menos que Olivia! S¨® que Viviana n?o podia deixar Daniel descobrir a verdade. Amea?ada por Vania, que iria contar tudo caso n?o recebesse o dinheiro, Viviana acabou entregando os cinquenta milh?es para manter sua boca fechada. Durante esses cinco anos, gra?as a esse segredo, Vania n?o parou de chantagear Viviana. Dessa vez, quando Daniel pediu a Viviana que investigasse os dados da mulher daqu noite, ligou para Vania imediatamente, pedindo para que bsse uma hist¨®ria que misturasse verdade e mentira de um jeito que n?o deixasse brechas, e enviasse essa hist¨®ria para o escrit¨®rio do presidente. Vania chegou na hora certa, um segundo a mais e Daniel descobriria a verdadeira identidade de Olivia. All content is property ? N?velDrama.Org. As hist¨®rias de Viviana e Vania batiam, e Daniel n?o desconfiou, mas ele n?o conseguia entender: ¡°Essa fam¨ªlia agora s¨® tem tr¨ºs pessoas, trinta milh?es, e ainda assim n?o ¨¦ suficiente para s?¡± Por que Olivia teria que roubar e enganar desse jeito? Vania j¨¢ tinha a desculpa na ponta da l¨ªngua e, sem corar ou piscar, disse a Daniel: ¡°Sr. Griera, o senhor n?o sabe de tudo. A m?e de Olivia, Teresa, ¨¦ uma viciada em jogos. pode perder uma fortuna numa ¨²nica noite. Trinta milh?es n?o s?o nada para . E a minha prima Olivia, coitada, toda a sua espertezinha e manhas para ganhar dinheiro, acabava perdendo tudo nas m?os da pr¨®pria m?e.¡± ¡°Eu tinha pena d, por isso sugeri que trabalhasse na minha empresa. Mas l¨¢ n?o ganhava tanto quanto no Grupo Griera. Provavelmente escolheu ocultar sua identidade e enganar o Grupo Griera, s¨® para manter um sal¨¢rio mais alto. Sr. Griera, por favor, n?o culpe , a vida d tamb¨¦m ¨¦ bem sofrida.¡± Para soar mais convincente, Vania ainda fez quest?o de fr bem de Olivia na frente de Daniel e pedir clem¨ºncia por . No fim das contas, se parecesse bondosa e fraterna, Daniel poderia acreditar no que dizia. Se Daniele?asse a investigar a fundo por desconfian?a, seria um desastre. Afinal, a tal Sofia tinha realmente existido e tinha realmente morrido, mas foi quando tinha tr¨ºs anos, afogada numgo da v¨ªl¨¢, e n?o por um acidente recente. Se Daniel investigasse a fundo, descobriria essa falha. Cansado, Daniel acenou a m?o: ¡°T¨¢ bom, podem sair.¡± Vania assentiu levemente e foi a primeira a deixar o escrit¨®rio do presidente. Bruno tamb¨¦m se retirou. Viviana ficou para tr¨¢s e perguntou: ¡°Sr. Griera, Olivia usou uma identidade falsa para entrar no Grupo Griera, isso ¨¦ fraude. Vou demiti imediatamente e chamar a pol¨ªcia.¡± tinha que remover Olivia de uma vez por todas do caminho de Daniel, s¨® assim estaria tranqu. Daniel levantou as p¨¢lpebras, cansado: ¡°Deixa pra l¨¢, s¨® manda corrigir as informa??es.¡± O cora??o de Viviana afundou, e insistiu: ¡°Por qu¨º?¡± Por que, mesmo oportamento horr¨ªvel de Olivia, Daniel n?o queria demiti? Antes, o Sr. Griera tinha dito que n?o valia a pena fazer rde para demitir uma faxineira, que seria um desperd¨ªcio de tempo procurar outra pessoa. Viviana at¨¦ que entendia esse ponto de vista. Afinal, uma simples faxineira realmente n?o fazia diferen?a. Mas agora era diferente, a faxineira tinha problemas de car¨¢ter, e s¨¦rios. O Sr. Griera sempre foi impaciente e at¨¦ repudiava pessoas de m¨¢ ¨ªndole. Mas por que ele ainda n?o queria demitir Olivia? Ser¨¢ que ele tinha desenvolvido sentimentos por ? Viviana estava tensa e um sentimento de ressentimento crescendo dentro d. Cap铆tulo 45 Cap¨ªtulo 45 Danieln?ou um olhar g¨¦lido para Viviana, que estava visivelmente abda e ansiosa. Seu semnte revva uma preocupa??o quase impercept¨ªvel. ¡°Afinal de contas, ¨¦ prima da Sofia, voc¨¦ n?o precisa ser t?o dura . Voc¨º parece muito cansada recentemente. A partir de amanh?, tire uma folga, n?o precisa vir¡±, ele disse um franzir sutil das sobrancelhas. Viviana, que por anos desempenhara o papel de secret¨¢ria ao seudo, sempre forapetente e acostumada a mascarar suas emo??es. Nunca havia se deixado levar pelo descontrole ou p desmedida. Nos ¨²ltimos dias, por¨¦m, vinhaetendo erros seguidos. Ou permitia que crian?as irrelevantes invadissem o escrit¨®rio do presidente para fazer bagun?a, ou deixava transparecer emo??es que iam al¨¦m da polidez e elegancia oficial exigidas. Daniel precisava de algu¨¦m habilidades profissionais ao seudo para lidar o trabalho. E a medida dapet¨ºncia de uma secret¨¢ria estava em sua capacidade de manter objetiva e calma diante quaisquer situa??es, sempre preservando umportamento oficialmente frio e cort¨¦s. Se suas emo??es pessoais a afetassem no trabalho, ele preferiria dispensar esse tipo de secret¨¢ria. Viviana ainda queria fr algo, mas, ao encontrar o rosto frioo gelo e os olhos noturnos de Daniel, percebeu que ele estava prestes a se irritar. Insistir s¨® aumentaria a irrita??o dele. Restava a engolir sua frustra??o, concordar um aceno de cabe?a e sair do escrit¨®rio. De volta ¨¤ s das secret¨¢rias, seu desassossego persistia. Seria que Daniel havia sido leniente Olivia apenas por ser prima de Sofia? Quanto mais Viviana pensava, mais o medo crescia dentro d, e a sensa??o de crise se intensificava. Olivia havia chegado ao Grupo Griera h¨¢ poucos dias, e o Sr. Griera j¨¢ a tratava exce??es frequentes. Aqu mulher era realmente astuta. Depois de sair do escrit¨®rio do presidente, Olivia foi at¨¦ o departamento de limpeza. informou ao respons¨¢vel que precisava tirar meio dia de folga para descansar. Na verdade, sabia que sua usurpa??o da identidade alheia havia sido descoberta. O Sr. Griera certamente n?o a manter¨ªa no emprego, e apenas aguardava a demiss?o. Antes de ser notificada pelo departamento de pessoal sobre sua demiss?o, preferiu sair por conta pr¨®pria, mantendo um ¨²ltimo resqu¨ªcio de dignidade. Jimena, que havia deixado o escrit¨®rio do presidente logo ap¨®s Olivia, a encontrou e juntas se foram. Com um bico nos l¨¢bios e um olhar de desculpa, disse: ¡°Desculpa, Olivia. Eu n?o sabia que voc¨º ainda estava usando a identidade da sua m?e aqui no Grupo Griera. Se soubesse, n?o 15-23 Capitulo 45 teria te chamado pelo seu nome.* sentia¨Cse culpada por ter exposto a identidade de Olivia, causando a perda de seu emprego. Olivia, um sorriso, afagou a m?o de Jimena e disse: ¡°Por que essa cara de quem fez algo errado? Eu n?o te culpo. Al¨¦m do mais, errei mesmo desta vez. Ser descoberta era quest?o de tempo. Pensei que usando a identidade da minha m?e seria mais f¨¢cil. O sal¨¢rio cair¨ªa diretamente na conta d, e poderiaprar o que quisesse para as crian?as, sem precisar pedir para mim.¡± Teresa era uma tagar que, no fundo, possu¨ªa um grande orgulho. Pedir dinheiro a Olivia uma ou duas vezes era suport¨¢vel, mas se tornava um fardo se repetido. Isso a deixaria irritada e relutante em estender a m?o, ent?o Olivia preferia usar a identidade de Teresa para trabalhar. De qualquer forma, s¨® buscava trabalhos simples, que geralmente requeriam pessoas mais velhas. *E agora, o que voc¨º vai fazer sem o trabalho?¡± Jimena, apesar de ing¨ºnua, sabia que, embora Sr. Griera n?o tivesse dito isso ramente, Olivia seria definitivamente demitida. Content ? N?velDrama.Org. segurou o bra?o de Olivia, demonstrando preocupa??o e ang¨²stia pelo futuro da amiga. ¡°Vou procurar outro, u¨¦. Nada pode me derrubar.¡± Olivia sorriu otimista e alegre. Nesse momento, o elevador chegou ao t¨¦rreo e as portas se abriram. Diante ds, estava um homem alto e magro, trajando um sobretudo preto fino e aberto, uma camisa branca e cal?a preta por baixo. A camisa estava por dentro da cal?a, acentuando suas longas pernas e proporcionando uma apar¨ºncia elegante. O rosto atraente era adornado por um sorriso travesso, emanando um ar de desd¨¦m e charme irresist¨ªvel. Cap铆tulo 46 Cap¨ªtulo 46 Ao ver aquele homem, Olivia reconheceu¨Co instintivamente, mas n?o conseguiu lembrar de onde. O homem, ao avist¨¢, teve seus olhos em forma de p¨ºssego iluminados por um instante, seguido de um sorriso malicioso enquanto dizia uma voz cheia de sarcasmo: ¡°E a¨ª, garota da bda, veio parar no Grupo Griera, ¨¦? Procurando pelo Sr. Daniel?¡± A f zombeteira e cheia de mal¨ªcia parecia ser sua marca registrada. Olivia lembrou¨Cse na hora de quem ele era. Era o tal yboy que tinha encontrado na noite em que trabalhava na bda, cercado por mulheres que o alimentavam frutas, uma express?o de puro deleite. Imediatamente, os rmes soaram em Olivia. apertou o bra?o de Jimena, querendo manter uma distancia segura entre s e o homem. sorriu sem gra?a e um tom distante, disse: ¡°Desculpe, mas voc¨º est¨¢ enganado.¡± Ap¨®s dizer isso, puxou Jimena, querendo ir embora. Mas, prestes a sair do elevador, Jimena soltou¨Cse de sua m?o, correu at¨¦ o homem, olhou para cima com olhos brilhantes e um sorriso bobo, dizendo: ¡°Gato, sou amiga d, podemos nos conhecer?¡± Dito isso, tirou rapidamente o celr do bolso, abriu o c¨®digo QR do WhatsApp para adicionar novos contatos e estendeu¨Co ao homem, querendo adicionar ele aos contatos. Olivia estava perplexa a situa??o. O que tinha dado em Jimena para agiro uma tiete? E ainda por cima, por que estava babando ao encarar o cara, sorrindo feito uma boba e os olhos brilhandoo os de Ultraman? Olivia estava envergonhada p atitude de Jimena, mas se aproximou e, um sorriso amarelo, disse ao homem: ¡°Desculpa a¨ª, meu amigo est¨¢ meio empolgada a socializa??o, quer fazer amizade todo mundo.¡± Enquanto pedia desculpas, tentava levar Jimena embora. Jimena, no entanto, resistia e insistia em segurar o QR code do WhatsApp, os olhos fixos no rosto do homem, chegando a passar a ponta da lingua nos l¨¢bios, Olivia levou a m?o ¨¤ testa. Desistiu. N?o tinhao traz¨º de volta, Carlos Marques arqueou a sobrancelha, observando Jimena interesse, e ao v¨ºmber os l¨¢bios, parecia um gato que tinha encontrado suata deida favorita, quase n?o resistindo. Carlos achou engra?ado, mas se conteve para n?o rir. ¡°Ai, cara, meu charme ¨¦ irresist¨ªvel, at¨¦ andando por af eu chamo aten??o das gatas. Ser bonito ¨¦ assim mesmo.¡± Carlos se gabava enquanto, despretensiosamente, escaneava o QR code de Jimena, Ao ouvir o som de confirma??o, Jimena baixou finalmente o celr satisfeita. 16:33 This text is ? N?velDrama/.Org. Capitulo 46 Olivia n?o aguentou e puxou Jimena para sair. Jimena ainda se virou para dizer a Carlos: ¡°Gato, meu nome ¨¦ Jimena, n?o esquece de me adicionar, hein?¡± Olivia a arrastou para fora do Grupo Griera. Na rua, longe dos olhares, finalmente soltou Jimena e, segurando a testa, disse: ¡°Jimena, o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± ¡°U¨¦, adicionando o gato! N?o viuo ele ¨¦ um arraso? Aquele sorriso maroto, aqueles olhos de p¨ºssego, e aqus pernas¡­ Ai, meu cora??o! S¨® de pensar j¨¢ n?o me aguento.¡± Jimena fva as m?os no rosto, corada e o cora??o batendo forte,o se estivesse embriagada pelo doce sabor do amor. Cap铆tulo 47 Cap¨ªtulo 47 ¡°N?o se pode julgar um livro p capa¡°, lembrou Olivia. contou a Jimena sobre o dia em que estava trabalhando na bda e viu Carlos rodeado de mulheres, se divertindo enquanto s o alimentavam frutas. N?o era a inten??o jogar um balde de ¨¢gua fria em Jimena, mas antes de?ar a se apaixonar, precisava contar sobre o ambiente em que aquele homem estava inserido e algumas das confus?es em que ele j¨¢ tinha se metido. Assim, Jimena n?o ficaria muito decepcionada no futuro. Como a melhor amiga de Jimena, Olivia achava que n?o podia simplesmente assistir Jimena sendo enganada sem avis¨¢ sobre o mauportamento desse homem. Quando Jimena finalmente se apaixonasse, e descobrisse as atitudes dele, seria tarde demais. Ao ouvir a descri??o de Olivia, o cora??o ardente de Jimena esfriou p metade, e o fervor que antes borbulhavao ¨¢gua quente, acalmou¨Cse. This text is ? N?velDrama/.Org. fez beicinho e disse: ¡°Ele ¨¦ mesmo um garanh?o, n¨¦?¡± ¡°Por que eu te enganaria? Voc¨º n?o ouviu quando ele me cumprimentou aquele apelido de ¡®garota da bda¡®?¡°, Olivia se aproximou e segurou o bra?o d seriedade. O rosto de Jimena inchouo a barriga de um sapo, e ficou chateada: ¡°Realmente, as apar¨ºncias enganam.¡± Ele era t?o bonito, mas n?o esperava que fosse um yboy. Era uma pena que a paix?o quee?ava a florescer em seu cora??o fosse apagada antes mesmo de esquentar. ¡°T¨¢ bom, deixa pra l¨¢, vamos embora¡°, disse Olivia, entr?ando o bra?o o d e chamando um t¨¢xi na beira da cal?ada. s entraram no carro. Enquanto isso, Carlos tinha adicionado Jimenao amiga e foi logo conferir o perfil d, s¨® encontrando selfies de mulheres. A mulher era bem narcisista, tinha que postar um selfie todos os dias. Com o rosto redondo, olhos grandes e brilhantes, e uma boca pequenao uma cereja, at¨¦ que era bonitinha. Lembrando da formao havia babado olhando para ele, Carlos, que tinha segurado o riso at¨¦ ent?o, finalmente deixou¨Co explodir, dobrando¨Cse de tanto rir: ¡°Pfft, hahaha¡­¡± Quando o elevador chegou ao ¨²ltimo andar e as portas se abriram, Carlos ainda estava rindo. Bruno, que esperava o elevador, pensou ter encontrado um louco, mas ao olhar direito, viu que era Carlos, amigo de Daniel. Curioso, perguntou: ¡°Sr. Marques, o que tanto te diverte? D¨¢ prapartilhar e me fazer dar umas risadas tamb¨¦m?¡± Carlos, ainda rindo, saiu do elevador e deu um tapinha no ombro de Bruno, limpando as l¨¢grimas de 16.34 Capitulo 47 riso dos olhos: ¡°L¨¢ embaixo, encontrei uma mulher doida por mim, babando ao me ver e at¨¦ passando a l¨ªngua nos l¨¢bios. Se voc¨º tivesse visto, morreria de rir¡­¡± Carlos sentiu uma dor de tanto rir. Ele, que estava acostumado a ser o centro das aten??es entre as mulheres h¨¢ anos, nunca tinha visto algu¨¦m t?o descaradamente babando por eleo . Com aquele jeitinho redondo e fofo, parecia mesmo um gatinho procurandopanhia, tanto fofa quanto engra?ada. ¡°Isto mostra que o Sr. Marques ¨¦ irresist¨ªvel, capaz de encantar v¨¢rias seu charme¡°, elogiou Bruno, sempre bom de papo. Carlos, lisonjeado, sentiu¨Cse nas nuvens. N?o ¨¤ toa era o bra?o direito de Daniel, sempre sabendo o que dizer para agradar e orgulhar algu¨¦m. ¡°ro, essa minha beleza, ¡®arrasar cora??es ¨¦ o m¨ªnimo que posso dizer¡°, gabou¨Cse Carlos, os olhos brilhando de satisfa??o. Ele era mesmo muito bonito, at¨¦ os homens que o viam n?o podiam deixar de admir¨¢¨Clo. Por¨¦m, perto de Daniel, ainda faltava um pouco. Carlos tinha uma beleza sedutora, quase et¨¦rea, um charme que misturava tra?os femininos e masculinos. J¨¢ Daniel, exva uma virilidade ineg¨¢vel, uma apar¨ºncia iparavelmente b, olhos profundos, nariz bem definido, l¨¢bios finos e sensuais. Sua presen?a era imponente e carregada de uma aura masculina e intimidadora. Cap¨ªtulo 48 Cap铆tulo 48 Cap¨ªtulo 48 Daniel n?o tinha aqu vibe de f¨¢cil aproxima??oo a de Carlos. Bruno mantinha um s n sorriso enquanto dizia: ¡°Ser¨¢ que o Sr. Marques poderia me contar qual funcion¨¢rio do Grupo Griera t¨¢ caidinho por voc¨º? Queria ver se eu conhe?o o elemento.¡± Carlos n?o se fez de rogado e disse: ¡°ro, a gente at¨¦ trocou uma ideia no WhatsApp agora h¨¢ pouco. ¨¦ , d¨¢ uma olhada.¡± Carlos passou o celr para Bruno, que mostrava a selfie de uma mulher. Quando Bruno viu o rosto da mulher, piscou surpreso e falou para Carlos: ¡°H¨¢ algo que n?o sei se devo lhe contar.¡± ¡°Desembucha, Bruno! Desde quando voc¨º ficou esse receio todo?¡± Carlos guardou o celr, ainda um sorris?o nos l¨¢bios. Bruno pigarreou discretamente, fazendo um gesto de punho fechado pr¨®ximo ¨¤ boca, e disse: ¡°Essa mulher ¨¦ a Jimena. veio mais cedo no escrit¨®rio do Sr. Griera pra acertar umas contas e pedir desculpas.¡± Sim, se chamava Jimena, tinha feito quest?o de lhe dizer isso quando estava de sa¨ªda. Content ? N?velDrama.Org. Cheio de curiosidade, Carlos perguntou: ¡° pediu desculpas para o Sr. Griera? Por qu¨º?¡± ¡°Foi porque os quatro filhos d detonaram o sof¨¢ do escrit¨®rio do Sr. Griera,¡± explicou Bruno. Aquele sorriso no rosto de Carlos se apagou rapidamente, e o brilho nos seus olhos tamb¨¦m murchou. ¡°Voc¨º t¨¢ dizendo que ¨¦ m?e de quatro crian?as?¡± Carlos perguntou de volta. Bruno apenas assentiu a cabe?a. ¡°Casada mulher, n?o! Deletei!¡± Carlos que at¨¦ ent?o achava a mulher uma gracinha, mudou de ideia na hora ap¨®s ouvir Bruno e deu um block na coitada. Bruno ainda tentou aliviar: ¡°O marido d j¨¢ morreu faz tempo, talvez o Sr. Marques possa¡­¡± ¡°Eu n?o posso, absolutamente n?o! Detesto bancar o paiz?o,¡± cortou Carlos antes de Bruno terminar. Ele tinha uma regra ra: n?o se envolver mulheres que j¨¢ tinham filhos, vi¨²vas ent?o, nem pensar! Carlos acreditava que n?o lhe faltavam op??es, por que haveria de se interessar por uma vi¨²va? Carlos, que estava de bom humor, agora estava puto da vida e marchou para o escrit¨®rio de Daniel. Bruno observou Carlos se afastando, co?ou o nariz e ficou na dele, descendo de elevador. ¡°Sr. Daniel, meu cora??ozinho t¨¢ machucado, hoje ¨¤ noite voc¨º tem que sairigo pra beber e curar esse cora??o que t¨¢ mais furado que peneira,¡± disse Carlos ao invadir o escrit¨®rio, apoiando as m?os na mesa e se inclinando em dire??o a Daniel uma carinha de sofrimento. Danieln?ou um olhar profundo e frio: ¡°Vaza!¡± Capitulo 48 Carlos logo se agarrou no peito: ¡°Ai, que dor! Sr. Daniel me mandou embora, t? arrasado.¡± ¡°Corta o drama!¡± respondeu Daniel, friamente. Ter um amigo encrenqueiroo Carlos, maisplicado que mulher, era um mico para Daniel. ¡°N?o posso te procurar pra dar um rol¨º, sem mais nem menos? J¨¢ faz um temp?o que a gente n?o bate um papo regado, que tal hoje no Mundo Nudo? ¨¦ pegar ourgar,¡± Carlos estava ali mesmo era parabinar a bebedeira. A hist¨®ria do cora??o partido era s¨® uma desculpa. Daniel rabiscou seu nome na ¨²ltima p¨¢gina do contrato, fechou o documento e o guardou na pasta. Com uma voz grave, ele respondeu: ¡°Espera a¨ª que eu t? enrdo.¡± Ele tamb¨¦m estava de saco cheio por causa de uns rolos a Olivia e precisava rxar. ¡°Beleza,¡± disse Carlos, entendendo a deixa e se jogando no sof¨¢ para tomar um ch¨¢ enquanto esperava. Cap铆tulo 49 Cap¨ªtulo 49 No t¨¢xi. Jimena deu uma olhada no Instagram do Carlos, e havia l¨¢ uma foto dele, bebendo em um bar, segurando um copo, numa selfie. N?o sabia se era por causa das luzes cintntes do bar ou se era o velho ditado que ¡°quem ama o feio, bonito lhe parece¡°, mas ao olhar aqu foto, parecia que o rosto do homem irradiava, ficando cada vez mais gato. S¨® de olhar para aqu cora??o bater forte. 10, o cora??o de?ou a bombar, e ficou encarando, sentindo o s¨® tinha dado uma olhada nele e j¨¢ estava enfeiti?ada, sem sabero esquec¨º¨Clo. Jimena salvou a foto do cara no celr sem fazer rde. Pensou um pouco c e decidiu dar uma chance a si mesma. Sen?o, ficaria aqu pulga atr¨¢s da orelha. abriu a conversa Carlos e digitou: ¡°Oi¡°. N?o, n?o, muito sem gra?a. Apagou e escreveu de novo: ¡°E a¨ª, gato! Aqui ¨¦ a Jimena. T¨¢ livre para jantarigo hoje ¨¤ noite? Eu fa?o quest?o de pagar.¡± Depois de digitar, mordeu o l¨¢bio, indecisa por um instante. Revisou cada pvra, achou que tava valendo a pena e, coragem, apertou ¡°enviar¡°. A mensagem foi. O cora??o de Jimena estava a mil, estava um caco de nervos, sem saber que resposta viria. Mas nem deu tempo de pensar no que viria depois, pois logo abaixo do texto apareceu um ponto de exma??o vermelho. Uma mensagem discreta avisava: ¡°Voc¨º n?o ¨¦ amiga do destinat¨¢rio, adicione¨Co primeiro¡°. tinha sido bloqueada! Jimena perdeu a linha, se jogou nos bra?os da Olivia, passando da ansiedade para a empolga??o, e da¨ª para a decep??o, tudo em quest?o de segundos. N?o se aguentou e desabou no choro no ombro da Olivia: ¡°Ai, Olivia, ele me bloqueou, eu nemecei e j¨¢ fui cortada.¡± ainda estava pensand¨® que talvez ele fosse um tremendo galinha, que ironia. This text is ? N?velDrama/.Org. Ele nem estava a fim d. Olivia ficou sem rea??o por um instante, mas logo entendeu o recado ee?ou a consr Jimena, passando a m?o em suas costas. ¡°Rxa, o pr¨®ximo vai ser melhor¡°, disse Olivia. Jimena chorou convulsivamente nos bra?os d, as l¨¢grimas quentes molhando a roupa de Olivia, e aquele calor chegava at¨¦ o cora??o d, que sentia a dor de Jimena. 15:34 Cap¨ªtulo 49 Olivia estava o cora??o apertado por ,partilhando daqu tristeza. tinha se apaixonado pelo cara s¨® de v¨º¨Clo uma vez e j¨¢ estava arrasada por ter sido bloqueada. Se eles tivessem algo e depois acabasse, Jimena iria sofrer ainda mais. Ainda bem que nada tinhae?ado, porque, conhecendo o jeit?o mulherengo do Carlos, ele n?o seria capaz de oferecer um futuro para Jimena. sairia mais machucada do que nunca. Depois de chorar, o t¨¢xi parou no condom¨ªnio onde Olivia morava. Olivia pagou a corrida e ajudou Jimena a sair do carro. Depois de se acabar no choro, Jimena se sentiu melhor, secou as l¨¢grimas e sorriu para Olivia, dizendo: ¡°Voc¨º t¨¢ certa, o pr¨®ximo vai ser mais incr¨ªvel. Um cara s¨®, n?o ¨¦ o fim do mundo! Vamos, que os quatro pestinhas est?o nos esperando.¡± Jimena engatou o bra?o no de Olivia, aparentando estar de boa, toda sorridente e positiva. Mas Olivia, ao ver os olhos vermelhos d, ainda brilhando l¨¢grimas, sabia que n?o era t?o f¨¢cil assim deixar pra l¨¢. Cap铆tulo 50 Cap¨ªtulo 50 Afinal de contas, o cora??o tinha se mexido, n?o dava pra simplesmentergar tudo de m?o assim, sem mais nem menos. Mas Jimena, mais cedo ou mais tarde, in superar. Quando chegou em casa e abriu a porta, um caloroso aconchego a envolveu. Content ? N?velDrama.Org. Os quatro pequenos estavam deitados no tapete de espuma, entretidos numa disputa de bolinhas de gude, cada um curtindo a brincadeira, e risadas infantis,o sinos delicados, enchiam a s, Teresa estava no sof¨¢, assistindo ¨¤ televis?o. Olivia sentiu o calor familiar e um sorriso involunt¨¢rio brotou em seu rosto enquanto dizia voz doce: ¡°Oi, meus amores, voltamos.¡± Ao ouvir a voz d, as crian?as, antes concentradas, viraram¨Cseo pequenas toupeiras, e naquele segundo em que a viram, seus olhinhos negros e infantis brilharamo estrs. ¡°Mam?e, tia Santos!¡± Iria, sua vozinha melosa, chamou antes mesmo de chegar perto. , que estava de bru?os tentando se levantar, mas o corpinho rechonchudo, acabou caindo de novo. No entanto, rapidamente se p?s de p¨¦ e correu suas perninhas curtas em dire??o a s. Logo atr¨¢s vinha Joel, os bracinhos abertos, correndo feito um pequeno pinguim. ¡°Mam?e, tia Santos, voc¨ºs voltaram!¡± Olivia e Jimena se agacharam, cada uma apanhando um dos pequenos no colo. Olivia ergueu Iria, apertando o corpinho macio e deu um beijo em sua bochecha cheirando a leite: ¡°Minha fofura, voc¨º ¨¦ demais.¡± ¡°E eu, e eu?¡± Joel se apressou em perguntar. Jimena beliscou suavemente a bochecha macia dele e disse carinho: ¡°Voc¨º tamb¨¦m ¨¦ um amor.¡± ¡°Hihi, eu adoro a tia Santos.¡± Joel riu alegremente e deu um abra?o em Jimena, esfregando seu rostinho no d. Heitor e In¨¦s, mais t¨ªmidos, ainda estavam sentados no tapete, segurando as bolinhas de gude, mas seus olhinhos negros e brilhantes estavam fixos em Olivia e Jimena,o se os recebessem o olhar. Teresan?ou um olhar para a cena e logo endureceu a fei??o: ¡°Olivia,o assim voc¨º j¨¢ voltou? S?o apenas quatro da tarde, ainda n?o ¨¦ hora de sair do trabalho.¡± Olivia co?ou a cabe?a, sem jeito: ¡°M?e, eu fiquei sem emprego.¡± ¡°Como assim? Voc¨º male?ou e j¨¢ perdeu o trabalho! Aqui em casa n?o temos um gr?o de arroz, as crian?as est?o sem leite em p¨®, e ainda devemos tr¨ºs mil para Jimena, e agora voc¨º me vem essa de desemprego, o que vamos fazer? A fam¨ªlia vai passar fome?¡± Teresa se levantou num pulo, vermelha de afli??o. Cap¨ªtulo 50 Dinheiro era o que n?o tinham. A situa??o j¨¢ era dif¨ªcil, e ainda por cima, depois de estragarem o sof¨¢ de algu¨¦m, tiveram que desembolsar tr¨ºs mil reais, dinheiro que Jimena adiantou. Olivia estava prestes a fr quando Jimena interveio: ¡°Tia, n?o se preocupe. N?o precisam devolver meu dinheiro ainda,prarei leite em p¨® para as crian?as mais tarde e algumas necessidades di¨¢rias. Olivia n?o perdeu o emprego de prop¨®sito. encontrar¨¢ um novo emprego. Temos que acreditar em Olivia.¡± Olivia tinha perdido o emprego, e tamb¨¦m se sentia respons¨¢vel. Era duro criar quatro crian?as. ¡°Onde que se acha um emprego que pague t?o bem assim, dezoito mil por m¨ºs? Deixe de sonhar¡­¡± Teresa disse, secando as l¨¢grimas. Olivia tentou acalmar: ¡°M?e, n?o se preocupa, vou fazer um bico no Mundo Nudo ¨¤ noite. L¨¢, se vender uma garrafa de vinho, poder¨¢ ganhar umaiss?o legal.¡± ainda tinha o n¨²mero do gerente do Mundo Nudo: Antes, medo de ofender, n?o teria se atrevido, mas agora, a vida apertada, o que mais importava? Teresa secou as l¨¢grimas: ¡°S¨® nos resta isso mesmo. N?o podemos sempre iodar Jimena, j¨¢ ajudou bastante nossa fam¨ªlia.¡± Olivia concordou: ¡°Pode deixar, vou ligar agora pro gerente do Mundo Nudo.¡± colocou Iria no ch?o e tirou o celr para fazer a liga??o. Cap铆tulo 51 Cap¨ªtulo 51 Iria caminhou suas perninhas curtas at¨¦ onde estava Teresa, agarrou a barra de sua roupa e, olhando para cima seus grandes olhos escuros e brilhantes, disse: ¡°V¨®, n?o seja t?o dura a mam?e, trabalha muito, a gente nem precisa de leite em p¨®. N?o briga .¡± Joel tamb¨¦m desceu do colo de Jimena e se aproximou de Teresa. Com seu rostinho bonito e olhando para cima, falou uma vozinha infantil e doce: ¡°V¨®, quando a gente crescer e ganhar um mont?o de dinheiro, vamosprar uma casa grande pra voc¨º e pra mam?e. Deixa a mam?e descansar, t??¡± Heitor Torres ainda estava sentado no tapete, os l¨¢bios finos apertados. Ap¨®s uma pausa, ele disse: ¡°Eu sei mexerputador, posso fazer granao hacker, cuidar do meu irm?ozinho, da minha irm?zinha e de voc¨ºs duas tamb¨¦m.¡± Olivia se sentiu aquecida por dentro as pvras inocentes das crian?as. estava prestes a responder quando o telefone tocou, e se dirigiu ¨¤ varanda para atender. Content ? N?velDrama.Org 2024. Teresa, preocupada, falou para Heitor: ¡°O que voc¨º sabe¨Csobre ser hacker, menino? N?o f bobagem, especialmente na frente de pessoas desconhecidas. Dizem que ganhos de hackers s?o ilegais e podem at¨¦ levar ¨¤ pris?o.¡± Com conhecimento limitado, Teresa n?o queria assustar as crian?as, mas sim proteg¨ºs de encrencas. A ¨²ltima coisa que queria era ver algu¨¦m da fam¨ªlia atr¨¢s das grades. Heitor baixou a cabe?a, um olhar de desapontamento em seus olhos escuros, e n?o disse mais nada. ¡°Beleza, beleza, eu passo a¨ª mais tarde.¡± Olivia terminou a liga??o e voltou para a s de estar. Com um sorriso, disse para Teresa: ¡°Consegui um bico pra noite, n?o precisa se prar.¡± ¡°Voc¨º tamb¨¦m podia se esfor?ar mais, evitar problemas e dar um bom exemplo para os pequenos,¡± Teresa suspirou profundamente. ¨¤ pressionasse Olivia fo realmente se preocupava a filha, mas a vida dura exigia que ou a fam¨ªlia n?o conseguiria sobreviver. ¡°Eu sei, m?e,¡± respondeu Olivia obedientemente. Depois do jantar, os pais de Jimena ligaram pedindo para voltar para casa, e teve que ir. Teresa ficou em casa cuidando das crian?as enquanto Olivia partiu para o Mundo Nudo. Naqu noite, o gerente do clube notou algo errado a identidade de Olivia: ¡°Teresa, isso n?o ¨¦ voc¨º, n¨¦?¡± Olivia mordeu os l¨¢bios, sentindo¨Cse um pouco culpada, e disse: ¡°¨¦ da minha m?e.¡± ¡°Melhor voc¨º trazer o seu RG da pr¨®xima vez, O chefe deu ordem expressa hoje: todo mundo tem que usar seu pr¨®prio docum¨¦nto, sen?o t¨¢ fora,¡± falou o gerente. Olivia prontamente apresentou seu pr¨®prio RG e cart?o banc¨¢rio para o registro. tinha aprendido a li??o o Grupo Griera: n?o podia contar a sorte ou buscar atalhos, pois isso s¨® traria mais problemas depois. 15:35 Capitulo 51 O gerente registrou seus documentos e lhe entregou o uniforme para trocar Era mais uma s curta e um vestido decote em V Na verdade, Olivia n?o queria aceitar. Mas aqus eram as regras do lugar, e n?o havia o que fazer. continuou entregando bebidas nos camarotes e tentando vender vinhos, mas cada vez que tentava, os clientes a dispensavam um aceno de m?o. De repente, o gerente a chamou para levar um grupo de garotas ao camarote V8. Quando Olivia viu o corredor lotado, encostou¨Cse ¨¤ parede para deix¨¢s passar. O gerente a viu e disse: ¡°Olivia, leve s pro V8, ¨¦ um pedido dos clientes de l¨¢.¡± Olivia piscou, surpresa, sem conseguir fr por um momento. pensou que s¨® ser¨ªa respons¨¢vel por entregar bebidas, n?o esperava ter que ¡°entregar pessoas tamb¨¦m. ¡°Qual ¨¦ o problema? N?o quer trabalhar?¡± perguntou o gerente, vendo que n?o respond¨ªa. Olivia bn?ou a cabe?a rapidamente: ¡°N?o, n?o ¨¦ isso. S¨® me pegou de surpresa. J¨¢ estou indo.¡± Com o tabuleiro em m?os e ¨¤ frente de uma f de garotas, seguiu em dire??o ao camarote V8. Chegando l¨¢, bateu na porta e uma voz de dentro disse: ¡°Entra.¡± Cap铆tulo 52 Cap¨ªtulo 52 Olivia esticou uma m?o para abrir a porta, um sorriso no rosto, e disse a entona??o que a ocasi?o pedia: ¡°Prezados senhores, o pedido de voc¨ºs chegou¡­¡± Mas ao ver os quatro homens sentados l¨¢ dentro, o sorriso profissional de Olivia congelou de repente. Por que essa cena me parece t?o familiar? Os quatro eram rostos conhecidos. Content ? N?velDrama.Org 2024. O homem sentado na ponta, ar nobre e semnte frio, vestindo um terno preto que destacava sua postura imponente, olhava seus olhos profundos e prantes, fazendo seu cora??o afundar. Era o Daniel! A um metro dele, estava Carlos, seu rosto bonitoo uma flor de p¨ºssego. Aodo de Carlos, Vicente Fontes, radianteo um sol. Mais para dentro, um homem ¨®culos e apar¨ºncia refinada, Rayan Mendes. N?o eram eles quatro que estavam na su¨ªte V8 da ¨²ltima vez? Por que eles de novo? Ser¨¢ que vinham aqui todo dia, e a su¨ªte V8 era de uso exclusivo deles? Olivia for?ou um sorriso e disse: ¡°Desejo uma noite agrad¨¢vel aos senhores¡­¡± Assim que terminou de fr e estava prestes a sair, Carlos soltou uma piada: ¡°Teresa, voc¨º tamb¨¦m faz parte do pacote, hoje voc¨º vai me servir.¡± Carlos falou, olhando para Daniel, ramente querendo provocar ele. J¨¢ tinha notado um clima diferente entre Daniel e na ¨²ltima vez, e ¨¤ tarde ainda encontrou el no Grupo Griera. Era dif¨ªcil n?o pensar que tem algo Daniel. ¡°Eu¡­¡± Olivia estava prestes a dizer que era apenas uma funcion¨¢ria, n?o partete. Mas a voz fria de Daniel interrompeu: ¡°Voc¨º est¨¢ enganado, o nome d ¨¦ Olivia.¡± ¡°Oh? Olivia? Ser¨¢ que Teresa ¨¦ um nome art¨ªstico?¡± Carlos arqueou uma sobrancelha, ramente interessado. Ele se lembrou que anteriormente nesta mesma su¨ªte V8, essa mulher havia deixado seu nome, Teresa. Daniel sorriu ironicamente: ¡°Nome art¨ªstico ¨¦ algo muito elegante, algo que n?o merece.¡± Olivia entendeu o qu?o ele menosprezava . Irritada, rangeu os dentes, sorriu para Daniel e disse: ¡°Sr. Griera, eu n?o trabalho mais para o Grupo Griera, n?o h¨¢ necessidade de voc¨º ficar me atacando. Admito que usar a identidade de outra pessoa foi errado da minha parte, mas n?o causei nenhum preju¨ªzo ao grupo, al¨¦m disso, trabalhei 1/2 15:35 Capitulo 52 de gra?a para voc¨ºs por alguns dias. Sem m¨¦ritos, mas esfor?o. Ser¨¢ que um grande Diretor como voc¨º gosta de ficar apontando os erros dos pequenos funcion¨¢rios? N?o tem mais o que fazer?¡± Olivia detestava quando as pessoas diziam que n?o merecia algo. se sentia ofendida. n?o era inferior a ningu¨¦m, mantinha sua fam¨ªlia o suor do seu trabalho honesto, sem roubar ningu¨¦m. Como assim n?o merecia? Olivia ergueu a cabe?a e enfrentou Daniel, um ato que deixou todos chocados. Carlos, Vicente, Rayan se entreolharam surpresos e depois olharam para Daniel e Olivia, cheios de interesse. Havia faiscas entre esses dois, caso contr¨¢rio, nenhuma mulher teria coragem de enfrentar Daniel. As bs mulheres que Olivia trouxe tamb¨¦m ficaram petrificadas, que nem fr podiam. Depois de fr, Olivia viu o olhar g¨¦lido de Daniel,o se fosse cortanteo gelo, e e ficou medo. estava prestes a tentar sair de fininho quando Daniel se levantou e andou em sua dire??o. Olivia recuou assustada, mas ele agarrou a g de camisa d. Ele era forte, puxando at¨¦ que seus p¨¦s mal tocassem o ch?o. Ele olhou de cima, o halito frio e poderoso soprando em seu rosto: ¡°Como assim, ficar pegando no seu p¨¦? N?o ¨¦ que voc¨º gosta de ser agarrada pelos homens?¡± Cap铆tulo 53 1 Cap¨ªtulo 53 Caramba, ele conseguiu mesmo levantar do ch?o. Quando falou ¡°levantar¡±, n?o era pra levar ao p¨¦ da letra, sacou? Esse tal de Sr. Griera, n?o estudou muito bem o portugu¨ºs, porque isso n?o entende muito bem as coisas. Olivia ficou pendurada e tentando se equilibrar na ponta dos p¨¦s, enquanto segurava firme na bandeja, morrendo de medo que o vinho tinto ca¨ªsse e quebrasse. E n?o era qualquer vinho, era uma garrafa de 200 mil! Dodo, uma grana preta em vinho, na frente, a express?o gda e severa do homem, e naqueles olhos escuroso obsidiana, parecia que um vendaval de neve estava rodopiando. Quaseo se quisesse congr ali mesmo. Olivia estava apavorada, e o cora??o apertado, estava uma afli??o daqus. All content is property ? N?velDrama.Org. piscava sem parar, os c¨ªlios tremendo, uma vozinha fraca e desamparada: ¡°Sr. Griera, vai com calma, me solta que eu estou ficando sem ar¡­¡± j¨¢ estava um vestido justinho e decotado, e quando ele puxou p g, o punho dele pressionando sua garganta, dificultando sua respira??o. sentiu uma dor na garganta, quase sufocando. Olivia estava morrendo de medo. Perto do Daniel, cheio daqueles horm?nios masculinos, se sentia como uma formiguinha, que poderia ser esmagada a qualquer momento. Daniel olhava para aqueles olhos frios, fazendo seu rosto ficar vermelho de vergonha. Quando ele olhava mais para baixo, as pernas curtas d eram puxadas para cima, e a parte de cima das coxas quase aparecendo. E naqu s privada, os outros tr¨ºs caras estavam se divertindo a cena. Os olhares deles, inevitavelmente, ca¨ªam sobre as pernas de Olivia. Daniel franziu a testa, desgosto, soltou de repente. Sem o apoio dele, Olivia perdeu o equil¨ªbrio e foin?ada para tr¨¢s, tentando se segurar, mas sem conseguir. Caiu sentada no ch?o. ¡°ft!¡± E a bandeja que estava segurando tanto nervosismo tamb¨¦m caiu, junto o vinho tinto. A garrafa quebrou no ch?o de m¨¢rmore, estilha?ando em peda?os. O l¨ªquido vermelho espalhou por tododo. 1 Esse barulho parecia ter quebrado o cora??o de Olivia, que ignorava a dor no traseiro por ter ca¨ªdo, e ficou boquiaberta de susto. No ch?o, os cacos de vidro misturados o vinho formavam pequenas bolhas brancas. Cap¨ªtulo 53 Olivia se levantou rapidinho, ajoelhou-se, olhando para toda aqu bagun?a, agarrou seu cabelo e gritou, desesperada: ¡°Ah, meu vinho, ai meu Deus¡­¡± n?o podia mais segurar a press?o ee?ou a chorar. 200 mil, era uma d¨ªvida que nem vendendo mesma conseguiria pagar. tinha ido ali pra ganhar um dinheiro, n?o pra perder dinheiro. Como que o dinheiro s¨® diminu¨ªa, e ainda por cima, acumndo d¨ªvidas. Em casa, quatro bocas esperando que levasse dinheiro paraprar leite em p¨® e roupas de inverno. Mesmo otimista, diante de tanta press?o e da d¨ªvida colossal de 200 mil, n?o aguentou e desabou em l¨¢grimas. Ajoelhada no meio do vinho derramado, agarrando seu cabelo e chorando, deixou todo mundo confuso. Carlos e os outros se olharam, sem entender nada. Daniel, ficou parado na frente de Olivia, vendo num estado de total desespero, chorandoo se o mundo fosse acabar. A ra¨ªva que ele sentia foi diminuindo p metade, e franzindo testa, ele baixou os olhos e falou uma voz grave: ¡°T¨¢ doida, ¨¦?¡± Ouvindo a voz dele, Olivia levantou a cabe?a, os olhos cheios de l¨¢grimas e um olhar de m¨¢goa: ¡°Doido t¨¢ voc¨º, que quebrou o vinho, agora tem que pagar!¡­¡± Cap铆tulo 54 Cap¨ªtulo 54 Se n?o fosse por ele ter agarrado a g da camisa d for?a e depois soltado abruptamente, n?o teria perdido equil¨ªbrio e ca¨ªdo, e o vinho n?o teria quebrado. Era tudo por causa do dinheiro! Daniel entendeu o motivo das l¨¢grimas d. Lembrando do que Vania havia dito, ele sentiu pena d, que usava todos os truques poss¨ªveis e imagin¨¢veis, at¨¦ mesmo roubar e acabar atr¨¢s das grades, tudo para ver seu dinheiro ser torrado p pr¨®pria m?e nas mesas de jogo. Aqueles duzentos mil eram uma fortuna para . N?o ¨¦ ¨¤ toa que chorava desesperadamente, devastada e sem saber o que fazer. Daniel tirou a carteira do bolso, puxou um cart?o preto de l¨¢ e jogou em cima d: ¡°Toma, gasta quanto quiser, n?o tem senha!¡± Olivia segurou o cart?o preto borda dourada, enxugou as l¨¢grimas e se levantou, os l¨¢bios tremendo e um solu?o, disse: ¡°Ent?o eu digo ao gerente que voc¨ºspraram o vinho, vou passar o cart?o agora.¡± Afinal, a culpa tinha sido dele, ele deveria pagar, e n?o havia motivo para Olivia recusar. Para Daniel, duzentos mil, nao era nada, mas para , era a gota d¡¯¨¢gua. Al¨¦m disso, quem quebrou o vinho era Daniel, ent?o ele que deveria pagar. Olivia saiu o cart?o, cheia de raz?o. Estava um caos no camarote, as bs mulheres trazidas para l¨¢ estavam aterrorizadas, paradas no lugar sem se moverem. Nenhuma ds poderia imaginar que uma simples gar?e teria coragem de enfrentar o Sr. Griera. E o Sr. Griera tinha at¨¦ dado um cart?o preto, para usar ¨¤ vontade! As mulheres achavam que o Sr. Griera estava de bom humor e gostava ds naquele dia, e que se s conseguissem agrad¨¢¨Clo, poderiam ganhar uma bda. Afinal, o Sr. Griera era t?o atraente que mesmo sem dinheiro, s pagariam para estar ele. ? ?? ? ???? Uma ds, vestida de forma sensual, mais coragem, caminhou rebndo at¨¦ Daniel e estendeu a m?o para agarrar o bra?o dele, dizendo voz doce: ¡°Sr. Griera, n?o fique chateado, deixa eu te fazerpanhia¡­¡± Antes mesmo d tocar no bra?o de Daniel, ele olhou um olhar frio. A mulher recuou um sorriso sem gra?a, mas insistiu, piscando sedutoramente para ele: ¡°Sr. Griera, eu sei fazerpanhia muito bem, do jeito que voc¨º quiser.¡± All content is property ? N?velDrama.Org. ¡°Vaza!¡± Daniel rejeitou . A mulher ficou chocada. 15:36 Capitulo 54 Carlos, vendo a cena, riu e disse: ¡°Gata, vem aqui do meudo, n?o irrita o Sr. Daniel, ele ¨¦ um homemprometido, ¨¦ perigoso, cuidado pra n?o quebrar um osso.¡± ¡°Voc¨º f demais, precisa soltar a l¨ªngua.¡± Danieln?ou um olhar frio para Carlos e sentou¨Cse, ¡°Delcupa, n?o vou fr mais, Sr. Daniel t¨¢ sorte no amor, n?o deve se importar uma mulher que se foi, n¨¦?¡± Carlos pediu desculpas rapidamente, mas n?o conseguiu segurar a l¨ªngua. Assim que ele terminou de fr, o olhar gdo de Daniel atingiu ele: ¡°Carlos, beba o quanto puder hoje, porque amanh? o Dr. Morales vai visitar voc¨º. Afinal, depois da anestesia, a l¨ªngua n?o sente mais o gosto.¡± Daniel disse isso e acendeu um cigarro. Ele s¨® tinha dado o dinheiro para Olivia porque era prima de Sofia, e cresceram juntas. Ele n?o tinha nenhum interesse romantico n. Carlos: ¡°¡­¡± Rayan e Vicente olhram para ele pena. Carlos estava prestes a ter a l¨ªngua anestesiada, que pena. Pouco depois, Olivia entrou no camarote uma vassoura e um esfreg?o, mas em vez dee?ar a limpeza, aproximou¨Cse de Daniel e entregou o cart?o para ele: ¡°Aqui est¨¢ de volta, o vinho custou duzentos mil, j¨¢ foi descontado na conta do Mundo Nudo.¡± Daniel olhou para atrav¨¦s da fuma?a seus olhos escuros levantados. Cap铆tulo 55 Cap¨ªtulo 55 Os olhos de Daniel eram profundos e escuroso a noite, parecendo um abismo misterioso e insond¨¢vel. A fuma?a branca se enrva ao redor de seu rosto, lembrando um dia frio de inverno, fazendo o cora??o de Olivia estremecer, uma sensa??o de frio invadia . Ele n?o fez men??o de pegar o cart?o, ent?o se inclinou, entregando¨Co em suas m?os, e disse: ¡°Pode ficar tranquilo, s¨® saquei os duzentos mil do vinho, nem um centavo a mais,¡± Content ? N?velDrama.Org. Com o decote que j¨¢ era baixo, ao se inclinar¡­ Fez a garganta de Daniel apertar sem querer. O toque de sua m?o na dele era suave e frio, trazendo lembran?as de um toque familiar. Foi apenas um breve contato, mas suficiente para agitar os pensamentos de Daniel. Ele fechou os olhos. Droga, ele ainda sentia algo por essa mulher. Um toque casual d era o bastante para agitar seu sangue. Mulher maldita, sempre provocando ele. Quando Olivia colocou o cart?o em sua m?o e se preparava para se levantar, seu pulso foi subitamente agarrado por ele. A palma ¨¢spera dele puxou for?a, e caiu em seu colo. Suas pernas eram quentes e fortes. No segundo em que sentou no colo dele, Olivia sentiu algo diferente nele. Seu sangue fervilhou e arregalou os olhos, surpresa: ¡°Sr. Griera, o que est¨¢ fazendo¡­?¡± tentou empurr¨¢¨Clo, mas sua grande m?o segurou a m?o d, enquanto a outra apoiava as costas d, impedindo de fugir. Com sua voz rouca e grave disse: ¡°Ent?o s¨® quer pegar dinheiro sem fazer nada, ¨¦ isso?¡± Ele era generoso os outros amigos e parentes de Sofia, dando eles dinheiro a vontade. , prima de Sofia, criada junto desde pequena, ele n?o poderia deixar sem nada. Ele j¨¢ tinha dito para pegar o dinheiro, quanto quisesse, Mas n?o quis nem um centavo. N?o quer¨ªa dinheiro f¨¢cil, preferia conseguir o corpo? Sua pergunta foi um insulto para Olivia, que se sentiu sufocada. e?ou a se debater furiosamente: ¡°Sr. Griera, me solte, eu sou apenas uma gar?e, h¨¢ mulheres de sobra aqui, voc¨º pode chamar qualquer uma.¡± Carlos, que adorava ver o circo pegar fogo, riu: ¡°¨¦ isso a¨ª, Sr. Daniel, tantas gatas por a¨ª, pra qu¨º se iodar uma gar?e!¡± Danieln?ou um olhar frio e amea?ador para eles: ¡°Sumam daqui!¡± 1/2 15:36 Capitulo 55 ¡°J¨¢ estou indo!¡± Carlos respondeu prontamente, levantando-se rapidamente. Vicente e Rayan tamb¨¦m sabiam ler a situa??o, e um a um, se levantaram apressados, saindo da s privada para evitar a ira de Daniel. As outras mulheres tamb¨¦m deixaram o local, mas aqu que tinha flertado Daniel estava parada, olhando para Olivia inveja e raiva. era mais bonita que Olivia, por que podia sentar no colo do Sr. Griera e n?o? Enquanto olhava Olivia ¨®dio, Carlos arrastou para fora, sussurrando no ouvido d: ¡°Voc¨º n?o tem medo de morrer, n¨¦? Desista, voc¨º nunca ter¨¢ a sua vez.¡± Todos sa¨ªram da s e Carlos, atencioso, fechou a porta depois de sair. Agora, restavam apenas Olivia e Daniel. Olivia pensou que, tantas pessoas ali, Daniel n?o faria nada, bastava encontrar um jeito de escapar. Mas agora¡­ Ah, que afli??o! se debatia for?a: ¡°Sr. Griera, n?o ¨¦ o que voc¨º est¨¢ pensando, eu sou s¨® uma gar?e.¡± Daniel, j¨¢ agitado pelo simples toque d, sentia o calor aumentar enquanto se movia desordenadamente em seu colo. Cap铆tulo 56 Cap¨ªtulo 56 A voz d estava cada vez mais rouca, Ele apoiou uma m?o grande na nuca d e a outra segurou firme na cintura d, impedindo de se mexer. Uma n¨¦voa espalhava pelos seus olhos escuros, enquanto fitava seus olhos cristalinos d: ¡°Voc¨º veic trabalhar aquio gar?e n?o ¨¦ por causa da grana?¡± Olivia: ¡°¡­¡± n?o tinhao rebater aqus pvras. Afinal, quem trabalha n?o ¨¦ para ganhar dinheiro? Num instante, ficou paralisada, sem se mover. As m?os dele n?o seportavam. Olivia sentiu um arrepio at¨¦ no couro cabeludo. se encolheuo um camar?o, ficando vermelha dos p¨¦s ¨¤ cabe?a e encarando ele: ¡°Daniel! Seu safado!¡± ¡°N?o ¨¦ disso que voc¨º gosta? Diz que n?o quer, mas o teu corpo n?o mente!¡± Daniel estava decidido a puni. Afinal, vivia dando em cima dos homens. Achava mesmo que os homens eram t?o f¨¢ceis de seduzir? Olivia estava t?o furiosa que sentia os pulm?es inrem de raiva. Aproveitando que a m?o dele estava fraca, se jogou para odo, caiu no sof¨¢ e, um chute forte, acertou em cheio onde n?o devia. ¡°Ah!¡± Daniel gemeu de dor, soltou as m?os d e, por instinto, protegeu o local machucado. Em panico, Olivia aproveitou a distra??o dele e saiu correndo. Daniel observou fugindo desesperadamente e sentiu muita raiva. Ele apertou as sobrancelhas, sentindo uma dor sem fim. Por pouco n?o deixava ele inv¨¢lido, aqu mulher audaciosa e descarada! Olivia, o cora??o aos pulos, pressionava o peito, temendo que ele saltasse para fora. Chegou ao balc?o e disse ao gerente que estava desistindo, n?o dava mais para continuar. Curiosa, a gerente disse: ¡°Voc¨º mal chegou e j¨¢ vendeu uma garrafa de vinho, ganhando uma comiss?o de dez mil! Se aguentar mais algumas horas e vender outra, s?o vinte mil! Isso equivale a um m¨ºs de trabalho na empresa. Com essa efici¨ºncia, por que desistir?¡± O rosto de Olivia estava mais vermelho ainda, at¨¦ as orelhas estavam vermelhas de vergonha. ¡°Fui confundida por um cliente¡­ sabe¡­¡± Entendendo a situa??o pelo rosto vermelho d, a gerente sorriu e sugeriu: ¡°Voc¨º ¨¦ t?o bonita, j¨¢ pensou em mudar de carreira? Poderia ganhar muito mais¡­¡± 7/2 15:36 Capitulo 56 ¡°N?o, gerente, ser gar?e ¨¦ o meu limite, n?o posso descer mais. Por favor, me d¨º meu dinheiro, preciso ir embora para n?o ter que dar explica??es se o cliente aparecer.¡± Olivia recusou sem pensar duas vezes. Por mais dif¨ªcil que fosse, nunca faria tal coisa. mantinha seu limite que n?o podia ultrapassarl, e esse limite n?o seria ultrapassado por dinheiro ou qualquer outra coisa. Por mais dif¨ªcil que fosse, ganharia seu dinheiro trabalho e intelig¨ºncia, sem nunca se vender. E tamb¨¦m n?o pegaria o que n?o pertencia . ¡°Tudo bem, se quiser voltar a trabalhar aqui, me ligue.¡± A gerente aceitou a decis?o d, fechou a conta e deixou ir. Cada um tem seus princ¨ªpios e n?o poderia for?ar algu¨¦m a fazer o que n?o desejava. Al¨¦m disso, era melhor n?o fazer esse tipo de coisa. Olivia pegou o que lhe era devido e saiu do Mundo Nudo sem olhar para tr¨¢s. All content is property ? N?velDrama.Org. Trabalhar l¨¢ duas vezes e encontrar Daniel em ambas as ocasi?es, ser assediada por ele, quase deu um ataque card¨ªaco. Na s privada, Daniel levou um tempo para se recuperar, a dor em certo local finalmente diminuindo um pouco. Maldita mulher, que n?o tinha nem d¨®! Se ele aencontrar outra vez, n?o vai deixar barato. Cap铆tulo 57 Cap¨ªtulo 67 Naquele trabalho tempor¨¢rio, Olivia faturou mais uma grana, dessa vez onze mil reals Desta vez, usou seu pr¨®prio cart?o banc¨¢rio, ent?o n?o precisava se preocupar que a Teresa fosse torrar tudo em uma partida de Mahjong. Cantando baixinho, Olivia voltou para casa, onde tudo estava escuro, Teresa e as crian?as j¨¢ tinham capotado. pegou o celr, mandou tr¨ºs mil reais para a Jimena, tomou um banho e foi dormir, tranqu. Olivia dormiu feito pedra, consci¨ºncia tranqu de quem n?o deve nada. Pelo menos por um tempo, n?o teria que se preocupar o leite dos beb¨¦s e as roupas das crian?as. s moravam num apartamento de dois quartos. Teresa e os pequenos ficavam ern um, e Olivia no outro. No sonho, estava no colo do Daniel, o rosto lindo dele bem pertinho do d, t?o perto que podia contar os poros da pele firme e cheia de vitalidade dele, o cheiro forte de homem invadia seus sentidos, e a respira??o quente o suficiente para arrepiar at¨¦ a ¨²ltima c¨¦l do seu corpo, segurou o rosto perfeito de Daniel, fazendo bico os l¨¢bios e disse rindo, ¡°Kkk, Sr. Daniel, voc¨º caiu na minha, agora me d¨¢ um beijo, n?o temo fugir¡­¡± tamb¨¦m fez bico, indo de encontro aos l¨¢bios dele. ¡°Uau, ter um homem t?o incr¨ªvel, e ele ser meu, ¨¦ demais!¡± ¡°Gargalhando, Sr. Daniel¡­¡± ¡°ft!¡± De repente, uma m?o bateu na sua testa. Olivia acordou assustada. Abriu os olhos e deu de cara a express?o zangada de Teresa, que n?o tinha nada a ver o sonho. ¡°Sonhando acordada, ¨¦? O sol t¨¢ rachando e voc¨º ai, deitada!¡± Teresa resmungou, ¡°Com vinte e tantos anos, solteirona, sem um homem, voc¨º t¨¢ ¨¦ precisando de homem. Um desses dias voc¨º vai num encontro ¨¤s cegas, viu?¡± Teresa estava cr¨ªticando e preocupada ao mesmo tempo. Olivia era uma mulher normal, que tinha passado anos cuidando de quatro crian?as, sem nenhum amigo do sexo oposto. Os poucos que mostravam interesse por sa¨ªam correndo quando descobriam sobre as crian?as. Olha s¨®, estava t?o sozinha que sonhava encontros. Ai, caramba! A cena d rindo ¨¤ toa e fazendo bico no sonho at¨¦ a m?e n?o aguentava ver. Olivia tocou a testa dolorida e fez uma cara de d¨®. All content is property ? N?velDrama.Org. Estranho, por que tinha sonhado Daniel? 15:36 Cap¨ªtulo 57 E por que, no sonho, queria fazer aquilo ele? Com certeza era por causa da noite anterior, quando Daniel a puxou para o colo, aqu posi??o ¨ªntima e as pvras dele marcaram demais. Ainda bem que a m?e n?o viu isso, sen?o seria um mico. ¡°M?e, n?o precisa marcar encontros pra mim, pra n?o perder tempo. Ningu¨¦m vai aceitar uma m?e de quatro filhos.¡± Olivia respondeu enquanto se levantava. ¡°At¨¦ que enfim caiu a ficha, n¨¦? Devia ter pensado nisso antes, agora t¨¢ a¨ª, arrependida!¡± Teresa zangou . mesma tinha sido m?e solteira, sabia bem o que era aquilo, e n?o queria que a filha passasse pelo mesmo. ¡°¨¦ que eu¡­¡± N?o tinha escolha. Cap铆tulo 58 Cap¨ªtulo 58 Olivia estava prestes a dizer que tamb¨¦m tinha sido for?ada, mas ao ver o olhar s¨¦rio e esperan?oso de Teresa, calou boca. ¡°O que ¨¦ isso? Desembucha, minha filha, quem ¨¦ o pai das crian?as? Por anos voc¨º se recusa a fr dele! Mesmo que voc¨º n?o quer mais nada ele, pelo menos deveria fazer o cara assumir a responsabilidade de criar os filhos.¡± Teresa pressionava, porque se Olivia encontrasse o pai das crian?as, talvez ele iria assumir uma parte da responsabilidade e n?o precisaria trabalhar tanto, *J¨¢ disse que n?o sei, m?e, para de me perguntar isso.¡± Olivia j¨¢ estava cansada dessa conversa repetida. Se soubesse quem era o pai, j¨¢ teria ido atr¨¢s dele. n?o podia contar a Teresa que tinha sido violentada na pr¨®pria casa, porque isso deixaria ainda mais devastada, chorando sem fim. All content is property ? N?velDrama.Org. ¡°Voc¨º n?o me d¨¢ sossego mesmo, n¨¦?¡± Teresa suspirou, chateada. Quantas vezes j¨¢ tinha perguntado, e Olivia nunca fva quem era o tal canalha que abandonou as crian?as! Durante o caf¨¦ da manh?, os pequenosiam gosto. Olivia estava feliz em servirida para eles. Teresa disse: ¡°J¨¢ que voc¨º est¨¢ de folga, vamos aproveitar para visitar nossa antiga casa hoje.¡± ¡°Por que a gente vai l¨¢?¡± perguntou Olivia, curiosa. ¡°¨¦ o anivers¨¢rio de morte da sua prima Sofia, sua tia ligou pedindo para a gente ir l¨¢ prestar nossas homenagens.¡± explicou Teresa. Ao ouvir o nome da prima Sofia, Olivia ficou triste e seu sorriso desapareceu. Sofia era filha de sua tia Mire Rocha e do tio Pablo Torres, que adoravam a menina. Eles eram uma fam¨ªlia feliz at¨¦ que Sofia, ainda crian?a, caiu em umgo enquanto brincava fora de casa e se afogou, j¨¢ que ningu¨¦m estava por perto para salvar . Por causa dessa trag¨¦dia, o tio Pablo ficou doente de dor e morreu alguns anos depois, deixando apenas a tia Mire. Todos os anos eles visitavam os t¨²mulos de Sofia e Pablo. Depois do caf¨¦, Oliviaprou as passagens de trem para voltar. A fam¨ªlia toda caminhou at¨¦ a entrada da v, quando um carro de luxo passou por eles. Passou t?o perto de Olivia que quase atropelou . Por sorte, foi r¨¢pida e d¨¦u uns passos para odo, evitando cair no ch?o. Olhando para tr¨¢s, viu o carro preto parando na pra?a da entrada da v. Muitos moradores estavam l¨¢, se divertindo, conversando, dan?ando. Capitulo 58 A porta do carro se abriu e uma mulher fashion e sensual saiu, maquiagem carregada, batom vermelho e ¨®culos escuros, usando salto alto de oito cent¨ªmetros. Mal saiu do carro e j¨¢ jogou o cabelo para tr¨¢s, dizendo: ¡°Ai, essa vida de luxo tamb¨¦m cansa, viu? To at¨¦ dor nas costas.¡± ¡°Olha se n?o ¨¦ a Vania! Que carro ¨¦ esse, hein? Nunca vi uma m¨¢quina dessas na vida.¡± Um dos mais velhos se aproximou, os olhos brilhando, admirando o carro e depois olhando para Vania espanto, ¡°Ah, ¨¦ um Audi, custou meio milh?o.¡± Vania falou um sorriso arrogante no rosto, e fez quest?o de enfatizar o pre?o. ¡°Meio milh?o, hein? T¨¢ podendo! Van¨ªa, voc¨º realmente se deu bem na vida, ¨¦ a mais estilosa daqui da v.¡± O velho elogiou Van¨ªa um sinal de positivo. Vania ergueu a cabe?a, saboreando os elogios e a admira??o dos moradores. tinha parado o carro ali de prop¨®sito, para ser o centro das aten??es. ¡°Ei, quem ¨¦ aqu ali carregando um monte de tralhas e quatro crian?as? ¨¦ a Olivia?¡± Outro morador notou a fam¨ªlia se aproximando. ¡°¨¦ a Olivia sim, olha s¨® , quatro crian?as e ainda carregando as ms nas costas, voltando pra casa, mas que contraste, hein?¡± O mesmo que elogiou Vania disse, rindo, ao olhar na dire??o de Olivia, Esse sorriso tinha um qu¨º de deboche. Cap铆tulo 59 Cap¨ªtulo 59 Teresa, que no dia a dia n?o tinha papas na lingua, ficava envergonhada quando ouvia os vizinhos da v fofocarem, e seguia cabisbaixa aodo de Olivia. Vania, realmente, se deu melhor que Olivia, tinha dinheiro e poder. N?o s¨® constru¨ªu uma casa grande para a fam¨ªlia, mas tamb¨¦m toda vez que voltava, chegava de carro do ano e vest¨ªa grife. Diferente ds, que usavam roupas simples e ainda tinham que voltar para casa a p¨¦. N?o tinham o levantar cabe?a. Sua pr¨®pria filha n?o separava a outras pessoas. Olivia j¨¢ estava de mau humor por quase ter sido atropda por Vania. Agora, ouvindo o julgamento dos mais velhos da v sobre , Olivia ficou raiva. pretendia ignorar, n?o queria entrar empara??es. Afinal, cada um sabe se a pr¨®pria vida est¨¢ boa ou ruim, e cada um precisa de coisas diferentes na vida. N?o havia necessidade de fazerpara??o. seguia a bagagem, passando p pra?a da v. A voz depreciativa de Vania de repente soou: ¡°Olivia, olha s¨® voc¨º esses pacotes todos, n?o est¨¢ cansada n?o? At¨¦ parece que vai deixar a pele do ombro cair. N¨®s duas estamos na Capital, ¨¦ s¨® me ligar antes de vir que eu dou um jeito de trazer voc¨ºs. Se n?o temcarro n?o tem problema, voc¨º tem a sua prima aqui pra isso.¡± Aqu senhora, que antes elogiava Vania, concordou: ¡°¨¦ isso a¨ª, Olivia. Voc¨º devia seguir o exemplo de sua prima. Olha s¨®, arrumou um namorado rico e tem uma carreira que ¨¦ s¨® sucesso, a mais rica da v, e ainda por cima ¨¦ generosa. n?o desprezou voc¨º, que ¨¦ mais pobre, e ainda se ofereceu para te trazer de volta. N?o seja teimosa, aceite uma m?ozinha e v¨¢ no carro d, sem vergonha nenhuma.¡± Olivia parou de repente, ergueu o queixo e disse ¨¤ senhora: ¡°Como assim eu n?o tenho nada? Essas quatro crian?as n?o s?o minhas? E ainda¡­¡± olhou para Vania e sorriu levemente, dizendo: ¡°As apar¨ºncias enganam, de onde voc¨º tirou que tem bom cora??o?¡± N?o foi Vania quem tramou contra e dormiu seu namorado? No Grupo Griera, ainda tentou sujar seu nome, dizendo que Olivia tinha ficha criminal. Uma pessoa t?o m¨¢ sendo elogiada por ter bom cora??o? Vania realmente sabia manter as apar¨ºncias, mas por dentro era mais fria que qualquer um. A senhora, que tinha fdo tudo aquilo, era interesseira e sabia muito bem pisar nos outros para se elevar. Ao ver Olivia orgulhosa de seus quatro filhos, a mulher torceu o nariz em desd¨¦m. O preconceito e a desaprova??o estavam ros em seu olhar. Para as mulheres do campo, a reputa??o era o que mais importava. Cap¨ªtulo 59 Olivia, al¨¦m de ter engravidado antes do casamento, ainda teve quatro filhos! At¨¦ hoje ningu¨¦m sabe quem era o pai das crian?as. Se fosse outra pessoa, j¨¢ teria vergonha de voltar para casa. Mas ainda era orgulhosa? Realmente, n?o tem vergonha na cara. ¡°Pobre ¨¦ pobre, mas acha que pode ser arrogante. bem feito viver na pobreza para sempre.¡± A senhora defendia Vania, depois que Olivia rejeitou a ajuda d. Quanto mais a senhora fva, mais direta e brutal ficava, tentando bajr Vania. Teresa, que antes sentia vergonha por ser pobre, agora achava as pvras de Vania e da senhora insuport¨¢veis.. Sua paci¨ºncia explodiu e levantou a cabe?a, fndo alto para a senhora: ¡°E da¨ª que somos pobres,emos algum arroz da sua casa ou bebemos sua ¨¢gua?¡± ¡°Isso a¨ª n?o¡­¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. ¡°Ent?o fica quieta, qual ¨¦ a necessidade de tanto ft¨®rio? Velha assim deveria ficar quieta, sen?o quando morrer n?o vai ter ningu¨¦m para o enterro.¡± Teresa falou vermelha de raiva. Quando se trata de ter l¨ªngua afiada, ningu¨¦m superava Teresa. Teresa normalmente era de poucas pvras, mas quando deixavam irritada e e?ava a fr, ningu¨¦m na v podiapetir . Cap铆tulo 60 Cap¨ªtulo 60 This text is ? N?velDrama/.Org. Aqu senhora ficou cheia de raiva, mas acabou n?o dizendo mais nada. Por outrodo, Vania, ao ver a fam¨ªlia de Olivia t?o simples e ainda assim t?o cheia de atitude, n?o podia aceitar sair de cena assim, a cara no ch?o. Parou seu carro propositalmente na entrada da v, s¨® para se exibir e inferiorizar Olivia. Com o rosto todo maquiado, olhou para eles desd¨¦m e soltou uma risadinha: ¡°Tia Rocha, j¨¢ t¨¢ na idade, mas continua usando essas roupas velhas, sem um pingo de joia, a Olivia deve dar um trabalh?o, n¨¦? Amanh?, c¨º vemigo pra cidade que eu tepro um cr de ouro¡­¡± As pvras de Vania pareciam um gesto de generosidade, mas na verdade era uma indireta para Olivia, uma zoa??o Teresa. A cara de Teresa ficou surpresa e vergonha. realmente estava roupas velhas e sem nenhuma j+oia, nem um brinco sequer. Foi quando os quatro pequenos que vinham atr¨¢s se aproximaram. ¡°Mam?e, vov¨®!¡± As crian?as vieram e pegaram nas m?os de Teresa e Olivia. In¨ºs, uma carinha fofa e s¨¦ria, disse sua voz infantil: ¡°Tia Vania, voc¨º vai mesmoprar joia pra minha v¨®? n?o vai ter tempo amanh?, d¨¢ o seu bracelete de ouro pra .¡± Vania olhou pro seu bra?o o bracelete de ouro, e instintivamente o cobriu a outra m?o. Com cara cheio de vergonha disse: ¡°Ah, isso aqui eu j¨¢ usei, n?o fica bem dar pra tia Rocha.¡± Iria, seus lindos olhos pretos piscando, disse do?ura: ¡°Minha v¨® n?o se importa.¡± ¡°¨¦ isso, minha v¨® adora ouro, e a tia ia dar ouro pra mesmo, ent?o d¨¢ logo isso a¨ª.¡± Joel, seu rostinho bonito, olhou para Vania uma inoc¨ºncia cristalina. Vania tinha fdo assim s¨® para envergonhar Olivia, dizendo que levaria Teresa paraprar joias na cidade. s¨® queria envergonhar Olivia e Teresa, nunca teve a inten??o real de levar paraprar j¨®ia. Agora, os tr¨ºs pequenos colocaram na parede, sugerindo que desse logo o seu bracelete para Teresa. Era algo que tinhaprado por um bom dinheiro,o poderia simplesmente dar para Teresa? for?ou um sorriso amarelo ¨¦ embara?o mexeu no sapato de salto alto a ponta do dedo do p¨¦: ¡°Kkk, esse t¨¢ velho, amanh? eupro outro novo.¡± ¡°Tia, ouro n?o tem isso de velho ou novo, voc¨º t¨¢ ¨¦ inventando desculpa pra n?o dar pra minha v¨®, n¨¦?¡± In¨ºs Torres, conhecimento sobre joias, sabia muito bem que ouro n?o envelhece. , seu bon¨¦ e voz infantil, olhou para Vania seus olhos grandes e inocentes, fazendo Vania sentir pressionada. Capitulo 60 N?o ¨¦ ¨¤ toa que ¨¦ filha do Daniel, t?o pequena e j¨¢ tem tanta presen?a. Vania, sem gra?a, desviou o olhar, procurando uma desculpa para ir embora. A senhora que antes tinha elogiado Vania e olhado Olivia desd¨¦m, viu os quatro pequenos, cada um mais esperto que o outro, bonitoso bonecos, mais atraentes que estrs de cinema. Eram espertos a ponto de deixar qualquer adulto de boca aberta. N?o ¨¦ de se admirar que Olivia estivesse t?o orgulhosa antes; ter filhos t?o lindos e excepcionais ¨¦ motivo de orgulho para qualquer um. ¡°Tia, mesmo voc¨º sendo rica, minha m?e ¨¦ que tem um cora??o bom, e a gente ama .¡± Heitor, percebendo que Vania queria encontrar uma desculpa para fugir, resumiu a situa??o sua voz de crian?a. Cap铆tulo 61 Cap¨ªtulo 61 ¡°¨¦, a gente ama a m?e sim.¡± Os outros baixinhos concordaram em coro. Teresa Rocha sorr¨ªa de orelha a orelha e lembrou: ¡°E a vov¨® tamb¨¦m.¡± ¡°Amamos a vov¨® tamb¨¦m.¡± Os pequeninos repetiram juntos, suas vozes infantis e doces, derretendo o cora??o de quem ouvia. Teresa sorria mais linda que flor, erguendo a cabe?a sem mais sentir vergonha ou medo de encarar o mundo. Naquele momento, at¨¦ se sentia orgulhosa. Quem poderia ser mais feliz que , amada por quatroinhos dourados? Ao ouvir os filhos, Olivia Souza sentia um calor gostoso no peito. Seus quatro filhos eram o maior tesouro da sua vida. Eram seu orgulho. Algo que dinheiro nenhum poderiaprar. disse para Vania Souza: ¡°Voc¨º pode at¨¦ nadar na grana, mas se ¨¦ s¨® pra voc¨º curtir, fica na sua e n?o esfrega na cara dos outros. S¨® porque voc¨º t¨¢ bem, os outros tamb¨¦m v?o estar?¡± Depois de fr, olhou para a senhora aodo de Vania. A mulher, que pouco antes achava que Olivia devia se esconder num buraco, agora sentia que era quem devia procurar um Olivia tinha raz?o, bajr Ugar pra se enterrar depois daquele olhar. rico n?o enche o bolso de ningu¨¦m. E os ricos n?o v?o dividir o dinheiro s¨® porque receberam elogios. Vania, ao ouvir as pvras de Olivia, observava a fam¨ªlia d se afastando, a maquiagem quase desmanchando de raiva. Maldita Olivia, vivendo t?o feliz e ¨¤ vontade mesmo na pobreza! Como tinha tanta sorte! Trancada naqu casa velha e ainda assim, Daniel Griera caiu do c¨¦u, te deixou gr¨¢vida de quatro filhos dele! Depois de tanto esfor?o pra deix¨¢ na mis¨¦ria! E ainda assim, Olivia parecia uma barata que n?o morre, sempre alegre e confiante! Vania odiava bastante. Em beleza, n?o perdia pra Olivia, em habilidade, era muito mais capaz. Depois de tanto jogo de cintura e esquemas, finalmente vivia uma boa vida. Por que diabos n?o podia ser mais feliz que Olivia? Porque n?o tinha visto Olivia no fundo do po?o, implorando por ajuda! Sim, era isso que faltava para a sua felicidade! Capitulo 61 quer¨ªa ver Olivia num dia desses sem ch?o, chorando por um empr¨¦stimo. S¨® ent?o estaria feliz de verdade! Olivia voltou para casa os filhos. Aquele era o lugar onde cresceu, uma velha casa de tijolos, simples e desgastada, mas limpa e em ordem. Onde antes havia uma casa em ru¨ªnas e um chiqueiro, agora havia um limpo quintal hortali?as. Atr¨¢s da casa de Olivia ficava a casa de Vania. Antes, a casa de Vania erao a d, simples e gasta, mas desde que Vania ficou rica, derrubou sua velha casa e construiu um luxuoso edif¨ªcio. A grande constru??o bloqueava o sol da casa de Olivia, deixando na sombra exceto no ver?o. A humilde resid¨ºncia parecia ainda mais fria e sombria. ¡°Tia, o que aconteceu, voc¨º t¨¢ doente?¡± Olivia entrou em casa e viu sua tia Mire Rocha deitada na cama, sua preocupa??o disparou e correu para odo d. Com Olivia e sua fam¨ªlia tentando a vida na Capital, s¨® restava a tia em casa. sempre foi forte e saud¨¢vel, mas agora parecia abatida. Mire tinha apenas quarenta e poucos anos, dois anos a menos que Teresa. Mas, parecia muito mais velha, metade dos cabelos brancos e o rosto marcado pelo tempo. envelheceu t?o r¨¢pido por causa de anos de muita tristeza. Depois da morte da filha afogada e do marido que se foi de saudade, Mire vivia em dor Content ? N?velDrama.Org 2024. constante. Desde ent?o, a tristeza nunca deixou . Cap铆tulo 62 Cap¨ªtulo 62 Ent?o, envelhecia rapidamente.. ¡°Estou bem, ¨¦ s¨® um resfriado bobo.¡± Mire, ao v¨º¨Clos voltar, n?o p?de esconder o sorriso que brotou no seu rosto. ¡°Tia, a gente voltou.¡± Iria Torres, que era toda cheia de vida, chegou pndoo um coelhinho at¨¦ a beira da cama de Mire, seu rostinho redondo e sorridente. ¡°Iria chegou, vem c¨¢ mostrar pra tia. Nossa,o t¨¢ bonita, hein?¡± Mire, um sorriso afetuoso, afagou as bochechas macias e cheinhas de Iria, olhando pra um carinho que transbordava de seus olhos. ¡°Oi, tia.¡± Joel Torres se aproximou de Mire para mostrar que tamb¨¦m estava l¨¢. ¡°Tia.¡± Disse Heitor Torres. ¡°Oi, tia.¡± In¨ºs Torres se juntou ao grupo sua pequena cabe?a, cumprimentando . Mire riu tanto que mal podia fechar a boca: ¡°T¨¢ bom, t¨¢ bom, a tia guardou um monte de doces aqui, vou buscar pra voc¨ºs.¡± se levantou da cama, afastando as cobertas e foi at¨¦ o arm¨¢rio antigo tirar um punhado de bs embrulhadas em um papel vermelho, distribuindo para as quatro crian?as. Essas bs eram de festas felizes na v, que davam para , e que guardava s¨® esperando os pequenos voltarem para poderem se deliciar. Os pequenos, as bs nas m?os,e?aram aer felizes, sorrisos mais doces que mel. ¡°Valeu, tia!¡± As vozes infantis, em coro, agradeceram. Mire sorriu, as rugas de se rosto marcaram¨Cse ainda mais: ¡°Kkk, imagina, n?o tem de qu¨º.¡± Depois, os quatro pequenos sa¨ªram pndo e brincando para l¨¢ fora. Mire observou seus pequenos vultos se afastando e, enquanto sorria, l¨¢grimase?aram a brotar em seus olhos, apertando seu cora??o tristeza. Sua filha, quando se afogou, tamb¨¦m tinha essa idade. Se ainda estivesse viva, seus filhos tamb¨¦m estariam assim, crescidos. Ao ver Mire chorar, Olivia rapidamente pegou um len?o de papel para enxugar suas l¨¢grimas: ¡°Tia, j¨¢ passou, eu acredito que a Sofia Torres j¨¢ deve estar reencarnada, vivendo outra vida. Em algum canto do mundo, deve estar feliz e contente.¡± Mire, a voz embargada, concordou acenando a cabe?a: ¡°¨¦, j¨¢ faz muitos anos. Na verdade, quem n?o consegue superar somos n¨®s, que ficamos.¡± Olivia sentiu um n¨® na garganta e seus olhos se encheram de l¨¢grimas. Agora que tamb¨¦m era m?e, sabia o quanto era doloroso perder um filho. podia sentir profundamente a agonia e a dor no cora??o da tia. 1/2 13:07All content is property ? N?velDrama.Org. Mire pegou o len?o, secou as l¨¢grimas e se rp?s: ¡°Vamos arrumar as coisas e ir ao cemit¨¦rio. N?o podemos deixar se sentir sozinha.¡± Olivia concordou um aceno. Sofia foi sepultada no cemit¨¦riounit¨¢rio de Aldeia Souza. Era um lugar desdo, acess¨ªvel apenas por um caminho estreito entre as estradas rurais. As estradas rurais eram todas de terra e bastante estreitas. As quatro crian?as,o coelhinhos, marchavam ¨¤ frente sem dificuldades, enquanto os adultos seguiam eles. Teresa, ainda firme, caminhava por conta pr¨®pria, enquanto Olivia apoiava Mire. Rapidamente chegaram ao t¨²mulo. Os t¨²mulos no campo n?o s?o t?o bem constru¨ªdos concretoo os das grandes cidades, mas s?o montes de terra simples uma l¨¢pide de pedra b¨¢sica, sem foto. Olivia e Mire queimaram dinheiro de papel e acenderam incenso no t¨²mulo de Sofia. Olivia arrancou as ervas daninhas que cresciam ao redor. Foi quando Vania chegou: ¡°Tia, vim visitar a Sofia.¡± Vania chamava Mire de tia. Mire olhou pra e assentiu a cabe?a. Vania se aproximou do t¨²mulo, acendeu tr¨ºs varetas de incenso e em sil¨ºncio orou: ¡°Sofia, me desculpa, eu n?o queria usar seu nome para enganar Daniel. N?o foi minha inten??o ofender voc¨º, por favor, n?o me culpe no al¨¦m.¡± sabia que era o dia de mem¨®ria de Sofia e fez quest?o de voltar para prestar suas homenagens, esperando que Sofia n?o se ofendesse por ter usado seu nome para esconder a verdade sobre a mulher quem Daniel dormiu naqu noite, que na verdade era Olivia. Naquele momento, na entrada da aldeia de Aldeia Souza, um Rolls¨CRoyce preto adentrou. No banco de tr¨¢s, estava Daniel, uma aura sombria ao seu redor. O assistente Bruno parou o carro e perguntou a um morador local: ¡°Por favor, voc¨º sabe onde fica o t¨²mulo de Sofia?¡± Cap铆tulo 63 Cap¨ªtulo 63 O alde?o apontou para a trilhinha rural em frente. Seguindo por , chegava-se ao cemit¨¦rio da aldeia. A trilha era t?o estreita que nem carro passava. Bruno olhou para tr¨¢s, buscando a opini?o de Daniel: ¡°Sr. Griera, a trilha ¨¦ demasiado estreita e ¨¦ toda de terra, receio que seja um pouco dif¨ªcil para o carro passar.¡± Daniel nem pensou duas vezes, j¨¢ foi abrindo a porta do carro e desceu. O toque e o cheiro de Olivia na noite anterior eram iguais demais aos daqu mulher de cinco anos atr¨¢s. Ele tinha tocado por baixo da roupa d de prop¨®sito, sentindo a pele maciao cetim, aquele contato suave e perfumado que lhe arrepiava os nervos, lembrando daqu noite em que tinha dormido a mulher. Sentia o sangue ferver e a garganta formigar. Ele manteve Olivia por perto para treinar sua for?a de vontade, para n?o cair em tenta??o de novo. Queria ser capaz de ficar indiferente mesmo que se deitasse nua diante dele. Mas s¨® tinha tocado a m?o dele e se inclinado ¨¤ sua frente, quase mostrando demais, e ele quase perdeu o controle. Aquilo n?o era bom press¨¢gio. Daniel decidiu que hoje iria visitar o t¨²mulo de Sofia, para ver a mulher quem ele de fato tinha dormido e distinguir entre e Olivia, para conseguir se acalmar. Al¨¦m do mais, aqu mulher tinha salvo a vida dele seu corpo, e ele nem tinha agradecido pessoalmente, nem tinha visitado o t¨²mulo d. Mesmo que j¨¢ tivesse partido deste mundo, ele devia ir prestar homenagem no t¨²mulo d. Vendo Daniel sair do carro, Bruno tamb¨¦m desceu rapidinho e panhou-o p trilhinha. Content ? N?velDrama.Org. ¨¤ frente, a trilha abria para um campo verde infinito, vasto e remoto, onde de vez em quando um passarinho voava baixo, ro?ando as nta??es. O ar era fresco, o visual verdinho, uma verdadeira beleza para os olhos. S¨® que o caminho era dif¨ªcil. Nesse meio tempo, os alde?es, sabendo da novidade, juntaram-se para xeretar o carr?o e tamb¨¦m o Daniel. A Aldeia Souza era um lugar de gento mais humilde, a maioria nunca tinha posto os p¨¦s na cidade grande, n?o tinha visto muita coisa da vida. O melhor carro que j¨¢ tinham visto era o Audi da Vania. Agora que viram um Rolls Royce brilhante, foio se tivessem descoberto um novo mundo, olhando curiosos e cheios de admira??o. Capitido 63 ¡®Caramba, esse carro ¨¦ luxuoso demais, at¨¦ brilha, disseram. ¡°Eu j¨¢ vi essa marca na televis?o, ¨¦ um Rolls-Royce, um carro que vale mais de dezenas de milh?es,¡± exmou um alde?o mais jovem, ¡°Mais de dezenas de milh?es, co t¨¢ brincando! Que rica?o ¨¦ esse que veio de carr?o para nossa aldeia?¡± aqu senhora que antes bajva a Vania e desprezava a Olivia quase deixou os olhos cairem de tanto espanto, Era admira??o misturada incredulidade. A pobreza limitava a imagina??o d, nem em sonhos podia imaginar um carro daqueles. ¡°E aquele gato tamb¨¦m, hein? Pernaspridas, um charme, lindo demais. Se fosse meu genro, eu tava feita,¡± a senhora suspirava cora??eszinhos saindo dos olhos diante de Daniel caminhando p trilha. tinha vivido uma vida inteira e era a primeira vez que via um homem t?o bonito. Mesmo na TV, nunca tinha visto um homem t?o bonito. ¡°Nem sonhar. O cara veio prestar homenagem pra Sofia, deve ter a ver a fam¨ªlia da Olivia,¡± aquele que tinha dado dire??o a Bruno zombou do sonho da senhora. Ao ouvir isso, a sua cara afundou-se imediatamente. Procurando p Olivia? Ser¨¢ que era o pai daqueles filhos d? Olhando direito, at¨¦ que o homem tinha umas fei??es parecidas as do Heitor, da fam¨ªlia da Olivia. Como ¨¦ que aqu mulher merecia tanta sorte? A senhora ficou inveja, e a esperan?a que tinha logo se desfezo bolha de sab?o. A trilha estava cheia de terra, e o sapato de Daniel, sempre impec¨¢vel, rapidinho ficou coberto de lama. Cap铆tulo 64 Cap¨ªtulo 64 Ele franziu as sobrancelhas, mas n?o se importou e seguiu seu caminho. Bruno vinha cambaleante atr¨¢s dele, a ponto de cair nos campos aodo, que estavam cheios de arrozais gados. Se ca¨ªsse, iria se sujar todo dema, e seria um verdadeiro desastre. Bruno n?o tinha a estabilidade de Daniel, porque Daniel era um ex¨Cmilitar treinado em manter o equil¨ªbrio, enquanto ele era apenas um funcion¨¢rio. Naturalmente, n?o tinha o mesmo equil¨ªbrio que Daniel. Rapidamente, Bruno ficou para tr¨¢s. Daniel foi em dire??o ao cemit¨¦rio, enquanto ele ainda lutava no caminho estreito. Por l¨¢, depois de limparem os t¨²mulos e acenderem as vs, Teresa e Mire levaram as quatro crian?as para colher canas¨Cde¨Ca?¨²car no tanque seco para brincarem. As canas eram t?o altas que, ao entrar ns, mal se podia ver as pessoas. Aodo dos t¨²mulos, s¨® restavam Olivia e Vania. Olivia estava arrumando o local. Belonging to N?velDrama.Org. Vania, pregui?osa, pegou uma almofada e se odou para tirar uma soneca. Daniel se aproximou e logo de cara viu Olivia, seus olhos escuros se aprofundaram e ele disse: ¡°Olivia, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± A voz masculina, grave e atraente, soava surreal naquele campo aberto. Olivia pensou que estava alucinando, enquanto agachada, recolhia pap¨¦is n?o totalmente queimados para jogar na fogueira, e quando olhou para cima, viu as pernas impec¨¢veis do homem. Seguiu o olhar at¨¦ encontrar um homem de terno, emanando uma aura de nobreza. Seu rosto era branco, tra?os bem definidos e olhos profundos sob p¨¢lpebras marcadas e c¨ªlios longos, e l¨¢bios finos e sensuais. Em meio ¨¤ fuma?a do campo, ele parecia um deus que havia descido ¨¤ terra. Quando Olivia o viu, sentiu o cora??o parar. No segundo seguinte, se levantou nervosa, os olhos arregdos e disse sem jeito: ¡°Daniel, senhor Daniel, senhor Griera, porque ¨¦ que est¨¢ aqui?¡± ???? ??? Ele n?o deveria estar na Capital, no escrit¨®rio mais sofisticado do Grupo Griera? Como ¨¦ que ele apareceu de repente nesse descampado? Daniel deu um passo em sua dire??o: ¡°Vim prestar homenagem.¡± ¡°Senhor Griera, voc¨º veio!¡± Vania acordou o som da voz e, ao ver Daniel, sentiu o cora??o na boca e se apressou para cumpriment¨¢¨Clo, tentando agradar. ¡°Como ¨¦ que nos atrevemos a iod¨¢-lo para vir aqui?¡± Vania rapidamente pegou a almofada onde se tinha sentado e a colocou aos p¨¦s de Daniel para que ele n?o sujasse seus sapatos de Couro Capitulo 64 Olivia revirou os olhos ao ver a baj??o de Vania. Daniel olhou para a almofada aos seus p¨¦s, franzindo a testa descontente. Ele n?o pisou na almofada, mas contornou¨Ca e seguiu pelo gramado aodo. Havia v¨¢rios t¨²mulos ali, todas alinhadas montes de terra e l¨¢pides ¨¤ frente. Atr¨¢s do t¨²mulos cresciam salgueiros, cujos ramos pendiam, bloqueando parcialmente as l¨¢pides, como se fossem guarda¨Cs¨®is. Daniel seguiu o olhar at¨¦ encontrar o nome de Sofia em uma das l¨¢pides. Havia tamb¨¦m um incens¨¢rio na frente, incenso ainda queimando, e pap¨¦is sendo queimados no ch?o. Ele pensou que encontraria uma foto de Sofia no t¨²mulo, mas em vez disso, s¨® havia um nome. Olhando para os outros t¨²mulos ao redor, percebeu que era o costume da Aldeia Souza n?o colocar fotos dos falecidos nas l¨¢pides. Vania, ao ver que Daniel n?o pisou na almofada que havia preparado, n?o se sentiu envergonhada. acendeu tr¨ºs varetas de incenso e as entregou a Daniel, dizendo um sorriso bajdor: ¡°Senhor Griera, este ¨¦ o t¨²mulo da minha prima Sofia. O senhor pode prestar uma homenagem a .¡± Olivia estava curiosa para saber que tipo de r??o Daniel tinha Sofia e por que ele havia vindo prestar homenagem a de prop¨®sito. se aproximou e perguntou: ¡°Sr. Griera, eu sou muito grata por voc¨º prestar homenagem ¨¤ minha prima, mas por que voc¨º est¨¢ fazendo isso? Voc¨º a conhecia?¡± Cap铆tulo 65 Cap¨ªtulo 65 Sofia tinha morrido afogada nogo quando er¨¢ apenas uma menininha. Em teoria, n?o deveria ter nada a ver o Daniel. E na casa do tio d n?o tinha parente algum chamado Griera. viveu na casa do tio por mais de vinte anos e nunca ouviu fr que eles tivessem alguma r??o com os Grieras. Daniel estava concentrado acendendo incenso e n?o prestou aten??o no que disse. Mas Vania, ao ouvir a pergunta de Olivia, ficou o cora??o acelerado, preocupada que sua mentira fosse descoberta e apressou¨Cse em dizer: ¡°Eu que contei pro Sr. Griera. Ele tem um cora??o de ouro, ¨¦ uma boa pessoa e teve pena da nossa Sofia. Qual o problema dele querer vir aqui para prestar uma homenagem?¡± Olivia arqueou as sobrancelhas e apertou os l¨¢bios, mas n?o disse nada. Ent?o tinha sido Vania que contou a Daniel sobre Sofia. Parecia que Vania tinha uma boa r??o Daniel, sen?o, por que contaria algo t?o pessoal? E por que Daniel se importaria tanto a fam¨ªlia de Vania a ponto de vir pessoalmente prestar suas homenagens a Sofia? E se Vania e Daniel n?o se dessem bem, n?o teria a liberdade de entrar e sair do Grupo Griera ou do escrit¨®rio de Danielo bem entendesse. S¨® n?o sabiam at¨¦ onde ia essa intimidade entre eles. Depois de terminar de acender o incenso, Daniel fincou as tr¨ºs varetas no incens¨¢rio diante do t¨²mulo e ficou olhando fixamente para a l¨¢pide por um momento. Aqu era a mulher quem ele havia dormido cinco anos atr¨¢s, e naqu noite estava t?o viva, t?o macia, que a sensa??o parecia ter sido na noite anterior. Por¨¦m, estava sepultada para sempre sob aquele monte de terra amar. Parecia que era hora de ele seguir em frente. ¡°Sr. Griera, voc¨º veio de t?o longe at¨¦ a Aldeia Souza, deve estar fome. Que tal vir ¨¤ minha casa? Vou preparar uma refei??o bem caprichada pra voc¨º¡°, disse Vania, rodeando Daniel um sorriso bajdor e respeitoso no rosto.. Daniel se virou e seu olhar profundo encontrou Olivia: ¡°Vou na casa d.¡± Ele queria ver o ambiente em que Sofia cresceu. Olivia ficou chocada, Daniel iria jantar na casa d? Vania, ao ouvir isso, perdeu apostura, apressando¨Cse em dizer: ¡°Sr. Griera, a casa da Olivia ¨¦ muito humilde, e n?o temosida, tenho medo de n?o conseguir atender a altura. Melhor voc¨º vir para a minha casa, vamos o receber muito bem.¡± A casa de Olivia era realmente simples, eo tinha acabado de voltar para casa, n?o conseguiu ir ao mercado de manh? e n?o tinha legumes frescos para oferecer a Daniel. 13:08 S Capitulo 65Content ? N?velDrama.Org. S¨® tinham os repolhos e rabes do jardim, que eram muito simples e insossos. Daniel, sendo t?o rico e prestigiado, provavelmente estava acostumado a pratos mais ex¨®ticos e talvez n?o gostasse deida t?o b¨¢sica. Daniel raramente vinha ¨¤ Aldeia Souza e, sua posi??o, certamente merecia o melhor tratamento. N?o podiam desapont¨¢¨Clo. Al¨¦m do mais, se Daniel fosse jantar na casa de Olivia e a fam¨ªliae?asse a fr sobre a morte de Sofia, ou sobre aqu noite de cinco anos atr¨¢s, quando uma mulher o salvou usando o pr¨®prio corpo no celeiro¡­ Tudo seria exposto. Vania, que tinha conseguido sua fortuna tanta dificuldade, sentiria tudo se perder. sentiu um frio na barriga s¨® de pensar. ¡°Sem conversa fiada, vamos logo!¡± Daniel falou uma voz fria, sem aceitar r¨¦plica. Sua postura dominadora e suas pvras fizeram Olivia estremecer involuntariamente. Seu poder era avassdor, e Olivia sentia um arrepio. Mas teve que se fazer de corajosa e gui¨¢¨Clo at¨¦ sua casa. Vania tentava aparentar calma, mas por dentro estava desesperadao formiga em pan quente. O que fazer, se Daniel insistisse em ir ¨¤ casa de Olivia? N?o podia ser, tinha que segui¨Clos. De jeito nenhum deixaria que Olivia e Daniele?assem a fr sobre a noite de cinco anos atr¨¢s. Olivia ia na frente, Daniel seguia atr¨¢s d, e Vania, atr¨¢s de Daniel, seguia a passos cautelosos, medo de ficar para tr¨¢s. Cap铆tulo 66 Cap¨ªtulo 66 Bruno mal tinha chegado perto do cemit¨¦rio quando viu Olivia e Daniel voltando pelo mesmo caminho. Sem alternativa, teve que dar meia¨Cvolta, estava a desfazer¨Cse por dentro, o caminho era demasiado dif¨ªcil de percorrer. Depois que deixaram a trilha rural para tr¨¢s, chegaram ¨¤s vias do vrejo, que eram um tanto mais convidativas. Na entrada da aldeia, Olivia se deparou uma verdadeira roda de curiosos em volta de um Rolls¨C Royce reluzente. Ao avistarem¨Cna, os moradores esticaram o pesco?o, olhares brilhantes e cheios de expectativa, fixos em Daniel uma mistura de curiosidade, admira??o e um certo receio. Conforme os dois se aproximaram, os alde?es foram se retraindo diante da aura imponente de Daniel, abrindo espa?o de bom grado e mantendo uma distancia respeitosa. ¡°Sr. Daniel, espera a¨ª, me d¨¢ um tempo!¡± Vania correu at¨¦ ele, caminhando ao seudo um sorriso no rosto, olhando¨Co uma admira??o t¨ªmida e encantada. Erao se uma mulher olhasse para o seu pr¨®prio homem os mesmos olhos adoradores. Daniel, por¨¦m, n?o lhe dirigiu sequer um olhar. A cena de Vania, t?o apaixonada e t¨ªmida, observando Daniel, causava um alvoro?o entre os moradores. Come?aram a cogitar que aquele jovem abastado tinha vindo especialmente por Vania. Seria o namorado rico que a Vania tinha? Fazia sentido. Afinal, Vania tinha se tornado rica do dia para a noite, desfndo em carros luxuosos e construindo uma mans?o. S¨® podia ser fruto da fortuna do rapaz, pensavam. Como explicar de outra forma tamanha ascens?o? A conclus?o era inevit¨¢vel: aquele homem elegante e atraente s¨® podia ser o namorado de Vania. A curiosidade dos alde?es encontrava respostas, e as conversas giravam em torno da sorte grande de Vania. Esses cochichos acabaram chegando aos ouvidos de Olivia, que ouviu algu¨¦mentar: ¡°Este ¨¦ o namorado de Vania, t?o bonito e t?o rico, Vania tem muita sorte.¡± Por algum motivo, sentiu um aperto no peito. Se Daniel era namorado de Vania, porque ¨¦ que ele a puxou para se sentar ao seu colo ontem ¨¤ noite? Estaria ele apenas brincando os sentimentos d? Depois do desapontamento, veio a raiva. Olivia apressou o passo at¨¦ sua casa. Entrando no sal?o, nem sequer mencionou ir preparar algo para comer. Daniel chegou e examinou a disposi??o da casa um olhar atento. Capitulo 66 Era uma casa simples de tijolos e telhas. As paredes externas, pintadas de branco, estavam rachadas e descascando, prestes a cair, As telhas do teto tamb¨¦m estavam bem gastas e certamente permitiriam a passagem de ¨¢gua em dias de chuva. Apesar de velha, a casa estava limpa e arrumada. Contudo, o ambiente era frio e ¨²mido, e morar ali por muito tempo, sem d¨²vida, traria reumatismo. O ambiente era muito mau. Daniel franziu a testa quase imperceptivelmente e perguntou sua voz grave: ¡°Tem mais algu¨¦m na sua fam¨ªlia?¡± All content is property ? N?velDrama.Org. ¡°Eu¡­* ¡°Olivia sempre est¨¢ trabalhando fora. S¨® fica a tia d aqui, a m?e de Sofia.¡± Vania interrompeu antes que Olivia pudesse responder, temendo que mencionasse seus quatro filhos. Se Daniel soubesse da exist¨ºncia das crian?as, certamente faria mil perguntas, e o segredo de Olivia seria imposs¨ªvel de guardar. Danieln?ou um olhar g¨¦lido para Vania: ¡°N?o perguntei pra voc¨º!¡± Vania recuou diante daquele olhar cortante e resolveu n?o se intrometer mais. Olivia ent?o disse: ¡° falou a verdade. Minha tia costuma ficar sozinha em casa.¡± ¡°E onde est¨¢ agora?¡± Daniel olhou ao redor, curioso. Queria conhecer a m?e de Sofia, para poder oferecer¨Clhe um lugar melhor para viver. ¡° saiu. Deve estar no jogo de cartas agora.¡± Vania respondeu, nervosa. Fez quest?o de mencionar que Mire estava no jogo de cartas, querendo insinuar que tamb¨¦m gostava de jogar e apostar. ¡°Quem disse que est¨¢ no jogo de cartas?¡± Olivia rebateu, n?o querendo que Vania menosprezasse sua tia. Cap铆tulo 67 Cap¨ªtulo 67 Vania costumava menosprezar a Olivia, mas agora queria fr mal da tia d na frente dos outros. This text is ? N?velDrama/.Org. Olivia n?o aguentou. A tia era uma pessoa leal e bondosa, nunca jogava cartas, e se n?o estava trabalhando no campo, estava cuidando da horta, ntando e tirando as ervas daninhas, Como a tia d poderia estar no jogo de cartas, se nem olhava para s? Quando ouviu a defesa de Olivia, o cora??o de Vania batia furiosamente. Ser¨¢ que ia dizer que a tia tinha levado as crian?as para brincar fora? Enquanto Vania tremia de nervosismo, Olivia voltou a fr. ¡°A minha tia saiu, agora n?o est¨¢ em casa.¡± Depois, se virou para Daniel e disse: ¡°Sr. Griera, que tal se sentar um pouco? Vou l¨¢ na horta pegar umas couves para fazer um refogado para o senhor?¡± arrastou uma cadeira cheia de poeira e teias de aranha. realmente n?o entendia porque ¨¦ que Daniel insistia em ir a sua casa. Se era namorado de Vania, por que n?o ia direto para a casa d? Ser¨¢ que ele veio para zombar d junto Vania? Ou para ridicrizar sua tia? Depois de presenciar as baixezas de Vania, Olivia preferia manter distancia. Para n?o acabar sendo mais uma v¨ªtima dos seus esquemas. De prop¨®sito, trouxe uma cadeira empoeirada, Daniel estava impec¨¢vel e elegante, e queria ver se ele iria se sentar. ¡°Sr. Griera, que corpo t?o honrado,o ¨¦ que consegueer couves? Sr. Griera, v¨¢ ¨¤ minha casa. Nos ¨²ltimos anos, fiz bons neg¨®cios, ganhei bastante dinheiro, constru¨ª uma casa grande, piso de m¨¢rmore, diferente daqui, que ainda ¨¦ de terra.¡± Vania estava desesperada para levar Daniel para a casa d, n?o podia deix¨¢-lo ficar na casa de Olivia. Se Daniel fosse para a casa d, tudo estaria resolvido. Daniel olhou para a cadeira empoeirada en?ou um olhar g¨¦lido para Olivia, afiadoo uma agulha a perfurar seu cora??o. Olivia sentiu seu cora??o vacr sem aviso. ¡°N?o precisa, aida da Aldeia Souza n?o ¨¦ digna do meu pdar!¡± Daniel disse, e sem mais, se afastou. Vania correu atr¨¢s dele: ¡°Sr. Griera, ou convido-o para uma refei??o na cidade? Aida de l¨¢ ¨¦ boa.¡± ¡°Suma-se!¡± Danieln?ou a pvra seus l¨¢bios finos e, sem olhar para tr¨¢s, foi direto para o Rolls-Royce, abriu a porta do carro e entrou. Capitulo 67 Vania ficou parada, at?nita o ¡°suma-se¡± que Daniel lhe dirigiu, sem coragem de segui-lo. Daniel estava furioso, se continuasse a segui-lo, seria definitivamente odiada por ele. Melhor ele ter ido embora, assim n?o teriam que relembrar a noite de cinco anos atr¨¢s em que dormiram juntos na velha casa. Vendo o Rolls-Royce se afastar, Vania voltou satisfeita para casa. Olivia, em casa, suspirou aliviada. 1. OB. Ainda bem que ele foi embora, realmente n?o sabiao atender ao pdar refinado dele. Bruno dirigia para fora da Aldeia Souza. A estrada era estreita, e qualquer velocidade a mais j¨¢ era preocupante, medo de a roda cair fora do asfalto e ficar presa. Ent?o, Bruno ia devagar. ¨¤ frente do carro, uma mulher de meia-idade conduzia duas meninas p estrada. O caminho era apertado demais para que pessoas e carro passassem ao mesmo tempo. Bruno parou o carro, pronto para deix¨¢s passar primeiro. Teresa levava Iria e In¨ºs p m?o depois de terem colhido cana-de-a?¨²car e sa¨ªdo para a estrada principal. Capitulo 68 E Mire levou Heitor e Joel para a trilha. Cap铆tulo 68 Cap¨ªtulo 68 Nesse instante, Iria e In¨ºs seguravam juncos felpudos e, bocas mi¨²das sopravam, espalhando pelos a¨¦reos por toda parte,o dente¨Cde¨Cle?o. O olhar de Daniel cruzou os pelos flutuantes e fixou-se nas pequeninas. s sopravam boquinhas cheias, bochechas indas,o peixinhos dourados. Teresa viu um carr?o se aproximando e, por instinto, soube que vinha gente de peso. Puxou as meninas para odo, ¡°Iria, In¨ºs, parem de soprar. Voc¨ºs v?o sujar o carro da pessoa.¡± Iria, que at¨¦ ent?o brincava despreocupada, agora tinha as bochechas rubraso ma??zinhas, e ostentava duas marias¨Cchiquinhas, irresist¨ªveis a ponto de dar vontade de morder. ¡°Os pelinhos s?o fofinhos, eu gosto. V?o deixar o carro ainda mais bonito,¡± disse Iria, sua vozinha doce, amolecendo cora??es. Daniel olhou para s seus olhos escuros. Ele n?o era de gostar de crian?as, mas aqus duas garotinhas, jeito angelical, uma trancinhas ador¨¢veis, a outra um bon¨¦ de aba reta, ambas vestindo casacos rosas orelhinhas de coelho. Sua apar¨ºncia doce e fofa despertou uma ternura inesperada no cora??o dele. ¡°Voc¨º acha fofo, mas os adultos podem n?o achar. Vamos dar passagem ao carro,¡± Teresa tentava ensinar as meninas. Os olhinhos brilhantes de Iria se voltaram para o homem dentro do carro. Seus olhos infantis se iluminaram: ¡°Ei, esse mo?o parece familiar.¡± Parecia que o tinha visto em algum lugar. Bruno levou a m?o ¨¤ testa, pensando se agora at¨¦ crian?as usavam cantadas t?o boradas. In¨ºs ergueu o bon¨¦ para melhorar sua vis?o e tamb¨¦m viu Daniel. Seus olhos, umabina??o de cool e fofura, brilharam luz estr: ¡°Que gato o mo?o, t?o lindo!¡± Daniel se sentiu lisonjeado pelos elogios das pequenas, e seu cora??o amoleceu ainda mais, um leve sorriso delineando seus l¨¢bios. Essas eram as pequenas joias de quem, boquinhas t?o doces e apar¨ºncia t?o encantadora? Teresa, temendo que ele se irritasse, corrigiu rapidamente: ¡°N?o ¨¦ mo?o, ¨¦ senhor. N?o falem bobagem.¡± ¡°Senhor, voc¨º ¨¦ muito gato, quer ser amigo da minha m?e? Minha v¨® quer que encontre um namorado, assim n?o precisa mais ir a encontros arranjados,¡± Iria disse seu sorriso doce, fndo para Daniel. Na volta para casa, Teresa fva sem parar sobre arranjar um encontro para Olivia, para que encontrassem um pai para s. Iria estava encantada aquele senhor bonito. Content ? N?velDrama.Org. Se ele fosse o pai ds, ficaria muito feliz, e a m?e d tamb¨¦m. 1/2 13:08 Cap¨ªtulo 68 ¡°Iria, n?o fale bobagem,o ele poderia ser o namorado da sua m?e?¡± Teresa estava aterrorizada e tentou silenciar a inoc¨ºncia infantil de Iria. Sua filha engravidou fora do casamento e teve quatro filhos. Normalmente, os homens um ligeiro diploma nem sequer olham para , quanto mais para um homem t?o inteligente, honrado e bonito.. Como ele poderia se interessar por Olivia, m?e de quatro? Ap¨®s repreender Iria, se desculpou Daniel: ¡°Desculpe, as crian?as n?o t¨ºm no??o. S?o inocentes.¡± Com uma voz grave e suave, Daniel respondeu: ¡°N?o tem problema.¡± Ele fechou o vidro, bloqueando a vis?o das garotinhas. Bruno ligou o carro e partiram. Ele se surpreendeu, Sr. Griera sendo abordado por duas menininhas, at¨¦ querendo lev¨¢¨Clo para ser padrasto, e ele nem ficou zangado. Em um dia normal, seu olhar j¨¢ teria fulminado algu¨¦m. Teresa observou a Rolls¨CRoyce se afastar, levando Iria e In¨ºs adiante. Ao chegar na entrada da v, ouviu os vizinhosentando. ¡°O namorado da Vania ¨¦ mesmo rico e bem¨Capessoado, um verdadeiro partido.¡± ¡°Vania tem mesmo sorte.¡± Teresa sentiu um aperto no cora??o, um desconforto repentino. Ent?o, aquele homem bonito no carro luxuoso era o namorado da Vania. Sim, Vania tinha sorte, ao contr¨¢rio de sua filha, uma vida t?o dif¨ªcil. Capitulo 69 Cap铆tulo 69 Cap¨ªtulo 69 A filha d, se arranjasse um homemum, j¨¢ era motivo para agradecer aos c¨¦us. nem esperava que sua filha alcan?asse as estrs, ter algu¨¦m que se importasse, que lhe desse calor humano e uma vida simples j¨¢ estava de bom tamanho. Vania n?o voltou para sua casa de imediato. Ao ver que Mire chegou seus dois meninos, e Teresa suas duas meninas, p?de finalmente rxar. Contanto que Daniel n?o cruzasse essas quatro crian?as, estava tudo bem. Daniel tamb¨¦m j¨¢ tinha deixado Aldeia Souza, ent?o n?o tinha mais o que se preocupar. Ergueu a cabe?a, empinou o peito e caminhou orgulhosamente de volta para casa. Sua resid¨ºncia ficava logo atr¨¢s da casa de Olivia, um pr¨¦dio imponente, que justamente bloqueava a vista da casa d. Quando constru¨ªram a casa, Olivia n?o estava na cidade natal, pois estava gr¨¢vida e lutando por uma vida melhor longe dali. Quando voltou, deparou¨Cse a constru??o de Vania, que de um jeito quase insultante, ofuscou sua casa. At¨¦ o sol foi usurpado p casa de Vania. Olivia tinha suas rema??es, mas o que estava feito, estava feito, e n?o podia simplesmente derrubar a casa de Vania. Agora, vendo Vania t?o arrogante e presun?oso, Olivia ficou iodada. ¡°Tia, vem a gente para a Capital amanh?. O apartamento que aluguei tem dois quartos, ¨¦ bem espa?oso,¡± Olivia disse, agarrando o bra?o da tia preocupa??o. A cor da tia estava p¨¦ssima, e parecia estar dificuldade para caminhar, o que preocupava Olivia por conta da artrite da tia. A casa era ¨²mida e fria, morar ali por muito tempo poderia realmente deix¨¢ doente. Al¨¦m do mais, o inverno estava chegando, e continuar ali s¨® pioraria o frio. ¡°Ah, mas eu n?o quero har voc¨ºs,¡± disse Mire, temendo ser um fardo para Olivia. ¡°Que isso, tia! Vai ser ¨®timo ter suapanhia. Eu sozinha quatro crian?as ¨¦ solit¨¢rio e cansativo. N?o tem nada de ruim nisso. Amanh?, voc¨º parte a gente,¡± disse Teresa, de forma decisiva e bondosa. tamb¨¦m perceb um ambiente t?o ruim. que n?o era bom Mire continuar ali, sem ningu¨¦m para cuidar d e em Especialmente depois que Vania construiu o tal pr¨¦dio, deixando a casa de Mire ¨¤ sombra o ano todo, piorando a sa¨²de d dia ap¨®s dia. er at¨¦ mais jovem que,Teresa e parecia mais velha. Com Teresa tomando a frente da decis?o, Mire n?o protestou mais. Um Rolls¨CRoyce Fantasma preto rasgava a estrada Capitulo 69 Bruno dirigia firmeza ¨¤ frente, enquanto Daniel, sentado no banco de tr¨¢s, emanava uma aura de dignidade, seu rosto nobre e atraente. All content is property ? N?velDrama.Org. Seus olhos negros se aprofundaram, e ele falou seus l¨¢bios finos: ¡°Bruno, amanh?, traga a equipe de constru??o para Aldeia Souza e derrube a casa de Olivia.¡± Bruno ficou assustado o que ouviu e perguntou desconfiado: ¡°Sr. Griera, ¨¦ para derrubar a casa de Olivia mesmo?¡± ¡°Sim,¡± foi a resposta monossil¨¢bica de Daniel. Bruno sentiu um frio na espinha. Olivia tinha ofendido o Sr. Griera? O Sr. Griera veio de t?o longe at¨¦ Aldeia Souza¡­ n?o seria para ver Olivia? Ele n?o tinha um carinho especial por Olivia? Parecia que o Sr. Griera n?o ia deixar caminho para Olivia, agindo de forma t?o definitiva, at¨¦ destruindo a casa d. Brunomentou em sil¨ºncio por Olivia. Ent?o, Daniel falou novamente: ¡°Construa um pr¨¦dio alto no lugar, e lembre¨Cse, tem que ser mais alto que o pr¨¦dio atr¨¢s da casa d.¡± Bruno sentiu um al¨ªvio e rapidamente aceitou a ordem: ¡°Pode deixar.¡± Parecia que ele tinha se preocupado ¨¤ toa. Bruno se animou novamente, conduzindo habilmente o carro. Daniel se encostou no banco de tr¨¢s, fechando os olhos para descansar. Independentemente de qu?o terr¨ªvel fosse aqu mulher Olivia, afinal ¨¦ a casa de Sofia, e a m?e de Sofia ainda vivia l¨¢. O ambiente n?o podia ser t?o ruim. Ele estava pronto para encontrar a m?e de Sofia, pedir¨Clhe a sua opini?o e arranjar um bom s¨ªtio para ficar. Mas Olivia tinha sido muito desagrad¨¢vel. Ele n?o queria ficar mais tempo, mas n?o podia demorar a arranjar um bom s¨ªtio para a m?e de Sofia. No dia seguinte, a fam¨ªlia de Ol¨ªvia pegou nas ms e partiu para a Capital. O que Ol¨ªvia n?o sabia ¨¦ que, assim que sa¨ªram, a equipa de trabalho de Bruno entrou na Aldeia Souza e demoliu a sua casa. Cap铆tulo 70 Cap¨ªtulo 70 Olivia tinha voltado para os Jardins da Lua, o lugar onde alugava sua moradia. fez quest?o de arrumar um quarto extra para a roupa da tia, deixando tudo pronto para a sua estadia: As crian?as estavam radiantes, pois agora tinham a tia para brincar e rodearam Mire entusiasmo. Olhando o rel¨®gio, Olivia percebeu que j¨¢ eram onze da manh?. J¨¢ estava tarde para procurar emprego, teria que deixar para a tarde. Estava prestes a ir para a cozinha preparar algo paraer quando o celr tocou. Era uma liga??o do chefe do departamento de limpeza do Grupo Griera, o que despertou a curiosidade de Olivia e atendeu rapidamente. ¡°Al?, gerente Fernanda.¡± ¡°Teresa, ah, n?o, Olivia, voc¨º j¨¢ faltou um dia e meio de trabalho, porque n?o vem trabalhar! Se n?o vier logo, vai perder o sal¨¢rio dos ¨²ltimos dois dias.¡± A voz autorit¨¢ria de Fernanda, a chefe do departamento de limpeza, vinha do outrodo da linha. Os olhos de Olivia se arregram de surpresa: ¡°Gerente Fernanda, tem certeza? N?o tinha sido demitida?¡± Ops, Fernanda tinha chamado de Olivia! Ser¨¢ que tamb¨¦m sabia da sua fraude de identidade? ¡°Quem disse que voc¨º foi demitida? Eu lhe entreguei algum documento oficial de demiss?o?¡± Fernanda perguntou. Olivia ficou confusa: ¡°Ah? N?o.¡± ¡°Ent?o ¨¦ is venha para o trabalho e n?o se esque?a de trazer seu RG e cart?o do banco para atualizar os dados da empresa. E n?o fa?a mais isso.¡± Fernanda desligou abruptamente. Com a boca entreaberta e piscando os olhos, Olivia ficou at?nita. n?o tinha sido demitida! A gerente Fernanda at¨¦ pediu para atualizar as informa??es do RG, sabendo do seu erro, mas sem demiti. Seria aquilo um sinal de Daniel? Daniel estava ao mesmo tempo aliviado e confuso, sem entender. Ele n?o a detestava? Como podia eter um erro t?o grande e ainda assim n?o ser demitida? Que homem estranho. Mas, n?o sendo demitida, n?o precisaria mais procurar emprego. O Grupo Griera pagava bem e n?o ganharia tanto em outro lugar. 1/2 13:09 Capitulo 70 Agora a tia em casa, a responsabilidade em seus ombros aumentava ainda mais, e n?o podia se dar ao luxo de agir por impulso. Continuar trabalhando no Grupo Griera era o melhor que poderia acontecer. Olivia estava motivada. e Depois do almo?o, partiu para o trabalho. Assim que chegou ao departamento de limpeza do Grupo Griera, Fernanda a viu, n?o disse nada, apenas mandou que fosse ao RH para atualizar seus dados e depois a enviou para limpar os andares superiores. Com o humor elevado, Olivia limpou a s de reuni?es, seguida p s das secret¨¢rias. A s das secret¨¢rias estava vazia, terminou rapidamente e foi,o de costume, para o escrit¨®rio do presidente. Esses lugares estavam entre suas responsabilidades de limpeza. Ainda n?o era hora de Daniele?ar a trabalhar, ent?o ele n?o estava no escrit¨®rio. ¡°Vou para a esc, o sol sorri para mim, os p¨¢ssaros dizem, bom dia, bom dia, por que voc¨º carrega uma moch¡­¡± Olivia cantarva alegremente enquanto limpava o ch?o, a mesma can??o que cantava para sua filha Iria dormir. T?o concentrada estava que n?o percebeu a figura imponente que entrou na s. Enquanto limpava, deu um passo para tr¨¢s e, de repente, bateu contra um par de pernas longas e pisou em sapatos de couro brilhantes. Belonging to N?velDrama.Org. ¡°Ai!¡± Olivia soltou um grito, segurando a cintura que tinha batido, e quando se virou, deparou¨Cse o rosto bonito e frio de Rayan Mendes. Seu cora??o deu um pulo. Cap铆tulo 71 Cap¨ªtulo 71 ¡°Boa tarde, Sr. Griera,¡± disse Olivia, for?ando um sorriso, cumprimentando¨Co educadamente. estava tranqu; afinal, se n?o se sentisse constrangida, o constrangimento seria dos outros. Danieln?ou um olhar para o seu sapato de couro marcado por uma pisada e fixou o olhar frio e incisivo n: ¡°¨¦ assim que voc¨º cumprimenta as pessoas?¡± Olivia tamb¨¦m viu a marca de p¨® branco no sapato preto e brilhante dele, e rapidamente puxou o pano que estava preso ¨¤ sua cintura, agachando¨Cse para limpar o sapato dele: ¡°Desculpa, n?o foi por querer, deixa eu limpar isso.¡± esfregava o sapato dele o pano que tinha usado na mesa, de maneira desajeitada, enquanto Daniel franzia a testa, ramente desgostoso. Ele deu um passo para tr¨¢s para evitar o contato d e, uma voz baixa e magn¨¦tica, rosnou: ¡°Some daqui!¡± ¡°Beleza,¡± respondeu. Olivia pegou o esfreg?o e saiu do escrit¨®rioo se estivesse fugindo. Se n?o fosse pelo trabalho, jamais entraria naquele escrit¨®rio novamente. E ainda mandou ¡°sumir¡°, hum! n?o se importava! Daniel observava a figura d se afastando apressada do escrit¨®rio, e seus olhos escuros se entenebreceram. Capitulo 71 ¨¤ tarde, quando Olivia estava prestes a sair do trabalho, Jimena Santos veio procur¨¢. ¡°Olivia, hoje eu sa¨ª mais cedo, vim especialmente a encontrar. Vamos ¨¤spras? Faz tempo que a gente n?o faz isso,¡± disse Jimena, e?ando o bra?o de Olivia e caminhando juntas para fora do Grupo Griera. Olivia fez as contas; ainda tinha oito mil reais, e as crian?as realmente precisavam de roupas de inverno, ent?o aceitou o convite. Assim que sa¨ªram do Grupo Griera, um Porsche prateado e chamativo parou aodo ds. Olivia e Jimena pensaram que estavam bloqueando o caminho do carro e se moveram para odo. A jan do Porsche foi abaixada, revndo o rosto bonito e encantador de um homem, olhos estreitos de raposa e uma pinta sedutora no canto do olho. O homem sorriu charme, zombeteiro: ¡°E a¨ª, Olivia, saindo do Grupo Griera,o ¨¦ que o Sr. Daniel n?o veio junto?¡± O homem sentado no Porsche era Carlos Marques. Ele ria de forma zombeteira, embora sua pron¨²ncia soasse um pouco estranha,o se ele n?o conseguisse articr direito a l¨ªngua. Ao v¨º¨Clo, Olivia instintivamente apertou o bra?o de Jimena, olhando para ele desconfian?a e disse: ¡°Eu e o Daniel n?o temos nada a ver um o outro, por que eu sairia ele?¡± Carlos riu, um riso que seduzia a todos, provocativo: ¡°Anteontem no Mundo Nudo, voc¨º at¨¦ se sentou no colo dele e limpou o local, e ainda diz que n?o tem nada a ver? Receio que seu rcionamento j¨¢ esteja a uma distancia negativa.¡± e Suas pvras eram diretas e indecorosas, fazendo o rosto de Olivia corar de vergonha. Capitulo 71 estava t?o envergonhada que queria encontrar um buraco para se esconder. Daniel era um estranho, e o amigo dele era um pervertido! Dizer essas coisas em p¨²blico era inacredit¨¢vel. All content is property ? N?velDrama.Org. ¡°Seu sem¨Cvergonha! Jimena, vamos!¡± Olivia, o rosto ardendo de raiva e vergonha, falou furiosamente para Carlos e tentou sair dali puxando Jimena. Mas o corpo de Jimena parecia n?o se mover. Olivia olhou para tr¨¢s e viu que estava olhando fixamente para Carlos, sem o sorriso bobo de quando o¨Cviu p primeira vez, mas seus olhos redondos e grandes refletiam a imagem de Carlos. Erao se fossem amantes separados por muito tempo, cujos olhos brilhavam a luz do desejo e da saudade ao se reencontrarem. Olivia sentiu um aperto no cora??o, percebendo que Jimena estava novamente enfeiti?ada. Carlos, sem continuar a piada sobre Olivia e Daniel, tamb¨¦m viu o olhar de Jimena, que parecia querer prend¨º¨Clo na cama e beij¨¢¨Clo furiosamente. O sorriso desapareceu do seu rosto, levantou o vidro do carro, bloqueando a vis?o d, e acelerou o carro para estacionar. Ele definitivamente n?o estava interessado na m?e de quatro crian?as. Olivia puxou a ponta da roupa de Jimena, lembrando¨Ca: ¡°Jimena, acorda, ele j¨¢ foi.¡± Jimena finalmente mexeu os olhos, voltando a si, e ao encarar Olivia, seu rosto mostrava desapontamento, mas ainda assim for?ou um sorriso e disse: ¡°Vamos, entra no carro.¡± Cap铆tulo 72 Capitulo 72 puxou a porta do carro e se aprontou para entrar. Content ? N?velDrama.Org. Olivia falou: ¡°Jimena, isso ¨¦ o banco de tr¨¢s, voc¨º tem que dirigir.¡± ¡°Ah, t¨¢ bom.¡± Jimena, perdida em pensamentos, fechou rapidinho a porta do banco de tr¨¢s e foi se sentar no banco do motorista. Olivia viu a cara de quem tinha perdido a alma d, e bn?ou a cabe?a um suspiro. Paix?o ¨¦ fogo. Olivia tamb¨¦m entrou no carro, e Jimena deu partida. Enquanto dirigiam, a imagem de Carlos, aqu beleza de arrasar quarteir?o, ainda dan?ava na cabe?a de Jimena. Aquele sorrisinho maroto e a pinta que brilhava no canto do olho a cada sorriso, marcaram profundamente. Na primeira vez que o viu, seu cora??o disparou. Na segunda, ficou toda atrapalhada. Jimena nem sabia mais o que estava sentindo. Ele at¨¦ j¨¢ tinha apagado o n¨²mero d do WhatsApp, sinal de que n?o estava nem a¨ª. O que mais podia esperar? Mas ele estava marcado no seu cora??o, ¡°Jimena, sinal vermelho, p¨¢ra!¡± Olivia alertou em cima da hora. O sem¨¢foro tinha virado vermelho, e Jimena seguia sem diminuir a velocidade. Com o aviso de Olivia, pisou no freio a tempo. O carro parou de supet?o, e Olivia foi jogada para frente, agarrando-se 1/3 13:11 Cap¨ªtulo 72 ao assento para n?o se machucar. ¡°Pow!¡± A traseira do carro foi atingida. O ve¨ªculo bn?ou de frente para tr¨¢s, e Olivia tamb¨¦m foi sacudida. ¡°Caramba, bateram na gente.¡± Olivia exmou. Jimena percebeu que algo estava errado e as duas rapidamente sa¨ªram para verificar. Realmente, tinham sido atingidas por tr¨¢s, e a traseira do carro vermelho de Jimena estava toda amassada, as pe?as internas ¨¤ mostra. Enquanto isso, o outro carro, prateado, estava intacto. s tinham sido atingidas, e a culpa era toda do outro motorista. Olivia n?o tinha carro, mas tinha carteira de motorista e conhecia as regras de transito. As jans do outro carro eram bem escuras, dava para ver de dentro para fora, mas n?o o contr¨¢rio. Apesar do acidente, o outro motorista n?o parecia ter inten??o de sair para resolver a situa??o. Jimena, ainda em choque, ficou parada, uma express?o atordoada. Olivia se aproximou e bateu no vidro do carro: ¡°Oi, voc¨ºs bateram na gente, por favor, podem sair para a gente resolver isso?¡± sabia que, mesmo l¨¢ dentro, o motorista podia ouvi. Logo ap¨®s fr, o vidro se abaixou, revndo o rosto astuto de Carlos: ¡°Foi mal, eu que bati, mas voc¨ºs que n?o sabem dirigir, n¨¦? Frenagem dessas, quem n?o bateria?¡± Olivia respondeu: ¡°Pode at¨¦ ser que a gente tenha freado de repente, mas quem bateu foi voc¨º. Se a gente chamar a pol¨ªcia, a culpa vai ser 13:11 Capitulo 72 toda sua. Nem conseguiu enviar uma frenagem, hein? Parece a sua capacidade de condu??o n?o ¨¦ muito boa.¡± Jimena, ouvindo isso, correu para puxar a manga de Olivia, pedindo pra parar. n?o queria que Carlos tivesse uma impress?o ainda pior d. Carlos deu risada oent¨¢rio sagaz de Olivia, mostrando os dentes branqu¨ªssimos e olhou para o banco de tr¨¢s: ¡°Sr. Daniel, sua mulher ¨¦ das boas, hein? At¨¦ se atreve a refutar as minhas pvras, muito bem.¡± Sr. Daniel? Ao ouvir esse nome, o cora??o de Olivia deu uma parada. No instante seguinte, o vidro do banco de tr¨¢s desceu, mostrando o rosto incrivelmente bonito e de tra?os marcantes de Daniel. Cap铆tulo 73 Cap¨ªtulo 73 Olivia ficou boquiaberta ao ver Daniel no carro. Como ¨¦ que ele estava ali? Ser¨¢ que Carlos tinha ido at¨¦ o Grupo Griera s¨® para buscar Daniel? Com um semnte s¨¦rio e olhos profundos, Daniel falou: ¡°Carlos, sua habilidade de condu??o ainda precisa melhorar.¡± Com estas pvras, ele definiu que a responsabilidade era de Carlos, admitindo o que Ol¨ªvia tinha dito, o facto de Carlos n?o ter boas capacidades de condu??o. Carlos sorriu e assentiu: ¡°Beleza, eu n?o sou um bom condutor. A culpa ¨¦ toda minha. B, vem c¨¢ negociar a indemniza??o?¡± Ïã Foi o que Carlos disse para Jimena, aquele sorriso mndro de sempre. Sr. Daniel tinha raz?o, a habilidade de condu??o de Carlos n?o ¨¦ muito boa. Se fosse Daniel dirigindo, at¨¦ uma freada brusca, ele n?o teria batido. Jimena, ouvindo a voz dele, sentiu um arrepio, ficou paralisada olhando para Carlos, sem coragem de se mexer. Carlos a tinha chamado de b, e esse apelido a fez se sentir nas nuvens,o se estivesse cercada por bolhas cor¨Cde¨Crosa. Olivia se virou e viu Jimena ali, parada, cara de boba olhando para Carlos. n?o conseguia acreditar, deu um toquezinho em Jimena e disse: ¡°Jimena, o Carlos t¨¢ fndo voc¨º.¡± Jimena voltou a si, de repente animada e toda empolgada, chegou perto da jan e falou toda atrapalhada para Carlos: ¡°Ah, deixa pra l¨¢, n?o foi nada demais, voc¨ºs podem ir¡­¡± Capitulo 73 Olivia levou a m?o ¨¤ testa, pensando onde estar¨ªa a intelig¨ºncia de This text is ? N?velDrama/.Org. Jimena. Carlos deu uma risada e disse: ¡°Isso n?o vai acontecer, temos que seguir as regras de transito, eu sou um homem de princ¨ªpios. Se voc¨º n?o pode agora, me passa seu WhatsApp, envie¨Cme o n¨²mero do seu cart?o banc¨¢rio, depois eu fa?o uma transfer¨ºncia.¡± Adicionar no WhatsApp? O cora??o de Jimena disparou, tirou o celr do bolso t?o nervosa que deixou cair no ch?o. se abaixou depressa para pegar o aparelho, as m?os tremendo de emo??o, abriu o WhatsApp e mostrou o c¨®digo QR do seu perfil. Carlos escaneou o celr d e a adicionou aos contatos, apertou o bot?o para subir o vidro e, enquanto ele se fechava, disse: ¡°B, d¨¢ um espa?o que eu preciso manobrar.¡± ¡°Ah, ro.¡± Jimena respondeu depressa, dando espa?o para ele. O carro prateado deu r¨¦ e saiu um ¡°bip¡°, deixando Olivia o rosto cheio de fuma?a. fez cara de nojo e se abanou, pensandoo os ricos eram arrogantes. Eles batiam no carro dos outros, que ficava todo amassado, enquanto o deles nem perdia a pintura. Jimena panhou o Porsche prateado se afastar e depois gritou de alegria, abra?ando seu celr: ¡°Ah, ele me adicionou no WhatsApp de novo!¡± se virou e abra?ou Olivia, pndo de felicidade: ¡°Olivia, ele me adicionou de novo, que legal!¡± Olivia sorriu: ¡°Se voc¨º t¨¢ feliz, t¨¢ tudo certo.¡± Noe?o, tinha avisado Jimena sobre o jeito de Carlos para que 13.11 Capitulo 73 pensasse direito. Mas Jimena sabiao ele era e continuava a sentir¨Cse atra¨ªda por ele e a querer persegui¨Clo, ent?o Olivia n?o diria mais nada. Todos eram adultos e sabiam o que estavam fazendo. Mesmo que Jimena acabasse machucada no final, pelo menos n?o teria arrependimentos. E quem sabe, talvez Jimena conseguisse algo? Ningu¨¦m pode prever o amor. ¡°Bip bip!¡± ¡°Por que o carro t¨¢ parado a¨ª, n?o v?o andar?¡± Um carro atr¨¢se?ou a buzinar, algu¨¦m impacientemente lembrava s de seguir em frente. Jimena parou de entusiasmar, soltou Olivia, entrou no carro e o afastou para odo. ¡°O carro ainda t¨¢ andando, vamos levar ele pra oficina.¡± A intelig¨ºncia de Jimena estava de volta. Cap铆tulo 74 Cap¨ªtulo 74 ¡°Ah, s¨® pode ser isso mesmo.¡± Olivia respondeu. Eles voltaram para o carro, e Jimena estava visivelmente ainda mais animada do que antes. ¡°Agora h¨¢ pouco, o Carlosentou, o que rolou entre voc¨º e o Daniel na Mundo Nudo?¡± Jimena se lembrou do que Carlos tinha dito e olhou para Olivia um sorriso malicioso, morrendo de curiosidade. S¨® de pensar na hist¨®ria que Carlos tinha contado, sobre Olivia e Daniel estarem ¡°juntinhos¡°, seu cora??o acelerava, e estava louca para saber mais. Olivia corou o rosto at¨¦ as orelhas, que aqueceram de vergonha: ¡°Foco na estrada, sem fofocas.¡± ¡°Vai, conta a¨ª, sou a tua parceira, tua confidente. Me contar n?o vai mudar nada.¡± Jimena, curiosa, insistiu, querendo arrancar a hist¨®ria de Olivia e Daniel, esse assunto estava co?ando a mente d. Olivia j¨¢ mortificada, disse sem jeito: ¡°Ent?o, naqu noite que eu estava trabalhandoo gar?e na Mundo Nudo, o pessoal do Daniel chamou por umas panhantes, e eu fui levar at¨¦ eles, o Daniel me confundiu uma ds e me puxou pra sentar no colo dele, mas eu expliquei que eu era apenas uma gar?e, n?o fazia esse tipo de servi?o, e sa¨ª do camarote. N?o rolou nada entre a gente, t¨¢?¡± Olivia enfatizou a ¨²ltima parte. ¡°¨¦ s¨¦rio que n?o rolou nada? Mas quando o Carlos disse que voc¨º era mulher dele, o Daniel n?o recusou.¡± Jimena, a ast¨²cia de uma detetive falou atenta. Olivia parou para pensar, lembrando-se da atitude de Daniel. Capitulo 74 Ele n?o tinha negado aqucia f, e ainda tinha tomado seu partido, criticando o jeitoo o Carlos dirigia. Por que seria? Seria que o Daniel estava interessado n? Imposs¨ªvel, n?o? Ele n?o estava a Vania? E ainda assim dando em cima de outra? Que cafajeste. Noe?o ele ainda se fazia de fiel, dizendo que s¨® tinha olhos para a ex¨Cnamorada que tinha falecido, mas era tudo fachada. ¡°Como ¨¦ que eu vou saber o que ele pensa? S¨® sei que n?o tenho nada haver isso. Quer acreditar nele ou em mim?¡± Olivia tentou esrecer, decidida a n?o deixar que boatos sobre e Daniel se espalhassem. ro que eu acredito em voc¨º.¡± Jimena disse rapidamente. ¡°E ent?o, naqu noite o Carlos chamou por panhantes?¡± Jimena de repente voltou a se interessar por Carlos, pegando o fio da meada na conversa de Olivia. All content is property ? N?velDrama.Org. ¡°¨¦.¡± Olivia respondeu secamente. Preferia n?o entrar em detalhes, preocupada que Jimena pudesse se magoar novamente. Na verdade, dos quatro rica?os, Carlos era o que mais gostava de chamar por panhantes e era o mais festeiro, sempre rodeado de mulheres, um galinha verdadeiro. Pelo que aparentava, todos os quatro eram uns canalhas, incluindo o Daniel. O sorriso de Jimena ficou congdo, e ficou quieta, concentrada na dire??o. Depois de deixar o carro na oficina, Jimena chamou um t¨¢xi: ¡°Vamos bater perna no shopping, e depois voltamos pra buscar o carro. Vai dar tempo certinho.¡± ¡°Beleza.¡± Olivia concordou, aproveitando que as duas tinham tempo livre e tamb¨¦m precisava comprar roupas para as crian?as. Depois de passearem pelo shopping at¨¦ depois das oito, Oliviaprou roupas para os filhos, leite em p¨®, e tamb¨¦m uma pe?a de roupa para a tia e para a m?e. Quase todo o dinheiro que tinha, os oito mil, foram gastos. O aluguel estava se aproximando e Olivia sentiu o peso da responsabilidade. entrou em contato o respons¨¢vel da Mundo Nudo e decidiu trabalharo gar?e por aqu noite tamb¨¦m. N?o tinha jeito, sem dinheiro n?o podia dar um passo. Precisava correr contra o tempo e ganhar dinheiro. Assim que chegou na Mundo Nudo, viu uma figura conhecida e exmou surpresa: ¡°Jimena, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡° Cap铆tulo 75 Cap¨ªtulo 75 Quando Olivia e Jimena sa¨ªram do shopping, tomaram rumos diferentes. foi direto pra casa, enquanto Jimena foi buscar o carro na concession¨¢ria. Depois do jantar, Olivia foi trabalhar no Mundo Nudo e, para a surpresa, reencontrou¨Cse Jimena l¨¢. ainda estava o uniforme de gar?e. Olivia ficou boquiaberta. Os pais de Jimena eram funcion¨¢rios p¨²blicos e mesma tinha um bom emprego. N?o viviam no luxo, mas tamb¨¦m n?o passavam por dificuldades. N?o precisava passar vergonha trabalhando num clube noturno. Os olhos redondos e espertos de Jimena encontraram os d, e, ao reconhec¨º, reluziram por um instante antes de dar um sorriso sem gra?a: ¡°Olivia, voc¨º tamb¨¦m t¨¢ trabalhando hoje.¡± ¡°Sem papo, vai trocar de roupa, que j¨¢ vamose?ar.¡± O chefe estendeu o uniforme para Olivia, apressando¨Ca. Olivia correu para o vesti¨¢rio. Content ? N?velDrama.Org. Quando saiu, viu Jimena ¨¤ porta, que parecia estar a espera d. Jimena, seu jeito ¨ªntimo, agarrou o bra?o: ¡°Olivia, j¨¢ ¨¦ a segunda vez que voc¨º trabalha aqui e encontra o Daniel e o Carlos. Ser¨¢ que eles v¨ºm para aqui toda noite?¡± O olhar de Olivia brilhou, entendo o motivo de Jimena estar na Mundo Nudo. estava mesmo a fim do Carlos. 1/3 13-12 Capitulo 75 N?o era brincadeira. Olivia bn?ou a cabe?a: ¡°N?o sei, mas percebi que o camarote V8 parece ser o exclusivo deles.¡± Como Jimena estava decidida a conquistar Carlos, Olivia resolveu ajudar . Contou tudo o que sabia para Jimena. ¡°Voc¨ºs duas, ainda est?o a¨ª? V?o para o sal?o pegar as coisas e levar para os clientes.¡± A voz s¨¦ria do chefe ecoou. ¡°ro, Daisy.¡± Olivia respondeu prontamente. Todos chamavam a chefe de Daisy, da¨ª fez o mesmo. Olivia e Jimena foram para o sal?o do clube. ¨¤ direita do sal?o opulento havia uma vitrine produtos variados para os clientes que os gar?ons deveriam pegar ap¨®s registrarem a venda. s estavam pegando os cigarros que um cliente havia pedido. De repente, uma agita??o na entrada do sal?o e uma presen?a dominadora invadiu o espa?o. Olivia olhou para a porta. E viu um homem de estatura alta e porte elegante, vestindo um terno preto sob medida, sapatos pretos brilhantes e uma aura imponente. O rosto p¨¢lido e bonito ostentava uma beleza estonteante, e os olhos profundos pareciam desdenhar de tudo ao redor. Era o Daniel! Seguido por Carlos, Vicente Fontes, Rayan Mendes e outros. Os jovens nobres, ao entrarem, se tornaram no centro das aten??es, monopolizando todos os olhares e energia do lugar. Capitulo 75 Os funcion¨¢rios do clube os seguiam defer¨ºncia. O grupo de Daniel impunha respeito, exndo uma nobreza rara. Olivia n?o p?de evitar espiar, fascinada p cena, mas quando os olhos frics de Daniel se encontraram os d, sentiu um cfrio e desviou o olhar rapidamente, voltando a pegar os itens da vitrine. Aquele olhar de Daniel foi gdo,o um bloco de gelo no cora??o d ardente, fazendo se estremecer. Daniel e o grupo n?o pararam, foram levados ao camarote pelo pessoal do clube. Cap铆tulo 76 Cap¨ªtulo 76 Percebendo que o clima gdo havia se dissipado, Olivia soltou um suspiro de al¨ªvio, quando, de repente, sentiu a manga do vestido ser puxada se virou e viu Jimena, uma mistura de euforia e caut: ¡°Olivia, eles realmente vieram!¡± Olivia concordou um aceno: ¡°¨¦, chegaram.¡± ¡°Melhor a gente correr pra servir o que os clientes pediram, sen?o depois vamos escutar poucas e boas¡± lembrou Olivia. Jimena estava l¨¢ por causa de Carlos, mas ainda tinha que se dedicar ¨¤s tarefas b¨¢sicas do trabalho. concordou a cabe?a, fricamente. Cada uma seguiu para um camarote diferente, levando o que os clientes tinham pedido. Ao sair do camarote, Olivia deu de cara Daisy, que pensou estar fazendo a ronda de sempre. Mas viu Daisy acenando: ¡°Olivia, chega aqui.¡± Olivia se aproximou e Daisy instruiu: ¡°Chama tua amiga e vemigo.¡± ¡°Beleza.¡± Olivia pegou no celr e mandou uma mensagem para Jimena. Jimena logo apareceu. Daisy pediu para cada uma ds carregar duas garrafas de vinho tinto e as levou, junto outras cinco panhantes, at¨¦ o camarote V8. L¨¢ dentro, Daniel e os outros caras jogavam p?quer. Capitulo 75 Com um sorriso bajdor, Daisy disse do?ura: ¡°Sr. Daniel, Sr. Marques, Sr. Fontes, Sr. Mendes, a noite promete, n¨¦? Trouxe minhas meninas pra dar uma animada na galera e acabar o t¨¦dio de voc¨ºs.¡± Daisy ficou de frente para os quatro homens, enquanto Olivia, Jimena e as outras cinco mulheres estavam dodo. Apesar de Olivia e Jimena estarem vestidas diferente das outras, as pvras de Daisy as colocaram todas no mesmo bio. Olivia percebeu que a situa??o era estranha e trocou um olhar Jimena. Carlos adorava esse tipo de cena e foi o primeiro a levantar os olhos,n?ando um olhar para tr¨¢s de Daisy e fixando em Olivia e Jimena. Esse olhar malicioso se iluminou um sorriso enquanto dizia: ¡°O Mundo Nudo t¨¢ cada vez mais florido, isso ¨¦ bom. Deixa essas duas que trouxeram o vinho e mais a b do canto esquerdo, as outras podem vazar.¡± ¡°ro, ro, espero que os senhores se divirtam,¡± disse Daisy um sorriso radiante, e depois de deixar Olivia e Jimena, mais a mulher escolhida por Carlos, saiu as outras. Foi tudo uma arma??o d. Daisy tinha percebido o olhar de Daniel e Carlos para Olivia e Jimena quando eles chegaram. Isso deixou ro o interesse nas duas gar?es. Daniel e Carlos, al¨¦m dos outros dois, eram VIPs do Mundo Nudo e n?o podiam ser contrariados, tinham sempre aten??o especial. E o Sr. Daniel ent?o, que nunca chamava mulheres, tinha no dia anterior ficado sozinho Olivia no camarote¡­ Era algo raro. Com toda a experi¨ºncia de quem gerenciava a noite, Daisy sabia identificar esses sinais. 212 Pamls 13-12 Capitulo 76 Por isso, fez quest?o de trazer Olivia e Jimena para o camarote V2 intui??o d estava cert¨ªssima. Belonging to N?velDrama.Org. No camarote, Carlos sorriu e disse: ¡°Olivia, n¨¦? Senta aqui do meudo. E a b, vem pra c¨¢. E qual o nome da outra mesmo¡­¡± ¡°Jimena,¡± se adiantou. ¡°Ah, isso a¨ª, Jimena, abra o vinho e sirva pra gente aqu¨ª,¡± disse Carlos. Com um sorriso profissional no rosto, Olivia n?o se sentou aodo de Danielo ele tinha pedido, mas falou: ¡°Se os senhores n?o est?o interessados no que eu estou oferecendo, vou me retirar.¡± Daisy tinha mesmo rgado as fun??es d e da Jimena! Se n?o era da al?ada ds, n?o estava nem a¨ª! Capitulo 73 Cap铆tulo 77 Cap¨ªtulo 77 Depois de fr, Olivia estava prestes a sair. Carlos olhou para Daniel, que tinha uma express?o fechada e um olhar profundoo de uma noite escura. Ele riu e disse: ¡°Quem falou que n?o queremos o seu vinho? Vem c¨¢, sirva um pra o Sr. Daniel.¡± Olivia parou no meio do caminho e se virou. olhou para Daniel, que estava uma cara indiferente, jogando cartaso se nada importasse, sem dar a m¨ªnima aten??o para . No fundo, Olivia pensou que talvez estivesse fazendo uma tempestade num copo de ¨¢gua, que Daisy s¨® queria que s vendessem vinho mesmo. Afinal, estava l¨¢ pra trabalhar vendendo vinho e ganhar uma grana? abriu a garrafa de vinho e encheu a ta?a aodo de Daniel. Enquanto isso, Jimena tamb¨¦m abriu uma garrafa e serviu vinho para os outros homens. A gata que Carlos tinha mantido por perto se sentou aodo dele, um vestido muito revdor, se aninhando no colo dele. Carlos n?o s¨® aceitou essa aproxima??o mas tamb¨¦m segurou a cintura d, puxando para mais perto, um sorriso cheio de segundas inten??es. Jimena ficou furiosa, observando a intimidade entre Carlos e a mulher, servindo o vinho de Carlos t?o distra¨ªda que nem percebeu quando transbordou, molhando as cartas. O l¨ªquido vermelho escorreu p mesa, fazendo uma bagun?a nas roupas de todos os homens sentados. Capitulo 77 Daniel afastou as pernas e olhou para o vinho derramado, uma cara severa. Jimena, toda atrapalhada e cheia de vergonha, estava quase chorando enquanto se desculpava sem parar: ¡°Desculpa, desculpa, foi sem querer¡­¡± estavapletamente perdida, sem saber o que fazer. Daniel, a veia da testa pulsando, parecia estar ponto de explodir. Olivia agiu r¨¢pido, pegou num guardanapo ee?ou a limpar o vinho na roupa dele: ¡°Sr. Griera, calma, minha amiga n?o fez por mal, deixa eu limpar¡­¡± Olivia estava desesperada para acalmar Daniel ee?ou a limpar Mas, no meio do caminho, percebeu que tinha algo errado. Parou bruscamente. Lentamente, levantou a cabe?a e encontrou os olhos de Daniel, escuros e intensoso se fossem derramar ¨¢gua, e o rosto tensoo se estivesse pronto para triturar ali mesmo. Olivia sentiu o cora??o disparar e levantou rapidamente as m?os em sinal de rendi??o: ¡°Eu, eu juro que foi sem querer, voc¨º acredita?¡± Daniel, o rosto sombrio e tenso, questionou entre dentes: ¡°O que voc¨º acha?¡± Olivia: ¡°¡­¡± Todos ao redor observavam a tens?o prestes a explodir entre eles, e a fa¨ªsca de um flerte no ar, queimando um chiado tenso de expectativa. Carlos, uma mulher em um bra?o e uma ta?a de vinho na outra m?o, olhou um interesse maldoso, curtindo o espet¨¢culo. Capitulo 77 Isso ¨¦ realmente mais emocionante cada vez. Rayan e Vicente pegaram guardanapos ee?aram a limpar o vinho sozinhos, rindo enquanto apreciavam o show do Daniel. Nos ¨²ltimos dias, o maior passatempo deles era assistir aos escandalos amorosos do Sr. Daniel. Jimena, sem saber o que fazer ap¨®s o desastre, e vendo Carlos outra mulher, estava nervosa e irritada, o rosto redondo e indo de raiva, parecendo um peixinho dourado. Carlos, que conhecia Danielo ningu¨¦m, viu que a situa??o estava prestes a sair do controle e deu ordem de evacua??o: ¡°Vamos logo, caiam fora.¡± Vicente e Rayan entenderam o recado e sa¨ªram do camarote a toda velocidade. Quando Carlos estava saindo a mulher, percebeu que Jimena ainda estava parada l¨¢. Voltou, pegou pelo pulso e a arrastou para fora ele. Jimena ficou chocada ao perceber que Carlos tinha segurado na m?o d. Quando tocou a pele de Carlos p primeira vez, o cora??o d disparou, parecia que n?o lhe pertencia mais. Olivia percebeu que todo mundo tinha ido embora, tudo estava uma bagun?a, e se levantou ¨¤s pressas, pronta para mudar essa postura embara?osa. Mas se levantou t?o r¨¢pido, sua nutri??o habitualmente prec¨¢ria, que se sentiu tonta de repente, tudo ficou emba?ado diante dos olhos d, e acabou caindo nos bra?os de Daniel. Daniel sentiu de imediato tombando contra si. O desejo que ele j¨¢ reprimia atingiu seu ¨¢pice, a garganta dele se 3/5 13:12 Cap¨ªtulo 77 apertou, e o sangue ardeu em suas veias. Olivia, ao perceber o que tinha feito, ficou apavorada, apoiou as m?os no peito dele, tentando se levantar, mas assim que fez for?a, ele agarrou seus pulsos d, deu um giro, e acabou sentando de costas para ele. O cora??o de Olivia, j¨¢ assustado, disparouo uma m, transformando-se em um turbilh?o de emo??es descontrdas. ¡°Senhor Griera, o que o senhor est¨¢ fazendo?¡± perguntou em panico, tentando se afastar, mas Daniel a cercou seus bra?os longos, prendendo-a firmemente contra si. A for?a do homem era tanta que Olivia n?o conseguia se soltar. ¡°O que eu estou fazendo? O que voc¨º acha?¡± O rosto quente dele ro?ou na face d, fazendo que Olivia sentisse o corpo inteiro amolecer e o medo aumentar. ¡°Senhor Griera, por favor, pare de brincar,¡± lutou para se libertar. ¡°Depois de cair nos meus bra?os, vai se fazer de santinha?¡± Daniel a apertou mais, e em suas pvras roucas havia um tom de raiva. All content is property ? N?velDrama.Org. ¡°Eu n?o, eu s¨® estava¡­¡± ¡°A vida noturna de festas e ilus?es ¨¦ divertida, n?o ¨¦? Ent?o hoje eu vou me divertir voc¨º¡­¡± A potente ess¨ºncia de horm?nios de Daniel foin?ada na nuca de Olivia. O pesco?o era seu ponto mais fr¨¢gil d, e ao ser estimdo por esse aroma poderoso, estremeceu. Daniel sentiu a mudan?a n e soltou um grunhido leve: ¡°Seu corpo pelo menos ¨¦ honesto.¡± Olivia ficou tensa, cada vez mais assustada, continuando a lutar: A15 13:12) Capitulo 77 ¡°Senhor Griera, o senhor est¨¢ enganado, eu s¨® estava aqui promovendo vinho.¡± Pele macia e delicadao cetim, irresist¨ªvel para ele. Daniel j¨¢ n?o conseguia distinguir quem realmente era. ¡°Esse vinho, foi feito especialmente para mim, n?o foi?¡± Sua voz rouca ecoou, e ele a inclinou dedo, sndo os l¨¢bios d sobre o olhar at?nito d. Sua respira??o era pesada, dominando todo o ar d, e o beijo, urna conquista avassdora. Olivia ainda tentando raciocinar, mas em pouco tempo, o oxig¨ºnio foi sugado, a mente ficou turva, e amoleceu, perdendo toda a resist¨ºncia. Cap铆tulo 78 Cap¨ªtulo 78 O perfume doce da mulher invadia cada c¨¦l nervosa do Daniel. Naqu noite, a tempestade rugindo l¨¢ fora e os relampagos iluminando o c¨¦u, uma cena de pura paix?o parecia se repetir na mente dele. Os beijos de Daniel se tornavam cada vez mais ferozes, at¨¦ que ele soltou os l¨¢bios d e, uma delicadeza selvagem, trilhou o contorno gracioso do seu pesco?o a boca. Olivia conseguiu respirar, o ar frio preencheu os pulm?es d, trazendo de volta a sua lucidez. empurrou o peito dele as m?os e o afastou for?a, seus olhos brilhantes sob a luz pareciam emba?ados, e disse, ofegante: ¡°Sr. Griera, por favor, tenha respeito por si mesmo. Voc¨º tem uma namorada e ainda assim faz issoigo, n?o ¨¦ apropriado.¡± Com os l¨¢bios vermelhos e h¨²midos pelo beijo, sua voz soava fr¨¢gil e doce. Daniel, os olhos um olhar perigoso, encarava enquanto a voz rouca derava: ¡°Quem disse que eu tenho namorada?¡± ¡°Vania n?o ¨¦?¡± Olivia foi tomada por um medo que fazia o cora??o disparar,o se estivesse diante de um animal selvagem prestes a atacar. se esticou para se afastar, empurrando o peito dele All content is property ? N?velDrama.Org. novamente. Conseguindo se livrar do seu colo e ficar de p¨¦, recuou v¨¢rios passos, aumentando a distancia entre eles. Ele tinha sido intimidante momentos atr¨¢s, e se n?o reagisse, o que mais ele poderia ter feito ali mesmo, naquele camarote? Esses yboys eram todos iguais, cheios de joguinhos. Capitulo 78 Carlos vivia rodeado de mulheres, e Daniel, enquanto estava Vania, ainda mantinha esses jogos com . Olivia se repreendia internamente, cheia de desprezo. n?o era mulher de se entregar assim t?o facilmente. Agora, a raz?o de Daniel tamb¨¦me?ou a ressurgir. Ajeitou o terno e a encarou um olhar g¨¦lido: ¡°Desde quando Vania ¨¦ minha namorada? Foi quem te disse isso?¡± Ele j¨¢ sabia que Vania era uma mulher vaidosa e manipdora, s¨® n?o imaginava que chegasse ao ponto de inventar tal mentira. Ao ouvir a resposta dele, Olivia piscou, confusa: ¡°Foi o que ouvi das pessoas da aldeia, voc¨º n?o ¨¦ o namorado d?¡± ¡°N?o!¡± ¡°E porqu¨º voc¨º foi at¨¦ a Aldeia Souza e fez homenagens para a minha prima Sofia?¡± perguntou Olivia, curiosa. sempre pensou que Daniel fosse namorado de Vania e que, por considera??o a , tivesse ido ¨¤ Aldeia Souza homenagear Sofia, que faleceu t?o jovem. Daniel havia confundido o toque de Olivia o de Sofia, quase perdendo o controle sobre si mesmo, o que seria mais um fracasso no seu autocontrole. Ele estava frustrado e irritado, e n?o queria responder ¨¤s perguntas d: ¡°Sai daqui!¡± A fam¨ªlia d j¨¢ havia recebido umapensa??o financeira por meio da secret¨¢ria, e Olivia n?o parecia sequer saber do que havia acontecido entre ele e Sofia. Isso mostrava o quanto realmente se importava a prima. Com uma m?e viciada em jogos e uma tend¨ºncia a se envolver em tramoias para conseguir dinheiro, seduzir homens, roubar e usar identidades falsas,o poderia se preocupar o que aconteceu a prima? 13:13 Capitulo 78 Provavelmente, o dinheiro em m?os, s¨® pensaria em aproveitar a vida sem se importar a origem ou os meios. Assustada a voz severa de Daniel, Olivia saiu correndo do camarote. s¨® fez uma pergunta simples, precisava ficar t?o irritado? Ele tinha sido t?o injusto , e nem tinha tido tempo de se zangar. Mesmo que Vania n?o fosse a namorada, Olivia tamb¨¦m n?o era nada dele, ent?o porqu¨º ele a desrespeitava repetidamente? Olivia concluiu que Daniel tinha um problema s¨¦rio na cabe?a. Depois que Olivia saiu, Daniel serviu um copo de vinho tinto e o bebeu um s¨® gole. Cap铆tulo 79 Cap¨ªtulo 79 O sabor picante do vinho tinto desceu p garganta e aterrissou no est?mago, provocando uma leve queimadura. Mas nem mesmo bebendo, ele conseguia aliviar o turbilh?o de irrita??o que tomou conta de si. Inacreditavelmente, ele havia perdido o controle por causa de Olivia, aqu mulher, p segunda vez, por muito pouco n?o se entregoupletamente a ele! All content is property ? N?velDrama.Org. Definitivamente, isso n?o era um bom sinal. Como l¨ªder supremo, se n?o resistisse ¨¤s tenta??es e n?o conseguisse manter a calma diante das investidas femininas, abriria brechas para os oportunistas e poderia acabar em ru¨ªnas. Ficava ro que manter o treino. Olivia foi ao banheiro, abriu a torneira evou o rosto ¨¢gua fria; o toque gdo levou um al¨ªvio para as suas bochechas que ardiamo fogo. ergueu os olhos para o espelho e viu o reflexo: l¨¢bios vermelhos e dentes brancos, sobrancelhas arqueadas e olhos amendoados brilhando l¨¢grimas, e at¨¦ seus l¨¢bios estavam levemente inchados, mais vermelhos do que o usual. Isso era resultado da formao Daniel a beijou tanto fervor, deixando seus l¨¢bios inchados. Homens s?oplicados, pensou. ¡°Olivia, voc¨º est¨¢ bem?¡± Ouviu a voz preocupada da Jimena atr¨¢s de si. Ao se virar, viu o rosto redondo da Jimena, levemente ruborizado p ansiedade. Capitulo 79 Com um toque suave no ombro da amiga, Olivia a tranquilizou: ¡°Estou bem, n?o se preocupe.¡± ¡°Sou eu quem pe?o desculpas, se eu n?o tivesse derramado a bebida, voc¨º n?o teria que limpar as cal?as do Sr. Griera e ele n?o teria te entendido mal¡­.¡± Jimena murmurou um bico de culpa. Se algo mais s¨¦rio tivesse acontecido a Olivia no camarote, Jimena se consideraria a culpada. Ao ouvir isso, Olivia de repente percebeuo toda aqu situa??o constrangedora haviae?ado. entendeu porqu¨º Daniel havia reagido daqu forma impr¨®pria . Naqu ocasi?o, foi quem acendeu a fa¨ªsca, e Daniel, um homem normal e maduro, n?o conseguiu se conter, e por isso a beijou de repente. No passado, quando se abaixou para devolver o cart?o a ele, ele pensou que era daqus mulheres que, por dinheiro, fariam qualquer coisa. Ent?o, os dois incidentes foram mal¨Centendidos. Daniel n?o tinha nenhum interesse romantico n. ¡°Tudo j¨¢ passou,¡± disse Olivia um sorriso leve, mostrando uma express?o otimista. ¡°Eo est?o as coisas voc¨º e o Carlos?¡± Olivia perguntou. Jimena ficou ainda mais brava ao ouvir o nome dele: ¡°Ele foi embora aqu mulher, n?o sei para onde.¡± Pensar no que eles poderiam estar fazendo deixava Jimena o cora??o apertado e a respira??o pesada. Olivia n?o sabia o que dizer para confortar a amiga, por isso apenas sugeriu: ¡°Vamos voltar ao trabalho, faltam s¨® duas horas para fechar. 212 13:14 Hoje cada uma de n¨®s vendeu uma garrafa de vinho, e ganhamos umaiss?o de dez mil por garrafa. Valeu a pena.¡± ¡°¨¦, mas eu n?o vou vir amanh?,¡± disse Jimena, o animo baixo. n?o se sentia adequada para o trabalho e s¨® causaria mais problemas para Olivia. Olivia ent?o afirmou: ¡°Amanh?, eu tamb¨¦m n?o venho.¡± Mesmo a press?o, n?o voltaria mais l¨¢. O sal¨¢rio da boate at¨¦ que era bom, mas os riscos eram grandes demais. foi l¨¢ tr¨ºs vezes e nas tr¨ºs acabou sendo mal¨Centendida por Daniel, al¨¦m de ter que passar por situa??es constrangedoras. Melhor n?o voltar e procurar outro trabalho. Pois, dinheiro poderia ganhar de outra maneira. Cap铆tulo 80 Cap¨ªtulo 80 Olivia e Jimena sa¨ªram do banheiro e, a caminho do lobby, deram de cara Daniel, Rayan e Vicente, que estavam saindo do Mundo Nudo. Ao passar por Olivia, Danieln?ou um olhar seus olhos escuros, um olhar que continha um aviso, amea?a, frieza, opress?o. Aqu troca de olhares fez o cora??o de Olivia disparar em panico. Foi s¨® depois que ele desviou o olhar e saiu p porta que Olivia sentiu a press?o em seu peito aliviar um pouco. Por que ele a olhou daqu maneira, n?o conseguia entender. Sem dar muita aten??o, Olivia pegou nos produtos e continuou servindo os clientes. Daniel se odou no banco traseiro do Rolls¨CRoyce e tirou o celr, mandando uma mensagem para o gerente do Mundo Nudo. ¡¾N?o quero que a Olivia trabalhe maiso panhante, se n?o, voc¨ºs que se virem as consequ¨ºncias!) Ap¨®s enviar a mensagem, Daniel jogou o celr de volta no assento do carro. N?o demorou muito para receberem uma resposta. ¡¾Tudo bem, Sr. Griera, tomaremos conta do assunto.] Quem respondeu foi Daisy. Daniel era acionista do Mundo Nudo. Anteriormente, ele havia ordenado que todos os funcion¨¢rios do Mundo Nudo utilizassem seus pr¨®prios documentos de identidade,, sob pena de demiss?o se algu¨¦m fosse pego usando documentos de outra pessoa. 1/3 13:14 Essa ordem tinha sido uma diretriz de Daniel. Naqu vez, foi Olivia que usou a identidade de outra pessoa, e foi a¨ª que o Sr. Griera emitiu essa ordem. E nesse momento, ele havia mandado uma mensagem especialmente por causa da Olivia. Parecia que a r??o entre Olivia e o Sr. Griera era algo fora do Daisy, rapidamente, analisou a situa??o e percebeu a r??o especial entre os dois. era uma pessoa perspicaz e grande capacidade de execu??o. Percebendo a r??o ium entre Olivia e Daniel, Daisy passou a tratar Olivia uma aten??o especial, cheia de elogios e agrados. ¡°Olivia, n?o precisa levar isso, deixa que outra pessoa fa?a.¡± ¡°Olivia, naqu s VIP tem um diretor que ¨¦ meio abusado, voc¨º n?o pode ir, manda outra.¡± ¡°Olivia, pode deixar que a limpeza eu chamo algu¨¦m para fazer.¡± Jimena tamb¨¦m acabou desfrutando de um tratamento especial por estar Olivia. Daisy de repente ficou t?o atenciosa que Olivia n?o sabia bemo reagir, e disse: ¡°Daisy, rxa, eu vim para trabalhar. Se eu n?o fizer nada, os outros v?o chiar. Deixa que eu levo esse cigarro.¡± ¡°T¨¢, voc¨º leva e depois j¨¢ pode cair fora.¡± Daisy percebeu que sua mudan?a de atitude tinha sido muito abrupta e ¨®bvia, ent?o concordou em deixar Olivia entregar o pedido no camarote. Chegou a hora de Olivia e Jimena encerrarem o expediente. All content is property ? N?velDrama.Org. Daisy foi acertar s. ¡°Cada uma leva doze mil, t¨¢ beleza?¡± Daisy prop?s. 2/3 13:14 Capitulo 80 Jimena falou: ¡°Eu s¨® dois mil, a Olivia vinte e dois mil.¡± O fato ¨¦ que n?o tinha vendido a garrafa de bebida, e se n?o fosse por Olivia ter segurado a barra com Daniel, talvez nem conseguiria sair do Mundo Nudo decentemente. Daisy olhou para Olivia em busca de confirma??o. Olivia rapidamente disse: ¡°Daisy, o que voc¨º falou t¨¢ certo, doze mil para cada uma.¡± ¡°Certeza?¡± Daisy perguntou de novo. Jimena queria fr alguma coisa, mas Olivia a interrompeu e, um sorriso, confirmou: ¡°Certeza.¡± ¡°Ent?o t¨¢, vou acertar assim voc¨ºs.¡± Daisy disse: ¡°Amanh? podem chegar mais cedo.¡± ¡°Daisy, valeu p moral, mas amanh? a gente n?o vem.¡± Olivia agradeceu um sorriso educado e firmou a decis?o. Cap铆tulo 81 Capitulo 81 Cap¨ªtulo 81 This text is ? N?velDrama/.Org. ¡°Fazia t?o bem, porqu¨º parou de vir?¡± Daisy ainda esperava puxar o saco d, para se fazer de amiga e agradar a Daniel Griera. ¡°Tenho umpromisso amanh?, obrigada, Daisy.¡± Olivia deu essa desculpa esfarrapada. Ontem mesmo Daisy ficou sabendo que foi Daniel quem tinha passado dos limites , e hoje Daisy fez quest?o de mandar at¨¦ Danielo se fosse uma mercadoria. Apesar de Daisy n?o ter fdo nada, Olivia j¨¢ tinha entendido o que passava na cabe?a d. Num estalo, entendeu que esse tipo de coisa n?o se podia fr Daisy. Se n?o, ia ficar de olho vivo e tratar o um produto para se vender, bajndo o yboy. Esses chef?es de festa, s¨® viam lucro nos olhos, que amizade o qu¨º? ¡°Beleza ent?o, se quiser voltar depois, ¨¦ s¨® me dar um toque.¡± Daisy n?o insistiu. Se Daniel j¨¢ estava de olho em Olivia, n?o podia tratar o uma subordinada. Olivia e Jimena Santos pegaram no cheque e sa¨ªram do Mundo Nudo. Na madrugada, o vento da cidade estava frio, batendo no rostoo agulhadas. Olivia se aconchegou no casaco e tirou o celr para chamar um Uber. Jimena disse: ¡°Eu vim de carro, deixa que eu te levo pra casa e depois volto.¡± ¡°Vai dar um grande desvio pra voc¨º, melhor ir direto descansar, voc¨º tamb¨¦m t¨¢ quebrada.¡± Olivia n?o queria tomar o tempo d, pois, era sua melhor amiga, e era por isso que se importava. Levar pra casa ia render a Jimena pelo menos uma hora e meia a menos de sono. ¡°Olivia, se voc¨º se preocupaigo, porqu¨º eu n?o me preocuparia contigo? Pegar um t¨¢xi a essa hora, e se encontrar algum mndro? Melhor eu te levar, fica mais tranqu.¡± Jimena arrancou o celr da m?o d e n?o deixou chamar o carro. Era outono, a noite estava gda, Olivia esfregou as m?os frias e disse: ¡°T¨¢ bom ent?o.¡± As duas no carro, a cidade brilhava as luzes de n¨¦on refletindo nataria, um espet¨¢culo de cores, e apesar da hora, ainda tinha gente passando nas ruas. A vida noturna da cidade era um verdadeiro deslumbre. L¨¢ dentro, Olivia no banco do passageiro e Jimena dirigindo, observava atentamente o transito e puxava papo Olivia: ¡°Mas s?o dez mil reais, voc¨º s¨® me deu assim?¡± ¡°Como assim ¡®eu dei¡®? Isso a¨ª ¨¦ o fruto do seu trabalho. At¨¦ entre irm?os, a gente tem que acertar as contas direitinho.¡± Olivia respondeu. A garrafa de bebida que Jimena vendeu, mesmo que tenha sido derramada depois, Carlos Marques acertou a conta, e aiss?o era justa para Jimena. ¡°Mas se n?o fosse por voc¨º, eu nem teria vendido aqu garrafa, e o bicho teria pegado pra mim.¡± Jimena olhou para rapidamente e expressou seu pensamento. ¡°Voc¨º t¨¢ viajando, mesmo sem mim, Carlos teria pedido a garrafa. E once da bebida ter derramado n?o foi por querer, os outros tr¨ºs nem fram nada, n¨¦?¡± Olivia disse. ¡°N?o adianta, vou transferir esses dez mil pra voc¨º de qualquer maneira.¡± Jimena ainda achava que n?o devia aceitar. Com a cabe?a doendo, Olivia segurou na testa e falou: ¡°Jimena, voc¨º t¨¢ querendo me fazer de pobrinha, ¨¦? Quer que minha m?e me chame de in¨²til?¡± tinha os princ¨ªpios, dinheiro que era d, pegava; o que n?o era, n?o quer¨ªa. n?o estava sem recursos, as despesas de casa podia cobrir trabalhando, Jimena soltou uma risada oent¨¢rio: ¡°T¨¢ bom ent?o, n?o vou transferir. A nossa Olivia ¨¦ fera mesmo,o poderia ser in¨²til?¡± ¡°Isso mesmo, no futuro eu vou ser uma grande designer.¡± Olivia disse, sorrindo animada. Olivia s¨® acordou o sol a pino, tinha ido dormir ¨¤s quatro da madrugada. Abriu os olhos e pegou o celr para ver as horas, j¨¢ era mais de meio¨Cdia. Ficou atordoada por um momento e logo despertou, o celr mostrou cinco chamadas perdidas. Tudo era responsabilidade da chefe da limpeza do Grupo Griera, a Fernanda. A Olivia levantou¨Cse num pulo da cama! 20:32 Capitulo 81 Que furada, tinha matado o servi?o por metade do dia. Ser¨¢ que algu¨¦m tinha dado um trato no andar dos chef?es? E se o Daniel desse de cara as x¨ªcaras por recolher, ser¨¢ que ele ia espumar de raiva? Cap¨ªtulo 82 Cap铆tulo 82 Cap¨ªtulo 82 Olivia se apressou para terminar de se arrumar e viu que Teresa Rocha j¨¢ estava na cozinha preparando aida. Content ? N?velDrama.Org. deu uma olhada no rel¨®gio e j¨¢ era meio¨Cdia. Se fosse para o Grupo Griera agora, pegaria todo mundo saindo para o almo?o. Melhor eraer primeiro e depois ir. Ent?o, se acalmou e se juntou ao grupo de Mire Rocha e as crian?as, que se divertiam um sorriso caloroso. ¡°M?e, voc¨º quer um biscoito?¡± Iria levantou a m?ozinha um biscoito de frutas, seus olhos escuros brilhando de fofura. Olivia somriu docemente e pegou no biscoito da m?o d: ¡°Obrigada, meu amorzinho Iria.¡± ¡°De nada, m?e. Se voc¨º est¨¢ feliz, eu tamb¨¦m estou.¡± Iria sorriu a boca aberta, mostrando duas covinhas nas bochechas rechonchudas e doces d. O cora??o de Olivia se aqueceu o gesto. Enquanto cozinhava, Teresa pensava na cena de dois dias atr¨¢s, quando voltou para Aldeia Souza. A casa de Vania Souza tinha virado um pr¨¦dio alto e elegante, que bloqueava toda a luz do sol da casa ds. voltava para a terra natal dirigindo um carr?o, enquanto eles tinham que pegar um trem carregando bagagem pesada nos ombros, uma diferen?a abismal. A fam¨ªlia da Vania desfva roupas de marca e joias, enquanto vestia roupas velhas e n?o tinha nenhum adorno. Sete pessoas espremidas em um apertado apartamento de 80 metros quadrados, ainda por cima alugado. Era de cortar o cora??o. Teresa saiu da cozinha e viu a cena aconchegante e alegre na s. Olivia sentada no tapete de espuma, cercada por quatro crian?as, todas brincando alegremente um brinquedo de trenzinho. Com o trenzinho nas m?os, Olivia fazia ¡°tutu¡± a boca, imitando o som de partida do trem, enquanto os pequenos, segurando as costas uns dos outroso se fossem passageiros se movendo juntos, rindoo sinos encantadores. Teresa, j¨¢ irritada, viu a cena e ficou mais frustrada ainda. Como Olivia podia ser t?o despreocupada? Sem o menor senso de urg¨ºncia. Se fosse outra no lugar d, dois idosos para cuidar e quatro crian?as para criar, j¨¢ estaria esmagado p press?o, a cara amarrada de preocupa??o. Mas nem se preocupava e estava l¨¢ se divertindo. Essa atitude em r??o ¨¤ vida era de um otimismo que deixava Teresa boquiaberta. Com um olhar severo, Teresa falou voz pesada para Olivia: ¡°J¨¢ est¨¢ atrasada e nem se preocupa. N?o tem medo de ser demitida? Voc¨º tem responsabilidades, precisa ser mais respons¨¢vel! S¨® sabe brincar eer!¡± O sorriso de Olivia endureceu brevemente e for?ou uma risada: ¡°M?e, eu vou para o trabalho depois do almo?o.¡± ¡°Quem disse que tem almo?o para voc¨º? N?o temida aqui.¡± Teresa respondeu a face endurecida. Iria, apoiada no tapete, levantou¨Cse desajeitadamente e, bn?ando as perninhas curtas, foi at¨¦ Teresa e puxou a roupa, olhando para cima sua vozinha meiga: ¡°V¨®, deixa a mam?eer, sen?o n?o vai ter for?as.¡± In¨ºs, sua voz fofa e s¨¦ria,plementou: ¡°Se a v¨® n?o deixar a mam?eer, a gente d¨¢ nossosnches para . A mam?e ¨¦ boazinha, v¨®, n?o precisa sempre brigar .¡± Olivia sentiu as l¨¢grimas de ternura vindo. Teresa suspirou e suavizou a voz: ¡°N?o disse que n?o ia deixar sua m?eer, mas vai ter que comer fora, no restaurante.¡± Os olhos de Iria brilharam: ¡°Eu tamb¨¦m quero ir ao restaurante, posso ir?¡± Teresa riu, meio sem jeito: ¡°Sua m?e vai a um encontro, voc¨ºs pequenos n?o devem ir atrapalhar.¡± tinha arranjado dificuldade um encontro para Olivia atrav¨¦s de uma amiga do jogo de cartas. O cara sabia que tinha quatro filhos e ainda assim estava disposto a encontrar . N?o podia deixar isso dar errado. Um homem disposto a sair Olivia, mesmo sabendo de tudo, era algo muito raro. Capitulo 83 Cap铆tulo 83 Capitulo 83 ¡°Beleza.¡± Iria baixou os cilios, o entusiasmo minguando, as pestanas longas encobrindo a desilus?o em seus grandes olhos. Olivia, surpresa, exmou: ¡°M?e, eu j¨¢ t? de saida para o trabalho, e voc¨º me vem essa de arranjar encontro ¨¤s cegas?¡± ¡°O lugar vai ser no restaurante pertinho do Grupo Griera. Vai agora,e alguma coisa e depois segue pro trabalho. Anda logo!¡± Teresa pegou a bolsa d e a empurrou porta afora. Olivia n?o teve escolha, a n?o ser it embora. Heitor e Joel vottaram pro quarto e fecharam a porta. Com ar de quem sabia das coisas, Heitor disse para Joel: ¡°A v¨® t¨¢ querendo arranjar um padrasto pra gente.¡± Joel fez beicinho: ¡°Mas, eu n?o quero padrasto nenhum!¡± ¡°Mas se a mam?e gostar, a gente tem que respeitar a vontade d.¡± ¡°E se a mam?e n?o gostar?¡± Joel estava preocupado a possibilidade da m?e se sentir mal. ¡°A gente vai l¨¢ e fica de olho, pra ver se a mam?e gosta ou n?o.¡± Os olhos de Heitor brilhavam uma mistura de sabedoria e inoc¨ºncia. ¡°¨¦, t¨¢ bom.¡± Joel concordou, bn?ando a cabe?a fricamente. Depois do almo?o, Heitor e Joel pediram pra Mire levar eles para brincar fora. Teresa n?o concordou e mandou eles brincarem em casa. Os olhos lindos de Joel logo se encheram de l¨¢grimas, uma express?o de quem n?o via a cor do sol h¨¢ anos: ¡°V¨®, eu quero ir no parque brincar. Faz tanto tempo que n?o saio, j¨¢ t? at¨¦ mofando.¡± Belonging to N?velDrama.Org. Teresa n?o suportava ver Joel chorando; a cara de d¨® que ele fazia a desarmavapletamente. acabou cedendo, e Mire saiu os dois moleques, enquanto ficava em casa cuidando das meninas. No restaurante aodo do Grupo Griera. Olivia chegou ao lugar marcado e l¨¢ estava um homem sentado. O sujeito era meio gordinho, rosto de forma quadrada, ¨®culos pretos e cabelos quase se caindo do couro cabeludo. Parecia ter mais de trinta anos. Com um sorriso educado, Olivia perguntou: ¡°Com licen?a, voc¨º ¨¦ o Sr. Lorenzo?¡± ¡°Sou eu, e voc¨º deve ser a Olivia.¡± O homem, ao v¨º, teve um brilho a mais por tr¨¢s das lentes grossas dos ¨®culos, e sorriurgo: ¡°Voc¨º ¨¦ mais bonita que na foto.¡± ¡°Obrigada.¡± Olivia sentou¨Cse ¨¤ frente dele. n?o estava afim de encontros arranjados, mas a m?e tinha feito tudo ¨¤s suas costas e s¨® podia comparecer para n?o deixar numa saia justa. ¡°Eu sei que voc¨º tem quatro filhos, mas n?o me importo. Estou bem satisfeito voc¨º. Se estiver tudo bem, posso pegar uma folga ¨¤ tarde no trabalho e a gente pode ir pegar a certid?o de casamento.¡± Sr. Lorenzo ajustou os ¨®culos, sugerindo. Olivia estava bebendo ¨¢gua e quase se engasgou a proposta dele. Ainda se rpondo, Sr. Lorenzo continuou: ¡°Mas depois que casarmos, n?o vou me responsabilizar pelos seus quatro filhos. Voc¨º vai ter que me dar dois moleques saud¨¢veis. Os nossos filhos, eu cuido. Os seus quatro, voc¨º deixa sua m?e.¡± ? Olivia engoliu a ¨¢gua presa na garganta e olhou para ele um sorriso frio, respondendo: ¡°Acho que o Sr. Lorenzo t¨¢ por fora. Voc¨º pode at¨¦ estar satisfeitoigo, mas eu n?o estou nem um pouco voc¨º. N?o precisa se dar ao trabalho de me aceitar, uma m?e de quatro.¡± Cada louco sua mania, e parece que esse ano tava cheio deles! Cada figura que me aparece¡­ Dita isso, se levantou pronta para ir embora. Mas o homem segurou sua m?o for?a: ¡°Olivia, quem te apresentou disse que voc¨º estava de acordo, n?o fica fazendo doce. A gente foi feito um pro outro¡­¡± Cap铆tulo 84 Cap¨ªtulo 84 Olivia torceu o nariz, tentou puxar sua m?o for?a, mas n?o conseguiu se soffar. Desesperada, falou: ¡°Voc¨º t¨¢ viajando, eu nunca disse pro cupido que tava na sua n?o.¡± tinha sido avisada de sopet?o pra encontrar ele, at¨¦ ent?o, nem sabia de nada. ¡°Voc¨º que f uma coisa e sente outra, o. Eu sou um executivo, ganho meio milh?o por ano, filho ¨²nico, meus pais s?o servidores p¨²blicos. O cupido me falou que c¨º tinha curtido as minhas condi??es, tava afim de casar logoigo. Eu topo casar agora mesmo, s¨® c¨¦ tmab¨¦m topar os meus termos¡°, disse Sr. Lorenzo, seus olhinhos de toupeira demonstrando um interesse todo especial em Olivia. A mulher era mesmo um espet¨¢culo, branquinha, bonita, corpo todo proporcional, uma beleza. Se n?o fsse, ningu¨¦m dir¨ªa que era m?e de quatro. Qual homem n?o babaria ao ver uma dessas? O empurra¨Cempurra delese?ou a chamar a aten??o no restaurante. Sr. Lorenzo percebeu que estavam sendo observados e, um sorriso, acenou para os curiosos, dizendo: ¡°¨¦ s¨® treta de casal, gente. rxa.¡± Dito isso, ele segurou na roupa da cintura de Olivia, tentando puxar para seu abra?o. Content ? N?velDrama.Org. Olivia estava apavorada, tentando se soltar toda a for?a: ¡°Merga, eu n?o sou sua namorada!¡± ¡°Para de escandalo, a gente resolve isso em casa, pode ser?¡± Sr. Lorenzo era forte e j¨¢ estava quase envolvendo nos seus bra?os. Olivia sentindo nojo, mas n?o tinha for?a pra escapar daqu situa??o. ¡°Poxa, a m?e t¨¢ em perigo!¡± De tr¨¢s de uma divis¨®ria n?o muito longe, uma cabecinha apareceu. Joel estava vermelho de preocupa??o, levantou¨Cse pronto para correr at¨¦ l¨¢, e Heitor o seguiu. Quando eles deram dois passos, um homem apareceu no campo de vis?o deles. Ele foi at¨¦ onde estava Olivia, agarrou sua m?o firmeza e num s¨® pux?o, livrou das m?os de Sr. Lorenzo. O homem tinha um rosto bonito, nobre e frio. Era Daniel! Heitor, ao v¨º¨Clo, puxou Joel de volta, se escondendo atr¨¢s da divis¨®ria. Olivia estava assustada, e ao sentir um peito s¨®lido e magro contra o seu, se virou e viu o rosto incrivelmente bonito de Daniel, os olhos brilharam por um instante: ¡°Sr. Griera!¡± Os olhos escuros de Daniel fuzram, e ele falou voz grave: ¡°Voc¨º n?o devia estar trabalhando em vez de ficar de bobeira aqui? A empresa t¨¢ te pagando pra qu¨º?¡± Olivia percebeu o recado, concordou a cabe?a e disse: ¡°Verdade, Sr. Griera, j¨¢ estou indo para o meu posto.¡± fez uma rever¨ºncia e saiu ¨¤s pressas do restaurante. Sr. Lorenzo, intimidado pelo olhar gdo e prante de Daniel, sorriu medo e disse: ¡°Desculpa, Sr. Griera, ¨¦ minha namorada, a gente tava s¨® resolvendo umas coisinhas.¡± O homem ¨¤ sua frente era Daniel, o l¨ªder da fam¨ªlia Griera, um tit? no mundo dos neg¨®cios, quem n?o o conheceria? Daniel falou: ¡°Minhas funcion¨¢rias n?o podem namorar, se eu te pegar por perto outra vez, voc¨º t¨¢ ferrado!¡± Sr. Lorenzo saiu correndo, trope?ando em seu pr¨®prio medo. Depois que saiu do restaurante e entrou no carro, ligou para o cupido, furioso, e o detonou: ¡°C¨º me arranja algu¨¦m que j¨¢ tem dono, t¨¢ querendo me matar, ¨¦?¡± O cupido ficou boiando sem entender nada. No restaurante. Com uma aura cial, Daniel olhou e todos ao redor se concentrassem em suas refei??es, sem ousar olhar para o espet¨¢culo. Carlos tinha marcado ele paraer l¨¢, mas ficou preso no transito. Assim que entrou, viu um homem se insinuando para Olivia, que ramente n?o estava a fim. Vendo que Olivia estava prestes a cair nos bra?os daquele cara, ele sentiu uma irrita??o invadir seu peito e foi l¨¢ puxar para si. Ele nunca foi de se meter na vida alheia. Mas ver Olivia nos bra?os de outro homem despertou uma raiva incontrol¨¢vel dentro dele. O Sr. Daniel, desculpe p demora, mas o transito estava um verdadeiro caos. O Carlos entrou apressado, ofegante e pedindo desculpas. 1/2 20:33 Capitulo 84 Com a lingua anestesiada, o efeito do anest¨¦sico ainda n?o tinha passadopletamente, e ele fva meio enrdo. Cap铆tulo 85 Capitulo 85 Daniel era pessoa dificil de lidar. Na ¨²ltima vez, s¨® porque falou demais, Dr. Morales n?o teve do nem piedade: aplicou um anest¨¦sico na lingua do coitado. Com isso, at¨¦ a cerveja perdeu o gosto pra ele. ¡°Heltor, Joel!¡± De repente, uma mulher de meia¨Cidade apareceu na entrada do restaurante, chamando com um desespero que dava pra sentir na voz. Mire batia na perna, rosto marcado p ansiedade: ¡°Ai, meu Deus, onde est?o esses moleques ¡­ ¡°V¨®, a gente est¨¢ aqui! Do nada, dois moleques apareceram detr¨¢s de um blombo, correndo que nem uns desesperados em dire??o a Mire. Heltor era o mais r¨¢pido e seguro nos p¨¦s. Chegou num instante aodo de Mire e se agarrou na perna d, escondendo o rosto alio se quisesse dizer: ¡°Calma, vo, n?o precisa se preocupar e nem ficar brava.¡± J¨¢ Joel na pressa, passou tocando em Daniel, e o pequeno corpo esbarrou na perna do homem. Daniel nem se mexeu, mas o garoto trope?ou e foi ao ch?o. Deslizou um peda?o, deu at¨¦ pena de ver. Daniel franziu a testa, j¨¢ ia l¨¢ ajudar o moleque a se levantar. Mas o garoto era mais forte do que parecia. Levantou sozinho, e em vez de chorar, ainda olhou pra tr¨¢s e deu um sorris?o, dizendo uma voz de crian?a: ¡°Desculpa, tio, n?o foi por querer que eu trombei em voc¨º.¡± Daniel reparou bem na cara do menino. Era um menino bonito, parecia um anjinho, sobrancelhas grossas e olhos grandes, c¨ªliospridos e a pele mais branca que leite. A cara do moleque dava uma sensa??o de d¨¦j¨¤ vu pro Daniel, uma familiaridade que nem fazia sentido. Content ? N?velDrama.Org. Afinal, era a primeira vez que ele via o garoto. Depois daqu troca r¨¢pida, o menino correu de volta pra mulher de meia¨Cidade. pegou na m?o dos dois e foi embora. Daniel ficou l¨¢, vendo eles indo embora, um olhar profundo e meio mnc¨®lico. Carlos fez alguns movimentos leve na frente de Daniel: ¡°Sr. Daniel, est¨¢ tudo bem? Quer que eu d¨º uma li??o naquele moleque? Posso buscar ele de volta.¡± Carlos j¨¢ partindo pra a??o, pronto pra puxar o orelhudo que esbarrou no Sr. Daniel. ¡°Volta aqui!¡± A voz do Daniel cortou o ar, friao gelo. Carlos voltou, j¨¢ aquele sorriso maroto: ¡°E a¨ª, vamoser o qu¨º no almo?o?¡± ¡°Deixa pra l¨¢, perdi o apetite!¡± Daniel olhou frio pra ele e saiu andando. Carlos ainda gritou pro nada: ¡°Posso pedir pra viagem e levar at¨¦ voc¨º.¡± No Grupo Griera. Viviana Pereira tinha voltado do seu recesso de tr¨ºs dias, pronta para o trabalho. ouviu dos funcion¨¢rios, que Daniel tinha um escandalo no restaurante, agarrando a m?o de uma das empregadas e puxando para longe de outro cara. E ainda tem boato que no Grupo Griera, as funcion¨¢rias estavam proibidas de namorar, tudo por causa dessa tal empregada. Parecia que e o Sr. Griera tinham um rcionamento especial. Viviana chamou um dos funcion¨¢rios e perguntou: ¡°Qual foi a empregada que o Sr. Griera pegou p m?o l¨¢ no restaurante?¡± ¡°Parece que o nome d ¨¦ Olivia.¡± A funcion¨¢ria estava l¨¢ na hora do almo?o e viu toda a cena. Contou o que sabia sem esconder nada. Olivia? Viviana ficou surpresa. Ser¨¢ que nesses tr¨ºs dias que ficou fora, Olivia e o Sr. Griera tinham tinham ficados mais intimos? N?o dava mais pra esperar. Viviana foi at¨¦ o escrit¨®rio do presidente, onde Daniel estava sentado na cadeira executiva, ocupado com a papda. parou, respirou fundo e decidiu que era hoje que abrir o jogo.

[email protected] Online ? MAIN NAVIGATION ? Dashboard ? N?i dung Th¨ºm ch??ng 1. Dashboard 2. Ch??ng 3. T?o m?i ? Th?ng tin ch¨ªnh ? Th?ng tin SEO ? C?u h¨¬nh Meta Title: Meta Description: Meta Keywords: Create Version 1.3 Copyright ? 2019-2020 TruyenhayOnline. All rightsreserved.N?velDrama.Org holds ? this. Cap铆tulo 214 Cap¨ªtulo 214 Olivia sentiu o cora??o disparar. quase derramou o feij?o. Realmente tinha que ter cuidado cada pvra que disse. Daniel ergueu o queixo d o dedo indicador, fazendo seu rosto virar em sua dire??o. Ele tinha uma beleza cortante, olhos negros e profundos, uma express?o intensa que parecia querer ver atrav¨¦s d. J¨¢ nervosa, Olivia se sentiu ainda mais agitada sob o olhar dominador dele, o cora??o batendo forte como ¨¢gua fervente. tentou puxar um sorrisinho nervoso, fingindo estar ¨¤ vontade: ¡°F s¨¦rio, hoje em dia, s¨® moleque brinca de espetar b, quem mais seria t?o descuidado a ponto de furar o pneu do seu carro, Sr. Griera?¡± ¡°Voc¨º se importa tanto assim os pneus do meu carro?¡± A voz grave de Daniel soou,o o rr suave de pedras em um violoncelo. Ele levantou o rosto d o dedo, sua express?o sombria transmitia uma amea?a vda. A press?o que ele exercia era intensa, e para Olivia, perigosamente irresist¨ªvel. se contorceu, tentando se desvencilhar. estava em panico: ¡°N?o, eu s¨® estava curiosa, olhei e acabei puxando o prego sem querer. Se fosse o carro de outra pessoa, eu teria feito o mesmo.¡± Olivia se esfor?ava para se desvencilhar de qualquer conex?o o carro dele. Se ele descobrisse que tinha sido o filho d a furar o pneu, a situa??o ficaria feia. disse que faria o mesmo o carro de outra pessoa. Isso irritou Daniel. ¡°Voc¨º sabe provocar, ent?o se prepare para apagar o fogo,¡± a voz de Daniel Rayan soou. O perfume d e a pele macia, t?o perto, j¨¢ o deixavam inquieto. se mexeu novamente, e mesmo atrav¨¦s das roupas, ele podia sentir a suavidade de seu corpo. Ele apertou a cintura d, puxando-a para si, segurando-a firmemente para que n?o se movesse, e se inclinou para beij¨¢ inten??o de puni??o. Suas m?os grandes,o tenazes, seguravam a cintura delicada d, imobilizando-a. O aroma masculino o envolvia, e o cora??o d batia fricamente,o se atra¨ªdo por um ¨ªm?. ¨¤ medida que seu rosto se aproximava, abriu os olhos em choque, depois os fechou for?a. Daniel ergueu o rosto d e, conforme o desejo d, beijou seus l¨¢bios, um beijo que esmagava. A suavidade d erao fogo, acendendo seu desejo. O beijo dele se tornava cada vez mais intenso. Olivia estava tensa, em panico, confusa. O que estava acontecendo entre eles? Era tudo t?o errado! n?o era mulher de ser brincadeira de ningu¨¦m. Com as m?os no peito dele, o empurrou for?a. Daniel sentiu a resist¨ºncia d e se lembrou de um momento de cinco anos atr¨¢s quando a for?ou, e o remorso que sentiu. Ele n?o queria deix¨¢ constrangida novamente. Ele soltou os l¨¢bios d, mas n?o a deixou ir, encostou seu rosto no d, ro?ando as t¨ºmporas. Olivia respirava dificuldade, o h¨¢lito dele dominando o ar, seus c¨ªlios tremiam. A respira??o quente de Daniel soprava em seu ouvido, sua voz rouca dizendo: ¡°Eu sempre notei que voc¨º tem um cheiro especial.¡± Instintivamente, Olivia perguntou: ¡°Que cheiro?¡± N?velDrama.Org holds ? this. ¡°Cheiro de leite.¡± Daniel disse. Era um aroma distinto do perfume natural de magn¨®lia que exva. Suave e agrad¨¢vel. Ele j¨¢ tinha percebido antes, mas nunca t?o forte quanto agora. 1/2 11.12 Capitulo 214 Olivia se enrijeceu. J¨¢ nervosa e confusa, a f dele a deixou ainda mais agitada, o cora??o batendo descontrdo. afastou rapidamente a m?o dele de sua cintura, dando dois passos para tr¨¢s, mantendo uma distancia segura, a mente girando rapidamente, disse: ¡°Meu caf¨¦ da manh? hoje foi leite omelete, por isso o cheiro de leite.¡± ¡°N?o ¨¦ s¨® na boca, ¨¦ no corpo todo.¡± Daniel disse. 2/2 Cap铆tulo 215 Cap¨ªtulo 215 Ol¨ªvian?ava olhares nervosos ao redor: ¡°Derramei sem querer em mim mesma.¡± O cheiro de leite que emanava d n?o era por acaso. Afinal, n?o era que todos os dias preparava a mamadeira para os pequenos e ficava abra?ada aos beb¨ºs cheirosos? Esse assunto, n?o posso deixar que Daniel saiba. Daniel n?o se deteve nesse assunto, tirou um documento da pasta e o jogou para Olivia: ¡°A partir de hoje, voc¨º est¨¢ na secretaria.¡± Ol¨ªvia agarrou os pap¨¦is que ele atirou, chocada suas pvras: ¡°Como assim?¡± n?o tinha ouvido errado, pois n?o? , que era da limpeza, para a secretaria? Era um salto e tanto. Olivia olhou apressadamente o documento, era uma ordem de transfer¨ºncia. foi transferida do departamento de limpeza para o departamento de secretaria, e seu cargo ainda era o de secret¨¢ria pessoal do presidente! Estava ocupando o lugar de Viviana Pereira? O sal¨¢rio era tentador: cinquenta mil por m¨ºs! Mas¡­ ¡°Senhor Griera, isso¡­¡± Ol¨ªvia queria dizer, isso ¨¦ mesmo poss¨ªvel? Isso far¨¢ que as pessoas fa?am fofocas? ¡°O que foi, est¨¢ duvidando da sua capacidade?¡± Daniel rebateu. Ele tinha checado, Ol¨ªvia tinha estudado secretariado, s¨® n?o tinha se formado. Ol¨ªvia mordeu o l¨¢bio, pensativa. N?o era que n?o tivesse a habilidade, havia procurado empregos semelhantes, mas todas as empresas n?o a aceitaram. A gradua??o era um requisito b¨¢sico para entrar em qualquer empresa. Sem diploma, por mais competente que fosse, ningu¨¦m a queria. Por isso, para ganhar dinheiro, s¨® podia pegar trabalhos que n?o exigiam tanta escridade. Agora Daniel a promovia a secret¨¢ria de repente. n?o desconfiava de si, mas sim do mundo l¨¢ fora, e dele tamb¨¦m. Olivia se manifestou mentalmente: ¡°Senhor Griera, eu sou apenas uma simples faxineira, e v?o fazer fofocas sobre mim se eu for subitamente promovida a secret¨¢ria do mais alto n¨ªvel. Al¨¦m disso, n?o preciso de suas esms disfar?adas¡±. N?vel(D)rama.Org''s content. ¡°Com minha ordem, quem vai se atrever a fofocar?¡± Daniel disse, severo. Seu olhar profundo fixou-se n: ¡°Eu disse que me responsabilizaria por voc¨º e n?o vou deixar pra l¨¢.¡± Ele s¨® estava dando a uma chance de se provar.o poderia ser caridade? responsabilidade? Ol¨ªvia sentiu panico. ¡°Senhor Griera, n?o posso ser secret¨¢ria, acho melhor pedir demiss?o.¡± A tal responsabilidade n?o era casar , mas sim, atir¨¢ dinheiro, querer mant¨º? Se houvesse mais dinheiro, n?o faria uma coisa dessas. poderia muito bem aproveitar essa oportunidade para se demitir e ficar longe dele. ¡°n?o permito. ¨¦ melhor ver o contrato de limpeza; Se pedir demiss?o unteral, ter¨¢ que pagar uma multa de duzentos mil ¨¤ empresa. Ou assina o contrato de secret¨¢ria ou paga a multa. Decida.¡± Daniel foi firme, sem espa?o para negocia??o. Olivia deu um suspiro de al¨ªvio. S¨® pensava na multa de duzentos mil! nem tinhao pagar a multa de cinquenta mil que devia. Mais duzentos mil! Como poderia suportar? Pensando bem, ser secret¨¢ria do presidente n?o ¨¦ uma m¨¢ ideia. 1/2 11.15 Cap¨ªtulo 215 Desde que mantenha distancia de Daniel. Competenteo secret¨¢ria lhe daria a chance de mostrar seu valor e ainda teria um sal¨¢rio de cinquenta mil por m¨ºs. Tamb¨¦m resolveria a quest?o do dinheiro do pneu. Tr¨ºs benef¨ªcios de uma s¨® vez. Pensando nisso, Olivia cerrou os dentes, cruzou o cora??o e disse: ¡°Eu assino¡±. 212 Cap铆tulo 216 Cap¨ªtulo 216 Por via das d¨²vidas, dessa vez Olivia leu o contrato aten??o. Ainda assim, se pedisse demiss?o por conta pr¨®pria, sem aprova??o, teria que indenizar a empresa em meio milh?o. Mas, se fosse demitida, a regra era ra: receberia dois meses de sal¨¢rioopensa??o. O Per¨ªodo de experi¨ºncia era de um m¨ºs! Em um m¨ºs, se eter um erro, ser¨¢ demitida. Nesse caso, ¨¦ mais econ?mico se for demitida. De qualquer forma, n?o podia pedir demiss?o agora, Daniel acabara de fr que n?o aprovaria. Se insistisse em ir embora, teria que pagar duzentos mil ¨¤ empresa! nem tinha cinquenta mil, que dir¨¢ duzentos? Qualquer jeito que se pensasse, Assinar o contrato era o mais vantajoso. Depois de ler, Olivia assinou sem hesitar. Deixando o documento dedo, disse a Daniel: ¡°Sr. Griera, se n?o houver mais nada, eu saio primeiro¡±. Daniel n?o a reteve. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Ao sair do escrit¨®rio, Olivia respirou aliviada, o cora??o ainda acelerado. Se n?o fosse sua r¨¢pida rea??o em afastar Daniel, certamente teria sido devorada viva por ele. Ele fva em assumir responsabilidades, mas queria que fosse sua secret¨¢ria pessoal. Com o aumento de sal¨¢rio, estaria ainda mais pr¨®xima dele. De todos os angulos que Olivia pensava, parecia que ele queria um romance de escrit¨®rio, uma esp¨¦cie de manuten??o. J¨¢ que n?o podia se demitir, teria que arrumar um jeito deeter um erro e ser demitida, isso deveria ser poss¨ªvel. Ser demitida tamb¨¦m lhe d¨¢ dois meses de sal¨¢rio, o que daria cem mil! Sim, esse peda?o de carne era de fato muito apetitoso. Bruno providencia a ida de Olivia ao escrit¨®rio. Era o escrit¨®rio onde Viviana costumava trabalhar. ¡°Daqui pra frente, este ¨¦ o seu escrit¨®rio, secret¨¢ria Souza. As tarefas e a agenda do presidente est?o na nilha doputador. Ligue e d¨º uma boa olhada¡±, Bruno passou as instru??es do trabalho para . ¡°Certo, Bruno, entendi¡±, Olivia respondeu educadamente. Depois Bruno partiu, voltando ao seu posto, e Olivia, sentada diante doputador,e?ou a examinar os arquivos aten??o. O telefone tocou e atendeu. Era Laura, a recepcionista: ¡°Ol¨¢, Secret¨¢ria do Presidente, tem algu¨¦m no sagu?o querendo fr o Sr. Griera, diz que ¨¦ a sogra dele.¡± O pedido de transfer¨ºncia de Olivia ainda n?o havia sido feito dentro da empresa, e tudo o que a recepcionista sabia era que havia uma nova secret¨¢ria na empresa hoje, mas n?o sabia qual era o nome da secret¨¢ria. De acordo suas regras de trabalho, se algu¨¦m viesse fr a Sra. Griera, tinha que ligar para a secret¨¢ria pessoal do presidente para informar o fato. Olivia surpreendeu-se: ¡°A sogra do Sr. Griera?¡± Laura reconheceu a voz familiar e, ap¨®s um momento, percebeu que era Olivia. Olivia era a faxineira, respons¨¢vel p limpeza dos andares superiores, mas frequentemente ajudava no t¨¦rreo. e a recepcionista, sendo da mesma idade, conversavam bastante. Naturalmente, Laura reconheceu a voz de Olivia. Suprimindo a surpresa, manteve a calma profissional e disse: ¡°Isso mesmo, disse que precisa fr com o Sr. Griera sobre algo importante rcionado ¨¤ filha d.¡± 1/1 Cap铆tulo 217 Cap¨ªtulo 217 Olivia engoliu for?a, a Sr. Griera n?o era casada? Onde conseguiu uma sogra? Era um casamento secreto? n?o conseguia entender a vida dos ricos. Fazer barreira contra problemas tamb¨¦m fazia parte do trabalho de secret¨¢ria. ¡°N?o ouvi o Sr. Griera mencionar ter uma sogra. Ser¨¢ que n?o houve um engano? Deixe-a esperar um pouco que j¨¢ estou indo a¨ª.¡± Se a visitante fosse uma impostora e a deixasse subir, perturbando o Sr. Griera, seria uma falha sua. Mas Se fosse realmente a sogra do Sr. Griera e a mandasse embora, tamb¨¦m teria falhado. Portanto, tinha que querer descobrir o que estava acontecendo antes de tomar uma decis?o. ¡°Certo.¡± A recepcionista desligou o telefone, mantendo o sorriso e falou educadamente para a mulher ¨¤ sua frente: ¡°Desculpe, nossa secret¨¢ria disse que n?o tem conhecimento de uma sogra do Sr. Griera. Por favor, aguarde um momento que j¨¢ vai descer.¡± Teresa, impaciente e sempre de pav¨ªo curto, uma voz que ecoava, apressou-se em provar sua identidade: ¡°O Sr. Griera construiu uma mans?o para a minha fam¨ªlia e trouxe minha filha pra casa, eles n?o est?o namorando? Eu sou realmente a futura sogra do Sr. Griera. Por favor, deixe-me entrar, preciso ter uma conversa s¨¦ria ele.¡± A porta do elevador exclusivo do presidente se abriu coincidentemente nesse momento, revndo a figuraprida de Daniel, que estava vestido um terno preto feito ¨¤ m?o, usando uma gravata roxa escura, exndo uma aura aristocr¨¢tica inata. A voz de Teresa era alta e, no momento em que a porta se abriu, quando dizia que era a futura sogra do Sr. Griera e que precisava entrar para conversar, Ele saiu do elevador, o olhar profundo direcionado para a recep??o. ¡°Sr. Griera, bom dia.¡± A recepcionista o viu, endireitou-se imediatamente e cumprimentou-o respeito. Teresa se virou ferozmente e viu um homem de apar¨ºncia bonita, distinta e extremamente digna, esse homem que conhecia, era o homem que havia visto na Aldeia Souza antes. Mais uma vez, ouviu a recepcionista cham¨¢-lo de Sr. Griera. Ele era o chefe de Olivia. Com urg¨ºncia e nervosismo, Teresa se adiantou: ¡°Sr. Griera, espere, eu quero fr voc¨º.¡± nunca teve papas na l¨ªngua, sempre dizendo o que lhe vinha ¨¤ cabe?a. estava ali por uma raz?o: exigir uma explica??o para Olivia. Nesse momento, Olivia sa¨ªa do elevador, pronta para resolver a situa??o a suposta sogra do Sr. Griera. Quando estava prestes a entrar no hall, avistou uma mulher de meia-idade correndo atr¨¢s do Sr. Griera, ramente desesperada para dizer algo. Aqu mulher era sua m?e, Teresa! Content ? N?velDrama.Org 2024. Meu Deus,o sua m?e tinha ido parar ali, e ainda procurando pelo presidente! N?o ¨¦ poss¨ªvel que a pessoa que disse ser a sogra da sra. Griera agora mesmo seja a Teresa? Inesperadamente, em seu primeiro diao secret¨¢ria, o primeiro problema o qual teve que lidar para a Sra. Griera foi sua pr¨®pria m?e. Olivia apressou o passo em dire??o a eles. *Sr. Griera, embora minha filha n?o seja perfeita e tenha um passado amorosoplicado que a atrasa, ¨¦ uma mo?a de fam¨ªlia respeit¨¢vel, se voc¨º se interessou por , por favor, case-se. Mas Se s¨® quer divers?o sempromisso, pe?o que a deixe em paz.¡± Teresa seguiu Daniel e soletrou as fs que havia preparado h¨¢ muito tempo. Naquele dia, ao ver Olivia voltar para casa chorando e dizendo que era indigna dele, o cora??o de Teresa se apertou de dor. Embora frequentemente repreendesse sua filha por n?o ser determinada, ver sua filha magoada era angustiante para qualquer m?e. Bruno seguiu Daniel quando ele parou para bloquear a aproxima??o de Teresa. Tendo panhado Daniel por tempos, ele estava acostumado a lidar mulheres que cobi?avam a beleza, a origem e a fortuna do chefe, perseguindo-o uma obsess?o quase louca. eraum ver pessoas se aproveitando do nome da filha para tentar se engra?ar o Sr. Griera. Bruno barrou o caminho de Teresa, impedindo-a de seguir e disse seriedade: ¡°Olha aqui, dona, n?o ¨¦ qualquer uma que consegue chamar a aten??o do nosso Sr. Griera n?o, t¨¢? Pra virar esposa do Sr. Griera tem f que nem trem de carga, viu? Se liga e se manca pra 1/2 Capitulo 217 saber primeiro se a sua filha ¨¦ alguma herdeira de peso.¡± Teresa, ansiosa, deixou escapar sem pensar: ¡°Minha filha ¨¦¡­¡± 2/2 Cap铆tulo 218 Cap¨ªtulo 218 Antes que pudesse terminar fr ¡°Olivia¡±, foi interrompida por Bruno. Bruno acenou a m?o e chamou a seguran?a: ¡°Por favor, convide esta senhora para sair¡±. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Dito isso, ele se virou e seguiu apressadamente os passos de Daniel. O seguran?a se aproximou e segurou os bra?os de Teresa. Teresa ficou furiosa: ¡°Me solta, n?o ¨¦ justo voc¨ºs me tratando assim.¡± ¡°Espera a¨ª!¡± Olivia correu at¨¦ o local, mantendo um sorriso cordial, e disse aos seguran?as: ¡°Mo?os, deixa que eu resolvo isso, valeu pelo esfor?o.¡± ¡°Olivia, eles est?o abusando demais.¡± Teresa desabafou Olivia, ainda se sentindo indignada e injusti?ada. Olivia manteve o sorriso e a consolou: ¡°Eu sei, eu sei, se acalma um pouco.¡±. Vendo que as duas se conheciam, o seguran?a soltou Teresa e disse a Olivia: ¡°Como funcion¨¢ria do Grupo Griera, n?o traga seus rancores pessoais para a empresa, especialmente n?o perturbe a Sr. Griera¡±. ¡°T¨¢ certo, t¨¢ certo, pode deixar, n?o vai se repetir. Obrigada, mo?os.¡± Olivia concordou, tentando suavizar a situa??o. Os seguran?as se foram. Teresa ainda estava chateada. Olivia a acalmou e a levou para a s de descanso. Na s de descanso, apenas as duas estavam presentes. Olivia suspirou resigna??o: ¡°M?e, eu n?o te disse para n?o vir ¨¤ empresa atr¨¢s do nosso chefe?¡± ¡°Se eu n?o viesse, nem ia saber o quanto ele ¨¦ arrogante. Dizendo que tem mulher querendo casar com ele que nem trem n?o d¨¢ conta, ele que olhe pra minha filha e veja quem ¨¦ de fam¨ªlia. T¨¢ se achando, n¨¦? Ele est¨¢ ramente me desprezando, e essa Irm? Griera, h¨¢ tantas mulheres,o ele pode lidar s, Olivia, voc¨º n?o quer se apaixonar¡±. Teresa ainda estava o cora??o pesado. Olivia assentiu a cabe?a. tamb¨¦m ouviu as pvras de Bruno agora h¨¢ pouco. Parecia que todos sabiam, apenas as herdeiras de fam¨ªlias ricas eram consideradas ¨¤ altura de Daniel. Daniel, por sua vez, nunca havia pensado em casar-se . Dar a a casa de campo e deix¨¢ trabalharo secret¨¢ria foi apenas parapensar a perda de sua inoc¨ºncia h¨¢ cinco anos. Foi quem entendeu errado no in¨ªcio e pensou que a suposta responsabilidade dele era se casar com . tamb¨¦m pensou ingenuamente que poderia dar aos filhos umrpleto. ¡°Tudo bem, vou cortar as perdas, devolver a v para ele e, de agora em diante, n?o lhe devo nada.¡± Olivia falou. Teresa engoliu em seco e respondeu prontamente: ¡°A mans?o foi um presente dele, n?o tem por que devolver! Ele te machucou, tem quepensar de alguma maneira! A mans?o fica! Depois ¨¦ s¨® colocar um ponto final nesta hist¨®ria ele.¡± A mans?o havia sido constru¨ªda no local onde antes ficava a casa velha deles, onde a tia de Olivia morava. Se a casa fosse devolvida, Mire Rocha n?o teria nem mesmo um lugar para morar. Al¨¦m do mais, Daniel havia ferido sua filha profundamente, e ficar a mans?o era o m¨ªnimo que ele devia.. J¨¢ que os outros olhavam de cima para a fam¨ªlia ds, n?o tinham por que continuar se humilhando. Olivia mordeu o l¨¢bio e concordou a cabe?a, dizendo a Teresa: ¡°M?e, vou te levar para casa.¡± ¡°N?o precisa, voc¨º ainda tem que trabalhar, eu me viro. As crian?as ainda est?o na casa do vizinho brincando, tenho que voltar logo.¡± Teresa se levantou e saiu apressada. Olivia panhou Teresa at¨¦ a empresa, chamou um t¨¢xi para e s¨® ent?o voltou para dentro. Laura, A recepcionista, chamou Olivia curiosidade: ¡°Olivia, aqu senhora, quem ¨¦ pra voc¨º?¡± Olivia n?o escondeu: ¡° ¨¦ minha m?e.¡± Laura abriu a boca, surpresa: ¡°C¨¦us, disse que era a futura sogra do Sr. Griera, ent?o voc¨º ¨¦¡­¡± ¡°O qu¨º, o qu¨¦, a m?e da Olivia ¨¦ a futura sogra do Sr. Griera?¡± Helena, sentindo o cheiro da fofoca, se aproximou rapidamente, uma express?o de choque e curiosidade no rosto. 1/1 Cap铆tulo 219 Cap¨ªtulo 219 olhou para Laura e depois para Olivia. Se tivesse sido antes, Olivia teria ficado envergonhada, mas agora, depois do que Teresa fez, reconhece mais a realidade. Em vez disso, foi franca e aberta. deu um sorriso e falou: ¡°O Sr. Griera me promoveu para ser sua secret¨¢ria particr do nada, ser¨¢ que ele n?o t¨¢ a fim de mim? J¨¢ que ele t¨¢ interessado, chamei minha m?e pra vir e mandei ele casar comigo, n?o tem nada de errado nisso.¡± ¡°Como assim? Voc¨º ¨¦ a secret¨¢ria particr do diretor?¡± Helena quase deixou os olhos ca¨ªrem de t?o surpresa. Laura, por outrodo, nem se abalou, mas ficou boquiaberta o que Olivia disse. tinha coragem de fr qualquer coisa mesmo. ¡°Olivia, c¨º tem certeza que o Sr. Griera t¨¢ interessado em voc¨º? Pelo que eu ouvi do assistente Bruno agora pouco, as mulheres do Sr. Griera s?o aos montes, e n?o s?o qualquer uma, s?o da alta sociedade.¡± Laura tentou dar um toque pra acordar pra vida. Olivia, no entanto, n?o est¨¢ impressionada: ¡°Quem sabe ele j¨¢ n?o t¨¢ cansado deer sempre o mesmo prato e quer variar o card¨¢pio? eu at¨¦ pensei que o Sr. Griera fosse um cara legal, mas pelo jeito ele s¨® quer curtir, um t¨ªpico cafajeste.¡± Laura e Helena respiraram fundo quando a ouviram dizer isso. Como ousava dizer isso sobre o Sr. Griera? Olivia suspirou: ¡°Ah, deixa pra l¨¢, n?o vou virar a Sra. Griera mesmo, mas subir na carreira j¨¢ t¨¢ de bom tamanho. Ser A secret¨¢ria particr do diretor ¨¦ legal, mas n?o ¨¦ o suficiente, se eu conseguir um cargo de diretora e umas a??es do Grupo Griera, a¨ª sim vou estar feita.¡± Depois de dizer isso, Olivia manteve um sorriso de desejo e caminhou at¨¦ o elevador. ampliou propositalmente suas ambi??es e falou Helena e Laura. Embora Laura fosse discreta, n?o gostava de fofocas e n?o as espalhava por a¨ª. Mas a Helena, a fofoqueira de nt?o, Olivia n?o se preocupava que sua ambi??o n?o se espalhasse. Melhor ainda se chegasse aos ouvidos do Daniel e ele pegasse nojo d, querendo mand¨¢ embora! Era isso que mais queria, ser demitida. N?velDrama.Org holds ? this. ser demitida sem ter que pagar multa e ainda receber dois meses de sal¨¢rio, que beleza! Helena e Laura trocaram olhares confusos, sem saber o que pensar. Helena prendeu a respira??o e depois de um tempo soltou um suspiro incr¨¦dulo: ¡°A Olivia pirou?¡± ¡°Vai saber.¡± Lauramentou. O Maybach preto acelerou p pista. Bruno dirigia na frente, a estrutura longa e honrada de Daniel encostada no banco de tr¨¢s. ¡°Sr. Griera, a empresa vai refor?ar a seguran?a pra que situa??eso a de hoje n?o se repitam.¡± Bruno olhou pelo retrovisor e falou respeitosamente para Daniel. Surpreendentemente, uma mulher chegou ¨¤ empresa, alegando ser a sogra do Sr. Griera, as mulheres hoje em dia, querendo estar no topo, est?o ficando cada vez mais loucas. Daniel n?o disse nada, estava de olhos fechados descansando. Ele j¨¢ estava acostumado Esse tipo de coisa. Uma vez no aeroporto, uma mulher, ignorando os seguran?as,e?ou a gritar que queria se casar com ele e ter filhos para ele. Os seguran?as a mantiveram longe, mas se arrastou por baixo deles, rastejando em dire??o a ele. A loucura dessas mulheres j¨¢ tinha ultrapassado a imagina??o dele. De repente, uma crian?a saiu correndo do cruzamento ¨¤ sua frente, correndo atr¨¢s da b que rva. Bruno dirigiu o carro t?o r¨¢pido que estava prestes a bater n. Ele pisou bruscamente nos freios e o carro parou violentamente. Bruno olhou para a menina na frente do carro, aliviado por pouco, e disse: ¡°Sr. Griera, tem uma menina na frente do carro, vou descer para ver o que est¨¢ acontecendo.¡± Enquanto fva, Bruno abriu a porta e saiu do carro. 1/1 Cap铆tulo 220 Cap¨ªtulo 220 A b de Iria Torres r na rua e corre p estrada, bn?ando suas pernas curtas, para recuper¨¢. Mas ent?o um carro passou e quase a atropelou. pegou a b, levantou-se e viu o carro preto, estacionado n?o muito longe d. Seu corpo pequeno, rechonchudo, abra?ava a b de basquete que quase parecia maior que . Seus olhos grandes, l¨ªmpidos e inocentes brilhavam um misto de surpresa e medo, fixos no homem que descia do carro. Bruno olhou ao redor, n?o viu nenhum adulto e se aproximou de Iria, agachando-se para ver se estava bem. A pequena tinha um rosto bonito, agora um ar assustado ap¨®s o susto. Com voz suave, Bruno disse: ¡°pequena, ¨¦ muito perigoso brincar na rua assim sozinha, onde est?o seus pais?¡± Os olhos da menina, t?o puros e brilhantes, sua pele ra e suas bochechas cheias faziam d um verdadeiro anjinho. era t?o linda e ador¨¢vel que seria uma pena se algo ruim acontecesse, seria muito doloroso e lament¨¢vel. Quem seria t?o descuidado a ponto de deixar seu filho brincar sozinho na beira da estrada, se algo acontecesse, seria tarde demais para chorar. Iria, seus grandes olhos, olhava para ele e uma vozinha de crian?a disse: ¡°Minha m?e foi trabalhar, e minha av¨® saiu. Estou saudade d e queria encontr¨¢, mas n?o sei onde est¨¢.¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. Iria estava brincando no condom¨ªnio quando sentiu fome e quis beber leite. Mas Teresa havia lhe dito, antes de sair de casa, que tinha de ir at¨¦ a patroa da m?e para pedir algo e lhe disse para ser boazinha e ouvir a av¨® da vizinha. queria leite e estava muito envergonhada para contar ¨¤ av¨® do bairro, ent?o teve de ir at¨¦ a av¨®. Depois de andar por duas ruas, n?o encontrou a av¨®. ¡°Bruno perguntou: ¡°Sua av¨® te deixou sozinha em casa?¡± A menina parecia confusa e ador¨¢vel, quase derretendo cora??es. A av¨® d realmente tinha a cabe?a nas nuvens, e nem se sabe qual era a emerg¨ºncia internacional que a fez sair assim. Iria bn?ou a cabe?a, prestes a fr dos irm?os, quando a vizinha chegou apressada: ¡°Iria, voc¨º est¨¢ aqui!¡± A vizinha de Teresa ¨¦ uma mulher magra, alta, de meia-idade, uma personalidade forte e t?o impulsiva quanto Teresa, suapanheira de jogos de cartas. s tinham uma r??oplicada. Teresa havia pedido para cuidar das crian?as e, embora tivesse concordado, n?o era t?o atenciosa por n?o ser suaa de sangue. s¨® percebeu que a menina tinha sa¨ªdo quando j¨¢ era tarde. Com medo de que, se a crian?a estivesse desaparecida, n?o pudesse assumir a responsabilidade, foi por isso que se apressou em procur¨¢. ¡°Voc¨º, menina, por que saiu correndo assim? Quase me matou de susto, sabe?¡± disse a vizinha, abra?ando Iria. Bruno se levantou e disse seriamente: ¡°¨¦ preciso cuidar bem dos seus filhos. Se algo acontecer na rua, a perda ser¨¢ de voc¨ºs.¡± A vizinha rapidamente pediu desculpas um sorriso: ¡°Sim, sim, desculpe pelo transtorno.¡± Vendo que a atitude d era aceit¨¢vel, Bruno n?o disse mais nada, olhou para a menina uma ¨²ltima vez e vol?ou para o carro. ¡°Tchau, tio,¡± disse Iria sua voz doce e infantil. Bruno olhou para tr¨¢s, sorriu gentilmente e respondeu: ¡°Tchau.¡± Ele entrou no banco do motorista e dirigiu o carro para longe. Daniel ficou sentado e n?o saiu do carro, pois n?o havia dormido bem na noite passada, estava cansado e manteve os olhos fechados. s¨® abriu os olhos quando Bruno deu a partida. Deslizando em sua vis?o, ele viu uma mulher segurando uma garotinha dois croch¨ºs, de apar¨ºncia doce, rosa, macia e fofa. Bonita o suficiente para ficar em sua mente. Daniel se lembrou de ter visto a menina antes, quando fora ao cemit¨¦rio Aldeia Souza para visitar Sofia Torres, ele a encontrara e , sua do?ura, disse que ele era bonito e que queria que ele fosse namorado de sua m?e. E agora, por uma coincid¨ºncia ele a encontrou novamente. 1/1 Cap铆tulo 221 Cap¨ªtulo 221 O destino E mesmo uma coisa enigm¨¢tica. A medida que o carro acelerava, o rostinho da menina deslizava para fora da vis?o de Daniel transformando¨Cse em mais um fragmento da paisagem urbana imut¨¢vel Ele continuou os olhos fechados, buscando recobrar as energias, Logo, o carro foi para a delegacia de policia. Daniel sai do carro. mitiu que O diretor Farias explica a ele: ¡°Eduardo Griera, pessoalmente, intercedeu, abrindo m?o de processar Viviana pelo erro que quase permitiu a concorr¨ºncia giase os desenhos de moda do Grupo Griera. Ele mesmo assinou uma garantia pedindo a libera??o d. E n¨®s, bom, seguimos a vontade das partes envolvidas e soltamos Viviana.¡± Eduardo, que era o av? de Daniel. Um veterano de guerra de prestigio nacional, que embora agora estivesse ocioso em casa, seu prestigio ainda estava vivo e suas conex?es eram ainda mais ams. No dia a dia, ate mesmo Daniel se preocupava em n?o desapontar o av¨®, que dir¨¤ o pequeno Diretor Farias. Al¨¦m do mais, o caso era um assunto interno do Grupo Griera, se eles pr¨®prios n?o buscavam a??o legal, alegando apenas um erro de Viviana. A policia pouco poderia fazer a n?o ser libert¨¤ conforme a vontade delesSo pode seguir o significado da outra parte e liberar as pessoas. Daniel n?o esperava que seu av¨® interviesse nessa quest?o e libertasse Viviana. Depois de entender os detalhes, seu semnte sereno e olhar perspicaz, Daniel falou: ¡°Se O Velho Senhor disse isso, fa?amoso ele deseja.¡± O projeto de design de moda que ele organizou tinhao ¨²nico proposito agradar seu avo, que queria presentear a av¨® um qipao original que adorasse. s seus Como o vov¨® n?o se importava nem um pouco o design vazado, ele n?o teve escolha a n?o ser atender aos desejos. Ao sair da delegacia. Daniel ligou para o Velho Sr. Griera. sua voz soou firme e autorit¨¢ria: Espero que n?o haja uma proxima vez.¡± E desligou o telefone. Do outrodo da linha, o Velho Sr. Griera tentou fr, mas tudo o que ouviu foi o sinal de ocupado, seu rosto escureceu de ralva. Daniel realmente o havia amea?ado! Ele nunca havia fdo ele de forma t?o antes. Desde que aqu Olivia apareceu ao seudo, ele tem sido cada vez menos assim! Velho Sr. Griera respirou fundo e enevoado, exasperado. No Grupo Griera. Ap¨®s ser liberada, Viviana foi a um sal?o de beleza para se arrumar cuidadosamente e depois foi ao Grupo Griera. queria usar a desculpa dos materiais de trabalho para ver Daniel mais uma vez e se despedir dele adequadamente. Mas, ao chegar ao Grupo Griera, Daniel n?o estava na empresa. ouviu uma noticia que a fez explodir. Sua posi??o de secret¨¢ria pessoal havia sido tomada por Olivia! Viviana esteve aodo de Daniel por dez anos, sem jamais conquistar seu cora??o.. e o que era Olivia? Apenas uma mulher que havia se entregado a ele, e por isso conquistava a afei??o de Daniel tanta facilidade! Essa Olivia, suas artimanhas sedutoras, ascendera rapidamente. Em apenas um m¨ºs, passara de faxineira a secret¨¢ria pessoal do presidente, uma posi??o de destaque. Quais s?o as credencials d? N?velDrama.Org holds ? this. Viviana viu a ordem de transfer¨ºncia de pessoal alixada na recep??o e ficou furiosa uma cara sombria. Laura estava assustada demais para dizer uma pvra quando viu o rosto de Viviana, que n?o queria ser iodada. Enquanto isso, No sagu?o, Helena conversava uma colega enquanto limpavam. ¡°Ser notada pelo Sr. Griera ¨¦ uma sorte, n¨¦? mesmo que n?o se tore a Sra. Griera, ainda pode ver sua carreira decr, passando de uma 1/2 09:44 Capitulo 221 simples faxineira a uma executiva de alto escal?o e quem sabe at¨¦ ganhando uma participa??o no Grupo Griera. Vai viver de renda e nunca mais vai precisar trabalhar.¡± Capitulo 222 Cap铆tulo 222 Capitulo 222 N?vel(D)rama.Org''s content. Um colega deu um cotovda n, alertando: ¡®N?o f besteira.¡± ¡°Eu N?o to fndo besteira, foi a pr¨®pria Olivia quem disse. Olha s¨®, ontem a Olivia era uma faxineira como a gente, depois do expediente, o Sr. Griera foi busca de carro para trabalhar mais um pouco e no dia seguinte, virou secret¨¢ria particr do presidente. Pelo ritmo que as coisas t?o indo, n?o duvido nada d virar uma das chefonas ou at¨¦ ter uma fatia da Griera Group.¡± Helena ficou verde de inveja. A principio, realmente pensou que ontem, quando o Sr. Griera disse a Olivia para entrar no carro e a levou embora, era para ir a outra filial para fazer faxina e limpeza. n?o tinha percebido que as horas extras significavam outra. parou o que estava fazendo, apoiou o queixo no cabo da vassoura, ementou: ¡°Poxa, quando ser¨¢ que o Sr. Griera vai reparar em mim? Tamb¨¦m n?o sou de se jogar fora, n¨¦? Outra colega riu e falou: ¡°Comparada a Olivia, voc¨º n?o ¨¦ bem o mesmo tipo. A Olivia tem aqu cara de santa um qu¨¦ de provocante, ¨¦ o que os homens gostam.¡± E eu?¡± Helena retrucou, insatisfeita, ¡°Voc¨º, ue, ¨¦ o tipo que as mulheres gostam.¡± As duas estavam discutindoo se ningu¨¦m mais estivesse all,pletamente inconscientes de que havia algu¨¦m parado em frente ¨¤ recep??o no saqu?o. Viviana, que ouviu a conversa, as encarou um olhar de reprova??o, Laura, a recepcionista, tossiu discretamente para chamar aten??o. Ao ouvir a tosse, Helena se virou e de cara viu a mulher um olhar sombrio fixo n. A mulher, uma postura impecavel e um ar gdo, parecia intimidadora. Helena se sentiu diminuida na hora, baixou a cabe?a e sem mais fofocas, voltou a esfregar o ch?o. Viviana deu uma olhada para Laura e entrou no elevador. Em vez de ir para o andar mais alto, foi para o andar executivo e perguntou sobre a fofoca de que Helena estava fndo. neste mundo, n?o tem segredo que dure para sempre, e a fofoca se espalhou mais r¨¢pido do que imaginavam. Todo o nivel executivo sabia das pvras que Olivia acabara de deixar escapar Os executivos estavam insatisfeitos essa situa??o, maso Olivia tinha sido escolhida a dedo pelo pr¨®prio Sr. Griera para ser sua secretaria particr, eles s¨® podiam engolir a raiva, ¡°Sr. Lopez, se acalma, eu j¨¢ vou ligar pro Velho Sr. Griera e contar tudo que tan rndo aqui na empresa,¡± Viviana disse, depois de se inteirar. tentando tranquilizar o Sr. Lopez. Sr. Lopez era uma figura lend¨¢ria na Griera Group, estava na empresa desde os tempos do av¨® do Sr. Griera. Agora que oo, Daniel, tinha assumido o controle, ele ainda estava l¨¤. Ele nunca tinha visto uma mulher t?o ambiciosa. Ele estava realmente medo de que Daniel cedesse o reino que o Grupo Griera havia construido ao longo de gera??es auma mulher de origem desconhecida por causa de uma mulher. Viviana ligou para o Velho Sr. Griera, trocaram algumas gentilezas e logo foi direto ao ponto. ¡°Avb Griera, estou no Grupo Griera agora e, caso o senhor n?o saiba, o que aconteceu a empresa.¡± A voz de Viviana era gentil e respeitosa Velho Sr. Griera perguntou: ¡°Como?¡± Viviana disse: ¡°Ontem ¨¤ noite, o Daniel salu a Olivia de carro da empresa, para fazer um trabalho extra¡®, e hoje de manh? j¨¢ virou a secret¨¢ria particr dele. A Olivia j¨¢ t¨¢ se achando, fndo alto, seportandoo se mandasse em tudo, e ainda disse que se n?o virar a Sra. Griera, vai ser uma das executivas e quer uma parte das a??es da empresa¡­¡± Quando uma pessoa discernimento ouvir isso, saber¨¢ o que significa ter acrescentado um turno. Ser¨¢ que era uma r??o intima em troca de favores? ¨¦ incrivel que Daniel esteja t?o fascinado por uma mulher! ? Velho Sr. Griera j¨¢ estava irritado, mas ao ouvir as pvras de Viviana, ficou ainda mais furioso. No entanto, ele n?o podia simplesmente aceitar o que Viviana dizia sem questionar, parecia incredulo e perguntou: ¡°Como voc¨º ficou 1/2 09:44 Capitulo 222 sabendo disso?¡± Viviana respondeu: ¡°A Olivia se gabou demais e acabou fndo para um colega de trabalho, que espalhou A hist¨®ria. Agora todo mundo na empresa est¨¢ sabendo, Sr. Lopez, por que n?o conta pro vov¨® Griera?¡± Viviana passou o celr para o Sr. Lopez. Com preocupa??o na voz e um tom s¨¦rio, Sr. Lopez atendeu e disse: ¡°Sr. Griera, ¨¦ verdade, o Daniel tem gerenciado o Grupo Griera pulso firme h¨¢ sete anos, n?o deixe que uma paix?o destrua o seu bom senso e arruine todo o Grupo Griera.¡± Com essas pvras, ele ficou muito s¨¦rio. N?o era mais uma simples quest?o de um affair, Erao se um rei tivesse sido enfeiti?ado por uma b mulher e nunca mais tivesse lidado assuntos de Estado. Cap铆tulo 223 Capitulo 223 05r. Lopez e o Velho Sr. Griera tinham rdo juntos para conquistar o mundo e, por isso, Sr. Lopez era um dos homens de confian?a que ainda restavam no Grupo Griera. Ele podia desacreditar das pvras de qualquer pessoa, mas n?o podia desacreditar das pvras do Sr. Lopez. Velho Sr. Griera percebeu que as coisas estavam ficando s¨¦rias. Essa Olivia n?o poderia permanecer no Grupo Griera. ¡°Sr. Lopez, da um toque no RH pra eles darem um p¨¦ na bunda da Olivia, e f que foi ordem minha¡°, mandou O Velho Sr. Griera, querendo passar por cima do Daniel e mandar a Olivia embora direto. ¡°Mas e se o Sr. Daniel n?o curtir a ideia?¡­¡°, hesitou o Sr. Lopez, preocupado a rea??o de Daniel caso n?o quisesse a demiss?o. O Velho Sr. Griera pensou por um instante, lembrando¨Cse das pvras amea?adoras de Daniel no telefone. n?o dava pra vacr dessa vez. Se ele the dissesse que estava demitindo Olivia imediatamente. Daniel certamente discordaria. Fol ai que Ele sacou um no ainda melhor: ¡°O Daniel n?o precisa saber de quis vazar porque achou umnce melhor. + e nada. se ele perguntar, a gente enr dizendo que a Olivia que Logo depois, o executivo encontrou o contrato de entrada de Olivia e contou ao Velho Sr. Griera sobre ele. Ao ouvir os detalhes, ele ordenou: ¡°Manda um cheque de cem mil pras m?os do indeniza??o p demiss?o e anota ai mais duzentos mil de gasto p transi??o pra empresa. Esse dinheiro sai do meu bolso¡°. Para ele, valia a pena desembolsar trezentos mil pra se livrar da Olivia do Grupo Griera. Perder essa grana era fichinha perto de impedir que Daniel se enrsse uma mulher e de chutar para longe algu¨¦m tanta sede de poder. Os executivos n?o perderam tempo e fizeram tudo conforme as instru??es do Velho Sr. Griera. Olivia est¨¢ sentada em seu escrit¨®rio, olhando distraidamente para a grade de hor¨¢rios de Daniel. Sera que n?o tinha sido incisiva o suficiente? Ou o burburinho ainda n?o tinha se espalhado? Por que ainda n?o tinha rdo nada? Enquanto pensava dessa forma, o telefone tocou em atendeu e era o chefe do RH ligando para . em sua m?o. ¡°Olivia, junta suas coisas e d¨¢ o fora da empresa. N?o precisa mais aparecer por aqui¡°, foi direto ao ponto. estava demitida! era tudo o que queria. Olivia quis saber dos detalhes: ¡°E a indeniza??o, n?o tem que rr conforme as regras?¡± ¡°Os Cem mil j¨¢ cairam na tua conta, confere l¨¤¡°, disse o RH, e desligou na cara d. Olivia abriu apressadamente o celr e entrou em seu banco m¨®vel. Com certeza, cem mil dres chegaram Ah,o ¨¦ bom sentir o cheiro do dinheiro! Agora, n?o precisava mais temer ser devorada pelo Daniel nem ficar presa a ele sob o titulo de secret¨¢ria. E ainda por cima, n?o precisava mais se preocupar a descoberta dos filhos. Era uma sensa??o de liberdade indescritivel Entretanto, embora feliz, seu cora??o estava vagamente perdido. havia deliberadamente enviado ambi??es que, base na atitude de Daniel em r??o a , teriam tido dois resultados. N?velDrama.Org holds ? this. Ao insinuar que quer¨ªa ser a Senhora Griera, colocou press?o nele. Se Daniel realmente quisesse assumir algo , teria casado. Mas se ele s¨® queria curtir o corpo jovem d, as pvras d o imitariam e ele a mandaria embora. 1/2 09:44 Capitulo 223 E, no final foi isso que aconteceu. foi demitida. realmente n?o pensou muito sobre isso, Daniel nem mesmo queria se casar , ele s¨® queria se divertir. Cap铆tulo 224 Capitulo 224 mando suas coisas, n?o teve tempo de cumprimentar o visitante, n?o levantou a cabe?a e disse urou so um dia deve ser escamo e desprezo Olivia n?o reagi Gorica e viu uma mulher toda trachada no book executiva un visual bem chamativ. primers moments fou seus olhos em Vivianal trita sido presa? historia¡± re agora tava al sota e destandoo Olive pends novamente sobre Vivianae vana unindo forcas para acusa facamente de roubo e esconder o fato de que Daniel e o nome ¨C defensividade e tootlicade conts Vivara aumentaram anda mas. Baparou que estava farende somu de leve & diese. Pode ser que eu tenha sido mendeda sano dramos que a menor do que ganhar snd ato pra trair a propria empresa ne? Era uma indreta sem na cars de vivane embora, mas ao menos euando na inn? e pouch, mas logo se rpos Dopico ainda est?o un sorat ¨C Serace porque voc¨º tem algu¨¦m poderoso te apoiando que vai sar inoune. Toda essa pa pode vonong, so there estar no lugar errado. Quem ¨¦ sujo de verdade, o tempo vai mostra.¡± a incredulidade e divers?o. Aqu nistor projeto era coisa d que pra incriminar Olivia, tinha vendido o projeto pra outra empresa Oliva ja tra visto penta par jener perder mais tem discutindo aquam o Les cares, Divi u porabo e concordou ¡°E o tempr Dies iddo. Diva pegou suas coisas e to embora. copo dagua uma tig paraer e uma moch Quando passou por Viviana voz desdernos de Vivana nu levemente: ¡°Olvia n?o se ache t?o especial assim. Pra cesaro Daniel anem pets. Se n?o fosse por voc¨º ter usado seu corpo pra salvar o Daniel ha cinco thos, e ele ser um cara plus paga evices una muter smolona e sem granao voc¨º nem teria chance. Ele te deu o cargo de secretaria e dinheiro so por cena, & cars, coremo jove¡± quena que Diva soubesse que a bondage de Daniel¡¯s estava sendo t?o gentil porque cinco anos ens seu corpo. Ele estavapensando¨Ca seja cando¨Cbe o cargo de secretaria saja dando¨Che dinheiro, seja send genti ea Porous eando o mereciat Mesmo que Daniel fosse te corpo d mas casam para sa agora n?o era porque ele postasse d era apenas por causa do instinto de homem. Queria Original from N?velDrama.Org. pensamentos de Daniel a respeto de Ouvir o de Viviana poemas ea sufocou e ioos, virou¨Cse de vota e respondeu um somsa for?ado: ¡°Que coincid¨¨ncia aos phos do Daniel es aho mas que voc¨º. Be ne ga pro teu corpo, voc¨º se atira e ele nem te da b.¡± Abos a replica Olivia se vroue sail seus tenis pas batendo contra o chc Cap铆tulo 225 Capitulo 225 Os sapatos baixos n?o podiam the dar elegancia e gra?a, mas podiam the dar seguran?a suficiente. O rosto de Viviana, exasperado por suas pvras e usando uma maquiagem requintada, estava muito rachado. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only respirava pesadamente, mas se esfor?ava ao m¨¢ximo para conter a raiva. era a filha do poderoso Grupo Pereira e tinha que manter apostura sem se deixar levar pelos sentimentos,o uma pessoa sem controle. Olivia salu do pr¨¦dio do Grupo Griera e deu de cara Jimena estacionando o carro no estacionamento. Vendo¨Ca. Olivia se aproximou: ¡°Jimena, o que voc¨º t¨¢ fazendo aqu¨ª?¡± ¡°Olivia, vim pagar uma divida, ue. o Bruno me disse ontem que tinha que depositar a grana na conta dele antes do fim da tarde, s¨® tenho dinheiro vivo,¡± explicou Jimena, batendo na bolsa que carregava. Olvia apressou¨Cse e segurou o bra?o d, sussurrando: ¡°N?o da pinta, se algu¨¦m mal¨Cintencionado te notar, pode rr um assalto.¡± Jimena tambem se preocupou e falou baixinho: ¡°Ent?o vou l¨¢ dentro procurar o Bruno?¡± Olivia a levou at¨¦ o camo e ambas entraram: ¡°Voc¨º disse que o Bruno pediu pra transferir o dinheiro pra conta dele, ele te passou o n¨²mero?¡± Jimena confirmou a cabe?a: ¡°Passou, me mandou por mensagem.¡± Com isso, pegou o celr, recuperou a mensagem de texto e mostrou a . Olivia viu a sequ¨ºncia de n¨²meros que Bruno havia enviado, era o n¨²mero de um cart?o banc¨¢rio. disse: ¡°Essa grana que voc¨º tem al veio dos teus pais, n¨¦? Depois voc¨º devolve pra eles. Eu transfiro cinquenta mil deposita na conta do Bruno.¡± Ambos os pais de Jimena eram funcion¨¢rios p¨²blicos, empregos est¨¢veis e sal¨¢rios decentes. Jimena tamb¨¦m trabalhava, mas vivia no aperto Olivia sabia que Jimena n?o teria cinquenta mil guardados, certeza tinha pedido aos pais. Quando tinha dificuldades, Jimena sempre a ajudava sem reservas. se sentia muito tocada e grata a . Ter uma amigao Jimena. Ter a amizade d erao um presente do destino. Jimena amegalou os olhos, Surpresa: ¡°Olivia, voc¨º n?o fez besteira, n¨¦?¡± Olivia disse: ¡°O que estou fazendo de est¨²pido?¡± il pra voc¨º e voc¨º ¡°Voc¨º n?o concordou o pacote do Daniel e pediu dinheiro a ele, concordou? Voc¨º ta pedindo grana pra ele pra pagar ele mesmo, Olivia, ta maluca?¡± Jimena estava contra Olivia manter qualquer r??o amorosa Daniel depois de conhecer toda a hist¨®ria. Era ¨®bvio que Daniel so queria se divertir Olivia, n?o tinha inten??o de casar . Olivia achou que era algo s¨¦rio e riu: ¡°Voc¨º t¨¢ viajando, esse dinheiro e a indeniza??o que o Grupo Griera me deu depois que me demitiram.¡± ¡°Como assim, Voc¨º foi demitida?¡± Jimena ficou ainda mais chocada. Olivia assentiu e contou tudo sobreo havia sido promovida a secretaria e demitida no mesmo dia.. Jimena the deu um sinal de positivo: ¡°Olivia, voc¨º ¨¦ demais. Mas isso s¨® mostra que o Daniel realmente n?o queria casar voc¨º. Se quisesse, te te pedido em casamento ao ouvir os boatos, em vez de te demitir.¡± Veja, at¨¦ mesmo Jimena consegue ver a verdade nisso. Olivia disse: ¡°Vamos embora, nunca mais quero pisar no Grupo Griera.¡± Jimena deu a partida no carro e salu. Ao mesmo tempo. Bruno dirigia um Maybach Daniel ao seudo, e os dois chegaram ao estacionamento do Grupo Griera. Exatamente quando o carro de Jimena estava saindo. Cap铆tulo 226 Cap¨ªtulo 226 Jimena observou um carro vindo ¨¤ sua frente e, o carro na frente d, apressou¨Cse em pegar o vnte e entrou nodo errado do cano. Assim, preveniu mais um acidente que poderia ser causado por sua distra??o. Os dois carros se desviaram um do outro uma distancia segura entre eles, e o de Jimena entrou na rua, seguindo o fluxo do transito. Bruno, levando Daniel, dirigiu at¨¦ uma vaga e estacionou o carro. Daniel abriu a porta do carro, seus sapatos de couro preto brilhante no ch?o, acima das pernas sem rugas de suas cal?as de terno. Daniel salu do carro, longo e reto, seu corpo irradiando uma aura inata, reservada e intimidadora Bruno, seu fiel assistente, o seguiu at¨¦ o Grupo Griera. No hall Helena que murmurava algo a Laura, sentiu a poderosa presen?a invadir o ambiente. Virou¨Cse e viu o presidente entrar. rapidamente se colocou dedo, baixou a cabe?a e esperou Sr. Griera passar uma atitude respeitosa e humilde. Daniel suas longas passadas, entrou no elevador, sua presen?a imponente fazendo o ar ao redor parecer tremer. Ele n?on?ou sequer um olhar aos que estavam por perto. Daniel pegou o elevador exclusivo do presidente para subir at¨¦ o andar, Bruno estava originalmente seguindo Daniel quando ele entrou, viu Helena e Laura fndo algo. Ele parou e perguntou a Helena: ¡°O que voc¨ºs duas estavam cochichando?¡± Helena se surpreendeu, pois Bruno,o principal assistente de Sr. Griera, carregava uma ma aura de autoridade consider¨¢vel Desagradar a Bruno poderia ser o mesmo que desafiar Daniel indiretamente. Sem querer ofender, Helena sorriu nervosa, seus olhos girando fricamente enquanto buscava as pvras certas: ¡°Bruno, est¨¢vamosentandoo voc¨º e Sr. Griera s?o charmosos.¡± Enquanto fva, ergueu o polegar,binando express?o e gesto de forma perfeita. Bruno gostou do que ouviu. Durante todo esse tempo, os funcionarios estavam discutindo sobre o Sr. Griera e ele ainda n?o tinha ouvido ningu¨¦m fr sobre a apar¨ºncia De Bruno. Agradado o elogio inesperado, Ele disse: ¡°Evitem fofocas durante o expediente.¡± Helena hesitou e respondeu baixinho: ¡°Ah, t¨¤.¡± ¡°Discutam depois do trabalho.¡± Bruno sorriu, terminou e entrou no elevador. Helena ficou parada, de boca aberta, confusa. O que Bruno queria dizer aquilo? Ap¨®s o expediente, poderiam Fr sobre ele ser charmoso? Na verdade, aquilo havia sido uma inven??o d. e Laura estavam discutindo sobre o motivo de n?o ser mais permitido espalhar fofocas sobre Olivia, sob pena de demiss?o e veto a futuras contrata??es. Olivia havia sido demitida justamente por disseminar fofocas. Essa ordem draconiana serviuo um exemplo severo, e agora ningu¨¦m na empresa ousava mencionar a ambi??o de Olivia de se tornar Sra. Griera ou de ascender a um cargo de alta gest?o e adquirir a??es do Grupo Griera. Nem mesmo uma pvra. Helena havia recebido uma advertencia especial por isso, naturalmente, n?o ousou dizer nem meia pvra. Daniel voltou ao escritorio e terminou o trabalho que tinha em m?os. A tarde, havia uma reuni?o marcada. N?vel(D)rama.Org''s content. Era responsabilidade da secret¨¢ria preparar a s de reuni?es anteced¨ºncia. Daniel ligou para o ramal da secretaria. ninguem atendeu. Naquele momento, Bruno entrou para informar a agenda de Daniel ¡°Sr. Griera, a reuni?oe?a em meia hora.¡± 1/2 09:45 Capitulo 226 Daniel desligou o telefone e disse: ¡°Veja o que Olivia esta fazendo.¡± Era o primeiro dia do secret¨¢ria, e deveria estar mostrando proatividade, para demonstrar suas habilidades e valor Bruno assentiu e foi at¨¦ o escrit¨®rio da secret¨¢ria. Capitulo 227 Cap铆tulo 227 GOCMS Toggle navigation ¡¤ 4 ¡¤ 10 ¡¤ 9 ¡¤ [email protected] [email protected] Online ¡¤ MAIN NAVIGATION Dashboard ¡¤ N?i dung Th¨ºm ch??ng 1. Dashboard 2. Ch??ng 3. T?o m?i ¡¤ Th?ng tin ch¨ªnh ¡¤ Th?ng tin SEO ¡¤ C?u h¨¬nh Meta Title: Meta Description: Meta Keywords: Create Version 1.3 Copyright ? 2019-2020 TruyenhayOnline. All rightsreserved.N?vel(D)rama.Org''s content. Cap铆tulo 228 Capitulo 228 Com a habilidade de uma m?e, j¨¢ tinha desenvolvido reflexos r¨¢pidos e agilidade. agarrou a m?o de In¨¦s num piscar de olhos e puxou a pequena para odo, evitando que se queimasse. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only A agua fervente derramava do fog?o, esticou Preocupada em proteger as outras crian?as, esticou os bra?os e as afastou Ali estavam, seus quatro pequeninos, em f e seguros diante d. Olivia, o cora??o na m?o, finalmente rxou. Olhando seriamente para os olhos sem no??o e verdadeiros do dia a dia dos quatro pequeninos, aproveitou a situa??o para dizer a eles: ¡°O perigo de fazer mamadeira ¨¦ se queimar a ¨¢gua quente, pode at¨¦ estragar a carinha de voc¨ºs. Ent?o, meus amores, se forem fazer sozinhos, usem uma cadeira para alcan?ar a agua, t¨¢?¡± ¡°Mam?e, eu entendo, de agora em diante, vou fazer mamadeira.pros adeira pros meus irm?os¡°, disse Heitor, o mais velho e respons¨¢vel. quando os irm?os ainda n?o sabiam se vestir, foi Heitor o primeiro a aprender e a ajud¨¢¨Clos. ¡°M?e, eu tamb¨¦m posso, vou pegar a cadeira¡°, exmou Joel correndo suas perninhas curtas. Iria, seus grandes olhos espertos, olhava para Olivia sem dizer nada. In¨¦s, ainda assustada, a carinha vermelha, murmurou: ¡°M?e, eu tamb¨¦m aprendi, n?o vou mais pegar a chaleira direto.¡± Um sorriso satisfeito brotou dos l¨¢bios de Olivia e tocou gentilmente a cabecinha de In¨ºs: ¡°Voc¨º ¨¦ a maisportada, m?e vai fazer outra mamadeira pra voc¨º e pra Iria.¡± ¡°deixaigo, m?e, vou preparar para a minha irm?¡°, disse Joel, arrastando uma cadeira de crian?a quase do seu tamanho. Ele subiu na cadeira e, algum esfor?o mas muita determina??o,e?ou a fazer a mamadeira. Olivia n?o se intrometeu e disse: ¡°Vou limpar a ¨¢gua do fog?o primeiro¡°. Apressadamente, trouxe um pano e limpou toda a ¨¢gua quente que In¨¦s havia derramado acidentalmente mais cedo, e tamb¨¦m apoiou a chaleira. Com tudo pronto, deu seu lugar a Joel. Joel cuidar do resto. Ele era um pouco desajeitado, mas sequia a sequ¨ºncia corretamente, mostrando que as crian?as muitas vezes sabem mais do que Imaginamos. smo diante dos riscos, preferia ensinaro evitar Olivia nunca impedia seus filhos de aprenderem e agirem por conta propria, Mesmo diante perigos em vez de fazer tudo por eles. sabia que n?o poderia estar sempre aodo deles, ent?o cultivava sua capacidade de se protegerem e cuidarem de si mesmos. Pouco tempo depois, a ¨¢gua ferveu. Joel coou, mas muito cuidado, pegou a chaleira, despejou um pouco de agua quente na garrafa e depois misturou um pouco de ¨¢gua fria. Em seguida, seguiu o exemplo de Olivia e colocou o leite em p¨® na mamadeira. A m?o da crian?a era inst¨¢vel e, quando pegou o leite em po, derramou um pouco na parte externa da mamadeira. Com as m?os rechonchudas, ele pegou a mamadeira e, vendo o leite em p¨® espalhado, co?ou a cabe?a envergonhado. Olivia sorriu ternura e elogiou: ¡°Joel foi incrivel de quem ser¨¢ esse menino t?o esperto?¡± Com um sorriso orgulhoso, ele respondeu: ¡°Sou filho da m?e, uel¡± As pvras do pequeno encheram o cora??o de Olivia de calor. Iria e In¨ºs j¨¢ estavam suas mamadeiras, e Joel e Heitor, que n?o queriam beber, brincaram mais um pouco antes de voltarem ao quarto para se divertirem seus brinquedos. 1/1 Cap铆tulo 229 09:45 Capitulo 229 Olivia se jou no s e Jimenaentou suspirando: ¡°Cuidar de quatro crian?as n?o ¨¦ moleza ne? mas, Olivia, seus filhotes s?o t?o spertos e fotos que multa gente fica de queixo caldo, at¨¦ eu momo de inveja.¡± Toda orgulhosa. Olivia retrucou os pequenos puxaram a m?e, por isso s?o inteligentes.¡± Com uma ponta de d¨²vida, Jimena talou: ¡°Mas Olivia, n?o me lembro de voc¨º ser nenhum g¨ºnio Qt de apenas cem?¡± Um Qi de cem e apenas a media para a pop??o geral. Olivia ficou sem pvras. Ser¨¢ que amiga serve pra descer a lenha assim? Jimena ent?o acrescenta: ¡°Ouvi dizer que a maior parte do Q1 das crian?as e herdada dos genes do pai, Ent?o as crian?as s?o t?o inteligentes que herdaram isso do pai ¡°Eu Acho que e por causa do¡­ uh¡­¡­.. hmm¡­¡± Jimena mal ia fr, e Olivia tabou rapidinho a boca d. ¡°O que voc¨ºs duas est?o aprontando, hein? Parecem duas crian?as sussumando segredos.¡± Teresa apareceu na s, bem na hora de ver Olivia segurando Jimena e tampando sua boca, num rebuli?o so. Olvia somu secamente: ¡°Ah, so estou jogando um jogo, n?o estou fazendo nada¡°. Com isso, soltou a boca de Jimena. Teresa nu e disse: ¡°Jimena, fique para jantar hoje ¨¤ tarde, eu vou ao mercadoprarida¡°. ¡°You adorar, tial N?o tem nada melhor que suaida.¡± Jimena respondeu um sorriso doce. Jimena sabiao deixar Teresa toda prosa. E fol fazer aspras. Assim que Teresa saiu de casa, Jimena cutucou o cotovelo de Olivia baixou a voz e disse misteriosamente: ¡°Voc¨º ainda n?o contou pra sua m?e, ne?¡± ¡°So faltava essa¡­ Com a boca grande da minha m?e, n?o guarda segredo. se eu contar, vai direto pro Daniel e entrega o ouro. Al ele pega as crian?as e eu perco tudo.¡± ous filhos. O maior medo de Olivia era perder seus por isso, era sempre cautelosa. Nem pensar em deixar Teresa descobrir que os filhos eram do Daniel Jimena tez sinal de positivo: ¡°voc¨º que sabe das coisas, quase que eu entrego o jogo. Daqui pra frente, minha boca vai ser um tumulo.¡± fez o gesto de fechar o z¨ªper na boca. A tarde, quando estavam sentados ¨¤ mesa de jantar. scure Olivia falou para Teresa: ¡°M?e, eu pedi demiss?o, n?o trabalho mais no Grupo Griera, n?o me procure ¡°Como assim voc¨º pediu demiss?o? Olhe para esta familia, tantas bocas para alimentar, o que voc¨º vaier se n?o trabalhar?¡± N?o e de surpreender que Teresa tenha se imitado imediatamente. Olivia correu para acalmar os ¨¢nimos: ¡°ja arranjei outro emprego, m?e. Eles at¨¦ me pagaram para mudar de empresa, n?o se preocupe.¡± *E mesmo? Virou a queridinha do mercado? Quanto te pagaram? Teresa perguntou, entre a d¨²vida e a curiosidade. Olivia estendeu cinco dedos. ¡°Cinco mil?¡± Teresa tentou adivinhar. N?velDrama.Org holds ? this. ¡°Cinquenta mil¡± Olivia corrigiu. Teresa deu um suspiro aliviado: ¡°Cinquenta mil?¡± Capu 230 Capitulo Cap铆tulo 230 Capitulo 230 n?o podia dizer que tinha sido p¨¦ na tenda pelo Grupo Grier, the decem mil ps de indeniza??o. Bastava Teresa aparecer por l Sta Griera queria y to resultado, quando Daniel soube disso, tante ¨®bvio o que essa abordagem significav. Significa que ele n?o quer se casar N?vel(D)rama.Org''s content. Quando soube da ambi??o d de se casar ele, deu¨Clhe um chute Se Teresa soubesse disso, certeza iria atr¨¢s de Daniel para tirar satisfagr A confus?o seria f e nada agrad¨¢vel, O pior ¨¦ que Olivia teria que Teresa deicasse escasar na frente de Daniel que tinha quatro filhos. Com base na idade das crian?as, Daniel saca na hora que eram dele. Esse risco Olivia n?o podiaer. plesmente Portanto, a ¨²nica coisa que se pode dizer ¨¦ que pediu demiss?o por conta pr¨®pria e foi perseguida por seu pr¨®ximo empregador. Embora aindan tivesse outra proposta, se empenharia em procurar A hist¨®ria dos cinquent?o era porque a outra mde j¨¢ tinha ido para cobrir os preju¨ªzos dos pneus do Daniel s¨® tinha cinquent?o na m?o agora. Ao ouvir a confirma??o de Olivia, Teresa mudou seu olhar desconfiado para um so para um sorriso de alegria e falou para Olivia: ¡°Qual ¨¦ afirma que ¨¦ 150 mag¨Caberta e le d¨¤ cinquent?o s¨® pra te tirar de? Essa empresa ¨¦ que sabe das coisas, reconhece o valor da minha filha,¡± Olivia deu um sorrisinho amarelo, sem fr nada, Se ao menos fosse realmente t?o procurada, n?o teria que lutar tanto todos os dias s¨® porque n?o conseguia encontrar um bom emprego, ¡°Olivia, me d¨¢ esse dinheiro que eu guardo pra voc¨º, disse Teresa, somindo segundas inten??es. Olivia olhou para e percebeu na hora que a ideia d era ir jogar mahjong de novo. A ¨²ltima vez, Os onze mil que tinha ganhado evaporaram numa noite s¨®. Os cinquent?o n?o iam durar tr¨¨s noites . Olivia disse: ¡°Dei uma olhada no celr e vi umas creches por perto, to pensando em matricr as crian?as amanha, Cinquent?o, quatro molec ada, mais a grana do dia a dia, vai dar certinho pro semestre.¡± ¡°Como assim? Teresa n?o esperava por essa. Oliviargou os pauzinhos, olhou seriamente para Teresa e disse em tom s¨¦rio: ¡°M?e, as crian?as j¨¢ tem quatro anos e nunca puseram Os pos numa s de a. Tem crian?a que dois anos j¨¢ t¨¢ na esc. A gente leva eles pra livraria pra aprender, ler, reconhecer as letras. mas n?o chega aos p¨¦s do que aprenderiam na esc.¡± Enquanto Olivia fva, Heitor e Joel, Iria e In¨¨s, que estavamendo, trocaram olhares. Eles haviam aprendido muito mais na livraria do que na esc. De que outra forma Heitor, de quatro anos, se tornou um g¨ºnio daputa??o? Era f¨¢cil procurar todas as informa??es de Daniel Joel que adorava livros de teatro e entendia o assunto, tinha talento de ator nato. Se n?o fosse por isso, n?o teriam conseguido, a atua??o de Joel,over a recepcionista do Grupo Griera at¨¦ deix¨¢¨Clos entrar para ver o Sr. Griera. Iria era apaixonada por culin¨¢ria e s¨® de provar algo uma vez, sabia o que tinha no prato eo era feito. In¨¦s ¨¦ uma especialista em avaliar antiguidades e js. Nada disso, Olivia sabe, Cap铆tulo 231 Cap¨ªtulo 231 Nos dias de semana, as pr¨®prias crian?as levavam livros da livraria para ler, e supunha que estivessem lendo hist¨®rias em quadrinhos ou contos de fadas. Os pequenos trocaram um olhar c¨²mplice, sem fazer rde, e se concentraram em suas refei??es. ¡°Al¨¦m disso,o hoje, que a Iria saiu correndo e quase foi atropda por um carro porque n?o tinha ningu¨¦m em casa para cuidar d. Se acontecer de novo, pode n?o ter tanta sorte. Na esc, Pelo menos os professores est?o de olho o tempo todo.¡± Olivia acrescentou. Jimena deu suporte ao argumento: ¡°Isso mesmo, as crian?as j¨¢ t¨ºm quatro anos, j¨¢ ¨¦ hora de ir para a esc.¡± Teresa olhou para os quatro pequenosendo quietinhos, fofos e ador¨¢veis. suspirouo se estivesse arrancando um peda?o de si e disse: ¡°Num piscar de olhos, eles cresceram tanto. Est¨¢ na hora dee?arem a se desapegar da vov¨®¡­¡± Embora todos os dias Teresa se distra¨ªsse a cria??o dos filhos. Mas quando pensava nas crian?as no futuro, todos os dias na esc, apenas para voltar ¨¤ noite, durante o d¨ªa n?o tinha mais ningu¨¦m perto da av¨® antes e da av¨® depois. Seu cora??o ainda estava um pouco perdido e perturbado. ¨¤ noite, depois que Jimena foi embora e Olivia colocou as crian?as para dormir. sentou-se em frente aoputador para procurar emprego e enviar curr¨ªculos. Olhando para os trabalhos que n?o exigiam educa??o formal, eram posi??es em f¨¢bricas,o faxineira ou faz-tudo. havia estudado na universidade por dois anos. Ser¨¢ que todo aquele conhecimento especializado ser¨ªa desperdi?ado? estava um pouco relutante. Como Daniel havia dito, ser¨¢ que n?o era capaz? N?o, sabia de suas habilidades. poderia ser uma excelente secret¨¢ria. Mas a maioria das empresas s¨® se importava o diploma. Enquanto navegava na Inte, notou um an¨²ncio de uma empresa buscando uma assistente secret¨¢ria. parou, enviou seu curr¨ªculo um sentimento de quem n?o tinha nada a perder. Na experi¨ºncia profissional, incluiu seu breve trabalhoo secret¨¢ria executiva no Grupo Griera, que durou apenas um dia! Depois de enviar seu curr¨ªculo, Olivia foi para a cama. No dia seguinte, e Teresa levaram as crian?as para a creche e as matricram. As crian?as foram logo deixadas para as as. Teresa foi jogar Mahjong no clube. E Olivia teve que voltar para casa sozinha. N?velDrama.Org holds ? this. Na entrada do pr¨¦dio, viu um conhecido Porsche prateado. Um homem de estatura alta, cabelo castanho-ro e vestido um elegante terno quadricdo em tons de c¨¢qu¨ª e azul-marinho estava apoiado no carro, um p¨¦ no ch?o e o outro cruzado, olhando para cima, em dire??o ¨¤s jans do edif¨ªcio. Olivia reconheceu o rosto do homem, era Sergio! se agitou mentalmente, desviando o olhar, baixando a cabe?a, tentando fingir que n?o tinha visto e indo direto para o apartamento. ¡°Olivia!¡± Sergio a viu imediatamente, sentiu-se feliz e se apressou a alcan?¨¢: ¡°Por que voc¨º est¨¢ voltando de fora? Eu pensei que voc¨º ainda estivesse dormindo.¡± Ele estava esperando l¨¢ fora para surpreend¨º a caminho do trabalho e oferecer uma carona. Olivia parou e levantou os olhos para olh¨¢-lo um olhar desconfiado e distante: ¡°Eu j¨¢ disse para voc¨º n?o vir me procurar mais.¡± Sergio manteve seu sorriso caloroso e suave. ¡°Olivia, eu sei que a culpa foi minha por n?o ter the feito nenhuma promessa naqu ¨¦poca. Eu era apenas um estudante, n?o entendia nada e n?o tinha capacidade para nada, mas agora ¨¦ diferente. tenho minha pr¨®pria empresa e sei o que quero. Posso proteger quem quero proteger e posso dar um lar seguro ¨¤ mulher que amo. me d¨¢ outra chance.¡± Enquanto fva, Sergio estendeu a m?o para pegar a d. Quando a m?o dele estava prestes a tocar Olivia, Olivia se encolheu por reflexo. Mais uma vez, disse solenemente a Sergio: ¡°Sergio, cinco anos se passaram, e eu j¨¢ te esqueci completamente, n?o venha mais perturbar minha vida!¡± Cap铆tulo 232 Cap¨ªtulo 232 Terminando de fr, Olivia saiu sem olhar para tr¨¢s. e Sergio, naqu noite de cinco anos atr¨¢s, j¨¢ tinham chegado a um ponto de n?o retorno. A trai??o dele e o que passou sram o destino deles: nunca poderiam ficar juntos nesta vida. O sorriso no rosto de Sergio congelou de repente. Observando o contorno determinado de Olivia se afastar, um aperto tomou conta do seu cora??o. Durante cinco anos, n?o houve um dia sequer em que ele a esquecesse. Estudou duro no exterior e se matou de trabalhar, tudo para voltar triunfante,o um homem de sucesso, e reconquistar a sua aten??o. Para dar-lhe a seguran?a que precisava. E para que o visse novos olhos. Mas nem sequern?ou um olhar para ele. N?o importava o quanto ele fossepetente ou bem-sucedido; para , parecia n?o fazer diferen?a. Isso deixou Sergio frustrado e magoado. Ele n?o conseguia aceitar o fato de que n?o ocupava nenhum espa?o no cora??o de Olivia. Virando-se, Ele saiu cabisbaixo e de alma abatida. Ao chegar ao escrit¨®rio do presidente do Grupo Griera, S¨¦rgio viu Daniel sentado na beirada do sof¨¢ com uma ta?a de vinho tinto, bebendo sozinho. Com uma express?o de desgosto e mncolia, Sergio sentou-se ¨¤ frente de Daniel, serviu-se de uma ta?a de vinho e desabafou: ¡°Tioz?o, ser¨¢ que realmente n?o me ama mais? J¨¢ a procurei duas vezes e n?o est¨¢ disposta a me dizer mais do que algumas pvras¡±. Despejando sua ang¨²stia, Sergio tomou o vinho de um gole s¨®. Os dedos longos e bem-cuidados de Daniel giravam a ta?a suavemente, o l¨ªquido vermelho refletindo em suas juntas proeminentes. seus olhos profundos tamb¨¦m refletiam um tom sangrento assustador e sombrio. ¨C Com Seus l¨¢bios finos e atraentes, ele ergueu um leve sorriso ir?nico: ¡°cora??o de mulher ¨¦o agulha no fundo do mar, quem ¨¦ que entende?¡± Depois de dizer isso, ele tamb¨¦m terminou o vinho em sua ta?a. Sergio ouviu o profundo significado de suas pvras e perguntou curiosidade: ¡°Tioz?o, voc¨º tamb¨¦m t¨¢ na pira por alguma mina? N?o me diga, tem alguma que t¨¢ dando um baile em voc¨º?¡± Daniel era o sonho de consumo de todas as mulheres da Capital. Quantas mulheres j¨¢ tentaram fazer que Daniel olhasse para s, mas n?o est?o qualificadas para isso? Quantas mulheres querem ser a esposa de Daniel, mas n?o t¨ºm a chance? Ser¨¢ que havia mesmo uma mulher capaz de desafiar Daniel? R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Sergio estava curioso e surpreso. Os olhos escuros de Daniel escureceram um pouco mais. Ele gostava de Olivia? n?o sabia dizer. S¨® sabia que, cinco anos antes, tinha salvado sua vida seu pr¨®prio corpo e desde ent?o sentia que lhe devia algo, que precisava rpens¨¢. Compensar a fam¨ªlia e os parentes d era outra maneira de mostrar sua d¨ªvida . Ele havia dito que seria respons¨¢vel por . Ele tinha prometido cuidar d e estava mantendo sua pvra, levando-a para conhecer a fam¨ªlia, e mesmo que o av? desdenhasse d por ser faxineira, ele a promoveu a secret¨¢ria para que provasse seu valor. Mas n?o estava nem a¨ª. Preferiu pagar uma indeniza??o de duzentos mil para se demitir e ir embora. Se estava t?o decidida a sair, n?o fazia sentido ele insistir. Sergio viu seus olhos profundos olhando para a ta?a de vinho vazia, n?o disse nada e colocou outra ta?a de vinho em seu copo. 1/2 09-15 Cap¨ªtulo 232 Ele serviu outra ta?a de vinho em sua ta?a. Ele serviu-se de uma ta?a de vinho e disse: ¡°Tioz?o, essa mina deve estar s¨® fazendo doce todo o seu charme, s¨® se tivesse outro no cora??o para n?o querer um cara maneiroo voc¨º. S¨® se fosse louca.¡±, Fndo isso, Sergio tomou seu novo copo de vinho at¨¦ a ¨²ltima gota. Pensando em Olivia, Seu cora??o do¨ªa. ¡°Tioz?o, t? sofrendo de verdade. cinco anos atr¨¢s, ca¨ª numa roubada, a minha mina terminouigo e at¨¦ hoje n?o me perdoou. Eu amo pra valer.¡± Capitulo 233 Cap铆tulo 233 Cap¨ªtulo 233 ¡°Amo Olivia pra valer.¡±, foram as pvras que ele pensou em sua mente sem diz¨ºs. Daniel ergueu as p¨¢lpebras e, vendo a figura abatida dele, falou: ¡°Vairgar tua empresa rec¨¦m- criada? Em vez de ficar a¨ª na fossa, ¨¦ melhor voltar pro trampo.¡± Sergio se tocou, colocou o copo de bebida dedo, um olhar levemente embriagado, e deu um sorrisinho: ¡°Ah, eu s¨® tava meio pra baixo e vim trocar uma ideia o tioz?o aqui, vou voltar pro batente, valeu p aten??o.¡± Sergio se levantou e saiu. Daniel terminou de beber o vinho tinto que Sergio havia acabado de servir para ele, voltou para sua mesa ee?ou a trabalhar. Olivia estava na Inte procurando um emprego que pagasse melhor. De repente, o celr d tocou, era um convite para uma entrevista. Era a empresa onde havia enviado seu curr¨ªculo na noite anterior. A empresa era novata na Capital e estava recrutando para v¨¢rias posi??es. quando soube que a entrevista era para o cargo de assistente de secret¨¢ria, Olivia ficou nas nuvens e aceitou na hora. ¨¤ tarde, fez uma maquiagem leve, pegou suas roupas profissionais femininas engomadas e as vestiu. Ess¨ºncia cheia de energia, e saiu p porta. A empresa era nova, mas tinha um tamanho respeit¨¢vel, n?o era pequena. N?o era nada perto das giganteso o Grupo Griera, Mas definitivamente n?o era uma firma de fundo de quintal. Era uma m¨¦dia-grande empresa. trabalhar alio secret¨¢ria seria um bom passo. Entrando na s de entrevistas, viu tr¨ºs entrevistadores: dois homens de terno e a postura t¨ªpica do mundo corporativo e Uma mulher, tamb¨¦m elegantemente trajada, exndo uma aura de crinho branco. Sentada ¨¤ frente deles, Olivia estava um pouco nervosa. A entrevistadora deu uma olhada em seu curr¨ªculo e perguntou: ¡°Voc¨º estudou na Universidade de Capital por dois anos, mas n?o se formou, pode nos dizer por qu¨º?¡± Essa ¨¦ uma pergunta bastante particr. Olivia n?o podia dizer que teve que parar de estudar porque engravidou, precisou se dedicar ao beb¨º e acabou perdendo a oportunidade de terminar a gradua??o. s¨® podia dizer: ¡°Fiquei traumatizada e tive de abandonar os estudos por motivos pessoais¡±. Nesse momento, no escrit¨®rio da presid¨ºncia, Sergio acabara de voltar ao trabalho e estava as cameras de entrevista ligadas noputador. Sendo uma empresa rec¨¦m-inaugurada, ele n?o tinha muitas responsabilidades naquele momento, e a sele??o de funcion¨¢rios tamb¨¦m passava pelo crivo dele. Ele havia varrido a t doputador distraidamente e, quando viu um rosto familiar, a linha de vis?o da qual ele se afastou voltou violentamente. No v¨ªdeo, a mulher estava sentada ali, de frente para o entrevistador, as m?os no colo, a express?o calma, dignidade intacta, respondendo ¨¤s perguntas. Aqu mulher era Olivia! ao v¨º, o cora??o de Sergio disparou. Mais uma vez, ele ouviu Olivia dizer que teve de abandonar a esc naquele ano devido a alguns motivos pessoais e traumas. Naqu ¨¦poca, depois das f¨¦rias de ver?o, Olivia foi ¨¤ esc para fazer o procedimento de desligamento. Portanto, o trauma de que estava fndo foi provocado por ele! Ele havia sido manipdo por Vania, e aquilo levou ¨¤ trai??o. Embora tenha terminado ele de forma decisiva, ser¨¢ que o sofrimento a fez abandonar a universidade? Sim, tinha que ser isso! As m?os de Sergio, apoiadas na mesa,e?aram a tremer. Cap¨ªtulo 233 Na s de entrevistas, o processo continuava. A entrevistadora ent?o perguntou: ¡°Voc¨º trabalhou no Grupo Griera por um diao secret¨¢ria. Por que saiu?¡±N?velDrama.Org holds ? this. Como Olivia poderia responder? n?o podia simplesmente dizer que havia feito um escandalo, exigindo que Daniel se casasse ou ent?o que conseguiria uma parte das a??es da empresa, resultando em sua demiss?o 1/2 Cap铆tulo 234 Cap¨ªtulo 234 Olivia estava na maior sinuca, sem sabero botar as pvras pra fora. De repente, O celr da entrevistadorae?ou a tocar. interrompeu Olivia, dizendo: ¡°Desculpa ai, preciso atender essa liga??o.¡± Depois de fr ao telefone, a mulher voltou um sorriso que tinha um qu¨º de baj??o e soltou para Olivia: ¡°Srta. Souza, a gente aqui achou que sua experi¨ºncia casa direitinho o que a empresa t¨¢ buscando. pode chegar amanh? prae?ar a trabalhar.¡± Olivia ficou numa mistura de surpresa descren?a. Foi s¨® quando recebeu seu contrato inicial que acreditou que aquilo era real! realmente fez uma entrevista para uma carreirao secret¨¢ria seu curr¨ªculo. A outra parte n?o a rejeitou porque n?o tinha um diploma universit¨¢rio! Era quaseo um sonho. Quando saiu da empresa, fez quest?o de olhar para tr¨¢s e conferir o nome da firma. O letreiro em cima da porta de vidro brilhava: Tologia Ser¨¦lia Ltda. Essa firma era o seu cavalo branco, a chance de mostrar pro mundo o que tinha no bolso! tava decidida a arrebentar naquele trampo. Original from N?velDrama.Org. No caminho para casa, Olivia n?o conseguiu esconder sua empolga??o e ligou para Jimena para compartilhar sua alegria. *Jimena, voc¨º n?o vai acreditar, consegui um emprego novo. E n?o ¨¦o faxineira ou oper¨¢ria n?o, ¨¦ de secret¨¢ria, que tem tudo a ver o que eu estudei na facul!¡± Pelo telefone, dava pra sentir a emo??o pndo na voz de Olivia. Nos tempos de esc, Olivia era um arraso, uma das melhores, mesmo tendo feito s¨® dois anos de faculdade bolsa de estudo e tudo. Ningu¨¦m podia em conhecimento tico. Apesar de ter abandonado a esc mais tarde, o conhecimento que aprendeu n?o seria esquecido, um tesouro gravado em seu DNA. Jimena tamb¨¦m ficou toda contente: ¡°S¨¦rio?! Parab¨¦ns, Olivia! Finalmente voc¨º vai poder mostrar pra que veio.¡± *Valeu! Bora celebrar minha entrada nos trilhos da vida profissional um jantar hoje?¡±, prop?s Olivia, toda empolgada. ¡°Ah, bora mais ¨¦ pro bar beber praemorar esse dia t?o top!¡±, sugeriu Jimena, que j¨¢ tava h¨¢ um temp?o sem cair na gandaia. Olivia pensou um pouco e topou: ¡°Beleza, nos vemos ¨¤ noite.¡± Era raro se divertir tanto e Jimena a havia ajudado tanto, ent?o ¨¦ ro que faria o que Jimena quisesse. Enquanto isso, Sergio tava o contrato assinado por Olivia e n?o cabia em si de contente, deu at¨¦ um beijinho no papel. Ele tava a pulga atr¨¢s da orelha, achando que Olivia tava a l¨¦guas de distancia. Mas quem diria? Olivia apareceu logo na empresa dele e ainda por cima pra ser secret¨¢ria! Agora ele teria mais chances de estar perto d, de explicar o rolo de cinco anos atr¨¢s e de tentar ganhar o cora??o d de volta! Ao pensar nisso, o cora??o de S¨¦rgio se enche de alegria. Ele n?o conseguiu esconder sua empolga??o e ligou apressadamente para Daniel: ¡°Tio, veio para a minha empresa, voc¨º tem raz?o, est¨¢ tentando sobreviver, me ama, sen?o n?o iria pedir demiss?o da empresa original e vir para a minha empresa.¡± Daniel s¨® deu um ¡°¡­¡­¡± Essa hist¨®ria de fazer doce parece que foi coisa que o Sergio inventou. Ouvindo a alegria escancarada na voz dele, Daniel respondeu nata: ¡°Parab¨¦ns ai.¡± ¡°Valeu, tio, voc¨º ¨¦ meu p¨¦ de coelho da sorte. hoje ¨¤ noite, vamoemorar, no Bar do Kerry, e ¨¦ isso a¨ª!¡±, disse Sergio todo faceiro, e desligou o telefone. Sergio se ajeitou, deu uma conferida no espelho e viu que tava cada vez mais no jeito. Vania ficou no hospital por varios dias e o incha?o em seu rosto finalmente voltou ao normal. Ainda havia alguns hematomas, mas eles n?o atrapalhavam sua apar¨ºncia. Cap铆tulo 235 Cap¨ªtulo 235 Sa caprichou na maquiagem e deu uma olhada no espelho, a base escondeu os hematomas roxos dos machucados, e continuava linda So ent?o teve coragem de ligar pro namorado. O cara continuava o mesmo novo rico de sempre. Cinco anos atras, tinha morrido de inveja ao ver o namorado gato e um ar aristocr¨¢tico da Olivia. Na primeira vez que pas os olhos nele, se apaixonou e, num golpe baixo, foi para a cama o namorado da Olivia, o Sergio. pensou que, depois de dormir ele. poderia se tornar a namorada de Sergio, mas, para sua surpresa, Sergio a ignorou. O sonho de ser a mina do Sergio foi por ¨¢gua abaixo, e teve que continuar o namorado de antes. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Durante esses anos, o Sergio mantinha no WhatsApp s¨® pra ficar por dentro das novidades sobre a Olivia. Ele Perguntou onde a Olivia morava e qual era o telefone d, depois disso, sumiu do mapa. Vania teve que encarar a realidade e valorizar o namorado que tinha. [gou para o Henrique e falou que tinha sido hospitalizada, pedindo pra ele visit¨¢. Rapidinho, Henrique apareceu. Com cabelo amarelo, uma correntona de ouro no pesco?o, barriga de chopp, e carregando uma pasta preta, ele exva um cheiro de grana que n?o tinha. Ele entrou na enfermaria e viu as m?os e as pernas de Vania, ambas enfaixadas, deitadas na cama do hospital, sem o charme de antes. Subconscientemente, ele franziu a testa nojo, cuspiu o palito de dente que mastigava e remou: ¡°que merda voc¨º fez pra ficar assim? se n?o conseguir andar depois, eu tergo, hein?¡± Diante da culpa do namorado, Vania sorriu de forma agrad¨¢vel e disse: ¡°O m¨¦dico falou que ¨¦ s¨® por um tempo, em tr¨ºs meses eu fico boa. Henrique, eu t? t?o azarada t?o mal¡± Falou fazendo beicinho e for?ando l¨¢grimas, numa cara de quem n?o aguenta mais. Henrique caia direitinho no charminho e na manha d, colocou a pasta no criado-mudo, sentou do lado d e, grossoo sempre, mas querendo proteger, falou: ¡°Quem mexeu voc¨º que eu arrebento?¡± Vania disse: ¡°o presidente da Grupo Griera, o Daniel.* ¡°Caracal Henrique ficou t?o assustado que imediatamente se levantou. Um momento atr¨¢s, ele estava furioso e feroz, mas agora estava apavorado e medo. S¨® de ouvir o nome, as pernas dele j¨¢ amoleciam. Ele ralhou a Vania: ¡°Voc¨º tinha que arrumar problema logo o Daniel? eu quero mais ¨¦ viver!¡± Dito isso, pegou a pasta e saiu fora. Vania se desesperou e falou: ¡°Eu segurei as pontas por voc¨º! O Daniel descobriu que eu enganei ele h¨¢ cinco anos e quer a grana de volta. Se ele souber que esse dinheiro foi pro seu neg¨®cio, ele vai atr¨¢s de voc¨º!¡± Anos atr¨¢s, Vania e Viviana armaram que a Olivia tinha sido esmagada num casar?o velho, enganando o Daniel. Daniel passou a grana pra Viviana cuidar da fam¨ªlia da Olivia, mas quem pegou foi a Vania. chantageou a Viviana, dizendo que se n?o rsse o dinheiro, botava a boca no trombone. Os cinquenta milh?es depensa??o foram direto pro bolso da Vania. Como o Henrique estava no buraco o neg¨®cio dele, jogou toda a grana do Daniel nele. Henrique sabia que havia dormido S¨¦rgio, achava que era suja e ia expuls¨¢ de casa. Embora Henrique n?o seja bonito, sua fam¨ªlia ¨¦ de empres¨¢rios e seus pais s?o muito ricos, portanto, se Vania se casar ele, ia virar a madame da hist¨®ria. Como O Henrique tinha quebrado a cara os cinquenta milh?es e n?o queria que os pais soubessem, Vania usou a grana pra tapar o buraco Em troca de continuar sendo a namorada dele ¨C e ele n?o podiargar d! Henrique topou o trato. Essa confus?o toda durou cinco anos. Henrique parou bruscamente, virou-se e encarou f¨²ria: ¡°Vania, voc¨º me amea?a, cuidado que vou terminar voc¨º agora!!¡± 1/1 Cap铆tulo 236 Cap¨ªtulo 236 Em vez de ficar brava, Vania, um sorriso brusco, sussurrou: ¡°Henrique, meu aperto ¨¦ s¨® por agora, tenho v¨¢rias cartadas na manga pra dar a volta por cima. Esqueceu? Em todos esses anos, toda vez que voc¨º se estrepava nos neg¨®cios, era eu quem abria a carteira pra te salvar, tapando os buracos.¡± Henrique n?o ¨¦ um homem de neg¨®cios, mas gosta de se exibir, ¨¦ vaidoso e arrogante, sempre se acha o mais inteligente do mundo, n?o consegue enxergar os pequenos neg¨®cios, sempre gosta de fazer grandes neg¨®cios. N?vel(D)rama.Org''s content. S¨® que grandiosidade Ele n?o conseguia alcan?ar, e cada neg¨®cio quee?ava acabava num preju¨ªzo de, no m¨ªnimo, um milh?o. Henrique era tamb¨¦m um filhinho de mam?e, contrdo r¨¦dea curta p m?e. Por fora, era o terror, mas em casa virava um cordeirinho, chamando ¡°m?ezinha¡± pra c¨¢ e ¡°m?ezinha¡± pra l¨¢. Se a m?e perguntasse onde foi parar o dinheiro, ele murchava feito um c?ozinho assustado. Vania havia pedido para garantir sua posi??oo futura nora de Henrique, n?o media esfor?os pra tirar dinheiro e cobrir os rombos dele. E A maior parte da grana vinha de chantagens a Viviana, amea?ando revr que Olivia ainda estava viva. dirige sua pr¨®pria empresa, que rende algum dinheiro, mas nada perto das d¨ªvidas que Henrique criava. Quando ouviu Vania, Henrique se acalmou. Nesses cinco anos, ele n?o sabia que tipo de m¨¢ sorte tinha, quando fazia neg¨®cios, perdia dinheiro. O capital para os neg¨®cios vinha de mexidas sorrateiras na contabilidade, retiradas ¨¤s escondidas da conta da fam¨ªlia. Se n?o cobrisse os buracos, e a m?e descobrisse, o mataria. Toda vez que o preju¨ªzo aparecia, Vania estava l¨¢ pra salvar a pele dele. Ele acreditava na capacidade d. Cinco anos atr¨¢s, Vania dormiu outro homem ps costas dele! Esse fantasma n?o sa¨ªa da cabe?a de Henrique. Dependia da habilidade de Vania, mas n?o conseguia superar essa m¨¢goa. sempre rude Vania, nunca tinha um olhar de afeto. At¨¦ Mesmo na cama, ele a xingava sem piedade. Henrique voltou, ainda uma carranca, e perguntou: ¡°E agora, o que voc¨º quer fazer?¡± Vania sorriu e disse: ¡°Henrique, eu sei que voc¨º ¨¦ o mais capaz epetente. Conseguir cinquenta milh?es de dres para eu pagar o Daniel ¨¦ moleza para voc¨º.¡± Vania n?o tinha cinquenta milh?es em m?os, nem vendendo sua empresa conseguiria tanto. Daniel era imc¨¢vel, e s¨® por considera??o a Olivia, ele havia ¡®apenas¡¯ aleijado Vania, dando a a chance de pagar os cinquenta milh?es para encerrar o assunto. Se n?o agisse, o pior viria. Portanto, deveria obter os cinquenta milh?es no menor tempo poss¨ªvel e ir pessoalmente pagar Daniel, para mostrar que conhece seus erros e pode mudar de atitude. Se continuasse a adiar, Daniel poderia n?o ter mais paci¨ºncia. Portanto, tinha que encontrar Henrique. Ele n?o era l¨¢ essas coisas, arrogante e cheio de si, mas adorava ser bajdo e ouvir que era competente. Depois de tantos anos Henrique, Vania conhecia bem o ego dele. Henrique franziu a testa e disse: ¡°N?o ¨¦ t?o simples assim conseguir cinquenta milh?es de uma hora pra outra.¡± ¡°Voc¨º pode dizer pra sua m?e que precisa de um capital inicial para um novo neg¨®cio.¡± Vania sugeriu, esperta. ¡°Minha m?e j¨¢ sabe dos meus fracassos e n?o quer mais abrir a carteira pra mim.¡± Henrique resmungou, irritado. Capitulo 237 Cap铆tulo 237 Cap¨ªtulo 237 Original from N?velDrama.Org. ¡°Ent?o,o ¨¦ que voc¨º dava aquele jeitinho na conta da empresa antes? Faz a mesma coisa agora. Vania mantinha um sorriso doce e sedutor no rosto. Enquanto fva, piscava para Henrique, um charme irresistivel. Em tempos normais, bastava que desse uma piscad para que Henrique a xingasse de atirada e a pegasse vontade, a levando para a cama e mostrando o que era bom pra tosse. Mas agora n?o. Ele deu uma olhada nas m?os e nos p¨¦s de Vania, o inc?modo curativo, ¡°Ta bom, vou dar um pulo l¨¢ fora e fazer uma liga??o, acho que em duas horas o dinheiro cal na conta.¡± Henrique cedeu, Tinha prometido arrumar cinquenta milh?es para pagar a divida Daniel, Por umdo, porque Vania tinha dito que, se Daniel descobrisse que o dinheiro de cinco anos atr¨¢s tinha ido para ele, o bicho pegar. Henrique se sentiu amea?ado por essas pvras e ficou preocupado, Por outrodo, Vania tinha raz?o, era capaz e certeza iria virar o jogo. Afinal,o tinha conseguido the passar uma grana preta nos ¨²ltimos cinco anos? Era evidente que tinha seus esquemas. Henrique precisava d, ainda n?o era hora de cortar r??es. Al¨¦m disso, se ele se separar de Vania, tem medo de n?o encontrar outra mulhero Vania, que o subsidia constantemente e ¨¦ quente e fumegante na cama. Era um jogo de dar e receber, um precisava do outro! melhor manter as coisaso estavam. Vania deu um sorrisinho manhoso e disse: ¡°S¨® meu marid?o pra me dar esse colo, o mais capaz de todos. Fora ele, n?o quero nem saber de mais ningu¨¦m.¡± ¡°Chega de gra?a, quando voc¨º melhorar, vou te mostrar o que ¨¦ bom pra tosse.¡± Henriquen?ou um olhar para e saiu para fazer a liga??o. Assim que Henrique virou as costas, o rosto meigo de Va se transformou, e rosnou de raiva, com uma express?o terr¨ªvel. Se tivesse uma escolha melhor, teria desprezado Henrique? Se n?o fosse pelo fato de que a fam¨ªlia de Henrique era rica e que, se se tornasse a Sra. Henrique, poder¨ªa receber uma parte do dinheiro da fam¨ªlia Henrique e viver uma vida de roupas,ida e luxo. ter¨ªa expulsado Henrique h¨¢ muito tempo e dito a ele para ir para o mais longe poss¨ªvel! Era tudo culpa do S¨¦rgio por ignor¨¢, caso contr¨¢rio, n?o teria sofrido um inc?modo t?o grande! As quatro da tarde, Vania recebeu o dinheiro e correu para o Grupo Griera, decidida a devolver a grana para Daniel e mostrar que estava arrependida. ainda se recuperando, foi de cadeira de rodas, empurrada p m?e. No escrit¨®rio do presidente do Grupo Griera. Daniel, sua postura imponente, sentava na cadeira girat¨®ria do presidente, exndo uma aura intimidadora, focado na leitura de documentos. Vania, um sorriso for?ado, manobrava a cadeira de rodas at¨¦ a mesa de Daniel e, as m?os enfaixadas, segurava o cart?o banc¨¢rio respeito, cortesia e um medo vis¨ªvel: ¡°Sr. Griera, aqu¨ª est?o os cinquenta milh?es, cinco anos atr¨¢s, fui influenciada p Viviana e fiz uma burrada ao ajud¨¢- la a fingir que Olivia estava morta. Em considera??o ao fato de eu ser prima de Olivia e estar sinceramente arrependida, eu pe?o que o senhor me perdoe.¡± Daniel nem levantou a cabe?a, nem se dignou a olh¨¢. Bruno, que estava aodo d, se aproximou, pegou o cart?o de sua m?o e disse: ¡°Srta. Souza, a senhora pode sair agora¡±, Vania acenou a cabe?a, for?ando um sorriso nervoso, percebendo que Daniel continuava impassivel,o se n?o a tivesse perdoado. quer¨ªa dizer algo para ganhar a simpatia dele. Fr de Olivia era a melhor forma de chamar a aten??o de Daniel. Vania n?o se apressou em ir embora, soltou um suspiro leve eentou: ¡°¨¦ uma pena mesmo o que aconteceu a Olivia, saca s¨®, foi a fera em humanas l¨¢ na nossa ¨¢rea, passou nota top na Universidade da Capital. Mas, veja s¨®, depois de s¨® dois anos, teve quergar tudo.¡± Daniel deu uma pausada na assinatura, levantou a cabe?a en?ou um olhar frio e intimidador na dire??o de Vania. 1/1 Cap铆tulo 238 Cap¨ªtulo 238 N?velDrama.Org holds ? this. Vania notu quando ele ergueu a cabe?a e soube que tinha chamado a aten??o dele. O assunto que havia trazido era o certo. Uma sensa??o de alegria a invadiu, mas se conteve e continuou uma express?o de pesar: ¡°Naqu ¨¦poca, depois de terminar o namorado da faculdade, quem sa¨ªra por dois anos, ficou arrasada. Parece que at¨¦ caiu em depress?o, foi por isso que acabourgando os estudos. Eu bem que avisei a Olivia,rgar o futuro por causa de um cara, vale a pena? disse que amava demais o sujeito, e quem nunca viveu um amor profundo, n?o entenderia o que sentia.¡± Vania fva sem parar, ansiosa para contar ao Daniel sobre os antigos rolos entre Olivia e Sergio. O que os homens n?o suportam ¨¦ saber que a mulher deles j¨¢ teve algo outro, n¨¦? Por que Vania teria que ser a coitadinha, enquanto a Olivia podia se elevar e se tornar a rainha do peda?o? acabaria qualquer simpatia que o Daniel possa ter por Olivia. Quando Vania terminou de fr, o rosto bonito de Daniel se fechou em gelo, e seus olhos escuros assumiram a frieza de um inverno rigoroso. O clima ao redor esfriou,o se o ar tivesse congdo. Bruno percebeu que Daniel estava prestes a explodir e rapidamente se aproximou, empurrando a cadeira de rodas de Vania para fora: ¡°Srta. Souza, voc¨º f demais. A ¨²ltima pessoa que falou demais acabou no hospital, anestesiada, um m¨ºs sem fr. Quem n?o sabe se contrr pode acabar sem l¨ªngua.¡± Ao ouvir isso, um medo cresceu dentro de Vania, que imediatamente se calou, sem se atrever a dizer mais nada. Bruno a empurrou para fora do escrit¨®rio, soltou a cadeira de rodas e disse sem express?o: ¡°O elevador est¨¢ ali, Srta. Souza, pode ir.¡± Quando Bruno estava prestes a sair, Vania o chamou. ¡°Bruno, voc¨º acha que o Sr. Griera me perdoou?¡± Bruno respondeu: ¡°Se eu fosse voc¨º, n?o faria mais perguntas e sumiria rapidinho, sem nunca mais aparecer na frente do Sr. Griera.¡± O aviso de Bruno era ro. Vania hesitou, assentiu levemente para Bruno, entrou no elevador e foi embora. ¡°Atchim!¡± Naquele momento, no escrit¨®rio do presidente do Grupo Marques, Carlos estava lendo documentos quando espirrou repentinamente. Ele esfregou o nariz, se perguntando quem estaria fndo dele. Depois de limpar o nariz, passou a m?o p boca. Dias atr¨¢s, ele havia fdo demais na frente de Daniel e teve a l¨ªngua anestesiada, ficando dias sem conseguir fr direito e sem sentir gosto daida. Embora j¨¢ estivesse quase recuperado, ainda sentia a l¨ªngua meio adormecida. ¨¤s oito da noite, Olivia e Jimena foram juntas ao bar e pediram dois coquet¨¦is. Jimena levantou o copo e brindou Olivia: ¡°Parab¨¦ns pelo novo emprego de secret¨¢ria, vamos comemorar.¡± Olivia ergueu seu copo, tocando-o o de Jimena, e disse: ¡°Obrigada.¡± E ent?o beberam. Olivia estava feliz porque, p primeira vez, tinha conseguido um empregoo secret¨¢ria na sua ¨¢rea, utilizando suas pr¨®prias qualifica??es e habilidades. Embora tivesse sido secret¨¢ria do presidente no Grupo Griera por um dia, isso tinha sido mais um favor ou uma forma de Daniel compens¨¢, e n?o por sua capacidade pessoal. ¡°Ali¨¢s, antes voc¨º tinha feito v¨¢rias entrevistas e sempre era rejeitada por falta de diploma. Como essa empresa te aceitou dessa vez?¡± Jimena estava curiosa, apesar da felicidade. Segundo as regras da sociedade, o diploma era uma barreira e a maioria das empresas seguia isso. As exce??es eram raras, e isso fazia da empresa que a contratou algo fora doum. Olivia respondeu: ¡°Eles disseram que eu tenho bastante experi¨ºncia.¡± ¡°Grupo Griera ¨¦ fera mesmo, e o Daniel ent?o, ¨¦ ainda mais. Voc¨º mal trabalhou um diao secret¨¢ria do presidente e j¨¢ adquiriu ¡®experi¨ºncia de trabalho¡¯.¡± Jimena expressou sua surpresa instantaneamente. Cap铆tulo 239 Cap¨ªtulo 239 Olivia permaneceu ali, meio atordoada. De repente, a ficha caiu, A raz?o p qual o entrevistador mencionara que tinha experi¨ºncia de sobra. Inicialmente, pensou que fosse por conta dos bicos que tinha feito: vendedora, faxineira, oper¨¢ria, gar?e. Imaginou que esses trampinhos ¨¦ que tinham sido reconhecidoso experi¨ºncia. Foi somente ap¨®s o toque de Jimena, que sacou que o que realmente chamou aten??o do entrevistador foi o dia que ralouo secret¨¢ria do presidente no Grupo Griera. Ah, ¨¦ isso. O Grupo Griera ¨¦ que ¨¦ fera mesmo, fama que corria solta. Apenas ter sido secret¨¢ria l¨¢ por um dia, j¨¢ valia mais que anos de r??o em outros lugares. Olivia deu uma risadinha, meio que sem jeito, e falou: ¡°Pois ¨¦, acho que dei uma carona na sorte do Daniel.¡± ¡°Voc¨º ¨¦petente, os outros ¨¦ que eram tapados demais pra perceber. Eles s¨® te deram um palco pra mostrar tua capacidade. Depois, v?o ficar aliviados por terem te contratado,¡± incentivou Jimena, colocando pilha positiva. ¡°N?o ¨¦ que ¨¦,¡± concordou Olivia. Confian?a ¨¦ o que torna algu¨¦m mais belo. Olivia e Jimena brindaram novamente. s estavam prestes a beber quando uma voz aguda interrompeu: ¡°Ei, n?o ¨¦ a Olivia? E a Jimena! Nossa, s?o voc¨ºs mesmo!¡± As duas se viraram e deram de cara um rosto ao mesmo tempo estranho e familiar. Uma mulher, um top tomara que caia justo, saia curt¨ªssima preta, maquiagem pesada, sensual e provocante. Olivia n?o reconheceu de imediato quem era. Jimena, surpresa, exmou: ¡°ra! ¨¦ voc¨º, ra! O que c¨º t¨¢ fazendo aqui?¡± N?vel(D)rama.Org''s content. ra, colega de faculdade ds, da mesma turma, mas n?o do mesmo quarto. ¡°T¨¢ rndo um encontro dos velhos tempos da faculdade aqui perto. A turma t¨¢ quasepleta. Encontrar voc¨ºs foi um baita coincid¨ºncia, bora l¨¢ pro meio, sentar a galera,¡± chamou ra, sugerindo que se juntassem ¨¤ grande mesa. O bar tava agitado, luzes e cores, e a galera reunida na mesa, uns bebendo, outros jogando. ra gritou pra chamar aten??o: ¡°Galera, vejam s¨® quem eu trouxe!¡± ¡°Oi, pessoal, quanto tempo!¡± cumprimentou Jimena a todos. Olivia sorriu tamb¨¦m e disse: ¡°Oi, gente.¡± Entre eles, tinha uma que se destacava p sensualidade, mais at¨¦ do que a ra. Cabelo preto liso caindo pelos ombros, batom vermelho vinho. Era Marina, que na ¨¦poca da faculdade j¨¢ era chegada numa farra. olhou Olivia de cima a baixo, um tom de deboche: ¡°Uma pessoa que nem se formou tem coragem de aparecer numa reuni?o de ex-alunos?¡± A provoca??o de Marina foi direta e humilhante para Olivia. Jimena ficou irritada: ¡°Ei, voc¨º¡­¡± tava quase partindo pra cima da Marina. Mas Olivia segurou o bra?o d, Jimena se virou e Olivia fez um gesto pra que se acalmasse. Jimena engoliu a raiva, ficou quietinha. Marina deu outra olhada em Olivia e soltou: ¡°Com essa roupa de menos de duzent?o, se metendo em b¨¢r caro, n?o se enxerga, n?o?¡± Marina tava pegando pesado Olivia. Como uma pessoa tranqu, Olivia se irritou mesmo. Roupa ¨¦ pra vestir e esquentar, quem disse que o mais caro ¨¦ o melhor? se mata pra cuidar de quatro crian?as, fazendo o melhor que pode pra proporcionar uma vida digna pra eles, sem gastar ¨¤ toa, sem esbanjar. Isso por acaso ¨¦ motivo pra vergonha? Jimena n?o aguentou e soltou uma risada sarcastica: ¡°Marina, ainda t¨¢ chateada s¨® porque naqu ¨¦poca voc¨º tamb¨¦m tava a fim do Sergio, mas ele s¨® tinha olhos pra Olivia e nunca te deu b? T¨¢ guardando rancor at¨¦ hoje, ¨¦? Que mesquinharia!¡± ¡°Fndo no diabo, acho que ouvi meu nome,¡± soou uma voz atr¨¢s de Olivia, num tom zombeteiro, mas suave. Cap铆tulo 240 Capitulo 240 Olivia e Jimena se viraram e deram de cara um homem de cabelos castanhos curtos e terno brit¨¢nico bem cortado. Ele poss uma beleza refinada um toque de nobreza no ar, um charme indiscut¨ªvel. Era o Sergio! Ao ver Sergio, Olivia franziu a testa, questionando-se por que ele estava sempre onde ia. Por outrodo, Jimena teve um brilho nos olhos ao v¨º-lo ali! Embora um reencontro de velhos colegas devesse ser motivo de alegria, Jimena lembrava-se que Sergio j¨¢ fora apaixonado por Olivia e a havia traido, chegando a se deitar a prima d, Vania. ficou um p¨¦ atr¨¢s. Marina, que segundos antes tinha uma atitude negativa em r??o a Olivia, se levantou rapidamente, mudandopletamente sua postura. Com um sorriso bajdor, disse: ¡°Sergio, voc¨º por aqui tamb¨¦m? Que sorte a nossa encontr¨¢-lo hoje.¡± Marina sempre foi caidinha por Sergio e se derretia toda ao v¨º-lo. Mas Sergio nem deu b para , indo direto at¨¦ Olivia um sorriso gentil no rosto. As luzes do bar refletiam em seu rosto bonito, fazendo seu sorriso brilhar ainda mais intensamente. ¡°Olivia, que coincid¨ºncia incr¨ªvel nos encontrarmos novamente.¡± So se via Olivia nos olhos de Sergio. Ele estendeu a m?o para pegar a d, mas Olivia se esquivou rapidamente, apoiando uma m?o no bra?o de Jimena e a outra em seu ombro, ocupando ambas as m?os. Mantendo um sorriso distante, disse: ¡°Somos todos antigos colegas, o destino nos uniu aqui hoje.¡± Jimena concordou: ¡°Pois ¨¦, pois ¨¦¡­¡±N?vel(D)rama.Org''s content. Sergio percebeu que estava sendo rejeitado. A frieza de Olivia era a mesma de sempre. Seu sorriso se tornou amargo ao dizer: ¡°Olivia, o que preciso fazer para voc¨º me perdoar?¡± Marina, que nunca conseguiu conquistar Sergio, n?o suportava ver Olivia desprez¨¢-lo, embora n?o o tivesse para si, detestava v¨º-lo sofrer. Desconfort¨¢vel, Marinan?ou um olhar ir?nico para Olivia e disse: ¡°Uma caipira sem grana e sem sse, desde quando tem direito de desprezar algu¨¦m? Sergio ¨¦ um cara maravilhoso, voc¨º deveria agradecer por ele ser t?o bom voc¨º. O que ele fez que n?o pode ser perdoado?¡± Essas pvras irritaram Olivia, que respondeu um sorriso contido: ¡°Quem ¨¦ que adora se meter onde n?o ¨¦ chamada mesmo?¡± Marina se ofendeu, percebendo que Olivia lhe satirizou. Furiosa, retrucou: ¡°Olivia, voc¨º n?o passa de uma pobretona que nunca vai virar o jogo!¡± Sergio, irritado,n?ou um olhar fulminante para Marina: ¡°C a boca!¡± Jimena j¨¢ estava farta das provoca??es de Marina contra Olivia. Com um resmungo, disse: ¡°Marina, acho que ¨¦ inveja porque voc¨º n?o tem o que quer, n¨¦? Olivia tem namorado agora, e deixa eu te contar. ele ¨¦ centenas de vezes melhor que o Sergio.¡± Ao ouvir isso, Sergio sentiu um peso no olhar, uma mistura de surpresa e dor invadiu seu peito. Ele olhou para Olivia, perguntando-se se realmente tinha um namorado. Marina, incr¨¦d, replicou: ¡°N?o venha conversa fiada, quem pode ser melhor que o Sergio? Estou curiosa para saber quem ¨¦ o namorado de Olivia.¡± Jimena estava cansada da atitude preconceituosa de Marina e disse: ¡°O namorado da Olivia, bem, eu at¨¦ teria medo de te contar e te dar um susto.¡± Olivia sentiu que algo ruim estava prestes a acontecer e discretamente puxou a manga de Jimena, pedindo para n?o continuar. Mas Jimena estava empolgada e nem notou o sinal de Olivia. ¡°Ent?o f, quero ver se ¨¦ capaz de me assustar,¡± desafiou Marina. Jimena n?o ia ficar por baixo, ergueu o queixo orgulho e soltou: ¡°O namorado da Olivia ¨¦ o pr¨®prio presidente do Grupo Griera, o Daniel! E a¨ª, se assustou?¡± Com um sorriso maroto, Jimenae?ou a bn?ar a perna satisfa??o. Olivia sentiu um aperto no peito. Por que Jimena tinha que sair fndo tudo? Se soubesse, teria guardado mais segredos pra si. A boca grande de Jimena era um problema mesmo. Marina ficou boquiaberta, depois olhou para os colegas ao redor e n?o conseguiu segurar a risada: ¡°Ah, na hora de inventar hist¨®ria, pelo menos escolhe uma prov¨¢vel! Dizer que o namorado da Olivia ¨¦ o Daniel, que ¨¦ o tio do Sergio? Se isso fosse verdade,o ¨¦ que ele n?o estaria sabendo?¡± 1/1 Cap铆tulo 241 GOCMS Toggle navigation ¡¤ 4 ¡¤ 10 ¡¤ 9 ¡¤ [email protected] [email protected] Online ¡¤ MAIN NAVIGATION Dashboard ¡¤ N?i dung Th¨ºm ch??ng 1. Dashboard 2. Ch??ng 3. T?o m?i ¡¤ Th?ng tin ch¨ªnh ¡¤ Th?ng tin SEO ¡¤ C?u h¨¬nh Meta Title: Meta Description: Meta Keywords: Create Version 1.3 Copyright ? 2019-2020 TruyenhayOnline. All rightsreserved.R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Cap铆tulo 242 Cap¨ªtulo 242 Marina n?o tinha a menor inten??o de deixar Olivia sair ilesa. nejava desmascarar a mentira d em p¨²blico, pra deixar a garota no ch?o. Marina ergueu a cabe?a e se deparou o olhar g¨¦lido de Daniel virando em sua dire??o. Seu cora??o, que at¨¦ instantes atr¨¢s batia orgulhoso, agora tremia, tomado por um medo instintivo. Determinada a ver Olivia passar vergonha, engoliu o panico e, um sorriso for?ado, disse a Daniel: ¡°Sr. Griera, essa aqui ¨¦ uma colega nossa, vinda do interior. Voc¨º acredita que estava se gabando, dizendo que voc¨º era o namorado d¡­¡± Olivia abaixou a cabe?a, querendo se enterrar, sem coragem para encarar Daniel. N?o suportava a intensidade daquele olhar. Que mico, hein? Se gabar e o cara aparecer justo na hora. Jimena, que antes fva peito estufado e cheia de si, agora parecia um caracol assustado, querendo se esconder no pr¨®prio casco, longe dos olhares de Daniel. Se Olivia e Daniel estivessem realmente juntos, e ele tivesse prometido casamento, Jimena teria rebatido Marina a cabe?a erguida. Mas a realidade era outra; Daniel n?o era chegado em crian?as, e Olivia jamais ousaria dizer que teve quatro filhos dele. Daniel queria s¨® manter Olivia, casamento que ¨¦ bom, nada. Se descobrissem que Olivia estava sendo mantida por Daniel, a galera ia zoar ainda mais, e viraria alvo de todo mundo. Jimena se arrependia amargamente de ter aberto a boca e afirmado que Daniel era o namorado de Olivia? Agora, se ligue. Sergio, preocupado o olhar cortante de Daniel sobre Olivia tentou acalmar os animos: ¡°Tio, foi tudo um mal-entendido¡­¡± ¡°J¨¢ bebeu o suficiente, bora pra casa.¡± A voz imponente de Daniel trazia um toque de afeto. Sergio parou na hora, pensando que Daniel fva ele. Mas seguindo o olhar de Daniel, viu que era pra Olivia! Ele conhecia Olivia. E mais, ele mandando ir embora, isso soava meio ¨ªntimo, n?o? Olivia ficou im¨®vel, olhou rapidamente para Daniel e encontrou aquele olhar profundo e intimidador sobre . Seu cora??o falhou uma batida e, percebendo a situa??o, concordou docilmente: ¡°Certo, estou indo agora.¡± Dito isso, segurou a m?o de Jimena e apressou o passo para sair. Marina, que queria ver Olivia se dar mal, n?o esperava essa reviravolta. Era um papo de namorados, s¨® podia ser. O que estava acontecendo? O novo namorado da Olivia era mesmo o Daniel? Qual era o charme da Olivia, que Sergio n?orgava d e agora era a namorada do homem mais poderoso em Capital, o Daniel? Marina sentiuo se tivesse levado um tapa na cara. O olhar agudo de Daniel se voltou para Marina, brilhando friamenteo uma lamina afiada. Marina estremeceu, o frio e o medo prando em seus ossos. Recuou alguns passos, cabisbaixa e tr¨ºm: ¡°Sr. Griera, foi mal, n?o reconheci a grandeza. N?o vai se repetir. Tenho mais o que fazer, j¨¢ estou indo¡­¡± N?velDrama.Org holds ? this. Com isso, saiu apressada do bar,o quem foge. tinha fdo na cara de Daniel que Olivia era do interior e ele devia estar furioso. Marina estava apavorada, temendo ter ofendido Daniel. Isso seria desastroso. Os outros colegas, igualmente intimidados p presen?a de Daniel, se levantaram e, rever¨ºncias apressadas, sa¨ªram. Sergio ficou parado, tentando entender o que acabara de acontecer. Danieln?ou um olhar pra ele e disse: ¡°N?o era pra gente beber umas?¡± Cap铆tulo 243 Cap¨ªtulo 243 Sergio deu por si j¨¢ no bar, panhado por Daniel ambos segurando um copo de u¨ªsque. ¡°Quando cheguel, del de cara uns colegas da faculdade reunidos. A Olivia tamb¨¦m estudou a gente,¡± explicou Sergio. Daniel deu um gole na bebida e permaneceu em sil¨ºncio. N?velDrama.Org holds ? this. Sergio continuou: ¡°Tio, voc¨º conhece a Olivia?¡± ¡° trabalhava no Grupo Griera,¡± disse Daniel uma voz grave e neutra, sem dar pinta do que sentia. Sergio se lembrou que no curr¨ªculo da Olivia constava que tinha sido secret¨¢ria do presidente do Grupo Griera por um dia, ou seja, tinha sido a secret¨¢ria pessoal do seu tio por um dia. N?o era ¨¤ toa que se conheciam. O receio de Sergio se desfezpletamente. Por um momento, ele chegou a pensar que Olivia poderia ter alguma r??o mais intima o seu tio, mas era s¨® uma r??o profissional. Com a consci¨ºncia tranqu, Sergio abriu o cora??o para Daniel. *Tio, a Olivia ¨¦ a mulher que eu sempre te falei, minha ex-namorada,¡± revelou subitamente. Daniel parou o copo na m?o, seu olhar se aprofundou, gdo. Sergio n?o percebeu a mudan?a e continuou: ¡°Na ¨¦poca, eu realmente me ferrei e a trai, mas n?o foi por querer. A ¨²nica que eu amo ¨¦ . E sei que tamb¨¦m me ama, sen?o n?o teria dado essa de gato e rato, correndo atr¨¢s de mim¡­¡± Sergio fva sem parar, sem notar o clima cial que se formava ao redor de Daniel, um olhar que anunciava tempestade. Olivia e Jimena sa¨ªram do bar o cora??o na m?o. Sentadas no carro, Jimena limpou o suor da testa e engoliu em seco: ¡°Que dia ¨¦ hoje, que a gente encontra o Sergio e ainda por cima o Daniel? E os caras ainda s?o tio e sobrinho!¡± A ideia dava arrepios em Jimena. Olivia tamb¨¦m estava pasma. Quem diria que eles tinham esse parentesco? Sergio era da fam¨ªlia Griera, a mais poderosa da Capital! Na Universidade de Capital, ele era discreto, n?o exibia carr?es nem grifes, e Olivia Jimena achavam que ele era um caraum. Mas ele escondeu bem o jogo! ¡°Pensando bem, o Sergio ¨¦ mais apaixonado que o Daniel. Pelo menos ele sabia da sua situa??o desde oe?o e ainda assim quis ficar contigo,¡± ponderou Jimena uma reza rara. *¨¦ tudo igual, pra uma garotaumo eu n?o d¨¢ pra sonhar em entrar na fam¨ªlia Griera. O Sergio me levou pro interior cinco anos atr¨¢s s¨® pra me pegar, n¨¦? Se ele me respeitasse, n?o teria confundido a Vaniaigo e dormido .¡± Daniel erao Sergio, s¨® queria divers?o. E Olivia n?o queria entrar nesse jogo. n?o esquecer¨ªa as pvras cortantes do velho Sr. Griera, nem alimentava ilus?es de casar um magnata. Jimena concordou a cabe?a: ¡°Verdade.¡± Depois de deixar Olivia no port?o do condom¨ªnio, disse: ¡°Pode me deixar aqui, assim voc¨º n?o precisa dar a volta.¡± ¡°T¨¢ bom,¡± respondeu Jimena, parando o carro. Olivia sa¨ªu, se despediram um aceno e entrou no condom¨ªnio. Ao chegar perto do pr¨¦dio, viuum Rolls Royce preto estacionado, reluzindo nobreza sob a luz da noite. Um homem, imponente e profundo, encostava no carro, olhos mais escuros que a pr¨®pria noite. Era o Daniel! Ele estava l¨¢, no p¨¦ do pr¨¦dio d! O cora??o de Olivia disparou. Cap铆tulo 244 Cap¨ªtulo 244 O sujeito segurava um cigarro entre os dedos, a brasa ranjada cintva, refletindo-se em seus olhos negros e profundos, criando um rastro de luz. Por¨¦m, a chama n?o era suficiente para dissipar o frio que envolvia o homem, emanando uma aura cortante. Ao avistar o semnte austero de Daniel, Olivia sentiu seu respirar pesar, cautelosa e alerta, aproximou-se e cumprimentou um ar de formalidade: ¡°Sr. Griera, que faz aqui a esta hora?¡± Mas ao se aproximar, Daniel agarrou-a pelo pesco?o. ¡°Ah!¡± Olivia soltou um grito abafado, pega de surpresa. Com firmeza, Daniel a puxou para perto de si antes que pudesse reagir. trombou desajeitadamente em seu peito, e a brasa do cigarro quase queimou sua m?o. Olivia sentiu o calor ro?ar o dorso de sua m?o. No instante em que a brasa quase tocava sua pele, Daniel contornou o gesto, soltando a ponta do cigarro, que caiu no ch?o, sendo apagada sob o sdo de seu sapato preto. Mas a m?o que segurava seu pesco?o n?o se afrouxou nem um pouco. Olivia sentia dor e franziu a testa, remando: ¡°Sr. Griera, est¨¢ me machucando.¡± A m?o de Daniel deslizou rapidamente do pesco?o para a cintura d, apertando-a contra si, impedindo que escapasse. Olhando-a de cima, ele tinha um olhar gdo e pvras frias: ¡°H¨¢ quanto tempo andava o ex-namorado?¡± Sua voz soava cortanteo gelo. Olivia sentia-se apreensiva e confusa. Por que ele faria tal pergunta t?o repentinamente? Daniel exva um perigo palp¨¢vel, e Olivia, sem querer desafi¨¢-lo, respondeu honestamente: ¡°Dois anos.¡± Seu rcionamento Sergioe?ou na universidade, ap¨®s dois meses de cortejo, e naturalmente evoluiu para um namoro. Com um sorriso frio, Daniel provocou: ¡°Dois anos, um amor bem dedicado.¡± Se amou tanto o ex, por que ainda era virgem? Cinco anos atr¨¢s, no velho barrac?o, ele sentiu profundamente que era a primeira vez d. Era uma sensa??o ineg¨¢vel, assimo a flor de l¨®tus vermelha desabrochando na palha. ¡°Sr. Griera, por favor, poderia me soltar?¡± Olivia pedia, o rosto corado. Ele segurava firme em sua cintura, e os corpos cdos, tornando a situa??o cada vez mais constrangedora. Olivia, envergonhada, corava ainda mais. Daniel percebeu o rubor em seu rosto,o ameixeiras na primavera, misturado ao suave aroma de magn¨®lias que vinha d. Inquieto, ele apertou sua garganta e, a outra m?o, segurou sua nuca e mordeu seu pesco?o. ¡°Ah, t¨¢ doendo!¡± Olivia gritou, sentindo a dor aguda dos dentes prando sua pele. Desesperada, mas sem saber o que fazer, empurrava seu peito for?a.R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Ent?o, Daniel soltou o aperto, passando a l¨ªngua sobre a marca da mordida. A sensa??o ¨²mida percorreu seu pesco?o delicado, fazendo Olivia estremecer. Com voz suplicante, implorou: ¡°Sr. Griera, por favor, me deixe ir¡­¡± Quase chorando, n?o entendiao havia ofendido Daniel. Ele aparecera no meio da noite, mordeu-a, lembrando-a dos vampiros dos filmes, algo aterrorizante. Percebendo o tremor em seu corpo e seu medo, Daniel soltou seu pesco?o, fitando-a um olhar sombrio e cheio de ira. ¡°Olivia, n?o esque?a de quem voc¨º ¨¦, n?o me importa quem voc¨º guarda no cora??o, mas seu corpo pertence s¨® a mim! Entendeu?¡± A voz dominadora de Daniel n?o admitia recusa. Olivia apressadamente cobriu seu pesco?o as m?os, acenando a cabe?a: ¡°Entendi, entendi.¡± Cap铆tulo 245 Capitulo 245 Daniel estava a um passo de dist¨¤ncia e o cheio do perigo sempre pva no at Olvia sentia um medo terrivel temendo que Daniel mordesse seu pesco?o novamente. Se isso aconNCESSE, SANA O seu fen. Foi ent?o que Daniel a soltou e caminhou em dire??o aoedor. Ao ver para onde ele se dirigia o atamme soou em sua cabe?a, e eu bara bloquear seu caminho, dizendo de uma maneka melo sem jeto, por¨¦m educada: ¡°Sr. Griera, ha um caf¨¦ aqui perto que ¨¦ uma delicia. Eu frequento bastante, que tal eu te pagar um cale Meu Deus, ele estava indo para o apartamento d? L¨¢ em casa, tinha quatro pequenos tesouros. Se Daniel subisse, certeza descobrir¨ªa sobre as crian?as. n?o podia debar isso acontecer de jeito nenhum. Seu cora??o batia depassado, tomada p tens?o, enquanto tva,n?ando olhares ansiosos e que ele recusasse e insistisse em ir ao seu apartamento. seguros para Daniel temen Daniel fixou seus olhos nos d, assustados e brilhantes, e uma voz daha que se tomaka anda mais maica ¨¤ noita, disse: ¡°N?o precisa. Olivia prendeu a respira??o. havia sido rejeitada. Se ele estivesse determinado a ir ao seu apartamento, n?o teriao impedido, O que faria agora? Seus quatro pequenos tesouros ainda estavam em casa Enquanto Olivia estava ansiosa, procurando por uma saida, Daniel disse: ¡°Ja e tarde, eu vou te ver subir.¡± O cora??o de Olivia, apertado at¨¦ ent?o, finalmente rxou, e disse rapidamente: ¡°Tudo bem, eu ja estou indo. Sr. Ghiera, talvez seja hora de voc¨º descansar tamb¨¦m.¡± Virou-se e correu para o corredor,o se estivesse fugindo. Sera que Daniel estava preocupado que enfrentasse perigos voltand sozinha para casa ¨¤ noite? S¨® Deus sabia que ele era o perigo real. Olivia subiu as escadas o mais r¨¢pido que p?de, chegou em casa e fechou a porta rapidamente, para prevenir que Daniel aparecesse de repente. n?o se apressou em entrar, mas ficou encostada na porta, o cora??o na m?o, ouvindo qualquer ruido dodo de fora. Depois de um longo tempo, n?o ouviu passos. Ufa, Daniel n?o a estava seguido. Finalmente, rxou, virou-se e acendeu as luzes da s. L¨¢ embaixo, Daniel viu a luz daqu jan se acender e ent?o se virou, entrou no carro e se afastou. No dia seguinte, Olivia foi para a nova empresa se apresentar. perguntou ao departamento de recursos humanos: ¡°Por favor, onde fica meu escrit¨®rio?¡± O gerente do departamento a levou at¨¦ um escrit¨®rio no ¨²ltimo andar. Olivia olhou para o escrit¨®rio aodo e viu que a ca na porta dizia ¡°Escrit¨®rio do Presidente¡±. rapidamente agarrou o gerente de RH e perguntou: ¡°Desculpa, eu n?o fui contratadao assistente de secretaria? Por que meu escrit¨®rio ¨¦ aodo do escrit¨®rio do presidente?¡± O gerente de RH manteve um sorriso educado e disse: ¡°Voc¨º foi contratadao secret¨¢ria pessoal do presidente. ¡°O qu¨º?¡± Olivia ficou chocada. tinha certeza de que havia se candidatado apenas para ser uma assistente de secretaria, e suas qualifica??es e experi¨ºncia certamente n?o eram suficientes para ser secretaria pessoal do presidente. Geralmente, secret¨¢rias pessoais precisam de mais de cinco anos de experi¨ºncia ou serem graduadas em uma universidade de prestigio.o alunas excepcionais. ¡°O entrevistador organizou assim, se tiver alguma d¨²vida, pode fr ele.¡± O gerente do departamento de RH disse um sorriso antes de se afastar. Isso era estranho, acabara de chegar e j¨¢ estavao secret¨¢ria pessoal do presidente. Ser¨¢ que foi por ter sido a secretaria pessoal de Daniel por um dia, e aqu experi¨ºncia chamou a aten??o do entrevistador? O nome de Daniel era realmente muito influente. Olivia n?o pensou muito sobre isso e continuou arrumando suas coisas. ¨¤s dez da manh?, o telefone ao seudo tocou. Olivia atendeu. ¡°Venha ao escrit¨®rio do presidente para organizar alguns documentos.¡± Do outrodo da linha, veio uma voz suave e familiar. reconheceu aqu voz., mas n?o teve tempo de pensar, e rapidamente respondeu: ¡°ro, estou indo agora mesmo.¡±N?velDrama.Org holds ? this. Cap铆tulo 246 Cap¨ªtulo 246 No seu primeiro dia de trabalho, tudo precisava ser feito da maneira correta. As ordens do presidente eram para ser levadas a s¨¦rio, sem vacilo. Olivia estava os nervos ¨¤ flor da pele. Mesmo a voz familiar n?o teve tempo de analisar. Depois de desligar o telefone, levantou ¨¤s pressas e foi para o escrit¨®rio do chefe. Chegando ¨¤ porta do escrit¨®rio, viu que estava entreaberta. Olhando de fora para dentro, o presidente estava sentado na cadeira, oputador tapando seu rosto. Educadamente Olivia bateu na porta. ¡°Entra.¡± Com permiss?o, entrou, mantendo um sorriso protocr e perguntou respeito: ¡°Presidente, cheguei. Quais documentos precisam ser organizados?¡± O homem estendeu uma pilha de pap¨¦is, suas m?os que seguravam os documentos eram brancas, longas, dedos bem definidos, m?os atraentes. Embora seus olhos estivessem fixos noputador, a t de dez polegadas escondia seu rosto. ¡°¨¦ s¨® isso, pode organizar aqui mesmo,¡± disse o homem, uma voz imponente. Olivia sorriu: ¡°Certo, presidente.¡± se aproximou, pegou os documentos de suas m?os e, curvando-se,e?ou a organiz¨¢-los na mesa. Embora o presidente n?o tivesse instru¨ªdoo organizar, tinha conhecimento sobreo ssificar documentos. folheou os pap¨¦is e logo soubeo deveria fazer. Agrupou os de mesma categoria. Concentrada no trabalho, sentiu uma respira??o se aproximar acima de sua cabe?a e ent?o, uma risada baixa ecoou, a respira??o da risada espalhando-se pelo topo de sua cabe?a. Olivia, surpresa, ergueu a cabe?a rapidamente, quase batendo no queixo do homem. rapidamente desviou a cabe?a. Evitou o contato e viu Sergio apoiado na mesa, rindo para . Olivia parou de folhear os pap¨¦is, os olhos arregdos de surpresa. ¡°Sergio!¡± exmou. ¡°Ah, eu adoro quando voc¨º f meu nome,¡± disse Sergio, um sorriso brilhante. N?velDrama.Org holds ? this. Olivia respirou fundo: ¡°Voc¨º ¨¦ o presidente?¡± Sergio riu: ¡°Pois ¨¦, voc¨º n?o reconheceu minha voz.¡± Olivia, segurando a testa: ¡°Eu vim para trabalhar.¡± ¡°E eu estou contratando normalmente,¡± disse Sergio. Sem folhear mais os pap¨¦is, se levantou, fndo s¨¦rio para ele: ¡°Sr. Griera, acho melhor eu pedir demiss?o.¡± pensava que a empresa a tinha contratado por causa de sua capacidade, por ter estudado dois anos na Universidade de Capital e sempre ter sido uma aluna exemr. Ou pelo menos por conta da sua experi¨ºncia de um diao secret¨¢ria no Grupo Griera. N?o imaginava que a empresa fosse de Sergio! Isso queria dizer que n?o tinha sido contratada por uma entrevista, mas porque o entrevistador recebeu uma liga??o de Sergio, que mandou contrat¨¢ diretamente. Pedir demiss?o n?o era p contrata??o direta de Sergio, mas porque n?o queria mais ter nada a ver com ele. Trabalhar na empresa dele, ainda maiso sua secret¨¢ria do presidente, significava v¨º-lo todos os dias, estar constantemente em contato por causa do trabalho. n?o queria que Sergio pensasse que tinha o perdoado, dando-lhe outra chance. Se era para acabar, que fosse de vez. Ap¨®s fr, Olivia virou-se para sair, mas Sergio disse: ¡°Olivia, n?o tome decis?es impulsivas, se voc¨º pedir demiss?o, n?o vou aceitar e ter¨¢ que pagar uma multa de duzentos mil p quebra de contrato.¡± Olivia parou e olhou para tr¨¢s, para Sergio. parecia frustrada. L¨¢ vinha a multa de duzentos mil de novo! Era mesmo coisa dos capitalistas da fam¨ªlia Griera, at¨¦ as t¨¢ticas eram iguais. Enquanto todose?am um emprego para ganhar dinheiro, , ao pensar em sair, teria que pagar. Sempre havia um jeito de te passar a perna. 1/2 09:47 Cap¨ªtulo 246 Olivia, meio sem sa¨ªda, disse: ¡°Ent?o t¨¢ bom, se voc¨º concorda.¡± Cap铆tulo 247 Cap¨ªtulo 247 ¡°Eu n?o concordo.¡± A express?o de Sergio mudou drasticamente, antes sorridente, adquiriu uma seriedade profunda enquanto ele fixava o olhar n, seus olhos de um castanho quente, que carregavam dentro a saudade intensa dos ¨²ltimos cinco anos. ¡°Olivia, me d¨º mais uma chance, vai. Cinco anos atr¨¢s, eu tamb¨¦m fui enganado. Tomei tantos banhos que me limpei por inteiro.¡± Sergio estava emocionado ao fr, seus olhos refletiam o amor profundo e o remorso que sentia por Olivia. Ao ouvir suas pvras, o cora??o de Olivia doeu profundamente,o se o peso em seu peito aumentasse abruptamente, tornando sua respira??o dif¨ªcil. respirou fundo, tentando expelir aqu sensa??o pesada, mas foi em v?o. ¡°Sergio, eu j¨¢ te perdoei faz tempo¡­¡± Ao dizer isso, Sergio se iluminou de esperan?a. Mas ent?o, continuou: ¡°Mas o passado j¨¢ se passou. N¨®s nunca mais vamos poder estar juntos.¡± Dito isso, virou as costas e partiu. A distancia entre eles n?o era apenas a trai??o manipda de cinco anos atr¨¢s. Havia tamb¨¦m os quatro filhos que teve Daniel, tornando-a m?e. Eles nunca poderiam voltar atr¨¢s. Sabendo que n?o havia mais possibilidade Sergio, estava determinada a cortar o?o rapidamente, sem enr??es ou falsas esperan?as. Sergio correu atr¨¢s d: ¡°Olivia, por que? Eu n?o fui bom o suficiente?¡± ¡°N?o ¨¦ sobre voc¨º, ¨¦ sobre mim.¡± Olivia parou e falou de costas para ele: ¡°N?o adianta, S¨¦rgio. ¨¦ in¨²til.¡± Ele estava prestes a dizer algo quando notou a marca vermelha em seu pesco?o. Mesmo um terno feminino crinho, seu cabelo preso em um rabo de cavalo alto revva seu pesco?o p¨¢lido, e a marca se destacava nitidamente.Ele percebeu imediatamente. Sergio ficou sem f?lego, e sua voz tremia ao perguntar: ¡°Voc¨º j¨¢ tem outro, n?o ¨¦?¡± Olivia fechou os olhos, reprimindo a dor interior, e afirmou firmeza: ¡°Sim.¡± Com isso, saiu do escrit¨®rio e foi para o banheiro. abriu a torneira e espirrou ¨¢gua fria no rosto, tentando extinguir emo??es que n?o deveria ter. precisava acalmar-se. Depois de um tempo, seu cora??o dolorido se acalmou. Olhando-se no espelho, viu seu reflexo desalinhado, mas decidido. Era melhor assim. De repente, notou a mancha vermelha nodo do pesco?o refletida no espelho. Aproximando-se, examinou de perto e viu a marca de mordida. Daniel tinha mordido ontem! Sergio deve ter visto a marca no pesco?o d? Bem, que ele tivesse visto. Isso tamb¨¦m era bom; assim ele desistiria e n?o perderia mais tempo . O que realmente preocupava Olivia agora era que Sergio n?o permitia que se demitisse sem pagata multa de duzentos mil p quebra de contrato. Duzentos mil era uma fortuna para . Como poderia pagar? teria que enfrentar as coisas um dia de cada vez. ¨¤ tarde, preparava a s para uma reuni?o. Como secret¨¢ria, tamb¨¦m deveria estar presente para operar o projetor e exibir os materiais. que eram parte de suas responsabilidades. Os executivos da empresa se odaram, e Sergio, visivelmente abatido, chegou por ¨²ltimo. Olivia evitou olhar para ele e, quando ele entrou, se dirigiu ¨¤ porta da s de reuni?es, pronta para fech¨¢. Um homem alto e imponente, uma presen?a dominante, se aproximou da entrada. Com sua chegada, o ar ao redor parecia congr. Olivia estava fechando a porta quando quase tocou o nariz do homem. Reconhecendo quem era, estremeceu. A porta de m, quase fechada, foin?ada em dire??o ao homem devido ao seu nervosismo. N?vel(D)rama.Org''s content. Uma par de m?os grandes segurou a beirada da porta, e um olhar prante e afiado foin?ado em dire??o a . Capitulo 248 Cap铆tulo 248 Cap¨ªtulo 248 Olivia, tomada pelo panico, se desculpou ¨¤s pressas: ¡°Desculpa, Sr. Griera, eu n?o fazia ideia de que o senhor estaria vindo.¡± Com isso, agarrou a ma?a e abriu a porta abruptamente. Daniel retirou seu olhar g¨¦lido d e entrou, passando ao seudo uma aura t?o fria que parecia uma brisa congnte, fazendo Olivia tremer sem sentir frio. baixou a cabe?a, sem coragem de encarar as roupas dele. Era realmente intimidador. Bruno entrou logo depois e, ao avistar Olivia, disse suavemente: ¡°Secret¨¢ria Souza, ent?o voc¨º veio se dar bem por aqui, que coincid¨ºncia, hein?¡± Olivia deu uma risada for?ada: ¡°Bruno, t¨¢ tirando uma.¡± Na s de reuni?es, os executivos da empresa ocupavam os lugares ao longo da mesa retangr, mas era Daniel quem ocupava a cadeira principal. Vestido um terno sob medida preto, emanava uma distin??o inigual¨¢vel at¨¦ nos punhos, sentado casualmente numa cadeira de couro preta, irradiando uma presen?a dominadora. N?velDrama.Org holds ? this. At¨¦ mesmo Sergio, o presidente da empresa, teve que se contentar um assento ¨¤ direita dele. Todos na s seguravam a respira??o, cuidadosos at¨¦ para respirar. Olivia, os nervos ¨¤ flor da pele, caminhou at¨¦ oputador multim¨ªdia e abriu o PowerPoint. Depois de ligado, se posicionou ereta, aguardando o in¨ªcio da reuni?o. De repente, notou que algo estava errado ps express?es dos presentes, alguns at¨¦ fazendo caretas para . Confusa, Olivia se perguntou o que estava acontecendo. Estariam todos c?ibra na cara? Foi quando o olhar sombrio de Daniel se fixou n. Seus olhos eram profundos e escuros,o o c¨¦u noturno distante e misterioso. Olivia sentiu seu cora??o tremer. Teria feito algo errado para ser olhada assim? Que medo. Sergio formou um c¨ªrculo a m?o e tocou os l¨¢bios, tossindo levemente. Olivia ainda estava perdida. Sergio teve que intervir: ¡°Secret¨¢ria Souza, voc¨º abriu o PowerPoint errado.¡± Olivia se virou rapidamente e viu na t grande uma foto da fam¨ªlia Peppa Pig! Meu Deus, tinha pego o pen drive errado. sentiu o couro cabeludo formigar e o rosto em chamas. Rapidamente, trocou o pen drive e pediu desculpas: ¡°Desculpe, peguei o pen drive errado. Agora est¨¢ certo.¡± Com o pen drive correto, o conte¨²do apropriado foi exibido na t. Todos na s a olharam estranheza. Um dos executivos, percebendo que era a nova secret¨¢ria,n?ou ument¨¢rio sarc¨¢stico: ¡°Secret¨¢ria Souza, isto aqui ¨¦ uma reuni?o executiva, n?o uma s de a de pr¨¦-esc. Preste mais aten??o da pr¨®xima vez.¡± Olivia assentiu e pediu desculpas: ¡°Me desculpe, eu vou prestar mais aten??o.¡± O executivo, achando que tinha feito bonito, olhou para Daniel um sorriso bajdor e disse: ¡°Sr. Griera, desculpe o transtorno. A gente vai ter uma conversinha depois.¡± Daniel, um olhar g¨¦lido,n?ou um olhar prante para o crach¨¢ no peito do executivo, onde estavam seu nome e seu n¨²mero de identifica??o. ¡°Voc¨º pode sair agora¡±, disse Daniel, uma voz baixa, mas cheia de autoridade. O executivo ficou um sorriso congdo, levantou-se apressadamente e saiu da s um medo palp?vel. Teria ele exagerado? O olhar de Daniel realmente era assustador. A atmosfera na s de reuni?es era tensa, fria e opressiva. Todos tentavam respirar o m¨ªnimo poss¨ªvel. Olivia tamb¨¦m tentou se tornar o mais invis¨ªvel poss¨ªvel, mantendo a cabe?a baixa. A reuni?o foi um verdadeiro teste de nervos. Uma hora depois, a reuni?o terminou. Olivia voltou para o escrit¨®rio e serviu-se um copo d¡¯¨¢gua para acalmar os nervos. n?o fazia ideia de que, ao deixar o Grupo Griera, tinha ca¨ªdo na fogueira da Tologia Ser¨¦lia Ltda. Cap铆tulo 249 Cap¨ªtulo 249 estava considerando pedir demiss?o, mas a grana curta n?o deixava. Como diabos ia arranjar duzentos paus pra pagar a multa rescis¨®ria? Seria melhor ir calma e dar um jeito de fazer Sergio dispens¨¢. Olivia estava quebrando a cabe?a pra encontrar uma solu??o, quando o Bruno ligou: ¡°Secret¨¢ria Souza, traz um caf¨¦zinho c¨¢ pro escrit¨®rio.¡± entrou no modo trabalho na hora: ¡°Beleza.¡± Havia uma cafeteira ali mesmo na s das secret¨¢rias. Embora raramente tomasse caf¨¦, aprendeu direitinhoo preparar durante os anos escres. Naqu ¨¦poca, Olivia tinha treinado tanto que virou mestre na arte de fazer caf¨¦. Cinco anos se passaram, e a habilidade s¨® se aprimorou. rapidinho preparou dois caf¨¦s quentes e carregou para o escrit¨®rio do presidente. Daniel e Sergio estavam l¨¢, sentados ¨¤ mesa de reuni?es, discutindo trabalho. Sergio j¨¢ tinha uma aura de nobreza no dia a dia, mas perto do Daniel, n?o tinhao, ele era completamente ofuscado. A presen?a dominadora e a aura de respeito que o Daniel exva tornavam tudo ao redor parecer sem gra?a. At¨¦ o Sergio parecia um cara qualquer perto dele. Olivia, segurando a respira??o, entregou os caf¨¦s, um na frente do Daniel e outro na frente do Sergio, e disse educadamente: ¡°Aqui est?o os caf¨¦s dos senhores Griera.¡± Dito isso, j¨¢ ia saindo de fininho, mas Sergio a chamou: ¡°Olivia, sente-se conosco, o assunto da conversa diz respeito a voc¨º.¡± Tem a ver ? Aquilo a deixou atordoada, mas se sentou, mantendo uma postura respeitosa, as m?os juntas ¨¤ frente. Daniel e Sergio estavam frente a frente, e sentou do outrodo da mesa quadrada. ¨¤ sua esquerda estava Sergio e ¨¤ direita, Daniel. O frio e a press?o vindo da direita a deixavam desconfort¨¢vel. Sem saber do que eles fvam, n?o ousou perguntar, mantendo sempre um sorriso protocr nos l¨¢bios. Sergio olhou para curiosidade e perguntou: ¡°Olivia,o ¨¦ que voc¨º tem um PowerPoint de desenho animado?¡± Original from N?velDrama.Org. Aquilo fez o cora??o de Olivia perder uma batida. Instintivamente, olhou para Daniel. O olhar profundo dele tamb¨¦m estava n, aguardando uma resposta. A press?o sobre Olivia aumentou. Como teria um PowerPoint de desenho animado? Era por causa da Iria e da In¨ºs em casa, que adoravam assistir ¨¤ Peppa Pig. N?o bastava ver os epis¨®dios na TV, s queriam mais hist¨®rias. Todo santo dia, antes de dormir, pediam para contar uma hist¨®ria da Peppa Pig. E n?o podia ser uma que j¨¢ tinha passado na televis?o. De onde tiraria tantas hist¨®rias? acabou fazendo um PPT, organizava uma hist¨®ria por dia, e ¨¤ noite conseguia contar para as crian?as, at¨¦ podia usaro se fosse um desenho animado para entreter as duas pestinhas. Quem diria que o pendrive estaria no bolso da sua blusa e que, nervosa a press?o do Daniel, se enganaria na hora de usar? Agora, ali, na frente do Daniel, sendo questionada, estava o cora??o na m?o. O suor frio cobriu suas costas. Tinha que responder direito, sen?o o segredo das pequenas seria descoberto. tentou parecer o mais natural poss¨ªvel e disse: ¡°Isso ¨¦ um hobby pessoal meu, gosto de assistir ¨¤ Peppa Pig, ent?o fiz um PPT para me distrair quando estou de bobeira.¡± Ao terminar de fr, viu o canto dos l¨¢bios de Daniel se curvar levemente, um ar enigm¨¢tico.. Sergio deu risada e falou: ¡°Olivia, que hobby mais peculiar,o ¨¦ que eu nunca imaginei esse seu lado infantil?¡± Antes? Essa pvra fez o cora??o de Olivia afundar. olhou instintivamente para a express?o de Daniel. Cap铆tulo 250 Capitulo 250 A express?o de Daniel estava gelida,o se estivesse coberta por uma geada, e uma atmosfera carregada envolvia-o. Seus dedos longos e bem definidos seguraram a x¨ªcara de cat¨¦ uma casualidade que mal disfar?ava a autoridade subjacente ao gesto, e ele deu um gole da bebida. Para Olivia testemunhar aquilo toi intimidante. fingiu n?o conhecer Sergio, fndo defer¨ºncia: ¡°Sr. Griera, o senhor ¨¦ de uma paci¨ºncia¡­ Consegue lidar qualquer situa??o.¡± Com essas pvras, ramente tentava distanciar-se dele, lembrando-se do momento em que havia mencionado ter um namorado. Uma pontada atingiu Sergio e seu olhar escureceu por um instante antes de ele tamb¨¦m tomar um gole de caf¨¦,o se aquilo pudesse aliviar a dor e o desconforto que the afligiam. Ap¨®s pousar a xicara, ele disse: ¡°Pois ¨¦, daqui para frente, vai ser dificil encontrar um chefe t?o compreensivo. Todoetem erros. enquanto alguns n?o perdoam, eu, no entanto, sou capaz de perdoar.¡± Havia um subtexto nas suas pvras. Estava disposto a relevar um erro de trabalhoetido por Olivia. Cinco anos atr¨¢s, ele tamb¨¦metera um erro, mas n?o conseguira o perd?o de Olivia. estava apavorada por dentro, temendo que Sergio mencionasse o passado. Com Daniel ali, se ele descobrisse que, cinco anos atr¨¢s, enquanto o namorado de Olivia dormia outra mulher no quarto aodo, Sergio estava ¨C pior ainda, a namorada do pr¨®prio sobrinho -, Deus sabe qual seria a rea??o. S¨® de pensar, Olivia sabia que a situa??o poderia ser dram¨¢tica, emocionante e perigosa. N?o querendo arriscar que Daniel descobrisse o passado e cavasse mais fundo, descobrindo at¨¦ mesmo seus quatro filhos, Olivia fez de tudo para esconder seus segredos, temendo que a verdade sobre seus filhos fosse desenterrada. Era melhor evitar problemas. Olivia tentou se afastar ao dizer: ¡°Sr. Griera, reconhe?o que sou meio afobada. Se realmente n?o puder me perdoar, pode buscar outra secretaria.¡± Era a chance perfeita para se afastar, esperando ser demitida. Sergio ficou rmado e tentou fr, mas Daniel colocou sua x¨ªcara de caf¨¦ dedo e uma voz magn¨¦tica falou: ¡°Leve-a para o Grupo Griera, para trabalhar ao meudo. N?o h¨¢ secret¨¢ria que eu n?o possa moldar.¡± Ele queria dizer que seria ele a moldar Olivia, at¨¦ que se tornasse uma secret¨¢riapetente. Olivia ficou pasma, mal havia conseguido sair do Grupo Griera e agora poderia ter que voltar. Sergio ficou ainda mais ansioso, suas pvras anteriores tinham sido apenas para manter Olivia por perto. Ele n?o achava que n?o tinha capacidade. E agora, seu tio queria lev¨¢ para trabalhar diretamente ele! Isso n?o podia acontecer. Sergio apressou-se em dizer: ¡°Tio, eu¡­¡± ¡°N?o precisa agradecer.¡± Danieln?ou-lhe um olhar enigm¨¢tico e acenou para Bruno: ¡°Olivia, reorganize as fun??es d.¡± Bruno assentiu respeitosamente e saiu apressado do escrit¨®rio para cuidar da tarefa, antes mesmo de Sergio ter tempo para impedir. Olivia, ansiosa, levantou-se e disse a Daniel: ¡°Sr. Griera, eu acho que estou bem aqui¡­¡± n?o conseguiu terminar a frase quando Daniel ergueu os olhos, e um olhar profundo e opressor avez interromper suas pvras instintivamente. Daniel disse: ¡°Voc¨º acha que tem direito de fr?¡± Olivia: ¡°¡­¡­¡± ,o uma funcion¨¢ria de menor escal?o, realmente n?o tinha direito de interferir nas decis?es do grande chefe. Mas aqu decis?o afetava sua posi??o na empresa. This belongs to N?velDrama.Org - ?. Daniel se levantou e saiu. Sergio, desesperado, levantou-se para panhar: ¡°Tio, na verdade esse assunto ainda pode ser discutido¡­¡± Ele era grato p inten??o do tio, mas n?o era que ele desprezasse Olivia; ele s¨® queria que o perdoasse. Cap铆tulo 251 Cap¨ªtulo 251 ¡°Corta essa, faz teu trabalho direito.¡± Daniel Grieran?ou um olhar dedo e, uma frase seca e definitiva, partiu suas longas pernas, sem mais delongas. Sergio Griera ficou parado, frustrado, passando a m?o pelos cabelos. Se soubesse, n?o teria sementado na frente do tio sobre ter errado, buscando o perd?o de Olivia Souza. Acabou dando a entender para Daniel que ele culpava Olivia pelo erro na s de reuni?es e n?o queria perdo¨¢. Que mal-entendido colossal. S¨® que o tio tinha uma presen?a imponente, autorit¨¢ria e incontest¨¢vel. Sergio queria se explicar, mas n?o teve chance. E Olivia parecia petrificada. Depois de tudo, voltou a ser secret¨¢ria de Daniel! se esfor?ou tanto para sair do Grupo Griera, mas foi em v?o. Finalmente, a tarde chegou e , a hora de ir embora. Olivia saiu da empresa e estava prestes a pegar o ?nibus quando um Porsche prateado parou ¨¤ sua frente. A jan se abriu, revndo o rosto gentil e atraente de Sergio: ¡°Olivia, entra no carro.¡± olhou para ele de rnce, mas n?o entrou, dizendo: ¡°Sr. Griera, as pessoas fm demais, n?o quero ser mal interpretada.¡±Original from N?velDrama.Org. A express?o de Sergio escureceu, e ele perguntou: ¡°O que, t¨¢ preocupada que teu namorado v¨¢ ficar com ci¨²mes?¡± Os l¨¢bios de Olivia se retesaram e for?ou um sorriso descontra¨ªdo: ¡°Pois ¨¦, o meu namorado ¨¦ um ciumento de carteirinha, ele n?o gosta de ver outras mulheres por perto, nem que eu me aproxime de outros homens.¡± Essas pvras atingiram Sergio em cheio, causando uma dor aguda. ainda se importava o que aconteceu h¨¢ cinco anos e n?o conseguia perdo¨¢-lo. Sergio saiu do carro, abriu a porta e, num movimento r¨¢pido, puxou-a para dentro, afivndo seu cinto de seguran?a. Olivia, t?o esquiva quanto um gato, protestou irritada: ¡°Sergio, o que voc¨º pensa que t¨¢ fazendo? Me deixa sair!¡± ¡°Eu s¨® quero te levar pra casa.¡± Sergio ligou o carro. ¡°Eu n?o quero sua carona! N?o vou no seu carro!¡± retrucou Olivia, irritada. No entanto, o carro j¨¢ estava em movimento, acelerando rapidamente. Saltar do carro n?o era uma op??o. precisava se proteger, afinal, o que seria dos seus quatro pequenos? ¡°Oli, por favor, n?o seja assim,¡± disse Sergio, encontrando um momento para olhar para tr¨¢s. Sua voz mostrava-se ferida, seu olhar carregado de dor. Ouvindo-o cham¨¢ de Oli novamente, um tom suave e carinhoso, o cora??o d se apertou. Mem¨®rias do passado,o um filme, passavam por sua mente. Os tempos de faculdade, o amor ing¨ºnuo e doce. Ele a chamava de Oli carinho, estudavam juntos na biblioteca at¨¦ tarde, esperava na f para comprar seu tiramisu favorito e a panhava at¨¦ a entrada do dormit¨®rio feminino. Essas lembran?as eram t?o bs que tornavam o evento subsequente, que virou sua vida de cabe?a para baixo, ainda mais doloroso e repentino. Olivia reprimiu sua fraqueza momentanea e riu despreocupadamente: ¡°Sr. Griera, melhor voc¨º continuar me chamando de Olivia. Fico mais ¨¤ vontade assim.¡± Sergio sentiu o golpe. N?o importava qu?o humilde ou gentil ele fosse, nada derretia o gelo em seu cora??o. Ele n?o disse mais nada e parou o carro na entrada do condom¨ªnio. Preocupada a possibilidade dele entrar, Olivia apressou-se: ¡°Pode parar aqui.¡± Sergio n?o insistiu e parou na entrada do condom¨ªnio. Olivia retirou cinquenta reais da bolsa, colocou no banco do carro e disse: ¡°Aqui est¨¢ o dinheiro da corrida. N?o quero ficar devendo nada a ningu¨¦m. Sr. Griera, at¨¦ mais.¡± fechou a porta do carro. O cora??o de Sergio doeuo se tivesse sido perfurado por uma espada. Cap铆tulo 252 Cap¨ªtulo 252 Olivia desceu do carro e, sem olhar para tr¨¢s, seguiu em dire??o ao condom¨ªnio. Sergio contemplou a silhueta d se afastando e, em seguida olhou para a nota de cinquenta reais deixada no assento. Uma tristeza profunda pairava naqueles olhos expressivos. Sem alternativa, ele ligou o carro e foi embora. A meio caminho, Olivia olhou para tr¨¢s e, ao ver que Sergio havia partido, soltou um suspiro aliviado. Ao verificar o rel¨®gio, percebeu que era hora de pegar os pequenos na esc. Voltou pelo mesmo caminho e se dirigiu ao jardim de infancia para buscar os quatro pimpolhos. pagara a corrida a Sergio porque n?o queria ficar devendo nada a ele, e tamb¨¦m para evitar que ele a trouxesse de volta outra vez. A timing estava perfeito hoje; as crian?as tinham acabado de sair da s de a e ainda n?o haviam deixado o col¨¦gio. E na pr¨®xima vez? Se por acaso eles estivessem saindo e se deparassem Sergio a deixando em casa, os pequenos certamente a chamariam de m?e entusiasmo. Ent?o, o segredo dos filhos estaria exposto. Sergio fazia parte da fam¨ªlia Griera, era at¨¦ sobrinho de Daniel. Se ele descobrisse, Daniel tamb¨¦m saberia. E isso seria perigoso demais. Por isso, tinha que impedir que Sergio a levasse para casa de novo. Chegando ¨¤ entrada do jardim de infancia, viu os professores conduzindo as crian?as formando um trenzinho. Entre s, estavam os quatro tesouros da Olivia, andando desajeitadamenteo pinguins em f, uma cena de derreter cora??es. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only ¡°Mam?e!¡± Ao verem a m?e, os olhos das crian?as brilharam e s chamaram vozes infantis e doces. Olivia sentiu o cora??o amolecer. Com um sorriso caloroso nos l¨¢bios, respondeu: ¡°Ei, meus amores, venham c¨¢, a mam?e veio buscar voc¨ºs pra casa.¡± Liberadas p professora, as crian?as correram e pram em dire??o a , jogando-se em seus bra?os. Com os pequenos apertados contra si, o amor maternal transbordou, incapaz de esconder o carinho por eles enquanto distribu¨ªa beijos em suas bochechas macias e cheirosas a leite, um conforto tanto para o cora??o quanto para a alma. ¡°Mam?e, eu te amo¡±, Iria disse, abra?ando as pernas de Olivia. ¡°Eu tamb¨¦m, amo a mam?e¡±, derou In¨ºs sua pose descda. ¡°Eu tamb¨¦m, eu amo mais a mam?e!¡±, exmou Joel, sua voz infantil e apressada,o se temesse ficar de fora. Ap¨®s dizer isso, ele se p?s na ponta dos p¨¦s, tentando alcan?ar Olivia para um beijo, ficando o rostinho vermelho de esfor?o. Percebendo a inten??o dele, Olivia se abaixou para facilitar, e Joel deu um beijo estdo em seu rosto, demonstrando seu amor. ¡°Eu tamb¨¦m quero beijar¡±, disse Iria, aproximando-se seu rostinho fofo e pressionando contra o rosto contra o de Olivia, deixando um beijo demorado. ¡°Eu tamb¨¦m quero¡±, apressou-se In¨ºs, n?o querendo ficar para tr¨¢s, e tamb¨¦m beijou Olivia. Heitor observava dedo, ramente querendo participar. Ele tamb¨¦m amava muito a m?e e desejava beij¨¢, mas era mais reservado, achando aquilo um tanto infantil. Seu rosto angelical estava s¨¦rio, dando-lhe um ar de frieza, mas as sobrancelhas levemente franzidas entregavam seu desejo. Olivia captou o que Heitor sentia e se aproximou para beij¨¢-lo suavemente, sussurrando: ¡°O Heitor tamb¨¦m ama a mam?e, e sabe disso.¡± 1/1 Cap铆tulo 253 Cap¨ªtulo 253 Olivia exibia um sorriso de pura felicidade, aconchegando seus quatro filhos em seus bra?os, protegendo-oso uma galinha cuida de seus pintinhos. A cena calorosa e alegre atraiu a aten??o de outros pais que estavam por perto. Os velhinhos que adoram um burburinho se aproximaram, entre a inveja e a surpresa, perguntaram: ¡°Mo?a, esses quatro s?o todos seus filhos?¡± assentiu a cabe?a. ¡°Eles parecem ter a mesma idade, s?o quadrig¨ºmeos?¡± Olivia continuou assentindo. ¡°Nossa Senhora, menina, quatro de uma vez e todos t?o bonitos e charmosos, voc¨º ¨¦ fera mesmo. Nem galinha choca sai quatro assim.¡± O velho estava admirado e ao mesmo tempo achava incr¨ªvel, olhando para Olivia respeito. Mulher de hoje em dia, sabeo fazer. Olivia sorriu sem gra?a. N?o era que sabia fazer, mas sim o pai das crian?as, um verdadeiro reprodutor. Lembrava-se daqu noite em que quase perdeu metade da sua vida. Era a sua primeira vez, e do c¨¦u tinha ca¨ªdo um homem t?o forte e valente, que realmente testou os seus limites. Sob olhares invejosos, levou os filhos para casa. No caminho, encontrou Teresa Rocha, apressada a caminho da creche. ¡°Olivia, voc¨º foi buscar as crian?as? Eu estava no jogo de cartas e quase esqueci a hora.¡± Teresa enxugou o suor da testa e suspirou aliviada. Temia chegar tarde e que outro pai ou m?e levasse seus filhos por engano. Ainda bem que foi Olivia quem os pegou. Olivia disse: ¡°M?e, agora as crian?as na creche, temos que respeitar o hor¨¢rio, voc¨º devia colocar um rme.¡± Original from N?velDrama.Org. n?o podia garantir que sempre chegaria na hora, e se um dia se atrasasse? ¡°T¨¢ certo, eu sei. ¨¦ que ainda n?o me acostumei o primeiro dia de a deles. E o seu primeiro dia de trabalho,o foi?¡± Teresa perguntou sobre o emprego de Olivia. Olivia parecia desanimada: ¡°¨¦plicado.¡± Ao ver a rea??o d, Teresa ficou ansiosa e disse: ¡°N?o seja t?o exigente, a empresa pagou uma grana alta para te contratar, eles valorizam o seu talento. A press?o no trabalho ¨¦ normal, logo voc¨º se acostuma, n?o seja teimosa.¡± Olivia se sentia impotente, sem poder contar a Teresa sobre os altos e baixos no trabalho. Parecia que tinha sa¨ªdo de uma fogueira para cair em outra. Como de costume, sorriu otimista e disse: ¡°M?e, eu sei, n?o se preocupe.¡± ¡°T¨¢ dinheiro a¨ª? Acabou o fundo de casa, nem fizemos aspras de hoje. E acabou o leite em p¨® da Iria e da In¨ºs, precisamosprar mais.¡± Teresa continuou. Os cinquenta mil de Olivia tinham ido todos para a mensalidade escr das crian?as. estava quase sem dinheiro. Sentiu um peso enorme nos ombros. Chegando em casa, vasculhou ¨¤ bolsa e encontrou quinhentos e cinquenta reais em esp¨¦cie, entregou tudo a Teresa: ¡°M?e,pra as coisas isso. Depois que receber meu sal¨¢rio, te passo mais.¡± ¡°Quinhentos e cinquenta reais n?o d?o nem para o leite em p¨®. Eu disse para voc¨º arrumar um homem e casar, mas voc¨º n?o quer ouvir!¡± Teresa saiu resmungando para fazer aspras. Olivia ficou preocupada, parecia que teria de fazer um bico ¨¤ noite para ajudar nas despesas. Foi quando Daisy, da Mundo Nudo, ligou. ¡°Olivia, faz tempo que voc¨º n?o aparece para fazer um extra. O vinho est¨¢ vendendo que nem ¨¢gua, pagamento na hora. Que tal vir ¨¤ noite?¡± Daisy ofereceu a tenta??o pelo telefone. Olivia olhou para Iria, que estava de olho no pote de leite em p¨® vazio, uma cara de quem queria mas n?o tinha. N?o queria mais fazer bico no Mundo Nudo. 1/2 10:06 Cap¨ªtulo 253 Mas n?o tinha escolha. aceitou: ¡°Tudo bem, eu apare?o ¨¤ noite.¡± Capitulo 754 Mundo Nudo. Cap铆tulo 254 Capitulo 254 Olivia vestiu o uniforme de trabalho enquanto Daisy the entregava uma garrafa de vinho tinto, junto com uma bandeja: ¡°Olivia, a galera do camarote VB t¨¢ pedindo dois ma?os daqueles cigarros de primeira, leva pra eles,¡± Os cigarros foram dispostos na bandeja, apenaso coadjuvantes, ja que o vinho tinto era a estr da noite. Olivia n?o era boba, sabia bem o que se passava na cabe?a da Daisy, queria faturar a venda do vinho. Afinal, o lucro do vinho tamb¨¦m contavao m¨¦rito da Daisy, N?o apenas receberia umaiss?o, mas no fim do m¨¦s, o bonus da Daisy seria ainda maior, Era um jogo de ganha-ganha, e Olivia n?o se opos, Mas, por que tinha que ser o V8 de novo? Antes de ir, Olivia perguntou: ¡°Daisy, quem s?o os clientes do camarote V8 hoje?¡± Esperava que n?o fosse Daniel e sua turma outra vez, realmente n?o queria encontr¨¢-lo. Daisy sorriu sem dar uma resposta direta, deixando um ar de mist¨¦rio: ¡°Rxa, s?o clientes que tu d¨¢s conta, ¨¦ s¨® entrar que tu vai ver,¡± Clientes que sabia lidar? Provavelmente eram clientesuns, e n?o Daniel, Aquele tipo de cliente uma presen?a imponente e fria, definitivamente, n?o era algo que poderia lidar facilmente. Olivia tentava se acalmar, lembrando-se de que Daniel era ocupado demais para frequentar o C¨¦u Encoberto todos os dias. Com a bandeja em m?os, chegou ¨¤ porta do camarote V2 e bateu, ¡°Entra.¡± A voz de um homem, misturada a m¨²sica ambiente, ecoou do interior. Olivia escutou atentamente, e percebeu que a voz n?o era de Daniel. Aliviada por n?o ser Daniel, rxou um pouco. Ao abrir a porta e entrar, e?ou educadamente: ¡°Senhores, seus cigarros chegaram¡­¡± parou de fr quando viu os homens sentados no sof¨¢, sua voz travou. Era um rosto mais familiar que o outro. Especialmente o homem sentado na ponta do sof¨¢, uma postura casual mas imponente. Um terno preto feito sob medida destacava sua estatura alta e atl¨¦tica, conferindo-lhe ainda mais dignidade e profundidade. Era Daniel! Depois dele, vinham Carlos Marques, Rayan Mendes e Vicente Fontes! Era aqu turma de yboys de novo! Olivia pensou se ainda dava tempo de fugir,o se nunca tivesse estado ali, Enquanto olhava para Daniel, ele tamb¨¦m a encarava. Um olhar gdo, prante e opressivo que nem a ilumina??o aconchegante do camarote consegu¨ªa aquecer. O frio emanando dele parecia abaixar a temperatura do ambiente. Olivia sentiu um arrepio, e rapidamente colocou os cigarros sobre a mesa: ¡°Aqu¨ª est?o as coisas, aproveitem.¡± , vestindo o uniforme do C¨¦u Encoberto, se inclinou, e um pouco de sua pele ficou ¨¤ mostra. Daniel notou, e a frieza em seus olhos se intensificou. Carlos, panhado por uma b mulher, percebeu a entrada de Olivia e a rea??o de Daniel Aproveitando a oportunidade parafofocar, ele soltou um som sarc¨¢stico de desd¨¦m. ¡°N?o ¨¦ ¨¤ toa que o nosso Sr. Daniel nunca se mistura conosco. Parece que estava esperando algu¨¦m.¡± Olivia se levantou, confusa a insinua??o de Carlos de que Daniel a estava esperando, e os olhos desviados, murmurou: ¡°Eu j¨¢ vou indo.¡± Ao virar-se para sair, Carlos, maliciosamente, esticou o p¨¦. Olivia trope?ou e sen?ou para odo, bem na dire??o do rosto de Daniel 1/2 10:06 Cap¨ªtulo 254 ainda segurava a bandeja o vinho tinto. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Se a bandeja acertasse o rosto de Daniel, sem d¨²vida seria o fim d. Cap铆tulo 255 Cap¨ªtulo 255 Num momento de pura adrenalina, Olivia jogou a bandeja para odo e, num impulso, se jogou nos bra?os de Daniel. Seu rosto acabou, por um acaso do destino, prensando o dele. A pele do homem era el¨¢stica e queimava numa temperatura intensa. Em panico, Olivia sentiu o calor do rosto dele e seu cora??o esquentou at¨¦ parecer que ia pr do peito. Toda atrapalhada, tentou se levantar: ¡°Desculpa, n?o foi por querer.¡± Original from N?velDrama.Org. agarrou o crinho do terno deleo apoio para se levantar, mas seu pulso foi capturado por uma m?o ¨¢spera e forte. A m?o dele, ¨¢spera e quente, prendeu o pulso de Olivia,o se ele tivesse agarrado o pr¨®prio cora??o d, apertando at¨¦ faltar o ar. Olivia, sem saber o que fazer, tentava se soltar: ¡°Senhor Griera, eu juro que foi sem querer.¡± Daniel, a outra m?o, segurou firme a cintura d e a puxou para sentar numa de suas pernas. ¡°Que poder, Sr. Daniel!¡± Carlos ca?oou, um sorriso cheio de mal¨ªcia. Rayan e Vicente se levantaram num pulo, sabendo que se Daniel se irritasse, seria tarde demais. O olhar gdo de Daniel perfurou Carlos: ¡°Parece que sua l¨ªngua precisa de uma cirurgia.¡± Carlos, assustado, apressou-se a sair do camarote junto Rayan e Vicente: ¡°Mal-entendido, sem ressentimentos, Sr. Daniel. Eu j¨¢ estou indo, n?o disse nem vi nada.¡± O grupo saiu apressado, levando suaspanhias. Carlos ainda voltou para fechar a porta cuidado. No grande camarote, restaram apenas Olivia e Daniel. Ele ainda segurava seu pulso e sua cintura, sentada em sua perna e presa em seus bra?os. podia sentir ramente o batimento card¨ªaco firme e potente dele. Olivia ficou ainda mais assustada, seu cora??o disparadoo gr?os de milho em ¨®leo quente. ¡°Senhor Griera, n¨®s n?o temos nada um o outro, isso n?o est¨¢ certo,¡± disse Olivia, tentando se soltar, sem sucesso. O olhar profundo e impositivo de Daniel a prendia: ¡°N?o temos nada? Acho que voc¨º esqueceu o que aconteceu h¨¢ cinco anos. Vou te ajudar a lembrar¡­¡± Enquanto fva, suas m?ose?aram a provocar fa¨ªscas por onde passavam. Onde tocavam, queimavamo fogo selvagem, deixando a pele de Olivia ardente e formigante. tremia de medo: ¡°Senhor Griera, aquilo h¨¢ cinco anos foi um acidente, n?o leve para odo pessoal¡­ Ah!¡± Antes que pudesse terminar, sentiu um frio no ombro, a roupa deslocada e a mordida firme. gritou de dor. Daniel,o um dem?nio sedento, cravou os dentes em seu ombro macio. Olivia tremia de dor, tentando empurr¨¢-lo, mas suas m?os estavam imobilizadas. implorou em panico: ¡°Senhor Griera, foi o Carlos que me trope?ou, eu n?o tive culpa.¡± Daniel soltou seu ombro e sua l¨ªngua passou pelo local mordido. A sensa??o quente e ¨²mida erao uma corrente el¨¦trica percorrendo sua pele sens¨ªvel. Olivia n?o aguentava mais. ¡°Voc¨º parece n?o se lembrar do que eu disse na noite retrasada,¡± a respira??o perigosa e quente de Daniel sussurrava em seu pesco?o. Como um predador pronto para atacar a qualquer momento. Olivia congelou, sem se atrever a mexer. revirou a mem¨®ria, lembrando da noite anterior. Daniel a tinha mordido, advertindo-a de que, independentemente de quem estivesse em seu cora??o, seu corpo pertencia apenas a ele. , temendo que ele fosse ¨¤ sua casa e descobrisse seus filhos, quis logo se livrar dele, concordando com o que ele dissesse. Olivia, apavorada, disse: ¡°Senhor Griera, eu n?o me esqueci¡­¡± 1/1 Cap铆tulo 256 Cap¨ªtulo 256 Daniel n?o conseguia esquecer aquele dia em que Olivia apareceu para trabalhar no Mundo Nudo com uma blusa que, aos seus olhos. parecia provocante demais. Cada vez que se inclinava, ele sentiao se parte d estivesse sendo exposta ao olhar dos outros homens, o que o deixava furioso. Com um gesto firme, ele soltou o pulso d e segurou seu queixo, for?ando-a a encar¨¢-lo. Seus olhos escuros e prantes encontraram os d, frios e intensos, enquanto ele propunha: ¡°Vamos fazer um acordo.¡± Sob o peso daquele olhar dominador, Olivia sentiu um arrepio percorrer sua espinha, seu cora??o batia forte, especialmente naqu posi??o t?o intima. O h¨¢lito viril de Daniel a envolvia, deixando-a confusa e encurrda. ¡°Que tipo de acordo?¡± perguntou, a voz tr¨ºm. ¡°Voc¨º se torna minha mulher, e eu te ofere?o dinheiro, poder, posi??o e at¨¦ mesmo educa??o. Tudo o que voc¨º quiser, eu providenciarei¡±. disse Daniel uma voz grave e sedutora, fazendo o cora??o de Olivia tremer. Seus olhos se arregram, chocados e incr¨¦dulos. Depois do choque inicial, se acalmou. Sabia que Daniel n?o tinha a inten??o de casar ; apenas queria mant¨ºo sua amante. Antes, ele fingia responsabilidade, reconhecendo-ao namorada. Agora, ele dispensava at¨¦ mesmo as desculpas mais convincentes, derando abertamente suas inten??es. poderia ter tudo, exceto o status de esposa. n?o queria nada disso; o que realmente desejava era o reconhecimentoo sua leg¨ªtima esposa, algo que ele jamais lhe daria. Havia um abismo social entre eles; o velho Sr. Griera j¨¢ havia deixado ro que n?o era digna de entrar na fam¨ªlia Griera. Daniel se casaria algu¨¦m de seu pr¨®prio n¨ªvel social, uma herdeira rica. E o que tinha para reivindicar o lugar de Sra. Griera? Apenas o fato de ter dormido Daniel cinco anos atr¨¢s? Daniel queria seu corpo jovem, mas quando se cansasse, a descartaria sem pensar duas vezes. A agita??o de Olivia rapidamente se transformou em calma. ¡°Sr. Griera, ¨¦ uma proposta tentadora, mas eu n?o aceito¡±, respondeu firmeza. ¡°Ah ¨¦? Voc¨º tem uma op??o melhor?¡± Daniel ergueu seu queixo, sua respira??o fria contra o rosto d. ¡°Sim, eu tenho uma op??o melhor.¡± ¡°Sua op??o ¨¦ o Sergio, certo?¡± Daniel apertou o queixo d, seu olhar g¨¦lidoo uma tempestade de inverno. Cinco anos atr¨¢s, a trag¨¦dia que a fez abandonar a esc foi a trai??o de Sergio. terminou ele, n?o conseguiu aceitar a realidade e foi consumida p tristeza, incapaz de manter uma vida normal. Dias atr¨¢s, havia se demitido do Grupo Griera, alegando ter encontrado um lugar melhor. Esse lugar melhor era a empresa de Sergio! R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only dizia que n?o perdoava Sergio, mas seus atos a aproximavam dele a cada momento. Quando Daniel mencionou Sergio, Olivia se surpreendeu, seu cora??o disparado em turbul¨ºncia. Daniel sabia do envolvimento d Sergio? pensou que ele nunca descobriria. No dia anterior, na empresa, tentou agiro se n?o conhecesse Sergio, o que para Daniel deve ter sido rid¨ªculo. Com o cora??o batendo depassado e sentindo-se perdida, Olivia enfrentou a realidade daqu situa??oplexa e desconfort¨¢vel. Cap铆tulo 257 Capitulo 257 cerrou os dentes e simplesmente admitiu ¡°Silm, elle ¨¦ meu ex-namorado Namoramos por dois anos Quando ele perguntou quante tempo e havia namorado o ex, achou estranho na hora. Como elle sabia sobre seu rcionamento passado? Agora, percebia que ele is sabia sobre o passado d Sergio. Se fosse para rejeitar Daniel para n?o ser mantida por ele, admitia que gostava do Sergio! Ser mantida pelo Daniel n?o era f¨¢cil Naqu noite turbulenta de cinco anos atr¨¢s, ele havia mostrado o qu?o dif¨ªcil poderia ser. Al¨¦m disso, se se tornasse a mulher dele, teriam contato constante e, se ele descobrisse qualquer pista sobre as crian?as, estaria tudo acabado! Quando Olivia admitiu que gostava do Sergio, o ar frio em torno de Daniel se intensificou instantaneamente. Ele agarrou a nuca d e pressionou sua cabe?a para baixo, aproximando seus rostos. A distancia entre eles era t?o curta que podiam ver os poros um do outro, e suas respira??es se entr?avam. Olivia rapidamente se apoiou no peito dele, tentando aumentar a distancia; seu cora??o, que estava contido p raz?o, batia mais forte. Daniel o rosto sombrio, levantou ligeiramente o queixo e ro?ou os l¨¢bios nos d um sopro gdo e autorit¨¢rio: ¡°O corpo dele n?o ¨¦ seu, e seu corpo n?o ¨¦ dele! Olivia, n?o teste minha paci¨ºncia. Eu j¨¢ disse, seu corpo pertence apenas a mim!¡± Ele era gelo, opress?o, um sopro frio e imc¨¢vel que, suas pvras, picava os l¨¢bios d, uma amea?a incontest¨¢vel. A pele de Olivia e seu cora??o foram atingidos p dor, seus olhos se arregram e disse: ¡°Sr. Griera, eu j¨¢ disse que aqu noite foi um acidente¡­¡± ¡°N?o h¨¢ acidentes na minha vida!¡± Daniel falou autoridade, seus olhos profundos e imc¨¢veis. havia se tornado sua mulher e deveria ser sua mulher! Ele nunca permitiria que tivesse qualquer contato f¨ªsico outro homem. Olivia ficou assustada a ferocidade em seus olhos, e sua voz tremia: ¡°Sr. Griera, eu n?o quero ser sua secret¨¢ria, nem a do Sergio. Vou deixar as duas empresas e nunca mais aparecer diante de voc¨ºs. Podem me deixar em paz?¡± Daniel sorriu friamente, intimidador: ¡°Fora do Grupo Griera, nenhuma empresa vai querer voc¨º.¡± O cora??o de Olivia afundou. Daniel estava tentando bloque¨¢? n?o poderia mais trabalhar na Capital, mas talvez em outra cidade¡­ Assim que pensou isso, a voz fria de Daniel soou novamente: ¡°Para onde voc¨º fugir, eu tenho meios de fazer sua vida imposs¨ªvel!¡± A respira??o de Olivia parou. Ele n?o estava dando a uma escolha, mas sim apenas uma op??o. Ou seria a mulher dele, dinheiro e poder. Ou, seria deixada para morrer de fome. Morrendo de fome n?o importava, mas tinha quatro tesouros para cuidar. Se n?o tivesse renda, seus pequenos passariam fome. Lembrando do olhar ansioso de Iria para ata de leite em p¨® vazia, seu cora??o se apertou de dor. Se n?o houvesse maisida, as crian?as sofreriam ainda mais. Olivia, sem escolha, disse: ¡°Sr. Griera, posso pensar um pouco?¡± O olhar de Daniel escureceu, ele a soltou e pegou uma ta?a da mesa, colocando-a na cabe?a d: ¡°Fique de p¨¦ aqui na minha frente, e quando decidir, pode tirar a ta?a.¡± Olivia queria chorar. A base da ta?a era menor do que o corpo, se estivesse em uma superf¨ªcie na, ficaria est¨¢vel. Mas o topo de sua cabe?a definitivamente n?o era um lugar est¨¢vel. Com a ta?a na cabe?a, bn?ando, tinha que ficar im¨®vel, sem se atrever a se mexer. ¨¤ sua frente estava o rosto de Daniel, de uma beleza estonteante, tra?os marcantes e definidos. Ele pegou um ma?o de cigarros da mesa de centro, tirou um e o levou aos l¨¢bios. Cada movimento exva urha nobreza inata. Capitulo 258Original from N?velDrama.Org. Cap铆tulo 258 Cap¨ªtulo 258 Daniel acendeu o cigarro, segurando-o entre os dedos. A fuma?a se enrva no ar, enquanto seu rosto permanecia ro e distinto, tra?os fortes e um olhar g¨¦lido e intimidador que parecia congr o ar ao redor. Olivia mal se atrevia a respirar. Ficou de p¨¦, im¨®vel, admirando o rosto de Daniel, cada vez mais cativante. Seu f¨ªsico esguio e atraente e sua postura nobre exvam um charme incontest¨¢vel. Homens ricos havia aos montes, mas algu¨¦m que unisse riqueza, beleza e um corpo digno de modelo internacional, no topo da piramide, s¨® havia o Daniel In¨²meras mulheres se atiravam aos seus p¨¦s, desejando ser a escolhida. Mas essa chance raramente surgia. Daniel ofereceu a Olivia a oportunidade de ser sua mulher, e ainda estava l¨¢, indecisa. Ser a mulher de Daniel n?o seria nada f¨¢cil, principalmente porque isso aumentaria as chances dele descobrir sobre os filhos. realmente n?o queria aceitar. Mas se recusasse, ele a amea?ava tornar sua vida um inferno. estava numa situa??oplicada. Quando disse que precisava pensar, era s¨® uma forma de ganhar tempo. No fundo, n?o queria aceitar. Achou que, ao pedir um tempo para pensar, Daniel a deixaria ir embora. Mas ele foi direto e a desafiou a ficar equilibrando uma ta?a de vinho na cabe?a at¨¦ que se decidisse. E se nunca se decidisse? E se a ta?a ca¨ªsse e quebrasse? Qual seria a consequ¨ºncia? Olivia n?o ousou perguntar, nem arriscar descobrir o que aconteceria se a ta?a se estilha?asse. ficou ali, firme, a ta?a bn?ando sobre sua cabe?a, tentando se manter ereta e ligeiramente inclinada para manter o equil¨ªbrio. Tr¨ºs horas se passaram. As pernas de Olivia j¨¢ estavam dormentes, e seu pesco?o, t?o r¨ªgido que n?o conseguia se mover. se esfor?ava para manter a postura, mas suas pernase?aram a tremer e n?o aguentou mais. A ta?a deslizou em dire??o ao topo de sua cabe?a, e por instinto, tentou peg¨¢. Ao mover-se, suas pernas doloridas n?o aguentaram o peso, seus joelhos dobraram e caiu de joelhos diante de Daniel. Ele sentado; de joelhos. Era uma cena constrangedora e humilhante. Olivia tentou fr, mas a voz de Daniel soou firme e intimidadora: ¡°N?o adianta implorar.¡± tentou responder, mas nem teve a chance dee?ar, suas pvras foram cortadas ainda no ber?o. This belongs to N?velDrama.Org - ?. Querendo se levantar, mas sem for?as nas pernas, continuou ajoelhada, massageando os m¨²sculos doloridos de suas coxas, olhos cheios de resigna??o e desesperan?a, perguntou: ¡°¨¦ verdade que voc¨º me dar¨¢ o que eu pedir?¡± *ro, exceto a recusa¡±, disse Daniel, apagando o cigarro no cinzeiro e recostando-se no sof¨¢ olhos profundos e misteriosos. Olivia sentiu vontade de chorar. estava prestes a dizer que, se ele dava tudo o que queria, ent?o n?o queria ser sua mulher. Mas sua resposta j¨¢ havia cortado suas pvras futuras. Ele havia antecipado a antecipa??o d. Diante de Daniel, n?o tinha chance alguma. Continuar assim n?o era op??o. Olivia pensou em aceitar temporariamente, esperando encontrar a oportunidade certa para fugir os filhos. disse: ¡°Tudo bem, Sr. Griera, mas voc¨º tem que manter sua pvra.¡± O canto dos l¨¢bios de Daniel se curvou em um sorriso, e um brilho atravessou seu olhar enigm¨¢tico: ¡°Levante-se e me beije.¡± Cap铆tulo 259 Cap¨ªtulo 259 Olivia permaneceu em sil¨ºncio, visivelmente desconfort¨¢vel a situa??o. ¡°Isso est¨¢ um pouco estranho, n?o acha?¡± sussurrou, questionando a atitude dele. ¡°Est¨¢ medo agora?¡± Daniel percebeu que estava recuando, hesitante em agir, e sua voz assumiu um tom mais frio. Constrangida pelo tom severo dele, Olivia se apressou em responder. ¡°De jeito nenhum. ¨¦ que minhas pernas est?o doloridas, est¨¢ dificil levantar agora.¡± Enquanto fva, tentava se erguer o apoio das m?os no ch?o. This belongs to N?velDrama.Org - ?. Mas sua m?o encontrou os cacos do copo quebrado anteriormente, e um deles perfurou seu dedo, fazendo-o sangrar. ¡°Ui!¡± exmou de dor, recuando a m?o imediatamente. Daniel viu as gotas de sangue brotando do dedo d e prontamente segurou seu pulso, puxando-a para cima e a fazendo sentar ao seudo. Ele segurou a m?o d, onde o vidro estava cravado na pele, o sangue serpenteando sobre os fragmentos transparentes, tingindo o vidro de vermelho. Com o cenho ligeiramente franzido, Daniel estendeu a m?o em dire??o ao dedo ferido d. Instintivamente, recuou: ¡°Sr. Griera, ¨¦ s¨® um corte, n?o ¨¦ nada.¡± Mas Daniel, autorit¨¢rio, segurou firmemente sua m?o, impedindo-a de se soltar: ¡°Fique quieta!¡± Suas pvras soaramo uma ordem inquestion¨¢vel. Olivia congelou, sem se atrever a se mover. Daniel se aproximou, sua respira??o fria e profunda misturada um leve aroma de sandalo. Era o mesmo cheiro de cinco anos atr¨¢s. O cora??o de Olivia acelerou, incontrol¨¢vel. Com precis?o, Daniel removeu o caco de vidro um movimento r¨¢pido. O fragmento foi retirado. Olivia inspirou agudamente a dor, e embora n?o gritasse, a express?o em seu rosto mudou, e Daniel percebeu que estava sofrendo. Ele soltou a m?o d e pegou o celr para fazer uma liga??o: ¡°Traga a caixa de primeiros socorros.¡± Em menos de dois minutos, Carlos apareceu a caixa de medicamentos. Ele esperava encontrar vest¨ªgios de uma briga intensa, mas viu Daniel e Olivia sentados no sof¨¢, ambos vestidos e calmos, sem ind¨ªcios de algo perturbador ter acontecido. Ele imaginou que a situa??o deveria ter sido t?o intensa que Olivia se machucou. Mas tudo estava tranquilo. N?o surpreendeu que Daniel o tivesse chamado confiantemente para trazer a caixa de medicamentos. Se nada aconteceu entre eles, o que diabos estiveram fazendo naquele quarto durante tr¨ºs ou quatro horas? Carlos se aproximou, colocou a caixa de primeiros socorros na mesa de centro e, vendo o dedo de Olivia sangrando, perguntou um sorriso: ¡°O que aconteceu? Machucou-se? O Sr. Daniel est¨¢ preocupado.¡± O olhar g¨¦lido de Daniel se voltou para ele. Carlos sentiu o peso desse olhar e imediatamente parou de provocar. Mas Olivia se sentiu envergonhada peloent¨¢rio e tentou sorrir: ¡°Foi sem querer, quebrei o copo e me cortei.¡± Enquanto fva, Daniel abriu a caixa de primeiros socorros, pegou o iodo e um cote. Ele molhou o cote iodo e estava prestes a desinfetar o corte d. Surpresa pelo cuidado, Olivia tentou rapidamente pegar o cote de suas m?os: ¡°Deixe-me fazer isso, ¨¦ s¨® um arranh?o.¡± ¡°N?o se mexa!¡± Daniel ordenou voz severa. Olivia hesitou, sem ousar se mover. Daniel segurou o indicador d uma m?o e, a outra, desinfetou o corte. Depois, jogou o cote no lixo. Com vontade de sair dali, Olivia disse: ¡°J¨¢ est¨¢ tarde, preciso ir. Continuem a¨ª que n?o vou atrapalhar.¡± se levantou e saiu. Cap¨ªtulo 259 Daniel n?o a impediu. Assim que Olivia saiu da s, Carlos, cheio de curiosidade, provocou: ¡°Sr. Daniel, voc¨º est¨¢ fndo s¨¦rio, hein?¡± Carlos nunca tinha visto Daniel ser t?o delicado uma mulher. Um simples corte no dedo e ele mesmo fazendo a desinfec??o. Cap铆tulo 260 Cap¨ªtulo 260 Danieln?ou um olhar gdo para ele, sem dizer uma pvra. Acendeu outro cigarro e, enquanto o braseiroranja-avermelhado crepitava na ponta dos dedos, um sil¨ºncio pesado se estabeleceu. Ap¨®s a sa¨ªda apressada de Olivia do camarote, seu cora??o, antes suspensoo se estivesse em um fio, finalmente pousou pesadamente em seu peito. estava aterrorizada,o se tivesse escapado por um triz. Foi apenas para fazer um trabalho tempor¨¢rio e, do nada, se viu envolvida Daniel! Os caprichos da vida eram insond¨¢veis. estava pronta para deixar o Mundo Nudo para tr¨¢s. Daisy a chamou: ¡°Olivia, voc¨º vai embora?¡± Olivia hesitou por um momento e respondeu: ¡°Sim, estou indo.¡± ¡°N?o quer o seu pagamento? O que houve? Ganhou uma fortuna de repente e est¨¢ recusando essa grana?¡± Daisy provocou um sorriso travesso. ¡°Quem disse que fiquei rica? Se fosse o caso, ainda estaria aquio gar?e? Por favor, acerte meu pagamento, quero sair agora.¡± Tudo o que Olivia desejava era sair da esfera de influ¨ºncia de Daniel. ¡°¨¦, est¨¢ ficando tarde. N?o ¨¦ seguro para uma mo?a andar por a¨ª a essa hora. Vou acertar sua conta e voc¨º corre para casa,¡± disse Daisy, caminhando at¨¦ o caixa. Olivia a seguiu, percebendo que Daisy mantinha o sorriso o tempo todo. indagou: ¡°Daisy, me chamou para trabalhar hoje por causa da presen?a daqueles yboys rica?os no camarote V8, n?o foi?¡± O sorriso de Daisy permaneceu inabal¨¢vel, enquanto seu olhar, doce e gentil superficialmente, revva uma ast¨²cia forjada p experi¨ºncia no trato as pessoas: ¡°Ah, imagina! Teria te chamado de qualquer maneira. Olha s¨® para voc¨º, em tr¨ºs horas vendeu duas garrafas de vinho. Tem funcion¨¢rio aqui que n?o consegue fazer isso nem em meses.¡± De fato, Daisy chamara Olivia por saber da presen?a de Carlos e os outros jovens abastados, e tamb¨¦m porque Daniel havia solicitado no passado para que Olivia n?o se envolvesse em algo inadequado. Daisy notava o tratamento diferenciado de Daniel para Olivia. J¨¢ fazia um tempo desde a ¨²ltima vez que Daniel aparecera no Mundo Nudo. Hoje, ele finalmente apareceu.e Daisy queria agrad¨¢-lo. E o meio para isso era Olivia! Como esperado, tudo aconteceu conforme o no de Daisy. ¡°Aqus duas garrafas de vinho¡­¡± Olivia lembrou-se do momento em que as garrafas quebraram, espalhando o l¨ªquido pelo ch?o. Na urg¨ºncia da situa??o, se n?o tivesse quebrado as garrafas, s teriam atingido Daniel. E se isso tivesse acontecido, provavelmente n?o estaria mais viva para contar a hist¨®ria. ¡°O Sr. Marques j¨¢ acertou a conta. Voc¨º trabalhou tr¨ºs horas hoje e, pelo acordo antigo, o pagamento ¨¦ mil reais, mais aiss?o do vinho, totalizando vinte e dois mil. Vou depositar na sua conta,¡± disse Daisy, sem esperar por uma resposta. N?vel(D)rama.Org''s content. Daisy fez a transfer¨ºncia pelo celr. O telefone de Olivia vibrou no bolso. olhou e l¨¢ estava: vinte e dois mil reais creditados. Esse dinheiro tinha um sabor amargo. Mesmo que Daisy n?o tivesse dito explicitamente, Olivia sabia que tinha sido chamada por causa de Daniel. foi usadao um meio para Daisy se aproximar dele. A postura dos empres¨¢rios¡­ Sempre calculistas e priorizando o lucro. Entender sem expor era a regra b¨¢sica para sobreviver no mundo corporativo. Olivia acenou para Daisy: ¡°Estou saindo, Daisy.¡± ¡°Se cuida na volta e apare?a mais vezes,¡± respondeu Daisy, entusiasmo. Olivia pensou: ¡°Depois de ser usada assim, duvido que volte.¡± Ao sair do Mundo Nudo, estava prestes a chamar um t¨¢xi quando um Rolls Royce preto se aproximou. A jan se abriu, revndo o rosto notavelmente atraente de Daniel, que ordenou sem margem para discuss?o: ¡°Entre no carro.¡± De forma estranha, Olivia respondeu: ¡°Posso pegar um t¨¢xi sozinha, n?o precisa se iodar.¡± ¡°Vou precisar descer e te convidar pessoalmente?¡± Daniel questionou. Cap铆tulo 261 Cap¨ªtulo 261 O ar carregava uma tens?o invis¨ªvel que se espalhava por todo lugar. Sem sa¨ªda, Olivia entrou no carro. Quem dirigia era o motorista, e Daniel estava no banco de tr¨¢s. Quando Olivia entrou, acabou sentando aodo dele. Ele era um homem de estatura imponente, que mesmo sentado exva uma aura de nobreza. As pernas de Olivia ro?aram na cal?a impec¨¢vel do terno de Daniel, e medo de iod¨¢-lo, se espremeu cuidadosamente para odo. pensou que tinha sido discreta e natural o suficiente para n?o chamar aten??o. Mas assim que se mexeu, percebeu um olhar g¨¦lido e prante fixo em seu rosto. O cora??o de Olivia falhou uma batida, e virou-se para encontrar os olhos negros de Daniel. deu um leve tremor nos ombros e disse: ¡°Eu queria ficar perto da jan para pegar um pouco de ar¡­¡± Antes de terminar a frase, uma m?o a pegou p cintura, e num movimento r¨¢pido, se viu sentada no colo de Daniel. Original from N?velDrama.Org. Mesmo atrav¨¦s do tecido, podia sentir os m¨²sculos firmes e as linhas elegantes de suas coxas, uma beleza repleta de for?a. Olivia engoliu em seco, confusa: ¡°Sr. Griera, estamos no carro¡­¡± No segundo seguinte, uma divis¨®ria se ergueu no meio do ve¨ªculo, isndo o banco da frente do de tr¨¢s. Daniel segurou sua cintura delicada e ergueu seu queixo: ¡°Aquele beijo de antes, podemos terminar agora?¡± Olivia congelou, seu cora??o disparouo uma m saltando, e percebeu, rmada, o que ele queria dizer. ¡°Sr. Griera, eu machuquei minha m?o agora h¨¢ pouco.¡± tentou inventar uma desculpa. ¡°O que isso tem a ver sua boca?¡± Sua voz baixa e fria carregava uma press?o impl¨ªcita. Olivia engasgou. Mesmo fingindo machucar a m?o, n?o podia escapar. A presen?a dominadora dele a envolveu, e o cheiro poderoso de sua masculinidade a invadiu, prando em cada poro. E o pior ¨¦ que estava sentada em seu colo, sentindo a for?a e o calor de suas pernas. O cora??o de Olivia batiao um tambor. Sem escapat¨®ria, teve que ceder. fechou os olhos, suas p¨¢lpebras tremiam de nervosismo, e seus l¨¢bios se moveram em dire??o aos dele. depositou um beijo em sua boca e rapidamente se afastou. Por¨¦m, no instante seguinte, ele segurou a nuca d e a beijou possess?o. Diferente do toque leve d, o beijo de Daniel era dominador e avassdor. Ele s¨® a soltou quando Oliviae?ou a respirar dificuldade, quase sem ar. ficou mole, apoiada em seu peito, respirando ofegante o ar fresco. A m?o grande de Daniel acariciava suas costas, ajudando-a a recuperar o f?lego. Ent?o, o carro parou suavemente; eles haviam chegado ao condom¨ªnio de Olivia. percebeu onde estava e apressou-se em saltar do colo de Daniel e abrir a porta do carro para sair. Diante d estava o pr¨¦dio de apartamentos. Daniel tamb¨¦m desceu, e sua voz rouca, ainda embargada pelo beijo, disse: ¡°Eu te panho at¨¦ em cima.¡± Com isso, elee?ou a caminhar para a frente. Olivia, totalmente rmada, correu at¨¦ ele e segurou sua m?o: ¡°Eu ainda quero marcar um encontro com voc¨º, n?o estou pronta para ir para casa agora.¡± Se ele a panhasse at¨¦ l¨¢ em cima, certamente iria querer entrar em seu apartamento, e ent?o veria as mamadeiras e brinquedos, descobrindo que h¨¢ crian?as em casa. A palma da m?o d era quente e macia. Segurando a m?o deleo se fosse mais quente do que o normal. Daniel olhou para , surpreso por ter assumido t?o rapidamente o papel de sua mulher. 1/2 10:07 Cap¨ªtulo 261 Seu olhar, raramente suave, indagou: ¡°Como vai ser o encontro?¡± Cap铆tulo 262 Cap¨ªtulo 262 Olivia n?o estava nem um pouco interessada em um encontro de verdade, s¨® queria impedir que Daniel a panhasse at¨¦ o andar de cima. estava quebrando a cabe?a pra pensar num jeito de se despedir dele sem permitir que subisse. Foi quando ouviu ele perguntaro seria o encontro. Mantendo um sorriso for?ado, disse: ¡°Qualquer coisa t¨¢ bom.¡± Daniel era um cara alto pra caramba, quase batendo um metro e noventa, enquanto Olivia, seus um metro e sessenta e cinco, parecia uma minhoquinha perto dele. Ele olhou pra baixo, encarando o sorriso iluminado d. sorriu sem mostrar os dentes, os olhos e sobrancelhas arqueados, aqueles olhos de outono brilhando pra ele, reflexos dos postes de luz dan?ando dentro deles, os l¨¢bios vermelhos parecendo bot?es de l¨®tus prestes a serem colhidos. Era uma mistura de inoc¨ºncia desejo. Aquele simples sorriso foi o suficiente para dar um n¨® na garganta de Daniel. Ele sacou o celr e fez uma liga??o: ¡°Quero reservar um quarto, a su¨ªte presidencial.¡± Sua voz era grave e cheia de maismo. Mas soouo uma corda sendo puxada for?a no cora??o de Olivia. perdeu o sorriso e, surpresa, perguntou: ¡°Pra que reservar um quarto?¡± Depois de desligar, Daniel, olhos escuros e profundos, levantou o queixo d a ponta dos dedos, uma voz sedutora: ¡°Para um encontro.¡± Olivia sentiu um arrepio, definitivamente n?o tinha entendido errado. Ele tinha reservado o quarto aqu inten??o. Olivia se assustou e soltou a m?o dele, dando uns passos para tr¨¢s pra se afastar, e meio atrapalhada disse: ¡°Sr. Griera, voc¨º nunca marcou um encontro antes? Encontros n?o precisam de um quarto.¡± Os olhos de Daniel escureceram ainda mais: ¡°Voc¨º tem muita experi¨ºncia encontros?¡± Olivia sentiu o clima frio que ele emanava, mais gdo que o vento da noite,o se estivesse prando nos ossos. ficou tensa, respirando cuidado, e tentou corrigir: ¡°N?o foi isso que eu quis dizer, eu s¨® queria tomar um caf¨¦. J¨¢ tinha fdo pro Sr. Griera sobre a cafeteria aqui perto que ¨¦ muito boa. Pensei que voc¨º se lembrasse¡­¡± Os olhos escuros de Daniel se suavizaram um pouco: ¡°Vamos l¨¢.¡± Olivia foi atr¨¢s dele rapidinho. A cafeteria ficava aberta 24 horas, e eles entraram juntos. A atendente de caf¨¦e?ou o seu ¡°Bem-vindo¡­¡± rotineiro. Mas parou no meio da frase quando viu o homem que entrava, totalmente at?nita a presen?a dele. O cara era alto e imponente, exndo um ar de nobreza, absurdamente bonito. A atendente nunca tinha visto um homem t?o atraente e cheio de estilo. Por um instante, n?o conseguia desviar o olhar, e seu cora??o batia acelerado. ¡°Gar?e, por favor, o card¨¢pio¡±, Olivia chamou a aten??o da atendente, que estava babando em Daniel. Eles j¨¢ estavam sentados e a atendente parecia nem ter notado, at¨¦ que Olivia falou. A atendente voltou ¨¤ realidadeo se tivesse levado um choque e disse: ¡°J¨¢ trago.¡± chegou ¨¤ mesa, entregou o card¨¢pio a Olivia, mas seu olhar ainda estava preso em Daniel, numa esp¨¦cie de espiada dissimda. Olivia viu tudo e perguntou a Daniel: ¡°Sr. Griera, o que voc¨º vai querer tomar?¡± Daniel mal olhou: ¡°Voc¨º decide.¡± ¡°Ent?o t¨¢¡±, disse Olivia para a atendente, ¡°Um caf¨¦ americano e umtte, obrigada.¡± A atendente se assustouo se tivesse sido pega no gra, um sorriso embara?ado pegou o card¨¢pio e foi preparar o caf¨¦. Olivia observou enquanto a atendente desaparecia na cozinha, depois voltou seu olhar para Daniel, que a encarava intensamente. Seu cora??o deu um pulo e rapidamente for?ou um sorriso, dizendo: ¡°Sr. Griera, nunca apareceu algu¨¦m importanteo voc¨º por 10:07 Cap¨ªtulo 262 estas bandas. Voc¨º deixou a garota totalmente hipnotizada.¡± Daniel tinha seu charme, beleza ipar¨¢vel, um corpo de dar ¨¢gua na boca e uma presen?a magn¨ªfica. Qualquer mulher que o visse, certeza, ficaria louca por ele. ¡° tava inveja de voc¨º,¡± disse Daniel, sua voz baixa e rouca. Capitulo Cap¨ªtulo 262 Olivia n?o estava nem um pouco interessada em um encontro de verdade, s¨® queria impedir que Daniel a panhasse at¨¦ o andar de cima. estava quebrando a cabe?a pra pensar num jeito de se despedir dele sem permitir que subisse. Foi quando ouviu ele perguntaro seria o encontro. Mantendo um sorriso for?ado, disse: ¡°Qualquer coisa t¨¢ bom.¡± Daniel era um cara alto pra caramba, quase batendo um metro e noventa, enquanto Olivia, seus um metro e sessenta e cinco, parecia uma minhoquinha perto dele. Ele olhou pra baixo, encarando o sorriso iluminado d. sorriu sem mostrar os dentes, os olhos e sobrancelhas arqueados, aqueles olhos de outono brilhando pra ele, reflexos dos postes de luz dan?ando dentro deles, os l¨¢bios vermelhos parecendo bot?es de lotus prestes a serem colhidos. N?vel(D)rama.Org''s content. Era uma mistura de inoc¨ºncia desejo. Aquele simples sorriso foi o suficiente para dar um n¨® na garganta de Daniel. Ele sacou o celr e fez uma liga??o: ¡°Quero reservar um quarto, a sulte presidencial.¡± Sua voz era grave e ch de maismo. Mas soouo uma corda sendo puxada for?a no cora??o de Olivia. perdeu o sorriso e, surpresa, perguntou: ¡°Pra que reservar um quarto?¡± Depois de desligar, Daniel, olhos escuros e profundos, levantou o quelxo d a ponta dos dedos, uma voz sedutora: ¡°Para um encontro.¡± Olivia sentiu um arrepio, definitivamente n?o tinha entendido errado. Ele tinha reservado o quarto aqu Inten??o. Olivia se assustou e soltou a m?o dele, dando uns passos para tr¨¢s pra se afastar, e melo atrapalhada disse: ¡°Sr. Griera, voc¨º nunca marcou um encontro antes? Encontros n?o precisam de um quarto.¡± Os olhos de Daniel escureceram ainda mais: ¡°Voc¨º tem muita experi¨ºncia encontros?¡± Olivia sentiu o clima frio que ele emanava, mais gdo que o vento da noite,o se estivesse prando nos ossos. ficou tensa, respirando cuidado, e tentou corrigir: ¡°N?o fol isso que eu quis dizer, eu s¨® queria tomar um caf¨¦. J¨¢ tinha fdo pro Sr. Griera sobre a cafeteria aqui perto que ¨¦ muito boa. Pensel que voc¨º se lembrasse¡­¡± Os olhos escuros de Daniel se suavizaram um pouco: ¡°Vamos l¨¢.¡± Olivia foi atr¨¢s dele rapidinho. A cafeteria ficava aberta 24 horas, e eles entraram juntos. A atendente de caf¨¦e?ou o seu ¡°Bem-vindo¡­¡± rotineiro. Mas parou no meio da frase quando viu o homem que entrava, totalmente at?nita a presen?a dele. O cara era alto e imponente, exndo um ar de nobreza, absurdamente bonito. A atendente nunca tinha visto um homem t?o atraente e cheio de estilo. Por um instante, n?o conseguia desviar o olhar, e seu cora??o batia acelerado. ¡°Gar?e, por favor, o card¨¢pio¡±, Olivia chamou a aten??o da atendente, que estava babando em Daniel. Eles j¨¢ estavam sentados e a atendente parecia nem ter notado, at¨¦ que Olivia falou. A atendente voltou ¨¤ realidadeo se tivesse levado um choque e disse: ¡°J¨¢ trago.¡± chegou ¨¤ mesa, entregou o card¨¢pio a Olivia, mas seu olhar ainda estava preso em Daniel, numa esp¨¦cie de espiada dissimda. Olivia viu tudo e perguntou a Daniel: ¡°Sr. Griera, o que voc¨º vai querer tomar?¡± Daniel mal olhou: ¡°Voc¨º decide.¡± ¡°Ent?o t¨¢¡±, disse Olivia para a atendente. ¡°Um caf¨¦ americano e umtte, obrigada.¡± A atendente se assustouo se tivesse sido pega no gra, um sorriso embara?ado pegou o card¨¢pio e foi preparar o caf¨¦. Olivia observou enquanto a atendente desaparecia na cozinha, depois voltou seu olhar para Daniel, que a encarava intensamente. Seu cora??o deu um pulo e rapidamente for?ou um sorriso, dizendo: ¡°Sr. Griera, nunca apareceu algu¨¦m importanteo voc¨º por 1/2 10:07 Capitulo 262 estas bandas. Voc¨º deixou a garota totalmente hipnotizada.¡± Daniel tinha seu charme, beleza ipar¨¢vel, um corpo de dar ¨¢gua na boca e uma presen?a magnifica. Qualquer mulher que o visse, certeza, ficaria louca por ele. ¡° tava inveja de voc¨º,¡± disse Daniel, sua voz baixa e rouca. Cap铆tulo 263 Cap¨ªtulo 263 ¡°Cof, cof, cof¡­¡± Olivia estava tomando ¨¢gua e por pouco n?o se engasgou. Os outros estavam olhando para ele, por que estariam inveja d? Mas pensando bem, fazia sentido. O Daniel era t?o charmoso e bonit?o, e a panhante dele era . Quando viam aodo do Daniel, ainda mais indo juntos tomar um caf¨¦, certeza achavam que estavam namorando. Namorar, pelo menos, significa que tem alguma expectativa de resultado. , por outrodo, n?o tinha futuro nenhum naqu r??o. Se soubessem que estava sendo mantida, ainda teriam inveja? Provavelmente n?o, s¨® zombariam. Olivia segurava o copo d¡¯¨¢gua, fingindo beber para esconder o constrangimento nos olhos, e ficou em sil¨ºncio. Logo, o caf¨¦ chegou. Olivia e Daniel terminaram de tomar o caf¨¦ e j¨¢ eram duas da manh?. Daniel deixou Olivia no p¨¦ do pr¨¦dio. evitou que ele a panhasse at¨¦ em cima e disse: ¡°Sr. Griera, j¨¢ est¨¢ tarde, estou morrendo de sono, vou descansar. Voc¨º tamb¨¦m deveria ir.¡± Disse isso, cobrindo a boca e bocejando. Estava mesmo cansada. ¡°Hm, sobe logo¡±, Daniel disse, e dessa vez, n?o insistiu em panh¨¢ at¨¦ em cima. Olivia se animou por dentro, virou-se e subiu as escadas rapidamente. Daniel ficou embaixo, vendo a luz da jan d acender, antes de entrar no carro e ir embora. De m?os dadas, tomando caf¨¦, trocando conversa fiada, era isso um encontro. Tedioso, mas por algum motivo, interessante¡­ Um sorriso leve apareceu nos l¨¢bios de Daniel. No dia seguinte, Olivia tinha virado a noite e estava dormindo profundamente quando sentiuo se um peso estivesse sobre seu peito, tornando dif¨ªcil respirar. estendeu a m?o para empurrar o que quer que fosse, tocando algo morno e macio. Apertou levemente e era fofo. Olivia abriu os olhos rapidamente e viu um rostinho rechonchudo e infantil, olhos grandes e brilhantes a encarando. N?vel(D)rama.Org''s content. Era a Iria, a pequena estava deitada sobre , um olhar curioso. Ao v¨º acordada, a menina sorriu, um som cristalinoo o de um passarinho: ¡°Mam?e acordou!¡± Olivia disse: ¡°Bom dia, querida Iria.¡± ¡°Mam?e, voc¨º estava sonhando alguma coisa gostosa, n?o estava?¡± Iria perguntou, inclinando a cabe?a, os grandes olhos brilhantes fixos n. Olivia pensou por um momento: ¡°Acho que¡­ n?o lembro.¡± ¡°Mam?e, voc¨º estava mexendo a boca e at¨¦mbeu os l¨¢bios, deve ter sonhado algo gostoso. O que era? Me conta.¡± Iria disse, cheia de interesse, deslizando para fora d e puxando a manga da sua roupa, bn?ando suavemente. Iria adorava coisas gostosas, at¨¦ mesmo as del¨ªcias dos sonhos de Olivia n?o queria perder. Mesmo que n?o pudesseer, s¨® de ouvir sobre o sabor dos pratos j¨¢ era um jeito de matar a vontade. Olivia, ainda sonolenta, ouviu Iria dizer que estavambendo os l¨¢bios enquanto dormia. tinha esquecido o sonho que teve, mas esse lembrete, tudo veio ¨¤ tona. sonhou que Daniel a beijava e at¨¦ mordeu seu l¨¢bio, doendo tanto que mbeu para aliviar. Lembrando disso, Olivia sentiu o rosto esquentar. n?o tinha sonhadoida, tinha sonhado o Daniel! Rapidamente, disse a Iria: ¡°Mam?e n?o sonhou nada gostoso, foi s¨® um movimento inconsciente.¡± ¡°Hmm¡­¡± Iria pareceu decepcionada, querendo tantoer algo delicioso. 1/2 10:08 Capitulo 263 Olivia estava se levantando quando seu celr tocou. atendeu. ¡°Olivia, vem trabalhar no Grupo Griera, n?o se atrase¡±, a voz de Bruno soou do outrodo da linha, lembrando-a. Cap铆tulo 264 Capitulo 264 Olivia parou, sentindo a gargantao se tivesse travado. Por um bom tempo, ficou em sil¨ºncio. ate pensou que oent¨¢rio de Daniel no dia anterior tinha sido apenas uma provoca??o, uma indireta para dizer que n?o seria capaz de se dar bem em outro lugar depois de sair do Grupo Griera. Mas quem diria que ele realmente queria que trabalhasse! ¡°Olivia, se tem alguma d¨²vida, ¨¦ s¨® perguntar que eu te respondo¡±, disse Bruno, percebendo a hesita??o d ap¨®s um longo sil¨ºncio. Olivia recuperou o foco, apertou a garganta e a limpou para que sua voz soasse mais calma: ¡°Assistente Bruno, a Tologia Ser¨¦lia Ltda. e o Grupo Griera s?o duas empresas diferentes, os funcion¨¢rios podem ser transferidos de uma posi??o para outra assim t?o facilmente?¡± ¡°O St. Griera disse que pode, ent?o pode¡±, respondeu Bruno, sucintamente. This belongs to N?velDrama.Org - ?. Olivia levou a m?o ¨¤ testa, entendendo que n?o havia nada neste mundo que Daniel n?o pudesse decidir. N?o importava quem ¨¦ o dono da empresa, porque ningu¨¦m se atrevia a desobedec¨º-lo. ro, Daniel era igualmente torte n?o s¨® no local de trabalho, mas tamb¨¦m emocionalmente. Olivia n?o tinha absolutamente nenhuma chance de rejeitar seu pedido. ¡°Entendi, vou para l¨¢ agora¡±, disse Olivia, e desligou o telefone, realmente nunca escaparia do controle de Daniel? N?o apenas a liberdade amorosa d era contrda por ele, mas at¨¦ mesmo o trabalho d era despachado por ele. Olivia estava mnc¨®lica. ¡°Mam?e, me conta vai, o que voc¨º sonhou de t?o gostoso? Iria tamb¨¦m querer¡±, Iria se aproximou de Olivia, parando atr¨¢s d, suas m?ozinhas rechonchudas nos ombros de Olivia, inclinou seu pequeno corpo e estregou seu rosto gordinho no d, carinho e manha. O rosto de Olivia imediatamente sentiu uma suavidade, um toque macio e el¨¢stico. Era uma do?ura que tocava seu cora??o. A sensa??o de calor e do?ura rapidamente trouxe Olivia de volta da sua tristeza, substituida por positividade e alegria. pegou Iria no colo, colocando-a em suas pernas, e disse carinho: ¡°Mam?e n?o sonhou nada gostoso, ser¨¢ que Iria est¨¢ desejo deer alguma coisa? Que tal mam?e trazer algo gostoso do trabalho hoje?¡± Olivia tinha sonhado Daniel sonhado que ele a beijava, deixando-a nervosa e hesitante. Daniel ent?o se irritou e dominou seus l¨¢bios for?a, chegando a mord¨º. At¨¦ no sonho, sentiu dor. Era estranho, por que sonharia Daniel? Certamente foi porque ele a havia assustado na noite anterior e passou meio que a noite ele, por isso ele apareceu em seus sonhos. Iria feliz, concordou energicamente: ¡°Sim, sim! Eu queroer batata frita, churrasco, coxinha de frango, batata chips e nuggets¡­¡± Iria contava nos dedos fofinhos, enumerando um a um, medo de esquecer algum petisco delicioso. Olivia, um sorriso de amor, encostou sua testa na d e afirmou: ¡°Tudo bem, mam?e vai trazer tedo isso para voc¨º depois. A prop¨®sito, onde est?o seu irm?o e sua irm??¡± Olivia olhou em volta pelo quarto. Iria respondeu sua voz infantil: ¡°Eles est?o l¨¢ fora tomando caf¨¦.¡± ¡°Vamos nos juntar a eles¡±, disse Olivia, pegando a m?o de Iria e saindo. Apos o caf¨¦ da manh?, pediu para Teresa levar as crian?as ¨¤ creche e pegou um ?nibus para o Grupo Griera. Seu cora??o ainda estava inquieto. Havia deixado o Grupo Griera h¨¢ apenas dois dias e agora estava voltando. realmente n?o sabiao enfrentaria Daniel. So de pensar na formao ele a for?ara a ser sua mulher na noite anterior, um arrepio de medo a percorria. queria fugir, mas n?o havia lugar no mundo onde pudesse se esconder. Desafiar Daniel erao uma formiga enfrentando um gigante; ele poderia esmaga a m¨ªnima press?o. teria que ir enfrentando as coisas conforme viessem. Pensando bem. Daniel era bonito e tinha um bom fisico; estar ele n?o era uma perda, e sim um ganho. Quantas mulheres desejariam 1/2 Cap¨ªtulo 264 ser a mulher de Daniel e n?o tinham essa chance? , estando Daniel, era objeto de inveja de muitas mulheres. Desde que n?o pensasse muito sobre isso, que n?o procurasse um final definitivo, estava tudo bem. Contanto que ele n?o descobrisse sobre seus filhos, estaria segura. No ?nibus, Olivia ficou pensando em coisas rcionadas a Daniel, tanto que nem percebeu quando passou direto do ponto d. 1141 Cap铆tulo 265 Cap¨ªtulo 265 Passou do ponto sem querer e teve que voltar a p¨¦. Chegando na firma, viu as portas do elevador se fechando e correu, gritando: ¡°Espera, espera air No ¨²ltimo segundo, conseguiu abrir as portas e entrar. Havia dois caras de terno e gravata l¨¢ dentro. Um deles, esguio e um ar de nobreza nato, exva uma frieza que deixava o ambiente tenso e gdo. Olivia deu uma segurada na respira??o e, ao levantar os olhos e ver o rosto g¨¦lido e severo do Daniel, arrepiou-se, deu uma risada nervosa e virou-se de costas para ele. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Se soubesse que era o elevador do Daniel, n?o teria corrido tanto. Bruno falou: ¡°Secret¨¢ria Souza, voc¨º t¨¢ atrasada.¡± Olivia sacou o celr e viu que eram nove e dez. Dez minutos de atraso. justificou: ¡°Acabei passando do meu ponto no ?nibus.¡± Se n?o fosse isso, n?o teria se atrasado. Bruno n?o disse mais nada. Olivia tamb¨¦m ficou na d. Se fosse s¨® e o Bruno, estaria mais ¨¤ vontade. Mas o Daniel ali, aqu aura dominante, Olivia mal conseguia respirar. ¡°Plim.¡± O elevador chegou no ¨²ltimo andar. Instintivamente, Olivia se afastou, deixando Daniel sair primeiro, antes de seguir para a s das secret¨¢rias. Sentada em sua mesa, Olivia respirou fundo. S¨® de estar no mesmo ambiente que o Daniel j¨¢ era uma tortura, e pensar que ter¨ªa que encar¨¢-lo todo dia no trabalho a fazia temer pelo seu cora??o. Ainda tentando se acalmar, o telefone tocou. atendeu rapidinho. ¡°Secret¨¢ria Souza, prepare um caf¨¦ para o Sr. Griera e leve at¨¦ ele,¡± disse Bruno. ¡°ro, j¨¢ levo l¨¢,¡± respondeu Olivia, entrando no modo trabalho. Fez o caf¨¦ e foi at¨¦ a s do presidente. Daniel estava l¨¢, imponente na cadeira presidencial. Com caut, colocou o caf¨¦ na mesa: ¡°Sr. Griera, seu caf¨¦.¡± Daniel estava concentrado nos pap¨¦is e nem olhou para , nem de rnce. Olivia quase se virava para sair quando a voz fria e grave de Daniel soou: ¡°Ontem, voc¨º foi a primeira a chegar no trabalho.¡± Olivia congelou, tentando entender o que ele queria dizer. Ontem? Ontem estava na TS Ltda. explicou: ¡°No primeiro dia, a gente tenta causar uma boa impress?o no chefe.¡± Daniel assinou o documento firmeza, fechou-o e, olhos profundos e sombrios, fixou o olhar n: ¡°E hoje n?o precisava causar uma boa impress?o?¡± Olivia encarou aqueles olhos frios e respondeu receosa: ¡°Sr. Griera, eu perdi realmente o ponto hoje¡­¡± Poxa, tinha chegado dez minutos atrasada e deixado o Sr. Griera irritado. O que fazer agora? Que medo. Ele sempre era t?o exigente os funcion¨¢rios? O olhar de Daniel permaneceu inalterado, profundo e sombrio: ¡°Talvez a firma do Sergio fosse um lugar melhor para voc¨º.¡± Cap铆tulo 266 Cap¨ªtulo 266 O semnte de Daniel estava g¨¦lido. O tom de sua voz n?o parecia s¨¦rio, mas era bastante assustador. Olivia pediu demiss?o do Grupo Griera, alegando ter encontrado um emprego melhor. Como resultado, ingressou na empresa de Sergio. Na opini?o de Daniel a mudan?a de Olivia do Grupo Griera para a TS Ltda mostrava obviae que se importava mais Sergio. Quando Olivia trabalhava na TS Ltda, foi a primeira a chegar na empresa, o queprovou que mal podia esperar para ver Sergio e valorizava a opini?o de Sergio sobre . Enquanto que na empresa dele, Bruno at¨¦ the ligou pedindo pra n?o se atrasar, e deu um jeitinho de chegar dez minutos atrasada. Basta mostrar que seu status no cora??o de Olivia era muito inferior ao de Sergio Olivia encarou aqueles olhos de Daniel profundoso a noite, perigososo um abismo, sentindo seu cora??o aguentar um impacto violento. Tensa, respondeu todo o cuidado: ¡°0 Grupo Griera sempre foi a minha melhor escolha. Um dia no Grupo Griera vale mais que anos em qualquer outro canto¡ª¡± Quando o tigre mostrava as garras, tinha que se fazer de mansa. Olivia n?o queria irrit¨¢-lo, n?o depois de ter passado horas em p¨¦ uma ta?a na m?o na noite anterior, o cora??o na m?o e os p¨¦s bambos. at¨¦ que sabia fr bonito, e Daniel, por sua vez, deu uma amansada: ¡°Pode ir.¡± Olivia fez que sim a cabe?a e saiu rapidinho do escrit¨®rio. De volta ao seu canto, deixou cair a m¨¢scara e suspirou aliviada. O humor de Daniel erao tempo de primavera, mudava sem aviso. Ainda bem que ele n?o pegou no seu p¨¦. Ele tinha dito que queria que fosse sua mulher, mas desde a noite passada, parecia que n?o fez nenhuma exig¨ºncia absurda. Seria que eles iam viver um romance na boa,o qualquer casal? Olivia estava l¨¢, arrumando uns pap¨¦is, quando a recepcionista Laura ligou: ¡°Secret¨¢ria Souza, tem uma mo?a aqui querendo ver o Sr. Griera. Disse que ¨¦ uma velha amiga dele.¡± Olivia perguntou o nome da visitante, que era Elisa Abreu. deu um google r¨¢pido e viu que Elisa era herdeira do Grupo Abreu, uma patricinha da alta sociedade. Tamb¨¦m de fam¨ªlia tradicional, amiga de Daniel, parecia tranquilo. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Mas s¨® pra garantir, Olivia ligou pro Bruno: ¡°Bruno, voc¨º disse que eu podia te perguntar qualquer coisa, essa oferta ainda t¨¢ de p¨¦? ¡°ro, pode fr,¡± disse Bruno. Sem rodeios, foi direta: ¡°Uma velha amiga do Sr. Griera, a Elisa, quer v¨º-lo. Posso liberar?¡± podia ter ligado direto pro Daniel, mas tinha medo de atrapalhar o trabalho dele e deix¨¢-lo imitado, o que seria um terror. Bruno disse: ¡°Elisa ¨¦ a menina dos Abreu, cresceu junto o Sr. Griera. O que voc¨º acha?¡±. Bruno devolveu uma pergunta. Olivia captou a mensagem: ¡°T¨¢ certo, valeu, Bruno. Voc¨º ajuda-me muito.¡± Depois de desligar, instruiu a recep??o a deixar Elisa subir. Olivia foi at¨¦ a porta do elevador esperar a visita. Em menos de dois minutos, as portas se abriram e uma mulher saiu. estava super na moda, cheia dos grifes, uma bolsa Chanel e um corte de cabelo moderninho. Olhos grandes, queixo afdo, corpo esbelto e delicado. usava um cr de tina e brincos de p¨¦r, um verdadeiro ar de nobreza. Com um sorriso, Olivia a recebeu: ¡°Srta. Abreu, por aqui, por favor.¡± Elisa a olhou de cima a baixo, um ar superior. ¡°Voc¨º ¨¦ a nova secret¨¢ria do Sr. Daniel?¡± Cap铆tulo 267 Cap¨ªtulo 267 Olivia manteve o sorriso, apesar de tudo, e disse: ¡°Sim.¡± Elisa n?o p?de evitarn?ar¨Clhe um olhar mais atento, avaliando¨Ca de cima a baixo antes de soltar um desprez¨ªvel ¡°Aff¡°, e seguiu em dire??o ao escrit¨®rio do Daniel seus saltos altos ecoando pelo corredor. Aqu atitude arrogante de Elisa iodava Ol¨ªvia no fundo, mas era amiga do Daniel. Ol¨ªvia fez um esfor?o para manter o sorriso e a panhou. ¡°Volta pro teu cantinho, secret¨¢ria, n?o precisa me seguir. Eu tenho assuntos particres pra tratar com o Sr. Daniel.¡± Elisa olhou por cima do ombro desd¨¦m e bateu na porta. Sem dizer uma pvra, Ol¨ªvia deu meia¨Cvolta e regressou ¨¤ sua secretaria. s¨® estava ali por conta do trabalho. Se dependesse d, n?o daria b para a conversa particr de Elisa Daniel. Aquilo nem lhe interessava! No escrit¨®rio, Daniel estava concentrado nos contratos, pensando ser Ol¨ªvia quem batia, disse sem levantar a cabe?a: ¡°Entra.¡± Elisa abriu a porta do escrit¨®rio e entrou voz melosa: ¡°Sr. Daniel, a gente se viu t?o rapidinho da ¨²ltima vez, e voc¨º me ignorou. Fiquei t?o sentida que perdi at¨¦ o apetite e o sono.¡± caminhou rebndo, orgulhosa de sua cintura fina, at¨¦ a frente da mesa e se apoio n, fazendo caras e bocas, piscando para Daniel. Ouvindo aqu voz que dava arrepios, Daniel levantou o olhar e viu Elisa um ar fr¨¢gil,n?ando¨C lhe olhares el¨¦tricos. Ele franzia a testa: ¡°Eu j¨¢ deixei ro da ¨²ltima vez, Srta. Abreu, voc¨º n?o deveria estar aqui.¡± Da ¨²ltima vez? Elisa se lembrou de quando Daniel disse que j¨¢ tinha algu¨¦m. se sentiu derrotada e foi embora. Mas agora era diferente. tinha descoberto que outra mulher, truques sujos, havia enfeiti?ado Daniel. E desta vez, contava o apoio do Velho Sr. Griera, que a encorajou a correr atr¨¢s de Daniel e se tornar a futura Sra. Griera. Elisa soube que o Velho Sr. Griera tinha investigado seu passado e descoberto sobre seus ex¨C namorados. correu para se explicar e admitir seus erros. De fato, teve outros namorados, mas j¨¢ havia terminado eles. O mais recente era algu¨¦m insistente que queria algo , mas nem havia aceitado. Para mostrar sua sinceridade, ligou para o tal homem na frente do Velho Sr. Griera e acabou qualquer possibilidade entre eles, pedindo que ele n?o a procurasse mais. Por coincid¨ºncia, o Velho Sr. Griera soube que Ol¨ªvia havia sa¨ªdo da Grupo Griera por apenas dois dias e logo voltou a trabalhar aodo de Danielo sua secret¨¢ria pessoal. Foi o pr¨®prio Daniel que a trouxe de volta. O Velho Sr. Griera sentiu o perigo imediatamente. This belongs to N?velDrama.Org - ?. Mulheres bonitas sempre foram sin?nimo de problemas e confus?o. Ele temia que Daniel estivesse cego por Ol¨ªvia e que isso pudesse colocar em risco a ind¨²stria da familia Griera acumda durante centenas de anos. Na ¨²ltima vez, Ol¨ªvia havia mostrado sua ambi??o, querendo uma parte das a??es do Grupo Griera! Era perigoso deixar uma mulher assim t?o perto de Daniel. Elisa, herdeira do Grupo Abreu, apesar de ter ex¨Cnamorados, estava solteira agora, e n?o havia nada de errado em ir atr¨¢s de Daniel. Isso poderia ajudar Daniel a sair do feiti?o de Olivia. Se Elisa e Daniel acabassem juntos, seria o ideal. Velho Sr. Griera perdoou Elisa por mentir para ele que nunca teve namorado antes. Ele admitiu que havia arranjado um casamento de conveni¨ºncia para e Daniel. Ele apoiava Elisa na sua busca por Daniel. Com o apoio do Velho Sr. Griera, Elisa se sentiu mais confiante e chegou ¨¤ Grupo Griera disposta a tudo para conquistar Daniel. O sorriso de Elisa congelou por um instante, mas logo disse, cheia de gra?a: ¡°Seu Daniel, a gente tem umpromisso desde crian?a, eu n?o ligo pro que voc¨º falou da ¨²ltima vez. Vou fazer voc¨º se apaixonar por mim¡­¡± ¡°Tok tok¡­¡± Na porta, Olivia apareceu duas x¨ªcaras de caf¨¦, batendo levemente. 1/2 Cap¨ªtulo 267 Quando viu a cena, Elisa estava quase se debru?ando sobre Daniel, as m?os apoiadas na mesa do escrit¨®rio. Olivia prendeu a respira??o por um segundo e, apressada, virou¨Cse: ¡°Desculpa, atrapalhei.¡± ¡°Secret¨¢ria Souza, traga o caf¨¦ pra c¨¢,¡± a voz fria de Daniel ecoou. Cap铆tulo 268 Cap¨ªtulo 268 Olivia travou o corpo por um instante, mas tomou coragem e entrou. at¨¦ podia ter evitado aqu situa??o, mas, sabendo que tinham visitas, sentiu que n?o podia deixar de fazer as honras da casa. Afinal, se n?o o fizesse, poderiam dizer que n?o estava ¨¤ altura do cargo de secret¨¢ria, que n?o soube receber um velho amigo do Se Griera. Ent?o, pensou em apenas preparar dois caf¨¦s, coloc¨¢-los ¨¤ frente deles e sair do escrit¨®rio elegancia. Mas n?o esperava dar de cara aqu cena. Nunca tinha passado p sua cabe?a que a ¡°velha amizade¡± entre Elisa e Daniel fosse daquele tipo. N?vel(D)rama.Org''s content. Se soubesse, n?o iria entrar de qualquer maneira, Perdida em seus pensamentos, Olivia manteve o sorriso profissional e entrou na s, colocando o caf¨¦ no canto do m¨®vel sem sequer olhar para a mesa de trabalho: ¡°Sr. Griera, o caf¨¦ de voc¨ºs chegou. Se n?o precisarem de mais nada¡­¡± estava prestes a se desculpar e sair quando Elisa a interrompeu. ¡°Secret¨¢ria Souza, agrade?o a hospitalidade¡±, disse Elisa, levantando-se e afastando-se de Daniel com um sorriso polido. ¡°A recepcionista estava me dando nos nervos, n?o queria me deixar subir. Se n?o fosse p permiss?o da Secret¨¢ria Souza, eu nem ter¨ªa visto o Sr. Daniel¡± Olivia: ¡°¡­¡± Involuntariamente, olhou para Daniel e encontrou seu olhar frio e intimidador, t?o prante que parec¨ªa esmagar seu cora??o fr¨¢gil Olivia tremeu: ¡°Srta. Abreu, a senhora n?o ligou para o Sr. Griera antes de vir?¡± ¡°N?o queria iodar voc¨º, voc¨º est¨¢ sempre t?o ocupado. Bom, n?o vou atrapalhar mais seu trabalho. Vou indo e a gente marca outra hora¡±, despediu-se Elisa, sentindo a aura opressiva dele e querendo bater er retirada. Assim que Elisa saiu, Olivia apressou-se em segui. Foi quando ouviu a voz de Daniel: ¡°Secret¨¢ria Souza, fique.¡± Os passos de Olivia pararam e um suor frioe?ou a escorrer por suas costas. O ar carregado e a press?o quase a sufocavam, mas for?ou um sorriso e se virou para Daniel: ¡°Sr. Griera, precisa de mais alguma coisa? Ele se levantou e caminhou em sua dire??o, passos longos e postura imponente, sua presen?a dominanteo uma montanha prestes a engoli. O panico a fez quase perder o ar, e antes que pudesse pensar em fugir, ele a segurou pelo queixo com dedos firmes, ¡°Foi voc¨º quem permitiu que entrasse no meu escrit¨®rio, n?o foi?¡± A voz de Daniel estava gda, com um vest¨ªgio de raiva. O h¨¢lito dele a fez arder por dentro. O cora??o de Olivia disparou e gaguejou: ¡°Sr. Griera, disse que era uma velha amiga sua¡­¡± ¡°Ent?o voc¨º a deixou entrar? Olivia, n?o tente essas pequenas fugas in¨²teis. Voc¨º n?o pode escapar¡±, disse Daniel enquanto levantava seu rosto e sva seus l¨¢bios os dele. O beijo poderoso e apaixonado roubou o f?lego j¨¢ desordenado d, e no instante em que seus l¨¢bios se tocaram, sentiu um choque el¨¦trico que percorreu at¨¦ o fundo de sua alma. Seu cora??o batia descontrdamente. Com os olhos arregdos e em panico, tentou empurr¨¢-lo: ¡°Sr. Griera, n?o fa?a isso, estamos no escrit¨®rio¡­¡± Sua voz era doce e suplicante. ¡°O escrit¨®rio ¨¦ meu, e voc¨º tamb¨¦m ¨¦ minha. O que tem de errado nisso?¡± A voz de Daniel era baixa e sedutora, e ele aprofundou o beijo, dominador. Olivia resistiu, mas ele a imobilizou p cintura, impedindo qualquer movimento. O beijo se prolongou at¨¦ que o oxig¨ºnio de Olivia se esgotou, e s¨® ent?o Daniel a soltou. ficou ali, exausta, apoiada no peito dele, lutando para recuperar o f?lego. Daniel aconchegou-a contra o seu peito, prendendo-a em seus bra?os, ap¨®s terem se beijado uma loucura voraz. Contudo, um fr¨ªo cial brilhava em seus olhos. estava desesperada para empurr¨¢-lo para outra mulher? 1/1 Cap铆tulo 269 Cap¨ªtulo 269 queria se livrar dele o mais r¨¢pido possivel e se reconciliar Sergio? Parecia que a r??o d Sergio era realmente muito profunda, e podia perdo¨¢-lo mesmo que seja tra¨ªda. Quando se deu conta seu verdadeiro prop¨®sito em deixar Elisa v¨º-lo, o fogo ardia no peito de Daniel. Olivia precisou respirar fundo por um momento para recuperar o f?lego, depois de ter sido beijada por ele at¨¦ quase perder a respira??o e sufocar. Ao voltar a si e perceber que estava nos bra?os dele, o rme soou em sua mente e rapidamente se afastou, os olhos limpidos brilhando ap¨®s o beijo, e falou apressada: ¡°Sr. Griera, pode cuidar das suas coisas, estou voltando para o escrit¨®rio.¡± salu correndo do escrit¨®rio,o quem foge de algo. Olivia sentia que Daniel era um dem?nio e Bruno tamb¨¦m n?o era uma pessoa confi¨¢vel. Por que Bruno n?o falou ramente? Ele s¨® lhe contou que Elisa e Daniel se conheciam desde crian?as, mas n?o mencionou o rcionamento especifico, o que a levou a pensar que os dois eram apenas amigosuns do sexo oposto que mantinham um bom rcionamento desde a infancia. Se Bruno tivesse deixado ro a r??o ambigua entre Elisa e Daniel, certamente n?o teria deixado Elisa entrar casualmente no escrit¨®rio de Daniel. O que mais a irritava era o fato de j¨¢ que Daniel tinha um caso algu¨¦m, por que ele ainda insistia em for?¨¢ a ser mulher dele? Por fora, fingia ser um homem distante das mulheres, e no bar Mundo Nudo, ainda se passava por um apaixonado. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Mas na realidade, erao Carlos e os outros, cheio de amantes e nunca se satisfazia a quantidade de mulheres! E era apenas mais uma quem ele brincava! De manh?, se confortou dizendo que se pudesse namorar um homem t?o not¨¢velo Daniel, mesmo que n?o houvesse um bom resultado no final, n?o haveria perda. Agora parecia que eles estavam namorando? era apenas um passatempo para ele. A decep??o veio t?o r¨¢pido que ficou sem rea??o. Daniel ainda tinha a aud¨¢cia de amea?¨¢, dizendo que mesmo sabendo de suas outras mulheres, n?o conseguiria escapar dele. Era muita humilha??o! Quanto mais pensava, mais Olivia se enfurecia, e tinha vontade de dar um tapa em Daniel e dizer: ¡°Seu mulherengo, eu n?o estou nessa!¡± Mas Daniel era poderoso, realmente n?o era algu¨¦m contra quem pudesse lutar facilmente. n?o podia pensar apenas em si mesma, mas tamb¨¦m em seus quatro pequenos tesouros. Por mais raiva e humilha??o que sentisse, tinha que se conter. Em pouco tempo, as emo??es de Olivia eramo uma montanha-russa. Ao voltar ao escrit¨®rio das secret¨¢rias, ficou perplexa. Elisa estava sentada em sua cadeira, recostada e olhando para desprezo: ¡°Voc¨º ¨¦ a Olivia, n¨¦? N?o imagine que se tornar secret¨¢rio do presidente mudar¨¢pletamente o seu status. Viviana Pereira foi secret¨¢ria dele por sete anos e mesmo toda a intimidade que tiveram, ainda n?o conseguiu se tornar Sra. Griera. Sabe por qu¨º?¡± O que quis dizer que eles tiveram toda a intimidade? Viviana e Daniel dormiram juntos? Olivia estava confusa. Elisa riu desd¨¦m e continuou: ¡°Viviana conseguiu persistiro secret¨¢ria de Daniel por 7 anos, os dois devem ter tido um rcionamento inusitado antes, caso contr¨¢rio n?o teria conseguido persistir por tanto tempo. foi demitida porque queria mais. almejava o lugar de Sra. Griera. Sr. Daniel j¨¢ tinha enjoado d e percebeu sua ambi??o excessiva, ent?o a demitiu sem piedade.¡± Olivia ainda estava confusa, mas as pvras de Elisa, lembrou-se de quando era faxineira e viu Viviana desarrumada nos bra?os de Daniel. Aqu cena deixava ro que a r??o entre eles era ambigua. Olivia sempre tinha achado que era uma ilus?o de Viviana, mas agora soube que n?o era que Daniel n?o tivesse nenhum interesse em Viviana, era apenas que sete anos fizeram que Daniel se cansasse d. ¡°Comigo ¨¦ diferente¡±, Elisa disse, um sorriso de satisfa??o e confian?a nos l¨¢bios. Cap铆tulo 270 Cap¨ªtulo 270 Olivia realmente n?o suportava a arrogancia de Elisa e realmente n?o tinha interesse na identidade de Sra. Griera, s¨® quer¨ªa se livrar do controle de Daniel o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Por¨¦m, ao ver Elisa t?o confiante, n?o podia deixar de refut¨¢. Ainda um sorriso for?ado, alfou: ¡°E voc¨º, ¨¦ diferente? Por acaso Daniel te levou pra casa e te apresentou pra fam¨ªlia, admitindo que voc¨º ¨¦ a namorada dele?¡± Elisa sentiu um peso no cora??o ao ouvir aquilo. O velho Sr. Griera havia the dito que Daniel tinha levado Olivia para conhecer a fam¨ªlia Griera e at¨¦ mesmo a admitidoo namorada, chegando ao ponto da av¨® Griera pressionar por um casamento. A mensagem do Sr. Griera era ra: Daniel estava levando Ol¨ªvia a s¨¦rio. precisava ficar atenta e, para conquistar Daniel, teria que tirar Olivia do caminho, tanto fisicamente quanto do cora??o dele. Olivia, uma simples faxineira, por que teria o tratamento s¨¦rio de Daniel? Ser levada para casa, ter se deitado ele! Elisa, herdeira da renomada fam¨ªlia Abreu, n?o conseguia nem chamar a aten??o de Daniel. A inveja corro¨ªa Elisa por dentro. Por¨¦m, mantendo a postura superior, olhou para Ol¨ªvia desd¨¦m: ¡°Daniel apresentou uma mulher para a familia Griera n?o s¨® por uma vez. Admitir que ¨¦ namorada dele n?o ¨¦ algo raro. Contudo, estas mulheres que ele trouxe para casa nada t¨ºm a ver a identidade da Sra. Griera. N?oo eu, que tenho umpromisso de casamento Daniel desde crian?a, aben?oado pelo pr¨®prio Sr. Grierao a futura Sra. Griera!¡± O cora??o de Ol¨ªvia afundou. Ent?o Daniel j¨¢ tinha uma noiva, e escolhida pelo pr¨®prio Sr. Griera. N?o era ¨¤ toa que quando tinha ido ¨¤ casa da fam¨ªlia Griera Daniel, o Sr. Griera disse que e Daniel n?o erampat¨ªveis, que nem deveria pisar l¨¢. O Sr. Griera sabia que era apenas mais uma,o as outras mulheres que Daniel levava para casa, apenas distra??es antes do casamento. Que ilus?o a d, achar que Daniel queria assumir responsabilidade, casar-se , dar umr completo para os filhos, permitir que sentissem o amor de um pai. ¡°Senhorita Abreu, voc¨º deve estar medo de perder seu posto, n?o ¨¦? Por que mais estaria aqui fndo essas coisas?¡±, retorquiu Olivia, mantendo o sorriso sem calor algum. Elisa perdeu apostura, achando que faria Ol¨ªvia se envergonhar e recuar, mas n?o se abalou nem um pouco. Parecia que Ol¨ªvia n?o era t?o simples quanto Elisa pensava. ¡°S¨® estou te avisando, n?o venha depois ser rejeitada e insistir demais, fica feio!¡±, Elisa n?o conseguiu se conter, levantou-se, soltou um resmungo e,n?ando um ¨²ltimo olhar cortante para Ol¨ªvia, saiu do escrit¨®rio. Assim que Elisa se foi, Ol¨ªvia rxou os ombros tensos,o se toda sua for?a a abandonasse, e respirou mais fundo. tinha que achar um jeito de fazer Daniel a dispensar logo. N?o conseguia suportar esse jogo entre nobres. J¨¢ no final do expediente¡­ Daniel pegou o celr para ligar para Ol¨ªvia, pedindo que o esperasse. Antes de fazer a chamada, o celr tocou. Era o velho Sr. Griera. Daniel atendeu. ¡°Daniel, hoje ¨¦ o anivers¨¢rio de falecimento dos seus pais, eu e sua av¨® estamos esperando por voc¨º para irmos juntos ao cemit¨¦rio¡±, disse o Sr. Griera. Uma sombra passou pelos olhos escuros de Daniel: ¡°Entendido.¡± Quando deu a hora de bater o ponto, Olivia j¨¢ estava pronta para ir embora, mas a¨ª lembrou que talvez n?o fosse muito legal vazar antes do Daniel, se o chefe ainda estivesse por l¨¢. n?o tinha coragem de checar se o Daniel j¨¢ tinha ca¨ªdo fora do escrit¨®rio. Vai que o cara a pegava no gra e n?o podia se mandar mais. Original from N?velDrama.Org. Ent?o, ficou enrndo no escrit¨®rio por um tempinho. Quando viu, j¨¢ tinha passado meia hora do hor¨¢rio de sair. 1/2 10:08 Cap¨ªtulo 270 Olivia n?o aguentava mais esperar. tava louca pra voltar e curtir apanhia dos seus quatro pequenos tesouros. S¨® de pensar na carinha fofa e rechonchuda deles, nas gracinhas que faziam e naqus vozinhas melosas, n?o via a hora de ir pra casa. Cap铆tulo 271 Cap¨ªtulo 271 Olivia estava quase derretendo de tanta ansiedade. Tudo que queria era voar de volta para casa e se enroscar seus pequenos fofuchos. ligou para Bruno e perguntou: ¡°Oi, o Sr. Griera j¨¢ saiu?¡± *Bruno respondeu: ¡°Secret¨¢ria Souza, o Sr. Griera j¨¢ vazou faz tempo, voc¨º n?o ficou sabendo?¡± ¡°Ah, eu estava t?o concentrada nos documentos que perdi a no??o do tempo e nem vi. Que bom que o Sr. Griera j¨¢ foi embora. Tchau.¡± Ao saber que Daniel j¨¢ tinha deixado a empresa, Olivia se sentiu aliviada, pegou sua bolsa e saiu. Chegando ao lobby, se dirigiu para a sa¨ªda. De repente. Laura, a recepcionista, a chamou: ¡°Olivia, hoje tem jantar da galera da limpeza e a gerente Fernanda fez quest?o de te chamar.¡± Olivia n?o estava a fim: ¡°Ah, essas socializa??es n?o s?o muito a minha praia, agradece a Fernanda por mim, vou ficar de fora.¡± estava ansiosa para voltar para seus quatro amores. Laura insistiu: ¡°A gerente Fernanda disse que, se voc¨º n?o for, ¨¦o se estivesse desprezando .¡± Olivia: ¡°¡­¡± O que isso tem a ver isso? Isso significava que n?o tinha mais o direito de optar por n?o participar de jantar? Mas pensando bem,o uma pessoa que j¨¢ trabalhou no departamento de limpeza, de repente se tornou secret¨¢rio pessoal do presidente. Se recusasse o convite, isso seria certamente vistoo um desprezo pelos colegas que trabalhavam juntos no departamento de limpeza. Olivia nunca teve a ideia de desprezo, mas para evitar mal-entendidos, acabou aceitando o convite: ¡°T¨¢ bom, onde vai ser o jantar?¡± ¡°Num restaurante, esqueci o nome, mas eu te panho¡±, disse Laura. s pegaram um t¨¢xi e foram a um restaurante japon¨ºs chique. No reservado, estavam Helena, a gerente Fernanda e alguns funcion¨¢rios da limpeza. Mas quem realmente chamava a aten??o era a mulher coberta de grifes sentada mais afastada. Era Elisa! R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Quando viu Olivia, Elisa apenas sorriu levemente, sem dizer nada. Fernanda, cheia de entusiasmo, a convidou: ¡°Olivia, vem sentar aqui. Voc¨º ¨¦ o orgulho da nossa limpeza, em menos de um m¨ºs virou secret¨¢ria do presidente. Voc¨º ¨¦ o exemplo para todos n¨®s.¡± Helena tamb¨¦mn?ou ument¨¢rio sarc¨¢stico: ¡°Pois ¨¦, se eu tivesse essa cara bonita, tamb¨¦m subiria r¨¢pido na vida, mas meus pais n?o cboraram.¡± Ao ouvir isso, Olivia se sentiu sufocada, percebendo que aquilo era uma armadilha. n?o se sentou e, a cara fechada, disse: ¡°Desculpe, n?o estou acostumadoida japonesa. Vou me despedir primeiro.¡± Quando se virou para ir embora, Elisa a segurou pelo bra?o e a puxou de volta. Elisa se levantou, encarou Olivia e deu-lhe um tapa na cara. Olivia segurou o rosto, incr¨¦d e furiosa. O lugar ficou em sil¨ºncio. Fernanda estava chocada, n?o esperava que a situa??o escsse para viol¨ºncia, isso n?o estava nos seus nos. Helena tamb¨¦m ficou perdida, piscando sem rea??o. Laura, que estava mais perto de Olivia, ficou paralisada ao ver Elisa bater em Olivia. Olivia apertou os dentes e disse: ¡°Senhorita Abreu, tem cameras aqui, eu posso te processar por agress?o!¡± ¡°Vai me processar? Com que moral? Uma caipirao voc¨º tem status ou influ¨ºncia para enfrentar o Grupo Abreu?¡± Elisa zombou, cheia de arrogancia. ¡°Seu status e sua influ¨ºncia s?o mais fortes que a fam¨ªlia Griera? Pe?a desculpas d agora!¡± Uma voz masculina fria e irritada soou. Cap铆tulo 272 Cap¨ªtulo 272 Olivia seguiu o som os olhos e viu uma figura esguia, vestida uma cal?a preta justa, um zer azul listras e fios dourados, e sapatos de couro pretos da moda. O cara tinha uma pinta de yboy. Seu rosto, normalmente gentil e amig¨¢vel, estava agora s¨¦rio e afiado, e seus olhos bonitos ardiam de raiva. Era o Sergio! Ele se aproximou e ficou aodo de Olivia, um olhar prante fixo em Elisa. A Elisa, que at¨¦ um instante atr¨¢s estava cheia de marra na frente de Olivia, murchou quando viu Sergio, for?ando um sorriso bajdor: ¡°Senhor Sergio, essa Olivia n?o ¨¦ flor que se cheire, t¨¢ no Grupo Griera segundas inten??es¡­¡± Sergio era o filho mais velho do Senhor Griera, um nobre da familia Griera, mais novo que o Daniel por tr¨ºs anos, e uma posi??o de destaque na fam¨ªlia. Um verdadeiro filhinho de papai. Como herdeira dos Abreu, Elisa o conhecia bem. , que estava toda arrogante na frente de Olivia, mudoupletamente sua postura para puxa- saquismo ao ver Sergio. O olhar de Sergio ficou ainda mais gdo,o uma lamina afiada, cravando-se n: ¡°Vou repetir, pe?a desculpas! Se n?o, a sua fam¨ªlia Abreu n?o ter¨¢ paz!¡± Elisa, que ainda tinha uma esperan?a de que Sergio ficasse dodo d, ficou surpresa a firmeza dele. O que Olivia tinha de especial? n?o s¨® tinha enfeiti?ado o Daniel, mas tamb¨¦m conquistado a prote??o de Sergio. Elisa estava f da vida, mas intimidada p presen?a de Sergio e temendo a retalia??o da fam¨ªlia Griera, abaixou os c¨ªlios e disse a contragosto: ¡°Desculpa a¨ª.¡± ¡°Des-cul-pa quem? Com essa vozinha ningu¨¦m escuta,¡± disse Sergio uma frieza cortante. Elisa, assustada a bronca dele, levantou a cabe?a, olhou para Olivia, curvou-se e disse mais seriedade: ¡°Olivia, mil perd?es, eu errei, espero que voc¨º me perdoe.¡± Olivia observou Elisa se curvando e pedindo desculpas. A raiva em seu cora??o n?o esfriou; pelo contr¨¢rio, sentiu que o pedido de desculpas for?ado de Elisa vinha carregado de rancor. Com um sorriso contido, disse: ¡°N?o ¨¦ que eu te perdoe, ¨¦ que se um cachorro me mordesse, eu n?o mordia de volta. Sen?o, qual seria a diferen?a entre mim e o cachorro?¡± Elisa, atingida no orgulho, arregalou os olhos pronta para retrucar. havia sido chamada de cachorro! Sergio, um sorriso sarc¨¢stico, disse a : ¡° t¨¢ certa, oh cachorrinha, quero dizer, Srta. Abreu, pense bem no que essa frase significa.¡± Dito isso, ele p?s a m?o no ombro de Olivia naturalmente e a levou embora. Esse gesto era de prote??o. Mas para os outros, parecia um sinal de intimidade. This belongs to N?velDrama.Org - ?. Elisa ficou boquiaberta ao ver Sergio colocando a m?o no ombro de Olivia e rapidamente tirou uma foto dos dois o celr. estava certa de que havia algo mais entre Sergio e Olivia. Sabendo que Olivia tinha trabalhado na limpeza, Elisa procurou Fernanda e pediu que organizasse um jantar para os funcion¨¢rios, insistindo para que Olivia participasse. queria humilhar Olivia na frente de todos do departamento de limpeza, dizendo que uma faxineira jamais poderia sonhar em ser algu¨¦m na vida. Queria dar-lhe um tapa na cara e depois faz¨º passar vergonha, para que n?o pudesse mais ficar no Grupo Griera! Mas n?o esperava descobrir a r??o entre Sergio e Olivia! O cora??o de Elisa, antes apertado, agora se sentia estranhamente aliviado essa descoberta. As pessoas no camarote, uma por uma, ficaram em sil¨ºncio absoluto, nem se atreviam a respirar alto. Fernanda tinha sidoprada por Elisa, que de ¨²ltima hora armou aquele encontro de funcion¨¢rios. Elisa derou que era a noiva de Daniel, a oficial, e que seria em breve a Sra. Griera! As outras mulheres eram apenas aventuras passageiras, tentando seduzir o Sr. Griera para subir na vida. 1/2 10-09 Capitulo 212 , a noiva leg¨ªtima, estava pronta para colocar as rivais no seu devido lugar! Capitulo 273 Cap铆tulo 273 Cap¨ªtulo 273 Fernanda the fez esse favor e, mais tarde, quando da se tornavcerta de n?o Catn farms crea Fernanda, amea?ada e tentada, concordos seu pedido. eta que isso a faria testemunhar um teatro de vide real Ao sair do restaurante japon¨¦s, O destos for?a o bra?o de Sergio que recovcar sobre seus onex, dzado ¡°Wo ciggle to perto, para n?o ser mal interpreted. estava grata p auda de Sergio, mas isso n?o significare que estava pronta para aceitar suas nece Sergio tinha um sorriso divertido no roctor ¡°¨¦ melhor sumal interpretado, n?o ¨¦ preciso evolca, boa com que o mal entendido sep verdadeiro,¡± Oliviangou-lhe um other imitada. ¡°Voc¨º pode aan anderenddo, mesata Dentro de si, Olivia estava decidida a trata Sergioo um estrato de agora en date, sem deva nentum to solto que pudesse der e ele qualquer espag. sabia que entre eles n?o havia mais possibilidade alguma, Al¨¦m do mais, temia a rea??o de Daniel Se Daniel soubesse o qu?o pr¨®ximos eles estavam, n?o dava pra saber o tamanho da loucura que de faz Depois de dizer isso, Olivia deu um passo a frente. Sergio a seguius ¡°Ent?o anuncie que somos um casal e ningu¨¦m v¨¢l entender mal Olivia parou e derou mais uma vez ¡°Sergio, quantas vezes es tenho que te dizer que n?o d¨¢ m?o ora gente ser un caca? Parce de perder seu tempoigo.¡± ¡°Por qu¨¦?¡± Sergio perguntou, um olhar s¨¦rio e uma freza prate. ¡°Porque¡­¡± Olivia revr que j¨¢ era m¨¢s de quatro change, Quando as pvras sairam, de repente perceber ose loco era um segredo e n?o pod ser dto casuarrett Sergio tamb¨¦m era de uma fam¨ªlia Criera, e se ele cac¨ªa, toda a familia Chera s O Velho So. Griera e a av¨® Griera estarem loucos por um bio, e se descoblosen ceramente tentan tora a daga Eo Velho Sr. Griera, que a desprezava tanto, jamais permitiria que continuasse cuidando das crianca. A ideia de perder seus quatro queridos fa O cora??o de Olivia doero se estresse outocado. mudou de assunto rapidamente: ¡°Porque eu e voc¨º n?obinando, voc¨º e Vania Souza dim: Sem olhar para tr¨¢s, se foi. Sergio ficou perado,o se tivesse sido atingido por um raio, sentindo uma dor que o invadia do topo da catega aos p¨¦s. Cinco anos se passaram, e ainda se importava aquele incidente. Ele poderia ter se sujado por fora, mas seu cora??o permaneda Impo, Ser¨¢ que isso Era mesmo imperdo¨¢vel? O cora??o de Sergio se dundou de dor quando viu Olivia prestes a se deca Mac Ele reprimiu a dor e correu atr¨¢s d ¡°Olivia, deixa eu te levar para car nem olhou para tr¨¢s e disse. ¡°N?o precisa no entanto, Sergio a segurou pelo pulso, levou-a at¨¦ o carro, abriu a porta e praticamente a empurrou para dentro. entrou logo em seguida e trancou as portz Movendo-se t?o r¨¢pido que Olivia foi pega de surpresa, reagiu e tentou empurrar a porta, mas n?o consegu¨ªu. Exasperada, olhou para ele que estava sentado ao seudos ¡°quantas vezes vou ter que te dizer? N?o me procure maiot ¡°Se eu te disser que te encontrar no restaurante japon¨¦s foi uma coincid¨ºncia, voc¨º acredita? perguntou Sergio. 1/1 Cap¨ªtulo 273 Fernanda lhe fez esse favor e, mais tarde, quando se tornasse uma Sra. Griera, n?o faltariam favores para . Fernanda, amea?ada e tentada, concordou seu pedido. que isso a faria testemunhar um teatro da vida real. Ao sair do restaurante japon¨ºs, Olivia afastou for?a o bra?o de Sergio que repousava sobre seus ombros, dizendo: ¡°N?o chegue t?o perto, para n?o ser mal interpretada¡±. estava grata p ajuda de Sergio, mas isso n?o significava que estava pronta para aceitar suas intimidades. Sergio tinha um sorriso divertido no rosto: ¡°¨¦ melhor ser mal interpretado, n?o ¨¦ preciso explicar, fa?a com que o mal entendido seja verdadeiro.¡± Olivian?ou-lhe um olhar irritado: ¡°Voc¨º pode querer ser mal-entendido, mas eu n?o.¡± Dentro de si, Olivia estava decidida a tratar Sergioo um estranho de agora em diante, sem deixar nenhum fio solto que pudesse dar a ele qualquer esperan?a. sabia que entre eles n?o havia mais possibilidade alguma. Al¨¦m do mais, temia a rea??o de Daniel. Se Daniel soubesse o qu?o pr¨®ximos eles estavam, n?o dava pra saber o tamanho da loucura que ele faria. Depois de dizer isso, Olivia deu um passo ¨¤ frente. Sergio a seguiu: ¡°Ent?o anuncie que somos um casal e ningu¨¦m vai entender mal.¡± N?vel(D)rama.Org''s content. Olivia parou e derou mais uma vez: ¡°Sergio, quantas vezes eu tenho que te dizer que n?o d¨¢ mais pra gente ser um casal? Para de perder seu tempoigo.¡± ¡°Por qu¨º?¡± Sergio perguntou, um olhar s¨¦rio e uma frieza prante. ¡°Porque¡­¡± Olivia ia revr que J¨¢ era m?e de quatro crian?as. Quando as pvras sa¨ªram, de repente percebeu que isso era um segredo e n?o poderia ser dito casualmente. Sergio tamb¨¦m era de uma fam¨ªlia Griera, e se ele sabia, toda a fam¨ªlia Griera sabia. O Velho Sr. Griera e a av¨® Griera estavam loucos por um bio, e se descobrissem, certamente tentariam tomar as crian?as. E o Velho Sr. Griera, que a desprezava tanto, jamais permitiria que continuasse cuidando das crian?as. A ideia de perder seus quatro queridos fazia O cora??o de Olivia doero se estivesse sufocando. mudou de assunto rapidamente: ¡°Porque eu e voc¨º n?obinamos, voc¨º e Vania Souza sim.¡± Sem olhar para tr¨¢s, se foi. Sergio ficou parado,o se tivesse sido atingido por um raio, sentindo uma dor que o invadia do topo da cabe?a aos p¨¦s. Cinco anos se passaram, e ainda se importava aquele incidente. Ele poderia ter se sujado por fora, mas seu cora??o permanecia limpo. Ser¨¢ que isso Era mesmo imperdo¨¢vel? O cora??o de Sergio se afundou de dor quando viu Olivia prestes a se afastar. Mas Ele reprimiu a dor e correu atr¨¢s d: ¡°Olivia, deixa eu te levar para casa.¡± nem olhou para tr¨¢s e disse: ¡°N?o precisa.¡± no entanto, Sergio a segurou pelo pulso, levou-a at¨¦ o carro, abriu a porta e praticamente a empurrou para dentro. entrou logo em seguida e trancou as portas. Movendo-se t?o r¨¢pido que Olivia foi pega de surpresa, reagiu e tentou empurrar a porta, mas n?o conseguiu. Exasperada, olhou para ele que estava sentado ao seudo: ¡°quantas vezes vou ter que te dizer? N?o me procure mais!¡± ¡°Se eu te disser que te encontrar no restaurante japon¨ºs foi uma coincid¨ºncia, voc¨º acredita?¡± perguntou Sergio. Cap铆tulo 274 Cap¨ªtulo 274 ¡°Que coincid¨ºncia?¡± Olivia perguntou. ¡°Minha firma tamb¨¦m tava batendo um rango por aqu¨ª¡±, respondeu S¨¦rgio. N?vel(D)rama.Org''s content. Ele n?o tava mentindo, tinha acabado de voltar do banheiro quando viu Olivia entrando e foi bisbilhotar, seguindo at¨¦ o reservado. Pra surpresa dele, deu de cara a Elisa enchendo o saco da Olivia. Ele n?o aguentou ver aquilo e resolveu meter a colher. Olivia ficou meio abobada, mas logo caiu a ficha e disse: ¡°Ent?o volta pra tuaemora??o, que eu me viro pra ir embora.¡± deu um toque na porta do carro, pedindo pra ele abrir. ¡°Rxa, o gerente de RH d¨¢ um jeito. At¨¦ porque eu j¨¢ n?o sou mais o dono da parada¡±, falou S¨¦rgio. Olivia ficou intrigada: ¡°O que voc¨º quer dizer isso?¡± S¨¦rgio se encostou no banco, jogando as m?os pra tr¨¢s da cabe?a e rxando: ¡°Voc¨º ainda n?o t¨¢ por dentro?¡± Ele virou os olhos para odo para olhar para . ¡°Saber o qu¨º?¡± Olivia tava mais perdida que cego em tiroteio. ¡°A Tologia Ser¨¦lia Ltda, foiprada pelo meu tio¡±, disse S¨¦rgio. Olivia ficou boquiaberta, sem acreditar: ¡°Quando rolou isso?¡± ¡°Foi anteontem, no dia em que ele disse que ia transferir voc¨º para o Grupo Grierao secret¨¢ria.¡± disse Sergio. A mand¨ªb de Olivia caiu em choque. se lembrou de ter perguntado pro Bruno se era moleza assim um funcion¨¢rio ser transferido de uma empresa pra outra. Bruno disse que, se o senhor falou que d¨¢, ent?o d¨¢. Na hora n?o tinha sacado o que isso significava. Mas agora, a rev??o de S¨¦rgio, finalmente entendeu. Daniel haviaprado a empresa de S¨¦rgio, e toda a Tologia Ser¨¦lia Ltda. era de Daniel, ent?o o que era uma transfer¨ºncia de funcion¨¢rio? O choque n?o foi menor do que saber que todos os quatro filhos que havia gerado eram de Daniel. Olivia engoliu em seco e disse: ¡°No fim das contas, voc¨ºs s?o todos da mesma fam¨ªlia, tanto faz de quem ¨¦ a empresa.¡± S¨¦rgio ficou s¨¦rio de repente: ¡°N?o ¨¦ bem assim. A TS Ltda., minha empresa de tologia, eu que montei, nada a ver a fam¨ªlia Griera, mas meu tioprou, e mesmo uma grana boa, aquilo l¨¢ tinha um valor especial pra mim. Perder a TS Ltda. doeu, mas o tiozinho fez quest?o deprar. E eu fico me perguntando se foi s¨® pra te ter por pertoo secret¨¢ria.¡± Sergio perguntou isso uma ponta de nervosismo e uma seriedade indescrit¨ªvel em sua vis?o enquanto olhava para Olivia. Como se estivesse tentando ver os ind¨ªcios de que estava se aproximando. Olivia desviou o olhar, meio sem gra?a, e falou: ¡°O Daniel ¨¦ esquisit?o mesmo, vai saber o que passa na cabe?a dele. eu sou s¨® uma pe?a no tabuleiro dele, n?o tenho esse peso todo n?o.¡± S¨¦rgio refletiu: ¡°¨¦, meu tio sempre foi um enigma. Decidido e r¨¢pido no gatilho. Mas cada decis?o dele, cadapra de empresa, s¨® fez o Grupo Griera crescer mais e mais. Nas m?os dele, em poucos anos, o grupo virou uma pot¨ºncia internacional:..¡± Era a primeira vez que Olivia ouvia S¨¦rgio fr assim do tio. sabia que o Daniel era fera, mas n?o tinha no??o do tamanho da parada. O cara tinha um tino para neg¨®cios de outro mundo. E quanto a ? Aos olhos dele, tamb¨¦m ¨¦ uma mercadoria? ¨¦ por isso que ele a for?ou a ser sua mulher por meios estrondosos. ¨¦ porque naqu noite, h¨¢ cinco anos, a primeira vez que foi dada a ele, ele a quer por inteiro e n?o permite que seu corpo entre em contato outros homens. Eu me pergunto quais ser?o as consequ¨ºncias finais para , ser?o tr¨¢gicas? Esses pensamentos deixaram Olivia um frio na espinha. ¡°N?o entendo as paradas do seu tio. J¨¢ t¨¢ tarde, quero ir pra casa. Abre a¨ª pra eu descer¡±, pediu Olivia, tentando negociar. Que papo era aquele de ficar de chamego no banco de tr¨¢s do carro? 1/2 10-0 Cap¨ªtulo 274 ¡°Deixa que Eu te levo¡±, disse S¨¦rgio. Ele se preparou pra abrir a porta, pronto pra ir para o banco do motorista. De repente me veio ¨¤ cabe?a: e se o cadeado se abrisse e a Olivia abrisse a porta do carro, descendo sem mais nem menos, e decidisse n?o voltar? Cap铆tulo 275 Cap¨ªtulo 275 Ele podia ter for?ado a entrar no carro uma vez, mas na segunda j¨¢ estava esperta e n?o foi t?o f¨¢cil assim. S¨¦rgio parou o que estava fazendo e tomou uma atitude que deixou Olivia sem pvras. O cara me d¨¢ uma de atleta e p do banco de tr¨¢s para o do motorista. Pra lev¨¢ em casa, ele tava todo cuidadoso. Sentado ao vnte, S¨¦rgio ligou o motor e partiu o carro. Olivia estava uma dor de cabe?a daqus, n?o queria ficar devendo nada pra ele, mas o cara sempre fazia quest?o de deix¨¢ em d¨¦bito. Ele a ajudou a sair na frente de Elisa, lhe devia um favor. Agora ele est¨¢ lhe dando uma carona para casa, lhe deve dinheiro para a gasolina. Antes podia ter pago a carona, mas agora, de novo? Quem j¨¢ amou de verdade, n?o esquece s¨® porque quer. Mas tem gente que, uma vez que voc¨º perde, ¨¦ pra sempre. Original from N?velDrama.Org. Sabendo que n?o ia dar em nada, n?o podia dar esperan?as pra ele. ¡°S¨¦rgio, deixa o passado pra tr¨¢s, sem ressentimentos. A gente precisa seguir em frente.¡± tentou suprimir as emo??es em seu cora??o, permitindo-se dizer as pvras sem nenhuma emo??o. Depois de dizer isso, olhou p jan do carro. S¨¦rgio a observou pelo retrovisor, viu a determina??o estampada no rosto d e se sentiu mal, mas n?o conseguiu dizer nada. Quando chegaram na entrada do pr¨¦dio, o carro parou. Olivia abriu a porta para sair, pronta para procurar a bolsa e pagar a ele. Mas o carro se mandou. Olivia ent?o percebeu que havia deixado sua bolsa no carro dele e gritou: ¡°Hey Sergio¡­¡­¡± No entanto, o carro estava t?o r¨¢pido que n?o deu a a chance de fr e logo desapareceu de sua vista. Como se tivesse medo de que pagasse a passagem para eleo da ¨²ltima vez. Olivia n?o teve escolha a n?o ser ir para casa. Ainda bem que o celr estava no bolso; ¡®na bolsa s¨® tinha um pouco de maquiagem, nada mais. Ao chegar em casa e abrir a porta, um cheirinho de leite invadiu o ambiente, um aroma que cura a alma, varrendo imediatamente o cansa?o de Olivia. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± Quatro pequenos fofos, bn?ando as perninhas curtas, corriam em sua dire??oo pinguinzinhos. Era a coisa mais ador¨¢vel. Olivia sorriu e se agachou para cumpriment¨¢-los. Ouvir aquele carinhoso ¡°mam?e¡± fez valer a pena toda a exaust?o e a dor no cora??o. Iria foi a primeira a correr e pulou nos bra?os de Olivia, seu rostinho macio pressionado contra o d, e seu corpo fofo se chocou o de Olivia. Cap铆tulo 276 Cap¨ªtulo 276 Naquele abra?o, era uma felicidade macia e fofinha. Logo, Joel e In¨ºs correram at¨¦ l¨¢, se aninhando nos bra?os de Olivia. Original from N?velDrama.Org. Heitor tamb¨¦m correu, mas ficou aodo de Olivia e n?o agarrou o abra?o da m?e de seus irm?os. Ele est¨¢ feliz por ter sua m?e de volta e quer ficar mais perto d, para sentir seu abra?o. Mas entendia que os irm?os precisavam mais do carinho da m?e, ent?o, conscientemente, n?o brigou, n?o disputou, ficou all, no ponto mais pr¨®ximo, observando. Olivia, contendo a saudade, ro?ou o rosto nos pequenos e macios dos filhos, amolecendo a voz: ¡°Como foi o dia na escolinha?¡± Joel levantou a m?o e foi o primeiro a responder: ¡°Foi legal, muito legal.* ¡°M?e, hoje eu ganhei uma estrelinha, olha s¨®.¡± Ir¨ªa, seu rostinho infantil e fofinho, mostrava orgulhosa a estr cda em sua testa para Olivia. Olivia elogiou: ¡°Iria ¨¦ ¨®tima.¡± ¡°Mam?e, eu tamb¨¦m tenho uma, eu tamb¨¦m tenho uma.¡± In¨ºs, n?o querendo ficar atr¨¢s, se apertou contra o abra?o de Olivia, apontando para a estrelinha em sua testa, as bochechas coradaso uma ma??zinha. ¡°In¨¦s tamb¨¦m est¨¢ de parab¨¦ns.¡± Olivia disse, acariciando a cabecinha d carinho. ¡°M?e, eu dei a minha estrelinha para a Yara da nossa s.¡± Joel fez biquinho, o lindo rosto cheio de expectativa, esperando que a m?e perguntasse. E Olivia perguntou: ¡°Quem ¨¦ Yara?¡± Joel respondeu imediatamente: ¡°¨¦ uma menina da s, muito fofa. Eu queria dar todas as minhas estrelinhas pra , posso, m?e?¡± Ele havia encontrado uma amizade especial al¨¦m de seus irm?os. Descobriu que querer bem a algu¨¦m ¨¦ dar-lhe o que se tem de melhor. Joel, embora fosse um menino, era bonito, especialmente seus olhos cor de ambar, que eram t?o sugestivos em uma idade t?o jovem. Ele parecia uma pequena estr de um programa de TV, bonito e atraente. Olivia ficou contente ao ouvir aquilo, era bom ver seus filhos se entrosando outras crian?as. concordou: ¡°ro que pode, desde que tamb¨¦m goste do que voc¨º d¨¢.¡± ¡°Ah, gostou. Pediu At¨¦ pra eu cr na testa d.¡± Joel acenou a cabe?a, animado. ¡°Ent?o t¨¢ bom.¡± Olivia concordou. Levantando os olhos, viu Heitor, que estava de p¨¦ nateral e os observava interagir sem participar. Seu rostinho estava um pouco s¨¦rio, a fronte franzida num pequeno n¨®, querendo se jogar nos bra?os da m?eo os irm?os, mas relutando em parecer infantil. Olivia se levantou, puxou Heitor pelo ombro, trazendo-o para perto, e perguntou suavidade: ¡°Heitor, teve algo legal na escolinha hoje que voc¨º quer contar pra mam?e?¡± Heitor negou a cabe?a: ¡°M?e, n?o, a escolinha ¨¦ muito infantil.¡± Olivia pausou, observando nele um ar de maturidade precoce, misturado a inoc¨ºncia de sua idade, uma beleza nobre e distante. Parecia tanto algu¨¦m, at¨¦ no modo de ser. sentiu um frio no cora??o, se Daniel visse Heitor, certamente suspeitaria, e ao investigar, o segredo d estaria exposto. S¨® de pensar, sentia cfrios. O car¨¢ter de Heitor foipletamente herdado de Daniel! Mas ele ainda ¨¦ uma crian?a. O cora??o de Olivia sepadece de Heitor por n?o ter sido capaz de sentir a alegria da infancia em uma idade t?o invem Cap铆tulo 277 Cap¨ªtulo 277 se agachou e o abra?ou, dizendo carinho: ¡°Heitor, voc¨º s¨® tem quatro anos, ainda ¨¦ um garotinho, descubra as alegrias de brincar crian?as, crian?as crian?as, despreocupados juntos,o ¨¦ bom¡±. Original from N?velDrama.Org. ¡°Mas eu quero ficar em casa jogando no tablet.¡± Heitor desabafou, achando que as brincadeiras da creche eram coisa de beb¨º, preferindo ficar em casa fu?ando c¨®digos e jogando games hackers da pesada. Era um quebra-cabe?a daqueles, mas divertido pra caramba. Olivia ficou bda, sem saber que Heitor j¨¢ era um mini hacker de m?o cheia, achando que ele tava viciado em joguinhos, sem sacar as coisas legais da vida. disse em um tom s¨¦rio: ¡°Heitor, no tablet ¨¦ tudo de mentirinha, uma ilus?o. O que r ao seu redor, isso sim ¨¦ de verdade, n?o d¨¢ pra ficar s¨® nos games, n¨¦? Vamos fazer um trato, voc¨º s¨® pode ficar no tablet meia hora por dia, o resto do tempo ¨¦ pra ler ou brincar seus irm?os, beleza?¡± Heitor pensou sobre isso, meia hora pode realmente aprender muitas coisas. Olhando para o rosto preocupado de sua m?e, deve estar preocupada ele. Ent?o, Heitor concordou a cabe?a: ¡°Beleza, m?e.¡± ¡°Que filho mais firmeza,¡± Olivia se sentiu aliviada. Teresa volta daspras e entra pelodo de fora, vendo Olivia conversando muito Heitor, d¨¢ uma olhada em Heitor, depois mais uma, e faz um barulho curioso: ¡°Por que ser¨¢ que o Heitor t¨¢ parecendo algu¨¦m? j¨¢ vi uma carinha parecida, onde ser¨¢?¡± Teresa ficou tentando lembrar, fazendo cara de quem t¨¢ a cuca fervendo. Olivia ficou o cora??o na m?o, preocupada. Se Teresa descobrisse que os pequenos eram do Daniel, certeza ia atr¨¢s dele pra ele assumir a parada. A¨ª o bicho ia pegar. Daniel tinha noiva e ia casar a filha do Grupo Abreu, a Elisa. E ? N?o era Nada. s¨® tinha os quatro filhos pra cuidar. N?o pode se dar ao luxo de correr riscos. ¡°Nosso Heitor ¨¦ t?o bonito que deve parecer algum astro de TV.¡± Olivia saiu. disse isso bem na hora e conseguiu desviar o pensamento de Teresa, que ainda tava matutando a semelhan?a de Heitor. ¡°Isso a¨ª, parece um astro de cinema mesmo, um gato, mas agora n?o me lembro do nome,¡± Teresa falou aliviada e foi pra cozinha. Heitor tava esperando a m?e dizer que ele parecia o chefe d, mas Olivia falou que era um astro de cinema. Parece que a m?e ainda n?o queria admitir que o Daniel era o pai deles. Ser¨¢ que o Daniel era mesmo o pai? Heitor ficou bdo e cheio de d¨²vidas. ¡°M?e, cad¨º as batatas fritas e as coxas de frango que voc¨º prometeu?¡± Olivia sentiu a manga da roupa puxada e olhou pra baixo, vendo Iria a carinha fofa levantada; um olhar de quem t¨¢ doida por um rango. A¨ª que Olivia lembrou que de manh? tinha prometido trazer uma comn?a pra Iria. Mas depois de um dia cheio, jantar do trampo e ainda sendo zoada p Elisa, e pra finalizar, carona o Sergio pra casa, nem passou p cabe?a dprar aida. ¡°Poxa, Iria, a m?e aqui viajou e esqueceu, quer que eu v¨¢ buscar agora?¡± Olivia se desculpou. ¡°Pra qu¨ºprar, j¨¢ t¨¢ quase na hora do jantar,¡± Teresa apareceu na porta da cozinha a colher de pau na m?o e falou: ¡°Voc¨º rndo pra sustentar a fam¨ªlia, temos que economizar onde d¨¢. O dinheiro que voc¨º deu ontem j¨¢ foi quase todo leite e aluguel.¡± Capitulo 278 Cap铆tulo 278 Cap¨ªtulo 278 Teresa n?o tinha permiss?o para sair para fazerpras e foi dificil convencer Olivia a desistir. Mas quando viu o rostinho macio de Iria, seus grandes olhos brilhando de expectativa, perdeu a express?o instantaneamente. Olivia n?o teve cora??o para resistir, ergueu Iria nos bra?os e sussurrou no seu ouvido: ¡°Mam?e vai pedir um frango frito e batatas fritas pra gente, t¨¢? Logo mais o entregador traz e vai ser uma surpresa e tanto, que tal?¡± Ao ouvir isso, Iria logo se animou: ¡°Demais, demais¡­¡± De repente, percebeu que estava alto demais, que poderia entregar o segredo d a m?e e rapidinho tapou a boca as m?ozinhas. mas o sorriso era grande demais para esconder. Danielrgou o trabalho mais cedo aqu tarde e foi direto para o cemit¨¦rio.. Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. O Velho Sr. Griera, Eduardo Griera, e a av¨® Griera, Lu¨ªsa Ribeiro, j¨¢ estavam l¨¢, de p¨¦, diante das sepulturas. ¨¤ frente deles,do ado, estavam os t¨²mulos de Aar?o Griera, pai de Daniel, e de Patricia Pinto, sua m?e. O crep¨²sculo No cemit¨¦rio, o sol poente refletindo nas l¨¢pides, parecia derramar uma luz amarda e triste sobre os rostos nas fotografias. As sombras das ¨¢rvores se agitavam ao redor, dando um ar ainda mais sombrio e misterioso ao lugar. Daniel, um buqu¨º de cravos em m?os, aproximou-se e o depositou no t¨²mulo de Patricia, enquanto um de crisantemos dourados foi deixado para Aar?o. Ele era apenas uma crian?a quando seus pais morreram. A imagem deles, na sua mem¨®ria, estava emba?ada. Nem Mesmo olhando para as fotos conseguia se lembrar dos momentos que tivera eles quando pequeno. As mem¨®rias que tinha dos pais eram escassas, e as poucas que persistiam eram de brigas e disc¨®rdias, objetos quebrados pelo ch?o. Sua infancia n?o foi marcada pelo amor e carinho dos pais, nem pelos momentos de mimo e afeto que outras crian?as tinham. O que restava era um cotidiano de discuss?es intermin¨¢veis, o sentimento de ser usadoo pe?o e uma dor profunda. Eduardo olhava para a foto de seu filho, Aar?o, na l¨¢pide, o rosto cheio de arrependimento. ¡°Naqu ¨¦poca, se eu tivesse parado seu pai e dito a ele para n?o amar uma mulher de origem rural e sem forma??o, ele n?o teria tido uma morte tr¨¢gica.¡± Ele ainda se arrependia, sabendo que um amor desigual quase nunca teria um final feliz. Mas quando Aar?o insistiu em ficar Patricia, ele n?o o deteve, pensando que a felicidade dos filhos estava nas m?os deles mesmos. N?o ¨¦ f¨¢cil encontrar uma mulher que se ama de verdade. E assim, Ele consentiu no casamento de Aar?o Patricia. Por¨¦m, aqu mulher era astuta e sem escr¨²pulos. Daniel permaneceu cdo enquanto a av¨® Griera dizia: ¡°Tanto tempo j¨¢ se passou, n?o adianta mais debater quem estava certo ou errado.¡± Enquanto fva, as l¨¢grimas lhe corriam pelo rosto. Aar?o era seu filho, e a dor de perder um filho era insuport¨¢vel. Felizmente, Aar?o havia lhes deixado um Daniel e, ao longo dos anos, av¨® Griera derramou todo o amor que tinha por seu filho, Aar?o, em Daniel. Quando via Daniel, erao se seu filho ainda estivesse vivo. Ao ver av¨® Griera t?o triste, o cora??o de Velho Sr. Griera tamb¨¦m n?o ficou bem, ele disse: ¡°O tempo passou, mas n¨®s perdemos para sempre um filho maravilhoso, N?o estou tentando apontar culpados, mas sim aprender o ocorrido para evitar que a hist¨®ria se repita.¡± ¡°Aqu Patricia n?o se contentou em casar Aar?o, ainda teve um caso outro homem. J¨¢ era m?e e continuava sem se dar ao respeito. Deus sabe o que queria conquistar. Se n?o fosse por sua indecis?o em cortar r??es aquele homem, Aar?o n?o teria discutido . E quando tentou fugir o amante, Aar?o foi atr¨¢s, culminando naquele terr¨ªvel acidente¡­¡± Capitulo 279 Cap铆tulo 279 Cap¨ªtulo 279 Disse Eduardo, irritado e duro. Noe?o, ele nunca se importou o fato de Patricia vir de origem humilde, pensava que, desde que Aar?o gostasse, estava tudo certo. Mas ent?o ele pensou sobre isso, se ele n?o tinha os meios, bom em sedu??o, sem limites. Como poderia ter subido de baixo para cima e at¨¦ mesmo atra¨ªdo a aten??o de Aar?o, superando v¨¢rias herdeiras ricas e tornando-se a esposa de Aar?o? S¨® podia ser por usar de artimanhas baixas e ter um talento para enganar os homens, que conseguiu pr de uma vida simples para ser uma pessoa de destaque. Mulheres assim n?o param quando alcan?am seus objetivos; a natureza n?o muda assim t?o f¨¢cil. gostava de seduzir homens e ia continuar gostando por toda a vida, pondo chifres em Aar?o e trazendo desassossego para casa. No final, at¨¦ fez que seu filho perdesse a vida. Toda vez que pensava em Aar?o, Eduardo sentia uma dor no cora??o. Ele era um filho muito bom, mas, por causa de uma mulher, perdeu a vida. As hist¨®rias do passado de Eduardo traziam de volta as lembran?as de av¨® Griera, e pensar em seu pobre filho e no que havia acontecido ele no passado era t?o doloroso que n?o conseguia contrr as l¨¢grimas. Daniel sabiao seus pais haviam morrido, mas nunca tinha ouvido o Velho Sr. Griera contar essas hist¨®rias. Ao ouvir agora, ele olhou fixamente para o Velho Sr. Griera um olhar pesado. Quando era pequeno, sabia que sua m?e tinha se apaixonado por outro homem, e contra a vontade do pai, fugia para encontrar-se ele. Eles viviam brigando e quebrando coisas por causa disso. Naqu ¨¦poca, ele era s¨® uma crian?a. As imagens de suas brigas, aos seus olhos, eram t?o assustadoras que ele tinha medo, medo de n?o ter mais umr, medo de ser abandonado. Enquanto crescia, ele ainda sonhava imagens deles discutindo ferozmente, coisas caindo no ch?o, copos de vidro quebrados, estilha?os por toda parte. esses pesadelos o acordavam frequentemente. As sombras da infancia precisavam de uma vida inteira para ser curadas. Ele odiava aquele homem, era ele quem tinha despeda?ado sua fam¨ªlia. E para piorar, a morte de seus pais tamb¨¦m tinha sido causada por aquele mesmo homem¡­ Foi porque sua m?e queria fugir ele que seu pai os seguiu, levando ambos a um tr¨¢gico acidente de carro¡­ ¡°Daniel, se voc¨º n?o quiser casar agora, o v? e a v¨® n?o v?o te pressionar, s¨® n?o fa?ao seu pai¡±, o Velho Sr. Griera olhou para tr¨¢s, fndo seriamente e preocupa??o. Para o Velho Sr. Griera, Olivia era uma segunda Patr¨ªcia. vinha de baixo, m?os sujas, roubando os projetos do Grupo Griera e vendendo-os para outras empresas, ainda conseguia enfeiti?ar Daniel, fazendo que ele a deixasse sair impune e jogasse Viviana na fogueira para se salvar.¡± Esse tipo de t¨¢tica, al¨¦m de se aproximar de Daniel, tamb¨¦m tirou Viviana da posi??o de secret¨¢ria, sua pr¨®pria substituta. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Mulheres desse tipo s?o ¨®bvias, sem princ¨ªpios, far?o qualquer coisa para atingir seus objetivos! O Velho Sr. Griera j¨¢ tinha passado da fase de cabelos brancos, perdeu seu filho e n?o suportaria mais um golpe desses. Daniel sabia que o Velho Sr. Griera estava fndo de Olivia e respondeu: ¡°As pessoas s?o diferentes.¡± O Velho Sr. Griera sentiu um aperto no cora??o e disse, agitado: ¡°Daniel, quem est¨¢ de fora enxerga melhor, quem est¨¢ envolvido fica cego.¡± ¡°Ent?o Vamos fazer o seguinte, vamos dar um prazo de tr¨ºs meses, tr¨ºs meses s?o suficientes para ver atrav¨¦s do cora??o, se voc¨º ainda pensar assim at¨¦ l¨¢, eu n?o vou mais interferir.¡± O Velho Sr. Griera disse em tom depromisso. Capitulo 280 Cap铆tulo 280 Cap¨ªtulo 280 O Velho Sr. Griera pensou que, antes que Daniel se envolvesse demais Olivia e enquanto Elisa o cortejava, era melhor investigar discretamente o car¨¢ter de Olivia, Tr¨ºs meses seriam suficientes para que Daniel reconhecesse o tipo de pessoa que Olivia era. Afinal de contas, Elisa ¨¦ filha do Grupo Abreu, altamente educada e criada os modos de uma fam¨ªlia poderosa. Apesar de ter tido um namorado no exterior, Elisa contou que haviam ficado juntos apenas por tr¨ºs meses e que o rcionamento havia sido puramente t?nico, sem nenhuma transgress?o. Mais tarde, houve quem acreditasse que Elisa tivesse tido v¨¢rios namorados, mas a verdade era que v¨¢rios homens a perseguiam, sem lhe dar tr¨¦gua. Depois que teve a sorte de encontrar Daniel e soube do noivado entre eles, manteve distancia de todos os homens e nunca deu b para aqueles que a procuravam. No entanto, os pretendentes n?o desistiam f¨¢cil, e , sem querer machucar o orgulho de ningu¨¦m, nunca conseguia ser demasiado dura. As pessoas s¨® viam v¨¢rios homens ao seu redor ee?aram a espalhar boatos de que vivia em romances e que pisava em duas canoas ao mesmo tempo. Na verdade, s¨® se apaixonou uma vez, e s¨® por tr¨ºs meses, apenas para se entenderem, sem avan?os indevidos. Isso ¨¦ tudo o que Elisa lhe contou pessoalmente. Uma mulhero Elisa, uma mulher de grande beleza e bom car¨¢ter, ¨¦ adequada para Daniel. Daniel voltou a si e, um olhar profundo, encarou o Velho Sr. Griera, percebendo em seu rosto austero uma express?o de seriedade e preocupa??o. Ele entendia as preocupa??es do av?. Original from N?velDrama.Org. As brigas de seus pais quando era crian?a ainda ecoavam em sua mem¨®ria, insuport¨¢veis. Daniel respondeu: ¡°Tudo bem, eu prometo, av?.¡± A express?o tensa do Velho Sr. Griera finalmente rxou um pouco: ¡°Daqui a tr¨ºs meses, se voc¨º descobrir que n?o tem boas inten??es e tem umportamento question¨¢vel, rompa tudo e case-se Elisa.¡± Daniel franziu a testa: ¡°Av?, desde o momento em que Elisae?ou a namorar, o noivado que voc¨º e o av? dbinaram j¨¢ n?o valia mais. Al¨¦m disso, aquilo foi apenas uma brincadeira na ¨¦poca.¡± Sem nenhuma prova, a fam¨ªlia Abreu havia gaguejado antes e n?o admitiu o noivado. ¡°Daniel, Elisa n?o sabia do noivado voc¨º, mas quando soube, se afastou de todos os homens e s¨® pensou em voc¨º. Devemos dar uma chance a e a n¨®s mesmos,¡± o Velho Sr. Griera repetiu para Daniel o que Elisa lhe havia dito. Ele tamb¨¦m esperava que algo surgisse entre Daniel e Elisa. ¡°Vamos fr disso daqui a tr¨ºs meses,¡± disse Daniel, desviando o olhar e sem concordar diretamente com o Velho Sr. Griera. O casamento era um assunto muito importante para ser apressado, e de forma alguma ele iria se casar uma mulher quem n?o tinha nenhuma base emocional e nenhum interesse. Vendo que Daniel concordara em dar tr¨ºs meses para entender o car¨¢ter de Olivia, o velho Sr. Griera sabia que teria de se contentar Essa concess?o. Era melhor n?o pressionar e aceitar o que conseguira, para manter a situa??o sob controle. Quanto ao fato de Daniel se casar Elisa em tr¨ºs meses, isso depende do destino. Velho Sr. Griera n?o o pressionou e apenas assentiu: ¡°Est¨¢ ficando tarde, vamos voltar.¡± A av¨® Griera ouvira toda a conversa e sabia que fvam sobre Olivia. Quando Daniel havia trazido Olivia para visitar, a av¨® Griera ficara muito contente e esperava que Daniel se casasse logo e tivesse filhos. Mas depois que av¨® Griera lembrou, depois de conhecer o hist¨®rico familiar de Olivia, sua posi??o no Grupo Griera, bemo algumas das coisas que aconteceram antes, av¨® Griera tamb¨¦me?ou a ficar vignte. Av¨® Griera tamb¨¦me?ou a ficar vignte. Por conta da identidade e do jeito de ser da Olivia, que n?o era nada diferente daqu Patricia de antes, a preocupa??o tomou conta d. temia que a fam¨ªlia Griera tivesse que lidar outra Patricia. J¨¢ tinha perdido seu filho mais precioso, e se acontecesse alguma coisa oo, isso ia ser demais para aguentar. Ent?o, quando o av? Grieran?ou a ideia de dar tr¨ºs meses para o Daniel sacar quem era a Olivia de verdade, a av¨® Griera ficou na d, sem fr nada,o quem aceita o que foi proposto. Mais importante do que o casamento de Daniel era a seguran?a de sua vida. Cap铆tulo 281 Cap¨ªtulo 281 Na manh? seguinte, Olivia acordou cedo, enquanto as crian?as ainda dormiam. se arrumou as pressas, pegou um p?o queijo e saiu voada,endo onche no caminho e fndo para Teresa: ¡°M?e, to indo pro trampo.¡± ¡°Calma ai, pra que essa correria toda?¡± Teresa perguntou, preocupada, enquanto Olivia j¨¢ estava longe. Sem dar resposta, Olivia entrou no elevador. Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. Ontem, quando se atrasou dez minutos, aguentou o fato de Daniel ter se irritado e acertado contas com , dizendo de forma cruel que Sergio era a melhor escolha para . s¨® tinha conseguido o emprego na empresa do Sergio por acaso,o secret¨¢ria. N?o ¨¦ que ele fosse a melhor escolha d, n¨¦? Pra piorar, tinha fdo um monte na Grupo Griera, querendo ser a Sra. Griera. Em vez de Daniel chamar pra conversar e esrecer se realmente queria ser a Sra. Griera, ele simplesmente a demitiu! Com Essa atitude, ficou ro que ele n?o tinha inten??o de casar , s¨® queria mesmo era se divertir ¨¤s custas d. n?o conseguia escapar das garras dele. Quando Foi trabalhar na empresa do Sergio, acredita que eleprou a empresa s¨® pra trazer de volta? Quando se atrasava, ele ficava mais perigoso que animal selvagem, quase engolia inteira. Olivia est¨¢ realmente assustada. Tentava chegar cedo, n?o se atrasar, n?o fazer ele se irritar. Quando achasse a hora certa, ia dar no p¨¦ e deixar ele sem saber onde encontr¨¢. Enquantoia seu p?o seco, Olivia fazia seus nos. ao chegar no t¨¦rreo, saiu do pr¨¦dio. L¨¢ fora, viu dois carr?es, um BMW roxo-azdo e um Mercedes preto, brilhando de novos.. Estacionados em um bairro um tanto antiquado, pareciam extremamente elegantes e luxuosos. Que propriet¨¢rio ganhou dinheiro suficiente paraprar esses carros de luxo e exibir sua riqueza novamente? Olivia olhou para ele, murmurou em seu cora??o e, em seguida, desviou os olhos, n?o olhando mais para ele. estava pronta pra pegar o bus?o, quando a porta do Mercedes se abriu e um homem de terno preto saiu, bloqueando seu caminho. Olivia olhou melhor e exmou surpresa: ¡°Bruno?¡± Ele sorriu e disse: ¡°Bom dia, secret¨¢ria Souza.¡± Olivia olhou pra ele e depois pro Mercedes preto, e perguntou: ¡°Bruno, o que voc¨º t¨¢ fazendo aqui embaixo do meu pr¨¦dio logo cedo?¡± Se Daniel sabia onde morava, tudo bem, maso Bruno tamb¨¦m sabia? Bruno ergueu a m?o, girando um molho de chaves no dedo, e disse: ¡°Vim te entregar um carro.¡± Olivia olhou o chaveiro o emblema da BMW e ficou confusa: ¡°Como assim?¡± Bruno apontou o queixo para o BMW roxo-azdo e explicou: ¡°¨¦ um presente do Sr. Griera pra voc¨º. Com carro novo, voc¨º n?o vai mais precisar se atrasar.¡± Cap铆tulo 282 Cap¨ªtulo 282 A primeira rea??o de Olivia foi rejeitar a oferta: ¡°N?o quero vantagem Sem merecer, diz pro Sr. Griera que eu agrade?o, mas prefiro pegar ?nibus, ¨¦ mais p¨¦ no ch?o.¡± Ap¨®s fr, contornou Bruno e seguiu seu caminho. Bruno, retrocedendo e sempre se colocando ¨¤ sua frente, advertiu: ¡°O Sr. Griera disse que desobedecer tem seu pre?o.¡± Olivia parou em seus passos. Mesmo sem Daniel por perto, podia sentir a press?o gda no ar. Rejeitar a rpensa ou pagar o pre?o? Existe esse tipo de valent?o? A quest?o ¨¦ que essa rpensa ¨¦ uma rpensa por um favor ou pelo trabalho? Olivia sentia uma humilha??o interna e perguntou a Bruno: ¡°S¨® Estou aqui h¨¢ dois dias, por que ele quer me dar um carro?¡± ¡°Se os outros souberem que a secret¨¢ria pessoal do Sr. Griera anda de ?nibus todo dia, vai pegar mal pra ele,¡± Bruno explicou calmamente. Entregar o carro a Olivia era uma miss?o dada por Sr. Griera que ele tinha que cumprir. De qualquer jeito, ele tinha que fazer que Olivia aceitasse o carro de bom grado. ¡°Ent?o eu posso ir de t¨¢xi todo dia, t¨¢ bom assim,¡± sugeriu Olivia. ¡°Mas t¨¢xi ou ?nibus, n?o d¨¢ na mesma? Secret¨¢ria Souza, o carro, ¨¦ padr?o para o cargo, mesmo que outra pessoa esteja no cargo, ter¨¢ o mesmo tratamento, por que voc¨º est¨¢ obcecada?¡± Bruno perguntou retoricamente. ¡°¨¦ s¨¦rio isso?¡± Olivia perguntou, incr¨¦d. ¡°Desde quando eu menti?¡± Bruno disse um sorriso nos l¨¢bios. Olivia pensou consigo mesma que Bruno j¨¢ lhe mentiu por vezes; tinha sido passada para tr¨¢s por ele no dia anterior. Ele havia mencionado que Elisa tinha uma conex?o Daniel, mas n?o explicou que tipo de conex?o. colocou Elisa l¨¢ em cima para que Daniel pensasse que estava tentando colocar outra mulher l¨¢ em cima para que pudesse se safar. Se isso realmente a ajudasse a sair ilesa, estaria feliz. Mas Elisa tinha dito que, mesmo sendo a noiva de Daniel, isso n?o impedia que ele tivesse outras mulheres; s apenas nunca ocupariam o lugar d. Mesmo que colocasse Elisa e a deixasse entrar no escrit¨®rio de Daniel, isso n?o a mudaria. Isso s¨® tornaria as coisas mais embara?osas e dif¨ªceis para . ¡°E se eu n?o aceitar o carro?¡± Olivia questionou. ¡°Ent?o o Sr. Griera vir¨¢ pessoalmente entregar,¡± Bruno respondeu. Olivia ficou apavorada s¨® de imaginar Daniel vindo entregar o carro pessoalmente.Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. Decidiu que era melhor n?oplicar as coisas e rapidamente pegou as chaves das m?os de Bruno; ¡°Que trampo ter que te fazer vir aqui.¡± ¡°Somos colegas, sem formalidades,¡± disse Bruno. Olivia n?o queria continuar o papo, temendo que Teresa aparecesse as crian?as para ir ¨¤ esc e encontrasse Bruno por l¨¢, o queplicaria ainda mais as coisas. acionou o carro o controle da chave, entrou no ve¨ªculo, ligou o motor e partiu. tinha tirado a carteira de motorista na faculdade, mas nunca havia tido a chance de dirigir nos ¨²ltimos anos. Suas habilidades ao vnte eram terr¨ªveis. Ao chegar no port?o do condom¨ªnio, quase atingiu a canc por n?o frear a tempo. Bruno, que seguia atr¨¢s, viu o carro d parar bruscamente e tamb¨¦m teve que frear de repente para evitar uma colis?o. Ele pensou divertido que o Sr. Griera realmente n?o temia que causasse um acidente na estrada. Olivia dirigiu de maneira temer¨¢ria at¨¦ chegar ¨¤ Grupo Griera. Cap铆tulo 283 Cap¨ªtulo 283 Estacionou o carro na vaga ¨¨ correu para o sagu?o, por sorte, eram apenas pouco mais de oito e dez. O expedientee?ava ¨¤s nove e n?o estava atrasada. ¡°Secret¨¢ria Souza¡± chamou Laura, a recepcionista, quando passou pelo sagu?o. Olivia parou e se virou sem dizer uma pvra. Laura pediu desculpas sinceramente. Depois de um tempo juntas, Olivia j¨¢ havia entendido que tipo de pessoa era Laura, n?o se intrometia, n?o espalhava boatos e, muito menos, era interesseira, era aquele tipo de mo?a de princ¨ªpios s¨®lidos e car¨¢ter firme. Olivia acreditava que tinha sido enganada. ¡°Ta tranquilo, n?o te culpo, pode ficar de boa. Foca no trampo.¡± disse Olivia. O rosto pesaroso de Laura se iluminou um sorriso: ¡°Valeu, secret¨¢ria Souza. Pode deixar que de agora em diante eu vou quebrar seus galhos.¡± Dito isso, Laura voltou toda serelepe para seu posto, deixando para tr¨¢s qualquer sinal de preocupa??o anterior. Olivia tamb¨¦m entrou no elevador mais aliviada. P manh?, Olivia ficou na s da secret¨¢ria, Daniel n?o a chamou, nunca ir¨¢ ¨¤ s do presidente. This belongs to N?velDrama.Org - ?. Para n?o ter que enfrent¨¢-lo e aumentar a press?o psicol¨®gica. Sagu?o, recep??o. Elisa apareceu de novo procurando por Daniel. Laura a conhecia, tinha vindo no dia anterior, dizendo ser uma velha amiga do Sr. Griera. Secret¨¢ria Souza deixou subir. Querendo aliviar a carga de trabalho de Olivia e n?o iod¨¢, Laura resolveu deixar Elisa subir por conta pr¨®pria. Erao se estivesse resolvendo um pequeno problema para Olivia. Elisa, toda produzida e reluzente, entrou no elevador e foi at¨¦ a porta do escrit¨®rio do presidente, batendo levemente. Com permiss?o para entrar, abriu a porta e, naquele segundo, seu andar se transformou em um desfile de charme, um rebdo que mostrava a suavidade feminina. ¡°Sr. Daniel, j¨¢ t¨¢ quase na hora do almo?o, vim especialmente pra marcar um tempo voc¨º e almo?armos juntos.¡± disse Elisa, sentando-se de frente para a mesa dele, uma voz doce. Daniel acabara de assinar um contrato e o guardava na pasta quando levantou o olhar e deu uma espiada n. Ele sabia que o Velho Sr. Griera tinha dado as costas pra , fazendo que gravitasse em torno dele. Tamb¨¦m N?o queria fazer o av? perder a face. Suas pvras foram frias quando ele disse: ¡°N?o tenho tempo, vai almo?ar outra pessoa.¡± Enquanto fva, pegou outro contrato para revisar. Elisa manteve o semnte esperan?oso, mas uma ponta de decep??o. Mesmo assim, n?o desanimou e, um sorriso, disse: ¡°Sr. Daniel, ontem eu estava em um restaurante japon¨ºs e, por acaso, vi sua assistente pessoal seu sobrinho Sergio. Eles pareciam bem pr¨®ximos.¡± Daniel ergueu os olhos, seus olhos eram gdos e frios. Elisa estava olhando para ele aquele olhar, seu cora??o estava um pouco fraco, inconscientemente em panico. Mas se esfor?ou para contrr suas emo??es, pegou o celr e mostrou a foto que tinha tirado no dia anterior. Apontando para a t do celr, disse a Daniel: ¡°Falo s¨¦rio, quando eu vi, fiquei curiosa e tirei uma foto ¨¤s escondidas. Duvida? Olha s¨®.¡± Com a vis?o profunda de Daniel, olhou para a t do celr, embora fosse apenas a sombra traseira, ele reconheceu Sergio e Olivia imediatamente. Sergio estava o bra?o sobre os ombros de Olivia, o rosto quase encostado na bochecha d. Os dois,portando-se de forma intima, sa¨ªram juntos. O corpo de Daniel se encheu instantaneamente de gelo e frio, seus olhos cor de tinta estavam cobertos de geada e a press?o do ar ao seu 1/2 10:10 Cap¨ªtulo 283 redor estava ainda mais baixa ao extremo. Cap铆tulo 284 Cap¨ªtulo 284 Elisa se assustou a subita frieza e a presen?a intimidadora do Sr. Daniel e decidiu que era melhor cair fora logo. Com a consci¨ºncia pesada, guardou o celr lentamente, soltou uma risada for?ada e disse: ¡°Kkk, Seu Daniel, j¨¢ que c¨º t¨¢ ocupado. deixa pra gente marcar um rango outro dia, n¨¦? Me toquei agora que tenho um trampo pra terminar, vou picar a m pra empresa¡­¡± Mal terminou de fr, se levantou e saiu ¨¤s pressas. Quando deixou o escrit¨®rio do Daniel a press?o que sentia sumiu e Elisa mostrou um sorriso de quem tinha uma carta na manga. fez de prop¨®sito pra mostrar aqu foto para Daniel. Se ele pegasse a Olivia no gra outro homem e at¨¦ mesmo seportado t?o intimamente, mesmo que Olivia fosse bonita, Daniel ainda sentiria nojo d, certo? Afinal de contas, nenhum homem aceitapartilhar uma mulher outro homem. Elisa, seu objetivo alcan?ado, saiu toda serelepe de salto alto. No escrit¨®rio, Daniel estava uma aura gda, os olhos profundos e frios. O aperto em sua ca era t?o forte que seus dedos estavam brancos, mas ele nem percebeu. Olivia ficou na s da secret¨¢ria por um dia, Daniel n?o chamou por , Bruno tamb¨¦m n?o a procurou. Nesse dia de trabalho, apenas se familiarizou as informa??es por um dia, e chegou a hora de sair do trabalho. O expediente acabou e nem viu o tempo passar. Pegou suas coisas e vazou. N?o importava se Daniel tinha ido embora ou n?o, o trabalho tinha acabado e n?o ia ficar l¨¢ ntada feito um vaso. Se Daniel remasse d sair antes, que a demitisse. At¨¦ queria que acontecesse. Olivia pegou seu BMW azul-violeta e pegou a estrada. ainda era meio barbeira dirigindo, mas j¨¢ n?o era t?o assustadora quanto de manh?. Chegando em casa, Teresa e as crian?as ainda n?o tinham voltado. se serviu um ch¨¢ e ficou esperando. Pouco depois, Teresa voltou os pequenos. Assim que a viram, correram para seus bra?os, animados. Olivia abra?ou os peitinhos macios e deu um beijo em um deles, o sabor leitoso do leite era t?o bom que n?o lhe subiu ¨¤ cabe?a. ¡°Amanh? ¨¦ s¨¢bado, tu n?o trabalha, n¨¦? Depois da janta, voc¨º coloca as crian?as pra dormir que eu vou dar um pulo fora.¡± Teresa dizia, enquanto fechava a porta uma m?o e segurava aspras com a outra. Curiosa, Olivia perguntou: ¡°M?e, depois do jantar j¨¢ ¨¦ noite, vai onde?¡± ¡°H¨¢ tempos que n?o jogo uma partida, vou dar uma rxada nas cartas.¡± Dessa vez, Teresa n?o escondeu o jogo. Olivia franzia a testa: ¡°M?e, voc¨º sabeo t¨¢ a nossa situa??o financeira, vai jogar Mahjong mesmo?¡± ¡°Eu tenho meus limites, s¨® vou levar dois mil. Se ganhar, ¨®timo, se perder, paro de jogar.¡± Teresa disse com convic??o. ¡°Passo o dia cuidando dos teus filhos, n?o tenho um minuto pra mim. Qual o problema de jogar Mahjong de vez em quando?¡± ¡°Podia entrar numa a de dan?a ou fazer uma viagenzinha as amigas.¡± Olivia sugeriu, achando que Mahjong era s¨® perda de tempo e dinheiro. Teresa disse impaci¨ºncia: ¡°N?o curto dan?ar nem viajar. O que eu quero ¨¦ jogar Mahjong, ent?o deixa de ser chata!¡± Com isso, Teresan?ou um olhar atravessado para Olivia e trancou-se na cozinha um baque, impedindo mais discuss?es. Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. Olivia ficou chocada a rea??o da m?e. Era s¨® uma conversa sobre Mahjong, por que estava t?o irritada? ¨¤ noite, depois do jantar, Teresa saiu. Olivia sabia que poderia demorar a noite toda. N?o valia a pena se preocupar, ent?o cuidou dos filhos. Era in¨²til para machucar o c¨¦rebro, s¨® poderia criar as crian?as em paz. Os pequenos que frequentavam o jardim de infancia adormeciam mais facilidade. Isso devia acontecer porque as brincadeiras no jardim de infancia exigiam mais esfor?o f¨ªsico, ent?o eles adormeciam rapidamente. Olivia colocou todos para dormir sem dificuldade. Depois foi tomar um banho. Saindo do chuveiro de pijama e secando os cabelos, o celr que estava no sof¨¢e?ou a tocar. Ao ver quem estava ligando, Olivia n?o quis atender o telefone. Cap铆tulo 285 Cap¨ªtulo 285 Mas o telefone tocava insistentemente. respirou fundo e atendeu: ¡°O que foi?¡± ¡°Estou aqui pra devolver sua bolsa.¡± Do outrodo da linha, a voz de Sergio n?o denunciava emo??o alguma. Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. Ontem, ao lev¨¢ para casa, a bolsa d havia ficado no carro dele. Era inesperado que ele aparecesse hoje para devolv¨º pessoalmente. Olivia n?o queria mais nenhum contato ele, temendo que ele pensasse que estava dando uma chance. Na verdade, n?o havia mais possibilidade alguma entre eles, e n?o queria que ele se iludisse: ¡°n?o preciso d, pode jogar no lixo.¡± Dito isso, estava prestes a desligar. ¡°Estou aqui embaixo, se voc¨º n?o descer, eu subo.¡± Do outrodo, a voz de Sergio soou a tempo. Olivia, em panico, disse rapidamente: ¡°N?o suba, eu des?o al.¡± em sua casa, havia quatro pequenos tesouros que ele n?o podia ver, caso subisse. definitivamente n?o podia deixar que ele entrasse. Olivia estava desamparada, por que todos eles sabiam o endere?o de sua casa? Daniel sabia, mesmo que soubesse, ele deve ter verificado o endere?o de entrada d. Como Sergio sabia? Quando e?ou a trabalhar na TS Ltda., n?o havia fornecido seu verdadeiro endere?o, temendo ser procurada em casa. Sergio n?o s¨® sabia o condom¨ªnioo conhecia o n¨²mero do seu apartamento. S¨® podia ter sido Vania quem deu o endere?o a ele! Por que ele a procurou se ainda estava em contato Vania? Olivia desceu as escadas, irritada e confusa. Como subiu de escada, sua ansiedade aumentou, e quando chegou at¨¦ Sergio, estava ofegante e com as bochechas vermelhas. Sergio estava apoiado no Porsche prateado, segurando a bolsa numa m?o e o carro na outra. Ao v¨º respirando dificuldade, ele estendeu a m?o querendo afagar seu cabelo,o fazia antigamente. R¨¢pida, Olivia virou o rosto, evitando o toque, e disse irrita??o: ¡°N?o me toque, devolva a bolsa e pode ir.¡± arrancou a bolsa da m?o dele uma atitude fria e dura. A m?o de Sergio, gaguejando no ar, segurou-a em v?o, baixou as sobrancelhas para esconder a perda sob os olhos, viu que usava apenas uma camis fina, tirou o casaco e disse: ¡°Est¨¢ frio ¨¤ noite, n?o pegue um resfriado.¡± Enquanto fva, ele colocou o casaco sobre Olivia. resistiu, n?o querendo aceitar, mas Sergio insistiu em envolv¨º o casaco: ¡°Use-o, fui eu quem a chamou, se voc¨º ficar resfriada, a culpa ¨¦ minha.¡± Olivia parou de lutar. Vendo que parecia aceitar, Sergio n?o demorou mais, entrou no carro e foi embora. Olivia observou o carro desaparecer e resmungou furiosa: ¡°J¨¢ disse para n?o me procurar mais, mesmo que eu morra de doen?a, n?o ¨¦ da sua conta.¡± Lembrando-se da m?o que ele estendera, e dos tempos em que namoravam, quando Sergio a chamava carinho e acariciava sua cabe?ao fazia seus pequenos tesouros. As lembran?as do passado eram despreocupadas e bonitas o suficiente para fazer seus olhos doerem. Mas o passado era apenas o passado, o passado erao o vento, invis¨ªvel e intoc¨¢vel. inclinou a cabe?a para cima, tentando for?ar as l¨¢grimas a voltarem, mas viu a lampada brilhante da rua, cercada por mariposas, constantementeo a luz e o calor, esvoa?ando para longe. As mariposas sabem que devem correr para a luz. Por que uma pessoa deveria olhar para tr¨¢s e se deixar cair na escurid?o? Enquanto observava, um farol distante brilhou em seus olhos, causando-lhe dor. cobriu a vista as m?os, olhando na dire??o da luz, e viu um Rolls Royce preto rasgando a escurid?o da noite, elegante e majestoso, mas frio e cortante. 1/2 10-19 Cap¨ªtulo 285 O reflexo das luzes da cidade na pintura negra do carro brilhava uma assustadora ostenta??o. Esse carro era mais do que familiar para Olivia. Seu cora??o afundou involuntariamente. m T A Capitulo 286 Cap铆tulo 286 Cap¨ªtulo 286 A carroceria preta, deslizando um brilho de n¨¦on, parou lentamente aodo de Olivia. A jan do carro se abaixou, revndo o rosto bonito, frio e arrepiante do homem. Seus olhos negros e profundos brilharam um frio cial sob as luzes da rua, deixando Olivia paralisada. Por que Daniel apareceu justamente agora? Nos ¨²ltimos dias, ele mal havia procurado por . at¨¦ pensou que, depois que Elisa foi ao escrit¨®rio, ele se conteve por causa do status de noiva d, sem fazer exig¨ºncias excessivas ou ter comportamentos impr¨®prios. Mas quem diria que ele apareceria t?o tarde assim? Olivia estava t?o aterrorizada que n?o conseguia fr, queria puxar as pernas e correr, mas diante da aura baixa e aterrorizante do homem, seus p¨¦s pareciam estar dormentes, n?o conseguia nem se mexer. ¡°N?o vai entrar, ou devo descer e te convidar pessoalmente?¡± A voz fria de Daniel soou. Olivia deu um pulo, voltando ¨¤ realidade. Ser¨¢ que poderia fugir? Provavelmente n?o, pensou, se corresse de volta agora, e Daniel a seguisse e encontrasse os quatro pequenos em casa, seria ainda pior. Com o cora??o apertado, Olivia abriu a porta do carro e entrou. Dentro do carro, a press?o do ar ¨¦ extremamente baixa, o ar vai ficar estagnado, a respira??o de Olivia se tornou opressiva. O carro partiu, mudou de dire??o e saiu do condom¨ªnio. Olivia, em panico, disse: ¡°Sr. Griera, aonde voc¨º est¨¢ me levando?¡± Daniel n?o respondeu, o rosto de Rayan Mendes, segurou o vnte ambas as m?os e acelerou o carro. Olivia, ansiosa, insistiu: ¡°Sr. Griera, por favor, pare o carro. Preciso voltar.¡± Os quatro pequenos ainda estavam dormindo em casa, sem nenhum adulto por perto. Se acordassem no meio da noite e n?o encontrassem a m?e, ficariam assustados¡­ n?o podia nem imaginar a cena dos filhos acordando, sem encontrar nenhum adulto e chorando desesperadamente em casa. Daniel a olhou pelo retrovisor e disse em voz baixa e sem calor: ¡°Olivia, minha paci¨ºncia tem limites!¡± This belongs to N?velDrama.Org - ?. A m?o de Olivia, que estava empurrando a porta do carro, parou violentamente e n?o se atreveu a se mover mais, o frio gdo que emanava do corpo do homem a deixou t¨ªmida. Logo o carro parou na ¨¢rea mais movimentada da Capital, no distrito de mans?es de Sociedade. As mans?es eram luxuosas e magn¨ªficas, uma ¨¢rea exclusiva para os ricos. O Rolls Royce preto parou no p¨¢tio de uma das mans?es, e Daniel saiu do carro, abriu a porta de tr¨¢s e puxou o pulso de Olivia, levando-a para fora. Suas m?os grandes eramo pin?as, apertando seus pulsos for?a, Olivia se debateu duas vezes: ¡°Sr. Griera, me solte! Eu preciso voltar!¡± Seu cora??o batia r¨¢pido, cheio de nervosismo e preocupa??o. Com medo da intimida??o de Daniel e preocupada as quatro crian?as em casa. *Senhor, o senhor voltou.¡± F¨¢bio, o governante, estava na porta, recebendo-o respeitosamente. Daniel n?o lhe deu aten??o, segurando firmemente o pulso de Olivia, levou-a para o hall e jogou-a no sof¨¢. Ele se inclinou sobre , um p¨¦ no ch?o e um joelho na borda do sof¨¢, prendendo Olivia entre ele e o m¨®vel. Segurando o queixo d, levantou seu rosto para encar¨¢-lo. Sua b face estava t?o fria quanto gelo: ¡°Olivia, voc¨º parece ter levado minhas pvras ao p¨¦ da letra, gostando tanto do Sergio, n?o ¨¦?¡± Olivia, em panico, encarou os olhos frios e profundos dele, o cora??o batendo descontrdamente: ¡°Sr. Griera, voc¨º est¨¢ enganado, ele veio hoje s¨® para devolver algo meu.¡± Antes que terminasse, a m?o de Daniel em seu queixo apertou, causando uma dor que a fez franzir a testa. Daniel cerrou os dentes, seu h¨¢lito gdo soprou no rosto d, capaz de congel¨¢: ¡°Seu pertence, por que estava ele? N?o vai me explicar?¡± A vis?o gda caiu sobre as roupas do corpo d, seus olhos se tornaram cada vez mais frios e minuciosos,o o assobio do vento frio do inverno. 1/1 Cap铆tulo 287 Cap¨ªtulo 287 Os olhos de Olivia piscaram em panico quando seguiu o olhar dele e viu o terno azul dourado que estava usando. Seu cora??o deu um pulo ee?ou a bater depassado, enquanto fva atropdamente: ¡°Ontem, no restaurante japon¨ºs, encontrei ele, e ele insistiu em me levar pra casa, deixei minha bolsa no carro dele, eu n?o queria, mas ele fez quest?o de trazer, disse que estava preocupado que eu pudesse pegar um resfriado, e por isso me deu a roupa¡­¡± Daniel cerrou os dentes, segurou o pulso d e num movimento brusco levantou-a do sof¨¢, arrancando for?a o terno do corpo d e jogando-o no ch?o. Em seguida, arrastou-a escada acima at¨¦ o quarto principal e a empurrou para dentro do banheiro. Ao ligar o chuveiro, a ¨¢gua quente escorreu, correndo sobre Olivia, que foi pega de surpresa evada. Antes que pudesse reagir, seu pijama foi rasgado a partir da g, e os bot?es se soltaram, caindo no ch?o. Daniel a despiu a ferocidade de uma fera arrancando a pele da presa. Olivia abra?ou-se, tentando cobrir o peito e recuou assustada: ¡°Senhor Griera, n?o fa?a isso, eu e o Sergio n?o temos nada¡­¡± ¡°Ent?o fa?a issoigo.¡± As pvras de Daniel eram friaso gelo, aproximando-se d passo a passo. A ¨¢gua do chuveiro ca¨ªa sobre ambos, molhando-os porpleto. Olivia, a roupa p metade e encharcada, encontrava-se numa situa??o vexat¨®ria. E Daniel, os cabelos molhados e gotas d¡¯¨¢gua escorrendo por sua face angulosa, exva uma selvageria enevoada. a ¨¢gua molhava sua camisa negra, fazendo o tecido de algod?o aderir ao seu corpo. Forte e robusto, abd?men perfeito, escondido. Cheio de beleza selvagem. Para Olivia, contudo, erao um perigo sanguin¨¢rio. continuou recuando, os calcanhares contra a parede, sem tero voltar atr¨¢s. Daniel se aproximou, os bra?ospridos apoiados na parede, cercando-a entre a parede e ele, o rosto bonito e denso pressionado, o h¨¢lito perigosamente quente borrifando nos l¨¢bios d: ¡°Voc¨º acha que ser minha mulher ¨¦ f¨¢cil?¡± Seus l¨¢bios finos, sensuais e selvagens ro?avam os d. Como uma corrente el¨¦trica, tocavam-na suavemente, fazendo o cora??o de Olivia tremer. estava tensa, o cora??o acelerado. ¡°N?o, n?o ¨¦ f¨¢cil, Senhor Griera, voc¨º pode me deixar em paz hoje? Eu¡­ Eu ainda n?o estou preparada¡­¡± A voz de Olivia tremia involuntariamente. O corpo atl¨¦tico e poderoso de Daniel pressionava contra o d, a presen?a masculina invadia cada poro de sua pele, fazendo seu cora??o perder opasso. Medo, tremor, ansiedade, nervosismo, desamparo. Como poderia ser f¨¢cil ser a mulher dele? tinha vistoo ele era selvagem e forte naqu noite, cinco anos atr¨¢s. N?o tinha levado nem metade de sua vida. This belongs to N?velDrama.Org - ?. Como poderia pensar que seria f¨¢cil? Seu panico e desamparo, sua voz suave, eramo a fa¨ªsca que acende a p¨®lvora. A garganta de Daniel apertou, e ele mordeu seu l¨¢bio, devorando-o. ¡°Uh¡­¡± Olivia arregalou os olhos em choque, o corpo tremendo contra a parede. Daniel devorou os l¨¢bios do um animal selvagem, o toque doce, doce, t?o sedutoro sempre, quebrando o autocontrole do qual ele sempre se orgulhou. implorava, pedindo que a deixasse em paz? Se fosse antes, talvez ele a deixasse. Agora, imposs¨ªvel! Cap铆tulo 288 Cap¨ªtulo 288 Ele havia avisado , que o corpo d pertencia somente a ele. era a mulher dele, e n?o tinha permiss?o para se misturar outros homens, muito menos ter contato. havia levado suas pvras ao p¨¦ da letra. A raiva no cora??o de Daniel era t?o ardente e abrasadora quanto o calor em seu corpo. Olivia sentiu a temperatura dele subindo, queimando at¨¦ sua alma tremer, medo e horror, tentava empurr¨¢-lo as m?os contra o peito dele, lutando para se libertar. N?o, n?o queria estar ele dessa forma humilhante! Daniel percebeu a desobedi¨ºncia d, e uma palma grande, apertou sua cintura e a trouxe para dentro de si, aprisionando-a ferozmente. Aproveitando-se de sua respira??o. O leve aroma de flores de magn¨®lia,o veneno, prou em suas narinas, fazendo o sangue de seu corpo ferver. ¡°N?o¡­¡± Olivia lutava todas as suas for?as, tentando se soltar. A mulher nos bra?os de Daniel ficava cada vez mais irrequieta,o uma gatinha selvagem lutando violentamente. Seu desejo foi interrompido quando ele sentiu um cheiro que n?o pertencia a , era o cheiro de col?nia masculina. Seus olhos escureceram de raiva, e ele a soltou, dando um passo para tr¨¢s. Ele a arrastou para debaixo do chuveiro, deixando a ¨¢guavar sobre . Com autoridade e frieza, ele ordenou: ¡°Se limpe! Se voc¨º cheirar a outro homem de novo, eu farei sua vida um inferno!¡± Ap¨®s dizer isso, Daniel abriu a porta do banheiro e saiu. A batida pesada da porta foio uma pancada na ponta do cora??o de Olivia, e estremeceu de medo. A ¨¢gua ca¨ªa do chuveiro, molhando-a porpleto, emba?ando sua vis?o, quase sufocando-a, deu um passo para tr¨¢s para escapar da torrente de ¨¢gua, afastando os cabelos do rosto. tocou seu cora??o, que ainda batia acelerado. Aquilo Tinha sido por pouco. Daniel quase a tinha devorado. havia tomado banho em casa e agora tinha que fazer isso de novo. Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. Daniel disse que cheirava a outro homem. Ser¨¢ que era porque estava usando a jaqueta de S¨¦rgio? n?o conseguia sentir nenhum cheiro. Daniel tinha um olfato t?o bom que era quase um faro canino? Ainda assustada, Olivia respirou fundo v¨¢rias vezes at¨¦ acalmar seu cora??o ansioso. Ficou embaixo do chuveiro, tomando um banho de verdade, usando sabe l¨ªquido, fazendo espuma, e depois se enxaguandopletamente. N?o havia roupas no banheiro, ent?o teve que vestir um roup?o. O roup?o era de Daniel, grande eprido. N, ele ficava na altura do tornozelo. As mangas tamb¨¦m eram grandes,o um roup?o de teatro. simplesmente enrolou as mangas. Arrumando-se, abriu cautelosamente a porta do banheiro, espiando para fora, n?o viu Daniel por perto. Assim, se sentiu corajosa o suficiente para sair do banheiro. Este lugar n?o era a mans?o no topo da colina do Grupo Griera, mas a decora??o e o arranjo eram quase id¨ºnticos. Todas as ss s?o decoradas em preto e branco, luxuosas, mas n?o muito discretas. Os sof¨¢s de couro, ¨¤ primeira vista, s?o caros. E a cama grande e luxuosa, coberta pele de raposa macia e deslizante. Mais cedo, uma governanta havia se referido a Danielo o jovem mestre. 1 19 Capitulo 288 Olivia presumiu que este lugar deveria ser una tesid¨¦ncia privada de Daniel Olivia n?o teve tempo de adivinhar por que ele a trouve Equi good salongapogledepBoxIDEO LA WE?os eje eno opuesto a MALEOKesleep dadco exetir¨¦ad es ge ¡®sovented oazno so woo epeanaly Cap¨ªtulo 288 Olivia presumiu que este lugar deveria ser uma resid¨ºncia privada de Daniel. Olivia n?o teve tempo de adivinhar por que ele a trouxe aqui. Preocupada os quatro pequenos, se perguntavao eles estavam, se haviam acordado de repente. Sua m?e, Teresa, tinha ido jogar cartas, pensando que estava em casa cuidando das crian?as, e n?o voltaria por vontade pr¨®pria. Cap铆tulo 289 Cap¨ªtulo 289 Olivia deu uma olhada ao redor e, n?o vendo Daniel, sentiu-se aliviada ao tirar o celr do bolso e ligar para Teresa. ¡°Que que t¨¢ pegando? N?o posso nem curtir meu carteado em paz sem voc¨º me ligar enchendo o saco? N?o d¨¢ pra ficar na tua e me deixar em paz?¡±, remou Teresa assim que atendeu a liga??o. Olivia n?o queria perder tempo e foi direto ao ponto: ¡°M?e, volta pra casa logo, as crian?as ca¨ªram no sono sozinhas. Eu t? na rua, n?o estou em casa.¡± ¡°Como ¨¦ que ¨¦? Que tipo de m?e ¨¦ voc¨º. Deixando as crian?as sozinhas em casa no meio da noite? E se eles acordarem e n?o te encontrarem? E se ca¨ªrem p jan ou se algum mndro botar o olho neles?¡±, A indigna??o de Teresa era t?o intensa que transbordava pelo telefone. Era justamente isso que preocupava Olivia, a possibilidade de algo acontecer os filhos a deixava de cora??o na m?o. Quase chorando de desespero, falou: ¡°M?e, eu n?o queria, mas o chefe me chamou de ¨²ltima hora. Eu pensei que ia ser r¨¢pido, mas agora n?o consigo voltar¡­¡± ¡°T¨¢ bom, t¨¢ bom. Fica tranqu e foca no teu trampo. Eu voltarei depois que terminar este jogo.¡± Sem esperar resposta, Teresa desligou. Olivia colocou o celr de volta no bolso e suspirou aliviada. Nesse momento, a porta da s atr¨¢s d foi aberta e uma aura poderosa entrou. Olivia sentiu a estagna??o do aro se fosse as costas de um homem e, quando se virou, viu Daniel caminhando um passo esguio. Ele havia trocado suas roupas molhadas por um pijama de seda cinza escuro, exndo um charme sensual e caseiro, Mas de uma beleza estonteante. Daniel era alto e emanava um frio cortante, uma press?o quase palp¨¢vel, que fez Olivia recuar instintivamente, um olhar de panico: ¡°Sr. Griera¡­¡± Com passosrgos, Daniel se aproximou, estendeu a m?o e exigiu: ¡°O celr.¡±- Sua voz era gda, imperativa. Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. Engolindo em seco, Olivia tentou se explicar: ¡°Eu estava ligando pra minha m?e, pra n?o se preocupar por eu estar fora t?o tarde¡­¡± ¡°Me d¨¢ isso, e n?o me fa?a repetir p terceira vez!¡± a voz de Daniel era fria e dura. O cora??o de Olivia acelerou e n?o teve escolha a n?o ser tirar o celr de tr¨¢s das costas. Daniel arrancou o telefone da m?o d e o abriu, mas uma senha. O olhar profundo dele se fixou n: ¡°A Senha!¡± Mordendo o l¨¢bio, Olivia falou timidez: ¡°123456.¡± Daniel a olhou desconfian?a, digitou os n¨²meros e, de fato, destravou o aparelho. parecia t?o precavida, mas tinha uma senha t?o simples. Ele foi direto para a t de chamadas. O registro mais recente tinha o nome de Teresa. Era o nome da m?e de Olivia. Mas o nome logo abaixo de Teresa fez Daniel franzir a testa. Abaixo de Teresa, estava Sergio! tinha fdo Sergio naquele mesmo dia! Daniel devolveu o celr a : ¡°Bloqueia esse n¨²mero.¡± Olivia pegou o celr devagar, confusa sobre qual n¨²mero ele queria que bloqueasse. Bloquear a pr¨®pria m?e? s¨® percebeu ao olhar a t de chamadas que o nome logo abaixo de Teresa era Sergio. Ele queria que bloqueasse Sergio. Com a ficha caindo, disse: ¡°T¨¢.¡± Obedientemente, colocou Sergio na lista negra. Ele quase a despeda?ou agora mesmo. Olivia n?o se atreveu a irrit¨¢-lo novamente por medo de consequ¨ºncias que n?o poderia arcar. 1/2 Cap¨ªtulo 289 Vendo que bloqueou Sergio sem hesitar, Daniel ficou um olhar insond¨¢vel. ¡°Voc¨º salvou meu n¨²mero?¡±, Ele perguntou de repente. Surpresa, Olivia o encarou, seus olhos ros cheios de confus?o, e piscou duas vezes. ¡°Sr. Griera, eu nem sei o seu n¨²mero¡±, disse Olivia. Capitulo 290 Cap铆tulo 290 Cap¨ªtulo 290 Daniel arrancou o celr das m?os d e digitou uma sequ¨ºncia de n¨²meros na t. Depois, devolveu o aparelho. Olivia baixou o olhar, notandoo ele segurava o celr os dedos longos e bonitos, destacando-se. Mesmo n?o sendo louca por m?os, sentiu seu cora??o acelerar ao v¨º-los. e?ou a entender aqueles que tinham fasc¨ªnio por m?os; uma b par de m?os realmente podia fazer o cora??o bater mais forte. O cora??o de Olivia falhou meia batida e apressadamente pegou o celr na m?o dele. Na t, estava o n¨²mero de telefone dele. salvou o contato ee?ou a digitar um nome para a identifica??o. Daniel a encarou, seu corpo se encheu de desagrado ao v¨º digitar ¡°Sr. Griera¡±. Assim que terminou de digitar, Olivia sentiu um olhar frio e arrepiante, olhou para cima e encontrou os olhos negros e profundos de Daniel, que pareciam um buraco negro capaz de sugar as pessoas e faz¨ºs entrar em panico. Sem entender, perguntou voz fraca: ¡°Sr. Griera, tem algum problema?¡± O olhar de Daniel estava g¨¦lido, e ele a encarava uma aura de baixa press?o ao redor. Olivia sentiu A respira??o apertada, sem saber o que tinha feito de errado. ¡°Vou ser chamado de Sergio por aqui, e pra voc¨º eu sou Sr. Griera? Olivia, parece que voc¨º ainda n?o entendeu de quem voc¨º ¨¦,¡± disse ele os l¨¢bios finos e uma voz friao gelo, aproximando-se d. Com calma, agitado, mas extremamente intimidador, cada passo parecia estar pisando na ponta do cora??o de Olivia, deixando-a aterrorizada e em panico: ¡°Desculpa, Sr. Griera, quer dizer, Sr. Daniel¡­¡± Quando falou ¡°Sr. Daniel¡±, o olhar de Daniel escureceu ainda mais, sua raiva aumentou. Olivia percebeu a mudan?a e corrigiu rapidamente: ¡°Daniel, desculpa Daniel, vou corrigir o nome agora¡­¡± Enquanto fva, se apressava em alterar o nome no celr, sentindo a presen?a imponente dele bem ¨¤ sua frente,o se a qualquer momento ele pudesse atac¨¢. Seus dedos tremiam enquanto digitava. Felizmente, o nome Daniel era f¨¢cil de escrever, e acabou rapidamente, erguendo o celr e virando a t para Daniel, de forma convidativa: ¡°Olha, Daniel, j¨¢ corrigi.¡± Daniel olhou para a t do celr, as duas pvras Daniel escritas ordenadamente, e depois olhou para , seu rosto pequeno e gordinho de beb¨º, por causa do nervosismo, olhos ros e agitados. estava ramente assustada demais. Ele endireitou seu corpo imponente, praticamente invadindo o espa?o d, e disse uma frieza distante: ¡°Da pr¨®xima vez, lembre-se de quem voc¨º ¨¦ sem que eu precise dizer, entendeu?¡± Olivia assentiu repetidamente: ¡°Entendi, entendi.¡± De qualquer jeito, era melhor preservar a pr¨®pria pele. Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. n?o podia se opor a ele, pois sabia que poderia ser devorada sem deixar vest¨ªgios. Sua resposta direta pareceu agradar Daniel, que a observou profundamente antes de sair do quarto. Quando a porta se fechou, Olivia finalmente respirou aliviada. estava segura por enquanto. ¨¤ noite, n?o ousou dormir na cama, encolhendo-se no sof¨¢. Noe?o, manteve-se alerta, mas a exaust?o a venceu e adormeceu. O som insistente do telefone a acordou. Olivia abriu os olhos para ver que o dia j¨¢ havia reado. pegou o celr, deslizou para atender e, esfregando os olhos sonolentos, atendeu pregui?osamente: ¡°Al?.¡± ¡°Do outrodo da linha, a voz alta de Teresa a repreendia: ¡°Sua moleca, n?o voltou pra casa a noite toda, trabalhou at¨¦ tarde de novo?¡± Olivia acordou de repente e, culpa na voz, respondeu: ¡°¨¦, foi isso mesmo.¡± Cap铆tulo 291 Cap¨ªtulo 291 Teresa, indignada e autorit¨¢ria, n?o escondia sua preocupa??o p filha Olivia. ¡°Eue empresa ¨¦ essa que te faz trabalhar at¨¦ tarde da noite mesmo no fim de semana? Me diz o nome que eu vou l¨¢ ter uma conversa s¨¦ria o seu chefe!¡±Nas pvras exasperadas e autorit¨¢rias de Teresa, estava a dor que sentia por sua filha Olivia. s¨® sabia que Olivia tinha deixado o Grupo Griera e que fora atra¨ªda por outra empresa um sal¨¢rio bem mais alto, para uma posi??o de secret¨¢ria. Mas Teresa n?o fazia ideia de que Olivia tinha voltado a trabalhar para o Grupo Griera. Consciente disso, Olivia apressou-se em dizer: ¡°M?e, dinheiro f¨¢cil n?o existe, n¨¦? Quanto maior o sal¨¢rio, maior o trampo. ¨¦ assim que a roda gira.¡± Ao ouvir a filha, Teresapreendeu e, suavizando o tom, suspirou: ¡°¨¦ verdade. Bem que voc¨º podia arranjar um marido, hein? Quando ¨¦ que voc¨º volta? Hoje ¨¦ s¨¢bado, as crian?as est?o saudades.¡± ¡°Mam?e, eu quero ir a um bom jantar a mam?e.¡± A voz infantil de Iria, cheia de expectativa, veio pelo telefone. ¡°Eu quero ir ao shopping a mam?e¡±, In¨ºs falou sua voz fofa e cheia de marra. ¡°Ei, m?e, quem ¨¦ esse tal de ¡®trabalho extra¡¯ que n?o deixa voc¨º vir pra casa? Eu n?o gosto dele¡±, Joel falou entusiasmo. ¡°M?e, voc¨º j¨¢ acabou o trabalho? A gente pode ir buscar voc¨º¡±, Heitor disse, mostrando ser compreensivo. Mesmo Atrav¨¦s da t do celr, Olivia sentiu um calor aconchegante, amada e necessitada por seus quatro pequenos tesouros; era realmente muito sortuda. Todo o Seu ser irradiava calor. ¡°Logo A mam?e t¨¢ a¨ª, se divirtam a vov¨® e me esperem, t¨¢ bom?¡± Olivia falou docemente. ¡°Sim, mam?e¡±, responderam as crian?as quase em un¨ªssono. ¡°Amo voc¨ºs.¡± ¡°N¨®s tamb¨¦m te amamos, mam?e¡±, disseram em coro, suas vozes suaves e ador¨¢veis que derreteram o cora??o de Olivia. ¡°At¨¦ mais, meus amores¡±, disse um sorriso, e desligou o telefone. ¡°Bang!¡± A porta do quarto atr¨¢s d foi escancarada um chute. O estrondo foi ensurdecedor. Assustou tanto Olivia que seus ombros tremeram e o celr em sua m?o caiu. se virou para tr¨¢s em estado de choque e viu Daniel entrando pernas esguias, caminhando rapidamente, um frio cial permeando seu corpo, autorit¨¢rio e intimidador. Seu rosto estava sombrio e carregado. Ao v¨º-lo, o cora??o de Olivia falhou uma batida. ¡°Quem ¨¦ que voc¨º est¨¢ chamando de ¡®amor¡¯?¡± Daniel, furioso, aproximou-se e apertou o queixo d, for?ando seu rosto para cima. Seu h¨¢lito gdo e furioso a atingiu, e entre dentes ele disse, ardendo em raiva: ¡°Eu estou perguntando, quem ¨¦ que voc¨º est¨¢ chamando de ¡®amor¡¯? F!¡± Ainda na noite passada, ele havia acabado de lembr¨¢ de reconhecer quem era seu homem. concordou rapidamente, mas agora estava ao telefone outro homem, chamando-o de ¡®amor¡¯. Ser¨¢ que era igual ¨¤ sua m?e, Patricia? Pensando em sua pr¨®pria m?e, pensando em seu pai que morreu tragicamente, a raiva no cora??o de Daniel ficou ainda mais intensa e o fogo em seus olhos antigos cintilou. A for?a em sua m?o aumentava sem controle. Olivia sentiuo se seu queixo fosse se partir, l¨¢grimas brotaram de seus olhos enquanto tentava, em v?o, afrouxar o aperto dele, dizendo dificuldade: ¡°Eu¡­ eu estava fndo a minha m?e¡­¡± N?velDrama.Org (C) content. ¡°Est¨¢ tentando me enganar?¡± Naquele momento, a raiva havia tomado conta de Daniel. ¡°Eu N?o estou mentindo¡±, Olivia insistiu, dor, o rosto contorcido. Daniel finalmente soltou o aperto, acenou a cabe?a e pegou o celr do sof¨¢, entregando a : ¡°Tudo bem, liga de novo e repete exatamente o que voc¨º disse antes!¡± Cap铆tulo 292 Cap¨ªtulo 292 A voz de Daniel era grave, autorit¨¢ria e imponente. Ele, um homem de estatura elevada e m¨²sculos bem definidos, aproximou-se de Olivia. , ainda meio recostada no sof¨¢, sentiu metade do seu corpo envolvido pelo t¨®rax robusto dele. O ar de masculinidade, quase venenoso, infiltrava-se pelos poros d. Isso a deixava em alerta m¨¢ximo, tensa e em panico. ¡°Eu ligo, eu ligo¡­¡± observava a express?o dele enquanto pegava caut o celr que ele oferecia. Por dentro, estava apreensiva e em panico. O que fazer, ligar, e se os queridinhos atenderem o telefone? Repetir o que tinha dito antes era imposs¨ªvel para . Antes, havia quatro pequenos tesouros na linha, uma conversa doce e suave. Agora, Se Teresa atendesse, tudo bem, mas se os pequenos rodeassem o telefone novamente, Daniel descobriria a exist¨ºncia deles. Se n?o ligasse, a postura amea?adora de Daniel poderia lev¨¢-lo a discar ele mesmo e descobrir tudo. Seria ainda pior. Em quest?o de segundos, Olivia ponderou todas as poss¨ªveis consequ¨ºncias. Sem hesitar, discou para Teresa. Enquanto fazia a liga??o, Daniel, as m?os apoiadas no sof¨¢, prendia-a entre o m¨®vel e seu peito, olhos profundos fixos n. O aroma familiar de sandalo, mesdo a potente fragrancia masculina, envolvia Olivia. Seus batimentos card¨ªacos estavam inst¨¢veis e encolheu o pesco?o, defendendo-se dos ataques dele enquanto apertava o celr medo. Ouviu o som caracter¨ªstico da chamada e Seu cora??o apertou. A ansiedade atingia o ¨¢pice. Em sua mente, apenas um pensamento: n?o atenda, por favor, n?o atenda! Mas, justamente quando mais rogava, a liga??opletou e a voz de Teresa surgiu: ¡°O que foi?¡± Olivia, a respira??o suspensa e o rosto p¨¢lido, apressou-se a dizer: ¡°Nada, s¨® estava saudades.¡± This belongs to N?velDrama.Org - ?. Daniel, um olhar g¨¦lido, ordenou: ¡°Viva-voz!¡± Com o cora??o martndo no peito, Olivia obedecia, temendo o que poderia acontecer a seguir. Se ligasse o som, Daniel conseguiria ouvir a liga??o se os pequenos atendessem o telefone. Mas se n?o atendesse, Daniel pensaria que havia algo errado . S¨® podia rezar para que as crian?as n?o estivessem Teresa naquele momento. Olivia obedientemente liga a voz externa. A voz de Teresa, em tom de reprova??o e sarcasmo, ressoouo um mantra pelo aparelho. ¡°O que voc¨º disse? Sentindo minha falta? Se sentisse, n?o teria passado a noite fora. Se realmente se importasse, me pouparia de preocupa??es, arranjaria logo um namorado, um homem rico e decente para casar e me deixar em paz!¡± As pvras de Teresa flu¨ªamo uma cachoeira, deixando Olivia embara?ada e apavorada. interrompeu rapidamente: ¡°T¨¢ tudo bem, m?e, eu j¨¢ estou voltando, n?o se preocupe. Pode fazer suas coisas, t¨¢? Beijo, tchau.¡± Desligou o celr ¨¤s pressas. Levantando os olhos em panico, olhou para Daniel. De rnce, encontrou seus olhos gdos e frios, a frieza em torno de seu corpo erao a neve no inverno, prando no cora??o. Olivia tentou rir da situa??o, encolhida no sof¨¢, tentando aumentar a distancia entre eles: ¡°Er, minha m?e ¨¦ assim, ansiosa. Egual aos seus av¨®s, sempre fndo de casamento. J¨¢ me acostumei.¡± Daniel reuniu o olhar, ergueu-se e ficou de p¨¦ diante d, uma presen?a dominante: ¡°Temo que voc¨º v¨¢ se decepcionar.¡± Olivia entendeu de imediato o que ele queria dizer a decep??o. Apressou-se em esrecer: ¡°Sr. Griera, eu n?o tenho inten??o de tomar o lugar da Sra. Griera, nem de interferir no seu casamento 1/2 10:115 Cap¨ªtulo 292 Elisa. Se quiser, posso desaparecer agora mesmo, sumir de vista.¡± sabia que ele a mantinha por perto pelo que acontecera cinco anos antes, ainda n?o tinha se saciadopletamente. Cap铆tulo 293 Cap¨ªtulo 293 Antes, achava que o que ele queria dizer ser respons¨¢vel era se casar , at¨¦ quase contar a ele sobre os quatro filhos que teve dele. Mas depois que encarou a realidade, nunca mais se permitiu imaginar coisas. Agora, s¨® queria que ele a deixasse em paz e nunca mais a procurasse. Como se fossem estranhos, sem qualquer liga??o, que jamais voltariam a se cruzar. S¨® assim se sentiria segura. Os olhos cor de tinta de Daniel se afundaram um pouco, sua voz suave era baixa e magn¨¦tica, mas atrav¨¦s do bufo: ¡°Quero dizer, voc¨º n?o pode voltar pra casa agora. Por acaso, t¨¢ t?o afim de sumir da minha frente pra correr pros bra?os do seu amor?¡± Ele captou o final de sua voz, tingida de uma frieza gda, irritada. estava mesmo, a todo momento, pensando em correr para os bra?os de Sergio! Para escapar dele, at¨¦ usou Elisao escudo! Nesse momento, Olivia tamb¨¦m percebeu que tinha se confundido, prendeu a respira??o, e mesmo mantendo o sorriso no rosto, queria chorar. ¡°Senhor Griera, oh n?o, Daniel, eu n?o tenho um amor. Se eu tivesse, minha m?e n?o estaria me pressionando h¨¢ anos. Voc¨º est¨¢ enganado.¡± Daniel n?o queria mais perder tempo conversa fiada: ¡°Levanta.¡± Ele se virou e saiu do quarto. Olivia apertou o roup?o em volta do corpo, sentindo-se desconfort¨¢vel. Aquele n?o era o seur e, na noite anterior, tinha sa¨ªdo de pijama, que Daniel, de forma arrogante, molhou todo debaixo do chuveiro. nem tinha roupas para vestir,o iria se levantar? Enquanto estava quase chorando, a porta do quarto foi batida e uma empregada entrou, uma sac de papel pardo na m?o, caminhou at¨¦ e disse respeitosamente: ¡°Senhorita Souza, aqui est?o suas roupas. O senhor Daniel pediu para voc¨º se trocar, se arrumar e descer para tomar caf¨¦ da manh? ele.¡± Ol¨ªvia assentiu educadamente a cabe?a: ¡°ro, obrigada.¡± Dentro da sac havia um vestido de mangaprida, florido e rosa, perfeito para a esta??o, e at¨¦ a lingerie estava l¨¢! Daniel era realmente atencioso suas mulheres. Ele havia sido assim Viviana no passado? Ent?o, quando se cansou disso, ele a expulsou. Ele ¨¦ t?o insens¨ªvel. N?o sei quando ele se cansou d. queria fugir, mas Daniel tinha dito que se tentasse, ele faria que n?o conseguisse viver em lugar algum. At¨¦ o pensamento de fuga foi sufocado por ele ainda no ber?o, que detest¨¢vel! Olivia murmurou para si mesma enquanto se vestia e, depois de se arrumar, desceu as escadas.¡± Ao ver Daniel sentado ¨¤ mesa do caf¨¦, cortando seu bife elegancia e distin??o, servido cuidadosamente pelos criados, o mordomo F¨¢bio a viu descer e a recebeu educa??o: ¡°Senhorita Souza, por aqui, por favor.¡± Olivia sorriu: ¡°Obrigada¡­¡± F¨¢bio a conduziu at¨¦ o assento oposto ao de Daniel e bateu palmas levemente. O cozinheiro saiu da cozinha uma bandeja na m?o, coloca-a na frente de Olivia, tira a tampa e o aroma de cost a atinge instantaneamente. O cozinheiro colocou pimenta-do-reino no bife, e o bife ¡°chiou¡±, o cheiro da carne misturado o sabor do tempero, flutuando instantaneamente. Olivia engoliu em seco. Caramba, que del¨ªcia. nunca havia sentido o cheiro de um bife t?o bom na maior parte de sua vida. ¡°Senhorita Souza, por favor, fique ¨¤ vontade paraer.¡± F¨¢bio disse respeitosamente. Cap¨ªtulo 293Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. ¡°Certo.¡± Olivia respondeu educadamente, pegando a faca e o garfo e cortando um peda?o do bife para provar. Era t?o bom que suas paps gustativas pareciam explodir em flor. ¡°Daniel, o que voc¨º quis dizer mais cedo sobre eu n?o poder voltar para casa?¡± Olivia perguntou enquantoia. ¡°Seu tempo hoje ¨¦ meu.¡± Daniel respondeu. Cap铆tulo 294 Cap¨ªtulo 294 Confusa por um momento. Olivia observou os olhos dele piscarem e n?o perguntou novamente. Depois deer, Daniel dirigiu, levando-a consigo. Ele estava ao vnte e Olivia no banco de tr¨¢s, observando o asfalto que se afastava rapidamente, sem ter ideia de para onde ele a estava levando. nem ousava perguntar. Afinal N?o havia lugar mais perigoso que a pr¨®pria casa de Daniel. Pouco tempo depois, o carro parou em frente ao shopping center e Daniel saiu, seguido por Olivia. Ele foi at¨¦ e pegou sua m?o grande. Com calos suaves e o calor intenso em seu toque, Olivia sentiu um arrepio percorrer seu corpo, deixando seu cora??o momentaneamente paralisado. Instintivamente, quis puxar a m?o de volta, mas a raz?o prevaleceu sobre o impulso. n?o mostrou nenhuma rea??o. Daniel a conduziu para dentro de uma cafeteria. A gar?e imediatamente a cumprimentou um respeitoso e educado ¡°Bem-vindos.¡± Ele escolheu uma mesa perto da jan e entregou o card¨¢pio para Olivia: ¡°Pode escolher.¡± Com um sorriso sem gra?a, pensou que o an¨²ncio autorit¨¢rio de Daniel sobre seu dia parecia mais um convite para um trabalho conjunto do que um convite para rxar num caf¨¦. Olivia seguiu seu h¨¢bito da ¨²ltima vez e pediu duas x¨ªcaras de caf¨¦ exatamente iguais ¨¤s da ¨²ltima vez. Enquanto esperava o caf¨¦ chegar, Olivia ainda n?o conseguia evitar a d¨²vida e a curiosidade em seu cora??o e perguntou: ¡°Sr. Griera¡­¡± Mas ao encontrar o olhar frio de Daniel, hesitou e rapidamente corrigiu: ¡°Daniel, n?o vamos trabalhar hoje?¡± era sua assistente pessoal e, normalmente, passar o fim de semana fazendo visitas discretas ¨¤s ruaserciais para identificar oportunidades de neg¨®cios era parte de suas responsabilidades. E a fun??o de uma secret¨¢ria era estar ¨¤ disposi??o do chefe. Levando-a ao shopping, ser¨¢ que Daniel n?o tinha inten??es de neg¨®cios? Se isso fosse verdade, esperava que Daniel deixasse ro para que pudesse registrar os lugares que tinham potencial para serem desenvolvidos, para que n?o fosse t o suficiente para n?o saber de nada e acabar n?o fazendo nada no final. ¡°Quem trabalha em um encontro?¡± Daniel perguntou uma sobrancelha erguida, usando a pergunta para responder. Seu olhar ardente continha uma n¨¦voa suave e cheia de afeto. Isso fez que o cora??o de Olivia esquentasse. ficou chocada. Um encontro? Eles estavam namorando agora? considerou v¨¢rias raz?es ps quais Daniel n?o a deixava ir embora, mas nunca imaginou essa. Por um momento, Olivia se viu perdida em pensamentos confusos e sentimentos misturados. Quando ele disse namoro, foio se eles fossem um casal normal, duas pessoas no calor do momento novamente. Nesse momento, Olivia realmente n?o sabia que tipo de express?o usar para encar¨¢-lo. Enquanto lutava seu desconforto, o gar?om chegou os caf¨¦s. pegou a x¨ªcara apressadamente, bebendo o caf¨¦ para esconder seu embara?o. Daniel tamb¨¦m tomou um gole de seu caf¨¦ e disse uma voz baixa e cativante: ¡°Pense no pr¨®ximo passo do nosso encontro. O que voc¨º gostaria de fazer?¡± O Pr¨®ximo passo? N?velDrama.Org (C) content. estava recebendo uma li??o sobreo ter um encontro? Olivia quase se engasgou o caf¨¦, engolindo apressadamente e disse: ¡°Certo, vou pensar.¡± Daniel olhou para e viu suas bochechas coradas, talvez um sinal de timidez. 1/1 Cap铆tulo 295 Cap¨ªtulo 295 Ele arqueou levemente o canto dos l¨¢bios, num sorriso que era mais mal¨ªcia do que alegria: ¡°Ser¨¢ que voc¨º t¨¢ pensando de novo na suite presidencial?¡± ¡°Ahem¡­¡± Olivia se engasgou o caf¨¦, que foi parar na traqueia, e o l¨ªquido espirrou por toda a mesa. , numa confus?o de m?os e p¨¦s, logo puxou um guardanapo para limpar a bagun?a: ¡°Desculpa, n?o foi por querer.¡± Na ¨²ltima vez que mencionou encontro, ele j¨¢ havia sacado o celr para reservar a su¨ªte presidencial. E agora,o que o papo tinha dado a volta at¨¦ esse assunto de novo? Ele apenas disse uma su¨ªte, e a mente d involuntariamente flutuou para aqus imagens cores. ficou t?o chocada que acabou derramando seu caf¨¦. Enquanto tentava contrr a situa??o na mesa, Daniel, na dele, pegou outro guardanapo e come?ou a ajudar. No meio do tumulto, as m?os de Olivia tocaram as dele sem querer. This belongs to N?velDrama.Org - ?. Era estranho, toda vez que encostava nele, sentia um choque,o se tivesse encostado num ferro em brasa. O calor subia ao cora??o d, fazendo-o palpitar, e recolheu a m?o rapidamente. Percebendo que tinha sido ¨®bvia demais, olhou para Daniel e,o esperado, encontrou aquele olhar profundo, um abismo escuro que tamb¨¦m a observava. Eram olhos cheios de lux¨²ria. O cora??o ca¨®tico de Olivia, originalmente agitado, pareceu ainda mais desconfort¨¢vel diante dos olhos dele. se levantou rapidamente, desajeitada, e disse: ¡°Eu, eu preciso ir ao banheiro.¡± Daniel n?o falou nada, e Olivia saiu correndo. O banheiro do caf¨¦ ficava dentro do shopping. Era necess¨¢rio sair p portateral do caf¨¦, virar ¨¤ esquerda e passar por um corredor para chegar. Olivia apressou o passo at¨¦ o banheiro e, diante do espelho,vou as m?os, tirando as manchas de caf¨¦ e, em seguida, molhou um pouco o vestido para limpar as marcas. Depois de dar um jeito na roupa, usou as m?os para jogar ¨¢gua no rosto. Deixou que a ¨¢gua fria estimsse seus nervos ardentes e se acalmasse. Com o rostovado, se apoiou na pia, olhando para o pr¨®prio reflexo no espelho, notando as gotas d¡¯¨¢gua que marcavam sua face, dando-lhe um ar de derrota. Hoje, a do?ura de Daniel a tinha deixado confusa. parecia ver ummpejo de esperan?a de que e ele poderiam ser poss¨ªveis. Naquele momento, outra figura apareceu no espelho, se aproximando. Os passos de salto alto no ch?o ecoavam de forma sinistra. Olivia, alerta, franzia a testa ao observar aqu face que se aproximava. A mulher no espelho tinha uma maquiagem requintada e estava usando a moda mais popr, vestida de formapetente e madura. Olivia se levantou, pronta para ir embora. Mas Viviana bloqueou seu caminho um olhar prante e um sorriso c¨ªnico: ¡°N?o t¨¢ Nada mal, hein? Tomou meu cargo e agora t¨¢ tomando tudo que eu tinha aodo do Daniel!¡± Olivia respondeu um sorriso amarelo, ramente na defensiva: ¡°Voc¨º veio usar o banheiro, n?o foi? Por favor, fique ¨¤ vontade.¡± at¨¦ se afastou para dar espa?o. Viviana, no entanto, n?o foi at¨¦ l¨¢ e se virou, continuando a encar¨¢: ¡°Querida, fui secret¨¢ria do Daniel por sete anos, e durante todo esse tempo, fui a ¨²nica mulher pra ele. e voc¨º? quanto tempo vai duraro mulher dele? Somos iguais, apenas passatempos antes do casamento dele.¡± Essa dura realidade, j¨¢ dita antes por Elisa, erao um espinho cravando no cora??o de Olivia, trazendo de volta a lucidez em meio ¨¤ febre. Suas m?os, pendendo aodo do corpo, se fecharam em punho, ainda um sorriso, n?o de cortesia, maso uma cor de prote??o contra a dor. ¡°Secret¨¢ria Pereira, quero que voc¨º retome o cargo de minha secret¨¢ria, quanto mais cedo melhor, e eu lhe agradecerei se o fizer.¡± 10:12 Capitulo 296 Cap铆tulo 296 Cap¨ªtulo 296 Olivia fva sinceridade. N?o queria ser secret¨¢ria de Daniel e muito menos sua mulher. Desejava se afastar dele o m¨¢ximo poss¨ªvel, de prefer¨ºncia para nunca mais v¨º-lo. Dessa forma, poderia ter certeza de que manteria seu beb¨º escondido. Viviana ouviu suas pvras, mas achou que estava se exibindo, provocando-a de forma arrogante. Com o rosto carregado de raiva, fitou Ol¨ªvia e disparou: ¡°N?o se ache, Ol¨ªvia. Uma caipira que nem voc¨º, que ex pobreza, vai ser s¨® uma novidade passageira para o Daniel, Logo, vai ser descartada como lixo, ali¨¢s, pior que lixo!¡± A raiva e o ressentimento de Viviana emanavam de dentro para fora, do fundo de seu cora??o. havia visto Ol¨ªvia e Daniel juntos na cafeteria do shopping, tomando caf¨¦. ¡° Daniel sorria para Ol¨ªvia um olhar profundo e cheio de carinho, um olhar doce e apaixonadoo nunca antes visto por Viviana. passou dez anos aodo de Daniel, amando-o em sil¨ºncio. Para ele, era quaseo um homem, um ser sem atrativos femininos. chegou a pensar que ele n?o se interessava por mulheres, mas Ol¨ªvia provou o contr¨¢rio, quebrando todas as suas ilus?es. Daniel era capaz de beijar loucamente uma mulher, de olhar ternura e desejo. Descobriu-se que o que ele gostava ainda era uma mulher, s¨® que ele n?o gostava d. passou dez anos esperando silenciosamente aodo dele, querendo impressionar seu cora??o e fazer que ele notasse sua exist¨ºncia. Nada que separe ¨¤ ¨²nica noite de Olivia, cinco anos atr¨¢s. Consumida por uma mistura de dor, raiva e inveja, Viviana voltou todo seu ¨®dio contra Ol¨ªvia. Se n?o fosse por aqu noite, talvez Daniel finalmente a notasse. despejou toda sua frustra??o e amargura em Ol¨ªvia. Ol¨ªvia n?o queria entrar em conflito, mas as pvras de Viviana foram cru¨¦is demais. Se era pior que lixo, o que seria Viviana? Com um sorriso ir?nico, Ol¨ªvia respondeu: ¡°At¨¦ O lixo normal n?o trairia a pr¨®pria empresa ou caluniaria os outros. E a secret¨¢ria Pereira, que tipo de lixo seria?¡± ¡°Voc¨º!¡± Viviana,o se tivesse o rabo pisado, avan?ou raiva para bater em Ol¨ªvia. As pups de Ol¨ªvia se contra¨ªram ao ver a palma da m?o que vinha em sua dire??o. No instante em que estava prestes a ser atingida, agarrou o pulso de Viviana. Com Um contra-ataque, tentou acertar um tapa em Viviana. N?velDrama.Org (C) content. Mas Viviana, reflexos afiados adquiridos ao longo dos anos aodo de Daniel, desviou-se, puxando o bra?o tanta for?a que cambaleou para tr¨¢s. Embora n?o tivesse sido atingida, seu rosto, que estava coberto por uma maquiagem delicada, estava muito rachado e parecia uma bagun?a. Ol¨ªvia, encostada ¨¤ parede, n?o foi afetada pelos movimentos. Permaneceu firme, sem se deixar abater p confus?o. N?o querendo continuar fndo bobagem Viviana, lhen?ou um olhar vazio e se virou para sair. Atr¨¢s d, a voz repleta de f¨²ria de Viviana ecoou: ¡°Ol¨ªvia, voc¨º n?o passa de uma mulherzinha que se vende por dinheiro, uma qualquer!¡± Com essa frase, a coluna vertebral de Olivia se enrijeceu violentamente, um cfrio subiu por sua espinha e se espalhou at¨¦ o topo de sua cabe?a, seu couro cabeludo formigou e seus m¨²sculos se contra¨ªram. O cora??o estava ainda pior. Cap铆tulo 297 Cap¨ªtulo 297 N?velDrama.Org (C) content. diminuiu o passo por um momento, mas logo apressou seu retorno. Ao chegar na cafeteria, avistou Daniel ainda presente, imponente e cheio de presen?a. O espa?o ao redor dele parecia que tinha que andar na ponta dos p¨¦s, e o pessoal ao redor mal ousavam elevar o tom de voz. Olivia aproximou-se e, parando diante dele, soltou: ¡°Daniel, t? querendo voltar, se voc¨º estiver ocupado, me viro de t¨¢xi.¡± No fundo, Viviana nem precisava ter dito nada, Olivia j¨¢ sacava que essa r??o torta Daniel era uma vergonha pra . Por que desperdi?ar tempo um o outro quando n?o havia futuro ali? Daniel ergueu o olhar, encontrando o d, e a intensidade sombria de seus olhos pesou uma for?a intensa: ¡°N?o coloquei a op??o de ir pra casa na mesa.¡± Ele deixou ro que aquele dia todo estava destinado a ser um encontro. Parecia que n?o tinha captado a mensagem. Olivia retrucou: ¡°Minha m?e t¨¢ no meu p¨¦, preciso sair antes que ece a me ca?ar p cidade e acabe te trazendo problema.¡± Bem nessa hora, o celr de Olivia tocou. pegou e viu que era Teresa ligando. Mostrou rapidinho para Daniel: ¡°Olha s¨®, minha m?e ligando pra eu voltar.¡± Daniel deu uma olhada no visor, viu mesmo que era Teresa, e aquele olhar profundo e voz grave, mandou: ¡°Atenda.¡± Internamente, Olivia estremeceu. Se atendesse e ele tomasse o celr para fr Teresa, o que faria? Naqu manh?, j¨¢ tinha se safado por um triz, Teresa n?o havia mencionado os filhos. Mas isso n?o significava que ainda estava fora de perigo. Olivia desligou o celr e deu uma risadinha nervosamente: ¡°Se eu atender, s¨® vai me ehar. Com aquele vozeir?o, meus ouvidos v?o estourar. Melhor eu cair fora logo.¡± Dito isso, encarou Daniel, misturando esperan?a e ansiedade em seu olhar, aguardando a rea??o dele. queria cortar os?os, mas n?o podia irritar o cara agora. Ele sabia onde morava e, se desse na telha dele aparecer por l¨¢, tudo iria por ¨¢gua abaixo. Daniel encarou Olivia, nos olhos limpidos d dava pra ver a tens?o e o desamparo. n?o estava nem a¨ª pro encontro, n?o valia a pena continuar. Ele se levantou sem dizer nada e foi embora. Era isso um sinal de que podia ir? Olivia notou a deixa e correu atr¨¢s dele. O carro seguiu em sil¨ºncio, a tens?o enchendo o espa?o apertado do ve¨ªculo. Sentada no banco de tr¨¢s, Olivia respirava cuidado,o uma crian?a receosa diante de um adulto. Felizmente, n?o demorou muito para chegarem ao port?o do condom¨ªnio d. Quando viu que Daniel ia entrar, disparou: ¡°Sr. Griera¡­ ah, Daniel, pode parar aqui mesmo, eu ando o resto do caminho.¡± O carro estacionou e as portas destravaram-se. Olivia saiu e n?o deixou de agradecer antes de ir: ¡°Obrigada por me trazer, cuida-se na estrada¡­¡± ainda se preocupava ele, o que deixou Daniel meio satisfeito. Ele murmurou um ¡°hm¡± e deu r¨¦, mudando a dire??o do carro, mas ainda n?o tinha ido embora. Foi quando atr¨¢s de Olivia uma voz conhecida e alta ecoou: ¡°Olivia, voc¨º ainda sabe voltar, n¨¦? Sua danada, disse que ia ser r¨¢pido, quanto tempo j¨¢ passou?¡± Olivia se virou e viu Teresa vindo em dire??o a , o cora??o aos pulos. E agora, Daniel ainda n?o tinha ido embora! Cap铆tulo 298 Cap¨ªtulo 298 Olivia ficou apavorada a ideia de Teresa aparecer panhada pelos quatro pequenos fofinhos. Seu cora??o pulou at¨¦ a garganta, e correu ao encontro de Teresa para impedi de se aproximar. ¡°M?e, olha s¨®, eu voltei, n¨¦?¡± Olivia disse, segurando os bra?os de Teresa um nervosismo evidente. Teresa conhecia sua filhao ningu¨¦m e sabia que quando estava nervosa, algo estava errado. olhou for?a e desconfian?a por cima do ombro de Olivia: ¡°Quem te trouxe de volta, hein? Por que essa afli??o toda?¡± Quando percebeu que Teresa estava olhando por cima de seu ombro, Olivia ficou ainda mais aflita, quase empurrando a m?e para bloquear sua vis?o: ¡°Ningu¨¦m, m?e. Eu peguei um t¨¢xi,¡± Enquanto fva, Olivian?ou um olhar discreto para tr¨¢s e notou que o carro preto que estava l¨¢ agora havia desaparecido. O Rolls Royce de Daniel j¨¢ tinha ido embora. Finalmente, sentiu seu cora??o se acalmar. ¡°Sua danada, voltar de t¨¢xi e ainda parecer que est¨¢ a consci¨ºncia pesada. At¨¦ parece que foi teu chefe que te trouxe. Com tua situa??o, c¨º acha que ia dar liga o patr?o? J¨¢ t¨¢ bom demais encontrar algu¨¦m que n?o se importe teu trampo ou teus quatro filhotes.¡± Teresa a repreendeu, lan?ando um olhar atravessado. Olivia n?o deixou por menos e rebateu firme: ¡°M?e, desde quando se f assim da pr¨®pria filha? O que que eu tenho de menos, hein? E meus filhos s?o meus tesouros; ningu¨¦m tem que desprez¨¢-los.¡± Depois de se impor, Olivia virou as costas e caminhou em dire??o ¨¤ casa. Teresa percebeu que talvez tivesse sido dura demais. Olivia era bonita epetente. Sentindo-se um pouco culpada, correu atr¨¢s da filha, mas,o nunca tinha pedido desculpas na vida, n?oe?aria agora. Sua voz, no entanto, saiu mais suave: ¡°T¨¢, t¨¢, teus filhos s?o joias, mas n?o fica cansada? ¨¦ tanto esfor?o pra criar quatro crian?as¡­¡± ¡°Eu n?o canso, m?e. A felicidade de t¨º-losigo ¨¦ maior que qualquer cansa?o.¡± Olivia respondeu. ¡°T¨¢ bom, filha¡­¡± Teresa suspirou, sem argumentos. De repente, Teresa notou a roupa que Olivia estava usando. ¡°Olivia, de onde ¨¦ esse vestido? N?o me lembro de voc¨º terprado essa pe?a.¡± Original from N?velDrama.Org. Era um vestido que parecia caro, bem diferente das roupas baratas que Olivia costumavaprar na inte. Olivia percebeu que estava usando o vestido que Daniel tinha dado e, se Teresa descobrisse, faria um escandalo. Melhor evitar problemas. ¡°Ah, ¨¦ que eu derramei caf¨¦ em mim no trabalho e uma colega me emprestou. Segunda eu devolvo,¡± Olivia se explicou rapidamente. Teresa entendeu e n?o perguntou mais nada. Ao chegarem em casa, nenhum dos pequenos estava ¨¤ vista. Olivia estava confusa, mas ao ouvir barulhos vindos da cozinha, seguiu o som e encontrou os quatro pequenos envolvidos em preparar o leite. Heitor, em cima de um banquinho, manuseava dificuldade e cuidado a chaleira cheia de ¨¢gua quente, despejando o l¨ªquido nas mamadeiras limpas. Sua express?o s¨¦ria contrastava a fofura do seu rostinho. Joel, logo atr¨¢s dele, as m?ozinhas gordinhas, dava suporte ao irm?o para evitar uma queda. Iria e In¨ºs, mais atr¨¢s, olhavam ansiosas seus rostinhos rechonchudos e ador¨¢veis, esperando pelo leite que o irm?o preparava. A cozinha parecia ter se transformado num ninho de fofura, os quatro pequenos tesouros reunidos. Olivia mal podia conter a emo??o e, entrando na cozinha, pegou a chaleira das m?os de Heitor, dizendo suavemente: ¡°Deixa que eu termino isso.¡± Cap铆tulo 299 Cap¨ªtulo 299 Olivia segurou a chaleira quente e, de repente, Heitor sentiu um al¨ªvio imenso,o se um peso enorme tivesse sido retirado de seus ombros. Seus olhos pretos e inocentes brilharam ao v¨º: ¡°Mam?e, voc¨º voltou.¡± ¡°Mam?e, finalmente voc¨º est¨¢ de volta,¡± disse Joel, transparecendo contentamento, mas um leve tom de m¨¢goa na voz. N?velDrama.Org (C) content. Iria fez um biquinho, seus grandes olhos cheios de l¨¢grimas que tentava segurar, mas acabou n?o conseguindo ee?ou a chorar alto. In¨ºs ergueu suas pequenas m?os para enxugar suas l¨¢grimas: ¡°N?o chore, Iria. Mam?e voltou, est¨¢ bem?¡± Foi ent?o que Olivia percebeu: havia ligado naqu manh? e prometido voltar logo. As crian?as esperavam ansiosamente por . No entanto, demorou mais do que o esperado, e as crian?as, aguardando e aguardando, provavelmentee?aram a ficar medo. Isso explicava o estado abdo ds ao v¨º. O choro incessante de Iria quase partiu o cora??o de Olivia. Ap¨®s esquentar a ¨¢gua, rapidamente misturou ¨¢gua fria e preparou o leite em p¨®. Agachou-se e entregou a Ir¨ªa, fndo docemente: ¡°N?o chore, Iria. Desculpe, est¨¢ bem? A mam?e teve um contratempo. Eu prometi que ir¨ªamos sair para brincar quando eu voltasse, lembra? Tome um pouco de leite para forrar o est?mago e depois a mam?e vai te levar paraer algo gostoso, pode ser?¡± tinha nejado passar um tempo de qualidade as crian?as, mas o pai ds acabou ocupando esse tempo. ¡°Hmm,¡± Ir¨ªa concordou, levantou suas m?os gordinhas, enxugou as l¨¢grimas e pegou a mamadeira das m?os d,e?ando a beber satisfa??o. As crian?as s?o f¨¢ceis de confortar. Aliviada, Olivia afagou a cabe?a d e disse para In¨ºs: ¡°S¨® um minutinho, In¨ºs. J¨¢ vou preparar o seu.¡± ¡°Uh-huh,¡± concordou In¨ºs obedientemente. Quando Olivia se virou para continuar o preparo, sentiu suas pernas serem abra?adas e uma carinha fofa e inocente esfregando ns. Olhando para baixo, viu Joel abra?ando sua perna, esfregando a cabe?a n uma vozinha doce e fr¨¢gil: ¡°Mam?e, a gente achou que voc¨º tinha sido levada por bandidos.¡± Olivia ficou surpresa por um momento, pensando se n?o teria sido por causa da liga??o de Teresa que ignorou, e isso os tinha preocupado. ¡°Pois ¨¦, voc¨ºs me assustaram bastante. N?o fa?am mais isso de n?o atender o telefone!¡± O medo e a repreens?o de Teresa confirmaram os pensamentos de Olivia. Olivia se desculpou pesar: ¡°Me desculpem, n?o vai acontecer de novo.¡± Mesmo que estivesse ocupada, o fato de n?o atender ao telefone tinha preocupado a fam¨ªlia. Olivia se sentia culpada. ¡°Ainda bem que Heitor e Joel s?o muito espertos e cuidaram das irm?zinhas. Foi s¨® assim que pude deixar os quatro em casa e sair ¨¤ sua procura,¡± disse Teresa. Heitor e Joel, orgulhosos e felizes o elogio da av¨®, brilharam nos olhos. Iria n?o queria ficar para tr¨¢s, engoliu algumas gdas de leite, tirou a mamadeira da boca e disse com uma voz fofa: ¡°Eu tamb¨¦m sou esperta, sou demais.¡± Joel virou a cabe?a e perguntou: ¡°O que voc¨º sabe fazer?¡± Depois de pensar um pouco, os olhos brilhantes de Iria se iluminaram e disse sua vozinha ador¨¢vel: ¡°Eu sei fazer charme!¡± Isso fez Teresa e Olivia ca¨ªrem na gargalhada. Era um charme e tanto. ¡°Eu tamb¨¦m sei fazer charme!¡± In¨ºs levantou a m?o, mostrando que tamb¨¦m dominava essa habilidade. Olivia e Teresa riram ainda mais, e a casa se encheu de risadas e alegria. Cap铆tulo 300 Cap¨ªtulo 300 Olivia e Teresa sairam de casa as quatro crian?as. Decidiram dar uma volta no shopping pr¨®ximo ao bairro. Normalmente. Teresa n?o permitia que Olivia levasse as crian?as para lugares onde se gasta muito dinheiro. Mas naquele dia, os pequenos estavam ansiosos p volta de Olivia, ap¨®s um susto que levaram, e precisavam de um agrado. Al¨¦m disso, eles eram t?o respons¨¢veis que surpreendiam a todos. Mesmo assustados, n?o causavam tumulto, n?o choravam, n?o davam nenhum trabalho. Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. Teresa pensou que era importante rpensar a atitude dos pequenos e concordou o passeio at¨¦ o shopping. Ao chegarem l¨¢, era certo que gastariam um bom dinheiro. Ao entrarem no shopping, In¨ºs parou abruptamente em uma loja de brinquedos e se recusou a sair. Seus olhos ainda inocentes fixaram-se em um pingente de anel. Era um pingente que parecia ter sido desenterrado, rachaduras cheias de terra que nem uma boa limpeza conseguia tirar, uma apar¨ºncia velha e encardida. Olivia se agachou aodo de In¨ºs e perguntou: ¡°In¨ºs, voc¨º quer escolher um brinquedo?¡± In¨ºs assentiu a cabe?a: ¡°Sim.¡± Olivia apontou para a se??o de pel¨²cias um sorriso: ¡°Qual desses bichinhos de pel¨²cia voc¨º gostou? Escolha que a mam?epra para voc¨º.¡± In¨ºs apontou o dedinho para o pingente de anel que estava escondido num cantinho, bem discreto: ¡°Quero aquele.¡± Olivia seguiu a dire??o do dedo e viu o pingente velho. falou: ¡°Acho que isso n?o est¨¢ ¨¤ venda, deve ser algo antigo que ningu¨¦m quer, n?o acha?¡± Com incerteza e pensando que n?o tinha gra?a, Olivia tentou convencer In¨ºs a escolher outro: ¡°Que tal procurarmos outro brinquedo?¡± In¨ºs fez bico e bn?ou a cabe?a, os olhinhos cheios de determina??o e tristeza. realmente queria aquele pingente. Vendo In¨ºs desanimada, Olivia ficou pena e n?o quis mago¨¢. Ent?o, foi at¨¦ o dono da loja e perguntou: ¡°Quanto custa aquele pingente?¡± ¡°Pingente? N?o vendemos pingentes aqui,¡± respondeu o dono, tamb¨¦m confuso. Olivia levou o dono at¨¦ a entrada e pegou o pingente de anel do canto para mostrar: ¡°¨¦ esse aqui, minha filha est¨¢ apaixonada por ele, ser¨¢ que podemospr¨¢-lo?¡± O dono deu uma olhada e riu: ¡°Ah, isso meu filho encontrou brincando na areia da praia ontem. Ele brincou um pouco e acabou deixando aqui na loja. Deve ser um brinquedo antigo que alguma crian?a perdeu na areia e ele achou.¡± O dono explicou. Olivia pensou em convencer In¨ºs a olhar outros brinquedos, mas vendo aqueles olhos fixos no pingente, quase hipnotizados¡­ In¨ºs, mesmo sendo a ca?, era sempreportada, obediente, tinha um jeito mais independente, n?o era grudenta ou carenteo Iria. nunca fazia birra ou pedia algo sem raz?o. Era raro v¨º t?o desejosa por algo, aquele olhar suplicante. Olivia n?o podia desapont¨¢. Olivia perguntou ao dono: ¡°Seu filho ainda brinca esse pingente?¡± ¡°Ah, ele j¨¢ esqueceu disso, est¨¢ interessado em outros brinquedos,¡± disse o dono, entre risadas. Nesse momento, Teresa chegou os outros tr¨ºs filhos, todos chamando Olivia de m?e. O dono olhou para as crian?as, curioso e encantado: ¡°Uau, essas quatro crian?as lindas s?o suas?¡± Olivia confirmou um sorriso. ¡°Esses quatro pestinhas, parecem ter a mesma idade, s?o qu¨¢druplos?¡± ¡°Sim,¡± respondeu Olivia. Cap铆tulo 301 Cap¨ªtulo 301 A beleza dos quadrig¨ºmeos era de tirar o f?lego, uma raridade que despertava a inveja do dono da loja. ¡°Voc¨º ¨¦ realmente aben?oada¡±,entou ele para Olivia Souza. ¡°Obrigada¡±, agradeceu Olivia sinceramente. ¡°Essa ¨¦ a ca?ulinha?¡± perguntou o dono, olhando para In¨ºs. ¡° ¨¦ a quarta, a mais nova¡±, respondeu Olivia. ¡°Ah, a ca?ulinha! Meu filho tamb¨¦m ¨¦ o mais novo, tem duas irm?s mais velhas. P escolha dos brinquedos, d¨¢ pra ver que t¨ºm isso emum. Olha, sua filha parece ter gostado muito desse aqui, ent?o vou fazer um pre?o especial. J¨¢ que meu filho passou um temp?o cavando na praia, que tal levar por cem reais?¡±, ofereceu o dono. O pequeno pingente de brinquedo era bem antigo e havia sido encontrado p familia do dono. da loja. Na verdade, n?o valia nem cem reais; cinco seria demais. Mas ao ver o olhar ansioso de In¨ºs, Olivia n?o quis desapont¨¢. ¡°Certo, n¨®s vamos levar¡±, concordou . ¡°M?e, eu quero aquele panda enorme¡±, disse Iria, puxando a barra da camisa de Olivia e apontando para o brinquedo de pel¨²cia. ¡°M?e, eu quero a m¨¢scara do Goku¡±, Joel tamb¨¦m fez sua escolha. Heitor ficou quieto; para ele, os brinquedos da loja eram muito infantis. Ele preferia brincar seu tablet e desvendar c¨®digos de programa??o. ¡°Ok, mam?e vaiprar para voc¨ºs¡±, disse Olivia, docemente. Depois que as crian?as pegaram os brinquedos que queriam, Olivia pagou e continuaram seu passeio. Em circunstancias normais, Teresa Rocha certamente teria impedido aspras, especialmente um pingente de cem reais. Mas naquele dia, Teresa queria mimar um pouco as crian?as e n?o disse nada. Iria abra?ava o panda de pel¨²cia preto e branco, encantada. Joel, a m¨¢scara de Goku, imitava um pequeno macaco. In¨ºs, o pingente de anel precioso, olhou para ele por um bom tempo antes de guard¨¢-lo no bolso de sua cal?a. Ao ver as crian?as felizes, Olivia sentiu seu cora??o aquecer. Ao chegarem ¨¤ frente do shopping, havia um palco montado muita gente ao redor e o locutor anunciava: ¡°Festival Internacional de Gastronomia, deguste e saboreie ¨¤ vontade.¡± Os olhos brilhantes de Iria se iluminaram ao ouvir isso, e correu em dire??o ao palco. ¡°Iria, devagar¡±, disse Olivia, segurando In¨ºs p m?o e apressando o passo para alcan?¨¢. Joel e Capitulo 301 Heitor seguiram Teresa. N?velDrama.Org (C) content. No palco, uma mesa retangr exibia uma variedade de pratos deliciosos, o aroma dos alimentos enchia o ambiente. Iria apontava para asidas, seu rosto corado de excita??o. ¡°Mam?e, quero experimentar todas essas delicias!¡± Sempre apaixonada porida, Iria estava animada. ¡°ro, mam?e vai te levar¡±, prometeu Olivia, mimando-a. Um funcion¨¢rio as viu subir no palco e ofereceu: ¡°Ol¨¢, voc¨ºs querem participar do concurso de degusta??o gastron?mica? Se se inscreverem, podemer ¨¤ vontade.¡± Concurso de degusta??o gastron?mica? Olivia n?o se sentia capaz de participar, mas Iria puxou sua m?o, pndo de emo??o: ¡°Mam?e, eu quero entrar no concurso!¡± Cap铆tulo 302 Cap¨ªtulo 302 Olivia, prontamente atendendo ao pedido da In¨ºs e, ¨¦ ro, sem querer decepcionar a Iria, encarava cada uma das crian?aso um verdadeiro tesouro. Iria estava ansiosa para participar do concurso de degusta??o deidas, e Olivia n?o viu problema em deix¨¢ tentar. Pelo menos, seria uma oportunidade para Iria experimentar todas aqus delicias alinhadas. Ao se dirigirem para a inscri??o, o funcion¨¢rio estendeu um formul¨¢rio a Olivia: ¡°Senhorita, por favor, preencha seus dados pessoais.¡± Oliviae?ou a escrever seu pr¨®prio nome, mas o funcion¨¢rio a interrompeu: ¡°Neste formul¨¢rio, precisamos dos dados do pr¨®priopetidor.¡± A m?o de Olivia a ca hesitou, e questionou: ¡°Menores de idade podem se inscrever?¡± *ro, neste concurso, s¨® precisamos que ospetidores apreciem a culin¨¢ria, independentemente da idade¡±, esreceu o funcion¨¢rio. ¡°Tudo bem.¡± Olivia olhou para Iria, cujos olhos grandes e brilhantes expressavam um desejo fervoroso por aqus delicias. preencheu o formul¨¢rio o nome de Iria e os dados do RG. Como as crian?as tinham registros no Cadastro de Pessoas F¨ªsicas em nome de Jimena. Santos, s usavam o sobrenome ¡°Santos¡±. O nome oficial de Iria era Iria Santos. Normalmente, n?o carregava o Cadastro de Pessoas F¨ªsicas consigo, mas sabia os n¨²meros de RG dos quatro filhos de cor. Ap¨®s a inscri??o, o funcion¨¢rio permitiu que Iria fosse saborear asidas irresist¨ªveis. Ao ouvir isso, correu em dire??o ¨¤s deliciaso um coelhinho animado. Olivia seguiu In¨ºs, que desde que ganhou um brinquedo pingente, estava quietinha e obediente. Olivia a levava para onde quer que fosse, e a seguia. Iria parou diante de um prato de camar?es empanados, mas era baixa demais para alcan?¨¢-los. Olivia estava prestes a ajudar quando um funcion¨¢rio ofereceu um camar?o a , explicando sobre a identifica??o dos temperos usados no prato para o concurso gastron¨®mico. Iria pegou o camar?o sua m?ozinha gordinha, sorriu docemente, duas covinhas se formando em suas bochechas, encantadoramente ador¨¢vel. O funcion¨¢rio quase derreteu de ternura. ¡°Obrigada, tio, eu n?o preciso descascar.¡± colocou a cauda do camar?o em sua boquinha cor-de- rosa, parecendo um peixinho douradoendo camar?o. A cena fofa e ador¨¢vel atraiu a aten??o de muitas pessoas no shopping, e logoent¨¢rios carinhosos sobre a pequena participante ecoaram no local. 1/2 Capitulo 302 Olivia, aodo de Iria, ouvia atentamente osent¨¢rios diversos. As pvras de elogio e admira??o p filha aqueceram seu cora??o. Original from N?velDrama.Org. Iria rapidamente terminou deer o camar?o, e o funcion¨¢rio o microfone fez a pergunta crucial: ¡°Pequena, agora que j¨¢ acabou o camar?o, quais temperos o cozinheiro usou para preparar este prato?¡± E chegou o momento crucial. Cap铆tulo 303 Capitulo 303 A teia, express?es ansiosas de quem n?o quer perder um born entretenimento, observava atentamente a pequena. Ningu¨¦m poderia prevero o encanto e a ador¨¢vel presen?a da menina encerrariam a cenal risos garantidos.. Olivia mantinha-se serena, consciente de que, mesmo sem Iria conseguir fr, o mais importante era o esfor?o e a participa??o na divers?o. Todos esperavam ver Iria confusa, incapaz de responder sua encantadora inoc¨ºncia. Mas, diante do microfone, Iria n?o hesitou ao listar: ¡°¨®leo de soja, sal, molho shoyu, molho shoyu escuro, a?¨²car, vinagre, cacha?a para cozinhar, glutamato monoss¨®dico e at¨¦ um tempero baiano, cebolinha e pimenta vermelha!¡± As pessoas ficaram surpresas ao ouvir Iria fr,o se n?o esperassem que a crian?a respondesse ¨¤qu pergunta. nem sequer tinha a lista de ingredientes em m?os. Ao ouvirem as pvras de Iria, correram para conferir a lista de ingredientes e ficaram chocados! A menina n?oeteu um ¨²nico erro, acertou at¨¦ o nome do ¨®leo! A teia tamb¨¦m estava impressionada. ¡°Uau, essa garotinha ¨¦ esperta, hein? Deve ter aprendido muito em casa os pais.¡± ¡°Que fofura, t?o aut¨ºntica e doce, que amorzinho.¡± Aqueles que adoram crian?as fofas olhavam para Iria, rechonchuda e encantadora, transbordando afeto em suas pvras. ¡°N?o tem problema quando a crian?a ¨¦ corajosa, o problema ¨¦ quando ¨¦ inteligente, n¨¦?¡± brincou algu¨¦m. Quando todos pensavam que Iria fva sem pensar, o apresentador, emocionado, anunciou: ¡°Parab¨¦ns, pequena! Voc¨º acertou tudo! Pode provar o pr¨®ximo prato!¡± Olivia ficou chocada, Iria havia acertado tudo? T?o jovem e j¨¢ entendia tanto sobre temperos? N?o era apenas Olivia, toda a teia estava agitada, a crian?a realmente acertou tudo! Outros pais, inicialmente hesitantes, ao ouvir o apresentador confirmar que Iria tinha acertado tudo, rapidamente incentivaram seus filhos a participarem tamb¨¦m. E assim, um ap¨®s o outro, mais crian?as se juntaram. A maioria conseguia mencionar apenas ¨®leo e sal, alguns poucos arriscavam outros temperos, mas sem sucesso. No final, Iria provou todos os pratos e identificou corretamente todos os temperos usados. Avan?ou para a pr¨®xima fase, conquistando o primeiro lugar. O apresentador, radiante, mal podia acreditar! ¡°Parab¨¦ns ¨¤ pequena Iria por se ssificar para a pr¨®xima fase! A primeira colocada, que crian?a incrivel, vamos audi!¡± Capitulo 303 Ele ergueu a m?ozinha de Iria para que todos a vissem. Sob o palco, os ausos ecoaram. N?velDrama.Org (C) content. Teresa, junto Joel e Heitor, tamb¨¦m assistia de perto. Ao ouvir o an¨²ncio do apresentador, Joel audia e pva de alegria, gritando: ¡°Iria ¨¦ a melhor, voc¨º me deixa orgulhoso!¡± Joel estava extasiado, e Teresa n?o conseguia conter o sorriso. E pensar que todos os quatro filhos foram criados por . Toda essa intelig¨ºncia e habilidade, uma heran?a d. Que orgulho! Olivia estava incr¨¦d. Tinha levado Iria apenas para saborear suasidas favoritas, e de repente, se ssificou para a pr¨®xima etapa do concurso! Enquanto estava at?nita, o apresentador se dirigiu a : ¡°Voc¨º ¨¦ a m?e da crian?a, certo? Por favor, panhe-nos ao nosso escrit¨®rio para pegar o passe para a pr¨®xima fase.¡± Cap铆tulo 304 Cap¨ªtulo 304 Iria ouviu o grito de alegria de Joel e a confirma??o do apresentador, e s¨® ent?o percebeu, pndo e dan?ando pelo palco: ¡°Uau! Eu vou para a semifinal!¡± Vendo o sorriso radiante de Iria, Olivia sentiu-se extremamente feliz. Desceram do palco Iria e In¨ºs, seguindo o pessoal da equipe para o escrit¨®rio. Teresa se aproximou Joel e Heitor, exibindo um sorriso orgulhoso. ¡°Minhaa Iria ¨¦ demais, semelhante a mim!¡± ¡°V¨®, eu tamb¨¦m sou demais, viu?¡± Joel dan?ava aodo de Teresa, fazendo gra?a. Teresa n?o conseguia parar de sorrir: ¡°ro, nosso Joel tamb¨¦m ¨¦ incr¨ªvel, o mais fnte e divertido.¡± O funcion¨¢rio se virou e viu quatro crian?as, mais ou menos da mesma idade, diferentes entre si, mas todas lindas e cheias de personalidade. Curioso, o funcion¨¢rio perguntou: ¡°Essas crian?as s?o todas da mesma fam¨ªlia?¡± Teresa respondeu prontamente: ¡°Sim, e nasceram no mesmo dia.¡± ¡°No mesmo dia? Seriam quadrig¨ºmeos?¡± Ele perguntou, meio incr¨¦dulo. J¨¢ tinha visto g¨ºmeos antes, mas quadrig¨ºmeos pareciam uma lenda. ¡°Rapaz, voc¨º ¨¦ esperto, acertou de primeira!¡± Teresa disse, rindo. ¡°Minha filha ¨¦ uma guerreira, teve quadrig¨ºmeos e todos s?o inteligentes e capazes. Uma pena que n?o teve sorte o pai deles, um desgra?ado que sumiu e nunca mais deu as caras.¡± Olivia ouviu o mesmo discurso de sempre e se sentiu um pouco resignada. Mas n?o era o momento de interromper, ent?o ficou quieta. ¡°Os pequenos n?o t¨ºm pai? Quem cuida deles ent?o?¡± O funcion¨¢rio perguntou, surpreso. ¡°Minha filha, u¨¦. d¨¢ conta do recado, ganha t?o bem quanto qualquer homem, foi at¨¦ recrutada por uma grande empresa para ser secret¨¢ria!¡± Apesar de Teresa sempre remar de Olivia, quando se tratava de fr d para os outros. n?o escondia o orgulho. ¡°Isso ¨¦ impressionante, senhora. Voc¨º ¨¦ mesmo aben?oada, uma filha t?opetente e quatro netos ador¨¢veis. ¨¦ uma vencedora na vida.¡± O funcion¨¢rio disse, bajdor. ¡°Ah, sim, certeza.¡± Teresa concordou, sorridente. Chegando ao escrit¨®rio, panharam o funcion¨¢rio para dentro, onde um homem de meia-idade, de terno e gravata, repreendia um funcion¨¢rio autoridade. ¡°Voc¨º n?o conseguiu nem verificar a agenda do presidente do Grupo Griera! N?o ¨¦ capaz de resolver nem essa bobagem, a empresa est¨¢ aqui pra sustentar ipetentes?¡± Capitulo 304 A voz do homem ecoava pelo escrit¨®rio. O funcion¨¢rio se aproximou, respeitoso: ¡°Sr. Dias, os vencedores da primeira fase do concurso culin¨¢rio chegaram. Depois do registro, podemos entregar o passe para a semifinal.¡± Ao ouvir isso, o Sr. Dias se virou e olhou em dire??o ¨¤ luz da porta, vendo dois adultos e quatro crian?as. Seu olhar passou rapidamente ps crian?as e se fixou em Teresa. Um misto de surpresa e emo??o apareceu em seus olhos: ¡°Teresa, ¨¦ mesmo voc¨º!¡± Olivia, percebendo que ele conhecia sua m?e, ficou curiosa e olhou entre o Sr. Dias e Teresa. Teresa, ao cruzar o olhar o do homem, empalideceu, surpresa e zangada: ¡°Gabriel Dias! Justo voc¨º!¡± A rea??o de Teresa era de algu¨¦m que conhecia o Sr. Dias, mas n?o parecia nada amistosa. Gabriel olhou para Olivia e para as crian?as ao seudo. Ent?o, voltou-se para Teresa, mal conseguindo esconder a emo??o: ¡°S?o nossa filha e nossosos?¡± This belongs to N?velDrama.Org - ?. Ao ouvir isso, o cora??o de Olivia disparou. Teresa tamb¨¦m ficou furiosa e levantou a m?o para bater em Gabriel. ¡°C a boca! Que direito voc¨º tem de fr sobre filha, seu impostor!¡± Teresa gesticva descontrdamente, descarregando sua f¨²ria em Gabriel toda a for?a que tinha. Gabriel agarrou os bra?os de Teresa firmeza. Cap铆tulo 305 Cap¨ªtulo 305 Ele se virou uma express?o s¨¦ria e disse ao funcion¨¢rio: ¡°Leve-os para a s de descanso. Preciso conversar em particr esta senhora.¡± O funcion¨¢rio respondeu imediatamente: ¡°ro, Sr. Dias.¡± ¡°Senhorita Souza, por favor, venhaigo.¡± O funcion¨¢rio fez um gesto convidativo, e Olivia o seguiu para fora do escrit¨®rio. Olivian?ou um olhar preocupado para Teresa, que, exasperada, disse: ¡°Olivia, leve as crian?as para fora. Eu vou acertar as contas esse sujeito sem cora??o!¡± Assentindo, Olivian?ou a Gabriel um olhar cheio de sentimentos mistos antes de sair os quatro pequenos. Na s de descanso, o funcion¨¢rio foi extremamente cort¨ºs e amig¨¢vel. Havia uma grande variedade de doces, sobremesas e bebidas,o ch¨¢ gdo, caf¨¦ e ch¨¢, dispostos na mesa, e foram convidados a se servir ¨¤ vontade. Iria, que adoravaer,portou-se de forma exemr, saboreando tudo em sil¨ºncio. at¨¦ incentivava In¨ºs e Joel apartilhar as delicias , enquanto os tr¨ºs se deliciavam a comida, aproveitando cada mordida. Por outrodo, Heitor, ap¨®ser alguns doces e beber um copo de ¨¢gua gda, j¨¢ estava satisfeito e sentou-se aodo de Olivia em sil¨ºncio. Ap¨®s algum tempo, Olivia notou Heitor se mexendo desconfortavelmente, o rosto p¨¢lido. Preocupada, perguntou: ¡°Heitor, o que foi? Est¨¢ se sentindo mal?¡± Ele bn?ou a cabe?a: ¡°Eu preciso ir ao banheiro.¡± Imediatamente, Olivia perguntou ao funcion¨¢rio onde ficava o banheiro. Foi informada de que n?o havia na s de descanso e teriam que usar o do shopping. Olivia olhou para as outras tr¨ºs crian?as, que aindaiam alegremente, e para Heitor, que ramente n?o podia mais esperar, se contorcendo. Ent?o, disse ao funcion¨¢rio: ¡°Por favor, pode cuidar das crian?as por um momento? Vou levar ele ao banheiro.¡± O funcion¨¢rio concordou, assegurando que cuidaria deles. Olivia sentiu-se aliviada e correu Heitor para o banheiro. Por ser um garoto de quatro anos, Heitor precisava do banheiro masculino. Olivia o deixou entrar enquanto esperava dodo de fora. Enquanto aguardava, ouviu vozes de dois homens conversando dentro do banheiro. ¡°Quem diria, o campe?o dessa preliminar ¨¦ s¨® um garoto de quatro anos.¡± N?velDrama.Org (C) content. ¡°N?o subestime essa crian?a, faz parte de quadrig¨ºmeos!¡± Capitulo 305 A voz era familiar para Olivia, a mesma pessoa que os havia levado ao escrit¨®rio e depois ¨¤ s de descanso, deixando-os aos cuidados de outro funcion¨¢rio. ¡°Imagina quem ser¨¢ o homem que conseguiu ter quadrig¨ºmeos de uma s¨® vez. Mas de nada adianta ter bons genes se ¨¦ um daqueles que n?o assume responsabilidade! A m?e das crian?as tem se desdobrado para sustent¨¢-los.¡± O funcion¨¢rio continuava o fofoc¨¢rio! Olivia, ouvindo dodo de fora, ficou sem pvras. tinha se tornado o alvo dos rumores. Ah, ser alvo de orgulho materno tamb¨¦m pode ser um fardo. Preparava-se para continuar ouvindo quando, de repente, o sil¨ºncio sepulcral tomou conta. ¡°Senhor, Sr. Griera¡­¡± Daniel Griera saiu de uma das cabines privativas, uma aura fria e imponente o cercando, e os dois fofoqueiros imediatamente se cram. Elen?ou um olhar fulminante para eles seus olhos sombrios e saiu passosrgos. Sr. Griera? Que Sr. Griera? Enquanto Olivia estava confusa, uma figura alta e imponente apareceu diante d, emanando uma sensa??o de autoridade. Ao ver o rosto do homem, o cora??o de Olivia falhou por um instante, e sua alma pareceu tremer. Capitulo 306 Cap铆tulo 306 Cap¨ªtulo 306 Daniel apareceu ali de repente? Caramba, Heitor ainda estava dentro do banheiro. E se ele saisse e chamasse a m?e enquanto Daniel estivesse por perto? Olivia respirou fundo, inconscientemente. Suas pvras sairam atrapalhadas: ¡°Sr. Griera, que coincid¨ºncia, voc¨º tamb¨¦m veio ao banheiro¡­¡± N?velDrama.Org (C) content. Os olhos profundos e intensos de Daniel a fixavam: ¡°Voc¨º tamb¨¦m usa o banheiro masculino?¡± ¡°ro que¡­ ah, n?o, n?o, eu acabei de sair do banheiro aodo¡­¡± Olivia estava internamente em panico, preocupada que Heitor pudesse sair a qualquer momento. bn?ou a cabe?a, meio boba, e al se deu conta do que tinha dito, corrigindo-se apressadamente. Percebendo que estava parada na porta do banheiro masculino, explicou rapidamente: ¡°Eu ouvi um rumor sobre um homem que deixou uma mulher gr¨¢vida de quadrig¨ºmeos e se recusou a assumir a responsabilidade. Fiquei curiosa para saber que homem tinha essa pot¨ºncia reprodutiva, capaz de criar quadrig¨ºmeos de uma vez s¨®, e vim aqui ouvir um pouco da conversa.¡± Daniel, uma express?o s¨¦ria e uma sobrancelha levemente erguida, perguntou: ¡°Era interessante?¡± Olivia negou a cabe?a: ¡°Nada bom, o pior ¨¦ que o homem ¨¦ um cafajeste! N¨®s mulheres odiamos cafajestes.¡± Daniel a agarrou pelo pulso e a puxou para longe do banheiro. pensou que ele a levaria para fora do shopping. Mas, para sua surpresa, ele a levou para uma escada de emerg¨ºncia. N?o havia ningu¨¦m ali, a ilumina??o era fraca e o espa?o silencioso e sombrio criava uma atmosfera sinistra. O aperto em seu pulso doia, e Olivia estava prestes a protestar. Daniel soltou seu pulso e se viu encostada na parede, ele apoiando uma m?o perto de seu ouvido, o rosto atraente se aproximando, o h¨¢lito quente sussurrando em sua orelha: ¡°Voc¨º tem tanto interesse na paternidade alheia?¡± A sensibilidade atr¨¢s da orelha de Olivia era provocada p respira??o quente dele, fazendo-a se contorcer de c¨®cegas. encolheu o pesco?o, tentando se afastar: ¡°Sr. Griera, voc¨º entendeu errado¡­¡± Ele segurou seu queixo, levantando seu rosto delicado para olh¨¢-lo nos olhos, um olhar intenso e voz sedutora: ¡°Que tal voc¨º experimentar¡­ a minha pot¨ºncia reprodutiva¡­¡± ¡°N?o¡­ mmm¡­ Olivia estava prestes a recusar, mas os l¨¢bios de Daniel pressionaram os Capitulo 306 d. O ar foi roubado de seus pulm?es. Olivia estava em panico. queria dizer que n?o precisava testar, j¨¢ conhecia muito bem a pot¨ºncia reprodutiva dele! E era surpreendentemente impressionante. Al¨¦m disso, o homem sobre quem os dois homens no banheiro estavam fofocando era o pr¨®prio Daniel! Daniel n?o sabia, mas Olivia estava bem ciente disso. Daniel a beijava, e o sabor doce em sua boca erao geleia de frutas, suave e doce, irresist¨ªvel. Mas ele percebeu que estava distraida. Daniel, dominador, ajustou o rosto d e aprofundou o beijo, intensificando a for?a. Ele a puxou para o momento. Inicialmente, Olivia estava perdida em seus pensamentos, empurrando-o for?a, mas aos poucos, sua respira??o se alinhava a dele, e esquecia at¨¦ de inspirar. Em pouco tempo, se sentiu tonta,o se o oxig¨ºnio estivesse se esgotando. Quando estava quase sufocando, Daniel a soltou. Olivia estava mole, sem for?as, apoiada no peito esguio de Daniel, respirando profundamente. Daniel a abra?ou, permitindo que se apoiasse em seu peito,o naqu noite, cinco anos atr¨¢s, quando estava ofegante em seus bra?os. Lembrando-se daqu noite, h¨¢ cinco anos, a garganta de Daniel se apertou. Sua voz saiu rouca: ¡°Voc¨º veio sozinha?¡± Naqu manh?, ele lhe deu a chance de marcar um encontro ele, e disse que precisava ir embora! ¨¤ tarde, apareceu novamente no shopping! Capitulo 307 Cap铆tulo 307 Capitulo 307 Qual o motivo? Olivia recuperou o f?lego, percebendo que estava deitada sobre o peito dele. se afastou rapidamente e disse: ¡°Eu vim a minha m?e, est¨¢ no escrit¨®rio da organiza??o do festival gastron?mico. Se n?o acredita, posso te levar l¨¢ para ver.¡± nem entendia por que estava se explicando tanto. O ar frio e distante de Daniel era intimidador, como se ele fosse puni se n?o explicasse tudo. Um turbilh?o de emo??es invadiu Olivia. Heitor ainda estava no banheiro, e os outros tr¨ºs pequenos estavam descansando. precisava agir r¨¢pido para sair dali e levar as crian?as embora do shopping. O lugar, que deveria ser um ponto de lazer, tornou-se perigoso a chegada de Daniel. Ap¨®s fr, Olivia esperou, imaginando que ele diria para n?o se iodar. Mas, para sual surpresa, ouviu ele dizer: ¡°Ent?o me leve l¨¢.¡± Olivia ficou surpresa a rea??o dele. Ele realmente queria conhecer a m?e d? Estar t?o ¨¤ vontade para conhecer os pais n?o era algo rcionado a inten??es de casamento? Mas. pensando bem, fazia sentido. Algu¨¦mo Daniel, em uma posi??o elevada, fazia o que queria, e quando n?o queria algo, simplesmente n?o fazia. Conhecer os pais e casar-se, para ele, poderiam ser coisas completamente diferentes. Assimo ele definitivamente n?o tinha inten??es de casar-se , mas isso n?o o impediu de lev¨¢ para conhecer seus av¨®s. Olivia sentiao se estivesse carregando sete ou oito baldes, todos odo de umdo para o outro. disse: ¡°Sr. Griera, a minha m?e est¨¢ ocupada no escrit¨®rio e n?o pode ser iodada, foi por isso que sai¡­¡± ¡°O que exatamente a est¨¢ ocupando tanto que n?o pode ser perturbada? Pode me mostrar?¡± Daniel deu um passo em sua dire??o, seu ar de autoridade era intenso, e sua presen?a masculina avassdora pressionava Olivia, preenchida de perigo. Assustadao um coelho, Olivia correu para a porta e disse: ¡®ro, ro, eu te levo agora mesmo¡­¡± foi na frente, o cora??o batendo forte, nervosa e preocupada. Teresa estava no escrit¨®rio conversando Gabriel, enquanto os tr¨ºs pequenosiam algo na s de descanso. Heitor ainda estava no banheiro¡­ All content is property ? N?velDrama.Org. Se demorasse muito para voltar e buscar Heitor, e se algu¨¦m mal-intencionado o enganasse e levasse embora? Mas, sob o olhar atento de Daniel, n?o podia ligar para pedir ajuda a algu¨¦m para buscar Heitor. Logo chegaram ao escrit¨®rio do festival gastron?mico. A porta do escrit¨®rio estava fechada, mas era uma daqus portas de madeira um vidro transparente no meio. Parada dodo de fora, podia ver ramente o que acontecia l¨¢ dentro. Olivia parou, prestes a bater na porta, quando viu o que estava acontecendo l¨¢ dentro e ficou Capitulo 30/ p¨¢lida de susto. A m?o que estava prestes a bater na porta parou no ar. Teresa estava apoiada na mesa do escrit¨®rio, rejeitando incessantemente as investidas de um homem de meia-idade. Esse homem era Gabriel. E Gabriel estava for?ando-se contra Teresa, agarrando as m?os d que tentavam empurr¨¢-lo e aproximando o rosto do d enquanto Teresa tentava desviar. Era ro que ali estava acontecendo uma cena de coer??o. E a porta n?o era ¨¤ prova de som, ent?o todos os sons vazavam para fora. ¡°Gabriel, sai de perto de mim! Se voc¨º chegar mais perto, eu te castrarei!¡± Teresa gritaval furiosa. Gabriel fva sem respeito algum, sem limites: ¡°Teresa, nessa idade ainda se fazendo de dif¨ªcil? J¨¢ tivemos nossos momentos, e Olivia ¨¦ minha filha, n?o pense que eu n?o sei. Vamos, vamos reviver os velhos tempos¡­¡± Com isso, Gabriel tentou beij¨¢ ¨¤ for?a.¡± Cap铆tulo 308 Cap¨ªtulo 308 Olivia ficou p¨¢lida de susto, ansiosa e preocupada, for?ou a porta, gritando: ¡°Abra, solte minha m?e!¡± n?o imaginava que sua m?e pudesse passar por aquilo. No auge de sua ansiedade, Daniel avan?ou, a afastou cuidado, deu um passo para tr¨¢s e desferiu um chute na porta. A porta se escancarou num instante. Daniel entrou apressado, e Olivia tamb¨¦m correu para dentro. Nesse momento, Gabriel, perturbado pelo enorme barulho, soltou Teresa e, ao virar-se, sem ter tempo de identificar quem chegava, foi surpreendido por um punho que se ergueu e acertou N?velDrama.Org (C) content. seu rosto. Gabriel trope?ou para tr¨¢s o impacto, segurando o rosto ardente. Quando levantou os olhos, ferozes e amea?adores, estava prestes a praguejar contra quem quer que fosse, mas ent?o viu o homem ¨¤ sua frente. Era alto, de postura nobre e naturalmente imponente, olhos frios e intimidadores. Gabriel reconheceu-o imediatamente. Tomado pelo medo, seu semnte arrogante e agressivo rapidamente se transformou em um ar de inoc¨ºncia e piedade. ¡°Senhor Griera, essa ¨¦ uma antiga namorada minha. engravidou h¨¢ anos atr¨¢s e est¨¢vamos quase nos casando. De repente, desistiu do casamento e n?o quis mais ficarigo, mas teve a minha filha. Fiquei t?o emocionado ao saber que tinha uma filha, pensei que ainda me amava e quis reconquist¨¢¡­ n?o ¨¦ o que voc¨º est¨¢ pensando.¡± Gabriel tentava se explicar para Daniel. Ao ouvir isso, Teresa, furiosa e indignada,e?ou a vociferar, pronta para confront¨¢-lo. Olivia a segurou, pedindo que se acalmasse. Teresa, ainda inconformada, xingou: ¡°Seu desgra?ado! Voc¨º est¨¢ tentando confundir tudo, fndo um monte de asneiras. Como assim desistir do casamento? Fui eu quem desisti? Pfff, seu lixo!¡± Gabriel, agora ares de cavalheiro, n?o revidou os insultos de Teresa e, uma voz mais suave, disse: ¡°Teresa, estamos nessa briga h¨¢ anos, n?o podemos parar de brigar?¡± A pvra ¡°brigar¡± ecoou na mente de Daniel. Ele lembrou-se de cenas da infancia, pequeno, sentado no sof¨¢. Seus pais discutiam: o pai pedia para a m?e n?o sair, j¨¢ estava tarde, melhor ficar em casa. Mas insistia, perdia a paci¨ºncia, quebrava coisas, queria sair a qualquer custo. O pai, furioso, gritou: ¡°Voc¨º est¨¢ brigando h¨¢ anos, por que n?o para?¡± Capitulo 308 Mas a m?e, decidida, ignorava os apelos do pai, determinada a sair. O pai gritou: ¡°Voc¨º acha que eu n?o sei? Voc¨º quer se encontrar aquele homem de novo!¡± Sim! Era aquele homem, o intruso que destruiu sua fam¨ªlia! Daniel ainda crian?a vira o rosto daquele pecador. E agora, apesar das marcas do tempo no rosto de Gabriel, as rugas e os cabelos. embranquecidos nas t¨ºmporas, sua apar¨ºncia e o ar de mndro n?o tinham mudado nada! Era a mesma pessoa. Daniel sentiu um frio cortante, e o ar ao seu redor parecia congr. ¡°Quem est¨¢ brigando voc¨º? Seu desavergonhado!¡± Teresa disparou, ainda furiosa. Mal terminou de fr, Daniel,o um raio, passou por e foi at¨¦ Gabriel, atingindo-o um soco que on?ou contra a parede. Gabriel caiu no ch?o, cuspindo sangue. Daniel avan?ou rapidamente, ergueu Gabriel e lhe deu outro soco no abd?men,n?ando-o ao ch?o novamente. Gabriel se contorceu no ch?oo uma minhoca partida ao meio. Daniel, os olhos vermelhos de f¨²ria,o uma fera enfurecida, ergueu Gabriel novamente e lhe desferiu mais um soco, fazendo que dentes e sangue voassem de sua boca. Cap铆tulo 309 Cap¨ªtulo 309 Olivia, apoiando Teresa, ficou chocada ao ver a cena diante d, sem saber o que fazer. Teresa tamb¨¦m n?o esperava que algu¨¦m pudesse estar mais furioso do que . Mas parecia que a raiva tinha ido longe demais, se continuasse assim, algu¨¦m ia acabar This belongs to N?velDrama.Org - ?. morto. Olivia viu Daniel agarrando Gabriel, batendo neleo se fosse um saco de pancadas. Noe?o, Gabriel ainda conseguia implorar por miseric¨®rdia, mas agora estava t?o atordoado que mal conseguia manter a cabe?a erguida e seu corpo bn?ava, prestes a cair. Se a agress?o continuasse, poderia realmente resultar em uma trag¨¦dia! Olivia rapidamente soltou Teresa e avan?ou para segurar o bra?o de Daniel, no exato momento em que ele levantava o punho, pronto para atingir Gabriel. Quando o golpe pesado estava prestes a atingir o peito de Gabriel¡­ Olivia, o cora??o na boca, gritou: ¡°N?o!¡± O punho de Daniel parou a poucos cent¨ªmetros do peito de Gabriel, e ele virou a cabe?a bruscamente para olh¨¢. Seus olhos normalmente profundos e escuros estavam agorao os de uma fera enraivecida, tingidos de vermelho-sangue, selvagens, gdos e cortantes. Como uma lamina de gelo, capaz de perfurar o cora??o de algu¨¦m. Olivia sentiu um arrepio na alma, um frio se espalhando da coluna vertebral at¨¦ o topo da cabe?a. O olhar de Daniel era aterrorizante. Mas Gabriel, nas m?os dele, j¨¢ estava inconsciente, sangue escorrendo p boca. Sem assist¨ºncia m¨¦dica imediata, ele corria o risco de morrer. e Daniel teria essa carga em sua consci¨ºncia. Superando o panico, Olivia falou apressadamente: Sr. Griera, por favor, pare de machuc¨¢-lo, ele vai morrer. Vamos parar por aqui, n?o vamos levar isso adiante, e obrigada por defender minha m?e¡­¡± Ao perceber o panico evidente nos olhos de Olivia, sua preocupa??o e nervosismo, Daniel apertou os dentes. Seu rosto estava t?o frio quanto gelo quando soltou Gabriel e se virou, saindo rapidamente. Enquanto passava por Olivia, o vento que ele levantou foio uma lamina gda em seu rosto, fazendo-a estremecer involuntariamente. Sem o apoio de Daniel, Gabriel caiu no ch?o, convulsionando. Capitulo 309 Rapidamente, Olivia mou por ajuda: ¡°Algu¨¦m, por favor, chame uma ambulancia, r¨¢pido!¡± Sua voz transparecia ansiedade e desespero. Daniel, o cora??o apertado e um frio ainda mais intenso ao seu redor, continuou seu caminho sem parar, deixando o escrit¨®rio para tr¨¢s. Envoltos em um frio cial, ele caminhava pelo shopping, e todos se afastavam ao sentir sua presen?a poderosa e gda. Os transeuntes evitavam se aproximar. Foi nesse momento que tr¨ºs pequenas crian?as emergiram da ¨¢rea de descanso. ¡°Mam?e, eu quero minha mam?e!¡± uma menininha rechonchuda, bn?ando as perninhas curtas, murmurava tristemente enquanto corria. Atr¨¢s d, outras duas crian?as a seguiam,o se estivessem brincando de pega-pega. Eram Iria e Joel, filhos de In¨ºs. As crian?as, sua estatura pequena, n?o conseguiam ver os obst¨¢culos ¨¤ frente. A menininha de repente bateu nas pernas de Daniel, a quem todos evitavam, e soltou um grito de dor. ¡°Ui, isso doeu, bu¨¢¡­¡± Iria, suas m?ozinhas gordinhas cobrindo a testa, fez bico, uma express?o que misturava dor e vontade de chorar. Cap铆tulo 310 Cap¨ªtulo 310 Olivia percebeu rapidamente que Daniel j¨¢ havia saido e se apressou para deixar o escrit¨®rio, determinada a procurar por Heltor. Ele ainda estava no banheiro e ficaria muito assustado se saisse e n?o visse a m?e. mal cruzou a porta de seguran?a e chegou ao shopping quando seus passos foram interrompidos subitamente. A cena ¨¤ sua frente quase fez seu cora??o saltar do peito de susto. Uma menininha havia esbarrado em Daniel, segurando a testa e remando que a colis?o a havia machucado. Vestida um vestido de princesa rosa, uma legging branca e sapatos da mesma cor, duas marias-chiquinhas, era um pouco cheinha e extremamente fofa. Mesmo a v¨¢rios metros de distancia, Olivia reconheceu imediatamente que era Iria, sua pequena Iria! O que fazer agora? Iria havia esbarrado em Daniel? Ser¨¢ que ele a reconheceria? O que mais a aterrorizava era que os outros dois, Joel e In¨ºs, tamb¨¦m estavam correndo em dire??o a eles, juntando-se a Iria aodo de Daniel. Olivia estava desesperada, instintivamente pronta para correr e pegar as crian?as. Por¨¦m, ao dar um passo, se deu conta de que, se fosse at¨¦ l¨¢ e abra?asse as crian?as, estaria revndo sua presen?a desnecessariamente. Iria, In¨ºs e Joel n?o se pareciam Daniel; ele n?o necessariamente os reconheceria. Mas se fosse at¨¦ l¨¢ e as tr¨ºs crian?as gritassem ¡°mam?e¡± ao mesmo tempo, tudo ficaria ro. Pensando nisso, Olivia rapidamente se escondeu atr¨¢s da porta de seguran?a e observou a situa??o ¨¤ frente. N?o muito longe, Daniel baixou o olhar e viu uma menininha que mal chegava ¨¤ altura de sua can, duas marias-chiquinhas, um rostinho rechonchudo e tra?os delicados,o se fosse uma boneca. Seus grandes olhos brilhantes estavam marejados de l¨¢grimas, e seu pequeno boc?o rosa estava emburrado, prestes a chorar. A crian?a era ador¨¢vel, e normalmente Daniel n?o se iodaria, mas ele estava de muito. mau humor naquele momento, uma f¨²ria vulcanica queimando dentro dele. Em suas m?os, ainda havia vestigios do sangue de Gabriel. Quando ele baixou o olhar, seus olhos. escuros e frios intimidaram, emanando uma aura gda. Ao encontrar o olhar amea?ador de Daniel, Iriae?ou a chorar alto, medo, o que partia o cora??o de Olivia. Esse Daniel,o temia, realmente n?o tinha paci¨ºncia crian?as. Ele havia assustado uma de apenas quatro anos. Iria chorava uma voz ramente cheia de medo e terror. Como m?e, Olivia n?o p?de mais se conter e avan?ou para sair. queria correr e abra?ar Iria, dar-lhe um sentimento de seguran?a e fazer que parasse de chorar. Mas assim que deu dois passos, Joel, In¨ºs e os funcion¨¢rios que os seguiam chegaram ao lado de Daniel. Joel e In¨ºs estenderam as m?os e puxaram Iria para perto deles, abra?ando-a de cadado e batendo levemente em suas costas para consol¨¢. 1/2 Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. 17-24 Capitulo 310 ¡°N?o chore, Iria, logo vamos te levar para encontrar sua m?e¡±, disse Joel agindoo um irm?o mais velho, carinho e maturidade, tentando confortar Iria. Um funcion¨¢rio se desculpava incessantemente Daniel: ¡°Sr. Griera, desculpe, as crian?as s?o impulsivas e esbarraram no senhor. Isso aconteceu porque a m?e ds foi ao banheiro e demorou para voltar. Eles estavam preocupados que a m?e n?o quisesse mais eles, por isso sa¨ªram correndo para encontr¨¢¡­¡± Daniel olhou para os tr¨¨s pequenos aglomerados em seus bra?os. A crian?a que estava chorando, ele se lembrava de t¨º visto algumas vezes. Em ocasi?es anteriores, seu sorriso inocente e puro erao uma fonte de ¨¢gua. reconfortante de se ver e capaz de derreter cora??es sua beleza. Capitulo 311 Cap铆tulo 311 Cap¨ªtulo 311 As duas crian?as aodo d pareciam ter a mesma idade. Seriam da mesma familia? ¡°s s?o quadrig¨ºmeas, tem mais uma que foi ao banheiro a m?e ds,¡± explicou o funcion¨¢rio ao notar o olhar profundo de Daniel. Daniel estreitou os olhos levemente, desviando o olhar das crian?as para o funcion¨¢rio: ¡°N?o deixe s correrem por al.¡± Ent?o os rumores do banheiro eram verdadeiros. Quadrig¨ºmeos realmente tinham aparecido hoje no shopping! Os quatro filhos eram cuidados apenas p m?e, e o pai das crian?as era irrespons¨¢vel. O funcion¨¢rio assentiu rapidamente: ¡°Sim, sim, vou ficar de olho neles, n?o deixarei mais bagun?a ou esbarr?es.¡± Danieln?ou outro olhar para as tr¨ºs crian?as e se virou para ir embora. Joel, que havia parado de chorar, soltou Iria e correu alguns passos atr¨¢s de Daniel: ¡°Tio!¡± Olivia, que espiava de tr¨¢s da porta de seguran?a, viu a cena e seu cora??o, que havia se acalmado, disparou novamente. Por que Joel estava chamando Daniel? ficou nervosa, sabendo que fr demais seria um erro. Joel, por favor, n?o diga que voc¨º se parece o nosso irm?o. O cora??o de Olivia batia acelerado, estava nervosa e n?o podia fazer nada al¨¦m de observar. Daniel parou e se virou, seu rosto bonito e s¨¦rio, seus olhos escuros e prantes. Realmente intimidava. Joel, que normalmente era corajoso, hesitou por um momento ao ver Daniel se virar. Mas logo ele se rpos, erguendo a cabe?a e seu rostinho lindoo o de uma menina, falou timidamente: ¡°Tio, desculpa, minha irm? n?o queria esparrar em voc¨º. Eu pe?o desculpas por e espero que voc¨º n?o fique chateado.¡± Ent?o Joel estava pedindo desculpas em nome de Iria. ¨¢o ouvir a voz infantil e sensata de Joel, o cora??o antes tenso de Olivia imediatamente se apertou, seu nariz ardeu e seus olhos se encheram de l¨¢grimas. Seus filhos ador¨¢veis epreensivos estavam sofrendo por causa d.. O cora??o de Daniel, antes cheio de raiva, foi se acalmando aqus desculpas infantis. Aqu crian?a, t?o bonita e sensata, despertava nele uma estranha sensa??o de afeto. Ele disse sua voz baixa e magn¨¦tica: ¡°Tudo bem, v¨¢ cuidar da sua irm?.¡± Dito isso, ele se afastou rapidamente. 1/2 17:24 Capitulo 311 This belongs to N?velDrama.Org - ?. Joel observou Daniel se afastando, uma excita??o que ele nunca havia sentido antes brilhava em seu rosto! O pai tinha fdo ele! Era a primeira vez que o pai fva ele! Que felicidade, que emo??o. Mais tarde, ele definitivamente contaria essa alegria ao irm?o Heitor para que ele tamb¨¦m pudesse se alegrar. Joel voltou um sorriso radiante, pegou a m?ozinha quente e gorducha de Iria e a sacudiu animadamente, e ainda n?o satisfeito, se aproximou e deu v¨¢rios beijos na bochecha d: ¡°Iria, voc¨º foi incr¨ªvel, seu irm?o gosta tanto de voc¨º.¡± Iria s¨® tinha interroga??es no rosto. O que estava acontecendo o irm?o, por que ele estava t?o feliz? In¨¦s tamb¨¦m estava confusa, sem entender o que acontecia Joel. Olivia, vendo que Daniel j¨¢ tinha ido embora, correu para fora e foi at¨¦ onde estavam as crian?as, perguntando ansiosa: ¡°Iria, In¨ºs, Joel, voc¨ºs est?o bem?¡± ¡°Estamos bem, m?e! Eu acabei de fr ele!¡± Joel estava radiante. ¡°Ele? Quem?¡± Olivia n?o entendeu a felicidade de Joel. Cap铆tulo 312 Cap¨ªtulo 312 ¡°Era isso, pai¡­¡± Joel estava t?o animado que quase deixou escapar. Ele finalmente estava fndo com o pal. No entanto, ao chegar ¨¤ metade da frase, parou abruptamente. Seus olhos brilhantes se desviaram e ele mudou rapidamente de assunto: ¡°¨¦ que¡­ pedi desculpas p minha irm? e fomos perdoados. Estou muito contente.¡± At¨¦ aquele momento, a m?e nunca havia reconhecido Danielo o pai deles. Sempre foram ele e o irm?o, pesquisando noputador, convencidos de que Daniel era o pai. Afinal, Daniel e o irm?o Heitor eram muito parecidos, e aquele pingente de esmeralda era uma reliquia de familia dos Griera, um simbolo de amor que o pai havia dado para a m?e. Todas as coincid¨ºncias apontavam para Daniel como sendo o pai deles. No entanto, essas eram apenas as evid¨ºncias que eles mesmos haviam encontrado; a m?e nunca tinha confirmado. O irm?o tamb¨¦m havia alertado Joel para pensar antes de fr, caso contr¨¢rio, poderiam nunca mais ver o pai, Lembrando-se das pvras do irm?o, Joel imediatamente se calou e mudou de assunto. Ele era muito habilidoso em se adaptar ¨¤s circunstancias. Ouvindo-o fr assim, Olivia entendeu e afagou carinhosamente sua cabe?a, uma voz suave e repleta de amor materno: ¡°Nosso Joel ¨¦ realmente incrivel, mam?e vai te dar um pirulito mais tarde.¡± In¨ºs se aproximou tamb¨¦m, olhando para cima e disse: ¡°Eu tamb¨¦m quero um pirulito.¡± ¡°Tudo bem, mam?e tamb¨¦m vaiprar para voc¨º.¡± Iria estava ao p¨¦ de Olivia, um olhar esperan?oso e um rostinho rechonchudo, indicando que tamb¨¦m queria um pirulito. Contudo, seus olhos brilhantes carregavam l¨¢grimas, demonstrando sua tristeza e remorso por ter feito algo errado. tentou por um tempo, mas n?o conseguiu pedir o pirulito em voz alta. Baixou a cabe?a ee?ou a chorar silenciosamente, os ombros tremendo, demasiado t¨ªmida para emitir algum som. Compadecida ao ver a pequena t?o aflita e triste, Olivia se agachou e puxou Iria para seu colo. enxugando as l¨¢grimas de seu rosto o polegar, abra?ando-a calor e carinho: ¡°Iria, n?o chore, mam?e tamb¨¦m vaiprar um pirulito para voc¨º. A mam?e sabe que a nossa Iria adora pirulitos, como eu poderia esquecer de voc¨º? Al¨¦m disso, Tria, voc¨º s¨® esbarrou na pessoa sem querer, n?o foi intencional, n?o precisa se culpar. Se acontecer de novo, ¨¦ s¨® dizer ¡®desculpa, foi sem querer¡¯, e tudo ficar¨¢ bem.¡± Iria se aninhou no abra?o reconfortante de Olivia, sentindo aquele cheiro maternal reconfortante que lhe proporcionava seguran?a. Seu choro foi diminuindo aos poucos e, suas m?ozinhas macias, enxugou os olhos, ainda a voz chorosa: ¡°Eu entendi, mam?e, se eu esbarrar em algu¨¦m sem querer, vou dizer ¡®desculpa, foi sem querer¡±.¡± ¡°Isso mesmo, nossa Iria ¨¦ a melhor. Deixa a mam?e dar um beijinho.¡± Olivia se aproximou e beijou a bochecha macia e delicada de Iria. Era t?o suave e cheirava a leite. Era maravilhoso. Receber um beijo da mam?e fez que Iria se sentisse ainda melhor, e parou de chorar. Olivia se levantou, segurando a m?ozinha de Iria, e agradeceu ao funcion¨¢rio: ¡°Muito obrigada Capitulo 312 por cuidar dos meus filhos, eu realmente agrade?o,¡± Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. O funcion¨¢rio sorriu levemente e respondeu: ¡°N?o precisa agradecer, agora que voc¨º voltou, as crian?as est?o voc¨º, eu vou me ocupar outras coisas,¡± ¡°ro, obrigada p ajuda.¡± Olivia respondeu prontamente. O funcion¨¢rio se afastou e Joel olhou ao redor seus olhos curiosos: ¡°M?e, e o Heitor, onde est¨¢?¡± ¡°Ah, o Heitor, n?o pode ser!¡± Olivia se rmou de repente, lembrando que havia esquecido Heitor no banheiro. Cap铆tulo 313 Capitulo 313 Depois de tanto tempo, Heitor certamente j¨¢ teria terminado no banheiro. Olivia sentia um arrepio s¨® de pensar no que aconteceria se ele saisse e n?o encontrasse ningu¨¦m. Com tr¨ºs crian?as ao seudo, se apressou em dire??o ao banheiro. Chegando l¨¢, n?o viu ningu¨¦m dodo de fora dos banheiros, nem Heitor perto da porta do masculino. Oliviae?ou a se desesperar e pediu a Joel que desse uma olhada no banheiro masculino para ver se Heitor estava l¨¢. Joel obediente, foi at¨¦ o banheiro masculino. Bateu na porta de cada cabine, perguntando: ¡°Irm?o, sou eu, Joel, voc¨º est¨¢ a¨ª?¡± De uma cabine a outra, bateu em todas, da mais distante ¨¤ mais pr¨®xima. N?velDrama.Org (C) content. Em nenhuma ds estava Heitor. Joel saiu do banheiro e disse a Olivia: ¡°M?e, o irm?o n?o est¨¢ l¨¢.¡± O cora??o de Olivia, j¨¢ apreensivo, ficou ainda mais tenso e e?ou a tremer: ¡°Venhamigo, vamos procurar no banheiro feminino.¡± Heitor tinha sumido e n?o queria se separar de nenhum dos pequenos. Embora Joel n?o devesse entrar no banheiro feminino, n?o podia se preocupar isso naquele momento. Chegando ao banheiro feminino, Olivia gritou urg¨ºncia: ¡°Heitor, voc¨º est¨¢ a¨ª? Heitor, sout eu, sua m?e!¡± Uma crian?a abriu a porta de uma das cabines e saiu. Olivia olhou rapidamente para a crian?a, esperando que fosse Heitor e sentiu um breve alivio. Mas logo viu que era uma menina, tran?as e usando um vestido, aparentemente de seis ou sete anos. N?o era Heitor! O pouco al¨ªvio que sentiu se transformou novamente em panico. chamou de novo. Uma mulher saiu de outra cabine puxando a menina que tinha saido antes, deu uma olhada em Joel e noe?o pensou que fosse uma menina, n?o se importou, mas ent?o percebeu que ele estava vestindo roupas de menino e viu que era um garoto. A mulher olhou para Olivia desaprova??o: ¡°Isso aqui ¨¦ um banheiro feminino, por que trouxe um menino para c¨¢?¡± Capitulo 313 Olivia, sentindo o desespero crescer, explicou rapidamente: ¡°Desculpe, estou procurando meu filho que sumiu e n?o pensei direito.¡± Se fosse do tipo que n?o se importa, teria trazido Heitor para o banheiro feminino desde o in¨ªcio, esperando por ele l¨¢ fora, e nada disso teria acontecido. E n?o teria perdido Heitor. n?o esperava que as pessoas entendessem sua ansiedade, s¨® queria que n?o fossem t?o cru¨¦is. Mas a mulher era exatamente o tipo de pessoa que se apega a tudo: ¡°Seu filho sumiu ¨¦ problema seu, por que os outros deveriam entender? Minha filha ainda est¨¢ no banheiro e voc¨º trouxe um menino para dentro! Pessoaso voc¨º criam crian?as que, quando crescem, certamente ser?o criminosos!¡± Olivia, j¨¢ consumida p urg¨ºncia e ansiedade, ficou ainda mais perturbada essas pvras. conseguiu contrr sua raiva, primeiro levando Joel e as outras crian?as para fora do banheiro para esperar por , dizendo-lhes para n?o sa¨ªrem correndo. voltou para o banheiro feminino. A mulher estava abrindo a torneira paravar as m?os e resmungava: ¡°Que falta de dec¨ºncia, eu amaldi?oo sua fam¨ªlia a nunca ter paz!¡± Antes que pudesse terminar de fr, Olivia agarrou a cabe?a da mulher e a empurrou para dentro da pia, desligou a torneira e aumentou a ¨¢gua ao m¨¢ximo, mergulhando o rosto da mulher: ¡°Pessoas sem dec¨ºncia n?o fm dec¨ºncia! Est¨¢ se sentindo sufocada? Deixe-me mostrar-lhe o que ¨¦ realmente sufocante!¡± Cap铆tulo 314 Cap¨ªtulo 314 Olivia estava agitada e apreensiva, temendo perder Joel novamente. Por impulso, sem ponderar muito, levou os tr¨ºs filhos para o banheiro feminino. No entanto, os tr¨ºs, seja Iria, In¨ºs ou Joel, estavamportados, de costas para a porta, sem traquinagens ou olhares impr¨®prios. Afinal, todos usam o banheiro a porta fechada, e Joel, certeza, n?o teria visto nada. Al¨¦m disso, cuidou para que as crian?as ficassem de frente para a parede, de costas para a porta do cubiculo, para evitar qualquer mal-entendido desnecess¨¢rio. A mulher, ao perceber que um dos tr¨ºs era menino,e?ou a fazerent¨¢rios ¨¢cidos e cru¨¦is, sem deixar passar. Olivia j¨¢ havia se desculpado e explicado a situa??o, mas a mulher n?o s¨® a insultou, como tamb¨¦m aos seus filhos, prevendo que se tornariam criminosos. Isso era intoler¨¢vel para Olivia. podia suportar a falta de respeito consigo mesma, mas n?o permitiria que atacassem seus filhos. Mulheres podem ser fr¨¢geis, maso m?es, s?o fortes. Se algu¨¦m machucasse seus filhos, n?o poderiam remar de sua rea??o. A outra mulher, robusta e de estatura baixa, foi pega de surpresa e empurrada contra a pia, sem chance de se preparar. Com a cabe?a submersa, debatia-se desesperadamente, incapaz de usar sua for?a. Furiosa, Olivia fva ao seu ouvido enquanto a mulher lutava em v?o para agarrar suas m?os. desviava dos golpes, erguia a cabe?a da mulher para permitir que respirasse um pouco de ar fresco, e ent?o a submergia novamente, fazendo-a ¡°beber¡± a ¨¢gua da pia. A raiva consumia Olivia, quase levando-a ¨¤ insanidade: ¡°Isso ¨¦ o que sinto quando procuro meus filhos, sufoco e desespero! Entendeu agora? Meus filhos est?o de frente para a parede, sem inten??o alguma de olhar para c¨¢, e voc¨º os amaldi?oa! Voc¨º ¨¦ o lixo da sociedade seu veneno! J¨¢ que sua boca ¨¦ t?o suja, n?o me importo em limp¨¢r Olivia segurava firmemente a cabe?a da mulher, que borbulhava debaixo d¡¯¨¢gua, lutando desesperadamente. n?o conseguia sentir a dor alheia; sua boca era t?o venenosa quanto se tivesseido fezes, ent?o merecia experimentar o sufocamento e, de quebra, limpar a boca! ¡°Mam?e, uh uh¡­¡± Um som assustado e infantil interrompeu. Como um raio de luz, atingiu os nervos enfurecidos de Ol¨ªvia, que virou-se abruptamente e viu a pequena garota ao seudo,pletamente perdida e chorando. Ol¨ªvia hesitou, apaix?o emergiu e puxou a mulher para fora da pia, soltando-a. A mulher, agora o cabelo molhado e a maquiagem borrada, parecia um panda os c¨ªlios escorridos, a base em bolhas e o batom borrado. N?velDrama.Org (C) content. Assim que se viu livre, em vez de confortar sua filha, a mulher avan?ou contra Olivia: ¡°Voc¨º me bateu, vou te fazer pagar!¡± Capitulo 314 R¨¢pida, Olivia segurou suas m?os, sua for?a do trabalho f¨ªsico di¨¢rio evidente, imobilizando-a. Com raiva, Olivia disse um sorriso g¨¦lido: ¡°Voc¨º n?o ama sua filha? est¨¢ chorando e voc¨º n?o se importa, s¨® pensa em vingan?a? Voc¨º ¨¦ ego¨ªsta ou realmente ama sua filha? Voc¨º deveria saber melhor do que eu!¡± Aqu mulher era egoista, venenosa, sem um pingo de car¨¢ter! Antes fva t?o seriamente sobre o bem-estar de sua filha, e agora,o esqueceu disso? Capitulo 315 Cap铆tulo 315 Cap¨ªtulo 315 A mulher pareceu surpresa,o se tivessem tocado na parte mais intima e verdadeira do seu cora??o. Por um instante, ummpejo de panico e culpa se manifestou, mas os ocultou rapidamente. Desvencilhou-se de Olivia, voltou-se para sua filha e descontou n toda sua raiva e ressentimento: ¡°Por que est¨¢ chorando? Acha que eu n?o sou infeliz o suficiente? Parece que nasci sob uma estr ruim!¡± Enquanto repreendia sua filha, dirigia pvras amargas para Olivia e partiu, repleta de ressentimento. Em casa, se escondia sob a desculpa de amar sua filha, fazendo que o marido fizesse tudo por , tratando-oo um escravo. All content is property ? N?velDrama.Org. Quando algo n?o sa¨ªao queria, acusava o marido de prejudicar a filha e o insultava pvras grosseiras. Usava o amor p filhao pretexto para buscar seus pr¨®prios interesses. Seu amor era um disfarce; sua verdadeira natureza era extremamente egoista e ¨¢cida. Olivia observou a mulher se afastar a filha e sentiu uma profunda tristeza p menina por ter uma m?e t?o desse jeito. Nem todas as m?es deste mundo amam verdadeiramente seus filhos. Ap¨®s isso, Olivia saiu apressada e avistou tr¨ºs pequenos anjinhos alinhados contra a parede. tranquilos e cuidadosos. Sentiu tanto d¨® quanto al¨ªvio ao v¨º-los. ¡°Vamos, precisamos encontrar Heitor rapidinho,¡± disse Olivia aos tr¨ºs pequeninos, segurando dois p m?o, caminhando apressadamente em dire??o ao espa?o de descanso. Talvez Heitor n?o a tivesse visto perto do banheiro e tivesse voltado para o espa?o de descanso. Com passos r¨¢pidos, chegaram ao espa?o de descanso, varrendo o local o olhar, mas Heitor n?o estava l¨¢. Uma onda de preocupa??o atingiu Ol¨ªvia. E se ele tivesse se perdido? Ou algo pior tivesse acontecido? Joel percebeu a m?o tr¨ºm de Olivia e, preocupado o irm?o, tentou acalm¨¢: ¡°Mam?e. o irm?o ¨¦ esperto, ele n?o vai se machucar.¡± ¡°Sim, ele est¨¢ bem. Vamos encontr¨¢-lo,¡± disse Olivia. ¡°Vamos ¨¤ s de an¨²ncios para pedir ajuda.¡± Com rapidez, dirigiu-se os tr¨ºs filhos ¨¤ s de an¨²ncios do shopping. Ao chegarem l¨¢, ouviram algu¨¦m dizer: ¡°Nossa, esse garotinho ¨¦ um g¨ºnio! Com apenas quatro anos, consertou um sistema de computador que nem o tico conseguiu!¡± ¡°Pequeno, obrigado p ajuda. Aqui est¨¢ uma gratifica??o para voc¨º, podeprar um pirulito.¡± Ol¨ªvia seguiu a voz e avistou uma figura pequena diante doputador, um rosto jovem e 1/2 Capitulo 315 bonito uma express?o s¨¦ria e madura. Ele olhou para o envelope vermelho, mas recusou: ¡°Tio, n?o posso aceitar seu dinheiro. Minha m?e brigariaigo. Cap铆tulo 316 Capitulo 316 O garoto tinha cabelos curtos e vestia uma camiseta branca de mangaprida cal?as caf¨¦. Com um rosto pequeno e p¨¢lido, sobrancelhas joviais e densas, apesar da pouca idade. j¨¢ demonstrava uma beleza fria e um ar distinto. ¡°Heitor!¡± Olivia, segurando as m?ozinhas dos outros tr¨ºs pequeninos, apressou-se para perto. soltou suas m?os e abra?ou Heitor, retirando-o da cadeira girat¨®ria e apertando-o contra o peito, emocionada e aliviada: ¡°Meu amor, voc¨º me assustou tanto, pensei que tivesse te perdido.¡± O cora??o, apreensivo por Heitor, finalmente se acalmou. Olivia n?o p?de evitar que seus olhos se enchessem de l¨¢grimas, acariciando o rosto infantil de Heitor. Heitor tamb¨¦m sentiu a preocupa??o e o carinho da m?e. Estendeu seus bracinhos curtos. abra?ou Olivia e encostou seu rosto no d para consol¨¢: ¡°M?e, eu estou bem, voc¨º n?o precisa se preocuparigo, eu n?o vou desaparecer¡­¡± O funcion¨¢rio, que estava prestes a dar um envelope vermelho a Heitor,entou: ¡°¨¦ isso a¨ª, senhora, seu filho ¨¦ muito esperto. Com esse n¨ªvel de intelig¨ºncia, ele nunca se perderia. Com apenas quatro anos, ele consertou umputador que nem nossos ticos conseguiram arrumar, ¨¦ realmente um prodigio da inform¨¢tica.¡± Olivia se acalmou, por¨¦m, d¨²vida no olhar, olhou para o funcion¨¢rio e, incr¨¦d, olhou para Heitor, perguntando: ¡°Voc¨º realmente consertou oputador de algu¨¦m?¡± Heitor confirmou seriedade, usando pvras infantis, mas l¨®gicas: ¡°Quando sai do banheiro e n?o vi voc¨º, m?e, estava indo para a s de descanso te procurar. Ent?o ouvi um tio ao telefone dizendo que oputador da s de controle de vigilancia estava quebrado e, mesmo chamando o tico, n?o haviam conseguido consertar. Eles estavam desesperados procurando por outro tico, e eu me ofereci para tentar ajudar, ent?o o tio me levou at¨¦ l¨¤¡­ Ao terminar, Heitorn?ou um olhar para Joel, que estava no ch?o, e piscou c¨²mplice. Joel, captando a mensagem de Heitor, subitamente percebeu algo e se endireitou. Explicoul para Olivia: ¡°M?e, eu vou contar um segredo do Heitor. Ele sempre l¨º livros desenhos de computadores ¨¤ noite. Ser¨¢ que ¨¦ por isso que aprendeu a consert¨¢-los?¡± Olivia entendeu a raz?o por tr¨¢s da habilidade de Heitorputadores. Seu gesto volunt¨¢rio de ajudar tamb¨¦m veio do desejo de auxiliar. Com carinho, Olivia acariciou a cabe?a de Heitor e o colocou no ch?o. Voltou-se para o funcion¨¢rio: ¡°Meu filho tem uma boa capacidade de aprendizado, talvez tenha lido sobre isso. nos livros e, por coincid¨ºncia, conseguiu arrumar oputador.¡± ¡°Mem¨®ria fotogr¨¢fica, isso tamb¨¦m ¨¦ um sinal de genialidade.¡± disse o funcion¨¢rio, entregando o envelope a Olivia: ¡°Aqui est¨¢ um pequeno agradecimento, aceite.¡± ¡°N?o, n?o, n?o podemos aceitar isso,¡± recusou Olivia. Ap¨®s um pouco de insist¨ºncia, o 1/2 17:25 Capitulo 316 Cap¨ªtulo 316 O garoto tinha cabelos curtos e vestia uma camiseta branca de mangaprida cal?as caf¨¦. Com um rosto pequeno e p¨¢lido, sobrancelhas joviais e densas, apesar da pouca idade. j¨¢ demonstrava uma beleza fria e um ar distinto. ¡°Heitor!¡± Olivia, segurando as m?ozinhas dos outros tr¨ºs pequeninos, apressou-se para perto, soltou suas m?os e abra?ou Heitor, retirando-o da cadeira girat¨®ria e apertando-o contra o peito, emocionada e aliviada: ¡°Meu amor, voc¨º me assustou tanto, pensei que tivesse te perdido.¡± O cora??o, apreensivo por Heitor, finalmente se acalmou. Olivia n?o p?de evitar que seus olhos se enchessem de l¨¢grimas, acariciando o rosto infantil de Heitor. Heitor tamb¨¦m sentiu a preocupa??o e o carinho da m?e. Estendeu seus bracinhos curtos, abra?ou Olivia e encostou seu rosto no d para consol¨¢: ¡°M?e, eu estou bem, voc¨º n?o precisa se preocuparigo, eu n?o vou desaparecer¡­¡± O funcion¨¢rio, que estava prestes a dar um envelope vermelho a Heitor,entou: ¡°¨¦ isso a¨ª, senhora, seu filho ¨¦ muito esperto. Com esse nivel de intelig¨ºncia, ele nunca se perderia. Com apenas quatro anos, ele consertou umputador que nem nossos ticos conseguiram arrumar, ¨¦ realmente um prodigio da inform¨¢tica.¡± Olivia se acalmou, por¨¦m, d¨²vida no olhar, olhou para o funcion¨¢rio e, incr¨¦d, olhou para Heitor, perguntando: ¡°Voc¨º realmente consertou oputador de algu¨¦m?¡±. Heitor confirmou seriedade, usando pvras infantis, mas l¨®gicas: ¡°Quando sai do banheiro e n?o vi voc¨º, m?e, estava indo para a s de descanso te procurar. Ent?o ouvi um tio ao telefone dizendo que oputador da s de controle de vigilancia estava quebrado e. mesmo chamando o tico, n?o haviam conseguido consertar. Eles estavam desesperados procurando por outro tico, e eu me ofereci para tentar ajudar, ent?o o tio me levou at¨¦¡­¡± Ao terminar, Heitorn?ou um olhar para Joel, que estava no ch?o, e piscou c¨²mplice. Joel, captando a mensagem de Heitor, subitamente percebeu algo e se endireitou. Explicou para Olivia: ¡°M?e, eu vou contar um segredo do Heitor. Ele sempre l¨º livros desenhos de computadores ¨¤ noite. Ser¨¢ que ¨¦ por isso que aprendeu a consert¨¢-los?¡± Olivia entendeu a raz?o por tr¨¢s da habilidade de Heitorputadores. Seu gesto volunt¨¢rio de ajudar tamb¨¦m veio do desejo de auxiliar. Com carinho, Olivia acariciou a cabe?a de Heitor e o colocou no ch?o. Voltou-se para o funcion¨¢rio: ¡°Meu filho tem uma boa capacidade de aprendizado, talvez tenha lido sobre isso. nos livros e, por coincid¨ºncia, conseguiu arrumar oputador.¡± ¡°Mem¨®ria fotogr¨¢fica, isso tamb¨¦m ¨¦ um sinal de genialidade.¡± disse o funcion¨¢rio, entregando o envelope a Olivia: ¡°Aqui est¨¢ um pequeno agradecimento, aceite.¡± ¡°N?o, n?o, n?o podemos aceitar isso,¡± recusou Olivia. Ap¨®s um pouco de insist¨ºncia, o 1/2 17:25 Capitulo 316 funcion¨¢rio colocou o envelope no bolso de Olivia, dizendo: ¡°Se tiv¨¦ssemos que chamar um tico para vir at¨¦ aqui, ter¨ªamos que pagar. Este dinheiro ¨¦ poucoparado ao que um tico cobraria. ¨¦ paraprar doces para as crian?as, aceite.¡± ¡°V¨¢prar doces para as crian?as. Olhe s¨® para eles, t?o vivos e encantadores, merecem ser rpensados doces,¡± disse o funcion¨¢rio, olhando amorosamente para os quatro pequenos.This belongs to N?velDrama.Org - ?. Olivia, ent?o, n?o recusou mais e agradeceu educadamente: ¡°Ent?o, muito obrigada.¡± Ao sair da s de controle, cada uma das crian?as segurava um pirulito em forma de animal. Heitor tinha um pirulito em forma de gatinho, Joel um de cachorrinho, Iria um de panda e In¨ºs um de guaxinim. Heitor e Joel, caminhavam ¨¤ frente, saboreando seus pirulitos satisfa??o e alegria. Olivia, segurando Iria e In¨ºs ps m?os, vinha logo atr¨¢s, In¨ºs tamb¨¦m se deliciando seu doce. No entanto, Iria olhava para o pirulito, imersa em pensamentos. Curiosa, Olivia perguntou: ¡°Iria, por que voc¨º n?o est¨¢endo?¡± Cap铆tulo 317 Cap¨ªtulo 317 ¡°M?e, esse pirulito de panda ¨¦ t?o fofo que eu n?o tenho coragem deer,¡± disse Iria sua vozinha infantil e doce.. As pvras da crian?a aqueceram o cora??o de Olivia. sorriu e respondeu: ¡°N?o tem problema, ¨¦ s¨® um desenho feito de a?¨²car, voc¨º n?o vai machuc¨¢-lo.¡± ¡°Mesmo assim, n?o queroer, vou guardaro lembran?a,¡± disse Iria, um biquinho cor-de- rosa, num tom delicado.. Observando o pirulito em forma de panda, que parecia at¨¦ mais fofo do que , Iria n?o encontrava coragem para dar uma mordida. Olivia sorriu novamente e n?o disse mais nada. A inoc¨ºncia da infancia ¨¦ algo precioso. Enquanto caminhavam ¨¤ frente, Heitor e Joel repentinamente deram as m?os e inclinaram suas cabe?as uma na dire??o da outra,o separtilhassem segredos. Joel sussurrou para Heitor: ¡°Heitor, por que voc¨º foi consertar oputador na s de som?¡± O olhar que Heitorn?ou n?o era apenas para pedir ajuda para explicaro sabia consertar. computadores. Joel e Heitor eram muito unidos e tinham muitos segredos entre eles. Joel conhecia cada express?o de seu irm?oo a palma de sua m?o. Heitor aproximou-se do ouvido de Joel, uma voz t?o baixa que temia ser ouvido pelos outros, e disse: ¡°Eu estava no banheiro e ouvi algu¨¦m chamar pelo Sr. Griera, e tamb¨¦m ouvi a m?e chamar esse homem de Sr. Griera, nervosa. Suspeito que seja o Daniel. A s de som tem acesso ¨¤s cameras de seguran?a do shopping, e se eu for consertar oputador, posso dar uma olhada e ver o que a m?e e o Daniel est?o fazendo.¡± Essa era a verdadeira raz?o p qual ele havia ido o funcion¨¢rio consertar oputador na s de som. Dodo de fora do banheiro, dava para ouvir as conversas de dentro, e as pessoas dentro tamb¨¦m podiam ouvir quem estava fora. Ele ouvira o nome Sr. Griera e todos pareciam tem¨º-lo. Heitor estava determinado a descobrir onde sua m?e e Daniel tinham ido e o que estavam fazendo. Ser¨¢ que Daniel,o a m?e havia dito, n?o era mesmo o pai deles? A maneira mais r¨¢pida de saber a verdade era checar as cameras de seguran?a do shopping e panhar os passos da m?e e de Daniel. Ao ouvir o que Heitor disse, os olhos de Joel brilharam de excita??o: ¡°Mano, eu tamb¨¦m vi o pai e falei com ele¡­¡± ¡°S¨¦rio? O que ele disse?¡± Heitor, que sempre foi calmo e discreto, mostrou interesse. ¡°Ele disse para cuidar bem das maninhas,¡± respondeu Joel. ¡°Ele gosta das irm?s?¡± perguntou Heitor. Joel fez beicinho, sentindo-se um pouco magoado: ¡°A Iria sem querer esbarrou nele e ele fez a Iria chorar.¡± 1/2 17-05 Capitulo 317 Heitor imediatamente fechou a cara: ¡°Humpf, pai chato!¡± All content is property ? N?velDrama.Org. Ele estava t?o irritado que levantou a voz sem querer. Olivia, ao ouvir as pvras de Heitor, sentiu um sobressalto no cora??o. Cap铆tulo 318 Cap¨ªtulo 318 Olivia estava confusa: ¡°Heitor, Joel, o que voc¨ºs est?o fndo?¡± Ao ouvirem isso, Heitor e Joel entraram em panico e rapidamente soltaram as m?os que repousavam nos ombros um do outro. This belongs to N?velDrama.Org - ?. Joel, seus olhos amendoados brilhantes, girava-os ansiosamente, buscando uma desculpa para dar ¨¤ m?e. Heitor desviou o olhar brevemente e se apressou em se explicar: ¡°Eu estava dizendo ao Joel que acabei de fazer um neg¨®cio bem desagrad¨¢vel no banheiro, urgh, algo fedorento!¡± Ap¨®s a explica??o, Heitor reiterou o tom e o conte¨²do da conversa anterior. O cora??o apertado de Olivia rxou, e sorriu, dizendo: ¡°Voc¨ºs estavamendo doces? Como podem fr de coc? enquantoem?¡± ¡°Uh¡­ Joel tem um pdar peculiar.¡± Heitor disse, baixando a cabe?a e evitando o olhar de Olivia. Joel concordou fricamente: ¡°Sim, sim, tenho um pdar peculiar.¡± Olivia quase n?o conseguia conter o riso diante da cumplicidade dos irm?os. ¡°Eu n?o tenho um pdar peculiar, n?o quero ouvir fr de coc?.¡± In¨ºs de repente sentiu que o pirulito que saboreava tinha perdido o gosto. Heitor e Joel co?aram a cabe?a envergonhados. Joel disse: ¡°Chega, kkk, n?o vamos mais fr sobre isso.¡± De qualquer forma, ele j¨¢ sabia por que Heitor tinha ido subitamente para a s de inform¨¢tica para consertar oputador. N?o havia mais nada a entender. Enquanto Olivia caminhava as crian?as em dire??o ao setor de escrit¨®rios do shopping, avistou alguns m¨¦dicos de jaleco branco correndo uma maca. Na maca, havia algu¨¦m adormecido, gemendo de dor. O homem de cabelos grisalhos nas t¨ºmporas, apesar de estar na meia-idade, tinha um ar despreocupado e travesso. Mesmo coberto de ferimentos e gemendo de dor, seu charme de bon vivant n?o diminuia. Era Gabriel! Olivia observou a equipe m¨¦dica levando Gabriel para fora do shopping. Nesse momento, Teresa tamb¨¦m surgiu no campo de vis?o de Olivia, seguindo apressadamente. estava uma express?o severa e passos r¨¢pidos. Imediatamente, Olivia se aproximou as crian?as: ¡°M?e, est¨¢ tudo bem?¡± havia pedido ¨¤ equipe para ligar para o servi?o de emerg¨ºncia e, ansiosa, sa¨ªra do escrit¨®rio para encontrar as crian?as. O resto estava nas m?os de Teresa. n?o sabia o que estava acontecendo. Teresan?ou um olhar na dire??o para onde Gabriel foi levado e soltou um suspiro irritado: ¡°Esse Gabriel, j¨¢ deveria estar morto h¨¢ tempos! Um verdadeiro cafajeste!¡± 1/2 Capitulo 318 Um funcion¨¢rio se aproximou, uma atitude triste e cautelosa, tentando explicar: ¡°Hoje tivemos a honra de convidar o Sr. Griera para inspecionar o local da Feira Gastron?mica, e n?o seio, mas o Sr. Dias perdeu o controle e fez aquilo a Sra. Rocha, enfurecendo o Sr. Griera. Desculpem pelo susto, em nome dos organizadores da Feira Gastron¨®mica, pe?o desculpas a voc¨ºs.¡± Depois de fr, ele entregou o passe de repescagem para Olivia: ¡°Este ¨¦ o passe de repescagem da sua filha Iria; em uma semana, poder¨¢ participar da repescagem.¡± ¡°Gabriel era o respons¨¢vel principal, que tipo depeti??o ¨¦ essa agora!¡± Teresa remou. irritada. estava prestes a rejeitar o passe que o funcion¨¢rio oferecia. Iria se esticou na ponta dos p¨¦s, pegou o passe das m?os do funcion¨¢rio suas m?ozinhas gorduchas e disse feliz: ¡°Oba, vou poderer coisas gostosas de novo.¡± Cap铆tulo 319 Cap¨ªtulo 319 Iria, segurando sua entrada, pva de alegria suas m?ozinhas rechonchudas erguidas para o alto. Ao ver a crian?a t?o alegre e inocente, Teresa j¨¢ n?o tinha pvras. Ainda raiva, exalou profundamente. Olivia disse para o funcion¨¢rio: ¡°Tudo bem, ent?o ¨¦ isso. Vamos voltar para casa.¡± O passeio no shopping hoje n?o rxou Olivia, foi assustador e emocionante. Seu humor oscilou como se estivesse em uma montanha-russa. estava bastante assustada. Ao chegarem em casa, as crian?as j¨¢ estavam exaustas e molinhas. Teresa foi para a cozinha preparar aida. Olivia alinhou as crian?as e as ajudou avar as m?os e os rostos. Os pequenos tinhamido pirulitos e agora estavam as carasmbuzadas, parecendo pequenos gatinhos pintados. Olivia os limpou um por um. Em pouco tempo. Teresa terminou de cozinhar o macarr?o ¨C uma refei??o simples. As crian?as j¨¢ tinhamido no shopping e n?o estavam famintas, ent?oeram apenas um pouco antes de Olivia lev¨¢s para dormir. As duas mulheres sentaram-se ¨¤ mesa,endo o macarr?o enquanto conversavam. Teresa tinha muitas perguntas para fazer a Olivia. E esta tamb¨¦m tinha v¨¢rias d¨²vidas para esrecer Teresa. Impacienteo sempre, Teresae?ou: ¡°O tal de Daniel n?o te desprezava por causa da tua origem? Por que voc¨ºs apareceram juntos?¡± Olivia se sentiu desconfort¨¢vel a pergunta; estava tentando desesperadamente se livrar do controle de Daniel. N?o queria que Teresa soubesse que Daniel a estava for?ando a ser sua mulher usando m¨¦todos duvidosos. Para n?o preocupar Teresa e evitar que fosse confrontar Daniel e saisse desapontada. Olivia respondeu: ¡°Os funcion¨¢rios n?o explicaram? Daniel estava inspecionando o concurso de gastronomia, e eu s¨® encontrei ele por acaso.¡± ¡°¨¦ mesmo? Ent?o por que ele te defendeu e deu uma li??o no Gabriel?¡± Teresa, perspicazo sempre, fixou seu olhar em Olivia. pode ser mais velha, mas n?o era ing¨ºnua. Se Olivia realmente n?o tivesse nada a ver Daniel,o ele poderia ficar t?o furioso ao Capitulo 319 ouvi cham¨¢ de m?e e entrar correndo para confrontar Gabriel? Olivia desviou o olhar e disse: ¡°Foi quest?o de justi?a, n?o ¨¦? At¨¦ um estranho gritaria se visse algo errado acontecendo.¡± ¡°Humpf, menina, n?o esconda nada de mim, sen?o quem vai sofrer no final ¨¦ voc¨º!¡± Teresa resmungou, pegou um punhado de macarr?o eeu uma grande garfada. Era demais para . Sua pr¨®pria vida j¨¢ eraplicada o suficiente, e agora sua filha tamb¨¦m estava sendo machucada repetidamente por homens arrogantes. O sentimento de injusti?a e pena por Olivia era extremamente intenso. Olivia se aproximou um pouco mais, olhos ros e s¨¦rios, e perguntou a Teresa: ¡°M?e, qual ¨¦ a verdadeira r??o entre voc¨º e Gabriel? Por que ele diz que sou filha dele?¡± sempre quis perguntar, mas nunca encontrou o momento certo. All content is property ? N?velDrama.Org. Ao mencionar Gabriel, Teresa ficou furiosa, batendo os talheres na mesa e disse: ¡°Quando eu era jovem, fui enganada ps pvras bonitas dele. Eu estava decidida a casar ele, mas ent?o descobri que ele estava enganando v¨¢rias outras!¡± Ouvindo isso, o cora??o de Olivia disparou e perguntou cautelosamente: ¡°Ent?o, eu sou mesmo filha dele?¡± Teresan?ou um olhar para e disse: ¡°Depois que descobri as trai??es dele, fiz um escandalo para terminarmos. Foi quando descobri que estava gr¨¢vida. Ele at¨¦ disse que queria se casarigo rapidamente, e eu pensei que ele mudaria, mas ele nunca terminou as outras mulheres, uma ds era uma rica herdeira que ele enganoupletamente. chegando a convenc¨º a fugir ele!¡± Ouvindo isso, Olivia se irritou e disse: ¡°M?e, voc¨º est¨¢ certa, ele ¨¦ um verdadeiro canalha!¡± Cap铆tulo 320 Cap¨ªtulo 320 Teresa advertiu Olivia: ¡°Olivia, tem gente que ultrapassa todos os limites. N?o caia na l¨¢bia deles e acabe sendo enganada.¡± nejava acertar as contas Gabriel por tudo o que havia ocorrido h¨¢ mais de vinte anos, e dar-lhe uma li??o de moral. Por¨¦m, jamais imaginou que Gabriel, aquele homem, seria t?o descarado al¨¦m do que poderia prever. Mesmo sendo mais velho, ele tentou for?¨¢. lutou para afast¨¢-lo, mas ele persistiu. Esse tipo de homem ¨¦ o lixo da sociedade, um verdadeiro canalha! Olivia respondeu a Teresa: ¡°M?e, eu entendi.¡± ¡°Tempo de almo?ar. Depois, voc¨º precisa descansar. Passou a noite trabalhando e ainda levou as crian?as para passear hoje. Deve estar exausta.¡± disse Teresa. ¡°ro, m?e, voc¨º tamb¨¦ma.¡± respondeu Olivia, concordando. Enquantoia, um amargor preenchia seu cora??o. Quando era pequena, via outras crian?as recebendo carinho dos pais e desejava o mesmo para si. Mas a cruel realidade destruiu qualquer ilus?o sobre seu pai. Homens, no fim das contas, n?o prestam. acreditou no amor quando jovem, mas foi tra¨ªda por Sergio Griera. Depois, pensou em formar uma fam¨ªlia por responsabilidade o pai dos seus filhos, mas nunca imaginou que ele n?o tinha inten??o alguma de se casar . Ele n?o gostava de crian?as e j¨¢ tinha at¨¦ uma noiva. All content is property ? N?velDrama.Org. Para ele, era apenas um brinquedo para se divertir! e sua m?e eram azaradas; vinte anos depois, ambas tinham encontrado homens desprez¨ªveis da mesmaia. Ap¨®s o jantar, Teresa foi se deitar aodo das crian?as e adormeceu. O encontro Gabriel naquele dia a deixou furiosa e trouxe ¨¤ tona mem¨®rias dolorosas de mais de vinte anos. Olivia tamb¨¦m n?o estava animo para jogar Mahjong: preferia descansar e dormir. Estava exausta. Tomou banho,vou um vestido novo ¨¤ m?o para garantir que n?o estivesse sujo e usou o secador para sec¨¢-lo, passando a ferro em seguida. nejava levar o vestido para o trabalho na segunda-feira e devolv¨º-lo a Daniel. Capitulo 320 Enquanto ainda passava roupa, o celr tocou. Irritada ao ver quem era, atendeu: ¡°O que voc¨º quer agora?¡± Sergio n?o a deixava em paz, sempre a procurando ¨¤ noite, especialmente depois que tomava banho e vestia o pijama. ¡°Estou saudades.¡± ouviu do outrodo da linha, a voz pregui?osa e um tanto manhosa de Sergio. Aquilo deu a Olivia cfrios: ¡°Sergio, voc¨º est¨¢ louco?¡± ¡°Sim, estou louco, louco por sua causa.¡± Sergio admitiu. Olivia ficou sem pvras e respondeu friamente: ¡°Se est¨¢ louco, ¨¦ um problema seu. V¨¢ ao hospital, n?o me iode ligando.¡± ¡°Sinto sua falta, s¨® voc¨º pode curar isso.¡± a voz masculina de Sergio soava envolta em n¨¦voa. carregada de umidade. j¨¢ tinha ouvido essas pvras doces muitas vezes durante a universidade, quando namorava Sergio. Naqu ¨¦poca, se deixava envolver por suas pvras carinhosas. Agora, parecia-lhe rid¨ªculo. era jovem e ing¨ºnua. Quanto mais um homem ¨¦ cheio de pvras bonitas, menos valia tinha! Como seu pai, um verdadeiro escroto. Olivia estava imune a pvras doces e respondeu friamente: ¡°Se n?o tem mais nada, vou desligar.¡± Cap铆tulo 321 Cap¨ªtulo 321 ¡°Eu tenho algo¡­¡°. Sergio disse: ¡°Para buscar minhas roupas¡°. O que ele tinha acabado de dizer, sem nenhum truque ou do?ura artificial. Ele realmente sentia falta d. Ele a desejou por cinco anos. Mas, infelizmente, mesmo depois de cinco anos, ainda se recusava a perdo¨¢¨Clo. Agora, a ¨²nica maneira de v¨º era inventando desculpas triviais. ¡°Que roupa?¡± Olivia estava um pouco confusa. ¡°A zer que emprestei pra voc¨º ontem ¨¤ noite,¡± explicou Sergio. Olivia se lembrou do fato de que havia descido as escadas de pijama ontem. Sergio n?o fazia ideia do que era t?o louco a ponto de ter que colocar o palet¨® sobre . Mais tarde, ao vestir o zer de Sergio, acabou irritando o enigm¨¢tico Daniel, causando¨Clhe um susto e ainda fez que fosse encharcada de ¨¢gua. ¡°N?o est¨¢ aqui!¡± disse Olivia. A voz cheia de insinua??es de Sergio soou: ¡°Olivia, voc¨º quer guardaro uma lembran?a? Voc¨º ainda me ama, n?o ¨¦? Por que n?o podemos superar as dificuldades e ficar juntos?¡± Ouvindo essas pvras, Olivia ficou incrivelmente desamparada e irritada, suas pvras diziam calmamente: ¡°Voc¨º est¨¢ enganado. J¨¢ te disse v¨¢rias vezes que n?o tenho mais sentimentos por voc¨º. N?o ¨¦ que eu n?o queira devolver o zer, ¨¦ que minha m?evou e est¨¢ todo molhado.¡± ¡°N?o tem problema, eu vou at¨¦ a sua casa pegar, e j¨¢ aproveito pra dar um oi pra sua m?e,¡± disse Sergio, prestes a desligar. Olivia se desesperou, apressando¨Cse a dizer: ¡°N?o suba, minha m?e n?o quer te ver. Voc¨º est¨¢ a¨ª embaixo?¡± ¡°Estou.¡± ¡°Fique a¨ª, j¨¢ estou descendo.¡± Olivia disse e desligou. estava prestes a correr para a porta quando se lembrou de que ainda estava de pijama. Lembrando¨Cse da experi¨ºncia anterior, sabia que n?o podia sair assim novamente. Rapidamente voltou ao quarto, procurou suas roupas no arm¨¢rio, vestiu¨Cse e saiu. L¨¢ fora, a noite estava nebulosa, luzes amars e suaves. A figura esguia de S¨¦rgio estava sob a luz da rua, sua sombra estava esticada. 1/2 15:11 Capitulo 321 Ele estava vestindo um zer cinza prateado naqu noite,binado cabelo. castanho¨Cescuro curto, exndo uma aura de desd¨¦m e nobreza. Olivia se aproximou, mantendo uma distancia segura, e disse: ¡°A roupa realmente est¨¢vada e encharcada, n?o d¨¢ pra pegar agora. Assim que secar, eu mando para o seu escrit¨®rio.¡± Sua jaqueta foi arrancada por Daniel ontem e deixada no banheiro da casa particr de Daniel. N?o haviao saber se a roupa ainda estava l¨¢. Independentemente de estar l¨¢ ou n?o, n?o haviao peg¨¢. teria queprar um novo para devolver a Sergio. ¡°Olivia, vamos conversar no carro,¡± disse Sergio, olhando¨Ca um olhar suave e envolvente. Ele inventava desculpas apenas para v¨º. Na verdade, n?o era a roupa que lhe fazia falta. Mas ver apenas uma vez seria o suficiente? Ele queria passar mais tempo , quanto mais, melhor. Olivia recusou: ¡°N?o precisa, j¨¢ expliquei tudo, estou indo embora.¡± ¡°Ent?o eu subo voc¨º pra cumprimentar sua m?e.¡± Sergio insistiu em panh¨¢. Olivia parou, respirando fundo frustra??o e sem op??o: ¡°Melhor frmos no carro ent?o.¡± Olivia abriu a porta do carro e sentou¨Cse, Sergio tamb¨¦m entrou e sentou¨Cse no banco de tr¨¢s. Ele n?o tinha segundas inten??es, queria apenas estar mais perto d, sentir o aromal aconchegante que vinha d, isso j¨¢ o satisfazia. ¡°Voc¨º est¨¢ se adaptando ao trabalho meu tio?¡± Sergio se esfor?ou para encontrar um assunto para conversar . ¡°Tudo bem.¡± Olivia n?o estava pensando em conversar, s¨® queria chegar em casa rapidamente, estava cansada e queria descansar. ¡°Olivia, s¨® um lembrete: tente manter distancia do meu tio. Ele n?o tem muita paci¨ºncia mulheres, e aqus que o irritam geralmente t¨ºm um fim ruim.¡± avisou Sergio. This belongs to N?velDrama.Org - ?. Capitulo 322 Cap铆tulo 322 Cap¨ªtulo 322 Olivia esbo?ou um leve sorriso nos l¨¢bios ao olhar para Sergio: ¡°Voc¨º parece conhecer muito bem seu tio.¡± ¡°ro que sim, meu tio ¨¦ s¨® tr¨ºs anos mais velho que eu. Na infancia, a gente praticamente cresceu junto. Ele ¨¦ uma pessoa de car¨¢ter frio, especialmente em r??o ¨¤s mulheres, ele ¨¦ ainda mais frio e desesperado. Esse car¨¢ter dele tem a ver o que aconteceu ele em sua infancia.¡± Disse Sergio convic??o. Ele queria ficar mais um pouco Olivia, e para isso precisava manter a conversa. Se n?o, o sil¨ºncio ia tomar conta e Olivia logo iria embora. Sergio, Sabendo que Olivia n?o queria mais ouvir pedidos de desculpa, habilidosamente desviou a conversa para o Daniel. Afinal, Daniel era o chefe de Olivia. Analisar a personalidade de Daniel ajudaria Olivia a evitar gafes no trabalho. ovoria estar in Olivia nisso. ¡°Passado dif¨ªcil? Como assim?¡± perguntou Olivia. Sergio contou a Olivia sobre o que aconteceu os pais de Daniel. No final, a m?e de Daniel chegou ao ponto de abandonar o marido e o filho para fugir aquele amante, ignorando a obstru??o do marido e indo embora rapidamente, e o pai de Daniel voltou atr¨¢s d. Um fugiu, o outro a perseguiu. As emo??es ficaram fora de controle, o que resultou em um acidente de carro duplo para ambas as pessoas. A vida de ambos. E assim, Daniel ficou ¨®rf?o. Olivia ouvia, boquiaberta. Quem diria que Daniel, toda sua apar¨ºncia de riqueza e nobreza, teria um passado desses. Curiosa, Olivia perguntou: ¡°Ent?o a familia Griera deve odiar esse amante, n?o ¨¦?¡± Sergio assentiu a cabe?a: ¡°Especialmente meu tio ca?, ele odiava tanto aquele homem que, se o visse novamente, poderia espanc¨¢¨Clo at¨¦ a morte.¡± ¡°E seu tio foi criado pelos av¨®s?¡± indagou Olivia. 1/2 Capitulo 322 ¡°Sim,¡± respondeu Sergio instintivamente. Depois da resposta, ele se deu conta de que Olivia parecia estar interessada demais em seu tio. Esse interesse a deixou preocupado: ¡°Olivia, voc¨º disse que tinha um namorado da ¨²ltima vez, era mentira, n¨¦?¡± Os olhos ¨¢mbar de Sergio, apesar de parecerem suaves, estavam cheios de preocupa??o, tens?o, ansiedade e confus?o. Olhando para Olivia. All content is property ? N?velDrama.Org. Ele ainda se lembrava de que a ¨²ltima vez que Olivia tinha uma marca de dente na nuca, ele a viu e perguntou nervosamente se tinha um namorado, e surpreendentemente respondeu afirmativamente. Depois daqu resposta, ele passou dias sem dormir direito. Mas, depois de duas visitas ¨¤ casa de Olivia, onde estava sempre sozinha, sem sair ningu¨¦m, a esperan?a reacendeu. Elee?ou a acreditar que a hist¨®ria do namorado era s¨® uma inven??o para faz¨º¨Clo desistir. Mas agora, vendo o interesse d pelo seu tio, ele sentia uma inquieta??o crescente. ¡°Voc¨º est¨¢ imaginando coisas, eu n?o inventei aquilo. Daqui a alguns dias, quando as roupas estiverem secas, entrarei em contato por telefone e as enviarei para voc¨º, assim n?o precisa vir buscar,¡± disse Olivia, uma voz calma e sem altera??es. Ap¨®s fr, abriu a porta do carro e saiu, caminhando rapidamente em dire??o ao pr¨¦dio do condominio. Sergio n?o a seguiu, ficou sentado no carro, observando a silhueta d se afastar, um pesar profundo em seu olhar. Segunda¨Cfeira, Olivia chegou cedo ao escrit¨®rio. dirigia aquele BMW roxo¨Cazdo. Depois de estacionar no subsolo, subiu para o andar mais alto. 1 Fez quest?o de passar p diretoria para ver se Daniel j¨¢ tinha chegado, mas ele ainda n?o estava l¨¢. Ent?o, sentou¨Cse na secretaria, trabalhando enquanto esperava. Por volta das dez e pouco, Daniel chegou. Olivia levou um caf¨¦ at¨¦ a diretoria e o colocou ¨¤ frente dele. Daniel estava os olhos baixos, concentrado nos documentos. Permanecendo em frente ¨¤ mesa, Olivia observava aquele rosto belo e nobre, lembrando¨Cse do que Sergio lhe contara no dia anterior. Cap铆tulo 323 Cap¨ªtulo 323 Uma s¨²bita suavidade surgiu em seu cora??o, alguma simpatia por Daniel, sentindo pena dele tamb¨¦m. Ele havia perdido os pais desde que era crian?a. A familia d tamb¨¦m n?o era exatamente perfeita, cresceu sem o carinho paterno, mas pelo menos, tinha a m?e ao seudo enquanto crescia. Sua m?e, apesar de ser desbocada e adorar uma boadainha, ao menos a amava. sentia o amor de sua m?e desde crian?a. J¨¢ Daniel, perdeu os pais ainda bem jovem. Pensando assim, parecia at¨¦ mais digno de pena do que . O olhar de Olivia para Daniel estava permeado de suavidade. hesitou diante da mesa do escrit¨®rio, colocou as chaves do carro e as roupas empacotadas sobre . Com voz baixa, disse: ¡°Sr. Griera, estas s?o as roupas que voc¨º me emprestou ontem, e tamb¨¦m as chaves do carro, estou devolvendo.¡± Daniel parou de trabalhar, seus olhos fantasmag¨®ricos se ergueram e sua vis?o profunda a encarou. Embora ele n?o tenha dito uma pvra, a sensa??o invis¨ªvel de opress?o ainda fez a respira??o de Olivia gaguejar um pouco. explicou: ¡°Sr. Griera, pode ficar tranquilo, eu vou me esfor?ar para acordar mais cedo e nunca mais chegar atrasada. Eu realmente n?o me acostumo a dirigir esse carro, sou p¨¦ssima ao vnte e quase causei v¨¢rios acidentes nas ruas.¡± tinha aceitado aquele BMW porque Bruno a pressionara, dizendo que se recusasse, o Sr. Griera consideraria que ele n?o cumpriu sua responsabilidade. n?o podia deixar Bruno na m?o. Mas de jeito nenhum poderia aceitar aquele BMW. A mans?o que ele construiu para a familia d era uma forma de agradecer por ter salvo sua vida cinco anos atr¨¢s e tamb¨¦m parapensar. A mans?o aceitou sem remorso. Mas agora, qualquer coisa al¨¦m do sal¨¢rio normal que Daniel oferecesse, n?o poderia aceitar. Caso contr¨¢rio, seria realmente um caso de ser adotada por ele. Essa pvra n?o fazia parte do seu vocabul¨¢rio de consci¨ºncia, portanto, n?o podial aceitar. 1/2 15:1 Culo XX Os olhos profundos e enigm¨¢ticos de Daniel ainda estavam fixos n, frios e impr¨¢veis. Ao ver que a espinha de Olivia estava inundada por uma sensa??o de frio, sua espinha se retesou, suportou o medo e continuou a dizer: ¡°Daniel, se voc¨º machucou a m?o onter? Obrigada por ter ajudado minha m?e ontem e por ter dado uma li??o no Gabriel¡­¡± mal mencionou o nome Gabriel e os olhos de Daniel se tornaran afiadoso l¨¢minas. ainda mais gdos: ¡°Sail¡± Sua voz era cortante, inquestion¨¢vel. Olivia, inconscientemente, sacudiu os ombros medo, assentiu levemente e se virou apressadamente para ir embora. Depois de sair do escrit¨®rio, exalou um suspiro profundo. Nossa, que medo, This belongs to N?velDrama.Org - ?. se criticou por ter sido t ao sentir pena de algu¨¦m t?o poderoso, algu¨¦m que detinha o poder de vida ¨¦ morte. Apesar de sua infancia infeliz, ele tinha uma vida de luxo e riqueza, podia ter tudo o que quisesse. E ? tinha que se preocupar o queer a cada refei??o. T?o fr¨¢gil que Daniel poder¨ªa esmaga a ponta do dedo. E ainda assim, se atreveu a mostrar gratid?o e cuidado, totalmente fora de sua liga. Expulsa friamente por ele. Bem feito para voc¨º. Olivia bateu na pr¨®pria testa e voltou para o escrit¨®rio das secret¨¢rias. Enquanto isso, no escrit¨®rio do presidente. Daniel apertou a ca na m?o tanta for?a que os n¨®s dos dedos ficaram brancos, e o frio e a raiva em seu belo rosto eram t?o frios quanto a geada e a neve densa, refrescantemente frios e prantes at¨¦ os ossos. Com a respira??o ¨¢spera e fria, ele olhava para as chaves do carro sobre a mesa, e para as roupas cuidadosamente dobradas no saco de papel pardo. Um furor reprimidoo um vulc?o prestes a explodir. Com um movimento brusco, atirou o saco e as chaves ao ch?o. Capitulo 323 Os olhos profundos e enigm¨¢ticos de Daniel ainda estavam fixos n, frios e impr¨¢veis Ao ver que a espinha de Olivia estava inundada por uma sensa??o de frio, sua espinha se retesou, suportou o medo e continuou a dizer: ¡°Daniel, se voc¨º machucou a m?o ontem? Obrigada por ter ajudado minha m?e ontem e por ter dado uma li??o no Gabriel¡­¡± mal mencionou o nome Gabriel e os olhos de Daniel se tornaram afiadoso laminas, ainda mais gdos: ¡°Sai!¡± Sua voz era cortante, inquestion¨¢vel. Olivia, inconscientemente, sacudiu os ombros medo, assentiu levemente e se virou apressadamente para ir embora. Depois de sair do escrit¨®rio, exalou um suspiro profundo. Nossa, que medo. se criticou por ter sido t ao sentir pena de algu¨¦m t?o poderoso, algu¨¦m que detinha o poder de vida e morte. Apesar de sua infancia infeliz, ele tinha uma vida de luxo e riqueza, podia ter tudo o que quisesse. E ? tinha que se preocupar o queer a cada refei??o. T?o fr¨¢gil que Daniel poderia esmag¨¢ a ponta do dedo. E ainda assim, se atreveu a mostrar gratid?o e cuidado, totalmente fora de sua liga. Expulsa friamente por ele. Bem feito para voc¨º. Olivia bateu na pr¨®pria testa e voltou para o escrit¨®rio das secret¨¢rias. Enquanto isso, no escrit¨®rio do presidente. Daniel apertou a ca na m?o tanta for?a que os n¨®s dos dedos ficaram brancos, e o frio e a raiva em seu belo rosto eram t?o frios quanto a geada e a neve densa, refrescantemente frios e prantes at¨¦ os ossos. Com a respira??o ¨¢spera e fria, ele olhava para as chaves do carro sobre a mesa, e para as roupas cuidadosamente dobradas no saco de papel pardo. Um furor reprimidoo um vulc?o prestes a explodir. Com um movimento brusco, atirou o saco e as chaves ao ch?o. 2/2 15-11 Capitulo 324 Naqu manh? havia uma reuni?o. Cap铆tulo 324 Cap¨ªtulo 324 Olivia preparou a s de reuni?es anteced¨ºncia. ¨¤s dez e meia, a reuni?oe?ou pontualmente. Olivia estava na porta recebendo os executivos que chegavam para a reuni?o, os lideres. entraram na s e sentaram¨Cse nos seus respectivos lugares designados. Os executivos entraram na s de reuni?o e se sentaram em seus lugares, mas Daniel ainda n?o havia chegado, ent?o Olivia ficou na porta da s de reuni?o. Depois de esperar um pouco, Daniel finalmente apareceu, caminhando suas longas pernas ¨¢geis, seguido de perto por Bruno. De longe, Olivia j¨¢ podia perceber que Daniel n?o estava de bom humor, seu rosto bonito estava sombrio e uma aura gda o envolvia. Conforme ele se aproximava, uma lufada de ar frio invadia o ambiente, fazendo que Olivia involuntariamente se enrijecesse e prendesse a respira??o. se lembrava deo ele, de repente, ficara irritado no escrit¨®rio e a mandara embora. All content is property ? N?velDrama.Org. Nesse momento, olhando para o rosto baixo e frio dele, Olivia batia acelerado de nervosismo. Quando ele se aproximou, Olivia fez uma rever¨ºncia respeitosa e disse educadamente: ¡°Bom dia, presidente¡­¡± Seus olhos profundoso o c¨¦u noturno pousaram brevemente em seu rosto antes de desviar o olhar. Ao passar por , o vento formado pelo ar, gdo e frio, perfurou a pele de Olivia e a fez sentir um sutil formigamento. Daniel sentou¨Cse no lugar principal, afundando na cadeira girat¨®ria preta, exndo uma aura gda e dominadora. Todos os funcion¨¢rios da s de reuni?es sentiram o frio g¨¦lido de seu corpo e nenhum. ousava fazer barulho. Olivia retornou aoputador multim¨ªdia, apresentando os materiais que seriam discutidos na reuni?o. V¨¢rios executivos expressaram suas opini?es. Todos foram friamente rejeitados por Daniel. Muitos foram repreendidos. A atmosfera estava t?o estagnada que parecia que congr a qualquer momento. Olivia tamb¨¦m estava extremamente cautelosa, at¨¦ mesmo sua respira??o era silenciosa. 1/2 Capitulo 324 Depois que a reuni?o terminou, os executivos sa¨ªram da so se estivessem fugindo. Olivia teve que esperar at¨¦ que todos deixassem a s de reuni?es e arrumar tudo antes de poder sair. Olivia observou Daniel cuidado, medo de que ele ficasse louco de novo e perdesse a paci¨ºncia . n?o haviaetido nenhum erro durante a reuni?o. Enquanto Olivia estava tensa, Daniel se levantou, caminhou suas pernas esguias e salu sem sequern?ar um olhar para . Vendo sua alta silhueta deixar a s, Olivia finalmente suspirou aliviada. Quando se rpos, uma figura apareceu de repente bem na sua frente, dando¨Clhe um susto. Ao focar, viu que era Bruno. bateu no peito, ainda assustada, e disse: ¡°Assistente Bruno, que susto voc¨º me deu.¡± Bruno a observava curiosidade e surpresa: ¡°O que voc¨º fez para irritar o Sr. Griera?¡± Olivia apontou para si mesma: ¡°Eu?¡± Os l¨¢bios de Bruno abriram um sorriso bem merecido: ¡°Voc¨º, quem mais poderia fazer o Sr. Griera perder a paci¨ºncia assim?¡± Olivia piscou inocentemente e respondeu: ¡°Eu n?o fiz nada para irrit¨¢¨Clo, ser¨¢ que ¨¦ porque eu devolvi o BMW?¡± ¡°O qu¨º? Voc¨º devolveu o carro que o Sr. Griera lhe deu?¡± Bruno ficou at?nito. Olivia perguntou: ¡°Tem algum problema nisso?¡± Bruno assentiu um olhar de divers?o no rosto e disse: ¡°Voc¨º ¨¦ realmente bom, devolveu o presente do Sr. Griera e ainda est¨¢ aqui, de p¨¦, isso sim ¨¦ um mgre.¡± Depois disso, Bruno tamb¨¦m deixou a s de reuni?es. Olivia ficou confusa, sem entender o significado das pvras de Bruno. O presente de Daniel era valioso demais, estava errado n?o aceitar? Finalmente chegou a hora do almo?o e, durante o intervalo, Olivia foi ao shopping mais pr¨®ximo do Grupo Griera. precisavaprar um terno exatamente igual ao de Sergio para devolver para ele. Cap铆tulo 325 Cap¨ªtulo 325 Depois de fazerpras em todo o shopping, n?o conseguiu encontrar o zer a base preta e os fios azuis e dourados listrados. Quando estava prestes a desistir, viu na vitrine de uma loja de luxo um manequim vestindo um zer id¨ºntico ao que lembrava. Entrou e perguntou ¨¤ vendedora: ¡°Com licen?a, quanto custa esse zer?* ¡°Vinte mil, senhorita¡°, respondeu A vendedora um sorriso educado. Olivia arregalou os olhos: ¡°Vinte mil? Temo fazer um desconto?¡± Por que sempre vinte mil? Se tivesse vinte mil, j¨¢ teria pago a multa para o Grupo Griera e teria saido de l¨¢ para procurar algo melhor, sem ter que lidar todos os dias o Daniel, uma pessoa t?o perigosa. ¡°Desculpe, senhorita, mas nossa loja ¨¦ de grife, filiais em todo o pa¨ªs. Todos os pre?os s?o fixos e uniformes em todo o territ¨®rio nacional, n?o podemos dar descontos¡°, explicou A vendedora uma atitude sempre cort¨¨s e mantendo o sorriso. Olivia sorriu sem jeito e disse: ¡°Desculpe o inc?modo.¡± Uma jaqueta que Sergio estava usando custava duzentos mil, certeza, o dinheiro ¨¦ arbitr¨¢rio. A pobreza limitava sua imagina??o. Irritada e pronta para ir embora, de repente viu uma loja de roupas feitas sob medida. Talvez pudesse fazer uma r¨¦plica; afinal, s¨® precisava devolver a Sergio, pouco importando se era ou n?o original. Al¨¦m do mais, n?o era exatamente a pe?a de Sergio. Ol¨ªvia entrou na loja de alfaiataria. Ap¨®s conversar o propriet¨¢rio, ele disse que poderia fazer uma r¨¦plica de alta qualidade do zer. Mas levaria uma semana porque a agenda do propriet¨¢rio estava lotada e ele n?o poderia dispor de tempo para fazer isso. Na verdade, o design do zer era bem simples e, se fosse para fazer, em duas ou tr¨ºs horas estaria pronto. Olivia n?o podia esperar tanto tempo. Ent?o disse ao propriet¨¢rio: ¡°Que tal isso? Se o senhor me fornecer o tecido e a m¨¢quina de costura, eu mesma corto e costuro. Eu pago pelo aluguel do material e da m¨¢quina.¡± 1/2 15:12 Capitulo 325 j¨¢ havia confionado um ano de roupas em uma f¨¢brica de roupas e havia aprendido propositalmente o modelistao fazer um molde, cort¨¢¨Clo e tamb¨¦m sabia usar a maquina de costura. O zer era simples, certamente conseguiria faz¨º¨Clo. O propriet¨¢rio aceitou sua proposta. Olivia imediatamentee?ou a trabalhar. observou o estilo da roupa na loja em frente e marcou o tecido para cortar. Em menos de m hora, terminou o corte. A seguir,e?ou a costurar as pe?as na m¨¢quina de costura. era muito habilidosa e r¨¢pida. Em pouco tempo, a pe?a estava pronta. S¨® faltava o ¨²ltimo passo, que era passar a ferro. Mas tinha que ir trabalhar e realmente n?o tinha tempo, ent?o disse ao chefe: ¡°Por favor, passe o vestido para mim, eu vou busc¨¢¨Clo depois do trabalho esta tarde.¡± ¡°ro¡°, respondeu O dono, concordando prontamente. Voltando ao seu posto, Olivia se sentou na secret¨¢ria, o est?mago roncando de fome. havia pdo o almo?o para economizar tempo na busca pelo zer e estava faminta, sentindo¨Cse tonta. ¡°Toc toc.¡± Algu¨¦m bateu na porta. Olivia olhou para cima e viu Bruno parado na porta. perguntou: ¡°Bruno, precisa de algo?¡± Ele ergueu os documentos em sua m?o e disse: ¡°Voc¨º precisa levar esses pap¨¦is para o Sr. Griera.¡± Ao ouvir que tinha que entregar os documentos a Daniel, os nervos de Olivia subconscientemente ficaram tensos e disse: ¡°Por que eu?¡± ¡°Ora, porque quem for agora vai ser repreendido, exceto voc¨º¡°, explicou Bruno.Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. Cap铆tulo 326 Cap¨ªtulo 326 Olivia acabou se rendendo ¨¤ l¨®gica de Bruno. Por que n?o seria repreendida ao ir? Bruno parecia ter uma opini?o muito alta d. Mas, quanto ao trabalho d, n?o haviao recusar. pegou os documentos e caminhou at¨¦ a porta do escrit¨®rio do presidente, batendo. delicadamente antes de entrar. Depois de obter permiss?o, entrou. Daniel estava sentado na cadeira girat¨®ria do presidente, cercado por ternos pretos feitos ¨¤ m?o, misturando¨Cse ¨¤ cadeira do presidente, exndo grande intimida??o, e estava a cabe?a enterrada no contrato. Olivia engoliu em seco, nervosa, aproximou¨Cse silenciosamente e colocou os documentos sobre a mesa: ¡°Sr. Griera, aqui est?o os documentos que o Bruno me pediu para trazer¡­¡± ainda n?o tinha terminado de fr quando Daniel levantou a cabe?a, seus olhos profundos e escuros encontraram os d um brilho gdo e prante. Olivia sentiu um aperto no peito, apenas aquele olhar, j¨¢ se sentia aterrorizada. Daniel estendeu a m?o, pegou os documentos, deu uma olhada e, ao levantar os olhos para novamente, seu olhar tornou¨Cse ainda mais frio: ¡°A parceria do Festival Gastron¨®mico, este documento, voc¨º acha que eu deveria assinar ou n?o?¡± A voz baixa, magn¨¦tica e fria do homem soou, um tom aparentemente calmo, mas uma sensa??o extrema de opress?o. Olivia sentiu uma press?o imensa por dentro. Ent?o Bruno a enviou para entregar o contrato de parceria do Festival Gastron?mico! Seria aquele em que sua filha Iria estava participando? Por que Daniel estava perguntando a se deveria assinar ou n?o? era apenas uma simples secret¨¢ria, n?o tinha o direito de decidir sobre a coopera??o, certo? Olivia assentiu levemente e disse: ¡°Sr. Griera, voc¨º ¨¦ o presidente, sua decis?o ¨¦ a correta, eu sou apenas uma secret¨¢ria¡­¡± Olivia sabia bem que quem se destaca leva tiro. Al¨¦m disso, realmente n?o podia se dar ao luxo de expressar uma opini?o sem pensar. Daniel interrompeu uma f cortante e indiscut¨ªvel: ¡°Eu estou pedindo para voc¨º 15:12 escolher, assinar O ASSIM. Tce so precisa responder.¡± A voz de Daniel era da, fazendo Olivia tremer. Sua postura era dominante, incontestavel Sua linha de vis?o da e profunda estava firmemente fixada n. Como un burace descuido, seria sugada para dentro desse enorme um negro, ao imensor buraco Bero est sous en si s This belongs to N?velDrama.Org - ?. Quanto mais da obava mais aterrorizada se sentia. A respira??o de Olivia tornou¨Cse tensa, hesitante e seu cora??o acelerou. Daniel a observava amente, e era for?ada a encara lo,o se desviar o olhar significasse ser retalhada por aqueles olhos. Mas encara¨Clo so intensificava o terror. Olivia nervosa e indecisa, teve que fazer uma escolha: ¡°Assinar?¡± perguntou mais do que afirmou. Ja que Daniel podia ir pessoalmente ao shopping para inspecionar o local dapeti??o gastron¨®mica, isso significava que ele estava interessado no projeto? Olivia tamb¨¦m estava tentando adivinhar a mente de Daniel e fez uma tentativa de resposta. Assim que terminou a temperatura do olhar de Daniel caiu alguns graus, sua vis?o afiada e gelica como uma lamina de gelo a prendia. Isso fez o couro cabeludo de Olivia formigar. Sera que havia respondido errado? Enquanto estava ansiosa e prestes a mudar sua resposta, Daniel pegou a ca, abriu o documento e assinou seu nome no canto inferior, uma assinatura firme e fluida, cheia de desprendimento. Olivia viu que ele havia de fato assinado, seu cora??o n?o se acalmou, mas pulou mais r¨¢pido. Se continuasse a ficar, tinha medo de ter um ataque cardiaco. apressou¨Cse a dizer: ¡®Sr. Griera, o senhor deve estar ocupado, vou sair agora.¡± Com isso, virou¨Cse rapidamente e saiu do escritorio a passosrgos. Ao voltar para a secretaria, o cora??o de Olivia ainda batia descontrdamente. A aura de Daniel era muito assustadora. Cap铆tulo 327 Cap¨ªtulo 327 n?o conseguia entender por que Daniel estava pedindo sua opini?o, deixando¨Ca decidir se assinava ou n?o o contrato do concurso gastron?mico. Ser¨¢ que antes Viviana Pereira tamb¨¦m tomava decis?es por ele? Olivia pensou por bastante tempo, mas ainda assim n?o conseguia entender o que Daniel realmente queria. Esse Daniel era mesmo um sujeito estranho, de humor vol¨¢til e imprevis¨ªvel. Com o cora??o apreensivo, finalmente chegou ao fim do expediente. Daniel n?o a procurou mais. Isso a deixou bem mais aliviada. A ponto de sair do trabalho, deixou diretamente a s da secret¨¢ria, n?o maiso da primeira vez, ainda esperando Daniel sair antes de ir embora. Foi direto ao shopping, pegou o terno sob medida que havia eendado e pegou o ?nibus para casa. Sentada no ?nibus, examinou a pe?a de roupa, que estava ¨®tima, quase id¨ºntica ao terno que Sergio havia lhe emprestado uma vez. Aquilo era a verdadeira defini??o de ser habilidosa. Chegando ao bairro, Olivia avistou de longe duas crian?as brincando um filhote de cachorro, em uma verdadeira ¡°batalha canina¡°. O filhote estava a um metro de distancia, olhando para cima etindo vigor, mostrando sua ferocidade. As crian?as, duas meninas de quatro anos, estavam na frente. A de cabelos curtos, vestindo uma jardineira, era In¨ºs, que protegia atr¨¢s de si Iria, duas trancinhas e bochechas rechonchudas. As m?os pequenas de Iria agarraram a camisa de In¨ºs ps costas, batendo levemente os p¨¦s medo. As m?os pequenas e curtas de In¨ºs a protegeram atr¨¢s dele, e sua voz infantil, dizia: ¡°N?o tenha medo, irm?, eu vou proteger voc¨º.¡± E, isso, tamb¨¦mtiu para o filhote, uma voz aguda, tentando mostrar que era mais intimidadora. A cena era adoravelmente feroz. O filhotinho, assustado o tom agudo d, parou detir e correu para perto de sua m?e. que o confortoumbidas na cabe?a. 15:12 Capitulo 327 N?velDrama.Org (C) content. Ao presenciar essa cena, Olivia n?o p?de deixar de sorrir, aproximando¨Cse das crian?as. In¨ºs, que havia ¡°derrotado¡± o filhote, virou¨Cse ee?ou a consr Iria, dizendo: ¡°N?o tenhal medo, irm?, sua ca? est¨¢ aqui para proteger voc¨º.¡± ¡°Iria, In¨ºs, o que voc¨ºs est?o fazendo aqui embaixo sozinhas? Cad¨º a vov¨®?¡± Olivia se aproximou. Os dois pequeninos ouviram a voz familiar e imediatamente olharam em sua dire??o, estrs imediatamente se acenderam em seus olhos grandes, escuros ecrimejantes, bn?ando suas perninhas curtas e correndo animadamente em dire??o a . ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± Os dois pequeninos pram nos bra?os de Olivia, que se agachou, envolveu um dos pequeninos uma das m?os e deu um beijo em seus rostinhos macios e delicados. Era uma sensa??o de puro amor e felicidade. ¡°M?e, eu e a In¨ºs descemos para jogar o lixo fora, e a vov¨® est¨¢ fazendoida gostosa,¡± disse Iria, feliz. ¡°¨®timo, vamoser algo gostoso,¡± respondeu Olivia, segurando a m?o de cada uma e caminhando em dire??o a casa. Assim que entrou, foi recebida pelo aroma delicioso daida. Olivia, que n?o havia almo?ado, sentia uma fome que a deixava tonta. Quando sentiu o cheiro deida, sua saliva foi imediatamente liberada e sua boca ficou agua na boca. Rapidamente foivar as m?os, pegou os talheres ee?ou aer vorazmente. Teresa trouxe um prato rec¨¦m¨Cpreparado e, ao ver Olivia devorando aida, franziu a testa e disse: ¡°Olha s¨® para voc¨º, parece que n?oe h¨¢ s¨¦culos.¡± ¡°Eu pulei o almo?o, estou morrendo de fome,¡± Olivia respondeu a boca cheia. ¡°Coma, depois v¨¢ r¨¢pido ao hospital e ajude sua tia de segundo grau a pegar sua prima Vania Souza e lev¨¢ para casa, recebe alta hoje,¡± disse Teresa. ¡°Por que eu tenho que busc¨¢?¡± perguntou Olivia, confusa. ¡°A empresa n?o te deu um carro? Ent?o pega o carro para buscar , mostra para a tua tia e para a Vania que a nossa Olivia tamb¨¦m pode dirigir um carr?o, e vamos ver se s ainda v¨¤o ter cara para nos desprezar!¡± Teresa ainda lembrava da ¨²ltima vez que foram visitar o interior, quando Vania se gabou do seu carro de luxo na frente de todo mundo e menosprezou eles por -terem voltado de trem. Cap铆tulo 328 Cap¨ªtulo 328 Olivia mal conseguiu disfar?ar o tremor no canto da boca, Teresa, diria se soubesse que havia devolvido o carro ¨¤ empresa. *Deba pra l¨¢, eu conto pra daqui a alguns dias.¡± Ap¨®s o jantar, Olivia saiu de casa e foi em dire??o ao hospital onde Vania estava internada. foi at¨¦ o departamento de interna??o e seguiu sua mem¨®ria at¨¦ a onde Vania morava. do quarto de Vania, foi surpreendida p apari??o de um homem saindo de outro quarto. Ele estava uma faixa na cintura, outra enrda no p¨¦ e se apoiava em uma muleta. Olivia pensou que era apenas mais um paciente e n?o deu muita aten??o, tentando seguir seu caminho. O homem, por¨¦m, bloqueou seu caminho seu grande porte e falou uma voz carregada de dor: ¡°Olivia, ¨¦ voc¨º, n¨¦? Veio visitar o seu pai?¡± A pvra ¡°pai¡± atingiu Oliviao um golpe, revndo uma vulnerabilidade profunda. ergueu a cabe?a e, ao olhar mais aten??o, reconheceu que o homem n?o era outro sen?o Gabriell Olivia ficou alerta instantaneamente e disse em uma atitude fria e dura: ¡°N?o se identifique erroneamente, eu n?o tenho pai!¡± Sem esperar resposta, tentou passar por ele. Mas Gabriel deu um passo ¨¤ frente, segurando sua m?o: ¡°Olivia, a culpa ¨¦ toda minha. Se eu soubesse que sua m?e n?o tinha feito o aborto, que tinha escolhido te manter, eu teria feito meu papel de pai, cuidado de voc¨º, te protegido e amado. Sua m?e havia mentido, disse que tinha te perdido¡­¡± A voz de Gabriel soava culpada e remorso. Havia tamb¨¦m um brilho paternal transbordante em seus olhos enquanto ele fva Olivia. Ao ouvir suas pvras e olhar para sua express?o, o cora??o impr¨¢vel de Olivia, nesse instante, amoleceu sem aviso pr¨¦vio. Desde pequena, a ideia de ter um pai era algo distante para . se sentia extremamente solit¨¢ria vendo outras crian?as recebendo o amor e o carinho de seus pais. Especialmente depois que sua prima Sofia Torres morreu, e o pai d, devido ¨¤ dor, adoeceu gravemente e logo faleceu. Esse acontecimento fez que Oliviapreendesse profundamente o que era o amor de 15:12 J Capitulo 328 This belongs to N?velDrama.Org - ?. um pai- um amor t?o s¨®lidoo uma montanha e t?o profundoo o oceano. O amor de um pai por sua filha pode ser t?o profundo que ele sente falta da doen?a. tamb¨¦m tinha desejado ter um pai que a amasse. Quando era crian?a, isso parecia imposs¨ªvel. Agora adulta, apareceu esse homem alegando ser seu pai! Seu cora??o rejeitava isso e n?o conseguia resistir ¨¤ vulnerabilidade do desejo pelo amor de um pai em seu intimo. Olivia girou o pulso e retirou sua m?o da dele, dizendo: ¡°J¨¢ ¨¦ passado, voc¨º tem sua vida, e eu, a minha. De agora em diante, vamos agiro se n?o nos conhec¨ºssemos. E¡­¡± olhou para ele seriedade e continuou: ¡°N?o fa?a mais nada para machucar minha m?e. Se voc¨º ousar fazer algoo o que fez anteontem, for?ando minha m?e, eu garanto que voc¨º vai acabar na cadeia!¡± Gabriel a olhou firmeza, e respondeu um suspiro de pena: ¡°Olivia, voc¨º est¨¢ entendendo tudo errado. Quando soube que ainda n?o tinha casado, pensei que ainda estivesse apaixonada por mim, que me amava. Fiquei empolgado e n?o me contive, porque eu tamb¨¦m ainda amo sua m?e¡­¡± ¡°Eu n?o quero ouvir mais nada disso!¡± interrompeu Olivia, repulsa e raiva. Vendo que estava prestes a ficar raiva, Gabriel imediatamente parou suas pvras e disse: ¡°T¨¢ bom, t¨¢ bom. Se voc¨º n?o quer ouvir, eu paro.¡± ¦§ Depois disso, ele tirou um cart?o do bolso e o entregou a Olivia: ¡°Tem duzentos mil reais nesse cart?o, a senha ¨¦ a data de anivers¨¢rio da sua m?e. Pega, considerao umapensa??o pelos anos em que n?o estive presente.¡± Olivia olhou para o cart?o e o empurrou de volta: ¡°N?o me venha essa, eu n?o quero!¡± 2/2 Cap铆tulo 329 Cap¨ªtulo 329 queria ir embora, mas Gabriel insistiu em bloquear seu caminho, no calor do momento, ele disse: ¡°Pegue, pegue esse dinheiro, eu voc¨º e sua m?e de agora em dianteo se n?o nos conhec¨ºssemos, eu me sentirei melhor. Se voc¨º n?o aceitar, eu aceitareio se voc¨º ainda quisesse que eu formasse uma fam¨ªlia voc¨º¡­¡­. Essas pvras pesaram no olhar de Olivia, que parou em seus passos. Gabriel for?ou o cart?o em sua m?o e disse: ¡°Fica o cart?o, da pr¨®xima vez que eu te ver, vou fingir que n?o te conhe?o.¡± Dito isso, ele se virou e caminhou em dire??o ao quarto do hospital. Olivia apertou o cart?o, sentindo que era uma batata quente, jog¨¢¨Clo fora n?o era uma boa ideia, segur¨¢¨Clo tamb¨¦m n?o era uma boa ideia. Vendo Gabriel mancando em dire??o ao quarto, seu corpo ligeiramente curvado, uma onda de tristeza atingiu seu cora??o. Lembrando¨Cse dos vinte e sete anos sem o amor paterno, uma sensa??o ¨¢cida tomou conta de seu nariz. apertou o cart?o for?a antes de finalmente coloc¨¢¨Clo no bolso. Olivia levou Vania e sua m?e e chegou ao hospital no andar de baixo, bem na hora da entrega. colocou toda a bagagem de Vania no porta¨Cms e disse a Vania: ¡°Ouvi dizer que voc¨º est¨¢ voltando para Aldeia Souza, ent?o n?o vou te panhar.¡± N?velDrama.Org (C) content. Vanian?ou um olhar de desprezo para o carro do aplicativo, um sorriso ir?nico, disse a Olivia: ¡°n?o foi voc¨º quem disse que a empresa te deu um BMW? tia Rocha estava s¨® se gabando, n¨¦? Se n?o tem, n?o tem, n?o precisa tentar parecer mais do que ¨¦, ningu¨¦m vai rir de voc¨ºs por serem pobres.¡± As pvras de Vania eram cortantes e carregadas de veneno. Ouvindo a raiva de Olivia, veio busc¨¢ no hospital, e ainda chamou o carro, o que j¨¢ era mais do que suficiente, e mesmo assim Vania n?o s¨® n?o era grata,o ainda zombava d. Ao lidar esse tipo de pessoa, voc¨º n?o deve fazer uma boa cara. Olivia riu friamente e disse: ¡°Mesmo que eu tivesse um BMW, seria para pessoas que realmente merecem. Quanto a algumas pessoas, a bunda t?o suja quanto a sua boca, prefiro n?o sujar meu carro.¡± ¡°Voc¨º¡­¡± Vania ficou sem pvras. Olivia continuou: ¡°Voc¨º n?o vive se gabando deo seu namorado te trata bem e te ama? Ent?o por que ele n?o veio cuidar de voc¨º enquanto voc¨º estava no hospital, e nem ao menos velo te buscar quando teve alta? N?o ¨¦ verdade que seu sonho de ser um magnata est¨¢ 15:12 Capitulo 329 prestes a ir por ¨¢gua abaixo?¡± As pvras de Olivia tocaram o ponto mais suave e doloroso do cora??o de Vania. estava tentando se aproximar de Henrique, mas aquele homem mama¡¯s boy era in¨²til e arrogante. Vendo que seu rosto estava machucado e n?o mais bonito, que tinha quebrado bra?os e pernas, ele achou que seria um fardo no futuro. Elee?ou a ignor¨¢. Felizmente, tinha usado um truque para fazer Henrique pagar 50 milh?es de indeniza??o por e devolv¨º¨Clo a Daniel, caso contr¨¢rio, n?o saberia o que fazer agora. Porque, desde aqu ¨¦poca, Henrique havia desaparecidoo se tivesse evaporado, n?o aparecendo mais e nem atendendo liga??es. estava inquieta epletamente perdida. E ent?o Olivia lhe disse que seu sonho de estar em uma mans?o seria destruido. ficou imediatamente furiosa e levantou a m?o para bater no rosto de Olivia. O vento da m?o erguida assobiava no ar, golpeando o rosto de Oliviao uma faca. Os olhos de Olivia se arregram, prontos para bloquear o golpe. ¡°Vania, o que voc¨º est¨¢ fazendo!¡± Uma voz masculina severa e autorit¨¢ria soou. Vania hesitou por um momento. Nesse instante, uma figura r¨¢pidao um relampago apareceu, agarrando o pulso de Vania e a empurrando para frente for?a. Vania cambaleou para tr¨¢s e, as pernas j¨¢ machucadas, caiu no ch?o. Cap铆tulo 330 Cap¨ªtulo 330 Olivia olhou em volta e viu um homem uma face suave e atraente, cabelo castanho ro cortado curto, vestindo um terno cinza prateado, exndo uma aura juvenilo a luz do sol. Era o Sergio! Depois de afastar Vania raiva, ele foi at¨¦ odo de Olivia, as sobrancelhas se tornando suaves enquanto perguntava preocupa??o: ¡°Voc¨º est¨¢ bem?¡± Olivia bn?ou a cabe?a em nega??o. A m?e de Vania, apressada, a ajudou a se levantar e, ao virar¨Cse, preparada para repreender o homem que a empurrou, deparou¨Cse algu¨¦m cuja presen?a era imponente, exndo o ar de um jovem aristocrata. A m?e de Vania n?o se atreveu a ficar raiva dele e descarregou toda a sua raiva em Olivia, mimando¨Ca e gritando: ¡°Olivia, voc¨º ¨¦ t?o mal¨Ceducada! Como pode tratar algu¨¦m ferido desse jeito? Tipico de quem cresceu sem pai!¡± Essas pvras n?o eram apenas uma simples humilha??o, eram um abuso grante. Sergio franziu a testa e estava prestes a fr. Olivia estava em chamas e agarrou a lideran?a, dizendo raiva para a m?e de Vania: ¡° estava prestes a me bater agora mesmo, voc¨º n?o viu, n¨¦! Acho que a Vania ¨¦ assim, arrogante e irracional, porque foi voc¨º quem a ensinou!¡± ¡°Como voc¨º f assim seus mais velhos? Eu sou sua tia, e voc¨º se atreve a frigo dessa maneira?¡± A m?e de Vania estava vermelha de raiva e, se n?o estivesse segurando Vania para evitar que caisse de novo, certeza teria avan?ado em Olivia para dar¨Clhe o tapa que Vania n?o conseguiu. Olivia realmente viu seus pr¨®prios olhos o quanto m?e e filha eram capazes de intimidar os outros sem permitir qualquer resist¨ºncia. Enfurecida e sentindo Uma irrita??o ardente encheu o cora??o de Olivia, argumentar o estranho n?o era um desperd¨ªcio de pvras. , ofegante de raiva, disse: ¡°Voc¨º mesma sabe que ¨¦ mais velha, mas f pior que uma crian?a de tr¨ºs anos.¡± ¡°Voc¨º¡­¡± A m?e de Vania estava pronta para brigar, cheia de f¨²ria. Mas Vania a segurou a tempo. A mulher que antes estava t?o altiva agora parecia ter mudado.o se de repente entendesse a situa??o e se tornassepreensiva. ¡°M?e, n?o se exalte, eu s¨® cai levemente, n?o me machuquei.¡± Depois de dizer isso, olhou para Sergio, que estava aodo de Olivia. Seu rosto, que estaval inchado e roxo, agora que o incha?o havia diminuido, parecia fl¨¢cido, mais rugas nas 1/2 15:13 Capitulo 330 bochechas. Ainda assim, se achava jovem e bonita, exibindo um sorriso sedutor para Sergio, voz Suave dizendo: ¡°Sergio, sei que voc¨º n?o me empurrou de prop¨®sito, n?o tem problema, eu n?o te culpo.¡± Sergio s¨® sentiu uma onda de n¨¢usea quando viu o sorriso falso e gorduroso d, franziu as sobrancelhas e disse seriamente: ¡°Voc¨º estava prestes a bater na Olivia, pe?a desculpas a !¡± ¡°Voc¨º n?o ouviu as coisas horriveis que Olivia disse sobre nossa Vania, por que deveria se desculpar?¡± A m?e de Vania protestou, cheia de arrogancia. Olivia disse: ¡°Eu vim de bom cora??o para busc¨¢ no hospital chamei o t¨¢xi para voltar para casa, voc¨º acha que eu fiz tudo isso s¨® para insulta?¡± ¡°Voc¨º¡­¡± A m?e de Vania estava ¨¤ beira de um ataque de raiva. Vania a interrompeu: ¡°M?e, n?o diga mais nada.¡± Virando¨Cse para Olivia, disse: ¡°Fui um pouco impulsiva minhas pvras agora ha pouco, me desculpe, eu estava errada.¡± Aodo de Henrique, tinha visto todo era ser flexivel para atingir seus objeto de situa??o e sabia muito bem qu?o importante Pedir desculpas n?o era o mesmo que perder um peda?o de carne. Contanto que pudesse ganhar a simpatia de Sergio e apagar a impress?o ruim que ele tinha visto, at¨¦ se ajoelharia. Vania se desculpou t?o facilmente e pareceu ter uma atitude muito sincera e humilde. Isso pegou Olivia de surpresa. Se n?o a perdoasse, pareceria mesquinha.N?velDrama.Org (C) content. Mas quando pensou no que Vania acabara de dizer e em sua m?o levantada, n?o haviao perdo¨¢¨C la, n?o importava o que acontecesse. Capitulo 331 Cap铆tulo 331 Cap¨ªtulo 331 n?ou um olhar atravessado para Vania e para a m?e d, dizendo: ¡°Deixa pra l¨¢, tamb¨¦m n?o quero mais perder tempo. Entrem logo no carro e voltem.¡± A m?e de Vania murmurava para si mesma enquanto se virava para ajudar Vania a entrar no carro. Mas Vania falou: ¡°M?e, vai na frente. Eu e o Sergio nos conhecemos bem, temos uma certa amizade. Quero jantar ele e a Olivia.¡± Sergio imediatamente mostrou desgosto e disse: ¡°Melhor voc¨º ir embora. Eu n?o quero jantar voc¨º.¡± Vania n?o olhou para tr¨¢s, mas fez um sinal os olhos para a m?e. A m?e de Vania entendeu na hora o que queria dizer e falou: ¡°Filha, j¨¢ que ¨¦ teu amigo, aproveita o encontro. Eu vou indo.¡± Depois de dizer isso, pediu apressadamente ao motorista que dirigisse. Enquanto o carro se afastava, Vania se apoiou em suas muletas, virou¨Cse para tr¨¢s, encarou S¨¦rgio e Olivia um sorriso e disse: ¡°Quem diria, depois de cinco anos, estamos os tr¨ºs juntos de novo. Que saudade daqu noite de cinco anos atr¨¢s¡­¡± Sergio se rmou en?ou um olhar de advert¨ºncia para Vania, fazendo sinal para parar de fr, depois olhou ansioso para Olivia. O rosto d ficou sombrio e tenso. As pvras de Vania deixaram Olivia enjoada,o se tivesseido a perna de uma mosca. Aqu noite de cinco anos atr¨¢s havia sido um pesadelo em sua vida, uma trai??o e sua honra destruida. Tudo isso tinha sido obra de Vania, que ainda dizia sentir falta daqu noite! Quando pensou no tipo de rcionamento que Vania e Sergio tinham, se arrepiou por todo o corpo: ¡°Voc¨ºs que fiquem al suas lembran?as, eu passo!¡± Dito isso, se virou para ir embora. ¡°Olivia¡­¡± Sergio correu atr¨¢s d. Vania, apoiada em sua beng, seguiu¨Cos: ¡°Esperem, voc¨ºs entenderam errado¡­¡± Olivia n?o tinha paci¨ºncia para mais discuss?es, s¨® queria voltar para apanhia de seus quatro pequenos tesouros. Ficar eles seria uma perda de tempo, al¨¦m de aumentar seu cora??o. Sabendo que Sergio estava atr¨¢s d, Olivia acelerou o passo e elevou a voz: ¡°Sua roupa j¨¢ 1/2 15:13 All content is property ? N?velDrama.Org. Capitulo 331 est¨¢ seca, eu levo para voc¨º mais tarde. Para de me seguir!¡± Nesse momento, um t¨¢xi se aproximou e fez sinal. O carro parou e entrou. Sergio correu atr¨¢s, tentando entrar tamb¨¦m, mas Olivia foi mais r¨¢pida e fechou a porta. O nariz de Sergio quase foi atingido. ¡°Olivia, desce um minuto, deixa eu te explicar¡­¡± Sergio estava aflito, batendo na porta do carro. Ele n?o queria que Olivia continuasse a ideia errada dele e Vania. ¡°N?o precisa dizer nada, n?o ¨¦ necess¨¢rio.¡± Olivia jogou a frase para tr¨¢s e pediu para o motorista partir. O carro se afastou e Sergio correu alguns passos, mas s¨® p?de assistir ¨¤ distancia. Ent?o Vania se aproximou, apoiada em sua beng, a mesma express?o suave de antes: ¡°Sergio, cinco anos se passaram, voc¨º est¨¢ ainda mais charmoso¡­¡± Sergio se virou e a encarou raiva e repulsa: ¡°Fica longe de mim!¡± Ele caminhou rapidamente em dire??o ao seu carro, sem dar a m¨ªnima para Vania. ¡°Sergio, voc¨º sabe o que aconteceu a Olivia nesses cinco anos? Depois que voc¨º foi embora, esteve algum homem? Eu sei de tudo. Se voc¨º quiser saber, eu posso te contar!¡± Vanian?ou a isca para as costas de Sergio. Cap铆tulo 332 Cap¨ªtulo 332 S¨¦rgio parou em seus passos. Ele se lembrou de quando Olivia disse que tinha um namorado. Mas quando ele perguntou quem era o homem, se recusou a dizer. Nos ¨²ltimos dias, ele tamb¨¦m n?o havia percebido Olivia andando de perto ningu¨¦m. Ele pensou que talvez Olivia estivesse mentindo sobre ter um namorado, s¨® para fazer que ele parasse de persegui. Se nunca teve um namorado em todos esses anos, isso significaria que ainda o amava? S¨¦rgio s¨® queria saber se ele ainda ocupava algum espa?o no cora??o de Olivia! Quando V¨¢nia viu S¨¦rgio parar, se aproximou, apoiada em sua muleta. This belongs ? N?velDra/ma.Org. S¨¦rgio a olhava frieza e desprezo: ¡°F logo!¡± Mas Vania sorria radiante e disse: ¡°Me convida para jantar que eu te conto calma.¡± ¡°Que joguinho ¨¦ esse agora?¡± S¨¦rgio rosnou entre dentes. *S¨® estou fome, querendoer algo. Estou tanta fome que n?o tenho energia e minha mem¨®ria n?o ¨¦ muito boa, ent?o n?o seria bom se eu esquecesse algo importante e n?o lhe contasse, para que voc¨º n?o conseguisse saber as noticias mais verdadeiras de Olivia, seria ruim, n?o ¨¦?¡± Vania disse sorrindo e piscando para S¨¦rgio. achava que estava seduzindo S¨¦rgio, mas na verdade, ele estava t?o enojado que precisava de toda a sua for?a de vontade para n?o levantar a m?o e lhe dar um soco. S¨¦rgio apertou os dentes, lutando consigo mesmo. No fim, a curiosidade intensa sobre o estado amoroso de Olivia e se ainda pensava nele venceu sua avers?o por V?nia. ¡°Onde vamoser?¡± ele perguntou, relutante. ¡°Ouvi dizer que o Hotel Los Angeles tem um ¨®timo prato, vamoser l¨¢.: sugeriu Vania. ¡°Mas aquilo n?o ¨¦ um hotel?¡± S¨¦rgio perguntou um olhar sombrio e uma carranca. ¡°¨¦ um restaurante, principalmente. Eles t¨ºm quartos para quem vem de fora descansar ap¨®s a refei??o. S¨® vamos jantar, do que voc¨º tem medo?¡± Vania retrucou. S¨¦rgio a levou at¨¦ l¨¢. De qualquer forma, ele n?o beberia naqu noite, e que homem grandeo ele deveria se preocupar o que Vania poderia fazer? Chegando ao restaurante, Vania chamou o gar?om e pediu um monte de pratos. 1/2 15:13 Capitulo 332 S¨¦rgio um semnte frio, disse: ¡°Agora voc¨º pode fr!¡± O motivo pelo qual S¨¦rgio acreditou nas informa??es que Vania forneceu sobre Olivia. Foi porque, o que Vania enviou a ele antes via Whatsapp, fornecendo o endere?o de Olivia, estava correto. Ent?o ele acreditava que Vania conhecia Olivia muito bem ao longo dos anos. ¡°N?o se apresse, vamoser primeiro, encher a barriga para depois conversarmos,¡± Vania disse com um sorriso sedutor. S¨¦rgio continuou a conter o desgosto que sentia por , reprimindo desesperadamente a vontade de se levantar e ir embora. Depois de um tempo, aida chegou, e Vania pegou um garfo e serviu S¨¦rgio um peda?o de moqueca, colocando no prato dele: ¡°Prove, aqui ¨¦ realmente muito bom.¡± S¨¦rgio, repugnancia, pegou o prato e o jogou na lixeira. Vania pareceu frustrada, o sorriso desaparecendo de seu rosto, parecendo um pouco magoada, disse: ¡°S¨¦rgio, o que significa isso? voc¨º est¨¢ me desprezando? E se Olivia estiver outro homem, voc¨º vai desprez¨¢ tamb¨¦m?¡± S¨¦rgio, os dentes cerrados,n?ou¨Clhe um olhar furioso: ¡°N?o importa o que fa?a, ¨¦ mais limpa do que voc¨º!¡± Essa mulher, Vania, tinha um cora??o muito cruel e sujo! H¨¢ cinco anos, se n?o fosse pelos c¨¢lculos d, ele e Olivia j¨¢ teriam se casado e tido v¨¢rios filhos! Ele n?o estaria sofrendo de amor por Olivia, nem teria que se rebaixar a jantar uma mulher repulsivao ! Ouvindo suas pvras, Vania baixou os olhos, e mesmo a pele grossa, as pvras a atingiram. eu Em sil¨ºncio, sem dizer mais nada. E Sergio nem sequer pegou os pauzinhos desde o in¨ªcio, esperando muito impaciente, pegou a chaleira de ¨¢gua quente que estava por perto, serviu¨Cse de uma x¨ªcara de ¨¢gua quente, bebendo um gole para acalmar a garganta que queimava de raiva. Ele tomou um gole e colocou o copo de volta na mesa, um olhar carrancudo fixo em outro lugar, esperando que Vania terminasse deer para contar¨Clhe sobre Olivia. 2/2 Cap铆tulo 333 Cap¨ªtulo 333 This belongs ? N?velDra/ma.Org. Aos poucos, elee?ou a se sentir tonto, aqueles pontos brilhantes diante dos olhos, prenunciando um desmaio. Ele bn?ou a cabe?a, tentando se levantar para ir embora. Quando estava p metade, sentiu um formigamento no topo da cabe?a, uma escurid?o tomou conta de sua vis?o e ele desfaleceu, desabando sobre a mesa. Vaniargou rapidamente sua tig e se aproximou dele, sacudindo seus ombros e chamando: ¡°S¨¦rgio, o que aconteceu? T¨¢ tudo bem?¡± Sergio n?o respondeu, estava dormindo profundamente. Vania imediatamente se levantou coragem e chamou o gar?om que estava na entrada um grito: ¡°Garoto, vem c¨¢ depressa!¡± O gar?om, um rapaz?o cabelo descolorido nos vintes e poucos anos, tinha toda a pinta de mndro. Ele se aproximou rapidamente e ajudou S¨¦rgio a se levantar. Vania perguntou: ¡°Voc¨º j¨¢ preparou o quarto no hotel para mim?¡± O gar?om respondeu: ¡°J¨¢ est¨¢ tudo pronto.¡± ¡°Certo, ajude¨Cme a lev¨¢¨Clo para o quarto. Se algu¨¦m perguntar, diga que ele bebeu demais e um h¨®spede pediu para voc¨º ajudar a lev¨¢¨Clo de volta.¡± Vania j¨¢ tinha nejado tudo para o gar?om. ¡°Beleza, Vania. E quanto ao pagamento pelo ch¨¢ de ervas que voc¨º pediu¡­¡± O gar?om, carregando S¨¦rgio no ombro, perguntou a . ¡°N?o se preocupe, eu ligarei para voc¨º mais tarde, n?o apenas o dinheiro para o rem¨¦dio, mas tamb¨¦m por sua ajuda. Cinquenta mil, direto no seu conta.¡± Vania garantia convic??o. tinha escolhido especificamente o Hotel Los Angeles por duas raz?es: era conveniente para levar S¨¦rgio ao seu quarto. E, al¨¦m disso, praticamente mandava l¨¢, conhecia v¨¢rios funcion¨¢rios para fazer coisas parecidas. Podia¨Cse dizer para l¨¢, nada dava errado. que sempre que els levava ale O gar?om odou S¨¦rgio na cama e saiu do quarto. Vania chegou logo ap¨®s. Olhando para o homem deitado na cama, uma figura esguia, um par de pernas longas, extremamente atraente, um temperamento caloroso e elegante, bonito e nobre. n?o se conteve e estendeu a m?o, acariciando o rosto jovem e bonito de S¨¦rgio avidez. 1/2 Capitulo 339 Seus Olhos brilhavam paix?o e desejo. Aquele homem, afinal, j¨¢ tinha sido d. Ele era muito mais bonito que Henrique, tanto de corpo quanto de rosto, mil vezes melhor. porque por que haveria de se agarrar a Henrique se pudesse escolher S¨¦rgio? ¨¦ uma pena que suas pernas n?o estejam funcionando bem, seu corpo ainda esteja muito machucado e, por um capricho do destino, estava naqueles dias. Se for?asse, o corpo d n?o aguentaria. Desejar S¨¦rgio, querer seu corpo era uma coisa; proteger¨Cse e evitar danos irrevers¨ªveis era outra. Al¨¦m do mais, n?o tinha desmaiado S¨¦rgio para t¨º¨Clo. Havia uma tarefa mais importante a ser realizada. Cap铆tulo 334 Cap¨ªtulo 334 Eu estava no Hotel Los Angeles, no quarto 2032, e voc¨º trouxe minhas roupas. Vania, depois de editar o conte¨²do, deu uma ¨²ltima olhada e, sem encontrar nenhum erro, enviou a mensagem. Mais cedo, ouviu Olivia pedir a S¨¦rgio que lhe enviasse o endere?o mais tarde, pois levaria seu casaco at¨¦ ele. Ao ouvir isso, Vania j¨¢e?ou a tramar seus nos. gostava de S¨¦rgio e queria t¨º¨Clo s¨® para si. Mas n?o est¨¢ em condi??es de ter um rcionamento ele, pois ainda quer sua sa¨²de. J¨¢ que n?o podia se casar um homem rico, Olivia se casar nenhum homem da familia Griera! Como Olivia podia ser t?o sortuda, perdendo um S¨¦rgio e encontrando um Daniel? Daniel era ainda mais charmoso que S¨¦rgio, mais capaz e uma posi??o mais poderosa. Se Olivia se casasse Daniel, se tornaria a Rainha do poder na Capital! teria poder supremo, status e riqueza! E pisaria em Vania sem piedade! Vania n?o se conformava, estava inveja e raiva. passou metade de sua vida tentando agradar a um bandido, Henrique. Olivia, por outrodo, deu ¨¤ luz facilmente os quatro filhos de Daniel. Agora, ainda era a queridinha de Daniel, permanecendo ao seudoo secret¨¢ria pessoal. N?o s¨® isso, mas Daniel a defendeu d e de Viviana! Por que Olivia merecia ser t?o protegida por Daniel? merece ser pobre pelo resto de sua vida, viver uma vida pior que a morte! Vania n?o permitiria que Olivia tivesse uma vida melhor que a d! Se n?o podia ter S¨¦rgio ou Daniel, Olivia tamb¨¦m n?o teria! Olivia chega em casa, j¨¢ est¨¢ escuro e acabou de ajudar as crian?as Teresa a tomar banho e coloc¨¢s na cama, segura um livro de hist¨®rias e est¨¢ lendo uma hist¨®ria para eles dormirem. 1/2 15-11 Capitulo 334 Seu celr tocou aodo, e ao verificar, era uma mensagem de S¨¦rgio. Era sobre devolver suas roupas. pudesse levar havia dito a S¨¦rgio antes para lhe enviar o endereco mais tarde, para que pi suas roupas at¨¦ ele, para evitar que S¨¦rgio aparecesse novamente em sua casa. Ele j¨¢ havia tentado subir duas vezes e o havia impedido. temia que, se deixasse S¨¦rgio vir buscar por conta pr¨®pria, ele apareceria sem avisar e entraria, descobrindo as quatro crian?as. S¨® de pensar nisso, ficava nervosa. Para evitar que as crian?as fossem expostas, Olivia disse que mesma entregaria as roupas a S¨¦rgio. n?o esperava que ele enviasse o endere?o t?o rapidamente. This belongs ? N?velDra/ma.Org. T?o ansioso por seu casaco, ele s¨® tinha duas mudas de casaco? Olivia respondeu: ¡°Entendido, chegarei em cerca de uma hora.¡± Em seguida, colocou o celr dedo e continuou a contar a hist¨®ria para as crian?as. Cerca de meia hora depois, as crian?as adormeceram, respirando de maneira uniforme e doce. Olhando para os pequenos adormecidos, o amor de Olivia transbordava. Come?ando por In¨ºs, beijou as bochechas dos pequenos, indo at¨¦ Heitor. Erao beijar A superficie de um sorvete, macio e el¨¢stico, um doce cheirinho de leite. Olivia realmente queria se aconchegar em seu corpinho macio e dormir em paz e docemente. Mas ainda tinha que fazer uma viagem para levar as roupas de S¨¦rgio. Olivia relutantemente saiu da cama, pegou sua bolsa, disse a Teresa que j¨¢ estava indo para l¨¢ e se preparou para sair. Teresa, observando sua pressa, disse: ¡°Voc¨º deixou seu celr na mesa, leve¨Co voc¨º para podermos nosunicar.¡± Ap¨®s alguns incidentes Olivia n?o voltando para casa ¨¤ noite, Teresa estava preocupada que algo inesperado pudesse acontecer novamente. Caso n?o retornasse, Teresa poderia ligar e verificar sua situa??o. Olivia voltou correndo, pegou o celr e, sorrindo, disse para Teresa: ¡°Kkk, esqueci, obrigada, querida m?e.¡± Cap铆tulo 335 Cap¨ªtulo 335 Teresan?ou um olhar reprovador para e disse: ¡°Essa sua mania de esquecer as coisas, n?o sei de quem voc¨º puxou.¡± Olivia saiu porta afora e pegou um t¨¢xi rumo ao Hotel Los Angeles. Nesse momento, no quarto 2032, Vania tirou o palet¨® de S¨¦rgio, at¨¦ mesmo a camisa, e seus dedos acariciaram carinhosamente os oito abdominais firmes, bem musculosos e cheios de virilidade. acariciava, sentindo O cora??o acelerar e a garganta secar. o queria tanto. Que droga que a menstrua??o n?o vem mais cedo ou mais tarde, mas nesta ¨¦poca do ano! Se a menstrua??o n?o viesse, mesmo que tivesse les?es, as teria superado e teria tido uma ¨®tima sess?o de sexo Sergio. Mas agora, s¨® lhe restava empurr¨¢¨Clo para os bra?os de Olivia¡­ Vania estava frustrada, irritada e cheia de rancor por Olivia! Sob a tormenta de emo??es conflitantes, o ¨®dio prevaleceu sobre a cobi?a. tinha que destruir Olivia! Relutantemente, Vania recolheu a m?o e em seguida, tirou as cal?as de Sergio. Olhou o rel¨®gio; faltava meia hora para a chegada de Olivia, conformebinado. Usou o celr de Sergio para mandar uma mensagem para Daniel. ¡°Tio, marquei minha ex, Olivia, no quarto 2032 do Hotel Los Angeles. Hoje ¨¤ noite vou reconquist¨¢.¡± Vania sabia, Desde que descobriu Viviana, que Daniel tinha tido um caso Olivia no dep¨®sito, e desde ent?o tinha pesquisado sobre Daniel, sabendo que Sergio era seu sobrinho. Ao longo dos anos, Vania mandava mensagens para Sergio, por umdo porque se sentia muito atra¨ªda pelo rosto dele e gostava dele. Por outrodo, era por causa de seu statuso pr¨ªncipe herdeiro de uma fam¨ªlia Griera. Ele ¨¦ o povo da familia Griera, mesmo que n?o seja da familia, ainda ¨¦ rico e tem mais poder do que as pessoasuns. Se n?o conseguisse se aproximar de Daniel, miraria em Sergio, sem desistir da minima chance. Mesmo que Sergio nunca respondesse suas mensagens, nunca se cansava de tentar. Hoje, p primeira vez, teve o celr dele em m?os, e n?oo sua namorada, mas para 15:13 Capitulo 335 arruinar Olivia! Mas mesmo assim, estava feliz. Desde que Olivia caisse no inferno. N?o importava se n?o pudesse ter Sergio. Grupo Griera, ¨²ltimo andar, escrit¨®rio do presidente. Daniel ainda n?o tinha sa¨ªdo, seu corpo imponente e austero afundado na cadeira girat¨®ria preta, como um rei em seu trono, emanava autoridade. Bruno entrou, colocou um monte de fotos na mesa e reportou respeitosamente: ¡°Sr. Griera, aqui est?o as fotos de todas as atividades de Olivia hoje.¡± Daniel se ergueu, pegou as fotos ee?ou a olh¨¢s uma por uma. Ao meio¨Cdia, foi ao shopping e acabou fazendo uma roupa numa loja! Era um palet¨® masculino! ¨¤ tarde, foi ao hospital. Gabriel segurou a m?o d, o olhar culpado transbordava de amor paterno. Ele ent?o d¨¢ um cart?o para Olivia! Olivia o aceita! Ao ver essas fotos, o belo rosto de Daniel est¨¢ frio demais para fr, e seu corpo est¨¢ gdo,o se o inverno tivesse chegado. Ele continuou a folhear a pr¨®xima foto. Olivia e S¨¦rgio est?o juntos. Olivia, furiosa, confrontava Vania, enquanto Sergio estava aodo, olhando para ternura e amor, o p?r do sol iluminando seu rosto e desenhando uma silhueta de afeto sem fim. Essa foto erao um espinho cravado no cora??o de Daniel. This belongs ? N?velDra/ma.Org. Uma raiva ardente. Nesse momento, o celr ao seudo iluminou¨Cse uma nova mensagem. Ele deu uma olhada de rnce e viu o nome do remetente: Sergio! 2/2 Cap铆tulo 336 Cap¨ªtulo 336 Os dedos longos de Daniel tocaram a t do celr, iluminando¨Ca. a mensagem exibida o envolveu em um frio cortante,o se fosse uma nevasca no auge do inverno. Bruno ficou em p¨¦ em frente ¨¤ escrivaninha, encolheu¨Cse, o medo o silencioupletamente. Daniel tirou a foto for?a na mesa. O papel fotogr¨¢fico ¡°estalou¡± na mesa, um som n¨ªtido, revndo a raiva na for?a de Daniel. Ele se levantou, suas pernas esguias e fortes o levaram para fora do escrit¨®rio uma aura gda. Bruno apressou¨Cse em segui¨Clo. This belongs ? N?velDra/ma.Org. Olivia pegou um t¨¢xi at¨¦ o Hotel Los Angeles. O Hotel Los Angeles era um edif¨ªcio imponente, umabina??o de restaurante moderno e hospedagem. Era noite, e ao redor do pr¨¦dio as luzes de neon piscavam, algumas at¨¦ mudavam de cor, criando um efeito de rgem, um espet¨¢culo de luzes e cores. As pvras Hotel Los Angeles tamb¨¦m estavam iluminadas em dourado e vermelho na entrada do arranha¨Cc¨¦u. Olivia ergueu o olhar para o alto edif¨ªcio, pensando consigo mesma, Ser¨¢ que Sergio n?o tem casa na Capital? Por que diabos ele teria que ficar em um hotel? Mas se ele tinha ou n?o uma casa, isso n?o era da sua conta. s¨® precisava devolver a roupa para ele e, depois disso, n?o teria mais nada a ver o homem. entrou no hotel e encontrou o elevador, pressionou o bot?o do 20o andar. O que n?o sabia era que desde o momento em que apareceu no hotel, j¨¢ estava sendo observada. Chegando ao 20o andar, Olivia localizou precis?o o quarto 2032, ergueu a m?o para tocar a campainha, mas percebeu que a porta estava apenas encostada, n?o fechada. Por educa??o, ainda assim apertou a campainha. A campainha tocou v¨¢rias vezes, mas ningu¨¦m veio abrir a porta. Timidamente, Olivia empurrou a porta cuidado e gritou: ¡°Tem algu¨¦m ai?¡± ¡± 11 Ningu¨¦m respondeu. 1/2 15.15 Capitulo 336 Aquilo era estranho. Olivia conferiu seu celr novamente, e estava no quarto certo, n?o havia erro. Empurrou a porta e entrou. De repente, todo o espa?o ficou escuro e todas as luzes se apagaram. Olivia ficou chocada e estava prestes a se virar e sair quando a parte de tr¨¢s de seu pesco?o foi cortada por uma palma. Estrs brilharam diante De seus olhos e, lutando para se manter consciente, cambaleou para frente, tentando se virar para ver quem a atacara. Male?ou a virar¨Cse e sua vis?o escureceu, caindo inerte no ch?o. Assim que Olivia desmaiou, as luzes do quarto foram acesas, iluminando todo o espa?o. um sujeito loiro se aproximou, arrastou Olivia para a cama e a jogou l¨¢, aodo de Sergio. Ele estava prestes a desabotoar a camisa de Olivia quando seu telefone tocou, era Vania ligando. Ele atendeu apressadamente e, do outrodo da linha, a voz ansiosa de Vania disse: ¡°A pessoa chegou, sai r¨¢pido da¨ª!¡± O sujeito, em panico, nem se deu ao trabalho de despir Olivia, virou¨Cse para sair. Ao chegar ¨¤ porta, viu uma bolsa ca¨ªda no ch?o, pegou¨Ca e colocou¨Ca no criado¨Cmudo. Depois, saiu ¨¤s pressas do quarto, deixando a porta entreaberta. Olivia, que estava ema, estava lutando sua consci¨ºncia, e sua mente estava flutuando as figuras dos quatro filhos, ador¨¢veis, fr¨¢geis epletamente dependentes d. Essa imagem atingiu seu cora??o, inmando seu desejo de sobreviver. n?o podia morrer, e muito menos perder a consci¨ºncia. Se algo lhe acontecesse, o que seria de seus filhos? Com uma luta feroz, seu forte desejo de acordar superou a dorm¨ºncia de seu corpo. De repente, abriu os olhos. Cap铆tulo 337 Cap¨ªtulo 337 Assim que abriu os olhos, a dor e a dorm¨ºncia voltaram ¨¤ sua consci¨ºncia, e a parte de tr¨¢s do pesco?o parecia estar quebrada. N?velDrama.Org (C) content. franziu a testa de dor e se sentou a m?o apoiada na cama. Ainda n?o tinha conseguido enxergar direito o que estava ao seu redor, quando de repente ouviu um homem resmungando ao seudo. A voz era grave e rica, dava para saber que era de um homem maduro. sentiu o cora??o apertar e, um sobressalto, virou¨Cse na dire??o da voz, encontrando um rosto bonito e sereno, os olhos fechados e uma express?o de dor marcando o semnte. Era o Sergio! A colcha cobria apenas at¨¦ o peito, revndo seus ombros nus e robustos. Embora estivesse apenas um pouco exposto, Olivia ainda podia perceber que ele n?o estava usando camiseta! E mais, estava deitada aodo dele! Essa posi??o era, de qualquer maneira, muito intima. Como ele podia estar aodo d! N?o, por que estava na cama do Sergio! O cora??o de Olivia palpitava caoticamente, a nuca ainda doendo e o corpo amolecendo devido ¨¤ press?o nos nervos. se esfor?ava para manter¨Cse firme, preparando¨Cse para sair da cama. Foi quando Sergio abriu os olhos e viu a mulher ao seudo, perguntou voz alerta: ¡°Quem ¨¦ voc¨º?¡± Ele sentou¨Cse quase instantaneamente, uma voz s¨¦ria e fria, Olivia virou¨Cse para ele e, os olhos tensos, trocou um olhar, apressando¨Cse a explicar: ¡°Eu Vim devolver sua roupa, fui nocauteada assim que entrei, tamb¨¦m n?o sei por que estou na sua cama¡­¡± Enquanto explicava, se apressou em sair da cama, mas sua m?o foi puxada por Sergio, ¡°Olivia, n?o v¨¢ ¡­¡­¡± ¡°Bang!¡± A porta do quarto foi chutada for?a, Uma energia que perturbou o ar e fez a temperatura do espa?o cair v¨¢rios graus. Um cfrio tomou conta da s. Olivia, ainda sem conseguir retirar a m?o, olhou instintivamente para a entrada. 1/2 15:15 Capitulo 337 um homem alto e bonito entrou, vestindo um terno preto feito ¨¤ m?o que destacava sua figura esguia e imponente. Ele era de uma beleza estonteante, parecendo um pr¨ªncipe de conto de fadas, mas o rosto tenso, como uma corda prestes a se romper, exndo um frio intimidador. ¡®Daniel¡­¡± Olivia murmurou ao reconhecer a pessoa, os l¨¢bios tremendo de choque. Antes que pudesse entender a situa??o, as pernas esguias de Daniel chegaram aodo d, a m?o grande dele agarrou a outra m?o d, segurou o pulso e, for?a, fazendo¨Ca trope?ar para o seudo. A m?o grande de Daniel agarrou a cintura d e, um forte pux?o, abra?ou¨Ca ao seudo. Olivia estava at?nita. Sergio, que segurava a m?o de Olivia, perdeu o contato devido ¨¤ for?a de Daniel, tentou segur¨¢, mas falhou, e seus dedos deslizaram, deixando um vazio em sua m?o e em seu cora??o. Ele olhou para o rec¨¦m¨Cchegado, confuso: ¡°Tio, o que faz aqui?¡± Daniel olhou para Olivia um olhar frio e prante, e falou uma voz baixa e opressiva: ¡°Voc¨º explica por que estou aqui!¡± Daniel j¨¢ havia advertido Olivia a n?o se aproximar demais de Sergio. Agora, ele a pegou no gra sentada na cama dele. Assustada a frieza de Daniel, o cora??o de Olivia batia acelerado e seus c¨ªlios tremiam: ¡°Eu, eu n?o sei¡­¡± realmente n?o sabia por que Daniel aparecera ali naquele momento. A temperatura ao redor de Daniel caiu drasticamente, e ele segurou seu queixo for?a, olhando para baixo dentes cerrados: ¡°O que eu disse para voc¨º? parece que voc¨º tem uma m¨¢ mem¨®ria!¡± A dor intensa quase quebrava a mand¨ªb de Olivia, e franziu a testa em agonia. Ao ver a cena, Sergio, o cora??o apertado, apressou¨Cse em levantar¨Cse da cama e disse, ansioso: ¡°Tio, n?o a machuque, voc¨º ¨¦ apenas o chefe d, agora ¨¦ hora de folga, a vida particr d n?o deve ter nada a ver o chefe ¡­¡­¡± Daniel soltou uma bufada fria do fundo da garganta, sua vis?o gdao gelo se encolheu para Olivia, parecendo congel¨¢. ¡°Diga a ele qual ¨¦ a nossa r??o!¡°, exigiu ele. Cap铆tulo 338 Cap¨ªtulo 338 A voz de Daniel era friao gelo, prante. Cada pvra parecia um tijolo grosso, batendo na ponta do cora??o de Olivia. Isso esmagou seu cora??o e fez seu corpo tremer. Olhando nos olhos obsidianos, frios e gdos de Daniel, Olivia estava iparavelmente em panico. Sergio ouviu Daniel perguntar e viu uma de suas m?os apertar a cintura de Olivia e a outra segurar seu queixo, numa pose sugestiva que fez seu cora??o afundar pesadamente. Um mau pressentimento surgiu de repente. Ele olhou para Olivia incr¨¦dulo, esperando sua resposta. Nos olhos d, Ele viu inseguran?a, nervosismo, medo. ¡°Fale!¡± Daniel, perdendo A paci¨ºncia, apertou mais o queixo de Olivia, e suas pvras pesadas emergiram de sua garganta profunda. Olivia estremeceu, e dificuldade,e?ou a fr: ¡°N¨®s¡­ somos namorados¡­¡± Essa era A descri??o mais bonita que poderia imaginar para o rcionamento deles. Como poderia dizer que estava sendo mantida por Daniel? Como poderia pronunciar tais pvras? Seria uma grande humilha??o. Especialmente na frente de Sergio. Depois de fr, Olivia baixou os c¨ªlios, tentando esconder a derrota em seus olhos. Ao ouvir suas pvras, o cora??o de Sergio se partiuo um vaso de flores quebrado, estilha?ado em peda?os. Ele n?o aguentou e deu dois passos para tr¨¢s os p¨¦s fracos, bn?ando a cabe?a dificuldade para aceitar: ¡°N?o, isso n?o pode ser verdade¡­¡± Ele sempre pensou que quando Olivia dizia ter um namorado, era apenas para engan¨¢¨Clo. Ele queria acreditar que as not¨ªcias que ouvira de Vania eram falsas, que Olivia tinha permanecido solteira nos ¨²ltimos cinco anos, sem namorados. Ele queria essa resposta, ent?o preferia ser enganado e vir at¨¦ aqui. Os l¨¢bios de Daniel se curvaram friamente para cima e, soltando o queixo de Olivia, sua m?o apertou sua cintura, trazendo¨Ca for?a para perto dele, cintura cintura, bem fechada, sem lhe dar a menor chance de se soltar. Levando¨Ca ele para encarar Sergio, sua voz baixa e fria disse: ¡°Voc¨º n?o acredita?¡± 1/2 15:15 Capitulo 338 Sergio, profundamente abdo, continuou negando a cabe?a: ¡°Eu n?o acredito, deve ser uma encena??o sua, tio, s¨® para rejeitar a mim¡­¡±N?velDrama.Org (C) content. O namorado de Olivia,o poderia ser seu tio? Veja o rosto de S¨¦rgio frustrado, os olhos ainda olhando profundamente para Olivia. Daniel cercou a aura mais gda, cabe?a dedo, polegar e indicador apertaram o queixo de Olivia, baixou a cabe?a e selou seus l¨¢bios for?a. ¡°Uh¡­¡± Olivia se surpreendeu, seus olhos se arregndo. Os l¨¢bios de Daniel cobriram os d, e imediatamente um choque el¨¦trico percorreu seus l¨¢bios, tremendo at¨¦ o cora??o. A respira??o dominadora dele tomava seu f?lego, seus ferom?nios invadiam cada poro, tomando sua raz?o. Olivia tentou resistir. Daniel apertou sua cintura delicada for?a. Seu beijo era dominador, arrogante, mas seus olhos permaneciam frios e distantes. sentiu a amea?a em seu aperto, franzindo as sobrancelhas, n?o ousando se mover mais. Sergio viu Daniel beijar Olivia habilidade, e nem mesmo resistia. Parecia que isso n?o era novidade para eles. Essa cena foio um raio que atingiu S¨¦rgio do alto de sua cabe?a at¨¦ o centro de seu cora??o. O choque prou em seu corpo e, um formigamento geral de dorm¨ºncia chocante, ele ficou t?o chocado que seu corpo fraquejou e ele se sentou na cama. Capitulo 339 Cap铆tulo 339 Cap¨ªtulo 339 Mesmo que ele n?o quisesse acreditar, a cena diante de seus olhos esvaziava toda a sua esperan?a ilus¨®ria e autoengano. A verdade ¨¦ que, quando Olivia disse que tinha arranjado um namorado, n?o estava mentindo para ele¡­ Ele jamais havia calcdo que Olivia estaria namorando seu tio mais novo. Foi s¨® porque ele continuou dizendo ao seu tiozinho que estava profundamente apaixonado por uma mulher, mas que acidentalmente se traiu essa mulher, e que ele precisava recuperar essa mulher. Sempre mencionava a tal mulher para o tio, mas nunca revelou que seu nome era Olivia. Sergio sentia uma dor t?o forte no cora??o que parecia tremer, incapaz de aceitar essa realidade. Daniel, Satisfeito por ter atingido seu objetivo, soltou os l¨¢bios de Olivia. O corpo de Olivia est¨¢ fraco devido ¨¤ falta de oxig¨ºnio do beijo. Daniel a segurou, deixando¨Ca recostar no seu peito, enquanto suas m?os firmes sustentavam sua cintura. Lan?ando um olhar furtivo para Sergio, Daniel percebeu de canto de olho uma bolsa em cima do criado¨Cmudo, reconhecendo imediatamente o tecido familiar que havia dentro. Com for?a, virou¨Cse Olivia e ordenou a Bruno, que estava na porta: ¡°Pega aqu bolsa em cima do criado¨Cmudo.¡± Bruno assentiu, apressou¨Cse para pegar a bolsa e seguiu Daniel para fora do quarto. Dentro do quarto, houve um momento de sil¨ºncio quando S¨¦rgio, uma express?o de profunda tristeza e devastado, caiu sentado na cama, desdo e o cora??o partido. Daniel colocou Olivia no carro e sentou¨Cse ao seudo, enquanto Bruno dava partida e dirigia o ve¨ªculo. No espa?o confinado e gdo, uma tens?o quase palp¨¢vel, Olivia tentava respirar, mantendo¨Cse r¨ªgida. N?velDrama.Org (C) content. Sentada aodo de Daniel, que se recostava casualmente, podia sentir o frio que ele exva, suficiente para congel¨¢. sabia que ele estava furioso e tentou se explicar cautelosamente: ¡°Eu vim aqui para devolver as roupas do Sergio¡­¡± ¨¦ melhor voc¨º cr a boca !¡± Daniel disse friamente. Na opini?o dele, cada pvra que dizia agora era uma desculpa para conseguir um quarto 1/2 15:15 Capitulo 339 O carro chegou ao Hotel Internacional da Capital. Daniel arrastou Olivia at¨¦ a su¨ªte presidencial, jogou¨Ca na cama junto a bolsa de roupas que ca¨ªram sobre . O corpo de Ol¨ªvia caiu sobre a cama, sentiu uma dor no traseiro e, ao tentar se levantar, a bolsa atingiu seu peito e as roupas ca¨ªram. instintivamente tentou pegar as roupas e olhou para Daniel, aterrorizada. Ele, uma express?o selvagem, tirou a gravata e se aproximou, seu peitorgo pressionando¨Ca firmemente contra a cama. Com um olhar frio e amea?ador, ele questionou: ¡°Fazendo roupas para ele e indo para um quarto de hotel ¨¤ noite, ¨¦ assim que voc¨º quer ficar ele, hein?¡± A respira??o gda e perigosa soprou nas bochechas de Olivia, que apoiou a m?o na cama e tentou desesperadamente se afastar, mas estava presa sob ele. n?o conseguia se mover. Seus olhos escuros brilhavam uma frieza quase predat¨®ria,o se a qualquer momento pudesse dcer¨¢. Com o cora??o acelerado e aterrorizada, Olivia bn?ava a cabe?a vigorosamente: ¡°N?o ¨¦ isso, eu s¨® estava devolvendo as roupas dele¡­¡± ¡°C a boca!¡± Daniel disse brutalmente, apertando o queixo d e for?ando¨Ca a olhar para seu rosto enfurecido e severo. Ao ver o brilho inocente e aguado em seus olhos escuros. Daniel sentiu a ironia ainda mais, rangendo os dentes uma respira??o quente e intensa. ¡°Voc¨ºs mulheres, nenhuma presta! Quer tanto um homem? Vou te dar o que quer!¡± Com essas pvras, Daniel a jogou na cama, debru?ou¨Cse sobre ee?ou a arrancar sua blusa fricamente. Sob sua forte for?a, os bot?es da camisa d ficaram pesados demais para suportar, e todos eles ca¨ªram, espalhando¨Cse pelo ch?o. Os olhos de Daniel escureceram e ele beijou violentamente os l¨¢bios d. Cap铆tulo 340 Cap¨ªtulo 340 A palma da m?o grande de Daniel agarrou a cintura de Olivia, segurando¨Ca firmeza. A palma de sua m?o ardia um calor que parecia prender a cintura de Oliviao um alicate. se assustou, tentando se livrar daqu pegada, a pele delicada esfregando em sua m?o e despertando fa¨ªscas, um misto de formigamento e ardor que fazia o cora??o de Olivia tremer. Seus beijos eram dominadores e impetuosos, carregados de raiva, esmagando seus l¨¢bios e roubando seu f?lego,o se quisesse engoli. A respira??o profunda e masculina se entr?ava a respira??o acelerada de Olivia. estava extremamente assustada. o que Daniel estava tentando fazer? Ser¨¢ que ele estava tentando for?¨¢o havia feito cinco anos atr¨¢s? Ao pensar na dor de ter sido atropda por um caminh?o h¨¢ cinco anos, Olivia se encheu de for?a. o empurrou, tentando afast¨¢¨Clo de seu peito. A camisa dele estava aberta, revndo um abd?men definido e musculoso, exndo uma aura de virilidade. This belongs ? N?velDra/ma.Org. Em meio ao panico, pretendia empurr¨¢¨Clo, mas ao tocar seu t¨®rax definido e quente, sentiu o calor se espalhar rapidamente at¨¦ seu cora??o. Era uma sensa??o que fazia seu cora??o palpitar. Olivia se sentia cada vez mais perigosa, os poros de seu corpo rmados e abertos. Cada c¨¦l de seu corpo estava lutando ferozmente, fervendo. O beijo do homem se tornava mais dominador, quase consumindo todo o seu oxig¨ºnio. No ¨²ltimo momento, Olivia mordeu for?a os l¨¢bios de Daniel. De repente, o gosto met¨¢lico do sangue invadiu sua boca. Daniel percebeu a mordida e o sabor do sangue fez sua ira diminuir um pouco, trazendo¨Co de volta ¨¤ raz?o. Ele a empurrou para longe e se endireitou, limpando a boca a m?o, que agora estava manchada de vermelho vivo. Essa cor, contra o fundo dos olhos escuros de Daniel, parecia o c¨¦u em chamas, sinistro e sombrio, causando medo. ¡°Olivia, voc¨º est¨¢ louca!¡± Sua voz grave e rouca estava cheia de frieza, sinalizando sua f¨²ria. Temporariamente liberada, Olivia se afastou em uma velocidade vertiginosa, encolhendo¨Cse no 1/2 15:15 Capitulo 340 canto da cama, mas parecia que nenhum lugar era seguro. Sua respira??o entrava e sa¨ªa, seus olhos ros transbordavam de manchas de ¨¢gua e seus l¨¢bios, vermelhos e inchados pelo beijo, agora manchados de saliva e sangue, tinham um charme diferente. Olivia franziu as bs sobrancelhas, soprou no peito e disse em voz alta: ¡°Daniel, eu n?o lhe devo nada. Por que eu deveria fazer o que voc¨º quer? Cinco anos atr¨¢s, voc¨º j¨¢ teve o que queria, voc¨º me deu aqu mans?o, e isso estamos quites! Qual ¨¦ o problema em eu n?o querer mais nada voc¨º?¡± Nos ¨²ltimos dias, estava quase sufocada p poderosa presen?a dele. Uma fam¨ªlia Griera a desprezava, n?o queria o status de nora de uma fam¨ªlia Griera, n?o ¨¦ correto ficar longe de uma fam¨ªlia Griera? Por que ele insistia em for?¨¢ a ser sua mulher? Se n?o concordasse, ele a amea?ava, dificultando sua vida! Durante todo esse tempo, esteve no caminho de seu poder, temendo que ele descobrisse a exist¨ºncia dos filhos, levando embora seus quatro filhos. tinha sido obediente, esperando o momento certo para escapar de seu alcance e levar as crian?as. Mas estava se sentindo extremamente reprimida. era cuidadosa em tudo o que fazia e o ouvia em tudo. De alguma forma, ele ainda explodia de raiva sem motivo, sem considerar a dignidade d. Mesmo com sua paci¨ºncia, Olivia tinha chegado ao seu limite. O olhar sombrio de Daniel fixou¨Cse n, que estava ramente irritada, e depois de morder o l¨¢bio inferior, ele assentiu levemente. Ele desceu da cama calmamente. Surpreso, o corpo de Olivia se retesou, sup?s que ele tivesse sido convencido por a sair do quarto. Cap铆tulo 341 Cap¨ªtulo 341 Mas o viu pegar o terno no ch?o, tirar uma pilha de fotos do bolso e jog¨¢s sobre , seu corpo estava gdo, frio, e seu rosto beloo um campo de neve: ¡°Veja por si mesma se voc¨º me deve alguma coisa!¡± Olivia, surpresa e desconfiada, agarrou o ma?o de fotos ee?ou a olh¨¢s uma a uma, e quanto mais olhava, mais o panico crescia em seu cora??o. As fotos documentavam cada passo seu ¨C desde o passeio no shopping ¨¤ tarde at¨¦ a visita ao hospital. Inclu¨ªam imagens d olhando ternos numa boutique de grife, escolhendo um terno personalizado azul fios dourados e at¨¦ mesmo o momento em que Gabriel Dias a abordou no corredor do hospital para lhe entregar um cart?o banc¨¢rio. Tudo foi filmado reza. mal podia acreditar, e quanto mais pensava, mais assustada ficava, encarando¨Co os olhos arregdos: ¡°Voc¨º mandou algu¨¦m me seguir?¡± ¡°Vinte e tr¨ºs anos atr¨¢s, seu pai, Gabriel, usou de todos os artif¨ªcios para se aproximar da matriarca dos Griera, tirando d uma boa quantia de dinheiro. agora esse dinheiro est¨¢ em suas m?os. Voc¨º desfruta desse ganho f¨¢cil tanta alegria, hein?¡± Daniel se inclinou sobre a cama, uma grande for?a opressiva se aproximando, sua m?o grande agarrando o queixo d firmeza. A dor em sua mand¨ªb era quase insuport¨¢vel, somada ¨¤s suas pvras, fazendo o cora??o de Olivia se contrair, o sangue correndo das ss dos p¨¦s at¨¦ o topo de sua cabe?a num arrepio de terror. Gabriel. A matriarca dos Griera. Vinte e tr¨ºs anos atr¨¢s¡­ Ao associar essas pvras¨Cchave, o sangue de Olivia subiu ainda mais para o topo de sua cabe?a e todo o seu corpo brilhou o choque. se lembrou de S¨¦rgio lhe contando sobre o passado de Daniel. Quando jovem, a m?e de Daniel foi seduzida por um homem que n?o hesitou em lhe tirar dinheiro. Mais tarde, enlouqueceu e quis fugir ele, mas no caminho, e o pai de Daniel sofreram um acidente de carro e morreram. E tinha a hist¨®ria que sua m?e, Teresa, lhe contou: quando descobriu que estava gr¨¢vida e nejava se casar Gabriel, descobriu que ele estava envolvido v¨¢rias outras mulheres, uma ds sendo uma dama da alta sociedade. 1/2 15:15 Capitulo 341 Ser¨¢ que essa dama era a m?e de Daniel? ¡°Por que est¨¢ cda? Como vamos resolver isso entre n¨®s?¡± A m?o de Daniel que segurava a mand¨ªb d se apertou e levantou seu rosto para que o olhasse diretamente. A for?a imensa fazia sentir uma dorncinante no queixo, enquanto seu cora??o estava em tumulto, batendo descontrdamente. H¨¢ pouco tempo, estava cheia de poder, agora se sentiao uma fruta madura e mole, insegura e perdida. ¡°Eu¡­ eu n?o sabia, n?o sabia que Gabriel tinha enganado sua m?e¡­¡± Olivia, assustada, tentava se explicar. No entanto, todas as pvras agora, na frente de Daniel, pareciam t?o p¨¢lidas. Mesmo que n?o soubesse, isso n?o seria capaz de apagar o dano que Gabriel havia causado a eles, a fam¨ªlia Griera. E muito Menospensava a perda dos pais de Daniel. ¡°Ent?o voc¨º segue os passos do seu pai, se envolvendo todos osdos, ¨¦ isso?¡± Daniel, dentes cerrados e rosto sombrioo um c¨¦u carregado de nuvens escuras, continuou. Enquanto estava ele, mantinha um rcionamento S¨¦rgio e ainda por cima sa¨ªa para se encontrar em hot¨¦is! ele tinha pensado t?o bem d antes! A raiva de Daniel borbulhavao magma vulcanico. A m?o que segurava o queixo d estava dez mil vezes mais dura, vontade de esmag¨¢ at¨¦ a morte. Os olhos de Olivia se encheram de l¨¢grimas de dor, e suas m?os se ergueram para segurar as m?os dele, tentando fazer que ele afrouxasse um pouco a for?a. O aperto sufocante, a dor prante no cora??o, at¨¦ respirar parecia doloroso. This belongs ? N?velDra/ma.Org. sabia que sua dor era insignificanteparada a perda que Daniel sofreu desde crian?a. ¡°Eu n?o¡­ me solte, deixe¨Cme ir, eu prometo, desaparecerei da sua vida para sempre, nunca mais aparecerei na sua frente¡­¡± Olivia suportou a dor, as pvras sa¨ªram dor. tinha que voltar, n?o podia sofrer um acidente, seus quatro filhos ainda estavam em casa esperando que voltasse. Capitulo 342 Cap铆tulo 342 Cap¨ªtulo 342 Sumiu? Voc¨º acha que merece ter sua pr¨®pria vida? Olivia, a partir de agora, voc¨º vai viver sob o meu olhar, sempre ¨¤ minha disposi??o, at¨¦ que eu me canse de voc¨º. se ousar fugir, vai arcar as consequ¨ºncias! A voz fria de Daniel ressoou sobre a cabe?a de Olivia, um sopro gdo descendo do alto. Como se viesse do inferno, ¨¢spero e arrepiante. Enquanto as pvras ca¨ªam, elergou Olivia, levantou¨Cse da cama e saiu do quarto, batendo a porta com for?a atr¨¢s de si. O corpo de Olivia cai sobre a cama, o som da porta pesada se fechando, atingindo a ponta de seu cora??o,o um sino grosso, as consequ¨ºncias ecoando, sacudindo cada poro seu. nunca teria imaginado que Gabriel, que surgiu do nada, era na verdade o antigo amante da m?e de Daniel! E que havia causado a morte dos pais de Daniel, deixando¨Co sofrer uma infancia solit¨¢ria e cheia de brigas. Ele deveria ter tido uma infancia feliz e uma fam¨ªlia, mas tudo foi destru¨ªdo ps pr¨®prias m?os de Gabriel. E Gabriel, surpreendentemente, ¨¦ seu pai biol¨®gico! N?o ¨¦ de se admirar que quando Daniel viu Gabriel, ficou t?o furioso que quase o matou. No in¨ªcio, at¨¦ pensou que Daniel queria defender a honra de sua m?e. Mas n?o era esse o caso. Se fosse , tamb¨¦m desejaria acabar Gabriel. Agora, Daniel deveria odi¨¢. Desde o momento em que nasceu, Gabriel n?o tinha feito parte de sua educa??o, muito menos contribu¨ªdo um centavo. Mas agora estava manchada pelos pecados de Gabriel. Naqu tarde no hospital, n?o deveria ter sido misericordiosa, aceitando o cart?o que Gabriel lhe ofereceu, prometendo que depois disso, ele nunca mais a iodaria, nem a nem ¨¤ Teresa, tratando¨Caso estranhas. n?o deveria ter deixado ele for?ar o cart?o em sua m?o. N?velDrama.Org (C) content. Pensou que traria paz, mas ao inv¨¦s disso, foi ume?o ainda mais cruel. Olivia se levantou, querendo deixar o hotel. Assim que a porta se abriu, dois guarda¨Ccostas vestidos de preto estenderam a m?o e bloquearam seu caminho: ¡°Srta. Souza, a senhora n?o vai a lugar nenhum sem as ordens do 1/2 15:16 Capitulo 342 Sr. Griera¡°. ¡°Deixe¨Cme sair, eu vou fr ele¡°, disse Olivia, tentando empurrar os bra?os dos guarda¨Ccostas para sair. Mas os guarda¨Ccostas bloquearam a porta, uma presen?a t?o imponente que Olivia foi for?ada a recuar para o quarto. ¡°N?o se zanguem, se n?o posso sair, ent?o n?o sairei¡°, disse Olivia, preocupada em irritar os guarda¨C costas bem treinados, que poderiam bater n, o que seria um verdadeiro desperd¨ªcio. Um corpo saud¨¢vel ¨¦ o que mais vale. Vendo¨Ca recuar para o quarto, os guarda¨Ccostas fecharam a porta. Olivia suspirou, em apuros. O que fazer agora? Sua mente estava um caos, s¨® podia ir passo a passo. Vi Serenidade. No escrit¨®rio. Daniel est¨¢ sentado em frente ¨¤ jan de vidro, os olhos negros profundos, observando as sombras das ¨¢rvores bn?ando l¨¢ fora. Seu corpo alto eprido afunda¨Cse no assento de couro preto, profundo e afiado. Entre os dedos, segurava um cigarro, a chama estr vermelho¨Cranjada nas pontas dos dedos brilhantemente apagada, refletida dentro da jan de vidro do ch?o ao teto, a ilus?o de fogo, somada ¨¤s ¨¢rvores escuras dodo de fora, parecia um inc¨ºndio numa floresta negra. Isso fazia que o rosto bonito de Daniel parecesse o de um le?o mnc¨®lico na selva noturna. Ele levantou a m?o, levou o cigarro ¨¤ boca, deu uma tragada e a fuma?a subiu, enquanto seus olhos escuros e enigm¨¢ticos se tornavam mais frios. No in¨ªcio, quando soube que Olivia era a mulher que havia salvo seu pr¨®prio corpo cinco anos atr¨¢s, ele ficou grato a e queriapens¨¢. Levou¨Ca para conhecer os av¨®s e at¨¦ pensou em casar . Mas ent?o, tudo saiu dos trilhos de uma forma que ele n?o esperava ¡­ ¡­¡­ Cap铆tulo 343 Cap¨ªtulo 343 ele nunca teria imaginado que era filha daquele homem detest¨¢vel! O ar imponente de Daniel,o o c¨¦u noturno, vasto e permeado de frio. Naquele momento, o celr no bolso de Daniel tocou, ele o tirou e viu que quem estava ligando era seu av?. ¡°Daniel, j¨¢ se passou uma semana, e ent?o, conseguiu entender um pouco do car¨¢ter da Olivia?¡± Do outrodo da linha, veio a pergunta direta do Velho Sr. Griera Eduardo Griera. ¡°V?, quando tiver um tempo livre, deveria fazerpanhia ¨¤ v¨®.¡± Daniel n?o respondeu diretamente, preferindo n?o preocupar os av¨®s seus assuntos frequ¨ºncia. ¡°Ah, eu sei que sou um chato, mas voc¨º tamb¨¦m deve descansar logo. ¨¦ isso, vou desligar.¡± Velho Sr. Griera suspirou levemente e desligou. Daniel jogou o celr dedo e deu uma tragada profunda no cigarro. This belongs ? N?velDra/ma.Org. Olivia caminhava pelo quarto do hotel, chateada e sem saber o que fazer. havia tentado sair novamente e foi mandada de volta pelos seguran?as. Ser¨¢ que Daniel a manteria presa no quarto do hotel para sempre? precisava voltar. Olhou para o celr; j¨¢ eram 12:03 da noite. havia dito ¨¤ m?e que voltaria logo. Agora, J¨¢ se passaram tr¨ºs ou quatro horas, e ainda n?o havia retornado. Enquanto se preocupava, o celr tocou. atendeu apressadamente: ¡°Al?, m?e¡­¡± ¡°Sua menina descuidada, n?o estavabinado voltar? onde voc¨º se meteu? Todo Dia uma preocupa??o, ainda vai me deixar sem dormir?¡± A voz irritada e preocupada de Teresa veio pelo telefone. Olivia afastou o telefone do ouvido para que a voz estridente da m?e n?o lhe rompesse os t¨ªmpanos. esperou que as pvras de Teresa parassem antes de levar o telefone de volta ao ouvido, tamb¨¦m desamparada e sem sabero explicar. ¡°M?e, estou passeando na feira de rua a Jimena. Assim que terminarmos, eu volto.¡± Sem ter outra sa¨ªda e para n?o preocup¨¢, usou Jimenao escudo. Somente quando estava Jimena, Teresa se sentia totalmente tranqu. 1/2 15:16 Capitulo 343 ¡°J¨¢ ¨¦ t?o tarde, qual ¨¦ o sentido de passear l¨¢ fora? Duas garotas, que perigoso, voltem logo.¡± Teresa estava em estado de alerta, preocupada a seguran?a ds. ¡°T¨¢ bom, m?e, vou tentar voltar o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Pode dormir, n?o me espere.¡± Olivia tentava acalm¨¢. ¡°Volte logo.¡± A voz firme de Teresa. ¡°Sim, sim, ro.¡± Olivia respondeu rapidamente, querendo tranquilizar a m?e. Depois de desligar o telefone, Olivia soltou um suspiro. Para ir embora, precisaria da permiss?o de Daniel. Superando o panico interno, ligou para Daniel de qualquer maneira. O cora??o de Olivia batia forte o som do ¡°tu¨Ctu¡± da liga??o. O telefone tocou v¨¢rias vezes sem resposta. Nos segundos em que esperou, o cora??o de Olivia ficou suspenso no ar. Quando pensou que Daniel n?o atenderia sua liga??o. O telefone foi atendido, mas n?o havia nenhum som do outrodo e, atrav¨¦s do telefone, p?de sentir, um cfrio preenchendo as ondas de ar das ondas de ar. Seu cora??o apertou, a espinha congelou e disse fracamente: ¡°Daniel¡­ Ah, Sr. Griera, eu sa¨ª mais cedo e n?oi nada, estou tonta de fome, posso sair paraprar algo para ¡°Se voc¨º n?oer uma refei??o, n?o vai morrer¡± A voz fria de Daniel caiu. ¡°N?o ¨¦ isso, eu¡­¡± Olivia estava prestes a dizer mais alguma coisa, mas ouviu o som de ocupado do outrodo. Ele havia desligado. Olivia franziu a testa e ligou de novo. Cap铆tulo 344 Cap¨ªtulo 344 O toque de Olivia mal tocara o nome de Daniel na t, quando ainda n?o havia pressionado para ligar, Seu celre?ou a vibrar, e a identifica??o de chamada de Sergio deslizou para o topo da t. Com o cora??o na boca, prestes a ligar para Daniel quando o celr vibrou inesperadamente, dando¨C lhe um susto. Fixando o olhar no nome de Sergio que piscando sem parar, hesitou por alguns segundos. Mordendo o l¨¢bio inferior e franzindo a testa, justo quando o celr estava prestes a desligar automaticamente, decidiu atender. Sil¨ºncio. apenas segurou o telefone junto ao ouvido, sem dizer uma pvra, pois n?o sabia o que dizer. Do outrodo da linha, houve tamb¨¦m um sil¨ºncio por alguns segundos. Sergio, parecendo n?o esperar que atendesse, ouviu o toque do telefone por um bom tempo sem resposta e j¨¢ se preparava para a possibilidade d n?o atender. De repente, percebeu que a liga??o havia sido aceita e aquele momento de desconforto e sil¨ºncio parecia o frio de uma camara frigor¨ªfica, criando um clima opressivo. Sergio tentou se acalmar, reprimindo a dor que sentia, e sua voz saiu carregada de tristeza. ¡°Olivia, voc¨º est¨¢ mesmo meu tio Daniel?¡± perguntou ele, segurando o celr uma m?o e agarrando o tecido da cal?a a outra, a tens?o o levando ao limite e o cora??o batendo forte. Depois de sair do Hotel Los Angeles, ele passou um longo tempo no carro, pensando. Revisitou tudo o que havia acontecido desde que conheceu Olivia, conectando os eventos um ap¨®s o outro. Contou a Daniel sobre seu amor profundo por Olivia, admitiu que tinha errado h¨¢ cinco anos, que havia tra¨ªdo Olivia, mas que havia sido v¨ªtima de uma armadilha. Olivia era a ¨²nica em seu cora??o. Mesmo que seu corpo tivesse sido manchado por outra pessoa, seu cora??o sempre pertencera a Olivia. Aqu noite, cinco anos atr¨¢s, tamb¨¦m foi dolorosa para ele, n?o apenas se sentiu impuro,o perdeu a mulher que mais amava. Seu amor por Olivia era intenso. Ele havia dito na frente de Daniel que faria de tudo para reconquist¨¢¨C la. This belongs ? N?velDra/ma.Org. Naqu ocasi?o, Daniel reagiu indiferen?a, brindando ao seu sucesso. 1/2 15:16 Capitulo 344 Se at¨¦ seu tio havia desejado boa sorte, por que o resultado foi aquele? Demorou para perceber que, embora sempre fsse sobre a mulher que amava, nunca havia mencionado a Daniel o nome d, Olivia. Seu tio sabia da exist¨ºncia d, mas n?o quem era. Naqu vez no bar, quando Marina fezent¨¢rios sarc¨¢sticos sobre Olivia e Jimena disse que o namorado d era Daniel, ele pensou que era s¨® uma disputa de egos, uma provoca??o. Naquele momento, seu tio tamb¨¦m estava l¨¢, mas apenasn?ou um olhar g¨¦lido para Olivia, sem dizer nada. Ele at¨¦ achou que seu tio n?o queria se dar ao trabalho de explicar. Depois, convidou o tio para uma reuni?o na sua empresa, e foi na porta da s de confer¨ºncias que Daniel e Olivia se encontraram. Daniel ainda olhava para frieza. Ent?o, ele quis que Olivia o perdoasse, que ficasse na sua empresa, que aceitasse suas aten??es, dizendo de prop¨®sito que n?o tinhapet¨ºncia. Ele disse isso apenas para fazer Olivia pensar que nenhuma outra empresa a contrataria, exceto a dele. N?o esperava que seu tio imediatamente a transferisse para o Grupo Griera, sob o pretexto de trein¨¢¨C lao secret¨¢ria. E aindaprou sua empresa. Ele ainda n?o havia pensado muito sobre isso, apenas sup?s que seu tio estava ajudando as finan?as da empresa, dando¨Clhe uma esp¨¦cie de investimento para que ele pudesse ser o presidente sem correr riscos financeiros. Refletindo sobre tudo isso, ele finalmente percebeu que, na verdade, havia um mist¨¦rio entre Olivia e Daniel, sinais que j¨¢ existiam. S¨® que ele sempre negava a r??o entre eles, convencido de que Daniel n?o se interessaria por algu¨¦m a origem de Olivia. Cap铆tulo 345 Cap¨ªtulo 345 Ap¨®s acertar todos os detalhes, o cora??o de Sergio batia depassado. Mas ainda nutria esperan?as, ansiava ouvir de Olivia. Amava t?o profundamente que n?o desistiria enquanto n?o visse um desfecho ro. Como acreditar que a mulher que ele amava at¨¦ a med agora estava envolvida o tio dele! Olivia segurava o celr, e do outrodo vinha a pergunta dolorida de Sergio. Era a voz de um rapaz magoado, levemente tr¨ºm, e at¨¦ um fio de choro contido. Olivia sentiu o cora??o afundar, a respira??o pesada de tristeza. Cinco anos atr¨¢s, e Sergio na universidade, um amor juvenil e ing¨ºnuo, debaixo do sol, de m?os dadas, frequentando a cantina juntos, estudando na biblioteca ¨C imagens de uma felicidade tranqu que passavam rapidamente p mente. Cenas que flutuavamo algas no mar profundo, densass, mas sem raiz, sem um desfecho. apertava o celr for?a, e dizia voz calma e firme: ¡°Eu j¨¢ te disse antes, eu tenho namorado!¡± O passado precisava ser encerrado de uma vez por todas. Melhor ser direta e firme, para que Sergio desistisse de vez. Embora n?o esperasse que Daniel fosse ao hotel e a beijasse na frente de Sergio. Mas, dessa forma, era melhor, para que Sergio perdesse a esperan?a e pudessee?ar uma nova vida. Haveria outras garotas que se interessariam por ele, um futuro onde ele teria sua pr¨®pria fam¨ªlia, seus pr¨®prios filhos. n?o poderia deixar que um antigo amor impedisse Sergio de ser feliz. Era melhor deixar ir, para que ele pudessee?ar uma nova vida mais cedo.¡® Olivia fva determina??o, contrndo o tom de voz, sem demonstrar emo??o. Para que Sergio entendesse que realmente n?o o amava mais, que n?o havia mais chance alguma para eles. Sergio estava totalmente preparado, mas ao ouvir essas pvras de Olivia¡­ Seu cora??o se apertava involuntariamente, uma dor agudao se estivesse sendo cortado, sufocando sua respira??o. Sua respira??o tremia, precisava morder os dentes for?a para n?o deixar as l¨¢grimas ca¨ªrem. N?velDrama.Org (C) content. 1/2 15-16 C343 ¡°Eu entendi.¡± Ele dizia, tentando parecer calmo, n?o querendo demonstrar desespero ou derrota. Depois disso, desligou o telefone. No segundo em que a liga??o foi encerrada, n?o p?de mais conter¨Cse, debru?ou¨Cse sobre o vnte, mordendo os dentes for?a, mas de nada adiantava, as l¨¢grimas rvam sem controle, de um homem imponente. Naquele momento, sua vida parecia escurecer, o caminho ¨¤ frentepletamente sombrio. Durante esses cinco anos, ele se manteve firme na cren?a de que, ap¨®sbutar e se destacar, iria brilhar aos olhos de Olivia. Pensava que seu brilho poderia superar os erros do passado, reconquistando o amor d. Nunca imaginou um desfecho assim. Perder cinco anos de Olivia foi perder uma vida inteira. Durante esses anos, toda a sua motiva??o e confian?a vinham da esperan?a de t¨º de volta. Naquele instante, seu mundo desabou. Um desespero total. Uma pessoa pode sentir tanta dor assim. Uma dor que parecia esvaziar o cora??o, respira??es t?o cortantes quanto facas. Toda a for?a do corpo, drenada num ¨²nico momento. Cap铆tulo 346 Cap¨ªtulo 346 No quarto do hotel. O celr de Olivia escapou de sua m?o, que antes permanecia junto ao seu ouvido. L¨¢grimas escorriam ps extremidades de seus olhos, desciam pelo queixo e pingavam no tapete felpudo, assimo o celr que tamb¨¦m caiu. Cortar as bs lembran?as do passado erao cravar uma faca no cora??o, uma dor aguda. pensou que, ao longo desses cinco anos, tinha dedicado todo o seu amor e aten??o aos quatro filhos. Imaginou que ningu¨¦m mais seria capaz de provocar ond??es em seu cora??o. No entanto, quando ouviu a voz tr¨ºm de Sergio dizendo ¡°eu sei¡°, seu cora??o doeu intensamente. A partir de ent?o,o desejava, Sergio nunca mais apareceria em sua vida. Era melhor assim, n?o era? tinha a sua vida, e ele a dele. Todo casal que n?o pode ficar junto a vida toda, no fim, s?o apenas passageiros na hist¨®ria um do outro. Olivia se deixou cair no tapete felpudo, l¨¢grimas e sorrisos misturando¨Cse em seu rosto. Na verdade, era o melhor assim para e para Sergio. deveria estar feliz, n?o triste. Sergio tamb¨¦m iria entender isso, ap¨®s a tristeza, ele ficaria bem ee?aria uma nova vida. Isso tamb¨¦m seria bom. Olivia ergueu a m?o para enxugar as l¨¢grimas, pegando o celr do ch?o e notando as chamadas perdidas de Jimena. estava t?o absorta em sua tristeza que nem notou o celr vibrando. Depois de encerrar a chamada, deslizou o dedo para atender, respirou fundo na tentativa de acalmar suas emo??es. ¡°Caraca, Olivia, aonde voc¨º se meteu essa noite toda? N?o me diga que est¨¢ num motel o Daniel!¡°, exmou Jimena surpresa assim que a liga??o foi atendida. A emo??o de Olivia foi logo desviada p sua amiga, preenchendo seu cora??o surpresa e culpa, sem tempo para tristeza. rapidamente respondeu: ¡°Jimena, voc¨º est¨¢ sonhando um homem? Por que voc¨º diz sobre isso assim que ligar?¡± This belongs ? N?velDra/ma.Org. ¡°Ah, eu bem que queria ter esses sonhos, mas a realidade n?o permite. F logo, onde voc¨º est¨¢? Est¨¢ o gat?o do Daniel? Se n?o, voc¨º n?o teria mentido sobre estar fazendo 1/2 15-16 Capitulo 346 Mesmo ao telefone, sua voz era capaz de levantar o animo de qualquer um. Quem teria tempo para tristezas? Olivia percebeu que, certeza, Teresa estava preocupada e tinha ligado para Jimena para verificar. Olivia ficou nervosa, se sua m?e descobrisse sobre e Daniel, a personalidade vingativa d, que n?o deixava d¨ªvidas para o dia seguinte, at¨¦ o rei teria que se explicar. ¨¬r¨¬a atr¨¢s de Daniel para um acerto de contas, e a¨ª os filhos n?o poderiam mais ser mantidos em segredo. Seria um pre?o alto por algo t?o trivial. Olivia perguntou rapidamente: ¡°Voc¨º n?o deu bandeira, deu?¡± ¡°Rxa, quem voc¨º acha que eu sou? Se eu fosse pro mundo do entretenimento, o pr¨ºmio de melhor atriz seria meu¡°, disse Jimena confiante. ¡°Mas sem mudar de assunto, onde voc¨º est¨¢? N?o me diga que acabou de fazer na cama o Daniel?¡± As pvras de Jimena fizeram o rosto de Olivia coraro se estivesse segurando um aquecedor de m?os. ¡°Voc¨º acha que eu sou doidao voc¨º? Olhar os homens j¨¢ ¨¦ suficiente, se for para algo mais s¨¦rio, a mulher ¨¦ que se d¨¢ mal.¡± ¡°E ent?o, rolou algo entre voc¨ºs esta noite?¡± Isso era o que Jimena estava mais curiosa para saber. Olivia ficou sem pvras, o rosto e as orelhas vermelhas. Eles tinham se beijado, mas havia um longo caminho at¨¦ algo mais s¨¦rio. Olivia percebeu que seus pensamentos estavam desviando e rapidamente se corrigiu. N?o podia pensar nisso, era assustador demais. Com o rosto ainda ruborizado, rapidamente mudou de assunto: ¡°Sem piadasigo, eu j¨¢ estou sofrendo o suficiente.¡± Cap铆tulo 347 Cap¨ªtulo 347 A preocupa??o ecoava na voz de Jimena. ¡°Me conta o que aconteceu.¡± Em poucas pvras, Olivia resumiu todos os acontecimentos do dia para Jimena. ¡°Caraca, o teu pai desavergonhado ¨¦ o mesmo cara que acabou os pais do Daniel, o grande inimigo dele?¡± Jimena quase deixou o queixo cair de surpresa. Nunca se de um pai na vida de Olivia, e agora aparece um que ¨¦ ex¨Camante da m?e do Daniel! Embora ele n?o tenha matado ningu¨¦m, os pais de Daniel morreram por causa dele. A rixa entre Olivia e Daniel acabou de aumentar! ¡°Estou presa aqui e n?o consigo sair, voc¨º temo me ajudar?¡± Olivia falou uma voz cheia de tristeza. Ser presa dessa maneira, que hist¨®ria ¨¦ essa? ¡°Esse Daniel, tem um temperamento e tanto, hein? O tal do seu pai fez aquilo tudo antes de voc¨º nascer. Al¨¦m do mais, ele nunca desempenhou o papel de pai durante todos esses anos. Por que o Daniel est¨¢ descontando a raiva em voc¨º, se voc¨º n?o fez nada de errado?¡± Jimena se indignou em defesa de Olivia, que realmente n?o tinha culpa de nada. Olivia tamb¨¦m estava se sentindo muito injusti?ada e continuou a conversa Jimena. Jimena se prontificou: ¡°Me espera a¨ª, vou at¨¦ o Hotel Internacional da Capital ver se consigo distrair os seguran?as para voc¨º fugir.¡± This belongs ? N?velDra/ma.Org. ¡°Jimena, voc¨º ¨¦ demais, te adoro!¡± Olivia viu uma luz no fim do t¨²nel e mandou um beijo p t. ¡­¡­ Meia hora depois, Jimena chegou ao Hotel Internacional da Capital e seguiu as instru??es de Olivia para chegar ao 28o andar. Quando as portas do elevador se abriram, mal teve tempo de reagir quando uma figura alta se aproximou. Olhando para cima, Jimena imediatamente reconheceu o rosto do homem. Olhos amendoados, charmoso, uma beleza hipnotizanteo a de uma raposa prateada, tra?os finos, uma mistura perfeita de masculinidade e delicadeza feminina. Bonito e atraente! Alto e elegante, vestido um terno brancoo um verdadeiro pr¨ªncipe encantado. O homem parecia um tanto irritado e apressado. Jimena sentiu seu cora??o acelerar, batendo depassado. Mas que coisa, n?o ¨¦ o Carlos Marques? O que ele estaria fazendo ali? 1/2 15:16 Capitulo 347 Antes mesmo que pudesse entender, Carlos a puxou para fora do elevador, girou¨Ca e a prensou contra a parede aodo. bateu as costas na parede e, sem tempo para sentir dor, enquanto Carlos colocava a m?o na parede, dominando¨Ca um gesto firme. Seu aroma de sua presen?a masculina a envolvia. O cora??o de Jimena batia acelerado, os olhos brilhando de emo??o. estava prestes a perguntar o que Carlos estava fazendo quando o dedo frio dele levantou seu queixo, elevando seu rosto, e sem hesitar, ele a beijou. No segundo em que os l¨¢bios se tocaram, Jimena sentiuo se todos os seus meridianos fossem ativados, um arrepio percorreu todo o seu corpo, at¨¦ as pontas dos p¨¦s. Seu cora??o batia loucamente,o ¨¢gua fervente, e seu rosto corou instantaneamente. respirava o aroma masculino de Carlos. Parecia um momento tirado de um conto de fadas. Meu Deus, isso n?o pode ser um sonho. Carlos a beijou! Parecia que finalmente sua sorte no amor havia chegado! Jimena estava extasiada, todas as c¨¦ls do seu corpo pvam de alegria. ¡°Carlos, o que voc¨º est¨¢ fazendo!¡± De repente, uma voz feminina estridente soou aodo. Jimena se assustou at¨¦ o ¨²ltimo fio de cabelo. Cap铆tulo 348 Cap¨ªtulo 348 Carlos n?orgou a mo?a, aprofundando ainda mais o beijo ardor. Suas m?os, antes apoiadas na parede, agora seguravam a nuca d, em um gesto t¨ªpico de amantes perdidos em paix?o. N?velDrama.Org (C) content. Aodo, uma mulher, os dentes ¨¤ mostra e o rosto contorcido de raiva, respirava o peito inndo violentamente. agarrou Jimena, que estava nos bra?os de Carlos, e a puxou for?a para longe dele. Jimena, antes amparada por Carlos e beijada at¨¦ o corpo amolecer, subitamente se viu arrastada, ficando confusa. Antes que Jimena pudesse entender o que estava acontecendo, levou um tapa t?o forte que viu estrs, instintivamente levando as m?os ao rosto. Desorientada, olhou para cima e viu a mulher uma express?o feroz levantando a m?o novamente. Os olhos de Jimena se arregram, pronta para revidar, mas uma figura imponente interveio, agarrando a m?o da mulher no ar. Era Carlos, raiva, soltou a m?o d e disse: ¡°Fabiana Barbosa, chega! Se quer fazer escandalo, v¨¢ para a sua casa! Aqui fora, agress?o ¨¦ caso de pol¨ªcia!¡± Foi ent?o que Jimena soube que a mulher agressiva era Fabiana. Magra ao extremo, roupas de grife e um ar de riqueza, e apesar de bonita, exva um ar de patricinha insuport¨¢vel. Fabiana, o rosto distorcido de f¨²ria, apontava para Jimena e gritava Carlos: ¡°Por que voc¨º a beijou? Qual ¨¦ a r??o de voc¨ºs dois?¡± Carlos mostrou ramente seu desd¨¦m e respondeu: ¡°Eu j¨¢ te disse que tenho namorada. Voc¨º que n?o acredita e fica me perseguindo.¡± Jimena ficou chocada. O que Carlos tinha acabado de dizer? Ele a chamou de namorada? Ser¨¢ que tinha dado sorte grande ao sair de casa naquele dia? ¡°O qu¨º? ¨¦ sua namorada?¡± Fabiana olhou incr¨¦d e desprezo para Jimena: ¡°T?o cheinha e t?o simples, desde quando voc¨º gosta de mulheres assim?¡± Ao ouvir que era chamada de gorda e sem gra?a, Jimena ferveu de raiva. avan?ou para perto de Fabiana, as m?os na cintura e o peito estufado, disparou: ¡°Quem voc¨º est¨¢ chamando de gorda e simples? Minha apar¨ºncia ¨¦ problema meu! Estou endo da sua comida? Eu sou a namorada dele sim, e se ele me ama, ¨¦ sorte dele! Nunca ouviu fr que mulher cheinha traz prosperidade ao homem? Ao contr¨¢rio de voc¨º, que ¨¦ s¨® pele e osso, uma verdadeira caveira ambnte. Qualquer homem que fica contigo s¨® pode ter 1/2 15:17 Capitulo 348 azar!¡± ¡°Como ousa fr assimigo!¡± Fabiana, fora de si, ergueu a m?o para bater em Jimena novamente. Mas Jimena foi mais r¨¢pida e deu um tapa no rosto de Fabiana. ¡°Isso ¨¦ pelo que voc¨º fez antes. Aceite, de nada!¡± Jimena disse, bufando de raiva. Carlos estava estupefato, aquilo sim era um espet¨¢culo. Sem perder tempo, Jimena pegou Carlos p m?o e o puxou: ¡°Vamos, voc¨º disse que hoje ir¨ªamos para um hotel, n?o pode voltar atr¨¢s em sua pvra!¡± Carlos: ¡°¡­¡­¡± Ele sentiuo se tivesse deixado um tigre para cair nas garras de outro predador. Fabiana, furiosa ao ouvir que eles iriam para um hotel, decidiu segui¨Clos. Percebendo que os seguia, Jimena parou bruscamente e gritou: ¡°Se voc¨º continuar nos seguindo e atrapalhar nosso momento, eu te bato tanto que nem sua m?e vai te reconhecer!¡± Jimena era mais robusta e mais alta que Fabiana, que n?o tinha chances de ganhar, ainda mais Carlos aodo de Jimena. Fabiana, percebendo que n?o tinha vantagem, pisou forte no ch?o, virou¨Cse e entrou no elevador, apertando o bot?o para descer. pensou consigo mesma: se fosse mais forte, talvez tivesse a briga. Quem sabe precisasse cuidar mais de si mesma. Cap铆tulo 349 Cap¨ªtulo 349 Bah, Carlos, e aqu mulher, voc¨ºs v?o ver s¨®! Fabiana estava furiosa, o peito subia e descia de raiva, ¡°Pronto, j¨¢ se aproveitou bastante, agora pode soltar a minha m?o, n¨¦?¡± Carlos foi arrastado por Jimena por um trecho, e girando o pulso, tentou libertar¨Cse d, Jimena percebeu o movimento dele e parou imediatamente, olhando para ele e disse: ¡°Eu me aproveitei de voc¨º? Foi s¨® segurar a m?o. E voc¨º, que at¨¦ me beijou,o fica?¡± Carlos tirou a m?o da d e colocou a outra no bolso, um meio sorriso nos l¨¢bios e uma express?o despreocupada: ¡°Voc¨º tamb¨¦m pareceu gostar, n?o foi?¡± Jimena corou oent¨¢rio, lembrando¨Cse deo seu corpo tinha amolecido quando ele a beijou, doceo algod?o. Ele era irresist¨ªvel, e havia se apaixonado ¨¤ primeira vista, o cora??o transbordando por ele. Quando ele a beijou, seu corpo reagiu sem controle. Sentindo¨Cse em falta, Jimena desviou o olhar por um instante, mas logo retomou a pose e disse convic??o: ¡°Gostar de ser beijada ¨¦ uma coisa, for?ar um beijo ¨¦ outra. E a prop¨®sito, voc¨º disse que eu era sua namorada, ainda est¨¢ valendo?¡± perguntou, cheia de esperan?a e nervosismo. Sonhava em ser sua namorada. Se o destino lhe desse esse presente, seria t se n?o aceitasse. Vendo que estava fndo s¨¦rio, Carlos ficou s¨¦rio e disse convic??o: ¡°N?o percebeu que eu estava s¨® tentando fazer Fabiana desistir de mim?¡± Fabiana era a herdeira do Grupo Barbosa, era algu¨¦m que sua fam¨ªlia desejava juntar em casamento para unir as duas fam¨ªlias. Ele adorava apanhia feminina, mas n?o suportava o temperamento explosivo de Fabiana, que se irritava facilmente e partia para a viol¨ºncia quando algo n?o sa¨ªao quer¨ªa. Ele detestava a ideia de um casamento arranjado. Desde quando seu casamento deveria servir aos interesses da fam¨ªlia? Ele n?o era uma ferramenta! Mas Fabiana o adorava e sempre o persegu¨ªa, aparecendo em sua casa sem ser convidada. Cansado do ass¨¦dio, refugiou¨Cse em um hotel, mas Fabiana o seguiu at¨¦ l¨¢. Ele estava prestes a sair quando viu Jimena no elevador. Querendo se livrar de Fabiana, ele agiu por impulso e puxou Jimena para um beijo apaixonado. Jimena entrou na onda e ainda provocou Fabiana, dizendo que iriam para um quarto de hotel. Aqus pvras foram ousadas e assertivas, suficientes para manter Fabiana longe dele no futuro. 1/2 Exclusive ? content by N(?)ve/l/Drama.Org. 15:17 Capitulo 349 Carlos estava muito satisfeito o resultado. A esperan?a e a ansiedade nos olhos de Jimena desapareceram, deixando¨Ca extremamente desapontada. j¨¢ suspeitava do resultado, mas ouvir isso doeu. fez biquinho, sentindo¨Cse injusti?ada, e disse: ¡°Voc¨º n?o pode mesmo me fazer sua namorada? ¨¦ porque voc¨º acha que eu estou acima do peso?¡± Carlos sorriu de canto, seu charme natural, e disse: ¡°Eu realmente n?o tenho interesse em ser pai de qu¨¢druplos.¡± ¡°O qu¨º? ¨¦ por causa dos qu¨¢druplos que voc¨º est¨¢ recusando? Na verdade, essas crian?as¡­¡± Jimena ficou chocada, finalmente entendendo o motivo da indiferen?a de Carlos, e por impulso, come?ou a explicar a origem dos qu¨¢druplos. Cap铆tulo 350 Cap¨ªtulo 350 ¡°O que foi?¡± Carlos perguntou ao ver Jimena interromper sua f. Jimena, seus olhos redondos e expressivos, girou¨Cos hesitante, nejando revr a origem dos quadrig¨ºmeos. Mas, prestes a fr, subitamente se calou. N?o disse uma pvra. queria explicar que estava solteira, nunca teve filhos ou se envolveu um homem. No entanto, contar a verdade colocaria Olivia em uma situa??o dif¨ªcil. Carlos era um grande amigo de Daniel, e se soubesse que os quadrig¨ºmeos eram filhos de Olivia, logo Daniel tamb¨¦m descobriria. As tens?es entre Olivia e Daniel iam al¨¦m da avers?o de Daniel por crian?as e do desprezo da fam¨ªlia Griera por Olivia; estavam enraizadas em ressentimentos antigos. Daniel via Oliviao uma inimiga, desejando, se poss¨ªvel, destru¨ª. Se Daniel descobrisse que Olivia secretamente deu ¨¤ luz seus quatro filhos, ele os tiraria d cruelmente, sem permitir que os visse. Seria a forma mais dolorosa de torturar Olivia, privando¨Ca do que restava: seus filhos. Se perdesse tamb¨¦m seus filhos, qu?oment¨¢vel seria? Al¨¦m disso, estava ali justamente para salvar Olivia. E n?o podia, antes de resgat¨¢, jog¨¢ na fogueira. Mesmo que gostasse muito de Carlos, mesmo que estivesse ansiosa para explicar a origem dos quadrig¨ºmeos. No ¨²ltimo segundo, se deteve. ¡°Por que est¨¢ cda?¡± Carlos franziu a testa ao ver Jimena uma express?o mnc¨®lica e os olhos girando de forma quase culpada, instigando¨Ca a fr. Jimena gaguejou por um instante, at¨¦ que finalmente encontrou uma desculpa, dizendo: ¡°Os quadrig¨ºmeos s?o meu tesouro, ningu¨¦m pode tomar o lugar deles no meu cora??o.¡± Essa era a verdadeira sensa??o e situa??o de Olivia, expressada por Jimena, sua melhor amiga. Como m?e, n?o havia ningu¨¦m que pudesse substituir a posi??o de seus filhos no cora??o d. Recebendo a resposta de Jimena, Carlos n?o se surpreendeu, um sorriso ir?nico se formou em seus l¨¢bios, e ele disse: ¡°N?o se preocupe, ningu¨¦m vai tomar o seu lugar. Voc¨º me fez um favor hoje, quanto quer? Eu transfiro agora mesmo.¡± Ele tirou o celr do bolso, e se preparou para a transfer¨ºncia. 15:17 This belongs ? N?velDra/ma.Org. Capitulo 350 Vendo sua determina??o, Jimena sentiu uma urg¨ºncia dolorosa. queria tanto dizer que estava solteira, que nunca tinha namorado, que era ainda mais imposs¨ªvel ter tido filhos. realmente queria ter um romance apaixonado ele. Quando ele a beijou, seu cora??o acelerou, e se sentiu toda arrepiada ¨C era o sentimento de uma intensa palpita??o. Seu carinho por ele se aprofundou ainda mais. Mas ele a rejeitou, porque pensou que era m?e de quatro filhos e n?o estava interessado em uma m?e. Para proteger Olivia, suportaria o tormento interno. Vendo¨Co abrir a transfer¨ºncia ee?ar a digitar os n¨²meros, Jimena, num impulso, segurou sua m?o: ¡°Se voc¨º realmente acha que te ajudei, n?o precisa me transferir nada. Fa?a¨Cme um favor e estaremos quites.¡± Enquanto fva, seu olhar desviou para a t do celr dele. Era a mesma conversa da ¨²ltima vez, quando ele bateu no carro d e transferiu mil reais. o convidou para jantar, ele disse que estava ocupado. Depois disso, n?o houve mais conversa. A ¨²nica vez que ele quis entrar em contato novamente foi para fazer a transfer¨ºncia, uma tentativa de esrecer as coisas entre eles. O cora??o de Jimena doeuo se fosse mordido por formigas, uma dor persistente e delicada. M Cap铆tulo 351 Cap¨ªtulo 351 As m?os de Jimena eram suaves e quentes, segurando a m?o de Carlos, ele podia sentir o calor emanando da palma d, ¨²mida de suor. Seus olhos amendoados e expressivos a desafiavam: ¡°Conversa ¨¦ conversa, mas voc¨º pode soltar minha m?o?¡± Ao erguer o olhar, Jimena encontrou¨Cse o olhar sedutor dele e seu cora??o deu um pulo violento. Com apenas um simples olhar, ele conseguia fazer seu cora??o acelerar. Percebendo que ainda segurava a m?o dele, viu um vislumbre de desprezo em seus olhos. Rapidamente, retirou a m?o, sentindo¨Cse cabisbaixa e desanimada. Carlos disse: ¡°Se precisar de algo, quero deixar ro desde j¨¢, n?o envolvo¨Cme em nada contra a moral ou a lei.¡± Jimena se apressou: ¡°N?o ¨¦ nada contra a moral ou a lei, ¨¦ algo simples.¡± ¡°Hmm, fale,¡± disse Carlos. Ele queria se livrar dessa situa??o o quanto antes, sem mais delongas. ¡°Venhaigo¡°, instruiu Jimena, levando¨Co pelo corredor em dire??o ao n¨²mero do quarto indicado por Olivia. Ao se aproximarem da esquina, Jimena avistou de rnce dois seguran?as de preto na porta e recuou prontamente para o corredor, sem ser vista. Carlos tamb¨¦m estava prestes a virar, mas Jimena o empurrou de volta a tempo. Carlos era alto e Jimena, baixinha e um pouco cheinha, por¨¦m encantadora. Ao empurr¨¢¨Clo, quase se aninhou em seu peito, sentindo o aroma masculino dele, um leve perfume e a firmeza do seu peito. Com a m?o no peito dele, seu cora??o falhou uma batida. O charme daquele homem era irresist¨ªvel. Um simples contato quase a vencia. Carlos notou que estava em seus bra?os, as m?os desordenadas, e franziu a testa descontente: ¡°Voc¨º¡­¡± Antes que pudesse terminar, Jimena o interrompeu. ¡°Shhh¡°, sussurrou, levantando o dedo indicador aos l¨¢bios num gesto de sil¨ºncio. Com o rosto fechado, Carlos se calou, baixando os olhos para a m?o d em seu peito, sussurrou: ¡°Est¨¢ se aproveitando de mim?¡± Jimena olhou para baixo, sua m?o ainda em seu peito, relutante em se afastar, absorvendo o maismo dele. n?o tinha inten??o de tirar vantagem, era apenas uma resposta instintiva. 1/2 15:18 Cap¨ªtulo 351 Rapidamente, retirou a m?o, visivelmente envergonhada e evitando o olhar, disse baixinho: ¡°Desculpa, foi sem querer.¡± ¡°Quem acredita?¡± Carlos riu levemente, exndo perto de sua cabe?a, e pelo tom de voz, podia ouvir o desprezo e desd¨¦m dele por . Jimena se sentiu magoada e desconfort¨¢vel, mordiscou o l¨¢bio, sem vontade de discutir mais. Era crucial salvar Olivia. All content is property ? N?velDrama.Org. sussurrou: ¡°Voc¨º viu os dois seguran?as na porta do quarto? Se voc¨º puder distra¨ª¨Clos, isso j¨¢ ser¨¢ uma grande ajuda, e ficaremos quites.¡± ¡°Quem est¨¢ l¨¢ dentro? Por que est¨¢ preso?¡± Carlos n?o gostava de se envolver em situa??es d¨²bias. ¡°¨¦ uma amiga minha, quer terminar o namorado, mas ele n?o aceita. O cara ¨¦ rico e usa seu dinheiro para domin¨¢ mantendo¨Ca presa no hotel, sem liberdade.¡± Jimena explicou. ¡°Essa sua amiga, n?o seria a Olivia, seria?¡± Carlos era astuto. Cap铆tulo 352 Cap¨ªtulo 352 ouviu a voz dele e logo percebeu que era Olivia, Jimena negou apressadamente: ¡°ro que n?o ¨¦ a Olivial Olivia trabalha no Grupo Griera,o teria namorado? ¨¦ outra amiga minha.¡± ¡°Que cara mais louco, n?o quer terminar e ainda tenta contrr a liberdade dos outros?¡± Carlos duvidou, erguendo uma sobrancelha. Jimena concordou fricamente: ¡°¨¦ loucura mesmo. Por isso que eu sempre digo, mulher tem que abrir o olho quando escolhe um namorado.¡± Enquanto fva, seus olhos redondos e brilhantes se voltaram para Carlos por um instante, revndo um desejo indisfar?¨¢vel por ele. Carlos ficou desconfort¨¢vel o flerte descarado d e desviou o olhar, perguntando: ¡°Qual amiga?¡± ¡°Uma colega da faculdade, Marina. Se n?o acredita, pode conferir.¡± Jimena inventou rapidamente uma desculpa, usando o nome de uma colega verdadeira. Carlos ficou meio desconfiado,n?ou¨Clhe um olhar e pegou o celr para enviar uma mensagem ao assistente. Vendo que ele realmente ia investigar, Jimena sentiu um frio na barriga. E se ele descobrisse que n?o era Marina, saberia que estava mentindo. O que faria se ele n?o ajudasse? Jimena estava ansiosa. Logo, Carlos recebeu uma resposta do assistente. Ele abriu a mensagem e Jimena tentou espiar, esticando¨Cse na ponta dos p¨¦s. Mas Carlos levantou a m?o, impedindo¨Ca de ver. Sem conseguir ver a mensagem, Jimena ficou nervosa e fez um biquinho frustrado. Carlos leu o conte¨²do, e seu rosto bonito se fechou. Inquieta, Jimena perguntou: ¡°E a¨ª?¡± n?o sabia o que o assistente tinha descoberto, estava apreensiva e seu cora??o batia acelerado. Carlos disse: ¡°Conta a¨ª,o eu distraio eles?¡± O cora??o nervoso de Jimena se acalmou num instante, ent?o ele acreditou n? -Mas o que Carlos havia descoberto? All content is property ? N?velDrama.Org. n?o sabia, e, na verdade, n?o se importava muito; afinal, Marina era s¨® Marina, uma mulher que sempre rivalizava e Olivia. Os feitos d n?o importavam. 1/2 15:18 Capitulo 352 Contanto que Carlos estivesse disposto a ajudar, estava tudo bem. ¡°Como vou sabero distrair? Pensa em alguma coisa, u¨¦.¡± disse Jimena baixinho. Carlos franziu a testa: ¡°Se liga, voc¨º que me pediu ajuda.¡± A mensagem que o assistente tinha enviado dizia que Marina realmente tinha um namorado, um cara influente que intimidava os outros. ¡°Mas ¨¦ voc¨º que t¨¢ me pedindo ajuda, n¨¦? Ent?o, parte da ajuda ¨¦ usar a cabe?a, ser esperta.¡± sussurrou Jimena, gestdo, para evitar que os seguran?as do outrodo ouvissem. ¡°Voc¨º ¨¦ burra, ¨¦? N?o tem intelig¨ºncia?¡± Carlos olhou para o se estivesse olhando para algu¨¦m sem no??o. Jimena: ¡°¡­. 11 Ah, estava furiosa, ele tinha chamado de burra! Odiava mais do que tudo ser chamada de burra. Para provar seu ponto, esfor?ou¨Cse para ter uma ideia, determinada a impression¨¢¨Clo. Pouco depois, seus olhos brilharam: ¡°Tenho uma ideia!¡± Carlos perguntou: ¡°O que ¨¦?¡± Jimena fez um gesto para ele se abaixar, sinalizando que queriapartilhar um segredo. Carlos estava relutante, mas vendo a ansiedade d, ele teve que conter a impaci¨ºncia, se abaixou e aproximou o ouvido d. Jimena sussurrou em seu ouvido, gestdo enquanto fva. Cap铆tulo 353 Cap¨ªtulo 353 abaixou o tom da voz, e o sopro que escapou de seus l¨¢bios fez c¨®cegas no ouvido dele, provocando¨Co e seduzindo¨Co. Carlos, n?o muito acostumado isso, encolheu o pesco?o, mas ainda assim se manteve atento at¨¦ o fim. Depois de finalizarem o no, Jimena olhou confiante para ele e perguntou: ¡°E ent?o, o que acha?¡± De repente, Carlos curvou o dedo indicador e deu¨Clhe uma leve batidinha na testa. Pega de surpresa e lisonjeada, Jimena levou a instintivamente m?o ¨¤ testa, uma express?o de incredulidade e cora??o acelerado, olhou para ele e disse: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Aquele gesto dele era muito sedutor e carinhoso. N?o era esse um gesto t¨ªpico entre casais? O cora??o de Jimena, que estava abdo, subitamente se encheu de tumulto. Carlos, alheio ¨¤ confus?o interna d, falou seriamente: ¡°Que ideia maluca ¨¦ essa? Deixaigo!¡± Dito isso, ele se afastou pelo corredor, e Jimena, rmada, espiou ansiosamente para ver o que ele faria. Viu¨Co indo em dire??o aos dois seguran?as na porta e, ao se aproximar, tirou um ma?o de cigarro do bolso, pegou um e colocou no canto da boca. Procurou no bolso o isqueiro, mas n?o encontrou. J¨¢ tinha passado pelos seguran?as quando voltou e pediu a um deles: ¡°Cara, me empresta fogo?¡± O seguran?a tirou um isqueiro do bolso e o entregou. Carlos acendeu o cigarro e, ao inv¨¦s de devolver o isqueiro, tirou outro cigarro e ofereceu ao seguran?a: ¡°Valeu, irm?o. Fuma um tamb¨¦m.¡± O seguran?a n?o aceitou, permaneceu im¨®vel, cara de quem n?o queria papo. Carlos sorriu, sem se embara?ar, e disse: ¡°Hoje eu consegui escapar daquele churrasco da firma da patroa para encontrar uma gata. Tava tudo ¨®timo, mas minha mulher falou que chegaria por volta das 15h, meu celr t¨¢ sem bateria, nem sei que horas s?o. Mano, pode me mostrar as horas no seu celr?¡± O seguran?a continuou impass¨ªvel, ignorando¨Copletamente. Jimena, vendo aqu cena, sorriu tamb¨¦m. Carlos n?o estava nada convincente. Percebendo que precisava apr para a emo??o aqueles seguran?as indiferentes. Ele fez uma express?o de quem estava em apuros e disse: ¡°Mano, voc¨ºs tamb¨¦m t¨ºm mulher 1/2 15:18 Capitulo 353 e filhos, querem que eu chegue tarde e minha mulher desconfie, n¨¦? Isso pode arruinar meu casamento.¡± Um dos seguran?as, cansado da situa??o, disse: ¡°Voc¨º pode ir para casa agora!¡± ¡°Mas e a mina que t¨¢ me esperando no quarto? N?o posso simplesmente abandon¨¢, n¨¦? Somos todos homens, vamos nos entender.¡± Ele continuou atuandoo um homem dividido entre a trai??o e a fam¨ªlia. O seguran?a que n?o havia emprestado o isqueiro encarou¨Co desd¨¦m. Apesar de desprezar sua atitude,o homem, ele entendia seus sentimentos. Com desd¨¦m, pegou o celr no bolso, desbloqueou e mostrou a hora para Carlos. ¡°Ah, j¨¢ s?o duas da manh?¡°, disse Carlos, dando uma olhada r¨¢pida. No segundo seguinte, ele arrancou o celr das m?os do seguran?a e saiu correndo. ¡°Pare!¡°, o seguran?a que teve o celr roubado gritou, indo atr¨¢s dele instintivamente. O outro seguran?a, percebendo que seu isqueiro, que valia uma grana, ainda estava Carlos, tamb¨¦m foi atr¨¢s. Jimena, assistindo a tudo o cora??o aos pulos e um sorriso satisfeito, sentia um misto de excita??o e desprezo. Carlos havia criticado seu no, mas no fim, fez exatamente o que havia sugerido, roubou o celr do seguran?a e fugiu. Isso provava que era a mais esperta. Ao ver que Carlos havia distra¨ªdo os seguran?as, Jimena correu at¨¦ a porta ee?ou a tocar a campainha desesperadamente. Segundos depois, a porta se abriu, revndo o rosto abatido e ansioso de Olivia. Ao ver Jimena, exmou aliviada: ¡°Jimena, voc¨º veio mesmo!¡± This belongs ? N?velDra/ma.Org. ¡°Sem tempo pra conversa, vamos correr!¡± Jimena puxou Olivia para fora do quarto e ambas acelerando em dire??o ao elevador. Cap铆tulo 354 Cap¨ªtulo 354 Olivia seguiu Jimena por alguns passos antes de parar repentinamente: ¡°Espera um momento.¡± Surpresa e ansiosa, Jimena se virou: ¡°Voc¨º n?o quer fugir?¡± Afinal, ser confinada por Daniel era, de certa forma, um ato de rebeldia; muitas mulheres desejariam esse tratamento especial dele e n?o teriam a chance. Mas n?o tinha tempo para entreter as fantasias de Jimena, soltou sua m?o, deu dois passos para tr¨¢s e fechou a porta do quarto. Dessa forma, mesmo que os seguran?as voltassem, ao verem a porta fechada, pensariam que ainda estivesse l¨¢ dentro, o que daria a s mais tempo para fugir. Olivia fechou a porta rapidamente e correu de volta para odo de Jimena, segurou sua m?o e as duas dispararam para dentro do elevador, apertaram o bot?o do t¨¦rreo e, em seguida, o de fechar a porta, medo de que os seguran?as voltassem e as vissem. Por sorte, a porta do elevador se fechou a tempo, cortando a vis?o do exterior. S¨® ent?o Olivia respirou aliviada e encontrou espa?o para conversar Jimena: ¡°Como voc¨º conseguiu distrair os seguran?as?¡± Os seguran?as de Daniel eram todos muito espertos, e Olivia n?o entendiao Jimena sendo uma jovem fr¨¢gil e ainda por cima presente no local, conseguiu desviar a aten??o de dois seguran?as e ainda bater na porta para encontr¨¢. Jimena esbo?ou um sorriso e disse: ¡°Eu tive uma ajudinha.¡± ¡°Ajuda, de quem?¡± Olivia perguntou, curiosa. Jimena tocou o nariz: ¡°Do Carlos.¡± Olivia se surpreendeu: ¡°Voc¨º e o Carlos est?o assim t?o pr¨®ximos? N?o foi ele que te rejeitava at¨¦ outro dia?¡± ¡°N?o ¨¦ o que voc¨º est¨¢ pensando, e n?o d¨¢ para explicar em poucas pvras. Quando tivermos um tempo, eu te conto tudo,¡± disse Jimena. ¡°Certo,¡± Olivia assentiu a cabe?a. Agora n?o era hora para fofocas. O importante era fugir. O elevador logo chegou ao t¨¦rreo e Jimena, levando Olivia consigo, se afastou rapidamente. Ap¨®s dirigir por um tempo, Jimena abriu o WhatsApp e enviou uma mensagem para Carlos: ¡°J¨¢ resgatei a pessoa, voc¨º pode dar um jeito de sair.¡± Enquanto isso, Carlos brincava de gato e rato os seguran?as. Ele conseguiu despistar os dois seguran?as e foi at¨¦ a recep??o, entregou seu celr e isqueiro ¨¤ recepcionista, dizendo: ¡°Encontrei isso, voc¨º poderia procurar o dono?¡± All content is property ? N?velDrama.Org. 15:18 Capitulo 354 Ap¨®s dizer isso, ele saiu do hotel sem olhar para tr¨¢s. Quando os seguran?as chegaram ao t¨¦rreo e viram seus pertences no balc?o da recep??o, a recepcionista lhes informou que algu¨¦m tinha encontrado as coisas deles. Como assim encontrados? Eles foram roubados! Isso n?o estava certo! Eles perceberam que tinham sido propositalmente desviados! Os seguran?as logo se tocaram e correram de volta para o quarto, apertaram a campainha fricamente, mas n?o houve resposta. Um dos seguran?as chamou um funcion¨¢rio do hotel para abrir a porta e ao entrar, confirmou que n?o havia mais ningu¨¦m ali. Os dois seguran?as se olharam, tensos e nervosos, sentindo o perigo. Mas a tens?o de nada servia; o fato que precisava ser reportado ainda estava l¨¢. Um deles ligou para Daniel. O telefone tocou duas vezes antes de ser atendido e, mesmo ¨¤ distancia, o seguran?a p?de sentir a press?o baixa vinda do outrodo da linha, carregada de uma presen?a intimidadora. Com o cora??o acelerado e cada vez mais apavorado, o seguran?a falou voz tr¨ºm: ¡°Sr. Griera, Olivia foi resgatada do quarto, fugiu.¡± ¡°Fale novamente!¡± Do outrodo, a voz gda de Daniel soou ainda mais dura. O seguran?a endireitou as costas, suando frio, e cuidadosamente rtou o que tinha acontecido: ¡°Um homem fingiu que queria emprestar nosso celr e isqueiro, roubou nossas coisas. e n¨®s fomos atr¨¢s dele sem pensar. e quando voltamos. Olivia havia fugido Cap¨ªtulo 355 Cap铆tulo 355 Cap¨ªtulo 355 ¡°In¨²til!¡± Daniel exmou irritado e desligou o telefone abruptamente. V Serenidade. Daniel estava no quarto principal, j¨¢ deitado quando o telefone tocou. Ele se levantou, acendeu a luz um clique e vestiu a roupa que estava no cabideiro. Um homem utilizou um estratagema para resgatar Olivia. Esse homem, seria Sergio, n?o ¨¦? Ah, queria fugir Sergio? As imagens tr¨¢gicas de sua m?e insistindo em fugir Gabriel, seu pai indo atr¨¢s deles e o subsequente acidente de carro que os levou ¨¤ morte, invadiram a mente de Daniel. Seu cora??o parecia estar sendo apertado por cordas, a dor era t?o intensa que at¨¦ a respira??o ficava dif¨ªcil. N?velDrama.Org (C) content. Ele nunca entendera por que seu pai n?o deixava sua m?e partir, por que n?o a libertava. N?o seria melhor para ambos? Naqu ¨¦poca, ele era jovem demais parapreender asplexidades do amor, do ¨®dio, das d¨ªvidas de gratid?o e rancor entre adultos. Agora, ele tamb¨¦m tinha trinta anos. E havia encontrado Olivia! Parecia que a hist¨®ria do passado estava se repetindo ele. De repente, ele entendeu os sentimentos de seu pai. Deixando as emo??esdedo,o um homem pode suportar que a mulher que j¨¢ foi sua tenha outro homem em seu cora??o e ainda queira passar a vida esse outro homem? Isso era um ultraje ao orgulho do homem. Sua mulher, mesmo destru¨ªda, jamais seria tocada por outro homem! Essa era a possessividade, o desejo de vit¨®ria e o forte orgulho de um homem; ele precisava fazer o que devia ser feito. Jimena rapidamente levou Olivia de volta para casa e subiu as escadas . Teresa, que n?o havia dormido, ouviu o barulho e correu para abrir a porta. Ao ver Olivia e Jimena no patamar, disparou: ¡°Voc¨º, sua irrespons¨¢vel, sabe ao menoso voltar pra casa? Voc¨º tem ideia de que horas s?o?¡± J¨¢ passava das tr¨ºs da madrugada! Olivia n?o teve tempo para ouvir as rema??es de sua m?e. estava tensa e apressada, indo em dire??o ao interior da casa enquanto dizia: ¡°M?e, troque de roupa rapidamente, pegue algumas coisas e leve as crian?as para a casa da vov¨® no interior.¡± 15:19 Capitulo 355 Correu para do quarto, pegou a m ee?ou a empacotar as coisas rapidamente. Ao ouvir isso, o cora??o de Teresa disparou, sentindoo se o mundo estivesse desabando. correu at¨¦ Olivia, ansiosa, e perguntou: ¡°Voc¨º fez alguma besteira de novo? Mexeu quem n?o devia?¡± Olivia percebeu que sua ansiedade e nervosismo haviam rmado Teresa. N?o poderia contar a Teresa sobre seu conflito Daniel agora, para evitar que sua m?e, de g¨ºnio forte, fosse enfrent¨¢¨Clo. Eles eram apenas insignificantes diante de Daniel. hesitou por um momento e ent?o, explicou apressadamente: ¡°N?o, m?e, ¨¦ que recebi uma liga??o da v dizendo que a tia passou mal e ningu¨¦m est¨¢ l¨¢ para cuidar d. Voc¨º precisa levar as crian?as e ir cuidar d por um tempo. N?o se preocupe, eu vou pedir licen?a na creche.¡± ¡°S¨¦rio? Minha irm? est¨¢ doente? est¨¢ sozinha em casa e desmaiou? E se ningu¨¦m a encontrasse e n?o recebesse tratamento a tempo?¡± Teresa ficou imediatamente preocupada. ¡°¨¦ isso mesmo, m?e. A sa¨²de da tia j¨¢ n?o ¨¦ boa e est¨¢ sozinha em casa. Mas n?o se preocupe, por sorte os vizinhos a encontraram a tempo e j¨¢ a levaram para o hospital. Voc¨º s¨® precisa ir cuidar d.¡± Olivia tentou sorrir, disfar?ando a urg¨ºncia da situa??o, n?o podia perder mais tempo e precisava mandar Teresa e as crian?as para o interior o quanto antes. Se Daniel os encontrasse, tudo estaria acabado. Cap铆tulo 356 Cap¨ªtulo 356 Teresa estava preocupad¨ªssima a sa¨²de de Mire, e rapidamentee?ou a se vestir, ajudando Olivia a arrumar as ms. Vendo isso, Jimena tamb¨¦m n?o ficou parada e prontificou¨Cse a arrumar as roupas e pertences dos beb¨ºs. Depois que tudo estava pronto, Oliviae?ou a acordar os pequenos, que ainda estavam em sono profundo. ¡°Heitor, Joel, Iria, In¨ºs, acordem,¡± disse Olivia, sacudindo gentilmente os ombros delicados de cada um. Heitor despertou, abrindo os olhos sonolentos e parecendo um tanto confuso. Ao ver Olivia e Jimena, ele perguntou, ainda sem entender: ¡°M?e, j¨¢ ¨¦ hora de ir para a esc?¡± Enquanto fva, levantou sua m?ozinha e esfregou os olhos que ainda resistiam ao sono. Joel apenas abriu os olhos, olhou ao redor, sucumbiu ao sono e fechou os olhos novamente, continuando a dormir. Eram tr¨ºs da manh?, o hor¨¢rio em que as crian?as costumam estar no auge do sono profundo. N?o seria f¨¢cil acord¨¢¨Clos t?o cedo. Iria, por sua vez, permanecia im¨®vel,o se nada no mundo externo pudesse perturbar seu sagrado sono. In¨ºs estava igualmente mergulhada no sono, e nem se mexeu quando Olivia sacudiu seus ombros. Olivia olhou para os filhos, dormindo t?o tranqumente e sonhando, e n?o queria perturbar o sono deles. Mas diante da urg¨ºncia da situa??o, precisou ser firme e acord¨¢¨Clos, um por um, e rapidamente. ¡°Heitor, n?o ¨¦ para a esc, ¨¦ para voc¨ºs irem rapidinho para o interior visitar a tia a v¨®. Heitor, a mam?e e a v¨® est?o pressa, voc¨º ¨¦ o maisportado, vista¨Cse primeiro,¡± disse Olivia, urg¨ºncia percept¨ªvel em sua voz. A preocupa??o era evidente e incontida. Heitor percebeu a pressa na voz da m?e e, embora desejasse continuar dormindo, bn?ou a cabe?a para espantar o sono, pegou suas roupas e come?ou a se vestir, obediente epreensivo. Enquanto os outros tr¨ºs ainda n?o haviam acordado, Olivia teve que vesti¨Clos um a um. Joel, iodado por ter seu sono interrompido, resmungou: ¡°Hmm¡­ m?e, eu ainda quero dormir¡­¡± Olivia abra?ava seu corpinho macio, enquanto erguia seus bracinhos para ajud¨¢¨Clo a vestir o This belongs ? N?velDra/ma.Org. 1/2 Capitulo 356 casaco. ¡°Calma, a gente vai dormir no carro,¡± consolou. Como o mais velho, Heitor era o bra?o direito da m?e, j¨¢ vestido, ele ajudou Olivia a vestir Joel. Com uma express?o s¨¦ria, quase adulta, ele disse a Joel: ¡°Vamos, irm?ozinho, acorde. As meninas ainda est?o dormindo, e precisamos ajud¨¢s a se vestir.¡± Ouvindo as pvras do irm?o Heitor, Joel levantou suas pequenas m?os, esfregou os olhos que mal se abriam, mase?ou a se vestir por conta pr¨®pria. Enquanto isso, Jimena estava vestindo Iria. A pequena, que adorava dormir eer, estava rechonchuda e forte. Jimena, ao peg¨¢ no colo, sentia um pouco de esfor?o, mas sua voz ao acariciar Iria era cheia de carinho. ¡°Iria, minha pequena, acorde, acorde! Tem gostosuras esperando por voc¨º,¡± disse . Ao ouvir fr emida, os olhos brilhantes e cheios de vida de Iria se abriram imediatamente, e olhou para Jimena uma express?o ador¨¢vel de confus?o: ¡°S¨¦rio? Temida gostosa?¡± ¡°Sim, sim, tia tem um monte denches deliciosos no carro,¡± Jimenan?ou o irresist¨ªvel apelo da comida. ¡°Eu me visto sozinha, seio fazer,¡± disse Iria, agorapletamente desperta diante do poder da comida,e?ando a se vestir ativamente. In¨ºs, mais magrinha, foi rapidamente vestida por Olivia. A fam¨ªlia, todas as suas bolsas e pacotes, caminhou para fora do pr¨¦dio. Quando chegaram ¨¤ rua, Olivia disse a Jimena: ¡°Depois de tanto esfor?o nesta noite, voc¨º deveria ir dormir, eu vou chamar um t¨¢xi para lev¨¢¨Clos para o interior.¡± Jimena respondeu: ¡°Chamar um t¨¢xi ¨¦ muito inconveniente, eu os levo para o interior. N?o se preocupe, sou uma coruja da noite, um pouco de sono n?o me far¨¢ falta.¡± Insistente, Jimena n?o deu espa?o para mais argumentos, e Olivia n?o disse mais nada. Capitulo 357 Cap铆tulo 357 Cap¨ªtulo 357 Todo o bagageiro foi preenchido as ms. Teresa sentava¨Cse aodo do motorista, enquanto os quatro pequenos ocupavam o banco de tr¨¢s, e Olivia certificou que ficassem quietinhos e ouvissem a Teresa. ent?o fechou a porta do carro cuidado. Iria se debru?ou na jan, um olhar de quem n?o queria se despedir: ¡°Mam?e, voc¨º n?o vai voltar a gente?¡± Olivia sorriu, tentando acalm¨¢: ¡°Voc¨ºs v?o na frente, e assim que eu terminar o trabalho aqui, mam?e tamb¨¦m volta, t¨¢ bom?¡± ¡°Ah, que chato, esses trabalhos e horas extras!¡°, Iria resmungou, ramente desapontada por n?o poder estar junto da m?e, fazendo beicinho. Jimena deu partida no carro e Olivia observou at¨¦ que ele se tornou um ponto distante na estrada, sentindo um vazio imenso no peito. queria estar seus tesouros, mas naquele momento, era imposs¨ªvel. Fugindo do hotel, sabia que o Daniel a procuraria. Se estivesse os filhos, ele descobriria sobre eles. O segredo que tanto lutou para esconder seria revdo em um instante, e conhecendo o poder e a influ¨ºncia de Daniel, ele certamente tomaria os filhos d. S¨® de pensar em perder seus quatro amores, o cora??o de Olivia se apertava em dor. n?o suportava a ideia de estar longe deles. Olhando para o carro que se afastava, deu meia¨Cvolta e entrou na casa alugada, arrumando tudo rapidamente. Pegou uma moch, colocou algumas roupas dentro e estava pronta para partir quando ouviu batidas urgentes na porta. Cada batida parecia martr diretamente no cora??o de Olivia, que paralisou de medo. Seu cora??o acelerou, sentindo o terroro se o diabo estivesse do outrodo daqu porta. ficou parada, sem coragem de abrir. Mas as batidas ficaram cada vez mais desesperadas, cada uma mais forte que a anterior. Sentindo que n?o tinha escapat¨®ria, Olivia se for?ou a se aproximar e abriu a porta. L¨¢ estava um homem alto e esguio, vestindo um terno cinza¨Cprateado, cabelos castanho¨C escuros cortados curtos, e um rosto marcado p tristeza. Seus olhos brilhantes estavam cheios de dor. Era o S¨¦rgio! This belongs ? N?velDra/ma.Org. Ao v¨º¨Clo, em vez de Daniel, rxou um pouco. Capitulo 357 ¡°S¨¦rgio, por que voc¨º fez isso?¡°, ele perguntou uma voz pesada de ang¨²stia, quando a viu. Ele passara a maior parte da noite tentando entender por que estaria seu tio. Era para se vingar dele? Ele tinha se envolvido a prima d e agora estava o tio dele, para ironiz¨¢¨Clo? Isso significaria que ainda guardava sentimentos por ele? Olivia estava t?o preocupada a possibilidade de Daniel encontr¨¢ que n?o tinha energia para discutir o passado, nem para desembara?ar um rcionamento que j¨¢ estava morto e sem futuro. Sua camisa estava grudada ¨¤s costas de tanto suar, e agora se sentia fraca, mal conseguindo fr: ¡°S¨¦rgio, eu j¨¢ disse para voc¨º n?o me procurar mais¡­¡± ¡°N?o, hoje voc¨º vai ter que me explicar, eu n?o vou embora at¨¦ voc¨º fazer isso!¡°, S¨¦rgio era teimoso e, inesperadamente, entrou e sentou¨Cse no sof¨¢ d, decidido. Olivia virou¨Cse, ansiosa, e disse: ¡°S¨¦rgio, por favor, v¨¢ embora. Eu preciso sair, e se voc¨º n?o for, fique a¨ª ent?o!¡± Dito isso, se dirigiu ¨¤ porta, mas ao sair, algu¨¦m sa¨ªa do elevador. Ao reconhecer quem era, Olivia sentiu um arrepio da cabe?a aos p¨¦s, o sangue gelou e ficou paralisada de terror. Cap铆tulo 358 Cap¨ªtulo 358 O homem tinha uma estatura imponente e uma presen?a nobre, vestido num terno preto feito sob medida, exndo uma aura de dignidade e poder. Quando ele apareceu, parecia que at¨¦ o ar ao redor se agitava. Daniel chegou! Logo atr¨¢s dele vinham dois seguran?as vestidos de preto. Olivia sentiu seu cora??o disparar, sua mente ficou em branco por um segundo e, em seguida, voltou ¨¤ realidade, correndo de volta para casa e fechando a porta for?a. Enquanto corria, os seguran?as a alcan?aram rapidamente, um segurando a porta e o outro enfiando o p¨¦ para impedir que se fechasse. Olivia empurrou a porta todas as suas for?as, tentando manter os homens dodo de fora. Mas sua for?a n?o era nem uma fra??o da deles, e em menos de um segundo, a porta foi aberta. Os seguran?as entraram. Olivia deu dois passos para tr¨¢s for?a. ¡°Olivia!¡± Sergio, vendo que estava prestes a cair, correu para ajud¨¢, e acabou apoiada em seus bra?os. Ainda em panico, n?o tinha se recuperado da situa??o urgente que havia vivido. O homem alto e esguio adentrou a casa, caminhando passosrgos em sua dire??o. Exva uma frieza cortante,o uma geada. Enquanto se aproximava, uma corrente de ar gdo atingiu o rosto de Olivia, causando¨Clhe uma dor fria e prante. Tensa e de olhos arregdos, se preparou para fugir, mas ele estendeu o bra?o e a agarrou pelo queixo, puxando¨Ca for?a para perto dele. A for?a foi tanta que puxou seu pesco?o, dando¨Clhe a ilus?o de que sua cabe?a e corpo estavam se separando, um medo terr¨ªvel. O corpo d colidiu contra o peito s¨®lido de Daniel, que girou a m?o e a envolveu o bra?o, segurando seus ombros arredondadoso se fosse uma garra demon¨ªaca, contrndo¨Ca sem dar espa?o para resist¨ºncia. O cora??o de Olivia batia descontrdo, a dor nos ombros t?o intensa quanto se estivessem presos por um alicate, e n?o ousava se mexer, franzindo a testa e fndo uma voz cheia de dor: ¡°Daniel, me solta¡­¡± Sergio, que segurava Olivia preocupa??o, de repente se viu sem em seus bra?os, t?o vazio quanto seu cora??o ficou quando soube que estava Daniel. Uma sentimento de vazio e derrota tomou conta dele, e ao levantar os olhos, viu Daniel 11/2 15.10 Cap¨ªtulo 358 segurando Olivia de forma dominadora e at¨¦ a machucando, e disse ansiosamente: ¡°Tioz?o, o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Ele queria avan?ar e tirar Olivia dos bra?os de Daniel, mas a aura ao redor de Daniel era muito forte e intimidadora, ele n?o ousava e n?o tinha posi??o para fazer isso. Ele tinha sido o namorado de Olivia, mas havia tra¨ªdo¨Ca primeiro, e nunca o perdoou. Em que posi??o ele estava agora para mov¨º? Ele deu um passo ¨¤ frente e parou. All content is property ? N?velDrama.Org. Danieln?ou um olhar para Sergio, sem responder, mas continuou segurando Olivia e sentou no sof¨¢ com movimentos tranquilos, apesar da atmosfera perigosa e opressiva que o cercava. Sua voz fria soou: ¡°Pretendia fugir para onde?¡± Olivia estava a bolsa nas costas, pronta para fugir Sergio? No entanto, n?o havia calcdo o tempo direito e foi pega por ele. Suas pvras pareciam calmas e casuais, mas a frieza em sua voz e a for?a opressiva ao redor eram sufocantes. ¡°Voc¨º est¨¢ enganado¡­¡± Oliviae?ou a se explicar, mas ent?o viu algo cair entre as almofadas do sof¨¢. Era uma chupeta de reserva para a mamadeira, Iria adorava beber leite e morder a chupeta, ent?o sempre tinha v¨¢rias reserva por perto. Cap铆tulo 359 Cap¨ªtulo 359 Na pressa anterior, Olivia organizara todos os brinquedos e itens de uso di¨¢rio das crian?as. guardando¨Cos no armario, mas sem perceber, um bico de mamadeira havia caldo no v?o do s E aquele bico, por coincid¨¨ncia, estava bem atras de Daniel. Explicando ate a metade. Olivia subitamente viu o bico atr¨¢s dele e seu cora??o disparou. sentindo um formigamento no couro cabeludo. Com o cora??o aos pulos e o nervos ¨¤ flor da pele. ¡°Mal¨Centendido?¡± Daniel olhou para Olivia um olhar prante, seus olhos escuroso o c¨¦u noturno distante, uma raiva contida tocando levemente. Com a moch ja nas costas,o poderia fr em mal¨Centendido? Ao perceber a express?o fria e sombria no rosto de Daniel Olivia entendeu que ele estava prestes a explodir. Se o enfurecesse quando estava raiva, ainda teriao se defender, mas se ele descobrisse a mamadeira¡­ Ele era t?o astuto e perspicaz que certamente seguiria o rastro da mamadeira. E ent?o, estaria realmente arruinada. 05via estava o cora??o na boca. Nesse momento, Daniel, percebendo sua express?o anormal, seguiu seu olhar. Quase no mesmo instante em que ele virou a cabe?a, Olivia rolou para cima dele, sentando¨Cse em seu colo, acariciando o rosto de Daniel delicadeza, segurando¨Co firmemente e desviando seu olhar, escondendo o caos interior um sorriso suave e sedutor. Com uma voz doce, disse, tentando agradar. ¡°ro que sim, estava justamente arrumando algumas roupas para procurar por voc¨º. N?o esperava que voc¨º chegasse¡­¡± Sua postura era intima e provocativa o suficientemente em seu colo? As m?os acariciavam o rosto elegante e firme de Daniel,o uma mulher profundamente apaixonada por seu homem, indiferente aos olhares alheios, usando seu charme ¨²nico para acalmar e agradar o homem, cada gesto transbordando emo??o. Sua toque doce era sedutor. O rosto sombrio de Daniel suavizou um pouco o gesto inesperado d, seus olhos escuros fixando¨Cse atentamente n. Sergio, vendo essa cena, sentiu o cora??oo se tivesse sido picado por uma abelha, uma dor aguda e s¨²bita, seguida por uma sensa??o intermin¨¢vel de opress?o e peso. Suas m?os penduradas aodo do corpo se apertaram, ele mordia os dentes for?a. 1/2 15:20 Capitulo 359 ¡°¨¦ mesmo? Eo devo acreditar em voc¨º?¡± A voz de Daniel era fria, seu olhar gdo fixo em Olivia, suas pvras profundas.N?velDrama.Org (C) content. ¡°Tudo o que disse ¨¦ verdade, um homem t?o incr¨ªvelo voc¨º, quem n?o desejaria?¡± Olivia fva enquanto se aconchegava mais perto dele, aninhando¨Cse em seus bra?os. Estendeu as m?os e envolveu sua cintura. Sua cintura era magra, mas poderosa, exndo uma for?a masculina que fazia o cora??o bater mais forte apenas um toque. Mas agora Olivia n?o podia se dar ao luxo de prestar aten??o nisso; aproveitando o abra?o e enquanto ele n?o podia ver, todos os olhares voltados para a frente, agiu rapidamente e cuidado, empurrando o bico que estava ¨¤ mostra de volta para a fenda do sof¨¢. Depois de terminar, finalmente rxou, as costas j¨¢ encharcadas de suor, a roupa cda ¨¤ pele. ¡°¨¦ isso a¨ª, ent?oo voc¨º deseja, a partir de agora voc¨º n?o pode deixar meudo!¡± Daniel disse friamente, apertando sua cintura e tomando a iniciativa. Ele a fez levantar¨Cse e tamb¨¦m se levantou, segurando¨Ca junto a ele um bra?o. Seu olhar escuro e intimidador,o o de uma fera espreitando na noite, brilhava sinistramente enquanto encarava Sergio. Sua voz baixa n?o tinha um pingo de calor: ¡°Sergio, voc¨º viu, o passado de voc¨ºs morreu! Aceite a realidade, ¨¦ minha mulher! Daqui em diante, n?o quero que voc¨º tenha nada a ver , caso contr¨¢rio, vai se arrepender!¡± Com essas pvras, ele partiu Olivia. Cap铆tulo 360 Cap¨ªtulo 360 Daniel segurou firmemente a cintura de Olivia, dando a impress?o de uma amea?a, levando¨Ca embora consigo. Elee?ava apreender por que, ao longo desses anos, Sergio n?o conseguia tirar Olivia da cabe?a. Mulheres que sabemo seduzir o cora??o dos homens s?o muito mais perigosas do que aqus que apenas seduzem o corpo! era ainda mais astuta que seu pai, Gabriel, conhecido por suas habilidades de conquistar o cora??o das mulheres. O poder da gen¨¦tica era not¨¢vel. Daniel precisava eliminar de vez qualquer pensamento que Sergio tivesse sobre . Somente desistindo ele poderiae?ar de novo. Sergio foi advertido pelo pr¨®prio tio e teve que testemunhar o homem que amava h¨¢ sete anos levar sua mulher embora. Quando Daniel derou que era sua mulher e que Sergio deveria se manter afastado d dali para frente, o cora??o de Sergio foi cruelmente dcerado,o se uma lamina afiada tivesse sido cravada em seu peito, causando uma dor insuport¨¢vel. Ele viu a mulher que amava ser levada pelo tio sem poder fazer nada. Oportamento de Olivia pouco antes tamb¨¦m n?o escapou dos seus olhos. havia se sentado no colo de Daniel, abra?ado sua cintura e dito que estava ali para encontr¨¢¨Clo. N?o estava ro qual era a atitude e a inten??o d? Eles eram oficialmente um casal. Sergio sentia que n?o tinha o direito de tentar recuper¨¢. A dor no cora??o de Sergio era t?o intensa que ele mal conseguia respirar, contendo sua dor e tremendo de esfor?o. Seus olhos queimavam de l¨¢grimas ¨¢cidas. Seu mundo estavapletamente escuro. Ele j¨¢ sabia a verdade, mas ainda assim n?o desistiu e foi pessoalmente at¨¦ a casa de Olivia para ouvi dizer mais uma vez que estava realmente Daniel. All content is property ? N?velDrama.Org. Esse resultado deixou sua alma vazia, mergulhando¨Co em agonia. Durante todo o trajeto, Daniel estava frio e tenso, uma press?o opressiva ao seu redor. 15-20 Capitulo 360 Olivia mantinha seu corpo r¨ªgido, respirando cuidado, sem ousar respirar alto. O carro seguiu at¨¦ a Vi Serenidade. Daniel segurou a nuca d for?a, torcendo¨Ca e chutou a porta do quarto principal, jogando¨Ca na cama for?a. Ele sen?ou sobre , apertando seu rosto cheio de col¨¢geno at¨¦ deform¨¢¨Clo. Seu rosto bonito estava sombrio e cortanteo o vento gdo de inverno diante d, raiva cido em seus olhos escuros, e o h¨¢lito frioo o vento gdo espetava sua pele. ¡°Fugiu do hotel s¨® para fugir ele, ¨¦ isso?¡± ele perguntouo uma fera enfurecida, interrogando sua presa prestes a ser devorada, emanando uma aura masculina e perigosa que fazia Olivia estremecer. ro que ele n?o acreditaria naqus pvras que havia dito na casa d, sentada em seu colo, seduzindo¨Co do?ura. Aquilo era apenas uma manobra de retirada depois de ser pega em grante. pensou que algumas pvras gentis e gestos provocantes seriam suficientes para engan¨¢-lo, fazendo¨Co acreditar que realmente estava arrumando suas coisas para correr para os bra?os dele? Se realmente estivesse indo ao encontro dele, n?o teria feito de tudo para contatar Sergio e ajud¨¢¨C la a fugir do hotel, nem teria corrido para casa para pegar suas coisas e partir Sergio. Na primeira vez, havia sa¨ªdo do Grupo Griera para trabalhar na empresa de Sergio. Ele j¨¢ sabia o que tinha em mente! Ele a havia advertido que seu corpo lhe pertencia e que n?o permitiria que se envolvesse qualquer outro homem. Parece que n?o aprendeu a li??o. Olivia estava assustada o frio e o perigo que emanavam dele, seus olhos cheios de ¨¢gua demonstravam panico enquanto dizia: ¡°N?o ¨¦ o que voc¨º est¨¢ pensando, eu e Sergio j¨¢ acabamos h¨¢ muito tempo¡­¡± ¡°Acabou? Olivia, voc¨º realmente tem coragem de mentir olhando nos meus olhos! Eu avisei que se voc¨º fugisse, sofreria as consequ¨ºncias! Voc¨º procurou por isso!¡± Os olhos escuros de Daniel brilhavam uma luz fria, preenchidos de raiva. Se realmente n?o tivesse nada a ver Sergio,o eles poderiam ter ficado juntos em plena madrugada, e Sergio estar na casa d bem naqu hora cr¨ªtica? Tudo n?o passava de desculpas que encontrou para escapar. Ap¨®s dizer isso, ele segurou firmemente a cabe?a d e a aproximou dos seus l¨¢bios, devorando seu beijo voracidade e roubando seu f?lego. Cap¨ªtulo 360 erao uma presa nas garras de um predador, qualquer luta ou resist¨ºncia era in¨²til, e no fim, s¨® sobraria ser consumida pelo animal selvagem. Cap铆tulo 361 Cap¨ªtulo 361 Olivia estava aterrorizada, enquanto a presen?a dominadora e poderosa dele a envolvia. N?o importavao lutasse, era inevit¨¢vel se tornar a presa. Daniel rolou por cima d, dominando¨Capletamente, e um pux?o firme, as roupas d foram rasgadas. se sentiao um ovo sem casca, desprotegida e vulner¨¢vel. Vendo a pele alva e suave de Olivia, os olhos de Daniel escureceram ainda mais, irradiando uma selvageria incontrol¨¢vel. Ele desabotoou sua pr¨®pria camisa e a tirou. Seus m¨²sculos definidos eram inegavelmente impressionantes, exndo uma masculinidade viril. O cora??o de Olivia disparou, enquanto tentava recuar: ¡°N?o, por favor¡­ hm¡­¡± Todos os seus apelos e terror forampletamente devorados. amanhecer chegou, e as sombras das lampadas dan?avam. S¨® ao meio¨Cdia Olivia caiu num sono profundo e pesado. Na tarde seguinte, os sons insistente do telefone despertaram Olivia de seu sono. Tentando abrir suas p¨¢lpebras pesadas, seu corpo se mexeu, tentando seguir o som para atender ao telefone. Mas ao tentar se mover, percebeu que estavapletamente envolvida. O bra?o que a envolvia era magro e longo, mas cheio de for?a. E suas costas eram aquecidas por um calor intenso. A consci¨ºncia de Olivia gradualmente voltava, trazendo consigo as lembran?as das ¨²ltimas horas. Turbulento, intenso, impotente¡­ Sua cabe?a girou em choque, e seu cora??o deu um salto, quando seus olhos se abriram completamente. viu pele bronzeada e saud¨¢vel, m¨²sculos definidos, cheios de for?a e beleza. Era o peito de Daniel! Surpresa, Olivia tentou recuar rapidamente, instintivamente empurrando o abd?men do homem para sair. Ao empurrar, tocou os m¨²sculos abdominais bem definidos, duros, magros, uma reserva de for?a, uma personifica??o da masculinidade. This belongs ? N?velDra/ma.Org. Uma sensa??o era inebriante acelerou seu cora??o. hesitou, prendendo a respira??o. 1/2 15:21 Cap¨ªtulo 361 s¨® queria escapar de seus bra?os, mas sem querer tocou seus m¨²sculos. Daniel, ainda adormecido, se mexeu. Olivia congelou, n?o se atrevendo a se mexer, segurando a respira??o, medo de acord¨¢¨Clo um sopro mais forte, pois despertar a fera podia ser perigoso. Enquanto isso, o telefone no criado-mudo aodo continuava tocando incessantemente, cada toque mais alto que o anterior. Isso puxava os nervos de Olivia ao extremo, deixando¨Ca em panico. n?o podia acordar Daniel, pois n?o sabia o que a esperava ap¨®s ele despertar¡­ As mem¨®rias da ferocidade e ira dele algumas horas antes eram uma lembran?a dolorosa e desesperadora. definitivamente n?o queria reviver aquilo. Enquanto estava extremamente tensa, o homem que a segurava se moveu, soltou um bra?o, virou¨Cse e pegou o celr no criado¨Cmudo. Olivia sentiu seu cora??o parar, se afastando instintivamente de seu abra?o, e assim que se afastou, viu a t do celr que Daniel segurava. A chamada era de Teresa! Droga, era o telefone d! Sua m?e estava ligando! Cap铆tulo 362 Cap¨ªtulo 362 All content is property ? N?velDrama.Org. Daniel ainda meio sonolento quando viu a chamada no visor do telefone, seus olhos escuros se abrirampletamente, fixando¨Cse na t. Um frio brilhando em seu olhar prante. Olivia observava ele encarando o celr, seu cora??o pulsavao ¨¢gua fervente, saltitando sem parar. estava t?o tensa que sentia todos os nervos do corpo esticados. ¡°Daniel, por favor, n?o atenda, n?o atenda!¡°, pensava desesperadamente. Se ele atendesse, Teresa certamente perguntaria o que estava fazendo, onde estava, e diria que as crian?as sentiam sua falta. Se Teresa descobrisse que tinha dormido Daniel, e o que aconteceu algumas horas atr¨¢s¡­ Teresa n?o iria deixar barato, iria virar o mundo de cabe?a para baixo. E se mencionasse algo sobre as crian?as¡­ Com a ast¨²cia de Daniel, ele certamente seguiria a pista at¨¦ encontr¨¢s. Ent?o, perderia tudo, at¨¦ seus amados pequeninos. n?o suportaria tal desfecho. Com um olhar sombrio, Daniel fitou Olivia, fazendo que abrisse bem os olhos e respirasse com cuidado. Ele arqueou uma sobrancelha e disse uma voz baixa e sedutora: ¡°Voc¨º parece muito nervosa?¡± Contrndo a ansiedade, Olivia tentou se acalmar: ¡°ro que estou nervosa, se minha m?e descobrir que dormimos juntos, n?o vou saber o que fazer.¡± tentava se manter calma e ia pegar o celr dele. Mas Daniel ergueu a m?o, evitando que o alcan?asse. Com um olhar sombrio, ele falou: ¡°Melhor voc¨º se abrir.¡± Dito isso, ele deslizou o dedo longo para atender a chamada. Olivia, ao v¨º¨Clo prestes a atender, sentiu o cora??o apertado, os nervos ¨¤ beira de estourar, de t?o tensa. No momento em que Daniel deslizou para atender, o toque silenciou, a chamada foi perdida por falta de resposta. Com o telefone desligado, Olivia sentiu um leve al¨ªvio. Mas ainda estava preocupada a possibilidade de Teresa ligar de novo. 1/2 15:22 Cap¨ªtulo 362 Daniel olhou para a t escura, franzindo a testa, e jogou o celr dedo. Estendeu o bra?o, puxando¨Ca para perto, fazendo que sua cabe?a descansasse em seu bra?o num gesto intimo e possessivo. Para Olivia, que tinha conseguido se afastar um pouco, foi puxada de volta e sentiu¨Cse desda. Seu cora??o ansioso e tenso agora pesava uma dor sutil. O que eles eram afinal? perguntou de prop¨®sito: ¡°Voc¨º vai me casar?¡± Assim que perguntou, sentiu o bra?o em que descansava endurecer ligeiramente. Uma frieza envolveu Daniel, at¨¦ o ar pareceu ficar mais fino. ¡°Voc¨º sabe o que significa ser minha mulher, o resto nem ouse imaginar!¡± Com essas pvras gdas, ele retirou o bra?o debaixo da cabe?a d e se levantou. O cobertor deslizou, revndo um f¨ªsico perfeito, m¨²sculos abdominais bem definidos. As pvras dele causaram um aperto no cora??o de Olivia. Seu olhar desviou para ele, cora??o saltando uma batida, e rapidamente olhou para outro lugar, sem mais pvras. j¨¢ esperava por esse resposta. ¡°Ser sua mulher¡± significava apenas ser mantida por ele? era algu¨¦m que n?o podia ser vista ¨¤ luz do dia. pensou que poderia evitar esse tipo de situa??o ao se manter por perto. poderia esperar at¨¦ encontrar uma maneira de escapar. Mas n?o esperava que, antes de poder fugir, isso acontecesse. Vendo¨Co novamente, ele estava bem vestido, trajes formais e uma postura elegante e intimidadora, exndo a aura de um executivo de neg¨®cios. ¡°Levante¨Cse, vamos descer paraer¡°, disse ele friamente e saiu do quarto. Quando soube que era a mulher que o salvou cinco anos atr¨¢s, ele pensou em casar , caso contr¨¢rio, n?o a teria levado para conhecer os av¨®s. Mas agora¡­ era a filha de Gabriel e j¨¢ tinha sido namorada de Sergio¡­ Ele n?o deixaria a fam¨ªlia Griera ter outra Patricia Pinto, sua m?e. Olivia se mexeu, se preparando para levantar. Ao se mover, sentiu o corpo todo dolorido. Isso mostrava o qu?o feroz tinha sido o homem. Capitulo 363 Cap铆tulo 363 Cap¨ªtulo 363 suportou a dor que parecia desmontar seu corpo inteiro, levantou¨Cse da cama e fez sua higiene matinal. No espelho, abaixo do pesco?o, notou manchas roxas que tornavam at¨¦ a respira??o dif¨ªcil. Tomou um banho r¨¢pido, saiu do banheiro, pegou as roupas que estavam no ch?o, prontas para serem vestidas. Mas as roupas estavam t?o rasgadas que n?o dava mais para usar. Certamente n?o desceria de roup?o. Abriu o guarda¨Croupa e viu que s¨® tinha roupas de Daniel: ternos pretos, camisas brancas e pretas, todas bem arrumadas. No entanto, havia um vestido feminino pendurado aodo. Olivia percebeu de imediato que o vestido era um presente de Daniel, que havia devolvido. N?o esperava que ele o tivesse trazido de volta e pendurado no arm¨¢rio. Parecia que aqu era a ¨²nica op??o de roupa para . Vestiu o vestido e desceu as escadas. O mordomo F¨¢bio disse respeitosamente: ¡°Srta. Souza, a refei??o est¨¢ pronta, por favor, venha por aqui.¡± This belongs ? N?velDra/ma.Org. Ele fez um gesto de convite uma leve rever¨ºncia. ¨¤ medida que Olivia se aproximava da mesa, deparou¨Cse um banquete espl¨¦ndido ¨¤ sua espera. Bife,gosta, caranguejo¡­ O aroma delicioso daida fez seu est?mago roncar estava faminta. Mas hesitou em sentar¨Cse, pois Daniel n?o estava ¨¤ vista. ficou aodo da mesa, indecisa. Ao perceber sua relutancia, F¨¢bio disse: ¡°Sr. Daniel n?o est¨¢, foi para a empresa. Srta. Souza, por favor, sente¨Cse e aproveite, n?o precisa esperar pelo Sr. Daniel.¡± Ent?o ele tinha ido para a empresa. Isso fazia sentido, j¨¢ que ele passara o dia todo dormindo e nem fora ao trabalho. Lembrar¨Cse do motivo pelo qual ele n?o fora ¨¤ empresa, e do que acontecera desde a madrugada at¨¦ o meio¨Cdia, deixou¨Ca um misto de sensa??es entre ternura e constrangimento. estava chateada a maneirao Daniel a tratara. 1/2 15:22 Capitulo 363 Mas, mesmo assim, n?o podia deixar aida esperando, Se a pequena Iria estivesse l¨¢, teria corrido em dire??o ao banquete,endo alegremente. Isso mesmo, precisavaer para ter for?as para partir. Olivia sentou¨Cse e transformou sua tristeza em apetite, devorando aida. Imaginou agostao se fosse Daniel, o caranguejoo se fosse Daniel! Mordendo e mastigando,o se destruisse a fonte de sua irrita??o. Em pouco tempo, a mesa estava ch de cascas de frutos do mar. Olivia estava satisfeita. pegou um guardanapo, limpou a boca, arrotou e levantou¨Cse para sair. F¨¢bio n?o a deteve. Ao chegar ¨¤ porta, dois seguran?as estenderam os bra?os, bloqueando seu caminho. Aqu cena era muito familiar. Olivia parou e disse firmeza: ¡°O que voc¨ºs est?o fazendo? Eu preciso ir, por favor, deixem¨Cme passar.¡± Um dos seguran?as olhou para tr¨¢s e disse: ¡°Srta. Souza, o Sr. Daniel ordenou que voc¨º n?o pode sair.¡± ¡°Srta. Souza, por favor, n?o nos coloque em uma situa??o dif¨ªcil,¡± disse o outro seguran?a. Ao reconhecer os mesmos seguran?as que haviam ficado na porta do quarto do hotel na noite. anterior. Eles tinham restringido sua liberdade da mesma forma que agora a impedia de sair. O que Daniel pretendia fazendo isso? Mant¨º prisioneira? Cap铆tulo 364 Cap¨ªtulo 364 Olivia estava certa de que o problema residia em Daniel, n?o no guarda¨Ccostas. Engolindo seu descontentamento, pegou o celr e ligou para Daniel. A liga??o foi atendida e disse, irritada: ¡°Por que voc¨º n?o me deixou ir?¡± ¡°Lembre¨Cse do que eu disse ontem ¨¤ noite e pense bem.¡± Com essas pvras, Daniel desligou o telefone. Olivia ainda tentava fr quando percebeu que a liga??o tinha sido encerrada. Isso a fez se sentir ainda mais injusti?ada e angustiada. se esfor?ou para recordar a noite anterior, para colocar a chupeta de volta no sof¨¢, fingiu abra?ar Daniel, dizendo que iria procur¨¢¨Clo. Daniel afirmou que, conforme seu desejo, n?o poderia mais se afastar dele. N?o permitir que sa¨ªsse significava mant¨º confinada, transform¨¢ em sua propriedade particr? n?o era um objeto! Pensando no que Daniel havia dito na noite passada entendeu o motivo pelo qual ele a mantinha ali. Olivia sentia¨Cse frustrada e impotente a situa??o. tentou passar pelo guarda¨Ccostas autoridade, exigindo que a deixassem ir. O guarda¨Ccostas se recusou firmemente. recuou um passo e tentou correr para fora. Antes que pudesse chegar ao port?o, um dos bra?os do guarda¨Ccostas a bloqueou, segurou¨Ca e a arrastou de volta para a s de estar, onde a sentou no sof¨¢. Em seguida, o guarda¨Ccostas retornou ao seu posto junto ¨¤ entrada. Olivia, irritada, arranhou os cabelos, sabendo que n?o conseguiria sair ¨¤ for?a, teria que ser astuta. Lembrando¨Cse das consequ¨ºncias de tentar escapar na noite anterior e ser pega por Daniel. Olivia estremeceu, aterrorizada. All content is property ? N?velDrama.Org. Foi ent?o quepreendeu o que Daniel quis dizer, que se ousasse fugir, sofreria as consequ¨ºncias. Essas consequ¨ºncias eram terr¨ªveis demais, algo que n?o queria repetir. Portanto, percebeu que precisava do consentimento de Daniel para que ele a deixasse ir voluntariamente. F¨¢bio viu¨Ca sentada no sof¨¢, ¨¤s vezes mexendo nos cabelos, ¨¤s vezes distante, sabendo que estava restrita em sua liberdade, incapaz de partir, e muito perturbada. 1/2 15:22 Cap¨ªtulo 364 Ele se aproximou um sorriso amig¨¢vel e disse: ¡°Srta. Souza, voc¨º pode assistir ¨¤ televis?o ou passear no jardim de tr¨¢s, que est¨¢ cheio de flores. ¨¦ mesmo um belo cen¨¢rio.¡± Daniel nunca havia trazido uma mulher para casa antes, mas trouxe essa mulher duas vezes, e apesar de trat¨¢ friamente, F¨¢bio podia ver que significava algo especial para Daniel. F¨¢bio tratava Olivia o respeito devido a uma anfitri?. Olivia levantou a cabe?a tristemente e acenou para F¨¢bio em agradecimento. n?o tinha cabe?a para apreciar flores agora, s¨® queria deixar o territ¨®rio de Daniel o mais r¨¢pido poss¨ªvel, pois s¨® se sentiria segura longe dali. Al¨¦m disso, havia prometido ¨¤s crian?as que, em alguns dias, iria panh¨¢s ao campo. Se n?o voltasse logo, as crian?as sentiriam sua falta e ficariam preocupadas. Vendo que estava desanimada, mas ainda assim respondia educadamente, F¨¢bio acenou de volta e foi cuidar de outras coisas. Depois de ficar um tempo perdida em pensamentos na s de estar, Olivia se levantou e subiu as escadas, pois n?o conhecia a casa. A ¨²nica s que conhecia era a su¨ªte principal. Ent?o, retornou para a su¨ªte principal e fechou a porta atr¨¢s de si. Cap铆tulo 365 Cap¨ªtulo 365 Teresa tinha acabado de ligar para , por¨¦m, ao n?o atender, Teresa n?o insistiu mais. N?o dava para saber onde Teresa e os pequenos estavam agora eo estavam. devolveu a liga??o. Ap¨®s um toque, foi atendida e, dessa vez, ao contr¨¢rio do usual, Teresa n?o come?ou a xing¨¢ de moleca sem ju¨ªzo. Em vez disso, falou de maneira calma e sombria,o se estivesse exausta: ¡°F, por que voc¨º n?o atendeu o telefone dessa vez? Voc¨º enganou a mim e aos meninos para voltarmos, o que voc¨º tinha t?o importante para resolver?¡± Olivia sentia uma culpa imensa. Naquele momento cr¨ªtico, n?o teve tempo de explicar tudo para Teresa, s¨® p?de pedir que cborasse e levasse as crian?as de volta rapidamente. Disse que Mire tinha sido hospitalizada, s¨® para despertar preocupa??o em Teresa. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Provavelmente Teresa e os meninos j¨¢ deviam estar na casa do interior. Olivia estava presa por Daniel, que a tinha tratado t?o mal na noite anterior. n?o queria de jeito nenhum, mas ainda assim n?o conseguia escapar do destino de ser mantida por ele, tornando¨Cse uma amante que n?o podia ser vista em p¨²blico. sentia uma amargura profunda e uma grande injusti?a. Agora, sua m?e querida estava cobrando satisfa??es. O sofrimento no cora??o de Olivia aumentava,o se tivesse engolido fel, uma amargura indescrit¨ªvel. falou baixinho: ¡°M?e, a tia est¨¢ bem de sa¨²de?¡± ¡°Gra?as a Deus, est¨¢ firme e forte. Responda ¨¤ minha pergunta¡°, Teresa falou n?o raiva, mas com uma voz suave e delicada. Olivia estava acostumada a m?e quee?ava a fr alto e ags berros, xingando¨Ca de moleca, com um tom autorit¨¢rio. O fato de agora fr t?o docemente a deixava desconfort¨¢vel, e uma s¨²bita ansiedade brotava, temendo que algo s¨¦rio tivesse acontecido. ¡°M?e, pensei que voc¨º e os meninos estavam saudades da tia h¨¢ um tempo, querendo v¨º, e como a Jimena tamb¨¦m estava l¨¢, poderia ajudar, ent?o eu pedi para voc¨ºs voltarem. Era noite, e eu estava preocupada que voc¨º n?o quisesse ir, ent?o inventei uma desculpa¡­¡± ¡°Continua inventando!¡°, Teresa interrompeu sem piedade. ¡°Voc¨º est¨¢ novamente aquele Daniel? Ele ia aparecer em casa ¨¤ noite, e voc¨º estava medo de ele descobrir que voc¨º tem quatro filhos, que ele iria te rejeitar, n?o ¨¦? Por isso voc¨º 1/2 15:22 Capitulo 365 correu para tirar a mim e aos meninos do caminho para dar espa?o para voc¨ºs dois?¡°. Teresa falou baixinho, mas n?o conseguiu mais segurar a m¨¢goa e explodiu de raiva. Ao ouvir a habitual voz alta de Teresa de volta, Olivia sentiu um alivio inexplic¨¢vel. Frente ¨¤ acusa??o de Teresa, Olivia perguntou cuidadosamente: ¡°Foi a Jimena que te contou?¡± Ainda bem que Teresa ainda n?o sabia que Daniel era o pai das crian?as, sen?o teria ido tirar satisfa??es com ele. ¡°N?o fique chateada , s¨® me contou por causa da press?o¡°. Teresa ainda defendeu Jimena. Oliviapreendeu imediatamente que Jimena n?o aguentou a press?o dos interrogat¨®rios de Teresa e contou meias verdades sobre e Daniel. Olivia tentou acalmar: ¡°M?e, minha situa??o o Daniel ¨¦plicada, eu explico melhor quando voltar. Olha, Daniel tem muito poder, se ele se irritar, pode prejudicar voc¨º e as crian?as. Voc¨º n?o quer que os quatro pequenos sejam trancados em um c?modo escuro semida ou ¨¢gua, n¨¦?¡± ¡°O qu¨º? Daniel ¨¦ capaz de fazer isso seus filhos?¡°. Teresa ficou chocada. ¡°¨¦, ele n?o gosta de crian?as, acha que fazem muito barulho¡°, disse Olivia. ¡°Ent?o por que voc¨º ainda est¨¢ ele? Ele n?o te respeita, n?o vai te casar e ainda n?o gosta dos seus filhos, por que voc¨º fica ele?¡°, Teresa estava agitada. Olivia respondeu resigna??o: ¡°Tamb¨¦m n?o quero, mas, sabeo ¨¦, os capitalistas t¨ºm muito poder, e n¨®s, pessoasuns, n?o podemos enfrent¨¢¨Clos.¡± ¡°Isto ¨¦¡­ ele te for?a?¡°, Teresa estava apreensiva, horrorizada e o cora??o apertado, pena de Olivia, e sentindoo se o c¨¦u estivesse desabando. ¡°M?e, ¨¦plicado, n?o d¨¢ pra explicar pelo telefone, falo quando voltar¡­¡± Enquanto Olivia explicava, a porta atr¨¢s d se abriu, trazendo consigo uma onda de frio cortante. O ar tremulou a chegada da baixa press?o atmosf¨¦rica. Olivia sentiu sua espinha congr e, ao se virar, avistou uma silhueta esguia e alta adentrando o local, envolvendo¨Ca sua sombra imponente. Seu cora??ode deu um salto, parando por um instante. Cap铆tulo 366 Cap¨ªtulo 366 O homem possu¨ªa uma presen?a gda,o se fosse uma criatura encantada invadindo o ambiente. Seu rosto esculpido estava coberto por uma camada de frieza, fazendo que o ar ao redor parecesse congr. Ol¨ªvia, assustada, prendeu a respira??o e apressadamente encerrou a liga??o, esticando as m?os para tr¨¢s e escondendo o celr atr¨¢s de si. Daniel se aproximou em passosrgos, agarrou os ombros d sua m?o grande, um olhar g¨¦lido e furioso: ¡°Entrega agora!¡± Sua voz imperativa e gda soou, inspirando medo. Ol¨ªvia arregalou os olhos brilhantes, refletindo terror. A press?o imposta pelo homem era t?o intensa que Ol¨ªvia n?o conseguiu resistir e, de m¨¢ vontade, tirou o celr escondido. Assim que o trouxe para a frente, Daniel arrancou¨Co de suas m?os. Abrindo o aparelho uma express?o descontente e voz enfurecida, ele exigiu: ¡°A senha!¡± ¡°Seis uns.¡± Ol¨ªvia sem esconder nada, revelou a verdade. Os dedos longos de Daniel digitaram na t, inserindo seis uns, e o celr foi destravado. Seus olhos profundosn?aram um olhar frio para antes de abrir o registro de chamadas. Viu que a ¨²ltima liga??o foi para Teresa, h¨¢ um minuto atr¨¢s. Ent?o estava fndo ao telefone Teresa de maneira t?o suspeita? Ele jogou o celr em cima d, e Ol¨ªvia, apressada, conseguiu peg¨¢¨Clo. Daniel a encarou um olhar frio: ¡°Estava fndo sua m?e e agindo de maneira misteriosa? Voc¨º est¨¢ escondendo algum segredo de mim?¡± All content is property ? N?velDrama.Org. Seus olhos escuros carregavam um brilho inquisitivo. Eram olhos bonitos, c¨ªlios longoso pequenos leques e p¨¢lpebras dobr¨¢veis que lhe conferiam um charme especial. Mas era justamente esse par de olhos atraentes que, ao se enfurecer, se enchiam de uma press?o avassdora. Ol¨ªvia precisava de uma grande for?a interior para suportar a press?o que vinha dele. Com o cora??o pesado e o corpo tenso de nervosismo sob seu olhar g¨¦lido, bn?ou a cabe?a e disse: ¡°N?o tem segredo, eu estava¡­ fndo mal de voc¨º para a minha m?e, medo que voc¨º ouvisse¡­¡® 11 -ro que havia um segredo. N?o era o segredo dos quatro filhos que escondia? Um segredo que nunca deixaria que ele descobrisse. 1/2 15:22 Capitulo 366 Ao ouvir isso, Daniel esbo?ou um sorriso de esc¨¢rnio e uma voz fria e olhar g¨¦lido disse: ¡°Que direito voc¨º tem de fr mal de mim? Melhor se avaliar primeiro!¡± Dizendo isso, ele se virou e saiu do quarto. Olivia observou sua alta silhueta se retirando, franzindo as sobrancelhas e sentindo uma mistura de tens?o e m¨¢goa. deveria se avaliar? O que tinha feito? Ser¨¢ que era errado n?o querer ser sua amante? Na sua juventude, Gabriel seduziu sua m?e, mas isso n?o era culpa d. nunca tinha visto Gabriel e s¨® o encontrou por acaso recentemente. Gabriel nunca havia cumprido seu papel de pai. Para Ol¨ªvia, Gabriel era apenas um estranho quem cruzara caminhos por acaso. tamb¨¦m n?o queria ser filha de Gabriel. Por que deveria pagar pelos erros dele? Enquanto se perdia em pensamentos mnc¨®licos, o celr vibrou uma nova mensagem. Era de Teresa. [Ol¨ªvia, as crian?as est?o saudades, quando puder, volte para casa.¡¿ Aqu simples frase pesou no cora??o de Ol¨ªvia. tamb¨¦m sentia saudades dos filhos. N?o podia mais ficar ali; tinha que voltar. Rapidamente, apagou a mensagem e saiu do quarto, descendo as escadas. L¨¢ embaixo, viu Daniel sentado ¨¤ mesa de jantar, desfrutando de seu jantar elegancia. Capitulo 367 Cap铆tulo 367 Cap¨ªtulo 367 , se achegou e disse: ¡°Daniel¡­ Senhor Griera, eu posso ir embora agora?¡± Era costume cham¨¢¨Clo de Daniel, mas assim que a pvrae?ava a sair, rapidamente se corrigia, chamando¨Co de Senhor Griera. Antes, sempre o chamou de Senhor Griera, at¨¦ o dia em que ele insistiu para que aceitasse ser sua mulher, e ele a for?ou a cham¨¢¨Clo de Daniel. Dessa maneira, em particr, sempre o chamava de Daniel. Ao cham¨¢¨Clo pelo nome, a distancia entre eles parecia ser pequena,o se estivessem realmente em um rcionamento amoroso,o geralmente os amantes se tratam, sem hierarquias ou barreiras. At¨¦ o dia em que surgiu o Gabriel, e tudo mudou. O uso do nome Daniele?ou a se tornar distante. Ele tinha um cargo de n¨ªvel elevado, transmitia uma autoridade natural, algo que , em sua modesta condi??o, n?o poderia transpor. Entre eles, a distancia de sse se fazia ra. O trajeto de cham¨¢¨Clo de Senhor Griera para Daniel tinha sido dif¨ªcil, por¨¦m, cham¨¢¨Clo de Senhor Griera exigia muita formalidade. Daniel mal piscou, cortando seu bife de forma elegante, e um tom de voz contida disse: ¡°N?o pode! Sem a minha autoriza??o, voc¨º n?o vai a lugar nenhum.¡± ¡°Por qu¨º?¡± disse Olivia um tanto ansiosa e impaciente. Copyright by N?v/elDrama.Org. Daniel i?ou seus olhos escuros e frios, olhando¨Ca rapidamente: ¡°N?o era isso que voc¨º queria?¡± Olivia sufocada, n?o conseguiu fr. Na noite anterior, s¨® queria a chupeta que estava fora do sof¨¢ sem que ele percebesse. usou de improviso, sentando¨Cse em seu colo intencionalmente e disse algumas pvras. S¨® Deus sabe o quanto tensa e iodada estava naquele momento. Olivia irrequieta, tentou agradar um sorriso, disse: ¡°Senhor Griera, amanh? n?o ¨¦ dia ¨²til, eu tenho que trabalhar, n?o ¨¦?¡± ¡°O seu dia de descanso ¨¦ quando eu disser.¡± Daniel cortava o seu bife sem pressa. Olivia: ¡°¡­¡± Pe?o para trabalhar e o chefe diz para eu tirar folga. Outro qualquer j¨¢ estaria festejando de alegria. 1/2 Capitulo 367 Contudo Olivia n?o via motivo para festejar. continuava nervosa, inquieta, agitada. sentia falta das crian?as, e as crian?as tamb¨¦m sentiam sua falta. estava um dia e uma noite sem v¨ºs, se n?o voltasse logo, certeza as crian?as sentiriam muito a sua falta e sequer conseguiriamer. S¨® de pensar em seus pequeninos tesouros n?o se alimentando por sua causa, seu cora??o se entristeciao se fosse cortado por uma faca. N?o, precisava voltar. Suas pvras soavamo um apelo: ¡°Senhor Griera, te pe?o por favor, deixe¨Cme ir, minha m?e vai ficar muito preocupada.¡± ¡°Ent?o conte¨Clhe a verdade, que voc¨º est¨¢ na casa do seu homem.¡± Disse Daniel. Olivia estava irritad¨ªssima. Caso eu fsse, minha m?e viria correndo e causaria uma grande confus?o! s¨® podia pensar nestas pvras em sua mente. disse: ¡°Se minha m?e souber que estou morando um homem sem um futuro certo, certeza nunca me perdoaria.¡± A m?o de Daniel que segurava o garfo e a faca de repente ficou im¨®vel, ele ergueu seus olhos negros como o oceano, girandoo vento e neve, fixando¨Cse n. Olivia ficou todo o corpo arrepiado sob aquele olhar frio e prante. ¡°Nesta vida, nem pense em se casar a fam¨ªlia Griera, e sequer sonhe em se casar Sergio. S¨® seportando, voc¨º conseguir¨¢ manter sua vida, entendeu?¡± Sua voz, carregada de ¨®dio, era friao gelo. Erao uma pedra pesada sendon?ada viol¨ºncia, esmagando o cora??o de Olivia, causando¨Clhe uma dor sem som algum. A realidade era desse jeito, crua e dolorosa. Olivia n?o tinha outra op??o a n?o ser enfrentar essa dor repleta de ang¨²stia. ¡°Eu n?o vou me casar voc¨º, nem Sergio, apenas deixe¨Cme ir, e eu prometo desaparecer da sua vida e da dele para sempre.¡± As m?os de Olivia estavam ca¨ªdas aodo de seu corpo, apertadas, expressando a dor e a raiva dentro de seu cora??o, e derramava sinceramente suas pvras mais profundas para ele. Cap¨ªtulo 368 Cap铆tulo 368 Cap¨ªtulo 368 nunca havia pensado em ficar o Sergio, e agora isso seria ainda mais imposs¨ªvel. se odiava por ter sido t?o t e ing¨ºnua em acreditar no que Daniel tinha dito a , que iria assumir a responsabilidade pelo que havia acontecido cinco anos atr¨¢s, e que ele pretendia casar¨Cse com , ainda sonhava em dar aos filhos umr de verdade, voltando ele para o seio da fam¨ªlia Griera e conhecendo seus av¨®s. A responsabilidade que ele havia mencionado se resumia apenas em construir uma mans?o para a fam¨ªlia d e dar¨Clhe umapensa??o em dinheiro. Para um herdeiro de uma fam¨ªlia tradicionalo ele, problemas podiam ser resolvidos dinheiro, e definitivamente n?o seriam pagos o pr¨®prio casamento. Agora conseguia ver a realidade ramente e desejava manter distancia dele. N?o era suficiente ficar longe? Assim que terminou de fr, o olhar de Daniel ficou ainda mais g¨¦lido, afiadoo gelo, fixo n: ¡°Voc¨º j¨¢ viu, alguma vez, um ca?ador deixar a sua presa escapar?¡± O cora??o de Olivia foi tomado pelo desespero. conseguiu entender ramente o que Daniel queria dizer: ele n?o a deixaria ir embora, porque era a presa que ele manipvao desejava. n?o podia negar a real sensa??o de impot¨ºncia. Sem condi??es de resistir, Olivia retornou ao seu quarto, deitou¨Cse na cama e ficou se revirando sem conseguir dormir. Quanto mais pensava, s¨® conseguia ver um caminho sombrio e sem sa¨ªda. Sentia¨Cse confusa e abandonada. O que iria fazer? No meio da noite, quando o sonoe?ava a chegar e estava prestes a dormir, uma respira??o fria se aproximou por tr¨¢s. levou um susto e, atenta, abriu os olhos, virando¨Cse para encontrar o homem sentado na beira da cama. Daniel estava vestindo um roup?o, a frente aberta, o qual revva um peito definido e cheio de m¨²sculos, indicando uma for?a feroz e viril. Olivia sentiu seu cora??o se encher de medo e rapidamente se moveu para o outrodo da cama, fazendo que a distancia entre eles aumentasse. Nervosa demais e movendo¨Cse descontrdamente, seu corpo bn?ou no ar e achou que iria cair da cama. 15:23 Capitulo 368 ¡°Ah!¡± O cora??o de Olivia disparou o susto. Daniel esticou seu bra?o forte e a envolveu p cintura, trazendo¨Ca fortemente de volta contra o peito dele. O rosto de Olivia foi apertado contra o peito definido de Daniel. O calor do seu peito era profundo e firme, e seu cora??o batia forte e ritmado. Uma onda de calor palpitante estendeu¨Cse pelo rosto de Olivia,o uma corrente el¨¦trica, pulsando em seu cora??o, fazendo¨Ca sentir um formigamento por todo o corpo. Olivia notou rapidamente o perigo que aqu situa??o poderia trazer. se afastou em panico. Ao conseguir levantar a cabe?a, o bra?o de Daniel a puxou novamente firmeza, autorit¨¢rio e severo. A voz rouca de Daniel soou: ¡°N?o se mova!¡± Quando havia sidon?ada contra ele, sua pele era maciao uma nuvem, preenchendo o vazio que havia em seu peito. O perfume d era t?o suave e atraente assimo a brisa da primavera, provocando uma rea??o em seu corpo. Bemo h¨¢ cinco anos atr¨¢s, quando ele mal conseguia se contrr. Daniel n?o conseguia resistir mais e, depois de abra?¨¢ por um momento, girou e a pressionou sob ele. Olivia sentiu o mundo girar e se viu deitada na cama. Quando percebeu, viu o rosto charmoso de Daniel acima do d, ligeiramente embriagado, seus olhos escuros fixos nos d, envolvendo¨Ca uma presen?a masculina dominadora. O cora??o de Olivia batia sem nenhum controle,o um cervo se debatendo violentamente, pronto para saltar para fora do peito. abriu os olhos em choque. Em seguida, Daniel inclinou¨Cse e selou seus l¨¢bios fortemente. se debatia, mas ele segurou suas m?os as dele, entr?ando os dedos e pressionando¨Cos contra a cama, n?o lhe dando nenhuma chance de resistir, aprofundando ainda mais o beijo. Na manh? seguinte, uma brisa entrava p jan, acariciando o rosto de Oliviao se fossem as m?ozinhas de um beb¨º. O sol morno da manh? iluminava seu rosto delicado e p¨¢lido, real?ando ainda mais a sua beleza suave e brilhante. 2/3 Copyright by N?v/elDrama.Org. 15:23 Capitulo 368 Um cobertor a envolvia e um de seus bra?os estava para fora, pendurado na beira da cama, revndo a imagem de uma b mulher debilitada. Os dedos de Olivia, que estavam pendurados na cama, foram se movendo levemente, e por baixo de suas p¨¢lpebras finaso asas de cigarra, era poss¨ªvel ver seus olhos se movendo. Pouco a pouco, foi acordando. Tentando abrir os olhos e ainda se ajustando ¨¤ luz do sol, levantou a m?o para bloquear o brilho e se sentou. Cap铆tulo 369 Cap¨ªtulo 369 ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Ao se mover, sentiu o corpo dolorido e sem for?as. As imagens da noite anteriore?aram a aparecer em sua mente, causando uma sensa??o de formigamento seguida por um susto. rapidamente olhou para tr¨¢s, em dire??o ¨¤ cama, mas Daniel j¨¢ n?o estava l¨¢. Levantou¨Cse e saiu da cama. Seus p¨¦s tocaram o ch?o, mas suas pernas estavam fracas, quase a fazendo cair. se apoiou na borda da cama e conseguiu se firmar dificuldade. Entrou no banheiro, tomou um banho, abriu o guarda¨Croupa e, sem encontrar suas roupas, teve que se vestir as de Daniel. Pegou uma camisa branca e a vestiu; batia acima dos joelhos e abaixo das coxas, servindoo um vestido. N?o podendo ficar as pernas de fora, pegou uma de suas cal?as sociais e as vestiu. Como a cal?a era muitoprida, teve que dobrar as pernas da cal?a para conseguir andar normalmente. Assim que acabou de se arrumar, abriu a porta e j¨¢ estava pronta para descer as escadas. No mesmo momento,o que por coincid¨ºncia, uma empregada se aproximou um copo de ¨¢gua e uma p¨ªl nas m?os, respeitosamente disse: ¡°Srta. Souza, o Sr. Daniel pediu para que tomasse este rem¨¦dio.¡± Olivia olhou para a p¨ªl branca e imediatamente p?depreender. Era uma p¨ªl anticoncepcional! Ah, Daniel realmente detestava crian?as, hein! Ent?o ele estava receoso de que pudesse engravidar por acidente? Olivia j¨¢ se sentia humilhada, mas ao ver a p¨ªl e pensar que Daniel n?o gostava de crian?as, e lembrando¨Cse de seus quatro ador¨¢veis pequeninos, sentiu uma dor profunda. E ficou muita raiva ! pegou a p¨ªl e a ¨¢gua das m?os da empregada e tomou o rem¨¦dio. A empregada pegou o copo e desceu as escadas. Olivia ficou parada, sentindo dificuldade para respirar, o ar subindo e descendo de tanta raiva. Daniel n?o tinha o direito de mant¨º presa, sem permitir que sa¨ªsse! Quando ele a desejou, porventura n?o imaginou que poderia ficar gr¨¢vida ? 1/2 15:23 Capitulo 369 E ainda lhe deu uma p¨ªl anticoncepcional! Quanto mais Olivia refletia, mais furiosa ficava. desceu as escadas, determinada a enfrentar Daniel. Por¨¦m ao chegar l¨¢ embaixo, descobriu que Daniel havia sa¨ªdo de casa. F¨¢bio disse: ¡°O Sr. Daniel saiu bem cedo para trabalhar, Srta. Souza. O seu caf¨¦ da manh? j¨¢ est¨¢ pronto. Por favor, venhaer.¡± F¨¢bio era sempre muito educado. Quando Olivia viu a mesa repleta deida, sentiu mais raiva ainda e n?o quiser. Caminhou em dire??o ¨¤ mesa e um gesto derrubou os pratos, espalhando mingau de tapioca por tododo. Ainda insatisfeita, puxou a toalha de mesa for?a, fazendo que os pratos quebrassem ao cair no ch?o. Caranguejos e camar?es ca¨ªram no ch?o. Os empregados e o mordomo F¨¢bio, todos amedrontados, se distanciaram. Em seguida, Olivia jogou a toalha de mesa para odo e, olhando para F¨¢bio, disse irritada: ¡°Ligue para o Daniel e fale para ele que se n?o me deixar sair, eu farei greve de fome!¡± F¨¢bio ficou im¨®vel, at?nito. Olivia, as m?os na cintura e respirando profundamente, de novo falou : ¡°Ligue agora, o que est¨¢ esperando?!¡± F¨¢bio voltou a si, pois nunca tinha presenciado uma cenao essa na Vi Serenidade. Ningu¨¦m se atrevia a derrubar a refei??o de cima da mesa de jantar. Embora o Sr. Daniel tratasse Olivia indiferen?a, F¨¢bio podia perceber que despertava nele um sentimento diferente. Com muita rapidez, F¨¢bio pegou o celr e ligou para Daniel, enxugando a transpira??o da testa e expondo cuidado: ¡°Sr. Daniel, a Srta. Souza jogou no ch?o o caf¨¦ da manh?. falou que, se n?o a deixar ir, far¨¢ greve de fome.¡± Cap铆tulo 370 Cap¨ªtulo 370 Do outrodo da linha, o homem que se chamava Rayan transmitia uma frieza avassdora. Com uma voz gdao o inverno, sem calor algum, ele ordenou: ¡°Ent?o, de agora em diante, n?o d¨º nem um gr?o de arroz para !¡± F¨¢bio sentiu um cfrio na espinha, preocupado Olivia, mas as ordens de Daniel n?o podiam ser desobedecidas. Com uma voz tr¨¦m, ele aceitou : ¡°Tudo bem, Sr. Daniel¡­¡± ¡°Tuu¡­ Tuu¡­¡± F¨¢bio estava terminando de fr quando a linha foi desligada um tom de ocupado. F¨¢bio olhou para Olivia. , a respira??o ofegante, olhava para ele muita raiva, esperando p resposta de Daniel. F¨¢bio disse pena: ¡°Srta. Souza, voc¨º gostaria de descansar um pouco no seu quarto?¡± Ouvindo isso, Oliviapreendeu que seu no n?o tinha dado certo. Mesmo fazendo greve de fome, Daniel n?o iria libert¨¢. As m?os de Olivia, os punhos fechados, pendiam aodo do seu corpo. O sofrimento e a f¨²ria em seu cora??o ficavam cada vez mais fortes, e at¨¦ sua respira??o ficou pesada. ficou im¨®vel, respirando profundamente algumas vezes, antes de se virar e subir as escadas muita pressa. Queria telefonar para Jimena e pedir ajuda, mas seu celr estava sem bateria e desligou. Procurou no quarto um carregador que pudesse carregar seu celr, mas n?o encontrou. Tinha dois carregadores no quarto, ambos para iPhone, enquanto o celr d era Android. Sem bateria e sem carregador, n?o podia seunicar ningu¨¦m. A inquieta??o e o medo aumentavam dentro d. queria repousar, mas n?o conseguia dormir. Ficava andado de umdo para o outro no quarto, aflita e iodada. O tempo passava muito r¨¢pido e a tarde chegou logo. Durante esse per¨ªodo, ningu¨¦m a procurou e n?o saiu do quarto. Erao se n?o estivesse na Vi Serenidade. O sol se p?s e logo anoiteceu. O corpo de Olivia estava contra¨ªdo, apavorado s¨® de imaginar a volta de Daniel. Mas era necess¨¢rio enfrentar o inevit¨¢vel, e ¨¤s sete da noite, Daniel regressou. 1/2 15:23 Capitulo 370 escutou o barulho do motor do carro no p¨¢tio. Seus nervos, j¨¢ tensos, ficaram ainda mais rigidos, e permaneceu vignte. Em p¨¦ no quarto, escutava muita aten??o os barulhos que vinham dodo de fora. ¡°Clique¡­¡± A porta foi aberta. Um ar frio assustador e sufocante veio da entrada, enchendo o recinto. O cora??o de Olivia acelerou e, ao olhar em dire??o da porta, viu a alta e altiva figura de Daniel entrar, transmitindo autoridade e indiferen?a. Seu rosto bem definido parecia amea?a de um vendaval, tenebroso e congnte. Ele se aproximou vagarosamente, a presen?a masculina tornando¨Cse mais forte. Olivia afastou¨Cse, tomada pelo pavor. tinha ficado alerta a qualquer ruido a fim de ficar preparada para a volta de Daniel, mas n?o escutara seus passos antes que a porta se abrisse. Ser¨¢ que ele tinha voado at¨¦ l¨¢ em cima? Copyright by N?v/elDrama.Org. Ele n?o fazia nenhum barulho ao caminhar? Antes que pudessepreender, Daniel, sua presen?a dominadora, j¨¢ estava ao seudo. Olivia, apavorada, afastou¨Cse at¨¦ n?o ter para onde ir, seu dorso encostando na beira da cama. O peitorgo e forte de Daniel se aproximou d, e ele segurou seu rosto for?a, apertando suas bochechas cheias de col¨¢geno, fazendo que seus l¨¢bios ficassem salientes espontaneamente. Com suas m?os ¨¢speras calos finos, tocou na pele d, transmitindo uma sensa??o de calor que a fez se arrepiar, uma mistura de choque e desconforto. ¡°O que voc¨º vai fazer?¡± Olivia perguntou apavorada. Com as bochechas apertadas ps m?os dele, sua voz sa¨ªa arrastada, quaseo o choramingar de uma crian?a. Cap铆tulo 371 Cap¨ªtulo 371 Danieln?ou um olhar para olhos assustadores, um frio cial parecia desejar congel¨¢, e com os dentes cerrados disse: ¡°Aprendeu a jejuar, hein? Voc¨º ¨¦ muito esperta.¡± Era uma ironia, sua aura era de um frio afiado, que a deixava intimidada. Olivia tentava aguentar a ira dele, as sobrancelhas franzidas, defendendo seu direito: ¡°Me deixe ir embora, voc¨º n?o pode me prender aqui para sempre.¡± precisava voltar para casa, sentia falta das crian?as, e certamente s sentiam sua falta tamb¨¦m. ¡°Por que n?o posso? Voc¨º n?o queria parar deer? Ent?o, de agora em diante, voc¨º n?oer¨¢ mais.¡± Ao terminar de fr, ele a segurou pelo pesco?o e a levou para fora do quarto principal, atravessou o sal?o da Vi Serenidade e chegou ao quintal. Havia uma pequena casa no quintal, e a governanta, ao v¨º¨Clo se aproximando, imediatamente abriu a porta da casa. Daniel, a empurrando e jogando para dentro, disse furioso: ¡°De agora em diante, voc¨º vai ficar aqui, e sem minha autoriza??o, voc¨º n?oe!¡± Ap¨®s dizer essas pvras, ele virando¨Cse, deixou a casa e voltou para o sal?o principal da mans?o. Ordenou a F¨¢bio: ¡°Tranque o port?o do quintal! Se algu¨¦m a deixar entrar ou aliment¨¢ escondido, ser¨¢ drasticamente punido!¡± F¨¢bio, que estava visivelmente nervoso, respondeu: ¡°Sim¡­¡± Enquanto respondia, ele fechava o port?o dos fundos. Olivia, ainda confusa por ter sido levada para aqu casa, frionou o pesco?o que do¨ªa devido ¨¤ press?o dos dedos dele e, recuperando a consci¨ºncia, percebeu que no sal?o da casa havia muitos potes e garrafas, e que pinturas antigas e amardas estavam penduradas nas paredes. This belongs ? N?velDra/ma.Org. No meio dos potes e garrafas, havia poas azuis e brancas marcas hist¨®ricas. As pinturas antigas eram, na sua maioria, de paisagens, bambus e camar?es. rapidamente notou que tudo ali era muito antigo. Olhando ao redor, percebeu que as paredes estavam cheias de pinturas e que havia muitos potes, garrafas e alguns pendentes sobre a mesa que estava no meio do c?modo. Era um quarto cheio de antiguidades, quanto poderia valer? Olivia, cheia de curiosidade, ficou observando as pinturas nas paredes e examinou os potes um por um, garrafas e pendentes. 15-24 Cap¨ªtulo 371 At¨¦ que viu um pequeno pingente no formato de anel. Ele era muito pequeno, aproximadamente um cent¨ªmetro de raio. Mas aquele pingente parecia bem familiar para Olivia,o se j¨¢ o tivesse visto em algum lugar. o observou mais de perto. Repentinamente, acabou lembrando de onde conhecia aquele pingente. Foi no dia em tinha levado as crian?as para passear no shopping e In¨ºs encontrou um pingente de anel em uma loja de brinquedos, que a agradou muito e, no final, acabouprando o pingente de brinquedo por cem reais. Aquele pingente era precisamente igual ao brinquedo que In¨ºs havia gostado. Daniel, sem sombra de d¨²vida, guardava antiguidades ali, e o pingente o qual In¨ºs brincava possivelmente era apenas uma r¨¦plica feita base no modelo antigo. Era uma imita??o. Nos dias de hoje, qualquer coisa poderia ser usadao molde para criar c¨®pias de brinquedo. N?o era uma surpresa. Depois de observar todos os objetos expostos, Oliviae?ou a abrir os arm¨¢rios para dar uma olhada. Dentro deles tamb¨¦m havia uma cole??o de antiguidades. N?o ¨¦ nenhuma surpresa que, cinco anos atr¨¢s, o presente que ele a havia dado de forma depromissada era um pingente de esmeralda uma longa hist¨®ria. E ele deu aquele pingente para sem pestanejar. Ele n?o tinha somente aquele pingente, mas tamb¨¦m muitas outras pe?as hist¨®ricas,o pinturas, poas, jade e bronze¡­ Ap¨®s observar as antiguidades por um momento, Ol¨ªvia notou que a porta da casa n?o estava trancada. saiu, pensando em voltar para o sal?o principal da mans?o, mas quando tentou abrir a porta dos fundos, notou que estava trancada. Foi ent?o que conseguiu entender: Daniel queria mant¨º trancada no quintal? Sentindo¨Cse frustrada, suas sobrancelhas se contra¨ªram, e voltou para dentro da casa. Foi quando se deu conta de que n?o havia nenhuma cama ou cobertores ali, apenas algumas mesas e cadeiras e, todas aqus antiguidades frias. J¨¢ estava escuro. Ser¨¢ que teria que passar a noite ali? Cap铆tulo 372 Cap¨ªtulo 372 Certamente a resposta era essa mesma. Olivia puxou duas cadeiras e as juntou, improvisando uma cama sobre s. As cadeiras eram feitas de jacarand¨¢, sem nenhum tipo de estofamento macio. Dormir sobre a madeira seria frio e duro. Mas n?o tinha outra alternativa, imposs¨ªvel seria dormir no ch?o. Embora fosse primavera, ¨¤ noite a temperatura ca¨ªa bastante. Deitada sobre as t¨¢buas frias e sem nenhum cobertor para se aquecer, Olivia sentia arrepios percorrerem sua pele, e o frio prava tanto que at¨¦ os ossos pareciam estar gndo. Sem poder dormir, se levantou ee?ou a caminhar para tentar se aquecer, esfregando os bra?os para gerar calor. No in¨ªcio isso ajudava um pouco, mas logo o frio ia se tornando mais forte e, faminta e exausta. n?o tinha nem for?as para continuar. Sentou e se encostou na cadeira, ficando im¨®vel a fim de economizar um pouco de calor. Dessa forma, enfrentou a noite. Ao amanhecer, a luz do sol brilhava, mas ainda estava bem frio. Olivia, que havia passado a noite congndo e faminta, estava fraca e sem energia alguma. Ao abrir os olhos, a luz invadiu sua vis?o. Ficou piscando algumas vezes, para tentar se adaptar ¨¤ ridade. Finalmente havia amanhecido¡­ n?o havia dormido durante toda a noite. sentia¨Cse mentalmente e fisicamente abatida. Mas, mesmo fome e frio, n?o p?de dormir. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Ao rear do dia, se levantou corajosamente, abriu a porta da casa e saiu. O ar frio da manh? a foi envolvendo, fazendo¨Ca abra?ar¨Cse para tentar se aquecer. Na escurid?o da noite anterior, n?o havia percebido a inst??o do quintal. Agora, o c¨¦u ro, observou ao seu redor e viu que o quintal era cercado por altos muros lisos en?as afiadas no topo, que exigiriam uma escada para poderem ser escdos. Havia sido constru¨ªdo para impedir que algu¨¦m conseguisse escr, para entrar ou sair. Parecia que n?o havia nenhuma possibilidade para escapar. 1/2 15:24 Cap¨ªtulo 372 Mais abaixo, notou o jardim bem cuidado, as tulipas ntadas em c¨ªrculos florescendo em um show de cores e fragrancias que iam se espalhando a n¨¦voa matinal. A vista do quintal era verdadeiramente muito agrad¨¢vel, dessa maneira conseguiupreender a raz?o na qual F¨¢bio tinha sugerido que apreciasse as flores. Mas, que disposi??o poderia ter para admirar as flores na situa??o em que se encontrava? caminhou at¨¦ a porta dos fundos e puxou¨Ca, mas estava trancada. Levantou a m?o ee?ou a bater na porta. No in¨ªcio, ningu¨¦m respondeu, mas persistiu a bater. Possivelmente iodado o barulho, F¨¢bio abriu a porta e disse gentileza: ¡°Srta. Souza, voc¨º n?o tem permiss?o para entrar.¡± Olivia, franzindo a testa, perguntou: ¡°E o Daniel?¡± ¡°Sr. Daniel ainda est¨¢ no quarto.¡± F¨¢bio respondeu. ¡°Ele j¨¢ acordou? Eu gostaria de fr ele.¡± disse Olivia. ¡°Geralmente ele ainda est¨¢ dormindo nesse hor¨¢rio.¡± disse F¨¢bio. Olivia tentou passar por ele para entrar e poder conversar Daniel sobre as condi??es para poder ir embora. mal deu um passo e F¨¢bio j¨¢ se colocou ¨¤ sua frente, dizendo muita dificuldade: ¡°Srta. Souza, o Sr. Daniel geralmente n?o acorda de bom humor. Se voc¨º o acordar, certamente haver¨¢ consequ¨ºncias.¡± Olivia foi impedida de poder entrar no quintal. E Daniel ainda n?o havia acordado. Mas precisava entender o que Daniel realmente queria. estava seu rosto e l¨¢bios p¨¢lidos, em raz?o de n?o ter dormido e por estar um dia e uma noite semer ou beber. ¡°O Sr. Daniel falou voc¨ºs a respeito de quando poderei ir embora?¡± perguntou friamente, nervosa e ansiosa. Cap铆tulo 373 Cap¨ªtulo 373 F¨¢bio bn?ou a cabe?a e falou: ¡°O Sr. Daniel disse que sem a autoriza??o dele, voc¨º n?o pode pisar no jardim da frente.¡± Olivia: ¡°¡­¡­¡± N?o havia nada no quintal dos fundos, al¨¦m de um monte de velhar¨ªas. N?o podiaer, n?o podia beber, e ainda por cima n?o podiam aquec¨º. Daniel queria deix¨¢ trancada no quintal, fazendo que morresse de fome e de frio. virou¨Cse, irritada, e retornou at¨¦ a casinha dos fundos. O tempo passou rapidamente, e logo entardeceu. Nos ¨²ltimos dois dias, Olivia n?o tinhaido nem um gr?o de arroz, nem bebido uma gota d¡¯¨¢gua. sentia tontura e fraqueza por todo o corpo. A cada movimento que tentava fazer, via estrs dan?ando diante de seus olhos. havia se enganado; achava que Daniel teria ao menos um pouco de apre?o por sua vida. N?o imaginava que ele seria capaz de uma coisa dessas. O cora??o dele era muito duro. N?o tinha importancia, se vivesse ou morresse! haviaetido um erro absurdo em usar seu pr¨®prio corpo para amea?¨¢¨Clo! Se continuasse desse jeito, realmente iria morrer de fome. N?o, n?o podia morrer! Se morresse, o que iria acontecer seus filhos? Olivia saiu da casinha as pernas fracas, foi cambaleando at¨¦ o quintal, onde a luz do sol poente n?o era t?o forte. O calor suave em seu rosto,e?ou a lhe dar um pouco de for?a. Mas sem se alimentar, n?o iria sobreviver; n?o era uma ¨¢rvore, para poder absorver a luz do sol e realizar a fotoss¨ªntese. O que poderia fazer ent?o? Se sentia cada vez mais desamparada, mas seus olhos repentinamente perceberam que havia alguns cogumelos crescendo em uma ¨¢rvore pequena. Os cogumelos pareciam brancos e macios, apetitosos ¨¤ primeira vista. 15.25 ulo 373 Olivia, faminta, engoliu em seco e, sem parar para pensar, avan?ou, arrancou os cogumelos da ¨¢rvore, tirou o p¨® que havia sobre eles e os colocou na boca para mastigar. Eles eram deliciosos, suculentos e macios. pegou mais alguns eeu.ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Depois deer alguns cogumelos, seu est?mago que anteriormente estava vazio, finalmente recebeu um pouco de alimento, o que fez que se sentisse um pouco melhor. Mas havia poucos cogumelos; se osesse de uma vez s¨®, na pr¨®xima vez que sentisse fome, n?o haveria mais nenhum, apenas lhe restaria ficar esperando p morte. n?o fazia ideia quando esse per¨ªodo de priva??es iria terminar. Ent?o, resolveu n?o colher mais cogumelos da ¨¢rvore, deixando os restantes crescerem para quando n?o aguentasse mais a fome. Depois de saciar um pouco a fome, Olivia voltou para a casinha. Ap¨®s algum tempo, sentou¨Cse na cadeira e,e?ou a sentir¨Cse leveo se estivesse flutuando, e as coisas que estavam ao seu redore?aram a mudar. Todas as velharias haviam se transformado em cogumelos. se viao o coelho da lua, que mora no Pal¨¢cio da Lua. No mesmo instante, flutuava nas nuvens, cercada por cogumelos frescos e macios, os favoritos do coelho da lua. Olivia, euf¨®rica, avan?ou para colher um cogumelo, mas ao morder, achou¨Co duro demais,n?ando¨Co fora. ¡°Crash¡± ¨C ouviu¨Cse o som de algo se quebrando. n?o percebeu e continuouendo outro, que tamb¨¦m estava duro;n?ou fora de novo. Havia n?o somente cogumelos ali, mas tamb¨¦m grandes couves. pegando uma couve, mordeu e achou secao papel; o sabor era horr¨ªvel, ent?o jogou fora e pegou outra. ¡°Rasga¡°, mordeu e mastigou, mas o sabor ainda estava muito ruim, um cheiro de mofo; jogou fora de novo. No mesmo instante, Daniel voltou da empresa, exausto e irritado. Ele perguntou: ¡°Como est¨¢?¡± F¨¢bio respondeu respeitosamente: ¡° passou o dia inteiro no quintal dos fundos, bem quieta, n?o veio pedirida.¡± est¨¢ adois dias semer nem beber, e ainda nem veio se queixar? Daniel, franzindo a testa, abriu a porta dos fundos e caminhou em dire??o ao quintal. 2/3 15:25 Capitulo 373 Antes de entrar na casinha, ele ouviu um som de ¡°ng¡± ¨C era o barulho de ceramicas e pedras preciosas se quebrando. Daniel caminhou apressadamente. Capitulo 374 Cap铆tulo 374 Cap¨ªtulo 374 A porta da casinha estava aberta. Daniel entrou e se arrepiou a cena que se desenrolou ¨¤ sua frente,o se tivesse sido coberto por uma geada. O ch?o estava uma bagun?a, coberto de cacos de poa e algumas pe?as de jade, todas quebradas. Quadros antigos haviam sido rasgados e estavam espalhados sem ordem alguma pelo ch?o. F¨¢bio, que estava panhando Daniel, levou um susto enorme e chegou a tremer. Olivia estava im¨®vel no meio da s, observando interesse uma poa da era Tang que segurava em suas m?os. analisou por dois segundos e, logo ap¨®s, levou¨Ca ¨¤ boca e tentou mord¨º. Ao descobrir que n?o era poss¨ªvel¨º, remou murmurando e, imediatamente, jogou a pe?a para tr¨¢s. O cora??o de F¨¢bio quase saiu p boca quando ele se atirou para tentar agarrar a poa, mas n?o teve ¨ºxito e a pe?a se despeda?ou no ch?o. At¨¦ o cora??o de F¨¢bio parecia ter se partido em peda?os junto . Olivia, indiferente ao que tinha acontecido, colocou as m?os delicadamente ¨¤ frente ee?ou a caminhar em dire??o a outro quadro antigo, pronto para ser destru¨ªdo. F¨¢bio, o cora??o palpitando de susto, olhou na dire??o de Daniel esperando sua atitude. Daniel estava gdoo o inverno, seu rosto tenebrosoo o c¨¦u de uma escura tempestade de inverno, seus olhos negros viravamo um vendaval iminente. Ele deu um passo ¨¤ frente e segurou a m?o de Olivia, puxando¨Ca para longe da pintura que tentava alcan?ar. caiu delicadamente em seus bra?os, sem notar o perigo que se aproximava. estava vestindo a camisa dele, e as mangas eram t?o longas que cobriam suas m?os. Passando a manga no rosto de Daniel, olhava para ele um sorriso encantador e sonhador, e uma voz meiga e gentil disse: ¡°Senhorita, voc¨º veio para me abra?ar, me dar carinho?¡± Enquanto Daniel a segurava em seus bra?os, a frieza em seus olhos foi se intensificando cada vez mais, e o olhar fixo na garota cujos olhos brilhavamo diamantes, totalmente confusa. Olivia n?o estava nem um pouco tranqu; ap¨®s provocar Daniel sua manga, ainda n?o satisfeita, arrega?ou suas mangas, acreditando ser um coelho, patinhas ador¨¢veis. arranhou o rosto de Daniel e, na ponta dos p¨¦s,e?ou a esfregar seu rosto no dele,o um coelho pedindo carinho, esfregando seu pelo quente e macio no rosto dele, Capitulo 374 murmurando: ¡°Ah, senhorita, voc¨º ¨¦ t?o linda, eu tamb¨¦m quero te acarinhar, vem aqui, me deixa tocar em voc¨º, voc¨º ¨¦ t?o linda¡­¡± Enquanto esfregava seu rosto no dele, gentilmente arranhava o rosto el¨¢stico de Daniel suas ¡°patinhas¡°. Daniel se manteve s¨¦rio, mesmo quando o ficava provocando seu toque macio e gentil. Erao se as patas de um gato estivessem arranhando seu cora??o, fazendo que sua garganta ficasse apertada, mas seu corpo estava ainda mais frio e tenso. F¨¢bio, ao observar essa cena, sentiu um frio descer por sua espinha. Daniel estava furioso, e Olivia n?o parava de provoc¨¢¨Clo seus gestos. Dizer pvraso linda e bonita para um homem t?o virilo Daniel era uma provoca??o. F¨¢bio estava realmente angustiado Olivia. Daniel, raiva, segurou for?a a m?o d que se movimentava sem controle e falou uma voz baixa e nervosa: ¡°Olivia, observe bem quem sou eu!¡± ¡°Senhorita, voc¨º ¨¦ t?o zangada, o pequeno coelho est¨¢ ficando medo¡°, disse Olivia, chacoalhando os quadris de uma maneira manhosa. O olhar s¨¦rio de Daniel foi ficando cada vez pior e ele virando¨Cse para F¨¢bio: ¡°Tem certeza de que n?oeu nada?¡± Copyright by N?v/elDrama.Org. F¨¢bio, extremamente aflito, respondeu vdo: ¡°N?oeu¡­¡± Repentinamente, algo passou por sua cabe?a, e ele disse em panico: ¡°Tem um cogumelo que cresceu em uma ¨¢rvore no quintal, a Srta. Souza pode terido por estar faminta, e agora pode estar tendo alucina??es por causa do veneno¡­¡± Daniel, ainda mais s¨¦rio e, sem dizer uma pvra, pegou Olivia no colo e saiu ligeiramente da casinha. F¨¢bio observou os artefatos hist¨®ricos espalhados e danificados pelo ch?o ¨C quebrados, rachados, rasgados ¨C e sentiu sua alma estremecer. Todas aqus pe?as valiosas tinham sido destru¨ªdas. Daniel levou Olivia de volta ao quarto principal e ligou rapidamente para o Dr. Morales. Enquanto ficavam esperando a chegada do Dr. Morales, Olivia n?o se aquietava, agarrando¨Cse ao bra?o de Daniel, esfregando o rosto contra ele e chamando¨Co de ¡°Senhorita¡°, pedindo carinho de uma maneira manhosa. o agarravao uma menina travessa. Embora imaginasse ser um coelhinho, Daniel estava bem consciente da realidade. Al¨¦m disso, o perfume que exva d, o toque suave de sua pele, eram sensa??es gravadas no sangue Capitulo 374 de Daniel, fazendo que ele sentisse uma inquieta??o em seu corpo. Cap铆tulo 375 Cap¨ªtulo 375 Ele olhou para seus olhos escuros e voz rouca, os contornos do seu rosto grosseiros, tentando domar as rea??es do seu corpo e a f¨²ria que sentia. Com um movimento r¨¢pido, agarrou o rosto d, fazendo que seus l¨¢bios se projetassem para frente, e disse raiva: ¡°¨¦ melhor voc¨º ficar quieta, sen?o eu vou te descascar e teer imediatamente!¡± Os olhos brilhantes de Olivia ficaram esbugalhados de susto, e rapidamente recuou, abra?ando¨Cse enquanto fva uma voz acanhada: ¡°Ah, ¨¦ muito cruel!¡± Daniel ficou raiva quando soube que o considerava uma senhorita e realmente queria puni ferozmente.. Mas estava envenenada, tendo alucina??es. Ele sabia que n?o poderia fazer nada daquele jeito. Dr. Morales chegou o mais depressa poss¨ªvel, entendeu a situa??o e imediatamentee?ou a medicar Olivia uma inje??o e um rem¨¦dio de cheiro forte e desagrad¨¢vel para faz¨º vomitar. Ele queria que colocasse para fora os cogumelos que ainda n?o tinham sido digeridos. Olivia estava deitada na cama, uma agulha em sua m?o. A empregada segurava o rem¨¦dio cheiro forte pr¨®ximo ao seu nariz, e um balde grande estava aodo da cama para receber o v?mito. se sentia pessimamente mal, a cabe?a leve e pesada ao mesmo tempo, odo entre a realidade e as alucina??es, e o cheiro f¨¦tido do rem¨¦dio era insuport¨¢vel. Com o est?mago vazio e se torcendo em espasmos, e?ou a vomitar. tentou vomitar v¨¢rias vezes, mas n?o conseguiu colocar nada para fora. Dr. Morales achou estranho. E n?o fazia sentido para ele. Somente depois de perguntar a F¨¢bio que ele p?depreender que Olivia n?o tinhaido ou bebido por dois dias. Sem ¨¢gua no est?mago, era quase imposs¨ªvel expelir qualquer coisa somente ansias de v?mito. Ele rapidamente mandou que lhe dessem ¨¢gua para beber, e ficou muita pena d. Que tipo de ¨®dio ou vingan?a faria que Daniel a deixasse semer ou beber? Isso erao deixar algu¨¦m at¨¦ morrer de fome. Lembre¨Cse, uma pessoa s¨® consegue sobreviver sem ¨¢gua por tr¨ºs dias. Se tivessem passado mais algumas horas sem que bebesse algo, certamente teria morrido de desidrata??o. 1/2 15:25 Capitulo 175 A empregada, muito inquieta, fez Olivia beber muita ¨¢gua. Ent?o, colocou o rem¨¦dio fedido sob seu nariz de novo, fazendo¨Ca cheirar. Com muita dificuldade e afli??o, finalmente conseguiu p?r para fora os cogumelos que haviam sido ingeridos. Mas as toxinas que tinham sido absorvidas ainda estavam em sua corrente sangu¨ªnea e Olivia ainda estava tendo alucina??es. A solu??o intravenosa que o Dr. Morales tinha administrado continha nutrientes. Mas,o estava faminta h¨¢ dois dias e duas noites, somente os nutrientes n?o seriam suficientes. Dr. Morales disse: ¡°Estou preocupado que a paciente esteja o est?mago t?o vazio que possa sofrer uma perfura??o. ¨¦ melhor er algo l¨ªquido agora para encher seu est¨®mago.¡± ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Daniel mandou os empregados prepararem algo. Rapidamente, uma canja de galinha chegou. Naquele momento, Olivia j¨¢ estava sentada na cama, os olhos fechados, muito tonta e fraca, como se seu corpo fosse areia prestes a ser levada pelo vento, bn?ando e sem for?as para conseguir se sustentar. A empregada se ajoelhou a tig nas m?os e tentou aliment¨¢ uma colher. Mas Olivia nem conseguia manter a cabe?a levantada e n?o sabiao abrir a boca. Eles tinham usado uma seringa para faz¨º beber ¨¢gua anteriormente, jogando a ¨¢gua diretamente na boca d. Mas agora, para aliment¨¢ a canja, a situa??o ficava ainda maisplicada. Depois de v¨¢rias tentativas sem sucesso da empregada, Daniel aproximou¨Cse um semnte frio, segurou a tig em suas m?os, tomou um gole e, em seguida, posicionou¨Cse na frente de Olivia, for?ando sua boca a se abrir. Cap铆tulo 376 Cap¨ªtulo 376 Uma for?a dominante e potente invadia Olivia. Entre os seus l¨¢bios, Olivia n?o sentia apenas o perfume do mingau de arroz, mas tamb¨¦m a sensa??o quente e sensual do toque masculino. Olivia parecia uma ¨¢rvore sem vida que recebia a primavera, e rapidamente seu sangue voltou a correr. deliciava¨Cse o mingau gostoso que entrava p sua boca. Olivia podia sentir o sabor do mingau, que gotejava em sua garganta seca e amarga, e que depois descia pelo es?fago aquecendo e ado?ando todo o seu est?mago. Erao uma flor prestes a morrer que repentinamente recebia ¨¢gua, e suas p¨¦ts murchas voltavam a reviver. Faminta, Olivia ativamente sugava aida que era levada ¨¤ sua boca. Seus l¨¢bios, movendo¨Cse ruidosamente, aceitavam os de Daniel. Uma sensa??o quente e ¨²mida,o uma corrente el¨¦trica, percorria por seu corpo, deixando at¨¦ seu cora??o sonolento. A m?o forte de Daniel segurava a nuca d, empurrando todo o mingau que estava em sua boca para dentro d. As pessoas que estavam no quarto trocaram olhares e, notando a situa??o, discretamente foram deixando o c?modo. Em um curto espa?o de tempo, a tig de mingau foi se esvaziando, e o est?mago satisfeito, a consci¨ºncia de Oliviae?ou a voltar. abriu bem devagar os olhos fechados e viu um rosto charmoso ampliado na frente d, pele el¨¢stica, tra?os definidos, c¨ªlios espessoso leques e p¨¢lpebras profundamente dobradas. Ele era bonito e exva uma aura viril. Olivia ficou nervosa por um momento e, no segundo seguinte, percebeu que estava beijando¨Co. Sua mente estava atordoada e repentinamente se afastou. Um pouco de mingau escorreu pelo canto de sua boca, e rapidamente a limpou, continuando a comer. Seus olhos ros estavam cheios de receio enquanto observavam Daniel. ¡°Eu n?o fiz de prop¨®sito¡°, se explicou apressadamente. Daniel colocou a tig de mingau no criado¨Cmudo aodo da cama e a olhou profunda e 1/3 15:25 Capitulo 376 ininterruptamente, perguntando uma voz grave: ¡°Gostou do mingau?¡± Olivia afirmou: ¡°Estava delicioso.¡± estava t?o faminta que sua mente ainda estava turva, seu corpo fraco e sua gargantaAll content is property ? N?velDrama.Org. amarga. Para , aqu tig de mingau erao se fosse uma t¨¢bua de salva??o, um manjar. Daniel mostrou um leve sorriso, um ar frio e duvidoso: ¡°N?o ¨¦ de se admirar que tenhaido com tanta vontade. O que achou mais gostoso, o mingau ou meus l¨¢bios?¡± Essa f sem cuidado algum e fria de Daniel fez Olivia ficar os olhos arregdos de surpresa. Seu cora??o, que anteriormente estava em alerta,e?ou a bater sem controle suas pvras. Agora que sua consci¨ºncia havia voltado, tamb¨¦m se lembrou deo tinha sido insaci¨¢vel ao comer o mingau. N?o era apenas o mingau que estava sugando. somente tinha agido daqu forma porque estava realmente faminta. explicou apressadamente: ¡°Eu n?o estava consciente, pensei que estava apenasendo o mingau.¡± A atitude franca de Daniel se tornou s¨¦ria e fria: ¡°Ainda ousa se recusar aer?¡± Vendo que ele de repentee?ou a ficar irritado, Olivia se calou e rapidamente bn?ou a cabe?a: ¡°N?o vou mais me recusar aer.¡± Recusar¨Cse aer era apenas se quisesse prejudicar a si mesma; ele n?o teria pena d e n?o a deixaria ir embora. Sua vida era mais importante. n?o diria mais nada que pudesse ferir a si mesma. Se mesma n?o cuidasse de si, ningu¨¦m o faria. ¡°Olivia, guarde suas artimanhas, a ¨²nica maneira de sair daqui ¨¦ me agradando! Entendeu?¡± Daniel resmungou frieza e saiu do quarto. A press?o opressora havia ido embora, e Olivia respirou al¨ªvio. Tinha sido um grande susto. quase morreu de fome, foi envenenada por cogumelos e quase morreu. Nunca mais poderia se envolver em tais circunstancias. Ap¨®s o soro, o veneno dos cogumelos em seu corpo tinha sido praticamente eliminado. 2/3 15-25 Capitulo 376 ¨¤ noite, dormia na su¨ªte principal. No meio da noite, Daniel tamb¨¦m apareceu, ap¨®s ter sa¨ªdo do banho, usando um roup?o e sentou¨Cse aodo da cama. A cama de ms Simmons at¨¦ afundou um pouco por conta da press?o que fez ao se sentar. Olivia ficou nervosa, os nervos ¨¤ flor da pele. Cap铆tulo 377 Cap¨ªtulo 377 Ele se deitou na cama, e o familiar aroma masculino a envolveu. Olivia ficou parada de medo, receando que ele repetisse o que havia feito naqu noite dois dias atr¨¢s. Enquanto estava nervosa, o longo bra?o de Daniel a abra?ou aconchegando¨Ca junto a ele. As costas d eram pressionadas pelo seu peito ardente e forte. Mesmo atrav¨¦s do tecido, Olivia sentia seu cora??o bater mais forte. Instintivamente, desejava fugir, mas Daniel a segurou bem forte e disse em um tom sedutor ao seu ouvido: ¡°N?o se mexa, ou vai se arrepender.¡± Olivia ficou parada, sem coragem de se mover. Seu corpo estava envolvido por ele, suas costas apertadas contra o peito musculoso de Daniel sentindo o ardor intenso de seu corpo, ao ouvido, sua respira??o profunda e a perfume de uma presen?a masculina fascinante. O cora??o de Olivia batia rapidamente, e sua respira??o se tornava ofegante. Apesar do medo, seu corpo n?o conseguia reagir ¨¤ sedutora ess¨ºncia masculina dele. O cora??o de Olivia estava acelerado, mantendo seus nervos alongados. This belongs ? N?velDra/ma.Org. Mas Daniel n?o fez nada a . Apenas a manteve em seus bra?os. Noe?o, Olivia estava muito tensa, mas foi vencida p exaust?o, e as p¨¢lpebras pesadas, logo caiu em um sono profundo. Daniel, sentindo que sua respira??o se acalmou e sabendo que havia adormecido, manteve Olivia mais um pouco em seus bra?os inndo seu doce perfume. Algum tempo depois, ele tamb¨¦m adormeceu. No dia seguinte, Olivia acordou assustada. Sentou na cama e olhou ao seu redor; Daniel j¨¢ havia ido embora. se vestiu muita pressa e desceu as escadas, s¨® ent?o percebeu, ao ver os raios de sol entrando p jan que j¨¢ era meio¨Cdia. perguntou a F¨¢bio: ¡°F¨¢bio, o Sr. Daniel disse se eu posso ir embora?¡± F¨¢bio bn?ou a cabe?a: ¡°O Sr. Daniel n?o falou nada.¡± ¡°Eo estava o humor dele quando saiu esta manh??¡± Se ele estivesse de bom humor, poderia agrad¨¢¨Clo para que a deixasse ir. 1/2 15:25 Capitulo 377 Se ele estivesse de mau humor, melhor seria deixar para l¨¢ para evitar problemas. F¨¢bio, bn?ando a cabe?a novamente: ¡°O Sr. Daniel estava uma express?o s¨¦ria, parecia bastante irritado.¡± ¡°Por qu¨º? Quem o havia irritado?¡± Olivia perguntou, curiosa. F¨¢bio, enxugando o suor da testa, disse: ¡°Srta. Souza, voc¨º n?o se lembra? Ontem voc¨º destruiu a pequena galeria do Sr. Daniel, quebrando muitos objetos valiosos.¡± ¡°O qu¨º?¡± Um r?o passou p mente de Olivia, e lembrou rapidamente dos eventos que haviam acontecido no dia anterior. F¨¢bio a levou at¨¦ um anexo para que pudesse dar uma olhada. O ch?o estava coberto de destro?os, peda?os espalhados por todo lugar e pinturas antigas rasgadas. Tudo isso havia sido causado por ? Olivia engoliu em seco, tremendo, e perguntou a F¨¢bio: ¡°Qual ¨¦ o valor de tudo isso?¡± F¨¢bio fez um sinal os dedos em forma de cruz. Olivia disse: ¡°Cem mil?¡± ¡°Alguns milh?es¡°, respondeu F¨¢bio. BOOM¡­ Como se um trov?o explodisse em cima de sua cabe?a. Olivia sentiu seu corpo amolecer e deu dois passos para tr¨¢s. Meu Deus. havia tido alucina??es no dia anterior e apenas algumas batidas foi capaz de causar um preju¨ªzo de milh?es! Nem vendendo tudo o que tinha poderia pagar os danos. N?o ¨¦ ¨¤ toa que F¨¢bio havia lhe dito que Daniel estava de cara fechada ao sair. Se fosse , um preju¨ªzo de milh?es, tamb¨¦m estaria furiosa. Olivia, seus l¨¢bios tremendo de nervoso, perguntou a F¨¢bio: ¡°O Sr. Daniel disse alguma coisa? Ele vai querer que eu pague?¡± F¨¢bio bn?ou a cabe?a: ¡°N?o fa?o ideia.¡± 2/2 Cap铆tulo 378 Cap¨ªtulo 378 Ao meio¨Cdia, depois deer uma canja de galinha para se certificar de que estava bem alimentada, Olivia permanecia sentada no sof¨¢ da s, perdida em seus pensamentos. Quando lembrava que tinha destru¨ªdo uma antiguidade do Daniel avaliada em um bilh?o de reais, seu cora??o apertava e sentia um formigamento no couro cabeludo. Incrivelmente apreensiva, nervosa e sobrecarregada. Daniel, o homem, n?o era um fntropo. Houve uma vez em que seus filhos apenas mancharam o sof¨¢ dele, e ele exigiu umapensa??o financeira. Em outra ocasi?o, as crian?as, brincando uma bomba de encher bs, acidentalmente furaram o pneu do carro dele, e ele pediu cinquenta mil reais de indeniza??o! Agora eram um bilh?o de reais! E tinha sido mesma quem quebrou aqus antiguidades. De Onde tiraria um bilh?o de reais para pagar a ele? Quanto mais Olivia pensava sobre isso, mais se sentia inquieta, desconfort¨¢vel, nervosa e desamparada. Era uma pergunta sem resposta. ¡°Senhorita Souza, se est¨¢ entediada, por que n?o assiste ¨¤ televis?o?¡°, sugeriu F¨¢bio, percebendo que estava h¨¢ tempos sentada no sof¨¢, um olhar ora ansioso, ora vazio, ora desesperado. Ele estava preocupado o fato de a toxina do cogumelo ainda n?o ter sa¨ªdo do organismo d, e n?o seria bom ter a fantasia de destruir o resto da casa novamente. Rapidamente, ligou a televis?o para distra¨ª. Olivia estava sentada no sof¨¢, sem a menor vontade de assistir TV. At¨¦ que, da televis?o, veio a voz de um anjinho. A voz do anjinho era doce e fofa, agrad¨¢vel de ouvir e acalmava o cora??o. O que mais chamava a aten??o era que essa voz era muito familiar para Olivia. Como se seus nervos tivessem sido atingidos por um choque el¨¦trico, Olivia girou a cabe?a e olhou para a televis?o. Na t grande da TV, o rosto da menina estava sendo ampliado, dando¨Clhe um close¨Cup do rosto. 1/2 15:26 NANA AN?NG?NDA Macio e tab tables pequenos e 20 TONA RASA Exte prato eta olen sal ekitamato Ae 1070 7062082 a aten??o de Olivia foi reconquistada. End Code M CONCURSO Dooobs que as closes passaram a camera tocou no banner ao vivo, onde se lia Food Contest es Tra tinha passado p fase preliminar e ganhado o passe para as semifinals. Estava acontecendo a semifinal Acora? Teresa tinha trazido as crian?as do interior de volta para a capital? Olivia sentiao se estivesse em outro mundo. Fazendo as contas, havia sido levada para a V Serenidade por Daniel e trancada, e hoja era o Quarto dis. Ja fazia Quatro d¨ªas. Quatro dias sem ver seus pequenos, e o cora??o de Olivia estava cheio de mncolia e impot¨¨ncia. Iria respondia rapidamente e convic??o. Depois de verificar os ingredientes do prato, os jurados unanimemente deram a Iria uma nota dezl O apresentador, segurando o microfone, disse alegremente: ¡°Parab¨¦ns ¨¤ pequena Ir¨¬a, acertou todos os ingredientes e ganhou o direito de participar do pr¨®ximo desafio. Nossa pequena Iria, que parece t?o mi¨²da, e ¨¦ t?o jovem, mas quem diria que ¨¦ uma especialista em culin¨¢ria! Tem uma sensibilidade incrivel para alimentos! E ainda por cima ¨¦ t?o linda, que inveja que seus pais devem sentir, por terem uma filha t?o bonita e inteligente.¡± O apresentador disse pvras de entusiasmo e inveja. O restante das pessoas no local tamb¨¦m elogiou Iria por ser conhecedora, inteligente e um g¨ºnio da comida. 212 15:26 Capitulo 378 O rosto da menina era redondinho, bochechudo, macio e fofinho, l¨¢bios pequenos e rosados, e olhos grandes e brilhantes, cheios de vida. Estava respondendo ¨¤ pergunta do apresentador: ¡°Este prato leva ¨®leo, sal, glutamato monoss¨®dico, molho de soja¡­¡± Ao ver o rosto da menina e ouvir sua voz, toda a aten??o de Olivia foi reconquistada. Aqu menina era sua filha, Iria! estava participando de um concurso de culin¨¢ria. Depois que os closes passaram, a camera focou no banner ao vivo, onde se lia Food Contest Rematch. Iria tinha passado p fase preliminar e ganhado o passe para as semifinais. Estava acontecendo a semifinal Agora? Teresa tinha trazido as crian?as do interior de volta para a capital? Olivia sentiuo se estivesse em outro mundo. Fazendo as contas, havia sido levada para a V Serenidade por Daniel e trancada, e hoje era o quarto dia. J¨¢ fazia Quatro dias. Copyright by N?v/elDrama.Org. Quatro dias sem ver seus pequenos, e o cora??o de Olivia estava cheio de mncolia e impot¨ºncia. Iria respondia rapidamente e convic??o. Depois de verificar os ingredientes do prato, os jurados unanimemente deram a Iria uma nota dez! O apresentador, segurando o microfone, disse alegremente: ¡°Parab¨¦ns ¨¤ pequena Iria, acertou todos os ingredientes e ganhou o direito de participar do pr¨®ximo desafio. Nossa pequena Iria, que parece t?o mi¨²da, e ¨¦ t?o jovem, mas quem diria que ¨¦ uma especialista em culin¨¢ria! Tem uma sensibilidade incr¨ªvel para alimentos! E ainda por cima ¨¦ t?o linda, que inveja que seus pais devem sentir, por terem uma filha t?o bonita e inteligente.¡± O apresentador disse pvras de entusiasmo e inveja. O restante das pessoas no local tamb¨¦m elogiou Iria por ser conhecedora, inteligente e um g¨ºnio da comida. 212 15-26 As pessoas n?o paravam de elogiar Iria. Cap铆tulo 379 Cap¨ªtulo 379 Olivia ouvia atentamente os elogios a Iria na televis?o, sentindo uma onda de orgulho e calor no cora??o. Afinal, aqu era a sua pequena joia, n?o era surpresa que fosse inteligente e lindao a m?e. Olivia observava Iria na t, aliviando a saudade que sentia. n?o percebeu que uma figura longa e escura entrou e se aproximou d. De repente, sentiu um arrepio,o se a temperatura tivesse ca¨ªdo, e instintivamente se endireitou, abra?ando os pr¨®prios bra?os. All content is property ? N?velDrama.Org. Com esse movimento, pelo canto do olho, vislumbrou uma longa sombra negra uma aura poderosa. Uma sensa??o de opress?o tomou conta d, e Olivia ficou tensa, inclinando¨Cse discretamente para odo ao perceber que Daniel estava ao seudo. piscou, evitando o olhar dele, nervosa: ¡°Voc¨º¡­ voc¨º voltou.¡± Tomou a iniciativa de cumpriment¨¢¨Clo. A mera lembran?a de certos objetos antigos fazia Seu couro cabeludo formigar. Daniel a olhou de rnce e voltou a aten??o para a televis?o, onde passava um v¨ªdeo de Iria em um desafio de identifica??o de temperos culin¨¢rios contra um homem de uns trinta anos. Em menos de cinco cursos, a Iria venceu esse homem adulto. Os ausos foram estrondosos. O apresentador, entusiasmado, subiu ao palco e, a voz elevada, exmou: ¡°Menina, voc¨º ¨¦ um verdadeiro prod¨ªgio! vamos, diga a todos o seu nome.¡± Ele se agachou aodo de Iria e colocou o microfone perto da boca d.. Iria estava usando um conjunto de renda branca dois croch¨ºs, seu corpo era rechonchudo e carnudo, parecia um anjinho, bonito e fofo. Seu rosto era ing¨ºnuo e t?o bonito quanto poss¨ªvel. olhos brilhantes e expressivos. Sob o olhar ansioso e alegre do p¨²blico, mexeu os l¨¢bios, pronta para dizer seu nome. Olivia notou que Daniel estava fixado na t, seu olhar era profundo e prante. Seu cora??o disparou de medo. 1/2 15:26 Capitulo 379 Iria s¨® sabia que seu nome era Iria Torres, e se dissesse que se chamava Iria¡­ E Daniel agora estava olhando atentamente para Iria, que ainda se parecia um pouco Daniel entre as sobrancelhas. Ser¨¢ que ele suspeitaria que Iria era sua filha e, por extens?o, desconfiaria de que a crian?a era dele? Olivia prendeu a respira??o, tensa a ponto de quase parar de respirar, suas m?os tremiam levemente. ¡°Meu nome ¨¦ Iria.¡± Sob todos aqueles olhares, Iria revelou seu nome. Depois de ouvi dizer que seu nome era Iria, o cora??o de Olivia, que estava pendurado em sua garganta, finalmente caiu. Quando olhou novamente, viu Daniel um olhar profundo e indecifr¨¢vel fixado n: ¡°Voc¨º conhece essa menina?¡± Pego de surpresa, Olivia deu um pulo e negou rapidamente: ¡°N?o conhe?o.¡± ¡°Ent?o por que o nervosismo?¡± perguntou Daniel. ¡°¨¦ que ¨¦ t?o jovem e t?o inteligente, muito encantadora.¡± Olivia explicou apressadamente. Daniel foi at¨¦ e sentou¨Cse ao seudo, seus dedos longos e finos seguraram seu queixo e levantaram seu rosto: ¡°Voc¨º gosta muito de crian?as?¡± Olivia assentiu. Um sorriso frio surgiu nos l¨¢bios de Daniel: ¡°Pena, eu nunca vou satisfazer esse seu desejo.¡± Olivia ficou chocada, sem tempo para digerir o significado de suas pvras. Na televis?o, a voz ador¨¢vel, mas ra de Iria soou: ¡°Tios e tias, quero aproveitar este programa para encontrar minha m?e, que est¨¢ desaparecida h¨¢ quatro dias.¡± ¡°Ah ¨¦? Eo se chama sua m?e?¡± Perguntou o apresentador. Ao ouvir isso, Olivia ficou ainda mais aterrorizada, o cora??o batendo descontrdamente. 2/2 Cap铆tulo 380 Cap¨ªtulo 380 Como Iriae?ou a procurar p m?e no programa? disse que sua m?e tinha desaparecido h¨¢ quatro dias, estava fndo d mesma, certo? Da televis?o, vinha a voz doce e s¨¦ria de Iria. ¡°O nome da minha m?e ¨¦ f¨¢cil de lembrar, ¨¦ doce e carinhoso.¡± Olivia sentiuo se sua alma estivesse prestes A sair do corpo, o cora??o palpitando de susto. Ao redor, o som da voz de Iria prestes a revr seu pr¨®prio nome. Diante de seus olhos, estava Daniel cercado por uma frieza gda, seus dedos finos segurando o queixo d, seu belo rosto oprimido por uma frieza gda. Era uma tens?o de estar entre a cruz e a espada, os nervos t?o esticados que pareciam prestes a se romper. ¡°O nome da minha m?e ¨¦¡­¡± ¡°Shhh.¡± No exato momento em que Iria ia revr o nome da m?e, o som parou abruptamente, e a t da TV escureceu, seguida ps luzes da s de estar. Olivia suspirou aliviada, sentindo seu cabelo e costas encharcados de suor. Era tarde, anoitecer, e a luz natural era fraca, e quando as luzes se apagaram, o brilho do ambiente diminuiu um pouco. Mas isso n?o impediu Daniel de ver cada express?o no rosto de Olivia, que nervosamente tinha gotas de suor surgindo em sua testa. Com o rosto apertado entre os dedos de Daniel, estava t?o perto que ele podia sentir sua respira??o pesada. Ele cerrou os dentes levemente, o h¨¢lito gdo borrifando o rosto d: ¡°Quer ter um filhoigo, ¨¦?¡± Olivia apenas rxou um pouco os nervos, instantaneamente tensa, olhos ros, tamb¨¦m saiu do panico contido, disse apressadamente: ¡°eu tomei p¨ªl anticoncepcional, fique tranquilo, n?o vou engravidar. Eu Sei que voc¨º n?o gosta de crian?as e eu n?o vou me iludir¡­¡± ele havia perguntado antes se gostava de crian?as. tinha dito que sim. Ele disse que n?o permitiria que tivesse o que queria. Ainda N?o tinha tido tempo de digerir o significado de suas pvras. 1/2 15:26 Mas agora, ouvindo a raiva gda em sua voz, entendeu tudo. Ele queria dizer que n?o permitiria que engravidasse dele, e muito menos que tivesse um filho seu. Ele n?o gostava de crian?as e n?o tinha o menor direito de ter um filho dele. Olivia entendeu profundamente o que ele queria dizer, mas seu cora??o involuntariamente se apertou com dor, uma sensa??oncinante que parecia reverberar e deixar um peso no peito. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . sentia pena dos seus quatro tesouros. E tamb¨¦mmentava a sua pr¨®pria situa??o. Satisfeito por ter dito algo t?o ¡°sensato¡°, Daniel afastou o queixo d e grunhiu. Naquele momento, as luzes da s de estar voltaram a acender, assimo a t da TV tamb¨¦m voltou a brilhar. Mas n?o mostrava mais a p¨¢gina do programa, e sim a t inicial do aparelho. F¨¢bio veio correndo, explicando nervosamente: ¡°Sr. Daniel, o disjuntor caiu de repente, causando um breve apag?o, mas j¨¢ est¨¢ consertado.¡± Daniel acenou a m?o dispensando¨Co. F¨¢bio se curvou e saiu. Olivia, por outrodo, estava imensamente aliviada que, no momento crucial, a energia tivesse ca¨ªdo, pois as consequ¨ºncias seriam inimagin¨¢veis. olhou cuidadosamente para Daniel ao seudo, cuja express?o fria parecia ter suavizado bastante. Deve ter sido por causa do que disse, que o tinha satisfeito. Ent?o, ele realmente n?o queria que tivesse um filho dele. Olivia sentia um aperto no cora??o, mas n?o desanimou e aproveitou o momento, dizendo: ¡°Sr. Griera, posso ir para casa hoje? Minha m?e deve estar muito preocupada por n?o me ver h¨¢ alguns dias. e se n?o me encontrar e chamar a pol¨ªcia?¡± Daniel virou a cabe?a para odo, seus olhos frios e afiados, cheios de opress?o, encarando¨Ca: ¡°Ent?o deixe chamar a pol¨ªcia, ser¨¢ bom para vero sua querida filha destruiu tantas antiguidades.¡± Ao ouvir a pvra artefatos, o cora??o de Olivia se afundou de medo, raciocinando, suas m?os e p¨¦s n?o podiam ser colocados de forma tensa e indefesa. arregalou os olhos em panico, sorriu falsamente e disse: ¡°Eu realmente sinto muito, estava intoxicada naqu hora, tudo o que via na minha frente eram cenouras e repolhos brancos, nem percebi que eram antiguidades. F¨¢bio disse que aqueles itens valem um bilh?o¡­¡± ao dizer ¡°um bilh?o¡°, Olivia sentiu sua respira??o pesar ainda mais. 2/2 Cap铆tulo 381 Cap¨ªtulo 381 para , aquilo era uma cifra astron?mica. estava muito preocupada que Daniel Griera pedisse uma indeniza??o. Os olhos de Daniel eram frios e prantes, brilhavam uma luz gda. ele disse: ¡°Parece que voc¨º se informou bem. est¨¢ pronta para indenizar?¡± Ele arqueou uma sobrancelha, perguntando. Olivia Souza prendeu a respira??o, seus nervos eramo el¨¢sticos, esticados a ponto de se romperem. Seus olhos aquosos olhavam para ele, indefesos e inocentes, sem ousar responder, sem sabero responder. Mesmo que quisesse indenizar, n?o teriao pagar, muito menos tinha coragem para dizer que faria isso. Daniel viu o panico e a impot¨ºncia d, soltou um muxoxo e subiu as escadas. Olivia, sem saber de onde tirava coragem, o seguiu uma pergunta: ¡°Sr. Griera, posso ir para casa hoje?¡± Tudo o que restou para foram as costas frias, duras e desesperadas de Daniel. Olivia estava perdida e baixou os c¨ªlios. Depois de um tempo. se senta no sof¨¢, abatida. F¨¢bio trouxe uma tig de canja de galinha e a colocou diante d, dizendo: ¡°Srta. Souza, por favor, alimente¨Cse, depois voc¨º pode ir.¡± Olivia levantou A cabe?a rapidamente, seus olhos tranquilos brilhando de alegria: ¡°Ele concordou?¡± F¨¢bio assentiu levemente e depois foi cuidar de seus afazeres. Olivia estava radiante de felicidade, devorou a canja e se levantou, caminhando rapidamente para fora. Saindo da Vi Serenidade, percebeu que aquele lugar era uma ¨¢rea rica, n?o havia ?nibus chegando, nem t¨¢xis chegando, n?o era bom pegar um t¨¢xi de jeito nenhum. teria que sair do bairro para pegar um t¨¢xi, Enquanto caminhava apressada, um carro BMW azul¨Cvioleta parou ao seudo, bloqueando seu caminho. parou. 1/2 15-27 1 Capitulo 381 A porta do carro se abriu e um homem bem¨Carrumado, vestindo um terno preto,o um motorista profissional, desceu. O homem se aproximou a um passo de distancia e estendeu a chave para : ¡°Srta. Souza, v¨¢ dirigindo para casa. Olivia olhou para a chave e depois para o carro, reconhecendo¨Coo o que Daniel havia lhe dado antes. o motorista veio entregar a chave, seria aquilo um sinal de Daniel? Olivia perguntou: ¡°Por qu¨º?¡± O motorista respondeu: ¡°Sr. Daniel disse que o carro ¨¦ seu, se voc¨º n?o aceitar, as consequ¨ºncias ser?o graves.¡± Olivia: ¡°¡­. ¦³¦© O que est¨¢ usando agora ainda ¨¦ o mesmo vestido de alta costura que Daniel mandou preparar para antes. E ali estava o mesmo carro BMW. pensou que tudo tivesse terminado, mas de repente estava em suas m?os novamente. Essas coisas, os presentes de Daniel quando ele a pressionou a se tornar sua mulher. as devolveu a ele porque queria terminar o rcionamento ele e encontrar uma chance de ir embora. Mas agora, tudo havia voltado intacto para , e simplesmente n?o podia recusar. Daniel estava mostrando, autoridade, que era sua mulher, sob seu patroc¨ªnio. Essa Era uma realidade que n?o podia mudar. Olivia estava impotente, mas n?o havia nada que pudesse fazer. Se n?o podia fugir, ent?o aceitaria gratid?o. pegou a chave das m?os do motorista, entrou no carro e partiu. Copyright by N?v/elDrama.Org. Quando chegou ao seu apartamento alugado, mal podia esperar para abrir a porta, mal ocultando seu anseio, exmou: ¡°Eu Estou de volta.¡± Mas o apartamento estava vazio e silencioso. olhou ao redor, n?o havia ningu¨¦m l¨¢. Cap铆tulo 382 Cap¨ªtulo 382 Comparado ao passado, quando havia voltado para uma s cheia de calor e cheiros. leitosos, com as crian?as correndo em sua dire??o em massa, agora, a frieza era um pouco assustadora. O cora??o de Olivia afundou, preocupa??o e panico surgiram instintivamente em sua mente. N?o era para Teresa Rocha ter voltado as crian?as? Por que n?o estavam em casa? Ap¨®s um breve momento de panico, logo se lembrou que Iria tinha ido ¨¤ televis?o, participar da repescagem do Concurso Alimentar. Teresa devia estar as crian?as e provavelmente ainda n?o tinham retornado. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Depois de se acalmar, Olivia levou apressadamente o celr desligado para o quarto para carreg¨¢¨Clo. Ao colocar o celr para carregar, notou algo estranho: as cobertas estavam dobradas perfei??o, exatamenteo havia deixado antes de sair, sem sinal de terem sido usadas. mesmo os itens do dia a dia n?o pareciam ter aumentado. Algo N?o estava certo. se as crian?as tivessem voltado, certeza haveria mais coisas espalhadas p casa, brinquedos¡­ parecia que a casa ainda estava arrumadao antes, impec¨¢vel e sem nenhum sinal de que as crian?as haviam estado ali. Quanto mais olhava para a casa, mais Olivia sentia que algo estava errado. Seu cora??o, que havia se acalmado, voltou a disparar. Mesmo que o celr tivesse acabado de ser conectado ao carregador, n?o podia esperar e pressionou o bot?o de ligar for?a. o celr se acendeu. Sem se importar que ainda estava carregando, discou o n¨²mero de Teresa. O telefone tocou por um longo tempo sem resposta. Olivia passou de calma o suficiente para esperar que o telefone tocasse, no in¨ªcio, para finalmente, ¨¤ medida que o toque continuava, seu cora??o batia cada vez mais r¨¢pido, t?o nervosa que suas m?os agarravam os len?¨®is. O toque continuava at¨¦ que se silenciou, sem ningu¨¦m atender. Inquieta, tentou novamente, mas ainda sem resposta. 1/2 15:27 Olivia n?o podia mais ficar sentada, ligou para Jimena Santos. Depois de dols toques, A liga??o foi atendida. A voz surpresa e animada de Jimena soou: ¡°Olivia, voc¨º finalmente apareceu! pensei que tinha desaparecido doal¡± Olivia podia sentir a preocupa??o e o alivio na voz d. Mas n?o tinha tempo para brincadeiras no momento, estava preocupada as crian?as e Teresa. perguntou: ¡°Jimena, voc¨º sabe para onde minha m?e levou as crian?as?¡± ¡°Eles est?o aquiigo,endo num boteco,¡± Jimena respondeu casualmente. ¡°mam?e?¡± ¡°mam?e voltou?¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± Do outrodo da linha, vieram quatro vozes infantis, doces e alegres. Essa voz era a melhor voz que Olivia j¨¢ tinha ouvido no mundo, e foi o suficiente para curar toda a ansiedade e inquieta??o, O cora??o apreensivo de Olivia finalmente rxou. At¨¦ pouco tempo, temia que algo tivesse acontecido as crian?as e Teresa; o panico e a tens?o eram quase insuport¨¢veis. Agora, quando ouvia as vozes carinhosas das crian?as, erao se um cora??o murcho tivesse recebido uma nova inje??o de sangue. At¨¦ sua voz soou mais calorosa e suave: ¡°Sim, sou eu, mam?e, onde voc¨ºs est?o? Eu vou at¨¦ ai.¡± Cap铆tulo 383 Cap¨ªtulo 383 Jimena deu o endere?o. Depois de desligar o telefone, Olivia dirigiu at¨¦ o mercado noturno nos arredores da cidade. A feira estava cheia de vida, luzes brilhantes e neons piscando. Havia vendedores ambntes por tododo, as pessoas sentavam¨Cse ¨¤ beira da estrada, saboreando quitutes, conversando e rindo alto, num burburinho constante, num ambiente efervescente de festa popr. Apesar das condi??es simples dos quiosques, todos pareciam felizes e se divertiam muito. Olivia avistou Jimena, Teresa e quatro crian?as dodo de fora de uma churrascaria. Eles estavam sentados ao redor de uma mesa redonda, desfrutando alegremente de espetinhos, cada crian?a uma garrafa de iogurte ¨¤ frente e saboreando churrasco sem pimenta, do jeito que gostavam. era uma cena acolhedora e harmoniosa. Olivia se aproxima. Heitor arregalou os olhos e foi o primeiro a ver Ol¨ªvia, seus olhos se iluminaram estrs: ¡°Mam?e!¡± O resto das crian?as,o pequenos pinguins, virou¨Cse para tr¨¢s para olh¨¢ quando ouviram a pvra ¡°mam?e¡±. Ao v¨º caminhando em dire??o a eles, os rostos das crian?as ficaram animados e felizes em uma velocidade vis¨ªvel a olho nu. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± As quatro crian?as gritaram em un¨ªssono, suas vozes infantis cheias de surpresa e entusiasmo. Saltaram dos bancos e, bn?ando suas perninhas curtas, correram rapidamente em sua dire??o. Vendo os quatro pequenos rndo em sua dire??o, Olivia sentiu os olhos marejarem de l¨¢grimas e, agachando¨Cse, abriu os bra?os para receb¨º¨Clos. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Um a um, os pequenos ca¨ªram em seus bra?os, seus bracinhos curtos abra?ando¨Ca, suas cabecinhas e bochechas esfregando¨Cse contra , expressando saudade e afei??o. quatro dias sem v¨º, as crian?as sentiam muito a sua falta e temiam ser abandonadas p m?e. 1/2 15:27 Capitulo 383 Iria e In¨ºs se aninharam contra Olivia e, sentindo seu cheiro, n?o puderam evitar morder o l¨¢bio e come?ar a chorar. ¡°mam?e, eu senti tanto a sua falta¡­¡± Iria disse sua vozinha doce, tentando conter o choro, os l¨¢bios tremendo e os olhos cheios de l¨¢grimas, at¨¦e?ar a solu?ar. ¡°Mam?e, eu tamb¨¦m sinto sua falta ¡­¡­¡± In¨ºs, que normalmente n?o gostava de chorar, n?o conseguiu se contrr nesse momento e fez o mesmo. Eles sempre estavam juntos, e quatro dias sem v¨º fizeram que Olivia ficasse ansiosa. E as crian?as, ent?o, nem se f. Olivia estava os olhos quentes e o cora??o aquecido, apoiando o rostinho macio de Iria uma m?o e o rostinho em forma??o de Iria e, a outra, a carinha fofa de In¨ºs, secando suas l¨¢grimas com os polegares e dizendo gentilmente: ¡°mam?e tamb¨¦m sentiu a falta de voc¨ºs. Desculpa, mam?e teve que trabalhar e n?o p?de voltar para ficar voc¨ºs¡­¡± Heitor e Joel ainda estavam abra?ados a , suas cabecinhas se aconchegando em seu colo, tamb¨¦m demonstrando seu carinho. Heitor, normalmente reservado e charmoso, desta vez n?o se importava nada, apenas sabia que estava feliz e emocionado por ver a m?e, querendo apenas abra?¨¢ e estar perto d. Depois de um momento de carinho e de acalmar as emo??es das crian?as, e de colocar em ordem seus pr¨®prios sentimentos agridoces, os levou de volta para a mesa. Jimena chamou o gar?om: ¡°Traga mais um jogo de talheres, por favor.¡± O gar?om foi pegar os talheres. Os olhos preocupados e intrigados de Jimena pousaram no rosto de Olivia: ¡°Olivia, alguns dias sem te ver e voc¨º parece ter emagrecido, seu rosto tamb¨¦m n?o est¨¢ boa cor, o que houve?¡± Teresa olhou para Olivia algumas vezes preocupa??o e exaspera??o. Obviamente preocupada , mas as pvras que sa¨ªram carregavam raiva e maldade. ¡°N?o ¨¦ que Voc¨º desligou o celr e n?o dava para te encontrar? Ainda bem que voltou, hein? por que n?o ficou por a¨ª nos enrndo e nunca mais voltou?¡± Olivia pediu desculpas: ¡°Meu celr descarregou e eu n?o tinha carregador, n?o foi por querer que eu n?o entrei em contato.¡± sentada aodo de Teresa, Olivia ouviu o que disse e, vendo que a cor d realmente n?o estava boa e que parecia cansada, Teresa n?o conseguiu mais se conter ee?ou a chorar ¨¨ a bater no bra?o de Olivia: ¡°Sua menina tonta, onde voc¨º foi parar? Ser¨¢ que aconteceu algo que voc¨º n?o conseguiu resolver? Conte para a gente, vamos ¨¤ pol¨ªcia juntas pegar esse mndro, por que ter medo?¡± Cap铆tulo 384 Cap¨ªtulo 384 Olivia pega a m?o de Teresa que est¨¢ batendo em seu bra?o e a segura carinho. Teresa a havia batido, mas n?o do¨ªa nem um pouco. Olivia sabia que aquilo era uma maneira de Teresa extravasar sua preocupa??o extrema. olhou para Teresa e disse, um tom consdor: ¡°M?e, eu estou bem, de verdade. S¨® estava resolvendo algumas coisas do trabalho, n?o precisa se preocupar.¡± Sabendo que sua m?e estava preocupada , mas agora na frente de seus quatro filhos, Olivia certamente n?o poderiapartilhar o que havia passado. as crian?as, por mais novas que fossem, entendiam tudo. n?o queria que, ainda t?o jovens, ficassem preocupadas ou ansiosas por sua causa. Teresa enxugou as l¨¢grimas e tentou se acalmar, dizendo: ¡°vamoser, voc¨º est¨¢ magrinha.¡± conhecia os escr¨²pulos de Olivia e,o av¨® das crian?as, certamente tinha pena ds. n?o queria que as crian?as conhecessem os males do mundo em uma idade jovem. Na mesa, ainda havia um prato de feijoada. Com a colher, Teresa serviu um pouco da feijoada no prato de Olivia. Olivia sorriu para Teresa, um sorriso de conforto, de assegurar que estava tudo bem. Determinada a n?o desapontar a m?e, se preparou paraer a feijoada. O prato estava muito gorduroso e condimentado. Assim que Olivia entrou em sua boca, seu est?mago se revirou e teve vontade de vomitar. Imediatamente, conteve a vontade de vomitar, cuspiu o macarr?o na boca, colocou a tig no ch?o, pegou uma toalha de papel e limpou a boca, e bebeu um gole de ¨¢gua para acalmar o est?mago. Teresa franzia a testa ao ver toda a cena, e perguntou certa severidade: ¡°o que foi, n?o gostou do que preparei?¡± Olivia apressou¨Cse em negar, dizendo: ¡°N?o ¨¦ isso, eu j¨¢ tinhaido antes de vir, estou muito cheia, n?o consigoer mais.¡± Era a verdade. Antes de chegar, haviaido uma tig de a?a¨ª gran. Mas n?o estava t?o cheia assim. O mal¨Cestar e a vontade de vomitar vinham do fato de que seu est?mago estava vazio h¨¢ dias e ainda n?o havia se recuperadopletamente, n?o podendo lidar alimentos muito 11/2 15:27 gordurosos ou pesados. S¨® podia consumir alimentos leves e l¨ªquidos. Caso contr¨¢rio, o est?mago n?o aguentaria. Agora mesmo, depois deer apenas um peda?o de macarr?o frito de rio, seu est?mago estava se revirando fortemente, isso era o est?mago rejeitando essaida de sabor pesado, se autoprotegendo. Com um olhar de desagrado, Teresa disse: ¡°Ent?o Beba ¨¢gua!¡± All content is property ? N?velDrama.Org. Ap¨®s fr, pegou um espetinho de churrasco e mordeu for?a,o se estivesse desabafando sua frustra??o e preocupa??o. Jimena observou o clima tenso entre a m?e e a filha, e tamb¨¦m n?o se atreveu a interromper. ¡°Est¨¢ Tudo bem, agora que voc¨º voltou, as crian?as tamb¨¦m est?o tranqus, n?o v?o mais chorar ¨¤ tua procura. Se voc¨º estiver realmente cheia, tome um pouco de iogurte. Hoje a nossa Iria ganhou a semifinal do Concurso Gastron?mico e em alguns dias teremos a final. Estamosemorando a vit¨®ria d, ent?o vamos ficar felizes.¡± Jimena mudou de assunto para animar a atmosfera. Olivia sorriu para e n?o disse mais nada, e Teresa transformou sua tristeza em apetite. Os adultos pararam de fr, apenas uma troca ocasional de pvras infantis entre as crian?as. Em pouco tempo, tudo na mesa estava pronto. Era hora de ir para casa. Jimena estava preocupada: ¡°Como faremos o carro? n?o cabemos todos.¡± Levar quatro crian?as e mais um adulto j¨¢ seria demais. Se Olivia tamb¨¦m fosse, seria um caso grave de excesso de lota??o, sem mencionar o perigo e a possibilidade de serem parados p pol¨ªcia. 2/2 Cap铆tulo 385 Cap¨ªtulo 385 Olivia disse: ¡°Est¨¢ tudo bem, eu estou dirigindo. Voc¨º leva minha m?e e as duas crian?as e eu levo as outras duas¡°. Jimena ficou surpresa, Olivia agora tinha um carro. Mas Teresa estava tranqu, j¨¢ sabia que Olivia tinha um carro, era um ve¨ªculo fornecido p empresa. Chegando em casa, j¨¢ passava das nove da noite. Jimena e Olivia banharam as crian?as juntas e as colocaram para dormir. Teresa estava na s, emburrada. Depois de fazer as crian?as dormirem, j¨¢ eram dez e meia da noite. e Jimena sa¨ªram do quarto, Teresa olhou para Olivia um olhar furioso e ansioso. ¡°Agora que as crian?as est?o dormindo, podemos fr. o que aconteceu, afinal?¡± ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Jimena tamb¨¦m olhou para Olivia uma express?o de expectativa e perplexidade no rosto. Depois de resgatar Olivia do hotel h¨¢ alguns dias, pegou Teresa e voltou para a cidade natal de Olivia e, nesses dias, n?o conseguiu entrar em contato Olivia. Sob o olhar pressionante da m?e. Olivia sabia que tinha que dizer a verdade desta vez. Sen?o, Teresa n?o a deixaria em paz. se sentou ¨¤ mesa, e Jimena sentou¨Cse ao seudo, toda curiosa, esperando p hist¨®ria. Olivia suspirou e disse: ¡°n?o foi o que a Jimena te contou? o Daniel, do Grupo Griera, se interessou por mim, queria que eu fosse a mulher dele¡­¡± ¡°Mas ele nem vai casar voc¨º! Ficar ele ¨¦ desperdi?ar sua juventude!¡± Teresa estalou, dolorosamente, dando um tapa na mesa. ¡°Eu sei, eu n?o quero, mas ele ¨¦ poderoso, eu nem sequer tenho escolha.¡± disse Olivia. ¡°Isso ¨¦ sequestro! Vou denunci¨¢¨Clo agora mesmo!¡± Teresa disse indignada, levantando¨Cse. Olivia apressadamente pressionou seu ombro para impedi, dizendo: ¡°M?e, n?o seja impulsiva, a impulso ¨¦ o diabo, eu errei, n?o podemos acus¨¢¨Clo.¡± ¡°Voc¨º errou? Que erro?¡± Teresa perguntou, curiosa e nervosa. Olivia encolheu o pesco?o e disse ressentida: ¡°Eu quebrei um monte de antiguidades na casa de Daniel, vale um bilh?o, caso o processemos, ele certeza nos pedir¨¢ uma indeniza??o de um bilh?o, quando isso for aplicado, n?o temos dinheiro, eu tenho que ir para a cadeia?¡± 1/2 15:27 ¡°O qu¨º? Um bilh?o?¡± Teresa ficou tonta o choque, vendo estrs e sentou¨Cse pesadamente na cadeira. Jimena tamb¨¦m exmou A boca aberta. Olivia tinha coragem, se n?o quebrasse nada, tudo bem, mas ao quebrar, eram antiguidades no valor de um bilh?o. Ningu¨¦m consegue igur esse vigor. Olivia cerrou os l¨¢bios, n?o disse nada, deixou a m?e digerir por um tempo. N?o deixar a m?e ir atr¨¢s de Daniel, Por umdo por causa do bilh?o, por outro, se acusassem Daniel e a pol¨ªcia se envolvesse, os quatro filhos d seriam descobertos e Daniel tamb¨¦m ficaria sabendo. A¨ª perderia tudo. Daniel tinha dito que n?o queria que tivesse seus filhos e que n?o deveria sonhar em casar com ele. Mais uma raz?o para n?o deixar que Daniel soubesse da exist¨ºncia das crian?as naquele momento. Depois de esperar e ver que o humor de Teresa havia se acalmado um pouco, disse a Teresa em um tom de consulta: ¡°M?e, voc¨º poderia prometer n?o se envolver nisso? Agora Daniel j¨¢ est¨¢ cedendo, daqui a pouco tempo eu consigo sair inteira dessa. Se voc¨º for atr¨¢s dele, ele vai querer um bilh?o de indeniza??o, a¨ª n?o teremos sa¨ªda.¡± Teresa parecia at?nita, ainda chocada o pre?o astron?mico de um bilh?o. Um bilh?o, ah, isso venderia Olivia e n?o conseguiria nem mesmo pagar. Que trag¨¦dia. ¡°Chega, n?o me meto mais nos seus assuntos, fa?a o que quiser!¡± bateu na perna e foi para o quarto, furiosa. 2/2 Cap铆tulo 386 Cap¨ªtulo 386 Olivia e Jimena eram as duas ¨²nicas pessoas que restavam na s de estar. Os olhos redondos e brilhantes de Jimena reluziam enquanto arrastava um banquinho para se sentar aodo de Olivia, um misto de excita??o e nervosismo, perguntou: ¡°Voc¨º realmente destruiu aquele antiqu¨¢rio de um bilh?o do Daniel?¡± Olivia assentiu a cabe?a, sem f?lego. Jimena ficou pasma: ¡°Nossa, Olivia, voc¨º me deixa de queixo ca¨ªdo. Depois dessa, e o Daniel ainda n?o pediu para voc¨ºpensar,, ele realmente te mima, n¨¦?¡± Olivia, envergonhada e o rosto ruborizado, desviou o olhar, sentindo¨Cse um tanto constrangida e culpada. Assim que a viu corar,o uma adulta, Jimena entendeu em um segundo e respirou fundo de surpresa: ¡°N?o me diga que voc¨º e o Daniel j¨¢, hmm¡­¡± Antes que Jimena terminasse, Olivia rapidamente cobriu sua boca, olhou preocupada para a porta fechada e sussurrou: ¡°F baixo¡­¡± Apesar de Teresa ser bastante rigorosa Olivia no dia a dia, no fundo a amava.se soubesse que Olivia estava sendo maltratada, Teresa certamente iria atr¨¢s do respons¨¢vel sem pensar duas vezes. Afinal, estamos fndo do Daniel. o rei influente da Capital, quem poderiapetir ele? Jimena acenou apressadamente a cabe?a, indicando que sab¨ªa. S¨® ent?o Olivia soltou sua boca. A cabe?a de Jimena se aproximou d e perguntou curiosidade e surpresa: ¡°Aquele BMW que voc¨º tem, tamb¨¦m foi presente do Daniel?¡± Olivia confirmou um aceno, fndo baixinho: ¡°Eu at¨¦ tinha devolvido, mas ele insistiu para que eu ficasse o carro. N?o conta pra minha m?e, pensa que foi a empresa que me deu, acha que eu trabalho na Tologia Ser¨¦lia Ltda.¡± Jimena assentiu, impressionada: ¡°Daniel ¨¦ mesmo generoso voc¨º, um carro de um milh?o, dado ¨¤ for?a, realmente te valorizao um tesouro.¡± Olivia se sentiu desconfort¨¢vel e impotente: ¡°Para de me zoar.¡® Jimena encolheu os ombros, sorriu e disse: ¡°A gente tem que aproveitar os bons momentos da vida, sem pensar nas consequ¨ºncias. S¨® curtir o presente. Daniel ¨¦ gato, tem um corp?o, e ainda ¨¦ um homem no topo da piramide. melhor que modelo, as outras mulheres pagam s¨® para ver e tocar os m¨²sculos dos modelos. Voc¨º est¨¢ um cara top, pode admirar a beleza dele todo dia e ainda tocar nos m¨²sculos que as outras s¨® sonham, que sorte!¡± 1/2 15:771 Cap¨ªtulo 366, All content is property ? N?velDrama.Org. Apesar das pvras, o rcionamento entre e Daniel n?o era t?o simples assim. Se fosse s¨® porque ele tinha uma queda por e queria torn¨¢ sua mulher, ent?o as coisas n?o eram t?oplicadas. A quest?o ¨¦ que Gabriel Dias apareceu e Daniel sabia que era filha de Gabriel. Ele n?o conseguia perdoar a filha do homem que causou a morte dos seus pais. Mant¨º por perto era apenas uma forma de descontar o seu ¨®dio. Isso, Olivia n?o podia contar para Jimena. ¡°Est¨¢ ficando tarde, Jimena, voc¨º vai para casa descansar ou vai ficar aquiigo?¡± Olivia mudou de assunto. ¡°melhor eu ir, meus pais est?o h¨¢ dias sem me ver, devem estar preocupados.¡± Jimena se levantou. Olivia a panhou at¨¦ a porta. Naquele momento, dentro do quarto das crian?as. Estava escuro, mal iluminado p luz suave e p¨¢lida da lua que entrava, e os dois pequenos estavam sentados, seus olhos escuros e infantis brilhando na noite, astutos e ador¨¢veis. A cabecinha de Joel se aproximou de Heitor e sussurrou: ¡°mam?e deve um bilh?o para o Daniel e est¨¢ muito preocupada.¡± As sobrancelhas jovens de Heitor se franziram em preocupa??o p m?e. ¡°Precisamos encontrar uma maneira de ajud¨¢, sen?o pode acabar na cadeia.¡± Heitor disse uma seriedade precoce. Heitor havia ouvido a conversa de Olivia, Teresa e Jimena l¨¢ fora. Daniel se apossou da m?e e n?o a deixava voltar. Caso se recusasse, Daniel exigiria uma indeniza??o de um bilh?o. Como a m?e n?o tinhao pagar, correria o risco de ser presa. Embora Heitor fosse jovem, ele entendia bem o que significava estar atr¨¢s das grades. Cap铆tulo 387 Cap¨ªtulo 387 Mam?e era t?o calorosa, t?o bonita, t?o ador¨¢vel,o ele poderia suportar v¨º ir para a cad? Joel assentiu firmeza: ¡°Sim, n¨®s vamos ajudar a m?e, vamos ganhar dinheiro!¡± Ele fechou a m?ozinha em um punho, colocou¨Ca sobre o peito e fez um gesto de incentivo, um olhar s¨¦rio no rosto. Depois de fr, ele resmungou: ¡°Esse Daniel mau, que pega no p¨¦ da m?e, ele n?o ¨¦ nosso pai, e n¨®s nem queremos eleo pai!¡± A voz, perdida e decepcionada, mais do que qualquer outra coisa, estava o cora??o partido p mam?e. Eles j¨¢ haviam investigado que a ficha que o papai havia dado ¨¤ mam?e era a heran?a de Daniel. Al¨¦m disso, Heitor era muito parecido Daniel. Por isso, os pequenos estavam convencidos de que Daniel era o pai deles. This belongs ? N?velDra/ma.Org. Eles tamb¨¦m perguntaram a Olivia se Daniel era o pai deles ou n?o. Olivia negou. A principio, eles n?o entenderam por que a m?e deles negaria que Daniel era o pai deles. Agora, depois de ouvir o que a m?e disse, tanto Joel quanto Heitor pareciam entender o motivo da nega??o. o pai tinha sido t?o ruim a m?e. Joel e Heitor cochichavam quando o som da ma?a da porta sendo girada de repente os interrompeu. Os pequenos reagiram de forma brusca e imediatamente se deitaram, im¨®veis, fingindo estar dormindo. Olivia abriu a porta de seu quarto, seguida p luz da lua, e olhou para os quatro pequenos peda?os deitados na cama. Iria estava deitada dedo, a cabe?a para fora da cama e as perninhas em cima da In¨ºs, seu corpinho rechonchudo parecendo t?o fofinho e macio. In¨ºs, por sua vez, dormia de bru?os, a cabe?a dedo e metade do rosto amassado, os l¨¢bios formando um biquinho, respirando docemente, mas o inc?modo era vis¨ªvel p perninha de Iria em cima d, franzindo sua testa inocente. Heitor e Joel dormiam no final da cama, os dois pequenos estavam dormindo bem arrumados, mas sua respira??o era extremamente doce. 1/2 15.30 Capitulo 387 Sentindo o cheiro de leite que preenchia o quarto e a respira??o adocicada das crian?as, Olivia sentiu um calor no cora??o e um sorriso se formou em seus l¨¢bios, entrou de mansinho. tirou a perna de Iria de cima da In¨ºs, pegou¨Ca no colo para od¨¢ melhor, para que n?o ca¨ªsse da cama. Colocou In¨ºs na cama novamente e colocou Heitor e Joel na cama tamb¨¦m. ficou de p¨¦ durante a noite, olhando para os quatro pequenos mamilos. Com esses pequeninos ao seudo, se sentia em paz. Mas a ideia de que Daniel pudesse descobrir a exist¨ºncia das crian?as e acabar perdendo¨Cos a deixava sem ar. Antes, as crian?as tinham perguntado sobre a semelhan?a entre Heitor e Daniel, questionando se ele era o pai deles. Naqu ¨¦poca, ainda n?o tinha descoberto o talism? e n?o sabia que o pai das crian?as era o Daniel, ent?o negou categoricamente que ele fosse o pai. Agora, sabia profundamente que Daniel era o homem daqu noite, cinco anos atr¨¢s, e o pai biol¨®gico das crian?as. Mas n?o podia mais revr a verdade para as crian?as. Porque o pai ds n?o gostava de crian?as, muito menos das que teve. temia que, se dissesse isso, as crian?as esperassem demais e acabassem tendo uma decep??o ainda maior. Seus queridos filhos, amava todo o seu cora??o, e a ideia de v¨º¨Clos sofrer, mesmo que um pouco, era insuport¨¢vel. Com um sentimento depaix?o no cora??o, Olivia se inclinou e deu um beijo no rosto de Iria, sentindo a maciez e ternura que tanto aquecia o cora??o. Depois, beijou In¨ºs, Heitor, Joel¡­ ¡°Mmm, mam?e.¡± O corpinho de Joel rolou e uma voz infantil e rouca saiu de sua boca. 2/2 Cap铆tulo 388 Cap¨ªtulo 388 ¡°Filhinho querido, ¨¦ hora de dormir¡­¡± Olivia apressou¨Cse em acariciar suavemente o peito pequeno dele, tentando faz¨º¨Clo adormecer. Pensando nisso, o acordou. Na escurid?o da noite, Joel fez belcinho, sentindo muita pena da m?e. Ele realmente queria abra?¨¢ com for?a. Mas tinha medo de que descobrisse que ele n?o estava dormindo. Ent?o, reprimiu o desejo de abra?ar a m?e, fechou os olhos e dormiu obedientemente, para n?o preocup¨¢. Depois de um tempo acariciando¨Co, Olivia ouviu a respira??o regr de Joel e soube que ele tinha adormecido novamente. Ent?o se sentiu aliviada, saiu do quarto e foi se arrumar. No dia seguinte era dia ¨²til. Olivia n?o havia se alimentado bem nem descansado bem na Vi Serenidade alguns dias antes, seu corpo estava cansado e dormiu at¨¦ tarde na noite passada. Quando acordou, n?o havia ningu¨¦m em casa. Olivia sentiu um panico instintivo e pegou o celr: j¨¢ eram mais de dez da manh?. A essa hora, as crian?as j¨¢ estavam na esc. O estranho era que Teresa tamb¨¦m n?o tinha voltado. Olivia ligou para a m?e e descobriu que tinha ido ¨¤ s de reuni?es para assistir a um jogo de cartas depois de deixar as crian?as na creche. Isso a tranquilizou e arrumou suas coisas e saiu p porta. Mal tinha chegado ao asfalto o carro, Olivia recebeu uma liga??o de um n¨²mero desconhecido. ¡°Al?, por favor, quem f?¡± Olivia perguntou educadamente. ¡°Olivia, sou eu, Gabriel.¡± Ao ouvir o nome, o primeiro pensamento de Olivia foi desligar. ¡°Espera, eu estou ligando para te informar que sua filha Iria chegou ¨¤ final do Concurso Alimentar, a final ¨¦ daqui a tr¨ºs dias ¨¤s dez da manh?, n?o esque?a,¡± Gabriel disse a tempo. Olivia respondeu secamente: ¡°Estou sabendo.¡± ¡°Olivia, seu ressentimento contra o pai ¨¦ t?o grande assim? Afinal, eu sou seu pai de verdade,¡± a voz de Gabriel soava cansada. Copyright by N?v/elDrama.Org. 1/2 15:28 300 Ao Ouvir essas pvras dele fez que Olivia sentisse raiva e zombaria por dentro. Ele n?o havia cumprido um dia sequer de obriga??es paternas desde que nasceu; ele era apenas um estranho. Al¨¦m disso, ele tinha tido um caso escandaloso quando soube que sua m?e estava gr¨¢vida d. Como algu¨¦m assim poderia merecer ser chamado de pai? Olivia reafirmou: ¡°Eu j¨¢ disse que, daqui para frente, somos estranhos, Gabriel, por favor, n?o se refira a mimo sua filha.¡± ¡°Por fr nisso, eu queria te perguntar por que o cart?o que te dei de repente apareceu debaixo do meu travesseiro? Voc¨º devolveu o cart?o que te dei? Quando te dei o dinheiro, eu disse que se voc¨º o aceitasse, eu prometia n?o iodar voc¨º e sua filha. Mas voc¨º devolveu o cart?o e o dinheiro intactos, ent?o a minha promessa tamb¨¦m n?o vale mais,¡± Gabriel estava irritado. Naquele dia, no hospital, ele havia enfiado o cart?o na m?o de Olivia, que n?o resistiu, ele pensou que tinha aceitado. Depois de uma ida r¨¢pida ao banheiro do corredor, voltou e adormeceu na cama do hospital. Se n?o fosse p enfermeira que arrumava os len?¨®is e ligou para ele na hora da alta, dizendo que o cart?o tinha ca¨ªdo na cama, ele nem saberia que Olivia tinha devolvido o cart?o. ¡°Isso foi apenas o que voc¨º pensou unteralmente, eu nunca concordei isso,¡± disse Olivia. ¡°Se n?o tem mais nada, vou desligar.¡± Naquele dia, tinha ido ao hospital buscar Vania Souza, que estava de alta, e n?o esperava encontrar Gabriel. Naqu ocasi?o, ele a impediu de ir embora. Ele tamb¨¦m disse que, desde que pegasse seu cart?o, n?o a procuraria novamente, tratando¨Cao uma estranha. Naquele momento, a situa??o era urgente, n?o conseguia pensar, s¨® queria se livrar de Gabriel o mais r¨¢pido poss¨ªvel e n?o recusou o cart?o. Quando ele foi ao banheiro, entrou no quarto dele, viu a cama a identifica??o de Gabriel e enfiou o cart?o de volta debaixo do travesseiro, recusando o dinheiro. N?o havia vigilancia na enfermaria, e aqueles que tiraram as fotos n?o poderiam t¨º seguido at¨¦ a enfermaria. Somente a imagem d pegando o cart?o que Gabriel lhe deu foi capturada, mas n?o a imagem d devolvendo o cart?o. Daniel ficou furioso, pensando que e Gabriel tinham uma r??o pai e filha pr¨®xima. queria se explicar, mas n?o conseguia encontrar pvras. estava prestes a desligar, quando Gabriel perguntou, ansioso: ¡°Qual ¨¦ a sua r??o o Daniel do Grupo Griera?¡± Ao ouvir essa pergunta, a m?o de Olivia que segurava o celr se tensionou fortemente. Por que Gabriel estava perguntando sobre isso? 2/2 15-28 Capitulo 389 Cap铆tulo 389 Cap¨ªtulo 389 Seus nervos ficaram instantaneamente em alerta m¨¢ximo quando disse: ¡°N?o importa muito, Gabriel, h¨¢ retribui??o por fazer muitas coisas ruins!¡± Depois de dizer isso, desligou o telefone raiva e panico. mais de vinte anos atr¨¢s, ele seduziu a esposa de outro homem, incitou¨Ca a fugir ele e causou a ru¨ªna daqu fam¨ªlia. E ainda assim, sem um pingo de remorso, queria estabelecer uma conex?o o Daniel! Essa pessoa ¨¦ horr¨ªvel. n?o queria ser arrastada por ele novamente. N?o ¨¦ de se admirar que Daniel odeie tanto Gabriel e at¨¦ transfira esse ¨®dio para . Copyright by N?v/elDrama.Org. Esse tipo de pessoa, que n?o tem limites e que fica ¨¤ margem da lei e da moralidade, ¨¦ realmente horr¨ªvel. Olivia estava t?o agitada que nem percebeu o sinal vermelho ¨¤ frente e quase avan?ou, mas conseguiu reagir a tempo e pisou no freio. Um freio brusco a jogou para frente, mas gra?as ao cinto de seguran?a, foi puxada de volta. Depois de bn?ar o corpo, finalmente se estabilizou no assento, mas respirava dificuldade. Chegando no Grupo Griera, Olivia sentou¨Cse na secretaria, distra¨ªda. Bruno ligou para : ¡°Sr. Griera quer que voc¨º passe no escrit¨®rio dele.¡± Olivia estremeceu, era exatamente o que temia. disse que sabia e, depois de desligar o telefone, foi para a s do presidente. Parada em frente ao escrit¨®rio, n?o teve coragem de bater ¨¤ porta por um longo tempo. Os quatro dias em que ficou trancada na Vi Serenidade foram uma experi¨ºncia horr¨ªvel que deixou uma sombra psicol¨®gica n. Lembrando¨Cse do que Gabriel tinha feito, sentia¨Cse culpada diante de Daniel, sem coragem de enfrentar sua f¨²ria. E agora, o que poderia fazer? A situa??o era muito embara?osa. queria fugir, mas n?o podia. Daniel a havia avisado que, se fugisse novamente, as consequ¨ºncias seriam demais para suportar. Se n?o fugisse, teria que aguentar ser usada por eleo v¨¢lv de escape para sua raiva 1/2 15:28 Capitulo 389 todos os dias. estava numa situa??o dif¨ªcil. Respirou fundo v¨¢rias vezes para se acalmar e, finalmente, teve coragem de bater na porta. Ap¨®s receber uma permiss?o grave e fria, abriu a porta do escrit¨®rio e entrou humildade e caut. ¡°Sr. Griera, voc¨º me chamou,¡± disse Olivia, parando a dois metros de distancia da mesa, a cabe?a levemente inclinada. Daniel interrompeu a a??o de assinar em sua m?o, colocou a ca¨Ctinteiro de volta no cano, seus olhos profundos se ergueram, a aura fria e intimidadora fez que a temperatura ao redor ca¨ªsse instantaneamente alguns graus. Sua Voz grave e gda n?o deixava brecha para r¨¦plica: ¡°Venha aqui.¡± Ao ouvir esse ¡°venha aqui¡°, o cora??o de Olivia deu um salto e a tens?o subiu ¨¤ espinha. Obedientemente, caminhou at¨¦ a mesa. ¡°Chegue mais perto.¡± A voz sombria de Daniel expressava descontentamento. Ao pronunciar as pvras, ele se inclinou, a cadeira girat¨®ria girando seus movimentos, sua aura digna, intimidadora, real. Olivia, apreensiva, mas sem op??o, contornou a mesa e aproximou¨Cse dele. Assim que chegou ao seudo, ele estendeu a m?o e a puxou para si. se sentou em seu colo sem aviso pr¨¦vio. Olivia soltou um sussurro. O tecido fino n?o oferecia nenhuma resist¨ºncia ¨¤ for?a definida de suas coxas, nem ao calor ardente que emanava dele. Sentada no colo de Daniel, o calor perigoso fez seu cora??o pr. Cap铆tulo 390 Cap¨ªtulo 390 Olivia tenta inconscientemente se levantar, mas as m?os grandes de Daniel agarram sua cintura e a seguram, uma for?a na medida certa, para n?o doer, mas tamb¨¦m n?o permitia que escapasse. Mal Oliviae?ou a se levantar e teve que se sentar novamente, for?ada a sentir a energia masculina de suas pernas e o poder de sua beleza f¨ªsica. Olivia estava originalmente nervosa, mas nesse momento estava cercada p aura poderosa dele, atr¨¢s dele estava o peitorgo, sob as n¨¢degas estavam as coxas quentes e escaldantes, na cintura, estavam as palmas das m?os fortes e poderosas, segurando¨Ca, e n?o conseguia nem se mexer. Erao se ele fosse quebrar sua cintura se se mexesse. Engolindo em seco devido ¨¤ tens?o, Olivia estava r¨ªgida, sem se atrever a fazer um movimento sequer, temendo que qualquer descuido pudesse acender a fa¨ªsca. disse, cautelosamente: ¡°Sr. Griera, estamos no escrit¨®rio, ¨¦ um local de trabalho.¡± Assim que terminou de fr, sentiu algo quente e ¨¢spero de uma barba por fazer ro?ar sua bochecha, causando um misto de dor e c¨®cegas. Olivia aspirou uma lufada de ar frio, ficando ainda mais tensa e assustada. Daniel aproximou seu rosto do d, suas bochechas se tocando, e seu h¨¢lito dominador e potente envolveu cada cent¨ªmetro da pele d. Isso fez que seu cora??o batesse acelerado,o ¨¢gua fervente, pulsando sem parar. ¡°est¨¢ me lembrando que devo tratar de dormir voc¨ºo um trabalho, sem envolver sentimentos, ¨¦ isso?¡± Sua voz baixa e rouca soou ao p¨¦ do ouvido d. Sensual e perigosamente letal. Seu h¨¢lito quente soprou atr¨¢s de sua orelha delicada, fazendo seu corpo estremecer. encolheu o pesco?o, tanto pelo medo quanto pelo inc?modo da c¨®cega. Suas pvras a deixaram envergonhada e ruborizada de humilha??o. tentou se explicar: ¡°N?o ¨¦ isso que eu quis dizer, eu estou fndo que este ¨¦ um escrit¨®rio e a qualquer momento algu¨¦m pode entrar e ver¡­¡± Nas duas vezes na Vi Serenidade, j¨¢ havia sentido a intensidade dele. T?o feroz que n?o a deixava levantar¨Cse da cama. Ser a mulher dele definitivamente n?o era f¨¢cil. 1/2 15:28 Capitulo 390 ¡°Sem a minha permiss?o, quem ousaria entrar?¡± A voz baixa e autorit¨¢ria de Daniel intimidava. O rosto dele, de temperatura quente, pressionado contra o rosto frio d, erao a jun??o do gelo e fogo, criando fa¨ªscas. Enquanto ele fva, seus l¨¢bios finos bicavam e beijavam o pesco?o delicado d. Embora fosse apenas uma simples a??o, Olivia j¨¢ estava sem f¨®lego e o peito arfando. Ele sabiao provoc¨¢, fazendo seu corpo tremer incontrvelmente. Olivia estava medo, o perigo que ele representava era demais para : ¡°Sr. Griera, eu ainda tenho muito trabalho a fazer¡­¡± agarrou a m?o dele, tentando afast¨¢¨Clo, buscando uma fuga. No momento em que estava entrando em panico, o beijo de Daniel foi embora de repente. Ele havia beijado apenas de leve, superficialmente. Embora o beijo tivesse terminado, ele apertou ainda mais a cintura d a m?o: ¡°N?o se mexa!¡± Com o aperto, o corpo de Olivia enrijeceu,o se a garganta de seu destino tivesse sido capturada por uma fera selvagem, pronta para sangrar ao menor movimento. ficou im¨®vel, sem ousar se mexer. No segundo seguinte, algo frio tocou seu pesco?o. olhou para baixo, era um cr de tina, o pingente tinha a forma de uma nuvem, a nuvem era cercada por diamantes, cerca de dez diamantes, cada um perfeitamente dimensionado, envolvendo a nuvem e brilhandoo o sol iluminando as nuvens. Era deslumbrante, a pureza branca das nuvens, muito bonito e encantador. Daniel colocou o cr n. Olivia, nervosa e curiosa, perguntou: ¡°Sr. Griera, por que de repente me deu um presente?¡± Content (C) N?v/elDra/ma.Org. ¡°Estou de bom humor¡°, respondeu Daniel sua voz baixa e rouca. 2/2 Cap铆tulo 391 Cap¨ªtulo 390 Olivia tenta inconscientemente se levantar, mas as m?os grandes de Daniel agarram sua cintura e a seguram, uma for?a na medida certa, para n?o doer, mas tamb¨¦m n?o permitia que escapasse. Mal Oliviae?ou a se levantar e teve que se sentar novamente, for?ada a sentir a energia masculina de suas pernas e o poder de sua beleza f¨ªsica. Olivia estava originalmente nervosa, mas nesse momento estava cercada p aura poderosa dele, atr¨¢s dele estava o peitorgo, sob as n¨¢degas estavam as coxas quentes e escaldantes, na cintura, estavam as palmas das m?os fortes e poderosas, segurando¨Ca, e n?o conseguia nem se mexer. Erao se ele fosse quebrar sua cintura se se mexesse. Engolindo em seco devido ¨¤ tens?o, Olivia estava r¨ªgida, sem se atrever a fazer um movimento sequer, temendo que qualquer descuido pudesse acender a fa¨ªsca. disse, cautelosamente: ¡°Sr. Griera, estamos no escrit¨®rio, ¨¦ um local de trabalho.¡± Assim que terminou de fr, sentiu algo quente e ¨¢spero de uma barba por fazer ro?ar sua bochecha, causando um misto de dor e c¨®cegas. Olivia aspirou uma lufada de ar frio, ficando ainda mais tensa e assustada. Daniel aproximou seu rosto do d, suas bochechas se tocando, e seu h¨¢lito dominador e potente envolveu cada cent¨ªmetro da pele d. Isso fez que seu cora??o batesse acelerado,o ¨¢gua fervente, pulsando sem parar. ¡°est¨¢ me lembrando que devo tratar de dormir voc¨ºo um trabalho, sem envolver sentimentos, ¨¦ isso?¡± Sua voz baixa e rouca soou ao p¨¦ do ouvido d. Sensual e perigosamente letal. Seu h¨¢lito quente soprou atr¨¢s de sua orelha delicada, fazendo seu corpo estremecer. encolheu o pesco?o, tanto pelo medo quanto pelo inc?modo da c¨®cega. Suas pvras a deixaram envergonhada e ruborizada de humilha??o. tentou se explicar: ¡°N?o ¨¦ isso que eu quis dizer, eu estou fndo que este ¨¦ um escrit¨®rio e a qualquer momento algu¨¦m pode entrar e ver¡­¡± Nas duas vezes na Vi Serenidade, j¨¢ havia sentido a intensidade dele. T?o feroz que n?o a deixava levantar¨Cse da cama. Ser a mulher dele definitivamente n?o era f¨¢cil. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . 1/2 15:28 Capitulo 390 ¡°Sem a minha permiss?o, quem ousaria entrar?¡± A voz baixa e autorit¨¢ria de Daniel intimidava. O rosto dele, de temperatura quente, pressionado contra o rosto frio d, erao a jun??o do gelo e fogo, criando fa¨ªscas. Enquanto ele fva, seus l¨¢bios finos bicavam e beijavam o pesco?o delicado d. Embora fosse apenas uma simples a??o, Olivia j¨¢ estava sem f¨®lego e o peito arfando. Ele sabiao provoc¨¢, fazendo seu corpo tremer incontrvelmente. Olivia estava medo, o perigo que ele representava era demais para : ¡°Sr. Griera, eu ainda tenho muito trabalho a fazer¡­¡± agarrou a m?o dele, tentando afast¨¢¨Clo, buscando uma fuga. No momento em que estava entrando em panico, o beijo de Daniel foi embora de repente. Ele havia beijado apenas de leve, superficialmente. Embora o beijo tivesse terminado, ele apertou ainda mais a cintura d a m?o: ¡°N?o se mexa!¡± Com o aperto, o corpo de Olivia enrijeceu,o se a garganta de seu destino tivesse sido capturada por uma fera selvagem, pronta para sangrar ao menor movimento. ficou im¨®vel, sem ousar se mexer. No segundo seguinte, algo frio tocou seu pesco?o. olhou para baixo, era um cr de tina, o pingente tinha a forma de uma nuvem, a nuvem era cercada por diamantes, cerca de dez diamantes, cada um perfeitamente dimensionado, envolvendo a nuvem e brilhandoo o sol iluminando as nuvens. Era deslumbrante, a pureza branca das nuvens, muito bonito e encantador. Daniel colocou o cr n. Olivia, nervosa e curiosa, perguntou: ¡°Sr. Griera, por que de repente me deu um presente?¡± ¡°Estou de bom humor¡°, respondeu Daniel sua voz baixa e rouca. 2/2 Cap铆tulo 392 Cap¨ªtulo 392 ¡°Olivia, n?o adianta voc¨º tentar me consr, sem voc¨º a minha vida n?o faz sentido,¡± disse Sergio, tremendo e A voz embargada pelo choro ao telefone, Era t?o triste, desesperada e dolorosa. Ao ouvir as l¨¢grimas de Olivia, seu cora??o ardia a ponto de sufocar. podia sentir a dor e o desespero de S¨¦rgio. Duas pessoas que deveriam ter se amado, mas que, no final, tiveram que seguir caminhos. diferentes e s?o estranhos desde ent?o. Que impot¨ºncia, que desespero, mas o que mais podia ser feito? Olivia ansiosamente, uma voz chorosa, perguntou nervosamente: ¡°Vania, em que rua voc¨ºs est?o? estou indo pra l¨¢ agora mesmo.¡± Vania, em prantos, passou a informa??o para Olivia. ainda n?o tinha casado algu¨¦m da alta sociedade, n?o queria morrer, n?o queria perder a vida assim. O futuro prometia uma vida maravilhosa, e n?o queria ser despeda?ada em uma explos?o. estava assustada, medo de ser levada por Sergio e deixar tragicamente o mundo humano. Olivia sabia em que estrada eles estavam e urgentemente assumiu o vnte, dirigindo em dire??o a essa estrada. Aqu rua n?o estava longe, ficava no quarteir?o aodo. s¨® precisava fazer a curva para chegar l¨¢. n?o havia tempo para hesita??es. Ignorando o sinal vermelho, Olivia ultrapassou outro carro e fez a curva, quase causando um acidente. Naqu hora cr¨ªtica, suas habilidades de dire??o pareceram melhorar drasticamente. Quase colidindo o ve¨ªculo ¨¤ frente, virou o vnte rapidamente, desviou do carro e o ultrapassou. chegou ao trecho mencionado por Vania, onde muitos carros j¨¢ haviam parado. Algumas pessoas estavam fora dos ve¨ªculos, discutindo eentando, chocadas. ¡°Tem um carro pegando fogo l¨¢ na frente, e ainda est¨¢ correndoo se n?o quisesse viver.¡± ¡°¨¦ verdade, vamos parar aqui e esperar um pouco, para n?o sermos envolvidos nisso por acidente e perdermos nossas vidas.¡± 1/2 15:29 Capitulo 392 ¡°Esses jovens de hoje em dia s?o terr¨ªveis, dirigindoo se estivessem em uma corrida mortal.¡± Olivia ouviu a discuss?o e sabia que era o carro de Sergio. Vendo a dire??o em que alguns carros pararam, Olivia julgou a dire??o em que o carro de Sergio tinha ido. Um homem de meia¨Cidade estava na beira da estrada e, ao ver o carro d indo naqu dire??o, lembrou¨Co gentilmente: ¡°Mo?a, pare o carro, tem um l¨¢ na frente que parece que n?o quer viver. se explodir, pode acabar te envolvendo¡­¡± Antes que o homem pudesse terminar, Olivia acelerou, dirigindo o mais r¨¢pido poss¨ªvel na dire??o indicada. estavapetindo o tempo contra a morte. O carro dirigia r¨¢pido, mas o cora??o de Olivia estava apertado for?a. tinha que ir mais r¨¢pido, mais r¨¢pido, tinha que parar Sergio antes que seu carro explodisse. As m?os de Olivia apertavam o vnte, seu corpo estava tenso, e seus nervos ¨¤ flor da pele. O carro disparavao um raio. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. nunca imaginou que um dia estaria numa corrida de carros, superando todos os outros ve¨ªculos. Finalmente, viu ¨¤ frente o carro a traseira em chamas. O Porsche prateado, a traseira em chamas, estava dirigindo na estradao uma bomba¨Crel¨®gio ambnte que poderia explodir a qualquer momento. Ao ver aquele carro, o cora??o de Olivia ficou cada vez mais apertado enquanto dirigia em alta velocidade. Quando estava quase alcan?ando, buzina avisando o carro da frente para parar. Nesse momento, Sergio s¨® pensava em morrer junto Vania. Seu cora??o estava dcerado, a dor insuport¨¢vel, os olhos vermelhos de raiva e tristeza. 212 Cap铆tulo 393 Cap¨ªtulo 393 Sergio esperava ansiosamente o carro explodir, temendo pelo pior para Vania. De repente, o som da buzina atr¨¢s dele fez que olhasse pelo retrovisor, e logo viu um BMW azul¨C violeta em persegui??o pr¨®xima. E para sua surpresa, quem dirigia era ¨C Olivia! O cora??o de S¨¦rgio,o se estivesse morto, deu um pulo, nervoso, em panico. Olivia realmente tinha vindo! N?o, ele n?o podia arrast¨¢ para essa situa??o. Se seu carro explodisse, a onda de choque poderia atingi, capotando seu carro e, possivelmente, custando sua vida. Mesmo que fosse para o inferno, ele n?o queria ver Olivia ferida. Com Os olhos vermelhos de f¨²ria e medo, Sergio pisou fundo no acelerador, tentando se afastar de Olivia. Olivia pensou que o som de sua buzina faria Sergio dar meia¨Cvolta e parar o carro. No entanto, ele apenas acelerou ainda mais. O cora??o de Olivia, j¨¢ preso na garganta, apertou¨Cse ainda mais, tomado por ansiedade e extrema tens?o. parou de buzinar e simplesmente acelerou, rapidamente alcan?ando o Porsche prateado de Sergio. As chamas do carro cresciam cada vez mais, parecendo uma serpente de fogo se contorcendo e queimando pelo asfalto. Olivia baixou a jan e gritou a plenos pulm?es: ¡°Sergio, pare o carro, se voc¨º n?o parar, ser¨¢ tarde demais!¡± Sergio, por outrodo, continuou a aceleraro se n?o tivesse ouvido. ¡°Olivia, me ajude, eu n?o quero morrer, Sergio enlouqueceu, enlouqueceu!¡± Vania, no banco do passageiro, gritava em desespero e medo. Olivia respirou tr¨ºm, usando toda A sua for?a para dirigir seu carro at¨¦ a frente do de Sergio e, uma guinada brusca do vnte, atravessou seu carro na frente do dele. Copyright by N?v/elDrama.Org. Com a alta velocidade, Sergio viu o carro de Olivia bloqueando seu caminho e j¨¢ era tarde demais para frear a tempo. Ele estava prestes a colidir violentamente contra o carro d. Seus olhos se arregm quando ele pega o vnte ¨¤s pressas e o carro gira, derrapando violentamente para frente. Depois de girar algumas vezes, a parte dianteira ainda bateu no carro de Olivia. 1/2 15:29 Capitulo 393 O carro ainda atingiu a de Olivia for?a. A carroceria tremeu violentamente, e Olivia, sacudida, bateu a cabe?a no vnte, fazendo sangue brotar na testa. sentiu uma tontura intensa e uma dor aguda,o se estrs dan?assem em sua vis?o. Tentou levantar a cabe?a, desejando soltar o cinto de seguran?a e sair do carro, mas sua cabe?a estava pesada, t?o pesada quanto se fosse de chumbo, e n?o importava o quanto tentasse, n?o conseguia ergue. Por fim, seus olhos escureceram e perdeu a consci¨¨ncia. Depois que Sergio pisou no freio de emerg¨ºncia, o carro girou algumas vezes e bateu no carro de Olivia, e ele segurou o vnte as duas m?os para n?o bater. Quando o carro parou, ele olhou ansiosamente para o assento do motorista e viu Olivia desmaiada. As chamas j¨¢ alcan?avam a parte da frente de seu carro, queimando sua pele e fazendo suor escorrer ps costas. Uma explos?o era iminente. Com o cora??o na garganta e o panico nervoso se instndo. Sergio desatou o cinto de seguran?a o mais r¨¢pido poss¨ªvel saiu do carro, abriu a porta do carro de Olivia e desfez seu cinto de seguran?a. Ele a tirou do carro, arrastando¨Ca para fora. Num gesto desesperado, tentou carreg¨¢, mas, devido ao panico e ao medo extremo, suas for?as pareciam falhar. Ao tentar levantar Olivia, deslizou de seus bra?os. Cap铆tulo 394 Cap¨ªtulo 394 Em um primeiro momento, o Porsche prateado de S¨¦rgio explodiu em uma s¨¦rie de explos?es e, em seguida, junto o BMW azul e roxo de Ol¨ªvia, explodiu. Sergio, abra?ando Olivia, conseguiu correr uma distancia, mas foram levemente atingidos p onda de choque e ca¨ªram no ch?o. Ao cair de joelhos, levado p for?a da explos?o, Sergio instintivamente segurou Olivia mais. forte, para evitar que caisse brutalmente e se machucasse. Mas foi justamente por isso que ele ajoelhou for?a no ch?o, sentindo uma dor intensa, sem for?as para se manter de p¨¦, caiu, e Olivia rolou para fora de seus bra?os. Os dois rram pelo ch?o um ap¨®s o outro, avan?ando v¨¢rios metros. Por sorte, aodo deles havia um Parque da n¨ªcie, um parque ¨¢rvores e grama verde. Sergio e Olivia rram p grama algumas vezes antes de parar. Sergio n?o conseguia suportar a dor e se levantou rapidamente, mancando em dire??o a Olivia. Olivia estava deitada na grama, uma mancha de sangue na testa, os olhos fechados, inconsciente. Sergio estava extremamente preocupado, seu cora??o apertado e tremendo, ele deu leves tapas no rosto de Olivia, uma voz chorosa e ansiosa disse: ¡°Olivia, acorda, por favor, acorda¡­¡± ¡°Socorro, algu¨¦m me ajude!¡± Nesse momento, dogo do parque vieram gritos de socorro de uma mulher, panhados pelo som de algu¨¦m engolindo ¨¢gua. Vania se debateu na ¨¢gua. Quando o carro estava prestes a explodir, Vania rapidamente soltou o cinto de seguran?a e pulou do carro. Ap¨®s correr alguns passos, chegou ¨¤ ponte sobre ogo do parque. Ao ouvir a explos?o, o desejo urgente de sobreviver a fez pr da ponte sem pensar, caindo nogo. sabia nadar, mas devido ¨¤ emerg¨ºncia da situa??o e ao salto de Uma altura, ao cair na ¨¢gua, come?ou a se debater instintivamente e seu corpoe?ou a afundar. pedia ajuda enquanto se debatia. S¨¦rgio apenas olhou para agoa e viu que era Vania que estava se debatendo e se debatendo. Ele coloca ¨®dio e raiva em seus olhos e, em vez de dar um passo ¨¤ frente, fica aodo de Olivia. 1/2 15:29 Capitulo 394 Ele pegou o celr e ligou para o servi?o de emerg¨ºncia. Aqu mulher maldosa, Vania, que se afogasse! Enquanto Sergio chamava o resgate, caminh?es de bombeiros e carros da pol¨ªcia de transito chegavam rapidamente. Os motoristas que tinham acabado de estacionar no acostamento ligaram para o telefone dos bombeiros e para o telefone da pol¨ªcia de transito para chamar a pol¨ªcia. Os bombeirose?aram abater o fogo imediatamente. ¡°Socorro, socorro!¡± Embora Vania estivesse se debatendo na ¨¢gua, podia ouvir os bombeiros chegando e, tentando se salvar, gritava por ajuda. Rapidamente, um bombeiro entrou na ¨¢gua e a resgatou. Um policial de transito se aproximou para perguntar a Sergio sobre a situa??o. Sergio estava preocupado Olivia e n?o teve coragem de responder ¨¤ pol¨ªcia de transito, parecia triste, os olhos vermelhos e a voz embargada: ¡°o que voc¨ºs veem ¨¦ a realidade, o carro pegou fogo.¡± Copyright by N?v/elDrama.Org. Vania, que havia sido resgatada, tamb¨¦m disse: ¡°Ningu¨¦m quis que O carro pegasse fogo, foi apenas um acidente.¡± Mesmo que Sergio tivesse tentado morrer , e mesmo que ele tivesse visto se afogando e n?o a tivesse salvado. ainda n?o queria dizer que Sergio tinha a inten??o de mat¨¢, levando¨Cse junto. N?o quer que Sergio seja responsabilizado. Porque, se ele for responsabilizado, as coisas desagrad¨¢veis que fez ser?o reeditadas e desprezadas por todos. sabia que Sergio a odiava. Mas, no fundo, ainda n?o conseguia esquec¨º¨Clo. ¡°Se for assim, ent?o vamos trataro um acidenteum¡°, Disse o policial de transito. Logo, a ambulancia chegou. Os m¨¦dicos colocaram Olivia na ambulancia, e Sergio a panhou, nervoso e preocupado. 2/2 Cap铆tulo 395 Cap¨ªtulo 395 Sergio fica a respira??o presa na garganta ao ver as manchas de sangue na testa de Olivia e seu rosto p¨¢lido, preocupado a possibilidade de algo ter acontecido a Olivia. Vania observou Sergio panhando Olivia at¨¦ a ambulancia, sem sequern?ar¨Clhe um olhar fugaz. Aqu indiferen?a e desprezo eram t?o evidentes que n?o podiam ser escondidos. sentia um peso no fundo da alma, sem saber se era devido ao cora??o gdo ou ao corpo encharcado, que a fazia tremer de frio. a preocupa??o dos bombeiros e agentes de transito n?o era suficiente para aquecer seu cora??o. Desde que viu Sergio p primeira vez, cinco anos atr¨¢s, ele havia tomado conta de seu cora??o, e n?o conseguia esquec¨º¨Clo. Ao longo dos anos, embora estivesse Henrique, no fundo de seu cora??o, pensava em S¨¦rgio o tempo todo. era t?o devotada a ele, mas Sergio queria v¨º longe. Entre A des??o, raiva, dor e ressentimento, sentia¨Cse mais fria do que encharcada p chuva. Logo a ambulancia chegou ao hospital, onde enfermeiros correram Olivia para a s de emerg¨ºncia. Sergio mancou, seguindo¨Co at¨¦ a porta da s de emerg¨ºncia, que se fechou, cortando sua vis?o e parando¨Co em seu caminho. Os olhos de Sergio estavam vermelhos, as m?os cerradas, o cora??o suspenso enquanto esperava do lado de fora. A enfermeira se aproximou, dizendo: ¡°Senhor, O senhor tamb¨¦m est¨¢ ferido, deveria cuidar dessas les?es primeiro.¡± O rosto de Sergio estava arranhado pelo asfalto, e o sangue escorria p pele, uma vis?o dolorosa. Sua perna tamb¨¦m estava machucada, a extens?o do ferimento ainda desconhecida. diante do cuidado da enfermeira, Sergio parecia distra¨ªdo, toda a sua aten??o voltada para a s de emerg¨ºncia e as grandes letras que indicavam o procedimento em curso. ¡°N?o precisa, estou bem¡°, disse Sergio, os olhos vermelhos fixos na porta da s de - emerg¨ºncia. A enfermeira insistiu: ¡°O paciente Vai demorar um pouco na emerg¨ºncia. Trate dos seus ferimentos e depois pode voltar para esperar. Seu ferimento Com certeza ser¨¢ mais r¨¢pido de 1/2 15:29 Cap¨ªtulo 395 ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . cuidar.¡± As pvras da enfermeira fizeram Sergio perceber que Olivia estava gravemente ferida, e seu cora??o foi ficando cada vez mais baixo e mais alto de preocupa??o, suas bochechas se tocando levemente. Com um toque de determina??o e impaci¨ºncia, ele disse: ¡°J¨¢ disse que n?o!¡± A enfermeira, vendo sua determina??o, n?o insistiu mais e foi cuidar de outros afazeres. Sergio respirava pesadamente, as m?os cerradas, olhos fixos na pvra ¡°Emerg¨ºncia¡°. Com o passar do tempo, as letras permaneciam acesas. minutos que pareciam s¨¦culos passavam, e Sergio passou do medo ao tormento, dor, culpa e ang¨²stia. Seus Olhos vermelhos lentamente se cobriam uma camada de l¨¢grimas. Seu Cora??o tremia preocupa??o¡­ Todos os tipos de pensamentos ruins passavam por ele, e seu cora??o ficava cada vez mais dolorido. Justamente quando ele estava pensando em bobagens, a porta da s de emerg¨ºncia se abriu. Ele correu para a frente e perguntou ansiosamente: ¡°Doutor, Como est¨¢?¡± O m¨¦dico, ainda de m¨¢scara, olhou para ele e perguntou: ¡°Quem o senhor ¨¦ da paciente?¡± Sergio hesitou, o cora??o doendo, a respira??o tr¨ºm, e disse: ¡°Sou amigo d¡­¡± ¡°Entendi. a paciente sofreu um trauma na cabe?a, um leve concuss?o cerebral. precisa descansar bem, evitar estresse e n?o fazer exerc¨ªcios f¨ªsicos intensos¡°, explicou o m¨¦dico. Ao ouvir que se tratava de uma concuss?o leve e que n?o havia medo de perder a vida, o cora??o de S¨¦rgio, que estava pendurado na garganta, finalmente caiu. ¡°Tudo bem, doutor, entendi. obrigado¡°, agradeceu Sergio. Sua camisa estava encharcada de suor, cda ao corpo. agora que se acalmava, sentia um arrepio ao vento soprar. 2/2 Cap铆tulo 396 Cap¨ªtulo 396 Olivia ¨¦ colocada na enfermaria. Sergio a segue. Olivia est¨¢ deitada na cama, a cabe?a envolta em gaze, que ainda est¨¢ escorrendo um l¨ªquido vermelho escuro. N?o sei se ¨¦ jodo esterilizado ou manchas de sangue. Olhando para Olivia deitada na cama, o rosto p¨¢lido, o cora??o de S¨¦rgio parecia uma faca, uma pontada de culpa. ¡°Quando vai acordar?¡± S¨¦rgio perguntou ¨¤ enfermeira. ¡° vai acordar logo.¡± a enfermeira respondeu. S¨¦rgio se aproximou, parou aodo da cama, e curvou¨Cse para olhar bem para Ol¨ªvia. Seu rosto bonito e de olhos esbugalhados tinha uma brancura n?o natural, os l¨¢bios descorados e c¨ªlios longos quen?avam sombras sobre as p¨¢lpebras, criando um tom azdo sob os olhos. parecia ainda mais fr¨¢gil e abatida. Ao ver Sergio, seu cora??o se apertou e seu cora??o doeu. levantou a m?o, querendo tocar seu rosto, mas quando seus dedos quase a alcan?aram, um misto de amargura, dor e saudade o invadiu. ele n?o queria apenas tocar seu rosto, mas abra?¨¢ fortemente e nunca mais solt¨¢. Ele a amava, uma paix?o que n?o conhecia limites, que o assombrava em sonhos¡­ A m?o de S¨¦rgio, suspensa no ar, tremeu levemente, pronta para acariciar seu rosto. de repente, Ol¨ªvia abriu os olhos, e aqueles olhos brilhantes capturaram imediatamente toda a aten??o. S¨¦rgio parou, sua m?o congelou no ar. ¡°S¨¦rgio.¡± Ol¨ªvia o reconheceu, sua voz fraca. ¡°Estou aqui.¡± S¨¦rgio rapidamente recuou a m?o, fingindo que nada estava prestes a acontecer, ansioso e nervoso, seus olhos calorosos fixos n: ¡°Como voc¨º est¨¢? est¨¢ sentindo algo?¡± Olivia bn?ou a cabe?a gentilmente, mas o menor movimento da cabe?a a fazia sentir¨Cse pesada e fraca, e franziu a testa desconfortavelmente. Sergio percebeu isso e disse apressadamente: ¡°Voc¨º teve uma concuss?o, melhor n?o mexer tanto a cabe?a.¡± S¨® ent?o Olivia entendeu o motivo de sua dor, sentindo tamb¨¦m uma n¨¢usea s¨²bita. 1/2 15:29 respirou fundo, diminuiu a velocidade e olhou para Sergio novamente para ver uma grande escora??o na metade do rosto dele, sangue vermelho, seco, aderido ao muco amarelo, uma massa de terra e poeira sobre um vermelho fresco da ferida. Era uma vis?o chocante. Obviamente, ainda sem atendimento m¨¦dico. ¡°Voc¨º se machucou,¡± disse Olivia preocupada, ¡°v¨¢ tratar isso um m¨¦dico.¡± ¡°N?o ¨¦ nada, s¨® um arranh?o,¡± respondeu S¨¦rgio. Olivia disse: ¡°Como pode ser s¨® um arranh?o se ¨¦ no rosto? E Se n?o tratar direito, pode infionar e deixar cicatrizes,¡± disse Olivia, fndo s¨¦rio. ¡°E dal se ficar uma cicatriz?¡± S¨¦rgio respondeu, meio desanimado. ¡°N?o fica bem, um homem t?o eleganteo voc¨º uma cicatriz no rosto, n?o teme que isso afete sua apar¨ºncia?¡± perguntou sinceridade. Os olhos quentes e feridos de Sergio de repente parecem ver esperan?a, e ele pergunta: ¡°Voc¨º se importa o valor do meu rosto?¡± This belongs ? N?velDra/ma.Org. Sua pergunta era carregada de emo??o e franqueza. Os olhos quentes e ensrados est?o cheios de expectativa e nervosismo. Olivia fez uma pausa e olhou para ele fixamente. Depois de um rcionamento de dois anos, o conhecia bem. Sabia que ele ainda tinha esperan?as. Olivia baixou o olhar, desviando¨Co dele: ¡°Sua fam¨ªlia certeza se importaria, ficariam preocupados.¡± ¡°E voc¨º?¡± S¨¦rgio insistiu na pergunta, pois para ele, a preocupa??o de todos os outros era irrelevante, exceto a d, que era o que mais prezava no mundo. Ol¨ªvia estava em uma situa??o dif¨ªcil, sem saber o que responder. n?o queria dar¨Clhe esperan?as, sabendo que n?o havia possibilidade entre eles, n?o queria que ele continuasse a se iludir. 2/2 Cap铆tulo 397 Cap¨ªtulo 397 Mas ent?o, a maneirao ele levou Vania e ia morrer ele a assustou, temendo que ele fizesse algo est¨²pido novamente. Com medo de que uma recusa direta o irritasse novamente. ¡°Eu¡­¡± ¡° n?o liga para voc¨º!¡± Uma voz fria, cortante e intimidadora ecoou de repente na porta do quarto do hospital. Em seguida, uma perturba??o turbulenta no ar, uma onda de frio avassdor se aproximou, tornando at¨¦ a respira??o opressiva. Olivia, por instinto, ficou tensa e olhou para a porta. Apenas para ver um homem vestindo um terno preto feito ¨¤ m?o, de neg¨®cios, honrado, corpo longo e reto, o temperamento majestoso dos militares, rostoo uma coroa de jade, bonito e extraordin¨¢rio. entrou passosrgos no quarto. Era o Daniel! Ao v¨º¨Clo, Olivia ficou nervosa, sua respira??o tornou¨Cse cuidadosa. Sergio tamb¨¦m o viu e franziu a testa, seu rosto antes esperan?oso agora estava tenso. Daniel se aproxima, estende a m?o e afasta S¨¦rgio diretamente, caminha at¨¦ a cabeceira da cama. seus olhos profundos deram uma olhada em Olivia na cama, seu rosto belo e frio: ¡°Levanta!¡± Ele fva um tom deando, intimidador, sem espa?o para discuss?o. Os ombros de Olivia tremeram, n?o ousando desobedecer ¨¤ ordem dele, suas m?os se apoiaram na cama, tentando se levantar. Mas ao se mover, sentiu a cabe?a pesada e as m?os apoiadas na cama vacram, quase caindo de volta. Um bra?o forte a segurou e a ajudou a se levantar, um aperto firme e nada gentil. Vendo isso, Sergio ficou extremamente preocupado, deu um passo ¨¤ frente para segurar Olivia: ¡°Tio, a Olivia teve uma concuss?o, n?o pode se mover bruscamente¡­¡± Quando sua m?o acabou de se estender, o olhar frio de Daniel foin?ado em sua dire??o,o gelo. -A pessoa inteira de S¨¦rgio se enrijeceu, dor no cora??o, raiva, mas n?o havia nada que ele pudesse fazer, retraiu a m?o ressentimento. Daniel sentou¨Cse aodo de Olivia, um bra?o em volta de sua cintura, o outro descansando 1/2 15:30 Capitulo 397 naturalmente sobre a perna. Seu rosto belo e autorit¨¢rio. Apenas sentado ali, sua presen?a j¨¢ era sufocante para Olivia. ¡°Sergio, preste aten??o, naqu noite de cinco anos atr¨¢s, n?o foi s¨® voc¨º que foi enganado, voc¨º n?o foi o ¨²nico tra¨ªdo,¡± disse Daniel uma voz grave. Os olhos de S¨¦rgio escureceram, sem entender o que ele queria dizer aquilo, mas vagamente sentindo algo. Daniel ent?o olhou para Olivia seus olhos fantasmag¨®ricos e disse: ¡°Conte a ele o que aconteceu naqu noite, cinco anos atr¨¢s.¡± ¡°Eu¡­¡± O cora??o de Olivia apertou, dor, nervosismo, ansiedade. apertou o cobertor, sem conseguir fr. ¡°Diga!¡± A voz de Daniel era profunda e irritada, e seu aperto nos ombros d era forte. A amea?a era perigosa e intensa. Olivia ficou horrorizada, suas m?os agarraram a colcha for?a, n?o ousou olhar para Daniel ou para os olhos de Sergio, disse: ¡°cinco anos atr¨¢s, eu fui trancada no celeiro, seu tio caiu do c¨¦u e acabou no celeiro onde eu estava, e a gente¡­aconteceu¡­¡± Boom! Como se um trov?o estourasse sobre suas cabe?as, Sergio ficou chocado, bn?ou para tr¨¢s. Seu corpo estava entorpecido pelo choque e p fraqueza, inacredit¨¢vel. Erao se o mundo inteiro tivesse desmoronado. Naqu noite, cinco anos atr¨¢s, n?o havia sido apenas seu corpo que Vania tinha vido. Olivia tamb¨¦m tinha perdido sua primeira vez. Eles se amavam no cora??o, mas seus corpos foram entregues a outros no mesmo dia. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Naquele dia, estava destinado que eles nunca poderiam estar juntos¡­. Sergio ficou O cora??o partido, tremendo, punhos cerrados, e perguntou a Daniel dor: ¡°Ent?o tio, voc¨º s¨® queria possuir o corpo d?¡± 212 Cap铆tulo 398 H¨¢ Cinco anos, ap¨®s aquele incidente. Cap¨ªtulo 398 Sergiopartilhou o seu cunhado as suas perip¨¦cias amorosas, incluindo a vez em que traiu a mulher que amava e n?o conseguiu ser perdoado por . O cunhado sempre o incentivou a persistir, dizendo que se ainda o amasse, um dia ficaria impressionada ele e o perdoaria. Isso porque ele nunca disse ao tio Junior qual era o nome da mulher que amava. E o cunhado, sem saber que a mulher por quem ele nutria sentimentos n?o era a Olivia, mas outra pessoa, continuava a encoraj¨¢¨Clo. Se ele tivesse sabido desde o in¨ªcio que a mulher que ele amava era Olivia. A mulher que entregou o corpo d ao cunhado dele h¨¢ cinco anos. Ser¨¢ que o tio ainda o incentivaria? Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Definitivamente, n?o! Como poderia ele deixar para Sergio uma mulher quem j¨¢ havia dormido? Essa pergunta feita por Sergio deixou Olivia constrangida, impotente, sofrida e resignada. n?o queria que Sergio soubesse do passado. Mas contra sua vontade, a verdade foi exposta vezes sem conta, de maneira crua e direta. queria evit¨¢, mas teve que enfrent¨¢. na frente de Sergio, foi obrigada a revr sua r??o Daniel. Humilha??o e constrangimento a invadiram, mas estava impotente. O cora??o de Olivia apertou, e suas m?os suaram agarradas aos len?¨®is. Daniel sorriu desd¨¦m, olhando friamente para Sergio: ¡° ¨¦ minha, desde aquele dia, h¨¢ cinco anos. n?o h¨¢ destino para voc¨ºs dois, muito menos possibilidade. entendeu?¡± Sergio sentiu¨Cse devastado, a dor era insuport¨¢vel. Erao se sua for?a tivesse sido drenada de seu corpo. Ele estava desgrenhado e assentiu fracamente a cabe?a: ¡°Eu entendi¡­¡± Seus olhos vermelhos e o corpo abatido, ele saiu cambaleante do quarto do hospital. Olivia percebeu o choro contido em suas ¨²ltimas pvras. Seu cora??o se partiu ao v¨º¨Clo partir. De repente, seu queixo foi apertado tanta for?a que a machucou. 1/2 15:30 Capitulo 398 franziu a testa de dor e, no segundo seguinte, seu rosto foi virado pelo homem, erguido e for?ado a encar¨¢¨Clo: ¡°Com pena dele, ¨¦?¡± Desesperada, Olivia disse rapidamente: ¡°N?o.¡± ¡°Responda ¨¤ pergunta dele, voc¨º se importa ele ou n?o!¡± Daniel exigiu, os olhos frios fixos n, sem perder nenhuma mudan?a em seu olhar. Uma enorme for?a de dissuas?o pressionou ao redor d, derramando um frio de gr os ossos, o cora??o de Olivia se apertou, cheio de medo por . sabia que sem a resposta que ele queria, sofreria consequ¨ºncias. Disfar?ando a dor, Olivia afirmou: ¡°N?o me importo. o que acontece ele n?o tem nada a ver comigo.¡± Sergio, parado dodo de fora da porta, escutando, ouve a resposta. O cora??o de mil buracos,o as p¨¦ts desbotadas de uma flor, caiu, dor, mncolia, sufocamento. A ¨²ltima chama de esperan?a dentro dele foi extinta. Desanimado, ele se afastou. Daniel, atento aos sons do corredor, sorriu frieza: ¡°Lembre¨Cse do que disse!¡± Ele soltou o queixo de Olivia e se levantou, seu corpo longo e alto envolvendo¨Cao uma montanha. ¡°Levanta e vemigo!¡± Olivia n?o teve escolha sen?o obedecer. teve uma concuss?o, um ferimento leve, n?o tinha soro, estava no hospital e s¨® podia ser observada. Cap铆tulo 399 Cap¨ªtulo 399 No ?nibus, a press?o estava incrivelmente baixa. Olivia est¨¢ sentada no banco de tr¨¢s, Daniel ao seudo, e tenta manter um espa?o entre eles para manter alguma distancia. O carro seguiu at¨¦ a Vi Tranquilidade. Ao descerem, Daniel agarrou seu pulso e a arrastou para dentro da casa for?a. No quarto principal, ele a jogou na cama e sen?ou sobre , apoiando¨Cse nas m?os, enquanto seu peito volumoso a envolvia entre a cama e ele. Os tra?os de seu belo rosto, esticados, um arrepio que permeava seu corpo. Pvras furiosas, em voz baixa: ¡°Voc¨º que mal sabe dirigir normalmente, hoje teve a coragem de correr ps ruas por ele, nem se importando sua pr¨®pria vida, hein?¡± Todo o ressentimento que ele vinha guardando desde o hospital explodiu naquele momento de raiva. A pol¨ªcia havia contado tudo a ele. correu para salvar Sergio, arriscando seu pr¨®prio carro para for?¨¢¨Clo a parar. Ser¨¢ que sabia que, se o carro de Sergio n?o fosse capaz de parar, o d seria catapultado e ambos explodiriam? estava realmente disposta a perder a vida! Por Sergio! Olivia estava em panico, vendo Daniel um olhar t?o tempestuoso e uma aura fria e cortante. Pensando no aviso que ele lhe dera p manh?, dizendo¨Clhe para n?o ter a presun??o de estar S¨¦rgio, muito menos perto dele. Ouvindo agora suas pvras furiosas. Com O cora??o disparado e temendo sua ira, Olivia rapidamente disse: ¡°Eram duas vidas em jogo, eu faria o mesmo por um estranho¡­ Uh¡­¡± Antes que pudesse terminar a frase, seus l¨¢bios foram violentamente sdos. Daniel beijou seus l¨¢bios ferozmente, devorando sua respira??o, sua l¨ªngua abrindo seus dentes, atacando¨Ca uma puni??o, m?os grandes esfregando suas costas. Seus dedos calejados, ¨¢speros, ro?avam atrav¨¦s do tecido sobre sua pele suave. Isso criava fa¨ªscas ardentes, uma sensa??o de coceira e dorm¨ºncia que s¨® aumentava o panico de Olivia. 1/2 15:30 Capitulo 399 lutou, empurrando¨Co para longe, ofegante, e disse apressadamente: ¡°Estou concuss?o, o m¨¦dico disse que eu n?o posso fazer esfor?os f¨ªsicos intensos¡­¡± Os olhos de Daniel eram profundos, sombrios, e sua voz rouca ressoava raiva: ¡°E dai?¡± Depois de dizer isso, ele bufou friamente, levantou¨Cse e saiu rapidamente. Ao sair, bateu a porta um estrondo. O som pesado da porta fechando parecia bater direto no cora??o de Olivia, que estremeceu. Sua respira??o era ofegante e seu cora??o batia forte. havia acabado de deixar a Vi Serenidade, um lugar onde havia perdido sua liberdade, por um dia, e estava de volta. estava inquieta, sem saber o que a esperava. Naqu noite, Daniel n?o voltou ao quarto principal. O corpo tenso de Olivia gradualmente rxou, a cabe?a do¨ªa, estava exausta e adormeceu. Na antiga resid¨ºncia da fam¨ªlia Griera. Sergio voltou em um estado de desordem. Copyright by N?v/elDrama.Org. O Velho Sr. Griera e a av¨® Griera ficaram muito felizes ao v¨º¨Clo e se assustaram ao v¨º¨Clo coberto de hematomas. ¡°Sergio, o que aconteceu voc¨º? est¨¢ t?o machucado, por que n?o foi ao hospital tratar esses ferimentos?¡± Vov¨® Griera, vendo seu bio t?o machucado, ficou extremamente preocupada. ¡°V¨®, estou bem¡°, disse Sergio, sem for?as. ¡°Olha para voc¨º, est¨¢ mancando, e um arranh?o t?o grande no rosto,o pode estar bem? Vou chamar o m¨¦dico da fam¨ªlia para tratar seus ferimentos, senta aqui, querido¡°, apressou¨Cse Vov¨® Griera, pedindo para ele se sentar no sof¨¢ enquanto contactava o m¨¦dico da fam¨ªlia. O Velho Sr. Griera veio e sentou¨Cse aodo dele, perguntando preocupa??o: ¡°O que aconteceu com voc¨º?¡± ¡°V?, meu tioprou minha empresa s¨® para tirar minha secret¨¢ria de l¨¢ e fazer d a mulher dele, voc¨º sabia disso?¡± Sergio olhou sombriamente para o Velho Sr. Griera e perguntou. ¡°O qu¨º?¡± O Velho Sr. Griera ficou chocado. 2/2 Cap铆tulo 400 Cap¨ªtulo 400 Velho Sr. Griera sabia que Olivia havia retornado ao Grupo Grierao secret¨¢ria. Griera sabia que Olivia havia retornado ao Grupo Grierao secret¨¢ria, mas ele n?o sabia que Olivia havia deixado o Grupo Griera para trabalharo secret¨¢ria para Sergio! Daniel haviaprado a empresa de Sergio apenas para transferir Olivia para l¨¢! Daniel sempre foi um homem de princ¨ªpios, jamais misturava sentimentos neg¨®cios. Contudo, por causa de Olivia, suas a??es surpreenderam repetidas vezes o Velho Sr. Griera. Velho Sr. Griera respirou fundo, seu semnte s¨¦rio: ¡°Sergio, voc¨º se machucou por causa d?¡± ¡°V?, n?o vou esconder de voc¨º, a secret¨¢ria que meu tio transferiu, chamada Olivia, ¨¦ minha ex¨C namorada. ainda a amo muito, mas agora ¨¦ namorada do meu tio.¡± Sergio parecia abatido. A express?o j¨¢ grave do Velho Sr. Griera ficou ainda mais fechada. Em seus olhos severos, um brilho de falc?o, firmeza. A situa??o era mais grave do que ele imaginava. Essa Olivia era um verdadeiro furac?o! n?o tinha inten??es simples! provocou Sergio e depois se aproximou de Daniel! Seu objetivo ao mexer S¨¦rgio ¨¦ se aproximar de Daniel! Essa Olivia n?o pode ficar nem por um momento. ¡°Sergio, eu vou investigar isso a fundo, deixaigo. Foca na sua recupera??o e n?o se preocupe.¡± Velho Sr. Griera deu um leve tapa no ombro de Sergio, consndo. Nesse momento, o m¨¦dico da fam¨ªlia chegou, e a av¨® Griera pediu que ele tratasse dos ferimentos de Sergio. No dia seguinte. Olivia acordou grogue, reconhecendo o lugar estranho, por¨¦m familiar. Fechou os olhos, tentando acalmar sua ansiedade. sabia que ainda estava na Vi Serenidade. Sua ¨²ltima visita aqui n?o tinha sido uma boa experi¨ºncia, fazendo que sentisse uma onda de estresse assim que viu o quarto familiar. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Foram necess¨¢rias v¨¢rias respira??es lentas e profundas para suprimir o medo subconsciente em sua mente. 1/2 15.20. Capitulo 400 se levantou e desceu as escadas. Seus olhos examinaram o corredor, sem ver Daniel. ¡°Senhorita Souza, por favor, sente¨Cse um momento, vou trazer aida que j¨¢ est¨¢ pronta na cozinha.¡± F¨¢bio se aproximou e disse respeitosamente para Olivia. A refei??o havia sido preparada h¨¢ muito tempo. Como Olivia n?o havia descido, mantiveram¨Cna quente na cozinha. Agora que apareceu, F¨¢bio correu para servir. Olivia realmente estava fome e sentou¨Cse ¨¤ mesa. N?o havia raz?o para brigar a boaida. nunca mais faria algo toloo jejuar s¨® para resistir a Daniel. Coma o suficiente para ter for?as para lutar contra ele. O corpo vem em primeiro lugar. F¨¢bio serviuidas frescas e deliciosas,o mingau de diversos ingredientes, mingau de fungo branco e frango jaca. Oliviae?ou uma tig de mingau e, em seguida,eu o frango jaca. Era cheiroso, perfumado, crocante, macio e pegajoso na boca, realmente delicioso. Depois deer e beber ¨¤ vontade, Olivia limpou a boca e disse: ¡°Vou para o trabalho.¡± saiu corajosamente, de fato, s¨® para testar, dessa vez, se sua liberdade era restrita ou n?o. Ningu¨¦m a impediu de sair da mans?o. Ei, poderia ir e vir livremente? Olivia sentiu uma onda de alegria. Estava pronta para sair rapidamente quando¡­ Atr¨¢s d, a voz de F¨¢bio soou: ¡°Senhorita Souza, espere.¡± Os nervos de Ol¨ªvia se retesaram quando parou e olhou para tr¨¢s. Ser¨¢ que estava feliz demais, cedo demais? 2/2 Cap铆tulo 401 Cap¨ªtulo 401 Fabio apressou¨Cse em dire??o a , querendo garantir que ouvisse ramente: ¡°Srta. Souza, o motorista j¨¢ est¨¢ chegando, deixe que ele a leve para a empresa.¡± A preocupa??o de Olivia diminuiu quando verificou o celr e viu que era quase dez horas. n?o estava familiarizada a ¨¢rea, sair a p¨¦ e pegar o ?nibus poderia demorar uma eternidade at¨¦ chegar ¨¤ empresa. Ser levada de carro pouparia tempo. Assim evitaria mais uma bronca de Daniel por chegar atrasada. Olivia ficou de p¨¦ esperando um pouco, at¨¦ que o motorista chegou o carro, entrou e se dirigiu para o Grupo Griera. No escrit¨®rio da presid¨ºncia. O velho Sr. Griera chegou, sua presen?a imponente e s¨¦ria, sentou¨Cse no sof¨¢ da ¨¢rea de descanso. Daniel estava sentado ¨¤ sua frente e lhe serviu um ch¨¢. ¡°Essa sua secret¨¢ria se acha demais, o presidente j¨¢ est¨¢ trabalhando e ainda nem chegou. Pequenas tarefaso servir ch¨¢ ainda precisam ser feitas pessoalmente por voc¨º.¡±entou o velho Sr. Griera um olhar de ¨¢guia, cheio de cr¨ªticas e descontentamento. Daniel percebeu a indireta contra Olivia. Daniel n?o podia deixar de perceber, e respondeu: ¡°Os funcion¨¢rios do Grupo Griera t¨ºm direito a licen?a m¨¦dica dentro dos limites normais,¡± ¡°Eu aposto que est¨¢ abusando dessas licen?as m¨¦dicas,¡± respondeu o velho Sr. Griera um tom amargo. Ele tomou um gole de seu ch¨¢ e colocou a x¨ªcara sobre a mesa, dizendo: ¡°Voc¨ºprou a empresa do Sergio s¨® para trazer a Olivia de voltao sua secret¨¢ria. Daniel, voc¨º n?o costumava misturar o pessoal o profissional.¡± ¡°Ainda n?o se passaram tr¨ºs meses,¡± Daniel colocou a chaleira, levantou seu olhar profundo e encarou o velho Sr. Griera. ¡°Vov?, voc¨º n?o esqueceu o nosso acordo, certo?¡± perguntou Daniel. O velho Sr. Griera hesitou por um momento, refletindo. Eles haviambinado que, se Olivia provasse ser uma pessoa de car¨¢ter duvidosoo Patricia Pinto, Daniel cortaria qualquer?o sem hesitar. Mas se n?o fosse¡­ O velho Sr. Griera n?o interferiria no que quer que fosse entre Daniel e Olivia. 1/3 15:31 Duzante esse tempo, ele manteve sua pvra. Por¨¦m, depois de ouvir o que Sergio disse ontem, ele n?o conseguia mais se conter. Essa Olivia parecia ser calculista, inconstante nos sentimentos e muito astuta. Ser¨¢ que ainda precisava de tr¨ºs meses para confirmar? Ele queria afastar Olivia, para n?o prejudicar a harmonia dentro da familia Griera por causa dessa mulher. Mas depois do lembrete de Daniel, ele percebeu que estava sendo precipitado. ¡°De qualquer forma, espero que voc¨º seja mais sensato. Tudo bem, continue seu trabalho. estou indo embora,¡± disse o velho Sr. Griera se levantando e saindo do escrit¨®rio. Pouco depois de o velho Sr. Griera sair, Bruno entrou e informou: ¡°Sr. Griera, o Velho Senhor foi ao departamento de recursos humanos.¡± Daniel um olhar frio, levantou¨Cse. No escrit¨®rio do departamento de recursos humanos. O velho Sr. Griera disse ao gerente furioso: ¡°Quando Olivia deixou a empresa, eu mesmo cobri trinta mill Foi para isso que voc¨ºs n?o a trouxeram de volta? Como ¨¦ que voc¨ºs trabalham? N?o t¨ºm discernimento algum?¡± ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . O gerente do departamento de recursos humanos tentou se explicar, nervoso: ¡°Velho Sr. Griera, foi o Sr. Griera que a trouxe de volta pessoalmente¡­¡± Eles n?o tinham autoridade para interferir. ¡°Antes de traz¨º de volta, voc¨ºs n?o acharam que deveriam me reportar?¡± A express?o do velho Sr. Griera era de grande desagrado e raiva. Seu poderoso impeto parecia agitar o pr¨®prio ar ao redor. O velho Sr. Griera e o gerente de RH viraram¨Cse ao ver Daniel entrar, sua presen?a intimidante. O gerente de RH apressou¨Cse em baixar a cabe?a e seus ombros tremiam. A express?o no rosto do velho Sr. Griera tamb¨¦m se alterou, e ele moderou seu tom ao dizer: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Daniel parou diante dele, uma presen?a fria e dominadora: ¡°Tirar trezentos mil do pr¨®prio bolso, vov¨°, voc¨º ¨¦ mesmo generoso.¡± As pvras de Daniel eram ramente sarc¨¢sticas. Seu olhar profundo e intimidador fixou¨Cse nele. Mesmo o velho Sr. Griera se sentiu desconfort¨¢vel sob aquele olhar, e falou: ¡°Sua av¨® est¨¢ em casa me esperando, eu vou indo.¡± Quando o elevador chegou ao t¨¦rreo, o velho Sr. Griera saiu e deu de cara Olivia, que estava esperando pelo elevador. 213 15:31 Capitulo 481 tinha um curativo na testa, vestia uma camisa branca e uma spio preta que c seus quadris. A camisa branca estava parcialmente enfiada na cintura da saz, coco um visual elegante e simples. Ao v¨º, um vislumbre de preconceito e hostilidade cruzou os olhos do velho Sr. Chers, ann?ou um olhar frio em sua dire??o antes de passa ao seudo. Cap铆tulo 402 Cap¨ªtulo 402 Olivia mantinha um leve sorriso no rosto, mas quando avistou o Velho Senhor Griera, ficou tensa por um instante antes de se preparar para cumpriment¨¢¨Clo. Contudo, o Velho Senhor Griera n?o lhe deu chance de cumpriment¨¢¨Clo. Seu olhar, repletos de repulsae preconceito, olhando fixamente para antes de passar por uma atitude cheia de espinhos. Aquele olhar, venenosoo era, jogou sal na ferida aberta no cora??o de Olivia, tornando a dor ainda mais dolorosa e insuport¨¢vel. Somente ap¨®s ele se afastar, Olivia conseguiu respirar fundo, recuperar¨Cse e apertar o bot?o do elevador novamente. As portas se abriram e entrou. Chegando ao andar mais alto, as portas mal se abriram e se deparou Bruno ¨¤ espera. Ao v¨º¨C la, Bruno tamb¨¦m se surpreendeu ligeiramente: ¡°Secret¨¢ria Souza, n?o disse que voc¨º estava de licen?a m¨¦dica hoje?¡± ¡°Eu n?o tirei licen?a¡°, respondeu Olivia, saindo do elevador. Ap¨®s fr, se deu conta de quem havia solicitado a licen?a por e rapidamente voltou, perguntando a Bruno uma express?o confusa: ¡°O que o Senhor Griera disse?¡± Bruno sorriu levemente: ¡°Nada. Mas eu acho melhor voc¨º se apresentar primeiro no escrit¨®rio do Sr. Griera.¡± ¡°Porqu¨º?¡± perguntou Olivia. ¡°Voc¨º vai descobrir por si mesma¡± Bruno entrou no elevador, fechando as portas atr¨¢s de si. Olivia hesitou um momento, mas decidiu seguir o conselho de Bruno. Tendo trabalhado tantos anos aodo de Daniel, Bruno certamente o conhecia bem. Ele n?o teria dito aquilo sem motivo. Parada ¨¤ porta do escrit¨®rio presidencial, Olivia bateu na porta. Com a permiss?o em uma voz grave, abriu a porta: ¡°Senhor Griera, precisa que eu prepare a s de reuni?es?¡± Olivia fez o check¨Cin de uma maneira n?o convencional, um tom de neg¨®cios. Ao reconhecer a voz d, Daniel parou de escrever e levantou o olhar profundo, encontrando¨Ca diante de si. Seu rosto oval ainda era puro e fresco, mas havia uma novidade em sua simplicidade. O vestido longo fendateral valorizava ainda mais a silhueta de suas pernas, delineando uma curva elegante. A fenda revva suas pernas retas e delicadas. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . A sedu??o subliminar era ainda mais tentadora. 1/2 15:31 Jo Lembrando da ¨²ltima vez que deixou o Grupo Griera, n?o por vontade pr¨®pria, mas porque o Velho Senhor Griera a demitiu uma indeniza??o de cem mil. E para a empresa, ele disse que foi Olivia quem pediu demiss?o, preferindo pagar duzentos mil de multa. Ele a havia mal¨Cinterpretado, pensando que estava disposta a pagar aqu quantia para ir trabalhar Sergio. Agora, ao v¨º, ele sentiu um leve calor no cora??o. Ele acenou para : ¡°Venha aqui¡°. Lembrando da ¨²ltima vez que ele a chamou e acabou puxando¨Ca para sentar em seu colo, Olivia ficou tensa. Com o cora??o inquieto, mas sem ousar desobedecer a ordem de Daniel, se aproximou e ficou ao lado da mesa, perguntando cautelosamente: ¡°Senhor Griera, o que deseja?¡± ¡°Veio trabalhar lesionada?¡± A f de Daniel trazia um toque de repreens?o. Se n?o soubesse do ¨®dio que ele nutria por , e que tudo o que fazia era para tornar a vida d dif¨ªcil, Olivia poderia acreditar que era preocupa??o da parte dele. ¡°¨¦ s¨® um pequeno ferimento, n?o ¨¦ nada s¨¦rio¡°, disse Olivia, mantendo sempre uma distancia segura, com a mesa entre eles. ¡°¨¦ mesmo?¡± Daniel se levantou, imponente, sua alta estatura envolvendo Olivia uma presen?a opressiva. Cap铆tulo 403 Cap¨ªtulo 403 Ele contornou a mesa do escrit¨®rio, aproximou¨Cse d e, o dedo indicador, levantou seu queixo. Seu rosto atraente exva uma mistura de frieza e insol¨ºncia, um charme masculino cativante. ¡°Quem foi que disse que n?o se pode fazer exerc¨ªcios intensos?¡± A voz dele, baixa e magn¨¦tica, era sensual e perigosao o som de um violoncelo rndo sobre pedras preciosas. Ouvida por Olivia, a frase fez seu cora??o palpitar em sobressalto e suavidade. Seus olhos se arregram um pouco mais, e apressou¨Cse em dizer: ¡°No trabalho, eu s¨® fa?o algumas tarefas manuais, na verdade n?o posso fazer movimentos amplos¡­¡± Seu cora??o batia mais r¨¢pido, e a presen?a perigosa e poderosa de Daniel a envolvia, amea?ando envolv¨º porpleto. Daniel notou a tens?o d, enquanto os longos c¨ªlios d tremiam levemente,o as asas de uma borboleta, encantadores. Na m?o dele, o toque de sua pele era suave, delicada e macia, exndo um perfume doce, assim como . Daniel engoliu em seco, ergueu o rosto d, prestes a beij¨¢. ¡°Sr. Daniel, quanto tempo! Sentiu minha falta?¡± Na porta, uma voz alegre e vibrante interrompeu. Como um p¨¢ssaro assustado, Olivia deu alguns passos para tr¨¢s, afastando¨Cse do perigo e ficando a uma distancia segura de Daniel. Elisa Abreu entrou, testemunhando a cena anterior. Um rnce de f¨²ria passou por seus olhos, mas o suprimiu rapidamente, mantendo um sorriso alegre enquanto se aproximava de Daniel: ¡°Sr.Daniel, o av? Griera pediu para te avisar que hoje tem jantar em fam¨ªlia, e eu vou voc¨º para casa jantar.¡± estava prestes a segurar o bra?o de Daniel. Mas Daniel virou as costas e voltou a sentar¨Cse na cadeira executiva. Elisa ficou no v¨¢cuo, seu sorriso congelou, mas sem se irritar, continuou sorrindo, demonstrando maturidade e uma gentileza for?ada. Ao ver a cena, Olivia acenou levemente a cabe?a e saiu silenciosamente do escrit¨®rio. Com um olhar g¨¦lido, Daniel encarou Elisa: ¡°Eu n?o vou me casar voc¨º.¡± O sorriso de Elisa congelou porpleto, e as l¨¢grimas giravam em seus olhos enquanto dizia, magoada: ¡°O av? Griera disse que estamos prometidos um ao outro.¡± ¡°Quando voc¨º estava namorando, n?o se lembrou dessa promessa. Agora que se divertiu, lembrou¨Cse dessa promessa vazia.¡± Daniel tirou um cigarro, colocou¨Co na boca e acendeu. Elisa chorava ainda mais, aproximando¨Cse dele e suplicando uma express?o de 1/2 15:31 desamparo: ¡°Eu n?o sabia, so depois meu av? me contou, e assim que soube, terminei tudo.¡± ¡°Essa promessa entre nossos av¨®s foi uma brincadeira, voc¨º n?o deve lev¨¢ a s¨¦rio. Voc¨º deve continuar namorando. Quando voc¨º casar, eu darei um presente. Daniel deu uma tragada e exalou uma nuvem de fuma?a. Deixando tudo muito ro. Ele entendia as inten??es do av? Griera em colocar Elisa ao seudo. Ele n?o gostava de Elisa e n?o precisava de um casamento para aumentar o poder do Grupo Griera. Antes, Daniel tinha recusado, mas nunca tinha sido t?o direto e sem volta. Ouvindo as pvras de Daniel, Elisa sentiuo se seu cora??o fosse perfurado, doendo e se sentindo injusti?ada. Elisa se sentiu ferida ps pvras de Daniel, as l¨¢grimas se acumndo em seus olhos, parecendo triste e magoada: ¡°Senhor Daniel, eu sei que voc¨º ainda n?o est¨¢ pronto, mas n?o se preocupe, eu esperarei pelo dia em que voc¨º estiver.¡± Dito isso, Elisa virou¨Cse e saiu do escrit¨®rio. enxugou as l¨¢grimas e, irritada, dirigiu¨Cse ao escrit¨®rio de Olivia. Com toda a raiva que n?o tinha onde despejar, abriu a porta do escrit¨®rio de Olivia for?a, avan?ou e derrubou todos os pap¨¦is da mesa no ch?o, apontando furiosamente para Olivia e gritando: ¡°Sua descarada, sem vergonha! Namorando dois homens ao mesmo tempo! Por ser t?o descarada, por que voc¨º n?o se vende?!¡± ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Essas pvras eram extremamente ofensivas. Era um grande insulto para Olivia. afastou a m?o de Elisa que apontava para , seus olhos ros se arregram raiva e retrucou: ¡°Voc¨º est¨¢ fndo de si mesma! Incapaz de conseguir o que quer, desconta sua raiva nos outros, essa ¨¦ a educa??o que voc¨º recebeuo filha da fam¨ªlia Abreu?¡± ¡°Por que diabos voc¨º fica se enfiando no cora??o do Sergio e ainda por cima n?o para de dar em cima do Daniel, grudando nele feito chiclete?¡± Elisa disse, ofegante. Olivia se levantou, avan?ando agressivamente em dire??o a : ¡°Pois ¨¦, por que ser¨¢? Se voc¨º ¨¦ t?o encantadora e t?o capaz, por que n?o agarra Daniel para si e para de arranjar confus?o por aqui?¡± 2/2 Cap铆tulo 404 Capitulo 404 ¡°Daniel j¨¢ era meu desde oecol Por que muy precisans rouba¨Ctor Elisa, as m?os nag tr cintura e visivelmente irritada, disse furiosa a Olivia. ¡°¨¦ mesmo? Se for assim, por que est¨¢ vindo frigo agora? Olivia respondeu um sorriso ir¨®nico. ¡°O que eu n?o suporto ¨¦ o seuportamento, muito provocante, sempre chamando aten??o dos homens! Elisa tentou n?o perder apostura, ent?o tentou encontrar uma desculpa. ¡°Voc¨º n?o disse antes que n?o se importava quantas mulheres Daniel tinha por a¨ª? Que desde que voc¨º fosse a esposa dele no final, estava tudo bem. E agora,e?ou a se importar?¡± Olivia provocou, sarcasticamente. Antes, Elisa fingia ser tolerante, exibindo um estilo. Fva que era a ¨²nica noiva de Daniel que no futuro s¨® seria sua esposa, Que as outras eram apenas divers?o passageira. afirmava que n?o se importava. Agora, o rosto p¨¢lido de raiva e insatisfa??o, ser¨¢ que revva o que realmente sentia? Que mulher n?o se importaria as outras na vida do seu homem? Era apenas uma quest?o de n?o ter escolha, de se enganar. ¡°Se eu me importo ou n?o, isso ¨¦ problema meu, n?o ¨¦ da sua conta.¡± Elisa fez beicinho. pensando nas pvras que Daniel havia dito mais cedo, sentindo¨Cse furiosa e magoada. ¡°Vendo voc¨¦ t?o coitada, vou te dar um conselho. Daniel gosta de mulheres naturais, sem maquiagem, vestidas de forma simples e modesta, n?o joias de marca, se cobrindo toda, exndo apenas o cheiro do dinheiro, sem revr sua pr¨®pria ess¨¨ncia. Voc¨º acha mesmo que algu¨¦mo Daniel, que n?o precisa de dinheiro, vai se atrair por um monte de joias brilhantes?¡± Olivian?ou um olhar desprezivo e falou. Elisa estava iodando, era irritante. Era tamb¨¦m uma maneira de se livrar d. ro, se Elisa conseguisse ganhar o cora??o de Daniel e lev¨¢¨Clo embora, deixando¨Ca em paz, seria o ideal. mais do que qualquer uma queria se afastar de Daniel, viver sua vida os filhos. Sem ter que se preocupar todo dia se Daniel descobrir¨ªa sobre seu filho e o tiraria d. ¡°Tsc, quem vai acreditar no que voc¨º diz!¡± Elisa resmungou e saiu do escrit¨®rio, batendo os saltos no ch?o. 1/2 15-21 do Depois do trabalho. Olivia apressou¨Cse para sair da Grupo Griera e voltar para casa, para abra?ar seus amores, beijar suas bochechas cheirosas, s¨® de pensar j¨¢ sentia alegria. ¨¤ noite. Daniel dirigiu at¨¦ a mans?o da fam¨ªlia Griera. Assim que desceu do carro, uma voz feminina e ra o chamou: ¡°Sr. Daniel!¡± Antes que ele pudesse se virar, a mulher de saltos altos correu at¨¦ ele, um sorriso radiante: ¡°Sr. Daniel, que coincid¨ºncia, chegamos juntos ¨¤ mans?o da fam¨ªlia Griera.¡± A mulher tinha um corte de cabelo chanel, vestia uma camisa branca e uma saia l¨¢pis preta, a camisa por dentro da saia, mostrando as pernas longas e retas, a saia terminava logo acima dos joelhos, se n?o tivesse cuidado, poderia mostrar demais. Seu rosto, que normalmente carregava uma maquiagem impec¨¢vel, estava ao natural, sem maquiagem, os olhos que pareciam grandes, agora pequenos, o nariz mais achatado, a pele do rosto, ¨¢spera e poros dtados devido ¨¤ maquiagem constante. Se n?o fosse p voz, Daniel mal reconheceria que aqu mulher era Elisa. estava ramente a tentar imitar Olivia. Mas mesmo que copiasse o visual, n?o poderia copiar a ess¨ºncia. Olivia erao um l¨ªrio ainda verde, puro apesar do lodo ao seu redor, b mesmo sem maquiagem, com uma pureza juvenil. Elisa, por outrodo, erao uma rosa pisoteada, deslumbrante maquiagem, uma herdeira rica. Sem , erao um vegetal apodrecido, dif¨ªcil de encarar. Os olhos frios de Daniel se ergueram, cheios de frieza, afastando¨Cse da mulher, caminhando para dentro da casa. Elisa, ignorada, sentiu uma pontada de desapontamento, mas logo apressou¨Cse para segui¨Clo. ¡°Daniel, voc¨º voltou, sente¨Cse, o banquete de hoje foi preparado p sua av¨®,¡± disse o Sr.Griera ao receber Daniel. Copyright by N?v/elDrama.Org. Ao ver que uma mulher seguia atr¨¢s dele, num primeiro olhar, s¨® notou o vestido da mulher, pensando que era a Olivia, o Sr.Griera franziu a testa, olhando para a mulher desagrado: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± 2/2 Cap铆tulo 405 Cap¨ªtulo 405 O velho Sr. Griera expressava seu descontentamento em cada pvra. Elisa, segurando o presente em suas m?os, levantou¨Co um pouco e disse sorrindo: ¡°Av? Griera, sou eu, Elisa. Trouxe um presente para o senhor, ¨¦ um ch¨¢ de primeira qualidade.¡± Ao ouvir que era Elisa, o semnte carrancudo do velho Sr. Griera imediatamente se suavizou. revndo um olhar gentil: ¡°Ah, ¨¦ voc¨º, Elisa. Voc¨º est¨¢ diferente de sempre, eu cheguei a pensar que¡­¡± Ele estava prestes a dizer que pensava ser a Olivia. Mas ele parou a tempo, sem terminar a frase, dando uma olhada cautelosa em Daniel antes de pegar o presente das m?os de Elisa e dizer: ¡°Voc¨º mudou tanto de estilo que eu quase n?o te reconheci. Vem, senta aqui.¡± Elisa se sentou aodo de Daniel um sorriso no rosto. Assim que se odou, Daniel se levantou e sentou aodo do av? Griera. O sorriso de Elisa congelou um pouco e suas m?os sobre a mesa se moveram levemente. Dodo esquerdo do av? Griera estava o Sergio, e dodo direito, o Daniel. Os dois mais jovens haviam tomado os lugares de destaque, e o velho Sr. Griera acabou se sentando aodo de Elisa. Antes dee?ar a refei??o, o velho Sr. Griera revelou o ponto principal do jantar em fam¨ªlia: ¡°Nossa fam¨ªlia Griera sempre seguiu a tradi??o de casamentos arranjados, obedecendo aos pais. Foi assim ¡°Av?¡­¡± Sergio tentou argumentar, chamando¨Co. Mas o velho Sr. Griera o interrompeu: ¡°Aproveitando que a Elisa est¨¢ aqui hoje, eu e o av? d hav¨ªamosbinado h¨¢ anos de arranjar um casamento entre voc¨º e o filho mais novo d. Agora ¨¦ hora de cumprir essa promessa.¡± Essas pvras, embora dirigidas a Sergio, eram na verdade para Daniel ouvir. Ao ouvir isso, Sergio n?o p?de esconder sua alegria,n?ando um olhar para Daniel. Copyright by N?v/elDrama.Org. Se seu tio iria entrar em um casamento arranjado, isso significava que ele n?o se casaria a Olivia. Ser¨¢ que ele teria uma chance ? Daniel apertou os pauzinhos que segurava. O velho Sr. Griera continuou: ¡°Daniel, sirva um prato para a Elisa. Um homem deve saber cuidar de uma mulher.¡± Num instante, Daniel colocou os pauzinhos na mesa: ¡°Estou satisfeito, podem continuar.¡± 1/2 15-32 Capitulo 405 Dito isso, ele se levantou e saiu apressadamente. ¡°Esse menino¡­¡± av? Griera suspirou levemente. O rosto do velho Sr. Griera escureceu, mas ele n?o tinhao repreender, afinal, Daniel sempre foi determinado e agora estava ¨¤ frente de seus pr¨®prios neg¨®cios, uma presen?a imponente. A fam¨ªlia n?o podia fazer muito a respeito. Olivia estava em casa, sonolenta, quando o celr tocou. pegou o telefone, ainda meio sonolenta: ¡°Al?¡­¡± ¡°Abram a porta!¡± Do outrodo da linha, veio a voz baixa e autorit¨¢ria de um homem. Era uma voz fria e incontest¨¢vel. ¡°Ah.¡± Olivia respondeu instintivamente, e de repente, seu c¨¦rebro sonolento reconheceu a voz do homem! acordou sobressaltada,o se um balde de ¨¢gua fria tivesse sido jogado sobre . Meu Deus, era o Daniel! Ele disse para abrir a porta. Ele estava dodo de fora da casa d? Como,o,o isso poderia acontecer? O que fazer, o que fazer? Cap铆tulo 406 Capitulo 406 ¡°Voc¨º tem duas op??es: uma voc¨º abre a porta duas, eu arrombo a porta.¡± Binquarto Ono hesitava, tomada pelo panico. Pelo telefone, a voz grave e gda de Daniel ecoava ao telefone. Erao se ele adhinhasse os pensamentos d. Essa vor duplicava o medo de Olha rapidamente saltou da cama: ¡°Espera, eu vou abrir a porta. Com passos apressados, Olivia caminhou at¨¦ a porta, suas m?os tremendo levemente ao segurar a ma?a, mas, no fim, teve que abri. Um homem atto e imponente estava ¨¤ porta, um rosto bonito e uma express?o austera que parecia emanar frieza. Tentando tomar a iniciative, assim que abriu a porta, disse: ¡°Sr. Griera, o que o senhor deseja? Vamos conversar fora.¡± mal deu um passo e seu pulso foi agarrado, delicado demais para uma ¨²nica m?o, a for?a do homem era grande, firme e carregada de um calor ardente, sem deixar espa?o para resist¨¨ncia. Daniel a puxou para dentro da casa. A respira??o de Olivia ficou presa, seu cora??o batendo aceleradamente. Por que Daniel viria ¨¤ casa d naquele momento? Num piscar de olhos, ao ver Daniel caminhando em dire??o ao seu quarto, o cora??o de Olivia batia ainda mais r¨¢pido, e recuou, for?ando¨Cse para tr¨¢s: ¡°Sr. Griera, deixe¨Cme preparar um cha¡­* realmente n?o queria que ele entrasse em seu quarto. Danieln?ou um olhar frio para : ¡°N?o estou sede!¡± Com essas pvras, ele a arrastou para o quarto, torcendo a ma?a e abrindo a porta. Olivia respirou fundo, o cora??o quase saltando do peito. Quando a porta se abriu, estava tudo escuro, mas Daniel encontrou o interruptor e um ¡°clique¡°, acendeu a luz do quarto. A luz suave instantaneamente iluminou todo o espa?o. This belongs ? N?velDra/ma.Org. O quarto era pequeno, uma cama no centro e duas mesinhas de cabeceira aodo. . As cobertas estavam parcialmente puxadas para tr¨¢s,o se algu¨¦m tivesse se levantado ¨¤s pressas. 1/2 15:32 Capitulo 406 Naquele momento, a cama estava vazia, mas o cobertor desarrumado e a temperatura a¨ªnda quente indicavam que uma mulher havia estado l¨¢ h¨¢ pouco tempo. Olivia, vestida em seu pijama, ainda exva o calor de quem acabara de acordar, e o suave perfume feminino que vinha d era ainda mais provocante. Daniel engoliu em seco e, levando¨Ca para o quarto, a fez sentar¨Cse na cama. Colocou suas m?os nos ombros d e a deitou na cama, seu corpo musculoso e forte sobre . Ele se inclinou para beij¨¢. A presen?a masculina forte e dominadora estava se aproximando, e Olivia perdeu o ritmo de sua respira??o, seu cora??o apertado, virou o rosto, evitando o beijo. Seus l¨¢bios ro?aram o rosto d,o uma corrente el¨¦trica, deixando o cora??o de Olivia ainda mais tenso. Nervosa, disse: ¡°Sr. Griera, eu ainda estou ferida, n?o posso¡­¡± ainda tinha um penso na cabe?a, o ferimento de uma batida n?o havia curado, e a concuss?o ainda n?o estavapletamente resolvida. Olivia temia que Daniel entrasse e descobrisse qualquer vest¨ªgio das crian?as que viveram naquele quarto. Como da ¨²ltima vez, pensou que tinha limpado todos os pertences das crian?as sem deixar rastros, mas quase foi descoberta quando um bico de mamadeira caiu no sof¨¢ e por pouco Daniel n?o viu. Naquele dia, Olivia quase teve um ataque card¨ªaco, mas felizmente conseguiu evitar o pior no ¨²ltimo momento. Desta vez, embora as crian?as n?o estivessem em casa e tivesse arrumado o quarto e a casa, ainda assim estava preocupada que algo tivesse sido esquecido, deixando vest¨ªgios da presen?a ds para Daniel encontrar. Ele era t?o perspicaz que qualquer pista sobre as crian?as certamente o levaria a suspeitar do segredo que guardava. 2/2 Cap铆tulo 407 Cap¨ªtulo 407 Na situa??o atual, n?o suportaria uma investiga??o. Quando Daniele?asse a procurar, estaria acabada. Hoje, ap¨®s deixar o trabalho e voltar para casa, descobriu que as crian?as e Teresa n?o estavam l¨¢. Ligou e descobriu que a Jimena ajudou a Teresa e as crian?as a alugarem uma nova casa; eles j¨¢ haviam mudado suas coisas para l¨¢. Depois que Olivia contou a Jimena sobre Daniel, sabia que era apenas uma quest?o de tempo at¨¦ ele descobrir a casa e a exist¨ºncia das crian?as. Assim, nos quatro dias em que Olivia esteve fora, Jimena encontrou uma nova casa para Teresa e as crian?as, e eles se mudaram. O aluguel desta casa acabava no final do m¨ºs, ent?o foi f¨¢cil transferir as coisas gradualmente. Hoje, Olivia estava saudades das crian?as, mas ao chegar, foi informada de que eles j¨¢ tinham se mudado para a nova resid¨ºncia. estava exausta, a cabe?a pesada, e preocupada que as crian?as ficassem ansiosas ao v¨º magoada, ent?o decidiu passar a noite ali. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Inesperadamente, Daniel realmente apareceu! Olivia estava apreensiva e seu cora??o batia acelerado. recusou o toque de Daniel, sentindo o h¨¢lito dele forte e levemente perfumado sandalo, inundando¨Ca um aroma dominante de testosterona que pousava sobre suas bochechas. Isso deixou Olivia a respira??o presa e a pele levemente quente. Daniel tentou beij¨¢, mas n?o conseguiu. Ele rangeu os dentes levemente, segurou seu rosto e a for?ou a olhar para ele, dizendo friamente: ¡°Voc¨º acha que pode sempre escapar fingindo estar ferida, hein?¡± Sua respira??o era dominante e perigosa, e seus olhos frios brilhavam um brilho gdo. Ele estava ramente de mau humor, at¨¦ mesmo irritado. Olivia n?o sabia o que tinha feito para irrit¨¢¨Clo e, nervosa, disse: ¡°O m¨¦dico disse que, se n?o me recuperar do traumatismo craniano, posso ficar idiota ou at¨¦ morrer¡­¡± foi interrompida quando ele selou seus l¨¢bios for?a. O aroma intenso da masculinidade de Daniel a envolveu, prando cada poro e derando que era dele! A respira??o de Olivia estava desordenada e acelerada, e foi beijada at¨¦ que se sentisse tonta e fraca. 1/2 15:32 No in¨ªcio, tentou resistir, mas ¨¤ medida que o oxig¨ºnio se esgotava e ficava zonza e fraca. No momento critico, Daniel parou subitamente e se deitou aodo d, puxando seu corpo macio para seus bra?os fortes. Ele respirou em seu pesco?o, sua respira??o era pesada, contida e queimava enquanto a segurava. Libertada, o corpo de Olivia rxou e respirou profundamente o ar fresco, sua consci¨ºncia gradualmente voltando enquanto se dava conta de que Daniel a segurava. pressentiu o perigo e tentou se distanciar. A voz rouca e sedutora de Daniel soou: ¡°N?o se mexa! Caso contr¨¢rio, n?o posso garantir o que farei com voc¨º!¡± O corpo de Olivia ficou r¨ªgido e n?o ousou se mover. Assim, foi abra?ada por ele, suas costas cdas em seu peito quente, o cora??o dele batendo forte e ritmado contra a pele de suas costas. Isso fazia seu pr¨®prio cora??o bater no mesmo ritmo, sincronizando dois cora??es que n?o estavam alinhados. Olivia estava nervosa, encostada no peito ardente do homem, seus bra?os fortes a envolvendo. O sopro quente de sua respira??o ecoava em seus ouvidos. Seu corpo, por causa da postura dominante dele, estava em um estado de submiss?o, sua pele aquecendo involuntariamente. estava nervosa e sentia um formigueiro,pletamente fora de controle. Na profundidade da noite, o abra?o pr¨®ximo, as respira??es, uma profunda e a outra suave, pareciam entr?ar¨Cse. No in¨ªcio, Olivia, inicialmente tensa, acabou adormecendo profundamente. Cap铆tulo 408 Capitulo 408 This belongs ? N?velDra/ma.Org. No dia seguinte, Olivia acordou ainda nos bra?os de Daniel estava deitada em um dos bra?os dele, enquanto o outro envolvia sua cintura, a m?o repousando suavemente sobre o seu ventre. A palma da m?o dele estava quente, emitindo um calor ¨²midoo vapor. Ele a abra?ava firmemente,o se estivesse envolvendo um pacote de arroz. Por tr¨¢s, o cheiro suave de sandalo do perfume masculino dele preenchia o ar ao redor d. A sensa??o de perigo que havia sentido no dia anterior voltou instantaneamente. Olivia se mexeu um pouco, tentando se levantar. sentiu uma dor muscr na cintura, o bra?o dele era pesado e a estava magoando. Com um franzir de sobrancelhas, segurou o bra?o de Daniel tentando cuidadosamente mov¨º¨Clo para fora de cima d. estava sendo extremamente cautelosa, mas no meio do caminho, o homem atr¨¢s d se mexeu subitamente, levantando o corpo. Olivia virou¨Cse rapidamente e encontrou os olhos sonolentos de Daniel hesitou e explicou: ¡°Amanheceu, ¨¦ hora de levantar para ir trabalhar.¡± Daniel retirou o bra?o de cima d, sentou¨Cse e esfregou a testa, uma presen?a t?o imponente que Olivia n?o ousava fazer um ¨²nico movimento. se levantou movimentos minimos e saiu do quarto, agradecendo por Daniel n?o ter dificultado as coisas. Enquanto escovava os dentes no banheiro, a alta silhueta de Daniel apareceu na porta, e o ar se tornou pesado de repente. Olivia se virou instintivamente e viu Daniel parado na entrada. Com a boca cheia de espuma, murmurou: ¡°Bom dia¡­¡± Depois disso, rapidamente enxaguou a boca, limpou a escova de dentes e colocou a escove e o copo novat¨®rio. Daniel entrou e perguntou sua voz grave: ¡°Tem uma escova de dentes nova?¡± Olivia ficou surpresa por um momento, ent?o disse rapidamente: ¡°N?o, eu vouprar uma para voc¨¨.¡± estava prestes a sair quando a voz de Daniel a parou: ¡°N?o precisa.¡± Olivia se virou e viu ele pegando a escova que acabara de usar ee?ando a escovar os dentes¡­ 1/2 Cabing 40S ficou chocada, mas tamb¨¦m incr¨¦d. Ele estava realmente usando a escova d! Isso n?o era quaseo um beijo indireto? O cora??o de Olivia bateu de repente mais r¨¢pido e colocou a m?o sobre o peito, tentando se acalmar. foi para a cozinha preparar o caf¨¦ da manh?. Enquanto se movimentava p casa, observou que as coisas que as crian?as usavam estavam bem arrumadas, quase sem deixar vest¨ªgios de que havia crian?as por ali. Assim, n?o precisava se preocupar que Daniel encontrasse alguma pista. fez um mingau de aveia r¨¢pido e serviu na mesa. Quando Daniel terminou de se arrumar, disse: ¡°Sr. Griera, o caf¨¦ est¨¢ na mesa servido.¡± Ⱥ Danieln?ou um olhar para as duas tigs deida etada e escuras sobre a mesa, um olhar profundo e indecifr¨¢vel. Vendo que ele parou, sem se aproximar, Olivia lembrou¨Cse de quando estavam em Aldeia Souza e ele disse que aida deles n?o era boa o suficiente para o seu est?mago. De repente, se sentiu apressada e disse: ¡°¨¦ s¨® o que temos em casa, se o Sr. Griera n?o gostar, eu¡­ euo sozinha¡­¡± Antes que terminasse, Daniel j¨¢ estava sentado e pegou a colher, provando o mingau. Seu gesto deixou Olivia surpresa e honrada. tamb¨¦m se sentou eeu em sil¨ºncio. Depois de terminar, levou as tigs paravar. Quando saiu da cozinha, viu Daniel ainda sentado, que se levantou e saiu quando apareceu. 2/2 Cap铆tulo 409 Capitulo 409 Olivia ficou confusa, parada no mesmo lugar sem se mover. Ao chegar na porta, Daniel olhou para tr¨¢s, ramente irritado, e disse: ¡°Vamos logo!¡± Olivia acordou rapidamente para o que ele queria dizer isso ¨C ele estava pedindo para seguir com ele. apressou¨Cse para seguir seus passos. Copyright by N?v/elDrama.Org. Daniel tinha vindo de carro na noite anterior, entrou no veiculo e deixou a porta aberta. Olivia entendeu o recado, sem hesitar, sentou¨Cse no carro. O veiculo partiu. ¡°Digo. Sr. Griera, eu liguei para o Detran e anteontem houve um acidente. O BMW que voc¨º me deu explodiu, acho que n?o tem conserto¡­¡°. Olivia disse, nervosa, tentando explicar a situa??o para Daniel. Danieln?ou um olhar profundo pelo retrovisor, sem dizer nada. Sentindo a aura fria ao redor dele. Olivia percebeu que se continuasse a fr, ele ficaria irritado. Ent?o, se calou e ficou em sil¨ºncio. O carro seguiu em dire??o ao Grupo Griera e estacionou no local reservado em frente ¨¤ empresa. Daniel saiu primeiro, e Olivia o seguiu. Naquele momento, Helena, que estava chegando de bicicleta el¨¦trica para trabalhar, viu Olivia saindo do carro de Daniel. Rapidamente, tirou seu celr, tirou uma foto e enviou para Elisa. Desde que Elisa tinha convidado todo o departamento de limpeza para um jantar e chamou Olivia para humilh¨¢, adicionou todos do departamento no WhatsApp para que informassem sobre qualquer novidade. Se a informa??o fosse ¨²til, rpensaria. Helena estava sempre ¨¤ espreita por algum furo de reportagem para trocar por dinheiro Elisa. E finalmente, sua espera rendeu frutos. Elisa recebeu a foto: Daniel estava fechando a porta do carro, de costas para a camera, sem perceber que estava sendo fotografado. E Olivia estava saindo do carro, um p¨¦ ainda para fora. O Rolls Royce preto era o carro de Daniel! Olivia veio para a empresa ele, e ainda por cima, ¨¤s nove da manh?! 1/2 15:32 Capitulo 199 O que isso significava? Que eles passaram a noite juntos, ou n?o teriam chegado ao trabalho juntos naqu manha! Daniel havia recusado na noite anterior a proposta de casamento arranjado peto Velho Sr. Griera e foi embora sem jantar. Agora estava ro: ele tinha passado a noite Olivia! Sozinhos, homem e mulher juntos durante toda a noite, n?o era preciso muito para imaginar o que poderia ter acontecido. Elisa ficou furiosa, lembrando¨Cse deo se vestiu modestamente e sem maquiagem, tentando imitar Olivia na noite anterior, apenas para receber o desprezo e at¨¦ desd¨¦m a de Daniel. A raiva de Elisa erao uma torrente incontrol¨¢vel. Essa caipira, Olivia, ousou engan¨¢! Fez que passasse vergonha diante de Daniel e que ele preferisse passar a noite Olivia! Maldita Olivia! faria que Olivia se arrependesse amargamente! Elisa, estava t?o furiosa que seu peito subia e descia. Num instante, enviou a foto para o velho Sr. Griera, panhada de uma mensagem. ¡¾Sr. Daniel e essa mulher chegaram juntos ao trabalho, ser¨¢ que est?o morando juntos?] Olivia estava em seu escrit¨®rio organizando a agenda de Daniel para os pr¨®ximos dias. Bruno entrou e disse a : ¡°Hoje de manh? ¨¦ a final do Concurso Alimentar, o Sr. Griera ¨¦ o juiz chefe e agora est¨¢ na hora de sair. Voc¨º tamb¨¦m deve ir.¡± O que isso significava? Daniel iria para o local do Concurso Alimentar? Sua filha Iria n?o estava na final do Concurso Alimentar hoje? Daniel sendo o juiz principal, n?o significaria que Iria teria de enfrent¨¢¨Clo pessoalmente? Ao pensar nisso, Olivia ficou extremamente nervosa. deu um sorriso for?ado e disse: ¡°Assistente Bruno, voc¨º panhando o Sr. Griera j¨¢ est¨¢ bom, n¨¦? Ainda tenho muito trabalho para terminar¡­¡± 2/2 Cap铆tulo 410 Cap¨ªtulo 410 Aodo do Sr. Griera, participar do Festival Gastron?mico era o seu trabalho. ¡°O resto pode esperar,¡± disse Bruno. O resto do trabalho pode ser adiado.¡± Olivia ficou sem pvras. Eta tinha pensado em arranjar uma desculpa para se esquivar, mas Bruno j¨¢ tinha ido embora. Sentia que n?o estava indo para um concurso gastron?mico, mas sim para a guilhotina. foi e, ao ser vista por Iria, a menina certamente ficaria radiante em cham¨¢ de m?e. Daniel tamb¨¦m estava l¨¢ e, ao ouvir uma menininha chamando¨Ca de m?e, certeza iria querer saber de tudo. O segredo que tanto se esfor?ava para esconder seria exposto. N?o ousava imaginar as consequ¨ºncias dessa rev??o¡­ Mas se decidisse n?o ir, estaria negligenciando as suas responsabilidades, descontentando Daniel e levantando suspeitas sobre . Se elee?asse a suspeitar e investigasse, o segredo que tanto queria esconder n?o poderia ser mantido. estava entre a espada e a parede. Depois de pensar muito, Olivia decidiu ir. Pelo menos, se estivesse l¨¢, poderia tentar remediar a situa??o imprevista. Se n?o fosse, tudo ficaria fora de controle. A final do Festival Gastron?mico aconteceu ao ar livre, na Pra?a dos Tempos Modernos. Havia muita gente, os assentos estavam cheios de espectadores e os funcion¨¢rios estavam ocupados. Os participantes daspeti??es j¨¢ estavam nos bastidores aguardando. Aproveitando que Daniel estava na s de descanso tomando um ch¨¢, Olivia foi at¨¦ l¨¢. Entre os adultospetindo, Iria era a ¨²nica crian?a, menos de cinco anos de idade, destacando¨Cse facilmente. Sua pequena figura estava sentada em uma cadeira, a cabe?a baixa,endo batata frita, Jimena ao seudo. Hoje, era Jimena quem panhava Iria napeti??o. Olivia se aproximou rapidamente e tocou suavemente no ombro de Jimena: ¡°Jimena.¡® Jimena se virou, viu¨Ca e seus olhos brilharam. ¡°Olivia, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± ¡°Mam?e!¡± Iria se virou e, ao ver Olivia, mostrou um sorriso doce e alegre. ¡°Olivia, o que aconteceu voc¨º?¡± No segundo seguinte, Jimena notou o penso na cabe?a de Olivia e perguntou preocupada. Iria tamb¨¦m fez beicinho, preocupada: ¡°Mam?e, voc¨º se magoou? Est¨¢ doendo?¡± 1/2 15:33 Olivia estava nervosa, preocupada o momento em que tria e Daniel se encontrassem durante a competi??o. teria que estar no palco, atendendo a Daniel. tinha algo importante para dizer a Iria e a Jimena, e pouco tempo para contar sobre seus ¨²ltimos dias. Simplificou a explica??o: ¡°Foi um pequeno acidente de carro, nada s¨¦rio.¡± Olivia as levou para a s de ch¨¢, onde havia menos gente e ospetidores n?o estavam presentes. Disse a Jimena e a Iria: ¡°Como nossa empresa ¨¦ uma das investidoras do Festival Gastron¨°mico e nosso chefe ¨¦ um dos ju¨ªzes finais, eu estarei aodo dele. Iria, quando me vir, n?o fique curiosa e n?o me chame de m?e, pois as pessoas podem pensar que voc¨º teve vantagem nos bastidores. Voc¨º est¨¢ aqui por seu pr¨®prio m¨¦rito e eu n?o quero que ningu¨¦m te entenda mal.¡± Era realmente o que Olivia pensava. Copyright by N?v/elDrama.Org. O mundo virtual atual era muito perigoso. Se Iria a chamasse de m?e em p¨²blico, algumas pessoas poderiam explorar isso e seria rotda de favorecimento injusto. Ser alvo de cyberbullying seria ainda pior. E mais ainda para uma crian?a t?o pequena. Como m?e, queria apoiar os interesses de seus filhos e tamb¨¦m pensar na seguran?a deles. ¨¦ ro que havia outra raz?o: evitar que Daniel descobrisse que Iria era sua filha. Assim, poderia continuar a ter seus quatro filhos e viver feliz eles. Iria, embora pequena, era muitopreensiva. Entendeu o que Olivia disse e concordou obedientemente. Cap铆tulo 411 Cap¨ªtulo 410 Aodo do Sr. Griera, participar do Festival Gastron?mico era o seu trabalho. ¡°O resto pode esperar,¡± disse Bruno. O resto do trabalho pode ser adiado.¡± Olivia ficou sem pvras. Eta tinha pensado em arranjar uma desculpa para se esquivar, mas Bruno j¨¢ tinha ido embora. Sentia que n?o estava indo para um concurso gastron?mico, mas sim para a guilhotina. foi e, ao ser vista por Iria, a menina certamente ficaria radiante em cham¨¢ de m?e. Daniel tamb¨¦m estava l¨¢ e, ao ouvir uma menininha chamando¨Ca de m?e, certeza iria querer saber de tudo. O segredo que tanto se esfor?ava para esconder seria exposto. N?o ousava imaginar as consequ¨ºncias dessa rev??o¡­ This belongs ? N?velDra/ma.Org. Mas se decidisse n?o ir, estaria negligenciando as suas responsabilidades, descontentando Daniel e levantando suspeitas sobre . Se elee?asse a suspeitar e investigasse, o segredo que tanto queria esconder n?o poderia ser mantido. estava entre a espada e a parede. Depois de pensar muito, Olivia decidiu ir. Pelo menos, se estivesse l¨¢, poderia tentar remediar a situa??o imprevista. Se n?o fosse, tudo ficaria fora de controle. A final do Festival Gastron?mico aconteceu ao ar livre, na Pra?a dos Tempos Modernos. Havia muita gente, os assentos estavam cheios de espectadores e os funcion¨¢rios estavam ocupados. Os participantes daspeti??es j¨¢ estavam nos bastidores aguardando. Aproveitando que Daniel estava na s de descanso tomando um ch¨¢, Olivia foi at¨¦ l¨¢. Entre os adultospetindo, Iria era a ¨²nica crian?a, menos de cinco anos de idade, destacando¨Cse facilmente. Sua pequena figura estava sentada em uma cadeira, a cabe?a baixa,endo batata frita, Jimena ao seudo. Hoje, era Jimena quem panhava Iria napeti??o. Olivia se aproximou rapidamente e tocou suavemente no ombro de Jimena: ¡°Jimena.¡® Jimena se virou, viu¨Ca e seus olhos brilharam. ¡°Olivia, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± ¡°Mam?e!¡± Iria se virou e, ao ver Olivia, mostrou um sorriso doce e alegre. ¡°Olivia, o que aconteceu voc¨º?¡± No segundo seguinte, Jimena notou o penso na cabe?a de Olivia e perguntou preocupada. Iria tamb¨¦m fez beicinho, preocupada: ¡°Mam?e, voc¨º se magoou? Est¨¢ doendo?¡± 1/2 15:33 Olivia estava nervosa, preocupada o momento em que tria e Daniel se encontrassem durante a competi??o. teria que estar no palco, atendendo a Daniel. tinha algo importante para dizer a Iria e a Jimena, e pouco tempo para contar sobre seus ¨²ltimos dias. Simplificou a explica??o: ¡°Foi um pequeno acidente de carro, nada s¨¦rio.¡± Olivia as levou para a s de ch¨¢, onde havia menos gente e ospetidores n?o estavam presentes. Disse a Jimena e a Iria: ¡°Como nossa empresa ¨¦ uma das investidoras do Festival Gastron¨°mico e nosso chefe ¨¦ um dos ju¨ªzes finais, eu estarei aodo dele. Iria, quando me vir, n?o fique curiosa e n?o me chame de m?e, pois as pessoas podem pensar que voc¨º teve vantagem nos bastidores. Voc¨º est¨¢ aqui por seu pr¨®prio m¨¦rito e eu n?o quero que ningu¨¦m te entenda mal.¡± Era realmente o que Olivia pensava. O mundo virtual atual era muito perigoso. Se Iria a chamasse de m?e em p¨²blico, algumas pessoas poderiam explorar isso e seria rotda de favorecimento injusto. Ser alvo de cyberbullying seria ainda pior. E mais ainda para uma crian?a t?o pequena. Como m?e, queria apoiar os interesses de seus filhos e tamb¨¦m pensar na seguran?a deles. ¨¦ ro que havia outra raz?o: evitar que Daniel descobrisse que Iria era sua filha. Assim, poderia continuar a ter seus quatro filhos e viver feliz eles. Iria, embora pequena, era muitopreensiva. Entendeu o que Olivia disse e concordou obedientemente. Cap铆tulo 412 Cap¨ªtulo 412 Depois de Iria ter terminado de degustar das delicias, chegou a hora dos jurados darem as notas. Os jurados ergueram as cas de pontua??o, unanimemente deram, dez perfeito! Haviam dez jurados presentes, e nove deles deram a nota dez para Iria, mas Daniel ainda n?o tinha se manifestado. Os olhos de Iria se voltaram para Daniel, aguardando a pontua??o, No mesmo instante, os olhares de Daniel tamb¨¦m encontraram os d, Olivia, ao ver que os outros nove jurados ham dado nota dez para Ir¨ªa, sentiu uma onda de alegria por , mas o que mais importava era a pontua??o final de Daniel, olhava ansiosa e nervosa para Daniel, e ao virar¨Cse, viu que ele e Iria estavam se olhando. Entre as sobrancelhas de Iria, havia um reflexo de Daniel, olhando para ele de maneira doce e encantadora, enquanto ele, a observava um olhar que era ao mesmo tempo inquisitivo e carregado de uma luz intensa. Ao ver essa cena, Olivia sentiu o cora??o d pr, assustada, Seria que Daniel havia descoberto algo? Conforme o tempo passava, Iria e Daniel continuavam se olhando,o se fossem uns velhos conhecidos trocando sauda??es silenciosas. O cora??o de Olivia apertava cada vez mais. Enquanto seu cora??o batia t?o forte que quase n?o conseguia suportar, Ir¨ªa exibiu um sorriso largo, suas covinhas nas bochechas se aprofundando, e a luz do sol dan?ando em seus olhos puros e brilhantes, tornando seu sorriso t?o radiante e inocente quanto uma flor. Daniel captou precis?o aquele sorriso. Os olhos profundos estremeceram levemente, e em seu cora??o, erao se uma flor se desabrochasse, tocado por aquele sorriso, seu cora??o sombrio e fechado parecia iluminado por luz. Daniel desviou o olhar, escreveu a pontua??o de Iria na ca do jurado e a ergueu para que todos pudessem ver. ¡°Dez pontos!¡± Ao ver a nota na ca, exma??es surgiram da teia. O cora??o de Olivia saltou, transformando o medo anterior em empolga??o, e quase se juntou ¨¤ teia em suas exma??es. respirou fundo, segurando o grito que j¨¢ estava na sua garganta. 1/2 15:33 Capitulo 412 Cap¨ªtulo 412 Depois de Iria ter terminado de degustar das del¨ªcias, chegou a hora dos jurados darem as notas. Os jurados ergueram as cas de pontua??o, unanimemente deram, dez perfeito! Haviam dez jurados presentes, e nove deles deram a nota dez para Iria, mas Daniel ainda n?o tinha se manifestado. Os olhos de Iria se voltaram para Daniel, aguardando a pontua??o. No mesmo instante, os olhares de Daniel tamb¨¦m encontraram os d. Olivia, ao ver que os outros nove jurados haviam dado nota dez para Iria, sentiu uma onda de alegria por , mas o que mais importava era a pontua??o final de Daniel. olhava ansiosa e nervosa para Daniel, e ao virar¨Cse, viu que ele e Iria estavam se olhando. Entre as sobrancelhas de Iria, havia um reflexo de Daniel, olhando para ele de maneira doce e encantadora, enquanto ele, a observava um olhar que era ao mesmo tempo inquisitivo e carregado de uma luz intensa. Ao ver essa cena, Olivia sentiu o cora??o d pr, assustada. Seria que Daniel havia descoberto algo? Conforme o tempo passava, Iria e Daniel continuavam se olhando,o se fossem uns velhos conhecidos trocando sauda??es silenciosas. O cora??o de Olivia apertava cada vez mais. Enquanto seu cora??o batia t?o forte que quase n?o conseguia suportar, Iria exibiu um sorriso largo, suas covinhas nas bochechas se aprofundando, e a luz do sol dan?ando em seus olhos puros e brilhantes, tornando seu sorriso t?o radiante e inocente quanto uma flor. Daniel captou precis?o aquele sorriso. Os olhos profundos estremeceram levemente, e em seu cora??o, erao se uma flor se desabrochasse, tocado por aquele sorriso, seu cora??o sombrio e fechado parecia iluminado por luz. Daniel desviou o olhar, escreveu a pontua??o de Iria na ca do jurado e a ergueu para que todos pudessem ver. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. ¡°Dez pontos!¡± Ao ver a nota na ca, exma??es surgiram da teia. O cora??o de Olivia saltou, transformando o medo anterior em empolga??o, e quase se juntou ¨¤ teia em suas exma??es. respirou fundo, segurando o grito que j¨¢ estava na sua garganta. 1/2 15:34 Capitulo 412 precisava ser discreta agora, n?o era hora de se exaltar demais. ¡°Ai, Iria, minha pequena joia, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel!¡± Jimena, assistindo da teia, se levantou emocionada, gritando animada para Iria. O sorriso de Iria se tornou ainda mais esplendido e belo, os olhos brilhavam ao sorrir, as sobrancelhas inocentes transbordando ternura,o uma ador¨¢vel bolinha de carinho, derretendo os cora??es. O apresentador tamb¨¦m perdeu apostura, aproximou¨Cse de Iria o microfone e anunciou alto e bom som: ¡°Parab¨¦ns ¨¤ Iria Santos, por fazer o imposs¨ªvel no Concurso Gastron?mico! Esta ¨¦ a primeira vez na hist¨®ria do Concurso Gastron?mico que temos uma candidata nota m¨¢xima! Parab¨¦ns por conquistar o t¨ªtulo!¡± O apresentador se agachou, ficando ¨¤ altura dos olhos de Iria, e perguntou: ¡°Pequena Iria, agora que voc¨º ganhou, podepartilhar connoscoo se sente?¡± Ap¨®s a pergunta, ele passou o microfone para Iria. Iria n?o mostrou timidez nenhuma, disse: ¡°Estou muito feliz, obrigada ¨¤ minha m?e por tudo que fez por mim.¡± Essas pvras oficiais foram ensinadas por Jimena, que estava na teia. se lembrava ramente, sem errar uma letra. O apresentador sorriu e respondeu: ¡°Nossa a pequena Iria tamb¨¦m ama muito a m?e, uma crian?a grata que reconhece tudo que a m?e fez por . E o pai, tem algo que gostaria de agradecer a ele?¡± apresentador sabiao animar o ambiente essa pergunta dirigida a Iria. Iria n?o reagiu de forma especial ¨¤ pergunta, mas Olivia, que estava atr¨¢s de Daniel, sentiu seu cora??o, que havia se acalmado, apertar¨Cse rapidamente novamente. As m?os que pendiam aodo do corpo apertaram inconscientemente as cal?as. Jimena, que at¨¦ ent?o audia alegremente, parou de repente ao ouvir a pergunta do apresentador, e o humor foi imediatamente tomado p tens?o.. ??? Cap铆tulo 413 Cap¨ªtulo 413 n?ou um olhar preocupado em dire??o ao palco onde Olivia estava e depois, nervosamente, voltou¨Cse para Iria, sem sabero responderia. Sobre a quest?o do pai, n?o havia instru¨ªdo Iria sobre o que dizer; nem sequer havia sido mencionado. O pai de Iria estava ali mesmo, no evento, sendo o jurado, o homem a presen?a marcante, Daniel! Daniel ainda n?o sabia que Iria era sua filha. Por que o apresentador teria feito uma pergunta t?o provocadora assim? Jimena juntou as m?os, rezando para que tudo corresse bem. Enquanto todos aguardavam ansiosos p resposta. A voz infantil de Iria soou, doce e triste, e tamb¨¦m carregada de uma ligeira tristeza e m¨¢goa: ¡°Meu pai morreu¡­¡± Um sil¨ºncio tomou conta do local. Olivia estava chocada; nunca imaginou que Iria fosse responder daqu maneira. Jimena tamb¨¦m ficou paralisada, surpreendida a resposta de Iria. O p¨²blico olhava para Iria cheio de simpatia. Daniel franziu ligeiramente o cenho. Depois de um segundo de hesita??o, o apresentador sorriu, tentando suavizar a situa??o: ¡°N?o se preocupe, seu pai deve estar feliz a filha linda que deixou neste mundo.¡± O microfone ainda estava pr¨®ximo ¨¤ boca de Iria. Iria bn?ou a cabe?a, dizendo: ¡°Eu nunca vi meu pai, n?o seio ele era. Meu pai morreu no mar.¡± Olivia ficou em sil¨ºncio. n?ou um olhar discreto para Daniel, sentindo um frio por dentro. Jimena, por outrodo, n?o conseguiu conter a risada, percebendo que foi muito ¨®bvia, rapidamente cobriu a boca para que ningu¨¦m a visse sorrindo. O rosto de Daniel tornou¨Cse ligeiramente sombrio, seus olhos prantes fixos em Iria. O apresentadora ficou ainda mais constrangido, pois a pergunta havia trazido ¨¤ tona um evento triste da fam¨ªlia e havia deixado a atmosfera do local ainda mais pesada, quaseo se houvesse um momento de luto. Maso um bom apresentador, ele sabia mudar o clima e logo desviou o assunto: ¡°Nossa 15:34 Capitulo 413 Iria ¨¦ realmente uma menina ador¨¢vel epreensiva, uma filhinha de m?e solteira que ganhou o nosso Concurso Alimentar e recebeu um grande pr¨¦mio em dinheiro, Vamos agora realizar a entrega do pr¨ºmio ¨¤ pequena Ir¨ªa.¡± O encarregado de entregar o pr¨¦mio era Daniel. Ele segurava a medalha j¨¢ preparada e um cheque simb¨®lico de duzentos mil, aproximando de Iria. Iria teve que olhar para cima para poder ver seu rosto do Daniel devido a diferen?a de estatura. Daniel parou diante de Iria, um olhando para cima, o outro para baixo, e seus olhares se encontraram mais uma vez. This belongs ? N?velDra/ma.Org. Olivia observava a cena de longe, sentindo uma mistura de emo??es, l¨¢grimase?ando a se formar nos olhos. Era a primeira vez que Iria estava t?o pr¨®xima de Daniel, e ainda n?o sabia que ele era o pai que tanto desejava conhecer. Naquele momento, o cora??o de Olivia estava repleto de do?ura amarga. Ent?o, Daniel se agachou para diminuir a distancia entre eles, e cuidadosamente colocou a medalha no pesco?o de Iria, que cborou se aproximando para facilitar a tarefa. Quando a menina se aproximou, um cheiro doce e suave de leite invadiu o ar. Esse aroma aconchegante aqueceu o cora??o de Daniel. Ele at¨¦ sentiu que havia algo familiar nesse cheiro de leite. ¡°Tio, eu te conhe?o¡°, de repente, a voz infantil de Iria soou. Olivia, que estava triste por sua filha n?o poder reconhecer o pai, ficou tensa ao ouvir suas pvras. 2/2 Cap铆tulo 414 Cap¨ªtulo 414 Iriaentou que conhecia o Daniel? O que isso significaria? Olivia n?o p?de evitar lembrar¨Cse de quando Heitor e Joel a questionaram se o Daniel do Grupo Griera era o pai deles. Nessa ¨¦poca, ainda n?o sabia que Daniel era o verdadeiro pai dos meninos, ent?o negou. Ser¨¢ que os meninos tinham descoberto algo para fazerem tal pergunta? Iria tamb¨¦m suspeitava que Daniel fosse o pai,o Heitor e Joel? E j¨¢ fva que conhecia Daniel, seria que iria confrontar ele ali mesmo para perguntar nesse mesmo momento? O cora??o de Oliviae?ou a bater descontrdamente. Quando pensou que Daniel ficaria chateado, viu¨Co levantar a m?o e acariciar suavemente a cabe?a de Iria, uma voz grave e magn¨¦tica: ¡°Voc¨º ¨¦ incr¨ªvel.¡± Daniel n?o era muito chegado em crian?as, mas essa menina, ele n?o demonstrava rejei??o nenhuma, at¨¦ achava ador¨¢vel, de uma forma que despertava um afeto inexplic¨¢vel no seu cora??o. Na ¨²ltima vez que a viu na V Souza, e numa outra ocasi?o, estava no meio da rua pegando uma b e quase foi atropda pelo carro. era filha da melhor amiga de Olivia, ent?o n?o era estranho que aparecesse na V Souza.Copyright by N?v/elDrama.Org. Depois de receber o elogio de Daniel, Iria ficou radiante, mais feliz do que se tivesse ganhado um campeonato, e sorriu brilhandoo uma flor: ¡°Isso mesmo, tio, voc¨º tamb¨¦m ¨¦ incr¨ªvel!¡± Daniel mais uma vez passou a m?o gentilmente por seu cabelo e levantou¨Cse, enquanto o fot¨®grafo os clicavam as camaras. Terminada a sess?o de fotos, Daniel voltou ao seu lugar no j¨²ri. O apresentador fez um resumo do Concurso Gastron?mico, e o evento chegou ao fim sucesso. Jimena subiu ao palco e levou Iria embora de l¨¢. ¡°Minha querida, voc¨º foi demais, ganhou um pr¨ºmio de duzentos mil reais!¡± Jimena estava radiante e orgulhosa da Iria. Olivia olhou para tr¨¢s, um sorriso brotou em seus l¨¢bios e ent?o saiu do local do evento Daniel. Daniel chegou ao carro e entrou. Olivia, ficou de longe, esperando que ele partisse primeiro para depois chamar um t¨¢xi de volta ¨¤ empresa. 1/2 15:34 Capitulo 414 Os olhos de Daniel transmitiam uma press?o imensa enquanto ele a olhava: ¡°Quer que eu te carregue at¨¦ o carro?¡± Surpresa, Olivia rapidamente entrou no ve¨ªculo. No carro, Bruno dirigia na frente, enquanto Olivia e Daniel sentavam¨Cse no banco traseiro. A presen?a e a press?o de Daniel ao seudo faziam que Olivia respirasse devagar. se sentou ereta, sem se atrever a se mover, temendo irritar ele e enfrentar consequ¨ºncias inimagin¨¢veis. Logo chegaram ao Grupo Griera. Daniel saiu primeiro do carro e Olivia o seguiu, entrando no elevador e subindo at¨¦ o ¨²ltimo andar. Olivia estava pronta para voltar ao seu escrit¨®rio de secret¨¢ria, mas Bruno disse: ¡°Secret¨¢ria Souza, venha ao escrit¨®rio do presidente para fazermos o bn?o do Concurso Gastron?mico.¡± ¡°Certo,¡± respondeu Olivia, mudando de dire??o para seguir Daniel e Bruno para o escrit¨®rio. Assim que entraram, foram recebidos por uma atmosfera de seriedade. O velho Sr. Griera, vestindo um terno azul, estava sentado no sof¨¢ da ¨¢rea de descanso do escrit¨®rio, os olhos agu?ados voltados para eles. Olivia sentiu o olhar severo e opinativo dele, e parou, dizendo: ¡°Sr. Griera, vou cuidar de outras tarefas e depois volto para apresentar o resumo do Concurso Gastron?mico.¡± estava prestes a sair quando o velho Sr. Griera disse: ¡°Fique, o Bruno, pode ir cuidar dos seus deveres.¡± Bruno assentiu e deixou o escrit¨®rio. ¡°Secret¨¢ria Souza, venha sentar¨Cse aqui¡°, disse o Velho Sr. Griera. Cap铆tulo 415 Cap¨ªtulo 415 Olivia hesitou por um instante, o corpo tenso, caminhou em dire??o ao canto mais afastado, contornando o sof¨¢ a inten??o de se sentar ali. Quando passou por Daniel, o pulso foi subitamente agarrado. A palma da m?o do homem calejada, a for?a vigorosa, a palma quente. Segurando Olivia, o cora??o d involuntariamente estremeceu, e olhou para tr¨¢s. O olhar prante dele encontrou o d por um momento, e, sem discuss?o, ele a puxou para sentar¨Cse ao seudo, envolvendo sua cintura um bra?o. O gesto era sugestivo. Olivia se assustou, lutando brevemente, mas a for?a de Daniel era incontest¨¢vel. Percebendo a resist¨ºncia, a m?o firme de Daniel segurou sua cintura delicada, fazendo sentar comportadamente aodo. ¡°V?, o que o senhor quer?¡± Daniel tomou a iniciativa, questionando Eduardo Griera. Eduardon?ou um olhar para os dois, notando o bra?o de Daniel em volta da cintura de Olivia, um gesto que sugeria que eles talvez fossem amantes, al¨¦m do dom¨ªnio possessivo do homem sobre a mulher. Ele sabia que Daniel estava fazendo aquilo de prop¨®sito. ¡°Sobre Elisa¡­¡± ¡°Esse neg¨®cio de casamento arranjado, eu n?o quero mais fr¡± disse Daniel. O velho Sr. Griera olhou profundamente para Daniel, o olhar passando rapidamente p m?o que segurava na cintura de Olivia: ¡°Ontem ¨¤ noite, soube pelo F¨¢bio que voc¨º n?o voltou para a casa.¡± ¡°V?, parece que o senhor est¨¢ tempo livre demais. Pedi para o Bruno reservar passagens para o senhor viajar para o exterior, rxar um pouco,¡± disse Daniel, servindo uma x¨ªcara de ch¨¢ para Eduardo. Cada frase n?o respondia diretamente ao que ele dizia, mas todas recusavam suas pvras. Ele n?o entraria em nenhum casamento arranjado, muito menos Elisa. O que aconteceu na noite anterior, o fato de ele n?o ter voltado para casa, era assunto dele. Daniel j¨¢ tinha trinta anos, era adulto e respons¨¢vel ps pr¨®prias a??es. Ele sabia que os av¨®s se preocupavam ele, mas ele n?o era mais uma crian?a. O velho Sr. Griera respirou fundo, entendendo o recado de Daniel. Mas o velho Sr. Griera sentia¨Cse desconfort¨¢vel isso. Copyright by N?v/elDrama.Org. 1/2 15-34 Capitulo 415 Ele pegou na x¨ªcara de ch¨¢ e a esvaziou de um gole, seu olhar incisivo passou por Olivia, e ele se levantou para sair. Olivia sentiuo se tivesse sido esfaqueada pelo olhar dele. O desprezo evidente do velho Sr. Griera por era t?o ro quanto descarado. Olivia retirou a m?o de Daniel e se levantou, se afastando alguns passos para criar distancia entre eles. Com um tom estritamente profissional, disse: ¡°Sr. Griera, o Concurso Gastron?mico terminou sucesso, tanto os jurados quanto o p¨²blico foram justos os participantes. A emissora tamb¨¦m est¨¢ satisfeita a audi¨ºncia do evento, e esse investimento foi lucrativo.¡± Daniel percebeu a atitude distante e indiferente, e levantou os olhos sombrios para : ¡°Voc¨º est¨¢ feliz?¡± Olivia hesitou, sem entender o que ele quis dizer. O sucesso do Concurso Gastron?mico tinha a ver a felicidade d? Ser¨¢ que ele havia percebido algo? Insegura, Olivia respondeu: ¡°ro que estou feliz p empresa, ¨¦ mais um investimento bern¨C sucedido.¡± O canto da boca de Daniel se levantou, revndo um sorriso frio e ir?nico: ¡°A filha da sua melhor amiga ganhou o campeonato e levou o pr¨ºmio, e o Gabriel conseguiu finalizar um projeto e foi promovido. Duas vit¨®rias uma s¨® tacada, ro que voc¨º estaria feliz.¡± Cap铆tulo 416 Cap¨ªtulo 416 Olivia ficou at?nita por um momento, as pvras dele eram carregadas de sarcasmo e desprezo. At¨¦ , que n?o era das mais espertas, entendeu o que ele queria dizer aquilo. Ele a desprezava, assimo Eduardo! Acreditava que estava se aproveitando da posi??o para obter vantagens pessoais! O cora??o de Olivia parecia ter sido pisado no ch?o. De repente, se lembrou de quando Daniel a perguntou se valia a pena investir no Concurso Gastron?mico. afirmou que sim, e prontamente assinou o contrato. Naquele momento, ele j¨¢ devia estar pensando que estava querendo se aproveitar! A filha da amiga ganhou o campeonato, e Gabriel foi promovido por isso! Ele achava que esses eram benef¨ªcios para ? Olivia apertou os punhos, e uma atitude agressiva disse para Daniel: ¡°Sr. Griera, Iria ganhou o campeonato por pr¨®prio m¨¦rito! Isso ¨¦ algo que todos viram os pr¨®prios olhos. Mesmo que voc¨º n?o tivesse investido no Concurso Gastron?mico, teria ganhado. Foi o talento e a habilidade d, n?o um favor meu! Quanto ao Gabriel, aquele canalha, para mim ele ¨¦ um estranho, n?o me importo nem um pouco se ele ¨¦ promovido ou n?o!¡± Olivia estava firme e o tom de voz revva a irrita??o. sempre foi submissa e temerosa diante de Daniel. Essa foi a primeira vez que se exaltava na frente dele. Ele poderia ter todos os mal¨Centendidos sobre , mas questionar a habilidade de Iria e insinuar que a vit¨®ria d tivesse sido injusta era demais! n?o conseguiu mais se conter. Daniel a olhou surpreso a rea??o explosiva d. ¡°Entenda bem quem voc¨º est¨¢ fndo¡°, disse Daniel num tom frio. ¡°Eu sei muito bem! Sr. Griera, n?o pense que s¨® porque voc¨º ¨¦ o chefe, pode contrr todos ao seu redor. Eu aguentei quando voc¨º usou minha recusa para evitar o casamento arranjado que seu av? nejou para voc¨º. Mas voc¨º n?o deveria dizer que o Concurso Gastron?mico ¨¦ pra meu benef¨ªcio pessoal! Passei o dia em p¨¦, estou cansada. Sr. Griera, continue ocupado, eu me vou embora.¡± Olivia saiu do escrit¨®rio sufocando a raiva que sentia, e saiu apressadamente. Daniel a observou um olhar profundo e frio. 1/2 15:34 Capitulo 416 sentiu a press?o imensa e o frio que se espalhava pelo ar, sabendo que qualquer hesita??o revria o panico dentro d. De volta ao seu escrit¨®rio d, as pernas d fraquejaram e se sentou na cadeira, suando por todo o corpo. se surpreendeu por ter tido a aud¨¢cia de confrontar Daniel na cara dele. estava t?o oprimida que n?o podia mais se conter; se n?o reagisse, ficaria deprimida. Mas se tivesse que fazer isso de novo, acha que n?o teria coragem de enfrentar Daniel assim denovo. Naquele momento, estava muito irritada; pois, foi ele mesmo quem deu a Iria a nota m¨¢xima, e observou seus pr¨®prios olhos o talento d. Mas ainda assim ele insistia que o sucesso de Iria era devido ao favoritismo d. Isso n?o podia tolerar! ¨¤ tarde, depois do trabalho. Original content from N?velDrama.Org. Olivia n?o perdeu tempo e saiu assim que o expediente terminou. tinha tudo ro: a partir de ent?o, sairia no hor¨¢rio. Se Daniel n?o gostasse, que a demitisse. at¨¦ preferia que ele a mandasse embora. Era estranho, antes ele estava disposto a pagar cem mil para demitir , e poucos dias depois a trouxe de volta para o Grupo Griera, ainda na mesma posi??o de secret¨¢ria. Cap铆tulo 417 Cap¨ªtulo 417 S¨® posso dizer que quem tem dinheiro faz o que quer. Olivia pegou um t¨¢xi e voltou para a nova casa que Jimena havia alugado para a fam¨ªlia deles. Era uma resid¨ºncia na Comunidade Lej¨¢, uma v de casas geminadas. Moravam no sexto andar, j¨¢ que sem elevador o aluguel das unidades mais altas era mais em conta. Assim que chegou ¨¤ Comunidade Lej¨¢, Olivia n?o perdeu tempo e correu para casa. H¨¢ dois dias n?o via os filhos e a saudade era imensa. Queria beijar eles, sentir o cheiro doce da infancia, estava tanta saudade que lhe provocava coceiras no cora??o. Subindo os degraus at¨¦ o sexto andar, Olivia percebeu que n?o tinha a chave da nova casa, e bateu na porta. ¡°J¨¢ vai!¡± De dentro, veio a voz de Jimena. Parada na porta, Olivia esperou um pouco at¨¦ que esta se abriu. Com um sorriso no rosto, Jimena disse: ¡°Olha quem finalmente chegou, a pessoa mais ocupada! Estamosemorando, ¨¦ o anivers¨¢rio da Iria, ganhou o campeonato, merece uma festa.¡± ¡°Ah, certeza merece.¡± Olivia concordou a cabe?a, entrando de forma ansiosa. Viu os quatro reunidos ao redor da mesa, onde havia um bolo e as crian?as se esfor?avam para colocar as vs. Olivia apressou¨Cse em sua dire??o: ¡°Meus amores, cheguei.¡± ¡°Mam?e!¡± Exmaram as crian?as. ¡°Ao v¨º, os olhos dos pequenos brilharam de alegria, e eles esqueceram o bolo correndo em sua dire??o. Olivia se agachou e reuniu os quatro em seus bra?os: ¡°Mam?e sentiu tanto a falta de voc¨ºs. Muah, muah, muah, muah¡­¡± ¡°Mam?e, eu te vi hoje.¡± Iria disse um sorriso, havia visto a m?e durante apeti??o. ¡°Ai ¨¦?¡± ¡°Hum, eu fui ¨¤ esc hoje e n?o te vi, mam?e.¡± In¨ºs falou tristeza. ¡°Eu tamb¨¦m n?o.¡± Joel acrescentou. ¡°Mam?e, o que aconteceu a sua cabe?a?¡± Heitor, o mais observador, notou a bandagem na testa de Olivia e perguntou preocupado. 1/2 15:34 Capitulo 417 ¡°Mam?e se machucou? D¨®i muito? Deixa o Joel assoprar para passar.¡± Joel tamb¨¦m percebeu e, na ponta dos p¨¦s, soprou carinhosamente na testa d. ¡°O qu¨º, Olivia, voc¨º se machucou?¡± Teresa saiu apressada da cozinha ao ouvir a not¨ªcia e viu a bandagem na testa de Olivia, que parecia ter uma les?o s¨¦ria. Imediatamente o cora??o apertado, mas repreens?es na boca, Teresa disse: ¡°Como voc¨º se deixou se machucar assim? Se voc¨º n?o estiver bem, o que faremos, eu e as crian?as? Voc¨º tem que se cuidar melhor por n¨®s tamb¨¦m!¡± Diante das rema??es da m?e, Olivia assentiu repetidamente: ¡°Eu sei, m?e, eu vou me cuidar melhor, foi s¨® um acidente.¡± ¡°Que tipo de acidente?¡± Teresa perguntou. ¡°Um acidente de transito.¡± Olivia respondeu. Ao ouvir sobre o acidente de transito, Teresa quase desmaiou de susto. ¡°Tem a ver o Daniel?¡± Teresa perguntou nervosa. Heitor e Joel tamb¨¦m olharam ansiosos para Olivia, os olhos inocentes dos pequenos estavam s¨¦rios e preocupados. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Rapidamente, Olivia acariciou o bra?o de Teresa, tranquilizando¨Ca: ¡°M?e, eu estou bem, ¨¦ s¨® um corte pequenino, n?o ¨¦ nada s¨¦rio, n?o precisa ficar assim.¡± ¡°Olivia, voc¨º chama concuss?o de corte pequeno? Se n?o cuidar direito de uma concuss?o, pode ficar com sequs graves, at¨¦ perder a vida.¡± Jimena interveio. ¡°Esse seu chefe n?o tem cora??o, te faz trabalhar mesmo machucada.¡± Jimena remou. ¡°O qu¨º, concuss?o?¡± O cora??o de Teresa apertou ainda mais, e ficou muito preocupada. Cap铆tulo 418 Cap¨ªtulo 418 ¡°Rxa, m?e, j¨¢ passou, t¨¢ tudo bem.¡± Olivia se aproximou de Teresa e acariciou as costas d suavemente, tentando a acalmar. Teresa sabia muito bem que Olivia s¨® estava fingindo ser forte para que n?o se preocupasse tanto. Teresa levantou a m?o, enxugou os olhos h¨²midos e disse: ¡°T¨¢ bom, o importante ¨¦ que voc¨º est¨¢ bem. Da pr¨®xima vez, seja mais cuidadosa e n?o se machuque.¡± Depois das pvras, se levantou e foi para a cozinha, seu vulto se desvanecendo na solid?o. Mesmo sabendo que a filha estava fingindo ser forte, o que mais poderia fazer? A fam¨ªlia toda dependia de Olivia, mesmo que se preocupasse, poderia realmente ajudar em alguma outra coisa? Esse sentimento de impot¨ºncia era muito pesado. Olivia observou a figura velhinha de Teresa e se sentiu mal. Se pudesse ser maispetente e forte, n?o teria que fazer sua m?e sofrer e se preocupar tanto. ¡°Olivia, vai ficar tudo bem.¡± Jimena colocou o bra?o em volta dos ombros d, apertou o ombro fr¨¢gil e sorriu, consndo . tinha dito aqus pvras para defender Olivia. Mas ao ver a express?o de derrota de Teresa, Jimena de repente entendeu o motivo de Olivia n?o fr sobre os problemas d. Era para n?o preocupar a fam¨ªlia, pois ningu¨¦m poderia resolver as dificuldades, apenas aumentariam as preocupa??es. At¨¦ Jimena, sentia o mesmo. Apesar de querer defender Olivia, n?o podia mudar nada. Original content from N?velDrama.Org. A preocupa??o excessiva ds s¨® colocava mais press?o ainda em Olivia. Olivia se virou e agradeceu Jimena um olhar. Agradeceu pelo consolo, e tamb¨¦m acreditava que tudo ficaria bem. O clima na casa estava um pouco sombrio, e Heitor e Joel, que esperavam que Olivia contasse a verdade sobre o ferimento, n?o obtiveram resposta. Os dois trocaram olhares Heitor: ¡°M?e foi maltratada pelo Daniel.¡± Joel: ¡°¨¦.¡± Heitor: ¡°Coitada da m?e, um ferimento t?o s¨¦rio e ainda trabalhando.¡± 1/2 15:34 Capitulo 418 Joel: ¡°Pois ¨¦, coitada da m?e.¡± Heitor: ¡°Deve ter sido porque a m?e quebrou um antiqu¨¢rio de um bilh?o do Daniel (?), ele fez isso de prop¨®sito.¡± Joel: ¡°¨¦.¡± Heitor: ¡°Precisamos achar uma forma de pagar esses bilh?es, assim ningu¨¦m mais vai maltratar a m?e.¡± Joel: ¡°Vamos pensar em algo!¡± Depois de trocarem olhares c¨²mplices, eles acenaram firmemente a cabe?a um para o outro. ¡°Chega, vamos parar de fr dessas coisas tristes. Hoje a Iria ¨¦ a campe?, vamos todosemorar!¡± Jimena elevou a voz, tentando animar o ambiente. Olivia sorriu e disse: ¡°¨¦ isso a¨ª, a nossa Iria ¨¦ a melhor. Hoje cada um deve cantar uma m¨²sica para .¡± ¡°Eue?o!¡± In¨ºs levantou a m?o animada. ¡°Vou cantar uma!¡± A voz infantil e fofa de In¨ºs soou. e?ou a cantar entusiasmo, embora as pvras n?o estivessem muito ras, a melodia estava correta. Isso fez Olivia rir carinhosamente, e at¨¦ Jimena se curvou de tanto rir. s trocaram olhares, sorrindo. In¨ºs terminou rapidamente. Olivia e Jimenae?aram a audir imediatamente. ¡°In¨ºs, voc¨º ¨¦ demais, cantou muito bem.¡± disse Olivia. Jimena tamb¨¦m concordou: ¡°¨¦, ficou muito bom!¡± ¡°Sim, ficou bom.¡± Iria concordou satisfa??o, bn?ando a cabe?a. Cap铆tulo 419 Cap¨ªtulo 419 ¡°Tamb¨¦m quero cantar para a Iria,¡± se ofereceu Joel, erguendo a m?o entusiasmo. ¡°Beleza, vamos ouvir o Joel ent?o,¡± Jimena assumiu o papel de apresentadora. Joel cantou uma. Depois da apresenta??o, Joel olhou para cima seus olhinhos brilhando: ¡°Todo mundo na minha s sabe cantar essa m¨²sica, e tamb¨¦m sabem dan?ar .¡± Olivia e Jimena nunca tinham ouvido essa can??o e trocaram um olhar surpreso. s estavam por fora das novidades? As crian?as de quatro anos da pr¨¦¨Cesc j¨¢ conheciam os hits do momento? ¡°Que legal, Joel cantou muito bem,¡± Olivia se recuperou ee?ou a audir. Nesse momento, Teresa chegou aida e a colocou na mesa, ainda uma express?o um pouco sombria, dizendo: ¡°Vamos jantar.¡± ¡®Isso, vamoser agora e depois tem bolo,¡± sugeriu Olivia. Todos se sentaram ¨¤ mesa e logo acabaram aida. Olivia levantou o polegar, elogiando: ¡°M?e, suaida est¨¢ cada vez melhor, muito deliciosa, bem melhor que de restaurante.¡± Teresan?ou¨Clhe um olhar ir?nico e disse: ¡°Deixa de ser um puxa¨Csaco.¡± Apesar de seuent¨¢rio, um sorriso involunt¨¢rio apareceu em seus l¨¢bios enquanto se levantava para recolher os pratos. Depois da refei??o, todos se reuniram para cantar uma m¨²sica de celebra??o para Iria, maso n?o conseguiram escolher uma s¨®, decidiram cantar ¡®Parab¨¦ns pra Voc¨º¡®. Todos cantavam e batiam palmas ritmadamente. Iria,o a aniversariante, estava sentada na frente do bolo, sorrindo enquanto recebia a can??o de felicita??es. Quando a m¨²sica terminou, Iria tentou soprar as vs, mas n?o conseguiu logo na primeira tentativa. Na segunda, todos a ajudaram a soprar. A chama da v vacilou e, finalmente, se apagou. Olivia cortou o bolo e distribuiu as fatias, e a fam¨ªlia se deliciou a sobremesa em pura alegria. Iria, que adoravaer, n?o conseguia se contrr diante de doces, mesmo estando cheia. Com suas m?ozinhas gorduchas, pegava grandes colheradas de bolo e as levava ¨¤ boca. 15:35 ED FOOL COM CROs por toda a parte, parecendo um gatinho foto e ador¨¢vel. OPVA COM O COPa??o dentado, pecou um euardanapo e limpou a boca da pequena: ¡°Coma dean, et vai thar nada de rood¡± Decos de linger Ina, Clivia viu que ¨¦s tamb¨¦m estava todambuzada de creme e limpou o resto d com outro cuerdo Smbora da mesma n?o tivesseido um peda?o sequer do bolo, so de ver as crian?asendo com tanto prazer, sentia uma docura que do cora??o ¨¤s paps gustativas. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Estar as crian?as era seu momento de maior felicidade e alegria. Decos co jartur, Jimena foi para casa. Olvia brincou um pouco mais as crian?as antes de se juntar a Teresa para dar banho Dda na cama. Olivia contou historias antes de dormir. Teresa abriu a porta e viu as crian?as se aconchegando perto de Olivia, ouvindo atentamente es histories cheres decendentes e ador¨¢veis. Olive, a voz doce e envolvente, estava imersa em amor. A cena era t?o aconchegante e curativa que aqueceu o cora??o de Teresa, que os olhos mardos, apegou a luz, fechou a porta e foi dormir no quarto dodo. Logo. Olivia conseguiu fazer as crian?as adormecerem. Se se leventou para tomar banho e, assim que terminou o celr tocou na mesinha da s. Bre Sergio Icando. Com uma leve franziu na testa, atendeu. ¡°Quero te ver, disse Sergio de forma direta pelo telefone. 15:35 Capitulo 419 ficou creme por toda a parte, parecendo um gatinho fofo e ador¨¢vel. Olivia, o cora??o derretendo, pegou um guardanapo e limpou a boca da pequena: ¡°Coma devagar, ningu¨¦m vai tirar nada de voc¨º.¡± Depois de limpar Iria, Olivia viu que In¨ºs tamb¨¦m estava todambuzada de creme e limpou o rosto d outro guardanapo. Embora mesma n?o tivesseido um peda?o sequer do bolo, s¨® de ver as crian?asendo com tanto prazer, sentia uma do?ura que ia do cora??o ¨¤s paps gustativas. Estar as crian?as era seu momento de maior felicidade e alegria. Depois do jantar, Jimena foi para casa. Olivia brincou um pouco mais as crian?as antes de se juntar a Teresa para dar banho neles. Deitada na cama, Olivia contou hist¨®rias antes de dormir. Teresa abriu a porta e viu as crian?as se aconchegando perto de Olivia, ouvindo atentamente as hist¨®rias olhares dependentes e ador¨¢veis. Olivia, a voz doce e envolvente, estava imersa em amor. A cena era t?o aconchegante e curativa que aqueceu o cora??o de Teresa, que os olhos marejados, apagou a luz, fechou a porta e foi dormir no quarto dodo. Logo, Olivia conseguiu fazer as crian?as adormecerem. se levantou para tomar banho e, assim que terminou, o celr tocou na mesinha da s. Era S¨¦rgio ligando. Com uma leve franziu na testa, atendeu. ¡°Quero te ver,¡± disse S¨¦rgio de forma direta pelo telefone. Cap铆tulo 420 Cap¨ªtulo 420 Ele pegou Olivia de surpresa suas pvras, despertando n um sentimento de inquieta??o. n?o respondeu diretamente, perguntando: ¡°Voc¨º cuidou dos ferimentos?¡± Naquele dia no hospital, ele estava o rosto arranhado e mancando, mas se recusava a tratar seus machucados. Alguns dias se passaram, e n?o sabia se ele tinha cuidado dos ferimentos ou n?o. ¡°Se voc¨º vier me encontrar, vai ver,¡± disse S¨¦rgio. Olivia falou: ¡°Eu j¨¢ vou dormir, se n?o tem mais nada, vou desligar.¡± ¡°Se voc¨º n?o sair, eu vou ligar para o Daniel e brigar ele. Quem ganhar fica o direito de estar com voc¨º. Pode ter certeza que eu lutarei minha vida,¡± a voz de S¨¦rgio estava muito tensa, s¨¦ria e urgente, n?o era um impulso passageiro, nem uma amea?a. Ele estava disposto a arriscar a vida p chance de estar . O cora??o de Olivia apertou, uma dor aguda e fina. Naquele dia, S¨¦rgio dirigindo o carro em chamas, aquele jeito louco e sem medo da morte, estava ro na sua mente. acreditava plenamente que ele poderia arriscar sua vida por algo assim. E ainda mais, por , para lutar contra Daniel. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Qualquer que fosse o resultado, quem sofreria mais seria . Daniel n?o a deixaria em paz. Olivia disse ¨¤s pressas: ¡°S¨¦rgio, n?o fa?a nenhuma besteira.¡± ¡°Se voc¨º n?o quer que eu fa?a besteira, ent?o saia. Eu estou esperando em baixo do seu pr¨¦dio,¡± derou S¨¦rgio. Em baixo do pr¨¦dio? O antigo condom¨ªnio, ro! Esse condom¨ªnio ficava a tr¨ºs paradas de ?nibus do lugar onde morava. Mas se n?o fosse, S¨¦rgio realmente poderia fazer algo louco. Olivia disse: ¡°Espere um pouco, estou tomando banho. Quando terminar, eu des?o.¡± Depois de desligar o telefone, Olivia rapidamente vestiu roupas para sair, pegou nas chaves e a bolsa, e desceu apressadamente, pegando um t¨¢xi para o antigo condom¨ªnio. fez quest?o de pedir ao motorista do t¨¢xi para parar na entrada dos fundos do condom¨ªnio. 1/2 15:35 Capitulo 420 Descendo do carro, entrou no condom¨ªnio e contornou o pr¨¦dio pelo fundo. L¨¢ em baixo, havia um Bentley preto estacionado, e um homem encostado nele, vestindo um agasalho preto e branco, corpo esguio, cabelo castanho¨Cro, rosto normalmente alegre e suave, agora coberto por ataduras, parecendo um tanto desdo. Era S¨¦rgio. Olivia apressou o passo na dire??o dele. S¨¦rgio olhava fixamente para a escada do pr¨¦dio, mas de repente viu Olivia se aproximando pelodo, usando um vestido longo na cor creme, cabelos negros e h¨²midos sobre os ombros, rosto oval e p¨¢lido emanando um brilho h¨²mido, pura e lindamenteo uma estudante do ensino m¨¦dio. Os olhos de S¨¦rgio brilharam por um momento, olhando para profundo afeto e dor. ¡°Como voc¨º veio daqueledo?¡± perguntou S¨¦rgio. Olivia desviou o olhar ligeiramente, respondendo: ¡°Eu sa¨ª pelo port?o dos fundos. O que voc¨¦ quer comigo?¡± Enquanto fva, Olivia estava meio inquieta, olhando ao redor. Ao ver as ataduras m¨¦dicas no rosto dele, soube que ele tinha cuidado dos ferimentos. Isso a tranquilizou. S¨¦rgio segurou nos ombros d, finos e fr¨¢geis, olhando para seriedade e preocupa??o: ¡°Voc¨º n?o se recuperou da ferida na testa e j¨¢ est¨¢vando o cabelo. E se entrar ¨¢gua e infecionar?¡± s¨® percebeu ao se aproximar que o curativo na testa tinha sido removido, e a ferida, uma crosta vermelha e fresca, estava parcialmente coberta por cabelos. S¨¦rgio sentiu uma pontada de dor no cora??o. Eles estavam t?o pr¨®ximos que podia sentir o cheiro dele. Era um aroma familiar e profundamente enraizado, aquele cheiro que inva tantas vezes enquanto ele a abra?ava, confortada e satisfeita. Olivia ficou nervosa, ainda mais inquieta, deu um passo para tr¨¢s para evitar o toque e disse: ¡°J¨¢ cicatrizou, e eu fui cuidadosa aovar o cabelo, n?o vai entrar ¨¢gua.¡± 212 Cap铆tulo 421 Cap¨ªtulo 421 estava h¨¢ v¨¢rios dias semvar os cabelos, e a cabe?a co?ava insuportavelmente. N?o se conteve e acabouvando. ¡°Como est¨¢ a concuss?o? Melhorou?¡± S¨¦rgio, recuando das costas que segurava, sentiu um vazio nas m?os e o cora??o tamb¨¦m esvaziou um pouco. Ele tentou suprimir a pr¨®pria dor enquanto perguntava preocupa??o. ¡°Estou bem, alguns dias de descanso vai passar.¡± Olivia disse: ¡°Se n?o tem mais nada, eu vou.¡± estava prestes a se virar. ¡°Vem jantarigo.¡± S¨¦rgio disse, uma voz firme, n?o parecendo pedir sua opini?o. Olivia respondeu: ¡°Eu j¨¢ jantei.¡± ¡°Mas isso foi o jantar, agora pode ser umnchinho da noite.¡± Disse ele, abrindo a porta do carro, aguardando entrar. As sobrancelhas de Olivia se franziram: ¡°N?o estou mais fome.¡± ¡°Ent?o eu vou atr¨¢s do Daniel!¡± S¨¦rgio derou, uma postura decidida e s¨¦ria. ¡°Voc¨º¡­¡± Olivia ficou sem f, sem op??o, entrou no carro. Original content from N?velDrama.Org. S¨¦rgio dirigiu. Logo chegaram a um restaurante, um ambiente elegante. Eles se sentaram perto da jan. A vista para o jardim artificial era encantadora, um chafariz esguichando ¨¢gua no centro. ¨¢rvores verdes e flores coloridas embelezavam o lugar, a n¨¦voa do chafariz pairava pelo ar, criando um clima romantico e et¨¦reo. O gar?om trouxe o bife, que parecia delicioso e exndo um aroma tentador. Se estivesse fome, certamente seria uma del¨ªcia. Mas realmente j¨¢ estava satisfeita, tinhaido muito no jantar e ainda por cima tinhaido bolo, n?o tinha mais espa?o para nada. S¨¦rgio lhe passou a faca e o garfo: ¡°Vamoser.¡± ¡°N?o estou fome,e voc¨º.¡± Olivia respondeu. sabia que n?o tinha mais volta S¨¦rgio, eer ali, naquele lugar romantico ¨¤ noite, parecia um encontro, o que a deixava desconfort¨¢vel. A express?o de S¨¦rgio escureceu: ¡°Agora voc¨º nem quer jantarigo? Se fosse o Daniel, 1/2 15:41 Capitulo 421 voc¨º estaria feliz?¡± ¡°Eu realmente n?o estou fome,i muito antes. N?o importa quem fosse.¡± ¡°N?o me importo seu passado o Daniel, eu ainda te amo. Se voc¨º quiser, podemos fugir pra longe de todo esse tumulto.¡± S¨¦rgio n?o pegou os talheres, olhando a intensamente uma mistura de seriedade e paix?o. Ele a tinha chamado para fr justamente sobre isso. Naqu vida, alem de Olivia, ele n?o amaria mais ningu¨¦m. Olivia ficou at?nita suas pvras. Lembrando¨Cse daqu vez que S¨¦rgio foi ¨¤ sua casa de surpresa e , ao perceber que Gabriel era o culpado p morte dos pais de Daniel, correu para fugir, mas foi pega no gra por Daniel. Foi levada de volta ¨¤ V Serenidade e Daniel a puniu severamente, a ponto de n?o conseguir sair da cama. foi confinada por quatro dias, quase morrendo de fome. O medo tomou conta de Olivia, um pavor verdadeiro. S¨® de ser mal¨Centendida por Daniel, j¨¢ havia sido torturada quase at¨¦ a morte. Se realmente fugisse S¨¦rgio, provavelmente Daniel a destruiria. Olivia, ansiosa e nervosa, disse: ¡°S¨¦rgio,o voc¨º pode pensar em algo assim? Eu j¨¢ te disse v¨¢rias vezes, existem muitas mulheres que gostam de voc¨º, voc¨º merece algo melhor na vida, n?o desperdice seu tempoigo.¡± Cap¨ªtulo 422 Cap铆tulo 422 Cap¨ªtulo 422 Ao terminar de fr, Olivia se preparou para se levantar e ir embora, mas S¨¦rgio agarrou a m?o d. A palma de sua m?o estava levemente suada, uma temperatura escaldante. Assustada, Olivia instintivamente puxou a m?o de volta e disse emo??o: ¡°S¨¦rgio, eu j¨¢ te disse ramente, se voc¨º teve algum mal¨Centendido por causa daquele dia em que eu parei o carro, posso te dizer agora. N?o foi para te salvar, mas porque a Vania ligou pedindo ajuda, foi por isso que eu te impedi. Al¨¦m disso, eram duas vidas em jogo, eu teria feito o mesmo por um estranho qualquer, n?o foi porque era voc¨º!¡± Olivia estava agitada, seus olhos ros brilhavam intensamente, fixos nele. queria que ele se desiludisse. Daniel j¨¢ havia deixado tudo ro. Desde aqu noite, cinco anos atr¨¢s, eles j¨¢ n?o tinham mais possibilidade. Ele dormiu Vania, e a inoc¨ºncia d foi levada por Daniel. Desde ent?o, e S¨¦rgio estavam destinados a ser duas linhas parals, que nunca se cruzariam. esperava mais que ele pudesse seguir em frente ee?ar uma nova vida. Que ele se apaixonasse por outra mulher, que houvesse outra que o amasse puramente, que ele pudesse casar e ter filhos a mulher certa, vivendo felizes para sempre. Se ele continuasse preso ao passado , s¨® iria prejudicar. Olivia falou firmeza, decis?o e, em meio ¨¤ irrita??o, havia um tra?o de panico. tamb¨¦m tinha medo, medo de lembrar do passado e mostrar alguma fraqueza, causando um mal¨C entendido em S¨¦rgio e dando¨Clhe falsas esperan?as. Ao ouvir as pvras desapaixonadas de Olivia, o cora??o de S¨¦rgio doeu intensamente. Ele pensou que, enquanto houvesse amor no cora??o de Olivia por ele, ele poderia superar qualquer dificuldade, mesmo que tivesse que trair o mundo inteiro para ficar . O que ele mais temia era que Olivia realmente n?o tivesse mais nenhum sentimento por ele. n?o o amar era o maior de seus tormentos. agora dizia que teria feito o mesmo por um estranho, n?o porque era ele. Essas pvras tiraram toda a esperan?a de seu cora??oo se arrancassem a ferida, uma dor cortante. A m?o de S¨¦rgio, que estava sobre a mesa, apertou¨Cse em um punho, sua express?o era de 1/2 Cap¨ªtulo 422 extrema dor. Sob a luz do lustre de cristal do hotel, o brilho deslumbrante do diamante no pesco?o de Olivia feria os seus olhos. Seu olhar fixou¨Cse no pingente de nuvem cheio de diamantes no pesco?o. Ele franziu a testa e perguntou: ¡°Esse cr, quem te deu pra voc¨º?¡± Olivia olhou para baixo, para o pingente do cr, e naquele momento, os diamantes incrustados ao redor da nuvem brilhavam intensamente, muito deslumbrantes. Olivia olhou apenas uma vez e sentiu seus olhos picarem. disse: ¡°Euprei sozinha, tem algum problema isso?¡± ¡°Esse cr vale milh?es, voc¨º tem certeza de que foi voc¨º quemprou?¡± S¨¦rgio levantou os olhos, um olhar de dor profunda.. Olivia arregalou os olhos surpresa. O qu¨º? Esse cr vale milh?es? T?o caro? ¡°Deve ter sido o Daniel que te deu.¡± S¨¦rgio disse, seu olhar eraplexo, fixo em Olivia, formndo uma afirmativa. Olivia ficou um pouco constrangida, seu olhar desviou por um instante, mas depois encarou seus olhos e disse: ¡°Sim, foi o Daniel que me deu, ent?o, por favor, n?o perca mais seu tempoigo.¡± ainda n?o tinha terminado de fr quando ele pegou na m?o e, em seguida, um frio na pele. Olivia olhou e viu que uma pulseira de jade havia sido colocada em seu pulso. A jade era transl¨²cida, verde e polida, ramente de alta qualidade e valiosa. Copyright by N?v/elDrama.Org. Olivia hesitou por um momento, apressando¨Cse em tirar a pulseira: ¡°Pra qu¨º voc¨º est¨¢ me dando isso?¡± Cap¨ªtulo 423 Cap铆tulo 423 Cap¨ªtulo 423 S¨¦rgio segurou na m?o d firmeza e, sem dar espa?o para mais discuss?es, disse: ¡°Coloque sim um presente meu. N?o tire.¡± Ele n?o s¨® segurou na m?o d, mas tamb¨¦m o bracelete que estava n, impedindo de o remover. O gesto parecia muito carinhoso,o se fossem de um casal de namorados segurando as m?os um do outro, trocando juramentos de amor, num toque de intimidade. Ol¨ªvia estava prestes a recusar, quando de repente uma luz chamou a aten??o d. levantou a cabe?a rapidamente em dire??o ¨¤ fonte do brilho e viu uma mulher o celr apontado na dire??o deles, que logo depois de tirar a foto escondeu o celr. Aqu mulher, vestida grifes da cabe?a aos p¨¦s era Elisa! Ol¨ªvia ficou rmada, levantou de imediato e foi em dire??o a Elisa, fndo seriamente: ¡°Apague essa foto, agora mesmo!¡± Elisa escondeu o celr atr¨¢s de si e disse: ¡°Qual foto? N?o sei do que voc¨º est¨¢ fndo.¡± Vendo a Elisa se fazendo de sonsa, Ol¨ªvia tentou tomar o celr da m?o de Elisa: ¡°Eu vi que voc¨º acabou de tirar nossa foto, apague!¡± ¡°Qual ¨¦ mulher, querendo arrancar minhas coisas em p¨²blico? J¨¢ disse que n?o tirei foto nenhuma,¡± Elisa se esquivou para odo. O celr, escondido atr¨¢s d, foi logo arrancado por algu¨¦m. Elisa se virou rapidamente e viu que S¨¦rgio tinha tomado o celr. tentou pegar de volta. S¨¦rgio ergueu o celr, se aproveitando de sua altura, Elisa n?o pode alcan?ar. , disse furiosa: ¡°S¨¦rgio, o que isso significa? Voc¨º est¨¢ tendo um caso Ol¨ªvia e tem medo de ser descoberto? O que t¨ºm a esconder que tanto temem ser descobertos?¡± Original content from N?velDrama.Org. ¡°Cale a boca!¡± S¨¦rgio respondeu um olhar severo. Elisa n?o temia Ol¨ªvia, mas tinha um certo receio de S¨¦rgio. S¨¦rgio deletou a foto e jogou o celr de volta para Elisa, avisando: ¡°N?o se meta nos meus assuntos, n?o tenho nada haver voc¨º! Se eu descobrir que voc¨º est¨¢ aprontando ps minhas costas, n?o vou te perdoar!¡± Depois de ouvir a amea?a de S¨¦rgio, Elisa pegou no celr e indignada, virou a boca dedo, dizendo: ¡°Nem sei o que veem de t?o especial na Ol¨ªvia, todo mundo a protegendo!¡± Dito isso, saiu pisoteando forte e irritada. Ol¨ªvia suspirou aliviada, virou¨Cse para S¨¦rgio e disse: ¡°Eu vou embora, estou exausta e preciso descansar.¡± 1/2 15:41 Cap¨ªtulo 423 S¨¦rgio sabia que tinha sofrido uma concuss?o e precisava de repouso, por isso n?o insistiu mais: ¡°Eu te levo para casa.¡± ¡°N?o precisa, eu pego um t¨¢xi,¡± disse, ee?ou a tirar o bracelete para devolver. S¨¦rgio, um tom firme, disse: ¡°Deixe o bracelete, n?o tire! Se n?o, eu mesmo te levo para casa!¡± Ol¨ªvia hesitou e disse: ¡°Voc¨º pode jantar, eu j¨¢ estou indo.¡± desistiu de tirar o bracelete e saiu a passosrgos. Ol¨ªvia estava realmente exausta. Pegou um t¨¢xi e voltou para a Comunidade Lej¨¢. Ao entrar, respirou fundo, abriu a porta do quarto das crian?as, sentiu o cheiro adocicado do leite e seu cora??o cansado instantaneamente se encheu de energia. Estava prestes a entrar no quarto. O celr tocou novamente, pensou que fosse S¨¦rgio e se preparou para desligar irritada, mas ao ver, era Daniel! Vendo o nome fez seu cora??o d disparar. Com os dedos tremendo, deslizou para atender: ¡°Al??¡± ¡°Des?a.¡± Descer? Ele estava onde, no pr¨¦dio onde morava antes? Ol¨ªvia ficou tensa e nervosa. Cap铆tulo 424 Cap¨ªtulo 424 Daniel n?o sabia que tinha se mudado; certamente, ele estava esperando no mesmo pr¨¦dio de antes. ¡°Senhor Griera, estou indo dormir, podemos fr pelo telefone?¡± Disse Olivia tentando evitar o encontro. ¡°Eu subo ou voc¨º desce, pode escolher!¡± Daniel ressoou. ¡°Eu desco, mas voc¨º vai ter que esperar um pouco, estou no banho, levo uns trinta minutos para sair.¡± Olivia entrou em panico. Se Daniel subisse, descobriria que n?o estava em casa. S¨® de pensar na cena que se seguiria, sentia cfrios na espinha. Durante o dia, j¨¢ o tinha confrontado, e se o irritasse novamente, n?o acabaria bem para . Logo depois de Olivia terminar de fr, ele desligou o telefone. mal tinha colocado um p¨¦ para dentro de casa quando teve que sair correndo de volta para as escadas. Quando estava prestes a descer, percebeu que ainda estava usando a pulseira de jade que S¨¦rgio a ofereceu. Voltou correndo para casa, tirou a pulseira e a guardou numa gaveta do arm¨¢rio perto da entrada. Da¨ª, saiu correndo sem olhar para tr¨¢s. J¨¢ passava das dez da noite, e o bairro onde morava, apesar de antigo, n?o era muito movimentado; poucos carros passavam naqu hora. esperou um bom tempo na cal?ada, mas nenhum t¨¢xi aparecia. Olivia olhou no celr; faziam oito minutos desde que Daniel tinha ligado, e nenhum t¨¢xi ¨¤ vista. O que faria ent?o? Por sorte, um t¨¢xi apareceu enquanto estava ansiosa. entrou no carro e pediu ao motorista para ir r¨¢pido at¨¦ o endere?o do antigo pr¨¦dio onde morava. Enquanto isso, Daniel estava sentado em seu carro, estacionado em frente ao antigo pr¨¦dio de Olivia. Depois de esperar por dez minutos sem v¨º, ele sacou o celr e ativou o GPS, vendo um pequeno ponto vermelho a um quil?metro de distancia, se aproximando rapidamente. 1/2 Content (C) N?v/elDra/ma.Org. 15-11 Cap¨ªtulo 424 Ele fixou o olhar na t do celr, observando o ponto vermelho se movendo em sua dire??o. Olivia, assimo antes, pediu ao motorista para parar na entrada dos fundos do pr¨¦dio, criando a ilus?o de que acabava de descer do apartamento. Do port?o dos fundos ao pr¨¦dio onde morava, havia uma certa distancia, e Olivia, sem querer fazer Daniel esperar, correu naqu dire??o. Correndo por tr¨¢s do pr¨¦dio at¨¦ a frente, viu um Rolls¨CRoyce preto sob a luz de um poste. Era o carro de Daniel. Olivia se apressou na dire??o do carro, e atrav¨¦s da jan, viu Daniel sentado no banco de tr¨¢s o rosto frioo gelo. O cora??o d parou, e sua respira??o tornou¨Cse opressiva. respirou fundo v¨¢rias vezes para se acalmar ap¨®s a corrida. Levantou a m?o, hesitante, e bateu na porta do carro. ¡°Clique¡°, a porta se abriu. 15:41 2/2 Cap铆tulo 425 Cap¨ªtulo 424 Daniel n?o sabia que tinha se mudado; certamente, ele estava esperando no mesmo pr¨¦dio de antes. ¡°Senhor Griera, estou indo dormir, podemos fr pelo telefone?¡± Disse Olivia tentando evitar o encontro. ¡°Eu subo ou voc¨º desce, pode escolher!¡± Daniel ressoou. ¡°Eu desco, mas voc¨º vai ter que esperar um pouco, estou no banho, levo uns trinta minutos para sair.¡± Olivia entrou em panico. Se Daniel subisse, descobriria que n?o estava em casa. S¨® de pensar na cena que se seguiria, sentia cfrios na espinha. Durante o dia, j¨¢ o tinha confrontado, e se o irritasse novamente, n?o acabaria bem para . Logo depois de Olivia terminar de fr, ele desligou o telefone. mal tinha colocado um p¨¦ para dentro de casa quando teve que sair correndo de volta para as escadas. Quando estava prestes a descer, percebeu que ainda estava usando a pulseira de jade que S¨¦rgio a ofereceu. Voltou correndo para casa, tirou a pulseira e a guardou numa gaveta do arm¨¢rio perto da entrada. Da¨ª, saiu correndo sem olhar para tr¨¢s. J¨¢ passava das dez da noite, e o bairro onde morava, apesar de antigo, n?o era muito movimentado; poucos carros passavam naqu hora. esperou um bom tempo na cal?ada, mas nenhum t¨¢xi aparecia. Olivia olhou no celr; faziam oito minutos desde que Daniel tinha ligado, e nenhum t¨¢xi ¨¤ vista. O que faria ent?o? Por sorte, um t¨¢xi apareceu enquanto estava ansiosa. entrou no carro e pediu ao motorista para ir r¨¢pido at¨¦ o endere?o do antigo pr¨¦dio onde morava. Enquanto isso, Daniel estava sentado em seu carro, estacionado em frente ao antigo pr¨¦dio de Olivia. Depois de esperar por dez minutos sem v¨º, ele sacou o celr e ativou o GPS, vendo um pequeno ponto vermelho a um quil?metro de distancia, se aproximando rapidamente. 1/2 15-11 Cap¨ªtulo 424 Ele fixou o olhar na t do celr, observando o ponto vermelho se movendo em sua dire??o. Olivia, assimo antes, pediu ao motorista para parar na entrada dos fundos do pr¨¦dio, criando a ilus?o de que acabava de descer do apartamento. Do port?o dos fundos ao pr¨¦dio onde morava, havia uma certa distancia, e Olivia, sem querer fazer Daniel esperar, correu naqu dire??o. Correndo por tr¨¢s do pr¨¦dio at¨¦ a frente, viu um Rolls¨CRoyce preto sob a luz de um poste. Era o carro de Daniel. Olivia se apressou na dire??o do carro, e atrav¨¦s da jan, viu Daniel sentado no banco de tr¨¢s o rosto frioo gelo. O cora??o d parou, e sua respira??o tornou¨Cse opressiva. respirou fundo v¨¢rias vezes para se acalmar ap¨®s a corrida. Levantou a m?o, hesitante, e bateu na porta do carro. ¡°Clique¡°, a porta se abriu. Copyright by N?v/elDrama.Org. 15:41 2/2 Cap铆tulo 426 Cap¨ªtulo 426 Ao ouvir a voz de Jimena, Olivia fez um esfor?o tremendo para conter o panico que crescia dentro d e disse a Jimena: ¡°Jimena, surgiu um contratempo e eu preciso voltar pra casa, ent?o hoje n?o vou pernoitar mais a¨ª voc¨º. Se amanh? de manh? voc¨º acordar e eu n?o estiver a¨ª n?o se assuste, t¨¢?¡± Assim que terminou de fr, Olivian?ou um olhar involunt¨¢rio em dire??o a Daniel. Seu olhar intenso e ressor estava fixo n. Aquele brilho frio erao uma lamina invis¨ªvel encostada em seu pesco?o, provocando pavor. O cora??o d batia descontrdamente. Olivia conseguiu ouvir as pr¨®prias batidas aceleradas do cora??o,o se estivessem prestes a romper seu peito. Original content from N?velDrama.Org. Os olhos escuros de Daniel mantinham¨Cse fixos n, a sensa??o de opress?o aumentava cada vez mais. Quando estava prestes a se desesperar, a voz de Jimena soou atrav¨¦s do celr: ¡°Ah, j¨¢ estava caindo no sono, porqu¨º voc¨º precisa voltar t?o tarde? Aconteceu algo ou fui eu que n?o te recebi direito?¡± Ao ouvir isso, Olivia sentiu um al¨ªvio s¨²bito, agradecendo ¨¤ sua amiga de cora??o. Ainda bem que haviapartilhado toda a hist¨®ria Daniel e Jimena. Gra?as a essa cumplicidade, estavam seguras naquele momento crucial. ¡°N?o, n?o ¨¦ nada disso, percebi que esqueci de trazer a roupa do trabalho de amanh?, at¨¦ pra tomar banho tive que pegar emprestado um vestido seu. Pra evitar correria amanh?, resolvi voltar hoje mesmo¡°, disse Olivia, mantendo a encena??o. ¡°Ent?o t¨¢ bom, depois te chamo de novo pra vir aqui em casa¡°, respondeu Jimena. ¡°Beleza, voc¨º pode voltar a dormir, at¨¦ mais¡­¡± Dito isso, Olivia desligou o celr primeiro. Com um olhar triunfante, se virou para Daniel: ¡°Viu s¨®, eu n?o estava mentindo¡°. mal havia terminado de fr quando sentiu a m?o de Daniel apoiar na nuca d, for?ando¨Ca a se aproximar do rosto dele. Com o cora??o acelerado e os olhos arregdos, Olivia congelou, pensando que ele fosse beijar n. prendeu a respira??o, pronta para o beijo for?ado. Mas quando estava a poucos cent¨ªmetros do rosto dele, o movimento da m?o parou. Ele levantou a m?o e afastou uma mecha de cabelo de sua testa. Naquele momento, a distancia entre Olivia e Daniel era de apenas tr¨ºs cent¨ªmetros. podia 1/2 15:44 Capitulo 426 ver ramente as fei??es atraentes dele, seu nariz proeminente, l¨¢bios finos e sensuais¡­ podia at¨¦ sentir a respira??o forte d. T?o sensual, t?o provocante, t?o autorit¨¢rio, que seu cora??o se agitou. continuou im¨®vel, sem se atrever a respirar. ¡°A ferida na sua testa ainda n?o havia cicatrizado, porqu¨º voc¨ºvou o cabelo?¡± A voz fria de Daniel soouo uma repreens?o. Seu olhar fixou¨Cse na cicatriz enorme na testa d, ainda vermelha e sens¨ªvel, uma casca fina que poderia facilmente deixar ¨¢gua entrar na ferida. estava suando na testa. Se o suor entrasse na ferida, as consequ¨ºncias seriam piores ainda. Surpresa a preocupa??o s¨²bita de Daniel, Olivia se perguntou se ele realmente estava cuidando d. ¡°Minha cabe?a estava co?ando, n?o aguentei¡­¡± respondeu Olivia. O olhar frio de Daniel a encarou por um instante antes de puxar para sentar aodo. Ele abaixou a divis¨®ria e ordenou a Bruno: ¡°Para o hospital.¡± Olivia protestou: ¡°Sr. Griera, n?o ¨¦ nada s¨¦rio, a ferida est¨¢ fechando, em alguns dias j¨¢ estar¨¢ curada.¡± Um olhar severo de Daniel a silenciou. No hospital. Passaram pelo pronto¨Csocorro. O m¨¦dico desinfetou a ferida de Olivia na testa e disse: ¡°Est¨¢ quase cicatrizando, n?o precisa mais enfaixar, mas voc¨º ainda deve ter cuidado, n?o deixe a ferida entrar em contato ¨¢gua, pois uma infe??oplicaria tudo.¡± Olivia concordou as renda??es do m¨¦dico: ¡°Sim, sim, ro¡­¡± Saindo do hospital, Daniel seguiu ¨¤ frente andando rapidamente. Cap铆tulo 427 Cap¨ªtulo 427 Ol¨ªvia seguia Daniel apressadamente. Quando entraram no carro, o semnte de Daniel estava fechado e sombrio. Olivia se sentou cuidadosamente, tentando n?o provocar a irrita??o. n?o fazia ideia do que poderia ter feito para o irritar. Desde que sa¨ªram do hospital, ele manteve uma frieza constante, n?o dizia nem mais uma pvra, nem sequern?ava um olhar em sua dire??o. Ol¨ªvia tamb¨¦m temia enfurecer ainda mais, e permanecia em sil¨ºncio. Logo, o carro estacionou em frente a um restaurante sofisticado. Daniel saiu primeiro, e Ol¨ªvia o seguiu. Ao ver o nome do restaurante, Ol¨ªvia se surpreendeu. Que coincid¨ºncia. S¨¦rgio a havia levado ¨¤quele mesmo lugar pouco tempo antes, e agora era a vez de Daniel. Ser¨¢ que os membros da fam¨ªlia Griera tinham um gosto especial por aquele restaurante? Com a cabe?a baixa, perdida em pensamentos, Ol¨ªvia quase esbarrou na figura imponente de Daniel ¨¤ sua frente. Por sorte, conseguiu parar a tempo de evitar uma colis?o que certamente traria dor ¨¤ sua testa j¨¢ machucada. Danieln?ou¨Clhe um olhar profundo seus olhos escuros, estendeu a m?o e a segurou firmemente, dizendo uma voz baixa e arrogante: ¡°Preste aten??o por onde anda.¡± Ol¨ªvia ficou sem pvras. N?o foi ele que parou subitamente? Daniel a guiou passos longos em dire??o ao restaurante. O gar?om na entrada os saudou respeitosamente: ¡°Sejam bem¨Cvindos.¡± O gar?om reconheceu Daniel. Com a chegada, todos os funcion¨¢rios ficaram em alerta, prontos para atender, sem margem para erros. Daniel nunca havia levado uma mulher para jantar l¨¢. Ao v¨º¨Clo de m?os dadas Ol¨ªvia, o gar?om ficou curioso e n?o p?de evitar den?ar um olhar mais atento. E nesse olhar, percebeu que aqu mulher lhe era familiar ¨C era a mesma que S¨¦rgio havia trazido mais cedo! ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . E nesse momento, panhava Daniel ao mesmo restaurante. Surpreso, o gar?om n?o p?de evitar den?ar outro olhar a Ol¨ªvia. 1/2 15:44 Cap¨ªtulo 427 j¨¢ se sentia culpada por ter estado ali S¨¦rgio e temia a rea??o de Daniel se ele descobrisse. Percebendo o olhar ium do gar?om, Ol¨ªvia ficou ainda mais nervosa. Rapidamente, baixou a cabe?a, tentando minimizar a presen?a e esperando passar a noite sem incidentes. Felizmente, o gar?om n?o era fofoqueiro e se manteve cdo. Daniel escolheu uma mesa pr¨®xima ¨¤ jan, onde podiam ver um extenso jardim florido e um fontanal. A vista era linda, mas para Ol¨ªvia, a beleza era ofuscada p ansiedade, pois sentava¨Cse diante de Daniel. O gar?om entregou o card¨¢pio a Daniel, que o passou para Ol¨ªvia. deu uma olhada e, apesar de estar tudo em ingl¨ºs, agradeceu internamente por n?o ter esquecido completamente a l¨ªngua e escolheu o prato mais simples: um bife. Daniel pediu o usual. Depois de anotar o pedido, o gar?om se afastou para preparar a refei??o. Sentada ¨¤ frente de Daniel, Ol¨ªvia se sentiu desconfort¨¢vel. Havia estado l¨¢ apenas uma hora S¨¦rgio, e certamente os funcion¨¢rios a reconheceriam. temia ser descoberta a qualquer momento desatento. Cap¨ªtulo 428 Cap铆tulo 428 Cap¨ªtulo 428 N?o demorou muito para que o gar?om trouxesse os pratos. Diante de Olivia estava um prato de picanha, cujo aroma, ao ser indo, de t?o delicioso e prava at¨¦ a alma seu sabor marcante. Daniel tamb¨¦m tinha uma picanha ¨¤ sua frente, surpreendentemente igual ¨¤ d. Olivia ficou ligeiramente surpresa, sem esperar que a ¡°velha regra¡± mencionada por Daniel coincidisse com a picanha que escolhera aleatoriamente! Que coincid¨ºncia! observou o prato de Daniel, intrigada. Os olhos escuros de Daniel se levantaram e se fixaram n, enquanto ele perguntava uma voz grave: ¡°Sabe que esta ¨¦ a especialidade da casa? J¨¢ veio antes aqui?¡± A pergunta fez o cora??o de Olivia acelerar, e se apressou em responder: ¡°N?o sabia que esta picanha era a especialidade, escolhi porque tinha o nome mais curto no menu.¡± Enquanto fva, Olivia baixou a cabe?a, pegou na faca e o garfo ee?ou a cortar a picanha, tentando evitar o olhar prante dele. Os olhos eram muito incisivos; se o encarasse, certamente se sentiria culpada. cortou um peda?o de picanha e o levou ¨¤ boca. A carne estava suculenta e saborosa. S¨¦rgio insistiu tanto para a levar ali antes, mas n?o tinha vontade deer. Nesse momento, sentado ¨¤ sua frente estava Daniel, uma press?o enorme, n?o p?de deixar deer. Depois de uma mordida, olhou para cima e sorriu para Daniel, elogiando: ¡°Hmm, est¨¢ deliciosa.¡± O sorriso brilhavao a luz sobre as ondas, puro e ro. Ele, cortou outro peda?o de picanha e serviu no prato de Olivia. Original content from N?velDrama.Org. , que estava concentrada emer para disfar?ar o nervosismo, se surpreendeu quando um novo peda?o de carne apareceu em seu prato,o uma pedra atirada em umgo reluzente, causando ond??es que se espalhavam. Olivia levantou a cabe?a abruptamente e viu o rosto sereno de Daniel. Ele cortou outro peda?o e serviu em seu prato novamente. Somente ent?o se sentiu lisonjeada e disse: ¡°Sr. Griera, j¨¢ ¨¦ suficiente para mim,a, por favor.¡± 1/2 15:44 ¡°Voc¨º disse que est¨¢ bom, ent?oa mais um pouco¡°, disse Daniel. Olivia engoliu o bocado de carne que tinha na boca, e as pvras de Daniel a fizeram sentir algo especial, dando a ilus?o de que ele se preocupava . Rapidamente, descartou essa ideia. Como poderia ser poss¨ªvel? Mesmo que o mundo inteiro se importasse , Daniel nunca se importaria. Quem poderia ter aten??o p filha de um inimigo? Agradecer por n?o mat¨¢ j¨¢ era mais do que suficiente;o ele poderia se importar? ¡°Obrigada, Sr. Griera¡°, disse Olivia, baixando a cabe?a em agradecimento, pegando o peda?o de picanha que ele lhe dera e continuando aer. Naquele momento, Daniel tamb¨¦me?ou aer. Ele mastigava lentamente, exibindo um certo charme mesmoendo. Olivian?ou um olhar furtivo e foi brevemente deslumbrada por sua nobreza e beleza. Capitulo 429 Cap铆tulo 429 Cap¨ªtulo 429 Logo, desviou o olharo se estivesse fugindo e n?o o encarou mais. Da forma que esquivava o olhar do Daniel aparentava estar caidinha por ele! Olivia sempre achou que n?o era do tipo que ca¨ªa de amores facilmente, mas ramente tinha se superestimado. Entretanto, sabia que precisava conter esse desejo, pois e Daniel n?o estavam no mesmo patamar. Entre eles, havia uma rivalidade antiga e profunda. Elisa passou quase duas horas no reservado do restaurante, ligando para a amiga e remando da situa??o, dizendo o quanto admirava Daniel e o quanto gostava dele. Mas n?o conseguia sequer chamar a aten??o dele. At¨¦mentava o av? n?o a ter contado antes que ele e o av? de Daniel haviam arranjado um casamento entre eles quando eram crian?as. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Se soubesse antes, n?o teria se envolvido outros homens e n?o teria deixado Daniel descobrire talvez tudo tivesse sido diferente. Elisa queria muito conquistar Daniel, mas ele n?o dava a nenhuma chance, e isso a deixava muito frustrada. Depois de desabafar a amiga, terminou deer. Ao sair do reservado, avistou duas pessoas sentadas perto da jan. Era o Daniel, o objeto dos seus pensamentos incessantes e amor incondicional! Ao v¨º¨Clo, um sorriso brotou no rosto de Elisa, que logo se preparou para se aproximar, mas ent?o percebeu que havia uma mulher sentada na frente dele. Era Olivia! Seus cabelos negros ca¨ªam sobre o rosto, mas Elisa a reconheceu imediatamente. estava o mesmo vestido que trajava mais cedo no encontro S¨¦rgio, os cabelos ainda h¨²midos, sem mudar nada. O sorriso de Elisa se desfez, dando lugar a um olhar de inveja e rancor. se aproximou, parou aodo da mesa e, as m?os na cintura, soltou um som de desd¨¦m e disse a Olivia: ¡°Voc¨º ¨¦ uma verdadeira galinha, hein? Sai um e j¨¢ est¨¢ outro em quest?o de horas.¡± A voz estava carregada de sarcasmo. Olivia sentiu um arrepio. Levantou a cabe?a, viu Elisa ao seudo. Olivian?ou um olhar preocupado para Daniel e respondeu: ¡°Srta. Abreu, que coincid¨ºncia 1/2 15:44 Capitulo 429 nos encontrarmos aqui.¡± ¡°Coincid¨ºncia nada! N?o se fa?a de desentendida, voc¨º estava aqui h¨¢ pouquinho S¨¦rgio, de m?os dadas e tudo mais, e nem duas horas depois, est¨¢ o Sr. Daniel! O que aconteceu, est¨¢ t?o sem dinheiro que n?o consegue pagar por refei??o sem se agarrar a um homem?¡± Elisa n?o perdeu a chance de denegrir Olivia enquanto fazia sua acusa??o. Olivia sentiu seu cora??o apertar e olhou ansiosamente para Daniel. Como temia, viu no rosto dele uma express?o sombria, envolto numa aura gda. Olivia tentou contrr o nervosismo e respondeu friamente a Elisa: ¡°Srta. Abreu, pode se engasgar comida, mas n?o pvras. Acabo de sair da casa de uma amiga, e o Sr. Griera sabe disso. N?o minta s¨® para me caluniar.¡± ¡°Eu n?o estou mentindo!¡± Elisa respondeu irritada,n?ou um olhar fulminante para Olivia, e rapidamente se voltou para Daniel, dizendo urg¨ºncia: ¡°Sr. Daniel, realmente estava aqui S¨¦rgio, sentados nesse mesmo lugar, e voc¨º est¨¢ onde S¨¦rgio estava.¡± Daniel olhou para um olhar prante: ¡°Precisamos de provas para tudo.¡± ¡°Eu tenho provas, tirei uma foto.¡± Elisa apressou¨Cse em pegar o celr, ansiosa para desmascarar Olivia. Por sorte, tinha grado S¨¦rgio de m?os dadas Olivia, em um gesto ¨ªntimo e carinhoso, e tinha tirado uma foto no momento certo. Elisa estava confiante. Quando pegou o celr, Olivia sentiu o cora??o apertar. 2/2 Cap铆tulo 430 Cap¨ªtulo 430 Elisa destravou a fechadura, vasculhou a galeria em busca de uma foto, mas n?o conseguiu encontrar. De repente, se deu conta de que tinha capturado o momento em que S¨¦rgio segurava a m?o de Olivia. No entanto, o celr fora arrancado de suas m?os por S¨¦rgio, e a foto, apagada. , que at¨¦ h¨¢ pouco se mostrava indignada e certa de ter provas, agora n?o tinhaoprovar sua hist¨®ria, e seu impeto se esvaiu. Sentindo¨Cse embara?ada, mas n?o querendo desistir, disse a Daniel urg¨ºncia e sinceridade: ¡°Eu tirei a foto, mas S¨¦rgio apagou, Sr. Daniel, voc¨º tem que acreditar em mim, eu estou dizendo a verdade. Essa mulher, Olivia, est¨¢ brincando voc¨ºs dois, segurando S¨¦rgio uma m?o e agarrada a voc¨º a outra. ¨¦ uma suja¡­¡± ¡°Cale a boca!¡± Daniel interrompeu¨Ca um tom frio e intimidador. As pvras gdas assustaram Elisa, que imediatamente se calou. A f¨²ria de Daniel era realmente assustadora, fazendo cada c¨¦l d estremecer. Daniel acrescentou a repreendendo: ¡°N?o atrapalhe nosso jantar!¡± Era um sinal ro de que deveria se retirar. Elisa apertou os punhos, sentindo¨Cse frustrada e injusti?ada. havia dito a verdade, por que Daniel n?o acreditava n? Olivia era realmente astuta, capaz de usar truques sedutores para confundir Daniel! Como poderia perder essa oportunidade perfeita para se vingar de Olivia e fazer Daniel desprez¨¢? Elisa respirou fundo e disse: ¡°Sr. Daniel, as fotos em meu celr realmente foram apagadas por S¨¦rgio e Olivia, mas eu tenho testemunhas. Todos os gar?ons do restaurante viram! ¨¦ s¨® perguntar a eles se n?o viram S¨¦rgio e Olivia juntos h¨¢ pouco, e tudo ficar¨¢ ro.¡± Dito isso,n?ou um olhar desafiador e orgulhoso em dire??o a Olivia. Dessa vez, queria vero Olivia se defenderia. Olivia encarou o desafio nos olhos de Elisa e disse: ¡°Ent?o chame os gar?ons, pergunte pra eles, vamos ver quem est¨¢ mentindo.¡± Olivia parecia tranqu e contrda, nada nervosa. Inacredit¨¢vel para Elisa, que n?o entendiao ousava se desafiar sem parecer preocupada. Elisa, ofegante de raiva, foi chamar todos os gar?ons. 1/2 15:45 Capitulo 430 Eles se alinharam aodo da mesa de Daniel e Olivia. Haviam cinco gar?ons no total. Um olhar de Olivia para eles, e o gar?om que a recebeu na porta, que tinhan?ado um olhar peculiar para ao ver entrar Daniel depois de ter chegado S¨¦rgio, parecia surpreso. Ao ver esse gar?om, o cora??o de Olivia, que tentava se manter calma, deu um salto de panico. Danieln?ou um olhar profundo e frio aos gar?ons, fazendo eles ficarem tensos, a intensidade do seu olhar. Elisa, apontando para os gar?ons confian?a, disse: ¡°Digam, essa mulher n?o chegou aqui o Sr. S¨¦rgio h¨¢ pouco? E n?o estava sentada aqui, pedindo dois pratos?¡± Enquanto fva, mostrou a foto de S¨¦rgio que tinha encontrado na inte para cada um dos gar?ons. Olivia disse: ¡°Sim, seria bom se todos fssem a verdade. O Sr. Daniel tem um olhar agu?ado para as coisas, e ele ¨¦ justo, n?o precisam ter medo.¡± ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Depois dessas pvras de Olivia, Elisa a encarou furiosamente. Ser¨¢ que n?o temia que Daniel descobrisse suas trai??es e a despeda?asse? Afinal, n?o h¨¢ nada que os homens odeiem mais do que a trai??o. E Daniel, especialmente, tinha avers?o ¨¤ trai??o por causa do que aconteceu a m?e. Se descobrisse a trai??o de Olivia¡­ Cap铆tulo 431 Cap¨ªtulo 431 Daniel certamente a mataria suas pr¨®prias m?os. Depois den?ar um olhar furioso para Olivia, Elisa disse aos gar?ons: ¡°¨¦ isso mesmo, falem a verdade, voc¨ºs viram o Senhor S¨¦rgio aqui agora pouco?¡± Elisa estava confiante, pois o que dizia era a verdade. Tantos olhares o poderiam estar enganados! Com tantas testemunhas, Daniel certamente acreditaria n. Os gar?ons baixavam a cabe?a, sem ousar fazer um som. Daniel colocou os talheres sobre a mesa, o metal batendo contra a madeira produzia um som alto, como uma amea?a que tocava o cora??o de todos. O cora??o de Olivia tamb¨¦m foi tocado por essa tens?o, apreensiva. tamb¨¦m estava apostando, sem sabero os gar?ons escolheriam. O olhar prante de Daniel se voltou para os gar?ons e, uma voz grave, disse: ¡°Falem.¡± Os nervos de Olivia estavam ¨¤ flor da pele. O gar?om aodo de Olivia, o primeiro a fr, disse: ¡°Conhe?o o Senhor S¨¦rgio, ele n?o esteve aqui no nosso restaurante hoje.¡± Os nervos tensos de Olivia rxaram, e olhou incr¨¦d para o gar?om, um olhar que transbordava uma certa gratid?o sutil.Copyright by N?v/elDrama.Org. Elisa ficou ainda mais incr¨¦d, pronta para explodir, e disse apressadamente: ¡°Como n?o, S¨¦rgio estava ramente aqui Olivia agora pouco,endo de m?os dadas.¡± ¡°Senhorita Abreu, voc¨º deve ter se enganado, confundindo algum outro homem o Senhor S¨¦rgio,¡± explicou o gar?om. Elisa, frustrada, disparou: ¡°C a boca! Como eu poderia me enganat? Ele at¨¦ pegou meu celr, apagou minhas fotos,o eu poderia errar. Voc¨º deve ter sidoprado por Olivia! Diga!¡± Elisa estava t?o irritada que respirava dificuldade, apontando para o segundo gar?om. O segundo gar?om, que rececionava na porta, certamente a reconheceria. E saberia que tinha estado no restaurante S¨¦rgio. Vendo que Elisa estava apontando para ele, pedindo que fsse. O cora??o de Olivia, que tinha se acalmado um pouco, apertou ainda mais, e prendeu a respira??o. ergueu os olhos levemente e viu o olhar sombrio e profundo de Daniel sobre . 1/2 15:45 Capitulo 431 Afiado, perigoso, estava quase sufocando. As m?os d, pousadas sobre as pernas, se apertavam nervosas. O gar?om olhou para Elisa e depois para Daniel, baixou o olhar e disse: ¡°Realmente, havia um casal sentado aqui, mas n?o era essa senhora, Senhorita Abreu, voc¨º deve ter se confundido.¡± Olivia soltou um suspiro de al¨ªvio. Elisa arregalou os olhos, incr¨¦d e sem acreditar no que ouvia, e imediatamente pediu que os outros tr¨ºs gar?ons testemunhassem. Todos os gar?ons mantiveram a mesma hist¨®ria, dizendo que n?o viram Olivia e S¨¦rgio, que ? Elisa estava enganada. Elisa estava desesperada, furiosa e incr¨¦d, olhava fixamente para cada um dos gar?ons. Com m¨¢goa, mas sem poder express¨¢. estava contra seis bocas, e era ¨®bvio em quem Daniel acreditaria. pisoteou raiva e apontou para Olivia, dizendo: ¡°Tem que ser voc¨º, voc¨ºprou esses gar?ons!¡± Olivia sorriu levemente e disse: ¡°Senhorita Abreu, se quer me incriminar, n?o ¨¦ assim que se faz. Tantas pessoas e ainda assim seus olhos n?o veem mais ramente? Incriminando¨Cme, voc¨º elimina uma rival e fica um passo mais perto do Senhor Griera, n?o ¨¦ isso?¡± Cap¨ªtulo 432 Cap铆tulo 432 Cap¨ªtulo 432 As pvras de Olivia fizeram Elisa perder apostura de dama elegante, e a face, antes adornada p maquiagem, agora mostrava fissuras por causa das express?es de surpresa. Desconcertada e atabalhoada, mesmo que a primeira parte do que Olivia dissera n?o fosse verdade, atingiu em cheio o que Elisa pretendia. Na realidade, queria mesmo era eliminar Olivia, assim, poderia assumir seu lugar aodo de Daniel. Elisa e Daniel tinham umpromisso arranjado pelos av¨®s, e se conseguisse afastar as mulheres ao redor de Daniel, poderiam finalmente ficar juntos! Ter os pensamentos expostos em p¨²blico erao se tivessem arrancado seu v¨¦u de pudor, deixando¨Ca inquieta e agitada. Elisa respirou fundo, apontou para Olivia e disse raiva: ¡°Voc¨º est¨¢ inventando coisas! Eu n?o te acusei injustamente, se n?o fosse por voc¨º e o S¨¦rgio terem apagado as fotos, eu teria provas!¡± ¡°Chega! V¨¢ embora e n?o nos perturbe mais!¡± Daniel a olhou um olhar afiado e frio. Elisa ficou at?nita, sentindo¨Cse extremamente injusti?ada,n?ou um olhar choroso a Daniel, deu um piso no ch?o e se virou para ir embora. tinha certeza de que lidar Olivia, essa caipira que n?o conhecia o mundo, seria f¨¢cil. Mas quem diria, Olivia era ainda mais astuta do que parecia. Se n?o estivesse sendo manipda por , estava perdendo para . Dessa vez, Elisa tinha sido impulsiva e descuidada, mas da pr¨®xima, garantiria que teria provas suficientes para fazer Olivia ter um fim bem feio. Depois que Elisa saiu, o cora??o apertado de Olivia finalmente rxou. As costas estavam encharcadas de suor. olhou para os gar?ons uma gratid?o silenciosa e disse: ¡°Desculpem o inc?modo, podem voltar ao trabalho.¡± Olivia tinha se mantido firme e calma durante o confronto Elisa, concordando que os gar?ons testemunhassem. estava apostando que os gar?ons n?o fossem t?o cegos a ponto de se colocarem contra Daniel ao lado de Elisa. Era evidente que Daniel a levou para jantar l¨¢. Certamente sabiam que era a mulher de Daniel, e se atrapalhassem o rcionamento deles, Daniel se enfureceria, e os gar?ons tamb¨¦m talvez pagariam o pre?o. 1/2 15:45 Capitulo 432 Mesmo que o rcionamento deles estivesse prestes a se romper, n?o seria por causa de um gar?om num restaurante. Caso contr¨¢rio, n?o s¨® os gar?ons sofreriam, mas o pr¨®prio restaurante poderia fechar. Daniel era conhecido por suas decis?es r¨¢pidas e eficientes,o quando decidiuprar uma determinada empresa e agiu imediatamente. Original content from N?velDrama.Org. O Grupo Teixeira era um exemplo vivo disso. Al¨¦m disso, ao pedir que os gar?ons fssem a verdade, Daniel estava, de certa forma, dando um aviso sobre a seriedade da situa??o. Felizmente, todos os gar?ons eram astutos. E ganhou a aposta. Ap¨®s os gar?ons se retirarem, Olivia ergueu os olhos para Daniel, acalmou a turbul¨ºncia interna e sorriu, dizendo: ¡°Sr. Griera, voc¨º tamb¨¦m deveer¡­¡± serviu um peda?o no prato dele. O olhar profundo e sombrio de Daniel pousou sobre , pranteo o frio, fazendo a pele do seu rosto arder. Justo quando Oliviae?ou a rxar, a tens?o voltou, incerta do que Daniel estava pensando. Quando estava quase no seu limite, o olhar de Daniel se desviou. Olivia exalou um suspiro tenso e continuou aer. tinhaido demais ¨¤ tarde, e o bife enchia muito o est?mago. Quando chegou ¨¤ metade, j¨¢ n?o conseguia maiser. Mas, por causa da press?o imposta por Daniel, for?ou¨Cse a continuar. Quando chegou ¨¤ ¨²ltima mordida, simplesmente n?o podia mais; o alimento j¨¢ estava chegando ¨¤ a garganta. Olivia olhou cautelosamente para Daniel, que ainda a observava um olhar prante. sorriu nervosamente e pegou o ¨²ltimo peda?o de carne o garfo, preparando¨Cse para lev¨¢¨Clo ¨¤ boca. O aroma, que antes era delicioso, agora se tornou repulsivo ao chegar ao seu nariz; seu est?mago rejeitavapletamente o sabor do bife. Cap铆tulo 433 Cap¨ªtulo 433 Uma onda de n¨¢usea a invadiu, e sentiu vontade de vomitar. Ol¨ªvia imediatamente cobriu a boca e correu para o banheiro. Ajoelhada no banheiro, vomitou sem parar. Quase toda a picanha que tinhaido foi expelida, e s¨® ent?o se sentiu um pouco melhor. Com dificuldade, respirava ofegante e se aproximou da pia paravar o rosto. Por tr¨¢s, passos firmes e amea?adores se aproximaram,o uma fera elegante que se move silenciosamente. Ol¨ªvia endureceu a espinha e levantou a cabe?a; no espelho, surgiu o reflexo de um rosto. Era Daniel! O cora??o de Ol¨ªvia pulou, e se virou, nervosa, dizendo: ¡°Aqui ¨¦ o banheiro feminino,o voc¨º entrou, ¨¦¡­¡± n?o terminou a frase, pois sua cintura foi repentinamente envolvida por um bra?o, e seu corpo macio colidiu o peito forte de Daniel. Ol¨ªvia, em panico, exmou: ¡°Sr. Griera, aqui ¨¦ um lugar p¨²blico, n?o ¨¦ bom sermos vistos¡­¡± Seus olhos negros e frios, afiados, e sua voz baixa e gda soaram: ¡°Comeu dois pratos at¨¦ vomitar, ¨¦?¡± Ol¨ªvia se rmou, percebendo o que aqus pvras significavam. Ele n?o tinha acreditado n, que n?o tinha vindo jantar o S¨¦rgio? Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Como ¨¦ que, num piscar de olhos, ele estava cobrando d? Ol¨ªvia ainda mantinha uma esperan?a t¨ºnue: ¡°Eu n?o fiz isso, estou s¨® o est?mago ruim¡­¡± ¡°Quer que eu verifique as camaras de seguran?a?¡± A voz de Daniel estava cada vez mais fria e cortante. Ol¨ªvia sentiu um grande medo. Elisa, a mente limitada, nem pensou em verificar as camaras, mas isso n?o significava que Daniel n?o o faria. tinha subestimado o qu?o astuto Daniel poderia ser. Diante dele, se sentiao uma piada. Preferindo confessar do que deix¨¢¨Clo descobrir a verdade ps camaras, e?ou a fr, os olhos cheios de medo: ¡°Eu errei, sei que n?o deveria ter visto o S¨¦rgio novamente, mas 1/2 15:45 F Capitulo 433 ele me chamou para vir e eu n?oi nada, juro! E, eu s¨® encontrei ele para saber mais sobre voc¨º¡­¡± Os olhos de Daniel se estreitaram, transmitindo um perigo iminente. Ol¨ªvia, apressadamente, continuou: ¡°Eu queria saber quantas mulheres voc¨º teve, que tipo voc¨º gosta, sobre sua m?e e o que aconteceu o Gabriel no passado. Sabendo disso, eu poderia encontrar algu¨¦m para me substituir, silenciosamente dissipar o ¨®dio no seu cora??o e me deixar ir.¡± Essas pvras eram metade verdade, metade mentira. realmente queria entender Daniel, para se livrar dele sem danos, precisava fazer que Daniel encontrasse a mulher que ele gostasse e se apaixonasse. Se ele encontrasse o amor, ele a deixaria em paz. Quanto ao fato de S¨¦rgio ter lhe dado uma pulseira ap¨®s o encontro, n?o poderia deixar Daniel saber. j¨¢ tinha ouvido muitos rumores sobre ele. Quando o viu p primeira vez, foi no Mundo Nudo. Carlos Marques e os outros diziam que Daniel aindamentava a primeira namorada falecida e que ele evitava mulheres. Mas o que dizer de Viviana Pereira? n?o permaneceu aodo de Daniel por v¨¢rios anoso secret¨¢ria, e eventualmente Viviana se apaixonou por ele, querendo tornar o rcionamento oficial. Mas Daniel se cansou d, arranjou uma desculpa e, mesmo usando a pobre Viviana, que ainda era uma faxineira,o escudo, cortou?os . Portanto, a alega??o de Carlos e seu grupo desafinado de que Daniel evitava mulheres era insustent¨¢vel. Daniel, cerrando os dentes, derou ferocidade: ¡°Pensar em fugir de mim, ¨¦ imposs¨ªvel nesta vida!¡± Cap铆tulo 434 Cap¨ªtulo 434 ¡°Parece que voc¨º ainda n?o aprendeu a li??o, as pvras que eu disse, voc¨º nunca lembra, hmm?¡± Daniel olhava para , um brilho frio em seus olhos, o rosto bonito t?o frio que parecia estar envolto em tempestade e neve. O h¨¢lito gdo dele batia em seu rosto, frio o suficiente para fazer Olivia estremecer. se lembrou do que ele havia dito, que se ousasse fugir, ele a faria desejar estar morta. Com o cora??o tremendo, Olivia falou medo: ¡°Sr. Griera, eu errei¡­¡± ¡°¨¦ tarde demais!¡± As pvras gdas de Daniel ca¨ªramo uma senten?a, enquanto ele soltava o queixo d e, abra?ando sua cintura delicada, caminhava para fora do banheiro. Ele pegou o celr e ligou: ¡°Su¨ªte Presidencial, por favor!¡± Ao finalizar a liga??o, guardou o celr no bolso do terno. O terror se espalhava pelo cora??o de Olivia, deixando suas pernas fracas de medo. implorava desesperada: ¡°Sr. Griera, est¨¢ tarde, eu preciso voltar¡­¡± n?o havia avisado Teresa quando saiu, Teresa estava dormindo em outro quarto, as crian?as estavam sozinhas, se acordassem no meio da noite e n?o a vissem, entrariam em panico¡­ queria voltar, sabia o que significava Daniel reservar a Su¨ªte Presidencial. A m?o de Daniel em sua cintura se apertou, dominadora. ¡°N?o precisa voltar!¡± O elevador subiu diretamente para o restaurante no ¨²ltimo andar, onde a porta da Su¨ªte Presidencial j¨¢ estava aberta. Daniel a levou para dentro e, virando¨Cse, a prensou contra a porta que se fechava. As costas de Olivia encostaram na porta de madeira, friao gelo, enquanto o corpo robusto e magro de Daniel a envolvia. ¡°Esta noite, voc¨º vai entender as consequ¨ºncias, voc¨º pediu por isso!¡± Ele¡¯sussurrou em seu ouvido, o calor de sua respira??o a provocando. Olivia n?o p?de deixar de tremer involuntariamente. Suas costas suadas, cdas ¨¤ porta que n?o tinha temperatura, friaso gelo. E ¨¤ sua frente, Daniel, forte, esbelto, seu corpo ardente pressionando contra , queimando como fogo. A sensa??o de calor e frio era estimnte demais para Olivia. Sua respira??o se tornou ofegante e seu cora??o batia descontrdamente,o um pequeno animal selvagem. Capitulo 434 Os l¨¢bios finos de Daniel beijavam a pele fdelicada atr¨¢s de sua orelha, sua respira??o espalhada p pele. Seus l¨¢bios, frios e depois quentes, mordiscando sua pele, mordiscando seus l¨¢bios. O toque provocante,o um choque el¨¦trico, percorria de seu ouvido at¨¦ o cora??o. Fazendo o corpo de Olivia enfraquecer. Olivia, assustada e medo, respirava rapidamente, levantando as m?os para empurrar seu peito: ¡°N?o, por favor, n?o¡­¡± Mas assim que suas m?os tocaram em seu peito, s foram capturadas por suas grandes m?os, como se fossem presas por uma tenaz. Ele era forte, n?o tinha chance de resistir. Ele segurava suas m?os uma e a abra?ava p cintura a outra, prendendo¨Ca completamente. Seu beijo suave se tornou violento, descendo do pesco?o para o queixo¡­ Cobrindo seu queixo beijos, ele selou seus l¨¢bios entreabertos, engolindo sua respira??o ofegante. Enquanto a abra?ava, beijando¨Ca ferozmente, ele a guiava em dire??o ¨¤ cama. Finalmente, colocou¨Ca na cama coberta um edredom de penas de ganso. O corpo fr¨¢gil de Olivia afundou na cama macia, e antes que pudesse reagir, o corpo alto e esbelto de Daniel estava sobre , capturando seus l¨¢bios novamente, sua respira??o ¨¢spera se misturando a d. Com um ¡°clique¡°, ele desligou o abajur aodo da cama. O espa?o iluminado ficou escuro instantaneamente. Fora da enorme jan, as luzes brilhantes e as luzes de n¨¦on piscavam, as sombras das ¨¢rvores bn?avam suavemente. As cortinas el¨¦tricas se fecharam lentamente, isndo a agita??o brilhante l¨¢ fora. Mas dentro do quarto, outra forma de agita??oe?ava¡­ ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . ¡­ O quarto estava silencioso e escuro. Olivia dormiu profundamente, sem saber por quanto tempo, at¨¦ que lentamentee?ou a despertar. Assim que recuperou a consci¨ºncia, as cenas da noite anterior vieram ¨¤ sua mente. Daniel foi imc¨¢vel, implorou at¨¦ ficar rouca, mas ele n?o a poupou. nem sabiao tinha adormecido. 212 15:45 434 Pensando no que estava acontecendo, seu rosto ficou quente de vergonha e constrangimento. Cap¨ªtulo 435 Cap铆tulo 435 Cap¨ªtulo 435 mexeu¨Cse, tentando se levantar, mas percebeu que estava sendo abra?ada,o se segurassem uma boneca. Os bra?os musculosos perfeitamente definidos descansavam sobre sua cintura, a textura marcante da pele transmitia calor ¨¤ sua pr¨®pria pele. Ol¨ªvia sentiu o cora??o acelerar e seu rosto esquentar. Na noite anterior, essa sensa??o robusta e cheia de poder a fez se render repetidamente, n?o importa o quanto resistisse. De costas para Daniel, podia sentir o peito definido dele contra suas costas, at¨¦ mesmo o ritmo constante e forte do cora??o dele. Que tamb¨¦m fazia o d bater acelerado. A respira??o dele ca¨ªa sobre o topo de sua cabe?a, carregada de uma aura perigosa. Essa posi??o de abra?o era ao mesmo tempo calorosa e perigosa. Ol¨ªvia lentamente afastou o bra?o dele, levantou¨Cse, pegou as roupas do ch?o e foi para o banheiro tomar um banho. No espelho, viu sua situa??o, seu corpo coberto de marcas de beijos. se sentia exausta, abriu o chuveiro e deixou a ¨¢guavar sobre si. Pelo menos as roupas da noite anterior ainda podiam ser usadas. Depois de pronta, saiu do banheiro. Seus olhos encontraram os de Daniel, pregui?osos mas profundos,o se estivesse satisfeito e indiferente ao mesmo tempo. Ol¨ªvia hesitou por um momento antes de dizer: ¡°Est¨¢ ficando tarde, eu, eu vou para o escrit¨®rio¡­¡± Antes que pudesse terminar, seu est?mago roncou em protesto. cobriu o ventre constrangida, virando¨Cse para sair. A voz grave de Daniel soou: ¡°O caf¨¦ da manh? est¨¢ a caminho, c¨®ma antes de sair.¡± Se seu est?mago n?o tivesse roncado, poderia ter dito que n?o estava fome, mas agora n?o tinha desculpa para recusar. Ol¨ªvia s¨® p?de aceitar. Enquanto hesitava, Daniel jogou as cobertas para odo e saiu da cama. As pernas torneadas e fortes capturaram a vis?o de Ol¨ªvia, que deu um pulo no cora??o e rapidamente virou de costas. Daniel entrou no banheiro. Naquele momento, a campainha tocou. 1/2 15:46 Cap¨ªtulo 435 Ol¨ªvia apressou¨Cse em abrir a porta. O gar?om entrou empurrando o carrinho de caf¨¦ da manh?, dizendo educa??o: ¡°Bom dia, seu pedido chegou.¡± ¡°Obrigada¡°, respondeu Ol¨ªvia. Enquanto o gar?om trazia o carrinho para dentro, os olhos de Ol¨ªvia ca¨ªram sobre as roupas de Daniel jogadas no ch?o, incluindo a sua cueca¡­ prendeu a respira??o e rapidamente recolheu as roupas, escondendo¨Cas debaixo das cobertas. Virou¨Cse para o gar?om e sorriu timidamente. O gar?om, embora constrangido a situa??o, deixou aida e saiu rapidamente do quarto. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Ol¨ªvia bateu na testa em frustra??o, acidentalmente tocando na ferida. A dor a fez contorcer o rosto. Daniel saiu do banheiro vestindo um roup?o, justo quando fazia uma careta. Sua voz suave, carregada um pouco de umidade, perguntou: ¡°O que houve, n?o est¨¢ fome?¡± se virou para ele, que estava rec¨¦m¨Csa¨ªdo do banho, envolto em vapor, ainda mais atraente. O cora??o de Ol¨ªvia acelerou mais uma vez, e disse: ¡°N?o ¨¦ isso, eu bati sem querer na ferida.¡± O olhar profundo de Daniel passou p testa d, notando que a cor da cicatriz estava mais escura que no dia anterior, sinal de que estava cicatrizando. Ele ent?o falou: ¡°Venhaer.¡± Ele se sentou ¨¤ mesa, imponente. Ol¨ªvia se aproximou e sentou¨Cse, notando um copo de ¨¢gua e uma pil bran?a sobre a mesa. Seu cora??o apertou. sabia muito bem o que era aqu p¨ªl branca. Era uma p¨ªl anticoncepcional! Cap铆tulo 436 Cap¨ªtulo 436 Olivia levantou a cabe?a en?ou um olhar para Daniel. Ele manuseava os talheres uma elegancia e distin??o ao saborear o caf¨¦ da manh?, nem mesmo dando a um olhar de rnce. Com um leve suspiro, Ol¨ªvia sorriu, pegou oprimido, colocou¨Co na boca e em seguida pegou o copo d¡¯¨¢gua para engolir a medica??o. Sem dizer uma pvra, pegou a tig,eu uma tig de mingau rapidamente, apesar de a refei??o ser abundante, n?o tocou em nada. Terminando o mingau, colocou a tig dedo e disse: ¡°Estou satisfeita, vou indo.¡± Com essas pvras, se levantou e partiu. Daniel n?o a impediu, continuou elegantemente aproveitando o caf¨¦ da manh?, mas em seus olhos, a profundidade erao a queda de neve. O cora??o de Ol¨ªvia estava pesado e ferido, mas acima de tudo, furioso. Embora desta vez Daniel n?o tivesse dito nada, suas a??es j¨¢ diziam tudo. n?o era digna de carregar seu filho, e ele certamente n?o permitiria que desse ¨¤ luz a sua crian?a! Ele nunca considerou ter um futuro . Agora, eles estavam em um rcionamento proibido. Apesar de j¨¢ estar ciente de sua situa??o, a p¨ªl anticoncepcional ainda feria seu cora??o. saiu do restaurante, olhou para o c¨¦u limpo e respirou fundo, tentando acalmar suas emo??es. Depois de se acalmar um pouco, pegou um t¨¢xi e deu o endere?o da Comunidade Lej¨¢. Originalmente tinha nos de ir trabalhar, mas agora n?o queria mais. Estava exausta, tanto mental quanto fisicamente. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Decidiu ent?o matar o trabalho. Se Daniel descobrisse, que descobrisse. Melhor ainda se ele a demitisse! at¨¦ preferiria ser demitida. Chegando em casa, j¨¢ passava das onze, e n?o estava l¨¢ ningu¨¦m. Nessa hora, as crian?as estariam na esc, e Teresa provavelmente tinha ido para o clube de xadrez. Mesmo ap¨®s mudarem de bairro, as crian?as continuavam a frequentar o mesmo jardim de infancia, s¨® poderiam transferir para um mais pr¨®ximo no pr¨®ximo semestre. Teresa geralmente ficava observando o jogo de cartas at¨¦ a hora da sa¨ªda das crian?as, para 1/2 15:46 Cap¨ªtulo 436 depois ir busc¨¢s. Mesmo a casa vazia, o sentimento de estar em casa era diferente. O sof¨¢ estava cheio de brinquedos das crian?as, e as mamadeiras e utens¨ªlios ds estavam sobre a mesa da cozinha. Por todo canto, sentia¨Cse o doce aroma dos pequenos. Aliviou o cora??o dolorido de Olivia. se sentou no sof¨¢, abra?ando o grande urso de pel¨²cia da Iria, como se estivesse abra?ando o corpinho macio e ador¨¢vel da menina, seu cora??o dolorido gradualmente se acalmou. Com os olhos fechados, buscava sua pr¨®pria cura quando o celr tocou. Ol¨ªvia apertou o cora??o, pensando que poderia ser uma liga??o do Grupo Griera, ou talvez de Daniel perguntando por que n?o tinha ido trabalhar. Mas ao ver a chamada na t, percebeu que era Jimena. Seu cora??o finalmente se acalmou ao atender. ¡°Querida, voc¨º est¨¢ no trabalho?¡± A voz otimista e brincalhona de Jimena soou do outrodo da linha. Esse carinhoso ¡°querida¡± aliviou bastante o humor abatido de Ol¨ªvia. respondeu: ¡°N?o, estou em casa.¡± ¡°Voc¨º n?o foi trabalhar hoje?¡± Jimena expressou surpresa. ¡°Ah, verdade, o que aconteceu ontem ¨¤ noite, hein?¡± Na noite anterior, Jimena tinha sido acordada por uma liga??o confusa de Ol¨ªvia, que disse algo que n?o fazia sentido. Felizmente, reagiu rapidamente e soube que havia algo misterioso em suas pvras, ent?o continuou a conversa conforme suas dicas. Cap铆tulo 437 Cap¨ªtulo 437 tinha um pressentimento de que era algo rcionado a Daniel. Mas o que exatamente havia acontecido, n?o sabia, mas estava morrendo de curiosidade. Sua alma fofocante ardia intensamente. ¡°Olha s¨®, quase morri nas m?os do Daniel ontem ¨¤ noite¡°, Olivia estava se sentindo deprimida agora e encontro uma pessoa para desabafar. ¡°Como assim? Voc¨ºs se divertiram tanto assim?¡°, perguntou Jimena surpresa, um tom sugestivo e rindo. Olivia percebeu o que Jimena estava insinuando e corou instantaneamente. Timidamente disse: ¡°Jimena, voc¨º pode ser mais s¨¦ria?¡± ¡°Ser¨¢ que entendi errado? O que voc¨º acabou de dizer n?o foi algo picante?¡± Mesmo pelo telefone, Olivia conseguia imaginar o jeito de Jimena rindo. Olivia ficou vermelha at¨¦ as orelhas: ¡°Se voc¨º continuar fantasiando, n?o te conto mais nada.¡± ¡°Ok, ok, ok. N?o desligue o telefone, estou indo para sua casa agora.¡± Jimena, tentando parecer s¨¦ria, disse. ¡°Voc¨º n?o foi trabalhar hoje?¡± perguntou Olivia, preocupada. ¡°N?o dormi bem ontem, tirei o dia de folga¡°, explicou Jimena. ¡°N?o dormiu bem? Ser¨¢ que voc¨º e Carlos¡­¡°, indagou Olivia suspeitas. ¡°Quem me dera, fiquei preocupada voc¨º depois do seu telefonema, e n?o consegui dormir¡°, disse Jimena sem nenhum pudor, desejando que algo tivesse acontecido entre e Carlos. Aquele era o homem por quem tinha se apaixonado ¨¤ primeira vista. Pena que ele n?o sentia o mesmo por . Olivia se sentiu culpada: ¡°Jimena, me desculpe. Hoje vou te levar para jantar.¡± Embora na noite anterior Daniel tivesse descoberto seu encontro Sergio, ainda estava grata a Jimena por ter sido t?opreensiva e ajudado na hora certa. ¡°N?o quero noodles n?o, tem que ser no m¨ªnimo um churrasco¡°, disse Jimena sem cerim?nias. ¡°Pode escolher o que quiser¡°, disse Olivia animada. Antes, sua vida parecia sombria, mas agora sentia que as nuvens estavam se dissipando e a lua brilhava novamente. 1/2 AC.AC Capitulo 437 tinha amigos que a amavam, uma crian?a ador¨¢vel e o carinho da m?e. A vida era cheia de felicidade e cores, mesmo momentos sombrios, que eram apenas passageiros. Logo, Jimena chegou ¨¤ sua casa. Quando Olivia a viu, correu ao seu encontroo um gatinho ferido procurando conforto e a abra?ou: ¡°Ah, Jimena, voc¨º n?o tem ideia do que passei ontem ¨¤ noite, foio uma montanha¨Crussa, altos e baixos, quase tive um ataque do cora??o, e no final, Daniel ainda percebeu.¡± ¡°Tudo bem, querida, n?o fique triste, me conta o que aconteceu¡°, Jimena consolou, batendo em suas costas e a guiando at¨¦ o sof¨¢ para ouvir a hist¨®ria. Olivia contou tudo sobre a noite anterior. foi amea?ada por Sergio a ir a um restaurante, e ele ainda lhe deu uma pulseira. Original content from N?velDrama.Org. Assim que chegou em casa, Daniel ligou para e pediu que descesse. saiu correndo do seu novo apartamento para o antigo, e, para sua surpresa, Daniel percebeu que n?o tinha descido do pr¨¦dio. Quando ele segurou seu queixo, seu olhar frio e cortante parecia prestes a despeda?¨¢. Por pouco Daniel n?o descobriu que havia jantado Sergio. quase tinha enganado ele, mas foi descoberta. O conhecimento de Daniel parecia ilimitado,o se soubesse de tudo. Isso deixou Olivia assustada e preocupada que o segredo sobre seu filho n?o duraria muito tempo. Mas Jimena estava interessada em outra coisa: ¡°E depois? Daniel descobriu seu encontro Sergio e ficou bravo, mas e depois? O que voc¨ºs fizeram?¡± Os olhos arredondados e brilhantes de Jimena estavam cheios de curiosidade enquanto olhava para Olivia. Olivia, que estava preocupada e emotiva, corou imediatamente ao ouvir Jimena e deu¨Clhe uma palmadinha leve: ¡°Para isso, onde est¨¢ seu foco? Estou tentando pensar em um no aqui voc¨º.¡± ¡°Haha, voc¨º j¨¢ est¨¢ t¨ªmido antes mesmo de eu dizer qualquer coisa. Daniel n?o foi t?o feroz a ponto de voc¨º n?o conseguir sair da cama ontem ¨¤ noite, n?o ¨¦?¡± Jimena, de bra?os cruzados, aguentava as brincadeiras leves de Olivia, rindo descontrdamente. Cap¨ªtulo 438 Cap铆tulo 438 Cap¨ªtulo 438 Jimena fva mais, e Olivia ficava cada vez mais envergonhada, o rosto vermelhoo uma beterraba. Oplicado era que Jimena era muito direta e soltava qualquer coisa que the viesse ¨¤ mente, sendo uma pessoa de personalidade aberta e direta. As pvras d traziam ¨¤ mente de Olivia imagens involunt¨¢rias da noite anterior, quando Daniel a fez passar por poucas e boas. Com o rosto ainda mais corado e constrangido, repreendeu: ¡°Jimena, estou tentando fr s¨¦rio aqui, voc¨º pode parar de brincadeira?¡± Olivia se aninhou n no sof¨¢, rndo um pouco, e ent?o sentou¨Cse, olhando¨Ca reprova??o. ¡°Est¨¢ bem, eu paro de rir.¡± Jimena se sentou, prometendo,primindo os l¨¢bios na tentativa de segurar o riso, mas n?o aguentou e riu tanto que seus ombros tremeram. Olivia apenas a observava com um olhar mnc¨®lico. Jimena sabia que estava sendo inadequada rindo daqu forma, mas n?o conseguia se conter. limpou a garganta e, as m?os, fez um gestoo se estivesse praticando capoeira, inspirando e expirando. Com algum esfor?o, conseguiu conter o riso e falou seriamente: ¡°Olha, eu acho que voc¨º n?o saiu perdendo nessa, n?o tem por que ficar triste. Pense nisso, aquele homem ¨¦ o Daniel. Daniel, entendeu? Ele ¨¦ t?o bonito, tem um corpo t?o bom. Eu mal posso dormir se eu quisesse. A vida ¨¦ para ser aproveitada, voc¨º conseguiu uma grande vantagem, amiga.¡± Jimena deu um tapinha consdor no ombro de Olivia. ¡°Voc¨º quer, ¨¦? Pode ficar ele.¡± Olivia gesticulou displicentemente. Jimena ficou sem gra?a: ¡°Eu me ofereci, mas ele n?o me quis.¡± Olivia cobriu o rosto as m?os: ¡°Voc¨º est¨¢ perdendo o foco. O que eu quero saber ¨¦o ele descobriu que eu n?o tinha sa¨ªdo de casa e que me encontrei o Sergio. Eu tinha certeza que tinha feito tudo perfeito. Ele ¨¦ muito esperto, tenho medo que um dia ele descubra sobre os meus filhos, mas na verdade ele j¨¢ descobriu.¡± ¡°Mesmo que ele descubra, n?o tem problema. Fale ele sobre a guarda e a pens?o aliment¨ªcia. Ele ¨¦ rico, cuidar dos pr¨®prios filhos ¨¦ o m¨ªnimo que ele pode fazer, certo? Voc¨º n?o precisa se esfor?ar tanto.¡± Jimena sugeriu. ¡°Eu tenho medo ¨¦ dele descobrir e querer levar meus filhos embora, me proibindo de v¨º¨Clos. Ele ¨¦ autorit¨¢rio e arrogante, e sabendo que eu sou filha do Gabriel, ent?o, ele me odeia.¡± Disse Olivia. Jimena pensou por um momento e concordou a cabe?a: ¡°Verdade, temos que arranjar 1/2 15:46 Cap¨ªtulo 438 uma maneira de proteger as crian?as, sem deixar o Daniel descobrir. Voc¨º lutou tanto pra cri¨¢s at¨¦ agora, n?o ¨¦ justo ele chegar e levar.¡± ¡°Me ajuda a pensar num no que seja infal¨ªvel e discreto.¡± Olivia sentou¨Cse aodo d. As duas quebraram a cabe?a, mas n?o chegaram a nenhuma conclus?o. De repente, o celr de Jimena tocou. Era Carlos que estava ligando! Jimena ficou t?o animada que mexeu fricamente nas m?os, deixando o telefone cair duas vezes. respirou fundo, tentando acalmar seus nervos, antes de atender a liga??o. Com uma voz suavizada, disse: ¡°Al?,o ¨¦ que voc¨º lembrou de me ligar? Tava saudades?¡± ¡°Vai catar coquinho!¡± Do outrodo da linha, Carlos expressou seu desd¨¦m: ¡°D¨¢ pra fr direito, sem ser nojenta?¡± Jimena ficou perplexa. tinha tentado ser gentil e foi criticada por isso. expirou, segurando o sentimento de injusti?a e disse: ¡°Qual ¨¦ a boa, o que voc¨º querigo?¡± Olivia: ¡°¡­¡­¡± Um segundo antes, estava impressionada a voz sedutora de Jimena, e no pr¨®ximo, estava agindo de maneira vigorosa. A express?o ¡°velha¡°, que saiu t?o naturalmente, surpreendeu at¨¦ a Olivia que estava bem aodo. Para Carlos, aqu era a Jimena de sempre: ¡°Lembra da ¨²ltima vez no hotel, que eu te fiz um favor?¡± ¡°Que hotel, que favor?¡± Jimena perguntou, irritada e sem entender a situa??o de imediato. Ent?o, de repente, lembrou¨Cse e sua voz ficou hesitante: ¡°Ah, aqu vez. Lembro sim, te ajudei a afastar os pretendentes e voc¨º me ajudou a despistar o guarda¨Ccostas. Concordamos em ficar quites naqu ¨¦poca. Eles haviam acordado que estava tudo resolvido e que n?o se friam mais. Por isso, ficou t?o surpresa quando Carlos ligou.Copyright by N?v/elDrama.Org. ¡°Sem d¨ªvidas uma ova! Voc¨º me enganou, agora vai ter que se responsabilizar!¡± A voz irritada de Carlos transparecia sua raiva. Cap铆tulo 439 Cap¨ªtulo 439 ¡°O qu¨º, respons¨¢vel?¡± Jimena exmou surpresa, pois nunca tinha ouvido Carlos soltar um pvr?o, mas soava t?o natural que fazia seu cora??o bater mais r¨¢pido. Quando Olivia ouviu a pvra ¡°respons¨¢vel¡°, seus olhos se arregram de choque e curiosidade, e olhou para Jimena aquele olhar t¨ªpico de quem adora mexericos.. Ser¨¢ que, sem que soubesse, Jimena e Carlos j¨¢ tinham¡­ Jimenan?ou um olhar para Olivia e, surpresa, entendeu instantaneamente o olhar curioso de Olivia. tamb¨¦m gostaria que o boato fosse verdade, estava louca para se sentir respons¨¢vel por Carlos. ¡°Bem, eu assumo a responsabilidade. Ofere?o¨Cme, venha at¨¦ mim, estou pronta para me entregar agora.¡± Jimena disse, corada e firmeza. ¡°Pfft!¡± Olivia, que estava bebendo ¨¢gua, se engasgou e espirrou tudo a dera??o d. ¡°O que diabos voc¨º est¨¢ dizendo? N?o tem chance! Da ¨²ltima vez, voc¨º disse que dentro do quarto n?o estava Olivia, e sim a Marina. Eu que te ajudei a despistar o seguran?a. E a¨ª, era a Olivia, e o Daniel veio ter ¡®aqu conversa¡®igo, n?o vou escapar desse castigo, voc¨º tem que me compensar, entendeu?¡± Carlos rapidamente cortou as ilus?es de Jimena. Ao ouvir isso, Jimena abriu a boca, querendo dizer algo, mas se sentiu t?o culpada que n?o conseguiu fr. De fato, havia enganado Carlos na ¨²ltima vez. s¨® queria ajudar, e se n?o tivesse dito aquilo, Carlos n?o teria a ajudado. Era sua culpa, e precisava assumir a responsabilidade. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Havia acabado de ouvir Olivia fr sobreo o Daniel era assustador, e no segundo seguinte, Carlos lhe diz que Daniel quis ¡°conversar¡± ele, e o castigo era inevit¨¢vel. E esse castigo certeza seria s¨¦rio. Jimena sentiu¨Cse ainda mais culpada e disse, os olhos piscando: ¡°Como voc¨º quer que eu compense, diga¨Cme.¡± ¡°Sua filha Iria n?o ganhou o campeonato do Concurso Alimentar?¡± Carlos perguntou de repente. Jimena ficou surpresa, segurou o micr¨®fone e disse para Olivia aodo: ¡°Carlos est¨¢ fndo da Iria.¡± Olivia pausou por um instante e disse: ¡°Coloca no viva¨Cvoz.¡± Jimenargou o microfone, ativou o viva¨Cvoz e respondeu a Carlos: ¡°Sim, e da¨ª?¡± 1/2 15:46 Cap¨ªtulo 439 ¡°¨¦ o seguinte, o pr¨ºmio da sua filha ainda n?o foi entregue, e para maximizar o efeito de publicidade, o investidor ir¨¢ pessoalmente entregar o pr¨ºmio ¨¤ sua casa. O endere?o que consta no formul¨¢rio de informa??es ¨¦ o endere?o certo, certo?¡± ¡°E o que isso tem a ver voc¨º mepensar?¡± Jimena perguntou, confusa. ¡°O Sr. Daniel disse que se eu for ele entregar o pr¨ºmio na sua casa, ele vai deixar de pressionar o assunto, s¨® preciso ligar para confirmar o endere?o exato voc¨º.¡± Carlos explicou. ¡°Ah, entendi.¡± Jimena respondeu, sem dar muita aten??o. De repente, percebeu algo e olhou para Olivia, espantada. Olivia tamb¨¦m estava uma express?o de panico. As duas trocaram olhares de medo. Ambasunicaram um ao outro a mesma informa??o: Daniel viria pessoalmente! Quando Iria se inscreveu no Concurso Alimentar, o endere?o que forneceu era o da Comunidade Lej¨¢! Olivia rapidamente gesticulou as m?os, dizendo para Jimena que n?o era aquele endere?o, para dizer o endere?o onde morava de verdade. Jimena entendeu o recado, e estava prestes a fr o seu endere?o. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, a voz de Carlos soou: ¡°Estamos chegando.¡± O cora??o de Olivia deu um pulo. O qu¨º? Daniel estava chegando? Cap铆tulo 440 Cap¨ªtulo 440 Jimena tamb¨¦m olhou apressada para Olivia, franzindo a testa, mexendo as sobrancelhas, acenando os bra?os,pletamente desorientada. O ataque s¨²bito as pegou de surpresa, deixando¨Cas sem rea??o. Olivia correu para a porta, pensando em sair. Do outrodo da linha, a voz de Carlos ressoou: ¡°Abre a porta!¡± Abrir a porta? Eles j¨¢ estavam na entrada? Olivia parou bruscamente seus passos quando estava chegando ¨¤ porta. arregalou os olhos para a porta, onde dodo de fora estava Daniel. Apenas uma porta os separava. Ao pensar nisso, o cora??o de Oliviae?ou a bater descontrdamente, e rapidamente voltou a correr para o quarto. Jimena, aflita, andava de umdo para o outro. Ao ver Olivia se escondendo no quarto, respondeu apressadamente ao telefone: ¡°Acabei de acordar e estou me vestindo, espera um pouco, j¨¢ estou pronta.¡± Ap¨®s dizer isso, desligou o telefone. E seguiu Olivia para dentro do quarto. As duas se espremeram na entrada, lutando para entrar no quarto. Olivia estava prestes a se esconder no arm¨¢rio quando percebeu que Jimena j¨¢ havia tomado a dianteira, abrindo o arm¨¢rio e entrando nele. Com uma express?o confusa, Olivia perguntou: ¡°Jimena, por que voc¨º est¨¢ se escondendo? Esta ¨¦ a sua casa, voc¨º deve receber os convidados.¡± Jimena se surpreendeu, percebendo: ¡°Ah, ¨¦ verdade, por que estou me escondendo?¡± inconscientemente pensou que era a casa de Olivia, e que Daniel, aquele homem t?o intimidador, deveria ser encarado por Olivia. havia esquecido o que disse ao telefone. Daniel estava vindo para a casa da respons¨¢vel de Iria, e no cadastro, Jimena era listadao tal. Jimena saiu ¨¤s pressas, deixando Olivia se esconder em seu lugar. Quando a porta do arm¨¢rio se fechou, Olivia fez um gesto encorajador para Jimena, incentivando¨Ca. Jimena respirou fundo e acenou a cabe?a, reunindo coragem. 1/2 15:46 Cap¨ªtulo 440 Tudo bem, eu consigo! se endireitou, caminhou para fora do quarto, e viu no sof¨¢ um ursinho de pel¨²cia, al¨¦m de uma pist de brinquedo.Original content from N?velDrama.Org. Na mesa, havia mamadeiras e pratos infantis. Jimenae?ou a arrumar tudo ¨¤s pressas, escondendo brinquedos e mamadeiras. Ao abrir a gdeira para guardar a mamadeira, parou subitamente,o se tivesse uma epifania. Por que estava escondendo as coisas das crian?as? disse que aqu era a sua casa, que era m?e de quatro crian?as, era normal ter coisas de crian?as por l¨¢, n?o era? Ao perceber, Jimena sentiu¨Cse um pouco tonta. Colocou a mamadeira de volta na gdeira, deu uma palmada na pr¨®pria testa e foi at¨¦ a porta. Instantes antes de abrir, nervosa, respirou fundo e deu uns tapinhas no rosto para se acalmar. tentou for?ar um sorriso e, finalmente, abriu a porta. Ao abrir, uma lufada de ar frio invadiu o ambiente. Daniel estava ali, imponente na entrada, vestindo um terno preto sob medida, uma estatura alta e elegante, uma presen?a intimidadora e um ar de distin??o. Um tipo de beleza que deslumbra quem olha. Ao seudo, estava Carlos. Cap铆tulo 441 Cap¨ªtulo 441 Original content from N?velDrama.Org. Carlos trajava um terno azul¨Cmarinho da ¨²ltima moda, cal?as da mesma cor, uma camisa branca e uma camisa xadrez azul por dentro. Seus olhos brilhavam uma beleza enigm¨¢tica e sedutora, diferente da masculinidade robusta de Daniel. A beleza de Carlos era uma beleza encantadora. Atr¨¢s deles, um grupo de profissionais se aglomerava. Alguns seguravam cameras, outros microfones ¨C era ramente jornalistas. Ao ver essa cena, o cora??o de Jimena, que mal havia se acalmado, voltou a bater acelerado, e seu sorriso tornou¨Cse for?ado e inseguro: ¡°Sr. Griera, que bom que veio, por favor, entre,¡± disse um gesto convidativo, abrindo espa?o para que Daniel entrasse. Com passosrgos, Daniel avan?ou para dentro, seguido por Carlos, quen?ou um olhar intenso a Jimena ao passar por . Seu olhar era magn¨¦tico e perturbador. Jimena sentiu seu cora??o vacr, e o ritmo card¨ªaco se acelerou ainda mais. Essa maldita sedu??o, essa maldita beleza, isso s¨® podia acontecer em sua est¨¦tica. Um simples olhar de Carlos era capaz de abr sua alma. Os jornalistas entraram junto. A camera se mantinha focada em Daniel. S¨® quando teve certeza de que n?o havia mais ningu¨¦m por perto, Jimena se aproximou cautelosa. notou que Daniel observava a decora??o da s. No sof¨¢, havia um urso de pel¨²cia que n?o conseguira guardar a tempo. O olhar de Daniel estava fixo no brinquedo. Nervosa, Jimena correu para pegar o urso e o abra?ou, dizendo: ¡°Sr. Griera, Sr. Marques, por favor, sentem¨Cse.¡± Daniel se sentou no sof¨¢, e Carlos se sentou aodo dele. Abertamente, Daniel olhou ao redor da casa eentou: ¡°Impressionante, trabalhando sozinha, cuidando de quatro filhos e mantendo uma casa t?o boa.¡± Jimena for?ou um sorriso e respondeu: ¡°Sim, sim, felizmente as crian?as s?o tranqus, n?o me d?o trabalho.¡± ¡°ro, j¨¢ t?o novos e contribuindo para a renda da casa. Umapeti??o, um pr¨ºmio de duzentos mil, ¨¦ o que uma fam¨ªliaum leva dois anos para ganhar, n?o ¨¦?¡°, disse Carlos, passando a l¨ªngua nos l¨¢bios, um sorriso sugestivo. Jimena, que estava profundamente insegura, queria apenas se livrar da presen?a opressora dos dois homens e n?o deu aten??o ao subtexto das pvras de Carlos. Cap¨ªtulo 441 olhou para Daniel, que agora inspecionava as roupas penduradas na varanda. Jimena seguiu seu olhar e viu v¨¢rias roupas infantis estilo cartoon, al¨¦m de pijamas de pel¨²cia em forma de animais ¨C carneirinhos, ursinhos, tigrinhos, coelhinhos ¨C que bn?avam ao vento e pareciam ganhar vida. Daniel estava encantado as roupas das crian?as, pensando certamente em qu?o ador¨¢veis eram. Jimena sentiu um al¨ªvio e explicou: ¡°Tenho quadrig¨ºmeos. Normalmente,pro roupas juntas para eles e troco¨Cas evo ao mesmo tempo.¡± Os jornalistas rapidamente focaram um close nas roupas. Mas Daniel desviou o olhar e fixou em um vestido amarelo ro pendurado, e olhou intensamente para Jimena: ¡°A Srta. Santos tamb¨¦m veste Chanel?¡± ¡°Eu n?o, eu at¨¦ gosto das roupas da Chanel, mas s?o caras demais para mim¡­ N?o tenho condi??es deprar¡­¡± Jimena respondeu instintivamente e, no momento seguinte, seu cora??o gelou. Olhou para o varal e viu o vestido amarelo da Chanel pendurado! Era a pe?a de Olivia! Um presente de Daniel para Olivia! Como ele poderia n?o reconhecer o presente que deu a Olivia? Ser¨¢ que seria desmascarada? Jimena sentiu a respira??o ficar pesada o nervosismo. acabara de dizer que n?o usava roupas da Chanel,o iria sair dessa agora? ¡°Senhorita Santos, se meus olhos n?o me enganam, aqu roupa amar pendurada ali ¨¦ um modelo de alta costura da Chanel, valendo mais de 50 mil. Voc¨º n?o costuma usar roupas da Chanel, de onde veio essa pe?a?¡± Um jornalista experiente fez a pergunta e, em seguida, apontou o microfone para Jimena. O cora??o de Jimena deu um pulo, e mal conseguia se manter firme. Cap铆tulo 442 Cap¨ªtulo 442 estava a camisa nas costas encharcada de suor frio. Sentiu uma impuls?o de contar tudo, ajudar Olivia a lutar pelos direitos das crian?as, exigir pens?o aliment¨ªcia de Daniel e acus¨¢¨Clo por anos de neglig¨ºncia e falta de responsabilidade para os filhos. Estava prestes a r, mas a imagem de Olivia, angustiada e temerosa de perder seus pequenos, surgiu¡¯em sua mente. Olivia tinha dito que, se Daniel descobrisse sobre as crian?as, certeza ele as tomar¨ªa para si, e talvez nem mesmo permitiria que as visse. Embora as crian?as tivessem sido criadas por Olivia. Mas Daniel tinha poder e influ¨ºncia, podia fazer o que quisesse. Se ele decidisse tomar as crian?as, seria f¨¢cilo virar a palma da m?o. A raz?o de Jimena, pena de Olivia, venceu o impulso. reprimiu a vontade de dizer toda a verdade. For?ou um sorriso no rosto, nervoso e polido, e explicou: ¡°Este vestido ¨¦ de uma grande amiga minha, veio ontem ¨¤ noite paraemorar a minha filha Iria a vit¨®ria d no Concurso Alimentar. pensou em ficar l¨¢ em casa, tomou banho e trocou de roupa, mas acabou voltando para casa e deixou as roupas, ent?o euvei para .¡± Depois de fr, olhou disfar?adamente para Daniel, observando a sua rea??o. Esperava que a hist¨®ria coincidisse o que Olivia tinha contado a na noite anterior. Daniel deveria acreditar, certo? Jimena ainda estava insegura, nervosa por dentro. Olivia havia dito que Daniel era muito astuto e n?o se deixava enganar facilmente. n?o sabia se havia passado no teste. Jimena se sentia ansiosa. O rep¨®rter que a havia questionado sorriu ap¨®s ouvir sua resposta e disse: ¡°Ah, ent?o ¨¦ a roupa da amiga de Jimena! Mas, pelo que sei, este modelo de vestido n?o pode servado na m¨¢quina, s¨® a seco, sen?o perde muito do seu valor. Mas acredito que a amizade de voc¨ºs ¨¦ t?o forte que um detalhe desses n?o importa.¡± Jimena respondeu um olhar perplexo. Realmente, esse vestido n?o podia servado na m¨¢quina. Custava mais de 50 mil! Cap¨ªtulo 442 Olivia tinha simplesmente jogado o vestido na m¨¢quina devar, desperdi?ando uma boa quantia em dinheiro. Mesmo que fosse um presente de Daniel, ainda sentia por Olivia. Daniel, olhos profundos e frios, insond¨¢veis, ningu¨¦m sabia o que se passava em sua mente. Ele se levantou e passou um cart?o para Jimena: ¡°O pr¨ºmio de Iria, sem senha.¡± A voz do homem era baixa e magn¨¦tica, e sua presen?a exva uma nobreza e uma beleza impressionantes A voz do homem era suave, magn¨¦tica, e sua presen?a era nobre e atraente. Ele estendeu a m?o, dedos longos e veias ligeiramente salientes no dorso, indicando uma for?a s¨®lida. Jimena se sentiu intimidada e hesitou em estender a m?o para pegar. Carlos a observou cuidado, percebendoo estava encantada e nervosa ao mesmo tempo. Ele sorriu levemente e disse: ¡°Aceite, ¨¦ o que sua filha merece.¡± Ele enfatizou a pvra ¡°filha¡±. Afinal, era m?e de quatro crian?as e ainda agiao uma adolescente apaixonada. N?o s¨® por ele, mas por Daniel tamb¨¦m. Era dif¨ªcil de assistir. Jimena hesitou por um momento, em seguida, estendeu as m?os para pegar o cart?o, segurando¨Co ps bordas, tentando evitar qualquer contato ele. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. estava perto de Daniel apenas por causa de Olivia. Como ousaria ter algum contato f¨ªsico ele? ¡°Iria ¨¦ muito jovem e j¨¢ tem um talento nato para a gastronomia, uma verdadeira crian?a prodigio. Hoje,o o maior acionista investidor, o Sr. Griera veio pessoalmente entregar o pr¨ºmio ¨¤ campe?. Nosso Sr. Griera ¨¦ realmente um CEO generoso, respons¨¢vel epreensivo.¡± Os rep¨®rteres tiravam fotos fricamente. Eles promoviam a imagem ador¨¢vel e respons¨¢vel de Daniel. Jimena torceu o nariz interiormente e murmurou para si mesma: Respons¨¢vel uma ova! Ele nem gosta dos pr¨®prios filhos, que dir¨¢ terpaix?o. Isso era apenas para rir! Daniel ouviu os elogios dos rep¨®rteres, seu semnte era frio e ligeiramente descontente. Ele olhou para os rep¨®rteres um olhar cial e disse: ¡°Voc¨ºs j¨¢ podem ir embora.¡± Cap铆tulo 443 Cap¨ªtulo 443 Daniel falou, dando aos rep¨®rteres coragem, pois nenhum deles se atreveria a n?o o ouvir. Um a um, os rep¨®rteres foram saindo. A algazarra que havia dentro do c?modo logo deu lugar a um sil¨ºncio reconfortante. Cheia de curiosidade, Jimena se perguntava o que Daniel ainda fazia ali, agora que os jornalistas haviam partido e o pr¨ºmio estava em suas m?os. Enquanto se perdia em seus questionamentos, notou o olhar prante de Daniel, que fixava um ponto espec¨ªfico do quarto um olhar profundo e misterioso. Uma onda de panico a invadiu. Ser¨¢ que Daniel havia descoberto alguma coisa? Com um nervosismo evidente, falou: ¡°Sr. Griera, Sr. Marques, voc¨ºs devem estar sede, n?o? Vou preparar um ch¨¢ para voc¨ºs.¡± Que os santos ajudem, tomem o ch¨¢ e se v?o embora. Continuar aqui est¨¢ me deixando nervosa a ponto de ter um ataque card¨ªaco. Jimena se dirigiu ¨¤ cozinha e, para seu desespero, n?o encontrava os copos. Revirou arm¨¢rios e gavetas em busca deles. Sua ansiedade e pressa fizeram que pratos e talheres se chocassem em um barulho ensurdecedor, chamando a aten??o dos dois homens na s. ¡°O que voc¨º est¨¢ procurando?¡± A voz irreverente de Carlos soou ¨¤ entrada da cozinha. Jimena deu um pulo, virou¨Cse rapidamente para v¨º¨Clo inclinado no batente da porta, m?os cruzadas, olhando para calma. disse: ¡°Estou procurando os copos para beber ¨¢gua.¡± Com um ar de desafio, Carlos ergueu uma sobrancelha e inquiriu: ¡°N?o sabe nem onde guarda os copos? Tem certeza de que esta casa ¨¦ sua?¡± Essa pergunta fez o cora??o de Jimena disparar. negou prontamente: ¡°ro que ¨¦ minha casa! ¨¦ que¡­ ¨¦ que¡­¡± Seu olhar vacva enquanto tentava achar uma desculpa us¨ªvel. ¡°¨¦ porque voc¨ºs s?o convidados, n?o ¨¦ adequado usar nossas x¨ªcaras di¨¢rias. Vou pegar algumas descart¨¢veis para voc¨ºs.¡± Com esfor?o, encontrou uma justificativa aceit¨¢vel. ¡°Ah, ¨¦? Nem sabe se tem copos descart¨¢veis ou onde os guardou?¡± Carlos a encarava um olhar perscrutador. A press?o era enorme. Era exaustivo lidar pessoas t?o astutas. Com a cabe?a fervilhando de pensamentos e o suor frio na testa, Jimena tentava manter a calma e disse: ¡°Essas coisas geralmente quempra ¨¦ minha m?e, e ¨¦ quem guarda. Eu Capitulo 443 quase n?o me meto nas tarefas de casa, por isso n?o sei onde est?o.¡± Carlos soltou uma risada leve e disse: ¡°Olha s¨®o est¨¢ nervosa. Quem n?o sabe poderia pensar que voc¨º est¨¢ a consci¨ºncia pesada. N?o se preocupe, n?o estamos sede.¡± Ele virou as costas e saiu da cozinha. Daniel estava sentado no sof¨¢, mexendo no celr, conferindo um mapa de localiza??o. Ao ver o ponto no mapa t?o perto de si, a express?o em seus olhos se aprofundou. Carlos se aproximou e perguntou: ¡°Sr. Daniel, n?o est¨¢ na hora de irmos?¡± Daniel se levantou e caminhou em dire??o ao quarto. Carlos ficou confuso a atitude de Daniel. Quando Jimena saiu da cozinha, viu Daniel se dirigindo ao quarto e sentiu o cora??o acelerar. Correu para tentar impedi¨Clo, mas sem a coragem para realmente bloquear seu caminho. gaguejou: ¡°Sr. Griera, j¨¢ est¨¢ tarde, voc¨ºs ainda n?o jantaram. Sr. Griera, este ¨¦ o meu quarto, voc¨º quer entrar para dar uma olhada?¡± Daniel parou en?ou um olhar incisivo para : ¡°H¨¢ algo que n?o quer que eu veja?¡± Jimena hesitou e logo gesticulou negativamente: ¡°N?o, n?o tem nada¡­¡± ¡°Ent?o t¨¢ bom.¡± Daniel disse e, passosrgos, entrou no quarto. Jimena foi atr¨¢s dele imediatamente. Daniel n?o olhou para mais nada, apenas entrou e fixou seu olhar enigm¨¢tico no arm¨¢rio. Olivia, escondida l¨¢ dentro, sentia, mesmo atrav¨¦s das portas do arm¨¢rio, um olhar g¨¦lido e cortante perfurando sua alma, fazendo¨Ca tremer. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Daniel esticou a m?o em dire??o ao arm¨¢rio. O cora??o de Jimena disparou e arregalou os olhos. Cap铆tulo 444 Cap¨ªtulo 444 N?o se sabe de onde veio a coragem, mas Jimena avan?ou de repente, usando o corpo para bloquear a porta do arm¨¢rio. Com um sorriso nervoso, disse: ¡°Sr. Griera, este ¨¦ o meu arm¨¢rio particr, s¨® tem minhas roupas, algumas coisas s?o pessoais demais para mostrar.¡± Mal terminou de fr, e o olhar profundo e g¨¦lido de Daniel a perfurou, sua express?o severao uma geada, e seu olhar incisivo parecia capaz de atravess¨¢, impondo um sil¨ºncio opressor. Jimena sentiu um cfrio percorrer todo o seu corpo. Encolheu o pesco?o e timidamente saiu de frente do arm¨¢rio. Assim que se afastou, Daniel abriu a porta do arm¨¢rio. O espa?o escuro e fechado foi imediatamente invadido p luz. Diante dos olhos de Olivia, Daniel, seu corpo alto e esguio, estava ¨¤ poucos passos de distancia. Sua presen?a era intimidadora, um ar gdo e um rosto sombrio. Os olhares de Olivia e ele se encontraram. O ar pareceu congr por um momento. No segundo em que viu Daniel, o cora??o de Olivia pulou, e prendeu a respira??o. ¡°Vai sair ou n?o!¡± a voz grave de Daniel soou. Olivia tremeu os ombros e saiu do arm¨¢rio timidamente. ¡°Oh, ¨¦ de dia, e Vimos a magia de conjurar uma pessoa viva do nada.¡± Carlos, encostado na porta com um sorriso sarc¨¢stico, zombava. Olivia fechou a porta do arm¨¢rio, baixou a cabe?a, sem coragem de olhar para a express?o de Daniel. Jimena percebeu a tens?o no ar, especialmente a express?o sombria de Daniel, parecendo um c¨¦u carregado de nuvens prestes a desabar em tempestade. Raramente teve uma vis?o t?o ra das coisas, ent?o, saiu do quarto, deixando o espa?o para os dois. Ao sair, passou por Carlos, que apenas se moveu dedo para deix¨¢ passar, sem inten??o de ir embora, assistindo interesse. ao desenrr da situa??o entre Olivia e Daniel. Jimena, sem pvras, voltou, pegou o bra?o de Carlos e o puxou para fora. Carlos, descontente, disse: ¡°Jimena, o que voc¨º est¨¢ fazendo, querendo tirar vantagem de mim? Me toca uma vez, me deve um favor, e voc¨º tocou mais de uma vez.¡± 1/2 15.485 Cap¨ªtulo 444 Jimena rapidamente soltou a m?o, levantando¨Ca no ar, dizendo em panico: ¡°N?o fale bobagem, eu n?o te toquei.¡± Carlos indicou seu bra?o: ¡°N?o foi sua m?o que estava aqui agora?¡±Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Originalmente, estava preparada para explicar, mas ao v¨º¨Clo fazendo cara de mau, Jimena endureceu o cora??o, foi para frente, apertou firmemente o bra?o dele e disse: ¡°Pois ¨¦, eu toquei, e da¨ª? Sai daqui, j¨¢ que devo esse favor, vou aproveitar!¡± Dessa vez, Jimena n?o apenas segurou o bra?o dele, mas o agarrou as duas m?os, alternando car¨ªcias e pux?es, at¨¦ que o arrastou para fora e fechou a porta. Carlos ficou incr¨¦dulo, a mulher realmente ousou. ¡°Ei, que falta de modos ¨¦ essa? Solte minha m?o!¡± Carlos estava irritado, mas n?o se desvencilhou, deixando que o soltasse por conta pr¨®pria. Ele nunca tinha visto uma mulher t?o determinada! ¡°Ah, eu n?o vou soltar, eu vou tocar. N?o s¨® na sua m?o, mas tamb¨¦m nos seus m¨²sculos abdominais. Conte quantos favores eu devo, e n?o se esque?a,¡± disse Jimena, sem esconder seu tom predat¨®rio, e livremente tocou o abd?men de Carlos. Carlos pensou que estava brincando, mas nunca imaginou que realmente tocaria seu abd?men. Ele n?o se esquivou, deixando¨Ca conseguir o que queria. Mesmo atrav¨¦s da camisa, Jimena sentiu os m¨²sculos poderosos. Cheios de atra??o masculina. Que sensa??o maravilhosa. Com aquele toque, Jimena sentiu seu cora??o vibrar. Estava perdida! Estava cada vez mais atra¨ªda por esse homem, o que deveria fazer? Vendo a express?o extasiada de Jimena, Carlos se desesperou e finalmente reagiu seriedade, recuando dois passos e evitando seu toque, soltando¨Cse da m?o que segurava e disse autoridade: ¡°Jimena, voc¨º est¨¢ agindoo uma pervertida? ¨¦ verdade o que dizem, uma mulher que j¨¢ teve filho ¨¦ selvagemo uma tigresa!¡± Carlos, apesar de acostumado a flertar e conhecer in¨²meras mulheres, nunca tinha visto algo assim. Cap¨ªtulo 445 Cap铆tulo 445 Cap¨ªtulo 445 Era a primeira vez que uma mulher o provocava de tal maneira. Sentia que sua dignidade masculina prestes a ser despeda?ada em peda?os. As pvras cheias de repulsa e preconceito de Carlos,o um espinho, praram no cora??o de Jimena, causando uma dor aguda. Mas rapidamente se rp?s, ergueu o queixo e encarou¨Co, admitindo naturalidade: ¡°Sim, eu sou selvagemo um tigre. Me interessei por voc¨º e quis te conquistar, o que voc¨º acha disso?¡± De qualquer forma, j¨¢ que ele disse que n?o estava interessado n, n?o havia raz?o para ser excessivamente cautelosa na s¨²a abordagem. Afinal, o que importava era aproveitar o momento, tocar era ganhar. Para qu¨º pensar no futuro? ¡°Voc¨º¡­¡± Carlos, um veterano nos assuntos do cora??o, um homem que conquistou in¨²meras mulheres, foi surpreendido por uma mulher que o deixou sem pvras. Sua irrita??o por ser provocado era evidente diante da atitude desafiadora e arrogante d. Ele n?o conseguiu formr uma ¨²nica pvra em retalia??o. Ele resmungou: ¡°Eu sou o sonho que voc¨º nunca vai realizar! V¨¢ dormir, nos sonhos voc¨º tem tudo!¡± Dito isso, ele virou as costas. Pretendia pegar o elevador, mas percebeu que estava em um pr¨¦dio s¨® com escadas, sem elevador algum. Carlos remou: ¡°Que condom¨ªnio mais rid¨ªculo, nem sequer tem elevador.¡± E isso, ele marchou escada abaixo. Jimena observou a fuga dele, bufou e mostrou a l¨ªngua. Um sonho inalcan?¨¢vel, hein? Vamos ver se eu n?o consigo! No quarto. Olivia se escondia dentro do guarda¨Croupa quando Daniel a apanhou, toda envergonhada, a cabe?a baixa e sem saber onde colocar as m?os. A m?o grande de Daniel agarrou seu queixo, levantando seu rosto, e a outra m?o envolveu sua cintura fina, puxando¨Ca para perto dele. Com os corpos cdos, rosto e l¨¢bios t?o pr¨®ximos que um leve movimento resultaria em um beijo. Olivia podia sentir a respira??o quente e poderosa dele em seu rosto, cheia de perigo. 1/2 15:48 Capitulo 445 estava a respira??o ofegante e o corpo tenso, extremamente nervosa: ¡°Sr. Griera, por favor, n?o fa?a isso, estamos na casa da Jimena¡­¡± As loucuras da noite anterior ainda rodopiavam em sua cabe?a, seus m¨²sculos retinham a mem¨®ria daqueles momentos. Parecia que o calor dele ainda estava em seu corpo. mal tinha se recuperado e ele voltava a ser dominador. Olivia sentia que n?o aguentaria mais. ¡°Por que voc¨º est¨¢ se escondendo? De mim, ¨¦?¡± Daniel estava frio e furioso, a raiva evidente em seu tom de voz magn¨¦tico. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Olivia ficou surpresa e s¨® ent?o percebeu: ¨¦ verdade, por que estava se escondendo? Se j¨¢ estavabinado que era a casa de Jimena, e estava apenas curtindo na casa da amiga, qual era o problema? Por que se esconder? Olivia teve um estalo depreens?o e se arrependeu de sua atitude t. disse: ¡°Eu estava medo que voc¨º me pegasse matando trabalho.¡± ¡°Quem te ensinou a matar trabalho?¡± Com os corpos cdos, rosto e l¨¢bios t?o pr¨®ximos que um leve movimento resultaria em um beijo. Olivia, nervosa, gaguejou: ¡°Eu¡­ eu estava dor de cabe?a, me sentindo mal, pensei em descansar um dia. Ainda n?o tinha avisado ao assistente Bruno que faltaria, me solte que eu ligo para ele agora.¡± Bruno era seu supervisor direto. Daniel inclinou um pouco mais o queixo d para cima, seus olhos escuros e profundos fixos em sua testa: ¡°A cicatriz j¨¢ est¨¢ ficando preta, vai sarar em alguns dias.¡± ¡°Sim, vai sarar, mas eu ainda estou concuss?o¡­¡± Ontem ¨¤ noite, enquanto ele a atormentava daqu maneira na cama, ele nem sequer considerou que poderia ter uma concuss?o grave, sem considerar que uma concuss?o grave poderia ser fatat para:. Cap¨ªtulo 446 Cap铆tulo 446 Cap¨ªtulo 446 Daniel olhou bem nos olhos d, seus c¨ªlios longos e curvadoso as asas de uma borboleta, seus olhos brilhanteso vidro l¨ªmpido, que naquele momento, devido ¨¤ tens?o, brilhavam levemente com um toque de l¨¢grimas, despertando um sentimento de carinho. Os olhos profundos de Daniel ficaram mais intensos, um brilho suave se espalhando. ¡°Da pr¨®xima vez,porte¨Cse e n?o me irrite, t¨¢ entendendo?¡± disse Daniel sua voz baixa e magn¨¦tica. Olivia assentiu rapidamente: ¡°Entendi.¡± ¡°Vou te dar tr¨ºs dias de folga, aproveite para descansar,¡± Daniel soltou seu queixo, sua voz transmitindo um tra?o de ternura. . De repente, Olivia lembrou que, embora Bruno fosse seu chefe imediato, Daniel era o grande chefe. acabara de dizer para seu chefe ligar para Bruno para tirar folga. N?o seria mais f¨¢cil e convincente pedir diretamente ao chefe? estava t?o nervosa que mal conseguia pensar. ¡°Certo, certo, obrigada, Sr. Griera,¡± disse Olivia, concordando repetidamente. Daniel se inclinou, aproximando seus l¨¢bios do ouvido d, sua respira??o quente soprando na parte de tr¨¢s de sua orelha delicada e sens¨ªvel: ¡°Como voc¨º vai me agradecer?¡± A presen?a dele era poderosa, sua respira??o profunda e cheia do aroma de testosterona, sussurrando em seu ouvido. Era uma mistura de c¨®cegas e provoca??o. Olivia involuntariamente encolheu o pesco?o, seu cora??o tremendo, sua respira??o se tornando ofegante inconscientemente. ¡°Sr. Griera, este ¨¦ o quarto da minha amiga, n?o ¨¦ apropriado¡­¡± disse, seu corpo r¨ªgido, rejeitando¨Co gentilmente. ¡°Que tal voltarmos para sua casa?¡± A voz de Daniel era magn¨¦tica, cheia de tenta??o. O cora??o de Olivia derreteu, seu sangue agitado. respirava rapidamente, suas bochechas e ouvidos vermelhos: ¡°Sr. Griera, voc¨º disse para eu descansar¡­ Al¨¦m disso, eu queria passar mais tempo na casa da minha amiga, ficar sozinha em casa ¨¦ t?o chato, eu queria conversar .¡± ¡°Eu posso te fazerpanhia?¡± A voz rouca de Daniel soou, mordendo levemente o l¨®bulo de sua orelha. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Olivia estremeceu, assustada e derretida, exmou: ¡°N?o, n?o precisa, Sr. Griera, voc¨º tem muitos neg¨®cios para cuidar, n?o posso tomar seu tempo. Que tal¡­ voc¨º ir embora.¡± 1/2 15:48 Capitulo 446 ¡°Se voc¨º insistir, eu fico aqui esta noite,¡± Daniel falou irritado. Olivia se rmou, seu corpo todo em alerta: ¡°Como assim, esta ¨¦ a casa da Jimena, os filhos d voltam ¨¤ noite¡­¡± ¡°E da¨ª? O que eu quiser fazer, quem vai me impedir?¡± A presen?a dominadora de Daniel envolveu Olivia. Seu cora??o batiao uma b de pingue¨Cpongue, sua t¨ºmpora pulsando de medo. Realmente, quem era Daniel? O que ele queria fazer, ningu¨¦m poderia impedir. Se Daniel decidisse ficar ¨¤ for?a, mais tarde, quando as crian?as sa¨ªssem da esc, Teresa chegaria com eles, e eles encontrariam Daniel. As crian?as, acostumadas a v¨º, a chamariam de ¡°m?e¡°, correndo em sua dire??o entusiasmo. S¨® de pensar nessa cena, Olivia sentia seu cora??o tremer, seu nervosismo quase a fazendo cpsar. n?o podia permitir que ele ficasse. Os olhos de Olivia giravam loucamente, disse: ¡°Minha cabe?a est¨¢ doendo, pode ser concuss?o atacando.¡± Os olhos de Daniel se apertaram, ele se endireitou, olhando para . Olivia levantou a m?o, tocando levemente sua t¨ºmpora, fazendo uma express?o de dor: ¡°Est¨¢ doendo de verdade.¡± A express?o de Daniel endureceu, ele a soltou e pegou sua m?o: ¡°Vamos, para o hospital.¡± Na noite anterior, em sua f¨²ria, ele tinha sido um tanto r¨ªspido. Se algo tivesse acontecido ¨¤ cabe?a d¡­ ¡°N?o precisa, ir ao hospital ¨¦ in¨²til, o m¨¦dico s¨® me diria para descansar bem. Alguns dias de descanso e estarei bem,¡± Olivia parou, recusando¨Cse a segui¨Clo. Daniel se virou, seus olhos negros carregados de press?o e uma pitada de tens?o, fixando o olhar n, apertando a m?o d: ¡°Vamos, vamos ao hospital. Cap铆tulo 447 Cap¨ªtulo 447 Aqu atmosfera silenciosa fez que o cora??o de Olivia batesse fraco, e justo quando achava que n?o aguentaria mals. Ele soltou sua m?o: ¡°N?o fique acordada at¨¦ tarde.¡± Depois de dizer isso, ele salu do quarto. Olivia observou o alto e imponente vulto de Daniel se afastar, e seu cora??o ansioso finalmente pode rxar um pouco. n?o podia deixar de se perguntar se a s¨²bita visita de Daniel ¨¤ casa de Jimena para entregar o b?nus do Concurso Alimentar n?o tinha sido por causa d. Porque tinha faltado ao trabalho, ele apareceu! Afinal, era s¨® um b?nus do Concurso Alimentar: mandar um assistente j¨¢ seria suficiente, por que o grande chefe precisaria se dar ao trabalho de ir pessoalmente? Al¨¦m disso, a imprensa mal divulgou a not¨ªcia. Ser respons¨¢vel e caridoso, essa imagem, Daniel precisava mesmo construir? Ele j¨¢ era t?o poderoso, n?o precisava mais moldar nenhuma imagem. Rapidamente, Olivia bn?ou a cabe?a, dissipando seus pensamentos errantes. n?o era t?o importante assim para que Daniel fizesse uma visita apenas para v¨º e lhe dar tr¨ºs dias de folga. Era apenas Daniel tentando construir uma imagem de algu¨¦m respons¨¢vel e caridoso, preocupado com as crian?as. Afinal, as pessoas tendem a tentar criar justamente a imagem que lhes falta. Jimena cva o ouvido na porta, tentando ouvir a conversa no interior. De repente, a porta se abriu, e Jimena quase esbarrou em Daniel. Felizmente, conseguiu parar a tempo. Levantando os olhos e vendo a express?o sombria e fria de Daniel, for?ou um sorriso sem gra?a: ¡°Hehe, Sr. Griera, voc¨º est¨¢ de sa¨ªda? N?o quer ficar para jantar?¡± ¡± Danieln?ou um olhar para , ignorando¨Ca, e afastou¨Cse d, saindo uma presen?a imponente. Jimena, bajdora, sorriu para as costas dele: ¡°Sr. Griera, v¨¢ Deus, volte outra vez¡­¡± mal terminou de fr quando foi puxada para dentro do quarto por Olivia, que a repreendeu: ¡°Obrigada por fazer que ele queira voltar.¡± ¡°Shh, ele ainda n?o foi longe, cuidado para n?o ser ouvida.¡± Jimena rapidamente fez um sinal de sil¨ºncio. Olivia apressadamente cobriu a boca, preocupada em irritar Daniel, o que n?o seria nada bom. 1/2 15:49 Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Cap¨ªtulo 447 Jimena fechou a porta apressadamente e puxou Olivia para se sentarem no sof¨¢, um olhar curioso: ¡°O que voc¨ºs fizeram no quarto?¡± Olivia corou e deu um tapinha na cabe?a d: ¡°No que voc¨º est¨¢ pensando? Nesse curto per¨ªodo de tempo, o que poder¨ªamos ter feito?¡± ¡°Uau, parece que o Daniel tem uma for?a f¨ªsica e resist¨ºncia superlongas, hein?¡± Jimena disse algo surpreendente. O rosto de Olivia ficou vermelhoo uma ma??, e e?ou a fazer c¨®cegas em Jimena: ¡°Comporte¨Cse, t¨¢ bom? Comporte¨Cse!¡± ¡°Ah, hahaha, para de fazer c¨®cegas, para, eu n?o falo mais nada¡­¡± Jimena, que era sens¨ªvel ¨¤s c¨®cegas, rolou no sof¨¢, rindo at¨¦ chorar. Olivia soltou¨Ca e suspirou mncolicamente: ¡°Por que sinto que Daniel pode me encontrar em qualquer lugar? Ser¨¢ que eu tenho algum cheiro especial?¡± levantou a m?o, cheirando¨Cse. Jimena se endireitou, pegou um len?o de papel e secou as l¨¢grimas, dizendo: ¡°Imposs¨ªvel, Daniel n?o tem um faro de cachorro, n?o ¨¦ t?o sens¨ªvel assim.¡± ¡°Ent?o por qu¨º? Eu me escondi no arm¨¢rio e ele sabia.¡± Olivia estava perplexa. Jimena bn?ou a cabe?a: ¡°N?o fa?o ideia, estou t?o curiosa e surpresa quanto voc¨º.¡± Daniel tinha entrado no quarto e foi direto para o arm¨¢rio sem olhar em volta. Era incr¨ªvel demais. ¡°Olha s¨®, Olivia, que lindo o seu cr, onde voc¨ºprou?¡± Jimena de repente notou o cr de diamantes no pesco?o de Olivia e exmou admirada. Cap¨ªtulo 448 Cap铆tulo 448 Cap¨ªtulo 448 Ol¨ªvia baixou a cabe?a e tocou o pingente de seu cr, dizendo: ¡°Foi um presente do Daniel, ouvi o Sergio dizer que vale uma fortuna.¡± Quando Daniel lhe deu o cr, avisou¨Ca para nunca tir¨¢¨Clo, sen?o ele a far¨ªa se arrepender. Por causa da press?o dele, sempre o usava, at¨¦ mesmo para tomar banho, n?o se atrev¨ªa a tir¨¢¨C lo. ¡°O qu¨º? Vale uma fortuna?¡± Jimena ficou boquiaberta de surpresa, olhando para o cro se fosse ouro puro. Agora, parecia ter entrado no pal¨¢cio de um imperador, cheia de curiosidade,o se nunca tivesse visto algo assim ante¡¯s. ¡°Que cr ¨¦ esse que ¨¦ t?o caro? Voc¨º pode me mostrar?¡± Jimena se aproximou d. ¡°ro, pode olhar.¡± Ol¨ªvia levou a m?o atr¨¢s do pesco?o, pronta para tirar o cr. Mas,o n?o estava acostumada a usar esse tipo de joia, seus movimentos eram desajeitados. Jimena, impaciente para ver de perto, aproximou¨Cse e ajudou a desamarrar o cr. Sentou¨Cse corretamente, segurando a parte superior do cr, deixando o pingente pendurado, admirando a cabe?a erguida. O cr estava em frente ¨¤ jan, a luz do sol incidindo sobre ele, fazendo a joia de tina brilhar intensamente. Os diamantes incrustados ao redor do pingente de nuvem, ainda mais deslumbrantes, irradiavam uma luz deslumbrante. Sob o sol, brilhava em um arco¨C¨ªris de cores. Era ofuscante e reluzente, um s¨ªmbolo de riqueza e prest¨ªgio. Jimena estava hipnotizada, exmando: ¡°Coisas boas realmente se destacam, esse brilho ¨¦ t?o intenso que quase cega meus olhos.¡± Ol¨ªvia riu: ¡°¨¦ t?o exagerado assim? Para mim, parece um crum.¡± ¡°Voc¨º j¨¢ usou cresuns?¡± Jimena perguntou¨Clhe, olhando para tr¨¢s. Ol¨ªvia bn?ou a cabe?a. ¡°Ent?o ¨¦ isso, voc¨º nunca usou cresuns. Seu primeiro contato foi algo de alta qualidade, e sua primeira impress?o de usar cres ¨¦ essa. Voc¨º provavelmente acha que todos os cres de milh?es s?o assim, mas na verdade, os cres de milh?es s?o diferentes dos cresuns.¡± disse Jimena convic??o,o se soubesse do que estava fndo. Ol¨ªvia perguntou: ¡°Qual ¨¦ a diferen?a?¡± Original content from N?velDrama.Org. 1/2 15.10 T Capitulo 448 ¡°Qual ¨¦ a diferen?a?¡± Jimena plscou, tamb¨¦m n?o sa: ¡°Deixa eu ver aqui.¡± ergueu o cr, olhando¨Co de todos os angulos sem deixar nada escapar. Al¨¦m do brilho mais intenso e da melhor qualidade, n?o conseguia encontrar nada de especial. disse: ¡°A diferen?a est¨¢ no material; o material ¨¦ mais de alta qualidade. S¨® os diamantes incrustados ao redor desse pingente j¨¢ valem uma pequena fortuna.¡± Olivia fingiu que n?o notava a pose de entendida de Jimena e concordou: ¡°Ah, entendi.¡± ¡°Olha s¨®!¡± Jimena soltou um som de surpresa,o se tivesse descoberto algo novo. Olivia perguntou: ¡°O que foi?¡± ¡°No meio dessa nuvem, tem uma luz azda. Que tologia ¨¦ essa?¡± Jimena olhou espantada para o pingente. Ol¨ªvia disse: ¡°Voc¨º deve estar vendo coisas.¡± ¡°N?o, n?o ¨¦ ilus?o minha, vem aqui e olha deste angulo.¡± Jimena, mantendo a posi??o, puxou Ol¨ªvia para o seudo. Apontando para o centro do pingente de nuvem: ¡°Olha, a luz do sol passa pelo centro desse pingente, n?o est¨¢ emitindo uma luz azul?¡± Ol¨ªvia olhou atentamente para onde indicava, a princ¨ªpio n?o viu nada, mas observou cuidadosamente e, de fato, sob a luz do sol, os diamantes brilhantes concentravam a luz no centro da nuvem, criando um brilho azul. Essa luz azul n?o era apenas refletida p luz externa, parecia tamb¨¦m irradiar de dentro do ventre da nuvem. Era deslumbrante e misterioso. Ol¨ªvia ficou s¨¦ria: ¡°Esse brilho azul n?o parece ser s¨® a luz do sol refletida pelos diamantes, parece que h¨¢ algo dentro do pingente de nuvem que emite luz¡­¡± ¡°¨¦, sen?o a luz n?o seria t?o transl¨²cida¡­¡± Jimena examinou atentamente, concordando . Cap铆tulo 449 Cap¨ªtulo 449 Em seguida, ambos perceberam algo ao mesmo tempo e olharam um para o outro abruptamente. Ambospartilhavam da mesma incredulidade,o se tivessem descoberto um novo mundo. ¡°N?o ser¨¢ o que pensamos.!¡± ¡°N?o ser¨¢ o que pensamos.!¡± Disseram juntas e em un¨ªssono, incr¨¦dulos. Logo depois, Jimena colocou o cr em cima do aparador, e juntas observaram o pingente em forma de nuvem. Inicialmente, n?o perceberam nada de estranho at¨¦ que Olivia pegou a lupa de brincar de Joel, ampliando a observa??o ao redor do pingente. descobriu uma fenda muito pequena nateral do pingente, que n?o era vis¨ªvel a olho nu. Com uma lamina, s abriram delicadamente a fendateral. O pingente era feito de duas partes em forma de nuvem, id¨ºnticas na frente e atr¨¢s, e cercadas por diamantes. Mas dentro da nuvem havia um microchip, que emitia um t¨ºnue brilho azul. Este chip estava localizado dentro da nuvem de tina e era praticamente invis¨ªvel a olho nu; apenas sob a luz sr direta, podia¨Cse perceber a luz azul. Ao verem o chip azul cintnte, Olivia ficou sem f?lego, trocando olhares surpresos Jimena. ¡°Eu sabia.¡± ¡°Eu sabia.¡± A realidade confirmava suas suspeitas. Se n?o estivessem enganadas, aquele chip era um rastreador. ¡°N?o ¨¦ ¨¤ toa que Daniel sempre sabe onde voc¨º est¨¢, at¨¦ mesmo quando voc¨º se esconde no arm¨¢rio, ele sabe exatamente onde encontrar voc¨º. O problema est¨¢ aqui,¡± disse Jimena. As sobrancelhas de Olivia se franziram, extremamente preocupada e ansiosa: ¡°S¨® espero que isso n?o seja tamb¨¦m um dispositivo de escuta. Ele pode ter ouvido todas as nossas conversas as crian?as.¡± Jimena tamb¨¦m se assustou essa possibilidade. No entanto, rapidamente descartou a ideia, dizendo: ¡°Provavelmente ¨¦ apenas um localizador. Se n?o, ele teria levado as crian?as sem mais nem menos e n?o ter¨ªamos tanta tranquilidade. E, al¨¦m disso, ele sempre vem atr¨¢s de voc¨º, sem nunca mencionar as crian?as.¡± Copyright by N?v/elDrama.Org. 1/2 15:49 Cap¨ªtulo 449 Olivia pensou um pouco e concordou. Daniel era arrogante e autorit¨¢rio, e desde que descobriu que era filha de Gabriel, ele a tratou hostilidade. Embora nos ¨²ltimos dias ele tenha sabido exatamente onde estava, nunca mencionou as crian?as. E, na noite anterior, ele at¨¦ tinha insistido para que tomasse a p¨ªl anticoncepcional. Provavelmente, Daniel ainda n?o tinha descoberto a exist¨ºncia dos filhos. Enquanto sentiam um al¨ªvio, tamb¨¦m estavam apreensivas e preocupadas: ¡°Parece que vamos ter que renovar o contrato daqu casa.¡± Jimena concordou o que pensava e disse:¡°Sim, depois do trabalho ¨¦ melhor voc¨º ir direto para l¨¢. Quanto ¨¤s crian?as, eu passarei por aqui frequ¨ºncia.¡± Era a ¨²nica maneira de n?o levantar suspeitas. Se s se mudassem agora, poderiam dar a entender exatamente o que queriam esconder. Olivia estava exausta, mas grata, olhou para Jimena: ¡°Jimena, obrigada p ajuda.¡± ¡°Sem preocupa??es, eu sou a madrinha das crian?as,¡± respondeu Jimena um sorriso. Olivia a abra?ou, um tom de voz manhoso e cansado: ¡°Hmm, ¨¦ t?o bom ter voc¨ºo melhor amiga. O que eu faria sem voc¨º?¡± ¡°Amigas para sempre,¡± disse Jimena, sorrindo enquanto dava tapinhas nas costas de Olivia, descansando o queixo em seu ombro. O vestido de Olivia era de g redonda e um pouco folgado. Jimena, observando por cima da g, viu as marcas vermelhas nas costas d e, surpresa e um pouco fofoqueira, perguntou: ¡°Ei, Olivia, o que ¨¦ essa marca enorme de morango nas suas costas? Foi Daniel que fez?¡± Naquele momento, Teresa abriu a porta e entrou as crian?as. Iria, que era louca por doces, ouviu a pvra ¡°morango¡± e imediatamente se interessou, correndo animada em dire??o a s: ¡°Eu tamb¨¦m quero morango.¡± Cap铆tulo 450 Cap¨ªtulo 450 Oliviapreendeu de imediato o que Jimena queria dizer ¡°morango¡°, e seu rosto ficou instantaneamente corado. Iria, que tinha corrido at¨¦ l¨¢, escalou o sof¨¢ e sentou¨Cse entre Olivia e Jimena. Com seus grandes olhos brilhantes, olhou para uma e para outra, um sorriso encantador e um olhar ansioso: ¡°M?e, sobre que morango voc¨ºs est?o fndo? Onde tem morango? Eu tamb¨¦m queroer.¡± Original content from N?velDrama.Org. A pequena era to inocente, ainda n?o entendia nada. Jimena sorria os l¨¢bios apertados, tentando conter o riso. Olivia, constrangida ao extremo, desejava poder se esconder em um buraco. tentou disfar?ar seu embara?o e disse gentilmente a Iria: ¡°O morango ainda est¨¢ no supermercado, n?o trouxemos para casa ainda. Jimena estava fndo em ir ao supermercado paraprar morangos para voc¨º.¡± ¡°¨¦ mesmo, Jimena?¡± Iria virou¨Cse, seus olhos brilhantes fixos n. Jimena assentiu, sorrindo e concordando: ¡°Isso mesmo, vamos l¨¢, tia Jimena vai te levar paraprar morangos.¡± segurou a m?o de Iria e se levantou,n?ando um olhar sugestivo e brincalh?o para Olivia ao caminhar em dire??o ¨¤ porta. A express?o constrangida e envergonhada de Olivia foi evidente. As crian?as n?opreendiam o que s estavam fndo, mas Teresa entendia muito bem. n?ou um olhar repreensivo e resignado para Olivia antes de entrar na cozinha. ¡°M?e, onde voc¨º estava ontem ¨¤ noite? N¨®s acordamos de manh? e voc¨º n?o estava.¡± Joel suas pernas curtas, veio at¨¦ , olhando preocupado seus olhos pretos e tenros. Olivia acariciou gentilmente o rosto macio dele e disse voz suave: ¡°Mam?e teve que fazer hora extra.¡± ¡°Ah, que chato esse neg¨®cio de hora extra, quando eu crescer, vou acabar isso.¡± Joel fez beicinho, n?o gostando da ideia de trabalho atrapalhando sua m?e. A ador¨¢vel inoc¨ºncia dele fez o cora??o de Olivia amolecer, e n?o p?de deixar de sorrir. ¡°O que ¨¦ isso?¡± Heitor, sua mochilinha nas costas, parou em frente ¨¤ mesa de centro, fixando o olhar na corrente que estava ali, muito interessado no pingente de nuvem o chip. Heitor era o mais velho e tinha uma curiosidade nata por produtos eletr?nicos. Nem mesmo um pequeno chip escapava de seu olhar atento. Olivia voltou a si e viu Heitor examinando o chip. Rapidamente, pegou o cr e fechou o pingente de nuvem, formando novamente uma pe?a perfeita e sem falhas. 1/2 15:49 Capitulo 450 Sorrindo, disse a Heitor: ¡°¨¦ um cr da mam?e, de alta tolog¨ªa, bonito, n¨¦?¡± Heitor, um rostinho que lembrava o de Daniel, s¨¦rio e fofo, escureceu o olhar por um instante e assentiu: ¡°Bonito.¡± ¡°Obrigada, querido, eu tamb¨¦m acho muito bonito.¡± Olivia falou e colocou o cr de volta no pesco?o. Embora tivesse descoberto aquele segredo, tinha que agiro se n?o soubesse de nada, para n?o levantar suspeitas. Assim, nada pareceria fora doum. Olivia, transbordando amor materno, rolou no sof¨¢ os tr¨ºs pequenos, enchendo¨Cos de beijos. Sentia¨Cse um pouco culpada por n?o ter estado as crian?as na noite anterior e queriapensar o tempo perdido. Durante o jantar, contou aos filhos que teria que fazer uma viagem de trabalho por alguns dias e que, durante esse per¨ªodo, Jimena passaria por l¨¢ para v¨º¨Clos frequ¨ºncia. Jimena ajudou a criar uma hist¨®ria para cobrir a aus¨ºncia de Olivia Teresa n?o suspeitou de nada. As crian?as, embora tristes, sabiam que n?o podiam interferir no trabalho da m?e. Olivia queria muito ficar os filhos, estar aodo deles. Mas tinha que se separar. Daniel estava sempre observando seus passos. Se ele descobrisse que estava constantemente na ¡°casa da amiga¡°, ele poderia surpreend¨º a qualquer momento e descobrir o risco das crian?as a chamarem de m?e. ¨¤ noite, Olivia colocou os filhos para dormir. Iria, sua barriguinha redonda, subia e descia a respira??o, seu rosto redondinho e bochechas fofas, parecendo incrivelmente ador¨¢vel. Cap铆tulo 451 Cap¨ªtulo 451 In¨ºs adormeceu de bru?os, metade do rosto amassado e os l¨¢bios entreabertos respirando, parecia um doce de t?o fofa, derretendo cora??es. Heitor dormia de maneira impec¨¢vel, deitado de costas, as duas m?os descansando sobre a barriguinha, Olivia Souza realmente se preocupava que ele pudesse ter dificuldade para respirar assim. gentilmente tirou suas m?os, colocando¨Cas cuidadosamente na cama. Joel estava no p¨¦ da cama, soltou um biquinho os l¨¢bios e, num movimento ¨¢gilo um peixe pndo, rolou um pouco. Olivia pensou que ele tivesse acordado, mas ao v¨º¨Clo se aconchegar junto ¨¤ sua coxa, enfiando o rostinho nateral de sua perna e continuar dormindo tranqumente, percebeu que ele apenas se mexia enquanto dormia e n?o tinha realmente despertado. Os quatro pequenos anjinhos a cercavam, e Olivia se viu envolvida pelo cheirinho de beb¨º, rodeada por essas gracinhas. Seu cora??o derretia de amor, inundado por um sentimento de felicidade intensa. n?o queria se afastar deles. Mas sabia que uma separa??o momentanea era necess¨¢ria para garantir umapanhia mais longa no futuro. Com relutancia, mas sabendo que era preciso, Olivia se levantou. Deitada na cama, deu um beijo em cada pequeno rosto, sorrindo ternura. acariciou levemente seus l¨¢bios, sentindo¨Cse extremamente doce. Lan?ou um ¨²ltimo olhar carregado de saudade antes de finalmente se for?ar a sair do quarto. Na s, Teresa Rocha estava sentada no sof¨¢, uma express?o s¨¦ria: ¡°Ontem ¨¤ noite, afinal, foi voc¨º que procurou o Daniel Griera, ou foi ele quem te procurou?¡± Olivia hesitou por um momento, caminhou at¨¦ l¨¢ e sentou¨Cse aodo de Teresa, as m?os juntas ¨¤ frente, num estado de seriedade e foco: ¡°M?e, eu vou resolver este problema.¡± ¡°Quanto tempo voc¨º acha que vai precisar?¡± Teresa perguntou, olhando¨Ca fixamente. Olivia n?o sabia quanto tempo precisaria, seu olhar carregava uma mistura de tristeza e encarava a m?e. impot¨ºncia enqu Teresa suspirou profundamente ao ver aquele olhar e desviou o olhar: ¡°Vai, minha filha, of Daniel ¨¦ um homem t?o atraente e em forma, voc¨º n?o vai perder nada! Aproveite enquanto ¨¦ jovem, v¨¢ viver a vida loucamente, porque quando envelhecer, nenhum homem vai olhar para voc¨º!¡± Anteriormente, Teresa era contra o rcionamento de Olivia Daniel, pois n?o via um futuro entre eles. Para , Daniel s¨® estava interessado no f¨ªsico de Olivia, sem dar valor ¨¤ 1/2 15:42 familia d. Eles, uma familiaum, n?o podiampetir a familia rica de Daniel. achava que Olivia sairia prejudicada. Mas a evolu??o dos eventos estava al¨¦m do controle d. Um cidad?o cornum n?o pode Nos ¨²ltimos dias, Teresa refletiu muito e decidiu aceitar a situa??o, j¨¢ que n?o podia mud¨¢. Afinal, vivemos em uma nova era de igualdade entre homens e mulheres! N?o faz sentido fr em quem perde ou ganha. n?o poderia permitir que Olivia vivesseo , uma vi¨²va solit¨¢ria. Se havia um homem que queria namor¨¢, mesmo que n?o levasse a nada, o processo de namoro em si j¨¢ era algo valioso. Jimena Santos estava certa, por que se preocupar o futuro quando se pode desfrutar o presente? Daniel era t?o bonito e tinha um f¨ªsico t?o atraente, al¨¦m de ser muito masculino. Olivia realmente tinha sorte, n?o estava perdendo nada! Ter uma experi¨ºncia de vidao essa ¨¦ algo para se lembrar carinho na velhice, sem arrependimentos. De repente. Teresa mudando de opini?o surpreendeu at¨¦ Olivia, que n?o conseguia acreditar. Desde quando sua m?e tinha se tornado mais progressista que ? Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Olivia esperava ser repreendida e receber uma enxurrada de queixas da m?e. agora, estava sendo incentivada a se libertar? ¡°M?e, eu realmente vou resolver isso¡°, Olivia insistiu, pensando que sua m?e estava sendo ir?nica. ¡°N?o se preocupe, estou fndo s¨¦rio. Se voc¨º quer namorar, v¨¢ em frente. Daniel ¨¦ o tipo de homem adequado para namorar¡°, disse Teresa, levantando¨Cse e indo em dire??o ao quarto das crian?as. Cap铆tulo 452 Cap¨ªtulo 452 Olivia observava a silhueta da m?e se afastando p porta, os c¨ªlios pendendo em tristeza. Naquele momento, nada do que dissesse faria diferen?a, a menos que um dia conseguisse se libertar das amarras de Daniel levar os quatro filhos e sua m?e embora, e viver uma vida tranquo antes. acreditava que esse dia chegaria, contanto que conseguisse superar as dificuldades atuais, haveria uma maneira de sair ilesa. Caminhando at¨¦ a porta, Olivia se agachou para trocar de sapatos, preparando¨Cse para sair. Foi ent?o que se lembrou de que havia esquecido as chaves na gaveta. Abrindo¨Ca, encontrou as chaves e seu olhar foi atraido p pulseira de esmeralda que repousava l¨¢ dentro. A pulseira fora um presente de Sergio Griera na noite anterior. Ele at¨¦ sugeriu que fugissem juntos¡­ Contemndo a joia, uma onda de tristeza inundou seu cora??o. Erao a mar¨¦ que se ergue, amea?ando submergi porpleto. Nos tempos de juventude, na universidade. e Sergio passeavam ¨¤ beira do rio, sob as ¨¢rvores. A brisa fresca mesda a umidade do rio acariciava seus rostos, aquecendo aqueles momentos. De repente, Sergio depositou um beijo em sua bochecha. O rosto de Olivia corou instantaneamente e, virando¨Cse para ele, disse envergonhada: ¡°Por que voc¨º me beijou? N?o tinhabinado que seria s¨® na noite de n¨²pcias? Voc¨º trapaceou!¡± Sergio riu o brilho do sol, travessoo um menino: ¡°¨¦, eu trapaceei. Se quiser, pode me beijar de volta.¡± ¡°Ah, voc¨º acha que eu n?o tenho coragem?¡± Olivia fingiu estar irritada. Com um sorriso malicioso, Sergio provocou: ¡°Ent?o vem.¡± ¡°Vou sim!¡± avan?ou. Mas Sergio virou¨Cse e saiu correndo: ¡°Se me alcan?ar, pode me beijar.¡± ¡°N?o fuja!¡± Oliviae?ou a persegui¨Clo. Correndo e brincando, eles n?o notaram a grama fresca sob seus p¨¦s, nem o aviso aodo: ¡°Cuidado com as ntas, por favor.¡± Quando Olivia estava prestes a alcan?ar Sergio, um professor os chamou de longe: ¡°Ei, voc¨ºs dois, o que est?o fazendo? Voc¨ºs est?o prestes a pisar nas ntinhas que acabamos de 1/2 15:43 Capitulo 452 ntar!¡± O professor correu em sua dire??o, ¡°Corre, correl¡± Sergio pegou a m?o de Olivia e rapidamente se esquivaram para uma pequena floresta aodo. Os dois se agacharam atr¨¢s de uma ¨¢rvore, ocultados pelos ramos densos, e observaram o professor passar apressadamente aodo deles, seguindo para outro lugar.. ¡°, ele foi embora.¡± Olivia suspirou aliviada. Olhando um para o outro, os ramos bn?avam e ro?avam seus rostos, projetando sombras em suas faces. Os olhos de Sergio brilhavamo o sol, e os de Olivia eram ros e vivos. Os sentimentos juvenis fluiam entre seus olhares. Sergio inclinou¨Cse lentamente em dire??o aos l¨¢bios d. Quando estavam prestes a se encontrar, Olivia de repente virou a cabe?a, e seus l¨¢bios. ro?aram no rosto dele, sorrindo brincalhona: ¡°Eu beijei de volta, haha!¡± se levantou e saiu correndo. Sergio, olhar profundo, tocou a bochecha e sorriu, chamando¨Ca: ¡°Olivia, voc¨º ¨¦ t?o infantil.¡± Copyright by N?v/elDrama.Org. ¡°Sou infantil mesmo, se n?o gosta, procure outra pessoa.¡± O sorriso de Olivia brilhava sob o sol No fundo dos olhos de Sergio, s¨® havia : ¡°N?o, eu gosto justamente da sua infantilidade.¡± De repente, as lembran?as mudaram bruscamente para uma noite de chuva torrencial e trov?es estrondosos. Tudo havia mudado. Olivia ficou surpresa e recuperou o foco para o presente. Pegou a pulseira de esmeralda e a colocou delicadamente no pulso. O toque frio e suave da joia refrescava sua pele. Era um lembrete de que at¨¦ os sentimentos mais quentes podem esfriar. Algumas pessoas, uma vez perdidas, s?o para sempre. A vida raramente ¨¦ perfeita. A maioria das hist¨®rias carrega suas pr¨®prias imperfei??es. Cap铆tulo 453 Capitulo 453 havia perdido a oportunidade, mas o futuro ainda prometia ser brilhante. Uma vida diferente tamb¨¦m pode ser espetacr. agora tem quatro ador¨¢veis filhos, que se tornaram o brilho de sua vida. Recolhendo seus pensamentos, saiu de casa. Daniel lhe deu tr¨ºs dias de folga, que somados ao s¨¢bado e domingo totalizavam cinco dias. Durante esses dias, Olivia passou seu tempo no bairro onde costumava alugar um apartamento, descansando. Daniel n?o a procurou mais. Tudo estava tranquilo. No domingo ¨¤ tarde, Olivia foi ao mercadoprar ingredientes para cozinhar. Mal saiu do pr¨¦dio e viu um Bentley preto estacionado ali, um homem vestindo umal camisa preta e um terno xadrez azul linhas douradas encostado no carro, fumando. Era Sergio! Olivia pensou em fingir que n?o o viu e continuar caminhando. Seu pulso foi agarrado e, ao se virar, encontrou o rosto atraente de Sergio. Seus olhos, normalmente inocentes e radiantes, agora estavam sombrios. A cicatriz em seu rosto j¨¢ havia ca¨ªdo p metade, e a outra metade parecia uma aranha negra rastejando p sua face. A pele onde a cicatriz havia desaparecido estava delicada e avermelhada. Olivia girou o pulso, tentando se soltar: ¡°Sergio, me solta!¡± Os olhos de Sergio se fixaram em seu pulso, passando por uma pitada de excita??o: ¡°Voc¨º ainda est¨¢ usando a pulseira?¡± Olivia hesitou, percebendo que ele se referia ¨¤ pulseira no seu bra?o. disse: ¡°¨¦ s¨® um acess¨®rio, eu vou tirar agora.¡± havia sa¨ªdo da Comunidade Lej¨¢ usando a pulseira e havia esquecido de tir¨¢. Nunca imaginou que Sergio a veria . Quando foi tirar a pulseira, Sergio segurou firmemente, n?o permitindo: ¡°Acess¨®rios s?o para serem usados. Continue usando, fica bonito em voc¨º.¡± Seu olhar se voltou para o cr em seu pesco?o, que tamb¨¦m usava. Seus olhos, que tinham amolecido por um momento, escureceram novamente: ¡°Voc¨º tamb¨¦m est¨¢ sempre usando o cr?¡± Capitulo 453 ¡°S?o js, feitas para serem usadas.¡± Olivia retirou a m?o dele, respondendo as mesmas pvras. Os olhos de Sergio estavam sombrios e indecifr¨¢veis, e sua figura esguia pairava sobre : ¡°Vem jantarigo.¡± ¡°N?o precisa, eu j¨¢i.¡± Olivia recusou diretamente. Sergio disse: ¡°Ent?o me fa?apanhia no jantar.¡± ¡°N?o estou interessada. Sergio, j¨¢ que cada um tem seu pr¨®prio caminho, devemos sero estranhos a partir de agora, sem maisplica??es.¡± J¨¢ que havia perdido a chance, sabia que n?o haveria mais possibilidade de eles ficarem juntos. n?o queria prolongar o inevit¨¢vel. ¡°Daniel ¨¦ o seu destino?¡± A dor estava evidente nos olhos de Sergio. Uma sombra passou pelo olhar de Olivia, mas rapidamente levantou a cabe?a, olhando firmemente para ele e disse: ¡°Sim! V¨¢ encontrar sua felicidade. Estou indo!¡± Dito isso, caminhou elegancia em dire??o ¨¤ sa¨ªda doplexo. tinha sa¨ªdo um prop¨®sito, e se voltasse para casa por causa dele, poderia parecer que estava com medo ou evitando¨Co. queria agir naturalidade, sem deixar que sua apari??o a afetasse. Sergio olhou para as costas d, os punhos cerrados. Seu cora??o estava imerso na ¨¢gua do mar, dolorido e azedo. Olivia saiu doplexo e entrou em um caf¨¦ pr¨®ximo, olhando distraidamente para fora. O carro de Sergio ainda n?o havia sa¨ªdo. Copyright by N?v/elDrama.Org. Ele ainda estava l¨¢, o que estaria fazendo? Sergio, encostado no carro, pegou um cigarro e o acendeu, fumando for?a,o se o cigarro pudesse aliviar a dor ardente em seu cora??o. Depois de fumar v¨¢rios, a amargura em seu peito se intensificou. Ele entrou no carro e saiu em alta velocidade. Olivia observou atrav¨¦s da jan o carro de Sergio se afastando e s¨® ent?o respirou aliviada, baixando os olhos. ¡°Olivia. certo? Fiestava querendo fr Cap铆tulo 454 Cap¨ªtulo 454 Olivia virou¨Cse ao ouvir a voz e viu uma dama elegante, cerca de cinquenta anos, de apar¨ºncia bem cuidada, pele ra e poucas rugas. Mas o tempo ¨¦ algo fascinante, mesmo que voc¨º cuide bem da sua pele, ele sempre deixa suas marcas. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Pelos olhos e p express?o, era poss¨ªvel adivinhar a Idade da pessoa. A mulher estava usando um elegante vestido midl, uma blusa de g floral na moda, um rel¨®gio no pulso, p¨¦rs nas orelhas e um cr de tina no pesco?o, cabelos curtos levemente encaracdos. Estava toda arrumada e exva um ar de nobreza. Olivia tinha certeza de que n?o conhecia aqu senhora e, educadamente, disse: ¡°Ol¨¢, em que posso ajud¨¢?¡± A mulher sentou¨Cse ¨¤ sua frente um olhar de ju¨ªzo e descontentamento e disse: ¡°N?o vou rodeios, eu sou Nat¨¢lia, a m?e do Sergio.¡± Os olhos de Olivia se arregram um pouco e cumprimentou prontamente: ¡°Ah, tia Nat¨¢lia, prazer em conhec¨º.¡± ¡®Voc¨º parece ter algum charme, tem mesmo o que ¨¦ preciso para seduzir um homem¡°, disse Vat¨¢lia, com os bra?os cruzados e um olhar cr¨ªtico fixo em Olivia. nicialmente, Olivia estava sendo muito paciente e educada, mas aqueleent¨¢rio a deixou desconfort¨¢vel. percebeu que Nat¨¢lia n?o estava ali por uma boa raz?o. Com um sorriso discreto, Olivia disse: ¡°Tia Nat¨¢lia tamb¨¦m ¨¦ muito bonita. Quantos romances roc¨º teve?¡± Ao dizer que era bonita e capaz de seduzir homens, Olivia devolveu o elogio. Nat¨¢lia franziu a testa e resmungou: ¡°Voc¨º ainda nem entrou para a familia Griera e j¨¢ mostra ssa lingua afiada, sem no??o do seu lugar! Olivia, vou ser direta, eu n?o gosto de voc¨º! spero que n?o continue tentando atrair meu filho, fique longe dele!¡°* Olivia apertou as m?os que estavam em seu colo e levantou o olhar limpo¡¯e direto para Jat¨¢lia: ¡°Sra.Nat¨¢lia, enquanto voc¨º me adverte, por favor, tamb¨¦m cuide do seu filho para jue ele pare de me procurar. J?o tenho nenhum interesse nele, s¨® quero levar uma vida tranqu. Por favor, n?o venha nais perturbar minha paz.¡± Nat¨¢lia respirou fundo, seu rosto ficou tenso e colocou as n?os na mesa, reduzindo a distancia entre e Olivia: ¡°Se voc¨º n?o o seduzisse, ele estarial ?o devotado a voc¨º? Eu s¨® tenho esse filho, um rapaz t?o excelente, que por sua causa ficou isica e emocionalmente esgotado, um desastrepleto! H¨¢ um tempo, ele quase perdeu a ida por sua causa!¡± > furor de Nat¨¢lia, e suas pvras ¨¢speras, revvam o amor profundo de uma m?e pelo filho o medo de perd¨º¨Clo. 12 15:43 Mesmo desconfort¨¢vel, Olivia sentiu uma pontada de dor ao lembrar¨Cse do incidente de Sergio correndo Vania Souza, quase se matando no carro, Embora e Sergio n?o tivessem futuro, ainda desejava que ele vivesse bem e fosse feliz. Como m?e, entendia o amor de Nata pelo filho e o medo de perd¨º¨Clo. Protegendo¨Cse, Olivia suavizou um pouco seu tom firme e disse: ¡°Sra.Nat¨¢lia, eu tenho feito todo o possivel para me afastar dele. Desde nosso t¨¦rmino, cinco anos atr¨¢s, nunca pensei em reatar e isso definitivamente n?o vai acontecer. Se voc¨º est¨¢ preocupada que eu o esteja envolvendo, pode ficar tranqu.¡± ¡°De cinco anos atr¨¢s?¡± Nat¨¢lia zombou. ¡°Voc¨º ainda tem a coragem de fr sobre quando terminaram? Naqu ¨¦poca, ele chorou em casa por dias a flo, semer ou dormir, amea?ando fazer greve de fome e insistindo em casar voc¨º! Se n?o fosse pelo conselho de seu tio mais novo para ele elevar a si mesmo e estudar no exterior, a vida dele teria sido arruinada por causa de voc¨º! Como voc¨º, mulher, pode ser t?o cruel! No auge do amor, quando tudo era doce, voc¨º termina ele tanta firmeza,o se quisesse v¨º¨Clo morto!¡± Ao ouvir as pvras de Nat¨¢lia, o cora??o de Olivia picouo se fosse atingido por agulhas. uma dor aguda e intensa. Sua respira??o tornou¨Cse pesada. Depois que terminou Sergio, ele ficou t?o abdo que passou tr¨ºs dias e tr¨ºs noites sem comer nem beber, e n?o sabia nada sobre isso. Cap铆tulo 455 Capitulo 455 El acreditava out, ap¨®s o t¨¦rmino, apesar de poderem ficar tristes e de cora??o partido. aos seguiram suas vidas e o tempo curaria tudo. Was nuncal imaginou que Sergio ficaria t?o desdo a ponto de quase perder a pr¨®pria vida. Mana situar?o, n?o havia escaco para escolhas. foi vitima de uma armadilha, traida pelo namorado. Nada poderia ser pior do que aqu situa??o e se viu for?ada a terminar O cora??o de Oliva d intensamente, sua respira??o se tornou entrecortada, e baixou os othes. *Seteortas, por favor, bebam ¨¢gua. Nesse instante, o gar?om trouxe dois copos de ¨¢gua .colocando¨Cos ¨¤ frente ds. Olivia estendeu a m?o, pegou a coco e bebeu para tentar aliviar a dor que sentia. Nat¨¢lia rolou o bracelete de pedra verde no pulso de Olivia e ficou surpresa, em seguida, um sorriso frio e ironico, zombor ¡°Adora se enfeitar, n?o ¨¦? Diz que meu filho que est¨¤ atr¨¢s de vock, ou voc¨º n?o quer reatar, mas o que ¨¦ isso ent?o?¡± apontou para o bracelete de pedra verde no pulso de Olivia Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Olivia hesitou ohou para onde Natalia estava apontando e viu o bracelete de pedra verde, sem conseguir dizer nada a tempo. Ouviu fkat rir friamente e dizer. ¡°Esse ¨¦ um tesouro de familia passado apenas para as notes da familia Griera. Por que ele est¨¢ em suas m?os?¡± 1150 fol Sergio quem deu a eta? Seu filho eta acionado de um jeito que dava pena. Esse bracelete era um legado da familia Griera, dado as noras quando os homens da familia se casavami Originalmente, o bracelete tinha sido dado a m?e de Daniel, mas ap¨®s a morte dos pa¨ªs dele, o bracelete passou para a segunda nora do Velho Sr. Griera, Nat¨¢lia. guardou o bracelete em casa e nos ¨²ltimos dias n?o conseguia encontr¨¢¨Clo. Agora sabia onde estava Olivia ficou chocada e increduta ao descobrir que o bracelete era um presente tradicional paral as noras da familia Grieral Sergio havia dado a um bracelete um significado t?o especial! Eta pensou que era apenas um braceleteum, nunca imaginou que seria assim. Rapidamente, trou o bracelete e o passou p mesa para Nat¨¢lia: ¡°Sra.Nat¨¢lia, estou Capitulo 455 devolvendo agora. Se eu soubesse o significado t?o especial deste bracelete, eu nunca o teria aceitado.¡± Quando Sergio lhe deu o bracelete, ele a amea?ou, dizendo que se n?o aceitasse, ele iria brigar Daniel parapetir lealmente pelo direito de estar . Se ele brigasse Daniel, n?o seria s¨® ele a sair machucado, tamb¨¦m sofreria as consequ¨ºncias. Foi sob essa press?o que aceitou o bracelete. Naquele dia, ao sair da Comunidade Lej¨¢, sentindo¨Cse repentinamente mnc¨®lica, colocou o bracelete no pulso e acabou esquecendo¨Cse de tir¨¢¨Clo. Nat¨¢lia pegou o bracelete, guardou¨Co na bolsa e um olhar de desprezo, soltou uma risada sarc¨¢stica: ¡°Mulheres que dizem uma coisa e fazem outra, eu j¨¢ vi muitas. Em termos de posi??o, voc¨º n?o ¨¦ minha advers¨¢ria. Aconselho que n?o veja Sergio novamente; caso contr¨¢rio, meu aviso n?o ser¨¢ t?o simples.¡± Capitulo 456 Cap铆tulo 456 Cap¨ªtulo 456 Ao terminar de fr, Nat¨¢lia se levantou e saiu andando sobre seus saltos altos. Olivia permaneceu em sil¨ºncio, segurando o copo as m?os quee?aram a apertar de leve. Era segunda¨Cfeira, no dia seguinte. As f¨¦rias de Olivia tinham acabado e foi trabalhar no Grupo Griera. Havia uma reuni?o de executivos marcada para aquele dia, e Olivia chegou uma hora mais cedo para preparar a s de confer¨ºncias, recebendo todos na porta. e ficou na porta recepcionando. Todos os executivos tomaram seus lugares. Apenas o importantissimo Daniel ainda n?o havia chegado. Olivia continuou de p¨¦ na entrada da s de confer¨ºncias. Ap¨®s alguns minutos, Daniel finalmente chegou. Vestido um terno preto feito sob medida, exva uma aura de um executivo de neg¨®cios, imponente e respeit¨¢vel. Alto, elegante, um rosto impressionante e contornos marcantes que faziam o cora??o das pessoas bater involuntariamente. Ele caminhou em sua dire??o passos longos. Originalmente, Olivia estava observando a entrada, mas ao v¨º¨Clo, e sentir sua presen?a dominadora, imediatamente baixou a cabe?a. Nem sequer tinha coragem de olhar diretamente para ele. O ar tornou¨Cse frio, oprimindo¨Cos quando Daniel se aproximou. Passando por , seus olhos negros profundos olharam para o rosto d. estava de rabo¨Cde¨Ccavalo hoje, todos os cabelos amarrados para tr¨¢s. Sua testa lisa e o rostinho ro estavam ¨¤ mostra. Na testa, a casquinha da cicatriz j¨¢ havia ca¨ªdo, e a pele no local do ferimento estava mais vermelha que o normal, mostrando que a carne ainda estava sensivel. Vendo que havia se recuperado, Daniel desviou o olhar e entrou na s de confer¨ºncias, sentando¨Cse na cadeira que simbolizava o poder do chefe. -Sua figura negra se fundiu ¨¤ cadeira, emanando autoridade e elegancia. Todos na s ficaram tensos. Olivia ligou o equipamento multim¨ªdia ee?ou a apresenta??o, dando inicio ¨¤ reuni?o. A reuni?o durou uma hora e correu muito bem, a maioria das propostas dos executivos sendo aprovadas. 1/2 15:43 Fra evidente que Daniel estava de bom humor naquele dia. Quando a reuni?o terminou, todose?aram a sair. Como sempre, Olivia seria a ¨²ltima a sair, pols ainda precisava organizar a s de reuni?es. A s foi esvaziando at¨¦ que s¨® restaram Daniel e Olivia, O ambiente estava um pouco lenso, Olivia, sem ousar dizer nada, balxou a cabe?a, desligou o PPT, retirou o pen drive ee?ou a arrumar os materials. Depois de terminar, pretendia ignorar a presen?a de Daniel e simplesmente sair da s. No entanto, ao passar por ele, seu pulso fol agarrado firmemente, e foi puxada para sentar¨Cse no colo do homem. Olivia exmou surpresa, virou¨Cse e encontrou os olhos profundos e sombrios de Daniel,o um buraco negro capaz de absorver tudo. Sentia sob si a for?a dos m¨²sculos de suas pernas, assimo um calor ardente. Seu cora??o tremulou e, nervosa, disse: ¡°Sr. Griera, estamos numa s de confer¨ºncia, n?o ¨¦ apropriado¡­¡± Antes que pudesse terminar, ele levantou seu queixo o dedo indicador, fazendo que o encarasse diretamente, e falou uma voz baixa e magn¨¦tica: ¡°A dor passou? Ainda sente a cabe?a doendo?¡± Sua voz baixa e magn¨¦tica tinha um toque de suavidade. O cora??o de Olivia pulou e prendeu a respira??o. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Ele estava preocupado ? Surpresa a aten??o, respondeu rapidamente: ¡°N?o d¨®i mais.¡± ¡°Hum,¡± ele murmurou, liberando¨Ca. Olivia se levantou rapidamente, tensa e nervosa: ¡°Sr. Griera, eu¡­ eu vou voltar ao escrit¨®rio para trabalhar.¡± ¡°V¨¢.¡± saiu da s de reuni?eso se estivesse fugindo. Parecia que o homem sentado na cadeira n?o era apenas uma pessoa, mas um le?o que poderia atacar a qualquer momento, el se demorasse demais, poderia ser despeda?ada pelo panico. De volta ao escrit¨®rio das secret¨¢rias, Olivia respirou fundo e exalou lentamente, tentando acalmar seu estado emocional. Cap铆tulo 457 Cap¨ªtulo 457 Ficar aodo do Daniel simplesmente, era assustador. n?o tinha id de quando tudo aquilo te fim. ¨¤ tarde, tudo estava tranquilo. Mas, perto da hora de sair, o telefone do escrit¨®rio tocou. Olivia atendeu. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. ¡°Venha para aqui.¡± A voz grave e incontest¨¢vel de Daniel soou. O cora??o de Olivia, que j¨¢ estava rxado, se apertou instantaneamente; diante da ordem do chefe, n?o queria desobedecer e dal respondeu prontamente: ¡°Est¨¢ bem.¡± Depois de desligar, caminhou at¨¦ a porta do escrit¨®rio do presidente. A porta n?o estava fechada, mas ainda assim bateu n. Daniel ao v¨º, o rosto se iluminou e disse: ¡°Entre.¡± Olivia entrou cautelosamente, parando a dois passos da mesa de trabalho: ¡°Sr. Griera, voc¨º chamou por mim?!¡± Daniel colocou os seus afazeres dedo e caminhou na dire??o d. Vendo ele se aproximar os passos de Olivia recuaram involuntariamente. Daniel passou por e disse: ¡°Vemigo.¡± Olivia hesitou por um momento, mas logo o seguiu. Dodo de fora do Grupo Griera, Bruno j¨¢ estava esperando dodo do carro. Ele abriu a porta do ve¨ªculo, Daniel entrou e Olivia ficou parada aodo, sem se mexer. At¨¦ que o olhar prante de Daniel a encontrou e sua voz soou impaciente: ¡°Vou ter que te carregar?¡± Olivia estremeceu e rapidamente entrou no carro. No carro, o ambiente estava silencioso e a tens?o era palp¨¢vel. Olivia sentada aodo de Daniel, as m?os sobre as pernas, um pouco constrangida. O caminho foi percorrido em sil¨ºncio. O carro parou no p¨¢tio da V Serenidade. Daniel abriu a porta e saiu. Ao ver que estavam na V Serenidade, um mau pressentimento tomou conta de Olivia. permaneceu sentada no carro, sem se mover. Capitulo 457 Da¨ª a voz de Daniel chegou at¨¦ dizendo: ¡°N?o vai descer?¡± Olivia logo saiu do carro. Em seguida, Bruno partiu o ve¨ªculo. Olivia, observando o carro se afastar, queria dizer: ¡°Bruno, n?o v¨¢, o que farei sem voc¨º aqui para me levar daqui?¡± Mas Daniel ao seudo, s¨® p?de pensar nessas pvras em sil¨ºncio. Daniel caminhou em dire??o ¨¤ porta da mans?o e Olivia o seguiu discretamente, pois sabia que n?o reconhecer o que estava acontecendo poderia ter consequ¨ºncias ainda piores.. ¡°Sr.Daniel, Senhorita Souza,¡± F¨¢bio os saudou na entrada. Daniel entrou no hall, tirou o casaco e F¨¢bio o pegou para pendurar no cabideiro, informando: ¡°O jantar preparado na cozinha estar¨¢ pronto em breve.¡± Observando Daniel sentar no sof¨¢, Olivia tamb¨¦m se aproximou e sentou, mas deixou um assento entre eles. n?o entendia porqu¨¦ Daniel a havia levado ¨¤ Vi Serenidade. Mas sabia que fr pouco era o melhor a fazer e se manteve reservada dodo. F¨¢bio se aproximou, curvou¨Cse levemente e rtou: ¡°Sr.Daniel, sobre o antigo vaso que quebrou, chamamos um especialista para restaurar o m¨¢ximo poss¨ªvel. Algumas pinturas e caligrafias tamb¨¦m foram reparadas por profissionais. No entanto, algumas estavam t?o danificadas que n?o puderam ser restauradas.¡± Ao ouvir sobre o vaso antigo e as pinturas danificadas, Olivia sentiu um aperto no cora??o pois, era a autora desses estragos. ¡°H¨¢ mais uma coisa que preciso informar ao Sr.Daniel,¡± disse F¨¢bio, se sentindo meio nervoso. Os olhos escuros de Daniel se levantaram e seu olhar intenso e opressor fixou¨Cse nele. fazendo F¨¢bio ficar ainda mais nervoso: ¡°Ao conferir os antigos artefactos, percebemos que uma pe?a de pingente est¨¢ faltando. Procuramos em todos os cantos, mas n?o a encontramos.¡± Cap铆tulo 458 Cap¨ªtulo 458 Olivia estava ouvindo, segurando a respira??o,pletamente tensa, sem nem se atrever at levantar a cabe?a. F¨¢bio estava resolvendo seus problemas, maso assim sumiu um pingente? Ser¨¢ que, intoxicada por cogumelos, imaginou que as antiguidades fossem cenouras e engoliu um pingente? Mas n?o sentlu dor de est¨®mago ou desconforto nenhum. tamb¨¦m n?o notou nada de estranho quando fol ao banheiro durante os ¨²ltimos dias. O ar ao redor de Daniel parecia ainda mais frio, en?ou um olhar para F¨¢bio antes de acenar a m?o. F¨¢bio inclinou a cabe?a e se retirou. Logo de seguida, os empregados e F¨¢bio trouxeram uma variedade de pratos deliciosos ¨¤ mesa. Um aroma delicioso deidae?ou a se espalhar. Invadindo o nariz de Olivia, agu?ando seus sentidos, o cheiro delicioso quase a fazia babar. Involuntariamente, olhou para a mesa, que estava repleta de pratos, e no centro havia umagosta enorme, vermelha e suculenta, decorada v¨¢rios enfeites, um molho escorrendo nele. Era de dar ¨¢gua na boca. Ao redor dagosta, haviam caranguejos refogados, camar?es tigre, e v¨¢rias especiarias ¨²nicas¡­ Uma variedade de pratos enchia a mesa. Com cores, aromas e sabores convidativos. O est?mago de Olivia roncou. Que desastre, n?o resistiu ¨¤ tenta??o, e o est?mago roncou. rapidamente cobriu o est?mago, olhando para Daniel de forma constrangida. Ele n?o percebeu, certo? Danieln?ou um olhar prante atrav¨¦s da fuma?a, antes de apagar o cigarro no cinzeiro e levantar¨Cse, caminhando em dire??o ¨¤ mesa: ¡°Venhaer.¡± Olivia sentiu uma onda de alegria, o seguindo at¨¦ a mesa e sentando quando ele o fez. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Um prato j¨¢ estava ¨¤ sua frente, e F¨¢bio cortou o rabo dagosta, retirando peda?os suculentos de carne e colocando¨Cos no prato de Daniel. 1/2 Capitulo 450 Daniel, por sua vez, pegou um peda?o e o colocou no prato de Olivia, rapidamente agradeceu: ¡°Obrigada.¡± Assim que terminou, sentiu o olhar descontente de Daniel sobre . Aquele olhar a fez encolher o pesco?o, chelo de medo. disse algo errado? baixou a cabe?a e continuou aer agosta, decidindo n?o fr mais. Quanto menos fr, menos erros. mastigava a deliciosa carne dagosta quando Daniel pegou um peda?o de carne branca o garfo, molhou no molho e estendeu em dire??o ¨¤ boca d: ¡°Abra a boca.¡± Olivia imediatamente parou o que estava fazendo, olhou para Daniel melo surpresa e um pouco de choque, obedecendo e abrindo a boca. Daniel colocou a carne em sua boca e , a tempo, fechou os l¨¢bios, pegando a carne do garfo e mastigando. Agosta molhada no molho estava muito mais saborosa do que antes, fresca e deliciosa. Estava muito saboroso! ¡°Que del¨ªcia!¡± Olivia disse, mastigando e sorrindo, os olhos quase fechados em contentamento, lan?ando um olhar de gratid?o para Daniel. O olhar era sincero e caloroso. No cora??o de Daniel, erao se uma pedra tivesse sido jogada, ondas se espalhando ao redor, os olhos tamb¨¦m pareciam mais profundos. Depois de descobrir a nova maneira deer a carne dagosta, Oliviae?ou a molh¨¢ no molho antes deer. Era realmente delicioso. Daniel a trouxe para que pudesse desfrutar de uma refei??o de frutos do mar que tanto. gostava? ¡°Sr.Daniel, adivinha que tipo de antiguidade a nossa empresa adquiriu ontem?¡± Olivia estava saboreando a refei??o quando ouviu a voz surpresa de um homem na porta da mans?o. Capitulo 459 Cap铆tulo 459 Cap¨ªtulo 459 Olivia olhou para a porta e viu um homem entrando. Alto e esguio, charmoso e tinha um certo ar distinto. Era um rosto conhecido para Olivia, n?o era a primeira vez que cruzavam caminhos. Sempre o via na boate Mundo Nudo, sempre panhado de Daniel e Carlos Marques. Ele era um dos yboys. Danieln?ou um olhar de rnce para Rayan Mendes, mas se manteve cdo. Rayan, que chegou cheio de entusiasmo, parou ao ver Daniel e uma certa mulherendo juntos, sentados dedo ado. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Isso despertou o interesse de Rayan; afinal, Daniel nunca levava mulheres para casa. Elen?ou um olhar curioso para a mulher e percebeu que conhecia . De repente, se lembrou d, a gar?e que sempre avistava na boate Mundo Nudo, a ¨²nica que Daniel tratava de maneira diferente. Como era mesmo o nome d? Rayan se questionou em sua mente Com um interesse renovado, Rayan sentou¨Cse ¨¤ frente deles, um olhar malicioso para Daniel: ¡°Sr. Daniel, que jantar festivo! N?o me convida para me juntar a voc¨ºs?¡± ¡°Voc¨º n?o est¨¢ sentado?¡± respondeu Daniel. Rayan soltou um sorriso e deu uma olhada para F¨¢bio. F¨¢bio entendeu o recado e rapidamente levou um conjunto de talheres para Rayan, colocando ¨¤ sua frente: ¡°Sr. Mendes, bom apetite.¡± Rayan n?o se fez de rogado ee?ou a servir um pouco dagosta. Mal tinha cortado um peda?o, Daniel o pegou o garfo e o colocou no prato de Olivia. Rayan ficou confuso o gesto, olhou para Daniel e depois para Olivia, percebendo algo, e disse com um sorriso: ¡°Sr. Daniel, voc¨º est¨¢ bem tendencioso, hein? Arrumou uma mulher e esqueceu dos amigos?¡± Olivia baixou a cabe?a, envergonhada. Danieln?ou um olhar prante para Rayan. -Rayan rapidamente pigarreou, optando por n?o dizer mais nada. Ainda assim, aqu atitude de Daniel havia despertado o interesse d. Ou seja, aquele peda?o degosta era exclusivo daqu mulher, e ele n?o podia tocar. Rayan, ent?o, pegou um peda?o de carne de pan e falou: ¡°Teresa, porque voc¨º n?o est¨¢ mais trabalhando na boate Mundo Nudo?¡± Capitulo 459 ¡°Cof, cof¡­¡± Olivia engasgou¨Cse as pvras de Rayan. se apressou em engolir o que tinha na boca e respondeu: ¡°Sr. Mendes, meu nome ¨¦ Olivia Souza.¡± usou o mesmo tratamento que F¨¢bio havia usado, o chamando de Sr. Mendes. Antes, usava a identidade da m?e, Teresa, para trabalhar. Era um assunto embara?oso de se trazer ¨¤ tona. ¡°Ah, ent?o seu nome ¨¦ Olivia Souza, sobrenome ¨¦ Souza¡­?¡± Rayan esticou a voz,n?ando um olhar significativo e cheio de insinua??es para Daniel. Ser¨¢ que era a mulher de Aldeia Souza que Daniel tanto a procurava? Mas n?o disseram que essa mulher havia morrido? Seria uma substituta? N?o importava o que fosse, desde que Daniel gostasse. Enquantoia a carne de pan, Rayan continuou: ¡°Olivia, voc¨º ¨¦ demais! O Sr. Daniel nunca traz mulheres para c¨¢, e voc¨º ¨¦ a exce??o.¡± Mal acabou de fr, e um camar?o foi enfiado em sua boca, pegando¨Co de surpresa. Levantou a cabe?a e encontrou o olhar sombrio de Daniel. ¡°Nemendo voc¨º consegue estar quieto,¡± disse Daniel. Rayan: ¡± O camar?o ainda estava casca, inc?modo paraer. Maso foi Daniel quem ¡°serviu¡°, Rayan engoliu apesar do desconforto. Ao ouvir as pvras de Rayan, Olivia sentiu¨Cse curiosa e ao mesmo tempo confusa. olhou para Daniel e pegou seu olhar profundo dirigido a . Assustada, baixou a cabe?a rapidamente, continuando aer. Cap铆tulo 460 Cap¨ªtulo 460 Rayan tinha a boca ch de camar?es, casca e tudo, at¨¦ as cabe?as dos camar?es foram empurradas para sua boca, e as pontas afiadas ds picavam o c¨¦u de sua boca uma dor aguda. Apenas sua pele no interior da boca tinha sido perfurada. Com as m?os, ele retirou as cabe?as dos camar?es de sua boca, um tanto frustrado. Ter sido honrado comida por Daniel e ainda assim acabar a boca ferida. A gentileza de Daniel era algo que outros simplesmente n?o podiam desfrutar. Enquanto Olivia saboreava a carne suculenta do camar?o, baixava a cabe?a, refletindo sobre as pvras que Rayan tinha dito mais cedo. era a primeira mulher que Daniel trouxera para casa, a exce??o dele. Essas pvras sozinhas eram realmente doces, fazendo¨Ca crer que ocupava um lugar especial no cora??o de Daniel. Mas juntando todos os fatos, teve um estalo depreens?o, uma realiza??o profunda. Para Daniel, era mesmo algu¨¦m ¡°especial¡°. era a filha do inimigo dele, aquele que tinha virado sua fam¨ªlia de cabe?a para baixo, despeda?ando o rcionamento dos pais, que eventualmente morreram por causa daquele homem. Conseguir n?o odiar a filha de um homem t?o odioso era coisa de santo! Daniel provavelmente a odiava profundamente, e era por isso que ele a torturava, n?o importando o lugar ou a ocasi?o, para desabafar seu rancor. Lev¨¢ para casa era apenas um meio conveniente de vingan?a. O ¡°especial¡± d certamente n?o era algo que outros desejariam. Olivia estava perdida em seus pensamentos, em sil¨ºncio. Daniel estava cortando a carne do camar?o, tamb¨¦m sem fr. Por um momento, a atmosfera ao redor da mesa de jantar bem silenciosa que era desconfort¨¢vel. Enquanto Olivia tentava se fazer o mais discreta poss¨ªvel, um peda?o de camar?o mergulhado num molho apareceu em seu prato. se sentiu lisonjeada e surpresa, olhando na dire??o de quem tinha the servido, encontrando os olhos intensos e prantes de Daniel: ¡°Concentre¨Cse naida.¡± Sua voz fria e autorit¨¢ria n?o deixava espa?o para argumentos. 1/2 15:44 Capitulo 460 Ele tinha percebido que estava distraida a refei??o? Olivia mastigou rapidamente o camar?o em sua boca, acenando a cabe?a. Depois de mastigar, engoliu, mas era muita carne e engoliu muito r¨¢pido, Olivia se engasgou. colocou a m?o no pesco?o, seu rosto ficou da cor de f¨ªgado, o camar?o preso em sua garganta, n?o subia nem descia, respirar era dificil e o desconforto era extremo. Daniel viu sua agonia e rapidamente trouxe um copo d¡¯¨¢gua, segurando a cabe?a d uma m?o e a outra trouxe o copo aos seus l¨¢bios, fazendo¨Ca beber. Olivia segurou o copo e tomou um grande gole, engolindo for?a, a ¨¢gua empurrou a carne do camar?o garganta abaixo, e respirou aliviada por ter sobrevivido ao sufoco. A voz descontente de Daniel soou uma repreens?o: ¡°Pra qu¨ºer t?o r¨¢pido? Ningu¨¦m est¨¢ competindo voc¨º!¡± Nas pvras frias de reprova??o, se algu¨¦m ouvisse atentamente, poderia detetar uma leve tens?o. Rayan falou um tom de brincadeira: ¡°¨¦, ningu¨¦m est¨¢petindo, se algu¨¦m tentasse pegar um peda?o, acabaria a boca furada.¡± Olivia se sentiu constrangida e envergonhada. realmente adoravaergosta, mas uma t?o grande era demais at¨¦ para . Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Com desconforto, baixou a cabe?a e disse: ¡°Eu entendi.¡± estava prestes a voltar aer agosta quando Daniel colocou na frente d uma tig de sopa de carne. Cap铆tulo 461 Cap¨ªtulo 461 Olivia entendeu o que ele quis dizer: ¡°Obrigada.¡± segurou tig ee?ou a tomar a sopa, colher por colher. Rayan, do outrodo da mesa, observava a intera??o entre eles, mas se manteve cdo e sorridente. Parecia que o charme de Daniel realmente tinha efeito. Ele pousou os talheres e partiu para o assunto principal, fndo s¨¦rio para Daniel: ¡°Sr. Daniel, na ¨²ltima vez que fui ao leil?o de antiguidades, vi que sua governanta estava procurando algu¨¦m para restaurar uma antiguidade. Dizem que desapareceu um pingente.¡± A fam¨ªlia Mendes sempre lidou neg¨®cios de antiguidades. Eles se especializavam napra e venda de pe?as antigas, principalmente poas. Depois que Rayan assumiu o Grupo Mendes, ele passava os dias ocupado o¨¦rcio de antiguidades. Daniel deu uma olhada r¨¢pida para ele e respondeu: ¡°Hmm.¡± ¡°Ontem, a nossa loja de antiguidades adquiriu um pingente de anel e eu notei que era parecido a foto que o F¨¢bio mostrou, ent?o trouxe para voc¨º dar uma olhada.¡± Dizendo isso, Rayan tirou o pingente do bolso e o estendeu na palma da m?o. F¨¢bio se aproximou, pegou o pingente da m?o dele, contornou a mesa e entregou ao Daniel. Daniel examinou o pingente, olhando para a frente e depois virando para ver o verso. Curiosa, Olivian?ou um olhar furtivo para o pingente na m?o de Daniel, que a pareceu familiar. ¡°¨¦ esse mesmo, o pingente da minha V. Como foi parar fora de casa e ainda por cima ser vendido?¡± Depois de examinar, Daniel olhou para Rayan um olhar frio. Rayan deu de ombros e disse: ¡°Isso eu j¨¢ n?o sei, ¨¦ uma quest?o interna da vossa V.¡± Daniel ficou visivelmente irritado. A quest?o do pingente era o menor dos problemas, mas o que ele n?o podia tolerar era a trai??o! Havia um traidor na V Serenidade! Isso era imperdo¨¢vel. Daniel jogou o pingente na mesa. Olivia receou que o pingente se quebrasse, mas ele girou algumas vezes na mesa antes de parar intacto. 1/2 Capitulo 461 sentiu um al¨ªvio involunt¨¢rio ao ver que o pingente estava bem. Copyright by N?v/elDrama.Org. ¡°F¨¢bio, a perda do pingente ¨¦ uma responsabilidade sua,¡± disse Daniel um olhar gdo para o governante aodo. F¨¢bio imediatamente se curvou em panico, assumindo a culpa: ¡°N?o cuidei bem da antiguidade, falhei no meu dever. Estou disposto a aceitar a puni??o e pe?o uma chance ao Sr. Daniel para descobrir quem roubou e vendeu o pingente, para pegar o verdadeiro culpado.¡± Vendo Daniel exigindo responsabilidades e determinado a capturar o traidor, Rayan disse: ¡°Vou mandar o gerente verificar as filmagens de seguran?a de ontem. Assim que soubermos quem vendeu o pingente, tudo ficar¨¢ ro.¡± Ele ligou para o gerente da loja de antiguidades. Rapidamente, o v¨ªdeo da camera foi enviado a ele. Rayan abriu o video e, ao ver a pessoa que havia feito o neg¨®cio o gerente, piscou incr¨¦dulo. Levantou¨Cse depressa e mostrou o celr para Daniel. Daniel pegou o celr e, ao ver as imagens, seu rosto escureceu instantaneamente. Seu olhar sombrio e frio, cheio de raiva reprimida, se voltou para Olivia. , que estava tomando a sopa, mas notou o sil¨ºncio ao redor. Instintivamente, olhou para tr¨¢s e viu Daniel os olhos focados n. Seu olhar afiado e g¨¦lido estava fixo n. O cora??o de Olivia disparou o susto e uma sensa??o de frioe?ou a se espalhar por suas costas. Confusa, perguntou: ¡°Tem algo no meu rosto?¡± Enquanto fva, rapidamente p?s a tig dedo e estendeu a m?o para tocar opr¨®prio rosto. Cap铆tulo 462 Cap¨ªtulo 462 Olivia estava nervosa, passando a m?o e esfregando tudo de qualquer jeito, mas n?o encontrou nada ao limpar. No entanto, o olhar de Daniel sobre ficou cada vez mais frio, afiadoo uma espada. parou de se mexer, percebendo de repente que talvez o video que Rayan havia mostrado al ele tivesse algo de errado. Com um medo crescente, encarou o olhar dele e perguntou cautelosamente: ¡°Sr. Griera, esse video¡­ tem algo a verigo?¡± ? Sen?o, porqu¨¦ Daniel de repente a olhava t?o fria e furiosamente? At¨¦ Rayan a olhava incredulidade. Daniel jogou o celr em cima da mesa de jantar, uma voz t?o fria que n?o tinha qualquer calor: ¡°Me d¨¦ uma explica??o us¨ªvel!¡± O celr caiu na mesa de m¨¢rmore, causando uma dor no cora??o de Rayan. ¡®po Sr. Griera, podia ser mais gentil, ¨¦ o meu celr..¡± Olivia, sem ter certeza do que fazer, pegou o celr, abriu o video, e nele, uma mulher vestindo uma saia cor de creme, segurando um pingente, estava conversando um homem mais velho vestido com uma indumentaria tradicional. Ao ver o rosto da mulher, Olivia reconheceu que era Jimena! Por que Jimena estaria vendendo aquele pingente? De onde encontrou o pingente? Espera a¨ª! Daniel tinha pedido uma explica??o, significando que ele suspeitava que tinha roubado o pingente da V Serenidade? Afinal, apenas tinha visitado a V Serenidade, e Jimena nem tinha ido.l¨¤. ov E Jimena era a melhor amiga d, teria roubado o pingente para que Jimena o vendesse.. Qualquer um pensaria assim se acontecesse ele. Mas realmente n?o tinha pegado aquele pingente. Com urg¨ºncia, Olivia explicou: ¡°Sr. Griera, eu n?o peguei esse pingente, tamb¨¦m n?o seio foi parar nas m?os da Jimena, deve haver ter havido um mal¨Centendido.¡± falou em panico. Mas viu que Daniel ainda a encarava um olhar prante e uma atitude inabal¨¢vel. 15:44 Ele n?o acreditava no que dizia, ele s¨® acreditava nas provas. Olivia ficou surpresa por um momento, sendo injustamente acusada de roubo novamente, se sentia tanto furiosa assimo injusti?ada. n?o tinha feito isso, estava de consci¨ºncia limpa, ent?oe?ou a perder o medo. Com calma, disse: ¡°Sr. Griera, eu realmente n?o peguel. Quando voc¨º me trancou na s de exposi??es de antiguidades, porqu¨º eu levaria apenas esse pingente? Se eu j¨¢ estava roubando, por que n?o levar mais e ganhar mais dinheiro pra mim? Se eu fosse realmente gananciosa e j¨¢ estivesse carregando o nome dedra, poderia muito bem ter pego mais e vendido por mais dinheiro, em vez de pegar um s¨®, facilitando para voc¨ºs me pegarem.¡± O olhar severo de Daniel ainda estava sobre , opressivo e afiado. Isso deixou Olivia sobre grande press?o e quase n?o aguentando mais. tirou o celr do bolso e, segurando¨Co entre e Daniel, disse: ¡°Se fui eu que peguei, e pedi para Jimena vender, n?o faria sentido n?o receber nada d. teria me transferido of dinheiro, eu posso te mostrar meu celr, todos os meus cart?es banc¨¢rios est?o vincdos ao banco m¨®vel, voc¨º pode verificar o hist¨®rico de transa??es. Um pingente antigoo esse n?o deve ser de valor baixo, se houver alguma entrada de dinheiro desconhecida, voc¨º pode fazer o que quiser!¡± Original content from N?velDrama.Org. Olivia ergueu o queixo levemente, fndo de forma honesta e confiante. Daniel, um olhar profundo, pegou o celr d: ¡°A senha.¡± ¡°Seis oitos.¡± Olivia respondeu. de fato queria ganhar dinheiro e enriquecer, mas por meio de seu pr¨®prio esfor?o, sem recorrer a atos ilegais. Desejar dinheiro e riqueza ¨¦ um sonho, mas o meio de conquista tamb¨¦m ¨¦ importante. Daniel digitou os n¨²meros e desbloqueou o celr. Assim que o celr foi desbloqueado, uma mensagem pop¨Cup apareceu: informa??o de dep¨®sito do Banco do Brasil. Daniel estava a express?o tensa,o o c¨¦u que antecede uma tempestade, sombrio e amea?ador. Rayan, ao seudo,n?ou um olhar r¨¢pido para a mensagem de texto e, um tom zombeteiro, disse: ¡°Esse pingente, n¨®s opramos por duzentos mil.¡± Ao perceber o semnte alterado de ambos, o cora??o de Olivia, antes sereno e confiante,e?ou a se descontrr. rapidamente pegou no celr das m?os de Daniel e viu uma mensagem do Banco Bradesco, parabenizando por uma entrada de¡­¡­ Cap铆tulo 463 Cap¨ªtulo 463 Quanto era mesmo? Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Unidade, dezena, centena, milhar, dezena de milhar, centena de milhar! Renda de duzentos mill A mensagem de texto tinha chegado no dia anterior de tarde! Olivia ficou t?o chocada que o cora??o quase parou de bater! Nossa Senhoral Esses ¨²ltimos dias, nem havia olhado para o celr, e nem mesmo as notifica??es de dep¨®sito do banco havia visto. E ainda usou issoo desculpa para tentar convencer o Daniel. n?o esperava estar se contradizendo dessa maneira. O que estava acontecendo, afinal? Por que havia um dep¨®sito de duzentos mil no seu celr? Nos ¨²ltimos dias, para evitar que Daniel desconfiasse, ficou em sua antiga casa alugada se recuperando de um machucado. E a Jimena frequentemente a substitu¨ªa no panhamento dos quatro filhos. n?o tinha ideia do que havia ocorrido nos ¨²ltimos dias. Olivia estavapletamente confusa, olhando at¨®nita para os duzentos mil creditados no celr. realmente n?o tinhao explicar. Um brilho repentino passou por sua mente quando seus olhos casualmente avistaram o pingente deixado sobre a mesa de jantar. De repente, lembrou¨Cse porqu¨º aquele pingente lhe era t?o familiar. N?o era aquele o brinquedo que sua filhinha In¨ºs havia visto na entrada de uma loja de brinquedos no shopping e quis imediatamente? In?s tinha ficado encantada o pingente e n?o queria deixar a loja. Sem saida, Olivia negociou a dona da loja, que acabou vendendo o pingente, que n?o era um produto ¨¤ venda, mas um brinquedo que o filho da propriet¨¢ria havia encontrado na praia. Inicialmente relutante, a dona cedeu quando Olivia ofereceu um ¡°alto pre?o¡± de mais de cem reais. In¨ºs agarrou o pingente alegria. 15:45 Capitute 163 Mais tarde. Olivia encontrou um pingente id¨ºntico no antiqu¨¢rio de Daniel. Com a situa??o esrecida em sua mente, Olivia olhou para cima, encarando o olhar Inquisitivo de Daniel, e explicou: ¡°O pingente que a Jimena levou era um brinquedo, voc¨ºs da loja de antiguidades devem ter se confundido, pensando que era verdadeiro.¡± Rayan sorriu e disse: ¡°Mesmo que o nosso avaliador tenha se enganado, o objeto est¨¢ aqui, o St. Daniel poderia realmente ter se enganado?¡± Olivia emudeceu, sem ter o que dizer. Pois ¨¦, mesmo que o avaliador da loja de antiguidades tivesse confundido um brinquedo uma pe?a genuina, agora o objeto estava diante dos olhos de Daniel, ele poderia estar errado? O que estava acontecendo, afinal? Ser¨¢ que o pingente que In¨ºsprou tamb¨¦m era um aut¨ºntico? Isso seria muita coincid¨ºncia. Olivia perdeu o brilho no olhar, e de repente ficou sem pvras. Sem explica??o. E definitivamente n?o poderia dizer de onde veio o pingente brinquedo, pois, caso contr¨¢rio, Daniel iria verificar as camaras de seguran?a. mos E ent?o ele descobriria que naquele dia estava os quatro filhos, que a chamavam de m?e o tempo todo.. Cap铆tulo 464 Cap¨ªtulo 464 ¡°Olivia, voc¨º bem que pode admitir logo,¡± disse Rayan, que at¨¦ pretendia ficar para assistir ao espet¨¢culo, mas acabou recebendo um olhar gdo de Daniel. Ele co?ou o nariz e falou: ¡°Bem, tenho uns neg¨®cios para resolver na minha loja, preciso ir. Seu Daniel, val calma.¡± Assim que Rayan terminou de fr, Daniel agarrou um garfo na mesa e atirou na dire??o do Rayan. Por sorte, Rayan fol r¨¢pido e consegulu esquivar por pouco. Se meter nos assuntos de Daniel era pedir para ter problemas. Mas, os enigmas de Daniel eram tentadores para todos, afinal, n?o era todo dia que se via algo assim. Olivia sentava¨Cse ¨¤ cadeira, cabe?a baixa, mordendo o l¨¢bio inferior e as m?os sobre as pernas, apertando¨Cas nervosismo, enquanto suportava o olhar de Daniel, que parecia tortur¨¢. que antes estava cheia de raz?o, explicando convic??o, mas nesse momento, diante daquele pingente, e os duzentos mil a mais na conta, estava sem pvras. A press?o do olhar de Daniel se desviou para F¨¢bio, que esperava aodo: ¡°Leve isso!¡± F¨¢bio, todo o cuidado, pegou no pingente ambas as m?os e caminhou em dire??o ao quintal. Durante todo o processo, a tens?o era tanta que F¨¢bio suava frio. Ele que estava pensando emo investigar o roubo do pingente, viu tudo se resolver em quest?o de minutos. A pessoa o pingente era a mesma que o Sr. Daniel levou para casa! Era realmente inacredit¨¢vel. Com F¨¢bio fora de cena, restavam apenas Daniel e Olivia ¨¤ mesa. Olivia sentia a atmosfera em volta t?o opressiva que parecia ser perfurada pelo olhar afiado e gdo de Daniel, sentindo um cfrio percorrer seu corpo. ¡°N?o h¨¢ mais o que explicar,¡± disse Daniel, uma voz fria e severa. Olivia ficou ainda mais nervosa e sem pvras. n?o tinhao explicar, porque se o fizesse¡­ O segredo dos beb¨ºs seria descoberto por Daniel. Se ele soubesse que secretamente teve filhos dele, as consequ¨ºncias seriam graves. 1/2 15:45 Capitulo 464 Ele n?o gostava de crian?as e n?o queria que tivesse os dele. era apenas um objeto de ¨®dio para ele, um meio de desabafar a raiva dele, Se ele descobrisse que teve quatro de seus filhos, mesmo que n?o gostasse, os levaria embora d. Separ¨¢ dos seus filhos se a plor tortura. As crian?as tamb¨¦m n?o seriam felizes vivendo um pai que n?o as queria. Portanto, Olivia n?o podia deixar Daniel descobrir o segredo dos filhos. Original content from N?velDrama.Org. Seu sil¨ºncio erao uma confirma??o t¨¢cita. Daniel apertou os dentes e sua presen?a se tornou ainda mais intimidadora. Ele agarrou o pulso d. Ao levantar a cabe?a, Ol¨ªvia encontrou os olhos ardentes de Daniel e se encolheu de medo. Ele a puxou para cima e a levou escada acima. Com um chute, abriu a porta do quarto, arrastou Olivia para dentro e, o p¨¦, fechou a porta, jogando¨Ca sobre a cama. Olivia soltou um grito surpreso, caindo na cama, mas rapidamente se sentou, percebendo of perigo. Daniel, sua alta estatura, se aproximava, sua sombra amea?adora cobrindo por inteiro. Apavorada, Olivia tentou recuar, mas j¨¢ estava na cama e n?o tinha para onde ir. encolhendo¨Cse e observando cautelosamente o avan?o daqu presen?a masculina imponente. Daniel se inclinou e segurou o queixo de Olivia, passando as pontas dos dedos p pele delicada, seu rosto frio e perigoso bem pr¨®ximo ao d. ¡°Eu disse que, se voc¨º fosse minha mulher, teria tudo o que quisesse. Se deseja algo, deveria ter me dito, em vez de ficar me roubando!¡± A respira??o enfurecida dele batia em seu rosto. Olivia sentia seu cora??o tremer o perigo. N?o conseguindo suportar a press?o, Ol¨ªvia tentou se explicar: ¡°N?o ¨¦ o que voc¨º est¨¢ pensando¡­¡± ¡°E o que ¨¦ ent?o?¡± A intensidade do olhar de Daniel era cortante e fria, pressionando . Ol¨ªvia sentiuo se estivesse sufocando. A aura dominadora dele, misturada a for?a da sua masculinidade, a envolvia porpleto. Cada poro de Olivia estava impregnado de tens?o. Cap铆tulo 465 Cap¨ªtulo 465 ¡°Voc¨ºs realmente procuraram por todos os cantos? Sumiu mesmo?¡± Olivia tentava conter o medo em sua voz. Ser¨¢ que n?o calu em algum lugar e a gente n?o viu? Era um perfeito mal¨Centendido, mas n?o tinhao explicar. Tinha pessoas e coisas mais importantes para proteger do que se preocupar explica??es. ¡°E a¨ª?¡± Daniel olhava para olhos cada vez mais g¨¦lidos e prantes. Olivia respirava dificuldade, incapaz de dizer mais qualquer coisa. ¡°Errou e n?o assume, isso ¨¦ muito grave! Olivia, est¨¢ puni??o?¡± Daniel estaval cada vez mais irritado, fndo entre dentes. Olivia sentiu um cfrio: ¡°Eu¡­¡± ¡°Voc¨º n?o tem mais chance de explicar!¡± Daniel segurou seu queixo e a levantou de uma vez. Com a outra m?o, apertou na cintura d, virando¨Ca de costas e a fazendo deitar¨Cse na cama. Foi uma cena extremamente humilhante. Olivia estava em panico total, tentando implorar: ¡°Por favor, n?o!¡± ¡°J¨¢ ¨¦ tarde!¡± A voz de Daniel era rouca e furiosa. Sem a menor piedade. Daniel tinha um f¨ªsico impressionante, ombrosrgos, cintura fina, pernas longas e fortes, um verdadeiro esp¨¦cime de propor??es douradas, um abd?men definido que exva umal atra??o poderosa masculina, irresistivelmente sexy. Mas tamb¨¦m perigosamente intimidador. Olivia apertava os punhos, mordia os l¨¢bios, suportando o desconforto. P manh?, o sol se infiltrava p cortina, iluminando o rosto tranquilo da mulher, revndo um vislumbre de exaust?o. A coberta estava p metade sobre , a outra metade ca¨ªda na borda da cama. parecia uma b adormecida. Olivia franziu a testa ee?ou a despertar lentamente. Abrindo os olhos, o sol estava ofuscante, levantou a m?o para se proteger. 1/2 15:45) pois de se acostumar a luz, abriu os olhos e, se lembrando da intensidade da noite. tabernor, com a cabe?a zumbindo e o panico surgindo conforme a consci¨ºncia despertava. Olsou raiidamente para odo e viu que a outra metade da cama estava vazia. Mas a vastid?o daquele espa?o, junto a outra metade da coberta, indicava que aquele homem tinha dormido all, ainda havia um leve aroma de sandalo e a poderosa presen?a de hormonios no at. Olivia se sentou rapidamente, sentindo o corpo doloridoo se tivesse sido esmagado, ainda Nha sentir o calor residual dele em sua pele. respirou fundo para aliviar a dor fisica e emocional. As lembran?as da noite anterior passavam p cabe?a d, seu corpo amolecia e o rosto. esquentava. Mas seu cora??o estava iensuravelmente machucado. Se fosse uma flor, teria murchado naqu noite. Felizmente, era um ser humano vivo. A maravilha de estar vivo ¨¦ a capacidade de se curar. Olivia jogou a coberta para odo, pronta para se levantar, e notou um copo de ¨¢gua e uma pil branca no criado¨Cmudo; seu olhar se fixou all. Copyright by N?v/elDrama.Org. Olhando para o copo e para a pil por um momento, um sorriso auto¨Cdepreciativo surgiu em seus labios. pegou a pil, levantou o copo e engoliu. Em seguida, foi para o banheiro tomar um banho. Depois de se vestir, procurou seu celr e ligou para Jimena. Queria perguntar o que tinha acontecido o pingente. ¡°Olivia, finalmente voc¨º me ligou, e a¨ª, gostou da surpresa que eu te dei? Ficou emocionada?¡± Assim que atendeu, Jimena expressou o entusiasmo vibrante. Que surpresa, hein? Cap铆tulo 466 Cap¨ªtulo 466 Realmente era uma surpresa e tanto. T?o grande que Olivia quase n?o conseguia ficar ereta. Suspirando, Olivia disse: *Jimena, voc¨º n?o vai me contar o que houve essa tal surpresa?¡± ¡°Deixa eu te contar¡­¡± ¡°M?e, ¨¦ voc¨º, m?e?¡± Antes que Jimena pudesse continuar sua entona??o dram¨¢tica, do outrodo da linha veio a voz infantil de In?s. A voz d transbordava alegria. *Sim, ¨¦ a m?e, pode fr ,¡± disse Jimena, colocando o celr perto do ouvido de In¨ºs. A menina segurava o telefone, um jeito desajeitado e fofo. Quase caiu, ent?o of prendeu entre o pesco?o e o ombro, fndo: ¡°M?e, voc¨º recebeu o dinheiro?¡± Olivia pensou nos perigos que enfrentara no dia anterior e, apesar de um pouco frustrada, a voz de In¨¦s aqueceu seu cora??o. respondeu: ¡°Sim, recebi, duzentos mil¡± Apesar de ter sofrido injusti?as por causa desses duzentos mil, In¨ºs tinha boas inten??es e n?o queria desapontar o amor que a menina sentia por . podia sentir o amor profundo de In?s. E o amor que sentia ps crian?as tamb¨¦m transbordava. ¡°Olivia, voc¨º est¨¢ bem, hein? Com o pr¨ºmio que Iria ganhou no Concurso Alimentar, voc¨º agora tem quatrocentos mil. O que voc¨º tem n?o s?o quatro fardos pequenos, mas sim quatro pequenos cofrinhos, elogiou Jimena, uma voz cheia de b¨ºn??os vindo do telefone. Olivia perguntou: ¡°Mas o que realmente aconteceu?¡± Embora j¨¢ tivesse uma no??o do que havia ocorrido, queria ouvir deles diretamente, para confirmar que estava certa. ¡°Deixa eu te contar, Olivia. Tua Iria ¨¦ uma critica gastron?mica, e tua In¨ºs, uma especialista em antiguidades. insistiu que aquele pingente de anel era uma antiguidade e me fez levar para vender na loja. Eu pensei em tentar, e para minha surpresa, era mesmo uma antiguidade! Quando me ofereceram duzentos mil, mal pude acreditar. Aquele brinquedinho valia tanto assim?¡± Jimena, empolgada, continuava a contar. 1/2 1535 Capitulo 466 ¡°O dono da loja disse que o pingente foi usado pelo Imperador. Ele foi muito honestoigo. Se ele tivesse tentado me enganar, dizendo que n?o valia muito, eu teria vendido por muito menos. Mas ele logo me ofereceu duzentos mil. Eu aceitei na hora,¡± Olivia escutou a hist¨®ria de Jimena. suspirou aliviada, estava certa. Aquele pingente era o mesmo que haviaprado anteriormente na loja de brinquedos. N?o era o mesmo que Daniel tinha perdido. tinhaprado o brinquedo antes de ver um parecido na casa de Daniel, ent?o podia afirmar que haviam dois pingentes de anel, e o que Rayan trouxe ontem n?o era o que Daniel tinha perdido. Depois de ser limpo, o pingente de brinquedo ficou impec¨¢vel, brilhante e polido, quase indistinguivel do pingente de Daniel. Era imposs¨ªvel ver a diferen?a a olho nu. Daniel que n?o era um especialista em antiguidades, nem tinha olhado direito, ent?o pensou que o pingente era o que a familia havia perdido. Isso provava que estava certa na noite anterior. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Para limpar a injusti?a, teria que encontrar o pingente perdido. Seria uma tarefa dif¨ªcil, mas n?o podia ser acusada injustamente. Por mais dif¨ªcil que fosse, tinha que pelo menos tentar. Cap铆tulo 467 Cap¨ªtulo 467 ¡°Ei, Olivia, por que t¨¢ quieta? N?o vai elogiar sua filhinha?¡± Sem ouvir resposta de Olivia, a voz de Jimena soou novamente. Com muito carinho, Olivia esbo?ou um sorriso e disse: ¡°In¨ºs voc¨º ¨¦ demais, tem um dorn paral avaliar antiguidades, viu? Quando crescer, pode se tornar uma avaliadora de reliquias. Tem que se dedicar aos estudos, assim, voc¨º vai poder realizar o seu sonho.¡± Um dia, um vizinho alegou ter encontrado um pingente de drag?o que pertencia a , mas In¨ºs logo percebeu que era falso. Desta vez, descobriu que aquele pingente de anel era uma antiguidade. In¨ºs, ao receber o elogio da m?e, ficou muito contente, os olhos brilhando e assentindo fortemente: ¡°Sim, sim, vou estudar bastante! Quando eu crescer, vou ser uma avaliadora de reliquias, ganhar dinheiro e cuidar da mam?e.¡± As pvras da pequena aqueceram instantaneamente o cora??o de Olivia. Era o anjinho d, t?o novinha e j¨¢ pensando n. Ao longo dos anos, n?o importava qu?o dificil fosse, tendo seus quatro amores para curar seu cora??o, Olivia conseguia superar tudo. tinha que persistir at¨¦ o fim, at¨¦ Daniel desviar a aten??o e deix¨¢ em paz. Assim, poderia partir os quatro filhos sem ser descoberta por ele. Por mais dif¨ªcil que fosse, tinha que aguentar. tinha seus quatro anjinhos, sempre aquecendo e curando seu cora??o, e nenhum obst¨¢culo era realmente um obst¨¢culo. ¡°Obrigada, In¨¦s, te amo, beijinhos.¡± A voz de Olivia era suave e cheia de amor. Mal acabou de fr, a porta foi aberta, e uma presen?a imponente invadiu o espa?o, fazendo o ar se agitar. Olivia virou¨Cse e, ao ver a silhueta esguia e escura, sentiu seu cora??o pr, deixando o celr quase cair das m?os. Uma aura fria e prante se aproximou rapidamente, e Daniel, o rosto sombrio, tomou o celr da m?o, uma voz descontente: ¡°Com quem ¨¦ que voc¨º estava fndo ao telefone? Quem ¨¦ que voc¨º ama, hein?¡± Copyright by N?v/elDrama.Org. Ele segurava o celr em uma m?o e a outra apertava o queixo de Olivia, seu rosto estava terrivelmente s¨¦rio. ¡°N?o, ningu¨¦m¡­ estava fndo uma amiga, era a filha d que estava conversandoigo, estava s¨® distraindo a crian?a¡­¡± Olivia improvisou a explica??o para Daniel, o cora??o batendo forte de medo e tens?o. 15:45 Capitulo 467 Porqu¨¦, justo quando estava fndo In¨ºs, Daniel tinha que aparecer? In¨¦s ainda estava ao alcance do telefone; se ouvisse algo e fsse ¡°Mam?e, o que houve?¡°, todo o esfor?o seria em v?o. ¡°Continue fndol¡± Ele ordenou, sem aceltar discuss?es, e ligou o viva¨Cvoz do telefone. Queria vero fva ao telefone, aquele jelto cheio de calor e amor. Olivia olhou nervosamente para o celr, onde os segundos da chamada ainda estavam passando, um por um. A liga??o n?o havia sido encerrada, ainda estava ativa. Com os nervos ¨¤ flor da pele, falou baixinho: ¡°In¨ºs, tia vai conversar mais voc¨¦ outra hora, na pr¨®xima eu vou te visitar e levar um brinquedo, agora a tia t¨¢ ocupada, vou desligar, t¨¢?¡± Daniel segurou o celr, sem inten??o de encerrar a chamada, seus olhos afiados e frios a observavam. Olivia estava t?o tensa e assustada que mal conseguia respirar sob o escrutinio dele. temia que qualquer pvra de In¨ºs pudesse arruinar tudo. Cap铆tulo 468 Cap¨ªtulo 468 Olivia estava t?o nervosa ao ponto de rasgar as suas pr¨®prias roupas. A voz de Jimena ecoou: ¡°Est¨¢ bem, bom trabalho, In¨ºs precisa ir para a esc, n?o tenho mais tempo para fr, at¨¦ mals.¡± Ao terminarem a conversa, a liga??o foi encerrada. Olivia soltou um suspiro de alivio e olhou para Daniel, cujo olhar profundo e sombrio a estava observando. A profundidade enigm¨¢tica daquele olhar a deixava inquieta. ¡°Da pr¨®xima vez que algu¨¦m te ligar, voc¨º est¨¢ proibida de fr essas coisas melosas para outras pessoas,¡± disse Daniel friamente, empurrando o celr para as m?os d. Olivia, confusa, respondeu: ¡°Mas era somente uma crian?a de quatro anos.¡± ¡°Eu disse que est¨¢ proibida!¡± A voz de Daniel era autorit¨¢ria e o brilho nos seus olhos, afiado. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. ¡°Eu entendi,¡± disse Olivia, abaixando o olhar. Interiormente, sussurrava, achando que ele poderia estar ci¨²mes, at¨¦ de uma crian?a. De fato, seu desejo de dominio era t?o forte que ele queria ter controle sobre todos os aspectos da vida d. N?o consentia que se chegasse perto demais de outros homens. N?o consentia que fsse de maneira carinhosa algu¨¦m. Ele queria manipr totalmente sua liberdade pessoal. Esse sentimento deixava Olivia sufocada. Daniel olhou para severamente e retirou¨Cse do quarto. Ap¨®s a sa¨ªda dele, a atmosfera amea?adora amenizou e Olivia p?de respirar alivio. se arrumou e desceu, mas Daniel n?o estava por perto. perguntou a F¨¢bio: ¡°Onde est¨¢ o Sr. Daniel ?¡± ¡°Ele est¨¢ no escrit¨®rio trabalhando. Srta. Souza, o caf¨¦ da manh? est¨¢ pronto, pode se servir.¡± disse F¨¢bio, ainda educado e am¨¢vel. Apesar do epis¨®dio do dia anterior, a conduta de F¨¢bio para Olivia n?o tinha mudado. tinha sido a primeira mulher que Daniel havia trazido trouxe para sua casa e, mesmo tendo conhecimento que havia vendido o pingente, ele n?o a enxotou. Isso significava que Olivia despertava um sentimento especial no cora??o do Sr. Daniel. F¨¢bio, sendo apenas um empregado, continuava a trat¨¢ respeitosamente. ¡°Ah, eu prefiro esperar o Daniel para tomarmos o caf¨¦ da manh? juntos, n?o me sinto ¨¤ 15:45 vontadeendo sozinha,¡± disse Olivia. Fabio n?o questionou. Olivia olhou ao redor da s de estar e disse: ¡°Pode continuar trabalhando, enquanto isso eu vou dar uma volta.¡± Fabio concordou e foi para a cozinha continuar seu servi?o. Olivia fingiu estar passeando p s de estar e, assegurando¨Cse de que n?o havia ningu¨¦m observando¨Ca, abriu a porta dos fundos e dirigiu¨Cse para o quintal. O quintal estava cheio de flores coloridas e sombreado por ¨¢rvores verdes, uma fragrancia floral enchia o ar. O ar estava fresco. A primavera trazia uma brisa perfumada das flores que era quase embriagante. Contudo, Olivia n?o tinha vontade de ficar apreciando a beleza ao seu redor; queria ir at¨¦ a s de cole??o de antiguidades para ver se conseguia encontrar o pingente desaparecido. Havia uma porta de vidro que fechava a s de cole??o. Olivia tentou entrar, mas a porta estava trancada. foi se aproximando da porta para olhar para dentro; onde antes havia exposi??o de poas e jade, agora n?o havia quase mais nada, somente alguns poucos pratos antigos. Possivelmente os itens que havia quebrado ainda n?o havia sido reparados.. Olivia observou cuidadosamente o interior, verificando cada canto ¨¤ procura do pingente. Mas depois de um tempo, n?o encontrou o pingente em nenhum lugar. ¡°Voc¨º quer outro?¡± A voz magn¨¦tica de Rayan ecoou atr¨¢s d. Olivia levou um susto t?o grande que seu cora??o disparou, fazendo¨Ca se virar para encontrar aqueles olhos negros e perigosos. Com a voz tr¨ºm, respondeu: ¡°ro que n?o, eu apenas estava procurando pelo pingente¡­¡± ¡°Voc¨º gosta muito dele?¡± Daniel foi se aproximando e, uma aura fria e perigosa envolveu¨Ca. A grande sombra de Daniel a envolveu, fazendo que , o susto, desse um passo para tr¨¢s como que por instinto: ¡°Quem n?o aprecia uma pedra de jade, n?o ¨¦¡­¡± Cap铆tulo 469 Capitulo 469 Eu estava tentando encontrar outra pe?a. Se eu colocasse as duas diante de voc¨º, iria entender que tudo n?o passou de um mal¨Centendido. mal havia terminado de fr, quando Daniel, um olhar profundo e frio, questionou: ¡°E por que vender? Prefere dinheiro a js, ¨¦ isso?¡± Aquilo era uma injusti?a. Todos gostam de dinheiro, mas Olivia sempre atuou corretamente. Mesmo que gostasse de dinheiro, nunca pegaria algo que n?o pertencia a . Olivia estava pronta para s explicar, mas ao ver aquele olhar cr¨ªtico e desdenhoso de Daniel sentiu¨Cse desafiada e j¨¢ n?o queria mais tocar no assunto. Com esfor?o, ergueu seus olhos para encar¨¢¨Clo e aceitou o que ele havia dito. ¡°Voc¨º est¨¢ certo, eu gosto muito de dinheiro! Sr. Griera, se voc¨º disse que eu posso ter tudoo sua mulher, ent?o quero dinheiro. Voc¨º pode me dar?¡± Original content from N?velDrama.Org. estava pronta para se fazer de uma ca?a¨Cdres, So para afast¨¢¨Clo. Talvez, indigna??o, ele perdesse o interesse e a repelisse. Era isso que mais queria, que ele a deixasse em paz. Daniel a afrontou os olhos cada vez mais sombrios e frios, e apertando os dentes, disse: ¡°Quanto voc¨º quer?¡± ¡°Muito, um montante abundante! Que me permita gastar o que eu quiser,prar grifes, mans?es, carros de luxo e ainda tratar meus amigos extravagancias! Que eles possam me invejar, me bajr e me tratar bem. Se voc¨º me der a??es do Grupo Griera para eu viver sem ter que trabalhar, seria perfeito.¡± Essas foram as pvras ambiciosas de Olivia. falou sem dar pausas, foio se estivesse desabafando. Daniel, um olhar assustador e rosto perplexo, notou a ganancia d ¨¦ sentiu as t¨ºmporas pulsarem de raiva, apertou seu queixo for?a e um riso frio disse: ¡°Voc¨º quer a??es. do Grupo Griera tamb¨¦m, ¨¦? Sua cobi?a n?o tem limites! Esque?a essa ideia ambiciosa, n?o receber¨¢ nem um centavo!¡± Seu h¨¢lito frio e cial atingiu o rosto do um vento cortante de inverno. Ele soltou o rosto d e se afastou, ap¨®s dizer essas pvras. Olivia respirava dificuldade, nervosa e medo, observando a alta silhueta dele se afastando. Respirou fundo, tentando eliminar o panico, e disse em dire??o ¨¤ sua sombra: ¡°Sou assim, se | Capitulo 469 n?o est¨¢ me aguentando, me deixe Ir. Fique tranquilo, n?o vou me prender a voc¨º.¡± Daniel parou, olhou para , que estava ansiosa e uma express?o determinada, e notou o prop¨®sito que havia por tr¨¢s de suas pvras. Ser¨¢ que queria provoc¨¢¨Clo para poder escapar? estava agindo muita ingenuidade. ¡°Sua vida ser¨¢ para pagar seus d¨¦bitosigo. Acha mesmo que eu vou deix¨¢ ir embora?¡± Ap¨®s dizer essas pvras gdas e sem olhar para tr¨¢s, caminhou em dire??o ¨¤ s de estar. Olivia fechou os olhos e soltou um suspiro de decep??o. Havia falhado mais uma vez. Era uma longa batalha. ¨¤ mesa, Olivia sentou¨Cse diante de Daniel, e a presen?a dele transformou o ar extremamente esmagador. n?o ousava nem olhar para ele, abaixou a cabe?a eeu sem parar. Pensou que iria terminar r¨¢pido, mas Daniel foi ainda mais r¨¢pido do que . Ao terminar, ele limpou a boca o guardanapo muita elegancia e continuou sentado, observando¨Ca os olhos profundos. Mesmo sem levantar a cabe?a, Olivia conseguia sentir o olhar frio sobre . tentou se apressar para terminar logo o caf¨¦ da manh?. Ap¨®s colocar os talheres dedo, Daniel se levantou e ficou paralisada. Ele deu um passo e olhou para tr¨¢s: ¡°Voc¨º n?o vai sair?¡± Como um reflexo condicionado, Olivia, levantando¨Cse, seguiu o ritmo de Daniel. Ele entrou no carro e deixou a porta aberta. Olivia entendeu o sinal e sentou¨Cse aodo dele. O carro partiu lentamente. Dentro do veiculo, o sil¨ºncio era ensurdecedor e esmagador. Olivia respirava cuidadosamente, medo que qualquer movimento rispido pudesse deix¨¢¨Clo nervoso. Cap铆tulo 470 Capitulo 470 felizmente, a viagem fol calma. Ao chegar na empresa, Daniel retornou para o seu escrit¨®rio de presidente. Olivia voltou para o escrit¨®rio de secret¨¢ria. A tarde, quando j¨¢ estava na hora de ir embora, Olivia apressou¨Cse em sair do trabalho. estava receosa de que algu¨¦m pudesse impedi. Felizmente, conseguiu sair sem ter problemas. pegou um taxi para voltar para o condominio onde tinha alugado um apartamento. Ao abrir a porta, encontrou tudo quieto e vazio, sem sinal de vida. Seu cora??o, solit¨¢rio, sentiu¨Cse ainda mais triste. queria tanto conseguir voltar para ficar os quatro pequenos, mas estava usando um localizador. Se voltasse para casa, e Daniel percebesse alguma coisa estranho, ele poderia aparecer a qualquer momento. Mais do que a solid?o, o medo de expor os segredos das crian?as a apavorava. entrou, soltou a moch e se esparramou no sof¨¢. Quando estava prestes a adormecer, o celr tocou. Era Jimena ligando! Olivia se animou. Apressadamente atendeu sem prestar aten??o no identificador de chamadas: ¡°Al?, Jimena, as crian?as est?o bem?¡± ¡°Crian?as?¡± Veio a voz de um homem maduro do outrodo da linha. Olivia ficou confusa por um momento e ao olhar para o n¨²mero no celr, percebeu que era um n¨²mero desconhecido. Achando que pudesse ser uma chamada de telemarketing, estava prestes a desligar. Mas o homem do outrodo, medo de que pudesse desligar a liga??o, disse: ¡°Olivia, sou eu, seu pai. Aqu crian?a que participou do Concurso Alimentar e os outros tr¨ºs, s?o seus filhos, n?o s?o?¡± Gabriel Dias! Ao perceber quem era, o cora??o de Olivia ficou apertado e uma onda de avers?o e descontentamento a invadiu, e ficou ainda mais determinada a desligar. Capitulo 470 ¡°Seus filhos, s?o do Daniel, n?o s?o?¡± Quando estava a ponto de apertar o bot?o para encerrar a chamada, a voz convicta de Gabriel foi ouvida de novo. Olivia ficou paralisada, mordeu o l¨¢bio nervosa e trouxe o celr de volta ao ouvido, dizendo: ¡°Eu n?o te conhe?o, n?o me ligue mais, sen?o eu vou denunci¨¢¨Clo por ass¨¦dio!¡± ¡°Olivia, sou seu pai, n?o seja t?o grosseira¡°, Gabriel disse sem sentir¨Cse irritado, mas um tom de amargura. ¡°Eu n?o tenho pai!¡± Olivia respondeuovida, irritada e os olhos cheios de l¨¢grimas. Seu pai nunca havia cumprido seu dever desde que era pequena, e ainda por cima tinha sido um homem que havia destru¨ªdo outra fam¨ªlia, causando ruina e morte, preferia n?o ter tido um pai! nunca tinha recebido nenhum cuidado da parte dele, mas tinha que carregar um pecado t?o pesado. n?o suportava e sentia ¨®dio por Gabriel. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. *Olivia, eu sei que voc¨º acha que eu sou culpado. Tamb¨¦m tive os meus motivos, n?o d¨¢ para explicar por telefone, vamos nos encontrar para conversarmos,¡± disse Gabriel. ¡°De maneira alguma! N?o quero te ver, e n?o quero mais que voc¨º me telefone!¡± Olivia disse nervosa, a ponto de desligar. Ent?o Gabriel disse: ¡°Seus quatro filhos s?o quadrig¨ºmeos, s?o do Daniel, ele possivelmente ainda n?o sabe.¡± Essas pvras estavam carregadas de uma amea?a ra. Se Olivia n?o fosse encontr¨¢¨Clo, ele iria contar o segredo a Daniel. Na ¨²ltima vez que Iria tinha participado da fase preliminar do Concurso Alimentar e ido ao escrit¨®rio pegar a ca da semifinal, Gabriel havia visto as quatro crian?as panhando Olivia e Teresa. As crian?as chamavam Teresa de vov¨® e Olivia de m?e. Os funcion¨¢rios d que eram quadrig¨ºmeos. Gabriel ent?o ficou sabendo que as crian?as eram filhas de Olivia. Quando Olivia estava prestes a desligar, ouviu o que Gabriel havia dito, sua respira??o parou e apressadamente negou: ¡°Isso n?o ¨¦ verdade! As crian?as s?o filhas da Jimena, n?o t¨ºm nada a ver comigo, muito menos Daniel!¡± Cap铆tulo 471 Cap¨ªtulo 471 ¡°Ser¨¢ que voc¨º precisou registrar as crian?as no nome da sua melhor amiga porque sem um pai s n?o poderiam ter documentos? Sua m?e deve ter feito o mesmo voc¨º, n?o foi? Quanto a saber que as crian?as s?o do Daniel, um dos garotinhos ¨¦ igualzinho a ele. E mais, por que o Daniel sairia no socoigo se n?o tivesse nada a ver voc¨º?¡± ¡°Ele brigou voc¨º por causa de suas pr¨®prias falhas, n?o por mim!¡± Olivia tremia de nervoso, l¨¢grimas escorrendo pelo rosto. ¡°N?o importa se voc¨º est¨¢ mentindo ou n?o, basta eu conversar o Daniel e pedir a ele um teste de paternidade para delxar tudo esrecido.¡± Gabriel disse. Olivia apertava o celr em sua m?o, respirando dificuldade, pensandoo algu¨¦m poderia ser t?o abomin¨¢vel e cruel. O que ser¨¢ que ele realmente queria? ¡°Onde vamos nos encontrar?¡± Olivia perguntou entre dentes, ainda dificuldade para respirar. Gabriel era o tipo de pessoa que faria qualquer coisa. Se ele rtasse a Daniel, que era t?o esperto e inteligente, ele tamb¨¦m suspeitaria da paternidade das crian?as. Se um teste de paternidade fosse feito, a verdade se revria. Os meninos eram realmente filhos dele! Agora ele a detestava, e se viesse a descobrir que os meninos eram seus¡­ Ele certeza os tiraria d e os entregaria aos av¨®s para que cuidassem deles. E a proibiria de v¨º¨Clos. Agora ele somente queria faz¨º sofrer, mantendo¨Ca longe dos seus filhos,o o pior dos castigos. Daniel n?o tinha afei??o por crian?as, mas isso n?o evitaria que ele as tirasse d. E mesmo assim, ele n?o seportariao um pai carinhoso. Consequentemente, as crian?as cresceriam sem o amor paternal e seriam privadas carinho de uma m?e. Ao pensar que seus filhos cresceriam sem o amor de um pai e sem o cuidado de uma m?e, seu - cora??o sofria demais. n?o podia permitir que Daniel descobrisse seu segredo. Gabriel forneceu o endere?o. Ap¨®s desligar o telefone, Olivia se preparou para sair. 15:47 Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Capitulo 471 Ao lembrar¨Cse de que ainda estava usando o cr, que permitia a Daniel encontr¨¢ onde quer que estivesse, resolveu tir¨¢¨Clo, para sua seguran?a. Colocou o cr em cima do arm¨¢rio onde se guardava os sapatos, no hall de entrada e saiu. No caf¨¦, Gabriel j¨¢ a esperava. Quando viu Olivia, ficou muito animado e chamando o gar?om, pediu um caf¨¦ americano. Sorrindo, disse a Olivia: ¡°Quanto tempo n?o nos vemos, Olivia! Voc¨º parece mais bonita agora. s¨® que emagreceu bastante. Precisa se alimentar melhor.¡± Ele parecia t?o gentil e educado, diferente do homem que a tinha amea?ado. Olivia somente conseguia ver o fingimento e a crueldade dele. Com um tom de voz frio, disse: ¡°F logo o que voc¨º quer, estou ocupada.¡± n?o queria perder tempo. Gabriel um sorriso disse: ¡°Sabe, Olivia, por causa do sucesso da Festa Junina deste ano, eu ganhei uma promo??o. E isso eu devo a voc¨º.¡± ¡°N?o me inclua nos seus assuntos, a sua promo??o n?o me diz respeito !¡± Olivia estava realmente sem paci¨ºncia para conversar pessoas iguais a ele, estava zangada. ¡°¨¦ ¨®bvio que lhe diz respeito, voc¨º ¨¦ a secret¨¢ria do Daniel. Quando ele aceitou investir na Festa Junina, voc¨º deve ter elogiado o projeto para ele, n?o ¨¦ mesmo?¡± Gabriel disse, brincando. Enraivecida, Olivia arregalou os olhos. At¨¦ Gabriel pensava dessa forma. N?o ¨¦ de se surpreender que Daniel, na ¨²ltima vez, falou que estava contente a promo??o de Gabriel. Quando Daniel estava pronto para assinar o contrato de investimento para a Festa Junina, ele a questionou em particr se achava que deveria assina Naquele momento, pensando nas vantagens que traria para o Grupo Griera, disse que sim. E Daniel assinou! Com isso deu¨Cse a entender que foi quem decidiu tudo Cap铆tulo 472 Cap¨ªtulo 472 Gabriel achava que , por raz?o do?o pai e filha, havia induzido Daniel a assinar o contrato de investimento. Daniel achava que tinha interesses secretos. E que havia uma afinidade entre e Gabriel. N?o era de se estranhar que, ap¨®s o Concurso Gastron?mico, Daniel a castigasse ainda mais severamente. Seuportamento para se tornou ainda mais frio e autorit¨¢rio. Ele devia pensar que tinha uma afinidade forte Gabriel, e por essa raz?o a odiava ainda mais. Qualquer sentimento de raiva que ele pudesse sentir, descontava n! Mas ent?o, por que ele quis saber a opini?o d no momento de assinar o contrato? Se ele n?o tivesse perguntado sua opini?o, n?o teria se envolvido em nada disso,, n?o ¨¦ mesmo? Espantada por terpreendido tudo t?o inesperadamente, Olivia entendeu a raz?o de Daniel ter perguntado. Ele queria saber se realmente tinha alguma liga??o sentimental Gabriel. Porque lhe disse para assinar, ele ficou ainda mais convicto de que o cora??o d estava Gabriel. Refletindo sobre isso, Olivia se odiava. Por que tinha fdo para ele assinar? admitia que, por causa da participa??o da sua filha no Concurso Gastron?mico, desejava que o evento fosse um sucesso. Por¨¦m mais do que isso, queria assegurar a imparcialidade no trabalho. Para umerciante, o lucro vem em primeiro lugar. achava que o Concurso Gastron?mico poderia trazer vantagens para o Grupo Griera, e que assinar o contrato era a resposta coerente, afinal o contrato j¨¢ estava nas m?os de Daniel. Se Daniel n?o tivesse o intuito de assinar, o contrato nem teria chegado em suas m?os. Um simples erro de pvras causou tantas desaven?as. Olivia queria poder regressar no tempo, para o momento exato em que Daniel perguntou se assinaria o contrato. Copyright by N?v/elDrama.Org. certeza responderia sem vacr que n?o! Capitulo 4/2 Dessa forma, ambas as partes n?o teriampreendido equivocadamente suas inten??es. Arrependida, Olivia estava zangada e desapontada as pvras de Gabriel. Olivia estava ofegante, e olhando fixamente para Gabriel disse: ¡°Voc¨º est¨¢ enganado,o uma simples secret¨¢ria poderia decidir se Daniel devesse investir ou n?o? Ningu¨¦m pode interferir na decis?o dele! Ele investe no Concurso Gastron?mico porque enxerga uma oportunidade de lucro para o Grupo Griera. Eu n?o disse nada!¡± ¡°Olivia, voc¨º est¨¢ sendo muito inocente. Voc¨º n?o ¨¦ apenas uma secret¨¢ria, voc¨º ¨¦ a m?e dos filhos de Daniel¡°, Gabriel foi se aproximando d um sorriso cheio de segundas inten??es e um ar de altivez. Olivia, assombrada, se afastou, at¨¦ a cadeira se mover, uma express?o de choque e tentando se defender: ¡°O que voc¨º est¨¢ pensando em fazer?¡± ¡°Olivia, n?o fique medo, voc¨º ¨¦ minha filha,o eu poderia lhe causar algum mal?¡± Gabriel, percebendo sua forte avers?o, se rp?s, afastando¨Cse e tentando acalm¨¢. ¡°Eu s¨® estou¡­ feliz por voc¨º.¡± ¡°Eu j¨¢ disse, as crian?as n?o s?o minhas, e n?o s?o de Daniel tamb¨¦m!¡± Olivia falou os olhos brilhando, encarando¨Co. estava muito nervosa e cheia de ansiedade, negando veementemente qualquer r??o entre as crian?as e . ¡°Olivia, ¨¦ a¨ª que voc¨º est¨¢etendo um erro, n?o precisa esconder do papai. Al¨¦m do mais, ter um filho de Daniel ¨¦ uma honra. Muitas mulheres gostariam de ter um filho dele e n?o t¨ºm essa oportunidade. Voc¨º agora tem uma vantagem, tem mais chances de se casar Daniel. No futuro, voc¨º poder¨¢ se beneficiar por causa dos seus filhos e at¨¦ me ajudar a subir de cargo. Tudo depende de voc¨º agora.¡± Gabriel estava t?o feliz que nem conseguia se conter, mostrando sua cobi?a e suas verdadeiras inten??es. Nunca havia passado p cabe?a dele que, depois de vinte e poucos anos, surgiria uma filha biol¨®gica t?o bem¨Csucedida, a qual havia tido um filho o poderoso Daniel, e ainda tinha uma r??o pr¨®xima ele. Afinal, foi por conta dessa r??o confusa que Daniel a havia defendido, atacando¨Co ferocidade. Apesar de ter sido atacado, Gabriel ainda estava muito contente. Olivia estava assombrada, percebendo que esse era o no de Gabriel. Cap铆tulo 473 Cap¨ªtulo 473 Ele continuava o mesmo de sempre, um devorador sem limites e sem pudor! Capaz de usar e amea?ar qualquer pessoa! Para defender seus pr¨®prios interesses, ele n?o se importava ningu¨¦m. ¡°Eu j¨¢ te disse que n?o tenho nenhum rcionamento o Daniel e n?o vou me casar ele! Esquece isso!¡± Olivia, nervosa, atirou essas pvras e, num impeto, levantou¨Cse para ir embora. ¡°Ah!¡± O gar?om, por coincid¨ºncia, vinha trazendo o caf¨¦, e Olivia, levantando¨Cse rapidamente, bateu na bandeja. Derramou todo o caf¨¦. O caf¨¦ quente caiu sobre Olivia, atravessando pelo tecido e queimando sua pele, fazendo¨Ca gritar de dor e recuar rapidamente. ¡°Como ¨¦ que voc¨º pode trabalhar assim? Queimou a cliente!¡± Gabriel saltou da cadeira, vermelho de raiva, gritando. ¡°Me desculpe, n?o foi de prop¨®sito, corre l¨¢ para o banheiro e passe ¨¢gua fria!¡± O gar?om, aterrorizado, tentava secar a mancha de caf¨¦ em Olivia, sem parar de pedir desculpas. Gabriel tamb¨¦m foi se aproximando. Olivia recuou, repelindo a aproxima??o de Gabriel. ¡°N?o foi nada. disse ao gar?om. Puxou a cadeira para bloquear Gabriel Dias e a contornou, saindo pelo outrodo. n?o queria passar nem mais um minuto naquele lugar Gabriel. Assim que Olivia saiu do caf¨¦, Gabriel foi atr¨¢s, um guardanapo nas m?os, tentando limpar: ¡°Olha s¨®, voc¨º est¨¢ toda suja de caf¨¦, deixe¨Cme te ajudar.¡± Ele ficava bn?ando o guardanapo sem parar sobre . Olivia, sentindo uma avers?o, continuava retrocedendo e rejeitando: ¡°N?o precisa limpar, fique longe de mim!¡± recuava e Gabriel avan?ava cada vez mais, insistindo em limpar as manchas de caf¨¦. apesar de todas as recusas e empurr?es que Olivia dava nele. Olivia j¨¢ estava ¨¤ beira da loucura. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo? Solte !¡± Repentinamente, uma voz masculina ra e melodiosa ecoou. Um homem alto e esguio apressou¨Cse para frente e afastou Gabriel um pux?o. Enfurecido 1/2 15:47 Capitulo 473 Gabriel gritou de dor, cambaleando para tr¨¢s. O homem ainda muito furioso, avan?ou e deu um chute no corpo de Gabriel, erguendo o punho para bater nele de novo. Gabriel levantou as m?os em sinal de rendi??o: ¡°Pare, pare, eu sou o pai d, ¨¦ um mal¨Centendido!¡± O punho de Sergio ficou parado no ar, sem poder acreditar, olhando para Gabriel e depois para Olivia atr¨¢s dele. This belongs to N?velDrama.Org. ¡°Olivia, voc¨º quer que eu chame a pol¨ªcia?¡± Olivia recuperou¨Cse do choque e notou que era Sergio, prestes a fr. Gabriel disse rapidamente: ¡°N?o chame a pol¨ªcia, eu sou mesmo o pai d. Olivia, j¨¢ que voc¨º n?o quer fr maisigo, eu vou embora. Depois nos fmos.¡± Gabriel, temeroso o olhar de Sergio, segurava o olho que j¨¢ inchavao um bal?o, e foi embora. Sergio, preocupado Olivia, foi se aproximando e viu as manchas marrons do caf¨¦ ainda ¨²midas em sua roupa, e o semnte derrotado e indignado de Olivia. Sergio sentiu uma tristeza no cora??o e perguntou: ¡°Olivia, voc¨º est¨¢ bem? Voc¨º se queimou? Vamos ao hospital dar uma olhada.¡± Ele tentou pegar sua m?o, muito preocupado. Olivia puxou a m?o, evitando o contato, ee?ou a respirar fundo para se acalmar. ¡°Eu estou bem, n?o preciso ir ao hospital.¡± A m?o de Sergio caiu no vazio, fechando¨Cse no ar, enquanto ele a observava um semnte de preocupa??o e ternura: ¡°Aquele cara, realmente ¨¦ o seu pai?¡± Capitulo 474 Cap铆tulo 474 Cap¨ªtulo 474 Olivia n?o quis responder ¨¤qu pergunta. Mais do que ningu¨¦m, desejava que Gabriel realmente n?o fosse seu pai. Desviando o olhar, disse: ¡°Estou um pouco cansada, vou para casa descansar. Obrigada por ter me ajudado.¡± Logo, se preparou para sair, mas Sergio ficou na frente d um olhar preocupado e chelo de carinho: ¡°Deixa que eu te levo.¡± preferiu n?o dizer mais nada, e ele tamb¨¦m n?o insistiu. Olivia recusou diretamente: ¡°N?o precisa, eu posso pegar um t¨¢xi. n?o podia mais se envolver Sergio, muito menos se aproximar demais dele. J¨¢ que n?o havia mais nenhuma chance, era melhor fazer esquec¨º¨Clo dessa ideia. Era para o bem dele. se virou e caminhou at¨¦ a cal?ada para esperar pelo taxi. ¡°¨¦ por causa da minha m?e, n?o ¨¦?¡± A pergunta de Sergio chegou at¨¦ os ouvidos d, vindal de tr¨¢s. Olivia vacilou por um momento, virou¨Cse e notou Sergio se aproximando, sua silhueta magra projetava¨Cse ¨¤ sua frente,o um irm?o mais velho protetor, sereno e imponente. ¡°Minha m?e foi fr voc¨º, n?o foi? E disse coisas desagrad¨¢veis, certo?¡± Sergio olhou¨Ca nos olhos, e em seu olhar ambar, notava¨Cse uma luz sombria de tristeza que brilhava intensamente. Seus olhos eram lindos, cilios longos, e brilhavam ambar sob a luz do sol, suaveso jade. Ele tinha um olhar t?o carinhoso e apaixonado, que muitas mulheres,n?o poderiam resistir. Olivia sempre gostou dos olhos dele, pois cada vez que ele a olhava, era carinho profundo. Mas as coisas e o mundo haviam mudado. N?o tinha volta. desviou o olhar e falou: ¡°N?o tem nada a ver outras pessoas, ¨¦ melhor mantermos distancia.¡± ncia This belongs to N?velDrama.Org. ¡°Voc¨º quer distancia, mas eu n?o quero,¡± Sergio disse, abdo. Olivia j¨¢ estava emocionalmente abda, e a insist¨ºncia de Sergio a deixava ainda mais cansada. Capitulo 474 ¡°Sergio, quantas vezes vou ter que te explicar que n¨®s dois n?o temos mais nenhuma chance? A melhor coisa que temos a fazer ¨¦ sermos apenas amigos.¡± ¡°Por que n?o podemos ter uma chance? Ser¨¢ que ¨¦ porque voc¨º n?o tem coragem de fugirigo? Ou ¨¦ por causa do meu tio?¡± Sergio segurou seus ombros, fazendo¨Ca se virar para olhar para ele. Ele sempre acreditou que poderiam voltar a ficar juntos. Ele desejava trabalhar duro, empreender, se tornar algu¨¦m melhor. Tudo para que, um dia, ter a confian?a de se reconciliar e poder oferecer¨Cthe uma vida melhor. Agora que ele havia se tornado essa pessoa melhor, e ainda assim n?o era possivel ficar junto d, sentia¨Cse sem suporte, desmoronando, exausto e sem for?as. Viviao um zumbi. N?o queria mais continuar a viver dessa maneira. era o seu sangue, sua alma, ele n?o podia viver sem . Olivia notou a agita??o e a tristeza nos olhos de Sergio, e sentindo um leve panica, teve receio que ele desanimasse da vida. E temia que pudesse ceder. Afastando a m?o dele, disse: ¡°Mesmo sem o seu tio, eu n?o fugiria voc¨º. Voc¨º ainda n?o consegue entender? Desde aquele dia, cinco anos atr¨¢s, nunca mais poderiamos estar juntos. Voc¨º tem sua vida, eu tenho a minha, n?o ¨¦ melhor que cada um viva do seu jeito?¡± ¡°N?o ¨¦ bom, nada bom,¡± Sergio disse a voz ferida e um olhar de sofrimento. ¡°Todos os dias sem voc¨º¡­ s?o ruins¡­¡± Ele desejava abra?¨¢, mas aquele olhar de defesa e resist¨ºncia tirava dele toda a oportunidade de tocar n. Olivia notava o quanto ele estava sofrendo, e isso a machucava. tamb¨¦m sofria. estava prestes a dizer algo para poder consol¨¢¨Clo, quando o celr em seu bolso tocou. Pegando o telefone, viu o nome na t: Daniell Seu cora??o disparou e ficou muito nervosa. Cap铆tulo 475 Cap¨ªtulo 475 Olivia prendeu a respira??o quando atendeu o telefone: ¡°Alo.¡± ¡°Onde voc¨º est¨¢?¡± A voz fria e intimidadora de Daniel ecoou. Preocupada, Olivia olhou para S¨¦rgio, prendeu a respira??o e respondeu cuidado: ¡°Em casa.¡± ¡°Estou chegando.¡± A voz grave de Daniel soou. Antes que conseguisse responder, ele desligou. Com o cora??o disparado por conta do nervosismo, Olivia viu um t¨¢xi se aproximando. apressadamente fez sinal para que ele parasse e, sem ter tempo para dizer mais nada a S¨¦rgio, pediu ao motorista que partisse. deveria correr contra o tempo, chegar em casa antes de Daniel, e colocar o cr. Caso contr¨¢rio, Daniel descobriria que havia mentido. S¨¦rgio observava o t¨¢xi se afastando um olhar triste e perdido. Ele sabia que era o Daniel quem havia ligado para . Para evitar que Daniel descobrisse que estava ele, havia mentido. Ser¨¢ que se importava tanto assim os sentimentos de Daniel? Olivia, o que eu devo fazer para estar ao seudo? Ao longo do caminho, Olivia estava muito nervosa e ansiosa. O t¨¢xi finalmente chegou ao seu condom¨ªnio. Assim que saiu do t¨¢xi, correu para dentro de casa. Chegando ¨¤ porta, viu que estava trancada, respirou sentindo um alivio, tirou a chave e abriu a porta. Ao entrar, sentiu uma sensa??o de frio e opress?o. O cora??o de Olivia quase parou. A casa estava totalmente escura. tentou se acalmar, pensando que Daniel n?o poderia estar pois n? casa. entrou e acendeu a luz. A luz iluminou instantaneamente todo o espa?o. tinha a chave de sua L¨¢ estava ele, uma figura autorit¨¢ria e negra no sof¨¢, uma presen?a que chamava a aten??o. Capitulo 475 Olivia o viu e seu cora??o ficou apertado, Daniel virou¨Cse, e seus olhos escuros e prantes a observaram. Uma opress?o perigosa e autorit¨¤ria. Oprimindo o peito de Olivia um peso e panico gigantescos. notou que ele brincava um cr de tina nas m?os, que deslizava por entre seus dedos longos. Olhando essa cena, o cora??o de Olivia bateu ainda mais apressado, Antes que ele perguntasse, se apressou em explicar: ¡°Quando eu cheguel, tirel a moch e o cr e os coloquei na entrada. Repentinamente, me deu vontade de tomar um caf¨¦ e desci o celr, esquecendo de colocar o cr novamente. Quando me disse que estava vindo para c¨¢, nem terminei o caf¨¦ e corri para casa.¡± This belongs to N?velDrama.Org. O olhar de Daniel continuava rispido, Com medo que ele n?o acreditasse n, Olivia disse apressadamente: ¡°¨¦ verdade, olhe, eu estava t?o desesperada para voltar que at¨¦ derrubel o caf¨¦ em mim.¡± puxou a camisa para mostrar a ele a mancha de caf¨¦, Daniel olhou bem r¨¢pido para a mancha na roupa d e disse rispidamente: ¡°Eu disse que o cr deve ser carregado voc¨º o tempo todo, n?o ¨¦ para tirar. Ser¨¢ que voc¨º n?o consegue aprender?¡± ¡°Na pr¨®xima vez, eu n?o vou esquecer. ¡± Olivia prometeu rapidamente. Vendo¨Ca t?o nervosa, Daniel desviou o olhar: ¡°Que n?o se repita.¡± Sentindo um alivio por ele n?o insistir mais , Olivia se aproximou, pretendendo sentar¨Cse no sof¨¢, mas ¨¤ uma certa distancia dele. Antes que conseguisse se sentar, seu pulso foi agarrado e puxado for?a, e acabout caindo nos bra?os de Daniel. Seus bra?os fortes envolveram sua cintura delicada, e seu rosto barbado se aproximou de sua orelha. A presen?a masculina a fez estremecer, e sua voz tremia sem querer: ¡°Sr. Griera¡­¡± ¡°Eu quero voc¨º agora¡­¡± A voz do homem, grave e rouca, beljava o seu pesco?o delicado ternura. Cap铆tulo 476 Cap¨ªtulo 476 Seus beijos, carregados de um aroma masculino e sedutor, e?avam seu delicado pesco?o. Olivia sentiu seu corpo estremecer sem ter controle. Seu sanguee?ou a esquentar. Instintivamente, abaixou sua cabe?a, inclinando¨Ca de leve para tr¨¢s, ofegante: ¡°Sr. Griera, ainda estou suja de caf¨¦, seria uma pena manchar sua roupa.¡± Daniel beijava delicadeza sua pele e uma voz sensual disse: ¡°Vou levar voc¨º para tomar banho.¡± A mente de Olivia agitou¨Cse, seu intuito era dizer que estava suja, para que ele n?o tocasse n. Mas ele entendeu de outra forma. Assim que ele acabou de fr, Olivia se sentiu leve em seus bra?os, sendo facilmente conduzida em dire??o ao banheiro. instintivamente segurou seu pesco?o e, ¨¤ medida que chegavam pr¨®ximo do banheiro, seu panico aumentava, dizendo: ¡°Sr. Griera, eu posso andar sozinha.¡± ¡°Vamos tomar banho juntos,¡± disse ele uma voz rouca e incontest¨¢vel. Ele abriu a porta do banheiro um chute e entrou, fechando¨Ca atr¨¢s de si o p¨¦. O quarto que Olivia tinha alugado era muito menor do que uma espa?osa casa baiana, tinha um banheiro t?o pequeno que era apertado at¨¦ para uma pessoa. Agora, os dois dentro do banheiro, e a estatura e porte de Daniel, o espa?o que j¨¢ era pequeno, parecia min¨²sculo. O ar estava inundado sua presen?a autorit¨¢ria e o cheiro intenso de sua masculinidade. Olivia nem respirava direito. This belongs to N?velDrama.Org. Distra¨ªda, se viu pronta para tomar banho. Daniel tamb¨¦m j¨¢ tinha removido sua roupa. O chuveiro foi ligado, e a ¨¢gua morna ca¨ªa sobre eles, despertando Olivia e deixando¨Ca todal arrepiada. -Antes que conseguisse diminuir a respira??o, foi erguida nos bra?os de Daniel. Seus m¨²sculos cheios de defini??o e sua estatura perfeita exvam um charme viril que n?o dava para resistir. Olivia respirava dificuldade. Para tentar manter o equilibrio, o abra?ou pelo pesco?o e, ao ver seu atraente pomo de 15:48 Capitulo 476 ad?o se movimentando, sentiu seu sangue esquentar ainda mais. ¡°Sr. Griera, eu peguei o seu pingente, voc¨º n?o vai se importar, n?o ¨¦?¡± Ol¨ªvia tentava contrr o seu corpo agitado, um estado que a deixava em panico. tentava irrit¨¢¨Clo pvras, esperando que ele perdesse o interesse n. Daniel parou de beijar seu pesco?o por um momento, seu olhar ficou s¨¦rio e prante. Com uma voz baixa e afiada, ele disse: ¡°Por isso, voc¨º vai ter que pagar o pre?o! Deve suportar a minha iral¡± Olivia franziu a testa e o abra?ou mais for?a ainda, olhando para cima, enquanto o ambiente estava sendo cheio pelo vapor e a luz do teto bn?ava. Era por volta das dez da noite. Olivia estava deitada na cama, sem vontade de se movimentar. Daniel j¨¢ estava vestido e sentado no sof¨¢ da s, exndo uma presen?a distinta e assustadora, com um cigarro entre os dedos longos e elegantes. Seu rosto marcante estava rodeado p fuma?a do cigarro. Como n?o havia cinzeiro no local, ele apagou o cigarro entre os dedos e o jogou no lixo, levantou¨Cse e, passosrgos, foi embora. Olivia, ainda deitada, ouviu o barulho da porta se fechando e soube que Daniel tinha ido embora. Seus nervos tensose?aram a rxar um pouco. As coisas estavam ficando sem controle. Antes, Daniel a levava para hot¨¦is ou para a casa dele. Agora, ele vinha diretamente ¨¤ casa d, pegando¨Ca de surpresa. Ainda bem que estava morando sozinha; se n?o tivesse descoberto o segredo do cr e ainda morando as crian?as, teria sido um verdadeiro campo de batalha. Ol¨ªvia pensava nisso sem for?as quando, de repente, seu est?magoe?ou a roncar de fome. n?o queria se mexer, estava pronta para passar fome. Cap铆tulo 477 Cap¨ªtulo 477 Uma luz branca cruzou sua mente, e repentinamente se lembrou de algo importante. Daniel havia ido embora e ele n?o tinha se preparado contraceptivos! precisava se levantar eprar medica??o por conta pr¨®pria. n?o podia engravidar agora, sen?o seria a ¨²nica prejudicada. Olivia arrastou seu corpo cansado para tentar se levantar, tomou um banho, vestiu¨Cse e se ajeitou para sair. viu o cr no sof¨¢, mas n?o pretendia coloc¨¢¨Clo. Mas, se lembrando da raiva de Daniel, se inclinou, pegou o cr e o colocou. Daniel tinha mandado que usasse o cr a todo momento e nunca o tirasse. O poder autorit¨¢rio dele ainda ecoava em seus ouvidos, e Olivia, magoada, mas mesmo s¨® saindo por um minuto, decidiu usar o cr. Primeiro, foier algo, e depois foi at¨¦ a farm¨¢cia paraprar pils anticoncepcionais. Saindo da farm¨¢cia, estava prestes para ir ao mercadoprar uma garrafa d¡¯¨¢gua quando repentinamente, algu¨¦m cobriu sua boca por tr¨¢s. lutou por um momento, e ent?o perdeu a consci¨ºncia. Quando acordou, Olivia se sentia totalmente sem for?as. estava deitada no ch?o, e n?o conseguia se levantar. Onde estava? O que tinha naquele pano que colocaram em sua boca? Por que estava sem for?a alguma? ¡°Acordou? Mulheres sedutoraso voc¨º precisam de uma li??o, ou nunca v?o conseguir aprender.¡± A voz aterrorizante de uma mulher ecoou. Olivia tentou reunir todas as suas for?as para se levantar e olhar na dire??o da voz, vendo o rosto de uma dama maquiada esmero, adornada joias, esbanjando elegancia, mas um punhal na m?o, afiado e brilhante sob a luz. estava brincando o punhal Olivia conhecia aqu mulher, era Nat¨¢lia. Olivia ficou encolhida de medo e perguntou cuidadosamente: ¡°Sra.Nat¨¢lia, o que voc¨º pretende fazer com isso?¡± 15:48 Capitulo 477 Os c¨ªlios de Nat¨¢lia, real?ados p m¨¢scara, se curvavam enquanto olhava para Olivia desprezo e ria: ¡°O que eu vou fazer? Eu j¨¢ havia avisado para voc¨º n?o ver mais o Sergio, e hoje voc¨º quebrou a sua pvra. Eu tinha avisado que se n?o me desse ouvidos, n?o seria apenas um aviso.¡± batia levemente o punhal em sua m?o, parecendo calma e perigosamente s¨¦ria. Mas o panico de Olivia fol prando em seus ossos. Nat¨¢lia parecia inst¨¢vel. Ser¨¢ que desejava mat¨¢? Sem for?as e o corpo adormecido, n?o conseguia se levantar. Se Nat¨¢lia fosse mat¨¢, Olivia n?o teria chance alguma para se defender. Olivia tentou ser racional: ¡°Hoje, foi uma coincid¨ºncia, eu n?o o havia visto, foi apenas um encontro por acaso. E eu disse a ele que deveriamos agiro se n?o nos conhec¨ºssemos.¡± realmente n?o tinha visto Sergio e n?o desejava v¨º¨Clo. Seria melhor para ambos que se tratassemo estranhos. queria que ele fosse feliz e n?o perdesse tempo indo atr¨¢s d. ¡°Ent?o o que significa isso?¡± Nat¨¢lia tirou uma bolsa e jogou aodo d, uma caixa de rem¨¦dio dentro. Olivia olhou aten??o e percebeu que eram as pils anticoncepcionais que tinhaprado. Nat¨¢lia n?o tinha que pensar que estava Sergio¡­ Olivia explicou: ¡°Depois que nos separamos no shopping, n?o nos vimos mais.¡± ¡°Ah ¨¦? Como eu posso acreditar em voc¨º?¡± Nat¨¢lia se enfureceu repentinamente, se levantou, se aproximou de Olivia, agachou¨Cse e segurou o rosto d, pressionando a ponta do metal. contra sua bochecha. ¡°Um rosto t?o bonito quanto o seu, realmente tem o poder de seduzir os homens. E se eu fizer alguns furos sangrentos no seu rosto, todo mundo iria ficar medo de voc¨º, at¨¦ os animais iriam querer atac¨¢. Voc¨º acha que ainda iria conseguir seduzir o meu filho?¡± Nat¨¢lia rosnava, deslizando a ponta afiada do punhal pelo rosto de Olivia. Original content from N?velDrama.Org. poderia perfurar o rosto d a qualquer minuto. sentia o metal frio escorregar pelo seu rosto, terrivelmente gdo. Olivia estava nervosa, e todo o seu ser alerta. Cap铆tulo 478 Capitulo 478 ¡°Se voc¨º verdadeiramente quer o bem do seu filho, n?o deveria agir dessa forma. Ao inv¨¦s disso, voc¨º deveria proporcionar um apolo psicol¨®gico a ele, permitindo que ele rece at vida novamente,¡± Olivia fol endireitando o corpo, nervosa, engolindo em seco. Mas o que havia dito fazia sentido. N?o era apenas para conseguir se salvar, mas tamb¨¦m por causa de S¨¦rgio. ¡°Ah, n?o fique fndoo se voc¨º desse tanta importancia para o meu filho. Mulhereso voc¨º, que ficam fingindo que se preocupam os outros, na verdade s¨® trazem destrui??o! Voc¨º acha que eu n?o conhe?o suas artimanhas?¡± Nat¨¢lia bufou, encarando Olivia ferozmente e os dentes cerrados. s¨® tinha esse filho e, desde que era crian?a, Nat¨¢lia o mimava de uma forma exagerada, segurando¨Co nas m?os para que n?o caisse e o guardando na boca para que n?o derretesse. Mas o filho que tanto amava estava a ponto de perder a vida por causa de uma mulher, n?o apenas uma vez, mas duas. Se n?o conseguisse afastar essa mulher de uma vez por todas, estaria correndo o risco de perd¨º¨C lo. Ao pensar na possibilidade de um dia perder o filho que tanto amava, Nat¨¢lia sentia um aperto. no cora??o e era tomada por medo e panico. Olivia percebeu que Nat¨¢lia estava descontrda, sentindo a press?o do punhal em seu rosto aumentar cada vez mais, a ponta afiada perfurando sua bochecha. Olivia sentiu uma dor aguda e sabia que se Nat¨¢lia pressionasse um pouco mais, poderia perfurar seu rosto. queria reagir, mas n?o tinha for?as, n?o conseguia nem levantar a m?o para tentar afast¨¢. *Senhorita Nat¨¢lia, fique calma. Voc¨º realmente quer que seu filho a odeie?¡± Olivia tentaval convenc¨º¨C la a se acalmar. ¡°Que odeie, ¨¦ melhor do que perd¨º¨Clo! Olivia, eu vou acabar voc¨º agora e veremoso voc¨º continuar¨¢ a seduzir os homens!¡± Nat¨¢lia fva a respira??o pesada, pressionando for?a. O punhal acabou entrando na bochecha de Olivia. Uma dor intensa se espalhou do rosto para o seu cora??o, uma dor torturante. Olivia gritou de dor, e essa mesma dor dissipou parte da sensa??o de fraqueza que sentia, recuperando um pouco de for?a. Olivia levantou a m?o e conseguiu empurrar Nat¨¢lia para longe. 15:48 Capitulo 478 O punhal foi retirado de seu rosto, e o sangue Jorrou rapidamente. A atitude de Olivia de afastar Nat¨¢lia a deixou totalmente enfurecida. ¡°Vadia! Ainda ousa resistir!¡± Nat¨¢lia apertou o punhal e avan?ou ferozmente em dire??o ¨¤ Olivia. Olivia olhava horrorizada para o punhal chelo de sangue que Nat¨¢lia levantava em dire??o ao seu rosto, a ponta afiada brilhando perigosamente ¨¤ luz. Olivia sentiu seus olhos se dtarem e seu cora??o se apertar. Ser¨¢ que seria destruida por Nat¨¢lia naquele momento? De repente, a porta foi arrombada, e uma figura imponente entrou correndo, empurrando Nat¨¢lia para longe. Nat¨¢lia foi jogada para odo, caindo no ch?o, e o punhal caiu de suas m?os. olhou ferozmente para quem a havia jogado no ch?o: ¡°Quem ¨¦ o cego que ousou me impedir¡­¡± Antes que pudesse terminar de fr, ao perceber que era Daniel, o semnte feroz de Nat¨¢lia transformou¨Cse em medo e nervosismo, fndo sem poder acreditar: ¡°Daniel, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Daniel olhou frieza para e se aproximou de Olivia, abaixando¨Cse para ajud¨¢ a se levantar, notando o sangue escorrendo pelo seu rosto. O rosto p¨¢lido e limpo de Olivia estava marcado por um ferimento que estava sangrando, o sangue corria p bochecha d, era uma cena pavorosa.. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Daniel ficou indignado ao ver aquilo e, ele n?o tinha o h¨¢bito de carregar len?os ou uma bandana. Ele a puxou para perto de si, usando a manga para estancar o sangue que escorria sem controle de seu rosto. Seu olhar frio e feroz se voltou para Nat¨¢lia: ¡°Voc¨º ousou tocar em algu¨¦m que ¨¦ minha, voc¨º est¨¢ procurando a morte?¡± Nat¨¢lia, surpresa: ¡°O qu¨º? Olivia ¨¦ sua¡­¡± parou de fr, admirada, ao ver Daniel protegendo Olivia tanta intimidade. Ele sempre deu muita importancia ¨¤ limpeza, n?o permitindo nem uma mancha se quer em ¡°seu terno. Contudo, sem se importar em sujar o terno, usou a manga para pressionar o rosto de Olivia e ajud¨¢ a estancar o sangue. Ele a segurou em seus bra?os, cuidando d muito carinho, parecendo verdadeiramenteo um homem protegendo sua mulher. Capitulo 479 Cap铆tulo 479 Cap¨ªtulo 479 Nat¨¢lia ficou paralisada, sempre achou que Olivia tinha sido namorada do seu filho, Sergio, e que agora tentava seduzi¨Clo para ficarem juntos. Mas nunca poderia imaginar que estaria tendo um envolvimento Daniel. Ent?o os anticoncepcionals que haviaprado eram por causa de¡­ Nat¨¢lia conseguiupreender tudo rapidamente. O olhar de Daniel era t?o frio e feroz que dava a impress?o que ele poderia mat¨¢. Com medo e inquieta??o, apressou¨Cse a dizer: ¡°Eu fiz confus?o, vi a vi o Sergio hoje e at¨¦ agora ele n?o voltou para casa, pensei que eles pudessem estar juntos. A ¨²nica coisa que eu queria era que se afastasse do Sergio, por isso recorri a esse no. Daniel, por favor, perdoe sua tia.¡± Se Daniel decidisse responsabiliz¨¢, n?o s¨® sofreria as consequ¨ºncias, mas tamb¨¦m toda a familia d. n?o podia acabar a vida do seu marido e filho. ¡°Voc¨º ainda sabe que tem uma posi??o importante na fam¨ªlia! Se isso acontecer de novo, voc¨º pode dar adeus ao seu rosto!¡± Daniel falou uma frieza cortante, e o semnte tenso. Abandonando essas pvras, ele se afastou levando Olivia. Olivia deu um passo, mas suas pernas estavam fracas, havia sido drogada e ainda sentia o efeito do medicamento. Daniel a segurou imediatamente e sem dizer uma pvra, carregou¨Ca nos bra?os, saindo apressadamente. Ap¨®s colocar Olivia no carro, Daniel tamb¨¦m entrou, e a voz nervosa, ordenou ¨¤ Bruno: ¡°Direto para o hospital!¡± Bruno arrancou o carro imediatamente. No carro, Olivia estava sentada bem aodo de Daniel, que ainda mantinha o bra?o em seu rosto, segurando¨Ca junto dele. A respira??o assustada de Oliviae?ou a se acalmar bem devagar, e conseguia sentir o cheiro masculino dele, uma mistura de autoritarismo e calor. Copyright by N?v/elDrama.Org. Essa sensa??o foi trazendo para um leve sentimento de seguran?a ao seu cora??o assustado. ¡°Vou tirar a minha m?o do seu rosto, se o sangue estiver seco r e grudado na sua pele, vai doer muito.¡± A voz baixa e gentil de Daniel ecoou acima de sua cabe?a. 1/2 15:48 Capitulo 479 Ouvindo sua voz sedutora, um calor suave prou no frio de seu cora??o. respondeu gentilmente: ¡°Est¨¢ bem.¡± Daniel cuidadosamente retirou o bra?o que estava pressionando a bochecha d. Felizmente, o sangue ainda n?o havia secado e n?o havia grudado, sendo removido facilidade. Olivia n?o sentiu nenhuma dor. O sangue em seu rosto tamb¨¦m havia estancado. Quando ele retirou o bra?o, o outrodo do corpo de Olivia ficou desprotegido, fazendo que se sentisse vazia. Notando que ainda estava deitada em seus bra?os, se sentia desconfort¨¢vel e rapidamente sentou¨Cse, ajeitando¨Cse e olhando para outra dire??o: ¡°Obrigada por ter vindo me salvar.¡± Daniel a olhou por um instante, sua express?o sombria e os olhos escuros, sem pvras, olhando para a frente. Olivia sentiu o frio que repentinamente emanava dele. ficou ainda mais cuidadosa, sentou¨Cse, e n?o disse mais nada. realmente n?o conseguiapreender Daniel, seu temperamento era muito imprevis¨ªvel e dif¨ªcil de entender. Parecia que ele estava preocupado anteriormente, mas agora sua express?o era sombria. n?o ousava deix¨¢¨Clo irritado; se ele se enfurecesse, tamb¨¦m sofreria as consequ¨ºncias. O clima dentro do carro estava tenso e opressivo. Finalmente conseguiram chegar ao hospital, e Olivia se preparava para entrar sozinha. De repente, Daniel a levantou nos bra?os. Olivia soltou um grito o susto e imediatamente agarrou¨Cse ao seu pesco?o, sentindo a for?a e o conflito de sua pele. Sua respira??o tornou¨Cse um pouco ofegante. Cap铆tulo 480 Capitulo 480 O m¨¦dico tratou o ferimento no rosto de Olivia e disse: ¡°A ferida ainda ¨¦ profunda, mas por sorte n?o perfurou e o sangue foi estancado a tempo, o que evitouplica??es. No entanto, voc¨º n?o pode descuidar desse ferimento. Tem que cuidar bem dele. Se ficar infectado, ser¨¢ dificil lidar, e voc¨º sofrer¨¢ as consequ¨ºncias.¡± Aodo, Daniel acrescentou: ¡°Val deixar cicatriz?¡± Seus olhos profundos e sombrios, seu rosto frio e belo irradiavam uma aura intimidadora. O ar ao redor parecia se tornar opressivo. Uma press?o densa pesava sobre o pelto das pessoas, deixando¨Cas sem ousar respirar profundamente. O m¨¦dico respondeu caut: ¡°Isso depende da constitui??o de cada um e deo cuidar da ferida. Alguns t¨ºm uma predisposi??o a cicatrizes, independentemente dos cuidados, ficar?o marcas. Outros n?o t¨ºm essa predisposi??o e, os devidos cuidados, podem n?o ficar cicatrizes.¡± O semnte de Daniel escureceu, mas ele n?o disse nada. O m¨¦dico, preocupado em ter dito algo errado, ficou visivelmente apreensivo. O ambiente estava tenso e silencioso. Olivia, tentando melhorar a atmosfera, disse educadamente ao m¨¦dico: ¡°Doutor, obrigada. Se est¨¢ tudo bem, posso ir agora?¡± ¡°Est¨¢ tudo bem, s¨® precisa voltar daqui a tr¨ºs dias para trocar o curativo¡°, respondeu o m¨¦dico. ¡°Certo, agrade?o p ajuda¡°, agradeceu Olivia, formalmente. Danieln?ou¨Clhe um olhar frio e saiu primeiro da s m¨¦dica. Olivia apressou¨Cse em segui¨Clo. parecia uma crian?a que havia feito algo errado, seguindo atr¨¢s dele. A ferida era d e, se fosse ficar cicatriz, seria no seu corpo. Por que parecia que Daniel estava mais irritado do que ? Olivia o seguiu cuidadosamente at¨¦ o carro, ele entrou primeiro e , sem hesitar, foi logo -atr¨¢s. O carro partiu. Daniel estava uma express?o t?o sombria que era assustadora. Olivia sentava¨Cse ereta e tensa, segurando a respira??o, pois sabia que quando Daniel estava de mau humor, at¨¦ respirar parecia errado. 1/2 15:48 ¡°Onde voc¨º fol ¨¤ tarde?¡°, perguntou Daniel uma voz fria, que ecoou pelo ve¨ªculo. Copyright by N?v/elDrama.Org. Olivia ficou tensa, sua mente girando rapidamente para entender o significado repentino dessa pergunta. Lembrou¨Cse de que mais cedo Nat¨¢lia havia mencionado que se encontrou Sergio ¨¤ tarde. Ser¨¢ que ele estava zangado por causa disso? Na presen?a do Daniel reprimindo a raiva, Olivia n?o ousava dar um passo em falso e, a cabe?a levemente baixa, respondeu: ¡°No shopping internacional de¨¦rcio.¡± O olhar frio de Daniel passou pelo rosto d enquanto ele pegava o telefone para fazer uma liga??o: ¡°Em dez minutos, quero as imagens das cameras do shopping internacional de¨¦rcio desta tarde.¡± Ele estava verificando as camaras de seguran?a! Olivia ficou tensa, segurando a respira??o. Com as cameras, n?o haveriao esconder nada. Uma tempestade parecia estar a caminho. Em menos de dez minutos, Daniel recebeu os videos das cameras. Olivia havia entrado no caf¨¦ e se sentado Gabriel. O que disseram n?o podia ser ouvido, pois as cameras n?o tinham som. Mais tarde, eles discutiram, Olivia saiu irritada, e o caf¨¦ que o gar?om carregava acabou sendo derramado sobre . Gabriel a seguiu, chegando perto demais, enquanto tentava se afastar. Sergio apareceu, tirou Gabriel de perto e a ajudou a se livrar dele. Todo o epis¨®dio durou menos de vinte minutos. Em seguida, Olivia atendeu uma liga??o e pegou um t¨¢xi para ir embora. n?o s¨® havia se encontrado Sergio, mas tamb¨¦m Gabriel! Com um olhar perspicaz e agu?ado, Daniel virou¨Cse para Olivia: ¡°O caf¨¦ na sua roupa n?o foi voc¨º que derramou, foi?¡± Ele prolongou a ¨²ltima sba, indicando sua raiva. Olivia sentiu uma onda de frio e dor gda envolvendo¨Ca. Encolhida, disse fracamente: ¡°Eu fui l¨¢ para cortar r??es Gabriel. Ele n?o queria aceitar ¡°e continuou me perturbando. Por sorte, Sergio estava l¨¢ e me ajudou a me livrar dele. Eu sai imediatamente, sem perder tempo.¡°. O que disse era a verdade; estava realmente tentando se afastar deles. E n?o era sua inten??o engan¨¢¨Clo. Cap铆tulo 481 Cap¨ªtulo 481 s¨® queria viver uma vida tranqu e simples. This belongs to N?velDrama.Org. Sem ser iodada por ningu¨¦m. Mas at¨¦ esse pequeno desejo exigia um grande esfor?o para ser preservado. tamb¨¦m n?o queria esconder nada do Daniel, mas se n?o o fizesse, e ele descobrisse que tinha visto o Gabriel ou o Sergio, ele ficaria zangado. Quando ele ficava irritado, as coisas n?o acabavam bem para . se esfor?ava para manter as ¨¢guas calmas. Mas as coisas n?o sa¨ªamo queria. Depois de fr, o olhar prante do Daniel continuava fixo n. Um olhar que a fazia sentir um frio na espinha, e quando j¨¢ n?o aguentava mais. Ele desviou o olhar. ¡°N?o se preocupe, algu¨¦m vai sofrer as consequ¨ºncias¡± disse ele, a voz grave. Olivia ficou perplexa, sem entender o que ele queria dizer aquilo. Logo depois, o carro parou na Vi Serenidade, e n?o na casa de Olivia. Olivia estava nervosa, seu pulso foi agarrado, a m?o grande de Daniel segurava seu delicado pulso como um alicate, levando¨Ca para dentro da mans?o, subindo as escadas. E a atirou na cama. ¡°Ousou me enganar, est¨¢ ficando cada vez mais ousada.¡± Olivia estava aterrorizada: ¡°Sr. Griera, eu juro que n?o acontecer¨¢ de novo¡­¡± foi interrompida quando seu queixo foi apertado for?a, o rosto frio e severo de Daniel estava diante d: ¡°Voc¨º acha que se ferindo, vai conseguir escapar das minhas m?os, ¨¦?¡± Olivia sentiu uma dor aguda no queixo,o se um osso estivesse se partindo. Suas sobrancelhas estavam t?o franzidas, suas m?os seguravam as dele, diante de sua f¨²ria, estava apavorada, temendo que em sua raiva, ele pudesse mat¨¢ impulsivamente. n?o podia morrer, se morresse, o que aconteceria seus quatro pequenos tesouros? ¡°N?o, eu nunca pensei nisso, tamb¨¦m n?o quero me ferir.¡± Os olhos ros de Olivial mostravam um intenso desejo de viver enquanto o olhava. Vendo seu rosto corar intensamente, os olhos de Daniel tremeram levemente, e ele a soltou. Libertada, Olivia massageava o queixo dolorido, sentindo uma dor que parecia se espalhar at¨¦ as t¨ºmporas. 15:48 Captur 401 Olhando para cheia de marcas e uma express?o de desamparo. Aloo em Daniel parecia emergir, fazendo sua respira??o ¨¢spera. Elen?ou um olhar frio para e salu, Naqu noite, Olivia dormiu sozinha na suite principal, Daniel n?o entrou novamente. teve um raro momento de alivio, P manh?, depois do caf¨¦ da manh?. Olivia salu Daniel. O Rolls Royce preto parou em frente a uma empresa de tamanho m¨¦dio. Olivia olhou casualmente para a ca, que dizia Lu¨ªs Sa¨²de Alimentos Limitada. Ele, alto e de pernas longas, caminhou uma presen?a intimidadora para dentro, e o recepcionista e os seguran?as, ao v¨º¨Clo, ficaram aodo respeito e cuidado, recebendo¨Co. Olivia seguiu¨Co, entrando no elevador juntos. Chegando ao andar mais alto, Daniel foi direto para a s de reuni?es. Sua entrada imponente e sua presen?a inquestion¨¢vel se fizeram sentir. O que antes era uma reuni?o normal, o chefe que antes estava repreendendo os funcion¨¢rios com severidade, imediatamente se calou ao v¨º¨Clo. O chefe imediatamente se calou, e o ar de superioridade foi substitu¨ªdo por um tom temeroso e respeitoso ao receber Daniel. ¡°Sr. Griera, sua ilustre presen?a em nossa humilde empresa ¨¦ uma grande honra, disse o presidente da Luis Sa¨²de Alimentos Limitada, Lu¨ªs Silva, um sorriso for?ado. Daniel olhou de cima para baixo, examinando cada pessoa presente. Todos estavam tensos, sem ousar respirar alto. Incluindo Gabriel, sentado no meio da mesa de reuni?es. Cap铆tulo 482 Capitulo 482 Esse tipo de reuni?o de alto nivel geralmente n?o envolve a participa??o de Gabriel. Mas,o ele tinha sido promovido recentemente a um cargo de ger¨ºncia geral, teve a oportunidade de se juntar aos executivos da empresa. Era a primeira vez que ele participava de uma reuni?o do alto escal?o da empresa. Ele queria que tudo corresse bem. Mesmo que n?o conseguisse impressionar o presidente, pelo menos n?oeter erros j¨¢ seria um bom sinal. Mas a reuni?o mal tinhae?ado quando Daniel, um grande nome, chegou. Sua presen?a e autoridade eram t?o fortes que at¨¦ o chefe deles tratava Daniel grande respeito. Copyright by N?v/elDrama.Org. O que mais surpreendeu e alegrou Gabriel fol ver Olivia panhando Daniell Gabrieln?ou um olhar contente para Olivia e notou um curativo em seu rosto, indicando que estava ferida. Isso fez seu cora??o pr, preocupado. Ser¨¢ que a les?o de Olivia foi causada por Daniel? Se fosse verdade, o que Olivia realmente significava para Daniel? Enquanto todos estavam tensos, prendendo a respira??o, Daniel caminhou at¨¦ a ponta da mesa de reuni?o, sentando¨Cse na cadeira principal. Seus movimentos eram naturais, tranquilos, dignos eandavam respeito, inquestion¨¢veis. Luis, o chefe, travou um sorriso for?ado, mas em um segundo J¨¢ estava acenando a cabe?a e curvando¨Cse, ficando aodo de Daniel. ma Daniel, seus dedos longos, pegou um documento da mesa, folheou e falou uma voz fria que intimidava. ¡°Reuni?o de encerramento do Concurso Alimentar, ¨¦ isso?¡± Ele jogou o documento de volta na mesa,n?ando um olhar gdo para Luis. Luis estava visivelmente tenso, sem saber por que Daniel estava ali. Tudo o que sabia era que a presen?a de Daniel era gda e sombria. Era t?o opressiva que quase n?o se podia respirar. Daniel tinha vindo raiva, sem d¨²vida. ¡°Sr. Griera,o o maior investidor do Concurso Alimentar, seja bem¨Cvindo para nos orientar em nosso trabalho.¡± Luis disse, tentando agradar. Daniel tirou um cigarro do bolso, colocou¨Co na boca ee?ou a procurar um isqueiro. Luis rapidamente acendeu seu pr¨®prio isqueiro e o ofereceu a Daniel, tentando agrad¨¢¨Clo acendendo o cigarro para ele. 1/2 15:49 Capitulo 482 Danieln?ou um olhar severo para ele. Esse olhar, t?o frio e opressivo, fez Luis congr, apagando o fogo imediatamente es afastando de Daniel. Daniel ent?o acendeu seu pr¨®prio cigarro, deu uma tragada, e a fuma?a todeos destodO PEO e frio. Diante de todos os seus funcion¨¢rios, Lu¨ªs foi ignorado e rejeitado. Ficou constrar¨¢do n?o havia nada que pudesse fazer. Quem estava sentado em sua cadeira era Daniel o cde supremo da Capital, riqueza ipar¨¢vel e poder esmagador, uma aura nobre e majestosa. O dono dessa pequena empresa nem sequer era digno de acender o cigarro de Daniel Olivia, doe?o ao fim, n?o disse uma pvra. Ficou quietamente atr¨¢s de Daniel tentando se fazer invis¨ªvel n?o entendia por que Daniel a trouxera aqui. Sem dizer nada, Daniel continuou fumando de forma despreocupada e opressiva, e todos na s n?o ousavam fazer um som, cabe?as baixas, nervos ¨¤ flor da pele. O toque do telefone de Lu¨ªs quebrou o sil¨ºncio tenso da s. Elen?ou um olhar apavorado para Daniel e correu para atender o telefone. Seja l¨¢ o que lhe disseram, o rosto de Lu¨ªs ficou p¨¢lido. Voltando para odo de Daniel, a express?o em seu rosto n?o era apenas de baj??o, mas tamb¨¦m de medo e ansiedade. ¡°Sr. Griera, ser¨¢ que nossa empresa errou em algo? Por favor, nos diga, vamos corrigio no futuro. Nos de outra chance.¡± Lu¨ªs falou, curvado e ansioso aodo de Daniel Todos ao redor da mesa de reuni?o olhavam curiosos para Lu¨ªs. P sua express?o de panico, era ro que algo s¨¦rio tinha acontecido. Cap铆tulo 483 Capitulo 483 Os funcion¨¢rios que participavam da reuni?o estavam apreensivos. ¡°Tudo o que voc¨º precisa fazer ¨¦ arrumar as suas coisas e sair em meia hora,¡± disse Daniel uma voz imperturb?vel. Luis empalideceu: ¡°Sr. Griera, nossa pequena empresa mal d¨¢ lucro, por que decidirpr¨¢ assim, de repente?¡± ¡°Voc¨º est¨¢ me irritando,¡± respondeu Daniel, sem paci¨ºncia. Quando ele tomava uma decis?o, n?o havia espa?o para argumentos. Lu¨ªs estava desdo, sem entendero tinha ofendido Daniel. Ele tinha esperan?as de que, o investimento de Daniel no Concurso Gastron?mico, sua empresa come?aria a ter uma r??o mais pr¨®xima o Grupo Griera e abrindo caminho para um futuro mais promissor. Contudo, o que ele n?o esperava era que o resultado seria a aquisi??o de sua empresa. Em meia hora, ele foi deixado dedo. Os demais funcion¨¢rios, ao ouvirem sobre a aquisi??o, ficaram chocados e nervosos. Chegar aonde chegaram n?o tinha sido f¨¢cil e, a troca de patr?o, seus empregos estavam por um fio. Olivia tamb¨¦m estava incr¨¦d,n?ando involuntariamente um olhar para Daniel, que mantinha uma postura fria e distante, exndo uma aura de nobreza que fazia todos se sentirem intimidados. Ele adquiriu a empresa? Assim t?o rapidamente? Lu¨ªs percebeu que n?o valia a pena insistir; isso apenas irritaria mais Daniel, e provocar sua ira poderia ter consequ¨ºncias inimagin¨¢veis. Restou a ele baixar a cabe?a e sair do sal?o de reuni?es derrotado. O olhar profundo de Daniel varreu a s, passando por todos os funcion¨¢rios que se sentavam em sil¨ºncio, a cabe?a baixa, temendo atrair sua aten??o. A atmosfera estava t?o opressiva que at¨¦ respirar parecia dificil. Gabriel, assimo os outros, mantinha a cabe?a baixa. Mas por dentro, ele estava em conflito, pois n?o erao os demais; ele tinha Oliviao um talisma de prote??o. Se ele se manifestasse agora, revndo a sua identidade, talvez Daniel the desse uma posi??o mais elevada e mais poder. Se continuasse em sil¨ºncio, perderia essa oportunidade. Capitulo 483 Conforme os segundos passavam e o clima no escrit¨®rio ficava cada vez mais pesado, Gabriel decidiu arriscar e se levantou, um sorriso for?ado, e disse: ¡°Sr. Griera, talvez o senhor n?o esteja ciente, mas o principal respons¨¢vel pelo Concurso Gastron¨®mico sou eu, e tenho uma boa r??o a sua secret¨¢ria, a Srta. Souza. Ele mencionou intencionalmente Olivia na conversa, esperando que Daniel percebesse a r??o entre eles. Ao ouvir isso, Olivia ficou tensa en?ou um olhar irritado e de advert¨ºncia para Gabriel,o quem diz para ele n?o a envolver naqu situa??o. Mas Gabriel fingiu n?o ver e continuou sorrindo, lisonjeando: ¡°Neste Concurso Gastron?mico, a secret¨¢ria Souza foi de grande ajuda, sem , n?o teriamos alcan?ado tanto sucesso.¡± Olivia ficou sem ar, pensando no absurdo que Gabriel estava fndo! Quando o ajudou? Ele estava tentando coloc¨¢ em uma situa??o imposs¨ªvel? Daniel levantou um canto da boca num sorriso frio e apagou o cigarro no cinzeiro, seu olhar profundo e gdo se fixou em Gabriel. ¡°Voc¨º pode arrumar as suas coisas e sair agora,¡± disse Daniel autoridade e frieza. Gabriel ficou chocado, pois pensou que ao associar¨Cse a Olivia, poderia garantir beneficios para si mesmo, mas em vez disso, acabou por ser demitido. Ser¨¢ que a r??o entre Olivia e Daniel n?o era o que ele imaginava? Ele olhou para Daniel e depois para Olivia, confuso. O curativo no rosto d era evidente. Teria sido Daniel quem a magoou? Ele havia apostado errado? Gabriel rapidamente percebeu a gravidade da situa??o e imediatamentee?ou a se desculpar: ¡°Sr. Griera, o que eu quis dizer foi que a secret¨¢ria Souza trouxe a pequena Iria Santos para participar do Concurso Gastron?mico e acabou levando o primeiro lugar, me fazendo um favor, n?o tinha outra inten??o.¡± Ao ouvir Gabriel mencionar Iria, o cora??o de Olivia apertou. Olhando furiosamente para Gabriel, se perguntava o que ele estava tentando fazer.Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Cap铆tulo 484 Cap¨ªtulo 484 Daniel tinha um olhar profundo e uma aura sombria enquanto encarava Gabriel. ¡°Seu Griera, na verdade¡­¡± Gabriel estava ansioso para fr. Olivia, o cora??o acelerado, rapidamente Interrompeu: ¡°A Iria ¨¦ filha da minha melhor amiga Jimena. Level para brincar no shopping e se interessou pelo Festival Gastron?mico, insistiu em participar e eu n?o pude impedir. ¨¦ s¨® um interesse de crian?a, n?o foi por minha causa. Sr. Dias n?o precisa me agradecer.¡± Gabriel ficou perplexo e olhou para Olivia, que tinha um olhar brilhante e furioso, cheio de advert¨ºncias. Ele entendeu o recado em seu olhar. Engoliu as pvras que ia dizer e, uma voz conciliat¨®ria e suplicante, disse a Daniel: ¡°Seu Griera, h¨¢ algo que o desagrada em mim?¡± ¡°Saia daqui!¡± Daniel tinha o rosto tenso e os dentes cerrados, irradiando raiva e sem paci¨ºncia alguma para Gabriel. Era preciso uma paci¨ºncia extraordin¨¢ria para n?o acabar ele! Embora Gabriel n?o tivesse responsabilidade direta na morte tr¨¢gica dos pais de Daniel, que a policia havia deradoo um acidente de carro, ele tinha escapado da justi?a. Mas, no fundo, foi por causa dele! Se n?o fosse pelo fato de ser um ex¨Cmilitar, ele teria acabado um homem sem escr¨²puloso Gabriel! Gabriel, percebendo a raiva mortal nas pvras contidas de Daniel, n?o ousou mais ficar ali. Saiu da s de reuni?es cambaleando e apreensivo. Ap¨®s a sa¨ªda de Gabriel, a s de reuni?es ficou em sil¨ºncio, e aqueles que permaneceram estavam nervosos e suando frio. Sentados firmemente, nem ousavam enxugar o suor. Daniel respirou fundo para se acalmar e um gesto disse: ¡°Podem ir!¡°. Como se recebessem uma ordem de libera??o, todos correram para a porta, medo de serem alvos se ficassem para tr¨¢s. Em pouco tempo, a s de reuni?es ficou apenas Olivia e Daniel. Olivia estava emocionalmente abda,o se estivesse numa montanha¨Crussa. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Quando Gabriel mencionou Iria, sabia que ele estava pronto para trai e tentar agradar Daniel. Felizmente, interveio a tempo. Mesmo Gabriel j¨¢ tendo ido embora, Olivia ainda estava tensa, n?o ousando baixar a 10 15:49 Capitulo 494 guarda. Estava lidando Daniel, e ele n?o era f¨¢cil de enganar. Se ele suspeitasse, estava acabada. No ar, pairava uma sensa??o de perigo frio e reprimido. Olivia sentia o peito pesado,o se n?o conseguisse respirar. se esfor?ou para rxar, tentando parecer menos apavorada. Na posi??o de secret¨¢ria, disse: ¡°Seu Griera, logo cedo voc¨º j¨¢ concluiu um trabalho 150 t?o importante. Aprendo muito ao seudo, um dia ao seudo ¨¦ mais valioso do que um ano na esc.¡± N?o era um elogio vazio, mas uma verdade. As t¨¢ticas e o estilo de Daniel n?o estavam nos livros. Trabalhar a seudo e testemunhar seu modo de agir resoluto e decisivo era uma experi¨ºncia ¨²nica e valiosa. Daniel virou¨Cse, segurando delicadamente o pulso d e puxando¨Ca. se inclinou e ele, uma m?o firme na cintura d, a levantou para sentar na mesa da reuni?o, ergueu seu queixo. olhando¨Ca com profundidade: ¡°Dispensei ele, est¨¢ decepcionada, ¨¦?¡± Seus dedos ro?avam seu pesco?o, intensificando a sensa??o opressiva de perigo. Olivia estava tensa e bn?ou a cabe?a negativamente: ¡°N?o, voc¨º fez o que eu queria fazer.¡± Deixar Gabriel crescer em arrogancia s¨® o tornaria mais ousado. O Concurso Alimentar fez que ele percebesse o gosto doce do sucesso, despertando sua natureza gananciosa. detestava sua pr¨®pria falta de poder para control¨¢¨Clo. Mas Daniel tinha intervido. Ver Gabriel fugindo envergonhado era um al¨ªvio para Olivia. de repente se lembrou de que Daniel havia dito no carro, no dia anterior, que algu¨¦m iria se dar mal. Cap铆tulo 485 Cap¨ªtulo 485 Isso se refere a Gabriel? Eleprou toda a Alimentos Limitada s¨® para demitir o Gabriel? Por qu¨¦? Fol porque viu o video de ontem ¨¤ tarde, viu se encontrando o Gabriel. Por isso, furioso, demitiu o Gabriel? Daniel olhava friamente para os olhos serenos d e, um leve grunhido, soltou seu queixo: ¡°Melhor voc¨º pensar assim!¡± Depois de solt¨¢, ele se levantou e partiu suas longas pernas. Olivia apressou¨Cse em segui¨Clo. Ap¨®s deixar a Alimentos Limitada e retornar ao Grupo Griera, Olivia sentou¨Cse na secret¨¢ria, ocupada com o trabalho. Na parte da tarde, quando chegou a hora de sair, Olivia fezo sempre, indo embora diretamente. pegou um t¨¢xi de volta para sua casa. Sozinha em casa, se sentia realmente solit¨¢ria e mnc¨®lica. Sentia falta dos quatro filhos, daqus vozes suaves que a chamavam de m?e. Queria abra?¨¢¨Clos, ficar pertinho deles. Sentia muita, muita falta. Sentada no sof¨¢, Olivia estava inquieta. A saudade dos filhos era avassdora, dificultando a concentra??o. n?o sabia quando essa fase iria passar. N?o, n?o podia mais suportar, continuar assim a deixaria louca. precisava ver os filhos. Tirou o cr e o deixou na casa. E ent?o, Olivia salu. Quando voltou ¨¤ Comunidade Lej¨¢ e abriu a porta, um doce aroma de leite invadiu o ambiente. Imediatamente, isso curou o vazio no cora??o de Olivia. olhou para a s de estar, onde os quatro pequeninos estavam sentados sobre um tapete de espuma, brincando blocos de montar. Cada um deles era pequenino, macio e ador¨¢vel,o ursinhos, t?o encantadores que faziam o cora??o derreter. 1/2 15:49 Capitulo 485 Olivia sorriu e disse uma voz suave: ¡°Meus beb¨ºs, mam?e est¨¢ de volta.¡± Ao ouvir sua voz. Os quatro pequenos viraram a cabe?a ao mesmo tempo, olhando para seus olhos grandes e inocentes. No segundo em que a viram, os olhos deles brilharam e sorrisos surgiram em suas carinhas fofas. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± Os quatro pequenos se levantaram do tapete de espuma e, bn?ando suas perninhas curtas, correram em sua dire??o, bn?ando a cabe?a. Essa cena era suficiente para curar qualquer tristeza. O cora??o vazio e saudoso de Olivia foi preenchido calor. se agachou e abriu os bra?os, pronta para receber seus pequenos tesouros. Os quatro a abra?aram de uma vez, tanta for?a que Olivia quase n?o conseguiu aguentar, caindo para tr¨¢s. Os pequenos ca¨ªram em seus bra?os e rram pelo ch?o. Iria segurava sua m?o esquerda, querendo ser abra?ada, In¨ºs puxava sua m?o direita.do¨Cse a , pedindo colo. Joel deitou¨Cse sobre sua barriga e Heitor estava meio deitado no ch?o e meio deitado no seu peito. Erao se estivesse coberta de crian?as.Original content from N?velDrama.Org. Apesar de estar deitada no ch?o, Olivia estava cheia de alegria: ¡°Ahaha, Iria, n?o fa?a c¨®cegas. na mam?e, est¨¢ co?ando.¡± Iria cutucava seu nariz em sua ax, tentando fazer que sua m?e a abra?asse. A cabecinha macia e delicada,o a de um gatinho, fazia Olivia se contorcer de c¨®cegas, rindo sem parar. ¡°Olha s¨®, depois de tantos dias longe, vejao as crian?as sentem sua falta,¡± disse Teresa um sorriso, mas um toque de rema??o. Cap铆tulo 486 Capitulo 486 ¡°M?e, o que aconteceu seu rosto?¡± Heitor fol o primeiro a notar o curativo que envolvia of rosto de Olivia, Era um curativo pequeno e, na emo??o do momento, eles n?o tinham percebido a les?o no rosto de Olivia, Meio deitado sobre Olivia, Heltor estregou seu rostinho no colo d e, ao levantar a cabe?a, viu a gaze branca que cobria seu rosto, um simbolo de ferimento. Assim que Heitor expressou sua preocupa??o, os outros pequenos tamb¨¦m olharam para cima, todos focando suas aten??es na face da m?e. This belongs to N?velDrama.Org. ¡°M?e, est¨¢ doendo? Vou soprar pra passar.¡± In¨¦s se levantou do colo de Olivia e se aproximnou, franzindo os l¨¢bios, e soprou suavemente sobre a gaze que cobria o rosto de Olivia. Essa atitude fofa e atenciosa era ador¨¢vel e reconfortante. ¡°M?e, algu¨¦m te fez mal?¡± Os olhos. inocentes de Joel brilhavam l¨¢grimas, ele estava multa pena da m?e. ¡°M?e, hum¡­¡± Iria fez beicinho, momentos antes estava manhosa, e agora olhava para Olivia olhos cheios de ternura. ¡°N?o ¨¦ nada, s¨® um arranh?ozinho, a m?e n?o est¨¢ dores, meus amores n?o precisam se preocupar.¡± Olivia se sentou, acalmando seus pequenos. Com o carinho e a preocupa??o dos seus queridos, Olivia se sentia cheia de felicidade, e a dor e as m¨¢goas pareciam desaparecer. se dedicava a seus filhos, fazendo quest?o de t¨º¨Clos sempre por perto. N?o importava qu?o dif¨ªcil fosse l¨¢ fora, se consva o pensamento de que podia v¨º¨Clos sempre que sentisse saudade. Sua vida n?o poderia estar maispleta. Talvez, essa fosse a verdadeira raz?o p qual insistia em esconder as crian?as de Daniel. Teresa, que estava remando anteriormente sobre a aus¨ºncia de Olivia, ao ver o ferimento em seu rosto, ficou instantaneamente preocupada. Olhando para o ferimento, franziu a testa seriedade e perguntou: ¡°O que aconteceu, voc¨º se meteu em confus?o por causa daquele homem de novo?¡± ¡°N?o, m?e, foi s¨® um descuido meu, n?o se preocupe, ficar¨¢ bom em alguns dias.¡± Olivia respondeu, tentando parecer desinteressada na pr¨®pria dor. Heitor e Joel trocaram olhares,unicando¨Cse sem pvras. Olivia se levantou e levou as crian?as para sentar no sof¨¢: ¡°Voc¨ºs t¨ºm seportado direitinho e ouvido a vov¨® esses dias?¡± 15:491 Capitulo 486 ¡°Sim!¡± todos os pequenos responderam em unissono. Teresa disse: ¡°Voc¨º n?o precisa se preocupar as crian?as, preocupe¨Cse mais ¨¦ voc¨º mesma. Eles s?o muito mais sensatos do que voc¨º.¡± Teresan?ou um olhar reprovador para e foi para a cozinha preparar o jantar. Olivia sabia que sua m?e tinha um cora??o mole, mesmo pvras duras, e n?o levou a s¨¦rio. Depois de um tempo aconchegando¨Cse os filhos, Olivia foi para a cozinha ajudar Teresa a cozinhar. Os quatro pequenos foram para o quarto, fecharam a porta e se juntaram em uma conspira??o. Com as cabe?as juntas e os olhos brilhantes mas preocupados, elese?aram a nejar. Heitor disse: ¡°A m?e foi maltratada por Daniel de novo. j¨¢ se magoou v¨¢rias vezes. ¨¦ nossa m?e, e n¨®s temos que proteg¨º.¡± Joel concordou a cabe?a: ¡°Apenas porque a mam?e quebrou os objetos antigos de Daniel, ele a intimida constantemente.¡± Iriamentou: ¡°Ai¡­ nossa m?e sofre tanto, estou preocupada.¡± In¨ºs apertou os punhos e franzindo a testa disse: ¡°Vamos proteger a m?e!¡± Heitore?ou a borar um no: ¡°Temos que ajudar a m?e a conseguir um bilh?o para dar ao Daniel. O pingente da In¨ºs foi vendido por duzentos mil, e Iria ganhou duzentos mil no Concurso Alimentar. Isso d¨¢ quatrocentos mil, mas ainda falta muito. Precisamos achar uma maneira de ganhar mais dinheiro.¡± Joel assentiu determina??o: ¡°Vamos encontrar uma maneira de ganhar dinheiro.¡± ¡°Como vamos ganhar dinheiro?¡± Os grandes olhos de Iria, brilhando expectativa, mostravam que s¨® sabiaer, mas n?o sabia mais nada. In¨ºs, as sobrancelhas franzidas, tamb¨¦m se viu diante de um dilema. Cap铆tulo 487 Capitulo 487 Heitor apoiou o indicador no queixo, pensando num no. Dez milh?es n?o ¨¦ uma quantia qualquer,o poderia ganhar tudo de urna vez? Os filhos debatiam assuntos importantes no quarto. Na cozinha, Olivia selecionava legumes enquanto Teresavava¨Cos destreza, Original content from N?velDrama.Org. ¡°Eu estava pensando, voc¨º e o Daniel est?o num rcionamento s¨¦rio? Mesmo que n?o de em nada, apenas namorando, tem que ser de igual para igual, n¨¦?¡± Teresa fva sem parar, suas pvras repreensivas transbordavam preocupa??o. Olivia sabia bem que um namoro deveria ser equilibrado e baseado no respeito m¨²tuo, mas o que tinha Daniel n?o era um namoro. Era um controle unteral por parte dele, que a manipva. n?o queria manter aqu situa??oo estava, desejava se livrar dele, levar os filhos para longe e viver uma vida simples. No entanto, o poder de Daniel era avassdor,o um rei contrndo a vida e a morte d. Mesmo se fugisse para o fim do mundo, ele a encontraria e a traria de volta. Se ousasse fugir e fosse pega, as consequ¨ºncias seriam terr¨ªveis. E se durante a fuga Daniel descobrisse a exist¨ºncia dos filhos, o destino de Olivia seria ainda pior do que terr¨ªvel. n?o podia correr esse risco. ¡°Felizmente, quando ficar entediada, podemos terminar.¡± Olivia respondeu a Teresa casualmente. Al¨¦m de tranquilizar Teresa, n?o podia contar sua real situa??o, pois as consequ¨ºncias seriam desastrosas. Isso s¨® aumentaria a preocupa??o de Teresa. ¡°E esse seu rosto, o que aconteceu de verdade?¡± Teresa ainda estava preocupada. ¡°Outro dia estava andando distra¨ªda e me arranhei num galho.¡± Olivia contou uma mentira piedosa. Se Teresa soubesse que tinha sido sequestrada, ficaria ainda mais preocupada. ¡°Voc¨º, uma pessoa t?o grande, nem sabe andar.¡± Teresa a repreendeu descontentamento. ¡°J¨¢ sei, vou ter mais cuidado. Sei que minha m?e me ama.¡± Olivia abra?ou Teresa, agindo de maneira manhosa, encostando a bochecha na d. Teresa n?o sabia se ria ou chorava, mas por dentro estava contente, embora fingisse desd¨¦m: ¡°Tudo bem, tudo bem. Voc¨º j¨¢ cresceu, pensa que ainda ¨¦ uma crian?a para ficar abra?ando 15:49 Capitulo 487 por al?¡± Teresa a afastou levemente, mas finalmente sorriu. ¡°Ali¨¢s, a Jimena disse que aquele pingente de brinquedo da In¨ºs foi vendido por duzentos mil e j¨¢ depositaram na sua conta, me transfere um pouco, estou ficando sem dinheiro para as despesas.¡± Teresa lembrou. ¡°Ah, j¨¢ mando dez mil pra voc¨º agora.¡± Olivia lembrou que fazia tempo que n?o ajudava Teresal as contas. ¡°Dez mil n?o d¨¢, manda cinquenta mil. Pra n?o ter que ficar te pedindo toda hora, qual ¨¦ a minha cara?¡± Teresa falou firmeza. ¡°Est¨¢ bem. Mas m?e, s¨® olhe as cartas, n?o jogue de novo, est¨¢ bem? N?o podemos contar ganhar dinheiro assim. Ganhe dinheiro de maneira honesta, trabalhe arduamente.¡± Olivial temia que a m?e voltasse a se viciar em jogar baralho. Jogar baralho ¨¦ um vicio que pode piorar, mesmo que ¨¤s vezes se ganhe, no fim, a perda ¨¦ certa. ¡°Eu sei. Voc¨º que se esforce e ganhe seu dinheiro direitinho.¡± Teresa concordou casualmente. Olivia transferiu cinquenta mil para . *In¨ºs vendeu um pingente de brinquedo e ganhou duzentos mil ser¨¢ que se prar mais brinquedos, ser¨¢ que poder¨ªamos ganhar muito dinheiro?¡± Teresa, vendo a transfer¨ºncia, perguntou com esperan?a nos olhos. ¡°N?o ¨¦ assim t?o f¨¢cil, foi sorte dessa vez.¡± Olivia apressadamente interrompeu as esperan?as indevidas de Teresa. Cap铆tulo 488 Cap¨ªtulo 488 ¡°De qualquer forma, a vida apertada dava sinais de melhoria.¡± Teresa acenou a cabe?a e n?o pensou mais nisso. Num piscar de olhos, chegou o fim de semana. As feridas no rosto de Olivia tamb¨¦m j¨¢ estavam quase curadas, coberta por uma crosta espessa e escura de cicatriz. Jimena convidou Olivia para passear no shopping eprar roupas. Olivia queria levar as crian?as para dar uma volta. Mas os pequenos n?o queriam sair de casa, s¨® queriam ficar brincando. Ent?o Olivia n?o insistiu. Assim que Olivia e Jimena sairam, os quatro pequenos se reuniram no quarto, e Heitor pegou o tablet, digitando incessantemente na t. ¡°Encontrei, o firewall do Grupo Griera¡°, disse Heitor, animado. Joel, a cabe?a pequenina aproximada, perguntou: ¡°Irm?o, voc¨º consegue invadir?¡± This belongs to N?velDrama.Org. ¡°O firewall do Grupo Griera ¨¦ mais robusto que os outros, boa seguran?a e estabilidade, vai ser dificil de invadir¡°, disse Heitor, franzindo a testa preocupa??o. ¡°Est¨¢ tudo bem, irm?o. Suas habilidades de hacker s?o incriveis, voc¨º certeza conseguir¨¢ for?a!¡°. Joel incentivou, apertando o punho e fazendo um gesto de encorajamento. Iria e In¨¦s tamb¨¦m cerraram seus punhos rechonchudos, acenando cabe?a afirmativamente: ¡°Vamos l¨¢!¡± Com o apoio dos irm?os e irm?s, Heitor se encheu de confian?a: ¡°¨¦ isso a¨ª!¡± Seus dedinhos gordinhos digitavam rapidamente na t. Os outros tr¨ºs ficaram perto dele, um ao seudo e dois na porta, vigiando para que a av¨® n?o entrasse de repente. Heitor tinha acabado de pegar o fio da meada quando ouviu passos fora do quarto e a voz alta de Teresa: ¡°Heitor, Joel, Iria, In¨ºs, o que voc¨ºs est?o fazendo no quarto?¡± Iria e In¨ºs na porta viraram¨Cse rapidamente, sinalizando em voz baixa e nervosismo: ¡°Irm?o, a av¨® est¨¤ vindo!¡± Heitor, em panico, desligou o tablet e o escondeu. Assim que guardou o tablet na gaveta, Teresa entrou: ¡°O que voc¨ºs quatro est?o aprontando aqui? Sua m?e chamou voc¨ºs para sair e voc¨ºs n?o foram. T?o novinhos e j¨¢ aprendendo a ficar em casa, hein?¡± Os pequenos olharam para Teresa, nervosos, sem dizer nada. 15:50 Vendo aqueles olhinhos inocentes, Teresa n?o consegulu se zangar. As quatro crian?as, t?o ador¨¢veis, eram simplesmente irresistivels. Teresa suspirou, disse: ¡°Vamos, vou lev¨¢¨Clos para brincar no parque de divers?es l¨¢ embaixo.¡± ¡°V¨®, n¨®s n?o queremos sair para brincar.¡± disse In¨ºs. *Se n?o v?o sair, o que v?o fazer em casa?¡°, perguntou Teresa. ¡°Brincar no tablet!¡± Iria respondeu entusiasmo, erguendo a m?o e sorrindo feliz. Heitor e Joel queriam impedi de fr, mas j¨¢ era tarde demais. Os dois irm?os trocaram um olhar frustrado; aqu irm?zinha era t?o fofa que os deixava em apuros. A express?o de Teresa caiu imediatamente: ¡°Crian?as n?o podem s¨® ficar jogando no tablet. voc¨ºs precisam se aproximar da natureza e respirar ar fresco l¨¢ fora.Jogar no tablet estragal a vista. Vamos, vamos, saiamigo.¡± Teresa entrou, pegou os pequenos p m?o e os levou para fora do quarto. No shopping. Olivia e Jimena tinham dado uma volta e n?o encontraram nenhuma roupa que gostassem. Jimena se aproximou da bochecha esquerda de Olivia e examinou aten??o: ¡°Tia Rocha disse que voc¨º magoou o rosto num galho, mas isso n?o me parece. Um galho poderia ferir t?o fundo?¡± A espessura da casca j¨¢ dava a entender qu?o profundo era aquele corte. ¡°J¨¢ est¨¢ quase curado¡°, respondeu Olivia. Quando estavam prestes a sair do shopping, Olivia viu uma loja perto da entrada fechando as portas. Cap铆tulo 489 Cap¨ªtulo 489 A fachada era a da mesma loja de brinquedos onde In¨ºsprou aquele ¡°pingente de brinquedo¡°. Enquanto enxugava l¨¢grimas, a dona da loja fechava a porta. Essa cena, t?o repleta de tristeza, tocou profundamente o cora??o de Olivia. se aproximoul e perguntou: ¡°Dona, por que est¨¢ fechando a loja agora? Ainda s?o onze horas, hora de abrir, n?o ¨¦?¡± A mulher, um tanto constrangida ao ver que tinhapanhia, secou as l¨¢grimas do rosto e disse: ¡°Aconteceu uma trag¨¦dia em familia, e n?o conseguimos mais manter a loja.¡± Ao dizer isso, a emo??o a venceu e as l¨¢grimas voltaram a cair. Olivia e Jimena trocaram olhares e perguntaram: ¡°Que tipo de trag¨¦dia ¨¦ essa que obriga voc¨ºs a fecharem a loja?¡± Abrir uma loja em um shopping n?o ¨¦ f¨¢cil e exige um grande investimento. A maioria das pessoas n?o escolhe fechar a loja a menos que seja absolutamente necess¨¢rio. ¡°Acontece que meu filho desenvolveu um tumor cerebral. O custo da cirurgia e dos tratamentos somam um milh?o e trezentos mil N¨®s gastamos todas as nossas economias e vendemos a loja, mas ainda faltam duzentos mil. Minha familia realmente n?o sabe o que fazer¡­¡± A dona da loja fva entre solu?os, cobrindo o rosto enquanto chorava. A dor, o desespero, o sofrimento. Era o filho d, o tesouro mais precioso que tinha. Que m?e poderia suportar a dor de perder um filho? Ouvindo isso, o cora??o de Olivia afundou em tristeza, sentindo a dor da mulher epreendendo seu desespero. tamb¨¦m era m?e e entendia muito bem o amor de uma m?e pelo seu filho. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Perder um filho ¨¦ um destino pior do que a morte. Dizem que n?o h¨¢ nada mais forte que uma m?e. suportaria qualquer sofrimento p sa¨²de e seguran?a de seu filho. Mas quando algo acontece a crian?a, e a m?e se sente impotente, a dor ¨¦ insuport¨¢vel. Olivia tirou o celr da bolsa e disse ¨¤ dona da loja: ¡°Senhora, abra o c¨®digo de pagamento, vou transferir duzentos mil. Assim, seu filho ter¨¢ dinheiro para o tratamento.¡± A mulher ficou chocada, olhando para Olivia incredulidade, sem acreditar que n?o estava sonhando. Ainda havia pessoas t?o generosas e bondosas no mundo? Jimena tamb¨¦mn?ou um olhar surpreso para Olivia, mas depois sua express?o se transformou em tranquilidade. 1/2 15-50 Capitulo 489 Era assim que conhecia Olivia. N?o havia nada de surpreendente nisso. ¡°Isso, isso¡­¡± A dona da loja estava confusa. Embora quisesse desesperadamente os duzentos mil para salvar seu filho, sabia que n?o era certo aceitar tal generosidade sem m¨¦rito. Olivia, percebendo a hesita??o da mulher, explicou: ¡°Senhora, n?o h¨¢ problerna. Metade desse dinheiro tamb¨¦m ¨¦ seu. Lembra¨Cse quando voc¨º me vendeu um pingente de anel? Pensamos que era um brinquedo, mas era uma antiguidade que acabel vendendo por duzentos mil. Esse dinheiro, de fato, pertence a voc¨ºs.¡± ¡°Mas n¨®s n?o entendemos de antiguidades. Se voc¨º n?o tivesseprado, ter¨ªamos tratadoo um brinquedo, quebrado ou jogado no lixo. Voc¨º foi quem reconheceu o valor dele. Al¨¦m disso, voc¨º pagou por ele, ent?o qualquer valor que tenha conseguido a venda, ¨¦ merecido por voc¨º.¡± A dona da loja tamb¨¦m era uma pessoa de bom cora??o e entendia essas regras de neg¨®cios. O que algu¨¦mpra e depois vende por um pre?o maior ¨¦ fruto do seu pr¨®prio esfor?o, n?o algo que tinha o direito de reivindicar. A cliente estava apenas tentando facilitar para que aceitasse o dinheiro sem culpa. ¡°Receba o dinheiro agora e cuide do seu filho. Quando ele melhorar, e voc¨º voltar para o neg¨®cio, pode me pagar a metade naqu ¨¦poca.¡± Olivia disse isso para tranquilizar a mulher para que aceitasse o dinheiro de boa vontade. A dona da loja assentiu, l¨¢grimas escorrendo, tirou o telefone e abriu o c¨®digo QR de pagamento. Olivia fez a transfer¨ºncia de duzentos mil. Ao ouvir a confirma??o da transa??o, a dona da loja agarrou a m?o de Olivia, chorando e agradecendo: ¡°Muito obrigada, eu prometo que farei de tudo para curar meu filho e devolverei cada centavo. Voc¨º ¨¦ uma pessoa boa e pessoas boas ser?o rpensadas.¡± Olivia a confortou, dizendo: ¡°Sim, a doen?a do seu filho certeza vai melhorar. N?o pense demais, apenas cuide dele carinho.¡± Enquanto Olivia e a dona da loja se davam as m?os, o ar ao redor.dse?ou a tremer, sinalizando perigo iminente. Uma sensa??o g¨¦lida se aproximava, fazendo que todos os pelos se arrepiassem. Olivia olhou para tr¨¢s e viu um homem alto e imponente, caminhando em sua dire??o passos largos. Cap铆tulo 490 Cap¨ªtulo 490 O homem era belo e imponente, uma presen?a majestosa. Seu olhar tinha o poder de parar os cora??es ¨¤ primeira vista. Era o Daniel! O cora??o de Olivia falhou uma batida, seguido por um nervosismo instintivo que tornou conta de seu corpo. Ao notar que os olhos escuros dele estavam fixos em sua m?o, Olivia seguiu o olhar at¨¦ se dar conta de que ainda estava de m?os dadas a dona do boteco, esquecendo¨Cse de soltar. rapidamente soltou a m?o, colocando¨Ca atr¨¢s do corpo de forma inquieta. Parecia que um simples aperto de m?o outra pessoa era o suficiente para irrit¨¢¨Clo. ¡°Sr. Griera, tamb¨¦m est¨¢ pelo shopping? Que coincid¨ºncia¡°, disse Olivia, for?ando um sorriso para cumpriment¨¢¨Clo. Mas n?o sabia o qu?o constrangedor seu sorriso parecia devido ao nervosismo. ¡°Realmente uma coincid¨ºncia¡°, respondeu Daniel, uma voz magn¨¦tica e grave. A dona da loja virou¨Cse, notando a presen?a imponente e intimidante do homem. instintivamente sentiu um certo receio. Esse homem era muito bonito e tinha uma presen?a marcante, ramente algu¨¦m importante. Embora encantada a apar¨ºncia dele, a dona do boteco, n?o querendo ofender, agradeceu a Olivia apressadamente: ¡°Obrigada, quando reabrir, voc¨º deve vir. Naqu ¨¦poca, vou te devolver o dinheiro.¡± Com o corpo tenso, Olivia mal tinha energia para responder, apenas acenou a cabe?a em sinal de cumprimento. Agradecida, a dona do boteco, intimidada p autoridade de Daniel, baixou a cabe?a e saiu do shopping. Danieln?ou um olhar prante e sombrio em dire??o a Olivia: ¡°Praticando um Robin Hood moderno?¡± Olivia ficou confusa, a princ¨ªpio n?o entendeu o significado da pergunta. Mas, meio segundo depois, percebeu o que ele queria dizer. This belongs to N?velDrama.Org. Daniel estava insinuando que tinha roubado seu pingente e vendido para ajudar as pessoas pobres? Parecia que ele s¨® tinha ouvido a parte em que a dona da loja agradecia pelos duzentos mil, mas n?o ouviu a parte sobre o pingente encontrado pelo filho da dona da loja. Olivia sentiu um al¨ªvio por ele n?o ter ouvido isso. estava prestes a responder. Jimena, descontente oent¨¢rio dele, respondeu um sorriso: ¡°Sr. Griera, esses duzentos mil foram por causa de um investimento que a nossa Olivia fez¡­¡± 1/2 15:50 Capitulo 490 ¡°Sim, eu usei o dinheiro que ganhei a venda do pingente para ajudar a dona da loja a salvar o filho d¡°, interrompeu Olivia apressadamente. ainda n?o tinha tido a chance de contar para Jimena que Daniel tinha um pingente id¨ºntico ao que desapareceu, e que ele suspeitava que tinha sido quem o pegara. Apesar de ser injusti?ada, n?o podia deixar Daniel investigar a proced¨¨ncia do pingente que estava com . Mesmo que as cameras do shopping fossem silenciosas, e que Daniel n?o tivesse ouvido as crian?as a chamando de m?e, poderia explicar que estava apenas panhando os filhos de sua amiga. No entanto, havia uma grande falha nessa explica??o. Se ele descobrisse que o tal pingente na verdade era um brinquedo pedido p In¨ºs Santos e que tinha sido vendido por duzentos mil mas que o dinheiro tinha ido para a conta d¡­ Oficialmente, na mente de Daniel, In¨ºs era filha da Jimena, ent?o, mesmo que o brinquedo d tivesse sido vendido, o dinheiro deveria ser da Jimena. Como poderia ter ido para ? Essa suspeita seria o suficiente para Daniel ter d¨²vidas e investigar profundamente. Jimena estava prestes a dizer que Olivia tinha investido apenas cem reais e conseguido duzentos mil, uma habilidade d,o isso poderia ser considerado um ato de Robin Hood? Mas Olivia a interrompeu antes que pudesse terminar, e Jimenan?ou um olhar confuso em sua dire??o, sem entender o que estava fazendo. Contudo, seja qual fosse a raz?o, Olivia certamente tinha seus motivos. Entendendo a situa??o, Jimenae?ou a cooperar. Cap铆tulo 491 Capitulo 491 Danieln?ou um olhar atento para Jimena, que havia parado de fr no meio da frase, e em seguida dirigiu seu olhar para Olivia, que mantinha o queixo levemente erguido, seus olhos ros e uma express?o convicta,o se tivesse certeza de sua pr¨®pria raz?o. O que estaria escondendo? Na penumbra, os olhos escuros de Daniel escureceram ainda mais: ¡°A partir de amanh?, horas extras at¨¦ as sete da noite!¡± Ao terminar de fr, afastou¨Cse passos firmes. Atr¨¢s dele, Bruno o seguiu. Olivia interceptou rapidamente Bruno, exibindo uma mistura de confus?o e m¨¢goa: ¡°Sr. Griera, o que voc¨º quer dizer? Por que eu tenho que fazer hora extra?¡± Bruno esbo?ou um sorriso discreto e disse: ¡°Porque voc¨º est¨¢ tempo de sobra.¡± Copyright by N?v/elDrama.Org. Em seguida, acelerou o passo para alcan?ar Daniel. Olivia arregalou os olhos, entre indignada e divertida: ¡°Tempo de sobra? Quando ¨¦ que eu tive tempo de sobra?¡± ¡°Exatamente, voc¨º vive correndo de umdo para o outroo um pi?o, n?o um segundo paral respirar, nem mesmo tempo para ficar seus filhos. Onde est¨¢ o tempo de sobra?¡± Jimena ¡°¨¦ isso mesmo¡­¡± Olivia estava prestes a concordar quando, nummpejo, percebeu a ironia nas pvras de Jimena. Seu rosto esquentou imediatamente, e deu um tapinha no ombro de sua amiga, repreendendo: ¡°Ai, que sacanagem, at¨¦ voc¨º est¨¢ tirando sarro de mim.¡± ¡°Ha ha ha, pelo menos voc¨º n?o est¨¢ t?o fora da realidade a ponto de n?o perceber a minha piada,¡± Jimena riu abertamente. ¡°Vamos embora logo, antes que Daniel volte e te pegue aqui. Ai sim voc¨º n?o vai tero fugir, e vai perder mais tempo longe dos seus filhos.¡± Apesar do tom brincalh?o, o aviso de Jimena tinha um fundo de verdade. Jimena pegou a m?o de Olivia e juntas sa¨ªram do shopping. No caminho de volta, Jimenal dirigia enquanto Olivia estava no banco do passageiro. ¡°Diz ai, por que voc¨º interrompeu o que eu estava dizendo? Tem algum segredo que voc¨º n?o pode contar?¡± Jimena indagou. Olivia desabafou sobre os eventos dos ¨²ltimos dias, grande mncolia. ¡°O qu¨º? Daniel tem um pingente id¨ºntico e acha que foi voc¨º quem pegou o dele? Como ele pode pensar assim? Nossa, Olivia, roubar alguma coisa? Uma pessoa que doaria duzentos mil 15:50 Capitulo 491 reais sem pensar duas vezes, trocaria sua integridade por dinheiro?¡± Jimena estava genuinamente indignada, sentindo que Olivia estava sendo injusti?ada. Olivia era t?o bondosa, consciente e Integra. Mas estava sendo malpreendida por Daniel. E o pior ¨¦ que Olivia temia que Daniel descobrisse que as crian?as eram suas e n?o ousava revr a verdade. Era uma ang¨²stia que n?o podia ser expressa. ¡°N?o importa, que ele pense o que quiser sobre mim. Melhor queece a me detestar, assim ele me deixa em paz.¡± Por outrodo, Olivia n?o explicoupletamente que n?o havia roubado o pingente, tamb¨¦m na esperan?a de que Daniel passasse a rejelt¨¢. Ser desprezada a ponto de n?o querer v¨º seria o ideal. ¡°Olivia, eu te admiro e tenho pena de voc¨º,¡± Jimena suspirou. Admirava¨Ca por conseguir dormir um homem t?o atraente, bem¨Capessoado e elegante.o Daniel. E sentia pena d por perder sua liberdade, vivendo em eterna fuga. ¡°Eu que te admiro,¡± disse Olivia. O Rolls Royce preto deslizava suavemente p estrada asfaltada. Daniel se recostava no banco traseiro, uma presen?a imponente. ¡°Bruno, investigue a r??o dessa mulher a Olivia,¡± Daniel ordenou. Olivia havia interrompido Jimena urg¨ºncia, estava escondendo algo, havia algo que ele n?o deveria saber? Algo rcionado a mulher que aceitou os duzentos mil. Bruno perguntou: ¡°Pesquiso s¨® a r??o ou todos os contatos?¡± ¡°Todos!¡± A voz grave de Daniel ecoou, e seus olhos escuros eram um abismo insond¨¢vel. Cap铆tulo 492 Cap¨ªtulo 492 Olivia dedicou toda a tarde ¨¤ Comunidade Lej¨¢, fazendopanhia para as crian?as. Ap¨®s o jantar, era hora de Jimena ir embora, e Olivia tamb¨¦m precisava partir. Naquele dia, no shopping, tinha se deparado Daniel, que exva uma aura g¨¦lida e um olhar sombrio que permanecia em sua mente. Quando foi ao shopping, estava usando um cr. Como estava Jimena, acabou voltando diretamente para a Comunidade Lej¨¢. Se Daniel verificasse o localizador e visse que estava na Comunidade Lej¨¢, iria pensar que estava apenas se divertindo na casa de uma amiga, sem suspeitas. Mas se n?o voltasse ¨¤ noite, certeza Daniel n?o ficaria feliz. E se ele fosse atr¨¢s d¡­ Olivia nem queria imaginar. Para n?o correr riscos, decidiu que era mais seguro retornar ao seu apartamento alugado e partiu Jimena. Teresa ficou embndo as crian?as at¨¦ adormecerem. Depois que os pequenos pegaram no sono, Teresa passou a noite em ro, inquieta. A ideia de que Olivia tinha dado os duzentos mil do pingente para a dona da loja de brinquedos a deixava furiosa. Com muita dificuldade, a familia finalmente tinha um pouco de dinheiro, e Olivia simplesmente entregou os duzentos mil para a dona da loja, alegando que o pingente havia sido encontrado por uma crian?a na praia e que essa crian?a estava doente e precisava do dinheiro para o tratamento. E ainda prometeu que pagaria cem mil de volta. Que ingenuidade! Quem, em s? consci¨ºncia, devolveria o dinheiro que j¨¢ estava em suas m?os? or no Ajudar algu¨¦m em uma emerg¨ºncia m¨¦dica era louv¨¢vel, mas Teresa ainda sentia uma dor cora??o. Como pode ter uma filha t?o altruista e ing¨ºnua? Quanto mais pensava, mais angustiada ficava. Na manh? seguinte, Teresa acordou profundas olheiras,o se fossem rel¨ªquias nacionais, e foi cuidar dos quatro filhos. Ao abrir o arm¨¢rio em busca de roupas para as crian?as, notou uma gaveta e, movida p curiosidade, abriu¨Ca. 1/2 15:50 Dentro, encontrou apenas um pingente apar¨ºncia de nuvem e um drag?o esculpido no centro. O pingente parecia aut¨ºntico, transl¨²cido e polido, Seria real? Teresa pegou o pingente e se aproximou de In¨ºs, perguntando: ¡°In¨ºs, voc¨º entende de jade, olhe para a vov¨®, este jade ¨¦ verdadeiro ou falso?¡± Ainda sonolenta, In¨ºs examinou o pingente e disse uma voz doce e Inocente: ¡°Vov¨®, ¨¦ verdadeiro, uma antiguidade.¡± ¡°¨¦ mesmo?¡± Os olhos de Teresa brilharam, dissipando as nuvens que haviam se formado p decis?o anterior de Olivia de doar o dinheiro da venda do jade para a dona da loja de brinquedos. Com uma voz cheia de alegria, perguntou: ¡°Ent?o me diga, quanto vale este pingente?¡± In¨ºs, confusa, bn?ou a cabe?a: ¡°Vov¨®, eu n?o sel.¡± In¨¦s sabia identificar jade e antiguidades, mas n?o tinha no??o de pre?os. ¡°Vov¨®, isso ¨¦ da mam?e, voc¨º n?o pode vender, t¨¢?¡± Joel se aproximou, lembrando Teresa. ¡°Eu sei, n?o se preocupe.¡± Teresan?ou um olhar para Joel e recolocou o pingente no lugar. ¡°Vamos l¨¢, levanta r¨¢pido, voc¨º vai se atrasar para a creche.¡± Teresa apressou as crian?as. Depois de deix¨¢s na creche¡­Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Cap铆tulo 493 Cap¨ªtulo 493 Teresa correu para casa, pegou o pingente cuidado e o guardou no bolso antes de sair. Lembrava¨Cse que Jimena o havia vendido em uma loja de antiguidades. Tamb¨¦m havia perguntado a Jimena o nome daqu loja. Tomando um t¨¢xi, dirigiu¨Cse diretamente at¨¦ l¨¢. Era a primeira vez que Teresa vendia algoo um pingente, sem saber o pre?o de mercado, ent?o decidiu bater um papo o dono da loja para sondar. O dono era um homem de uns cinquenta anos, cabelos grisalhos nas t¨ºmporas, trajando uma camisa social e aparentando ser muito culto e art¨ªstico. Pacientemente, ele dialogou Teresa. Vendo que ele era uma pessoa agrad¨¢vel, Teresa entrou no assunto, retirou cuidadosamente o pingente do bolso, colocou¨Co sobre a mesa e perguntou sorridente: ¡°Senhor, quanto vale este pingente de jade? Eu o levei a um especialista e ¨¦ aut¨ºntico, al¨¦m de ser uma antiguidade!¡± This belongs to N?velDrama.Org. Ao deparar¨Cse o pingente uma nuvem e um drag?o esculpido no centro,o se estivesse a voar entre as nuvens, a express?o do dono se fechou, e seus olhos se aprofundaram. Ele pegou o jade e o examinou atentamente, uma express?o s¨¦ria, e perguntou seriedade: ¡°Senhora, pode me contar a origem deste pingente? Como o obteve?¡± Teresa se sentiu nervosa a pergunta, preocupada que o homem pudesse pensar que o roubou. disse, em sua defesa e nervosa: ¡°¨¦ da minha filha, foi um presente. A origem ¨¦pletamente leg¨ªtima.¡± O dono assentiu e disse: ¡°Este jade ¨¦ bastante valioso e envolve uma grande soma de dinheiro. Antes de decidirmosprar, preciso consultar o nosso jovem patr?o.¡± Ao ouvir que o valor era consider¨¢vel, o cora??o de Teresa encheu¨Cse de alegria. estava prestes a ficar rica. Rapidamente, concordou: ¡°ro, v¨¢ e eu espero aqui.¡± ¡®Certo, s¨® um momento,¡± disse o dono, levando o jade para o escrit¨®rio no segundo andar, onde Rayan estava fazendo uma auditoria naquele dia. ? dono mostrou o pingente a Rayan, que tamb¨¦m ficou s¨¦rio ao v¨º¨Clo. ¡®N?o ¨¦ o tesouro de fam¨ªlia dos Griera?¡± Eles eram especialistas em antiguidades e tinham conhecimento em jade. Rayan era amigo de Daniel e j¨¢ tinha visto o pingente antes. Antes, o jade pertencia ao pai de Daniel, mas agora que Daniel estava ¨¤ frente do Grupo Griera, 1/2 o pingente fol passado para ele, Possuir esse pingente era um s¨ªmbolo do poder na fam¨ªlia Griera. O dono tamb¨¦m reconheceu o pingente e sa que era uma quest?o rcionada ao l¨ªder dos Griera. N?o podendo decidir sozinho, mencionou a consulta ao Jovem patr?o. ¡°Quem velo vender o jade?¡± perguntou Rayan ap¨®s verificar a autenticidade. ¡°Uma senhora de uns cinquenta anos disse que o jade foi um presente para sua filha,¡± respondeu o dono honestamente. Rayan olhou para baixo do segundo andar e viu uma mulher de meia¨Cidade, vestida de forma simples e sentada no sof¨¢ ¨¤ espera. Ele tirou uma foto d seu celr. De volta ao escrit¨®rio, Rayan escreveu um cheque de tr¨ºs milh?es e entregou ao dono: ¡°D¨¦ o cheque para e diga quepramos.¡± O dono pegou o cheque, assentiu e saiu do escrit¨®rio. Teresa, ansiosa, viu o dono se aproximando e se levantou para perguntar: ¡°E ent?o, voc¨ºs v?o comprar?¡± O dono, de forma educada e respeitosa, disse: ¡°Desculpe p espera. Nosso jovem patr?o decidiu comprar o pingente por tr¨ºs milh?es, que ¨¦ o pre?o mais alto do mercado.¡± ¡°Tr¨ºs milh?es!¡± Teresa brilhou os olhos, incr¨¦d e extremamente feliz,o se seu cora??o fosse sair do peito. ¡°Aqui est¨¢ o cheque, cuide bem dele,¡± disse o dono, curvando¨Cse e entregando o cheque a . Teresa se empolgou demais, mas ao olhar para o cheque, disse irritada: ¡°Voc¨ºs s¨® rabiscam uns zeros e um tr¨ºs no papel e chamam isso de tr¨ºs milh?es! ¨¦ assim que voc¨ºs me enganam?¡± Cap铆tulo 494 Cap¨ªtulo 494 O Sr. Batista ficou ligeiramente embara?ado, mas logo superou, mantendo um sorriso amig¨¢vel no rosto: ¡°Minha senhora, isso n?o ¨¦ papel, ¨¦ um cheque. Basta lev¨¢¨Clo ao banco e sacar o dinheiro.¡± Teresa, que detestava ser enganada, respondeu firmeza: ¡°Eu n?o sei nada sobre cheques, estou velha demais para essas coisas e n?o sei sacar. N?o quero cheque, quero ser paga em dinheiro vivo ou fa?am uma transfer¨ºncia banc¨¢ria.¡± O Sr. Batista sorriu, dizendo educadamente: ¡°Infelizmente, n?o temos essa quantia em dinheiro aqui. Que tal se eu a panhar at¨¦ o banco e lhe mostraro sacar o dinheiro?¡± Depois de pensar um pouco e considerar que estaria panhada por ele, Teresa conclu¨ªu que, se fosse enganada, poderia simplesmente lev¨¢¨Clo para prestar queixa ¨¤ pol¨ªcia. o encarou, certificando¨Cse de que ele n?o fugiria, e concordou. O Sr. Batista subiu para informar ao Rayan e logo saiu Teresa. Em pouco tempo, o banco transferiu tr¨ºs milh?es para a conta d. Ao ver a confirma??o do dep¨®sito, Teresa transbordava de alegria. disse ao Sr. Batista: ¡°O dinheiro caiu na conta, ent?o eu vou indo. Pode voltar para a sua casa.¡± Teresa, o celr em m?os, saiu animada. Mas n?o retornou diretamente para casa e sim deu uma volta pelos condom¨ªnios. queriaprar uma casa. Sua fam¨ªlia de seis pessoas vivia na Capital h¨¢ tr¨ºs ou quatro anos, sempre alugando casas, mudando¨Cse conforme o local de trabalho de Olivia. Era uma vida n?made. Esse sentimento lhes dava pouca seguran?a. Seprassem uma casa e se estabelecessem, talvez sua fam¨ªlia n?o fosse mais menosprezada. Ao menos, Olivia teria mais confian?a ao escolher quem casar. Mas ap¨®s dar uma volta e se informar sobre os pre?os, Teresa foi surpreendida pelo mercado imobili¨¢rio exorbitante. Os tr¨ºs milh?es que tinha mal seriam suficientes paraprar um banheiro, que dir¨¢ uma casa. pensou que tr¨ºs milh?es seriam muito dinheiro, mas na hora de gastar, percebeu que n?o podia comprar nada. N?o era de admirar que sua fam¨ªlia fosse menosprezada. N?o era de admirar que a fam¨ªlia Griera dissesse que Olivia n?o era digna de se casar eles. A realidade bateu forte, e Teresa se sentiu mnc¨®lica e angustiada. se culpava por n?o 1/2 15:52 Cap¨ªtulo 494 ser capaz de oferecer a Olivia um apoio s¨®lido. Original content from N?velDrama.Org. Com os tr¨ºs milh?es e um cora??o pesado, Teresa retornou para casa. Ao chegar, Ot¨¢vio, do clube de jogos, ligou convidando¨Ca para jogar mahjong, questionando se n?o estava jogando porque sua filha n?o estava ganhando dinheiro. Teresa ficou furiosa, odiava que fssem mal de sua filha. podia criticar sua filha cem, mil vezes, mas n?o deixaria que outros fssem mal d nem uma vez sequer. Determinada a provar o contr¨¢rio, Teresa aceitou o desafio de jogar, e jogar alto! queria mostrar a todos que sua filha tinha, sim, ganhado dinheiro! Al¨¦m disso, imaginou que sua presen?a imponente na mesa de jogos, talvez pudesse intimidar os outros jogadores. Se ganhasse em termos de presen?a, certamente ganharia ainda mais dinheiro, enchendo seus bolsos! Com tanto capital inicial, poderia ganhar um pouco a cada dia, e quem sabe, eventualmente, ter o suficiente paraprar uma casa? Com esse pensamento, Teresa dirigiu¨Cse ao clube de jogos. Olivia tinha ido cedo para o Grupo Griera, para trabalhar. Era segunda¨Cfeira, dia ¨²til. Ontem, Daniel havia dito que deveria fazer hora extra at¨¦ as sete da noite. Seu hor¨¢rio de trabalho havia sido inexplicavelmente estendido, e Olivia estava bastante chateada. Sentada em frente aoputador, digitava no tedo, fazendo o trabalho do dia. A porta foi tocada duas vezes, e sem tirar os olhos do monitor, Olivia disse desanimada: ¡°Pode entrar.¡± Bruno entrou um sorriso formal no rosto: ¡°Secret¨¢ria Souza, fa?a um caf¨¦ e leve para o escrit¨®rio do presidente.¡± Olivia n?o estava muito a fim de ver Daniel e respondeu desd¨¦m: ¡°Assistente Bruno, voc¨º n?o est¨¢ tempo agora? Fa?a voc¨º.¡± ¡°Sr. Griera s¨® gosta do caf¨¦ que voc¨º faz,¡± disse Bruno. ¡°E antes de eu chegar,o ¨¦ que o Sr. Griera se virava?¡± perguntou Olivia. Antes de voc¨º chegar, n?o importava quem preparava a bebida, era tudo igual. Mas depois que voc¨º veio, ele s¨® queria o que voc¨º preparava. Essa ¨¦ a sua diferen?a. Cap铆tulo 495 Cap¨ªtulo 495 Olivia: ¡°¡­¡­¡± se perguntava se era t?o diferente assim. Talvez o seu desgosto fosse tanto que at¨¦ o seu pdar havia se adaptado a essa sensa??o de desabafo. ¡°Bota o trabalho dedo e vai fazer um cafezinho,¡± disse Bruno. Sem alternativa, Olivia se levantou para preparar o caf¨¦. N?o havia o que fazer, preparar caf¨¦ fazia parte das suas obriga??es. Vendo que foi fazer o caf¨¦, Bruno saiu da s. Olivia escolheu os gr?os mais frescos, moeu¨Cos, preparou um caf¨¦, adicionou uma colherzinha de a?¨²car e um pouco de leite. Em seguida, pegou o caf¨¦ e se dirigiu ao escrit¨®rio do presidente. Bateu levemente na porta e, ap¨®s receber permiss?o, entrou cuidadosamente. Daniel estava sentado na cadeira presidencial, uma postura imponente e distinta. Copyright by N?v/elDrama.Org. Bruno estava em frente ¨¤ mesa, reportando: ¡°Sr. Griera, enviei todas as informa??es da dona da loja de brinquedos para o seu e¨Cmail.¡® ¡°Hum, pode ir,¡± disse Daniel um aceno. Bruno se retirou. As m?os de Olivia, segurando o caf¨¦, se apertaram de repente. A dona da loja de brinquedos? N?o poderia ser a mesma que tinha encontrado ontem, poderia? Por que Daniel estaria investigando a dona da loja? Seria porque teve contato a mulher e havia transferido dinheiro para ? Olivia n?o entendia o que Daniel queria, e a tens?o que a sufocava. O olhar intenso e escuro de Daniel se voltou para : ¡°Pretende ficar a¨ª parada at¨¦ o caf¨¦ esfriar?¡± Com uma voz rica e magn¨¦tica, que carregava uma autoridade natural, Olivia despertou e suas m?os tremeram involuntariamente. Felizmente, se estabilizou a tempo de evitar que o caf¨¦ derramasse. Olivia,o se acordasse de um sonho, respirou fundo para se acalmar e ¡®foi at¨¦ odo da mesa, colocando o caf¨¦ de maneira contida e disse: ¡°Sr. Griera, aqui est¨¢ o seu caf¨¦.¡± ficou em p¨¦, sem se mover, olhando ocasionalmente para oputador de Daniel, tentando ver as informa??es sobre a dona da loja de brinquedos e se havia algo rcionado a . n?ou um olhar furtivo para oputador e viu que estava apenas na t de in¨ªcio, sem nada aberto. Pensando que n?o havia sido percebida, quando desviou o olhar, encontrou os olhos profundos e frios de Daniel. Seu olhar era profundo e cheio de mist¨¦rios, perigosamente intimidador. Olivia sentiu seu cora??o tremer. 1/2 15:52 ¡°Parece bastante interessada no meuputador, n?o ¨¦?¡± perguntou Daniel, fixando o olhar perigosamente n. Olivia riu nervosamente: ¡°Imagina, s¨® estava esperando se o Sr. Griera teria mais alguma instru??o. Se n?o tiver, vou me retirar.¡± Dito isso, saiu quase correndo do escrit¨®rio. Segurou o peito, tentando acalmar o cora??o que batia acelerado. A presen?a de Daniel era realmente assustadora. Depois de recuperar um pouco a respira??o, Olivia ficou preocupada. tinha o pressentimento de que as informa??es sobre a dona da loja de brinquedos que Bruno mencionou definitivamente se referiam ¨¤ mulher que conhecia. O que eles teriam descoberto? Teria algo a ver ? Eles poderiam descobrir algo sobre a crian?a? Olivia voltou para a s das secret¨¢rias, o cora??o inquieto. O panico e a ansiedade pelo desconhecido eram torturantes, uma sensa??o insuport¨¢vel de impot¨ºncia. Na s presidencial, Daniel tomou um gole de caf¨¦ e os olhos negros fixos na t do computador, abriu o e¨Cmail. Cap铆tulo 496 Cap¨ªtulo 496 O e¨Cmail acabara de ser aberto, mas antes que pudesse ser lido, o telefone aodoe?ou a tocar. Era a linha interna. Daniel atendeu o telefone uma m?o. A voz de Olivia, marcada por tens?o e apreens?o, ressoou: ¡°Sr. Griera, a Nat¨¢lia chegou, quer v¨º¨Clo.¡± Olivia estava ansiosa pouco antes, pensando emo impedir que Daniel visse aquele documento. Por sorte, a recep??o ligou para , algu¨¦m procurava o Sr. Griera. A visitante se apresentouo a segunda tia de Daniel. Imediatamente, Olivia entendeu que era Nat¨¢lia. Depois de desligar o telefone, ligou rapidamente para Daniel, tentando ganhar tempo. ¡°Deixe¨Ca esperar¡°, disse Daniel uma voz que impunha respeito. Quase desligando, Olivia apressou¨Cse em dizer: ¡°A Nat¨¢lia est¨¢ muito ansiosa, parece que ¨¦ algo muito importante.¡± ¡°¨¦ que est¨¢ ansiosa ou voc¨º?¡± A voz profunda e cortante de Daniel indagou. Olivia hesitou, seu cora??o j¨¢ apertado p ansiedade, agora batia ainda mais forte. Por que Daniel faria tal pergunta? Ser¨¢ que ele j¨¢ tinha visto o documento e sabia do seu envolvimento a dona da loja de brinquedos? Sabia que prou um ¡°brinquedo¡± pingente para In¨ºs? Tinha percebido algo? Olivia sentia seu cora??o acelerado, lutando para manter a voz calma. ¡°Por que eu estaria ansiosa? Me parece que a Nat¨¢lia pode realmente ter um assunto urgente voc¨º.¡± ¡°Tem a ver o Sergio,o voc¨º poderia n?o estar?¡± A voz de Daniel, um tom levemente provocador, carregava perigo e press?o. Olivia parou, percebendo que o que pensava n?o era o mesmo que ele. Ent?o, Daniel ainda n?o tinha visto aquele rt¨®rio de investiga??o. ¡°Sr. Griera, para ser honesta, eu tamb¨¦m n?o sei o motivo da Nat¨¢lia te procurar. Se voc¨º n?o quiser v¨º agora, posso ligar para a recep??o e pedir para ir embora.¡± Olivia tentou soar o mais desinteressada poss¨ªvel. Quando estava prestes a desligar, a voz grave de Daniel soou: ¡°Deixe¨Ca subir.¡± Havia raiva em suas pvras e, ap¨®s dizer isso, desligou o telefone. Ouvindo o tom de ocupado do telefone, ¡°tu¨Ctu¡°, Olivia sentiu um cfrio, refletindo rapidamente se havia dito algo errado. Copyright by N?v/elDrama.Org. 1/2 15:52 Se tivesse irritado Daniel, n?o esperava boas consequ¨ºncias. Servir a um chefeo ele erao dan?ar na beira de um precip¨ªcio, vivendo o cora??o na m?o, um verdadeiro cansa?o. Mas o que poderia fazer? Fugir n?o era uma op??o. Olivia foi at¨¦ a porta do elevador esperar por Nat¨¢lia. Quando saiu do elevador, estava vestida como uma dama da alta sociedade, cheia de joias e grifes. Vendo a pessoa que a aguardava na porta, Nat¨¢lia hesitou por um momento e depoisn?ou um olhar de desprezo para Olivia, dizendo sarcasmo: ¡°Ent?o ¨¦ voc¨º quem ocupou essa posi??o.¡± Olivia ignorou oent¨¢rio e fez um gesto convidando¨Ca a entrar: ¡°Srta. Nat¨¢lia, por aqui, por favor.¡± Nat¨¢lia estava ali para ver Daniel e n?o pretendia perder muito tempo Olivia. Lan?ando¨Clhe um olhar frio, dirigiu¨Cse ao escrit¨®rio de Daniel. Olivia a seguiu. Ao entrarem no escrit¨®rio de Daniel, a atmosfera era extremamente tensa, o ar carregado de opress?o. Cap铆tulo 497 Cap¨ªtulo 497 Daniel sentou¨Cse na cadeira girat¨®ria presidencial, emanando uma presen?a imponente e amea?adora, seus olhos negros fixos em Nat¨¢lia. ¡°Daniel, desta vez voc¨º precisa ajudar seu tio. Desde que encontrou Olivia, o Sergio sumiu, e j¨¢ faz dias que n?o volta para casa. Todos os conhecidos dele dizem que n?o o viram. Estou medo de que algo tenha acontecido¡­¡± Nat¨¢lia fva urg¨ºncia, ansiosa. acionou seus contatos, buscou incansavelmente, mas n?o encontrou nenhum vest¨ªgio de Sergio. Anteriormente, ele havia feito loucuras ao vnte, sem se importar a pr¨®pria vida, e agora desaparecera. Nat¨¢lia estava desesperada, t?o preocupada que n?o conseguia dormir. Olivia permaneceu as m?os juntas ¨¤ frente do corpo, segurando uma m?o a outra e uma leve ruga entre as sobrancelhas. escutava silenciosamente a conversa dentro do c?modo. Sem ouvir resposta de Daniel, levantou a cabe?a e encontrou o olhar prante e inescrut¨¢vel dele, fixo n. Como um le?o selvagem que observa sua presa, calmo, opressivo, incisivo, avaliador. O cora??o de Olivia contraiu¨Cse sob aquele intensidade. Por que ele a observava daqu maneira? Ser¨¢ que teria a resposta para onde Sergio poderia estar? ¡°Daniel, sei que ¨¦ uma ousadia vir aqui pedir sua ajuda, mas eu n?o tenho escolha.¡± Nat¨¢lia estava ¨¤ beira das l¨¢grimas, e sua voz traiu uma nota de choro ao dizer que n?o tinha alternativa. ¡°Eu e o pai dele procuramos por muito tempo, fomos a todos os lugares poss¨ªveis, at¨¦ o v? dele mandou gente procurar, mas n?o encontramos. S¨® me restou vir at¨¦ voc¨º.¡± Nat¨¢lia estava humilde, suas pvras implorando, enquanto enxugava uma l¨¢grima do canto dos olhos. ¡°Como voc¨º pode achar algu¨¦m que quer se esconder? De que adianta me pedir ajuda?¡± Daniel falou com uma voz fria e cortante. ¡°N?o, Daniel, voc¨º ¨¦ diferente, voc¨º pode fazer essa mulher dizer a verdade! certeza sabe onde Sergio est¨¢!¡± Nat¨¢lia virou¨Cse repentinamente para Olivia, um olhar ao mesmo tempo triste e cheio de rancor, encarando¨Ca ferozmente. ¡°Essa mulher, que antes insistia em terminar Sergio e depois o seduziu, brincando de gato e rato com ele, deixando¨Copletamente confuso. Ele at¨¦ pegou a pulseira de jade que a vov¨® passou para mim e deu para ! Quando descobri, recuperei a pulseira. Sergio ficou t?o bravo que saiu de casa e n?o voltou mais.¡± Nat¨¢lia respirava dificuldade, furiosa, fixando Olivia o olhar. 1/2 15:52 Capitulo 497 Olivia, ansiosa, tinha as pups dtadas pelo nervosismo. Diante de Daniel, Nat¨¢lia revelou a hist¨®ria da pulseira de jade que Sergio lhe havia dado. tinha um pressentimento de que a morte n?o estava distante. Olhando para Daniel, viu o olhar dele, s¨¦rio ¨¦ adoo o de uma ¨¢guia, a observando malicia. O brilho frio de seus olhos parecia capaz de perfurar todo o seu corpo. O cora??o de Olivia batia panico,o uma avnche no topo de uma montanha, desmoronando de repente. ¡°Noe?o, eu n?o sabia que aqu pulseira de jade era uma heran?a da fam¨ªlia Griera para as noras. Eu tamb¨¦m n?o queria a pulseira, foi o Sergio que disse que se eu n?o aceitasse¡­¡± ¡°Disse o qu¨º?¡± Os olhos de Daniel estavam terrivelmente frios, emanando um perigo que parecia capaz de despeda?¨¢, sua voz baixa e gda. Olivia engoliu em seco, assustada. Como poderia dizer que Sergio a amea?ou, afirmando que se n?o aceitasse a pulseira, ele iria desafiar Daniel para um confronto, lutando pelo direito de ser seu namorado? Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. estava preocupada que Sergio se machucasse em uma luta Daniel, e tamb¨¦m que provocasse a ira de Daniel, e que no final, quem sofreria mais seria . ¡°Ele disse que se eu n?o aceitasse¡­¡± Olivia tentou explicar, mas as pvras estavam presas em sua garganta, sem conseguir sair. Essa explica??o, ou a falta d, parecia n?o fazer diferen?a alguma. Qualquer uma ds poderia desencadear a f¨²ria de Daniel, e assim seria despeda?ada. ¡°Daniel, olha s¨®, continua mentindo, tentando te enganar. ¨¦ assim, iludindo voc¨º e ao mesmo tempo o Sergio, deixando voc¨ºs, tio e sobrinho,pletamente confusos, e causando um rebuli?o na fam¨ªlia Griera, que nem os cachorros conseguem descansar. Isso ¨¦ diferente de alguma coisa que a Patricia Pinto faria?¡± Nat¨¢lia estava furiosa Olivia, fndo sem pensar. Patricia era a m?e de Daniel. Assim que falou, ficou parada, percebendo o erro, mas j¨¢ era tarde. O ar ao redor esfriou de repente, Daniel estava envoltoo em uma tempestade de neve, espinhos de gelo, frio cortante. Ele apertava os punhos um estalo, os dentes rangendo de raiva, e gritou furioso: ¡°Some daqui!¡± Cap铆tulo 498 Cap¨ªtulo 498 Daniel exva uma aura amea?adora que enchia o ambiente, sua voz grave e enfurecida ressoando como um terremoto, fazendo parecer que o mundo estava desabando ao redor. Nat¨¢lia, aterrorizada e ciente de seu equ¨ªvoco,preendeu que Daniel a mandava embora e disparou em dire??o ¨¤ porta do escrit¨®rio. Olivia tamb¨¦m ficou aterrorizada a f¨²ria e o semnte g¨¦lido de Daniel, pensando que era que ele estava irritado. Virou¨Cse e, quase correndo,e?ou a se afastar. Mas s¨® conseguiu dar alguns passos antes de sentir uma dor aguda na nuca,o se tivesse sido agarrada. Olivia parou abruptamente, rangendo os dentes de dor, cada respira??o marcada pelo sofrimento. Antes que pudesse reagir, foi puxada pelo homem, que segurava sua nuca firmemente, fazendo¨Ca trope?ar e cair contra o peito forte dele. A intensidade daqu for?a a envolvia uma sensa??o de perigo. Seu cora??o disparou. ¡°Sr. Griera, se acalme¡­¡°, tentou dizer, sua voz tr¨ºm de medo. A m?o de Daniel, grandeo uma tenaz, deslocou¨Cse para o seu queixo, pressionando for?a e deformando seu rosto. Seus olhos sombrios e furiosos a encaravam. ¡°F, onde escondeu o Sergio?¡± O h¨¢lito frio dele a atingiao agulhadas, provocando panico. Olivia levantou as m?os, tentando aliviar a press?o da m?o dele, para que n?o doesse tanto. Mas sua for?a era insignificante diante dele, t?o irrelevante quanto a de um inseto. Sofrendo a dor e o medo intenso, disse em panico: ¡°Eu n?o sei, eu n?o sei onde o Sergio est¨¢¡­¡± ¡°N?o vai fr a verdade!¡± Daniel apertou os dentes, seu olhar tornou¨Cse ainda mais intenso, e a for?a em sua m?o aumentou. Olivia mal conseguia respirar de tanta dor e implorou: ¡°Eu realmente n?o sei onde ele est¨¢. Depois que o encontrei dodo de fora do shopping, eu fui embora e n?o sei para onde ele foi, nem tive mais contato¡­¡± ¡°Ah ¨¦? N?o foi ele que foi a um lugar para te esperar, para que voc¨ºs fugissem juntos?¡± Daniel estava tenso, seu olhar prante a fixava tentando ver atrav¨¦s d. at¨¦ aceitou um presente de Sergio, um tesouro passado de gera??o em gera??o na fam¨ªlia Griera. Como poderia dizer que n?o tinha nos de fugir ele? Desesperada, Olivia negou enquanto aguentava a dor: ¡°N?o, n?o ¨¦ isso. Eu jamais fugiria 1/2 15:52 ele.¡± ¡°Ent?o me mostreo ¨¦ que n?o pode!¡± Daniel a soltou um grunhido. Olivia trope?ou para tr¨¢s, tocando o queixo dolorido, respirando dificuldade e encarando¨Co Copyright by N?v/elDrama.Org. at?nita. Daniel, em sua f¨²ria, parecia um rei capaz deandar a vida e a morte, um homem que um simples gesto poderia esmag¨¢. O medo tomava cada c¨¦l do corpo de Olivia. ¡°Como¡­o posso provar?¡± perguntou, assustada, sem entender o que Daniel quer¨ªa. Daniel puxou a gravata irrita??o, seu olhar de ¨¢guia fixo n, emanando uma press?o esmagadora: ¡°O que voc¨º sugere?¡± Nervosa, Olivia aproximou¨Cse dele, apertando as palmas das m?os suadas e dando passos hesitantes em sua dire??o. Ao chegar perto, foi envolvida pelo poderoso aroma de sua masculinidade, uma influ¨ºncia avassdora que afetava seus sentidos. Seu cora??o, j¨¢ tenso,e?ou a bater descontrdamente, e a respira??o acelerou. Seu corpo parecia especialmente sens¨ªvel ¨¤qu presen?a masculina forte. Daniel permaneceu im¨®vel, observando¨Ca se aproximar um olhar prante e uma presen?a amea?adora. Quanto mais perto chegava, mais acelerado ficava o cora??o de Olivia, seus nervos esticados ao ponto de quase romper. queria correr, sabendo que estar longe dele significava estar longe do perigo. Mas n?o ousava. Cap铆tulo 499 Cap¨ªtulo 499 Fugir s¨® resultaria em um castigo ainda mais severo. apertou a palma da m?o suada e aproximou¨C se dele. Ele era bem alto, quase um metro e noventa. Ao parar seudo, mal alcan?ava seu ombro. Engoliu em seco, ficou na ponta dos p¨¦s e lentamente aproximou seus l¨¢bios dos dele, buscando agrad¨¢¨Clo. Ele havia dito que precisava provar que n?o tinha a inten??o de fugir o Sergio, e a melhor maneira era mostrar que queria ficar apenas aodo dele, sentindo algo somente por ele. E a maneira de provar isso era agrad¨¢¨Clo; se ele ficasse contente, n?o desconfiar¨ªa mais d. Olivia olhou para cima, e quanto mais perto estava de tocar os l¨¢bios dele, mais nervosa ficava, o cora??o batendoo um tambor. A respira??o profunda e poderosa dele misturava¨Cse ao seu pr¨®prio respirar, e Olivia, os c¨ªlios tremendo, fechou os olhos, apertou as m?os e beijou seus l¨¢bios. Era a primeira vez que o beijava por iniciativa pr¨®pria. Seus l¨¢bios delicados e doces tocaram os dele levemente, despertando um calor que se espalhou por todo o seu corpo. O olhar de Daniel escureceu, e suas pups dtaram. Com a respira??o acelerada, Olivia estava prestes a demonstrar ainda mais sua determina??o, estendendo a m?o para e?ar o pesco?o dele e aprofundar o beijo. ¡°Sr.Daniel! Tenho uma not¨ªcia urgente para lhe contar!¡± A voz apressada e importante de algu¨¦m soou. Rayan, ansioso, nem se deu ao trabalho de bater na porta e entrou direto. O cora??o de Olivia pulou, assustadoo o de um cervo, e rapidamente soltou o pesco?o de Daniel, recuando v¨¢rios passos, baixou a cabe?a, embara?ada, desejando poder se esconder em um buraco. A interrup??o do momento ¨ªntimo fez que Danieln?asse um olhar frio e descontente para Rayan. Rayan estremeceu sob aquele olhar e logo percebeu que tinha chegado em um mau momento, interrompendo a divers?o de Daniel. Ele rapidamente disse: ¡°Oh, se voc¨º est¨¢ ocupado, eu posso esperar e voltar depois.¡± Daniel notou o pingente que ele segurava e falou voz grave: ¡°Espere!¡± ¡°Sr.Daniel, h¨¢ algo que voc¨º precisaprar? Pode contarigo para qualquer coisa, eu n?o me esquivarei.¡± Ele bateu no peito, uma express?o de quem entende do assunto. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Essas coisas, ¨¦ ro, s?o essenciais, mas ser¨¢ que teriam algo do tipo em um escrit¨®rio? 1/2 15:53 Rayan segurou o riso. Olivia percebeu a insinua??o nas pvras dele e sentiu seu rosto queimar como se fosse uma ma??. s¨® queria fazer Daniel acreditar que realmente n?o tinha inten??o de fugir Sergio. tinha se arriscado p primeira vez, apenas para evitar ser punida por Daniel. E agora, para sua surpresa, tinha sido grada, sentindo¨Csepletamente envergonhada, baixou a cabe?a e disse: ¡°Voc¨ºs conversam, eu j¨¢ vou indo.¡± ¡°Espere!¡± A voz incontest¨¢vel de Daniel soou. Olivia parou instintivamente, ansiosa: ¡°Senhor Griera, h¨¢ mais alguma coisa?¡± ¡°Fique.¡± A voz de Daniel era firme, e ele ent?o voltou seu olhar agu?ado para Rayan: ¡°Esse pingente que voc¨º tem a¨ª, de onde veio?¡± Ao ouvir a pvra ¡®pingente¡®, Olivia olhou para a m?o de Rayan e viu o pingente em forma de nuvem com um drag?o esculpido no centro. Uma sensa??o ruim a invadiu. Foi ent?o que Rayan se lembrou do assunto principal e disse a Daniel: ¡°Ah, vim at¨¦ voc¨º por causa desse pingente. Se n?o estou enganado, esse pingente ¨¦ uma heran?a da fam¨ªlia Griera, pertence exclusivamente aos Griera. Mas hoje, algu¨¦m veio me oferecer esse pingente para vender.¡± Cap铆tulo 500 Cap¨ªtulo 500 Ao ouvir Rayan mencionar que algu¨¦m vendeu o pingente para ele, Olivia puxou o ar fr¨ªo, a respira??o parou, o cora??o batiao se algu¨¦m estivesse martndo uma porta de madeira, ¡°tum tum tum¡°, cada batida, vibrante e urgente. Aquele pingente tinha sido um presente de Daniel para . Inicialmente, era um s¨ªmbolo de amor que tinha perdido por cinco anos, at¨¦ que Daniel o recuperou Vania. Ele n?o o guardou para si, mas o deu de volta a . Desde ent?o, sempre mantinha o pingente em casa colocando¨Co numa gaveta do arm¨¢rio ap¨®s se mudar. Como algu¨¦m poderia t¨º¨Clo vendido? Olivia estava nervosa e confusa. olhou para Rayan e depois para Daniel, e de fato, viu que ele estava uma aura sombr¨ªa ao redor dele, fria e cial, seu rosto bonitoo uma tempestade de neve, vento cortante. ¡°Quem vendeu?¡± a voz g¨¦lida de Daniel resoou. Opressiva, seu olhar de ¨¢guia, no entanto, voltou¨Cse para Olivia. Esse olhar fez o cora??o d quase parar, era assustador demais. prendeu a respira??o, esperando enquanto olhava para Rayan, esperando que fosse apenas uma r¨¦plica id¨ºntica, e n?o o seu pr¨®prio pingente. Rayan tirou o celr, abriu a foto, ergueu no ar e mostrou para Daniel: ¡°¨¦ essa mulher. veio vender na nossa loja agora h¨¢ pouco, e eu dei tr¨ºs milh?es para .¡± Olivia viu que, ap¨®s olhar para a t do celr, o rosto de Daniel ficou terrivelmente sombrio, e seus olhos tamb¨¦m estavam franzidos chamas de raiva, a f¨²ria ardendo. se apavorou, sentindo o cora??o se apertar, e tamb¨¦m olhou para o celr que Rayan segurava. ¨¤ primeira vista, viu na t do celr a foto de sua m?e Teresa! Foi sua m?e quem vendeu o pingente que Daniel lhe deu, e por tr¨ºs milh?es! Daniel conhecia sua m?e, pois ele a ajudou na ¨²ltima vez que quase foi enganada por Gabriel. Sua m?e vendeu o pingente que Daniel lhe deu,o se fosse quem o tivesse vendido. Olivia ficou sem respira??o, o cora??o parou. estava t?o assustada que ficou paralisada, de olhos arregdos, o corpo im¨®velo um boneco de madeira, incapaz de se mover. Daniel arrancou o pingente das m?os de Rayan e ligou para Bruno o celr: ¡°Transfira trinta milh?es para o Rayan.¡± Depois de desligar, elen?ou um olhar sombrio para Rayan e disse: ¡°Tenho um assunto pessoal para resolver, outro dia te convido para jantar.¡± 1/2 15:53 Rayan olhou para Daniel e depois para Olivia, entendendo que o assunto pessoal dele era importante. Ele sorriu e disse: ¡°Ent?o eu vou indo.¡± Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Em seguida, virou¨Cse e salu do escrit¨®rio. Tr¨ºs milh?es de capital, trocados por trinta milh?es, que neg¨®cio! Olivia queria ir embora Rayan, mas sob a press?o da presen?a intimidadora e fria de Daniel, n?o conseguiu dar um passo sequer. estava prestes a acalmar a raiva de Daniel, mas Rayan veioo quem entrega a arma do crime. Daniel, um olhar afiado e perigoso, se aproximou: ¡°Ainda tem algo a dizer?¡± Uma presen?a perigosa e g¨¦lida se aproximou, e Olivia, dificuldade, moveu¨Cse para tr¨¢s, tentando distanciar¨Cse dele, seus olhos ros cheios de panico: ¡°Eu, eu¡­¡± n?o conseguiu dizer uma pvra. Porque tamb¨¦m n?o sabia o que estava acontecendo. Por que sua m?e de repente vendeu o seu pingente? ¡°N?o consegue se defender, certo?¡± Daniel disse uma voz arrastada, cheia de perigo iminente. Olivia deu um passo para tr¨¢s e bateu contra a mesa de centro, inclinando¨Cse para tr¨¢s. Bra?os fortes e musculosos envolveram sua cintura, puxando¨Ca for?a,o se fosse quebrar a qualquer momento. Daniel, o rosto sombrio, disse: ¡°Voc¨º me decepcionou demais! Sabe o que te espera?¡± ¡°Eu, hm¡­¡± Olivia ainda tentou fr algo, mas sua boca foi silenciada. Sua cintura foi presa firmemente,o se um pouco mais de for?a, poderia se quebrar. Olivia sentiu dor, estendeu as m?os em panico para empurr¨¢¨Clo. Ele agarrou a m?o d for?a e a pressionou contra a mesa de centro, o poder absoluto e o controle n?o deixavam espa?o para se debater. Ele parecia uma fera enfurecida, prestes a devor¨¢, selvagem e aterrorizante. Cap铆tulo 501 Cap¨ªtulo 501 Olivia Souza despertou, percebendo que j¨¢ era noite l¨¢ fora. havia adormecido no quarto principal da Vi Serenidade. Ao seudo, Daniel Griera j¨¢ havia partido h¨¢ tempos. Ao menor movimento, seu corpo do se estivesse se desmontando, sem for?as para se levantar. Lembran?as daqu manh? a assaltaram, prendendo sua respira??o. Daniel estava furioso, sem qualquer controle sobre si. Seu desejo era avassdor, mais intenso do que nunca. implorou incessantemente, chorou em s¨²plicas, mas de nada adiantou. Chegou a pensar que iria morrer. O escrit¨®rio n?o fora suficiente; ele a tinha levado nos bra?os de volta para a Vi Serenidade. pensou que tudo acabaria ali, mas ele apenase?ou mais f¨²ria. Se n?o sentisse sua cintura e pernas ainda intactas, teria pensado que seria partida ao meio. Era um terror s¨® de pensar. Olivia jogou as cobertas para odo e levantou¨Cse da cama. Ao tocar o ch?o, suas pernas fraquejaram, quase caindo. Por sorte, conseguiu se apoiar na mesa de cabeceira. Com passos penosos, foi ao banheiro. Diante do espelho corpo, ficou sem ar. ao ver os sinais espalhados pelo N?o havia parte do seu corpo que estivesse intacta. Que ¨®dio! havia recusado seu pingente antes, mas ele insistiu em dar, e agora, por causa do pingente, explodiu em raiva. Se tinha tanto medo d vend¨º¨Clo, que n?o o tivesse dado! Olivia estava furiosa. Depois do banho, notou que n?o tinha roupas. Suas pr¨®prias roupas haviam sido rasgadas em peda?os p f¨²ria de Daniel. Enrda em uma toalha, foi at¨¦ o guarda¨Croupa, abriu¨Co e encontrou apenas as roupas de Daniel. Ternos pretos uniformes, camisas brancas e tamb¨¦m pretas. N?o havia outra cor al¨¦m dessas. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. pegou uma camisa preta e a vestiu, juntamente uma cueca boxer de Daniel. A camisa era longa o suficiente para cobrir suas coxas. Capitulo 501 Vestindo a cueca boxer, parecia que usava shorts de seguran?a. Mas era tudo grande demais. Pegou um cinto de couro dele, deu duas voltas e o amarrou por fora da roupa, apertando al cintura e a camisa juntas. Assim, criou um vestido cintura marcada, trazendo um toque de estilo ao look. Enquanto se arrumava, o celr tocou. Reconheceu o toqueo o de seu pr¨®prio telefone. Olivia correu para atender. ¡°Al?, a senhora ¨¦ respons¨¢vel por Heitor Santos, Joel Santos, Iria Santos, In¨ºs Santos?¡± do outrodo da linha, a voz de uma professora de pr¨¦¨Cesc soou. Olivia respondeu prontamente: ¡°Sim, sou eu.¡± ¡°Ent?o, nossa pr¨¦¨Cesc j¨¢ encerrou h¨¢ um tempo e os respons¨¢veis ainda n?o vieram buscar as crian?as. Eles est?o aqui esperando, coitados. A senhora poderia vir busc¨¢¨Clos agora?¡± A professora falou educa??o. Olivia hesitou, preocupada: ¡°ro, estou a caminho. Por favor, cuide deles mais um pouco, chegarei logo. Obrigada.¡± O que Teresa Rocha estava fazendo que ainda n?o fora buscar as crian?as? Cap铆tulo 502 Capitulo 502 Mans?o Serenidade, o sal?o principal. F¨¢bio e os empregados acabaram de arrumar o jantar, um banquete suntuoso, cuidadosamente distribuido p mesa. Daniel uma figura esquia e imponente, descia as escadas. Vestia um pijama de seda cinza¨Cescuro que, sob a luz do lustre de cristal, exibia um brilho sutil. Parecia que era dele que emanava uma frieza cortante. Mesmo em trajes de casa, ele exva uma aura de luxo e nobreza. Enquanto descia, F¨¢bio olhou para ele e, respeito,e?ou a dizer: ¡°Senhor, o jantar est¨¢ servido¡­¡± Mas parou no meio da frase, petrificado ao ver algo em seu pesco?o, um misto de medo e timidez em seus olhos. Olhava fixamente para o pesco?o de Daniel. Notando a rea??o de F¨¢bio, Daniel franziu a testa, descontente: ¡°O que est¨¢ olhando?¡± ¡°Ah, n?o ¨¦ nada, senhor. Por favor, sirva¨Cse¡°, disse F¨¢bio, baixando a cabe?a e se afastando. Os outros empregados, que estavam em suas tarefas habituais, arrumando a mesa ou limpando, tamb¨¦m ficaram estupefatos ao encontrarem o olhar de Daniel e perceberem algo em seu pesco?o. Mas, temendo sua presen?a austera, todos baixaram a cabe?a, silenciando¨Cse e se afastando. para continuar seu trabalho. Daniel tinha uma presen?a fria e s¨¦ria.Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Desde a manh?, n?o haviaido nada e, ap¨®s gastar energia, sentia fome de fato. Sentou¨Cse ¨¤ mesa e. elegancia e distin??o,e?ou a cortar seu bife. Mal deu a primeira garfada, Olivia apareceu, correndo escada abaixo. Pensando que Daniel n?o estaria em casa, ficou surpresa ao v¨º¨Clo ali,endo seu bife calmamente. O seu no de escapar da Mans?o Serenidade foi logo por ¨¢gua abaixo. Tensa, aproximou¨Cse de Daniel e disse: ¡°Sr. Griera, eu posso ir agora? Minha m?e ligou, disse que ¨¦ urgente¡­¡± n?o podia dizer a ele que precisava buscar o filho, que n?o tinha quem o fizesse. Daniel virou a cabe?a, olhando¨Ca de cima a baixo. vestia uma de suas camisas pretas, as mangas longas arrega?adas, expondo seus bra?os alvos e delicados. A cintura estava marcada pelo cinto dele, delineando sua silhueta esbelta. A camisa cobria suas coxas, mas abaixo, suas pernas longas e finas, a pele ra e suave. Capitulo 302 Era uma sedu??o involunt¨¢ria. O semnte de Daniel escureceu instantaneamente: ¡°Quem disse que voc¨º podia se vestir assim?¡± Fabio e os outros empregados prontamente se viraram, ocupando¨Cse outras coisas. Olivia era mulher de Daniel, e para os outros, olhar para j¨¢ era um delito. Olivia respondeu: ¡°Eu n?o tinha o que vestir, o que voc¨º queria? Que eu me enrsse num len?ol?¡± Assim que terminou de fr, ele se levantou rapidamente e a encurralou sua estatura imponente. Olivia sentiu um panico crescente, e, de repente, ele agarrou seu pulso, puxando¨Ca escada acima. Ao abrir a porta do quarto, conduziu¨Ca at¨¦ outro arm¨¢rio. Com o rosto fechado e voz grave, ordenou: ¡°Abra!¡± A voz intimidadora de Daniel fez Olivia estremecer. Sem ousar desobedec¨º¨Clo, abriu o arm¨¢rio obedientemente. De repente, uma variedade de vestidos coloridos e at¨¦ mesmo lingeries apareceram. Olivia, surpresa, perguntou: ¡°Isso tudo ¨¦ para eu usar?¡± ¡°Voc¨º acha que ¨¦ para mim?¡± retrucou Daniel, um tom gdo. Seu olhar era opressor e frio. ro, Daniel vestindo roupas femininas era uma imagem que nem se atrevia a imaginar. Olivia s¨® havia aberto o arm¨¢rio dele antes, sem saber que havia roupas femininas ali.. Por isso que acabou vestindo as roupas de Daniel. Mas por que ele teria preparado tantas roupas para ? Ser¨¢ que ele contava a possibilidade de cada visita d terminar roupas rasgadas? Lembrando¨Cse da noite anterior, quando ele se mostrou t?o feroz quanto um lobo, Olivia sentiu um medo repentino, um cfrio que percorreu sua espinha. Cap铆tulo 503 Capitulo 503 temia tanto aquele lugar que n?o queria mais voltar t¨¢, Ele tinha preparado tantas roupas para , Ao pensar nisso, Olivia sentiu um arrepio percorrer sua espinha, Copyright by N?v/elDrama.Org. Seu olhar, de reperite, fixou¨Cse no pesco?o dele, o que a fez estremecer de susto. Ele usava um pijama de seda cinza¨Cescura, os bot?es descuidadamente desfeitos. revndo um pesco?o esquio e uma vic masculina e atraente. No pesco?o, acima da vic, havia uma grande marca de mordida, vermelha e as marcas dos dentes bem definidas. Olivia ficou paralisada por um instante, lembrando¨Cse de que aqu era sua obra. Daniel olhava para olhos estreitos e perigosos, fixando¨Cse em sua express?o surpresa e assustada. A empregada que o viu mais cedo tamb¨¦m agiu de maneira estranha. Ele se virou e caminhou em dire??o ao banheiro, onde havia um espelho. Olivia voltou a si e, aproveitando que ele tinha saido, correu at¨¦ o arm¨¢rio para pegar um vestido mais longo para trocar no vestiario. Sentiu algo apertar sua nuca repentinamente. ¡°Ah!¡°. Olivia gritou de dor. No segundo seguinte, seu corpo foi puxado para perto dele, enfrentando sua f¨²ria sombria. ¡°Corajosa, hein? Atreveu¨Cse a me morder! Essa sua boca, n?o quer mais, n?o ¨¦?¡°, Ele segurou as bochechas d for?a, fazendo seus l¨¢bios se projetarem, vermelhos e voluptuosos. Olivia se debateu, afastando suas m?os, ofegante: ¡°Foi voc¨º quee?ou. Naqu situa??o. se eu n?o te mordesse, voc¨º ia acabarigo!¡± se lembrava de ter implorado para que ele parasse. Mas ele agiuo se n?o tivesse ouvido. estava t?o desconfort¨¢vel, t?o dolorida, que agarrou seu pesco?o e mordeu for?a. Para sua surpresa, ele parecia n?o sentir dor. Suas pvras, de fato, o agradaram. era realmente teimosa, sempre mordendo¨Co. Daniel passou os olhos por e disse: ¡°N?o se repita!¡± Com isso, ele se virou e saiu do quarto. 1/2 16:31 Capitulo 503 Olivia suspirou aliviada e se apressou para trocar de roupa. Ao descer as escadas novamente e ver Danielendo tranqumente, o cumprimentou: ¡°Posso ir embora agora?¡± ¡°Depois do caf¨¦.¡± ¡°N?o estou fome.¡°, Olivia estava realmente pressa e, sem esperar p resposta de Daniel saiu rapidamente. O seguran?a levantou a m?o para impedi. Olivia sentiu¨Cse extremamente frustrada e teve que voltar. *Posso ir depois do caf¨¦?¡°, parou aodo de Daniel, ramente irritada. ¡°Veremos¡°, a voz grave de Daniel soou, impass¨ªvel. N?o revva emo??o alguma. Olivia n?o sabia o que ele estava pensando. estava pressa, as crian?as ainda estavam na creche esperando por , e Teresa tamb¨¦m tinha sumido; tinha tentado ligar para , mas s¨® dava ocupado. Agora, pensar em ligar para Jimena Santos para pedir que fosse buscar era muito suspeito. Mas de que adiantava ter pressa? Sem uma pvra de Daniel, nem poderia passar p porta. Sem escolha, sentou¨Cse paraer, devorando aida. Um bife, engolido em menos de cinco minutos. bebeu um gole d¡¯¨¢gua e olhou ansiosamente para Daniel: ¡°Agora posso ir?¡± Danieln?ou¨Clhe um olhar e permaneceu em sil¨ºncio. Olivia n?o podia esperar mais e, sem animo para adivinhar seu humor, levantou¨Cse e saiu. Dessa vez, o seguran?a n?o a parou. Cap铆tulo 504 Capitulo 504 Olivia correu para a creche, j¨¢ passava das sete da noite. A creche estava fechada cadeado e n?o havia ningu¨¦m por perto. Onde estariam as crian?as? Ser¨¢ que tinham desaparecido? Pensamentos ruinse?aram a invadir sua mente. Seu cora??o apertou de repente e sentiu uma tontura atordoante. Respirando dificuldade e as pernas bambas. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. precisava manter a calma, precisava se contrr. Com esfor?o, Olivia tentou estabilizar suas emo??es. Pegou o celr e ligou para a professora. ¡°Srta. Lopes, estou aqui na porta da creche, e n?o tem ningu¨¦m aqui, o que aconteceu?¡°, Olivia fez o poss¨ªvel para soar tranqu. Por dentro, estava um caos. ¡°As av¨®s vieram buscar as crian?as, s n?o foram pra casa?¡°, a voz da Srta. Lopes soou do outro lado da linha. Ouvindo isso, Olivia suspirou de alivio e disse, ¡°Ah, n?o, eu ainda n?o as av¨®s que buscaram, est¨¢ tudo bem ent?o. Obrigada, Srta. Lopes.¡± ¡°De nada.¡± fui para casa. Se foram Depois de desligar o telefone, Olivia estava prestes a pegar um t¨¢xi para a Comunidade Lej?. Mas ent?o se lembrou do cr que usava. Daniel confiava que n?o fugiria por causa daquele cr. A creche ficava perto do condominio onde agora morava. Olivia n?o tinha pressa de voltar e foi para casa. L¨¢, tirou o cr e o deixou na entrada. S¨® ent?o saiu e foi em dire??o ¨¤ Comunidade Lej¨¢. Enquanto isso, na Comunidade Lej¨¢, dentro de casa. Teresa estava ocupada os afazeres dom¨¦sticos, enquanto os quatro filhos se trancaram no quarto. Heitor, agarrado ao tablet, digitava rapidamente na t, onde n¨²meros e c¨®digos corriam. 1/2 TOUL 16:31 Capitulo 504 Seu rostinho estava s¨¦rio e concentrado. Os tr¨¦s irm?os o observavam, concentrados no c¨®digo que ele escrevia. Embora n?o entendessem nada, tinham express?es de intensa seriedade. Nos ¨²ltimos dias, Heitor n?o tinha conseguido quebrar o firewall do Grupo Griera, mas ap¨®s dias de esfor?o, havia conseguido. Agora, o objetivo principal era invadir o sistema financeiro do Grupo Griera e desviar parte do dinheiro. Depois de sair seguran?a e ocultar o IP, ele teria terminado sucesso. Sob a digita??o r¨¢pida e tensa de Heitor, o primeiro passo foi invadir o sistema financeiro do Grupo Griera. O segundo passo seria desviar o dinheiro. Quanto dinheiro seria apropriado desviar? Heitor digitou um 1 seguido de nove zeros. E inseriu o n¨²mero do cart?o banc¨¢rio da m?e. Quando tia Santos tinha transferido dinheiro para Olivia, o pequeno Heitor tinha perguntado a Jimena o n¨²mero do cart?o banc¨¢rio de Olivia, e Jimena o informou apenas uma vez. Heitor memorizou na hora. Depois de inserir todos os dados, ele pressionou a te Enter. O processo estavapletando: um por cento, dez por cento, cinquenta por cento, oitenta por cento, cem por cento. Parab¨¦ns, a transfer¨ºncia foi realizada! Ok, tudo pronto! O terceiro passo era ocultar o IP e sair seguran?a. Heitor estavapletamente focado, gotas de suor na testa. Iria, que adorava umnchinho, estava cansada de esperar, ent?o abriu um pacote de batatas fritas. eu uma e, generosamente, ofereceu uma para Joel e deu outra para In¨ºs. Capitulo 505 Cap铆tulo 505 Cap¨ªtulo 505 Degustei uma batata frita e notei que meu irm?o Heitor ainda n?o tinha provado. Como poderia algo t?o bom n?o serpartilhado o irm?o Heitor? Iria, suas m?ozinhas rechonchudas, estendeu uma batata frita em dire??o ¨¤ boca dele: ¡°Mano, come uma batatinha, ¨¦ gostosa.¡± Naquele momento, Heitor estava concentrado em um ponto crucial, quando a sua vis?o foi tampada p batata frita de Iria. Droga, parecia que ele tinha digitado uma letra errada. ¡°Mano,e ai¡°, a voz melosa de Iria insistiu. Heitor rapidamente engoliu a batata frita que lhe ofereceu e voltou a se concentrar em ocultar o IP, mas por causa do pequeno erro queeteu, acabou N?o teve outra escolha sen?o sair for?adamente do sistema. deixando uma brecha. Vendo Heitor se afastar do c¨®digo, um ar de quem perdeu alguma coisa importante. Joel se aproximou, ansioso e cheio de expectativa, perguntou: ¡°E a¨ª, mano, deu certo?¡± Heitor assentiu e depois bn?ou a cabe?a. O dinheiro tinha sido transferido para a conta da m?e, mas houve um pequeno deslize ao esconder o IP. Por enquanto ainda estava sob o radar, mas se o departamento tico do Grupo Griera descobrisse¡­ Sobre as consequ¨ºncias¡­ Heitor ainda n?o tinha plena no??o do que poderia acontecer. Mas tinha um pressentimento de que n?o seria nada bom. Olivia estava num t¨¢xi, sentindo¨Cse ansiosa. Seu celr no bolso parecia vibrar, mas , a mente focada em chegar em casa, nem percebeu. Logo, chegou ¨¤ Comunidade Lej¨¢. Quando Olivia abriu a porta, n?o viu ningu¨¦m na s, mas ouviu ruidos vindos da cozinha e foi at¨¦ l¨¢. Aida na pan estava queimando, ningu¨¦m a mexeu, e j¨¢ exva cheiro de queimado. Teresa estava parada aodo da pia, um olhar distante e perdido. A torneira estava aberta, a ¨¢gua transbordava da bacia e as verduras ca¨ªam p pia, mas Teresa n?o reagia. Capitulo 505 Olivia apressou¨Cse, desligou o fogo e fechou a torneira, franzindo a testa, repreendeu: ¡°M?e, o que voc¨º est¨¢ fazendo? Distraida assim vai acabar causando um inc¨ºndio.¡± Teresa se sobressaltou e, ao reconhecer Olivia, desviou o olhar, culpada. This belongs to N?velDrama.Org. ¡°Ah, Olivia, voc¨º voltou¡­¡± Olivia perguntou: ¡°E as crian?as?¡± Teresa respondeu: ¡°Est?o brincando no quarto.¡± Aliviada ao saber que as crian?as estavam seguras, Olivia rxou. Com uma express?o s¨¦ria, Olivia confrontou Teresa: ¡°M?e, voc¨º vendeu o pingente que eu deixei na gaveta?¡± Teresa reagiu surpresa e depois raiva: ¡°O que ¨¦ isso, vai me acusar agora?¡± Olivia suspirou, desanimada: ¡°J¨¢ foi, s¨® me passa o dinheiro que eu devolvo.¡± ¡°Que dinheiro? Trezentos reais n?o fazem diferen?a¡°. Teresa desviou o olhar, evitando encarar Olivia. ¡°Trezentos mil voc¨º quer dizer!¡°, Olivia a desmascarou, sem entender por que sua m?e queria esconder a verdade. ¡°Aquele pingente foi dado para mim pelo Daniel, n?o pod¨ªamos vender¡°. Olivia tentava ser racional ¡°Se foi o Daniel que te deu, ¨¦ teu, e o que ¨¦ teu ¨¦ meu. N?o faz sentido devolver¡°. Teresa argumentava fraca, mas teimosa. ¡°De qualquer forma, eu n?o tenho o dinheiro¡°, disse , a respira??o pesada. Olivia chocada: ¡°O que voc¨º disse? Cad¨º o dinheiro?¡± De repente, entendeu: ¡°M?e, voc¨º n?o foi jogar bingo de novo, foi?¡± ¡°N?o, apostei um pouco e at¨¦ ganhei uns trocados. Investi em um fundo que prometia grandes retornos, coloquei os trezentos mil l¨¢. Disseram que dava pra dobrar o dinheiro em um m¨ºs¡°. Teresa, incapaz de guardar segredos, acabou confessando sob press?o.. Olivia sentiu um aperto no cora??o: estava tudo perdido. ¡°Que fundo da tanto retorno assim? Isso ¨¦ golpe¡°, Olivia exmou, estndo os p¨¦s em frustra??o. Teresa acabara de ponderar se teria sido enganada, e ao ouvir as pvras de Olivia, sentiu seu cora??o desmoronar instantaneamente. chorou em alto e bom som, um ¡°ai¡°, que ecoou pelo ambiente. Cap铆tulo 506 Cap¨ªtulo 506 Ontem, enquanto apostava, Teresa, querendo fazer bonito na frente dos outros, acabou se distraindo e perdendo a jogada. Um sujeito que dizia ser gerente de fundos sentou aodo d ee?ou a fr das vantagens de colocar dinheiro em fundos de investimento. E ainda por cima, os colegas de mesa incentivavam a confus?o. Levada ps pvras do homem e pelo calor do momento, Teresa acabou investindo tr¨¦s milh?es de reais no tal fundo. Durante todo o processo, o celr d estava desligado por falta de bateria, e s¨® depois que o homem terminou de fazer as opera??es ¨¦ que deixou o clube. Quando foi buscar os filhos e voltou para casa,e?ou a suspeitar que talvez tivesse sido enganada. Com um olhar distante e cora??o apreensivo. Ainda havia um fio de esperan?a de que talvez n?o tivesse sido uma fraude. Mas agora, ap¨®s ser confrontada por Olivia, a ¨²ltima barreira de defesa de Teresa desabou completamente. Olivia respirou fundo, o cora??o batendo forte, se aproximou ee?ou a acariciar as costas de Teresa, consndo¨Ca: ¡°N?o chora, m?e, a gente pode denunciar e recuperar o dinheiro, s¨® precisa me dar os detalhes de contato dele e descrevero ele ¨¦.¡± L¨¢grimas escorriam pelo rosto de Teresa enquanto agarrava a roupa de Olivia, chorando e contando o que havia acontecido. Naquele momento, na Vi Serenidade. Daniel acabara de tomar caf¨¦ da manh? e estava se preparando para ir ¨¤ empresa. O mordomo F¨¢bio, um ar apressado, veio do quintal e se aproximou rapidamente de Daniel, rtando respeitosamente: ¡°Sr. Daniel, encontrei este pingente debaixo da perna da mesa no sal?o de antiguidades.¡± Daniel olhou intensamente para ele. F¨¢bio segurava um pingente de anel na m?o esquerda e outro id¨ºntico na direita, apresentando¨Cos a Daniel. Ambos os pingentes eram praticamente id¨ºnticos. Era exatamente o pingente que havia desaparecido da Vi Serenidade! O que antes era apenas um, agora aparecia misteriosamente duplicado. O olhar prante de Daniel se fixou em F¨¢bio: ¡°¨¦ melhor voc¨º ter uma boa explica??o para 1/2 16:32 Capitule 506 isso!¡± F¨¢bio, intimidado p aura imponente de Daniel, falou a cabe?a baixa e caut: ¡°N¨®s realmente procuramos pelo pingente desaparecido antes, mas n?o encontramos. Desta vez, eu o vi enquanto limpava, escondido sob a perna da mesa, ainda bem que n?o estava quebrado. O pingente da Vi Serenidade n?o se perdeu, ent?o este deve ser um igual, talvez perten?a ¨¤ Srta. Souza¡­¡± Fabio sabia que Olivia tinha um lugar especial no cora??o de Daniel e tentou justificar a apari??o repentina do pingente, al¨¦m de limpar o nome de Olivia. O pingente n?o havia sido roubado por Olivia, todos tinham entendido mal. Especialmente Daniel deveria saber que era um mal¨Centendido. Ele esperava que isso acalmasse um pouco Daniel. Mas assim que terminou de fr, Daniel parecia ainda mais gdo e sombrio. Seu olhar, agudo e frio, estava cheio de press?o e severidade. Fabio n?o ousava dizer mais nada, sentindo a tens?o na pele. Daniel fixou seus olhos escuros nos dois pingentes id¨ºnticos nas m?os de F¨¢bio. A atmosfera perigosa e g¨¦lida se espalhava. Se era apenas um mal¨Centendido, por que Olivia n?o se explicou ramente? e?ou a explicar, mas desistiu no meio do caminho, preferindo assumir a culpa por ter roubado o pingente. Estaria escondendo algo? Parecia haver um segredo n que n?o deveria ser descoberto por ele. Daniel respirou fundo, e seus olhos escureceram ainda mais. Lembrou¨Cse daqu manh?, quando trouxe Nat¨¢lia ao escrit¨®rio para v¨º¨Clo. Depois que Nat¨¢lia chegou ao escrit¨®rio, Olivia ficou por perto, sem sair. Foi s¨® depois de ouvir Bruno mencionar que as informa??es da dona da loja de brinquedos foram enviadas a ele que pareceu ficar tensa¡­ Daniel pegou seu celr e acessou o e¨Cmail da empresa. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Continuou a ler as informa??es que n?o tinha terminado antes. Nos dados, al¨¦m da introdu??o sobre a dona da loja de brinquedos, havia tamb¨¦m dois videos. Todos os videos tinham a ver a Olivia. Olivia passeava no shopping seus quatro filhos. Cap铆tulo 507 Cap¨ªtulo 507 O video era mudo, s¨® se podia ver as imagens, mas n?o se ouvia som. Uma menina vestidao menino parou na porta da loja de brinquedos e n?o sa¨ªa, at¨¦ que al dona da loja pegou um pingente, entregou¨Co ¨¤ garota, e Olivia pagou. Esse pingente era um pingente de anell Ent?o, outro pingente, foi o que Oliviaprou na loja de brinquedos, pensando ser um brinquedo? Era essa tamb¨¦m a raz?o d transferir duzentos mil para a conta da dona da loja de brinquedos? Se era assim, poderia ter contado tudo para ele e se livrado da acusa??o de roubo. Por que n?o se explicava? Mais suspeito ainda, aqueles quatro filhos eram ramente de Jimena, e o pingente era algo que as crian?as queriamprar. Mesmo que no final se descobrisse que o pingente era valioso, ap¨®s vender o pingente, Jimena deveria devolver apenas o capital inicial para Olivia. Ou ent?o, por uma quest?o de?os fraternais, s poderiam dividir o lucro meio a meio. Por que Jimena transferiu todo o dinheiro para Olivia, sem ficar nada para si? Aquele pingente era algo que a pr¨®pria filha de Jimena tinha gostado e queriaprar. Se n?o fosse por isso, Olivia nem teria a chance deprar o pingente, muito menos de lucrar duzentos mil Todas essas d¨²vidas acumdas. Havia apenas uma explica??o¡­ Olivia era a verdadeira m?e das crian?as! Com esse pensamento, os olhos de Daniel se estreitaram, emanando uma.aura perigosa e gda. F¨¢bio, diante dessa presen?a imponente e profunda, sentiu suas pernas amolecerem¡­ Comunidade Lej¨¢. Olivia estava perguntando a Teresa sobre um golpista. De repente, o celr tocou. O n¨²mero era desconhecido. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Capitulo 507 Olivia pensou em n?o atender, mas hesitou e acabou pegando o telefone. ¡°Senhorita Souza, aqui ¨¦ F¨¢bio, o governante da Vi Serenidade.¡°, do outrodo da linha, veio a voz de um homem de meia¨Cidade. Ao ouvir o nome F¨¢bio, Olivia ficou tensa. Algu¨¦m rcionado ¨¤ Vi Serenidade estava ligado a Daniel. Agora, toda vez que ouvia algo sobre Daniel, seu cora??o se apertava de medo. Naqu manh?, a f¨²ria dele, t?o selvagemo a de um lobo, tinha sido verdadeiramente aterrorizante. ¡°F¨¢bio, o que aconteceu?¡°, perguntou Olivia cautelosamente. A voz de F¨¢bio estava ligeiramente ansiosa, dizendo: ¡°Senhorita Souza, hoje enquanto eu limpava, encontrei outro pingente de anel. Agora temos dois na Vi Serenidade. Eu contei ao Senhor Daniel e parece que n¨®s te julgamos mal antes¡­¡± ¦° O cora??o de Olivia acelerou, suspenso em sua garganta. Estava feito! Daniel saber do pingente de anel e associ¨¢¨Clo ao dono da loja de brinquedos? Com sua ast¨²cia, ele certamente adivinharia a verdade. perguntou nervosa: ¡°Qual foi a rea??o do Senhor Daniel?¡± ¡°Ele parecia muito s¨¦rio, saiu de casa um rosto fechado. Pensei em te contar para que voc¨º estivesse preparada caso o Senhor Daniel te procurasse.¡°, F¨¢bio explicou. Foi por um erro dele que Olivia foi mal interpretada, e F¨¢bio sentia¨Cse um tanto culpado. Al¨¦m disso, depois de contar a Daniel, ele viu a rea??o perturbadora e se preocupou que Olivia pudesse ser envolvida no assunto. Assim, ele tomou a iniciativa de ligar para Olivia e avis¨¢. Para que pudesse se preparar anteced¨ºncia. ¡°Entendi, obrigada, F¨¢bio.¡°, Olivia desligou o telefone, seu cora??o batendo descontrdamente, nervosao se estivesse perdida??o batendo ¡°M?e, vamos arrumar algumas ms, temos que ir!¡°, disse Olivia, desesperada e extremamente ansiosa. Cap铆tulo 508 Capitulo 508 Daniel descobriu o segredo que guardava sobre as crian?as. E agora? Tudo estava perdidol Olivia sentia uma confus?o interna imensa. Com uma rapidez incrivel, entrou no quarto, agarrou a moch, abriu o arm¨¢rio e entiou uma muda de roupa para cada um, de qualquer jeito. Numa urg¨ºncia desesperada, disse aos filhos: ¡°Meus amores, a mam?e vai levar voc¨º¨¦s para uma viagem, venham r¨¢pido!¡± Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. tria, suas bochechas rechonchudas, sorriu radiante e animada: ¡°Oba, eu adoro viajar a mam?e!¡± In¨¦s tambem estava contente: ¡°Isso, eu vou viajar a mam?e, eu levo a bagagem.¡± se aproximou, tentando ajudar a pegar a moch das m?os de Olivia. Mas era muito pequena, e apesar de se esfor?ar ao m¨¢ximo, n?o conseguia levant¨¢, seu rostinho ficou vermelho de tanto esfor?o. Olivia colocou a moch nas costas, entendendo o desejo de In¨ºs em ajudar e amando¨Ca ainda. mais por isso. Mas agora n?o havia tempo para confort¨¢, ent?o segurou sua m?ozinha e disse aos outros. tr¨¨s pequeninos: ¡°Vamos, meus amores, precisamos ir agora, panhem o ritmo dal mam?e.¡± Joel sorriu, doce e encantador, seguindo atr¨¢s de Oliviao uma sombra: ¡°Mam?e, a gente ficou rico? Voc¨º n?o precisa mais trabalhar at¨¦ tarde e pode nos levar para passear?¡± Olivia n?o entendeu de imediato o que Joel queria dizer ¡°ficar rico¡°, pensou que fosse of dinheiro da venda do pingente e o pr¨ºmio que Iria havia ganho no Concurso Gastron?mico. assentiu: ¡°¨¦, a gente ficou rico, vamos todos viajar, mas precisamos ser r¨¢pidos, hein?¡± guiou as crian?as para fora do quarto, mas viu Teresa ainda sentada a mesa, pensativa. Com uma voz urgente, apressou¨Ca: ¡°M?e, se voc¨º n?o tem nada para levar, vamos agora.¡± ¡°O que voc¨º est¨¢ aprontando? Agora que nos estabilizamos, vamos para onde?¡°. Teresa perguntou com uma express?o franzida. Olivia n?o teve tempo para explicar, apenas disse ansiosamente: ¡°M?e, temos que ir agora, eu explico no caminho.¡± ¡°Vovo, vem r¨¢pido, vamos viajar, vai ser divertido¡°, Iria disse alegremente, pegando a m?o de Teresa. Mesmo ainda curiosa e confusa, Teresa n?o resistiu ao encanto daa e se levantou, 1/2 16:32 Capitulo 505 seguindo¨Ca at¨¦ a porta. Olivia havia recebido uma liga??o e disse que precisavam partir imediatamente. Teresa sabia que estavam fugindo. O que havia feito para irritar tanto Daniel a ponto de tem¨º¨Clo assim? Lembrou¨Cse que o pingente havia sido um presente de Daniel para Olivia, que o vendera e fora enganada, perdendo o dinheiro. Talvez Daniel estivesse vindo cobrar satisfa??es e exigir o dinheiro de volta. Por isso Olivia se viu for?ada a fugir todos eles. Esses pensamentos fizeram Teresa se sentir culpada e constrangida, ent?o concordou em panh¨¢¨Clos. Em outros tempos, jamais teria concordado em partir. Olivia, as crian?as e Teresa, chegou ¨¤ cal?ada e parou um t¨¢xi. Rapidamente, ajudou todos a entrar e sentou¨Cse no banco do passageiro. suspeitava que Daniel estava a caminho da casa deles. Precisava sair antes que ele chegasse. Felizmente, havia deixado o cr num apartamento alugado anteriormente, e Daniel certamente iria primeiro verificar a localiza??o do cr, o que lhe dar¨ªa algum tempo para escapar. Mesmo no carro, o ve¨ªculo em movimento, Olivia ainda se sentia inquieta e nervosa. Nunca imaginara que um dia fugiriao uma foragida seus filhos. n?o havia feito nada de errado. S¨® queria viver tranqumente e em paz seus filhos. Na entrada do apartamento alugado. Daniel estava s¨¦rio e imponente na porta, bateu duas vezes, mas ningu¨¦m respondeu. Ele chutou a porta, que se abriu. Estava tudo escuro l¨¢ dentro, sem um pingo de luz. Seus olhos, no escuro, brilhavamo os de um animal selvagem. Com habilidade, ligou o interruptor da luz e o espa?o foi banhado por uma luz cegante. Cap铆tulo 509 Capitulo 509 Na entrada, sobre a sapateira, brilhava um fulgor de diamantes. Seu olhar desviou¨Cse para o m¨®vel onde uma corrente de tina repousava silenciosamente. Ele estendeu a m?o, pegou a corrente e o brilho dos diamantes refletiu em seu rosto sombrio. conferindo¨Clhe uma aura enigm¨¢tica e sedutora. Os olhos escuros de Daniel faiscaram um brilho g¨¦lido. Depois, o Rolls Royce preto acelerou novamente ps ruas asfaltadas da cidade, rumando para a Comunidade Lej¨¢. Como antes, sem uma alma por perto, ele chutou a porta f¨²ria. As luzes dentro da casa permaneciam acesas, e um cheiro bom de leite inundou o ambiente assim que ele entrou. Aquele aroma l¨¢cteo era surpreendentemente familiar. Daniel avan?ou a passosrgos, arrombando todas as portas dos quartos, mas n?o encontrou ningu¨¦m. Brinquedos de crian?a estavam espalhados por toda parte. E havia mamadeiras sobre a cama, restos de leite, que nem sequer haviam sido limpas. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. A casa estava impregnada marcas de crian?a, o suave cheiro de leite e marcas de inoc¨ºncia. No ch?o, algumas roupas estavam ca¨ªdas, e o arm¨¢rio estava entreaberto,o se algu¨¦m tivesse sa¨ªdo ¨¤s pressas. Fugiram? Eles o haviam enganado. Os olhos de Daniel, agora sombrios e terr¨ªveis, irradiavam um ar de amea?a. Seus l¨¢bios se curvaram em um sorriso frio e cruel. ¡°Olivia, voc¨º ¨¦ t?o corajosa!¡± Nesse momento, ouviu¨Cse barulho dodo de fora do quarto. ¡°Assistente Bruno, ¨¦ aqui. O alvo est¨¢ dentro do quarto¡°, disse uma voz masculina. Em seguida, Bruno e um grupo de pessoas seguiram o sinal do localizador at¨¦ o quarto. Ao ver Daniel ali, Bruno hesitou por um instante antes de se rpor e rtar respeitosamente: ¡°Sr. Griera, h¨¢ cerca de uma hora, o departamento financeiro do Grupo Griera sofreu um ataque cibern¨¦tico. Os hackers subtrairam um bilh?o de reais. A equipe tica do Grupo Griera rastreou o IP do invasor at¨¦ aqui.¡± Capitulo 509 Um ataque cibern¨¦tico ao Grupo Griera? A aura ao redor de Daniel tornou¨Cse ainda mais fria e amea?adora: ¡°Encontraram o dispositivo usado paraer o crime?¡± ¡°Ainda n?o, estamos procurando¡°, Bruno reportou. Com isso, ele olhou para os ticos atr¨¢s dele. Um dos ticos, seguindo as indica??es do localizador, encontrou um tablet no quarto. O tico entregou o tablet a Daniel, dizendo: ¡°Sr. Griera, este ¨¦ o dispositivo utilizado pelo hacker.¡± Daniel pegou¨Co, tentou desbloquear a t um c¨®digo aleat¨®rio e uma caixa de di¨¢logo. apareceu com um emoticon de lingua de fora e uma mensagem desafiadora: ¡°Quer bisbilhotar? Sem chance, haha!¡± Daniel sentiu¨Cse provocado. Seu rosto, antes sombrio, agora parecia prenunciar uma tempestade. Sua frieza se espalhou pelo ar enquanto ele cerrava os dentes. Ele jogou o tablet na cama raiva e olhou severamente para Bruno: ¡°Mobilize nossos homens. Quero uma busca exaustiva. Vamos vasculhar cada cent¨ªmetro do terreno at¨¦ encontrar Olivia!¡± Atacar o Grupo Griera, roubar um bilh?o, desafi¨¢¨Clo! Qualquer uma dessas a??es seria suficiente para que ele acabasse Olivia. O corpo de Daniel estava perpassado por frieza e f¨²ria. Bruno hesitou por um instante, mas logopreendeu o que Daniel queria e assentiu seriedade: ¡°Entendido!¡± Ele rapidamente convocou os seguran?as ee?ou uma busca imc¨¢vel. Cap铆tulo 510 Capitulo 510 O tico, abra?ado aoputador, depois de uma s¨¦rie de cliques, acessou as cameras de seguran?a da rua da Comunidade Lej¨¢. Rapidamente, localizaram as imagens da familia de Olivia. O rt¨®rio chegou: ¡°Sr. Griera, a Srta. Souza pegou um t¨¢xi a ca LSN4149. Foi h¨¢ m hora.¡± Daniel os olhos sombrios, entrou no carro e disparou em alta velocidade na dire??o em que o t¨¢xi tinha ido. Bruno o seguiu, e atr¨¢s vinha uma caravana de veiculos, seguran?as bem treinados e ticos especialistas em invadir redes e acessar cameras de vigilancia. Olivia e as crian?as, junto Teresa, n?o tinham saido do t¨¢xi desde que entraram. deu o endere?o ao motorista do t¨¢xi, pedindo para sair da cidade. Deixar a cidade levaria v¨¢rias horas. Mas, infelizmente, pegaram o hor¨¢rio de pico de tr¨¢fego e quando chegaram ¨¤ ponte, encontraram um congestionamento. Os carros ¨¤ frente estavam parados, e o deles avan?ava lentamente,o uma tartaruga, mal se movendo alguns metros em um bom tempo, presos entre os veiculos ¨¤ frente e atr¨¢s. Olivia estava inquieta e ansiosa, sem saber se Daniel j¨¢ tinha descoberto sua fuga.Copyright by N?v/elDrama.Org. Para cortar qualquer pista que Daniel pudesse usar para encontr¨¢, Olivia fez quest?o de desligar o celr. Assim, mesmo que Daniel tentasse ligar, n?o conseguiria. tamb¨¦m retirou o chip do telefone. Pelo que sabia, um celr sem chip tamb¨¦m n?o poderia ser rastreado. No entanto, mesmo todas essas precau??es, estava nervosa, o cora??o acelerado, incapaz de se acalmar. Os quatro pequenos ainda n?o entendiam o que estava acontecendo. Pensavam que iam viajar e tagarvam animadamente no banco de tr¨¢s, suas vozes infantis e alegres. Heitor disse: ¡°M?e, ¨¦ a primeira vez que voc¨º nos leva para viajar, estou t?o animado.¡± Antes, sua m?e estava sempre ocupada o trabalho e mal tinha tempo para ficar eles. Ser¨¢ que era porque ele tinha ajudado a m?e a ganhar um bilh?o e agora tinha dinheiro. n?o precisava correr atr¨¢s de dinheiro, e por isso tinha tempo para passar eles? Capitulo 510 Se fosse verdade, Heitor ficaria muito feliz por finalmente poder ajudar sua m?e. Joel, que admirava Heitor, concordou a cabe?a, feliz: ¡°¨¦, eu quero ver o mico¨Cle?o¨Cdourado. Eles s?o t?o fofos na TV. Eu queria ter um.¡± Teresa, que estava deprimida, n?o p?de evitar sorrir ao ouvir a conversa das crian?as: ¡°O mico¨Cle?o¨C dourado ¨¦ um tesouro nacional, n?o pode ser um animal de estima??o.¡± ¡°Por qu¨º?¡°, perguntou Joel, inclinando a cabe?a, olhos inocentes e cheios de curiosidade. ¡°Porque eles s?o animais preciosos, tesouros do pa¨ªs,o voc¨ºs s?o os tesouros da nossa familia, n?o podemos simplesmente d¨¢¨Clos para outras pessoas cuidarem.¡°, Teresa disse um sorriso, acariciando a cabe?a de Joel. ¡°Ah, entendi¡°, Joel disse,o se tivesse tido uma grande rev??o. ¡°Eles n?o podem deixar suas m?es, sen?o ficar?o tristes e se sentir?o abandonados.¡± Assimo eles n?o queriam deixar sua m?e e sempre queriam estar aodo d. Teresa assentiu: ¡°¨¦ exatamente isso.¡± Iria, seu rostinho redondo e engra?ado, sorriu, suas bochechas covinhas ficando ainda mais bonitas o ¡°Ent?o vamos pedir para nossa m?e dar um mico¨Cle?o¨Cdourado para cada um de n¨®s, assim teremos nossos micos¨Cle?es¨Cdourados e nunca vamos nos separar d.¡± As pvras doces e inocentes das crian?as fizeram at¨¦ o motorista rir. Ele n?o p?de deixar de olhar para tr¨¢s e ver os quatro pequenos no banco traseiro, lindoso anjos e incrivelmente fofos. Ao ouvirem¨Cnos fr, erao se um encanto os envolvesse. O motorista, olhos cheios de admira??o e afei??o ps crian?as, perguntou: ¡°Os quatro t¨¦m mais ou menos a mesma idade, s?o quadrig¨ºmeos?¡± Olivia, meio distra¨ªda, respondeu: ¡°Sim.¡± ¡°Nossa, que lindos quadrig¨ºmeos, e s?o t?o fofos. O pai deles deve am¨¢¨Clos muito, que felicidade¡°, exmou o motorista. Olivia for?ou um sorriso sem continuar a conversa. Cap铆tulo 511 Cap¨ªtulo 511 Eles estavam agora tentando fugir do pai das crian?as. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Se ele gostasse das crian?as, tudo seria mais f¨¢cil. N?o precisaria ser t?oplicado. Mas ele n?o gostava das crian?as, e ainda a odiava. Por isso que a situa??o chegou a esse ponto. Com os filhos por perto, se sentia doce. Mas a realidade era amarga. Uma do?ura amarga. Iria n?o teve resposta e se jogou nos bra?os de Teresa, fazendo manha: ¡°Vov¨®, deixa a mam?e dar uns micos¨Cle?es¨Cdourados pra gente, por favorzinho.¡± tamb¨¦m adorava micos¨Cle?es¨Cdourados e tinha at¨¦ um bichinho de pel¨²cia, que abra?ava todas as noites para dormir. Ao ver na televis?o que os micos¨Cle?es¨Cdourados se mexiam e emitiam sons fofos, se apaixonou e queria muito ter um. A cabe?a peluda de Iria se aninhou no colo de Teresa, que n?o sabia se ria ou chorava. ajeitou Iria no colo e disse: ¡°Como ¨¦ que sua m?e vai dar ¨¤ luz um mico¨Cle?o¨Cdourado, Iria? Isso ¨¦ pedir demais, n?o acha?¡± Joel, jeito de miniadulto, falou: ¡°¨¦ isso a¨ª, m?e ¨¦ gente, s¨® pode ter gente. N?o d¨¢ pra ter mico¨C le?o¨Cdourado. Iria, seporte, quando a gente for ao zool¨®gico, a gente ve eles l¨¢. Se n?o pode ter, a gente n?o tem, t¨¢ bom?¡± ¡°Uhun, t¨¢ bom, mano.¡°, Iria fez um biquinho, mas estava disposta a escutar Joel. Enquanto as crian?as conversavam alegremente, Olivia estava distra¨ªda, pois o carro estava preso no transito, sem se mover. estava ansiosa para sair da cidade o mais r¨¢pido poss¨ªvel. O tempo passava, e o carro deles ainda estava parado na cidade, sem conseguir avan?ar. A ansiedade de Olivia crescia a espera. De repente, uma sequ¨ºncia de buzinas soou atr¨¢s deles. Isso tensionou a todos, e Olivia olhou para tr¨¢s, vendo que todos os ve¨ªculos atr¨¢s deles estavam os far¨®is acesos, e as buzinas eram dos motoristas impacientes. As buzinas soavam uma ap¨®s a outra,o uma onda. Capitulo 511 Parecia que todos os motoristas haviambinado de buzinar,o se estivessem seguindo uma ordem. O motorista resmungou: ¡°Todo mundo est¨¢ impaciente, mas buzinar n?o vai fazer a f andar.¡± Olivia olhou al¨¦m dos veiculos de v¨¢rias cores e viu uma sequ¨ºncia de carros pretos, imponentes e amea?adores no meio do tr¨¢fego. sentiu um no na garganta e sua mente ficou turva, quase sem ar. Ningu¨¦m a conhecia melhor do que aquele carro preto ¨¤ frente. Daniel a tinha encontrado, e t?o r¨¢pido! O cora??o de Olivia batia descontrdo, e e?ou a ver estrs de nervosismo.. O que fazer? Eles estavam a apenas algumas centenas de metros de Daniel. Se fossem pegos, seriam levados de voltao se fossem pintinhos. Enquanto Olivia estava em panico, dentro do Rolls Royce preto. Um tico reportou: ¡°Sr. Griera, o t¨¢xi est¨¢ logo ¨¤ frente, a quinhentos metros. Com o transito assim, eles n?o t¨ºmo escapar.¡± Daniel estava uma aura sombria, fria, e saiu do carro passos firmes em dire??o ao taxi. Bruno e alguns seguran?as seguiram o ritmo de Daniel. A presen?a amea?adora de Daniel, seguida por seguran?as fortes e imponentes, parecia cena. de filme, uma aura poderosa que fez que todos os motoristas presos no transito ficassem em sil¨ºncio absoluto, sem ousar respirar. Sem obst¨¢culos, Daniel logo chegou ao t¨¢xi, uma presen?a t?o profunda e gda quanto o mar. Cap铆tulo 512 Cap¨ªtulo 512 A noite ficava cada vez mais escura, e a silhueta alongada do Daniel, sob a intensa escurid?o, tornava¨Cse ainda mais fantasmag¨®rica e assustadora. Os vidros do t¨¢xi eram transparentes, permitindo ver ramente o interior do ve¨ªculo. N?o havia ningu¨¦m ali dentro, exceto o motorista! A aura em tomo de Daniel erao uma tempestade de neve, cortante, fazendo a temperatura cair abruptamente, seu rosto escurecido, seus olhos negros e pranteso os de uma ag. Bruno bateu apressadamente na jan do motorista. Naquele momento, o tr¨¢nsito estava horr¨ªvel, e o t¨¢xi n?o conseguia se mover. A jan se abriu e o motorista, confuso, olhou para fora. Ao ver o homem imponente e austero diante de seu carro, seguido por seguran?as, uma verdadeiraitiva, ele ficou imediatamente nervoso e intimidado, for?ando um sorriso e perguntou caut: ¡°Senhor, precisa de uma corrida?¡± Apesar da apar¨ºncia distinta e nobre do estranho. N?o parecia algu¨¦m que usaria um taxi. Mas, sem saber o que o outro queria, o motorista n?o tinha outra op??o a n?o ser fazer a pergunta. Bruno perguntou: ¡°No seu carro, h¨¢ pouco, tinha uma mo?a jovem, uma mulher mais velha e quatro crian?as?¡± O motorista acenou rapidamente a cabe?a: ¡°Sim, sim, levei eles.¡± ¡°Onde eles est?o?¡°, perguntou Bruno. ¡°Eles desceram h¨¢ pouco. O transito est¨¢ um caos, n?o dava para esperar, andar quinhentos metros levaria meia hora. Eles estavam apressados para sair da cidade e desceram¡°, disse o motorista honestamente. A presen?a dominadora,o se fosse de um filme policial, era aterrorizante. O motorista n?o ousava esconder nada, contou tudo. As duas mulheres crian?as pareciam t?o inocentes e inofensivas, n?o pareciam do tipo que causaria problemas. Como s se envolveram algu¨¦m t?o poderoso? Era ro que esse grupo n?o era de se brincar. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. A mulher estava metida em grandes problemas. ¡°Para qual dire??o eles foram?¡°, Bruno perguntou. ¡°Para frente, um outro t¨¢xi parou ali na frente e eles entraram naquele carro¡°, o motorista 1/2 16:33 Cat 512 apontou para o sem¨¢foro ¨¤ frente. O sinal estava vermelho antes, mas agora mudou para verde, e muitos carros j¨¢ tinham ido embora, incluindo o t¨¢xi em quest?o. Mas n?o tinham ido longe. No entanto, o carro deles ainda estava preso no tr¨¢fego, se voltassem para buscar o carro e perseguir, haveria atraso. A porta do motorista do t¨¢xi foi aberta, e o motorista foi arrancado para fora pelo seguran?a e jogado dedo. ¡°Ei, ei, el, o que voc¨ºs est?o fazendo?¡°, O motorista estava desorientado e em panico, tentando recuperar o carro. O olhar gelido de Daniel varreu em sua dire??o: ¡°Se n?o quer morrer, fique quieto!¡± O campo de energia do homem era t?o frio e fatal que fez o motorista estremecer, assustado, ele se encolheu, sem ousar fazer mais nada. A vida era mais importante que o carro. Bruno sentou¨Cse no banco do motorista, Daniel atr¨¢s, e o t¨¢xi disparou. O t¨¢xi ultrapassava os outros ve¨ªculos, fez uma manobra r¨¢pida e parou na frente de outro taxi. ¡°Ah!¡°, o motorista do t¨¢xi freou bruscamente, ofegante de susto. Se n?o tivesse reagido rapidamente e pisado no freio a tempo, poderia ter sido um desastre. E mais, se n?o fosse o cinto de seguran?a, ele poderia ter sidon?ado para fora, quebrando o vidro e caindo no asfalto. Ainda em choque, o motorista do t¨¢xi viu o carro de seu colega bloqueando a passagem e ficou furioso, pronto para soltar um pvr?o. A porta se abriu e um homem desceu, vestido em um terno preto elegante, uma presen?a intimidadora e apar¨ºncia distinta. Era evidente que aquele homem pertencia ¨¤ elite, era rico e poderoso. Cap铆tulo 513 Capitulo 513 O taxista engoliu o pvr?o que j¨¢ lhe chegava aos l¨¢bios, sufocado p pr¨®pria garganta. O homem, de passosrgos, aproximou¨Cse do veiculo,n?ando um olhar cortante e g¨¦lido para dentro do carro, e, em seguida, sua aura tornou¨Cse ainda mais sombria e aterradora. O motorista baixou o vidro prontamente, um cuidado meticuloso, e disse: ¡°Senhor, posso ajudar em alguma coisa?¡± Bruno chegou logo depois e, ao ver o carro vazio, percebeu a gravidade da situa??o, perguntou um tom s¨¦rio: ¡°Cad¨º os passageiros que estavam aqui?¡± O taxista respondeu: ¡°Quando eu estava esperando no sem¨¢foro, duas mulheres crian?as embarcaram. Mas assim que passamos o sinal, s pediram para descer as pressas.¡± O motorista ainda resmungava, irritado por se sentir enganado, pensando que tinha sido feito de bobo. Disseram que precisavam de uma corrida, mas desceram antes mesmo de rodar quinhentos metros. N?o se zangou porque o pagamento foi generoso. Por uma distancia de apenas algumas centenas de metros, deram¨Clhe cem reais e disseram para ele n?o se preocupar o troco, pareciam muito apressadas. *Para onde foram?¡°, perguntou Bruno. This belongs to N?velDrama.Org. ¡°Me parece que entraram num ?nibus, eu n?o prestei muita aten??o¡°, disse o motorista, que. diante da presen?a imponente e gda do homem ¨¤ frente do carro,e?ou a suar frio, sentindo os m¨²sculos tremerem involuntariamente. Ou seja, num trecho de menos de um quil?metro, Olivia e a crian?a trocaram de ve¨ªculo duas vezes. Tudo para evitar serem encontradas por Daniel. Bruno olhou para Daniel urg¨ºncia e disse: ¡°Sr. Griera, tem um ped¨¢gio logo ¨¤ frente, voul entrar em contato e pedir uma inspe??o rigorosa nos t¨¢xis e ?nibus.¡± Daniel, rosto severo e gdo, respondeu firmeza: ¡°V¨¢!¡± Sua voz, sob o manto denso da noite, era fria e assustadora. Era a primeira vez na vida de Daniel que algu¨¦m o ludibriava e frustrava dessa maneira. E tinha sido uma mulher a faz¨º¨Clo dan?ar conforme a m¨²sica. Ah, Olivia, se gosta tanto desse jogo de gato e rato, ent?o eu vou jogar voc¨º at¨¦ o fim. Agora, sentia o sangue fervendo nas veias, ansioso para captur¨¢, despeda?¨¢ e devor¨¢. 16:33 Bruno ligou rapidamente. Pensava que, ao revisar as cameras de seguran?a e descobrir que Olivia havia pegado um t¨¢xi, seria f¨¢cil trazer e a crian?a de volta, mas a situa??o se mostrou maisplicada do que imaginava. Olivia, que sempre parecia uma mo?a simples e distraida no trabalho, mostrou¨Cse incrivelmente astuta em um momento critico. havia enganado at¨¦ mesmo Daniel sua ast¨²cia. Sob a aura gelida de f¨²ria de Daniel, Bruno sentia um frio na espinha, mantendo os nervos ¨¢ fior da pele, sem ousar rxar um s¨® instante, temendo que a ira de Daniel pudesse explodir a qualquer momento. Mas pensando bem, fazia sentido; Olivia conseguira esconder quatro crian?as sob o nariz de Daniel, e isso exigia uma coragem e uma intelig¨ºncia fora doum. Ate ele tinha sido enganado, acreditando que as crian?as fossem de Jimena. Antes de Daniel ordenar a persegui??o a Olivia, Bruno nem sequer entendia o que estava acontecendo. Foi s¨® ao ver a raiva contida e explosiva de Daniel, e depois ao verificar as cameras de seguran?a e assistir ¨¤ fuga de Olivia as quatro crian?as, que ele entendeu: aqus crian?as n?o eram de Jimena, mas sim de Olivia. E havia apenas uma raz?o para Daniel procur¨¢s t?o desesperadamente: as crian?as de Olivia eram filhas de Daniel! Fugindo os filhos de Daniel. Antes desse incidente, Bruno sequer podia imaginar algu¨¦m sendo t?o ousado. n?o teria que Daniel pudesse mat¨¢? Enquantomentava por Olivia, Bruno ligava para o ped¨¢gio, instruindo¨Cos a inspecionar cada ?nibus e t¨¢xi que passasse. Cap铆tulo 514 Cap¨ªtulo 514 A noite estava escurao breu. Sob o viaduto, aodo dogo, ouvia¨Cse o canto dos insetos e o coaxar dos sapos. A grama exva seu aroma intenso, misturando¨Cse a neblina noturna que pousava gda sobre a pele. Aquele frio prava a alma, provocando um medo profundo. Olivia abrigou¨Cse seus quatro filhos e Teresa no t¨²nel sob o viaduto. ¨¤ frente do t¨²nel havia umgo, cujas ¨¢guas brilhavam misteriosamente sob a luz da lua, parecendo profundas e aterrorizantes. Era verdade. tinha visto uma fileira de carros pretos de luxo seguindo o transito e sentiu um panico avassdor. Naquele instante, decidiu sair do t¨¢xi. Ainda bem que era noite. e Teresa agacharam¨Cse para chegar ao t¨¢xi que estava ¨¤ frente, evitando ser notadas. Quando o t¨¢xi anterior passou o sem¨¢foro, pensou que o motorista do t¨¢xi que pegaram certamente contaria a Daniel. Se Daniel os alcan?asse, eles n?o teriam escapat¨®ria. Por isso, pediu imediatamente para o motorista parar, pois queriam descer. taxista a princ¨ªpio n?o concordou, mas Olivia entregou¨Clhe uma nota de cem e pediu para ele n?o se preocupar o troco. O taxista ent?o parou o carro e, enquanto desciam, um ?nibus se aproximou. Olivia n?o embarcou no ?nibus, mas ele serviu para encobri¨Clos. Aproveitando o ?nibuso escudo, guiou as crian?as e Teresa por tr¨¢s da grade, escondendo¨Cse no t¨²nel sob o viaduto. O lugar mais perigoso era, de fato, o mais seguro. Daniel jamais pensaria que, ap¨®s sairem do t¨¢xi, s n?o teriam se afastado, mas sim ficado ali. ¨¤ beira dogo, entre a grama, havia muitos mosquitos. As crian?as, sua pele mais quente e delicada, atraiam os insetos. Iria, suas m?ozinhas rechonchudas, co?ava¨Cse sem parar, at¨¦ que n?o aguentou mais e choramingou: ¡°Mam?e, t¨¢ co?ando, n?o quero ficar aqui.¡± 163 Capitulo 514 ¡°Ah, mam?e, eu tamb¨¦m t? coceira, t¨¢ cheio de picada em mim¡°, In¨ºs murmurou seus l¨¢bios inchados em sinal de tristeza. Joel e Heitor tamb¨¦m n?o paravam de bn?ar as perninhas para espantar os mosquitos. Olivia abra?ou Iria e In¨ºs contra si, esfregando a pele exposta das meninas para afastar os mosquitos e aliviar a coceira, o cora??o apertado e sem alternativas: ¡°S¨® mais dez minutos e a gente vai embora, meus amores. Vamos aguentar s¨® mais um pouquinho, t¨¢ bom?¡± n?o queria que as crian?as sofressem as picadas, nem queria fugir s. Mas n?o tinha escolha; tinha medo de ser encontrada por Daniel. tinha fugido os filhos dele, e se fossem pegos, n?o apenas as crian?as sofreriam, mas tamb¨¦m enfrentaria puni??es cru¨¦is. A dor quase insuport¨¢vel que sentiu naqu manh?, nas m?os de Daniel, ainda estava vivida em sua mem¨®ria. N?o queria nem pensar no que aconteceria se fossem capturados. ¡°Mam?e, por que a gente t¨¢ se escondendo? Algu¨¦m quer pegar a gente?¡°, a voz infantil de Joel transparecia curiosidade. As crian?as, embora pequenas, eram muito espertas e n?o estavam alheias ¨¤ situa??o. Antes que Olivia pudesse responder, Teresa interveio: ¡°N?o fiquem pensando bobagem. ¨¦ S¨® seguir a mam?e de voc¨ºs e tudo vai ficar bem. O importante ¨¦ estarmos juntos.¡± No fundo, Teresa sentia¨Cse culpada, acreditando que a confus?o era por ter vendido o pingente que Daniel deu a Olivia por tr¨ºs milh?es. Agora ele estava atr¨¢s d por causa disso. Estaria tudo bem se o dinheiro ainda estivesse l¨¢, mas agora j¨¢ estava nas m?os de outras pessoas. Ser capturada por Daniel significaria que n?o tinhao pagar a divida. Tr¨ºs milh?es. jamais ganharia isso em toda a sua vida; nem vendendo¨Cse conseguiria pagar. Mas Olivia tinha pensado r¨¢pido e fugido. Talvez Daniel desistisse se n?o os encontrasse. ¨¤ luz fraca da lua, Olivia olhou para Teresa o cora??o confuso, mas Teresa estava certa em uma coisa. Desde que estivessem juntas, estariam bem.Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Cap铆tulo 515 Cap¨ªtulo 515 Joel fez um bico a boca e n?o disse mais nada. Depois de ficarem um tempo na esta??o de viaduto, Olivia gulou Teresa e as crian?as para cima. Olivia, segurando Iria e In¨ºs na frente, e Teresa, Joel e Heitor atr¨¢s, caminharam lentamente. O caminho sob o viaduto n?o estava pavimentado, era irregr e cheio de pedras Precisavam prestar muita aten??o. ¡°Ail¡± Iria trope?ou numa pedra e caiu para frente. Olivia rapidamente tentou a segurar, mas j¨¢ era tarde. ¡°Ai, ai¡­¡± Iria bateu a testa numa pedra ee?ou a chorar. Olivia a pegou no colo e a consolou toda preocupada: ¡°Onde voc¨º se machucou, Iria? N?o chore, diga a mam?e onde d?i.¡± Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Debaixo da ponte estava escuro e n?o se podia ver nada ramente, Olivia ficou desesperada. ¡°Ai, doi¡­¡± Iria chorava sem conseguir dizer onde tinha se machucado. Olivia rapidamente enxugou as l¨¢grimas do rosto de Iria, mas sentiu algo pegajoso e quente em sua m?o. N?o era uma l¨¢grima! Era sangue! O cora??o de Olivia apertou e sentiu falta de ar: ¡°Meu Deus, Iria est¨¢ sangrando¡­¡± Disse a voz estremecendo. ¡°Calma, calma, vamos subir logo.¡± Teresa tamb¨¦m nervosa, se abaixou para Joel subir em suas costas, e pegou Heitor e In¨ºs, um em cada bra?o. Olivia, Iria nos bra?os, apressou o passo at¨¦ a rua, e Teresa seguiu as outras tr¨ºs crian?as. Na rua, os carros passavam normalmente, Daniel j¨¢ n?o estava l¨¢. Haviam postes de luz perto. Com a luz, Olivia finalmente viu o rosto de Iria, a testa d estava ferida, e o sangue n?o parava de sair.. O sangue at¨¦ entrou nos olhos d.. 16:33 Capitulo 515 tria, desconfort¨¢vel, chorava de olhos fechados e boca aberta, l¨¢grimas e sangue se misturavam, formando uma imagem chocante. Erao uma facada no cora??o de Olivia, mal conseguia respirar: ¡°Iria, Iria, meu amor¡­¡± estava angustiada e as l¨¢grimas cm sem parar. Teresa tamb¨¦m viu o estado de Iria e, desesperada, disse: ¡°Temos que ir para o hospital r¨¢pido, minha querida Iria, voc¨º ir¨¢ ficar bem¡­¡± Teresa tambem estava ¨¤ beira das l¨¢grimas. Os outros tr¨¨s tamb¨¦m viram o sangue na testa de Iria, e era tudo assustador. Eles chamavam suas vozes infantis e tr¨ºms. ¡°Iria¡­¡± ¡°Iria¡­¡± ¡°Mana, ai¡­¡± Olivia, a respira??o dolorida e as m?os tremendo, tirou uma pe?a de roupa ra da moch e limpou o sangue do rosto de Iria, envolvendo a testa d. Depois de fazer isso rapidamente, segurou Iria e ficou a beira da estrada, esperando ansiosamente por um carro qualquer passando. Quando finalmente um t¨¢xi apareceu, Olivia o parou acenando. , em panico disse ao motorista: ¡°Por favor, leve¨Cnos a um hospital¡­¡° Cap铆tulo 516 Cap¨ªtulo 516 O motorista deu uma olhada na crian?a que segurava nos bra?os, um pano enrdo na testa que deixava transparecer o sangue vivo, ramente ferida. E atr¨¢s d, seguia um senhor de meia¨Cidade e tr¨ºs crian?as. Ao todo, eram seis pessoas. O motorista n?o abriu a porta, e apesar de sentir pena deles, n?o podia os levar. Disse o motorista: ¡°Acabaram de me ligar, est?o fazendo uma inspe??o surpresa adiante, e t?o fiscalizando caros. Com voc¨ºs seis, eu n?o tenhoo levar, ¨¦ melhor esperarem o ?nibus.¡± Terminando de fr, o motorista partiu. ¡°Ei¡­¡± Olivia gritou para o t¨¢xi que se afastava, impotente ao ver o ve¨ªculo se distanciar. respirava r¨¢pido, ansiosa, e as l¨¢grimas n?o paravam de cair. Iria n?o aguentava a dor e continuava chorando sem parar. Cada solu?o puxava o cora??o de Olivia, trazendo uma ang¨²stia desesperadora e uma dor dcerante. Seria obra do Daniel aqu inspe??o de caros? Mas Iria estava gravemente ferida e n?o podia esperar. Uma camie vinha se aproximando, seus far¨®is brilhantes. Olivia acenou rapidamente, tentando desesperadamente parar o ve¨ªculo. A camie era particr e n?o levava passageiros. Mas o dono do ve¨ªculo era uma pessoal bondosa. Ao ver algu¨¦m acenando, principalmente uma crian?a nos bra?os que parecia n?o estar bem, ele parou. Olivia correu at¨¦ ele, a voz embargada, e disse ao motorista: ¡°Mo?o, minha filha se machucou e a cabe?a d est¨¢ sangrando, por favor, voc¨º poderia nos levar ao hospital? Imploro.¡± ¡°Mo?o, por favor, minhaa ainda ¨¦ t?o pequena¡­¡± Teresa se aproximou, suplicante e l¨¢grimas caindo sem parar. Embora normalmente fosse muito critica Olivia, dizendo que era uma dece??o e ainda remando d ter engravidado antes do casamento, dando a o trabalho de cuidar de quatro crian?as, essas eram suasas, que ajudou a criar. Capitulo 516 O amor ps crian?as n?o era menor que o de Olivia. Vendo Iria t?o machucada fez o cora??o d apertado de dor. ¡°Tudo bem, subam logo.¡± O motorista era um jovem, na casa dos vinte anos, que tamb¨¦m tinha uma filha. Ele passava o dia fora, sempre a filha na mente. Toda vez que voltava para casa, a menina corria para ele alegria, o chamando de papai sua vozinha doce. N?o importava o qu?o cansado estivesse, essa vozinha o aliviava. A filha dele era o motivo e a for?a por detr¨¢s de seus esfor?os. ¡°Obrigada, muito obrigada¡°, disse Olivia, grata, enquanto subia no carro Iria. This belongs to N?velDrama.Org. Teresa entrou os outros tr¨ºs filhos. A caminhe acelerou em dire??o ao hospital. Olivia pensou no que o taxista havia fdo, sobre a fiscaliza??o na portagem. ficou inquieta. Logo chegaram a portagem, onde policiais rodovi¨¢rios estavam postados. Todos os ve¨ªculos estavam sendo inspecionados. Olivia apertou mais forte a m?o de Iria. E ent?o, chegou a vez da caminhe ser parado pelos policiais. Olivia ficou p¨¢lida. Dois policiais se aproximaram para inspecionar o interior do ve¨ªculo. O cora??o de Olivia bateu forte. Os policiais olharam e viram duas mulheres, uma crian?a um pano na cabe?a, todo ensanguentado, e n?o parava de chorar. Era ¨®bvio que estava machucada. Com o rosto carregado de preocupa??o, Teresa falou: ¡°Senhor policial, minhaa estava brincando e acabou machucando a cabe?a. Estamos desesperados para chegar ao hospital, temo agilizar para a gente, por favor?¡± Cap铆tulo 517 Cap¨ªtulo 517 ¡°Rxem, vamos verificar tudo rapidinho e, se n?o houver nada de errado, voc¨ºs podem in embora, disse o policial rodovi¨¢rio. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Em seguida, o olhar do policial desviou para o porta¨Cms do veiculo. A van tinha um porta¨Cms bem espa?oso, quatro caixas de papel?o. O policial perguntou: ¡°O que tem ai atr¨¢s?¡± Quando questionada assim, o cora??o de Olivia subiu ¨¤ garganta. Apesar de ser uma camie, so tinham cinco assentos. Quatro crian?as, mais dois adultos e o motorista, era ramente um excesso de peso. Se o policial descobrisse, seria um problema, e talvez, em breve, avisassem o Daniel. Eles realmente estariam sem sa¨ªda. O rosto de Teresa tamb¨¦m empalideceu. Naquele momento de tens?o m¨¢xima para Olivia e Teresa, o jovem motorista disse descontraido: ¡°Ah, s?o os ovos caipira queprei para levar para os meus filhos.¡± ¡°Precisamos dar uma olhada,¡± disse o policial. Com o cora??o de Olivia quase saindo pelo peito e as m?os suadas, concordou. O rapaz, um bom humor incr¨ªvel, saiu do ve¨ªculo, abriu o porta¨Cms e uma das caixas de papel?o. De fato, haviam ovos caipira. O policial deu uma olhada e o jovem se preparou para abrir a segunda caixa. O policial disse: ¡°Tudo bem, vamos fazer um teste de baf?metro.¡± O jovem afastou a m?o da caixa e disse: ¡°Certo.¡± Depois do teste de baf?metro, que deu negativo, o policial os liberou. O jovem dirigiu a camie embora. Depois de se afastarem da portagem, o cora??o apreensivo de Olivia finalmente se acalmou. Estavam muito perto do policial e n?o ousava rxar, sentindo que, se o fizesse, ele perceberia algo estranho e os seguiria, aquele medo persistente. O motorista parou na beira da estrada, abriu o porta¨Cms e as caixas. Tr¨¨s crian?as emergiram das caixas, meio sufocados, rostos avermelhados e respira??o mais ofegante que o normal. Capitulo 517 ¡°Mam?e, a gente seportou direitinho, n¨¦? N?o fomos descobertos,¡± disse Joel seu rostinho corado, voltado para Olivia, sua vozinha doce e inocente. Eles sabiam das dificuldades da m?e e tentaram ao m¨¢ximo ajudar, para n?o causar mais preocupa??es pra . Olivia segurou as l¨¢grimas, assentindo: ¡°Sim, seportaram muito bem. Venham sentar aqui, devem estar cansados de se esconder.¡± Na estrada, j¨¢ tinha avisado o motorista sobre a fiscaliza??o. O jovem motorista ent?o teve a ideia de esconder as crian?as nas caixas. ¡°N?o, foi divertido, igual brincar de esconde¨Cesconde,¡± disse Joel, rindo. Depois, Teresa sentou no banco do passageiro, enquanto Olivia e as quatro crian?as se odaram no banco de tr¨¢s. Depois de pouco tempo a camie parou na entrada de um Hospital. Era o hospital mais pr¨®ximo. Olivia agradeceu ao motorista sinceramente, e rapidamente levou Iria para ser atendida. Depois do diagn¨®stico, notaram que a ferida era profunda e precisava de pontos, assimo antibi¨®ticos de via intravenosa. Apesar de ainda temer que Daniel as alcan?asse, a sa¨²de de Iria era mais importante. O m¨¦dico desinfetou o ferimento, aplicou anestesia ee?ou a suturar. ¡°Mam?e, o tio doutor vai me costurar? Eu vou sero o Brinquedo?¡± perguntou Iria. O seu brinquedo tinha sido costurado e recheado algod?o. Cap铆tulo 518 Cap¨ªtulo 518 Ouvindo as pvras doces de I, Olivia sentiu uma pequena vontade de rir. S¨® uma crian?a poderia ser t?o inocente e pura. Olivia abra?ou Iria e disse uma voz suave: ¡°N?o se preocupe, quando seu machucado cicatrizar, vamos tirar os pontos.¡± ¡°Estou usando um fio especial para cirurgia pl¨¢stica, n?o ¨¦ necess¨¢rio remover. Ajuda al reduzir a chance de cicatrizes. Uma menina t?o linda e fofao voc¨º, deve cuidar bern do machucado para evitar cicatrizes,¡± explicou o m¨¦dico enquanto costurava o ferimento de Iria. Olivia agradeceu: ¡°Muito obrigada, doutor.¡± ¡°De nada.¡± Depois de costurar o ferimento na testa de Iria e cobrir uma bandagem, recebeu soro. O medicamento anti¨Cinmat¨®rio levaria mais de uma hora para ser administrado. Felizmente, o m¨¦dico as deu um leito espa?o para o soro. Olivia se sentou na cama, segurando Iria nos bra?os, enquanto as outras tr¨ºs crian?as dormiam na ponta da cama. Embora a cama fosse um pouco estreita, as crian?as se abra?avam, reduzindo o espa?o ocupado, e assim todos conseguiam dormir. J¨¢ passava das onze da noite e nesse hor¨¢rio, e as crian?as normalmente j¨¢ estariam sonhando. Naqu hora, todas s tamb¨¦m estavam cansadas. Heitor e Joel estavam deitados nasterais, e In¨ºs no meio, os irm?os cuidando e abra?ando¨Ca, rostos cdos uns nos outros, todos adormecidos. Iria tamb¨¦m dormiu nos bra?os de Olivia. Teresa se sentou numa cadeira aodo, um olhar cansado, suspirou: ¡°Antes de sairmos, as crian?as n?oeram nada, s¨® Iria tomou um pouco de leite. At¨¦ ent?o, n?oeram nada e seguiram connosco nessa correria. Coitadinhos¡­¡± Desde quee?aram a fugir, Teresa n?o havia perguntado a Olivia o motivo da fuga, e se manteve cooperativa durante o tempo todo. Sem perguntar, Olivia j¨¢ imaginava que Teresa pensava que estavam fugindo de uma divida de milh?es. ainda n?o sabia que Daniel era o pai das crian?as. estava fugindo de qu¨º¡­ Olivia estava em conflito interior, pensando se deveria contar ou n?o a Teresa que Daniel era o pai das crian?as. Capitulo 518 Pensando que, se contasse, Teresa certeza procuraria Daniel para tirar satisfa??es. Isso seriao cair na armadilha. Era melhor deixar dedo. Depois, quando estivessem estabelecidos e fora do alcance de Daniel, ai sim contar¨ªa tudo a Teresa. ¡°Vou dormir um pouco, vouprar alguma coisa paraermos, disse Teresa, se levantando. *Tenha cuidado, preste aten??o ¨¤ seguran?a,¡± rendou Olivia. s estavam num lugar desconhecido e Olivia temia que Teresa pudesse ter algum problema sozinha. ¡°Eu sei, descanse,¡± respondeu Teresa, saindo do quarto de hospital. Olivia apertou Iria nos bra?os, passou carinhosamente a m?o no rosto da menina, cheia de ternura e al¨ªvio. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Com seus filhos ao seudo, n?o temia dificuldades. Passos foram ouvidos entrando no quarto, e Olivia, alerta, olhou para ver quem era. Ao ver o m¨¦dico de jaleco branco entrando, segurando uma caixa retangr, que entregou a Olivia, disse: ¡°Esta ¨¦ uma pomada para cicatrizes, deve ser aplicada quando o ferimento estiverpletamente curando, tr¨ºs vezes ao dia.¡± Olivia pegou a caixa e disse sinceramente: ¡°Obrigada.¡± Cap铆tulo 519 Cap¨ªtulo 519 O m¨¦dico n?o saiu, seu olhar pousou no rosto d, hesitou e, ainda assim, falou: ¡°Vejo que essa cicatriz no seu rosto ¨¦ recente, tamb¨¦m pode usar o creme. Cicatrizes novas t¨ºm efeito, mas depois de envelhecerem, n?o ter¨¢ mais efeito nenhum.¡± Olivia se lembrou que Nat¨¢lia havia machucado um objeto pontiagudo, deixando uma cicatriz que havia sarado, e a casquinha caldo no dia anterior.. Foi somente o que o m¨¦dico falou que recordou: ¡°Certo, obrigada, doutor.¡± O m¨¦dico brincou: ¡°Voc¨º ¨¦ a familiar de paciente mais educada que j¨¢ vi.¡± Olivia ficou ligeiramente surpresa, e ent?o lembrou que, desde que chegaou, havia agradecido ao m¨¦dico v¨¢rias vezes. ¡°Descansa um pouco, cuidar de quatro crian?as tamb¨¦m ¨¦ cansativo,¡± rendou o m¨¦dico. antes de sair do quarto. Com um sorriso ainda nos l¨¢bios, Olivia baixou os cilios levemente, sentindo o cora??o, que antes estava ansioso e desconfort¨¢vel, ser curado p do?ura e ternura dos filhos. N?o demorou muito para que Teresa chegasse duas por??es de feijoada e p?es umas bebidas refrescantes para todos. Copyright by N?v/elDrama.Org. colocou as coisas dedo, entregou a feijoada para Olivia, dizendo: ¡°Coma alguma coisa. voc¨º ainda n?oeu nada hoje.¡± Olivia respondeu: ¡°N?o estou fome agora, podeer voc¨º. Antes de voltar para casa, eui.¡± Antes de sair da V Serenidade, Daniel a havia feitoer algo ¨¤ for?a. Teresa n?o insistiu mais, pois estava mesmo fome, ee?ou aer a feijoada satisfa??o. Em pouco tempo, terminou deer, jogou o prato no lixo e disse: ¡°Os p?es s?o para as crian?as, assim que acordarem, podem matar a fome. A feijoada n?o pode esperar, vai esfriar.a logo.¡± Teresa pegou a por??o, se aproximando d. Olivia olhou para Iria adormecida em seus bra?os, sem coragem de acord¨¢. A pequena havia chorado por tanto tempo, e dificuldade havia adormecido. disse: ¡°Estou a Iria nos bra?os, n?o ¨¦ pr¨¢ticoer agora, eu espero.¡± Teresa, ent?o, levou um pouco da feijoada at¨¦ a boca de Olivia. Surpresa e desconfort¨¢vel, Olivia estava prestes a pegar as m?os. Mas Teresa a interrompeu: ¡°N?o se mexa, eu te dou deer, a crian?a acabou de dormir, 1/2 Capitulo 519 seria uma pena acord¨¢.¡± Foi ent?o que Olivia abriu a boca, aceitando aida que lhe era oferecida. Embora constrangida, seu cora??o ficouovido. Apesar dos seus vinte e sete anos, diante de Teresa, ainda era uma crian?a. Quem tem m?e sabe o tesouro que tem. Daniel chegou na portagem para verificar o trabalho dos policiais na inspe??o dos ve¨ªculos. Os policiais reportaram a Daniel os ve¨ªculos que consideravam suspeitos. Suspeitos, mas que n?o correspondiam ¨¤ descri??o dada por Daniel, por isso foram liberados. *Haviam apenas tr¨ºs carros crian?as, um deles dois filhotes, um de dois anos e outro de cerca de um ano. Outro carro tinha um garoto de oito anos. E havia um terceiro uma menina de quatro anos, que estava machucada. Os pais estavam apressados para levar ao hospital, e o ferimento parecia s¨¦rio, ent?o n?o quisemos atrasar muito.¡± Ao ouvir isso, a express?o de Daniel ficou sombria, uma aura opressiva. Havia uma menina de quatro anos que se encaixava na idade? Cap铆tulo 520 Cap¨ªtulo 520 O policial de transito sentiu que havia algo na mente de Daniel. Num instante, ele percebeu que havia algo suspeito e disse: ¡°Bruno falou em duas mulheres e quatro crian?as, mas s¨® vi uma crian?a na van, embora realmente houvesse duas mulheres. uma mais jovem e outra mais velha¡­¡± ¡°Verifiquem as camaras de seguran?a.¡± O policial entendeu e imediatamentee?ou a verificar as camaras de seguran?a. Nesse momento, as informa??es que Bruno tinha mandado buscar sobre o passado de Olivial chegaram. Bruno se aproximou de Daniel, reportando cuidadosamente: ¡°Sr. Griera, Olivia estudava na Universidade da Capital. No segundo ano, foi para casa durante as f¨¦rias de ver?o e, um m¨ºs ap¨®s retornar ¨¤ universidade, decidiu abandonar os estudos. A raz?o alegada na ¨¦pocal era a falta de dinheiro para a continuidade do curso. No entanto, descobrimos que estaval gr¨¢vida de quadrig¨ºmeos e teve uma gravidez de risco, precisando ficar de repouso absoluto. Isso parece ter sido o verdadeiro motivo para deixar a universidade.¡± Daniel apertou a m?o no ar e depois a soltou. Ent?o, o imprevisto que a fez abandonar os estudos foi a gravidez? N?o era por causa do t¨¦rmino S¨¦rgio Griera, que a deixou desda? Daniel jamais imaginou que aqu noite deixaria uma semente dele. E eram quadrig¨ºmeos! Olivia, a mulher, teve a aud¨¢cia de dar ¨¤ luz em segredo. continuou escondendo a verdade dele, jogando um jogo de gato e rato. Ah, as coisas estavam ficando cada vez mais interessantes. Essa mulher sem no??o n?o sabia o pre?o de esconder algo dele. Daniel viu as imagens da camara de seguran?a da van. A mulher no banco de tr¨¢s, mesmo a cabe?a baixa e apenas um perfil vis¨ªvel, foi imediatamente reconhecida por eleo Olivia. segurava uma menininha no colo, a testa envolvida em um pano branco manchado de sangue. A menina chorava baixinho. Aqu cena perfurou profundamente o cora??o de Daniel. Mesmo apenas assistindo ¨¤s imagens de seguran?a, uma dor aguda surgiu em seu peito. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. 1/2 Capitulo 520 Um sentimento estranho depaix?o surgiu involuntariamente dentro dele. Era esse o?o de sangue? Daniel apertou os dentes: ¡°Bruno, em meia hora, quero que a encontre! Caso contr¨¢rio, algu¨¦m mais capaz ocupar¨¢ o seu cargo!¡± Ele assentiu: ¡°Sim, Sr. Griera.¡± Ele saiu imediatamente para intensificar a busca. Olivia parou deer sua feijoada quando Iria acordou: ¡°Mam?e, eu tamb¨¦m quero, estou fome.¡± A pequena gulosa havia sido despertada pelo aroma da feijoada. Iria era umailona, e n?o resistia ¨¤ida. Cap铆tulo 521 Cap¨ªtulo 521 Olivia baixou o olhar e viu Iria cobi?ando vontade o que tinha nas m?os. Um sorriso suave e contente surgiu nos l¨¢bios de Olivia: ¡°Ainda bem que sobrou metade, n?o se importa, n¨¦?¡± ¡°N?o me importo, eu amo mais a mam?e.¡± Iria falou. ¡°Hmm, que del¨ªcia, muito bom mesmo.¡± Depois de provar um peda?o, Iria bn?ou a cabecinha afirmativamente, os olhos brilhando de satisfa??o. A pequena sempre foi apaixonada poridas gostosas, ainda mais a fome que estava. Olivia, ainda sorrindo, e Teresa, um olhar cheio de carinho, disseram: ¡°Coma devagar, vov¨® tamb¨¦mprou p?ozinho doce, aquele doce que voc¨º gosta. Se n?o ficar satisfeita, tem mais comida.¡± ¡°Uh¨Chuh, depois da feijoada queroer mais.¡± Iriaeu vorazmente. A menina estava mesmo faminta. Depois que Iria terminou a soro, j¨¢ passava do meio¨Cdia. N?o podiam ficar muito tempo no hospital, tinham que partir assim que o soro terminasse. Acordaram os outros tr¨ºs pequeninos e a fam¨ªlia saiu do hospital. Haviam poucos carros na estrada e, parada ¨¤ beira do caminho, Olivia se sentiu perdida por um momento, sem saber para onde ir. ¡°Olivia, olha, aquele ?nibus n?o est¨¢ a ca Aldeia Souza? ¨¦ o ?nibus que vai para Aldeia Souza!¡± Teresa disse empolgada, puxando a manga de Olivia e apontando para o ?nibus branco que se aproximava. Olivia olhou e de fato viu a ca o nome Aldeia Souza. O hospital ficava afastado da cidade, mas bem perto de um vrejo. Aldeia Souza era um desses vrejos nos arredores da Capital. Enquanto Olivia estava distra¨ªda, Teresa parou o ?nibus e subiu Joel e Heitor. Quando estava subindo, percebeu que Olivia ainda estava parada, ent?o a apressou: ¡°Olivia, traga a In¨ºs e a Iria e suba logo!¡± Olivia voltou a si, pensou um pouco, era tarde e n?o haviam t¨¢xis por perto, al¨¦m de n?o querer usar o celr para chamar um carro. Ter um ?nibus dispon¨ªvel j¨¢ era uma sorte. Olivia subiu no ?nibus Iria e In¨ºs. 1/2 16:35 Cap¨ªtulo 521 No caminho, confirmou o motorista que era um ?nibus direto para Aldeia Souza. O rosto preocupado de Teresa finalmente se iluminou um sorriso: ¡°Que bom, vamos poder voltar para casa¡­¡± Uma vida n?made n?o ¨¦ f¨¢cil, e a instabilidade de n?o ter umr ¨¦ ainda pior. Lar ¨¦ onde o cora??o se acalma, ¨¦ o lugar que a mente sempre busca. Chegaram em Aldeia Souza j¨¢ era meia¨Cnoite e meia. Teresa, segurando Heitor e Joel, se apressou em dire??o ¨¤ maior casa da v. Era a casa deles, onde Mire Rocha cuidava dor e do jardim. Olivia seguiu Teresa, um sentimento de inquieta??o crescendo dentro d. Nunca imaginou que fugindo, acabariam voltando para Aldeia Souza. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Daniel j¨¢ tinha visitado Aldeia Souza, ser¨¢ que ele adivinharia que eles regressaram para l¨¢? Teresa n?o tinha tantas preocupa??es, sabia que estar em casa era reconfortante. tirou as chaves e abriu a porta. Uma luz acolhedora emanou da s de estar, e l¨¢ estava um homem de p¨¦. Ao ver aquele homem, o cora??o de Olivia disparou. Cap铆tulo 522 Cap¨ªtulo 522 O homem estava de p¨¦ na s, observando a paisagem pintada sobre ele, que ostentava uma imensa ¨¢rvore da acolhida. Geralmente, por volta das onze ou meia¨Cnoite, a maioria das pessoas da v j¨¢ estava dormindo, e s¨® se podiam ouvir os sons da natureza. Olivia n?o esperava que, ¨¤qu hora, a s de sua casa estivesse toda iluminada. O homem no centro da s, cabelos tingidos de castanho¨Cavel? e vestindo um agasalho esportivo em preto e branco, tinha um visual casual. Contudo, a silhueta transmitia urna solid?o e des??o profundas. Era o Sergio! Ao v¨º¨Clo, o f?lego de Olivia involuntariamente se prendeu. Nat¨¢lia havia dito que S¨¦rgio desapareceu, e mesmo usando todas as suas conex?es e procurando por muito tempo, n?o conseguiu o encontrar. No entanto, ele estava ali, na casa d. No momento em que o viu, Olivia sentiu uma torrente de emo??es conflitantes. Ouvindo um ru¨ªdo atr¨¢s de si, S¨¦rgio voltou¨Cse e viu uma mulher entrando duas crian?as. Ele ficou ligeiramente surpreso e, olhando mais adiante, reconheceu o rosto familiar. Um sorriso iluminou o semnte mnc¨®lico de S¨¦rgio: ¡°Olivia¡­¡± Antes que pudesse trocar mais pvras, notou as outras duas meninas que segurava ps m?os. O olhar de S¨¦rgio vacilou por um instante, e seu sorriso incipiente congelou ao perguntar: ¡°Olivia, essas crian?as s?o¡­¡± ¡°s s?o filhas da Olivia, quadrig¨ºmeas, todas d.¡± Antes que Olivia pudesse responder, Teresa falou irrita??o.. As pvras de S¨¦rgio estavam repletas de choque e incredulidade, e uma dor aguda o assaltou. Vendo as crian?as Olivia, ele suspeitou de sua identidade, mas ainda havia uma esperan?a t¨ºnue. A confirma??o foi um golpe devastador. A mente dele zumbiu, preenchida por um vazio ensurdecedor. Teresa, segurando Joel e Heitor,n?ou um olhar repleto de descontentamento e reprova??o ao S¨¦rgio: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui a esta hora da noite? Voc¨º deveria estar na casa da Vania Souza!¡± A voz d era carregada de hostilidade e raiva. 1/2 16:36 Capitulo 522 Cinco anos atr¨¢s, Teresa soube que Olivia estava namorando e nejava se casar. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. O namoro deveria ter levado ao casamento naquele ver?o. No entanto, S¨¦rgio dormiu Vania! Por isso, Olivia terminou S¨¦rgio. Teresa j¨¢ havia perguntado a Olivia se S¨¦rgio era o pai das crian?as. Olivia negou categoricamente. Vendo a determina??o de Olivia e a sinceridade em seu olhar, Teresa sabia que fva a verdade.c Mas, por mais que perguntasse, Olivia nunca revelou quem era o pai das crian?as, nem o que havia acontecido. Teresa n?o queria a pressionar demais e deixou o assunto dedo. Mas o dano que S¨¦rgio causou a Olivia era palp¨¢vel. A dor e a vulnerabilidade de Olivia ao descobrir a trai??o de S¨¦rgio eram conhecidas apenas por sua m?e. E as crian?as haviam sido concebidas depois do t¨¦rmino S¨¦rgio. Devastada p dor, Oliviaetera um ato impensado e acabara gr¨¢vida. Cap铆tulo 523 Cap¨ªtulo 523 Teresa sempre achou que o grande culpado pelo estado atual de Olivia era o S¨¦rgio. S¨¦rgio, ofegante e passos tropegos, cambaleou para tr¨¢s, abdo por uma s¨¦rie de golpes que pareciam ter drenado toda a sua for?a. Com os olhos carregados de dor, olhou para Olivia e a garganta ¨¢spera, falou: ¡°Ent?o ¨¦ por isso que voc¨º n?o quer voltarigo?¡± O constante recha?o e distanciamento de Olivia deixavam S¨¦rgio profundamente abdo, E para piorar, a interfer¨ºncia da m?e s¨® o deixava mais confuso. Sua mente estava repleta de lembran?as felizes dos momentos aodo de Olivia. Mas a realidade era dolorosa e seu cora??o estava envolto em sombras. Decidiu ir at¨¦ a V Souza para espairecer e visitar a casa de Olivia, esperando que mergulhar nas mem¨®rias do passado o fizesse se sentir melhor. Mas ele nunca imaginou que reencontrar Olivia resultaria numa cenao aqu. Olivia mal conseguia respirar de tanta ang¨²stia. Tentou fr, mas percebeu que n?o conseguia pronunciar uma pvra sequer. ¡°Depois de tudo o que voc¨º fez a Vania, ainda quer voltar? Voc¨º acha que minha filha est¨¢ t?o desesperada assim?¡± Teresa falou enfurecida, a voz carregada de raiva. ¡°M?e, para isso, leva as crian?as para dentro e descanse um pouco.¡± Olivia interveio a tempo de impedir que Teresa continuasse pegando no p¨¦ dele. Com um olhar furioso para S¨¦rgio, Teresa levou as crian?as para o quarto. ¡°S¨¦rgio, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? Sua m?e est¨¢ te procurando por toda parte.¡± Olivia fixou o olhar em S¨¦rgio, tocando na dor cinzenta de seus olhos, sentindo um peso em seu peito. tamb¨¦m n?o esperava que as coisas chegassem a esse ponto, mas parecia ser um curso inevit¨¢vel. S¨¦rgio respirava dificuldade, sua express?o era de ang¨²stia, lutando para suprimir a dor intensa que sentia no peito, enquanto engolia em seco, a voz rouca: ¡°Responda, ¨¦ isso mesmo?¡± Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Ele estava fixado naqu pergunta anterior. Ele precisava saber que a recusa de Olivia n?o era por falta de amor, mas por se sentir presa p realidade. Que n?o tinha escolha. E n?o que n?o o queria mais. 1/2 16.36 Capitulo 523 Olivia queria desviar o assunto, mas S¨¦rgio n?o estava disposto a deixar a quest?o dedo. Depois de dois anos juntos, o conhecia bem. sabia o que ele estava esperando. ¡°N?o ¨¦ isso.¡± Olivia disse sem rodeios, o encarando nos olhos: ¡°Sou m?e de quatro filhos e tamb¨¦m sou eu mesma. N?o quero voltar voc¨º porque n?o ¨¦ mais necess¨¢rio. O passado j¨¢ passou, e eu n?o quero viver agarrada nele, nem for?ar a mim mesma a ficar algu¨¦m por quem j¨¢ n?o sinto nada¡­¡± ¡°Olivia¡­¡± S¨¦rgio j¨¢ n?o conseguia mais aguentar, chamou baixinho, a voz trem e embargada. Ele dava a si mesmo uma ¨²ltima esperan?a, que era repetidamente apagada por . O cora??o de S¨¦rgio se estilha?ouo vidro, cada respira??o era uma agon¨ªa. ¡°J¨¢ est¨¢ tarde, vamos descansar. Depois de um bom descanso, amanh? voc¨º volta.¡± Olivia ouviu a voz dele, repleta de emo??o reprimida, e o familiar chamado a deixou uma pontada de dor. Mas n?o podia demonstrar, tinha que parecer desinteressada para o convencer. falou calmamente e estava prestes a entrar no quarto. S¨¦rgio rapidamente se aproximou e segurou o pulso d. Olivia olhou para tr¨¢s e viu seus olhos vermelhos. ¡°Olivia, voc¨º n?o ¨¦ t?o cruel, voc¨º est¨¢ me enganando, n?o est¨¢?¡± ¡°Eu¡­¡± Olivia estava prestes a fr quando o som de motores de carro ressoou pelo p¨¢tio externo, e n?o era apenas um carro. Pelo som, era umboio que se aproximava. Olivia sentiu seu cora??o subir ¨¤ garganta, nervosa. No instante seguinte, a porta foi empurrada for?a, batendo contra a parede um estrondo. Capitulo 524 Cap铆tulo 524 Cap¨ªtulo 524 Um homem alto e esguio, vestido num terno feito sob medida, exva uma aura profunda e nobre, quando surgiu na entrada. Ele estava contra a luz, que ao ilumin¨¢¨Clo, projetava uma sombra alongada e sinistra. Seu rosto, de uma beleza estonteante e uma frieza cortante, era agora vis¨ªvel mais reza. Seus olhos escuros, agu?adoso os de uma ¨¢guia, emanavam uma seriedade mortal que passou do rosto assustado de Olivia para as m?os d. Nesse momento, S¨¦rgio ainda segurava sua m?o, e os dois pareciam estar num momento bastante intimo. Olivia sentiu um aperto no peito, seu cora??oe?ou a bater furiosamente, dominada pelo panico, se apressou em retirar sua m?o das de S¨¦rgio. deu um passo para tr¨¢s e se apoiou na parede desajeitadamente, olhando para Daniel olhos cheios de medo e panico. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Ele veio atr¨¢s d t?o r¨¢pido assim? Os olhos doloridos de S¨¦rgio perceberam Daniel na entrada, e ele expressou a surpresa: ¡°Tiozinho?¡± Daniel entrou, radiando uma aura de perigo e autoridade, e o vento criado por seus passos era cortante e intimidador. Ele se dirigiu diretamente para Olivia. sentiu o perigo, um panico avassdor a impedia de respirar direito e, instintivamente, virou¨Cse para fugir. Mas sentiu uma dor s¨²bita na nuca, seguida por uma sensa??o de sufocamento. No segundo seguinte, foi arrastada para odo do homem, que sua m?o apertou o rosto d: ¡°Fugindo, ¨¦?¡± O brilho gdo refletido nos olhos negros dele erao espadas de gelo, perfurando e torturando Olivia. Pavor e medo transpareciam nas pups de Olivia: ¡°Daniel, se acalma, t¨¢?¡± Em sua voz, havia um tom de s¨²plica. ¡°Me acalmar? Te soltar para voc¨º fugir ele, ¨¦ isso?¡± Daniel falou entre dentes cerrados: ¡°E ainda levando minha crian?a!¡± Atrever¨Cse a manipul¨¢¨Clo, a brincar ele, e ainda nejar fugir outro homem, levando o filho dele. 1/2 16:36 Capitulo 524 era a primeira a fazer isso! Parecia estar mesmo encrencadal Jurava que n?o tinha nada Daniel, que n?o fugiria ele, mas as a??es indicavam o contr¨¢rio, nejando fugir S¨¦rgio. Primeiro mandou S¨¦rgio esperar na Aldeia Souza, depois viria os filhos para encontr¨¢¨Clo e, em seguida, o que? Fugiriam juntos? Ah, mulher astuta, joguinhos perigosos! Olivia sentiu um choque, seu corpo inteiro ficou dormente em um instante, e sua cabe?a zumbiu, colocando todo o seu ser em estado de alerta e panico. Ele tinha descoberto que o filho era dele. O que ele faria da¨ª? Levaria o filho embora? Olivia sentiu um vazio no peito, e em meio ao desespero, segurou nas m?os dele, uma voz amolecida e suplicante: ¡°N?o ¨¦o voc¨º est¨¢ pensando, eu s¨® encontrei S¨¦rgio em casa por acaso, eu n?o sabia de nada antes. O filho ¨¦ seu, sim, mas eu tamb¨¦m sou a m?e deles, eu n?o posso viver sem eles, e eles tamb¨¦m precisam de mim¡­¡± Ao ouvir Olivia confessar que os filhos eram de Daniel, S¨¦rgio sentiuo se tivesse recebido um golpe no cora??o, um impacto profundo. ¡°Ah, ¨¦? N?o podem viver sem voc¨º? Veremos!¡± Daniel soltou o queixo d e seu olhar g¨¦lido varreu o interior da casa,o se estivesse procurando ps crian?as. Nesse momento, Teresa, ouvindo o barulho dodo de fora, saiu do quarto: ¡°O que est¨¢ acontecendo aqui, voc¨ºs est?o brigando¡­¡± nem terminou de fr quando viu o outro homem dentro de casa. Teresa parou de fr de repente, olhando para o homem um olhar de panico. Tudo estava perdido, os cobradores haviam chegado ¨¤ sua porta: Ser¨¢ que vieram atr¨¢s d, exigir que pagasse as d¨ªvidas? Teresa estava visivelmente abda e perdida. ¡°Mam?e, v¨®, ¨¦ hora de dormir.¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°V¨®!!¡± Quatro crian?as sairam do quarto. Cap铆tulo 525 Cap¨ªtulo 525 Quando os quatro sairam, viram que havia um homem dentro de casa, e cada um reaglu de jeito diferente. Heitor, ao ver Daniel, franziu sua testa, numa express?o de descontentamento transparecendo em seu rosto. Joel, ao avist¨¢¨Clo, teve um brilho nos olhos e um sorriso curioso no rosto, cheio de expectativa, mas sem coragem para fr. Iria, exmou sua voz: ¡°Tio, a gente se encontrou de novo!¡± In¨ºs, um pouco mais timida, se escondeu atr¨¢s das pernas de Teresa, espiando Daniel um olhar temeroso. Daniel tamb¨¦m notou os quatro pequeninos. Heitor era a sua cara, uma vers?o miniaturizada dele mesmo. Uma sensa??o estranha e indescrit¨ªvel surgiu dentro de Daniel. Olhando para cada um dos rostinhos familiares, ainda que ligeiramente estranhos. Al¨¦m de Heitor, ele j¨¢ tinha visto os outros tr¨ºs. Mas naquele tempo n?o os reconheceu, pensando que fossem filhos de Jimena. Quem diria que os qu¨¢druplos que todos chamavam de lend¨¢rios seriam seus, os filhos biol¨®gicos de Daniel! ¡°Hmm, j¨¢ vi voc¨ºs. Mas n?o sou seu tio,¡± disse Daniel sua voz grave e um pouco fria. ¡°E quem ¨¦ voc¨º?¡± perguntou Iria, inclinando a cabe?a em confus?o. Copyright by N?v/elDrama.Org. ¡°Eu sou o vosso pai¡± respondeu Daniel. ¡°S¨¦rio?¡± Iria ficou cheia de interroga??es, surpresa e curiosa. Os outros tr¨ºs pequeninos tamb¨¦m olharam para Daniel olhos cheios de curiosidade. Quando Teresa ouviu Daniel dizer que era o pai das crian?as, o cora??o, j¨¢ apreensivo, pulou para a garganta. ficou sem pvras de t?o chocada. Ser¨¢ que era verdade? olhou para Olivia em busca de confirma??o. Naquele momento, Iria se tornou a porta¨Cvoz de todos, piscando os grandes olhos e perguntando d¨²vida: ¡°M?e, ¨¦ verdade o que ele est¨¢ fndo?¡± 1/2 16:36 Capitulo 525 Iria tinha ouvido dos irm?os que o pai deles, Daniel, deveria estar vivo. Mas nunca tinha visto Daniel ou sabiao ele era. Olivia passou o olhar por cada rostinho curioso e esperan?oso. Teresa estava especialmente nervosa e cheia de expectativa. Olivia, os l¨¢bios apertados, confirmou: ¡°Sim, ele ¨¦ o vosso pai. Olhem, o Heitor ¨¦ parecido ele.¡± Com isso, as tr¨ºs cabecinhas se viraram em dire??o a Heitor e depois para Daniel. Daniel notou uma bandagem na testa de Iria. tinha se machucado. A menina era linda, a mais animada entre as crian?as. Daniel sentiu uma pontada de dor, uma sensa??o nova para ele. Pensando na raz?o do machucado de Iria, ele apertou os dentes de raiva. Com uma voz grave, ele ordenou a Bruno, que esperava dodo de fora: ¡°Entre e leve as crian?as para o carro.¡± Bruno entrou imediatamente dois seguran?as, indo direto para as crian?as. Isso assustou Olivia, que rapidamente se colocou na frente dos pequenos, dizendo apressadamente: ¡°J¨¢ est¨¢ tarde, as crian?as ainda n?o descansaram, n?o pode as deixar dormir em casa hoje e ir amanh?? Eu tamb¨¦m irei voc¨ºs amanh?.¡± Capitulo 526 Cap铆tulo 526 Cap¨ªtulo 526 ¡°Voc¨º sabe que eles n?o descansaram!¡± Daniel exva frieza, a press?o em torno dele eral palp¨¢vel. Seu rosto bonito estava tenso, e os olhos profundos, agu?ados, frios e perigosamente afiados. Olivia estava tensa, temendo que seus filhos fossem levados, Daniel nem mesmo a deixava v¨º¨Clos. respirava t?o r¨¢pido que parecia n?o conseguir pegar ar. tentou explicar: ¡°Eu pensei que as coisas terminariam rapidamente.¡± Se conseguisse fugir as crian?as, longe do olhar de Daniel, poderiam viver uma vidaum e feliz,o antes. Mas n?o sabia que o poder de Daniel era sufocante. A cidade inteira estava sob seu controle, at¨¦ mesmo a pol¨ªcia rodovi¨¢ria era parte de sua rede. havia fugido as crian?as por algumas horas, mas acabou sendo capturada por ele. Um brilho frio passou pelos olhos escuros de Daniel, e um sorriso frio surgiu em seus l¨¢bios: ¡°Voc¨º est¨¢ certa, as coisas terminariam.¡± Com isso, ele agarrou o bra?o de Olivia, puxando¨Ca para si uma ordem incontest¨¢vel: ¡°Levem as crian?as.¡± Bruno e os seguran?as avan?aram imediatamente para pegar as m?os das crian?as. s estavam assustadas e se esconderam atr¨¢s de Teresa. Copyright by N?v/elDrama.Org. Bruno e os seguran?as se aproximaram novamente. ¡°O que voc¨ºs est?o fazendo? N?o se aproximem.¡± Teresa estava em panico, mas sempre protegia as crian?as, estendendo os bra?os para impedir que se aproximassem. Essas eram as crian?as de Daniel, de alto status. Ele n?o podia usar m¨¦todos brutos, ent?o teve que se aproximar devagar, pedindo gentilmente que s sa¨ªssem. Bruno e os seguran?as deram mais um passo em dire??o ¨¤s crian?as. Teresa ficou na frente deles os pequenos. ¡°Hihi, eu adoro brincar de pega¨Cpega¡­¡± Iria riu uma gargalhada cristalina, pensando que era apenas um jogo. Daniel estava cada vez mais sombrio. Olivia interveio a tempo: ¡°M?e, leve as crian?as para fora eles.¡± Teresa olhou para Olivia, parecendo entender que tinha algo a dizer a Daniel, ent?o parou e voluntariamente levou as crian?as para fora. 1/2 16:36 Capitulo 526 Na casa, restaram apenas Olivia, Daniel e Sergio. O cora??o de Olivia estava em frangalhos. O que mais a preocupava era que Daniel n?o s¨® tirasse seus direitos de cust¨®dia, mas tamb¨¦m seus direitos de visita. se aproximou passos apressados e, tentando agradar, puxou leverente a manga de Daniel. Antes que pudesse fr, Daniel a olhou um olhar sombrio e afiado, e se virou para ir embora. Desesperada, Olivia correu atr¨¢s dele e o abra?ou por tr¨¢s: ¡°Voc¨º est¨¢ indo embora? Me leve voc¨º, as crian?as n?o podem ficar sem mim¡­¡± Daniel se virou, levantando o queixo d o dedo indicador, seu olhar profundo e gdo: ¡°¨¦ mesmo? Se eles podem ficar sem o pai, ent?o por que n?o podem ficar sem voc¨º? O pai deles morreu, foi suic¨ªdio ou afogamento, esre?a!¡± Olivia ficou chocada, piscando descontrdamente. Para encenar uma trag¨¦dia e pagar menos, fez que Jimena dissesse que o pai das crian?as havia morrido. Jimena simplesmente afirmou que ele estava morto. Na hora, n?o se lembrava se tinha dito que ele havia se jogado de um pr¨¦dio ou se afogado. Mais tarde, Iria participou do Concurso Gastron?mico, e o apresentador tamb¨¦m perguntou sobre o pai. disse que ele havia se jogado de um pr¨¦dio ou se afogado? Daniel estava l¨¢ naqu hora. Ele ainda se lembrava e agora estava confrontando¨Ca isso. ¡°Foi um mal¨Centendido. Naqu ¨¦poca, eu n?o sabia que voc¨º era o pai da crian?a, foi apenas um no tempor¨¢rio.¡± Olivia tentou se explicar. ¡°Voc¨º ¨¦ muito calculista. Bem, continue seus nos!¡± Os olhos de Daniel estavam afiados e frios. Depois dessas pvras, ele soltou o rosto d e se afastou. Olivia bloqueou seu caminho, desesperada: ¡°Para onde eu vou sem as crian?as?¡± Daniel olhou de rnce para Sergio, que estava aodo, segurando seu cora??o em agonia silenciosa, e disse uma voz profunda e cortante: ¡°Continue sua fuga,o voc¨º queria! Cap铆tulo 527 Cap¨ªtulo 527 Olivia agarrava o bra?o dele, fazendo¨Cse de dif¨ªcil, recusando¨Cse a soltar mesmo quando ele n?o a deixava panhar, desesperadamente tentava explicar: ¡°Eu juro que n?o estava nejando fugir com ele, ¨¦ tudo um mal¨Centendido.¡± ¡°Voc¨º acha que algu¨¦m vai acreditar no que voc¨º diz?¡± Daniel facilmente desvencilhou a m?o d que o segurava,n?ou¨Clhe um olhar g¨¦lido e saiu andando rapidamente. Ol¨ªvia, entre caminhar e correr, apressou¨Cse a segui¨Clo, temendo ser deixada para tr¨¢s. Desde que Daniel havia entrado na casa, S¨¦rgio permanecia parado ali, suportando a dor. Durante todo esse tempo, ningu¨¦m dirigiu a pvra a ele. Ele se sentiao um estranho, mas cada pvra que diziam era um golpe duro para ele. Eles haviam chegado pressa e partiram na mesma velocidade. S¨® restou S¨¦rgio parado l¨¢, o cora??o dcerado, sangrando. Ele sempre acreditou que Ol¨ªvia e Daniel haviam tido apenas uma noite de r??o h¨¢ cinco anos atr¨¢s e que, mesmoo chefe e subordinada, nunca foram muito pr¨®ximos. Acreditava que um simples t¨¦rmino seria suficiente para sair ileso da situa??o. Jamais imaginou que entre eles haveria quatro filhos. Os filhos eram o?o entre eles, e a separa??o parecia cada vez mais dif¨ªcil. O desejo de S¨¦rgio de ficar Ol¨ªvia erao alcan?ar as estrs. No p¨¢tio e dodo de fora, havia muitos carros, quase cercando todo o espa?o. Era uma verdadeira cena de grandeza. Dentre eles, havia um trailer. Daniel avan?ou, guiando os quatro pequenos em dire??o ao trailer.. Heitor se soltou de sua m?o, franzindo a testa, uma voz infantil disse: ¡°Eu quero que a mam?e me leve.¡± Ol¨ªvia rapidamente se adiantou para pegar a m?o de Heitor, consndo¨Co: ¡°Heitor, meu amor, mam?e est¨¢ aqui segurando sua m?o, a mam?e sempre estar¨¢ ao seudo.¡± se esfor?ou, pegou Heitor p m?o e entrou no trailer primeiro, fazendo sinal para Teresa se apressar. Teresa entendeu o olhar da filha e imediatamente abriu a porta do passageiro, entrando no ve¨ªculo. Daniel estava uma express?o sombria, mas n?o disse nada, levando os outros tr¨ºs filhos para o trailer. 1/2 16:36 Omaller era espa?osa oito assentos no total e as dois traseiros podiam ser abaixados As camas eram belliches espa?o tamb¨¦m na parte superior. Daniel sentou os tr¨¨s filhos na frente, enquanto Olivia e Heitor ficaram na fileira de tr¨¢s. Joel que parecia se sentir apertado, rastejou at¨¦ odo de Olivia. Com um sorriso doce no rosto, Olivia abra?ou os dois pequeninos e perguntou suavemente: ¡°Que tal deltar no colo da mam?e e tirar um cochilo? J¨¢ ¨¦ tarde, e voc¨ºs n?o dormiram multa Joel sacudia a cabe?a, seus olhos brilhantes e lucidos, bem acordados e sem sinal de sono: ¡°Mam?e, eu n?o estou sono, eu quero ficar voc¨º.¡± Eles haviam ansiado por esse momento o pai por muito tempo e finalmente tinham se encontrado e se reconhecido. Joel estava curioso, feliz, um pouco nervoso e ainda se adaptando. ¡°Tudo bem, mam?e vai ficar voc¨ºs.¡± Olivia disse gentilmente, acariciando o rosto macio de Joel Heitor repousava a cabe?a n, parecendo preocupado,o se tivesse algo em mente. Embora sempre tivesse desejado encontrar o pai e reconhec¨º¨Clo. Porque ele via outros pais amando muito suas m?es e filhos. Ele tamb¨¦m queria ser amado pelo pai e ter um pai que amasse sua m?e. Assim, a m?e n?o teria que trabalhar t?o duro todos os dias. Mas, nos ¨²ltimos tempos, sempre que a m?e se machucava, era por causa do pai, Agora que finalmente havia reconhecido o pai, Heitor n?o conseguiu se animar.Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Capit 528 Cap铆tulo 528 Cap¨ªtulo 528 Olivia entendia a personalidade de cada crian?a. Heitor, embora quieto na maior parte do tempo, era um garotinho amoroso e respons¨¢vel Naquele momento, sua cabe?a pendia sem for?as sobre , ramente abatido. Olivia acariciou seu rosto macio e infantil em silencioso conforto. Depois, aconchegou¨Co em seu colo, arrumando¨Co para que descansasse sobre , enquanto o outro bra?o abra?ava Joel, deixando¨Co apoiar¨Cse n para um breve repouso. Naquele instante, Olivia irradiava uma suavidade maternal e um amor aquecedor. This belongs to N?velDrama.Org. A frente, Iria era um doce de menina que j¨¢ lutava contra o sono, recostada na perna de Daniel dormia babando. In¨ºs, inicialmente medo, tamb¨¦m sucumbiu ao sono e adormeceu na outra perna de Daniel. Daniel abaixou seu olhar para as duas pequenas adormecidas em seu colo. Uma ds tinha cabelos curtos e c¨ªlios longos, seu nariz e olhos se pareciam muito os de Olivia. A outra, Daniel sabia, chamava¨Cse Iria. Era uma garotinha rechonchuda, bochechas redondas e ador¨¢veis. descansava dedo sobre a perna dele, seu rostinho redondo e fofo ligeiramente deformado pelo peso, suas bochechas macias espremidas, a boca rosada e inchada. Parecia um docinho de coco, t?o fofa e encantadora que derretia os cora??es. Mas naquele rosto ador¨¢vel havia uma bandagem, uma ferida! Os olhos escuros de Daniel se estreitaram. Apesar de sua habitual obsess?o p limpeza, ele n?o se importou a saliva da pequena garota em suas imacdas cal?as pretas. Em vez disso, delicadeza, ajustou o rosto da pequena para que a posi??o n?o pressionasse a ferida. Bruno era quem dirigia aten??o, e Teresa, sentada aodo, mantinha¨Cse t?o quieta que nem ousava respirar. A presen?a de Daniel era imponente, e , tendo vendido o pingente dele por conta pr¨®pria e sido enganada ao perder tr¨ºs milh?es, sentia¨Cse demasiadamente insegura para se fazer notar. Mais de uma hora depois, o carro estacionou na Vi Serenidade. Capitulo 320 A luzes da Vi Serenidade brilhavam intensamente,o se fosse dia. Parecia que estavam ¨¤ espera deles. Olivia imaginou que Daniel devia ter avisado F¨¢bio para que preparasse tudo para receb¨º¨Clos. Quando o carro parou, as quatro crian?as ainda dormiam. Daniel pegou Iria e In¨ºs, uma em cada bra?o, e as levou para fora do carro facilidade. Ele instruiu Bruno: ¡°V¨¢ e carregue os outros dois.¡± Bruno apressou¨Cse para dentro do carro, pronto para carregar os dois meninos que dormiam no colo de Olivia. n?o queria entregar as crian?as a ele, mas diante da situa??o, resistir s¨® acordar¨ªa as crian?as, sem nenhum efeito pr¨¢tico. Para n?o perturbar o sono dos pequenos, cborou e entregou Joel e Heitor a Bruno. Eles haviam panhado correndo para l¨¢ e para c¨¢ p maior parte da noite, quase amanhecendo, finalmente adormeceram e n?o tinha coragem de despert¨¢¨Clos. Bruno carregou Joel e Heitor em dire??o ¨¤ Vi Serenidade. Olivia saiu do carro o mais r¨¢pido que p?de e correu atr¨¢s deles. Quando estava prestes a entrar no port?o da Vi Serenidade, foi barrada por dois seguran?as. Desesperada, Olivia olhou para as costas de Daniel e implorou: ¡°Daniel, me deixe entrar. Se as crian?as acordarem e n?o me virem, ficar?o tristes!¡± ¡°Daqui para frente, voc¨º n?o ver¨¢ mais as crian?as! Dez milh?es para cortar o?o materno eles. Nada mais, nada menos.¡± As pvras frias e imc¨¢veis de Daniel chegaram at¨¦ . O cora??o de Olivia se contraiu de repente, uma dor sufocante. Cap铆tulo 529 Cap¨ªtulo 529 Daniel se recusou a deix¨¢ ver as crian?as. O que significava pagar um bilh?o para cortar os?os de m?e e filho? ¡°Daniel, eu n?o quero o seu dinheiro. Mesmo que voc¨º n?o permita que eu viva eles, quando eu sentir saudades, eu posso v¨º¨Clos?¡± As m?os de Olivia tremiam ligeiramente, e o cora??o apertado p ang¨²stia dificultava a respira??o. lutava todas as for?as pelos seus direitos. O que mais temia era Daniel levando os filhos embora e nem deixando v¨º¨Clos. E o resultado acabou sendo exatamenteo temia. Daniel pausou por um instante,n?ando¨Clhe um olhar g¨¦lido e prante, que parecia atravess¨¢ como gelo. Ele s¨® a olhou uma vez e, em seguida, carregou Iria e In¨ºs nos bra?os e se foi. ¡°Voc¨º nem gosta de crian?as, por que est¨¢ levando todas s? Para voc¨º, eles s?o dispens¨¢veis, mas para mim, s?o tudo que eu tenho!¡± A respira??o de Olivia era ofegante e desesperada enquanto gritava para as costas de Daniel. Os quatro filhos se afastavam cada vez mais, at¨¦ desaparecerem de sua vista. Olivia sentia os olhos ardendo e as l¨¢grimas girando, mordia o l¨¢bio tentando aguentar, para n?o desabar em choro. Seus preciosos, o amor da sua vida, a raz?o do seu esfor?o e o centro de sua exist¨ºncia, tudo estava sendo levado embora naquele momento. Seu mundo parecia ter mergulhado na escurid?o instantaneamente. Desamparada, angustiada e totalmente impotente. F¨¢bio estava sempre respeitoso e cuidadoso na porta, observou Daniel e Bruno carregando duas crian?as cada um para dentro da casa, levando¨Cos para o andar de cima. F¨¢bio ficou confuso,o poderia o Sr. Daniel estar trazendo crian?as de quatro anos para casa? O que estava acontecendo afinal? Vendo os seguran?as impedindo Olivia de entrar, e a dor contida em seu semnte, F¨¢bio se aproximou e aconselhou gentilmente: ¡°Srta. Souza, j¨¢ est¨¢ tarde. Seria melhor voltar para descansar.¡± Embora F¨¢bio n?o soubesse o que tinha acontecido, o fato dos seguran?as barrarem Olivia indicava que era desejo de Daniel. ficar aqui remando n?o mudaria nada. 16:37 Capitulo 529 Olivia, segurando as l¨¢grimas, disse a F¨¢bio: ¡°Os quatro filhos que o Sr. Daniel e o assistente Bruno acabaram de levar para dentro s?o os filhos biol¨®gicos do Sr. Daniel e tamb¨¦m s?o meus filhos. Por favor, F¨¢bio, cuide bem deles.¡± temia que Daniel negligenciasse as crian?as, temia que eles fossem maltratados. Embora Daniel tivesse condi??es milhares de vezes melhores do que , e as crian?as pudessem morar em uma casa grande eer coisas deliciosas aqu¨ª, o amor ¨¦ algo que nada pode substituir. Daniel j¨¢ n?o gostava de crian?as, e levar seus quatro filhos era tanto uma afirma??o de que eles tinham o seu sangue e n?o poderiam ser deixados para tr¨¢s, quanto um castigo para . Porque era filha de Gabriel Dias. Como ele poderia ter paci¨ºncia as crian?as,o poderia trat¨¢s bem nessa situa??o? Olivia temia que, apesar das condi??es abastadas, seus filhos sofressem a pobreza de amor. F¨¢bio ficou estupefato, a boca aberta, sem conseguir dizer uma pvra. Os quatro filhos eram do Sr. Daniel? Eles j¨¢ eram t?o crescidos? Quatro? Sempre pensou que o Sr. Daniel fosse um solteir?o eterno, sem interesse algum em ter filhos ou formar uma fam¨ªlia. E agora, Daniel tinha filhos, e pelo visto, mais de quatro anos de idade. E logo quatro de uma vez! E todos a Srta. Souza. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. F¨¢bio estavapletamente surpreso a not¨ªcia. ¡°F¨¢bio¡­¡± Olivia chamou, percebendo que ele estava em sil¨ºncio. F¨¢bio rapidamente se recuperou e disse, ansioso e emocionado: ¡°Fique tranqu, Srta. Souza. Se s?o filhos do Sr. Daniel, s?o os pequenos donos da Vi Serenidade, e n¨®s cuidaremos deles todo o carinho e dedica??o.¡± Cap铆tulo 530 Cap¨ªtulo 529 Daniel se recusou a deix¨¢ ver as crian?as. O que significava pagar um bilh?o para cortar os?os de m?e e filho? ¡°Daniel, eu n?o quero o seu dinheiro. Mesmo que voc¨º n?o permita que eu viva eles, quando eu sentir saudades, eu posso v¨º¨Clos?¡± As m?os de Olivia tremiam ligeiramente, e o cora??o apertado p ang¨²stia dificultava a respira??o. lutava todas as for?as pelos seus direitos. O que mais temia era Daniel levando os filhos embora e nem deixando v¨º¨Clos. E o resultado acabou sendo exatamenteo temia. Daniel pausou por um instante,n?ando¨Clhe um olhar g¨¦lido e prante, que parecia atravess¨¢ como gelo. Ele s¨® a olhou uma vez e, em seguida, carregou Iria e In¨ºs nos bra?os e se foi. ¡°Voc¨º nem gosta de crian?as, por que est¨¢ levando todas s? Para voc¨º, eles s?o dispens¨¢veis, mas para mim, s?o tudo que eu tenho!¡± A respira??o de Olivia era ofegante e desesperada enquanto gritava para as costas de Daniel. Os quatro filhos se afastavam cada vez mais, at¨¦ desaparecerem de sua vista. Olivia sentia os olhos ardendo e as l¨¢grimas girando, mordia o l¨¢bio tentando aguentar, para n?o desabar em choro. Seus preciosos, o amor da sua vida, a raz?o do seu esfor?o e o centro de sua exist¨ºncia, tudo estava sendo levado embora naquele momento. Seu mundo parecia ter mergulhado na escurid?o instantaneamente. Desamparada, angustiada e totalmente impotente. F¨¢bio estava sempre respeitoso e cuidadoso na porta, observou Daniel e Bruno carregando duas crian?as cada um para dentro da casa, levando¨Cos para o andar de cima. F¨¢bio ficou confuso,o poderia o Sr. Daniel estar trazendo crian?as de quatro anos para casa? O que estava acontecendo afinal? Vendo os seguran?as impedindo Olivia de entrar, e a dor contida em seu semnte, F¨¢bio se aproximou e aconselhou gentilmente: ¡°Srta. Souza, j¨¢ est¨¢ tarde. Seria melhor voltar para descansar.¡± Embora F¨¢bio n?o soubesse o que tinha acontecido, o fato dos seguran?as barrarem Olivia indicava que era desejo de Daniel. ficar aqui remando n?o mudaria nada. 16:37 Capitulo 529 Olivia, segurando as l¨¢grimas, disse a F¨¢bio: ¡°Os quatro filhos que o Sr. Daniel e o assistente Bruno acabaram de levar para dentro s?o os filhos biol¨®gicos do Sr. Daniel e tamb¨¦m s?o meus filhos. Por favor, F¨¢bio, cuide bem deles.¡± temia que Daniel negligenciasse as crian?as, temia que eles fossem maltratados. Embora Daniel tivesse condi??es milhares de vezes melhores do que , e as crian?as pudessem morar em uma casa grande eer coisas deliciosas aqu¨ª, o amor ¨¦ algo que nada pode substituir. Daniel j¨¢ n?o gostava de crian?as, e levar seus quatro filhos era tanto uma afirma??o de que eles tinham o seu sangue e n?o poderiam ser deixados para tr¨¢s, quanto um castigo para . Porque era filha de Gabriel Dias. Belongs to (N)?vel/Drama.Org. Como ele poderia ter paci¨ºncia as crian?as,o poderia trat¨¢s bem nessa situa??o? Olivia temia que, apesar das condi??es abastadas, seus filhos sofressem a pobreza de amor. F¨¢bio ficou estupefato, a boca aberta, sem conseguir dizer uma pvra. Os quatro filhos eram do Sr. Daniel? Eles j¨¢ eram t?o crescidos? Quatro? Sempre pensou que o Sr. Daniel fosse um solteir?o eterno, sem interesse algum em ter filhos ou formar uma fam¨ªlia. E agora, Daniel tinha filhos, e pelo visto, mais de quatro anos de idade. E logo quatro de uma vez! E todos a Srta. Souza. F¨¢bio estavapletamente surpreso a not¨ªcia. ¡°F¨¢bio¡­¡± Olivia chamou, percebendo que ele estava em sil¨ºncio. F¨¢bio rapidamente se recuperou e disse, ansioso e emocionado: ¡°Fique tranqu, Srta. Souza. Se s?o filhos do Sr. Daniel, s?o os pequenos donos da Vi Serenidade, e n¨®s cuidaremos deles todo o carinho e dedica??o.¡± Cap铆tulo 531 Cap¨ªtulo 531 Teresa ficou paralisada de repente,o se algo em seu cora??o tivesse sido atingido. pretendia descontar sua raiva em Olivia, mas desmoronou ee?ou a chorar: ¡°Voc¨º n?o vai acabar igual a mim, n?o ¨¦! Olivia, a m?e te pede desculpas, por ter te deixado crescer sem pai.¡± A men??o da pvra ¡°pai¡± provocou uma onda de ressentimento no cora??o de Olivia,o uma inunda??o de emo??es. L¨¢grimas caiam em sua m?o.Se n?o fosse por Gabriel, n?o estaria nessa situa??o t?o triste. Mas de que adiantava fr isso agora? se inclinou e abra?ou Teresa de uma vez. N?o era hora de se culparem mutuamente, era momento de uni?o, de buscar solu??es. ¡°M?e, vai ficar tudo bem, vamos encontrar uma sa¨ªda¡°, Olivia consva Teresa, tentando tamb¨¦m refor?ar a pr¨®pria confian?a. Era uma situa??o sem sa¨ªda, mas acreditava que haveria uma solu??o. No fundo, Teresa sabia que Olivia estava tentando consol¨¢, mas o que mais poderiam fazer? Culpar sua filha n?o melhoraria a situa??o. ¡°¨¦ tudo culpa minha, se eu n?o tivesse vendido o pingente, talvez o Daniel n?o teria sido t?o impiedoso.¡± Teresa enxugou suas l¨¢grimas, repreendendo¨Cse. Olivia ficou um pouco surpresa, Teresa era de uma personalidade forte, direta e l¨ªngua afiada. Desde que se lembrava, Teresa nunca havia fdo em auto¨Crepreens?o. Mesmo sabendo que havia errado, sempre procurava desculpas para ocultar seus defeitos ou apontava os erros dos outros para esconder os seus. Desta vez, no assunto de seus filhos, havia expressado culpa. Isso dava a entender o quanto seus filhos pesavam em seu cora??o. Mas Olivia sabia que, mesmo que Teresa n?o tivesse vendido o pingente, o resultado seria o mesmo. Porque Daniel a odiava e n?o hesitaria em fazer qualquer coisa para atorment¨¢. Levar os filhos era o maior castigo para . Como ele poderia perder essa oportunidade? ¡°Est¨¢ tudo bem, m?e, n?o precisa se culpar tanto. Eu vou encontrar uma solu??o, vou resolver tudo. J¨¢ est¨¢ tarde, vamos descansar.¡± acariciou as costas de Teresa em um gesto de conforto. Capitulo 531 Teresa enxugou as l¨¢grimas: ¡°Est¨¢ bem, voc¨º tamb¨¦m deveria descansar.¡± Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Olivia deitou¨Cse na cama, os len?¨®is ainda estavam do mesmo jeito, todos impregnados o cheiro de leite dos seus filhos. respirou fundo, sentindo o aroma quente e suave que derretia o cora??o. Mas os pequenos que sempre estavam ao seu redor, chamando¨Ca de m?e, n?o estavam ali. Olivia n?o conseguia se acalmar de jeito nenhum. Embora seu corpo estivesse exausto e estivesse muito cansada, simplesmente n?o conseguia dormir. Virava de umdo para o outro e o dia amanheceu. Na Vi Serenidade, Daniel estava dormindo profundamente quando algo se sentou em seu rosto, bloqueando seu nariz, sufocando¨Co. Daniel, sempre alerta, abriu os olhos de repente, pronto para jogar para longe o ser que estava em cima dele. O toque e o cheiro no seu rosto, a criatura macia e fofa exva um cheiro de leite, e seu pequeno traseiro ¡°pva¡± em seu rosto algumas vezes. Uma voz suave e infantil soou: ¡°Pregui?oso, o sol j¨¢ est¨¢ esquentando.¡± Daniel irritado, prestes a se enfurecer, de repente lembrou que agora era pai de quatro crian?as. Era um pai agora. Cap铆tulo 532 Cap¨ªtulo 532 Na noite passada, ele era um homem solteiro sem filhos, e agora, de repente, se tornou o pal de quatro crian?as. Ele pr¨®prio mal conseguia se adaptar ¨¤ ideia. Enquanto se distra¨ªa por aqueles breves segundos, suas pernas foram abra?adas por dois pequenos rechonchudos, e outro pulou em sua barriga duas vezes, exmando: ¡°Acorda, acorda, onde est¨¢ a nossa m?e?¡± Daniel mal podia respirar o peso sobre seu rosto; aguentava o f?lego enquanto seu est¨®mago recebia mais dois golpes, emitindo um grunhido abafado. Estendeu os bra?os e pegou o pequenino que estava sobre ele. A crian?a tinha bochechas macias e era t?o fr¨¢gil que parecia que poderia quebr¨¢ um aperto mais forte. Automaticamente, Daniel suavizou o aperto e, ao tirar o pesinho de cima de si, percebeu que era Iria. A cabecinha d inclinou¨Cse para frente,o se fosse cair. Imediatamente, Daniel lembrou¨Cse de que Iria tinha machucado a testa e, mesmo caindo na maciez da cama, seria doloroso se batesse de frente. Rapidamente, ele segurou o tecido das costas d e a odou sentada na cama. Sentou¨Cse e franzindo a testa desagrado, encarou Joel, que estava sentado em seu abd?men: ¡°Que alvoro?o ¨¦ esse logo cedo?¡± Joel, ao encontrar o olhar autorit¨¢rio, sentiu um medo instintivo, mas a preocupa??o de n?o ver a m?e e a av¨® ao acordar superou seu temor. Com os olhinhos pretos e inocentes, ele disse: ¡°Queremos nossa m?e, onde est¨¢? E a vov¨®, onde foi?¡± ¡°¨¦, queremos a m?e, queremos a vov¨®.¡± Iria concordou bn?ando a cabe?a vigorosamente, sua vozinha doce. In¨ºs, que tamb¨¦m tinha agarrado as pernas de Daniel, falou tristeza: ¡°Quero a vov¨®, quero a m?e, n?o quero ficar aqui, hmm¡­¡± Heitor, parado aodo de Daniel, tamb¨¦m se manifestou: ¡°Onde est¨¢ nossa m?e? Devolva para n¨®s.¡± Daniele?ou a sentir uma dor de cabe?a e, tentando ser paciente, disse: ¡°De agora em diante, v?o morar aqui, e a pvra ¡®m?e¡®, o tempo, voc¨ºs v?o acabar esquecendo.¡± Os pequeninos se entreolharam imediatamente. Embora fossem jovens, tinham uma boapreens?o. 1/2 Capitulo 532 Rapidamente entenderam o que ele queria dizer: n?o veriam mais a m?e, Iria imediatamentee?ou a chorar medo: ¡°N?o, eu n?o quero esquecer minha m?e, eu quero minha m?e, bua¡­¡± ¡°M?e, quero a m?e.¡± In¨ºs murmurou, l¨¢bios tr¨¦mulos,e?ando a chorar. Joel apertou os l¨¢bios, seus olhos cheios de m¨¢goa olhavam para Daniel, e as l¨¢grimas giravam em seus olhinhos negros enquanto seu corpo pequeno tremia a respira??o ofegante. Heitor se revoltou ainda mais, enfrentando Daniel o pesco?o esticado: ¡°N?o queremos voc¨º, queremos nossa m?e! N¨®s n?o vamos esquecer nossa m?e!¡± ¡°N?o esquecer.¡± Iria solu?ou. ¡°M?e¡­¡± In¨ºs disse medo, fr¨¢gil e desamparada. ¡°Devolva nossa m?e.¡± Joel chorou ainda mais. Daniel nunca havia lidado crian?as, muito menos quatro de uma vez. Cada um chorando na sua frente. This belongs to N?velDrama.Org. Suas t¨ºmporas pulsavam. Irrita??o e frustra??o se acumvam, prestes a explodir. Seu olhar passou pelos rostos rechonchudos e infantis dos pequenos. Ele se lembrou de se acalmar, eram seus filhos afinal. Apenas crian?as. Sua voz suavizou enquanto tentava acalm¨¢¨Clos: ¡°Quem parar de chorar primeiro, ganha o que mais gosta.¡± 11 ¡­ ¡± Ningu¨¦m lhe deu aten??o, continuaram a choraro antes. Daniel mordeu a parte interna da bochecha, nunca ningu¨¦m havia ignorado suas pvras. Essas criaturinhas que mal chegavam ¨¤ altura de suas pernas ousavam! Ele respirou fundo e continuou: ¡°Iria, sei que voc¨º adoraer, n?o ¨¦? Se voc¨º parar de chorar, vou comprar o que voc¨º quiser.¡± Iria conteve as l¨¢grimas, seus olhos brilhantes e molhados olharam para ele um ar suplicante: ¡°S¨¦rio mesmo?¡± ¡°ro que sim.¡± Daniel respondeu. Cap铆tulo 533 Cap¨ªtulo 533 ¡°Iria queria um sorvete.¡± fungou o nariz. ¡°ro.¡± Daniel concordou. ¡°¨®timo!¡± Iria se animou. ¡°E a irm?zinha In¨ºs, o que gosta?¡± Ap¨®s uma pausa sem choro, Daniele?ou a explorar os interesses de cada crian?a. Uma vez que se conhece os gostos, tudo fica mais f¨¢cil. ¡°In¨ºs gosta de antiguidades.¡± Iria levantou a m?ozinha rechonchuda e enxugou as l¨¢grimas do rosto. Daniel olhou para In¨ºs, que ainda choramingava, e disse: ¡°Temos um armaz¨¦m de antiguidades aqui atr¨¢s, v¨¢rias pe?as de poa antiga. Pode escolher o que quiser.¡± In¨ºs rapidamente esqueceu de chorar e seus olhinhos infantis brilharam, ¨²midos de l¨¢grimas. Daniel ent?o perguntou a Iria: ¡°E o irm?o Joel, o que ele gosta?¡± ¡°Ah, ele gosta da mam?e¡­¡± ¡°Al¨¦m da mam?e.¡± ¡°Gosta de conversar.¡± Iria sabia que Joel era o mais ativo, abordava qualquer um para conversar sem parar e at¨¦ podia fazer algu¨¦m chorar tanta conversa. Que tipo de gosto era esse? Daniel ficou confuso, mas rapidamente pensou numa solu??o e disse a Joel: ¡°Se parar de chorar, eu arranjo dez pessoas pra voc¨º conversar. ¡°Eu n?o quero dez pessoas, eu s¨® quero minha m?e.¡± Joel chorava tanto vigor que seu corpo todo tremia. Daniel respirou fundo e perguntou novamente a Iria, agora sobre Heitor. Iria disse: ¡°Um tablet.¡± Um tablet? Daniel lembrou¨Cse do tablet que encontrara na casa alugada na Comunidade Lej¨¢, aquele que foi usado para desviar um bilh?o do Grupo Griera. Seu olhar tornou¨Cse profundo e desconfiado ao encarar Heitor: ¡°O que voc¨º gosta de fazer o tablet?¡± ¡°Jogar!¡± Heitor respondeu bufando, ramente emburrado. Daniel rxou o olhar, ¨¦ ro, o que mais um garoto de quatro anos faria, sen?o jogar? Ele n?o seria um hacker. 1/2 16:40 Capitulo 533 Quanto ¨¤quele bilh?o, quem teria hackeado o Grupo Griera por Olivia, ele iria descobrir. ¡°Vou teprar um tablet, e voc¨º joga o que quiser,¡± Daniel ofereceu a tenta??o.N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Conhecendo as necessidades deles, tudo se resolver¨ªa. ¡°Ah, eu n?o quero!¡± Heitor resmungou desd¨¦m e, virando¨Cse, deixou o quarto passos pequenos e decididos. Daniel n?o o seguiu, deixou que ele fosse. O importante era que n?o chorasse na sua frente. Daniel se levantou e ordenou a F¨¢bio: ¡°Cuide para que tomem caf¨¦ da manh?, e depois leve¨Cos ao melhor jardim de infancia.¡± Aodo da mesa, apenas Ir¨ªa, In¨¦s e Joel estavam sentados. Heitor ainda estava zangado, trancado no quarto, recusando¨Cse a sa¨ªr. Ele pretendia sair sozinho para procurar a m?e, mas foi barrado pelos seguran?as na porta. Heitor sempre teve suas pr¨®prias ideias e um temperamento forte e austero. N?o era de fazer concess?es facilmente. Daniel decidiu deixar os tr¨ºs outroserem e n?o se preocupar Heitor por enquanto. Os outros tr¨¦s continuavam sentados, olhando uns para os outros. Daniel levou a m?o ¨¤ testa, sentindo uma dor de cabe?a se formar. Olivia, por outrodo, remexia¨Cse inquieta desde as nove da manh? e ainda n?o tinha conseguido dormir. Decidida, se levantou, trocou de roupa, fez sua higiene matinal e partiu para a Vi Serenidade. As poucas horas sem os filhos pareciam s¨¦culos de t?o longas. n?o podia mais esperar, precisava ver as crian?as. Eles tinham um rel¨®gio biol¨®gico muito preciso, acordando todos os dias ¨¤s oito. se perguntavao estar¨ªam se adaptando na Vi Serenidade e se sentiam saudades d. Cap铆tulo 534 Capitulo 534 Olivia pegou um taxi e chegou ¨¤ Vi Serenidade. Havia guardas na porta do jardim, dois seguran?as e dois guarda¨Ccostas. pretendia entraro sempre fazia, caminhando diretamente para dentro e tentando parecer tranqu,o se tivesse a liberdade de ir e vir. Ao chegar na entrada, um dos seguran?as a barrou. ¡°Voc¨º n?o pode entrar.¡± Olivia parou, ergueu o queixo e disse autoridade fingida: ¡°Voc¨º sabe quem eu sou? Sou amiga do Sr. Daniel, sempre entrei e sa¨ª sem problemas. Se o Sr. Daniel souber que voc¨º me barrou, ele vai ficar irritado.¡± ¡°Srta. Souza, pe?o desculpas, mas o Sr. Daniel ordenou que voc¨º n?o pode entrar¡°, o seguran?a respondeu um tom educado e respeitoso. A postura imponente de Olivia desmoronou na hora. percebeu que o seguran?a sabia quem era e que n?o conseguiria engan¨¢¨Clo. Mas estava t?o ansiosa para ver as crian?as. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. ¡°Eu entendo, n?o quero causar problemas para voc¨ºs, todos t¨ºm suas dificuldades. Mas realmente tenho um assunto urgente para tratar. Que tal voc¨ºs irem me avisar? Eu espero aqui. E se, por acaso, o Sr. Daniel estiver disposto a me ver hoje?¡± Olivia tentou negociar uma express?o triste, pedindo com sinceridade.. O seguran?a hesitou. Olivia olhou para ele uma express?o triste. O seguran?a,ovido apreens?o d sobre sua situa??o dif¨ªcil, decidiu ajudar e pediu que esperasse. Na s de estar da Vi Serenidade, aodo da mesa de jantar, tr¨ºs pequeninos estavam sentados juntos, uma variedade de del¨ªcias ¨¤ frente. Iria, embora ¨¢gua na boca, n?oia, assim como seus irm?os. estava determinada a se manter firme aodo deles desta vez. Joel inchou as bochechas, seus olhos amendoados e infantis brilhavam desafio enquanto encaravam Daniel do outrodo da mesa. In¨ºs olhava para baixo,n?ando olhares t¨ªmidos e espor¨¢dicos em dire??o a Daniel. Daniel, uma express?o s¨¦ria, fixou seu olhar profundo nos tr¨ºs pequenos rebeldes ¨¤ sua frente. O ar entre eles estava silencioso e tenso, uma batalha silenciosa estava sendo travada. 16:40 Dantel n?o entendia. Eles Unham acabado de concordar que.5866 MAY obedeceriam Eles Inham acabado de descer as escadas obedientes, mas wydaw quanto antes. Os pequenos tinham estatura balza e apar¨ºncia meiga, mas VANDLAGALASKA decididas a desalia to at¨¦ o lim. E tinha ainda outro que se escondeu no quarto e se TACUS#78 8 SAX!) Daniel acreditava que lidar quatro crian?as seria f¨¢cil, apenas ON SIIS OLD SH fraquezas. Mas isso estava provando ser mais dificil do que fechar um neg¨®cio d fabio, parado aodo, n?o parava de enzugar o suor. Era a primeira vez que via algu¨¦m desafiar o Sr. Daniel, E essa situa??o de impasse, onde ningu¨¦m queria ceder, era uma novidade de casse Sem saber o que fazer, F¨¢bio estava perdido, Foi ent?o que o seguran?a entrou, rtando respeito e nervosismo, quebrando o sletco da mesa de jantar. ¡°Sr. Daniel, a Srta. Souza est¨¢ l¨¢ fora e quer v¨º¨Clo.* ¡°Mam?e chegou!¡± Joel exmou, seus olhos brilhando. O rosto que estava inchado de ra?a se iluminou um sorriso, e ele desceu correndo da mesa. Os outros dois pequenos tamb¨¦m sa¨ªram de suas cadeiras e seguiram Joel em disparata. Quando chegaram ¨¤ porta, foram barrados pelos guarda¨Ccostas. ¡°Saiam da frente, queremos ver nossa m?e!¡± Joel disse, colocando as m?os te ontura e olhando desafiadoramente para os guarda¨Ccostas. ¡°Queremos ver a mam?e!¡± In¨¦s fez bico, olhando para cima para os dois homens atos e fortes. suas bochechinhas de beb¨º estufadas, uma vis?o adoravelmente temosa Cap铆tulo 535 Capitulo 535 *Tios, eu divido aida gostosa voc¨ºs, podem nos deixar sair, por favor?¡± Iria olhava seus grandes olhos brilhantes de l¨¢grimas, uma imagem tanto fofa quantostim¨¢vet. Os dois seguran?as n?o queriam iodar uma crian?a de quatro anos, mas sem uma ordem de Daniel, eles definitivamente n?o tomariam a iniciativa, Com o rosto ainda imerso em uma express?o profissionalmente neutra, eles se postavamo duas ¨¢rvores na porta, barrando a passagem. No quarto, Heitor ouviu Joel e os outros chamando p m?e e pensou que tinha chegado. Ele abriu a porta, ansioso e empolgado, mas em vez de encontrar sua m?e, viu seus irm?os sendo impedidos pelos seguran?as de sair. Heitor era esperto e rapidamente entendeu o que estava acontecendo. Ele caminhou decidido at¨¦ Daniel, seu rostinho calmo e ador¨¢vel, ee?ou a negociar: ¡°O que voc¨º quer em troca para nos deixar ver nossa m?e?¡± O garotinho ousava usar as t¨¢ticas que usavam para persuadir uns aos outros em uma negocia??o com ele. Era um contra¨Cataque? Esse menino era muito parecido ele. At¨¦ a personalidade era quase id¨ºntica. Os olhos profundos de Daniel o observavam, e ele arqueou uma sobrancelha: ¡°Voc¨º ¨¦ apenas uma crian?a de quatro anos, o que pode oferecer? Somente aqueles que s?o suficientemente poderosos t¨ºm o direito de negociar, entende? ¨¦o se voc¨º quisesse um tablet, eu posso te dar o melhor, dez, cem, quantos quiser. Basta voc¨º seportar e parar de fazer birra.¡± Heitor, frustrado, seu pequeno peito subindo e descendo, encarou Daniel seus olhos firmes e infantilmente s¨¦rios: ¡°Eu n?o quero seu tablet. Voc¨º pode nos devolver a mam?e, por favor?¡± Daniel hesitou por um momento aquele olhar surpreso. Um tablet se tornou a moeda de troca nas negocia??es ele? Esse menino estava tentando ganhar algo sem dar nada em troca? Logo depois, um sorriso se formou nos cantos de sua boca: ¡°Se voc¨ºs v?o ver sua m?e ou n?o, depende doportamento de voc¨ºs.¡± Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. ¡°Como assim seportar?¡± Heitor, vendo uma esperan?a, perguntou apressadamente. Danieln?ou um olhar significativo para aida na mesa: ¡°Comecemendo.¡± Heitor rapidamente voltou para a mesa ee?ou aer vorazmente. 1/2 Capituls 535 Vendo o irm?oer, os outros tr¨¨s pequenos tamb¨¦m voltaram ee?aram aer bem direitinho. Eles sabiam que, seessem bem e seportassem, o pal os deixaria ver a m?e. Daniel observava os quatro pequenos, suas bochechas rechonchudas,endo vontade. Ele sorria levemente. Ser pai n?o era t?o dif¨ªcil, contanto que se usasse o m¨¦todo certo, n?o havia preocupa??o de que as crian?as n?oessem. Daniel sentia uma sensa??o de realiza??o p primeira vez. Era uma sensa??o diferente da conquista m¨¢ria no mundo dos neg¨®cios. Quanto a dinheiro e projetos, Daniel j¨¢ estava insens¨ªvel h¨¢ muito tempo. Com as crian?as, ele s¨® tinha feito uma pequena coisa, fazendo¨Caser, mas aqu sensa??o de realiza??o era mais satisfat¨®ria do que ganhar bilh?es. Daniel pegou os talheres ee?ou aer o caf¨¦ da manh? elegancia. F¨¢bio notou que o clima tenso de antes tinha mudado subitamente para harmonia. F¨¢bio tamb¨¦m respirou aliviado. ¡°Terminei!¡± Heitor foi o primeiro a acabar, empurrando a tig vazia para frente, sinalizando que realmente tinha terminado e n?o estava mentindo. ¡°Agora posso ver a m?e?¡± Heitor esperava. ¡°Eu tamb¨¦m terminei, quero ver a m?e.¡± Joel engolia aida esfor?o, a boca cheia de arroz, esticou a tig para que Daniel pudesse ver, fndo de maneira inintelig¨ªvel. ¡°Eu, eu tamb¨¦m terminei, m?e, eu quero tanto ver a m?e¡­¡± Iria, suas m?ozinhas gorduchas, tentava enfiar maisida na boca cheia, sem espa?o at¨¦ para fr, e quando tentava dizer uma pvra, gr?os de arroz voavam para fora. ¡°Eu tamb¨¦m, acabei deer, vou procurar a m?e.¡± In¨ºs colocou a tig para odo, sem esperar por uma confirma??o de Daniel, pulou da cadeira e correu para fora. Os outros tr¨ºs tamb¨¦m n?o perderam tempo e correram para a porta. Capitulo 536 Cap铆tulo 536 Cap¨ªtulo 536 Os pequenos estavam abra?ados ¨¤ ideia de ver a m?e em breve, seus cora??es palpitavam de alegria e excita??o. Corriam para fora passos ¨¢geis e velozes. Ao chegar ¨¤ porta, dois vultos escuroso paredes de carne bloquearam o caminho. This belongs to N?velDrama.Org. In¨ºs, que corria na frente, n?o conseguiu parar a tempo e bateu contra as pernas do seguran?a, que a segurou a tempo, amenizando o impacto para que n?o caisse. Os tr¨ºs outros pimpolhos que vinham atr¨¢s tamb¨¦m sen?aram para frente, e os quatro pequenos se embram num monte s¨®. Por pouco, n?o cairam, mas os dois guarda¨Ccostas, fortes e altos, seguraram dois cada, impedindo que ca¨ªssem ¡°Soltem¨Cme, nossa m?e est¨¢ l¨¢ fora nos esperando. ficar¨¢ triste se esperar muito.¡± Joel se debatia nas m?os do seguran?a, sua vozinha infantil transbordando saudade e preocupa??o. Os seguran?as n?o soltaram,n?ando um olhar de consulta para Daniel, que estava dentro da casa. Sem um sinal de Daniel, eles n?o se atreveriam a deix¨¢¨Clos passar. Heitor franzia a testa em sinal de preocupa??o, assimo os seguran?as, olhava para Daniel ¨¤ espera de uma resposta. Daniel, um olhar escuro e profundo, estava prestes a fr. Nesse momento, o celr tocou. Era Velho Sr. Griera. Ele atendeu. Assim que a chamadae?ou, a voz profunda e contida de irrita??o de Velho Sr. Griera soou: ¡°Daniel, os tr¨ºs meses acordados passaram. Como voc¨º pretende lidar o rcionamento entre voc¨º e Olivia?¡°Na ocasi?o do anivers¨¢rio de morte dos pais de Daniel, Velho Sr. Griera e Daniel haviam feito um pacto diante do t¨²mulo deles, concedendo tr¨ºs meses para Daniel avaliar quem era Olivia de verdade. Se Olivia realmente fosse adequada para ser esposa de Daniel, Velho Sr. Griera a apoiaria completamente. Mas se Olivia fosse de m¨¢ ¨ªndole, vol¨²vel e interesseira, Daniel deveria cortar todos os?os ! Hoje, precisamente,pletavam¨Cse os tr¨ºs meses. O semnte antes sereno de Daniel escureceu abruptamente ao ouvir que o prazo de tr¨ºs meses havia acabado. ¡°Eu vou resolver isso¡°, disse Daniel. 1/2 16.41 Capitulo 536 ¡°H¨¢ pouco, liguei para os executivos da empresa. O Grupo Griera foi hackeado e dez bilh?es sumiram, indo parar na conta de Olivia. Voc¨º foi atr¨¢s, n?o recuperou o dinheiro, e hoje n?o foi ¨¤ empresa. Daniel, eu n?o quero que voc¨º siga os mesmos passos do seu pai. Alguns?os devem ser cortados imediatamente!¡± A voz ponderada de Velho Sr. Griera exva uma preocupa??o sincera. Por umdo, ele temia que Daniel se machucasse, e por outro, estava extremamente desapontado com aqu mulher, Olivia. Daniel cerrava os dentes, seu rosto se tornando cada vez mais sombrio. Velho Sr. Griera continuou: ¡°Sua tia me disse que Olivia tamb¨¦m foi namorada do seu sobrinho Sergio, e mesmo ap¨®s a separa??o, continuou enroscada ele, confundindo sua mente ao ponto de ele lhe dar a joia de fam¨ªlia reservada ¨¤s noras. Sergio est¨¢ cego por . Comendo na m?o d e de olho no prato dos outros, pisando em duas canoas e ainda fugindo o dinheiro! Isso n?o ¨¦ diferente do que aconteceu Patricia Pinto? Daniel, eu confio que voc¨º saber¨¢ o que fazer, a fam¨ªlia Griera n?o pode permitir que uma segunda Patricia apare?a. O destino do seu pai j¨¢ n?o foi tr¨¢gico o suficiente?¡± Velho Sr. Griera fva uma voz quee?ava a perder o controle devido ¨¤ raiva e ¨¤ exalta??o. Daniel apertava o celr tanta for?a que as veias de sua m?o saltavam. Seu rosto estava sombrioo o mar profundo. Ele respondeu: ¡°N?o vou esquecer o acordo, pode confiar.¡± Ao desligar, ele levantou os olhos e viu os seguran?as olhando para ele em busca de orienta??o, assimo os quatro pequenos, olhos ros e inocentes, cheios de expectativa. Quatro pares de olhos brilhantes, cheios de esperan?a para ver a m?e. Daniel mordeu o interior da bochecha e disse voz grave: ¡°Voltem para trocar de roupa, vamos nos preparar para ir ao novo jardim de infancia.¡± Os olhos cheios de desejo e ternura de repente se encheram de desapontamento. Os grandes olhos brilhantes de Iria se encheram de l¨¢grimas instantaneamente, e fez beicinho, prestes a chorar. In¨ºse?ou a chorar alto um ¡°uaa¡± estrondoso. Joel estava raiva, o pesco?o r¨ªgido e o corpo tenso, respirando pesadamente. Heitor, extremamente desapontado, n?o se importou em seguir quaisquer regras ee?ou a se debater for?a contra os seguran?as. Cap铆tulo 537 Cap¨ªtulo 537 ¡°Solta al, eu quero ver minha m?e, m?e! Heitor era pequeno, mas tinha uma for?a surpreendente, lutava todas as suas for?as, chutando e socando o seguran?a. O seguran?a n?o podia o machucar, por isso n?o o segurou muito forte, e Heitor conseguiu escabar. Mas o seguran?a, r¨¢pido nos reflexos, deu passos ¨¤ frente e agarrou as costas de Heitor, trazendo¨Co de volta. N?o adiantava ele se debater. As quatro crian?as, foram levadas de volta para odo de Daniel pelo seguran?a. Assim que o seguran?a soltou, Heitor virou ee?ou a correr novamente. Daniel, um movimento r¨¢pido, agarrou o bra?o dele. Heitor se virou e mordeu na m?o de Daniel com for?a. Daniel segurou firme, uma express?o s¨¦ria, mas n?o soltou. Pai e filho se encaravam, um sem soltar a m?o, o outro sem soltar a boca. Os seguran?as ficaram indecisos se deviam intervir e separar ou n?o? O que eles deveriam fazer? Os dois seguran?as trocaram olhares estando preocupados e confusos. F¨¢bio, que estava observando, tamb¨¦m estava nervoso. Desde oe?o, ele n?o sabiao agir. F¨¢bio, at¨¦ ent?o, nunca havia se casado, nem cuidado de crian?as. Ele n?o tinha aprendizado sobre como cuidar de crian?as. Al¨¦m disso, os oponentes eram os jovens mestres e as jovens senhoritas, altamente prestigiados, n?o podiam ser tratados descuidadamente, deveriam ser respeitadoso o Sr. Daniel, sem for?¨¢¨Clos a nada. Ent?o F¨¢bio tamb¨¦m n?o sabiao ajudar Daniel a sair daqu situa??o. A V Serenidade foi virada de cabe?a para baixo a chegada desses quatro bagunceiros. Heitor, toda a sua for?a, continuava mordendo na m?o de Daniel. Daniel, o rosto sombrio, tamb¨¦m se recusava a soltar. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Um minuto se passou. Heitor sentiu o gosto de sangue entre os dentes e, num instante, sentiu medo, soltando a boca e olhando para Daniel olhos que mostravam um certo panico. Ele s¨® queria que Daniel soltasse a m?o, n?o tinha a inten??o de o machucar. 1/2 16:41 Daniel as sobrancelhas franzidas,n?ou um olhar para a m?o que agora sangrava s disse triamente: ¡°T¨¢ satisfeito agora?¡± Era mesmo filho de Olivia, que da mesma forma que , gostava de morder. Heitor fitou ele seus olhos sombrios depois da pergunta: Daniel pegou num len?o e limpou a saliva na m?o, sua voz baixa e imponente, intimidadora, mas sempre tranqu. N?o estava zangado eles. Mesmo sentindo uma irrita??o enorme, ainda tinha paci¨ºncia, ¡°Eu disse que, se voc¨ºs seportassem, poderiam ver a vossa m?e, mas at¨¦ agora, o vosso comportamento n?o me satisfaz.¡± Ele n?o havia quebrado sua pvra; eles ¨¦ que ainda n?o haviam seportado bem. Os olhos de Heitor brilharam, e ele perguntou: ¡°Quando ¨¦ que voc¨º vai ficar satisfeito?¡± ¡°Isso vai depender de qu?o obedientes voc¨ºs ser?o,¡± respondeu Daniel. Cap铆tulo 538 Cap¨ªtulo 538 Heitor estava carrancudo, e olhou de forma s¨¦ria para Daniel. Os outros tr¨ºs pequenos tamb¨¦m haviam parado de se debater e, assimo o irm?o Heitor, olhavam seriamente para Daniel. Eram quatro crian?as fofinhas olhando para cima, para o Daniel. O olhar profundo de Daniel transmitia uma autoridade, e ele encarava os pequenos sem desviar o olhar. Um sil¨ºncio pesado preenchia o ar. Depois de um momento, a voz de Heitor quebrou o sil¨ºncio: ¡°Eu quero dois tablets de alta performance.¡± ¡°Hum, pode deixar.¡± A voz de Daniel respondeu. Ele estava satisfeito o momento oportuno de concess?o de Heitor. Uma crian?a de pouco mais de quatro anos que j¨¢ tinha a capacidade de pensar por si e entender o que os adultos fvarn. Na hora da travessura, educar de maneira adequada ainda era eficaz. Daniel instruiu F¨¢bio: ¡°Vai l¨¢, f Vicente Fontes para ele trazer dois modelos de tablets de alta performance.¡± ¡°Certo, Sr. Daniel.¡± F¨¢bio assentiu e imediatamente foi fazer a chamada. Os outros tr¨ºs pequeninos viram que o irm?o cedeu. Ent?o, Iria levantou sua m?ozinha, seus olhos brilhantes e cheios de vida, e se adiantou: ¡°Eu quero sorvete, dois sorvetes!¡± n?o conseguia resistir a uma boa del¨ªcia. Daniel havia dito que se parasse de chorar, elepraria algo para . Imediatamente, se acalmou, esquecendo de tudo, s¨® pensando no sorvete. Sem se dar conta, revelou as prefer¨ºncias dos irm?os para ele. Embora depois tivesse percebido que deveria se unir aos irm?os numa frente ¨²nica contra ele, se recusando a tomar caf¨¦ da manh?. Mas assim que se deu conta, Daniel j¨¢ sabia exatamente o que cada um gostava. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. ¡°Duas bs de sorvete, j¨¢ vou providenciar.¡± Daniel respondeu e olhou para um dos empregados do lado. O empregado assentiu e logo se preparou para atender o pedido. Capitulo 538 ¡°Eu quero estudar numa esc de teatro.¡± Ele foi o terceiro a fr, expressando seu desejo. Se o irm?o ouviu o pai, ele tamb¨¦m queria seguir o exemplo, Assim, ele poderia agradar o pai e eles poderiam ter a chance de ver a m?e ainda mais cedo. ¡°Certo.¡± Daniel concordou e olhou para In¨ºs: ¡°E voc¨º?¡± In¨ºs era a mais pequena dos quatro, embora fossem quadrig¨¦meos, Entre eles, era a mais baixinha, n?o t?o rechonchuda quanto Iria nem t?o alta quanto os irm?os. Gostava de parecer desinteressada e gostava de cabelos curtos, mas era a mais pequena e tamb¨¦m a mais medrosa. Ao sentir o olhar de Daniel sobre , instintivamente encolheu o pesco?o, sem coragem de a encarar. Daniel percebeu que havia a assustado. Mesmo tentando usar um tom suave, havia assustado a crian?a. ¡°Por que est¨¢ sempre de cabe?a baixa, vontade de chorar e sem coragem? Se quer chorar, chore. Se n?o quer, seja corajosa e fale o que pensa.¡± Daniel falou. ¡°In¨ºs¡­¡± e?ou a chorar. Apesar de a voz de Daniel n?o soar ter soado de forma severa, In¨ºs achava que ele estivesse bravo . Cap铆tulo 539 Cap¨ªtulo 539 ficou assustada e as l¨¢grimas ca¨ªram dos seus olhos, mas n?o se permitia chorar alto, solu?ava de maneira humilde e cuidadosa. Com um ar t¨ªmido, procurava um lugar para se esconder, mas n?o havia ningu¨¦m em quem pudesse confiar e se apoiar. Ficou parada, chorando, sem saber o que fazer, fr¨¢gil e desamparada, seus ombros tremiam a cada solu?o. Daniel franzia as sobrancelhas e, estendendo os bra?os e puxou In¨ºs para perto. Heitor e Joel se aproximaram, olhando para cima ar de irm?os protetores. ¡°Ningu¨¦m mexe a minha irm?!¡± Os dois meninos fram em unissono. Com os pesco?os esticados, exibindo uma bravata infantil. A av¨® deles sempre dizia que a fam¨ªlia precisa estar unida, que em casa podiam sofrer em sil¨ºncio, mas jamais permitiriam que algu¨¦m de fora fizesse mal a um deles. Quando Daniel a abra?ou, o corpo de In¨ºs enrijeceu, tomado por medo. Pensou que seria repreendida ainda mais. Mas, no instante seguinte, Daniel, a palma da m?o, enxugou as l¨¢grimas no rosto e, uma voz mais suave do que nunca, disse: ¡°N?o chore mais, voc¨º gosta de antiguidades, n¨¦? Vou te levar para escolher agora mesmo, pode pegar o que voc¨º quiser.¡± Daniel odou In¨ºs no colo e, enquanto fva, a puxava para mais perto de si,o se temesse que caisse. Ao presenciar essa cena, Heitor e Joel trocaram olhares surpresos. Depois, voltaram a observar Daniel e In¨ºs nos bra?os. Vendo Daniel trat¨¢ ternura, os dois meninos sentiram uma ponta de inveja. Eles se perguntavamo seria o abra?o do pai, se era t?o aconchegante e macio quanto o da m?e. In¨ºs, surpresa, deixou as l¨¢grimas brilharem em seus c¨ªlios sem cair, olhando para Daniel olhos t¨ªmidos e curiosos, perguntou baixinho: ¡°¨¦ mesmo?¡± ¡°ro¡± respondeu Daniel. In¨ºs fungou e disse: ¡°Eu, eu gosto de pingentes.¡± ¡°Ent?o vamos, eu te levo¡± disse Daniel, levantando In¨ºs e caminhando em dire??o ao quintal. Heitor e Joel trocaram um olhar e seguiram atr¨¢s. 1/2 16:41 Capitulo 539 Nesse momento, uma empregada trouxe o sorvete para Iria e se inclinou para entregar para : ¡°Senhorita, aqui est¨¢ o seu sorvete.¡± ¡°Obrigada,¡± disse Iria, feliz, dando umambida. Que del¨ªcia! Com aida gostosa, at¨¦ se esqueceu de procurar p m?e. E por um momento, esqueceu a tristeza de n?o ver a j¨¢ algum tempo. Naquele instante, aida curou tudo. In¨ºs, ao ver a s de exposi??o de antiguidades, ficou fascinada tantas pe?as valiosas. A maioria das antiguidades, s¨® tinha visto em livros, nunca ao vivo naqu quantidade. De repente, se sentiu deslumbrada e cheia de curiosidade. O olhar finalmente pousou em dois pingentes de anel na vitrine. reconheceu a forma do pingente, mas por que haviam dois? In¨ºs fixou o olhar no pingente e disse: ¡°Eu quero aquele pingente, ele ¨¦ meu,prei para dar de presente para a m?e, para ajudar em casa.¡± Daniel seguiu o olhar d at¨¦ o pingente de anel. Era aquele que ele tinha pensado que Olivia tinha roubado da sua s de exposi??es. Seu olhar escureceu involuntariamente. Capitulo 540Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Cap铆tulo 540 Cap¨ªtulo 540 In¨ºs ficou apreensiva ao ver Daniel em sil¨ºncio, o semnte ainda mais carregado, e perguntou timidamente: ¡°Voc¨º n?o quer, ¨¦ isso?¡± Daniel se voltou a si, fixando o olhar profundo no rosto delicado d, e respondeu: ¡°ro que n?o, se voc¨º gosta, pode pegar tudo.¡± Daniel pegou os pingentes e os entregou a In¨ºs. Com os pingentes em m?os, In¨ºs sentiu seu cora??o se acalmar Imediatamente. levantoul a m?o e enxugou as l¨¢grimas. Em seguida, Daniel se virou e disse ao Heitor e Joel, que o seguiam: ¡°Preparem¨Cse, vamos lev¨¢¨Clos para a nova escolinha.¡± ¡°Porqu¨º temos que ir para uma nova escolinha?¡± perguntou Joel. ¡°Voc¨º n?o queria ir para a esc de teatro?¡± Daniel retrucou. Joel entendeu. Logo depois, os quatro cboraram os empregados, que os ajudaram a vestir o uniforme da escolinha e a pegar as mochs. F¨¢bio refletiu e concluiu que s¨® o Sr. Daniel tinha um jeito de fazer as crian?as seportarem bem sem choro nem v. Mas o m¨¦todo do Sr. Daniel parecia mais uma t¨¢tica de gerenciamento empresarial, muito impessoal. Usar um objetivo para manter as crian?as na linha parecia for?ado,o se faltasse algo. Depois de muito pensar, F¨¢bio finalmente entendeu. Faltava amor e confian?a m¨²tua. Pois, o mais importante no cuidado as crian?as n?o ¨¦ o amor ea confian?a que se tem ns? Vendoo o Sr. Daniel havia tratado In¨ºs tanto carinho, era ro que ele tinha amor ps crian?as, mas talvez ainda n?o soubesseo expressar esse amor de uma forma normal e natural. Dodo de fora do port?o da V Serenidade. Ol¨ªvia esperou por um tempo at¨¦ que o seguran?a se aproximou e disse: ¡°Srta. Souza, desculpe, mas ¨¦ melhor voc¨º voltar.¡± O cora??o de Olivia, cheio de expectativa, desabou. sentia muita falta das crian?as, mas Daniel n?o queria a ver, nem permitia que visse as crian?as. Capitulo 540 estavapletamente sem saida. O cora??o d do¨ªao se tivesse sido arrancado um peda?o, Olivia n?o queria desistir, pegou no celr e ligou para Daniel. O telefone chamou, mas ningu¨¦m atendeu. Depois de tentar mais uma vez, ainda sem resposta. Daniel certamente ouviu, ele estava intencionalmente n?o atendendo. Ol¨ªvia respirou fundo, se sentindo desda. n?ou um ¨²ltimo olhar para dentro do p¨¢tio, onde a distancia at¨¦ a porta da s era de cerca de mil metros, rodeada por ¨¢rvores e ntas. Daqu distancia, n?o conseguia ver o port?o da V Serenidade. Embora estivesse t?o perto das crian?as, separada apenas por uma parede, ainda era muito distante. T?o distante que at¨¦ ver as crian?as se tornou num desejo inalcan?¨¢vel. Com os olhos aquecidos, Ol¨ªvia se virou e foi embora, desapontada. Assim que Ol¨ªvia saiu, Daniel saiu da V Serenidade umboio de carros. Uma frota de Rolls¨CRoyce ¡®s pretos avan?ava majestosamente p estrada asfaltada, e os outros ve¨ªculos ao redor, percebendo quem vinha, abriam caminho respeito. Os carros pararam em frente ¨¤ Esc Internacional Jardim de Infancia da Capital. A cena era t?o imponente que deixava todos boquiabertos. Os pais que levavam seus filhos para a esc agiam extrema caut, sem se atreverem a fazer um som. Eles n?o faziam ideia de qual figura importante havia chegado ¨¤ escolinha. Belongs to (N)?vel/Drama.Org. Quando viram que era o poderoso Daniel Griera, todos baixaram a cabe?a medo e se afastaram para n?o ofender essa figura influente. O diretor e os professores correram para receb¨º¨Clo respeito e uma pitada de receio. Com uma rever¨ºncia, o diretor disse um sorriso ansioso e educado: ¡°Sr. Griera, seja bem¨Cvindo ¨¤ nossa esc.¡± Cap铆tulo 541 Cap¨ªtulo 541 Daniel falou para o diretor da esc: ¡°Trouxe meus filhos para estudar aqui, n?o precisamos de formalidades.¡± Daniel tinha filhos? Ainda na fase da pr¨¦¨Cesc? O diretore?ou a suar frio ps costas. Daniel tinha filhos, e sendo esta a melhor pr¨¦¨Cesc da Capital, era inacredit¨¢vel que n?o tivessem conseguido essa informa??o t?o importante imediatamente. Daniel era uma das figuras mais prestigiadas e poderosas da Capital. Quem n?o tentava de tudo para agrad¨¢¨Clo? Ele tinha filhos, que deveriam, por direito, estar no Jardim de Infancia Internacional da Capital. E ele, o direitor, s¨® vinha a descobrir agora que Daniel tinha filhos. Era uma falha grave, vergonhosa, e ele sentia¨Cse culpado. O diretor perguntou: ¡°Qual dos alunos ¨¦ filho do Sr. Griera? Garanto que os professores dar?o uma aten??o especial.¡± ¡°N?o ¨¦ um, s?o quatro.¡± Daniel respondeu. O seguran?a chegou trazendo quatro crian?as, todas quatro anos de idade. O diretor foi atingido por outra onda de choque, se sentindo ainda mais culpado, e suas m?os come?aram a tremer involuntariamente. Daniel n?o s¨® tinha filhos, mas quatro deles. E ele,o diretor, n?o sabia nem de um sequer. Que fracasso! Era um ismento de informa??es. A voz do diretor do diretor: ¡°Bom, bom, quatro, eu vou apresent¨¢¨Clos aos professores agora mesmo¡­¡± Ele estava prestes a instruir os professores atr¨¢s de si. Com calma, Daniel falou: ¡°Sem pressa. Cada um dos meus quatro filhos tem um talento especial e precisam ser colocado em turmas diferentes.¡± O Jardim de Infancia Internacional da Capital era o melhor n?o s¨® pelo corpo docente de elite, mas tamb¨¦m por desenvolver os dons naturais das crian?as desde cedo, uma divis?o de turmas bem nejada. Finalmente, Heitor foi colocado na turma de tologia, Joel na turma de artes c¨ºnicas, Iria na turma de gastronomia e In¨ºs na turma de aprecia??o de antiguidades. 1/2 16:59 Cap¨ªtulo 541 Com as crian?as devidamente alocadas, Daniel falou para o diretor: ¡°Re¨²na todos os acionistas da esc, vou conduzir uma reuni?o.¡± Ele falouo se estivesse noando, uma autoridade inquestion¨¢vel. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Quando disse que haveria uma reuni?o, erao se fosse em sua pr¨®pria empresa. O diretor se apressou em concordar: ¡°Sim, sim, imediatamente.¡± Ao redor da mesa de reuni?es, sentaram todos os acionistas da pr¨¦¨Cesc, Daniel ocupando a posi??o de destaque. Parecia que ele era o verdadeiro chefe, e os outros n?o passavam de subordinados. Daniel deslizou o cinzeiro de vidro at¨¦ a sua frente, fazendo¨Co deslizar sobre a mesa de madeira, criando um som que pressionava os nervos de todos, deixando¨Cos tensos. Ele apagou o cigarro no cinzeiro, e seu olhar profundo e escuro varreu os acionistas presentes. ¡°Cada um de voc¨ºs det¨¦m uma parc de a??es, e eu vouprar todas. Meu assistente j¨¢ est¨¢ de olho no mercado de a??es dos jardins de infancia. Deixo algum espa?o para negocia??o.¡± Ele n?o estava ali para discutir, mas para informar quepraria as a??es e tomaria posse da esc, tornando a esc na propriedade privada dele. Os acionistas se entreolharam, e a atmosfera se tensa tornou ainda mais carregada. ¡°N?o fiquem em sil¨ºncio, podem discutir ¨¤ vontade, tenho todo o tempo do mundo,¡± disse Daniel. Dito isso, ele acendeu outro cigarro, aspirou profundamente, e a fuma?a envolveu¨Coo um frio nevoeiro. Ele disse que tinha todo o tempo, mas os acionistas n?o se atreviam a desperdi?¨¢¨Clo. A hist¨®ria do Grupo Teixeira, que foi adquirido pelo Grupo Griera sem gastar um centavo, e at¨¦ um preju¨ªzo de milh?es para o Grupo Teixeira, era conhecida por todos. Quem ousaria fazer Daniel esperar? Depois de sussurros entre eles, finalmente o diretor, representando todos, proferiu caut: ¡°Nosso jardim de infancia ¨¦ o melhor da Capital, contando os melhores educadores e uma gest?o eficaz, formamos muitos talentos valiosos. Atualmente, o valor de mercado ¨¦ de meio bilh?o e os acionistas recebem dividendos de acordo as cotas¡­¡± Com um olhar Daniel voltou¨Cse para o diretor. Teria ele dito algo de errado? Cap铆tulo 542 Cap¨ªtulo 542 O diretor estava t?o nervoso que quase parou de respirar, sem saber o que significava aquele olhar prante de Daniel. Ser¨¢ que ele estava insatisfeito o pre?o oferecido> O diretor estava prestes a se corrigir, a dizer que estavam dispostos a entregar a esc para ele. A voz grave de Daniel quebrou o sil¨ºncio, ele disse: ¡°Com tantos acionistas, quinhentos milh?es n?o d?o para muita coisa para cada um. Que tal assim, eu ofere?o dois bilh?es paraprar tudo.¡± Os presentes trocaram olhares de espanto e alegria. Antes estavam todos ansiosos e depois surpresa agrad¨¢vel veio t?o de repente que nos olhos dos acionistas brilhou um consenso, todos olhando para o diretor, esperando que e/o respondesse. Como se temessem perder essa oportunidade a cada segundo que passasse. O diretor, que antes estava t?o apreensivo, ficou euf¨®rico,pletamente surpreso e lisonjeado. Ele rapidamente assentiu e respondeu: ¡°Sim, sim, sim, todos n¨®s da esc estamos de acordo, Sr. Griera.¡± ¡°Dinheiro ser¨¢ transferido para a conta da esc em cinco dias ¨²teis.¡± Daniel deixou essa frase e se levantou para ir embora. Olivia voltou para casa, arrumou¨Cse e partiu para o trabalho no Grupo Griera. N?o encontrou Daniel na V Serenidade, talvez na empresa pode ser. Se pudesse encontrar Daniel, teria a chance de negociar ele sobreo poderia ver as crian?as. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Chegando no edif¨ªcio do Grupo Griera, a rececionista a barrou: ¡°Olivia, desculpe, acabei de receber instru??es do Bruno, voc¨º n?o pode entrar na empresa.¡± Olivia franziu a testa levemente e perguntou: ¡°Por qu¨º? Como vou trabalhar se n?o posso entrar?¡± A rececionista j¨¢ teve um bom rcionamento Olivia, apesar de alguns atritos, mas tinha bons principios e era muito sensata. Depois que os pequenos atritos foram resolvidos, s ainda eram amigas. Entre amizade e responsabilidade, era dif¨ªcil para equilibrar. Mas na posi??o d, precisava cumprir seu papel. Capitol 542 A rececionista se desculpou: ¡°Eu tamb¨¦m n?o sei, s¨® recebl as instru??es, que dizem ramente que voc¨º n?o pode entrar na empresa. Voc¨º pode ligar para o Bruno e perguntar.¡± Olivia sabia que a rececionista tamb¨¦m estava cumprindo o dever, e que n?o podia dificultar a situa??o d. pegou no celr e ligou para Bruno: ¡°Bruno, estou aqui em baixo no pr¨¦dio da empresa, foi voc¨º que disse para n?o me deixarem entrar?¡± ¡°Oh n?o, Srta. Souza, voc¨º foi demitida. A indeniza??o j¨¢ foi transferida para a sua conta, n?o recebeu a notifica??o do banco?¡± Bruno falou num tom neutro,o se estivesse apenas. discutindo trabalho. Olivia piscou surpresa e depois sentiu que era esperado. Demitir assim, sem mais nem menos, n?o era algo tipico de Daniel? Daniel era mesmo imc¨¢vel, para evitar que visse as crian?as, para prevenir qualquer negocia??o, ele nem a deixava entrar na empresa. O cora??o de Olivia ficou pesado, respirou fundo, a realidade era cruel e se sentia impotente. ¡°Esta bem.¡± desligou o telefone e abriu o aplicativo do banco no celr para verificar se a indeniza??o tinha sido depositado. Quando viu o saldo, tomou um susto. Ceus! estava vendo direito? Quantos zeros eram aqueles? Era mesmo cem mil reais? Olivia pensou que estava vendo errado, esfregou os olhos e olhou novamente para a t do celr, os zeros continuavam l?, n?o tinha nenhum a menos. contou cuidadosamente. Unidade, dezena, centena, milhar, dezena de milhar, centena de milhar, milh?o, dezena de milh?o, cem milh?es, bilh?o, dez bilh?es! A cabe?a de Olivia zumbiu, ficou sem ar de tanto espanto. Meu Deus. tinha dez bilh?es e vinte e cinco mil reais na conta! Mesmo sendo apenas n¨²meros, eram n¨²meros que representavam dinheiro. jamais havia visto tanto dinheiro em toda a sua vida! s¨® deveria ter uma fra??o daquele valor. Captol 542 Os cento e cinquenta mil eram o que Iria havia ganhado no Concurso Gastron?mico, dos quais deu cinquenta mil para Teresa, restando cento e cinquenta mil. Cap铆tulo 543 Capitulo 543 Al¨¦m de cem mil reais, foi a indeniza??o que recebeu p demiss?o. Maso ¨¦ que acabou um bilh?o e cem milh?es? Ser¨¢ que a contabilidade do Grupo Grieraeteu um erro e digitou um bilh?o e cem milh?es no lugar de cem mil? Olivia, chocada, correu para verificar o extrato da conta banc¨¢ria. Os cem mil reais haviam sido depositados hoje na conta d. Enquanto o bilh?o havia sido transferido na tarde de anterior. Na tarde anterior, o celr d estava desligado, estava fugindo os filhos e nem pensou em verificar o celr. Nesse dia, ao ligar o aparelho, s¨® queria ver os filhos e n?o se importou em olhar as mensagens. Mas ao checar, tomou um susto que fez seu cora??o disparar. Intrigada e incredmente,o poderia ter aparecido um bilh?o na sua conta de repente? Quem teria transferido essa quantia? Ser¨¢ que foi o Daniel? Olivia de repente lembrou o que Daniel havia dito na noite anterior, que pagaria um bilh?o paral encerrar o?o maternal d os filhos. Naqu hora, pensou que Daniel estava fndo de dar a um bilh?o para que nunca mais visse os filhos. at¨¦ achou que teria uma chance de negociar, dizendo que n?o queria o dinheiro, s¨® o direito de visitas. Mas n?o esperava que Daniel j¨¢ tivesse transferido o bilh?o para sua conta na tarde de ontem. Com ele, j¨¢ n?o tinha mais direito de barganhar. Ser¨¢ que, depois de descobrir que os quatro filhos eram mesmo dele, ele j¨¢ havia preparado of terreno paraprar o afeto maternal d as crian?as? Ele havia transferido o dinheiro sem o consentimento d. havia pedido esse bilh?o? Um bilh?o para levar embora seus filhos! Crian?as podem ser medidas em dinheiro? Capitulo 543 Belongs to (N)?vel/Drama.Org. Ele estava tratando os filhoso mercadorias. Olivia sentiu¨Cse injusti?ada e irada, o peito subindo e descendo e os olhos vermelhos de tristeza. ¡°Olivia, o que aconteceu? A indeniza??o p demiss?o foi t?o dif¨ªcil de aceitar?¡± A rececionista viu que Olivia estava abda e perguntou preocupa??o. Olivia, segurando o celr firmeza, respondeu ¨¤ rececionista um ar de calma: ¡°N?o nada, ¨¦ s¨® que a indeniza??o foi t?o generosa que me fez chorar de emo??o.¡± ¨¦ Enquanto fva pvras de alegria, seu rosto alido denunciava uma realidade bem diferente. Dito isso, se apressou para fora do edif¨ªcio. Olivia tentou ligar v¨¢rias vezes para o celr de Daniel, mas ningu¨¦m atendeu. Daniel estava decidido a ignorar , deixando sem sa¨ªda. O tempo passou e logo chegou a tarde. Jimena, depois do trabalho, foi at¨¦ a Comunidade Lej¨¢: ¡°Ol¨¢, tia Santos trouxe para voc¨ºs os as comidinhas que voc¨ºs gostam¡­¡± A voz alegre de Jimena ecoou na s, mas percebeu que nenhum dos pequenos foi ao seu encontro. Normalmente, bastava chamar, que eles viriam correndo. Mas nesse dia estava estranhamente silencioso, um sil¨ºncio anormal. Jimena, movida p curiosidade, caminhou em dire??o aos quartos, abriu uma porta e viu Teresa sentada na escrivaninha, a cabe?a baixa e um ar de tristeza. abriu outra porta e viu Olivia sentada na cama, uma express?o de des??o e desconforto. Vendo aquele cen¨¢rio, Jimena perguntou confusa: ¡°Olivia, o que aconteceu voc¨º e a tia? E as crian?as? Ainda n?o foram buscar na creche?¡± Cap铆tulo 544 Capitulo 544 Olivia ergueu o olhar para Jimena, e os olhos se encheram de l¨¢grimas num instante, a voz soava triste e desamparada: ¡°Jimena, as crian?as foram levadas pelo Daniel¡­ ¡°O qu¨¦?¡± Jimena inalou profundamente, arregndo os olhos: ¡°O Daniel descobriu que s?o filhos dele?¡± As l¨¢grimas de Oliviae?aram a cair enquanto acenava a cabe?a: ¡°Sim¡­¡± ¡°A gente escondeu t?o bem,o ele descobriu? Jimena, agitada, entrou no c¨®modo e sentou¨Cse ao lado de Olivia, olhando para uma express?o de curiosidade e choque. Inacredit¨¢vel, na manh? anterior tudo estava bem,o ¨¦ que em um dia sem ver s, as crian?as foram levadas pelo Daniel? Olivia estava desda,o se toda a energia tivesse sido sugada, e contou a Jimena tudo que aconteceu desde o dia anterior at¨¦ agora. n?o sabia o que fazer, talvez outra pessoa soubesse dar um conselho. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. ¡°O problema foi a dona da loja de brinquedos? Uma pessoa normal nem iria investigar a dona, n¨¦. Esse Daniel, a cabe?a dele funciona de um jeito que a gente mal consegue entender. Jimena soube que Daniele?ou a suspeitar da dona da loja de brinquedos e descobriu que as crian?as eram suas, ficandopletamente incr¨¦d e confusa. N?o ¨¦ ¨¤ toa que Olivia tinha tido todo aquele trabalho para esconder as crian?as. Daniel eral realmente uma pessoa assustadora. Depois de saber que as crian?as eram suas, ele realmente as levou embora, sem deixar nenhuma para Olivia, sem permitir que as visse novamente. Para Olivia, isso erao cortar sua pr¨®pria carne. Olivia engoliu em seco, agora sem cabe?a para avaliar a ast¨²cia de Daniel. S¨® pensava nas crian?as. N?o sabia se estavam bem na Vi Serenidade, se estavam chorando. ¡°Voc¨º disse que o Daniel queriaprar seu amor de m?e ps crian?as, quanto ele te ofereceu?¡± Jimena, curiosa e cheia de fofocas na cabe?a, queria entender tudo que aconteceu naquele dia e noite quando n?o estava presente. Olivia fez um sinal as m?os. Jimena chutou: ¡°Dez mil?¡± Olivia bn?ou a cabe?a. ¡°Um milh?o?¡± Olivia abanou a cabe?a. Jimena de repente teve um insight e, os olhos brilhando de choque, arriscou: ¡°N?o me diga que foi um bilh?o?¡± Olivia acenou a cabe?a. Jimena respirou fundo novamente: ¡°Caramba! Tanto dinheiro! Os ricos s?o mesmo extravagantes.¡± ¡°E dai que ele ¨¦ rico? Eu preferia n?o ter esse dinheiro e ter meus filhos de volta.¡± queria devolver o dinheiro para Daniel, mas nem sabiao. nem tinha o n¨²mero da conta banc¨¢ria dele. Ele tamb¨¦m n?o atendia o telefone, n?o dava a nenhuma chance deunica??o. O cora??o de Jimena batia depassado, demorando a se acalmar. Uma onda seguida de outra de fofocas surpreendentes a deixaram em choque. n?o conseguiu se acalmar de imediato. Esse babado era mais suculento do que qualquer outro que tivesse panhado nas redes sociais.. ¡°Voc¨º est¨¢ certa, os filhos n?o t¨ºm pre?o. O Daniel foi cruel demais, querendo cortar?os entre voc¨º e as crian?as. Ele n?o sabe o que os filhos significam para uma m?e.¡± Depois do choque, Jimenae?ou a se indignar por Olivia. E, suspirando, falou: ¡°Antigamente, sem dinheiro, a vida era um sufoco s¨®. Agora que tem dinheiro para viver bem os filhos, eles s?o levados. Que coisa, n?o¡­¡± Olivia enxugou uma l¨¢grima que pendia no canto do olho e disse: ¡°Vai ter um jeito.¡± ¡°O que voc¨º vai fazer?¡± perguntou Jimena. Cap铆tulo 545 Cap¨ªtulo 545 ¡°Eu ainda n?o sei.¡± Mas tinha certeza de que, se quisesse fazer algo, encontraria um jeito. ¡°Vamos pensar calma e encontrar a solu??o perfeita.¡± Jimena fol tocada p determina??o no olhar de Olivia e se acalmou tamb¨¦m. ¡°N?o fique triste, as crian?as est?o o Daniel e n?o v?o sofrer. Pois, s?o sangue do sangue dele. Al¨¦m disso, est?o morando numa mans?o e sendo cuidadas por empregados. ¨¦ muito melhor do que aqui.¡± Jimena deu um tapinha reconfortante no ombro de Olivia. Era a verdade, e ao ouvir isso, Olivia se sentiu melhor. As condi??es de vida Daniel eram realmente muito melhores do que as d; as crian?as tinham uma casa grande, cada uma seu pr¨®prio quarto, sem ter que viver apertadas . E sem passar por necessidades. Ao pensar que seus filhos tamb¨¦m estavam desfrutando de tratamento de luxo, Olivia se sentia ao mesmo tempo feliz por eles e um pouco amarga. ¡°Tudo bem, n?o fique assim. Se est¨¢ se sentindo mal, vamos ao bar beber e rxar.¡± Jimena continuou a consol¨¢. Olivia realmente precisava se acalmar para conseguir pensar em uma maneira de ver seus filhos. foi ao bar Jimena. Era um daqueles bares m¨²sica ao vivo. O lugar era barulhento, m¨²sica heavy¨Cmetal retumbante. Na pista de dan?a, jovens bonitas dan?ando. Olivia e Jimena sentaram¨Cse no balc?o e beberam bastante, e para garantir que Olivia se soltasse, Jimena pediu uma bebida forte. Depois de algumas doses, Olivia j¨¢ se sentia tonta. Jimena tamb¨¦m bebeu algumas e ficou ainda mais animada e barulhenta. segurou na m?o de Olivia: ¡°Vamos dan?ar, dan?ar loucamente, jogar toda a tristeza pral fora!¡± Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Olivia ficou realmente b¨ºbada, via duas imagens de Jimena diante de si e sua cabe?a estava pesada. fez um gesto a m?o: ¡°Eu n?o vou dan?ar, mal posso ficar de p¨¦. Vai l¨¢, que eu te espero aqui.¡± 1/2 12:00 Capitulo 545 Vendo Olivia os olhos emba?ados, Jimena decidiu n?o insistir mais: ¡°Tudo bem, ent?o. Fique aqui bonitinha e n?o saia correndo, ok?¡± E isso, Jimena foi saltitante at¨¦ a pista de dan?a, se juntando aos jovens que estavam. curtindo a noite. Olivia apoiou a cabe?a nas m?os, observando Jimena. As luzes n¨¦on brilhavam sobre , panhando seus saltos e pulos, fazendo Olivia sentir os olhos embaralhados. Sua cabe?a ficava cada vez mais pesada sobre o efeito do whiskey. achou que sentar um pouco ajudaria, mas quanto mais tempo passava, mais sua cabe?a pesava. ¡°Mo?a, est¨¢ sozinha? Quer que eu te fa?apanhia para beber?¡± Algu¨¦m puxou conversa ao seu lado. Olivia olhou para a pessoa que fva, um rapaz de uns vinte anos, que parecia estare?ando a vida adulta, ainda um ar juvenil, tentando flertar. Olivia sorriu e disse: ¡°Sou m?e,o pode me chamar de mo?a?¡± ¡°Voc¨º ¨¦ engra?ada, hein, mo?a.¡± O rapaz respondeu um sorriso. ¡°N?o estou brincando, meu filho j¨¢ est¨¢ quase do seu tamanho.¡± Olivia falou, visivelmente embriagada. O sorriso do jovem desapareceu e seu rosto se fechou: ¡°Voc¨º ¨¦ m?e de quem?¡± ¡°N?o aguenta brincar?¡± Olivia bn?ou a cabe?a, desafiadora. ¡°Heh, vemigo pra ver se sou eu ou voc¨º que n?o aguenta!¡± O jovem ficou s¨¦rio e esticou a m?o para pegar na Olivia. De repente, algu¨¦m a puxou para tr¨¢s, um homem se adiantou, protegendo¨Ca seu corpo e uma express?o fria disse ao rapaz: ¡° n?o ¨¦ para o seu bico!¡± Capitulo 546 Cap铆tulo 546 Capitulo 546 O jovem estava prestes a revidar, mas viu que era Carlos Marques. Carlos frequentava muito aquele bar, e o dono o tratava toda a defer¨ºncia, atendendo ele muito cuidado. Era uma figura importante. O jovem amarelou na hora ee?ou a recuar, pedindo desculpas: ¡°Desculpa, Sr. Carlos, n?o sabia que era tua. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Carlos estava presto a explicar que n?o era sua mulher, mas sim de Daniel. Mas antes que pudesse fr, o jovem se foi de volta ¨¤ multid?o. Carlos se virou para observar Olivia, que estava atr¨¢s dele. Olivia sorriu para ele, meio abobada: ¡°Sr. Marques, nos encontramos de novo, voc¨º realmente ¨¦ figurinha repetida nesses ambientes, n¨¦?¡± *isso ¨¦ o que eu deveria fr de voc¨ºs, encontro voc¨ºs em todos os lugares. N?o sabe que bar ¨¦ um lugar onde todo tipo de gente se mistura? Voc¨º veio aqui, o Sr. Daniel sabe?¡± No cora??o de Carlos, Olivia ja pertencia a Daniel. Mesmo que eles n?o tivessem anunciado oficialmente o rcionamento, Daniel nunca se importou tanto uma mulher. Carlos j¨¢ tinha visto os dois juntos por algumas vezes, em momentos de grande afeto. Carlos j¨¢ estava no bar quando Olivia e Jimena entraram. Ele as viu desde o in¨ªcio. So ficou observando, sem se aproximar para cumprimentar. ¡°Vir aqui ¨¦ problema meu, pra que ele precisa saber?¡± Olivia disse um sorriso ir?nico nosbios. Daniel se importaria se fosse a esse tipo de lugar ou se estivesse em perigo? Ele tinha levado o filho d embora, essa era a puni??o mais cruel que ele poderia dar. Agora.o se descartasse um pano velho, ele a tinha deixado dedo. tinha ido at¨¦ a Vi Serenidade procur¨¢¨Clo, mas ele n?o apareceu. Ligou para ele e n?o foi atendida. Ele at¨¦ a demitiu, tirando¨Clhe o emprego. Para ele, n?o tinha mais valor, nem mesmoo objeto de descarga emocional. Carlos olhou profundamente para Olivia, parecia muito triste. ¡°Voc¨ºs brigaram? Vou ligar para ele.¡± Carlos disse, pegando o celr para chamar Daniel. Naquele momento, na V Serenidade. 1/2 17:00 Daniel estava cercado pelos quatro pestinhas, Iria fazendo beicinho, l¨¢grimas em seus grandes olhos: ¡°Cad¨¦ a mam?e e a vov¨®? Por que ainda n?o as vimos?¡± ¡°Devolve a mam?e pra gente.¡± Joel dizia firmemente, uma express?o de choro no rosto, tentando se conter ao m¨¢ximo, o corpo todo tenso. In¨ºs enxugava as l¨¢grimas timidamente: ¡°Papai ruim, n?o quero papal, quero mam?e¡­¡± Heitor concluiu: ¡°¨¦ isso, a gente s¨® quer a mam?e!¡± Daniel estava a veia da testa pulsando, uma express?o extremamente sombria. N?o tinha elebinado eles p manh? que, se seportassem, ele consideraria os levar para ver a m?e deles? Ele j¨¢ tinha dado a eles as coisas de que gostavam. E em menos de um dia, j¨¢ tinham esquecido o que ele disse? Realmente, n?o adiantava tentar razoar crian?as. Daniel massageava as t¨ºmporas, sentindo uma dor de cabe?a intensa, quando o celr no bolso tocou. Ele atendeu: ¡°O que foi?¡± Soando meio irritado. Carlos percebeu e arqueou uma sobrancelha, dizendo: ¡°Ent?o voc¨º e Olivia brigaram mesmo. hein? Uma foi pro bar afogar as m¨¢goas e dar mole pros novinhos, e o outro parece cheio de problemas. Voc¨ºs dois est?o mesmo em crise.¡± ¡°O que voc¨º disse?¡± A voz de Daniel subitamente se tornou fria. Cap铆tulo 547 Cap¨ªtulo 547 Atrav¨¦s do telefone, era poss¨ªvel sentir o gelo que se cristalizava no ar. Ao ouvir a voz irritada de Daniel, Carlos soltou uma risada e falou: ¡°N?o ouviu errado n?o, tual mina t¨¢ no bar, acabou de dar uma de esperta um moleque, deixou o cara t?o puto que ele j¨¢ tava pronto pra levar para o hotel.¡± This belongs to N?velDrama.Org. Hotel? Essa pvra,o uma farpa, perfurou os ouvidos de Daniel e fincou¨Cse em seu cora??o. A raiva se acumulou em seu peito num instante. Com os dentes cerrados e a voz g¨¦lida, Daniel perguntou: ¡°Onde?¡± ¡°Clube Oculto¡°, respondeu Carlos. Desligando o telefone e virando¨Cse, Carlos levou um susto. Olivia estava bem perto dele, quase cndo o rosto no seu celr. Ainda bem que ele tinha virado a cabe?a, e n?o o corpo, sen?o teriam se beijado. Essa era a mulher de Daniel, e ele n?o ousaria ultrapassar nenhum limite. ¡°Olivia, o que voc¨º t¨¢ fazendo? Quer me matar do cora??o?¡± Carlos deu alguns passos para tr¨¢s e respirou fundo. Olivia tinha os olhos emba?ados pelo ¨¢lcool, meio fechados, olhando para ele nervosismo. e expectativa: ¡°Daniel t¨¢ vindo? Ele vai aparecer?¡± tinha tentado tudo o que podia naquele dia, feito de tudo, s¨® para ver Daniel e conversar sobre a chance de ver os filhos. Mas Daniel tinha cortado todas as saidas d. De jeito nenhum a veria, nem atendia as chamadas, uma indiferen?a t?o profunda que parecia que nunca mais teria qualquer coisa a ver . Carlos tinha fdo d daqu forma, e tinha ouvido. Mas a resposta.de Daniel n?o conseguiu entender direito. N?o sabia se ele viria. Olivia estava ansiosa e triste. Carlos estava prestes a responder quando um alvoro?o veio da pista de dan?a, e o grito de Jimena soou mais alto que a m¨²sica rock. ¡°Ah, seu tarado!¡± O grito de Jimena puxou os nervos de Carlos, que virou a cabe?a na dire??o da pista de dan?a, e Olivia fez o mesmo. 1/2 17:00 Jimena segurava a m?o de um rapazinho, olhando furiosa para ele: ¡°Voc¨º tocou no meu traseiro, seu nojento!¡± Com a voz alta e indignada de Jimena, um grupo de curiosose?ou a se formar ao redor. O rapaz parecia desconfortavel sob tantos olhares, e uma voz suave, disse: ¡°Foi um mat¨C entendido, encostel sem querer enquanto dan?ava, foi sem querer.¡± ¡°Mal¨Centendido nadal Voc¨º ramente estava apalpando meu traseiro! Acha que eu n?o senti?¡± Jimena apontava para ele, tremendo de ralva. ¡°Ja disse que foi um mat¨Centendido, voc¨º, mulher, t¨¢ t?o a fim de ser tocada assim? E voc¨º t¨¢ segurando minha m?o e n?o solta, Isso sim que ¨¦ se aproveltar. Sel que sou atraente, mas tambem n?o sou qualquer um.¡± O rapaz, vendo que n?o conseguia se explicar, ficou s¨¦rio e puxou a m?o de volta for?a. Jimena ficou boquiaberta, sem acreditar que estava sendo acusada daqu maneira. estava furiosa e humilhada, nunca tinha passado por aquilo, e sem saber o que fazer, ficou ofegante de tanto nervosismo. As pessoas, vendo que n?o tinha mais confus?o para assistir, se dispersaram. O rapazinho se aproximou, apontando o dedo na dire??o do rosto d, um ar de zombaria: ¡°J¨¢ que t¨¢ t?o interessada, eu posso fazer um esfor?o e deixar voc¨º me ter uma vez. Que tal irmos pro motel?¡± Jimena, nojo, afastou a m?o dele: ¡°Some, seu tarado!¡± ¡°Quem n?o quer brinde, vai ter que pagar a conta, vemigo!¡± O rapazinho agarrou no pulso d com for?a. Jimena se debatia, mas n?o conseguia se soltar. De repente, um tapa voou e atingiu o rosto do rapaz um som estdo, fazendo que ele virasse o rosto e sangue escorresse do canto da boca. O tapa tinha sido forte. Jimena ficou chocada, olhando para a pessoa que havia dado o tapa. viu aquele rosto atraente e diabolicamente belo e seu cora??o deu um pulo. Cap铆tulo 548 Capitulo 548 Obos de t¨ºnix estreitos e kudos, uma leve eleva??o no canto, irradiavam charme e sedu??o em meio ¨¤ belera estonteante que dificultava desviar o olhar, ¡°Carlos Jimena exmou ensocionada. Quando estava mais desamparada e em apuros, o homem por quem eta apaixonada surgiu repentinamente,o um herol salvando a dama. Aos olhos de Jimena, naquele momento, Carlos parecia brilhar. Ele iluminou seu campo de vis?o e tamb¨¦m seu cora??o. Carlosn?ou um olhar trio e prante para o rapazote, dizendo voz grave: ¡°Ha pouco, eu te dei uma chance. Insiste em n?o mudar, parece que n?o vai aprender at¨¦ ver as consequ¨ºncias! O jovem era o mesmo que havia flertado Olivia anteriormente. O rapaz, que estava pronto para retrucar, ao ver Carlos, ficou imediatamente apavorado. Curvou¨Cse repetidamente em pedido de desculpas: ¡°Me perdoa, Sr. Marques, eu fui umpleto tolo. Vou sumir agora e n?o apare?o mais na sua frente¡­ ¡°Some!¡± Carlos exmou irritado. O rapazote saiu correndo, trope?ando em sua pressa para escapar. ¡°Nossa, Carlos, voc¨º e demais. Jimena cruzou os bra?os sob o queixo, olhando para Carlos olhos de adora??o. j¨¢ tinha ca¨ªdo de amores por Carlos ¨¤ primeira vista e agora ele tinha a salvado. espantando poucas pvras quem a iodava. T?o masculo. Jimena estava cora??es nos olhos,pletamente cativada por ele. Carlos virou¨Cse en?ou um olhar furtivo a Jimena, vendo¨Ca o admirar tanto, um sorriso. ir?nico surgiu em seu rosto: ¡°Nunca vi algu¨¦m t?o desesperado por homem. Voc¨º se interessa por esse tipo de lixo?¡± Antes, Jimena estava bastante atrevida, passando a m?o nele, explorando seus m¨²sculos abdominais. At¨¦ ele, acostumado a ser cortejado, sentiu o rosto queimar. Realmente, quando uma mulher se interessa, n?o h¨¢ homem que segure. Jimena piscou, seus grandes olhos redondos encarando Carlos uma express?o de desprezo. 1/2 17:00 Capitale 548 De repente, entendeu o que ele queria dizer aqus pvras.. Apresadamente, tentou se explicar: ¡°N?o ¨¦ o que voc¨º est¨¢ pensando, ele que estava tentando se aproveitar de mim¡­¡± *Sua amiga Olivia estava fazendo exatamente o mesmo at¨¦ pouco tempo. Uma solteirona que gosta de bancar a m?e e outra que ¨¦ m?e, mas parece que quer mesmo ¨¦ se aproveitar dos outros. Voc¨ºs duas realmente t¨ºm os mesmos gostos.¡± Jimena arregalou os olhos surpresa,o se tivesse ouvido algo inacredit¨¢vel. ¡°Olivia fez muito bem, aquele pivete nem barba tem e j¨¢ quer abusar dos outros! Tomara que um dia ele cruze algu¨¦m que n?o tenha paci¨ºncia e lhe quebre a m?o!¡± disse Jimena, sentindo¨Cse vingada. Olivia, que tinha panhado at¨¦ ali, tamb¨¦m ouviu o que Carlos disse e agora ele pensava que Jimena era m?e de quadrig¨ºmeos. bn?ou a cabe?a, gestdo no ar: ¡°Carlos, na verdade a Jimena n?o ¨¦¡­¡± Belongs to (N)?vel/Drama.Org. ¡°N?o ¨¦ o qu¨º?¡± Carlos perguntou. ¡°N?o ¨¦¡­¡± Olivia estava prestes a fr quando uma agita??o na porta do bar chamou a aten??o de todos,o se o espa?o tivesse sido invadido. O are?ou a vibrar. Um gar?om atento gritou: ¡°Sr. Griera chegou, r¨¢pido, chamem o dono do bar.¡± Olivia seguiu o olhar das outras pessoas at¨¦ a porta. Um homem alto e esguio entrou escoltado por seguran?as, sua presen?a fria e imponente. Vestindo camisa e cal?as pretas, rosto nobre e porte majestoso, intimidador e resoluto, sua passagem parecia congr o ar. O bar, que antes estava cheio de vida, ficou em sil¨ºncio instantaneo a m¨²sica cessou e os clientes agitados foram apressadamente evacuados p saida dos fundos pelos gar?ons e seguran?as. O dono do bar apareceu ¨¤s pressas, curvando¨Cse e sorrindo nervosamente: ¡°Sr. Griera, que bom que veio. O que deseja beber? Imediatamente trarei para voc¨º.¡± Cap铆tulo 549 Cap¨ªtulo 549 Daniel nem sequer olhou para ele, seu olhar frio e severo estava fixo em Olivia, que estava ¨¤ beira da pista de dan?a. Com passosrgos, ele caminhou em sua dire??o. O dono do bar foi ignorado e, apesar de um pouco constrangido, manteve o sorriso e seguiu Daniel, pronto para atend¨º¨Clo a qualquer momento. Bruno falou para ele: ¡°N?o ¨¦ nada s¨¦rio, pode ir cuidar do seu trabalho.¡± Era um jeito educado de dizer que ele estava atrapalhando. O dono do bar captou imediatamente a dica, acenou a cabe?a e se afastou. Carlos, ao ver Daniel se aproximando, tamb¨¦m se afastou, liberando o espa?o aodo de Olivia. Olivia, os olhos emba?ados p bebida e bn?ando levemente a cabe?a, olhou para Daniel se aproximando. Ao ver aquele rosto familiar, sorriu t por um momento. A presen?a fria se aproximou, e Daniel parou em frente a Olivia, seus olhos escuros e profundos irradiando frieza, fixos n: ¡°Quanto voc¨º bebeu?¡± Olivia estendeu um dedo, depois dois, bn?ou a cabe?a: ¡°N?o, n?o, cinco copos¡­ hihi¡­¡± ergueu cinco dedos, sorriu brevemente e, de repente, sentiu uma onda de n¨¢usea, seu corpo bn?ou para frente. Em um instante, o bra?o de Daniel a envolveu, trazendo¨Ca para perto de si, sua sombra fria a cobrindo. ¡°Voc¨º acha que enfrentar¨Cme dessa maneira vai adiantar alguma coisa?¡± A voz baixa e fria de Daniel ecoou no ouvido de Olivia. O poder de sua presen?a tremia em seus timpanos, em seu cora??o. Olivia bn?ou a cabe?a: ¡°N?o sei¡­¡± nem tinha pensado em confront¨¢¨Clo, apenas estava de mau humor e queria desabafar. Depois de fr, a cabe?a de Olivia tombou no ombro dele, encostando¨Cse, e a respira??o d se tornou pesada,o se estivesse adormecida. Daniel olhou para a mulher em seus bra?os, seus olhos escuros e frioso gelo, e sua aura ainda mais opressiva e contida. Ele estava preparado para nunca mais v¨º novamente, para exclui de sua vida para sempre. Mas ent?o, Carlos disse que estava bebendo demais no bar, flertando homens jovens. Seu cora??o ficou incontrvelmente furioso! N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. 1/2 17-00 Capitulo 549 Essa mulher, desafiando seus limites repetidamente. realmente sabiao irrit¨¢¨Clo! Mas agora, estava b¨ºbada, adormecida em seus bra?os, vulner¨¢vel e macia, e a raiva em seu cora??o inexplicavelmente se dissipou p metade. Daniel respirou fundo e, um movimento, pegou Olivia no colo e se virou, saindo do bar. Jimena voltou a si e correu atr¨¢s dele: ¡°Ei, Daniel, solte Olivia, para onde voc¨º est¨¢ levando ?¡± Olivia tinha dito a que Daniel era uma pessoa perigosa, que tudo o que ele fazia era para atorment¨¢, para se vingar. Agora que Olivia estava b¨ºbada e inconsciente, sendo levada por Daniel, n?o estaria ¨¤ merc¨º dele? E se ele fizesse algo para machuca? Jimena correu alguns passos, mas foi bloqueada pelo seguran?a. O seguran?a era grande e bem treinado, uma apar¨ºncia intimidadora. Jimena n?o se atreveu a for?ar a passagem, sorriu para eles duas vezes e tentou negociar: ¡°Hehe, ¨¦ minha amiga, deixe¨Cme passar, eu s¨® quero ter certeza de que est¨¢ segura. O seguran?a permaneceu impassivel ignorando¨Capletamente. Carlos deu uma risada leve: ¡°Voc¨º deve ser uma t.¡± Depois disso, ele seguiu Daniel para fora do bar. ramente, poderia ter saido de forma digna, mas preferiu fazer rde e ser detida. Se isso n?o ¨¦ ser t, o que mais seria? Jimena, chamada de t, ficou furiosa e gritou para a silhueta de Carlos que se afastava: ¡°Eu n?o sou nenhuma t!¡± Cap铆tulo 550 Cap¨ªtulo 550 Daniel abra?ou Olivia e saiu apressado do bar, um Rolls Royce preto estava estacionado na porta, com as luzes de neon deslizando sobre suataria luxuosa. O brilho multicolorido dan?ava sobre a pintura negra, uma presen?a imponente e incontest¨¢vel. ¨¤ medida que se aproximava, a porta do carro se abriu de repente. V¨¢rios pequenos pimpolhos desceram do veiculo. Agitando suas perninhas curtas, eles correram em dire??o a Daniel, bn?ando a cabe?a e express?es engra?adas. Seus rostinhos infantis brilhavam excita??o colorida sob as luzes noturnas. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± Os quatro chamavam em unissono, rndo at¨¦ os p¨¦s de Danielo bolinhas, agarrando¨Cse ¨¤s suas cal?as e esticando as m?ozinhas para alcan?ar Olivia em seus bra?os. De longe, parecia que Daniel estava coberto de crian?as. Naquele momento, Olivia, embriagada, estavapletamente adormecida, inconsciente de que os filhos que tanto queria ver estavam bem ao seudo. Carlos, que sa¨ªra logo atr¨¢s, presenciou a cena. Daniel carregava Olivia enquanto os pequeninos se agarravam ¨¤s suas pernas, olhinhos brilhantes de expectativa por Olivia. Carlos estava confuso. O que estava acontecendo? ¡°Mam?e, o que aconteceu? Papai te iodou?¡± Heitor perguntou, vendo Olivia de olhos. fechados e sem nenhuma rea??o, sua carinha de preocupa??o era evidente. ¡°Mam?e, por que voc¨º n?o f a gente? N?o vamos dormir, queremos ir voc¨º.¡± Joel puxou a roupa de Olivia, um tom choroso. ¡°Shh, a mam?e t¨¢ dormindo, n?o vamos acordar .¡± Iria colocou o dedinho rechonchudo sobre os l¨¢bios, fazendo sinal de sil¨ºncio, seus olhos redondos e brilhantes. ¡°Sim, t¨¢ dormindo.¡± In¨ºs concordou um aceno, fndo baixinho para n?o perturbar a m?e. A pequena In¨ºs, normalmente timida, parecia mais calma ao ver sua m?e. Erao se a presen?a d trouxesse uma sensa??o de seguran?a. 1/2 17:00 Capitulo 550 Carlos estava cada vez mais confuso. Essas crian?as estavam chamando Olivia de qu¨¦? Mam?e? N?o eram s filhas de Jimena? Ent?o viu Daniel olhar para baixo, passando sua profunda e escura mirada ps carinhas dos quatro, e disse: ¡°Subam no carro e fiquem quietinhos.¡± ¡°Ta bom, papai.¡± Iria foi a primeira a obedecer, correndo de volta para o carro. Carlos arregalou os olhos. Ser¨¢ que tinha ouvido direito? Aqu crian?a tinha chamado Daniel de pai? Daniel havia passado de solteir?o cobi?ado a pai de quatro crian?as? O que diabos aconteceu nos poucos dias em que ele esteve fora? Os outros tr¨ºs pequeninos, felizes por verem sua m?e, tamb¨¦m obedeceram e voltaram ao Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. carro. Daniel colocou Olivia no banco do passageiro, j¨¢ que os quatro pequenos ocupavam todo o banco de tr¨¢s. Ap¨®s od¨¢, ele se inclinou para fechar o cinto de seguran?a. Estava t?o perto d que sua respira??o tocava o rosto de Olivia. Sua presen?a masculina era forte e dominadora. Olivia, embriagada, mas os sentidos agu?ados, sentiu o cheiro dele, t?o familiar. estendeu a m?o tr¨ºm e acariciou o rosto do homem, murmurando: ¡°Rapaz, quer seduzir a irm? aqui, mas sou fogo que voc¨º n?o pode brincar¡­ De verdade, eu poderia ser sua m?e¡­¡± O rosto de Daniel foi acariciado por , suas pvras eram suaves, um sorriso sonolento de quem bebeu demais. Era um sussurro quase inaudivel,o se estivesse fndo em sonhos, s¨® ele podia ouvir. Cap铆tulo 551 Capitulo 551 Era sem d¨²vida uma provoca??o. Daniel Griera sentiu um tremor interior e por um momento sua respira??o tornou¨Cse inst¨¢vel. No segundo seguinte, ao perceber seu gesto e atitude, o que pensava que ele era? Que poderia tirar vantagem dele desse jeito? Seus olhos escuros tornaram¨Cse de repente frios e prantes, virou a cabe?a para olhar a mulher t?o perto dele, os olhos fechados, seus longos cilios projetando uma sombra escura sob as p¨¢lpebras, e seu rosto p¨¢lido e oval exibindo a vermelhid?o de quem bebeu demais. Seus l¨¢bios vermelhos estavam ligeiramente entreabertos, revndo a ponta de seus dentes. brancos como p¨¦rs, e sua respira??o s do nariz e da boca, carregando o aroma do ¨¢lcool. Uma tenta??o invisivel. Daniel apertou a garganta, seus olhos profundos e sombrios murmuravam para si mesmo, *Droga!¡± Com um ¡°clique¡°, ele prendeu rapidamente o cinto de seguran?a d, levantou¨Cse, fechou a porta do passageiro. Quando estava prestes a ir para o assento do motorista, Carlos Marques veio correndo, olhos cheios de d¨²vida e curiosidade, perguntando: ¡°Sr. Daniel, o filho de Jimena Santos te chama de pai? Que situa??o ¨¦ essa?¡± Danieln?ou¨Clhe um olhar sombrio e disse uma voz grave: ¡°Passar muito tempo Jimena fez seu c¨¦rebro parar de funcionar?¡± Ap¨®s suas pvras, ele caminhou at¨¦ o assento do motorista, entrou no carro, ligou o motor, et o ve¨ªculo recuou e saiuo uma flecha.. Carlos ficou parado, olhando confuso enquanto o carro preto desaparecia na noite. De repente, ummpejo depreens?o cruzou sua mente. Os qu¨¢druplos eram de Daniel e Olivia Souza! Jimena era apenas uma fachada para Olivia esconder as crian?as? ¡°Olivia!¡± Nesse momento, Jimena finalmente conseguiu se desvencilhar dos seguran?as e saiu correndo. chamou, mas n?o viu Daniel nem Olivia. Olhando ao redor, se aproximou de Carlos e perguntou: ¡°Onde est?o Daniel e Olivia?¡± 1/2 ¡°Eles, uma familia de seis, foram embora de carro.¡± Carlosn?ou um olhar malicioso e 1701 Capit $51 escrutinador em dire??o a Jimena. ¡°Daniel trouxe as crian?as tamb¨¦m? Isso ¨¦ bom, Olivia s¨® queria ver os filhos. Ao ouvir as pvras de Carlos, o cora??o preocupado de Jimena finalmente se acalmou, e at¨¦ ficou feliz por Olivia. havia levado Olivia ao bar para se distrair porque Olivia estava saudades das crian?as e se sentindo mal. Agora estava tudo bem, viu finalmente as crian?as. Carlos ergueu um sorriso malicioso em seus l¨¢bios: ¡°Voc¨º ¨¦ bem cautelosa, hein? Escondendo isso com Olivia por tanto tempo? N?o tem medo que Daniel acabe voc¨º?¡± Belongs to (N)?vel/Drama.Org. Jimena percebeu que Carlos sabia que as crian?as eram de Olivia e Daniel, e que estava apenas ajudando a esconder o fato de que as crian?as eram suas. ergueu o queixo, cheia de orgulho e honestidade: ¡°Ajudar minha melhor amiga ¨¦ errado? Al¨¦m disso, que raz?o Daniel tem para me acusar? Se ele fosse o respons¨¢vel, n?o teria deixado Olivia sozinha cuidando dos filhos durante quatro anos. Daniel deveria ter vergonha de suas a??es.¡± ¡°Continue fndo, you gravar. Depois, quando eu tiver um tempo, vou tocar para Daniel ouvir, e se voc¨º ainda puder ser t?o firme, vou te admirar.¡± Carlos fingiu tirar o telefone parae?ar a gravar. Jimena entrou em panico e instintivamente tentou pegar o telefone dele. Daniel, aquele grande dem?nio, definitivamente n?o era algu¨¦m que Jimena se atreveria a provocar. At¨¦ fr mal dele ps costas exigia coragem, e se Daniel ouvisse, n?o seria o fim d? ¡°N?o grave, me d¨º o telefone.¡± Jimena correu para frente, tentando agarrar o telefone. Carlos levantou a m?o mais alto. Jimena, muito apressada, acabou colidindo em seu peito. Seu peito colidiu contra ele, fazendo seu cora??o pr, e olhou para Carlos os olhos arregdos. Carlos tamb¨¦m sentiu a maciez que erao nuvens. Seu olhar malicioso e sedutor foin?ado em dire??o a Jimena. Aqueles malditos olhos encantadores fizeram o cora??o de Jimena bater descontrdamente. respirou fundo v¨¢rias vezes, ergueu a cabe?a e encarou Carlos, dizendo: ¡°Agora que voc¨º sabe que eu n?o sou m?e, voc¨º pode namorarigo?¡± Cap铆tulo 552 Capitulo 552 Carlos olhou¨Ca um ar de zombaria, esbo?ando um leve sorriso nos l¨¢bios, e disse de forma desdenhosa: ¡°¨¦ s¨® isso?¡± Jimena seguiu o olhar dele e, ao perceber a que ele se referia, corou de vergonha, rapidamente deu alguns passos para tr¨¢s para aumentar a distancia entre eles e gaguejou sem confian?a: ¡°O que tem de erradoigo?¡± *As pessoas dizem que mulheres mais cheinhas pelo menos t¨ºm seus atributos, mas voc¨º? ¨¦ so gorda. Sem nenhum charme, deveria parar de tentar seduzir os homens. Estou indo.¡± Carlos derou com um tom malicioso e se virou para partir. Jimena estava t?o furiosa que seu peito subia e descia rapidamente, e sentiu vontade de chorar, mas n?o conseguia derramar uma l¨¢grima. Olhou para o pr¨®prio busto ee?ou a chorar um solu?o alto. Por que ¨¦ t?o pequeno de verdade? era um pouco acima do peso, e p l¨®gica, n?o deveria ser t?o na. Certamente era porque estava muito gorda, e a gordura ao redor escondia seus seios. Se emagrecesse, eles apareceriam. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Jimena enxugou as l¨¢grimas as m?os e, determinada e ainda furiosa, gritou para a silhueta de Carlos que se afastava: ¡°Pode esperar, eu vou te fazer me olhar outros olhos!¡± Carlos n?o disse nada, nem olhou para tr¨¢s, apenas acenou a m?o sem se virar e entrou no carro, partindo logo em seguida.. Na Vi Serenidade, no quarto principal. Daniel abra?ou Olivia e a colocou na cama. Encostada no colch?o macio e confort¨¢vel, Olivia despertou. abriu os olhos e viu um rosto magnifico ampliado diante d, a pele firme e um ar de masculinidade. Seus tra?os eram refinados e profundos, e ele tinha uma beleza extraordin¨¢ria. O cora??o embriagado de Olivia se despertou instantaneamente e seus olhos se arregram: ¡°Daniel!¡± Daniel a tinha acabado de deitar e ainda n?o tinha se levantado quando ouviu o tom surpreso d. Seus olhos escuros a examinaram e sua express?o fria e sombriao o mar indagou: ¡°Acordou?¡± Seu h¨¢lito era poderoso e frio, e seu olhar prante transmitia perigo. Olivia imediatamente ficou alerta ee?ou a se mover para tr¨¢s, tentando aumentar a 17-01 Capitulo 552 distancia entre eles. Antes que pudesse se mover, ele segurou seu queixo uma m?o grande e ¨¢spera,o se fosse uma lamina perigosa. ¡°Agora voc¨º pensa em fugir? N?o acha que ¨¦ tarde demais? Onde est¨¢ sua coragem de provocar os homens de antes?¡± Os olhos escuros e profundos de Daniel eramo um vortice, capazes de sug¨¢ para dentro. Olivia sentiu a frieza e a raiva dele e piscou inocentemente: ¡°Provocar homens? N?o sei do que voc¨º est¨¢ fndo¡­¡± s¨® se lembrava de que Jimena tinha sido assediada no bar, e ent?o Daniel chegou. se aproximou dele, pronta para fr sobre o assunto do filho, mas sua mente estava cada vez mais confusa e depois disso n?o se lembrava de mais nada. Vendo seu rosto confuso e ignorante, Daniel rangeu os dentes e acenou a cabe?a: ¡°N?o se lembra? Ent?o deixe¨Cme refrescar sua mem¨®ria¡­¡± ¡°Ah!¡± Enquanto ele fva, puxou¨Ca para perto, levantou seu queixo a m?o que o segurava e a beijou ferozmente nos l¨¢bios. ¡°Mmm¡­¡± Antes que Olivia pudesse se recuperar do choque, foi beijada intensidade, e sua respira??o foi cortada. A poderosa presen?a masculina de Daniel era avassdora, e o frio a envolveu,o se ele estivesse pronto para despeda?¨¢ se ousasse resistir. Olivia agarrou os bra?os dele, inicialmente tentando empurr¨¢¨Clo, mas a poderosa aura dele drenou toda a for?a do seu corpo. As m?os que seguravam seus bra?ose?aram a tremer e se enfraqueceram. Daniel percebeu que seu corpo estava mole e considerou que estava sendo sensata ao n?o provoc¨¢¨Clo naquele momento. O sabor doce de seus l¨¢bios, um toque de ¨¢lcool, era intoxicante, e Daniel se perdeu no beijo, incapaz de parar. Cap铆tulo 553 Cap¨ªtulo 553 Ao pensar no que Carlos havia dito, que se entregava ¨¤ devassid?o no bar, flertando jovens, uma ira sem nome brotava em seu interior, e mal podia esperar para acabar . Olivia sentia os beijos de Daniel tornarem¨Cse cada vez mais dominadores e intensos, roubando¨Clhe todo o ar, deixando¨Ca sem respira??o, a cabe?a prestes a explodir p falta de oxig¨ºnio. Suas coxas se contra¨ªram. Dormente, a cabe?a de Olivia zumbiu, trazendo¨Ca de volta ¨¤ realidade. Suas m?os. recuperaram a for?a, tentando empurr¨¢¨Clo. Mas o corpo atl¨¦tico do homem erao um muro, e a for?a d era insignificante emnpara??o. Incapaz de afast¨¢¨Clo e o perigo iminente diante de seus olhos, Olivia, desesperada, agarrou os l¨¢bios do homem e mordeu for?a. Um gemido de dor escapou da garganta de Daniel, mas ele n?o a soltou, pelo contr¨¢rio, beijava¨Ca com mais selvageria. Olivia sentia o gosto de sangue espalhar¨Cse entre seus l¨¢bios, perigoso e ferozo uma besta selvagem. Seu cora??o batia descontrdo,o ¨¢gua fervente agitando¨Cse sem parar. No momento em que se sentiapletamente perdida, Daniel a soltou. Sua voz profunda e rouca soou: ¡°Quem te deu o direito de flertar outros homens no bar? Est¨¢ cansada de viver, ¨¦ isso?¡± Liberada, Olivia apoiou¨Cse na cama e recuou, distanciando¨Cse do perigo letal. Olhando para a coxa dolorida, viu sob a saia erguida a marca de cinco dedos avermelhados. Eram marcas dos dedos de Daniel. Evidente estava a for?a dele, capaz de esmagar o perigo facilmente. respirava dificuldade, seus olhos emba?ados p n¨¦voa de confus?o, observando Daniel, cujo l¨¢bio inferior sangrava, tornando¨Co ainda mais diabolicamente sedutor. Parecia um predador que havia provado sangue, sereno e perigoso. Engolindo em seco, Olivia tragou o frio do seu medo e falou a respira??o ofegante: ¡°Foi voc¨º quem disse que n?o queria mais nadaigo, que nem me deixaria ver nosso filho. Estou t?o sozinha, procureipanhia para n?o te iodar, n?o ¨¦ isso que voc¨º queria?¡± Ap¨®s uma noite de sono e o susto excessivo, o efeito do ¨¢lcool em Olivia havia passado completamente, e agora estava totalmente s¨®bria. 1/2 17:01 Capitulo 553 fva assim, apostando que o desejo de posse de Daniel ainda n?o havia se dissipado. Antes, se se aproximasse demais de Sergio Griera, Daniel enfurecia¨Cse, perdia a paci¨ºncia e mostrava possessividade cruel. Mesmo agora, quando o segredo do filho foi descoberto por ele, na Aldeia Souza, ao v¨º Sergio, a express?o de Daniel ainda era de f¨²ria. Olivia especva que ele ainda sentia algo fresco por . O desejo de posse de um homem, uma vez despertado, n?o ¨¦ algo a ser subestimado. estava jogando por uma chance de ver seus filhos mais frequ¨ºncia. Os olhos de Daniel escureceram subitamente, e uma frieza avassdora se espalhou ao seu redor. Ele passou o dedo sobre o l¨¢bio, limpando o sangue, olhos prantes e uma presen?a opressiva, aproximando¨Cse rastejante: ¡°Voc¨º est¨¢ t?o necessitada de homens, que eu deveria simplesmente acabar voc¨º aqui mesmo na cama!¡± Suas pvras eram frias e amea?adoras. Enquanto ele se aproximava uma aura cial e opressora, Olivia, aterrorizada, via as presas do predador se aproximarem e recuava: ¡°Daniel, n?o fa?a nada que voc¨º possa se arrepender, foi voc¨º quem disse que nosso rcionamento acabou! Se ¨¦ assim, o que eu fa?o ¨¦ da minha conta. Voc¨º n?o tem o direito de interferir¡­¡± N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. O tornozelo de Olivia foi agarrado. ¡°Ah!¡± Antes que pudesse se preparar, foi arrastada para baixo de Daniel. Como um cordeiro indo para o abate, estava sob a sombra de seu corpo atl¨¦tico e poderoso. Seu rosto bonito estava sombrioo tinta, e seus olhos g¨¦lidoso gelo a prendiam: ¡°Quem disse que voc¨º est¨¢ livre? At¨¦ que eu te libere, voc¨º s¨® pode ser minha mulher, entendeu?¡± Cap铆tulo 554 Cap¨ªtulo 554 Olivia estava tensa, respirando profundamente, seus olhos cativantes encaravam os dele for?a. ¡°Voc¨º mudou de ideia? Agora que eu te dei quatro filhos, voc¨º quer se casarigo?¡± Olivia retrucou. Os olhos de Daniel se tornaram frios no instante seguinte, afiados e cortanteso gelo. Casar¨Cse ? Uma vez, ap¨®s descobrir que era a mulher que o havia salvo no celeiro cinco anos antes. ele considerou a possibilidade de se casar . Belongs to (N)?vel/Drama.Org. J¨¢ que era sua mulher, dar¨Clhe casamento era o processo natural. Mas depois, provou ser n?o apenas a filha de Gabriel Dias, mas nos mesmos esquemas que sua m?e havia praticado antes! estava jogando dos doisdos, sendo hip¨®crita. tamb¨¦m estava envolvida Estava traindo¨Co, enrndo nos seus neg¨®cios, nejando fugir Sergio! Naqu ¨¦poca, sua m?e havia pegado o dinheiro da familia Griera e estava a caminho de fugir Gabriel quando seu pai foi atr¨¢s deles, o que levou ao acidente de carro que matou ambos Os pais. Essa mulher era um escorpi?o venenoso. ¡°Ha, casar voc¨º? N?o sonhe demais! Voc¨º jamais entrar¨¢ para a familia Griera nesta vida!¡± A voz de Daniel estava fria e cheia de ¨®dio. Essas pvras eramo uma espada afiada, perfurando violentamente o cora??o de Olivia. A respira??o tornou¨Cse finao uma lamina, cortando¨Ca dor. ¡°Se ¨¦ assim, eu vou procurar um novinho sempre que quiser, e casar quem eu quiser, voc¨º n?o tem nada a ver isso¡­ ah¡­¡± Antes que Olivia terminasse de fr, seu queixo foi apertado for?a, causando¨Clhe dor, fazendo¨Ca franzir a testa de agonia. O rosto bonito de Daniel estava congdo e afiado, sinistro: ¡°Quer se casar? Nem pense nisso! Voc¨º n?o lembra nenhuma das minhas pvras, parece que n?o vai aprender at¨¦ que eu mostre alguma cor para voc¨º!¡± A raiva de Daniel foi provocada, e Olivia quase n?o conseguiu suportar. Quando acordou de novo, j¨¢ era a manh? do dia seguinte. estava deitada dedo, suas costas pressionadas contra um peito quente e magro, e bra?os fortes e musculosos a abra?avam. De vez em quando, podia ouvir a respira??o poderosa do homem acima d. 1/3 17:01 Assim que Olivia recuperou a consci¨ºncia, seu corpo se tensionou. estava sendo abra?ada por Danielo se fosse uma boneca, sem poder se mexer. Essa posi??o parecia carinhosa e aconchegante, mas s¨® sabia o qu?o triste e perigosol era. tentou mover as pernas, querendo sair dali. Esse movimento ativou a dor em sua cintura e pernas, fazendo¨Ca inr de dor.. A ira de Daniel no dia anterior fora t?o violenta que, se estivesse um pouco menos. resistente, poderia ter sido fatal. A respira??o quente atras d erao a de uma besta selvagem, perigosa e letal para Olivia. moveu seu corpo cuidadosamente, tentando se levantar. Quando estava prestes a sair, o bra?o ao redor d de repente se apertou, puxando¨Ca de volta. ¡°Para onde voc¨º esta indo?¡± Uma voz masculina baixa e rouca soou, pesada de sono. Olivia ficou tensa instantaneamente: ¡°Vou tomar um banho.¡± ¡°Durma mais um pouco, vamos juntos.¡± Daniel disse, seu h¨¢lito quente batendo no pesco?o delicado d. Olivia, que era sensivel a cocegas, encolheu o pesco?o, mas n?o se moveu mais, ficando rigida, ponderando suas pvras: ¡°Se eu meportar e for sua mulher, voc¨º me deixe ver as crian?as, pode ser?¡± havia dito aqus pvras na noite anterior para provoc¨¢¨Clo, para testar se ele ainda tinhal o mesmo desejo louco de possui. estava arriscando sua vida para lutar pelo que queria. Daniel os olhos fechados, os abriu e olhou para baixo, fixando o olhar no topo de sua cabe?a: ¡°Que direito voc¨º tem de negociarigo?¡± ¡°Eu sou a m?e das crian?as, eu as criei, nunca as deixei desde que nasceram. As crian?as precisam de uma m?e, e eu n?o posso deix¨¢s. Voc¨º mesmo perdeu seus pais quando era jovem, n?o iria querer que seus filhos crescessem sem amor materno tamb¨¦m, certo?¡± Olivia se encheu de coragem e apresentou suas raz?es para ver as crian?as, esperando despertar sua empatia. Apenas a empatia poderia amolecer seu cora??o. Mas esse m¨¦todo era arriscado. Se n?o tivesse cuidado, poderia ser destro?ada mais uma vez. Assim que terminou de fr, o olhar sobre sua cabe?a ficou frioo uma lamina, fazendo. seu couro cabeludo doer e formigar. Cap铆tulo 555 Cap¨ªtulo 555 Daniel segurou a m?o d mais for?a ainda, o frio ao redor parecia o de uma gdeira. congndo¨Ca at¨¦ os dentese?arem a bater. ¡°Voc¨º ¨¦ realmente muito corajosa!¡± Depois de um tempo, as pvras de Daniel surgiram entre dentes cerrados. provocava repetidamente o seu ponto fraco, sem medo algum da morte! ¡°Eu posso devolver aqueles bilh?es para voc¨º¡­¡± A voz de Olivia tremia, estava t?o assustada que nem percebeu o pr¨®prio tremor em sua voz. ¡°Estou precisando desse pouco dinheiro?¡± perguntou Daniel, uma voz fria e sinistra. ¡°Eu¡­¡± Olivia estava prestes a fr, quando a porta do quarto foi aberta. As vozes das crian?as ecoaram na entrada. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± Quatro pequenos corriam animados em dire??o ¨¤ cama, bn?ando suas perninhas curtas. Olivia olhou para tr¨¢s e viu as crian?as vindo em sua dire??oo pequenos pinguins. N?o vendo as crian?as por dois dias, seu cora??o pesado se encheu de surpresa e alegria, e estava prestes a se levantar quando de repente se deu conta de que estava sem roupas. Seu corpo, j¨¢ meio erguido, apressadamente recuou para debaixo das cobertas. Os pequenos j¨¢ tinham corrido at¨¦ a cama e estavam se aproximando de Olivia, tentando se enfiar debaixo das cobertas . ¡°Mam?e, voc¨º e papai est?o dormindo juntos? Eu tamb¨¦m quero dormir.¡± Iria, seus dois. coques, sorria doce e suavemente, estendendo a m?ozinha para levantar as cobertas. ¡°Eu tamb¨¦m quero, eu tamb¨¦m quero!¡± Joel se juntou a entusiasmo. ¡°Sim, quero dormir a mam?e.¡± In¨ºs concordou a cabe?a. Heitor, deitado aos p¨¦s de Olivia, olhava para um sorriso raro em seu rosto. ¡°Espere, n?o¡­¡± Olivia se esfor?ava para segurar a ponta do cobertor,pletamente at?nita. N?o, por favor. estava sem roupas, e tinha certeza de que Daniel tamb¨¦m estava. 1/2 17:02 Capitulo 555 Se as crian?as levantassem o cobertor e entrassem¡­ A cena seria¡­ S¨® de pensar, Olivia sentia uma vontade irresistivel de desaparecer. ¡°Eu quero, quero dormir a mam?e.¡± Iria parecia insatisfeita, franzindo os l¨¢bios e puxando a coberta for?a. Joel tamb¨¦m ajudava, e In¨¦s se esfor?ava ainda mais. Os tr¨ºs pequenos, cada um segurando uma ponta do cobertor grande for?a, puxaram juntos, fazendo¨Co se mover. Olivia prendeu a respira??o, chocada. No segundo seguinte, a grande m?o de Daniel a segurou, uma m?o segurando o cobertor de sua cintura e a outra pressionando as cobertas sobre Olivia, impedindo que as crian?as as levantassem. Seu olhar profundo se voltou para as tr¨ºs crian?as, e sua voz grave e raramente gentil soour ¡°Sejam bons, sm agora e quando a mam?e de voc¨ºs se levantar, brincar¨¢ todos voc¨ºs.¡± Olivia olhou para Daniel, incr¨¦d, ele disse que poderia brincar as crian?as? Seu cora??o emocionado era indescritivel, e ao vislumbrar seu torso nu, m¨²sculos definidos e a pele bem contornada, sentiu toda a masculinidade que ele exva. Lembrando¨Cse da noite anterior¡­. O cora??o de Olivia derreteu, e seu rosto esquentou instantaneamente, desviando o olhar rapidamente. ¡°¨¦ verdade? A mam?e vai brincar conosco?¡± Os olhos de Iria brilharam, e olhou para Daniel excita??o.N?velD(ram)a.?rg owns this content. Os outros tr¨ºs pequenos tamb¨¦m olharam para Daniel, olhares inocentes cheios de esperan?a. ¡°ro que ¨¦ verdade.¡± Daniel respondeu afirmativamente. Cap铆tulo 556 Capitulo 556 Hm, hum, quere brincar a mam?e.¡± I acenou a cabe?a obedientemente, seust srandes olhos brilhando luz jubilesa. Vamos para fora esperar p mam?e. Joel levantou¨Cse da cama, ficando de p¨¦ sobre os cobertores e pegou a m?ozinha rechonchuda de Iria. ¨¨ sempre a mais ativa, j¨¢ havia deslizado para fora da cama. tria e Joel de m?os dadas, caminharam at¨¦ a borda da cama e, inclinando¨Cse sobre , tambem deslizaram para o ch?o. Heitor foi o mais r¨¢pido e j¨¢ estava ¨¤ porta esperando por seus irm?os. Olvia observava os pequeninos saindo, vendo¨Cos chegar ¨¤ porta quando de repente Iria parou, virou seu rostinho rechonchudo para Olivia e disse: ¡°Mam?e, ¨¤ noite eu quero dormir voc¨º.¡± ¡°Eu tamb¨¦m quero! Joel levantou a m?o, ¡°Eu tamb¨¦m.¡± In¨¨s concordou em voz baixa e a cabe?a baixa. O olhar de Olivia para eles era quente e suave; embora estivesse se sentindo constrangida no momento, a vis?o dos seus filhos olhando para olhos inocentes, cheios de depend¨ºncia e amor, a enchia de felicidade. Olivia, um sorriso repleto de amor materno, respondeu gentilmente: ¡°Est¨¢ bem, ¨¤ noite a mam?e vai contar uma hist¨®ria para voc¨ºs.¡± Com a resposta afirmativa, os quatro pequeninos sairam felizes do quarto. Fabio, que estava de guarda na porta, apressou¨Cse em fech¨¢. O susto fez que ele transpirasse frio. Ele havia ficado apavorado momentos antes, quando as crian?as acordaram fazendo barulho querendo ver a m?e, e F¨¢bio, incapaz de cont¨ºs, as conduziu at¨¦ ¨¤ porta do quarto principal. Ele n?o esperava que os pequenos fossem capazes de abrir a porta por conta propria: quando a porta se abriu, eles entraram em enxame, e ele nem teve tempo de impedir. Fabio tamb¨¦m n?o ousava entrar, ent?o ficou tremendo de medo ¨¤ porta, ouvindo os sons de dentro, com as pernas moles de medo que o Sr. Daniel ficasse irritado. Felizmente, no final, o Sr. Daniel n?o ficou zangado. Mesmo assim, Fabio ainda estava nervoso; se ele perturbasse o Sr. Daniel e deixasse as crian?as verem algo que n?o deviam, sua carreirao governanta estaria acabada. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Na pr¨®xima vez, ele teria que cuidar melhor das crian?as, n?o poderia mais ser t?o imprudente. 1/2 17:02 Decos que as crian?as sairam Olivia levantou¨Cse e os cobertores cairam; se sentiu pobara?ada e rapidamente os pegou novamente, olhando ansiosamente para Daniel. Seus obos escuros a fitavam intensamente, uma press?o invisivel e provocante. O cora??o de Olivia batia ¡°tum tum acelerado, se sentia rigida sob seu olhar, seu sangue formisava e adormecia Embora as crian?as tivessem saido, sentia que seu constrangimento e vergonha n?o haviam diminuido. Em plena luz do dia, tanta luz, qualquer movimento que fizesse podia ser ramente visto bor Daniel ao seudo. Basentao se n?o houvesse segredos em seu corpo, totalmente exposta sob o olhar dele. 10 que eu n?o vi em voc¨º, para que a vergonha?¡± A voz baixa e maizante de Daniel soou. Essas pvras eram muito diretas, fazendo Olivia sentir uma mistura de vergonha e raiva. antada, virou¨Cse e respondeu: ¡°O mesmo para voc¨º, n?o h¨¢ segredos em voc¨º aos meus olhos.¡± Emesmo? Ent?o vamos ser abertos e honestos.¡± As pvras ricas e baixas de Daniel cairam. Olivia sentiu um arrepio pelo corpo. prendeu a respira??o, piscando fricamente, sem saber onde colocar as m?os. ¡°A¡± No segundo seguinte, foi levantada e carregada dedo. Instintivamente, agarrou seu pesco?o, sentindo o peito masculino, sedutor, firme, musculos bem definidos, a for?a da masculinidade no seu limite. Sua respira??o quente estava em seu rosto. O cora??o de Olivia batia t?o r¨¢pido que parecia que iria saltar para fora. estava t?o assustada que seus olhos se arregram, e na sua vis?o estava o queixo forte e bem definido do homem, suaringe sensual. Tudo exva o aroma dos horm?nios masculinos. Olivia sentiu seu cora??o na garganta e engoliu um gole de ¨¢gua fria dificuldade. Cap铆tulo 557 Cap¨ªtulo 557 Danieln?ou um olhar profundo e sombrio para , notando suas bochechas ruborizadas, seus olhos escuroso abismos, enquanto engolia em seco. Caminhou at¨¦ o banheiro e fechou a porta atr¨¢s de si. A ¨¢gua do chuveiro caia em um murmurio constante, enquanto o vapor emba?ava o vidro fosco, tornando a silhueta em movimento no interior apenas parcialmente visivel. Embora Olivia estivesse exausta, sabia que n?o podia demorar. As crian?as a aguardavam no andar de baixo, ansiosas para brincar . escolheu um vestido de g alta do arm¨¢rio para vestir e, ap¨®s se arrumar, desceu as escadas. A mesa do jantar, a cena era harmoniosa e calorosa. Daniel sentava¨Cse a umdo da mesa retangr, impecavelmente trajado em seu terno, al imagem da elegancia,o se nada tivesse acontecido. Comia o caf¨¦ da manh? movimentos graciosos. Em frente a ele, sentavam¨Cse quatro pequenos encantadores, os pequeninosportando¨Cse. bem e comendo quietinhos. Normalmente, o almo?o em casa os quatro pequenos era um evento animado, conversas e comida espalhada por toda a mesa. Mas agora, os pequenos estavam todos quietos,endo de maneira ordenada e sem distra??es, cada um um guardanapo em volta do pesco?o para evitar derramamentos. Empregados estavam de prontid?o aodo das crian?as, prontos para atender a qualquer necessidade. Olivia observava a cena uma mistura de tristeza e emo??o. De fato, o pai deles as crian?as tinham as melhores condi??es e cuidados. Com , os ¨²ltimos quatro anos haviam sido repletos de tumulto e caos. ¡°N?o importa o qu?o cruel seja uma pessoa, sempre ter¨¢ sentimentos pelos filhos.¡°, pensou Olivia. Daniel deveria ser bom para as crian?as, afinal. Mesmo que ele n?o gostasse de crian?as, eles ainda eram seus parentes de sangue. ¡°Mam?e, voc¨º chegou. Esse camar?o est¨¢ delicioso, vemer,¡± a voz doce e infantil de Iria chamou por Olivia, revndo sua natureza de amante daida. Com os olhos brilhando de alegria, segurava o rabo do camar?o suas m?ozinhas rechonchudas, mastigando satisfa??o, molho de soja manchando os cantos de sua boca. parecia um pequeno gatinho manchado, irresistivelmente ador¨¢vel. Olivia n?o pode conter um sorriso e caminhou ate, analizando a situa??o antes de se sentar. Do outrodo de Daniel, os quatro pequeninos ocupavam os lugares, e n?o havia mais espa?o. Do lado oposto, n?o havia cadeiras ou talheres postos, apenas aodo de Dantel havia uma cadeira e um conjunto de talheres vazios. Era obvio que o lugar aodo de Daniel era reservado para . No entanto, havia uma aura de perigo invisivel em torno de Daniel, e Olivia n?o queria sentar¨Cse ao seudo, pois isso a faria sentir¨Cse constrangida. queria sentar¨Cse as crian?as, mas n?o havia espa?o aodo ds, Ap¨®s considerar, n?o teve escolha a n?o ser sentar¨Cse aodo de Daniel, ¡°Mam?e,e o camar?o,¡± Heitor, o pequeno cavalheiro, acabara de descascar um camar?o e. levantando¨Cse em sua pequena estatura, colocou a carne de camar?o na tig de Olivia. se inclinou educadamente, sorrindo: ¡°Obrigada, Heitor¡­¡± Ao se inclinar, a abertura de seu decote revelou mais pele do que pretendia. Heitor, que estava olhando para , viu os hematomas em sua pele e sua express?o infantilmente bonita se tornou s¨¦ria num instante: ¡°Mam?e, o que aconteceu aqu¨ª? Voc¨º se machucou?¡± Apontando para baixo de seu pr¨®prio pesco?o as pequenas m?os, ele perguntou surpresa e preocupa??o. Olivia, surpresa, olhou instintivamente para a dire??o indicada por ele e viu as marcas deixadas por Daniel. ficou imediatamente constrangida e desconfort¨¢vel, rapidamente. ajustou sua g e, um sorriso for?ado e um olhar evasivo, tentou disfar?ar seu embara?o: ¡°N?o ¨¦ nada, mam?e se machucou sem querer¡­¡± Dizendo isso, n?ou um olhar carregado de censura para Daniel. Tudo culpa dele! Ele havia sido muito descuidado. tinha feito quest?o de vestir uma roupa de g alta e, mesmo assim, as crian?as tinham. visto as marcas. Os olhos escuros de Daniel encontraram os d, cheios de rema??o. Belongs to (N)?vel/Drama.Org. Capitulo 550 Cap铆tulo 558 Capitulo 558 Embora as crian?as n?o soubessem o que era aquilo, os adultos entendiam perfeitamente. Principalmente Daniel, que tinha plena consci¨ºncia deo as supostas les?es em Olivia haviam surgido. Seu rosto elegante estava s¨¦rio e tranquilo, e uma voz baixa e magn¨¦tica, ele derou,o se fizesse uma conclus?o: ¡°Vamoser.¡± Olivia respirou fundo duas vezes, o que mais poderia fazer? Diante do poder absoluto, s¨® The restava engolir em sil¨ºncio. Daniel a fez entender que, desde que ele n?o se sentisse desconfort¨¢vel, os constrangidos seriam os outros. Olivia pegou um camar?o que Heitor the oferecera e,o se desabafasse, engoliu¨Co num s¨® bocado, mastigando¨Co for?a. Mastigava o camar?oo se fosse Daniel, triturando¨Co impeto. Fabio, que estava servindo aodo, ao ouvir a pergunta de Heitor e ver a intera??o entre Olivia e Daniel deixou seu rosto envelhecer, silenciosamente se afastou e sinalizou para que os outros servi?ais tamb¨¦m se retirassem. Nesses momentos, era melhor que eles n?o se envolvessem. Heitor sempre foi muito esperto desde pequeno, astuto, inteligente e s¨¢bio. Mesmo que Olivia dissesse que tinha se machucado acidentalmente, Heitor notou o olhar de ressentimento e raiva que n?ou para Daniel. Suas sobrancelhas infantis franziram¨Cse em uma pequena ruga. Certamente tinha sido o pai quem havia magoado a m?e, o pai que fizera a m?e se ferir. Na outra vez em que a m?e aparecera um corte na testa e um curativo no rosto, tinha sido obra de Daniel. Desta vez, certeza, tamb¨¦m fora ele. A m?e so dizia que tinha sido um acidente para que ele n?o se preocupasse. Heitor apertou os punhos pequenos, em sil¨ºncio. Depois do caf¨¦ da manh?, Iria quis brincar de esconde¨Cesconde. Ent?o Oliviae?ou a brincar as crian?as; contava enquanto eles se escondiam. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. ¡°Um, dois, tr¨ºs, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez. Estou indo procurar, voc¨ºs j¨¢ se esconderam?¡± Olivia tirou as m?os dos olhos e perguntou docemente. ¡°Escondi!¡± Iria, escondida atr¨¢s da cortina, fez um som.infantil e aconchegante, encolhendo¨Cse 1/2 17:02 Cat 558 mais para tr¨¢s. Oliviae?ou a procurar. Descobrindo um pequeno bumbum apontando para cima embaixo da mesa, se agachou e deu um tapinha suave. uma voz ch de ternura e amor: ¡°Quem ¨¦ esse pequeno querido aqui, o bumbum apontando para o c¨¦u? ¡°Ahaha, mam?e, voc¨º me achou, achei que voc¨º n?o pudesse me ver.¡± Joel baixou imediatamente o traseiro, sentando¨Cse no ch?o e se erquendo. ¡°Voc¨º que est¨¢ deitado no ch?o os olhos cobertos, quem n?o deveria ver sou eu, certo? Olivia riu de forma gentil e b. ¡°Hm, ent?o ¨¦ assim,¡± Joel teve uma epifania, saiu de baixo da mesa e pegou a m?o de Olivial ¡°Mam?e, eu te ajudo a procurar, eu sei onde o irm?o e a irma se esconderam¡­ Ele puxou Olivia em dire??o ¨¤ cortina e, antes que e?asse a procurar, puxou alegremente a cortina: ¡°Iria, te encontrei!¡± ¡°Ahaha, kikiki¡­¡± Iria, ao ser encontrada, soltou uma risada cristalina, rindo tanto que seu pequeno peito tremia. A felicidade das crian?as era t?o simples assim. Logo depois. Joel e Iria encontraram In¨ºs que estava escondida atr¨¢s de F¨¢bio, e os tr¨ºs se abra?aram e riram, enchendo a Vi Serenidade a alegria inocente da infancia. O rosto de F¨¢bio estava iluminado por um sorriso, refletindo que a sempre tranqu Vi Serenidade estava finalmente cheia de risadas e vozes alegres. Ter crian?as por pertozia realmente a diferen?a. Heitor saiu do banheiro sozinho, sem precisar ser procurado. Olivia sorriu, aproximou¨Cse e agachou¨Cse para olhar nos olhos escuros e inocentes de Heitor e perguntou: ¡°Heitor, o que foi? Voc¨º n?o parece muito feliz.¡± Heitor uma express?o s¨¦ria e sobrancelhas franzidas respondou: ¡°Esconde¨Cesconde ¨¦ muito infantil, n?o ¨¦ divertido.¡± Olivia sorriu e bagun?ou o seu cabelinho: ¡°Ent?o, o que voc¨º gostaria de brincar?¡± Cap铆tulo 559 Capitulo 559 ¡°Tablet.¡± disse Heitor Olivia ficou perplexa e disse: ¡°Voc¨º n?o trouxe seu tablet.¡± ¡°Meu pai me deu dois, e eu estava numa turma de tologia eletr¨®nica no jardim de infancia,¡± a voz infantil de Heitor soou. Olivia ficou surpreendida, olhou para Daniel sentado no sof¨¢ que parecia ter um sorriso nosbios, mas quando viu Olivia olhar para ele, o sorriso desapareceu instantaneamente, substituido por uma express?o fria e austera. Voltou a ter uma postura distante intimidadora. Olivia ficou confusa. tinha visto errado? ramente viu um sorriso nos l¨¢bios de Daniel, provavelmente contagiado p alegria das crian?as. Mas olhando novamente, ele voltou a ser frio e intimidador. Olivia n?o pode deixar de tremer. ¡°E eu, papai me deu sorvete.¡± Iria se aproximou, fndo sobre a rpensa que Daniel the deu. ¡°Eu estou na turma de teatro.¡± Joel disse feliz. ¡°Eu tenho dois pingentes.¡± In¨ºs disse o rosto corado. Ent?o, as crian?as so estiveram em Vi Serenidade por dois dias e todas j¨¢ receberam presentes de Daniel? Ele era mesmo impressionante, em menos de dois dias, ele tinha descoberto o que as crian?as postavam e sabiao agrad¨¢s para que ficassem obedientes. Capitalistas s?o mesmo assustadores. Os m¨¦todos do mundo dos neg¨®cios podem ser usados at¨¦ na educa??o das crian?as. Olivia sentiu um misto de emo??es. No in¨ªcio, pensou que as crian?as teriam dificuldade em se adaptar sem , mas n?o esperava que estariam t?o felizes em Vi Serenidade. ficou feliz em v¨º¨Clos se adaptando bem, mas tamb¨¦m sentia uma forte sensa??o de perda. ¡°Todos ganharam presentes, isso ¨¦ ¨®timo,¡± Olivia disse sorrindo, elogiando cada crian?a. ¡°Hoje ¨¦ quinta¨Cfeira, daqui a pouco n?o ¨¦ hora de ir para a esc?¡± Olivia perguntou. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Nesse momento, F¨¢bio chegou e disse: ¡°Vamos sair agora, sen?o vamos nos atrasar.¡± Olivia voltou a si e viu os olhos infantis das crian?as olhando para relutancia, todos expressando o desejo de n?o ir ¨¤ esc e de ficar a m?e. 1/2 17:02 LEDIU 559 Olivia tamb¨¦m estava relutante, mas a educa??o era essencial. os consolou, dizendo: ¡°Sejam bons na esc, e a mam?e vai buscar voc¨ºs ¨¤ tarde, tudo bem?¡± ¡°Sim, mam?e, voc¨º tem que vir nos buscar.¡± As crian?as,preensivas, concordaram. Olivia prometeu: ¡°Sim, a mam?e certeza ir¨¢ buscar voc¨ºs.¡± F¨¢bio levou as quatro crian?as para fora de Vi Serenidade. Olivia observou as crian?as partirem, sentindo um sentimento ainda mais forte de perda em. seu cora??o. S¨® quando o carro saiu de Vi Serenidade, Olivia se voltou e caminhou em dire??o ao sof¨¢. Sentou¨Cse diante de Daniel e, escolhendo cuidadosamente suas pvras, disse: ¡°Qual ¨¦ o n¨²mero da sua conta banc¨¢ria? Dez bilh?es, eu vou devolver a voc¨º. Desde que voc¨º me permita ver as crian?as quando eu quiser.¡± Daniel levantou o olhar sombrio, fixando¨Ca friamente: ¡°Voc¨º est¨¢ querendo fazer um acordoigo?¡± ¡°¨¦, pode ser considerado um acordo. Eu n?o quero nada al¨¦m de poder ver as crian?as.¡± Olivia estava tensa sob seu olhar prante, nervosa era um eufemismo, afinal estava diante de Daniel. Mas para lutar por esse direito, mesmo nervosa, tinha que enfrentar corajosamente. O olhar de Daniel era prante, frio e fixo n, sem dizer uma pvra,o se quisesse ver atrav¨¦s d. Olivia apertou a m?o direita a esquerda, suportando o olhar afiado dele, a press?o invis¨ªvel tornava dif¨ªcil at¨¦ mesmo respirar. Cap铆tulo 560 Capitulo 560 Logo que Olivia estava prestes a suportar todo o peso da situa??o, a voz g¨¦lida de Daniel se fez ouvir: ¡°O arrependimento vem tarde demais, e n?o est¨¢ ao alcance de todos. Se escolheste fugir o dinheiro, ter¨¢s que arcar as consequ¨ºncias!¡± Olivia estremeceu. tinha fugido o dinheiro? N?o foi ele que transferiu o montante sem sequer inform¨¢? Antes que pudesse responder, a voz frigida de Daniel prosseguiu: ¡°Daqui para frente, os seus filhos n?o ter?o mais vinculo algum contigo. Desta vez permiti que os visseso uma exce??o, mas n?o haver¨¢ uma pr¨®xima vez.¡± Ap¨®s as suas pvras, o olhar profundo de Daniel deslizou em dire??o ao seguran?a que of aguardava. N?velD(ram)a.?rg owns this content. O seguran?a imediatamentepreendeu e se aproximou de Olivia, fazendo um gesto de convite: ¡°Srta. Souza, o motorista est¨¢ ¨¤ sua espera l¨¢ fora.¡± O cora??o de Olivia se apertou, e olhou para Daniel raiva e m¨¢goa. Foi ele quem, decididamente, the transferiu um bilh?o, o intuito de cortar o v¨ªnculo d as crian?as. Como isso se transformou em a fugir o dinheiro? Quem deseja incriminar, n?o carece de argumentos? Ele estava ramente a manipul¨¢. O cora??o de Olivia estava amargurado e se sentia angustiada. O pior de tudo era a ideia. de nunca mais ver seus filhos. tinha prometido ir busc¨¢¨Clos na esc naqu tarde. Com l¨¢grimas a correr nos seus olhos, Olivia se levantou, sua respira??o tr¨ºm, e disse a Daniel: ¡°Eu n?o fugi o dinheiro, voc¨º sabe disso melhor do que ningu¨¦m! Por que est¨¢ me atribuindo essa culpa? Eu sou a m?e deles, as crian?as precisam de mim, que direito voc¨º me priva do direito de v¨º¨Clos?¡± estava se humilhando, suplicando por um di¨¢logo ele. Mas ele permaneceu impassivel, decidido a separ¨¢ dos filhos. Olivia n?o suportava mais, n?o era por falta de medo ou panico. Mas o terror de perder os seus filhos era maior do que qualquer temor. O seguran?a aodo ficou pasmo, petrificado de medo. A Srta. Souza ousara desafiar o Sr. Daniel, uma aud¨¢cia fora doum. O seguran?a estava tenso por Olivia. O olhar profundo e sombrio de Daniel, carregado de frieza, cortou Oliviao uma lamina, 1/2 17:03 Capitulo 560 fazendo¨Ca estremecer, um arrepio percorrendo seu corpo. mordeu o l¨¢bio, tentando se encorajar, e enfrentou¨Co seus olhos ros, Daniel se levantou, sua presen?a alta e intimidadora, uma sombra escura, envolveu instantaneamente Olivia, uma sensa??o opressiva pressionando contra seu peito, dificultando sua respira??o. O olhar prante de Daniel fixou¨Cse n: ¡°Iria magoou a testa e precisou de pontos. In¨¦s est¨¢ sendo criada t?o magra e fr¨¢gil. Os talentos dos filhos, as coisas de que eles gostam voc¨º n?o pode oferecer nada disso a eles. Voc¨º nem consegue cuidar dos pr¨®prios filhos, tem a certeza de que eles precisam de voc¨º?¡± As pvras afiadas de Daniel, carregadas de um peso sombrio, foramo uma espada que perfurou o cora??o de Olivia. Sua respira??o falhou, e sentiuo se algo estivesse pressionando seu cora??o, tornando at¨¦ mesmo os batimentos card¨ªacos um luxo. ¡°Por que ainda est¨¢ a¨ª parada? Leve a convidada para fora!¡± A voz gda de Daniel dirigiu¨Cse ao seguran?a aodo. O seguran?a, assustado, estremeceu e apressou¨Cse em dire??o a Olivia. Se n?o saisse, seria ele quem sofreria as consequ¨ºncias. Olivia afastou¨Co bruscamente: ¡°Eu posso ir sozinha!¡± Com l¨¢grimas nos olhos, um olhar de ressentimento e dor, n?ou um ¨²ltimo olhar para Daniel e virou¨Cse para sair. O motorista estava ¨¤ espera l¨¢ fora, abriu a porta do carro e convidou Olivia a entrar. Olivia mordeu os dentes, esfor?ando¨Cse para segurar as l¨¢grimas, abaixou¨Cse para entrar no carro, e assim que se sentou, n?o conseguiu mais se conter e as l¨¢grimase?aram a fluir livremente. Cap铆tulo 561 Cap¨ªtulo 561 apertava os punhos, fazendo um esfor?o tremendo para se conter. Na s de estar, o rosto bonito de Daniel estava sombrio, duro, suas bochechas se movendo levemente ao cerrar os dentes. Seu humor era deplor¨¢vel, chegando ao ponto da irrita??o. Tirou um cigarro do bolso, acendeu e deu uma tragada forte, a fuma?a se enrndo ao seu redor, turvando a vis?o. Todos devem pagar um pre?o ps a??es queetem! Isso ¨¦ um castigo! O carro se movia sem pressa p estrada. Olivia, as m?os cobrindo o rosto, deixava as l¨¢grimas escaparem pelos dedos, sua respira??o tremia. pensou que poderia convencer Daniel a deix¨¢ ver as crian?as. superestimou sua posi??o no cora??o dele. Mesmo seu possessivo desejo, ele n?o retrocederia nem um pouco por . O que era para ele? Apenas um objeto para desabafar suas frustra??es. ainda se iludiu pensando que poderia negociar ele. Frustrada, desda, sofrendo, a dor de ser separada da pr¨®pria carne e osso atormentava profundamente o cora??o de Olivia. O que deveria fazer a seguir? Como poderia ver as crian?as? O carro parou na Comunidade Lej¨¢. Olivia saiu do carro,p?s as suas emo??es, secou as marcas de l¨¢grimas no rosto e sentou¨Cse perto do jardim durante algum tempo, at¨¦ que todos os sinais de choro desaparecessem, antes de voltar para casa. abriu a porta e entrou. Teresa Rocha, ouvindo o barulho, veio surpresa ao encontro d na porta. Quando viu Olivia, se inclinou para olhar atr¨¢s d e, em seguida, sua express?o de surpresa se tornou s¨¦ria, perguntando: ¡°E as crian?as, por que voc¨º voltou sozinha? Jimena n?o disse que voc¨º foi Daniel e poderia ver as crian?as?¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Olivia baixou a cabe?a, olhou para Teresa e for?ou um sorriso, tentando parecer descontra¨ªda: ¡°M?e, as crian?as est?o bem Daniel, assim que s se estabilizarem, eu te levo para v¨ºs.¡± ¡°O que voc¨º quer dizer? Daniel tirou as crian?as de voc¨ºpletamente, e s n?o v?o voltar?¡± A express?o de Teresa era grave, chocada, uma ang¨²stia reprimida. 1/2 17:04 Capitulo 561 ¡°M?e, as crian?as Daniel t¨ºm condi??es que nem sabemos qu?o boas s?o, s ter?o a melhor educa??o, acesso aos melhores recursos e uma vantagem desde cedo. Suas habilidades naturais ser?o plenamente desenvolvidas. Ao contr¨¢rio de ficarem connosco, onde todos os dias nos preocupamos a vida.¡± Olivia tentava fr Teresa de maneira leve, consndo¨Ca, pedindo que visse a situa??o de uma maneira mais positiva. Ao ouvir as pvras de Olivia, Teresa desmoronou imediatamente, batendo nos ombros e bra?os de Olivia, ofegante e furiosa: ¡°Voc¨º ¨¦ in¨²til, o que est¨¢ dizendo! Por que as crian?as n?o ficariam bem connosco? Ainda ¨¦ voc¨º a m?e ds?¡± Teresa batia enquanto chorava. Com as emo??es fora de controle, Teresa n?o conseguiu conter a sua for?a. Olivia foi atingida nos ombros e bra?os, sentindo uma dor aguda, mas ficou parada, sem se mover, deixando que Teresa continuasse. sabia que Teresa estava sofrendo por dentro, e mesma,o poderia estar bem? ¡°Voc¨º est¨¢ sempre ocupada trabalhando fora, s¨® volta ¨¤ noite para brincar eles por um momento. Eu que os criei desde pequenos, e agora que finalmente podem chamar algu¨¦m de av¨®, podem correr e pr, voc¨º deixa aquele pai posti?o lev¨¢¨Clos embora! O que eu vou fazer agora? Eles n?o me chamando de av¨®, o quanto me sinto vazia, o quanto d¨®i, uhu¡­¡± Teresa continuava batendo, murmurando, e de repente a sua for?a diminuiu, e e?ou a chorar de forma incontrol¨¢vel. Apenas dois dias sem as crian?as por perto, j¨¢ se sentiao se tivesse perdido sua alma, completamente desamparada. Olivia, que havia conseguido contrr suas emo??es tanta dificuldade, agora tamb¨¦m desmoronava, l¨¢grimas caindo abundantemente. Cap铆tulo 562 Cap¨ªtulo 562 ¡°Meus pequeninos, est?o saudades da vov¨®?¡± Teresa disse entre l¨¢grimas, caminhando desconsda at¨¦ ao sof¨¢ onde se deixou cair, chorando e olhando fixamente para frente, onde estava o grande urso de peluche da Iria. Ver os brinquedos das crian?as erao v¨ºs. Olivia enxugou as l¨¢grimas e sentou¨Cse aodo de Teresa. A casa, que normalmente ressoaval risos e vozes infantis, estava agora silenciosa e desprovida de vida. Um sil¨ºncio t?o profundo que instigava panico e desconforto. Mas era a vida, e teriam que se acostumar. Belongs to (N)?vel/Drama.Org. ¡°M?e, n?o fique assim. As crian?as s¨® foram morar o pai ds, n?o ¨¦o se nunca mais fossemos v¨ºs. ¨¤ tarde, eu te levo para ir busc¨¢¨Clos ¨¤ escolinha.¡± Olivia tentou confortar Teresa, e a si mesma. ¡°Eu fui at¨¦ a escolinha e aquele desgra?ado do pai ds as transferiu.¡± Teresa secou as l¨¢grimas raiva. ¡°Eu pesquisei. As crian?as est?o na Esc Internacional de Educa??o Infantil da Capital. Mais tarde, iremos l¨¢ cedo esperar por s.¡± Enquanto estava no carro, Olivia tinha usado seu celr para buscar escolinhas as de teatro e ci¨ºncias daputa??o. E encontrou a melhor escolinha da Capital. Que era o Jardim de Infancia Internacional da Capital. ¡°S¨¦rio?¡± Teresa secou as l¨¢grimas e levantou¨Cse imediatamente: ¡°Vou descansar por duas horas e depois partimos.¡± Teresa havia passado a noite em ro pensando nas crian?as. Agora era de manh?, e duas horas de sono seriam suficientes para rp?. Partiriam ao meio¨Cdia, esperariam algumas horas na escolinha e ent?o veriam as crian?as. Teresa estava emocionada e cheia de expectativas. Vendo Teresa se retirar para descansar, Olivia rxou os ombros e suspirou aliviada. Tinha que acreditar que as dificuldades eram tempor¨¢rias e que haveria uma solu??o. Grupo Griera, escrit¨®rio do presidente. Bruno preparou um caf¨¦ e colocou aodo da mesa de Daniel, dizendo respeitosamente: ¡°Sr. Griera, seu caf¨¦.¡± Daniel estava olhando para um contrato e tomou um gole do caf¨¦, franzindo levemente o cenho. Olhou para Bruno desd¨¦m e um rosto¡® cheio de reprova??o. 1/2 17.04 Capitulo 562 Bruno sentiu a tens?o na pele, percebendo o perigo. Parecia que o seu caf¨¦ n?o estava bom. Antes de Olivia chegar, ele nunca tinha visto o Sr. Griera desprezar o caf¨¦ que ele fazia. Parecia que o Sr. Griera se acostumara ao caf¨¦ feito por Olivia e n?o conseguia apreciar o feito por outras pessoas. Bruno, sempre atento, percebeu que Daniel estava de mau humor. Assentiu discretamente e saiu do escrit¨®rio silenciosamente, para evitar ser o alvo da frustra??o do chefe. Quando estava chegando ¨¤ porta, cruzou o gerente do departamento tico, que parecia perturbado. Bruno perguntou: ¡°O que aconteceu?¡± O gerente do departamento tico, nervoso, disse: ¡°Aquele hacker apareceu de novo, a habilidade dele ¨¦ muito avan?ada, nossos especialistas lutaram juntos e ainda assim n?o conseguiram proteger o firewall, perdemos dez milh?es¡­¡± ¡°O qu¨º?¡± Bruno ficou nervoso, abriu rapidamente a porta do escrit¨®rio do presidente e levou o gerente para dentro, para que ele reportasse ao Daniel. O gerente repetiu o que havia dito e, sob o olhar frio e sombrio de Daniel, ficou nervoso, o suor escorrendo ps costas. Ele ent?o acrescentou: ¡°Mas dessa vez conseguimos rastrear o endere?o IP do invasor. Podemos ir agora e peg¨¢¨Clo em grante.¡± Daniel estava frioo gelo, um semnte sombrio. Levantou¨Cse e caminhou para fora do escrit¨®rio. O gerente do departamento tico continuou enxugando o suor da testa. Daniel, em p¨¦,n?ou um olhar gdo na dire??o do gerente de tologia e disse de forma afiada: ¡°Ainda est¨¢ a¨ª parado fazendo o qu¨º? V¨¢ liderar a equipe para rastrear o endere?o IP dele e prenda¨Co em grante.¡± Olivia, sua ambi??o n?o conhece limites, t?o impaciente a ponto de agir novamente? Estou curioso para ver quem est¨¢ disposto a ser seu hacker por tr¨¢s das cortinas! ¡°Sim, sim, sim¡­¡± o diretor¨Cgeral se deu conta e apressadamentee?ou a guiar o caminho ¨¤ frente. Cap铆tulo 563 Cap¨ªtulo 563 Seguindo as instru??es do mapa, Daniel e sua equipe perseguiram o alvo at¨¦ ao Jardim de Infancia Internacional da Capital. A Rolls Royce preto parou na entrada do jardim de infancia, e o diretor tico, segurando um tablet, olhava para as luzes indicadoras na t respeito e tremor, dizendo: ¡°Sr. Griera, o local do crime est¨¢ dentro do jardim de infancia.¡± ¡°At¨¦ que ponto podemos ser precisos?¡± Daniel tinha um ar gdo de um Asura, e ningu¨¦m ousava se aproximar. O diretor disse: ¡°Podemos localizar diretamente a ferramenta usada no crime.¡± Ou seja, oputador que foi hackeado no departamento financeiro do Grupo Griera. Encontrar oputador significava encontrar o dono doputador. Os olhos profundos e sombrios de Daniel se voltaram para o jardim de infancia. Nesse momento, o diretor da esc foi informado e veio ¨¤s pressas, sorrindo servilismo, acenando a cabe?a e curvando¨Cse respeitosamente aodo de Daniel. Ele estava tr¨ºmulo a imponente aura g¨¦lida de Daniel: ¡°S¨CSr. Griera, bem¨Cvindo ¨¤ orienta??o da esc¡­¡± estava t?o nervosa quee?ou a fr de forma incoerente. ¡°¨¦ dif¨ªcil pegar dois bilh?es de reais ou o jardim de infancia quer fechar? Estenderam a m?o para o Grupo Griera, voc¨ºs n?o querem mais viver!¡± O olhar prante de Daniel varreu a diretora, e suas pvras frias ca¨ªramo facas afiadas. A diretora ficou t?o assustada que suas pernas fraquejaram e se ajoelhou diante de Daniel: ¡°Por favor, Sr. Griera, n?o fique chateado, se fizemos algo errado no jardim de infancia, por favor, nos aponte, e vamos corrigir¡­¡± Mas realmente n?o sabia o que tinha feito de errado. ¡°J¨¢ n?o ¨¦ mais o jardim de infancia de voc¨ºs!¡± Danieln?ou um olhar frio para e caminhou em dire??o ao interior do jardim de infancia. A diretora ficou paralisada no ch?o. Essa postura era para tomar o jardim de infancia ¨¤ for?a? O dinheiro paraprar o jardim de infancia por dois bilh?es de reais levaria cinco dias ¨²teis para ser transferido para a conta do jardim. Apenas um dia se passou e o dinheiro ainda n?o tinha chegado. O jardim de infancia seria tomado ¨¤ for?a por Daniel? O que fazer agora? Belongs to (N)?vel/Drama.Org. 1/2 17:04 Capitulo 563 Como explicaria isso aos acionistas? Quem fez Daniel ficar t?o zangado? A diretora estava desda epletamente perplexa. Na sse de tologia eletr?nica do jardim de infancia, havia um total de dez crian?as, cada uma segurando um tablet, e a professora ensinava na frente, enquanto as crian?as segu¨ªa as instru??es da professora. Apenas uma crian?a tinha uma interface diferente no tablet. Esse menino era Heitor Santos. As ts de todos os outros eram tabs. A interface de Heitor Torres era uma sequ¨ºncia de c¨®digos num¨¦ricos que mudavam constantemente, e ele digitava rapidamente na t. Suas sobrancelhas infantis estavam franzidas, s¨¦rias e concentradas. Ele acabara de transferir dez milh?es para a conta da sua m?e, mas, inadvertidamente,eteu um erro que poderia expor seu endere?o de IP. Ele estava se esfor?ando para consertar essa falha. Enquanto estavapletamente focado, tr¨ºs pessoas entraram na s de repente. O homem ¨¤ frente tinha uma aura poderosa, e assim que entrou, o are?ou a tremer, sentindo o perigo de invas?o. A professora parou assustada a a e correu para receb¨º¨Clos. Mas Daniel nem sequer olhou para a professora, um rosto sombrio e uma aura cortante, ele foi direto para Heitor. Percebendo de repente uma agita??o no ar, Heitor levantou os olhos e viu Daniel, sua aura poderosa, se aproximando. Assustado, sua m?ozinha tremeu, e ele se apressou em deslizar a t do tablet, tentando mudar a interface. A grande m?o de Daniel agarrou o tablet e o arrancou. Cap铆tulo 564 Cap¨ªtulo 564 Daniel olhava para o tablet, onde letras e n¨²meros que representavam c¨®digos pvam na t. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Os n¨²meros pram por alguns segundos, at¨¦ que de repente apareceu a mensagem ¡°Falha de seguran?a corrigida sucesso.¡± A express?o de Daniel ficou sombria, mais pesada do que um c¨¦u carregado de tempestade. Seus olhos negros afiados, g¨¦lidos e opressivos, ele baixou o olhar para Heitor, que estava sentado. Heitor tinha tentado pegar no seu pr¨®prio tablet, mas ao encontrar o olhar de Daniel, parecido um buraco negro, opressivo, sombrio e terrivelmente afiado, ele hesitou. Afinal, ele era apenas uma crian?a de quatro anos. Por mais esperto e corajoso que fosse, em uma situa??o dessas, o medo era instintivo. Os olhos jovens e graciosos de Heitor brilharam um medo s¨²bito, e ele baixou a cabe?a, mexendo ansiosamente na bainha de sua roupa. Ele havia hackeado a interface do departamento financeiro do Grupo Griera e Daniel o pegou em grante. O que ele deveria fazer agora? Heitor estava inquieto. Daniel n?o disse uma pvra, seu olhar frio e prante fixado em Heitor, cheio de press?o. Um olhar vale mais do que mil pvras. *Senhor Griera, bom dia. H¨¢ algum problema o nosso curso?¡± perguntou o professor de tologia eletr?nica, aproximando¨Cse um sorriso nervoso e respeitoso. A not¨ªcia de que Danielpraria o jardim de infancia tinha se espalhado p esc desde o dia anterior. Todos sabiam que o maior propriet¨¢rio do jardim de infancia, a partir de agora, seria Daniel. Este homem de grande estatura, poder imenso e presen?a dominante, causava temor s¨® de aparecer. E mais ainda, ele tinha vindo pessoalmente ¨¤ s de a. O professor da turma de tologia eletr?nica estava visivelmente nervoso, suando frio. O olhar frio e sombrio de Daniel deslizou sobre o professor, ramente descontente. Esse olhar, afiadoo uma lamina, fez o professor perder toda a coragem, e fez o seu corpo come?asse a tremer. As pvras preparadas se perderam e suas pernas amoleceram, mal podendo se sustentar. Bruno se aproximou e sussurrou ao professor: ¡°Leve todas as crian?as daqui para fora.¡± 1/2 17:05 Capitulo 564 O professor, finalmente recuperando os sentidos, acenou repetidamente a cabe?a e, mantendo o ¨²ltimo fio de sanidade, organizou a sa¨ªda das outras crian?as da s de a de forma ordenada. Bruno e os ticos tamb¨¦m sa¨ªram. Na am s de a, s¨® restaram Daniel e Heitor. Daniel jogou o tablet sobre a mesa, e ele rodopiou sobre a superf¨ªcie de madeira antes de parar. O som da batida erao um golpe no cora??o de Heitor, que se encolheu, baixando ainda mais a cabe?a e encolhendo seu pequeno corpo quase quepletamente. ¡°Explique¨Cme, para onde foram os dez milh?es do departamento financeiro do Grupo Griera?¡± A voz de Daniel era fria e afiada, mas ele tentava manter a calma, sem deixar transparecer raiva. Ele se lembrava, internamente, que era o seu pr¨®prio filho, e precisava manter a serenidade. Com a cabe?a baixa, Heitor n?o escondeu nada e disse sua voz infantil: ¡°Foi para a conta do banco da mam?e¡­¡± Ao ouvir isso, Daniel sentiu uma onda de raiva subir, e suas sobrancelhas se contra¨ªram. O qu¨º ele disse? Ele desviou o dinheiro para a conta de Olivia? Ele realmente hackeou o departamento financeiro do Grupo Griera? Com apenas quatro anos, ele derrotou dezenas de doutores especialistas em eletr?nica da empresa, ultrapassou suas barreiras de firewall e teve sucesso em hackear a financeira da Grupo Griera! Naquele momento, Daniel estava furioso, mas tamb¨¦m inexplicavelmente excitado. Desde que assumira o Grupo Griera, ningu¨¦m tinha conseguido quebrar sua barreira eletr?nica, muito menos desafi¨¢¨Clo. Todos os seus advers¨¢rios ou haviam sido derrotados por ele ou se juntado ao seudo. Cap铆tulo 565 Cap¨ªtulo 565 De repente, apareceu algu¨¦m que derrotou a d¨²zia de doutores especialistas que ele havia contratado e conseguiu invadir o sistema do Grupo Griera e roubar o dinheiro. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. Se n?o fosse por um descuido dele, talvez nunca tivessem encontrado o endere?o IP do invasor. A pessoa capaz de se tornar seu advers¨¢rio era nada menos que seu filho de menos de cinco anos! Essa sensa??o, talvez, apenas ele pudessepreender. ¡°Por que voc¨º fez isso? Foi a sua m?e quem ensinou?¡± Daniel, reprimindo a irrita??o e excita??o no fundo do seu cora??o, perguntou calmamente. Ao ouvir a pergunta, Heitor,o se n?o pudesse acreditar, levantou seus olhos inocentes e olhou para Daniel por um instante, depois abaixou a cabe?a novamente, torcendo a barra da camisa suas pequenas m?os, sem dizer uma pvra. Vendo que ele n?o respondia, Daniel tamb¨¦m n?o insistiu mais. Ele apenas assentiu: ¡°N?o vai responder, certo. Venhaigo, voc¨º n?o precisa ir ¨¤ esc hoje.¡± Dito isso, ele se virou e deu dois passos, mas parou e olhou para tr¨¢s. O pequenino ainda estava sentado, a cabe?a baixa, sem seguir. Daniel respirou fundo, voltou, se abaixou e segurou a m?o do menino: ¡°Vamos.¡± A¨ª ent?o Heitor desceu da cadeira de crian?a e permitiu que Daniel o guiasse, seguindo¨Co. Ele era t?o baixinho que mal chegava ao joelho de Daniel, um pequenino aodo dele, parecendo fr¨¢gil e encantador. Daniel era muito alto e o pequeno, muito baixo; segurando a m?o de Heitor, ele n?o podia andar ereto, seu corpo inclinava¨Cse levemente em dire??o ao menino para manter a posi??o enquanto caminhavam. Daniel segurava a m?o de Heitor e sa¨ªa da s de a, onde professores e o diretor estavam alinhados no corredor, atitudes respeitosas e temerosas, recebendo¨Co. Danieln?ou um olhar de rnce para eles, mas sem dar aten??o, continuou andando Heitor. Vendo que Daniel estava prestes a sair, o diretor, nervoso e ofegante, n?o ousava se aproximar, mas sentia que precisava, reuniu coragem e aproximou¨Cse de Daniel, perguntando ansiosamente: ¡°Sr. Griera, sobre os acionistas do jardim de infancia, receio que n?o poderei explicar¡­¡± O olhar profundo de Daniel o encarou. O diretore?ou a tremer. 9/2 Capitulo 545 ¡°Voc¨º deveria agradecer que quem eu vim buscar hoje n?o foi outra pessoa!¡± Mas sim seu pr¨®prio filho. As pvras graves de Daniel foram ditas, e ele saiu Heitor. O diretor ficou parado, sem entender o significado das pvras de Daniel. A creche estava sendo adquirida por ele gratuitamente ou estava seguindo o no original, umapra de 2 bilh?es? Sem uma resposta ra, o diretor ainda estava ansioso, enxugando o suor da testa. Bruno se aproximou, pronto para sair do jardim de infancia Daniel. O diretor se colocou no caminho de Bruno, perguntando uma atitude respeitosa: ¡°Assistente Bruno, voc¨º panha o Sr. Griera h¨¢ tantos anos, o que ele quis dizer aquilo?¡± Bruno olhou para o diretor, notando o suor em sua testa, e sentiu uma certa simpatia. ¡°Prossiga conforme o no original. O Grupo Griera teve alguns problemas financeiros recentemente. Assim que tudo estiver organizado, o dinheiro ser¨¢ transferido para a conta do jardim de infancia imediatamente,¡± disse Bruno. Essa explica??o de Bruno trouxe um grande al¨ªvio ao diretor. Ele apertou a m?o de Bruno entusiasmo: ¡°Obrigado, Bruno, muito obrigado¡­¡± *N?o precisa de me agradecer, quem voc¨º deve agradecer ¨¦ ao Sr. Griera,¡± Bruno lembrou. O diretor percebeu de repente e expressou sua gratid?o novamente: ¡°Sim, sim, muit¨ªssimo obrigado ao Sr. Griera.¡± Na entrada da esc. Olivia e Teresa, querendo ver seus filhos o quanto antes depois da esc e sem saber o hor¨¢rio exato de sa¨ªda, chegaram cedo ¨¤ porta do jardim de infancia para esperar. Olivia estava na entrada do p¨¢tio quando, de repente, viu um homem de estatura elevada e esgu¨ªa, caminhando um menino pequeno em dire??o ¨¤ sa¨ªda. Esse homem era ¨C Daniel! Cap铆tulo 566 Cap¨ªtulo 566 E o menino que Daniel segurava p m?o, era Heitor! Ao ver essa cena, o cora??o de Olivia, que esperava, subiu instantaneamente, tenisa e ansiosa, observando o interior do p¨¢tio. Daniel uma aura severa, segurando a m?ozinha de Heitor, caminhava para fora, seus olhos profundos avistaram a mulher que espreitava pelo port?o de ferro do jardim. A mulher segurava as grades do port?o as m?os, a sua express?o ansiosa e expectante enquanto olhava para eles, seus olhos azul¨C¨¢gua brilhavam um leve resplendor sob o sol Daniel reconheceu a mulher de imediato, era Olivia! tinha vindo ao jardim de infancia! O semnte de Daniel escureceu, frio e sombrio. Ao chegar ao port?o do p¨¢tio, o seguran?a apressadamente abriu a porta, permitindo que Daniel sa¨ªsse. ¡°Heitor¡­¡± Olivia viu Heitor e apressou¨Cse em sua dire??o. ¡°M?e!¡± Heitor, ao v¨º, um ar abatido, imediatamente mostrou um sorriso feliz e quis correr em dire??o a Olivia. Mas antes de dar dois passos, todo o seu corpo pequeno foi levantado pelos bra?os fortes de Daniel. ¡°Heitor!¡± Nesse momento, Teresa tamb¨¦m correu at¨¦ eles, uma express?o de saudade e excita??o. ainda n?o se tinha aproximado quando foi repelida por um olhar g¨¦lido de Daniel, que a fez recuar, sem coragem de se aproximar. ¡°V¨¢ para o carro e me espere l¨¢.¡± Daniel abaixou o olhar e disse a Heitor. ¡°Eu quero¡­¡± Heitore?ou a fr, mas ao encontrar o olhar opressor de Daniel, abaixou a cabe?a, sem se atrever a dizer mais nada. Ele sabia que tinha feito algo errado e fora apanhado em grant¨¦ pelo pai, sentindo¨Cse culpado. Al¨¦m disso, a presen?a de Daniel era t?o intimidadora que n?o era algo que uma crian?a pudesse suportar. Daniel o levou at¨¦ o carro, abriu a porta e o colocou l¨¢ dentro. Virou¨Cse e caminhou em dire??o a Olivia, que estava a uma curta distancia. Sua aura erao uma tempestade de neve circundante, g¨¦lida e intimidadora, e seu olhar era t?o afiado e sombrioo um buraco negro, capaz de absorver Olivia por inteiro. 1/2 17:05 N?velD(ram)a.?rg owns this content. Capitulo 566 Ao se aproximar, o vento gerado por sua imensa presen?a sibva friamente sobre Olivia, gdo e doloroso, pressionando seu peito a ponto de sentir dificuldade para respirar. Olivia, assustada, instintivamente recuou um passo, ¡°Daniel, o que voc¨º est¨¢ fazendo¡­ ah¡­¡± Antes que terminasse a pergunta, seu ombro foi agarrado por sua m?o forte, uma press?o poderosao a de um alicate, causando tanta dor que Olivia franziu as sobrancelhas em agon¨ªa, ¡°Incentivar o filho a desviar bilh?es do Grupo Griera e fugir n?o foi o suficiente, ainda o incitou a desviar dez milh?es para a sua conta! Olivia, as suas ambi??es s?o enormes!¡± O rosto bonito de Daniel estava sombrio, frio e prante, cada pvra que ele dizia era carregada de raiva e ressentimento! havia chegado cedo ao port?o da esc para esperar por Heitor, para ver se ele havia conseguido, n?o ¨¦ mesmo? A figura alta de Daniel envolvia Olivia inteirao uma sombra, fazendo cada poro d transpirar medo e terror. Seu ombro parecia prestes a ser esmagado por ele, a dor torcia seu rosto delicado, e emitiu um som de dor e dificuldade: ¡°Que dez milh?es? Eu n?o entendo, n?o foi voc¨º quem me transferiu aqueles bilh?es?¡± ¡°Daniel, solte a minha filha, o que voc¨º est¨¢ tentando fazer!¡± Teresa, que originalmente estava focada em Heitor, de repente viu Daniel segurando o ombro de Olivia, e exibia uma express?o de dor. Teresa se sobressaltou e, sem se importar o medo, e correu apressadamente para puxar a m?o de Daniel, tentando faz¨º¨Clo soltar. O olhar afiado de Daniel se voltou para Teresa, e de repente ele se lembrou de algo. Essa mulher de meia¨Cidade, ele j¨¢ a tinha visto, mais do que uma vez. Anteriormente, havia feito um escandalo na recep??o do Grupo Griera, reivindicando ser sua sogra, querendo casar a filha ele! Naqu ¨¦poca, ele pensou que era apenas uma perturba??o sem sentido. N?o esperava que fosse a m?e de Olivia! Essa du m?e e filha, ambi??es t?o evidentes. Cap铆tulo 567 Cap¨ªtulo 567 A express?o de Daniel tornou¨Cse ainda mais fria e impr¨¢vel. Teresa, atemorizada, queria alcan?ar sua m?o, mas n?o ousava estend¨º, deixando-a suspensa no ar em um gesto embara?os0. N?velD(ram)a.?rg owns this content. ¡°Daniel, sotte¨Cme!¡± Olivia tentava, ambas as m?os, liberar¨Cse do aperto de Daniel em seus ombros. Mas a for?a dele era grande demais, e n?o conseguia mover o bra?o dele nem um pouco. Nesse momento, Heitor, ansioso, empurra a porta do carro, desce apressadamente e, por ser t?o r¨¢pido, trope?a e cai no ch?o. Sem hesitar, ele se levanta e corre em dire??o a Daniel suas pequenas pernas. Puxando a roupa de Daniel e empurrando¨Co para tr¨¢s, ele diz: ¡°Solte a minha m?e, n?o maltrate ! Fui eu que invadi a sua empresa, minha m?e n?o sabe de nada! Solte !¡± O rosto pequeno de Heitor estava vermelho de urg¨ºncia, as l¨¢grimas giravam em seus olhos, mas ele, de maneira corajosa, n?o permitiu que as l¨¢grimas ca¨ªssem. Ele era pequeno e pouca for?a, suas m?os pequenas agarrando a roupa de Daniel, empurrando¨C o, mas para Daniel isso n?o tinha efeito algum. Contudo, as pvras dele chamaram a aten??o de Daniel. Ele solta Olivia, abaixa a cabe?a e olha incredulidade para Heitor: ¡°O que voc¨º disse?¡± Heitor olhava para cima, o rosto pequeno vermelho de ang¨²stia epaix?o, e os olhos cheios de l¨¢grimas, mas ele mantinha a for?a para n?o deix¨¢s cair. Respirando dificuldade, o pequeno peito subia e descia rapidamente, ele disse a Daniel: ¡°Fui eu que quis invadir o Grupo Griera, a minha m?e n?o sabia de nada. N?o foi voc¨º quem disse? Apenas pessoas poderosas t¨ºm o direito de negociar! Eu quero que minha m?e se torne forte! Assim, n?o ser¨¢ maltratada por voc¨º.¡± Daniel, seus olhos escuros ligeiramente tremendo, olhava para a pequena figura que mal chegava aos seus joelhos. Na manh? do dia anterior, ele tinha dito ¨¤s crian?as que apenas os fortes t¨ºm o direito de negociar, para que s seportassem. O pequenino tinha guardado isso no cora??o. Ele tinha subestimado a capacidade depreens?o das crian?as. As pvras inocentes de Heitor fizeram os olhos de Olivia se contra¨ªrem e seu cora??o apertar. olhou para Heitor em choque. 1/2 17:05 Capitulo 567 Tudo o que ele tinha feito, foi para proteg¨º. A emo??o enchia seu cora??oo a mar¨¦, uma sensa??o ¨²mida e quente. Mas o que veio depois foi uma mistura de amargura e desculpas. Era culpa d por n?o ser suficientemente forte, fazendo que seu filho se preocupasse por , por n?o conseguir proteger seu pr¨®prio filho, e no fim, era seu filho que tinha que proteg¨º. O cora??o de Olivia do¨ªa, e as l¨¢grimas transbordavam de seus olhos instantaneamente. Teresa, ap¨®s ouvir tudo, tamb¨¦m enxugava suas l¨¢grimas discretamente. Seusos eram t?o sens¨ªveis, que do¨ªa o cora??o. Heitor, ainda ofegante, continuou: ¡°Os dez bilh?es tamb¨¦m foram pegos por mim, minha m?e n?o sabia de nada, porque quebrou sua antiguidade que valia dez bilh?es. Eu queria que minha m?e devolvesse os dez bilh?es para voc¨º, para ficarmos quites.¡± Daniel: ¡°¡­¡­¡± Roubar meu dinheiro para devolver a mim, que tipo de l¨®gica ¨¦ essa? Realmente, crian?a ¨¦ crian?a. Mesmo que sejam sens¨ªveis, ainda t¨ºm o pensamento de uma crian?a. Por¨¦m, o que ele n?o esperava era que os dez bilh?es tamb¨¦m n?o foram uma ideia de Olivia incutida em Heitor. O ar gdo em torno de Daniel se suavizou um pouco. ¡°Independente do motivo, o que voc¨º fez est¨¢ errado! O dinheiro deve ser ganho honestamente! Entendeu?¡± Daniel repreendia Heitor. Heitor sabia que tinha errado, abaixou a cabe?a e as l¨¢grimase?aram a cair no ch?o, sua voz ficou mais suave: ¡°Eu sei, desde que voc¨º n?o maltrate a minha m?e est¨¢ tudo bem¡­¡± Ele nunca tinha pensado em realmente roubar o dinheiro do Grupo Griera, ele s¨® queria ajudar a m?e que estava em uma situa??o t?o dif¨ªcil. Cap铆tulo 568 Cap¨ªtulo 568 Olivia n?o aguentou mais, aproximou¨Cse, agachou¨Cse e abra?ou Heitor em seus bra?os, enquanto as l¨¢grimas ca¨ªam incontrvelmente. Com uma voz quente e suave, disse: ¡°Meu querido, ningu¨¦m est¨¢ maltratando a mam?e, eu estou bem. Antes de fazer qualquer coisa, voc¨º precisa fr a mam?e, est¨¢ bem?¡± realmente n?o sabia, os filhos tinham feito tanto por ¨¤s suas costas, silenciosamente. sempre pensou que estava trabalhando duro, ganhando dinheiro para sustentar a fam¨ªlia. Que era quem cuidava dos filhos. Mas n?o sabia que os filhos tamb¨¦m estavam fazendo sacrif¨ªcios por . Talvez no mundo n?o houvesse ningu¨¦m que amasse o seus filhos. Em seu mundo, s¨® existia . Heitor, aconchegado no colo de Olivia, deixou as l¨¢grimas que vinha segurando escorrerem assim que se encontrou nos bra?os da m?e, molhando a roupa de Olivia, sem conseguir fr por causa do choro, ele respondeu ¨¤s pvras de Olivia um aceno de cabe?a. A roupa de Olivia foi encharcada, o l¨ªquido quente se espalhando p sua pele e prando em seu cora??o, queimando emo??o. beijou a cabe?a de Heitor e disse carinhosamente: ¡°Bom menino, a mam?e te ama.¡± Belongs to (N)?vel/Drama.Org. ¡°Eu tamb¨¦m te amo¡°, Heitor disse um choro infantil. Teresa estava aodo, enxugando as l¨¢grimas sem parar. Daniel observava tudo um olhar profundo e sombrio. Depois de algum tempo, quando Olivia se acalmou, soltou Heitor e secou as l¨¢grimas em seu rosto, olhando para ele ternura e lhe ensinando: ¡°Heitor, a mam?e n?o imaginava que voc¨º tinha tanto talento para a tologia, eu achava que voc¨º s¨® sabia jogar. Se voc¨º tem talento, estude bem e use seu talento e habilidade para coisas leg¨ªtimas no futuro, onde for necess¨¢rio. Como defender a p¨¢tria, proteger or ou ganhar dinheiro de maneira justa. Coisaso hacking, devemos pensar bem antes de agir, est¨¢ bem?¡± Heitor acenou a cabe?a, ouvindo atentamente. ¡°Eu sei que o nosso Heitor ¨¦ o melhor. Na Vi Serenidade, voc¨º precisa obedecer ao papai, voc¨º ¨¦ o irm?o mais velho e deve ser o exemplo para seus irm?os e irm?s.¡± Olivia acariciou gentilmente seu rosto infantil, aconselhando¨Co. ¡°Mam?e, voc¨º n?o nos quer mais?¡± Heitor, quee?ava a se acalmar, de repente ficou tenso novamente, seus olhos infantis encheram¨Cse de medo. J Olivia respondeu rapidamente: ¡°ro que n?o. Voc¨ºs s?o os tesouros da mam?e,o eu poderia n?o querer voc¨ºs? S¨® que, morando na casa do papai, as condi??es s?o melhores e a 1/2 17:05 mam?e fica mais tranqu. Seu pai pode dar a voc¨ºs os melhores recursos educacionais.¡± ¡°Eu n?o quero, eu quero ficar a mam?e.¡± Heitor, que normalmente n?o chora,e?ou a chorar novamente ao ouvir as pvras de Olivia, se atirando em seus bra?os e agarrando sua roupa medo de se separar d. *A mam?e tamb¨¦m n?o quer se separar de voc¨ºs.¡± Olivia disse, olhando para Daniel, buscando sua aprova??o o olhar, esperando que ele reconsiderasse o que haviam discutido naqu manh?. Encontrando os olhos negros e profundos de Daniel, impr¨¢veis, ningu¨¦m sab¨ªa o que ele estava pensando. Olivia foi intimidada por aqueles olhos profundos e desviou o olhar, sentindo uma s¨²bita perda de esperan?a. Quando pensava que n?o havia chance, a voz grave de Daniel soou: ¡°Se voc¨ºs n?o quiserem, n?o ser?o separados.¡± Olivia ficou surpresa, seus olhos brilhavam alegria ao olhar para Daniel Ele concordou? Isso ¨¦ ¨®timo! Olivia levantou Heitor, enxugando as l¨¢grimas de seu rosto, e uma voz gentil transbordando de felicidade, disse: ¡°A mam?e vai visitar voc¨ºs na Vi Serenidade frequ¨ºncia, n¨®s n?o vamos nos separar.¡± ¡°Mam?e, voc¨º n?o vai morar conosco?¡± Heitor fungou, seus olhos brilhantes e esperan?osos a fitavam. Olivia, um pouco constrangida, olhou para Daniel, cujos olhos escuros e profundos permanec¨ªam em sil¨ºncio. Olivia disse: ¡°Eu ainda preciso procurar emprego, morar na Vi Serenidade n?o ¨¦ conveniente. Assim que eu tiver algum tempo, irei visit¨¢¨Clos e brincar voc¨ºs, tudo bem?¡± ¡°Hum, est¨¢ bem¡­¡± Heitor concordou por ora. Cap铆tulo 569 Cap¨ªtulo 569 Naquele momento, a professora salu panhada de Joel, Iria e In¨¨s. Os tr¨ºs pequeninos, ao avistarem Olivia e Teresa,e?aram a correr na dire??o ds seus passinhos curtos e animados. ¡°Mam?e, avor ¡°Mam?e!¡± ¡°Av¨®!¡± Os tr¨ºs pequeninos chegaram perto de Olivia e abra?aram as suas pernas, esfregando seus rostinhos contra , e depois correram em dire??o a Teresa. Teresa j¨¢ estava agachada, pronta para receb¨º¨Clos: ¡°Meus queridinhos, a vov¨® velo visitar voc¨ºs.¡± Os tr¨ºs se atiraram nos bra?os de Teresa, quase a fazendo cair para tr¨¢s, mas j¨¢ estava acostumada, tinha firmeza e conseguiu se equilibrar, abra?ando os tr¨ºs amores e dando¨Clhes um beijo nas bochechas. ¡°Meus amores, a vov¨® sentiu tanto a falta de voc¨ºs nesses dois dias.¡± Teresa os cobria de carinhos e beijos, olhos repletos de amor. Afinal, os tinha criado tanto cuidado. Em seguida, Daniel entrou no carro, Olivia entendeu o gesto e pediu a Teresa que levasse as crian?as para dentro do ve¨ªculo. Seguiram ent?o rumo ¨¤ Vi Serenidade. Daniel tinha uma aura profunda, sentado no sof¨¢. Enquanto isso, as quatro crian?as mostravam a Olivia e Teresa seus brinquedos novos. *Mam?e, olha o panda gigante que papai meprou, ¨¦ grande, n¨¦?E fofinho, n?o ¨¦ ador¨¢vel?¡± Iria exibia orgulhosamente seu brinquedo de peluche maior que mesma, seus olhos brilhantes de alegria o novo brinquedo. ¡°Sim, ¨¦ uma ador¨¢vel, t?o ador¨¢vel quanto voc¨º.¡± Olivia sorriu e beliscou carinhosamente as bochechas rechonchudas da menina. Eram t?o macias e fofas, irresist¨ªveis. ¡°Mam?e, olha o meu brinquedo. Um modelo de Ultraman de edi??o de colecionador, legal, n¨¦?¡± Joel mostrava sua figura de a??o do Ultraman meio metro de altura, seus olhos brilhando de excita??o ao contar para Olivia. ¡°Legal, muito legal.¡± Olivia bagun?ou carinhosamente o cabelo de Joel. ¡°Mam?e, olha, eu tenho dois pingentes, e s?o de verdade. Antes eu tinha s¨® um pingente.¡± In¨ºs Cap¨ªtulo 569 Naquele momento, a professora saiu panhada de Joel, Iria e In¨ºs. Os tr¨ºs pequeninos, ao avistarem Olivia e Teresa,e?aram a correr na dire??o ds seus passinhos curtos e animados. ¡°Mam?e, avo!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Avo!¡± Os tre pequeninos chegaram perto de Olivia e abra?aram as suas pernas, esfregando seus rostinhos contra , e depois correram em dire??o a Teresa. Teresa j¨¢ estava agachada, pronta para receb¨º¨Clos: ¡°Meus queridinhos, a vov¨® veio visitar voc¨ºs.¡± Os tr¨ºs se atiraram nos bra?os de Teresa, quase a fazendo cair para tr¨¢s, mas j¨¢ estava acostumada, tinha firmeza e conseguiu se equilibrar, abra?ando os tr¨ºs amores e dando¨Clhes um beijo nas bochechas. ¡°Meus amores, a vov¨® sentiu tanto a falta de voc¨ºs nesses dois dias.¡± Teresa os cobria de carinhos e beijos, olhos repletos de amor. Afinal, os tinha criado tanto cuidado. Em seguida, Daniel entrou no carro, Olivia entendeu o gesto e pediu a Teresa que levasse as crian?as para dentro do ve¨ªculo. Seguiram ent?o rumo ¨¤ Vi Serenidade. Daniel tinha uma aura profunda, sentado no sof¨¢. Enquanto isso, as quatro crian?as mostravam a Olivia e Teresa seus brinquedos novos. ¡°Mam?e, olha o panda gigante que papai meprou, ¨¦ grande, n¨¦? E fofinho, n?o ¨¦ ador¨¢vel?¡± Iria exibia orgulhosamente seu brinquedo de peluche maior que mesma, seus olhos brilhantes de alegria o novo brinquedo. ¡°Sim, ¨¦ uma ador¨¢vel, t?o ador¨¢vel quanto voc¨º.¡± Olivia sorriu e beliscou carinhosamente as bochechas rechonchudas da menina. Eram t?o macias e fofas, irresist¨ªveis. ¡°Mam?e, olha o meu brinquedo. Um modelo de Ultraman de edi??o de colecionador, legal, n¨¦?¡± Joel mostrava sua figura de a??o do Ultraman meio metro de altura, seus olhos brilhando de excita??o ao contar para Olivia. ¡°Legal, muito legal.¡± Olivia bagun?ou carinhosamente o cabelo de Joel. ¡°Mam?e, olha, eu tenho dois pingentes, e s?o de verdade. Antes eu tinha s¨® um pingente.¡± In¨ºs 1/2 17:06 Capitulo 569 segurava um pingente de guaxinim, exibindo alegremente seu novo brinquedo para Olivia. As m?os de In¨ºs eram pequeninas, e o pingente era maior do que as suas m?os. Olivia olhou para o pingente nas m?os d e um ar de surpresa cruzou seu olhar. N?o era aquele o pingente que Daniel tinha pensado que tinha roubado? Mesmo que Rayan Mendes tivesse dado um dos pingentes para Daniel, o outro deveria estar desaparecido. Ser¨¢ que o outro pingente j¨¢ tinha sido encontrado? Daniel sabia que n?o tinha roubado o pingente, mas manteve sil¨ºncio, sem lhe dar justi?a. Pensando bem, nenhuma justi?a poderia mudar o fato de ser filha de Gabriel. O ¨®dio e a raiva de Daniel por n?o diminuiriam por ter sido injusti?ada. Olivia manteve o sorriso afetuoso e carinhoso nos l¨¢bios, sem tocar no assunto, e disse a In¨ºs: ¡°In¨ºs, voc¨º ¨¦ muito sortuda por ter dois pingentes reais.¡± ¡°¨¦, mam?e, esse pingente tem uma pequena rachadura. Quando eu aprender a consertar, vou arrum¨¢¨Clo e dar para voc¨º.¡± In¨ºs apontou para o pingente do anel na m?o direita, seus olhos cheios de inoc¨ºncia e seriedade. Olivia olhou para onde apontava, o pingente estava intacto, sem nenhuma rachadura. Se houvesse uma rachadura, n?o teria Rayan, especialista em antiguidades, percebido? N?velD(ram)a.?rg owns this content. 1/2 Cap铆tulo 570 Capitulo 570 10e ofe aqui est¨¤ rachado Percebendo a confus?o de Olivia, in?s apontou seu dedirle zara a rachadura no pingere, chamando a aten??o de Olivia para o detalhe, Dova aproximou a olhar, examinando cuidadosamente. A luz incidia sobre a pedra de jade verde que era translucida e brilhante. Deto, havia uma pequena rachadura no meio,e ve um ho de cabelo tivesse se infiltrado. A rachadura estava dentro da pedra e, se n?o fosse por esse alerta cuidadoso, seria Completamente imperceptivel Impressionada, Olivia teve de admirar a aten??o aos detalhes e a vis?o agu?ada de In¨¦s. ¡°Realmente h¨¢ uma rachadura, In¨ºs, voc¨º ¨¦ incrivel por ter notado isso.¡± Olivia exmou orgulho, acariciando a cabe?a de In¨ºs. Antes n?o sabia, mas agora percebia que realmente tinha dado ¨¤ luz a quatro filhos verdadeiramente talentosos! Cada crian?a tinha sua pr¨®pria personalidade e talentos ¨²nicos. ines, ao ser elogiada por Olivia, sorriu timidamente e feliz. Nesse momento, Heitor se aproximou, trazendo dois tablets nos bra?os, prestes a solt¨¢¨Clos. Olivia percebeu qual era a sua inten??o e rapidamente estendeu as m?os para pegar os tablets que ele segurava. Os dispositivos eram finos, feitos totalmente de metal e de tamanho adequado. Eram muito mais sofisticados do que o tablet que tinhaprado para Heitor. ¡°Este foi um presente do papai. M?e, eu quero dar um para voc¨º.¡± Heitor apontou para um tablet de cor rosa¨Cchoque, uma express?o s¨¦ria em seu rosto bonito. Olivia sorriu ternamente, fndo ele em um tom suave: ¡°Obrigada, meu amor, mas o que a mam?e vai fazer um tablet se n?o tem onde us¨¢¨Clo?¡± entendia o sentimento das crian?as; todas queriam dar a o que tinham¡¯de melhor. Amor n?o se diz em pvras, mas ¨¦ mostrado em cada gesto. ¡°Ent?o, ent?o eu guardo para a mam?e at¨¦ que precise, e a¨ª eu te dou.¡± Heitor hesitou e ent?o sugeriu uma solu??o intermedi¨¢ria. Olivia sorriu satisfa??o: ¡°Est¨¢ bem, ent?o ¨¦ isso que vamos fazer.¡± ¡°Sim, sim.¡± Heitor concordou a cabe?a, feliz. Depois de mostrar a Olivia os novos brinquedos que haviam recebido, as crian?as, satisfeitas, rodearam Teresa e a levaram para ver os seus quartos. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Antes, as quatro crian?as dormiam no mesmo quarto, mas agora cada uma tinha o seu Capitulo 570 pr¨®prio, e cada quarto refletia o estilo individual de cada crian?a. Heitor gostava de preto e branco, e seu quarto era decorado principalmente nessas cores. Joel preferia azul, e seu quarto tinha essa coro tema principal. Iria era f? de rosa, e seu quarto era decoradoo o de uma princesa, todo em tons de rosa, um urso panda colocado carinhosamente aodo da cama, o que o tornava aconchegante e ador¨¢vel. In¨ºs preferia o roxo, e seu quarto, desde cortinas at¨¦ roupas de cama e fundo da cama, criando um ambiente muito sonhador e romantico. In¨¦s colocou os dois pingentes na prateleira de exposi??o do criado¨Cmudo, e sob a luz eles brilhavam em verde vibrante, de uma beleza estonteante. Teresa seguia as crian?as em sua visita aos quartos, impressionada as condi??es magn¨ªficas. Al¨¦m disso, a efici¨ºncia de Daniel era impressionante; as crian?as tinham se mudado para a Vi Serenidade apenas na noite anterior, e em menos de dois dias os quartos j¨¢ estavam decorados ao gosto ds. Limpos, arrumados, elegantes e modernos, e o mais importante, tudo era do melhor. Se dependesse de Olivia e d, se calhar nunca conseguiriam proporcionar tais condi??es para as crian?as. sonhava emprar uma casa na Capital para se estabelecer, mas j¨¢ tinha sido enganada e perdido tr¨ºs milh?es! Mas Daniel, por outrodo, n?o hesitava em gastar. N?o havia nada que os outros pudessem imaginar que ele n?o pudesse fazer. Teresa estava emocionada, cercada p alegria das crian?as, mas ao mesmo tempo sentia¨Cse triste. Olivia estava certa, as crian?as aodo de Daniel teriam o melhor cuidado, desfrutariam dos melhores recursos e teriam um futuro melhor. Se ficassem eles para sempre, s¨® conheceriam dificuldades. Teresa se sentia feliz ps crian?as, mas tamb¨¦m sentia um aperto no cora??o. Agora que as crian?as animadas tinham ido para os quartos, a ¨¢rea ao redor de Olivia se tornou silenciosa e fria. Capitulo 571 Cap铆tulo 571 Cap¨ªtulo 571 virou a cabe?a e se deparou o olhar profundo e insond¨¢vel de Daniel. O cora??o de Olivia instintivamente tremeu e imediatamente desviou o olhar. Para se adequar ¨¤ altura das crian?as, estava agachada e queria levantar¨Cse para verificar os quartos dos pequenos. As pernas estavam um pouco dormentes devido ¨¤ posi??o agachada, e ao se levantar, seus p?s fraquejaram, fazendo que quase caisse. Um bra?o forte e vigoroso a segurou, e todo o peso de seu corpo recaiu sobre aquele membro. O homem a segurou um leve esfor?o, permitindo que se erguesse facilmente, demonstrando a sua for?a robusta. Olivia sentiu o calor da palma da sua m?o e aqu for?a absolutamente poderosa, ficou atordoada e, assim que se p?s de p¨¦, apressou¨Cse em se afastar, o olhar evasivo: ¡°Vou dar uma olhada por ali.¡± se apressou em dire??o ¨¤s crian?as. Depois de visitar os quartos das crian?as, se sentiu inferior e ao mesmo tempo aquecida e um sentimento agridoce. Finalmente, as crian?as poderiam ter seus pr¨®prios quartos, e ainda t?o confort¨¢veis e aconchegantes. estava feliz ps crian?as. Afinal,o m?e, n?o podia proporcionar a eles condi??es t?o boas quanto o pai deles. Ver as crian?as se estabelecendo na Vi Serenidade tamb¨¦m trouxe paz ao cora??o de Olivia. Pelo menos, Daniel n?o tinha enviado as crian?as para a Casa Antiga de Griera para que o Velho Sr. Griera e av¨® Griera assumissem a responsabilidade total. Pelo menos, ele mantinha seus filhos por perto. Na hora do almo?o. As quatro crian?as sentaram¨Cse em frente ¨¤ mesa, Olivia e Daniel de umdo. Daniel n?o pediu para Teresa sentar¨Cse, e Olivia olhou para Teresa, que estava de p¨¦ aodo, querendo convid¨¢ para se juntar a eles. Mas n?o se atreveu, afinal, esta era a casa de Daniel. estava ali, tamb¨¦m dependendo do seu humor. Se Daniel n?o pediu para Teresa sentar¨Cse, que direito tinha de convid¨¢? Mas Teresa era sua m?e, e v¨º de p¨¦ enquanto mesma se sentava ¨¤ mesa paraer 1/2 17:06 Capitule 571 n?o era algo o qual Olivia se sentisse ¨¤ vontade. Quando Olivia estava prestes a se levantar, a voz baixa de Daniel soou: ¡°F¨¢bio, falta um prato, voc¨º n?o percebeu?¡± Fabio hesitou por um momento, depois olhou para Teresa e imediatamente entendeu, acenando a cabe?a apressadamente, pedindo desculpas: ¡°Desculpe, estou um pouco confuso, n?o percebi que faltava um prato. Vou buscar agora mesmo¡­¡± Rapidamente. F¨¢bio colocou um conjunto de talheres e uma cadeira nodo mais estreito da mesa retangr. O desconforto de Olivia foi aliviado, e olhou para Teresa: ¡°M?e¡­¡± chamou e o seu olhar indicou o lugar onde os talheres tinham sido colocados. Teresa, ramente lisonjeada e incr¨¦d, perguntou¨Cse se aquele lugar era realmente para . poderia sentar¨Cse epartilhar a mesa Daniel? Era algo que nem se atrevia a sonhar. Daniel tinha uma presen?a forte e intimidadora, um ar de nobreza e autoridade que n?o permitia invas?es. Al¨¦m disso, Teresa sabia que havia vendido o pingente de Daniel e que tinha perdido o dinheiro, ent?o se sentia culpada. mal ousava fr mais uma pvra ou olhar para Daniel. Agora, ent?o, poderia sentar¨Cse ¨¤ mesa e jantar ele? Al¨¦m do inesperado, havia panico e confus?o. Mas Olivia j¨¢ tinha indicado, e se n?o se sentasse, poderia irritar Daniel, o que tamb¨¦m n?o parecia certo. Teresa sentou¨Cse no lugar, visivelmente desconfort¨¢vel. N?velD(ram)a.?rg owns this content. ¡°Mam?e, voc¨º vaier frango frito, ¨¦ delicioso.¡± Iria usando hashis infantis, pegou um peda?o de frango frito, ajoelhou¨Cse na cadeira e estendeu sua m?ozinha gordinha em dire??o a Olivia. Cap铆tulo 572 Cap¨ªtulo 572 As crian?as sempre gostam departilhar suas boas coisas a m?e, Olivia n?o podia desapontar a generosidade da crian?a; se recusasse, ficaria triste, Se Iria chorasse, o cora??o de Olivia tamb¨¦m se despeda?aria, ¡°Obrigada, meu amor.¡± Olivia disse com ternura, enquantoia o peda?o de frango frito que Iria lhe ofereceu. Os grandes olhos brilhantes de Iria brilhavam de felicidade. Um sorriso fez aparecer dois ador¨¢veis e belos covinhas em suas bochechas rechonchudas, t?o fofas que dava vontade de apertar. Ent?o, Iria pegou outro peda?o de frango frito do prato e ergueu sua m?ozinha, Olivia pensou que seria para novamente, mas a pequenina estendeu a m?o gordinha na dire??o de Daniel: ¡°Papai, voc¨º tamb¨¦me. ¨¦ delicioso, eu n?o estou mentindo.¡± Daniel levantou seus olhos escuros para Iria, sem dizer uma pvra ou abrir a boca. Olivia piscou surpresa, apreensiva por Iria, que de repente decidiu alimentar Daniel. Nem ¨¦ quest?o de Daniel gostar ou n?o de frango frito, mas aqu aura que ele emanava, provavelmente n?o gostaria de ser alimentado ¨¤ m?o. Olivia ficou nervosa e involuntariamente trocou um olhar Teresa. Teresa sentiu a presen?a opressora de Daniel e pensou que ele certamente n?o aceitaria. estava prestes a sugerir que Iria desse para a vov¨®, para evitar que a situa??o ficasse desconfort¨¢vel para Iria, enquanto Daniel continuava em seu impasse Iria. Quando estava prestes a fr, viu Daniel abrir a boca eer o peda?o de frango frito que Iria lhe deu, dizendo sua voz grave e magn¨¦tica: ¡°Obrigado¡­¡± Olivia, que estava ansiosa, ficou chocada a a??o e as pvras de Daniel. Daniel n?o s¨®eu,o tamb¨¦m agradeceu! Ser¨¢ que realmente ningu¨¦m consegue resistir ao encanto de uma crian?a ador¨¢vel? ¡°De nada, papai! For?a!¡± Iria disse um sorriso radiante e uma voz doce e infantil, ramente ainda mais feliz do que antes. Olivia finalmente rxou, seu cora??o passou da tens?o para o al¨ªvio e at¨¦ mesmo uma sensa??o de felicidade. sempre se preocupou que Daniel, ao descobrir que teve seus filhos escondido, n?o seria bom para as crian?as. Mas agora, parecia que, n?o importa o quanto Daniel n?o gostasse de crian?as, ele era bom as suas pr¨®prias. ¨¤ noite, Olivia e Teresa, junto os empregados, ajudaram os quatro filhos a tomar banho. Capitulo 572 Depois de tomarem banho, os pequenos foram todos colocados na cama do quarto de Heitor, parecendo bolinhas de gordura, corpinhos roli?os e ainda ¨²midos, sentados na cama, extremamente fofos e encantadores. Olivia e Teresa,o de costume, secaram os seus cabelos e o corpo, depois vestiram cada um deles.Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. ¡°Mam?e, hoje eu quero dormir voc¨º.¡± Depois de colocar o pijama, Ir¨ªa olhou para Olivia os seus grandes olhos esperan?osos, cheia de um desejo fofo e irresist¨ªvel. ¡°Eu tamb¨¦m!¡± Joel levantou a m?o. ¡°Eu tamb¨¦m quero.¡± Heitor, que normalmente n?o gostava de frescuras, at¨¦ falou uma vozinha t¨ªmida. ¡°Eu tamb¨¦m.¡± In¨ºs apertou os l¨¢bios pequenos. Olivia havia prometido de manh? que dormiria eles ¨¤ noite. Olivia acenou a cabe?a: ¡°Tudo bem, brinquem um pouco a vov¨®. Mam?e vai tomar um banho e j¨¢ venho dormir voc¨ºs.¡± ¡°Hmm, t¨¢ bom.¡± As crian?as concordaram. Olivia saiu, pretendendo tomar banho no banheiro do t¨¦rreo, mas de repente percebeu que n?o trouxe roupas. Embora houvesse roupas d para vestir ali, todas estavam no quarto principal no segundo andar. tinha visto Daniel indo para o escrit¨®rio, ent?o ele provavelmente ainda estaria l¨¢, n?o no quarto. s¨® iria pegar uma roupa, seria r¨¢pido e n?o demoraria, ent?o provavelmente n?o encontraria Daniel. Pensando assim, Olivia subiu as escadas, parou na porta do quarto principal e, cautelosamente, bateu na porta. N?o houve resposta. Provavelmente estava vazio, ent?o ficou mais corajosa, abriu a porta do quarto, entrou e foi direto para o arm¨¢rio. Abriu e escolheu uma roupa mais conservadora. Cap铆tulo 573 Cap¨ªtulo 573 Virando¨Cse, uma sombra enorme surgiu atr¨¢s d, quase colidindo ele, o que a fez dar v¨¢rios passos para tr¨¢s, prendendo a respira??o do susto. Olhando mais aten??o, era Daniel, o seu rosto atraente, olhos negros profundos, sem que soubesse quando ele tinha aparecido atr¨¢s d. Olivia segurou o seu peito, tentando recuperar o f?lego ap¨®s o susto: ¡°Voc¨º anda t?o silenciosamente, como um fantasma, quase morri de susto¡­¡± ¡°Fez alguma coisa de errado para estar t?o assustada?¡± Daniel murmurou seus l¨¢bios finos. Olivia, confusa a pergunta, respondeu: ¡°Eu n?o fiz nada de errado, por que estar¨ªa assustada?¡± Voc¨º ¨¦ muito mais assustador do que um fantasma. Os olhos profundos de Daniel a encaravam intensamente. Olivia, desconfort¨¢vel sob seu olhar, desviou o olhar e disse: ¡°Voc¨º me acusou v¨¢rias vezes sem motivo. Nunca vi voc¨º se desculpar.¡± Daniel deu um passo em sua dire??o, emanando perigo: ¡°Eu te incriminei?¡± ¡°Voc¨º me acusou de roubar o pingente de anel da Vi Serenidade, mas quando encontraram o que foi perdido, voc¨º n?o restaurou minha inoc¨ºncia.¡± ¡°Quantas vezes fazemos, quantas vezes foi visto? Restaurar a inoc¨ºncia?¡± Os olhos de Daniel se estreitaram levemente, frios e intimidadores. Olivia prendeu a respira??o, suas bochechas corando. estava fndo sobre a inoc¨ºncia nesse sentido? ¡°N?o confunda as coisas. E aquele bilh?o, n?o fui eu que roubei, voc¨º est¨¢ me entendendo mal. Tamb¨¦m n?o vi nenhum gesto de arrependimento da sua parte.¡± Sob a sombra de Daniel, se sentia oprimida, dando um passo para tr¨¢s inconscientemente,o se isso fosse mais seguro. Antes n?o entendia por que ele dizia que tinha fugido o dinheiro, sendo que foi ele quem transferiu o dinheiro para a conta d. Agora entendeu, era o filho deles que tinha desviado os bilh?es do Grupo Griera. Eles n?o sabiam um do outro, pensava que o dinheiro tinha sido transferido por ele,o um acordo para se livrar d e das crian?as. E ele pensava que tinha usado truques para levar o bilh?o do Grupo Griera e fugir as crian?as. N?o ¨¦ de admirar que ele estivesse t?o furioso antes. 7/2 N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Agora que o mal entendido foi esrecido, ele ainda n?o mostrava nenhummus mudan?a de atitude. ¡°Que tipo de gesto voc¨º quer? Assim?¡± Daniel fechou a distancia e de repente segurou os bra?os finos de Olivia, puxando¨Ca para cima for?a. ¡°Ah!¡± Olivia gritou, inclinando¨Cse para frente para evitar cair sobre ele, e instintivamente passou os bra?os em volta do seu pesco?o para manter o equilibrio. Suas m?os fortes seguravam a sua cintura firmeza,o se ele pudesse quebrar sua cintura fina com um aperto, a temperatura quente de sua palma passando pelo tecido e tocando sua pele sens¨ªvel. A temperatura fez que ficasse alerta, nervosa e sem saber o que fazer, sua respira??o se acelerando. segurava seu pesco?o, e, no meio do seu panico, o seu rosto tocou no dele, a pele el¨¢stica e quente envolvendo o rosto d uma aura masculina. A respira??o profunda e vigorosa dele fez que ficasse tensa, sua pele arrepiando¨Cse, O cora??o de Olivia batia rapidamente: ¡°N?o ¨¦ isso que eu quero dizer, Daniel, me solte¡­¡± Olivia lutava para tocar o ch?o. empurrou seus ombros, tentando se erguer. Suas m?os escorregaram, e se inclinou para frente novamente, colidindo o seu peito. Uma sensa??o suave e quente,o se fosse uma nuvem temperada, fez que Daniel emitisse um gemido rouco e abafado. Os olhos de Daniel brilhavam, roucos: ¡°Sua inten??o n?o ¨¦ ra o suficiente? N?o se preocupe, vou satisfaz¨º¡­¡± Com essas pvras, ele a carregou at¨¦ a cama, colocou¨Ca deitada e pressionou seu corpo sobre . Cap铆tulo 574 Cap¨ªtulo 574 Olivia foipletamente pressionada para debaixo dele. A voz rouca de Daniel caiu em seu ouvido: ¡°Voc¨º est¨¢ satisfeita este pedido de desculpas?¡± Os olhos de Olivia arregram¨Cse em choque, respira??o desigual, perplexa e o rosto corado: ¡°Se voc¨º n?o tem sinceridade, eu posso dispensar este pedido de desculpas, poderia se levantar, por favor?¡± O corpo robusto e vigorosamente masculino de Daniel a pressionava, n?o ousava se mover, e mantinha a respira??o suspensa. Os olhos escuros de Daniel brilhavam agressividade, perigo, fixos n, sua express?o rmada e rosto vermelho foram captados por ele. Como as flores de l¨®tus numgo de ver?o, prestes a desabrochar. Verde, t¨ªmido, convidativo ¨¤ colheita. Daniel, em vez de se levantar, deslizou a m?o p cintura d para baixo e disse: ¡°Como assim, sem sinceridade? Ser¨¢ que preciso tirar tudo para serpletamente honesto?¡± ¡°Voc¨º¡­¡± Olivia ofegou, o cora??o batendoo ¨¢gua fervente, agitado, escaldante. Esta situa??o era muito desvantajosa para , queria se levantar, mas n?o ousava se mover, porque qualquer movimento a faria tocar nele. Contra um homem perigoso, qualquer toque poderia ser um perigo. ¡°Daniel, voc¨º poderia n?o fazer isso? Eu preciso de descer para ficar as crian?as¡­¡± ¡°Mam?e, chegamos!¡± A voz de Olivia mal tinha ca¨ªdo e um barulho surgiu na porta, ent?o quatro pequenos fofos bn?avam suas perninhas curtas, correndo para dentro do quarto. As crian?as pararam aodo da cama, olhando de perto para Daniel e Olivia. Ao verem a cena na cama, Iria inclinou a cabe?a, questionando curiosidade: ¡°Ei, papai est¨¢ beijando a mam?e?¡± ¡°Eu sei, o livro diz que quando o papai beija a mam?e, podemos ter um irm?ozinho ou irm?zinha.¡± Joel levantou a m?o, ansioso para responder, seus olhos brilhantes e astutos. ¡°Hihi, vamos ter um irm?ozinho ou irm?zinha.¡± In¨ºs sorriu timidamente. Ouvindo as pvras das, crian?as, Olivia ficou vermelha de vergonha, e sem pensar mais, estendeu a m?o para empurrar Daniel e disse: ¡°Levante¨Cse r¨¢pido¡­¡± As crian?as estavam todas ali, era t?o impr¨®prio. 1/2 16:29 Capitulo 574 Sua m?o tentou empurr¨¢¨Clo, mas foi capturada por sua grande palma, e ele n?o s¨® n?o se levantou, mas pressionou os l¨¢bios nos d, beijando¨Ca rapidamente. L¨¢bios contra l¨¢bios, temperaturapartilhada, respira??es brevemente entr?adas, e ent?o ele se afastou. Olivia, surpreendida, arregalou os olhos, o cora??o parou por um instante, tinha pensado que as crian?as presentes, ele n?o faria nada excessivo, mas ainda assim subestimou a sua domina??o. Embora o beijo tenha sido breve, foi o suficiente para deixar Olivia sem f?lego, seus l¨¢bios aquecidos. Com esse beijo, os quatro pequenos exibiram express?es surpresas, cobrindo suas bocas abertas com as m?os pequenas. Nos olhos e nos rostos, todos tinham sorrisos. ¡°Vamos realmente ter um irm?ozinho ou irm?zinha.¡± Iria estava radiante, seu sorrisoo o toque de sinos de prata. Joele?ou a audir. In¨ºs juntou¨Cse ao auso, at¨¦ mesmo Heitor seguiu Joel ee?ou a bater palmas. S¨® a Olivia ¨¦ que estava encurrda, as bochechas t?o vermelhas que poderiam cozinhar um ovo. ¡°Beije mais uma vez, para termos mais um irm?ozinho ou irm?zinha.¡± Joel, uma l¨®gica peculiar de crian?a, falou sua voz infantil. As outras tr¨ºs crian?as tamb¨¦m apoiaram, todas pedindo para Daniel beij¨¢ novamente. Olivia sentiu o rme soando, seu cora??o acelerado. Ei, ei, ei, as crian?as podem n?o entender, mas Daniel tamb¨¦m n?o entende? S¨® beijando n?o se fazem crian?as. Naquele momento, Olivia j¨¢ n?o se importava se o acenderia, usando m?os e p¨¦s, conseguiu se desvencilhar de debaixo dele, n?o se preocupando em pegar suas roupas, segurou as m?os de Iria e In¨ºs: ¡°Vamos, vamos descer, mam?e vai colocar voc¨ºs para dormir.¡± Daniel sentou¨Cse, seus olhos profundos fixos na pressa de Olivia, um sorriso leve curvando seus l¨¢bios.N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Cap铆tulo 575 Cap¨ªtulo 575 ¡°M?e, vamos dormir o papai hoje,¡± Iria sempre tinha ideias mirabntes na sua cabecinha. ¡°Ele ¨¦ grande demais, n?o cabe na cama,¡± Olivia rapidamente arranjou uma desculpa para recusar. Que piada, tinha conseguido escapar dele e agora o deixaria dormir eles? Com isso, n?o conseguiria dormir esta noite. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Iria pensou por um momento e concordou, Daniel era grande demais e a cama deles era muito pequena, n?o havia espa?o suficiente. Como se fugisse, Olivia levou as crian?as para o andar de baixo, sem se dar ao luxo de tomar banho. colocou Iria e In¨ºs em um quarto, e l¨¢ as acalmou para dormir, enquanto Teresa e Joel Heitor ficaram em outro, Teresa cuidando dos outros dois pequenos. Olivia contava hist¨®rias para eles e, quando as crian?as adormeceram, tamb¨¦m adormeceu. No meio da noite, n?o percebeu a porta a abrir e uma alta sombra negra aparecendo na entrada; Daniel entrou, e sob a fraca luz do luar, viu as crian?as a dormir tranqumente e Olivia deitada de lado, voltada para s, tamb¨¦m profundamente adormecida. tinha um rosto encantador e uma express?o doce no sono. Daniel se inclinou, retirou o cobertor de cima de Olivia e o ajeitou sobre as crian?as, depois, a pegou nos bra?os e saiu do quarto. Ao amanhecer, o sol se levantou e seus raios fortes cobriram o brilho suave da lua, iluminando a terra. Dodo de fora, os p¨¢ssaros chilreavamo se cantassem. Era mais uma linda manh?. Olivia, ainda sonolenta, virou¨Cse na cama e, por h¨¢bito, procurou abra?ar o pequeno ser ao seudo, encontrando algo quente. apertou o abra?o, trazendo a pequena crian?a para mais perto. Sem abrir os olhos, instintivamente beijou a bochecha macia do ser, beijando algo suave, mas um pouco ¨²mido, que parecia respirar. Ser¨¢ que tinha beijado uns l¨¢bios? N?o importava, desde que fosse o seu amado beb¨º. Sua m?o se movia inconscientemente para tocar a barriguinha da crian?a para ver se estava fome. Mas, ao tocar, sentiu algo diferente; o corpo de hoje n?o estava macio, mas sim um pouco 1/2 16:29 Capitulo 575 duro. At¨¦ a barriga tinha se tornado firme. Daniel, que ainda n?o tinha acordado, foi despertado pelo abra?o de Olivia. Ele abriu os olhos e viu que estava sendo abra?ado por ; isso n?o era tudo, tinha beijado seus l¨¢bios duas vezes e agora as suas m?os inquietas exploravam seu corpo. Seu olhar escureceu gradualmente. Olivia tamb¨¦m percebeu que o toque das crian?as estava diferente da usual, e confusa, abriu os olhos. vid um rosto belo e sonolento diante d. Olivia fixou o olhar nele por um instante, incr¨¦d, e ent?o fechou os olhos novamente. devia ter aberto os olhos de forma errada, por isso estava vendo coisas, confundindo o rosto fofinho das crian?as o rosto belo e sem igual de Daniel. fechou os olhos e os abriu novamente, encontrando¨Cse o olhar profundo e escuro de Daniel, que parecia um buraco negro capaz de consumi inteiramente. Isso fez o cora??o de Olivia tremer, e perdeu todo o sono. N?o era um erro, era mesmo Daniel! arregalou os olhos e prendeu a respira??o. ¡°Gostou do que sentiu?¡± A voz de Daniel era rouca e seu olhar intenso fixava¨Cse n. Olivia, segurando a respira??o, baixou o olhar e viu que sua m?o estava dentro de sua camisa de dormir, tocando os seus m¨²sculos abdominais. Olivia sentiuo se quisesse morrer naquele momento, e um pulo, retirou a m?o, gaguejando: ¡°Eu, eu n?o quis¡­ pensei que era o beb¨º¡­¡± ¡°O beb¨º est¨¢ l¨¢ mais embaixo,¡± a voz de Daniel era t?o rouca que parecia pingar ¨¢gua. Olivia inalou profundamente, o rosto corado de vergonha. Cap铆tulo 576 Cap¨ªtulo 576 Olivia assustada se sentou de repente e explicou: ¡°Voc¨º entendeu errado, eu pensei que estava dormindo as crian?as, n?o imaginei que fosse voc¨º¡­¡± Ao terminar de fr, de repente percebeu que realmente tinha dormido os pequenos. Como ¨¦ que ao acordar nesta manh? estava deitada na mesma cama que Daniel? conteve o panico que sentia e olhou silenciosamente para Daniel, procurando uma explica??o. Os olha profundos de Daniel encontraram os d, sombrios e autorit¨¢rios,o se tudo o que ele fizesse fosse justific¨¢vel, e os outros apenas tivessem de se adaptar e aceitar. Olivia tinha raz?o de estar abda, mas seu impeto foi desaparecendo sob o olhar intenso dele. Ele mandou para tr¨¢s as cobertas e se levantou. Olivia engoliu em seco, desviando rapidamente o olhar para evitar ver algo que n?o devia. Daniel cal?ou os chinelos e foi para o banheiro. Olivia se apressou em se levantar, escapou da so se estivesse fugindo p vida, fechou a porta atr¨¢s de si e aliviou¨Cse suspirando. A presen?a dominadora de Daniel era avassdora, o suficiente para assustar algu¨¦m um cora??o fraco. desceu as escadas e soube que as crian?as j¨¢ se tinham levantado e sido levadas para o jardim de infancia pelo F¨¢bio. Apenas Teresa estava sentada no sof¨¢ ¨¤ sua espera. Depois de entender a situa??o, Olivia disse para Teresa: ¡°M?e, vamos embora. Da pr¨®xima vez, voltaremos para visitar as crian?as.¡± queria ir embora antes que Daniel descesse, j¨¢ que seria mais dif¨ªcil sair uma vez que ele aparecesse. Al¨¦m disso, Daniel n?o disse que podia ficar aqui, e n?o tinha direito de faz¨º¨Clo. Teresa tinha vindo por saudades das crian?as, mas agora que s tinham ido para a esc, n?o havia mais raz?o para ficar, s¨® aumentava a press?o. Teresa concordou a cabe?a e saiu Olivia. Originalmente, Olivia pretendia ir at¨¦ uma rua movimentada para pegar um t¨¢xi por conta pr¨®pria. No entanto, para sua surpresa, o motorista j¨¢ estava esperando no quintal: ¡°Srta. Souza, Sra. Rocha, por favor, entrem no carro.¡± Olivia e Teresa trocaram olhares constrangidos, mas ainda assim entraram no ve¨ªculo. 1/2 16:30 Capitulo 576 Se n?o aceitassem a boleia, levaria uma hora para chegar a um lugar onde pudessem apanhar um t¨¢xi, N?o havia motivo para n?o aceitar a oferta. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Olivia e Teresa entraram no carro, e o motorista partiu. Isso n?o era coincid¨ºncia. O motorista estava esperando especificamente por e Teresa. Teria sido uma instru??o de Daniel? Ele j¨¢ sabia que nejava ir embora esta manh?? Ou ele estava ansioso para que deixasse a Vi Serenidade o quanto antes, para evitar que se apegasse ao lugar? Olivia n?o sabia a resposta e tamb¨¦m n?o queria pensar nisso. Afinal, o resultado era o mesmo: mesmo tendo conquistado o direito de visitar as crian?as, e Daniel sempre pertenceriam a mundos diferentes e jamais teriam algo emum. O motorista deixou Olivia e Teresa na Comunidade Lej¨¢ e foi embora. Voltando para casa, Olivia e Teresa encontraram o lugar frio e silencioso, e demoraram a se acostumar a sensa??o de vazio. Olivia n?o conseguia ficar parada e estava propensa a divaga??es. contatou uma empresa e foi chamada para uma entrevista ¨¤ tarde. A pessoa do RH foi muito am¨¢vel e, ap¨®s uma conversa, pediu¨Clhe que esperasse, pois o chefe tamb¨¦m queria fazer uma ¨²ltima entrevista. Se fosse aprovada pelo chefe, poderiae?ar a trabalhar. Olivia esperou na s de reuni?es e logo um jovem homem vestindo um fato e gravata entrou, um porte atl¨¦tico, rosto bonito e uma aura ensrada,o um jovem cavalheiro. Olivia olhou para o homem, que lhe parecia vagamente familiar. Cap铆tulo 577 Cap¨ªtulo 577 Aquele homem a observava, tamb¨¦m lhe parecia familiar. Ambos se olharam por alguns segundos, at¨¦ que o homem bateu na pr¨®pria coxa e rompeu o sil¨ºncio: ¡°Teresa! N?o, Olivia! A primeira mulher que ousou a se atirar nos bra?os do Sr. Daniel!¡± O homem apontou para Olivia um sorriso malicioso e radiante. Olivia, que ainda estava tentando lembrar quem ele era, lembrou¨Cse assim que ele mencionou Daniel. Era Vicente Fontes, um dos quatro renomados jovens da Capital, frequentemente visto Daniel nas sa¨ªdas para o Mundo Nudo! era a assistente da secret¨¢ria executiva da Grupo Fontes Tologia Eletr?nica Ltda.! Uma assistente de secret¨¢ria sendo entrevistada pessoalmente pelo chefe j¨¢ era bastante surpreendente para Olivia. Agora, ao ver quem estava diante d, Olivia sentiu¨Cse ainda mais constrangida e desanimada. Vicente era um bom amigo de Daniel, ele provavelmente n?o a aceitaria, especialmente porque foi demitida da empresa de Daniel. Afinal, ele n?o iria querer contrariar Daniel por causa d. A maneirao ele a cumprimentou tamb¨¦m deixou Olivia envergonhada. Queme?a uma conversa fndo sobre uma mulher sen?ando nos bra?os de um homem? Olivia se levantou e disse educadamente: ¡°Ent?o o senhor ¨¦ o Sr. Fontes. Parece que vim ao lugar errado.¡± Quando estava prestes a sair, Vicente a interrompeu: ¡°Ei, n?o v¨¢.*Nosso modesto escrit¨®rio n?o ¨¦ digno para voc¨º?¡± As pvras de Vicente a fizeram parar imediatamente. n?o tinha essa inten??o. apressou¨Cse em dizer: ¡°N?o ¨¦ isso, o senhor j¨¢ viu meu curr¨ªculo? Minha ¨²ltima empresa foi o Grupo Griera¡­¡± As suas pvras j¨¢ eram bastante ra; seu ¨²ltimo chefe era Daniel, e se Vicente a contratasse, n?o estaria preocupado em ofender Daniel? Os olhos de Vicente brilharam e este disse: ¡°Ent?o voc¨º trabalhou no Grupo Griera, isso eu n?o sabia. Qualquer um que venha do Grupo Griera ¨¦ altamente cobi?ado por onde passa. ¨¦ bem conhecido que o Grupo Griera forma talentos.¡± 1/2 16:30 ¡°Mas eu fui demitida¡°, disse Olivia, achando necess¨¢rio esrecer para n?o prejudic¨¢¨Clo, O olhar ensrado de Vicente hesitou por um momento, mas seu sorriso n?o diminuiu: ¡°Isso ¨¦ interessante. Aguarde um momento, vou fazer uma chamada,¡± Vicente saiu da s de reuni?es para telefonar. Todos podiam perceber que Daniel tratava Olivia de maneira diferente, que tinha conseguido um emprego no Grupo Griera, onde pode estar perto dele todos os dias, quem sabe at¨¦e?ar um romance de escrit¨®rio, Por que Daniel teria demitido ? Ser¨¢ que ele tinha se cansado d? Vicente discou o n¨²mero de Daniel. Assim que a liga??o foi atendida, Vicente brincou: ¡°Sr. Daniel, a sua mulher veio ¨¤ minha empresa procurando trabalho para ser assistente de secret¨¢ria. Devo contrat¨¢ ou mand¨¢ embora?¡± Com essas pvras, mesmo atrav¨¦s do telefone, Vicente p?de sentir o clima g¨¦lido vindo do outro lado. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Havia definitivamente algo entre esses dois, e Vicente estava cada vez mais interessado, o esp¨ªrito de fofoca ardendo: ¡°Sr. Daniel, voc¨ºs discutiram?¡± ¡°Decida voc¨º mesmo sobre o assunto da sua empresa, n?o precisa do fria e baixa de Daniel caiu, e ent?o desligou o telefone. Ele encarou o celr um olhar profundo. me consultar!¡± A voz Que tipo de r??o ele tinha Olivia? A pvra ¡®discuss?o¡® era apropriada para eles? A r??o entre eles nem sequer necessitava de uma discuss?o! Vicente, segurando o telefone mudo, ficou confuso. que Daniel quis dizer aquilo? Ele deveria decidir se usava Olivia ou a mandava embora? Isso era realmente um dilema para ele. Depois de uma pausa, Vicente sorriu uma pitada de divers?o e entrou na s de -mi?ne Olivia observou-o entrar e perguntou: ¡°E ent?o? Vai me contratar ou n?o?¡± Cap铆tulo 578 Cap¨ªtulo 578 ¡°Ah, h¨¢ algo que eu n?o teria coragem de fazer?¡± Vicente soltou uma risada,o se tivesse ouvido a maior piada do mundo, apoiou a m?o no encosto de uma cadeira aodo, inclinando o corpo um ar descontra¨ªdo. ¡°Agora mesmo, vou te informar que voc¨º foi contratada!¡± Um sorriso malicioso surgiu no canto da boca de Vicente, enquanto ele fva para Olivia. Olivia ficou ligeiramente surpresa, piscou os olhos e disse: ¡°Voc¨º n?o precisa fazer isso por impulso.¡± Porque agir por birra e ofender Daniel n?o valia a pena. ¡°Falo serio, por que eu agiria por impulso?¡± Vicente ficou s¨¦rio, e, ap¨®s fr, estalou os dedos, fazendo o gerente de Recursos Humanos que havia entrevistado Olivia entrar, aguardando instru??es. Vicente ordenou: ¡°Fa?a o processo de admiss?o d agora e, al¨¦m disso, coloque¨Ca no cargo de secret¨¢ria do departamento.¡± ¡°Sim, Sr. Fontes,¡± respondeu o gerente de RH, acenando a cabe?a. Olivia ficou surpresa por um momento; nem tinhae?ado a trabalhar e j¨¢ estava a ser promovida? tinha se candidatado para assistente de secret¨¢ria, e Vicente a elevou diretamente ao cargo de secret¨¢ria! O que estava acontecendo? Daniel n?o pressionou Vicente e, em vez disso, permitiu que ele a contratasse? ¡°Qual ¨¦ essa express?o? Voc¨º est¨¢ medo?¡± Vicente levantou uma sobrancelha, perguntando um sorriso. Olivia se rp?s: ¡°Medo de qu¨º?¡± ¡°Voc¨º sabe do que estou fndo.¡± Os l¨¢bios de Vicente se curvaram um sorriso, olhando para com olhos cheios de curiosidade. Olivia estava confusa, piscou e pensou por um momento, e ent?o,o se tivesse uma ilumina??o, percebeu que ele poderia estar se referindo ao medo de Daniel procur¨¢. Se Daniel quisesse encontr¨¢, n?o adiantaria fugir para o fim do mundo. O medo que deveria sentir j¨¢ havia sentido antes; agora s¨® precisava ser franca e viver sua vida normalmente. Porque sabia que, se Daniel quisesse iod¨¢, n?o importava para qual empresa fosse, n?o escaparia dele. Ficar na empresa de Vicente ou em qualquer outra seria o mesmo. Desde que a empresa a quisesse, estava tudo bem. ¡°Se voc¨º n?o tem medo, eu n?o tenho motivo para ter medo.. Entrar para o departamento de 1/2 16:30 Capitulo 578 secretariado, certo? Vou assinar o contrato agora mesmo.¡± Olivia respondeu a Vicente firmeza. Exclusive ? material by N?(/v)elDrama.Org. ent?o seguiu o gerente de RH para concluir os procedimentos de admiss?o. Vicente observou Olivia se afastar e sorriu levemente. O temperamento dessa mulher era bem interessante. N?o era de admirar que at¨¦ um homemo Daniel, que se mantinha distante das mulheres e tinha uma personalidade indiferente e fria, se interessasse por . Para Vicente, Daniel estava apenas intrigado; definitivamente, n?o havia amor envolvido. Nos dias de hoje, um mundo t?o sedutor e repleto de desejos materiais, quem ainda brincava de amor? Pelo menos ele, Vicente, nunca acreditou que o amor verdadeiro existisse neste mundo. Depois depletar o processo de admiss?o, Olivia voltou para casa, pronta parae?ar o trabalho no dia seguinte. chegou em casa de bom humor e disse a Teresa: ¡°M?e, consegui um novo emprego e amanh? j¨¢ come?o a trabalhar.¡± Teresan?ou¨Clhe um olhar que misturava tristeza e um leve ressentimento: ¡°Voc¨º estava indo t?o bem na sua empresa anterior, por que se demitiu?¡± S¨® ent?o Olivia se lembrou de que Teresa ainda pensava que trabalhava na Tologia Ser¨¦lia Ltda. e desconhecia sua transfer¨ºncia para o Grupo Griera. Tamb¨¦m n?o sabia que tinha sido demitida por Daniel. Esses eventos j¨¢ estavam no passado, e preferiu n?o contar para poupar a sua m?e de preocupa??es. Cap铆tulo 579 Cap¨ªtulo 579 Olivia ent?o mencionou de passagem: ¡°Porque faltei ao trabalho durante alguns dias, a empresa anterior me demitiu.¡± Teresa olhou para surpeendida, pensando sobreo tinha fugido as crian?as e depois foi encontrada por Daniel, permanecendo em casa, desanimada, sem ir trabalhar por v¨¢rios dias. De facto, tinha faltado ao trabalho por v¨¢rios dias. Agora a empresa tamb¨¦m era realista, bastava um empregado n?o estar ¨¤ altura das expectativas, e eles eram demitidos sem mais nem menos. Teresa estava descontente, n?o conseguia entender em casao tinha sido enganada e perdido tr¨ºs milh?es! Se n?o fosse por ter sido enganada e perdido tr¨ºs milh?es, justo o dinheiro que vinha da venda do pingente de Daniel, Daniel n?o teria ficado t?o furioso, e seus quatroos n?o teriam sido levados por ele de maneira t?o imc¨¢vel. Quanto mais Teresa pensava, mais sentia que era sua pr¨®pria culpa. Com a mente tumultuada, descontou em Olivia: ¡°Se foi demitida, ent?o foi. Heitor n?o conseguiu ajudar a esconder uma d¨ªvida de dez bilh?es para voc¨º? Esse dinheiro ¨¦ mais do que suficiente para n¨®s duas vivermos pelo resto da vida! Para qu¨º procurar emprego, por que ainda ir trabalhar!¡± Teresa falou ressentimento e raiva, ofegante, seu tom de voz era severo e r¨¢pido. Olivia ficou chocada as pvras de Teresa, olhando para incr¨¦d. Ent?o, uma express?o s¨¦ria, disse a Teresa: ¡°M?e, aquele dinheiro ¨¦ do Daniel, n?o ¨¦ nosso. O Heitor n?o entende o conceito de dinheiro, s¨® sabia que queria me ajudar a pagar a d¨ªvida Daniel. Mas n¨®s somos diferentes, somos adultos, entendemos o conceito de dinheiro e sabemos que n?o devemos pegar o que n?o nos pertence.¡± ¡°Eu j¨¢ devolvi aquele dinheiro ao Daniel.¡± Olivia disse a Teresa as sobrancelhas levemente franzidas. Teresa fixou o olhar nos olhos de Olivia, seus olhos se arregndo de surpresa para desanimo e perguntou: ¡°O qu¨º, voc¨º devolveu para ele?¡± ¡°Sim.¡± Olivia respondeu firmemente. Daniel tinha dito antes que dez bilh?espraria o amor de m?e e filhos. Aquele dinheiro era paraprar os seus filhos, e se aceitasse, significaria que concordava em vender seus filhos. Como poderia aceitar esse dinheiro sabendo para que ele era destinado e ainda assim se sentir em paz? 1/3 16:30 Capitulo 579 O amor d pelos seus filhos era inestim¨¢vel! N?o importa quanto dinheiro oferecessem, n?o venderia. Al¨¦m disso, o amor que sentia por seus filhos n?o podia ser medido em termosN?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. m¨¢rios. sempre teve a inten??o de devolver o dinheiro a Daniel, a ¨²nica raz?o p qual ele n?o aceitou antes foi porque ele erroneamente pensava que havia fugido o dinheiro e n?o queria aceit¨¢¨C lo. Agora que tudo tinha sido esrecido e ele sabia a origem do dinheiro, tinha ainda mais raz?o para devolv¨º¨Clo. Teresa, os dedos tremendo, apontou para Olivia: ¡°Voc¨º, voc¨º ¨¦ simplesmente¡­ ai,o pude ter uma filha t?o teimosa! Voc¨º merece sofrer a vida inteira por n?o querer pegar o dinheiro do seu pr¨®prio homem!¡± Teresa, irritada, enxugava as l¨¢grimas. estava sem sa¨ªda. Sua filha havia dado ¨¤ luz quatro crian?as para outro homem que n?o se queria casar , que a tratava frieza e ainda havia levado seus filhos embora. Quanto mais pensava, mais Teresa sentia uma dor insuport¨¢vel, mas era impotente para fazer qualquer coisa. Mesmo o cora??o partido, o que mais poderia fazer? ¡°M?e, n?o seja t?o pessimista. Tenho quatro pequenos tesouros ador¨¢veis, podemos visit¨¢¨Clos a qualquer momento se sentirmos saudades. Agora tenho um trabalho est¨¢vel, n?o precisamos nos preocupar o queer ou vestir, estamos melhor do que muitas pessoas que t¨ºm hipotecas e empr¨¦stimos para pagar. Precisamos de ser felizes e aproveitar cada dia.¡± Olivia sentou¨Cse aodo de Teresa, colocou a m?o em seu ombro e falou voz suave para confort¨¢. ¡°Isso soa bonito, voc¨º ¨¦ otimista, mas para ser honesta, voc¨º ¨¦ insens¨ªvel! N?o posso fazer nada sobre isso, estou saindo! Voc¨º mesma faz o jantar.¡± Teresa, frustrada e tamb¨¦m culpando a si mesma por ter perdido aqueles tr¨ºs milh?es, estava agitada e irada ao sair de casa. Sabendo que sua m?e estava de mau humor, Olivia n?o a impediu, seria bom sair para rear a mente. Olivia mal tinha entrado na cozinha parae?ar a cozinhar quando seu celr tocou, era Teresa. atendeu e ouviu a voz apressada de Teresa do outrodo da linha: ¡°Olivia, des?a r¨¢pido, me ajude!¡± ¡°O que aconteceu?¡± Percebendo algo estranho na voz de sua m?e, Olivia sentiu o cora??o Cap铆tulo 580 Cap¨ªtulo 580 ¡°R¨¢pido, eu n?o consigo mais aguentar!¡± No telefone, a voz de Teresa estava ofegante. A preocupa??o de Olivia aumentava, e disse, em panico: ¡°Mantenha a linha aberta, estou descendo agora mesmo!¡± Olivia praticamente correu para fora de casa. s moravam num condom¨ªnio de escadas, e desceu os degrauso uma flecha. Quando estava quase no t¨¦rreo, pisou em falso em dois degraus, perdendo o equil¨ªbrio e quase caindo. Felizmente, conseguiu se estabilizar no ch?o, cambaleou alguns passos para frente e firmou¨Cse. Assim que se equilibrou, correu sem parar para fora do condom¨ªnio. De longe, viu Teresa agarrando a roupa de um homem, que estava tentando se soltar e ir embora, mas Teresa n?o permitia. Os dois estavam em um impasse, um puxando e o outro resistindo. ¡°Seu maldito, devolva o meu dinheiro!¡± Teresa, segurando a roupa do homem, gritava vermelha de raiva. ¡°Teresa, me solte! Em p¨²blico assim, n?o vamos causar uma cena constrangedora!¡± O homem, tamb¨¦m iodado p situa??o, falou num tom severo. Foi s¨® quando Olivia se aproximou que reconheceu que o homem que Teresa segurava era Gabriel! Olivia n?o sabia o que tinha acontecido, mas ao ver aquele homem, seu instinto a fez ficar alerta e hostil. Quando Teresa a viu, virou¨Cse e disse, ofegante: ¡°Ajude¨Cme a segur¨¢¨Clo, n?o deixe que ele escape! Eu o vi o homem que me enganou em dar tr¨ºs milh?es antes, eles continuam enganando as pessoas paraprar algum fundo de investimento idiota!¡± tinha tentado agarrar no homem que a enganou, mas ele fugiu r¨¢pido demais. s¨® conseguiu agarrar Gabriel. Com um olhar perplexo, Olivia rapidamente entendeu por que Teresa estava t?o agitada. avan?ou para ajudar, segurando a roupa de Gabriel uma express?o fria: ¡°Nunca imaginei que voc¨º faria algo assim!¡± Esse homem, realmente n?o tinha limites! Capaz de qualquer coisa! ¡°Olivia, n?o ¨¦o sua m?e disse, ou?a minha explica??o, voc¨ºs est?o a perceber¨Cme mal.¡± Gabriel, vendo Olivia, suavizou um pouco sua express?o, tentando se explicar. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Teresa o interrompeu um grito: ¡°Cale a boca! Seu cachorro, cheio de mentiras, n?o sei quantas mulheres voc¨º j¨¢ enganou! Olivia, n?o perca tempo fndo ele, ligue para a Cap¨ªtulo 580 pol¨ªcia!¡± Olivia estava o telefone na m?o, prestes a ligar para a pol¨ªcia. mal tinha apertado um bot?o quando Gabriel, desesperado, arrancou o telefone da sua m?o. Olivia, por instinto, tentou recuper¨¢¨Clo, mas Gabriel ergueu o bra?o, impedindo¨Ca de alcan?¨¢¨Clo. deu alguns passos ¨¤ frente, tentando alcan?ar o telefone, mas isso significaria ficar perto de Gabriel, contato f¨ªsico. n?o queria nenhum contato Gabriel e, racionalmente, parou, encarando¨Co olhos severos: ¡°Devolva meu telefone!¡± ¡°Voc¨ºs realmente n?o me est?o a entender. N¨®s somos uma fam¨ªlia, n?o h¨¢ necessidade de tornar as coisas t?o tensas. Podemos nos sentar e conversar calmamente, certo? Veja, tantas pessoas est?o assistindo, isso tamb¨¦m est¨¢ manchando a imagem de voc¨ºs, n?o est¨¢?¡± Gabriel, um rosto gentil e roupas elegantes, suplicou. ¡°Argh, quem ¨¦ uma fam¨ªlia contigo! Se voc¨º continuar fndo asneiras, eu vou rasgar a sua boca!¡± Teresa disse, desd¨¦m e raiva. ¡°Teresa, n¨®s nos amamos tanto no passado, voc¨º se esqueceu? N?o precisamos fazer as crian?as sofrerem por causa das nossas desaven?as.¡± Gabriel falou a Teresa uma voz suave e sentimental. Ele era um homem atraente e, mesmo envelhecendo, ainda exva um charme masculino. Quando fva suavemente, realmente possu¨ªa o poder de seduzir. Olivia entendeu por que ele tinha enganado tantas mulheres; boa apar¨ºncia e habilidade em encantar, muitas mulheres n?o resistiam ¨¤ sua l¨¢bia. Cap铆tulo 581 Cap¨ªtulo 581 Os canalhas, as vezes possuem uma habilidade ium de seduzir pessoas. Teresa ficou furiosa, mas ao ouvir essas pvras, l¨¢grimas encheram os olhos instantaneamente. Olivia viu que a situa??o estava ficando tensa e que aqu rigidez n?o ser¨ªa boa para nenhum deles. Outras pessoas poderiam rir da situa??o, mas isso n?o mudaria nada. se acalmou e disse: ¡°Agora ¨¦ hora do almo?o, vamos at¨¦ aquele restaurante e reservamos uma mesa.¡± Gabriel viu uma oportunidade de mudan?a e rapidamente concordou: ¡°¨®timo.¡± ¡°E se eu te soltar e voc¨º fugir?¡± Teresa perguntou, preocupada, sem poder confiar em Gabriel. ¡°Eu prometo que n?o vou fugir. Se eu fugir, serei um covarde.¡± Gabriel prometeu. This text is ? N?velDrama/.Org. Teresa o encarou desconfian?a por um momento e, soltou sua m?o. Gabriel, n?o fugiu e ajeitou o terno que havia sido bagun?ado. Os tr¨ºs foram a um restaurante, fizeram alguns pedidos simples e se sentaram na mesa reservada. Olivia e Teresa olhavam para Gabriel olhos severos e hostilidade. ¡°Eu tamb¨¦m s¨® soube agora que voc¨º, Teresa, investiu tr¨ºs milh?es no Fundo de Esperan?a. Fique tranqu, esse fundo tem uma taxa de retorno alta. Em seis meses, voc¨º poder¨¢ receber um bom retorno de dezenas de milhares.¡± Gabriel manteve um sorriso ao fr Teresa. ¡°Pare de me enganar. Se fosse t?o f¨¢cil ganhar dinheiro, por que voc¨º n?o faria o mesmo?¡± Teresa disse a ele raiva. ¡°¨¦ que eu tamb¨¦m n?o tenho tanto dinheiro assim.¡± Gabriel sorriu: ¡°Ali¨¢s, de onde voc¨ºs ¡¤ tiraram tanto dinheiro? Foi o Daniel que deu, n?o? Eu sabia. Olivia tem uma r??o especial Daniel¡­.¡± Enquanto Gabriel fva, um brilho de ganancia passava pelo olhar dele. Olivia percebeu as inten??es calculistas e imediatamente ficou em alerta: ¡°Voc¨º est¨¢ delirando. Aqueles tr¨ºs milh?es foram um empr¨¦stimo feito p minha m?e paraprar uma casa. Devolva o dinheiro a imediatamente.¡± ¡°Sem casa e sem capital,o voc¨ºs conseguiram um empr¨¦stimo? Para empr¨¦stimos banc¨¢rios, ¨¦ necess¨¢rio ter algo em garantia.¡± Gabriel disse: ¡°Se eu devolver o dinheiro, eu perderei o emprego que com tanta dificuldade consegui. Ali¨¢s, a perda do meu ¨²ltimo bom emprego ¨¦ uma responsabilidade sua, Olivia.¡± Gabriel, um sorriso educado, disse pvras que deixariam qualquer um furioso. tuto Teresa, impulsiva, avan?ou para bater nele, Mas foi contida p Olivia: ¡°M?e, se acalme. Eu vou chamar a pol¨ªcia agora para investigar.¡± ¡°Quando a polic¨ªa chegar, vai dizer a mesma coisa. Voc¨ºs investiram voluntariamente. Investimento tem risco. Se perderam dinheiro, a pol¨ªcia n?o poder¨¢ fazer nada.¡± Gabriel estava mais calmo do que antes. Ele acabou de se lembrou que a empresa tinha todos os procedimentos legais e n?o tinha medo de ser investigada. Quanto ao dinheiro investido por Teresa, se perder¨ªa ou ganharia, ainda era ele quem decidia. ¡°Voc¨º ¨¦ desavergonhado, um mentiroso, um grandedr?o!¡± Teresa o encarava furiosa, angustiada, com a respira??o ofegante. ¡°N?o se exalte. Hoje, n¨®s tr¨¦s vamos ter uma boa conversa. Acerca deo podemos ganhar mais dinheiro.¡± Gabriel disse um sorriso nos l¨¢bios. Olivia ficou t?o irritada que apertou os punhos, mas n?o tinhao agir contra ele. Nesse momento, a gar?e entrou os pratos, colocou na mesa, caminhou at¨¦ a porta e discretamente tirou uma foto dos tr¨ºs aodo da mesa. saiu e mostrou a foto em seu celr para um seguran?a vestido em um terno preto. ¡°Obrigado pelo esfor?o, envie a foto para o meu celr.¡± O seguran?a deu uma gorjeta ¨¤ gar?e e pediu que enviasse a foto para ele. Cap铆tulo 582 Cap¨ªtulo 582 Ap¨®s receber a foto, o seguran?a rapidamente a enviou para Daniel. No escrit¨®rio do presidente do Grupo Griera, Daniel olhou para o celr enquanto se sentava ¨¤ mesa de jantar. A foto era de tr¨ºs pessoas, um ar sombrio. No restaurante, numa mesa privada. Olivia se deparou a vileza e a avareza de Gabriel! Ele sabia muito bem que estava enganando Teresa e roubando o dinheiro d, mas ainda assim fazia promessas vazias. Gabriel pareceu nem notar a f¨²ria de Olivia, e continuou fndo: ¡°Olivia, se n?o cuidarmos de n¨®s mesmos, seremos destru¨ªdos. Voc¨º ¨¦ a m?e do filho do Daniel, j¨¢ venceu na vida. Voc¨º deveria procurar o seu pr¨®prio benef¨ªcio. O dinheiro do Daniel ¨¦ tanto que ele nem pode gastar tudo. Se voc¨º n?o gastar, algu¨¦m vai gastar por voc¨º. Porqu¨º n?o melhorar um pouco a sua pr¨®pria vida? Se voc¨º n?o sabeo gastar o dinheiro, eu posso te ajudar. Investir,prar im¨®veis, qualquer coisa¡­¡± Olivia j¨¢ n?o aguentava mais, apertou o punho, pronta para bater na mesa em um acesso de raiva. De repente, a porta da s foi arrombada, o ar pareceu invadido por um perigo iminente. Olivia voltou¨Cse para a porta e viu um homem alto, vestindo um terno preto. Ele avan?ava passosrgos, seguido por v¨¢rios seguran?as de roupa preta. Olivia ficou paralisada. Como Daniel havia chegado ali? Antes que pudesse reagir, Daniel se aproximou rapidamente. Ele agarrou o pulso d e, um leve pux?o, foi levantada e pressionada contra seu peito. Olivia, em panico, exmou: ¡°Daniel¡­¡± ¡°¨¦ isso mesmo, voc¨º quer gastar o meu dinheiro?¡± O olhar de Daniel era pranteo uma faca, cravando nos olhos de Olivia. , as pups contra¨ªdas, tentou se explicar nervosamente: ¡°N?o ¨¦ isso¡­¡± ¡°Todos sentados juntos fazendo nos, e ainda quer se justificar?¡± A press?o da m?o de Daniel aumentou, ele cerrou os dentes. franzia a testa e disse: ¡°N¨®s n?o temos nada haver Gabriel.¡± ¡°Olivia, eu sou seu pai¡­¡± Gabriel rapidamente revelou a identidade, esperando se aproveitar do rcionamento entre Olivia e Daniel. Como Gabriel poderia perder aqu oportunidade? Belongs to (N)?vel/Drama.Org. Mal ele terminou de fr, o olhar de Daniel virou¨Cse bruscamente para ele. 1/2 16:31 Capitulo 582 Olivia, o cora??o em tumulto, negou rapidamente: ¡°Ele n?o ¨¦!¡± ¡°Sim, ele n?o ¨¦! Eu nunca reconheci eleo pai da Olivia!¡± Teresa falou convic??o e raiva. Gabriel disse: ¡°V¨ªnculo de sangue ¨¦ inalter¨¢vel.¡± ¡°Se fr demais! Ter¨¢ consequ¨ºncias!¡± Daniel falou para Gabriel. Gabriel, aterrorizado e prestes a fugir, foi agarrado pelo crinho por um dos seguran?as que avan?aram, ee?ou a levar socos e pontap¨¦s. Ao ver isso, Teresa se apavorou e se encostou ¨¤ parede. Olivia olhou surpresa para os seguran?as que espancavam Gabriel. Antes que pudesse ver o que estava acontecendo Gabriel Dias, o aperto em seu pulso se tornou mais forte, e foi arrastada para fora pelo Daniel. n?o teve nem chance de resistir. Arrastada para fora do restaurante e jogada no carro, o pulso de Olivia estava quase se partindo. caiu no assento do ve¨ªculo e antes que pudesse se sentar direito, Daniel, entrou no carro e fechou a porta um estrondo. Ele disse uma voz grave ao motorista: ¡°Para o Hotel Internacional Grupo Griera!¡± Cap铆tulo 583 Cap¨ªtulo 583 O carro foi ligado e arrancou logo. Olivia ergueu¨Cse do assento, Daniel ao seudo, se moveu para odo da jan, tentando aumentar a distancia entre eles. O cora??o batia de forma desordenada e panico, a respira??o era ofegante. Daniel permaneceu em sil¨ºncio. A atmosfera era opressiva durante todo o caminho. Logo chegaram ao Hotel Internacional Grupo Griera. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Daniel agarrou o pulso de Olivia e a conduziu at¨¦ a su¨ªte presidencial,n?ando sobre a cama e sobrepondo o corpo. Olivia, aterrorizada, perdeu a cor do rosto e tentou recuar, mas n?o tinha para onde ir. A m?o ¨¢spera de Daniel apertou o queixo, for?ando¨Ca a olhar em seus olhos: ¡°Voc¨º quer gastar meu dinheiro para sustentar seu pai sem cora??o, hmm?¡± Olivia lutava para respirar, disse: ¡°Isso foi apenas a ambi??o do Gabriel, n?o pense assim¡­¡± ¡°Mesmo?! Tr¨ºs milh?es j¨¢ est?o no bolso dele e voc¨º ainda n?o saciou a ambi??o dele! Olivia, eu j¨¢ te disse mais de uma vez que fazer joguinhosigo tem um pre?o!¡± Daniel falou. ¡°Eu¡­¡± ¡°N?o quero ouvir suas desculpas! Se voc¨º fez, tem que enfrentar as consequ¨ºncias!¡± Daniel interrompeu entre dentes cerrados. Em seus olhos, , repleta de mentiras, n?o era digna de confian?a. Tudo o que dizia era apenas para engan¨¢¨Clo. Ao terminar, Daniel selou os l¨¢bios for?a. Silenciando todas as suas pvras um beijo. ¡°Uh, solta¡­¡± Olivia sentiu sua raiva e lutou. As roupas foram violentamente abertas, a resist¨ºncia apenas inmava mais a ira dele. Fora da jan, as sombras das ¨¢rvores dan?avam, e o sol se punha silenciosamente enquanto a noite ca¨ªa. Dentro do quarto, a lampada do cabeceiro tremia violentamente,o se os galhos das ¨¢rvores sacudidos pelo vento bn?assem sem parar. Capitulo 583 No restaurante, Gabriel estava ca¨ªdo no ch?o, gemendo, os olhos roxos e inchados a ponto de n?o conseguir enxergar, as bochechas t?o inchadas que parecia ter ovos na boca. Ele rva de dor, gemendo sem parar, sem for?a para se levantar. Os seguran?as j¨¢ haviam se retirado. Restavam apenas Teresa, as costas contra a parede, tremendo de medo, observando a bagun?a ao redor. Passou um bom tempo at¨¦ que e?ou a se recuperar, olhando para Gabriel que se contorcia no ch?o, sua apar¨ºncia miser¨¢vel chocando a vis?o de Teresa. se aproximou devagar, agachou¨Cse e perguntou: ¡°Voc¨º n?o vai morrer, vai?¡± Gabriel, ainda l¨²cido, reconheceu a voz de Teresa e parou de rr de dor, respirando pesadamente, com os olhos inchados olhando para Teresa. ¡°Eu sou mesmo um azarado, a primeira vez que encontrei voc¨ºs fui espancado, e agora de novo. Talvez seja porque eu devo algo a voc¨ºs, e o destino est¨¢ me fazendo pagar desta forma.¡± Gabriel disse: ¡°Desculpa, por fazer voc¨º sofrer¡­¡± Essas pvras fizeram Teresa chorar imediatamente. Cap铆tulo 584 Cap¨ªtulo 584 ¡°Voc¨º ¨¦ um desgra?ado!¡± Teresa chorava enquanto dava um tapa brincalh?o no bra?o de Gabriel. ¡°Ai¡­¡± Gabriel sentiu uma dor aguda e sugou o ar entre os dentes. ¡°O que foi, n?o morra, hein? Se for para morrer, que n?o seja na minha frente.¡± Teresa ficou desesperada, apesar de suas pvras duras, seus olhos estavam cheios de preocupa??o. ¡°Liga para o 911, e me leva para o hospital, sen?o eu vou mesmo perder a vida.¡± Gabriel tentava suportar a dor, respirando dificuldade. *Ta, ta, vou ligar agora mesmo¡­¡± Teresa tremia ao pegar o celr e discou para o servi?o de emerg¨ºncia. Olivia foi torturada at¨¦ altas horas da madrugada e acabou adormecendo de exaust?o. Daniel parou o que estava fazendo e, na escurid?o, seus olhos negros brilhavamo os de um animal selvagem, fixos no rosto p¨¢lido e fr¨¢gil de Olivia. Ele apertou os dentes em frustra??o. Levantou, pegou um cigarro. Fumou um cigarro atr¨¢s do outro, mas nada acalmava a inquieta??o em seu cora??o. Quandoe?ou a amanhecer, ele se vestiu e saiu. Quando Olivia acordou, ja passavam das dez da manh?. Tentou se mover para se levantar, mas a dor era t?o intensa quanto se tivesse sido atropda por um caminh?o. Sentia cada osso do corpoo se mal conseguisse mant¨º¨Clos no lugar. Cada movimento era uma agonia. tentou v¨¢rias vezes se levantar, sem sucesso. Desistiu e ficou deitada, o rosto enterrado no travesseiro, as l¨¢grimas molhando a fronha. O que fez de errado para merecer tamanha tortura? Daniel chegou ao escrit¨®rio. Bruno the entregou um pacote: ¡°Sr. Griera, sua eenda, chegou ontem no final do expediente, ¨¦ um documentocrado.¡± Como Daniel havia sa¨ªdo antes do final do expediente no dia anterior, a entrega n?o p?de ser feita a tempo. Um documentocrado normalmente indicava algo confidencial. Daniel abriu o envelope e um cart?o caiu de dentro. BUD N?velD(ram)a.?rg owns this content. Bruno pegou no cart?o e colocou¨Co na mesa de Daniel, era um cart?o banc¨¢rio. Daniel deu uma olhada r¨¢pida no cart?o e continuou a tirar os itens do envelope, encontrando uma folha de papel algo escrito. Seus olhos escuros percorreram as linhas escritas. [Eu perguntel sobre o seu n¨²mero de conta, mas voc¨º n?o me disse, ent?o eu tive que enviar o meu cart?o, o valorpleto que voc¨º me enviou ¨C Olivia] Ao ler a nota, os olhos de Daniel escureceram ainda mais e seu ar ficou mais sombrio. Ele olhou para Bruno: ¡°Quando essa eenda chegou?¡± ¡°Ontem a t tarde, quase na hora de fechar.¡± Bruno, assustado a express?o de Daniel, respondeu prontamente. Daniel franziu as sobrancelhas. Olhou para o remetente no envelope, que vinha de um local pr¨®ximo ¨¤ Comunidade Lej¨¢. Pelo processo de entrega, o pacote deveria ter sido enviado na manh? anterior. Ou seja, antes de Daniel ter encontrado Olivia e a fam¨ªlia ¡°em grante¡± tentando gastar o dinheiro, Olivia j¨¢ tinha enviado um bilh?o e cem milh?es por correio! Os olhos de Daniel escureceram e ele apertou a nota em sua m?o. No quarto do hotel. Olivia, chorando, adormeceu novamente. O som da porta do quarto se abrindo instantaneamente a despertou. abriu os olhos, olhando para a porta apreens?o, e Daniel entrando. Olivia estava tensa e rmada, incapaz de se mover, apenas observava os olhos,o uma defesa. As mem¨®rias da noite passada, onde ele a tomou sem miseric¨®rdiao uma fera selvagem, ainda estavam frescas em sua mente. Seus apelos e explica??es foram in¨²teis. n?o queria e n?o poderia suportar uma segunda vez. Com o corpo em alerta, n?o queria que ele se aproximasse, mas ele se aproximou da cama seu corpo, olhando para os olhos baixos: ¡°Onde est¨¢ doendo?¡± Cap铆tulo 585 Cap¨ªtulo 585 Olivia sentiu o cora??o se apertar de ansiedade. Havia um tom de preocupa??o na voz dele. Mas logo Olivia rejeitou a id. Se ele a deixasse ir, teria que agradecer aos c¨¦us e fazer suas preces,o poder¨ªa esperar por sua preocupa??o? Al¨¦m do mais, n?o poderia aceitar a preocupa??o dele. ¡°Contanto que voc¨º n?o esteja aqui, eu estarei bem¡°, disse Olivia. Assim que as pvras sa¨ªram, percebeu que a garganta d estava t?o rouca que do¨ªa fr. Na noite anterior, havia gritado at¨¦ ficar sem voz, mando aos c¨¦us sem resposta, pedindo ¨¤ terra sem ajuda. A express?o de Daniel escureceu, a atitude de Olivia de n?o dar as boas¨Cvindas era t?o evidente que o descontentamento no cora??o apenas aumentava. Ele colocou a sac que trazia na cama: ¡°Se vista e levante, eu vou te levar paraer algo¡°. Dito isso, ele se levantou e sentou no sof¨¢ aodo. Olivia olhou para ele preocupa??o, ele estava de costas para a cama, ent?o n?o havia um perigo imediato. dificuldade, levantou¨Cse da cama e pegou as roupas para ir ao banheiro. n?o se atreveu a olhar no espelho, medo de se assustar. Apenas as ¨¢reas que seus olhos podiam ver estavam cobertas marcas que pareciam flores de ameixeira. Se olhasse no espelho, temia n?o aguentar. Depois de um banho r¨¢pido, se vestiu e saiu. O olhar de Daniel recaiu sobre ; ele havia vestido roupas de mangaspridas e cal?as, uma camisa enfiada dentro de jeans. Daniel disse voz suave: ¡°Venha aqui¡°. Quando ele falou, Olivia imediatamente ficou tensa e resistiu a se aproximar, mas sabia que irritar era pior. superou o medo dele e andou em sua dire??o. Ele estendeu a m?o e segurou a d. Capitulo 585 Daniel segurou a m?o d e a levou para fora do quarto do hotel. O lugar onde foramer era o mesmo restaurante ocidental que visitaram anteriormente. Era o mesmo lugar perto da Jan, uma pequena ponte e ¨¢gua corrente, cercada por flores coloridas, Mas Olivia n?o tinha cabe?a para apreciar a vista; a dor em seu corpo constantemente a lembrava de qu?o perigoso era o homem ao seudo. baixou a cabe?a e cortou lentamente o bife em seu prato, mas parecia incapaz de cort¨¢¨Clo, e depois de muito tempo, n?o tinhaido nada. Os ol prantes de Daniel observavam oportamento d, sua express?o suavizando um pouco sob a luz. Belongs to (N)?vel/Drama.Org. Ele cortou um peda?o de bife e colocou no prato d. Ol¨ªvia olhou para cima e encontrou o olhar de Daniel, que parecia um ¨ªm?, puxando toda a sua aten??o para ele. O cora??o de Olivia bn?ou. Eles se olharam nos olhos. ¡°S¨¦rgio, eu sempre quis vir aqui, mas nunca tive a chance. Mal posso acreditar que estou aqui voc¨º, isso pode ser a mem¨®ria mais feliz da minha vida¡°, disse uma voz que n?o conseguia esconder a felicidade. ¡°Se voc¨º est¨¢ feliz, isso ¨¦ o que importa¡°, seguiu¨Cse a voz do homem, uma voz que soava muito familiar para Olivia. T?o familiar que as orelhas se moveram involuntariamente. se virou na dire??o da voz e imediatamente viu um homem de apar¨ºncia gentil e sr. O homem tamb¨¦m a viu e, por um momento, os olhares se cruzaram. O cora??o de Olivia estremeceu. Cap铆tulo 586 Cap¨ªtulo 586 O homem diante d era S¨¦rgio, que n?o via h¨¢ v¨¢rios dias. Ele parecia ter um semnte melhor do que o ar mnc¨®lico e desanimado de antes. Ainda mantinha os cabelos castanhos curtos, uma estatura esbelta, um rosto gentil e radiante, e em seus olhos cor de ambar, parecia ter recuperado o brilho, suaveo jade. Aodo dele estava uma mulher, vestida uma saia justa preta e um top preto que deixava a barriga ¨¤ mostra, cabelos curtos na altura da orelha e um visual moderno e sensual. Era Marina, que n?o via h¨¢ muito tempo. Marina segurava no bra?o, parecendo ter uma r??o muito ¨ªntima ele. Olivia olhou para a cena e o olhar involuntariamente pausou por um momento. S¨¦rgio tamb¨¦m estava olhando para . At¨¦ que Olivia sentiu a temperatura do ar cair abruptamente na dire??o d, um frio que atacava sua pele, fazendo estremecer involuntariamente e voltar abruptamente ¨¤ realidade, olhando para Daniel, cujos olhos escuros e rosto tenso eramo o gelo do inverno, frioso neve. Um ¨²nico olhar transmitiam mil pvras. Olivia rapidamente baixou a cabe?a, pegou no bife que ele tinha colocado em seu prato ee?ou a comer,o uma maneira de esconder seu constrangimento. ¡°Olha s¨®, se n?o ¨¦ a nossa colega Olivia. Que coincid¨ºncia encontrar aqui,¡± disse Marina um sorriso ao se aproximar da mesa S¨¦rgio. O corpo de Olivia, que j¨¢ estava tenso, ficou ainda mais r¨ªgido. levantou os olhos para Marina, for?ando um sorriso. ¡°Est¨¢ em um encontro o namorado, n?o ¨¦? Daqu vez no bar, eu pensei que voc¨º estivesse brincando ao dizer que o Sr. Griera era seu namorado, mas n?o esperava que fosse verdade,¡± Marina disse,n?ando um olhar para Daniel. Belongs to (N)?vel/Drama.Org. Depois de apenas um olhar, rapidamente desviou os olhos para S¨¦rgio, dizendo astutamente: ¡°S¨¦rgio, esse ¨¦ o seu tio, n?o vai o cumprimentar?¡± Marina achava que tinha uma personalidade animada e poderia ajudar S¨¦rgio a se soltar e se dar bem com Daniel, o que seria bom para o desenvolvimento de S¨¦rgio. Sobre o incentivo, S¨¦rgion?ou um olhar para Daniel, que calmamente cortava seu bife, sem dar a S¨¦rgio qualquer aten??o. Mas Marina, sem perceber a tens?o, bn?ou levemente o bra?o de S¨¦rgio,o se estivesse fazendo charme, e disse: ¡°S¨¦rgio, estou fndo voc¨º.¡± Cap¨ªtulo 586 Olivia apertou o garfo em sua m?o, nervosa a atmosfera gda. ¡°N?o est¨¢ fome? Vamos encontrar um lugar para sentar eer,¡± S¨¦rgio desviou o assunto um tom que parecia tranquilo, mas s¨® ele sabia quanta amargura estava contendo. Sem esperar por uma resposta de Marina, ele a levou para uma mesa pr¨®xima da de Olivia. O gar?om chegou, eles fizeram os pedidos e, enquanto esperavam, Marina se inclinou para S¨¦rgio e perguntou em voz baixa: ¡°Diga¨Cme, Olivia est¨¢ realmente namorando o seu tio? ¨¦ muito madura, mas conseguiu fazer o Daniel ser seu namorado¡­¡± Na ¨¦poca da esc, Marina gostava de S¨¦rgio, mas teve que assistir S¨¦rgio se tornar o namorado da Ol¨ªvia. estava raiva que os dentes co?avam, mas n?o havia nada que pudesse fazer. finalmente chegou aodo de S¨¦rgio, mas para a surpresa d, Olivia havia alcan?ado um pico ainda mais alto. estava Daniel, um homem que todas as mulheres queriam se aproximar, mas nunca tinham a chance! S¨¦rgio estava uma express?o fria e sombria e n?o disse nada. Marina, n?o percebendo o desconforto, continuou: ¡°S¨¦rgio,o voc¨º terminou Olivia?¡± S¨¦rgio apertou os mres, ainda sem dizer nem uma pvra, mas o olhar atravessou Marina, se fixando em Olivia, que estava a uma pequena distancia. Cap¨ªtulo 587 Ele estava sentado de frente para Olivia. Cap铆tulo 587 Cap¨ªtulo 587 Olivia, que inicialmente estava de cabe?a baixa saboreando o bife, levantou o olhar casualmente e encontrou¨Cse um olhar. ficou momentaneamente atordoada, fixando o olhar na dire??o de onde vinha aqu intensidade e encontrou o olhar de S¨¦rgio. sentiu um tremor interior. ¡°Est¨¢ ci¨²mes?¡± a voz baixa de Daniel soou. Olivia rapidamente voltou a si, seu olhar rmado encontrando os olhos dele. O cora??oe?ou a acelerar. ¡°Como poderia¡­¡± respondeu Olivia, em panico. ¡°Melhor assim,¡± a voz fria de Daniel soou de novo: ¡°Eu te dei uma chance, j¨¢ que fez sua escolha, n?o h¨¢ espa?o para arrependimentos, entende?¡± As m?os de Olivia, segurando o garfo e a faca, apertaram¨Cse ligeiramente, enquanto respondia: ¡°Eu sei.¡± tamb¨¦m entendeu o que ele quis dizer ter dado a uma chance. Quando ele a encontrou as crian?as na Aldeia Souza e levou os pequenos, ele tinha dito a em tom baixo, se quisesse fugisse S¨¦rgio, ele permitiria! N?velD(ram)a.?rg owns this content. Naquele momento, o cora??o d estava todo voltado para as crian?as, e escolheu partir ele, deixando S¨¦rgio para tr¨¢s. fez a escolha instintivamente ps crian?as, at¨¦ mesmo concordando em ser a mulher dele para poder ver as crian?as quando quisesse. Desde o momento da sua escolha, e S¨¦rgio tornaram¨Cse definitivamente imposs¨ªveis. N?o, deveria dizer que, desde aqu noite cinco anos atr¨¢s, e S¨¦rgio j¨¢ n?o tinham mais chance. Ele j¨¢ estava procurando a pr¨®pria felicidade, e isso era bom; estava feliz por ele e o aben?oava. Marina sempre gostou muito dele, e ele seria feliz Marina. ¡°Ent?o controle seus olhos,¡± a voz de Daniel soou baixa e fria. As m?os de Olivia, ainda segurando nos talheres, tremeram um pouco. Um cfrio percorreu a espinha d. El? havia olhado acidentalmente para S¨¦rgio e ele notou. Ele era t?o autorit¨¢rio que n?o permitia que olhasse para S¨¦rgio, mesmo que por um instante. 15-241 Cap¨ªtulo 587 O corpo de Olivia ficou tenso, e respirou fundo, dizendo: ¡°Voc¨º ¨¦ quem est¨¢ ¨¤ minha frente, foi um breve olhar.¡± Dizendo isso, cortou o bife vigorosamente, j¨¢ emocionalmente envolvida. A domina??o e o poder de Daniel realmente a sufocavam. Suas pvras soavamo se seus olhos s¨® tivessem espa?o para ele. O olhar profundo de Daniel permaneceu n, sem mais nada dizer. E na mesa logo atr¨¢s deles, o gar?om serviu o bife, e Marina cortou um peda?o, colocando no prato de S¨¦rgio: ¡°Experimente o primeiro peda?o.¡± S¨¦rgio, sem hesitar, devolveu o bife ao prato d: ¡°Eu j¨¢ tenho o meu,a voc¨º.¡± Marina disse meio desapontada: ¡°Porqu¨º voc¨º tem que ser t?o insens¨ªvel? Daniel cortou um bife para Olivia e eu, isso sim ¨¦ romantico. Porqu¨º voc¨º n?o tenta aprender um pouco ele?¡± A express?o de S¨¦rgio subitamente escureceu, seu cora??o parecendo esmagado por uma pedra. Cap铆tulo 588 Cap¨ªtulo 588 S¨¦rgio segurava o garfo e a faca, respirando de forma pesada, a cabe?a baixa, encarando o bife ¨¤ sua frente sem cortar. Ele estava fazendo um esfor?o tremendo para conter a dor interior, suprimindo a tristeza e a raiva. ¡°S¨¦rgio, o que houve voc¨º, est¨¢ se sentindo mal? Precisa ir ao hospital?¡± Marina, vendo seu rosto p¨¢lido,e?ou a ficar ansiosa. S¨¦rgio colocou o garfo e a faca sobre a mesa um movimento um tanto brusco, e o som surdo do metal contra a madeira ecoou pelo ambiente. ¡°N?o quero maiser, estou indo embora.¡± Disse ele, o rosto sombrio e p¨¢lido, levantando¨Cse para sair. Marina ficou confusa o mau humor s¨²bito dele e, ao v¨º¨Clo saindo, ficou ainda mais nervosa, apressando¨Cse em segui¨Clo: ¡°S¨¦rgio, espere por mim. O que est¨¢ te iodando? Eu te panho ao hospital¡­¡± Marina ficou um pouco arrependida; foi seu excesso de ansiedade em ver um sinal de afeto de S¨¦rgio que a levou a agir de maneira mimada, tentando provar que ocupava um espa?o no cora??o dele. N?velD(ram)a.?rg owns this content. e S¨¦rgio haviam se encontrado em um coquetel na noite anterior, e depois de um pouco de conversa, a atitude de S¨¦rgio para n?o era mais t?o fria quanto antes, parecia haver uma brecha. o convidou para jantar e ele n?o recusou. pensou que S¨¦rgio estivessee?ando a gostar d, e que j¨¢ estava quase garantido um rcionamento amoroso entre eles. Mas bastaram algumas pvras para fazer S¨¦rgio parecer sombrio. S¨¦rgio n?o a deu aten??o a Marina e continuou caminhando rapidamente, olhos fixos ¨¤ frente, em Olivia. Ao passar por , seu olhar tornou¨Cse ainda mais intenso, transmitindo uma mistura de dor e raiva. Olivia n?o ergueu a cabe?a, e quando S¨¦rgio passou por , o vento a atingiu, gdoo a brisa noturna. O corpo de Olivia tamb¨¦m se tensionou ligeiramente. Mas, num instante, S¨¦rgio j¨¢ havia passado por , at¨¦ mesmo o cheiro se dissipando o vento. ¡°S¨¦rgio, espere por mim!¡± Marina chamou ansiosamente atr¨¢s dele. At¨¦ que o som dos passos deles desapareceu, a respira??o pesada de Olivia ainda n?o havia se acalmado. Capitulo 588 distra¨ªda, levou um peda?o de carne ¨¤ boca, quando uma voz fria e cortante soou muito pr¨®xima: ¡°Voc¨º est¨¢ louca?¡± Olivia ergueu a cabe?a e viu o rosto de Daniel. Olivia se assustou a frieza dele. Olhando para a m?o que ele segurava, viu que tinha uma faca na m?o, um peda?o de carne espetado n, e a lamina estava virada para baixo. estava prestes a colocar a faca na boca! P primeira vez, Olivia se sentiu constrangida e se desculpou: ¡°Desculpa, eu n?o estava prestando aten??o¡­¡± Daniel resmungou e soltou a m?o d, uma voz meio fria: ¡°N?o ¨¦ a mim que voc¨º deve desculpas, mas a si mesma!¡± Olivia baixou os c¨ªlios, concordando inquieta: ¡°Voc¨º est¨¢ certo¡­¡± Daniel manteve o olhar n, sem perder nenhum dos gestos. De repente, ele se levantou, agarrou o pulso e a puxou para fora for?a. Olivia, pega de surpresa, seguiu ele desajeitadamente. Sem qualquer preparo, foi empurrada para dentro do carro, e ele entrou ap¨®s, fechando a porta com um estrondo. Olivia estava assustada, sem saber o que tinha feito para irrit¨¢¨Clo. A frieza e a press?o em torno dele pesavam sobre o peito de Olivia, que mal ousava respirar. ¡°Siga aquele carro!¡± ordenou Daniel ao motorista, uma voz grave. Cap铆tulo 589 Cap¨ªtulo 589 ¨C Sim. ¨C falou o motorista, e o carro deu partida. Olivia olhou at?nita p jan e viu um carro ¨¤ frente, um carro que j¨¢ tinha visto algumas vezes; era o de S¨¦rgio. Porqu¨º Daniel havia pedido para seguir o carro de S¨¦rgio? estava intrigada e apreensiva. Mas n?o se atreveu a perguntar. n?o conseguia decifrar seus pensamentos, muito menos ousava especr sobre eles. Finalmente, o carro parou em frente a uma mans?o, e Olivia bn?ou levemente a in¨¦rcia da parada. No segundo seguinte, Daniel a puxou, e se viu de repente pressionada contra o peito dele. O choque fez o cora??o de Olivia palpitar; antes que pudesse reagir, Daniel segurou o queixo d firmemente, for?ando a olhar p jan, um sopro gdo em seu rosto: ¡°Est¨¢ preocupada, n?o ¨¦? Ent?o veja bem!¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Olivia respirava de forma irregr, a dor no queixo a impedia de se concentrar na dor, enquanto era for?ada a testemunhar a cena dodo de fora. S¨¦rgio e Marina sa¨ªram do carro. Marina, e?ou o bra?o de S¨¦rgio e olhou para ele um sorriso radiante e cheio de amor. S¨¦rgio, contente, deixou segurar o bra?o, olhou para e sorriu, curvando o dedo indicador para acariciar levemente no nariz de Marina, uma express?o carinhosa e umportamento caloroso. Olivia podia ver cada gesto de S¨¦rgio ramente, uma sensa??o de juventude perdida e uma tristeza irrecuper¨¢vel a invadiram, pesando em seu cora??o. O caracter¨ªstico gesto de S¨¦rgio de acariciar o nariz era algo que ele havia feito por muitas vezes antes. A press?o aumentou em seu queixo, fazendo que Olivia franzisse a testa de dor, mas rapidamente recuperou seus pensamentos e levantou a m?o para segurar a grande m?o de Daniel, tentando aliviar sua pr¨®pria dor. ¡°Como se sente ao ver o homem que ama outra mulher, hein?¡± As pvras frias de Daniel ecoaram em seu ouvido. A respira??o de Olivia tremeu, e sua voz, embargada p dor, foi intencionalmente abaixada: ¡°Voc¨º nunca amou ningu¨¦m, mesmo que eu te contasse, voc¨º n?o entenderia.¡± Ele havia pedido ao motorista para seguir S¨¦rgio apenas para fazer que visse S¨¦rgio outra mulher e a atingir duramente. Cap¨ªtulo 589 De repente, Olivia n?o queria mais explicar, era melhor deixar que ele pensasse que a havia atingido. A ira nos olhos negros de Daniel se aprofundou, friao um inverno cial. realmente sabiao irrit¨¢¨Clo. Daniel virou o rosto para encarar, e a f¨²ria em seus olhos negros era palp¨¢vel: ¡°Eu n?o entendo, mas posso aprender o seu corpo!¡± Olivia estremeceu de medo. Em seguida, o painel que dividia a frente do carro do banco traseiro foi abaixado, isndo os dois espa?os. Enquanto Olivia ainda estava em choque, seus l¨¢bios foram violentamente sdos, arrancadoso se por uma fera, sem lhe dar qualquer chance de reagir. O carroe?ou a se mover na estrada asfaltada, e apesar de ser uma estrada lisa, Olivia sentia cada svanco. Seus cabelos estavam espalhados pelo assento, l¨¢grimas emergiam de seus olhos, e sua voz estava t?o rouca que n?o podia emitir som algum. Daniel, diante d, parecia um dem?nio imc¨¢vel. Cap铆tulo 590 Cap¨ªtulo 590 Na frente da mans?o, S¨¦rgio viu o carro preto se afastar e a ternura em seu rosto de repente se transformou em uma express?o sombria, retirando o bra?o das m?os de Marina. Com um olhar dolorido, ele observou o Rolls Royce desaparecer na distancia, apertando a m?o ao lado do corpo. ¡°S¨¦rgio, o que houve? Vamos entrar.¡± Marina ficou confusa. At¨¦ um momento atr¨¢s, S¨¦rgio estava todo carinhoso . realmente estava preocupada que ele n?o estivesse se sentindo bem, mas n?o esperava ser levada diretamente para sua casa. Marina ficou radiante de felicidade. S¨¦rgio a levou para casa, e sabia o que isso significava. ¡°J¨¢ est¨¢ tarde, vou pedir para o motorista te levar para casa.¡± S¨¦rgio virou¨Cse, uma express?o impass¨ªvel, e caminhou rapidamente em dire??o ¨¤ mans?o. Marina foi atr¨¢s dele, e o motorista j¨¢ estava l¨¢ fora: ¡°Srta. Marina, por favor, entre no carro, eu a levarei para casa.¡± Ele se colocou diante de Marina, bloqueando o caminho. Qualquer pensamento de seguir S¨¦rgio j¨¢ era imposs¨ªvel. Marina franziu a testa levemente,n?ando um olhar irritado ao motorista antes de entrar no carro. O humor de S¨¦rgio era imprevis¨ªvel, e ainda n?o sabia o que ele estava pensando. Mas n?o desistiria; j¨¢ havia perdido S¨¦rgio por uma vez, e nesse momento tinha outra chance, estava determinada a se tornar a esposa de S¨¦rgio! O Rolls Royce parou no p¨¢tio da V Serenidade. Daniel abotoava a camisa e se levantava,n?ando um olhar profundo para Olivia no assento. Metade de sua cabe?a pendia para baixo do assento, seus cabelos negros, desordenados espalhados entre o assento e o ar, l¨¢grimas ainda frescas no canto dos olhos e um brilho ca¨®tico em seu olhar aquoso. parecia simultaneamente desej¨¢vel e pat¨¦tica. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Daniel a envolveu seu casaco e a levantou no colo. ¨¤ medida que a respira??o dele se aproximava, carregada uma forte presen?a de horm?nios masculinos, o corpo de Olivia, que se amolecia, se enchia de panico e alerta. levantou a m?o para o empurrar: ¡°Me solte, eu consigo andar!¡± Os olhos, inundados l¨¢grimas, estavam cheios de teimosia final. Capitulo 590 O que deveria ser uma dera??o assertiva soavao um gemido por causa da voz rouca, A m?o que estendia para Daniel era de uma suavidade impotente, quaseo um convite em vez de uma rejei??o. Daniel olhou para olhos escuros e perguntou: ¡°Voc¨º consegue andar?¡± Olivia congelou, cedendo em um instante, raiva e ressentimento. n?o conseguia andar, e era tudo por causa dele! Esse monstro, essa besta! Daniel viu o olhar de censura nos olhos d,o se o estivesse responsabilizando p condi??o. De alguma forma, isso n?o o irritou, mas sim o agradou. Ele a carregou para dentro da casa. ¡°Sr. Daniel, Srta. Souza, voc¨ºs voltaram.¡± F¨¢bio os recebeu, junto os outros criados. O rosto de Olivia esquentou e rapidamente virou a cabe?a, escondendo no peito de Daniel, sem querer que os outros a vissem. Mas essa foi uma tentativa in¨²til de se esconder. Todos sabiam que era . Os olhos profundos de Daniel escureceram ainda mais. Ele a carregou para o segundo andar e a colocou na cama do quarto principal. Vendoo estava fraca e sem for?as, ele engoliu em seco, se contrndo, e tirou algo do bolso do seu terno: ¡°Antes de enviar isso, porqu¨º n?o me disse nada?¡± Olivia olhou para o cart?o no criado¨Cmudo; era o cart?o banc¨¢rio que havia enviado para ele. Com uma express?o de m¨¢goa, disse: ¡°Adiantaria fr voc¨º?¡± As sobrancelhas de Daniel se franziram e seus olhos escuros se fixaram no rosto p¨¢lido e cheio de m¨¢goa d. Sua voz se aprofundou ao dizer: ¡°N?o seja t?o presun?osa na pr¨®xima vez!¡± Capitulo 591 Cap铆tulo 591 11 Cap¨ªtulo 591 ¡°Sai, estou cansada e quero dormir¡°, disse Olivia, desviando o rosto para n?o olhar para ele. achou que ao dar¨Clhe as costas, ele ficaria irritado, mas para sua surpresa, ele se virou e saiu. Com a aus¨ºncia da sua presen?a dele, Olivia respirou aliviada. Seu olhar se dirigiu para o cart?o. Olivia estava realmente exausta, sentindoo se tivesse sido esvaziada. estava prestes a dormir. A porta se abriu e, antes que algu¨¦m entrasse, vozes alegres foram ouvidas. ¡°Mam?e!¡± As vozes infantis dos quatro pequeninos se sobrepunham, puxando os nervos de Olivia. abriu os olhos instantaneamente e olhou para a porta, vendo quatro crian?as correndo em sua dire??o perninhas curtas. O cora??o abatido de Olivia foi curado instantaneamente, parecendo recuperar um pouco de energia. se apoiou para se sentar, um sorriso suave aparecendo em seu rosto: ¡°Meus amores¡­¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e, o que aconteceu sua voz, por que est¨¢ t?o baixa?¡± perguntou Joel. As crian?as correram para odo da cama, encostando suas m?ozinhas no colch?o e olhando para . Era todo o amor que tinham por . Olivia sentiu¨Cse envolvida por esse amor, e at¨¦ seu cora??o ferido foi curado naquele momento, cheio de energia novamente. ¡°N?o ¨¦ nada, mam?e s¨® est¨¢ uma inma??o na garganta¡°, explicou Olivia. estendeu a m?o e acariciou suas bochechas deles. ¡°Voc¨ºs j¨¢eram?¡± perguntou Olivia, preocupada. ¡°Sim, j¨¢emos¡°, afirmou Heitor, acenando a cabe?a. ¡°J¨¢emos, mam?e. E voc¨º?¡± perguntou Joel, sorrindo. ¡°Mam?e tamb¨¦m j¨¢eu¡°, respondeu Olivia. ¡°Mam?e, voc¨ºeu o suficiente? Olha s¨® minha barriguinha, toda grandinha¡°, disse Iria sua voz aguda, levantando o vestido e acariciando sua barriga orgulhosa e mostrando para 1/2 15:25 N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Cap¨ªtulo 591 Olivia. Olivia riu e tamb¨¦m acariciou a barriguinha: ¡°Nossa Iria realmenteeu bastante.¡± ¡°Mam?e tamb¨¦m ¨¦ muito fofa¡°, disse Iria, sorrindo radiante ao ser elogiada, duas covinhas nas bochechas que derretiam o cora??o de quem olhasse. ¡°¨¦ verdade, mam?e ¨¦ a pessoa mais fofa¡°, concordou In¨ºs, apertando os punhos for?a. Olivia sorriu satisfeita e feliz. N?o importava o qu?o dif¨ªcil fosse a situa??o ou o qu?o grande fosse o rev¨¦s, ver os filhos. d fazia tudo parecer insignificante. Com luz no cora??o, h¨¢ esperan?a em todo lugar. ¡°Mam?e, venha brincar connosco¡°, implorou Iria, segurando a m?o de Olivia e bn?ando¨Ca gentilmente. ¡°Est¨¢ bem, mam?e vai brincar voc¨ºs¡°, concordou Olivia, apoiando¨Cse para sair da cama. Seus p¨¦s tocaram o ch?o e, quando estava prestes a se levantar, as pernas cederam e caiu sentada de volta na cama. Nesse momento, Daniel chegou. Cap铆tulo 592 Cap¨ªtulo 592 Ol¨ªvia viu quando ele se aproximou da cama, e seu cora??o inconscientemente se apertou. Daniel caminhou at¨¦ e sua m?o tirou delicadamente a m?ozinha de Iria da d. Iria virou, levantando seu rostinho, seus olhos brilhantes e curiosos o observavam. ¡°Saiam, deixem a mam?e descansar,¡± disse Daniel. ¡°M?e, voc¨º est¨¢ doente?¡± perguntou Joel preocupa??o. Ele j¨¢ tinha percebido a voz d rouca. ¡°Mam?e, voc¨º est¨¢ doente, vai pro hospital, n?o d¨®i, a In¨ºs vai assoprar e a dor vai embora,¡± disse In¨ºs uma express?o tensa em seu rostinho inocente. O que mais importava para o pequeno era a m?e. Quando havia tomado inje??o antes, era assim que a m?e a consva. ¡°N?o ¨¦ nada, mam?e s¨® est¨¢ um pouco cansada, um descanso e ficarei bem,¡± disse Ol¨ªvia cercada p preocupa??o dos filhos, o cora??o ao mesmo tempo dolorido, apertado e confortado. ¡°Ent?o descanse, m?e, n¨®s vamos brincar o papai,¡± disse Iria seu rostinho redondo, virando¨C se para Daniel, seus olhos grandes e esperan?osos: ¡°Papai, voc¨º brinca a gente, por favor?¡± Ol¨ªvia franziu levemente as sobrancelhas, olhando ansiosa para Daniel, medo de que ele rejeitasse as crian?as. Todos eles estavam t?o ansiosos, seria t?o dececionante se fossem rejeitados? Ao pensar nas express?es desapontadas das crian?as, o cora??o de Ol¨ªvia quase se despeda?ou. Se pudesse se levantar, definitivamente brincaria os filhos, jogaria jogos eles. Lamentava apenas que suas pernas estivessem t?o fracas que mal conseguia se manter em p¨¦, tremendo ao tentar ficar de p¨¦. Enquanto Ol¨ªvia estava angustiada e incerta, a voz grave e baixa de Daniel disse: ¡°ro.¡± ¡°Yeah!¡± exmou Iria, pndo de alegria. Os outros tr¨ºs pequenos tamb¨¦m pareciam felizes, um brilho a mais em seus olhos. Os ombros tensos de Ol¨ªvia finalmente rxaram. ¡°Papai, vamos brincar de esconde¨Cesconde l¨¢ fora e deixar mam?e descansando,¡± disse Iria, segurando firmemente a m?o de Daniel e o puxando para fora do quarto sua for?a delicada. 1/2 1555 Capitulo 592 Daniel deu passosrgos para panhar a . ¡°M?e, descanse bem, vamos brincar,¡± disse Joel, se despedindo de Ol¨ªvia antes de sair. Heitor e In¨ºs ainda estavam no quarto. O rostinho bonito de Heitor estava s¨¦rio, as sobrancelhas infantis franzidas em preocupa??o, olhando para Olivia. In¨ºs tamb¨¦m permaneceu timidamente aodo da cama, olhando para , ramente insegura. Ao ver o olhar deles, Ol¨ªvia sorriu e disse: ¡°Mam?e est¨¢ bem, n?o se preocupem, v?o brincar. O papai vai brincar de esconde¨Cesconde voc¨ºs, Heitor, voc¨º n?o queria tanto um pai?¡± Ol¨ªvia mal podia imaginar Daniel brincando de esconde¨Cesconde as crian?as. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Ele era t?o frio, t?o s¨¦rio, seria capaz de brincar de um jogo t?o infantil sem se parecer desajeitado? Heitor piscou, ramente tentado a se juntar ao pai, mas ainda preocupado a m?e. Ol¨ªvia era a m?e deles, os entendia t?o bem. Com um sorriso quente e cheio de amor maternal, disse: ¡°Heitor, leve a In¨ºs e v¨¢ brincar, mam?e vai tirar um cochilo e depois vem brincar voc¨ºs.¡± Heitor assentiu, aproximou¨Cse obedientemente e pegou na m?ozinha de In¨ºs: ¡°In¨ºs, vamos l¨¢ fora, vamos encontrar o papai para brincar e deixar a mam?e descansar.¡± In¨ºs,preensiva, acenou a cabe?a, e os dois sa¨ªram de m?os dadas. In¨ºs olhava para tr¨¢s a cada passo, ainda preocupada Ol¨ªvia, at¨¦ que finalmente seguiu Heitor para fora do quarto. Ol¨ªvia os observou sair. estavaovida pelo amor profundo das crian?as por . Que sorte a d, ter quatro filhos t?o bemportados epreensivos. Nesse momento, a moldura da porta foi batida duas vezes. Olivia disse: ¡°Entre.¡± Cap铆tulo 593 Cap¨ªtulo 593 ainda estava confusa, perguntando quem seria t?o educado assim, a ponto de bater na porta mesmo estando aberta. Foi ent?o que uma empregada entrou carregando uma bandeja, na qual haviaida. se aproximou e colocou sobre a cabeceira uma tig de canja e duas pils brancas. ¡°Senhorita Souza, por favor, desfrute da sua refei??o. Estarei ¨¤ porta se precisar de algo¡°, disse a empregada respeito e educa??o, antes de sair do quarto. Olivian?ou um breve olhar sobre aida, mas seus olhos se fixaram nas pils brancas. as observou por um momento e sorriu levemente. Aquele sorriso trazia consigo resigna??o, amargura e vergonha. Sem hesitar, pegou as p¨ªls e as engoliu a ¨¢gua. J¨¢ tinha passado por aquilo por muitas vezes. sabia exatamente o que aqus p¨ªls eram. Eram anticoncepcionais! Antes tomava apenas uma, mas agora lhe deram duas. Daniel sabia que ele mesmo era desregrado, temendo que engravidasse, achava que uma p¨ªl n?o era segura o suficiente, ent?o lhe deu duas para evitar uma gravidez. Que homem insens¨ªvel e frio. Depois de tomar os anticoncecionais, n?oeu, se recostou na cama e fechou os olhos. Para o medicamento¨Cser mais eficaz, era melhor n?oer nos trinta minutos seguintes ¨¤ ingest?o, e Daniel tinha pensado muito para evitar que engravidasse. n?o poderia o dececionar. Al¨¦m do mais, n?o engravidar era uma forma de prote??o para mesma. Antes, n?o conhecer o pai das crian?as era uma coisa, as crian?as nasciam e pronto. Mas a situa??o j¨¢ era diferente; provavelmente, se engravidasse, seria for?ada a terminar a gesta??o. Olivia simplesmente fechou os olhos, sem se dar conta de que logo adormeceu. Depois das dez da noite, Daniel finalmente conseguiu fazer as crian?as dormirem. Cuidar de crian?as ¨¦ uma arte, n?o se trata apenas de intelig¨ºncia, mas tamb¨¦m de paci¨ºncia e companheirismo. Ele n?o entendia isso antes, mas depois de alguns dias, percebeu que era mais dif¨ªcil que o 1/2 15:25 This text is ? N?velDrama/.Org. Cap¨ªtulo 593 trabalho dele Ele voltou para a su¨ªte principal, onde a luz ainda estava acesa. Assim que entrou, viu Olivia encostada na cabeceira da cama, a cabe?a inclinada, corpo mole, sem for?a. Vendo essa cena, o rosto de Daniel se contraiu instantaneamente, os olhos escuros se endureceram e ele se apressou at¨¦ , estendendo a m?o para verificar a respira??o de Olivia. estava respirando. Ele notou aida intocada. Mas as p¨ªls anticoncepcionais tinham sido tomadas. Daniel estreitou os olhos e falou baixinho: ¡°Entre!¡± A empregada entrou respeitosamente. Daniel disse para : ¡°Leve isso daqui.¡± A empregada se curvou, recolocou aida na bandeja e saiu . Um objeto caiu do criado¨Cmudo. Daniel olhou para baixo, era o cart?o banc¨¢rio. nem sequer o tinha guardado! Daniel olhou para Olivia. Ele se aproximou, abra?ou lentamente e ajeitou seu corpo na cama, para que ficasse deitada confortavelmente. Olivia, perturbada em seu sono, se mexeu desconfortavelmente e virou dedo, seus l¨¢bios tocando a m?o de Daniel. parecia sonhar algo delicioso, e murmurou os l¨¢bios. Os l¨¢bios macios ro?aram a m?o de Daniel. Sua garganta se apertou. Cap铆tulo 594 Cap¨ªtulo 594 Daniel a fitava, dormia um sono doce. Seus olhos estavam fechados, c¨ªlios longosn?avam sombras sob suas p¨¢lpebras, tranquilos e pac¨ªficos, doces e serenos. Era uma vis?o t?o doce que dava pena perturbar. Daniel engoliu em seco, reprimindo o desejo que seu corpo sentia, e delicadamente a cobriu o cobertor, antes de se dirigir ao banheiro. Olivia acordou, a consci¨ºncia lentamente retornando, sentindo o corpo pesado. abriu os olhos e viu o quarto, estranho e ao mesmo tempo familiar, uma m?o sobre o peito d. Mas o bra?o estava pesando sobre , era realmente pesado. Olivia tentou se mover para sair do abra?o de Daniel. Assim que se mexeu, a pessoa atr¨¢s d tamb¨¦m se moveu, virou e passou de deitar dedo para deitar de costas, retirando o bra?o de cima d. Aproveitando a oportunidade, Olivia rapidamente se deslocou para a borda da cama e levantou¨Cse. Olhou para tr¨¢s e viu Daniel, ainda dormindo. Olivia observou, sentindo seu cora??o falhar uma batida; mas s¨® sabia o qu?o perigoso ele poderia ser. cal?ou os sapatos e saiu do quarto cuidado para n?o o acordar. Ap¨®s uma noite de descanso, sentiu a for?a parcialmente restaurada; ainda estava um pouco fraca e dolorida, mas caminhar n?o era mais um problema. Descendo as escadas, os quatro pequenos estavam sentados ¨¤ mesa do caf¨¦ da manh?, guardanapos ao redor do pesco?o e colheres nas m?os,endo desajeitadamente. Ao ver os pequenos, o humor de Olivia melhorou. ¡°Mam?e!¡± Joel foi o primeiro a v¨º e a chamou alegria. ¡°Mam?e, venhaer!¡± Iria olhou para . Olivia se aproximou um sorriso suave e cheio de ternura, e disse: ¡°Continuemendo que a mam?e vai se arrumar um pouco e j¨¢ vem.¡± ¡°T¨¢ bom, a gente espera a mam?e¡°, disse Iria. Olivia foi at¨¦ o banheiro do t¨¦rreo. 1/2 15:25 Capitulo 594 Depois de se arrumar, se sentou aodo de In¨ºs. In¨ºs j¨¢ haviargado a colher e estava sentada, um olhar meio confuso. Olivia notou que mal havia tocado na sua tig de mingau nutritivo. Ent?o, pegou um ovo cozido, descascou e colocou na tig de In¨ºs. In¨ºs pegou o ovo suas m?ozinhas e o colocou de volta na tig de Olivia, dizendo seriamente: ¡°Mam?e, voc¨ºe, eu j¨¢ estou cheia.¡± Olivia olhou para a pequena In¨ºs, preocupada: ¡°In¨ºs, voc¨º tem queer mais, voc¨º est¨¢ magra. Veja a sua irm? Iria,o e bem?¡± In¨ºs sempre foi seletivaida eia muito pouco. N?o era de se admirar que Daniel dissesse que In¨ºs estava magra e pequena por causa d. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Essas pvras atingiram o cora??o de Olivia, pois amava suas crian?as profundamente. Mas, apesar de tentar v¨¢rios m¨¦todos, In¨ºs simplesmente n?o gostava deer. Enquanto fva, Olivia separou a ra do ovo e a ofereceu ¨¤ In¨ºs: ¡°Voc¨º n?o gosta da gema, ent?o coma a ra, e a mam?ee a gema, est¨¢ bem?¡± In¨ºs olhou para e abriu a boca. Finalmente, um sorriso aliviou a preocupa??o no rosto de Olivia, enquanto levava a ra de ovo ¨¤ boca de In¨ºs: ¡°Voc¨º ¨¦ ¨®tima, In¨ºs.¡± ¡°Eu tamb¨¦m, eu tamb¨¦mi ovo,¡± disse Iria, levantando a m?o, querendo ser elogiada tamb¨¦m. Cap铆tulo 595 Cap¨ªtulo 595 ¡°Hum, a Iria tamb¨¦m ¨¦ ¨®tima, disse Olivia um sorriso caloroso. ¡°Somos todos ¨®timos!¡± Iria expressou alegremente sua voz infantil. ¡°Sim, todos s?o ¨®timos, concordou Olivia. Enquanto conversavam, ruidos vinham da escada, e Olivia virou a cabe?a, para ver Daniel descendo. Sua simples apari??o fez que Olivia involuntariamente se sentisse tensa por dentro. Seus olhos escuros olharam em sua dire??o, e Olivia rapidamente desviou o olhar para evitar encontrar¨Cse o dele, parecendo apressada e um pouco desconfort¨¢vel. Daniel se aproximou e sentou¨Cse na frente deles, olhando rapidamente para as quatro crian?as e para Olivia antes dee?ar a tomar o caf¨¦ da manh?. Depois do caf¨¦ da manh?, era hora das crian?as irem para a esc, e Olivia nejava levar. Para a surpresa, Daniel tamb¨¦m decidiu os panhar. Eram quatro crian?as e dois adultos, e era demais para um s¨® carro. Assim, as crian?as foram em um ve¨ªculo e Daniel e Olivia em outro. Olivia queria ir as crian?as, mas o motorista avisou que isso seria sobrecarga. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Sem alternativa, teve que, a contragosto, panhar Daniel em outro carro. O carroe?ou a se mover e Danieln?ou um olhar prante na dire??o d: ¡°Voc¨º parece n?o querer estar aqui, hmm?¡± Olivia, se sentindo tensa sobre o olhar dele, negou a cabe?a: ¡°N?o.¡± Mesmo que fosse verdade, n?o poderia admitir. ¡°N?o tente truques na minha frente, entendeu?¡± a voz fria de Daniel soou. Olivia assentiu: ¡°Entendi.¡± Talvez por v¨º submissa, Daniel n?o disse mais nada. Olivia, no entanto, permaneceu tensa e formal. Com ele no carro, a atmosfera se tornava sufocante e n?o ousava rxar um s¨® momento. Em pouco tempo, chegaram ao Jardim de Infancia Internacional da Capital. Olivia se apressou para sair do carro, abra?ando cada um dos pequeninos e se despedindo deles enquanto os observava entrar na esc. Voltando a si, quase esbarrou em Daniel, que estava parado atr¨¢s d. baixou a cabe?a rapidamente, pronta para chamar um t¨¢xi na beira da estrada. 1/2 15.05 Cap¨ªtulo 595 De repente, o pulso d foi agarrado sem aviso e Daniel a puxou de volta para dentro do carro, sentando ao seudo. A press?o familiar a invadiu, e Olivia falou nervosa: ¡°Eu posso pegar um t¨¢xi sozinha, para n?o atrasar voc¨º.¡± ¡°Quanto do meu tempo voc¨º j¨¢ n?o desperdi?ou?¡± a voz profunda e magn¨¦tica de Daniel ecoou enquanto ele a encarava: ¡°Dentro do carro, voc¨º j¨¢ usou bastante tempo.¡± Suas pvras surpreenderam Olivia, que interpretou mal a insinua??o. olhou em volta, nervosa, percebendo que o estofamento do carro parecia ter sido trocado ¨C ainda era de couro preto, mas parecia mais novo que o de ontem. Olivia recuou em panico: ¡°Daniel, n?oece, est¨¢ ro¡­¡± ¡°Voc¨º est¨¢ sugerindo que ¨¤ noite seria aceit¨¢vel?¡± o corpo robusto de Daniel se aproximou d. Sobre a press?o intensa e sua respira??o poderosa, Olivia mal conseguia respirar: ¡°Eu n?o falei isso.¡± Seu queixo foi apertado e Daniel segurou seu rosto firmemente, impedindo¨Ca de se mover: ¡°Seu corpo ¨¦ muito honesto.¡± ¡°N?o, hmm¡­¡± Olivia tentou protestar, mas seus l¨¢bios foram sdos. Cap¨ªtulo 595 Cap¨ªtulo 595 ¡°Hum, a Iria tamb¨¦m ¨¦ ¨®tima,¡± disse Olivia um sorriso caloroso. ¡°Somos todos ¨®timos!¡± Iria expressou alegremente sua voz infantil. ¡°Sim, todos s?o ¨®timos,¡± concordou Olivia. Enquanto conversavam, ru¨ªdos vinham da escada, e Olivia virou a cabe?a, para ver Daniel descendo. Sua simples apari??o fez que Olivia involuntariamente se sentisse tensa por dentro. Seus olhos escuros olharam em sua dire??o, e Olivia rapidamente desviou o olhar para evitar encontrar¨Cse o dele, parecendo apressada e um pouco desconfort¨¢vel. Daniel se aproximou e sentou¨Cse na frente deles, olhando rapidamente para as quatro crian?as e para Olivia antes dee?ar a tomar o caf¨¦ da manh?. Depois do caf¨¦ da manh?, era hora das crian?as irem para a esc, e Olivia nejava levar. Para a surpresa, Daniel tamb¨¦m decidiu os panhar. Eram quatro crian?as e dois adultos, e era demais para um s¨® carro. Assim, as crian?as foram em um ve¨ªculo e Daniel e Olivia em outro. Olivia queria ir as crian?as, mas o motorista avisou que isso seria sobrecarga. Sem alternativa, teve que, a contragosto, panhar Daniel em outro carro. O carroe?ou a se mover e Danieln?ou um olhar prante na dire??o d: ¡°Voc¨º parece n?o querer estar aqui, hmm?¡± Olivia, se sentindo tensa sobre o olhar dele, negou a cabe?a: ¡°N?o.¡± Mesmo que fosse verdade, n?o poderia admitir. ¡°N?o tente truques na minha frente, entendeu?¡± a voz fria de Daniel soou. Olivia assentiu: ¡°Entendi.¡± Talvez por v¨º submissa, Daniel n?o disse mais nada. Olivia, no entanto, permaneceu tensa e formal. Com ele no carro, a atmosfera se tornava sufocante e n?o ousava rxar um s¨® momento. Em pouco tempo, chegaram ao Jardim de Infancia Internacional da Capital. Olivia se apressou para sair do carro, abra?ando cada um dos pequeninos e se despedindo deles enquanto os observava entrar na esc. Voltando a si, quase esbarrou em Daniel, que estava parado atr¨¢s d. baixou a cabe?a rapidamente, pronta para chamar um t¨¢xi na beira da estrada. 1/2 15:26 Capitulo 595 De repente, o pulso d foi agarrado sem aviso e Daniel a puxou de volta para dentro do carro, sentando ao seudo. A press?o familiar a invadiu, e Olivia falou nervosa: ¡°Eu posso pegar um t¨¢xi sozinha, para n?o atrasar voc¨º.¡± ¡°Quanto do meu tempo voc¨º j¨¢ n?o desperdi?ou?¡± a voz profunda e magn¨¦tica de Daniel ecoou enquanto ele a encarava: ¡°Dentro do carro, voc¨º j¨¢ usou bastante tempo.¡± Suas pvras surpreenderam Olivia, que interpretou mal a insinua??o. olhou em volta, nervosa, percebendo que o estofamento do carro parecia ter sido trocado ¨C ainda era de couro preto, mas parecia mais novo que o de ontem. Olivia recuou em panico: ¡°Daniel, n?oece, est¨¢ ro¡­¡± ¡°Voc¨º est¨¢ sugerindo que ¨¤ noite seria aceit¨¢vel?¡± o corpo robusto de Daniel se aproximou d. Sobre a press?o intensa e sua respira??o poderosa, Olivia mal conseguia respirar: ¡°Eu n?o falei isso.¡± Seu queixo foi apertado e Daniel segurou seu rosto firmemente, impedindo¨Ca de se mover: ¡°Seu corpo ¨¦ muito honesto.¡± ¡°N?o, hmm¡­¡± Olivia tentou protestar, mas seus l¨¢bios foram sdos. Cap铆tulo 596 Cap¨ªtulo 596 O beijo n?o foio o do dia anterior, mas sim terno e carinhoso,o se quisesse a acalmar. A alma de Olivia estava prestes a ser desfiada, e seu corpo amolecia. Daniel apoiou a m?o na nuca d, segurando firme seu corpo fl¨¢cido. Beijando seus l¨¢bios doces e fr¨¢geis, o sangue fervilhava em suas veias. As m?os dele lentamente desciam¡­. De repente, um toque de celr soou. Era o celr de Olivia, no bolso d. Olivia foi abruptamente despertada, abriu os olhos e viu o rosto de Daniel ampliado diante d. Naquele momento, Olivia percebeu cada detalhe do beijo de Daniel. A intimidade e o desejo se espalhavam pelo espa?o confinado do carro. O toque do celr ainda soava incessantemente, puxando os nervos de Olivia. Belongs to (N)?vel/Drama.Org. O cora??o d batiao uma m, de repente acelerado, e sua respira??o, antes calma,e?ava a ficar ofegante. Olivia tremia as m?os enquanto tentava empurr¨¢¨Clo. Daniel percebeu o movimento sutil d e, mordeu seu l¨¢bio. ¡°Ah¡­¡± Olivia, a mente turva, sentiu um formigamento de dor e franziu a testa, cada vez mais constrangida e confusa. Quando pensou que n?o poderia evitar o inevit¨¢vel novamente. Daniel a soltou. Ele levantou a m?o, limpou a saliva de seus l¨¢bios e disse uma voz magn¨¦tica e rouca: ¡°Atenda.¡± Os olhos de Olivia estavam emba?ados p n¨¦voa, sua respira??o fraca, suas m?os apoiadas na mesa do carro, meio reclinada no assento, numa posi??o humilhada. Sem tempo para acalmar suas emo??es, rapidamente se sentou e tentou contrr sua respira??o, tirou o celr do bolso e viu a chamada de um n¨²mero desconhecido. Normalmente, Olivia n?o atendia a n¨²meros desconhecidos. Haviam muitas chamadas de fraude e ass¨¦dio, e n?o tinha tempo para lidar s. Mas agora era diferente, o olhar sombrio de Daniel estava fixo n. Se n?o atendesse, pareceria que tinha algo a esconder. Capitulo 506 Olivia engoliu em seco, suprimiu sua respira??o ofegante e deslizou para atender: ¡°Alo¡­¡± ¡°Olivia, voc¨º n?o se esqueceu de que tem que trabalhar hoje, n¨¦? Aqui n?o ¨¦o na empresa do Daniel n?o deixe que pensem que entrou napanhia por minha causa,¡± disse Vicente um tom brincalh?o do outrodo da linha. Olivia ficou momentaneamente atordoada, lembrando¨Cse de que tinha ido a uma entrevista de emprego na v¨¦spera e que tinha sido contratada, em uma empresa pertencente ao amigo de Daniel, Vicente. O contrato j¨¢ estava assinado. Esse era seu primeiro dia de trabalho. Olivian?ou um olhar r¨¢pido a Daniel e respondeu apressadamente: ¡°Estou a caminho.¡± Depois de desligar, olhou para Daniel e disse: ¡°Era o telefone da empresa, tenho que ir trabalhar agora.¡± Finalmente, tinha uma raz?o legitima para sair. Depois de fr, estava prestes a abrir a porta do carro para sair, mas a porta estava trancada. Olivia, surpresa, arregalou os olhos e olhou para tr¨¢s, encarando Daniel: ¡°Eu realmente tenho que ir trabalhar!¡± ¡°Sente¨Cse,¡± veio a voz grave de Daniel. Em seguida, ele abriu a porta do carro, sentou¨Cse no assento do motorista e o carro partiu. Olivia piscou, surpresa, ser¨¢ que Daniel a estava levando para o trabalho? Cap铆tulo 597 Capitulo 597 No dia anterior ele ainda estava furioso e brutal ,o ¨¦ que hoje parece t?o mais gentil? Que homem de humor t?o vol¨²vel. Olivia n?o conseguiu decifrar os pensamentos e tampouco tinha energia para tentar. Abriu a porta do carro e desceu. N?o se atreveu a caminhar imediatamente para a empresa, ficou parada aodo do carro. agradeceu¨C lhe e observou respeitosamente seu carro afastar¨Cse. Ent?o, seguiu em dire??o ¨¤ empresa. No departamento de secretariado da empresa, incluindo Olivia, haviam mais tr¨ºs pessoas. Uma secret¨¢ria¨Cchefe chamada Vit¨®ria Moraes, uma mulher de trinta e poucos anos. tinha um ar s¨¦rio e parecia uma pessoa de car¨¢ter forte e incisivo. Uma secret¨¢ria chamada Yasmin Almeida, idade semelhante ¨¤ de Olivia, por volta dos vinte e seis ou sete anos. tinha aquele tipo de personalidade que, um tom suave e amig¨¢vel, dizia as pvras mais duras. Olivia, que acabava dee?ar a trabalhar, sentou¨Cse no mesmo escrit¨®rio que s e, depois de uma breve apresenta??o,e?ou a se preparar para o trabalho em frente aoputador. ¡°Novata, v¨¢ me fazer um caf¨¦,¡± disse Vit¨®ria,o se fosse a coisa mais natural do mundo. *ro,¡± respondeu Olivia, e rapidamente preparou o caf¨¦ para . ¡°Querida, tenho um documento importante para fazer e n?o posso me distrair. Poderia, por favor, fazer algumas c¨®pias para mim?¡± disse Yasmin, um sorriso afetuoso, entregando um monte de pap¨¦is a Olivia. *ro, eu j¨¢ fa?o,¡± disse Olivia, pegando os documentos e dirigindo¨Cse ¨¤ s de c¨®pias. Depois de terminar algumas tarefas menores, Vit¨®ria e Yasmine?aram a dar ordens novamente. Olivia n?o disse nada e continuou a trabalhar sem queixas. Era seu primeiro dia de trabalho; precisava se adaptar ao ambiente. Vicente apareceu na porta do escrit¨®rio. Ele olhou para dentro e viu Olivia preparando ch¨¢, enquanto Vit¨®ria estava confortavelmente admirando suas unhas rec¨¦m¨Cfeitas. Yasmin estava o celr na m?o, conversando algu¨¦m. parecia ter ouvido algo engra?ado, um sorriso furtivo no rosto. Capitulo 597 ¡°Ahem!¡± Vicente tossiu. Vit¨®ria e Yasmin rapidamente se viraram, vendo Vicente, e prontamente se levantaram em um estado de panico, escondendo suas distra??es e ficando respeitosamente de p¨¦. Vit¨®ria: ¡°St. Fontes, bom dia,¡± Yasmin: ¡°Sr. Fontes, bom dia. Olivia acabou de preparar a ¨¢gua quente e o ch¨¢, virou¨Cse, viu Vicente e, disse: ¡°Sr. Fontes, bom dia.¡±N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. ¡°Estou procurando algu¨¦m para me panhar em uma reuni?o de neg¨®cios, disse Vicente. ¡°Sr. Fontes, j¨¢ terminei o trabalho desta manh? e estou dispon¨ªvel agora,¡± disse Vit¨®ria, querendo panhar Sr. Fontes. Participar das reuni?es de neg¨®cios seria uma oportunidade de estar mais pr¨®xima do Sr. Fontes. Vit¨®ria tinha mais de trinta anos e ainda n?o era casada. ¡°Sr. Fontes, o que acha do meu visual hoje? Est¨¢ mais conservador e adequado, n?o ¨¦? N?o vou te envergonhar e tamb¨¦m n?o darei margem para que os clientes pensem em coisas indevidas.¡± disse Yasmin um sorriso, de maneira suave. Assim que terminou de fr, Vit¨®rian?ou um olhar na dire??o d. estava ramente insinuando algo, e n?o era sutil! S¨® porque estava usando uma blusa um decote mais baixo? Vicente passou o olhar por s e parou em Olivia, dizendo: ¡°Voc¨ºs est?o todas muito exageradas. Olivia, venhaigo.¡± Dito isso, Vicente virou e saiu do escrit¨®rio. Olivia prontamente o seguiu e, enquanto sa¨ªa, recebeu olhares de inveja e descontentamento de Vit¨®ria e Yasmin. Isso fez que Olivia se sentisse extremamente constrangida. Ao sair da empresa Vicente e entrar no carro, Olivia perguntou, sem entender: ¡°Hoje ¨¦ meu primeiro dia de trabalho e ainda n?o estou muito familiarizada os neg¨®cios. Pensei que Vit¨®ria e Yasmin, que conhecem melhor os assuntos da empresa, seriam uma escolha adequada para panhar. N?o seria melhor levar uma ds?¡± Vicente sorriu e disse: ¡°Eu tamb¨¦m posso ir sem levar ningu¨¦m.¡± Cap铆tulo 598 Cap¨ªtulo 598 Essas pvras deixaram Olivia ainda mais confusa. ficou paralisada por um instante, olhando para Vicente, sem dizer nada. Vicente, ao ver o olhar inocente d, n?o conseguiu evitar um sorriso e disse: ¡°O Sr. Daniel ¨¦ t?o inteligente, est¨¢ procurando algu¨¦m para oplementar?¡± Olivia demorou um pouco para reagir e, s¨® ent?o, percebeu que ele estava insinuando que tinha uma intelig¨ºncia inferior. E ainda a havia ligado a Daniel, o que a fez sentir vergonha e irrita??o, fazendo seu rosto esquentar. ¡°Senhor Fontes, talvez eu devesse gravar um ¨¢udio e mostrar para Daniel, para ele o dar um pr¨ºmio?¡± disse Olivia, visivelmente irritada. ¡°S¨® estou brincando, n?o precisa ficar zangada. Eu te chamei aqui para ajudar, se voc¨º n?o agradece, tudo bem, mas ficar brava isso ¨¦ que n?o tem gra?a nenhuma,¡± respondeu Vicente. Os pensamentos de Olivia pausaram por um momento, e ent?o teve ummpejo de entendimento. Vicente havia percebido que estava sendo manipda por Vit¨®ria e Yasmin e a chamou intencionalmente para fora. Por umdo, ele queria dar¨Clhe um descanso das ordens ds. Por outrodo, queria mostrar a Vit¨®ria e Yasmin que ele valorizava Olivia, para dar¨Clhes uma advert¨ºncia e fazer que se contivessem um pouco. Olivia realmente s¨® agora entendeu suas boas inten??es. Provavelmente era por Daniel que ele estava ajudando¨Ca tanto. ¡°E se isso for contra produ??o? Voc¨º est¨¢ subestimando o ci¨²me das mulheres,¡± disse Olivia. ¡°Eu posso lidar essas situa??es, obrigada p preocupa??o, Senhor Fontes.¡± Olivia reconheceu a gentileza de Vicente, mas realmente n?o era necess¨¢rio. n?o era nenhuma novata no ambiente de trabalho e sabiao agir em r??es profissionais. This text is ? N?velDrama/.Org. Sendo uma simples funcion¨¢ria e tendo Vicente a protegendo, isso poderia criar mais obst¨¢culos em seu trabalho. Tanto Vit¨®ria quanto Yasmin tinham interesse em Vicente, segundas inten??es, e se Vicente a tratava favoritismo, isso poderia trazer mais problemas para . s¨® queria trabalhar tranqumente, sem se envolver em intrigas e trapa?as. Capitulo 598 Ao ouvir as pvras de Olivia, Vicente entendeu e assentiu, dizendo: ¡°Tudo bem, de agora em diante, vou deixar voc¨º brilhar por si mesma. O carro parou em frente a um restaurante deida ocidental. Olivia conhecia bem esse restaurante, tinha estado l¨¢ tr¨ºs vezes. A primeira vez foi S¨¦rgio quem a levou, as duas vezes seguintes foram Daniel. No entanto, em cada uma dessas visitas, nunca conseguiu realmente desfrutar da refei??o. Inconscientemente, Olivia tinha desenvolvido uma esp¨¦cie de avers?o ao restaurante. Desta vez, estava apenas panhando Vicente para uma reuni?o de neg¨®cios, nada mais. se confortou internamente, tentando rxar. Olivia seguiu Vicente para dentro, onde o cliente j¨¢ estava esperando ¨¤ mesa. Quanto mais se aproximavam, mais ro ficava o rosto do cliente. Era S¨¦rgio! Ao v¨º¨Clo, o cora??o de Olivia apertou involuntariamente. S¨¦rgio levantou a cabe?a, viu Olivia e seu olhar permaneceu n por alguns segundos antes de se desviar,o se fosse apenas uma pessoaum sem importancia. ¡°Sr. Griera, desculpe p espera,¡± Vicente se aproximou um sorriso formal, estendendo a m?o. Cap铆tulo 599 Cap¨ªtulo 599 S¨¦rgio tamb¨¦m estendeu a m?o e cumprimentou: ¡°Sr. Fontes, por favor, tome o assento.¡± S¨¦rgio e Vicente se sentaram, enquanto Olivia ficou de p¨¦ atr¨¢s de Vicente, olhando para baixo uma express?o ligeiramente p¨¢lida, ¡°Esta senhora ¨¦¡­¡± S¨¦rgio olhou para Olivia, que estava atr¨¢s de Vicente, uma voz cheia de d¨²vidas. ¡°Minha secret¨¢ria, rec¨¦m¨Cchegada, ainda n?o est¨¢ muito familiarizada as regras,¡± explicou Vicente. ¡°Ah, a secret¨¢ria do Sr. Fontes, por favor, sente¨Cse.¡± S¨¦rgio disse um olhar gentil em dire??o a Olivia. Ao encontrar aqueles olhos,o se fossem feitos de vidro, Olivia bn?ou o olhar por um momento antes de sentar¨Cse aodo de Vicente: ¡°Obrigada,¡± disse educadamente. ¡°Ouvi dizer que o Sr. Griera vendeu a empresa h¨¢ pouco tempo,o ¨¦ que j¨¢ est¨¢ pensando em abrir outra?¡± Vicente perguntou, enquanto tomava seu ch¨¢. ¡°Sem neg¨®cios, voc¨º ¨¦ menosprezado, at¨¦ as mulheres n?o te olham direito. Vivendo nesta sociedade realista, n?o tem jeito, tem que se esfor?ar sempre.¡± S¨¦rgio falou calma, em um tom de conversa casual. Olivia sentiu uma pontada no cora??o ao ouvir isso. apertou a x¨ªcara de ch¨¢ que segurava, olhando para a bebida ¨¤ sua frente sem se mexer. ¡°O Sr. Griera est¨¢ correto, hoje em dia, quem n?o est¨¢ atr¨¢s de dinheiro? Sua empresa vai focar em eletr?nicos, quantos mostru¨¢rios de celr est¨¢ pensando em adquirir?¡± Depois de entender a situa??o de S¨¦rgio, Vicentee?ou a fr de neg¨®cios. ¡°Vinte mil unidades parae?ar, para testar o mercado. Se der certo, vou pedir mais em grande quantidade,¡± respondeu S¨¦rgio. ¡°Tudo bem, sem problemas. Voc¨º ¨¦ sobrinho do Sr. Daniel, e o Sr, Daniel ¨¦ meupadre. Somos todos conhecidos, e podemos ser mais flex¨ªveis nos neg¨®cios, isso n?o ¨¦ problema nenhum,¡± Vicente, conhecendo S¨¦rgio, disse um sorriso, tentando estreitar a r??o entre eles. Por¨¦m, o rosto de S¨¦rgio se fechou, e seus olhos se apertaram, ele disse: ¡°Sr. Fontes, se voc¨º s¨® est¨¢ fazendo neg¨®ciosigo por causa do meu tio, acho que n?o vamos conseguir fechar nenhum neg¨®cio.¡± This text is ? N?velDrama/.Org. Olivia, que segurava a xicara, apertou¨Ca ainda mais. ¡°Isso ¨¦ curioso, voc¨º est¨¢ tendo um desentendimento seu tio?¡± Vicente perguntou, interessado. Capitulo 599 Oliviae?ou a respirar dificuldade, tentando acalmar¨Cse, e levou a x¨ªcara de ch¨¢ aos l¨¢bios para beber. Foi quando ouviu S¨¦rgio dizer: ¡°Com meu tio n?o ¨¦ apenas uma quest?o de desentendimento, eu simplesmente n?o entendo, porqu¨¦ ele ¨¦ t?o atraente para as mulheres e eu n?o, onde exatamente estou atr¨¢s do meu tio?¡± * Olivia se assustou, engasgando¨Cse o ch¨¢, derramando¨Co sobre si mesma. S¨¦rgio e Vicente voltaram seus olhares para . Olivia rapidamente pegou um guardanapo para limpar o ch¨¢ derramado em si, e levantou¨Cse embara?ada: ¡°Desculpe¨Cme, preciso ir ao banheiro.¡± saiu ¨¤s pressas. Com um sorriso, Vicente disse a S¨¦rgio: ¡°Como eu disse, ¨¦ nova, ainda n?o entendeo as coisas funcionam. Na verdade, n?o precisa separar seu tio; ele atrai muitas mulheres, mas n?o se envolve s. N?o importa quantas mulheres gostem dele, n?o faz diferen?a, j¨¢ que ele n?o dormiu s.¡± As pvras descuidadas de Vicente atingiram S¨¦rgio, fazendo ele sentir uma dor aguda nos nervos, e ele tentou conter a agita??o interna um rosto cada vez mais tenso. ¡°Desculpe, preciso ir ao banheiro,¡± disse S¨¦rgio. Vicente acenou a cabe?a e fez um gesto convidativo a m?o. Novat¨®rio, Olivia tomou guardanapo de papel ee?ou a limpar as manchas de ch¨¢ emi sua camisa branca. O ch¨¢ marrom era evidente na roupa. Passando o papel molhado, a cor reou um pouco. Depois de limpar, abriu a torneira e encheu as m?os ¨¢gua fria, jogando no rosto. Apoiando¨Cse na pia, olhou para seu reflexo encharcado no espelho. De repente, um homem apareceu no espelho;. Ele se aproximou. Olivia hesitou por um momento, endireitou¨Cse, virou¨Cse e viu S¨¦rgio caminhando na dire??o. d. Quando ele estava quase ¨¤ sua frente, desviou o olhar: ¡°Sr. Griera, bom ver voc¨º.¡± Depois de fr, se afastou friamente, pronta para partir. Ent?o, sentiu uma press?o s¨²bita em sua cintura, foi abra?ada, o peito do homem pressionou contra as costas, e ele a envolveu por tr¨¢s. S¨¦rgio aninhou seu queixo em seu ombro, a voz rouca: ¡°Olivia, n?o me deixe¡­¡± Cap铆tulo 600 Cap¨ªtulo 600 A voz de S¨¦rgio,o a de um grande garoto ferido, era ¨¢spera e um tanto amarga. Olivia sentiu um n¨® na garganta, uma dor sutil em seu cora??o. Ele fva um pouco apressado, uma respira??o dolorida que esbarrava no pesco?o d. Olivia fechou os olhos, respirou fundo, mordeu o l¨¢bio e, as m?os, desvencilhou¨Cse dos bra?os que a envolviam, passo a passo, afastando do toque dele. Seus movimentos eram decisivos, a recusa, evidente. S¨¦rgio chamou¨Ca amargura: ¡°Olivia¡­¡± Olivia lutava para manter a respira??o est¨¢vel, tentando parecer calma e distante quando falou: ¡°S¨¦rgio, a Marina ¨¦ uma boa pessoa, n?o a dececione.¡± Dito isso, e?ou a andar. ¡°Voc¨º realmente quer que eu me case a Marina?¡± A voz dolorida de S¨¦rgio veio de tr¨¢s d. Olivia parou por um momento, suas m?os aodo do corpo apertaram¨Cse levemente, a garganta tremia, mas fez todo o poss¨ªvel para que sua voz soasse calma e desinteressada: ¡°Eu os desejo felicidades¡­¡± Com essas pvras, se foi, sem olhar para tr¨¢s. sempre soube o que queria. Se estava lutando para ter algo, precisava ser capaz de abandonar o que n?o podia ter. E esse abandono deveria ser definitivo, pois hesita??es apenas causam mais dor. As lembran?as felizes S¨¦rgio j¨¢ faziam parte do passado. Era hora de enterrar aquele passado! S¨¦rgio assistiu ¨¤ partida decidida de Olivia, que nem ao menos olhou para tr¨¢s. Seus olhos tremiam levemente, e uma camada de l¨¢grimas se formou, enquanto sual respira??o se tornava pesada. N?o era a primeira vez que se afastava dele tanta resolu??o. Mas o cora??o dele doia cada vez mais,o se estivesse sendo cortado, perdendo um peda?o de cada vez, at¨¦ quase n?o restar nada, sem saber quando estariapletamente vazio. Olivia voltou ao restaurante, onde Vicente ainda estava sentado, mexendo no celr. se aproximou e cumprimentou: ¡°Sr. Fontes, parece que minha presen?a n?o ¨¦ necess¨¢ria aqui. Se ficar, s¨® vou atrapalhar o trabalho de voc¨ºs. Melhor eu voltar para a empresa.¡± realmente n?o aguentava mais ouvir S¨¦rgio fndo sobre trabalho, mas na verdade 1/2 Belongs to (N)?vel/Drama.Org. Capitulo 600 tocando nos pontos de disc¨®rdia entre os tr¨ºs. A for?a de vontade d n?o era suficiente para suportar a dor de S¨¦rgio. ¡°Tudo bem, pe?o para o motorista a levar de volta,¡± disse Vicente. ¡°N?o h¨¢ necessidade, eu posso pegar um t¨¢xi,¡± respondeu Olivia. ¡°Insisto que o motorista a leve. ¨¦ mais seguro, e depois ele pode voltar para me buscar,¡± Vicente era persistente. S¨¦rgio se aproximou por tr¨¢s, e Olivia, n?o querendo perder mais tempo, aceitou a oferta. deixou o restaurante. S¨¦rgio se sentou no lugar que estava sentada, j¨¢ tendo contrdo as emo??es, aparentando que nada tinha acontecido. ¡°Conhe?o a secret¨¢ria do Sr. Fontes. trabalhavao secret¨¢ria na minha empresa, mas depois que foi adquirida, tornou¨Cse secret¨¢ria do meu tio,¡± disse S¨¦rgio, um olhar suave mas triste, olhando para Vicente. ¡°Ah, ¨¦? Ent?o o seu tio adquiriu a empresa n?o s¨® por neg¨®cios, mas por outras raz?es tamb¨¦m, pelo visto.¡± Vicente levantou levemente as sobrancelhas, interessado na not¨ªcia. Ser¨¢ que Daniel realmente tinha sentimentos s¨¦rios por Olivia? Para t¨º, ele chegou a adquirir a empresa de S¨¦rgio. Adquirir uma empresa inteira s¨® para trazer uma pessoa¡­ isso era, de fato, o estilo de Daniel. S¨¦rgio fixou o olhar no sorriso zombeteiro no rosto de Vicente, e a mncolia em seus olhos. se tornou mais intensa. Parecia que todos sabiam que Daniel havia adquirido sua empresa por causa de Olivia. Cap铆tulo 601 Cap¨ªtulo 601 Ele antes era t?o ing¨ºnuo ao ponto de acreditar que tudo era apenas pelo crescimento da empresa! ¡°Sr. Fontes, voc¨º tamb¨¦m j¨¢ sabia que Daniel construiu uma mans?o no campo para Olivia?¡± S¨¦rgio olhava para Vicente, tentando sondar discretamente sobre a r??o entre Daniel e Olivia. Antes, a m?e Nat¨¢lia tinha ido at¨¦ Olivia por conta pr¨®pria para pegar de volta a pulseira de jade que ele havia dado a , o que deixou S¨¦rgio furioso. Depois discutir a m?e, sentia saudades de Olivia e, por isso, foi at¨¦ a cidade natal d. Parecia que, ao ficar na casa de Olivia, ele poderia se sentir mais pr¨®ximo d. E queria encontrar lembran?as que pertencessem somente a eles dois. Foi s¨® quando chegou l¨¢ que descobriu que a antiga casa da familia de Olivia havia sido demolida e, no mesmo lugar, uma mans?o havia sido erguida. A tia de Olivia, Mire Rocha, morava na mans?o, e Olivia tamb¨¦m ficava l¨¢ quando visitando a familia. Durante os dias em Aldeia Souza, observando aqu imponente mans?o, S¨¦rgio n?o encontrou as lembran?as quepartilhava Olivia, e foi atingido p forma decisiva e autorit¨¢ria que Daniel agia. Quando Daniel queria algo, n?o havia nada que ele n?o pudesse fazer. Diante daquele ar de nobreza e luxo,o S¨¦rgio poderiapetir?This text is ? N?velDrama/.Org. O que ele n?o esperava era que Olivia retornaria trazendo quatro filhos, e o pai das crian?as era ningu¨¦m menos que Daniel! Esse fato deixou uma marca ainda mais profunda no cora??o j¨¢ ferido de S¨¦rgio. *Sobre isso, eu ouvi fr. Dizem que Olivia era a mulher que o Sr. Danielmentou no passado, pensaram que tinha morrido, mas depois descobriram que foi um engano. Se f que o Sr. Daniel ficou desanimado por cinco anos por causa da d¨ªvida que ele sentia que tinha aqu mulher. A constru??o da mans?o para Olivia pode ter sido uma forma depensar o que ele devia a .¡± Vicente frequentemente estava Daniel, Carlos e Rayan, e mesmo que Daniel n?o fsse diretamente, ele conseguia pegar as fofocas atrav¨¦s de Carlos. Vicente tamb¨¦m tinha algum entendimento dessas situa??es. No entanto, todos ocupados recentemente, n?o havia tempo para reuni?es sociais, e ele ainda n?o sabia das ¨²ltimas noticias sobre Daniel. Ao tocar no assunto de cinco anos atr¨¢s, S¨¦rgio apertou os punhos dor, os olhos se 16-20 estreitaram e a respira??o se tornou pesada. O desencontro Olivia, tudo teve origem naqu noite de cinco anos atr¨¢s. Se n?o fosse por aqu noite, ele e Olivia n?o teriam se separado, e ele n?o estaria sofrendo por um amor n?o correspondido. O grande erro foi da Vania Souza, por que ele n?o permitiu que o carro explodisse Vania! Ao pensar em Vania, S¨¦rgio sentia um ¨®dio que o fazia ranger os dentes. ¡°Sr. Griera, S¨¦rgio, voc¨º est¨¢ bem? N?o me diga que voc¨º e essa Olivia tamb¨¦m t¨ºm algum tipo de hist¨®ria?¡± Vicente perguntou, preocupado ao ver a emo??o perturbada em S¨¦rgio. S¨¦rgio ergueu os olhos abruptamente, um olhar oculto: ¡°Os vinte mil aparelhos, quando podem ser entregues a loja?¡± Ele desviou o assunto. ¡°No m¨¢ximo, depois de amanh?¡°, respondeu Vicente. Olivia voltou para a empresa, e Yasmin a recebeu entusiasmo: ¡°Olivia, deve estar cansada, beba um pouco de ¨¢gua para se refrescar.¡± Olivia olhou surpresa para e depois para o copo de ¨¢gua que Yasmin segurava. Yasmin sorriu do?ura e persuas?o: ¡°O que foi, est¨¢ medo de beber? Tem medo de que tenha veneno? Se quiser, eu dou um gole primeiro.¡± Dizendo isso, se preparou para beber a ¨¢gua do copo que segurava. ¡°N?o ¨¦ isso, eu s¨® acho que, sendo voc¨º mais experiente, me sinto mal em te fazer servir ¨¢gua para mim¡°, disse Olivia, sem impedir Yasmin de beber. ¡°N?o tem nada demais, voc¨º me ajuda a tirar c¨®pias dos documentos, e eu sirvo ¨¢gua para voc¨º. Todos n¨®s nos ajudamos, ¨¦ a coisa mais normal.¡± Yasmin disse de forma amig¨¢vel e calorosa. Olivia estava prestes a responder quando o celr tocou. o pegou e olhou para o nome que aparecia na to chamada recebida. Capitulo 602 Cap铆tulo 602 Cap¨ªtulo 602 Olivia ajustou sua respira??o e atendeu o telefone. Uma voz masculina grave soou, trazendo uma sensa??o de frieza opressiva que era palp¨¢vel mesmo atrav¨¦s da linha telef?nica. ¡°Voc¨º j¨¢ pegou a crian?a?¡± This text is ? N?velDrama/.Org. O cora??o de Olivia apertou¨Cse, e respondeu ansiosamente: ¡°N?o, ainda estou no servi?o.¡± ¡°Entendi,¡± respondeu Daniel um aceno, e desligou o telefone. Olivia queria perguntar mais alguma coisa, mas o telefone j¨¢ estava no sil¨ºncio de uma liga??o encerrada. Olivia tirou o celr do ouvido, olhou rapidamente para a t desligada e, sem tempo para guardar o aparelho, virou¨Cse para sair. O que Daniel quis dizer aqu pergunta? A crian?a desapareceu? Olivia ficou inquieta e nervosa. Qualquer que fosse a situa??o, poderia manter a calma, exceto quando se tratava dos filho. Nesse assunto, n?o conseguia. ¡°Para onde voc¨º vai?¡± Yasmin apareceu de repente ¨¤ sua frente. ¡°Ah!¡± Olivia n?o conseguiu parar a tempo e esbarrou n, derramando a ¨¢gua do copo que Yasmin segurava, que respingou no vestido branco de Olivia. ¡°Ah, desculpa, eu n?o sabia que voc¨º ia bater em mim. Derramei ch¨¢ em voc¨º, sinto muito mesmo. Mas ainda n?o ¨¦ hora de sair do trabalho, pra onde voc¨º vai?¡± Yasmin cobriu a boca surpresa, um ar de inoc¨ºncia. Parecia um pedido de desculpas, mas suas pvras sugeriam que n?o era sua culpa, e sim que Olivia tinha esbarrado n. E ainda insinuava que Olivia estava saindo mais cedo. *Vou pedir licen?a ao meu supervisor, para onde eu vou ¨¦ meu assunto, n?o preciso explicar para voc¨º,¡± Olivian?ou um olhar severo para Yasmin. Sem se preocupar o ch¨¢ em seu vestido, saiu apressada do escrit¨®rio. Yasmin estava tentando colocar obst¨¢culos em seu caminho. S¨® porque Vicente a chamou para fr de neg¨®cios e n?o chamou Yasmin? O ci¨²me das mulheres realmente podia ser terr¨ªvel. Agora s?o quatro e meia da tarde, ainda falta meia hora para o final do expediente. 15:29 Capitulo 607 Mas a creche j¨¢ fechou. Daniel ligou para perguntar se tinha pegado a crian?a, certamente porque n?o encontrou os pequenos na creche Quem poderia ter levado a crian?a? N?o poderiam ter sido enganados por uma pessoa m¨¢, poderiam? Olivia estava agitada e muito preocupada as crian?as. poderia analisar qualquer situa??o racionalidade, mas quando se tratava da seguran?a de seus filhos, Olivia s¨® conseguia pensar nos rostos ador¨¢veis e alegres deles. temendo por sua seguran?a. n?o conseguia se acalmar. Talvez s¨® uma m?e pudesse entender esse sentimento. correu para fora da empresa, parou um t¨¢xi na rua em estado de ansiedade, entrou no carro, mas n?o sabia para onde ir. Por um momento, a mente d ficou em branco. O motorista parou o carro e perguntou: ¡°Senhorita, para onde?¡± Olivia,o se voltasse a si, disse apressadamente ao motorista: ¡°Por favor, espere um momento, preciso fazer uma chamada.¡± abriu o celr, procurou o registro de chamadas de Daniel e ligou, o telefone tocou sem parar, mas ningu¨¦m atendeu. Olivia ficou cada vez mais preocupada. As crian?as n?o sabiam para onde ir, Daniel tamb¨¦m n?o atendia ao telefone, se sentia isda no v¨¢cuo, apesar de estar t?o preocupada e querer v¨º¨Clos, n?o tinha nenhuma pista e nem conseguia entrar em contato. A respira??o de Oliviae?ou a ficar tensa, tentou convencer a si mesma a se acalmar. Ser¨¢ que Teresa as tinha levado? Olivia ligou para Teresa. O telefone foi rapidamente atendido, e Olivia disse ansiosamente: ¡°M?e, voc¨º foi buscar as crian?as na creche?¡± ¡°N?o, eu estive no hospital o tempo todo, algo aconteceu?¡± veio a resposta surpresa de Teresa. Cap铆tulo 603 Cap¨ªtulo 603 O cora??o de Olivia se contraiu e a esperan?a desapareceu. Apesar da ansiedade e desconforto, para n?o preocupar a m?e, consolou: ¡°N?o ¨¦ nada, s¨® uma pergunta, ent?o ¨¦ isso, vou desligar.¡± Com o cora??o aflito, Olivia nem teve tempo de perguntar o que Teresa estava a fazer no hospital. Depois de desligar o telefone, ligou imediatamente para Jimena, mas a resposta que recebeu foi que tamb¨¦m n?o havia levado as crian?as. O cora??o inquieto de Olivia se apertava cada vez mais, a respira??o pesada, quase n?o conseguia respirar. Se ningu¨¦m levou as crian?as, onde s poderiam estar? Alternando entre a esperan?a e desapontamento, Olivia sentia as t¨ºmporas pulsarem de medo. estava sentada no t¨¢xi, sem saber o que fazer. Quase chorando de desespero e se lembrou de algu¨¦m. Com os dedos tremendo ligeiramente, mas tentando se manter firme, e?ou a procurar no registro de chamadas do celr. F¨¢bio havia ligado para uma vez antes. Olivia ligou. far do tempo e o toque do t Com o o cora??o de Olivia batia cada vez mais r¨¢pido. Depois de um tempo a chamada foi atendida. Sem esperar o outrodo fr, a voz de Olivia estava urgentemente disfar?ada: ¡°F¨¢bio, as crian?as est?o na Vi Serenidade?¡± ¡°N?o!.¡± F¨¢bio respondeu. Olivia ficou p¨¢lida, a cabe?a zumbindo, todas as esperan?as caindo. estava quase caindo. Em seguida, F¨¢bio disse: ¡°Quando fui buscar as crian?as esta tarde, a professora disse que algu¨¦m j¨¢ tinha vindo. Ent?o avisei o Sr. Daniel. Sr. Daniel j¨¢ saiu para procurar por eles.¡± Olivia engoliu em seco a respira??o tr¨ºm, perguntando: ¡°O Sr. Daniel foi procurar aonde?¡± ¡°Na casa Antiga de Griera, foi descoberto que foi o Velho Sr. Griera que as levou.¡± F¨¢bio n?o escondeu nada, contou tudo a Olivia. Capitulo 603 O cora??o de Olivia, que quase havia se perdido, de repente voltou ao seu corpo. Foram levadas pelo Sr. Griera e n?o foram enganadas por pessoas m¨¢s. Mas Olivia ainda estava inquieta. agradeceu e deu o endere?o ao motorista. precisava ir l¨¢ para se tranquilizar.This text is ? N?velDrama/.Org. O Velho Sr. Griera levou as crian?as sem dizer nem uma pvra e at¨¦ Daniel n?o foi avisado. Isso a deixava nervosa. O t¨¢xi chegou ¨¤ metade do caminho da montanha da mans?o do Grupo Griera e de repente parou. Olivia perguntou confusa: ¡°Motorista, porqu¨º paramos?¡± O motorista se virou e disse: ¡°Esta ¨¦ uma vi particr, h¨¢ uma barreira na frente, veiculos sem acesso n?o podem entrar. Melhor voc¨º descer aqui e continuar de p¨¦.¡± Olivia olhou para fora da jan do carro e viu, uma barreira n?o muito longe. j¨¢ havia passado por aqu barreira antes quando descia a montanha a p¨¦, facilmente contornando o bloqueio e saindo. ¡°Est¨¢ bem, obrigada, motorista.¡± Olivia pagou e saiu do carro. O t¨¢xi se foi. Olivia continuou a p¨¦ montanha acima. Ao passar p barreira, o seguran?a saiu da guarita e a parou: ¡°Desculpe, n?o se pode entrar aqui.¡± Olivia explicou: ¡°Eu conhe?o o dono da casa, preciso entrar, ¨¦ muito importante.¡± ¡°Por favor, v¨¢ embora.¡± O seguran?a falou firme, a responsabilidade era impedir a entrada de estranhos. Enquanto Olivia estava em apuros, viu um Rolls Royce preto se aproximando ao longe. Capitulo 604 Cap铆tulo 604 Cap¨ªtulo 604 O seguran?a tamb¨¦m viu o carro chegando e, sem se preocupar em bloquear Olivia, apressou¨Cse em abrir a canc. Mas o Rolls Royce n?o seguiu diretamente, reduziu a velocidade e parou aodo de Olivia. O vidro do carro baixou, e Olivia avistou a face de Daniel, espl¨¦ndida e atraente, emboral severa. ficou ligeiramente at?nita. O olhar profundo de Daniel encontrou o d, e a voz baixa e magn¨¦tica indagou: ¡°Porqu¨º ainda est¨¢ parada a¨ª? Precisa que eu a carregue para dentro?¡± Olivia recuperou o sentido e se apressou em abrir a porta do carro e entrar. Fechou a porta e o carro partiu. ¡°Voc¨º veio procurar ps crian?as tamb¨¦m, n¨º?¡± Olivia iniciou a conversa. O olhar escuro de Daniel pousou sobre : ¡°Voc¨º est¨¢ bem informada.¡± ¡°Eu liguei para o F¨¢bio, foi ele quem me contou.¡± Olivia disse: ¡°Porqu¨º voc¨º n?o atendeu ao meu telefone? N?o sabia o quanto eu estava preocupada?¡± Havia um tom de frustra??o na voz de Olivia. O olhar de Daniel permaneceu fixo n, amolecendo um pouco involuntariamente. Como m?e, realmente fazia um bom trabalho. Estava sempre preocupada as crian?as. O olhar dele, de repente, desviou para baixo. Percebendo isso, Olivia recuou um pouco, em alerta: ¡°O que voc¨º est¨¢ olhando?¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. instintivamente segurou no decote de sua roupa. ¡°Sua roupa, por que est¨¢ molhada?¡± A voz de Daniel soou. Olivia seguiu seu olhar e viu uma mancha marrom de ch¨¢ em seu peito. A roupa, ainda h¨²mida, cva em o corpo d, deixando a pele parcialmente vis¨ªvel. Rapidamente, puxou a roupa, afastando do corpo para evitar mais constrangimento. explicou: ¡°Quando estava saindo da empresa, um colega parou na minha frente, e o ch¨¢ derramou em mim¡­ eu n?o tive tempo de limpar¡­¡± ¡°Colega?¡± O tom de Daniel subiu ligeiramente no final. ¡°Sim, uma colega chamada Yasmin.¡± Olivia disse, sem entrar em mais detalhes. Daniel ficou em sil¨ºncio, seu olhar ainda fixo no local molhado por ch¨¢ no peito. Capitulo 604 Olivia sentia¨Cse desconfort¨¢vel sobre o olhar, e a presen?a imponente de Daniel tamb¨¦m a deixava inquieta. virou¨Cse para odo, tentando evitar o olhar, e manteve a m?o sobre o peito d. Felizmente, a atmosfera tensa n?o durou muito. Logo chegaram ao p¨¢tio da mans?o no topo da colina da Antiga Casa Griera. O carro parou, e Daniel salu. Olivia o seguiu apressadamente. seguiu atr¨¢s dele em dire??o ao sal?o da Casa Antiga de Griera. Velho Sr. Griera e av¨® Griera estavam sentados no sof¨¢, e em frente a eles havia uma mulher fndo com eles. Era Viviana Pereira, que n?o viam h¨¢ muito tempo. Daniel entrou, o campo de presen?a causou uma flutua??o, e uma atmosfera intimidadora encheu o ar. Viviana levantou a cabe?a e, ao ver ele, levantou rapidamente uma express?o respeitosa e agrad¨¢vel. Mas ao ver Olivia seguindo, um tra?o de ressentimento passou rapidamente pelos olhos de Viviana, mas desapareceu num logo. Cap铆tulo 605 Cap¨ªtulo 605 ¡°Senhor Griera, o senhor voltou.¡± Viviana cumprimentou. Daniel a ignorou, caminhou at¨¦ o sof¨¢ onde estava o Velho Senhor Griera e perguntou: ¡°Onder est?o as crian?as?¡± ¡°Eu mandei os empregados levar s para o meu escrit¨®rio.¡± O Velho Senhor Griera disse.n?ando um olhar em sua dire??o e outro para Olivia, que estava atr¨¢s dele. ¡°Se n?o fosse estranho o fato de voc¨º terprado o jardim de infancia sem nenhuma raz?o aparente, eu nem saberia que voc¨º tinha quatro filhos. Daniel, voc¨º teve filhos e n?o nos contou. Voc¨º n?o era assim antes; sempre se importou os nossos sentimentos. ¨¦ por causa dessa mulher?¡± Belongs to (N)?vel/Drama.Org. O Velho Senhor Griera falou um tom s¨¦rio e prante,n?ando um olhar hostil e cheio de irrita??o para Olivia, que estava atr¨¢s de Daniel. Ouvir aqus pvras fez que Olivia se sentisse desconfort¨¢vel. Era ¨®bvio que o Velho Senhor Griera tinha preconceitos contra . Tudo o que Daniel decidia fazer era por vontade pr¨®pria, o que tinha haver aquilo? n?o tinha tanta influ¨ºncia para afetar as decis?es de Daniel. Enquanto Olivia estava iodada, uma m?o fria a segurou de repente. Olivia sentiu um arrepio e, ao levantar os olhos, encontrou¨Cse o olhar de Daniel. Ele segurou a m?o, puxou¨Ca para perto de si e encarou o Velho Senhor Griera: ¡°J¨¢ que voc¨º investigou, deve saber que ¨¦ a m?e das crian?as. s cresceram at¨¦ os quatro anos sobre os cuidados d, sem qualquer envolvimento da fam¨ªlia Griera.¡± Olivia ficou chocada e olhou para o Daniel. Ele nunca havia reconhecido o esfor?o d as crian?as, e n?o imaginava que ele entendia tudo isso no cora??o. E depois, ele a defendia na frente do Velho Senhor Griera. Aqu gentileza inesperada atingiu Olivia desprevenida, fazendo seus olhos se encherem de l¨¢grimas. O Velho Senhor Griera respirou fundo, olhando friamente para Olivia: ¡°Daniel se feriu embate, caiu de um helic¨®ptero, eo por acaso, voc¨º estava no celeiro, a porta trancada!¡± O Velho Senhor Griera estava questionando Olivia, suspeitando das inten??es d. Viviana havia contado ao Velho Senhor Griera tudo sobre o incidente de cinco anos atr¨¢s, exagerando ao dizer que Daniel havia rejeitado todas as mulheres que o Velho Senhor Griera Capitulo 605 tentou apresentar porque ele estava pensando em Olivia. No in¨ªcio, Daniel pensou que Olivia estava morta e pagou cinquenta milh?es parapensar a familia d. Mais tarde. Olivia reapareceu quatro crian?as, criando um vinculo vitalicio Daniel. Um n¨® que n?o pode ser desatado ou esrecido. Por causa dos?os das crian?as. O Velho Senhor Griera imediatamente assumiu que tudo aquilo era uma artimanha de Olivia. Tudo para se casar Daniel e se tornar a esposa, para poder desfrutar de uma vida de riqueza e luxo. Usar as crian?as para prender Daniel e n?o dar raz?es para rejeitar . Aqu mulher, que tinha um no t?o calculista! O Velho Senhor Griera nunca acreditaria que uma mulher que fugiu um bilh?o poderia ter boas inten??es. Olivia sentiu seu cora??o apertar de ang¨²stia, suas sobrancelhas se franziram, pronta para fr. Mas a voz de Daniel soou: ¡°No in¨ªcio, fui eu quem caiu no celeiro, e por sorte encontrei . Caso contr¨¢rio, nem fr em filhos, eu n?o teria sobrevivido at¨¦ agora. Cada coisa em seu lugar, av?, n?o deixe seu preconceito distorcer os fatos.¡± Embora Olivia fosse filha de Gabriel, ele a detestava profundamente. No entanto, n?o se podia acusar injustamente pelo que ocorreu h¨¢ cinco anos. ¡°Voc¨º¡­¡± O Velho Sr. Griera estava t?o irado que a barba dele tremia. Cap铆tulo 606 Cap¨ªtulo 606 Olivian?ou mais um olhar incr¨¦dulo a Daniel, os olhos brilhando l¨¢grimas. Daniel costumava ser realmente cruel , a ponto de descontar as frustra??es n. Mas naquele momento, cada pvra dele era em defesa d. sentia¨Cse grata a ele no fundo do cora??o. ¡°Pronto, meu velho, n?o fique zangado, nem culpe o Daniel¡°, disse . ¡°Antes ele n?o queria casar, nem ter filhos, e n¨®s todos est¨¢vamos ansiosos atr¨¢s dele. Agora temos bios e bias, e logo quatro de uma vez. Deveriamos estar felizes.¡± A av¨® Griera acariciava o dorso da m?o do Velho Sr. Griera, confortando um sorriso. Quando soube que Daniel tinha quatro filhos, a av¨® Griera mal podia conter a alegria. pensava que nunca teria a chance de ver seus bios, pois, j¨¢ estava avan?ada em idade e com sa¨²de fr¨¢gil. Belongs to (N)?vel/Drama.Org. Mas quem diria que veria seus bios e bias j¨¢ crescidos. O peso no cora??o da av¨® Griera finalmente se dissipou. estava t?o feliz que nem conseguia ficar zangada.. O Velho Sr. Griera respirou fundo, olhou para a av¨® Griera seu rosto repleto de sorrisos, segurou a raiva e n?o insistiu no assunto. Se dirigindo a Viviana, que estava de p¨¦ e disse: ¡°Viviana, sente, estamos preparando a janta. Fique paraer connosco.¡± Viviana olhou para Daniel e viu que ele segurava a m?o de Olivia a m?o, enquanto o rosto expressava Rayan. Desde que entrou, ele n?o havian?ado um ¨²nico olhar para . se sentia injusti?ada e magoada. Dez anos aodo de Daniel, dez anos de amor secreto por ele, n?o e?am nadaparados ¨¤qu ¨²nica noite que Olivia passou ele. Mesmo sabendo que o Velho Sr. Griera estava apenas sendo cort¨ºs, Viviana aceitou a oferta: ¡°ro, muito obrigada, av? Griera.¡± Com um sorriso educado e apropriado, Viviana respondeu. ¡°Muito bem, sente e tome um ch¨¢ enquanto espera¡°, disse o Velho Sr. Griera a Viviana, uma atitude cort¨ºs, em contraste a frieza que demonstrava a Olivia. Olivia se sentia um pouco constrangida, parada aodo de Daniel, a cabe?a levemente baixa. Daniel estava im¨®vel, ent?o tamb¨¦m permaneceu quieta. Parecia que, naquele momento, Daniel era o apoio inabal¨¢vel d. Capitulo 606 Por um instante, ningu¨¦m falou e o clima no sal?o e se tornou sombrio e opressivo. Ent?o, veio o barulho animado do andar de cima. A porta do escrit¨®rio foi aberta e alguns livros foram jogados para fora, seguidos p risadal cristalina de uma crian?a: ¡°Haha, vem me pegar, vem me bater¡­¡± Joel, pequeno e ador¨¢vel, saiu correndo do escrit¨®rio. Iria, suas m?ozinhas rechonchudas, segurava alguns livros e, ofegante correndo atr¨¢s de Joel, jogando os livros em dire??o a ele e franzindo a testa um ar feroz e infantil. ¡°Grande lobo mau, pare a¨ª, vou te bater¡°, dizia uma voz fofa, mas sem nenhuma intimida??o. As crian?as brincavam de um jogo. Joel fingia ser o grande lobo mau, e Iria, a ca?adora. Logo em seguida, In¨ºs saiu rndo do quarto, batendo nas pernas de Iria, que, sem qualquer suporte, caiu para frente. ¡°Iria, In¨ºs!¡± Heitor correu para ajudar In¨ºs e Iria a se levantarem. O alvoro?o das crian?as e as vozes chamaram a aten??o de Olivia. ergueu a cabe?a e olhou para o corrim?o do segundo andar, onde viu os filhos. Todos os seus medos se aquietaram naquele momento, e o cora??o d se amoleceu. Capitulo 607 Cap铆tulo 607 Cap¨ªtulo 607 ¡°Mainha!¡± Joel, que estava brincando as irm?s, num piscar de olhos, espiou atrav¨¦s das frestas do corrim?o e viu Olivia em p¨¦ l¨¢ em baixo. Os outros tr¨ºs, ouvindo o chamado de ¡°Mainha¡°, ergueram a aten??o, os olhos infantis olhando ao redor, e finalmente se fixaram em Olivia, No segundo em que a viram, estrs brilharam nos olhos. ¡°Mainha!¡± fram os tr¨ºs. As vozes animadas e infantis ressoavam uma ap¨®s a outra, enquanto os pequenos, um a um, competiam para correr escada abaixo. In¨¦s, pequena e magra, n?o conseguiu passar pelos outros e caiu, ficando deitada nos degraus da escada. ¡°In¨¦s, cuidado!¡± O cora??o de Olivia disparou ao v¨º. Daniel soltou a m?o de Olivia e deu um passo ¨¤ frente, uma intensa preocupa??o em seus olhos. Antes que ele pudesse se aproximar. In¨ºs se levantou rapidamenteo se nada tivesse acontecido, segurando o corrim?o e descendo os degraus um por um. Vendo aquilo, Daniel parou o passo que havia iniciado e observou os tr¨ºs indo alegremente em dire??o a Olivia. ¡°Mainha, voc¨º chegou, eles s?o mesmo nosso vov? e vov¨®?¡± Joel segurava a perna da cal?a de Olivia, olhando para o Velho Sr. Griera e para a av¨® Griera curiosidade. A av¨® Griera mantinha um sorriso gentil e afetuoso, enquanto o Velho Sr. Griera, embora ainda uma express?o s¨¦ria, tinha um olhar suave. ¡°¨¦ mesmo, Mainha, eles disseram que teria muitaida gostosa aqui, mas eu ainda n?oi nada.¡± Iria agarrava a outra perna da cal?a de Olivia. Heitor ficou aodo de Olivia, olhando para cima em dire??o a , os olhos cheios da imagem d. In¨ºs, a mais lenta, foi a ¨²ltima a chegar, encostando a cabe?a em Olivia. Olivia abaixou a cabe?a e viu os quatro ao redor dele, olhando para amor, e o cora??o se derreteuo ¨¢gua. Como poderia se importar preconceitos e desconfortos? Com uma voz suave, respondeu ¨¤s perguntas das crian?as: ¡°Eles realmente s?o os vossos av¨®s. Iria, calma, daqui a pouco mais teremos coisas gostosas paraer, ¨¦ s¨® esperar um 1/2 N?velD(ram)a.?rg owns this content. 15:30 Capitulo 607 pouquinho, t¨¢ bom?¡± ¡°Hum hum, est¨¢ bem, Mainha.¡± Iria falou, Olivia sorriu entre l¨¢grimas, indo at¨¦ a mesa de centro para pegar um len?o de papel, quando viu o Velho Sr. Griera olhando na dire??o d. Sentindo o olhar d, ele desviou o olharo se indiferente e se levantou, indo para o segundo andar. Olivia n?o se importou o olhar do Velho Sr. Griera. ¡°Vem aqui sentar e ficar quietinho um pouco.¡± Daniel pegou dois dos pequeninos no colo e se sentou no sof¨¢ sua voz grave e baixa, chamando os outros dois o olhar, incluindo Olivia. Ele a convidou para sentar, para evitar que ficasse de p¨¦ sem saber onde colocar as m?os, embara?ada. Olivia entendeu e se sentou. Preocupado que as crian?as pudessem ficar entediadas, Daniel tirou o celr do bolso e entregou a Heitor, para que ele brincasse os irm?os. Inicialmente, ele nejava levar as crian?as embora imediatamente, mas Iria queria experimentar as delicias da Casa Antiga de Griera, por isso ele mudou de ideia, decidindo esperar at¨¦ depois do almo?o para partir. No segundo andar, o Velho Sr. Griera entrou no escrit¨®rio e, ao ver a bagun?a, ficou visivelmente abdo. Cap铆tulo 608 Cap¨ªtulo 608 O Velho Sr. Griera observava, orgulho, o escrit¨®rio sempre organizado e propicio para a medita??o e estudo, estava um caospleto. Os selos que repousavam sobre a mesa haviam caido no ch?o, a tinta vermelha espalhada sobre a mesa, pap¨¦is A4 em desalinho por toda parte, marcadores aleatoriamente as impress?es dos selos. Erao se o selo oficial que ele usava tivesse sido convertido em um brinquedo para pintura. Livros jogados aqui e ali. Os volumes previamente separados e categorizados agora estavam espalhados pelo ch?o, e poucos restavam na estante. At¨¦ os contratos que ele mantinha sobre a mesa haviam caido, juntamente os livros. alguns dossi¨ºs vazios, os contratos espalhados por toda a parte, o mais grave era que os contratos diferentes estavam todos misturados, nenhum permanecia intacto. N?vel/Dr(a)ma.Org - Content owner. Quando estava no andar de baixo, ao ver as crian?as brincando, o Velho Sr. Griera pensou que apenas alguns livros haviam sido deslocados. Mas ao entrar no escrit¨®rio, a dor de cabe?a foi instantanea. Ele imaginou que as crian?as fossem um pouco travessas, deixando¨Cas brincar em sua biblioteca para que pudessem escolher os livros que gostassem e desenvolverem os talentos. Contemndo o escrit¨®rio transformado num dep¨®sito de lixo, o rosto do Velho Sr. Griera escureceu, o olhar se voltou para a governanta. A governanta explicava, nervosa: ¡°Eu vi o jovem senhor e as senhoritas se divertindo, receei interromper as brincadeiras e acabar fazendo¨Cos chorar, ent?o n?o os impedi.¡± O Velho Sr. Griera suspirou profundamente, tentando conter a dortejante, e acenou a m?o: ¡°Deixe estar, chame algu¨¦m para arrumar.¡± ¡°Sim, senhor.¡°, a governanta assentiu em resposta. Na hora do almo?o. ¨¤ mesa retangr, as quatro crian?as ocupavam odo maisrgo, enquanto o Velho Sr. Griera e a av¨® Griera sentavam¨Cse dodo oposto. Daniel e Olivia estavam sentados em um dosdos, em frente a Viviana. O clima ¨¤ mesa estava meio estranho. Olivia jamais poderia imaginar que um dia estariapartilhando uma refei??o Viviana. Em contraste as profundas cogita??es dos adultos, as crian?as eram puras eiam 15-30 Capitulo 608 cheias de alegria. A sobremesa era a favorita dos pequenos. A av¨® Griera, olhando para os quatro pequenosendo de forma ador¨¢vel, tinha um olhar repleto de indulg¨ºncia, um sorriso que nunca se fechava. O Velho Sr. Griera, sempre s¨¦rio, disse: ¡°Vamoser, sem formalidades. Viviana, sirva ¨¤ vontade, sinta¨Cse em casa e n?o seja timida.¡± O Velho Sr. Griera cuidava dos sentimentos de Viviana, fndo de forma tranqu. Viviana sorriu educadamente e assentiu: ¡°ro, av? Griera, n?o serei t¨ªmida.¡± Disse isso ee?ou a pegar aida os pauzinhos. Lan?ando um olhar para Olivia do outrodo da mesa, av? Griera a convidou para se sentir em casa, mas n?o dirigiu uma pvra para Olivia. O que isso significava? Que, no cora??o do av? Griera, tinha um status mais alto que Olivia. Mesmo aceitando¨Cao esposa de Daniel, ele nunca aceitaria Olivia. Nesse aspecto, Viviana saiu vitoriosa. O olhar d para Olivia era cheio de provoca??o. Aquele era o significado de ter ficado para o almo?o. Olivia levantou os olhos e encontrou o olhar de Viviana. Aquele olhar, apenas um encontro breve de olhares, foi suficiente para a deixar desconfort¨¢vel. Cap铆tulo 609 Cap¨ªtulo 609 Olivia enrugou a testa involuntariamente. Viviana serviu uma tig de sopa, levantou¨Cse, curvou¨Cse e colocou a sopa diante de Daniel uma atitude respeitosa, dizendo: ¡°Sr. Griera, lembro de que toda vez que o senhor sai para compromissos sociais, gosta de tomar uma tig de sopa de peixe, e sempre fui eu quem o servia.¡± Depois de dizer aquilo, olhou para Daniel expectativa, esperando que ele pegasse a tig e a tomasse. Suas pvras carregavam um grande significado. Antes, era a secret¨¢ria pessoal de Daniel. Sempre que sa¨ªam, era quem cuidava dele, e ningu¨¦m conhecia seus h¨¢bitos melhor do que . Essas pvras n?o eram apenas para os presentes ouvir, mas tamb¨¦m direcionadas a Olivia. Era um jeito de mostrar que em termos de conhecer Daniel, ningu¨¦m poderia a superar. Olivia entendeu o significado por tr¨¢s das pvras de Viviana. Belongs to (N)?vel/Drama.Org. No entanto, provavelmente n?o sabia que a r??o entre e Daniel n?o erao imaginava. N?o importa qu?o derada fosse a guerra, seria in¨²til. Mesmo assim, Olivia queria saber se Daniel tomaria a sopa que Viviana lhe serviu. Se ele o fizesse, significaria que Viviana ainda tinha um lugar importante no cora??o dele. Inconscientemente, Olivia olhou para Daniel, uma pitada de nervosismo em seu olhar, ¨¤ espera. Daniel permaneceu impassivel, sem mostrar a menor emo??o, nem mesmo levantou os olhos, e n?o olhou para Viviana em momento nenhum. Ignoroupletamente a sopa diante dele e a f de Viviana.. Viviana ainda estava de p¨¦, esperando por uma rea??o de Daniel, mas ele calmamente continuou comendo,o se fosse invisivel. O sorriso educado e atencioso de Viviana gradualmente desapareceu, se tornando r¨ªgido e desconfort¨¢vel, sem saber se deveria ficar de p¨¦ ou sentar¨Cse para evitar a vergonha. O Velho Sr. Griera franziu a testa, tentando suavizar a situa??o: ¡°Daniel, Viviana est¨¢ fndo voc¨º. sabe que voc¨º gosta de sopa de peixe. Voc¨º n?o pode simplesmente recusar a gentileza d.¡± Foi dai que Daniel levantou os olhos, e o olhar profundo passou rapidamente pelo rosto de Viviana, virando para o Velho Sr. Griera e, um gesto, tamb¨¦m colocou a sopa de peixe diante do Velho Sr. Griera, fndo uma voz grave: ¡°Isso tamb¨¦m ¨¦ do seu gosto, av?. Tome, n?o seja t¨ªmido.¡± 1/2 Capitulo 609 O rosto do Velho Sr. Griera imediatamente escureceu de raiva. A av¨® Griera rapidamente interveio: ¡°Velho, a cozinha preparou a sopa de peixe especialmente para voc¨º, ent?o toma logo, Daniel est¨¢ bemendo s¨® os pratos principais.¡± Viviana, as m?os apertadas em punhos e uma express?o extremamente desconfort¨¢vel, permaneceu parada ali. ¡°N?o fique chateado, vov?. Meu pai n?o gosta de sopa, ele gosta de chantilly¡°, disse Iria sua voz fofa. Depois de fr, pegou uma colher do bolo que estavaendo, decorado pequenas flores cor¨Cde¨Crosa de chantilly, e estendeu a m?o rechonchuda em dire??o ¨¤ boca de Daniel. ¡°Papai, voc¨º adora flores de chantilly, n?o ¨¦? Vou te dar deer, ah¡­¡± Iria falou sua voz doce. Suas pequenas m?os ainda estavammbuzadas de chantilly, assimo a boquinha, e estava usando a pr¨®pria colher para servir o Daniel. A colher certamente estava cheia da saliva d. Vendo aqu cena, Olivia se surpreendeu. Iria, pelo menos use uma colher limpa se for alimentar algu¨¦m. Assim, suas chances seriam maiores. Como Daniel poderiaer sua saliva? Olivia ficou ansiosa por Iria. Viviana tamb¨¦m observava a cena curiosidade; se lembrava que Daniel detestava doces. Al¨¦m daquilo, a menina ¨¤ frente estava coberta de chantilly, suja e ainda usando sua pr¨®pria colher suja para alimentar Daniel. Como ele poderia aceitar? O olhar de Viviana se suavizou um pouco, esperando ver a menina se dececionar. Pelo menos, n?o seria a ¨²nica embara?ada ali. Os olhos de Daniel se voltaram para Iria. Cap铆tulo 610 Cap¨ªtulo 610 Enquanto Viviana aguardava ansiosamente para ver uma piada acontecer, Olivia respirava dificuldade devido ao nervosismo, temendo que Iria passasse por um momento embara?oso e ficasse triste. Daniel abriu a boca eeu e sua voz baixa ainda elogiou: ¡°Delicioso, realmente minha filha conhece meu cora??o.¡± ¡°ro que sim, eu sou o casaco de do papai,¡± Iria estava extremamente feliz e sorrindo. Vendo aqu cena, toda a tens?o e preocupa??o no cora??o de Olivia foram substitu¨ªdas por uma alegria e emo??o repentina. tamb¨¦m se sentia tocada pelo sorriso doce e inocente de Iria. Toda a humilha??o que sofreu na casa do Velho Sr. Griera e de Viviana foi curada por aquele momento. This text is ? N?velDrama/.Org. Viviana originalmente queria ver Iria ser rejeitada, talvez isso a fizesse se sentir melhor. Mas para sua surpresa, Daniel, que normalmente n?o gostava de doces, realmenteeu o creme que a pequena o ofereceu, e tamb¨¦m elogiou o quanto entendia seu cora??o! Viviana ficou p¨¢lida, as m?os e p¨¦s formigavam o sangue que parecia fluir ao contr¨¢rio em suas veias. se sentiuo um palha?o em p¨¦ ali. O Velho Sr. Griera estava originalmente irritado Daniel por n?o aceitar a gentileza de Viviana, e ainda por cima deu a sopa que Viviana havia preparado para ele! Mas ao ver a cena de Daniel mimando sua pr¨®pria filha, Iria, a raiva do Velho Sr. Griera de repente se dissipou. Ele deu a Viviana uma sa¨ªda, dizendo para : ¡°Viviana, sente¨Cse, vamoser. ¨¦ refei??o familiar, n?o uma obriga??o social, rxe e fique ¨¤ vontade,¡± uma O que ele queria dizer era para Viviana n?o se preocupar em cuidar de Daniel, e simplesmente cuidar de si mesm Depois de ser ignorada, Viviana naturalmente se rp?s um pouco, acenou a cabe?a e se sentou paraer. Depois do almo?o, Viviana encontrou uma desculpa para sair. Daniel realmente nejava levar Olivia e as crian?as. O Velho Sr. Griera o chamou para o escrit¨®rio, querendo ter uma conversa. Olivia ficou no t¨¦rreo a av¨® Griera, fazendopanhia as crian?as. O escrit¨®rio j¨¢ havia sido arrumado pelos empregados. 1/2 15:31 Capitulo 610 Velho Sr. Griera estava sentado em sua cadeira de escrit¨®rio, e Daniel estava sentado ¨¤ sua frente, os dois express?es s¨¦rias. Velho Sr. Griera disse: ¡°Daniel, o que voc¨º est¨¢ pensando? Realmente neja ficar essa Olivia para sempre?¡± Capitulo 611 Cap铆tulo 611 Cap¨ªtulo 611 Daniel ficou em sil¨ºncio. O Velho Sr. Griera suspirou profundamente e disse: ¡°Eu tamb¨¦m n?o quero que seus filhos fiquem sem apanhia da m?e, mas essa Olivia n?o ¨¦ adequada para se unir ¨¤ nossa fam¨ªlia. Para conseguir o cargo de secret¨¢ria ao seudo, te enganou e acusou falsamente Viviana Pereira de vender os esquemas de design da empresa d. N?o s¨® isso, tamb¨¦m se aproveitou da posi??o d para desviar dinheiro do Grupo Griera, preparando¨Cse para fugir! Uma mulher que s¨® v¨º dinheiro e tem inten??es t?o desonestas. Casar voc¨º, temo que acabar¨¢ te prejudicando.¡± As li??es do segundo filho do Velho Sr. Griera, Aar?o Griera, foram demasiado duras, simplesmente porque ele teve um mau encontro, casou¨Cse uma mulher que n?o deveria, perdeu a vida e ainda fez que Daniel ficasse ¨®rf?o desde pequeno. Crescer sem pais, de certa forma, cria umacuna psicol¨®gica. A natureza fria, reclusa e indiferente de Daniel para as mulheres deve¨Cse ¨¤ falta de amor parental desde a infancia. O Velho Sr. Griera sempre se sentiu culpado em r??o a Daniel. Ele e a av¨® Griera fizeram o que puderam, mas nunca puderampensar o amor dos pais. Os olhos perspicazes de Daniel se levantaram, encarando o Velho Sr. Griera, e ele explicou seriedade: ¡°A familia Pereira disse que foi Olivia que incriminou Viviana? N?o importa se voc¨º acredita ou n?o, os esquemas de design do Grupo Griera foram de fato vendidos p Viviana ao Grupo Teixeira. O objetivo d era incriminar Olivia e fazer que Olivia fosse presa. As provas s?o irrefut¨¢veis, at¨¦ o presidente do Grupo Teixeira admitiu que foi Viviana que o deu os esquemas.¡± ¡°O qu¨º?¡± O Velho Sr. Griera ficou chocado: ¡°Viviana incriminar Olivia, isso n?o faz sentido.¡± ¡° j¨¢ sabia que Olivia era a mulher que eu procurava, mentindo que estava morta. Sem saber, Olivia iria trabalhar diretamenteigo, e , medo de ser descoberta, fez de tudo para se livrar de Olivia, para que eu nunca mais a visse.¡± O Valbo fr O Velho Sr. Griera ficou surpreso, ele realmente n?o esperava que a verdade fosse essa. ¡°E aquele dinheiro?¡± ¡°Foi o meu filho Heitor que usou ticas de hacker para desviar, pensando que Olivia me devia dinheiro. Ele quis hackear e dar dinheiro para Olivia, para pagar a dividaigo.¡± ¡°Heitor, t?o jovem, e j¨¢ possui uma tica t?o forte.¡± O Velho Sr. Griera expressou sua admira??o, abaixando seus olhos turvos: ¡°Eu estava errado sobre Olivia. Ent?o voc¨º neja se casar ?¡± Dito isso, a aposta de tr¨ºs meses que ele teve Daniel, parecia que Daniel havia ganhado. Capitulo 611 Naqu ¨¦poca, ele e Daniel fizeram um acordo, dando a Daniel tr¨ºs meses para entender of car¨¢ter de Olivia. Se fosseo a m?e de Daniel, uma mulher gananciosa e de cora??o dividido, Daniel a chutaria para longe. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Se n?o fosse, seria a mulher dor. O Velho Sr. Griera ent?o n?o mais se intrometia nos assuntos entre ele e Olivia; se ele a querial desposar, ele tamb¨¦m n?o interferia. Agora que as coisas haviam chegado a uma conclus?o, o Velho Sr. Griera queria saber al postura de Daniel. O Velho Sr. Griera, um olhar grave e envelhecido, fitava Daniel, aguardando sua resposta. Daniel, um olhar profundo, encarava de volta os olhos do Velho Sr. Griera. Cap铆tulo 612 Cap¨ªtulo 612 No caminho de volta, a? quatro crian?as sentavam no banco traseiro, Olivia ocupava o assento do passageiro e Daniel dirigia. As crian?as estavam cansadas da brincadeira, inclinadas de umdo para o outro, adormeceram os cintos de seguran?a afivdos. De vez em quando, Olivian?ava um olhar discreto para Daniel aodo, querendo perguntar of que ele havia discutido o Velho Sr. Griera. estava curiosa. Mas ao ver o perfil s¨¦rio e fechado dele, reprimiu a curiosidade e, no final, optou por n?o fazer nenhuma pergunta. Quando chegaram ¨¤ V Serenidade, Daniel carregou as crian?as para dentro de casa e as odou nas camas; s ainda n?o haviam despertado. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. J¨¢ passavam das seis da tarde. As crian?as provavelmente dormiriam at¨¦ a manh? seguinte. Olivia, fndo Daniel que acabava de sair do quarto das crian?as, disse: ¡°Vou indo, preciso trabalhar amanh?.¡± Seu olhar escuro e profundo encontrou o d, e mesmo sendo apenas um breve contato visual, fez com que Olivia sentisse um perigo impl¨ªcito, uma press?o involunt¨¢ria no peito. ¡°Estou de saida¡°, disse apressadamente, virando e caminhando para fora,o se temesse ser retida se demorasse mais um segundo. J¨¢ no jardim, Olivia parou e olhou para tr¨¢s; Daniel n?o a seguiu. Somente a¨ª respirou aliviada. Foi nesse momento que o motorista chegou o carro. Ao ver o carro parar, Olivia se aproximou e perguntou educadamente: ¡°Boa noite, Senhor. poderia me dar uma carona?¡± O motorista hesitou por um momento: ¡°O Sr. Daniel, ele¡­¡± ¡°Ele sabe que eu estou de partida, eu j¨¢ disse para ele.¡± Olivia obviamente entendia a hesita??o do motorista, que temia ser repreendido por levar Olivia sem permiss?o. Quando Olivia voltou para a Comunidade Lej¨¢, percebeu que Teresa Rocha ainda n?o estava em casa. Onde poderia estar? Preocupada Teresa, Olivia pegou no celr e ligou para . Capitulo 612 ¡°Olivia, o que foi?¡± A voz cansada de Teresa soou. ¡°J¨¢ estou em casa, onde voc¨º est¨¢?¡± perguntou Olivia. ¡°Voc¨º s¨® voltou agora? Porqu¨º demorou dois dias? Esteve o Daniel de novo?¡± Havia um tom de resigna??o e impot¨ºncia nas pvras de Teresa. ¡°Estou bem, fui ver as crian?as. Onde voc¨º est¨¢, sua voz parece estranha.¡± A preocupa??o de Olivia aumentou. ¡°Estou ¨®tima, cuidando de um velho amigo no hospital.¡± Teresa respondeu. ¡°Que velho amigo?¡± Olivia perguntou, confusa, e de repente lembrou¨Cse de algo: ¡°Voc¨º ainda est¨¢ com o Gabriel Dias?¡± Cap铆tulo 613 ap¨ªtulo 613 Ouvindo o choque e a irrita??o na voz de Olivia, Teresa, um certo sentimento de culpa, explicou: ¡°Ele me deve tr¨ºs milh?es, se eu n?o ficar de olho nele, e se ele fugir?¡± ¡°Deixa pra l¨¢ essa hist¨®ria dos tr¨ºs milh?es agora, em qual hospital voc¨º est¨¢? Eu vou te buscar.¡± Teresa era direta e impulsiva, n?o fazia o tipo calculistao Gabriel. ¡°T¨¢ bom, n?o precisa vir me buscar, eu volto sozinha.¡± Dito isso, Teresa desligou o telefone. Gabriel, deitado na cama do hospital seus olhos astutos, a observou: ¡°Parece que Olivia e Daniel est?o envolvidos, hein?¡± Teresan?ou¨Clhe um olhar irritado: ¡°Envolvimento nenhum, o Daniel ¨¦ de uma fam¨ªlia tradicional, um grande empres¨¢rio, ele n?o d¨¢ b para a Olivia. A fam¨ªlia Griera j¨¢ disse que n?o vai deixar se casar ele.¡± ¡°Como assim?¡± Gabriel ficou visivelmente abdo. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. ¡°Mesmo que n?o se case, deveria ao menos dar umapensa??o para a Olivia. Oh, Olivia teve quatro filhos Daniel, engravidou antes do casamento e se tornou m?e, poucos homens iram querer agora. Daniel arruinou a vida d e vai deixar assim?¡± Gabriel parecia indignado enquanto fva Teresa. Ele tocou no ponto fraco de Teresa, se sentia injusti?ada p filha. ¡°E se ningu¨¦m se casar , o que eu posso fazer?¡± Teresa respondeu, frustrada e furiosa. ¡°Ah, se eu pudesse ter oferecido a voc¨º e Olivia um suporte¡­ Se uma garota tem uma fam¨ªlia completa, um pai para se apoiar, n?o seria tratada dessa forma.¡± Gabriel suspirou. Com l¨¢grimas nos olhos, Teresa bateu nele e disse: ¡°Voc¨º ainda tem coragem de fr! Se n?o fosse por sua trai??o, eu estaria nessa situa??o? A Olivia tamb¨¦m estaria?¡± Teresa continuou batendo nele, enquanto as l¨¢grimas ca¨ªam. Gabriel segurou a m?o d ternura e a olhou profundamente: ¡°Teresa, na verdade, a pessoa que eu mais amo ¨¦ voc¨º. Eu tinha meus motivos naquele tempo.¡± ¡°Quais motivos?¡± Teresa perguntou, sentindo o calor de sua m?o e o cora??o acelerado. ¡°Na verdade, eu j¨¢ estava casado quando te conheci. Antes de voc¨º, eu n?o sabia o que era amor. Depois que te conheci, entendi que o amor pode nos fazer cair, fazer qualquer coisa sem arrependimentos, mesmo sendo mal¨Centendido pelo mundo inteiro.¡± Gabriel apertou a m?o de Teresa e colocou¨Ca em seu peito: ¡°Ou?a, este cora??o sempre bateu por voc¨º.¡± Teresa sentiu as batidas do cora??o dele, e seu pr¨®prio cora??o, solit¨¢rio por toda a vida, Cap¨ªtulo 613 parecia reviver. amava Gabriel no passado, por isso ficou t?o magoada ao descobrir a trai??o, a ponto de temer os homens e o risco de ser enganada ou ferida novamente. O amor profundo era a raz?o p qual fora profundamente machucada. Teresa nunca se casou, em parte, porque n?o conseguia esquecer Gabriel. n?o retirou a m?o, olhando¨Co confusa: ¡°Voc¨º j¨¢ era casado? Quem era a pessoa quem voc¨º me traiu?¡± ¡°Era uma mulher rica, eu estava interessado no dinheiro d, n?o n. Me aproximei para conseguir algum dinheiro para o div¨®rcio, s¨® assim eu poderia ser livre para ficar voc¨º. Tudo que fiz foi para conseguir o dinheiro do div¨®rcio e me separar daqu mulher para me casar voc¨º. Mas voc¨º descobriu que eu tinha contato outra pessoa e logo terminouigo.¡± Gabriel segurava na m?o de Teresa amor, olhando apenas para enquanto fva. Teresa ficou incr¨¦d. Ser¨¢ que tudo que ele havia feito no passado era para estar ? Gabriel viu que Teresa acreditava nele, e nos olhos d, havia um tom de amor. Desde que a mulher o amasse, ele poderia a manipr ¨¤ vontade. Gabriel pegou na m?o de Teresa, levou¨Ca aos l¨¢bios e depositou um beijo: ¡°Para ficar ao seudo, aguentei muitas surras da matriarca da minha fam¨ªlia. Aqu mulher ¨¦ terr¨ªvel, exige um alto valor de pens?o para se divorciar de mim, caso contr¨¢rio, se recusa a se separar, e eu fico sem alternativa.¡± Teresa estava visivelmente distra¨ªda, a m?o sendo beijada por Gabriel. parecia voltar aos seus anos de juventude, aos tempos doces do namoro. se imergiupletamente naqu do?ura: ¡°Se voc¨º quer tanto o div¨®rcio, seu trabalho n?o ¨¦ muito bom? Porqu¨º simplesmente n?o paga o que quer?¡± Cap铆tulo 614 Cap¨ªtulo 614 Gabriel bn?ou a cabe?a e disse: ¡°Voc¨º n?o a entende, ¨¦ muito ambiciosa, s¨® aceitaria o div¨®rcio por cem milh?es, e por mais que eu trabalhe bem, jamais conseguiria acumr tanto dinheiro assim. Mas eu quero muito ficar voc¨º, estou quase enlouquecendo. Ent?o, quando aqu mulher rica se interessou por mim, n?o a rejeitei logo. Continuei mantendo contato, apesar de ter a inten??o de conseguir o dinheiro do div¨®rcio para depois cortar r??espletamente e me divorciar d. Assim, eu e voc¨º poder¨ªamos ficar juntos para sempre.¡± ¡°Cem milh?es? ¨¦ tanto assim?¡± Teresa ficou chocada, sem se dar conta de que Gabriel ainda segurava na m?o d. ¡°¨¦ muito mesmo, por isso ¨¦ que estou nessa situa??o. Ah, eu queria poder dar para voc¨º e ¨¤ Olivia um larpleto, mas n?o posso. Pobre Olivia, sem o suporte do pai, ¨¦ constantemente intimidada p fam¨ªlia Griera.¡± Gabriel suspirou, as pvras carregadas um pesar. Cada pvra tocava nos pontos fracos de Teresa. Teresa sentiuo se tivesse encontrado algu¨¦m que pudessepreender os sentimentos d, o f?lego d ficou irregr, e e?ou a se sentir triste. ¡°N?o ¨¦ essa a m?e de Olivia, Teresa?¡± Uma voz feminina soou na porta do quarto de hospital. Teresa virou e viu uma jovem mulher parada na porta. hesitou por um momento e ent?o percebeu que sua m?o ainda estava presa na do Gabriel. rapidamente retirou a m?o. Retomando a postura, perguntou: ¡°Por favor, a quem voc¨º procura?¡± ¡°Estou procurando por voc¨ºs.¡± Viviana entrou e entregou a Teresa um cart?o de visitas: ¡°Fui secret¨¢ria do Daniel por sete anos.¡± Ao ver a apresenta??o no cart?o, Teresa percebeu que estava diante de algu¨¦m do c¨ªrculo de Daniel e imediatamente adotou uma atitude cautelosa e s¨¦ria. ¡°Senhorita Pereira, h¨¢ algo que possamos ajudar?¡± ¡°Eu tamb¨¦m s¨® soube agora que Olivia teve quatro filhos Daniel. Esta tarde, as crian?as e a Olivia estiveram na casa dos av¨®s do Sr. Griera, para almo?ar. Dizem que de agora em diante o av? Griera vai levar as crian?as na creche todos os dias para almo?arem l¨¢.¡± Viviana respondeu de forma evasiva, desviando do assunto para Olivia. tinha ido visitar seu pai doente no hospital e, ao chegar ¨¤ porta do quarto, ouviu a conversa entre Teresa e Gabriel Dias. Viviana sentiu que sua oportunidade havia chegado. ¡°Voc¨º quer dizer que de agora em diante os av¨®s cuidar?o das crian?as?¡± perguntou Teresa, Cap¨ªtulo 614 surpresa. ¡°O Rodrigo ainda ¨¦ solteiro; os filhos, ro, ser?o criados pelos av¨®s, da mesma formao ele foi. Pois, n?o seria conveniente para ele cuidar das crian?as enquanto procura por outra mulher para casar,¡± disse Viviana. As pvras de Viviana fizeram que a indigna??o e o ressentimento de Teresa borbulhassem no fundo de seu cora??o: ¡°Olivia tamb¨¦m foi ¨¤ Casa da fam¨ªlia Griera, n?o? ¨¦ a m?e das crian?as!¡± ¡°Essa ¨¦ exatamente a quest?o que eu queria abordar,¡± disse Viviana. ¡°Eu tamb¨¦m estava na Casa da fam¨ªlia Griera hoje ¨¤ tarde, almo?ando o av? Griera. Ele n?o facilitou em nada para Olivia, colocando em situa??es dif¨ªceis a todo momento. Obviamente, ele n?o tem a inten??o de a deixar casar Daniel, considerando que veio do interior e Daniel pertence a uma fam¨ªlia tradicional e abastada. A nobreza sempre procura por casamentos entre pessoas de status semelhante. Receio que, no futuro, Olivia ter¨¢ dificuldades at¨¦ mesmo para ver os filhos.¡± This text is ? N?velDrama/.Org. Teresa sentiu seu peito subir e descer violentamente: ¡°Maso isso pode ser? Daniel n?o prometeu que Olivia poderia ver as crian?as sempre que quisesse?¡± ¡°Mas depois os filhos ficar?o sobre os cuidados da av¨® Griera, o Sr. Griera talvez tenha boas inten??es, mas o falta for?a,¡± Viviana disse um semnte demento. ¡°Como uma observadora, sinto p Olivia, tenho empatia por . Se o av? Griera e a av¨® Griera tivessem aceitado Olivia, talvez ainda tivesse uma chance de se casar o Daniel. Mas Olivia ¨¦ jovem, uma das mais novas e n?o sabeo seunicar eles¡­¡± Viviana parecia genuinamente preocupada Olivia. Teresa ficou profundamente triste e suspirava constantemente. se sentia incapaz de oferecer a Olivia o forte apoio que necessitava. ¡°Tia, n?o fique t?o abatida, as coisas est?o bem assim, n?o h¨¢ necessidade de for?ar entrada num c¨ªrculo que n?o nos aceita, viver uma vida simples tamb¨¦m ¨¦ bom, e os filhos podem vir a ser concebidos no futuro. Preciso ir atender meus pacientes, vou me despedir agora.¡± Viviana ¡°confortou¡± Teresa brevemente, trocou algumas pvras de cortesia e se foi. Teresa abaixou a cabe?a, seu rosto marcado p tristeza. Cap铆tulo 615 Cap¨ªtulo 615 Viviana saiu do quarto do hospital, o olhar depaix?o rapidamente se transformou em severidade, n?ou um olhar para tr¨¢s ao quarto antes de caminhar. ¡°Teresa, voc¨º viu que at¨¦ uma estranha acha a Olivia uma coitada, n¨®s,o pa¨ªs, devemos a ajudar.¡± Gabriel aproveitou o momento, puxou suavemente na manga de Teresa para a trazer de volta ¨¤ realidade. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. ¡°Ajudaro? O que podemos fazer?¡± Teresa suspirou profundamente. ¡°Acho que a secret¨¢ria Pereira est¨¢ certa, se os av¨®s do Daniel concordarem, as chances da Olivia casar o Daniel aumentam.¡± Gabriel nejava estrategicamente. ¡°Depois, eu me caso voc¨º, para dar uma fam¨ªliapleta ¨¤ Olivia, um pa¨ª leg¨ªtimoo eu para a apoiar, o Daniel ter¨¢ considera??es, ele certamente se casar¨¢ Olivia.¡± Gabriel falou convic??o. Teresa olhava para baixo, c¨¦tica e pensativa. ¡°Descanse, eu heide voltar, sen?o Olivia vai se preocupar.¡± Teresa disse a Gabriel, exausta. ¡°Sim, volte logo, n?o deixe a crian?a preocupada.¡± Gabriel falou o tom de um pai carinhoso. Teresa chegou em casa, Olivia tinha preparado dois pratos. ¡°M?e, voc¨º ainda n?oeu, n?o ¨¦? Acabou de ficar pronto, vamoser enquanto est¨¢ quente.¡± Olivia se aproximou, segurou nos ombros d e ajudou¨Ca a sentar¨Cse ¨¤ mesa. Teresa segurava na tig, distra¨ªda enquantoia. Olivia notou que estava fora de si e perguntou: ¡°M?e, o que aconteceu? Gabriel est¨¢ te iodando de novo? Esse homem ¨¦ desprez¨ªvel, seria bom se ele n?o fosse meu pai.¡± Se Gabriel n?o fosse o pai d, Daniel n?o a odiaria tanto. Teresa tremeu a m?o que segurava no prato ao ouvir a rema??o de Olivia e disse: ¡°N?o fale bobagens!¡± Olivia ficou surpresa, vendo que Teresa estava s¨¦ria e n?o estava brincando, suspirou resignada e disse: ¡°Tudo bem, eu paro, voc¨ºe.¡± Teresa finalmente perguntou: ¡°Voc¨º realmente devolveu aquele dinheiro para o Daniel?¡± Olivia assentiu: ¡°Sim.¡± ¡°Ah, voc¨º ¨¦ uma t!¡± Teresa suspirou fricamente. ¡°M?e, continueendo, eu vou tomar banho.¡± Olivia n?o queria mais discutir acerca do assunto. Capitulo 615 j¨¢ havia explicado a Teresa antes, dinheiro que n?o era d, n?o deveria ser aceite. Al¨¦m disso, Daniel disse que aquele dinheiro era para encerrar o rcionamento d e dos filhos ele, ent?o definitivamente n?o poderia aceitar. Olivia foi para o banheiro. Teresaeu mais um pouco, mas perdeu o apetite e sentou no sof¨¢, perdida nos pensamentos, quando de repente notou a moch de Olivia no sof¨¢. sentiu um estalo ee?ou a procurar na moch de Olivia. Um cart?o banc¨¢rio estava nopartimento externo da moch. Teresa pegou no cart?o banc¨¢rio, reconhecendo que era o cart?o que Olivia sempre guardava na gaveta. Antes, tinha visto Heitor o pegar. Ser¨¢ que aquele dinheiro estava depositado neste cart?o? Cap铆tulo 616 Cap¨ªtulo 616 Teresa estava pensando quando a porta do banheiro atr¨¢s d se abriu. Com rapidez. Teresa escondeu o cart?o banc¨¢rio no bolso e sentou¨Cse, fingindo naturalidade. ¡°M?e, se voc¨º j¨¢ terminou deer, v¨¢ tomar um banho e descanse¡°, disse Olivia enquanto secava os cabelos uma toalha seca e caminhava em dire??o ¨¤ mesa para arrumar a lou?a. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Teresa a chamou: ¡°Olivia, faz alguns dias que n?o vejo as crian?as, estou saudades. Quero ver s.¡± ¡°Amanh?, m?e. Hoje j¨¢ est¨¢ tarde, eles j¨¢ devem estar dormindo. Amanh? voc¨º pode pegar eles na sa¨ªda da creche¡°, respondeu Olivia. Teresa assentiu inquieta: ¡°Est¨¢ bem.¡± Na manh? seguinte, quando Olivia se levantou, Teresa ainda n?o havia acordado. preparou o caf¨¦ da manh?,eu algo rapido e saiu para trabalhar. Assim que saiu, Teresa emergiu do quarto, segurando no cart?o banc¨¢rio uma express?o carregada de preocupa??o e hesita??o. Olivia chegou ao Grupo Fontes Tologia Eletr?nica Ltda. e entrou no escrit¨®rio, encontrando Yasmin Almeida carregando uma caixa para fora. As duas se encontraram na entrada. Olivia instintivamente deu espa?o, mas Yasmin fez o mesmo, resultando em um vai e vem at¨¦ que as duas e parraram, frente a frente. Olivia percebeu os pertences de Yasmin na caixa e perguntou casualmente: ¡°Secret¨¢ria Yasmin, o que voc¨º est¨¢ fazendo essas coisas? Foi promovida?¡± Yasmin riu de maneira ir?nica, dizendo para Olivia: ¡°Mulheres, nunca se apoiem apenas na sua apar¨ºncia para se sustentar, isso pode acabar muito mal. O Sr. Fontes n?o vai levar voc¨º a s¨¦rio.¡± Com um sorriso for?ado, Yasmin contornou Olivia e deixou o escrit¨®rio. As pvras estavam ramente carregadas de hostilidade, e Olivia sentiu o clima tenso de Yasmin. Confusa e prestes a dizer algo, Yasmin j¨¢ havia sa¨ªdo sem olhar para tr¨¢s. Quando Olivia entrou no escrit¨®rio, notou que a mesa de Yasmin j¨¢ estava vazia. Vit¨®ria Moraes estava sentada na mesa d os bra?os cruzados, observando a cena desd¨¦m. ¡°Secret¨¢ria Vit¨®ria, para onde a secret¨¢ria Yasmin foi?¡± Olivia perguntou, curiosa. ¡° foi demitida. Olivia, quem diria, voc¨º mal chegou e o Sr. Fontes j¨¢ est¨¢ cuidando de voc¨º 1/2 15.43 assim.¡± Vit¨®ria olhou para Olivia frieza e desd¨¦m. Depois de fr, se virou, sentou na cadeira, ligou oputador ee?ou a trabalhar. Olivia ficou surpresa. A demiss?o de Yasmin tinha algo haver ? Independentemente da conex?o, era ¨®bvio que tanto Yasmin quanto Vit¨®ria acreditavam que foi por causa d que Yasmin foi demitida. Olivia ent?o entendeu o que Yasmin quis dizer; pensava que Olivia tinha um caso Vicente Fontes? Que absurdo. apenas tinha ido a uma reuni?o de neg¨®cios Vicente e as pessoas j¨¢ estavam espalhando rumores? As pessoas realmente tiravam conclus?es precipitadas. Mas porqu¨º Vicente teria demitido Yasmin? Olivia n?o conseguia entender. Por volta das dez da manh?, tanto Olivia quanto Vit¨®ria foram chamadas ao escrit¨®rio do presidente. Vicente empurrou dois documentos para a beira da mesa, um para Olivia e outro para Vit¨®ria, e ordenou: ¡°Quero que voc¨ºs duas terminem esses documentos p manh? e me entreguem antes do almo?o.¡± ¡°Entendido, Sr. Fontes¡°, respondeu Vit¨®ria, pegando um dos documentos. Olivia n?o se apressou em pegar os documentos, hesitou um momento e perguntou: ¡°Sr. Fontes, a secret¨¢ria Yasmeu algum erro? Por que foi demitida?¡± fez quest?o de perguntar na presen?a de Vit¨®ria, querendo que ouvisse a resposta de Vicente com seus pr¨®prios ouvidos, para que n?o atribu¨ªssem a culpa a . ¡°A ipet¨ºncia, as tarefas que foram confiadas a nunca foram cumpridas no prazo, s¨® sabia usar pvras doces e dificultava a vida dos colegas,¡± Vicente respondeu ¨¤ pergunta de Olivia seriedade. Vit¨®ria, depois de ouvir, empalideceu ligeiramente e acenou, discretamente antes de sair do escrit¨®rio. Aqu resposta, aparentemente, n?o esreceu nada para Olivia. Apenas a men??o de dificultar a vida dos colegas j¨¢ era suficiente para que as pessoas pensassem que a demiss?o de Yasmin tinha uma boa r??o . Cap铆tulo 617 Cap¨ªtulo 617 Olivia perguntou d¨²vida ao Vicente: ¡°Foi por causa de ontem que me mandou fazer coisas?¡± ¡°Olivia, voc¨º ¨¦ uma pessoa que aguenta muita coisa. Ontem ¨¤ tarde, Yasmin derramou ch¨¢ em voc¨º e voc¨º n?o reagiu?¡± Vicente levantou o olhar, examinando uma express?o de escrutinio e d¨²vida. Os olhos de Olivia tremeram levemente. Era por causa do ch¨¢ que Yasmin derramou? Mas Vicente n?o estava l¨¢ na hora,o ele sabia? De repente, Olivia se lembrou de que tinha contado a Daniel sobre o incidente ontem. Yasmin foi demitida por causa de Daniel? Ele, que cuida de tantos assuntos, se preocuparia algo t?o trivial? Ou seria por causa d que ele interferiu nessa pequenez? Olivia n?o p?de acreditar: ¡°Sr. Fontes, n?o me diga que voc¨º tem o h¨¢bito de vigiar o escrit¨®rio das secret¨¢rias? Ent?o voc¨º sabe de tudo o que fazemos?¡± Vicente riu levemente diante da pergunta d: ¡°N?o tenho interesse nem mesmo quando voc¨ºs trocam de roupa no escrit¨®rio das secret¨¢rias, n?o me vejao algu¨¦m t?o pervertido.¡± ¡°Ent?o voc¨º¡­¡± ¡°O Sr. Daniel me contou.¡± Vicente disse. Todas as d¨²vidas de Olivia ficaram presas na garganta. Mesmo que n?o quisesse acreditar, as pvras de Vicente a fizeram acreditar. Daniel realmente tinha feito Vicente demitir Yasmin por causa d. Apenas porque Yasmin tinha derramado ch¨¢ n. Daniel estava¡­ protegendo¨Ca? Ele n?o a odiava profundamente, tratando¨Ca sempreo objeto de descarga de suas frustra??es? Um turbilh?o de emo??es surgiu no cora??o de Olivia, se sentir protegida em sil¨ºncio por algu¨¦m era ro que era uma sorte, mas esse algu¨¦m ser Daniel fez que se sentisse confusa. n?o conseguia entender as inten??es de Daniel. This text is ? N?velDrama/.Org. ¡°N?o fique a¨ª parada, v¨¢ cuidar do que precisa. Se vai ficar at¨¦ o fim ou n?o, no final das contas, aqui ¨¦ o desempenho que conta.¡± Vicente viu Olivia parada e falou. 1/2 15:43 Capitulo 617 Olivia voltou a si, pegou no documento que estava na mesa e saiu do escrit¨®rio. Voltando ao escrit¨®rio das secret¨¢rias, viu Vit¨®ria sentada em frente aoputador, trabalhando concentrada. Olivia tamb¨¦m deixou dedo as distra??es ee?ou a se dedicar ao trabalho. ¨¤s onze e meia, Olivia terminou o trabalho e estava prestes a entregar o documento finalizado ao escrit¨®rio do presidente. Vit¨®ria disse: ¡°Eu tamb¨¦m estou indo entregar um documento, posso levar o seu.¡± Um raro sorriso amig¨¢vel apareceu no rosto assertivo de Vit¨®ria. Olivia pensou que estivesse intimidada p bronca de Vicente e estava tentando estabelecer uma boa r??o ¡­ Olivia tamb¨¦m queria que a r??o entre colegas fosse harmoniosa e agradeceu educadamente um sorriso: ¡°Certo, obrigada, secret¨¢ria Vit¨®ria.¡± ¡°De nada.¡± Vit¨®ria pegou os documentos e saiu. ¨¤ tarde, ¨¤s cinco horas. Depois de um dia atarefado, Olivia estava pronta para sair quando recebeu uma liga??o de Teresa. ¡°Olivia, me ajude, eles querem me mandar para a pris?o, me salve!¡± No telefone, a voz de Teresa era desesperada. Cap铆tulo 618 Cap¨ªtulo 618 ¡°O que est¨¢ acontecendo, aonde voc¨º est¨¢?¡± perguntou Olivia, ansiosa. ¡°Eu, eu estou aqui, ah!¡± Teresa falou, mas antes que pudesse terminar, o celr foi arrancado de suas m?os. Do outrodo do celr que Olivia segurava, vinha um barulho ensurdecedor. S¨® de ouvir, j¨¢ se sabia que a situa??o era urgente. O cora??o de Olivia se apertou, e falou pressa: ¡°M?e, onde voc¨º est¨¢ exatamente? Ainda consegue me ouvir?¡± ¡°Joguem na cadeia!¡± Do telefone, veio a voz cortante, fria e violenta de um homem. Era a voz de Daniel, podia reconhecer. Daniel estava furioso, intimidador e impiedoso ao ordenar que os seguran?as levassem Teresa para a cadeia. Depois, o celr transmitia fragmentos de Teresa gritando e chorando a voz ficando cada vez mais distante. Olivia estava t?o ansiosa saiu correndo do Grupo Fontes, querendo chegar ao local do incidente. Mas n?o sabia onde eles estavam. Mantenha a calma, precisa manter a calma. Olivia respirou fundo, tentando organizar os eventos na mente d. Eram cinco e meia da tarde, e Teresa deveria levar as crian?as na esc. Ent?o, Teresa e Daniel discutiram por causa das crian?as, irritando Daniel a ponto de mand¨¢ para a pris?o? Nesse caso, o local do incidente n?o era a esc, mas sim a V Serenidade! Olivia ligou para o governante F¨¢bio, perguntando sobre a situa??o. F¨¢bio disse: ¡°As crian?as foram levadas p av¨® Griera e levadas para a Antiga Casa de Griera, n?o est?o na Vi Serenidade.¡± Olivia perguntou se ele sabia o que tinha acontecido. F¨¢bio disse que n?o sabia. Sem tempo a perder, Olivia pediu ao motorista para dirigir rapidamente para a Antiga Casa de Griera. No caminho, Olivia viu um ve¨ªculo preto ¨¤ frente. Num rnce, reconheceu que era o carro de Daniel. Capitulo 618 Desesperada, pediu ao motorista para parar, correu at¨¦ a frente do carro preto e estendeu os bra?os. O carro parou a poucos cent¨ªmetros d, o atrito dos pneus o ch?o produzindo um som estridente. Olivia abriu os olhos, que havia cerrado, viu o carro parado na frente, respirou fundo em panico, sem tempo para pensar, e correu para a porta do carro, batendo no vidro: ¡°Abra a porta, eu preciso fr.¡± O vidro da jan baixou, e dois seguran?as mantinham Teresa no banco de tr¨¢s. No banco da frente estava o motorista; Daniel n?o estava no carro. Teresa, ao ver Olivia,e?ou a chorar, desesperada: ¡°Olivia, me salva, eu n?o quero ir para a pris?o, me ajude¡­¡± Olivia sentiu o cora??o apertar at¨¦ a garganta, tentou se acalmar e perguntou: ¡°M?e, o que aconteceu? Como voc¨º irritou Daniel?¡± O rosto de Teresa mostrou um vislumbre de terror, falou medo e tremendo: ¡°N?o fui eu que empurrei a av¨® Griera. Eu s¨® estava conversando , tentando fazer que te aceitasse, para que Daniel se casasse voc¨º. Eu s¨® fui ajudar a In¨ºs, que tinha ca¨ªdo perto da escada, e quando voltei, a av¨® Griera j¨¢ estava no ch?o¡­¡± T¨ºxt ? N?velDrama.Org. ¡°O qu¨º?¡± Olivia ficou at?nita, a mente em branco. Av¨® Griera sofreu um acidente? Teresa ?egurou na m?o de Olivia for?a e tremendo: ¡°Olivia, n?o tem nada haverigo, por favor, me salve¡­¡± ¡°Senhorita Souza, estamos pressa, por favor, n?o bloqueie o caminho.¡± O seguran?a no carro falou Olivia, sem demonstrar emo??o nenhuma. Em seguida, o carroe?ou a se mover. Teresa segurava na m?o de Olivia e n?o queria soltar, chorando e implorando para que a salvasse. Com o cora??o acelerado e tomada pelo panico, Oliviae?ou a correr atr¨¢s do carro por uma certa distancia, mas ¨¤ medida que a velocidade aumentava, Teresa, que segurava a m?o, foi for?ada a soltar . Cap铆tulo 619 Cap¨ªtulo 619 Olivia estava ¨¤ beira da estrada, observando Teresa chorar e gritar, a express?o de desamparo d se tornando cada vez mais distante aos seus olhos. Como aquilo podia estar acontecendo? Olivia n?o teve tempo para sofrer, pegou num t¨¢xi rapidamente em dire??o ¨¤ mans?o do Grupo Griera, mas foi detida no checkpoint da encosta. ¡°Ningu¨¦m pode entrar, v¨¢ embora!¡± O seguran?a falou. Olivia, ansiosa continuava andando de umdo para o outro. ligou para Daniel, mas a chamada estava ocupada. Era ¨®bvio, Daniel a tinha bloqueado! O que estava acontecendo? Onde estavam as crian?as,o estava a av¨® Griera? Todo o desconhecido e a preocupa??o atormentavam o cora??o de Olivia. Olivia, pensou em ligar para Bruno. A chamada foi atendida, e ¨¤ medida que o telefone tocava, o cora??o apertava. ¡°Secret¨¢ria Souza,¡± ouviu¨Cse a voz de Bruno do outrodo da linha. Olivia, nervosa,e?ou a fr: ¡°Assistente Bruno, onde est¨¢ Daniel?¡± ¡°No Primeiro Hospital da Capital,¡± informou Bruno. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Olivia, o cora??o em chamas, correu para o hospital, atravessando o longo corredor de emerg¨ºncia. L¨¢ estava Daniel, parado na porta da s de emerg¨ºncia. Olivia desacelerou os passos, aproximando¨Cse de Daniel. Suas m?os e pernas tremiam levemente ao ver o rosto de Daniel. ¡°Daniel, a av¨® Griera, ¡­ eu¡­¡± Antes que pudesse terminar, sentiu uma m?o apertando no pesco?o, a sensa??o de asfixia a invadia. Seu corpo foi prensado contra a parede for?a, fazendo que soltasse um gemido abafado. Daniel estava enfurecido, seus olhos escuros e prantes fixavam¨Cse n uma intensidade cortante,o se quisesse despeda?¨¢. ¡°Voc¨º n?o tem o direito de fr da minha av¨®! Olivia, voc¨º n?o deveria estar aqui, eu poderia 1/2 15:44 Cap¨ªtulo 619 mat¨¢!¡± A voz fria de Daniel erao a de um dem?nio vindo do inferno, sua face tensa de raiva. Olivia mal conseguia respirar a for?a em seu pesco?o, seu rosto ficando roxo p falta de ar, suas m?os agarrando a dele, tentando afastar o aperto doloroso. Mas sua for?a era insignificante diante dele. Olivia sentia uma dor intensa na garganta, a respira??o se tornava cada vez mais dif¨ªcil, seu rosto inchava de vermelho, as pernas se debatiam no ch?o. ¡°Sr. Griera, a secret¨¢ria Souza est¨¢ quase morrendo,¡± Bruno interveio, nervoso. Daniel olhou para Olivia uma express?o de dor, respirando pesado, seu cora??o palpitava e ele soltou a m?o. Olivia deslizou p parede at¨¦ o ch?o. Uma grande quantidade de ar entrava em suas vias respirat¨®rias, fazendo¨Ca tossir violentamente. passava a m?o p garganta dolorida, sentindo o medo e a dor de uma quase morte. Daniel, olhava furioso para Olivia aos seus p¨¦s. Observando¨Ca em sua pequenez, ¨¤ merc¨º de ser esmagada por ele a qualquer momento, ele cerrava os punhos tanta for?a que as veias saltavam em suas m?os. Nesse momento, a porta da s de emerg¨ºncia se abriu e o m¨¦dico saiu. Bruno perguntou rapidamente: ¡°Doutor,o est¨¢ a av¨® Griera?¡± Os olhos de Daniel tamb¨¦m se voltaram para o m¨¦dico. Cap铆tulo 620 ap¨ªtulo 620 O m¨¦dico retirou a m¨¢scara, uma express?o de pesar: ¡°A senhora j¨¢ sofria de doen?a card¨ªaca e, com o estresse adicional, fizemos tudo o que pod¨ªamos¡­¡± Bruno, ao ouvir, ficou paralisado no lugar, sem coragem de perguntar mais nada. O corpo de Daniel estremeceu violentamente, e seus olhos se estreitaram. Olivia, sentada no ch?o, ainda n?o havia se recuperado da dor em sua garganta quando ouviu as pvras do m¨¦dico, a respira??o acelerada de repente parou e ficou a mente em branco, olhando para o m¨¦dico os olhos arregdos. O m¨¦dico, sentindo a atmosfera pesada, falou uma express?o grave: ¡°Preparem¨Cse para os procedimentos f¨²nebres, para que a senhora possa descansar em paz.¡± O m¨¦dico se retirou. A respira??o de Olivia parou por alguns segundos, e olhou mecanicamente para Daniel que tinha um ar intimidador. As m?os que pendiam aodo do corpo estavam fortemente cerradas em punhos, veias saltadas no dorso da m?o, e seus olhos refletiam uma mistura de conten??o e raiva. A respira??o de Oliviae?ou a tremer, e seu cora??o sentiuo se estivesse sendo arrancado por garras, confusa e em panico. A enfermeira saiu empurrando a maca hospitr a av¨® Griera deitada, os olhos fechados. Daniel deu passos em dire??o ¨¤ maca, seus olhos fixados na av¨® Griera, uma express?o de dor contida tocando nas bochechas dele. ¡°Lu¨ªsa!¡± No corredor da s de emerg¨ºncia, o Velho Sr. Griera chegou ¨¤s pressas, passos tr?pegos e apressados at¨¦ a cama, onde se atirou aodo da cama, tremendo enquanto olhava para a av¨® Griera deitada: ¡°Lu¨ªsa, o que aconteceu voc¨º? Sou eu, abra os olhos para mim¡­¡± A voz rouca de Daniel disse: ¡°V?, a v¨® j¨¢ se foi¡­¡± ¡°O qu¨º?¡± O Velho Sr. Griera teve um sobressalto, um olhar de choque e dificuldade em aceitar, seus olhos emba?ados rapidamente cobertos por uma camada de l¨¢grimas. Ele estendeu a m?o em dire??o ao nariz da av¨® Griera. As m?os tremiam, e a curta distancia parecia tomar uma eternidade. Quando finalmente tocou o nariz da av¨® Griera, n?o sentiu respira??o nenhuma. Toda a for?a parecia ter sido drenada do Velho Sr. Griera instantaneamente, e seu corpo enfraqueceu, fazendo ele cambalear para tr¨¢s. ¡°V?!¡± Daniel estendeu os bra?os para segurar suas costas, dando suporte para ele. 1/2 15.44 Capitulo 620 O Velho Sr. Griera mal conseguiu se firmar, respirand¨® dificuldade e as bochechas tremendo. Olhando para a av¨® Griera, ele segurou sua m?o as suas, que n?o paravam de tremer: ¡°Lu¨ªsa, nosso anivers¨¢rio de casamento ainda n?o chegou,o voc¨º pode ¡­¡± A estatura alta do Velho Sr. Griera, de repente, pareceu encurvar¨Cse, tornando¨Cse fr¨¢gil e pequena.All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Daniel ficou atr¨¢s do Velho Sr. Griera, segurando os ombros, dando o suporte necess¨¢rio para evitar que ele ca¨ªsse sob o peso da tristeza. Seus olhos estavam vermelhos, olhando para a av¨® Griera uma dor profunda, enquanto a tristeza p perda de um ente querido irradiava de sua presen?a imponente. Olivia sentiu¨Cse sufocada e desamparada, observando a cena culpa, a mente vazia e seus l¨¢bios tremendo. Era dif¨ªcil acreditar que a av¨® Griera, que ainda estava bem h¨¢ alguns dias e sempre mediando as situa??es para Daniel, de repente se fora. O corpo da av¨® Griera n?o permaneceu muito tempo no corredor de emerg¨ºncia. A enfermeira a levou embora, e Daniel e o Velho Sr. Griera panharam aodo, o Velho Sr. Griera t?o abdo p dor que mal conseguia ficar em p¨¦, dependendo inteiramente do suporte de Daniel. Cap铆tulo 621 Cap¨ªtulo 621 Eles passaram aodo de Olivia passos pesados. O olhar de Olivia seguiu seus passos at¨¦ que eles desapareceram da vista d. L¨¢grimas enchiam os olhos enquanto olhava para o corredor vazio. Um par de sapatos de couro parou ao seudo, e acima deles, cal?as bem passadas. O homem parou e sua voz soou: ¡°Secret¨¢ria Souza, precisa que eu a ajude a se levantar?¡± Olivia girou seu pesco?o r¨ªgido, olhando para cima, para o rosto de Bruno. engoliu em seco, e disse: ¡°Eu consigo sozinha¡­¡± Sua voz saiu rouca e a garganta do¨ªa ao fr. A for?a que Daniel havia apertado seu pesco?o poderia ter matado . apoiou as m?os no ch?o, tentando se levantar, mas as pernas estavam fracas e formigando, fazendo¨Ca cair de volta ao ch?o. Bruno se abaixou para a ajudar, mas sua m?o mal havia se estendido. Olivia, apoiando¨Cse na parede atr¨¢s d, levantou¨Cse dificuldade. A m?o estendida de Bruno recuou e ele disse: ¡°Secret¨¢ria Souza, j¨¢ est¨¢ ficando tarde, melhor voc¨º ir para casa.¡± Dito isso, ele se foi. se recordou, das pvras do m¨¦dico, dizendo para deixarem a anci? descansar em paz, ecoando em sua mente. se apoiou na parede e caminhou para fora, passo a passo. Ao chegar ¨¤ porta do hospital, viu o carro de Daniel partindo, seguido p ambulancia. O cora??o de Olivia estava um caos, sem entendero tudo aquilo havia acontecido. arrastou as pernas cansadas at¨¦ a beira da estrada, pegou num t¨¢xi e¨Cfoi para a delegacia. L¨¢, encontrou Teresa, que acabava de ser interrogada. Teresa estava algemada, o rosto normalmente dominador d mostrava panico e desorienta??o, medo e agita??o. segurou nas m?os de Olivia as pr¨®prias, tremendo, e chorou: ¡°Olivia, voc¨º tem que acreditar em mim, n?o fui eu, eu n?o fiz nada. Eu s¨® estava conversando av¨® Griera para aceitar voc¨º, para convencer Daniel a casar voc¨º, para dar aos filhos umrpleto. Est¨¢vamos conversando tranqumente no sof¨¢, quando In¨ºs de repente caiu da escada. Eu fui a abra?ar porque estava pena, e quando me dei conta, av¨® Griera estava no ch?o. Os empregados chamaram rapidamente a emerg¨ºncia e a levaram para o hospital. Quando Daniel Cap¨ªtulo 621 volto¨´, por algum motivo os empregadose?aram a apontar para mim, dizendo que eu tinha discutido a av¨® Griera e a empurrado, causando a queda. Mas eu juro que n?o a empurrei, Olivia, voc¨º tem que acreditar em mim.¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. O cora??o de Olivia estava pesado e sua voz saiu rouca: ¡°M?e, porqu¨º voc¨º foi para l¨¢ na casa deles?¡± pensou nas crian?as, que poderia busc¨¢s na porta do jardim de infancia e lev¨¢s para a V Serenidade ou voltar para a Comunidade Lej¨¢, apenas para estar s. Como acabou indo para a Casa Antiga de Griera? Teresa olhar rmado, disse apressadamente: ¡°Estava saudades das crian?as, fui os levar na porta da creche, mas a av¨® Griera chegou, e a professora s¨® reconheceu a av¨® Griera, entregando eles a . Eu me aproximei, as crian?as me rodearam, a av¨® Griera soube que eu era a av¨® das crian?as, foi muito cordial e me convidou a panhar as crian?as at¨¦ a casa d. Pensei que realmente precisava conversar os pais do Daniel sobre um assunto, ent?o aceitei o convite e segui a av¨® Griera at¨¦ a Casa deles.¡± ¡°Mas quem poderia imaginar que tal coisa aconteceria? Se soubesse, nunca teria ido,¡± Teresa lamentou, cheia de arrependimento. Cap铆tulo 622 Cap¨ªtulo 622 Olivia olhava para o panico e as l¨¢grimas de Teresa o cora??o apertado e uma sensa??o de impot¨ºncia. Porqu¨º Teresa pensava que conversar a av¨® Griera ou o av? Griera poderia mudar a decis?o de Daniel de n?o casar ? Com um n¨® na garganta, Olivia disse a Teresa, sem for?as: ¡°M?e, voc¨º acha que Daniel n?o quer casarigo apenas porque me despreza?¡± ¡°E o que mais seria? ¨¦ por voc¨º n?o ter poder nem prest¨ªgio. Eu pensei que, se fsse os mais velhos da fam¨ªlia Griera, no m¨ªnimo poderia lutar p sua chance de casar o Daniel. Voc¨º ¨¦ minha filha,o eu poderia suportar ver voc¨º sendo tratada assim?¡± Teresa segurava a m?o de Olivia, tremendo levemente. realmente n?o queria ver Olivia sozinha pelo resto da vida. teve quatro filhos, e o pai das crian?as era o Daniel. Se Daniel n?o casasse , ficaria para sempre sozinha. Teresa tinha ficado solteira por toda a vida, sofrendo sozinha, e sabia bem o quanto era amargo e dif¨ªcil. n?o queria que a filha acabasseo . Olivia segurou na m?o de Teresa em retorno, seus olhos cheios de l¨¢grimas quentes, entendendo o cora??o da m?e d. Com dor, disse: ¡°M?e, eu nunca te contei porque tinha medo de voc¨º se culpar. Daniel n?o quer casarigo n?o ¨¦ porque me despreza, mas porque Gabriel ¨¦ meu pai. Voc¨º n?o sabe, os pais de Daniel morreram por causa de Gabriel. Ele me odeia profundamente,o ele poderia casar comigo?¡± sempre escondeu de Teresa a origem do preconceito de Daniel, apenas medo de que Teresa se sentisse culpada por ter prejudicado . nunca esperou que algo assim acontecesse. ¡°O qu¨º?¡± Teresa, os olhos cheios de l¨¢grimas de panico, ficou chocada. Depois de um segundo de espanto, e?ou a chorar copiosamente, segurando na m?o de Olivia com for?a, tremendo,mentando¨Cse profundamente: ¡°Olivia, me desculpe, minha filha, eu errei!¡± ¡°M?e, n?o fique triste. Eu n?o tinha a inten??o de casar Daniel, e o fato de ele me permitir ver as crian?as j¨¢ ¨¦ o melhor que eu poderia pedir. Estou satisfeita, ent?o n?o fa?a mais nada por mim. Contanto que voc¨º n?o tenha empurrado a av¨® Griera, nem dito nada para a provocar, eu encontrarei uma forma de provar sua inoc¨ºncia.¡± Olivia podia sentir a dor e o remorso de Teresa. Capitulo 622 segurava firmemente a m?o de Teresa, tentando confort¨¢. Teresa chorava e bn?ava a cabe?a: ¡°Eu errei, errei terrivelmente No in¨ªcio, Teresa estava agitada e em panico, preocupada em ser injusti?ada. Mas agora, l¨¢grimas nos olhos, parecia vazia e ap¨¢tica. Como se tivesse aceitado o destino que a esperava. ¡°M?e, o que voc¨º fez de errado?¡± Olivia estava prestes a perguntar mais detalhes. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Os policiais entraram e disseram que o tempo de visita havia acabado, e Teresa foi levada. Olivia teve que partir. ficou parada na estrada, olhando ao redor, perdida. Onde deveria ir agora? O que deveria fazer? De umdo estava sua m?e prestes a ser presa, e do outrodo estava a fam¨ªlia Griera, que acabava de perder a av¨® Griera. Os dois problemas estavam rcionados a . O que deveria fazer? Encontrar a verdadeira causa da morte da av¨® Griera e restaurar a verdade dos fatos era o que precisava fazer urgentemente. Ap¨®s organizar seus pensamentos, Olivia pegou um t¨¢xi e correu para a Antiga Casa da fam¨ªlia Griera. No checkpoint na metade da encosta, Olivia foi parada pelo seguran?a, que n?o a deixou entrar. Ansiosa, Olivia ligou para Daniel, mas a linha estava ocupada. Cap铆tulo 623 Cap¨ªtulo 623 s¨® ent?o se lembrou de que havia sido bloqueada por Daniel. Olivia pediu ajuda ao porteiro, dizendo: ¡°Por favor, me fa?a um favor, ligue para a casa, eu assumo a liga??o quando estiverem na linha.¡± O porteiro, que j¨¢ a tinha visto ali v¨¢rias vezes, recordava que, em visitas anteriores, era o pr¨®prio Daniel quem a levava para dentro da propriedade. Dentro da guarita havia um telefone conectado diretamente o sal?o principal da fam¨ªlia Griera, um recurso para facilitar aunica??o os anfitri?es quando havia visitantes. decidindo se deveriam ser recebidos ou n?o. Quando a liga??o foi estabelecida, Olivia atendeu: ¡°Al?, sou eu, Olivia.¡± Mesmo atrav¨¦s do telefone, podia¨Cse sentir a press?o e o frio do outrodo da linha. This text is ? N?velDrama/.Org. Olivia sentiu um sobressalto, percebendo que quem atendia era Daniel: ¡°Espera, Daniel, me d¨º uma chance para fr.¡± Quando Daniel estava prestes a desligar, Olivia apressou¨Cse a fr. Embora do outrodo da linha Daniel n?o dissesse nada, Olivia,o se tivesse uma intui??o, sabia o que ele estava prestes a fazer. Do outrodo, n?o houve resposta, apenas o frio que atravessava o telefone. Com a respira??o ligeiramente acelerada, Olivia disse: ¡°Eu fui ver minha m?e, disse que s¨® estava conversando av¨® Griera sobre voc¨º se casarigo, quando, no meio da conversa, viu In¨ºs rndo escada abaixo. correu para ajudar In¨ºs, e quando olhou de volta, av¨® Griera estava ca¨ªda no ch?o. n?o empurrou av¨® Griera, pode haver um mal¨Centendido aqui, seria poss¨ªvel verificar as camaras de seguran?a?¡± Olivia conhecia bem sua m?e Teresa, quem tinha vivido por tantos anos. Daniel, seu semnte sombrio e gdo, simplesmente desligoy o telefone. Olivia ainda queria dizer algo, mas tudo o que recebeu em resposta foi o som do telefone desligado. sentiu um peso no cora??o, as pvras que queria dizer estavam presas em seu peito, incapazes de sair. A atitude de Daniel para era tal que ele nem mesmo estava disposto a fr . O que fazer agora? Depois de desligar o telefone, Daniel respirou fundo para expulsar o ar carregado de raiva. Sentiu uma leve puxada em suas cal?as. Ao olhar para baixo, viu o rosto de In¨ºs olhando para cima, seus grandes olhos inocentes Capitulo 623 brilhando timidamente. ¡°Papai, eu fiz alguma coisa errada? Por que a pol¨ªcia levou a vov¨® depois que me abra?ou, e para onde a av¨® foi? Eu sinto falta da mam?e¡­¡± A pequena In¨ºse?ou fndo firmeza, mas ¨¤ medida que continuava, as l¨¢grimas em seus olhose?aram a transbordar, seus l¨¢bios tremiam e sua garganta engasgava, tentando n?o chorar em voz alta. Daniel sentiu uma pontada de dor ao ver sua filha t?o amedrontada. Ele se agachou e levantou a fr¨¢gil In¨ºs em seus bra?os, secando as l¨¢grimas do rosto o polegar, mostrando uma rara paci¨ºncia e ternura. ¡°Voc¨º n?o fez nada de errado, quem est¨¢ errado s?o os adultos. V¨¢ brincar no quarto de brinquedos com seus irm?os e irm?s, brinque mais um pouco antes de tomar banho e ir dormir. N?o pense demais, est¨¢ bem?¡± A voz baixa e magn¨¦tica de Daniel confortava o jovem cora??o de In¨ºs. Mas o seu conforto parecia n?o ter muito efeito. In¨ºs sempre foi inteligente, sens¨ªvel e medrosa, e adorava se apegar ¨¤ m?e. A cena de sua av¨® Teresa sendo levada p pol¨ªcia havia a assustado, e ainda n?o conseguia se acalmar. Com os l¨¢bios tr¨ºmulos e chorando, In¨ºs disse: ¡°Eu n?o quero dormir aqui, eu quero minha m?e.. Cap铆tulo 624 Cap¨ªtulo 624 Daniel olhava para In¨ºs em seus bra?os, t¨ªmida e desconsda. L¨¢grimas ca¨ªam de seus olhos escuroso se tivessem rompido a linha. franzia os l¨¢bios, tentando n?o chorar alto, sem sentir seguran?a, uma express?o de medo e vulnerabilidade que fazia o cora??o de Daniel parecer estar envolvido e apertado, tornando sua respira??o irregr. Era a filha de Daniel, que deveria ser confiante e alegre, vivaz e ador¨¢vel, capaz de expressar suas vontades coragem, mas In¨ºs estava t?o assustada. Isso fez que ele percebesseo a aus¨ºncia do amor paterno dele por quatro anos havia traumatizado as crian?as. Daniel fixava o olhar em In¨ºs, enquanto os outros tr¨ºs pequeninos desciam as escadas movimentos desajeitados e inexperientes,o se pudessem cair a qualquer momento. Os empregados assistiam cuidadosamente aodo, prontos para intervir se necess¨¢rio. Depois de descer, eles bn?avam suas pequenas pernas e corriam em dire??o a Daniel. Iria, seus bracinhos rechonchudos, agarrou¨Cse ¨¤s pernas de Daniel, olhando para cima seu rosto redondo e bra?os erguidos, murmurou uma voz suave: ¡°Papai, tamb¨¦m estou saudades da mam?e.¡± ¡°Eu tamb¨¦m quero a mam?e,¡± Joel se colocou aos p¨¦s de Daniel, olhando para ele seus olhos cheios de tristeza. ¡°Isso mesmo, todos n¨®s queremos a mam?e,¡± disse Heitor, sua carinha bonita e s¨¦ria. Os tr¨ºs pequeninos cercavam Daniel. Daniel franziu a testa e ordenou ao empregado: ¡°Ligue para o porteiro e deixe¨Ca entrar.¡± Olivia, que aguardava ansiosa na portaria, de repente recebeu a mensagem que poderia entrar. correu para a Casa Antiga de Griera sem hesitar. Ao chegar ¨¤ porta, Olivia hesitou por um momento, respirou fundo se preparando mentalmente. e ent?o entrou. Na s de estar, as quatro crian?as estavam em volta de Daniel, rostos cheios de m¨¢goa e tristeza, implorando por algo. Quando Olivia entrou, os pequeninos,o se tivessem um acordo t¨¢cito, viraram¨Cse para a porta e, ao verem¨Cna, seus olhos cheios de tristeza brilharam instantaneamente, e eles correram na dire??o d sorrisos. ¡°Mam?e!¡± gritaram em un¨ªssono. As vozes atingiram diretamente o cora??o de Olivia, que estava ansiosa, nervosa eemocionada, mas foi curada pelo som doce e suave d?les. Um sorriso brotou involuntariamente nos l¨¢bios de Olivia, que se agachou e abriu os bra?os para receber seus pequenos. Todos os quatro correram para e pram em seus bra?os. Olivia, que j¨¢ estava as pernas bambas, foi derrubada para tr¨¢s pelo impacto, caindo no ch?o as crian?as. O rosto rechonchudo de Iria pressionava contra o d, e seus bra?os a abra?avam firmemente, evitando que caissem. ¡°Mam?e, eu estava tanta saudade, quero um abra?o.¡± ¡°Tudo bem, abra?o, abra?o,¡± a voz de Olivia saiu abafada, pois o corpo rechonchudo de Iria pressionava contra seu nariz e boca. In¨ºs agarrou¨Cse ao bra?o de Olivia, esfregando seu rosto contra , cheia de afei??o e alegria por ver sua m?e. ¡°Mam?e, hmm¡­¡± ¡°In¨ºs, querida, agora a mam?e est¨¢ aqui, n?o chore,¡± confortou¨Ca Olivia. Joel segurou o outro bra?o de Olivia, tentando a levantar seu pequeno corpo, mas ainda n?o tinha for?a suficiente. ¡°Mam?e, eu vou te ajudar a levantar.¡± Heitor rolou para perto dos p¨¦s de Olivia e se levantou, correndo para ajudar Joel. Juntos, os dois irm?os tentavam puxar Olivia para cima todas as suas for?as.This text is ? N?velDrama/.Org. Cap铆tulo 625 Cap¨ªtulo625 Olivia tamb¨¦m se esfor?ava para se levantar do ch?o,mas Iria estava deitada em cima d e a In¨ºs ainda segurava o seu bra?o, pressionando¨Ca. Com duas crian?as penduradas n e sem for?as para se mover, tentou se levantar duasvezes sem sucesso. De repente, uma m?o grande apoiou a parte de tr¨¢s da sua cabe?a, eol¨ªder, cheio de for?a, empurrou um pouco, e a cabe?a eocorpo de Olivia foram levantados do ch?o. Iria, que estava pressionandoorosto de Olivia, tamb¨¦m deslizou para sentar¨Cse em cima d, e In¨ºs rolou para o ch?o dos bra?os d, mantendo a posi??o de abra?ar seu bra?o. Era uma cena de extrema fofura. O ar que Olivia lutava para respirar finalmente se libertou, respirou profundamente, ainda sem recuperar o f?lego, percebeu a poderosa presen?a atr¨¢s de si, e sua respira??o entrecortada congelou por um momento, e at¨¦ o seu cora??oe?ou a bater caut. Embora n?o tivesse olhado para tr¨¢s, sabia quem estava atr¨¢s d. Quem mais al¨¦m de Daniel poderia ter uma for?a t?o imponente e uma presen?a t?o intimidadora? Olivia colocou Iria e In¨ºs de p¨¦ no ch?o e, apoiando¨Cse no ch?o, tamb¨¦m se levantou,cheia de restri??o e nervosismo, sem olhar para tr¨¢s, mas olhando para as crian?as, disse suavemente: ¡°Vamos sentar no sof¨¢, a mam?e quer fr voc¨ºs, tudo bem?¡± ¡°Sim, sim, eu tamb¨¦m quero fr a mam?e¡°, Iria concordou,bn?ando a cabe?a vigorosamente, segurando um dos dedos de Olivia a sua m?ozinha gordinha, seus grandes olhos brilhantes e cheios de vida. ¡°Tudo bem¡­¡± In¨ºs disse fracamente, piscando, as l¨¢grimas de saudadee?aram a cair de seus olhos. Joel e Heitor j¨¢ tinham ido ¨¤ frente e estavam sentados obedientemente no sof¨¢. Olivia, sem ousar olhar para Daniel, caminhou rigidamente as duas meninas at¨¦ o sof¨¢ esentou¨Cse. As quatro crian?asacercaram. Olivia olhou suavemente para os quatro pequenosecolocou In¨ºs no seu colo, virada para si, olhou¨Clhe nos olhos e perguntou suavemente: ¡°In¨ºs, sua av¨® os trouxe aqui hoje?¡± Iria interrompeu: ¡°A nossa av¨® e nossa bisav¨® nos trouxeram.¡± Joel concordou a cabe?a: ¡°Sim, sim, e a av¨® tamb¨¦m.¡± ¡°A av¨® e a vov¨® foram conversar, ent?o n¨®s fomos brincar no escrit¨®rio l¨¢ em cima. Masdepois a vov¨® desmaiou e a av¨® foi levada p pol¨ªcia¡°, Heitor disse, franzindo os l¨¢bios, umsemnte de tristeza em seu rostinho. Olivia perguntou: ¡°Voc¨ºs viramo a vov¨® desmalou?¡± Como naquele momento Teresa estava ajudando In¨ºs que tinha caldo, isso significa que as crian?as tamb¨¦m estavam presentes. s poderiam saber o que aconteceu naqu altura, N?o havia cameras de seguran?a na Casa Antiga de Grlera, o que aconteceu s¨® poderia ser conhecido pelos envolvidos, n?o haviao verificar.All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°Eu cai¡­¡°, disse In¨ºs fracamente, l¨¢grimas transbordando de seus olhos, muito assustada. ¡°E depois?¡± Olivia perguntou gentilmente, um olhar de ternura, esperando que In¨ºs contasse o que aconteceu naquele momento. ¡°Chega!¡± Daniel avan?ou passosrgos, tirou In¨ºs dos bra?os de Olivia firmeza, seu rosto bonito estava gdo e seus olhos escuros eram opressivos e severos. ¡°Voc¨º est¨¢ for?ando a crian?a! Essa ¨¦ a raz?o p qual voc¨º entrou aqui?¡°, Daniel disse os dentes cerrados, f¨²ria em seus olhos. Olivia se apressou em explicar: ¡°Eu n?o estou pressionando as crian?as, a In¨ºs n?o est¨¢ bem, n?o ¨¦ de chorar assim sem mais nem menos¡­¡± ¡°N?o invente desculpas! Na sua fam¨ªlia, n?o h¨¢ um que preste!¡± Daniel disse o rosto sombrio, sem um pingo de calor para Olivia, raiva e ¨®dio transparecendo. ¡°Eu¡­¡± Olivia estava prestes a fr quando o Velho Sr. Griera, uma apar¨ºncia desgastada, entrou p porta. Cap铆tulo 626 Cap¨ªtulo 626 O velho Sr. Griera acabara de ajeitar o corpo da av¨® Griera. Com uma express?o de luto e voz baixa, o corpo que outrora se erguia imponente parecia ter envelhecido uma d¨¦cada em uma ¨²nica noite, curvando¨Cse sob o peso da tristeza. Seus olhos, turvos e pesarosos, pousaram em Olivia sentada no sof¨¢ e, num instante, a dor se misturou ¨¤ ira, fazendo que o seu rosto assumisse uma express?o de desagrado. No entanto, diante da presen?a dos quatro filhos, ele fez um esfor?o herc¨²leo para conter suas emo??es e se aproximou. Com uma express?o s¨¦ria, disse a Daniel: ¡°Daniel, leve as crian?as para brincar fora, na relva. Preciso conversar a s¨®s a Srta. Souza.¡± O olhar profundo de Daniel encontrou Olivia por um instante, e, In¨ºs no colo e estendendo a m?o para segurar a de Iria, disse: ¡°Papai vai brincar voc¨ºs no relvado.¡± Iria, por¨¦m, esquivou¨Cse de sua m?o en?ou¨Cse nos bra?os de Olivia: ¡°Eu n?o quero brincar no relvado, eu quero ficar a mam?e.¡± O papai tinha ficado bravo a mam?e, e isso era assustador. n?o queria o papai, s¨® queria a mam?e. Joel e Heitor tamb¨¦m se aproximaram de Olivia, n?o querendo sair. N?o era apenas para ficarem perto de Olivia, era uma forma de prote??o, uma defesa. In¨ºs, presa nos bra?os de Daniel, permanecia im¨®vel, pequenina e assustada, sem ousar chorar. Olivia sentiu o medo que tirava a seguran?a dos filhos, e seu cora??o se apertou, os olhos aquecidos ps l¨¢grimas iminentes. sentia¨Cse in¨²til, incapaz de proteger os seus filhos, que agora sentiam a necessidade de proteg¨º¨C la. Eles estavam preocupados por . Com um sorriso gentil e amoroso, falou ¨¤s crian?as: ¡°V?o brincar o p¨¢pai l¨¢ fora. A mam?e vai conversar um pouco o vosso av?, e logo depois eu vou brincar voc¨ºs, est¨¢ bem?¡± ¡°Mas conversar ¨¦ assustador¡°, disse Iria, apertando¨Cse contra Olivia. ¡°A vov¨® e a bisa conversaram, e depois foram levadas. Eu n?o quero que a mam?e seja levada.¡± Olivia podia sentir o corpo macio de Iria tremendo de medo,o se ao solt¨¢, algo terr¨ªvel pudesse acontecer. sentiu uma mistura de tristeza e calor no cora??o, acariciando a cabe?a pequena de Iria, e disse: ¡°N?o vai acontecer, querida. A mam?e promete que logo ir¨¢ brincar voc¨ºs. Seja boazinha.¡± Capitulo 626 Heitor foi o primeiro a levantar¨Cse e caminhar em dire??o ¨¤ porta. Sempre que a mam?e queria que eles obedecessem, dizia ¡®seja boazinho¡®, o que significava que realmente esperava que eles a escutassem. This text is ? N?velDrama/.Org. Heitor queria ser uma crian?a que desse orgulho ¨¤ sua m?e, n?o queria que se preocupasse. Vendo Heitor sair, Joel tamb¨¦m se dirigiu para a porta. Quando Iria viu que seus dois irm?os tinham ido, finalmente soltou a m?o de Olivia, dizendo uma voz doce e fr¨¢gil: ¡°Ent?o, at¨¦ logo, mam?e.¡± ¡°At¨¦ logo¡°, disse Olivia. A pequena tamb¨¦m desceu do sof¨¢ e seguiu os seus irm?os para fora. O olhar intenso de Daniel passou pelo rosto de Olivia antes de ele sair, levando In¨ºs nos bra?os. Assim que as crian?as sa¨ªram, a express?o no rosto do Velho Sr. Griera transformou¨Cse instantaneamente em algo severo e intimidador. Ele fixou seu olhar em Olivia e disse: ¡°Voc¨º quer ver as provas, n?o ¨¦? Ana, venha aqui e diga a o que aconteceu!¡± A empregada chamada Ana, a cabe?a baixa, deu um passo ¨¤ frente, fndo uma voz cuidadosa e nervosa: ¡°Hoje, enquanto eu limpava o andar de baixo, ouvi sem querer a conversa entre a Sra. Rocha e a av¨® Griera.¡± Olivia virou¨Cse para olhar para Ana. Ana continuou: ¡°A Sra. Rocha disse que sua filha teve quatro filhos o Sr. Daniel e que, por justi?a, o Sr. Daniel deveria se casar . Caso contr¨¢rio, as crian?as ficariam sem m?e. Desde os tempos antigos, madrastas n?o amam os seus enteados, e se o Sr. Daniel casasse outra mulher, quem sofreria seriam as crian?as.¡± Enquanto ouvia as pvras de Ana, Olivia franzia levemente as sobrancelhas; aqus pvras soavam a algo que Teresa diria. Cap铆tulo 627 Cap¨ªtulo 627 n?o respondeu, apenas fixou o olhar em Ana, aguardando que continuasse. Ana olhou cautelosamente para a express?o do Velho Sr. Griera e, ao perceber que toda a sua raiva estava dirigida a Olivia, sentiu¨Cse mais corajosa para prosseguir: ¡°A av¨® Griera era muito bondosa, mantinha sempre um sorriso no rosto, fva delicadeza e concordava as pvras da Sra. Rocha. No final, a Sra. Rocha disse que queria conversar a av¨® Griera sobre os detalhes para que o Sr. Daniel se casasse sua filha. Contudo, a av¨® Griera, envergonhada, disse que n?o podia decidir sobre o casamento do Sr. Daniel, que isso dependia dele mesmo. A Sra. Rocha ficou visivelmente irritada, levantou¨Cse de s¨²bito, empurrou a av¨® Griera e, tomada p raiva, exmou: ¡®Se voc¨º n?o pode decidir, para que fr t?o amavelmenteigo!¡® empurrou a av¨® Griera, e nesse momento In¨ºs estava descendo as escadas e a Sra. Rocha virou¨Cse para segur¨¢, e empurrou a av¨® Griera, que nem sequer reagiu.¡± Ao ouvir o rto de Ana, Olivia ficou tensa. Embora a primeira parte coincidisse o que Teresa havia descrito, a segunda parte era completamente diferente do que Teresa tinha contado. Teresa afirmara que nunca tinha empurrado a av¨® Griera, que sempre manteve apenas a comunica??o verbal, sem qualquer contato f¨ªsico. Olivia expressou suas d¨²vidas e disse: ¡°Se a minha m?e realmente empurrou a av¨® Griera, haveria impress?es digitais d no corpo da av¨® Griera. Bastaria uma investiga??o policial para ver se h¨¢ impress?es digitais da minha m?e no corpo da av¨® Griera¡­¡± ¡°Srta. Souza!¡± O Velho Sr. Griera chamou o seu nome desagrado e raiva contida, seus olhos turvos suprimindo a dor e a f¨²ria. ¡°Minha esposa j¨¢ faleceu! Voc¨º n?o pode deix¨¢ descansar em paz? ¨¦ preciso atorment¨¢ at¨¦ depois da morte? Todo esse seu esfor?o para casar a fam¨ªlia Griera, qual ¨¦ a sua real inten??o?¡± A voz envelhecida do Velho Sr. Griera tremia a acusa??o. ¡°Eu tamb¨¦m estou muito triste a morte da av¨® Griera, mas n?o podemos acusar pessoas inocentes.¡± Olivia disse, ansiosa. ¡°N?o precisa de dizer mais nada!¡± O Velho Sr. Griera, o peito subindo e descendo de tanto ¨®dio, interrompeu¨Ca. ¡°A verdade est¨¢ diante dos nossos olhos, e voc¨º ainda tenta se defender! Daniel disse que consideraria se casar voc¨º, para dar uma fam¨ªliapleta para as crian?as, mas voc¨º e sua m?e s?o muito ambiciosas, e n?o t¨ºm escr¨²pulos. Uma pessoa assim jamais far¨¢ parte da fam¨ªlia Griera!¡± O Velho Sr. Griera fixou o olhar em Olivia pvras severas e repreensivas. N?velD(ram)a.?rg owns this content. No dia em que o Velho Sr. Griera percebeu que tinha entendido mal Olivia, ele perguntou a Daniel se ele se casaria . Capitulo 627 A resposta de Daniel foi que ele consideraria a proposta. Por causa dessa resposta, o Velho Sr. Griera foi ¨¤ fam¨ªlia Pereira hoje, para entender a verdade dos fatos e descobrir se o Grupo Griera vendeu ou n?o o projeto para outra pessoa, e se acusou injustamente Olivia. Se fosse assim, n?o haveria mais necessidade de manter r??es uma fam¨ªliao os Pereira. Ele acabou de descobrir que o incidente anterior foi de fato manipdo por Viviana, o ¨²nico prop¨®sito de afastar Olivia. O Velho Sr. Griera ent?o se sentiu aliviado e estava disposto a persuadir Daniel a se casar Olivia, para dar ¨¤s crian?as uma fam¨ªliapleta. Mas no caminho de volta, recebeu a not¨ªcia do que tinha acontecido ¨¤ av¨® Griera. A pessoa respons¨¢vel pelo que aconteceu a av¨® Griera era a m?e de Olivia. E isso o Velho Sr. Griera n?o poderia perdoar de maneira alguma. Olivia sentiu seu cora??o tremer, Daniel havia dito que consideraria casar¨Cse ? nunca ousara esperar que pudesse haver um futuro entre e Daniel. ¡°Velho Senhor Griera, eu imploro que verifique novamente, talvez a Senhora Ana tenha se enganado¡­¡± Olivia ainda queria lutar por uma chance de descobrir a verdade. ¡°V¨¢ embora, deixe a fam¨ªlia Griera, voc¨º n?o ¨¦ bem¨Cvinda aqui!¡± O Velho Senhor Griera apontou para a porta, olhos de ¨¢guia e um rosto sombrio, ira incontida. ¡°Mam?e, bu¨¢, mam?e!¡± Nesse momento, In¨ºs entrou correndo atr¨¢s da b, assustada a express?o do Velho Senhor Griera. nem se preocupou em pegar na b e, chorando, correu para odo de Olivia, abra?ando¨Cse ¨¤s suas pernas, medo. Olivia a abra?ou carinho. In¨ºs aconchegou¨Cse no colo de Olivia, dizendo fracamente: ¡°Mam?e, av¨® Griera trope?ou no sof¨¢, a av¨® n?o a empurrou, papai ¨¦ t?o assustador, o av? ¨¦ t?o assustador, eu quero a av¨®¡­¡° Cap铆tulo 628 Cap¨ªtulo 628 Ao ouvir as pvras de In¨¨s, Olivia ficou chocada e, emocionada, disse a Velho Sr. Griera: ¡°Velho Sr. Griera, o senhor ouviu? In¨ºs disse que a av¨® Griera trope?ou no sof¨¢¡­¡± Os olhos turvos de Velho Sr. Griera se fixaram n raiva: ¡°O que voc¨º disse a In¨ºs para dizer isso?¡± Olivia estava perplexa, incr¨¦d e chocada. Velho Sr. Griera pensava que tinha dita a In¨ºs para dizer isso? n?o tinha dito nada, apenas fez algumas perguntas. conhecia sua pr¨®pria filha melhor do que ningu¨¦m. In¨ºs, embora normalmente fosse timida e fr¨¢gil, nunca chorava sem motivo. Ou tinha sido assustada ou havia algo que estava escondendo e n?o ousava revr. estava prestes a se explicar quando Daniel entrou passosrgos, emanando um ar gdo, intimidador, fazendo o ar ao redor se arrepiar sua presen?a. O cora??o de Olivia quase parou quando o viu se aproximando. Ansiosa e nervosa, observou sua figura alta se aproximar rapidamente. ¡°Daniel, eu¡­¡± male?ou a fr quando In¨ºs foi tirada dos seus bra?os por Daniel, que disse uma express?o severa: ¡°O motorista est¨¢ l¨¢ fora ¨¤ sua espera!¡± Ele estava mandando¨Ca embora. Cada vez mais desesperada e sem tempo para se preocupar, disse: ¡°In¨ºs acabou de dizer que a av¨® Griera trope?ou no sof¨¢, ¨¦ ro que Ana est¨¢ mentindo¡­¡± Ana se ajoelhou de repente um baque, tremendo e em panico: ¡°Velho Sr. Griera, Sr. Daniel, eu n?o menti, eu realmente n?o menti, a mem¨®ria das crian?as ¨¦ muito confusa, eu sou adulta, eu n?o posso estar errada, muito menos mentiria¡­¡± ¡°A mem¨®ria de In¨ºs n?o ¨¦ confusa¡­¡± Olivia tentou desesperadamente explicar, mas foil interrompida pelo olhar afiado, frio e intimidador de Daniel. Esse olhar erao uma espada de gelo, capaz de atravessar seu cora??o. Olivia se calou imediatamente, as pvras congdas em sua garganta, incapazes de sair. Seu cora??o afunday sob o peso do olhar dele. ¡°Eu te dou dez segundos!¡± A voz gda de Daniel soavao se viesse do inferno. Olivia viu o brilho afiado em seus olhos escuros, assustador o suficiente para fazer seu cora??o tremer. Seus l¨¢bios tremiam enquanto dizia: ¡°Eu vou, eu vou agora mesmo.¡± correu para a porta, mas parou de repente, virou¨Cse e olhou para Daniel l¨¢grimas nos olhos: ¡°In¨ºs tem habilidade para avaliar tesouros, fazer reparos simples em artefatos, sua mem¨®ria ¨¦ meticulosa, al¨¦m doum, realmente n?o tem confus?o de mem¨®ria, Eu tamb¨¦m n?o ensinei In¨ºs a dizer nada. Espero que no futuro, quando estiverem irritados. pensem nos sentimentos das crian?as, s ainda s?o pequenas, ficam medo, n?o discutam em frente a s¡­¡± disse isso, olhando dor para In¨ºs, que estava r¨ªgida nos bra?os de Daniel, sem ousar chorar, mordendo o l¨¢bio inferior, chorando cautelosamente e medo. Se fosse embora assim,o ficaria a pequena In¨ºs, ainda mais assustada? n?o conseguia deixar a sua menininha para tr¨¢s. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Mas se n?o fosse embora, Daniel e o Velho Sr. Griera n?o a aceitariam. ¡°Eu posso levar a In¨ºsigo hoje? est¨¢ realmente assustada, eu me preocupo ¡­¡± Mesmo nessa situa??o dif¨ªcil, ainda n?o conseguia virar as costas e ir embora. Mesmo que Daniel a olhasse friamente, mesmo que Velho Sr. Griera a expulsasse, simplesmente n?o conseguia deixar a sua filha para tr¨¢s. ¡°Mam?e, eu quero a mam?e¡­¡± In¨ºs, ouvindo que Olivia queria lev¨¢, estendeu as m?os pequenas para , pedindo para ser abra?ada, querendo ir . Olivia estava prestes a ir at¨¦ para a abra?ar. Daniel recolheu a m?ozinha estendida de In¨ºs uma das suas, envolvendo¨Ca ambas as m?os para proteg¨º,n?ando um olhar g¨¦lido em dire??o a Olivia: ¡°Voc¨º n?o tem o direito de levar nenhum dos filhos! Voc¨º tem mais cinco segundos!¡± Os passos de Olivia pararam subitamente. O olhar sombrio e frio de Daniel atingiu¨Ca diretamente no cora??o. Cap铆tulo 629 Cap¨ªtulo 629 Daniel decidiu e nada do que fizesse poderia mudar isso. Continuar ali s¨® faria que In¨ºs sofresse mais. tinha ido embora e Daniel ainda tentaria consol¨¢ para que n?o chorasse. Se ficasse, Daniel s¨® teria frieza para oferecer. Olivia engasgava¨Cse as pvras: ¡°Eu vou embora, agora mesmo. Cuide bem de In¨ºs e n?o seja rude ¡­¡± Com o cora??o apertado, n?ou um ¨²ltimo olhar carinhoso para a pobre e t¨ªmida In¨ºs, endureceu seu cora??o e virou¨Cse para partir. Ao chegar ao quintal, n?o viu os outros tr¨ºs filhos; eles foram levados pelos empregados para um relvado mais distante, onde brincavam alegremente a b, sem ter no??o do que estava a acontecer ali. Olivian?ou um olhar r¨¢pido e correu para o carro, temendo que as crian?as a vissem partindo e, relutancia, corressem atr¨¢s d, o que tornaria sua dor ainda maior. Se fossem separados ¨¤ for?a, as crian?as ficariam roucas de tanto chorar. n?o queria v¨ºs chorar assim; era melhor que brincassem felizes. O carro arrancou, deixando para tr¨¢s o port?o da Casa Antiga de Griera. Dentro da casa, In¨ºs, nos bra?os de Daniel, viu Olivia partir. Mordeu o l¨¢bio inferior e as l¨¢grimas come?aram a transbordar, chorando os ombros tremendo, mas medo demais para chamarN?velD(ram)a.?rg owns this content. p m?e ou expressar seu desejo de t¨º por perto. Para , era uma pessoa terr¨ªvel que a segurava, e n?o ousava se mexer. Daniel pegou um len?o de papel e enxugou as suas l¨¢grimas: ¡°N?o chore mais, vou te levar para escolher antiguidades, pode pegar quantas quiser.¡± In¨ºs continuou a chorar convulsivamente, seus objetos antigos favoritos suficientes para consol¨¢. s¨® pensava na m?e, mas a m?e j¨¢ se tinha ido embora. Dentro do carro, Olivia, dor, enxugava as l¨¢grimas, pensando naqu figura t¨ªmida e assustada de In¨ºs, o que lhe causava uma dorncinante no cora??o. Ser¨¢ que ainda poderia ver as crian?as no futuro? A atitude resoluta de Daniel anteriormente significaria que n?o poderia mais v¨ºs? Havia algo suspeito no acidente de av¨® Griera. Por que Daniel e o Velho Sr. Griera n?o acreditavam nas suas pvras? Ou nas pvras de In¨ºs? Por que Ana mentiria? Capitulo 629 Embora Olivia soubesse o que aconteceu agora, o Velho Sr. Griera se recusava a deixar a pol¨ªcia verificar as impress?es digitais de av¨® Griera. Todos pensavam que as pvras de In¨ºs eram apenas bobagens infantis e n?o mereciam aten??o. Eles estavam convencidos de que Teresa tinha matado av¨® Griera e queriam responsabiliz¨¢? Nesse momento, Olivia estava confusa e n?o sabia o que fazer. Ao retornar ¨¤ Comunidade Lej¨¢, viu uma mulher parada ¨¤ porta e hesitou. ¡°Olivia, finalmente voc¨º voltou. Estou ¨¤ sua espera h¨¢ uma hora¡°, a mulher se aproximou e agarrou seu bra?o familiaridade. S¨® ent?o Olivia reconheceu: ¡°Jimena Santos?¡± ¡°Sim, sou eu. Como assim, n?o me reconhece, sou a sua melhor amiga?¡± Jimena fingiu estar ofendida. Olivia a olhou de cima a baixo curiosidade: ¡°Como voc¨º emagreceu tanto?¡± Em pouco mais de uma semana sem v¨º, Jimena havia emagrecido, afinando a cintura e o rosto, que antes era arredondado, agora tinha o formato de uma semente. Jimena sorriu e respondeu: ¡°Carlos Marques disse que n?o gosta de mulheres gordas, ent?o estive num acampamento de emagrecimento por mais de uma semana. O resultado ¨¦ bom, n?o ¨¦?¡± Dizendo isso, Jimena puxou o vestido e girou na frente de Olivia. ¡°Voc¨º emagreceu r¨¢pido demais,¡± disse Olivia. ¡°ro, a minha for?a de vontade ¨¦ incr¨ªvel. Ali¨¢s, venhaigo hoje ¨¤ noite ao Hotel Grande Capital. Recebi uma dica de que Carlos estar¨¢ l¨¢ para um evento, e quero surpreend¨º¨Clo¡°, disse Jimena, sorrindo radiante. Cap铆tulo 630 Cap¨ªtulo 630 Olivia estava deprimida e inquieta, incapaz de panhar Jimena em busca do seu pr¨ªncipe encantado. Com sinceridade, disse: ¡°V¨¢ voc¨º, boa sorte.¡± Enquanto fva, caminhou at¨¦ ¨¤ porta e a abriu. Jimena deu meia¨Cvolta seguindo¨Ca, curiosa perguntou: ¡°O que aconteceu, houve algum problema?¡± Jimena e Olivia eram as melhores amigas e conheciam¨Cse muito bem. Jimena notou que Olivia parecia abatida; tinha estado t?o envolvida a sua pr¨®pria felicidade que n?o teve tempo para se preocupar . Agora, vendo que Olivia nem queria sair para se divertir, Jimena sentiu a gravidade da situa??o. Olivia entrou em casa e sentou¨Cse no sof¨¢, olhando fixamente para a frente, um olhar perdido e desamparado, sem saber por ondee?ar. Jimena sentou¨Cse aodo d, olhou ao redor e percebendo algo, perguntou: ¡°Onde est¨¢ a tia Rocha? foi para a Aldeia Souza?¡± Ao mencionar Teresa, o humor de Olivia afundou, se sentiu perdida e os seus olhose?aram a arder. ¡°Ora, ora, minha querida Olivia, o que houve? N?o chore, me conte o que aconteceu para resolvermos juntas,¡± disse Jimena, notando os olhos vermelhos de Olivia e abra?ando¨Ca para consol¨¢. ¡°O que aconteceu, me conte. Os meninos foram levados pelo Daniel para viver ele, ele n?o te deu permiss?o para visit¨¢¨Clos a qualquer momento? A tia Rocha tamb¨¦m pode ir quando quiser, temos que ficar felizes para que as crian?as possam crescer saud¨¢veis e felizes.¡± Jimena acariciava as costas de Olivia. pensou que Olivia ainda estava triste porque Daniel tinha levado as crian?as. Olivia tentou se rpor, saindo do abra?o de Jimena e enxugando as l¨¢grimas. ¡°A minha m?e foi presa p pol¨ªcia, a fam¨ªlia Griera quer que v¨¢ para a cadeia.¡± sabia que a Ana estava a mentir, mas n?o sabiao ajudar Teresa, e isso era o que a deixava mais angustiada e impotente. Jimena arregalou os olhos surpresa: ¡°O qu¨º? Como assim?¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Olivia ent?o contou a Jimena o que havia acontecido nos ¨²ltimos dias. ¡°Meu Deus, av¨® Griera faleceu? O Daniel foi criado pelos av¨®s, deve estar t?o triste, t?o cheio 1/2 15:17 Capitulo 630 de ¨®dio por quem causou a morte da av¨®,¡± disse Jimena, respirando dificuldade. Olivia assentiu, tamb¨¦m estava triste, ansiosa, confusa, aterrorizada e dificuldade de aceitar. ¡°Daniel est¨¢ sofrendo e odeia a mim e a minha m?e. Tamb¨¦m estou triste p partida da av¨® Griera, mas h¨¢ algo estranho, e s¨® encontrando o verdadeiro culpado p morte da av¨® Griera poderemos fazer justi?a.¡± Daniel e o Velho Sr. Griera estavam de luto e zangados, julgando sob a influ¨ºncia das suas emo??es, Olivia entendiao se sentiam, mas se n?o encontrasse provas da verdade, a sua m?e seria condenada e iria para a cadeia. Teresa j¨¢ tinha cinquenta anos; se fosse presa, a sua vida estaria arruinada. Al¨¦m disso, era uma mulher que nunca tinha enfrentado uma situa??o t?o terr¨ªvel, qu?o assustada deveria estar? ¡°Pelo que voc¨º disse, In¨ºs viu que a av¨® Griera trope?ou no sof¨¢ e caiu, mas Ana acusa a tia Rocha de ter empurrado a av¨® Griera, causando a queda. In¨ºs ¨¦ uma crian?a, n?o mentiria, ent?o a mentirosa ¨¦ a Ana. N?o seria s¨® uma quest?o de investigar Ana?¡± Jimena analisava a situa??o. Era exatamente isso que frustrava Olivia. ¡°O Velho Sr. Griera e Daniel est?o convencidos de que foi um erro da minha m?e e n?o querem investigar a Ana.¡± ¡°O que faremos ent?o? Depois de amanh?, o corpo da av¨® Griera ser¨¢ cremado, e se isso acontecer, ser¨¢ ainda mais dif¨ªcil encontrar provas.¡± Jimena tamb¨¦m estava perturbada. Olivia baixou o olhar, sentindo¨Cse impotente, sem nenhum apoio ou influ¨ºncia a quem recorrer. era uma pessoaum, sem conex?es, ent?oo poderia investigar por conta pr¨®pria, indo contra a fam¨ªlia Griera? Cap铆tulo 631 Cap¨ªtulo 631 O ambiente na casa tornou¨Cse sombrio num instante. Olivia Souza estava desanimada, enquanto Jimena Santos esfor?ava¨Cse em busca de uma solu??o. Foi ent?o que o telefone d tocou, era uma liga??o de sua colega Maria. Jimena atendeu e, o que a colega disse, sua emo??o subitamente se elevou: ¡°S¨¦rio? ¨®timo, estarei ai em breve.¡± Depois de desligar o telefone, Jimena, cheia de esperan?a, disse a Olivia: ¡°Minha colega me informou que o Francisco tamb¨¦m vai estar no evento de hoje no Hotel Capital.¡± Olivia estava confusa. Jimena explicou: ¡°Francisco ¨¦ o chefe da equipe de detetives do Capital. Em termos de investiga??o, se ele for o segundo melhor, ningu¨¦m ousa ser o primeiro. Se voc¨º conseguir convencer o Francisco a ajud¨¢ a investiga??o, ele certamente esrecer¨¢ tudo em poucas horas.¡± Olivia entendeu e levantou¨Cse rapidamente: ¡°Ent?o vamos.¡± ¡°Espere um minuto¡± disse Jimena, segurando¨Ca e olhando¨Ca de cima a baixo, suspirando: ¡°Voc¨º vai com essa roupa mesmo?¡± Olivia estava vestindo uma camisa branca e uma saia preta at¨¦ o joelho, um estilo mais profissional. perguntou: ¡°H¨¢ algum problema?¡± Jimena respondeu: ¡°¨¦ um evento formal, todos v?o estar vestidos formalmente.¡± ¡°Eu n?o tenho vestido de g,¡±mentou Olivia, que normalmente n?o tinha a oportunidade de usar tais vestidos, seu guarda¨Croupa n?o continha nada do tipo. ¡°Voc¨º n?o v¨º que eu tamb¨¦m n?o estou vestida para isso, vamos ao shoppingprar, ainda temos tempo.¡± Jimena pegou no bra?o de Olivia e levou¨Ca para fora. Por ca n?o terem muito tempo, Olivia e Jimena rapidamente escolheram vestidos de g e partiram para o Hotel Capital. Para entrar no local do evento, eram necess¨¢rios ingressos. A colega de Jimena j¨¢ estava esperando na porta do hotel e entregou os ingressos quando as viu. ¡°Eu ainda tenho que panhar o chefe empromissos sociais, fiquem ¨¤ vontade. Jimena, boa sorte!¡± A colega Maria fez um gesto de encorajamento para Jimena, at¨¦ seu olhar era motivador. Capitulo 631 Jimena brilhou confian?a: ¡°Fique tranqu, eu conquistarei o meu pr¨ªncipe. Aguarde boas noticias.¡± ¡°Certo, eu estou indo.¡± ¡°At¨¦ mais.¡± Jimena acenou para Maria e, segurando o bra?o de Olivia, dirigiu¨Cse ao local do evento. Ao chegar na entrada, os funcion¨¢rios entregaram uma ca a Jimena e Olivia para assinarem. Na parede de aut¨®grafos, havia nomes de v¨¢rias personalidades importantes. Olivia sentiu¨Cse um pouco constrangida, mas mesmo assim assinou o seu nome na parede. Jimena assinou entusiasmo, seu nome aparecendo de forma destacada na parede de aut¨®grafos. This text is ? N?velDrama/.Org. As duas entraram de m?os dadas no local do evento. A ocasi?o era um leil?o beneficente, onde figuras importantes dos ambitos pol¨ªtico e empresarial ofereciam pequenas antiguidades para leil?o o objetivo de fortalecer?os sociais. Os pre?os eram geralmente acess¨ªveis, n?o visando lucroercial, mas sim o cultivo de amizades. No local, havia homens de terno impec¨¢vel e mulheres elegantes, conversando e brindando ta?as de bebida. Jimena guiava Olivia, procurando entre a multid?o a pessoa que estavam buscando. ¡°Olivia, olhe, aquele ali ¨¦ o Francisco,¡± Jimena deu um toque no bra?o de Olivia, apontando para um homem perto de uma banca de antiguidades, uma express?o animada. Capitulo 632 Cap铆tulo 633 Cap¨ªtulo 633 Olivia interrompeu as suas pvras, respirou fundo para dissipar o medo e seguiu Francisco at¨¦ se sentar ¨¤ mesa. Os olhos de Francisco eram de uma calma impressionante, transmitindo uma profundidade incisiva enquanto ele a observava fixamente, tomando a iniciativa na conversa: ¡°Sobre qual caso voc¨º quer fr? Conte¨Cme.¡± ¡°Francisco, ouvi dizer que voc¨º ¨¦ uma pessoa ¨ªntegro e sempre defende a equidade e a justi?a, que n?o se prende ao poder nem teme a influ¨ºncia dele, e que sempre resolve qualquer injusti?a que encontra. Foi esse seu esp¨ªrito que me inspirou, e por isso decidi procur¨¢¨Clo. N?o importa quem seja o alvo da sua investiga??o, voc¨º sempre a conduzir¨¢, certo?¡± Olivia n?o exp?s o caso diretamente, mas sondou primeiro a disposi??o de Francisco. Caso fsse precipitadamente e ele n?o investigasse por causa do poder de Daniel Griera, al¨¦m de alertar Daniel, teria muito a perder. Francisco deu uma leve risada, considerando os receios do algo infantil diante dele. ¡°De fato, n?o temo o poder, nem sou influenciado por ele. Mas a minha decis?o de pegar um caso tamb¨¦m depende do meu interesse.¡± Francisco serviu¨Cse de uma x¨ªcara de ch¨¢, bebendo calmamente. Olivia franzia levemente as sobrancelhas, percebendo que ele tamb¨¦m n?o era uma pessoa f¨¢cil de lidar. Mas n?o ter medo do poder j¨¢ era uma grande vantagem. Olivia rtou o caso do in¨ªcio ao fim. Incluindo o que Teresa Rocha disse, o que Ana falou e o que In¨ºs mencionou. contou tudo detalhadamente. Francisco ouviu enquanto bebia seu ch¨¢ naturalmente, sem demonstrar muita rea??o. Depois de terminar, Olivia olhou para ele ansiosamente: ¡°Isso envolve a fam¨ªlia Griera, Francisco. Voc¨º vai investigar?¡± ¡°N?o importa quem esteja envolvido. O que importa ¨¦ que eu n?o estou interessado nesse caso. Al¨¦m disso, este ¨¦ um caso da delegacia do sul da cidade, e eu sou da delegacia do norte, n?o ¨¦ da minha jurisdi??o.¡± Francisco falou de maneira indiferente. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Oliviae?ou a ficar desesperar, Francisco era uma das suas esperan?as, e se ele n?o assumisse o caso, se sentiria perdida sem saber a quem recorrer. estava ansiosa para convencer Francisco a assumir o caso. sabia que o fato de n?o ser da sua jurisdi??o era apenas uma desculpa, o mais importante era que ele n?o estava interessado no caso. 15:18 Cap¨ªtulo 633 ¡°Francisco, vamos estabelecer um acordo. O que far¨¢ voc¨º se interessar?¡± Olivia olhou seriamente para o homem ¨¤ sua frente. A m?o de Francisco segurando a x¨ªcara hesitou por um momento. Seu olhar passou por cima da x¨ªcara, direcionado a , colocou a x¨ªcara para baixo e falou tranquilidade: ¡°Vai depender do que voc¨º tem a oferecer para despertar o meu interesse.¡± Olivia hesitou por um momento, e perguntou: ¡°Francisco, voc¨º estaria dispon¨ªvel para beber esta noite? Se eu conseguir que voc¨º beba at¨¦ ficar satisfeito, isso despertaria seu interesse?¡± ¡°Podemos tentar.¡± Francisco respondeu um sorriso quase impercept¨ªvel. Em seu olhar, tamb¨¦m havia um leve brilho de interesse impl¨ªcito. Ele ainda n?o tinha visto algu¨¦m que ousasse enfrentar Daniel sozinho. Esta mulher era a primeira. Como Francisco poderia n?o ficar interessado? Olivia assentiu convic??o: ¡°Certo, vou buscar o vinho.¡± Dito isso, Olivia se levantou e foi at¨¦ o buf¨º, pegou uma garrafa de vinho tinto e duas ta?as, caminhando de volta na dire??o de Francisco. Elisa Abreu, que estava bebendo algu¨¦m, viu Olivia carregando o vinho tinto em dire??o a um homem. Ao ver Olivia, se sentiu desconfort¨¢vel, inveja e desgosto transbordando. Elisa teve uma ideia e se aproximou de Olivia. Olivia, focada em fazer Francisco beber at¨¦ ficar satisfeito para que ele ajudasse a investigar o caso da sua m?e, apressou o passo. n?o percebeu quando a barra do vestido foi pisada, e de repente se viu trope?ando para a frente. ¡°Ah!¡± deixou cair o copo de vinho e a garrafa de vinho tinto no ch?o, quebrando¨Cos em peda?os, e enquanto seu corpoe?ava a cair sobre os cacos, os olhos de Olivia se arregram, e sua respira??o ficou suspensa. De repente, uma m?o firme envolveu sua cintura, e uma for?a vigorosa, foi puxada para tr¨¢s, caindo no abra?o seguro de um homem. Cap铆tulo 634 Cap¨ªtulo 634 Olivia estava assustada, o seu corpo inteiro colidiu contra o peito do homern. O peito do homem era s¨®lido, cheio de uma for?a robusta, e o olhar d, cheio de panico, encontrou um olhar severo e imc¨¢vel dele. Um rosto determinado, pele morena, exndo uma ess¨ºncia masculina, Olivia, o cora??o nas m?os, disse assustada: ¡°Desculpe, eu n?o fiz de prop¨®sito.¡± Olivia se desculpou Francisco, inten??o de se afastar, deixar o abra?o dele. Um ar de autoridade invadiu o espa?o, o ar estava turbulentoo se tivesse sido invadido. O cora??o de Olivia tremia e, no segundo seguinte, seu pulso foi agarrado e puxado for?a, tirando¨Ca dos bra?os de Francisco. Enfrentando o olhar cial e profundo do homem, Olivia respirou dificuldade, o corpo paralisado no lugar, os p¨¦s entorpecidoso se n?o fossem d. O rosto bonito de Daniel estava sombrio, frioo gelo: ¡°O que voc¨º estava fazendo agora?¡± Seu olhar escuro percorreu o rosto d e, ao ver a roupa que vestia, seu olhar profundo ficou frio como geada, sombrio irrita??o. estava vestindo um vestido de noite um decote generoso, e ao se aproximar d, era poss¨ªvel vislumbrar as belezas escondidas. E tinha acabado de se atirar nos bra?os de Francisco! Olivia estava nervosa, abrindo a boca para se explicar. A voz tranqu de Francisco soou: ¡°Essa senhorita ¨¦ bem interessante, est¨¢ tentando despertar o meu interesse no caso. ¨¦ apenas o primeiro passo, Daniel, voc¨º chegou num momento inoportuno.¡± O canto dos l¨¢bios de Francisco curvava¨Cse um sorriso divertido, seus olhos s¨¦rios brilhavam com um significado amb¨ªguo, fixos em Daniel. Suas pvras deixaram Olivia nervosa; eram amb¨ªguas e podiam ser mal interpretadas. ¡°N?o ¨¦ isso, eu estava apenas indo tomar uma bebida Francisco¡­¡± Olivia foi interrompida p intensidade do olhar de Daniel: ¡°Ah ¨¦? Primeiro ¨¦ uma bebida e depois ¨¦ o qu¨º?¡± Ele, o rosto bonito, pronunciou as pvras os dentes cerrados, depoisn?ou o pulso d. Nos seus olhos profundos, havia plena raiva e irrita??o. ¡°Eu n?o pensei num segundo passo, eu s¨® queria convencer Francisco a aceitar um caso¡­¡± Cap¨ªtulo 634 Olivia tentou se explicar rapidamente, sentindo o ambiente frio e intimidante de Daniel sufoc¨¢. nem sabia por que estava se explicando; instintivamente sentia que, se Daniel ficasse zangado, as consequ¨ºncias n?o seriam boas. ¡°N?o fique atrapalhando aqui!¡± Daniel falou friamente, emanando uma aura gda e austera. Olivia ficou parada, vendo o desprezo nos olhos profundos dele, seu cora??oe?ou a doerThis text is ? N?velDrama/.Org. involuntariamente. sabia que, diante de Daniel, todas as suas explica??es eram in¨²teis e fracas. E de repente percebeu, para qu¨º se explicar? Daniel j¨¢ a tinha afastado de sua vida, n?o quer¨ªa mais v¨º. Com quem estava, quem tinha intimidade, parecia que n?o tinha mais nada a ver ele. Olivia, o rosto p¨¢lido, abaixou a cabe?a e silenciosamente se afastou, desaparecendo da vista de Daniel, para n?o o iodar. ¡°Daniel, voc¨º conhece essa mulher?¡± Francisco olhou para Daniel uma express?o calma e despreocupada. ¡°N?o vale a pena mencionar.¡± Daniel respondeu friamente. Ele ramente n?o queria fr mais sobre Olivia. Mas Francisco ignorou sua relutancia em discutir: ¡°Se voc¨º n?o tivesse vindo hoje, talvez eu tivesse uma nova oportunidade, voc¨º realmente n?o chegou na hora certa.¡± Cap铆tulo 635 Cap¨ªtulo 635 Danieln?ou um olhar intenso e escuro, repleto de uma press?o incisiva: ¡°Quantos filhos voc¨º tem com a sua ex¨Cesposa?¡± Francisco provocou¨Co intencionalmente, fazendo¨Co revr a r??o entre ele e Olivia. Inesperadamente, ele n?o se irritou, mas mudou de assunto e perguntou sobre os filhos dele. ¡°Tenho dois, um menino e uma menina, dois anos de diferen?a entre s¨ª.¡± Francisco respondeu. ¡°Eu tenho quatro, quadrig¨ºmeos! S?o filhos daqu mulher que estava aqu¨ª h¨¢ pouco!¡± Daniel fixou o olhar em Francisco, e embora n?o se gabasse diretamente, a ostenta??o estava ramente refletida em sua express?o e pvras, Francisco ficou ligeiramente chocado, mas depois de um breve choque, sorriu e deu uma tapinha no ombro de Daniel: ¡°Sua capacidade reprodutiva ¨¦ ipar¨¢vel. J¨¢ que ¨¦ a m?e dos seus filhos, minha segunda chance no amor pode esperar um pouco mais, vai que acaba sendo sua ex¨C namorada?¡± ¡°Suma!¡± Daniel chutou em sua dire??o. Francisco, ¨¢gil, desviou¨Cse rapidamente, mantendo uma express?o s¨¦ria, mas suas pvras eram cheias de brincadeira: ¡°Daniel, essa sua velocidade n?o est¨¢ boa, hein? H¨¢ quantos anos ¨¦ que voc¨º n?o treina? Seu reflexo est¨¢ enferrujado,o foi que fez os quadrig¨ºmeos?¡± O rosto bonito de Daniel escureceu e elen?ou um olhar cortante a Francisco: ¡°Encontre¨Cme na s de ch¨¢ do hotel.¡± Ele come?ou a caminhar para a copa passos longos, indo na frente. Francisco, um leve sorriso nos l¨¢bios, seguiu¨Co. Olivia, que estava perto da mesa do buffet, observou Daniel e Francisco indo embora, sentindo¨Cse um pouco perdida. Ent?o Daniel e Francisco se conheciam. Parec¨ªa que tinham uma boa r??o. N?o ¨¦ de admirar que, quando estava a fr do caso Francisco, ele se manteve calmo e desinteressado. Como se n?o tivesse qualquer interesse no caso. Ele disse que n?o temia o poder de Daniel, apenas n?o estava interessado. Como eles eram amigos,o poderia ajudar um estranho contra seu pr¨®prio amigo? pensou que, ao beberem juntos, poderia deixar Francisco feliz e talvez ele aceitasse pegar o caso. Agora, parecia uma piada. Ele j¨¢ tinha uma opini?o formada desde o in¨ªcio. Olivia se sentiu decepcionada e desanimada. N?o muito longe, ¨¤ beira da mesa. Jimena sentou¨Cse em frente a Carlos e outra mulher. Com olhos hostis, Jimena olhou para a mulher aodo de Carlos e for?ou um sorriso falso: ¡°Sra. ¡®esqueleto¡®, quem the deu a coragem de sentar aodo de Carlos?¡± Jimena reconheceu que a mulher era Fabiana Barbosa, a arrogante herdeira que havia encontrado no hotel. Fabiana ficou irritada as pvras de Jimena, mas de repente mudou de ideia, transformando sua raiva em um aperto na m?o de Carlos, sorrindo confian?a: ¡°Estamos prestes a ficar noivos, essa ¨¦ a minha seguran?a. E voc¨º, n?o ¨¦ nada al¨¦m de uma mulher qualquer por a¨ª. Sr. Marques se diverte um pouco e depois descarta.¡± Jimena, chocada, arregalou os olhos ao ver a m?o de Fabiana segurando a de Carlos e olhou para ele. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Ele n?o resistiu, e os seus olhos ainda a avaliavam. Jimena de repente perdeu apostura, arrancando a m?o de Fabiana: ¡°Solte¨Co! Carlos te detesta, como voc¨º pode estar noiva dele? Voc¨º deve estar se iludindo! Eu n?o cairei no seu truque!¡± ¡°Como voc¨º pode ser t?o agressiva!¡± Fabiana, incapaz de se conter mais, repreendeu Jimena. ¡°Eu sou a herdeira do Grupo Barbosa, um casamento de alian?a familiar ¨¦ muito normal, n?o ¨¦? E voc¨º, o que ¨¦?¡± Fabiana sempre teve uma personalidade de herdeira,o poderia tolerar ser insultada? Conseguir se segurar por um momento j¨¢ tinha sido o seu limite. Agora, era hora de fazer Jimena passar vergonha. Jimena ficou enfurecida, levantou¨Cse de repente, colocou as m?os na cintura e encarou Fabiana olhos furiosos: ¡°Eu sou algu¨¦m, mas voc¨º n?o ¨¦ nada!¡± Cap铆tulo 636 Cap¨ªtulo 636 All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Fabiana tamb¨¦m n?o ficou atr¨¢s, levantou¨Cse ee?ou a discutir Jimena: ¡°Quem est¨¢ se iludindo ¨¦ voc¨º! Acha que s¨® porque emagreceu e vestiu um vestido barato, j¨¢ est¨¢ ¨¤ altura do Carlos? S¨® eu sou a escolha perfeita para ele, temos origens familiarespativeis e somos igualmente atraentes. N¨®s somos feitos um para o outro!¡± ¡°Voc¨º est¨¢ fndo besteira! Olha para voc¨º, magra a ponto de s¨® ter pele e osso, pensa que algumas joias e roupas caras v?o salvar a sua elegancia? Voc¨º parece um esqueleto! Que homem gostaria de algu¨¦m do seu tipo, s¨® pele e osso? Os homens preferem mulhereso eu, que parecem magras, mas t¨ºm carne para tocar!¡± Jimena falou as m?os na cintura, e fez quest?o de empinar o peito, cheia de confian?a e arrogancia. ¡°Voc¨º¡­ voc¨º!¡± Fabiana ficou t?o irritada o que Jimena disse que ficou sem f?lego, ningu¨¦m nunca tinha apontado todos os seus pontos fracos dessa forma. E ¨¦ exatamente porque era um ponto fraco, que quando atingido, ficava furiosa e sem pvras. Fabiana apontou para Jimena por algum tempo, mas n?o conseguiu dizer uma pvra. Jimena, orgulhosa e de peito estufado, encarou¨Ca uma presen?a imponente, sem mostrar fraqueza. Carlos estava sentado, um sorriso paciente e saboroso nos l¨¢bios, seus olhos de p¨ºssego fixos em Jimena. As duas mulheres discutiam por ele, ambas querendo a sua aten??o. Ele se sentia lisonjeado, tanto charme, era inevit¨¢vel. Vendo que n?o podia vencer Jimena, Fabiana agarrou o bra?o de Carlos e tentou pux¨¢¨Clo para cima, dizendo manhosamente: ¡°Sr. Marques, levante¨Cse e diga algo, diga a que eu sou a sua noiva, e que n?o passa de uma perdida!¡± Jimena baixou a cabe?a, os olhos redondos e grandes cheios de ansiedade e nervosismo enquanto olhava para Carlos. tinha vencido Fabiana, mas se Carlos dissesse que ele e Fabiana realmente estavam noivos, sua vit¨®ria seria arruinada instantaneamente, e seria humilhada. Carlos retirou a m?o de Fabiana do seu bra?o, dedo por dedo. Seus olhos de p¨ºssego brilharam um charme travesso: ¡°Agora vou lhe dizer oficialmente: pare de anunciar que ¨¦ minha noiva em p¨²blico. N?o vou me casar voc¨º.¡± Ao ouvir as pvras de Carlos, Jimena ficou t?o feliz que o seu cora??o quase voou, seus olhos brilhando. Fabiana, ¨¤ beira das l¨¢grimas, perguntou: ¡°Ent?o por que voc¨º concordou em me trazer hoje e ficou comigo o tempo todo?¡± Cap¨ªtulo 636 ¡°Voc¨º deve estar maluca. Antes de vir, foi o seu pai que te empurrou para mim, pedindo que eu cuidasse de voc¨º e te levasse de volta para casa em seguran?a. Embora eu n?o tenha aceitado, ¨¦ uma quest?o de senso de responsabilidade masculino, voc¨º n?o entende?¡± disse Carlos. Fabiana ficou surpreendida por um momento e depoise?ou a choraro uma crian?a. O seu choro chamou a aten??o de muitas pessoas ao redor. Carlos, preocupado em n?o perder a face, sussurrou para Fabiana: ¡°Pare de chorar, uma adultao voc¨º, onde est¨¢ sua dignidade?¡± Fabiana, aproveitando a situa??o, agarrou o bra?o de Carlos novamente e disse caprichosamente: ¡°Eu n?o me importo, eu quero chorar, voc¨º ¨¦ meu, s¨® pode ser meu!¡± Jimena n?o gostou, avan?ou e tirou a m?o de Fabiana, escondendo Carlos atr¨¢s d e disse a Fabiana: ¡°Ele ¨¦ quem eu escolhi, ele ¨¦ s¨® meu! N?o se confunda!¡± ¡°Voc¨º¡­¡± ¡°Voc¨º deveria voltar para ser a menina rica e mimada que voc¨º era. Adeus.¡± Jimena foi embora alegremente. Fabiana, frustrada, pisou forte e saiu correndo do sal?o chorando. Carlos, no entanto, ficou ansioso e quis ir atr¨¢s d. Jimena o segurou: ¡°Onde voc¨º acha que vai?¡± Carlos, seu rosto bonito e sedutor, ficou s¨¦rio e tirou a m?o de Jimena: ¡°Chega de brincadeiras, me solte. Eu prometi ao pai d que a levaria para casa em seguran?a.¡± Cap¨ªtulo 637 Ao dizer isso, ele salu apressadamente, Chatper 637 Cap¨ªtulo 637 Jimena viu as costas dele rapidamente se afastando, e um gosto amargo subiu rapidamente em seu cora??o, um sentimento de ser injusti?ada. Embora tivesse vencido Fabiana, Carlos n?o tinha reconhecido o rcionamento entre eles. No final das contas, ainda n?o era nada. era apenas um escudo usado por ele para rejeitar Fabiana. ¡°N?o fique triste, voc¨º foi incr¨ªvel l¨¢ atr¨¢s. Quem me dera ter essa a sua natureza desinibida.¡± Olivia tinha presenciado toda a cena de Jimena enfrentando a herdeira rica. estava pronta para ajudar Jimena, mas ao ver que a sua for?a de luta era impressionante e que n?o precisava de ajuda, ficou dedo observando, pronta para intervir se necess¨¢rio. A performance de Jimena foi realmente impressionante, n?o precisando de sua interfer¨ºncia. Olivia estava at¨¦ mesmo orgulhosa por Jimena. Voltando a si, Jimena olhou para Olivia seus grandes olhos redondos e cheios de desilus?o e disse mncolicamente: ¡°Voc¨º acha que Carlos poderia gostar de mim?¡± ¡°Ele n?o te rejeitou agora h¨¢ pouco, n?o foi?¡± respondeu Olivia. Os olhos de Jimena brilharam imediatamente, e se animou: ¡°¨¦ verdade, ele n?o me rejeitou, isso j¨¢ ¨¦ um ¨®timoe?o, j¨¢ h¨¢ a chance de ser aceita. Olivia, voc¨º realmente ¨¦ a minha estr da sorte, acordou¨Cme para a realidade.¡± Jimena, feliz, esfregou as bochechas de Oliviao se estivesse amassando massa. Olivia sentiu dor e rapidamente tirou a m?o d: ¡°Ainda bem que eu n?o me maquilhei, sen?o voc¨º teria amassado at¨¦ a base.¡± ¡°Voc¨º j¨¢ ¨¦ t?o bonita sem maquiagem, se maquiasse,o ¨¦ que as outras pessoas poderiam competir?¡± disse Jimena um sorriso. ¡°Ah, certo,o foi sua conversa Francisco?¡± Jimena tinha estado t?o ocupada lutando e conquistando Carlos que n?o teve energia para observar o que acontecia Olivia. Olivia bn?ou a cabe?a: ¡°Daniel chegou, e ele ¨¦ amigo de Francisco.¡± Jimena abriu a boca em choque, pois o resultado indicava que Olivia tinha se esfor?ado em v?o. deu uma palmadinha no ombro de Olivia, consndo¨Ca: ¡°N?o se preocupe, vamos pensar noutra maneira.¡± ¡°Vamos embora, se Daniel sair e me vir aqui, certeza ficar¨¢ irritado. N?o quero causar problemas para voc¨º,¡± disse Olivia. ¡°N?o tenho medo de ser envolvida por voc¨º, s¨® tenho medo que ele te maltrate. Vamos sair All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Capitulo 637 rapidamente.¡± Jimena agarrou a m?o de Olivia e deixou o evento apressadamente. tinha vindo por causa de Carlos, mas agora que ele foi embora, n?o havia mais motivo para ficar. No refeit¨®rio. Daniel e Francisco estavam sentados frente a frente, Francisco tomando o seu ch¨¢ tranqumente: ¡°Uma crian?a de menos de cinco anos n?o pode testemunhar em ju¨ªzo. Mas as pvras de uma crian?a n?o podem ser desconsideradas sem motivo, Daniel, o que voc¨º acha?¡± As pvras de uma crian?a menos de cinco anos n?o podem ser consideradaso evid¨ºncia. Mas coisas sem base n?o existem no mundo; deve haver alguma fundamenta??o. Daniel, segurando a x¨ªcara de ch¨¢, fez uma breve pausa e olhou para ele um olhar sombrio: ¡°Esse tamb¨¦m ¨¦ o motivo pelo qual eu te procurei hoje.¡± ¡°Oh? Voc¨º tamb¨¦m percebeu que h¨¢ algo estranho a acontecer¡± disse Francisco. ¡°Meu av? n?o aceita uma nova investiga??o, ele acredita em Ana, pois trabalha na Casa Antiga de Griera h¨¢ mais de dez anos, ¨¦ diligente e honesta, e nuncaeteu erros nesse tempo,¡± disse Daniel. ¡°¨¦ simples, basta investigar sem envolver o Velho Senhor,¡± disse Francisco. ¡°Acho que a Srta. Souza disse algo muito certo, s¨® encontrando a verdadeira pessoa que matou a av¨® Griera poderemos confortar o esp¨ªrito d. Caso contr¨¢rio, n?o s¨® fazemos uma pessoa inocente carregar a culpa, mas tamb¨¦m deixamos a av¨® Griera sem descanso.¡± Cap铆tulo 638 Cap¨ªtulo 638 Daniel interrompeu o gesto de servir o ch¨¢, seu olhar profundo voltou¨Cse para Francisco: ¡°Se quisermos encontrar a prova mais convincente para persuadir meu av?, teremos de verificar se h¨¢ impress?es digitais de Teresa no corpo da minha av¨®. O corpo da minha av¨® est¨¢ sob guarda do meu av?, ele n?o permitir¨¢ que ningu¨¦m se aproxime.¡± Essas pvras significavam que ele tinha concordado em deixar Francisco investigar. O olhar de Francisco era enigm¨¢tico: ¡°Eu disse que voc¨º n?o seria t?o insens¨ªvel uma mulher que lhe deu quatro filhos.¡± Ao ouvir isso, a aura ao redor de Daniel tornou¨Cse gda, seus olhos escuros e prantes varreram Francisco: ¡°Eu estou a fazer isto p minha av¨®.¡± Francisco sorriu e disse: ¡°Tudo bem, tudo bem, voc¨º est¨¢ fazendo isso p sua av¨®. Na verdade, n?o precisamos mexer no corpo da sua av¨®, apenas traga¨Cme as roupas que usava no dia do incidente.¡± Daniel tomou um gole de ch¨¢, sua voz grave respondeu: ¡°Est¨¢ bem.¡± Depois de fr Francisco, ele teve que se ausentar por causa de um assunto na delegacia. Depois de terminar o ch¨¢, Daniel acabara de sair da s de ch¨¢ quando uma mulher rapidamente se aproximou dele e bloqueou seu caminho. tinha um rosto de mel?o, um T¨ºxt ? N?velDrama.Org. queixo pontudo, olhos grandes, um nariz pequeno e arrebitado, e um corpo esbelto e delicado ¨C um rosto e corpo t¨ªpicos de uma influenciadora digital. ¨C Entre um grupo de mulheres, seria dif¨ªcil identificar quem era quem, por falta de caracter¨ªsticas distintas. Os olhos escuros de Daniel expressaram descontentamento, ele a observava olhar cr¨ªtico. ¡°Senhor Daniel, eu sou a ¨¦lisa, filha de C¨¦sar Abreu, presidente do Grupo Abreu.¡± Elisa percebeu p express?o de Daniel que ele n?o a reconheceu e se apresentou. Depois de fr, sentiu¨Cse desapontada e magoada, tinha encontrado Daniel tantas vezes e agora ele nem sequer a reconhecia. Ser¨¢ que tinha alguma importancia para ele? era a mulher que se tornaria sua esposa, e ele nem se lembrava d. Os olhos escuros de Daniel escureceram, a sua presen?a intimidadora era palp¨¢vel e ele perguntou: ¡°O que voc¨º quer?¡± Ao ver que Daniel a notou e falou , o cora??o desanimado de Elisa subitamente se encheu de esperan?a novamente, e disse confian?a renovada: ¡°¨¦ o seguinte, eu vi Olivia na confer¨ºncia, estava muito pr¨®xima de um homem, carregando uma bebida para Capitulo 638 brindar ele, mas a caminho fingiu trope?ar e caiu nos bra?os dele. Eu vi tudo isso e me senti indignada oportamento d.¡± Elisa falou fervor, seu olhar encontrando o de Daniel, profundoo o mar. Seus olhos negros estavam cheios de um frio cial. Isso fez o cora??o de Elisa tremer. Daniel estava zangado? Por causa doportamento de Olivia, certo? Elisa, orgulhosa de si mesma por revr algo t?o explosivo, esperava que Daniel percebesse que tipo de pessoa Olivia era, que a rejeitasse e a mandasse embora! Elisa continuou, indigna??o: ¡°Desde o primeiro momento que vi Olivia, achei que era uma mulher sem vergonha, que jogava sentimentos alheios. usava os homens, fazia os outros se sentirem mal e corria para os bra?os de outro. Senhor Daniel, seduz um homem atr¨¢s do outro, como se nem te enxergasse.¡± ¡°Terminou?¡± Danieln?ou um olhar frio para ee?ou a se afastar. Elisa, desesperada, apressou¨Cse em segui¨Clo: ¡°Senhor Daniel, voc¨º n?o acredita em mim? O que eu disse ¨¦ verdade.¡± Daniel a ignoroupletamente. Elisa continuou ao seudo, percebendo que n?o importava o que dissesse, Daniel permanecia indiferente. se sentiu derrotada e frustrada, quase sufocada p ansiedade. Por que, mesmo depois de tudo, Daniel ainda n?o detestava Olivia? O que Olivia tinha de t?o especial? Cap铆tulo 639 Cap¨ªtulo 639 Ao sair do local do evento e ver que Daniel estava prestes a entrar no carro, Elisa apertou os punhos, seu corpo inteiro r¨ªgido de raiva, e gritou para a silhueta de Daniel: ¡°Sr. Daniel, se o senhor n?o acredita no que aconteceu aqui hoje, eu tenho evid¨ºncias ainda mais expl¨ªcitas, s?o fotos!¡± Sem esperar p resposta de Daniel, Elisa j¨¢ n?o podia mais esperar, correu para frente, bloqueando a porta do carro, impedindo¨Co de entrar. Danieln?ou um olhar cortante para , e sua aura era intimidadora e g¨¦lida. Elisa sentia o seu cora??o a bater descontrdamente, mas n?o recuou; fingindo calma, pegou no seu telefone, abriu a galeria de fotos, ergueu o aparelho e o colocou diante dos olhos de Daniel, mostrando¨Clhe: ¡°Naquele dia, eu estava no restauranteendo, quando vi no banheiro Sergio abra?ando Olivia, e Olivia n?o resistia, at¨¦ parecia estar a gostar. Com base em experi¨ºncias passadas, para evitar que eles deletassem a foto, eu n?o apareci e a foto foi mantida. Eu n?o queria te mostrar isso, mas voc¨º n?o acredita em mim.¡± Naquele dia no restaurante, Elisa e os seus amigos estavam a jantar quando viram Olivia e Vicente Fontes chegando ao local, conversando sobre trabalho Sergio Griera. Elisa passou a observ¨¢¨Clos atentamente, e mais tarde, quando Olivia foi ao banheiro e Sergio a seguiu, Elisa discretamente os panhou e os viu abra?ados. Rapidamente, se escondeu atr¨¢s da parede, estendeu o telefone e tirou fotos. Em uma ocasi?o anterior, tinha grado Olivia e Sergio jantando juntos no restaurante, num comportamento intimo. Elisa tirou fotos e, triunfante, amea?ou revr tudo para Daniel na frente deles. No entanto, Sergio e Olivia se uniram contra e apagaram as fotos do seu telefone. Quando voltou a acusar Olivia e Sergio de terem um caso para Daniel, foi acusada de difamar Ol¨ªvia. Desta vez, Elisa foi mais astuta e decidiu mostrar as fotos diretamente a Daniel. Com as evid¨ºncias diante dos seus olhos, agora Daniel n?o poderia deixar de acreditar. Daniel fixou o olhar no ecr? do telefone, a foto mostrava Olivia de olhos fechados, uma express?o mnc¨®lica e imersa em tristeza, mas as m?os pendentes, sem inten??o de afastar Sergio. Sergio, por sua vez, a abra?ava por tr¨¢s, a face encostada ao perfil d e o queixo apoiado em seu ombro, um ar de reconcilia??o e tristeza. A foto parecia uma cena de nov, onde duas pessoas apaixonadas, onde duas pessoas que se amam se encontram ap¨®s a separa??o e se abra?am novamente emo??o e felicidade. Tanto a express?o de Olivia quanto a apar¨ºncia de Sergio, finalmente abra?ando a pessoa amada, agrediam os olhos de Daniel. Uma sensa??o de ang¨²stia se elevou em seu cora??o, uma raivao um fogo ardeu em seu 1/2 17:06 Capitulo 639 peito e o ar ao redor deles pareceu congr, ficando frio. Elisa, intimidada, falou a voz tr¨ºm: ¡°Senhor, Sr. Daniel¡± ¡°Desapare?a da minha frentel¡± Daniel rosnou, um frio cortante. As m?os de Elisa tremiam o telefone: ¡°Sr. Daniel, isto ¨¦ verdade, n?o ¨¦ montagem¡­..¡± ¡°Desaparece!¡± A voz enfurecida de Daniel foi um rugido baixo: Elisa, num sobressalto, deixou o telefone cair no ch?o e, sem tempo para peg¨¢¨Clo, fugiu desesperadamente. Era assustador demais, temia que um segundo a mais pudesse custar sua vida. As pernas de Elisa funcionaramo pequenos motores, e rapidamente desapareceu da vista de Daniel. Daniel pegou o celr ca¨ªdo no ch?o,n?ou mais um olhar para a imagem na t, e sua presen?a se tornou ainda mais sombria e tem¨ªvel. Seus olhos profundos e sombrios, cobertos de geada, seus dedos longos apertavam o celr, as juntas esbranqui?adas; no segundo seguinte, a t do celr se estilha?ou ao redor, e a foto na t tamb¨¦m se partiu. Os rostos de Olivia e Sergio estavam rachados e n?o era poss¨ªvel ver as express?es deles. Cap¨ªtulo 640This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Cap铆tulo 640 Cap¨ªtulo 640 Olivia e Jimena voltaram para a Comunidade Lej¨¢. Olivia foi ao banheiro tomar um banho, trocou¨Cse e vestiu um pijama confort¨¢vel, dobrando o vestido de festa cuidadosamente e colocando¨Co em uma sac depras. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Jimena, ao ver isso, perguntou sem entender: ¡°Por que voc¨º est¨¢ fazendo isso? Voc¨º deveria pendurar o vestido no arm¨¢rio para n?o o amarrotar.¡± Olivia respondeu: ¡°Vou devolver amanh?, esse vestido custou vinte mil reais e eu n?o terei muitas oportunidades de us¨¢¨Clo.¡± tinha guardado o recibo e mantido a etiqueta intacta exatamente para facilitar a devolu??o. ¡°Mas por que voc¨º quer devolver? Antes, voc¨º n?o tinha dinheiro para vestir roupas caras, mas agora ¨¦ diferente, voc¨º tem dinheiro. Por que n?o quer us¨¢¨Clo?¡± perguntou Jimena. As duas eram melhores amigas epartilhavam tudo sinceridade. N?o importava o que dissessem uma ¨¤ outra, nunca se ofendiam ou levavam a mal, porque apenas as melhores amigas dizem a verdade uma para a outra. Olivia explicou: ¡°Tenho poucas ocasi?es para usar esse tipo de vestido, e ele ficaria guardado no arm¨¢rio sem manuten??o, acabaria desbotando e perdendo a forma. Melhor devolv¨º¨Clo para algu¨¦m que realmente precise. Al¨¦m disso, quem disse que estou rica? Ainda sou assriada. Preciso investir meu dinheiro sabiamente, e artigos de luxo n?o s?o para mim.¡± ¡°Voc¨º tem dez bilh?es e ainda diz que n?o tem dinheiro? Um luxo de vez em quando n?o faz mal. Voc¨º n?o precisa ser t?o dura consigo mesma, que mulher n?o gosta de se sentir bonita?¡± argumentou Jimena, tirando o vestido da sac e insistindo para que Olivia o guardasse. ¡°Eu devolvi os dez bilh?es para o Daniel,¡± confessou Olivia para Jimena. Apesar de Daniel ter dado a o cart?o banc¨¢rio, n?o o usou, e mais tarde, tamb¨¦m n?o encontrou mais o cart?o no criado¨Cmudo. Provavelmente, Daniel ficou ele. A devolu??o dos dez bilh?es significava o fim daqu quest?o. ¡°O qu¨º? Voc¨º devolveu para ele?¡± Jimena reagiu a mesma surpresa que Teresa ao ouvir a not¨ªcia p primeira vez. Depois, bateu na pr¨®pria testa e exmou: ¡°Ai, Olivia, isso ¨¦ t?o t¨ªpico de voc¨º. Voc¨º realmente n?o sabe guardar dinheiro, ¨¦ honesta demais.¡± Com dez bilh?es, qualquer outra pessoa estaria vivendo alegremente sem se preocupar nada, aproveitando a vida o dinheiro. Mas Olivia devolveu o dinheiro para Daniel. Agora, al¨¦m de ser mal¨Centendida por ele, tamb¨¦m n?o podia ver seus filhos. Capitulo 640 ¡°Voc¨º acabou sem o dinheiro e sem ver seus filhos. N?o conseguiu nada,¡±mentou Jimena por . ¡°N?o ¨¦ a mesma coisa. Se eu tivesse ficado os dez bilh?es, teria provado que desisti voluntariamente do direito de visitar meus filhos,o Daniel disse, o dinheiroprou o fim do rcionamento entre mim e meus filhos. Agora, mesmo que n?o possa v¨º¨Clos temporariamente, quando a verdade for revda, poderei v¨º¨Clos de forma leg¨ªtima.¡± Em tudo, ¨¦ preciso ter a consci¨ºncia tranqu. Se por causa do dinheiro eu ignorasse os meus pr¨®prios filhos, sem amor e sem carinho, de que valeria esse dinheiro? Parazer e divers?o, dez mil reais s?o suficientes. Mesmo dez bilh?es podem n?o ser o suficiente. Em tudo, a satisfa??o ¨¦ o que conta. ¡°Sim, sim, voc¨º est¨¢ certa. Vou guardar o vestido para voc¨º. Se voc¨º decidir devolv¨º¨Clo, ent?o devolva,¡± Jimena foi convencida. Se Olivia fosse algu¨¦m que s¨® se importasse dinheiro e ignorasse tudo o resto, nunca teria se tornado a melhor amiga de Jimena. ¨¦ exatamente porque Olivia ¨¦ uma pessoa que valoriza a amizade e a lealdade que Jimena se d¨¢ t?o bem . Depois de guardar o vestido, Jimena perguntou: ¡°Agora que n?o d¨¢ para contar o Francisco, qual ¨¦ o seu pr¨®ximo passo?¡± Olivia bn?ou a cabe?a desanimada: ¡°Ainda n?o sei.¡± ¡°Eu acho que, quando voc¨º tiver uma chance, deveria tentar encontrar o Daniel sozinha e esrecer as coisas ele, talvez seja mais eficaz do que fr o Francisco,¡± sugeriu Jimena, dando uma leve palmada no ombro de Olivia. Jimena parecia rxada, mas em momentos cruciais, era muito racional. Olivia refletiu sobre a sugest?o de Jimena. tamb¨¦m tinha pensado em encontrar Daniel sozinha, mas ele tinha bloqueado seu n¨²mero de telefone, e n?o conseguia contat¨¢¨Clo. queria v¨º¨Clo, mas n?o tinhao. Cap铆tulo 641 Cap¨ªtulo 641 ¡°Jimena, voc¨º vai voltar para casa hoje ¨¤ noite?¡± Olivia mudou de assunto e perguntou. ¡°Deixa¨Cme ver, j¨¢ s?o dez horas.¡± Jimena pegou o telefone para ver as horas. ¡°Por que voc¨º n?o fica aqui esta noite? De qualquer forma, s¨® estou eu em casa. Avisa a sua familia e amanh? cedo voc¨º pode ir direto para o trabalho.¡± Olivia sugeriu. queria ter uma conversa s¨¦ria Jimena. Coincidentemente, Jimena tamb¨¦m tinh¨¢ muitas coisas para contar a Olivia e logo ligou para os pais, avisando que n?o voltaria para casa naqu noite. ¨¤ noite, Jimena e Olivia deitadas em uma cama, conversavam. Depois de frem sobre os assuntos de Olivia,e?aram a fr sobre Jimena. ¡°Hum, eu nunca gostei tanto de um homem assim, sabe o que ¨¦ amor ¨¤ primeira vista? ¨¦ quando voc¨º o v¨º e o seu cora??o parece ter sido atingido p flecha do Cupido, uma dor aguda, uma ansiedade nervosa, o cora??o batendo forte.¡± Jimena falou entusiasmo, lembrando¨Cse deo se sentiu ao ver Carlos p primeira vez. N?o foi s¨® a primeira vez que sentiu isso, toda vez que o via, seu cora??o batia r¨¢pido. Queria poder correr at¨¦ ele e mord¨º¨Clo. sabia que era loucura, mas n?o conseguia conter os sentimentos do amor. Olivia ouviu a hist¨®ria de Jimena tentando lembrar¨Cse se j¨¢ tinha encontrado um homem que fizesse seu cora??o bater t?o forte s¨® de v¨º¨Clo. Enquanto tentava recordar, viu a imagem de Daniel surgir em sua mente, aquele rosto bonito e encantador. Ent?o, as imagens de Daniel e Sergio se alternaram em sua mente. Isso deixou os seus pensamentos j¨¢ confusos ainda mais emaranhados. Olivia n?o ousou continuar as lembran?as, bn?ou a cabe?a para dissipar as imagens e disse: ¡°Espero que voc¨º consiga conquist¨¢¨Clo logo. J¨¢ s?o meia¨Cnoite, vamos dormir.¡± ¡°Sim, sim, eu definitivamente vou conquist¨¢¨Clo. Vamos dormir, dormir, nos sonhos tudo ¨¦ poss¨ªvel, e seria maravilhoso se esta noite eu sonhasse Carlos de uma maneira mais ¨ªntima, seria o melhor.¡± Jimena deitou¨Cse, puxou o cobertor sobre si, fechou os olhos, aguardando o sonho chegar. Olivia: ¡°¡­¡­¡± nunca tinha encontrado algu¨¦mo Jimena, que desejasse sonhos ¨ªntimos um homem. Mas a personalidade ovtrovertida Capitulo 641 que pensava. Embora pudesse ser embara?oso, havia uma do?ura em sua maneira de ser. Na manh? seguinte, Olivia foi acordada por uma s¨¦rie de chamadas no telefone. pegou no telefone, sonolenta e atendeu: ¡°Al?.¡± ¡°Olivia, que horas s?o e voc¨º ainda n?o veio trabalhar? Sr. Fontes disse que temos uma reuni?o ¨¤s dez.¡± Do outrodo da linha, veio a voz de Vit¨®ria Moraes. Olivia acordou subitamente, sentou¨Cse rapidamente e olhou para as horas no telefone: meu Deus, j¨¢ eram nove e vinte. deveria estar no trabalho ¨¤s nove. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. respondeu apressadamente: ¡°Eu j¨¢ estou a caminho.¡± Desligou o telefone e viu Jimena ainda dormindo profundamente, sorrindo t a boca aberta e a baba escorrendo pelo canto da boca at¨¦ a cama. Olivia a sacudiu: ¡°Jimena, acorde, vais chegar atrasada ao trabalho!¡± Jimena abriu os olhos confusa, ao ver Olivia em sua frente, se despertou do sonho, ainda presa naqu doce ilus?o, ementou: ¡°Ah, eu estava quase beijanda l¨¢, e voc¨º me acordou. Deixa eu dormir mais um pouco, talvez eu possa continuar o sonho.¡± Jimena virou¨Cse dedo, preparando¨Cse para continuar dormindo. O sonho era t?o bonito que n?o queria acordar. Capitulo 642 Chatper 642 Capitulo 642 Olivia sacudiu a cabe?a resigna??o e disse em voz alta: ¡°Sonhar n?o adianta, n?o ¨¦ verdade! Levante¨Cse e v¨¢ ganhar dinheiro, corra atr¨¢s do Carlos para traz¨º¨Clo para a sua cama, isso sim ¨¦ realidade.¡± Jimena, acordada pelo barulho, resmungou: ¡°No sonho eu dou um beijinho e me satisfa?o, ora.¡± ¡°Mesmo que no sonho ele te devore, voc¨º n?o vai engravidar. Com a beleza do Carlos, voc¨º n?o quer ter um filho ele?¡± Olivia usou sua arma secreta, uma ¡®arma secreta¡® de despertar bastante peculiar, Ao ouvir isso, Jimena abriu os olhos bruscamente,o se tivesse recebido uma inje??o de animo, e sentou¨Cse na cama, levantando as m?oso se estivesse hasteando uma bandeira: ¡°Vou lutar, vou conquistar o meu homem, vou dar ¨¤ luz o filho do meu homem! Vamos l¨¢, vamos l¨¢, vamos l¨¢!¡± Ol¨ªvia a incentivava: ¡°Isso a¨ª, go, go, go!¡± As duas se levantaram da cama apressadamente, se espremeram no banheiro e, no menor tempo poss¨ªvel, escovaram os dentes,varam o rosto e pentearam os cabelos. Por sorte, ambas tinham uma pele boa e n?o precisavam se maquiar. Se fossem se maquiar, perderiam mais uma hora. Depois da pressa, sa¨ªram apressadas e Olivia foi pegar um t¨¢xi, enquanto Jimena disse: ¡°N?o se preocupe, eu te levo para a empresa.¡± ¡°Mas n?o ¨¦ caminho, voc¨º vai se atrasar¡°, preocupava¨Cse Ol¨ªvia para n?o atras¨¢. ¡°N?o h¨¢ problema, contanto que eu consiga chegar a tempo para o almo?o, est¨¢ tudo bem. Voc¨º ¨¦ diferente, tem uma reuni?o ¨¤s dez. Acabou dee?ar o trabalho e j¨¢ quer ser demitida?¡± O trabalho de Jimena era mais tranquilo, n?o tinha muito o que fazer de manh?, apenas precisava marcar o ponto sucesso. ¡°Est¨¢ bem, assim que eu resolver esses problemas chatos, eu te pago um almo?o,¡± Ol¨ªvia concordou e entrou no carro. ¡°Com certeza, tem que ter churrasco e cerveja,¡± disse Jimena. Ol¨ªvia conseguiu chegar ¨¤ empresa ¨¤s nove e cinquenta e cinco, correndo desesperadamente para o escrit¨®rio da secretaria. Chegando ofegante ao escrit¨®rio, viu Vicente sentado em sua mesa um ar de chefe, e Vit¨®ria estava perto dele, parecendo que estava a ser repreendida, uma express?o abatida. *¡ª?o o disse timidamente um sorriso for?ado: CAPM 842 ¡°Bom dia. Sr. Fontes¡­¡± Vicente olhou para e levantou o pulso para verificar o rel¨®gio: ¡°Uma hora atrasada, meio dia de srio descontado. Alguma obje??o?¡± Olivia rapidamente bn?ou a cabe?a: ¡°Nenhuma.¡± A politica da empresa era ra quanto a atrasos e redu??es sriais, e Vicente tratava todos Qualmente, o que era justo. isso evitava que Vitoria suspeitasse que e Vicente tivessem algum tipo de r??o impropria. ¡°Na pr¨®xima vez, seja mais cuidadosa,¡± disse Vicente antes de se levantar e sair do escrit¨®rio. So ent?o Olivia se permitiu rxar e retomar o f?lego. Vitoria falou seriamente: ¡°Arrume suas coisas rapidamente e v¨¢ para a s de reuni?es. N?o se atrase novamente. Por sua causa, eu tamb¨¦m fui repreendida.¡± Olivia perguntou, confusa: ¡°Por que voc¨º foi repreendida?¡± Vit¨®ria explicou: ¡°Sr. Fontes disse que,o gerente do departamento de secretariado, eu sou respons¨¢vel p minha equipe. Se algu¨¦m erra, eu tamb¨¦m serei responsabilizada.¡± Embora Vit¨®ria mantivesse uma express?o forte e s¨¦ria, Ol¨ªvia podia ver a alegria que mal conseguia conter. ¡°Parab¨¦ns, Vit¨®ria, p promo??o,¡± disse Ol¨ªvia. Apesar de estarem sozinhas no escrit¨®rio, a promo??o de Vit¨®ria significava que era a chefe direta de Ol¨ªvia, e Ol¨ªvia a parabenizou sinceramente. Vit¨®ria era muitopetente e s¨¦ria no seu trabalho e, aos trinta e poucos anos, permanecia no mesmo cargo, o que certamente lhe causava ansiedade p falta de perspectivas. Agora, a promo??o, isso poderia trazer um pouco mais de esperan?a para a sua vida. ¡°S¨® voc¨º para ser t?o gentil. Vamos logo,¡± Vit¨®ria n?o conseguiu conter o sorriso, e Olivia a repreendeu brincando. ¡°Certo,¡± Ol¨ªvia rapidamente arrumou seus documentos e seguiu Vit¨®ria para a s de reuni?es. A reuni?o era liderada por Vicente, e eles discutiam o no de entregar vinte mil telefones para Sergio em uma semana.All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Cap铆tulo 643 Cap¨ªtulo 643 Em condi??es normais, entregar vinte mil telefone para o Sergio em uma semana n?o seria um problema. No entanto, ap¨®s assinarmos o contrato o Sergio, surgiu um imprevisto. V¨¢rias f¨¢bricas do Grupo Fontes tiveram de suspender opera??es por uma semana devido a n?o conformidades na inspe??o de qualidade. Era necess¨¢rio ajustar os problemas para que, ap¨®s uma nova inspe??o satisfat¨®ria, as f¨¢bricas pudessem retomar suas atividades normais. Com as f¨¢bricas inoperantes, era imposs¨ªvel produzir os vinte mil telefones dentro de uma semana. Por isso, tornou¨Cse essencial procurar ajuda externa. O tema da reuni?o era justamente encontrar uma solu??o para esse pedido de assist¨ºncia. encontroa reuni?o se estendeu at¨¦ o meio¨Cdia. Os funcion¨¢rios retornaram a seus postos de trabalho. Olivia e Vit¨®ria voltaram ao departamento de secretariado. Mal Olivia sentou¨Cse e Vicente entrou, atirou uma pasta sobre a mesa d: ¡°Voc¨º chegou atrasada hoje. Como puni??o, esta negocia??oplicada ser¨¢ de sua responsabilidade. ¨¤s tr¨ºs da tarde, v¨¢ ao Grupo Griera. Se n?o conseguir fechar esta parceria, seu sal¨¢rio deste m¨ºs ser¨¢ inteiramente descontado.¡± ¡°Senhor Fontes, eu¡­¡± Olivia tentou fr. Vicente olhou para um olhar inquisidor e questionou: ¡°Alguma obje??o?¡± Sentindo o peso do olhar autorit¨¢rio do patr?o, Olivia hesitou por um momento e bn?ou a cabe?a: ¡°N?o, senhor.¡± ¡°As tr¨ºs, n?o se atrase.¡± Vicente saiu da s de secretariado ap¨®s dizer isso. Olivia olhou para Vit¨®ria, procurando algum consolo. Vit¨®ria olhou de volta simpatia e disse: ¡°Coragem, voc¨º consegue!¡± Quem n?o sabia que o Grupo Griera n?o se concentrava em produtos eletr?nicos? O foco deles estava em bens de consumo di¨¢rio, imobili¨¢rio e grandes redes de supermercados. A ¨¢rea de produtos eletr?nicos era o ponto fraco do Grupo Griera. E o Senhor Fontes estava a procurar ajuda do Grupo Griera para produzir vinte mil telefones em uma semana. Isso n?o era o mesmo que tentar vender pentes para monges? Al¨¦m disso, dizia¨Cse que o presidente do Grupo Griera era uma pessoa muito fria e distante, Capitulo 643 dificil de lidar. Negociar o Grupo Griera seria extremamente dif¨ªcil. N?o ¨¦ ¨¤ toa que o Senhor Fontes mencionou que seria um trabalhoplicado. Olivia for?ou um sorriso tenso e agradeceu: ¡°Obrigada, Vit¨®ria.¡± ¨¤s duas e meia da tarde, Olivia partiu. Ao chegar ao lobby do Grupo Griera ¨¤s duas e cinquenta, a recepcionista a cumprimentou calorosamente: ¡°Olivia, quanto tempo! Voc¨º est¨¢ de volta.¡± Olivia assentiu um sorriso: ¡°Sim, agora estou trabalhando em outra empresa e v¨ªm discutir uma parceria representando¨Cos. Tenho um encontro marcado o Senhor Griera ¨¤s tr¨ºs horas.¡± ¡°Entendo, deixe¨Cme verificar a agenda do Senhor Griera.¡± A recepcionistae?ou a olhar no computador. This text is ? N?velDrama/.Org. Olivia, confusa, perguntou: ¡°Normalmente, n?o ¨¦ o departamento de secretariado que cuida da agenda do Senhor Griera?¡± *Sim, desde que voc¨º se demitiu, o Senhor Griera n?o contratou outra secret¨¢ria. Algumas das tarefas mais simples ca¨ªram sobre mim. Meu volume de trabalho aumentou muito, estou exausta. Aqui est¨¢, ¨¦ a Tologia Eletr?nica Co. Ltda do Grupo Fontes que marcou o Senhor Griera. Voc¨º ¨¦¡­¡± A recepcionista olhou para Olivia, esperando confirma??o. Embora se conhecessem, era necess¨¢rio seguir os procedimentos. Olivia rapidamente apresentou o seu crach¨¢ de trabalho: ¡°Sou a secret¨¢ria do Senhor Fontes.¡± A recepcionista deu uma vista de olhos no crach¨¢ e disse: ¡°Certo, o Senhor Griera est¨¢ no escrit¨®rio, voc¨º pode subir diretamente.¡± Olivia ficou surpresa, Daniel realmente estava no escrit¨®rio. Sua av¨® faleceu h¨¢ tr¨ºs dias e ele deveria estar em casa cuidando dos preparativos do funeral da av¨® Griera, certo? Chatper 644 Cap¨ªtulo 644 Olivia pegou o elevador, subindo at¨¦ ao ¨²ltimo andar. Quando as portas se abriram e viu Bruno parado na entrada, ficou um pouco surpreendida: ¡°Assistente Bruno, para onde ¨¦ que o senhor est¨¢ indo?¡± Mantendo um sorriso receptivo no rosto, Bruno respondeu: ¡°Estou aqu¨ª para receb¨º.¡± Ao ouvir isso, Oliviapreendeu. Era uma norma do Grupo Griera: sempre que um convidado do Sr. Griera estava a caminho, um secret¨¢rio deveria esperar na entrada do elevador para recepcion¨¢¨Clo. Anteriormente, essa tarefa sempre fora d. Mas agora tinha se tornado responsabilidade do Bruno. Bruno era um assistente de alto escal?o, e essas pequenas tarefas n?o faziam parte das suas atribui??es. Parecia um desperd¨ªcio de talento ter algu¨¦mo ele recebendo convidados. Olivia se sentiu um pouco envergonhada por ser recebida por Bruno e perguntou: ¡°Bruno, por que voc¨ºs n?o contratam outro secret¨¢rio?¡± ¡°O Sr. Griera n?o autorizou a contrata??o.¡± respondeu Bruno. ¡°N?o v?o contratar outro secret¨¢rio?¡± ¡°N?o deve ser o caso,¡± disse Bruno. ¡°Por qu¨º?¡± ¡°Chegamos, secret¨¢ria Souza, por favor.¡± Antes que pudesse continuar, Bruno conduziu Olivia at¨¦ a porta do escrit¨®rio Bruno ficou aodo, baO presidente, posicionando¨Ca respeitosamente no centro da entrada. Bruno ficou aodo, bateu na porta e anunciou defer¨ºncia: ¡°Sr. Griera, o representante do Grupo Fontes chegou.¡± ¡°Entendido.¡± Daniel, sentado na cadeira presidencial, respondeu uma voz grave. Bruno fez um aceno a cabe?a para Olivia, dizendo: ¡°Secret¨¢ria Souza, pode entrar.¡± Depois de fr, ele se retirou. Sozinha no espa?o Daniel, e mesmo estando a uma certa distancia, Olivia ainda podia sentir a press?o emanando dele, fazendo¨Ca ficar nervosa, segurando a respira??o enquanto caminhava para dentro. Daniel, sua figura esguia sentado na cadeira, exva um ar de nobreza e autoridade que se espalhava por todo o escrit¨®rio. Capitulo 644 Ele estava a ler um documento e nem levantou os olhos para othar para . Quanto mais Olivia se aproximava, mais sua respira??o se tornava tensa. Com cuidado, chegou perto da mesa ee?ou a fr nervosamente: ¡°Sr. Griera, este ¨¦ o projeto que o Grupo Fontes gostaria de discutir o senhor¡­ colocou o documento cuidadosamente sobre a mesa, baixando a cabe?a, semn ousar olhar diretamente para ele,n?ando um olhar furtivo e ansioso antes de desviar novamente. O medo que sentiu no dia anterior, quando ele a dispensou um ar frio, ainda n?o tinha passado completamente. Ao v¨º¨Clo novamente, Olivia mal conseguiu fr direito. This text is ? N?velDrama/.Org. Daniel continuou a olhar para o documento em suas m?os sem dar a m¨ªnima aten??o a . Como se tosse apenas ar. Olivia esperou aodo da mesa enquanto os segundos passavam lentamente, atormentando seu estado de animo. Apesar de Daniel n?o dizer nada e nem mesmo then?ar um olhar, a press?o que Olivia sentia em seu cora??o aumentava, chegando ao ponto de seu couro cabeludo formigar. n?o podia mais aguentar, suas palmas estavam suadas. ¡°Ent?o, Sr. Griera, se o senhor n?o tem tempo agora, podemos marcar¡­¡± ¡°Pegue o projeto e leia para mim,¡± disse Daniel uma voz grave. Surpresa e lisonjeada, Olivia rapidamente pegou o documento ee?ou a ler do in¨ªcio. Ap¨®s terminar, olhou para Daniel e encontrou seus olhos profundos e escuros. Sua respira??o ficou presa, e a sensa??o de opress?o parecia atacar o fundo de seu cora??o. Com nervosismo, perguntou: ¡°Sr. Griera, h¨¢ algum problema a proposta?¡± ¡°Os vinte mil telefones foram um pedido de Sergio?¡± Daniel olhou para olhos prantes e afiados. Cap铆tulo 645 Cap¨ªtulo 645 Olivia sentiu cada poro de seu corpo se contrair sob o olhar intenso. ¡°Sim, ¨¦ verdade.¡± Sob o seu olhar intimidador, a resposta de Olivia saiu um pouco atrapalhada. Os olhos profundos de Daniel eram frios e pranteso uma espada. Ele se levantou, contornou a mesa de trabalho e caminhou em sua dire??o. Uma aura dominante e poderosa se aproximava,o um vento cortante que golpeava a pele de Olivia, fazendo¨Ca recuar inconscientemente em panico. Daniel avan?ava passos firmes. Olivia recuou rapidamente. Sua costas bateram violentamente contra a parede. Daniel estendeu o bra?o, e a palma da m?o esquerda, pressionou sua m?o contra a parede aodo do rosto de Olivia, segurando¨Ca entre ele e a parede. Ele baixou o olhar, frio e prante, fixando os olhos n: ¡°Voc¨º deseja que o Grupo Fontes consiga despachar a mercadoria ou n?o?¡± O semnte de Daniel estava severo e frio, seus olhos negros insond¨¢veis fixavam¨Cse n. A imensa press?o oprimia o peito de Olivia, mal ousava respirar. N?o podia adivinhar o que ele estava pensando e tampouco ousava responder precipitadamente. Sua pergunta parecia uma armadilha. Independente deo respondesse, n?o seria a resposta perfeita. Olivia hesitou, o seu queixo foi erguido por ele, a ponta dos seus dedos, calejados, ro?avam gentilmente a pele do seu queixo,o se acendesse uma fa¨ªsca. A sensa??o era t?o quente que o cora??o de Olivia parecia derreter, e seu rosto aquecia. ¡°N?o vai responder? Quer que eu v¨¢ at¨¦ o fundo do po?o para descobrir o que voc¨º est¨¢ pensando?¡± A voz baixa e rouca de Daniel era gda, rouca e um olhar frio e profundo. Olivia ficou t?o assustada suas pvras que sua mente zunia, os rmes soavam, afastou a m?o de Daniel e disse em panico: ¡°Eu vou responder, est¨¢ bem? N?o ¨¦ suficiente?¡± ¡°Como funcion¨¢ria do Grupo Fontes, ¨¦ ro que eu espero que o Grupo Fontes consiga despachar a mercadoria, assim o Grupo Fontes cumprir¨¢ o contrato a tempo e n?o haver¨¢ penalidade por quebra de contrato.¡± ¡°¨¦ mesmo? Se a mercadoria n?o for despachada, Sergio receber¨¢ a multa por quebra de contrato, o que n?o seria melhor? Nem seria necess¨¢rio abrir a empresa para ganhar dinheiro.¡± Daniel continuou a fixar o olhar n seus olhos escuros e profundos. 1/2 17:01 Capitulo 645 O cora??o de Olivia estava em tumulto, havia perdidopletamente sua capacidade de an¨¢lise racional e disse: ¡°A indeniza??o ¨¦ apenas uma pequena quantia, e se for gasta, acabou. Mas se a empresae?ar a funcionar, ¨¦ diferente. N?o s¨® pode ganhar dinheiro, mas tamb¨¦m ser¨¢ um empreendimento.¡± Assim que terminou de fr, sentiu a temperatura ao redor cair repentinamente, congndo at¨¦ que quase parou de respirar. Seu olhar incerto encontrou os olhos negros de Daniel, que eram opressivos, agudoso os de uma ¨¢guia, um brilho frio. O cora??o de Olivia parou por um momento, assustada demais para dizer mais uma pvra. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. ¡°Finalmente voc¨º falou o que pensa, eu te avisei, se voc¨º perder essa ¨²nica chance, nunca mais ter¨¢ outra oportunidade ele! Parece que voc¨º n?o levou as minhas pvras a s¨¦rio!¡± Daniel cerrava os dentes, seu rosto contorcido p raiva. Olivia apressou¨Cse em se explicar: ¡°N?o h¨¢ nada entre mim e o Sergio¡­¡± ¡°Se essa boca n?o pode fr a verdade, seria melhor arranc¨¢!¡± As pvras frias de Daniel ca¨ªram, e ele levantou o rosto d, beijando¨Ca for?a. O beijo era dominador e bruto, sem qualquer tra?o de piedade. Os l¨¢bios de Olivia eram assaltados, sua respira??o fr¨¢gil entr?ada o h¨¢lito masculino e poderoso dele, e lutava em panico e confus?o. Daniel pressionou firmemente as costas d contra a parede, imobilizando¨Ca, e a luta d apenas intensificava a fa¨ªsca entre os dois. Daniel, furioso, for?ou a entrada em sua boca, ardente e fervoroso. A l¨ªngua de Olivia queimava de dor, e sentia que se continuasse, certamente se partiria. estava desesperadamente assustada, empurrando¨Co e batendo nele sem parar. No auge de sua emo??o, Daniel a soltou. Olivia deslizou p parede at¨¦ o ch?o, respirando ofegantemente. pensou que tudo tinha acabado, mas Daniel se ajoelhou aodo d, olhando¨Ca nos olhos. Nos profundos olhos dele, havia uma escurid?o e uma rouquid?o sombria. Ele levantou seu queixo o dedo e observou seu estado. Os grandes olhos d transbordavam de l¨¢grimas, parecendo assustados e pat¨¦ticos, seus l¨¢bios inchados pelo beijo e cobertos de saliva, desordenadamente sedutores. Daniel esfregava suavemente os l¨¢bios inchados d o polegar, sua voz baixa e rouca era ¨¢spera e gda: ¡°D¨®i? J¨¢ n?o aguenta mais?¡± Cap铆tulo 646 Cap¨ªtulo 646 Olivia se afastou, evitando seu toque: ¡°Foi voc¨º quem pediu para eu fr, eu falei, e agora est¨¢ questionando. Ser¨¢ que s¨® ficar¨¢ satisfeito se eu disser que ainda estou me encontrando Sergio ¨¤s escondidas, que ainda quero estar ele?¡± Sentando¨Cse no ch?o as pernas tr¨ºms, j¨¢ estava t?o fria que n?o conseguia sentir a temperatura fresca do piso de m¨¢rmore. Sua l¨ªngua formigava enquanto ele a sugava, e o desconforto f¨ªsico quase fazia seu pequeno universo explodir. Neste momento, n?o tinha medo, s¨® tinha raiva. Os olhos de Daniel escureceram, incisivoso geada: ¡°O que voc¨º disse?!¡± ¡°Eu disse que ainda quero estar ele, est¨¢ satisfeito agora?¡± Olivia enfatizou, seus olhos ros brilhando uma luz aqu¨¢tica em desafio a ele. De qualquer forma, j¨¢ estavao um peixe na t¨¢bua de corte, ¨¤ merc¨º de ser cortada por ele. Em vez de ser rasgada sem resist¨ºncia, preferia enfrent¨¢¨Clo. O rosto bonito de Daniel estava tenso, escuroo o c¨¦u antes de uma tempestade, uma quietude opressiva que sufocava. Quando Olivia viu sua raiva avassdora, seu cora??o falhou por um momento e imediatamente se arrependeu de ter fdo ele daqu maneira. Mas j¨¢ era tarde demais. A grande m?o de Daniel agarrou o bra?o de Olivia, puxando¨Ca do ch?o, levando¨Ca at¨¦ a porta do escrit¨®rio, fechando¨Ca e empurrando¨Ca contra , seu corpo forte e dominador pressionando¨Ca. Sua voz fria e rouca soou: ¡°Que pena, eu nunca vou deixar voc¨º ter o que quer!¡± A rudeza dele fez seu cora??o batero um tambor, cheia de panico: ¡°N?o, n?o fa?a isso, h¨¢ pessoas l¨¢ fora¡­¡± A porta do escrit¨®rio de Daniel era de vidro, e , pressionada contra , viu Bruno passar por ali enquanto Daniel, atr¨¢s d, estava furioso. O cora??o de Olivia parecia que ia saltar para fora do peito. ¡°N?o ¨¦ o Sergio, do que voc¨º tem medo?¡± A respira??o perigosa e quente de Daniel queimava atr¨¢s da orelha fr¨¢gil de Olivia, fazendo¨Ca tremer. Seus beijos seguiam pelo contorno da sua orelha, descendo suavemente. A presen?a masculina poderosa e autorit¨¢ria a envolvia, e Olivia, aterrorizada, estava r¨ªgida, suas m?os tremendo contra a porta de vidro. Dodo de fora, Bruno se aproximou da porta e, naquele instante, Olivia sentiuo se seus 1/2 17:01 Capitulo 646 olhos se encontrassem, fazendo as suas bochechas corarem de vergonha e seu corpo esfriar de horror. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Seu cora??o batiao um tambor, r¨¢pido e pesado, um ritmo urgente e profundo. O beijo de Daniel n?o parava, tornando¨Cse cada vez mais ardente. ¡°N?o¡­¡± As pvras de resist¨ºncia de Olivia mal puderam ser proferidas, seu corpo tremendo de desconforto, incapaz de fr. Dodo de fora, Bruno tocou a campainha e ficou ali por um momento, seu olharo se estivesse vendo Olivia. desejava poder desaparecer de vergonha. Depois de um tempo, Bruno, aparentemente sem receber uma resposta do interior, virou¨Cse e foi embora. Dentro do escrit¨®rio, a situa??o de Olivia n?o era das melhores. Depois de algum tempo. Daniel arrumava as mangas da camisa, impec¨¢vel e arrogante,o se nada tivesse acontecido, voltou a sentar¨Cse ¨¤ mesa de trabalho e continuou seus afazeres. Olivia estava deitada no sof¨¢, o olhar perdido e a respira??o ofegante,pletamente desarranjada. Depois de recuperar um pouco o f?lego, se levantou lentamente do sof¨¢, foi at¨¦ a mesa de trabalho, pegou alguns documentos, respirando de forma irregr: ¡°Est¨¢ satisfeito agora? Posso ir embora?¡± Daniel levantou a cabe?a, encontrando os olhos l¨ªmpidos e brilhantes de Olivia, refletindo sua afli??o. ¡°Voc¨º tamb¨¦m pode ficar, estarei fome novamente ¨¤ tarde¡°, ele disse uma voz magn¨¦tica e rouca, sua express?o austera n?o revndo nenhuma emo??o. Olivia virou¨Cse rapidamente e saiu do escrit¨®rioo se estivesse a fugir. Ele estaria fome ¨¤ tarde? Com fome de¨º! Essas pvras predat¨®rias eram ¨®bvias demais. Por que Olivia ficaria se n?o fosse para ir embora? Chegando ¨¤ porta, tentou abri, mas n?o conseguiu, quase chegando ao ponto de bater o p¨¦ de frustra??o. De repente, o controle remoto fez um som e a porta se abriu. Olivia saiu apressadamente, sem parar para ver quem tinha pressionado o bot?o do controle remoto, apenas querendo escapar. 212 17:01 nem se atreveu a olhar para tr¨¢s. Cap铆tulo 647 Cap¨ªtulo 647 S¨® estava e Daniel naquele escrit¨®rio, quem mais poderia ter apertado o bot?o para abrir a porta? Depois de sair do escrit¨®rio, a porta de vidro se fechou novamente. , instintivamente, olhou para tr¨¢s e espiou para dentro do escrit¨®rio, mas s¨® conseguiu ver um grande espelho de vidro, sem conseguir enxergar nada. Acontece que aqu porta de vidro permitia ver de dentro para fora, mas n?o de fora para dentro! N?o ¨¦ de admirar que Daniel n?o se importasse nem um pouco em ser visto. havia se preocupado ¨¤ toa. Ainda que tenha sido s¨® um susto, Olivia n?o ousou demorar¨Cse mais e saiu ¨¤s pressas. Pouco depois de Olivia ter partido, Bruno chegou e tocou a campainha; a porta abriu¨Cse rapidamente. Bruno entrou, n?o viu Olivia e ficou levemente surpreso, mas n?o ousou perguntar mais. De p¨¦ aodo da mesa de escrit¨®rio, rtou: ¡°Sr. Griera, acabamos de receber not¨ªcias do Francisco. As impress?es digitais foram coletadas das roupas da av¨® Griera eparadas as da Teresa, mas n?o correspondem.¡± O que significava que Teresa n?o tinha tocado na av¨® Griera, e muito menos poderia ter empurrado a senhora. Daniel desviou o olhar dos documentos e olhou para Bruno, respondendo num tom grave: ¡°Hum.¡± Bruno assentiu a cabe?a e saiu do escrit¨®rio. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Olivia apanhou um t¨¢xi de volta ao Grupo Fontes e foi diretamente para o escrit¨®rio das secret¨¢rias. Ao chegar, Vit¨®ria perguntou ansiosa: ¡°E ent?o, miss?o cumprida?¡± Olivia bn?ou a cabe?a. Vit¨®ria deu uma palmadinha confortador em seu ombro: ¡°N?o desanime, tente mais algumas vezes, quem sabe da pr¨®xima vez voc¨º consegue?¡± Olivia ficou assustada. Ir uma vez quase n?o voltou, imagina ir v¨¢rias vezes. n?o estava pronta para desistir da vida. ¡°Ei, o que aconteceu a sua boca? Parece que algu¨¦m a mordeu at¨¦ inchar.¡± Vit¨®ria fixou o 1/2 17:02 Capitulo 647 olhar nos l¨¢bios inchados de Olivia, perguntando curiosa. Olivia, assustada, rapidamente tocou os l¨¢bios ardentes e desviou o olhar ao responder: ¡°Eui algo muito apimentado no almo?o, e ficou assim.¡± Culpa de Daniel, que foi bruto demais. Se n?o tivesse resistido tanto, sua l¨ªngua teria sido mordida por ele. Era aterrorizante s¨® de pensar. ¡°Bem, se voc¨º n?o podeer pimenta, da pr¨®xima vez n?o pe?a pratos picantes, n?o fa?a isso consigo mesma.¡± Vit¨®ria aconselhou gentilmente. ¡°Sim, eu sei.¡± Olivia aceitou o conselho d. Nesse momento, o telefone do escrit¨®rio das secret¨¢rias tocou, e Vit¨®ria atendeu: ¡°Certo, eu vou avis¨¢.¡± Depois de desligar, Vit¨®ria disse a Olivia: ¡°Sr. Fontes quer que voc¨º v¨¢ ao escrit¨®rio dele.¡± ¡°Certo.¡± Olivia levantou¨Cse para ir. ¡°Espere um segundo.¡± Vit¨®ria a chamou, apontando para os documentos na mesa: ¡°Leve o contrato, o Sr. Fontes provavelmente quer fr sobre a assinatura.¡± Olivia respirou fundo, pegou os documentos e disse: ¡°Vou informar ao Sr. Fontes.¡± ¡°Explique bem para o Sr. Fontes, ele ¨¦ uma pessoa razo¨¢vel.¡± Vit¨®ria disse. ¡°Obrigada, Vit¨®ria.¡± Olivia, o contrato em m?os, chegou ao escrit¨®rio de Vicente: ¡°Sr. Fontes, o senhor me chamou.¡± Vicente, que acabara de assinar um contrato, colocou a ca dedo, levantou a cabe?a e olhou para Olivia: ¡°Como est?o as coisas, o que Daniel disse?¡± Olivia, pesar, respondeu: ¡°Sr. Fontes, eu sou insignificante e inarticda, n?o consegui cumprir a miss?o Sr. Griera.¡± ¡°Voc¨º ¨¦ insignificante e inarticda? Isso ¨¦ imposs¨ªvel.¡± Vicente expressou surpresa: ¡°Mostre-me o contrato.¡± Cap铆tulo 648 Cap¨ªtulo 648 Olivia aproximou¨Cse e entregou o contrato a Vicente. ¡°Senhor Fontes, acabei dee?ar a trabalhar no Grupo Fontes e fui designada a negociar um conglomerado t?o grande quanto o Grupo Griera. Isso n?o parece inadequado?¡± Olivia queria dizer que,o uma novata, era insignificante,o poderia negociar um All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. contrato Daniel? Vicente folheou o contrato e sua express?o congelou por um momento, franzindo a testa. Olivia pode perceber sua decep??o e se desculpou novamente: ¡°Senhor Fontes, desculpe¨Cme, eu¡­¡± ¡°Olivia, voc¨º receber¨¢ um b?nus este m¨ºs¡°, Vicente disse de repente, um sorriso radiante. Um b?nus? Olivia ficou surpreendida, confusa. n?o tinhapletado a tarefa e ainda assim receberia um b?nus? ¡°Senhor Fontes, o senhor est¨¢ bem?¡± Olivia perguntou surpresa. ¡°Estou bem.¡± Vicente questionou, confuso. Ao notar seus l¨¢bios inchados, ele perguntou preocupa??o: ¡°Voc¨º est¨¢ doente, febre? Seus l¨¢bios est?o inchados. V¨¢ fr Vit¨®ria e pe?a alguns dias de folga, volte e descanse bem. N?o se preocupe, ser¨¢ uma licen?a remunerada.¡± Olivia se sentiu envergonhada quando algu¨¦m viu seus l¨¢bios inchados, seu rosto estava quente e se abaixou, envergonhada: ¡°N?o estou doente, ¨¦ s¨® o resultado deer pimenta.¡± Vicente pausou, percebendo a express?o corada de Olivia, e rapidamente entendeu. ¡°Ah, eu entendi¡­¡± Vicente arrastou a voz, um ar depreens?o, e disse a Olivia um tom s¨¦rio, mas sorridente: ¡°Olivia, voc¨º prestou um grande servi?o ¨¤ empresa e a empresa n?o vai te desapontar. Volte ao trabalho e fa?a um bom trabalho.¡± Esse pequeno piment?o, Daniel, realmente era picante, fazendo que os l¨¢bios da mulher inchassem. Como um homem, Vicente poderia imaginar o que tinha acontecido? Olivia piscou confusa: ¡°Eu prestei um servi?o?¡± ¡°Sim, veja s¨®, Daniel j¨¢ assinou.¡± Vicente virou o contrato at¨¦ a ¨²ltima p¨¢gina, onde, no canto inferior esquerdo, estava a assinatura de Daniel. Firme e desinibido. Olivia estava surpresa; nem sabia quando Daniel tinha assinado. 1/2 17:02 Cap¨ªtulo 648 pensou que, se o Grupo Fontes fizesse uma entrega para Sergio, por essa raz?o, Daniel n?o cooperaria o Grupo Fontes. n?o esperava que ele tivesse assinado. Ent?o, a atitude fria que ele teve antes, n?o era direcionada a Sergio, mas sim especificamente a ? Ele j¨¢ tinha decidido assinar desde oe?o. Era apenas para dificultar as coisas para , por isso ele estava t?o irritado, e at¨¦ no escrit¨®rio¡­ Olivia pensou nisso e sentiu um aperto no cora??o. ficou perturbada. Olivia manteve a sua express?o fria e disse a Vicente: ¡°Senhor Fontes, o senhor me enviou de prop¨®sito ao Grupo Griera para fr Daniel sobre a parceria?¡± ¡°Sim, eu te disse desde o in¨ªcio, eu te enviei intencionalmente, porque voc¨º estava atrasado, isso foi um castigo para voc¨º.¡± admitiu o Senhor Fontes sem rodeios. ¡°N?o ¨¦ s¨® por isso, n¨¦? Voc¨º ¨¦ amigo do Daniel e sabe sobre mim e ele¡­¡± ¡°O que tem voc¨º e ele?¡± Vicente interrompeu, perguntando. Olhando para uma express?o confusa. Olivia parou, hesitou por um momento e disse: ¡°Nada.¡± Vicente estava realmente usando a r??o d Daniel para alcan?ar uma parceria o Grupo Griera. s¨® entendeu agora que tinha ca¨ªdo no jogo de Vicente. Mas a r??o d Daniel n?o era p¨²blica nem ra, e n?o podia fr sobre isso; mesmo que quisesse confrontar Vicente, n?o tinhao justificar. Ele poderia simplesmente fingir ignorancia e deix¨¢ sem pvras. deveria dizer a ele que e Daniel tinham um rcionamento amoroso? ¡°N?o fique zangada, eu s¨® estava criando uma oportunidade para voc¨º e o Daniel se aproximarem, pode confiar em mim, isso n?o vai se repetir. O Grupo Fontes ¨¦ afortunado por ter voc¨º. Daqui para frente, dedique¨Cse ao trabalho, sem pensar demais.¡± Vicente percebeu que Olivia estava irritada e, com um sorriso, pediu desculpas e admitiu que ao pedir para Olivia ir ao Grupo Griera, ele tinha suas pr¨®prias inten??es. A raz?o principal, na verdade, era o desejo de que Olivia e Daniel passassem mais tempo juntos. As inten??es de Daniel para Olivia eram ras para qualquer um que tivesse olhos para Cap铆tulo 649 Cap¨ªtulo 649 Nunca tinha visto o Daniel t?o interessado em uma mulher. Quando Olivia descobriu que Vicente a tinha usado, ficou realmente furiosa, mas ele pediu desculpas pessoalmente, o que fez que a raiva em seu cora??o diminuisse um pouco. Sem dizer mais nada, se virou e saiu do escrit¨®rio. De volta ¨¤ s das secret¨¢rias, Vit¨®ria se aproximou imediatamente, perguntando: ¡°E ent?o, o Sr. Fontes falou alguma coisa voc¨º?¡± Olivia ainda estava zangada, Vicente realmente n?o prestava, t¨ªpico amigo do Daniel, nenhum deles era bom! disse irritada: ¡°O que ele teria dito sobre mim? Espero que ele nunca mais consiga fechar uma parceria, que se engasgue a ¨¢gua e tropece at¨¦ em ch?o no!¡± Vit¨®ria ficou em sil¨ºncio¡­ Admirava a coragem de Olivia em xingar o presidente e, silenciosamente, ergueu o polegar para . ¡°Atchim!¡± Vicente, que estava no escrit¨®rio trabalhando, de repente espirrou. Esfregou o nariz, confuso: ¡°Ser¨¢ que estou a ficar constipado, ou ¨¦ febre vindo?¡± Ele estendeu a m?o para checar sua testa: ¡°N?o estou febre. Ent?o, algu¨¦m deve estar fndo de mim.¡± Pensando em quem poderia ser, Vicente n?o p?de deixar de rir e bn?ou a cabe?a. ¨¤ tarde, quando o hor¨¢rio de trabalho acabou. Olivia chegou em casa, abriu a porta e viu algu¨¦m sentado no sof¨¢. se assustou no in¨ªcio, ficando totalmente desperta, pensando que um estranho tinha entrado em sua casa. Mas ent?o a pessoa se virou e, ao reconhecer que era Teresa, os olhos de.Olivia se arregram de surpresa: ¡°M?e, voc¨º voltou!¡± caminhou rapidamente at¨¦ o sof¨¢ e sentou¨Cse aodo de Teresa, olhando para alegria. Teresa parecia um pouco cansada, mas estava animada. assentiu a cabe?a: ¡°Voltei.¡± Olivia segurou seus ombros, examinando¨Ca: ¡°Voc¨º est¨¢ magoada? Eles n?o fizeram nada voc¨º, n?o ¨¦?¡± Teresa falou alguma falta de energia: ¡°N?o, ¨¦ s¨® que eu n?o consegui me acostumar ¨¤ 1/2 17:02 Capitulo 649 ¡°Vou cozinhar agora mesmo.¡± Olivia se levantou apressada, foi para a cozinha ee?ou a preparar a comida. Fritou dois ovos e fez uma sopa, o arroz no fog?o el¨¦trico ficou pronto em meia hora. e Teresa sentaram¨Cse ¨¤ mesa,endo e conversando. ¡°M?e,o voc¨º voltou de repente? Foi libertada temporariamente ou est¨¢ tudo resolvido?¡± Olivia estava curiosa, estava pensando emo provar a inoc¨ºncia de Teresa. ¡°Eles disseram que a investiga??o foi esrecida, que eu fui presa injustamente, ent?o me soltaram. Olivia, voc¨º se esfor?ou muito.¡± Teresa, que sempre teve uma personalidade forte, parecia ter tido uma grande rev??o, fndo Olivia de maneira significativa. Sem a aspereza dos velhos tempos. A m?o de Olivia os pauzinhos hesitou um pouco, confusa a situa??o. tinha procurado Francisco ontem, esperando que ele ajudasse a investiga??o, mas ele a recusou. Ainda n?o tinha pensado em um no melhor para encontrar provas da inoc¨ºncia de Teresa. O que estava acontecendo afinal? This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Ser¨¢ que Francisco tinha investigado secretamente? Mas se ele n?o tinha concordado em ajud¨¢, por que iria se envolver de repente? Seria Daniel? Foi Daniel quem pediu a Francisco para investigar? N?o era imposs¨ªvel, na noite anterior, Daniel e Francisco se encontraram e foram at¨¦ a copa para conversar. A m?o de Olivia os palitos estava um pouco r¨ªgida, um sentimento indescrit¨ªvel em seu cora??o. ¡°N?o fique a¨ª parada, vamoser.¡± Teresa colocouida no prato de Olivia: ¡°Quando poderemos ir ver as crian?as? Estou saudades ds.¡± Havia uma tristeza na voz de Teresa, um anseio palp¨¢vel. Cap铆tulo 650 Cap¨ªtulo 650 Ol¨ªvia voltou a si e olhou para a sua m?e. A m?e tinha passado dois dias na deten??o, mas parecia que tinham sido dois anos. Os cabelos embranqueceram bastante, at¨¦ o rosto parecia muito mais envelhecido, e o mais importante, a sua antiga confian?a, que costumava ser dominante e rodeada de felicidade vibrante, desaparecera. Erao se tivessem sugado sua energia vital, deixando¨Ca ap¨¢tica. Uma dor surgiu no cora??o de Ol¨ªvia, a alegria trazida pelos filhos n?o era apenas d, mas de toda a fam¨ªlia. Os quatro filhos enchiam a casa de vida e agita??o, especialmente Iria, sempre t?o animada. De repente, todos os quatro filhos j¨¢ n?o estavam mais em casa, deixando o ambiente ainda mais vazio, eo n?o se sentir desda a aus¨ºncia de Teresa, que adorava a agita??o? Ol¨ªvia tamb¨¦m estava a sofrer. Embora tivessem provado a inoc¨ºncia de Teresa e tivesse sido libertada, Ol¨ªvia n?o sabia se Daniel ainda permitiria que vissem as crian?as. Naquele dia, na fam¨ªlia Griera, Daniel, sem piedade, mandou¨Ca embora, dizendo que n?o merecia nenhum dos filhos. Essas pvras significavam que n?o poderia mais ver as crian?as? Ol¨ªvia n?o tinha coragem de perguntar. Provoc¨¢¨Clo poderia ter consequ¨ºncias terr¨ªveis, e hoje j¨¢ tinha sentido isso. ¡°M?e, descanse por alguns dias. No s¨¢bado, veremos se podemos visitar as crian?as¡°, Ol¨ªvia consolou. Teresa concordou um aceno de cabe?a. No dia seguinte, Ol¨ªvia foi trabalharo de costume. Vicente organizava uma reuni?o todos e, a meio, teve que sair. ¡°Ol¨ªvia, venhaigo.¡± Vicente levou Ol¨ªvia da s de reuni?es para o escrit¨®rio e disse uma express?o s¨¦ria: ¡°Eu vou ao funeral da av¨® Griera e preciso de um panhante. Se voc¨º quiser virigo, eu a levarei. Se n?o quiser, levarei Vit¨®ria.¡± No dia anterior, ele n?o tinha sido ro, mandando Ol¨ªvia fr Daniel sobre o contrato, e Ol¨ªvia percebeu as suas inten??es e ficou irritada. 1/2 17:02 Capitulo 650 Hoje, ele simplesmente lhe disse a verdade: se quisesse ir, iria; se n?o, n?o haveria press?o. O funeral da av¨® Griera¡­ Ol¨ªvia estava muito abda, h¨¢ poucos dias av¨® Griera estava bem, ajudando Daniel, repreendendo o Velho Sr. Griera e olhando carinhosamente para as crian?as a brincarem. sempre quis que Daniel tivesse filhos, para poder ajudar a cri¨¢¨Clos, porque adorava crian?as. tinha acabado de se reunir os pequenos e, em poucos dias, av¨® Griera faleceu. Pensando nisso, Ol¨ªvia sentia um peso no cora??o. Embora o Velho Sr. Griera sempre tivesse sido hostil a Ol¨ªvia, av¨® Griera sempre foi gentil e am¨¢vel . Ol¨ªvia tamb¨¦m queria se despedir d. Ol¨ªvia respondeu a Vicente: ¡°Eu vou.¡± ¡°¨®timo, troque por uma roupa preta e venhaigo¡°, disse Vicente, antes de se dirigir ao vesti¨¢rio do escrit¨®rio para trocar de roupa. Ol¨ªvia n?o tinha roupas pretas prontas, ent?oprou um conjunto em uma loja no t¨¦rreo do pr¨¦dio da empresa e se trocou. No cemit¨¦rio. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Muitas pessoaspareceram ao funeral, incluindo amigos do Velho Sr. Griera, amigos de av¨® Griera em vida, empres¨¢rios que cboravam a fam¨ªlia Griera, e fam¨ªlias nobres que tinham r??es com a fam¨ªlia Griera, todos estavam presentes. O c¨¦u estava coberto por uma leve chuva. Olivia estava aodo de Vicente, segurando um guarda¨C chuva para ele. Na frente do t¨²mulo, Daniel e o Velho Sr. Griera estavam na linha de frente, Bruno segurava um guarda¨Cchuva para Daniel, e a governanta da Casa Antiga dos Griera para o Velho Sr. Griera. O Velho Sr. Griera segurava a urna funer¨¢ria de av¨® Griera, seu rosto envelhecido estava imerso em tristeza, seus olhos turvos cheios de l¨¢grimas, e sua voz rouca e tr¨ºm dizia: ¡°Lu¨ªsa, j¨¢ t¨ªnhamos marcado a data para celebrar nosso septuag¨¦simo anivers¨¢rio de casamento,o voc¨º pode ter coragem de partir assim?¡± Cap铆tulo 651 WhatsApp Cap¨ªtulo 651 Daniel passou a m?o pelo ombro do Velho Sr. Griera, consndo¨Co em sil¨ºncio. O Velho Sr. Griera enxugou as l¨¢grimas dos olhos, baixou a cabe?a e deu um leve beijo na urna funer¨¢ria: ¡°Lu¨ªsa, voc¨º v¨¢ na frente, espere por mim l¨¢, na pr¨®xima vida, ainda seremos marido e mulher, n?o se esque?a.¡± O Velho Sr. Griera e a av¨® Griera tinham casado por arranjo familiar quando jovens, mas o amor entre eles era grande, e juntos enfrentaram a vida, envelhecendodo ado. O Velho Sr. Griera era um exemplo entre os homens, dedicou sua vida inteira ¨¤ av¨® Griera e a tratava com imenso carinho. Sabendo que tinha uma doen?a card¨ªaca, e cuidava d carinho e paci¨ºncia. gostava de usar vestidos estilo cheongsam, ent?o ele mandou que Daniel criasse um departamento de design na empresa, especializado em cheongsams, e escolheu o melhor modelo para oferecer a av¨® Griera. Consciente de sua fr¨¢gil sa¨²de, ele antecipou a celebra??o das bodas de tina, desejando dar ¨¤ av¨® Griera umaemora??o feliz epleta. Mas o destino n?o quis assim, e mesmo a data antecipada, av¨® Griera n?o conseguiu esperar pelo anivers¨¢rio. Essa foi a maior tristeza no cora??o do Velho Sr. Griera.This text is ? N?velDrama/.Org. Todos podiam sentir a dor do Velho Sr. Griera, e uma atmosfera de tristeza e mncolia se espalhou com a chuva fina. O Velho Sr. Griera colocou a urna da av¨® Griera na sepultura e erigiu a l¨¢pide. Todose?aram a realizar os rituais de luto, inclinando¨Cse em respeito. Olivia, sendo secret¨¢ria do Vicente, estava ao seudo, segurando um guarda¨Cchuva para ele e inclinava¨Cse em un¨ªssono ¨¤ medida que ele o fazia. Depois a cerim?nia, Olivia sentiu um olhar sobre . seguiu sua intui??o e encontrou os olhos ambar de Sergio. Ele n?o evitou, olhando tristemente para , seu rosto gentil encharcado p chuva, adicionando um tom mnc¨®lico e desamparado. A chuva, embora leve, era suficiente para molhar o cabelo e as roupas. Todos seguravam guarda¨C chuvas, exceto ele, que estava desprotegido. Ele estava aodo de Nat¨¢lia, mas o seu olhar estava fixo n. Vendo¨Co assim, Olivia sentiu uma dor inexplic¨¢vel brotar em seu cora??o. Mas fingiu n?o notar, desviando o olhar para outro lugar. 1/2 17:02 Capitulo 651 j¨¢ tinha deixado ro para Sergio que n?o havia mais possibilidade entre eles, pedindo que ele encontrasse algu¨¦m mais adequado. Ele teria um futuro mais brilhante ¨¤ sua espera. Se cedesse, iria prejudic¨¢¨Clo. A cerim?nia de enterro terminou rapidamente e os convidadose?aram a ir embora. Olivia se preparou para sair Vicente e, ao se virar, n?o viu a pedra atr¨¢s d e trope?ou, quase caindo para frente. ¡°Cuidado!¡± Uma voz preocupada e urgente soou, e um par de m?os fortes agarrou o bra?o de Olivia, impedindo¨Ca de cair. Olivia levantou a cabe?a e viu Sergio, que de alguma forma tinha chegado ao seudo. Seu cora??o deu um pequeno pulo, mas rapidamente retirou o bra?o de suas m?os e disse distancia educada: ¡°Obrigada.¡± ¡°De nada, aqui est¨¢ seu guarda¨Cchuva.¡± O guarda¨Cchuva havia ca¨ªdo quando trope?ou, e Sergio o pegou, entregando¨Co a . Olivia estava prestes a aceitar quando viu Daniel, parado um pouco atr¨¢s de Sergio, um olhar sombrio e frio fixo n. Ao encontrar aqueles olhos negros profundos, o cora??o de Olivia se apertou, sua pele se contraiu involuntariamente, e n?o ousou estender a m?o. A m?o de Sergio, segurando o guarda¨Cchuva, permaneceu suspensa no ar. Vicente tamb¨¦m viu Daniel ao longe e sentiu a intensidade de seu olhar. Rapidamente, ele pegou o guarda¨Cchuva das m?os de Sergio, desculpando¨Cse: ¡°Desculpe. Eu deveria ter segurado o guarda¨Cchuva. Como posso deixar uma mulher segur¨¢¨Clo? Secret¨¢ria Souza, voc¨º est¨¢ bem?¡± ele perguntou a Ol¨ªvia. Olivia desviou o olhar e baixou as p¨¢lpebras, bn?ando a cabe?a: ¡°Estou bem.¡± ¡°Que bom, eu segurarei o guarda¨Cchuva. Tenha cuidado o caminho, olhe para a frente.¡± Vicente segurou o guarda¨Cchuva para e para si mesmo, alertando Olivia a andar ¨¤ frente. ¡°N?o tenho guarda¨Cchuva, voc¨º n?o se importa se eu entrar, certo?¡± Sergio aproximou¨Cse rapidamente, posicionando¨Cse aodo de Olivia, caminhando ao passo d. Cap铆tulo 652 Cap¨ªtulo 652 Havia apenas um guarda¨Cchuva, e Vicente o segurava, enquanto Olivia caminhava no meio, Sergio bem pr¨®ximo a , t?o perto que s¨® assim evitavam a chuva. Quando Olivia andavado ado ele, os seus ombros se ro?aram acidentalmente, prendeu a respira??o, olhou involuntariamente para odo e encontrou os olhos profundos e negros de Daniel. sentiu um arrepio percorrer seu corpo, e seu cora??o batia de formal irregr. retirou o olhar timidamente, sem coragem de olhar para ele novamente. ¡°O que voc¨º viu?¡± A voz suave de Sergio soou ao seudo, trazendo um tom mnc¨®lico naquele ar ¨²mido e nebuloso. Olivia n?o se atreveu a olhar para tr¨¢s, mantendo¨Cse focada ¨¤ frente e disse baixinho: ¡°N?o vi nada.¡± ¡°Sergio, venha aqui, eu tenho um guarda¨Cchuva extra, n?o faz sentido tr¨ºs pessoas se apertarem assim,¡± disse Velho Sr. Griera, aproximando¨Cse e puxando Sergio para perto, entregando¨Clhe um guarda¨Cchuva. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Com isso, Velho Sr. Grieran?ou um olhar severoo o de um falc?o para Olivia. Aquele olhar era definitivamente hostil. Olivia sentiu seu cora??o falhar uma batida; sabia que Velho Sr. Griera a desaprovava. n?o disse nada e continuou a caminhar Vicente. Sergio aceitou o guarda¨Cchuva do Velho Sr. Griera relutancia, observando Olivia se afastar um olhar triste. A chuva fina ca¨ªa, molhando as suas grossas sobrancelhas, escorrendo ps suas longas pestanas, e, por fim, pingando nos seus olhos, deslizando ps p¨¢lpebras. Por um momento, era dif¨ªcil distinguir se era chuva ou l¨¢grimas. Vicente levou Olivia at¨¦ o seu carro, abrindo a porta para . Quando estava prestes a entrar, uma m?o grande subitamente segurou a porta, fechando¨Ca e bloqueando o seu caminho. Olivia olhou surpresa, encontrando o rosto coberto de geada de Daniel, e prendeu a respira??o. ¡°Meu carro est¨¢ ali, entre e sente¨Cse,¡± disse Daniel uma voz grave, sem dar espa?o para discuss?o. Havia muitas pessoas que ainda n?o tinham sa¨ªdo ap¨®s o funeral, todas foram para a ¨¢rea do estacionamento, tantos olhos observando, Olivia n?o queria entrar no carro dele. ¡°Eu preciso de voltar ao trabalho, pegar o carro do Sr. Fontes est¨¢ bom, ¨¦ mais conveniente,¡± disse Olivia. 1/2 17:03 Cap¨ªtulo 652 O olhar profundo de Daniel se voltou para Vicente. Vicente rapidamente disse: ¡°Agora o expediente j¨¢ acabou, os funcion¨¢rios est?o livres. Olivia, eu tenho outrospromissos e n?o te posso levar, v¨¢ o carro do Sr. Daniel.¡± Dito isto, Vicente entrou no carro, ligou o motor e partiu. Olivia: ¡°¡­¡± Sr. Fontes, isso ¨¦ trai??o, tratar assim um funcion¨¢rio? Olivia viu o carro de Vicente a afastar¨Cse, voltando ¨¤ realidade, encontrou o olhar sombrio de Daniel. Era intimidador. Fazendo que respirasse dificuldade, sem mais raz?es para recusar, se virou em sil¨ºncio e caminhou em dire??o ao carro de Daniel. entrou no carro, e Daniel tamb¨¦m entrou, sentando¨Cse aodo d. O espa?o confinado do carro parecia ainda mais apertado. Olivia instintivamente se moveu para odo, tentando n?o ficar t?o perto dele. O olhar intenso de Daniel estava sobre , e em seguida, a jan do carro desceu, isndo a frente do ve¨ªculo do resto. Olivia sentiu seu cora??o tremer, percebendo o perigo iminente. ¡°Estava preocupada que voc¨º n?o tivesse espa?o suficiente,¡± explicou Olivia timidamente. ¡°Me¨´ traseiro ¨¦ t?o grande assim?¡± Daniel perguntou em retorno, uma voz baixa e maizante. Uma frase que poderia ser engra?ada, mas que, vinda dele, carregava uma autoridade impl¨ªcita. Olivia queria rir, mas n?o conseguia. ¡°N?o ¨¦ isso, sou eu que tenho um traseiro grande, ocupo mais espa?o,¡± respondeu Olivia rapidamente, tentando evitar que ele pensasse que o estava desprezando. Cap铆tulo 653 Cap¨ªtulo 653 Daniel baixou o olhar at¨¦ aos seus quadris: ¡°¨¦ mesmo? P sensa??o ao toque, n?o senti absolutamente nada.¡± Olivia: ¡°¡­¡­¡± corou instantaneamente,n?ando um olhar involunt¨¢rio para a frente, preocupada que o motorista ¨¤ frente pudesse ouvir, o que seria muito embara?oso e vergonhoso. Felizmente, Daniel abaixou imediatamente o divisor, isndo o espa?o dianteiro do traseiro. A divis¨®ria tinha um bom ismento ac¨²stico; as pessoas na frente provavelmente n?o ouviriam. Mas as piadas de duplo sentido de Daniel eram ditas tanta seriedade e de forma t?o inesperada que Olivia ficou sem defesas por um momento. ¡°Senhor Griera, por favor,porte¨Cse,¡± Olivia disse um rosto vermelho e quente. ¡°O que voc¨º imaginou? Isso n?o ¨¦ s¨¦rio? Precisa de um contato f¨ªsico para ser considerado s¨¦rio, hmm?¡± Daniel virou o rosto d em sua dire??o, olhando¨Ca profundamente seus olhos negros e intensos, seu rosto s¨¦rio e impass¨ªvel; aqueles olhos t?o profundos quanto o mar, misteriosos e insond¨¢veis, n?o deixavam transparecer seus pensamentos. Olivia, no entanto, percebeu a raiva nele. For?ada a encar¨¢¨Clo, sentia¨Cse inquieta,o se Daniel fosse um grande felino e , um ratinho. Ele era seu predador natural, que a capturou, mas, em vez de devor¨¢ imediatamente, brincava , torturando¨Ca mentalmente. ¡°N?o ¨¦ isso, eu n?o quis dizer isso, s¨® queria sentar aqui tranqumente,¡± disse Olivia, This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. nervosa. Ontem, no escrit¨®rio dele, n?o conseguiu conter o seu temperamento e enfrentou¨Co, j¨¢ tendo sofrido as consequ¨ºncias. Agora, mesmo que se sentisse injusti?ada e irritada, n?o ousava confront¨¢¨Clo diretamente. A menos que n?o se importasse as consequ¨ºncias. ¡°¨¦ mesmo? N?o a vi usando o guarda¨Cchuva direito, nem evitando contato as pessoas enquanto caminhava.¡± A polpa do polegar de Daniel acariciava suavemente o queixo d, a ¨¢spera sensa??o t¨¢til era perigosamente provocante. Seu h¨¢lito frio e poderoso batia em seu rosto, fazendo o cora??o de Olivia disparar. Ent?o era por isso; percebeu que algo estava errado a aura ao redor dele. Olivia explicou, panico: ¡°Foi sem querer, o guarda¨Cchuva era t?o pequeno, est¨¢vamos andando juntos, aconteceu de esbarrar¡­¡± 1/2 17:03 Cap¨ªtulo 653 ¡°N¨®s?¡± A voz de Daniel era fria e o levantar de sua entona??o sinalizava sua f¨²ria. ¡°Ele ¨¦ t?o importante para voc¨º assim?¡± A presen?a de Daniel tornava¨Cse cada vez mais fr¨ªa, e seus olhos negros tornavam¨Cse densos e indecifr¨¢veis. ¡°N?o ¨¦ assim, eu s¨® usei uma express?o¡­¡± Olivia bn?ava os c¨ªlios, seus olhos piscavam, olhando para o belo rosto de Daniel t?o pr¨®ximo, temia uma humilha??oo a do dia anterior. ¡°Voc¨º sabe o que significa uma express?o?¡± Daniel retrucou, aproximando seu rosto do d, sussurrando em seu ouvido sua respira??o gda, perigosa e cortante: ¡°Eu conhe?o a sua profundidade, voc¨º conhece o meuprimento, isso ¨¦ uma express?o, entende?¡± O rosto de Olivia esquentouo se estivesse em chamas, e sua mente ficou em branco, os olhos arregdos. Daniel advertiu: ¡°Desta vez eu te perdoo, mas se acontecer novamente, voc¨º sabe o que vai acontecer.¡± Dito isso, ele a soltou e sentou¨Cse ereto,o se nada tivesse acontecido, uma dignidade e imposi??o terr¨ªveis. Enquanto isso, Olivia estava o rosto vermelho, e sua mente parecia ter sido atingida por um raio, em um caos total. Respira??o pesada, cora??o batendo r¨¢pido. Incapaz de se acalmar. Foi ent?o que percebeu que se Daniel quisesse puni, ele n?o precisaria levantar um dedo; apenas algumas pvras seriam suficientes para deix¨¢pletamente desorientada. Que capital tinha para enfrent¨¢¨Clo? Confront¨¢¨Clo era apenas procurar sua pr¨®pria destrui??o. A ¨²nica maneira de evitar ou sobreviver seria obedecer. Quando o carro parou, Olivia percebeu que estavam na Vi Serenidade. Por que Daniel a teria levado ¨¤ Vi Serenidade? Cap铆tulo 654 Cap¨ªtulo 654 Daniel saiu do carro e Olivia permaneceu sentada, im¨®vel. Ele parou e olhou para olhos sombrios: ¡°N?o vai sair?¡± ¡°Est¨¢ quase anoitecendo, quero ir para casa.¡± Olivia disse, ainda assustada p intimida??o e press?o que Daniel havia exercido sobre durante a viagem de carro, que quase the causou um ataque card¨ªaco. Se entrasse ele na Vi Serenidade, sabia que n?o conseguiria dormir naqu noite. A lembran?a das experi¨ºncias anteriores a apavorava. Sua garganta mal se tinha recuperado e s¨® agora e?ava a se sentir menos debilitada. ¡°N?o quer ver as crian?as?¡± Daniel perguntou sua voz grave e profunda, fixando¨Ca o olhar. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Olivia estava dividida; ro que queria ver os filhos, pensava neles a todo momento, mas uma vez dentro da Vi Serenidade, n?o teria mais controle sobre a situa??o. Franziu a testa, pensou melhor e abriu a porta do carro para descer. Mesmo que decidisse n?o ir at¨¦ a Vi Serenidade, a decis?o n?o seria d. Por que hesitar em ver os filhos? Ao entrar na Vi Serenidade, no sal?o, os filhos estavam sentados em f no sof¨¢, rostinhos tristes, ramente descontentes, enquanto os empregados tentavam de todas as formas anim¨¢¨Clos. Mas eles simplesmente n?o conseguiam ficar animados. ¡°Senhorita Souza, a senhora chegou.¡± F¨¢bio a saudou cordialmente. Os quatro pequenos viraram¨Cse de uma vez, e ao avistarem Olivia, seus olhinhos brilharamo estrs no c¨¦u noturno, iluminando seus rostos antes amargurados sorrisos radiantes. Vozes infantis e docese?aram a chamar, uma ap¨®s a outra. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± Os pequeninospetiam para sair do sof¨¢ e correram em dire??o a Olivia as suas perninhas curtas, seus sorrisos resndecenteso girass¨®is ¨¢o sol. Vendo a cena, o cora??o de Olivia se encheu de alegria. se agachou e abriu os bra?os para 1/2 17:03 Capitulo 654 receber seus pequenos tesouros. Um a um, eles se atiraram nos seus bra?os, e Olivia, incapaz de suportar o peso,e?ou a cair para tr¨¢s, pensando que iria rr no ch?o abra?ada aos seus pequenos. No entanto, um bra?o forte e firme a segurou ps costas, estabilizando seu corpo. Olivia olhou para tr¨¢s e viu a figura alta e imponente de Daniel. Sem ter tempo para agradecer, segurou os rostinhos ador¨¢veis de seus filhos e deu um grande beijo em cada um. O cheiro doce de leite era avassdor, uma sensa??o maravilhosa. ¡°Meus amores, mam?e sentiu tanto a vossa falta.¡± Olivia disse os olhos marejados. ¡°Mam?e, n¨®s tamb¨¦m sentimos sua falta.¡± Heitor disse aodo d, sua doce inoc¨ºncia. ¡°Mam?e, pedimos ao papai para nos levar at¨¦ voc¨º, mas ele se recusou e disse que est¨¢vamos desobedecendo. Mam?e, ele n?o entendeo sentimos sua falta.¡± Joel remou um biquinho, seus olhos inocentes brilhando l¨¢grimas. ¡°¨¦ verdade, papai disse que mam?e ¨¦ a vil?, mas ele ¨¦ que ¨¦ o vil?o. Papai ¨¦ mau, n?o nos deixou ver voc¨º.¡± Iria acusou, fazendo bico. In¨ºsn?ou um olhar t¨ªmido para Daniel, que,o uma grande ¨¢rvore, estava parado atr¨¢s de Olivia, e baixou a cabe?a sem dizer nada. Olivia for?ou um sorriso em seus l¨¢bios, sentindo um cfrio interno; parecia que apenas as suas quatro pequenas crian?as tinham a aud¨¢cia de fr mal de Daniel na sua cara. Cap铆tulo 655 Cap¨ªtulo 655 H¨¢ dois dias, Daniel estava convencido de que fora Teresa a empurrar a av¨® Griera, causando a morte d, por isso sentia um ¨®dio profundo e n?o permitia que visse as crian?as. Hoje, ele deixou que as visse, talvez n?o conseguisse resistir ¨¤ insist¨ºncia ds, para al¨¦m de ter descoberto que a morte da av¨® Griera n?o estava rcionada Teresa. Olivia fez for?a as pernas para se levantar, mas era dificil devido ¨¤ falta de for?a. De repente, sentiu uma m?o forte apoiando suas costas e ajudando¨Ca a levantar. Olivia olhou para tr¨¢s rapidamente e viu Daniel. ¡°Obrigada¡°, disse . ¡°Mam?e, papaiprou muitos brinquedos para mim, vou te mostrar. S?o tantos!¡± Iria, que tinha acabado de remar do pai, logo se esqueceu epartilhava alegremente seus novos brinquedos com Olivia. A pequena m?o d puxava Olivia em dire??o ao seu quarto. ¡°Eu tamb¨¦m, papai meprou muitos Ultramans, grandes e pequenos, eu amei!¡°, Joel exibia entusiasmo. Heitor, sua fofura habitual, disse: ¡°Eu ganhei mais dois tablets.¡± Olivia acenou a cabe?a e perguntou suavemente para In¨ºs, que estava t¨ªmida aodo de suas pernas: ¡°E voc¨º, In¨ºs? O que papaiprou para voc¨º?¡± In¨ºs olhou timidamente para Daniel e, ao ver que ele estava calmo, disse uma voz fraca: ¡°Papai me deu o quarto antigo do quintal¡­¡± Olivia ficou surpresa, Daniel tinha dado o quarto inteiro de antiguidades para In¨ºs? Isso significava que todas as antiguidades l¨¢ dentro agora pertenciam a In¨ºs? Que generoso! ¡°Algumas das pinturas antigas e ceramicas est?o danificadas, vou consert¨¢s aos poucos para praticar¡°, disse In¨ºs os olhos cheios de esperan?a. As antiguidades quebradas seriam suficientes para aprender at¨¦ crescer. Olivia ficou um pouco surpresa e gentilmente bagun?ou o cabelo de In¨ºs: ¡°Sim, conserte¨Cas calma e pratique, nossa In¨ºs ser¨¢ uma excelente restauradora de antiguidades no futuro.¡± sentia um pouco de culpa, afinal, tinha sido a danificar aqus antiguidades. N?o esperava que os itens que quebrou acidentalmente se tornassem objetos de pr¨¢tica para In¨ºs. ¡°In¨ºs assentiu alegremente, e os seus olhos inocentes brilhavam. ¡°Mam?e, vou te mostrar os meus brinquedos¡°, disse Iria, segurando a m?o de Olivia e 1/2 16:38 Capitulo 655 levando¨Ca at¨¦ ao seu quarto cor¨Cde¨Crosa de princesa. ¡°Olha, mam?e, todos esses s?o meus brinquedos¡°, disse Iria, apontando para uma pilha de brinquedos na mesa, saltitanteo um anjinho. Entre os brinquedos, havia ursos de pel¨²cia, bonecas da Barbie e caixas de m¨²sica que brilhavam, al¨¦m de um objeto que parecia um porquinho, mas Olivia n?o sabia o que era. Percebendo a confus?o de Olivia, Iria correu at¨¦ l¨¢, pegou o porquinho de pl¨¢stico rosa e, bn?ando seu corpinho rechonchudo, correu at¨¦ Olivia e disse, olhando para cima: ¡°M?e, veja, isso ¨¦ uma m¨¢quina de bolhas. Assim que eu aperto aqui, as bolhas aparecem¡°. Iria pressionou o bot?o da m¨¢quina de bolhas, fazendo que as bolhas coloridas voassem pelo ar. ¡°Uau, bolhas! Eu quero estourar as bolhas!¡°, os outros tr¨ºs pequenos vieram pndo e esticaram suas m?ozinhas para estourar as bolhas uma a uma. Os pequenos se divertiam alegremente diante d, e Olivia observava essa cena calorosa um sorriso satisfeito nos l¨¢bios. Uma bolha maior veio flutuando em dire??o a Olivia. estava prestes a estour¨¢ quando Joel correu at¨¦ l¨¢, pulou de excita??o e estourou a bolha suas m?ozinhas. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Na emo??o, ele trope?ou e esbarrou em Olivia, fazendo¨Ca dar um passo para tr¨¢s. n?o percebeu a pessoa que se aproximava por tr¨¢s e acabou se chocando contra um peitorgo e firme: Seu cora??o deu um pulo o impacto. Daniel envolveu¨Ca seus bra?os, seu olhar escuro encontrando os olhos surpresos de Olivia. ¡°Desculpa, n?o foi de prop¨®sito¡°, disse Olivia, tentando se afastar, mas os bra?os fortes de Daniel a apertaram, mantendo¨Ca contra seu peito. Os olhos negros dele oscram suavemente, fixando¨Ca profundidade. O impacto a fez bater bem no cora??o de Daniel,o se todo o seu ser tivesse colidido a for?a do cora??o dele, e sentiu uma sensa??o estranha dentro d. Cap铆tulo 656 Cap¨ªtulo 656 Olivia percebeu que o olhar de Daniel sobre era demasiado intenso, ningu¨¦m sabia melhor do que o que aquele olhar significava. s¨® tinha esbarrado contra ele sem querer, n?o era para ele ter reagido assim. n?o quis arriscar, girou rapidamente o corpo, saindo dos bra?os dele, um olhar evasivo e indeciso: ¡°As crian?as est?o brincando bolhas de sab?o, vou me juntar a s.¡± Ap¨®s fr apressadamente, se juntou ¨¤ brincadeira das crian?as, evitando olhar para Daniel. Para , a presen?a de Daniel naquele espa?o era um perigo. Daniel ficou em sil¨ºncio, observando um olhar profundo a alegr¨ªa desenfreada dos quatro pequenos e um grande dentro de casa. Na hora do jantar, Olivia e Daniel sentaram¨Cse de umdo, enquanto os quatro pequeninos ocuparam odo oposto da mesa. Iria estava a deliciar¨Cse, segurando a colher de forma desajeitada, enchendo a boca aida, colherada por colherada. At¨¦ In¨ºs, que normalmente n?o gostava deer, estava se deliciando aida. F¨¢bio, ao ver que as crian?as estavam terminando, serviu¨Clhes maisida e exmou um suspiro: ¡°Esses dias as crian?as mal tocaram naida, mas desde que a Srta. Souza chegou, s est?o aer t?o bem, voc¨º deveria vir mais vezes.¡± Olivia hesitou por um momento, olhando inconscientemente para Daniel, se poderia vir mais vezes dependia dele. Ao ouvir que as crian?as mal estavamendo nos ¨²ltimos dias, um sentimento de dor surgiu no cora??o de Olivia. Ser¨¢ que eles sentiram tanto a sua falta a ponto de perderem o apetite? se lembrou de quando e as crian?as se separaram na Casa Antiga de Griera. Na despedida, In¨ºs chorou tanto que se tornou uma imagem de l¨¢grimas, e os pequenos n?o queriam que fosse embora. No entanto, Daniel era frio e insens¨ªvel, ordenando ao motorista que a levasse embora. nem teve a chance de se despedir adequadamente das crian?as ou dizer a s que voltaria para v¨ºs. Talvez fosse por causa da separa??o apressada e repentina que as crian?as estavam medo, pensando que nunca mais a veriam, e por isso n?o conseguiamer. Com esses pensamentos, uma dor aguda atravessou o cora??o de Olivia. No futuro, jamais se separaria das crian?as dessa forma novamente. Se tivesse que partir, explicaria ramente para s que voltaria, para que pudessem ficar tranqus. Danielia seu bife de forma elegante e distinta, sem olhar para tr¨¢s para Olivia, mas Capitulo 656 sentindo seu olhar. Sua voz grave e baixa disse: ¡°Voc¨º pode vir sempre que quiser.¡± This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Ao ouvir isso, o cora??o ansioso de Olivia se encheu de alegria. Olhando para as crian?as um sorriso carinhoso, lhes disse: ¡°Meus amores, quando estiverem com o papai, voc¨ºs precisam seportar bem e n?o deixem deer, sen?o v?o ficar doentes e a mam?e vai ficar muito triste. Mam?e est¨¢ trabalhando agora, mas vir¨¢ ver voc¨ºs de vez em quando. Voc¨ºs sempre ser?o os pequenos tesouros da mam?e, o amor e a dor de cabe?a da mam?e. Mam?e nunca vai esquecer de voc¨ºs. Entenderam?¡± As crian?as temiam n?o ver mais a m?e porque n?o se sentiam seguras. Olivia disse isso para lhes dar a entender que nunca as deixaria para tr¨¢s. Para lhes dar seguran?a. Assim, s n?o temeriam perder algo t?o precioso a ponto de n?o conseguiremer. ¡°Mam?e, por que voc¨º n?o pode morar conosco?¡± perguntou Heitor, angustiado. Eles cresceram aodo da m?e e dependiam mais d do que sentiam desejo pelo pai. Heitor realmente n?o entendia por que, por terem um pai, n?o podiam estar a m?e. ¡°Sim, mam?e, venha morar conosco, por favor. Voc¨º n?o precisa se preocupar, n?o vamospetir com voc¨º pelo pai, deixaremos o papai dormir voc¨º e n?o vamos dormir voc¨º.¡± disse Joel, bn?ando a cabe?a vigorosamente, apoiando a dera??o de Heitor. Ao ouvir isso, o rosto de Olivia ficou vermelho de calor. F¨¢bio, que estava junto ¨¤ mesa pronto para servir a qualquer momento, tamb¨¦m ficou envergonhado ao ouvir isso e desviou o olhar, afastando¨Cse discretamente. Iria continuou ap¨®s Joel: ¡°Eu sei, se a mam?e e o papai dormirem juntos, eles podem nos dar um irm?ozinho ou irm?zinha!¡± Olivia: Cap铆tulo 657 Capitulo 657 Como as coisas ficam cada vez mais absurdas ¨¤ medida que fmos. As crian?as dizem o que pensam sem filtros, mas n?o deveriam dizer mais nada. Olivia olhou para Daniel o rosto ardente de calor, e justo naquele momento, ele a olhava intensamente. Por um instante, os olhares de ambos se encontraram,o se fa¨ªscas voassem pelo ar. Isso fez que o cora??o de Olivia se derretesse, sua respira??o parasse e, assustada, baixasse a cabe?a rapidamente, sem coragem de olhar para ele novamente. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. As crian?as continuaram tagarndo e, o olhar intrigante e sombrio de Daniel, Olivia se sentiu t?o desconfort¨¢vel que desejou desaparecer no ch?o. ¡°Mam?e est¨¢ envergonhada, parem de fr,¡± disse Heitor sua voz infantil, assumindo a postura de irm?o mais velho ao educar seus irm?os mais novos. Na verdade, Heitor malpreendia as coisas dos adultos, mas vendo o desconforto de sua m?e, ele soube que estava envergonhada. Joel e Iria trocaram um olhar confuso e olharam para Olivia, confirmando que o seu rosto estava t?o vermelho quanto o de uma ma??. Iria riu uma voz que lembrava sinos de prata e disse: ¡°Mam?e realmente est¨¢ envergonhada, seu rosto est¨¢ vermelhoo uma ma??. Hoje eu dei um beijo em um menino da minha sse, e ele ficou o rosto t?o vermelho quanto o da mam?e.¡± A voz de Iria era doce e infantil. Olivia e Daniel olharam para ao mesmo tempo, Daniel ramente nervoso. Olivia, inquieta, perguntou: ¡°Iria, em qual menino da sse voc¨º deu um beijo?¡± Daniel tamb¨¦m olhou fixamente para Iria, uma seriedadeo se algu¨¦m estivesse prestes a raptar sua filha. Iria inclinou a cabe?a, pensativa, e disse: ¡°Um menino chamado Thiago, ele ¨¦ bem branquinho, parece um coelhinho, muito fofo. O rosto dele ¨¦o gtina, eu queria muito dar uma mordida, ent?o eu o beijei.¡± Iria, essa pequena gulosa¡­ Olivia estava nervosa e impotente, acreditando que a amizade entre crian?as era pura, mas as crian?as j¨¢ estavam quase cinco anos, ent?o deveriae?ar a prestar mais aten??o a essas coisas. Como todos os pais, Olivia temia que a sua filha sofresse alguma desvantagem, especialmente por ser uma menina. Com paci¨ºncia e ternura, Olivia disse: ¡°Iria, voc¨º ¨¦ uma menina e ele ¨¦ um menino, n?o se 1/2 Capitulo 657 deve beijar assim, est¨¢ bem? Voc¨ºs podem brincar juntos, mas devem manter uma distancia segura. E tamb¨¦m, pensar em morder outras pessoaso se fossem gtina n?o ¨¦ educado. Se voc¨º quiser gtina, diga ¨¤ mam?e que eupro para voc¨º.¡± ¡°Papai vaiprar! Qualquer gtina que voc¨º quiser, eupro,¡± disse Daniel de repente. Seu tom e express?o eram extremamente s¨¦rios. Olivia olhou para ele curiosa, percebendo ent?o que seus olhos estavam t?o tensos quanto os d, ou at¨¦ mais. Iria, seus grandes olhos brilhantes, olhou confusa e perguntou: ¡°Por que n?o posso beijar? Isso faz beb¨ºs?¡± Olivia ficou constrangida; as crian?as s?o inocentes e curiosas, n?o entendem nada ainda. Joel, rapidamente, tomou a pvra: ¡°Voc¨º s¨® tem beb¨ºs quando dorme, beijar n?o faz beb¨º. Certo, mam?e? Voc¨º e papai dormiram juntos e ent?o n¨®s nascemos.¡® Olivia: ¡°¡­¡­¡± Como a conversa voltou para e Daniel? Olivia estava t?o constrangida que quase podiae?ar a escavar a mesa, sem coragem de olhar para Daniel. Daniel, por sua vez, falou: ¡°Beijar e dormir juntos s?o coisas perigosas. Meninos e meninas devem manter uma distancia segura. Quando voc¨ºs crescerem um pouco mais, v?o entender. Iria, da pr¨®xima vez que voc¨º quiserer algo, faleigo ou o Sr. F¨¢bio, n?o pode sair beijando os meninos sem pensar. Entendeu?¡± Daniel sentiu uma sensa??o de criseo se estivesse prestes a perder um agasalho. Essa ¨¦ uma sensa??o que s¨® se tem ao se tornar pai. Cap铆tulo 658 Cap¨ªtulo 658 Daniel olhava seriamente para Iria, uma express?o grave e uma seriedade impec¨¢vel, seus olhos escuros a fixavam intensidade. At¨¦ mesmo Olivia sentiu a seriedade do ambiente, e uma tens?o nervosa se espalhou. n?ou um olhar para Daniel e cuidadosamente voltou sua aten??o para Iria. A menina fazia beicinho seu rosto cheinho, parecendo um peixinho dourado, inocente e confusa, mas era obediente, respondendo a Daniel uma voz infantil: ¡°Eu entendi, papai n?o est¨¢ bravo, vou te dar um morango.¡± Com suas m?ozinhas rechonchudas, pegou um morango do prato, estendeu seu bracinho curto e o ofereceu a Daniel por cima da mesa. Sua express?o meiga e encantadora, seus grandes olhos brilhantes, era suficiente para derreter o cora??o de qualquer um. A raiva em Daniel se dissipava um pouco, at¨¦ mesmo sua aura mais cortante se suavizava. Aceitando o morango que Iria lhe oferecia, ele disse: ¡°Papai n?o fica chateado, desde que voc¨º entenda.¡± ¡°Hum¨Chum,¡± acenou Iria, bn?ando a cabe?a intensamente, a imagem de obedi¨ºncia, muito parecida com o pequeno casaco de algod?o do papai. Olivia observava a cena, surpresa a descoberta de que Daniel tinha essed¨® gentil as crian?as. se lembrou de quando ele disse que n?o gostava de crian?as porque n?o tinha paci¨ºncia. Naqu ¨¦poca, ao ouvir essas pvras, se sentiu aterrorizada, temendo que Daniel descobrisse a exist¨ºncia das crian?as e as tomasse para si, tratando¨Cas mal. Por isso, fez de tudo para esconder e proteger as crian?as, para que Daniel n?o descobrisse. Agora, vendo a paci¨ºncia e at¨¦ mesmo o amor paternal que ele tinha ps crian?as, Olivia sentia¨Cse confortada. Ser¨¢ que a fofura das crian?as curou o cora??o de Daniel, que n?o gostava de crian?as? Enquanto Olivia ponderava, Daniel voltou seu olhar para In¨ºs, queia em sil¨ºncio, e uma voz baixa e magn¨¦tica, a aconselhou: ¡°In¨ºs, voc¨º tamb¨¦m deve,o menina, manter uma distancia segura dos meninos, entendeu?¡± In¨ºs timidamente levantou os olhos,n?ou um olhar t¨ªmido para Daniel, depois baixou a cabe?a novamente e acenou levemente, sua voz infantil e baixa, concordou: ¡°Eu entendi, papai.¡± Embora sua voz fosse suave, aqu ¨²ltima pvra ¡°papai¡± foi ouvida por Daniel. 1/2 16:39 Capitulo 658 O som doce de sua voz chamando por ¡°papai¡± atingiu o cora??o de Danielo um toque de algod?o, macio e quente. Antes de ter filhos, ele nunca tinha sentido isso. Oliviaia, um sorriso nos l¨¢bios, sentindo¨Cse tocada e aliviada ao observar os quatro filhos ¨¤ sua frente. Ao ver que as crian?as estavam vivendo bem na Vi Serenidade e que Daniel n?o s¨® n?o os iodavao os enchia de carinho, Olivia se sentia tranqu. ¨¤ noite, depois de ajudar as crian?as a tomar banho as outras empregadas, Olivia se preparava para colocar Iria e In¨ºs na cama, porque Heitor e Joel, ap¨®s ouvirem o que Daniel havia dito, pareciam ter amadurecido de repente, dizendo que eram meninos e que precisavam manter uma distancia segura da m?e e das irm?s. Os dois pequenos foram para seus quartos depois do banho, dormiram obedientemente sem precisar que a m?e os embsse ou contasse hist¨®rias. Olivia pensou que, sendo Iria e In¨ºs meninas, n?o podia recusar a embal¨¢s para dormir. pegou um livro de hist¨®rias, pronta para ler, quando Iria empurrou¨Ca suavemente sua m?ozinha fofa e disse uma voz doce e melosa: ¡°Mam?e, eu consigo dormir sozinha, v¨¢ ficar o papai. Ele precisa que voc¨º o fa?a dormir.¡± Olivia respondeu: ¡°Seu pai ¨¦ adulto, ele n?o precisa que eu o embale. Voc¨ºs ainda s?o pequenas, n?o tem problema a mam?e embr voc¨ºs.¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°N?o ¨¦ isso,¡± disse Iria, ¡°Quando a mam?e n?o est¨¢ aqui, o papai n?o consegue dormir, fica trabalhando no escrit¨®rio ¨¤ noite. N¨®s pedimos para ele nos levar at¨¦ a mam?e, mas ele n?o quer, ele precisa que voc¨º o embale, s¨® um pouquinho. Quando eu fico chateado, tamb¨¦m ¨¦ s¨® um pouquinho e j¨¢ passa.¡± Os olhos grandes e brilhantes de Iria olhavam seriamente para Olivia, fndo muita seriedade e preocupa??o: Olivia ficou surpresa por um momento, Iria estava pedindo para ir embr Daniel? Daniel, um homem t?o forte, precisaria d para isso? ¡°Mam?e, v¨¢ r¨¢pido, v¨¢ ficar o papai para dormir, eu consigo dormir sozinha,¡± Iria disse novamente, empurrando Olivia suavemente sua m?ozinha. O movimento era leve e suave, totalmente incapaz de impulsionar a for?a de Olivia. Cap铆tulo 659 Capitulo 659 Mas Olivia ainda assim saiu da cama e, uma voz suave, disse a Iria: ¡°Ent?o eu vou sair, durma bem, boa noite.¡± ¡°Boa noite, mam?e.¡± Iria disse docemente, cobrindo¨Cse o edredom, multo obediente. Olivia apagou a luz para , techou a porta e foi at¨¦ o quarto de In¨ºs. Ao entrar, viu que In¨ºs j¨¢ estava dormindo. O pequenino corpo d, descansando sozinha na cama repleta de tons de roxo, dor de forma t?o tranqu e doce. Com movimentos cuidadosos e silenciosos, Olivia entrou no quarto, cobriu¨Ca o edredom e saiu do quarto, apagando a luz. Afastando¨Cse dos rostos inocentes e ador¨¢vels das crian?as, Olivia sentiu uma onda de tristeza e os olhose?aram a umedecer. Nesse instante, percebeu de repente que suas pequenas js realmente haviam crescido, bastaram apenas alguns dias longe da m?e parae?arem a se tornarem independentes. Antes, s precisavam de hist¨®rias para dormir, precisavam que as acalmasse para que pudessem adormecer. Agora, conseguem dormir rapidamente sozinhas nas suas camas. Antes, pensava que sem , as crian?as seriam incapazes e n?o se adaptariam. Quando eram mais novas, dormiam na mesma cama, um agrupamento feliz, aconchegante e ador¨¢vel. Mas em poucos dias, cada uma estava em seu pr¨®prio quarto, sem necessidade de serem embdas ou de ouvirem hist¨®rias para terem um sono doce e tranquilo. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Na verdade, era , a m?e, que n?o conseguia ficar longe das crian?as, e n?o os filhos que n?o conseguiam ficar longe d. Seus quatro amores estavam crescendo sem parar. sentiu uma mistura de alegria e mncolia. Olivia respirou fundo, afastou a tristeza do cora??o e decidiu ir embora. As crian?as estavam dormindo e n?o havia sentido em continuar ali. Quando estava prestes a chegar ¨¤ porta, uma figura alta e esguia surgiu ao seudo, bloqueando o seu caminho. Olivia quase bateu no peito do homem, mas parou a tempo, levantou os olhos e encontrou os olhos negros e profundos de Daniel, fazendo seu cora??o tremer: ¡°Voc¨º me assustou, voc¨º n?o faz barulho ao caminhar?¡± ¡°Para onde vai?¡± Daniel perguntou um olhar intenso. Olivia desviou o olhar um pouco evasiva e disse: ¡°Fll ell you ver se o motorista ainda est¨¢ no Capitulo 659 carro.¡± ¡°Ele j¨¢ foi embora h¨¢ muito tempo.¡± ¡°Oh, ent?o voc¨º pode mandar algu¨¦m me levar para casa?¡± perguntou Olivia, esperan?osa, ¡°O que voc¨º acha?¡± Daniel retrucou. Antes que Olivia pudesse responder, seu pulso foi agarrado e Daniel a levou escada acima sem hesitar. Olivia apressou os passos para panh¨¢¨Clo, sentindo¨Cse ansiosa, mas sem conseguir pedir que ele a soltasse. Ele j¨¢ tinha avisado no carro que, se ousasse resistir novamente, arcaria as consequ¨ºncias. Chegando ao quarto, Daniel a fez sentar¨Cse na cama e n?o se afastou; ao contr¨¢rio, o corpo alto aproximou¨Cse mais d: ¡°O que voc¨º quer fazer no meio da noite, voltando para casa?¡± Olivia recuou assustada, a presen?a imponente e dominante dele fez o seu cora??o bater de forma irregr. ¡°Eu tenho que trabalhar amanh?, preciso de descansar,¡± respondeu, tentando manter a calma. ¡°Voc¨º n?o pode descansar aqui?¡± a voz grave dele carregava um tom perigoso. Olivia estava extremamente nervosa e disse hesitante: ¡°Daniel, voc¨º disse, homens e mulheres devem manter uma distancia segura¡­¡± Capitulo 660 Cap铆tulo 660 Cap¨ªtulo 660 Daniel olhou os seus olhos escuros ligeiramente surpresos, e ent?o um sorriso leve surgiu nos seus l¨¢bios: ¡°Eu estou a fr sobre as crian?as, voc¨º ¨¦ uma?¡± Olivia, os cilios tremendo e nervosa, engollu em seco antes de dizer: ¡°Eu n?o sou uma crian?a, mas sou uma mo?a¡­¡± ¡°Minha mulher, eu n?o posso tocar?¡± Daniel ergueu o queixo d seu indicador, for?ando¨Ca a olhar em seus olhos cheios de panico: ¡°Seja sensata, ou farei que voc¨º n?o consiga sair da cama amanh?.¡± O cora??o de Olivia falhou uma batida, quase morrendo de medo as pvras dele, e rapidamente assentiu: ¡°Eu entendi, eu n?o vou embora, eu vou dormir aqui.¡± Somente ent?o Daniel se mostrou satisfeito, levantou¨Cse e foi para o banheiro. Em breve, o som da ¨¢gua ecoou de dentro do banheiro. Olivia olhou inconscientemente em dire??o ao banheiro e viu, atrav¨¦s do vidro fosco, uma figura alta se movendo, pele cor de trigo, at¨¦ mesmo atrav¨¦s do vidro era evidente que ele era bem constru¨ªdo e imponente. Olivia prendeu a respira??o e rapidamente desviou o olhar para n?o ver mais. deitou¨Cse na cama, tentando n?o prestar aten??o aos sons vindos do banheiro. Porque s¨® de ouvir a ¨¢gua, era f¨¢cil ter pensamentos impr¨®prios. A imagem era realmente proibida. Depois de quanto tempo n?o sabia, a porta do banheiro se abriu e Daniel se aproximou, deitou¨Cse na cama e seu peito quente tocou as costas d. O corpo de Olivia congelou, n?o ousou a mover¨Cse. O peito do homem estava esculpido, rec¨¦m¨Csa¨ªdo do banho, ainda vapor d¡¯¨¢gua, misturando uma for?a imponente,o se estivesse prestes a prar nos poros de Olivia, preenchendo seu sangue com seu cheiro. Olivia permaneceu im¨®vel, pensando que isso a pouparia de qualquer dificuldade. O bra?o longo de Daniel se estendeu e a abra?ou, e as suas m?os n?o estavam paradas. Um trov?o explodiu na mente de Olivia e o rme soou, fazendo¨Ca virar¨Cse imediatamente, e disse a ele, envergonhada e irritada: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo!¡± ¡°Estou fome.¡± A voz baixa de Daniel era enevoada vapor d¡¯¨¢gua, sedutora e perigosamente atraente. O cora??o de Olivia encolheu-se e rapidamente recuou: ¡°Estou cansada, quero dormir, pode parar de me iodar?¡± ¡°Isso vai depender do seuportamento.¡± Os olhos profundos de Daniel a examinavam, tranquilos e intimidadores,o um le?o selvagem esperando por sua presa na selva, 1/2 16:39 Capitulo 669 elegante e extremamente perigoso, Olivia apertou o len?ol, fazendo¨Co ficar amassado, a sobrancelha franzida, olhando cautelosamente para o homem na frente d. Ele disse que depender do seuportamento, mas o que deveria fazer para satisfaz¨º¨Clo? Para delx¨¢ em paz? T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Todo o controle que ele tinha sobre agora era porque ele ainda estava interessado em seu corpo. Ele n?o a deixaria em paz at¨¦ que se cansasse d, certo? Olivia pensou assim, e ent?o se lembrou subitamente do que Velho Sr. Griera tinha dito. Ele disse que Daniel consideraria casar¨Cse . Por causa das crian?as, para dar¨Clhes umrpletol Ser¨¢ que ele realmente consideraria casar¨Cse ? ¡°Foi voc¨º quem pediu a Francisco para investigar e limpar o nome da minha m?e, n?o ¨¦?¡± Olivia de repente disse, sem sabero mais seportar para satisfaz¨º¨Clo. s¨® podia mudar de assunto. Daniel permaneceu em sil¨ºncio, seus olhos escuros ainda a examinavam. Olivia j¨¢ tinha a resposta em seu cora??o: ¡°Obrigada. N?o sei se voc¨º pensou sobre isso, mas n¨®s dois nos casarmos e formarmos uma fam¨ªliapleta seria uma boa escolha. Assim eu poderia passar todos os dias as crian?as.¡± Olivia disse isso intencionalmente, querendo saber a verdadeira opini?o dele. Ser¨¢ que ele realmente havia pensado em se casar ? Depois de fr, parou e olhou para ele olhos ros e atentos. Seus olhos escureceram ainda mais, tornando¨Cse insond¨¢veis,o um imenso v¨®rtice que poderia sugar at¨¦ mesmo a alma de Olivia. Cap铆tulo 661 Cap¨ªtulo 661 *Al¨¦m de oferecer ¨¤s crian?as umrpleto, quais s?o os outros benef¨ªcios?¡± A voz grave de Daniel Griera perguntou. Olivia Souza lutou para manter seu cora??o tranquilo diante do olhar perturbador dele, respondendo: ¡°Voc¨º n?o precisa de procurar mais uma esposa e eu n?o tenho de viver de mudan?a em mudan?a. Uma situa??o ganha¨Cganha, n?o ¨¦o se estiv¨¦ssemos apenas compartilhando as despesas.¡± Compartilhando as despesas? Os olhos profundos de Daniel de repente se tornaram severos. Seu ar todo se tornou frio, sua express?o facial ficou tensa, sem nenhuma temperatura quando ele disse ¡°Voc¨º ainda n?o entendeu seu lugar. A posi??o de Sra. Griera ¨¦ algo que qualquer mulher pode desejar, menos voc¨º.¡± O olhar esperan?oso de Olivia de repente se desfez em desapontamento, e seu cora??o parec¨ªa ser esmagado por uma pedra, pesado e dolorido. Ap¨®s um breve momento de desilus?o, deu um sorriso ir¨®nico e despreocupado: ¡°Entendi. Me perdoe por n?opreender os pensamentos do Sr. Griera e n?o conseguir te satisfazer. Vamos dormir, tenho que trabalhar amanh?.¡± Assim que se deftou, seu corpo foi puxado de volta, e Olivia soltou um grito surpreso. No segundo seguinte, Daniel se virou, pressionando¨Ca sob seu corpo. Voc¨º est¨¢ errada, voc¨º pode me satisfazer.¡± Voc¨º mmm¡­. Olivia estava em p¨¢nico, prestes a fr, mas seus l¨¢bios foram sdos, sua respira??o roubada. Dodo de fora da jan, as sombras das ¨¢rvores oscvam suavemente, e no quarto, a luz De manh?, o sol se infiltrava ps cortinas, iluminando o rosto de Olivia na cama, fazendo sua pele alva brilharo um ovo descascado. O calor do sol acordou Olivia, que levantou a m?o para bloquear a luz, franzindo levemente as sobrancelhas e abrindo os olhos, que se fecharam novamente, desacostumados ¨¤ ridade. Depois de se acostumar, abriu os olhos e olhou para odo, a outra metade da cama j¨¢ estava vazia: Daniel j¨¢ se tinha levantado. As imagens da noite anterior passaram por sua mente, fazendo Olivia se sentar rapidamente. O cobertor desizou de seu corpo, revndo marcas ras e escuras. Olivia prendeu a respira??o e rapidamente puxou o cobertor para cobrir¨Cse. Com era apar¨ºncia desgrenhada, se levantou, foi ao banheiro, tomou banho, vestiu¨Cse e desceu as escadas. Capitulo 661 Na mesa de caf¨¦ da manh?, n?o estava l¨¢ ningu¨¦m. F¨¢bio se aproximou respeitosamente e disse: ¡°Srta. Souza, o caf¨¦ da manh? est¨¢ pronto, por favor, sirva¨Cse.¡± This text is ? N?velDrama/.Org. Olivia perguntou: ¡°E as crian?as?¡± ¡°Eles acordaram cedo e os quatro pequenos queriam subir e te procurar, mas quando souberam que voc¨º e o Sr. Daniel ainda estavam dormindo,eram quietinhos e foram para a esc.¡± F¨¢bio rtou um sorriso nos l¨¢bios, ramente afei?oado ¨¤s crian?as. Desde que os quatro pequenos se mudaram para a Vi Serenidade, a vi ganhou muita alegria. F¨¢bio sentia que o tempo no trabalho passava mais r¨¢pido. Olivia se sentiu um pouco confusa, os pequenos, que geralmente n?o se importavam nada, come?aram a evitar iod¨¢ e Daniel de manh?. Um pouco envergonhada, acenou a cabe?a e foi at¨¦ a mesa de jantar,endo rapidamente o caf¨¦ da manh?. Depois deer, F¨¢bio a panhou at¨¦ odo de fora do p¨¢tio, onde o motorista j¨¢ estava ¨¤ espera para lev¨¢ ao trabalho. Felizmente, o motorista de Vi Serenidade estava dispon¨ªvel; caso contr¨¢rio, Olivia teria se atrasado novamente. Chegando ¨¤ s da secret¨¢ria, era exatamente nove horas, conseguiu bater o ponto a tempo! N?o estava atrasada, Olivia suspirou aliviada, ¡°Olivia, voc¨º j¨¢ tomou caf¨¦ da manh?, certo?¡± Vit¨®ria Moraes se aproximou. Ol¨ªvia acenou a cabe?a: ¡°Sim, j¨¢i.¡± ¡°Prepare¨Cse, vamos panhar o Sr. Fontes ¨¤ f¨¢brica da Tologia Ser¨¦lia Ltda. para entregar mat¨¦rias¨Cprimas de produ??o de celres.¡± Vit¨®ria terminou de fr e, curiosa, perguntou: ¡°Estranho, voc¨º n?o tinha falhado na negocia??o o Grupo Griera, certo? Como ¨¦ que a Tologia Ser¨¦lia Ltda., uma empresa de eletr?nicos do Grupo Griera, aceitou o nosso pedido?¡± Cap铆tulo 662 Cap¨ªtulo 662 Ao ouvir a d¨²vida de Vit¨®ria, Olivia desviou o olhar, baixou os c¨ªlios e sorriu levemente, dizendo: ¡°Talvez seja o Sr. Fontes que conseguiu outro neg¨®cio.¡± Foi ent?o que Vit¨®ria se deu conta: ¡°Verdade, o Sr. Fontes ontem at¨¦ foi ao funeral da av¨® do Sr. Griera do Grupo Griera, ele tem uma boa r??o o Sr. Griera. Um pequeno acordo desses, ele agindo, certamente ser¨¢ bem¨Csucedido.¡± Olivia esbo?ou um sorriso e disse: ¡°¨¦ verdade.¡± ¡°Por fr nisso, eu realmente n?o conhecia a Grupo Griera. Noe?o, pensei que eles n?o produziam eletr?nicos e, portanto, n?o tinham uma f¨¢brica. N?o deveria ter duvidado do discernimento do Sr. Fontes, fazer parceria o Grupo Griera ¨¦ a melhor op??o.¡± Vit¨®riamentou ter questionado anteriormente a decis?o de Vicente Fontes. chegou a pensar que,o o Grupo Griera n?o fabricava produtos eletr?nicos, a parcer¨ªa seria apenas para encontrar um intermedi¨¢rio e que o Grupo Griera teria que procurar outras f¨¢bricas. Qu?o limitada era sua vis?o. *Por fr nisso, esse Sr. Griera ¨¦ realmente incr¨ªvel. Ele adquiriu uma empresa de eletr?nicos h¨¢ dois meses, a TS Ltda. Agora, a coopera??o o Sr. Fontes, a f¨¢brica dessa empresa pode produzir telefones para a Grupo Fontes.¡± Vit¨®ria continuava fndo enquanto organizava os documentos. ¡°Melhor voc¨º se apressar, vamos partir em breve.¡± Vit¨®ria apressou. ¡°Certo.¡± Olivia rapidamentee?ou a organizar os documentos na sua mesa de trabalho.This text is ? N?velDrama/.Org. As voltas que o mundo d¨¢, Daniel adquiriu a empresa de Sergio Griera e agora usava a empresa de Sergio para produzir telefones para ele. ¨¦o dormir a namorada de algu¨¦m e depois fazer voc¨º chamar essa namorada de cunhada, qual ¨¦ a diferen?a? Pensando nisso, Olivia sentiu um cfrio, sentindo pena de Sergio e de si mesma. Lamentava apenas a imprevisibilidade da vida. Olivia, Vicente e Vit¨®ria chegaram ¨¤ f¨¢brica de tologia eletr?nica da TS Ltda., onde os trabalhadores estavam descarregando mat¨¦ria¨Cprima dos caminh?es. Vicente guiou Olivia e Vit¨®ria numa visita ¨¤ f¨¢brica. Como era o Grupo Fontes que produzia e entregava a mercadoria, qualquer problema teria que ser assumido pelo Grupo Fontes. Portanto, os equipamentos e a qualidade da f¨¢brica tinham que estar em conformidade. Embora confiasse em Daniel, Vicente era cauteloso e gostava de verificar tudo pessoalmente 1/2 16:40 Capitulo 662 para ter certeza. O gerente da f¨¢brica estava mostrando as inst??es para Vicente, enquanto Olivia e Vit¨®ria caminhavam atr¨¢s. Ao passarem por uma oficina, uma m?o estendeu¨Cse de repente e agarrou o bra?o de Olivia, puxando¨Ca para odo. Olivia ficou chocada e estava prestes a gritar quando uma voz masculina familiar e s¨¦ria sOOL ¡°Olivia, sou eu.¡± Olivia olhou atentamente e percebeu que era Sergio. suspirou aliviada e perguntou confusa: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqu¨ª?¡± Enquanto fva, olhou para a frente e viu que Vicente e Vit¨®ria, que ainda n?o tinham notado seu desaparecimento, continuavam caminhando. Sergio estava parado em frente a uma m¨¢quina, ele agarrou o bra?o de Olivia e a puxou para odo da m¨¢quina. Diante da pergunta de Olivia, Sergio respondeur ¡°Esta era a minha antiga f¨¢brica, vim dar uma olhada. Estou nejando abrir um mercado, n?o queria cborar o Grupo Griera, mas n?o esperava que Vicente ainda assim concedesse a eles o contrato.¡± Sergio falou, franzindo levemente as sobrancelhas grossas. Nos neg¨®cios, ele n?o queria envolver¨Cse Daniel Assimo n?o queria que Olivia tivesse qualquer r??o Daniel, mas no final o resultado o deixou desconsdo e impotente. Como Olivia poderia n?o entender os pensamentos de Sergio? consolou¨Co, dizendo: ¡°O Grupo Fontes desta vez teve um motivo especial, a f¨¢brica foi fechada porque a qualidade n?o estava de acordo. Daqui a uma semana, vai reabrir, ent?o no futuro voc¨º estar¨¢ trabalhando a Grupo Fontes, n?o a Grupo Griera.¡± Sergio, cheio de paix?o, estava pronto para re?ar um novo empreendimento, e Olivia estava muito feliz por isso. Capitulo 663 Cap铆tulo 663 Cap¨ªtulo 663 n?o queria v¨º¨Clo recuar e desistir da carreira que tanto esfor?o estava prestes a iniciar. ¡°Voc¨º acha que eu deveria continuar?¡± perguntou Sergio, olhando seriamente para Olivia, pedindo a sua opini?o. Olivia acenou a cabe?a: ¡°ro. Esta ¨¦ uma nova fase em sua vida, assimo eu desejo a voc¨º e Marina um futuro feliz.¡± De repente, Sergio segurou a m?o d emo??o e disse: ¡°Olivia, n?o h¨¢ nada entre mim e Marina, a ¨²ltima vez foi apenas um jantar¡­¡± This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Ele tamb¨¦m pensou em desistir de Olivia ee?ar de novo outra pessoa. Ele tinha dado uma chance a Marina, acreditando que ao passar tempo , poderia esquecer Olivia e gostar de Marina. Inclusive, na ¨²ltima vez que viu Olivia jantando Daniel, ele fez quest?o de andar bem pr¨®ximo a Marina, para provar a Olivia que podia re?ar. Mas ele descobriu que n?o podia. Ele n?o conseguia esquecer Olivia, n?o podia deix¨¢ para tr¨¢s, e muito menos gostar de Marina, nem sequer fingir. Desistir de Olivia erao tirar um peda?o do seu cora??o, t?o doloroso que ele n?o podia suportar. N?o desistir, pelo menos, lhe dava esperan?a. Olivia percebeu a emo??o e a paix?o em sua m?o e, o cora??o quase parando, imediatamente retirou a m?o da dele e desviou o olhar: ¡°Sergio, por favor, Marina ¨¦ uma boa pessoa, voc¨º deve valoriz¨¢. Eu tenho que ir.¡± Dito isso, se virou para sair. Ao virar¨Cse, o movimento exp?s parte de seu pesco?o, e Sergio vislumbrou marcas de beijos abaixo dele. Os olhos de Sergio ficaram doloridos e tremendo levemente, seu cora??o ficou ainda mais estimdo. Ele apertou os punhos, seu corpo tremendo, os olhos vermelhos de raiva. ¡°Olivia, onde voc¨º estava? Eu olhei para tr¨¢s durante algum tempo e n?o te vi,¡± Vit¨®ria sussurrou, vendo¨Ca passar rapidamente. Desatenta, Olivia respondeu: ¡°Fui ao banheiro.¡± ¡°Ah, estamos prestes a almo?ar, voc¨º pode reservar o restaurante? Guarde a nota fiscal, a empresa vai reembolsar,¡± disse Vit¨®ria. ¡°Certo,¡± respondeu Olivia, caminhando para fora da f¨¢brica. Capitulo 663 Chegando na porta, olhou para tr¨¢s em dire??o ¨¤ m¨¢quina onde Sergio estava antes, mas ele j¨¢ n?o estava l¨¢. Seu olhar varreu a f¨¢brica toda, mas Sergio n?o estava em lugar algum. Ele provavelmente tinha ido embora. Olivia baixou os c¨ªlios e saiu da f¨¢brica. estava vivendo uma nova vida e realmente esperava que Sergio pudesse deixar o passado para tr¨¢s ee?ar de novo. Isso seria melhor para ambos. Se Daniel descobrisse que e Sergio se encontraram, ele ficaria chateado novamente. A raiva de Daniel afetaria tanto quanto Sergio. n?o queria que o novo empreendimento de Sergio fosse destru¨ªdo por Daniel, nem queria ver novamente a brutalidade terr¨ªvel de Daniel contra . Olivia reservou um restaurante nas proximidades da f¨¢brica e, ao meio¨Cdia, Vicente, o gerente da f¨¢brica e alguns respons¨¢veis almo?aram juntos. Depois do almo?o, Vicente levou Olivia e Vit¨®ria de volta ¨¤ empresa. ¨¤ tarde, enquanto Olivia se preparava para ir ao escrit¨®rio de Vicente para fazer um rt¨®rio de trabalho. De repente, um pequeno pacote saiu correndo do escrit¨®rio e bateu na perna de Olivia, exmando em voz alta: ¡°Ai.¡± Cap铆tulo 664 Cap¨ªtulo 664 Olivia abaixou a cabe?a e olhou para o pequeno rapaz, um menino gorducho um rostinho redondo e macio, lembrando uma gtina sabor leite. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Com uma voz suave, Olivia disse: ¡°Meu querido, n?o machucou a cabecinha, n?o ¨¦? Deixa¨Cme fazer uma massagem.¡± Dizendo isso, estendeu a m?o e afagou gentilmente a cabe?a delicada do menino. Ele parecia ter uns quatro ou cinco anos de idade, mais ou menos da mesma idade que seu pr¨®prio tesouro em casa. O pequeno fixou seus olhos castanhos em Olivia curiosidade, sem se mover, deixando que continuasse acariciando sua pequena cabe?a, sentindo uma afinidade inexplic¨¢vel a tia ¨¤ sua frente. ¡°Thiago, eu disse para voc¨º correr devagar, voc¨º esbarrou em algu¨¦m, n¨¦?¡± Vicente Fontes saiu do escrit¨®rio, puxou o menino que estava aodo de Olivia para perto dele uma express?o s¨¦r¨ªa e um ar de repreens?o. Ao ouvir Vicente chamar seu nome, Olivia olhou curiosa para o menino. Ele se chama Thiago? Ontem, Iria mencionou que tinha beijado um menino chamado Thiago. Disse que o rosto dele erao uma gtina. A apar¨ºncia do menino ¨¤ sua frente correspondia exatamente ¨¤ descri??o de Iria. Ser¨¢ que Iria tinha beijado este menino? ¡°Maninho, foi sem querer. Tia, me desculpe,¡± disse o pequeno um olhar arrependido e, em seguida, pediu desculpas a Oliviao um verdadeiro cavalheiro. Olivia sorriu gentilmente, voltando a si: ¡°N?o foi nada, est¨¢ tudo bem.¡± ¡°Voc¨º veio sozinho? E o seu pai?¡± Vicente perguntou ao menino. ¡°Papai me trouxe at¨¦ aqui e depois voltou para casa,¡± disse Thiago, co?ando sua cabecinha. Vicente bn?ou a folha de prova que tinha em m?os e suspirou: ¡°Voc¨º tirou apenas nove na prova de ingl¨ºs?¡± Em uma prova de cem pontos, o rapaz s¨® tinha conseguido apenas nove! E mais, ele chegou ao escrit¨®rio segurando essa prova. A inten??o de seu tio mais novo n?o poderia ser mais ra, deixar Vicente cuidar do sobrinho enquanto ele se divertia. Vicente estava sem pvras e se sentia impotente. Afinal, o que ele poderia fazer se tinha um tio t?o irrespons¨¢vel? 16:40 Cap¨ªtulo 664 ¡°A prova estava muito dif¨ªcil, eu n?o sabia muitas pvras,¡± disse Thiago timidamente, co?ando a cabe?a. ¡°Ent?o voc¨º volta e pede para o seu pai te ajudar,¡± Vicente disse, segurando a m?o do menino, preparando¨Cse para lev¨¢¨Clo de volta. Thiago segurou o batente da porta, relutante em sair: ¡°Papai disse que voc¨º ¨¦ muito bom em ingl¨ºs e quer que voc¨º me ajude os erros.¡± ¡°Esse meu tio realmente¡­¡± Vicente levou a m?o ¨¤ testa, sabendo que seu t¨ªo estava tentando engan¨¢¨Clo. ¡°Vou ser honesto voc¨º, meu ingl¨ºs tamb¨¦m n?o ¨¦ bom e tenho muitos outros trabalhos a fazer. Que tal assim, eu encontro algu¨¦m para te ajudar os estudos?¡± disse Vicente, mudando o olhar para Olivia. Olivia encontrou o seu olhar astuto e se sentiu confusa por um momento. Seus olhos brilharam ligeiramente: ¡°Por que est¨¢ olhando para mim?¡± ¡°Secret¨¢ria Souza, ajudar um pouco de ingl¨ºs deve ser uma tarefa f¨¢cil para voc¨º. Portanto, hoje e amanh?, sua principal tarefa ser¨¢ explicar e analisar esta prova para que Thiago entenda onde errou. N?o h¨¢ problema, certo?¡± Vicente passou a prova para . Olivia olhou para a prova marcada um vermelho nove, pensando que n?o seria nada dif¨ªcil ajudar uma crian?a ingl¨ºs. Quando estava na universidade, conseguiu o certificado de profici¨ºncia em ingl¨ºs no primeiro ano. Ajudar uma crian?a do jardim de infancia ingl¨ºs seria f¨¢cil para . Al¨¦m disso, esse menino se chama Thiago, ¨¦ colega de sua filha Iria e ¨¦ o menino que Iria beijou; Iria deve gostar muito dele. Ajudando¨Co a li??o de casa, tamb¨¦m poderia conhec¨º¨Clo melhor e estar atenta! A preocupa??o de uma m?e nunca termina. Pensando assim, Olivia aceitou a prova que Vicente entregou, concordando: ¡°Est¨¢ bem, Sr. Fontes.¡± ¡°Ok, leve¨Co para o seu escrit¨®rio para ajudar a li??o. Quando terminar, traga¨Co para o meu escrit¨®rio.¡± Vicente disse, empurrando Thiago para odo de Olivia, e depois entrou no escrit¨®rio. Olivia segurou a m?o do pequeno e entrou no escrit¨®rio ele. Ao avistar as crian?as, Vit¨®ria, movida p curiosidade, dirigiu¨Cse a Olivia algumas perguntas. Cap铆tulo 665 Cap¨ªtulo 665 Ol¨ªvia disse que era prima de Vicente e que a ajudaria a li??o de ingl¨ºs, Vit¨®ria n?o perguntou mais nada. Era prima do Sr. Fontes, ajudar a li??o era uma quest?o de trabalho. Ol¨ªvia pensou originalmente que o n¨ªvel de ingl¨ºs de uma crian?a do jardim de infancia n?o seria dif¨ªcil. Mas s¨® ao ver o exame percebeu que o seu conhecimento era limitado. A dificuldade desse exame de ingl¨ºs era maior do que quando fez o exame para o n¨ªvel intermedi¨¢rio. Se fosse a fazer esse teste, talvez nem chegasse a tirar 9! As crian?as do jardim de infancia j¨¢ est?o a ser pressionadas desta maneira? Ol¨ªvia olhava fixamente para o exame, perplexa,o se estivesse lendo um livro indecifr¨¢vel. Thiago perguntou timidamente: ¡°Tia, voc¨º entendeu?¡± Ol¨ªvia voltou a si, os olhos incr¨¦dulos e arregdos: ¡°Isso ¨¦ um teste do seu jardim de infancia?¡± Thiago negou a cabe?a: ¡°Meu pai est¨¢ a near me mandar para estudar no exterior, isso ¨¦ um teste de admiss?o do IELTS.¡± Teste do IELTS? Ah, c¨¦us, n?o ¨¦ ¨¤ toa que ¨¦ t?o dif¨ªcil! De repente, Ol¨ªvia se arrependeu por ter aceitado uma tarefa t?oplicada. Ol¨ªvia engoliu em seco e disse: ¡°Bem, eu n?o estou muito familiarizada o IELTS, vou consultar outra pessoa.¡± Ol¨ªvia levou o exame para Vit¨®ria ver, que ap¨®s l¨º¨Clo, disse que tamb¨¦m n?o podia ajudar; tamb¨¦m n?o sabia. Foi ent?o que Ol¨ªvia entendeu por que Vicente havia lhe dado dois dias para preparar o material. Era t?o dif¨ªcil que dois dias n?o seriam suficientes. ¡°Tia, voc¨º n?o sabe?¡± Thiago perguntou, olhando para cima. Ol¨ªvia hesitou, mas fingiu confian?a: ¡°Sei, ro que sei. ¨¦ s¨® que j¨¢ faz muito tempo que n?o pratico ingl¨ºs, preciso de consultar um dicion¨¢rio.¡± era a m?e de Iria, a menina de quem o seu filho gostava, e precisava de manter a sua reputa??o. De alguma forma, tinha de impressionar o menino. 1/2 Capitulo 665 Mas estava fndo a verdade ¨C j¨¢ fazia anos que n?o lidava o ingl¨ºs e tinha esquecido a maior parte do vocabul¨¢rio. Ol¨ªvia consultava o dicion¨¢rio enquanto ajudava a li??o, e logo chegou a hora de sair do trabalho. Vicente veio buscar Thiago. Ol¨ªvia pediu desculpas a ele: ¡°Desculpe, ainda n?o terminei de explicar o exame, h¨¢ muitas pvras que n?o reconhe?o.¡± T¨ºxt ? N?velDrama.Org. ¡°N?o tem problema, leve para casa e analise. Amanh? voc¨º continua a ajudar.¡± Depois de dizer isso, Vicente saiu Thiago. Ol¨ªvia olhou para o exame nas m?os e suspirou. saiu da empresa, pronta para pegar um t¨¢xi na rua, quando um carro preto um brilho luxuoso sob o sol parou na sua frente. A jan do carro se abriu, revndo o rosto bonito e perfeito de um homem, caracter¨ªsticas faciais delicadas e tridimensionais,o se fosse esculpido por Deus, perfeito e bonito sem falhas. Uma aura poderosa emanava de dentro do carro, fazendo que a respira??o de quem estivesse por perto se tornasse inconscientemente mais lenta. ¡°Sr. Griera.¡± Ao ver a pessoa sentada dentro do carro, Ol¨ªvia o cumprimentou instintivamente, seus olhos revndo um pouco de medo.. ¡°Entre.¡± A voz grave de Daniel soou. Ol¨ªvia hesitou por um momento, mas decidiu entrar no carro. j¨¢ tinha sofrido as consequ¨ºncias de desobedec¨º¨Clo muitas vezes e n?o ousava tentar de novo. Ol¨ªvia entrou no carro e sentou¨Cse cuidadosamente no assento de couro, enquanto o Daniel ao seu lado exva uma presen?a dominadora, pressionando seu cora??o e fazendo que mal ousasse respirar alto. estava curiosa, por que Daniel tinha aparecido de repente na Grupo Fontes? Ele veio especialmente para busc¨¢ ap¨®s o expediente? Cap铆tulo 666 Cap¨ªtulo 666 O carro parou em frente ¨¤ Vi Serenidade. Daniel desceu primeiro, seguido por Olivia, que entrou no hall onde um grupo de quatro crian?as ador¨¢veis corria em sua dire??o,petindo para ver quem chegava primeiro. Olivia se agachou e abra?ou In¨ºs, que tinha chegado primeiro. Com uma m?o gentil, afastou uma mecha de cabelo da testa da menina, fndo uma voz suave e amorosa: ¡°Voc¨º se divertiu hoje na pr¨¦¨Cesc?¡± ¡°Sim, foi divertido, a professora ensinou a restaurar pinturas antigas. disse que eu fui a melhor aluna.¡± O rostinho de In¨ºs brilhava de alegria. Orgulhosa, estava ansiosa parapartilhar o elogio Olivia. ¡°In¨ºs, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel, um orgulho para a mam?e,¡± disse Olivia carinho, beijando¨Ca na bochecha. In¨ºs sorriu timidamente e alegria. Iria, segurando a perna de Olivia, olhou para cima impaci¨ºncia ee?ou a pr: ¡°E eu, eu tamb¨¦m sou incr¨ªvel, a professora elogiou o quanto eu gosto deer.¡± A pequena estava ansiosa pelo reconhecimento de sua m?e, seu rostinho redondo e corado expressava a sua ansiedade. Iria estava matricda numa a de aprecia??o culin¨¢ria, onde, al¨¦m das as culturais, ia todos os dias. A habilidade de apreciar boaida certamente merece elogios. Era dif¨ªcil n?o se derreter ouvindo a doc¨¦ voz de Iria, especialmente seu rostinho redondo e os seus grandes olhos pretos e brilhantes. Olivia n?o conseguiu conter um sorriso e, inclinando¨Cse levemente, acariciou a bochecha d, dizendo: ¡°Isso mesmo, Iria tamb¨¦m ¨¦ incr¨ªvel, uma campe? na aprecia??o deida.¡± ¡°Mam?e, eu n?o recebi elogios da professora,¡± disse Joel, uma carinha triste, parado aos p¨¦s de Olivia. ¡°N?o importa, Joel tamb¨¦m ¨¦ incr¨ªvel, ¨¦ o irm?o mais amoroso, sempre cuidando de suas irm?s,¡± confortou Olivia, elogiando¨Co tamb¨¦m. A express?o de tristeza de Joel imediatamente se transformou em alegria, e seus olhos. brilharam: ¡°¨¦, eu amo minhas duas irm?s e amo a mam?e.¡± O sorriso de Olivia era doce e cheio de ternura. Heitor estava a alguns passos de Olivia, sem se aproximar. Seu olhar bonito n?o estava olhando para Olivia, mas um pouco distante, olhando para Daniel, que estava atr¨¢s d. Nesse momento, Daniel tamb¨¦m olhava para ele. 1/2 12 Capitulo 666 Pai e filho trocavam olhares,o se houvesse uma disputa silenciosa entre eles. Percebendo algo estranho, Olivia seguiu o olhar de Heitor e viu os olhos profundos de Daniel fixados no menino. Uma vers?o maior e uma menor, um olhar profundo e sombrio, o outro ing¨ºnuo e desafiador, encarando um ao outroo se fa¨ªscas estivessem voando entre eles. Olivia se aproximou de Heitor, bloqueando a vis?o de Daniel, e perguntou caut: ¡°Heitor, o que foi? Est¨¢ chateado?¡± Heitor, que at¨¦ ent?o estava se segurando, desabou o cuidado da m?e e sen?ou em suas pernas, enterrando o rosto ns, sua vozinha fr¨¢gil expressando tristeza: ¡°Papai tirou todos os meus tablets¡­¡± O pequeno queria chorar, mas se esfor?ava para n?o deixar as l¨¢grimas ca¨ªrem. Olivia ficou o cora??o partido, rapidamente se agachou, colocou In¨ºs no ch?o e abra?ou Heitor, perguntando suavemente: ¡°O que aconteceu, conta para a mam?e?¡± Heitor fez beicinho, l¨¢grimas girando em seus olhos, sem dizer uma pvra, apenas encostou a cabe?a no colo de Olivia, em um estado fraco ement¨¢vel. Olivia o abra?ava, afagando suas costas suavemente. n?o sabia o que tinha acontecido e n?o podia fr precipitadamente, apenas oferecia um silencioso conforto. Daniel permaneceu em sil¨ºncio, caminhou passosrgos at¨¦ o sof¨¢ e sentou¨Cse, instruindo F¨¢bio: ¡°Avise a cozinha que hoje vamoser frutos do mar.¡± F¨¢bio respondeu respeitosamente: ¡°Sim, Sr. Daniel.¡± Embora Daniel n?o tivesse dito nada, havia uma autoridade em sua presen?a que, mesmo ¨¤ distancia de Olivia e as crian?as, enchia o ar uma press?o que impedia qualquer conversa casual ou respira??o livre.This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Heitor n?o queria fr, e Olivia n?o podia perguntar, s¨® podia oferecer¨Clhe um abra?o quente e confort¨¢vel para acalmar suas emo??es. Cap铆tulo 667 Cap¨ªtulo 667 N?o sei que tipo de desentendimento houve entre Heitor e Daniel. ¡°Mam?e, o irm?o Heitor levou¨Cnos para jogar videogame no quarto das crian?as, quando o papai entrou e pegou em todos os tablets¡°, disse Iria, aproximando¨Cse uma voz doce e fr¨¢gil. Embora fosse apenas uma frase, Olivia entendeu imediatamente do que se tratava. Heitor estava brincando seus irm?os e irm?s, e Daniel viu, ent?o confiscou todos os tablets de Heitor. Ele estava preocupado que as crian?as estragassem a vis?o ou ficassem viciadas em jogos. eletr?nicos. A inten??o era boa, s¨® n?o foi expressa da forma correta. Heitor pensou que Daniel estava sendo duro ele, que n?o gostava dele, ent?o ficou muito magoado e se sentiu injusti?ado. Como n?o houveunica??o entre eles, surgiu o mal¨Centendido. Ser¨¢ que essa era a raz?o de Daniel ter ido busc¨¢ ao trabalho? Olivia colocou as m?os suavemente nos ombros de Heitor, olhando¨Co ternamente e disse em voz baixa: ¡°Heitor, o seu pai est¨¢ preocupado que voc¨º e os seus irm?os estraguem a vis?o e, al¨¦m disso, crian?as n?o devem ficar viciadas em jogos, est¨¢ bem? Voc¨º estuda tologia eletr?nica, mas os seus irm?os e irm?s n?o, e se eles se viciarem em jogos, n?o v?o aprender bem as suas pr¨®prias ¨¢reas de estudo. O papai fez isso porque ama voc¨ºs.¡± Ao ouvir as pvras de Olivia, os olhos de Heitor, cheios de l¨¢grimas, a encararam firmemente, e a tristeza e a sensa??o de injusti?a que sentiae?aram a desaparecer, dando lugar ao al¨ªvio. De longe, sentado no sof¨¢, Daniel, ao ouvir as suas pvras, estremeceu levemente, seus olhos escuros brilharam fixos em Olivia. n?o usou a situa??o para colocar as crian?as contra ele, n?o falou mal dele para que as crian?as o guardassem rancor. Em vez disso, explicou aos pequenos que ele os amava! Embora essa fosse sua verdadeira inten??o, n?o queria ser ele mesmo a explicar isso ¨¤s crian?as. Mas Olivia disse isso a eles. O olhar de Daniel para Ol¨ªvia mudou instantaneamente, ganhando um brilho suave que n?o estava l¨¢ antes. O jantar foi um grande banquete de frutos do mar, que as quatro crian?as e Olivia adoraram. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. 1/2 12:35 Cap¨ªtulo 667 Os empregados ajudaram descascando camar?es ao redor. Olivia entretinha as crian?as, e o ambiente ao redor da mesa de jantar se tornou muito alegre e aconchegante a sua presen?a; as crian?as estavam felizes e satisfeitas a refei??o. Olivia jantou as crian?as e tamb¨¦meu bastante. ¨¤ noite, depois de ajudar as crian?as a tomar banho a ajuda dos empregados, desligou as luzes e fechou as portas dos quartos uma a uma; os pequeninos j¨¢ podiam dormir de forma independente. Iria at¨¦ a despachou para que fosse dormir Daniel. Toda vez que Iria dizia isso, o rosto de Olivia ficava vermelho e se sentia embara?ada. Aproveitando que Daniel ainda estava trabalhando no escrit¨®rio, Olivia tomou um banho e deitou¨Cse na cama para revisar a prova de Thiago. estava a pesquisar pvras no telefone. A porta do quarto foi aberta e uma forte presen?a masculina invadiu o ambiente; Olivia virou¨Cse para olhar e viu a alta e imponente figura de Daniel entrando. Seu cabelo curto estava bem penteado, e ele tinha uma beleza estonteante. Ele caminhou em passosrgos em sua dire??o. A respira??o de Olivia ficou depassada e instintivamente preparou¨Cse para guardar a prova. ¡°Tem algo a¨ª que eu n?o posso ver?¡± Daniel aproximou¨Cse en?ou um olhar prante para , tomando a prova que tentava esconder. Ele deu uma r¨¢pida olhada na prova, viu a pontua??o e o nome n. Seus olhos se franziram: ¡°Thiago?¡± Chapter 668 Cap¨ªtulo 668 O nome Thiago, Daniel se lembrava, foi o rapaz que Iria mencionou ontem. O rapaz que poderia ter raptado a filha dele. Daniel olhou profundamente para Olivia seus olhos perspicazes. Olivia n?o sabia por que estava nervosa, afinal, estava apenas analisando provas, e mesmo que Daniel as visse, n?o haveria problema. No entanto, ao v¨º¨Clo, instintivamente escondeu os pap¨¦is. Parecia que diante dele, a n?o ser que se adequasse aos seus desejos, n?o merecia fazer mais nada. Assim que seu poderoso campo de energia invadia o espa?o, instintivamente escondia qualquer coisa que n?o tivesse a ver ele, medo de ser descoberta. Enfrentando o olhar opressor de Daniel, Olivia explicou sob press?o: ¡°¨¦ o primo do Sr. Fontes, ele me pediu para tutorar o Thiago em ingl¨ºs. Eu pensei em entender tudo hoje, para poder explicar diretamente a ele amanh?.¡± ¡°Se ¨¦ assim, por que voc¨º est¨¢ escondendo alguma coisa?¡± Daniel olhou para seus olhos profundos, n?o dando a a chance de desviar o olhar. ¡°Eu tamb¨¦m n?o sei, foi apenas um reflexo.¡± Olivia disse a verdade. Pensando consigo mesma, que tinha sido assustada por ele. Sempre que tinha contato outras pessoas ou fazia algo na frente dele que n?o o envolvia, acabava se tornando a fa¨ªsca para ele puni. j¨¢ estava desenvolvendo um trauma psicol¨®gico. Daniel a observou encar¨¢¨Clo sem qualquer sinal de culpa, seus olhos escuros se escureceram um pouco mais, e um gesto casual, ele atirou os pap¨¦is na mesa de cabeceira e disse: ¡°J¨¢ ¨¦ tarde, vamos dormir.¡± ¡°Mas eu ainda n?o entendi esses pap¨¦is, e n?o poderei explicar amanh? se n?o entender.¡± Olivia ainda n?o queria dormir. Era apenas dez horas, ainda cedo, e se ele n?o conseguisse dormir, poderia querer fazer outra coisa. Olivia tentava adiar o tempo o m¨¢ximo poss¨ªvel, at¨¦ que ambos estivessem t?o cansados que ca¨ªssem no sono assim que deitassem na cama. Isso seria o ideal. ¡°Ent?o n?o d¨º explica??es¡± Daniel afrouxou a gravata, sua voz soava desinteressada. Vendo o gesto dele, Olivia se assustou, seu cora??o acelerou e instintivamente se moveu para o lado de dentro da cama, dizendo: ¡°Mas esse ¨¦ o meu trabalho.¡± Daniel pendurou a gravata casualmente ee?ou a desabotoar a camisa, do crinho 1/3 12:35 Cap¨ªtulo 668 para baixo, um bot?o, dois bot?es, continuando a desabotoar¡­ Seu crinho forte e definido, o peito magro e definido, os m¨²sculos do abd?men ramente vis¨ªveis enquanto ele desabotoava a camisa, tudo isso atacava a vis?o de Olivia. A presen?a de horm?nios masculinos se espalhava pelo ar. O cora??o d batia mais r¨¢pido, nervosamente segurou os len?¨®is e engoliu em seco. Daniel realmente tinha um corpo incr¨ªvel, alto e forte, uma presen?a nobre e imponente, m¨²sculos firmes sem serem ostensivos, uma beleza de for?a magra e poderosa. S¨® de olhar, j¨¢ era o suficiente para fazer o cora??o bater mais r¨¢pido e as bochechas corarem. A respira??o de Olivia se tornou apressada e inst¨¢vel, se esfor?ou para se preparar mentalmente para suportar o que viria a seguir. Diante de seus olhos, Daniel tiroupletamente a camisa, fazendo o cora??o de Olivia disparar e rapidamente fechou os olhos. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Daniel a olhou de rnce e viuo estava tensa e r¨ªgida, um sorriso surgiu em seus l¨¢bios, ele atirou a camisa no cabide e entrou no banheiro passosrgos. Ao ouvir o som da porta fechando, Olivia finalmente abriu os olhos. A imponente figura de Daniel j¨¢ n?o estava mais l¨¢, apenas o som da ¨¢gua correndo no banheiro. Foi ent?o que percebeu que Daniel tinha ido tomar banho. soltou um suspiro de al¨ªvio e se inclinou para pegar os pap¨¦is e continuar lendo. Quando Daniel terminou o banho e saiu, seu cabelo ainda pingava ¨¢gua, ¨¤ frente dele, a vis?o emba?ada mostrava a mulher mordendo o dedo, as sobrancelhas franzidas em preocupa??o, olhando fixamente para os pap¨¦is. parecia concentrada e s¨¦ria, at¨¦ um tanto ador¨¢vel. Daniel se aproximou e sua voz baixa e rouca soou, entoxicada na umidade: ¡°O que voc¨º n?o entende?¡± O som repentino assustou Olivia, fazendo¨Ca tremer e olhar rapidamente para Daniel, seu olhar rmado encontrando seu abd?men definido, ainda ¨²mido do banho, atraente o suficiente para fazer o sangue ferver. Olivia sentiu um calor subir de seu cora??o, indo direto para a cabe?a, seu nariz quenteo se estivesse sendo, banhado em ¨¢gua quente, prestes a ter uma hemorragia nasal. Ao presenciar essa cena inesperadamente, Olivia assustou¨Cse tanto que seus olhos se arregram, sua respira??o parou por um momento e, imediatamente, baixou a cabe?a para evitar o impacto diante de seus olhos. 12:35 Capitulo 668 mal conseguia fr corretamente: ¡°¨¦, ¨¦ s¨® que eu n?o entendo de gram¨¢tica.¡± Cap铆tulo 669 Cap¨ªtulo 669 Ao dizer isso, sentiu o peso aodo da cama, e o colch?o afundou levemente. Levantando a cabe?a novamente, Daniel j¨¢ estava sentado na cama, coberto parcialmente pelo len?ol, os bot?es da camisa de dormir que antes estavam desabotoados, agora estavam fechados. Os m¨²sculos abdominais atraentes estavam ocultos sob o tecido fino do pijama. Olivia suspirou silenciosamente de al¨ªvio. Daniel segurava o telefone, e os seus dedos longos e esguios digitavam algo, sem lhe dar aten??o. Olivia tamb¨¦m retirou timidamente o olhar, voltando a se concentrar na prova, mas erao tentar entender um livro de astronomia sem conhecimento pr¨¦vio, n?o importa o quanto tentasse. Depois de se debater por um momento, lembrou¨Cse de que tinha um estudante brilhante bem ao seudo. Se perguntasse a Daniel, ele certamente saberia! Afinal, tinha assumido a tarefa de tutorar aqu prova, e agora que o fizera, precisava fazer corretamente para ganhar a admira??o de Thiago, aquele mi¨²do, e n?o poderia deixar a sua filha passar vergonha na frente dos colegas, n?o ¨¦ verdade? De vez em quando, olhava para Daniel, hesitante em fr. Depois de repetir isso v¨¢rias vezes, Daniel colocou o telefone dedo e olhou para seus olhos sombrios: ¡°Precisa de algo?¡± Com um sorriso nervoso e um tom de quem busca orienta??o, Olivia disse: ¡°Ah, eu queria pedir sua ajuda a gram¨¢tica. Como ¨¦ que se usa?¡± aproximou a prova dele, apontando para a quest?o que n?o entendia. Daniel nem olhou para a prova, seu olhar profundo fixo n: ¡°Isso ¨¦ o seu trabalho, n?o o meu.¡± Olivia torceu a boca num sorriso embara?ado, sabia que era o seu trabalho, mas estava pedindo a ajuda dele. ¡°Eu sei, mas esta quest?o, eu realmente n?o consigo entender, e n?o encontro a resposta na inte¡°, disse Olivia. ¡°Qual ¨¦ a vantagem para mim?¡± Daniel perguntou calmamente. Olivia hesitou por um momento, e ent?o disse decididamente: ¡°Aquele Thiago ¨¦ apenas a crian?a que Iria beijou. Se eu terminar de tutor¨¢¨Clo, eu poderia conversar ele, saber mais sobre seus gostos e temperamento, e talvez perguntar o que ele acha da Iria.¡± Esse argumento convenceu Daniel. Ele tiroua prova das m?os d e leu a passagem em voz alta, um ingl¨ºs puro e fluente. 1/2 Capitulo 669 A voz agrad¨¢vel dele era ainda mais baixa e sedutora, e Olivia ficou hipnotizada. Um homem excepcional ¨¦ realmente atraente. ¡°Voc¨º entendeu?¡± A voz de Daniel soou ao seu ouvido. Olivia pareceu despertar de um transe, um olhar confuso: ¡°Ah?¡± ¡°Gram¨¢tica¡°, Daniel repetiu. Olivia piscou, aturdida. tinha se concentrado tanto em ouvir sua voz e fora t?o atra¨ªda por seu charme que n?o ouviu o que ele explicou depois. Que situa??o embara?osa. Mas Daniel n?o se irritou, passou o bra?o ao redor da cintura d e a puxou para perto um movimento firme. Antes que Olivia pudesse protestar, o seu corpo j¨¢ estava junto ao dele, permitindo que ouvisse mais ramente o que ele dizia. Daniel apontou para a quest?o na prova e continuou a explicar. Olivia se rp?s, inclinou a cabe?a em dire??o a dele e ouviu atentamente sua explica??o. Eles estavam muito pr¨®ximos, e sem perceber, seus rostos estavam a tocar um no outro, e quando Daniel fva, o sopro de sua voz, um leve aroma de sandalo, atingia diretamente o ouvido de Olivia. ¡°Entendeu agora?¡± Daniel perguntou, levantando a cabe?a e percebendo suas orelhas vermelhas, entendeu o que estava acontecendo e sentiu um aperto na garganta. Olivia tamb¨¦m levantou a cabe?a, acenando: ¡°Entendi, entendi.¡± Seus olhares se encontraram, os olhos escuros e profundos de Daniel praram os d, e subitamente parou, sua respira??o congda. Os dois se olhavam fixamente, e um ar de intimidadee?ou a se formar no ar¡­ Quando seus olhos se encontraram, Olivia ficou tensa, sua respira??o ficando mais pesada e seu cora??o batendo mais r¨¢pido. Daniel ergueu seu queixo o indicador, aproximando seu rosto, seus l¨¢bios quase se tocando¡­. Olivia respirou fundo, fechou lentamente os olhos, esperando pelo beijo dele. Cap¨ªtulo 670This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Cap铆tulo 670 Cap¨ªtulo 670 A respira??o de Daniel se aproximava, poderosa e repleta de uma masculinidade avassdora, enquanto Olivia ofegava pesadamente, suas respira??es leves se entr?ando as dele. Os l¨¢bios dele tocaram os de Olivia, levemente,o o toque delicadoo uma borboleta. O corpo de Olivia estremeceu de repente. Os olhos profundos de Daniel estavam opacos e sombrios; seu corpo e cora??o estavam na mesma linha de frente, ambos a desejando. Ele tomou os seus l¨¢bios, devorando¨Cos. Todo o corpo de Olivia amoleceu, suas m?os agarrando¨Cse inconscientemente ao pijama dele. No auge da emo??o entre os dois, o telefone na mesa de cabeceirae?ou a tocar, o toque era alto. Olivia assustada encolheu os ombros,o um pequeno cervo, empurrando Daniel para longe, desviando o olhar, os seus olhos piscando, brilhantes e evasivos, olhando para outro lugar. Daniel, insatisfeito, seus olhos negros cheios de descontentamento por terem sido interrompidos. Ele agarrou no telefone e atendeu uma voz cortante: ¡°O que foi?!¡± Do outrodo da linha, Bruno sentiu a f¨²ria de seu chefe, encolhendo¨Cse, e cuidadosamente rtou: ¡°Sr. Griera, Gabriel Diasprou uma mans?o no valor de um bilh?o de reais durante a noite, a transa??o acabou de ser conclu¨ªda.¡± Como era uma chamada de voz do WhatsApp, foi colocada no viva¨Cvoz assim que atendeu. N?o s¨® Daniel ouviu isso, Olivia tamb¨¦m ouviu ramente. O cora??o de Olivia apertou, incr¨¦d, olhou para Daniel. O que Bruno disse? Gabrielprou uma mans?o de um bilh?o de reais? De onde ele tirou tanto dinheiro? Enquanto olhava surpresa para Daniel, ele tamb¨¦m olhou para , a escurid?o e a profundidade em seus olhos recuaram instantaneamente, substitu¨ªdas por frieza e nitidez. Quando Olivia encontrou o seu olhar, todo o calor do seu corpo foi congdo instantaneamente, at¨¦ os poros se resfriaram. rapidamente pegou no seu telefone do outrodo da cama e abriu as mensagens. De fato, havia um alerta de d¨¦bito do cart?o banc¨¢rio, de um bilh?o de reais, que havia acontecido cinco minutos antes! 1/2 12:36 N?velDrama.Org (C) content. Cap¨ªtulo 670 As m?os de Olivia tremiam o telefone, sua mente estava em branco. Gabrielprou a mans?o o cart?o d! Mas aquele cart?o, n?o foi devolvido a Daniel? Daniel desligou o telefone bruscamente e atirou o telefone para odo, segurou o queixo de Olivia a m?o grande, for?ando seu rosto a se voltar para ele. Seu rosto estava tenso, frioo o gelo: ¡°Eu te devolvi o cart?o para voc¨ºprar o que gosta, e voc¨º, o meu dinheiro, sustenta o seu ¡®querido¡® pai. ¨¦ assim que voc¨º me retribui?¡± A raiva brilhava nos olhos negros de Daniel, sua m?o segurando¨Ca for?a. O cart?o estava na bolsa que ele tinha colocado nas suas m?os para que gastasse. Esses eram os um bilh?o e cem milh?es que seu filho Heitor havia ¡®adquirido¡® dele, uma mostra de afeto de Heitor para . Ele respeitava Heitor. O queixo de Olivia do¨ªa a press?o, sua cabe?a parecia que iria explodir de dor, agarrou as m?os de Daniel, dizendo dor: ¡°Daniel, ou?a¨Cme¡­¡± ¡°Ouvir as suas desculpas?¡± Daniel rosnou, furioso e respirando pesadamente, soltando o queixo d, levantando¨Cse rapidamente e saindo do quarto, fechando a porta for?a. O som pesado da porta batendo ecoou no cora??o de Olivia, fazendo sua alma tremer. esfregava o queixo dolorido, suas sobrancelhas franzidas em confus?o, sem entender o que estava acontecendo. Daniel disse que tinha colocado o cart?o de volta na bolsa d? n?o sabia nada sobre isso. Como ¨¦ que o cart?o de repente foi parar nas m?os de Gabriel? realmente n?o sabia que Daniel lhe tinha devolvido o cart?o, e certamente n?o teria dado o cart?o a Gabriel. Cap铆tulo 671 Cap¨ªtulo 671 n?o tinha visto Gabriel durante esse tempo, a ¨²nica possibilidade ¨¦ que sua m?e deu o dinheiro para ele. Daniel j¨¢ a odiava, e agora pensava que tinha dado o seu dinheiro a Gabriel para comprar uma grande mans?o. Ficar aodo dele era s¨® para tirar dinheiro. Aos olhos dele, n?o havia diferen?a entre e Gabriel, ele a detestava ainda mais, provavelmente a odiava at¨¦ a morte. N?o ¨¦ de se admirar, ele disse que nunca deveria sequer sonhar o lugar da Sra. Griera, qualquer pessoa pode ter esse lugar, exceto , porque n?o merece. Se ele n?o a matasse, j¨¢ seria a maior miseric¨®rdia para . Naqu noite, Daniel n?o voltou ao quarto, Olivia queria ir embora, mas j¨¢ era tarde e o motorista tinha ido dormir h¨¢ muito tempo. Mesmo que sa¨ªsse da Vi Serenidade, n?o haveria carros dispon¨ªveis para chamar. S¨® podia esperar at¨¦ a manh? seguinte para sair. se sentou na cama, seus pensamentos ansiosos e confusos. Se Daniel n?o vinha para o quarto principal, onde ele iria descansar? tamb¨¦m n?o ousava procur¨¢¨Clo. Finalmente, Olivia n?o conseguiu resistir ao sono, adormecendo em um sono inquieto. acordou ¨¤s seis da manh?, trocou de roupa apressadamente e desceu as escadas. Ao ver F¨¢bio arrumando a mesa, se aproximou e perguntou: ¡°Onde est¨¢ o Sr. Daniel?¡± ¡°O Sr. Daniel saiu h¨¢ pouco tempo¡°, disse F¨¢bio. ¡°Ele parecia estar mal¨Chumorado, nem mesmo tomou caf¨¦ da manh?, apenas saiu. Voc¨ºs discutiram?¡± Essa pergunta fez o cora??o de Olivia afundar, sem sabero responder, baixou os olhos e disse: ¡°N?o.¡± Como poderia a r??o entre e Daniel ser descritao uma discuss?o? Discutir ¨¦ uma pvra que se aplica a r??es de casais iguais, a r??es matrimoniais iguais. Mas e Daniel n?o eram nem mesmo um casal, nem mesmo iguais,o poderiam discutir? Olivia n?o tinha pressa de ir trabalhar, mas esperou que as crian?as acordassem e tomou caf¨¦ da manh? s, indo F¨¢bio lev¨¢s ¨¤ esc. 1 Depois de v¨ºs entrar na esc infantil, se virou e foi para o escrit¨®rio trabalhar. Thiago chegou p manh?, felizmente Olivia tinha entendido todas as quest?es do teste na noite anterior, ent?o quando o ensinou, tudo correu bem. 1/2 16.00 Capitulo 671 ¡°Tia, voc¨º n?o dormiu bem? Voc¨º tem duas olheiras, parece um panda.¡± Thiago inclinou a cabe?a, curioso. Olivia voltou a si, distra¨ªda, for?ou um sorriso e disse: ¡°N?o dormi bem.¡± ¡°Por qu¨º? Foi por causa do teste que voc¨º fez para mim?¡± Thiago perguntou inocentemente, e sem esperar por uma resposta, ele disse: ¡°Se meus pais fossem t?o dedicados quanto voc¨º, eu acordaria rindo em meus sonhos. Meus pais simplesmente n?o me amam, por isso n?o querem gastar tempo comigo.¡± Os olhos do pequeno se entristeceram, ele franzia a testa, muito triste. ¡°Seus pais certeza te amam, apenas cada pai tem uma forma diferente de estar os filhos¡°, Olivia o consolou, n?o poderia deixar uma crian?a acreditar que os seus pais n?o gostavam dele desde t?o jovem, n?o seria bom para o seu desenvolvimento. ¡°Tia, voc¨º tem filhos?¡± Thiago perguntou. Olivia sorriu afetuosamente: ¡°Tenho, se chama Iria Santos, apelido Iria.¡± ¡°Iria? Temos uma menina chamada Iria Griera, apelido tamb¨¦m Iria¡°, Thiago continuou, mudando a express?o nos olhos quando mencionou Iria. Olivia percebeu de repente que Daniel tinha mudado o sobrenome das crian?as, todas agora o sobrenome Guerras. Mudar o sobrenome das crian?as era uma grande quest?o, e ele n?o tinha mencionado uma pvra sequer a . Se n?o fosse por ouvir da boca das crian?as, nem saberia que o nome ds no registro civil havia mudado. Olivia sentiu um peso profundo e uma sensa??o de impot¨ºncia quee?ou quando Daniel levou as crian?as para longe d.N?velDrama.Org (C) content. Desde aquele momento, n?o tinha mais o direito de decidir nada sobre as crian?as. ¡°Essa ¨¦ a minha filha, agora mudou o nome para ter o sobrenome do pai. Voc¨º acha a Iria fofa?¡± Olivia reprimiu a dor no cora??o e perguntou a Thiago. Cap¨ªtulo 672 Cap铆tulo 672 Cap¨ªtulo 672 ¡°Ah, a Iria ¨¦ filha da tia, ¨¦?¡± Thiago expressou surpresa, recebendo o olhar expectante de Olivia. Envergonhado, ele abaixou a cabe?a, a pele corada e uma timidez evidente: ¡°Iria ¨¦ muito fofa¡­¡± Ao terminar, o rosto ficou ainda mais vermelho, talo Iria tinha dito, vermelho All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Ele era um menino que se envergonhava facilmente, corando frequ¨ºncia. Mas muito inteligente. T?o jovem e j¨¢ se preparava para fazer o IELTS. Olhando para ele, gordinho, provavelmentepartilhava a Iria o gosto pida. Ao ouvir que ele achava Iria muito fofa, Olivia,o m?e, sentiu¨Cse consda, acariciando¨Clhe carinhosamente a cabe?a: ¡°Fa?am amizade, protejam¨Cse mutuamente, eu acredito que voc¨ºs se dar?o bem, que tratar?o um ao outro respeito e se tornar?o os melhores amigos.¡± ¡°Sim, os melhores amigos,¡± Thiago assentiu convic??o. ¨¤ tarde, depois do trabalho, Olivia apressou¨Cse para voltar para casa. Ao abrir a porta, Teresa Rocha estava ao telefone, visivelmente aborrecida. ¡°Gabriel, voc¨º n?o passa de um grande mentiroso! O que prometeu para mim, e o que fez afinal?¡± ¡°N?o quero suas explica??es, n?o quero ouvir! Eu vou te processar, vigarista, vou fazer que voc¨º pague na pris?o!¡± Terminou Teresa, desligando o telefone furiosa. O rosto estava amargurado, respirando dificuldade. Olivia aproximou¨Cse, sentando¨Cse ao seudo, e perguntou: ¡°O cart?o do meu bolso, mil e cem milh?es, foi voc¨º quem deu ao Gabriel?¡± J¨¢ bastante perturbada, Teresa n?o conseguiu se conter ee?ou a chorar alto, batendo no peito com frustra??o. Olivia sentou¨Cse ao seudo em sil¨ºncio, esperando que terminasse de chorar. Teresa chorou por um bom tempo, at¨¦ que finalmente se acalmou, seu olhar triste e distante, o corpo entregue ao desanimo e ¨¤ fraqueza. Olivia respirou fundo, demonstrando resigna??o e exaust?o: ¡°Me conte, o que aconteceu?¡± Teresa respirou pesadamente, angustiada disse: ¡°Fui enganada por ele novamente. Ele disse que, para se casarigo, evitou rejeitar uma mulher rica, tudo para obter um bilh?o e se divorciar da ex¨C esposa para, ent?o, se casarigo.¡± 1/2 12.36 Capitulo 672 Olivia apertou as m?os raiva, mas sem for?as, fechou os olhos. Teresa continuou uma voz sombria: ¡°Ele disse que nunca me esqueceu, que sempre gostou de mim, que estava desesperado para se divorciar, mas n?o conseguia, pois sua esposa exigia um bilh?o para o div¨®rcio. Ele me convenceu que assim que se divorciasse, ficar¨ªamos juntos. Eu estava t?o iludida, acreditei nele, dei¨Clhe o seu cart?o, e o que ele fez? N?o s¨® n?o se divorciou, masprou uma mans?o para a esposa e os filhos! Olivia, eu estou t?o infeliz¡­¡± Teresa segurava o bra?o de Olivia uma m?o e a outra pressionava o pr¨®prio peito, seu cora??o do¨ªa tanto que mal conseguia respirar. Parecia que s¨® batendo no peito poderia aliviar um pouco. Olivia sentiu¨Cse terrivelmente triste e frustrada. Com um desalento que transparecia em sua voz, disse: ¡°M?e, voc¨º sabe quem era a rica noiva de Gabriel? Era a m?e do Daniel. Por causa da manip??o dele, os pais de Daniel morreram num acidente de carro, e Daniel ficou ¨®rf?o desde pequeno¡­¡± Gabriel, esse canalha, continuava a enganar Teresa, pintando o preto de branco, era realmente imperdo¨¢vel! ¡°O qu¨º?¡± Teresa ficou chocada, e at¨¦ esqueceu de chorar. Cap铆tulo 673 Cap¨ªtulo 673 ¡°Voc¨º est¨¢ dizendo que o pai do Daniel morreu por causa do Gabriel?¡± Teresa ficou p¨¢lida, a not¨ªcia abalou tanto seu cora??o que parecia que ele ia explodir. ¡°¨¦, Daniel me odeia, odeia a nossa familia.¡± Olivia disse resigna??o e impot¨ºncia. Teresa segurou a m?o de Olivia, deixando¨Ca cair, um olhar distante: ¡°Meu Deus¡­ Eu tinha fdo tantas maravilhas para a av¨® dele, dizendo quantas vantagens ele teria se casando voc¨º. A morte da av¨® Griera, ser¨¢ que fui eu que causei indiretamente?¡± Teresa de repente percebeu, sentindo¨Cse culpada. ¡°M?e, para de pensar nisso, a morte da av¨® Griera tem outras circunstancias por tr¨¢s, o Daniel est¨¢ investigando.¡± Olivia pausou e, uma voz cheia de significado, disse: ¡°M?e, pare de acreditar no Gabriel, ele n?o ama ningu¨¦m al¨¦m de si mesmo. Desde oe?o, ele s¨® te enganou.¡± O olhar vazio de Teresa se encheu de l¨¢grimas instantaneamente, agora tamb¨¦m via a realidade, por¨¦m essa realidade era t?o dolorosa, que o seu cora??o sangrava, j¨¢ tinha sido magoada antes, agora estava feridapletamente. Com l¨¢grimas nos olhos, Teresa disse raiva: ¡°Aquele desgra?ado, eu o odeio tanto que queria que ele fosse atropdo por um carro quando sa¨ªsse de casa!¡± Disse , esmagando o punho contra o sof¨¢. ¡°O dinheiro j¨¢ foi roubado por ele, o que eu posso fazer agora? O que devo fazer?¡± Teresa disse, rangendo os dentes. Por causa de um golpista, arruinou a sua pr¨®pria vida e agora a vida de sua filha, Olivia. Olivia colocou a m?o no ombro de Teresa, consndo¨Ca: ¡°M?e, contanto que voc¨º n?o acredite nele no futuro.¡± Seu olhar era firme e ro: ¡°O dinheiro que foi levado, eu vou recuperar, incluindo aqueles tr¨ºs milh?es!¡± ¡°Como voc¨º vai recuperar, n?o tente confront¨¢¨Clo.¡± Teresa disse preocupada, segurando a m?o de Olivia. finalmente tinha entendido quem era Gabriel, ele s¨® se importava dinheiro, n?o pessoas. Se Olivia o pressionasse demais, ele certamente iria retaliar. Teresa n?o queria que Olivia se machucasse. Olivia a consolou: ¡°M?e, fica tranqu, eu n?o vou confront¨¢¨Clo diretamente, n?o se preocupe isso.¡± Na manh? seguinte, Olivia tomou a iniciativa de ligar para Gabriel. ¡°Olivia, eu estava pensando em voc¨º, estava prestes a te ligar, n¨®s duas temos uma liga??o t?o especial.¡± Do outrodo da linha, veio a voz addora de Gabriel. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Cap¨ªtulo 673 Olivia deu uma risada leve e disse: ¡°Os dez bilh?es que minha m?e te deu, est¨¢ gostando de us¨¢¨C los?¡± ¡°Olivia, me escuta, eu estava mesmo pensando em me divorciar daqu megera l¨¢ de casa, mas me amea?ou as crian?as e acabou levando os dez bilh?es. Aqu mulher ¨¦ um monstro, at¨¦ as crian?as explora, voc¨º sabeo eu sou, dou muito valor ao sentimento e ¨¤ lealdade, especialmente para meus filhos,o posso ficar indiferente ao ver as crian?as sendo usadaso ref¨¦ns p megera?¡± Gabriel fvamento, parecendo muito impotente,o se tudo fosse culpa dos outros, e ele n?o tivesse nenhum erro. Olivia sentiu uma raiva que lhe dava coceira nos dentes, mas ainda assim respondeu calmamente: ¡°¨¦, eu sei que voc¨º valoriza muito os sentimentos e ama os seus filhos. Por isso que minha m?e te entregou o cart?o, que pena que n¨®s tr¨ºs n?o podemos estar juntos, mas agora estou o Daniel, e isso tamb¨¦m ¨¦ bom, pelo menos posso ganhar algum dinheiro para voc¨º.¡± Ao ouvir as pvras de Olivia, Gabriel ficou t?o contente que o seu cora??o quase saiu do peito, ele rapidamente disse: ¡°¨¦ isso mesmo, Olivia, n¨®s pai e filha somos parecidos, ambos valorizamos o sentimento. Eu tamb¨¦m agrade?o pelo seu dinheiro, quando eu tiver a oportunidade, certamente vou me divorciar daqu megera e formar uma fam¨ªlia voc¨º e a sua m?e.¡± ¡°Al¨¦m disso, n¨®s passamos pouco tempo juntos, e uma vez que voc¨º se torna estranho a algu¨¦m, os sentimentos diminuem, eu realmente gostaria de encontrar uma oportunidade para viajarmos juntos, ouvi dizer que viajar ¨¦ ¨®timo para fortalecer os?os entre as pessoas.¡± Olivia falou um tom de arrependimento. ¡°ro que sim, tenho tido bastante tempo livre ultimamente, podemos certamente marcar uma viagem para fortalecer nossos?os e para eu entender melhoro voc¨º tem se sentido aodo do Daniel.¡± Gabriel disse animadamente, mal podendo esperar. ¡°Ent?o est¨¢binado, nos pr¨®ximos dias eu marco o local e te envio o endere?o.¡± disse Olivia. ¡°¨®timo, ¨®timo, perfeito, perfeito.¡± Gabriel respondeu efusivamente. Cap铆tulo 674 Cap¨ªtulo 674 ¡°Ah, sim, tem mais uma coisa que eu queria perguntar a voc¨º.¡± Olivia se esfor?ava para conter o rancor que sentia por Gabriel, tentando soar desinteressada. ¡°O que ¨¦? Fale.¡± Gabriel estava absorvido pelo que Olivia acabara de mencionar ¨C que estava bem aodo de Daniel e poderia ganhar algum dinheiro para ele. Ter uma filha ¨¦ uma maravilha, ele n?o tinha contribu¨ªdo um centavo para a pens?o aliment¨ªcia, e agora estava desfrutando dos lucros proporcionados por . Gabriel se considerava o homem mais sortudo do mundo. Quem era Daniel? O magnata do poder Capital, o patriarca da fam¨ªlia Griera! O dinheiro em suas m?os era incalcul¨¢vel, inesgot¨¢vel. Olivia agora era sua mulher e a m?e de seu filho. N?o seria f¨¢cil para pedir dinheiro a Daniel? T¨ºxt ? N?velDrama.Org. E Gabriel, sem mover um dedo, poderia desfrutar do dinheiro que Olivia obtivesse de Daniel. Que maravilha! ¡°A minha m?e disse que voc¨ºprou uma mans?o aqueles dez bilh?es?¡± perguntou Olivia. Sem esperar p resposta dele, falou um ar de indiferen?a: ¡°N?o pense demais, n?o estou te culpando. S¨® queria saber se era verdade. Se Daniel perguntar o que foi feito os dez bilh?es, tamb¨¦m terei uma resposta para dar, mostrando que o dinheiro foi bem investido, para que n?o haja problemas na hora em que ele me der mais dinheiro no futuro, certo?¡± ¡°Sim, sim, voc¨º est¨¢ certa. O dinheiro precisa ser bem aplicado para que Daniel continue a te dar mais. Caso contr¨¢rio, ele pode pensar que voc¨º ainda n?o gastou tudo que tem.¡± Pelo telefone, Gabriel concordava repetidamente. ¡°Exato,prei uma mans?o. Aqu megera me pressionou, Olivia, voc¨º sabe que meu cora??o pertence ¨¤ sua m?e, eu quero construir uma fam¨ªlia para reparar os anos de neglig¨ºncia voc¨º.¡± Gabriel fva uma voz cheia de resigna??o. Olivia sentia arrepios ao ouvir suas pvras e desprezava o que ele dizia. Gabriel era um homem de mentiras e falsidades. ¡°Se voc¨ºprou,prou. S?o apenas dez bilh?es. Em que nome ¨¦ que est¨¢ na escritura online da casa?¡± Olivia continuava a manter um tom desapegado e casual. Dez bilh?es soavamo se fossem apenas mil reais na f d. ¡°Ainda n?o fizemos a escritura online. Paguei anteontem ¨¤ noite e nejei assinar a escritura ontem, mas a pessoa que me vendeu a casa teve um imprevisto e remarcou para hoje.¡± Gabriel pensava que agradar Olivia era mais ¨²til do que agradar Teresa. 1/2 12:37 Cap¨ªtulo 674 Agradando Olivia, poderia pedir dinheiro diretamente a Daniel para ele! Por isso, naquele momento, ele n?o escondia nada de Olivia. Revr sua situa??o atual tamb¨¦m era uma maneira de a agradar. ¡°Isso ¨¦ ¨®timo. Eu estava pensando em gastar um pouco e fazer que o nome do propriet¨¢rio da casa fosse temporariamente alterado para o meu, at¨¦ eu me explicar Daniel que gastei dez bilh?es numa casa e depois pedir a ele mais trinta bilh?es para despesas di¨¢rias. Como voc¨º ainda n?o assinou, ¨®timo, eu irei voc¨ºs hoje e colocaremos diretamente o meu nome.¡± Olivia fva em um tom contente. ¡°O qu¨º, o qu¨º?¡± Gabriel estava surpreendido e ramente alerta,o se tivesse ouvido algo inacredit¨¢vel. Olivia pacientemente explicou: ¡°¨¦ s¨® tempor¨¢rio, para que eu possa mostrar o contrato a Daniel e que ele veja ramente queprei a casa. Assim, ele acreditar¨¢ que ¨¦ verdade e me dar¨¢ os trinta bilh?es. Caso contr¨¢rio, sem provas, ele n?o vai acreditar em mim. Assim que eu conseguir os trinta bilh?es, farei a transfer¨ºncia da casa para o seu nome.¡± ¡°Isso¡­¡± Gabriel hesitava. Cap铆tulo 675 Cap¨ªtulo 675 ¡°Se voc¨º achar muitoplicado, quando eu pegar tr¨ºs bilh?es, the dou dois bilh?es, e voc¨º pode comprar uma mans?o, ou at¨¦ duas.¡± Olivia aproveitou o momento de entusiasmo. Ao ouvir dois bilh?es, Gabriel se sentiu tentado, mas ainda assim achava arriscado demais. A casa seria escriturada no nome de Olivia, isso n?o seria o mesmo queprar um problema para ? All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Mas a tenta??o dos dois bilh?es era grande demais, e ele n?o queria desistir. ¡°Deixa¨Cme pensar mais um pouco¡­¡± disse Gabriel. Olivia ficou irritada de imediato: ¡°Voc¨º n?o quer? Isso ¨¦ falta de confian?a em mim, n¨¦! Que raiva, voc¨º acabou de dizer que s¨® pensa em mim e na minha m?e, ent?o foi tudo mentira! Eu n?o deveria ter acreditado em minha m?e quando disse que voc¨º iria se divorciar de sua esposa e se casar minha m?e. N?o deveria ter dado o cart?o para a minha m?e sem pensar duas vezes para que entregasse a voc¨º! Nem essa confian?a b¨¢sica voc¨º tem. Vou te contar, ontem o Daniel perguntou se eu tinha gastado todo o dinheiro, eu disse que sim, mas n?o contei quem, e conhecendo a maneira de ser dele, certeza ele vai investigar para onde foi o dinheiro.¡± ¡°Eu pedi para voc¨º colocar a mans?o temporariamente no meu nome n?o s¨® porque quero continuar pedindo tr¨ºs bilh?es para o Daniel, mas tamb¨¦m pelo seu bem. Se o Daniel descobrir, essa mans?o que custou um bilh?o e est¨¢ no seu nome, o que voc¨º acha que ele vai fazer? Ser¨¢ que ele n?o mandaria a construtora ¨¤ fal¨ºncia, fazendo voc¨º perder tanto a casa quanto o dinheiro?¡± ¡°Mas se ele investigar e descobrir que a casa est¨¢ no meu nome, ele n?o se vai mais preocupar e continuar¨¢ me dando dinheiro. Quando eu conseguir o dinheiro, transfiro a propriedade da casa para voc¨º, e ele nunca saber¨¢. Se voc¨º n?o quer, deixa pra l¨¢, melhor deixar o pr¨®prio Daniel investigar.¡± Depois de dizer isso, Olivia desligou o telefone furiosamente. desligou para que Gabriel percebesse que estava realmente zangada. Depois de conhecer Gabriel por algum tempo, Olivia sabia que ele era uma pessoa ego¨ªsta e gananciosa, que n?o deixaria escapar dinheiro f¨¢cil. estava apostando na avidez de Gabriel. Depois de desligar, colocou o celr na mesa e sentou¨Cse aodo, esperando. Do outrodo da linha, Gabriel, que ainda sonhava que Olivia lhe daria dois bilh?es, de repente ficou irritado a raiva d e disse que esquecesse isso. Ele estava indeciso. 1/2 12:32 Capitulo 675 Querendo continuar a agradar Olivia, mas relutante em registar a mans?o que tinhaprado no nome d, Enquanto ele hesitava e ponderava sobre a veracidade das pvras de Olivia¡­ O vendedor que tinha vendido a casa para ele fez uma liga??o. Gabriel atendeu rapidamente: ¡°Gerente Santos, ¨¦ para fazer a transfer¨ºncia?¡± ¡°N?o, estamos um problema aqui. Acab¨¢mos de ser informados que o sistema do registo de im¨®veis cpsou, e est?o verificando todos ospradores que pagaram por casas na noite antes de ontem, S?o pessoas do Grupo Griera investigando, n?o sei se algu¨¦m ofendeu algu¨¦m dodo do Grupo Griera.¡± Ouvindo isso, Gabriel ficou chocado. Olivia acabara de dizer que Daniel investigaria o destino dos dez bilh?es, e agora as pessoas do Grupo Griera estavam investigando quemprou uma casa na noite anterior! Parece que Olivia estava certa, Daniel realmente investigaria para onde foi o dinheiro! Se Daniel descobrisse que a casa estava no nome dele, certamente ele seria punido. Como Olivia havia dito, ele ficaria sem o dinheiro e sem a casa. Gabriel desligou o telefone rapidamente e ligou para Olivia novamente. Olivia, sentada ¨¤ espera, viu o telefone tocar. n?o se apressou em atender, esperou at¨¦ que o toque do telefone estivesse prestes a parar e s¨® ent?o atendeu o telefone e deslizou para atender: ¡°Por que ainda est¨¢ ligando?¡± Cap铆tulo 676 Cap¨ªtulo 676 O tom de Olivia soava irritado, revndo uma relutancia em continuar a conversa Gabriel. Gabriel falou uma cortesia lisonjeira, sorridente e disse: ¡°Olivia, agora h¨¢ pouco fu¨ª descuidado, n?o me toquei no momento, voc¨º est¨¢ certa, ¨¦ o melhor a fazer passar a casa para o seu nome. No entanto, tenho uma d¨²vida.¡± ¡°Qual ¨¦ a sua d¨²vida? Fale logo, estou sem tempo para longas conversas, preciso ir trabalhar.¡± Olivia expressou uma urg¨ºncia,o se estivesse muito apressada. Gabriel agora estava seguindo o racioc¨ªnio d, temendo que mais tarde, ao refletir melhor, n?o fosse t?o f¨¢cil manobrar a situa??o. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. ¡°Se voc¨º receber trinta bilh?es e me der vinte, e o Daniel perguntar, o que aconteceu o dinheiro, o que voc¨º vai responder?¡± Gabriel pensava que, caso Daniel investigasse, esses vinte bilh?es n?o chegariam ¨¤s suas m?os. Gabriel s¨® se preocupava os seus pr¨®prios interesses. ¡°O que eu disse foi que voc¨º deve passar a casa para o meu nome e, uma vez que Daniel tenha aprovado, me vai dar trinta bilh?es, e eu transfiro a casa para voc¨º. Se n?o for poss¨ªvel fazer a transfer¨ºncia, ent?o voc¨º me d¨¢ vinte bilh?es. Se a transfer¨ºncia for bem¨Csucedida, sinto muito, voc¨º s¨® vai receber mais dez bilh?es. Ent?o eu direi ao Daniel que o dinheiro n?o foi usado, est¨¢ na minha conta, guardado para a reforma. Se eu disser que gastei, ele vai investigar, se digo que estou guardando, ele n?o investigar¨¢. Voc¨º ainda n?o entende essa l¨®gica?¡± Percebendo a impaci¨ºncia na voz de Olivia, Gabriel respondeu apressadamente: ¡°Sim, sim, voc¨º est¨¢ certa. Tudo bem, vamos fazero voc¨º disse. Mas, a imobili¨¢ria acabou de me ligar, dizendo que o sistema do registro de im¨®veis est¨¢ paralisado, n?o ¨¦ poss¨ªvel fazer a assinatura digital agora, temos que esperar o sistema voltar.¡± Gabriel falou submiss?o. Ele temia perder a casa e a chance de conseguir os vinte bilh?es. ¡°Quando o sistema estiver funcionando, me ligue. ¨¦ isso, estou pressa.¡± Depois de dizer isso, Olivia desligou o telefone. estava confiando na sua pr¨®pria coragem para negociar Gabriel, tentando criar a impress?o de que estava em uma posi??o forte, de que Daniel a favorecia. Se mostrasse o m¨ªnimo sinal de fraqueza, Gabriel suspeitaria. Felizmente, se manteve firme. usou Daniel para amea?ar Gabriel, certa de qu¨¦ Daniel interviria na investiga??o desses dez bilh?es. Caso contr¨¢rio, ele n?o teria ficado t?o irritado ao descobrir que Gabriel tinha gastado dez bilh?es em uma mans?o na noite anterior. Ele certamente estava monitorando os passos de Gabriel, caso contr¨¢rio, n?o teria descoberto 1/2 12:32 Capitulo 676 t?o rapidamente sobre apra da casa. Daniel detestava Gabriel; ele estava usando seu dinheiro,o poderia ficar indiferente? Daniel certamente tomaria provid¨ºncias. De umdo, Olivia jogava charme para bn?ar Gabriel, e do outro, usava a amea?a de Daniel para que elepreendesse a gravidade da situa??o, mostrando que colocar a casa em seu nome era o mais seguro. Al¨¦m disso,o a ganancia de Gabriel era grande, ele certamente concordaria. conseguiu. Mas n?o esperava que o sistema do departamento de habita??o caisse. Olivia suspirou, permitindo que seus m¨²sculos tensos rxassem um pouco, e enviou uma mensagem para Daniel: ¡°Eu mesma vou lidar essa situa??o do Gabriel, obrigada p preocupa??o.¡± Se Daniel resolvesse o problema, seria culpada por usar o dinheiro de Daniel para Gabriel. Mas se agisse por conta pr¨®pria, poderia esrecer qualquer mal¨Centendido de Daniel sobre . Al¨¦m de n?o querer ser mal¨Centendidao algu¨¦m que usaria o dinheiro de Daniel para ajudar uma pessoa ego¨ªstao Gabriel, tamb¨¦m n?o queria ter qualquer r??o Gabriel. Dessa vez, faria Gabriel entender que nem nem sua m?e eram f¨¢ceis de serem enganadas. No futuro, se ele pensasse em enganar a sua m?e novamente, n?o o deixaria em paz! Depois de enviar a mensagem, Olivia n?o se apressou em sair, mas sentou¨Cse em casa ¨¤ espera. A situa??o Gabriel estava resolvida, mas n?o tinha certeza se Daniel concordaria em deix¨¢ lidar isso sozinha. Olivia estava insegura. Vi Serenidade. Heitor Griera estava sentado em frente aoputador, seus dedos pequenos digitando r¨¢pido no tedo, e na t, sequ¨ºncias de c¨®digos e n¨²meros mudavam rapidamente. Cap铆tulo 677 Cap¨ªtulo 677 Ele estava s¨¦rio e concentrado, as sobrancelhas jovens franzidas em pequenos n¨®s, a luz azul da t doputador refletindo em seu rostinho, dando a ele um ar tanto ador¨¢vel quanto um pouco frio e elite. A imponente figura de Daniel estava atr¨¢s dele, observando¨Co uma admira??o e orgulho indescrit¨ªveis por suas habilidades de hacker, t?o profissionais quanto as de um profissional. Ele pretendia invadir a rede do Departamento de Habita??o sem pedir ajuda a ningu¨¦m, pois seu pr¨®prio filho era capaz de faz¨º¨Clo. Originalmente, ele tinha a inten??o de pedir aos ticos da empresa para invadir a rede do Departamento de Habita??o, mas depois de meia hora de esfor?os, eles n?o conseguiram entrar no firewall. Por fim, quando seu filho entrou em a??o, resolveu a quest?o em minutos. Na verdade, a rede do Departamento de Habita??o j¨¢ estava paralisada desde a manh? anterior. Gabriel queria transferir a propriedade da casa para seu nome, o que era imposs¨ªvel! Ser¨¢ que o dinheiro dele era t?o f¨¢cil de gastar? Heitor bateu for?a na te espa?o, encostou¨Cse no encosto da cadeira, exndo um suspiro de cansa?o, e disse: ¡°Pronto, por algum tempo eles n?o conseguir?o quebrar o c¨®digo, a rede ficar¨¢ paralisada.¡± ¡°Hum, pe?a ao F¨¢bio para te levar para a esc,¡± respondeu Daniel sua voz grave e magn¨¦tica, enquanto passava a m?o levemente pelo cabelo do menino. Essa gentileza era a melhor forma de aprecia??o para Heitor. Foi a primeira vez que Heitor sentiu o reconhecimento do seu pai, e o seu cora??o se encheu de alegria, fazendo que um sorriso involunt¨¢rio surgisse em seu rosto encantador. Com o humor elevado, ele estava especialmente disposto a ouvir seu pai. ¡°Ok, estou indo para a esc.¡± Heitor saiu da s deputadores. Daniel se virou, tamb¨¦m se preparando para sair, quando o celr em seu bolso vibrou. Ele pegou o telefone e viu uma mensagem. Era de Olivia. Ao ver o conte¨²do da mensagem, as sobrancelhas de Daniel se contra¨ªram ligeiramente. Seus olhos escuros eram profundos e sombrios. Em seu rosto atraente, n?o se conseguia ver qualquer emo??o. No quintal, Heitor subiu no carro sua moch nas costas, e F¨¢bio estava prestes a 1/2 12:32 Capitulo 6// panh¨¢¨Clo at¨¦ a pr¨¦¨Cesc. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Daniel se aproximou e ordenou sua voz grave: ¡°Heitor vai ficar de folga hoje, n?o precisa ir para a pr¨¦¨Cesc.¡± F¨¢bio parou de andar, olhando para Daniel avan?ar e, proativamente, cedeu seu lugar. Daniel abriu a porta do carro e disse a Heitor: ¡°Precisamos que voc¨º desbloqueie a rede do Departamento de Habita??o e a restaure ao normal.¡± Heitor olhou para ele seus inocentes olhos escuros, piscando em confus?o. Ele acabara de bloquear a firewall, por que precisava desbloquear agora? Daniel percebeu sua confus?o e, embora normalmente desdenhasse dar explica??es, surpreendentemente explicou: ¡°¨¦ o que sua m?e quer.¡± Ao ouvir que era o desejo de sua m?e, Heitor rapidamente saiu do carro e voltou para a s de computadores passos curtos e ¨¢geis. Deixou a moch dedo e voltou a digitar habilmente no tedo. Desbloquear era muito mais f¨¢cil do que bloquear, e ele terminou em menos de quinze minutos. Depois de terminar, Heitor se virou e olhou para Daniel, que estava parado atr¨¢s dele. Ele franziu as sobrancelhas em confus?o e, depois de hesitar, ainda chamou: ¡°Papai, a rede do Departamento de Habita??o tem algo a ver a mam?e?¡± Ao ouvir o menino cham¨¢¨Clo de papai, os olhos escuros de Daniel tremeram levemente. Essa foi a primeira vez que Heitor o chamou de pai desde que se reconheceramo fam¨ªlia! Cap铆tulo 678 Cap¨ªtulo 678 Joel, Iria e In¨ºs j¨¢ o tinham chamado ele de pai. Somente Heitor, ao chegar na Vi Serenidade,e?ou a discutir ele, querendo ver a m?e ou simplesmente n?o se entendendo ele. Hoje, Daniel finalmente ouviu sua voz infantil cham¨¢¨Clo de pai. Algo dentro de seu esp¨ªrito foi atingido. Era uma sensa??o indescrit¨ªvel, mas agrad¨¢vel. Daniel raramente diminu¨ªa o tom de voz. ¡°Eu estava pensando em dar uma li??o em algu¨¦m, mas sua m?e me pediu para deixar pra l¨¢.¡± ¡°Ah, entendi. A m?e quer repreend¨º¨Clo pessoalmente, n?o ¨¦?¡± Heitor assentiu feliz, perguntando curioso. Raramente via seu pai t?o em sintonia sua m?e, e naquele momento sentiu que tinha o apoio do pai e o amor da m?e. Descobriu que ter a aprova??o do pai e o carinho da m?e era uma coisa t?o gratificante. ¡°Talvez.¡± Daniel tamb¨¦m estava curioso para ver o que Olivia estava a near. Ele olhou para o rel¨®gio. ¡°Estamos atrasados meia hora, ainda vai para a esc?¡± ¡°Voc¨º disse que eu estava de folga hoje, quero estudar inform¨¢tica em casa.¡± Heitor voltou ao assunto. ¡°Hm.¡± Daniel respeitou sua opini?o e saiu da s deputadores. Antes de sair, instruiu F¨¢bio: ¡°Controle o tempo dele noputador.¡± F¨¢bio acenou rapidamente: ¡°Sim, Sr. Daniel.¡± Observando Daniel entrar no carro e partir, F¨¢bio sorriu satisfeito, percebendo o quanto o Sr. Daniel se importava os quatro filhos. Pedir¨Clhe para contrr o tempo de Heitor noputador era tamb¨¦m uma preocupa??o a sa¨²de dos seus olhos. A Vi Serenidade, que antes era t?o silenciosa, agora estava cheia de vida, que bom. Olivia esperou em casa durante algum tempo, at¨¦ que Gabriel ligou para , dizendo que poderiam ir ao registo de im¨®veis online, para finalizar a resid¨ºncia. Pediu para Olivia levar o Registro Dom¨¦stico. O processo depra de uma propriedade era pagar e, em seguida, assinar o contrato da Secretaria de Habita??o parapletar a transa??o. Mesmo ap¨®s o pagamento, a casa ainda n?o ¨¦ sua; s¨® ¨¦ sua ap¨®s a finaliza??o da resid¨ºncia. 1/2 12:32 Capitulo 678 Quando Olivia ouviu as pvras de Gabriel, respondeu calmamente que sabia e que chegaria em breve. n?o demonstrou ansiedade, mas deixou ro para Gabriel que iria. estava preocupada que Daniel pudesse n?o concordar em deix¨¢ resolver isso sozinha, pois tinha esperado melo¨Cdia e Daniel n?o tinha respondido ¨¤s mensagens. Fol s¨® quando Gabriel ligou dizendo que a rede da Secretaria de Habita??o estava funcionando novamente que soube o que Daniel queria. Olivia chegou rapidamente ao registo de im¨®vels, onde Gabriel e o representante da construtora J¨¢ a esperavam. Quando chegou, eles se apressaram para fazer o registo online, medo de que a rede pudesse cair novamente. Sob a opera??o ansiosa do representante da construtora e de Gabriel, rapidamente conclu¨ªram o contrato, e a resid¨ºncia da mans?o fol registada em nome de Olivia. Ao sair do registro de im¨®vels, Olivia caminhou rapidamente ¨¤ frente, enquanto Gabriel corria para alcan?¨¢, um sorriso conciliat¨®rio, dizendo: ¡°Olivia, mostre o contrato para o Daniel, ele provavelmente n?o dir¨¢ nada, certo?¡± T¨ºxt ? N?velDrama.Org. ¡°Esses bilh?es foram para eu gastar, usel paraprar a casa, o que ele poderia dizer?¡± Olivia continuou o seu tom orgulhoso, mostrando a Gabriel que estava prosperando aodo de Daniel. ¡°¨¦ verdade, sim. Ah, e quando voc¨º receber os trinta bilh?es, n?o se esque?a de me dizer, vamos voltar ¨¤ Secretaria de Habita??o e mudar o nome de volta. Eu perguntel ao pessoal, dentro de um ano ap¨®s o registo online, a transfer¨ºncia ¨¦ feita sem nenhum custo.¡± ¡°Voc¨º se informou bem, n?o se preocupe, s?o apenas alguns dias.¡± Olivia deu um sorriso leve, olhou para ele firmemente e, vendo que ele n?o tinha inten??o de ir embora, continuou seu caminho. Cap铆tulo 679 Cap¨ªtulo 679 T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Olivia suspirou e continuou a estrat¨¦gia sentimental que Gabriel dominava: ¡°Na verdade, n?o estou realmente chateada. Minha m?e est¨¢ certa, afinal de contas, voc¨º ¨¦ meu pai, e isso n?o pode ser mudado p r??o de sangue. Antes eu realmente n?o gostava de voc¨º, mas nos ¨²ltimos dias a minha m?e me contou muitas coisas boas a seu respeito. N?o deve ter sido f¨¢cil amar minha m?e todos esses anos, e eu n?o tenho motivo para continuar a te detestar, aproximar nossa r??o ¨¦ algo que deixaria minha m?e muito contente.¡± ¡°Sim, sim, sua m?e est¨¢ certa, entre pai e filha n?o deve haver ressentimentos persistentes. Se nosso rcionamento for bom, sua m?e n?o ser¨¢ mais pressionada a tomar partido.¡± Gabriel respondeu rapidamente, esfregando as m?os. Olivia percebeu, quando ele queria agradar algu¨¦m, ele sempre mantinha as m?os juntas, esfregando uma na outra. Olivia olhou para as m?os dele e ent?o olhou para ele, dizendo: ¡°Eu encontrei um lugar perfeito para um passeio de um dia, que tamb¨¦m pode fortalecer a nossa r??o entre pai e filha. Quem vai sempre volta elogiando, porque ¨¦ necess¨¢rio que pai e filha se ajudem mutuamente. A verdadeira disposi??o se mostra no caminho.¡± ¡°Eu sou sincero voc¨º e a sua m?e.¡± Gabriel disse ansioso, desejando demonstrar a sua sinceridade. Olivia observou sua urg¨ºncia e sentiu um sarcasmo interior; ele s¨® estava preocupado em perder os dois bilh?es, n?o ¨¦? ¡°Eu tamb¨¦m quero acreditar na sua sinceridade. Ent?o, que tal isto:o eu tirei o dia de folga e voc¨º tamb¨¦m est¨¢ dispon¨ªvel, vamos fazer essa viagem hoje e ver se voc¨º vai realmente cuidar de mim e se vamos nos ajudar mutuamente. Ent?o, vamos ver se sua sinceridade ¨¦ genu¨ªna ou falsa.¡± Olivia sugeriu. Gabriel concordou sem pensar duas vezes: ¡°ro, vamos hoje.¡± Ele pensou que n?o seria nada mais do que ajud¨¢ durante a viagem, perguntar se estava cansada, sede ou fome. Essas pvras doces e gestos atenciosos, ningu¨¦m sabia fazer melhor do que ele. Naquele momento, Olivia e Gabriel chamaram um carro e foram para a Capital, Montanha dos Cisnes. Montanha dos Cisnes ¨¦ um lugar de terreno perigoso, fal¨¦sias ingremes. Escr l¨¢ ¨¦ dif¨ªcil e cheio de desafios. Um passo em falso pode resultar em um tornozelo torcido ou uma queda em alguma caverna perigosa. O local ¨¦ geralmente a primeira escolha para aqueles que gostam de aventuras. Durante a escda, ¨¦ necess¨¢rio ajudar¨Cse mutuamente para alcan?ar o topo e ent?o descer 1/2 12:33 Cap¨ªtulo 679 a montanha em seguran?a para casa. Gabriel olhou para a montanha desafiadora e se sentiu um pouco relutante, mas para mostrar seu amor paternal por Olivia, ele engoliu em seco e subiu a montanha . Chegando ¨¤ metade do caminho, Gabriel estava exausto e quase incapaz de continuar. Ele n?o era um entusiasta da escda, e o terreno ¨ªngreme exigia cada passo cuidadoso e cheio de esfor?o. A meio caminho, ele estava exausto e ofegante: ¡°Olivia, voc¨º ainda consegue andar? Eu n?o consigo mais, se continuar assim, minhas pernas v?o ceder.¡± Olivia sentou¨Cse no ch?o, tamb¨¦m cansada e ofegante, e disse: ¡°Eu tamb¨¦m n?o consigo mais andar, e agora n?o temoso descer, as minhas pernas est?o dormentes, n?o consigo dar mais um passo.¡± Gabriel apontou para a tirolesa pr¨®xima e disse: Vamos usar o telef¨¦rico para descer. N?o precisamos caminhar.¡± ¡°Boa ideia, mas esse telef¨¦rico requer a coopera??o de duas pessoas.¡± Olivia explicou: ¡°Um senta n enquanto o outro gira a roda manual, contrndo a velocidade. Isso evita que a pessoa des?a a montanha rapidamente e colida a montanha, o que pode causar ferimentos graves ou at¨¦ mesmo morte.¡± Olivia disse. ¡°Ent?o¡­¡± Gabriel olhou incerto. ¡°Eu vou te mandar para baixo primeiro, depois espero por algu¨¦m que suba e pe?o para me ajudarem a descer.¡± Olivia se apoiou no ch?o para se levantar e caminhou em dire??o a Gabriel. Gabriel ainda sentia algum constrangimento: ¡°Como assim, deixar voc¨º aqui sozinha, isso n?o ¨¦ certo.¡± ¡°Quem mandou voc¨º ser meu pai? Como eu poderia ter coragem de deixar voc¨º esperando aqui?¡± Olivia disse, e mesma quase vomitou. nunca disse nada t?o hip¨®crita antes. ¡°N?o, eu vou te mandar para baixo primeiro, eu espero p pr¨®xima pessoa.¡± Gabriel insistiu, querendo provar seu amor paternal. ¡°Eu acabei de ver algumas pessoas chegando, logo vou subir, n?o se preocupe. Est¨¢ anoitecendo e dizem que ¨¤ noite pode haver ataques de macacos selvagens. Melhor voc¨º descer logo, n?o perca tempo¡°, Olivia apressou¨Co. Gabriel n?o quis mais insistir na cortesia, pois tinha um medo terr¨ªvel de macacos selvagens. O telef¨¦rico era simples, apenas uma linha de a?o conectando a metade da montanha ¨¤ base da montanha, um assento grosso de cinto de seguran?a e uma corda simples para prender a si mesmo. Olivia segurava firme na vanca da corda, e depois que Gabriel se odou, e?ou a movimentar a vanca, baixando Gabriel lentamente. Ap¨®s descer uma certa distancia, Gabriel suspenso no ar, Olivia parou de repente e sua 2/3 12.33 Cap¨ªtulo 679 express?o se tornou fria: ¡°Gabriel, aqueles dez milh?es mais tr¨ºs milh?es, onde voc¨º Cap铆tulo 680 Cap¨ªtulo 680 Olivia, um p¨¦ firmemente ntado no ch?o e o outro apoiando no pr da maniv da bustrada, segurava uma m?o na cintura e a outra na vanca, impedindo que a corda descesse rapidamente. Sua pose, bemo as pvras que pronunciou, fizeram o cora??o de Gabriel, pendurado no ar, dar um salto, percebendo de repente algo terr¨ªvel, mas j¨¢ era tarde demais. Ele estava sentado em um assento improvisado, a grossura de um cinto de seguran?a, que de seguro n?o tinha nada, o abismo profundo sob os seus p¨¦s e a encosta de um penhasco ¨¤ frente. Se ele quebrasse a corda por conta pr¨®pria e caisse, se desintegraria em mil peda?os; se Olivia soltasse a vanca, ele deslizaria rapidamente at¨¦ a montanha oposta e seria esmagado ps rochas afiadas, sangrando at¨¦ morrer. Gabriel soltou um sorriso for?ado, tentando manter a calma diante de Olivia: ¡°Olivia, n?o entendi o que voc¨º quis dizer. Que tal me baixar devagar e conversarmos quando eu chegar l¨¢ embaixo, pode ser?¡± ¡°N?o vai fr, ¨¦? Ent?o, vou soltar e voc¨º deslizar¨¢ livremente. Viver ou morrer, vai depender da sua sorte,¡± disse Olivia, soltando abruptamente a vanca. Gabriel deslizou para baixo o rmento da polia, percorrendo uma distancia consider¨¢vel e gritou em panico: ¡°Ah, n?o, por favor, n?o!¡± Olivia novamente segurou firme a maniv, uma express?o fria, olhando fixamente para Gabriel: ¡°Eu n?o me importo mais o que voc¨º fez o dinheiro, transfira¨Co para mim agora! Caso contr¨¢rio, eu solto e voc¨º fica por conta pr¨®pria.¡± o tinha trazido para viajar aqui o prop¨®sito de pendur¨¢¨Clo no ar e for?¨¢¨Clo a devolver o dinheiro que havia enganado de Teresa. Olivia j¨¢ tinha trabalhado meio per¨ªodo na Montanha dos Cisnes, ajudando a baixar as pessoas p montanha, O telef¨¦rico, foi criado base no princ¨ªpio da vanca, requeria que algu¨¦m girasse a maniv lentamente para baixar a corda e recolher a outra extremidade, mantendo o equilibrio e descendo a montanha devagar. Se ningu¨¦m segurasse a maniv, a pessoa no cabo perderia o controle e deslizaria rapidamente, batendo no monte do outrodo. Olivia conhecia bem o terreno e o perigo das cordas aqui, e tinha trazido Gabriel propositalmente para que ele usasse o telesf¨¦rico. o suspendeu no ar para intimid¨¢¨Clo. Gabriel, ego¨ªstao sempre, s¨® se importa consigo mesmo, ele jamais iria querer morrer. ¡°N?o solte, Olivia, por favor, n?o solte!¡± Gabriel se agarrou ao cinto de seguran?a em panico, 1/2 Cap¨ªtulo 680 suando na testa e nas costas. Suas pernas, penduradas no ar,e?aram a tremer de medo e ansiedade. Gabriel sempre foi bom pvras, enganando sabe¨Cse l¨¢ quantas pessoas, tinha um medo terr¨ªvel da morte. ¡°Olivia, o dinheiro est¨¢ a megera, n?oigo,¡± suplicou Gabriel: ¡°Me abaixe devagar e, quando estiver seguro, ligarei para e pedirei que transfira o dinheiro para voc¨º, pode ser?¡± ¡°De jeito nenhum, ou voc¨º transfere agora ou cai daqui!¡± Olivia estava decidida. odiava Gabriel profundamente. Ele n?o s¨® havia enganado sua m?e, Teresa, e arruinado sua vida, como tamb¨¦m causou a ru¨ªna da fam¨ªlia de Daniel. Esse tipo de pessoa merecia ir para o inferno! ¡°Olivia, voc¨º realmente teria coragem de me matar? Se eu morrer por sua causa, isso vai te trazer problemas. Vale a pena ter sangue nas m?os por alguns milh?es?¡± Gabriel tentou manter a racionalidade, tentando persuadir Olivia. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Olivia sorriu desd¨¦m. sabia o qu?o persuasivo Gabriel poderia ser e estava preparada para n?o se deixar influenciar por suas pvras. ¡°Quem disse que fui eu que te matei? Fui apenas atacada por um macaco selvagem na montanha e, sem escolha, tive que soltar. Sua morte ser¨¢ apenas um acidente causado por um ataque de um cachorro selvagem.¡± Olivia falou tranqumente e frieza. Depois de tanto tempo aodo de Daniel, tinha adquirido um pouco do seu orgulho distinto e a aura gda que o caracterizava. Ao ouvir essas pvras, Gabriel ficou t?o assustado que suas pups se dtaram e suas pernas tremiamo peneira. Cap铆tulo 681 Cap¨ªtulo 681 Olivia continuou a afrouxar a m?o, e Gabriel caiu bruscamente uma se??o abaixo. ¡°Ah, n?o solta!¡± Gabriel gritou em panico, caindo das alturas. Olivia olhou para ele, e viu que as suas cal?as estavam molhadas. ficou chocada ao perceber que ele tinha se urinado de medo! Parecia que ele realmente temia a morte. Quando enganava os outros, por acaso pensava no quanto os magoava? Chegara o dia de Gabriel se urinar de medo, era bem merecido! Olivia continuou segurando no corrim?o, e disse uma voz fria e firme: ¡°Agora mesmo, pegue seu telefone e fa?a uma transfer¨ºncia para mim, ou ligue para sua esposa e fa?a que transfira. Esta ¨¦ sua ¨²ltima oportunidade! Caso contr¨¢rio, eu solto voc¨º de vez. Trocar treze milh?es por sua vida pode n?o parecer um bom neg¨®cio, mas se voc¨º n?o obedecer, eu prefiro fazer este mau neg¨®cio!¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°N?o solta, por favor, n?o solta. Eu vou transferir agora, neste instante¡­¡± Gabriel estava t?o assustado que parec¨ªa que sua alma estava prestes a deixar seu corpo, o abismo sem fundo abaixo de seus p¨¦s e as rochas afiadas e ¨ªngremes ¨¤ sua frente. Ele dependia de Olivia para ser lentamente baixado, ou ent?o, ele estaria morto. Ele ainda n?o tinha vivido o suficiente, n?o queria morrer. Naquele momento, ele n?o podia se preocupar a pr¨®pria imagem; a vida era mais importante. Mesmo que tivesse urinado de medo, ele n?o tinha tempo para se envergonhar. Com as m?os tremendo, ele tirou o telefone do bolso. Olivia advertiu: ¡°¨¦ melhor segurar firme, para n?o acabar caindo junto o telefone.¡± Ao ouvir isso, Gabriel apertou o celr for?a, temendo qualquer erro. Com muito cuidado, ele abriu a aplica??o do banco no telefone. Olivia, que estava numa posi??o onde podia ver a t do telefone dele, ditou o n¨²mero da sua conta banc¨¢ria. Gabriel digitou o n¨²mero da conta e estava prestes a fazer a transfer¨ºncia quando parou de repente, ainda desconfiado, olhou para Olivia: ¡°E se eu transferir o dinheiro e voc¨º soltar mesmo assim, o que eu fa?o?¡± ¡°Voc¨º ¨¦ burro, ¨¦? Se voc¨º transferir o dinheiro para mim, a pol¨ªcia pode rastrear o registro da transfer¨ºncia. Se voc¨º morrer logo depois de transferir o dinheiro, a pol¨ªcia ter¨¢ motivo para suspeitar de mim por assassinato por interesse financeiro.¡± Olivia explicou. Gabriel assentiu repetidamente, achando que estava certa. 1/2 17-33 Capitulo 681 Sem perder mais tempo, ele transferiu os treze milh?es para Olivia. ¡°Pronto, transferido. Agora, por favor, me abaixe cuidado,¡± disse Gabriel ansiosamente. Cada segundo que ele passava pendurado aumentava o seu perigo. Ele n?o queria ficar suspenso nem por mais um momento. ¡°Calma a¨ª,¡± respondeu Olivia, olhando o celr que tirou do bolso para checar a mensagem de transfer¨ºncia banc¨¢ria. De facto, os treze milh?es tinham sido transferidos. estava finalmente satisfeita. ¡°Vou te dizer a verdade, eu n?o tenho for?a suficiente para te baixar. Vou amarrar o corrim?o uma corda e descer a montanha para encontrar algu¨¦m forte o suficiente para te ajudar a descer,¡± disse Olivia, enquanto tirava um peda?o de corda do bolso e o enrva em torno do corrim?o, fixando¨Co de modo que n?o soltasse rapidamente. tamb¨¦m amarrou a outra extremidade da corda em uma ¨¢rvore pr¨®xima. Gabriel observou toda a sequ¨ºncia de a??es d, e sua raiva se misturou o medo, deixando sua face p¨¢lida: ¡°Olivia, n?o fa?a isso, me solte primeiro ou me puxe para cima, por favor, eu te imploro, Olivia¡­¡± Cap铆tulo 682 Cap¨ªtulo 682 Olivia amarrou a corda e, em seguida, bateu as m?os para sacudir a poeira, Lan?ando um olhar para Gabriel, que tremia de medo, disse de forma ir¨®nica: ¡°Quando voc¨º enganava as pessoas, destru¨ªares e brincava os sentimentos ds, abandonando¨Cas depois, voc¨º j¨¢ parou para pensar na dor e no desamparo ds? Gabriel, voc¨º merece sentir o gosto dessa impot¨ºncia!¡± ¡°Olivia, eu errei, admito meu erro, por favor, me puxe para cima.¡± Gabriel Dias, aterrorizado, segurava o seu cinto de seguran?a as m?os tr¨ºms, apavorado. ¡°Espere que eu chame algu¨¦m para o vir ajudar.¡± Disse Olivia, virando¨Cse para descer a montanha. Desesperado, Gabriel abandonou sua fachada ee?ou a gritar Olivia enquanto se afastava, com pvras extremamente ofensivas. Neste lugar isdo, quem viria ao monte para resgat¨¢¨Clo? Se Olivia o deixasse amarrado ali, ele estaria condenado a se virar sozinho. Gabriel sentia panico, raiva e impot¨ºncia. S¨® agora ¨¦ que ele tinha percebido que tinha sido enganado; Olivia n?o s¨® tinha ficado a sua mans?o, mas tamb¨¦m recuperado os treze milh?es que restavam. estava se vingando p sua m?e! Mas agora era tarde demais para perceber. Gabriel, que enganara tantas pessoas, um verdadeiro mndro, acabara sendo enganado por uma jovem de vinte e poucos anos. Isso era um ultrajante. Enquanto Olivia descia a montanha passo a passo, os insultos de Gabriel atr¨¢s d eram terr¨ªveis, mas n?o respondia a nenhum deles. ria friamente por dentro, pensando que essa era a verdadeira face de Gabriel. Que r??o paternal? Ele s¨® queria se aproximar d e de sua m?e para obter mais vantagens de Daniel! J¨¢ que ele estava a gritar t?o ferozmente, o deixaria pendurado no ar por mais um tempo. O caminho para descer era dif¨ªcil, mais ainda do que subir. Olivia segurava¨Cse nas rochas, descendo lentamente. Em pouco tempo, nuvens escuras se acumram no c¨¦u, prenunciando chuva. Olivia sentia um temor crescente em seu cora??o. 1/2 12.33 Capitulo 682 De repente, ¡°boom¡°, um trov?o retumbou. ¡°Ah!¡± Olivia se assustou, pisou em falso e seu corpo deslizou para baixo, quase rndo p escadaria de pedras. estava em panico, rolou por dois degraus antes de agarrar uma pequena ¨¢rvore, o que estabilizou seu corpo. Uma dor aguda veio de sua cintura, onde havia sido cortada p pedra, fazendo Olivia franzir a testa de dor. se segurava na ¨¢rvore, tentando levantar¨Cse. Queria aguentar a dor e continuar a descida, mas assim que colocou o p¨¦ no ch?o, uma dor aguda veio do tornozelo, insuport¨¢vel. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Imediatamente, Olivia levantou o p¨¦ afetado e apoiou¨Cse num s¨® p¨¦, encontrando um lugar rtivamente no para se sentar e examinar o tornozelo, que estava inchado. Com o tornozelo torcido, n?o conseguiria descer a montanha. O que ¨¦ que deveria fazer? Enquanto ponderava, o c¨¦u trovejou novamente, um estrondo que parecia rasgar os c¨¦us. ¡°Ah, n?o!¡± Olivia, assustada, abra?ou a cabe?a e encolheu¨Cse. Desde aqu noite, cinco anos atr¨¢s, tinha medo de trov?es. Sempre que trovejava, se escondia sob as cobertas e se encolhia. Mas agora, no meio do mato, sem ter para onde correr, estava tremendo de medo. O que poderia fazer? Enquanto isso, ao p¨¦ da Montanha dos Cisnes. Um Rolls Royce preto parou ao p¨¦ da montanha. Daniel saiu do carro, seguido por v¨¢rios seguran?as, uma cena imponente, uma presen?a dominante que fazia o tempo tempestuoso parecer insignificanteparado ¨¤ press?o que emanava dele. Cap铆tulo 683 Cap¨ªtulo 683 Bruno se aproximou para rtar: ¡°Sr. Griera, parece que Viviana Pereira recebeu a not¨ªcia antecipadamente e fugiu para a Montanha dos Cisnes.¡± Ap¨®s v¨¢rios dias de interrogat¨®rio, Ana insistia que tinha sido Teresa a empurrar a av¨® Griera. Sob a press?o de interrogat¨®rios intensivos dia e noite, finalmente cedeu e revelou a verdade: Viviana pagou¨Clhe uma boa contia de dinheiro para, de qualquer maneira, incriminar Teresa no dia em que visitasse a av¨® Griera. Quando Teresa se aproximou para ajudar In¨ºs, a av¨® Griera tamb¨¦m se preocupou e se levantou do sof¨¢. Foi nesse momento que Ana, de prop¨®sito, varria o ch?o perto dos p¨¦s d. Para evitar a vassoura e por ter se movido de forma precipitada, a av¨® Griera trope?ou no p¨¦ do sof¨¢ e caiu. Ana seguiu as instru??es de Viviana e acusou Teresa de ter empurrado a av¨® Griera, causando a queda. De qualquer forma, n?o havia cameras de vigilancia na s, e n?o havia testemunhas do incidente. Ana n?o esperava que a av¨® Griera fosse falecer devido ¨¤ queda, o que fez que a situa??o se agravasse e ficasse ainda mais medo de contar a verdade. continuava a afirmar que Teresa tinha empurrado a av¨® Griera. Mas o que n?o esperava era que In¨ºs, que tinha ca¨ªdo perto da escada, tivesse visto que a av¨® Griera trope?ou no sof¨¢. manteve a esperan?a de que, ao alegar que In¨ºs era apenas uma crian?a e que suas pvras n?o poderiam ser levadas a s¨¦rio, conseguiria escapar impune. O que n?o sabia era que Francisco j¨¢ tinha descoberto que a av¨® Griera n?o fora empurrada ps escadas abaixo e todas as evid¨ºncias apontavam para Ana. O ponto mais crucial do caso era fazer Ana fr a verdade. No in¨ªcio, Ana resistiu, mas n?o conseguiu suportar o interrogat¨®rio intenso e finalmente confessou. Viviana tinha ido jantar a fam¨ªlia Griera e deixado seu contato Ana. Mais tarde, contatou Ana e pagou¨Clhe uma quantia em dinheiro para incriminar Teresa de qualquer maneira. Com o depoimento de Ana, Daniel e os seus homens foram atr¨¢s de Viviana, que j¨¢ tinha not¨ªcias e fugiu antes da chegada deles. Daniel, seus olhos negros prantes, olhou para a ingreme montanha e ordenou uma voz grave: ¡°Subam e a capturem!¡± Ao dizer isso, ele deu um passo ¨¤ frente ee?ou a subir a ontanha. 1/2 12:34 Capitulo 683 Viviana, essa mulher, suas a??es estavam cada vez mais sem limites, chegando a um ponto imperdo¨¢vel. Daniel estava determinado a captur¨¢ e faz¨º pagar pelo que dev¨ªa! Os seguran?as e Bruno tamb¨¦m seguiram. A montanha era ingreme e dif¨ªcil para a maioria das pessoas escr, mas para Daniel, era simples. Ele estava treinado e caminhava por esses terrenos acidentadoso se fossem nos. Ele e sua equipe de seguran?as subiam a montanha juntos. Olivia estava sentada em umaje de pedra, parecendo muito perturbada, a respira??o irregr. Depois de uma rajada de raios, o ventoe?ou a soprar forte, e seu corpo fraco parecia que seria levado p encosta da montanha. segurava firmemente uma pequena ¨¢rvore aodo da escada para se estabilizar. De repente, viu algu¨¦m subindo apressadamente em sua dire??o; os passos da pessoa eram r¨¢pidos, e era ¨®bvio que tinham treinamento. Olivia sentiuo se tivesse visto a esperan?a e fixou seu olhar na pessoa que se aproximava. Quando a pessoa se aproximou, Olivia viu que era uma mulher e disse apressadamente: ¡°Ol¨¢, companheira de viagem, voc¨º poderia me ajudar?¡± A mulher j¨¢ estava pr¨®xima, e quando olhou para Olivia, houve uma pausa, e Olivia percebeu que era Viviana. Era Viviana, totalmente equipada para escda, um bast?o de caminhada em m?os e vestindo roupas adequadas para a atividade, aparentemente ¨¢gil. N?velDrama.Org (C) content. Olivia ficou confusa,o Viviana poderia estar na Montanha dos Cisnes? No momento em que Olivian?ou seu olhar para Viviana, a pr¨®pria Viviana tamb¨¦m a observava. Ao reconhecer Olivia, um vislumbre de surpresa e inveja se revelou nos olhos. usualmente assertivos de Viviana. Subitamente, pareceu que Viviana ouviu um ru¨ªdo atr¨¢s de si e apressou¨Cse em se afastar. ¡°Espere, Viviana, eu torci o meu p¨¦, voc¨º pode me ajudar?¡± Olivia viu que estava indo embora e prontamente pediu auxilio. finalmente encontrou algu¨¦m, e se Viviana fosse embora, Olivia n?o sabia quando seria capaz de descer a montanha. A chuva estava prestes ae?ar, e estava escurecendo; estava muito medo. 573 Cap铆tulo 684 Cap¨ªtulo 684 Viviana n?o olhou para tr¨¢s,o se n?o tivesse ouvido o que foi dito, e apressou o passo, desaparecendo rapidamente de vista. Olivia encontrou¨Cse mais uma vez em um estado de ismento e desamparo. tentou levantar¨Cse, mas assim que o p¨¦ torcido tocou o ch?o, uma dor terr¨ªvel a atingiu. N?o daria certo, se for?asse a caminhada, poderia acabar por danificar permanentemente a perna. Sem alternativa, teve que continuar sentada no mesmo lugar, esperando ver se outra pessoa subiria a montanha. O c¨¦u estava escuro e carregado de nuvens, relampagos ocasionais cortando o horizonte, e tamb¨¦m j¨¢ estava escurecendo. Com tais condi??es, era improv¨¢vel que algu¨¦m subisse a montanha. teria que esperar ali durante a noite, para ver se algu¨¦m viria p manh?. Olivia abra?ou os seus joelhos, apoiando o queixo sobre eles, e encolheu¨Cse numa tentativa de se sentir mais segura. Os sons dos insetos e aves ecoavam sinistramente atrav¨¦s das montanhas e vales selvagens, deixando¨Ca em estado de alerta constante. De repente, veio dos montes o som de macacos selvagens, crescendo de um sussurro distante para um estridente mor perto dali. Olivia, ouvindo isso, sentiu um arrepio no couro cabeludo e apertou ainda mais as pernas em alerta. Macacos selvagens estariam a aproximar¨Cse? Em clima de tempestade, eraum os macacos selvagens perambrem ps montanhas, e eles poderiam estar irritados e propensos a atacar humanos. Quando enlouquecidos, os macacos selvagens podem ser mais tem¨ªveis do que serpentes ougartos, atacando e mordendo ferocidade. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Houve um rto de um homem que foi cercado por macacos no mato e despeda?ado. Ao pensar nisso, Olivia sentiu um medo terr¨ªvel, seu corpo tensionou, e mal conseguia respirar, temendo que os macacos pudessem sentir o seu cheiro e atac¨¢. Mesmo tomando tanto cuidado, dois macacos selvagens saltaram para uma pequena ¨¢rvore nas proximidades, e o olhar de Olivia cruzou o deles, deixando¨Ca p¨¢lida e mordendo os l¨¢bios de pavor. O olhar selvagem do macaco fixou¨Cse n por um momento, segurando a ¨¢rvore uma m?o enquanto chamava seupanheiro a outra, e ent?o, bn?andoo num trap¨¦zio, saltou de uma ¨¢rvore para outra em dire??o a Olivia. 1/2 12:34 Capitulo 684 entrou em panico, sentindo todo o sangue de seu corpo congr, e tentou se levantar para fugir. Mal deu um passo e sentiu uma dor aguda no tornozelo,o se suas veias estivessem prestes a estourar, enviando uma onda de dor que fez seu cora??o apertar, fazendo¨Ca inr uma lufada de ar frio. uma dor insuport¨¢vel. ¡°BOOM!¡± Enquanto suportava a dor intensa, um trov?o explodiu no c¨¦u, um raio cortou o firmamento e iluminou todo o vale. ¡°Ah!¡± Olivia gritou de medo, cobrindo os ouvidos, sentindoo se estivesse perto da morte. Seu grito enfureceu ainda mais os macacos, e, diante de seus olhos aterrorizados, um macaco avan?ou rapidamente em sua dire??o, estendendo garras afiadas diretamente para o seu rosto. Olivia endureceu de medo, seus olhos arregdos, o cora??o parecia prestes a saltar por sua garganta. ¡°Uau!¡± Justo quando a pata do macaco estava a poucos cent¨ªmetros de seu rosto, ele foi subitamente arremessado para longe um golpe, soltando um grito agudo. Outro macaco saltou em sua dire??o e tamb¨¦m foi chutado para longe um golpe poderoso. Os macacos selvagens, assustados e gritando, saltaram para longe. Olivia olhou para odo, aterrorizada, e viu um rosto bonito, familiar e inesperadamente acolhedor. Ele era alto, um terno preto feito ¨¤ m?o, uma presen?a dominante e um rosto belo, mas tenso e s¨¦rio. Naquele lugar deserto, ele parecia quase divino. Era Daniel! Cap铆tulo 685 Cap¨ªtulo 685 Ao v¨º¨Clo, o cora??o de Olivia, antes tomado pelo medo, rxou instantaneamente, e as l¨¢grimas que vinha tentando conter cairam em torrentes. Daniel virou¨Cse e, um olhar profundo, viu o rosto d banhado em l¨¢grimas de susto. Estendeu seus longos bra?os, abra?ou sua cintura e a puxou para perto de si, sua voz baixa e magn¨¦tica soando particrmente reconfortante sob o c¨¦u escuro e opressor: ¡°J¨¢ passou.¡± A testa de Olivia pressionava contra o seu peito enquanto suas m?os agarravam a roupa dele; seu corpo tremia incontrvelmente, e as suas l¨¢grimas encharcando a camisa dele. O que tinha acontecido antes foi realmente aterrorizante: raios cortando o c¨¦u e macacos selvagens atacando. pensara que hoje seria o dia em que daria adeus a este mundo. n?o esperava que Daniel aparecesse. Sentindo o corpo d tremer em seus bra?os, Daniel acalmava¨Ca, passando a m?o ps suas costas. Ele sabia que tinha medo de trov?es. Quando trabalhava na limpeza do Grupo Griera, o som dos trov?es passando p casa a deixava t?o assustada que pva para cima dele. Agora, perdidos num campo aberto, macacos selvagens atacando e o som dos trov?es, o medo d tinha multiplicado. O corpo fr¨¢gil de Olivia sentia o calor da m?o grande dele alisando as suas costas. Suas m?os grandes calos leves, mesmo atrav¨¦s do tecido, criavam fa¨ªscas contra a pele fria das suas costas, aquecendo¨Ca. Olivia estava realmente aterrorizada, agarrando¨Cse ¨¤s roupas de Danielo se fossem uma t¨¢bua de salva??o, incapaz de se acalmar por um bom tempo, chorandoo uma crian?a em seus bra?os. Durante esses cinco anos, lutou sozinha l¨¢ fora, ganhando dinheiro para sustentar a fam¨ªlia, sendo o suporte forte para as crian?as, lidando sozinha qualquer dificuldade ou obst¨¢culo. Mesmo cansada ou dor, se escondia para curar as suas feridas na solid?o. Porque era o suporte para as crian?as e para a Teresa; se mostrasse fraqueza, s¨® faria que Teresa e as crian?as se sentissem mais desamparadas. Por isso, ao longo desses cinco anos, n?o importava qu?o dif¨ªcil ou doloroso fosse, sempre se mostrou otimista e alegre diante de sua fam¨ªlia. Todo o sofrimento e as dificuldades, absorvia sozinha. Agora, encontrou um ombro para se apoiar, para chorar. 1/2 13.15 Capitulo 685 Nesse momento, Olivia chorava n?o apenas de medo, mas por toda a injusti?a e o cansa?o no fundo do seu cora??o tamb¨¦m vieram ¨¤ tona, se transformando em l¨¢grimas e solu?os. ¡°Est¨¢ tudo bem agora, estou aqui,¡± a voz grave e reconfortante de Daniel soou novamente. Seus bra?os a envolveram ainda mais ternura. Enquanto os dois se aconchegavam, os guarda¨Ccostas que estavam atrasados, junto Bruno, continuaram a subir a montanha. ¡°Senhor Griera, o senhor foi muito r¨¢pido, n?o conseguimos panhar,¡± Bruno chegou ofegante, s¨® percebendo a silhueta de Daniel e n?o vendo Olivia encolhida em seus bra?os, falou enquanto recuperava o f?lego. Ao ouvir algu¨¦m se aproximar, Olivia,o um p¨¢ssaro assustado, rapidamente tentou se endireitar nos bra?os de Daniel, tentando encontrar seu equil¨ªbrio. Depois de um medo t?o intenso, seus m¨²sculos estavam tensos e agora que rxavam, sentia¨Cse completamente sem for?as. Suas pernas vacram e quase caiu dos degraus. Com um movimento r¨¢pido, Daniel a apanhou de volta em seus bra?os, suas sobrancelhas densas se juntando em uma carranca: ¡°Est¨¢ tentando se matar?¡± ¡°Eu s¨® tropecei, est¨¢ tudo bem, eu posso ficar de p¨¦ sozinha,¡± Olivia disse, enxugando as l¨¢grimas e tentando se levantar, mas apenas uma de suas pernas estava firme. Vendo¨Ca bn?ar, Daniel olhou para as pernas d; um p¨¦ estava no ch?o, o outro suspenso no ar, o tornozelo vis¨ªvel abaixo da cal?a jeans estava visivelmente inchado. Suas sobrancelhas se franziram levemente enquanto ele a levantava em seus bra?os. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Olivia, suspensa no ar, se agarrou a ele instintivamente e, percebendo que Bruno e os outros guarda¨C costas estavam presentes, se sentiu envergonhada: ¡°Eu s¨® preciso de algu¨¦m para me apoiar, consigo andar.¡± ¡°N?o se mexa!¡± Daniel ordenou autoritariamente. Cap铆tulo 686 Cap¨ªtulo 686 Olivia pretendia descer a montanha sozinha, mas a prepot¨ºncia inquestion¨¢vel de Daniel a silenciou. Contudo, o Bruno e o seguran?a ao seudo, sentia o rosto envergonhado. Bruno fechou a m?o em punho, levando¨Ca discretamente aos l¨¢bios em uma tosse abafada, numa tentativa de aliviar o embara?o: ¡°Sr. Griera, podemos nos encarregar de procurar Viviana. Parece que vai chover, e a Srta. Souza est¨¢ ferida, necessita de cuidados imediatos.¡± Foi ent?o que Oliviapreendeu que a subida ¨¤ montanha tinha o prop¨®sito de localizar Viviana. N?o era de se estranhar que logo ap¨®s avistarem Viviana, eles tivessem aparecido ¡°Hum, assegure¨Cse de traz¨º de volta,¡± Daniel instruiu uma voz grave. ¡°Sim, Sr. Griera,¡± Bruno acatou, seguindo montanha acima o seguran?a. ¡°Espere,¡± Olivia interveio a tempo. Bruno parou e se virou, aguardando continuar. Com alguma hesita??o, Olivia dirigiu¨Cse a Daniel: ¡°Ser¨¢ que eles poderiam, ao chegar na metade da montanha, soltar Gabriel que est¨¢ pendurado no telesf¨¦rico?¡± tinha a inten??o de encontrar algu¨¦m na base da montanha para ajudar Gabriel. Mas parecia que ia chover e, talvez, n?o houvesse ningu¨¦m l¨¢ embaixo. deixou Gabriel suspenso para dar¨Clhe uma li??o, para que ele experimentasse a sensa??o de pedir sem ser ouvido. Quantas pessoas ele havia prejudicado, deixando¨Cas desamparadas e desesperadas? Ele merecia provar do mesmo rem¨¦dio. Mas n?o queria que ele morresse. Vendoo estavam as coisas, a chuva iminente e os macacos selvagens ¨¤ espreita, Gabriel pendurado no v¨¢cuo durante uma noite inteira poderia n?o morrer p queda, mas certamente pelo susto. Com uma voz t¨ªmida, terminou de fr e encontrou os olhos de Daniel, escuroso tinta, insond¨¢veis, exercendo uma press?o silenciosa. Isso fez que Olivia sentisse uma inseguran?a interna, e timidez, abaixou a cabe?a: ¡°N?o pode ser?¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Daniel estreitou os olhos perspic¨¢cia e perguntou: ¡°O que exatamente voc¨º estava fazendo na montanha?¡± 1/2 13:13 Cap¨ªtulo 686 Olivia sentiu¨Cse culpada, desviando o olhar ligeiramente: ¡°N?o ¨¦ nada s¨¦rio, eu s¨® quer¨ªa dar uma pequena li??o em Gabriel. N?o esperava uma tempestade e acabei por torcer o meu tornozelo. Se n?o fosse por isso, tudo teria corrido bem.¡± Ap¨®s terminar, os olhos de Daniel escureceram ainda mais, seu olhar sobre Olivia tornou¨Cse mais prante e profundo. O clima baixo que emanava dele fez que a respira??o de Olivia desacelerasse, e a m?o que inconscientemente estava em volta de seu pesco?o apertou um pouco mais. fez algo errado? Por que Daniel a encarava tanta intensidade? Depois de observ¨¢ por um momento, Daniel desviou o olhar para Bruno, que ainda esperava, e disse: ¡°Fa?ao pediu.¡± ¡°Entendido, Sr. Griera,¡± Bruno confirmou, subindo rapidamente a montanha o seguran?a. Entretanto, Daniel, carregando Olivia em seus bra?os, desceu a montanha em passosrgos e seguros. Olivia estava preplexa; o terreno acidentado e ingreme da montanha era um desafio, e tinha torcido o tornozelo mesmo sendo cautelosa. Daniel, mesmo carregando¨Ca, avan?ava passos firmes e r¨¢pidos. A for?a dele era muito al¨¦m do que poderia imaginar. N?o demorou muito para chegarem ao p¨¦ da montanha. Olivia, que at¨¦ ent?o se segurava nele para manter o equil¨ªbrio, sentiu seu peso diminuir ao alcan?arem terreno no, e suas m?os, que estavam ao redor de seu pesco?o, rxaram. Olivia tinha segurado o pesco?o de Daniel para se equilibrar, mas agora que estavam no ch?o no, rxou um pouco. n?o tinha percebido o qu?o tenso estava. Seus olhos instintivamente olharam para Daniel, que estava bem perto d, e tocou seu pesco?o. A pele era firme e el¨¢stica, transbordando uma sensa??o de for?a. Cap铆tulo 687 Cap¨ªtulo 687 Ele pressionava os l¨¢bios finos, respirava uma leve dificuldade, o peito musculoso subia e descia. A descida intensa p montanha ainda o tinha cansado um pouco. Olivia, que at¨¦ agora estava concentrada em manter o equil¨ªbrio do seu corpo, n?o se preocupava mais nada. Agora, sendo carregada por Daniel caminhando em terreno no, notouo o seu corpo seguia o ritmo dos passos dele, odo cada movimento. O lugar onde seu peito tocava era o peito dele. A respira??o dele a fazia se mover ligeiramente tamb¨¦m. As m?os d que o abra?avam pelo pesco?o sentiam o cheiro forte de hormonas masculinass devido ao suor. A pele do pesco?o que abra?ava parecia tamb¨¦m queimar, aquecendo as palmas das suas m?os, e seu cora??o ardia em chamas, palpitante. ¡°Voc¨º me carregou por tanto tempo, tamb¨¦m deve estar cansado. Me coloque no ch?o, eu consigo andar at¨¦ o carro,¡± dizia Olivia, desviando o olhar, n?o querendo olhar para o pesco?o sexy de Daniel. O problema era que o pomo de ad?o dele estava t?o pr¨®ximo, sensual a ponto de fazer sua respira??o ficar irregr. ¡°N?o fale.¡± A voz fria e magn¨¦tica de Daniel soou, autorit¨¢ria e dominante. Olivia se calou, surpresa. N?o sabia se deveria soltar o pesco?o dele ou continuar abra?ando, a temperatura de suas m?os parecia cada vez mais quente. At¨¦ seu cora??oe?ou a bater mais r¨¢pido. Quando Olivia estava prestes a perder a paci¨ºncia, Daniel j¨¢ tinha chegado perto do carro, abriu a porta e a colocou no assento do passageiro. Sentada no banco, Daniel se inclinou para frente e os l¨¢bios d tocaram acidentalmente no seu pesco?o. Sensual, el¨¢stico, cheio de masculinidade, a sensa??o se espalhava loucamente entre os l¨¢bios de Olivia. Os olhos de Olivia se arregram, o cora??o falhou uma batida e depoise?ou a bater violentamente. O corpo de Daniel enrijeceu imperceptivelmente quando sentiu os l¨¢bios quentes/macios d em seu pomo de ad?o. N?velDrama.Org (C) content. Sua garganta se apertou, e seu corpo reagiu intensamente. 1/2 13:13 Capitulo 687 O tempo parou por um segundo. Quando Olivia se deu conta, rapidamente baixou a cabe?a, desviando os l¨¢bios, e pediu desculpas em panico: ¡°Desculpe, n?o foi de prop¨®sito, a situa??o de antes, foi sem querer¡­¡± fva atropdamente, sem sabero explicar. Enquanto fva, o sopro suave de sua respira??o no pesco?o de Daniel era uma provoca??o invis¨ªvel. Daniel engoliu em seco, endireitou¨Cse mas n?o saiu do carro, e dedos ¨¢speros levantou o queixo d, seus olhos profundos e escuros encontraram os d, ele se inclinou para baixo e capturou seus l¨¢bios, devorando a boca inquieta d. ¡°Uh¡­¡± Olivia arregalou os olhos em choque. nejava empurr¨¢¨Clo, as m?os contra o peito dele, mas o beijo punitivo o fez que amolecesse, e acabou agarrando o terno dele. Ele avan?ou imcavelmente at¨¦ que quase n?o conseguia respirar e ent?o a soltou. Olivia respirava dificuldade, seus olhos brilhavam l¨¢grimas, atordoada, totalmente fora de si. Daniel acariciava a bochecha d a m?o, o polegar gentilmente esfregava os l¨¢bios d, limpando o brilho deles, seus olhos escuros e profundos fixados nos d, confusos, e uma voz rouca e dominadora disse: ¡°N?o ouse tomar decis?es sozinha da pr¨®xima vez, entendeu?¡± ¡°Hm?¡± Olivia mal conseguia entender, a respira??o irregr e perguntou. ¡°Se eu n?o tivesse chegado na montanha hoje, voc¨º sabe o que teria acontecido?¡± A voz magn¨¦tica e fria de Daniel a encarava uma press?o repreensiva. ¡°H¨¢ cem maneiras de repreender o Gabriel, voc¨º n?o entende o qu?o perigoso ¨¦ se arriscar?¡± As pvras repreensivas de Daniel ecoaram. Olivia ficou ligeiramente aturdida, seu peito subia e descia, respirando dificuldade, olhando para Daniel acima d. ¡°Sim¡°, Olivia respondeu, a voz tr¨ºm e o cora??o batendo forte. olhou para Daniel, os olhos ainda turvos, e sentiu algo se mexer dentro de si. ¡°Voc¨º n?o foi obediente desta vez, me diga, como deveria puni, hein?¡± Daniel levantou o queixo d, sua voz era magn¨¦tica. Cap铆tulo 688 Cap¨ªtulo 688 Olivia prendeu a respira??o, encarando os olhos de Daniel, negroso a noite, enquanto seu cora??o batia desenfreado,o ¨¢gua fervendo que n?o podia ser contida, girando sem parar. engoliu um gole de ¨¢gua fria, preparando¨Cse para ser consumida por eleo um vendaval. Daniel olhava para , seus l¨¢bios, agora mais vermelhos por causa de seu beijo, e o peito subindo e descendo, sinalizando seu nervosismo. Os olhos escuros de Daniel escureceram ainda mais, e uma umidade brilhou em seu olhar profundo. Olivia captou essa mudan?a sutil em seus olhos profundos e pensou que ele estava emocionado; n?o poderia escapar. Os seus olhos baixaram, prontos para fechar os olhos. Mas a press?o sobre seu corpo desapareceu de repente, e a presen?a masculina que estava t?o perto se afastou. Olivia levantou os olhos e viu Daniel endireitar¨Cse, soltando seu queixo e fndo sem revr emo??o: ¡°Voc¨º vai descansar em casa durante pelo menos um m¨ºs, sem permiss?o para ir trabalhar.¡± Ao terminar de fr, ele fechou a porta do passageiro e foi sentar¨Cse no assento do motorista. Olivia piscou surpresa e curiosa. Descansar em casa durante um m¨ºs era sua puni??o? Isso ¨¦ uma puni??o? N?o seria um pr¨ºmio? O carroe?ou a se mover, acelerando de uma velocidade lenta ao longo da estrada sinuosa at¨¦ atingir o asfalto. Daniel estava focado na condu??o, enquanto Olivia, depois de um momento de extrema tens?o, rxava e se sentia fraca. estava cansada, exausta, e logo suas p¨¢lpebras pesaram e adormeceu. O carro parou na Vi Serenidade, e Daniel saiu, desafivelou o cinto de seguran?a de Olivia e a levou no colo para dentro do hall. Olivia estava dormindo profundamente e se mexeu desconfortavelmente ao ser erguida, encaixando a cabe?a no peito de Daniel em busca de uma posi??o confort¨¢vel e continuou a dormir. Sua cabe?a fofa esfregava¨Cse contra o peito de Danielo um gatinho, fazendo seu cora??o falhar por um instante. Ele olhou para seus olhos escuros enquanto dormia pacificamente. Seus olhos se aprofundaram enquanto ele a carregava para dentro da casa. 1/2 13:13 Capitulo 688 Os quatro pequenos estavam a jogar ¨¤s escondidas F¨¢bio quando Iria, a primeira a notar Olivia, correu animada: ¡°Mam?e¡­¡± ¡°Shh, n?o a acorde,¡± disse Daniel rapidamente, silenciando¨Ca e instruindo Ir¨ªa. Iria olhou para cima, vendo sua m?e adormecida nos bra?os de seu pai, e assentiu obedientemente, seus grandes olhos brilhantes cheios de curiosidade e alegria. Ent?o, Joel e In¨ºs tamb¨¦m viram que a m?e tinha voltado e correram animadamente em sua dire??o, querendo abra?ar a m?e. ¡°Mam?e¡­ hmm¡­¡± Joel estava prestes a cham¨¢ quando Iria cobriu sua boca sua m?ozinha gordinha. ¡°Shh, n?o acorde a mam?e, o papai est¨¢ ao colo enquanto dorme, e ele a ama muito. Se a acordarmos, ele ficar¨¢ chateado,¡± Iria sussurrou baixinho e autoridade para Joel. Mesmo tentando fr baixo, os outros ainda podiam ouvir. Pequenos e mndros, mas irresistivelmente ador¨¢veis. Daniel: ¡°¡­¡± Ele ama Olivia? Isso era t?o ¨®bvio assim? Os olhos escuros de Joel piscaram empreens?o, e ele assentiu em concordancia. Embora as crian?as desejassem se aproximar da m?e, s n?o queriam acord¨¢ e ficaram paradas na s, observando Daniel carreg¨¢ escada acima. No quarto principal, Daniel odou Olivia na cama e ligou para o Dr. Morales. Em menos de dez minutos, Dr. Morales chegou e, enquanto Olivia dormia, examinou seu tornozelo torcido. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Daniel ficou aodo, observando. Embora n?o dissesse nada, a sua presen?a era suficiente para encher o ar uma tens?o palp¨¢vel. Seus olhos escuros fixaram¨Cse no tornozelo de Olivia, inchado e elevadoo um p?o, imaginando o qu?o grave era o p¨¦ torcido Cap铆tulo 689 Cap¨ªtulo 689 Dr. Morales tamb¨¦m examinou e, voltando¨Cse para Daniel rtou: ¡° torceu o ligamento. est¨¢ cheio de sangue dentro, ¨¦ necess¨¢rio aplicar agulhas de prata e usar medicamentos t¨®picos e orais para contus?es.¡± This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Daniel respondeu: ¡°Entendido.¡± Com a permiss?o de Daniel Dr. Morales pegou as agulhas de prata da caixa de medicamentos e come?ou a aplic¨¢s em Olivia. ¡°Ah¡­¡± Olivia, em meio ao sono, sentiu a dor e instintivamente quis retra¨ª. A palma firme de Daniel segurou a perna d no momento certo, imobilizando seu p¨¦. Somente ent?o Dr. Morales conseguiu inserir a agulha de prata firmeza. Olivia se moveuo se estivesse sonhando, n?o acordou e voltou a dormir profundamente. ¡°Com cuidado,¡± disse Daniel, retirando o olhar do rosto de Olivia e fndo seriamente para Dr. Morales. Dr. Morales assentiu rapidamente: ¡°Certo.¡± Com a testa suada p tens?o, ele n?o ficou t?o nervoso quando Olivia tentou recolher a perna quanto ficou quando Daniel disse cuidado¡°. A press?o era intensa e todos os seus nervos estavam tensos. Depois, Dr. Morales prosseguiu movimentos mais suaves, aplicando as agulhas calmamente em Olivia. Com Daniel segurando sua perna, Olivia n?o podia se mexer, ent?o a aplica??o da agulha foi rapidamente conclu¨ªda. Dr. Morales, ent?o, aplicou a medicina para contus?es em uma gaze e envolveu o p¨¦ de Olivia, prescrevendo tamb¨¦m alguns medicamentos orais. Ele deu instru??es a Daniel: ¡°Evite alimentos crus e frios, picantes e n?o fa?a exercicios em excesso. deve descansar bastante no primeiro m¨ºs.¡± Daniel concordou, e Dr. Morales saiu seu kit m¨¦dico. Daniel ficou de p¨¦ aodo da cama, olhando fixamente para Olivia que estava deitada. ¡°N?o me aperte.* ¡°Ah, voc¨º est¨¢ magoando a minha m?o.¡± Havia um murmurio baixo na porta. Daniel olhou para tr¨¢s e a principio n?o viu nada. Baixando o olhar, ele viu quatro pequenas cabe?as espremidas na porta, tentando espiar para dentro. Quatro pares de olhos inocentes brilhavam curiosidade e ternura, tentando espiar o que estava acontecendo. 12 13:14 Capitulo 689 Querendo entrar, mas medo de perturbar as pessoas no quarto, eles ficaram dodo de fora da porta, esticando as suas pequenas cabe?as para ver o interior. Como eles eram mais ou menos da mesma altura e o espa?o era limitado, os quatro pequenos competiam para espremer¨Cse e ver para dentro. Joel n?o conseguia ver e estava a empurrar a cabe?a de Iria. Eles pareciam quatro ursos curiosos, extremamente fofos e macios. Ao ver Daniel olhar em sua dire??o, Iria sorriu ingenuamente para ele e co?ou a cabe?a sua m?ozinha gordinha: ¡°Hehe¡­¡± Joel tamb¨¦m parou de empurrar a cabe?a de Iria e piscou seus olhos ing¨ºnuos e ador¨¢veis. In¨ºs, que estava na frente, estremeceu quando viu Daniel olhar e rapidamente se escondeu atr¨¢s do irm?o e da irm?, segurando a roupa de Heitor medo de que o pai ficasse bravo. Heitor, que estava atr¨¢s de todos, agora estava em segundo lugar. Seu rostinho bonito olhava para Daniel sem medo. Desde que ele ajudou o pai a hackear a rede da administra??o de habita??o e recebeu a sua aprova??o, ele sentiu que sua confian?a tinha crescido. Vendo os quatro pequenos suas carinhas ador¨¢veis, os olhos de Daniel suavizaram involuntariamente. Ele avan?ou, pegou a m?ozinha de Iria e disse uma voz baixa e magn¨¦tica: ¡°Vamos descer juntos, tomar banho e preparar para dormir.¡± Ele levou Iria ele, e os outros tr¨ºs pequeninos deram mais uma espiada no quarto e seguiram Daniel escada abaixo. Depois do banho, Iria insistiu Daniel: ¡°Papai, eu tamb¨¦m quero um abra?o e que voc¨º me embale para dormir, assimo a mam?e faz.¡± Cap铆tulo 690 Cap¨ªtulo 690 Daniel olhava para os seus olhos escuros e prantes. Iria fazia um beicinho seus l¨¢bios vermelhos, segurava o bra?o dele sua m?ozinha e o bn?ava levemente, seus grandes olhos brilhantes estavam cheios de expectativa e desejo. ¡°Mam?e dorme em teus bra?oso um beb¨º, eu sou o seu pequeno tesouro, voc¨º n?o vai me abra?ar e me embr para dormir?¡± Iria fva uma voz infantil e fofinha. Sua voz suave e encantadora era capaz de derreter cora??es. tinha visto a sua m?e a dormir nos bra?os de seu pai e sentiu tanta inveja. tamb¨¦m queria ser abra?ada assim. Todos os outros pequenos j¨¢ tinham ido dormir, apenas Iria ainda n?o tinha sono, querendo que seu pai a abra?asse at¨¦ que adormecesse. Aodo, F¨¢bio, ao ouvir as pvras de Iria, mal conseguia conter um sorriso, que se esbo?ava em seus l¨¢bios. O olhar profundo de Daniel se voltou para ele, um olhar imponente e severo, suficiente para fazer F¨¢bio imediatamente reprimir seu sorriso e ficar ereto, baixando a cabe?a e se afastando em sil¨ºncio. F¨¢bio sentiu a sua pele a ficar tensa, n?o ousando mais se intrometer nos assuntos de Daniel. Daniel voltou seu olhar para Iria, que se suavizou consideravelmente: ¡°Ent?o voc¨º deve voltar para o quarto, para que eu possa te abra?ar at¨¦ adormecer.¡± ¡°Sim, papai, vamos juntos para o quarto¡°, disse Iria, agarrando a m?o dele sua m?ozinha macia e conduzindo¨Co de volta ao seu quarto cor¨Cde¨Crosa de princesa. Daniel a levou em seus bra?os, leveo um brinquedo de pel¨²cia, bn?ando Iria em seus bra?os como se fossem um ber?o. A pequenina estava inicialmente apreensiva, agarrando¨Cse firmemente ao bra?o de Daniel, sem ousar rxar. Mas, ¨¤ medida que descobria o conforto e a divers?o,e?ava a rir um som cristalino e alegre. Cansada de brincar, rapidamente caiu no sono nos bra?os de Daniel. Daniel parou de a bn?ar, olhando para a pequena figura macia nos seus bra?os; o nariz e os olhos da menina eram muito parecidos os de Olivia, seus c¨ªlios longoso os de uma boneca Barbie. 1/2 do Capitulo 690 Essa era a filha dele. T?o pequena e t?o ador¨¢vel. Os olhos de Daniel refletiam uma ternura involunt¨¢ria,o o luar l¨¢ fora. Ele a colocou delicadamente na cama, cobriu¨Ca o cobertor e saiu do quarto. As estrs giravam e o dia se alternava a noite. Olivia acordou a ridade do dia, voltando ¨¤ consci¨ºncia, abriu os olhos e viu o teto branco e o lustre de cristal caro. Sua mente turva de repente se tornou ra; estava no quarto principal da Vi Serenidade! lembrava¨Cse de pouca coisa do dia anterior, exceto ter entrado no carro de Daniel. Olivia se sentou rapidamente, tentando se mover, mas percebeu que estava sendo abra?ada e n?o conseguia se mexer livremente. Levantou a cabe?a e viu o bra?o longo de Daniel envolvendo seu torso e suas pernas dobradas ao redor das d,o se estivesse enrda em um casulo. Que peso. S¨® agora, acordada, Olivia sentia o peso, a respira??o quente de Daniel soprando em seu pesco?o. Era c¨®cegas e ao mesmo tempo uma sensa??o suave e excitante. Adormecida, n?o tinha sentido nada, mas agora, consciente, seu cora??o batia de forma desordenada. Rapidamente, inclinou a cabe?a para odo, tentando se afastar de Daniel e levantou o bra?o dele que estava sobre , tentando mov¨º¨Clo. Os olhos dele, que estavam fechados, de repente se abriram, e no instante em que se abriram, um brilho frio se espalhou.N?velDrama.Org (C) content. Isso fez o cora??o de Olivia pr, e se apressou em explicar: ¡°Eu estava a tentar levantar¨Cme¡­¡± n?o tinha inten??o de iod¨¢¨Clo, mas ele estava sobre . esperava que ele se irritasse, mas em vez disso, ele simplesmente retirou a m?o que estava sobre e tamb¨¦m libertou as suas pernas. Antes que pudesse se levantar, ele j¨¢ estava sentado, esfregando a testao se n?o tivesse dormido bem. Cap铆tulo 691 Cap¨ªtulo 691 Ele estava de mau humor, tipica de quem acabou de acordar, e Olivia ficou paralisada na cara, sem ousar a se mover. Ser¨¢ que foi que o acordou e o impediu de ter uma boa noite de sono? Enquanto Olivia estava ansiosa, Daniel salu da cama, vestiu algumas roupas do arm¨¢rio ee?ou a se vestir ¨¤ frente d. A camisa de dormir foi removida, revndo um t¨®rax definido e magro, oito gomos no abd?men, m¨²sculos bem desenhados e cheios de um senso de for?a, exndo uma selvageria e perigo masculinos. Olivia viu o seu corpo sem aviso, o seu cora??o deu um salto repentino, desviou o olhar apressadamente e prendeu a respira??o. Por que ele estava a mudar de roupa ¨¤ frente d? All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°Voc¨º vai ficar na cama hoje, o caf¨¦ da manh? ser¨¢ trazido pelos empregados,¡± disse Daniel, vestindo sua camisa calmamente e abotoando os bot?es uma voz grave e baixa. ¡°Ficar na cama?¡± Olivia ficou confusa, sentou¨Cse rapidamente e sem querer tocou no tornozelo, fazendo com que respirasse fundo de dor. Olhando para o p¨¦ dolorido, viu que estava embrulhadoo o gesso. Ent?o se lembrou de tudo que aconteceu ontem na Montanha dos Cisnes. tinha torcido o p¨¦ e n?o podia andar normalmente. Olhando para Daniel novamente, viu seus olhos escuros olhando para intensamente,o se estivessem cheios de desprazer e repreens?o. Sentindo¨Cse culpada, Olivia falou timidamente: ¡°Eu esqueci¨Cme momentaneamente que o meu p¨¦ estava ferido. Foi voc¨º quem chamou o m¨¦dico para cuidar dele?¡± ¡°O que voc¨º acha?¡± Danieln?ou um olhar frio para , terminando de vestir o fato.e amarrando a gravata. Seus movimentos ao amarrar a gravata eram rxados e aristocr¨¢ticos, muito habilidosos. Olivia ent?o percebeu que ele mesmo dava o n¨® na sua gravata todos os dias. ¡°Obrigada, se n?o fosse por voc¨º ontem, eu poderia ter sido despeda?ada por macacos selvagens e ningu¨¦m saberia,¡± disse Olivia sinceramente agradecida. Naquele momento de desamparo, se ningu¨¦m aparecesse, realmente poderia ter perdido a vida. Assim que terminou de fr, viu o olhar prante de Daniel,o o de uma ¨¢guia, vindo na sua dire??o. ituto Isso fez que Olivia se sentisse desconfort¨¢vel, disse algo errado? Agradecer a ele e ele ainda parecia descontente? ¡°Ah, eu gostaria de levantar e me vestir, tem uma muleta?¡± Olivia rapidamente mudou de assunto. Daniel era uma pessoa de humor inconstante, dif¨ªcil de decifrar. realmente n?o entendia o que o irritava ou o que o deixava feliz. Daniel n?o disse nada, caminhou at¨¦ passosrgos e lhe estendeu a m?o. Olivia olhou para a sua m?o, estendeu a d hesita??o e a pousou no seu bra?o. Ele a ajudou for?a, levantando¨Ca. Depois de sair da cama e apoiada no bra?o de Daniel, se deu conta de que ele estava usando seu pr¨®prio corpoo uma muleta para . Manquejando at¨¦ o banheiro da su¨ªte, se posicionou aodo da pia e Daniel soltou¨Ca, mas n?o saiu do banheiro. Em vez disso, pegou numa escova de dente e a pasta,e?ou a colocar pasta na escova. Olivia estava surpresa: ¡°Eu posso fazer isso¡­¡± Antes que terminasse de fr, Daniel a olhou friamente, fazendo que Olivia se encolhesse. Ent?o ele entregou a escova de dente pasta para , pegou outra para si ee?ou a escovar os dentes. Vendo isso, Olivia se sentiu envergonhada. A primeira escova de dentes que ele pegou, para colocar pasta, era para ele mesmo escovar os dentes, imaginou. pensou erradamente que ele estava preparando para e disse que faria sozinha. Ele provavelmente apenas seguiu o erro, dando a a escova pasta e pegando outra para 1. si. Mas por que a primeira escova de dentes que ele pegou era rosa? Enquanto Olivia estava perdida em pensamentos, Daniel j¨¢ estava quase terminando de escovar os dentes. Olivia voltou a si ee?ou a escovar os dentes. ¡°Papai, mam?e, est¨¢ na hora de se levantar, o sol est¨¢ l¨¢ fora.¡± uma voz infantil e fofa disse, enquanto uma crian?a entrava correndo no quarto. Cap铆tulo 692 Cap¨ªtulo 692 As crian?as entraram correndo e, de repente, descobriram que a cama estava vazia, sem ningu¨¦m. Iria, que estava ¨¤ frente, parou, e os pequenos que vinham atr¨¢s n?o conseguiram parar a tempo, batendo n um ap¨®s o outro, caindo no ch?oo pe?as de domin¨®,o uma cena c?mica e fofa. Ol¨ªvia ouviu o barulho das crian?as, a escova de dente na boca, virou¨Cse rapidamente, esquecendo¨Cse de que seu p¨¦ ainda estava machucado. Ao girar, sentiu uma dor aguda e soltou um ¡°ai¡°, quando uma m?o grande a segurou. A voz repreensiva e grave de Daniel soou: ¡°Devagar!¡± Ele ajudou Ol¨ªvia a sair do banheiro, e ent?o viram os pequenos amontoados no ch?o. In¨ºs, que estava por ¨²ltimo, rolou para baixo, caiu no ch?o o bumbum,o uma pequena cabe?a de nabo, rolou para odo, parecendo dorida. Ol¨ªvia sentiu uma pontada de dor ao v¨º, mas, por sorte, In¨ºs n?o chorou, levantou¨Cse agilidade e ficou parada, uma express?o confusa,o se perguntasse: ¡°Quem sou eu? Onde estou?¡± Ent?o, Heitor se levantou e Joel rolou para odo. Iria, que estava embaixo, murmurou sua vozinha de crian?a: ¡°Ai, est¨¢ doendo.¡± levantou a m?o gordinha para tocar sua cintura. Vendo isso, Daniel soltou Ol¨ªvia e apressou¨Cse para pegar Iria do ch?o. Quando Iria viu o pai, seus grandes e brilhantes olhos se encheram de l¨¢grimas num instante: ¡°Papai, est¨¢ doendo¡­¡± ¡°Deixa eu ver isso para voc¨º,¡± Daniel disse, cobrindo a ¨¢rea que Iria havia tocado a m?ozinha, massageando suavemente uma press?o perfeita. Ol¨ªvia, apoiada num p¨¦, observou a cena ¨¤ sua frente. Iria realmente era a menina mais doce e animada, muito boa a fazer charme. At¨¦ Daniel, um homem normalmente frio e severo, tornava¨Cse mais gentil sob o encanto da filha. Ele era realmente paciente Iria, sem mostrar nenhum sinal de irrita??o. ¡°Ainda est¨¢ doendo?¡± Daniel perguntou, continuando a massagear a pequena, uma voz agrad¨¢vel. Iria bn?ou a cabe?a, suas duas tran?as de ovelha bn?ando o movimento, muito fofas. Seus olhos inocentes e infantis viraram¨Cse e viram Ol¨ªvia, que n?o estava longe. Iria sorriu e chamou entusiasmo: ¡°Mam?e!¡± 1/2 13:14 Capitulo 692 Nesse momento, as outras crian?as j¨¢ haviam se aproximado de Olivia, prontas para abra?ar e sentir o calor do abra?o de m?e. Seus passos animados pararam novamente. Heitor foi o primeiro a notar a gaze enrda no p¨¦ de Ol¨ªvia. Seus olhos castanhos e brilhantes fixaram¨Cse no p¨¦ d, e ele perguntou preocupa??o: ¡°Mam?e, voc¨º se magoou de novo?¡± Depois de perguntar, suas sobrancelhas franziram em preocupa??o, olhando para Daniel. Ol¨ªvia rapidamente explicou: ¡°Eu torci o p¨¦ ontem enquanto estava subindo a montanha, foi o papai que me salvou e me trouxe de volta, sen?o voc¨ºs n?o veriam a mam?e hoje.¡± Heitorn?ou um olhar que Ol¨ªvia entendeu imediatamente: ele deve ter pensado que Daniel a tinha magoado novamente. N?o podia deixar que Heitor continuasse esse mal¨Centendido. Nas ¨²ltimas vezes que Heitor pensou que Daniel a havia machucado, ele tentou proteg¨º e acabou derrubando dez bilh?es do Grupo Griera. Se ele fizesse algo contra o sistema do Grupo Griera novamente, suspeitava que Daniel ficaria furioso. ¡°Papai, voc¨º ¨¦ o melhor, obrigado por salvar a mam?e.¡± Joel, sempre doce, ergueu o polegar para Daniel, agradecendo ao pai por ter salvo sua m?e. Heitor tamb¨¦m rxou sua express?o de preocupa??o para Daniel, olhando carinho para o p¨¦ de Ol¨ªvia: ¡°Mam?e, voc¨º n?o consegue andar agora?¡± ¡°Est¨¢ tudo bem, eu ainda tenho um p¨¦ bom para andar.¡± Ol¨ªvia sorriu tranqumente, indicando que estava bem para n?o preocupar as crian?as. N?velDrama.Org (C) content. ¡°M?e, ent?o fica em casa descansando, deixa o papai cuidar de voc¨º, ele ¨¦ o melhor nisso. Como ontem, ele vai te abra?ar e dormir voc¨º. Dormir mais ¨¦ bom.¡± Iria, que saiu dos bra?os de Daniel, foi at¨¦ Olivia, segurou levemente sua cal?a a m?o gordinha, olhou para cima e disse. Olivia: ¡°¡­¡­¡± , involuntariamente, dirigiu o seu olhar para Daniel. Cap铆tulo 693 Cap¨ªtulo 693 Daniel ontem te levou para o quarto ao colo? adormeceu sem sentir nada, nem sequer sabiao tinha chegado ¨¤ Vi Serenidade. Ao encontrar os olhos negros e profundos de Daniel, seu cora??o disparou e rapidamente desviou o olhar para Iria, fndo ternura: ¡°N?o se preocupem em ir para a esc, mam?e vai descansar como deve ser e cuidar de si mesma, tudo bem? N?o precisam de ficar preocupadosigo.¡± ¡°Mam?e, voc¨º est¨¢ fazendo bolhas a boca, que divertido!¡± Iria, seus olhos inocentes e escuros, estendeu a m?o para apanhar as bolhas que surgiam repentinamente da boca de Olivia. Olivia ficou constrangida; ainda n?o tinha terminado de escovar os dentes e a sua boca j¨¢ estava cheia de espuma. Quando tentou se virar para voltar ao banheiro e enxaguar a boca, teve dificuldade por causa de um p¨¦ ferido. Enquanto se movia dificuldade, a alta figura de Daniel se aproximou, e sua sombra enorme a envolveu, trazendo uma press?o invis¨ªvel e uma presen?a avassdora. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Antes mesmo de olhar para tr¨¢s, sentiu que Daniel a segurava pelo bra?o, uma for?a poderosa, ajudando¨Ca de maneira simples e f¨¢cil a chegar aodo dovat¨®rio do banheiro. ¡°Obrigada¡°, disse Olivia instintivamente. Assim que as pvras foram ditas, sentiu a press?o ao redor diminuir e o ar se tornar frio. Olivia parou de respirar por um momento e, enquanto pegava o copo de ¨¢gua,n?ou um olhar fr¨¢gil em sua dire??o. Ele tinha o rosto tenso, os olhos negros e profundos, e as sobrancelhas densas, ramente descontente. Foi ent?o que Olivia se deu conta de que, quando agradeceu a ele ontem por t¨º salvo, ele exibiu exatamente essa express?o. Parece que ele realmente n?o gosta de ouvir a pvra ¡°obrigado¡°. Mas quando Joel agradeceu a ele mais cedo, por que ele n?o se irritou? Sob o olhar opressivo dele, Olivia rapidamente enxaguava a boca evava o rosto, sendo novamente ajudada por ele a sair do quarto. Os quatro pequeninos ainda estavam parados l¨¢, olhando ansiosamente para . Olivia viu nos seus olhos infantis e macios o desejo ardente de um abra?o de amor de sua m?e. 1/2 13-14 Capitulo 693 Na verdade, os pequeninos j¨¢ queriam correr para os seus bra?os, mas, preocupados em mago¨¢¨Clo por causa de seu p¨¦ ferido, se contiveram. No entanto, a inoc¨ºncia das crian?as est¨¢ em n?o conseguir esconder o amor e a necessidade que sentem p m?e. Olivia tamb¨¦m sentia muita falta deles depois de v¨¢rios dias sem v¨º¨Clos. Seriao se faltasse algo se n?o pudesse abra?¨¢¨Clos agora que finalmente os via. Com a ajuda de Daniel, Olivia foi at¨¦ a cama, sentou¨Cse cuidado, odou¨Cse confortavelmente e olhou gentilmente para as crian?as, abrindo os bra?os, dizendo suavemente: ¡°Venham c¨¢, meus queridos.¡± Ao verem os bra?os abertos da m?e, os quatro pequeninos imediatamente sorriram de alegria, seus olhos brilhandoo estrs, correndo at¨¦ e mergulhando em seu abra?o, aconchegando¨Cseo gatinhos. Olivia abra?ou suas pequenas cabe?as, beijando suas faces macias e el¨¢sticas. Era um sentimento doce e aconchegante, realmente envolvente. Nada poderia ser mais feliz do que abra?ar crian?as. Segurando os quatro pequeninos, todas as aventuras arriscadas do dia anterior valeram a pena. Afinal o ferimento no p¨¦ valeu a pena. Daniel, observando a cena calorosa entre Olivia e as crian?as, tinha um brilho nos olhos negros. Nesse momento, o telefone em cima do mesa de cabeceira tocou, interrompendo o momento aconchegante. Cap铆tulo 694 Cap¨ªtulo 694 A aten??o de Olivia tamb¨¦m foi atra¨ªda pelo som do toque. Era um toque de telefone que conhecia muito bem, o d. O telefone estava na mesa de cabeceira, ao alcance da m?o; soltou as crian?as por um momento, pegou o telefone e viu que a chamada era de Vicente. Deslizou o dedo para atender. Antes que Olivia pudesse fr, a voz de Vicente surgiu: ¡°Olivia, voc¨º fica em casa descansando, n?o precisa se apressar para voltar ao trabalho, quando voc¨º estiverpletamente recuperada, ent?o pode voltar.¡± Olivia ficou surpreendida, Vicente sabia que estava ferida? Embora tivesse tirado um dia de folga ontem, n?o tinha ligado para Vicente para contar sobre seu acidente. A ¨²nica pessoa que poderia ter notificado Vicente a tempo, e que faria que Vicente,o patr?o, fosse t?opreensivo um funcion¨¢rio, s¨® podia ser uma pessoa. Esse algu¨¦m era Daniel. Inconscientemente, Olivia olhou para Daniel, que estava dedo. Os olhos profundos de Daniel tamb¨¦m estavam fixos n. Os olhares se encontraram, e Olivia sentiu instintivamente a sua respira??o apertar, e o seu cora??o batiao as cordas de um violino tocadas rapidamente.This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. A intensidade do olhar de Daniel era poderosa, t?o insond¨¢vel quanto o pr¨®prio homem, e n?o era algo que , em seu status, pudesse manter sem perturba??o. rapidamente baixou os olhos e disse a Vicente: ¡°Entendi, Sr. Fontes, vou me cuidar bem e tentar voltar ao trabalho o quanto antes.¡± ¡°O mais importante ¨¦ a sa¨²de, isso ¨¦ considerado um acidente de trabalho, voc¨º est¨¢ de licen?a remunerada, ent?o n?o se preocupe.¡± As pvras carinhosas de Vicente mostravam sua sagacidade e compreens?o humana. Olivia n?o era do tipo que tirava vantagem das situa??es; tinha se magoado enquanto escva montanhas durante as suas f¨¦rias,o poderia aquilo ser considerado um acidente de trabalho? ¡°Senhor Fontes,o isso pode ser considerado um acidente de trabalho? O sal¨¢rio que deve ser descontado ainda precisa de ser descontado.¡± ¡°Se voc¨º se magoou durante o per¨ªodo de trabalho, ¨¦ um acidente de trabalho. Tenho uma reuni?o para ir agora, descanse bem, ¨¦ isso, at¨¦ mais.¡± Vicente explicou rapidamente e desligou o telefone apressadamente. 1/2 12.14 Capitulo 694 Olivia ficou meio atordoada. Ser¨¢ que a defini??o de acidente de trabalho tinha mudado? Ou tinha umapreens?o errada sobre isso antes? Olivia pousou o celr e viu Daniel se aproximando passosrgos, segurando as m?os de ambos os filhos, uma voz firme que transmitia autoridade sem estar irritado: ¡°Vamos descer paraer, depois do caf¨¦ ¨¦ hora de ir para a esc, voc¨ºs v?o se atrasar.¡± ¡°Eu quero descer a mam?e.¡± In¨ºs n?o queria ir, segurando firmemente a m?o grande de Olivia. ¡°Sua m?e tem dificuldade em se movimentar, algu¨¦m trar¨¢ aida aqui a cima.¡± Daniel disse. Foi ent?o que In¨ºs soltou a m?o de Olivia, e ao sair,n?ou um olhar especialmente preocupado em sua dire??o. Olivia entendeu o olhar; In¨ºs estava preocupada que pudesse ficar fome, por isso queria descer com . Seus pequenos anjos eram t?o atenciosos. Depois das crian?as sa¨ªrem do quarto Daniel, Olivia sentou¨Cse sozinha na cama, imobilizada, incapaz de fazer qualquer coisa facilidade. n?o estava habituada a isso. Ficou apenas sentada, entediada. Em pouco tempo, uma empregada trouxe um tabuleiro o caf¨¦ da manh?. Com a ajuda da empregada, Olivia se sentou ¨¤ mesa e notou que o caf¨¦ da manh? era muito leve: mingau de arroz vegetais verdes e apenas ¨¢gua fervida para beber. Olivia gostava deeridas picantes, sempre mergulhando os frutos do mar em molho picante. Mesmo quando ia mingau de arroz, panhava rabe apimentado. Isso era muito leve para ; perdeu o apetite s¨® de olhar. Quando a empregada estava prestes a sair, Olivia a chamou: ¡°Desculpe, voc¨º pode trazer alguns vegetais em conserva picantes?¡± A empregada parecia desconfort¨¢vel: ¡°Desculpe, Srta. Souza, o Sr. Daniel instruiu que n?o podemos lhe dar alimentos sabores fortes.¡± Olivia: ¡°Por qu¨º?¡± ¡°A restri??o alimentar ¨¦ essencial quando se est¨¢ ferido; isso ¨¦ conhecimentoum.¡± As vozes graves e autorit¨¢rias ecoaram no quarto, primeiro de longe e depois de perto. 2/2 Cap铆tulo 695 Cap¨ªtulo 695 A criada rapidamente baixou a cabe?a, diminuindo a sua presen?a, e recuou timidamente. Olivia viu Daniel se aproximando, sua alta estatura emanava uma for?a opressora invis¨ªvel. for?ou um sorriso, sabendo que estava em falta: ¡°Eu entendo, esta papa parece muito apetitosa, certeza conseguirei¨º.¡± Dizendo isso, pegou uma colherada da papa e a levou ¨¤ boca, depois olhou para cima um ar de surpresa para Daniel: ¡°Hmm, est¨¢ deliciosa, a textura ¨¦ macia e suave, e tem um sabor refrescante, ¨¦ realmente muito boa.¡± Daniel olhava para Olivia os seus olhos escuros, sem dizer uma pvra. Sob o seu olhar, Olivia n?o demorou a acabar deer toda a papa. tamb¨¦m bebeu toda a ¨¢gua que estava no copo, gole ap¨®s gole. Daniel pegou dodo da mesa um frasco de pils de medicina chinesa pretas e colocou¨Cas diante d: ¡°Tr¨ºs vezes ao dia, seis pils de cada vez, lembre¨Cse de tom¨¢s no hor¨¢rio.¡± Ap¨®s fr, ele se virou e saiu. Olivia: Por que ele n?o disse antes? Eu j¨¢ bebi toda a minha ¨¢gua, n?o posso simplesmente engolir seis pils sem ¨¢gua. As pils eram grandes; mesmo que tentasse engolis secas, n?o conseguiria. Vendo Daniel sair do quarto, n?o teve coragem de cham¨¢¨Clo de volta. Sua presen?a era t?o forte, que mesmo fr ele exigia coragem suficiente,o ousaria det¨º¨Clo e fr ele? Felizmente, pouco depois de Daniel sair do quarto, a criada entrou, trazendo uma chaleira e um copo. Colocando a chaleira e o copo na mesinha de centro, a criada pegou a tig vazia ap¨®s Olivia terminar deer, preparando¨Cse para sair. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Olivia perguntou: ¡°Onde est¨¢ o Sr. Daniel?¡± ¡°O Sr. Daniel saiu. A criada respondeu. Olivia assentiu a cabe?a; Daniel provavelmente foi para a empresa. Com ele fora de casa, poderia se sentir um pouco mais ¨¤ vontade. Mas sua perna do¨ªa terrivelmente ao tocar o ch?o, teria que ficar sentada o dia todo? Meia hora depois, a criada trouxe um par de muletas: ¡°Srta. Souza, h¨¢ um telefone fixo no quarto uma linha interna. Se precisar de alguma coisa, basta discar a extens?o que n¨®s subiremos imediatamente.¡± Olivia seguiu as instru??es da criada e olhou para o telefone, observando a pvra ¡°interno¡± aodo da te de asterisco Olivia acenou a cabe?a: ¡°Certo, obrigada¡± ¡°De nada¡± Apndo as muletas no sof¨¢, a criada saiu do quarto. Olivia testou as muletas, que eram muito ¨²teis; pelo menos podia caminhar agora. rapidamente entrou em contato o corretor de im¨®veis para tentar vender a mans?o que tinha registado recentemente. tinha adquirido essa propriedade de Gabriel a inten??o de recuperar aquele bilh?o. Como era umapra recente, de menos de um ano, a transfer¨ºncia de propriedade n?o exigiria taxas adicionais, ent?o a venda foi r¨¢pida. A tarde, o corretor informou que algu¨¦m queriaprar a mans?o e pediu que lidasse a papda. Olivia, apoiada nas muletas, foi de carro at¨¦ o registro de im¨®veis e n?o viu oprador, apenas o corretor. Olivia estranhou e disse: ¡°E oprador?¡± j¨¢ estava dez minutos atrasada; oprador estaria mais atrasado que ? O corretor disse: ¡°Oprador foi ao banco fazer a transfer¨ºncia. Ele confiou em mim todo o processo de transfer¨ºncia de propriedade.¡± ¡°Voc¨º pode autorizar outra pessoa a cuidar da transfer¨¨ncia?¡± Olivia perguntou confusa. Assim que terminou de fr, seu telefone vibrou. Era uma transfer¨ºncia banc¨¢ria, um dep¨®sito de um bilh?o. Oprador realmente transferiu o dinheiro para ? Por que ele n?o apareceu para a transfer¨ºncia e autorizou outra pessoa? ¡°Desde que todos os documentos estejam corretos, ¨¦ possivel autorizar.¡± O corretor disse educadamente. Olivia ainda sentia que algo estava errado e perguntou: ¡°Posso ver os documentos doprador?¡± ¡°Desculpe, mas temos um contrato que nos obriga a manter a confidencialidade dos dados do comprador.¡± O corretor se desculpou, mantendo a cortesia. Cap铆tulo 696 Kh?ng th? truy c?p trang web n¨¤y Kh?ng th? t¨¬m th?y ??a ch? IP c?a m¨¢y ch? ennovss.camhttps. H?y th?: Ki?m tra k?t n?i Ki?m tra proxy, t??ng l?a v¨¤ c?u h¨¬nh DNS Ch?y Ch?n ?o¨¢n m?ng c?a Windows ERR_NAME_NOT_RESOLVED null T?i l?i Chi ti?t Ki?m tra k?t n?i Inte c?a b?n Ki?m tra m?i day c¨¢p r?i kh?i ??ng l?i b? ??nh tuy?n, modem ho?c c¨¢c thi?t b? m?ng kh¨¢c m¨¤ b?n c¨® th? ?ang s? d?ng. Ki?m tra c¨¤i ??t DNS c?a b?n H?y li¨ºn h? v?i qu?n tr? vi¨ºn m?ng c?a b?n n?u b?n kh?ng ch?c ch?n v? ?i?u n¨¤y c¨® y ngh?a g¨¬. Th? t?t d? ?o¨¢n m?ng Chuy?n ??n menu Chrome > C¨¤i ??t > Hi?n th? c¨¤i ??t nang cao¡­ v¨¤ b? ch?n "S? d?ng d?ch v? g?i y ?? t?i trang nhanh h?n." N?u c¨¢ch n¨¤y kh?ng gi?i quy?t ???c s? c? th¨¬ ch¨²ng t?i khuy¨ºn b?n n¨ºn ch?n l?i t¨´y ch?n n¨¤y ?? c?i thi?n hi?u su?t. Cho ph¨¦p Chrome truy c?p m?ng trong c¨¤i ??t t??ng l?a ho?c di?t vi-r¨²t c?a b?n. N?u ch??ng tr¨¬nh ?? ???c li?t k¨º l¨¤ ch??ng tr¨¬nh ???c ph¨¦p truy c?p m?ng, h?y th? x¨®a ch??ng tr¨¬nh n¨¤y kh?i danh s¨¢ch r?i th¨ºm l?i. N?u b?n s? d?ng m¨¢y ch? proxy¡­ Content is ? by N?velDrama.Org. Ki?m tra c¨¤i ??t proxy c?a b?n ho?c li¨ºn h? v?i qu?n tr? vi¨ºn m?ng ?? ??m b?o r?ng m¨¢y ch? proxy ?ang ho?t ??ng. N?u b?n cho r?ng m¨¬nh kh?ng c?n s? d?ng m¨¢y ch? proxy: ?i t?i menu Chrome > C¨¤i ??t > Hi?n th? c¨¤i ??t nang cao¡­ > Thay ??i c¨¤i ??t proxy¡­ > C¨¤i ??t m?ng LAN v¨¤ b? ch?n "S? d?ng m¨¢y ch? proxy cho m?ng LAN c?a b?n". Cap铆tulo 697 Kh?ng th? truy c?p trang web n¨¤y Kh?ng th? t¨¬m th?y ??a ch? IP c?a m¨¢y ch? ennovss.cahttps. H?y th?: Ki?m tra k?t n?i Ki?m tra proxy, t??ng l?a v¨¤ c?u h¨¬nh DNS Ch?y Ch?n ?o¨¢n m?ng c?a Windows ERR_NAME_NOT_RESOLVED null T?i l?i Chi ti?t Ki?m tra k?t n?i Inte c?a b?n Ki?m tra m?i day c¨¢p r?i kh?i ??ng l?i b? ??nh tuy?n, modem ho?c c¨¢c thi?t b? m?ng kh¨¢c m¨¤ b?n c¨® th? ?ang s? d?ng. Ki?m tra c¨¤i ??t DNS c?a b?n H?y li¨ºn h? v?i qu?n tr? vi¨ºn m?ng c?a b?n n?u b?n kh?ng ch?c ch?n v? ?i?u n¨¤y c¨® y ngh?a g¨¬. Th? t?t d? ?o¨¢n m?ng Chuy?n ??n menu Chrome > C¨¤i ??t > Hi?n th? c¨¤i ??t nang cao¡­ v¨¤ b? ch?n "S? d?ng d?ch v? g?i y ?? t?i trang nhanh h?n." N?u c¨¢ch n¨¤y kh?ng gi?i quy?t ???c s? c? th¨¬ ch¨²ng t?i khuy¨ºn b?n n¨ºn ch?n l?i t¨´y ch?n n¨¤y ?? c?i thi?n hi?u su?t. Cho ph¨¦p Chrome truy c?p m?ng trong c¨¤i ??t t??ng l?a ho?c di?t vi-r¨²t c?a b?n. N?u ch??ng tr¨¬nh ?? ???c li?t k¨º l¨¤ ch??ng tr¨¬nh ???c ph¨¦p truy c?p m?ng, h?y th? x¨®a ch??ng tr¨¬nh n¨¤y kh?i danh s¨¢ch r?i th¨ºm l?i. N?u b?n s? d?ng m¨¢y ch? proxy¡­ Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Ki?m tra c¨¤i ??t proxy c?a b?n ho?c li¨ºn h? v?i qu?n tr? vi¨ºn m?ng ?? ??m b?o r?ng m¨¢y ch? proxy ?ang ho?t ??ng. N?u b?n cho r?ng m¨¬nh kh?ng c?n s? d?ng m¨¢y ch? proxy: ?i t?i menu Chrome > C¨¤i ??t > Hi?n th? c¨¤i ??t nang cao¡­ > Thay ??i c¨¤i ??t proxy¡­ > C¨¤i ??t m?ng LAN v¨¤ b? ch?n "S? d?ng m¨¢y ch? proxy cho m?ng LAN c?a b?n". Cap铆tulo 698 Cap¨ªtulo 698 Bruno fixava telefone, remoendo o momento em que ouvira Olivia derar que gostava de dinheiro e que pretendia fazer daqu quantia a sua propriedade privada. Ele desdenhava Olivia interiormente. Apesa, de ter concordado em emprestar¨Clhe a conta para roubar o dinheiro, suas pvras foram gdas. N?o demorou muito, e Olivia, suas a??es, esbofeteou¨Co metaforicamente. Onde estava essa avidez por riquezas? tratava o dinheiroo se fosse insignificante, bilh?es que fariam qualquer outra mulher saltar de alegria e esbanjar sem medida. Olivia, no entanto, estava empenhada em devolver a quantia a Daniel. Que tipo de mulher preciosa era essa? Pobre dele, que se tornara apenas um meio nas negocia??es entre Daniel e Olivia. Bruno enviou¨Clhe uma mensagem de texto para confirmar mais uma vez se era realmente aquilo que queria fazer. ¡°Voc¨º ainda pode desistir agora.¡± Rapidamente, uma resposta chegou. ¡°N?o me arrependo, s¨® temo que voc¨º venha cobrar de mim. Voc¨º j¨¢ n?o tem mais espa?o para voltar atr¨¢s, Bruno,mento muito.¡± Lendo essas pvras, o canto da boca de Bruno se contorceu. Quando ele passou o n¨²mero da conta banc¨¢ria para Olivia, ele j¨¢ tinha perdido qualquer chance de arrependimento. Olivia tinha calcdo bem, sabendoo manipul¨¢¨Clo. Olivia e Daniel, sem d¨²vida, eram farinha do mesmo saco, um par perfeito. Com a afirma??o de Olivia, Bruno agora se esfor?ava para encontrar uma maneira de devolver os um bilh?o e trezentos milh?es a Daniel. Fazer isso diretamente resultaria no olhar g¨¦lido de Sr. Griera sobre ele. Assim, a ¨²nica op??o era passar p contabilidade. Bruno se levantou rapidamente e foi cuidar disso; cada segundo de atraso significava que o problema ficava mais grave nas suas m?os. Chegando ao departamento financeiro, ele informou ¨¤ gerente financeira que transa??o que precisava ser adicionada ¨¤ conta da empresa. havia um 1/2 Assim que Bruno terminou de cumprimentar a gerente financeim, o departamento recebeu at transfer¨¦ncia de um bilh?o e trezentos milh?es. Bruno enfatizou mais de una vez que o valor deveria ser registrado. Ele estava bem familiarizado a gerente financeira, todas as quest?es grandes e pequenas ao redor de Daniel eram geridas por Bruno, incluindo movimenta??es financeiras desse Foo A contabilidade, sem hesitar ap¨®s ouvir Bruno, registou o dinheiro na conta. Depois de tudo resolvido, Bruno foi embora. Ele voltou ao escrit¨®rio, neando deixar o assunto se resolver por si, mas quanto mais pensava, mais inquieto se sentia,o se estivesse carregando ¨¢gua em uma cesta de bambu ¨C ansioso e incerto. Bruno se levantou e foi ao escrit¨®rio do presidente, onde coincidentemente encontrou a gerente financeira ¨¤ porta. estava prestes a tocar a campainha quando recebeu permiss?o para entrar. A gerente financeira estava prestes a entrar quando Bruno se juntou a ; os dois trocaram olhares na porta. O olhar da gerente financeira para Bruno era de suspeita e conjectura, enquanto o olhar dele para era tenso. Ambos se aproximaram da mesa do escrit¨®rio e a gerente financeirae?ou a fr respeito e caut: ¡°Sr. Griera, h¨¢ algo.estranho que acho que devo lhe contar¡­¡± ¡°Sr. Griera, eu tamb¨¦m tenho algo para lhe dizer.¡± Bruno interrompeu antes que a gerente financeira pudesse terminar. n?ou um olhar para ele. ¡°Fale.¡± Daniel continuava os olhos nos documentos, sem levantar o olhar. Bruno prosseguiu: ¡°Eu acabei de transferir um bilh?o e trezentos milh?es para a conta da empresa.¡± Ao ouvir isso, a gerente financeira olhou para ele surpreendida; estava prestes a reportar essa transa??o ao presidente. Inicialmente, tudo parecia normal, mas depois que Bruno saiu, a gerente financeirae?ou a achar a situa??o estranha. Em transfer¨ºncias anteriores, Bruno sempre explicava a origem e o prop¨®sito do dinheiro. Mas desta vez, Bruno n?o tinha dito nada. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. E foi essa omiss?o que a deixou insegura, fazendo¨Ca suspeitar que havia algo errado Bruno e decidindo procurar Sr. Griera para fazer uma queixa e investigar Bruno. Cap铆tulo 699 Cap¨ªtulo 699 N?o esperava que Bruno fesen admitir por conta pr¨®pria As m?os de Daniel, segurando os documentos hesitaran Figeiramente, enquanto os seus olhos escuros se erguiam,n?ando um olhar opresso em dire??o a Bruno ¡°Foi a arta. Souza que me ligou, pedindo para devolver na conta da empresa Bruno baorou a cabe?a, respondendo caut O olhar incisivo de Daniel o aspustava tanto que ele se sentiapletamente tenso Assim que terminou de fr, sentiu ramente a temperatura ao redor descer pengo silencioso ¨¦ o que mais testa a resist¨ºncia psicol¨®gica das pessoas. Bruno sentia um frio na espinha. Quando pensou que n?o escaparia de uma reprimenda, a voz fria de Daniel soou: ¡°S!¡± Bruno, aliviado, apressou¨Cse ao sair do escrit¨®rio. A gerente financeira permaneceu parada, suando frio, e quando viu o olhar de Daniel se voltar para ,e?ou a gaguejar: ¡°O que eu tinha para dizer ¨¦ o mesmo que Bruno disse, n?o h¨¢ mais nada¡­. saiu do escrit¨®rio, tremendo de medo. Felizmente, Bruno estava na frente d; se tivesse que reportar sozinha, certamente teria sido intimidada p presen?a dominante do Sr. Griera. Daniel colocou os documentos sobre a mesa for?a, fazendo as p¨¢ginas baterem contra a superficie e produzirem um som agudo. A respira??o de Daniel era profunda, seus olhos, sombrios e frios. Pensava que devolvendo o dinheiro conseguiria estabelecer limites ros entre eles? Parece que aqu mulher ainda n?opreendia sua pr¨®pria situa??o! Na Vi Serenidade, depois de resolver suas quest?es, Olivia dormia profundamente. Um peso havia sido retirado de seu cora??o, e se sentia muito mais leve. O olhar cheio de raiva e ¨®dio de Daniel, ao descobrir que tinha usado um bilh?o de sua conta para comprar uma v para Gabriel, ainda era muito recente na sua mem¨®ria. Olivia tamb¨¦m se sentia extremamente angustiada e impotente. Mesmo estando sob o controle de outros, n?o queria que houvesse mal¨Centendidos; n?o estava dodo de Gabriel. detestava Gabriel profundamente e, se pudesse escolher, certamente n?o seria sua filha. 17:07 Infelizmente, n?o se pode escolher os seus?os de sangue faria de tudo para provar que n?o tinha nenhuma r??o Gabriel. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Mesmo que fossee jogar um copo d¡¯¨¢gua sobre um inc¨ºndio ou tentar enganar a si mesma, contanto que n?o houvesse envolvimento financeiro, pelo menos poderia ficar um pouco mais tranqu. Al¨¦m disso, tamb¨¦m n?o queria ter nenhum envolvimento financeiro Daniel. Dessa forma, quando fosse hora de partir, poderia faz¨º¨Clo serenamente, sern se sentir inferior. Entre e Daniel, sem transa??es financeiras, havia uma fronteira ra, evitando ambiguidades. Por enquanto, Daniel ainda estava interessado n fisicamente; s¨® precisava esperar at¨¦ que ele se cansasse, e ent?o poderia sair de cena. Olivia dormiu por uma hora, at¨¦ que as crian?as voltassem da pr¨¦¨Cesc. As vozes fofas e barulhentas das crian?as a acordaram do sono. ¡°Mam?e, voltamos para ficar voc¨º.¡± ¡°Mam?e, voc¨º descansou bem?¡± ¡°Mam?e, Thiago me deu uma florzinha vermelha hoje.¡± ¡°Mam?e, eu aprendi a consertar o pingente.¡± Quatro bolinhas de gorduras pernas curtas se aproximou e se deitou aodo da camal d, uma express?o inocente e alegre em seus rostos Olivia sentou¨Cse na cama e beliscou suavemente as bochechas rechonchudas de Iria, encantada: ¡°Voc¨º recebeu uma florzinha vermelha, ¨¦? Mostre para a mam?e.¡± ¡°Est¨¢ na minha moch, eu vou buscar.¡± Iria saiu correndo feliz em dire??o ¨¤ porta. ¡°In¨ºs conseguiu consertar o pingente, que incr¨ªvel.¡± Olivia elogiou In¨ºs um sorriso. ¡°Ui!¡± Iria, muito animada, corria t?o r¨¢pido que, ao chegar ¨¤ porta, esbarrou em algu¨¦m. imediatamente colocou as suas m?ozinhas gorduchas na testa. Olivia olhou para a porta e viu uma figura alta e esguia se aproximando. O fato preto o fazia parecer ainda mais sombrio e imponente. O rosto de Daniel estava tenso, emanando frieza, fazendo que at¨¦ o ar do quarto parecesse congr. Cap铆tulo 700 Cap¨ªtulo 700 Olivia viu que era Daniel, seu rosto suavemente sorridente de repente se tornou um pouco for?ado sentiu que algo estava errado a aura em torno de Daniel, sem saber o que tinha acontecido. ¡°Papai, voc¨º esbarrou em mim,¡± disse Iria, esfregando a testa sua pequenina m?o e fazendo beicinho seus l¨¢bios, sua voz infantil expressando um tom de queixa. Daniel passou a m?o grande p cabe?a d: ¡°Corra mais devagar.¡± Sua voz baixa e magn¨¦tica carregava consigo o amor de um pai. ¡°Hum hum.¡± Iria ficou satisfeita, assentiu a cabe?a alegremente e saiu do quarto correndo e feliz. Daniel entrou na s e, ¨¤ medida que se aproximava, o ar se tornava opressivo, a respira??o de Olivia come?ou a ficar inst¨¢vel, e sua m?o segurando a pequena In¨ºs involuntariamente apertou. In?s parecia tamb¨¦m sentir a press?o, se aconchegando mais perto de Olivia, seus olhos de crian?a olhavam para Daniel timidez. ¡°Mam?e, ainda tem dores no p¨¦?¡± perguntou Joel, deitado no p¨¦ da cama, olhando para o p¨¦ de Olivia envolvido em gaze, preocupa??o. A voz infantil aliviou um pouco o constrangimento do momento. Olivia puxou levemente o l¨¢bio, suportando a press?o da aproxima??o de Daniel, e respondeu a Joel: ¡°N?o doi mais, vai melhorar em alguns dias.¡± *Que bom, quando voc¨º melhorar, vamos te levar aer no KFC eer p¨¦s de galinha, voc¨º vai se recuperar rapidinho,¡± Joel disse um sorriso doce e radiante. Eh¡­ Olivia sabia o que Joel queria dizerer o que ¨¦ bom para o que est¨¢ machucado, era influ¨ºncia de Teresa, que sempre dizia isso ¨¤s crian?as na hora deer. Ent?o Joel achou que,endo p¨¦s de galinha, poderia curar seu pr¨®prio p¨¦. Era uma inoc¨ºncia infantil, mas Olivia se sentia muito feliz e confortada por dentro. Cercada pelo amor de seus filhos, podia enfrentar qualquer queixa ou dificuldade. ¡°Mam?e, papai, est¨¢ aqui a flor.¡± anunciou Iria, correndo de F¨¢bio a tinha trazido para cima e, vendo Iria entrar correndo, ele ficou respeitosamente esperando na porta o quarto. Iria correu at¨¦ a cama de Olivia e ergueu a m?ozinha para mostrar a . 17:02 Olivia elogiou: ¡°Que flor linda.¡± Os olhos de Iria brilharam, e estendeu a m?ozinha para Daniel, perguntando sua voz infantil: ¡°Papai, ¨¦ bonita, n?o ¨¦?¡± Os olhos escuros de Daniel se aprofundaram, mas ele n?o respondeu imediatamente. Olivia olheu para Daniel, temendo que ele magoasse o cora??o de Iria. Logo depois, um monossbo saiu da garganta de Daniel: ¡°Hmm.¡± ¡°Yay! Eu tamb¨¦m acho t?o bonita, eu adoro,¡± disse Iria, felizo um pardal, pndo girando no lugar, O olhar profundo de Daniel foi em dire??o a F¨¢blo na porta: ¡°Leve¨Cos para jantar.¡± Quando F¨¢bio recebeu a ordem, entrou respeitosamente ee?ou a levar as crian?as para o andar de baixo. N?velDrama.Org (C) content. In¨ºs ficou deitada na cama de Olivia, olhando timidamente para e disse: ¡°M?e¡­¡± Olivial acariciou suavemente a cabe?a d, dizendo ternura: ¡°V¨¢ jantar o Sr. F¨¢bio primeiro, mam?e vai descer e se juntar a voc¨ºs em breve.¡± ¡°Hum hum, mam?e, voc¨º tem que vir,¡± disse In¨ºs, aliviada ao ouvir que sua m?e iria se juntar a eles mais tarde. ¡°Certo,¡± Olivia prometeu. Os quatro pequenos seguiram F¨¢bio para fora do quarto. O quarto ficou apenas Olivia e Daniel, e a sensa??o opressiva se intensificou, fazendo que os ombros de Olivia involuntariamente se tensionassem. A alta figura de Daniel se aproximou, olhando para baixo em Olivia, sua sombra a envolvendo. Com o cora??o apertado, Olivia n?o sabia o que estava acontecendo ele, olhando para ele caut: ¡°Aquele rem¨¦dio para contus?es e les?es ¨¦ realmente bom, depois de tom¨¢¨Clo, as dores no meu p¨¦ melhoraram muito.¡± Cap铆tulo 701 Cap¨ªtulo 701 desviou o olhar sutilmente, procurando por um assunto de conversa. Os olhos profundos de Daniel Griera pousarami n, que estava deitada na cama, e deram uma rapida olhada no p¨¦ enfaixado. ¡°Ainda consegue andar por ai, parece que realmente n?o d¨®l. A voz grave de Daniel era fria e cortante. Olivia Souza percebeu a insinua??o, Bruno j¨¢ deveria ter devolvido o dinheiro a ele. Ser¨¢ que era por isso que ele estava descontente? Ele era realmente estranho, achava mau quando pensava que tinha ficado o seu dinheiro, e continuava achando mau mesmo depois de devolver. O que precisava fazer para satisfaz¨º¨Clo? Olivia afirmou convic??o: ¡°Aqueles dez bilh?es n?o foram dados por mim a Gabriel Dias, a situa??o ¨¦ um poucoplicada, mas, em resumo, eu recuperei aqueles dez bilh?es e mais aqueles dez milh?es. Os tr¨ºs milh?es do pingente que Gabriel me enganou, tamb¨¦m recuperei. Quando perguntei sobre sua conta banc¨¢ria e voc¨º se irritou, eu transferi o dinheiro para Bruno, ele provavelmente j¨¢ depositou na conta da empresa, certo?¡± Melhor esrecer as coisas agora do que continuar sofrendo sua frieza. ¡°E depois?¡± Daniel estava aodo da cama, um olhar profundo e agudo fixado n. A imensa press?o quase impedia Olivia de respirar, mas se esfor?ava para manter a respira??o.Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. lhe respondeu: ¡°Eu s¨® quero te dizer que n?o me juntei a Gabriel para te enganar. N?o tenho nada a ver ele. Voc¨º n?o tem motivo para descontar o ¨®dio que sente dele em mim.¡± Seus lindos olhos fixos nele seriedade. P primeira vez, se abriu t?o ramente diante dele. A aura de Daniel subitamente se tornou mais fria, seus olhos escuros e gdoso um deserto de neve, fixos nos d. Sua grande m?o de repente agarrou seu queixo, sua voz friao se viesse do inferno. ¡°Assim voc¨º acha que pode se livrar da responsabilidade? Que ingenuidade. Voc¨º nunca poder¨¢ ficar de fora disso, entendeu?¡± A respira??o gda e furiosa ro?ou o rosto fr¨¢gil de Olivia, e seu cora??o ficoupletamente cercado de perigo. Ele queria dizer que, enquanto tivesse o sangue de Gabriel correndo em suas vs, ele nunca a deixaria em paz. ¡°Daniel, voc¨º deveria se libertar¡­¡± 17:07 ¡°N?o, eu n?o estou perdoando voc¨º! Voc¨º sabe o que deve pagar por me provocar,¡± Sua voz baixa e fria caiu sobre e fechou os l¨¢bios d for?a. ¡°Mmm¡­ n?o¡­¡± Olivia foi dominada por ele, seu beijo era tiranico e selvagem. O f?lego de Olivia estava quase sendo devorado por ele. At¨¦ que estava quase sufocando, Daniel finalmente soltou seus l¨¢bios, e seus beijos dominadores desceram pelo queixo, seguindo pelo delicado pesco?o. Olivia respirava dificuldade, seu peito subindo e descendo violentamente, seus beijos queimavam como fogo por onde passavam, ardentes e consumidores, fazendo seu cora??o tremer. Suas m?os agarraram a roupa dele nas costas, a sua voz tremendo: ¡°N?o, meu p¨¦ vai ficar ferido de novo¡­ Sua cabe?a se inclinou para tr¨¢s, um tremor involunt¨¢rio passou por seus l¨¢bios. ¡°N?o estamos usando os p¨¦s.¡± A respira??o pesada de Daniel caia em seu pesco?o. Era uma mistura de c¨®cegas e sedu??o, e o corpo d estremeceu, apertando ainda mais as m?os nas costas dele. ¡°As crian?as ainda est?o ¨¤ minha espera¡­¡± Suas pvras tinham um tom de s¨²plica. tinha prometido ¨¤s crian?as que desceria para jantar eles mais tarde, e conhecial bem o vigor de Daniel. N?o seria uma coisa r¨¢pida. Daniel n?o respondeu as pvras d, punindo¨Ca, ele mordeu a orelha d. ¡°Ah!¡± Olivia gritou de dor. Cap铆tulo 702 17:08 Capitulo 702 apertou as costas dele, as unhas levemente cravando¨Cse em sua came. Content is ? by N?velDrama.Org. Sua respira??o estava ofegante, os batimentos cardiacos irregres. ¡°J¨¢ aprende a li??o, hum?¡± A voz rouca de Daniel soou em seu ouvido. Sensual, opressiva, perigosa. O cora??o de Olivia tremia violentamente; respirava dificuldade, respondendo submiss?o: ¡°Aprendi, n?o serei mais t?o ing¨ºnua¡­¡± s¨® queria que ele a deixasse ir, n?o ousava mais confront¨¢¨Clo. As consequ¨ºncias da resist¨ºncia, j¨¢ tinha experimentado muitas vezes, e cada uma ds a deixava incapaz de se manter de p¨¦. Agora, o p¨¦ ainda magoado, definitivamente n?o queria ficar deitada na cama. A sua submiss?o agradou a Daniel, que finalmente a soltou e se levantou, estendendo a m?o para ajud¨¢ a sair da cama: ¡°Vamos descer paraer.¡± A voz rouca, cheia de perigo, transbordando autoridade. Foi a desculpa de que as crian?as estavam esperando por paraer que fez Daniel poup¨¢. n?o se atreveu a hesitar, ignorando sua respira??o ainda desordenada, sentou¨Cse rapidamente e estendeu a m?o para pegar a muleta que estava aodo da cama. Assim que a pegou, segurou na mole?a firmemente; olhou rapidamente para Daniel, que sua grande m?o pressionava a muleta, olhando para de cima seus olhos escuros e profundos: ¡°Precisa disso?¡± Olivia olhou novamente e percebeu que ele estava apoiando o seu outro bra?o, entendendo ent?o o que ele queria dizer. Ele a ajudaria a descer as escadas, era isso? Diante do poder, qualquer protesto era in¨²til. Olivia soltou a muleta e deixou que Daniel a ajudasse, descendo os degraus lentamente. Os quatro pequeninos j¨¢ estavam sentados ¨¤ mesa, cada um uma colherzinha na m?o, movimentos ¨¢geis e ador¨¢veis, ocupadosendo. Ao ver Olivia descendo, oito olhos brilharam, chamando em coro: ¡°Mam?e!¡± As pvras delicadas das crian?as derreteram instantaneamente o cora??o de Olivia, dissipando todo o panico, e um sorriso apareceu em seu rosto: ¡°Est¨¢ gostoso?¡± ¡°Sim, est¨¢ gostoso, mam?e, venhaer.¡± Iria acenou a cabe?a enfaticamente, uma verdadeira comilona, cujo momento mais feliz do dia era a hora da refei??o. Com a ajuda de Daniel, Olivia sentou¨Cse em frente ¨¤s crian?as, e In¨ºs, que havia esperado ansiosamente por sua m?e, agora exibia um sorriso ao v¨º sentar¨Cse ¨¤ sua frente. 17:08 pegou um camar?o descascado e suculento de sua tig e esterideu a m?o para Olivia: ¡°Mam?e, coma, ¨¦ muito gostoso, ah¡­¡± Quando Olivia estava prestes a abrir a boca para aceltar, Daniel intervelo sua tig e sua voz grave soou, dirigindo¨Cse a In¨ºs: ¡°Sua m?e est¨¢ o p¨¦ magoado e deve evitar alimentos que causam inma??o,o frutos do mar.¡± Os olhes inocentes de In¨ºs pareceram um pouco culpados,o se tivesse feito algo errado. Vendo isso, Olivia ficou extremamente preocupada, mas antes que pudesse consol¨¢, a voz de Daniel soou novamente, sua voz agora um pouco mais gentil: ¡°Os camar?es de In¨¦s s?o muito saborosos, papal vaier.¡± Depois de fr, ele pegou a carne do camar?o os hashis e a colocou na boca, dando a In¨ºs um olhar de aprova??o: ¡°Est¨¢ muito bom.¡± O olhar timido de In¨ºs logo se iluminou alegria e um sorriso apareceu em seu rosto. Vendo isso, Olivia sentiu seu cora??o pesado rxar, e uma onda de amargura surgiu novamente. Temendo que seus filhos sofressem, se sentia impotente para proteg¨º¨Clos. mal conseguia se defender. Felizmente, embora Daniel n?o gostasse de crian?as, ele tratava bem os quatro pequenos. Ap¨®s o pequeno incidente, as quatro crian?as e os dois adultos sentaram¨Cse ¨¤ mesa, desfrutando a refei??o em sil¨ºncio. Olivia consumia uma refei??o leve. Embora sem muito apetite, para n?o preocupar as crian?as, ia prazer. ¡°Mam?e, sua orelha foi picada por uma abelha? Est¨¢ parecendo um bal?o.¡± A voz doce e mel¨®dica de Iria soou de repente. Olivia ficou surpresa, instintivamente tocou na orelha, sentindo uma dor ardente. 2/2 Cap铆tulo 703 17.08 Cap¨ªtulo 703 ¡°Ui¡± emitiu involuntariamente um gemido de dor. n?o tinha percebido antes, mas a sua orelha estava realmente inchada. Foi o Daniel que mordeu, e mordeu for?a, Antes, quando o mordia, nunca usava tanta for?a. Olivia levantou os olhos e viu os quatro pequeninos preocupados, seus olhares inocentes fixos n, aguardando uma resposta. Olivia se sentiu um pouco desconfort¨¢vel, seu olhar vacilou e disse: ¡°¨¦ verdade, uma abelha me picou, ent?o voc¨ºs tamb¨¦m devem ter cuidado, n?o provoquem as abelhas.¡± ¡°Uau, h¨¢ mesmo abelhas, que medo.¡± Iria abriu a boca em um c¨ªrculo perfeito, cobrindo¨Ca suas m?ozinhas fofas. Os outros tr¨ºs pequeninos olhavam uns para os outros, ramente surpresos. F¨¢bio, que estava de p¨¦ aodo da mesa servindo, ouviu e imediatamente disse nervosismo: ¡°Talvez as flores do jardim estejam todas desabrochando, o aroma das flores atrai abelhas e borboletas. Vou refor?ar a seguran?a para impedir que as abelhas entrem dentro de casa e garantir que as crian?as n?o se magoem.¡± ¡°Sim, sim, pode ser.¡± Olivia acenou a cabe?a sorridente em concordancia, involuntariamente lan?ando um olhar para Daniel e encontrando seus olhos escuros e opressivos, seu rosto escuroo um c¨¦u coberto de nuvens negras. Olivia hesitou por um momento, rapidamente desviou o olhar e continuou aer ¨¤s pressas. N?o era da sua conta, eles estavam a fr de abelhas, n?o dele. Se ele insistisse em se colocar naqu posi??o, n?o poderia fazer nada. O tempo passou rapidamente, e num piscar de olhos, duas semanas se passaram. O p¨¦ de Olivia, devido ao devido descanso, estava quasepletamente recuperado. Exceto por uma leve manqueira ao caminhar, tudo mais estava normal, podia usar sapatos e andar sem ajuda. Olivia passou duas semanas na Vi Serenidade, at¨¦ que Teresa Rocha ligou para apress¨¢. ¡°Voc¨º n?o vai voltar, n?o precisa mais de mim?¡± Teresa falou um tom de rema??o. ¡°As crian?as foram para a esc, eu volto hoje.¡± Olivia disse a Teresa. Depois de desligar o telefone, pediu ao motorista que a levasse at¨¦ a Comunidade Lej¨¢, talvez com a permiss?o de Daniel, o motorista concordou em lev¨¢. 17.08 Quando Olivia chegou em casa, viu Teresa e Jimena Santos sentadas ¨¤ mesa, jantando e conversando. As duas conversavam mais anima??o do que e Teresa quando estavam juntas, quaseo m?e e filha. ¡°Olivia, finalmente voc¨º voltou, venha sentar¨Cse eer.¡± Jimena, no v¨º, se levantou rapidamente e a ajudou a sentar¨Cse ao seudo. Teresa olhou para o seu p¨¦ uma express?o de censura: ¡°Ainda bem que voc¨º s¨® magoou o p¨¦, se tivesse ca¨ªdo na base da montanha, teria perdido a vida! Como voc¨º foi t?o audaciosa para subir a montanha o Gabriel? Se ele tivesse a inten??o de te matar, voc¨º teria voltado viva?¡± Durante sua estadia na Vi Serenidade, Olivia ligou para Teresa para contar sobre sua les?o no p¨¦ e tamb¨¦m sobre ter recuperado os dez bilh?es e o restante do dinheiro. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Ser censurada e repreendida por sua m?e deixava Olivia feliz por dentro. Esse era oportamento normal de Teresa. tinha uma boca afiada, mas um cora??o quente. Por fora, era severa e estava sempre a remar, mas no fundo, ainda a amava. Olivia a consolou dizendo: ¡°Eu estou bem, antes de agir, j¨¢ tinha neado uma rota de fuga.¡± conhecia a ganancia de Gabriel, por isso usou o fato de que Daniel lhe daria trinta bilh?eso um trunfo para engan¨¢¨Clo e lev¨¢¨Clo ¨¤ montanha. ¡°Se n?o fosse p coincid¨ºncia de Daniel subir a montanha, voc¨º teria uma rota de fuga? Da pr¨®xima vez, n?o brinque sua pr¨®pria seguran?a!¡± Teresa ainda estava abda; s¨® tinha uma filha. Olivia ficou chocada, essas pvras pareciam familiares; Daniel tamb¨¦m lhe tinha dito para n?o negligenciar a sua pr¨®pria seguran?a. Teresa disse isso porque a amava e se preocupava . Por que Daniel diria algo assim para ? Capitulo 704 Cap铆tulo 704 Cap¨ªtulo 704 ¡°Tudo bem, tia, j¨¢ passou, al¨¦m disso a Olivia est¨¢ aqui conosco, s? e salva. j¨¢ passou. por muita coisa assustadora, n?o a culpe mais. Jimena, sempre a pacificadora, a tentar acalmar Teresa. Teresan?ou um olhar severo para Olivia e disse: ¡°Eu n?o posso mais contrr voc¨º¡± Dizendo isso, levantou¨Cse e fol para a cozinha buscar pratos e talheres para Olivia. ¡°M?e, o Gabriel n?o entrou em contato voc¨º de novo, n¨¦?¡± Olivia temia que Gabriel, ainda ressentido, procurasse Teresa para se vingar. ¡°Ele teria essa aud¨¢cia? Depois de me enganar tantas vezes.¡± Teresa falou raiva, mas seu cora??o parecia estar pesadoo pedra. Cair no mesmo erro o mesmo homem duas vezes era uma prova de qu?o t poderia ser. Gastar toda a sua vida um homem desses era, agora que pensava, uma tolice. Embora soubesse que n?o valia a pena, seu cora??o ainda doia. Como poderia simplesmente esquecer algu¨¦m que amou? Mesmo sabendo que o outro era um canalha, o cora??o simplesmente n?o obedecia. Olivia viu a tristeza de Teresa e tentou confort¨¢: ¡°J¨¢ passou, as taformas de namoro online est?o na moda agora, m?e. Que tal eu criar um perfil para voc¨º? Quando aparecer algu¨¦m interessante, voc¨º pode conhecer a pessoa. Voc¨º ainda ¨¦ jovem, pode encontrar algu¨¦m quempartilhar a vida.¡± Teresa virou o rosto, soltando um suspiro pesado: ¡°Para que gastar dinheiro isso? N?o tenho tempo para essas coisas.¡± ¡°Nos ¨²ltimos anos voc¨º cuidou dos meus filhos, ocupou muito do seu tempo. Agora, as crian?as est?o na Vi Serenidade, quem cuida ds, e voc¨º tem bastante tempor livre. Vai l¨¢, tenta conhecer algu¨¦m, vai que d¨¢ certo?¡± Olivia insistiu. Nos primeiros anos, Teresa cuidou d e sua presen?a atrasou Teresa em encontrar um companheiro. Depois, quando Olivia engravidou muito jovem, Teresa teve que ajudar a cuidar dos filhos, deixando ainda menos tempo para pensar em si mesma. Olivia sentia culpa, pensando que havia atrapalhado a vida inteira de Teresa. Agora, queria que a sua m?e encontrasse umpanheiro parapartilhar os anos dourados, para que pelo menos n?o estivesse sozinha. Olivia era a filha de Teresa e ningu¨¦m conhecia Olivia melhor do que . percebeu imediatamente o que Olivia estava pensando e acenou a m?o: ¡°Esque?a 1/2 Capitulo 704 Content is ? by N?velDrama.Org. isso, n?o fique a¨ª imaginando. Quem voc¨º pensa que ¨¦ para impedir que eu encontre algu¨¦m? Se eu realmente quisesse encontrar algu¨¦m, nem o Rei do C¨¦u poderia me impedir, s¨® que eu n?o tenho interesse.¡± Ferida por Gabriel, ainda guardava as promessas que ele tinha feito. Acreditava que ainda havia uma chance Gabriel. Esta era a verdadeira raz?o p qual n?o procurava por algu¨¦m. Agora v¨ªa tudo ramente,pletamente desiludida os homens e tamb¨¦m n?o era mais jovem; para que se preocupar isso agora? Olivia olhou para Jimena, dando¨Clhe um olhar significativo. Jimena entendeu e se juntou a Olivia para persuadir: ¡°Tia, a Olivia s¨® quer o seu bem. D¨¦ uma oportunidade,o quem n?o quer nada, s¨® para passar o tempo. Quem sabe voc¨º encontra algu¨¦m? Se n?o encontrar, tudo bem continuar sozinha.¡± ¡°Voc¨ºs dois sabem convencer, eu me rendo.¡± Teresa suspirou: ¡°Fa?am o que quiserem.¡± cedeu, e Olivia, animada, trocou um olhar Jimena. Imediatamente, Olivia pegou no seu telefone e criou um perfil para Teresa em um site de namoro online, enviando suas informa??es para o site. Se algu¨¦mpat¨ªvel aparecesse, o site entraria em contato Teresa para marcar um encontro. Depois do jantar, as tr¨¨s sentaram¨Cse no sof¨¢ para conversar por um tempo, at¨¦ que Teresa, cansada, foi para o quarto descansar. Olivia e Jimena continuaram a conversar. ¡°Como foram esses dias na Vi Serenidade? O Daniel te deu algum trabalho?¡± Jimena perguntou com preocupa??o, casualmente colocando a m?o no ombro de Olivia. Olivia, encontrando o olhar curioso de Jimena, sentiu¨Cse imediatamente desconfort¨¢vel, baixou os c¨ªlios timidamente e disse um pouco de constrangimento: o que ele poderial fazer para me iodar?¡± ¡°ro que foi na cama¡­ Jimena elevou o tom de voz, mal conseguindo esconder a excita??o, enquanto Olivia rapidamente cobriu sua boca a m?o, olhando preocupada em dire??o ¨¤ porta do quarto. Cap铆tulo 705 Cap¨ªtulo 705 Jimena, a alma curiosa, estava sempre pronta para a pr¨®xima fofoca, sabia que Teresa n?o era a ¨²nica coisa em que estava preocupada Percebendo que sua voz poderia acordar Teresa, Jimena rapidamente assentiu a cabe?a, sinalizando que tinha entendido. Foi entic que Olivia a soltou, suas bochechas vermelhas enquanto sussurrava baixinho ¡°Jimena, controle um pouco essa sua curiosidade, a curiosidade matou o gato, entendeu?¡± Nos ¨²ltimos dez dias, tinha sido, de certa forma, dominada por Daniel porque devolveu o dinheiro para ele, o que parecia deix¨¢¨Clo infeliz. Cada vez que ele a possu¨ªa, fazia¨Co uma intensidade, como se estivesse desabafando ou raiva. Mas depois, ele sempre a abra?ava para dormir. Daniel era um homem estranho, nunca tinha conseguidopreender os seus pensamentos. Jimena viu o rosto de Olivia vermelhoo uma ma?? e suprimiu um sorriso, embora Olivial n?o tivesse dito nada, parecia que havia dito tudo. Os assuntos que queria fofocar estavam todos estampados no rosto corado de Olivia. ¡°Tudo bem, n?o vou perguntar. Ali¨¢s, me panha ¨¤ tarde a um lugar?¡± Jimena disse de repente. ¡°Para onde?¡± perguntou Olivia. ¡°Eu soube que Carlos Marques vai estar num clube de golfe exclusivo esta tarde. Quero criar um encontro casual ele l¨¢. Os olhos redondos de Jimena brilhavam. Olivia, entre risos e l¨¢grimas, disse: ¡°Te dou umas pvras.¡± ¡°Quais?¡± ¡°Perseveran?a na conquista.¡± Olivia falou, sorrindo. ¡°Com certeza, essa minha determina??o ¨¦ louv¨¢vel.¡± Jimena disse orgulho. ¡°Por sorte, o meu p¨¦ melhorou hoje e eu posso te panhar, se Carlos tivesse ido jogar golfe uns dias antes, eu n?o poderia ir voc¨º.¡± Oliviaentou. Jimena, feliz, segurou seu bra?o e sa¨ªram juntas. Ao conduzir o carro, n?o demorou muito para chegarem ao Clube de Entretenimento Sofisticado. Ao chegar na entrada, foram barradas pelo funcion¨¢rio: ¡°Desculpe, o local est¨¢ reservado hoje.¡± ¡°¨¦ o Carlos que reservou, n?o ¨¦? Sou a namorada dele, ele me pediu para vir.¡± Jimena ergueu a cabe?a e disse convic??o. 1/2 17.08 Capitulo 705 ¡°Um momento, por favor, vou confirmar.¡± O funcion¨¢rio usou o r¨¢dio para perguntar ¨¤ outra pessoa se o Sr. Marques estava esperando algu¨¦m. Jimena, segurando o bra?o de Olivia mais apertado, estava receosa de ser rejeitada. A vergonha que seria! Enquanto estava nervosa, o funcion¨¢rio disse: ¡°Senhoritas, por favor, entrem.¡± A tens?o de Jimena se desfez imediatamente, aliviada p efic¨¢cia do nome de Carlos. rapidamente puxou Olivia para dentro do clube. O clube era muito sofisticado, pisos de pedra fina e uma atmosfera de luxo que os envolvia assim que entraram. Passando p s de recep??o e seguindo em frente, estava o campo de golfe. De longe, Jimena e Olivia viram alguns homens por l¨¢. N?velDrama.Org (C) content. Entre eles, um homem vestido em roupas casuais cinza¨Cescuro, alto e esguio, uma presen?a extraordin¨¢ria, segurava um taco de golfe movimentos intimidantes de nobreza e elegancia. Ele bn?ou o taco e bateu na b branca precis?o, que voou v¨¢rios metros de distancia, caindo diretamente no buraco. Ele era incrivelmente charmoso! O homem virou o rosto e a luz do sol dan?ava sobre ele,o se estivesse tingido de dourado, inegavelmente bonito e distinto.. Quando Olivia viu ramente o rosto do homem, seu cora??o tremeu. Era Daniel! Cap铆tulo 706 Cap¨ªtulo 706 Jimena tamb¨¦m o viu, apertando mais o bra?o que segurava o d, e sussurrou uma vor baixa ao pe do ouvido, pedindo desculpas. ¡°Irm?, me perdoe, eu n?o sabia que o Daniel estava aqui Olivia serxiu ramente o medo d, inspirou profundamente e sorriu, dizendo: ¡°N?o am problema, n?o tenha medo, por que teriamos medo dele? N?o viemos aqui por causa dele.¡± ?Jimena se sentiu confortada suas pvras: ¡°Se voc¨º n?o tem medo, eu tamb¨¦m n?o tenho.¡± Dizendo isso, Jimena olhou para o homem que estava sentado sob o guarda¨Csol, bebendo suco de forma despretensiosa, O homem vestia um fato branco casual, um rosto sedutor e cheio de charme, parcialmente coberto p sombra do guarda¨Csol, mas ainda assim n?o conseguia esconder o brilho cintnte no fundo de seus olhos amendoados. Ele tinha um ar sedutor e encantador por natureza. S¨® de olhar para ele, os olhos de Jimena se encheram de cora??es cor¨Cde¨Crosa. Ver um homem t?o atraente era realmente maravilhoso para o cora??o. Jimena, panhada por Olivia, dirigiu¨Cse diretamente para onde Carlos estava sentado. A mesa dezer quatro assentos, Carlos estava sentado dodo direito. Jimena chegou e sentou¨Cse diretamente aodo dele, enquanto Olivia sentou¨Cse aodo de Jimena, em frente a Carlos. Jimena ainda achou que a distancia era grande demais, moveu sua cadeira mais para perto de Carlos e disse um sorriso animado: ¡°Oi, Sr. Marques, nos encontramos novamente, que coincid¨ºncia.¡± Carlos desviou o olhar de Daniel a jogar ¨¤ b e deu¨Clhe um olhar profundo,n?ando um olhar tamb¨¦m para Olivia. Seus l¨¢bios se curvaram em um sorriso ir?nico: ¡°A pessoa que fingiu ser minha namorada ¨¦ voce.¡± ¡°Voc¨º deixa entrar sem nem saber quem ¨¦?¡± Jimena fez beicinho, ofendida. Parecia que as namoradas de Carlos eram tantas que n?o o surpreendia que algu¨¦m dizendo ser sua namorada viesse procur¨¢¨Clo, e ele simplesmente permitia a entrada. Afinal, qualquer uma serve, n?o ¨¦? ¡°Eu queria ver quem teria a aud¨¢cia de se autopromar minha namorada. A pessoa que apareceu realmente n?o me decepcionou.¡± Carlos colocou o seu copo de sumo na mesa,n?ando um olhar insinuante para . 17:08 Capitulo 706 Jimena sentiu seu cora??o cavalgar selvagemente, lutando para contrr sua respira??o desordenada, e disse: ¡°N?o sei quem se diz minha mulher e quer me atrapalhar essa flor podre. Se algu¨¦m quiser se auto¨Cintitr assim, eu vou fazer o mesmo.¡± Olivia, n?o participando da troca de farpas entre os dois, pegou uma garrafa de ¨¢gua mineral da mesa, abriu¨Ca e se preparou para beber. A sombra cinza escura se aproximou, e a presen?a opressiva preencheu instantaneamente todo o espa?o, a grande sombra de Daniel cobrindo o corpo de Olivia. Olivia parou em seu movimento, seus olhos encontraram os escuros de Daniel, e disse um sorriso constrangido: ¡°Quer ¨¢gua?¡± A grande m?o de Daniel estendeu¨Cse, pegou a ¨¢gua d e sentou¨Cse em um assento vazio, bebendo da garrafa. A ¨¢gua seguia o movimento de sua garganta, descendo, e Olivia at¨¦ conseguiu ouvir o som de sua degluti??o. As gotas de suor em seu pesco?o o faziam parecer incrivelmente sexy e cheio de ferom?nios masculinos poderosos. Olivia sentiu seu cora??o quase perder a batida e rapidamente desviou o olhar, pegando outra garrafa de ¨¢gua mineral para abrir e beber, tentando acalmar suas emo??es inst¨¢veis. Mas por alguma raz?o, n?o conseguiu abrir. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Enquanto estava atarefada isso, algu¨¦m pegou na garrafa d. olhou para Daniel, que um simples movimento abriu a tampa e a devolveu a . Olivia a pegou apressadamente, agradecendo repetidamente: ¡°Obrigada¡­¡± estava acostumada a dizer obrigada, quase esqueceu que Daniel detestava ouvir essas pvras d. sequer terminou de dizer a ¨²ltima pvra, esticando o som. ¡°Se fosse Olivia se autopromando a namorada de Daniel para entrar aqui, ainda seria compreens¨ªvel, mas voc¨º¡­ eu e voc¨º n?o temos absolutamente nada a ver um o outro, n?o ¨¦ mesmo?¡± A batalha verbal entre Carlos e Jimena continuava sem parar. E at¨¦ mesmo Olivia e Daniel foram arrastados para o meio do conflito. Cap铆tulo 707 Cap¨ªtulo 707 Olivia, ao ouvir o que ele disse, imediatamente se perturbou e apressou¨Cse em explicar: ¡°Eu n?o disse isso¡­¡± Antes mesmo de terminar sua frase, foi atingida pelo olhar g¨¦lido e prante de Daniel. Tomada pelo susto, ficou paralisada, ent?o resignada, baixou a cabe?a e bebeu ¨¢gua,do¨Cse sem dizer mais nada. n?o tinha dito a ningu¨¦m que era sua namorada, e ainda assim ele estava desagradado? Se tivesse dito, talvez fosse ainda mais dif¨ªcil escapar de uma puni??o. ¡°Eu disse que era sua namorada s¨® para entrar, e dai? Vai me chamar para acertar as contas? Vem acertar, estou te desafiando, voc¨º n?o me assusta!¡± Jimena levantou a cabe?a desafiadoramente e se aproximou de Carlos impeto. Carlos, afetado p sua ousadia, moveu sua cadeira para odo, aumentando a distancia entre eles. Com um tom que denotava uma leve rendi??o, ele respondeu: ¡°Chefe, voc¨º ¨¦ poderosa, a mais poderosa, estou satisfeito, pode parar?¡± ¡°Hmph, n?o adianta me chamar de Chefe!¡± Jimena disse arrogancia. Nesse momento, um homem de meia¨Cidade sentado sob o guarda¨Csol aodo se aproximou, ficando aodo de Daniel uma postura respeitosa e bajdora, e disse sorrindo: ¡°Sr. Griera, a sua habilidade no golfe ¨¦ incrivel, superou todos n¨®s. Ter a honra de ver voc¨º jogar hoje ¨¦ um privil¨¦gio para mim.¡± Olivia ficou surpreendida, aquele elogio estava t?o exagerado que era quase constrangedor. sentiu vergonha por ele. Daniel bebeu outro gole de ¨¢gua, emanando uma aura de profundidade e nobreza, inacess¨ªvel aos estranhos, sem sequern?ar um olhar para as pessoas ao seu redor. Filipe Pereira, sentindo¨Cse ignorado, ficou visivelmente constrangido, sem saber se ficava ou ia embora Seu assistente se aproximou, cochichando algo em seu ouvido. Imediatamente, o rosto de Filipe ficou p¨¢lido e preocupado, e uma postura ainda mais humilde diante de Daniel, ele implorou: ¡°Sr. Griera, por favor, d¨¦ ¨¤ familia Pereira uma chance.¡± This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. O Grupo Pereira estava ¨¤ beira da fal¨ºncia, obra de Daniel. Convid¨¢¨Clo para jogar golfe hoje era uma tentativa de conseguir uma oportunidade para apr em nome da familia Pereira. Capitulo 707 Olivia hesitou por um momento a garrafa d¡¯¨¢gua, olhando para Filipe curiosidade. A familia Pereira? Ser¨¢ que era a familia de Viviana Pereira? Os dedos longos de Daniel seguravam a garrafa de ¨¢gua mineral, e o pl¨¢stico transparente refletia suas m?os, ampliando as linhas ds. ¡°Os errosetidos p fam¨ªlia Pereira n?o podem ser corrigidos nem mesmo pelo Grupo Pereira inteiro, Filipe, volte e reflita bem. Se n?o conseguir, haver¨¢ que o leve a um lugar apropriado para isso.¡± As pvras tranqus de Daniel eram gdas e imc¨¢veis, sem espa?o para negocia??o. Os olhos de Filipe, que ainda guardavam um fio de esperan?a, escureceram de repente. Ele sabia que mais nada que dissesse faria diferen?a, fez uma leve rever¨ºncia e se retirou, caminhando em dire??o ao sal?o de descanso do golfe. O ambiente ficou tenso, Olivia continuou bebendo sua ¨¢gua, sem ousar fr. Jimena, percebendo que Carlos se afastava deliberadamente d, sentia¨Cse frustrada e angustiada, mantendo¨Cse em sil¨ºncio. ¡°Sabe jogar?¡± A voz grave de Daniel quebrou subitamente o sil¨ºncio. Olivia voltou a si e viu que Daniel estava olhando para seus olhos escuros. Ser¨¢ que ele estava perguntando a ? Olivia bn?ou a cabe?a: ¡°N?o sei.¡± Seu c¨ªrculo social era muito humilde, onde teria a oportunidade de entrar em contato um desporto aristocr¨¢ticoo o golfe? ¡°Eu te ensino. Ele pegou sua m?o e a levantou. Cap铆tulo 708 Cap¨ªtulo 708 As m?os de Daniel, sempre ¨¦speras e calejadas, apertavam o pulso delicado de Olivia, gerando uma sensa??o eletrizante. Ele a levou ao campo de golfe e passou¨Clhe o taco. Olivia pegou no taco, sentindo o peso nas suas m?os, e o taco calu ao ch?o. rapidamente moveu o p¨¦ para fora do caminho. Foi por pouco que n?o magoou seu p¨¦, j¨¢ delicado. tinha pensado que o taco seria leve, mas para sua surpresa, era pesado. N?o era algo que se pudesse segurar descuidadamente. Olivia olhou para Daniel, constrangida. Seus olhos profundos a observavam uma leve repreens?o. disse: ¡°Eu pensei que fosse de madeira, n?o imaginei que fosse de metal.¡± tinha percebido o golfe de maneira errada. Olhando para o taco pintado de branco, supos que seria leve, mas ao segur¨¢¨Clo, percebeu que era feito de metal puro e maci?o. A sensa??o ao segur¨¢¨Clo era de qualidade, e o material ramente n?o era ordin¨¢rio, provavelmente tampouco barato. ¡°Segure firme,¡± disse Daniel. Olivia assentiu, lembrando¨Cse deo Daniel havia segurado o taco, e imitou¨Co. Com ambas as m?os, segurou o taco e tentou mirar na pequena b branca no ch?o. Algo parecia estranho. Daniel se aproximou, ficando atr¨¢s d, e guiou suas m?os para corrigir a dire??o do taco. Foi ent?o que Olivia percebeu que estava segurando o taco ao contr¨¢rio, o que explicava a estranheza que sentia. Quando finalmente percebeu, estava envolta pelos bra?os de Daniel, suas costas pressionadas contra seu peito robusto e musculoso. Mesmo atrav¨¦s do tecido, podia sentir a for?a poderosa de seu peito e o batimento cardiaco firme e forte nas suas costas. Seu pr¨®prio cora??o batia em unissono. Olivia ficou tensa, sentindo o ar ao redor ficar escasso, a respira??o dif¨ªcil. O rosto de Daniel se aproximou do d, e sua voz baixa e rouca soou: ¡°Assim, mire e bnce, sem hesitar.¡± O sopro quente e poderoso de Daniel ro?ou a pele delicada de seu rosto,o se um sopro de vento tivesse voado a b. Seu cora??o parecia ter saltado at¨¦ ¨¤ sua garganta. N?o sabia se era o nervosismo pelo voo da b ou p respira??o ardente dele, que passava por sua face, provocando uma sensibilidade em seu corpo que lutava para contrr observou a b branca tra?ar uma trajet¨®ria elegante no ar, aterrissando precis?o no buraco. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. ¡°Otimo, muito bom, que belo!¡± Jimena levantou¨Cse e audlu, incapaz de conter sua empolga??o. Vendo o caddie colocar outra b aos p¨¦s de Olivia, Jimena tamb¨¦m n?o conseguiu resistir ao desejo de jogar. Seu rosto redondo brilhava um sorriso radiante enquanto dizia a Carlos: ¡°Vamos jogar tamb¨¦m.¡± Carlos olhou para , depois para Daniel e Olivia ¨¤ frente, entendendo o que Jimena tinha em mente: ¡°Eu n?o sei jogar.¡± Brincadeira, o que Daniel sentia por Olivia era um cora??o ardente, ainda era uma novidade para ele. Jogar golfe era sentir romance. E ele e Jimena? O que eram? S¨® de pensar em jogar golfe abra?ados, ele j¨¢ se sentia desconfort¨¢vel. ¡°Se voc¨º n?o sabe, eu sei. Eu te ensino!¡± Jimena disse, e sem perder tempo, puxou Carlos para outro campo do golfe. Carlos foi arrastado por , protestando: ¡°Jimena, isso n?o se faz, for?ar algu¨¦m assim.¡± estou te for?ando, estou a obrigar¨Cte!¡± disse Jimena convic??o.. ¡°Eu n? Carlos: ¡°¡± Era a primeira vez que via algu¨¦m fr sobrepeli??o tanta assertividade. Essa Jimena, ramente mais magra do que antes, n?o t?o rechonchuda, mas ainda assim, uma for?a surpreendente. Cap铆tulo 709 Cap¨ªtulo 709 Ele tentou se desvencilhar de suas m?os, mas foi dificil. Meio empurrada, meio puxada por Jimena, chegaram ao campo de golfe, onde Jimena pegou um taco que estava no ch?o e cambaleou para frente. Carlos estendeu o p¨¦ para impedi de cair de cara no ch?o. Jimena, habilidade, apoiou todo o corpo sobre o dele, evitando o impacto facial. Carlos riu tanto que seu peito tremia: ¡°N?o ¨¦ que voc¨º tinha tanta for?a? Nem consegue segurar o taco.¡± Jimena se ergueu de imediato, furiosa, e disse a Carlos: ¡°Eu s¨® n?o estava preparada, quem disse que n?o posso levant¨¢¨Clo? Olhe, eu consegui, n?o ¨¦?¡± Jimena, as duas m?os, levantou o taco e o bn?ou no ar A ponta do taco passou de rasp?o pelo rosto de Carlos, que se inclinou para tr¨¢s rapidamente, escapando por pouco. ¡°Ei, ei, ei, voc¨º est¨¢ tentando me matar? E se voc¨º machucasse esse meu rosto bonito, voc¨º poderia mepensar?¡± Carlos perdeu o sorriso e disse, irritado. ¡°ro que possopensar.¡± ¡°Com o qu¨¦ voc¨º vaipensar?¡± Carlos zombou. ¡°Oferecendo¨Cme a voc¨º.¡± Jimena, o queixo erguido e olhos brilhantes e confiantes, of encarou. Carlos ficou surpreso e sem pvras. Era terr¨ªvel, essa mulher, de um jeito ou de outro, queria t¨º¨Clo. Ele nunca tinha visto uma mulher t?o obstinada. ¡°Jogue voc¨º mesma, eu estou indo embora.¡± Carlos virou¨Cse para sair. ¡°Ei, volte aqui, eu estava te ensinando, vou ensinar o ar agora?¡± Jimena bn?ou a m?o, preparando¨C se para colocar o taco no ch?o e ir atr¨¢s dele. Sem contrr a sua for?a, o taco caiu no p¨¦ de Carlos. ¡°Au¡­¡± Carlos pulou imediatamente num p¨¦ s¨®, segurando o outro, saltitando de dor. Os dois fizeram tanto barulho que atra¨ªram a aten??o de Olivia e Daniel. Olivia n?o pode deixar de rir ao ver o par de apaixonados desaven?ados. E, de fato, Carlos, segurando um p¨¦ e girando em c¨ªrculos enquanto pva, era uma vis?o hil¨¢ria. 17:09 O olhar profundo de Daniel estava fixo no rosto sorridente d; sob a luz do sol, fa¨ªscas brilhavam em seus olhos. Jimena entrou.em p¨¢nico.rgou o taco e correu para chec¨¢¨Clo, vendo¨Co pndo num p¨¦ s¨®, estava sem sabero ajudar, gestdo sem jeito: ¡°N?o foi de prop¨®sito, voc¨º est¨¢ bem?¡± ¡°Afaste¨Cse de mim, n?o chegue perto. Enquanto voc¨º n?o estiver na minha vista, eu estarei bem.¡± Carlos, furioso, disse um tom s¨¦rio. Toda a inseguran?a de Jimena caiu por terra, e o brilho de seus olhos se apagou, revndo. um semnte abatido. ¡°Voc¨º est¨¢ a fr a s¨¦rio?¡± ¡°ro que sim! Agora v¨¢ embora!¡± Carlos estava muito irritado, nunca tinha sido tratado assim antes. Jimena percebeu o quanto ele estava impaciente, seu narize?ou a arder, e segurou o choro, dizendo: ¡°Tudo bem, de agora em diante, eu nunca mais aparecerei na sua frente!¡± Dizendo isso, virou¨Cse e correu. Vendo a cena, Olivia ficou preocupada. passou o taco para Daniel e disse rapidamente: ¡°Vou ver como est¨¢.¡± E correu atr¨¢s de Jimena. Jimena estava realmente ferida e corria r¨¢pido; Olivia ainda n?o tinha se recuperado.pletamente e n?o conseguia correr t?o r¨¢pido. ¡°Jimena, espera por mim!¡± Olivia gritava enquanto corria atr¨¢s d. N?velDrama.Org (C) content. Quando passaram p ¨¢rea de descanso do campo, uma voz masculina e madura chamou por : ¡°Olivia, vamos conversar.¡± Cap铆tulo 710 Cap¨ªtulo 710 Olivia parou e voltou¨Cse, avistando o homem de meia¨Cidade que, momentos antes, estava diante de Daniel, cheio de submiss?o e elogios humildes. Era algu¨¦m da familia Pereira. Olivia manteve¨Cse firme em seu lugar, aguardando o que ele tinha a dizer. Filipe tamb¨¦m se levantou e caminhou at¨¦ Olivia, detendo¨Cse a uma passo de distancia d, sem a baj??o anterior demonstrada na presen?a de Daniel. Ao contr¨¢rio, exibia um ar de superioridade. Com um olhar que parecia menosprezar Olivia. ¡°De fato, a senhora possui atributos que podem fascinar um homem, mas n?o entende nada sobre eles. Homens em geral n?o levam para casa as mulheres quem apenas se divertem. Essas pvras eram desagrad¨¢veis. Olivia somriu levemente e um olhar frio e distante respondeur: ¡°Senhor Pereira, melhor voltar para casa e refletir, antes que algu¨¦m o leve para um lugar apropriado para isso.¡± Dito isto, Olivia foi embora sem olhar para tr¨¢s Suas pvras eram um eco do que Daniel dissera a Filipe. A postura arrogante de Filipe desmoronou, e ele olhou furioso para a silhueta de Olivia que se afastava, apertando as m?os que pendiam aodo do corpo. Se n?o fosse p presen?a de Daniel no clube, ele certamente teria dado a Olivia uma ¡°li??o¡°. Viviana estava indo bemo secret¨¢ria de Daniel e parecia estar a um passo de conquistar seu cora??o quando Olivia apareceu, desequilibrando tudo. Agora, Daniel estava a agir contra a familia Pereira. Tudo por causa daqu mulher, Olivia! Olivia saiu apressada e viu que o carro de Jimena ainda estava onde havia estacionado. Por sorte, Jimena n?o tinha saldo irritada o carro, ent?o Olivia acelerou o passo at¨¦ o veiculo, abriu a porta e entrou. Jimena segurava o vnte for?a, as suas m?os tremiam ligeiramente. Seu rosto. normalmente sorridente, estava imitado e seus olhos redondos e grandes estavam marejados de l¨¢grimas, fixos ¨¤ frente, o peito subindo e descendo. estava ramente muito triste. Olivia deu uma leve palmada no ombro d para confort¨¢: ¡°N?o fique triste, Carlos s¨® disse aquilo de cabe?a quente.¡± rena limpou asgumas as m?os, respirando dificuldade, e disse: ¡°Olivia, voc¨º estava certa desde oe?o Carlos ¨¦ um yboy nam cora??o. O amor n?o pode toc¨¢¨Clo! Eu desisto Ha tantos homens bonitos no mundo, porqu¨¦ me fixar em apenas um?¡± Com isso, girou a chave e ligou o carro, pisando no acelerador para dar a partida. Olivia se assustou a atitude de Jimena, que ramente estava agindo por impulso. n?o tentou impedir Jimena, apenas apressou¨Cse em colocar o cinto de seguran?a e segurou firme no assento do carro, dizendo nervosa: ¡°Jimena, dirija con cuidado.¡± ¡°N?o se preocupe, estou bem consciente. Como eu poderia dirigir imprudentemente s¨® porque estou chateada Carlos? Haha, seria uma da¡°, respondeu Jimena, sorrindo ironicamente e fndo consigo mesma. Olivia: *¡­¡­ Parece que voc¨º n?o est¨¢ nada consciente. ¨¦ terr¨ªvel ser contrda ps emo??es. ¡°N?o fique t?o tensa. Com voc¨º no carro,o eu poderia n?o levar minha vida a s¨¦rio? Voc¨º ¨¦ m?e de quatro filhos. Se algo acontecesse a voc¨º, eles ficariam sem m?e, e eu seria um monstro para sempre.¡± Jimena olhou para Olivia agarrando o cinto de seguran?a e at¨¦ a confortou. Essas pvras pareciam um retorno ao racioc¨ªnio normal. Olivia rxou um pouco, de vez em quando olhando para Jimena ao seudo, que segurava firmemente o vnte e observava atentamente as condi??es da estrada ¨¤ frente, as l¨¢grimas que j¨¢ haviam sido enxugadas. Agora, parecia uma pessoa sem problemas. Olivia perguntou cautelosamente: ¡°Voc¨º est¨¢ realmente bem?¡± ¡°Como mais eu poderia estar? ¨¦ s¨® um homem, afinal. H¨¢ muitos homens no mundo e, al¨¦m disso, eu e ele neme?amos algo de fato. N?o chega nem a ser um t¨¦rmino de namoro.¡± Jimena parecia ter superado a situa??o. Olivia n?o p?de deixar de admirar a resili¨ºncia d. Agora que Jimena superou, se Olivia continuasse a consol¨¢, seria desnecess¨¢rio. ¡°Voltamos para a Vi Serenidade ou para a Comunidade Lej¨¢?¡± perguntou Jimena, na encruzilhada. ¡°Comunidade Lej¨¢,¡± respondeu Olivia. N?velDrama.Org (C) content. Embora ainda desejasse visitar as crian?as, j¨¢ tinha passado v¨¢rias semanas na Vi Serenidade com s, negligenciando assim apanhia de Teresa. Cap铆tulo 711 Cap¨ªtulo 711 deveria voltar para conversar Teresa, para que n?o se sentisse sozinha. O mais importante era que, h¨¢ pouco, no campo de golfe, percebera ramente uma mudan?a no corpo de Daniel. Aquele calor abrasador, cdo nas suas costas, o perigo iminente de que a fera dcerasse a presa a qualquer momento. Se voltasse para a Vi Serenidade, Inevitavelmente haveria outra tempestade de emo??es. queria descansar, estava exausta. Por isso, decidiu ir para a Comunidade Lej¨¢, para se esconder um pouco. Assim que Olivia terminou de fr, Jimena virou o vnte e virou ¨¤ esquerda no cruzamento. Olivia, surpresa, disse: ¡°Voc¨º estava na faixa para ir em frente¡­¡± Mas virou ¨¤ direita, isso vai gerar uma multa! Al¨¦m disso, ¨¦ perigoso. ¡°¨¦ mesmo? Eu n?o sabia,¡± respondeu Jimena, confusa. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Olivia pensou que talvez estivesse a ser muito otimista; Jimena Santos certamente ainda estava sofrendo, o que antes parecia apenas uma tentativa de parecer desapegada. ¡°N?o tem problema, se for multada, ¨¦ s¨® pagar e ter mais aten??o da pr¨®xima vez,¡± consolou Olivia. O carro seguiu em frente e, ao se aproximarem da Comunidade Lej¨¢, a feira noturnae?ou, as barracas sendo montadas. Olivia olhou p jan do carro e sugeriu: ¡°Jimena, faz tempo que n?o bebemos, que talermos um churrasco e bebermos um pouco hoje?¡± ¡°Pode ser,¡± concordou Jimena, estacionando o carro ¨¤ beira da estrada. As duas escolheram o quiosque mais movimentado, pediram churrasco e cerveja. Logo, a dona trouxe os pratos, e o aroma do churrasco se espalhava pelo ar, tentando o pdar das pessoas. Olivia abra?ou Jimena e disse um sorriso: ¡°N?o h¨¢ tristeza que um churrasco n?o possa curar, se houver, ent?oemos dois.¡± Jimena, que segurava suas emo??es, finalmente sorriu: ¡°Exatamente, qual ¨¦ o grande problema! Vamos, n?o voltamos para casa at¨¦ ficarmos b¨ºbadas.¡± Jimena abriu a cerveja e serviu um copo para cada uma. Capitulo 711 No meio da divers?o, o telefone de Olivia tocou, era F¨¢bio ligando. Olivia atendeu, sua voz macia e um pouco embriagada: ¡°Al¨®¡­¡± ¡°Srta. Souza, as crian?as est?o saudades e querem fr voc¨º,¡± F¨¢bio mal haviae?ado a fr. Do outrodo da linha, veio a voz doce e melosa das crian?as: ¡°Mam?e, por que voc¨º n?o volta para casa?¡± Era a voz de Joel. ¡°Mam?e, onde voc¨º est¨¢?¡± perguntou Heitor. ¡°Diga onde voc¨º est¨¢, n¨®s vamos te procurar,¡± Iria se apressou em se aproximar do telefone. ¡°Mam?e¡­¡± chamou In¨ºs, timidamente. Ao ouvir as vozes infantis, o cora??o de Olivia quase derreteu. Com uma voz suave, disse: ¡°Mam?e foi visitar a av¨®, voc¨ºs devem dormir calmamente hoje, e daqui a alguns dias mam?e levar¨¢ a av¨® para brincarmos juntos.¡± ¡°Vamos, um brinde!¡± Jimena j¨¢ estava b¨ºbada e, sem se importar que Olivia estivesse ao telefone, ergueu seu copo para um brinde. Na Vi Serenidade, o celr de F¨¢bio estava no viva¨Cvoz. A voz de Jimena propondo um brinde e o som dos copos a tocar vieram ramente atrav¨¦s do telefone. Sentado no sof¨¢, Daniel levantou os olhos escuros, um olhar intenso e repressivo em dire??o a F¨¢bio. F¨¢bio se sentiu nervoso, preocupado a situa??o, imaginando que a Srta. Souza estivesse bebendo outra pessoa, e por , ele sentiu um frio na barriga. Cap铆tulo 712 Cap¨ªtulo 712 Daniel exva uma aura de poder, uma voz grave e intimidante. F¨¢bio estava visivelmente preocupado. O tempo parou por um segundo. ¡°Ah¡­¡± Joel de repentee?ou a chorar alto. Ele se virou para pegar sua mochilinha, mas trope?ou o p¨¦ esquerdo no direito e calu no ch?o, batendo a cabe?a. Imediatamente,e?ou a chorar. F¨¢bio ficou nervoso e estava prestes a verificar o que tinha acontecido, mas uma sombra se moveu mais r¨¢pido que ele e Daniel j¨¢ estava levantando Joel, examinando olhos. escuros e atentos a cabe?a do menino em busca de ferimentos. Vendo que n?o era nada grave, ele gentilmente massageou a cabe?a pequena de Joel paral acalm¨¢¨C lo. ¡°O que aconteceu, Joel? Voc¨º discutiu o seu irm?o? Do telefone, a voz preocupada de Olivia soou. F¨¢bio respondeu apressadamente: ¡°N?o.¡± ¡°Ent?o foi o Daniel que repreendeu ele? O Daniel n?o ¨¦ bom as crian?as?¡± Ouvido o choro da crian?a pelo telefone, Olivia ficou ainda mais preocupada. ¡°O Sr. Daniel ¨¦¡­¡± muito bom as crian?as. F¨¢bio estava prestes a dizer isso, porque Daniel era realmente muito bom e paciente as crian?as, cheio de amor paternal.. Joel tinha ca¨ªdo e ele foi o primeiro a levant¨¢¨Clo, confortando¨Co carinho. N?o se via Daniel t?o afetuoso assim antes. Mas antes que F¨¢bio pudesse terminar a frase, ele foi interrompido pelo olhar profundo e gdo de Daniel. A intensa press?o fez F¨¢bio hesitar e suar frio na testa. ¡°O Daniel fez o qu¨º as crian?as?¡± Olivia perguntou ansiosa, ao perceber que F¨¢bio tinha parado de fr. F¨¢bio cuidadosamente mudou sua resposta: ¡°Senhorita Souza,o voc¨º sabe, ¨¤s vezes Heitor e Joel discutiram e irritam o Sr. Daniel, que tem pouca paci¨ºncia e pode ser bastante severo as crian?as, Joel acabou chorando por causa disso. Senhorita Souza, por que n?o volta para ver as crian?as? s sentem muito a sua falta.¡± ¡°Como assim, ele pode ser assim?¡± Olivia ficou chocada a not¨ªcia, ficando muito preocupada. Quando estava na Vi Serenidade, Daniel parecia tratar bem as crian?as. Ser¨¢ que era s¨® para mostrar a ? Por que ele precisava fingir ser um bom pai na frente d? Era s¨® para se sentir segura ao deixar as crian?as ele, sem causar problemas? Afinal, eram seus filhos,o ele poderia trat¨¢¨Clos mal? Desde que F¨¢bio disse aqus pvras, Olivia ficou inquieta, e nem conseguir beber direito. Ainda l¨²cida, tirou o copo de ¨¢gua das m?os de Jimena e colocou na mesa: ¡°Por hoje chega, voc¨º precisa manter a sobriedade e ir para casa, n?o posso mais te panhar.¡± ¡°O que se passou? Vai correr para o Daniel?¡± Jimena inclinou a cabe?a um sorriso malicioso e olhos turvos, observando Olivia. Olivia corou o olhar insinuante de sua amiga e desviou o olhar. ¡°Eu vou chamar um motorista para te levar para casa.¡± pegou no telefone para chamar um motorista. ¡°E voc¨º?¡± Jimena perguntou seriamente, preocupada. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. ¡°Eu vou de carro.¡± Olivia respondeu rapidamente. Depois de esperar um pouco, o motorista chegou e Jimena entrou no carro, que partiu. Ent?o Olivia apanhou um t¨¢xi para Vi Serenidade. Seu cora??o estava inquieto, preocupado, at¨¦ que chegou ao hall de Vi Serenidade. Sob a luz deslumbrante, quatro pequenos estavam sentados no tapete felpudo, montando um quebra¨C cabe?a. Daniel estava sentado no sof¨¢ aodo, o telefone na m?o, trabalhando. A cena era harmoniosa e aconchegante. Cap铆tulo 713 Cap¨ªtulo 713 N?o era a imagem de Daniel que tinha em mente, uma express?o frio e pvras. duras, repreendendo as crian?as, Os olhos profundos de Daniel se elevaram, voltando¨Cse para a porta, no ver a pequena figura de Olivia, os seus olhos tremram levemente. Justamente nesse momento, os pequeninos sentados no ch?o tamb¨¦m olharam para tr¨¢s e, ao avistarem Olivia, estrelinhas brilharam nos seus olhos inocentes. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± As vozes suaves e fofas chamaram em unissono, as m?ozinhas apoiadas no ch?o, os corpinhos rram e se levantaram do ch?o. Um a um, agitavam suas perinhas curtas, correndo em dire??o a Olivia. O modoo corriam alegremente erao pequenos p¨¢ssaros vivazes, curando instantaneamente o cora??o preocupado de Olivia. Inconscientemente, Olivia sorriu, agachou¨Cse e recebeu os seus pequenos amores. Os quatro pequeninos se atiraram nos seus bra?os, e a for?a do impacto, n?o se manteve est¨¢vel e rolou no ch?o as crian?as. A mais leve, In¨ºs, rolou no ch?oo uma pequena b por duas vezes antes de parar, deitada no ch?o uma express?o confusa, olhando para a esquerda e para a direita. A sua maneira boba e ador¨¢vel erao se estivesse se perguntando: ¡°Quem sou eu? Onde estou?¡± Olivia se sentou e pegou Iria, que estava mais pr¨®xima, em seus bra?os, dando¨Clhe um beijo forte em sua bochecha fofa e cheirosa, o cheiro doce era embriagante: ¡°Meu amor, voc¨º est¨¢ t?o cheirosa.¡± Olivia disse alegremente. ¡°Hum, mam?e n?o cheira bem¡± Iria fez bico, queixando¨Cse. ¡°Estou?¡± Olivia cheirou a si mesma e riu: ¡°Mam?e bebeu, n?o tomou banho, estou cheiro de ¨¢lcool.¡± Olivia colocou Iria de p¨¦ no ch?o e se levantou: ¡°Mam?e vai tomar um banho e depois brinco voc¨ºs.¡± se preparava para subir as escadas quando de repente notou um par de olhos escuros N?velDrama.Org (C) content. 1/2 que a queimavam um olhar prante,o se quisesse ver atrav¨¦s de Olivia. Olivia olhou para tr¨¢s, encontrando o olhar profundo e oce¨¢nico de Daniel. O seu cora??o tremeu por um instante. Lembrando¨Cse do que Fabio tinha dito antes, Olivia tamb¨¦m ficou muito irritada. Com a coragem que o ¨¢lcool traz, Olivia, ainda o p¨¦ n?o totalmente recuperado, andoul ate Daniel e disse, um tom severo: ¡°Voc¨º n?o pode mais ser duro as crian?as, entendeu? Caso contr¨¢rio, eu, eu n?o serel gentil voc¨º! Eu os criei, nunca fui dura eles! Meu Deus, a Srta. Souza se atreve a apontar o dedo e ensinar Danielo agir! foi a primeira pessoa a ousar levantar a voz na frente de Daniel. F¨¢bio, aodo, assistia medo, suando frio. Os olhos de Daniel eram profundos e frios, e ele encarava Olivia intensamente. estaval perto dele, bn?ando, e seu rosto estava p¨¢lido, sob o efeito do ¨¢lcool, estava corado, uma sedu??o invis¨ªvel. Depois de Olivia terminar de fr, sentindo a aura fria ao redor de Daniel, involuntariamente recuou. As muitas pvras que tinha pensado em dizer a ele no caminho foram abandonadas, sem a coragem de pronunci¨¢s. ¡°Tudo bem, s¨® estou a relembrar. Vou subir para tomar um banho,¡± disse Olivia, mudando o tom de sua voz, um pouco assustada, virando¨Cse em dire??o ¨¤ escada. O olhar profundo de Daniel seguiu sua silhueta enquanto caminhava passos levemente descoordenados, bn?ando, capturados por seus olhos. Seu corpoe?ou a aquecer, seu olhar mudou, ele se levantou e, passosrgos, chegou ao lado d, agarrando sua m?o sua palma grande. ¡°Ei?¡± Antes que Olivia pudesse reagir, foi levada escada acima. Direto para a suite principal, ele abriu a porta do banheiro, levou Olivia para dentro, fechou al porta e, ao dar uma volta, a pressionou contra a porta de vidro fosco. Seu corpo forte e alto se aproximou, o aroma masculino a envolveu, e sua sombra cobriu todo o seu corpo. O cora??o de Olivia batia irregrmente. O indicador de Daniel levantou seu queixo, sua voz rouca e magn¨¦tica: ¡°Como ¨¦ que se atreve a ser n?o gentiligo, hein?¡± Cap铆tulo 714 Cap¨ªtulo 714 O peito ardente envolviapletamente Olivia, enquanto fatores perigosos e ambiguos se espalhavam. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. A respira??o quente e poderosa ro?ava no seu rosto, fazendo o cora??o de Olivia tremor, e seus olhos piscavam rapidamente. Elevando os seus olhos enevoados pelo ¨¢lcool, encontrou o olhar de Daniel. Seus olhos eram negroso o c¨¦u noturno, vastos e insond¨¢veis, misteriosos e impr¨¢veis. Na sombra que se acumva estava o desejo contido dele. Olivia, encarando aquele olhar que parecia querer devor¨¢ a qualquer momento, encontral coragem de onde n?o sabia que tinha, e um gesto, afasta a m?o dele que acariciava o seu queixo, apoiando as m?os no seu peito, empurrando¨Co.. ¡°Hehe, ¨¦ assim que se faz, entendeu?¡± Olivia riu t, seus olhos brilhantes ast¨²cia, desafiadores. Era ramente uma provoca??o. Os olhos escuros de Daniel ficavam ainda mais profundos, a sua garganta movia¨Cse ao engolir, ele esticou a m?o, segurando a cintura delicada d, puxando¨Ca levemente, fazendo que os seus corpos se encaixassem perfeitamente. Seu rosto bonito se inclinou, chegando t?o perto do rosto d ao ponto de toc¨¢¨Clo, seu olhar era predat¨®rio, cheio de inten??es invasivas, seu perfil angr ro?ou a bochecha macia d, sussurrando quente em seu ouvido: ¡°Isso n?o ¨¦ uma rejei??o, ¨¦ ramente um convite. Voc¨º acha que eu deveria te deixar em paz?¡± O aroma suave de ¨¢lcool vinha d, seu rosto aquecido pelo efeito da bebida, e o rosto de Daniel, tocando seu rosto t?o macio e quente, fazia cada c¨¦l de seu corpo chamar por . Os olhos de Olivia se arregram, seu corpo se enrijeceu, assustada, o cora??o batendo sem parar. Erao se os caninos de uma fera estivessem prontos para atac¨¢ ao menor sinal de respira??o ofegante, prontos para rasg¨¢ e devor¨¢ sem deixar nada para tr¨¢s. Olivia congelou, n?o se atrevendo a se mover, respirando pesadamente, tentando se contrr. ¡°Voc¨º est¨¢ a pensar demais, eu definitivamente estou te rejeitando. Quem voc¨º pensa que ¨¦ para fazer o que quer? Quando eu n?o estou feliz, tamb¨¦m te posso empurrar!¡± Olivia tentava raciocinar ele, um pouco mais s¨®bria. Mas ignorou o fato de que, na frente de Daniel, ele era a pr¨®pria regra. 1/2 17-10 ¡°Vou te mostrar o porque: Daniel levantou um pouco a cabe?a, olhando para fixamente. Olivia engasgou o olhar dele, e antes que pudesse reagir, Daniel baixou a cabe?a e capturou seus l¨¢bios inchados um beijo ¡°Umm¡­¡± Olivia arregalou os olhos, o corpo tenso. ¡°Papai, mam?e, o que voc¨ºs est?o fazendo no banheiro?¡± A vozinha de Iria soou. Olivia estremeceu, sua mente entorpecida, e rapidamente empurrou Daniel. ¡°Eu sei, tomando banho juntos!¡± Joel respondeu antes d. ¡°Eh, papai e mam?e est?o tomando banho juntos?¡± Iria perguntou inocentemente. Os quatro pequenos estavam em p¨¦ no quarto, olhando para as silhuetas brancas e pretas pressionadas uma contra a outra atrav¨¦s do vidro fosco. A silhueta branca certamente era a m?e deles, e a silhueta preta era naturalmente o pai deles. Os pequenos discutiam dodo de fora se os seus pais estavam tomando banho juntos. Olivia estava em panico, sua vis?o turva, e depois de empurrar Daniel, se virou rapidamente para abrir a porta. Vendo os quatro pequenos olhares curiosos e inocentes, Olivia ainda tentava recuperar o f?lego, explicando apressadamente: ¡°Papai e mam?e n?o est?o tomando banho, est?o conversando¡­¡± Daniel observava a agita??o de Olivia, escondendo a profundidade de seus olhos escuros, que se tornavam um pouco frios. *Est?o fndo em segredo?¡± Iria perguntou, inclinando a cabe?a, seus olhos brilhando. ¡°Sim sim, segredos que voc¨ºs n?o podem ouvir.¡± Joel concordou. Olivia estava envergonhada, sem sabero explicar, ent?o mudou de assunto, aproximando¨Cse, abra?ou os ombros de Iria e Joel, perguntando voz suave: ¡°Por que voc¨ºs ainda n?o tomaram banho e foram dormir?¡± ¡°Quer¨ªamos ver a mam?e.¡± Joel respondeu. Cap铆tulo 715 Cap¨ªtulo 715 ¡°Sim, veja s¨®, mam?e.¡± In¨ºs, que estava aodo, falou enquanto olhava para Olivia a sua cabecinha erguida e seus pequenos punhos cerrados for?a: ¡°Papai n?o pode tratar mal a mam?e.¡± Eles estavam preocupados muito a mam?e. Olivia deu¨Cse conta de repente, os pequenos estavam medo de que fosse maltratada. Sentindo o amor deles, o cora??o de Olivia aqueceu¨Cse: ¡°N?o se preocupem, o papai n?o vai maltratar a mam?e. Al¨¦m disso, a mam?e ¨¦ adulta, pode se proteger. N?o se preocupemigo, est¨¢ bem?¡± Com essas pvras de Olivia, as crian?as finalmente se acalmaram. Content is ? by N?velDrama.Org. Uma a uma, s assentiram a cabe?a. ¡°Tudo bem, vou lev¨¢¨Clos para tomar banho.¡± Olivia, assustada por Daniel, j¨¢ estava praticamente s¨®bria. Segurando as m?os das crian?as, saiu rapidamente do quarto, ignorando o olhar sombrio e opressivo de Daniel. Depois de dar banho ¨¤s crian?as e od¨¢s para dormir, Olivia apagou a luz e desejou¨Clhes boa noite. Virou¨Cse e esbarrou num peito firme. Olivia olhou para cima, surpreendida, encontrando¨Cse os olhos profundos de Daniel. prendeu a respira??o por um instante antes de recuar: ¡°Por que voc¨º ainda n?o foi dormir?¡± ¡°Estava ¨¤ sua espera.¡± A voz baixa e magn¨¦tica de Daniel soou. Olivia: ¡°7¡± No segundo seguinte, ele a ergueu horizontalmente. Olivia respirou fundo, agarrando¨Cse instintivamente ao pesco?o dele. Voltando a si, sussurrou vergonha e irrita??o: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?* ¡°Voc¨º vai ver num momento.¡± A voz sedutora de Daniel soou grave. Ele a carregou rapidamente para o banheiro, fechou a porta, abriu o chuveiro, e a ¨¢gua quente come?ou a cair sobre Olivia, que teve uma rea??o de estresse ao choque repentino, encolhendo¨Cse levemente. Quando se acostumou a temperatura da ¨¢gua, se rp?s e olhou para ele atrav¨¦s do v¨¦u de ¨¢gua: ¡°Daniel, n?o exagere.¡± Daniel se aproximou, calmamente desabotoando sua camisa: ¡°Isso ¨¦ exagerar? Voc¨º pensou nas consequ¨ºncias quando estava bebendo?¡± Capitulo 715 Ele foi se aproximando lentamente, a umidade perigosa pairava sob o vapor d¡¯¨¢gua. Olivia, o cora??o acelerado, recuou at¨¦ que as suas costas atingiram a parede do banheiro, sem mais para ende ir. Daniel apoiou a m?o na parede, prendendo¨Ca entre a parede e seu peito, abaixou a cabe?a, olhando¨Ca de cima. ¡°¨¦ por isso que voc¨º n?o voltou para a Vi Serenidade? Depois de beber, queria encontrar algum homem?¡± Sua voz contida carregava um tom de raiva. Ele certamente n?o se tinha esquecido da vez que tinha bebido no bar e flertado um jovem. Como ¨¦ que poderia agir quando estava b¨ºbada e n?o se lembrar? Os olhos de Olivia vacvam sob a press?o dele, o seu cora??o batia depassado: ¡°Eu n?o pensei nisso.¡± ¡°Ent?o voc¨º queria ser rudeigo? Vou dar¨Clhe a oportunidade de serpletamente indelicada.¡± Sua voz, misturada o som da ¨¢gua, era fria e sedutora, agradavelmente entorpecente. Olivia estava prestes a responder quando seus l¨¢bios foram capturados por um beijo. cravou as m?os na parede atr¨¢s d, os dedos dos p¨¦s agarrando¨Cse ao ch?o. O som da ¨¢gua enchia o banheiro, o vapor envolvia as figuras, a luz ca¨ªa de cima, e Olivia sentia que, nesse momento, estava verdadeiramente embriagada, perdida numa vertigem. Cap铆tulo 716 Cap¨ªtulo 716 Olivia estava a dormir profundamente quando a cama afundou subitamente, e algu¨¦m saltou sobre , deltando¨Cse entusiasmada em cima do seu corpo. O corpo de Olivia estremeceu, e sua respira??o se engasgou. Em seguida, algo respirava aodo de seu rosto, exndo um aroma de leite. ¡°M?e, o sol J¨¢ nasceu.¡± Uma voz infantil sussurrou em seu ouvido, estrondosamente. O h¨¢llto quente em seu ouvido fez Olivia se encolher rapidamente para odo, afastando seu pesco?o. Ao abrir os olhos, viu Iria deitada sobre , seu pequeno corpo rechonchudo e um rosto Infantil redondo e muito bonito, seus grandes olhos brilhantes a encaravam uma luz saltitante,o um pequeno elfo. Olivia se sentia pesada p press?o, mas seu cora??o estava aquecido. Era a sua doce filha. Content is ? by N?velDrama.Org. ¡°Pal, acorde, est¨¢ a perder um belo dia.¡± Do outrodo, Joel tamb¨¦m estava deitado sobre Daniel, dando umas palmadinhas leves na sua cara. Daniel abriu os olhos, seus olhos escuros prantes. A temperatura do ar caiu subitamente. Ao ver essa cena, Olivia se assustou, e todos os vestigios de sono desapareceram dos seus olhos. Joel estava a bater no rosto de Daniel. E se ele ficasse irritado? Ningu¨¦m ousaria bater no rosto de Daniel. ¡°Voc¨ºs querem descer? Eu j¨¢ me estou a levantar.¡± Disse Olivia prontamente, temendo que as crian?as continuassem a irritar Daniel. Iria era obediente, e um impulso de suas perninhas, saiu da carga. Joel hesitou um pouco e n?o desceu de cima de Daniel. Seus olhos curiosos olharam para Olivia. Olivia estava preocupada por ele; se ele n?o descesse logo, poderia acabar levando uma palmada de Daniel. fez for?a na parte inferior das costas, preparando¨Cse para se sentar e tirar Joel dali. Mas quando se moveu, uma dor agudao um raio atravessou na sua cintura, fazendo que se contorcesse de dor e caisse de volta na cama, o cobertor escorregando e revndo sua vic. ¡°M?e, por que voc¨º tem tantas marcas vermelhas no corpo? Papai mordeu voc¨º?¡± Iria, de p¨¦ aodo da cama, viu as marcas vermelhas nos ombros de Olivia e perguntou curiosa. 1/2 1547 Capitulo 216 O cora??o de Olivia saltou, e rapidamente puxou o cobertor para cobrir¨Cse. Seus olhos estavam fren¨¦ticos ao explicar: ¡°N?o ¨¦ isso, ¨¦ uma alergia.¡± Enquanto estava confusa, Daniel se levantou, e Joel, que estava deitado sobre ele, rolou para fora da cama, caindo no ch?o e expressando dor: ¡°Al, isso d¨®l.¡± Iria correu para ajudar Joel a se levantar: ¡°N?o chore, Joel, eu vou dar¨Cte carinho.¡± passou sua m?ozinha sobre o bumbum de Joel, olhando¨Co cuidado: ¡°J¨¢ n?o d¨®i mais?¡± ¡°Sim, j¨¢ estou bem.¡± Joel assentiu a cabe?a. Ouvindo a conversa das crian?as, Olivia se sentiu confortada; costumava consr as crian?as da mesma maneira quando s cm, e n?o esperava que s pudessem se consr mutuamente. ¡°Uau, pai, um gato te arranhou? Por que voc¨º tem marcas de garras?¡± A voz surpresa de Iria soou novamente. olhava os seus olhos grandes e brilhantes, apontando para o peito de Daniel. As pvras de Iria atrairam a aten??o de Olivia, que virou a cabe?a para olhar para Daniel. Sentado, com ombrosrgos e cintura estreita, seu f¨ªsico era perfeito. Os seus abdominais definidos estavam ¨¤ vista, musculosos e cheios de masculinidade. O peito forte e magro, tr¨ºs arranh?es vermelhos nodo esquerdo, era ramente um sinal de arranh?es. Ao ver isso, Olivia prendeu a respira??o, rapidamente desviando o olhar para n?o o encarar. Esse f¨ªsico perfeito, panhado daqueles arranh?es, serviao um lembrete da intensidade da noite anterior. Esses arranh?es foram obviamente feitos por . O rosto de Olivia ficou imediatamente corado. Daniel baixou o olhar para as marcas em seu corpo, cobrindo¨Cse naturalmente o cobertor. e disse com uma voz baixa e magn¨¦tica: ¡°Sim, foi um gato. Ontem o gato foi punido. Voc¨ºs tamb¨¦m devem se portar bem, para n?o serem punidos, ok?¡± Cap铆tulo 717 Cap¨ªtulo 717 ¡°Eu sei, vou ser bemportada.¡± A voz macia de Iria falou, seus olhos vivazes ainda um pouco confusos e apreensivos o desconhecido quando olhavarn para Daniel. Joel baixou a cabe?a, sem dizer nada. ¡°Tudo bem, podem sair, mais logo o papal e a mam?e v?o Jantar voc¨ºs.¡± Daniel disse. ¡°T¨¢ bom.¡± Iria puxou a m?o de Joel e ambos salram do quarto, fechando a porta cuidado atr¨¢s de si, ¡°Por que voc¨º tem que assustar as crian?as?¡± Olivia disse, irritada Daniel. Eles ainda eram t?o pequenos, e ele j¨¢e?ava a Intimid¨¢¨Clos, agora acreditava no que F¨¢bio tinha dito ontem, que Daniel tinha pouca paci¨ºncia e ralhava as crian?as. Daniel olhou de soio, viu seu rosto inchado de raiva e seus olhos perscrutadores disse: ¡°Sem regras, n?o h¨¢ padr?es.¡± ¡°Essas s?o as suas regras, n?o s?o nossas!¡± Olivia, suportando a dor nas costas e na lombar, se sentou. N?o estava a vestir nada por baixo, ainda bem que a colcha estava bem colocada, e as crian?as tamb¨¦m estavam deitadas sobre por cima do cobertor, caso contr¨¢rio, teria sido muito constrangedor. Olivia n?o suportava ver as crian?as sofrendo nem um pouco, s eram seus pequenos tesouros, que carinhosamente mantinha protegidos em suas m?os. Daniel, por que ele tinha que assustar ou ser severo as crian?as? Olivia estava o cora??o partido. ¡°Aqui, voc¨ºs precisam de se adaptar ¨¤s minhas regras. Na sociedade, ¨¦ a mesma coisa, a lei da sele??o natural, da sobreviv¨ºncia do mais apto, voc¨º n?o entende?¡± Daniel tentava ser racional . Olivia ficou sem pvras,n?ou¨Clhe um olhar fulminante; entendia que as regras s?o estabelecidas pelos poderosos. Mas podia aguentar ser tratada assim, as crian?as ainda eram t?o pequenas. tentou sair da cama, esticou a perna at¨¦ a metade e ent?o, sentindo¨Cse envergonhada, a volta a colocar dentro da cama. Daniel ainda estava olhando para , fazendo que se sentisse desconfort¨¢vel. ¡°Que parte do seu corpo eu n?o vi, para que voc¨º precise se esconder?¡± A voz magn¨¦tica de Daniel soou. N?velDrama.Org (C) content. Olivia corou, mordeu o l¨¢bio e se levantou, sentindo ramente o olhar ardente dele nas suas 1/2 15:47 Capitulo 717 costas. tentou ignorar, foi at¨¦ o arm¨¢rio, pegou algumas roupas e foi para o banheiro. tomar um banho. Vendo a cena familiar do banheiro, Olivia sentiu o rosto esquentar novamente. Cada canto do banheiro a lembrava da loucura de Daniel na noite anterior. tinha neado ficar em casa justamente para evitar Daniel, mas ainda assim n?o p?de escapar. As crian?as eram sua preocupa??o mais constante. Vestida e de volta ao quarto, Daniel J¨¢ tinha saldo. desceu as escadas e viu Daniel e as crian?as sentados ¨¤ mesa da s de jantar, os quatro pequenos arrumados em f, cada um um prato de arroz bile de pan diante de si. Na mesa havia tamb¨¦m camar?es suculentos e vegetais da esta??o. Daniel estava servindo cada uma das crian?as, cinco camar?es e duas fatias de vegetais para cada uma. Depois de servir, ele disse sua voz baixa e masculina: ¡°Vamoser.¡± ¡°Obrigado, papai.¡± As quatro crian?as, obedientes e felizes, agradeceram suas vozes suaves e macias, e ent?oe?aram aer as suas colheres, olhos brilhantes e infantis, felizeso pequenas estrs. Olivia parou no meio da escada, observando a cena harmoniosa e aconchegante ¨¤ mesa. Por um momento, sentiu que Daniel era de fato gentil as crian?as. Mas ele acabara de intimid¨¢s. Olivia estava confusa, sem poder distinguir se Daniel realmente gostava das crian?as ou n?o. caminhou at¨¦ ¨¤ mesa e se sentou. Mal tinha pegado os talheres quando F¨¢bio chegou ¨¤s pressas para rtar: ¡°Sr. Daniel, a Srta. Pereira est¨¢ l¨¢ fora e deseja v¨º¨Clo.¡± Cap铆tulo 718 Cap¨ªtulo 718 Senhorita Pereira Viviana? Olivia olhou confusa para Daniel, cuja a express?o fria n?o se alterava enquanto continuava aer com elegancia e tranquilidade, revndo toda a sua dignidade, ¡°Deixe¨Ca entrar,¡± disse Daniel. ¡°Sim,¡± F¨¢bio assentiu e se retirou. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Olivia baixou a cabe?a e continuou aer em sil¨ºncio. Da ¨²ltima vez, Daniel tinha levado pessoas para perseguir Viviana at¨¦ a Montanha dos Cisnes, Olivia sempre quis perguntar a raz?o da persegui??o, mas Jamals encontrou o momento certo, nem teve coragem para questionar. Agora que Viviana apareceu voluntariamente, Olivia n?o fa Id do motivo. Enquanto Olivia especva, Viviana entrou. Inconscientemente, Olivia olhou para . Viviana estava vestida roupas casuais em preto e branco, uma mudan?a significativa empara??o a imagem usual de uma mulher elegante no ambiente profissional. n?o estava maquilhada e vestia roupas despojadas, parecendo cansada e abatida. Parecia ter ca¨ªdo de uma esfera de moda para uma vidaum, e sua aura tinha diminuido significativamente. Quando Olivia olhou para , Viviana Pereira tamb¨¦mn?ou um olhar em sua dire??o, notando Olivia aodo de Daniel, desfrutando de uma refei??o, e os quatro pequenos sentados. ¨¤ frente deles. Um vestigio de inveja passou rapidamente pelo olhar de Viviana, mas o reprimiu prontamente. caminhou at¨¦ aodo de Daniel a cabe?a levemente baixa, dma atitude que antes era de orgulho e assertividade, agora substitu¨ªda por humildade e s¨²plica. ¡°Senhor Griera, eu imploro que perdoe meu pai. A empresa dele faliu, e ele foi detido p policia. Se ele n?o for solto, temo que ele possa fazer algo dr¨¢stico, disse Viviana, a voz repleta de desespero e impot¨ºncia. Olivia entendeu. Viviana estava ali para implorar pelo seu pai. Ontem, tinha visto o pai de Viviana num clube de elite. Aquele senhor Pereira deveria ser seu pai. Daniel tinha adquirido o controle da familia Pereira, e Filipe tinha pedido a Daniel uma chance para eles, mas ainda assim, a aquisi??o foi conclu¨ªda. 15-57 Capitulo 718 Ontem, Daniel disse a Filipe para voltar e refletir sobre suas a??es. Se ele n?o conseguisse refletir, algu¨¦m o levaria a um lugar onde ele poderia refletir. Ele estava fndo sobre ser detido e levado para a delegacia para refletir? ¡°Os errosetidos p familia Pereira devem acarretar as devidas consequ¨ºncias,¡± disse Daniel, continuando aer calmamente, sem sequern?ar um olhar a Viviana. Suas pvras eram calmas, mas carregavam uma press?o ineg¨¢vel e severidade. Viviana empalideceu, sua express?o tornou¨Cse tensa e seu corpo tremia ligeiramente. ¡°Eu conhe?o essa senhora, ¨¦ muito mal¨Chumorado,¡± a voz doce de Iria soou de repente. ¡°¨¦, ¨¦ assustadora. queria nos tirar do escrit¨®rio e n?o nos deixar ver o papai,¡± Joel assentiu, franzindo a testa de forma infantil e amea?adora. ¡°Sim, porque queria nos pegar, n¨®s acidentalmente desarrum¨¢mos o escrit¨®rio do papai,¡± falou Heitor, que normalmente era de poucas pvras. Ao olhar para Viviana, at¨¦ seus olhos infantis carregavam uma sombra. Olivia ficou perplexa por um instante, mas logo entendeu que se tratava da vez em que seus quatro filhos correram para o escrit¨®rio de Daniel e desarrumarem os seus materiais de escrita e o sof¨¢. Daniel at¨¦ pediu a Bruno para ligar para o respons¨¢vel ps crian?as e fr sobre a indeniza??o, n?o ¨¦? acreditava que seus filhos definitivamente n?o seriam capazes de danificar as coisas de outras pessoas intencionalmente. Ent?o era porque Viviana os tinha amea?ado, e no medo, eles se esconderam e acabaram desordenando o escrit¨®rio. Ouvindo as acusa??es das crian?as, Daniel olhou profundamente seus olhos enigm¨¢ticos e frios para Viviana. Viviana sentiu seu corpo congr ainda mais o olhar, e sua express?o tornou¨Cse constrangida. ¡°O Grupo Pereira tem s¨¦rios problemas fiscais, Filipe tem de pagar o pre?o mais alto,¡± a voz de Daniel Rayan Mendes era desprovida de qualquer empatia. Cap铆tulo 719 Cap¨ªtulo 719 Viviana estava desesperada e apressadamente disse: ¡°Eu admito o meu erro! Antes, fui eu quem ligou para a empregada Ana na Casa Antiga de Griera, pedindo que incriminasse Teresa e prejudicasse a av¨® Griera. Foi eu que o que level ¨¤ trag¨¦dia.¡± Viviana respirava dificuldade, seus olhos normalmente firmes e calmos agora tremiam, e grande coragem disse: ¡°Eu s¨® queria incriminar Teresa para fazer a av¨® Griera passar mal ou cair, fazendo que que todos voc¨ºs desprezarem Teresa e Olivia. Eu realmente n?o imaginava que a av¨® Griera fosse falecer por causa de uma queda, se eu soubesse, eu jamais teria instruido Ana a fazer isso.¡± ¡°Eu errei, eu realmente n?o previ que isso aconteceria.¡± As m?os de Viviana pendiam aodo do corpo e se apertavam fortemente, seu rosto estaval p¨¢lido como papel, e seus l¨¢bios tremiam levemente. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. olhava fixamente para Daniel, sem olhar para Ol¨ªvia, para , Olivia era a culpada por sual situa??o atual. ¡°t!¡± Daniel bateu for?a os palitos na mesa. Viviana deu um pulo o susto. Olivia tamb¨¦m estremeceu, incapaz de continuar aer, virou¨Cse para olhar para Daniel. tinha adivinhado que a persegui??o de Daniel a Viviana poderia estar rcionada a av¨® Griera, mas n?o imaginou que Viviana, para incriminar Teresa e , faria algo t?o vil! F¨¢bio, aodo, tamb¨¦m estava chocado, os olhos arregdos, incr¨¦dulo de que a morte. da av¨® Griera estava ligada a Viviana! A frieza que emanava de Daniel era t?o intensa que deixava todos presentes sustendo a respira??o. ¡°Voc¨º n?o pensou nas consequ¨ºncias e agiu conforme quis? Viviana, voc¨º cavou a sua pr¨®pria ruina!¡± Daniel disse uma voz fria e afiada. Pouco tempo depois dele fr, a pol¨ªcia entrou, se aproximou de Viviana, algemou¨Ca e a levou embora. Viviana estava desda, caminhando at¨¦ a porta, parou de repente e olhou para tr¨¢s para Daniel: ¡°Meu pai, ele¡­¡± ¡°Lide isso de acordo a lei!¡± Daniel respondeu frieza cial. Viviana, que tinha segurado as emo??es at¨¦ agora,e?ou a chorar sem conseguir se conter. havia destru¨ªdo seu pr¨®prio futuro, e a familia Pereira tamb¨¦m estava arruinada. ¨¤ medida que o som da sirene da pol¨ªcia se distanciava, Viviana foi levada e a casa voltou a 15:57 Capitulo 719 ficar sil¨ºncio, um sil¨ºncio que era quase assustador. Desde o inicio, Olivia respirava caut, medo de que respirar alto demais pudesse enfurecer Daniel. entendeu que no dia em que Viviana fuglu p Montanha dos Cisnes, aproveitando o terreno ingreme eplicado para escapar, Daniel tinha conseguido provas de que tinha causado a morte da av¨® Griera e estava determinado a captur¨¢. Por isso, ele arruinou o Grupo Pereira e colocou Filipe na pris?o, tudo para for?ar Viviana a aparecer e confessar. Afinal, a ruina da familia Pereira fol por causa d. Viviana, vendo a fal¨ºncia da familia Pereira e a pris?o do pai, se n?o aparecesse, a fam¨ªlia Pereira seria destrulda. foi for?ada a aparecer e pedir perd?o a Daniel. Olivia, percebendo os movimentos de Daniel, sentia¨Cse ainda mais assustada. N?o ¨¦ de admirar que digam que Daniel ¨¦ imc¨¢vel e nunca mostra miseric¨®rdia. Quando ele quer destruir algu¨¦m, ningu¨¦m pode escapar. Era verdade. Pensar em se livrar do controle de Daniel era quaseo tentar alcan?ar o c¨¦u. ¡°Uhm, que medo.¡± A atmosfera silenciosa foi subitamente quebrada p voz infantil de Iria. ¡°Oh, papai ¨¦ muito assustador.¡± In¨ºse?ou a chorar. A frieza e indiferen?a de Daniel momentos antes haviam assustado as crian?as do outrodo da mesa. Eles acabaram de olhar para Daniel seus olhos jovens e confusos, mas agora que as coisas se acalmaram, as crian?ase?aram apreender a situa??o. Incapazes de conter o panico interior,e?aram a acusar Daniel de ser assustador. Daniel recuperou o f?lego e sua express?o fria se transformou em uma de gentileza: ¡°Aqu senhoraeteu um erro, pois para atingir seus pr¨®prios objetivos, n?o hesitou em ferir os outros, e foi levada p pol¨ªcia. N?o precisam de ter medo, n?o h¨¢ mais pessoas m¨¢s aqui.¡± Cap铆tulo 720 Cap¨ªtulo 720 Daniel estava l¨¢ para acalmar as crian?as. Ele lhes disse que n?o havia mals bandidos para os magoar. s poderiamer tranqumente, sem temer que os malfeltores as capturassem. Ao mesmo tempo, ele alertava as crian?as para que tomassem cuidado e n?o seguissem o exemplo de Viviana, que era capaz de fazer qualquer colsa para alcan?ar seus objetivos. Viviana se tornara um exemplo negativo que ele usava para educar as crian?as. Nos olhos inocentes de In¨ºs, as l¨¢grimas transbordavam, e Daniel pegou num len?o de papel para enxugar suas l¨¢grimas, dizendo: ¡°N?o chore,a bem e depois a mam?e vai brincar voc¨ºs.¡± Hoje ¨¦ s¨¢bado, n?o h¨¢ as. Ao ouvir que poderia brincar a m?e, In¨ºs logo se acalmou e acenou fracamente a cabe?a: ¡°Hmm, tudo bem.¡± Iria tinha um pouco mais de coragem do que In¨ºs, e suas m?ozinhas rechonchudas bateu no peito: ¡°Ufa, ainda bem que tenho uma boa capacidade pulmonar, n?o morro de susto assim t?o facilmente.¡± Olivia mal podia conter o riso diante doent¨¢rio de Iria. Coragem e capacidade pulmonar, o que uma coisa tem a ver a outra? Mas a l¨®gica das crian?as nem sempre faz sentido. Vendo que as crian?as tinham se recuperado do susto e estavam animadas novamente, Olivia tamb¨¦m se sentiu melhor. Parecia que finalmente entendia por que Daniel educava as crian?as daqu maneira. ¨¦ preciso ensinar car¨¢ter e moral desde cedo, pois se deixar o tempo passar, quando crescerem e cometerem erroso Viviana, ser¨¢ tarde demais.. Ser¨¢ que tinha sido realmente indulgente no passado? Olhando assim, as crian?as realmente precisam de um pai grandioso para educ¨¢s, para que tenham mais confian?a e brilhem ainda mais. Depois do jantar, Olivia foi brincar no quintal as crian?as, enquanto Daniel foi para a empresa. Embora fosse s¨¢bado, Daniel parecia ocupado, at¨¦ trabalhava aos fins de semana. Olivia pensou que ele deveria estar ocupado a aquisi??o da familia Pereira, afinal, a aquisi??o da grande empresa Grupo Pereira pelo Grupo Teixeira exigia muitos ajustes posteriores. Capitulo 720 Joel e Heitor estavam a jogar futebol, correndo atr¨¢s da b, felizeso p¨¢ssaros cantando e pndo sob o sol. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Iria e In¨ºs, as suas cestinhas de bambu, colhiam flores que desabrochavam, As flores do jardim estavam bem cuidadas por F¨¢bio e os empregados, grandes e vibrantes. Iria e In¨ºs amavam aquilo, colhiam as flores e as colocavam na cabe?a, rindo alegremente uma para a outra. Olivia sentou¨Cse num lugar fresco, n?o muito longe das crian?as, e ao v¨ºs t?o felizes. sentiu¨Cse feliz. Isso deveria ser o que chamam de tempos felizes. Na segunda¨Cfeira, Olivia foi para a empresa. Vicente Fontes,o um bom chefe preocupado o seu funcion¨¢rio, perguntou: ¡°Olivia, voc¨º voltou ao trabalho t?o cedo, n?o quer descansar mais um pouco?¡± Olivia sorriu e respondeu: ¡°Ficar em casa e ganhar sal¨¢rio sem trabalhar n?o me deixa confort¨¢vel, prefiro voltar logo ao trabalho e me dedicar ao patr?o.¡± Vicente riu oent¨¢rio d: ¡°Voc¨º ¨¦ bem divertida, n?o ¨¦ ¨¤ toa que o Sr. Daniel n¨¤o consegue te esquecer.¡± Olivia:¡­¡­ queria dizer: Voc¨º poderia parar de associar qualquer coisa sobre mim a Daniel? Daniel n?o conseguia esquec¨º? Capitulo 721 Cap铆tulo 721 Cap¨ªtulo 721 Ele estava preocupa encantado a novidade d. Se realmente amas algu¨¦m, n?o deverias querer passar uma vida inteira essa pessoa? ¡°Pronto, chega de brincadeiras. Os telefones que o Sergio Griera eendou j¨¢ foram entregues, N¨®s, do Grupo Fontes, queremos aproveitar esta cbora??o para fazer um pouco. de publicidade. Hoje haver¨¢ jornalistas vindo para fazer uma entrevista e, Olivia, j¨¢ que voc¨º veio trabalhar, voc¨º me substituir¨¢ a mim na entrevista. Voc¨º dever¨¢unicar as vantagens do Grupo Fontes Eletr?nicos para o p¨²blico.¡± Vicente passou as instru??es de trabalho. Olivia, curiosa, perguntou: ¡°A Vit¨®ria n?o seria mais apropriada?¡± tinha chegado ¨¤ empresa h¨¢ apenas alguns dias e tinha tirado um longo periodo de descanso, ainda n?o estava muito familiarizada a cultura corporativa do Grupo Fontes. Vit¨®ria Moraes provavelmente saberia mais sobre as vantagens e a cultura do Grupo Fontes. Seria mais seguro deix¨¢ representar o Grupo Fontes na entrevista. ¡°Vit¨®ria vai me panhar numa viagem de neg¨®cios hoje. Confio que voc¨º far¨¢ um bom trabalho, for?a.¡± Vicente sorriu para Olivia, acenando a cabe?a, e saiu da s da secret¨¢ria. Vit¨®ria se aproximou e tamb¨¦m lhe disse ¡°for?a¡°. Em seguida, saiu junto Vicente. N?velDrama.Org (C) content. Vit¨®ria parecia muito feliz. Em vez de representar o Grupo Fontes na entrevista, preferia panhar o Sr. Fontes na viagem de neg¨®cios. Era uma boa oportunidade para ficar sozinha o Sr. Fontes. Oportunidadeso essa n?o aconteciam muitas vezes durante o ano. A tarefa da entrevista calu nas m?os de Olivia, que rapidamente ligou oputador ee?ou a estudar seriamente a cultura corporativa do Grupo Fontes, assimo os detalhes da cbora??o com Sergio e as vantagens dos produtos eletr?nicos. Afinal, ¡°quem tem boca vai a Roma¡°. ¨¤ tarde, Olivia estava estudando a cultura do Grupo Fontes em frente aoputador. Algu¨¦m bateu ¨¤ porta e Olivia, sem levantar a cabe?a, disse: ¡°Entre.¡± ¡°Secret¨¢ria Souza, n¨®s somos jornalistas da emissora Capital ebinamos vir hoje para a entrevista¡°, disse uma voz feminina. Olivia se virou rapidamente: ¡°Ah, sim, a entrevista hoje¡­¡± n?o terminou a frase quando viu o rosto da mulher e ficou ligeiramente surpresa. Capitulo 721 A jornalista n?o era outra sen?o Elisa Abreu! A namorada de Daniell Elisa! ¡°Secret¨¢ria Souza parece surpreendida ao me ver¡°, disse Elisa sorrindo, daqu maneira que n?o chega aos olhos. ¡°Originalmente era para entrevistar o Sr. Fontes, mas ele disse que voc¨º tinha total responsabilidade. Ent?o, vamose?ar a entrevista.¡± Elisa falou e fez um gesto para o cinegrafista atr¨¢s d ligar a camera ee?ar a filmar. Olivia recuperou apostura, assumiu uma postura profissional e deixou dedo, por um momento, as diverg¨ºncias Elisa, concentrando¨Cse seriamente em seu trabalho. No inicio, Elisa fez perguntas sobre o Grupo Fontes. Olivia respondia flu¨ºncia, destacando as vantagens do Grupo Fontes e mencionando um caso de sucesso recente de cbora??o. Depois de algumas perguntas sobre o Grupo Fontes, Elisa de repente perguntou: ¡°Na sual opini?o, existe nepotismo no Grupo Fontes? As pessoas usam r??es pessoais para conseguir promo??es?¡± Olivia manteve um sorriso apropriado e respondeu: ¡°O Grupo Fontes ¨¦ uma taforma depeti??o justa.¡± ¡°¨¦ mesmo? Como ¨¦ de conhecimento geral, o n¨ªvel educacional minimo para ser secret¨¢ria no setor ¨¦ ter um diploma universit¨¢rio e, pelo que sei, a secret¨¢ria Souza parece n?o ter um diploma de gradua??o, certo?¡± Elisa perguntou um sorriso inofensivo em seu rosto. Depois de perguntar, apontou o microfone para Olivia, aguardando sua resposta. Olivia baixou o olhar por um instante, captando a provoca??o nas pvras de Elisa. Olivia eral mestre em contra¨Catacar no momento certo, e um sorriso que n?o diminu¨ªa, respondeu elegancia: ¡°De fato, eu parei os meus estudos ap¨®s o segundo ano da universidade e n?o tenho um diploma, mas possuo uma capacidade de trabalho excepcional. O Grupo Fontes ¨¦ apenas a segunda empresa na qual atuoo secret¨¢ria; anteriormente, eu estava no Grupo Griera. Na ind¨²stria de secretariado, a compet¨ºncia sempre foi mais valorizada do que a qualifica??o. Um diploma ¨¦ apenas um peda?o de papel. Muitas pessoas t¨ºm diplomas, mas n?o t¨ºm habilidades reais. Voc¨º concorda, Srta. Abreu?¡± Com essa pergunta ret¨®rica, Olivia colocou Elisa em uma situa??o delicada,o se estivesse perguntando se era uma daqus pessoas que s¨® possu¨ªam um diploma, mas nenhuma habilidade real. O rosto de Elisa adquiriu uma tonalidade desconfort¨¢vel por um momento, mas rapidamente suprimiu qualquer express?o inapropriada e disse um sorriso: ¡°¨¦ mesmo? A senhorita Souza ¨¦ t?o bonita, isso tamb¨¦m deve ser considerado uma habilidade, n?o ¨¦?¡± Cap铆tulo 722 Cap¨ªtulo 722 Elisa parecia elogiar a beleza de Olivia, mas na verdade estava insinuando que tinha ascendido profissionalmente por conta de sua apar¨ºncia. Os olhos cristalinos de Olivia ficavam cada vez mals frlos, mas mantinha no rosto um sorriso falso. disse: ¡°Mulheres bonitas, na maioria das vezes, escolhem a Ind¨²stria do entretenimento, onde podem valorizar a sua apar¨ºncia diante das cameras. Minha profiss?o n?o est¨¢ rcionada ¨¤ beleza.¡± n?o explicou mais nada, mas apenas uma frase respondeu ¨¤ provoca??o de Elisa. ¡°Ahaha, a secret¨¢ria Souza tem boa eloquente, digna de uma secret¨¢ria.¡± Elisa falou em tom de brincadeira, e logo em seguidan?ou uma pergunta ainda mais afiada: ¡°Estou certa de que o p¨²blico gostaria de saber, se a secret¨¢ria Souza ¨¦ t?opetente, suas notas na esc tamb¨¦m devem ter sido excelentes, ent?o por que abandonou a universidade no segundo ano? H¨¢ algum segredo obscuro por tr¨¢s disso?¡± Ap¨®s fazer a pergunta, Elisa continuou o microfone apontado para Olivia, indicando que tinha que responder. Olivia olhou para Elisa serio, pois estava se tornando cada vez mais intrusiva. Elisa mantinha um sorriso no rosto, mas seus olhos estavam cheios de desafio, fixos em Olivia,o se dissessem: ¡°Quero vero voc¨º vai responder! Eu s¨® quero te envergonhar diante de todo o pa¨ªs!¡± ¡°Competirigo pelo o amor do Daniel e n?o deixe voc¨º saber minhas habilidades, voc¨º acha que eu sou gentileza!¡± Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¡°Srta. Abreu, temos uma resposta ao vivo.¡± Enquanto Olivia e Elisa se encaravam, o cinegrafista de repente interveio. ¡°Uma resposta sobre o que?¡± Elisa perguntou instintivamente. ¡°Um usu¨¢rio chamado Vit¨®ria Do?ura disse que eu e a secret¨¢ria Souza ¨¦ramos colegas de sse na universidade e que parecia estar gr¨¢vida na ¨¦poca, ent?o abandonou a esc. O cinegrafista disse. Ao ouvir isso, Olivia ficou aterrorizada. Isto era uma entrevista ao vivo, n?o algo que poderia ser editado depois? Se a noticia de sua gravidez e abandono dos estudos vazasse¡­ as consequ¨ºncias seriam impens¨¢veis. Olivia sentiu um frio nas costas e se levantou apressadamente. Elisa tamb¨¦m ficou chocada e olhou para Olivia, percebendo algo e se levantou rapidamente, indo at¨¦ a camera e desligando¨Ca antes de Olivia. 15:58 Capitulo 722 olhou para cima, um ar arrogante e perguntou raiva: ¡°Voc¨º engravidou durante a universidade, de quem ¨¦ o filho?¡± Vendo que a transmiss?o ao vivo havia terminado e a camera estava desligada, Olivia sorriu levemente e disse: ¡°Isso ¨¦ da sua conta?¡± ¡°O que voc¨º disse, qual ¨¦ essa atitude?¡± Elisa perdeu a paci¨ºncia, colocou as m?os na cintura e olhou furiosamente para Olivia. Olivia achou isso ridiculo: ¡°Estou aqui para representar o Grupo Fontes na sua entrevista. Voc¨º deveria fazer perguntas sobre o Grupo Fontes, n?o sobre a minha vida pessoal.¡± Quantas humilha??es tinha sofrido diante das cameras, quantas perguntas dif¨ªceis tinha enfrentado? n?o tinha consci¨ºncia disso? Ao ver que Elisa n?o a elogiava e ainda assim se mantinha firme, a herdeira milion¨¢ria, que nunca tinha sido tratada desta maneira, ficou furiosa e levantou a m?o para bater em Olivia: ¡°Vou te acordar, voc¨º n?o sabe quem ¨¦!¡± Olivia levantou a m?o, segurou o pulso d e friamente disse: ¡°Ningu¨¦m aqui vai tolerar seu mau humor! A entrevista acabou, pode ir embora! N?o atrapalhe o meu trabalho!¡± Dito isso, soltou a m?o de Elisa e voltou a se sentar em sua esta??o de trabalho, continuando seu expediente. Elisa estava t?o irritada que seu peito subia e descia a respira??o pesada. olhou furiosamente para as costas de Olivia e disse raiva: ¡°Voc¨º vai ver, eu definitivamente vou descobrir de quem ¨¦ esse filho! Daniel nem imagina que voc¨º ¨¦ uma mercadoria usada! Eu vou descobrir e fazer que ele saiba exatamente que tipo de pessoa voc¨º ¨¦!¡± Depois de dizer isso, Elisa saiu raiva. A m?o de Olivia que segurava o mouse apertou um pouco, e embora parecesse que estava olhando para oputador, n?o estava lendo uma ¨²nica pvra. Cap铆tulo 723 Cap¨ªtulo 723 As pvras desagrad¨¢veis de Elisa, sua arrogancia e presun??o, realmente afetavam o seu humor. Elisa tinha a inten??o de procurar algu¨¦m para entender o incidente de quando Olivia engravidou durante o segundo ano da faculdade. Descobriu que muitas informa??es tinham sido deliberadamente bloqueadas. queria investigar, mas era imposs¨ªvel encontrar qualquer coisa, mesmo procurando por profissionais, n?o havia por ondee?ar. Elisa achou estranho,o Olivia, uma empregada de limpeza, poderia ter os meios de bloquear as informa??es t?opletamente? N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Exceto por ument¨¢rio de um internauta, n?o conseguiu descobrir mais nada. Mesmo o internauta que se dizia colega de faculdade de Olivia, ao perguntar detalhes, o usu¨¢rio n?o sabia nada. Disseram apenas que sabiam que Olivia mostrava sinais de gravidez na ¨¦poca, e por isso teve que abandonar os estudos, mas n?o sabiam o que aconteceu depois. As informa??es paravam ai. N?o se descobriu mais nada, para onde Olivia foi depois de abandonar a faculdade, em qual hospital realizou o aborto ou teve o beb¨º, n?o havia sinal nenhum. Era ¨®bvio que uma for?a poderosa estava bloqueando as informa??es. Elisae?ou a ponderar se Olivia j¨¢ tinha o apoio de alguma for?a poderosa desde muito tempo atr¨¢s. Quanto mais pensava, mais inacredit¨¢vel lhe parecia. Depois de muito esfor?o, Elisa conseguiu desenterrar um pouco de informa??o Elisa era impaciente e n?o podia esperar mais, ent?o decidiu procurar Daniel para contar tudo a ele, para que ele mesmo pudesse investigar. Se n?o tinha a capacidade de descobrir, n?o significava que Daniel tamb¨¦m n?o tinha. foi at¨¦ o Grupo Griera e foi informada de que Daniel j¨¢ havia ido casa. Elisa seguiu ent?o para a Vi Serenidade. para Coincidentemente, encontrou o carro da bab¨¢ voltando e entrou no p¨¢tio atr¨¢s dele. Depois de estacionar o carro, saiu rapidamente, pensando que Daniel estaria no carro da bab¨¢. 1/2 15:58 Capitulo 723 No entanto, ao abrir a porta, o primeiro a sair foi o governanta F¨¢bio, seguido cuidadosamente ps crian?as que ajudava a descer. Um.dois.tr¨ºs e quatro¡­¡­. Elisa ficou chocada e apressou¨Cse at¨¦ F¨¢bio, olhou para as crian?as e depois para ele, perguntando: ¡°F¨¢bio, essas crian?as, de quem s?o?¡± Antes que F¨¢bio respondeu, Elisa continuou presun??o: ¡°F¨¢bio, mesmo que voc¨º seja o governanta aqui, isso n?o ¨¦ a sua casa, voc¨º n?o pode trazer osos para c¨¢! O que voc¨º pensa que ¨¦ isso, uma creche? Daniel te contratou para cuidar da casa dele, n?o para voc¨º aproveitar o ambiente para cuidar dos seus pr¨®priosos!¡± F¨¢bio estava embara?ado e tentou explicar: ¡°Srta. Abreu, voc¨º est¨¢ enganada.¡± ¡°Enganada o qu¨º? Espere a¨ª, eu vou contar para Daniel agora mesmo e fazer que ele te demita, por ter a aud¨¢cia de trazer crian?as para a casa dele sem permiss?o!¡± Elis? marchou em dire??o ao sal?o. A figura esguia e ereta de Daniel apareceu na porta, uma voz descontente: ¡°O que est¨¢ a passar aqui?¡± Ao v¨º¨Clo, Elisa correu para o seudo, ee?ou a acusar F¨¢bio de sua ¡°condutament¨¢vel¡°: ¡°Sr. Daniel, veja s¨®, F¨¢bio est¨¢ tratando este lugaro se fosse sua pr¨®pria casa, trazendo tantas crian?as para c¨¢, ¨¦ uma falta de respeito para voc¨º.¡± ¡°As quest?es da Vi Serenidade n?o s?o da sua conta.¡± Danieln?ou um olhar frio para . Elisa ficou surpreendida e fez beicinho, sentindo¨Cse injusti?ada, mas lembrou que ainda n?o era a dona da casa. Tudo culpa daqu Olivia que ocupava o lugar aodo de Daniel, o que n?o lhe dava uma oportunidade. Pensando nisso, Elisa disse: ¡°Sr. Daniel, eu vim porque tenho algo importante para te contar. Hoje eu descobri a verdadeira raz?o p qual Olivia abandonou a faculdade no segundo ano. estava gr¨¢vida na ¨¦poca e foi for?ada a abandonar os estudos!¡°. Depois d terminar de fr, recebeu o olhar gdo e prante do Daniel. Cap铆tulo 724 Cap¨ªtulo 724 Ao ver a fisionomia de Daniel escurecer visivelmente, Elisa sentiu uma alegria secreta, sabia que essa not¨ªcia faria Daniel detestar Olivia. A felicidade mal escondida nos olhos de Elisa continuou enquanto dizia a Daniel: ¡°A vida privada d ¨¦ t?o desregrada, engravidou no segundo ano da faculdade, certamente j¨¢ fez um aborto, uma mulher assim,o merece estar diante de voc¨º?¡± Os olhos escuros de Daniel ficaram cada vez mais profundos, fixos em Elisa. Embora estivesse apreensiva, esperava um sorriso o julgamento de Daniel sobre Olivia. Pensava consigo mesma que agora Olivia certamente n?o teria um final feliz. ¡°Papai, voc¨º veio nos buscar?¡± Uma criancinha bn?ava suas perninhas curtas, correndo rapidamente em dire??o a Daniel, segurando a barra da cal?a de Daniel suas m?ozinhas, um par de olhos grandes e inocentes brilhando enquanto olhava para ele. Em seguida, os outros tr¨ºs pequeninos tamb¨¦m se aproximaram, cercando Daniel e chamando¨Co suas vozes infantis. Daniel passava a m?o gentilmente sobre as suas pequenas cabe?as. Elisa ficou t?o surpresa que engasgou: ¡°Eles, eles¡­¡± Olhando para as crian?as ao p¨¦ de Daniel e, em seguida, de volta para Daniel, ofegante e gaguejando, disse: ¡°Eles, eles s?o seus filhos? Adotados?¡± F¨¢bio se aproximou, respondendo respeito e cortesia: ¡°Srta. Abreu, todos eles s?o os pr¨®prios filhos do Sr. Daniel, os jovens senhores e senhoritas da Vi Serenidade.¡± Elisa quase n?o conseguiu respirar, Daniel tinha filhos? E as crian?as j¨¢ eram t?o grandes? Quem era a m?e das crian?as? estimou que as crian?as tinham cerca de quatro anos de idade. E se Olivia tivesse continuado a gravidez durante o segundo ano da faculdade, de acordo o tempo, a crian?a tamb¨¦m teria mais de quatro anos agora. Ser¨¢ que os filhos de Daniel eram de Olivia? Com esse pensamento, toda a satisfa??o anterior de Elisa se transformou em desgosto, e seu cora??o se despeda?ou. ¡°O que voc¨º estava dizendo agora h¨¢ pouco?¡± A voz fria de Daniel soou, seu olhar sombrio e prante voltado para Elisa. Elisa engoliu em seco, confrontada o olhar profundo e opressivo de Daniel, seu cora??o 1/2 15:58 Capitulo 724 batia depassado, e sua postura enfraqueceu Imediatamente, encolhendo o pesco?o: ¡°Nada, lembrel que tenho colsas para fazer, eu vou indo.¡± balxou a cabe?a rapidamente e salu ¨¤s pressas, sem coragem de olhar novamente para as crian?as ao redor de Daniel. ¡°Papal, quem era aqu tia, o que estava fndo voc¨º?¡± Iria perguntou, observando Elisa se star, uma voz curiosa e suave. ¡° disse um monte de bobagens, vamos entrar.¡± Daniel pegou a m?o de Iria e entrou em casa, e as outras crian?as o seguiram. ¡°A mam?e ainda n?o voltou?¡± Joel olhou ao redor, sem ver Olivia. ¡°E a mam?e?¡± Iria tamb¨¦m perguntou. O olhar profundo de Daniel se voltou para F¨¢bio. ¡°A Srta. Souza provavelmente ainda n?o terminou o trabalho.¡± F¨¢bio explicou rapidamente. ¡°Ent?o vamos esperar a mam?e terminar.¡± Content is ? by N?velDrama.Org. Os pequeninos entraramportadamente no quarto de brinquedos, nejando brincar enquanto esperavam Olivia voltar. Ap¨®s o expediente, Olivia saiu da empresa, preparando¨Cse para pegar um t¨¢xi. Um Porsche vermelho parou ¨¤ sua frente, a jan se abaixou, revndo o rosto furioso de Elisa: ¡°Olivia, voc¨º tem quatro filhos Daniel!¡± Eram qu¨¢druplos! Olivia tinha dado ¨¤ luz qu¨¢druplos! 2/2 Cap铆tulo 725 Cap¨ªtulo 725 Elisa estava t?o furiosa que suas fel??es quase se torceram. Olivia olhava para a Elisa ¨¤ sua frente uma express?o serena: ¡°O que foi, est¨¢ inveja?¡± ¡°Eu. Inveja? Que idl N?o pense que s¨® voc¨º pode ter quadrig¨ºmeos! Se eu tivesse a chance, tamb¨¦m podel¡± Elisa estava t?o irritada que seu peito subia e descia for?a. ¡°Voc¨º est¨¢ enganada, querida. Se quer ter quadrig¨ºmeos, n?o ¨¦igo que deve fr.¡± Olivia disse e, virando¨Cse, salu andando. Elisa, incapaz de conter sua raiva, empurrou a porta do carro e saiu, seguida por dois homens. fortes que desceram do banco de tr¨¢s e imediatamente agarraram Olivia pelos bra?os, arrastando¨Ca em dire??o ao carro. Olivia estava apavorada: ¡°O que voc¨ºs est?o fazendo, me soltem!¡± lutou, mas sua for?a era nadaparada ¨¤ dos dois homens robustos. Em pouco tempo, Olivia foi enfiada no carro e a porta foi fechada for?a. Elisa acelerou o veiculo. Presas entre os dois homens fortes no banco do carro, Olivia sabia que n?o tinha chance de escapar. tentou manter a calma e disse severamente a Elisa: ¡°Isso ¨¦ sequestro, ¨¦ crime, voc¨º vai ser presa. Se me deixar sair agora, ainda d¨¢ tempo!¡± Elisan?ou¨Clhe um olhar pelo retrovisor e resmungou: ¡°A ¨²nica pessoa que poderia me amea?ar ainda n?o nasceu! N?o se preocupe, n vou sequestr¨¢, n?o sou t?o est¨²pidal assim.¡± ¡°O que voc¨º quer, afinal?¡± Olivia perguntou, ansiosa. Elisa n?o respondeu. Olivia foi levada para um hotel, empurrada for?a para dentro de um quarto. Quase caiu, mas conseguiu se equilibrar a tempo. Os dois homens que haviam segurado se aproximaram rapidamente, pressionando¨Ca. Elisa entrou logo atr¨¢s. Olivia ficou em alerta, recuando e olhando por cima dos homens robustos, fixando seu olhar em Elisa: ¡°Elisa, mande¨Cos embora, ou voc¨º vai se arrepender!¡± ¡°A coisa que mais me arrependo ¨¦ de ter permitido que voc¨º se adiantasse. Voc¨º seduziu o Daniel h¨¢ cinco anos. N?o ¨¦ t?o boa em ter quadrig¨ºmeos? Ent?o tente mais uma vez!¡± Depois de fr, Elisa acenou para os homens e saiu rapidamente do quarto. Olivia, r¨¢pida e ¨¢gil, viu sua chance e correu para frente, esperando escapar do quarto de 1/2 15:58 Surpresa Mas mal deu um passo e to agarrada p cintura por um dos homens e jogada na cama. Olivia calu tonta, o mundo girando ao seu redor. Quando tentou se levantar, o homem que a havia jogado na casa avan?ou em grandes passos e agarrou a g da sua roupa ¡°N?o¡± Olivia agarrou sua roupa, segurando a firmemente Mas sua for?a era nadaparada a do homem forte Quando sua roupa estava prestes a ser rasgada, Olivia se sentiupletamente indefesa. ¡°O que voc¨ºs est?o fazendo, soltem¨Cnal A porta do quarto, que estava por fechar, foi invadida por um jovem. Ele avan?ou rapidamente e desteriu um soco no rosto do homem que estava rasgando a roupa de Olivia, protegendo¨Ca Olivia, em panico, viu que quem estava a sua frente era Sergio, Suas m?os, que seguravam sua roupa,e?aram a tremer, e seus olhos se encheram degrimas. O homem forte foi atingido e virou o rosto, segurando¨Co a m?o, ent?o virou¨Cse bruscamente um olhar feroz para o jovem, levantando o punho para atacar. ¡°Parem, n?o batam!¡± Elisa entrou correndo no quarto e interrompeu a a??o do homem robusto. ¡°Todos sm!¡± disse Elisa. Os dois homens olharam para Elisa, relutantes e sem entender suas inten??es. Vendo que eles n?o se moviam, Elisa falou firmeza: ¡°Eu disse para sairem, n?o ouviram? N?o querem mais o dinheiro?¡± Ent?o, os dois homens finalmente sairam do quarto, ainda relutantes. Sergio viu que os homens tinha passado e, preocupado e atencioso, segurou os ombros de Olivia: ¡°Olivia, voc¨º est¨¢ bem? Foi s¨® um susto, n?o foi?N?velDrama.Org (C) content. Cap铆tulo 726 Cap¨ªtulo 726 A voz de Sergio era suaveo o jade, suas pvras de cuidado transpareciam urg¨ºncia e estavam carregadas de emo??o. Talo havia sido h¨¢ cinco anos, o carinho e apreens?o dele para n?o mudaram. O cora??o de Olivia pulou, e seus olhos se aqueceram, as l¨¢grimas que havia contido cairam. Mesmo a situa??o perigosa e urgente de antes, n?o havia chorado. Mas bastou uma pvra carinhosa de Sergio e n?o conseguiu mais contrr suas emo??es, a vontade de chorar era incontrol¨¢vel. ¡°Est¨¢ tudo bem, n?o tenha medo.¡± Ao ver as l¨¢grimas de Olivia, Sergio sentiu uma dor profunda e a abra?ou, segurando¨Ca gentilmente. Queria abra?¨¢ for?a, dar¨Clhe todo o calor e seguran?a. Mas o corpo d estava tenso, segurando a g de sua pr¨®pria roupa, as m?os tremiam levemente, o que o fez suavizar seus gestos. Olivia n?o chorou alto, apenas deixou as l¨¢grimas cairem, pingando na cama enquanto mordia o l¨¢bio, tentando contrr suas emo??es. *Sergio, eu realmente n?o queria fazer nada , s¨® queria assust¨¢ um pouco.¡± Elisa estava na porta, explicando timidamente. estava prestes a ir embora, mas ao ver Sergio saindo do elevador e indo direto para o quarto, voltou. Com Sergio presente, naturalmente n?o ousava ser muito audaciosa. Content is ? by N?velDrama.Org. Sergion?ou um olhar severo para Elisa: ¡°V¨¢ embora agora!¡± Elisa ficou surpresa o olhar intimidador de Sergio, sentindo seu tora??o tremer. recuou at¨¦ a porta, pronta para sair, mas ao ver Sergio abra?ando Oli de forma t?o intima e protetora, teve uma ideia. N?o se foi, mas se escondeu dodo de fora, abriu a camera do celr ee?ou a gravar secretamente as duas pessoas dentro do quarto. Sergio estava totalmente preocupado Olivia, uma m?o nas suas costas e a outra segurando a m?o d, seus olhos s¨® viam : ¡°Olivia, desculpe, eu deveria ter chegado mais cedo, deixa voc¨º se assustou.¡± Ele havia acabado de entrar no hotel e viu dois homens levando Olivia para o elevador, seguiu¨Cos rapidamente, mas as portas do elevador se fecharam e subiram. 1754 Capitulo 726 Para ter certeza de qual andar Olivia havia sido levada, ele esperou no t¨¦rreo at¨¦ que of elevador parasse em um andar, e ent?o pegou outro elevador para alcan?¨¢. Mas ainda foi lento. Ao ouvir o remorso de Sergio, Olivia levantou a cabe?a, soltou a g da camisa, que perdeut dois bot?es, seu corpo interno revdo sem que percebesse. levantou a m?o para secar as l¨¢grimas e disse a Sergio: ¡°Voc¨º n?o est¨¢ errado, n?o precisa se desculparigo. Sou eu quem deve agradecer¡­¡± ¡°Olivia¡­¡± A voz de Sergio chamando¨Ca estava cheia de dor e amargura. Seu olhar para era cheio de amor e saudade. Olivia encontrou seu olhar e seu cora??o tremeu; sabia exatamente o que aqueles olhos significavam. ¡°Sergio, as pessoas que se amam n?o precisam necessariamente ficar juntas. Cada um de n¨®s tem suas pr¨®prias dificuldades, aceitar a realidade ¨¦ o melhor para ambos.¡± Fndo isso, Olivia se levantou da cama, afastando¨Cse naturalmente dos bra?os de Sergio e criando distancia entre eles. Mas ent?o viu a camera na porta. A express?o de Olivia esfriou e caminhou rapidamente em dire??o ¨¤ porta. Elisa percebeu, rapidamente guardou o celr, clicou para salvar e foi rapidamente procurar of WhatsApp de Daniel¡­ ¡°Elisa, me d¨º o celr!¡± Olivia correu para pegar o celr das m?os d. Elisa ergueu o bra?o alto, impedindo¨Ca de alcan?¨¢¨Clo. Sergio deu um grande passo ¨¤ frente, agarrou o pulso de Elisa e pegou o celr de sua m?o. Elisa avan?ou para tentar peg¨¢¨Clo de volta, mas Sergio, segurando o celr uma m?o atr¨¢s do corpo e empurrando Elisa a outra, n?o permitiu que se aproximasse. ¡°Elisa, voc¨º acha divertido repetir o mesmo truque?¡± Sergio disse a Elisa uma voz cortante. ¡°Voc¨ºs fazem algo e depois t¨ºm medo que os outros saibam? A ¨²ltima vez voc¨ºs apagaram as provas, desta vez querem apagar novamente?¡± Elisa disse, ofegante enquanto lutava pelo celr. Olivia rapidamente pegou o celr das m?os de Sergio, recuou alguns passos, pronta para deletar as fotos tiradas por Elisa. Capitulo 727 Cap铆tulo 727 Cap¨ªtulo 727 Ao verificar a t do celr, viu a p¨¢gina de conversa Daniel, o video gravado, j¨¢ tinha sido enviado. Olivia quis anr, mas j¨¢ havia ultrapassado o tempo de an??o, n?o podia mais ser feito. abriu o video, era a cena de Sergio abra?ando¨Ca, e a frase que havia dito: ¡°Sergio, as pessoas que se amam n?o precisam necessariamente ficar juntas¡­ A cabe?a de Olivia zumbiu, sentiu tontura, um vazio. A m?o calu, olhar vago para o que estava ¨¤ frente. Elisa, ao perceber, circundou Sergio, deu um passo r¨¢pido ¨¤ frente e arrancou o celr das m?os de Olivia. Riu baixinho e disse: ¡°Agora, acho que Daniel deve ter visto esta mensagem.¡± O motivo d ter brigado eles e tentado pegar o celr era justamente para demorar tempo. As mensagens enviadas h¨¢ dois minutos n?o poderiam ser desfeitas. Ap¨®s dizer isso, Elisa virou¨Cse e foi embora, orgulhosa. ¡°Olivia, n?o se preocupe, vamos enfrentar Daniel juntos, contanto que nossos cora??es estejam unidos, nada poder¨¢ impedir que fiquemos juntos.¡± Sergio se aproximou de Olivia, baixou a cabe?a para olh¨¢, o olhar que antes estava mnc¨®lico agora era resoluto. Ele sempre pensou que Olivia n?o o amava mais, at¨¦ que disse que pessoas que se amam n?o precisam necessariamente ficar juntas¡­ Ele ficou chocado, o cora??o saltou, batendo acelerado. Ele entendeu, ainda o amava, era apenas o poder de Daniel que impedia que ficassem juntos. Contanto que o amasse, ele poderia superar todas as dificuldades. Olivia, desda, levantou a cabe?a e encontrou os olhos de Sergio, que brilhavam esperan?a. Mas a escurid?o estava nos olhos d, bn?ou a cabe?a: ¡°Voc¨º entendeu errado, o que eu quis dizer ¨¦ que voc¨º n?o precisa continuar me amando, aceite a realidade, deixe¨Cnos ir, encontre algu¨¦m mais adequado, n¨®s n?o somos adequados um para o outro¡­¡± Dito isso, Olivia deu meia¨Cvolta e se afastou. Sergio ficou parado, a luz em seus olhos n?o se apagou, os punhos se cerraram levemente. Na Vi Serenidade, Daniel estava brincando de Lego as crian?as. Capitulo /2/ O celr em cima do sof¨¢ tocou, a notifica??o era de Elisa. Ele n?o pretendia atender, mas viu que a mensagem era um video. Interrompeu a brincadeira o Lego, pegou o celr e abriu. Ao ver o conte¨²do do video, seu rosto bonito imediatamente escureceu. Content is ? by N?velDrama.Org. A voz resignada de Olivia soou: ¡°Sergio, pessoas que se amam n?o precisam necessariamente ficar juntas¡­¡± Seus olhos negros mudaram rapidamente, a temperatura ao redor caiu abruptamente, a m?o que segurava o celr ficou os n¨®s dos dedos brancos. Olivia foi o mais r¨¢pido que p?de para a Vi Serenidade, mas foi impedida pelo porteiro. ¡°Srta. Souza, voc¨º n?o pode entrar.¡± ¡°Diga a Daniel que preciso fr ele¡°, Olivia falou ansiosamente para o porteiro.. ¡°Desculpe, Sr. Daniel instruiu que a Srta. Souza n?o pode entrar e n?o ¨¦ necess¨¢rio anunciar.¡± O porteiro falou sem express?o. Olivia respirou fundo, sabia que Daniel ficaria bravo ao ver o v¨ªdeo. Ele certeza n?o a deixaria ver as crian?as. pegou o celr e ligou para Daniel, a chamada foi feita, mas ningu¨¦m atendeu. Cap铆tulo 728 Cap¨ªtulo 728 O som do telefone tocou por muito tempo, sem ser atendido, at¨¦ que a mensagem de que ningu¨¦m estava disponivel foi ouvida. Olivia continuou a ligar, mas o resultado era sempre o mesmo. se tornava cada vez mais ansiosa, Daniel estava fazendo isso de prop¨®sito, n?o atendendo suas liga??es,o uma forma de puni??o. olhou atrav¨¦s do port?o de ferro para o interior do jardim, onde as flores estavam em plena flora??o e o caminho de pedra era muito liso, levando diretamente ao hall da Vi Serenidade. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. estava t?o perto das crian?as, mas separada por um port?o trancado, incapaz de v¨ºs. L¨¢ dentro viviam seus quatro pequenos tesouros, as crian?as que protegeu sua vida. A ideia de n?o v¨º¨Clos mais era mais dolorosa do que a morte. Daniel sabia exatamente a fraqueza da Olivia e a deixou sem outras op??es. Depois de v¨¢rias tentativas, ele ainda n?o atendia o telefone. enviou uma mensagem para Daniel, mas foi informada de que n?o podia ser enviada! Ele havia bloqueado seu WhatsApp novamente. Era sempre assim, sempre que ele ficava irritado ou zangado, a bloqueava, sem dar a a chance de se explicar. se sentia angustiada e impotente. Olivia andou de umdo para o outro dodo de fora do port?o por muito tempo, esperando poder ver as crian?as ou Daniel saindo, para que pudesse fr ele atrav¨¦s do port?o. Mas a noite caiu e ningu¨¦m apareceu. Olivia foi for?ada a deixar o local, pois j¨¢ estava ficando tarde para pegar um t¨¢xi, Quando voltou para casa, parecia abatida, mas Teresa estava visivelmente animada. puxando¨Ca para se sentar no sof¨¢ e, sorrindo, disse: ¡°Olivia, hoje o cupido do site de rcionamento me enviou uma mensagem, dizendo que um cavalheiro viu meu berfil e est¨¢ muito interessado, pediu para eu encontr¨¢¨Clo nesta sexta¨Cfeira.¡± Olivia, sem muita energia, sorriu fracamente em resposta a Teresa: ¡°Isso e bom, v¨¢ e vejao ¨¦. Se voc¨ºs se derem bem, podem ficar juntos.¡± ¡°Sim, sim, o cupido me mostrou o perfil dele, e tudo parece ¨®timo, s¨® n?o tinha foto. Quando eu encontrar ele, vereio ele ¨¦.¡± Teresa estava ramente satisfeita o perfil do homem e j¨¢ estava ansiosa pelo encontro, mesmo antes de conhec¨º¨Clo. No inicio, Teresa era contra encontros arranjados, mas depois de pensar um pouco, decidiu que j¨¢ havia gastado metade de sua vida por causa de Gabriel, aquele homem desprezivel. Ô T merecia viver o resto de sua vida para si mesma. Encontrar outros homens poderia abrir seus horizontes. Depois de fr, percebeu que algo estava errado Olivia e perguntou um olhar preocupado: ¡°Olivia, o que se passa? Voc¨º parece triste.¡± Olivia bn?ou a cabe?a: ¡°N?o ¨¦ nada, estou apenas um pouco cansada¡­¡± Trabalhar ¨¦ mesmo cansativo. V¨¤ descansar um pouco no quarto. Vou preparar o jantar, j¨¢ est¨¢ quase pronto, os ingredientes j¨¢ est?o todos preparados. Teresa se levantou e foi para a cozinha. Olivia se recostou no sof¨¢, exausta em corpo e alma, e logo caiu no sono. N?o se sabe quanto tempo depois, Teresa a acordou, tocando seu ombro: ¡°Olivia, levante¨Cse para comer. Depois do jantar, voc¨º pode voltar a dormir. Ficar fome pode causar problemas no est?mago.¡± Olivia acordou e sentou¨Cse ¨¤ mesa de jantar, olhando para baixo e brincando o arroz em sua tig, sem apetite. Ao ver que mal havia tocado naida, Teresa perguntou: ¡°O que houve? N?o est¨¢ ao seu gosto? Voc¨º se acostumou as deliciosas da Vi Serenidade e n?o est¨¢ mais acostumada essas comidas simples?¡± Olivia voltou ¨¤ realidade e olhou para Teresa ¨¤ sua frente: ¡°M?e, o que voc¨º est¨¢ dizendo? Voc¨º pensa demais. Simplesmente n?o estou apetite.¡± ¡°Est¨¢ muito quente? Euprei mncia. Vou cortar paraermos, para refrescar.¡± Teresa se levantou. ¡°N?o se iode, m?e, tamb¨¦m n?o estou vontade deer mncia.¡± Olivia disse. Teresa n?o ouviu e trouxe duas fatias de mncia, colocando uma na frente de Olivia eendo a outra, enquanto dizia: ¡°Se as crian?as estivessem aqui, certamente teriam devorado tudo rapidamente. s adoram mncia, especialmente Iria, que tem um gosto especial por doces.¡± Fndo nos quatro filhos, um sentimento de saudade surgiu no cora??o Teresa. Desde o incidente com av¨® Griera, n?o havia mais visitado as crian?as na Vi Serenidade. Por umdo, n?o sabiao encarar Daniel, e por outro, temia a autoridade dele, preocupada que a presen?a da Olivia fosse recebida desd¨¦m. J¨¢ fazia algum tempo que n?o via as crian?as, e Teresa de fato sentia muito a falta ds. ¡°Olivia, agora voc¨º pode ver as crian?as sempre que quiser e at¨¦ lev¨¢s para passear, n?o ¨¦? Quando voc¨º puder, traga¨Cas aqui para eu v¨ºs, estou saudades.¡± Teresa disse a Olivia. Olivia, ao encontrar o olhar cheio de expectativa de Teresa, rapidamente desviou os olhos, co 2/1 Capitulo 728 um brilho de evas?o neles, sentindo uma ang¨²stia t?o forte que lhe tirava o f?lego. Cap铆tulo 729 Cap¨ªtulo 729 Como poderia dizer ¨¤ sua m?e que agora Daniel tamb¨¦m n?o a deixava ver as crian?as? , que ¨¦ a m?e das crian?as, que as criou, agora n?o tinha nem a liberdade de v¨ºs. Se Daniel estivesse contente, poderia ver seus pequenos tesouros; se ele n?o estivesse, mesmo que enlouquecesse de vontade, n?o poderia v¨º¨Clos. A profunda impot¨ºncia e desamparo fizeram Olivia se sentir sufocada. ¡°M?e, passaamos alguns tempos, eu estou muito ocupada o trabalho agora, e as crian?as tamb¨¦m est?o concentradas na esc. Quando eu estiver mais livre, trarei as crian?as para casa¡°, disse Olivia, a cabe?a baixa enquanto jantava, para Teresa. encontraria uma forma de explicar a situa??o para Daniel o mais r¨¢pido poss¨ªvel, para que ele permitisse que visse as crian?as. Naquele momento, traria as crian?as de volta. ¡°Tudo bem, esses dias tamb¨¦m vou conversar aquele senhor p inte, estabelecer um vinculo antes de nos encontrarmos pessoalmente, Teresa foi convencida por . Content is ? by N?velDrama.Org. No dia seguinte, Olivia levantou¨Cse bem cedo e pegou um t¨¢xi para a Vi Serenidade, prontal para esperar por Daniel e fr ele pessoalmente. No entanto, foi informada pelo porteiro que Daniel j¨¢ havia sa¨ªdo antes das cinco da manh?. havia acordado ¨¤s cinco e chegou l¨¢ depois das seis, ainda assim, estava um passo atr¨¢s. O que Daniel estaria fazendo t?o cedo? N?o era seu costume ir para a empresa t?o cedo. Ser¨¢ que ele previu que viria p manh? e, por isso, saiu mais cedo? Se fosse verdade, ele realmente estava se esfor?ando para puni. Embora Daniel tivesse sa¨ªdo, Olivia n?o foi embora e continuou esperando. Quase ¨¤s oito, o carro da bab¨¢ saiu do port?o. Era F¨¢bio levando as crian?as para a esc. Olivia apressou¨Cse e seguiu o carro, querendo ver as crian?as. Mas os vidros do carro da bab¨¢ eram daqueles que s¨® se pode ver de dentro para fora.mas n?o foi funcion¨¢rio. Olivia esticou o pesco?o tentando ver as crian?as l¨¢ dentro, mas n?o conseguiu ver nada. As quatro crian?as, que eram mais baixas, estavam sentadas em seus assentos e, se n?o olhassem intencionalmente para fora, n?o poderiam ver o exterior. s estavam sentadas em cadeirinhas de seguran?a, brincando as suas m?os baixas, sem perceber Olivia l¨¢ fora. Capitulo 729 O motorista n¨¤o diminuiu a velocidade, passando por Olivia e seguindo em frente. Olivia correu atr¨¢s do carro por alguns passos, mas n?o conseguiu alcan?¨¢¨Clo, s¨® pode assistir ao veiculo se afastar rapidamente. parou, ofegante, percebendo ramente que o carro havia evitado e acelerado para fugir d, com certeza por ordem de Daniel para que n?o visse as crian?as. Daniel estava realmente sendo cruel. Olivia, tanto ansiosa quanto frustrada, ligou para Bruno. Logo, Bruno atendeu o telefone. Olivia perguntou: ¡°Assistente Bruno, onde voc¨º est¨¢ agora?¡± ¡°Escrit¨®rio do presidente, quem ¨¦?¡± ¡°¨¦ poss¨ªvel ativar o viva¨Cvoz?¡± Olivia perguntou diretamente. ¡°Pode ser¡­ mas¡­¡± ¡°Ligue, voc¨º n?o vai se arrepender¡°, Olivia interrompeu antes que ele pudesse terminar, fndo de forma decisiva. Bruno, curioso sobre o que Olivia pretendia fazer, ativou o viva¨Cvoz. ¡°Daniel, escute bem! Voc¨º n?o tem o direito de me impedir de ver as crian?as! Sofri muito para dar ¨¤ luz a eles e os criei sozinha. Voc¨º n?o tem direito de me privar de v¨ºs! Eu estou farta! As pvras de raiva de Olivia foram transmitidas aos ouvidos de Daniel pelo viva¨Cvoz sem perder uma pvra. at¨¦ chamou Daniel pelo nome. Bruno olhou rapidamente para Daniel, sentado na cadeira de presidente. Ele queria desativa o viva¨C voz, mas j¨¢ era tarde demais. Cap铆tulo 730 Cap¨ªtulo 730 Daniel observava um rosto sombrio, seus olhos afiadoso laminas. Bruno, os dedos tremendo, desligou rapidamente o telefone, sem dar a Olivia a chance de continuar fndo. ¡°Senhor Griera, eu n?o sabia que a secret¨¢ria Souza estava t?o agitada, pensei que tinha alguma boa noticia para anunciar.¡± Bruno explicou a Daniel um cora??o aterrorizado. Se soubesse que Daniel e Olivia tinham discutido, ele n?o teria atendido ¨¤ chamada de Olivia. Agora ele foi o infeliz que teve que enfrentar a ira de Daniel. Ele era realmente inocente, sempre preso em um dilema entre Olivia e Daniel. Da ¨²ltima vez, Olivia devolveu o dinheiro a Daniel por meio dele, e desta vez, ligou a ele paral repreender Daniel e pediu especificamente que ele ativassse o viva¨Cvoz. Exceto Daniel e Olivia, ningu¨¦m jamais deixou Bruno t?o azarado. Pensando bem, Olivia e Daniel eram realmente da mesma fam¨ªlia. Especializados em armadilhas para ele. Os olhos frios de Daniel varreram em sua dire??o: ¡°Voc¨º n?o tem mais trabalhos?¡± Bruno ficou atordoado por um momento, e ent?o rapidamente acenou a cabe?a: ¡°Tenho, sim, tenho.¡± Dizendo isso, ele recuou rapidamente e saiu do escrit¨®rio. Ao sair do escrit¨®rio gdo, ele finalmente respirou aliviado. Parecia que ele teria que ser mais cuidadoso as chamadas de Olivia no futuro, ou ent?o, ele nem saberia que cenas terr¨ªveis iria acontecer. Depois de desabafar sua frustra??o, Olivia, sem esperar por uma resposta, foi recebida pelo som do telefone desligando. olhou para a t do celr, seu peito subindo e descendo levemente, ainda furiosa. Bruno desligou o telefone t?o rapidamente, sem dizer uma pvra a , con de que continuasse fndo, o queprovava que Daniel ouviu o que el dizer. Por um momento, se sentiu muito aliviada! Por que sempre deveria ser oprimida por Daniel, sem poder de resist¨ºncia? Mas depois do alivio inicial, e?ou a se arrepender. tivesse medo acabara de confrontou Daniel para se sentir aliviada, mas e se ele se tornasse ainda mais duro e nunc mais a deixasse ver os filhos? 1/2 Capitulo 730 Com esse pensamento, Oliviae?ou a se sentir inquieta. Chegando ao escrit¨®rio. Vit¨®ria j¨¢ estava sentada em sua mesa, parecendo muito feliz: ¡°Olivia, voc¨º chegou t?o cedo hoje, comprei um caf¨¦ da manh? extra e estava pensando que seria um desperdicio n?o¨º¨Clo, ent?o este caf¨¦ da manh? ¨¦ para voc¨º.¡± Dizendo isso, colocou dois p?es e uma x¨ªcara de caf¨¦ na mesa d. Olivia disse: ¡°Obrigada.¡± havia acordado pouco depois das cinco da manh?, se arrumou rapidamente e foi para a Vi Serenidade, sem tempo para o caf¨¦ da manh?. ¡°O que aconteceu, voc¨º parece t?o p¨¢lida.¡± Vit¨®ria girou sua cadeira para odo da mesa de Olivia, enquantoia seu p?o, conversava casualmente. ¡°Eu? Talvez seja porque n?o dormi bem.¡± Olivia esfregou o rosto as m?os, dando uns tapinhas, como se tentasse trazer um pouco de cor. ¡°Voc¨º n?o estar¨¢ namorando, por isso n?o dormiu bem?¡± Vit¨®ria perguntou um sorriso N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. malicioso em seu rosto. Olivia ficou chocada, as pvras de Vit¨®ria eram t?o timidas. N?o era que tinha uma personalidade fria e fva pouco? Por que agorae?ava a fazer esse tipo de piada? Cap铆tulo 731 Capitulo 731 Olivia corou e disse: ¡°N?o pense besteira, eu n?o consegui dormir ontem ¨¤ noite pensando nas coisas.¡± ¡°Se n?o ¨¦ isso, por que est¨¢ corada?¡± Vit¨®ria perguntou, encarando¨Ca. Olivia desviou o olhar: ¡°Eu? Corada? Apenas imagina.¡± ¡°Ali¨¢s, voc¨º est¨¢ t?o feliz hoje, ser¨¢ que foi porque ontem voc¨º teve algum ganho na viagem de neg¨®cios o Sr. Fontes?¡± Olivia habilmente mudou de assunto. Para que n?o continuasse a fofocar sobre si mesma. Ao ouvir isso, um sorriso ainda mais amplo apareceu no rosto de Vit¨®ria: ¡°Ontem ¨¤ noite eu jantei o Sr. Fontes. Ele me disse que a ¨²ltima vez que o Grupo Griera concordou em trabalhar conosco foi gra?as a voc¨º, Olivia, voc¨º conhece algu¨¦m do Grupo Griera?¡± Content is ? by N?velDrama.Org. Olivia entendeu, tinha jantado sozinha Vicente, n?o ¨¦ ¨¤ toa que estava radiante, seu sorriso n?o se fechava. Olivia tomou um gole de caf¨¦ e disse: ¡°Como j¨¢ mencionei antes, ¨¦ o Sr. Fontes quem conhece o presidente do Grupo Griera.¡± ¡°Olivia, n?o seja modesta, o pr¨®prio Sr. Fontes disse que foi por sua causa. Desta vez, o Sergio quer eendar mais celres da nossa empresa. Eles especificaram que querem que seja a mesma f¨¢brica da ¨²ltima entrega. Vamos ter que trabalhar o Grupo Griera de novo, precisamos negociar um novo contrato. No entanto, desta vez o Sr. Fontes me deu essa tarefa. Eu n?o conhe?o ningu¨¦m do Grupo Griera, ent?o pensei em contar a sua conex?o. Se voc¨º conhece algu¨¦m, poderia fr bem de mim?¡± Vit¨®ria olhava para um olhar esperan?oso, pedindo ajuda. Olivia parou por um momento enquantoia seu p?o. Entendeu, esse ¨¦ o motivo pelo qual Vit¨®ria lhe trouxe o caf¨¦ da manh?. pensou, Vit¨®ria ¨¦ normalmente t?o distante e inacessivel, por que de repente seria t?o gentil em lhe trazer o caf¨¦ da manh?? se preocupou que Olivia recusasse, ent?o trouxe um extra, usando a desculpa de n?o querer desperdi?ar, e assim Olivia aceitou seu caf¨¦ da manh? naturalmente. No trabalho, nenhum favor era de gra?a. Agora que aceitou o caf¨¦ da manh? de Vit¨®ria, devia¨Clhe um favor. Vicente tamb¨¦m era realmente astuto, por que ele tinha que contar a que a assinatura do contrato anterior o Grupo Griera foi gra?as a ? Isso n?o era o mesmo que empurr¨¢ para uma armadilha? Capitalistas, de fato, s?o todos muito astutos. Ele sabia que se ele lhe pedisse para levar o contrato para o Grupo Griera, definitivamente se recusaria, ent?o deu a tarefa para Vit¨®ria e deixou que Vit¨®ria sondasse . Todos s?o t?o espertos. Olivia for?ou um sorriso e respondeu a Vit¨®ria: ¡°Eu conhe?o algu¨¦m da ger¨ºncia do Grupo Griera, mas a pessoa maior influ¨ºncia ainda ¨¦ o Sr. Fontes, ele ¨¦ amigo do Sr. Griera do Grupo Griera,o voc¨º sabe.¡± ¡°O Sr. Fontes disse que o Sr. Griera nunca se envolve em coopera??o apenas por amizade, ele s¨® olha para os beneficios.¡± ¡°Ent?o, j¨¢ que ele concordou em assinar da ¨²ltima vez, certamente foi porque havia lucro. Desta vez, com certeza tamb¨¦m ser¨¢ poss¨ªvel¡°, disse Olivia. ¡°Na ¨²ltima vez, foram apenas vinte mil unidades, o lucro era miser¨¢vel. O Sr. Griera, que faz neg¨®cios de bilh?es, nem d¨¢ aten??o para isso. Vamos ter que contar esse amigo seu da ger¨ºncia, ¨¦ mais f¨¢cil fr algu¨¦m de dentro.¡± ¡°Olivia, o Sr. Fontes confia tanto em mim que eu definitivamente n?o posso decepcion¨¢¨Clo. Por favor, me ajude¡°, pediu Vit¨®ria, suavizando o tom de voz. Sua face normalmente fria agora transmitia um toque de s¨²plica. Olivia ainda segurava o p?o, e ap¨®s ter aceitado um favor, se sentiu obrigada. ¡°Tudo bem, vou tentar¡°, disse Olivia. ¡°Isso ¨¦ ¨®timo, o contrato est¨¢ aqui, voc¨º pode mostrar ao seu amigo para ele dar uma olhada. Se ele achar que tem algum problema, ainda podemos fazer altera??es.¡± Vit¨®ria rapidamente colocou o contrato na mesa de Olivia, girou sua cadeira e voltou para sua pr¨®pria esta??o de trabalho, sem dizer mais nada para Olivia. Olivian?ou um olhar para o contrato em cima da mesa, suspirando silenciosamente no intimo. Na ¨²ltima vez que foi ver Daniel para ler o contrato, acabou ficando fascinada por el no escrit¨®rio. E desta vez, qual seria o resultado? Daniel ainda estava irritado por causa do v¨ªdeo que Elisa lhe enviara no dia anterior, e acabara de se exaltar ele. Se fosse procur¨¢¨Clo, Olivia nem ousava imaginar a cena que aconteceria, Mas, no fim das contas, teria que encontr¨¢¨Clo. Impedi de ver o filho era algo impens¨¢vel Por volta das dez da manh?, Olivia se aprontou, pegou o contrato e foi at¨¦ o Grupo Griera. 2/2 Cap铆tulo 732 Cap¨ªtulo 732 ¡°Olivia, voc¨º veio novamente.¡± A recepcionista do Grupo Griera a viu e a cumprimentou calorosamente. Ol¨ªvia sorriu e acenou a cabe?a: ¡°Sim, estou aqui representando o Grupo Fontes para discutir uma parceria o Sr. Griera. Voc¨º poderia ligar para avis¨¢¨Clo da minha chegada?¡± Olivia falou a recepcionista de maneira muito educada. ¡°Desculpe, Olivia, o Sr. Griera instruiu que, se fosse voc¨º a vir, n?o seria permitido entrar. Nem ¨¦ necess¨¢rio avisar.¡± A recepcionista disse a Olivia um tom de desculpas. Realmente, uma hora antes, havia recebido um e¨Cmail, especificamente sobre Olivia. Naqu hora, a recepcionista ainda estava se perguntando por que havia recebido aqu ordem repentinamente. Uma hora depois, Olivia chegou. Parecia que o Sr. Griera havia antecipado a visita de Olivia. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. O sorriso de Olivia ficou um pouco rigido, ainda estava pensando sobre quais seriam as consequ¨ºncias de encontrar Daniel, mas agora, nem mesmo o veria. olhou para o rel¨®gio e recuperou o sorriso, dizendo: ¡°N?o tem problema, eu posso esperar aqui embaixo.¡± Faltava uma hora para o hor¨¢rio de almo?o, Daniel teria que descer em algum momento. A recepcionista a lembrou educadamente: ¡°O Sr. Griera saiu da empresa h¨¢ meia hora, ele n?o est¨¢ mais aqui. Ent?o, esperar ali seria in¨²til. ¡°Para onde ele foi?¡± perguntou Olivia. A recepcionista bn?ou a cabe?a: ¡°Eu n?o sei os detalhes da agenda do Sr. Griera, mas voc¨º pode tentar ligar para o Bruno.¡± Olivia for?ou um sorriso constrangido, provavelmente Bruno n?o atenderia suas liga??es agora. Depois de ter prejudicado ele duas vezes, ele provavelmente estava bem ressentido . ¡°Olha, ¨¦ Olivia.¡± Uma voz feminina carregada de esc¨¢rnio soou: ¡°De faxineira a secret¨¢ria do Sr. Griera, subindo na vida pelo corpo, pessoas assim n?o duram muito, n?o ¨¦ mesmo? Acabou sendo demitida pelo Grupo Griera.¡± Olivia olhou em dire??o ¨¤ voz e viu Helena se aproximando um esfreg?o, e ao chegar perto, come?ou a estregar o ch?o bem aos seus pes: ¡°Da licen?a, este ch?o est¨¢ muito sujo Olivia deu um passo para tr¨¢s, mas Helena seguiu seus passos o esfreg?o: ¡°E Incrive Capitulo 732 acabo de limpar tudo e algu¨¦m sujo pisa aqui, deixando tudo imundo novamente.¡± Essas pvras eram duras. Olivia se sentiu desconfort¨¢vel e pisou no estreg?o. Helena n?o conseguia pux¨¢¨Clo e se endireitou para olhar para : ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± ¡°Desprezando os outroso se fossem inferiores, eu quero que voc¨º olhe para cima e veja quem ¨¦ mais alto, uma pessoa ou um cachorro.¡± Os olhos de Olivia brilharam firmeza enquanto encarava Helena. ¡°Voc¨º est¨¢ me xingando?¡± Helena ficou furiosa. ¡°Eu te xinguel? Parece que voc¨º mesma se considera um cachorro,o posso ser culpada por isso?¡± Olivia retrucou. A recepcionista n?o conseguiu se conter e soltou uma risada. Ol¨ªvia sabiao repreender algu¨¦m habilidade. ¡°Voc¨º¡­¡± Helena, frustrada e ofegante, mordeu os l¨¢bios e disse: ¡°Antes, no Grupo Griera, ficando ao lado do Sr. Griera, voc¨º ao menos ganhava um pingo de admira??o dele. Agora est¨¢ a servi?o de qual executivo? E ainda tem a cara de pau de procurar o Sr. Griera, pensando que ele iria querer voltar com ¡®ti?¡± Dizendo isso, puxou for?a o esfreg?o que estava sob o p¨¦ de Olivia. Olivia, indignada, soltou de repente o esfreg?o. ¡°Ah!¡± Helena perdeu o equil¨ªbrio e caiu para tr¨¢s, aterrissando o traseiro no ch?o, fazendo. um som surdo e contorcendo¨Cse de dor. A recepcionista cobriu a boca a m?o, sentindo a dor s¨® de olhar. Olivian?ou um olhar irritado a Helena e se virou para ir embora. Desde que Helena foi tratada para uma refei??o japonesa por Elisa, mudoupletamente. Seu rancor contra Olivia cresceu e suas pvras se tornaram cada vez mais desca idas. ¡°Voc¨º se torna quem voc¨º segue.¡± Tem raz?o. Contudo, n?o reconheceu a sua pr¨®pria posi??o social, Elisa invejava¨Caesentia¨Cse por ter usurpado o lugar de mulher aodo de Daniel, pois Elisa era a noiva escolhida para Daniel p familia Griera. tinha o capital social e o status para sentir ressentimento e inveja. Cap铆tulo 733 Capitulo 733 Helena, uma mera funcion¨¢ria do Grupo Griera, ans p apar¨ºncia de Daniel & cOTALA SAD poder. Isso ¨¦ problema d, o que isso tem a ver ? Por n?o poder t¨º¨Clo, se volta contra mim pvras ofensivas, uma atitude fanta mesquinha quanto odiosa. Olivia nunca quis ocupar o lugar da mulher aodo de Daniel; deseja se afastar derler quanto antes. Se n?o fosse pelo fato de que seu filho ainda est¨¢ Daniel, j¨¢ teria pedido demiss?o e deixado a Capital, indo para o mais longe possivel. Mas todos os seus?os est?o Daniel; n?o consegue partir. Olivia tenta ligar para Daniel novamente, eo antes, o telefone apenas toca sem resposta. Daniel ramente est¨¢ torturando seu cora??o, fazendo que fique mais ansiosa e incapaz de contat¨¢¨Clo. ¨¦ deixada para sofrer, em agonia. Um dia inteiro de esfor?os in¨²teis. ¨¤ tarde, Olivia chega dez minutos mais cedo ao port?o da esc infantil, esperando a saida dos alunos, pronta para ver seus pequenos amores.. Assim que aparece no port?o do jardim de infancia, o porteiro se aproxima uma atitude oficial e distante e diz: ¡°Srta. Souza, desculpe, mas voc¨º n?o pode ficar nas depend¨ºncias do jardim de infancia, por favor, afaste¨Cse.¡± ¡°O qu¨º?¡± Olivia fica surpresa. ¡°O diretor disse que, se te ver, voc¨º deve ficar a pelo menos um quil?metro de distancia do jardim de infancia,¡± o porteiro esrece a regra para . A testa de Olivia se franze em frustra??o. Ficar a um quil?metro de distancia do jardim de infancia significava que n?o poderia ver as crian?as! Mais uma ordem de Daniel! Ele estava tentando bloquearpletamente seu caminho para ver as crian?as? Quando ele se tornava imc¨¢vel, ficava sem op??es. Olivia n?o pode simplesmente discutir; discutir n?o resolveria nada, e no final, seria a mais envergonhada. se afastava, desda. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Capitulo 733 Ao anoitecer, vai at¨¦ a Vi Serenidade, mas novamente n?o lhe permitem entrar. diz que quer ver Daniel, e o porteiro responde que Daniel ainda n?o voltou. Ou seja, n?o s¨® n?o podia ver as crian?as,o tamb¨¦m n?o conseguia ver Daniel. nem tinha a chance de se explicar ou tentar agrad¨¢¨Clo. Logo chegava sexta¨Cfeira. Por quatro dias inteiros, Olivia malia e dormia, preocupada as crian?as, tentando v¨¢rias vezes, sem sucesso, ver Daniel. Vit¨®ria a pressionava, perguntando se resolveu a quest?o do contrato. s¨® podia dizer que o executivo senior estava em viagem de neg¨®cios e so voltar¨¢ daqui a alguns dias. Vit¨®ria dizia que na pr¨®xima segunda¨Cfeira queria uma resposta. Se n?o cumprisse a tarefa, Vit¨®ria iria perder o apre?o do Sr. Fontes. Vitoria tinha inten??es Vicente; esta era sua chance de se destacar. Se n?o aproveitasse esta oportunidade, certamente odiaria Olivia. Olivia estava exausta, quase sem for?as. Depois do trabalho, voltava para casa e percebe que Teresa n?o est¨¢ l¨¤: lembra que sua m?e tinha um encontro ¨¤s cegas hoje. n?o sabeo foi o encontro. Olivia se jogava no sof¨¢,pletamente sem for?as. Ent?o o telefone tocava e atendia. A voz ansiosa da casamenteira soava: ¡°Voc¨º ¨¦ a filha da Teresa, n?o ¨¦? Venha r¨¢pido, sua m?e come?ou uma briga o encontro ¨¤s cegas, e a situa??o est¨¢ muito tensa, ninguem consegue separ¨¢¨Clos. ¡°O qu¨¦? Estou a caminho!¡± Olivia se assustava, se levantou rapidamente e saia as essas. Cap铆tulo 734 Cap¨ªtulo 734 Olivia chegou no local do encontro ¨¤s cegas, onde a casamenteira a arrastava apressadamente em dire??o ao evento. O sal?o de ch¨¢, antes vazio, mesas destinadas a conversas e intera??es, tinha cadeiras. espalhadas por todo o ch?o. Teresa e um homem estavam se atracando e discutindo acaloradamente. ¡°Seu canalha, voc¨º me enganou tantas vezes, e agora vem me enganar de novo!¡± Teresa, o pesco?o esticado e esguichando saliva, tinha os olhos quase saltando de raiva. segurava a g do homem uma m?o e uma cadeira a outra, pronta paral esmag¨¢ na cabe?a dele a qualquer momento. ¡°Quando foi que eu te enganei? Foi voc¨º que gostou do meu perfil e quis se encontrarigo.¡± O homem defendia seu ponto de vista firmeza. Olivia viu o rosto do homem e era Gabriel! Por que seja ele de novo? ¡°Foi eu que gostei do seu perfil? Foi voc¨º que disse ¨¤ casamenteira que estava muito interessado no meu perfil e pediu para nos apresentar! Voc¨º usou um nome falso, escondeu sua identidade e foto, isso n?o ¨¦ para me enganar?¡± Teresa respirava dificuldade de tanta raiva, encarando¨Co furiosamente.. ¡°Meu perfil aqui sempre foi assim, n?o mudou. Isso significa apenas que voc¨º gosta do meu tipo de homem. Voc¨º tem que admitir que estamos realmente destinados. Mesmo Teresa furiosa, Gabriel continuava a tentar convenc¨º. ¡°Cale a boca! Eu n?o tenho destino nenhum voc¨º! Prefiro casar um padrinho do que voc¨º! Devolva o dinheiro que paguei p sua apresenta??o!¡± Teresa apertou a cadeira mais forte, uma amea?a iminente. Se ele continuasse suas pvras doces, realmente quebraria a cabe?a del¨¦ ¡°Teresa, n?o seja t?o arrogante, isso n?obina a sua habitual doura e sabedoria. Eu gosto daqu Teresa t¨ªmida e encantadora, gentil e elegante. Depois de tantas voltas, sempre acabamos nos encontrando, e voc¨º gostou do meu perfil ¨¤ primeira vista. O que isso diz? Voc¨º ainda n?o me esqueceu.¡± Gabriel estava impecavelmente vestido, aparentemente gentil e fraco, um olhar apaixonado. Era essa apar¨ºncia atraente e pvras melosas que ele enganava in¨²meras mulheres. Teresa sentiu uma dor antiga ser tocada, n?o queria admitir que ainda gostava de Gabriel Dias, tentava de tudo para esquec¨º¨Clo, pensando que ao conhecer algu¨¦m novo, conseguiria arranc¨¢¨Clo de seu cora??o. Capitulo 734 Mas o homem do encontro ¨¤s cegas era, novamente, Gabriel! realmente s¨® gostava desse tipo, o Gabriel? Por que toda vez apaixonou por ele ? Teresa ficou ainda mais agitada, furiosa de vergonha, e quanto mais Gabriel acertava em cheio seu cora??o, mais insuport¨¢vel se tornava. ergueu a cadeira e atirou¨Ca contra Gabriel. ¡°Vou te matar, para voc¨º parar de enganar as pessoas!¡± Gabriel levantou a m?o e pegou a cadeira que levantou, furioso, empurrou¨Ca: ¡°Voc¨º est¨¢ cada vez mais insolente!¡± Teresa foi empurrada e cambaleou para tr¨¢s. Tudo aconteceu muito r¨¢pido, em poucos segundos, e Olivia e a casamenteira nem conseguiram chegar a tempo. ¡°M?e!¡± Olivia exmou espantada, correndo para ajudar. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Felizmente, conseguiu segurar Teresa, e ent?o, furiosa, encarou Gabriel: ¡°Gabriel, o que voc¨º realmente quer? Por que voc¨º simplesmente n?o deixa minha m?e em paz?¡± ¡°Olivia, voc¨º mesma viu, foi quem tentou me bater. Eu n?o fiz nada , o encontro foi arranjado pelo site de rcionamentos, n¨®s dois apenas temos destino, ¨¦ por isso que nos encontramos aqui.¡± Gabriel disse a Olivia, tentando parecer inocente. ¡°Pare de enganar as pessoas! Eu perguntei ¨¤ casamenteira, voc¨º ¨¦ membro daqui h¨¢ anos! Voc¨º namorou muitas mulheres e, todas as vezes, depois de ficarem juntos por um per¨ªodo de tempo, voc¨º terminou o rcionamento alegando que eram inapropriados! Isso ¨¦ ramente uma fraude! Voc¨º, um homem casado, usando a identidade de outra pessoa para se registrar em sites de rcionamento, quantas mulheres voc¨º j¨¢ enganou?¡± Olivia olhou raiva para Gabriel, pois havia ligado para a casamenteira durante a viagem para saber mais detalhes sobre o homem quem Teresa tinha um encontro. Quem seria essa pessoa que chegou a brigar Teresa? se inteirou das informa??es sobre o homem e, ao chegar aqu¨ª e Cap铆tulo 735 Cap¨ªtulo 735 ¡°O qu¨º? Ele j¨¢ era s¨®cio aqui h¨¢ alguns anos?¡± Teresa ficou surpreendida erguendo um dedo tr¨¦mulo de indigna??o na dire??o de Gabriel: ¡°Ent?o, assim que o meu perfil foi para o site de rcionamentos, voc¨º ja estava me observando E ainda dizia que ele era o tipo d, que existia destino! Tudo n?o passava de um no premeditado, uma artimanha deliberada para a enganar! Gabriel alisou as rugas da roupa, uma tranquilidade desafiadora, disse a Teresa: ¡°N?o fale assim, foi voc¨º que se interessou por mim, por isso ¨¦ que fomos a um encontro. N?o negue que gosta de mim, sen?o,o explicar que voc¨º tenha sido m?e da nossa filha e a criado at¨¦ agora? Noe?o, est¨¢vamos felizes juntos, voc¨º me pedia todos os dias¡­¡± ¡°Gabriel!¡± Teresa ficou totalmente envergonhada, tremendo de raiva, as l¨¢grimas a correrem pelo seu rosto. Era humilha??o que Gabriel the impunha, e diante da pr¨®pria filha. Olivia, ao ouvir as pvras descaradas de Gabriel, ficou chocada, o peito ondndo de f¨²ria, era demais o abuso. n?o percebeu a tempo, Teresa, ¨¤ beira do cpso de raiva, ergueu a cadeira que tinha nas m?os e an?ou for?a contra Gabriel. A cadeira de a?o carbono acertou na cabe?a de Gabriel um som met¨¢lico ¡°ng¡°. estrondoso. A cadeira caiu no ch?o, e Gabriel imediatamente levou as m?os ¨¤ cabe?a, curvando¨Cse de dor. o rosto contorcido. Olivia ficou paralisada, a respira??o quase suspensa. Tudo aconteceu t?o r¨¢pido que n?o conseguiu impedir. O sanguee?ou a jorrar dos dedos de Gabriel,o um fluxo continuo, derramando para fora. Era grave! ¡°Ah, o que vamos fazer?¡± Teresa, que tinha agido por impulso no calor do momumo, viu a gravidade da situa??o e ficou p¨¢lida e sem saber o que fazer. Olivia recuperou¨Cse rapidamente do choque, pegou no telefone e dedos tremulos ligou para a emerg¨ºncia. A cupido chamou algumas pessoas, que trouxeram o kit de primeiros socorros do local ee?aram a tentar estancar o sangramento de Gabriel gaze. Mas o sangue flu¨ªao uma fonte, sem parar. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Todos ficaram p¨¢lidos e sem saber o que fazer. Pouco depois, a ambulancia chegou, e Gabriel j¨¢ estava semi¨Cinconsciente, necessitando de panhamento. Olivia seguiu na ambulancia, enquanto Teresa, paralisada pelo medo, n?o conseguia panhar a ambulancia. Olivia pediu ¨¤ cupido que cuidasse de sua m?e e foi a ambulancia. No caminho, os m¨¦dicos conseguiram contrr o sangramento medidas de emerg¨ºncia. Ao chegar ao hospital, Gabriel foi rapidamente levado para a s de emerg¨ºncia. Olivia esperava dodo de fora, ansiosa e nervosa, preocupada o que poderia acontecer. Gabriel. Afinal, era a cabe?a dele, e qualquer problema seria grave. Teresa poderia acabar na pris?o. Enquanto esperava, tremendo de ansiedade, a porta do pronto¨Csocorro se abriu e o m¨¦dico saiu, dizendo urg¨ºncia: ¡°O paciente perdeu muito sangue, precisamos de uma transfus?o imediata. Quem ¨¦ voc¨º em r??o ao paciente?¡± ¡°Sou filha dele, podem usar o meu sangue.¡± Olivia n?o tinha tempo para mais nada, s¨® queria salvar uma vida. ¡°O paciente tem sangue tipo O, s¨® podemos fazer a transfus?o sangue tipo 0, voc¨º ¨¦ tipo O?¡± perguntou o m¨¦dico. Olivia surpreendeu¨Cse: ¡°Sou tipo B.¡± se lembrava de que sua m?e tamb¨¦m tinha sangue tipo 0. Dois pais sangue tipo 0,o poderiam ter uma filha sangue tipo B? Um trov?o pareceu explodir na mente de Olivia, deixando¨Ca paralisada. Cap铆tulo 736 Capitulo 736 ¡°O sangue tipo B n?o serve, ainda temos sangue tipo O no banco de sangue, mas n?o muito. De acordo as normas do hospital se vamos fazer uma transfus?o para o paciente, os familiares t¨ºm que doar sangue,¡± disse o m¨¦dico, trazendo Olivia de volta ¨¤ realidade. Olivia assentiu rapidamente. Depois de assinar o termo de consentimento para a cirurgia, foi doar sangue, enquanto o m¨¦dico entrou na s de opera??es. Depois de doar sangue, Olivia voltou para a porta da s de cirurgia para esperar. Depois de cerca de uma hora, a porta da s de opera??es se abriu e o m¨¦dico saiu a m¨¢scara. Olivia se aproximou para perguntar: ¡°Como ele est¨¢?¡± ¡°Est¨¢ bem, o sangramento foi contrdo a tempo e n?o atingiu nenhum ¨®rg?o vital. Fizemos sutura e ele est¨¢ uma leve concuss?o cerebral, precisar¨¢ de repouso durante alguns dias,¡± respondeu o m¨¦dico. O cora??o de Olivia, que estava suspenso, finalmente se acalmou. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Se n?o ¨¦ grave, ent?o est¨¢ tudo bem. panhou o m¨¦dico at¨¦ o quarto onde Gabriel estava, ainda sob o efeito da anestesia. Olivia pegou no telefone dele, segurou sua m?o para usar a digital e desbloquear o aparelho, encontrou o n¨²mero da esposa e ligou. Informou que Gabriel estava hospitalizado e pediu que viesse imediatamente. No telefone, a mulher n?o parava de perguntar quem era, e Olivia apenas disse que era uma enfermeira. Depois de esperar um pouco, Olivia foi at¨¦ a esta??o de enfermagem para se informar e viu uma mulher a correr de forma apressada para fora do elevador, cabelos cacheados volumosos, indo diretamente para o quarto de Gabriel. Provavelmente era a esposa de Gabriel. Olivia a seguiu e na porta viu a mulher parada aodo da cama de Gabriel, inclinando¨Cse para olhar para ele, uma express?o de surpresa e preocupa??o: ¡°Gabriel, ¨¦ mesmo voc¨º! O que aconteceu com voc¨º?¡± Vendo que era realmente a esposa de Gabriel, Olivia silenciosamente deixou o hospital. saiu e ligou para a casamenteira para perguntar sobre a sua m?e. A casamenteira disse que sua m?e j¨¢ tinha voltado para casa. Ent?o Olivia apanhou um t¨¢xi diretamente para casa. Teresa estava sentada no sof¨¢, um olhar de panico e desconforto. 10:38 Quando Olivia se aproximou. Teresa virou os olhos e, ao ver que era Olivia, seus olhos tremeram, e perguntou emo??o e medo: ¡°Como est¨¢ o Gabriel? Eu matel algu¨¦m?¡± Ao fazer essa pergunta, as bochechas de Teresae?aram a tremer medo, e os seus dedos tamb¨¦m estavam a tremer. Olivia rapidamente sentou¨Cse aodo d, segurou sua m?o e tranquilizou¨Ca as noticias: ¡°Gabriel est¨¢ bem, a ferida fol suturada, ele teve uma leve concuss?o, mas a sua vida n?o est¨¢ em perigo.¡± ¡°Ele vai me processar por tentativa de homicidio? Eu estava realmente ralva naquele momento, eu n?o tinha a inten??o de realmente bater nele.¡± Teresa segurou a m?o de Olivia, chorando de medo. ¡°M?e, se acalme,¡± Olivia apertou firmemente a m?o d, tentando mant¨º calma: ¡°De agora em diante, n?o importa o que voc¨º fa?a, n?o seja impulsiva.¡± Teresa chorava, arrependida do que havia feito ap¨®s o evento. Por que n?o se conteve e atirou a cadeira em Gabriel? Se o tivesse matado, teria que passar o resto de sua vida na pris?o. Quanto mais Teresa pensava nas consequ¨ºncias, mais panico e medo sentia. ¡°Eu sei, eu n?o serei t?o impulsiva no futuro. Olivia, ele vai me denunciar e me fazer ir para a pris?o?¡± Teresa ainda estava preocupada e medo. ¡°Isso vai depender dele. Se ele realmente te denunciar, eu vou ajudar voc¨º a contratar um advogado, n?o se preocupe demais. Eu acho que ele provavelmente n?o te vai denunciar, porque se o fizer, todas as coisas terr¨ªveis que ele fez ser?o expostas ao p¨²blico, e ele n?o vai querer correr esse risco,¡± Olivia analisou para Teresa. Gabriel tinha enganado muitas mulheres, e muitas ainda estavam a ser enganadas. Se Gabriel entrasse um processo, todos os seus atos sujos seriam revdos pelo advogado. Isso seria um grande problema para ele. ¡°E as despesas m¨¦dicas¡­¡± Teresa perguntou novamente. ¡°Eu j¨¢ paguei as despesas m¨¦dicas,opensa??o a ele. Ele realmente foi longe demais, e eu tamb¨¦m estava furiosa a situa??o de antes. M?e, ele ¨¦ realmente meu pa i?¡± Olivia olhou fixamente para Teresa, esta era a segunda vez que fazia essa pergunta. Cap铆tulo 737 Cap¨ªtulo 737 Na primeira vez que perguntou, foi rancor, esperando que Gabriel n?o fosse o seu pai. Desta vez, perguntava j¨¢ um resultado em mente. Enfrentando o olhar s¨¦rio e grave de Olivia. Teresa desviou o olhar por um instante, olhando para outro lugar. ¡°Por que voc¨º est¨¢ perguntando isso de novo?¡± Os olhos de Teresa ramente esquivavam¨Cse. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¡°Antes, no hospital, Gabriel perdeu muito sangue e precisava de uma transfus?o. Eu disse que poderiam usar o meu sangue, mas a enfermeira, ao ouvir que eu era do tipo B, disse que n?o servia,¡± explicou Olivia. ¡°Ent?o, qual ¨¦ o tipo sangu¨ªneo de Gabriel?¡± Ainda um resqu¨ªcio de panico nos olhos, agora tamb¨¦m mostrava nervosismo. ¡°Ele ¨¦ do tipo O, m?e, voc¨º tamb¨¦m ¨¦ do tipo O, por que eu sou do tipo B?¡± Olivia fixou o olhar em Teresa, observando cada express?o d. Antes, quando viviam no interior, toda a fam¨ªlia tinha feito exames de sa¨²de, e Olivia sabia o tipo sangu¨ªneo de todos. se lembrava ramente de que Teresa era do tipo O. Teresa empalideceu, seu olhar tornou¨Cse ainda mais evasivo: ¡°Voc¨º deve estar enganada, eu devo ser do tipo B¡­¡± Olivia segurou seus ombros, virando¨Ca de frente para si, e disse firmemente: ¡°M?e, o que voc¨º est¨¢ escondendo? Eu n?o sou filha do Gabriel, certo? Ent?o de quem eu sou filha?¡± ¡°N?o, voc¨º ¨¦ filha dele¡­¡± Teresa insistiu. ¡°¨¦ mesmo? Pedi ao m¨¦dico para guardar o sangue dele, posso ir ao hospital fazer o teste de paternidade agora,¡± disse Olivia. Teresa imediatamente ficou tensa e, agitadamente, segurou as m?os de Olivia: ¡°N?o v¨¢, n?o fa?a o teste de paternidade!¡± ¡°Ent?o me diga, o que realmente aconteceu.¡± Olivia estava muito s¨¦ria. Teresae?ou a chorar, mergulhando nos pensamentos de mais de vinte anos atr¨¢s. ¡°Quando descobri que Gabriel me traiu, fiquei o cora??o partido e muita raiva. Fui a um bar me embriagar e, para me vingar de Gabriel, acabei indo para a cama um homem desconhecido. Depois disso, voc¨º nasceu¡­¡± Teresa pretendia guardar esse segredo para si pelo resto da vida. N?o queria que Olivia soubesse que era o resultado de uma noite de descontrole, uma consequ¨ºncia de sua vingan?a contra outro homem. 1/2 10-38 Capitulo 737 tamb¨¦m n?o queria que Gabriel soubesse, pois no fundo, nunca o esqueceu. Temeu que, se a verdade viesse ¨¤ tona, Gabriel a odiasse. Pelo menos assim, Gabriel estava errado, Gabriel sentia culpa por . Mas subestimou qu?o impiedoso Gabriel poderia ser. Depois de ouvir as pvras de Teresa, Olivia ficou chocada, os olhos arregdos, sem conseguir fr por um bom tempo. Sua mente estava um turbilh?o de emo??es, uma mistura de surpresa e alivio. realmente n?o era filha de Gabriel! Sua respira??o tornou¨Cse pesada, l¨¢grimas enchiam os seus olhos. ¡°Olivia, o que aconteceu?¡± Teresa viu a sua express?o vazia e os olhos cheios de l¨¢grimas e. preocupada o impacto da not¨ªcia, perguntou. Olivia voltou a si, emocionadao nunca, e disse a Teresa: ¡°M?e, v¨¢ dormir, eu tenho que sair por um tempo.¡± Sem esperar por uma rea??o de Teresa, se levantou, passos tr¨ºmulos que n?o impediam sua pressa. n?o era filha de Gabriel, e Daniel n?o tinha mais raz?es para odi¨¢, para descontar n! N?o havia mais raz?es para mant¨º presa a ele! ia contar a ele a verdade agora! n?o lhe devia nada! Cap铆tulo 738 Cap¨ªtulo 738 Olivia saiu de casa correndo e parou um carro na rua, informando o endere?o da Vi Serenidade. ¡°Motorista, por favor, pode acelerar?¡± Olivia estava ansiosa, emo??es turbulentas que mal consegu¨ªa conter, mal podia esperar para ver Daniel agora e dizer a ele que n?o era filha de Gabriel, ent?o ele n?o precisava mant¨º perto deleo um saco de pancadas. iria acabar essa r??o impr¨®pria entre homem e mulher agora mesmo! Ele tamb¨¦m n?o tinha raz?o para impedi de ver as crian?as. Nunca tinha desejado tanto v¨º¨Clo. Ao chegar ao port?o da Vi Serenidade, o porteiro ainda estava l¨¢, vignte. Olivia explicou o motivo de sua visita. O porteiro,o uma m¨¢quina sem emo??es, ainda disse: ¡°Desculpe, o Sr. Daniel n?o est¨¢ em casa, a Srta. Souza n?o pode entrar.¡± N?o estava em casa novamente, n?o podia entrar! A ansiedade de Olivia crescia cada vez mais intensa. n?o podia esperar nem mais um minuto. Tentou ligar para Daniel novamente, eo nos ¨²ltimos dias, ningu¨¦m atendeu. Olivia estava frustrada e confusa sobre o que fazer, quando Jimena ligou. ¡°Olivia, adivinha quem eu vi na porta do Capital Hotel?¡± A voz de Jimena soouo se tivesse descoberto um novo mundo. ¡°Quem?¡± Olivia n?o estava humor para estar a adivinhar. ¡°Daniel!¡± disse Jimena Ele entrou no Hotel Grande Capital, e estava panhado por uma mulher. Tenho certeza de que n?o estou enganada.¡± ¡°Estou a caminho!¡± disse Olivia prontamente. Desligou o telefone e apanhou um t¨¢xi para o Capital Hotel. A pessoa que estava procurando por toda a cidade era Daniel, e Jimena acabara de lhe dar uma boa not¨ªcia. N?velDrama.Org (C) content. Chegando urg¨ºncia e nervosismo ¨¤ entrada do Hotel Grande Capital, Jimena j¨¢ estava ¨¤ espera d. ¡°Eu perguntei por ele, Daniel est¨¢ no quarto 1008.¡± Jimena esteve ali de tocaia antes de Olivia chegar. Olivia apressou¨Cse para dentro do hotel, Jimena seguindo¨Ca. 1/2 10.38 Capitulo 738 O elevador sublu at¨¦ o d¨¦cimo andar, e ao sair, Olivia viu imediatamente dois seguran?as de p¨¦, imponentes, na porta de um quarto. Devia ser o quarto que Daniel tinha reservado, s¨® ele teria tal aparato. Olivia fol diretamente para o quarto, mas foi barrada pelos seguran?as, ramente impedindo a sua entrada. Olivia estava prestes a fr, mas antes que pudesse, ouviu¨Cse um grito estridente de uma mulher vindo de dentro do quarto, alto e voluptuoso. As pvras que Olivia dizer ficaram presas na sua garganta, e a sua face empalideceu instantaneamente. n?o era mais uma menina ing¨ºnua e sabia muito bem o que aqueles gritos significavam. Os dois seguran?as na porta permaneciam impass¨ªveis. Jimena, aodo de Olivia, estava a boca escancarada e os olhos arregdoso se fossem sinos. Olhando para a porta fechada do quarto e depois para Olivia, vendo a cor p¨¢lida no rosto d, sentia uma mistura depaix?o e raiva e estava pronta para confrontar os seguran?as vigor. Olivia apressadamente a deteve: ¡°Jimena, n?o fa?a nada precipitado, vamos embora.¡± ¡°O qu¨º? Voc¨º vai embora? Voc¨º n?o vai entrar e dar uma tareia naqu du indigna?¡± Jimena estava indignada em nome de Olivia, o peito subindo e descendo de raiva. ¡°Vamos embora, n?o vamos causar problemas.¡± Olivia segurou a m?o de Jimena, levando¨Ca at¨¦ o elevador. Quando pressionou o bot?o do primeiro andar, seus dedos tremiam. Jimena viu Olivia tentando se manter calma, mas incapaz de pressionar um simples bot?o, e n?o p?de mais suportar: ¡°Daniel foi longe demais! Ele realmente est¨¢ outra mulher¡­¡± Cap铆tulo 739 Cap¨ªtulo 739 viu seus pr¨®prios olhos uma mulher panhando Daniel para dentro do hotel, aqu mulher estava um sorriso radiante, constantemente se aproximando de Daniel, ramente muito afei?oada a ele, quaseo se quisesse agarrar¨Cse a ele em plena luz do dia. Mais uma vez ouviu aquele som, o que aconteceu era evidente. Olivia n?o disse nada, dificuldade iluminou o bot?o no terra?o esfor?ando¨Cse para ficar de p?, o elevador desceu e o seu cora??o parecia afundar junto,o se estivesse caindo em um abismo sem fundo de dor. O elevador parou no resto¨Cch?o e o cora??o de Olivia tamb¨¦m parou, uma sensa??o t?o pesada que mal conseguia respirar. saiu as suas pernas e tremer, mas fez um esfor?o para manter apostura e caminhou firmemente para fora. Jimena percebeu o seu desconforto, sem dizer uma pvra, sem saber o que dizer, preocupada, seguiu aodo d em sil¨ºncio. Saindo do hotel, o vento da noite batendo na pele, deveria ser quente, j¨¢ que era ver?o, mas ao tocar o rosto de Olivia, sentiuo se fosse um vento gdo, causando uma dor prante na pele. n?o se afastou, mas sentou¨Cse num banco de m¨¢rmore aodo da entrada do hotel, Jimena ao seudo. Vendo Olivia de cabe?a baixa, olhando para o ch?o, o rosto p¨¢lido, Jimena sabia o quanto estava a sofrer. n?o conseguia mais aguentar a sua irrita??o: ¡°Olivia, dever¨ªamos ter entrado l¨¢ e despeda?ado aquele canalha, aqu mulherzinha, por que voc¨º est¨¢ saindo assim silenciosamente?¡± Daniel era realmente detest¨¢vel! Ele era pai de quatro filhos e ainda assim se envolvia nessas confus?es! ¡°Entrar l¨¢ e fazer o qu¨º? Com que direito eu confrontaria eles?¡± disse Olivia, uma voz fraca e triste sob a luz do poste, parecendo sem for?as. Jimena hesitou e de repente entendeu o motivo de Olivia ter pedido para n?o ser impulsiva. Olivia lhe disse que Daniel nunca a reconheceuo sua namorada, muito menoso sua esposa. Daniel a via apenaso um instrumento de vingan?a. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. E se eles tivessem um filho juntos? E da¨ª? Entre homens e mulheres, mesmo um filho, isso n?o significa que o rcionamento ¨¦ Capitulo 73V est¨¢vel. Olivia n?o tinha posi??o alguma, mesmo vendo Daniel outra mulher, n?o tinha nenhum direito de question¨¢¨Clo! Jimena se acalmou e de repente sentiu multa pena de Olivia, n?o podia fazer nada al¨¦m de panh¨¢ em sil¨ºncio. Daniel tinha poder e um status elevado, mesmo que defendesse Olivia, o que poderia fazer a Daniel? Essa era a parte mals impotente e irritante. Quarto 1008. Daniel estava sentado numa cadeira de vime de luxo, Bruno ao seudo, observando uma mulher e dois homens lutando na cama ¨¤ frente. As pernas longas de Daniel estavam cruzadas, ele exva uma nobreza tranqu, um cigarro entre os dedos, soltando fuma?a ps narinas, seus olhos profundos e escuros observavam as tr¨ºs pessoas na cama. Era Elisa e os dois homens que tinha pagado para sequestrar Olivia. Ele ordenou que os tr¨ºs lutassem na cama e quem ganhasse seria poupado. Os tr¨ºs estiveram envolvidos no sequestro de Olivia, e os dois homens estavam at¨¦ preparados para avan?ar sobre Olivia. Daniel n?o sabia at¨¦ Carlos contar a ele mais tarde. Essas tr¨ºs pessoas deveriam estar gratas por n?o terem causado danos reais a Olivia. Caso contr¨¢rio, n?o seria t?o simpleso hoje. Elisa, sendo mulher, naturalmente n?o podia superar dois homens fortes, e?ou a ser golpeada e gritava, os homens at¨¦ batiam em seu traseiro, fazendo¨Ca emitir aqueles sons involuntariamente. sentia¨Cse extremamente envergonhada isso, mas depois teve uma ideia, sussurrou algo para cada um dos homens, dizendo que se ajudassem a derrotar o outro, ficaria o vencedor, para que ele pudesse aproveitar. Assim que proferiu essas pvras, os dois homense?aram a lutar olhos vermelhos, batendo um no outro at¨¦ ficarem o nariz ensanguentado e o rosto inchado, um deles at¨¦ quebrou a m?o. O homem que perdeu estava t?o irritado que se sentou em cima do outro homem, quebrando sua perna. Cap铆tulo 740 Cap¨ªtulo 740 Elisa, muito esperta, saiu da cama cedo e observou satisfeita os dois homens se agredindo mutuamente. se tornou a ¨²ltima a vencer. Daniel os tinha incitado a umbate corpo a corpo, para que se agredissem mutuamente, e aplicou o mesmo principio: deixou que os dois lutassem enquanto sa¨ªa ganhando sem esfor?o. Elisa observou os dois homens caidos na cama, gemendo de dor. se sentiu bastante orgulhosa, afinal, era o m¨¦todo de Daniel que prevalecia, sem que precisasse de mover um dedo para subjugar os seus advers¨¢rios. Os dois homens, ou estavam as m?os feridas ou as pernas em p¨¦ssimo estado. precisariam de meses para recuperar e, ainda assim, nenhuma vit¨®ria ra foi derada. As promessas que tinha feito a eles j¨¢ n?o poderiam ser cumpridas. Elisa, cobrindo o rosto agora inchado dos golpes recebidos, aproximou¨Cse de Daniel um misto de culpa e medo: ¡°Sr. Daniel, eu venci, n?o ¨¦ verdade? Ser¨¢ que o senhor poderia me perdoar agora?¡± O olhar frio e prante de Daniel varreu em sua dire??o. Elisa estremeceu, suas pernas fraquejaram e caiu de joelhos aos p¨¦s dele,e?ando a chorar: ¡°Sr. Daniel, eu imploro, nunca mais terei m¨¢s inten??es a Olivia, por favor, me perdoe.¡± Hoje, Daniel a trouxe repentinamente para o Hotel Capital, e pensou que, ap¨®s ver o v¨ªdeo que enviou, ele teria dispensado Olivia ee?ado a se interessar por . Elisa panhou Daniel animadamente at¨¦ o Hotel Capital e, ao entrar no quarto, descobriu que havia mais dois homens l¨¢ ¨C os mesmos que tinha contratado para sequestrar Olivia. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Daniel apagou o cigarro no cinzeiro en?ou um olhar fugaz para Elisa a seus p¨¦s: ¡°Eu mantenho minha pvra ¨C quem vencer, ser¨¢ poupado. Se houver uma pr¨®xima vez, eles refletir?o o seu destino!¡± Com essas pvras, Daniel se levantou, deixando o quarto passosrgos, seguido por Bruno. Quando a atmosfera opressora ao redor deles se dissipou, Elisa desabou no ch?o, aliviada por ter escapado da amea?a. Os seguran?as cercaram Daniel enquanto ele entrava no elevador. Um deles reportou: ¡°Sr. Daniel, a Srta. Souza veio procur¨¢¨Clo aqui, mas, ouvindo barulhos vindos do quarto, partiu.¡± Um brilho s¨²bito escureceu os olhos de Daniel, que olhou friamente para o guarda¨Ccostas. Sob esse olhar, o guarda¨C costas baixou a cabe?a, nervoso e disse: ¡°Cometi um erro, irei explicar imediatamente a Srta. Souza.¡± ¡°Voc¨º vai explicar o que?¡± perguntou Daniel, voz grave, *Explicar que o Sr. Daniel n?o estava no quarto outra mulher¡­¡± Antes que pudesse terminar, ele se calou sob o olhar ainda mais g¨¦lido de Daniel. O guarda¨Ccostas hesitou, incerto sobre se deveria continuar. Ele estava confuso e n?o sabia se Daniel queria que ele explicasse ou n?o. Olivia sentou¨Cse no lobby do hotel por um momento, tentando se acalmar. perguntou a Jimena: ¡°Voc¨º viuo era a apar¨ºncia daqu mulher?¡± ¡°Sim, at¨¦ tirei uma foto d secretamente.¡± Jimena rapidamente pegou no telefone e mostrou a Olivia. Ao ver a foto, Olivia reconheceu as figuras de Daniel e a mulher caminhandodo ado, uma intimidade que lhes era caracteristica. Mesmo que fossem apenas suas silhuetas, Olivia sabia quem era aqu mulher. Era Elisa. Hoje, Daniel estava no hotel Elisa. Lembrando¨Cse dos sons intensos que vinham do quarto, o cora??o de Olivia afundou novamente. teve de admitir a verdade em algo que Elisa tinha dito antes: n?o importava quantas mulheres Daniel tivesse agora, no final, ele se casaria Elisa. As outras mulheres eram apenas uma novidade passageira para ele. Olivia olhou para a foto no celr um olhar cada vez mais sombrio. ¡°Ah, ¨¦ melhor n?o olhar mais para isso. Se fosse eu, teria terminado tudo Daniel. Ele que fique com outras mulheres se quiser, e n?o h¨¢ raz?o para ele te impedir de procurares a tua pr¨®pria felicidade.¡± Cap铆tulo 741 Cap¨ªtulo 741 Jimena, ao ver que Olivia estava desanimada, temeu que ficasse triste novamente e rapidamente guardou o telefone, expressando uma frase indignada em defesa da justi?a. Afinal de contas, por que Daniel pode procurar outras mulheres, mas exigir que Olivia permanecesse fiel a ele? ¡°Quem ¨¦ a sua felicidade?¡± Uma voz masculina, grave e intimidadora soou, destacando¨Cse na noite de luzes e festa, parecendo excepcionalmente f e assustadora. Olivia seguiu a dire??o da voz e viu a figura imponente do homem, que avan?ava em passosrgos em sua dire??o. O rosto bonito refletia as luzes de neon, tornando¨Cse ainda mais enigm¨¢tico e g¨¦l¨ªdo. Quando ele apareceu, a temperatura ao redor pareceu cair v¨¢rios graus. Daniel tinha chegado! O cora??o de Olivia apertou¨Cse instantaneamente. Content is ? by N?velDrama.Org. Jimena, que at¨¦ aquele momento fva tanta convic??o e ardor, viu Daniel e a sua presen?a imponente fez que recuasse. Levantou¨Cse, querendo proteger Olivia, mas ao ver a grande figura de Daniel se aproximando e a poderosa aura que o panhava, os seus passos involuntariamente recuaram, e embora as suas inten??es fossem fortes, o seu cora??o fraquejava: ¡°Voc¨º, n?o se aproxime, a Olivia n?o quer fr com voc¨º¡­¡± Daniel passou por sem sequern?ar¨Clhe um olhar, caminhou at¨¦ Olivia, agarrou sua m?o e a puxou de p¨¦, fixando¨Ca um olhar prante e frio: ¡°Quem voc¨º est¨¢ procurando? Quem ¨¦ a sua felicidade, hein?¡± Seus olhos negroso a tinta, cheios de descontentamento, e seu rosto tenso, envolveram¨Cna completamente sua sombra. Olivia, que estava t?o ansiosa para encontr¨¢¨Clo antes, agora estava calma ao v¨º¨Clo. Desviou o rosto, evitando seu toque, sufocando a sua raiva, mas agora mais confian?a para resistir. N?o importava se ele ia ficar zangado. disse friamente: ¡°Definitivamente n?o ¨¦ voc¨º! Daniel, Jimena estava certa, voc¨º pode procurar outras mulheres que eu n?o me oponho, mas voc¨º tamb¨¦m n?o pode me impedir de encontrar algu¨¦m de quem eu goste¡­ Ah!¡± Antes que terminasse, foi envolvida em seus bra?os fortes e, um movimento, o seu corpo foi pressionado contra o dele. ¡°Vou ver se n?o posso impedir!¡± Daniel, um olhar frio, a levantou e colocou¨Ca sobre seu ombro, virando¨Cse em dire??o ao hotel. 10:44 Capitulo 241 ¡°Daniel, me solte!¡± Olivia bateu nas costas dele e chutou os p¨¦s, mas sua for?a era in¨²til diante da for?a absoluta de Daniel. ¡°Olivia!¡± Jimena viu que Olivia estava sendo levada e ansiosamente tentou segui, mas Bruno deu um passo ¨¤ frente, bloqueando seu caminho. ¡°Srta. Santos, a noite est¨¢ agrad¨¢vel, que tal tomarmos um caf¨¦?¡± Bruno manteve um sorriso formal no rosto. ¡°Quem est¨¢ vontade de tomar caf¨¦! Bruno, saia da frente!¡± Jimena empurrou a sua m?o, tentando passar. Bruno, no entanto, insistiu em ficar no caminho d: ¡°Srta. Santos, se voc¨º n?o quer tornar caf¨¦, ent?o n?o perturbe a Srta. Souza e o Sr. Griera.¡± ¡°O que voc¨º est¨¢ dizendo, eles est?o cara de quem vai tomar caf¨¦?¡± Jimena pensou que ele estava brincando. Bruno apenas sorriu, sem dizer uma pvra, tudo estava ro sem precisar ser dito. Jimena, ao ver a express?o dele, teve um estalo depreens?o. ¡°Humph, eu quero o caf¨¦ mais caro, voc¨º vai ter que me convidar mesmo que n?o queira!¡± Jimena bufou e caminhou em dire??o ¨¤ cafeteria aodo do hotel. Bruno a seguiu. Daniel chutou a porta do quarto aberta e mandou a Olivia na cama. Assim que tocou na cama, come?ou a lutar para se levantar. Daniel colocou as m?os aodo do corpo d, seu peito por cima,o uma gai a prendendo sob ele. ¡°Responda, quem ¨¦ a sua felicidade?¡± A voz de Daniel Rayan soou, um sopro gdo tocando sua face. ¡°N?o ¨¦ voc¨º¡­ mmph!¡± Olivia n?o teve a chance de terminar sua frase, pois foi interrompida por um beijo dominador. Cap铆tulo 742 Cap¨ªtulo 742 O bello de Daniel era dominador, repleto de agressividade e desejo. Olivia arregalou os olhos, sua respira??o ansiosa se entr?ava o h¨¢lito vigoroso dele, e o seu cora??o batia t?o r¨¢pido que pare prestes a parar. empurrava o pelto dele for?a, mas a posi??o em que ele a mantinha sob seu corpo impedia que fizesse for?a suficiente. Mesmo usando toda a sua energia, n?o conseguia afast¨¢¨Clo, enquanto o beljo dele se aprofundava, for?ando a passagem entre seus dentes,o se estivesse conquistando territ¨®rio. As m?os dele apertavam as costas d for?a,o se quisesse esmag¨¢. O corpo macio de Olivia estava firmemente pressionado contra ele, sem conseguir respirar, as bochechas vermelhas de sufocamento. Quanto mais desesperava, mais ele mordia. podia sentir ramente seu rosto bonito se contorcendo, um som abafado sa¨ªa de suas narinas. Logo, sua boca estava cheia de um gosto met¨¢lico. Daniel rgou, os seus olhos escuros e profundos estavam frios, e apesar da intensidade de seu beijo, n?o havia ind¨ªcio de sentimentos sombrios. Ele passou a ponta da l¨ªngua pelo canto da boca, um rosto t?o frio quanto a geada. Olivia estava em panico, vendo a ponta da l¨ªngua dele sangrando, e entre os l¨¢bios, uma tonalidade vermelha,o se ele fosse um animal acabando de ca?ar, restos de sangue da presa entre os dentes. Ele saboreou o gosto, passando a l¨ªngua pelos cantos da boca vontade de mais. Selvagem, fantasmag¨®rico, chocante, mas tamb¨¦m viril, perigoso e sensualo uma fera. O cora??o de Olivia falhou meio batimento, apoiou as m?os na cama e rapidamente se moveu para tr¨¢s, tentando se libertar do seu corpo. Respira??o ofegante, olhos vigntes e cheios de raiva: ¡°N?o me beije a boca que voc¨º beijou outras mulheres!¡± Ele tinha acabado de fazer aquilo outra mulher e agora vinha tocar n! resistia por dentro e por fora! Embora n?o houvesse amor entre e Daniel, cada encontro entre eles era motivado pelo ¨®dio dele por ser filha de Gabriel e pelo interesse no seu corpo, usando¨Ca para aliviar suas frustra??es ou necessidades f¨ªsicas. Mas isso n?o significava que Olivia aceitaria que ele tocasse em outras mulheres! 1/2 10:44 Capitulo tinha uma mania ps limpezas emocional, se n?o soubesse, tudo bem, mas uma vez qUE descobria que um homem tinha estado outra mulher, n?o importava o quao bom ele fosse, n?o o queria mais, o seu corpo tamb¨¦m resistia. Assimo cinco anos atr¨¢s, quando soube que Sergio tinha se envolvido Varia Souza, preferiu terminar a r??o a aceitar isso. Daniel passou o polegar pelos l¨¢bios, um movimento calmo, mas carregado de perigo. Seus olhos profundos e escuros fixavam n, o peito d subia e descia dramaticamente. seus olhos brilhavam vigilancia e irrita??o, e os seus l¨¢bios ainda estavam Omidos do beijo intenso. Seu olhar escureceu mais ainda, e sua voz baixa e magn¨¦tica soou friamente: ¡°N?o quer mais o filho?¡± Olivia prendeu a respira??o, toda a resist¨ºncia e confian?a desmoronaram num instante.. Seu cora??o deu uma fisgada, e suas m?os agarraram o len?ol atr¨¢s d: ¡°Com que direito voc¨º me impede de ver as crian?as? Vou dizer uma coisa, quero cortar r??es voc¨º agora! Voc¨º tamb¨¦m n?o tem o direito de me impedir de v¨ºs, sou a m?e ds, e mesmo perante a lei, tenho o direito de as visitar!¡± ¡°Com que diretto? Sem a minha permiss?o, mesmo que voc¨º queira, n?o os vai ver Daniel exva uma aura gda, desabotoando a camisa uma m?o. Seus movimentos desleixados, mas cada vez mais perigosos. Quer cortar r??es ele? Que ingenuidade! Olivia perdeu o ritmo do cora??o, observando seus movimentos desinteressados, mes perigosos. Isso a trouxe de volta ¨¤ realidade, longe dos pensamentos furiosos. Fr de lei Danielegrao contar hist¨®rias da Carochinha. Ele era o rei do poder na Capital, e se ele dissesse que n?o podia ver as criancas, n?o teria como v¨ºs, mesmo que tentasse de tudo. sad safet ¡°Se eu lhe contar uma coisa, voc¨º pode me deixar em paz?¡± n?o era filha de Gabriel, ele n?o tinha raz?o para odi¨¢. tinha vindo fr ele exatamente sobre isso, ¡°Voc¨º nunca ter¨¢ a sua pr¨®pria felicidade nesta vida, voc¨º s¨® pode ser minha mulher, mada mudar¨¢ esse fato, entendeu?¡± Ele lentamente tirou a camisa, revndo um peito musculoso e um abd?men definido oito gomos¡­ N?velDrama.Org (C) content. Sua voz era dominante, n?o dava margem para discuss?o. Ele bloqueoupletamente o caminho de Olivia. Capitulo 743 Cap铆tulo 743 Cap¨ªtulo 743 Olivia sentiu as suas pups tremerem e seprimirem, e o seu cora??o parou por um instante. O que isso significa? Mesmo que lhe dissesse que n?o era filha de Gabriel ele n?o a deixaria em paz, n?o ¨¦? Era s¨® porque era que ele queria mant¨º presa ao seudo? Enquanto os seus pensamentos vagueavam, o corpo forte e viril de Daniel pressionou sobre . Olivia entrou em panico, recostando¨Cse na cabeceira da cama, tentando empurr¨¢¨Clo as m?os. Suas m?os tocaram seus peitorais firmes, repletos de for?a, sua pele estava ardente, queimando desde a palma das suas m?os at¨¦ ao seu cora??o. O cora??o de Olivia palpitou e todo o seu corpo sentiu um formigamento suave. O rosto de Daniel se aproximou de seu perfil, a sua respira??o era quente e poderosa esp¨ªrrou atr¨¢s de sua orelha delicada, fazendo¨Ca estremecer ainda mais. ¡°Daqui a pouco voc¨º vai ver se eu toquei em outras mulheres ou n?o.¡± Assim que terminou de fr, ele mordeu punitivamente o l¨®bulo de sua orelha. O corpo de Olivia encolheu¨Cse involuntariamente, tremendo dos p¨¦s ¨¤ cabe?a. Um sorriso satisfeito curvou os l¨¢bios de Daniel, e pvras sensuais e provocantes soaram em seu ouvido: ¡°O seu corpo est¨¢ me recebendo bem¡­¡± ¡°Eu n?o¡­¡± Olivia estava prestes a dizer que n?o. Mas ent?o pensou que se o irritasse, as consequ¨ºncias seriam piores, e n?o veria as crian?as. Era melhor fazer o que ele queria, se ele estivesse contente, tamb¨¦m se sentiria.melhor. ¡°N?o tenho escolha¡­voc¨º descobriu isso.¡± A voz fr¨¢gil de Olivia escapou.¡® O corpo de Daniel tremeu e seus olhos escuros ondram, aqus pvras o agradaram¡­ O que queria dizer era que o corpo d era honesto ele, n?o podia negar. O beijo de Daniel, quee?ou dominador, tornou¨Cse selvagem no final. Durante o ato, a x¨ªcara de ch¨¢ que estava na mesa de cabeceira caiu no ch?o e se partiu¡­ Quando Olivia acordou novamente, j¨¢ era a tarde do dia seguinte. levantou a m?o para bloquear a luz ofuscante e, ao levantar o bra?o, sentiu dor e fraqueza. 1/2 10:44 Capitulo 743 N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. se sentiao se estivesse prestes a desmoronar. ¡°Acordou, levante¨Cse ea algo.¡± Aodo da cama, a voz masculina baixa e agrad¨¢vel soou. Olivia virou¨Cse lentamente e viu Daniel, Impecavelmente vestido seu fato preto feito ¨¤ m?o, sentado aodo da cama. Ele ainda estava vestidoo de costume, uma presen?a distinta e uma postura imponente, bonito e impec¨¢vel,o se nada tivesse acontecido. Mas s¨® sabia o qu?o feroz ele tinha sido na noite anterior. Sua energia era mais intensa do que em qualquer outro momento. Ele n?o parecia algu¨¦m que acabara de tocar outra mulher, caso contr¨¢rio,o ¨¦ que ele ainda teria tanta energia? Olivia tentou sentar¨Cse, mas a dor na lombar era t?o forte que n?o conseguia se endireitar. tentou for?ar¨Cse a levantar, mas a dor era intensa. Um bra?o forte e poderoso passou ao redor de sua cintura, a grande m?o segurando odo d, a palma ¨¢spera calos, a secura da temperatura, segurava sua cintura delicadao seda. Ele a ajudou a se levantar um pouco de for?a. A m?o dele,o se desencadeasse uma corrente el¨¦trica, fez o corpo de Olivia endurecer involuntariamente. Daniel sentiu a mudan?a n, seus olhos escureceram, olhando¨Ca de uma forma diferente. Olivia encontrou seu olhar e, assustada, disse rapidamente: ¡°Solte¨Cme, eu consigo levantar¨Cme sozinha¡­¡± Cap铆tulo 744 Cap¨ªtulo 744 tamb¨¦m percebeu de repente de que n?o estava vestida. Enquanto ele estavapletamente vestido. A situa??o dos dois,o uma discrepancia em status, um superior e despreocupado. contemndo tudo de cima. O outro, perplexo e rebaixado ao po, prestes a ser esmagado a qualquer momento. Olivia afastou sua m?o e apressou¨Cse em puxar o cobertor para cobrir¨Cse. Daniel viu as marcas de beijos, profundas e superficiais, deixadas nas suas costas sedosaso cetim. Seus olhos brilharam sutilmente, escurecendo por um momento. Mas ele recolheu a m?o, pegou a bolsa em cima do criado¨Cmudo e a colocou sobre a cama: ¡°Vista¨Cse e venha jantar.¡± Ao terminar de fr, ele se levantou e caminhou at¨¦ a mesa do quarto, mas o seu olhar prante continuou fixo n. Ol¨ªvia, desconfort¨¢vel sob o peso daquele olhar opressor, disse fracamente: ¡°Voc¨º pode se virar, por favor?¡± ¡°O que h¨¢ em voc¨º que eu j¨¢ n?o tenha visto? Ainda precisa de se esconder?¡± disse Daniel. Ol¨ªvia: ¡°. ¡± Seu sangue ferveu num instante, deixando¨Ca excessivamente quente. Provavelmente irritada, n?ou¨Clhe um olhar e disse: ¡°E se eu tamb¨¦m quisesse te ver nu? Por que voc¨º n?o me deixa assistir voc¨º se vestir?¡± A situa??o ¨¦ a mesma? Daniel respondeu muito seriamente: ¡°Voc¨º tem certeza de que quer ver?¡± Ol¨ªvia hesitou, rapidamente disse: ¡°N?o tenho certeza, eu n?o quero ver!¡± acreditava que se dissesse que estava certa, ele realmente se despiria na frente d e encenaria o ato de se vestir novamente para nivr as coisas. O mais importante ¨¦ que ele estaria disposto a fazer isso. Mas n?o estava psicologicamente preparada para ver isso. s¨® tinha fdo sem seriedade. Sempre que se irritava ele, acabava sofrendo as consequ¨ºncias. Mas, o que poderia fazer? sempre lutava para contrr seu temperamento. Capitulo 744 Era frustrante demais todas as vezes. Era ele quem a maltratava, mas que tinha que aguentar tudo, engolindo o orgulho em sil¨ºncio. tamb¨¦m era feita de carne e osso e tinha os seus limites. O olhar de Daniel ainda n?o se tinha desviado, e Olivia n?o sabia o que mais dizer. realmente queria que ele tirasse as suas roupas e se vestisse novamente em frente a ? De maneira alguma! Contendo o desconforto, pegou a roupa ee?ou a vestir¨Cse. podia sentir o olhar dele queimando em suas costas, ardente e profundo. Era t?o intenso que parecia que suas costas estavam prestes a pegar fogo. Ol¨ªvia prendeu a respira??o e acelerou os seus movimentos para se vestir rapidamente. Ao descer da cama e caminhar, suas pernas amoleceram e quase caiu, mas conseguiu se apoiar na cama a tempo. rangia os dentes ressentimento em seu cora??o, pensando no qu?o brutal Daniel tinha sido na noite anterior, quase lhe custando a vida. Enquanto estava indecisa, o corpo alto de Daniel se aproximou e a segurou. ¡°Eu preciso escovar os dentes primeiro¡°, disse Ol¨ªvia, sem cerim?nias, usando¨Coo um apoio. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Daniel a ajudou a ir ao banheiro, e depois d se vestir, ele a panhou de volta ¨¤ mesa. Ol¨ªvia n?o tinhaido nada desde a noite anterior e, ao ver a mesa cheia deida deliciosa, o seu est?mago roncou inevitavelmente duas vezes. rapidamente cobriu o est?mago,n?ando um olhar envergonhado para Daniel ao seudo. A express?o de Daniel permaneceu inalterada: ¡°Sente¨Cse ea.¡± Era normal que estivesse faminta, tendo gasto muito no dia anterior e n?o tendo tomado caf¨¦ da manh? ou almo?ado. Ol¨ªvia sentou¨Cse e pegou primeiro um doce para acalmar a fome. Cap铆tulo 745 Cap¨ªtulo 745 E Daniel, partindo a cauda dagosta, estava a descasc¨¢. Olivia n?o lhe deu aten??o, apenas preocupada emer o seu pr¨®prio prato, Depois de um momento. Daniel mergulhou a carne tenra da cauda descascada no molho e colocou¨Ca no prato d: ¡°Coma logo, se deixar para depois, a carne vai perder a frescura.¡± Olivia olhou para Daniel, surpreendida e inesperada. Ele tinha descascado aquilo para er. Estava prestes a agradecer, mas de repente lembrou¨Cse de que ele parecia n?o gostar de ouvir os seus agradecimentos e ent?o n?o disse nada. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Baixando a cabe?a paraer a carne degosta, perguntou: ¡°Ontem, o que voc¨º e Elisa estavam a fazer no quarto?¡± A energia dele n?o parecia de algu¨¦m que tivesse estado outra mulher, mas realmente tinha ouvido sons de uma mulher vindo do quarto, e at¨¦ ,o mulher, sentiu¨Cse corar. ¡°Ajudando voc¨º a se vingar,¡± Daniel respondeu casualmente enquanto cortava seu bife. Olivia ergueu os olhos para olh¨¢¨Clo, a princ¨ªpio n?opreendendo o significado de suas pvras, mas ent?o rapidamente entendeu que Elisa tinha contratado aqueles dois homens para lhe fazer mal. Daniel tinha descoberto e estava a dar uma li??o em Elisa. ¡°Ent?o, o que exatamente aconteceu no quarto?¡± perguntou Olivia. Libertar a raiva e os sons que Elisa fazia, havia alguma conex?o? ¡°Havia tamb¨¦m os dois homens de antes no quarto.¡± Daniel disse, levando um peda?o de bife cortado ¨¤ boca eendo calmamente. Ao ouvir isso, Olivia arregalou os olhos surpresa. N?o poderia ser que os sons de Elisa fossem porque Daniel fez que aqueles dois homens the fizessem aquilo! E ele assistiu a cena? Ao imaginar essa cena, Olivia n?o p?de evitar um arrepio. Os ricos realmente sabemo se divertir. O olhar profundo de Daniel estava sobre : ¡°em que est¨¢ a pensar?¡± Olivia rapidamente bn?ou a cabe?a: ¡°N?o, nada.¡± rapidamente baixou a cabe?a e continuou aer a carne degosta. Capitulo 745 Os m¨¦todos de Daniel eram de fato cru¨¦is, a ponto de serem desumanos. Afinal, Elisa tamb¨¦m era a sua noiva,o ele podia ter coragem de assistir ser desonrada por outros homens? No entanto, Olivia ainda era grata a ele por ter tomado seu partido depois de saber que tinha sido sequestrada por pessoas contratadas por Elisa. Oliviaia, tentando organizar as suas pvras na sua mente,o dizer a Daniel que Gabriel n?o era o seu pai, que n?o existia nenhum rancor ou vingan?a entre eles. Ele realmente n?o precisava odi¨¢. ¡°Aquilo¡­¡± ¡°Sergio¡­¡± Olivia finalmente decidiuo abordar o assunto e estava pronta para se abrir Daniel. Daniel tamb¨¦me?ou a fr, e ambos pararam, Olivia disse: ¡°Voc¨º primeiro.¡± ¡°Sergio me ligou e me disse que no outro dia ele e Marina foram ao hotel e por acaso viram voc¨º sendo contrda por dois homens, ele foi ao quarto para te salvar.¡± Sergio mandou uma mensagem para ele a contar o que se passou. Foi ent?o que ele soube que o v¨ªdeo enviado por Elisa tinha a inten??o de causar disc¨®rdia, e que era a manipdora por tr¨¢s disso. ¡°Sim, foi isso que aconteceu, eu tentei explicar v¨¢rias vezes, mas voc¨º nunca me deu a oportunidade,¡± Olivia respondeu. tinha tentado ligar para ele, mas ele n?o atendeu. ¡°Mesmo que ele tenha te salvado, isso n?o ¨¦ motivo para voc¨º dizer que o ama!¡± disse Daniel, seu rosto bonito escurecido, tenso, a raiva cido ao seu redor. ¡°Entenda o seu lugar!¡± ¡°Que lugar? O que sou para Sergio?¡± perguntou Olivia. ¡°Voc¨º pensa lindamente.¡± disse Daniel uma express?o fria. Como se um balde de ¨¢gua fria tivesse sido despejado sobre , Olivia disse: ¡°Se eu n?o sou filha de Gabriel, voc¨º vai me deixar em paz ou voc¨º quer que eu seja a algo para Sergio?¡± ¡°Mesmo que voc¨º n?o seja filha de Gabriel, voc¨º s¨® pode ser minha, e voc¨º pode esquecer de se casar a fam¨ªlia Griera nesta vida, entendeu?¡± Daniel foi ro . O cora??o de Olivia, que estava cheio de esperan?a, afundou severamente, a respira??o tornou¨Cse finao uma lamina, e , segurando o garfo, furava a carne degosta no prato sem muita vontade: ¡°Eu entendi¡­¡± Cap铆tulo 746 Cap¨ªtulo 746 ¡°O que voc¨º estava prestes a dizer?¡± perguntou Daniel, ¡°N?o ¨¦ nada, s¨® pensel que o camar?o est¨¢ bem fresco,¡± respondeu Olivia, sem levantar a cabe?a e com um ar ligeiramente desdo. , toda a paix?o em seu cora??o, queria contar a verdade para Daniel, que n?o era filha do Gabriel. Pensava que, ao contar a ele, poder¨ªa deixar de ser contrda por ele, n?o precisar¨ªa mais de ficar ao seudo, continuar esse rcionamento que n?o podia ver a luz do dia. Mas ainda era muito ing¨ºnua. Subestimou o desejo de posse de Daniel; enquanto ele ainda encontrasse novidade n, n?o poderia pensar em fugir de seudo. E muito menos em se casar . e Daniel eramo o c¨¦u e a terra,o o Velho Sr. Griera disse, uma mulher de fam¨ªlia t?o modesta quanto a d nem merecia entrar no port?o da fam¨ªlia Griera. queria dar aos quatro filhos umrpleto, mas isso era apenas uma fantasia. Nesse caso, contar a Daniel que Gabriel n?o era seu pai servir¨ªa para qu¨º? O melhor era n?o contar. Se n?o dissesse, pelo menos quando Daniel se cansasse d, a odiaria por raiva, ficaria irritado s¨® de v¨º e n?o a manteria mais ao seudo. ¡°Come logo, o camar?o vai ficar frio¡± disse Dan¨ªel uma voz grave e insistente. Seus olhos escuros a fixaram profundamente; embora n?o estivesse irritado, havia um frio cortante em seu olhar. Tornar¨Cse algu¨¦m para Sergio? teria uma raz?o para se aproximar de Sergio? Para estar mais perto de Sergio, realmente n?o se importava a identidade que precisaria de assumir para alcan?ar isso. Como ele poderia permitir que , flertasse ele? O que ele pensava que era, uma ponte entre eles conex?es fr¨¢geis ainda intactas? N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Isso seria poss¨ªvel? Olivia reprimiu a tristeza no fundo de seu cora??o eeu agosta vorazmente, precisava repor suas energias. Rapidamente, quase acabou os pratos na mesa. Colocando os talheres dedo, disse: ¡°Posso ir agora para a Vi Serenidade ver as crian?as?¡± 11:04 Capitulo 746 ¡°Voc¨º consegue ficar de p¨¦?¡± perguntou Daniel. Com apenas um olhar dele, o rosto de Olivia ficou quente, e o olhou repreensivamente: ¡°A culpa ¨¦ toda sua.¡± ¡°Voc¨º s¨® cresce em li??es, mas n?o em mem¨®ria. Voc¨º ousaria fazer isso novamente?¡± perguntou Daniel, puxando um guardanapo e limpando a boca tranquilidade. Sua voz baixa e magn¨¦tica impunha respeito. Olivia disse: ¡°De qualquer forma, tudo o que eu fa?o est¨¢ errado, e tudo o que voc¨º diz est¨¢ certo.¡± j¨¢ tinha desistido da resist¨ºncia. Resistir s¨® traria puni??es mais severas. Por que se iodar? ¡°Voc¨º n?o se vai lembrar da pr¨®xima vez,¡± disse Daniel, levantando¨Cse e caminhando at¨¦ atr¨¢s d. Sua grande e imponente figura envolveu instantaneamente Olivia, e o ar opressivo fez sua respira??o parar. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± perguntou nervosamente, e no segundo seguinte, seu pesco?o esfriou Olhando para baixo, viu o cr de tina em seu pesco?o. O pingente ainda tinha o formato familiar de uma nuvem, cercado por diamantes. Este cr foi o que Daniel tinha dado a anteriormente. Quando fugiu as crian?as, o deixou em um apartamento alugado e nunca pensou no que teria acontecido ele. Agora estava de volta ¨¤s m?os de Daniel, provavelmente ele o encontrou quando a localizou naquele apartamento, e aproveitou para pegar no cr tamb¨¦m. ¡°Por que voc¨º est¨¢ me dando isso de novo?¡± Olivia estava internamente resistente, pois sabia que havia um rastreador no cr. Cap铆tulo 747 Cap¨ªtulo 747 Isso significava que, onde quer que fosse, seria vigiada por Daniel. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¡°Para suprir a falta de ju¨ªzo que voc¨º tem.¡± Daniel colocou o cr n, voltou a sentar¨Cse em seu lugar, fixando¨Ca seu olhar profundo. Olivia: ¡°¡­¡­¡± O que havia de errado a sua cabe?a? Se queria vigi¨¢, que dissesse diretamente, porqu¨¦ mencionar qualquer falta de juizo? ¡°Voc¨º est¨¢ insinuando que eu sou est¨²pida?¡± Olivia o encarou irrita??o. Daniel permaneceu em sil¨ºncio, uma express?o ambigua. Em plena luz do dia, na entrada do Grupo Fontes, ainda foi sequestrada por Elisa. ¡°Naqu dia, contratou dois homens altos e fortes, me arrastaram para dentro do carro ¨¤ for?a, o que eu poderia fazer?¡± Olivia estava furiosa. sabia que Daniel se refer¨ªa ao incidente em que Elisa a sequestrou, quase permitindo que os nos mal¨¦volos se realizassem. nem considerou, sendo uma mulher,o poderia lutar contra dois homens t?o corpulentos? ¡°¨¦ por isso que voc¨º precisa deste cr.¡± Os olhos de Daniel estavam serenos, ele parecia estar completamente no controle da situa??o. Olivia ficou chocada, ele queria dizer que se estivesse em perigo, ele chegaria a tempo? Mas por qu¨º? Ele n?o a odiava? ¡°Lembre¨Cse, voc¨º ¨¦ minha, s¨® eu posso fazer o que quiser voc¨º. Se algu¨¦m ousar tocar em voc¨º, n?o ser¨¢ s¨® voc¨º que ter¨¢ problemas, mas tamb¨¦m essa pessoa.¡± A b face de Daniel estava firme, e ele fva autoridade. O brilho quee?ou a aparecer nos olhos de Olivia se apagou as suas pvras. Era apenas porque lhe pertencia, seu desejo de posse, que ele apareceria para salv¨¢ em momentos de perigo, nada mais. ¡°Vamos voltar, se demorarmos mais, fica na hora das crian?as irem dormir.¡± Olivia se levantou, ainda sentindo as pernas fracas, mas se esfor?ou para se manter firme ee?ou a caminhar para fora. ¡°Ah!¡± De repente, seu corpo foi levantado no ar. Olivia instintivamente agarrou seu pesco?o, o seu rosto bonito estava t?o perto que podia sentir o cheiro de medicamento misturado um toque de menta e tabaco. Esse era o cheiro que enchia seus pulm?es cada vez que eles lutavam ferozmente, e agora, apenas por sentir esse cheiro, a respira??o de Olivia parou por um momento, e seu cora??oe?ou a acelerar involuntariamente, Seu corpo estava realmente marcado p for?a dominadora dele, sua resposta a ele estava al¨¦m do controle de seu cora??o. Daniel, passosrgos, carregou Olivia at¨¦ o carro, colocou¨Ca dentro e sentou¨Cse no assento do motorista para dirigir. Olivia olhou p jan do carro, tentando ignorar a atmosfera gda e opressora dentro dele, vendo as luzes e o tr¨¢fego passando ao contr¨¢rio diante de seus olhos, Rapidamente, o carro parou no p¨¢tio da Vi Serenidade. Sem esperar por Daniel, Olivia rapidamente abriu a porta do carro e salu, para evitar mais um momento constrangedor ele a pegar n. Talvez a antecipa??o e a ansiedade de ver as crian?as tenham feito que seus passos acelerassem. ignorou a dor e fraqueza em suas coxas, e conseguiu se mover livremente desde que n?o pensasse demais sobre isso. Na s da Vi Serenidade, quatro crian?as cercavam F¨¢bio. Iria, suas m?ozinhas gorduchas, puxava a barra da camisa de F¨¢bio e bn?ava, prestes a chorar, enquanto manhosa dizia: ¡°Sr. F¨¢bio, por favor, nos leve at¨¦ a mam?e. Faz tanto tempo que n?o a vejo, estou tanta saudade¡­¡± ¡°Sr. F¨¢bio, voc¨º ¨¦ o melhor.¡± Joel segurava a m?o de F¨¢bio, olhando para cima sua pequena cabe?a, lisonjeando¨Co elogios exagerados. ¡°Vov?¡­¡± In¨ºs os seus grandes olhos, brilhava l¨¢grimas, chamando de maneira fr¨¢gil. ¡°Sr. F¨¢bio, se voc¨º nos levar para ver a mam?e, eu pe?o ao papai para aumentar seu sal¨¢rio.¡± Heitor, mesmo t?o jovem, j¨¢ sabia negociar. Os pequeninos andavam inquietos nos ¨²ltimos dias, todos os dias, depois da esc, eles procuravam p m?e. Daniel tamb¨¦m n?o voltava para casa, e F¨¢bio teve que lidar tudo sozinho. Ele olhou para as quatro criaturas ador¨¢veis e o seu cora??o quase derreteu. As crian?as rodeavam¨Cno, implorando para verem a m?e, e F¨¢bio se sentia tanto penalizado quanto impotente. ¡°Senhorzinho, senhoritas, quando o Sr. Daniel voltar, eu o aconselharei¡­¡± disse F¨¢bio. Conflitos entre os adultos, e quem sofre s?o as crian?as, coitadas. ¡°Meus amores, a mam?e chegou.¡± Olivia, ao ver a cena dentro da casa, encheu¨Cse de l¨¢grimas quentes e n?o conseguiu mais conter a saudade que sentia dos filhos. Cap铆tulo 748 Cap¨ªtulo 748 Logo que Olivia falou, olto pequenos olhos negros se voltaram para a porta. Ao verem Olivia, os seus olhos inocentes brilharam. A express?o que h¨¢ pouco estava triste e prestes a chorar, foi instantaneamente substituida p empolga??o. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± Os pequenosrgaram F¨¢bio e correram em dire??o a Olivia, bn?ando suas perninhas curtas e correndo a determina??o de um empres¨¢rio. Olivia agachou¨Cse e abriu os bra?os, pronta para acolher os seus pequenos amores. In¨¦s, na pressa, trope?ou o p¨¦ esquerdo no direito e caiu de bru?os no ch?o, deslizando um pouco para a frente no piso de m¨¢rmore liso. ¡°In¨ºs!¡± Olivia exmou o cora??o na m?o, sentindo uma dor imensa. ¡°Senhorita!¡± F¨¢bio tamb¨¦m chamou preocupado. Antes que os adultos pudessem reagir, In¨ºs se apoiou no ch?o as m?os e se levantou um movimento ¨¢gil, continuando a correr em dire??o a Olivia sem hesitar. Os outros tr¨ºs pequenos chegaram primeiro ao abra?o de Olivia, que j¨¢ estava as pernas fracas. Com a empolga??o das crian?as, quase caiu para tr¨¢s eles. Um par de bra?os fortes segurou sua parte de tr¨¢s, estabilizando¨Ca. conhecia o calor e a for?a daquele toque sem precisar de olhar ¨C era Daniel. O cora??o de Olivia, emocionado, acalmou¨Cse um pouco, e segurou firmemente os tr¨ºs pequeninos no colo. In¨ºs, que chegou um pouco atrasada, n?o encontrou espa?o e, meio confusa, hesitou, mas logo achou um espa?o para se aconchegar no abra?o de Olivia. Com uma m?o, Olivia abra?ava as duas crian?as, sem conseguir conter a saudade, beijou primeiro a bochecha rechonchuda de Iria, depois In¨ºs, seguido por Joel e Heitor! Erao beijar gtina. Suaves, macios e cheirinho de leite que lhe subia ¨¤ cabe?a! O cora??o adolescente de Olivia explodia de alegria. ¡°Mam?e, por que voc¨º n?o veio a casa durante tantos dias? Eu senti tanta falta que n?o Capitulo 748 consegui nemer.¡± Iria murmurou os l¨¢bios emburrados, expressando o seu descontentamento. ¡°Ai, meu amor, Iria ficou magrinha de fome. Desculpa, mam?e n?o devia ter ficado tanto tempo sem vos vir visitar. Estive ocupada trabalho, mas amanh? levo voc¨ºs para brincar a vov¨®, que tal?¡± Olivia sentia um caloroso afeto e carinho beliscou as bochechas redondas de Iria. ¡°Oba, oba, estou tanta saudade da vov¨®!¡± Iria dan?ava de felicidade. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¡°¨¦, eu tamb¨¦m estou saudade da vov¨®.¡± Joel concordou a cabe?a. ¡°Eu tamb¨¦m estou saudades.¡± Disse Heitor. ¡°Eu quero morar a vov¨®!¡± In¨ºs falou, l¨¢grimas brotando em seus olhos. Olivia sentiu um misto de tristeza e impot¨ºncia em seu cora??o. se levantou e olhou para Daniel procurando aprova??o. n?o tinha discutido Daniel sobre levar as crian?as para ver a av¨® no dia seguinte. Agora, tendo fdo isso para as crian?as de repente, temia que Daniel n?o concordasse. Daniel captou o olhar ansioso e incerto d e disse: ¡°O amanh? resolve¨Cse amanh?.¡± Z Com isso, ele olhou para F¨¢bio: ¡°J¨¢ jantaram?¡± ¡°As crian?as acabaram de jantar h¨¢ pouco, vou preparar uma refei??o para duas pessoas agora mesmo,¡± F¨¢bio respondeu imediatamente, mas antes que pudesse sair, ouviu a voz de Daniel. ¡°N?o precisa, leve¨Cos para tomar banho e descansar mais cedo.¡± Daniel instruiu. ¡°Sim, senhor.¡± F¨¢bio assentiu, chamando os empregados para levar as crian?as para o banho. Olivia, por um momento, encontrou¨Cse o olhar profundo e negro de Daniel e sentiu seu cora??o parar, rapidamente desviando o olhar: ¡°Iria, In¨ºs, deixem a mam?e ajudar voc¨ºs no banho.¡± apressou¨Cse em seguir os passos das crian?as em dire??o ao banheiro. Ficar Daniel era perigoso, s¨® o olhar dele j¨¢ era demais para . Cap铆tulo 749 Cap¨ªtulo 749 ¡°Mam?e, olha pra mim, tantas bolhas, ¨¦ t?o divertido.¡± Iria, as suas bochechas rechonchudas, estava coberta de bolhas feitas pelo sabe l¨ªquido. segurava as bolhas as suas m?ozinhas, fazendo biquinho e soprando¨Cas. ¡°Eu tamb¨¦m tenho muitas, mam?e, voc¨º me ajuda a soprar as bolhas?¡± In¨ºs mostrou um raro sorriso de felicidade sem preocupa??es. tamb¨¦m criou muitas bolhas sobre o seu corpo, segurando¨Cas nas suas pequenas m?os. As duas pequenas estavam sentadas em uma banheira, se banhando e brincando alegremente. Olivia mantinha um sorriso terno e amoroso nos l¨¢bios, sentindo¨Csepletamente rxada quando estava as crian?as. ¡°ro, mam?e vai soprar.¡± Olivia se inclinou para frente, fez um biquinho e soprou as bolhas das m?os de In¨ºs. As bolhas flutuaram at¨¦ ao rosto de Iria,o flocos de neve, derretendo ao tocar a sua pele delicada. ¡°Gigigigi, ¨¦ t?o divertido, mam?e, eu tamb¨¦m quero que voc¨º sopre para mim.¡± A risada de Iria soava como sinos de prata, e n?o se importava nem um pouco as bolhas que atingiam seu rosto, pelo contr¨¢rio, estava muito feliz. segurou um monte de bolhas nas suas m?os, esperando que Olivia soprasse. Olivia fez biquinho novamente e soprou as bolhas das m?os de Iria. A risada de Iria ficou ainda mais alegre, e In¨ºs tamb¨¦m se juntou ¨¤ divers?o. Na s, F¨¢bio, de p¨¦ aodo do sof¨¢, ouvia as risadas felizes das crian?as e sentia seu cora??o amolecer, exmando: ¡°Nos dias em que Sr.Daniel e Srta.Souza estiveram ausentes, as crian?as estavam desanimadas, mal tocavam naida. Assim que a Srta.Souza chegou, foio se s tivessem voltado ¨¤ vida, e toda a atmosfera da Vi Serenidade se animou. Para as crian?as, n?o h¨¢ nadao o carinho de uma m?e¡­¡® Ele mal terminou de fr quando sentiu um olhar intimidante vindo na sua dire??o. Instintivamente, ele se virou e encontrou os olhos escuroso breu de Daniel, que o encarava intensamente. F¨¢bio imediatamente endireitou as costas, nervoso, e tentou suavizar as suas pvras: ¡°ro, para as crian?as, o pai tamb¨¦m ¨¦ importante. Eles sentem falta do pai quando ele n?o est¨¢ e tamb¨¦m precisam da suapanhia¡­¡± Daniel retirou o seu olhar prante e olhou em dire??o ao banheiro. Ser¨¢ que o pai tamb¨¦m ¨¦ importante? 4.05 Capitulo 749 Content is ? by N?velDrama.Org. Nos dias em que ele esteve fora, n?o parecia que sentiram a sua falta. Ele chegou Olivia, mas os olhos deles s¨® tinham visto Olivia, nem uma vez o chamaram de pai. Afinal, era por causa do tempo que Olivia passou eles. Os quatro anos de aus¨ºncia dele eram algo que ele n?o podiapensar. E ningu¨¦m poderia substituir a posi??o de Olivia no cora??o das crian?as. Como m?e, realmente estava a fazer um bom trabalho. Embora tivesse fugido as crian?as antes, fazendo que Iria se magoasse, tamb¨¦m tinha procurado um hospital imediatamente para suturar o ferimento de Iria e trat¨¢. Contanto que as crian?as estivessem ao seudo, nunca poderia escapar! Depois do banho, Olivia brincou as crian?as. J¨¢ era tarde e as crian?as n?o queriam dormir, insistindo em brincar Olivia. s lutavam contra o sono e se recusavam a solt¨¢. ¡°Mam?e, hoje eu quero dormir voc¨º.¡± Iria segurou o bra?o de Olivia, esfregando seu rostinho nele, fndo de forma doce e suave. ¡°Eu tamb¨¦m quero dormir a mam?e.¡± In¨ºs abra?ou o outro bra?o d. ¡°Eu tamb¨¦m quero.¡± Joel disse, um pouco envergonhado. ¡°Eu tamb¨¦m.¡± Heitor falou, baixando a cabe?a. Sentindo falta do calor materno, Heitor temporariamente deixou dedo sua frieza. Eles realmente n?o tinham visto Olivia por alguns dias, e as crian?as sentiam muita falta e depend¨ºncia d. Olivia sentiu uma onda de calor em seu cora??o e disse: ¡°Voc¨ºs est?o todos grandes, n?o cabemos todos juntos.¡± ¡°A cama do papai ¨¦ grande, podemos dormir l¨¢ e caberemos.¡± Iria sugeriu. ¡°E o papai?¡± Olivia perguntou sorrindo. ¡°Todos juntos!¡± Joel disse surpreendentemente. Cap铆tulo 750 Cap¨ªtulo 750 ¡°Como assim?* Olivia recusou instintivamente, pois n?o tinha inten??es de dormir Daniel hoje. As imagens da noite anterior ainda giravam em sua cabe?a, Daniel era vigoroso, e n?o podia garantir que ele a deixaria em paz esta noite. Apenas distanciando¨Cse dele poderia assegurar sua seguran?a por enquanto. Depois ap¨®s terminar de fr, Daniel entrou no quarto, acabado de tomar banho na biblioteca, os cabelos molhados e ainda pingando, vestindo um pijama de seda cinza¨Cescuro. Alto e imponente, uma beleza estonteante em meio ao vapor d¡¯¨¢gua. O ar se agitava p invas?o de sua presen?a. O ritmo da respira??o de Olivia desacelerou instintivamente; ele tinha sempre aqu aura poderosa que, ao aparecer, dominava tudo facilidade. Seu olhar dirigiu¨Cse a . Olivia encontrou seus olhos negros emba?ados pelo vapor e,o se tivesseetido um ato vergonhoso, baixou a cabe?a instintivamente. Ele n?o tinha ouvido o que eles tinham dito antes, tinha? ¡°ro que pode, m?e. Olha s¨®, voc¨º dorme no meio, eu e In¨ºs dormimos destedo e voc¨º nos abra?a. Joel e Heitor dormem do seu outrodo, bem juntinhos a voc¨º, e papai pode dormir aos p¨¦s da cama,¡± Iria gesticva suas pequenas m?os, neando toda a disposi??o da cama. Assim que terminou, enfiou a cabe?a no colo de Olivia, temendo perder seu lugar. Olivia ficou chocada, olhou para o p¨¦ da cama e depois para Daniel. Seu rosto bonito estava impass¨ªvel. Com uma mistura de riso e desespero, Olivia rapidamente corrigiu Iria: ¡°Como assim? Essa ¨¦ a cama do seu pai,o ele poderia dormir aos p¨¦s d? Melhor a mam?e ir dormir voc¨ºs l¨¢ embaixo, embora a cama de voc¨ºs n?o seja t?o grande quanto esta, ainda d¨¢ para nos odarmos apertadinhos.¡± Assim que terminou de fr, Olivia levantou¨Cse para pegar Iria no colo. Os pequenos a tinham arrastado para brincar no quarto principal no segundo andar, e depois de brincarem ¨¤s escondidas, insistiram que contasse uma hist¨®ria. Caso contr¨¢rio, certamente n?o teria entrado no quarto de Daniel, muito menos subido para a sua cama. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Daniel fechou a porta do quarto e trancou¨Ca. Ao ver que ele tinha fechado a porta, o movimento de Olivia para sair da cama cessoU instantaneamente, e perguntou, curiosa: ¡°Por que voc¨º trancou a porta? Voc¨º vai dormir aos p¨¦s da cama?¡± O olhar profundo de Daniel se voltou para Olivia: ¡°Por que n?o posso?¡± Olivia: ¡°¡­¡­¡± Por que n?o? Essa pergunta a pegou de surpresa, Um homem de sua estatura se rebaixa a dormir nos p¨¦s da cama? A realidade provou que Olivia ainda n?o entendia Daniel muito bem; ¨¤ noite, quando foram dormir, aconteceu exatamenteo Iria tinha neado; dormiu no meio, uma crian?a de cadado, ambas se apertando contra . Daniel dormiu nos p¨¦s da cama; ele era multo alto, e o espa?o que restava na cama para as crian?as n?o era suficiente para ele esticar as pernas, ent?o dobrou os joelhos para ocupar menos espa?o. Olivia olhou para ele, preocupada, temendo que ele ficasse chateado por terem tomado sua cama. Mas, enquanto acalmava as crian?as, rapidamente esqueceu essa preocupa??o; os pequenos ao seudo e o cheiro de leite que exvam, rxou porpleto e logo adormeceu. No meio da noite, a lua cheia pendurada no c¨¦un?ava uma luz suave atrav¨¦s da jan, luminando o quarto e revndo as posi??es desordenadas das pessoas na cama. Daniel se levantou e moveu as quatro crian?as para o p¨¦ da cama, deitou¨Cse aodo de Olivia a puxou para o seu abra?o. Sentindo algu¨¦m mexendo n em seu sono, Olivia abriu os olhos e sentiu a forte presen?a do omem ao seudo, inndo o aroma de sandalo que emanava dele.

Olivia foi acordada pelo som do telefone. abriu os olhos e viu que odo da cama estava vazio; Daniel j¨¢ se tinha levantado. Esfregou os olhos e sentou¨Cse, sentindo uma dor na cinturao se estivesse prestes a se desmontar. Olivia rangeu os dentes em frustra??o, Daniel n?o tinha nenhum senso de modera??o. Sempre a deixava nesse estado deplor¨¢vel. pegou no telefone e atendeu: ¡°Al?.¡± ¡°Olivia, no meu escrit¨®rio h¨¢ somente uma secret¨¢ria, e ¨¦ voc¨º. Mesmo que voc¨º esteja atrasada, n?o deveria ser por tanto tempo. Eu ainda n?o sei quem vai cuidar do meu trabalho hoje.¡± Do outrodo da linha, a voz de Vicente tinha um tom brincalh?o, mas ainda assim era a de um chefe. Olivia se surpreendeu, olhando para as horas no telefone. C¨¦us, j¨¢ s?o onze horas! J¨¢ estava quase na hora de sair do trabalho, e ainda n?o tinha se levantado! N?o era de se admirar que Vicente estivesse apressando, estava atrasando sem aviso, e n?o era a primeira vez. Olivia se apressou em se desculpar: ¡°Desculpe, Sr. Fontes, houve um contratempo, estou a 10:03 Capitulo 838 caminho.¡± ¡°Desta vez n?o vou descontar do seu sal¨¢rio, mas n?o se atrase novamente.¡± Vicente disse. Olivia estava prestes a concordar quando se lembrou que se n?o fosse por Vicente ser t?o ¡®cordilheiro¡®, remando para Daniel, teria voltado para a Comunidade Lej¨¢ Sergio. No final das contas, Vicente tamb¨¦m tinha a sua parc de culpa no atraso, Um chefe t?o ¡®cordilheiro¡® merecia ser corrigido. ¡°Sr. Fontes, o meu atraso tamb¨¦m ¨¦ por sua causa, n?o esque?a o que voc¨º contou para Daniel ontem. Se voc¨º continuar essa boca grande, posso me atrasar de novo.¡± Olivia falou firmeza. Vicente ficou surpreso por um momento e depois riu, e brincou: ¡°Ent?o hoje seu atraso ¨¦ justific¨¢vel, n?o vou cobrar. Da pr¨®xima vez, pode se atrasar quanto quiser, sem pressa.¡± ¡°Sr. Fontes, al?¡­¡± Olivia ficou confusa, pronta para fr algo mais, mas do outrodo j¨¢ haviam desligado. Olivia suspirou de frustra??o e mandou o telefone para odo, levantando¨Cse cuidado. N?vel(D)rama.Org''s content. Sergio foi para o est¨²dio hoje, organizou o trabalho e se preparou para ir ao Grupo Griera. Mal saiu p porta do est¨²dio, encontrou Nat¨¢lia que vinha ao seu encontro. ¡°Sergio, para onde voc¨º est¨¢ indo?¡± Nat¨¢lia parou e¨Cvirou¨Cse para ele, perguntou. Cap铆tulo 839 Cap¨ªtulo 839 ¡°Vou at¨¦ o Grupo Griera e discutao lidar esse acidente.¡± Sergio deixou essas pvras para tr¨¢s, entrou no carro e partiu. Nat¨¢lia hesitou por um momento, sentindo¨Cse preocupada, e decidiu seguir atr¨¢s dele de carro. Sergio chegou primeiro ao Grupo Griera, mas n?o procurou Daniel; em vez disso, dirigiu¨Cse ao departamento de r??es p¨²blicas da empresa. Normalmente, era o departamento de r??es p¨²blicas que lidava esses acidentes. Sergio explicou ao chefe do departamento o motivo de sua visita: ¡°Os telefones produzidos pelo Grupo Griera causaram um problema que resultou na morte de dois trabalhadores. Voc¨ºs precisam emitir um comunicado de imprensa imediatamente, admitindo a falha epensando as fam¨ªlias dos trabalhadores 10 bilh?es.¡± O chefe do departamento de r??es p¨²blicas estava numa posi??o delicada, pois divulgar a not¨ªcia significaria admitir que o problema estava na qualidade do produto do Grupo Griera, assumindo toda a responsabilidade. Isso traria enormes repercuss?es negativas para o Grupo Griera, danificando sua reputa??o e ¨C causando uma queda nas a??es. N?o era apenas uma quest?o de vinte bilh?es, mas sim da reputa??o do Grupo Grierao um todo. Ele n?o podia tomar essa decis?o sozinho. Enquanto ele estava em apuros, Daniel chegou, e o ar no escrit¨®rio imediatamente se encheu de uma tens?o de invas?o, uma corrente de inquieta??o. Quando Sergio viu Daniel, sua express?o imediatamente se tornou tensa, e ele disse s¨¦rio: ¡°Daniel, voc¨º n?o vai permitir que o Grupo Griera divulgue a not¨ªcia e admita o erro do Grupo?¡± Daniel olhou para Sergio um olhar profundo e incisivo, emanando uma aura poderosa: ¡°¨¦ assim que voc¨º neja resolver isso?¡± Os olhares se encontraram firmeza, e Sergio sentiu o cora??o afundar. Nesse momento, Nat¨¢lia entrou apressada no escrit¨®rio e, ao ver Sergio e Daniel frente a frente, perguntou ansiosa: ¡°O que est¨¢ acontecendo? H¨¢ algum problema t?o grave entre voc¨ºs, tio e sobrinho, que mere?a essa hostilidade?¡± Ao ver Nat¨¢lia, Sergio apertou as m?os que estavam aodo do corpo, rangendo os dentes, e seus olhos ambar ficaram um tom vermelho. ¡°¨¦ verdade, fui eu quem mandou colocar o f¨®sforo branco nos telefones, e a explos?o foi por minha causa! Eu vim aqui hoje para resolver o problema! A pouco foi apenas um teste para vero voc¨º lidaria isso,¡± disse Sergio, rangendo os dentes. ¡°O qu¨º?¡± Nat¨¢lia exmou, chocada. Capitulo $29 ¡°Tudoe?ou por minha causa, eo n?o tenho mais nada a perder, vamos acabar tudo isso!¡± Disse Sergio e, antes que algu¨¦m pudesse reagir, de repente correu para a jan e sentou¨Cse no parapeito. Esse movimento perigoso apertou o cora??o de Nat¨¢lia, que correu at¨¦ ele na tentativa de agarr¨¢¨Clo de volta, Daniel se moveu rapidamente, tentando agarrar a sua roupa, mas ele s¨® conseguiu agarrar una canto do crinho, que era muito escorregadio, e a gravidade da queda era grande demais. N?o conseguindo segur¨¢¨Clo, Sergio caiu p jan. Os olhos escuros de Daniel se arregram, e ele ficou paralisado, o corpo tenso. ¡°Sergio!¡± Nat¨¢lia gritou todas as for?as, solu?ando em pranos. Olivia e Vicente foram ao Grupo Griera procurar por Daniel, prontos para perguntar sobre o resultado da investiga??o do acidente, quando se depararam uma grupo de jornalistas que, por coincid¨ºncia, chegavam para cobrir a not¨ªcia do acidente. Eles caminhavam em dire??o ao Grupo Griera. De repente, algo caiu do alto do pr¨¦dio, atingindo o ch?o um ¡°plof¡® ensurdecedor. O sangue jorrou instantaneamente, espalhando¨Cse por todos osdos. ¡°Ah!¡± A jornalista que caminhava ¨¤ frente viu a cena e gritou em p¨¢nico, recuando apressadamente. Atrav¨¦s da multid?o que recuava, Olivia viu a pessoa quetinha ca¨ªdo no ch?o, um homem cabelos castanhos curtos que refletiam reflexos dourados ao sol mes o sangue logoe?ou a fluir de seus cabelos castanhos, espalhando¨Cse pelo concreto. Era uma figura, aqueles cabelos, uma familiaridade profunda na sua alma. ficou paralisada ro local, incr¨¦d e chocada a cena a sua frente. At¨¦ que todos se afastaram, seu cora??o despencou, e correu para a frente, trope?ando. Antes mesmo de se aproximar, suas pernas cederam, e se ajoelhou no ch?o, avistando a pessoa ca¨ªda diante d, im¨®vel. respirava tremores, sent¨ªa o cora??o sufocado, um frio t¨®mava conta de seu ser. petrificada, a face p¨¢lida, uma dor imensa parecia arrancar¨Clhe o cora??o. Capitulo 845N?velDrama.Org is the owner. Cap铆tulo 840 Cap¨ªtulo 840 Observando o sangue se espalhar ao redor de Sergio, tingindo o ch?o de vermelho. A mente de Olivia sentia um zumbid, o corpo tremia, a respira??o era entrecortada, sufocante e tr¨¦m. levantou as m?os, tremendo, tentando tocar em Sergio. Mal estendeu as m?os, s congram no ar. n?o se atrev¨ªa a tocar nele, temendo que, ao menor toque, ele se despeda?asse. L¨¢grimas embaciavam a vis?o, enquanto o som agudo dos jornalistas ecoava, mas Olivia parecia n?o ouvir nada. Tudo parecia um filme mudo diante d, um v¨¢cuo de desespero e tristeza. ¡°Ligar para a emerg¨ºncia, isso, para a emerg¨ºncia¡­¡± O nervosismo e a dor de Olivia deram um salto, e tirou o telefone do bolso, tremendo. Com dedos tr¨¦mulos, apertou os bot?es da t, discando o n¨²mero de emerg¨ºncia dificuldade, solu?ando: ¡°Venham r¨¢pido, algu¨¦m caiu do pr¨¦dio¡­¡± ¡°Sergio, voc¨º n?o se pode magoar, por favor, n?o pode, a ambulancia j¨¢ est¨¢ a caminho.¡± As m?os de Olivia, segurando o telefone, tremiam. Os jornalistas que tinham gritado antes agora tamb¨¦me?aram a reagir, temendo, eles vieram suas cameras para filmar Sergio. Todos queriam ter a manchete do dia. Olivia sentiu um sh diante de seus olhos, t?o forte que a fez piscar. Levantando os olhos embaciados, viu a camera fria filmando Sergio num estado terr¨ªvel Seu cora??o foi cruelmente apertado,o se perfurado por uma lamina afiada. se levantou cambaleante e empurrou violentamente as cameras dos jornalistas. ¡°N?o filmem, parem de filmar!¡± ¡°Sa¨ªam, n?o filmem, por favor, parem!¡± Sergio sempre foi um rapaz cheio de vida, limpo e respeit¨¢vel, a imagem de um jovem cavalheiro. Ele certamente n?o gostaria que sua figura desfigurada fosse filmada e exibida para o entretenimento p¨²blico. Olivia empurrava os jornalistas, afastando¨Cos todas as for?as que lhe restavam, suportando a dor aguda e os batimentos card¨ªacos quase dcerantes, expulsando os rep¨®rteres que se aproximavam. Correu alguns passos, suas pernas j¨¢ estavam fracas e quase n?o conseguia se manter de p¨¦. Vicente tamb¨¦m n?o esperava que o acidente fosse Sergio, ele ficou chocado, paralisado N?velDrama.Org is the owner. Capitulo 840 por um momento. Ao ver Olivia a expulsar os jornalistas, ele correu para ajud¨¢, mantendo¨Cos longe de Sergio. ¡°Sergio, meu filho!¡± Nat¨¢lia estava debru?ada na jan do 18o andar, express?o de ang¨²stia, olhando para baixo, cora??o despeda?ado e sem vontade de viver. Sergio estava fndo aqui h¨¢ apenas um momento atr¨¢s, e agora ele estava deitado no ch?o de cimento frio. Nat¨¢lia n?o conseguia aceitar a realidade, suas pernas falharam, e perdeu a for?a. chorava, vendo muitos jornalistas l¨¢ embaixo. Daniel estava em choque, os olhos negros se estreitaram, e ele virou¨Cse para sair. Nat¨¢lia virou¨Cse e viu Daniel indo embora, se arrastou at¨¦ ele, pegando em sua cal?a. Daniel parou, olhando¨Ca olhos intensos. Nat¨¢lia estava sufocada, implorando: ¡°Daniel, eu te imploro, n?o diga na frente dos jornalistas que o acidente foi rcionado a Sergio. Ele j¨¢ est¨¢ assim, n?o ¨¦ puni??o suficiente pelo acidente? Por favor, deixe¨Co manter algum respeito¡­¡± Daniel apertou a mand¨ªb, os m¨²sculos do rosto tensionados, ele tentou se desvencilhar, mas Nat¨¢lia segurou firme em sua cal?a. ¡°Pe?o que me prometa, o S¨¦rgio era quem mais te ouvia quando era crian?a, voc¨º aguenta deix¨¢¨Clo ser arruinado?¡± Nat¨¢lia engasgou, incapaz de respirar devido ¨¤ dor. Cap铆tulo 841 Cap¨ªtulo 841 ¡°Eu prometo a voc¨º!¡± Daniel Griera disse uma express?o s¨¦r¨ªa, sua voz cheia de determina??o. Foi ent?o que Nat¨¢lia finalmente o soltou. L¨¢ embaixo, havia sempre jornalistas ansiosos para se aproximar e tirar fotos de Sergio Griera. Olivia Souza, sustentada p sua for?a de vontade, observava os movimentos dos rep¨®rteres. Um deles de repente se adiantou, e Olivia deu um passo para bloque¨¢¨Clo. Assim que deu um passo, percebeu que estava t?o pesada quanto uma pedra de mil quilos, incapaz de sustentar o seu corpo, que do¨ªa a ponto de convulsionar. Ao dar o passo, seu corpo caiu para frente. Um bra?o forte apareceu ¨¤ sua volta, puxando¨Ca for?a contra um peito s¨®lido, a presen?a masculina do homem cheia de uma sensa??o de for?a. Olivia se virou, e atrav¨¦s de suas l¨¢grimas emba?adas, viu o rosto tenso de Daniel. No segundo em que o viu, as l¨¢grimas inundaram seus olhos e ca¨ªram livremente, sua dor no cora??o era sufocante, e cada respira??o erao uma facada de dor. Daniel, vendo suas l¨¢grimas transbordarem, sentiu seu cora??o apertado, uma dor aguda atravessando seu peito. Ele segurou¨Ca firmemente em seus bra?os e olhou para onde Sergio estava. Seus olhos se tornaram vermelhos em um instante e ele ordenou aos seguran?as: ¡°Expulsem os jornalistas, protejam a cena.¡± Os seguran?as agiram rapidamente, empurrando os rep¨®rteres que queriam a manchete para odo. As cameras que j¨¢ tinham tirado fotos tamb¨¦m foram confiscadas pelos seguran?as, e o conte¨²do interno foi apagado. ¡°Ningu¨¦m est¨¢ autorizado a publicar not¨ªcias sobre o evento de hoje. Quem desobedecer, arcar¨¢ as consequ¨ºncias!¡± os seguran?as avisaram aos jornalistas. Os rep¨®rteres, considerando o poder do Grupo Griera, naturalmente n?o se atreveriam a agir imprudentemente. N?velDrama.Org (C) content. Olivia agarrou a camisa de Daniel, suportando a dor interior, suas m?os tremiam incontrvelmente, e as l¨¢grimas ca¨ªam sem restri??o. Daniel apoiou as suas costas sua grande m?o e a abra?ou, a sua voz soava rouca: ¡°N?o vai acontecer nada¡­¡± Foi quando a ambulancia chegou, e os m¨¦dicos e enfermeiros rapidamente se aproximaram para verificar a condi??o de Sergio. O m¨¦dico checou o pulso de Sergio e examinou seu cora??o, e pesar no local disse: ¡°Ele n?o tem mais sinais vitais, vamos ter que ver os procedimentos p¨®s¨Cmorte.¡± 10.03 Cap¨ªtulo 841 Daniel ficou tenso, fechando os olhos em agonia. Olivia, que estava em seus bra?os, ficou r¨ªgida, um frio subindo p espinha dorsal. bn?ou a cabe?a, levantou¨Cse rapidamente dos bra?os de Daniel e cambaleou at¨¦ ao m¨¦dico, agarrando a sua manga e implorando entre l¨¢grimas: ¡°Voc¨º tem de salv¨¢¨Clo, voc¨º ainda n?o tentou salv¨¢¨Clo,o pode dizer que ele est¨¢ morto? Eu imploro, salve¨Co!¡± O m¨¦dico, impotente, maspreendendo a dor dos familiares, disse: ¡°Lamento p sua perda.¡± ¡°Ah, n?o, meu Sergio, voc¨º n?o pode morrer,o pode deixar a sua m?e!¡± Nat¨¢lia, apoiada por trabalhadores enquanto descia as escadas, chegou logo ap¨®s ouvir o m¨¦dico oferecer as suas condol¨ºncias. Sua emo??o desmoronou naquele instante, e caiu aodo de Sergio, agarrando no seu corpo sem vida, gritando em dor,mentando profundamente. A dor imensa atingiu o cora??o de Olivia, sua cabe?a ficou dormente, a cor drenou de seu rosto, e desmaiou. Daniel a pegou, segurando¨Ca em seus bra?os, seus olhos vermelhos cheios de uma dor profunda. O m¨¦dico e as enfermeiras levaram o corpo de Sergio, e Nat¨¢lia, que tamb¨¦m n?o p?de resistir ao choque, desmaiou e foi levada para o hospital. Daniel ordenou que Bruno seguisse a ambulancia para garantir a seguran?a de Nat¨¢lia. Os trabalhadores tamb¨¦me?aram rapidamente a limpar a cena. ¨¤ noite, Olivia estava deitada na cama e de repente abriu os olhos. Quando a sua consci¨ºncia voltou, a dor intensa no seu cora??o tamb¨¦m ressurgiu, seu peito ficou apertado, e o seu corpo encolheu. Cap铆tulo 842 Cap¨ªtulo 842 Mordendo os dedos, as l¨¢grimas escorreram silenciosamente. ¡°Voc¨º acordou.¡± Na escurid?o da noite, a voz profunda de Daniel soou, trazendo consigo um ar de mncolia. Olivia estremeceu, fechou os olhos e tentou conter as l¨¢grimas, mas a sensa??o ¨¢cida na garganta era incontrol¨¢vel. ¡°Por que ele caiu do pr¨¦dio?¡± Sua voz tremia ao perguntar a Daniel. O tempo parou, e um frio sil¨ºncio preencheu o ar. Quando Olivia pensou que n?o receberia uma resposta, a voz de Daniel soou: ¡°Ningu¨¦m esperava, ele pulou sozinho¡­¡± Ningu¨¦m esperava que ele fizesse isso, ent?o ningu¨¦m estava preparado para impedi¨Clo. Ele pulou sozinho? Por qu¨º? O cora??o de Olivia doeu intensamente, e seu corpo se encolheu ainda mais. Daniel sentou¨Cse aodo da cama, olhando para , que estava de costas para ele, encolhida em um canto, sem responder. Mas ¨¤ luz do luar, ele viu o brilho das l¨¢grimas em seus olhos. estava sofrendo muito, ele sabia disso, porque nunca tinha esquecido Sergio, e a morte dele causou uma tristeza imensa. O rosto bonito de Daniel estava tenso, e ele permaneceu em sil¨ºncio. Ap¨®s um longo sil¨ºncio, Olivia engoliu em seco e perguntou preocupa??o: ¡°E ele,o est¨¢ agora?¡± ¡°No necrot¨¦rio do hospital, passando por prepara??o para o funeral¡± A voz sombria de Daniel respondeu ¨¤ sua pergunta. O cora??o de Olivia se apertou novamente, e quase mordeu a pele do dedo indicador. ¡°Levante¨Cse ea algo, voc¨º dormiu seis horas.¡± Daniel disse, acendendo a luz. A luz branca e suave iluminou instantaneamente todo o espa?o, fazendo Olivia fechar os olhos p intensidade. Antes mesmo de se acostumar a luz, o bra?o de Daniel deslizou ao redor de sua cintura e a levantou da cama. Seu corpo estava mole, fraco, e Daniel a pegou no colo, ajudando¨Ca a se sentar na cabeceira da cama. Um tabuleiro j¨¢ estava na mesa de cabeceira, contendo uma tig de canja de arroz branco e outra de sopa de fungo branco ¨C ambos alimentos leves. Daniel afastou o cabelo ca¨ªdo na sua testa seus dedos longos, revndo o seu rosto p¨¢lido e l¨¢bios descoloridos. Capitulo 842 Seus olhos escuros tremram levemente enquanto pegava a canja, servindo uma colherada e a levando at¨¦ a boca d. Olivia virou a cabe?a, recusando¨Cse aer. n?o tinha apetite, n?o podiaer; toda a sua mente e pdar imersos na tristeza devastadora, sem nenhuma vontade deer. N?vel(D)rama.Org''s content. A colher que Daniel estendia parou no ar, e sua express?o escureceu: ¡°Coma!¡± Olivia sentiu uma dor no cora??o, virou a cabe?a, sem olhar para ele, e disse sem muita for?a: ¡°Eu n?o queroer.¡± ¡°Voc¨º n?o est¨¢ sozinha, tem quatro filhos, voc¨º tem certeza de que quer ser teimosa?¡± A voz rouca de Daniel ressoou, seu rosto estava tenso. Luzes de l¨¢grimas piscaram nos olhos abatidos de Olivia. apoiou¨Cse na cama, esfor?ando¨Cse para se sentar um pouco mais reta e ent?o virou¨Cse para Daniel: ¡°As crian?as, j¨¢ est?o a dormir?¡± era m?e de quatro filhos; as crian?as precisavam d. Se desmoronasse, as crian?as ficariam tristes e desamparadas. N?o era tudo o que tinha feito at¨¦ agora para poder estar os filhos? Ouvindo¨Ca perguntar sobre as crian?as, a express?o sombria de Daniel finalmente se suavizou um pouco. Pelo menos, ainda tinha preocupa??es, pensando nas crian?as. ¡°Eles j¨¢ est?o dormindo, estavam fazendo birra para ficar voc¨º, mas eu os mandei para a cama.¡± Daniel disse. Cap铆tulo 843 Cap¨ªtulo 843 Ele voltou a levar a colher aos l¨¢bios d, cheia uma por??o generosa de mingau, tocando sua boca, doce e ¨²mida, imediatamente umedecendo seus l¨¢bios secos. Olivia enrijeceu o corpo por um instante, abriu a boca e aceitou o mingau que ele oferecia. Daniel preparou¨Cse para servir a segunda colherada, mas Olivia rapidamente estendeu a m?o para pegar a tig de mingau das m?os dele: ¡°Deixa que eu fa?o isso.¡± Daniel n?o se op?s e entregou¨Clhe a tig. N?vel(D)rama.Org''s content. Oliviae?ou aer devagar, dificuldade para engolir, tossindo levernente, atraindo o olhar profundo de Daniel. Com determina??o, conseguiu contrr a vontade de tossir o mingau para fora e dificuldade, engoliu. O funeral de S¨¦rgio foi realizado dois dias depois, no cemit¨¦rio de alto padr?o da fam¨ªlia Griera. O velho Sr. Griera permitiu que os quatro filhos de Ol¨ªvia fossem ao funeral de S¨¦rgio, mas n?o permitiu que fosse. desejava despedir¨Cse dele p ¨²ltima vez, mas, infelizmente, n?o tinha esse permiss?o¡­ s¨® pode ficar ¨¤ distancia, observando um grupo de pessoas vestidas de preto realizando o ritual f¨²nebre diante do t¨²mulo de S¨¦rgio, enquanto n?o podia fazer nada. O vento ¨²mido e quente do ver?o passava por seus olhos e levava as l¨¢grimas ardentes que deslizavam pelo rosto, caindo at¨¦ o queixo. Diante da l¨¢pide de S¨¦rgio, o velho Sr. Griera olhava para a foto jovem e radiante de S¨¦rgio, uma express?o de luto e um rosto marcado pelo tempo, cabelos muito mais brancos,o se tivesse envelhecido dez anos num instante. Recentemente, ele tinha perdido a av¨® Griera e ainda n?o havia se recuperado dessa dor, quando perdeu o bio. Os golpes sucessivos eram demais para o velho Sr. Griera suportar na sua idade avan?ada. Ele levantou a m?o, enxugando as l¨¢grimas, as costas curvadas, mal conseguindo manter¨Cse de p¨¦. Nat¨¢lia estava ajoelhada diante da l¨¢pide de S¨¦rgio, abra?ando¨Ca e chorando copiosamente,o se o c¨¦u tivesse desabado. Kenzo Griera, pai de S¨¦rgio, olhava uma express?o de tristeza, sofrendo p perda do filho, impotente. O av? de S¨¦rgio enxugava as l¨¢grimas, profundamente entristecido. Os quatro filhos, vestidos roupas de luto, ficaram diante do t¨²mulo de S¨¦rgio, os seus olhos inocentes e infantis fixos na foto familiar na l¨¢pide. A voz infantil de Iria perguntou: ¡°Papai, o que aconteceu esse tio? Por que cram a foto dele na pedra? Eu me lembro dele, ele era amigo da mam?e.¡± Quando Olivia fugiu os filhos de volta para Aldeia Souza, eles encontraram S¨¦rgio na casa de Aldeia Souza. As crian?as tamb¨¦m viram Sergio naqu ¨¦poca, quando sua av¨® os levou para o quarto e pediu para Olivia conversar ele em particr. Iria tinha uma boa mem¨®ria e, por isso, ainda se lembrava. Ao ouvir as pvras de Iria, o corpo envelhecido do velho Sr. Griera estremeceu, bn?ando. S¨¦rgio conhecia Olivia¡­ Antes, ele era t?o radiante, otimista, bonito e cheio de vida. Desde que se apaixonou por Olivia, e depois de se separaram, ele foi consumido p mncolia, perdendo o brilho juvenil de seus olhos. Por quantos anos ele amou Ol¨ªvia, por tantos anos ele se entristeceu¡­ O velho Sr. Griera sentia uma dor profunda ao pensar em S¨¦rgio. Danieln?ou um olhar discreto para o velho Sr. Griera, percebendo a sua ang¨²stia. Ele apertou gentilmente a m?o de Iria e disse uma voz grave: ¡°Ele era seu irm?o e foi para um lugar muito distante, n?o voltar¨¢.¡± Com uma express?o s¨¦ria, Daniel viu que Iria, embora pequena e ainda sem entenderpletamente, captou que o seu pai estava triste. piscou os seus grandes olhos brilhantes e n?o diss? mais nada. Muitas pessoaspareceram ao funeral naquele dia, express?es de rememora??o e tristeza, num ambiente sombrio. O c¨¦u estava coberto de nuvens escuras, uma massa opressiva que dificultava a respira??o. A sensa??o de abafamento s¨® piorava o desconforto das pessoas. Ol¨ªvia ficou dodo de fora do cemit¨¦rio, observando de longe o fim da cerim?nia. De repente, o olhar de Daniel desviou¨Cse na sua dire??o, e no exato segundo em que seus olhares se encontraram, o cora??o d deu um salto. Cap铆tulo 844 Cap¨ªtulo 844 Olivia rapidamente desviou o olhar, n?o mais observando o cemit¨¦rio, e a m?o enxugou as l¨¢grimas do rosto, baixando a cabe?a e se afastando. N?vel(D)rama.Org''s content. O velho Sr. Griera n?o permitiu que participasse do funeral de Sergio, e n?o insistiu. nem fez rido, apenas seguiu silenciosamente, ficando dodo de fora do cemit¨¦rio, observando a cerim?nia f¨²nebre em sil¨ºncio, somente para panhar Sergio no seu ¨²ltimo trajeto. Agora que o funeral tinha terminado, n?o havia mais raz?o para permanecer ali. O lugar onde Olivia estava situava¨Cse junto ao port?o oeste do cemit¨¦rio, e ap¨®s caminhar alguns passos ¨¤ frente, chegou a outra entrada. caminhava desanimada, quando seu olhar se desviou e, no pr¨®ximo port?o, avistou uma figura familiar. Era uma mulher, de corpo esbelto, vestindo um vestido preto de decote baixo, cabelos presos em um rabo¨Cde¨Ccavalo, uma maquiagem leve, parada na entrada do cemit¨¦rio, concentrada em observar o funeral l¨¢ dentro. Provavelmente sentindo a aproxima??o de algu¨¦m, a mulher virou¨Cse e seus olhares se encontraram. No instante em que seus olhos encontraram os de Olivia, ficou paralisada, observando¨Ca em sil¨ºncio. Vania Souza tamb¨¦m a encarava, seus olhos que naturalmente transmitiam uma energia intimidadora agora se tornavam ainda mais frios e incisivos. ¡°Ah, ent?o voc¨º n?o conseguiu se agarrar a Daniel, o grande tronco da ¨¢rvore? Como ¨¦ que, no funeral da fam¨ªlia Griera, voc¨º nem consegue participar? At¨¦ eu, que sou uma estranha, tenho mais direito que voc¨º!¡± Vania a observou por um tempo e, de repente, soltou uma risada fria e sarc¨¢stica. Olivia franziu ligeiramente as sobrancelhas, sem vontade de discutir tais assuntos, ee?ou a caminhar para se afastar. Van¨ªa deu um passo r¨¢pido ¨¤ frente, bloqueando o seu caminho, os dentes cerrados e um olhar feroz e raivoso. ¡°Olivia, pare de se fazer de superior, de fingir estar triste! Sergio morreu por sua causa! Se ele n?o te amasse, se te ¨¦squecesse, se estivesseigo,o poderia ter morrido? Foi voc¨º quem o matou!¡± Van¨ªa, emocionada, agarrou nos ombros de Olivia, sacudindo¨Ca fricamente. O estado de esp¨ªrito de Olivia j¨¢ estava no fundo do po?o, e ouvir os gritos de Vania erao uma explos?o em sua cabe?a, uma dorncinante. As pvras de Vania eramo uma faca afiada, perfurando seu cora??o uma dor insuport¨¢vel. As l¨¢grimas que tinha conseguido reprimir jorraram for?a. 10.04 CANINUD SEE Sergio morreu diante de seus olhos, e testemunhou o qu?o terr¨ªvel foi sua morte, qu?o tragica. Agora, Vania dizia que a culpa p morte de Sergio era d, e a dor era t?o intensa que parecia quebrar sua alma. Depois de desabafar, Vania a empurrou bruscamente, o peito subindo e descendo sua respira??o pesada, encarando Olivia raiva, frustra??o e desespero: ¡°¨¦ verdade, h¨¢ cinco anos, eu o tirei de voc¨º, dormimos juntos, mas n?o tivemos filhos, enquanto voc¨º, voc¨º dormiu o irm?o mais novo dele e teve quatro crian?as! Em termos de trai??o, voc¨º ¨¦ pior do que ele! Voc¨º o feriu mais profundamente!¡± ¡°Se voc¨º sabia que n?o ficaria ele, porque deu esperan?as a ele? Por que deu a ele esperan?a, por que o fez se apegar a voc¨º?¡± Vania estava histerica. Embora tivesse tido apenas uma noite Sergio, ele era o homem por quem tinha se apaixonado ¨¤ primeira vista, e os seus sentimentos por ele eram mais profundos do que por qualquer outro homem em sua vida. N?o importava quem estivesse, no canto mais profundo de seu cora??o, sempre estaria Sergio. o amava! Mesmo quando ele dirigiu o carro em chamas, querendo morrer , n?o o culpou. s¨® sentia pena dele, amando¨Co e n?o podendo t¨º¨Clo, mas obcecada por ele. manteve distancia de Sergio nesses ¨²ltimos tempos, e quando ouviu not¨ªcias dele novamente, foi para saber que eletinha morrido. Ao saber da morte de Sergio, o mundo de Vania desmoronou. soube do funeral de Sergio e fez quest?o de vestir preto para participar. Cap铆tulo 845 Cap¨ªtulo 845 Mas foi a¨ª que encontrou Olivia. Ao v¨º, toda a raiva, todo o ¨®dio e a dor profundamente guardados no cora??o de Vania foram despertados. Sergio era um homem t?o radiante e atraente, e no entanto, morreu de uma maneira t?o tr¨¢gica por causa de Olivia! Olivia cambaleou at¨¦ o meio da rua, segurando o peito sufocado, solu?ando sem conseguir fr uma pvra para refutar Vania. Daniel disse que Sergio se tinha suicidado, saltou do pr¨¦dio quando ningu¨¦m estava olhando. n?o sabia por que Sergio teria feito algo assim, e as pvras de Vania agora a faziam sentir¨Cse culpada. Ser¨¢ que a morte s¨²bita de Sergio realmente tinha algo a ver ? Ainda h¨¢ alguns dias, quando ele a levou para a Universidade de Capital, ele estava t?o otimista e alegre. tamb¨¦m tinha fdo ele, pediu que deixasse o passado para tr¨¢s ee?asse uma nova vida. Por qu¨º? Por que ele escolheu um caminho sem volta? ¡°Olivia, me responda! N?o me venha sil¨ºncio!¡± Vania, ofegante e furiosa, apontava para Olivia com uma agressividade feroz. Olivia mordia os dentes for?a, chorando a respira??o tr¨ºm, engasgando¨Cse sem conseguir dizer uma pvra. Quando Vania estava prestes a avan?ar, um Volkswagen vermelho apareceu, e , impedida pelo tr¨¢fego, recuou para odo da estrada. Com um ¡°screech¡°, o carro parou aodo de Olivia. Jimena Santos abriu a porta do ve¨ªculo e rapidamente se aproximou, envolvendo o corpo fr¨¢gil de Olivia em seus bra?os. ? 2024 N?v/el/Dram/a.Org. Quando a abra?ou, Jimena sentiu profundamente o corpo todo de Olivia tremendo, fazendo¨Ca se sentir angustiada. O cora??o de Jimena afundou e, olhando ferozmente para Vania, disse em voz alta: ¡°Vania, voc¨º enlouqueceu? O que Olivia fez a voc¨º?¡± Vania, os dentes cerrados e respira??o ofegante, respondeu: ¡° matou o Sergio, e eu n?o posso fr?¡± ¡°Cale¨Cse!¡± Jimena repreendeu raiva, seus olhos arregdoso sinos de bronze, e disse firmemente a Vania: ¡°A pessoa que mais sofre a morte de Sergio ¨¦ Olivia! Ele poderia ter morrido por qualquer motivo, mas definitivamente n?o foi por causa de Olivia! Da 10.02 Cap¨ªtulo 845 pr¨®xima vez, controle sua lingua!¡± Depois de dizer isso em voz alta e firme, Jimena deu mais um olhar severo para Vania, ajudou Olivia a entrar no carro e, em seguida, entrou mesma, dirigindo¨Cse para longe. Vania ficou parada l¨¢, observando o carro vermelho de Jimena se afastar, os punhos cerrados, dentes trincando e o corpo r¨ªgido, enquanto as l¨¢grimase?avam a cair. chutou o ch?o for?a, ajoelhou¨Cse e chorou amargamente, segurando a cabe?a. Jimena segurava firmemente o vnte, dirigindo muita estabilidade e lentid?o, preocupada o desconforto de Olivia. olhou para Olivia, que estava no assento do passageiro, encostada, o rosto marcado por l¨¢grimas e um olhar vazio e triste fixo ¨¤ frente, totalmente desprovida de energia. O cora??o de Jimena se apertou de dor ao ver o sofrimento de Olivia. tamb¨¦m estava triste, afinal Sergio era seu colega, e por causa de Olivia, Jimena tinha uma boa r??o ele. Um ser humano t?o cheio de vida, de repente faleceu. Os olhos de Jimena incharam e as l¨¢grimas ca¨ªram involuntariamente. Mas, segurando a voz embargada, disse a Olivia: ¡°Olivia, vou te levar de volta para a Comunidade Lej¨¢.¡± Neste estado, apenas Teresa Rocha poderia confort¨¢. Cap铆tulo 846 Cap¨ªtulo 846 Olivia n?o disse nada, se apoiou no encosto do carro,pletamente mole, o cora??oo se estivesse mergulhado em ¨¢gua salgada, ¨¢cido, cheio de dor, sem conseguir respirar¡­ Jimena, n?o recebendo uma resposta d, tamb¨¦m ficou em sil¨ºncio, puxou um len?o de papel e enxugou as l¨¢grimas no canto dos olhos, continuando a conduzir. Quando estavam na metade do caminho, Olivia de repente vomitou, estava p¨¢lida e disse sofrendo: ¡°Pare o carro ¨¤ beira da estrada¡­¡± Jimena rapidamente estacionou o ve¨ªculo ¨¤ margem da estrada. Olivia apressadamente desafivelou o cinto de seguran?a, saiu do carro e, voltada para um arbusto ao lado,e?ou a vomitar at¨¦ quase expelir a bile. Jimena correu para ajud¨¢, batendo levemente nas suas costas. Depois que terminou de vomitar, Jimena passou um len?o de papel para . Olivia limpou a boca e estava prestes a recuar quando seu corpo bn?ou e quase caiu. ¡°Olivia¡­¡± Jimena rapidamente a puxou para perto de si, para evitar que caisse. ¡°Solu?os¡­ solu?os¡­¡± Olivia, aninhada nos bra?os de Jimena, n?o conseguiu mais se contrr e come?ou a chorar solu?ando. O choro apertou o cora??o de Jimena, que a abra?ou e acariciou suas costas, dizendo: ¡°Se quiser chorar, chore toda a sua for?a.¡± Olivia agarrou a roupa de Jimena, chorando sem conseguir pegar f?lego. Somente na frente de Jimena ¨¦ que podia chorar sem reservas, despejando toda a tristeza que tinha no cora??o; Porque s¨® Jimena entendia o que sentia. O conflito entre , Sergio e Daniel, Jimena panhou tudo de perto epreendia profundamente. Depois de um tempo, as emo??es de Oliviae?aram a se acalmar, Jimena a ajudou a entrar no carro, mas s n?o voltaram para a Comunidade Lej¨¢, em vez disso, foram para a praia. Sentadas na areia, o vento salgado do mar secando as l¨¢grimas no rosto de Olivia. Jimena sentou¨Cse ao seudo e, vendo que estava muito melhor, perguntou caut: ¡°Olivia, voc¨º ainda ama o Sergio?¡± Sergio tinha morrido, e estava t?o triste e abda que certamente ainda n?o o tinha esquecido. Olivia virou¨Cse para olhar para Jimena, o vento do mardo mechas de seu cabelo no rosto, 10-01 Capitulo 846 algumas ds emba?ando sua vis?o, enquanto observava a express?o ansiosa e tensa de Jimena. pensou cuidadosamente por um momento e depois disse mncolicamente: ¡°Eu j¨¢ n?o sinto amor por ele¡­¡± N?vel(D)rama.Org''s content. costumava gostar muito de Sergio, afinal, ele foi seu primeiro amor, e juntos sonharam o futuro. Mas desde que a trag¨¦dia aconteceu, e teve quatro filhos, se tornou muito l¨²cida. N?o poder¨ªa haver amor entre e Sergio. Al¨¦m disso, toda a sua energia estava focada em seus filhos, e realmente tinha superado Sergio. N?o havia mais pensamentos ou sentimentos romanticos em r??o a ele. via Sergioo um velho e bom amigo. ¡°O que havia entre mim e Sergio, ¨¦o entre eu e voc¨º, eu o tinhao um dos amigos mais importantes da minha vida. Eu s¨® queria que ele vivesse bem e feliz.¡± Assimo desejava que Jimena fosse sempre feliz, buscasse sua pr¨®pria felicidade e . tivesse uma vida maravilhosa. No entanto, de repente, aquele amigo que tanto cuidava e desejava que estivesse bem, deixou este mundo. Esse golpe e a dor n?o eram menores do que ver a pessoa amada morrer. Ao ouvir as pvras de Olivia, o cora??o de Jimena estremeceu, seus olhos se encheram de l¨¢grimas, abra?ou Olivia e esfregou o rosto em seu peito, expressando seu carinho e afei??o profunda: ¡°Eu entendo o que voc¨º est¨¢ sentindo, afinal, n?o sou diferente, n?o ¨¦?¡± Sergio tamb¨¦m era amigo d, colega de sse, e a sua morte a deixou profundamente triste. Cap铆tulo 847 Cap¨ªtulo 847 Al¨¦m disso, havia aqu hist¨®ria inesquec¨ªvel entre Olivia e Sergio. Olivia deve estar a sofrer mais que . ¡°Vai passar, deixe os que se foram descansarem em paz, e os vivos precisam de viver bem.¡± Jimena abra?ava Olivia, consndo¨Ca voz tr¨ºm. esperava que Olivia pudesse superar essa nuvem sombr¨ªa o mais r¨¢pido poss¨ªvel. O corpo de Olivia estava rigido, im¨®vel. Na praia, duas pessoas se abra?avam, parecendo t?o pequenas e insignificantes diante do vasto oceano. ? 2024 N?v/el/Dram/a.Org. No cemit¨¦rio, ap¨®s o funeral, os convidadose?aram a se dispersar. O av? de Sergio, ou seja, o tio¨Cav? de Daniel, Emiliano Griera, apoiava o Velho Sr.Griera para deixar o cemit¨¦rio; o pai de Sergio, Kenzo, ajudava Nat¨¢lia a segui¨Clos. Eles entraram na van providenciada p fam¨ªlia Griera, o ve¨ªculo partiu, deixando para tr¨¢s aquele lugar de tristeza. Daniel, os seus quatro filhos, caminhava em dire??o ao seu carro. Estava prestes a entrar no carro quando o c¨¦u escurecido de repente trovejou, um estrondo ensurdecedor, seguido por um relampago que cortou o c¨¦u. ¡°Uau, papai, estou medo!¡± Iria, assustada, correu para as pernas de Daniel, agarrando¨Cse fortemente as suas m?ozinhas rechonchudas, seu corpinho gordo tenso de medo. Daniel curvou¨Cse para abra?ar Iria, passando a m?o na sua pequena cabe?a: ¡°N?o tenha medo, papai est¨¢ aqui.¡± Depois de acalm¨¢ brevemente, colocou Iria no carro e odou os outros quatro filhos. Fechou a porta do carro e olhou para o c¨¦u seus olhos escuros. As nuvens estavam densas, relampagos ainda brilhavam entre s, e a chuva estava prestes a cair. Olivia tinha muito medo desse tipo de tempo, especialmente dos trov?es.¡¯ O olhar profundo de Daniel se voltou para a entrada oeste do cemit¨¦rio; ele pensou ter visto Olivia l¨¢, mas assim que olhou, desviou o olhar e, de cabe?a baixa, foi embora. Ele n?o sabia se ainda estava l¨¢. Daniel instruiu Bruno a esperar por um momento, e ele rapidamente foi em dire??o ao port?o oeste do cemit¨¦rio. Al¨¦m das ¨¢rvores perenes ntadas ali, n?o havia ningu¨¦m; ele olhou ao longo da estrada, mas ainda assim n?o viu Olivia. j¨¢ tinha ido embora de carro? Com as sobrancelhas franzidas, Daniel voltou, sentou¨Cse no banco do passageiro e pediu para Capitulo 847 Bruno dirigir. Logo ap¨®s o carroe?ar a se mover, a chuva caiu torrencialmente, batendo no vidro do carroo se fosse ¨¢gua derramada. Sentada no banco traseiro, Iria abra?ava¨Cse ao irm?o Joel, esfregando seu rostinho contra ele. uma voz doce e triste: ¡°Hm, estou tanto medo, quero a minha m?e, quero que a minha m?e me abrace¡­¡± Sua m?e tamb¨¦m tinha muito medo de trov?es e chuva. Sempre que havia tempestades. Olivia abra?ava Iria e as duas se escondiam sob as cobertas para se aquecerem. Quando o tempo melhorava, a m?e acordava a filha e s se olhavam, rindo ts. Iria sempre se aninhava no abra?o de Olivia, agarrando¨Ca fortemente, sentindo qu?o bom era ter sua m?e. Com a m?e por perto, mesmo trov?es e chuvas, haviapanhia, e quando o tempo reava, as duas trocavam sorrisos,o se nada de mais tivesse acontecido. Mas agora, sua m?e n?o estava por perto. Joel,o um pequeno adulto, envolvia Iria tremendo de medo, uma voz infantil consndo: ¡°Iria, n?o tenha medo, vamos pedir ao papai para nos levar at¨¦ a mam?e, logo estaremos .¡± ¡°Hm hm, quero minha m?e,¡± a voz infantil de Iria estava chorosa. O cora??o de Daniel seoveu, e ele pegou no telefone para ligar para Olivia. O telefone tocou por um bom tempo, mas ningu¨¦m atendeu, at¨¦ que a chamada foi encerrada. Com as sobrancelhas cerradas, Daniel ativou a aplica??o de localiza??o no seu telefone. Cap铆tulo 848 Cap¨ªtulo 848 Olivia e Jimena abrigaram¨Cse num quiosque ¨¤ beira da praia, observando a chuva torrencial que, ap¨®s passar, deu lugar a um c¨¦u ro onde um arco¨C¨ªris se ergu¨ªa sobre o mar. ¡°Olivia, voc¨º viu aquele grande arco¨C¨ªris no meio do mar?¡± Jimena puxou a m?o de Olivia empolga??o, apontando para a superficie do mar n?o muito distante. Levantando os olhos, Olivia avistou, sobre o nevoeiro que pairava sobre o mar, um arco¨C¨ªris em forma de ponte, trazendo vitalidade ¨¤ superf¨ªcie marinha sombr¨ªa e cinzenta. Os olhos de Olivia, ainda ¨²midos de l¨¢grimas, observavam a cena natural uma leve secura. ¡°Os temporais de ver?o v¨ºm e v?o rapidamente, mas depois da tempestade sempre vem o arco¨C¨ªris.¡± disse Jimena, virando¨Cse para Olivia pvras consdoras. Olivia n?o respondeu, fixando o olhar ¨¤ frente, quando de repente a vis?o do arco¨C¨ªris foi obscurecida por uma sombra. A poderosa presen?a inata avan?ava rapidamente. A vis?o de Olivia vacilou, e ent?o viu ramente o rosto bonito e severo de Daniel. piscou, pensando que seus olhos a enganavam, mas ao olhar novamente, l¨¢ estava a elevada estatura de Daniel, caminhando em sua dire??o passosrgos. E ao seudo, seguiam quatro pequenos encantadores. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± As vozes doces e infantis das crian?as ecoavam uma ap¨®s a outra. H¨¢ pouco, ainda estavam seguindo Danielportadamente, mas ao avistarem Olivia,e?aram a correr em sua dire??o, com as pequenas pernas bn?ando,petindo para ver quem chegava primeiro. Com seus corpinhos pequenos, corriam desajeitadamente, as cabe?as se inclinando para um lado e para o outro, parecendo pequenos pinguins, ador¨¢veis e reconfortantes. O cora??o pesado de Olivia estremeceu. Antes que pudesse se levantar, os quatro pequeninos, como passarinhos, jogaram¨Cse em seus bra?os. ¡°Mam?e, trovejou, e Iria ficou muito medo. Por que voc¨º n?o estava Iria?¡± A pequena face de Iria se aninhou no colo de Olivia, suas m?ozinhas agarrando firmemente as roupas de Olivia, sua cabe?a se aninhando carinhosamente em seu peito, maciao um pequeno animal buscando afei??o. Ouvindo sua voz macia, o cora??o de Olivia quase derretia. Iria,o , tinha muito medo de trov?es e chuva. No passado, sempre que havia uma N?velDrama.Org is the owner. 1/2 10:04 tempestade. Olivia a abra?ava e as duas se encolhiam debaixo das cobertas para se aquecerem Hoje, no entanto, n?o estava aodo de Iria. Olivia sentiu uma dor imensa e abra?ou Iria ainda mais forte, dizendo suavemente: ¡°Iria, n?o tenha medo, a tempestade j¨¢ passou.¡± Era estranho que, no passado, Olivia temesse trov?es e chuvas, sentindo sua cabe?a prestes a explodir o som dos trov?es. Mas hoje, aodo de Jimena na praia, testemunhando a tempestade inteira, n?o sentiu tanto medo. Talvez ele tivesse se dado conta de que, diante da vida e da morte, tudo o mais ¨¦ insignificante. Sergio se foil e hoje era o dia do seu funeral. A tristeza no seu cora??o era imensa, eclipsando tudo, at¨¦ o medo dos trov?es. ¡°Mam?e, por que voc¨º n?o foi conosco ver o enterro do irm?o? O papai disse que aquele senhor era nosso irm?o mais velho.¡± Joel estava aodo de Olivia, a m?o em sua coxa, olhando para com olhos brilhantes e curiosos. Ao ouvir esse pergunta, o cora??o de Olivia tremia levemente. se arrependia por n?o ter panhado Sergio no seu ¨²ltimo adeus, algo que estava al¨¦m de suas for?as. Apanhada de surpresa por essa pergunta de Joel, n?o sabiao responder. Enquanto se sentia desconfort¨¢vel a grande figura de Daniel se aproximou, e sua sombra cobriu toda a sua vis?o. Olivia prendeu a respira??o, pensando que Daniel iria fazer alguma coisa. Chapter 849 Cap¨ªtulo 849 No segundo seguinte, as crian?as que estavam deitadas sobre foram levantadas uma a uma e colocadas dedo, Daniel estava em p¨¦ diante d, um olhar profundo e dominante olhando para baixo: ¡°¨¦ hora de voltar.¡± Sua voz baixa e magn¨¦tica parecia calma, mas carregava uma autoridade indiscut¨ªvel. Olivia ficou paralisada, olhando para os seus olhos profundos, sem dizer uma pvra. Sentada aodo, Jimena sentiu uma press?o avassdora e rapidamente se levantou, afastando¨Cse para dar lugar a Daniel, e um sorriso for?ado disse: ¡°¨¦ isso a¨ª, Olivia, o tempo esta imprevis¨ªvel, podee?ar a chover a qualquer momento, ¨¦ melhor voltarmos logo. E a pr tamb¨¦m n?o ¨¦ segura.¡± As pvras de Jimena trouxeram Olivia de volta ¨¤ realidade. desviou o olhar de Daniel e tamb¨¦m se levantou, indo ao encontro das crian?as para pegar nas suas m?os: ¡°Vamos, vamos para casa.¡± ¡°Hum, vamos para casa.¡± As crian?as enfiaram suas m?ozinhas macias nas d, para que as segurasse bem. Olhares¨Cbrilhantes e expectantes fixados n, cheios de depend¨ºncia e amor por Olivia. Olivia, ao ver o olhar inocente e d¨®cil das crian?as, sentiu o seu cora??o levemente curado. Com uma m?o, segurou as m?os de duas crian?as ee?ou a caminhar em dire??o ¨¤ estrada da o, A Rolls Royce preta de Daniel estava estacionada ¨¤ beira da estrada, uma presen?a preta e imponente que era imposs¨ªvel de ignorar. ¡°Olivia, vou indo, tchauzinho, pequeninos, quando tiver tempo, a tia Santos levar¨¢ voc¨ºs para se divertirem,¡± disse Jimena se despedindo de Olivia e das crian?as antes de entrar no carro e ir embora. tinha trazido Olivia ¨¤ pr, e agora que Daniel chegara, era natural que Olivia fosse ele. Jimena n?o queria ser uma terceira iodativa. N?velDrama.Org (C) content. Depois de Olivia e as crian?as terem entrado no carro, Daniel tamb¨¦m entrou e Bruno dirigiu o veiculo, As crian?as, cansadas, se aconchegaram aodo de Olivia ee?aram a adormecer, e sem o chilrear ds, o interior do carro ficou estranhamente silencioso. Olivia olhou para fora, para a paisagem que se movia em sentido inverso, em sil¨ºncio durante toda a viagem, Pouco tempo depois, o carro parou no p¨¢tio da Vi Serenidade. 09:42 Capitulo 849 Olivia abriu a porta do carro e desceu, as crian?as agora despertas e cheias de energia, agarraram sua m?o e a puxaram para dentro de casa, sem dar a Olivia a chance de observar a express?o de Daniel. ¡°M?e, vamos para o quarto do papai, ¨¦ maior,¡± Iria puxou Olivia p m?o, levando¨Ca para o andar de cima. ¡°M?e, vem aqui, vamos nos enfiar debaixo dos cobertores,¡± Iria, pequena e ¨¢gil, arrumou tudo para que Olivia se sentasse na beira da cama, depois tirou seus sapatos e convidou¨Ca a se deitar. Olivia n?o disse que n?o, deixando que Iria organizasse tudo, se sentou na cama e Iria se enroscou em seus bra?os, puxando o cobertor sobre as duas e segurando a m?o de Olivia, pedindo para ser abra?adao faziam quando havia trov?es, buscando conforto sob os cobertores. No entanto, a tempestade j¨¢ tinha passado, e Iria buscava conforto emocional. Olivia, uma mistura depaix?o e resigna??o, abra?ou o corpo macio de sua filha. ¡°M?e, vamos dormir o papai hoje, ele pode nos abra?ar juntinhos, e assim n?o teremos medo dos trov?es,¡± Iria, aconchegada no colo de Olivia, olhou para seus grandes olhos escuros e brilhantes, murmurando sua voz infantil. Olivia acariciou a cabe?a d ternura e disse: ¡°N?o tenha medo, os trov?es n?o v?o voltar.¡® ¡°E see?ar a trovejar de novo ¨¤ noite? ¨¦ melhor dormirmos o papai, o abra?o dele ¨¦ t?o grande,¡± insistiu Iria. Olivia estava prestes a responder quando de repente sentiu uma presen?a poderosa a entrar no quarto. Chapter 850 Cap¨ªtulo 850 Sem sequer olhar, Olivia j¨¢ sabia quem tinha entrado. O ar tornou¨Cse subitamente opressivo e, junto ele, a respira??o de Olivia tamb¨¦m se tornou pesada. n?o virou a cabe?a, mas abra?ou Iria mais for?a a sua bochechal encostada na face infantil da menina,o se apenas assim pudesse trazer um pouco de calor ao seu corpo gdo. A cama afundou aodo d e a presen?a masculina a sua respira??o potente se aproximou, envolvendo o rosto de Olivia seu h¨¢lito, enquanto seu peito firme aconchegava suas costas. O corpo de Olivia ficou tenso e, antes que pudesse reagir, seu queixo foi levantado e seu rosto virado para encarar a face atraente e profunda de Daniel. ¡°A crian?a te fez uma pergunta e voc¨º n?o respondeu. Qu?o desapontada deve estar, hein?¡± Sua voz baixa e magn¨¦tica ecoou no sil¨ºncio do espa?o, puxando os nervos de Olivia. ¡°Papai, voc¨º veio! ¨¦ para dormir conosco?¡± Iria levantou sua pequena cabe?a do abra?o de Olivia, os seus grandes olhos l¨ªmpidos cheios de expectativa e excita??o, olhando ansiosamente para Daniel. Daniel olhou para Iria antes de seu olhar sombrio encontrar novamente os olhos de Olivia e disse: ¡°Est¨¢ ouvindo? Iria est¨¢ esperando sua resposta.¡± Olivia estava perplexa. Iria tinha parado de insistir nessa quest?o at¨¦ ele entrar. Agora era ele quem estava esperando uma resposta ou Iria? Olivia sabia que se n?o respondesse, Daniel n?o iria deixar passar e, al¨¦m disso, n?o poderia deixar Iria triste. Virou o rosto para evitar a m?o insistente de Daniel e olhou para outro lugar, dizendo: ¡°ro que podemos dormir juntos.¡± ¡°Oba, que bom! Papai, vem para a cama tamb¨¦m.¡± Iria se levantou da cama e,o uma pequena adulta, foi at¨¦ odo da cama, puxando o bra?o de Daniel para que ele subisse. ¡°Iria, o seu pai ainda n?o tomou banho, ele n?o¡­¡± Olivia, preocupada que Daniel ficasse chateado, estava prestes a inventar uma desculpa para oportamento de Iria. ? 2024 N?v/el/Dram/a.Org. Antes que pudesse terminar, Daniel tirou os sapatos, ergueu as suas longas pernas e subiu na cama. Olivia ficou chocada. Esse homem n?o tinha mania de limpeza? Ele subiu na cama sem tomar banho ou trocar de roupa? Capitulo 850 ¡°Papai, puxe o cobertor e tape¨Cse.¡± Iria, atarefada, puxou o cobertor sobre Daniel e Olivia. Depois de ajeitar tudo, voltou a se aninhar nos bra?os de Olivia, pedindo para ser abra?ada. Vendo que Olivia a tinha abra?ado, Iria olhou para Daniel de novo e disse sua voz doce e fofa: ¡°Papai, abrace a mam?e. Assimo a mam?e me abra?a, me envolvapletamente em seus bra?os, assim n?o ter¨¢ medo.¡± Olivia ficou surpresa; Iria estava literalmente a empurrando para a boca do lobo. ¡°Eu n?o preciso¡­¡± Mal tinhae?ado a fr e seu corpo j¨¢ estava envolto em um abra?o amplo e forte. Os bra?os do homem eram vigorosos e seu peito estava cheio de uma sensa??o de poder, uma for?a que transmitia seguran?a. Mesmo atrav¨¦s do tecido, podia sentir o calor que emanava dele. O corpo de Olivia ficou tenso e seus olhos se arregram. ¡°Vamos dormir.¡± A voz rouca de Daniel soou, abra?ando¨Ca enquanto se deitava , envolvendo todo o seu corpo em seus bra?os, as suas costas contra seu peito, suas m?os em torno de sua cintura e suas pernas at¨¦ mesmo pressionadas contra as d. N?o era uma for?a que a prendesse, mas a postura que a cercavapletamente. Olivia sentiu¨Cseo umagarta dentro de um casulo, envolvida nos fios que formavam uma casca protetora ao redor. Daniel agiu t?o rapidamente que Olivia mal teve tempo de resistir, e quando se deu conta, j¨¢ estava naqu situa??o. tentou se mover, mas n?o conseguiu, sentindo a respira??o quente e poderosa de Daniel em sua nuca, estimndo seus nervos a se tensionarem junto . A respira??o de Olivia se tornou rapidamente ofegante e disse: ¡°Daniel, por favor, me solte primeiro.¡± ¡°M?e, n?o deixe papai soltar, se ele soltar, o trov?o vai nos matar.¡± A vozinha doce e melosa de Iria soou enquanto se aninhava no colo de Olivia, transparecendo uma mistura de m¨¢goa e medo. Enquanto fva, a pequena cabe?a peluda se enterrava ainda mais no abra?o de Olivia, fazendo¨Ca sentir uma c¨®cega no cora??o, repleta de ternura e impot¨ºncia. ¡°Ouviu? ¨¦ p vossa seguran?a.¡± a voz rouca e magn¨¦tica de Daniel ecoou ao ouvido de Olivia. Chapter 851 Cap¨ªtulo 851 O calor era opressivo e pegajoso. Provocava os sentidos de Olivia, cujo cora??o at¨¦ ent?o retesado, de repente pulsou, Ningu¨¦mpreendia o estado atual de Daniel melhor do que . Os rmes soaram em seu intimo, mas n?o conseguia fazer nada al¨¦m de ficar im¨®vel permaneceu quieta, e Iria tamb¨¦m n?o se mexeu mais. Assim, o pequeno e macio corpo de Iria nos bra?os, e as costas envolvidas pelo peitorgo e ardente de Daniel, estava inteiramente abra?ada por ele, a pele de sua nuca suportava a respira??o ¨²mida e quente dele. Por umdo, protegia a sua pequena preciosidade, e por outro, enfrentava o perigo de uma fera que a qualquer momento poderia despeda?¨¢. Os minutos passavam lentamente. O corpinho de Iria nos seus bra?os tornavam¨Cse cada vez mais mole, estava a adormecer. E atr¨¢s d, a respira??o ardente de Daniel n?o diminu¨ªa em nada, n?o sabia se ele tinha adormecido. Olivia tentou se mexer, e ent?o uma voz masculina e baixa soou atr¨¢s d. ¡°Voc¨ºmenta n?o ter ido ao funeral dele?¡± Na voz magn¨¦tica, havia um toque de aspereza. O corpo de Olivia que estava prestes a se mover, congelou de s¨²bito, todos os seus nervos se tensionaram. Daniel de repente fez esseent¨¢rio, n?o entendia o significado, nem conseguia decifrar seus pensamentos, muito menos saber qual era o seu estado de esp¨ªrito agora. Sergio era seu sobrinho, Sergio morreu, ser¨¢ que ele n?o estava triste? ¡°Responda¨Cme!¡± Sem obter resposta, Daniel enfatizou autoridade. Olivia estremeceu e disse: ¡°ro que estou arrependida, era uma amizade e n?o pude panh¨¢¨Clo no ¨²ltimo adeus. Quem n?o se arrependeria?¡± ¡°Por que n?o me procurou?¡± Disse Daniel. Enquanto fva, ele n?o levantava a cabe?a, mantendo a postura de abra?ar Olivia, o rosto pressionado contra sua nuca, as pvras que dizia, transformadas em sopro, eram expelidas sobre a pele vulner¨¢vel de Olivia. Isso aumentava a sensa??o de perigo e opress?o. Olivia n?o ousava deixar de responder. ¡°O Velho Sr. Griera disse ramente que eu n?o devia ir, que se eu te procurasse, causaria problemas para voc¨º.¡± Disse Olivia. Capitulo 851 Quando soube que o Velho Sr. Griera expressamente n?o queria que fosse ao funeral de Sergio, Olivia j¨¢ havia desistido da ideia de ir ao enterro. sabia muito bem que resistir seria prejudicial para ambos. Al¨¦m disso, que direito tinha de insistir em ir ao funeral de Sergio? n?o era nada de Sergio, nem de Daniel, muito menos tinha algurna liga??o a fam¨ªlia Griera. n?o tinha o direito de ir ao funeral de Sergio. Original from N?velDrama.Org. Daniel apertou ligeiramente a m?o d. Suas pvras provocaram uma ond??o em seu cora??o. pensara nele? ¡°Ele j¨¢ se foi, deixe¨Co descansar em paz, n?o pense mais nisso est¨¢ bern?¡± A voz rouca de Daniel soou inesperadamente. Sua m?o grande segurava seu ombro fr¨¢gil, virando¨Ca para que ficassem frente a frente. Olivia ergueu seus olhos sombrios, encontrando o olhar profundo e escuro dele. Daniel segurava o seu queixo a m?o grande, as pontas dos dedos ¨¢speros gentilmente a acariciavam, seu olhar sobre tornava¨Cse cada vez mais sombrio, seus l¨¢bios se aproximavam para beij¨¢. Chapter 852 Cap¨ªtulo 852 C¨ªlios de Olivia tremiam levemente, e seu rosto recuava inconscientemente. Daniel parou seus movimentos, e uma camada de gelo cobriu seus olhos escuros: ¡°Ainda n?o se acostumouigo?¡± Olivia desviou o olhar, baixou as p¨¢lpebras e disse: ¡°N?o ¨¦ isso, eu n?o estou me sentindo muito bem, n?o estou num bom estado, realmente n?o quero¡­¡± Daniel olhou para os seus olhos profundos por um momento, sem continuar, mas a puxou para perto, abra?ando¨Ca sem fazer mais nada: ¡°Dorme.¡± Ele sabia que n?o estava bem. Ele lhe daria tempo para se acalmarpletamente. H¨¢ pouco, Olivia estava de costas para Daniel, sentindo a sua respira??o quente na nuca, tensa por todo o corpo, sentindo o perigo. Agora, estava de frente para Daniel, nos bra?os dele, a bochecha contra seu peito forte, sentindo as batidas firmes e poderosas de seu cora??o, e estranhamente, n?o estava t?o nervosa ou com medo. Seu corpo cansado rxou e adormeceu imediatamente. Olivia foi trabalhar, e Vicente Fontes pediu que fosse ao est¨²dio de Sergio, pois o Grupo Fontes tinha um contrato o est¨²dio de Sergio e, agora que o representante legal Sergio havia falecido, o contrato do Grupo Fontes o est¨²dio precisava ser reprocessado. Olivia chegou ao est¨²dio fundado por Sergio. Antes de entrar, se sentia muito pesada, respirou fundo v¨¢rias vezes antes de encontrar coragem para entrar. pensou que encontraria apenas algumas pessoas, mas para sua surpresa, n?o havia lugares vazios no est¨²dio, todos os funcion¨¢rios estavam presentes. Ningu¨¦m faltou ao trabalho! E todos estavam ocupados suas tarefas, de maneira organizada. ¡°Ol¨¢, posso ajudar? Quem voc¨º est¨¢ procurando?¡± Nesse momento, um jovem se aproximou educadamente e perguntou. Olivia voltou a si do choque inicial e olhou para o jovem, perguntando: ¡°Este Sergio, certo?¡± N?velDrama.Org (C) content. o est¨²dio de n?o estava enganada, certo? Sergio tinha morrido, mas seu est¨²dio estava funcionando sem problemas,o se nada tivesse afetado. Capitulo 852 O patr?o tinha partido, para quem esses funcion¨¢rios estavam trabalhando? ¡°Sim, este ¨¦ o est¨²dio que o Sr. Griera fundou, Eu era assistente do Sr. Griera antes de ele partir, voc¨º pode me chamar de Beatriz,¡± Beatriz respondeu a Olivia, Depois de fr, abaixou os olhos tristeza, e disse: ¡°Nosso Sr. Griera era t?o infeliz, ningu¨¦m esperava que ele fosse partir assim de repente, especialmente porque no dia anterior ao acidente, ele prometeu aos familiares daqueles dois trabalhadores que ele conseguiria uma solu??o o Grupo Griera, que ele daria umapensa??o para eles. Mas quem imaginaria que, antes de conseguir esse desfecho para os trabalhadores, ele pr¨®prio faleceria?¡± Beatriz era a colega que tinha ajudado Sergio a lidar os familiares dos falecidos naquele dia, tamb¨¦m era assistente de Sergio. Olivia perguntou: ¡°Voc¨º est¨¢ a dizer que a fam¨ªlia dos dois trabalhadores que morreram na explos?o veio ao est¨²dio causar confus?o no dia anterior ao acidente de Sergio?¡± Beatriz confirmou: ¡°Sim, est¨¢vamos todos muito irritados naqu altura, mas o nosso Sr. Griera estava muito calmo, prometendo procurar uma resolu??o epensa??o o Grupo Griera. Como ele poderia ter saltado do pr¨¦dio de repente? N?o consigo entender¡­¡± Olivia tamb¨¦m sentia uma grande d¨²vida em seu cora??o. Sergio estava cheio de paix?o para dar uma resposta ¨¤s fam¨ªlias dos trabalhadores, e ele j¨¢ tinha feito suas promessas,o poderia ter se atirado de um pr¨¦dio antes de obter essa resposta? Isso n?o fazia sentido. ¡°Beatriz, vem ver, o Grupo Griera divulgou uma mensagem, o incidente da explos?o foi resolvido, e j¨¢ h¨¢ um veredicto.¡± Nat¨¢lia de repente saiu do escrit¨®rio do diretor¨Cgeral, um celr na m?o e um ar de excita??o. Beatriz apressou¨Cse em se aproximar. Olivia viu que era Nat¨¢lia, e agora entendia por que o est¨²dio de Sergio ainda estava operando normalmente ap¨®s sua morte; Nat¨¢lia estava gerenciando em seu lugar. Olivia tamb¨¦m se aproximou para ver a not¨ªcia no telefone que Nat¨¢lia segurava. Chapter 853 Cap¨ªtulo 853 O Grupo Griera emitiu uma dera??o, pois um problema de qualidade na fabrica??o dos telefones da Tologia Ser¨¦lia Ltda., uma empresa que pertence ao grupo, resultou na explos?o de um aparelho, causando a morte acidental de dois trabalhadores. O Grupo Griera est¨¢ disposto a assumir toda a responsabilidade epensar as fam¨ªlias dos falecidos um total de um bilh?o e cem milh?es. Um milh?o ¨¦ destinado ¨¤s despesas funer¨¢rias, enquanto o restante ¨¦ a indeniza??o. As causas do acidente foram esrecidas e solu??es foram apresentadas, pondo fim ao caso. Ao ver a not¨ªcia, Olivia ainda estava um pouco desorientada. Anteriormente, Sergio tinha mencionado que o acidente ocorreu devido ¨¤ qualidade inadequada dos telefones produzidos pelo Grupo Griera, resultando na explos?o e a responsabilidade integral do grupo no ocorrido. No entanto, e Vicente tinham procurado Daniel, que disse que havia algo suspeito no caso e que n?o se deveria tirar conclus?es precipitadas, raz?o p qual a resolu??o do acidente foi adiada. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Os familiares dos trabalhadores chegaram a causar v¨¢rias confus?es. Contudo, no final das investiga??es, o resultado foi o mesmo que se pensava inicialmente. Se era esse o resultado, por que Daniel tinha dito anteriormente que havia algo estranho e n?o queria resolver a situa??o? Olivia sentia uma preocupa??o crescente em seu cora??o. ¡°Meu filho, finalmente o caso foi resolvido. Voc¨º pagou a sua vida por uma solu??o adequada. Est¨¢ satisfeito agora?¡± Nat¨¢lia apertou o telefone for?a, e de repente l¨¢grimase?aram a correr pelo seu rosto. Olhando para o c¨¦u, disse chorando. Olivia ficou chocada e perguntou: ¡°O que voc¨º quer dizer? Sergio resolveu isso sua vida?¡± Nat¨¢lia enxugou as l¨¢grimas e respondeu: ¡°Naquele dia, Sergio foi procurar Daniel para resolver a quest?o, mas Daniel se recusou a faz¨º¨Clo. Para dar uma explica??o ¨¤s fam¨ªlias dos trabalhadores, ele acabou fazendo essa tolice¡­¡± Boom¡­ A cabe?a de Olivia explodiuo um trov?o, e ficou paralisada no lugar, todos os membros tremendo de choque. Sergio n?o havia se suicidado por desespero, mas foi Daniel quem o levou ¨¤ morte? Por qu¨º? Por que isso aconteceu? Qual seria a vantagem de Daniel em usar o acidente para matar Sergio? Olivia sufocava, sentindo seu cora??o apertado, sem conseguir respirar. Capitulo 853 nem sabiao havia sa¨ªdo do est¨²dio de Sergio. Andando p rua, estava totalmente desorientada. ¡°Zap!¡± Um carro de repente travou bruscamente, parando perto dos p¨¦s de Olivia, quase a atingindo. No ¨²ltimo segundo, o ve¨ªculo parou. ¡°Voc¨º est¨¢ louca? Quer morrer?!¡± O motorista, ainda assustado, xingou. Depois de ralhar, ele rapidamente fez marcha¨Catr¨¢s, virou o vnte e se afastou de Olivia. O carro levantou poeira, criando um vento que atingiu o rosto p¨¢lido de Olivia, fazendo¨Ca sentir uma dor aguda. levantou a m?o e passou a m?o no rosto, percebendo que as pontas dos dedos estavam molhadas. estava chorando, chorando sem parar, e nem sabia disso. simplesmente n?o conseguia entender, por que Daniel for?ou a morte de Sergio? Daniel era realmente t?o cruel a ponto de n?o se importar nem mesmo a vida de seu pr¨®prio sobrinho? Olivia ficou parada ¨¤ beira da estrada, observando os carros que passavam, sentindo um vazio no cora??o. Os ve¨ªculos passavam incessantemente ao seudo, e um caminh?o grande se aproximava rapidamente, prestes a atingi, sem tempo para frear. ¡°Cuidado!¡± Um grito urgente soou e uma sombra correu em dire??o a , envolvendo¨Ca e rndo para a beira da estrada, enquanto o caminh?o passava a toda velocidade. Chapter 854 Cap¨ªtulo 854 Olivia apenas sentiu o mundo girar e a cabe?a bater no ch?o, mas n?o doeu muito, pois uma m?o grande sustentava sua cabe?a, servindo de almofada, evitando que se chocasse diretamente contra o pavimento de concreto. Seu corpo rolou algumas vezes no abra?o do homem antes de parar. Num cen¨¢rio ca¨®tico, Olivia n?o tinha ideia do que estava acontecendo. ¡°Olivia, voc¨º est¨¢ bem?¡± bra?os fortes e definidos a puxaram p cintura, erguendo¨Ca do ch?o, e a voz masculina grave transparecia a tens?o que tentava ocultar. Olivia levantou os olhos e viu o rosto tenso de Daniel, seus olhos negros a fitavam intensidade. Engolindo em seco, sussurrou uma voz tr¨ºm: ¡°Eu estou bem.¡± O olhar tenso de Daniel rxou um pouco, e seus olhos profundos rapidamente se encheram de raiva, ele disse furioso: ¡°O que voc¨º estava a fazer no meio da rua?! Quer morrer?!¡± Olivia estremeceu o grito dele, a f¨²ria em sua express?o era assustadora, fazendo seu cora??o acelerar. Com for?a nos p¨¦s, se colocou de p¨¦, uma m?o gentil, afastou a dele que envolvia sua cintura, desviando do seu olhar intenso, disse: ¡°Esta estrada n?o tem faixa de pedestres¡­¡± ¡°Voc¨º sabe que tem uma passadeira! Por que atravessou por aqui?¡± Daniel falou severamente, seu olhar estava saturado de ira. Se n?o fosse por ele a ter localizado ali e chegado a tempo, j¨¢ teria sido atingida por um grande caminh?o e esmagada em p¨®! Ao pensar nisso, Daniel sentiu um cfrio, e a raiva o consumia. Olivia ouvia as reprimendas de Daniel, ficando p¨¢lida e frio, as m?os aodo do corpo se apertavam, e por um momento, desviou o olhar, mas ent?o virou¨Cse bruscamente, l¨¢grimas brilhantes nos olhos, encarando¨Co. ¡°Eu li a not¨ªcia de esrecimento sobre o acidente que o Grupo Griera divulgou! Voc¨º j¨¢ sabia que a causa do acidente era um defeito no telefone, por que s¨® divulgou agora, s¨® resolveu agora?¡± terminou de fr, esperan?osa e ansiosa por sua resposta, desejando que as coisas n?o fossem como pensava. N?velDrama.Org (C) content. Sergio n?o tinha sido morto por ele. esperava que a explica??o dele fosse razo¨¢vel epreens¨ªvel. Daniel encarou aqueles olhos cheios de questionamento e d¨²vida, e isso o feriuo uman?a em seu cora??o. Capitulo 854 Seu rosto bonito e austero, olhos negros gdos e profundos, encontrou os d e disse: ¡°Voc¨º est¨¢ questionando minhas decis?eserciais?¡± Decis?eserciais? Ao ouvir suas pvras, a esperan?a e a ansiedade nos olhos de Olivia ca¨ªramo fogos de artificio. O cora??o que secretamente tinha esperan?as foi esvaziado num instante, pesado de dor. ¨¦, que tipo de dificuldades ele poderia ter em suas a??es, que raz?es ele poderia ter? Tudo n?o passava de suas decis?eserciais! Por causa de suas decis?eserciais, ele at¨¦ poderia ignorar a vida alheia! Esse ¨¦ o Daniel, imc¨¢vel no mundo dos neg¨®cios, nunca mostrando miseric¨®rdia, o Daniel que n?o reconhece nem os pr¨®prios parentes, certo? Quando ele adquiriu o Grupo Teixeira,prou a fam¨ªlia Pereira, n?o foi tamb¨¦m essa determina??o imc¨¢vel? Olivia baixou o olhar, respirando dificuldade,o se estivesse caindo em um po?o de gelo, sentindo frio por todo o corpo. O Daniel ¨¤ sua frente erao um dem?nio vindo do inferno, aterrorizante. Como poderia continuar um homem t?o terr¨ªvel? Como poderia deixar seu filho nas m?os de algu¨¦m t?o terr¨ªvel? Chapter 855 Capitulo 855 ¡°N?o fique al parada, venhaigo.¡± Daniel estendeu a m?o para pux¨¢. No momento em que a m?o dele tocou a d, Olivia, sensivel, rapidamente retirou a sua m?o; ¡°N?o precisa, eu tenho que voltar para a empresa, v¨¢ sozinho!¡± Dito isso, nem olhou para Daniel, virou¨Cse ee?ou a andar rapidamente para a frente. No segundo em que se virou, l¨¢grimas grossase?aram a rr, mordeu os l¨¢bios for?a para evitar chorar em voz alta. Des??o, dor no cora??o, desespero, asfixia¡­ A pessoa que mais queria que estivesse bem tinha morrido, e a morte dele estava rcionada ao pai do seu filho. Olivia sentia que todo o seu mundo estava cinza, Daniel ficou parado no lugar, seus olhos profundos panhavam Olivia se afastando, a m?o que ele estendera para pux¨¢ parou no ar, o sangue escorrendo pelo dorso da m?o, caindo na cal?ada, sem que ele percebesse. Olivia, lutando`para contrr a dor no seu cora??o, caminhava rapidamente, querendo chegar a uma rua onde pudesse pegar um t¨¢xi, Um Rolls Royce preto se aproximou, seguindo lentamente ao seudo, a jan se abaixou, revndo o rosto profundo e tridimensional de Daniel: ¡°Entre, eu te levo para a empresa.¡± Ao ouvir a voz dele, os nervos de Olivia ficaram ainda mais tensos, mordeu o dente, segurando a raiva interior, e tentou fazer sua voz soar calma: ¡°N?o precisa, eu posso ir sozinha!¡± ¡°Voc¨º quer que eu a carregue para dentro?¡± Daniel falou tom autorit¨¢rio, e o carro parou. O passo de Olivia tamb¨¦m parou bruscamente, suas emo??es,o mar¨¦s revolventes, n?o podiam ser mais contidas, olhou para Daniel, respirando ofegant?, falou alto e for?a: ¡°Eu j¨¢ disse que n?o ¨¦ necess¨¢rio, n?o preciso da sua intromiss?o! Voc¨º n?o pode ficar longe de mim?¡± s¨® queria ficar sozinha para se acalmar, n?o queria v¨º¨Clo naquele momento! O belo rosto de Daniel estava mais escuro do que o c¨¦u coberto de nuvens, seus olhos profundos eram incisivos,o um abismo, capazes de engolir tudo, enquanto ele observava sua histeria. Ningu¨¦m jamais ousou gritar diante dele. Essa mulher estava se tornando cada vez mais temperamental! Ele saiu do carro, sua presen?a dominadora se aproximou, infiltrando¨Cse nos ossos de Olivia, que involuntariamente deu um passo para tr¨¢s. Capitulo 855 Daniel agarrou o pulso d firmeza, puxando¨Ca para dentro do carro, sua voz baixa e fria era gda e cruel: ¡°Desde quando ¨¦ a sua vez de me dar ordens?¡± Depois de empurr¨¢ para dentro do carro, ele tamb¨¦m entrou, o espa?o confinado do ve¨ªculo estava cheio de frieza e opress?o, sufocante. Depois de desabafar a sua raiva, Olivia voltou a si e sentiu medo. realmente tinha perdido a paci¨ºncia na frente de um dem?nioo Daniel, e o que a aguardava n?o seria nada bom. se moveu para odo, tentando se afastar de Daniel, enquanto a m?o ¨¢spera dele segurava seu queixo, a for?a em seus dedos era poderosa, um calor ardente, for?ando seu rosto a virar e encar¨¢¨Clo. ¡°Quer morrer, ¨¦? Vou te dizer, sem a minha permiss?o, voc¨º nem pode morrer! Sua vida ¨¦ minha, e se eu descobrir outra vez que voc¨º est¨¢ a ser menosprezando, eu farei voc¨º provar o que ¨¦ perder tudo!¡± Os olhos negros de Daniel estavam vermelhos de raiva contida, encarando Olivia frieza, sua respira??o fria articva cada pvra em seu rosto, fazendo que entendesse ramente sua situa??o. As pestanas de Olivia tremeram violentamente, respirando de forma sufocante. Essa era a sua severidade e crueldade. At¨¦ mesmo a vida e a morte de outros estavam sob o seu controle. Ele tinha matado Sergio s¨® para mant¨º focada nele,o uma marie ao seudo? tinha dito que n?o tinha nada Sergio, que ele era apenas um velho conhecido, mas mesmo assim ele n?o queria deix¨¢¨Clo em paz! Olivia respirou tremmente, seu olhar aterrorizado fixo em Daniel ¨¤ sua frente, em seu cora??o prometeu silenciosamente que iria escapar desse dem?nio, certeza!N?velDrama.Org (C) content. Chapter 856 Cap¨ªtulo 856 ¡°Eu sei, solte¨Cme!¡± ¨C Olivia respondeu, virando o rosto para evitar a m?o dele e olhar p jan do carro. Daniel resmungou friamente e n?o disse mais nada, seu corpo esguio recostou no banco do carro, enquanto ordenava voz grave: ¡°Dirija!¡± O motorista tremia de medo, s¨® depois de receber a ordem ele ligou o carro e partiu. Durante todo o trajeto, Olivia manteve¨Cse olhando p jan, aparentemente admirando a paisagem,mas na verdade n?o estava prestando aten??o em nada do que via. O ar ao redor de Daniel era gdo, uma atmosfera fria e incisiva se formava invisivelmente, tornando a press?o dentro do carro quase palp¨¢vel. Olivia mantinha¨Cse tensa, respirando cuidado e rapidez. Por fim, ao chegarem ¨¤ frente do Grupo Fontes Tologia Eletr?nica Co., Ltd, o carro parou e Olivia abriu a porta e saiu o mais r¨¢pido que p?de, quase fugindo do ve¨ªculo. ¡°¨¤ tarde eu venho te buscar!¡± ¨C A voz autorit¨¢ria e dominadora de Daniel soou. Olivia hesitou por um instante, seu corpo enrijeceu, mas n?o se virou nem respondeu, simplesmente continuou caminhando em dire??o ¨¤ empresa. N?velDrama.Org (C) content. Daniel iria busc¨¢, queria lev¨¢ ¨¤ V Serenidade, e n?o tinha chance de recusar. Observando Olivia entrar na empresa, Daniel desviou o olhar: ¡°Dirija.¡± O motorista olhou cautelosamente para ele pelo retrovisor e perguntou cuidado: ¡°Sr. Griera, quer ir ao hospital?¡± ¡°Para qu¨º o hospital?¡± ¨C A voz de Daniel era cortante. ¡°A sua m?o¡­¡± ¨C O motorista olhou para tr¨¢s,n?ando um olhar r¨¢pido para a m?o dele, que estava sangrando. Quando Daniel entrou no carro, o motorista notou que ele estava ferido, maso Olivia estava presente e parecia haver uma discuss?o entre eles, o motorista n?o se atreveu a dizer nada. Danieln?ou um olhar profundo para a pr¨®pria m?o, o sangue j¨¢ estava seco, coagdo,e?ando a cicatrizar. Ele disse: ¡°Para a empresa.¡± ¡°Como desejar, Sr. Griera¡± ¨C O motorista ainda estava preocupado, mas n?o ousou questionar a ordem de Daniel. Naqu tarde, Olivia estava distra¨ªda, sem conseguir se concentrar no trabalho. A morte de Sergio j¨¢ havia sido um golpe duro o suficiente para , mas n?o esperava que 09-43 tivesse algo a ver Daniel. Essa noticia fol um susto para ,o um raio em pleno c¨¦u azul. Seu cora??o estava em desalinho, simplesmente n?o sabia o que fazer a seguir. Enquanto estava distra¨ªda, Jimena ligou. ¡°Olivia, voc¨º j¨¢ est¨¢ quase saindo do trabalho, n?o ¨¦? Eu vou te buscar, vamos ao bar hoje para rxar um pouco¡± ¨C A voz alegre de Jimena ressoou. Isso fez que o espirito abatido de Olivia se animasse um pouco, voltando ao curso normal. Olivia se preparou instintivamente para recusar, pois Daniel havia dito que vir¨ªa busc¨¢ depois do trabalho. n?o se atrevia a desobedecer a ele. Quando estava prestes a recusar, Olivia mudou de ideia e disse: ¡°Tudo bem, estou quase terminando aqui, se voc¨º estiver livre agora, pode vir.¡± ¡°Perfeito, j¨¢ estou a caminho, chego em breve¡± ¨C Jimena falou animadamente e desligou o telefone. Oliviae?ou a arrumar suas coisas, preparando¨Cse para sair. Seu celr aodo tocou de repente, olhou e viu o nome de Daniel piscando na t, uma press?o invis¨ªvel a atingiu instantaneamente. Embora fosse apenas uma liga??o de Daniel, erao se ele estivesse presente, uma presen?a intimidadora. O cora??o de Olivia apertou, fixou o olhar no celr, hesitando em atender, mas o nome na t era muito poderoso, sentiu que tinha que atender. ¡°Quanto mais tempo falta?¡± ¨C A voz grave de Daniel veio do telefone. Ele estava vindo busc¨¢? Chapter 857 Cap¨ªtulo 857 Olivia respirou fundo, apertou os dentes e disse: ¡°Marquei Jimena para irmos ao bar, ent?o n?o vou voc¨º para a V Serenidade agora.¡± Apesar de ter sido Daniel quem a convidou primeiro, queria mesmo era dar um bolo em Daniel. Afinal, tinha prometido panh¨¢¨Clo ¨¤ V Serenidade depois do trabalho? tinha a sua pr¨®pria vida e n?o era para fazer tudo que ele dissesse! Assim que Olivia terminou de fr, sentiu a baixa press?o do outrodo da linha telef?nica,o se pudesse transbordar atrav¨¦s da t do celr. Olivia prendeu a respira??o, aguardando que ele se irritasse, e estava preparada para resistir. ¡°Entendido!¡± Ap¨®s um momento de sil¨ºncio, Daniel respondeu e desligou o telefone. Jogando o celr no assento, Danieln?ou um olhar para a entrada do Grupo Fontes, girou o vnte e afastou o carro. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Olivia estava esperando que Daniel ficasse furioso, e tinha v¨¢rias respostas prontas para rebater, totalmente alerta, preparada para o contra¨Cataque. Mas para sua surpresa, o que veio depois de uma breve espera foi apenas um ¡°entendido¡± de Daniel e o som do telefone sendo desligado. Ele n?o tinha se irritado nem um pouco. Isso pegou Olivia de surpresa. Com o fim da liga??o, os ombros tensos de Olivia rxaram, e suspirou aliviada. N?o demorou muito, Jimena chegou, e Olivia entrou no carro d. Jimena segurava firme o vnte, olhando para a estrada ¨¤ frente, enquanto de vez em quando lan?ava um olhar preocupado para Olivia ao seudo. ¡°Depois que voltamos da praia ontem, o Daniel n?o fez nada voc¨º, n¨¦?¡± Jimena perguntou, preocupada. Olivia bn?ou a cabe?a: ¡°N?o.¡± ¡°Ah, que bom¡± ¨C Jimena suspirou aliviada: ¡°Vamoser alguma coisa antes, o bar ainda n?o abriu. O que voc¨º querer?¡± ¡°Decide conforme o teu gosto, o que voc¨º quiserer, vamoser¡± ¨C Olivia respondeu sem muito entusiasmo. n?o tinha apetite e n?o conseguiriaer; odar o gosto d seria um desperd¨ªcio. Comer o que Jimena gostava faria que aida fosse aproveitada ao m¨¢ximo. ¡°O que houve, voc¨º parece estar mal?¡± Jimena perguntou preocupa??o. Capitulo 857 e Olivia eram amigas h¨¢ muitos anos, e qualquer mudan?a de humor de Olivia era percept¨ªvel por Jimena, que podia identificar sua felicidade ou tristeza um simples olhar. ¡°N?o ¨¦ nada¡°, disse Olivia. Jimena disse: ¡°Olivia, n?o fique assim, o Sergio se foi, ele certamente quer que voc¨º seja feliz e, bem, voc¨º ficando deprimida desse jeito, ele tamb¨¦m ficaria preocupado, n?o ¨¦? Vamos l¨¢, anime¨Cse, voc¨º tem quatro filhos que precisam de uma m?e feliz¡°. Ao ouvir as pvras de Jimena, Olivia sentiu seus olhos se aquecerem e seu cora??o se apertar, sem sabero responder. ¡°Tudo bem, n?o vamos mais fr sobre ele, vamoser churrasco coreano. Faz tempo que n?o comemos, estou salivando¡°, disse Jimena, mudando de assunto quando viu que Olivia n?o estava respondendo. ¡°Sim¡°, Olivia piscou, segurando as l¨¢grimas, e respondeu a Jimena. Na sa¨ªda do trabalho, o shopping estava movimentado e animado. Jimena e Olivia chegaram ¨¤ churrascaria coreana no terceiro andar do shopping, onde o gar?om as guiou at¨¦ uma mesa perto da jan: ¡°Por favor, sentem¨Cse, aqui est¨¢ o card¨¢pio, voc¨ºs podem pedir. quando quiserem.¡± Jimena pegou o card¨¢pio e estava escolhendo os pratos quando, de repente, ouviu¨Cse a voz irritada de uma mulher vinda da mesa aodo. ¡°Seu canalha, voc¨º marca um encontroigo e fica conversando outra mulher? Estou muito decepcionada!¡± Jimena e Olivia olharam na dire??o do som e viram uma mulher se levantar e derramar toda a ¨¢gua da x¨ªcara de cha no rosto do homem ¨¤ sua frente. ¡°Uau!¡± Jimena, curiosa e animada, abriu a boca de surpresa. O homem, os olhos fechados e surpreso por um segundo, levantou a m?o para limpar a ¨¢gua do rosto e abriu seus olhos sedutores de f¨ºnix, olhando para a mulher: ¡°Voc¨º n?o sabe brincar?¡± Chapter 858 Cap¨ªtulo 858 Esse tom de voz cheio de ironia, essa apar¨ºncia deslumbrante e sedutora, esse maldito rosto capaz de enfeiti?ar cora??es, essa sobrancelha maliciosa que incita tenta??es. Tudo era t?o familiar! Caramba! ¨¦ o Carlos Marques! Quando Jimena viu ramente o rosto do homem que tinha sido molhado, seus olhos se arregram e pensou consigo mesma: Caramba. Esse homem, mais uma vez, estava por a¨ª pescando garotas enquanto flertava outra mulher. ¨¦ venenoso demais. Bem feito por ter sido molhado. A mulher tinha uma apar¨ºncia doce e estava vestidao uma lolita. Ao ouvir Carlos perguntar se n?o sabia brincar, franzia o rosto, visivelmente chateada, e disse a Carlos um olhar de m¨¢goa: ¡°Sr. Marques, voc¨º disse que me amava s¨® a mim, por que marcou um encontroigo e ainda est¨¢ conversando outra mulher?¡± ¡°Eu j¨¢ disse a muitas mulheres que as amava apenas a s e te avisei anteced¨ºncia. Se isso importa, n?o precisamos perder nosso tempo. Voc¨º n?o se importou, e agora vem essa cena, o que pretende fazer? Eu te digo, tem muita gente querendo se tornar oficial, voc¨º ter¨¢ que entrar na f¡± ¨C Carlos, movimentos tranquilos, puxou um len?o de papel e enxugou a ¨¢gua do rosto. ¡ü Sem se importar a tristeza ou raiva da mulher. A mulher ficou t?o furiosa que seu peito subiu e desceu rapidamente. quase se virou para ir embora, mas por alguma raz?o, engoliu toda sua irrita??o, puxou um sorriso no canto da boca e se aproximou de Carlos, encostando¨Cse ¨¤ perna dele. ¡°Sr. Marques, desculpe¨Cme, fui muito apressada. ¨¦ s¨® porque amo voc¨º demais, ainda tem ¨¢gua no seu rosto, deixe¨Cmember para secar¡± ¨C Enquanto fva, a mulher se aproximou paramber a ¨¢gua do rosto de Carlos. ¡°Ah, que vis?o desagrad¨¢vel¡± ¨C Ao ver isso, Jimena perdeu apostura, tremeu e sentiu cfrios. Carlos levantou uma sobrancelha e viu Jimena na mesa do outrodo. A mulher j¨¢ estava se aconchegando nele, a l¨ªngua para fora, prestes amber seu rosto, quando ele estendeu a m?o e a afastou: ¡°Pode ir embora, voc¨º at¨¦ perdeu o direito de entrar na f.¡± N?velDrama.Org (C) content. A mulher se levantou cambaleando, ansiosa: ¡°Sr. Marques, por favor, n?o fa?a isso, eu sei que errei, me d¨º outra chance¡­¡± Capitulo 858 Carlos olhou para frieza e disse: ¡°V¨¢ embora, n?o me obrigue a fazer isso de novo!¡± O olhar frio e severo de Carlos assustou a mulher, que, embora ainda quisesse continuer Carlos, n?o ousou insistir e foi embora, magoada e triste. Carlos limpou as m?os e se levantou, caminhando at¨¦ a mesa onde Jimena e Olivia estavam sentadas, um sorriso zombeteiro nos l¨¢bios: ¡°Que coincid¨ºncia, Jimena, n?o me diga que voc¨º conseguiu descobrir onde eu estava e veio atr¨¢s de mim, n?o ¨¦?¡± Anteriormente, Jimena tinha feito v¨¢rias vezes esse tipo de coisa para perseguir Carlos, conseguindo sua localiza??o antecipadamente e depois aparecendo Olivia para um encontro casual Carlos. Jimena revirou os olhos para ele e disse: ¡°Voc¨º se acha demais. Viemos apenas paraer Se soub¨¦ssemos que ¨ªamos presenciar uma cena t?o nauseante, n?o teriamos vindo Carlos puxou uma cadeira e sentou¨Cse aodo, ainda sorrindo para Jimena: ¡°O que voc¨º viu agora h¨¢ pouco?¡± ¡°Eu vi¡­¡± ¨C Jimena estava prestes a fr, mas de repente encontrou o olhar significativo e sorridente de Carlos e percebeu que ele estava esperando que dissesse que o tinha visto em intimidade outra mulher, a mulher prestes amber a ¨¢gua de seu rosto. Ele queria v¨º ci¨²mes e raiva, n?o queria? n?o ia satisfazer seu desejo! Jimena mudou rapidamente o tom, sorriu e disse: ¡°Um cachorrombendo outro, fazendo todos na volta se sentirem mal, qualquer um qu¨¦ visse isso sentiria nojo.¡± O sorriso nos l¨¢bios de Carlos congelou. O que disse? Chamou¨Co de cachorro? ¡°Jimena, cuidado suas pvras¡± ¨C Carlos a advertiu. Cap铆tulo 859 Cap¨ªtulo 859 ¡°O que eu disse ¨¦ a verdade.¡± Jimena ergueu o queixo convic??o. Carlos se sentiu diminu¨ªdo, as mulheres ao seu redor, querendo ter um rcionamento ele, se ele desse um pouco de aten??o, logo captavam o recado, ou o bajvam ou desistiam dele uma tristeza amargurada. De qualquer forma, ningu¨¦m o fazia sentir¨Cse diminu¨ªdo. Jimena, essa mulher, ramente era uma das que o perseguia, ent?o por que era t?o desafiadora? E ainda por cima o fazia sentir¨Cse em desvantagem. Carlos olhou para Jimena sua express?o confiante, reprimiu um sorriso e assentiu a cabe?a, reconhecendo sua determina??o, sem querer entrar em disputa . Seu olhar se desviou para Olivia: ¡°Olivia, hoje voc¨º n?o saiu o Sr. Daniel?¡± Olivia estava bebendo ¨¢gua, colocou o copo para baixo e estava prestes a fr, mas Jimena respondeu por . ¡°Voc¨º n?o est¨¢ vendo? est¨¢ aqui em um encontroigo, por que mencionar outra pessoa?¡± Jimena falou para Carlos um tom nitidamente irritado. ¡°Jimena, eu n?o estava fndo voc¨º, voc¨º n?o pode simplesmente ficar quieta?¡± Carlos virou¨Cse, seus olhos encantadores exibindo desagrado, dirigindo¨Cse a Jimena. ¡°Eu tenho uma boca para fr eer, e eu vim aqui paraer, se eu fechar a boca,o vou comer? Ent?o, n?o temo eu ficar quieta¡± ¨C Jimena disse. O rosto de Carlos, que at¨¦ ent?o mantinha um vislumbre de sorriso, agora estava visivelmente incapaz de manter apostura, ele concordou a cabe?a, rangendo os dentes, uma express?o embara?ada: ¡°Tudo bem, voc¨º ¨¦ dura, n?o vou iodar voc¨ºs.¡± Ele se levantou para sair. N?velDrama.Org (C) content. ¡°Eu n?o sou dura, quem ¨¦ duro ¨¦ voc¨º, caso contr¨¢rio, n?o estaria por a¨ª espalhando suas sementes.¡± ¨C Jimena falou severidade,n?ando um olhar de desprezo para Carlos. Dito isso, agiuo se nada tivesse acontecido, servindo ¨¢gua nas x¨ªcaras de ch¨¢ d e de Olivia. Carlos parou de repente, virando¨Cse bruscamente para olhar para Jimena, os dentes cerrados de raiva. Essa mulher, que costumava olhar para eleo se estivesse encantada, agora o confrontava com cada pvra. Ser¨¢ que passou a odi¨¢¨Clo por n?o conseguir o que queria? ¡°Jimena, mais cedo ou mais tarde, eu vou fazer voc¨º chorar¡± ¨C Carlosn?ou um desafio, saindo passos firmes. ¡°Ah, estou esperando, se voc¨º n?o consegue me fazer chorar, ent?o voc¨º n?o ¨¦ um homem!¡± 09:41 Cap¨ªtulo 859 Jimena seguiu o olhar de Carlos enquanto ele se afastava, aceitando orgulhosamente seu desafio. Carlos n?o respondeu e saiu do restaurante. Olivia, que estava bebendo ¨¢gua, quase se engasgou a afirma??o de Jimena, rapidamente engoliu a ¨¢gua e pegou um guardanapo para limpar a boca, olhando surpresa para Jimena: ¡°Voc¨ºs dois est?o tendo essa conversa expl¨ªcita em p¨²blico, isso ¨¦ realmente apropriado?¡± ¡°O que tem de expl¨ªcito? N?o dissemos nada, eu s¨® estava advertindo Carlos, se ele n?o tem capacidade, ent?o n?o ¨¦ homem¡± ¨C Jimena falouo se estivesse confusa, uma express?o inocente. Olivia: ¡°¡­¡­¡± estava visivelmente constrangida, talvez estivesse pensando demais? Percebendo que as pessoas ao redor estavam olhando para s sorrisos, Olivia sentiu seu rosto esquentar, segurou a m?o de Jimena e disse em voz baixa: ¡°Tudo bem, tudo bem, eu entendi, vamos pedir logo.¡± Parecia que n?o era a ¨²nica a pensar demais. Jimena tamb¨¦m percebeu que estavam chamando aten??o e decidiu n?o dizer mais nada, abaixando a cabe?a para olhar o card¨¢pio. Enquanto as duasiam, o celr de Olivia, que estava aodo, tocou, era uma mensagem no WhatsApp. deu uma r¨¢pida olhada, era uma mensagem de Daniel no WhatsApp. Apenas algumas pvras: ¡°J¨¢ terminou deer?¡± Cap铆tulo 860 Cap¨ªtulo 860 Ao ler aqus pvras, Olivia sentiu sua espinha dorsal se enrijecer involuntariamente. Erao se um par de olhos invis¨ªveis estivesse a observando, causando arrepios por todo o seu corpo. Instintivamente, Olivia olhou para tr¨¢s, atrav¨¦s do vidro, para fora do restaurante. Havia pessoas passando, mas n?o viu a figura de Daniel. Ele ainda n?o tinha chegado, mas de alguma forma sabia que e Jimena estavam almo?ando. Parecia que cada movimento d n?o passava despercebido por ele. Essa sensa??o de estar constantemente vigiada deixava Olivia desconfort¨¢vel, a ponto de n?o conseguir aproveitar sua refei??o. ¡°Olivia, o que voc¨º est¨¢ olhando?¡± Jimena perguntou de repente. Recobrando a consci¨ºncia, Olivia bn?ou a cabe?a levemente: ¡°Nada.¡± segurava os hashis, suas sobrancelhas franzidas, enquanto observava Jimena saborear aida com apetite. Olivia optou por n?o dizer nada. Daniel era um homem perigoso. Qualquer um que se envolvesse ele, mesmo que indiretamente, acabava tendo azar. Principalmente as pessoas rcionadas a . Se ofendessem Daniel, mesmo que sem inten??o, as consequ¨ºncias n?o seriam nada boas. Olivia estava agora preocupada Jimena. Jimena era sua melhor amiga, e partilhava tudo com . Quanto mais Jimena soubesse, mais perigoso seria para . Assim, decidiu que seria melhor n?o contar nada sobre Daniel a Jimena, para evitar trazer¨Clhe problemas desnecess¨¢rios. Pensando nisso, Olivia pegou seu celr e respondeu a uma mensagem de Daniel.. ¡°Acabei dee?ar aer, n?o pode ser t?o r¨¢pido assim. Hoje eu n?o vou para a V Serenidade, n?o precisa vir me buscar.¡± Depois de enviar a mensagem, colocou o celr na mesa, a t virada para baixo, justamente para evitar ver qualquer nova mensagem que Daniel pudesse mandar. Ap¨®s responder, pegou os hashis e continuou aer, agora mais energia e rapidez do que antes. Havia uma determina??o contida em seu interior, e quanto mais angustiada se sentia, mais cuidava de si mesma. Se sua sa¨²de falhasse, aqueles ao seu redor estariam em perigo. Proteger¨Cse era tamb¨¦m uma forma de proteger os outros. Capitulo 860 ¡°Olivia, voc¨º finalmente recuperou o apetite,a mais¡± ¨C Ao ver Oliviaendo mais rapidamente, um sorriso se formou no rosto de Jimena. Nada a deixava mais feliz do que ver Olivia animada. colocou maisida no prato de Olivia, incentivando¨Ca aer. ¡°Isso a¨ª, voc¨º tamb¨¦ma mais¡± ¨C Olivia sorriu levemente e tamb¨¦m serviu Jimena. ¡°¨¦ assim que se f, s¨® depois de estar bem alimentada ¨¦ que se pode pensar em outras coisas¡± ¨C O sorriso de Jimena era radiante ao ver Oliviaendo tanta determina??o. Olivia respondeu um sorriso. Fazia dias que n?oia direito, e agora que seu apetite havia retornado, devorava aida com voracidade. N?velDrama.Org (C) content. Em pouco tempo, os pratos que haviam pedido estavam quase vazios. ¡°Vamos pedir mais alguma coisa?¡± sugeriu Jimena. ¡°Estou satisfeita, pe?a o que voc¨º quiser¡± ¨C Olivia pegou um guardanapo para limpar a boca. ¡°Ah, eu tamb¨¦m estou cheia¡± ¨C disse Jimena. ¡°Pensei que voc¨º ainda estivesse fome. Ent?o n?o vamos pedir mais nada, para n?o desperdi?ar. Eu vou pagar a conta, me espere aqui.¡± Jimena se levantou e foi at¨¦ o caixa. Quando voltou, Olivia a panhou para fora do restaurante. Assim que chegaram ao elevador para descer ao t¨¦rreo, viram um tumulto na entrada do shopping. As pessoas apressadas abriam caminho, em uma mistura de pressa e panico. Uma figura vestida de preto entrou no shopping, seguida por v¨¢rios seguran?as, emanando uma aura poderosa. O ar parecia carregado a presen?a invasiva, e o ambiente antes movimentado agora parecia amea?ador. Olivia olhou para a entrada e seus olhos se encontraram aqueles olhos negros, frios e prantes. Seu cora??o disparou, suas pups se contra¨ªram. Daniel havia finalmente chegado! Cap铆tulo 861 Cap¨ªtulo 861 ¡°Puxa, seu homem chegou¡± ¨C Jimena tamb¨¦m sentiu o poderoso campo de for?a e apertou o bra?o de Olivia, baixando a voz em sinal de admira??o. Olivia n?o disse nada, apenas ficou parada, olhando cautelosamente para Daniel ¨¤ sua frente. ¡°Ontem voc¨º n?o ligou para ele e ele conseguiu descobrir que voc¨º estava na praia, hoje eu tamb¨¦m n?o vi voc¨º ligar para ele,o ele conseguiu descobrir voc¨º tanta precis?o?¡± Jimena se inclinou contra Olivia, fndo suavemente em seu ouvido. estava realmente curiosa,o algu¨¦m poderia saber tanto? Olivia permaneceu em sil¨ºncio, baixando os olhos para o cr em seu pesco?o. Jimena percebeu seu gesto sutil e seguiu o olhar de Olivia, notando o pingente de nuvem no cr ao redor de seu pesco?o. reconheceu o cr, era o mesmo que havia encontrado Olivia, um pingente que emitia uma luz verde, contendo um rastreador. Jimena entendeu imediatamente! N?o ¨¦ de se espantar que Daniel soubesse facilmente onde Olivia estava, todos os passos de Olivia estavam sob o controle de Daniel! n?o tinha nenhuma liberdade, que medo. ¡°Vem c¨¢¡± ¨C A voz grave e fria de Daniel ressoou. Olivia estremeceu, apertando as m?os que pendiam aodo do corpo. queria recusar, mas Jimena estava ali, e n?o podia permitir que Daniel descontasse sua raiva em Jimena. ¡ü Olivia soltou o bra?o de Jimena e caminhou em dire??o a Daniel. ¡°Olivia¡­¡± ¨C Jimena chamou, preocupada. Olivia olhou para tr¨¢s, tranquilizando¨Ca: ¡°Jimena, j¨¢ est¨¢ tarde, voc¨º precisa descansar. Esses lugares de bar s?o muito perigosos, melhor n?o irmos.¡± ¨¦ ro que disse isso para que Daniel ouvisse, deixando ro que n?o iria mais aos bares. ¡°Tudo bem, voc¨º tamb¨¦m v¨¢ descansar cedo. Se quiser fazerpras, me ligue¡± ¨C Disse Jimena. ¡°Est¨¢ bem¡± ¨C Olivia respondeu, virou¨Cse e caminhou at¨¦ Daniel. Daniel segurou sua m?o firmemente, levando¨Ca para fora do shopping um gesto dominador, sem aceitar qualquer resist¨ºncia. Depois de colocar Olivia no carro, ele tamb¨¦m entrou. 09.11 Capitulo 861 O motorista dirigiu suavemente o carro p estrada asfaltada. A presen?a ao seudo era forte e gda, sufocando a respira??o. Olivia olhava p jan do carro, enquanto o olhar profundo e sombrio de Daniel a fixava, prando¨Ca o frio do gelo, deixando¨Ca desconfort¨¢vel. parecia calma, mas seu cora??o batia nervosamente. ¡°Voc¨º est¨¢ tentando me evitar, n?o ¨¦?¡± Daniel virou o rosto d em sua dire??o, a palma ¨¢spera de sua m?o exndo uma poderosa masculinidade. Olivia foi obrigada a encarar se¨´ rosto sombrio e profundo, e seu olhar tremia, sabendo que n?o era hora de provoc¨¢¨Clo. respondeu: ¡°N?o.¡± ¡°¨¦ mesmo?¡± O polegar de Daniel acariciou suavemente a pele macia de seu queixo. N?vel(D)rama.Org''s content. Olivia sentiu o perigo iminente de ser invadida,o um le?o selvagemmbendo sua fr¨¢gil presa. segurou a respira??o, seu cora??o desacelerou, e mal ousava respirar pesadamente, medo de deix¨¢¨Clo furioso e desencadear seudo selvagem. No carro, fazer alguma coisa n?o seria uma novidade. Para algu¨¦mo Daniel, nenhum lugar poderia impedi¨Clo de rasgar sua presa. ¡°Constantemente dizendo que n?o vai ¨¤ V Serenidade, que n?o quer ver as crian?as?¡± A respira??o fria e poderosa de Daniel se espalhava pelo rosto de Olivia, quente e perigosa. As pups de Olivia se contra¨ªram e seu cora??o pulou, estendeu a m?o para agarrar a de Daniel que segurava ?eu queixo: ¡°N?o ¨¦ isso, como eu poderia n?o querer ver as crian?as? S¨® faz tempo que n?o encontro Jimena, queria nos reunir hoje, n?o pense demais.¡± Cap铆tulo 862 Cap¨ªtulo 862 Daniel fitava¨Ca olhos profundos, emanando uma presen?a sombria e gda. N?velDrama.Org (C) content. Olivia sentia¨Cse inquieta sob o olhar intenso e escuro demais dele. Depois de saber que a morte de Sergio estava rcionada a Daniel, Olivia queria desesperadamente fugir de sua presen?a, preparada para resistir a qualquer momento. No entanto, ap¨®s um almo?o Jimena hoje, percebeu que n?o poderia agir impulsivamente, enfrentar Daniel diretamente poderia trazer problemas para as pessoas ao seu redor. precisava fugir de Daniel, mas tamb¨¦m levar as crian?as . Como Daniel era muito astuto, seus pensamentos dificilmente passariam despercebidos por ele, ent?o tinha que nejar cuidadosamente. n?o podia deixar que Daniel percebesse seus pensamentos. ¡°Voc¨º n?o confia em mim?¡± Sentindo¨Cse admirada o olhar profundo e enigm¨¢tico de Daniel, Olivia perguntou proativamente antes que ele expressasse qualquer suspeita. ¡°Sim, eu n?o confio!¡± Daniel admitiu diretamente, seu olhar prante fixo n, n?o deixando passar nenhuma de suas express?es. ¡°Andando perdida ps ruas, quase sendo atropda sem perceber. De repente, uma raiva maior, recusando¨Cse a voltar para a V Serenidade. Todos essesportamentos at¨ªpicos, voc¨º me diz que ¨¦ s¨® para se encontrar Jimena?¡± Daniel afrouxou o aperto em seu queixo, mas n?o a soltou. Ele sabia que a morte de Sergio a havia afetado profundamente, mas nos ¨²ltimos dias s¨® parecia indisposta, n?o t?o rebeldeo hoje. ¡°Voc¨º tem raz?o, eu n?o quero voltar para a V Serenidade, n?o quero voltar para o seudo! Quero me afastar de voc¨º! De prefer¨ºncia, sem nenhuma conex?o! Mas tamb¨¦m n?o quero perder as crian?as, eu as amo, quero dar a s uma infanciapleta, tenho que aguentar e ficar ao seudo!¡± Olivia, sob aquele olhar sombrio, mordeu o l¨¢bio e falou apressadamente, revndo suas verdadeiras emo??es. sabia que n?o poderia esconder isso dele, ent?o decidiu contar tudo! Dessa forma, ele n?o ficaria desconfiado. Os olhos escuros de Daniel tremeram e suas pups negras a fitaram uma intensidade sinistra. Ser¨¢ que queria se afastar dele, sem qualquer liga??o ele? Estar ao seudo era apenas tolerancia? 00-12 Capitulo 862 Com a morte de Sergio, nem conseguia mais fingir ter sentimentos por ele? O rosto de Daniel ficou sombrioo um c¨¦u tempestuoso, seus olhos frios e perspicazes, a emo??o reprimida tornando sua respira??o pesada: ¡°Se voc¨º gosta tanto de suportar, ent?o suporte pelo resto da sua vida!¡± Em outras pvras, ele n?o a deixaria ir embora! Mesmo que tivesse que suportar isso, tinha que ficar aodo dele! Quando terminou de fr, Daniel afastou o queixo e olhou friamente para fora da jan. O cora??o de Olivia se apertou, sua respira??o ficou dif¨ªcil; entendeu o que Daniel estava dizendo. Ao dizer diretamente a ele que queria ir embora, por umdo, queria evitar que ele continuasse a suspeitar de seu desejo de ir embora. Por outrodo, queria testar sua rea??o. E se ele concordasse em deix¨¢ ir? O resultado, no entanto, foi apenas desespero e sufocamento. Ele n?o a deixaria partir; mesmo que tivesse que suportar, deveria ficar ao seudo. Olivia realmente n?o entendia por que Daniel insistia tanto em mant¨º por perto. Ele n?o a casaria, nem lhe daria um status, apenas queria que fosse sua mulher! Ser¨¢ que seu desejo de possu¨ª era t?o forte assim? N?o poderia simplesmente deix¨¢ ir e encontrar outra mulher? Cap铆tulo 863 Cap¨ªtulo 863 Ol¨ªvia fechou os olhos amargura. N?o demorou muito para o carro parar e, para a surpresa de Ol¨ªvia, eles n?o estavam na V Serenidade, mas na Comunidade Lej¨¢. ficou confusa e se preparou para perguntar a Daniel, mas quando olhou em sua dire??o, viu que ele estava de perfil, olhando p jan do carro, uma aura fria e distante e um ar sombrio. Olivia n?o se atreveu a fr e abriu a porta do carro para sair. Assim que fechou a porta, o carro arrancou sem hesitar. Erao se Daniel nunca mais quisesse v¨º. Olivia apertou os l¨¢bios, observando o Rolls Royce preto se afastar, antes de se virar e entrar no pr¨¦dio. abriu a porta e entrou; a casa estavapletamente escura. Olivia tateou em busca do interruptor e acendeu a luz, iluminando instantaneamente todo o espa?o. Teresa, que estava sentada no sof¨¢, protegeu os olhos da luz intensa a m?o. ¡°M?e, voc¨º est¨¢ em casa? Por que n?o acendeu a luz?¡± Olivia perguntou, surpresa. Teresa voltou a si, olhou para e em seguida para a porta,o se esperasse por mais algu¨¦m. Com um tom de desapontamento, disse: ¡°Para que vou acender luz se estou sozinha em casa? ¨¦ um desperd¨ªcio de energia.¡± ¡°N?o ¨¦ bem assim, m?e. A humanidade inventou lampadas e eletricidade justamente para iluminar, n?o para economizar¡± ¨C Olivia colocou sua moch no hall de entrada e entrou. ¡°Faz tempo que voc¨º n?o volta pra casa. O que te trouxe aqui hoje?¡± Teresa n?o estava legal; estava p¨¢lida e abatida. Olivia percebeu que tinha algo errado e sentou aodo d, tocando sua testa. pra ver se estava febre. ¡°M?e, o que aconteceu voc¨º? Est¨¢ entediada de ficar em casa sozinha todos os dias?¡± Olivia perguntou, preocupada. Teresa suspirou fraco: ¡°Antes, eu acordava e j¨¢e?ava a correria pra cuidar dos meus quatro pequenos tesouros, lev¨¢¨Clos pra esc e depois ficava pensando em busc¨¢¨Clos. Agora, acordar de manh? n?o faz diferen?a nenhuma, n?o tem preocupa??es ou expectativas¡­¡± A vida costumava ser agitada e de repente ficou silenciosa, deixando o cora??o de Teresa vazio e se sentia deslocada. Passava os dias sentada no sof¨¢, mergulhada em pensamentos. Capitulo 863 sempre remava deo era cansativo cuidar des crian?as, mas agora que n?o precisava mais fazer isso, se sentia vaziao se tivesse perdido o mundo inteiro. Olivia abra?ou Teresa, encostando a cabe?a no ombro d, e disse: M?e, eu entendoo voc¨º se sente. Tenha certeza de que nossa familia vai voltar ao que era antes. Se tiver realmente entediada, voc¨º pode visitar a tia¡­¡±N?velDrama.Org (C) content. ¡°Eu n?o vou l¨¢. Se eu for, vou ver ainda menos meus quatroos. Aqu¨ª ainda tenho chance de v¨º¨C los¡± ¨C Teresa falou determinada, ¡°Eu estou procurando emprego nos ¨²ltimos dias, mas ningu¨¦m me quer. N?o sei o que estou fazendo de errado¡± ¨C Teresa estava se sentindo desamparada; era dificil arranjar trabalho na sua idade. ¡°M?e, se n?o tem trabalho, tudo bem. Voc¨º pode ir dan?ar na pra?a ou passear. Vou tentar arranjar mais tempo pra vir te visitar¡± ¨C Olivia abra?ou Teresao uma crian?a, buscando conforto no colo d, assimo Ir¨ªa costumava fazer. Os filhos que t¨ºm a m?e por perto sentem¨Cse aquecidos por dentro. ¡°Voc¨º fa?a o seu trabalho, n?o se preocupeigo. Melhor passar mais tempo as crian?as, sen?o o tempo s podem nos esquecer¡± ¨C Teresa estava sempre pensando em seus preciosos netos. ¡°Como assim? Eles jamais nos esquecer?o¡± ¨C Olivia n?o quer¨ªa admitir que, se as crian?as ficassem muito tempo sem v¨¦s, poder¨ªam esquec¨ºs. havia dado ¨¤ luz aqueles pequenos tesouros amor e dedica??o. Como eles poderiam esquecer d e de Teresa? ¡°As crian?as s?o pequenas, quern passa mais tempo s, ganha mais afeto. Com o tempo, esquecer a pr¨®pria m?e n?o ¨¦ algo t?o inusitado¡± ¨C Teresaentou. ¡°Ah, e n?o seja t?o teimosa. Conquiste Daniel aos poucos, isso ser¨¢ bom para voc¨º e para os seus filhos. Homens, sabeo ¨¦, um pouco de carinho, voc¨º conquista o cora??o deles¡± ¨C Teresa aconselhou Olivia. Cap铆tulo 864 Cap¨ªtulo 864 Olivia n?o respondeu ¨¤s pvras de Teresa, apenas se abra?ou a depend¨ºncia. ¡°Estou fndo voc¨º, est¨¢ me ouvindo?¡± Teresa a empurrou para se levantar e perguntou o rosto virado. Teresa estava realmente ansiosa. Sua filha tinha dado ¨¤ luz quatro filhos para Daniel e, no final, n?o conseguiu nem mesmo um reconhecimento, podendo at¨¦ perder as crian?as. Quem estivesse em seu lugar tamb¨¦m n?o aceitaria. ¡°Eu Ouvi¡­¡± ¨C Olivia respondeu. As pvras de Teresa tamb¨¦m deram a Olivia uma dica. Se quisesse escapar do controle de Daniel e levar os filhos, teria que conquistar primeiro a confian?a de Daniel. Ele precisaria perder suas preocupa??es para que tivesse a chance de fazer o que precisava. Durante a noite, Daniel estava deitado sozinho na imensa cama do quarto principal. As pvras de Olivia, dizendo que queria deix¨¢¨Clo e romper todos os?os ele, estavamo um fio de seda, firmemente enrdo em seus nervos. Seu humor estava sombrio e frio. Com dificuldade, ele finalmente pegou no sono, mas pesadelos o assombravam. Era a noite anterior ao dia em que seu pai havia sofrido um acidente. Seus pais tinham discutido ferozmente, sua m?e quebrando toda a lou?a que podia p casa, transformando tudo num verdadeiro caos. Com apenas oito anos, Daniel ficou encolhido num canto do quarto, observando seus pais brigarem como raios colidindo no ar. Toda a casa estava impregnada o som daqu discuss?o. . O casal parecia maiso inimigos, rostos amea?adores e cheios de ¨®dio. Uma sombra enorme se formou no cora??o juvenil de Daniel. Ele nunca havia sentido o calor de umr; suas lembran?as de fam¨ªlia eram todas sombrias. Depois da briga, sua m?e saiu batendo a porta em f¨²ria, e seu pai, vendo Daniel no canto, se agachou diante dele, apoiando suas grandes m?os nos ombros do menino e disse os olhos vermelhos: ¡°Daniel, lembre-se, quando crescer, nunca case uma mulher que n?o tenha o cora??o voltado para voc¨º. Caso contr¨¢rio, seu fim ser¨¢ t?o tr¨¢gico quanto o meu¡­¡± A express?o no rosto do pai era de desespero e arrependimento. Naqu ¨¦poca, Daniel ainda n?o entendia o que significava o ¡°fim¡± mencionado por seu pai. 09:42 Capitulo 864 At¨¦ o dia seguinte, quando seus pais se envolveram em um acidente de carro e ambos morreram. A causa da morte deles foi porque sua m?e, tentando fugir outro homem, ignorou os apelos do pai, dirigiu desesperadamente para fugir, enquanto seu pai a seguia determinado a traz¨º de volta. No final, ele n?o s¨® n?o conseguiu trazer sua m?e de volta,o tamb¨¦m perdeu a vida naquele tr¨¢gico acidente. Daniel jamais esqueceria a imagem de seu pai coberto de sangue sendo levado para a s de cirurgia e, finalmente, os m¨¦dicos derando que o resgate havia sido em v?o. Somente ao saber da morte de seu pai, Daniel entendeu o que significava o ¡°fim¡± que seu pai havia mencionado. Era um fim verdadeiramente tr¨¢gico. Na escurid?o da noite, Daniel abriu os olhos abruptamente, e no segundo em que os abriu, transparecia dor e panico, que meio segundo depois foram substitu¨ªdos por frieza e hostilidade. Ele se sentou e passou a m?o p testa. Original from N?velDrama.Org. Nos ¨²ltimos dias, Olivia estava trabalhando normalmente, voltando para a Comunidade Lej¨¢ ap¨®s o expediente. Durante quatro dias, Daniel n?o entrou em contato , e tamb¨¦m n?o enviou mensagens para Daniel. Durante esses quatro dias, o mundo de Olivia estava silencioso,o se Daniel n?o fizesse mais parte dele. Mas as crian?as tamb¨¦m estavam quietas, sem nenhuma not¨ªcia. Quatro dias sem ver as crian?as deixaram Olivia um sentimento de vazio, uma imensa saudade de seus filhos. A n?o sabia o que eles estavam fazendo agora, se estavamendo bem, dormindo bem, se estavam¡­ pensando n¡­ Cap铆tulo 865 Cap¨ªtulo 865 Ao lembrar do que Teresa disse naquele dia, de que as crian?as poder¨ªam esquec¨º se passassem muito tempo sem v¨º, o cora??o de Olivia afundou de repente. Desde que deu ¨¤ luz aos quatro pequenos amores, Olivia dedicou todo o seu carinho a eles. Eram eles a raz?o p qual persistia diante de qualquer adversidade, o b¨¢lsamo para as fadigas do dia a dia. Sempre que se sentia perdida, bastava pensar em seus quatro tesouros para que o cora??o de Olivia se enchesse de alegria. Como poderiam as criaturinhas que amava tanto esquec¨º? Sentada em sua cadeira de escrit¨®rio, Olivia sentiu¨Cse cansada e, pegando o celr, abriu a galer¨ªa para contemr as fotos de seus filhos. As express?es felizes e ador¨¢veis deles preenchiam o vazio em seu cora??o. Desde aquele dia em que, na frente de Daniel, expressou seu desejo de se afastar dele e romper todos os?os, Daniel desapareceu, cortandopletamente aunica??o entre e as crian?as. Nem mesmo na porta da esc consegu¨ªa v¨º¨Clos. Olivia n?o entendia as inten??es de Daniel. Ele queria que se submetesse para sempre. No entanto, ele a havia enviado de volta para a Comunidade Lej¨¢. Olivia n?o conseguia decifrar seus pensamentos e temia provocar sua ira. Nos ¨²ltimos dias, n?o havia encontrado coragem para entrar em contato Daniel. ¡°Olivia, prepare¨Cse. Esta noite voc¨º vai me panhar em um jantar beneficente¡°, disse Vicente ao entrar no escrit¨®rio. Original from N?velDrama.Org. Rapidamente, Olivia guardou o celr e olhou para Vicente, perguntando: ¡°Que tipo de jantar beneficente ¨¦ esse?¡± ¡°Uma campanha de arrecada??o organizada pelo Grupo Griera. Recebi um convite¡°, explicou Vicente. Era um evento de arrecada??o de fundos do Grupo Griera¡­ Olivia hesitou por um momento e ent?o falou: ¡°Sr. Fontes, posso n?o ir?¡± Vicente, surpreso, sorriu para : ¡°Essa ¨¦ uma oportunidade ¨²nica. Muitos empres¨¢rios de destaque estar?o presentes. ¨¦ incr¨ªvel que voc¨º n?o queira participar.¡± Olivia sabia que era um evento deworking da alta sociedade, onde poderia expandir seus contatos profissionais, um lugar ideal para neg¨®cios. 09:42 Capitulo 865 Mas considerando que o evento era do Grupo Griera, que muitos membros da fam¨ªlia Griera estariam presentes, e que o Velho Sr. Griera n?o a apreciava, al¨¦m da atitude ambigua de Daniel para , n?o estava pronta para enfrentar Daniel e preferia n?o ir. ¡°Para um evento sofisticado assim, certamente ¨¦ preciso um vestido ¨¤ altura, e eu n?o tenho nenhum. Melhor n?o ir¡± ¨C disse Olivia, sem revr seus verdadeiros sentimentos e buscando uma desculpa. ¡°N?o se preocupe o vestido, eu cuidarei disso para voc¨º. N?o recuse novamente, voc¨º vaio minha secret¨¢ria e precisar¨¢ anotar quais empres¨¢rios poder?o ter a oportunidade de cborar conosco¡± ¨C Vicente bloqueou qualquer tentativa de recusa de Olivia. Antes que Olivia pudesse dizer mais alguma coisa, Vicente j¨¢ havia sa¨ªdo do escrit¨®rio. Estava ro que n?o tinha escolha. ¨¤s oito e meia da noite. Olivia vestiu o traje de g fornecido por Vicente e foi ele at¨¦ a vin¨ªc do Grupo Griera. A vin¨ªc estava localizada no topo de uma montanha, um caminho sinuoso que levava ao cume, onde se revva um cen¨¢rio iluminado e deslumbrante de esplendor e luxo. O pr¨¦dio da vin¨ªc era de puro estilo ocidental, erguendo¨Cseo um castelo no topo da montanha, imponente e ¨²nico, exibindo o luxo e a fortuna da fam¨ªlia Griera. Saindo do carro, Olivia seguiu Vicente at¨¦ a entrada do banquete. Na entrada, havia um porteiro encarregado de verificar os convites. Vicente entregou seu convite ao porteiro, que o cumprimentou respeitosamente e permitiu sua entrada. Ao avistar Olivia, o porteiro a interrompeu: ¡°Desculpe, senhorita, ¨¦ necess¨¢rio ter um convite para entrar.¡± Era necess¨¢rio registrar todos os convidados que chegavam ao evento. Olivia parou e olhou para Vicente, pronta para sugerir que talvez fosse melhor se fosse embora primeiro. Vicente sorriu para o porteiro e disse: ¡°Esta ¨¦ a minha secret¨¢ria, eu que a trouxe, apenas registre¨Ca como minha panhante no livro de membros.¡± ¡°Vicente, sua panhante ¨¦ realmente b¡± ¨C Uma voz refinada soou de repente. Cap铆tulo 866 Cap¨ªtulo 866 Olivia olhou na dire??o da voz e viu um homem de estatura elegante, cabelo curto e bem cortado, vestindo uma camisa bege estilosa e cal?as azul¨Cmarinho justas,plementadas sapatos da moda. Seus olhos e sobrancelhas transmitiam um ar sorridente, ele era refinado e atraente, e parecia ser acess¨ªvel. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Ele caminhou em dire??o a eles,n?ando um breve olhar sobre Olivia e depois se voltando para Vicente. ¡°Rodrigo Melo! Encontrar voc¨º aqui ¨¦ uma surpresa e tanto! N?o estava sempre fora do pa¨ªs? Quando voltou?¡± Vicente se iluminou ao ver a pessoa se aproximando, avan?ando para cumpriment¨¢¨Clo um toque de m?os e um leve esbarr?o de ombros. Era ro que eles tinham uma boa r??o. ¡°Voltei ao pa¨ªs ontem e agora pretendo ficar por aqui para desenvolver meus projetos¡± ¨C Rodrigo disse com um sorriso. Ap¨®s a sauda??o,n?ou um olhar de canto para Olivia, um sorriso zombeteiro, e disse: ¡°T¨¢ apaixonado? N?o vai apresentar ?¡°. Vicente percebeu que ele se referia a Olivia. Sua express?o mudou brevemente, um vislumbre de receio em seus olhos, e logo passou a explicar formalmente: ¡°H¨¢ um mal¨Centendido, n?o ¨¦ minha namorada, ¨¦ minha secret¨¢ria Olivia. Olivia, esse ¨¦ o Rodrigo, herdeiro da fam¨ªlia Melo.¡± Na sua explica??o, Vicente os apresentou um ao outro. Nem pensar, Olivia ¨¦ do Daniel; ele n?o ia se atrever a tentar algo . Se o Daniel descobrisse que algu¨¦m achou que ¡®Olivia era minha namorada, eu ia ter problemas. Eu definitivamente n?o vou brincar a mulher do Daniel. ¡°Oh, Olivia?¡± Ao ouvir esse nome, o olhar de Rodrigo sobre mudou, a zombaria anterior deu lugar a uma seriedade e profundidade. ¡°Senhor Rodrigo, prazer em conhec¨º¨Clo, sou a secret¨¢ria do Sr. Fontes, Olivia¡± ¨C Olivia cumprimentou com um sorriso e um leve aceno de cabe?a. Quando olhou para Rodrigo, notou que ele a observava um olhar atencioso e profundo, o que a surpreendeu um pouquinho. ¡°Prazer em conhec¨º, assimo o Sr. Fontes, pode me chamar de Rodrigo¡± ¨C Rodrigo voltou ao presente, escondendo a seriedade nos olhos e trazendo de volta o sorriso. Depois de uma breve introdu??o, Rodrigo entregou o convite ao porteiro, e os tr¨ºs entraram juntos no sal?o de festas. Capitulo 866 No evento, havia muita gente importante e da alta sociedade. Todos exibiam elegancia e bom comportamento em seus gestos. Nat¨¢lia e Kenzo estavam recebendo os convidados, enquanto o Sr. Griera, um senhor mais velho, estava sentado no sal?o principal, conversando alguns respeitados anci?os. No entanto, Daniel n?o estava ¨¤ vista. Talvez ele ainda n?o tivesse chegado. Olivia olhou em volta e, ao n?o ver Daniel, sentiu uma sensa??o de al¨ªvio misturada uma pitada de decep??o. No entanto, rapidamente deixou dedo esse sentimento de perda. ¡°Vicente, voc¨º chegou, venha por aqui, por favor¡± ¨C Nat¨¢lia os recebeu calorosamente, fazendo um gesto de convite. Ao ver Ol¨ªvia atr¨¢s de Vicente, o sorriso de Nat¨¢lia se congelou por um momento e n?ou um olhar frio e desdenhoso para Ol¨ªvia, que passou rapidamente. Ol¨ªvia sentiu a frieza no olhar de Nat¨¢lia e recuou um pouco, baixando os olhos sem dizer nada. ¡°Tudo bem, agrade?o a sua hospitalidade, mas n?o se preocupe conosco, estamos bem¡± ¨C Vicente respondeu educadamente. Nat¨¢lia assentiu e, sem insistir em entreter Vicente, foi atender outros convidados. Olivia sabia que n?o era bem¨Cvinda ali. O olhar de Nat¨¢lia a havia deixado desconfort¨¢vel. disse: ¡°Sr. Fontes, vou ao banheiro.¡± ¡°Tudo bem, v¨¢. Quando voltar,a algo no sal?o, voc¨º parece um pouco p¨¢lida¡± ¨C Vicente respondeu. Eles n?o tinham jantado antes de chegar, e Vicente achou que o mal¨Cestar de Olivia se devia ¨¤ fome. Cap铆tulo 867 Cap¨ªtulo 867 Olivia abaixou a cabe?a sem dizer uma pvra e foi para o banheiro. Quando virou a esquina para entrar, uma mulher coincidentemente saiu e as duas se encontraram. ¡°Oh,o voc¨º est¨¢ andando, voc¨º ¨¦ cega?¡± A mulher exmou uma voz estridente e arrogante. ¡°Parece que foi voc¨º quem me atropelou¡­¡± ¨C A voz presun?osa e acusadora da mulher eral irritante, e Olivia, tentando ser factual, disse. ainda n?o tinha entrado, enquanto a mulher j¨¢ estava saindo; logicamente, foi a mulher que a atropelou, e ainda teve a aud¨¢cia de acus¨¢ primeiro? N?o era culpa de Olivia, n?o tinha raz?o para se desculpar! levantou seus olhos frios, tentando fr racionalmente a pessoa ¨¤ sua frente. Ao ver o rosto diante d, Olivia ficou surpresa por um instante. pensou que era algu¨¦m mais, mas era a filha de Gabriel Dias, Wilma Dias! usava um vestido de noite roxo, um decote em V, revndo um generoso decote, e um design que acentuava sua cintura fina, exibindo sua figura esbelta de maneira espetacr. Seus cabelos estavam presos para tr¨¢s, expondo seu pesco?o delicado, e a maquiagem estava impec¨¢vel, indicando que havia se arrumado cuidado. O que Wilma Dias estava fazendo aqui? ¡°Olivia, ¨¦ voc¨º!¡± Wilma tamb¨¦m reconheceu Olivia en?ou um olhar arrogante sobre . estava usando um vestido de noite branco, bem simples, e mesmo assim, apenas uma leve camada de base no rosto, sem maquiagem, parecia pura e desej¨¢vel, olhos brilhantes e dentes brancos! parecia at¨¦ mais deslumbrante do que se tivesse se arrumado toda! Wilma sentiu o ci¨²me tomar conta do cora??o, mas lembrando que n?o foi f¨¢cil conseguir um convite para o jantar dessa noite atrav¨¦s de seus contatos, n?o estava ali para brigar Olivia. Al¨¦m disso, n?o era hora de se tornarem inimigas. ¡°Olivia, desculpa, eu achei que voc¨º fosse outra pessoa, por isso fui um pouco rude. N?o fica brava, voc¨º est¨¢ certa, eu que te atropelei sem querer, me desculpa.¡± Olivia n?o queria lidar ,n?ou um olhar e passou por para entrar no banheiro. Wilma olhou furiosa para as costas de Olivia e ent?o saiu, caminhando em seus saltos altos. 09:42 Capitulo 867 Olivia foi ao banheiro principalmente para acalmar seus pensamentos. vou as m?os no espelho e deu umas batidinhas em suas bochechas, tentando se animar. foi ao jantar apenas por causa do trabalho, pra ajudar o Vicente a documentar oserciantes, e n?o podia ficar pensando demais. Depois de se preparar mentalmente, Olivia voltou pro evento. Vicente estava conversando algunserciantes e parecia n?o precisar d, ent?o Olivia pegou um prato e foi at¨¦ a ¨¢rea do buffet escolher uns doces, nejando sentar num canto discreto pra comer. N?velDrama.Org (C) content. De repente, viu uma cena de puxa¨Csaquismo escancarado ali dodo. Wilma estava se aproximando de Elisa Abreu, um sorriso no rosto, sem parar de puxar o saco d. ¡°Srta. Abreu, que vestido lindo voc¨º tem, ¨¦ um vestido feito sob medida de uma marca famosa, n¨¦? Com certeza voc¨º ¨¦ a estr da noite.¡± *ro, este vestido custou milh?es¡± ¨C Elisa n?o era nem um pouco modesta e at¨¦ levantou a ta?a de prop¨®sito para mostrar a pulseira no seu pulso. ¡°Nossa, que pulseira linda, nunca vi uma esmeralda t?o perfeita e transparente. Essa pulseira tem uma grande hist¨®ria, n?o tem?¡± Wilma disse, os olhos brilhando enquanto continuava a elogiar Elisa. ¡°Voc¨º tem bom olho, essa pulseira ¨¦ uma rel¨ªquia de fam¨ªlia passada para a pr¨®xima nora dos Griera. Agora que estou usando, voc¨º deve saber o que isso significa, n?o ¨¦?¡± Elisa disse, orgulhosa. Ao ouvir isso, Olivia sentiu um aperto em seu peito e olhou atentamente para o pulso de Elisa, vendo a pulseira verde transl¨²cida, e sentiu uma dor em algum lugar dentro de si. Cap铆tulo 868 Cap¨ªtulo 868 Aquele bracelete era muito conhecido por Olivia, pois Sergio j¨¢ havia lhe dado de presente antes. Quando Nat¨¢lia descobriu, ficou t?o furiosa que at¨¦ sequestrou a pr¨®pria Olivia. Ao descobrir que o bracelete era uma heran?a da fam¨ªlia Griera para as noras, Olivia o devolveu para Nat¨¢lia. N?vel(D)rama.Org''s content. E agora, para sua surpresa, o bracelete estava no pulso de Elisa. Por que Elisa estava usando o bracelete? Ser¨¢ que Nat¨¢lia o tinha dado para ? Qual era a r??o entre Nat¨¢lia e Elisa? Por que daria um objeto t?o valioso para Elisa? Enquanto Olivia ficava confusa, percebeu o olhar de Elisa, que a encarava de canto de olho. um olhar desafiador e ostentoso. Olivia notou o olhar de triunfo de Elisa e uma ruga de insatisfa??o se formou entre suas sobrancelhas elegantes. ¡°O tesouro da fam¨ªlia Griera, agora nas m?os da Srta. Abreu. A Srta. Abreu j¨¢ est¨¢ praticamente casada um membro da fam¨ªlia Griera?¡± Wilma continuava bajndo Elisa, dizendo o que queria ouvir. ¡°Com certeza, eu e Daniel estamos praticamente prometidos desde pequenos, ainda n?o casamos, mas ¨¦ s¨® uma quest?o de tempo at¨¦ ficarmos juntos¡± ¨C Elisa falou, olhando para Olivia, embora estivesse respondendo a Wilma, suas pvras eram ramente dirigidas a Olivia. Ao ouvir Elisa, o cora??o j¨¢ machucado de Olivia afundou ainda mais. sorriu ironicamente, sabendo que Elisa era a nora escolhida pelo velho Sr. Griera e que Daniel eventualmente se casaria . Agora que o bracelete estava no pulso de Elisa, o que tinha de t?o surpreendente nisso? N?o era s¨® uma quest?o de tempo? Olivia percebeu que Elisa estava ramente provocando e decidiu ignor¨¢, dirigindo¨Cse a um cantinho tranquilo para aproveitar uns doces. Wilma, que estava bajndo Elisa, teve uma pequena pausa ao ouvir sobre o casamento Daniel, mas logo voltou seu sorriso servil. ¡°A Srta. Abreu ¨¦ t?o linda e ainda ¨¦ a herdeira da fam¨ªlia Abreu, e Daniel s?o feitos um para o outro, um casal que d¨¢ inveja.¡± A pvra ¡°inveja¡± foi dita certo desconforto, quase rangendo os dentes. estava ci¨²mes, isso sim! 09:43 Capitolo $68 Daniel era t?o cobi?ado, uma apar¨ºncia boa, um corpo atraente, habilidades not¨¢veis e um enorme poder. Era dificil encontrar algu¨¦m t?o bonito, bem constru¨ªdo, rico e ainda discreto! Um homem assim era um achado, e qual mulher n?o gostaria de t¨º¨Clo? Wilma tinha visto Daniel apenas uma vez e j¨¢ estavapletamente apaixonada, jurando que o conquistaria e se tornaria sua mulher. No inicio, pensou que sua ¨²nica rival era Olivia, mas agora via que para se tornar a mulher de Daniel, teria que superar aspetidoras ¨¤ sua frente. N?o era apenas a Olivia, mas tamb¨¦m a Elisal ¡°Voc¨º est¨¢ ci¨²mes, n?o est¨¢? Espere at¨¦ que Daniel chegue e voc¨º ver¨¢o sou importante para ele¡°, disse Elisa um sorriso confiante, dando um tapinha no ombro de Wilma. Wilma manteve o sorriso no rosto, mas por dentro tinha uma lamina. Olivia estava quieta, sentada em um canto, saboreando a sobremesa. Wilma se aproximou uma bandeja, sentou¨Cse sem ser convidada na frente de Olivia ee?ou a conversar: ¡°Ol¨ªvia, ouvi dizer que Elisa ¨¦ a noiva de Daniel, eles est?o muito apaixonados e v?o se casar em breve. Se eles v?o se casar, o que voc¨º ¨¦, afinal?¡± Wilma inclinou¨Cse para frente, sussurrando perto de Olivia uma voz baixa. Olivia n?o deu aten??o a e continuou a desfrutar das iguarias em seu prato. Cap铆tulo 869 Cap¨ªtulo 869 ¡°Olivia, eu,o sua irm?, em busca da sua felicidade, fiz quest?o de me informar sobre o casamento do Daniel. Agora que obtive informa??es substanciais,o ¨¦ que voc¨º n?o tem nenhuma rea??o?¡± Wilma disse, frustrada ao ver que Olivia a ignorava. fvao se fosse pelo bem de Olivia. Na realidade, era pelo bem d mesma. Olivia sorriu friamente por dentro, mas manteve sua express?o fria e distante. ¡°Tem uma mesa vaga ali¡± ¨C disse Olivia, sem levantar a cabe?a, apontando para a mesa aodo. Havia tantos lugares dispon¨ªveis, e Wilma teimava em sentar em frente a , s¨® para perturb¨¢? Olivia n?o era ing¨ºnua a ponto de acreditar que Wilma estava ali para ajud¨¢. Quando Wilma e sua m?e entraram em sua casa, Wilma dirigiu pvras cru¨¦is e at¨¦ agrediu sua m?e. Onde estava o amor entre irm?s? A falsa bondade ¨¦ mais perigosa que uma cobra venenosa. Wilma, desmascarada, ficou momentaneamente envergonhada, mas togo recuperou apostura e mostrou um sorriso amig¨¢vel. ¡°Olivia, tivemos alguns mal¨Centendidos no passado. Pe?o desculpas pelo meuportamento precipitado. Espero que voc¨º n?o leve a mal. Agora, estou realmente preocupada voc¨º. Daniel ¨¦ um homem t?o bom, e voc¨º teve quatro filhos ele; voc¨º merece ser a mulher que se casar¨¢ ele. N?o deixe que outra mulher tome o lugar de Sra. Griera.¡± Enquanto fva, Wilman?ava olhares furtivos para Olivia. usava um vestido de noite branco, um bolso decorativo em forma de cora??o na cintura. Apesar de ser decorativo, o bolso era funcional e podia guardar objetos. ¡°N?o preciso da sua preocupa??o, obrigada¡± ¨C Olivia levantou os olhos en?ou a Wilma um olhar distante, antes de continuar aer seus doces, deixando ro que n?o queria interagir. Wilma,o se n?o percebesse, levantou¨Cse e se aproximou de Olivia, abra?ando¨Cao se fossem ¨ªntimas, sussurrando em seu ouvido: ¡°Olivia, Elisa ¨¦ uma daqus mulheres que s¨® t¨ºm peito e n?o t¨ºm c¨¦rebro. Se precisar, posso me unir a voc¨º para afastar Elisa de Daniel. Assim, o lugar de Sra. Griera ser¨¢ seu¡­¡± Pega de surpresa, Olivia ouviu o sussurro ¨ªntimo de Wilma. O conte¨²do do sussurro era t?o rid¨ªculo quanto repulsivo. Capitulo 869 N?o sabia quem, h¨¢ pouco, um sorriso no rosto, bajva Elisa, agindoo um c?o servil. E agora, fva de Elisao se fosse uma mulher sem c¨¦rebro. Pessoas que agem de uma forma na frente dos outros e de outra por tr¨¢s s?o as mais perigosas. Olivia, repugnada, levantou¨Cse e afastou¨Cse de Wilma, dizendo um tom s¨¦rio de rejei??o: ¡°Fique longe de mim!¡± ¡°Olivia, eu realmente estou pensando em voc¨º¡­¡± ¨C Wilma parecia magoada, olhando para Elisa, que estava um pouco distante. Elisa, percebendo a troca de olhares, levantou¨Cse e se aproximou de Olivia, segurando sua m?o e perguntou: ¡°O que houve, o que voc¨ºs duas estavam fndo?¡± Elisa olhou para Wilma, que parecia perdida em panico Ol¨ªvia soltou a m?o de Elisa, olhando para e n?o querendo se envolver essas duas: ¡°Nada¡°. Dizendo isso, se virou para sair.. Elisa agarrou seu pulso, uma express?o de arrogancia: ¡°Ah, Olivia! Em poucos segundos, voc¨º roubou minha pulseira!¡± N?velDrama.Org (C) content. O semnte de Ol¨ªvia escureceu e respondeu severidade: ¡°Do que voc¨º est¨¢ fndo?¡± Elisa ergueu o pulso, onde antes havia uma pulseira de jade, agora vazio, e disse raiva: ¡°A heran?a da fam¨ªlia Griera, que me foi dada, desapareceu! Voc¨º agarrou minha m?o agora h¨¢ pouco, se n?o foi voc¨º, quem mais poderia ter pego?¡± Cap铆tulo 870 Cap¨ªtulo 870 A voz de Elisa era alta, chamando imediatamente a aten??o de muitos presentes. Nat¨¢lia e Kenzo se aproximaram. O banquete de hoje era organizado p familia Griera, e Nat¨¢lia e Kenzo eram os principais respons¨¢veis por receber os convidados e manter a ordem no evento. Quando algo acontecia, Nat¨¢lia e Kenzo naturalmente vinham verificar a situa??o imediatamente. ¡°O que est¨¢ acontecendo?¡± Nat¨¢lian?ou um olhar r¨¢pido para Olivia e perguntou, direcionando seu olhar para Elisa. Elisa segurava o pulso de Olivia for?a, uma express?o feroz, e disse: ¡°Sra.Nat¨¢lia, roubou minha pulseira, estava no meu pulso at¨¦ pouco tempo atr¨¢s, e desapareceu depois que puxou minha m?o.¡± Olivia, ouvindo a acusa??o franca e direta, soltou sua m?o for?a e respondeu: ¡°Foi voc¨º quem segurou minha m?o primeiro, quando ¨¦ que eu puxei voc¨º?¡± ¡°Voc¨º ainda est¨¢ tentando se defender! A pulseira definitivamente foi pega por voc¨º, vamos revistar, se a pulseira estiver voc¨º, tudo estar¨¢ esrecido!¡± Elisa encarava Olivia, uma atitude desafiadora, insistindo que Olivia havia roubado sua pulseira. Neste momento, todos no banquete se reuniram ao redor, incluindo o Velho Sr. Griera, Vicente e aquele Rodrigo. Todos olhavam para Olivia curiosidade e suspeita, enquanto Elisa a acusava de roubo e at¨¦ exigia uma revista, uma convic??o t?o forte que fazia todos se perguntarem se teria tanta certeza se n?o fosse verdade. Todos olhavam para Oliviao se fosse umadra. De repente, Olivia sentiu¨Cse cercada por olhares,o se n?o pudesse escap?r, sentindo um cfrio percorrer seu corpo. Olivia deu um passo para tr¨¢s, uma voz de resist¨ºncia e caut: ¡°Voc¨º n?o tem nenhum direito de revistar meu corpo! Voc¨º diz que a pulseira ¨¦ minha, onde est?o as provas?¡± ¡°Provas? Eu tenho uma testemunha!¡± Elisa virou¨Cse bruscamente para Wilma e disse: ¡°Voc¨º estava l¨¢, viu, certo? Foi quem pegou minha pulseira.¡± Olivia tamb¨¦m olhou imediatamente para Wilma, incerta deo responderia. Enquanto estava ansiosa, Wilma derou convic??o: ¡°Sim, eu vi, foi Olivia quem pegou a pulseira de Elisa e a colocou rapidamente no bolso.¡± apontou para o bolso em forma de cora??o nodo da cintura de Olivia, um alvo ro. 10-21 Capitulo 870 Olivia ficou atordoada, olhando instintivamente na dire??o para onde Wilma apontava, notando o bolso decorativo dodo de sua cintura, que antes estava vazio e agora parecia estufado, e o fino tecido formava o contorno de uma pulseira.Original from N?velDrama.Org. Olivia sentiu um sobressalto de panico; realmente havia uma pulseira no seu bolso. Como aqu pulseira foi parar l¨¢? rapidamente lembrou¨Cse do momento em que Wilma inexplicavelmente se aproximou d, tocando suas costas, envolvendo sua cintura¡­ Deve ter sido naquele momento que a pulseira foi colocada em seu bolso¡­ Era uma armadilha de Elisa e Wilma contra ! ¡°Srta. Abreu, eu acho que deve haver algum equivoco, Srta. Souza ¨¦ minha secret¨¢ria, eu garanto que nunca faria algoo roubar.¡± Enquanto Olivia era o alvo de suspeitas e olhares, Vicente se adiantou para defender Olivia. ¡°Sr. Fontes, ¨¦ apenas sua secret¨¢ria, e n?o sua propriedade, voc¨º n?o pode garantir seu car¨¢ter. Olhe para o bolso d, h¨¢ uma pulseira l¨¢!¡± Enquanto fva, Elisa deu passos. r¨¢pidos em dire??o a Olivia e tirou a pulseira de seu bolso. J¨¢ era tarde demais para Olivia recuar. Elisa ergueu a pulseira no ar, mostrando¨Ca a todos e promou em voz alta. ¡°Olhem s¨®, este ¨¦ o meu bracelete, que foi me dado p Sra.Nat¨¢lia esta manh?, pois o bracelete ¨¦ um tesouro de fam¨ªlia passado para a pr¨®xima nora da familia Griera. Como estou noiva do Daniel, o Senhor Griera mais velho decidiu que o bracelete deveria ser meu e a Sra.Nat¨¢lia me entregou. N?o esperava que a Olivia tentasse roubar o meu bracelete¡­¡± ¡°O que a Olivia quer de verdade? Levar o bracelete ou tomar o lugar da mulher do Daniel? As ambi??es d est?o bem ras.¡± ¡°Com a prova do crime em m?os, Olivia, o que mais voc¨º tem a dizer?¡± Nat¨¢lian?ou um olhar furioso e cheio de desprezo para Olivia. Olivia sabia que estava numa cda, uma armadilha armada por Nat¨¢lia, Elisa e Wilma contra Cap铆tulo 871 Cap¨ªtulo 871 Mas agora estavapletamente sem defesa, frente ¨¤s acusa??es de Elisa e A agressividade de Nat¨¢lia, sentia uma ang¨²stia interna, uma tens?o que lhe apertava o peito et um arrepio que lhe percorria as costas. Entretanto, n?o conseguia articr uma ¨²nica pvra. Neste momento, qualquer coisa que dissesse seria interpretada por so uma desculpa esfarrapada. a prova Como s diziam, do crime em m?os, n?o havia mais nada que pudesse fazer. Olivia respirava dificuldade, parada alio um cordeiro ¨¤ espera do abate, antecipando a sua execu??o. Vicente at¨¦ pouco tempo defendia Olivia, mas no instante seguinte, Elisa retirou a pulseira do bolso de Olivia, e ele, surpreso, olhou para , esperando que dissesse algo. Mas ele viu que apenas apertou os l¨¢bios sem dizer uma pvra. Vicente estava ansioso, mas ele n?o estava presente no momento do incidente, n?o sabia o que realmente havia acontecido e se sentia incapaz de continuar discutindo. ¡°Uma festa t?o bonita, que deveria ser para aben?oar S¨¦rgio e coletar doa??es para caridade. foi arruinada por uma ¨²nica mancha¡± ¨C O velho Sr. Griera falou uma voz profunda, seus olhos escuros e prantes, cheios de hostilidade, fixos em Olivia.Original from N?velDrama.Org. As pvras que dizia eram ainda mais cortantes e desagrad¨¢veis. Velho Sr. Griera nunca gostou de Olivia, desde oe?o quando a confundiu uma mulher que usava de artimanhas para ascender socialmente, at¨¦ a morte da av¨® Griera, cuja culpa ele atribuiu ¨¤ m?e de Olivia, Teresa, fazendo que ele n?o tivesse qualquer simpatia por Olivia, e depois¡­ a morte de Sergio. A morte de Sergio tinha muito a ver Olivia. Se Sergio n?o tivesse se apaixonado por Olivia, n?o teriaetido aqu loucura. A antipatia inicial de Velho Sr. Griera por Olivia se transformou em ¨®dio profundo. N?o h¨¢ nada mais doloroso na vida do que um pai enterrar um filho, e o Velho Sr. Grieral passou por isso duas vezes. A dor era indescritivel. Agora, Olivia sendo acusada de roubo, n?o era apenas o roubo de uma pulseira, mas sim, essa pulseira representava o status da jovem senhora da familia Griera. estava tentando tomar o lugar da jovem senhora da familia Griera! Era uma verdadeira loucura! Uma insanidade! As pvras do Velho Sr. Griera eramo espinhos que pravam fundo no cora??o de Oivia, seus olhos se agitavam ao olhar para o Velho Sr. Griera, encontrando seus olhos cheios de raiva. O cora??o de Olivia se apertou suas m?os que estavam penduradas aodo do corpo se cerraram em punhos, e seu rosto ficou p¨¢lido. ¡°Vov¨® n?o fique zangado, vou chamar a policia imediatamente para lev¨¢. Essa mulher que n?o tem as m?os limpas n?o merece nem dar um passo no territ¨®rio da nossa familia Griera -Natalia consva o Velho Sr. Griera, tirando o celr para fazer a liga??o. Foi nesse momento que uma agita??o tomou conta da entrada do sal?o, o ar parec¨ªa ser invadido por um perigo iminents, a press?o atmosf¨¦rica caiu repentinamente e o ar se tornou pesado, dificultando a respira??o. Todos inconscientemente voltaram sua aten??o para a entrada. Um homem de estatura elevada, uma postura imponente, emanava uma presen?a magnifica, caminhava passosrgos para dentro, seguido por v¨¢rios seguran?as e ao seudo, quatro pequenas crian?as. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e ¡°Mam?er ¡°Mambal Ao verem Olivia, os olhos inocentes das quatro crian?as brilharam, e se?aram a correr em sua dire??o bassinhos r¨¢pidos. Olivia, ao ver as crian?as, sentiu o aperto em seu cora??o se desfazer instantaneamente, derretendo como a ¨¢gua da primavera. Cap铆tulo 872 Cap¨ªtulo 872 H¨¢ v¨¢rios dias, Olivia n?o via os filhos, e sua mente e cora??o estavam cheios de imagens ador¨¢veis e fofas das crian?as. Agora que as crian?as haviam chegado, suas vozes doces a chamavam de m?e. Olivia apressou o passo em dire??o a eles, agachou¨Cse e abriu os bra?os para receb¨º¨Clos, os quatro pequenos correndo em sua dire??o. As crian?as corriam r¨¢pido e, num instante, sen?aram em seus bra?os, quatro crian?as e uma adulta se abra?ando for?a. Com o impacto, Olivia bn?ou para tr¨¢s, quase caindo, mas um bra?o forte e robusto segurou sua parte traseira, estabilizando seu corpo ote. Aqu m?o era forte e vigorosa, e sem olhar, Olivia sabia de quem era Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ¨¤ medida que o bra?o tocava suas.costas, aqu sensa??o de for?a invadia o cora??o de Olivia, fazendo¨Co tremer ligeiramente. No entanto, rapidamente se rp?s e, amor e ansiedade, abra?ou os quatro pequenos tesouros, esfregando as bochechas contra seus rostos macios e beijando¨Cos for?a. Os rostinhos suaves e o cheiro de leite eram envolventes, curando o cora??o machucado del Olivia. abra?ava as crian?aso se abra?asse o mundo inteiro. ¡°Meus amores,o voc¨ºs vieram parar aqui? A mam?e estava morrendo de saudades de voc¨ºs¡± ¨C A voz de Olivia estava embargad ¡°M?e, a gente tamb¨¦m estava saudades. Por que voc¨º n?o foi na V Serenidade nos visitar?¡± Iria esfregava a cabe?a no colo de Olivia, prestes a chorar. sentia muita falta da m?e. ¡°M?e, pedimos ao pai para nos trazer at¨¦ voc¨º, mas ele est¨¢ sempre t?o ocupado¡± ¨C Joel falou uma express?o triste. ¡°M?e, na pr¨®xima vez, eu vou hackear o sistema da V Serenidade e deixar o lugar sem energia el¨¦trica, assim n?o precisaremos ficar l¨¢¡± ¨C Heitor, sempre sensato, fva indigna??o, sua voz doce causava aperto no cora??o. ¡°M?e, senti tanto sua falta que n?o conseguia dormir. Consertei o pingente, e fiz muitos para voc¨º, todos ser?o seus¡± ¨C In¨¦s estava os olhos cheios de l¨¢grimas. Os pequeninos, que n?o viam a m?e h¨¢ tantos dias, estavam o cora??o cheio d. De todas as formas, eles procuravam maneiras de ver a m?e. Capitulo 872 Ao ouvir suas vozes infantis e fofas. Olivia sentiu um aperto no peito e seus olhos se arregram quando os apertou mais em seu abra?o: ¡°A culpa ¨¨ da mam?e, deveria ter vindo ver voc¨ºs mais cedo. De agora em diante, a mam?e estar¨¢ voc¨º todos os dias, este bem?¡± ¡°Sim, sim, est¨¢ bem¡± ¨C Iria assentiu vigorosamente a cabe?a. Era f¨¢cil acalm¨¢¨Clos, tudo o que a m?e precisava fazer era dizer que estaria eles todos cs dias e eles seriam felizes. ¡°Al?, policia? Algu¨¦m est¨¢ roubando¡­¡± ¨C Nat¨¢lia estava ao telefone quando foi abructamente interrompida e seu celr foi arrancado de sua m?o. ficou tensa, pronta para reagir, mas quando viu o rosto frio e severo de Daniel rapidamente mudou para um sorriso e disse: ¡°Daniel, Olivia est¨¢ roubando e eu estava prestas a chamar a policia para resolver o problema. Os olhos profundos de Daniel a encararam casualmente antes de desligar o telefone e joga¨Clo de volta para . Natalia o pegou rapidamente. ¡°Sr. Daniel, que bom que voc¨º chegou. Olivia realmente decepciona, o bracelete que Sra.Nat¨¢lia me deu esta manh?, invejou e quis roubar. Este bracelete representa a identidade da futura senhora da familia Griera, n?o ¨¦ apenas o bracelete que quis roubar. mas a identidade que ele representa. realmente n?o conhece seus limites.¡± Elisa se aproximou de Daniel substituindo sua express?o anteriormente altiva por um sorriso doce, tentando e?ar o bra?o de Daniel O olhar frio e intimidador de Daniel a varreu de cima a baixo. Elisa parou a m?o erguida, n?o ousando continuar, e deixou cair a m?o desanimada. puxando um sorriso constrangido nos l¨¢bios. Cap铆tulo 873 Cap¨ªtulo 873 A voz fria de Daniel ressoou: ¡°Voc¨ºs est?o dizendo que roubou algo, mas t¨ºm provas?¡± ¡°Sim, temos, grante, n?o vamos acusar sem motivo¡± ¨C Elisa se apressou em mostrar a pulseira que segurava, olhando para Wilma: ¡° viu Olivia pegando minha pulseira e colocando no bolso.¡± Wilma acenava fricamente, os olhos fixos em Daniel, quase cobi?osos. Esse homem era encantador demais, era a segunda vez que o via, e cada gesto, cada express?o dele mexia seu cora??o, que batia descontrdamente. Queria se jogar nele, segurar seu rosto e dar¨Clhe um beijo apaixonado. Um beijo valeria qualquer coisa. Daniel olhou rapidamente para o rosto de Wilma, mas n?o lhe deu aten??o direta. Ele disse: ¡°Como podemos simplesmente acreditar nas pvras de algu¨¦m sem importancia? Se querem provas concretas, ¨¦ s¨® verificar as cameras de seguran?a. N¨®s, a familia Griera, sempre prezamos p verdade e pelos fatos, n?o ¨¦ verdade, av??¡± O olhar de Daniel finalmente se fixou no rosto do Velho Sr. Griera, e, mesmo perguntando, seu tom de voz j¨¢ expressava uma afirma??o. Ao afirmar que a fam¨ªlia Griera sempre prezava p verdade e pelos fatos, ele n?o apenas elevou a dignidade da fam¨ªlia Griera, mas tamb¨¦m fez que o Velho Sr. Griera concordasse plenamente. O Sr. Griera encontrou o olhar profundo e misterioso de Daniel e, uma ruga quase impercept¨ªvel na testa, ponderou por um momento antes de dizer ao seguran?a: ¡°Verifique as cameras¡­¡± Ao ouvir que as cameras de seguran?a seriam verificadas, Elisa ficou visivelmente rmada e sua express?o rapidamente se transformou em panico: ¡°N?o podemos iodar a fam¨ªlia Griera uma coisa t?o insignificanteo verificar as cameras. ¨¦ melhor chamar a pol¨ªcia para resolver isso e levar Olivia embora¡­¡± Elisa fva um sorriso, ramente sem muita convic??o. Nat¨¢lia tamb¨¦m estava um pouco nervosa e disse: ¡°Sim, tantas pessoas aqui esperando pelo in¨ªcio da campanha de arrecada??o de fundos, n?o podemos perder tempo verificando as cameras.¡± ¡°N?o tem problema, todos estamos esperando p verdade ser revda, isso n?o ¨¦ algo pequeno. Investigar a fundo nos dar¨¢ reza e poderemos decidir quanto dinheiro doar, concordam?¡± Rodrigo falou um sorriso elegante nos l¨¢bios, representando a todos. Vicente concordou: ¡°Sim, n?o importa o tamanho do problema, ¨¦ sempre melhor ter reza para evitar injusti?as pessoas inocentes.¡± 10:23 Capitulo 873 ¡°Sim, sim¡­¡± ¨C os outros convidados tamb¨¦me?aram a concordar. Elisa estava em panico e olhou para Nat¨¢lia em busca de ajuda. Nat¨¢lia avan?ou, arrancou a pulseira da m?o de Elisa for?a e disse severamente: ¡°Que absurdo, voc¨º nem consegue cuidar de uma pulseira que te dei! O que mais voc¨º ¨¦ capaz de fazer? Devolva a pulseira! Parece que voc¨º n?o tem o destino de usar uma heran?a da familia Griera!¡± N?vel(D)rama.Org''s content. Nat¨¢lia fingiu repreender Elisa, tentando desviar a aten??o. Elisa entendeu a inten??o de Nata?a e fez um bico dementa??o, dizendo: ¡°Desculpe, Sra.Nat¨¢lia, da pr¨®xima vez eu vou cuidar d melhor¡­¡± ¡°Esta pulseira ¨¦ falsa! N?o ¨¦ a que eu te dei!¡± Nat¨¢lia girou a pulseira nas m?os duas vezes, e ent?o exmou surpresa. ¡°O qu¨º?¡± Elisa perguntou surpresa. Wilma tamb¨¦m olhou para Nat¨¢lia espanto. O olhar profundo de Daniel voltou¨Cse para a pulseira. Naquele momento, Olivia, que havia terminado de aconchegar as crian?as, levantou¨Cse. segurando as m?os de duas ds, que a seguiam de perto,portadas e pegajosas. Quando ouviu Natalia dizer que a pulseira era falsa, Olivia tamb¨¦m olhou surpresa para a pulseira em sua m?o. ¡°Tia, a pulseira na sua m?o ¨¦ verdadeira, por que voc¨º est¨¢ dizendo que ¨¦ falsa?¡± In¨ºs olhou para cima seus olhos escuros e inocentes fixos em Natalia, enquanto a voz infantil soava. Cap铆tulo 874 Cap¨ªtulo 874 Olivia ouviu as pvras de In¨ºs e, curiosa,n?ou¨Clhe um olhar. Original from N?velDrama.Org. tinha testemunhado a habilidade de In¨ºs em avaliar tesouros, jamais se enganaria. Isso significava que a pulseira nas m?os de Nat¨¢lia era realmente aut¨ºntica, mas Nat¨¢lia insistia que era falsa. Nat¨¢lia possu¨ªa aqu pulseira h¨¢ tantos anos, saberia se era falsa ou verdadeira. Portanto, s¨® havia uma possibilidade: estava dizendo que era falsa de prop¨®sito. Mas por que faria isso? Que beneficio teria? ¡°Voc¨º, uma guriazinha de quatro anos, o que sabe? Se eu digo que essa pulseira ¨¦ falsa, ent?o ¨¦ falsa! Como ¨¦ que eu vou me enganar uma pulseira que usei por mais de vinte anos?¡± Depois de ouvir In¨ºs, Nat¨¢lia ficou apavorada por um instante, mas logo se rp?s e respondeu a In¨ºs firmeza. precisava insistir que a pulseira era falsa para poder cancr a ordem de Daniel e do velho Sr. Griera de checar as cameras de seguran?a. N?o valia a pena fazer tanto alvoro?o por causa de uma pulseira falsa. Nat¨¢lia terminou de fr en?ou um olhar r¨¢pido e prante para Elisa, sinalizando desesperadamente os olhos. Elisa, que at¨¦ ent?o estava surpresa, de repente se lembrou e exmou: ¡°Caramba, agora que me lembrei! Eu estava realmente usando uma pulseiraum¡± ¨C Seu grito de surpresa conseguiu chamar a aten??o de todos. Percebendo que todos estavam olhando para , Elisa continuou fndo. ¡°A Sra.Nat¨¢lia me deu a pulseira de heran?a da fam¨ªlia Griera, eu amei tanto que, medo de estrag¨¢, deixei¨Ca em casa e trouxe uma parecida para usar, pensando em me exibir uma pulseiraum, mostrando que recebi o presente que representa a tradi??o da familia Griera. Assim, eu poderia recuperar minha reputa??o sem me preocupar em perder a pulseira. Eu n?o esperava causar tanta confus?o. Desculpa, Sra.Nat¨¢lia, ¨¦ minha culpa, eu dei tantal importancia a essa pulseira que acabei usando uma falsa. Fiquei t?o feliz por ter recebido a pulseira de heran?a da familia Griera que at¨¦ falei pra outras meninas, e acabei esquecendo que estava usando uma falsa. Desculpa mesmo a todos, por fazer voc¨ºs passarem por isso.¡± Enquanto fva, Elisa abaixou a cabe?a, os cantos dos l¨¢bios ca¨ªdos, parecendo arrependida e injusti?ada. ¡°Menina, o que eu vou fazer contigo! Quando recebi a pulseira, nunca me exibi pra ningu¨¦m!¡± Nat¨¢lia repreendeu Elisa severamente. Depois da repreens?o, Nat¨¢lia se virou para Daniel e o Velho Sr. Griera um sorriso e disse: ¡°Daniel, v?, olha s¨®, foi tudo uma brincadeira, a pulseira ¨¦ falsa, n?o ¨¦ a heran?a da fa Griera. Acho que a gente pode deixar esse assunto dedo, n?o vale a pena perder nosso tempo uma pulseiraum. Depois do jantar, vou ter uma conversa s¨¦ria a Elisa¡± ¨C Esse era o no real de Nat¨¢lia. Fr que a pulseira era falsa para diminuir a gravidade da situa??o e tentar abafar o caso. Capitulo 874 Kenzo, que conhecia Nat¨¢lia muito bem, tamb¨¦m interveio pvras conciliadoras: ¡°Vo. deixa pra l¨¢, n?o precisa investigar mais isso, vamose?ar oficialmente o jantar beneficente.¡± ¡°Que coisa estranha, essa pulseira ¨¦ ramente uma rel¨ªquia aut¨ºntica, por que essas duas tias est?o insistindo em dizer que ¨¦ falsa?¡± In¨ºs tocou a t¨¦mpora o dedo indicador. inclinando a cabe?a e franzindo a testa, confusa. Sua habilidade de avalia??o estava correta. o pingente n?o era apenas de jade verdadeira, mas tamb¨¦m uma verdadeira antiguidade. Seja a cor, o estilo ou os padr?es, tudo indicava que era um item antigo, n?o podia estar errada. Nat¨¢lia estava quase conseguindo acalmar a situa??o, mas a pequena In¨ºs continuava insistindo que era verdadeira. Um tra?o de panico atravessou o cora??o de Nat¨¢lia, e um olhar s¨¦rio, disse para In¨ºs: ¡°Sobrinha, crian?as n?o devem fr sem pensar.¡± ¡°N?o falei ao acaso, esta pulseira tem jade de qualidade transl¨²cida, ¨¦ redonda e brilhante. flores flutuantes que parecem naturais,o um riacho serpenteando suavemente entre as montanhas, e pode¨Cse perceber que foi usada por centenas de anos, tendo sido polida at¨¦ adquirir essa transpar¨ºncia de brilho.¡± In¨ºs, seus olhos negros e inocentes, observava atentamente a pulseira nas m?os de Nat¨¢lia. No que diz respeito ¨¤ terminologia profissional de avalia??o de pulseiras, fval facilidade e flu¨ºncia, demonstrando tanto conhecimento quanto profissionalismo. Cap铆tulo 875 Cap¨ªtulo 875 Se n?o fosse por sua pequena estatura, rosto ador¨¢vel e apar¨ºncia jovem, ningu¨¦m acreditaria que essas pvras vieram de uma crian?a de apenas quatro anos. Quando In¨ºs disse isso, toda a aten??o se voltou para a pulseira nas m?os de Nat¨¢lia. O olhar frio e profundo de Daniel, fixo em Nat¨¢lia. Nat¨¢lia ficou chocada, ummpejo de panico passou rapidamente p parte inferior de seus olhos, denotando culpa. ¡°Minha irm? ¨¦ a mais incr¨ªvel, ¨¦ a l¨ªder da turma de avalia??o de tesouros do jardim del infancia, e a professora j¨¢ lhe deu v¨¢rios diplomas. n?o estaria errada¡°, disse Joel, levantando a cabe?a orgulho. ¡°Sim, minha irm? ¨¦ a mais incr¨ªvel, n?o estaria errada¡°, concordou Heitor, bn?ando a cabe?a com firmeza. ¡°In¨ºs, for?a! Seu irm?o e sua irm? est?o torcendo por voc¨º!¡°, Iria apertou seus pequenos punhos rechonchudos e fez um gesto de incentivo para In¨ºs, uma express?o extremamente s¨¦ria no rosto. As vozes infantis e ador¨¢veis das crian?as amoleciam o cora??o de todos, e muitos olhavam para os pequenos olhos cheios de amor. Nat¨¢lia entrou em panico ainda mais, mantendo¨Cse firme sob a press?o: ¡°Isso ¨¦ jade de verdade, mas n?o ¨¦ aqu pe?a que ¨¦ um tesouro da familia Griera¡­¡± ¡°Tia Nat¨¢lia, se n?o me engano, o que voc¨º tem nas m?os ¨¦ exatamente a pulseira que foi passada de gera??o em gera??o na fam¨ªlia Griera. Nossa loja de antiguidades Mendes tem registros dessa pulseira. Eu a estudei especificamente e n?oeteria um erro¡°. Foi ent?o que Rayan Mendes, que at¨¦ ent?o estava observando silenciosamente os eventos que se desenrvam na multid?o, deu um passo ¨¤ frente e fixou seu olhar no bracelete nas m?os de Nat¨¢lia, compartilhando sua opini?o. Rayan, descendente de uma fam¨ªlia de antiqu¨¢rios, cresceu cercado de antiguidades e ningu¨¦m sabia mais sobre pe?as antigas e jade do que ele. Se at¨¦ ele dizia que a pulseira era verdadeira e um tesouro dos Griera, poderia haver erro? A cor do rosto de Nat¨¢lia mudou para um tom p¨¢lido de azul¨Ccinza. Daniel, um rosto bonito e uma voz fria, disse: ¡°Verdadeira ou falsa, esta quest?o precisa ser esrecida at¨¦ que tudo seja resolvido e ningu¨¦m seja injusti?ado sem motivo. N¨®s, a familia Griera, sempre fomos justos.¡± Ao dizer isso, o olhar profundo de Daniel se voltou para o Velho Sr. Griera. frase que ele adicionou, sobre a familia Griera sempre ser justa, foi ramente A ¨²ltima frase que dirigida ao Velho Sr. Griera. Ao fr sobre a honra da familia Griera, o velho Sr. Griera naturalmente n?o poderia deixar esse assunto ser encerrado sem uma conclus?o adequada. Ele entendeu o que Daniel quis dizer. Daniel queria descobrir a verdade e fazer justi?a a Olivia! Eles n?o podiam deixar que Olivia fosse injusti?ada sem motivo. No fundo, o velho Sr. Griera sabia que Daniel tinha uma atitude diferente em r??o a Olivia; ele parecia proteg¨º demais. Mas Daniel n?o disse explicitamente que queria justi?a para Olivia, mas sim que a familia Griera sempre foi justa. Mesmo que o velho Sr. Griera quisesse abandonar o assunto, ele teria queprometer a reputa??o da familia Griera. Original from N?velDrama.Org. O que o Sr. Griera mais valorizava era a reputa??o da familia Griera no exterior. Al¨¦m disso, em um dia t?o importanteo o de hoje, tantas pessoas influentes presentes, se ele permitisse que o assunto fosse esquecido, isso faria que todos especssem sobre as inten??es da fam¨ªlia Griera. Ap¨®s uma pausa, o Sr. Griera instruiu seus subordinados: ¡°Liguem o tel?o no sal?o e projetem as imagens das cameras de vigilancia¡°. Ao ouvir isso, Elisa ficou chocada e seu cora??o se encheu de panico. Cap铆tulo 876 Cap¨ªtulo 876 Elisa estava desesperadamente tentando conquistar Nat¨¢lia. Mas agora, Nat¨¢lia em apuros, como poderia prestar aten??o em Elisa? Wilma tamb¨¦m estava p¨¢lida de susto, tentando diminuir sua presen?a e discretamente preparar¨Cse para deixar a festa. Depois de dar alguns passos, um seguran?a alto e vestido de preto bloqueou seu caminho, impondo uma presen?a forte e uma express?o s¨¦ria. Wilma congelou, for?ou um sorriso conciliador e tentou desviar pelodo. O seguran?a usou seu corpo robusto para bloquear o caminho d e disse sem express?o: ¡°Srta. Dias, paral onde a senhora est¨¢ indo?¡± ¡°Eu, eu preciso ir ao banheiro, s¨® vou aovabo¡­¡± ¨C disse Wilma, nervosa, tentando engan¨¢¨Clo enquanto se dirigia ¨¤ sa¨ªda da festa. seguran?a estendeu a m?o para det¨º: ¡°Srta. Dias, a investiga??o vai terminar logo. melhor a senhora voltar.¡± ¡°O qu¨º?¡± ¨C Wilma ficou chocada, pensando ter ouvido errado. O seguran?a realmente estaval dizendo para segurar a vontade de ir ao banheiro! Quem pede para algu¨¦m segurar a urina? As pessoas de Daniel eram t?o ¨²nicas at¨¦ mesmo na forma de amea?ar, um dom¨ªnio da situa??o impressionante. Wilma tentou encontrar uma desculpa, mas n?o conseguia se livrar. Seu rosto, antes aflito, empalideceu instantaneamente, e teve que ficar parada enquanto o seguran?a se posicionava ao seudo, uma presen?a imponente que lhe causava grande press?o. O respons¨¢vel rapidamente buscou as imagens das cameras de seguran?a e as projetou no grande ecr? da festa. Na t, Elisa e Wilma estavam cochichando algo e, em seguida, Elisa tirou uma pulseira do bra?o e a passou para Wilma. Wilma se aproximou de Olivia e. aproveitando a proximidade, colocou a pulseira no bolso d. Depois disso, Elisa apareceu acusando Olivia de ter roubado sua pulseira¡­ As filmagens das cameras de seguran?a eram ras. Era uma armadilha premeditada. O velho Sr. Griera estava uma express?o sombria e olhos turvos e prantes voltados para Elisa. ¡°Srta. Abreu, veja s¨® o que voc¨º fez!¡± ¨C bradou o velho Sr. Griera raiva. Elisa estremeceu de medo, tremendo um pouco e se contorcendo, ¨¤ beira das l¨¢grimas e parecendo miser¨¢vel: ¡°Av? Griera, me desculpe, eu vi que Olivia teve quatro filhos Daniel e, chegando em momento de crise, temi n?o poder me casar Daniel, por isso recorri a este estratagema desesperado, tudo porque estou muito apaixonada¡­¡± Elisa sempre chamou o velho Sr. Griera de av?, assimo Daniel. ¡°Cale¨Cse!¡± ¨C exmou o velho Sr. Griera, t?o enfurecido quee?ou a tossir. Daniel se aproximou, batendo suavemente nas costas do av?: ¡°Av?, se acalme.¡± 10:23 Capitulo 876 O velho Sr. Griera estava envelhecendo, e as mortes da av¨® Griera e de Sergio foram um grande golpe para ele, e seu corpo j¨¢ n?o era mais o mesmo. Agora, quando se enfurecia, sentia dificuldade para respirar,o se o ar n?o chegasse aos pulm?es. Ap¨®s alguns momentos para recuperar o f?lego, o velho Sr. Griera levantou seus olhos prantes e disse a Elisa: ¡°Nossa familia Griera n?o se rebaixar¨¢ ao nivel de mulheres sem escr¨²puloso as da familia Abreu. Diga ao seu av? que tudo que foi dito nos anos. anteriores n?o passava de uma brincadeira, que a familia Abreu jamais levou a s¨¦rio, e agora n¨®s, da familia Griera, tamb¨¦m n?o precisamos levar a s¨¦rio. Nunca houve nenhumpromisso matrimonial entre voc¨º e Daniel!¡± Essas pvras foram ditas pelo pr¨®prio Sr. Griera. Para Elisa, foio se um raio ca¨ªsse em sua mente. P¨¢¨¢¨¢¡­ O c¨¦u parecia desabar. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Desde que viu Daniel, se apaixonou perdidamente e sempre esteve aos pulos ao redor dele. tentando se aproximar, respaldada p promessa informal feita entre seus av¨®s quando eram jovens. Embora a familia Abreu nunca tenha dado muita importancia para essa promessa, o av? de Elisa nunca lhe contou que ele e o av? de Daniel tinham conversado sobre um casamento arranjado entre eles. Por isso, j¨¢ tinha se envolvido alguns namorados. Mas desde que conheceu Daniel, foi profundamente atra¨ªda p apar¨ºncia, capacidade e pelo carisma dele. N?o h¨¢ mulher que n?o se encante por um homem ao mesmo tempo bonito, de boa constitui??o f¨ªsica, abastado e influente, que n?o desperdice seu tempo em devaneios e bebedeiras. Cap铆tulo 877 Cap¨ªtulo 877 sabia que ap¨®s os av¨®s d e do Daniel terembinado verbalmente um casamento entre eles, se agarrou a essa promessa, se autoderando noiva de Daniel. Afinal, o Velho Sr. Griera tamb¨¦m tinha concordado. Foi o olhar silenciosamente consentidor do Velho Sr. Griera que Elisa continuou a se promar noiva de Daniel por ai.. Hoje, o pouco contato que ainda mantinha Daniel foi pessoalmente interrompido pelo Velho Sr. Griera. A partir de ent?o, Elisa n?o teria mais nada a ver Daniel. , que tinha meticulosamente nejado eliminar todas as mulheres ao redor de Daniel para ter a chance de se aproximar e at¨¦ se tornar sua esposa, n?o imaginava que tudo daria errado e que at¨¦ o ¨²ltimo vinculo seria cortado pelo pr¨®prio Velho Sr. Griera. Elisa n?o conseguiu suportat o golpe e deu alguns passos para tr¨¢s, quase perdendo o equilibrio. viu a determina??o nos olhos do Velho Sr. Griera, sabendo que ele estava furioso, e que implorar seria em v?o. Com l¨¢grimas nos olhos, se dirigiu a Nat¨¢lia, tentando segurar seu bra?o em busca de ajuda. Mas antes que pudesse toc¨¢, Nat¨¢lia recuou nojo, evitando seu toque e disse desprezo: ¡°Realmente, as apar¨ºncias enganam. Eu te dei minha pulseira de boa f¨¦ e voc¨º a usa m¨¢s inten??es! Fique longe de mim, n?o quero sua m¨¢ sorte me contaminando.¡± Elisa parou, l¨¢grimas escorriam de seus olhos, mordendo o l¨¢bio, olhando para Nat¨¢lia m¨¢goa e f¨²ria, querendo dizer algo, mas ao ver o olhar de advert¨ºncia de Nat¨¢lia, engoliu todo seu amargor e n?o disse uma pvra, apertando os dentes. Daniel ordenou ao seu seguran?a: ¡°Por favor, leve Elisa para fora e, a partir de agora, a Srta. Abreu n?o ser¨¢ mais permitida em nenhum evento da fam¨ªlia Griera.¡± ¡°Sim¡°, o seguran?a acatou a ordem e se aproximou imediatamente, pronto para panhar Elisa at¨¦ a sa¨ªda. Elisa deu um passo para tr¨¢s bruscamente: ¡°N?o encoste em mim!¡± ergueu seus olhos marejados, olhando para Daniel ressentimento e desafio, tremendo, e disse firmemente: ¡°Daniel, eu sou a mulher que mais te ama, voc¨º vai se arrepender!¡± Dito isso, virou as costas e saiu. O seguran?a, vendo que tinha partido, n?o a seguiu. Enquanto isso, Rayan, testemunhando a intensidade das emo??es de Elisa ao sair apressadamente, hesitou por dois segundos antes de seguir seus passos. Capitulo 877 Text ? by N0ve/lDrama.Org. O olhar g¨¦lido de Daniel se voltou para Wilma. No video pouco antes, tinha sido c¨²mplice na arma??o contra Olivia, e agora Wilma estava ansiosa, temendo o que lhe aconteceria. Ent?o foi atingida pelo olhar frio e prante de Daniel, fazendo seu cora??o tremer. Ele disse: ¡°Jogue¨Ca para fora!¡± O seguran?a imediatamente agarrou seus ombros e a levou para fora for?a. ¡°Ai, ai, vai mais calma ai¡­¡°. Wilma gritou, sentindo o osso do ombro quase sendo esmagado, l¨¢grimas brotando dos cantos dos olhos por causa da dor. Mas o seguran?a n?o teve piedade e a jogou para fora do sal?o. Wilma caiu no ch?o, agradecendo por ser um piso de ceramica; se fosse de concreto, seus joelhos e palmas das m?os teriam ficado esfdos. ¡°Suma daqui! N?o me fa?a perder a paci¨ºncia¡°, disse o seguran?a de forma fria. Wilma, a m?o no ch?o, a apertou raiva, seu rosto escondido contorcido de ¨®dio. Daniel, para proteger Olivia, foi minucioso ao verificar as cameras e descobrir a verdade, n?o s¨® rompendo o compromisso Elisa, mas tamb¨¦m a mandando embora. Ele n?o lhe deu nem um pingo de dignidade, a jogando para forao se fosse insignificante. Naquele momento, se sentiuo um cachorro que tinha sido expulso, totalmente humilhada. Tudo por causa do excesso de prote??o de Daniel por Olivia! No fim das contas, a culpa era toda de Olivia! tinha que tomar o lugar de Olivia, ficar aodo de Daniel, tornar¨Cse a mulher dele e ser cuidada e valorizada em suas m?os! Cap铆tulo 878 Capitulo 878 No jantar de caridade. O caso do roubo da pulseira chegou ao fim. O velho St. Griera ainda n?o tinha se acalmado, acreditando inicialmente que Olivia era a mulher segundas inten??es e maquina??es. No entanto, para sua surpresa, era Elisa, a quem ele sempre acreditou ser inocente, era a ¨²nica que estava tentando incriminar os outros para seus beneficios. O que o velho Sr. Griera mais despreza s?o as mulheres ardilosas e inescrupulosas! Patricia Pinto foi assim, conquistou o lugar da Sra. Griera, mas ainda assim estava insatisfeita e n?o soube dar valor, acabando por destruir a familia e a si mesma. Pobre velho Sr. Griera, seu filho morreu antes que ele pudesse passar tempo suficiente ele, que destino cruel. O velho Sr. Griera tinha muitas queixas contra Olivia, porque n?o s¨® era vol¨²vel, mas tamb¨¦m astuta, usando todos os meios para permanecer aodo de Daniel. Ele achava que a pulseira realmente tinha sido roubada por Olivia, mas a verdade ¨¦ que tudo n?o passava de uma armadilha preparada por Elisa. Original from N?velDrama.Org. O velho Sr. Griera se sentiu extremamente desapontado Elisa. Ele anunciou que o acordo de casamento entre Daniel e Elisa, mencionado anos atr¨¢s o velho Sr. Abreu, era apenas uma brincadeira e que talpromisso n?o existia. Elisa havia usado a t¨¢tica que o velho Sr. Griera mais odiava. ¡°Vovo, j¨¢ passou.¡± Vendo o semnte carregado do velho Sr. Griera, Daniel se colocou ao seudo e gentilmente passou a m?o ps suas costas. Daniel foi criado pelo velho Sr. Griera e p av¨® Griera, e tinha um profundo afeto por seus avos, sempre considerando as emo??es do av?. ¡°Tudo bem, vamose?ar a cerim?nia de arrecada??o de fundos.¡± O velho Sr. Grieral respirou fundo e acenou a m?o, seu rosto marcado p idade mostrava tristeza. O jantar de caridade de hoje foi realizado especialmente para aben?oar Sergio, e todo o dinheiro arrecadado seria doado ao orfanato. Griera esperava que Deus cuidasse de seu filho morto h¨¢ muito tempo. Daniel olhou para Bruno e ordenou: ¡°Vamosecar.¡± Bruno subiu ao palco e anunciou formalmente: ¡°A atividade de arrecada??o de fundos da familia Grierae?a agora. Hoje, todos oserciantes que doarem ter?o a oportunidade de cborar o Grupo Griera, proporcional ao valor da doa??o, estabelecendo parcerias de diferentes magnitudes com o Grupo Griera.¡± 1/2 10:24 Capitulo 878 Com essa noticia, a s inteira ficou agitada e oserciantese?aram a cochichar e discutir entre si. O dinheiro da doa??o era uma pequena quantia., Mas uma parceria o Grupo Griera poderia trazer grandes lucros. Ao longo dos anos, muitoserciantes, grandes e pequenos, tentaram sem sucesso uma cbora??o o Grupo Griera. Sendo o Grupo Griera um conglomerado lider na Capital, cborar eles significava elevar a empresa a um patamar mais alto, garantindo recursos e neg¨®cios futuros. Cborar o Grupo Griera eraoer um segredo do Bife suculenta; todos queriam saborea, mas nem todos tinham a faca e o garlo necess¨¢rios. Agora, o Grupo Griera anunciava que a doa??o poderia levar a uma parceria, uma tenta??o ¨¤ qual ningu¨¦m conseguia resistir. Muitoserciantes avan?aram para doar, e a atividade prosseguiu grande sucesso. O incidente do roubo da pulseira foi imediatamente esquecido por todos. Olivia, sentada ¨¤ beira da mesa de banquete as crian?as, pegou uma quantidade abundante de comida para eles. Quando voltou seu olhar para o local da arrecada??o de fundos, viu Daniel cumprimentando as pessoas um aperto de m?o. Ele exva uma intimida??o poderosa, e cada gesto refletia uma distin??o nobre Olivia o observava quando, de repente, o olhar profundo de Daniel se desviou em sua dire??o, encontrando o d. Seus olhos eram escuros e insond¨¢veis,cheios de sedu??o.. No momento em que cruzou o olhar os profundos olhos dele, o cora??o de Olivia deu um salto involunt¨¢rio. Rapidamente, desviou o olhar, fingindo que n?o o estava observando. Cap铆tulo 879 Cap¨ªtulo 879 Mas o olhar de Daniel profundo permanecia sempre n. Embora Olivia n?o o estivesse olhando, podia sentir seu olhar demasiado intenso.. Durante esse tempo, Olivia n?o parava de pensar por que Daniel teria levado Sergio ¨¤ morte. N?vel(D)rama.Org''s content. Por mais que pensasse, n?o encontrava uma resposta. queria ver as crian?as, mas n?o tinha coragem de entrar em contato Daniel. Pensava que, depois de ter expressado o desejo de deixar Daniel na ¨²ltima vez, ele ainda estaria zangado e n?o se importaria mais. No entanto, para sua surpresa, ele apareceu de repente no banquete e ainda resolveu um grande problema para . Se n?o fosse p sua insist¨ºncia em verificar as cameras de seguran?a, seria dificil provar sua inoc¨ºncia. Tentar acessar as grava??es das cameras por conta pr¨®pria era quase imposs¨ªvel. Afinal, as grava??es de tais eventos envolvem a privacidade de grandes empres¨¢rios e n?o est?o disponiveis para todos. Olivia era muito grata a ele. Ele tinha resolvido o problema para . Mas por que Daniel a ajudaria? Ele n?o a pediria em casamento, nem mesmo lhe daria o status de namorada, n?o lhe concederia nenhum titulo. O controle e posse que ele exercia sobre eram apenas por ¨®dio e um desejo de posse avassdor. Se ele a odiava, por que a ajudaria? Daniel sempre foi t?o enigm¨¢tico e insond¨¢vel que nunca conseguia decifrar seus pensamentos. ¡°Mam?e, esse bolo ¨¦ t?o gostoso, muito doce. pode provar, ¨¦ realmente delicioso.¡± disse Iria sua vozinha infantil e entusiasmada. Olivia voltou ¨¤ realidade e viu Iria suas m?ozinhas segurando um garfo um pedacinho de bolo em forma de coelhinho. esticava o garfo em dire??o ¨¤ boca de Olivia, seus grandes olhos negros brilhando de do?ura e encanto. Os nervos tensos de Olivia rxaram um pouco e um sorriso apareceu em seus l¨¢bios: ¡°Est¨¢ bem, mam?e vai provar.¡± abriu a boca eeu o peda?o de bolo que Iria lhe oferecia. 1/2 10:24 Capitulo 879 Mastigou e sentiu a textura macia e el¨¢stica, um sabor suave de leite. ¡°Hmm, ¨¦ realmente delicioso, obrigada, querida Iria,¡± elogiou Olivia, dando¨Clhe um joinha. ¡°Mam?e, eu reconheci de imediato que aqu pulseira era verdadeira, eu tamb¨¦m sou muito boa, n?o sou?¡± In¨¦s, vendo Iria ser elogiada, tamb¨¦m queria o reconhecimento. Olivia passou a m?o pelos cabelos da garotinha e disse ternura: ¡°Sim, In¨ºs foi incrivel agora h¨¢ pouco. Muitos tios e tias ficaram surpresos e admirados voc¨º, todos dizendo que voc¨º ¨¦ um g¨ºnio.¡± In¨¦s sorriu, as covinhas em suas Dochechas apareceram e seus olhos se estreitaram um sorriso doce e encantador. Iria e In¨ºs, satisfeitas os elogios, continuaram aer.. Depois de acalmar as crian?as, Olivia olhou novamente para o local do evento. Daniel j¨¢ n?o estava mais l¨¢, e n?o conseguiu encontrar Daniel ou o Velho Sr. Griera em lugar algum. Enquanto olhava ao redor, Nat¨¢lia de repenten?ou um olhar em sua dire??o, ainda mais afiado do que no in¨ªcio do banquete, venenoso. Ao encontrar o olhar cortante de Nat¨¢lia, o cora??o de Olivia afundou,o se tivesse sido arranhado, e suas sobrancelhas se franziram levemente. ¡°Pronto, n?o cause mais problemas. O av? n?o te desmascarou em p¨²blico nem te repreendeu para te poupar, e voc¨º n?o deve causar mais nenhum acidente neste jantar!¡± Kenzo, marido de Nat¨¢lia, ao ver o olhar afiado d para Olivia, puxou¨Ca pelo ombro e sussurrou um lembrete em sua orelha. Cap铆tulo 880 Capitulo 880 Ninguem e tolo todos podiam ver que a armadilha para acusar Olivia de roubo foi um espetaculo montado por Natalia e Elisa, Sendo por qual motivo Natalia mentiria dizendo que a pulseira era falsa? n?o queria acenas insinuar que o pingente era falso, que n?o pertencia ¨¤s reliquias da tam Griera, e sugerir a Daniel e ao Velho Sr. Griera que n?o valia a pena fazer rde por um pingente falso, e encobri¨Clo, certo? Mas n?o esperava que sua mentira fosse desmascarada publicamente por uma crian?a de quatro anos. No final o Velho Sr. Griera ainda revisou as cameras de seguran?a e descobriu que Elisa havia armado contra Olivia. O Velho Sr. Griera se enfureceu apenas Elisa, sem repreender Nat¨¢lia, justamente para poupar sua imagem. Se Natalia ainda n?o percebeu seu erro, ent?o ¨¦ realmente t. Nat? retirou seu olhar venenoso de Olivia e, irritada,n?ou um olhar de reprova??o a Kenzo, dizendo magoa: ¡°Meu filho morreu por causa dessa mulher! Eu s¨® tive esse filho em toda a minha vida, voc¨º sabe o quanto meu cora??o d¨®i? Eu simplesmente n?o suporto ver essa mulher se dando bem!¡± Natalia cobriu o rosto as m?os, n?o deixando que ningu¨¦m visse suas l¨¢grimas. sabia que, desde o reencontro de Sergio Olivia, seuportamento havia mudado drasticamente, at¨¦ mesmo tomando atitudes extremas. Era sabido que Sergio n?o conseguia esquecer Olivia. Mas s¨® podia assistir, enquanto Sergio era torturado p dor e, em seguida, presenciar ele cometendo a loucura de pr do pr¨¦dio, encerrando sua pr¨®pria vida. Quem pode entender a dor de uma m?e ao perder seu filho? sofreu a dor da perda de um filho e ainda n?o poderia punir a pessoa que causou a morte de Sergio? mara j¨¢ havia nejado Elisa, acusar Olivia de roubar a pulseira durante o banquete, humilha e fazer que a policia a levasse presa ali mesmo, de prefer¨ºncia para ficar atr¨¢s das grades. Melhor ainda se o Velho Sr. Griera e Daniel a detestassem ao extremo, a expulsando para bem longe. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Isso sim poderia trar alivio. Foi por isso que entregou a pulseira a Elisa, para que esta encenasse toda essa farsa. Mas no momento cr¨ªtico, Daniel apareceu e pediu diretamente ao Velho Sr. Griera para verificar as cameras de seguran?a, uma atitude firme e fria. Capitulo 800 Nat¨¢lia estava multo ansiosa, t?o desesperada para repreender Olivia que esqueceupletamente a exist¨ºncia das cameras de seguran?a. Isso levou o Velho Sr. Griera a descobrir a verdade e cancr imediatamente o noivado de Elisa Daniel, No futuro, n?o poderia mais usar Elisa, essa mulher t e sem c¨¦rebro, e tornaria ainda mais dificil fazer Olivia sofrer. ¡°Chega, n?o fale mals, voc¨º sabe muito bemo seu filho morreu, n?o ¨¦? N?o coloque a culpa em outros!¡± Kenzo disse severamente a Nat¨¢lia. Kenzo soube do incidente da explos?o do celr no shopping atrav¨¦s do Velho Sr. Griera. Foi Sergio quem, tentando incriminar Daniel e remov¨º¨Clo da posi??o de presidente, deliberadamente mandou um trabalhador colocar f¨®sforo branco dentro do celr, o que levou ¨¤ explos?o imediata do aparelho ao contato o ar, matando dois trabalhadores nat hora. Depois do incidente, Sergio ainda for?ou o Grupo Griera a assumir toda a responsabilidade. No confronto Daniel, Sergio optou por pr do pr¨¦dio e acabar sua vida,o uma forma de encerrar a quest?o. As a??es de Sergio foram extremas e inconceb¨ªveis. Kenzo,o pai de Sergio, n?o conseguia entender por que ele havia feito isso. Ele ramente n?o precisava pr do pr¨¦dio, havia outras maneiras melhores de resolver a situa??o. Ele poderia ter admitidopletamente suas a??es, e se o tivesse feito, a familia Griera tamb¨¦m teria ajudado a resolver a situa??o. No m¨¢ximo, ele enfrentaria alguns anos de pris?o e, ap¨®s sua liberta??o, ainda poderia ter uma vida boa. No entanto, ele escolheu o caminho mais extremo. Cap铆tulo 881 Capitulo 881 Kenzo, o cora??o partido, tamb¨¦m n?o conseguiapreender por que Sergio havia feito aquilo. Ele morreu, e os mais afetados foram a sua familia. Ap¨®s a morte de Sergio, Nat¨¢lia ajoelhou¨Cse e implorou a Daniel para que n?o divulgasse os erros de Sergio no incidente da explos?o, pediu¨Clhe que preservasse a ¨²ltima parc de dignidade dele. Daniel anunciou que o incidente fora resultado de uma falha do gerente eletr?nico da Tologia Ser¨¦lia Ltda., uma subsidi¨¢ria do Grupo Griera. Nesse assunto, o Velho Sr. Griera tamb¨¦m n?o disse nada, consentindo a a??o de Daniel. Daniel anteriormente s¨® queria que Sergio tivesse a coragem de vir a p¨²blico admitir seus erros, para que a familia Griera pudesse resolver a situa??o. Mas quem poderia imaginar que Sergio preferiria se jogar de um pr¨¦dio a admitir que havia nejado tudo? Daniel, angustiado e atormentado, sofria profundamente. ¡°Kenzo, chega!¡± Nat¨¢lia, ao ver Kenzo trazer ¨¤ tona o assunto, mudou a express?o do rosto instantaneamente,n?ou¨Clhe um olhar fulminante e, entre dentes, disse raiva: ¡°Cale¨Cse, e n?o fale mais nisso. Sergio j¨¢ morreu! Voc¨º n?o sente pena dele, s¨® fica minando a reputa??o dele, voc¨º ¨¦ o pai dele ou n?o?¡± Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Nat¨¢lia, enfurecida e o cora??o em peda?os, terminou de fr, respirando dificuldade, olhou para Kenzo novamente, resmungou e saiu apressadamente da festa. Kenzo, impotente e o cora??o dolorido, suspirou. Nesse momento, um empres¨¢rio se aproximou para fazer uma doa??o, e ele prontamente ajustou sua express?o para receb¨º¨Clo. Daniel foi chamado pelo Velho Sr. Griera para a s de reuni?es. Velho Sr. Griera sentou¨Cse em sua cadeira, Daniel ao seudo, e seus olhos turvos refletiam um cansa?o profundo. ¡°Eu sei que voc¨º insistiu em verificar as cameras de seguran?a para fazer justi?a a Olivia, mas voc¨º nem conhece todos os detalhes do caso,o pode estar t?o certo de que o bracelete n?o foi furtado por Olivia?¡± Velho Sr. Griera percebia a prote??o de Daniel para Olivia. Ele temia que Daniel estivesse apaixonado por Olivia, pois no fundo do cora??o do Velho Sr. Griera, ele achava que tanto Olivia quanto Teresa eram pessoas sinistras, e ele n?o gostava ds. E se Daniel fosseo seu pai, apaixonando¨Cse desesperadamente por uma mulher que n?o Capitulo 881 deveria? Qual seria o desfecho tr¨¢gico? Velho Sr. Griera nem ousava imaginar. ¡°Eu tamb¨¦m j¨¢ suspeitei que furtasse coisas, mas a verdade mostrou que, mesmo na pobreza, nunca roubou nada,¡± Daniel respondeu calmamente ¨¤s pvras de Velho Sr. Griera. Antes, Viviana Pereira havia armado para Daniel, acusando¨Co de roubar um projeto e vend¨º¨Clo ao Grupo Griera, depois veio Vania, acusando Olivia de furtar um pingente. Noe?o, Daniel tamb¨¦m suspeitou de Olivia, pensando que foi desonesta. Mas a verdade provou que Olivia nunca havia furtado nada, foi a v¨ªtima o tempo todo.. Se realmente quisesse apropriar¨Cse de dinheiro il¨ªcito, por que ent?o devolveria aqueles trinta milh?es para ele? Ele n?o aceitou o dinheiros, e at¨¦ se empenhou em usar Bruno para devolver o dinheiro ao Grupo Griera. Diante de tanto dinheiro, jamais teve a inten??o de possu¨ª¨Clo,o ent?o poderia arriscar¨Cse por um bracelete que valia menos de trinta milh?es? Foi por acreditar no car¨¢ter de Olivia que Daniel estava firmemente convencido de que o bracelete n?o poderia ter sido furtado por . Ao receber a resposta imediata de Daniel, o Velho Sr. Griera sentiu um peso no cora??o, pressentindo algo desagrad¨¢vel. ¡°Daniel, diga¨Cme a verdade, voc¨º gosta de Olivia?¡± Desta vez, Velho Sr. Griera perguntou diretamente. Cap铆tulo 882 Cap¨ªtulo 882 Original from N?velDrama.Org. Ao ouvir a pergunta do Velho Sr. Griera, Daniel franziu levemente as sobrancelhas, seus olhos. profundos e escuros Gosta? Essas duas pvras ele nunca havia ponderado, nem sequer havia refletido cuidadosamente sobre s, e n?o entendia o que significavam. Ele apenas sabia que, se outro homem se aproximasse de Olivia, ele se sentiria extremamente desconfort¨¢vel. Saber que guardava outro homem em seu cora??o o deixava inexplicavelmente irritado e agitado. Queria puni severamente. Cada vez que fazia aquilo , desejava fundi em seu corpo, para que se tornasse uma parte dele, e assim, pertenceria inteiramente a ele. Sua intensa possessividade por e?ou naqu noite, cinco anos atr¨¢s, ap¨®s ele ter provado o sabor de corpo d. At¨¦ mesmo, ele s¨® tinha interesse por . O perfume feminino d, sua pele macia e suave, pareciam estar gravados em seus ossos; toda vez que pensava n sob seu corpo, ele perdia o controle, seu corpo reagia. Parece que ele ainda n?o havia se saciado d. Ele n?o esqueceria as pvras de seu pai, que nunca deveria se apaixonar por uma mulher que n?o o tivesse em seu cora??o, ou o resultado seria desastroso. Ap¨®s um momento de hesita??o, Daniel levantou seu olhar profundo e sombrio para o Velho Sr. Griera e disse uma voz baixa e grave: ¡°Eu n?o vou me apaixonar por nenhuma mulher, incluindo Olivia!¡± ¡°Mas voc¨º disse antes que consideraria se casar ¡°, disse o Velho Sr. Griera. Ele havia perguntado antes a Daniel se ele se casaria Olivia, ¨¨ ele respondeu que consideraria. ¡°Eu quero dar aos meus filhos umrpleto, e tamb¨¦m quero ser respons¨¢vel pelo que fiz h¨¢ cinco anos. Mas agora vejo que n?o ¨¦ a mulher quem eu me casaria!¡± Daniel quase n?o escondia nada na frente do Velho Sr. Griera. Porque ele sabia que neste mundo, s¨® o av? realmente se preocupava ¡°Por qu¨º?¡± perguntou o Velho Sr. Griera. Daniel olhou para o Velho Sr. Griera um olhar sombrio, parndo por alguns segundos, e falou: ¡° ¨¦ a filha da Gabriel¡­¡± O mais importante ¨¦ que amava Serolo em seu cora??ol Depois que Sergio morreu ele testemunhou o quanto sofreu ate ficou irritada ele por n?o conseguir esquecer Serato, amea?ando deix¨¢¨Clo o querendo cortar todos os?os ele. Naquele momento, ele n?o conseguia mais ficar calmo, seu cora??o estava cheio de raiva.. A express?o do Velho St. Grieta se transformou, e suas bochechas envelhecidas tremiam um pouco: ¡°, ¨¦ realmente a filha de Gabriell Gabriel era o homem por quem Patricia havia se apaixonado loucamente, insistindo em fugir ele a qualquer custo! Foi aquele homem que causou a ruina e a morte dos pals de Daniel. O Velho Sr. Griera tinha dois inimigos em sua vida, um era Patricia e o outro era Gabriel! Patricia estava morta, mas Gabriel ainda estava vivo! Mas a morte de Patricia e Aar?o Griera n?o tinha liga??o direta Gabriel, mesmo querendo process¨¢¨Clo, n?o seria poss¨ªvel. Mas foi ele quem indiretamente causou a morte de Patricia e Aar?o. ramente um assassino, mas ele n?o podia process¨¢¨Clo.. Isso era o que mais odiava e mais the causava dor. ¡°Cof¡­Cof, cof..¡± O Velho Sr. Griera, furioso e angustiado,e?ou a tossir violentamente, suas m?os tr¨¦ms apontando para a porta. ¡°Daniel, v¨¢ cortar todos os?os Olivia, e a partir de agora nunca mais a veja..cof.cof..¡± O Velho Sr. Griera n?o sabia at¨¦ ent?o que Olivia era a filha de Gabriel! Daniel sabia bem que era a filha de Gabriel, mas ainda assim se envolvia , qu?o perigoso isso era. O Velho Sr. Griera ficou t?o agitado que tentou se levantar. Daniel rapidamente o segurou, seu rosto bonito estava tenso, ele disse ao Velho Sr. Griera seriedade profunda: ¡°Vovo, ¨¦ a m?e do meu filho, de qualquer forma, eu n?o posso deixar meu filho crescer sem o amor dos pais, assimo eu cresci. Eu sei o que estou fazendo, pode ficar tranquilo, n?o haver¨¢ problemas.¡± O Velho Sr. Griera ouviu Daniel dizer que ele n?o podia permitir que o seu filho sofresse o mesmo destino, de crescer sem o carinho dos pais. Num instante, seus olhos se encheram de l¨¢grimas, e ele sentiu uma dor profunda no cora??o. O dedo que apontava para a porta baixou lentamente, enquanto seus olhoscrimejantes se turvavam e ele soltava um suspiro de resigna??o: ¡°¨¦ tudo destino¡­¡± Ele sabia que Daniel sempre fora mais retraido e frio do que as outras crian?as, pois ningu¨¦m Cap铆tulo 883 Cap¨ªtulo 883 Daniel cresceu em meio ¨¤s brigas dos pais. Depois eles morreram. cabou por perd¨º¨Clos cedo. A falta de amor paterno e materno o tornou mais frio, solit¨¢rio e imc¨¢vel do que os outros. Mas agora, Olivia, a filha do homem que destruiu sua familia tinha dado ¨¤ luz quatro filhos para ele. As crian?as eram t?o ador¨¢veis que o Velho Sr. Griera ainda n?o tinha se dado a am¨¢s,o poderia suportar v¨ºs perder o amor de seus paiso Daniel perdeu? Mas o que Daniel deveria fazer? Todos os dias ele tinha que encarar a filha de seu inimigo, vendo¨Ca feliz seus filhos. Mas o que podia ser feito? Afinal, Olivia era a m?e biol¨®gica das crian?as. Era um destino do qual Daniel n?o podia escapar. ¡°V?, o senhor deve desfrutar de seus dias na Casa Antiga de Griera sem se preocupar mais nada. Cuide¨Cse e n?o me d¨º preocupa??es¡°, Daniel confortou o Velho Sr. Griera.. ¡°Quanto ao resto, eu sei o que fazer.¡± O Velho Sr. Griera suspirou: ¡°Bom¡­ agora voc¨º est¨¢ trinta anos, capaz de lidar tudo por conta pr¨®pria. Confio que voc¨º ter¨¢ discernimento e que certamente n?o se apaixonar¨¤ por Olivia.¡± O amor ¨¦ a ¨²ltima linha de defesa; uma vez ultrapassada, n?o h¨¢ retorno.Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Desde que ele mantenha o cora??o fechado e n?o se apaixone por Olivia, o que importa umal vida inteira de envolvimentos ? O medo do Velho Sr. Griera era que Daniel n?o conseguisse se conter e acabasse se apaixonando por Olivia. Ele temia que Daniel seguisse os passos de seu pai. ¡°Eu sei,¡± Daniel respondeu. Olivia estavaendo as crian?as quando um homem de apar¨ºncia elegante e sempre um leve sorriso nos l¨¢bios se aproximou, fndo uma voz gentil e calorosa: ¡°Posso me sentar aqui?¡± Olivia olhou para o homen e viu um rosto familiar: era Rodrigo, que Vicente havia apresentado a mais cedo. Antes que pudesse responder, Iria, suas m?ozinhas gorduchas, apontou para um lugar vazio aodo d e disse sua voz infantil: ¡°Titio, senta aqui, n?o tem ningu¨¦m.¡± Capitulo 883 Rodrigo olhou para Iria, migalhas de p?o rechonchudo coberto de seu rostinho rechonchudo e creme ao redor de sua boquinha vermelha. Seus olhos grandes, pretos e brilhantes eram muito bonitos.. era ador¨¢vel demais. Rodrigo sentiu seu cora??o derreter e, incapaz de resistir ao afeto p crian?a, estendeu a m?o e acariciou suavemente sua cabe?a, sua voz cheia de ternura. ¡°Obrigado, querida. Voc¨º ¨¦ t?o ador¨¢vel. Se eu tivesse uma filha linda e encantadorao voc¨º¡­¡± Disse ele, sentando¨Cse aodo de Iria, olhando¨Ca um olhar carinhoso e sorridente. Iria sentiu o carinho e riu, os olhos formando pequenas curvas, parecendo especialmente fofa: ¡°Titio, voc¨º ¨¦ amigo da minha m?e?¡± ¡°Sim, eu preciso fr a sua m?e sobre algo¡°, disse Rodrigo sua voz gentil, que inconscientemente adotou um tom mais suave. ¡°O que voc¨º quer fr para a minha m?e?¡± Iria perguntou curiosa. Os outros tr¨ºs tamb¨¦m olhavam para Rodrigo curiosidade. Olivia tamb¨¦m estava surpresa; n?o conhecia Rodrigo, o que ele teria para lhe conversar? ¡°Voc¨ºs se importam se eu fr um segredo a m?e de voc¨ºs?¡± Rodrigo perguntou um olhar sorridente para Iria e depois para os outros tr¨ºs, buscando sua aprova??o. Ele sabiao fazer as crian?as felizes, especialmente seu olhar sempre sorridente, que fazia os pequenos se sentirem confort¨¢veis. ¡°Segredo? Parece divertido! Voc¨º vai contar um segredo para a minha m?e e n¨®s vamos tentar adivinhar o que ¨¦?¡± Iria disse, seus olhos brilhando curiosidade. ¡°Isso ¨¦ divertido, titio, conte o segredo para a minha m?e logo¡°, Joel tamb¨¦m mostrou interesse, encorajando¨Co a fr. ¡°T¨¢ bom ent?o,¡± disse Rodrigo um sorriso, e se inclinou para sussurrar algo no ouvido de Olivia. Ele se sentou entre Iria e Olivia, inclinando¨Cse em dire??o a Olivia, o que era particrmente conveniente. Al¨¦m disso,o ele era mais alto do que Olivia, bastava inclinar¨Cse um pouco para sussurrar em seu ouvido. Nesse momento, Daniel saiu da s de confer¨ºncias, e seu olhar profundo captou exatamente essa cena. Seus olhos escuros instantaneamente eram um frio cial. Cap铆tulo 884 Cap¨ªtulo 884 Olivia estava tensa, ouvindo as pvras sussurradas por Rodrigo em seu ouvido. ¡°Quarta¨Cfeira, ¨¤s oito da noite, no Restaurante Alegria, ¨¦ sobre o Sergio, voc¨º tem que ir.¡± Rodrigo sussurrou em seu ouvido e ent?o se afastou, criando distancia entre eles. Rodrigo terminou de fr, e Olivia olhou para ele surpresa. Antes que pudesse perguntar mais detalhes, sentiu um perigo invasor no ar, um frio cial se espalhando dificultando a respira??o. Olivia olhou para tr¨¢s e viu Daniel se aproximando imediatamente, sua aura fria, rosto sombrio e olhos escuros frieza. ¨¤ medida que ele se aproximava, o cora??o de Olivia se apertava, e seu corpo recuava involuntariamente. No segundo seguinte, seu pulso foi agarrado for?a e foi puxada para cima da cadeira. N?vel(D)rama.Org''s content. O olhar gdo de Daniel varreu para Rodrigo: ¡°Sr. Melo, h¨¢ algo que n?o possa ser dito abertamente?¡± Rodrigo Melo sentiu o olhar afiado de Daniel alguma apreens?o, mas ainda mantinha um sorriso am¨¢vel nos l¨¢bios, e disse: ¡°Estava apenas brincando as crian?as, jogando um jogo chamado ¡®Adivinhe o Que eu Disse¡®. Quem acertar ganha, n?o ¨¦, Iria?¡± Rodrigo sabiao agitar o interesse das crian?as. ¡°Sim, sim, ¨¦ isso.¡± Iria assentiu vigorosamente.¡°Papai, ainda neme?amos a adivinhar.¡± ¡°Aposto que ele falou se onche de hoje estava gostoso!¡± Joel levantou a m?o, ansioso para responder. ¡°Aposto que ele disse que minha m?e ¨¦ linda!¡± Iria tamb¨¦m n?o queria ficar para tr¨¢s e levantou a m?o. Ao ouvir a resposta de Iria, o rosto de Daniel escureceu, e seus olhos profundos eram afiado.. ¡°A festa acabou, vamos para casa.¡± O olhar opressivo e gdo de Daniel varreu os rostos das crian?as. As crian?as, que estavam animadas o jogo, ficaram assustadas o olhar s¨¦rio do pai. Olivia tamb¨¦m sentiu a aspereza e o frio de Daniel, seu pulso estava sendo apertado dolorosamente, e mal conseguia suportar, fndo: ¡°Daniel, por favor, solte¨Cme.¡± tentou torcer o pulso para se libertar, mas foi em v?o. A for?a de Daniel aumentou, e ele olhou para um olhar duro: ¡°Venha para casaigo.¡± Com isso, ele olhou para os empregados e ordenou: ¡°Leve as crian?as.¡± 10:25 Capitulo 884 Dito isso, ele saiu da festa puxando Olivia. Olivia ficou muito nervosa ao perceber a raiva que o cercava e continuou se esfor?ando para sair das m?os de Daniel. Daniel estava furioso, e qualquer resist¨ºncia d s¨® o enfureceria mals. Olivia n?o lutou mais e caminhou rapidamente atr¨¢s dele, enquanto os empregados e as quatro crian?as os seguiam. Daniel abriu a porta do Rolls Royce preto e colocou Olivia para dentro, ent?o se virou para instruir os empregados: ¡°Levem as crian?as naquele carro atr¨¢s.¡± Os empregados obedeceram, levando as crian?as para o carro de bab¨¢ e colocando¨Cas l¨¢ dentro. ¡°Eu n?o quero ir nesse carro, quero ficar a mam?e.¡± Iria fez bico, descontente. ¡°Eu tamb¨¦m quero ficar a mam?e.¡± In¨ºs disse suavemente. Os empregados, embara?ados, olharam para Daniel em busca de ajuda. ¡°Sentem¨Cse quietos e, quando chegarmos ¨¤ Vi Serenidade, poder?o brincar a mam?e: caso contr¨¢rio, terei que mandar a mam?e para a Comunidade Lej¨¢.¡± A voz baixa e calma de Daniel que parecia tranqu, tinha um poder de dissuas?o impressionante. As crian?as, ao ouvirem isso, imediatamente se cram e se sentaram obedientemente no carro, esperando que ele partisse. Cap铆tulo 885 Cap¨ªtulo 885 Original from N?velDrama.Org. Ao ver as crian?as aquietarem¨Cse, Daniel abriu a porta do carro e sentou¨Cse, instruindo Bruno: ¡°Vamos para a Vi Serenidade.¡± Bruno imediatamente deu a partida no veiculo e seguiu viagem. Olivia olhou instintivamente para tr¨¢s, percebendo que o carro da bab¨¢ os segu¨ªa. Voltando a si, encontrou o olhar frio e distante de Daniel, que a fez prender a respira??o por um momento. Daniel estava sentado ao seudo, sua grande estatura formando uma imensa sombra que a envolvia, e seus olhos g¨¦lidos pareciam capazes de transpass¨¢. ¡°N?o tem nada a dizer?¡± a voz de Daniel grave quebrou o sil¨ºncio. O ambiente do carro estavam gdo e cortante. Olivia sentiu a press?o, seus c¨ªlios tremeram levemente enquanto dizia: ¡°Ele chegou de repente dizendo que queria jogar as crian?as, eu fui pega de surpresa¡­¡± Ao terminar, se encontrou o olhar g¨¦lido de Daniel. Rodrigo havia dito a que na quarta¨Cfeira, ¨¤s oito da noite, poderia se encontrar no Restaurante Alegria, mas n?o poderia contar isso a Daniel de jeito nenhum. Caso contr¨¢rio, ele certamente n?o a deixaria ir. queria saber o que Rodrigo tinha para contar sobre Sergio. sabia sem deixar Daniel descobrir. A intensidade do olhar de Daniel fez Olivia sentir uma press?o imensa, e e?ou a suar frio ps costas. Justo quando estava prestes a ceder ¨¤ press?o, a voz de Daniel soou: ¡°Lembre¨Cse de que agora voc¨º ¨¦ m?e de quatro filhos, n?o tente seduzir outros homens!¡± ¡°Eu sei que sou m?e de quatro filhos, pode ficar tranquilo, n?o farei nada exagerado.¡± Olivia respondeu a Daniel, um tom que parecia respeitoso.. ro que n?o provocaria Daniel naquele momento; finalmente tinha a chance de ver seus filhos, e queria aproveitar o tempo eles. havia pensado muito nos ¨²ltimos dias; mesmo que precisasse deixar Daniel, tinha que levar as crian?as . Caso contr¨¢rio, seria uma grande perda; os havia dado ¨¤ luz e criado at¨¦ agora, n?o poderia simplesmente deix¨¢¨Clos para Daniel. De maneira alguma, seus quatro tesouros eram de Daniel; queria panh¨¢¨Clos no crescimento e participar de todos os momentos de suas vidas. n?o suportaria se as crian?as a esquecessem ou se a r??o se tornasse 10:25 Capitulo 855 distante. Teresa estava certa, enquanto Daniel ainda mostrasse interesse por , deveria simplesmente panh¨¢¨Clo, e esperar at¨¦ que ele baixasse a guarda para ent?o encontrar uma oportunidade de levar as crian?as. Olivia nejava em sil¨ºncio. Daniel ouvindo¨Ca concordar t?o gentilmente e falou, falou a face sombria: ¡°Lembre¨Cse do que voc¨º disse agora!¡± Olivia baixou os olhos e permaneceu em sil¨ºncio, suas m?os aodo do corpo se apertaram levemente. Elisa saiu da festa um sentimento de ressentimento, caminhando rapidamente, seu peito subindo e descendo sua respira??o ofegante, enquanto as luzes de neon passavam por seu rosto aborrecido e triste, parecendo distorcidas e grotescas. Rayan a seguiu rapidamente, chamando: ¡°Elisa, espere um pouco!¡± Elisa ouviu alguem cham¨¢, parou bruscamente, virou¨Cse e viu um homem acelerar o passo em sua dire??o. Esse homem era Rayan Mendes, o pleiboi da loja de antiguidades Grupo Mendes! disse, irritada: ¡°O que voc¨º quer, veio para rir de mim?¡± Cap铆tulo 886 Cap¨ªtulo 886 Rayan aproximou¨Cse de Elisa e parou em frente a , seu rosto atraente s¨¦rio ao encar¨¢, e disse: ¡°Acho que o t¨¦rmino do seu noivado Daniel pode n?o ser t?o ruim assim.¡± Elisa, que j¨¢ estava furiosa, sentiu¨Cse ainda mais provocada ps pvras de Rayan e encarou¨Co com f¨²ria. ¡°O que voc¨º quer dizer isso, Rayan? Eu fiz algo para te ofender? Voc¨º acabou de provar em p¨²blico que a pulseira nas m?os de Nat¨¢lia ¨¦ aut¨ºntica e agora est¨¢ zombando de mim! O que voc¨º ganha o fim do meu noivado Daniel?¡± Elisa quase gritou Rayan, tremendo de raiva. ¡°Fica calma, Elisa,¡± Rayyan imediatamente sinalizou para Elisa que n?o estava rindo da ideial d.. ¡°O fim do seu noivado Daniel n?o me beneficia em nada, mas ¨¦ ben¨¦fico para voc¨º.¡± ¡°O que voc¨º est¨¢ dizendo?¡± Elisa se enfureceu ainda mais. ¡°Pense bem, Daniel e Olivia t¨ºm quatro filhos, e Olivia vive frequentemente na casa de Daniel. O rcionamento entre eles dois ¨¦plicado demais para ser descrito em poucas pvras¡°, explicou Rayan a Elisa. ¡°Continuar enredada Daniel s¨® vai desperdi?ar seu tempo. Melhor esrecer as coisas logo e buscar a sua pr¨®pria felicidade,¡± disse Rayan. ¡°Eu gosto de desperdi?ar meu tempo, o que isso tem a voc¨º?¡± Elisa, os punhos. wer Com cerrados e respira??o acelerada, rebateu irritada. Rayan respirou fundo, contendo a impaci¨ºncia e a frustra??o interna. Mantendo um semnte calmo, ele disse: ¡°De fato, n?o ¨¦ da minha conta, mas me d¨®i ver voc¨ºenvolvida nisso. Vejao voc¨º ¨¦ linda e talentosa, ainda mais sendo a filha da familia Abreu. Voc¨º poderia ter um futuro muito melhor.¡± Rayan estava realmente preocupado Elisa, e era por isso que ele fva a verdade, tentando mostrar a um caminho melhor. Rayan e Elisa cresceram juntos,o amigos de infancia. As familias Mendes e Abreu sempre tiveram um bom rcionamento, e desde pequenos eles estudaram juntos,partilhando idas e vindas da esc, e ¨¤s vezes at¨¦ faziam viagens juntos. Rayan n?o queria ver Elisa chateada por causa de Daniel. ¡°Apenas as pessoas que realmente se importam voc¨º dir?o a verdade nua e crua para que voc¨º acorde, Elisa.¡± As pvras s de Rayan acalmaram Elisa um pouco mas ainda estava irritada. olhou para ele e disse: ¡°Ent?o voc¨º decidiu me desmoralizar em p¨²blico, confirmando que aqu pulseira 10:25 era aut¨ºntica? E depois fazer que eu fosse odiada pelo Velho Sr. Griera?¡± ¡°A pulseira ¨¦ realmente aut¨ºntica, eu apenas disse a verdade. Al¨¦m disso, ao confirmar isso, quem deveria se sentir constrangida ¨¦ a Nat¨¢lia, n?o voc¨º. O Velho Sr. Griera n?o o odeia por isso.¡± Rayan replicou. Confrontada o olhar intenso de Rayan, Elisa percebeu que tinha fdo demais, desviou o olhar, tentando se esquivar: ¡°N?o ¨¦ nada¡­¡± quase deixou escapar que tinha conspirado Nat¨¢lia para incriminar Olivia. Natalia disse que a pulseira era falsa para ajud¨¢. Com Rayan derando em p¨²blico que a pulseira era verdadeira, n?o estava ele minando seu no? ¡°Elisa, falo do fundo do cora??o, voc¨º ¨¦ realmente bonita e vem de uma boa familia. Voc¨º pode definitivamente encontrar algu¨¦m melhor,¡± Rayan n?o continuou fr sobre o que aconteceu na festa. De fato, naqu situa??o, qualquer um bom senso perceberia que Elisa e Nat¨¢lia estavam tentando incriminar Olivia. poderia ter ficado de fora do assunto, mas em vez disso, correu para contar a todos que a pulseira era falsa e que Olivia havia roubado algo. ¨¦ suspeito, e todo mundo sabe que o acidente tamb¨¦m tem algo a ver Elisa¡­ Natalia e Elisa agiram de forma precipitada, tentando incriminar Olivia sem um no bem borado.Text ? by N0ve/lDrama.Org. Cap铆tulo 887 Cap¨ªtulo 887 Elisa estava t?o ansiosa para envergonhar Olivia que queria que Daniel ficassepletamente desapontado Olivia e a deixasse.Elisa queria se tornar a esposa de Daniel mais rapidamente.Rayan sabia que essas eram as inten??es de Elisa, mas ele n?o adivinhou o motivo pelo qual Natalia estava tentando incriminar Olivia¡­.. Embora Rayan soubesse o que estava acontecendo, ele n?o disse nada para manter a dignidade de Elisa. Elisa, elogiada por Rayan, sentiu¨Cse pouco feliz de repente.. piscou e fixou seu olhar em Rayan, vendo em seus olhos bonitos nada al¨¦m de seriedade. abriu os olhos, surpresa, e perguntou curiosamente: ¡°Rayan, voc¨º n?o estaria apaixonado por mim, estaria?¡± Ummpejo de p¨¢nico passou pelos olhos de Rayan, o panico de algu¨¦m cujos pensamentos foram adivinhados. Rapidamente, ele se rpos, escondendo o panico em seu olhar, e disse: Sua pergunta sempre foi muito direta¡­¡± Fndo isso, ele olhou para um ponto atr¨¢s de Elisa, evitando o contato visual direto e sem responder ¨¤ sua pergunta. ¡°Eu sempre sou direta. Gosto do Daniel e quero ser a mulher dele, ent?o n?o escondo minhas inten??es. Voc¨º se preocupa tantoigo, ser¨¢ que gosta de mim?¡± Elisa ergueu o canto dos olhos, olhando para Rayan d¨²vida. Rayan levantou a m?o e tocou o nariz, ainda evitando olhar diretamente para : ¡°J¨¢ est¨¢ tarde, eu deveria te levar para casa.¡± ¡°N?o pode ser, Mucoso, voc¨º realmente gosta de mim?¡± Elisa expressou surpresa, os olhos arregdos, fixos em Rayan. Quando estavam no primeiro ano do ensino fundamental, Elisa e Rayan eram da mesma turma e sentavam juntos. Naqu ¨¦poca, Rayan tinha o h¨¢bito de assoar o nariz frequ¨ºncia e. certa vez, ap¨®s um espirro, ele formou uma ¡°Mucosa nasal¡°. Elisa, sendo sua colega de carteira, viu e, rindo, deu a Rayan o apelido de ¡°Mucoso¡°. Esse apelido persistiu at¨¦ o fim do ensino fundamental, at¨¦ que todos cresceram, amadureceram e perceberam que chamar de ¡°Mocoso¡± era desrespeitoso. Ent?o, Elisa parou de chamar Rayan de ¡°Mucoso¡°. Naquele momento, tomada p surpresa, Elisa deixou o apelido escapar sem considerar os sentimentos de Rayan. Ao ouvir o apelido, as mem¨®rias de Rayan voltaram sua infancia em que ele espirrou, Elisa apontando e rindo. 10:25 Capitulo 837 Rayan imediatamente ficou nervoso e disse, desconfortavelmente: ¡°Elisa, n?o chame esse apelido!¡± ¡°Pe?o desculpa, eu n?o vou chamar se voc¨º n?o gosta,¡± Elisa disse, amolecendo sua postura ao ver que ele estava irritado.Original from N?velDrama.Org. N?o era certo trazer ¨¤ tona um apelido t?o embara?oso. ¡°N?o ¨¦ s¨® agora, nunca mais chame isso, Pode ser?¡± Rayan, o rosto levernente corado de constrangimento, disse a Elisa. ¡°Tudo bem, tudo bem, onde est¨¢ seu carro? Voc¨º n?o disse que me levar para casa?¡± Elisa acenou rapidamente a cabe?a, notando Rayan, um homem adulto, as bochechas levemente coradas de constrangimento. De repente, Elisa sentiu seu estado de espirito mudar de zangado para agrad¨¢vel. ¡°Vamos!¡± Rayan disse, um pouco mais calmo, apontando para um lugar n?o muito distante e come?ando a caminhar em dire??o ao carro. Cap铆tulo 888 Cap¨ªtulo 888 V Serenidade. J¨¢ fazia alguns dias que as crian?as n?o viam Olivia, e agora pareciam especialmente apegadas a . Os quatro pequenos j¨¢ haviam tomado banho e estavam prontos para dormir. No entanto, para se aconchegarem a Olivia, nenhuma das crian?as saia do quarto de Olivia e Daniel.. Heitor apojava sua cabecinha na perna de Olivia, as perninhas dobradas e segurando os p¨¦s, concentrado em brincar os dedos. Joel estava deitado na outra coxa de Olivia, colocando a m?ozinha na boca e sugando os dedos, entretendo¨Cse e parecendo muito feliz. Iria repousava sua cabecinha em umdo da barriga de Olivia, rndo para a esquerda e para a direita, contente apenas por estar aodo da Olivia.. In¨¦s descansava sua cabe?a no outrodo do abd?men de Olivia,portando¨Cse bem, seus olhos escuros fitando o teto, absorta em pensamentos, parecendo adoravelmente distraida. E Olivia, deitada de costas na cama, deixava os quatro filhos se apoiarem n sem dizer uma pvra, mas sentindo os sons suaves que eles emitiam ao seu redor. A sensa??o de ternura e suavidade das cabecinhas das crian?as contra , o calor que emanava dos pequenos corpos, e o calor de suas cabe?as transferindo¨Cse para um leve aroma de leite. # Era um sil¨ºncio que curava o cora??o ferido de Olivia. s¨® precisava estar as crian?as. Mesmo sem fazer nada, seu cora??o sentia¨Cse em paz. A natureza inocente e suave dos filhos amolecia seu cora??o. Olivia estava aproveitando o sil¨ºncio e a tranquilidade daquele momento. De repente, a porta do quarto se abriu, e uma presen?a forte e intimidadora invadiu o espa?o. Os nervos rxados de Olivia de repente se tensionaram; n?o precisava olhar para saber quem havia entrado. A presen?a avassdora se aproximava cada vez mais, e enquanto Olivia olhava para o teto, sem virar a cabe?a, seu corpo se arrepiava a aproxima??o daqu aura poderosa. ¡°Est¨¢ na hora de dormir, voltem para seus quartos¡°, a voz de Daniel soou. ¡°Papai, n¨®s queremos dormir a mam?e hoje. Podemos ficar aqui?¡°, a voz doce e suave de Iria se fez ouvir, seus olhos brilhantes e ador¨¢veis Titando Daniel uma inoc¨ºncia irresist¨ªvel. Capitulo 888 ¡°¨¦, papai, sua cama ¨¦ grande, cabe n¨®s seis para dormir¡°. Joel concordou a cabe?a, apoiando as pvras de Iria. A voz timida de In¨ºs se fez ouvir: ¡°Eu tamb¨¦m quero dormir a mam?e.¡± ¡°Eu tamb¨¦m¡°, Heitor, que normalmente era reservado e independente, tamb¨¦m insistiu em dormir Olivia. Olivia estendeu os bra?os e abra?ou Iria e In¨¦s, dizendo a Daniel: ¡°Sim, a cama ¨¦ grande, todos cabemos, deixe¨Cos dormir aqui.¡± As crian?as pareciam mais dependentes d depois de alguns dias sem v¨º, e tamb¨¦m queria muito estar eles. acreditava que o desejo das crian?as de v¨º era o mesmo que tinha de v¨ºs. Finalmente juntos, queria estar eles a todo momento. As crian?aspartilhavam desse desejo. Daniel percebeu a expectativa nos olhos ros e cheios de esperan?a de Olivia, e seu semnte s¨¦rio suavizou um pouco. ¡°Ent?o agora vamos dormir.¡± ¡°Est¨¢ bem, papai, venha para a cama tamb¨¦m¡°, Iria saiu da cama e foi at¨¦ a beirada para puxar Daniel para cima.N?vel(D)rama.Org''s content. Cap铆tulo 889 Cap¨ªtulo 889 ¡°Voc¨ºs durmam primeiro, eu vou tomar um banho.¡± Daniel segurou a m?ozinha gordinha de Iria a m?o, apertando¨Ca suavemente, a voz grave carregava um tra?o de do?ura. ¡°Tudo bem, papai, vai tomar seu banho, a gente espera voc¨º chegar.¡± A voz infantil de Iria soOU doce. A voz da menina era t?o suave que tocava o cora??o de Daniel. ¡°Ok¡± A voz de Daniel era magn¨¦tica e agrad¨¢vel, enquanto acariciava a cabecinha d. Seu olhar se voltou para Olivia, que o observava, e seus olhares se encontraram, os olhos ros d estavam cheios de sorrisos. Aquele olhar era t?o terno, observando a intera??o entre ele e Iria, transbordando amor materno. Quando seus olhares se cruzaram, o sorriso nos l¨¢bios de Olivia desapareceu rapidamente, el desviou o olhar receio, olhando para outro lugar. Daniel percebeu que Olivia estava medo dele. Ele n?o disse nada, soltou a m?o de Iria e foi em dire??o ao banheiro. ¡°Vamos dormir agora, mam?e vai contar uma hist¨®ria para voc¨ºs.¡± Olivia deitou¨Cse primeiro. N?vel(D)rama.Org''s content. Os pequenospetiram para chegar primeiro, todos querendo garantir um lugar no abra?o de Olivia. Os pequenos se alinharam na cama, bra?os e pernas curtas,o tr¨ºs ursinhos fofos e engra?ados. Com amor maternal transbordando, Olivia falou uma voz suave e calorosa: ¡°Boa noite, queridas, vou contar uma hist¨®ria para dormir.¡± ¡°Boa noite, mam?e.¡± Os quatro pequenos responderam em unissono. Oliviae?ou a contar a hist¨®ria infantil, uma hist¨®ria contada v¨¢rias vezes, que as crian?as. adoravam e nunca se cansavam de ouvir. Provavelmente por estarem muito cansados hoje, antes mesmo de Olivia terminar a hist¨®ria, ouviu¨Cse a respira??o uniforme e doce das crian?as. Olivia parou e levantou a cabe?a para olhar; os quatro pequenos estavam todos adormecidos. beijou as bochechas macias e cheinhas de In¨ºs e Iria, sentindo seu cora??o transbordar de carinho; as crian?as eram t?o ador¨¢veis. Depois de cobrir os pequenos o cobertor, Olivia fechou os olhos. estava cansada, e as crian?as por perto, sentia¨Cse extremamente tranqu e logo adormeceu. Adormecida, de repente sentiu um calor intenso nas suas costas, uma presen?a s¨®lida 10:25 Capitulo 559 atrav¨¦s do tecido. O corpo de Daniel quente pressionado contra seudo atrav¨¦s do tecido. os bra?os firmes a envolveram p cintura, puxando¨Ca para perto. Essa postura dominadora e autorit¨¢ria fez Olivia abrir os olhos de repente, instintivamente tentando se libertar. ¡°N?o se mexa!¡± A voz masculina grave e rouca soou. Olivia estava t?o nervosa que ficou im¨®vel dedo, sentindo o calor em suas costas. estava ainda mais ciente das mudan?as no corpo de Daniel. O sono de Olivia foipletamente interrompido, e disse fracamente: ¡°As crian?as est?o aqui, Daniel, por favor, n?o fa?a isso¡­ ¡°¨¦ mesmo? Onde est?o as crian?as?¡± A voz grave de Daniel soava em seu ouvido, seu h¨¢lito quente sussurrando em sua orelha sens¨ªvel. Olivia, que era sensivel a c¨®cegas, encolheu o pesco?o, e estendeu a m?o para tocar a cama. mas n?o encontrou nada. Onde estavam as crian?as? s n?o estavam dormindo na cama? Cap铆tulo 890 Cap¨ªtulo 890 Olivia tentou ir ver onde as crian?as estavam dormindo, mas estava envolvida firmemente nos bra?os de Daniel, as longas pernas de Daniel pressionadas firmemente contra as d, a musctura das pernas forte e a intensidade da for?a, Olivia ficou imobilizada instantaneamente, tinha pensado que as crian?as ainda estavam dormindo na cama, mas naquele momento entendeu, certeza Daniel as havia levado de volta para os quartos de crian?a. havia adormecido e n?o percebera nada. O calor atr¨¢s d e o panico de ter as pernas presas por Daniel a fizeram sentir perigo. Sua respira??o ficou pesada: ¡°Daniel, j¨¢ ¨¦ tarde¡­¡± ¡°Eu sei,¡± A voz magn¨¦tica de Daniel ressoou em seu pesco?o, seu nariz levemente ro?ando a pele d, a respira??o quente espalhando¨Cse sobre sua delicada pele. Esse gesto provocante fez que Olivia soltasse um suspiro, a nuca co?ando, o cora??o amolecendo, seu corpo tremendo involuntariamente.. ¡°Voc¨º est¨¢ me tentando?¡± Daniel passou os bra?os ao redor d, seu calor viril continuava soprando em seu pesco?o. O tom rouco de sua voz estava carregado de perigo intenso. Olivia sentia¨Cseo uma presa sob as garras de uma fera selvagem, a l¨ªngua do animalmbendo incessantemente sua pele macia, pronta para devor¨¢. Esse panico e perigo eram letais. Olivia desacelerou a respira??o, seu corpo todo tensionado: ¡°Eu n?o quero fazer isso, eu quero dormir, estou muito quente¡­¡± Embora fsse pvras de rejei??o, sua voz era fraca e suas pvras carregavam um toque de ambiguidade. Para Daniel, isso n?o tinha for?a alguma; aqu voz suave e fr¨¢gil soava maiso um convite. N?vel(D)rama.Org''s content. Erao o murmurio baixo de uma mulher, a relutancia misturada a vontade, irresist¨ªvel. Daniel sentiu um aperto na garganta, seu sangue ficando ainda mais agitado. ¡°Ligue o ar¨Ccondicionado, assim n?o vai ficar quente.¡± Olivia ouviu o som de sua degluti??o, um sinal que conhecia muito bem.. Olivia se deitou de costas, sem ousar se mexer, sua mente rmada, seu cora??o de repente disparado. Naquele momento, Daniel estendeu a m?o, girou levemente o corpo, pegou o controle remoto 1/2 09-44 Cap¨ªtulo 890 na mesa de cabeceira e abaixou a temperatura do ar¨Ccondicionado. Aproveitando a oportunidade, Olivia moveu seu corpo para a frente, criando distancia entre eles. Desde que soube que a morte de S¨¦rgio poderia ter algo a ver Daniel, Olivia resistiu a Daniel em seu cora??o e, depois de n?o v¨º¨Clo por tanto tempo, sentiu que deveria manter distancia dele. n?o conseguia aceitar o contato f¨ªsico ele. mal havia se movido, quando foi novamente envolvida pelo bra?o forte de Daniel, que agarrava firmemente sua cintura macia e a puxava para perto de si. Olivia facilmente voltou para os bra?os de Daniel. deu um leve grito de medo. ¡°O que voc¨º estava pensando, Olivia?¡± A voz fria e magn¨¦tica de Daniel estava muito baixa. As costas de Olivia estavam pressionadas contra seu peito quente, o poderoso m¨²sculo lembrando¨Ca do perigo atr¨¢s d; podia at¨¦ sentir as batidas fortes e poderosas de seu cora??o. ¡°Thud! Tum! Tunc!¡°, batendo, som surdo. ¡°Eu quero ir ao banheiro.¡± Olivia n?o ousava se opor abertamente, escapar das ¡®garras do tigre¡® exigia habilidade, e se tentasse fugir for?a, seria ¡®despeda?ada¡® ainda mais miseravelmente. ¡°Eu te ajudo.¡± Daniel respondeu, levantando¨Cse e a erguendo em seus bra?os. Olivia instintivamente abra?ou seu pesco?o, e no escuro da noite, seu olhar assustado encontrou os olhos escuros e profundos de Daniel, que estavam cheios de fasc¨ªnio na escurid?o. Isso fez o cora??o de Olivia tremer, e disse apressadamente: ¡°N?o, agora n?o preciso mais.¡± Comparado a ficar na cama, ir ao banheiro seria mais perigoso, mais intenso. Olivia n?o era inexperiente. ¡°Afinal, voc¨º vai ou n?o?¡± O olhar sombrio de Daniel, atrav¨¦s do luar, fixava¨Cse n. Seus olhos j¨¢ estavam adaptados ¨¤ escurid?o, ele podia ver ramente o rosto de Olivia, suas bochechas p¨¢lidas, seus olhos aquosos brilhando panico,o um coelho de olhos vermelhos desesperado para escapar. Despertando nele um desejo intenso. Ele queria mord¨º, rasg¨¢ em peda?os. Cap铆tulo 891 Cap¨ªtulo 891 ¡°N?o vou mais, me coloque no ch?o.¡± A voz de Olivia transparecia panico e apreens?o. Daniel tornou¨Cse dominador, e nada do que fizesse ajudava. ¡°Tudo bem.¡± Conforme o desejo d, Daniel a colocou na cama. No instante em que as costas d tocaram o colch?o, o corpo alto dele se inclinou sobre , pressionando¨Ca de cima a baixo, as m?os de cadado do corpo d, e seus olhos profundos a fixavam. ¡°Voc¨º disse antes que meu corpo ¨¦ atraente para voc¨º¡­¡± Sua voz era baixa e sedutora, fazendo o cora??o de Olivia tremer,¡± N?o, Daniel¡­¡± estava prestes a fr quando Daniel a beijou nos l¨¢bios e foi tudo o que p?de fazer para resistir ao beijo dominador dele. O beijo de Daniel era ardente e autorit¨¢rio, sua respira??o pesada entr?ada a d, dominando¨Ca facilmente. Os l¨¢bios e a l¨ªngua de Olivia estavam inchados por causa do beijo prolongado, e um murmurio involunt¨¢rio escapava de sua garganta. Esse som o agradava, e o beijo de Daniel se tornava ainda mais dominador e impetuoso. Somente quando Olivia estava quase sem ar, Daniel a soltou, beijando ao longo de seu queixo at¨¦ o delicado pesco?o. Mordeu um peda?o macio de pele, beijando for?a. ¡°Daniel¡­¡± Olivia gemeu de dor, franzindo levemente as sobrancelhas. ¡°Se n?o tiv¨¦ssemos nos encontrado na festa, nejava nunca mais me procurar, certo? ¡°A voz rouca de Daniel, capaz de destr ¨¢gua. Os movimentos de suas m?os se tornaram mais fortes. Desde que a levou de volta para a Comunidade Lej¨¢ naquele dia, se manteve em sil¨ºncio, parou de cuidar das crian?as, e n?o ligou para ele. nejava realmente cortar todos os?os ele, abandonar at¨¦ os filhos? Os c¨ªlios de Olivia tremiam, seu corpo estremecia, as pvras baixas e roucas dele faziam seus ouvidos co?arem. encolheu o pesco?o e, instintivamente, abra?ou as costas dele, ofegante, disse: ¡°N?o ¨¦ isso, eu simplesmente n?o tive coragem de ligar.¡± O receio e o medo dele a impediam de fazer contato. sabia muito bem o que significava voltar para ele. realmente n?o queria continuar vivendo dias sem futuro e sem esperan?a. Capitulo 891 Daniel tremeu levemente, entendendo que queria entrar em contato, mas tinha medo, temia que ele a devorasse? Sua garganta se apertou e ele anunciou: ¡°Voc¨º n?o vai conseguir fugir¡­¡± Com uma m?o grande, agarrou sua cintura fina, levantando¨Ca e pressionando¨Ca contra a cabeceira da cama¡­ Olivia n?o sabia quanto tempo havia chorado, sua garganta estava rouca de gritar. Olivia acordou, e no momento em que a consci¨ºncia voltou, a dor em seu corpo se manifestou. franziu ligeiramente as sobrancelhas e tossiu levemente, percebendo ent?o que sua garganta estava seca e ¨¢spera. Apoiando¨Cse na cintura, se levantou, p?s os p¨¦s no ch?o e suas pernas vacram, quase caindo. Felizmente, se apoiou na borda da cama a tempo para n?o cair. ¡°Ainda tem for?a, parece que a noite passada n?o foi suficiente.¡± A voz masculina magn¨¦tica soou atr¨¢s d. estremeceu e, assustada, virou¨Cse para encontrar os olhos escuros de Daniel. explicou: ¡°Quero ir ao casa de banho. Desta vez era verdade.¡± Assim que Olivia falou, Daniel percebeu que sua voz estava rouca, evidenciando o quanto ele tinha sido incans¨¢vel na noite anterior. Os olhos prantes de Daniel brilharam levemente, e ele se sentou, a coberta deslizando pelo seu corpo e revndo um t¨®rax musculoso e v¨ªcs fortes. ¡°Eu te levo.¡± Olivia se assustou a proposta.Original from N?velDrama.Org. Cap铆tulo 892 Cap¨ªtulo 892 Olivia assustada, apressou¨Cse a firmar seu passo e disse a ele: ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio, eu vou sozinha.¡± apressou¨Cse em dire??o ao banheiro, temendo que, se demorasse, Daniel viria abra?¨¢. estava exausta, sem for?as de verdade. Se Daniel a levasse no colo para o banheiro, sabia o que aconteceria. Sem se preocupar em se vestir, aguentando a dor na regi?o lombar, apressou¨Cse ao banheiro, fechou a porta e a trancou. S¨® ent?o sua tens?o diminuiu um pouco. Quando se olhou no espelho,, se admirou por conseguir chegar ao banheiro diante de Daniel sem vestir nada. A r??o ¨ªntima entre eles erao a de um casalum, sem nada a esconder um do outro. Mas a pvra ¡°casal¡°, quando aplicada a e Daniel, soava ir?nica. Olivia sorriu sarcasticamente, abriu o chuveiro e ficou em baixo da ¨¢gua morna,vando seu corpo. propositalmente demorou,vando¨Cse lentamente. Quando terminou o banho e viu que a cama estava vazia, Daniel realmente j¨¢ havia se levantado. Daniel era muito diligente no trabalho, gerenciava in¨²meros assuntos e, mesmo que negligenciasse todos ¨¤ sua volta, ele nunca negligenciaria seu trabalho. Para o Grupo Griera, ele deu todo o seu esfor?o e, pelos neg¨®cios e interesses do grupo, ele poderia ser frio e impiedoso, chegando a ignorar seus pr¨®prios parentes. Olivia, vestindo um roup?o, aproximou¨Cse da cama, arrumou o cobertor bagun?ado e o dobrou. Sem querer, viu uma mancha no len?ol. Era um vest¨ªgio do momento mais intenso de Daniel. Ao lembrar da noite anterior, o rosto de Olivia esquentou imediatamente. rapidamente retirou o len?ol e a capa do edredom, levou¨Cos ¨¤ m¨¢quina devar e os colocou l¨¢ dentro, ligando o aparelho para limpar. Depois de fazer tudo isso, voltou ao quarto e escolheu um vestido no guarda¨Croupa para vestir. desceu as escadas e percebeu o sil¨ºncio no sal?o, olhando ao redor. Text ? by N0ve/lDrama.Org. F¨¢bio saiu da cozinha e, ao v¨º procurando por algo, aproximou¨Cse educadamente e disse: *Srta. Souza, o Sr. Daniel j¨¢ saiu, o almo?o est¨¢ na mesa, por favor, v¨¢er.¡± ¡°Almo?o?¡± Olivia ficou surpresa. 1/2 09% Cap¨ªtulo 892 ¡°Sim, agora s?o tr¨ºs e meia da tarde.¡± F¨¢bio informou o hor¨¢rio a Olivia. Olivia abriu a boca em surpresa, pois o choque n?o era suficiente para descrever o que sentia naquele momento. se levantou sem olhar a hora e as cortinas do andar de cima estavam sempre fechadas, deixando a luz fraca e dificultando distinguir a hora do dia. sempre pensou que ainda era manh?, mas j¨¢ eram tr¨ºs e meia da tarde. Mas, pensando bem, fazia sentido, pois estava t?o exausta na noite passada que s¨® adormeceu nas primeiras horas da manh?, e estava t?o cansada, que n?o poderia ter recuperado as for?as em apenas algumas horas de sono. ¡°Onde est?o as crian?as?¡± Olivia perguntou ap¨®s um breve momento de surpresa. ¡°As crian?as acordaram, tomaram caf¨¦ da manh? e j¨¢ foram para a esc.¡± F¨¢bio reportou respeitosamente. Percebendo um tra?o de tristeza nos olhos de Olivia, F¨¢bio acrescentou: ¡°Os pequenos vieram logo cedo procurando p m?e, foram at¨¦ o quarto, mas o Sr. Daniel os mandou embora.¡± Olivia sentiu uma pontada de dor no cora??o. Daniel os tinha mandado embora? havia dormido t?o profundamente que nem percebeu que as crian?as tinham ido ao quarto procur¨¢. Se tivesse acordado, certamente teria se levantado para tomar o caf¨¦ da manh? eles. F¨¢bio apressou¨Cse em dizer: ¡°Eles iame?ar a chorar, mas depois o Sr. Daniel disse que eles poderiam ver a m?e quando voltassem da esc, e ent?o eles enxugaram as l¨¢grimas e foramer obedientemente.¡± Ouvindo que as crian?as haviam sido consdas depois, o cora??o de Olivia sentiu¨Cse um pouco aliviado. Cap铆tulo 893 Cap¨ªtulo 893 As crian?as j¨¢ devem estar quase saindo da esc, e logo mais irei voc¨º busc¨¢s.¡± disse Olivia. ¡°Certo, eles ficar?o muito felizes ao ver a m?e buscando¨Cos.¡± afirmou F¨¢bio um sorriso. Olivia n?o disse mais nada, aproximou¨Cse da mesa de jantar e sentou¨Cse paraer. precisava recuperar as energias, sentir¨Cse melhor fisicamente, para poder brincar as crian?as com todo o vigor. N?vel(D)rama.Org''s content. Uma hora depois, Olivia e F¨¢bio sa¨ªram juntos para buscar os pequenos no jardim de infancia. O carro estacionou no estacionamento do jardim de infancia, e Olivia caminhou at¨¦ a entrada, onde avistou uma mulher olhando ansiosamente para o port?o de ferro do local. Aqu figura lhe era familiar. Olivia apressou o passo: ¡°M?e¡­¡­¡± Teresa virou¨Cse e, ao ver Olivia, ummpejo de surpresa cruzou seu olhar: ¡°Olivia, o que faz aqui?¡± ¡°Vim buscar as crian?as.¡± disse Olivia, sem perguntar por que Teresa estava ali; era ¨®bvio que a saudade dosos a trouxera. Teresa parecia ter mais a dizer, mas ao ver F¨¢bio, que a seguia, parou de fr. F¨¢bio era o governante da Vi Serenidade, e Teresa sabia que isso significava que Olivia agora estava morando na Vi Serenidade. Depois de alguns minutos, as as terminaram e os alunose?aram a sair aos cuidados dos professores. ¡°Heitor, Joel, Iria, In¨ºs!¡± Teresa avistou as crian?as ao longe, e os chamou emo??o. Fazia tempo que Teresa n?o via osos e, mesmo de longe, as l¨¢grimas j¨¢ inundavam seus olhos, tomada p emo??o. Somente Olivia entendiapletamente os sentimentos de Teresa, e agarrou a m?o d for?a, com os olhos fixos nas figuras ador¨¢veis dos pequenos. Os professores conduziam as crian?as o trenzinho at¨¦ a porta, chamando seus nomes um a um, para que os pais pudessem lev¨¢¨Clos para casa. Os quatro pequenos, Seus olhares curiosos e inocentes se iluminaram ao ver Olivia e Teresa esperando no port?o. Ao ver os sorrisos puros e ador¨¢veis das crian?as, o cora??o de Olivia derreteu. Finalmente, a professora chamou os nomes dos quatro: ¡°Heitor Griera, Joel Griera, Iria Griera, In¨ºs Griera¡­¡± 1/2 09:44 Capitulo 893 ¡°Boa tarde, sou a m?e deles.¡± Olivia apressou¨Cse em se apresentar, temendo n?o ser reconhecida p professora. A professoran?ou um olhar para Olivia e hesitou, mas ao olhar para tr¨¢s e ver F¨¢bio, que assentiu, finalmente entregou as crian?as a Olivia, Liberadas, as crian?as correram imediatamente para os bra?os de Olivia. ¡°Mam?e!¡± Olivia abra?ou¨Cos alegria e felicidade: ¡°Mam?e e vov¨® vieram buscar voc¨ºs.¡± Teresa tamb¨¦m se aproximou: ¡°Meus amores, venham dar um abra?o, eu senti muita saudade.¡± Teresa mal podia esperar. Os pequeninos eram t?o ador¨¢veis e ternos que sentia o cora??o quase se partindo. ¡°Vov¨®, eu tamb¨¦m senti sua falta.¡± Iria correu seus bra?os pequenos e sen?ou nos bra?os de Teresa. ¡°Oh, minha querida.¡± Teresa abra?ou¨Ca, esfregando as bochechas na pele macia e jovem da menina, com uma voz cheia de carinho. F¨¢bio observava dedo, um sorriso nos l¨¢bios e os olhos umedecidos, vendo as crian?as se aninharem nos bra?os de Olivia e Teresa. Capitulo 894 Cap铆tulo 894 Cap¨ªtulo 894 As cenas de profundo afeto entre m?e e filho realmente tocam o cora??o. Seria t?o bom se o Sr. Daniel e a Srta. Souza se casassem, assim as crian?as teriam umrpleto e a mais feliz das infancias. F¨¢bio desejava sinceramente que Olivia e Daniel se casassem, maso ele era apenas um servo, n?o tinha direito a opinar, muito menos se atrever aentar os assuntos do Sr. Daniel. ¡°Vov¨®, eu n?o quero ir para casa hoje, quero ficar a senhora.¡± Iria levantou sua pequena cabe?a dos bra?os de Teresa, fazendo beicinho e fndo uma vozinha de dar d¨®. ¡°Mas¡­¡± Teresa tamb¨¦m n?o podia decidir, olhou para F¨¢bio um olhar suplicante,o se estivesse pedindo permiss?o. As crian?as entenderam seu olhar. Joel foi o primeiro a se aproximar de F¨¢bio, e olhando para cima, disse a F¨¢bio: ¡°Vov? F¨¢bio, deixa a gente ir brincar na casa da vov¨®, por favor?¡± ¡°Vov? F¨¢bio, deixa a gente ir,¡± Iria tamb¨¦m correu para perto dele, bn?ando sua m?o. ¡°Vov? F¨¢bio, pode ser?¡± In¨ºs olhou para ele timidamente. ¡°Vov? F¨¢bio, por favor.¡± Heitor tamb¨¦m implorou. Cercado ps crian?as, F¨¢bio sentiu seu cora??o amolecer, n?o resistindo aos encantos dos pequenos, ele queria concordar imediatamente. Mas ele n?o tinha autoridade para isso. F¨¢bio, ligeiramente constrangido, enxugou o suor da testa: ¡°Vou ligar para o Sr. Daniel.¡± ¡°Sim, sim, diga ao papai que a gente est¨¢ muita saudade da vov¨®, eu quero o barquinho de papel que faz para mim, o meu estragou.¡± Iria assentiu vigorosamente, fndo uma voz ador¨¢vel. ¡°Certo, eu vou tentar.¡± F¨¢bio tamb¨¦m queria fazer o poss¨ªvel para que eles¡® pudessem ir brincar na casa da av¨®. F¨¢bio podia ver o quanto as crian?as estavam felizes em ver a av¨®, era ro que s gostavam muito d. Olivia tamb¨¦m olhava para F¨¢bio, esperan?osa. F¨¢bio discou o n¨²mero e, ap¨®s alguns segundos, a chamada foi atendida. Com urg¨ºncia, F¨¢bio rtou: ¡°Sr. Daniel, eu e a Srta. Souza viemos buscar as crian?as na esc, e s ficaram muito felizes em ver a av¨® querem ir brincar na casa d.¡± F¨¢bio estava tenso, ap¨®s fr, ele n?o ousou continuar. 1/2 Capitulo 894 Mesmo por telefone, era poss¨ªvel sentir a poderosa presen?a do outrodo.. Ligar para o Sr. Daniel para tentar algo exigia coragem. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Daniel n?o respondeu imediatamente, houve um breve sil¨ºncio do outrodo da linha. Embora fossem apenas alguns segundos de sil¨ºncio, era suficiente para deixar todos ansiosos. Olivia olhou F¨¢bio, aguardando nervosamente a resposta de Daniel. Antes que uma resposta viesse, j¨¢ estava quase desanimada. Daniel ainda estava zangado . O fato de ele estar deixando¨Ca cuidar das crian?as agora era a maior ¡°miseric¨®rdia¡± que ele poderia ter. Ele certamente n?o os deixaria ir para a casa de Teresa. Daniel sempre foi assim, frio e sem cora??o, n?o ¨¦? Olivia baixou o olhar, pronta para consr Teresa. ¡°Tudo bem,, eu vou fr isso a Srta. Souza.¡± F¨¢bio, exultante, repetia ¡°tudo bem¡°, desligou o telefone e, sorrindo, disse a Olivia: ¡°Sr. Daniel concordou, mas ele disse que mais tarde voc¨º dever¨¢ levar as crian?as de volta.¡± Olivia ficou radiante, j¨¢ estava pronta para consr Teresa, mas, Daniel havia concordado. Cap铆tulo 895 Cap¨ªtulo 895 sorriu e assentiu a cabe?a: ¡°Est¨¢ bem, mais tarde levarei as crian?as de volta.¡± Teresa, que tamb¨¦m estava bastante ansiosa, ao ouvir isso, rxou e sorriu para as crian?as. ¡°Que bom, eu amo o papai!¡± Iria batia palmas animadamente,o a de um passarinho livre. Fabio dirigiu levando Olivia, as crian?as e Teresa at¨¦ a Comunidade Lej¨¢. Ainda bem que era uma van de sete lugares, caso contr¨¢rio, tantas pessoas realmente n?o caberiam. Chegando ¨¤ Comunidade Lej¨¢, ap¨®s Olivia e as crian?as descerem do carro, Olivia disse a F¨¢bio: ¡°Sr. Fulvio, pode voltar agora, mais tarde eu chamo um Uber para levar as crian?as.¡± F¨¢bio respondeu: ¡°Uber? Isso n?o pode ser. Voc¨º me liga anteced¨ºncia, que eu venho busc¨¢¨C los.¡± ¡°Isso tamb¨¦m serve.¡± Olivia concordou, j¨¢ que seria um poucoplicado para sozinha cuidar das quatro crian?as em Uber. Ter algu¨¦m para busc¨¢¨Clos era, naturalmente, muito mais conveniente. Depois disso, F¨¢bio foi embora o carro. Olivia e Teresa, cada uma segurando a m?o de duas crian?as, caminhavamo antes, os adultos andando firmemente e as crian?as pndo ¨¤ frente,, em harmonia, se dirigia para casa. As crian?as tagarvam alegremente ao longo do caminho. Subindo os degraus, chegaram ao andar onde moravam e de repente viram uma figura ¨¤ espera na porta. Reconhecendo quem era, Olivia rapidamente parou, apertando a m?o das crian?as, olhando vignte para ele. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Teresa tamb¨¦m notou a chegada, imediatamente escondeu as crian?as atr¨¢s de si, uma express?o de raiva e hostilidade. Gabriel, ao ver Olivia e depois olhar para Teresa, percebeu o tom severo d, mas ainda assim sorriu, olhando para as crian?as atr¨¢s d e aodo de Olivia. ¡°Estes s?o meus quatroinhos, que lindos que s?o.¡± Falou, estendendo a m?o para tocar nas bochechas rechonchudas de uma das crian?as. No segundo em que ele estendeu a m?o, Olivia rapidamente escondeu as crian?as atr¨¢s de si, evitando seu toque. Suas crian?as eram t?o inocentes e ador¨¢veis,o poderiam ser tocadas por algu¨¦m t?o desprez¨ªvel? 09:45 Capitulo 895 Olivia fixou um olhar brilhante e defensivo em Gabriel: ¡°N?o toque nos meus filhos suas m?os sujas!¡± Gabriel teve ummpejo de palidez e rigidez no rosto, que passou rapidamente, mantendo o sorriso, aparentando ser gentil, mas na verdade astuto. ¡°Olivia, vejao voc¨º f, afinal de contas, sou seu pai,o pode fr assim?¡± ¡°Cale¨Cse! Voc¨º n?o ¨¦ o pai da Olivia! Olivia ¨¦ minha filha outro homem, n?o ¨¦ sua parente!!¡± Teresa falou raiva. Em suas pvras, havia rancores novos e antigos. Ao ouvir isso, a express?o de Gabriel endureceu rapidamente, tornando¨Cse amea?adora, e ele olhou para Teresa olhos furiosos: ¡°O que voc¨º disse? Repita!¡± Gabriel permitia a si mesmo trair uma mulher, mas n?o tolerava a trai??o d, mesmo que fosse apenas em pvras, ele ficaria imediatamente raiva. Especialmente Teresa, ele n?o podia suportar a trai??o d. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Porque em sua mente, Teresa o amava mais do que tudo, e tinha dado a ele sua primeira vez; deveria ser uma mulher exclusivamente sua! A dedica??o e o amor de Teresa por ele lhe davam uma enorme sensa??o de superioridade, ele acreditava que Teresa deveria estar ¨¤ sua merc¨º, e somente ele poderia possu¨ª! Caso contr¨¢rio, o sentimento de superioridade sofreria um rev¨¦s. Teresa olhou para Gabriel, furiosa e rangendo os dentes, disse cada pvra ¨ºnfase: ¡°Eu estou dizendo que as crian?as n?o s?o seusos, e Olivia n?o ¨¦ sua filha! ¨¦ filha de outro homem comigo!¡± Gabriel uma express?o amea?adora: ¡°Teresa, fr sem pensar tem suas consequ¨ºncias!¡± Cap铆tulo 896 Cap¨ªtulo 896 ¡°Esse vov? ¨¦ assustador, mam?e!¡± Iria escondendo¨Cse atr¨¢s de Teresa, de repentee?ou a chorar com um grito de ¡°Bu¨¢¨¢¡°. Suas pequeninas m?os agarrando os dedos de Teresa apertavam for?a por causa do medo. Apertavam tanto que o cora??o de Teresa do¨ªa. olhou fixamente para Gabriel, pvras severas: ¡°Estou dizendo a verdade, n?o venha mais nos importunar, minha filha e eu n?o temos nada a ver voc¨º!¡± Gabriel, que j¨¢ estava irritado, ficou ainda mais furioso ao ouvir isso e deu dois passos em dire??o a Teresa, um ar amea?adoro se fosse mat¨¢. Olivia, assustada, rapidamente se adiantou, bloqueando o caminho de Gabriel, e disse seriamente: ¡°Ontem ¨¤ noite, na festa, eu vi sua filha Wilma ser expulsa pelo Daniel! Wilma ¨¦ que ¨¦ sua filha!¡± Embora n?o tenha dito muito, suas pvras eram firmes e fortes. Gabriel parou de andar instantaneamente, e seu olhar sinistro se voltou para Olivia: ¡°E voc¨º? Voc¨º realmente ¨¦ filha de Teresa e de outro homem??¡± Gabriel percebeu que Olivia estava usando Daniel para amea?¨¢¨Clo; Daniel permitiu que Olivia fosse ¨¤ festa, mas expulsou a filha de Gabriel, Wilma, o que mostra que Daniel respeita apenas Olivia. Gabriel percebeu que, se machucasse o beb¨º de Olivia, Daniel n?o o deixaria em paz. Gabriel perguntou a Qlivia se era sua filha por dois motivos. Um para confirmar se Teresa realmente o havia tra¨ªdo. O outro era porque ele queria se aproximar de Olivia para obter vantagens atrav¨¦s de Daniel. Olivia, encarando o olhar frio e feroz de Gabriel,o se ele fosse estrangul¨¢ se dissesse n?o. Olivia franziu ligeiramente a testa, mordeu os dentes e disse: ¡°Eu tamb¨¦m gostaria de n?o ser sua filha! Eu sonho isso!¡± Teresa arregalou os olhos, chocada ao olhar para Olivia; n?o esperava que Olivia dissesse algo assim. Por que n?o disse que n?o era filha de Gabriel Dias? A express?o fria de Gabriel subitamente se acalmou, e um sorriso apareceu, alternando entre frieza e cordialidadeo se mudasse de rosto. ¡°Olivia, eu s¨® estava brincando voc¨ºs, n?o queria realmente assust¨¢s, n?o levem a Capitulo 890 mal. Eu s¨® disse que Teresa me ama tanto,o poderia me trair, n?o ¨¦, Teresa?¡± Gabriel disse sorrindo, mas em seu olhar alegre havia uma frieza inescap¨¢vel, Teresa tremia por dentro aquele olhar, instintivamente medo, e ficou aodo de Olivia., desviando o olhar para n?o olhar para ele. Gabriel olhou para Teresa, que n?o ousava olh¨¢¨Clo diretamente nos olhos, e presumiu que estivesse mentindo. Ele tocou o nariz, baixou a cabe?a, rindo e olhando para as crian?as escondidas atr¨¢s dos adultos, dizendo: ¡°N?o tenham medo, eu sou o av? de voc¨ºs. Hoje eu pretendia conversar com a av¨® de voc¨ºs sobre um assunto, mas agora parece que n?o me recebe muito bem, ent?o voltarei outro dia. Divirtam¨Cse e n?o tenham medo.¡± Dizendo isso, ele estendeu a m?o novamente, pretendendo tocar as pequenas cabe?as das crian?as. Teresa, r¨¢pida, puxou as crian?as para longe de sua m?o, olhando¨Co severamente: ¡°Gabriel, eu n?o quero te ver, v¨¢ embora! Voc¨º arruinou minha vida, n?o ¨¦ suficiente?¡± Teresa falou em voz baixa, tremendo por todo o corpo. Sua vida foi destru¨ªda nas m?os de Gabriel, e agora, ele ainda usava sua dignidade para satisfazer seu pr¨®prio ego! Dizer que o amava tanto,o poderia tra¨ª¨Clo! Agora, toda vez que Teresa ouvia a pvra ¡°amor¡°, sentiao se fosse um som desagrad¨¢vel, sujando seu cora??o. Como pode ser t?o t a ponto de se apaixonar por algu¨¦m assim? Quando era jovem, n?o entender era uma coisa, mas ainda o amou p maior parte de sua vida, e quase foi enganada por suas pvras doces na velhice, pensando que ele realmente queria dar a e a Olivia umr¡­ Quanto mais Teresa pensava sobre as tolices que havia feito, mais se odiava, e mais odiava Gabriel, esse escroque. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ¡°N?o se exalte, se voc¨º n?o quer me ver, eu vou embora. Mas lembre¨Cse, nunca mais fale sem pensar, eu n?o gosto de ouvir que voc¨º me traiu desse jeito.¡± Gabriel falou,n?ando um olhar frio e adverte¨Cte para Teresa, recolheu a m?o que estava suspensa no ar e, dando passosrgos, afastou¨Cse. Cap铆tulo 897 Cap¨ªtulo 897 ¡°Bu¨¢¨¢¡­¡± Iria ainda estava t?o assustada que se agarrava ¨¤ perna de Teresa, chorando. Teresa, o cora??o ainda acelerado, agachou¨Cse e levantou Iria e In¨ºs nos bra?os, Iria chorando e In¨ºs deitada no colo de Teresa medo. Teresa beijou suavemente as suas pequenas cabe?as, e disse confortando¨Cas: ¡°Minhas queridas netinhas, n?o chorem, o homem mau j¨¢ foi embora, n?o h¨¢ mais o que temer¡­¡± Olivia respirou fundo, rxando a tens?o interna, pegou as chaves e abriu a porta. entrou Heitor e Joel. Teresa, carregou Iria e In¨ºs, tamb¨¦m entrou. Olivia virou¨Cse para fechar a porta imediatamente, temendo que Gabriel pudesse voltar. ¡°M?e, eu acho que devemos procurar outra casa para morar, n?o ¨¦ seguro aqui.¡± A fam¨ªlia Gabriel conhecia o endere?o e j¨¢ havia causado problemas a Teresa muitas vezes. Mudar de casa, e n?o contar o endere?o a ningu¨¦m, poderia ser mais seguro. Teresa suspirou: ¡± Mudar¨Cse ¨¦ um inc?modo muito grande, e n?o temos dinheiro para mudar de casa o tempo todo.¡± Olivia baixou os olhos, sentindo¨Cse triste, pois at¨¦ agora n?o conseguiuprar uma casa, fazendo sua m?e partilhar de sua vida inst¨¢vel. Text ? by N0ve/lDrama.Org. ¡°Depois de trabalhar alguns anos e economizar dinheiro, vouprar uma casa para voc¨º, mas por agora, temos que nos virar. Amanh? mesmoe?arei a procurar uma nova casa,¡± disse Olivia. Teresa n?o respondeu mais, continuou afagando as costas de Iria para acalm¨¢ e acariciando a cabe?a de In¨ºs, sem esquecer de dar aten??o a tamb¨¦m. ¡°Mam?e, quem era aquele homem de antes? Era mesmo o vov??¡± Joel perguntou curiosidade, inclinando a cabe?a e olhando para Olivia seus olhos negros. e inocentes. Ao ouvir isso, Teresa tamb¨¦m olhou para Olivia surpresa e confus?o.¡± n?o tinha contado a Daniel que n?o era filha de Gabriel, mas por que tamb¨¦m n?o deixou Gabriel saber? Teresa n?o conseguia entender. Com paci¨ºncia, Olivia explicou a Joel: ¡°Ele n?o ¨¦ seu av?. O que eu disse antes foi para n?o o provocar e evitar que ele pudesse machuc¨¢¨Clos.¡± Olivia estava sendo sincera. Gabriel parecia muito assustador naquele momento. 09:45 Cap¨ªtulo 897 Com algumas pvras, Teresa o tinha irritado ao ponto de ele mostrar inten??es assassinas, eo um homem de pensamentos t?o maliciosos, quem poderia saber o que ele faria se fosse provocado? Se ele realmente tivesse inten??es assassinas, e Teresa, duas mulheres, n?o seriam p¨¢reo para um homem forte. Se algo acontecesse ¨¤s crian?as, nunca se perdoaria. Entre a verdade e a seguran?a das crian?as, Olivia escolheu proteger estas ¨²ltimas. Afinal, certos danos s?o irrevers¨ªveis, mas algumas verdades, cedo ou tarde, ser?o revdas. Teresa, ouvindo a explica??o de Olivia, tamb¨¦m entendeu a abordagem d; Gabriel realmente tinha sido assustador. ¡°M?e! Esqueci¨Cme de uma coisa.¡± Iria, que at¨¦ ent?o solu?ava no colo de Teresa, de repente endireitou¨Cse uma express?o surpresa. Isso assustou Olivia e Teresa. Com o cora??o aos pulos, Teresa perguntou: ¡°O que foi?¡± ¡°Eu tenho que ligar para o papai, para que ele prenda aquele homem mau e lhe d¨º uma li??o.¡± Iria fez um gesto o punho pequeno e depois ativou o rel¨®gio telefone que usava no pulso para fazer a liga??o. Olivia, vendo o gesto de Iria, sentiu um sobressalto e rapidamente tentou imp¨¦dir. Cap铆tulo 898 Cap¨ªtulo 898 Teresa desceu a m?ozinha de Iria do rel¨®gio telefone e disse voz suave: ¡°Iria querida, por enquanto n?o vamos ligar para o seu pai, voc¨ºs v?o brincar um pouquinho aqui na casa da vov¨®, e daqui a pouco a mam?e vai levar voc¨ºs de volta para o papai.¡± Iria fez beicinho os l¨¢bios vermelhos e inclinou a cabecinha, uma express?o de confus?o: ¡°Por que n?o ligar?¡± ¡°Se ligarmos, talvez seu pai venha para c¨¢.¡± Disse Teresa. ¡°Isso n?o ¨¦ bom?¡± Perguntou Iria. ¡°Se o seu pai vier, ele vai levar voc¨ºs embora, e voc¨ºs n?o poder?o brincar por muito tempo aqui na casa da vov¨®.¡± Teresa explicou pacientemente ¨¤ Iria. Desde que as crian?as foram levadas por Daniel, a paci¨ºncia e o amor de Teresa ps crian?as se intensificaram. N?vel(D)rama.Org''s content. Antes, quando cuidava sozinha das quatro crian?as, ¨¤s vezes ficava t?o sobrecarregada que perdia a paci¨ºncia, ficava irritada e n?o s¨® repreendia Olivia por ter muitos filhos,o tamb¨¦m era severa as crian?as. Agora, mal conseguia mostrar uma cara feia para qualquer um dos quatro pequenos. mal tinha tempo suficiente para am¨¢¨Clos. ¡°Ah, ent?o eu n?o vou ligar.¡± Iria foi convencida e desistiu voluntariamente, agarrando a m?o de Teresa e puxando¨Ca para dentro do quarto. ¡°Vov¨®, me ensina a fazer um barquinho de papel, eu quero muito aprender a fazer um. Assim, quando o meu barquinho se desmanchar na ¨¢gua, eu posso fazer outro.¡± Iria falou enquanto puxava Teresa para o quarto. ¡°ro, ro, vou ensinar.¡± Teresa finalmente sorriu, fndo carinho. ¡°Vov¨®, eu tamb¨¦m quero aprender!.¡± In¨ºs correu suas perninhas curtas. ¡°Eu tamb¨¦m quero aprender!¡± Joel pulou do sof¨¢ e correu rapidamente para o quarto. Heitor, seus olhos inocentes e charmosos, olhou para Olivia, olhos cheios de desejo de brincar sua av¨® e de preocupa??o sua m?e. Olivia percebeu que ele queria brincar Teresa, e um sorriso nos l¨¢bios, pegou¨Co do sof¨¢ e disse: ¡°V¨¢ brincar.¡± Com quatro ou cinco anos de idade, ¨¦ o momento de brincar sem preocupa??es, e Olivia quer que seus filhos cres?am felizes e saud¨¢veis. Ser demasiado sensato s¨® a faria se preocupar mais. ¡°Mam?e, eu volto depois para ficar voc¨º.¡± Heitor acenou a cabe?a. 00:45 Capitulo 898 ¡°Certo.¡± Olivia disse suavemente. Heitor virou¨Cse e correu para o quarto, juntando¨Cse ao grupo de crian?as aprendendo a fazer brinquedos de papel. Nesses ¨²ltimos dias, Olivia, quando n?o estava trabalhando, procurava na inte por casas para alugar. viu muitas, mas n?o encontrou nenhuma adequada. nejava ir a uma imobili¨¢ria nos pr¨®ximos dias, pois l¨¢ teria mais op??es de escolha. Na quarta¨C feira, ap¨®s o trabalho, Olivia n?o foi para a Vi Serenidade, mas ligou para Daniel. ¡°O contrato de aluguel da casa da minha m?e expirou, e eu encontrei outro lugar para morar. Hoje ¨¤ noite eu quero lev¨¢ para ver, ent?o n?o irei para a Vi Serenidade.¡± Nos ¨²ltimos dias, Olivia estava todas as noites na Vi Serenidade, n?o s¨® para ficar os filhos, mas tamb¨¦m para tentar agradar Daniel, na esperan?a de que ele deixasse dedo as m¨¢goas que tinha contra . tinha sido muito impulsiva ao dizer diretamente a Daniel que queria se afastar dele para sempre, sem ter mais nenhum v¨ªnculo no passado. Depois de ter dito isso, precisava de muito mais tempo para eliminar o controle que Daniel tinha sobre . Anteriormente, se Olivia quisesse ficar Teresa, n?o avisaria Daniel, simplesmente iria. Mas agora suas visitas ¨¤ casa de Teresa tamb¨¦m exigiriam que ligasse para Daniel para inform¨¢¨Clo e obter sua permiss?o., se agisse de forma impulsiva novamente, poderia perder at¨¦ esse direito. Por isso, ligou para D¨¢niel o tempo todo e esperava conseguir que Daniel fosse menos contrdor em r??o a .. ¡°Se voc¨º tem algo a fazer, v¨¢ em frente.¡± Do outrodo da linha, veio ¨¤ voz de Daniel, que n?o denotava nem alegria nem raiva. ¡°Certo, assim que eu terminar o que estou fazendo, irei ¨¤ Vi Serenidade amanh?. Se as crian?as perguntarem por mim, por favor, avise¨Cas,¡± respondeu Daniel. Olivia, sentindo¨Cse lisonjeada a aten??o, rapidamente afirmou que tamb¨¦m iria ¨¤ Vi Serenidade no dia seguinte. ¡°Alguma outra coisa?¡± perguntou Daniel, sua voz grave. Cap铆tulo 899 Cap¨ªtulo 899 ¡°N?o¡­¡± disse Olivia. Antes mesmo que pudesse reagir, o telefone foi desligado. Olivia retirou o celr da orelha, tocou a testa e percebeu que estava coberta de suor. Deus sabia quanto coragem e for?a psicol¨®gica precisou para telefonar para Daniel e dizer aqus pvras. Durante a liga??o, seu cora??o batia t?o forte que parecia que iria saltar do peito. ainda n?o havia encontrado uma casa, e n?o era para levar Teresa para ver casas hoje ¨¤ noite, mas sim para ir ao Restaurante Alegria, para encontrar Rodrigo. Naquele dia, Rodrigo disse que tinha algo a contar sobre Sergio. se perguntava o que Rodrigo iria lhe contar. n?o podia deixar que Daniel soubesse que iria encontrar Rodrigo, pois ele certamente ficaria furioso. Ent?o teve que usar a desculpa de procurar uma casa. Quando ligou, ficou muito preocupada que Daniel descobrisse que estava mentindo. Felizmente, Daniel n?o perguntou nada. ¨¤s oito horas, Olivia chegou pontualmente ao Restaurante Alegria. Assim que entrou, foi recebida por um gar?om que perguntou educadamente: ¡°Senhorita, quantos s?o?¡± 11 ¡± ¡°Um senhor chamado Rodrigo fez uma reserva¡­¡­. Olivia mal terminou a frase. O gar?om fez um gesto para que o seguisse: ¡°Senhorita, por aqui, por favor.¡± Olivia ficou levemente surpresa, o gar?om sabia exatamente quem estava procurando. Ele a levou at¨¦ um dos sal?es privados do restaurante: ¡°Senhorita, por favor, entre.¡± Quando Olivia entrou, viu Rodrigo sentado ¨¤ mesa retangr, segurando uma vinho tinto, saboreando¨Ca aten??o. Seu rosto tinha um sorriso suave, ele tinha uma apar¨ºncia amig¨¢vel e acolhedora. Depois que Olivia entrou no sal?o, o gar?om se retirou e fechou a porta. N?vel(D)rama.Org''s content. Olivia olhou para tr¨¢s e viu que a porta do sal?o estava fechada, sentiu um aperto no cora??o e instintivamente se p?s em alerta, mas sua curiosidade a fez se aproximar: ¡°Senhor, estava assim t?o certo de que eu viria?¡°, ¡°Sente¨Cse, vamos conversar sentados.¡± Rodrigo colocou o vinho dedo, olhou para um sorriso nos olhos e disse. Olivia n?o se fez de rogada e sentou¨Cse ¨¤ sua frente. 09-15 Capitulo 899 Ele pegou sua pasta preta, que estava atr¨¢s de si, um sorriso nos l¨¢bios e disse: ¡°Para ser honesto, eu n?o estava t?o certo de que voc¨º viria, mas uma vez que te convidei, eu esperaria.¡± ¡°O que voc¨º quer me dizer sobre Sergio?¡± Olivia perguntou diretamente, n?o queria perder mais tempo. Rodrigo tirou da pasta um documento e uma chave. Junto o documento e a chave, empurrou¨Cos em dire??o a Olivia: ¡°A mans?o no Capital, n?o sei se voc¨º se lembra, aqu casa avaliada em trinta milh?es, ¨¦ sua.¡± A mans?o no Capital? Olivia ficou at?nita, olhou para Rodrigo e depois pegou os documentos para ver, n?o era outro documento, era exatamente o contrato da mans?o no Capital avaliada em trinta milh?es. O nome no contrato estava, incrivelmente, escritoo Olivia! n?o havia vendido aqu mans?o? O dinheiro j¨¢ havia sido recebido. Aqu mans?o foiprada o dinheiro que Gabriel enganou de Teresa, e Olivia, para recuperar o dinheiro, enganou Gabriel para que ele transferisse a propriedade para o seu nome. Depois, vendeu a mans?o para obter o dinheiro e devolveu¨Co a Daniel. Por que a mans?o ainda estava em seu nome? Olivia tinha um palpite, estava nervosa e olhou para Rodrigo surpresa e suspeita: ¡°Por que o nome ainda est¨¢ no meu nome?¡± ¡°Voc¨º ¨¦ t?o inteligen?e, j¨¢ deve ter adivinhado.¡± disse Rodrigo. Cap铆tulo 900 Cap¨ªtulo 900 Ao pensar naqu possibilidade, uma dor sutil afligiu o cora??o de Olivia. Com as m?os segurando os documentos, inconscientemente apertou mais forte, e olhou para Rodrigo, perguntou: ¡°Como ¨¦ que o contrato desta casa est¨¢ em suas m?os?¡± ¡®Deixe¨Cme explicar,¡± disse ele, ¡°quando viv¨ªamos no exterior, Sergio era meu parceiro de neg¨®cios e o melhor irm?o que eu poderia ter. A Tologia Ser¨¦lia Ltda. tinha filiais no pa¨ªs e a matriz no exterior, que fundamos juntos. O Grupo Griera adquiriu apenas a filial nacional, e eu sempre administrei a matriz.¡± O sorriso nos olhos de Rodrigo se tornou s¨¦rio enquanto ele fva Olivia. Depois de terminar o rcionamento Olivia, Sergio foi para o exterior para trabalhar duro e encontrou Rodrigo. Eles bateram de frente e juntose?aram a TS Ltda. Nos ¨²ltimos cinco anos, Sergio confidenciou tudo a Rodrigo, sem esconder nenhum detalhe. A mulher que Sergio mais amou foi Olivia. Tudo o que ele fez foi para reconquist¨¢ e oferecer¨Clhe um futuro est¨¢vel. No entanto, para surpresa dele, Olivia teve quatro filhos o irm?o mais novo de Sergio. O cora??o de Olivia se apertou ao ouvir sobre a r??o entre Rodrigo e Sergio. Embora Rodrigo ainda n?o tivesse fdo sobre o contrato da casa, sua explica??o confirmou as suspeitas d. A respira??o de Olivia ficou tr¨¦m, e baixou os olhos, sentindo uma dor aguda no cora??o. Rodrigo continuou: ¡°Sergio soube que voc¨º estava vendendo a mans?o e que precisava do dinheiro para pagar Daniel, ent?o ele me pediu para cuidar disso. O dinheiro foi transferido para sua conta, mas o procedimento de transfer¨ºncia da propriedade n?o foi realizado.¡± Portanto, a casa ainda estava no nome de Olivia. Olivia respirou dificuldade, tentando conter a dor em seu cora??o, e disse: ¡°Mas eu fui fazer o procedimento de transfer¨ºncia daquele dia¡­¡± n?o podia imaginar que a casa ainda estaria em seu nome! ¡°Aqu vendedora realmente fez um teatro voc¨º naquele dia. Os dados e formul¨¢rios que voc¨º preencheu n?o foram entregues aos funcion¨¢rios respons¨¢veis.¡± Rodrigo explicou. Ou seja, a transfer¨ºncia nunca foi concretizada. O dinheiro foi para Olivia, mas a casa continuava sendo d. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Olivia entendeu e quanto mais entendia, mais do¨ªa. Os documentos em suas m?os foram amassados p for?a que fez. Capitulo 900 ¡°Por que? Por que ele far¨ªa isso?¡± Olivia perguntou, suportando a dor que vinha de seu cora??o, os olhos baixos. Suas pestanasn?avam sombras sob seus olhos, escondendo suas emo??es. ¡°Ele queria deixar um lugar para voc¨º morar, n?o queria que voc¨º continuasse desabrigada.¡± Rodrigo disse. O cora??o de Olivia estremeceu, e levantou a cabe?a incr¨¦d, olhando para Rodrigo. As emo??es em seus olhos finalmente transbordaram, e as l¨¢grimas escorreram lentamente por seu rosto. Seu queixo tremia levemente: ¡°Ele queria me deixar uma casa para morar? O que isso significa?¡± ¡°Parece que voc¨º ainda n?o entende o quanto ele te ama.¡± Ao ouvir sua pergunta, a express?o de Rodrigo se tornou mais sombria. Ele segurava a x¨ªcara de ch¨¢, mas n?o bebeu mais. ¡°Ele faria qualquer coisa por voc¨º, at¨¦ mesmo dar a pr¨®pria vida.¡± A express?o no rosto de Rodrigo era calma, mas as veias de suas m?os segurando a x¨ªcara estavam salientes. Ele n?o sabia quem era Olivia at¨¦ aquele dia no banquete, quando a viu e tinha certeza que era a Olivia que Sergio mencionava, e ele viu Daniel chegar quatro crian?as, que correram para , chamando¨Ca de m?e. Rodrigo finalmente teve certeza de que era a mulher que Sergio sempre mencionava, a mulher que ele mais amava ¨C Olivia! O rosto de Ol¨ªvia estava cheio de l¨¢grimas naquele momento, seus l¨¢bios tremiam, seus ombros estavam tensos, seu queixo tremia ainda mais seus l¨¢bios tremiam, seus ombros estavam tensos, e seu queixo tremia ainda mais. mordeu o l¨¢bio inferior, tentando n?o chorar em voz alta. Ao ver as l¨¢grimas de Olivia, Rodrigo sentia seu cora??o ainda mais angustiado, pois at¨¦ hoje. ele n?o conseguia aceitar o fato de que Sergio j¨¢ havia falecido. Cap铆tulo 901 Cap¨ªtulo 901 Sergio Griera era seu s¨®cio, seu melhor amigo e seu confidente, Como poderia ele n?o sentir uma dor profunda a partida deste amigo t?o querido? Rodrigo Melo respirou fundo e disse: ¡°A casa ¨¦ sua agora, foi um presente dele para voc¨º. N?o precisa mais alugar um lugar para morar, voc¨º e sua m?e podem se mudar para l¨¢. As l¨¢grimas de Olivia Souza ca¨ªram sobre o documento, formando manchas na superficie branca do papel que, aos poucos, foram absorvidas, umedecendo a folha. apertou o documento em sua m?o, tensionando e rxando, ent?o o empurrou de volta para Rodrigo, lutando contra o choro, disse: ¡°Por favor, devolva isso para Nat¨¢lia ou para o pa¨ª do Sergio. Eu n?o tenho nenhum direito de aceitar seus pertences¡­¡± Content is ? 2024 N?velDrama.Org. n?o quer¨ªa o dinheiro de Daniel Griera, e certamente n?o queria nenhuma propriedade de Sergio. n?o tinha posi??o, nem raz?o para aceitar algo dele. Como ele pode ser t?o ing¨¦nuo a ponto deprar a mans?o que estava vendendo e secretamente transferir a propriedade para o nome d? Ele sab¨ªa muito bem que, mesmo fazendo isso, n?o haveria nenhum futuro para eles juntos. Pensar em Sergio apertava o cora??o de Oliviao se in¨²meras cordas finas a estrangssem, causando sufocamento, dor, desespero, pena, tristeza. ¡°Olivia!¡± Rodrigo chamou a voz baixa e firme, seu rosto escurecendo, as m?os tremendo levemente. Contendo sua raiva, olhos calorosos, ele a olhou indignado. ¡°Enquanto ele vivia, voc¨º partiu o cora??o dele in¨²meras vezes. Agora que ele se foi, voc¨º entende? Ele morreu. O ¨²ltimo desejo dele era que voc¨º aceitasse a casa que ele the deu. Voc¨º nem mesmo vai cumprir esse ¨²ltimo pedido dele? Al¨¦m disso, as responsabilidades que ele me confiou em vida, eu tenho a obriga??o de cumpris!¡± Fndo isso, ele empurrou os documentos e as chaves de volta para , colocando¨Cos bem ¨¤ sua frente. Terminado o discurso, Rodrigo se levantou, caminhou at¨¦ a porta, parou por um momento as costas voltadas para Olivia e disse: ¡°Sinceramente espero que voc¨º n?o o decepcione¡­¡± Ap¨®s suas pvras, Rodrigo abriu a porta e saiu. A porta se fechou novamente. Olivia apertou os punhos, chorando intensamente, suas l¨¢grimas emba?ando a vis?o, caindo uma a uma sobre o contrato. Sergio, por que voc¨º tinha que ser t?o bom para mim? Eu n?o mere?o, eu realmente n?o mere?o tanto carinho da sua parte. Cap铆tulo 902 Cap¨ªtulo 902 Na Comunidade Lej¨¢, Teresa Rocha, ap¨®s preparar e consumir sua refei??o, sentou¨Cse no sof¨¢ para descansar um pouco e, em seguida, dirigiu¨Cse ao banheiro para tomar um banho e se aprontar para repousar mais cedo. Enquanto estava no banho, ouviu ruidos dodo de fora, sons de porta abrindo, e pensou que Olivia havia retornado, ent?o n?o disse nada. Ao terminar o banho e sair vestida seu pijama, tomou um susto ao ver um homem sentado no sof¨¢. Focando melhor, percebeu que era Gabriel Dias, e, assustada, deu um passo para tr¨¢s, furiosa, e, com uma express?o feroz, exmou: ¡°Gabriel,o voc¨º tem a chave da minha casa?! 0 que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? Saia j¨¢ daqui!¡± apontava para a porta, os olhos bem abertos e o peito subindo e descendo, visivelmente irada. Gabriel ergueu a cabe?a, seus olhos, que pareciam cultos e tranquilos, exibiam um sorriso: ¡°Nos ¨²ltimos dias, pedi a um chaveiro que fizesse uma c¨®pia para mim. Sua casa ¨¦ minha casa, por que n?o poderia entrar?¡± Ele observava Teresa, e seu olhar inicialmente frio gradualmente se tornava cheio de desejo. Teresa havia acabado de sair do banho, os cabelos ¨²midos e gotas de ¨¢gua caindo sobre os ombros, o que a tornava particrmente atraente, e sua pele emanava uma suave umidade. parecendo mais ra. Al¨¦m disso, Teresa tinha o h¨¢bito de n?o usar roupa ¨ªntima ap¨®s o banho, e, embora seu pijama fosse conservador, a aus¨ºncia de suti? era not¨¢vel. O olhar de Gabriel mudou assim que viu a frente do corpo d. Teresa, em sua juventude, era muito bonita e tinha um corpo excelente. Ao longo dos anos. apesar das marcas do tempo em seu rosto, mantinha uma figura esbelta. Eo Gabriel j¨¢ havia tido um rcionamento Teresa anteriormente, ele ainda lembrava de seu sabor. Teresa, rec¨¦m¨Csa¨ªda do banho, exva a sensualidade de uma mulher madura, e as lembran?as do sabor d rapidamente ressurgiam na mente de Gabriel. ¡°Quem disse que sua casa ¨¦ minha casa? Voc¨º ¨¦ um sem¨Cvergonha! Gabriel, eu n?o tenho nada a ver voc¨º!¡± exmou Teresa, furiosa e em tom ¨¢spero. Percebendo o olhar diferente de Gabriel, sentia um medo crescente e estava ainda mais ansiosa para faz¨º¨Clo ir embora. ¡°Saia j¨¢ daqui!¡± apontava para a porta, sem ousar se aproximar de Gabriel para expuls¨¢¨Clo, tentando assust¨¢¨Clo sua postura. 00.55 Original from N?velDrama.Org. Capitulis 902 Gabriel se levantou eecou a se aprovimer d passo a passo, um olhar frips possessiva. ¡°Teresa, eu pensei bem sobre o que voc¨º disse outro dia, que esteve outros homens. Eu duvido que isso seja verdade, e n?o apenas pvras ditas de rave.¡± en Pressionada por ele. Teresa recva, visivelmente tensa e irritada: ¡°Olivia ¨¦ sua filha, o que mais voc¨º quer?¡± se lembrava das pvras de Olivia, que n?o deveria provocar Gabriel pois ele estava cada vez mais arrogante e perturbado, e provoc¨¢¨Clo poderia ter consequ¨ºncias terrivels. Embora n?o tenha esrecido se esteve outros homens ou n?o, ao afirmar que Olivia era sua filha, j¨¢ estava desfazendo suas suspeitas de maneira eficaz. Gabriel riu, uma risada arrogante e triunfante: ¡°Depois de tantos anos, quase esquecio voc¨º ¨¦. J¨¢ que voc¨º disse que n?o esteve outro homem deixa enverificar ¡°O que voc¨º est¨¢ pensando em fazer? Teresa estava aterrorizada, recuando at¨¦ a mesa de jantar, trope?ou em uma perna de cadeira, e pegou o encosto da cadeira, pronta para jog¨¢ em Gabriel Antecipando seu movimento, Gabriel agarrou seu bra?o antes que pudesse levantar a cadeira, e a jogou no sof¨¢. Neo Com um impacto, Teresa caiu no sof¨¢, gritando. Teresa, voc¨º j¨¢ me bateu uma vez, quer tentar de novo? Est¨¢ se achando demais? Hoje, vou quidar bem de voc¨º, vamos acertar as contas antigas e as novast Com um olhar sombrio, Gabriel avan?ou sobre , prendendo Teresa no sof¨¢. Solte¨Cme, socorral NBo¡­ Teresa lutava, gritando por ajuda. Gabriel cobriu sua boca a m?o, e um olhar sinistro e amea?ador advertiu¨Ca: ¡°N?o grite! Se n?o¡­! Teresa levantou o p¨¦ para chut¨¢¨Clo, mas Gabriel desviou e, aproveitando o impeto, pressionou o joelho contra a perna de Teresa, uma m?o tapava firmemente a sua boca enquanto a outra acertava seus pulsos, seu tronco imobilizando¨Ca. Teresa estava incapaz de se mover, s¨® podia torcer¨Cse fricamente tentando se libertar. Os movimentos bruscos fizeram que dois bot?es do pijama se soltassem na parte da frente, revndo uma cena inesperada. Cap铆tulo 903 Cap¨ªtulo 903 Gabriel sentiu a garganta apertar e seus olhos escureceram ainda mais. ¡°¨¦ porque acha que o sof¨¢ ¨¦ muito pequeno, n?o ¨¦? N?o se preocupe, vamos para a cara.¡± Gabriel sorriu maliciosamente e soltou sua m?o para agarrar a capa do sof¨¢ que estava em cima do m¨®vel. ¡°Socorro¡­ mmf!¡± Teresa conseguiu libertar brevemente sua boca ee?ou a gritar, mas no segundo seguinte, Gabriel usou a capa do sof¨¢ para abafar seu grito. Ele puxou seu cinto, amarrou suas m?os e a levantou sobre o ombro, caminhando rapidamente em dire??o ao quarto. ¡°N?o!¡± Teresa lutou ferozmente, batendo nele as m?os atadas e chutando desordenadamente com as pernas. Independentemente de quantas vezes Gabriel foi chutado, ele segurou¨Ca firmemente para evitar que deslizasse de seu ombro e andou rapidamente para o quarto, jogando¨Ca na cama. Ele respirava com dificuldade e raiva enquanto pressionava sobre , segurando os bra?os de Teresa acima de sua cabe?a. ¡°Comporte¨Cse! Teresa, n?o pense que por eu ser paciente, voc¨º pode gritarigo! Hoje, vou te mostrar do que seu homem ¨¦ capaz!¡± Gabriel Dias disse friamente, amarrando as m?os de Teresa na cabeceira da cama e tamb¨¦m amarrando seus p¨¦s. Ent?o, ele pulou sobre , beijando suas bochechas e pesco?o. ¡°Mmf!¡± Teresa tentou se esquivar todas as suas for?as, bn?ando a cabe?a para evitar seus beijos, mas n?o importavao lutava, n?o conseguia escapar das garras de Gabriel. Teresa sentiu¨Cse desesperada, as l¨¢grimas ca¨ªram dos cantos dos olhos, descendo pelo cabelo e sendo absorvidas. Olivia segurava o contrato da casa de tr¨ºs andares, voltando para casa desda, notou que n?o havia luzes acesas, estava escuro e silencioso. Ao acender a luz, viu que a mesa ainda estava os pratos sujos do jantar, indicando que Teresa provavelmente ainda n?o tinha ido dormir. Olivia falou na dire??o do quarto: ¡°M?e, cheguei.¡± n?o teve resposta. ¡°Buum!¡± De repente, um barulho alto veio do quarto. 1/2 09:56 Capitulo 903 Puxando os nervos de Olivia, , preocupada, correu em dire??o ao quarto e tentou girar a ma?a, preparando¨Cse para abrir a porta. Mas a ma?a n?o se moveu, estava trancada por dentro. Oliviae?ou a bater na porta urg¨ºncia: ¡°M?e, voc¨º est¨¢ a¨ª? O que foi aquele barulho agora h¨¢ pouco?¡±Original from N?velDrama.Org. Ainda n?o havia resposta. Aquele estranho barulho tamb¨¦m havia desaparecido. Olivia sentiu um mau pressentimento crescendo dentro d,e?ando a entrar em panico, batendo na porta for?a e dizendo ansiosamente: ¡°M?e, ¨¦ voc¨º a¨ª dentro, por que n?o est¨¢ respondendo?¡± Ningu¨¦m respondeu. Olivia ficou cada vez mais ansiosa ee?ou a bater o corpo na porta, mas sem ¨¦xito. estava desesperada, n?o sabendo o que fazer ¨C sua m?e definitivamente estava l¨¢ dentro, mas n?o fazia nenhum som. Algo devia ter acontecido! Com o cora??o em chamas de preocupa??o, Olivia voltou para a s de jantar, pegou uma cadeira e come?ou a bater na porta do quarto. A porta foi batida v¨¢rias vezes, mas n?o se abriu. Cap铆tulo 904 Cap¨ªtulo 904 Olivia arfava, colocou a cadeira de jantar dedo, pois n?o consegu¨ªa abrir a porta, olhando anslosamente na dire??o do quarto, tremendo. Algo the passou p mente, e de repente lembrou¨Cse de que havia uma chave no c?modo, na gaveta do hall de entrada. Olivia apressou¨Cse em buscar na gaveta e, por sorte, encontrou¨Ca. voltou correndo para a porta do quarto e, a chave em m?os, abr¨ªu¨Ca rapidamente. Ao empurrar a porta, a cena ¨¤ sua frente fez o couro cabeludo de Olivia arrepiar e sua mente esvaziar, o medo explodindoo um trov?o. Pendurado no teto estavam duas tiras de tecido rasgadas de um len?ol e, suspensa entre s, havia uma pessoa o pesco?o pendurado no tecido, ningu¨¦m menos que Teresa! Teresa havia se enforcado n?o se mexia, bra?os e pernas im¨®veis, empleto sil¨ºncio. ¡°M?e!¡± Olivia gritou em agonia, correndo para dentro do quarto, subindo na cama e abra?ando Teresa para separ¨¢ da corda em volta de seu pesco?o. estava t?o assustada, t?o apressada, t?o aterrorizada que n?o conseguiu soltar o pesco?o de Teresa do tecido imediatamente. Original from N?velDrama.Org. O p¨¢nico a dominava, o corpo amolecendo de medo, mas juntou todas as suas for?as para carregar Teresa at¨¦ a cama. Teresa estava inconsciente, seu corpo mole caindo, e Olivia, sem for?as, deitou¨Ca na cama, batendo em seu rosto e chamando tremmente: ¡°M?e, acorde, por favor, m?e!¡± Sergio morrera diante de seus olhos, e a desesperan?a e a dor dcerante eram inesquec¨ªveis. temia que Teresa tamb¨¦m a deixasse. Olivia tremia, chorando, desesperada, l¨¢grimas correndo livremente. ¡°M?e, n?o me deixe, por favor, n?o me abandone.¡± Olivia se sentou, pressionando o peito de Teresa, tentando reanim¨¢ ressuscita??o cardiopulmonar. Seu corpo estava t?o fraco que mal podia se mover, mas mesmo assim, continuou tentando reanimar Teresa todas as suas for?as. Depois de um longo tempo, Teresa n?o mostrava sinais de resposta. As l¨¢grimas de Olivia transbordaram enquanto , as m?os tremendo, beliscava o ponto entre as sobrancelhas de Teresa e continuava a ressuscita??o cardiopulmonar. Teresa permanecia sem rea??o, e o medo e a dor no cora??o de Olivia s¨® aumentavam. tremia por inteiro, suas m?os amolecidas, mas ainda assim fazia for?a na ressuscita??o. Capitulo 904 ¡°Cof.Cof¡­¡± De repente, Teresa deu algumas tosses. Olivia viu uma esperan?a e chorou de alegria: ¡°M?e, acorde¡­¡± continuou batendo no rosto de Teresa, um olhar de preocupa??o, panico e medo. Teresa respirou dificuldade algumas vezes e lentamente abriu os olhos, vendo atrav¨¦s de sua vis?o emba?ada as bochechas de Olivia marcadas por l¨¢grimas. Ao ver Olivia, Teresa se desfez em l¨¢grimas, que ca¨ªam, molhando os cabelos atr¨¢s de suas orelhas. Ao ver Teresa chorando, o cora??o de Olivia apertou ainda mais, e se deitou aodo d, abra?ando¨Ca: ¡°M?e, voc¨º me assustou tanto, m?e, est¨¢ tudo bem, eu estou aqu¨ª, n¨®s temos uma casa agora, n?o vamos mais ficar semr¡­ m?e¡­¡± Olivia solu?ava, sufocada p dor. n?o entendia por que sua m?e tentara acabar a pr¨®pria vida. Ser¨¢ que era a solid?o que a consumia por estar sozinha em casa? O cora??o de Olivia do¨ªa. Teresa, l¨¢grimas escorrendo pelo rosto, jazia im¨®vel na cama, deixando¨Cse abra?ar por Olivia. Depois de chorar por algum tempo, Olivia se endireitou, enxugou as l¨¢grimas do rosto e pegou um len?o para secar as l¨¢grimas de Teresa: ¡°M?e, por favor, me diga o que est¨¢ acontecendo. N?o v¨¢ embora assim, sem dizer nada, eu tenho tanto medo¡­¡± Acalmando¨Cse, Olivia notou os in¨²meros hematomas roxos no pesco?o de Teresa e tamb¨¦m os muitos guardanapos usados espalhados pelo ch?o. Olivia, que j¨¢ era m?e, sabia o que aqueles sinais significavam. Seu rosto ficou at?nito, e perguntou medo: ¡°M?e, algu¨¦m te machucou?¡± segurou a m?o de Teresa, preocupada, enquanto uma raiva contidae?ava a surgir em seu interior. Ao ouvir Olivia dizendo, as l¨¢grimas de Teresa ca¨ªram mais uma vez. solu?ou, fndo de maneira entrecortada: ¡°Gabriel, Gabriel entrou, entrou¡­¡± Ao recordar o que havia passado agora, Teresa sentiu¨Cse humilhada e desesperada. Gabriel? Cap铆tulo 905 Cap¨ªtulo 905 Olivia sentiu um choque, o rosto assumiu uma express?o de raiva. levantou a m?o e enxugou uma l¨¢grima, dizendo: ¡°Vou ligar para a pol¨ªcia agora mesmo!¡± se preparou para sair da cama e procurar o celr. Seu pulso foi agarrado por Teresa, que uma voz tr¨ºm e assustada disse: ¡°N?o chame a pol¨ªcia, Olivia, por favor, n?o chame!¡± Olivia se virou e viu o medo e a vergonha nos olhos de Teresa, e ficou ainda mais preocupada, perguntando: ¡°Se chamarmos a pol¨ªcia e ele for preso por d¨¦cadas, ele n?o poder¨¢ mais fazer mal a ningu¨¦m.¡± ¡°Ele gravou um v¨ªdeo, disse que se eu chamasse a pol¨ªcia, ele divulgaria o v¨ªdeo na inte. Com a rede t?o avan?ada hoje em dia, se isso for divulgado, eu¡­¡± Teresa engasgou¨Cse, incapaz de terminar a frase. Olivia acabara de traz¨º de volta do limiar da morte. Se dissesse que n?o queria mais viver,o Olivia sofreria¡­ ¡°O qu¨º?¡± Olivia ficou chocada, tremendo de raiva. Original from N?velDrama.Org. Esse Gabriel ¨¦ um monstro, um animal! Ele ainda teve a aud¨¢cia de gravar um v¨ªdeo! Isso n?o ¨¦ o mesmo que empurrar sua m?e para a morte? ¡°M?e, n?o pense demais, fique tranqu, eu vou dar um jeito de recuperar o v¨ªdeo e destru¨ª¨Clo. Por favor, n?o pense demais.¡± Olivia apertou a m?o de Teresa, consndo¨Ca. realmente temia que Teresa pudesse ter pensamentos sombrios novamente. ¡°Vamos nos mudar esta noite, n?o vamos mais viver aqui.¡± Olivia disse sem poder fazer nada, l¨¢grimas nos olhos. A m?o de Teresa que segurava ainda estava quente, ainda estava viva. Que sorte que sua m?e ainda estava viva. Teresa desviou o olhar, n?o querendo ver a preocupa??o e o desconforto nos olhos de Olivia. olhou para longe, derramando l¨¢grimas silenciosamente. A vida ds, m?e e filha, era t?o dif¨ªcil. Naqu noite, Oliviae?ou a arrumar as roupas, pegou apenas algumas pe?as e partiu Teresa da Comunidade Lej¨¢. s pegaram um Uber at¨¦ a mans?o do capital, encontraram a v e abriram a porta. Capitulo 905 A v estava impecavelmente decorada e pronta para habita??o. Assim que entraram, foram recebidas por uma aura de luxo. Teresa perguntou surpresa: ¡°Olivia, de onde veio esta casa? Deve valer bastante dinheiro, n?o ¨¦?¡± Olivia, temendo que Teresa se preocupasse, disse: ¡°¨¦ un alojamento oferecido p empresa. contanto que eu continue trabalhando no Grupo Fontes, podemos morar aqui sempre n?o podia dizer a Teresa que a casa havia sido preparada por Sergio antes de sua morte. medo de preocup¨¢. ¡°Como assim nunca ouvi fr que sua empresa tamb¨¦m providenciaria uma casa? Teresa ainda estava preocupada. Olivia respondeu: ¡°Antes eu n?o havia solicitado, mas nos ¨²ltimos dias fiz um pedido e hoje for aprovado.¡± * Entendi, ent?o est¨¢ tudo bem.¡± Teresa assentiu, mais tranqu, e entrou, observando o ambiente. A v tinha dois andares. Teresa escolheu um quarto no primeiro andar, e disse a Olivia: ¡°Vou ficar neste aqui vou tomar um banho.¡± Enquanto fva, baixou o olhar, uma express?o de embara?o e dificuldade em fr. ¡°M?e, se tem algo, pode me dizer diretamente.¡± Olivia percebeu que Teresa tinha algo dificil de expressar e perguntou. Teresa hesitou por um momento, pensou um pouco e, n?o tendo segredos a filha, disse em voz baixa: ¡°Voc¨º poderiaprar uma caixa de anticoncepcional para mim¡­¡± Olivia sentiu uma dor aguda no cora??o. Cap铆tulo 906 Cap¨ªtulo 906 Ao ouvir essa frase, Olivia conseguia imaginar o desespero e a mis¨¦ria que Teresa sentiu naqu ocasi?o. Gabriel realmente n?o tem cora??o! ¡°Bem, h¨¢ uma farm¨¢cia na entrada da mans?o, estarei de volta logo.¡± Olivia estava cheia de ¨®dio por Gabriel naquele momento, mas manteve a calma e a suavidade ao responder a Teresa. Com dificuldade, Teresa havia descartado a ideia de suic¨ªdio; n?o podia mais mencionar Gabriel para n?o a perturbar. Depois de ver Teresa acenar a cabe?a, Olivia saiu. Assim que Olivia partiu, a falsa tranquilidade no rosto de Teresa desmoronou e soltou um suspiro pesado. Naquele momento, estava realmente humilhada e desesperada, foi por isso que teve aquele pensamento impulsivo. Quando acordou e viu o rosto aterrorizado de Olivia coberto de l¨¢grimas, se arrependeu. N?o deveria ter pensado em acabar a pr¨®pria vida; o miser¨¢vel era Gabriel, n?o . Se morresse, quem sofreria seria apenas Olivia e seus quatroos; Gabriel n?o seria afetado. Portanto, definitivamente n?o podia morrer! N?o podia dar esse gostinho a Gabriel, n?o podia deix¨¢¨Clo impune! Oliviaprou os rem¨¦dios na farm¨¢cia e rapidamente voltou para casa, preocupada que Teresa pudesse fazer outra loucura. Felizmente, Teresa estava tomando banho. Olivia ouviu o som da ¨¢gua do chuveiro e viu a silhueta de Teresa se movendo atrav¨¦s do vidro fosco. Ao ver isso, os nervos tensos de Olivia finalmente rxaram. Seus olhos baixaram ligeiramente, lembrando do cr de diamantes em forma de nuvem que normalmente usava no pesco?o, que agora estava na Comunidade Lej¨¢. ligou para Daniel, disse que tinha ido para Comunidade Lej¨¢ depois de voltar para ficar Teresa, e que tinha deixado o cr l¨¢. O cr tinha um dispositivo de rastreamento e Olivia n?o o estava usando quando foi ver Rodrigo. Depois de ir para Comunidade Lej¨¢ e acontecer tudo aquilo, saiu ¨¤s pressas Teresa e esqueceu¨Cse do cr. O cr de diamantes em forma de nuvem ainda estava em cima do arm¨¢rio de sapatos na entrada de Comunidade Lej¨¢. Original from N?velDrama.Org. 09:57 O que fazer, voltar para peg¨¢¨Clo? Pensou por um momento e decidiu deixar para l¨¢, Olivia n?o podia deixar Teresa sozinha agora; e machucasse novamente enquanto estivesse fora? Da ¨²ltima vez teve sorte de salvar sua m?e, n?o teria a mesma sorte uma segunda vez. Olivia realmente tinha medo de perder algu¨¦m da fam¨ªlia. Na Vi Serenidade, depois de colocar as crian?as para dormir, Daniel foi para o escrit¨®rio cuidar dos neg¨®cios. O guarda¨Ccostas que seguia Olivia trouxe informa??es. Olivia tinha ligado para Daniel, dizendo que passaria o dia Teresa, panhando¨Ca para ver casas. Mas Daniel notou que a localiza??o do cr estava sempre em Comunidade Lej¨¢, sem se mover. Daniel percebeu que algo estava errado. Ele enviou um guarda¨Ccostas para seguir Olivia, querendo saber o que estava fazendo e por que mentiu para ele. ¡°Sr. Griera, a Srta. Souza foi ao Restaurante Alegria ¨¤s oito horas, entrou em um reservado. Pouco depois, o Senhor Rodrigo saiu do Restaurante Alegria e, alguns minutos depois, a Srta. Souza tamb¨¦m saiu do restaurante uma express?o abatida, segurando alguns documentos, parecendo ter passado por algo ruim. Depois, voltou para Comunidade Lej¨¢, ficou meia hora e saiu ¨¤s pressas com a m?e, indo para o condom¨ªnio Capital e se instndo em uma das vs. Poucos minutos depois, a Srta. Souza foi ¨¤ farm¨¢cia eprou uma caixa de contraceptivos.¡± O guarda¨Ccostas rtou todos os movimentos de Olivia naqu noite para Daniel. Como n?o podia entrar no reservado ou monitor¨¢¨Clo, s¨® p?de rtar o fato de Olivia ter ido at¨¦ l¨¢. Cap铆tulo 907 Cap¨ªtulo 907 Acontecimentos na Comunidade Lej¨¢ permaneciam inaudiveis para o seguran?a, que s¨® podia rtar as cenas que seus olhos captavam, Ap¨®s ouvir o rto do seguran?a, a express?o do belo rosto de Daniel congelou, e uma aura g¨¦lida o envolveu instantaneamente, Mesmo atrav¨¦s do telefone, o seguran?a podia sentir o peso da atmosfera tensa, tremendo de medo e com o cora??o apertado, sem coragem de prosseguir. No entanto, Daniel ainda n?o tinha desligado. Sabendo que o Sr. Griera esperava pelo restante da hist¨®ria, o seguran?a, sob press?o, continuou: ¡°Depois, a Srta, Souza voltou para a mans?o e n?o saiu mais.¡± Assim que terminou de fr, a liga??o foi encerrada. O seguran?a enxugou o suor fr¨ªo da testa, pensando emo o trabalho hoje t?o dif¨ªcil, onde qualquer deslize poder¨ªa desagradar o Sr. Griera e trazer consequ¨ºncias tamb¨¦m para s¨ª. Daniel tinha um olhar g¨¦lido e emanava uma frieza. Jogando o celr dedo, a m?o que segurava a ca apertou¨Ca tanta for?a que se partiu ao meio, espalhando tinta por sobre um monte de pap¨¦is e manchando¨Cos de preto. Ap¨®s tomar seu rem¨¦dio, Teresa foi panhada por Olivia, que se preocupava o estado emocional d, temendo que ficasse sozinha seus pensamentos perturbadores. ¨¤ noite, decidiu dormir Teresa. Teresa disse a : ¡°Olivia, voc¨º ainda n?o tomou banho. V¨¢ se limpar, depois suba para o quarto no segundo andar para dormir, eu estou bem.¡± ¡°J¨¢ faz tempo que n?o dormimos juntas, eu queria passar a noite voc¨º hoje,¡± disse Olivia, bn?ando de leve o bra?o de Teresa um tom afetuoso. ¡°Eu quero ficar um pouco sozinha, n?o consigo dormir voc¨º aqui. V¨¢, seja boa e volte para o seu quarto. N?o se preocupe, eu n?o vou fazer nada tolo novamente,¡± confortou Teresa, apertando a m?o de Olivia. Olivia temia que Teresa se machucasse novamente, mas ao ouvir sua promessa e ver que seus olhos e express?o estavam normais, finalmente rxou. ¡°Bem. Se precisar de algo, ¨¦ s¨® me chamar, bem descanso.¡± Olivia cedeu. ¡°Bem descanso, Olivia.¡± Sua m?e tamb¨¦m precisava de espa?o privado. Olivia saiu do quarto de Teresa, tomou um banho quente e escolheu um quarto no segundo 09:57 Capitulo 907 andar perto da escada para se instr. Durante a noite, seu sono foi inquieto, entre sonhos e vig¨ªlia, mantendo¨Cse sempre alerta para qualquer chamado de Teresa. abriu os olhos sonolenta e viu uma sombra escura aodo da cama. Sem se preocupar, fechou os olhos novamente, pronta para continuar dormindo. De repente, seu c¨¦rebro percebeu algo e acordou assustada. Abriu os olhos e sentou¨Cse, percebendo que a sombra ainda estava l¨¢, tornando¨Cse cada vez mais n¨ªtida,o um espectro alto, gdo e sombrio. Olivia ficou paralisada de medo e se afastou rapidamente. A sombra se moveu, inclinando¨Cse em sua dire??o, e uma m?o grande agarrou seu queixo for?a. A palma ¨¢spera continha uma for?a ineg¨¢vel. Uma dor aguda se espalhou pelo queixo de Olivia, torcendo seu rosto enquanto instintivamente segurava a m?o do homem: ¡°Quem ¨¦ voc¨º?¡± ¡°Como assim? Tem outro homem que viria ao seudo da cama?¡± A voz baixa e fria soava cortante como o gelo. Essa voz, profunda e ¨²nica, desencadeou as mem¨®rias de Olivia. Era Daniel! Com o nervosismo de Olivia ligeiramente aliviado, o medo rapidamente a tomou novamente. A dor intensa no queixo a lembrava que Daniel estava em um estado de humor muito ruim. ¡°Daniel, por que voc¨º veio de repente? Como voc¨º tem a chave daqui?¡± Olivia, aguentando a dor, segurava sua m?o com for?a, tentando faz¨º¨Clo rxar um pouco, pois seu queixo do¨ªa muito, causando tamb¨¦m uma dor pulsante em suas t¨ºmporas. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ¡°Todo a vi nesta ¨¢rea ¨¦ meu; existe algum lugar onde eu n?o possa entrar?¡± Daniel aumentou a for?a, erguendo o rosto d para encontr¨¢¨Clo, e em meio ¨¤ escurid?o, os olhos negros e profundos de Daniel brilhavam um brilho fantasmag¨®rico, amea?adoro o de uma fera selvagem. Cap铆tulo 908 Cap¨ªtulo 908 Olivia encarou os olhos negros e gdos de Daniel, e suas pups tremeram. Todo a ¨¢rea da v de Sete Rios era dele, n?o apenas esta vi, mas todas as vis estavam sob o controle de Daniel. Ele possu¨ªa um poder imenso, n?o havia nada que ele n?o pudesse fazer. ¡°D¨®i¡­ solte¨Cme¡­¡°, a respira??o de Olivia estava acelerada, parecia que o osso de seu queixo iria se partir, puxando seus nervos, causando uma dor t?o intensa que sua cabe?ae?ou a doer. ¡°Voc¨º ainda sabe o que ¨¦ dor?¡± Daniel inclinou seu corpo sobre , seu rosto bonito confrontando o d, o h¨¢lito gdo sendo exdo na face d. Perigoso, imponente, intimidador. Esse frio, prava os ossos de Olivia. Olivia, sem entender, suportava a ira dele, mas estava muito nervosa e assustada. ¡°O que eu fiz?¡± sentia uma inquieta??o interior, ser¨¢ que ele sabia que havia se encontrado Rodrigo hoje? Original from N?velDrama.Org. Fora isso, n?o havia mentido para ele. ¡°Fazendo o qu¨º Rodrigo? N?o vai me contar?¡± Daniel uma perna em p¨¦ no ch?o e a outra ajoelhada na beira da cama, sua estatura alta e esbelta se curvando sobre , uma aura fria e intimidadora envolvendo Olivia. ¨¤ luz suave da lua, seu corpo era t?o grande e intimidador. O corpo de Olivia estava tenso, sob o olhar aterrorizante de Daniel, seu corpoe?ou a tremer de medo. sabia que ele havia descoberto seu encontro Rodrigo. ¡°Hoje eu realmente me encontrei Rodrigo, conversamos por dez minutos e ele partiu¡°, admitiu Olivia. J¨¢ que Daniel estava ciente do encontro, n?o poderia esconder isso. ¡°N?o me leva em considera??o, ¨¦?¡± A aura em torno de Daniel se tornou ainda mais sombria e fria como uma geada, sua face se aproximando ainda mais, quase tocando a d, a frieza emanando sobre , fazendo Olivia tremer. ¡°N?o ¨¦ isso. Eu realmente s¨® conversei Rodrigo por alguns minutos, n?o fizemos nada.¡± ¡°Nada? E as p¨ªls anticoncepcionais que voc¨ºprou para tomar? Olivia, voc¨º j¨¢ decidiu n?o querer os quatro filhos?¡± A voz baixa e fria de Daniel soavao vinda do inferno, g¨¦lida, intimidante. O cora??o de Olivia deu um salto, e suas pups se contra¨ªram. Daniel sabia at¨¦ sobre as p¨ªls anticoncepcionais que haviaprado? 1/2 10:10 Capitulo 908 Ele estava vigiando¨Ca? O medo e o pavor dentro d cresciam desmedidamente. entrou em panico e disse rapidamente: ¡°Voc¨º est¨¢ enganado,o eu poderia fazer tal coisa Rodrigo? Rodrigo veio at¨¦ mim apenas para me dar esta mans?o, porque Sergio pediu que ele me entregasse. Euprei as p¨ªls anticoncepcionais para carregarigo, para o caso de voc¨º aparecer a qualquer momento, depois eu tomar e n?o ficar desprotegidao nas ¨²ltimas vezes, e tenho medo de engravidar. Se eu ficar gr¨¢vida, voc¨º pretende se casarigo?¡± Olivia explicou a situa??o da mans?o sem ocultar nada, era algo que Daniel poderia verificar facilmente, que a propriedade era um legado de Sergio. Tamb¨¦m era verific¨¢vel que Rodrigo era amigo de Sergio e que ele havia sido instru¨ªdo a entregar a mans?o para , o que erapreens¨ªvel. Mas Olivia n?o revelou o verdadeiro prop¨®sito das p¨ªls anticoncepcionais. n?o poderia revr o abuso que sua m?e havia sofrido por parte de Gabriel, temendo que se isso viesse ¨¤ tona, Teresa pudesse ficar mais traumatizada e pensar em suic¨ªdio. Olivia n?o podia deixar transparecer nada que pudesse machucar Teresa. Tendo visto os pr¨®prios olhos Teresa pendurada diante d, n?o queria reviver aquele terror e desespero uma segunda vez. Se houvesse uma pr¨®xima vez, perderia sua m?e. Por isso n?o ousava fr, pois para Teresa, aquilo era uma vergonha, uma sombra em seu cora??o. Se Daniel soubesse, ele certamente confrontaria Teresa, e o dano psicol¨®gico que isso causaria a era impens¨¢vel. ¡°Ent?o, voc¨ºprou a p¨ªl para mim?¡± A voz magn¨¦tica de Daniel tinha um tom quase provocador, perigoso e opressivo. No entanto, a for?a que ele segurava o queixo d havia diminu¨ªdo consideravelmente. A dor na mand¨ªb diminuiu, e a cabe?a dolorida de Olivia de repente se aliviou. respirou dificuldade e disse certeza: ¡°Sim, n?o tenho outro homem al¨¦m de voc¨º. De quem mais eu deveria me cuidar?¡± Cap铆tulo 909 Cap¨ªtulo 909 Daniel fitou seus olhos escuros, que sob a luz do luar pareciam refletir um brilho aquoso, e olhou fixamente para o rosto de Olivia. , seus olhos ros, encarava¨Co tranqumente, sem desviar o olhar ou mostrar qualquer panico ou medo. Essas pvras o agradaram, e a frieza que envolvia Daniel diminuiu ligeiramente. Mas havia mentiras ditas anteriormente, e ele n?o estava disposto a acreditar n t?o facilmente. ¡°Voc¨º realmente n?o mentiu para mim?¡± Olivia sabia que ele n?o acreditaria facilmente. disse: ¡°Se voc¨º n?o acredita, posso mostrar os anticoncepcionais queprei e que n?o mexi. Se eu realmente tivesse algo o Rodrigo, por que eu n?o tomar¨ªa os anticoncepcionais queprei? Eu osprei para t¨º¨Closigo, eo eu disse, amanh? ¨¤ noite irei para a Vi Serenidade¡­¡± ira para a Vi Serenidade e ainda tinha anticoncepcionais . O que aconteceria na Vi Serenidade era ¨®bvio sem que nada fosse dito. Os olhos escuros de Daniel escureceram ainda mais. ¡°Solte¨Cme primeiro, para que eu possa me levantar e pegar a caixa de anticoncepcionais para mostrar a voc¨º, disse Olivia. Daniel soltou o queixo d e desceu da cama. Olivia desceu do outrodo da cama, nem se preocupou em cal?ar os sapatos, e foi at¨¦ a porta do quarto, acendendo a luz. A luz iluminou todo o espa?o, e a silhueta de Daniel apareceu ramente diante dos olhos d. Ele vestia uma camisa preta e cal?as pretas, os dois primeiros bot?es da camisa desabotoados, revndo um crinho forte e poderoso; as mangas estavam arrega?adas, mostrando bra?os musculosos e fortes, e ele exva uma masculinidade intensa. S¨® de olhar, era o suficiente para intimidar e causar agita??o no cora??o. ¡°Eu os deixei no andar de baixo, voc¨º vemigo?¡± perguntou Olivia. Daniel on?ou um olhar profundo ee?ou a caminhar. Olivia virou¨Cse e saiu do quarto, descendo as escadas ¨¤ frente. No gaveteiro da mesa de centro da s de estar, encontrou a caixa de anticoncepcionais e, virando¨Cse, entregou¨Ca a Daniet ¡®Veja, nem a embgem foi aberta.¡± Olivia segurava a caixa no ar, tentando estabilizar o p¨¢nico em seu cora??o. 10:10. Quando foi ¨¤ farm¨¢ciaprar os anticoncepcionals naquele dia, havia uma promo??o:pre uma caixa e leve outra gr¨¢tis. Ent?o prou uma caixa e o atendente deu a duas. Teresa havia tomado a outra caixa, e esta ainda estava o filme pl¨¢stico da embgem intacto. Daniel olhou para a caixa de anticoncepcionais que segurava, ainda a embgem intacta, mas sua express?o fria n?o suavizou. Ele se aproximou e sentou¨Cse no sof¨¢,n?ando um olhar escuro e profundo em sua dire??o ¡°Venha aqu¨ª.¡± Sua voz era umando, inquestion¨¢vel e n?o uma sugest?o. Olivia baixou os olhos, recolheu a caixa de anticoncepcionais que segurava no ar e caminhou lentamente at¨¦ ele, sentando¨Cse ao seudo. Daniel virou¨Cse, levantou o queixo d o dedo indicador e confrontou¨Ca um olhar trio e austero: ¡°Est¨¢ t?o ansiosa para morar na casa que ele deixou para voc¨º, ainda n?o consegue esquec¨º¨Clo, ¨¦ isso?¡± As pups de Olivia tremeram, n?o apenas pelo que ele havia dito, mas tamb¨¦m porque, pelo canto do olho, viu outra caixa de anticoncepcionais, ja aberta, sob a almofada atr¨¢s de Daniel Depois de dar a pil a Teresa, havia colocado a caixa casualmente no sofa, e Teresa havia mexido na almofada, ent?o a caixa acabou sob a almofada. Quando sentou, Daniel encostou¨Cse na almofada, que agora revva a caixa oculta. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Vendo que o olhar de Olivia estava surpreso algo atr¨¢s dele, Daniel virou¨Cs2. Olivia inalou bruscamente, assustada, e seu cora??oe?ou a bater descontrdamente. Cap铆tulo 910 Cap¨ªtulo 910 Ao perceber que Daniel estava prestes a ver o que havia atr¨¢s da almofada, Olivia entrou em panico e rapidamente estendeu a m?o, segurando o rosto de Daniel e virando seu olhar de volta para si, for?ando um sorriso tenso e constrangido em seus l¨¢bios. ¡°A casa j¨¢ estava em meu nome, minha casa, eu vim morar aqui, n?o ¨¦ o que se espera? Se eu n?o morar na casa que ele me deixou, devo levar minha m?e para a Vi Serenidade? n?o ¨¦ sua sogra, voc¨º concordaria?¡± Olivia, tentando desviar a aten??o de Daniel, sorriu sedutoramente e falou ele em um tom brincalh?o. conseguiu jogar a quest?o para cima de Daniel. Se elee?asse a fazer perguntas sobre a casa, talvez seu desejo de posse surgisse, e ele n?o permitiria que e Teresa morassem l¨¢. Teresa acabara de passar por um evento t?o traum¨¢tico, se soubesse que as duas seriam expulsas novamente, qu?o grande seria a decep??o? Olivia n?o queria mais estressar sua m?e. As m?os de Olivia seguravam o rosto de Daniel, e as pontas dos dedos frios tocavam as bochechas quentes dele, enquanto olhava para os olhos profundos de Daniel, tentando parecer coquete e sedutora. Por fora, parecia casual e carinhosa, mas por dentro, estava em panico, o cora??o batendo forte. O toque frio de seus dedos transmitia um frio do rosto de Daniel ao seu cora??o,o um balde de ¨¢gua fria, apagando o fogo em seu interior. Olhando profundamente nos olhos sorridentes d, ele disse: ¡°Voc¨º quer a casa? Eu j¨¢ disse, voc¨º ¨¦ minha mulher, e al¨¦m do lugar da Sra. Griera, tudo o que voc¨º desejar, eu posso te dar!¡± Daniel estendeu os bra?os e puxou a cintura fina d para mais perto dele, diminuindo ainda mais a distancia entre os dois. Quando ele a abra?ou p cintura, Olivia ficou tensa o toque de Daniel e imediatamente baixou as m?os e as apoiasse levemente em seu peito, recuando e olhando para cima. O rosto dele estava t?o perto que podia ver ramente cada poro em sua face, sua pele el¨¢stica e sensual, repleta do charme masculino, e aquele olhar profundo e escuro, uma press?o inata. O cora??o de Olivia batia descontrdamente. Ele sempre tinha um jeito casualmente dominador que a deixava nervosa. 10:10 Capitulo 910 Olivia sorriu: ¡°At¨¦ Elisa Abreu n?o ousa sonhar o lugar da Sra. Griera,o eu poder¨ªa ser t?o presun?osa? Se voc¨º realmente se importa a casa que Sergio me deixou, tudo bem. eu dou a casa para voc¨º e voc¨º me arranja outra.¡± Antes, queriaprar uma casa seu pr¨®prio esfor?o, para dar a Teresa umr fixo e uma sensa??o de pertencimento na Capital, em vez de viver constantemente em alugu¨¦is inseguros. pensou que sua m?e poderia esperar mais alguns anos, permitindo que lutasse e economizasse dinheiro paraprar uma casa. Mas os eventos repentinos, n?o podia mais permitir que sua m?e morasse em alugu¨¦is, temendo que o medo e as cicatrizes psicol¨®gicas causadas por Gabriel pudessem levar a pensamentos sombrios novamente. queria levar sua m?e para fora das sombras, e a condi??o para isso era umr seguro. Foi Daniel quem disse, al¨¦m do lugar da Sra. Griera, ele daria a tudo o que quisesse. Os olhos profundos de Daniel a fitavam, e ele n?o disse uma pvra, seus olhos eram t?o profundoso o oceano, indecifr¨¢veis e insond¨¢veis. Olhando por muito tempo, um p¨¢nico involunt¨¢rioe?ava a surgir dentro d. Depois de alguns segundos encarando¨Co, e?ou a se sentir ainda mais nervosa: ¡°Bem¡­Eu n?o preciso¡­¡± ¡°Naunidade da Vi Serenidade, escolha qualquer uma das vs, decida qual voc¨º quer, e eu transferirei para o seu nome, voc¨º pode morar l¨¢ sua m?e.¡± Olivia estava prestes a desistir. Antes que pudesse terminar, a voz grave e magn¨¦tica de Daniel soou. Olivia sentiu um sobressalto no cora??o e fixou o olhar em seus olhos. Observou¨Co por dois segundos e, ao perceber a seriedade em seu olhar, recuou subitamente: ¡°Acho melhor desconsiderarmos a mans?o em Vi Serenidade. ¨¦ um lugar muito sofisticado, quarenta milh?es nem seriam suficientes paraprar uma propriedade ali, n?o corresponde ao valor desta mans?o¡­¡± Teresa estava emocionalmente inst¨¢vel, n?o queria levar Olivia para morar perto de Vi Serenidade. Embora n?o fosse para viver na mesma mans?o que Daniel, a proximidade era demasiada. sentia um medo constante, uma apreens?o que Daniel poderia aparecer a qualquer momento. Como poderia viver esse tipo de temor, se ¨¦ praticamenteo morar em uma casa alugada? Que diferen?a faria?Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Cap铆tulo 911 Capitulo 911 Al¨¦m disso, Olivia tinha seus pr¨®prios interesses pessoais, quando queria rxar, voltava para junto de Teresa, assim conseguia se afastar de Daniel e ter um momento de paz consigo mesma. Se at¨¦ Teresa se mudasse para a Vi Serenidade, ent?o, mesmo estando , Olivia continuaria tensa, Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Teria que estar sempre alerta para lidar Daniel, sem jamais rxar o corpopletamente. Olivia n?o queria se submeter a tal tormento. Os olhos profundos de Daniel subitamente se estreitaram, seu rosto belo se contraiu e o dedo indicador levantou o queixo d, for?ando¨Ca a olhar em seus olhos. ¡°Voc¨º est¨¢ tentando trocar algo de Sergio por algo meu?¡± Sua voz era baixa e fria, carregada de uma raiva contida. sempre estava disposta a aceitar o que Sergio the dava, mas relutava em aceitar o que ele oferecia. mantinha distancia dele o tempo todo. O homem que amava era Sergio, por isso estava disposta a aceitar a casa que ele lhe dera. Com ele, Daniel, apenas seportava de forma protocr, ao ponto de recusar at¨¦ mesmo o dinheiro que ele oferecia! Com outro homem em seu cora??o, ainda ousava sonhar em se tornar Sra. Griera! Ele definitivamente n?o seguir¨ªa os passos de seu pai. Olivia sentiu a atmosfera gda que de repente emanava dele, suas pups tremeram, e estava prestes a fr. ¡°Olivia, quem est¨¢ a¨ª?¡± A porta do quarto no t¨¦rreo se abriu, e a voz sonolenta de Teresa soou. olhou rapidamente em dire??o ao sof¨¢ e viu Daniel abra?ando a cintura de Olivia e levantando seu queixo, numa postura bastante intima. Teresa se assustou, despertandopletamente, e rapidamente desviou o olhar. Olivia, assustada, e virando¨Cse em dire??o ¨¤ fonte do som, viu Teresa; se virou rapidamente, evitando a m?o de Daniel que ainda tocava seu queixo, e prontamente se desvencilhou do bra?o que a cercava. Levantou¨Cse em panico e foi at¨¦ Teresa: ¡°M?e, eu te acordei?¡± 10-10 Capitulo 971 Em sua express?o, era imposs¨ªvel esconder o constrangimento e o desconforto. A intimidade que havia demonstrado Daniel tinha sido testemunhada por Teresa, o que a deixava extremamente envergonhada. ¡°J¨¢ ¨¦ t?o tarde, por que voc¨º ainda est¨¢ acordada?¡± Teresa segurou a m?o de Olivia, parecendo repreender, mas na verdade mostrando preocupa??o. Ent?o, se virou para Daniel, um sorriso cauteloso e educado: ¡°Sr. Griera, ¨¦ muito tarde e voc¨º ainda veio ver Olivia, isso ¨¦ muito atencioso da sua parte. Voc¨º gostaria de bebida? Vou prepar¨¢¨Clo.¡± Teresa estava prestes a ir para a cozinha quando Daniel, a face fria, se levantou e disse em tom baixo: ¡°N?o precisa.¡± Seu olhar escuro deslizou sobre Olivia antes de ele se levantar e sair. ¡°Olivia, v¨¢ se despedir do Sr. Griera.¡± Teresa n?o insistiu, mas o olhar indicou para Olivia panhar Daniel at¨¦ a porta. Olivia se rp¨®s e o seguiu at¨¦ a entrada, despedindo¨Cse um ¡°Boa noite. Vou ir ¨¤ Vi Serenidade amanh?¡± Daniel olhou para tr¨¢s um olhar agudo e prante. Olivia prendeu a respira??o diante daquele olhar. Cap铆tulo 912 Cap¨ªtulo 912 No momento em que Olivia sentia seu cora??o acelerado, Daniel desviou o olhar e entrou no carro. Olivia observou o ve¨ªculo se afastar, e seu cora??o tenso finalmente rxou um pouco ao voltar para dentro de casa. Teresa estava na s esperando por , uma express?o preocupada aproximou¨Cse e perguntou: ¡°Daniel veio t?o tarde, o que ele queria?¡± Teresa olhou para Olivia, seus olhos refletiam tens?o e uma raiva contida. havia acabado de sofrer nas m?os de Gabriel, que a perseguiu e a maltratou, Seu cora??o n?o guardava bons sentimentos por homens. Daniel n?o oferecia umpromisso a Olivia, mas tentava control¨¢ repetidas vezes, qual era a diferen?a de suas a??es para as de Gabriel? A ¨²nica diferen?a, talvez, fosse que Gabriel tinha esposa, enquanto Daniel, al¨¦m de Olivia, n?o tinha outra mulher, por¨¦m ele tamb¨¦m tinha uma noiva! Para Teresa, ele n?o era diferente de Gabriel! havia sido apenas superficialmente cort¨ºs h¨¢ pouco, na verdade estava tentando mandar Daniel embora, n?o queria que Olivia continuasse a ser prejudicada. ¡°M?e, n?o se preocupe, ele soube que eu tenho uma nova casa e veio perguntar sobre isso, n?o ¨¦ nada, voc¨º pode voltar para o quarto e continuar dormindo¡°, disse Olivia, tentando tranquilizar Teresa S¨¦rio?¡± Teresa ainda estava insegura. ¡°ro que sim, por que eu mentiria para voc¨º? V¨¢ dormir, j¨¢ ¨¦ muito tarde¡°, disse Olivia. ¡°Voc¨º ainda sabe que ¨¦ tarde da noite, n¨¦? Descanse logo, amanh? voc¨º tem que trabalhar. A empresa te oferece tantos benef¨ªcios, n?o descuide do trabalho. Hoje em dia, n?o se pode contar homens, somente consigo mesma, n?o falhe seu trabalho.¡± Teresa aconselhava Olivia, que antes esperava que encontrasse um bom homem para se casar, mas agora via que era melhor contar consigo mesma. Olivia finalmente tinha encontrado uma empresa que lhe oferecia uma casa para morar, ent?o precisava trabalhar duro para retribuir. Original from N?velDrama.Org. ¡°Eu sei, m?e, agora v¨¢ descansar¡°, incentivou Olivia. ¡°Bem, voc¨º tamb¨¦m, n?o tem muitas horas de sono at¨¦ precisar acordar para trabalhar¡°, Teresa continuou a fr. ¡°Est¨¢ bem, m?e, eu tamb¨¦m vou descansar, boa noite.¡± disse Olivia. 10: Capitulo 912 Vendo que sua m?e tinha energia e disposi??o para conversar, Olivia se sentia feliz. Pelo menos Teresa n?o pensava em continuar a se machucar por um tempo. Observando Teresa entrar no quarto, Olivia se sentiu aliviada e subiu as escadas. Completamente esquecida da caixa de anticoncepcionais aberta que estava sob o envelope. No dia seguinte, Olivia acordou e sentiu o aroma delicioso daida. foi at¨¦ a cozinha e viu Teresa de avental, ocupadao sempre,o se nada tivesse acontecido. O cora??o preocupado de Olivia finalmente se acalmou. ¡°Voc¨º acordou, venhaer.¡°, disse Teresa, trazendo os pratos. Sentando¨Cse ¨¤ mesa, Olivia sorriu: ¡°Que del¨ªcia, m?e, suaida ¨¦ sempre t?o boa. Em alguns dias, trarei as crian?as para c¨¢, s certeza est?o saudades dos seus pratos.¡± ¡°Os chefs da Vi Serenidade fazem pratos que s?opar¨¢veis a um restaurante Michelin.o eles poderiam lembrar das minhas simples habilidades culin¨¢rias?¡± Teresa disse. ¡°M?e, voc¨º est¨¢ enganada. O sabor de casa ¨¦ insubstitu¨ªvel, para mim e para as crian?as, onde voc¨º est¨¢ ¨¦ o nossor¡°, disse Olivia, enquanto fva Teresa. Teresa parou o palito na m?o, uma sensa??o de amargura e desconforto subiu ao seu cora??o. As pvras de Olivia lhe diziam o quanto era importante, que e as crian?as precisavam d. O ato tolo que eteu no dia anterior, deve ter assustado Olivia. Agora, Teresa se arrependeu profundamente. n?o deveria ter tentado tirar a pr¨®pria vida, pois se morresse, Olivia e as crian?as ficariam ainda mais sem apoio. Cap铆tulo 913 Cap¨ªtulo 913 Especialmente Olivia, que ficou ainda mais sozinha e desamparada. Teresa escondeu a amargura no cora??o, sorriu e disse um tom leve: ¡± Quando voc¨º era crian?a, adorava a sopa que eu fazia para voc¨º.¡± ¡°Sim, e eu queroer aida da mam?e pelo resto da minha vida.¡± Olivia disse um sorriso doce. Ap¨®s a refei??o, Teresa insistiu para que Olivia fosse trabalhar, mas Olivia demorou para sair, ainda preocupada em deixar Teresa sozinha em casa, temendo que algo pudesse acontecer. Teresa percebeu sua preocupa??o e disse: ¡°Gabriel n?o sabe onde estamos morando agora, e eu j¨¢ deixei para tr¨¢s o que aconteceu ontem, afinal, n?o foi a primeira vez que tivemos problemas assim. N?o se preocupeigo, eu estou realmente bem, e n?o vou fazer isso de novo.¡± Com a garantia da m?e, Olivia finalmente saiu de casa tranquilizada. chegou ¨¤ Grupo Fontes Tologia Eletr?nica Ltda. e viu um Rolls Royce familiar estacionado na frente do pr¨¦dio. Quem mais, al¨¦m de Daniel, teria tal poder e autoridade para estacionar tamanha aud¨¢cia na frente de outra empresa? Olivia parou por um momento, observando o carro luxuoso e intimidador. As jans n?o eram transparentes, e Olivia n?o conseguia ver o interior atrav¨¦s ds, mas ainda sentiuo se estivesse sendo observada por um olhar profundo e prante, uma press?o t?o grande que a fazia respirar com cuidado. sabia para quem aquele carro estava esperando, sem nem precisar pensar. Depois de uma breve pausa, Olivia caminhou lentamente at¨¦ o carro, as m?os ¨¤ frente do corpo, um tanto reticente. Assim que se aproximou, o vidro do carro desceu e revelou o rosto bonito e charmoso de Daniel. Ele estendeu a m?o p jan e entregou a um envelope pardo. Olivia, confusa, olhou para o envelope sem rea??o. Daniel disse: ¡°Pegue!¡± Um pouco atordoada, mas sem querer fazer desfeita, Olivia estendeu a m?o e pegou o envelope que ele lhe oferecia. ¡°¨¤ tarde, traga sua m?e e mude para c¨¢.¡± Assim que terminou de fr, Daniel desviou o olhar e Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ordenou ao motorista: ¡°Vamos.¡± O carro se afastou de Olivia, deslizando pelo asfalto at¨¦ desaparecer de sua vista. Olivia desviou o olhar, abriu o envelope e encontrou dentro um contrato. Ao despejar o Capitulo 913 conte¨²do do envelope, uma chave caiu no ch?o. Surpresa, Olivia pegou a chave e abriu o contrato, que era nada menos que um contrato depra e venda de um im¨®vel residencial, o nome de Oliviao propriet¨¢ria! O endere?o era no Porto Estr de Sol, uma mans?o quinhentos e trinta e oito metros quadrados, de tr¨ºs andares! O Porto Estr de Sol ¨¦ uma ¨¢rea central da cidade, onde os pre?os dos im¨®veis s?o astron?micos! E uma mans?o, ent?o, nem se f. Uma mans?o de mais de quinhentos metros quadrados, n?o custaria menos que quarenta milh?es! Olivia olhou rapidamente o pre?o no contrato: quarenta e oito milh?es! Daniel o queria dar essa mans?o? Na noite anterior, e Daniel n?o haviam chegado a um acordo, e pensou que o assunto teria terminado sem uma conclus?o. Mas agora, Daniel havia colocado no nome d um im¨®vel avaliado em mais de quarenta milh?es! Olivia estava chocada, incr¨¦d e ainda mais surpresa! Daniel estava lhe dando uma casa t?o valiosa para que cortasse?os Sergio? No final das contas, Sergio ainda era uma espinha no cora??o de Daniel. Mas por que Daniel considerava Sergio um inimigo? Se Daniel s¨® tinha desejo de posse por , e n?o a amava, por que se importar tanto um passado que teve Sergio? Cap铆tulo 914 Cap¨ªtulo 914 Olivia bn?ou a cabe?a, tentando afastar pensamentos desordenados. Daniel, por natureza, era enigm¨¢tico e imprevis¨ªvel, dif¨ªcil de decifrar, e n?o se podia usar um racioc¨ªnioum para entender seus pensamentos. J¨¢ que Daniel the havia presenteado uma casa, simplesmente aceitaria. Ao aceitar a casa, n?o s¨® Teresa teria um lugar para morar, mas tamb¨¦m provou a Daniel que n?o o deixaria agora, permitindo que ele baixasse a guarda. Isso tamb¨¦m lhe dava tempo para nejar sua partida. Olivia foi para a secretaria, trabalhou normalmente e tudo correu bem. Ao final da tarde, quando voltou para casa, Oliviae?ou a arrumar as coisas e disse a Teresa: ¡°M?e, n¨®s vamos nos mudar. Daniel meprou uma casa e est¨¢ no meu nome. Vamos morar l¨¢ e n?o precisaremos nos preocupar a possibilidade de a casa ser retomada p empresa.¡± As pvras de Olivia a Teresa eram meias verdades. A outra casa, de fato, fora um presente de Daniel, mas a que s moravam atualmente n?o fora preparada pelo Grupo Fontes. Era um legado de Sergio. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. E isso n?o poderia dizer a Teresa, pois Sergio havia falecido, e o passado entre ele e Olivia sempre fora uma fonte de ressentimento para Teresa. Se soubesse o quanto Sergio se preocupou Olivia, Teresa n?o saberia o que sentir. ¡°O qu¨º? Danielprou uma casa para voc¨º?¡± perguntou Teresa, surpresa e incr¨¦d. Olivia assentiu calmamente, continuando a colocar roupas na m: ¡°Sim, ele veio ontem ¨¤ noite s¨® para fr sobre isso.¡± ¡°Ele est¨¢ interessado em voc¨º, n?o est¨¢?¡± Teresa disse, esperan?osa, aproximando¨Cse de Olivia e olhando¨Ca fixamente. Olivia n?o levantou a cabe?a, continuou o que estava fazendo e respondeu: ¡°M?e, vamos aproveitar o presente e n?o pensar demais no resto.¡± Daniel havia deixado ro na noite anterior que poderia ter qualquer coisa, menos a posi??o de Sra. Griera. Ele a havia lembrado repetidamente para n?o alimentar ilus?es de se casar ele, estava bem ro, e se ainda n?o entendesse o que ele queria dizer, seria muito t. Ele s¨® tinha um desejo de posse e controle muito forte sobre , a novidade ainda n?o havia passado. 10:10 Cap: 914 Queria que continuasseo sua amante, ¡°Hem, voc¨º tem raz?o, vamos aproveitar o momento¡°, Teresa suspirou, sabendo que n?o era t?o f¨¢cil casar¨Cse uma familia ricao aqu. Mesmo que Olivia tivesse dado a Daniel quatro filhos, sem uma familia ou um passado digno, a fam¨ªlia Griera nunca a aceitar¨ªa. Talvez quando a av¨® Griera ainda estivesse viva, houvesse uma chance, porque sab¨ªa que Olivia deveria ser a esposa de Daniel, Mas desde a morte de av¨® Griera, as chances de Olivia se casar Daniel haviam diminuido ainda mais. ¡°Voc¨º deu a ele quatro filhos, ele preparar uma casa para voc¨º ¨¦ o m¨ªnimo. ¨¦ uma divida dele voc¨º, e voc¨º est¨¢ certa em n?o recusar!¡± Teresa era boa em se consr e usava isso para confortar Olivia. Teresa sempre teve uma inquieta??o: a r??o atual entre Olivia e Daniel n?o era nem de namorados nem de estranhos. Era a de estranhos mais intimos. E isso era o que mais trazia mncolia. Teresa ajudou Olivia a arrumar as coisas. A bagagem era pouca e rapidamente ficou pronta. Ao sair, Olivia olhou instintivamente para dentro da casa, e embora tivesse vivido ali apenas um dia, sentiu uma mncolia e perda sutis ao partir. Era a casa que Sergio havia preparado para , e depois de apenas um dia, precisava deix¨¢, sabendo que nunca mais teria a chance de voltar. Assimo sua r??o err?nea Sergio. Chegando ao Porto Estr de Sol, no bairro da Vi Serenidade, Olivia pegou as chaves e abriu a porta. $ Teresa exmou, chocada: ¡°Isso ¨¦ muito luxuoso, muito grande, n?o ¨¦?¡± sempre pensou que Daniel tivesseprado para Olivia apenas uma casaum algumas su¨ªtes e ss, mas nunca imaginou que seria uma mans?o. Uma propriedade ainda maior e mais luxuosa do que a v que a empresa de Olivia havia lhe fornecido. Ao v¨º, seus olhos brilharam de admira??o e surpresa. Cap铆tulo 915 Cap¨ªtulo 915 Olivia tamb¨¦m ficou surpresa; pensou que seria apenas grande, mas n?o imaginou que a decora??o e os m¨®veis seriam t?o sofisticados e luxuosos. N?o ¨¦ ¨¤ toa que custava mais de quarenta milh?es! ¡°Olivia, desta vez o Daniel gastou uma b quantia por voc¨º, hein? Diga¨Cme, por que ele est¨¢ t?o disposto a gastar dinheiro, mas n?o est¨¢ disposto a fazer de voc¨º a esposa dele??¡± Teresa, mesmo admirada, n?o conseguia entender. Para Olivia, Daniel construiu uma v em Aldeia Souza e agoraprou outra morada t?o luxuosa na Capital. Quando se trata de gastar, ningu¨¦m podepetir ele. Mas, em quest?es de sentimentos, ele nunca parece disposto a se entregar de verdade. ¡°M?e, vamos levar as coisas para dentro.¡± Olivia, carregando pacotes grandes e pequenos, entrou sem responder diretamente ¨¤ pergunta de Teresa, mudando discretamente de assunto. Esse t¨®pico recorrente j¨¢ n?o precisava de explica??o por parte de Olivia. Teresa ficou no quarto do andar de baixo, enquanto Olivia foi para um quarto no segundo andar, perto da escada. Olivia estava arrumando as roupas quando seu celr tocou uma chamada. Ao ver o nome de Daniel na t, sentiu imediatamente a tens?o. rgou as roupas que estava guardando, limpou o inexistente p¨® das m?os e atendeu a liga??o. ¡°J¨¢ se mudou?¡± A voz grave de Daniel soou, sem revr emo??o. Olivia respondeu seriamente: ¡°Sim, acabei de me mudar.¡± ¡°Est¨¢ gostando?¡± perguntou Daniel. Olivia hesitou, sabendo o que ele queria ouvir, e disse: ¡°A casa ¨¦ grande, muito bonita, ¨¦ confort¨¢vel viver aqui, quem n?o gostaria de uma casa grande?¡± Houve sil¨ºncio do outrodo. Depois de uma pausa de dois segundos, Olivia falou: ¡°Onde voc¨º est¨¢? Posso encontrar voc¨º?¡± A m?o de Daniel que segurava o celr apertou levemente; sempre fora ele a procur¨¢, e as vezes em que tomou a iniciativa eram raras. ¡°No Grupo Griera, no gabe de presidente¡°, disse Daniel, informando sua localiza??o. ¡°Certo, estarei a¨ª em meia hora.¡± Olivia falou. 10-11 Capitulo 915 Mal terminou de fr e a chamada foi encerrada. Olivia afastou o celr do ouvido e olhou para a t; a liga??o havia terminado. desceu as escadas e informou Teresa, em seguida saiu. Grupo Griera, escrit¨®rio da presid¨ºncia. Daniel j¨¢ havia terminado de lidar os documentos ao seudo, e nenhum novo arquivo havia chegado. Sentado na cadeira do escrit¨®rio, olhava para oputador quando Bruno bateu ¨¤ porta e entrou, rtando brevemente alguns assuntos de trabalho. Quando ele terminou o rt¨®rio, encontrou Daniel ainda olhando para a t doputador sem se mexer. Bruno disse: ¡°Sr. Griera, j¨¢ s?o sete horas, n?o vai para casa? O conte¨²do da reuni?o de hoje foi este, n?o h¨¢ mais trabalho pendente.¡± Property ? N?velDrama.Org. Um olhar de Daniel caiu sobre ele. Bruno hesitou, entendendo que talvez Daniel achasse que ele estava se intrometendo demais? Bruno se endireitou, baixou a cabe?a e disse: ¡°Sr. Griera, voc¨º lidou in¨²meros assuntos todos os dias, ¨¦ um modelo para n¨®s subordinados. Se voc¨º tem mais alguma tarefa para dar. posso ficar e trabalhar voc¨º.¡± Assim que terminou de fr, recebeu um olhar g¨¦lido de Daniel, cheio de autoridade. Cap铆tulo 916 Cap¨ªtulo 916 Bruno, sempre h¨¢bil em perceber nuances nas conversas, desta vez,eteu um erro de julgamento. Daniel on?ou um olhar frio: ¡°Se n?o sair agora, passar¨¢ os pr¨®ximos trezentos e sessenta e cinco dias trabalhando horas extras.¡± Bruno ficou at?nito e apressou¨Cse a dizer: ¡°Estou indo.¡± Assim que terminou de fr, saiu ¨¤s pressas do escrit¨®rio do presidente. Ao sair, viu as portas do elevador se abrindo e Olivia aparecendo. Bruno a viu e instantaneamentepreendeu o motivo de Daniel ainda estar no escrit¨®rio sem ter ido embora: ele estava esperando algu¨¦m. ro, al¨¦m de Olivia, quem mais poderia ser t?o importante para Daniel a ponto de esperar? ¡°Secret¨¢ria Souza, voc¨º chegou.¡± Bruno se aproximou, cumprimentando¨Ca proativamente. Olivia o viu e respondeu um sorriso educado: ¡°Assistente Bruno, voc¨º ainda n?o saiu?¡± Bruno respondeu: ¡°Estou saindo agora. Tinha nejado ficar e fazer hora extra o Sr. Griera, mas ele me expulsou. Nem sei quem o Sr. Griera est¨¢ esperando, parece que n?o quer ser iodado.¡± Havia uma insinua??o nas pvras de Bruno. Depois de ouvir isso, o sorriso de Olivia se tornou um pouco r¨ªgido, mas manteve a cordialidade e disse: ¡°Bruno ¨¦ t?o inteligente e ainda assim n?o sabe quem o Sr. Griera est¨¢ esperando,o eu saberia? Preciso fr o Sr. Griera, ele ainda est¨¢ no escrit¨®rio?¡±Property ? N?velDrama.Org. ¡°Sim, talvez ele esteja esperando justamente p secret¨¢ria Souza.¡± Bruno sorriu de maneira apropriada e, ap¨®s uma leve inclina??o de cabe?a em sinal de cortesia para Olivia, entrou no elevador e fechou as portas. Olivia se sentiu muito desamparada, pois Bruno era sempre assim. Olivia chegou ¨¤ porta do escrit¨®rio de Daniel e bateu. Com permiss?o concedida, entrou. Daniel estava sentado ¨¤ mesa, sua alta estatura sentado na cadeira de couro preto, exndo uma presen?a profunda e intimidadora. A respira??o de Olivia desacelerava instintivamente quando se aproximou de Daniel, pois estava muito nervosa. colocou a pasta cuidadosamente na mesa e disse: ¡°Aqui est¨¢ o contrato e a chave da casa no Capital.¡± Antes de vir, lutara consigo mesma. Era a ¨²nica coisa que Sergio havia deixado para , e realmente n?o queria entreg¨¢ a 10:06 Capitulo 916 Daniel. Mas sabia que, uma vez que Daniel prop?s trocar casa por casa, tinha que entregar a chave. Como Daniel poderia permitir que guardasse algo que Sergio lhe dera? Seu desejo de controle era t?o forte, e seu senso de posse t?o intenso, que ele nunca permitiria que mantivesse um presente de Sergio. ¡°Voc¨º veio at¨¦ aqui s¨® para fr sobre isso?¡± Daniel olhou para olhos escuros, sua presen?a tornando¨Cse fria, seu rosto tenso. ¡°Esque?a, se voc¨º n?o quer lidar isso, finja que eu nem vim.¡± Olivia ficou descontente e estendeu a m?o para pegar a pasta. O pulso de Olivia foi apertado por sua m?o grande. Seu cora??o apertou e olhou diretamente nos olhos de Daniel, que eram t?o profundos: ¡°Voc¨º ¨¦ bem temperamental, hein?¡± Seu olhar frio a fixou, amea?adoro se quisesse devor¨¢. ¡°Eu j¨¢ disse ontem ¨¤ noite: se voc¨º se ioda a casa que Sergio me deixou, ent?o a troque por outra. Agora voc¨º me deu uma mans?o, n?o ¨¦ isso que estamos trocando p casa? Eu trouxe os documentos, n?o era isso que t¨ªnhamosbinado?¡± Olivia tentou girar o pulso para se libertar, mas a m?o dele erao um alicate, apertando firmemente, e n?o conseguia se soltar. Quanto mais lutava, mais apertado ele segurava, causando uma dor ardente em sua pele. Daniel se levantou, sua alta estaturan?ando uma sombra sobre Olivia, e uma presen?a invasiva, parecia que poderia varrer e devorar sua alma inteiramente. O cora??o de Olivia tremia e, no segundo seguinte, Daniel puxou¨Ca para o meio das pernas dele. ¡°Ah!¡± Olivia gritou, seu corpo n?o obedecendo aos seus pr¨®priosandos. Cap铆tulo 917 Cap¨ªtulo 917 Olivia foi arrastada por sua for?a, contornando a mesa do escrit¨®rio, cambaleando at¨¦ ficar diante dele, que um aperto segurou seu queixo, erguendo seu rosto, seus olhos fr¨ªos e escuros fixos nos d. Nas profundezas de suas irises negras, chamas ardiam: ¡°Sergio, Sergio, voc¨º pode parar de dizer esse nome na minha frente? Voc¨º est¨¢ desapontado por n?o poder morar na casa que ele lhe deixou, n?o ¨¦? Olivia, encare a realidade, Sergio est¨¢ morto! Neste mundo, ele n?o existe mais!¡± Daniel falou entre dentes cerrados, a respira??o pesada e ¨¢spera para Olivia. Seu olhar fixo em Olivia era de raiva, urg¨ºncia e at¨¦ um desamparo que era dif¨ªcil de perceber. Ele estava raiva e ci¨²me porque n?o conseguia fazer que esquecesse Rodrigo. Um golpe duro atingiu o cora??o de Olivia, uma dor que queimavao fogo se espalhando instantaneamente de dentro para fora. A dor em seu pulso e queixo era nada perto da que sentia no cora??o. A dor e a repress?o que Olivia sempre escondeu foram trazidas ¨¤ tona por Daniel, seus olhos brilhavam l¨¢grimas que lutava para n?o deixar cair, desafiadoramente irritada, encarando Daniel. ¡°Voc¨º sabe melhor do que ningu¨¦mo ele morreu, n?o ¨¦? Daniel, voc¨º ¨¦ o tio dele, viu ele morrer bem na sua frente, voc¨º n?o sente nem um pouco de culpa?¡± L¨¢grimas ca¨ªram de seus olhos enquanto Olivia fva a voz trem e a respira??o irregr. havia perguntado para Daniel por que ele esperou Sergio morrer para que o departamento de r??es p¨²blicas do Grupo Griera anunciou que a explos?o foi causada por um defeito nos celres produzidos p Tologia Ser¨¦lia Ltda., uma subsidi¨¢ria do Grupo Griera, e que a empresa compensaria as fam¨ªlias das v¨ªtimas sete milh?es em repara??o! Por que resolver isso s¨® depois da morte de Sergio? Eo ele respondeu? Ainda sua postura arrogante e inquestion¨¢vel, disse que ousava questionar suas decis?es empresariais! Sim, n?o poderia questionar suas estrat¨¦gias de neg¨®cios, ele era o favorito do Deus, um g¨ºnio dos neg¨®cios. Suas decis?es empresariais eram sempre as mais acertadas! Mas tamb¨¦m as mais cru¨¦is. T?o cru¨¦is que a vida de seu pr¨®prio sobrinho n?o valia mais do que os interesses e decis?es 1/2 10-06 Capitulo 917 de neg¨®cios! No que diz respeito a , Rodrigo n?o morreu na explos?o, ele morreu porque Daniel o for?ou a isso. Quando Olivia estava l¨²cida, poderia suportar em sil¨ºncio, nejando se aproximar de Daniel para que ele baixasse a guarda e pudesse encontrar uma oportunidade para levar as crian?as e ir embora.Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Mas agora, aporta da dor em seu cora??o havia se aberto,o uma inunda??o corroendo seu ser, n?o conseguia mais se conter e questionou Daniel. As emo??es nos olhos de Daniel se tornaram maisplexas, e a raiva e a dor fizeram que ele fsse contra sua vontade, incontrvelmente. ¡°O que voc¨º disse? Culpa? Olivia, eu, Daniel, nunca me sentirei culpado por nada nesta vida! Voc¨º ainda est¨¢ apaixonada pelo Rodrigo, n?o est¨¢? Mas ele est¨¢ morto! Eu vou fazer que voc¨º me are!¡± O rosto de Daniel estava sombrio e assustador, seu h¨¢lito gdoo se pudesse congel¨¢. Ele apertou os dentes, contendo sua raiva enquanto fva. Daniel deu a Sergio in¨²meras chances de admitir seus erros, poderia ter resolvido tudo por ele, mas Sergio insistiu que a explos?o foi culpa de Daniel! Rodrigo o estava for?ando a ceder sua autoridadeo CEO do Grupo Griera! Daniel nunca carregaria o fardo por outra pessoa! Mas por causa da morte de Sergio, todo o Grupo Griera teve que assumir a responsabilidade! Do que ele se arrependeria? Seu ¨²nico arrependimento foi n?o ter enviado Sergio para a pris?o mais cedo! ¡°O que voc¨º vai fazer?¡± Olivia viu o rosto sombrio e amea?ador de Daniel e se assustou, seus olhos se estreitando. ¡°Ah!¡± No segundo seguinte, ele segurou sua cabe?a, for?ando¨Ca a se ajoelhar diante dele. Ele desabotoou seu pr¨®prio z¨ªper. Cap铆tulo 918 Cap¨ªtulo 918 Ap¨®s o t¨¦rmino, Olivia jazia no sof¨¢, exausta, Daniel vestiu¨Cse, retomando sua apar¨ºncia impec¨¢vel e distinta, um ar intimidador. Parecia que a paix?o fervorosa de momentos antes n?o o havia afetado nem um pouco. Com uma m?o, ele abotoava sua camisa uma calma que lembrava a de um le?o selvagem da selva, andou at¨¦ perto do sof¨¢, inclinou¨Cse e, o polegar e o indicador, segurou o queixo de Olivia, girando seu rosto para que o encarasse diretamente. Seus olhos escuroso a noite eram profundos e frios, sem tra?o algum do rouquid?o p¨®s¨Cevento. ¡°Eu vou fazer que seu corpo, sua boca, seu cora??o estejam repletos da minha presen?a! Enquanto voc¨º continuar devaneios, n?o ter¨¢ um dia de paz, entendeu?¡± Sua respira??o g¨¦lida assoprava em seu rosto, friao gelo. Olivia sentiu um estremecimento e foi for?ada a olh¨¢¨Clo nos olhos, que refletiam apenas terror, panico e medo. ¡°Daniel, o que voc¨º quer de mim, afinal? Cof, cof¡­¡°, disse Olivia, desesperan?ada e exausta, olhando para ele em panico. Quando falou, percebeu que sua voz estava t?o rouca que mal conseguia fr. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. O que Daniel havia feito era um verdadeiro pesadelo. ¡°O que eu quero de voc¨º? Voc¨º saber¨¢ no final!¡°, disse Daniel, cerrando os dentes. Ele soltou o queixo d, pegou o cobertor fino do sof¨¢ e o jogou sobre , cobrindo seu corpo. Ele se levantou, afastou¨Cse passadasrgas e saiu do escrit¨®rio. Olivia se sentiao uma folha ao vento, ca¨ªda e fraca no sof¨¢, assistindo a silhueta alta e imponente de Daniel se afastar. A porta do escrit¨®rio se fechou, e Olivia desmoronou no sof¨¢, l¨¢grimas escorrendo pelos cantos dos olhos. mordia o l¨¢bio para n?o chorar em voz alta. A dor f¨ªsica, a rouquid?o na garganta e o medo psicol¨®gico. Daniel erao um dem?nio vindo do inferno, terr¨ªvel demais, e seu corpo inteiro tremia. Alguns dias depois. Depois do trabalho, Olivia saiu do Grupo Fontes e estava prestes a atravessar a rua para esperar o ?nibus. sto que tanto detestava. Capitulo 918 Olivia ficou tensa e alerta, tentando contornar a pessoa que bloqueava seu caminho. Gabriel recuou alguns passos e bloqueou seu caminho novamente, um sorriso falso: ¡°Olivia, faz tempo que n?o nos vemos, tenho saudades de voc¨º, minha filha. Por que voc¨º n?o quis me ver??¡± Olivia, contendo sua raiva fervente e um olhar frio, disparou: ¡°Gabriel, eu n?o quero te ver, suma da minha frente agora!¡± ¡°N?o fale assim, sua m?e e eu estamos muito bem. Recentemente, tivemos nossos momentos mais felizes¡°, disse Gabriel, ainda em seu caminho, impass¨ªvel. Ao ouvir isso, Olivia tremeu de raiva e n?o conseguiu mais se conter, encarando Gabriel f¨²ria: ¡°C a boca! Eu vou chamar a pol¨ªcia agora mesmo!¡± Olivia estava t?o furiosa que tremia, pegou o celr para ligar para a pol¨ªcia. Gabriel arrancou o celr de sua m?o. Olivia tentou pega¨Clo de volta, mas Gabriel ergueu o bra?o, impedindo¨Ca de alcan?¨¢¨Clo, seu rosto escureceu: ¡°Eu tenho um v¨ªdeo aqui, e se voc¨º chamar a pol¨ªcia, vou divulg¨¢¨Clo. Voc¨º n?o tem ideia deo sua m?e aproveita estarigo. Se todo o pa¨ªs visse, voc¨º acha que conseguiria sair na rua sem ser apontada? poderia at¨¦ n?o suportar.¡± Cap铆tulo 919 Cap¨ªtulo 919 A atitude de Olivia em tentar agarrar o celr parou abruptamente, seus olhos se avermelharam e, com os punhos cerrados e o corpo tremendo, quando encarou Gabriel, preciso um grande autocontrole para n?o avan?ar e lutar ele! ¡°H¨¢ uma cafeteria ¨¤ frente, vamos sentar e conversar¡°, disse Gabriel, sem se importar a apar¨ºncia furiosa e irritada de Olivia, mantendo um sorriso nos l¨¢bios enquanto entregava o celr a . Com os dentes quase triturados pelo esfor?o, Olivia teve que engolir toda sua raiva e rancor, arrancando o celr da m?o dele e se virando para ir embora. Gabriel estava prestes a dizer algo, mas ao ver que estava indo na dire??o da cafeteria, ele parou de fr e um sorriso satisfeito surgiu em seus l¨¢bios, seguindo¨Ca. Gabriel pediu um caf¨¦ cheio e perguntou a Olivia o que gostaria de beber. Com o rosto frio, respondeu: ¡°N?o preciso de nada, o que voc¨º quer dizer? N?o tenho tempo a perder!¡± ¡°Olivia, afinal de contas, somos pai e filha, mas voc¨º n?o mostra nenhum afeto por mim. Eu aceito, afinal, nunca cumpri meu dever de pai. ¨¦ normal que nossos sentimentos sejam frios.¡± Gabriel levantou a x¨ªcara de caf¨¦ e deu um gole. Ele n?o se esqueceria deo Olivia o enganou, levando trezentos milh?es de suas m?os. Quando ele estava pendurado no cabo de a?o, que medo e terror sentiram! sabia? Felizmente, ele tinha uma vida resistente e foi salvo. ¡°Gabriel, se voc¨º tem um pingo de humanidade, apague esse v¨ªdeo e nunca mais se aproxime da minha m?e!¡± Olivia disse os punhos cerrados e o corpo tenso, tentando contrr sua raiva. ¡°Como assim? Eu e sua m?e temos um ¨®timo rcionamento. Se eu n?o a vir, definitivamente sentir¨¢ minha falta.¡± Gabriel continuou sua atitude despreocupada e presumida. Suas pvras eram suficientes para enfurecer Olivia at¨¦ a morte! Olivia respirava dificuldade, rangendo os dentes: ¡± O que eu tenho que fazer para que excluas o v¨ªdeo??¡± ¡°¨¦ simples, se voc¨º ajudar minha filha Wilma Dias a conquistar Daniel e fazer d a mulher dele, eu apago o v¨ªdeo sua m?e.¡± Gabriel falou, continuando a beber seu caf¨¦o se estivesse discutindo um assunto banal. Para Olivia, as pvras soavam extremamente irritantes e odiosas. Gabriel queria que Wilma se tornasse a mulher de Daniel? Depois do choque inicial, Olivia rapidamente se acalmou. 1/2 10:07 Capitulo 919 N?o era dif¨ªcil entender as inten??es de Gabriel; sabendo que n?o conseguiria lidar Olivia e seu beb¨º, ele quer¨ªa que Wilma se aproximasse de Daniel e se tornasse a mulher dele. Wilma era a filha biol¨®gica de Gabriel, que cresceu ao seudo, um forte v¨ªnculo afetivo. Se Wilma se tornasse a mulher de Daniel, Gabriel poder¨ªa obter infinitos benef¨ªcios atrav¨¦s d. Que ilus?o! Property ? N?velDrama.Org. Como Olivia poder¨ªa permitir que uma mulhero Wilma se tornasse a madrasta de seu filho? Mas Gabriel tinha o v¨ªdeo de sua m?e, e se n?o concordasse, dado o n¨ªvel de desfa?atez de Gabriel ele certamente divulgar¨ªa o v¨ªdeo. Sua m?e j¨¢ havia tentado o suic¨ªdio uma vez por n?o suportar o golpe; se acontecesse novamente, Olivia n?o poderia garantir que salvar¨ªa a vida de sua m?e. Olivia n?o podia se arriscar. Tremendo de raiva e respirando dificuldade, ao ver o olhar amea?ador de Gabriel, teve que concordar, rangendo os dentes. ¡°Tudo bem, eu concordo. Apague o v¨ªdeo primeiro, e eu darei um jeito de criar uma oportunidade para Wilma!¡± Olivia tentou negociar da melhor forma poss¨ªvel. Gabriel sorriu brevemente e disse: ¡°Como assim? E se eu apagar o v¨ªdeo e voc¨º mudar de ideia? Fiquei tranqu, enquanto voc¨¦ ajudar, o v¨ªdeo jamais ser¨¢ divulgado. Quando Wilma se tornar a mulher de Daniel eu destru¨ªreipletamente o v¨ªdeo.¡± Como posso confiar em voc¨º? Se voc¨º n?o apagar, eu n?o ajudarei Wilma a criar essa oportunidade!¡± Olivia falou, tentando pegar o celr de Gabriel para tir¨¢¨Clo. Cap铆tulo 920 Cap¨ªtulo 920 Gabriel tinha um olhar muito sinistro nos olhos, mas Ol¨ªvia n?o o viu. Gabriel manteu um semnte sorridente. Colocou a x¨ªcara de caf¨¦ dedo, tirou o celr do bolso e disse: ¡°Talvez voc¨º ainda n?o saiba o qu?o interessante ¨¦ esse v¨ªdeo, vou te enviar para voc¨º ver.¡± Assim que terminou de fr, o celr de Olivia tocou. Gabriel o havia enviado um v¨ªdeo. Olivia o abriu e o conte¨²do foi t?o chocante que lhe causou arrepios, sua circ??o parecia reverter e a respira??o ficou dif¨ªcil. mal conseguiu ver o in¨ªcio e j¨¢ n?o podia mais continuar, rapidamente desligou o v¨ªdeo. Seu rosto tremia raiva e tristeza, e encarou Gabriel ¨®dio: ¡°Apague o v¨ªdeo, apague!¡± Text ? by N0ve/lDrama.Org. Suas pvras sa¨ªram quase que rosnadas, uma raiva profunda. No v¨ªdeo, Teresa estava sendo oprimida por Gabriel, lutando incessantemente, mas em v?o. Como Teresa deve ter se sentido desesperada naqu hora. S¨® de pensar nisso, o cora??o de Olivia apertava e torcia de dor. Gabriel, ao ver os olhos de Olivia vermelhos de ¨®dio, sem poder fazer nada contra ele, sorriu satisfeito, pegou a x¨ªcara de caf¨¦ novamente e disse: ¡°Mesmo que eu apague o v¨ªdeo do meu celr, eu tenho muitas c¨®pias. Olivia, voc¨º ¨¦ inteligente, deve saber o que fazer para garantir a seguran?a do v¨ªdeo. Se at¨¦ voc¨º n?o aguenta ver, imagine Teresa?¡± As m?os de Olivia estavam tensas, suas unhas cravavam na carne de tanta raiva, mas diante da desfa?atez de Gabriel, se sentia impotente. respirava pesadamente, tremendo ligeiramente e fechou os olhos profundamente, tentando conter o impulso de mat¨¢¨Clo. Quando abriu os olhos novamente, havia um tra?o de calma: ¡°Ent?o, se Wilma se tornar a mulher do Daniel, voc¨º vai apagar todos os v¨ªdeos?¡± ¡°ro, eu sempre cumpro o que prometo. Al¨¦m disso, eu sou seu pai,o poderia mentir para voc¨º?¡± disse Gabriel. Olivia, contendo sua repulsa profunda por ele, deu um sorriso frio e disse: ¡°S¨® espero que voc¨º morra logo!¡± Dito isso, se levantou e saiu, sem querer passar mais um segundo olhando para a express?o de Gabriel. O sorriso de Gabriel permaneceu, indiferente ¨¤s pvras de Olivia. O que aqus pvras poderiam fazer contra ele? N?o passavam de um desabafo. Originalmente, Gabriel esperava usar o rcionamento de Olivia Daniel para obter vantagens para si atrav¨¦s da filha. 10:07 7 Capitulo 920 Mas desde aqu vez em que Olivia o enganou para subir uma montanha, deixando¨Co pendurado em uma tirolesa e for?ando¨Co a devolver aquele dinheiro, sem se importar sua vida ou morte. Gabriel mudou de ideia. Afinal, ele e Olivia, embora pai e filha, n?o tinham?os afetivos e ele n?o podia confiar n. Melhor era preparar Wilma para ser a mulher de Daniel. Wilma era sua filha biol¨®gica Mariana, crescida ao seudo, sempre consideraria o bem¨Cestar de seu pai. Uma vez que Wilma se tornasse a mulher de Daniel, o que ele pedisse a Daniel por meio d n?o seria f¨¢cil de conseguir? Al¨¦m do mais, Wilma tamb¨¦m estava interessada em Daniel, apenas n?o tinha encontrado a oportunidade. Como Olivia tinha um bom rcionamento Daniel, pedir a que fizesse a conex?o era a melhor op??o. Gabriel tomou o resto do caf¨¦ de um gole, levantou¨Cse e saiu do caf¨¦, era hora de ir ¨¤ Comunidade Lej¨¢ para um reencontro Teresa. Chegando ¨¤ Comunidade Lej¨¢, Gabriel abriu a porta e chamou: ¡°Teresa, est¨¢ saudades? Vim visitar voc¨º.¡± Ningu¨¦m respondeu. Gabriel entrou, abriu a porta do quarto, esperando ver Teresa, mas o quarto estava vazio. Ele procurou em outros lugares da casa, mas Teresa n?o estava em lugar nenhum. Percebendo algo errado, abriu o guarda¨Croupa e viu que as roupas haviam desaparecido. Gabriel ent?o soube que Teresa tinha se mudado! Ele estava uma express?o sombria no rosto, pensando consigo mesmo: e da¨ª se se mudou? N?o ¨¦ s¨® uma quest?o de alugar outra casa? Bastaria ele fazer algumas perguntas ao corretor para descobrir onde morava. Teresa n?o poderia fugir; teria que suportar o amor dele por toda a vida! Gabriel estava prestes a sair, caminhando em dire??o ao hall de entrada, quando algo brilhante chamou sua aten??o. Seguindo o reflexo, ele olhou para o m¨®vel perto da porta e viu um cr de diamantes. O pingente tinha a forma de uma nuvem, e ao redor da nuvem, uma fileira de diamantes estava incrustada. Gabriel, que por tantos anos circulou entre as mulheres ricas, j¨¢ tinha visto de tudo. Sua especialidade era reconhecer a autenticidade e o valor das joias. Ele podia dizer o pre?o de uma joia apenas um olhar. Cap铆tulo 921 Cap¨ªtulo 921 Caso contr¨¢rio,o ele poderia saber qual mulher era uma senhora rica? Ele identificava quem tinha dinheiro justamente p qualidade das joias que usavam. Ele percebeu de imediato que aquele cr era especial, valendo milh?es! ¡°Ah, t?o valioso e n?o levar consigo? Se n?o quer, eu aceito.¡± Gabriel disse, rindo para si mesmo enquanto segurava o cr de nuvens em sua m?o e o levava. Olivia estava sentada no Uber, a caminho da mans?o Porto Estr de Sol, querendo visitar sual m?e e passar mais tempo , sem sabero estava seu humor agora. estava preocupada Teresa nos ¨²ltimos dias, mas mesmo assim tinha ido ¨¤ Vi Serenidade duas vezes para ver as crian?as. Hoje, decidiu deixar as crian?as dedo e se concentrar em estar aodo de Teresa. S¨® de pensar no conte¨²do daquele v¨ªdeo, seu cora??o se apertava e sua respira??o se tornava ofegante inconscientemente. A dor que Teresa suportou naquele dia era al¨¦m do que Olivia poderia imaginar; estava t?o desesperada, t?o desamparada, e Olivia n?o estava ao seudo. Sentada no Uber, Olivia sentiu uma mistura de tristeza e impot¨ºncia. Gabriel tinha o v¨ªdeo de Teresa, o qual ele poderia amea?¨¢ ¨¤ vontade. O que deveria fazer? Como poderia resolver essa situa??o? Contar diretamente para Daniel, seria poss¨ªvel? Ele tinha poder e influ¨ºncia, n?o havia nada que n?o pudesse fazer; se contasse a ele, certamente ele resolveria tudo rapidamente. Olivia pensava emo abordar o assunto quando a imagem de alguns dias atr¨¢s no escrit¨®rio de Daniel lhe veio ¨¤ mente. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Ele a fez ajoelhar¨Cse ao seudo, fazendo¨Ca suportar sua ira. A sensa??o de sufocamento invadia seu peito e garganta. ¡°rgh¡­¡± De repente, Olivia sentiu um enjoo ee?ou a retorcer¨Cse. rapidamente cobriu a boca, enquanto l¨¢grimas rvam livremente de seus olhos. Daniel era t?o imc¨¢vel e cruel ; al¨¦m disso, ele odiava Gabriel e sabia da r??o entre sua m?e e Gabriel. Se Daniel soubesse que sua m?e tinha sido vida por Gabriel, provavelmente ele se regozijaria a desgra?a d,o poderia querer ajud¨¢? 10:07 Cap¨ªtulo 921 Contar isso a Daniel s¨® iria expor a humilha??o de Teresa diante dele, sujeitando¨Ca ao seu esc¨¢rnio, e nada seria resolvido. Se fsse, s¨® faria que Daniel a desprezasse e humilhasse ainda mais! definitivamente n?o podia contar! teria que contar consigo mesma! Olivia, voc¨º vai encontrar uma maneira, certamente h¨¢ uma maneira de lidar Gabriel e destruir aquele v¨ªdeo! Olivia segurava o crinho de sua roupa, mordendo a unha do polegar, seu cora??o tr¨ºmulo come?ava a se fortalecer. Logo, o Uber chegou ¨¤ vi. Olivia controlou suas emo??es e desceu. tinha que parecer feliz e contente diante de Teresa, n?o podia deixar Teresa perceber nada, pois se Teresa soubesse que Gabriel estava a amea?ando o v¨ªdeo, isso aumentaria ainda mais sua press?o. E se Teresae?asse a pensar demais, acreditando que era um fardo, e tomasse alguma decis?o precipitada¡­ Olivia n?o se atreveu a pensar mais. Cap铆tulo 922 Cap¨ªtulo 922 Nos ¨²ltimos tempos, Daniel vinha panhando atentamente a localiza??o do cr, que permanecia im¨®vel na Comunidade Lej¨¢. Anteriormente, Olivia o havia enganado, fazendo¨Co acreditar que estava em casa, panhando sua m?e, quando, na verdade, havia deixado o cr na Comunidade Lej¨¢ para encontrar¨Cse Rodrigo Melo. O cr n?o havia sido movido. Daniel monitorava o cr para descobrir para verificar quando Olivia se lembrar¨ªa de sua exist¨ºncia e o retiraria. Hoje, ao verificar o rastreador, o cr havia se movido. Contudo, a nova localiza??o era peculiar, estava numa loja da pr¨®pria marca. Da ¨²ltima vez que o cr aparecera numa loja da marca, fora quando Vit¨®ria Moraes roubou o cr de Olivia inten??o de vend¨º¨Clo. E agora, qual seria a situa??o? Ser¨¢ que Olivia pretendia vender o presente que ele lhe dera? Os olhos de Daniel se estreitaram, e uma aura pesada o envolveu. Enquanto isso, Gabriel retirar o cr de nuvens da Comunidade Lej¨¢, ele se dirigiu sem demora ¨¤ loja especializada da marca e disse diretamente ao atendente: ¡°Eu quero vender este cr. A lojapra pe?as usadas por 80% do pre?o original, correto?¡± Gabriel possu¨ªa experi¨ºncia na venda de joias e estava familiarizado o pre?o de rpra. ¡°Sim, senhor, ¨¦ necess¨¢rio autenticar a pe?a,¡± respondeu o atendente cortesia. ¡°ro,¡± Gabriel concordou, ciente da necessidade, e passou o cr ao atendente. O atendente acenou a cabe?a e, cuidado, levou o cr para a equipe de autentica??o. Property ? N?velDrama.Org. O especialista analisou o cr meticulosamente, e sua express?o se tornou grave; ele sussurrou algo ao ouvido do atendente. A express?o do atendente mudou imediatamente. voltou para Gabriel, um olhar de incerteza e apreens?o, e disse: ¡°Senhor, o senhor tem certeza de que este cr ¨¦ seu?¡± Gabriel respondeu: ¡°¨¦ ro que pertence. Como mais estaria em minha posse?¡± 10:07 Capitulo 922 Com hesita??o na voz, o atendente disse: ¡°Senhor, este cr ¨¦ uma edi??o exclusiva,, ¨²nica no mundo, e foi eendado pelo presidente do Grupo Griera, Daniel. Sem a autoriza??o dele, n?o podemos proceder a venda. Lamento muito.¡± O atendente devolveu o cr a Gabriel. Gabriel ficou tenso, sua expectativa de ganho financeiro foi substitu¨ªda por um sinal de apreens?o ao perceber que o cr tinha sido uma eenda pessoal de Daniel para Olivia. Gabriel pegou o cr de volta e, ao virar¨Cse, avistou uma figura imponente entrando no estabelecimento. O rec¨¦m¨Cchegado tinha uma postura ereta e uma presen?a nobre, seguran?as ao seu redor em uma forma??o imponente. O rosto de Gabriel empalideceu, o panico brilhou em seus olhos, mas rapidamente ele tentou se rpor e for?ou um sorriso falso: ¡°Sr. Griera, que coincid¨ºncia¡­¡± Daniel avan?ou passos elegantes em sua dire??o, o olhar prante logo fixou¨Cse no cr em suas m?os. Seu rosto escureceu, e uma aura fria emanava dele enquanto se aproximava de Gabriel. Gabriel pensou que poderia disfar?ar, mas a presen?a dominadora de Daniel era avassdora. Uma frieza cortante o atingiao uma brisa g¨¦lida, fazendo seus passos recuarem instintivamente. ¡°O senhor se acha digno de tocar no que ¨¦ meu?¡± A voz de Daniel era afiadao uma lamina, lan?ando um olhar cortante a Gabriel, ele acenou discretamente para seus seguran?as. Os seguran?as, prontamentepreendendo, avan?aram suas posturas robustas. Gabriel, intimidado p poderosa presen?a, recuou ainda mais, oferecendo o cr: ¡°Eu o encontrei, desconhecendo a quem pertencia. Minhas sinceras desculpas, devolverei a pe?a.¡± Cap铆tulo 923 Cap¨ªtulo 923 O seguran?a arrancou o cr das m?os dele e avan?ou em sua dire??o passosrgos. Gabriel, aterrorizado, recuou at¨¦ que suas costas se chocaram contra o balc?o da loja, sem ter para onde fugir. O seguran?a agarrou seu crinho e ergueu o punho. Gabriel, ao ver aquele punho amea?ador, arregalou os olhos de medo e rapidamente implorou por miseric¨®rdia: ¡°Sr. Griera, tenha piedade, eu juro que nunca mais vou tocar em suas coisas¡­ Ah!¡± Antes que Gabriel terminasse de fr, o punho do seguran?a desceu, acertando sua ¨®rbita ocr. Gabriel foi golpeado at¨¦ enxergar estrs, tonto e desnorteado, n?o teve tempo de se recuperar quando uma sequ¨ºncia de socose?ou a atingi¨Clo. ¡°Ah, ah, ah!¡± Gabriel gritou em agonia. Os funcion¨¢rios da loja, aterrorizados, se esconderam, sem ousar fazer um som. As pessoas no shopping, ao verem a cena, se afastaram assustadas, sem coragem at¨¦ de assistir ¨¤ confus?o. Os seguran?as vestidos de preto eram ramente bem treinados e pareciam perigosos, ningu¨¦m queria provoc¨¢¨Clos. Gabriel,o um saco de pancadas, foi atingido por v¨¢rios socos e caiu no ch?o, mas o seguran?a n?o parou, continuou a agredi¨Clo socos e chutes. Gabriel se encolheu, protegendo a cabe?a as m?os,o um c?o abandonador. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Somente quando parou de se mover e desmaioupletamente, o seguran?a cessou os golpes. O seguran?a ent?o se virou e entregou o cr a Daniel: ¡°Sr. Griera, aqui est¨¢ a objeto.¡± Daniel, desgosto, n?o estendeu a m?o para peg¨¢¨Clo. Como poderia querer algo que Gabriel havia manuseado? Ele olhou friamente para o funcion¨¢rio da loja: ¡°Leve isso e fundir!¡± A autoridade fria e amea?adora fez que todos temessem desobedec¨º¨Clo. O funcion¨¢rio rapidamente se aproximou e pegou o cr das m?os do seguran?a, levando¨Co para ser fundido. Aquele cr, avaliado em milh?es, foi transformado em l¨ªquido na fornalha, apenas os diamantes ao redor do pingente em forma de nuvem sobrevivendo ao calor, mantendo sua forma original. 1/2 10:07 Cap¨ªtulo 923 Logo, o gerente geral da loja de grife chegou apressado, ao saber que o cr de Daniel havia sido fundido ali mesmo. Com rever¨ºncia, ele disse: ¡°Sr. Griera, o cr foi feito sob eenda por cinquenta milh?es, e nossa loja realizar¨¢ a transferencia o valor para a conta do Grupo Griera imediatamente.¡± Quem ousaria tirar vantagem de Daniel? As pessoas do shopping bajvam Daniel,o se atreveriam a engan¨¢¨Clo? Aproveitar¨Cse de uma pequena vantagem poder¨ªa resultar em grandes perdas, e isso era algo que todos que circvam no¨¦rcio entendiam muito bem. Afinal, era Daniel, o rei do poder no shopping, que detinha o controle de vida e morte do c¨ªrculo comercial. Quem ousaria ofend¨º¨Clo? ¡°Vou fornecer uma conta, voc¨º realize a transfer¨ºncia do dinheiro para l¨¢.¡± Disse Daniel, partindo seus seguran?as. ¡°Sim, sim, ro.¡± O gerente geral respondeu prontamente, panhando Daniel at¨¦ seu carro e observando enquanto o ve¨ªculo partia antes de retornar ao shopping. Naquele momento, muitas pessoas j¨¢ estavam observando Gabriel, que jazia desmaiado no ch?o, e come?aram aentar entre s¨ª. ¡°Esse cara deve estar morto, hein?¡± ¡°Olha s¨®, ele cuspiu tanto sangue, provavelmente est¨¢ morto.¡± Ao ouvir osent¨¢rios, o gerente geral rapidamente chamou um dos funcion¨¢rios: ¡°R¨¢pido, ligue para o 120 e tire¨Co daqui.¡± Era o territ¨®rio da sua loja, e se algu¨¦m morresse ali, isso afetaria os neg¨®cios. Se fosse levado pelo 120 e morresse no hospital, n?o teriam mais responsabilidade. O funcion¨¢rio, assustado, acenou a cabe?a v¨¢rias vezes e, em panico, perguntou: ¡°Gerente, devemos chamar a pol¨ªcia?¡± O gerente geral imediatamenten?ou um olhar severo ao funcion¨¢rio e o repreendeu fortemente: ¡°Voc¨º ¨¦ burro? Com essa situa??o, voc¨º se atreve a chamar a pol¨ªcia? N?o quer mais trabalhar na Capital, ¨¦ isso?¡± Cap铆tulo 924 Cap¨ªtulo 924 O funcion¨¢rio, apavorado, fechou a boca imediatamente e, os dedos tr¨¦mulos, telefonou para o n¨²mero de emerg¨ºncia 192. Logo em seguida, Gabriel foi removido p ambulancia. Olivia estava em casa jantando Teresa quando seu celr tremeu, indicando a chegada de uma mensagem. rapidamente pegou o telefone, nervosa ao verificar, pois desde que Gabriel the enviara um v¨ªdeo, permanecia em alerta constante, temendo que Gabriel, desprovido de humanidade, pudesse mandar v¨ªdeos para intimid¨¢ a qualquer momento. O v¨ªdeo que Gabriel havia enviado mais cedo tinha sidopletamente apagado assim que deixou cafeteria. Se Gabriel mandasse outro e Teresa visse por acidente, as consequ¨ºncias ser¨ªam impens¨¢veis. Olivia percebeu a mensagem n?o era de Gabriel, mas sim do banco. O banco informava um dep¨®sito em sua conta, um n¨²mero 5 seguido de v¨¢rios zeros. Olivia pensou inicialmente que fosse seu sal¨¢rio, que deveria ser de cinquenta mil reais, mas ao contar os zeros cuidadosamente¡­ Meu Deus, eram cinquenta milh?es! achou que havia se enganado e verificou novamente, mas o valor permanecia o mesmo: cinquenta milh?es! O que estava ocorrendo? Quem teria depositado cinquenta milh?es em sua conta? abriu rapidamente o aplicativo do banco no celr para verificar o hist¨®rico de transa??es. O extrato mostrava que o dinheiro tinha sido transferido por uma empresa de joias.. n?o tinha nenhum envolvimento a joalheria, ent?oo teria recebido cinquenta milh?es de repente? Teresa, sentada diante de Olivia durante o jantar, notou as mudan?as de express?o e perguntou preocupa??o: ¡°Olivia, o que se passa?¡± Property ? N?velDrama.Org. ¡°Ah, n?o ¨¦ nada, parece que ocorreu um engano uma transa??o na empresa e acabou chegando na minha conta. Prossiga seu jantar, m?e, vou ligar para esrecer.¡± Olivia disse a Teresa antes de se retirar para seu quarto o telefone em m?os. telefonou primeiro para a joalheria. Capitulo 924 A empresa de joias disse: ¡°Dona Nunes, n?o houve nenhum erro de transfer¨ºncia. Foi o Sr. Griera quem efetuou o dep¨®sito em nossa conta. N?o deve haver nenhum engano..¡± Sr. Griera? ¡°Daniel?¡± Olivia expressou sua confus?o. ¡°Correto,¡± a voz do outrodo confirmou. Olivia ficou perplexa e indagou: ¡°Por que Daniel mandaria voc¨ºs depositarem cinquenta milh?es na minha conta?¡± ¡°Veja bem.. Senhora Nunes, o Sr. Griera tinha eendado um cr de nuvens, que hoje apareceu em nosso balc?o, provavelmente encontrado por algu¨¦m que pretendia vend¨º¨Clo. Quando o Sr. Griera ficou sabendo, ele espancou a pessoa e jogou o cr diretamente no forno para derret¨º¨Clo, considerandoo uma recupera??o da nossa parte. Ent?o, ele nos instruiu a transferir o dinheiro diretamente para a sua conta.¡± A explica??o do funcion¨¢rio foi ra, elucidando o ocorrido. Olivia se sentiu confusa, ainda processando a informa??o. Mas se fixou no posto¨Cchave do cr de nuvens. Os cinquenta milh?es vinham da troca do cr de nuvens. ¡°Voc¨ºs t¨ºm ideia de quem achou o cr e tentava vend¨º¨Clo?¡± Olivia perguntou. ¡°Desconhecemos a identidade da pessoa,¡± disse o empregado. ¡°Tudo bem, agrade?o,¡± Olivia n?o continuou mais perguntas, pois n?o obteria mais informa??es. Ap¨®s encerrar a liga??o, revisitou a mensagem do banco e, ao contemr o montante dos cinquenta milh?es, se sentiu ligeiramente tonta. Esse dinheiro n?o era fruto de uma a??o injusta, mas sim o resultado daquele cr de nuvens que sempre usara. No entanto, o cr de nuvens tinha sido deixado no arm¨¢rio de sapatos da entrada da Comunidade Lej¨¢,o poderia ter sido vendido? Ser¨¢ que algu¨¦m da administra??o da propriedade, ao vistoriar o local, reconheceu o valor do cr e decidiu vend¨º¨Clo por iniciativa pr¨®pria? Era uma atitude imprudente, pois o cr tinha um localizador; qualquer movimento e Daniel perceberia. Recentemente, Olivia n?o havia lembrado do cr, ent?o n?o o recuperou, e n?o esperava que seu destino seria a fundi??o. Isso tamb¨¦m era bom; n?o precisaria mais usar constantemente aquele monitor. sentiao se um peso tivesse sido retirado de seus ombros. Erao se estivesse liberta de uma corrente que subitamente tinha sido removida, e algu¨¦m lhe dissesse que nunca mais teria que usar aqu corrente pesada novamente, um verdadeiro al¨ªvio. Capitulo 924 Cap铆tulo 925 Capitulo 925 Esses cinquenta milh?es, considerou que n?o posto¨Cchave deveria pegar. Olivia refletiu e decidiu ligar para Daniel. O telefone tocou por um momento antes de ser atendido. Daniel n?o pronunciou uma pvra, mas a press?o baixa e densa era evidente do outrodo do telefone, gerando tens?o, Olivia apressou¨Cse a fr: ¡°Eu recebi os cinquenta milh?es. Esse dinheiro, eu devolvo para voc¨º.¡± ¡°O cr foi um presente meu para voc¨º, agora pertence a voc¨º.¡± A voz grave e magn¨¦tica de Daniel ecoou. ¡°Mas¡­¡± ¡°Tuuu¡­¡± Olivia ainda tinha mais a dizer, mas liga??o foi interrompida. Olivia afastou o celr do ouvido e observou a t que mostrava o fim da chamada, respirando fundo. J¨¢ que Daniel havia dito isso, optou por manter o dinheiro. Descendo as escadas novamente, Teresa j¨¢ havia terminado deer e estava arrumando a mesa. ¡°Olivia, vai quererer? Se n?o quiser, eu posso levar os pratos para a cozinha.¡± Teresa perguntou ao v¨º descer. ¡°Vouer um pouco sim, aida que minha m?e faz ¨¦ t?o gostosa, estou ¨¢gua na boca.¡± O sorriso caloroso de Olivia apareceu em seus l¨¢bios, sua f doce. Teresa riu carinho: ¡°Voc¨º e suas pvras doces.¡± Teresa sentiu¨Cse alegre e colocou uma boa quantidade deida no prato de Olivia. ¡°Estou fndo s¨¦rio, suaida ¨¦ desejava que Teresa se sentisse apreciada e importante, pois isso a faria se sentir bem. ¡°Ent?oa bastante.¡± Teresa disse. ¡°Hum, est¨¢ bem. No s¨¢bado, trarei as crian?as; s est?o ansiosas para te ver. Nos dias de a, se dormirem tarde, ficam sonolentas no dia seguinte..¡± Olivia falou. ¡°ro, ro, agora temos bastante espa?o aqui, as crian?as podem correr por toda a casa. Traga¨Cas para brincar ¨¤ vontade.¡± Teresa falou animada. Capitulo 925 ¡°Sim, eles v?o adorar vir.¡± Olivia respondeu sorrindo. ¡°Mal posso esperar para ver nossos quatro amores.¡± Teresa disse, seus olhos brilhando de antecipa??o. ¡°Hoje ¨¦ quinta, e depois de amanh? eles podem vir visitar.¡± Olivia disse. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Na sexta¨Cfeira ¨¤ tarde, depois do trabalho, Olivia seguiu diretamente para a Vi Serenidade. As crian?as sa¨ªam da esc mais cedo do que finalizava seu expediente. Ao chegar ¨¤ Vi Serenidade, as crian?as j¨¢ estavam em casa. ¡°Mam?e, mam?e chegou!¡± ¡°M?e, eu estava quase pedindo ao F¨¢bio para te buscar!¡± ¡°Mam?e! Hehe, mam?e!¡± ¡°Mam?e, hmm¡­¡® Os quatro pequenos, que brincavam ao redor de F¨¢bio, viram Olivia entrar e correram em sua dire??o com os olhos brilhando, avan?ando em dire??o a . Olivia acelerou o passo em dire??o a eles. As crian?as envolveram ps pernas, esfregando o rosto contra o se fossem pequenos gatinhos. Cercada pelos quatro pequenos, Olivia sentiu seu cora??o amolecer, olhando para os seus rostinhos gordos e macios, sentindo¨Cse quase inundada por uma onda de afei??o juvenil. Afagando suas pequenas cabe?as, disse: ¡°Mam?e vai levar voc¨ºs para ver a av¨®, tudo bem?¡± ¡°Sim, sim, ¨®timo!¡± Os quatro pequeninos responderam juntos, exultantes. ¡°Ah, Srta. Souza, talvez seja melhor ligar para o Sr. Daniel.¡± F¨¢bio, ouvindo que nejava levar as crian?as, lembrou¨Ca alguma hesita??o. O cora??o de Olivia apertou e seu sorriso desvaneceu um pouco. Respirando fundo, disse: ¡°Certo, vou fazer isso.¡± estava incerta sobre a aprova??o de Daniel quanto a levar as crian?as para a casa de Teresa. Cap铆tulo 926 Cap¨ªtulo 926 Olivia discou o n¨²mero, e o som da chamada se estendeu, o telefone n?o sendo atendido por um longo tempo. At¨¦ que o toquee?ou a soar mais pr¨®ximo, dentro da casa. Olivia se virou e notou a alta e ereta figura de Daniel entrando, o celr na m?o e o toque ainda ecoando. Olivia apressadamente desligou a chamada e observou Daniel se aproximar d. A poderosal presen?a dele a fez ficar inconscientemente ansiosa, e as pvras que e tinha nejado come?aram a se perder: ¡°Daniel, eu, eu estava tentando te ligar, amanh? ¨¦ s¨¢bado, e eu estava pensando em levar as crian?as para a casa da minha m?e, e depois voltar s no final de semana ¨¤ tarde¡­¡± Apesar de j¨¢ tivesse levado as crian?as para a casa da Teresa antes, sempre retornavam no mesmo dia, sem nunca terem dormido l¨¢. Nesta ocasi?o, queria levar as crian?as para ficar dois dias na casa da Teresa. Olivia estava inquieta por dentro, duvidando se Daniel aceitaria. Depois de fr, Olivia encontrou os olhos escuros de Daniel, e seu cora??o pulou. ¡°Papai, n¨®s queremos ir brincar na casa da vov¨®, faz muito tempo que n?o a vemos, estamos saudades.¡± Iria segurava a bainha da camisa de Daniel, fazendo biquinho e bn?ando levemente em sinal de apego ¡°Papai, eu tamb¨¦m quero ir brincar na casa da vov¨®.¡± Joel tamb¨¦m olhava para Daniel olhos esperan?osos. Danieln?ou um olhar para Joel e Iria e disse sua voz baixa e magn¨¦tica: ¡°Voc¨ºs brinquem um pouco o F¨¢bio, Olivia, venhaigo.¡± Ele deu um r¨¢pido olhar para Olivia e liderou o caminho escada acima. Olivia olhou para as crian?as, cujos olhos jovens e brilhantes olhavam para expectativa. Olivia acariciou suas cabecinhas e as acalmou: ¡°Mam?e vai conversar o papai, brinquem o Sr. F¨¢bio enquanto isso..¡± F¨¢bio aproximou¨Cse uma express?o am¨¢vel: ¡°Jovem senhor, senhoritas, F¨¢bio vai levar voc¨ºs para jogar futebol l¨¢ fora.¡± ¡°V?o l¨¢, a mam?e volta logo.¡± Olivia disse um sorriso carinhoso nos l¨¢bios. Ent?o, os pequenos panharam F¨¢bio para fora. Olivia ascendeu as escadas e entrou no quarto principal, onde Daniel estava de p¨¦, uma presen?a imponente, olhando fixamente para . 1/2 10.211 Capitulo 920 Olivia respirou fundo, reprimindo a ansiedade e o receio interior, e deu passos curtos em sua dire??o, envolveu sua cintura os bra?os, abra?ando¨Co e apoiando a bochecha em seu peito. Daniel se surpreendeu, n?o esperava que Olivia o abra?asse por vontade pr¨®pria. O lugar onde a bochecha de Olivia repousava era exatamente onde ficava o cora??o de Daniel, ¨¤ esquerda do seu peito, e o calor ardente, mesmo atrav¨¦s do tecido, queimava o rosto de Olivia. Seu cora??o pulou, sentindo a batida forte e est¨¢vel do cora??o dele. Ent?o, o cora??o de?ou a depassar. tentava desesperadamente manter suas emo??es, que quase se descontrvam, e falou voz suave: ¡°Voc¨º trabalhou duro o dia todo. Minha m?e tem sentido muita falta das crian?as ultimamente, e pensei em lev¨¢s para passar dois dias l¨¢. s foram criadas p minha m?e e t¨ºm um?o forte com , tamb¨¦m est?o saudades da vov¨®. Se voltarmos no domingo ¨¤ tarde, pode ser?¡± Ao fr, o cora??o de Olivia batia mais r¨¢pido, quase se descontrndo. Al¨¦m da preocupa??o a possibilidade de Daniel n?o aceitar, o nervosismo era intenso. nunca havia dado um abra?o espontaneo em Daniel voluntariamente antes, muito menos fdo com ele uma voz t?o doce e calorosa. n?o sabiao ser manhosa e tamb¨¦m n?o aprendeu a agradar os outros intencionalmente. ua Mas diante de Daniel, mesmo que n?o soubesse, teria que aprender. Teresa estava certa, deveria mimar Daniel um pouco, para que ele pudesse ser mais flex¨ªvel . noso As pvras doces e manhosas de Olivia entraram nos ouvidos de Daniel, e a frieza em seu cora??o visivelmente derreteu. Ele respirou mais fundo: ¡°Pode ser.¡± Original from N?velDrama.Org. A voz baixa e rouca de Daniel soou. Olivia sentiu uma onda de alegria em seu cora??o. Daniel indagou: ¡°Voc¨º quer que eu panhe?¡± Cap铆tulo 927 Cap¨ªtulo 927 Olivia apressou¨Cse em dizer: ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio, deixa o F¨¢bio nos levar a van, voc¨º tem estado t?o ocupado o trabalho, melhor n?oprometer seu tempo.¡± ergueu o rosto, encarando¨Co enquanto fva. Daniel baixou a cabe?a, seu olhar intenso e levemente rouco encontrou o d, seu h¨¢lito poderoso e quente borrifado em seu rosto: ¡°Tem certeza de que n?o precisa?¡± ¡°Tenho certeza, voltaremos em dois dias.¡± Olivia exibia um brilho l¨ªquido nos olhos, enquanto observava o olhar de Daniel se aprofundar cada vez mais. O cora??o de Olivia batia acelerado, seu corpoe?ou a temer que ele mudasse de ideia, se ergueu na ponta dos p¨¦s e deu¨Clhe um beijo r¨¢pido nos l¨¢bios: ¡°Eu sabia, voc¨º ¨¦ o melhor, estou indo, nos vemos em dois dias.¡± Property ? N?velDrama.Org. Depois de dizer isso rapidamente, girou e deixou o quarto apressadamente. Os olhos escuros de Daniel seguiram sua figura deixando o quarto, sua garganta se moveu, seu corpo fervendo de calor. Mas ele se esfor?ou para suprimir esse sentimento. Depois de descer as escadas, Olivia se apressou para reunir as crian?as no jardim: ¡°Amores, podemos ir para a casa da vov¨® agora.¡± Joel, segurando uma b de futebol, hesitou por um instante, depois jogou a b para odo e correu em dire??o a Olivia, rndoo uma pequena b: ¡°Oba, que demais, mos ver a Vov¨®.¡± ¡°Mam?e, espera por mim, eu tamb¨¦m quero ir!¡± Iria correu loucamente em dire??o a Olivia, temendo ficar para tr¨¢s. ¡°Eu tamb¨¦m quero ir!¡± In¨ºs disse, ansiosa, seu rostinho ficou vermelho enquanto corria em dire??o a Olivia. Heitor, sem dizer uma pvra, tamb¨¦m acelerou o passo em dire??o a Olivia.¡± A b de futebol a qual eles estavam brincando rolou para odo, esquecida por todos. Olivia saiu o alegre grupo de crian?as. Daniel ficou de p¨¦ diante da jan panoramica do segundo andar, observando a van de bab¨¢ deixar o p¨¢tio, seus olhos profundos e sombrios refletiam a luz do p?r do sol, trazendo um toque de calor. ¡°Nossa, a casa da vov¨® ¨¦ linda.¡± Iria parou na mans?o, sua boquinha formando um ¡°O¡°, grande o suficiente para colocar um ovo. 1/2 E enorme. Vovo, voc¨º ficou rica?¡± Joel tamb¨¦m exmou, seus olhos Infantis e escuros sorrindo para Teresa. Teresa Hu tanto as pvras Inocentes deles que mal conseguia fechar a boca. ¡°Hehe, voc¨ºs gostaram? Agora voc¨ºs ter?o mais espa?o para brincar.¡± Teresa disse sorridente. ¡°Sim, adoramos, mas gostamos mals da vov¨®. Onde a vov¨® estiver, ¨¦ l¨¢ que queremos estar..¡± tria acenou afirmativamente, suas pvras Infantis arrancando sorrisos dos outros. Teresa gou carinhosamente o rosto de Iria: ¡°Menina doce, a vov¨® adora voc¨º.¡± ¡°Vovo, voc¨º n?o gosta de mim?¡± Joel olhou para cima, em busca de aten??o. ¡°Gosto, gosto, ro que a vov¨® tamb¨¦m gosta de voc¨º.¡± ¡°E eu?¡± In¨ºs n?o queria ser esquecida.. ¡°E eu?¡± Heitor falou raramente. Teresa abra?ou todos eles, dando um beijo no rostinho de cada um: ¡°Gosto de todos voc¨ºs, gosto de todos, voc¨ºs s?o os tesouros da vov¨®, eu gosto de todos voc¨ºs.¡± ¡°Isso ¨¦ ¨®timo!¡± Joel expressou sua alegria. Olivia observava Teresa interagindo as crian?as, um sorriso incontido em seu rosto, sem mals sinais de tristeza. Com um sorriso nos l¨¢bios, Olivia sentiu seu cora??o se acalmar. ¡°Mam?e, queremos dormir voc¨º e a vov¨® esta noite.¡± Os olhos inocentes e brilhantes. de Iria olharam para Olivia, a menininha sentindo saudades da m?e e da av¨®, desejando estar pr¨®xima a s. ¡°Com certeza, vov¨® ficar¨¢ feliz em dormir voc¨ºs.¡± Teresa respondeu sorridente, antes se sentia iodada a agita??o dos quatroos, agora quanto mais olhava, mais gostava. Cap铆tulo 928 Cap¨ªtulo 928 Na tarde de segunda¨Cfeira, Olivia preparava¨Cse para deixar o trabalho. Vicente Fontes apareceu em seu escrit¨®rio e disse: ¡°Olivia, esta noite tenho umpromisso e voc¨º vaiigo.¡± Olivia, curiosa, perguntou: ¡°Sr. Fontes, por que devo panh¨¢¨Clo em seuspromissos?¡± Vicente entr?ou os bra?os e, observando¨Ca serenamente, esreceu:: ¡°Voc¨º ¨¦ minha secret¨¢ria, se n?o for voc¨º a me panhar, quem o far¨¢? Agora voc¨º ¨¦ a ¨²nica que temos, sem nenhuma alternativa. Se n?o for voc¨º, quem ser¨¢?¡± Olivia pausou por um momento, pensando que ele tinha raz?o. Vit¨®ria e Yasmin Almeida haviam se demitido por causa d. Se Yasmin e Vit¨®ria n?o tivessem sa¨ªdo, n?o necessitaria panhar Vicente nessas ocasi?es. Agora era a ¨²nica secret¨¢ria no escrit¨®rio. Se Vicente precisava de algo, s¨® poderia ser . Olivia e Vicente deixaram a empresa juntos. Caminhando atr¨¢s de Vicente, disse: ¡°Sr. Fontes, por que n?o considera contratar outra secret¨¢ria?¡± ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio, voc¨º sozinha ¨¦ suficiente, vale por tr¨ºs,¡± disse Vicente. Olivia: ¡°¡­¡­¡± Sr. Fontes estava debochando d ou realmente a elogiando? Para surpresa d, o destino era um bar. L¨¢, a luz era ofuscante, a m¨²sica pulsante, e muitos homens e mulheres dan?avam fricamente, em movimentos que pareciam ipreens¨ªveis. Mergulhados na loucura dourada e ilus¨®ria do bar, em um ambiente de luzes vermelhas e verdes. Olivia n?o gostava desse tipo de atmosfera; sempre preferiu a tranquilidade. Mas, tendo que panhar Sr. Fontes em seuspromissos, tinha que se for?ar a adaptar. Antes, mesmo quando ia a bares Jimena Santos, s escolhiam aqueles m¨²sica ambiente, jamais lugares barulhentoso esse. ¡°Vamos, ¨¦ naquele camarote ali,¡± Vicente olhou para tr¨¢s, observou Olivia e disse, percebendo o quanto estava desconfort¨¢vel o barulho e o tumulto do lugar. Property ? N?velDrama.Org. Ele a guiou para um camarote rtivamente tranquilo. No espa?o reservado, havia v¨¢rios executivos e um homem que Olivia reconheceu, Rodrigo. Ele estava em um canto, sorrindo um copo na m?o, apreciando sua bebida. 1/2 10-22 Quando Vicente entrou um dos executivos se levantou um copo na m?o, sorrindo para Vicente: ¡°Sr. Fontes, que bom que chegou. Quem ¨¦ essa dama encantadora? Sua nova namorada?¡± Olivia ficou em sil¨ºncio: N?o era a primeira vez que era confundida a namorada de Vicente. Com um sorriso. Vicente esreceu ¡°Eu n?o acredito no amor, uma namorada ¨¦ algo que voc¨º nunca encontrar¨¢igo. Esta e minha secretaria, Olivia.¡± ¡°Oh, a secret¨¢ria¡­ O executivo, um senhor de cinquenta anos not¨¢vel calvicie, observou Olivia de forma insinuante. ¡°Secret¨¢ria Souza, ¨¦ um prazer conhec¨º. Vamos, um brinde. Sel que as secret¨¢rias do Sr. Fontes sabem beber.¡± O executivo ofereceu a Olivia um copo de bebida, olhando¨Ca um sorriso sugestivo. ¡°Sr. Lima, minha secretaria n?o bebe. Se quiser fazer um brinde, que sejaigo,¡± disse Vicente, tomando o copo das m?os de Sr. Lima, um sorriso que ocultava severidade. Sr. Lima percebeu a prote??o de Vicente para Olivia e moderou sua cobi?a descarada. dizendo com um sorriso desculpo¨Co: ¡°Lamento, Sr. Fontes, achei que fosseo as anteriores, resilientes ¨¤ bebida. Meu erro, pe?o desculpas¡­¡± Ele continuou a olhar para Olivia, e seu olhar cobi?oso n?o diminuiu: se antes era descarado. agora era um no ¨¤s escondidas. ¡°O senhor Lima, parece que seus olhos e sua boca est?o doentes e necessitam de cuidados,¡± uma voz profunda e gda interrompeu. Uma aura poderosa invadiu o espa?o, fazendo a temperatura da s privada cair abruptamente, intimidando a todos. Instintivamente. Olivia olhou para tr¨¢s e viu Daniel adentrar, panhado por alguns seguran?as. ¡°Senhor Griera¡­ ah!¡± O senhor Lima, ao avistar Daniel, apressou¨Cse em tentar bajul¨¢¨Clo, mas mal come?ou a fr, um dos seguran?as avan?ou e torceu seus bra?os para tr¨¢s, em uma chave. O senhor Lima soltou um grito de surpresa. ¡°Nosso senhor Griera mencionou que o senhor Lima est¨¢ problemas de vis?o e f. necessitando de cuidados imediatos, disse o seguran?a, sem empatia. Cap铆tulo 929 Cap¨ªtulo 929 Um seguran?a segurou o Sr. Lima, levantando sua cabe?a, enquanto outro seguran?a tomou o copo de bebida que Olivia n?o tinha bebido, for?ou um pouco p boca do Sr. Lima e, depois, despejou o que restava nos olhos do Sr. Nunes. ¡°Ahl Sr. Griera,eti um erro, jamais voltarei a olhar dessa forma, por favor, me poupe¡­¡± Sr. Lima, com os olhos em chamas, gritava implorando por clem¨ºncia. Olivia, ao presenciar a cena, empalideceu, sem ousar dizer uma pvra. sempre soube que os m¨¦todos de Daniel eram severos, mas v¨º¨Clos seus pr¨®prios olhos era aterrorizante. ¡°Expulsem¨Cno,¡± disse Daniel uma voz fria. Os seguran?as arrastaram o Sr. Lima para fora da cabine. Dodo de fora da cabine, os gritos de dor ficavam cada vez mais distantes. Olivia ficou parada, seu corpo rigido, sem ousar se mover ou mesmo olhar para Daniel. ¡°Sr. Griera, fico aliviado sua presen?a, por favor, ocupe este lugar.¡± disse Vicente um sorriso, puxando uma cadeira para Daniel se sentar. Doe?o ao fim, Daniel n?o dirigiu o olhar para Olivia,o se ele nem a conhecesse. Ele se sentou na cadeira que Vicente havia preparado. Os outros executivos j¨¢ estavam aterrorizados p aura fria e poderosa de Daniel, tremendo em sil¨ºncio, sem ousar fazer um som. Ao ver Daniel sentar¨Cse, eles se curvaram, incapazes de esconder sua ad??o, ee?aram a lan?ar elogios. ¡°Sr. Griera, tantospromissos, agradecemos imensamente por voc¨º encontrar tempo para se reunir conosco.¡± ¡°Sim, sim, Sr. Griera, por favor, aceite um pouco de vinho,¡± Sr. Brito pegou uma garrafa de vinho tinto para servir a Daniel. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Vicente segurou a garrafa e disse: ¡°O Sr. Griera nunca bebe vinhos de tal qualidade.¡± O rosto do Sr. Brito se contorceu em constrangimento. Com um sorriso, Vicente falou: ¡°Eu tenho algumas sele??es de vinho reservadas aqui no bar, vou pedir para a secret¨¢ria buscar.¡± Dito isso, ele se virou para Olivia, que ainda estava paralisada, e disse: ¡°Secret¨¢ria Souza, v¨¢ at¨¦ o bar, mencione meu nome e traga uma garrafa de bom vinho.¡± Olivia, voltando a si, respondeu prontamente: ¡°ro.¡± se afastou apressadamente da ¨¢rea, respirando aliviada ao deixar o local, sentindo a 1/2 CAPITUR tens?o se dispersar ligeiramente. Sr. Lima tinha sido for?ado a beber e teve os olhos banhados em ¨¢lcool porque ele tinha dito algo inapropriado e olhado para desejo? Olivia aborrecia o Sr. Lima, mas mesmo assim, ficou assustada os m¨¦todos de Daniel. O ¨¢lcool que invadiu os olhos do Sr. Lima poderia ter causado a degenera??o da retina, talvez at¨¦ cegueira! Questionava¨Cse: seetesse um erro no futuro, seria Daniel capaz de puni de formal semelhante? Ele j¨¢ havia sido cruel antes. A lembran?a do dia no escrit¨®rio, quando ele a fez ajoelhar¨Cse a seus p¨¦s, veio ¨¤ mente de Olivia, enchendo¨Ca de terror. tentava estabilizar sua respira??o e se dirigiu ao bar, mas sua vis?o foi bloqueada de repente. Ao levantar a cabe?a e viu um rosto familiar. Wilma, vestida de maneira sexy e provocativa, segurando um coquetel, um sorriso aparentemente amig¨¢vel nos l¨¢bios: ¡°Olivia, eis que nos encontramos novamente. Notei que o Sr. Griera foi ¨¤ cabine, est¨¢ panhando¨Co?¡± O Sr. Griera, naturalmente, era Daniel. Olivia n?o tinha nenhum afeto por qualquer um dos Dias, detestava¨Cos profundamente. Respondeu frieza:: ¡°Voc¨º est¨¢ no meu caminho!¡± passou por e seguiu diretamente para o bar. Wilma se virou, a amabilidade em seu rosto desaparecendo, substitu¨ªda por um olhar feroz e cheio de rancor. respirou fundo algumas vezes e pegou o celr para enviar uma mensagem para Gabriel: ¡°Pai, n?o foi voc¨º quem disse que me ajudaria a ser a mulher do Daniel? Esta ¨¦ sua oportunidade de agir!¡± Cap铆tulo 930 Capitulo 930 Olivia chegou ao balc?o do bar e mencionou o nome de Vicente; o bartender, prontamente, entregou¨C lhe uma garrafa de vinho tinto de alta qualidade, Com o vinho em m?os e prestes a se dirigir ao camarote, o celr no bolso de Olivia em seu bolso come?ou a vibrar insistentemente: era impossivel n?o notar. tirou o celr do bolso e viu na t uma sequ¨ºncia de n¨²meros sem identifica??o, mas j¨¢ reconhecia o n¨²mero que a havia ligado e enviado mensagens anteriormente. Mesmo sem identifica??o visivel, Olivia sabia quem era, Ao confrontar os n¨²meros piscando na t do celr, sentiu um arrepio na nuca e um cfrio. percorreu seu corpo. Relutante em atender, mas o celr continuava vibrando em sua m?o,o un dem?nio Insistente, lembrando¨Ca das terr¨ªveis consequ¨ºncias de n?o atender. Tomando f?lego, Olivia aceitou a liga??o. ¡°Olivia, por que demorou tanto para atender?¡°, disse Gabriel, sua voz sinistra,o esperado. Olivia apertou os dentes em frustra??o: ¡°Gabriel, o que voc¨º quer, afinal?¡± buscava manter a calma, embora estivesse visivelmente irritada.. ¡°Wilma est¨¢ no bar, e ouvi dizer que Daniel tamb¨¦m est¨¢ em um dos camarotes. Lembre¨Cse do nosso trato. Se deixar escapar esta chance, n?o asseguro a seguran?a do video.¡± Outra amea?a o video! Olivia estava furiosa. ¡°Olivia, voc¨º est¨¢ me ouvindo?¡°, Gabriel perguntou, sem obter resposta, um tom amea?ador. Na ¨²ltima vez, quando ele tentou vender um cr no shopping, Daniel o pegou e lhe deu uma surra. Por sorte, foi socorrido a tempo, evitando consequ¨ºncias fatais. Isso apenas intensificou sua percep??o do poder e prest¨ªgio inigual¨¢veis de Daniel. Gabriel almejava uma conex?o Daniel e tornar¨Cse o sogro de Daniel, para poder ostentar sua influ¨ºncia e ningu¨¦m ousaria ofend¨º¨Clo. Apesar do receio Daniel, Gabriel estava ainda mais determinado a se associar a ele. Olivia, sua filha, era uma decep??o; embora fosse mulher de Daniel, o desprezava e nejava contra ele, nunca traria beneficios a Gabriel. Era crucial posicionar Wilma Dias rapidamente, para se tornar um parente de Daniel e se beneficiar de seu prestigio, para que esseserciantes cheirando a moeda de cobre 1/2 10:22 Capitulo 930 viessem bajul¨¢¨Clo e ele pudesse enriquecerlText ? by N0ve/lDrama.Org. ¡°Entendi!¡± Olivia, reprimindo a raiva, respondeu brevemente e desligou. A sua frente, Wilma aproximou¨Cse, ostentando um sorriso: ¡°Querida irm?, me d¨º o vinho.¡± Olivia a observou indigna??o, mas n?o se moveu. Wilma, um sorriso for?ado, aproximou¨Cse e arrebatou a garrafa de vinho das m?os de Olivia, lan?ando lhe um olhar de desprezo e um sorriso frio nos l¨¢bios, antes de se virar e caminhar em dire??o ao camarote. Olivia ficou parada, seu olhar furioso seguindo a silhueta de Wilma. Mesmo a contragosto e sufocando de raiva, se sentia impotente. Caso n?o cedesse o vinho a Wilma, permitindo seu acesso a Daniel, Gabriel divulgaria o video na inte e, ent?o, a reputa??o de Teresa seria destru¨ªda, sujeita ao julgamento de todos. Isso quebraria Teresa, cuja estabilidade emocional j¨¢ era fr¨¢gil. Recentemente, Olivia havia se esfor?ado para manter Teresa feliz e faz¨º perceber o valor de sua pr¨®pria vida. Se Gabriel divulgasse o video na inte e isso acabasse Teresa¡­ Olivia n?o ousava pensar nas consequ¨ºncias¡­ Wilma chegou ¨¤ porta do camarote, pronta para entrar, quando a porta se abriu de dentro para fora. Rodrigo saiu. Cap铆tulo 931 Cap¨ªtulo 931 Wilma o avistou e lhe ofereceu um sorriso cort¨¨s. Rodrigo then?ou um olhar e notou o vinho tinto que segurava, mantendo seu sorriso habitual, assentiu levemente e, desviando d, salu do camarote, Enquanto isso, Wilma entrou no camarote. ¡°Secret¨¢ria Souza, sirva o vinho ao Sr. Griera¡­¡± Vicente, ao ouvir algu¨¦m entrar e pensando tratar¨Cse de Olivia, deu a instru??o um sorriso, mas se virou e deparou¨Cse um rosto n?o familiar. A express?o acolhedora de Vicente se fechou, seu olhar tornou¨Cse frio: ¡°Quem ¨¦ voc¨º? Onde est¨¢ a secret¨¢ria Souza?¡± Ele reconheceu o vinho tinto que a mulher tinha em m?os, era o que ele guardava anteriormente no bar. Com uma postura am¨¢vel, Wilma disse: ¡°A secret¨¢ria Souza teve um imprevisto e teve que sair, me pediu para trazer o vinho e atender aos senhores.¡± ¡°Secret¨¢ria Souza partiu? Como n?o me disse nada?¡± Vicente expressou surpresa. Ap¨®s observar Wilma por um momento, Vicente de repente lembrou¨Cse de quem era. Ele a tinha visto em um jantar de caridade da familia Griera, onde , junto Elisa, tinha armado. contra Olivia por causa de um roubo de pulseira, sendo posteriormente expulsa do evento por Daniel. Agora, estava aqui novamente! ¡°Pois ¨¦, sou irm? da Srta. Souza. Tivemos um desacordo, mas hoje esrecemos as coisas, e realmente tinha um assunto urgente, por isso confiou em mim para substitui¡°, explicou Wilma, percebendo que Vicente poderia estar reconhecendo¨Cao a mulher que armou contra Olivia naqu festa. Assim, habilmente esreceu a situa??o e tentou estreitar sua r??o Olivia. Afinal, que rancor pode haver entre irm?s de um dia para o outro? Vicente respirou fundo, sem dizer uma pvra. ¨¦ irm? de Olivia? Isso, Vicente realmente n?o esperava. Ap¨®s se justificar para Vicente, Wilma olhou cautelosamente para Daniel. Ao avist¨¢¨Clo, fez uma rever¨ºncia imediatamente. A presen?a de Daniel era poderosa demais; ele estava sentado, um cigarro na m?o, emanando frieza e distancia, fei??es marcantes e uma beleza enigm¨¢tica. Wilma, contemndo¨Co sentiu seu cora??o bater involuntariamente. Um homem t?o perfeito e excelente, tinha que conquist¨¢¨Clo! Com um sorriso cordial, aproximou¨Cse de Daniel, serviu¨Clhe vinho cuidadosamente. propositalmente pressionou o decote para baixo e, uma voz melosa, disse: ¡°Sr. Griera, este vinho tem um aroma delicioso, at¨¦ da agua na boca¡­¡± Daniel tinha um olhar gdo e uma aura intimidadora, nem sequern?ou um olhar para Wilma.Text ? by N0ve/lDrama.Org. Os executivos ao redor da mesa, vendo o decote de Wilma, tinham olhares vorazes,o serpentes espreitando o peito de Wilma, e ao ouvirem sua voz melosa, sentiam¨Cse ainda mais tentados. Pareciam quase babar. Vicente percebeu as inten??es de Wilma, seu rosto assumiu uma express?o grave e olhou para com suspeita, curioso para saber que joguinho estava tentando jogar. Uma irm¨¡ tentando roubar o homem da outra, isso realmente era interessante. Ap¨®s servir o vinho, percebendo que Daniel n?o the dava aten??o. Wilma sentiu uma pontada de derrota, mas ainda assim n?o se deu por vencida. Deixou a garrafa sobre a mesa, ainda sorrindo. Ao levantar¨Cse, simulou um mal¨Cestar: ¡°Ai, minha hipoglicemia atacou, estou tonta¡­¡± trope?ou e deliberadamente inclinou¨Cse na dire??o de Daniel. tinha mirado no peito dele, nejando cair em seus bra?os. tinha intencionalmente usado um perfume sedutor, cuja fragrancia era irresist¨ªvel para os homens. Al¨¦m disso, estava vestida de maneira sexy e revdora, um corpo mais voluptuoso do que o de Olivia em v¨¢rias vezes. Acreditava que, ao sentir seu toque e seu perfume, Daniel seria conquistado. Naqu noite, estava determinada a se tornar apanheira de Daniel! Cap铆tulo 932 Capitulo 932 Observando Wilma tentando cair nos bra?os de Daniel, Vicente franzia o cenho, apertando o celr em sua m?o, indeciso se deveria ou n?o ligar para Olivia, Property ? N?velDrama.Org. Por dentro, Wilma se sentia confiante, crendo que seu encanto garantiria a aten??o de Daniel sem esfor?o. se inclinou deliberadamente na dire??o de Daniel, mas, de repente, sentiu um p¨¦ a impedindo. O que viu foi um sapato de couro preto brilhante pressionando a sua regi?o abdominal, a for?a aplicada impedia¨Ca de se aproximar mais de Daniel. Erguendo o olhar, se deparou os olhos frios de Daniel, cheios de desdem. ¡°Senhor Griera¡­¡± tentou fr do?ura, mas logo sentiu uma dor aguda surgiu em seu abdomen. *A* Com um empurr?o, Daniel a empurrou, fazendo¨Ca cair. ¡°Ioda!¡± A voz tria de Daniel ecoou. Os outros executivos presentes, ao verem Wilma sern?ada para longe, ficaram boquiabertos e em sil¨ºncio, tentando se fazer o mais invisiveis possivel para n?o irritar Daniel. Vicente respirou fundo ao ver a cena, contendo um sorriso. Ele sabia que Daniel sempre evitou a companhia feminina, rejeitando todas as mulheres atraentes e voluptuosas que tentavam se aproximar dele. Somente Olivia havia conquistado sua aten??o,partilhado sua cama e recebido um tratamento diferente de Daniel. Outras mulheres jamais poderiam se aproximar de Daniel. Era pura presun??o. Wilma, sentindo a dor, torcia o rosto em agonia, mas n?o ousava expressar seu desconforto: levantou¨Cse rapidamente e ficou de p¨¦ diante de Daniel, l¨¢grimas e um ar de s¨²plica, ainda pedindo desculpas: ¡°Senhor Griera, pe?o desculpas, tive uma queda de a?¨²car e quase ca¨ª em cima de voc¨º. Foi um erro meu, ainda bem que voc¨º me afastou. Prometo que isso n?o vai se repetir¡­¡± *N?o haver¨¢ pr¨®xima vez. Suma da minha vista!¡± Danieln?ou um olhar cortante para Wilma, levantou¨Cse e deixou o camarote. Ele emanava uma aura cortante e gda, e Wilma, em panico, recuou alguns passos para abrir caminho para ele. Assistindo Daniel deixar o camarote, Wilma estava extremamente frustrada. Por que ele n?o 10:23 the dava aten??o, mesma vestida de forma t?o sedutora e exndo um perfume t?o convidativo? E pior, ele a rejeitou um chute! Agora que Daniel havia ido embora, a dor abdominal que ignorara devido ¨¤ tens?oe?ou a se manifestar fortemente. Seu rosto estava distorcido p raiva, pelo ressentimento e p dor. Vicente, um sorriso ir?nico, observou Wilma em sua mis¨¦ria e seguiu Daniel para fora do camarote. Na aus¨ºncia de Daniel e Vicente, os executivos que antes observavam Wilma olhares cobi?osos, mas sem coragem, se levantaram e se aproximaram d, exibindo sorrisos cheios. de desejo. ¡°Senhorita Dias, o Senhor Griera em seus crit¨¦rios, n?o se satisfaz qualquer uma, mas n¨®s somos mais flexiveis. Que tal nos fazerpanhia esta noite? Assim, o esfor?o para se arrumar e produzir n?o ser¨¢ em v?o¡­ Wilma olhou para os tr¨ºs homens de meia¨Cidade repulsa. deu um passo para tr¨¢s, Liberando toda a frustra??o e raiva que havia acumdo de Daniel. ent?o gritou os homens, perdendo toda a do?ura e inoc¨ºncia que havia mostrado antes. ¡°Sumam! Pensam que podem ter alguma chanceigo? Se olhem no espelho antes de julgar!¡± ¡°Ei, sua insolente! Como se atreve a nos confrontar assim?¡± ¡°Quando estava se insinuando para o Senhor Griera, n?o vi essa falsa mod¨¦stia!¡± *Hoje vamos decidir seu destino! N?o passa de um trapo que o Senhor Griera descartou, se fazendo de dificil!¡± Os tr¨ºs homens, abandonando qualquer polidez, exibiram uma express?o amea?adora e avan?aram em dire??o a Wilma. Wilma sentiu medo, sabendo que sua seguran?a estava em risco. No entanto, um sorriso instantaneo surgiu em seu rosto, e suavizou o tom de voz. ¡°Voc¨ºs tem raz?o, de fato, hoje eu j¨¢ estava preparada para me entregar, e j¨¢ que o Sr. Griera n?o se interessa, para voc¨ºs ser¨¢ o mesmo. Mas,o dividir?o entre si? N?o me parece que conseguir?o fazer isso de forma justa. Por que n?o decidem entre voc¨ºs quem ser¨¢ o primeiro?¡± Cap铆tulo 933 Cap¨ªtulo 933 Wilma mantinha um sorriso inofensivo nos l¨¢bios. ¡°Assim est¨¢ melhor.¡± O humor dos homens foi apaziguado por Wilma. ¡°Ent?o, discutam entre voc¨ºs.¡± Wilma disse. Os tr¨ºs homens trocaram olhares, cada um querendo ser o primeiro a agir. Wilma viu que estavam distra¨ªdos, fixou o olhar na porta do camarote, correu at¨¦ , abriu¨Cal abruptamente e saiu correndo. ¡°Parem !¡± Os tr¨ºs homens perceberam que haviam sido enganados e imediatamente tentaram persegui, mas j¨¢ era tarde demais; Wilma saiu do camarote e correu em dire??o ¨¤ multid?o. Com tantas pessoas presentes, aqueles tr¨ºs homens n?o ousaram levar Wilma embora ¨¤s ras. Wilma se escondeu junto ¨¤ pista de dan?a, cheia de gente, e quando viu que ningu¨¦m a seguia, respirou aliviada. Refletiu sobre a atitude de Daniel para e nas pvras dos tr¨ºs homens: Daniel s¨® tinha olhos para mulheres de alto n¨ªvel! E , que n?o era sofisticada, n?o chamava a aten??o de Daniel. Content ? N?velDrama.Org. O cora??o de Wilma se contorceu de ¨®dio. Em que era inferior a Olivia? Olivia cresceu em um lugar pobre e isdo, ares de uma simples camponesa; onde estava o alto nivel d? Enquanto , Wilma, desde pequena aprendeu a dan?ar, a tocar piano; sua m?e a criou muito dinheiro. Eventos sociais de elite, produtos de marca de luxo, tinha visto de tudo. O ambiente em que se desenvolveu erapletamente diferente do de Olivia; enquanto Olivia brincava nama, se dedicava ao estudo da m¨²sica, xadrez, literatura ¨¨ pintura. N?o haviaoparar Olivia ! Por que Olivia podia chamar a aten??o de Daniel, e n?o? n?o desistiria! tinha que se tornar a mulher de Daniel! Afinal, Olivia tinha um ponto fraco nas m?os de seu pai e Wilma n?o se preocupava que Olivia n?o a ajudasse. Olivia saiu do bar enquanto Wilma foi entregar bebidas, e ent?o n?o havia mais nada para fazer all; pretendia ir para casa. Capitulo 933 Enquanto esperava um carro na beira da estrada, algu¨¦m a chamou por tr¨¢s. Olivia se virou e viu Rodrigo caminhando em sua dire??o: ¡°Secret¨¢ria Souza, a que se deve tanta pressa? A bebida que voc¨º ia levar para o camarote ainda n?o chegou, certo?¡± Olivia disse: ¡°Voc¨º viu, algu¨¦m j¨¢ se encarregou de entregar a bebida em meu lugar.¡± O olhar de Rodrigo ainda mantinha um sorriso, uma caracteristica ¨²nica da sua personalidade. Um olhar sorridente, uma presen?a suave e gentil, exndo uma aura de elegancia e facilidade. ¡°Vamos sentar l¨¢ para conversar?¡± Rodrigo apontou para um banco pr¨®ximo ao canteiro de flores. N?o era seguro conversar na beira da estrada. Olivia, lembrando que na ¨²ltima vez que Rodrigo a procurou ele realmente tinha algo a dizer, sup?s que desta vez tamb¨¦m n?o seria apenas uma conversa casual. ent?o liderou o caminho em dire??o ao banco perto do canteiro, e Rodrigo a seguiu. Os dois sentaram no banco aodo do canteiro, mantendo uma necess¨¢ria entre si. Olivia disse: ¡°Sr. Melo, o senhor tem algo para me dizer?¡± Rodrigo tinha um sorriso suave nos l¨¢bios, mas n?o era um sorriso verdadeiro, era apenas parte de seu jeito habitual. ¡°Voc¨º finalmente entendeu.¡± Rodrigo disse: ¡°Finalmente percebeu as inten??es do Sergio.¡± Cap铆tulo 934 Cap¨ªtulo 934 Olivia franziu a testa, sem entender bem o que ele quis dizer aquilo. A inten??o de Sergio? Ele tinha alguma inten??o? Antes que Olivia pudesse manifestar a sua confus?o, Rodrigo a fitou e continuou: ¡°Se voc¨º quer fugir do Daniel, eu posso te ajudar, n?o hesite em me procurar, podemos trabalhar juntos por dentro e por fora.¡± Olivia sentiu um sobressalto no cora??o e olhou para ele, surpresa. Como ele sabia que estava nejando fugir do Daniel? Era apenas um pensamento que tinha, n?o tinha contado a ningu¨¦m. Ser¨¢ que estava t?o ¨®bvia assim? Ao ver a express?o de espanto de Olivia, Rodrigo captou sua surpresa e explicou: ¡°Conseguir uma mulher que agrade aos olhos do Daniel e que ocupe o tempo dele ¨¦ uma estrat¨¦gia eficaz.¡± Rodrigo tinha acabado de encontrar Wilma na entrada do camarote. estava vestida de forma sensual e provocante, segurando a garrafa de vinho tinto que deveria ter sido entregue por Olivia, e sorriu educadamente para ele. Ele percebeu imediatamente que aqu mulher estava l¨¢ por causa do Daniel. Foi Olivia quem a enviou, n?o foi? Caso contr¨¢rio, n?o teriao obter a garrafa de vinho que Vicente mantinha resguardada no bar. Ent?o, Olivia entendeu que Rodrigo pensava que tinha enviado Wilma l¨¤ para atrair Daniel. Olivia perguntou: ¡°O que voc¨º quis dizer antes, sobre a inten??o do Sergio?¡± Rodrigo encontrou os olhos d, cheios de tens?o e d¨²vida, ficou em sil¨ºncio por dois segundos e desviou o olhar: ¡°N?o ¨¦ nada. Eu s¨® queria te dizer que, se voc¨º tiver problemas, pode contarigo. Eu vou te ajudar.¡± O olhar apreensivo de Olivia vacilou um pouco. podia ver que Rodrigo estava escondendo. algo, mas n?o conseguia adivinhar o qu¨º. Ele n?o queria fr, e n?o queria pression¨¢¨Clo. ¡°Sergio tem sorte de contar a tua amizade¡°, disse Olivia. podia sentir que Rodrigo realmente estava sempre pensando em Sergio. Rodrigo virou a cabe?a e viu que um inseto verde tinha ca¨ªdo no cabelo d. Eles estavam sentados sob uma ¨¢rvore grande, e era normal que insetos caissem d. ¡°N?o se mexa, calu um bicho verde no seu cabelo, eu vou tir¨¢¨Clo para voc¨º¡°, disse Rodrigo. Capitulo 934 ¡°Ah, tem um inseto?¡± Olivia ficou surpresa e um pouco nervosa, tinha muito medo de insetos. Mesmo sem ter vista o inseto em seu cabelo, s¨® de ouvir Rodrigo dizer que era um inseto verde, j¨¢ imaginava o inseto rastejando em sua cabe?a, sua pequena cabe?a se movendo de umdo para o outro.Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Olivia sentiu um arrepio no corpo todo e um formigamento no cora??o. ¡°Depressa, tire¨Co para mim.¡± Olivia se aproximou de Rodrigo para que ele pudesse ajudar a tirar o inseto. A ideia do inseto em sua cabe?a por mais um segundo a deixaval desconfort¨¢vel. Rodrigo se aproximou, estendeu a m?o para pegar o inseto em seu cabelo, que ainda tinha um fio branco saindo da boca. Com a cabe?a baixa, Olivia aproximou¨Cse ainda mais de Rodrigo. ¨¤ distancia, parecia que Rodrigo estava beijando a testa de Olivia, e tinha se aproximado voluntariamente. Daniel saiu do bar e presenciou essa cena. Um ar frio o envolveu de repente, seus olhos frioso gelo, e ele caminhou rapidamente em dire??o a Olivia. Rodrigo tinha acabado de tirar o inseto e Olivia estava prestes a se afastar quando sentiu um ar gdo ao redor, tornando o ar t?o fino que era dificil respirar. Olivia olhou para tr¨¢s, assustada, e viu Daniel, sua figura imponente e aura gda, se aproximando. Cap铆tulo 935 Cap¨ªtulo 935 sentiu suas pups contrairem, rapidamente deu um passo para tr¨¢s, distanciando¨Cse de Rodrigo e se levantou. Olhando para Daniel que se aproximava cada vez mais, seu corpo ficou rigido e as pvrase?aram a titubear: Seja forte, Daniel¡­¡± n?o terminou de fr quando seu bra?o foi agarrado e foi trazida para odo de Daniel, que se aproximou sua alta e esguia silhueta, ficando diante de Rodrigo, olhando¨Co de cima¡± para baixo, com uma aura fria e imponente. ¡°O Sr. Melo parece ter um certo cuidado a secret¨¢ria Souza?¡± O olhar opressor de Daniel se desviou em dire??o a Rodrigo. O sorriso no rosto de Rodrigo escoou um frio intenso, e ele se levantou, encarando Daniel e disse: ¡°A secret¨¢ria Souza ¨¦ bonita e solteira, ro que arrebata a aten??o dos homens. Quando a vi p primeira vez, fiquei profundamente atra¨ªdo por sua elegancia e soube atrav¨¦s de uma conversa depromissada que estava solteira. Eu,o um homem tamb¨¦m solteiro, n?o seria exagero algum prestar¨Clhe aten??o, certo?¡± Olivia inalou bruscamente, incr¨¦d, olhando para Rodrigo. O que ele estava dizendo? Desde quando ele estava cortejando¨Ca? Isso n?o estava provocando Daniel? rapidamenten?ou um olhar para Rodrigo e depois olhou ansiosamente para Daniel. Seu rosto estava sombrio, um olhar afiadoo o de uma ¨¢guia, fixando Rodrigo um frio prante, como se pudesse empr Rodrigo seu olhar. Mas Rodrigo n?o recuou, mantendo o sorriso em seus olhos, o enfrentando de volta, e o ar entre eles estava impregnado de tens?o. Olivia ficou aodo, nervosa e confusa, seu cora??o batendo descontrdamente, preocupada que os doise?assem a brigar. ¡°Daniel, eu s¨® queria dizer¡­¡± Olivia estava prestes a explicar quando Daniel apertou mais forte o bra?o que a segurava e a puxou para seudo. Sua m?o grande a envolveu p cintura, trazendo¨Ca para perto de si. Olivia se contorceu um pouco, mas a m?o dele a seguravao um alicate em sua cintura, paralisando¨Capletamente. Os olhos profundos e frios de Daniel se fixaram em Rodrigo, derando sua posse: ¡°Quem disse que est¨¢ solteira? ¨¦ a m?e dos meus quatro filhos! Ningu¨¦m al¨¦m de mim pode se aproximar d!¡± O sorriso nos l¨¢bios de Rodrigo permaneceu, ainda mantendo sua apar¨ºncia amig¨¢vel, mas as pvras que sa¨ªram foram enf¨¢ticas: ¡°Isso n?o ¨¦ necessariamente verdade. Homens e mulheres sem sentimentos que t¨ºm filhos ainda podem ter seu pr¨®prio amor. Quanto ¨¤s crian?as, a cria??o conjunta basta.¡± 1/2 05:59 Cape 925 Ao ouvir isso, o cora??o de Olivia falhou uma batida. Rodrigo realmente ousava dizer qualquer coisa. estava cada vez mais nervosa. O rosto bonito de Daniel ficou t?o sombrio quanto o c¨¦u antes de uma tempestade. assustadoramente s¨¦rio: ¡°A ideia de cria??o conjunta de filhos n?o existe para mim. Al¨¦m dissa, quem te disse que pode ter seu pr¨®prio amor? Voc¨º provavelmente n?o tem ci¨ºncia da r??o entre e eu!¡± ¡°¨¨ mesmo? Que tipo de r??o seria essa que ningu¨¦m mais sabe?¡± Rodrigo desafiou. Ouvindo as pvras provocativas de Rodrigo, Olivia estava aflita, querendo que ele parasse. mas incapaz de fr, s¨® podia se desesperar silenciosamente. ¡°Voc¨º quer ver? Ent?o deixe¨Cme mostrar.¡± A voz de Daniel estava gda, enquanto ele puxaval Olivia que abra?ava para perto. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Olivia virou¨Cse rapidamente, antes que pudesse gritar de surpresa, sua nuca foi pressionada e seus l¨¢bios foram ferozmente sdos por Daniel ¡°Uh¡­¡± Olivia, aterrorizada, instintivamente se debateu, tentando empurr¨¢¨Clo. Este movimento o enfureceu. Daniel pressionou for?a sua nuca uma m?o, imobilizando¨Ca no lugar, e a outra m?o envolveu sua cintura, tornando sua fugal impossivel arrebatando seus l¨¢bios e varrendo¨Ca em um frenesi. A ponta da lingua de Olivia estava dormente, e sua cabe?a girava enquanto sua respira??o desordenada se misturava sua respira??o pesada, dominando. Gradualmente, Olivia perdeu a for?a em todo o corpo, e sua cabe?a ficou vazia. Rodrigo estava diante deles, observando Daniel beijar Olivia ardentemente, e o sorriso em seus l¨¢bios se transformou lentamente em um sorriso congdo. A possessividade e o dom¨ªnio de Daniel sobre Olivia eram t?o extremos que Rodrigo mal podia imaginar. N?o ¨¦ de surpreender que Sergio, de forma alguma, conseguisse separar Olivia de Daniel. ¡°Ah¡­¡± Daniel subitamente sentiu dor repentina, pois foi mordido por Olivia. Cap铆tulo 936 Capitulo 936 Olivia aproveitou o momento em que ele transiu a testa para rapidamente recuar seus l¨¢bios e se separar OR/E. racicamente impou a saliva de seusbios e, em panico, levantou os olhos apenas para encontrar o olhar frio e gelido de Danielo se fosse uma cripta profunda, capaz de congr uma pessoa. Apesar do beijo intenso, seus olhos n?o mostraram qualquer sinal de emo??o, frioso se estivessem cobertos de gelc. Olivia sentiu seu cora??o tremer ao observa¨Clo, lutando para se afastar, mas os bra?os fortes dele a seguravam p onturao uma corrente, impossibilitando sua fuga. Daniel levantou a m?o e o polegar, limpou uma gota de sangue de seus l¨¢bios. oferecendo um olhar g¨¦lico e prante em Olivia: ¡°Em casa voc¨º e toda carinhosa, mas aqui fora, fica timida?¡± ¡°Daniel por favor, n?o fa?a isso.¡± Olvia estava extremamente apavorada, fndo atropcamente para Daniel ¡°Senhor Griera, o que um bejo significa, afinal? Enquanto voc¨º e a secretaria Souza n?o tornarem c¨²blico o rcionamento, isso prova que a secretaria Souza esta solteira, e qualquer homem interessado tem o direito de corteja. Rodrigo disse um sorriso nosbios, dirigindo¨Cse a Daniel Danieln?ou um olhar frio em sua dire??o um leve sorriso em seus l¨¢bios, intimidador: ¡°¨¦ mesmo? O ultimo que teve essa ideia e olhou para m¨¢s inten??es j¨¢ teve que Tavar os olhos Ouvido issa. Olivia sentiu um ctrio, seu corpo endureceu, preocupada que Daniel pudesse machucar Rodrigo, rapidamente agarrou sua m?o: ¡°Nos dois precisamos ir, e as crian?as devemProperty ? N?velDrama.Org. estar creocupacas em casa. Vamos voltar logo.¡± Enquanto fva, acertou sua m?o e a puxou em dire??o ¨¤ cal?ada, querendo lev¨¢¨Clo de volta para casa. ¡°Se voc¨º esta t?o ansiosa para ir, ent?o vamos, disse Danieln?ando um olhar de rnce para Olivia e varrendo Rodrigo um olhar gelido antes de puxa em dire??o ao carro. A m?o de Olivia d onde ele havia apertado, mas n?o se atrevia a resistir. Ao chegarem no carro, Daniel a ajudou a entrar e tamb¨¦m se sentou. A atmosfera fria e cpressiva dele a envolvia, fazendo que respirasse esfor?o. esfregando o pulso dolorido e notando a pele roxa. sabia que seu pulso estaria machucado, pois a for?a que ele havia usado era t?o grande que a obrigava a segurar a respira??o de dor. 05.59 Capitulo 936 Ele estava furioso agora, e n?o ousava expressar sua dor. O carroe?ou a se mover, deslizando pelo asfalto, enquanto Daniel se recostava e olhava. fixamente para a frente, uma aura fria e intimidadora que tornava o ar dentro do carro rarefeito e dif¨ªcil de respirar. Olivia permanecia tensa, n?o ousando fazer barulho,o se respirar mais forte fosse um erro. Daniel, a face sombria e fei??es r¨ªgidas, mantinha seus olhos fixos na estrada,o se n?o tivesse nada para dizer a Olivia. Vendo que ele permanecia em sil¨ºncio, tamb¨¦m n?o ousava fazer um som. A press?o sufocante torturava seu cora??o. Rodrigo ficou parado, observando Daniel levar Olivia embora, sua express?o alegre desaparecendo, enquanto um brilho frio cruzava seus olhos acolhedores. Ele se virou para partir e viu Wilma de p¨¦ aodo da porta do bar. parecia furiosa e insatisfeita, observando¨Cos um olhar feroz. Quando Rodrigo olhou em sua dire??o, rapidamente disfar?ou sua f¨²ria, mas n?o o suficiente para escapar do olhar observador de Rodrigo. Rodrigo caminhou em sua dire??o. Wilma for?ou um sorriso em seu rosto, tentando transformar sua raiva em uma express?o amig¨¢vel e educada: ¡°Senhor Melo, ainda n?o foi embora?* havia acabado de sair do bar quando viu Daniel abra?ando e beijando Olivia ali perto, uma paix?o intensa, segurando¨Ca firmemente p cinturao se temesse que deslizasse. havia tentado agrad¨¢¨Clo no camarote, mostrando tudo o que ele poderia querer ver, mas ele n?o mostrou interesse e a rejeitou um chute! pensou que ele era lento para se aquecer para as mulheres, que n?o se interessava t?o rapidamente, mas para sua surpresa, em apenas alguns minutos, l¨¢ estava ele, abra?ando e beijando Olivia fervor. Isso indica o qu¨º? Indica que Daniel n?o era ap¨¢tico ¨¤s mulheres, n?o era desapegado s, mas sim desapegado d! Por qu¨º? Em que a Wilma era insuficiente? Cap铆tulo 937 Capitulo 937 estava t?o enfurecida e tomada p inveja que seu rosto se contorceu. Quando Rodrigo ehou em sua dire??o, limediatamente transformou o semnte em um sorriso. Em quest?o de segundos, Rodrigo percebeu a dissim??o de Wilma, mas manteve o sorriso costumeiro no rosto: ¡°Sita. Dias,o n?o conseguiu que o Sr. Griera a levasse para casa?¡± Rodrigo n?o tinha visto o que ocorreu no camarole, mas estava bem ciente das inten??es de Wilma ao entrar l¨¤. Ele acreditava que tinha usado todas as suas estrat¨¦gias para seduzir Daniel Ma¡¯s falhoul O sorriso for?ado de Wilma congelou em seu rosto por um instante, contudo, rapidamente retomou seu at de aleta??o. ¡°Ora, Sr. Melo, eu e o St. Griera nos conhecemos h¨¢ t?o pouco tempo, por que ele teria tantal pressa de me levar para casa? Afinal, n?o somos amigos de longa data.¡± n?o negou o desejo de ir para casa Daniel. Isso, ao menos, despertou a admira??o de Rodrigo. Era raro encontrar quem exibisse suas ambi??es de maneira t?o descarada. Property ? N?velDrama.Org. ¡°Se desejar, talvez eu possa lhe ser ¨²til.¡± Ap¨®s dizer isso, Rodrigo desviou¨Cse d e se afastou passosrgos. Wilma estremeceu, seu cora??o acelerou de excita??o. Virou¨Cse rapidamente e falou em dire??o ¨¤ silhueta de Rodrigo: ¡°Sr. Melo, est¨¢ dizendo que pode me ajudar a conquistar Daniel?¡± Rodrigo pausou por um breve momento, mas sem olhar para tr¨¢s, continuou seu caminho. Wilma franziu o cenho, achando Rodrigo muito estranho. Ele mesmo ofereceu ajuda, mas agora a ignorava. O carro parou no p¨¢tio da Vi Serenidade. Assim que parou, Olivia abriu a porta e saiu sem hesitar, dirigindo¨Cse para dentro da casa sem ousar olhar para tr¨¢s. ¡°Pequeno senhor, senhoritas, depois que tomarem banho, F¨¢bio os levar¨¢ para encontrar o pai. Ele os levar¨¢ para ver a m?e, que tal?¡± Na s de estar, F¨¢bio tentava acalmar os quatro pequenos. Joel cruzou os bra?os e disse uma express?o zangada: ¡°Humph, n?o quero banho agora. Vou esperar o papai voltar.¡± ¡°Iria quer que mam?e de banho.¡± Disse os olhos cheios de l¨¢grimas e o bico formado nosbios. ¡°Quero mam?e, vov¨®.¡± In¨¦s falou baixinho, l¨¢grimas girando nos olhos. ¡°Papal est¨¢ a mam?e?¡± Heitor perguntou. Quando Olivia entrou, vlu os quatro pequenos enfrentando F¨¢bio uma express?o ferozmente ador¨¢vel. Fvam sobre querer encontrar a m?e e a av¨®. O cora??o frio e atemorizado de Olivia se aqueceu, e um sorriso brotou em seus l¨¢bios. ¡°Por que n?o est?o tomando banho? Mam?e chegou.¡± Ao ouvir suas pvras, quatro pequenas cabe?as se viraram imediatamente, e no segundo em que a viram, seus olhos negros e inocentes reluziramo as estrs no c¨¦u. ¡°Mam?e!¡± Gritaram em un¨ªssono, correndo em dire??o a Olivia suas pequenas pernas. Olivia se agachou e abriu os bra?os para receber seus pequeninos. ¡°Mam?e, por que demorou tanto para voltar?¡± Os pequenos se atiraram em seus bra?os, e Iria agarrou a roupa de Olivia, recuar o rosto contra com um ar de tristeza. A for?a do impacto fez Olivia cambalear para tr¨¢s, prestes a cair os pequenos ao ch?o. Uma m?o grande a segurou p cintura, estabilizando seu corpo. O calor daqu m?o era seco e ardente. Cap铆tulo 938 Cap¨ªtulo 938 A temperatura abrasadora pressionava as costas de Olivia, que sentiu um arrepio no cora??o, estabilizou o corpo e apertou os pequenos seres fofinhos em seus bra?os. se esfor?ava para ignorar a presen?a perturbadora atr¨¢s d. Sua voz desacelerou e falou suavemente para as crian?as: ¡°A mam?e teve que panhar o chefe em umpromisso hoje, por isso cheguei tarde.¡± ¡°Mam?e, seu chefe ¨¦ o papai?¡± Joel levantou sua pequena cabe?a, seus olhos amendoados brilhando enquanto olhava para Olivia uma inoc¨ºncia infantil. Ao mencionar Daniel, Olivia sentiu um nervosismo involunt¨¢rio e, ap¨®s uma pausa de dois segundos, respondeu: ¡°N?o, ¨¦ o tio do Thiago.¡± ¡°Thiago, ¨¦ aquele menino da minha pr¨¦¨Cesc?¡± Iria perguntou, curiosa, os olhos brilhando ao olhar para Olivia. ¡°Sim, ¨¦ ele.¡± disse Olivia. ¡°Oh, ent?o a mam?e trabalha na empresa do tio do Thiago?¡± Iria perguntou, inclinando a cabe?a de maneira ador¨¢vel. ¡°Isso mesmo.¡± Olivia respondeu, levantando¨Cse e caminhando at¨¦ ao sof¨¢, segurando as m?os dos dois filhotes. se afastou casualmente da m?o de Daniel que estava apoiada em suas costas. Embora mantivesse apostura, seu cora??o estava agitado e, doe?o ao fim, n?o se virou para tr¨¢s, medo de encontrar o olhar profundo e escuro de Daniel. ¡°Mam?e, hoje tivemos a feira de ci¨ºncias de eletr¨®nica na pr¨¦¨Cesc, e eu ganhei o primeiro lugar.¡± Heitor disse, parado na frente de Olivia, seu rosto iluminado de alegria. Ele tinha ganhado o primeiro lugar e estava ansioso parapartilhar a noticia a m?e primeiro. ¡°¨¦ mesmo? Meu Heitor ¨¦ fenomenal, um verdadeiro g¨ºnio da inform¨¢tica.¡± Olivia elogiou Heitor alegria, acariciando sua cabe?a. ¡°Mam?e, eu tamb¨¦m ganhei o primeiro lugar no Concurso Alimentar!¡± Iria interrompeu, levantando a m?o, ansiosa para n?o ser deixada para tr¨¢s. ¡°Sim, sim, a Iria tamb¨¦m ¨¦ muito especial¡± Olivia disse, passando a m?o carinhosamente pelo rosto de Iria. ¡°E eu, consertei muitas antiguidades.¡± In¨ºs disse, as bochechas coradas de orgulho. ¡°Eu vou atuar em uma nov.¡± Joel adicionou. Olivia sorriu e acariciou as cabe?as de cada um: ¡°In¨¦s e Joel tamb¨¦m s?o incr¨ªveis, meus quatro amores, todos pequenos g¨ºnios.¡± 1/2 ¡°Mam?e, eu quero dormir voc¨º e o papai hoje.¡± Iria disse, seu sorriso doce revndo duas covinhas adoravels. Olivia estava prestes a responder quando o sof¨¢ ao seudo sucumblu sob o peso de algu¨¦m, e sentiu uma presen?a imponente. Ao se virar, viu a soberba silhueta de Daniel sentado ao seudo, seu rosto s¨¦rio e olhos sombrios: ¡°Hoje, cada um vai dormir no seu pr¨®prio quarto.¡± A voz de Daniel era incontest¨¢vel. Olivia sentiu seu cora??o apertar: mesmo sem olhar para a express?o de Daniel, a sua voz j¨¢ indicava que ele estava de mau humor. Quanto a n?o deixar as crian?as dormirem , Olivia lembrou do beijo dominador e arrogante de Daniel de mais cedo, e ficou ainda mais inquieta. ¡°Eu n?o quero, eu quero dormir a mam?e!¡± Iria protestou, uma express?o teimosa e desafiadora, encarando Daniel. Meu Deus, desde quando Iriae?ou a ser t?o determinada? Fabio estava estupefato, seus olhos arregdos enquanto olhava para Iria e depois paral Daniel percebendo a express?o sombria no rosto de Daniel, ele sentiu um arrepio ee?ou a suar em bicas. Ele estava preocupado por Iria. Daniel franziu as sobrancelhas, uma frieza emanando dele. Mas os pequenos n?o tinham a habilidade de ler o ambiente t?o bem quanto os adultos. Joel concordou: ¡°Eu tamb¨¦m quero dormir a mam?e!¡± ¡°Eu tamb¨¦m¡­¡± In¨¨s disse reservadamente, levantando a m?o. Heitorn?ou um olhar r¨¢pido para Daniel, ignorando sua express?o sombria, e disse: ¡°Eu tamb¨¦m quero ficar p cintura a mam?e.¡± Content (C) N?v/elDra/ma.Org. 2/2 Cap铆tulo 939 Cap¨ªtulo 939 Olivia estava inquieta, preocupada a possibilidade de Daniel perder a paci¨ºncia. F¨¢bio tamb¨¦m enxugava o suor da testa, ao notar a express?o carregada de Daniel, poucos teriam a ousadia de desafi¨¢¨Clo, talvez apenas os quatro pequenos. F¨¢bio aguardava, apreensivo, p tempestade que Daniel poderia liberar. Mas Daniel levantou a m?o, pressionando as t¨ºmporas, e uma voz rispidae?ou a fr: ¡°Cada um vai dormir no seu quarto, esperando a m?e contar uma hist¨®ria antes de dormir.¡± ¡°Eu n?o¡­¡± Iria n?o tinha entendido a inten??o de Daniel e estava prestes a recusar. Antes que conseguisse terminar a frase, Olivia cobriu a boca da menina, interrompendo¨Ca e rapidamente segurou seus ombros, olhando em seus olhos e explicando: ¡°O que seu pai quer dizer ¨¦ que esta noite a mam?e vai contar hist¨®rias, mas voc¨ºs dever?o dormir cada um no seu quarto, esperando p vez de cada um.¡± Iria piscou, confusa: ¡°¨¦ isso mesmo?¡± ¡°ro que ¨¦.¡± Olivia confirmou. ¡°Ent?o eu n?o quero dormir, quero esperar a mam?e contar a hist¨®ria.¡± Joel pulou de alegria. ¡°Eu vou tomar banho para esperar a mam?e contar uma hist¨®ria.¡± In¨ºs, impaciente,e?ou a disparar em dire??o ao banheiro. ¡°Eu sou o mais velho, a mam?e vai contar a hist¨®ria por ¨²ltimo para mim, eu vou esperar e n?o vou dormir.¡± Heitor, sempre o maispreensivo, sabia ceder o espa?o aos irm?os mais novos. Em poucas pvras, os quatro pequenos foram para o banheiro, entusiasmados para tomar banho e deitar cedo na cama, ¨¤ espera das hist¨®rias da m?e. Ol¨ªvia levantou¨Cse, sorrindo ao ver as crian?as correndo para o banheiro. Seu olhar encontrou rapidamente os olhos escuros de Daniel, fazendo seu cora??o tremer. ¡°Vou vero est?o Iria e In¨ºs.¡± Ol¨ªvia apressou¨Cse em sair. Depois do banho, os pequenos estavam encharcados na cama, seus corpos jovens cheios de vapor, parecendo macios e ador¨¢veis. Ol¨ªvia escolheu roupas para Iria e In¨ºs, um sentimento de ternura e rxamento. Text ? by N0ve/lDrama.Org. ¡°Mam?e, hoje eu quero dormir voc¨º e a In¨ºs.¡± Iria disse docemente enquanto se vestia. In¨ºs concordou um aceno: ¡°Sim, juntas.¡± O sorriso de Olivia era aquecido: ¡°ro que podem, queridas. Vistam¨Cse, deitem¨Cse e mam?e 06:00 Capitulo 939 contar¨¢ uma hist¨®ria para voc¨ºs.¡± ¡°Sim, sim, est¨¢ bem.¡± As crian?as obedeceram, se vestiram e se aninharam na cama, Ol¨ªvia pegou o livro de hist¨®rias para contar uma hist¨®ria para dormir de dormir, Talvez por estarem aodo da m?e, as crian?as rxaram facilmente, e a voz suave de Ol¨ªvia,o um riacho fluindo, tinha um efeito hipn¨®tico. A hist¨®ria ainda n?o havia terminado e as duas meninas j¨¢ haviam adormecido. Ol¨ªvia levantou¨Cse silenciosamente e foi at¨¦ o quarto de Joel e Heitor, que tamb¨¦m dividiam um quarto. Ao verem Ol¨ªvia, os meninos rapidamente se levantaram, ansiosos p sua chegada. ¡°Mam?e, est¨¢vamos te esperando.¡± Joel disse os olhos lutando contra o sono e a voz fraca. Heitor tamb¨¦m esfregava os olhos, por mais forte que fosse sua vontade, ainda era uma crian?a, e j¨¢ eram quase dez da noite, sendo que normalmente eles adormeciam ¨¤s nove. Ol¨ªvia, entre a preocupa??o e o carinho, disse: ¡°Venham, deitem¨Cse, que agora vou contar uma hist¨®ria para voc¨ºs.¡± Os meninos deitaram¨Cse obedientemente, e Olivia se deitou aodo deles na cama, retomando a contar a mesma hist¨®ria interrompida anteriormente. Logo ap¨®s algumas frases, os respirares uniformes das crian?as indicaram que tamb¨¦m haviam adormecido. Ol¨ªvia parou de contar a hist¨®ria, um sorriso nos l¨¢bios, e sussurrou um ¡°boa noite, meus amores¡± para os pequeninos. se levantou devagar e voltou para o quarto principal. Ao perceber que Daniel n?o estava l¨¢, suspirou aliviada, pegou algumas roupas no arm¨¢rio e foi tomar banho. Quando estava prestes a fechar a porta do banheiro, sentiu uma for?a impedindo¨Ca. Ol¨ªvia prendeu a respira??o. Cap铆tulo 940 Cap¨ªtulo 940 A for?a de Olivia estava longe de serpar¨¢vel ¨¤ do homem dodo de fora, e a porta foi aberta facilidade. Ao ver a alta e escura silhueta de Daniel adentrar o recinto, o cora??o de Oliviae?ou a bater depassado, e, subjugada p imponente presen?a dele, seus passos recuaram involuntariamente. ¡°Daniel, eu estava prestes a tomar banho, voc¨º precisa de algo?¡± Olivia perguntou, aguardando ansiosamente p resposta. ¡°Eu sei, eu tamb¨¦m preciso tomar um banho,¡± disse Daniel, uma voz grave e magn¨¦tica,o se fosse a coisa mais natural do mundo. ¡°Ent?o voc¨º pode ir primeiro, disse Olivia, baixando a cabe?a e se preparando para desviar dele e sair do banheiro. No momento em que se cruzaram, Daniel segurou seu ombro, empurrando¨Ca levemente at¨¦ que as costas d encontrassem a parede. Com a sua alta estatura cobrindo¨Ca, ele apoiou as m?os na parede, enusurando¨Ca entre a parede e seu corpo.. Seus olhos prantes olhavam de cima, uma voz grave e fria: ¡°Do que voc¨º est¨¢ fugindo, hein?¡± Olivia sentiu a respira??o se intensificar, for?ada a encarar o olhar intimidante e enigm¨¢tico dele, o cora??o acelerado, a voz fraca e sem for?a: ¡°Eu n?o estou fugindo, se estivesse, n?o teria voltado para a Vi Serenidade¡­¡± Ele teria descoberto algo? Com o cora??o batendo feito m, Olivia sentia¨Cse tensa. Se Daniel percebesse qualquer sinal de que nejava fugir, todo o esfor?o dele teria sido em v?o. ¡°Estou fndo do agora,¡± disse Daniel. Com o cora??o pndo, Olivia percebeu que havia pensado demais, sentindo¨Cse culpada e baixando a cabe?a secretamente. ¡°N?o estou acostumada a tomar banho outra pessoa¡­¡± Sua voz era t?o suave que parecia quase l¨ªquida. O abd?men de Daniel se contraiu, seus olhos profundos escureceram, e o dedo indicador dele levantou o queixo d, for?ando¨Ca a olhar em seus olhos: ¡°N?o tem nada que queira contar?¡± Olivia olhou nos olhos dele, profundoso o c¨¦u noturno, e seu cora??o congelou. tinha muitos segredos que n?o podia revr, e agora ele estava questionando, teria descoberto algo? 06:00 Capitulo 940 Qual deles? O segredo de que n?o era filha de Gabriel, ou o segredo de Teresa ter sido desonrada por Gabriel? Ou o segredo de que queria fugir o filho?Property ? N?velDrama.Org. Qualquer um desses segredos, se descoberto por Daniel, seria um desastre para . ¡°Dizer o qu¨º?¡± Olivia, internamente em panico, tentou se mostrar calma e confusa, retrucando. ¡°O incidente desta noite!¡± A fei??o de Daniel escureceu, tornando¨Cse friao gelo. A aura ao redor dele tamb¨¦m ardeu em frio p express?o fria e pelo olhar cial. Os dentes de Oliviae?aram a estremecer por causa do frio. Ele deve ter levado a s¨¦rio as pvras de Rodrigo. Olivia n?o sabia qual era a inten??o de Rodrigo ao dizer aquilo, mas ele havia prometido. ajud¨¢ a fugir de Daniel. Para , Rodrigo era um parceiro! n?o podia trair Rodrigo, dizendo que o que ele falou era mentira. Olivia tentou manter apostura, estabilizou seu espirito e olhou para cima para encontrar o olhar de Daniel. ¡°Voc¨º n?o acha que Rodrigo est¨¢ certo, que um homem e uma mulher sem sentimentos, mesmo tendo um filho juntos, deveriam criar o filho juntos e cada um buscar o seu pr¨®prio amor?¡± tamb¨¦m pensava,assim no fundo do cora??o: criar o filho juntos e viver suas vidas. separadamente, sem interfer¨ºncias. Se ele n?o queria se casar , por que n?o a deixar livre para buscar sua pr¨®pria felicidade? A atmosfera em torno de Daniel de repente se tornou ainda mais, e o gesto que antes era de levantar o queixo d agora se transformou em um estrangmento, seu olhar frioo se quisesse consumi. ¡°Enchendo meudo mulheres, enquanto voc¨º persegue seu pr¨®prio amor? Olivia, voc¨º est¨¢ cansada de viver?¡± Daniel disse entre dentes, e a m?o que segurava o queixo d subitamente se apertou. Olivia franziu a testa de dor: ¡°Daniel, voc¨º ¨¦ muito ego¨ªsta, se voc¨º n?o vai se casarigo, tamb¨¦m n?o me permite casar outro¡­¡± Cap铆tulo 941 Cap¨ªtulo 941 ¡°A quem desejas casar¨Cte?¡± perguntou Daniel Griera, uma express?o sombria e um olhar agu?adoo o de uma ¨¢guia, que a perfuravao uma lamina de gelo. ¡°Eu, eu n?o sei¡­¡± A respira??o de Olivia Souza era pesada, suas m?os agarravam¨Cse ¨¤s pontas da roupa dele, apertando¨Cas e tremendo levemente. Property ? N?velDrama.Org. ¡°Ah, ilus?es!¡± Uma luz fria passou pelos olhos sombrios de Daniel, e num gesto brusco, arrancou as vestes d. ¡°Ah¡­¡± Olivia despertou, movendo¨Cse ligeiramente, sentindo uma dor intensa por todo o corpo, contraindo suas sobrancelhas delicadas. Aguentando a dor e o desconforto, virou a cabe?a para odo e algo n?o parecia certo atr¨¢s de sua nuca; estava deitada sobre um bra?o. Aquele bra?o, musculoso e forte. transmitia uma sensa??o intensa de seguran?a. As imagens da noite anterior rvam rapidamente em sua mente. Daniel estava furioso no banheiro, pressionando¨Ca contra a parede, e , incapaz de resistir, agarrou¨C se ao seu pesco?o, inclinando a cabe?a para tr¨¢s, a boca entreaberta, fixando os olhos nas luzes do teto que bn?avam. A ¨¢gua do chuveiro ca¨ªa sobre os dois, enchendo o quarto um calor intimo. Depois, na cama, Daniel segurou sua cintura, entr?ando -a n de forma inescap¨¢vel. Olivia sentiuo se tivesse deixado escapar metade de sua vida. E, no final, desmaiou. A mem¨®ria da noite era dolorosa, profunda. Olivia sobressaltou¨Cse, sua consci¨ºncia rapidamente se reou e abriu os olhos para ver o rosto de Daniel, tra?os definidos e extraordinariamente bonito. Seu nariz era alto e reto, seus l¨¢bios finos e sensuais, e suas sobrancelhas espessas,binando beleza virilidade. Isso fez que a respira??o de Olivia falhasse e seu cora??o disparasse. Mesmo os olhos fechados e uma express?o de sono, podia sentir o grande perigo que emanava dele. Um perigo que poderia faz¨º perder uma camada de pele e a for?a para viver. Olivia se levantou repentinamente. Assim que se moveu, a m?o em sua cintura agiu rapidamente, trazendo¨Ca de volta para 1/2 06:00 deltar¨Cse ao seudo. Uma voz rouca soou: ¡°Para onde vais?¡± Seus olhos profundos e tranquilos se abriram. A temperatura ao redor caiu v¨¢rios graus instantaneamente, fazendo que o cora??o de Olivia tremesse e sua respira??o paralisasse. Com o cora??o batendo de forma irregr, respondeu: ¡°Levantar¨Cme para mevar.¡± A m?o de Daniel em sua cintura finalmente rxou. Percebendo a mudan?a na press?o de sua m?o, rapidamente se levantou, deitando¨Cse de frente para ele, pronta para enfrentar o perigo de ser destro?ada. n?o conseguia encar¨¢¨Clo por mais um segundo. Assim que se sentou, o cobertor escorregou de seu corpo e uma onda de frio tocou sua pele. Ao perceber seu estado, Olivia inspirou profundamente e rapidamente levantou as m?os, abra?ando¨C se. Olhando para tr¨¢s, em panico, encontrou os olhos profundos de Daniel. Seu sorriso eral leve, mas seus olhos eram frios: ¡°Que parte de ti eu n?o vi? H¨¢ necessidade de te esconder?¡± Com essas pvras, ele se levantou ee?ou a se vestir diante d. Olivia prendeu a respira??o e rapidamente desviou o olhar. Envolvendo¨Cse no cobertor, saiu da cama, suas pernas tremiam e quase caiu. Daniel estendeu o bra?o e a envolveu, sua voz magn¨¦tica constrangendo: ¡°Ainda consegues andar? Parece que n?o foi suficiente¡­¡± Olivia ficou desconcertada, seu cora??o disparou e rapidamente disse: ¡°N?o, minhas pernas est?o t?o fracas que mal posso ficar de p¨¦, voc¨º n?o v¨º?¡± O olhar profundo de Daniel fixou¨Cse n: ¡°Ainda n?o aprendeste a li??o?¡± Olivian?ou lhe um olhar severo e pegajosa!¡± O empurrou: ¡°Eu vou tomar um banho, estou me sentindo e?ou a andar para a frente, mas suas pernas estavam t?o fracas que teve que se apoiar em algo rapidamente. De repente, se sentiu leve, sendo levantada nos bra?os. Olivia instintivamente agarrou¨Cse ao pesco?o de Daniel e, quando percebeu que era ele quem a segurava, seu corpo congelou e disse, em panico: ¡°Solte¨Cme, eu posso ir sozinha!¡± Um olhar intimidador de Daniel a encarou, deixando¨Ca atordoada e franziu as sobrancelhas, sem ousar pronunciar outra pvra. Cap铆tulo 942 Cap¨ªtulo 942 Daniel, embora j¨¢ estivesse vestido, exva uma aura masculina t?o dominante e inabal¨¢vel. Al¨¦m disso, Olivia ainda n?o havia se vestido, apenas envolta em um len?ol. e?ou os bra?os ao redor do pesco?o de Daniel, e o len?ol, sem querer, deslizou¡­ A surpresa de Olivia por ser subitamente erguida por ele ainda n?o havia se estabilizado quando seu cora??o disparou desenfreadamente, suas m?os e p¨¦s inquietos tentavam puxar o len?ol ca¨ªdo para se cobrir. Mas era apenas um ato in¨²til, Daniel j¨¢ havia visto tudo. Seu olhar era profundo, tingido de uma sombra rouca, e ele observava o rosto de Olivia, ligeiramente rechonchudo devido ao beb¨º. Lembrando¨Cse de qu?o delicada fora a seudo na noite anterior, um calor subiu pelo ventre de Daniel. Ele engoliu em seco, sua voz baixa e magn¨¦tica soou: ¡°Por que cobrir? N?o ¨¦o se eu j¨¢ n?o tivesse visto.¡± Olivia: ¡°¡­¡­¡± Seu rosto se aqueceu num instante, e embora o que ele dissera fosse verdade, ouvi¨Clo fr fez que se sentisse envergonhada. Danieln?ou lhe um olhar de rnce, sua face antes p¨¢lida estava agora corada, um rosal suave convidativo a um beijo. A escurid?o de seus olhos profundos se aprofundou, ele controlou a rea??o de seu corpo, desviou o olhar para ¨¤ frente e se apressou para o banheiro, colocando Olivia aodo da pia: ¡°Saia quando acabar.¡± ¡°Entendi,¡± disse Olivia, baixando levemente a cabe?a. A figura imponente de Daniel deixou o banheiro, e a atmosfera opressiva pareceu diminuir um pouco. Olivia rapidamente fechou a porta do banheiro, temendo que Daniel voltasse. Depois de trancar a porta, rxou os ombros tensos e caminhou at¨¦ o chuveiro, abrindo a ¨¢gua quente. Seu olhar girat¨®rio avistou a pia, e seu cora??o deu um pulo. Na noite passada, Daniel a dominoupletamente, fazendo¨Ca sentar¨Cse na pia sem restri??es¡­ As imagens que surgiam em sua mente fizeram o sangue de Olivia aquecer, e rapidamente desviou o olhar da pia. Quando seu olhar se afastou, viu os azulejos acinzentados na 06:00 parede. Depois de entrar no banheiro, foi pressionada contra a parede por Daniel, suas m?os fortes segurando seus quadris, levantando¨Ca¡­ Olivia prendeu a respira??o, ficando sozinha no banheiro, mas seu rosto estava vermelhoo um tomate. pensou que se esconderia no banheiro dos tra?os de Daniel. Mas cada canto do banheiro estava impregnado as marcas poderosas da noite, e cada coisa que via trazia ¨¤ mente os eventos da noite anterior. O respirar pesado e ardente de Daniel parecia ainda ecoar atr¨¢s de seus ouvidos, sua pele fr¨¢gil se arrepiava de prazer e seu cora??o apertava ainda mais. Olivia rapidamente fechou os olhos e sacudiu a cabe?a, tentando afastar as imagens da noite passada. Text ? by N0ve/lDrama.Org. A ¨¢gua morna caiu sobre sua cabe?a, molhando seu cabelo, as gotas seguiam por seus fios e bochechas, caindo no ch?o e fazendo barulho. Olivia ficou im¨®vel sob o chuveiro, os olhos firmemente fechados, deixando a ¨¢gua escorrer pelo seu rosto. Mas n?o conseguia dissipar a lembran?a de Daniel a atormentando at¨¦ a exaust?o na noite anterior. Todo o seu corpo tremia de medo, e ele n?o mostrava miseric¨®rdia. Todos os seus ossos pareciam estar se desfazendo. A ¨¢gua corria de cima para baixo, levando a dor de seu corpo, mas as mem¨®rias n?o podiam ser lavadas. permaneceu parada sob a ¨¢gua, o fluxo r¨¢pido inundando seu cabelo, escorrendo pelo seu rosto, e sua respira??o se tornou cada vez mais dif¨ªcil,o se estivesse se submersa. A respira??o de Olivia foi interrompida p ¨¢gua, tornando¨Cse cada vez mais desconfort¨¢vel, seu cora??o parecia afundar no fundo do mar, mas seu corpo parecia estar paralisado, incapaz de se mover. ¡°Thump thump thump!¡± Sons urgentes de batidas na porta soaram. Daniel batia na porta for?a, mas a porta do banheiro estava trancada e n?o podia ser aberta por fora. Parecia que Olivia n?o ouvia. ¡°Crack¡°, a ma?a da porta do banheiro foi for?ada a abrir, e um buraco surgiu onde estava o trinco. Uma figura alta e escura entrou rapidamente, puxando Olivia para fora de baixo do chuveiro. 06.01 Capitulo 942 sua m?o ¨¢spera colocou o cabelo molhado, que parecia algas, sobre sua cabe?a. Cap铆tulo 943 Cap¨ªtulo 943 Daniel franzia o rosto, os olhos negros afiados: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?!¡± Olivia foi sacudida pelo grunhido urgente e baixo, abriu a boca e respirou profundamente o ar fresco. Depois de respirar ansiosamente por alguns momentos, a sensa??o de sufocamento aliviou um pouco. Quando abriu os olhos, viu Daniel olhando para olhos frioso geada, e aquele olhar prante parecia carregar uma certa tens?o. ¡°Estou tomando banho,¡± respondeu Olivia, ofegante. ¡°Um banho que pode custar a vida? Olivia, voc¨º est¨¢ testando os limites da minha paci¨ºncia?¡± A m?o que Daniel usava para segurar seu ombro estava muito tenso devido ¨¤ a Cia?¡± ¡°D¨®i¡­¡± A esc¨¢p de Olivia parecia estar se partindo, o corpo ficou tenso. Daniel viu suas sobrancelhas se contorcendo de dor e percebeu que a tinha machucado, ent?o afrouxou um pouco o aperto. Olhando em seus olhos, ainda severo e tenso, disse: ¡°Por que n?o se sentiu mal antes? Se eu descobrir voc¨º se tratando assim novamente, n?o vou te deixar passar!¡± Daniel era autorit¨¢rio e frio, deixou essas pvras para tr¨¢s, olhou para o rosto p¨¢lido d, mordeu os dentes e saiu do banheiro, agitado. L¨¢ fora, o som da ¨¢gua caindo no ch?o ecoava nos ouvidos de Daniel, tensos.Content (C) N?v/elDra/ma.Org. O rosto atraente de Daniel estava escuroo um c¨¦u cheio de nuvens negras, e seus olhos negros estavam tingidos uma camada de vermelho sangue, as sobrancelhas levemente agitadas. As m?os penduradas aodo do corpo estavam cerradas, as veias saltadas devido ¨¤ for?al aplicada. Olivia pensou que poderia for?¨¢¨Clo a deix¨¢ ir dessa forma? Que ilus?o! Mesmo na morte, ele n?o deixaria Olivia ir embora para encontrar seu pr¨®prio amor, para casar¨Cse com outro! Daniel deu passosrgos e saiu do quarto. Olivia voltou a si, apoiou¨Cse na pia e respirou dificuldade, olhando para tr¨¢s para o chuveiro ainda gotejando ¨¢gua. Um medo surgiu em seu cora??o, o que estava pensando? Por que n?o se moveu? Os cabelos molhados cobrindo o rosto poderiam asfixi¨¢! No momento de vida ou morte, n?o teve nenhuma rea??o! 1/2 Capitulo 943 Felizmente Daniel entrou a tempo. se virou e viu a fechadura da porta do banheiro arrombada, a porta estava quebrada. Quanta for?a era necess¨¢ria¡­ Olivia estava t?o chocada que n?o conseguiu mais divagar, rapidamente terminou o banho e saiu enrda em uma toalha. Daniel j¨¢ n?o estava no quarto. Olivia baixou os olhos, escondendo as emo??es que tinha. Depois de se vestir e se arrumar, desceu as escadas, e Daniel tamb¨¦m n?o estava l¨¢ embaixo. Viu F¨¢bio arrumando a mesa e se aproximou, perguntando: ¡°F¨¢bio, onde est¨¢ o Daniel?¡± ¡°O Sr. Daniel saiu, deve ter ido para a empresa. Senhorita Souza, o almo?o est¨¢ pronto, pode come?ar, eu tenho que ir buscar as crian?as,¡± disse F¨¢bio pressa. Almo?o? Olivia ficou surpresa, pensou que ainda era manh?, mas j¨¢ era tarde e as crian?as estavam prestes a sair da esc. tinha dormido at¨¦ a tarde! Mas pensando bem, era normal. Na noite anterior, depois de muito esfor?o, tinha ca¨ªdo em um sono profundo e estavapletamente exausta. Acordei tarde e ainda me sentia fraca. queria ir F¨¢bio partiu as crian?as, mas estava t?o cansada que mal conseguia andar, ent?o decidiuer em casa para recuperar as for?as. Depois deer, F¨¢bio saiu apressado e Olivia estava almo?ando quando o celr tocou. Ao ver o lembrete de chamada, sentiu seus nervos, que haviam rxado um pouco, se tensionarem novamente. Cap铆tulo 944 Cap¨ªtulo 944 Fol uma chamada de Vicente Fontes. n?o tinha ido trabalhar o dia todo e tamb¨¦m n?o tinha pedido licen?a a Vicente. Na ¨²ltima vez, havia prometido a Vicente que jamais faltaria ao trabalho sem avisar e, se algo acontecesse, the da um pr¨¦¨Caviso. E agora, havia quebrado a promessa novamente. n?o queria ser assim, mas era algo fora de seu controle. Olivia colocou os talheres dedo e deslizou o dedo para atender a chamada: ¡°Sr. Fontes, deixe¨Cme explicar¡­ Olivia tomou a iniciativa, explicando a situa??o antes que Vicente pudesse ficar irritado. mal haviae?ado a fr quando ouviu a risada zombeteira de Vicente: ¡°Eu entendo, voc¨º e o Daniel est?o naqu fase apaixonante e isso ¨¤s vezes foge do controle¡­¡± Content ? N?velDrama.Org. Olivia: ¡°¡­¡± Seu rosto esquentou, extremamente envergonhado, desejando poder se esconder em um buraco. Como Vicente sabia de tudo? Mas ele estava enganado em uma coisa: Daniel n?o tinha um rcionamento amoroso , de onde vinha essa fase apaixonante? ¡°Sr. Fontes, de fato tenho um motivo inadi¨¢vel hoje, ainda estou em tempo de pedir licen?a?¡± Olivia mascarou o constrangimento, tentando fr ele de maneira natural. Se fosse considerado um dia de licen?a e n?o de falta, seu sal¨¢rio n?o seria descontado. ¡°¨¦ tarde demais.¡± Vicente riu: ¡°Compense o trabalho perdido horas extras esta noite.¡± ¡°Horas extras?¡± Olivia perguntou confusa. ¡°Certo, voc¨º n?o estava encarregado de receber os jornalistas e promover a cultura da empresa do Grupo Fontes Tologia Eletr?nica antes? Desta vez, a emissora de TV dar¨¢ ao Grupo Fontes uma entrevista especial para promover o Grupo Fontes. Os jornalistas j¨¢ estiveram na empresa durante o dia tirando fotos e filmando, e ¨¤ noite, querem aprofundar o conhecimento sobre a empresa. Eu N?o tenho tempo, ent?o voc¨º ir¨¢ seunicar eles.¡± O tom brincalh?o de Vicente tornou¨Cse s¨¦rio. No dia a dia, Vicente parecia ser um sujeito brincalh?o e bem¨Chumorado, mas quando se tratava de trabalho, ele era muito s¨¦rio eprometido. Ele jamais falharia os seus neg¨®cios, assimo os amigos pr¨®ximos de Daniel,o Carlos Marques e Rayan Mendes, provavelmente influenciados por Daniel, que sempre colocava o trabalho em primeiro lugar, a ponto de, se necess¨¢rio, se desfazer de qualquer Capitulo 944 vinculo familiar. Olivia entende a atitude rigorosa de Vicente em r??o ao trabalho. Como funcion¨¢ria dele, se faltar um dia de trabalho j¨¢ ¨¦ considerada errada, essa hora extra de trabalho, infelizmente, n?o posso recusar. ¡°Est¨¢ bem, irei ¨¤ empresa assim que terminar deer.¡± Olivia concordou prontamente. ¡°Certo,a sem pressa.¡± Ap¨®s dizer isso, Vicente desligou. Olivia terminou sua refei??o, se sentindo revitalizada e menos cansa?o. J¨¢ que iria trabalhar, precisava trocar de roupa por algo mais profissional. escolheu um conjunto de vestu¨¢rio corporativo em preto e branco: uma camisa de mangas curtas com crinho, perfeita para cobrir a marca de beijo ainda visivel em seu pesco?o. Abaixo, estava a saia de linha reta na altura do joelho. Passando uma maquiagem leve, estava pronta para sair, quando F¨¢bio chegou as crian?as. ¡°Mam?e!¡± Os quatro pequenos correram em dire??o a Olivia. os abra?ou, fndo voz suave: ¡°Hoje a Mam?e precisa fazer hora extra e n?o poder¨¢ ficar com voc¨ºs. Deixem o Sr. F¨¢bio cuidar de voc¨ºs, est¨¢ bem?¡± ¡°mam?e vai fazer hora extra? quando voc¨º volta?¡± Joel olhou para cima seus olhos negros cheios de expectativa. Antes mesmo de se separarem, j¨¢ estavam ansiosos pelo reencontro. ¡°Sim, provavelmente por volta das dez da noite, assim que terminar o trabalho. Sejam bonzinhos e durmam¡¯cedo, okay?¡± Olivia afagou suas pequenas cabe?as, ainda ¨²midas e um leve cheiro de leite. O cora??o de Olivia se abrandou. ¡°Ai! Eu odeio hora extra! Quando eu crescer, vou acabar eles! A¨ª A mam?e n?o vai precisar ficar at¨¦ tarde no trabalho.¡± Iria fez beicinho, apertando seus pequenos punhos, franzindo a testa. Cap铆tulo 945 Cap¨ªtulo 945 Olivia riu e beliscou suavemente as bochechas rechonchudas de Iria: ¡°Mam?e volta logo, n?o se preocupe.¡± ¡°Senhorita Souza, eu posso lev¨¢.¡± F¨¢bio se aproximou, oferecendo¨Cse educadamente. ¡°N?o precisa, voc¨º fica cuidando das crian?as em casa, o motorista pode me levar.¡± Disse Olivia. ¡°O motorista foi levar o Senhor Daniel ao aeroporto hoje, ele tem uma viagem de neg¨®cios.¡± Explicou F¨¢bio, confirmando que o motorista da Vi Serenidade realmente n?o estava dispon¨ªvel. Daniel est¨¢ viajando a neg¨®cios? Olivia n?o fazia ideia, seus l¨¢bios se curvaram em um sorriso superficial de autodeprecia??o, n?o era Daniel ou algo assim, seu paradeiro,o poderia dizer a ? E mesmo que estivesse viajando, precisava contar a ? sequer tinha o direito de saber. ¡°as crian?as¡­¡± Olivia ainda estava preocupada. ¡°Tem muitos empregados em casa, vai ficar tudo bem.¡± Garantiu F¨¢bio. ¡°Ent?o est¨¢ bem.¡± Olivia concordou em deixar F¨¢bio lev¨¢, pois se fosse a p¨¦ levaria muito tempo e, al¨¦m do mais, s¨® havia recuperado um pouco de sua sa¨²de recentemente e ainda estava fr¨¢gil, n?o podendo caminhar por muito tempo. ¡°Mam?e, volta logo, estamos te esperando.¡± a voz infantil e doce. Olivia olhou para tr¨¢s e viu quatro pequeninos alinhados, parados na porta, olhando para olhos esperan?osos. Olhar para o cora??o de Olivia era azedo e desdo. Quando e Teresa Rocha cuidavam das crian?as, s nunca tinham esse olhar ansioso. Mesmo quando tinha que ficar fora por dois ou tr¨ºs dias, os pequenos nunca pareciam t?o perturbados. Na casa de Daniel, onde tinham uma boa moradia, boaida e empregados para cuidar deles, ainda assim, sentiam uma profunda falta de seguran?a. Aquele olhar ansioso partia o cora??o de Olivia. reprimiu a tristeza dentro de si e sorriu para eles: ¡°Certo, mam?e volta o quanto antes. entrem e brinquem.¡± Quando terminaram, Ol¨ªvia e F¨¢bio foram em dire??o ao carro. Os quatro n?o se viraram para entrar, continuaram parados, rostinhos cheios de tristeza e saudade, observando a m?e entrar no carro. F¨¢bio deu partida no ve¨ªculo, e enquanto Olivia olhava para tr¨¢s atrav¨¦s do vidro traseiro, viu que as crian?as ainda estavam na porta, assistindo ao carro se afastar. Uma pontada de emo??o atingiu Olivia, e seus olhos se umedeceram. sentiu ramente que as crian?as n?o estavam mais t?o felizes quanto quando estavam ao seu lado. Os pequenos, antes vivazes, otimistas e ador¨¢veis, agora tinham um olhar de medo em seus olhos. A sensa??o de seguran?a n?o ¨¦ algo que se possa proporcionar condi??es materiais bons, ¨¦ necess¨¢rio reg¨¢ amor suficiente. Foi s¨® quando viram o carro de Ol¨ªvia desaparecer de vista que os quatro pequenos se olharam, express?es desanimadas, e lentamente voltaram para dentro de casa. Hoje era o dia da alta hospitr de Gabriel Dias. Ap¨®s ser agredido pelos seguran?as de Daniel, Gabriel passou v¨¢rios dias internado, mas finalmente estava recuperado. A enfermeira veio lembr¨¢¨Clo: ¡°Gabriel, na ¨²ltima vez voc¨º recebeu transfus?o de sangue em nosso hospital, e agora novamente precisou de sangue. Conforme as regras do hospital, pacientes que recebem transfus?o devem trazer um familiar para doar sangue, para que possamos manter nosso banco de sangue abastecido.¡± Gabriel estava confuso: ¡°Mas n?o foi Olivia que doou sangue para mim na ¨²ltima vez?¡± Property ? N?velDrama.Org. Ele havia perdido muito sangue anteriormente, quando Teresa bateu em sua cabe?a uma cadeira, e foi Olivia que o levou para o hospital. ¡°Olivia, ¨¦ do tipo sanguineo B, e voc¨º ¨¦ do tipo sanguineo o. Onde posso conseguir umal transfus?o de sangue para voc¨º?¡± Esta enfermeira foi a mesma que atendeu Gabriel e cuidou da transfus?o na ¨²ltima vez. se lembrava bem do caso e da mulher que se chamava Olivia e que se identificouo filha de Gabriel, maso os tipos sangu¨ªneos n?o erampat¨ªveis, a enfermeira gravou o nome Olivia. ¡°O que, Olivia ¨¦ do tipo B?¡± Gabriel ficou at?nito. Cap铆tulo 946 Cap¨ªtulo 946 ¡°de fato, ¨¦ sangue tipo B, n?o h¨¢ erro, n¨®s tamb¨¦m verificamos o tipo sanguineo d,¡± disse A enfermeira. Gabriel ficou o olhar sombrio de repente, a express?o no rosto mostrando um grande desconforto. ¡°O que houve?¡± perguntou A enfermeira. Gabriel recobrou¨Cse, e um sorriso que parecia cort¨ºs e educado voltou a seu rosto: ¡°Nada n?o, outro dia eu trago minha filha para doar sangue.¡± ¡°Bem.¡± Ap¨®s receber uma resposta concreta, a enfermeira saiu do quarto. Mas os olhos de Gabriel se tornaram cada vez mais sombrios. Se ele n?o se enganava, Teresa tamb¨¦m tinha sangue tipo O. No passado, a fim de persuadir Teresa e estabilizar suas emo??es, ele deliberadamente a levou ao hospital para um exame de sa¨²de, mentindo que era um check¨Cup pr¨¦¨Cnupcial. Ele se lembrava que tinha sangue tipo 0. Dois individuos sangue tipo 0,o poderiam ter uma filha do tipo B? A ¨²nica explica??o ¨¦ que Olivia n?o ¨¦ sua filha! ¨¦ fruto da trai??o de Teresa outro homem! Afinal, o que Teresa havia dito da ¨²ltima vez n?o eram pvras ditas de cabe?a quente, eral verdade! realmente o traiu, ficou outro homem e ainda teve um bastardo! Olivia n?o ¨¦ sua filha! Gabriel estava t?o enfurecido que uma frieza amea?adora emanava dele, seus olhos estavam terrivelmente assustadores. Property ? N?velDrama.Org. J¨¢ que Olivia n?o era sua filha, ele n?o precisava mais ter bondade ! Em vez de ir para casa, Gabriel foi at¨¦ a ag¨ºncia para descobrir onde Teresa havia alugado e se mudado. Ele tinha uma vasta rede de contatos no mundo das imobili¨¢rias, desde que algu¨¦m alugasse Uma casa, encontrar essa pessoa n?o era problema. No entanto, ap¨®s consultar todas as imobili¨¢rias, n?o havia informa??es sobre Teresa ou Olivia alugando uma casa. As informa??es paravam no ponto hist¨®rico em que Teresa morava na Comunidade Lej¨¢. ele tinha ido ¨¤ Comunidade Lej¨¢ na ¨²ltima vez, e Teresa e Olivia haviam se mudado. Teresa n?o havia continuado a alugar uma casa, ser¨¢ que voltara para sua cidade natal? Gabriel sabia que Teresa era do interior e j¨¢ havia mencionado isso, mas ele havia esquecido de qual v era. no entanto, ele ainda tinha o formul¨¢rio do exame m¨¦dico que Teresa preenchera e que estava guardado em sua casa, ele precisava voltar para procur¨¢¨Clo. Gabriel apressou¨Cse de volta para casa, Mariana n?o estava, provavelmente tinha ido dan?ar aer¨®bica na pra?a outras mulheres. Gabriel ent?oe?ou a agir aud¨¢cia, foi at¨¦ o escrit¨®rio e pegou uma pilha de documentos no local mais vis¨ªvel da estante, onde guardava os dados de todas as mulheres. quem havia se envolvido ao longo dos anos. O motivo de colocar os documentos no lugar mais obvio era que o lugar mais perigoso ¨¦ muitas vezes o mais seguro. seu cofre, gavetas, qualquer lugar trancado ou que guardasse segredos j¨¢ haviam sido inspecionados por Mariana. Temo que ele esteja guardando algum segredo obscuro. Mas Gabriel sabiao lidar Mariana facilidade, ele a conhecia muito bem, quanto mais visivel o lugar, menos inspecionava. Assim, ao longo dos anos. Gabriel tinha mantido as informa??es sobre as mulheres no lugar mais proeminente de sua estante, embrulhadas em uma pasta. as primeiras p¨¢ginas eram de conte¨²do contratual, mas os pap¨¦is do meio eram os formul¨¢rios os dados das mulheres. Mariana nunca descobriu nada. Cap铆tulo 947 Cap¨ªtulo 947 Ele folheou rapidamente e finalmente encontrou os dados de Teresa. Ao folhear, n?o havia mencionado de onde era sua cidade natal! A pista foi perdida, Teresa n?o podia ser encontrada. O rosto de Gabriel estava ferozmente frio. ¡°O que est¨¢ fazendo aqui ¨¤s escondidas?¡± Na porta do escrit¨®rio, uma voz feminina estridente SOOU. Content ? N?velDrama.Org. Gabriel reconheceu a voz de Mariana e, quase que imediatamente, fechou o arquivo e olhou para Mariana, substituindo sua express?o amea?adora por um sorriso cheio de lisonjas: ¡°Querida, terminou a dan?a na pra?a?¡± ¡°O que est¨¢ olhando, essa cara de culpado?¡± Mariana n?o estava convencida en?ou the um olhar frio, aproximando¨Cse rapidamente e tentando arrancar o arquivo de suas m?os. Gabriel se assustou e levantou rapidamente a m?o, evitando o alcance d, e disse irritado: ¡°Estou olhando um contrato, pensando em voltar para a empresa antiga, e voc¨º est¨¢ toda desconfiada. Como algu¨¦m pode viver voc¨º assim?¡± ¡°Se n?o h¨¢ nenhum problema, por que ¨¦ t?o vaidosa? Mariana disse raiva. Gabriel olhou para raiva e empurrou for?a o documento em suas m?os: ¡°Aqui, aqui est¨¢, leia, veja se h¨¢ algum problema! Voc¨º n?o encontrar nada do in¨ªcio ao fim, ent?o vamos nos divorciar! N?o posso mais viver uma mulher que duvida de tudo,o voc¨º!¡± Depois de empurrar o arquivo para as m?os d, Gabriel, ainda irritado, cruzou os bra?os e olhou para outrodo, permitindo que Mariana examinasse o documento. Quando Gabriel se imp?s, a pvra div¨®rcio atingiu Marianao uma pedra, e toda a sua atitude desafiadora desmoronou. O arquivo que antes queria arrancar agora parecia uma batata quente; n?o ousava abri¨Clo, pois se o fizesse, Gabriel iria querer se divorciar. Ao longo dos anos, Gabriel e Mariana discutiram muitas vezes sobre o div¨®rcio, e Mariana sempre o impediu de maneira feroz, n?o querendo se separar de Gabriel. estava muito mais apaixonada por esse homem do que as mulheres por a¨ª estavam por ele. Gabriel realmente sabiao encantar uma mulher, segurando seus cora??es firmeza e impedindo¨Cas de escapar. Mariana ¨¦ uma ds. Embora soubesse que Gabriel estava sempre envolvido outras mulheres, simplesmente n?o queria se divorciar dele; ao menoso sua esposa leg¨ªtima, sempre estaria em posi??o de vantagem em r??o ¨¤s outras. Com um div¨®rcio, perderia Gabrielpletamente. ¡°Tudo bem, Gabriel, eu s¨® estava tentando te assustar um pouco, voc¨º acha que eu realmente verificar? N?o fique bravo¡­¡± Mariana tentou apaziguar, dando um leve empurr?o no cotovelo de Gabriel e devolvendo¨Clhe o arquivo. nem sequer abriu a capa protetora da pasta. Gabriel aceitou a tr¨¦gua, arrancou o arquivo das m?os d e o colocou casualmente na estante, olhando¨Ca desd¨¦m: ¡°Depois de tantos anos, estou realmente cansado de voc¨º, se n?o fosse p nossa filha, eu teria nos divorciados!¡± Ele soltou pvras duras, bufou e bufou e saiu. Mariana estava em panico, medo de que ele estivesse realmente raiva, e correu atr¨¢s dele: ¡°Gabriel, n?o fique bravo, n?o vale a pena prejudicar sua sa¨²de, eu n?o farei mais isso, nunca mais. Olhe para voc¨º, rec¨¦m¨Csaido do hospital, ainda hematomas no rosto, se ficar bravo e voltar para o hospital, ser¨¢ muito pior. Eu disse que iria te buscar, e voc¨º nem deixou.¡± Gabriel se desvencilhou de sua tentativa de segurar seu bra?o: ¡°¨¦ Assim que voc¨º me trata.o se estivesse vigiando um criminoso. mais cedo ou mais tarde, voc¨º vai me matar de tanto aborrecimento!¡± ¡°N?o diga isso, eu realmente te amo.¡± Mariana, quase chorando, seguiu¨Co, e quanto ao incidente o arquivo, j¨¢ havia sido esquecido, deixado para tr¨¢s p amea?a de div¨®rcio de Gabriel. Olivia chegou ao local onde Vicente disse que tinha um encontro marcado o rep¨®rter, em um caf¨¦ tranquilo, adequado para neg¨®cios e conversas. entrou na s privada e viu um homem e uma mulher sentados ¨¤ mesa. A mulher tinha um rosto oval perfeito, maquiagem estilo influencer e vestia roupas elegantes e caras. Era Elisa Abreu! ¡°Encontramo¨Cnos novamente, Olivia.¡± Elisa olhou para Olivia um olhar critico, um sorriso ir?nico formando¨Cse no canto de seus l¨¢bios. Cap铆tulo 948 Cap¨ªtulo 948 Olivia sentiu a hostilidade de Elisa em r??o a , e uma careta apareceu no canto de seus l¨¢bios, pois na ¨²ltima vez Elisa tinha tentado incrimin¨¢ por roubo.. Posteriormente, Daniel a desmascarou em p¨²blico, e, num acesso de ira, o Velho Sr. Grieral anunciou o cancmento do casamento entre a familia Griera e a fam¨ªlia Abreu. Elisa n?o se desculpou, em vez disso, continuou a exibir sua antipatia. Como tinha a aud¨¢cia? Se fosse um dia normal, Olivia teria acertado as contas , mas agora estava representando o Grupo Fontes, responsabilidades profissionais a cumprir, e essas desaven?as pessoais teriam de esperar. Olivia ignorou o olhar provocativo de Elisa e voltou sua aten??o para o homem sentado aodo d, Rayan, o herdeiro da antiqu¨¢ria Grupo Mendes. Rayan estava sentado Elisa e foi para a entrevista? Como amiga de Elisa? Olivia ignorou as pvras de Elisa e sentou¨Cse em frente a eles, um sorriso frio e distante no canto dos l¨¢bios enquanto dizia a Rayan: ¡°Sr. Mendes, que surpresa v¨º¨Clo aqui hoje, dispon¨ªvel para panhar a entrevista?¡± Rayan percebeu o subtexto em sua pergunta e respondeu um leve sorriso: ¡°A loja de antiguidades n?o est¨¢ muito movimentada ultimamente, ent?o tive a oportunidade de panhar uma velha amiga.¡± Enquanto fva,n?ou um olhar carinhoso para Elisa. Elisa n?o notou o olhar suave nos olhos dele quando ele olhou para , mas, em vez disso, encarou Olivia exaspera??o. Olhos maquiagem delicada, f¨²ria. falou e foi surpreendentemente ignorada por ! Elisa, acostumada a ser mimada e arrogante desde pequena, s¨® permitia que pr¨®pria desprezasse os outros, e n?o aceitava ser ignorada! A atitude indiferente de Olivia acendeu a chama da raiva em seu cora??o. Elisa levantou¨Cse abruptamente, olhando para baixo em dire??o a Olivia: ¡°Estou fndo voc¨º, n?o ouviu? A alian?a Daniel pode ter sido desfeita, mas agora sou a jornalista respons¨¢vel p sua entrevista.o ousa me tratar assim?¡± Text ? by N0ve/lDrama.Org. Elisa estava visivelmente irritada, misturando assuntos pessoais e profissionais. Olivia calmamente mant¨¦m um sorriso frio e distante, antes de olhar para Elisa e dizer: ¡°Srta. Abreu, ficar t?o zangada por ser ignorada¡­ O que faria se fosse falsamente acusada de roubo? Iria morrer de raiva?¡± Olivia tamb¨¦m estava acertando contas antigas. O rosto de Elisa ficou instantaneamente envergonhado, seus olhos se desviaram e olharam para outro lado, maso poderia se curvar diante de Olivia? Em seus olhos, Olivia sempre seria aqu caipira ing¨¦nua, sem chance de separar a . ¡°Estou tentando fr sobre a entrevista, por que voc¨º traz ¨¤ tona esses assuntos irrelevantes?¡± Elisa recuperou rapidamente seu orgulho e disse enfaticamente a Olivia. ¡°Como voc¨º mesmo disse, hoje estamos aqui para uma entrevista, por que mencionar o casamento com Daniel?¡± Olivia olhou para Elisa tranquilidade, devolvendo a pergunta. Erao se estivesse dizendo que foi Elisa queme?ou a fr de assuntos pessoais, et estava apenas panhando. ¡°Voc¨º¡­¡± Elisa ficou sem pvras, apontando para Olivia raiva. ¡°Vamos l¨¢, viemos aqui para uma entrevista, por que estamos discutindo antes mesmo dee?ar?¡± Rayan rapidamente se levantou, abaixando a m?o de Elisa que apontava para Olivia, tentando acalm¨¢: ¡°O trabalho vem primeiro, n?o vamos nos perder em irrelevancias.¡± Elisan?ou um olhar r¨¢pido para Rayan, vendo que ele a encarava um pedido silencioso para se acalmar. Elisa n?o conseguia engolir o desd¨¦m de Olivia, ficando furiosa: ¡°Ah, ah!¡± bateu o p¨¦ e gritou raiva duas vezes,o uma crian?a uma mente imatura. Olivia olhou para odo oposto de Elisa quase batendo no peito, se perguntou: Elisa, esse tipo de impaciente e sem c¨¦rebro,o Elisa poderia ter se tornado uma rep¨®rter de televis?o? Certamente deve ser por causa de conex?es familiares! Se n?o tivesse as conex?es familiares, receio que n?o conseguiria nem mesmo ser uma pequena balconista suas pr¨®prias habilidades, provavelmente n?o conseguiria sequer um emprego menor. ¡°Tudo bem, tudo bem, n?o fique zangada, sente¨Cse logo, n?o ¨¦ verdade que a tarefa de entrevista de hoje ¨¦ muito importante?¡± Rayan a puxou para se sentar na cadeira, lembrando¨Ca. Cap铆tulo 949 Cap¨ªtulo 949 Hoje ele velo panhar Elisa na entrevista porque disse que nos ¨²ltimos meses n?o passou na avalia??o da empresa e o diretor da emissora derou que, se n?o passasse na avalia??o deste m¨ºs, mesmo o apoio da familia Abreu, a esta??o de televis?o n?o teria espa?o para manter Elisa. Uma emissora de televis?o n?o sustenta quem n?o trabalha. E essa entrevista e o item importante da avalia??o de Elisa. Se falhar, ter¨¢ que sair diretamente. Elisa tinha realizado muitos trabalhos. foi uma celebridade na inte, onde fva diretamente com os f?s, discutindo e brigando, o que resultou em um banimento permanente. tamb¨¦m trabalhou vendas de produtos de luxo, onde acabou brigando um cliente. e foi demitida. at¨¦ tentou ser atriz, mas n?o aguentou o rigor das filmagens e acabou desistindo. O trabalho na emissora de televis?o foi conseguido p sua familia dificuldade, e foi port respeito a familia Abreu que foi contratada. vem sendo reprovada nos testes ha meses e esta ¨¦ sua ¨²ltima chance. Elisa n?o queria perder este emprego, ent?o puxou Rayan para dar¨Clhe apoio e ajud¨¢ a corrigir erros durante a entrevista. Rayan era um estudante brilhante, e para ele, promover a cultura corporativa numa entrevista era algo simples. Elisa tambem percebeu a tarefa que tinha e, contendo sua raiva, decidiu encarar Olivia novamente. ¡°Ok, n?o vou fr tanto voc¨º, vamos direto ao ponto¡°. Elisa diz relutancia. Olivia fez um gesto de convite: ¡°Vamose?ar¡°. Elisa olhou para Olivia ainda enfurecida, antes de abrir sua moch e retirar a camera. Depois de ajustar o ¨¢ngulo e confirmar que tanto quanto Olivia estavam no enquadramento, voltou para o seu lugar. Foi ent?o que Rayan se levantou, foi at¨¦ a camera e assumiu o papel de cinegrafista, evitando assim aparecer no video. Elisa so percebeu naquele momento que, se Rayan aparecesse no video, n?o passaria na avalia??o mais uma vez. Promover a cultura corporativa do Grupo Fontes e acabar gravando o herdeiro da loja de antiguidades Grupo Mendes no video seria um erro consider¨¢vel. Property ? N?velDrama.Org. 1/2 Capitulo 94 Elisa olhou agradecida para Rayan, que the fez um gesto de ¡°ok¡°, indicando que poderia Olivia observou silenciosamente a intera??o entre eles e p?de perceber que a r??o entre Rayan e Ellsa parecia um tanto especial. Rayan havia mencionado que Elisa era sua amiga de Infancia? Em outras pvras, eles eram amigos de longa data? Enquanto Olivia estava distra¨ªda, Elisa fez uma pergunta sobre o Grupo Fontes. Olivia havia feito sua li??o de casa h¨¢ muito tempo e conhecia bem o Grupo Fontes, e respondeu bem. As perguntas preparadas por Elisa eram muito boas, algumas at¨¦ prantes, mas essas perguntas n?o eram do n¨ªvel de Elisa, certeza tinham sido organizadas por Rayan. Com respostas ras e explicativas, Olivia apresentou a cultura do Grupo Fontes de forma vivida e com pvras cativantes. Uma hora depois, a entrevista terminou sucesso. Elisa arrumou suas coisas e puxou Rayan para sair. Rayan se virou e perguntou a Olivia: ¡°Srta. Souza,o voc¨º veio?¡± Olivia respondeu: ¡°Vim de t¨¢xi.¡± Rayan disse: ¡°Neste hor¨¢rio ¨¦ o pico do transito, pode ser dif¨ªcil conseguir um t¨¢xi, n¨®s podemos te levar de volta.¡± Elisa o puxou de volta rapidamente, dizendo irritada: ¡°Rayan, se voc¨º a levar de volta, eu nuncal mais falo voc¨º!¡°¡± Cap铆tulo 950 Cap¨ªtulo 950 Rayan estava prestes a fr quando Olivia o precedeu e disse: ¡°Sr. Mendes, podem voltar, eu pego um t¨¢xi sozinha.¡± percebia que Elisa era importante para Rayan. Quando Rayan olha para Elisa, seus olhos sempre carregam sua pr¨®pria ternura. Quando voc¨º gosta de algu¨¦m, n?o consegue esconder seus olhos quando olha para . Olivia n?o queria ser a causa de um desentendimento entre Rayan e Elisa. Dito isso, Olivia caminhou at¨¦ a beira da estrada para esperar um taxi. Rayan, vendo a relutancia de Elisa em deix¨¢¨Clo levar Olivia, e at¨¦ amea?ando terminar a amizade ele, e vendo a persist¨ºncia de Olivia em n?o querer que ele a levasse, decidiu n?o insistir mais, e, uma mistura de resigna??o e carinho, disse a Elisa: ¡°n?o temo te ganhar, voc¨º e esse seu temperamento¡­ quando vai mudar isso?¡± ¡°Se eu mudasse, ainda seria a Elisa?¡± Elisa respondeu uma revirada de olhos. Rayan ficou sem pvras, mas, pensando bem, ele tinha raz?o: se Elisa mudasse seu jeito inocente e um tanto desajeitado, ainda seria Elisa? ¡°Venha, eu a levarei de volta.¡± Rayan n?o se iodou o fato de ter mandado Olivia embora ou n?o, e tomou a dianteira em dire??o ao seu carro. Elisa olhou para tr¨¢s,n?ando um olhar fulminante para Olivia, que ainda estava ¨¤ beira da estrada esperando um t¨¢xi, e, cal?ando seus saltos altos, seguiu Rayan at¨¦ o carro. tinha vindo Rayan, e ter algu¨¦m ao seudo ajudando e ouvindo tudo o que dizia eral um sentimento maravilhoso. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Olivia ficou na beira da estrada, assistindo Rayan partir Elisa. o carro se afastou das proximidades, e Olivia desviou o olhar para continuar observando os t¨¢xis que passavam. esperou por dez minutos, e todos os t¨¢xis que entravam e saiam mostravam que estavam lotados e,o Rayan havia dito, era dificil conseguir um t¨¢xi quando era hor¨¢rio de pico. Olivia n?o desanimou e continuou esperando ¨¤ beira da estrada, confiante de quel eventualmente encontraria um t¨¢xi. De repente, algu¨¦m a abra?ou p cintura por tr¨¢s e levou um susto, se debatendo rapidamente, mas a pessoa tinha um pano na m?o e o pressionou contra a boca d. O pano tinha um cheiro estranho que rapidamente invadiu o nariz de Olivia e prou em seus pulm?es; tentou expulsar o aroma, mas n?o conseguiu. O homem era forte. Olivia tentou gritar por socorro, mas o homem pressionou sua boca muita for?a e n?o 06:02 Capitulo 950 consegulu fazer nenhum som, lutou toda a sua for?a, mas em poucos segundos, seu corpo ficou mole e sua cabe?a come?ou a pesar, escurecendo at¨¦ que perdeu a consci¨ºncia. Olivia n?o sabia quanto tempo tinha dormido, mas no momento em que recuperou a consci¨ºncia, sentiu a cabe?a pesada e os membros dormentes. ¨¤ medida que recuperava A lucidez, pensando na situa??o antes de desmaiar, o c¨¦rebro de Olivia rapidamente ficou entorpecido, logo, toda a consci¨ºncia voltou, abriu os olhos, acima de sua cabe?a, um lustre redondo estava aceso, muitos mosquitos e mariposas estavam flutuando ao redor do lustre. Olivia piscou, irritada a luz, e ouviu vozes ao seu redor. ¡°Sr. Pereira, sim, a pessoa j¨¢ foi sequestrada,o lidar , voc¨º decide¡°, Uma voz masculina e ¨¢spera fva ao telefone. Olivia ficou rmada. Sr. Pereira? Era algu¨¦m da familia Pereira? Ser¨¢ que foi Filipe Pereira quem mandou sequestr¨¢? A familia Pereira tinha sido arruinada por Daniel, o que n?o tinha nada a ver . por que Filipe a sequestraria? Olivia ficou chocada e assustada ao mesmo tempo, preparando¨Cse para se levantar rapidamente e sair antes que as pessoas chegassem. Mas quando se moveu, percebeu que suas m?os e p¨¦s estavam amarrados e n?o podia se mover. Sua boca tamb¨¦m estava sda fita adesiva, impedindo¨Ca de fazer qualquer som. ¡°Tudo bem, fareio voc¨º mandar¡°, continuou a voz do sequestrador, que parecia estar se aproximando. Olivia viu um homem alto, robusto e um pouco acima do peso sair de outro quarto.. Ele estava um celr na m?o, fndo ao telefone. Cap铆tulo 951 Cap¨ªtulo 951 A voz que ouviu agora mesmo era ele! O homem viu¨Ca e sua express?o tornou¨Cse feroz instantaneamente, dizendo seriamente para algu¨¦m ao telefone: ¡° acordou, depois fmos.¡± Em seguida, ele desligou o telefone e caminhou em dire??o a Olivia. Olivia, ao ver o homem se aproximando, arregalou os olhos e seu corpo se encheu de alerta, medo e nervosismo por dentro. Mas n?o podia fazer nada, apenas um olhar defensivo, encarava o homem. ¡°Esse olhar ainda parece assustador,o um pequeno gato selvagem, mas eu gosto¡°, disse. O homem um sorriso malicioso, passando o polegar pelo canto da boca para limpar a saliva e sorrindo maliciosamente enquanto se aproximava de Olivia. O que ele vai fazer? O cora??o de Olivia se apertou e seu corpo se pressionou contra o encosto da cadeira, tentando se afastar, mas sem conseguir. assistia o homem de inten??es duvidosas se aproximar e, al¨¦m de um olhar feroz tentando afastar o intruso, n?o podia fazer mais nada. O homem se aproximava cada vez mais, o rosto coberto de gordura crescia diante dos seus olhos, a pele oleosa e repulsiva. Aqueles olhos cheios de desejoscivo a encaravam, causando arrepios, e queria ceg¨¢¨Clo para que n?o pudesse mais cobi?¨¢. ¡°Ohoho, quanto mais voc¨º resiste, mais eu gosto, linda gatinha selvagem, esta noite, deixe¨Cme am¨¢¨C la. ¡­¡­¡± A express?o facial do homem obeso se contraiu uma express?o extasiada. Ap¨®s fr, ele sen?ou sobre Olivia, os l¨¢bios projetados, tentando beij¨¢. Olivia viu aqu boca gordao a de um porco se aproximar, sentindo¨Cse assustada e nojenta, todos os pelos do corpo eri?ados. ¡°Umm!¡± Olivia deixou escapar um som de terror, seu corpo se inclinando para tr¨¢s em desespero. ¡°Bam!¡± A cadeira caiu para tr¨¢s a for?a que aplicou. caiu no ch?o junto a cadeira, batendo a parte de tr¨¢s da cabe?a, o que a deixou tontal de dor. A boca gordurosa e gordurosa do homem parou no ar, ele estava perto de beij¨¢, mas caiu de repente, fazendo que ele n?o conseguisse nem sentir o gosto d. Insatisfeito, O homem pensou na mulher que estava ao seu alcance para colhero bem entendesse. Al¨¦m disso, o Sr. Pereira havia dito que se ele conseguisse tortur¨¢ at¨¦ se suicidar, ele ainda ganharia dinheiro. Capitulo 951 Poder se divertir e ainda ganhar dinheiro era uma oportunidade que ele n?o poderia perder. O homem se agachou e olhou para Olivia, que estava caida no ch?o junto a cadeira. A saliva no canto de sua bocae?ou a escorrer mais e mals. ¡°Tomando a iniciativa de se deitar, isso est¨¢ esperando por mim? Beleza, n?o se preocupe, j¨¢ estou indo¡°. Com as m?os apoiadas no ch?o e os joelhos dobrados, ele rastejou em dire??o a Oliviao uma fera. Come?ou um jogo de gato e rato , um olhar malicioso e repulsivo em seus olhos. Olivia respirava pesadamente, assustada, e tentava se afastar o m¨¢ximo poss¨ªvel. Mas estava amarrada ¨¤ cadeira, n?o podia mover bra?os ou pernas, e a cadeira atr¨¢s d restringia seus movimentos, machucando seus ossos. ignorou a dor, lutando por qualquer chance de se afastar do homem. O que fazer? Como poderia escapar? O cr em seu pesco?o tinha um localizador, mas ja havia sido dissolvido. Daniel estava fora em uma viagem de neg¨®cios e n?o viria salv¨¢! O que deveria fazer? Olivia se debateu for?a, sacudindo as m?os amarradas, as cordas irritando sua pele e causando dores agudas, mas a corda n?o se movia, e n?o conseguia se libertar. Vendo o homem babando enquanto rastejava em sua dire??o, Olivia sentiu medo e panico. Content ? N?velDrama.Org. ¡°Querida, n?o corra, voc¨º n?o pode escapar. esta noite, apenas aproveite¡­¡°. O homem chegou at¨¦ , agarrou seu tornozelo e a puxou for?a para perto dele. ¡°Ah!¡± Olivia gritou em panico, tremendo por inteiro, mas sua boca estava sda fital adesiva, e mesmo usando toda a sua for?a para gritar, sua voz ainda era fraca e inaudivel. Cap铆tulo 952 Cap¨ªtulo 952 ¡°Voc¨º grita, quanto mais voc¨º grita, mais eu gosto.¡± O homem riu, a m?o gordurosa agarrando o crinho de Olivia, tentando rasgar sua roupa. ¡°N?o!¡± Olivia resistia todo o seu ser, sentindo um nojo extremo, lutando todas as suas for?as, completamente desesperada. ¡°Como n?o? Daqui a pouco, voc¨º vai ver o qu?o brutal eu posso ser, eu sou muito bom nisso.¡± O homem fva enquanto desabotoava os bot?es de sua camisa. ¡°N?o!¡± Olivia respirava dificuldade, ergueu o p¨¦ e chutou for?a. O p¨¦ foi agarrado por ele, a outra m?o, calmamente, continuava a desabotoar seus bot?es. um sorriso cruel e nojento no rosto. Olivia sentia seu est?mago revirar, vontade de vomitar! Olivia entrou em panico, t?o assustada que seu cora??o pulou uma batida, sua cabe?al confusa e rmada, Olivia entrou em desesperada que a escurid?o encheu seus olhos. Se ele ousasse toc¨¢, morderia a pr¨®pria lingua eeteria suic¨ªdio. Vendo o nojento homem prestes a abrir os dois ¨²ltimos bot?es de sua camisa, Olivia n?o conseguia se debater e perdia toda a esperan?a. ¡°Bang!¡± Naquele momento, a porta do pequeno quarto foi arrombada um chute. Um homem entrou rapidamente, agarrou a g do outro homem e o puxou para cima, jogando¨Co contra a parede tanta for?a que um som surdo ecoou. ¡°Ah, voc¨º se atreve a tocar em mim!¡± O homem gordo olhou furiosamente para o rec¨¦m¨Cchegado. ¡°A garota ¨¦ minha, eu j¨¢ disse ao Sr. Pereira, sou eu quem vai lidar . ficar¨¢ mais desesperada, mais sofrida! V¨¢ pegar o seu dinheiro.¡± O homem que entrou tamb¨¦m era robusto, uma express?o sombria ao fr o homem gordo. a desesperada Olivia ouviu a voz do homem que chegou, olhou para ele medo e viu a silhueta alongada e bem¨Ccuidada de Gabriel,o a de um estudioso. Em vez de se soltar, seu cora??o desesperado se apertava cada vez mais. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Gabriel, tamb¨¦m em conluio Filipe? ¡°Por qu¨º? eu que trouxe a garota, por que devo entreg¨¢ a voc¨º?¡± O homem gordo estava relutante, a beleza que estava ao seu alcance parecia um prato pronto,o poderia deix¨¢ ir e entreg¨¢ a outro? Gabriel levantou o celr, j¨¢ os d¨ªgitos 110 na t, o polegar pairando sobre o bot?o de AS ME Capitulo 952 chamada. ¡°Eu gravei o que voc¨º acabou de dizer. Basta eu discar, e voc¨º ser¨¢ um sequestrador capturado, e quanto tempo voc¨º acha que passar¨¢ preso? n?o preciso nem dizer.¡± Gabriel falou. O homem obeso viu que ele ia chamar a pol¨ªcia, seus olhos ficaram abismados de medo, ele xingou e disse a Gabriel: ¡°Voc¨º ¨¦ duro, mas n?o deixe que eu te encontre novamente!¡± Depois, ele olhou relutantemente uma ¨²ltima vez para Olivia, que ainda estava no ch?o, dois bot?es desabotoados e uma vis?o parcial de sua beleza exposta. Ele engoliu em seco, relutante em desistir daqu beleza t?o atraente, mas empara??o a pris?o, escolheu a liberdade. Sair agora ainda lhe renderia algum dinheiro, confrontar Gabriel n?o apenas o deixaria sem dinheiro, mas tamb¨¦m poderia acabar na pris?o, n?o valia a pena. Sempre haveria mulheres bonitas; ele n?o perderia essa ¨²nica oportunidade. O homem obeso desviou o olhar grande relutancia e se afastou. Olivia ainda estava no ch?o, em um estado deplor¨¢vel, respirando pesadamente devido ao medo e ¨¤ raiva, seu peito subindo e descendo violentamente. Seus olhos, cheios de caut, fixaram¨Cse em Gabriel. Ele tamb¨¦m n?o era nada bom. Mas ele achava que era sua filha; ele provavelmente n?o seria t?o perverso a ponto de fazer algo com sua pr¨®pria filha. Gabriel virou¨Cse, olhando de cima para Olivia ainda no ch?o, um sorriso hip¨®crita nos l¨¢bios: ¡°Olivia, eu te salvei,o voc¨º vai me agradecer?¡± Os olhos de Olivia, da cor da ¨¢gua, brilhavam raiva, observando¨Co caut. Gabriel encontrou seu olhar furioso e uma express?o de s¨²bitapreens?o disse: ¡°Ah, entendi, sua boca est¨¢ cda, voc¨º n?o pode fr, certo? Deixe¨Cme ajud¨¢, mas voc¨º n?o pode gritar, se gritar, eu terei que tap¨¢ novamente¡­¡± Capitulo 953 Cap铆tulo 953 Cap¨ªtulo 953 As pvras dele, que pareciam estar discutindo Olivia, na verdade estavam cheias de crueldade e coer??o. Ao ouvir, O cora??o de Olivia deu um salto violento, apertado em ang¨²stia. Gabriel n?o estava ali para salv¨¢, o que ele pretendia fazer? Com um brilho feroz em seus olhos, encarava Gabriel. Gabriel, no entanto, ignorou o desamparo e a raiva d e se agachou aodo d, seus olhos. mudando enquanto o resto de sua vis?o olhava para os dois bot?es que estavam abertos no peito d, e seu olhar se alterou ligeiramente. Estendeu a m?o e arrancou a fita adesiva que cobria a boca de Olivia. ¡°Gabriel, qual ¨¦ o seu prop¨®sito?¡± Olivia, sem se importar a dor da fita puxando sua pele, o encarou uma express?o de guarda alta e disse uma voz pesada de raiva. Gabriel sorriu e disse: ¡°Voc¨º ¨¦ minha filha, que outro prop¨®sito eu poderia ter sen?o salvar voc¨º?¡± Olivia, cheia de desconfian?a, continuou a encar¨¢¨Clo, quase acreditando em suas pvras. Gabriel continuou: ¡°Mesmo que eu tivesse um prop¨®sito, seria para que voc¨º ajudasse a unir Daniel e Wilma Dias. se voc¨º n?o ajuda seu pai a obter vantagens Daniel, eu s¨® posso contar Wilma.¡± ¡°Voc¨º pensa que qualquer um pode se aproximar de Daniel?¡± Olivia disse uma voz grave. Content ? N?velDrama.Org. ¡°Eu sei que n?o, mas voc¨º n?o ¨¦ qualquer um; voc¨º n?o s¨® se aproximou de Daniel, mas tamb¨¦m teve quatro filhos ele. J¨¢ que voc¨º mesma encontrou uma maneira de se aproximar de Daniel, certamente pode ajudar Wilma a entrar em sua cama, n?o ¨¦?¡± As m?os de Olivia, amarradas juntas, se apertaram for?a e, indigna??o nos olhos, encarou o olhar sorridente e sombrio de Gabriel. ¡°N?o me olhe esse olhar. sua m?e tamb¨¦m me olhou assim uma vez, e eu n?o resisti, acabamos tendo um encontro intimo,¡± disse Gabriel, um sorriso malicioso nos l¨¢bios. Ao ouvir suas pvras, um frio percorreu a espinha de Olivia, espalhando¨Cse por todo o seu corpo, deixando¨Ca entorpecida e tremendo de ¨®dio. Ele era sem¨Cvergonha at¨¦ certo ponto, a ponto de se apegar ao fato de ter estuprado a m?e d a fr sobre isso de vez em quando. E ainda dizia essas coisas para , o que significava isso? ele teria pensamentos impr¨®prios em r??o a tamb¨¦m? Ele n?o sempre a considerou sua filha? ele era t?o sem vergonha a ponto de n?o poupar nem a Capitulo 953 pr¨®pria filha? Odiosa, Olivia apertou os dentes e disse furiosamente: ¡°Gabriel, eu nem sabia que voc¨º estava envolvido a familia Pereira, se Daniel descobrir, voc¨º sabe o que vai acontecer voc¨º?¡± ¡°A Minha r??o a fam¨ªlia Pereira, devo agradecer a voc¨º por isso. Lembra quando voc¨º me enforcou no melo da montanha? Se n?o fosse por Viviana Pereira passar por l¨¢ e me soltar da tirolesa, talvez voc¨º tivesse acabadoigo. Voc¨º ¨¦ realmente uma ¨®tima filha¡®, querendo a morte do pr¨®prio pai.¡± Enquanto Gabriel fva, seu olhar se tornava sombrio, mantendo a postura agachada, encarando Olivia. Olivia, As sobrancelhas franzidas e um olhar furioso e defensivo, continuava a vigiar Gabriel, evitando que ele the fizesse mal. ro que se lembrava da vez que deixou Gabriel pendurado na montanha. Depois de conseguir de volta o bilh?o que Gabriel the roubou, mandou Bruno e os outros o soltarem. Ent?o foi Viviana quem o soltou naqu ocasi?o? ¡°Ent?o, voc¨º se tornou umcaio da familia Pereira?¡± Olivia perguntou uma express?o fria. ¡°N?o fale assim, isso ¨¦ uma parceria, o que significacaio? Contanto que eu tire voc¨º de perto de Daniel, ser¨¢ uma vit¨®ria para ambos,¡± Gabriel n?o escondeu de Olivia seu prop¨®sito de trabalhar a fam¨ªlia Pereira. De qualquer forma, Olivia j¨¢ sabia que, se n?o ajudasse Wilma a se tornar a mulher de Daniel, ele publicaria o video dele dormindo a m?e d. Ele n?o tinha medo de n?o poder control¨¢. ¡°Gabriel, voc¨º s¨® faz maldades, n?o teme a retribui??o?¡± Olivia disse entre dentes. ¡°Maldade? Eu nunca fiz nada de mal, aqus mulheres, todas s gostaram de mim voluntariamente, e no futuro, voc¨º tamb¨¦m estar¨¢ entre essas mulheres.¡± Gabriel olhava fixamente nos olhos de Olivia com seus olhos frios e prantes,o uma cobra venenosa querendo infiltrar¨Cse em sua alma. O cora??o de Olivia apertou¨Cse for?a, e disse medo: ¡°O que voc¨º est¨¢ dizendo?¡± Capitulo 954 Cap铆tulo 954 Cap¨ªtulo 954 Olivia mal podia acreditar, o que Gabriel havia dito, ainda era linguagem humana? Gabriel viu a express?o de horror no rosto d, mas, em vez disso, sorriu um sorriso vitorioso e estendeu a m?o para Olivia. viu a m?o dele se aproximando e recuou aterrorizada, o corpo encolhido para tr¨¢s, impedida por um banco atr¨¢s d, as m?os amarradas atr¨¢s da cadeira.. usou toda a sua for?a, mas n?o conseguiu se mover um centimetro sequer, apenas curvou o corpo como um camar?o. Vendo sua grande rea??o, a m?o estendida de Gabriel pausou no ar por um momento, e depois. pousou na corda em seus p¨¦s, lentamente desatando os n¨®s que a prendiam. ¡°Por que tanto medo, eu disse algo errado?¡± Gabriel puxou a corda em um n¨® apertado, olhando para enquanto fva para Olivia. Olivia estava tremendo de raiva em cada c¨¦l de seu corpo enquanto ele se aproximava d, puxando as cordas ao redor de seus p¨¦s, sentia arrepios, medo de que ele a tocasse, mesmo que fosse um toque acidental, era repulsivo para . ¡°A boca est¨¢ no seu rosto, o que voc¨º quer dizer, eu posso impedir?¡± Olivia falou raiva contida, esfor?ando¨Cse para contrr a f¨²ria e o nojo que sentia por ele. Embora ele n?o a tenha amea?ado o v¨ªdeo agora. Mas em suas pvras e a??es, ele n?o parava de lembr¨¢ e alert¨¢ sobre Teresa, sobre o que ele fez e o video que gravou. ¡°Voc¨º n?o vai perguntar o que aqu frase significava?¡± Gabriel desatou a corda que prendial os p¨¦s de Olivia e, ao levantar os olhos, um brilho sinistro e maldoso transbordou de seu Property ? N?velDrama.Org. olhar. Isso fez Olivia sentir cfrios e arrepios. ¡°Eu n?o quero saber o que significa.¡± Olivia desviou o olhar, tentando n?o olhar nos olhos dele, aquele olhar a assustava e causava arrepios, n?o queria encontrar seu olhar nem por um segundo. ¡°Voc¨º ainda pensa que ¨¦ minha filha, n?o ¨¦? H¨¢ alguns dias, eu fui ao shopping para vender aquele cr de nuvem, n?o sei quem espalhou o rumor, mas Daniel veio at¨¦ mim precisamente e mandou algu¨¦m me bater, infelizmente acabei no hospital novamente, e encontrei a enfermeira que foi ao banco de sangue para mim da ¨²ltima vez, disse que voc¨º ¨¦ do tipo sangu¨ªneo B.¡± Gabriel se agachou, seu corpo se inclinando em dire??o ao rosto de Olivia enquanto ele fva, aquele cheiro se aproximando gradualmente de Olivia. Olivia encolheu o pesco?o, incapaz de evitar, suas pvras a aterrorizavam, sua mente 06:03 explodia em choque. O que? Gabriel ja sabia que n?o era sua filha? Aqu trase de antes, era uma amea?a? Pensar no que havia acontecido sua m?e fez a mente de Olivia girar, e estava mais aterrorizada do que quando entrentou o homem obeso mais cedo. Gabriel n?o estaria nejando estupra, estaria? ¡°Olhe para voc¨º, toda p¨¢lida, eu n?o disse nenhum segredo chocante.¡± Gabriel falou de maneira sarcastica, um tom sombrio.. A defensividade e o p¨¢nico nos olhos de Olivia se intensificaram e o encarou os olhos. arregdos: ¡°Gabriel, se voc¨º quiser que Wilma seja a mulher de Daniel, n?o brinqueigo, caso contr¨¢rio, Wilma nunca se aproximar¨¢ de Daniel, e ele nunca val te perdoar!¡± ¡°Ah, mas voc¨º est¨¢ enganada, so fazendo Daniel se cansar de voc¨º e te descartar ¨¦ que outras mulheres ter?o a chance de se aproximar dele, se voc¨º permanecer insubstituivel em seu cora??o, como outra mulher poderia chegar perto de Daniel?¡± Gabriel falou enquanto desatava a corda que amarrava Olivia ¨¤ cadeira. Olivia, um movimento r¨¢pido da m?o, tentou evitar sua aproxima??o. queria que alguem a desamarrasse, mas agora que Gabriel estava fazendo isso, resistia todo o seu ser, apenas querendo que ele ficasse longe.. Gabriel notou seu recuo, mas n?o parou, continuou estendendo a m?o e insistiu em desatar a corda, dizendo: ¡°Este lugar e muito simples, vou te levar para um lugar tranquilo e confortavel.¡± Cap铆tulo 955 Cap¨ªtulo 955 O que significava lev¨¢ para ura lugar tranquilo e confort¨¢vel, o que significa isso? Recentemente, descobri um hotel cujo ambiente ¨¦ muito agrad¨¢vel, perfeito para uma lua de mel. que tal se eu te levasse l¨¢?¡± Gabriel desatou as cordas que amarravam as m?os de Olivia ¨¤ cadeira, fndo o se estivesseentando algo trivial. O cora??o de Olivia se contraiu de medo. Gabriel lev¨¢ a um hotel, ele havia estuprado a m?e d e estupr¨¢? No segundo em que as m?os de Olivia se libertaram da cadeira, lutou desesperadamente para se levantar e fugir. Mas suas m?os estavam amarradas atr¨¢s das costas, e outras cordas prendiam seus pulsos firmemente, n?o permitindo que tivesse for?a suficiente para se erguer. *Tenha calma, deixe¨Cme ajud¨¢.¡± Gabriel estendeu a m?o para ajud¨¢ a se levantar. *N?o me toque, ou eu mordo minha lingua e me mato!¡± Olivia rugiu f¨²ria, respirando pesadamente e olhando para Gabriel olhos selvagens e uma mistura de raiva e desamparo. A m?o estendida de Gabriel parou, quase tocando Olivia, mas a amea?a d fez que ele a retraisse: ¡°Tudo bem, levante¨Cse sozinha ent?o. N?o grite, o sujeito gordo ainda n?o foi embora. Se voc¨º gritar, s¨® vai fazer que mais pessoas venham ¡®desfrutar de voc¨º, e ningu¨¦m vir¨¢ te salvar. Este lugar ¨¦ t?o isdo que nem os p¨¢ssaros vem aqui, quem al¨¦m das pessoas que te amarraram ouviria seus gritos?¡± Gabriel se levantou, n?o ajudou Olivia, mas advertiu¨Ca a n?o gritar por ajuda, pois seria in¨²til. Olivia mordeu a parte de tr¨¢s de seus dentes ¨®dio, sabia que era in¨²til gritar, caso contr¨¢rio, aquele homem gordo n?o teria sido t?o arrogante agora. Em vez de gritar desnecessariamente, deveria poupar suas for?as. Olivia se esfor?ou para se levantar do ch?o, ainda inst¨¢vel. Gabriel olhou¨Ca de rnce e disse: ¡°Venhaigo. Se n?o quiser sofrer ainda mais, ¨¦ melhor n?o resistir sem motivo.¡± Dito isso, Gabriel saiu p porta ¨¤ frente. Observando as costas de Gabriel, Olivia pensou consigo mesma que n?o conhecia o terreno e n?o sabia o que a esperava dodo de fora. Era melhor segui¨Clo por enquanto e, uma vez l¨¢ fora, tentaria fugir. Fugir precipitadamente s¨® a levaria para um perigo ainda maior Gabriel saiu da casa e foi em dire??o a uma van prateada. Olivia o seguiu para fora, observando os arredores. havia algumas casas baixas ao redor, cercadas por altos pinheiros; para al¨¦m dos pinheiros, havia um matagal. Cap¨ªtulo 955 Observando as costas de Gabriel, Olivia pensou consigo mesma que n?o conhecia o terreno e n?o sabia o que a esperava dodo de fora. Era melhor segui¨Clo por enquanto e, uma vez l¨¢ fora, tentaria fugir. Fugir precipitadamente s¨® a levaria para um perigo ainda maior. Gabriel saiu da casa e foi em dire??o a uma van prateada. Olivia o seguiu para fora, observando os arredores. havia algumas casas baixas ao redor, cercadas por altos pinheiros; para al¨¦m dos pinheiros, havia um matagal. Este lugar era, de fato, desdo. ¡°O que est¨¢ olhando? entre no carro. Sem ele, voc¨º n?o conseguir¨¢ sair daqui.¡± Gabriel, esperando ao lado do ve¨ªculo, leu os pensamentos de Olivia e uma frase desencorajou qualquer ideia de fuga. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Olivia se tensionou, rapidamente voltando ¨¤ realidade, e viu Gabriel encostado na porta do carro esperando por . Olivia resistiu de dentro para fora, n?o querendo ficar perto de Gabriel, mas agora estava nas m?os dele, se n?o fosse para o carro, o que mais poderia fazer? Contrndo a forte repulsa que sentia, Olivia ainda caminha lentamente em dire??o ao carro. ¡°Entre no carro, sem demora.¡± Gabriel deu um passo para tr¨¢s, abrindo espa?o para Olivia entrar. Sem op??o, Olivia entrou no carro. Ao se levantar do ch?o momentos antes, notou que seu celr n?o estava , ent?o mesmo que quisesse mandar uma mensagem pedindo ajuda ao mundo exterior, isso seria imposs¨ªvel. ¡°Olivia, na verdade, voc¨º vai ser mais felizigo do que o Daniel. eu seio tratar bem as pessoas.¡± Gabriel, vendo que entrou obedientemente no carro, sorriu e falou para . Cap铆tulo 956 Cap¨ªtulo 956 Olivia olhou para Gabriel desprezo e um arrepio de repulsa percorreu seu corpo. Quando estavam dentro da casa, ele havia expressado suas inten??es de maneiral vda, mas agora, estava sendo descaradamente expl¨ªcito em suas pvras! Foi t?o descarado, sem limites! n?o podia cair nas m?os de uma pessoa assim, precisava encontrar uma maneira de sair dessa. O carro descia a estrada da montanha, serpenteando em sua descida. Olivia observava atentamente a paisagem e os marcos ao redor. A meio caminho, viu no topo de uma montanha pr¨®xima, um edif¨ªcio que se assemelhava a um castelo. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Seu cora??o se contraiu; reconhecia a constru??o, era a vin¨ªc da fam¨ªlia Griera, onde havia ido com Vicente a um jantar de caridade. Ser¨¢ que o local onde foi sequestrada era pr¨®ximo ¨¤ vin¨ªc da fam¨ªlia Griera? Como poderia avisar o mundo exterior e fazer que soubessem que estava sendo sequestrada? a triste verdade era que se desaparecesse, ningu¨¦m a procuraria. Teresa certamente pensaria que havia ido para a Vi Serenidade para ficar as crian?as, e a Vi Serenidade, ao v¨º ausente, certamente pensaria que havia retornado ¨¤ resid¨ºncia de Teresa. n?o seria encontrada a tempo, mesmo que morresse dodo de fora. A ¨²nica maneira era se salvar. As m?os de Olivia, atadas atr¨¢s de si, lutavam for?a para soltar as cordas, mas tudo o que conseguiu foi machucar a pele, sem mover um cent¨ªmetro sequer das amarras. vigiava Gabriel, que dirigia o carro, agradecida por ele n?o ter notado sua movimenta??o. estava vestida uma camisa branca e uma saia preta at¨¦ o joelho, uma fendateral. Com esfor?o, puxou a saia para cima e conseguiu agarrar a borda Capitulo 956 da fenda as m?os atadas atr¨¢s de si, rasgando um peda?o do tecido e segurando o pano firmemente. Mantendo uma express?o de calma e raiva contida, mas um cora??o em panico e caut, disse: ¡°Abra a jan um pouco, est¨¢ muito abafado aqui!¡± Gabrieln?ou um olhar pelo retrovisor e respondeu: ¡°Que tipo de truque voc¨º est¨¢ tentando?¡± ¡°Com as m?os amarradas, que tipo de truque voc¨º acha que eu posso fazer?¡± Olivial respondeu raiva. Gabriel, achando que n?o conseguiria fazer muito, abriu a jan traseira p metade. ¡°Esta ¨¦ uma estrada de montanha, um descuido e podemos bater nos rochedos ¨¤ frente. Concentre¨C se na dire??o, por que se distrair?¡± Olivia disse severamente ao v¨º¨Clo ainda olhando pelo retrovisor. ¡°voc¨º est¨¢ medo de morrer? N?o foi voc¨º que disse que iria morder a pr¨®pria l¨ªngua e se matar?¡± Gabriel zombou. ¡°¨¦ voc¨º que tem medo da morte, se voc¨º morrer, todos os seus nos ser?o em v?o.¡± Olivia retorquiu. O sorriso no rosto de Gabriel desapareceu e seu olhar tornou¨Cse frio e sombrio, sem mais pvras, ele voltou a se concentrar na estrada. Dirigir na montanha realmente exigia total aten??o, pois a estrada era sinuosa e qualquer descuido poderia resultar em um acidente. Aproveitando o momento certo, Olivia moveu seu corpo para perto da jan, esticando as m?os atadas para fora e soltou o peda?o de tecido que havia rasgado. Rayan pegou Elisa e a levou de volta para a fam¨ªlia Abreu. Demorou um pouco por causa do engarrafamento na estrada. Quando estavam quase chegando ¨¤ casa da fam¨ªlia Abreu, Rayan n?o p?de deixar de perguntar: ¡°Elisa, na verdade, dar uma carona para Olivia n?o teria sido um problema. No futuro, voc¨º deveria ser mais aberta.¡± ¡°O que voc¨º entende sobre isso? Eu tenho meus motivos para n?o querer que voc¨º levasse Olivia.¡± Elisa disse um ar de superioridade. !?? Cap¨ªtulo 956 ¡°Quais motivos?¡± Rayan perguntou. ¡°¨¦ ci¨²me? Voc¨º tem medo que eu me interesse por depois de dar uma carona?¡± Cap铆tulo 957 Cap¨ªtulo 957 Rayan perguntou a Elisa um sorriso nos l¨¢bios, divertido. Elisa riu e lhe deu um olhar de desprezo: ¡°O que voc¨º est¨¢ pensando? Mesmo que eu ficasse ci¨²mes do Daniel, jamais teria ci¨²mes de voc¨º, afinal, somos amigos de infancia. Ou Ser¨¢ que voc¨º tem a pretens?o de se casarigo?¡± ¡°Por que n?o considerar?¡± Rayan aproveitou a oportunidade para expressar seus pensamentos. Ele e Elisa cresceram juntos, Elisa viu muitas coisas embara?osas quando ele era crian?a, mas tamb¨¦m lhe deu um apelido, ele sempre se sentia t¨ªmido, medo de ser fejo. Quando via Elisa, inconscientemente se escondia atr¨¢s dos adultos. Agora que cresceram, essa timidez se transformou, e ele queria levar Elisa para casa, assim, suas vergonhas da infancia poderiam ser resolvidas internamente. Elisa ficou paralisada por um momento, embora soubesse em seu cora??o que Rayan gostava d e queria ficar . Content ? N?velDrama.Org. Mas ouvir ele fr abertamente a deixou chocada. Inesperadamente, ele realmente gostava de si mesmo e queria se casar ! n?o o maltratava muito quando ele era crian?a,o ele poderia realmente gostar d? Ele tinha tend¨ºncias masoquistas? Depois de olhar para ele surpresa, Elisa recuperou um pouco os sentidos e puxou o canto da boca, os olhos interiormente chocados e envergonhados, e sorriu: ¡°Eu estava fndo sobre a Olivia, por que voc¨º mudou de assunto?¡± conseguiu habilmente desviar da pergunta dele, mudando o t¨®pico. ¡°Hum, e por que n?o posso levar a Olivia?¡± Rayan,o desejava, voltou ao assunto original. Elisa sorriu orgulhosa: ¡°Voc¨º sabe quem ¨¦ o dono daquele caf¨¦?¡± ¡°O que isso tem a ver a caf¨¦?¡± Rayan perguntou, confuso. Elisa, que se achava espertao ningu¨¦m, ergueu o queixo, a cauda prestes a Capitulo 957 ir para o ar, e se gabou: ¡°Aqu ¨¦ a caf¨¦ do irm?o de Filipe, Lucas Pereira. A fam¨ªlia Pereira fol ¨¤ fal¨ºncia devido ¨¤ Olivia, sendo adquirida a baixo custo pelo Grupo Griera, e ainda tem muitas d¨ªvidas externas. Al¨¦m disso, a filha querida de Filipe que sempre protegeu, Viviana, fol para a pris?o por causa de Olivia. A fam¨ªlia Pereira j¨¢ odiava Olivia at¨¦ os ossos.¡± ¡°por conta da prote??o do Daniel, a fam¨ªlia Pereira nunca teve a chance de fazer algo contra Olivia, mas agora que Daniel est¨¢ viajando, certeza v?o ensinar¨Clhe uma li??o. Quero ver se continuar¨¢ t?o arrogante, fazendo¨Cme passar por t! Se eu n?o lhe mostrar de que cor eu sou feita, realmente pensar¨¢ que pode me intimidar!¡± Elisa fez uma careta ao fr. ¡°O que?¡± Rayan ficou chocado e pisou no freio. Os pneus do carro ro?aram no ch?o um som estridente. O carro fez uma parada de emerg¨ºncia e o corpo de Elisa bateu para frente e foi puxado para tr¨¢s pelo cinto de seguran?a. Com o choque que lhe restava, olhou para Rayan raiva: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo, frear assim ¨¦ muito perigoso!¡± ¡°Voc¨º ainda f em perigo? Deixar Olivia l¨¢ sozinha ¨¦ que ¨¦ perigoso! Como voc¨º p?de fazer algo assim, Elisa?¡± Rayan, furioso, repreendeu¨Ca. Ele sempre pensou que Elisa era ing¨ºnua e sem malicia. Mas n?o esperava que ele tinha d. fizesse algo do tipo, o que diminuiu a boa impress?o que ¡°O que eu fiz? N?o fui eu que a castiguei, foram eles!¡± Elisa se defendeu, irritada. ¡°J¨¢ que voc¨º sabe por que a fam¨ªlia Pereira faliu, voc¨º deve saber ramente o quanto Olivia ¨¦ importante para Daniel, e mexer Olivia ¨¦ o mesmo que mexer Daniel¡°, disse um tom de frustra??o e urg¨ºncia. Elisa mudou seu olhar, percebendo a gravidade da situa??o, e seu tom suavizou bastante; ¡°Os outros provavelmente s¨® v?o dar uma li??o n, bater um pouco ou faz¨º sofrer um pouco, n?o deve haver risco de vide certo?¡± ¡°Voc¨º, voc¨º¡­¡± Rayan apontou para o dedo no ar, sem conseguir expressar toda a sua reprova??o. ¡°Voc¨º des?a primeiro, voc¨º j¨¢ chegou em casa, s?o s¨® alguns passos de volta,¡± disse Rayan. ¡°Ainda s?o alguns passos, voc¨º n?o vai me panhar?¡± Elisa fez beicinho, insatisfeita. Cap铆tulo 958 Cap¨ªtulo 958 ¡°Des?a agora, estou pressa.¡± Rayan n?o continuou a passar tempo e disse um rosto frio. Elisa viu que o rosto de Rayan estava s¨¦rio e ficou fria. sabia que Rayan devia estar realmente pressa, mas ainda se sentia insatisfeita. Por que Rayan valorizava Olivia mais do que ? olhou para Rayan, pronta para dizer algo, mas quando encontrou os olhos frios e s¨¦rios dele, a rema??o que estava prestes a fazer de repente voltou para a garganta. saiu do carro relutante e descontente. Assim que desceu, Rayan dirigiu o carro para longe. Elisa inalou uma lufada de fuma?a do carro, e seu sentimento de injusti?a explodiu ainda mais, gritando raiva para a traseira do carro de Rayan e chutando o ch?o frustra??o.. ¡°Ah¡­¡± raspou o ded?o no ch?o, a dor a fez levantar rapidamente um p¨¦ ee?ou a pr em c¨ªrculos no lugar. A dor era t?o forte que chegava ao cora??o. Elisa respirava dificuldade, fndo para si mesma raiva na dire??o em que o carro de Rayan desapareceu: ¡°Rayan, eu n?o vou te perdoar, e tamb¨¦m n?o vou me casar voc¨º, humpf!¡± Rayan dirigiu o carro de volta ao caf¨¦ o mais r¨¢pido que p?de. Olivia estava esperando por um carro ¨¤ beira da estrada, mas j¨¢ havia desaparecido. Ele N?o sabia se tinha voltado para casa ou se algu¨¦m a tinha levado para ensinar uma li??o. Olivia era uma pessoa de Daniel, ele tinha visto seus pr¨®prios olhos qu?o diferente Daniel era com Olivia. outras mulheres nem podiam se aproximar de Daniel. 1/3 Capitulo 958 Todas as mulheres que tentavam seduzir Daniel eram jogadas para fora sem miseric¨®rdia. Exceto por Olivia. Daniel realmente a queriao sua mulher. Al¨¦m disso, o fato de Olivia poder ficar aodo de Daniel por tanto tempo, e at¨¦ mesmo dar ¨¤ luz um filho para ele, mostra que Olivia ¨¦ uma exist¨ºncia especial para Daniel. Se algo acontecer Olivia, Daniel ficar¨¢ furioso, e qualquer pessoa envolvida em ferir Olivia ser¨¢ responsabilizada. Rayan estava realmente preocupado Elisa. era t?o inocente e t, mas havia um limite! No entanto, se n?o fosse t?o simples, n?o o teria contado seu prop¨®sito diretamente, deixando¨Co saber que ainda tinha esses nos. Rayan n?o se atreveu a ser descuidado, ent?o ele ligou para Vicente. ¡°O que ¨¦, ¨¦ t?o tarde, voc¨º n?o vai deixar as pessoas dormirem?¡± Vicente obviamente foi acordado pelo toque do telefone, soando muito nasal e sonolento. ¡°Voc¨º faz seus funcion¨¢rios trabalharem at¨¦ tarde, mas est¨¢ em casa dormindo, n?o tem vergonha?¡± Rayan zombou. ¡°Eu pago sal¨¢rio para meus funcion¨¢rios trabalharem at¨¦ tarde, o que h¨¢ de errado isso?¡± Vicente respondeu. Content ? N?velDrama.Org. ¡°Tudo bem, n?o vou fr sobre isso agora, qual ¨¦ o n¨²mero do telefone da sual secret¨¢ria Olivia? me d¨º.¡± Rayan disse, um pouco apressado. ¡°voc¨º quer o n¨²mero de telefone da minha secret¨¢ria para qu¨º? O que ¨¦, est¨¢ tentando roubar de mim?¡± Vicente acordou um pouco mais. ¡°Eu trabalho antiguidades, n?o preciso de uma secret¨¢ria, por que eu a roubaria? Voc¨º est¨¢ fazendo neg¨®cios at¨¦ ficar maluco? Chega de bobagens, me envie o n¨²mero d agora, ¨¦ uma emerg¨ºncia.¡± Rayan e Vicente eram bons amigos, ent?o ele podia fr abertamente. *Desligue primeiro, vou ver meus contatos e mandarei uma mensagem.¡± Vicente disse. Pouco tempo depois, Rayan recebeu o n¨²mero do telefone de Olivia. Cap¨ªtulo 958 Ele imediatamente ligou, mas a mensagem que recebeu foi que o celr estava desligado. Ouvindo aqu mensagem fria e oficial do telefone, a cabe?a de Rayan zumbiu, e ele pensou que algo ruim havia acontecido. Se Olivia tivesse voltado para casa, o celr d n?o estaria desligado. Para a gera??o mais jovem de hoje, ¨¦ muito improv¨¢vel que desliguem os celres. Rayan imediatamente voltou para o caf¨¦, furioso, procurando o dono do estabelecimento. Cap铆tulo 959 Cap¨ªtulo 959 ¡°Lucas, a secret¨¢ria Souza que estava conosco para a entrevista foi raptada por voc¨ºs? Entreguem , caso contr¨¢rio, hoje voc¨ºs n?o v?o abrir a loja!¡± Rayan ¨¦ o jovem herdeiro da loja de antiguidades Grupo Mendes e tem certa fama e prest¨ªgio no mundo dos neg¨®cios. Ele disse raiva a Lucas, o propriet¨¢rio da casa de ch¨¢, de forma fria e dura. Lucas sabia que n?o se podia mexer o jovem propriet¨¢rio da fam¨ªlia Mendes e disse uma atitude humilde e um sorriso: ¡°Sr. Mendes, aqus duas mulheres sa¨ªram o senhor h¨¢ pouco, de verdade, s n?o est?o mais aqui na nossa casa de ch¨¢. eu n?o teria coragem de tocar numa pessoa do Sr. Mendes no meu pr¨®prio territ¨®rio¡­¡± ¡°n?o foi voc¨º mesmo?¡± Rayan questionou desconfiado. Lucas disse sinceramente: ¡°De verdade, n?o fui eu.o eu poderia fazer algo que seria descoberto ao m¨ªnimo de investiga??o? Mesmo que eu fosse tolo, n?o seria tolo a ponto de me colocar abertamente contra o Sr. Mendes.¡± Rayan pensou um pouco e fazia sentido. O caf¨¦ de Lucas abriu aqui, n?o por um dia ou dois, e por tantos anos foi bem administrada e tinha muitos clientes. Isso significa que n?o ¨¦ o Lucas que est¨¢ causando problemas. Se fosse realmente ele quem estivesse causando problemas, seu caf¨¦ n?o terial ficado aberta por tanto tempo. N?o era esse tipo de neg¨®cio que atra¨ªa grandes empres¨¢rios e programas de entretenimento televisivo? Neg¨®cios desse tipo n?o sobrevivem se n?o forem gerenciados por algu¨¦m astuto. ¡°Minha pessoa desapareceu, sumiu perto de seu caf¨¦, voc¨º tem que cooperarigo na investiga??o das cameras de seguran?a. Eu aviso voc¨º, essa pessoa ¨¦ do Daniel, se n?o a encontrarmos, voc¨º sabe as consequ¨ºncias,¡± disse Rayan, mudando o tom da conversa. ¡°Sim, sim, certeza vou cooperar a investiga??o. As cameras est?o na s de seguran?a, eu o levo l¨¢ agora,¡± Lucas, suando frio de medo, rapidamente guiou Rayan para a s de seguran?a.. Um Sr. Mendes j¨¢ era suficiente para fazer seu cora??o disparar, mas uma pessoa 1/3 apitulo 959 desaparecida que era do Daniel o deixava ainda mais aterrorizado. Daniel era conhecido por suas a??es r¨¢pidas e m¨¦todos frios e brutais, e Lucas tinhal visto isso de perto. A empresa de seu irm?o Filipe havia sido arruinada por Daniel, deixando Filipe uma enorme d¨ªvida externa, uma situa??o quase fatal. Se ele ofendesse Daniel, seu destino seria ainda pior. Filipe esperava, mais do que ningu¨¦m, que a pessoa desaparecida tivesse sido encontrada. Rayan verificou na s de vigilancia que a vigilancia era apenas dentro da casa de ch¨¢ e na frente da casa de ch¨¢. A vigilancia n?o alcan?a a estrada at¨¦ l¨¢. Quando ele e Elisa sa¨ªram de carro, Olivia estava esperando pelo carro na rua. Era necess¨¢rio obter as imagens da camera da rua. Content ? N?velDrama.Org. Sem perder um minuto, Rayan entrou em contato Francisco para verificar as cameras da rua.. Quando Francisco chegou e revisou as imagens, levou mais de dez minutos. Do v¨ªdeo, viram um homem um pouco acima do peso cobrindo a boca de Olivia um pano, lutou por um momento e depois perdeu a consci¨ºncia. o homem ent?o levou Olivia para uma van e, em seguida, o ve¨ªculo partiu. Rayan ficou horrorizado ao ver isso. Algo realmente aconteceu Olivia, foi sequestrada! Se Daniel descobrir isso, sua vida pode n?o estar segura. Francisco tamb¨¦m reconheceu a mulher no v¨ªdeo; Daniel havia se gabado na frente dele, dizendo que tinha quatro filhos, quadrig¨ºmeos! Essa mulher era a m?e dos quadrig¨ºmeos! Daniel se sentia t?o superior por essa mulher ter lhe dado quadrig¨ºmeos, que at¨¦ se gabava na frente de Francisco. Assim, pode¨Cse imaginar qu?o especial essa mulher era para Daniel. Agora que essa mulher foi sequestrada, a situa??o era grave! Capitulo 959 Isso era pior do que o caso criminal que ele havia assumido! Francisco entrou em contato as pessoas apropriadas, observando a vigilancia durante todo o processo. a van foi vista dirigindo em dire??o a uma bifurca??o na estrada da montanha e depois desapareceu, j¨¢ que geralmente n?o h¨¢ cameras naqu parte da montanha. ¡°Como desapareceu, o que vamos fazer?¡± Rayan viu as imagens na t de monitoramento e perguntou, ansioso, a Francisco. Cap铆tulo 960 Cap¨ªtulo 960 ¡°Sempre h¨¢ algum vest¨ªgio de onde ele desapareceu quando voc¨º o localiza.¡± Francisco fez uma an¨¢lise r¨¢pida e levou os homens embora. ¡°Eu vou voc¨º.¡± Rayan apressou¨Cse em seguir, o sequestro de Olivia tinha algo a ver ele tamb¨¦m, se n?o participasse do resgate e Daniel viesse a saber, ele est?ria em apuros. era uma boa oportunidade para redimir¨Cse, e ele n?o podia perd¨º. Afinal, foi por n?o ter levado Olivia para casa que acabou sendo sequestrada. Se ele tivesse insistido em sua opini?o anteriormente, n?o permitindo que Elisa fizesse o que queria e tivesse levado Olivia de volta, isso n?o teria acontecido. Property ? N?velDrama.Org. Rayan seguiu Francisco at¨¦ a base da estrada da montanha, que tinha duas bifurca??es. eles pararam aodo de uma ds, sem saber para qual seguir, mas, felizmente, bastante gente, podiam mandar grupos para ambos os caminhos. ¡°Eu levo o pessoal por aqui, voc¨º leva mais dois pelo outro caminho, qualquer coisa mantemos contato.¡± Francisco instruiu de forma organizada. ¡°Certo.¡± Rayan concordou rapidamente. Os dois grupos de pessoas se dividiram em dois caminhos, dirigindo o carro at¨¦ a estrada da montanha. Era noite, a estrada escura e sinuosa era perigosa, um descuido e o carro poderia despencar montanha abaixo. Rayan segurou firmemente o vnte, concentrando toda a sua aten??o na dire??o. Pelo caminho, n?o encontraram nada de anormal. concentrado em dirigir, ele recebeu uma liga??o de Francisco. ¡°O c?o policial encontrou um peda?o de tecido preto, que cor de roupa Olivia estava usando hoje?¡± Francisco perguntou. ¡°Blusa branca, saia preta.¡± Rayan lembrou¨Cse do traje de Olivia e respondeu prontamente. ¡°Venha aqui e veja se este tecido ¨¦ da saia de Olivia.¡± Francisco disse. ¡°Certo, certo, estou voltando agora.¡± Ap¨®s desligar, Rayan virou o carro no pr¨®ximo 1/2 Capitulo 960 cruzamento. Chegou o mais r¨¢pido poss¨ªvel onde Francisco estava, viu o peda?o de tecido preto nas m?os dele, ramente arrancado intencionalmente, e um semnte grave Rayan confirmou: ¡°Sim, ¨¦ da roupa da Olivia.¡± ¡°Depressa, subam a colina!¡± Francisco entrou no carro o c?o policial e subiram acelerando montanha acima. Se havia um peda?o da roupa de Olivia ali, significava que os sequestradores a levaram por aquele caminho. Rayan tamb¨¦m seguiu rapidamente. O grupo chegou a uma fileira de casas baixas no topo da montanha. Francisco e sua equipe sacaram suas armas e se aproximaram cautelosamente. Com cuidado, arrombaram a porta, mas o interior j¨¢ estava vazio, sem ningu¨¦m. No ch?o, havia uma cadeira tombada e cordas usadas para sequestro. Francisco pegou a corda e deu uma cheirada no c?o policial, e depois no peda?o de tecido preto. ¡°Woof woof!¡± O c?otiu duas vezes ap¨®s farejar. Francisco entendeu imediatamente que o cheiro do tecido estava na corda. ¡°¨¦ o local onde sequestraram Olivia.¡± Francisco concluiu. Rayan apertou o cora??o, ansioso: ¡°Ent?o vamos continuar procurando, devel estar por perto.¡± Ele liderou as buscas, arrombando porta em porta das casas, todas vazias, algumas bitucas de cigarro e garrafas de bebida. Era evidente que homens haviam ocupado aquele lugar. Em todo o interior da casa, n?o se via nenhum vulto, Rayan estava os nervos cada vez mais tensos, em panico. O que fazer, se n?o encontrassem Olivia, deveria ligar e contar a Daniel a not¨ªcia do sequestro? Cap铆tulo 961 Cap¨ªtulo 961 Francisco entrou algumas pessoas e perguntou: ¡°O Sr. Daniel est¨¢ ciente disto?¡± Rayan, nervoso, virou¨Cse e bn?ou a cabe?a: ¡°Ainda n?o sabe.¡± ¡°Ligue para ele e conte, n?o h¨¢o esconder, quanto antes ele souber, melhor poder¨¢ agir.¡± Francisco disse. Rayan acenou a cabe?a e imediatamente tirou o celr do bolso e ligou para Daniel. Enquanto esperava atenderem, seu cora??o batia ansioso e inquieto devido ao panico. ¡°O que houve?¡± A liga??o foi atendida e a voz imponente e inata de Daniel soou. Rayan ficou tenso, antes mesmo dee?ar a fr, j¨¢ estava apreensivo, preparado para ser repreendido por Daniel. ¡°Sr. Daniel, Olivia foi sequestrada.¡± Rayan disse. Assim que as pvras sa¨ªram de sua boca, ele sentiu um frio gdo e de baixa press?o permear a se??o do telefone. O cora??o j¨¢ apavorado de Rayan ficou ainda mais tenso, e ele disse rapidamente: ¡°Eu e o Francisco estamos procurando, encontramos o primeiro local do sequestro, Temas n?o vimos ningu¨¦m. O sequestrador mudou a Olivia de lugar, agora estamos sem pistas, n?o sabemos onde procur¨¢.¡± ¡°Este sequestro tem algo a ver voc¨º?¡± perguntou Daniel uma voz fria e s¨¦ria. Rayan ent?o contou a Daniel todo o ocorrido da entrevista Olivia naquele dia. Ele podia sentir Daniel do outrodo do telefone, a aura ao redor dele estava ficando cada vez mais n¨ªtida, friao gelo, transformando¨Cse em uma substancia que era uma espada de gelo invis¨ªvel que poderia perfurar seu peito. Rayan mal se atrevia a respirar alto, mantendo¨Cse em total concentra??o. ¡°Se algo acontecer ¨¤ Olivia, Rayan, nem dez vidas suas seriam suficientes parapensar!¡± Daniel disse enfurecido, uma frieza que emanava do fone. Rayan sentiu um cfrio percorrer seu corpo e rapidamente respondeu: ¡°Eu e o 1/3 Cap¨ªtulo 961 Francisco vamos acelerar a busca p Olivia.¡± ¡°Mantenha¨Cme informado sobre qualquer pista, estou voltando agora,¡± disse Daniel em um tom grave, antes de desligar. Imediatamente ligou para Bruno: ¡°Traga o jato particr, preciso voltar o mais r¨¢pido. poss¨ªvel.¡± Bruno, percebendo a seriedade e a autoridade na voz de Daniel, respondeu prontamente: ¡°Certo, agora mesmo.¡± Depois de desligar o telefone, Bruno entrou em contato imediatamente a empresa de jatos particres daqui e pediu que algu¨¦m enviasse um helic¨®ptero particr em dez minutos para mandar Daniel de volta ¨¤ Capital. O respons¨¢vel p empresa de avia??o particr confirmou prontamente, sem ousar qualquer demora. Dez minutos depois, o helic¨®ptero pousou no heliponto do hotel e, antes de embarcar, Daniel ligou para F¨¢bio na Vi Serenidade. ¡°Sr. Daniel, as crian?as est?o em casa perguntando p m?e¡­¡± F¨¢bio atendeu a liga??o ee?ou a rtar a situa??o das crian?as, que sempre perguntam p. m?e ao voltar da esc. ¡°Chame o Heitor para frigo.¡± Ainda que F¨¢bio n?o tivesse terminado de rtar, a voz profunda de Daniel interrompeu. ¡°Oh, sim, vou chamar o jovem Heitor agora,¡± respondeu F¨¢bio respeitosamente, colocando o telefone na mesa e indo chamar Heitor no quarto de brinquedos. Property ? N?velDrama.Org. Heitor, ao ouvir que Daniel queria fr ele, correu at¨¦ a mesa e atendeu: ¡°O que foi?¡± Sua voz infantil soava quase adulta. ¡°Pegue seu tablet, use o n¨²mero de celr da sua m?e e localize a posi??o do telefone, consegue fazer isso?¡± Daniel instruiu sua voz baixa e magn¨¦tica. Heitor sempre foi um prodigio em inform¨¢tica, um super hacker, j¨¢ havia superado muitos especialistas em programa??o na empresa de Daniel e, sob seu olhar, havia hackeado dez bilh?es da empresa. para Heitor, localizar seria tarefa f¨¢cil. Capitulo 961 ¡°Consigo, mas voc¨º pode me dizer, o que aconteceu a mam?e?¡± Heitor certamente poderia localizar a posi??o do celr atrav¨¦s do n¨²mero, isso era f¨¢cil para ele. Mas por que localizar o telefone da mam?e? Aconteceu alguma coisa ? Heitor estava preocupado, pois o que ele mais amava era a sua m?e, se algo acontecesse , ele ficaria muito angustiado. Cap铆tulo 962 Cap¨ªtulo 962 Daniel falou ao telefone: ¡°Sua m?e desapareceu, estou procurando por .¡± Ap¨®s esse per¨ªodo de observa??o, al¨¦m de passar um tempo as crian?as, Daniel p?de perceber que s tinham um bom rcionamento Ol¨ªvia. Se algo acontecesse Olivia, as crian?as ficariam preocupadas . Mas Heitor era muito esperto, esconder isso dele s¨® o deixaria mais assustado quanto mais ele pensasse no assunto. Daniel contou a Heitor diretamente que Olivia havia desaparecido. que, minha m?e desapareceu!¡± Heitor exmou surpreso. ¡°O que, os outros tr¨ºs pequenos, ouvindo suas pvras, sa¨ªram do quarto de brinquedos um ap¨®s o outro, cercando Heitor suas perninhas curtas e suas vozes infantis e suaves, cheias de perguntas. ¡°O que, mam?e desapareceu? Para onde foi?¡± Joel perguntou seus grandes olhos negros, completamente confuso. ¡°mam?e n?o vai mais ficar conosco? Bu¨¢, eu quero a mam?e.¡± Iria choramingou, medo e l¨¢grimas nos olhos. ¡°Mam?e¡­¡± In¨ºs chamou baixinho, os l¨¢bios tremulos, prestes a chorar. Daniel ouviu as vozes das crian?as do outrodo do telefone, ouviu as vozes das crian?as e os solu?os das meninas, entendendo o quanto estavam preocupadas Olivia. Daniel levou a m?o ¨¤ testa e disse voz grave: ¡°Podemos rastre¨¢ agora?¡± Heitor, aflito a not¨ªcia, rapidamente se rp?s e disse: ¡°Vou fazer isso agora.¡± ¡°Assim que tiver o local, me avise.¡± Daniel instruiu. ¡°Eu sei, papai!¡± Heitor concordou, desligou o telefone rapidamente e correu para seu quarto. Os outros tr¨ºs pequenos trocaram olhares confusos e, num entendimento t¨¢cito, seguiram Heitor suas perninhas curtas e corpinhos redondos e macios, parecendo pequenos pinguins correndo, uma vis?o ador¨¢vel. depois de desligar o telefone, Daniel embarcou no helic¨®ptero. Capitulo 962 No quarto de brinquedos, Heitor manuseava o tablet m?os ¨¢geis, tocando na t seriedade e concentra??o, enquanto sua face infantil se franzia em determina??o. Joel, Iria e In¨ºs o cercavam, seus olhos ansiosos e esperan?osos fixados nele, pois a seguran?a Era uma quest?o de seguran?a para a mam?e, nenhum deles ousava agir precipitadamente. Heitor digita o n¨²mero do celr de sua m?e na t especial, da mesma forma que ele se lembra do n¨²mero do cart?o banc¨¢rio de sua m?e, Heitor j¨¢ aprendeu de cor o n¨²mero do celr de Olivia e nunca o esquecer¨¢. Clique, localize, a interface doputador estava funcionando. Logo, a posi??o do local apareceu. ¡°Mam?e est¨¢ aqui!¡± Heitor exmou surpresa e alegria ao ver a localiza??o exata na t. ¡°Onde, onde?¡± As Tr¨ºs cabecinhas se aproximaram, curiosas e nervosas. infelizmente, era um mapa, e eles n?o conseguiampreender. Eles s¨® viram um pequeno ponto vermelho no mapa, sabiam o que significava, mas n?o tinham reza sobre a localiza??o exata. ¡°Vou enviar para o papai agora, ele vai encontrar a mam?e.¡± Heitor disse. ¡°Manda logo, o papai certeza vai trazer a mam?e de volta.¡± Joel disse, erguendo a cabe?a ansiosamente para Heitor. Heitor operou a t do tablet. Daniel, no helic¨®ptero, n?o conseguia receber a mensagem. Uma hora depois, o helic¨®ptero pousou no terra?o do Grupo Griera, Daniel desceu, ligou o celr e viu a mensagem de localiza??o enviada por Heitor. Daniel tocou na t o dedo longo, enviou uma mensagem de recebimento para Heitor e abriu o mapa da localiza??o. Dez minutos depois. O helic¨®ptero e um carro preto cercaram o Clube de Entretenimento KL. Daniel, liderando seus homens uma presen?a dominadora, fria e cial, entrou no Clube de Entretenimento KL. Capitulo 962 Content (C) N?v/elDra/ma.Org. As pessoas do clube, vendo tal postura, recuaram apressadas, abrindo caminho para Daniel passar. O respons¨¢vel pelo Clube de Entretenimento KL, ao ouvir as not¨ªcias, apressou¨Cse para o local e se deparou Daniel liderando seu grupo uma presen?a imponente, exndo uma aura turbulenta, o rosto sombrio e um ar amea?ador. Ele ficou t?o assustado que suas pernase?aram a tremer e seu cora??o batia aceleradamente de medo. Maso era o respons¨¢vel pelo Clube de Entretenimento KL, n?o podia recuar. mesmo medo, tinha que enfrentar a situa??o. ¡°Senhor Griera, o senhor chegou. precisa de um camarote ou¡­ ¡°Saia da minha frente!¡± O diretor do Clube de Entretenimento KL tinha acabado de fr quando foi afastado pelo tapa na cabe?a do guarda¨Ccostas. Daniel passou por ele, trazendo consigo uma rajada de vento cortante que atingiu o rosto do respons¨¢vel pelo clube, que sentiu um cfrio percorrer seu corpo, tomado pelo terror e p apreens?o. Cap铆tulo 963 Cap¨ªtulo 963 No camarote de luxo. O homem um pouco gordo que sequestrou Olivia estava jogando dados um ¡°Vamos ver, se desta vez n?o for um grande dado, eu aposto tudo o que tenho!¡± 0. homem gordo bateu uma pilha grossa de dinheiro na mesa, seus olhos arregdoso os de um sapo, fixos nos dados cobertos p tampa. Assim que pegou o dinheiro de Filipe, correu para c¨¢, determinado a recuperar o capital que havia perdido. O hontem ¨¤ sua frente, vestindo uma camisa estampada, tinha um cigarro pendurado na boca, a fuma?a se espalhava pelo ar. ¡°Cert¨ªssimo! Abra!¡± disse o homem gordo. O homem da camisa estampada colocou a m?o na tampa, preparando¨Cse para revr o jogo. O homem gordo abriu bem os olhos, seu cora??o batendo forte, concentrado na tampa que estava prestes a ser levantada, onde os pontos decidiriam o seu destino! Estava quase na hora de abrir. O homem gordo segurou a respira??o. ¡°Bum!¡± A porta da caixa foi aberta um chute forte. ¡°Quem ¨¦?!¡± O homem gordo olhou irritado para a porta. Mas ent?o viu um grupo de seguran?as cercando um homem uma aura. poderosa, frioo o gelo. Era um homem quem n?o se deveria mexer. O homem gordo recuou um pouco. O homem da camisa estampada, que tinha visto muita coisa, reconheceu Daniel Ao v¨º¨Clo entrar, e imediatamente se levantou, caminhando em dire??o a Daniel uma rever¨ºncia: ¡°Sr. Griera, o que traz o senhor ao nosso estabelecimento? Que honra o 1/3 10:32 Capitulo 963 ter aqui hoje¡­¡± Antes que pudesse terminar suas pvras, ele foi levantado pelos guarda¨Ccostas. Daniel caminhou em dire??o ao homem magro, seus olhos afiados e frios. O homem gordo, assustado p presen?a dele, se levantou e esbo?ou um sorriso aterrorizado: ¡°Sr. Griera, o senhor deseja frigo?¡± Ele nunca tinha visto Daniel antes, mas conhecia sua reputa??o. Um magnata dos neg¨®cios e o rei do poder na Capital, imc¨¢vel em suas a??es, quem se metia ele nunca tinha um final feliz. Agora que ouviu o homem da camisa estampada cham¨¢¨Clo de Sr. Griera e viu seu rosto assustado e lisonjeiro, O homem gordo rapidamente entendeu que ele era o poderoso Sr. Griera. Daniel caminhou em sua dire??o, o homem rechonchudo ficou surpreso e apavorado. Daniel permaneceu em sil¨ºncio, seu olhar varreu os seguran?as aodo. Um dos seguran?as avan?ou rapidamente e chutou o homem gordo no meio. ¡°Ai!¡± O homem gordo caiu de joelhos, segurando o local atingido pelo chute, rndo de dor. O seguran?a se agachou ee?ou a revist¨¢¨Clo, e rapidamente encontrou um celr no bolso do homem. Ele pegou o celr e o entregou a Daniel. Daniel examinou o celr cuidadosamente, era o celr de Olivia, que estaval desligado. O celr de Olivia nas m?os desse homem feio s¨® podia significar uma coisa: ele havia sequestrado Olivia. Daniel em torno do corpo da press?o do ar, frio baixo ium, cem milhas em um c¨ªrculo at¨¦ o ponto de gelo. Com um olhar assassino nos olhos, ele se dirigiu ao homem ligeiramente rechonchudo que estava rndo no ch?o. ¡°Onde est¨¢ Olivia?!¡± O corpo do homem gordo, que ainda rva, congelou de repente. Capitulo 963 ele n?o ouviu errado, Daniel estava perguntando onde estava Olivia! Olivia era a mulher que ele havia sequestrado naquele dia. Enquanto Ele ainda estava em choque, foi puxado pelos seguran?as e jogado contral a parede. Com um ¡°thud¡°, sua cabe?a bateu contra a parede, deixando¨Co tonto e atordoado. Property ? of N?velDrama.Org. Antes que pudesse recuperar¨Cse, foi agarrado pelo crinho e teve as m?os torcidas atr¨¢s das costas, os seguran?as torcendo o pulso em um angulo que deformava OS OSSOS. ¡°Ah, d¨®i, d¨®i, d¨®i¡­¡± O homem gordo gritava de dor. ¡°Fale, de quem ¨¦ o celr que estava no seu bolso! Vamos ver se sua boca ¨¦ mais dura ou se s?o os seus ossos!¡± O seguran?a amea?ou, aumentando a press?o sobre o pulso do homem. O homem gordo, o rosto distorcido p dor, sabia que se continuasse resistindo e o seguran?a aumentasse mais a press?o, seus ossos do pulso se quebrariam, e a dor seria insuport¨¢vel. Cap铆tulo 964 Cap¨ªtulo 964 ¡°Eu¡­ peguei uma quantia em dinheiro hoje, sequestrei¨Ca e a level para o bangal¨® na Montanha Pin¨¢culo, mas ent?o meu empregador chamou outra pessoa atr¨¢s de mim e entreguei Olivia a essa pessoa. Mais tarde, eu desci a montanha e n?o sei para onde essa pessoa a levou¡°. O homem um pouco acima do peso suava frio de dor, e a voz tr¨¦m, revelou a verdade. ¡°Quem ¨¦ teu patr?o, e para quem voc¨º a entregou?¡± perguntou O seguran?a. ¡°Meu patr?o ¨¦ o Filipe, e o cara para quem eu a passei, eu n?o conhe?o, s¨® sei que ele tinha cara de quem ¨¦ letrado, tipo um desajustado culto.¡± ?ara ¡°Ousas esconder algo!¡± O seguran?a enfurecido, apertou mais forte o pulso que segurava. O homem gordinho, assustado, implorou rapidamente: ¡°Eu N?o estou escondendo nada, estou fndo a pura verdade, ai!¡± Um som de ¡°crack¡± foi ouvido. O homem gordinho soltou um grito semelhante ao de um porco, a dor de ossos quebrados vindo de seu pulso. Ele caiu no ch?o, convulsionando. Danieln?ou um olhar frio e incisivo: ¡°Levem¨Cno!¡± O seguran?a ergueu o homem gordinho que ainda convulsionava de dor no ch?o e o arrastou. ¡°Leve¨Cnos at¨¦ a Olivia, se voc¨º n?o a encontrar, sua vida acaba aqui hoje, entendeu?¡± o seguran?a pressionou o homem gordinho no carro.. Olivia foi levada para um hotel resort por Gabriel, era baixa temporada e o hotel estava pouco povoado. O hotel n?o ficava longe do morro de onde tinha sido sequestrada, e o carro n?o demorou muito para chegar. As m?os de Olivia ainda estavam amarradas atr¨¢s das costas uma corda. Capitulo 964 Era ¨®bvio que estava sendo coagida, passar pelo lobby definitivamente n?o era uma op??o. Olivia ainda pensava em encontrar o momento certo para pedir ajuda, mas Gabriel a levou p porta dos fundos. L¨¢ atr¨¢s, havia algu¨¦m esperando por ele, obviamente um velho conhecido de Gabriel. ¡°Amigo, ¨¦ feliz, trazendo uma gata jovem e bonita dessa vez? Vai sero antes, voc¨º primeiro e eu depois?¡± O homem que esperava por Gabriel, da mesma idade que ele, uma apar¨ºncia sinistra, com olharscivo. O cora??o de Olivia se afundou ao ouvi¨Clo e ficou entorpecida p n¨¢usea. Quantas mulheres esses dois j¨¢ haviam prejudicado juntos? Olivia sentiu tanto horror quanto repulsa. Se Gabriel a levasse para o quarto, que tipo de atrocidades esperavam por ? s¨® de pensar nisso, tremia. Seu olhar era feroz, cheio de defesa e desd¨¦m para o homem que a esperava. ¡°Olha s¨®, essa menina parece ser brava, eu gosto quando ¨¦ assim, mais divertido de dominar,¡± disse o homem sinistro, estendendo a m?o para tocar o rosto de Olivia. Olivia se esquivou. Gabriel abriu a m?o uma m?o e disse seriamente: ¡°Tito, desta vez n?o ?o das outras vezes, desta vez voc¨º n?o estar¨¢ envolvido, vou transferir duzentos mil para voc¨º¡°. ¡°Duzentos mil?¡± O homem chamado Tito deu a Gabriel um olhar curioso, depois. olhou para Olivia. Era uma pena n?o poder saborear uma mulher t?o bonita, mas n?o haviao evitar. Receber duzentos mil ainda cheirava bem. ¡°Tudo bem, duzentos mil, eu n?o me meto nisso. Entre.¡± Tito deu um passo para tr¨¢s e abriu espa?o para a porta. Gabriel puxou Olivia para dentro, aodo da porta havia um elevador, ele apertou o bot?o diretamente. Capitulo 964 Content (C) N?v/elDra/ma.Org. As portas do elevador se abriram e ele empurrou Olivia para dentro. Olivia estava extremamente assustada e ansiosa, se aproximando cada vez mais do pesadelo, o que deveria fazer,o poderia escapar? Este caminho obviamente foi bem preparado por Gabriel, n?o viu nenhuma pessoa ou ve¨ªculo. Mesmo entrando no hotel, s¨® havia aqu pessoa esperando, e o elevador tamb¨¦m estava vazio. Olivia queria gritar por socorro, mesmo que n?o houvesse ningu¨¦m no elevador, deveria haver pessoas em outras partes do hotel, desde que algu¨¦m a ouvisse gritando por socorro, poderia ter uma chance de sobreviver. Mas antes de sair do carro, Gabriel colocou uma fita adesiva em sua boca. foi cda t?o firmemente que Olivia n?o conseguia emitir nenhum som. Cap铆tulo 965 Cap¨ªtulo 966 Gabriel segurou os ombros de Olivia e, entre pux?es e arrast?es, levou¨Ca at¨¦ a porta do quarto. Retirou o cart?o¨Cchave, abriu a porta e continuou segurando seus ombros enquanto a empurrava para dentro do quarto. Rodrigo virou a cabe?a por acaso naquele momento e, quando a mulher entrou, o palet¨® que carregava caiu por causa da moldura da porta. Rodrigo viu, num rnce, as m?os d amarradas. O olhar de Rodrigo escureceu. Gabriel viu o palet¨® que estava apoiado na m?o de Olivia cair, ficou chocado por um momento, apressou¨Cse em recolher o casaco do ch?o, virou¨Cse e encontrou o olhar de Rodrigo dirigido para ele. Com habilidade, acenou a cabe?a e disse um sorriso leve: ¡°Minha esposa estava t?o apressada que nem notou quando deixou meu palet¨® cair no ch?o.¡± Ap¨®s fr, ele se virou e entrou rapidamente no quarto. Olivia tentou correr para fora, mas ele a empurrou de volta a palma da m?o no ombro d e fechou a porta atr¨¢s de si. Com um olhar cial, aproximou¨Cse de Olivia: ¡°Eu a aconselho a cooperar e voc¨º ainda pode sofrer menos!¡± Olivia olhou para o rosto dele, que se tornou sombrio. O olhar dele era sinistro e amea?ador, um olhar que n?o demonstraria miseric¨®rdia ningu¨¦m. Com medo e panico, Olivia recuou.Property ? N?velDrama.Org. Gabriel avan?ou em sua dire??o, e , o calcanhar tocando a borda da cama, n?o tinha mais para onde fugir. ¡°Ha ha, Olivia, hoje vamos nos divertir bastante! Pare de resistir!¡± Gabriel soltou uma risada fria e se lan?ou sobre . ¡°Uhm!¡± Olivia gritou, tentando se esquivar, mas n?o era t?o r¨¢pida quanto Gabriel, que a pressionou contra a cama. Olivia lutava todo o seu ser, resistindo, bn?ando a cabe?a e chutando os p¨¦s. contra ele. oa Gabriel segurou seus p¨¦s e empurrou seu vestido para cima. ¡°Ah!¡± Olivia emitiu um grito abafado, cheio de resist¨ºncia, desespero, impot¨ºncia e 09:57 Capitulo 966 nojo. O toque de sua m?o na pele d a fazia sentir cfrios, vontade de vomitar, uma rejei??o profunda. Gabriel, o homem nojento, n?o a toque, n?! Gabriel, impaciente, estava em seu auge quando sentiu algo estranho ao empurrar o vestido e, ao olhar para baixo, viu que faltava um peda?o do tecido preto do vestido de Olivia. A borda estava irregr, ramente arrancada. Gabriel parou abruptamente, olhando ferozmente para Olivia deitada na cama: ¡°Voc¨º rasgou sua roupa para mandar um sinal?¡± O peito de Olivia se agita violentamente, seus olhos fitam Gabriel resist¨ºncia, raiva e nojo, n?o consegue fr, diz a ele os olhos: sim, eu mandei um sinal, e logo Daniel vir¨¢ atr¨¢s de voc¨º. se ele te pegar, voc¨º estar¨¢ pr¨®ximo do seu fim! Gabriel, vendo aqueles olhos brilhantes e cheios de raiva, mesmo sem ter dito uma pvra, sabia o que queria dizer. ¡°Voc¨º tem coragem de mandar um sinal!¡± Gabriel ergueu a m?o para bater em Olivia. Olivia fechou os olhos for?a, preparando¨Cse para o zumbido e a dor aguda. A respira??o de Olivia fica suspensa quando o vento da palmeira passa por seu rosto. No momento em que a m?o de Gabriel estava prestes a atingir o rosto de Olivia, o celr no bolso delee?ou a tocar. O toque do celr era ensurdecedor, especialmente alto naquele momento. Gabriel ficou at?nito, sua m?o parou a apenas dois ou tr¨ºs cent¨ªmetros do rosto de Olivia. Gabriel rapidamente recuou a m?o e tirou o celr do bolso. a chamada era de Filipe. Por que Filipe estaria ligando naquele momento? Gabriel encarou o nome piscando na t do celr, sem pressa para atender. Com um olhar sombrio e pesado. A liga??o tinha chegado em um momento estranho. Capitulo 966 Ele acabara de descobrir que Olivia havia rasgado um peda?o do pr¨®prio vestidoo sinal de pista, e no segundo seguinte, Filipe ligou. Ele definitivamente n?o podia atender a esta chamada. Gabriel segurava o celr, apenas encarando a t, observando¨Co tocar at¨¦ que a chamada fosse desligada automaticamente. Cap铆tulo 966 Cap¨ªtulo 967 A dor esperada n?o veio, e os olhos de Olivia se abriram para a express?o desdenhosa, p¨¦trea e sinistra de Gabriel. O celr dele continuava tocando em suas m?os, mas ele n?o atendia. Quando o toque parou por si s¨®, ele rapidamente desligou o aparelho, olhando para Olivia um olhar feroz e apontando para dentes cerrados, amea?ando: ¡°A quest?o de eu ter te trazido at¨¦ aqui, ningu¨¦m tem permiss?o para fr! Especialmente Daniel, ou ent?o o v¨ªdeo de sua m?e logo circr¨¢ em v¨¢rias taformas de v¨ªdeo curto, e todos ver?o o quanto ¨¦sciva debaixo de mim, desfrutando! A protagonista desse tipo de filme, certeza, ser¨¢ muito popr!¡± Gabriel amea?ou Olivia, mostrando os dentes. Property ? N?velDrama.Org. Olivia estava t?o enfurecida que quase quebrou os dentes de raiva. Depois que Gabriel disse suas amea?as, ele ficou olhando para Olivia, que estava deitada na cama, uma mulher t?o b e delicada, quase ao seu alcance, mas que ele teve que desistir. est¨¢ t?o relutante e n?o consegue se soltar! N?o importa, ainda haveria tempo, ele tinha algo em m?os, n?o temia n?o conseguir control¨¢! Gabriel n?o demorou mais, virou¨Cse e saiu do quarto. Olivia lutou para se levantar da cama. chegou ¨¤ porta, tentando abri, mas suas m?os estavam amarradas atr¨¢s de seu corpo, dificultando a tarefa, se esfor?ou para levantar as m?os na dire??o contr¨¢ria, tentando girar a ma?a. Parecia que quase conseguiria alcan?ar a ma?a e abrir a porta. Nesse momento, a porta foi aberta dodo de fora. O cora??o de Olivia se contraiu de susto, e instintivamente correu em dire??o ¨¤ porta. ¡°Ei, gata, para onde voc¨º vai?¡± Um homem bloqueou a porta e empurrou Olivia de volta para dentro, com toda a for?a que tinha sen?ado em dire??o ¨¤ porta. A for?a do homem era t?o grande que Olivia n?o p?de resistir e trope?ou para tr¨¢s. 09:57 Capitulo 967 Olhando mais atentamente, viu que o homem que tinha entrado era o mesmo que tinha interagido com Gabriel antes, aquele de apar¨ºncia desonesta. Olivia olhou para ele aterrorizada ee?ou a recuar. O homemmbeu os cantos da boca ao se aproximar d e disse: ¡°Gabriel fol embora sem te provar, que desperd¨ªcio uma mulher t?o bonita.¡± Os olhos de Olivia se arregram ainda mais. Mas O homem estava cada vez mais interessado: ¡°Hoje ¨¤ noite, voc¨º ser¨¢ minha, eu serei muito bom para voc¨º.¡± Dizendo isso, ele pulou em dire??o a Olivia. ¡°Ah!¡± Olivia ficou t?o horrorizada que um grito agudo escapou de sua garganta. No momento em que estava ficando desesperada, um homem entrou correndo p porta e tirou o ladr?o que se aproximava d do caminho. ¡°Olivia, ¨¦ voc¨º!¡± Rodrigo entrou correndo, jogou o homem para odo e, ao ver que a mulher que ele tinha salvado era Olivia, ele ficou chocado e surpreso. ¡°Maldito, ousa estragar o meu momento, n?o quer mais viver!¡± O homem desonesto reagiu e avan?ou ferozmente em dire??o a Rodrigo. Rodrigo levantou o p¨¦, precis?o e acertou um chute no est?mago do homem. ¡°Ah!¡± O homem foi chutado contra a parede e gritou de dor. Rodrigo, uma presen?a imponente, disse: ¡°Vaza!¡± O homem, vendo que o oponente sabia lutar, saiu rndo e rastejando. Rodrigo rapidamente se aproximou, rasgou a fita da boca de Olivia e desamarrou as cordas que prendiam suas m?os. Liberada, Olivia se sentiu fraca devido ao medo intenso e quase caiu. ¡°Cuidado!¡± Rodrigo rapidamente a segurou. Nesse momento, um homem uma presen?a gda e intimidadora entrou um grupo de seguran?as arrombando a porta. Cap铆tulo 967 Cap¨ªtulo 968 O ar estava turbulento de uma invas?o iminente, uma presen?a t?o poderosa que as pessoas prendiam a respira??o. Olivia estava excessivamente assustada, ainda n?o havia recuperado do formigamento que tomava seu corpo, quando olhou em dire??o ¨¤ porta e viu aqu figura alta e imponente, uma aura avassdora e panhada por um s¨¦quito, adentrar o recinto. A aura da descida do imperador era ipar¨¢vel! Era Daniel! O cora??o de Olivia vacilou, e houve uma sensa??o de panico e algo mais. ¡°Daniel¡­¡± Sua voz saiu rouca, queria contar a ele sobre o que havia acabado de passar, uma intensa ang¨²stia subiu ao seu peito, seus olhos se avermelharam, e sentiu vontade de chorar. n?o tinha sentido o impulso de chorar diante da situa??o cruel e perigosa que enfrentara antes. Mas agora que o viu, seus olhos ficaram vermelhos de repente, e toda a irrita??o e o medo que havia dentro d se manifestaram. Olivia tentou se firmar, querendo caminhar em dire??o a Daniel. Mas viu seu rosto belo e austero, marcado por uma atmosfera gda,o se emanasse diretamente do inferno. Ele deu um passorgo para a frente, agarrou o bra?o de Olivia e a puxou para longe de Rodrigo. Olivia trope?ou, os passos incertos, e seus joelhos fraquejaram, quase caindo. Daniel a e?ou p cintura seu longo bra?o, puxando¨Ca for?a contra seu peito robusto, e seu bra?o forte a pressionou contra sua cintura, unindo¨Cos sem espa?o entre si. Atrav¨¦s das roupas, Olivia sentiu a solidez e o calor emanando do abd?men dele. Sua respira??o falhou e seu rosto aqueceu instantaneamente. Capitulo 968 Antes que seus batimentos card¨ªacos pudessem se estabilizar, o dedo indicador de Daniel pegou o queixo d e levantou seu rosto, sua vis?o gda parecendo perfur¨¢. Property ? N?velDrama.Org. ¡°Voc¨º foi sequestrada ¨¤ for?a ou foi voluntariamente?¡°, perguntou Daniel uma voz baixa e fria, contendo a raiva prestes a explodir. Ele a procurou desesperadamente, preocupado sua seguran?a. Em vez disso, estava em um quarto de hotel Rodrigo, abra?ados! ao ouvir suas pvras, Olivia se sentiu ferida por seu tom frio e cortante, e seu peito se apertou. Os olhos avermelhados ficaram instantaneamente ardentes, seus olhos se arregaiaram e perguntou: ¡°Daniel, o que voc¨º quer dizer isso?¡± Os l¨¢bios de Daniel se curvaram em um leve esc¨¢rnio: ¡°voc¨º me olha esses olhoso se eu tivesse interrompido algo bom entre voc¨ºs?¡± O cora??o de Olivia afundou fortemente. Ap¨®s a adversidade, ao ver Daniel, sentiuo se tivesse encontrado algu¨¦m pr¨®ximo, algu¨¦m em cujo ombro poderia se apoiar. No entanto, suas pvras a machucaram profundamente. L¨¢grimas jorraram, n?o de tristeza ou amargura, mas de uma dorncinante no cora??o, de decep??o e sofrimento¡­ n?o havia chorado quando foi sequestrada e esteve pr¨®xima da destrui??o, mas agora, uma ¨²nica frase de Daniel foi suficiente para ferir seu cora??o e destruir as muralhas que havia constru¨ªdo dentro de si. Subitamente, percebeu, por que tinha alguma expectativa em r??o a ele? Por que sequer pensou em se apoiar em seu ombro? N?o era Daniel quem a havia magoado mais o tempo todo? Na verdade, estava esperando que ele viesse em seu socorro e at¨¦ queria remar ele sobre como estava assustada e indefesa agora. Que tolice. Por que Daniel se preocuparia ? se sentiu ir?nica por sua impulsividade momentanea. Capitulo 968 Os olhos profundos de Daniel a encaravam fr¨ªamente, vendo as l¨¢grimas brotarem de seus olhos cristalinos, e cada parte de seu cora??o parecia ser picada, fazendo suas sobrancelhas se franzirem. ¡°Heh, agora vejo por mim mesmo, os rumores diziam que Daniel era frio e sem cora??o, eu n?o acreditava antes, mas agora, tendo testemunhado sua falta depaix?o, n?o h¨¢o negar¡°, disse Rodrigo de repente, um sorriso. O olhar severo de Daniel se voltou para ele. Cap铆tulo 968 Cap¨ªtulo 969 O frio daquele lugar era suficiente para congr uma pessoa. Rodrigo encarou¨Co e disse: ¡°Voc¨º sabe o que acabou de acontecer a Olivia? foi sequestrada, por pouco n?o foi destru¨ªda. se eu n?o tivesse chegado a tempo, j¨¢ estaria arruinada!¡± A express?o de Rodrigo se tornou sombria ao dizer isso para Daniel. Daniel olhou ao redor do quarto e notou as cordas jogadas no ch?o e a fita adesiva que havia sido usada para tapar a boca. Seu abra?o em torno da cintura de Olivia se apertou e ele disse a Rodrigo, os dentes cerrados: ¡°Que coincid¨ºncia, voc¨º tamb¨¦m est¨¢ aqui? vou investigar isso a fundo!¡± Com isso, Ele se virou levando Olivia consigo. Olivia voltou a si e, embora sua for?a fosse fraca, empurrou o bra?o forte de Daniel que segurava sua cintura. ¡°me solte, eu posso andar sozinha.¡± A for?a na m?o de Daniel se intensificou e um olhar frio e intimidador se fixou n. Seu olhar agu?adoo o de uma ¨¢guia erao uma espada capaz de transpassar o cora??o de Olivia. hesitou, toda a ang¨²stia presa em sua garganta, incapaz de expressar sua dor e frustra??o. Daniel saiu do quarto do hotel Olivia e ordenou ao seguran?a: ¡°Bloqueiem todas as sa¨ªdas do hotel, todos devem ser revistados. O sequestrador n?o pode escapar!¡± ¡°Sim, senhor!¡± O seguran?a respondeu prontamente. A for?a de trabalho de Daniel, a efici¨ºncia da a??o ¨¦ extremamente alta, logo, todas as saidas do hotel foram bloqueadas, o gerente do hotel tamb¨¦m estava tremendo, esperando a imnta??o de Daniel. Um homem de apar¨ºncia suspeita foi rapidamente detido. Ajoelhou¨Cse na frente de Daniel, tremendo e tremendo de medo. ¡°Onde ele te tocou?¡± Daniel perguntou, um olhar profundo e tranquilo em 1/3 09:58 Capitulo 969 dire??o A Olivia. ¡°Sr. Griera, eu juro que n?o farei novamente, eu realmente n?o tenho coragem¡­¡± o homem de apar¨ºncia suspeita, diante da esmagadora presen?a no local, percebeu que o homem ¨¤ sua frente n?o era algu¨¦mum. Suas pernas tremiam e ele gaguejava de medo. Property ? N?velDrama.Org. Olivia sentiu nojo ao ver aquele homem, que era c¨²mplice de Gabriel. Quem sabe quantas mulheres ele j¨¢ havia prejudicado! Ele tinha que receber a puni??o que merecia, ou continuaria a atormentar os outros. Olivia respirou fundo, tentando suprimir a raiva revoltante e a tristeza em seu cora??o, e disse: ¡°Ele me abra?ou¡°. Assim que terminou de fr, sentiu a m?o de Daniel em sua cintura hesitar por um momento. Ent?o, a aura ao redor dele se tornou ainda mais fria e intimidadora. Seus olhos frios e cortantes se fixaram no homem ajoelhado aos seus p¨¦s, e sua voz baixa e sem qualquer calor ordenou: ¡°Sequestro, molestamento, pego no local, quebre suas m?os, jogue¨Co na pris?o, na pr¨®xima vida, passe¨Ca na pris?o¡°. ¡°Sim, senhor!¡± O seguran?a imediatamente entendeu a ordem. Ele deu um passo ¨¤ frente e, precis?o e for?a, quebrou os bra?os do homem suspeito. ¡°Ah!¡± O homem gritou de dor, tremendo todo. O grito era ensurdecedor. Olivia apertou a palma da m?o; se fosse antes, n?o suportaria ouvir isso. Mas agora, sentia que ele merecia, e at¨¦ achava que o castigo era leve demais para ele. O homem suspeito foi arrastado para fora. O gerente geral do hotel, tremendo, ficou aodo de Daniel e disse: ¡°Sr. Griera, j¨¢ conseguimos as grava??es das cameras de seguran?a, Podemos ir ¨¤ s de monitoramento para verificar.¡± Daniel so lovantou Olivia a caminhou am dicac?o ¨¤ s de monitoramento Capitulo 969 Assim que as grava??es fossem verificadas, eles saberiam quem havia levado Olivia para o hotel. Olivia seguiu Daniel em dire??o ¨¤ s de monitoramento, mas seu cora??o se apertava mais e mais. Cap铆tulo 969 Cap¨ªtulo 970 Se Daniel descobrisse que foi Gabriel quem a levou ao hotel, que Gabriel a sequestrou e at¨¦ mesmo tinha inten??es desonestas . Property ? N?velDrama.Org. Daniel, sendo t?o astuto, certamente saberia que Gabriel n?o era seu pai. O que mais preocupava Olivia era o v¨ªdeo nas m?os de Gabriel. Antes de partir, Gabriel a amea?ou sinistramente, dizendo que, se Daniel soubesse que tinha sido ele a lev¨¢ ao hotel, ele publicaria o v¨ªdeo em todas as principais taformas de m¨ªdia social, tornando Teresa a alvo da aten??o do p¨²blico. Esse tipo de aten??o, para Teresa, poderia ser fatal. Olivia j¨¢ tinha visto Teresa se enforcar uma vez, de t?o profundos que eram o medo e a tristeza em seu interior. Se o v¨ªdeo fosse publicado, Teresa certeza sofreria cyberbullying, ou mesmo seria apontada e comentada nas ruas. Teresa sempre valorizou sua reputa??o; se fosse ridicrizada e apontada toda vez que mostrasse seu rosto, certamente n?o suportaria e acabaria por terminar sual vida de maneira extrema? ao pensar nisso, Olivia sentia um terror avassdor e uma dor aguda no cora??o. n?o queria enfrentar tal trag¨¦dia, ent?o n?o podia permitir que isso acontecesse. ¡°Estou tanta dor de est?mago¡­¡± Olivia de repente parou, colocando a m?o no baixo ventre e uma express?o de dor no rosto. Daniel tamb¨¦m parou, e seu olhar profundo se voltou para . A opress?o fria atingiu a cabe?a de Oliviao um cubo de gelo, seu couro cabeludo formigando levemente enquanto olhava para cima, para os olhos escuros de Daniel,o uma noite, parecendo um grande vortice pronto para sugar a alma de algu¨¦m. Isso fez o cora??o de Olivia tremer, suas pups se contrairem e seu olhar desviar¨Cse inconscientemente, enquanto dizia: ¡°pode me levar ao hospital primeiro? Meu est?mago d¨®i muito¡­¡± Daniel n?o disse nada, apenas a olhou olhos prantes e arrogantes, sua presen?a silenciosa era t?o opressiva. 09:58 Capitulo 970 Olivia, pressionada por seu olhar silencioso, sentia suas defesas internas cedendo e seu cora??o acelerava cada vez mais. Justamente quando estava prestes a n?o suportar, querendo dizer ¡°n?o¡°, mesmo quando¡­ Veja que Daniel pegou seu celr, fazer uma liga??o e uma voz grave ressoou: ¡°Dr. Morales, vou enviar minha localiza??o para voc¨º. Chegue em dez minutos. Mulher dor abdominal no baixo ventre.¡± Depois de dizer isso, ele desligou o telefone. Olivia estava surpresa, a boca ligeiramente aberta; queria que Daniel a levasse ao hospital para distra¨ª¨Clo, para que ele n?o verificasse as cameras de seguran?a. n?o esperava que ele chamasse o Dr. Morales diretamente. Se o Dr. Morales chegasse e descobrisse que estava mentindo¡­. Antes mesmo do Dr. Morales chegar, Olivia j¨¢e?ava a ficar ansiosa. ¡°consegue andar?¡± A voz fria de Daniel veio de cima d. Olivia voltou a si e viu os olhos escuros de Daniel, cheios de gelo, olhando para . Isso fez o cora??o de Olivia afundar, um arrepio percorreu seu corpo e seus dentese?aram a tremer quando disse: ¡°Sim.¡± Daniel segurou o pulso d uma m?o grande e a levou adiante, determinado a ir ¨¤ s de seguran?a verificar o monitoramento indestrut¨ªvel. A palma grossa, uma sensa??o de for?a absoluta, esmagaria o pulso de Olivia se n?o tivesse cuidado. Olivia, suportando sua raiva contida, n?o se atreveu a resistir ou a ter mais pensamentos astutos. s¨® podia seguir obedientemente. Quanto mais se aproximavam da s de seguran?a, mais tensa se sentia, quase desesperada. Temendo que a verdade fosse revda e o v¨ªdeo vazasse, colocando a vida de sua m?e em risco. No entanto, a realidade ¨¦ muitas vezes cruel; por mais que estivesse em panico, Capitulo 970 n?o teve escolha sen?o ser arrastada para a s de seguran?a por Daniel. Entraram o gerente geral do hotel, Rodrigo, alguns seguran?as e eles. Os funcion¨¢rios da s de seguran?a ligaram as cameras. Na t doputador, as imagens de vigilanciae?aram a aparecer. Cap铆tulo 970 Cap¨ªtulo 971 Olivia sentiu O cora??o apertado, segurando a respira??o, sofrendoo se estivesse sendo torturada lentamente. Preocupado a seguran?a de sua m?e. Mas, diante do poder e da for?a de Daniel, n?o havia nada que pudesse fazer. pensou no que deveria dizer a Daniel mais tarde, quando a verdade fosse revda, que Gabriel tinha algo contra sua m?e, e se poderiam evitar alertar o vil?o por enquanto. ele teria pena d, da sua m?e, e concordaria em n?o perturbar Gabriel temporariamente? Olivia n?o sabia se Daniel concordaria. ¨¦ um fato que Teresa, na sua juventude, foi amante de Gabriel, e agora foi for?ada por ele novamente. Se Daniel soubesse disso, ser¨¢ que ele zombaria de sua m?e, dizendo que recebeu o que merecia? O cora??o de Olivia treme, n?o consegue adivinhar o que est¨¢ na mente de Daniel, muito menos como ele lidar¨¢ isso. Tudo era um grande risco, e nem nem sua m?e podiam se dar ao luxo de apostar. Se perdessem, o pre?o seria a pr¨®pria vida. As grava??es de vigilancia continuavam a ser reproduzidas normalmente. As grava??es das 20h ¨¤s 21h estavam intactas, mas de repente havia umacuna entre as 22h e as 23h! E foi justamente entre as 22h e as 23h que Gabriel levou Olivia para o hotel, o mesmo intervalo de tempo em quest?o. Property ? N?velDrama.Org. O funcion¨¢rio da s de monitoramento, ao notar a falta de uma parte do v¨ªdeo, sentiu¨Cse apreensivo e caut explicou a Daniel: ¡°A camera falhou por uma hora, e quando percebemos e chamamos o tico para consertar, j¨¢ havia se passado uma hora.¡± A face bonita de Daniel estava congda, sombriao o fundo do mar. A equipe da s de monitoramento ficou assustada a aura ao redor dele e seus dentes estavam batendo. 09:59 m Capitulo 971 o gerente geral do hotel, percebendo a situa??o, tomou a iniciativa e avan?ou, repreendendo ferozmente o funcion¨¢rio. ¡°Como ¨¦ que voc¨º trabalha? a camera falha por uma hora e s¨® ent?o voc¨º percebe! Justamente num momento t?o crucial! Voc¨º perdeu as imagens que o Sr. Griera precisava, nem nove vidas seriam suficientes parapensar!¡± ¡°Sinto muito, sinto muito mesmo, normalmente funcionam bem, eu n?o esperava que hoje falhassem de repente. deve ter sido Teodoro quem preparou tudo, propositalmente danificando A camera.¡± O funcion¨¢rio da s de vigilancia explicava, tremendo de medo. Teodoro era o homem de apar¨ºncia suspeita que Daniel havia ordenado que tivesse suas m?os quebradas e fosse enviado para a pris?o pelo resto da vida. Ele era um funcion¨¢rio do hotel e poderia facilmente sabotar a vigilancia sob o pretexto de estar trabalhando. Olivia, ao ver que a grava??o estava danificada e n?o havia capturado Gabriel a levando para o hotel, sentiu seu cora??o apertado rxar um pouco. Naquele momento, a linha de vis?o fria e nitida de Daniel mudou para o rosto d e viu a express?o de al¨ªvio em seu rosto. A press?o ao redor de Daniel tornou¨Cse terrivelmente baixa. Um frio se estabeleceu no fundo de seus olhos. ¡°A partir de hoje, este hotel n?o precisa mais abrir!¡± Danindou uma frieza intimidadora. O gerente geral, que at¨¦ ent?o se impunha, ficou paralisado ao ouvir as pvras de Daniel, trope?ando alguns passos para tr¨¢s. Ele era o gerente geral e tamb¨¦m o propriet¨¢rio do hotel. O hotel era seu empreendimento pessoal, o trabalho de uma vida inteira. Ele sustentava sua fam¨ªlia os lucros do hotel. O fechamento do hotel significava cortar a ¨²nica fonte de renda de sua familia. para o gerente geral do hotel, isso era um golpe devastador. Olivia, ao ouvir as pvras de Daniel, n?o se surpreendeu muito; esse era o estilo de Daniel, capaz de falir uma empresa em minutos. Capitulo 971 O Grupo Pereira, uma corpora??o t?o grande, n?o faliu da noite para o dia por conta de uma pvra de Daniel? E quanto mais uma pequena empresa privada? ¡°Quem te trouxe, descreva a apar¨ºncia, as caracter¨ªsticas. A voz grave de Daniel soou de repente ao lado de Olivia. voltou ¨¤ realidade e encontrou os olhos escuros e frios de Daniel. Cap铆tulo 971 Cap¨ªtulo 972 Aqueles olhos eram profundos e afiados demais para que Olivia pudesse ver sua fraqueza subconsciente. Incapaz de manter o contato visual, Olivia baixou a cabe?a, evitando o olhar dele, e quandoe?ou a fr, sua voz salu um tanto hesitante: ¡°¨¦, ¨¦ sobre a pessoa que voc¨º acabou de mandar levar.¡± Os olhos profundos de Daniel, cada vez mais profundos, olhavam para Olivia sem fr. Quanto mais esse tipo de opress?o silenciosa, mais Olivia sente uma enorme press?o. Aqu linha de vis?o afiada, transformada em substancia, poderia lhe abrir um buraco. Oliviae?ou a se sentir ansiosa, quase incapaz de suportar a press?o. De repente, Daniel falou: ¡°¨¦ mesmo? ent?o o caso est¨¢ encerrado?¡± Rodrigo disse: ¡°Quando eu invadi o quarto, s¨® vi aquele escroto.¡± Ap¨®s essas pvras, Olivia olhou para Rodrigo, surpresa e incr¨¦d, mas rapidamente desviou o olhar de volta para o ch?o. sua rea??o foi r¨¢pida, um reflexo instintivo sem pensar. Quando percebeu que sua rea??o tinha sido exagerada e baixou a cabe?a, Daniel j¨¢ havia captado a mudan?a em sua express?o. Os olhos escuros de Daniel estavam gdoso se cobertos por gelo. Olivia n?o ousou olhar para ningu¨¦m mais, especialmente para Daniel ao seudo. mesmo sem olhar para ele, ainda podia sentir a aura fria e intimidadora que emanava dele, uma frieza que picava a pele. Property ? of N?velDrama.Org. Rodrigo ramente havia visto Gabriel, mas optou por mentir junto , n?o entregando Gabriel. Por que Rodrigo faria isso? Olivia n?o conseguia entender a mente de Rodrigo, estava apenas surpresa pelo fato de Rodrigo estar cooperando e cumprindo sua mentira, por isso n?o conseguia deixar de olhar para Rodrigo. Capitulo 972 Enquanto isso, o olhar de Rodrigo estava fixo em Daniel o tempo todo, sem olhar paral Olivia. Daniel j¨¢ estava descontente ele e Olivia, ent?o se Rodrigo olhasse paral Olivia agora, n?o estaria apenas provocando ainda mais Daniel? Rodrigo havia deliberadamente dito que estava interessado em Olivia na frente do bar para testar a atitude de Daniel em r??o a . Ele era possessivo em r??o ¨¤ Olivia ou era porque tinha medo de perd¨º? Daqu vez, Daniel reagiu em grande estilo, bloqueando seu rosto e beijando Olivia ¨¤ for?a para lev¨¢ embora. Rodrigo percebeu que o controle de Daniel sobre Olivia ia al¨¦m de um simples desejo de posse. agora Daniel irritado, provoc¨¢¨Clo poderia piorar as coisas. Por isso, desta vez Rodrigo n?o mostrou nenhum interesse em Olivia. A vis?o profunda e g¨¦lida de Daniel se voltou para Rodrigo enquanto ele segurava a cintura de Olivia, trazendo¨Ca para perto de si, e uma voz fria disse: ¡°Sr. Melo parece realmente ter um interesse especial p minha mulher!¡± Rodrigo hesitou por um momento, e o cora??o de Olivia afundou enquanto olhava para o perfil de Daniel. As linhas do rosto dele estavam tensas, contornos n¨ªtidos que pareciam emanar frieza. O corpo de Olivia se retesou, seu cora??o se apertou e sua respira??o ficou mais tranqu. estava t?o pr¨®xima de Daniel que podia sentir ramente a tens?o que vinha dele. ele ainda n?o acreditava que n?o havia nada entre e Rodrigo? Rodrigo tamb¨¦m estava at?nito; desta vez ele n?o havia mostrado nenhum interesse em Olivia, mas o ci¨²me de Daniel ainda era intenso. Talvez as pvras que ele disse na ¨²ltima vez tenham sido muito agressivas para Daniel. Isso despertou um desejo avassdor de posse sobre Olivia no fundo de seu cora??o. Rodrigo mostrou seu habitual sorriso suave, tocou o nariz o dedo indicador e 09:59 Capitulo 972 disse sorrindo: ¡°Se fosse verdade, voc¨º a deixaria ir?¡± ¡°O Sr. Melo ¨¦ bom em sonhar acordado.¡± Danieln?ou um olhar frio para Rodrigo, segurou a cintura delicada de Olivia, e se virou para sair. Cap铆tulo 972 Cap¨ªtulo 973 ele acabara de sair, e seus seguran?as pessoais o seguiram passo a passo, formando um cortejo imponente e majestoso que se dissipou grandiosamente pelo lobby do hotel. Assim que Daniel saiu, o gerente geral do hotel, que tinha acabado de ficar arrasado, ousou soltar seu corpo, que j¨¢ estava tremendoo uma peneira, e sentou¨Cse paralisado no ch?o, escondendo o rosto e solu?ando. ¡°O que farei agora? Meu trabalho de uma vida inteira arruinado, minha familia depende de mim para sobreviver¡­¡± O gerente fva entre solu?os, em desespero. ¡°Voc¨ºs ganham tanto dinheiro sujo que um fechamento antecipado tamb¨¦m seria uma prote??o para o p¨²blico em geral. Quantos problemas aconteceram neste hotel devido ¨¤ corrup??o interna? voc¨º deve saber de tudo, n?o ¨¦ poss¨ªvel que n?o saiba nada¡°, disse Rodrigo uma voz gda ao gerente geral do hotel. Havia s¨¦rios problemas a administra??o do hotel, uma corrup??o interna que havia se espalhado como um mofo, funcionarios coludindo pessoas de fora, prejudicando in¨²meras mulheres inocentes. Como propriet¨¢rio do hotel, era impossivel que ele n?o tivesse ouvido nem um sussurro a respeito. Se ele estava ciente dos problemas e mesmo assim permitiu que a corrup??o continuasse sem tomar medidas ou implementar reformas¡­ Ele ganha dinheiro sujo! Fechar o hotel era o m¨ªnimo que poderia acontecer ao propriet¨¢rio; ele deveria ser levado ¨¤ fal¨ºncia e enviado para a pris?o, para aprender o verdadeiro significado do desespero! O propriet¨¢rio do hotel ficou at?nito, olhando para Rodrigo l¨¢grimas escorrendo: ¡°senhor, n?o fale sem provas.¡± Rodrigo sorriu, um sorriso que n?o alcan?ava seus olhos: ¡°E quem disse que eu n?o tenho provas? Espere at¨¦ que s cheguem ¨¤s m?os da policia, depois venha frigo.¡± Rodrigo terminou, virou¨Cse e foi embora, virou¨Cse naquele momento, sorriso convergente no rosto, olhos frios. Capitulo 973 Rodrigo n?o era apenas o s¨®cio de Sergio Griera na empresa de eletr?nicos; ele era tamb¨¦m um jornalista. No entanto, sua identidadeo rep¨®rter sempre foi mantida em segredo. Por meio dele, muitos escandalos deerciantes inescrupulosos foram revdos, e todos que foram expostos receberam a puni??o que mereciam. Property ? N?velDrama.Org. Mas ningu¨¦m sabia que ele era o homem por tr¨¢s das investiga??es. Ele veio a este hotel ap¨®s ouvir fr de v¨¢rios incidentes de agress?o contra mulheres e estava aqui para coletar provas e investigar. ele n?o esperava, por coincid¨ºncia, encontrar Olivia e salv¨¢. Quando o gerente geral do hotel ouviu as pvras de Rodrigo, ele ficou em estado de choque e trepida??o, rolou e se arrastou do ch?o, correu at¨¦ Rodrigo, agarrou seu bra?o e rezou: ¡°Meu hotel j¨¢ est¨¢ indo ¨¤ fal¨ºncia, senhor, apenas me deixe ir.¡± Rodrigo afastou a m?o do homem de seu bra?o, sem nenhuma pitada de simpatial em seus olhos, apenas frieza e senso de justi?a. E um desprezo e ¨®dio profundos por taiserciantes sem escr¨²pulos. ¡°Perdoar voc¨º? Voc¨º alguma vez pensou em perdoar s?¡± ¡°Mas eu n?o fui o respons¨¢vel por esses atos¡°, disse O gerente do hotel, nervoso. Assim que terminou de fr, ele percebeu que haviaetido um erro, mas j¨¢ era tarde demais para se arrepender. Rodrigo sorriu friamente: ¡°Ent?o voc¨º sempre soube o que estava acontecendo internamente, que estava permitindo os atos, tornando¨Cse c¨²mplice! Espere para ser preso.¡± Rodrigo soltou as pvras decisivas e deu um passo r¨¢pido para fora. O gerente geral do hotel entrou em panico, sua express?o facial ficou distorcida, imediatamente correu para a frente, bloqueando o caminho de Rodrigo, seu rosto se tornando amea?ador, bem diferente do semnte anterior de desamparo. ¡°Que provas voc¨º tem em m?os? Entregue¨Cas agora, ou voc¨º n?o sair¨¢ daqui hoje!¡± ele chamou seus homens, cercando Rodrigo. Rodrigo nem sequer olhou para tr¨¢s para aqueles que o cercavam, mantendo um olhar frio e calmo enquanto encarava o gerente geral do hotel. 09-59 Capitulo 973 Ele disse: ¡°Teodoro e Gabriel trabalharam juntos, trazendo pelo menos tr¨ºs mulheres. para o seu hotel e as agrediram. Voc¨º sa de tudo isso, mas fingiu ignorancia, n?o interveio, n?o chamou a pol¨ªcia, at¨¦ encorajou. Voc¨º tem Id do crime queeteu?¡± ¡°Ent?o voc¨º sempre soube sobre Gabriel. Por que n?o disse nada na frente de Daniel?¡± O gerente do hotel perguntou a Rodrigo, um tom sombrio. Cap铆tulo 973 Cap¨ªtulo 974 ¡°Fr ou n?o fr, isso ¨¦ assunto meu, quem ¨¦ voc¨º para questionar¨Cme?¡± Rodrigo retrucou. O gerente geral do hotel o encarou raiva: ¡°Eu talvez N?o tenha esse direito, mas voc¨º definitivamente n?o pode me arrastar para o fundo do po?o. Caso contr¨¢rio, hoje, voc¨º n?o sair¨¢!¡± Rodrigo disse: ¡°Isso ainda est¨¢ para ser visto!¡± Property ? N?velDrama.Org. Com essas pvras, ele ignoroupletamente o gerente do hotel e continuou caminhando para frente. O gerente geral do hotel era um homem gordo, uma barriga de cerveja, aparentando ser robusto. Ele apertou os punhos, pronto para a a??o, observando Rodrigo atentamente, preparando¨Cse para um confronto. Quando Rodrigo se aproximou, o gerente geral do hotel soltou um rugido baixo e avan?ou para tentar derrubar Rodrigo e captur¨¢¨Clo. Antes que ele pudesse chegar perto, Rodrigo levantou o p¨¦ e chutou o abd?men do gerente geral do hotel. o homem de mais de 160 quilos foin?ado para longe, caindo no ch?o em agonia. Rodrigo deu uma olhada para os seguran?as que vinham atr¨¢s dele, e os seguran?as ficaram t?o assustados que pararam em seus caminhos, e cada um deles olhou um para o outro, sem ousar avan?ar. Eles eram apenas contratados pelo dono do hotel, ganhando um sal¨¢rio fixo, e certamente n?o queriam perder suas vidas. Rodrigo recobrou apostura e, alto e imponente, deixou o hotel. O dono do hotel lutou por um bom tempo para se levantar do ch?o, a dor em sua barriga refletindo nas pernas, tanto que s tremiam. Ele assistiu impotente enquanto Rodrigo se afastava, preocupado que a partida dele pudesse revr os escandalos de seu hotel, mas era incapaz de impedir. Aquele chute havia mostrado que Rodrigo tinha treinamento, e suas habilidades eram impressionantes. Ele n?o era advers¨¢rio para Rodrigo. 1/3 10:00 Capitulo 974. Daniel levou Olivia at¨¦ o helic¨®ptero. Foi s¨® ent?o que Olivia percebeu que Daniel tinha vindo de helic¨®ptero. O helic¨®ptero decolou e o som estrondoso ecoou pelo campo aberto, as ntas ao redor eram chicoteadas pelo vento forte que a aeronave produzia. No momento da decgem, o cora??o de Olivia parecia suspender no ar, se sentiu assustada e instintivamente agarrou o bra?o de Daniel ao seudo. Seu olhar profundo encontrou O d, e sua presen?a imponente foi sentidal imediatamente, fazendo o cora??o de Olivia falhar. rapidamente soltou seu bra?o e desviou o olhar, tentando agiro se nada tivesse acontecido. Daniel apenas a olhou por um momento, sem dizer nada, e voltou a olhar para frente. Do alto do helic¨®ptero, Olivia viu uma fileira de ve¨ªculos pretos indo embora atr¨¢s dele. Todos esses carros pertenciam aos guarda¨Ccostas que haviam panhado Daniel. Quantas pessoas Daniel havia trazido consigo? Ele veio por ? Vendo esse poderoso espet¨¢culo, Olivia sentiu¨Cse ao mesmo tempo chocada e confortada. ro aparece und Embora Daniel n?o a ame, ele est¨¢ em perigo. Mas sua frieza e crueldade brutais eram ainda mais sufocantes. Cerca de dez minutos depois, o helic¨®ptero pousou no heliponto do Grupo Griera. Daniel desembarcou primeiro, e Olivia apressou¨Cse em segui¨Clo. Ao descer p escada do helic¨®ptero, trope?ou e seu corpo bn?ou perigosamente, correndo o risco de cair a qualquer momento. Olivia, Cautelosa, manteve o olhar fixo no ch?o, descendo passo a passo nervosismo. De repente, sentiu sua cintura apertada, e foi pega por Daniel, que a segurou firmemente e a tirou do helic¨®ptero. A respira??o de Olivia ficou presa, e instintivamente abra?ou o pesco?o de Daniel. Capitulo 974 No momento em que passou o bra?o em volta do pesco?o dele, a pele do bra?o de Olivia o tocou. Sua pele el¨¢stica, forte e quente, e a sensa??o de poder fez o cora??o d bater inconscientemente mais r¨¢pido. Um minuto, estava Descendo cuidadosamente a escada, medo de cair, e no outro, seu corpo estava suspenso no ar, sendo segurado antes de pisar no ch?o. Olivia ainda estava meio atordoada, sentindo tudo aquilo surreal. ¡°Venhaigo!¡± Daniel olhou friamente para e caminhou ¨¤ frente. Cap铆tulo 974 Cap¨ªtulo 974 ¡°Fr ou n?o fr, isso ¨¦ assunto meu, quem ¨¦ voc¨º para questionar¨Cme?¡± Rodrigo retrucou. O gerente geral do hotel o encarou raiva: ¡°Eu talvez N?o tenha esse direito, mas voc¨º definitivamente n?o pode me arrastar para o fundo do po?o. Caso contr¨¢rio, hoje, voc¨º n?o sair¨¢!¡± Rodrigo disse: ¡°Isso ainda est¨¢ para ser visto!¡± Com essas pvras, ele ignoroupletamente o gerente do hotel e continuou caminhando para frente. O gerente geral do hotel era um homem gordo, uma barriga de cerveja, aparentando ser robusto. Ele apertou os punhos, pronto para a a??o, observando Rodrigo atentamente, preparando¨Cse para um confronto. Quando Rodrigo se aproximou, o gerente geral do hotel soltou um rugido baixo e avan?ou para tentar derrubar Rodrigo e captur¨¢¨Clo. Antes que ele pudesse chegar perto, Rodrigo levantou o p¨¦ e chutou o abd?men do gerente geral do hotel. o homem de mais de 160 quilos foin?ado para longe, caindo no ch?o em agonia. Rodrigo deu uma olhada para os seguran?as que vinham atr¨¢s dele, e os seguran?as ficaram t?o assustados que pararam em seus caminhos, e cada um deles olhou um para o outro, sem ousar avan?ar. Eles eram apenas contratados pelo dono do hotel, ganhando um sal¨¢rio fixo, e certamente n?o queriam perder suas vidas. Rodrigo recobrou apostura e, alto e imponente, deixou o hotel. O dono do hotel lutou por um bom tempo para se levantar do ch?o, a dor em sua barriga refletindo nas pernas, tanto que s tremiam. Ele assistiu impotente enquanto Rodrigo se afastava, preocupado que a partida dele pudesse revr os escandalos de seu hotel, mas era incapaz de impedir. Aquele chute havia mostrado que Rodrigo tinha treinamento, e suas habilidades eram impressionantes. Ele n?o era advers¨¢rio para Rodrigo. 1/3 10:00 Capitulo 974. Daniel levou Olivia at¨¦ o helic¨®ptero. Foi s¨® ent?o que Olivia percebeu que Daniel tinha vindo de helic¨®ptero. O helic¨®ptero decolou e o som estrondoso ecoou pelo campo aberto, as ntas ao redor eram chicoteadas pelo vento forte que a aeronave produzia. No momento da decgem, o cora??o de Olivia parecia suspender no ar, se sentiu assustada e instintivamente agarrou o bra?o de Daniel ao seudo. Seu olhar profundo encontrou O d, e sua presen?a imponente foi sentidal imediatamente, fazendo o cora??o de Olivia falhar. rapidamente soltou seu bra?o e desviou o olhar, tentando agiro se nada tivesse acontecido. Daniel apenas a olhou por um momento, sem dizer nada, e voltou a olhar para frente. Property ? N?velDrama.Org. Do alto do helic¨®ptero, Olivia viu uma fileira de ve¨ªculos pretos indo embora atr¨¢s dele. Todos esses carros pertenciam aos guarda¨Ccostas que haviam panhado Daniel. Quantas pessoas Daniel havia trazido consigo? Ele veio por ? Vendo esse poderoso espet¨¢culo, Olivia sentiu¨Cse ao mesmo tempo chocada e confortada. ro aparece und Embora Daniel n?o a ame, ele est¨¢ em perigo. Mas sua frieza e crueldade brutais eram ainda mais sufocantes. Cerca de dez minutos depois, o helic¨®ptero pousou no heliponto do Grupo Griera. Daniel desembarcou primeiro, e Olivia apressou¨Cse em segui¨Clo. Ao descer p escada do helic¨®ptero, trope?ou e seu corpo bn?ou perigosamente, correndo o risco de cair a qualquer momento. Olivia, Cautelosa, manteve o olhar fixo no ch?o, descendo passo a passo nervosismo. De repente, sentiu sua cintura apertada, e foi pega por Daniel, que a segurou firmemente e a tirou do helic¨®ptero. A respira??o de Olivia ficou presa, e instintivamente abra?ou o pesco?o de Daniel. Capitulo 974 No momento em que passou o bra?o em volta do pesco?o dele, a pele do bra?o de Olivia o tocou. Sua pele el¨¢stica, forte e quente, e a sensa??o de poder fez o cora??o d bater inconscientemente mais r¨¢pido. Um minuto, estava Descendo cuidadosamente a escada, medo de cair, e no outro, seu corpo estava suspenso no ar, sendo segurado antes de pisar no ch?o. Olivia ainda estava meio atordoada, sentindo tudo aquilo surreal. ¡°Venhaigo!¡± Daniel olhou friamente para e caminhou ¨¤ frente. Cap铆tulo 975 Cap¨ªtulo 975 Olivia recobrou¨Cse e apressou o passo para panhar. Desceu do terra?o e entrou No escrit¨®rio de Daniel. Assim que entrou, a porta de vidro atr¨¢s d se fechou e trancou¨Cse. O corpo de Olivia ficou tenso, sentindo o perigo iminente. §° Daniel estendeu a m?o, agarrou sua cintura delicada e um movimento forte, puxou¨Ca para si. o corpo esguio e macio de Olivia chocou¨Cse contra o abd?men forte e poderoso dele, e sua testa bateu em seu peito. O svanco fez o cora??o de Olivia bater mais r¨¢pido,o se um cervo tivesse batido em uma nuvem, e entrou em panico. ¡°Daniel, o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± ¡°Voc¨º!¡± Daniel respondeu um tom de voz baixo e gdo. Os olhos de Olivia se arregram, tomados pelo panico e medo. lutou por um momento, mas o aperto de sua m?o era forte, segurando sua cintura firmemente. mesmo que lutasse, n?o conseguia recuar nem um pouco, apenas frionava seu corpo contra o dele. Logo, sentiu a mudan?a nele. Olivia ficou ainda mais chocada, suas bochechas corando e parando de resistir. Na presen?a de Daniel, quanto mais lutava, mais perigosa a situa??o se tornava. olhou para cima e encontrou os olhos negros de Daniel, profundoso um abismo, emanando uma aura de perigo invasivo e predat¨®rio. Isso fez O cora??o de Olivia tremer. ¡°O que aconteceu esta noite, algum homem fez sexo voc¨º?¡± Daniel perguntou. A press?o do ar ao redor d era extremamente baixa. Era t?o baixo que fazia os dentes baterem. Com o cora??o agitado, Olivia bn?ou a cabe?a: ¡°N?o¡­¡± ¡°Vou verificar.¡± As pvras autorit¨¢rias de Daniel foram proferidas. Como vai verificar?¡± 10:12 Capitulo 975 ¡°O que voc¨º diz?¡± Daniel pega o queixo de Olivia e faz que suas pups de outono de ¨¢gua dobrada olhem diretamente em seus olhos. Olivia sentiu seu cora??o disparar ao olhar para aqueles olhos negros e profundoso um c¨¦u noturno vasto e distante, seus c¨ªlios tremendo. Como ele pretenderia verificar? n?o seria daqu maneira, seria? acabara de se libertar de um desespero angustiante e tinha um medo intenso e uma sombra psicol¨®gica daquilo. Como ele poderia fazer tal coisa naquele momento? Content ? N?velDrama.Org. As m?os de Olivia agarraram as dele, que erguia seu queixo, e implorou uma voz suplicante: ¡°¨¦ verdade, n?o aconteceu nada. Daniel, voc¨º n?o pode confiar em mim? Hoje Eu fui sequestrada, se Rodrigo n?o tivesse aparecido a tempo, eu teria sido destru¨ªda. eu realmente n?o quero fazer isso hoje¡­¡± ¡°Rodrigo!¡± Daniel subitamente rangia os dentes raiva: ¡°O que voc¨ºs estavam fazendo no quarto agora h¨¢ pouco!¡± Ele entrou no quarto e viu Rodrigo abra?ando¨Ca, em uma pose intima. ¡°Nada¡­¡± Olivia disse assustada. ¡°Ent?o prove!¡± As pvras fortes e gdas de Daniel ca¨ªram quando ele agarroul Olivia pelos ombros e a girou, empurrando¨Ca em dire??o ao sof¨¢. Uma dor aguda veio do ombro, fazendo Olivia franzir as sobrancelhas. Gabriel tinha apertado seu ombro t?o forte que quase quebrou o osso, e agora Daniel a empurrava, fazendo¨Ca sentir uma dorncinante. Mas sabia que Daniel n?o teriapaix?o. O movimento foi dominador, empurrando¨Ca para baixo de modo que ficasse. deitada de costas no sof¨¢, uma m?o virando seu rosto e outra pressionando sua cintura, ele ajoelhou¨Cse em uma perna na beira do sof¨¢ e ficou de p¨¦ a outra no ch?o, seu peito forte e robusto a envolvendo, sua respira??o poderosa batendo em seu rosto, capturando seus l¨¢bios precis?o. ¡°Mmm¡­¡± Olivia estava prestes a resistir, mas sua respira??o foi tomada p presen?a masculina forte e poderosa dele. O beijo foi duro e impetuoso, varrendo cada cent¨ªmetro de sua boca. A ponta da lingua de Olivia formigava seus beijos, seus olhos tremiam, seus 10:12 Rulo 975. cios piscavam. queria empurr¨¢¨Clo, mas seu corpo estava deitado no sof¨¢, apenas seu rosto vitado, suas m?os n?o podiam alcan?¨¢¨Clo. Nem sequer fr em empurr¨¢¨Clo, mal conseguia se mover. Cap铆tulo 976 Cap¨ªtulo 976 Sob os beijos dominadores de Daniel, a cabe?a de Olivia gradualmente se tornou ca¨®tica, tonta, seu corpo amoleceu e seu oxig¨ºnio se esgotou gradualmente. Quando estava prestes a perder o f?lego, Daniel a soltou, segurando a nuca d uma m?o, os dedos entr?ados em seus cabelos, prendendo sua cabe?a, a testa cda ¨¤ d, sua respira??o pesada e profunda sussurrava entre as narinas d. O peito de Olivia subia e descia, seu corpo mole e sem for?as, ofegante sob a aura m¨¢sc e poderosa dele, seu cora??o pulsava rapidamente. A respira??o de Daniel era pesada e quente: ¡°Vou te dar mais uma chance, o que aconteceu no quarto do hotel?¡± Os assaltantes n?o tiveram tempo de fazer nada porque reagiu, mas e quando Rodrigo chegou? Da ¨²ltima vez, Daniel tinha visto Rodrigo beijando a testa d, dessa vez, ele viu Rodrigo abra?¨¢ com tanta ternura. Aqu cena ramente mostrava que Olivia estava consentindo. Ele n?o saberia o que acontece quando ¨¦ consensual? No in¨ªcio, para ver Rodrigo em segredo, mentiu para Daniel, dizendo que estava procurando uma casa para Teresa! Praticamente dando uma escapadinha para ver o Rodrigo! Depois, permitiu que Rodrigo beijasse sua testa e agora, estava abra?ada Rodrigo sozinha no quarto do hotel¡­ Conectando os eventos, a raiva no fundo do cora??o de Daniel erao um vulc?o prestes a entrar em erup??o. Ele sabia que a morte de Sergio foi um duro golpe para Olivia e tamb¨¦m sabia o qu?o importante Sergio era para . Agora, Rodrigo ¨¦ apenas um amigo intimo de S¨¦rgio, e ¨¦ t?o intima dele que chega a se aproximar dele! Tudo por causa da influ¨ºncia de Sergio, estava tentandopensar a falta de estar Sergio atrav¨¦s da presen?a de seu amigo? 1/3 10:13 Caputo 976 um homem vivo, ele, n?o poderia superar um que j¨¢ tinha morrido? A voz grossa e profunda de Daniel, a raiva ardente e oculta espalhada entre os l¨¢bios de Olivia, a respira??o majestosa e dominadora, induzindo seu corpo a tremer levemente, os cilios tremendo, o cora??o se encolhendo. A consci¨ºncia turva de Olivia subitamente despertou. percebeu que Daniel n?o acreditava no que havia dito sobre o que aconteceu no hotel e tamb¨¦m n?o acreditava que o sequestrador que a levou ao hotel fosse Teodoro. Content ? N?velDrama.Org. Ele sabia que havia outra pessoa que a levou ao hotel e suspeitava do que essa pessoa poderia ter feito no quarto. Olivia tamb¨¦m queria entregar Gabriel, queria que ele pagasse caro, que sofresse as piores puni??es! Mas, junto o ¨®dio, havia mais medo. Medo de que o video nas m?os de Gabriel vazasse e causasse um golpe fatal em sua m?e. Olivia reprimia a raiva que rangia em seus dentes, esfor?ando¨Cse para esconder a inseguran?a interna, uma voz tremnte, disse: ¡°N?o aconteceu nada, Teodoro estava prestes a fazer algo, mas Rodrigo entrou e me salvou¡­¡± insistia que tinha sido apenas Teodoro quem a sequestrou! Assim que terminou de fr, o ambiente ao redor de Daniel imediatamente se tornou gdo, a press?o baixa se espalhando pelo escrit¨®rio, atormentando o cora??o de Olivia. Daniel apertou seus dentes traseiros, os m¨²sculos do rosto sutilmente se contorcendo: ¡°Bom, muito bom!¡± Ele se moveu brutalmente, dominadoramente, impetuosamente para cima e arrancou a camisa que estava desabotoada a dois bot?es do peito d. N?o lhe deu mais nenhuma chance! ¡°Ah!¡± Olivia tentou se cobrir em panico, mas era in¨²til. Daniel empurrou seu vestido para cima, suas m?os ¨¢speras deslizavam sobre a pele suave d, provocando faiscas. O cora??o d parecia ter pegado fogo, assustado e entorpecido, queimando. 2/3 10:13 Capitulo 976 Ele pressionou contra por tr¨¢s¡­ N?o se sabe quanto tempo passou. A voz de Olivia ficou muda e caiu no sof¨¢ sem for?as. Seus cabelos bagun?ados espalhados p borda do sof¨¢, suor e l¨¢grimas misturados em seu rosto, os fios grudados em suas bochechas, fazendo¨Ca desgrenhada e miser¨¢vel. Daniel fechava o z¨ªpero um le?o insaci¨¢vel, pegava a camisa do ch?o, vestia¨Ca e abotoava os dois bot?es calma. O peito robusto estava exposto, oito blocos de m¨²sculos abdominais fortes e bem definidos, semiocultos. Seus olhos profundos transpareciam uma n¨¦voa p¨®s¨Csexo, enquanto ele permanecia de p¨¦, em posi??o elevada aodo do sof¨¢, fitando a estupefata Olivia. Com uma voz baixa e rouca, ele disse: ¡°Quantas vezes mais ser¨¢ necess¨¢rio, para que voc¨º aprenda a seportar¡­¡± Cap铆tulo 977 Cap¨ªtulo 977 Quantas mentiras disse diante dele? Hoje, sobre o sequestro d, poderia ter contado tudo todos os detalhes, mas em vez disso, se esquivava e men incessantemente. Por que mentia tanto cuidado? Quem estava tentando proteger? Al¨¦m de Rodrigo, quem mais seria t?o importante para a ponto de mentir para proteger essa pessoa? O frio de Daniel, suas pvras altivas,o uma maldi??o, martvam os t¨ªmpanos. de Olivia, fazendo sua cabe?a zumbir e seu cora??o tremer. Num instante, Seus olhos se encheram de l¨¢grimas, que ca¨ªam silenciosamente dos cantos dos olhos. mordia os l¨¢bios for?a, teimosamente se recusando a emitir qualquer som de choro. s¨® queria proteger sua m?e, temia perd¨º, n?o se atrevia a correr riscos. Mas tinha que enfrentar as suspeitas e puni??es de Daniel. A amargura em seu cora??o,o se fosse amar, t?o amarga que sua garganta estava entupida. Daniel a viu chorar em vez de fr. As l¨¢grimas fluiam intensamente, mas n?o fazia barulho,o se sofresse uma grande injusti?a. Alguma coisa no cora??o de Daniel parecia cortada, do¨ªa sutilmente.. Daniel pensou em todas as vezes em que, depois que fazia sexo ele, ficaval uma express?o t?o magoada. Apertando os dentes, os m¨²sculos do rosto tensos, seus olhos profundos. escurecidos, respira??o pesada, ele olhou para Olivia por alguns segundos e ent?o virou¨Cse e saiu do escrit¨®rio. Property ? of N?velDrama.Org. A dor e a injusti?a no cora??o de Olivia n?o podiam mais ser contidas, e chorava 1/3 10:13 descontrdamente, at¨¦ que sua voz se fez ouvir. Dodo de fora do escrit¨®rio, Daniel ouviu o choro, parou por um momento, seu corpo se enrijecendo, suas m?os atr¨¢s do corpo se apertavam, ele mordeu os dentes. e caminhou a passosrgos para longe. Uma vez que Asportas emocionais se abrem, ¨¦ dif¨ªcil fech¨¢s novamente. Olivia chorava copiosamente, solu?ando, at¨¦ se sentir quase aliviada da opress?o e da dor em seu cora??o. Foi s¨® aos poucos que parou de chorar. Lentamente, Olivia se levantou do sof¨¢, pisou no ch?o, suas pernas estavam moles e suas costas do¨ªam. suportava a dor, pegava suas roupas do ch?o e as vestia. Os bot?es estavam todos ca¨ªdos, n?o podia aboto¨¢¨Clos. s¨® p?de encontrar um grampeador no escrit¨®rio de Daniel para prender suas roupas. Depois de um simples arranjo, se apoiou na mesa e nas cadeiras para sair lentamente do escrit¨®rio. chegou ¨¤ porta do Grupo Griera e viu aquele Rolls Royce preto. O luxuoso preto, sob as luzes de n¨¦on da cidade noturna, brilhava uma cor misteriosa e luxuosa. Olivia viu aquele carro e seu cora??o saltou, instintivamente parando seus passos. ficou l¨¢, olhando receio para o ve¨ªculo ¨¤ frente. A jan do carro baixou, revndo o rosto gdo e bonito de Daniel, seus tra?os faciais n¨ªtidos iluminados pelo brilho azul do n¨¦on, parecendo ainda mais frios. ¡°Venha aqui!¡± A voz imperativa de Daniel soou. Os nervos de Olivia estavam ¨¤ flor da pele e, apesar do panico, teve de ir at¨¦ o carro. abriu a porta do carro e se sentou n. A aura de Daniel ao seu redor era intimidadora e opressiva, seu corpo estava tenso, sem ousar rxar. O carro deu partida lentamente e o celr de Daniel tocou. Ele deslizou para atender, o viva¨Cvoz ativado. 10:13 Capitulo 977 Senhor Daniel, eu j¨¢ estou no hotel, por que n?o vejo ningu¨¦m da sua equipe?¡± Era o Dr. Morales chamando. Ao ouvir a voz do Dr. Morales, o cora??o de Olivia se apertou, sua respira??o desacelerou. se lembrou que o Dr. Morales estava l¨¢ para examin¨¢! Cap铆tulo 978 Cap¨ªtulo 978 ¡°Para a Vi Serenidade, chegaremos em breve,¡± respondeu Daniel ao Dr. Morales. Ent?o chegou a hora de desligar o telefone. Para a Vi Serenidade? Isso significava que ainda seria examinada? Oliviae?ou a se sentir inquieta. tinha acabado de dizer a Daniel que estava dor de est?mago e pediu para ele lev¨¢ ao hospital. Foi para confundir, para que Daniel n?o investigasse as cameras de seguran?a. Na verdade, seu est?mago n?o doia nem um pouco, e se o Dr. Morales viesse e, ap¨®s examin¨¢, descobrisse que n?o estava mal, Daniel saberia que estava mentindo. Ele estava tanta raiva agora, que se soubesse que mentiu sobre ter mentido para ele, certeza associaria o prop¨®sito da mentira d para impedi¨Clo de verificar a vigilancia. Quando chegar a hora, ele descobrira que est¨¢ fraca e escondendo Olivia mal podia imaginar as consequ¨ºncias. Ansiosa, apertando as palmas das m?os, baixou a cabe?a, mas sentiu um olhar g¨¦lido sobre si, um olhar que a fez sentir um formigamento no couro cabeludo. ¡°Por que o nervosismo, hein?¡± A voz baixa de Daniel soou acima da cabe?a d. Assustada, Olivia virou¨Cse rapidamente e encontrou o olhar prante de Daniel, seu cora??o pulou, e disse ¨¤s pressas: ¡°N?o, eu n?o estou nervosa¡­¡± ¡°Mesmo? Quanta mal¨ªcia voc¨º deve ter dentro de si para sentir dor s¨® de me ver?¡± disse Daniel. Olivia empalideceu, os olhos arregdos olhando para ele. O olhar profundo e escuro de Daniel encontrava o d,o um grande redemoinho que parecia sugar at¨¦ sua alma. O cora??o de Olivia parece estar pendurado em um penhasco por uma corda muito fina e, no momento em que a corda se rompe, seu cora??o despenca em um abismo 10:13 Capitulo 978 sem fim e se desfaz em peda?os a apreens?o geral. Daniel sabia que a dor de est?mago d era uma mentira, mas ainda assim chamou o Dr. Morales. Seria para expor diretamente a sua mentira? para constrang¨º! a respira??o de Olivia tremia levemente, e olhou para Daniel, dizendo: ¡°Eu N?o estou mais dor, n?o precisa chamar o Dr. Morales.¡± ¡°N?o d¨®i mais?¡± Daniel perguntou, arrastando o tom de voz. Olivia arregalou os olhos, encarando Daniel, e disse determina??o: ¡°N?o d¨®i mais! Voc¨º est¨¢ certo, eu inventei uma desculpa para impedir que voc¨º visse as cameras de seguran?a, para n?o ver como fui levada para o hotel, porque foi humilhante demais! N?o quero que voc¨º veja o qu?o humilhada e desamparada eu estava, n?o pode?¡± O olhar perspicaz de Daniel, sombrio e rodeado de uma aura g¨¦lida, agarrou a nuca d, aproximando seu corpo do dele, enquanto seus olhos se fixavam nos d, brilhantes e arregdos. Ele disse, atrav¨¦s dos dentes cerrados: ¡°que tipo de cena voc¨º eu n?o vi? Preciso me esquivar disso?¡± Os olhos de Olivia piscaram, e seu cora??o sentiu uma pontada de dor. ¨¦ verdade, quedo d Daniel n?o viu? Na cama, poderia manter alguma apar¨ºncia de dignidade? Ele a torturou at¨¦ que estivesse em um estadoment¨¢vel, todos os tipos de cenal apareceram diante dele. Como se tivesse sido despojada e exposta publicamente, uma humilha??o e constrangimento indiz¨ªveis. O cora??o de Olivia tremia, a respira??o levemente tr¨ºm. soltou um sorriso autodepreciativo do fundo da garganta: ¡°Voc¨º viu, mas h¨¢ outras pessoas na s de controle, eu n?o quero que s vejam, isso tamb¨¦m ¨¦ um erro?¡± Property ? of N?velDrama.Org. Daniel teve uma leve rea??o, olhando fixamente para um olhar profundo. Olhando para a tristeza e dor em seus olhos. 10:13 Capitulo 978 Algo dentro do cora??o dele se irritou e doeu. Soltando a nuca, se sentou ereta, os olhos voltados para a frente do carro. Cap铆tulo 979 Cap¨ªtulo 979 Tirou o celr e ligou para o Dr. Morales: ¡°N?o precisa mais vir, pode voltar.¡± ¡°Ah, certo.¡± Dr. Morales respondeu. quando Olivia ouviu que o Dr. Morales n?o precisava mais vir, ficou surpresa por um momento, seus nervos tensos rxaram um pouco e sua respira??o tr¨ºm fol acalmando¨Cse gradualmente. acabara de ser punida brutalmente por Daniel, seu corpo estava coberto aqus marcas. Se o Dr. Morales viesse, certeza veria seu estadostim¨¢vel. poderia lidar sua pr¨®pria mis¨¦ria sozinha, fechando as portas paramber suas feridas em sil¨ºncio, mas se fosse vista por outros, sentir¨Cse¨Cia ainda mais constrangida e envergonhada. se sentiu melhor quando n?o precisou mais se preocupar a vergonha de ser descoberta. O motorista que dirigia ¨¤ frente estava ciente do conflito silencioso entre Daniel et Olivia no banco de tr¨¢s.. Daniel tinha uma aura de frieza, e seu campo de intimida??o se espalhava pelo carro a todo momento. O motorista sentia uma press?o enorme, n?o ousava olhar pelo retrovisor nem por um segundo, medo deeter algum erro e enfurecer Daniel, o que poderial prejudic¨¢¨Clo tamb¨¦m. Finalmente, e Com muito cuidado, ele chegou ¨¤ Vi Serenidade. Daniel abriu a porta do carro e saiu, e Olivia tamb¨¦m desceu. As luzes do hall da Vi Serenidade ainda estavam acesas. F¨¢bio, ouvindo o som do carro no p¨¢tio, saiu respeitosamente para receb¨º¨Clos: ¡°Sr. Daniel, o senhor voltou¡­¡± Ao ver Ol¨ªvia atr¨¢s dele, F¨¢bio congelou por um momento, depois, surpreso, agradeceu e disse: ¡°Srta. Souza, a senhora tamb¨¦m veio, est¨¢ bem, ainda bem, as crian?as agora est?o muito preocupadas com a senhora, as quatro gracinhas ficaram preocupadas sentadas na cozinha e se recusaram a dormir. Disse¨Clhes que o pai traria a m?e de volta e consegui acalm¨¢¨Clos dificuldade.¡± Capitulo 979 Ao ouvir isso, Olivia sentiu uma pontada no cora??o e perguntou: ¡°E as crian?as?¡± F¨¢bio deu a entender que as crian?as sabiam que tinha sido sequestrada? s devem ter ficado t?o preocupadas. ¡°s J¨¢ est?o dormindo,¡± disse F¨¢bio. ¡°Eu Vou v¨ºs,¡± disse Olivia, Com saudades das crian?as, caminhando em dire??o ao quarto ds no primeiro andar. Daniel, um olhar sombrio, fixou¨Cse em sua silhueta, sem se aproximar. Voltando ¨¤ realidade, F¨¢bio viu a express?o severa e gda de Daniel e, instintivamente, seu corpo se contraiu. medo, ele disse: ¡°Sr. Daniel, h¨¢ida no jantar, devo aquecer?¡± ¡°Aque?a e sirva, ainda preciso ensin¨¢¨Clo?¡± Daniel disse voz grave. F¨¢bio ficou t?o assustado que o suor frio escorreu de uma vez e respondeu apressadamente: ¡°Sim, senhor, vou preparar agora.¡± ele se retirou apressadamente para a cozinha. Olivia abriu primeiro a porta do quarto de Heitor, as luzes estavam apagadas e a luz da s iluminava suavemente p porta, n?o era forte nem ofuscante, mas suficiente para ver a pequena figura dormindo na cama. Heitor estava deitado na cama, o cobertor chutado para odo da cama. Seus olhos estavam fechados e sua respira??o era regr e profunda.. Olivia aproximou¨Cse da cama, puxou o cobertor e cobriu sua barriguinha. Parada aodo da cama, observou seu rosto bonito e infantil, t?o semelhante ao de Daniel, mas a inoc¨ºncia de uma crian?a, ador¨¢vel. Olivia olhava para ele, e seu cora??o se enchia de ternura. a palma da m?o, acariciou suavemente seu rosto. O toque macio e infantil em sua m?o transmitia calor, suavidade e inoc¨ºncia, curando seu cora??o pouco a pouco. As crian?as sempre foram sua luz, n?o importava quanta escurid?o e dificuldades enfrentasse, s sempre podiam curar suas feridas. Depois de fechar a porta do quarto de Heitor, Olivia foi, uma a uma, verificar Joel, Irial e In¨ºs. Captulo re O corpinho de In¨ºs estava deitado na cama dormindo. Property ? of N?velDrama.Org. parecia inquieta, tremendo levemente,o se estivesse sonhando, e havin l¨¢grimas nos cantos de seus olhos, n?o se sabia se tinha chorado no sonho ou adormecido chorando. Vendo In¨ºs naquele estado de vulnerabilidade e sem seguran?a, O cora??o de Olivial se contorcia de dor. sentava¨Cse ¨¤ beira da cama, acariciando suavemente as costas fr¨¢gels de In¨ºs, sussurrando pvras de conforto: ¡°In¨ºs n?o tenha medo, dorme tranqumente, at mam?e t¨¢ aqui ao teudo, n?o h¨¢ nada a temer¡­¡± Cap铆tulo 980 Cap¨ªtulo 980 Olivia estava sentada aodo da cama de In¨ºs, dando tapinhas suaves em suas costas e a confortando. Talvez fosse o tom doce de sua voz que houvesse prado nos sonhos de In¨ºs, pois, ap¨®s tantos sustos, o pequeno corpo de In¨ºs finalmente rxou, e as sobrancelhas tenras que estavam franzidas suavizaram¨Cse, permitindo que adormecesse profundamente, sua respira??o tornando¨Cse regr e doce. Olivia continuou sentada aodo da cama, panhando In¨ºs por algum tempo, at¨¦ ter certeza de que estava verdadeiramente em sono tranquilo, e s¨® ent?o deixou o quarto de In¨ºs. estava coberta de sujeira e queria tomar um banho. No entanto, nestedo da V Serenidade, suas roupas estavam guardadas no quarto principal, no primeiro andar. N?o havia sinal de Daniel no sagu?o; talvez ele tivesse ido dormir no quarto principal. Olivia hesitou, com receio de enfrentar Daniel no quarto principal. A camisa que usava tinha um bot?o faltando, provisoriamente presa por um clipe de papel, e sua saia tamb¨¦m estava rasgada, al¨¦m de sentir¨Cse desconfortavelmente pegajosa. n?o suportaria ficar assim sem tomar um banho. Indecisa e ap¨®s hesitar por um momento, Olivia reuniu coragem e foi at¨¦ o quarto principal.Property ? N?velDrama.Org. A porta do quarto estava apenas encostada. Com cuidado, Olivia a empurrou aberta; o quarto estava escuro, mas, a ajuda da luz que vinha do corredor, p?de discernir o interior do c?modo. Olhando por todos os cantos, n?o viu sinal de Daniel, nem na cama, nem em qualquer outro lugar. Olivia olhou especificamente para o banheiro, cuja porta estava aberta e sem sinal de movimento. Daniel n?o estava no quarto principal? Olivia ficou um pouco mais corajosa e acendeu a luz, caminhou pelo quarto, 10:141 Capitulo 980 verificando mais uma vez e confirmando que Daniel n?o estava l¨¢. Seus nervos tensos rxaram um pouco e pegou algumas roupas e foi para o banheiro tomar um banho. Somente ao tirar a roupa e se olhar no espelho, notou uma grande marca de chup?o em seu pesco?o, um hematoma roxo bem vis¨ªvel. Era uma marca deixada por Daniel no escrit¨®rio do Grupo Griera. Ele mandou um general cruel, Yun mordeu o pesco?o d, quando o pesco?o d ficou dormente e tr¨ºmulo. N?o esperava que tivesse deixado uma marca t?o evidente. Olivia tocou a marca a m?o, ainda do¨ªa um pouco, parecia que estava machucada de verdade. Aqu noite tinha sidoo atravessar uma s¨¦rie de dificuldades, emo??es t?o turbulentas quanto uma montanha¨Crussa, cheia de altos e baixos, perigos ¨¤ espreita. havia escapado dos sequestradores, mas n?o das puni??es de Daniel. Lembrando¨Cse do que aconteceu no escrit¨®rio, o cora??o de Olivia apertou¨Cse, suas m?os agarraram¨Cse ¨¤ borda da pia e sentiu a respira??o pesar. Para , Qual era a diferen?a entre Daniel e aqueles sequestradores? A ¨²nica diferen?a era que as cordas as quais os sequestradores a haviam amarrado eram vis¨ªveis, enquanto as cordas as quais Daniel a havia amarrado eram invis¨ªveis. Depois do banho, Olivia n?o ficou no quarto principal, mas foi para o quarto de Iria, optando por dormir com . Tendo acabado de passar por tal prova??o, certamente n?o seria t de continuar napanhia de Daniel. Seu humor era imprevis¨ªvel e Ele poderia explodir a qualquer momento, Oliviao alvo de seu desabafo. Na Vi Serenidade, Olivia estava sempre em estado de alerta, que dir¨¢partilhar o mesmo quarto com ele? Dormindo aodo de Iria, abra?ando o pequeno corpo rechonchudo e inndo o doce aroma de leite que d emanava, Olivia finalmente baixou a guarda, e as p¨¢lpebras pesadas, adormeceu rapidamente. Capitulo 980 Na noite escura, a porta do quarto foi aberta, uma figura alta eprida apareceu na porta, os olhos negros de Daniel olharam para Olivia, que estava abra?ando o corpo pequeno de Iria na cama, seu rosto sombrioo a noite. Depois de algum tempo, ele n?o entrou, mas virou¨Cse, saiu do quarto e fechou a porta. P manh?,o de costume, Iria acordou pontualmente ¨¤s oito horas. Sentou¨Cse, co?ou a cabe?a com uma m?ozinha e, sem querer,n?ou um olhar para odo. No in¨ªcio, n?o deu muita aten??o e desviou o olhar novamente. De repente, consciente de algo, olhou novamente para odo da cama e viu que havia algu¨¦m deitado ao seudo. Cap铆tulo 981 Cap¨ªtulo 981 levantou as m?ozinhas rechonchudas e esfregou os olhos sonolentos; seus olhos se abriram e olhou novamente. Desta vez, viu ramente. Havia realmente algu¨¦m dormindo em sua cama, e n?o era apenas qualquer pessoa, era sua m?e! Iria, seus olhos grandes e brilhantes de surpresa, n?o conseguiu conter a emo??o interior, exultou de alegria. ¡°Oba, mam?e! ¨¦ a mam?e, ¨¦ mesmo a mam?e!¡± Olivia ouviu a voz cheia de j¨²bilo. Acordada pelo barulho, abriu os olhos e ergueu a cabe?a, apenas para ver um rostinho rechonchudo e ador¨¢vel, sorrindo a boca pequena, incapaz de esconder a felicidade, olhando para curiosidade e alegria. ¡°Iria, voc¨º acordou¡°, disse Olivia, sentando¨Cse. O corpinho fofo de IriaQ se enroscou em seus bra?os, sua cabecinha se arqueou em seus bra?os, e a voz alegre gradualmente adquiriu um tom um pouco queixoso e manhoso. ¡°Mam?e, o papai disse ontem que voc¨º tinha desaparecido, eu e os irm?os est¨¢vamos t?o preocupados. Foi o papai que te encontrou?¡±Content (C) N?v/elDra/ma.Org. A voz suave da pequena fez o cora??o de Olivia se derreter ao ouvi. sempre soube que os pequenos a amavam, que se algo acontecesse , as crian?as seriam as primeiras a se preocupar. Assimo tamb¨¦m amava as crian?as todas as suas for?as, as crian?as tamb¨¦m a amavam. Esse amor m¨²tuo tinha um poder curativo. Olivia havia enfrentado a escurid?o no dia anterior, mas hoje abra?ava a calidez em seus bra?os. ¡°Sim, foi o seu pai que me encontrou, n?o se preocupe, a mam?e est¨¢ bem agora¡°, disse Olivia, abra?ando¨Ca e acariciando suas costas para confort¨¢. ¡°Uhuh, mam?e, voc¨º pode morar sempre na Vi Serenidade? Assim o papai e n¨®s podemos te proteger. N?o vamos deixar que pessoas m¨¢s te levem embora.¡± Iria levantou a cabe?a de seu abra?o, olhando seriamente e adoravelmente para Olivia, 10.14 Capitulo 981 Um sorriso suave surgiu nos l¨¢bios de Olivia, que disse: ¡°Mas a mam?e precisa trabalhar, querida. ¡°N?o Pode parar de trabalhar e deixar o papal cuidar de voc¨º? Quando crescermos, n¨®s cuidaremos de voc¨º.¡± Iria falou os l¨¢bios rosados franzidos. Ontem, quando a mam?e desapareceu, os quatro ficaram muito preocupados e, quando se atrasaram para ver o papai e a mam?e voltarem ¨¤ noite, os quatro pequenos choraram e n?o tiveram coragem de ir para a cama. Olivia foi Aquecida ps pvras de Iria, acariciou sua bochecha macia e disse: ¡°Mam?e ¨¦ adulta, n?o pode ficar sem trabalhar e depender dos outros. Eu posso ganhar meu pr¨®prio dinheiro.¡± ¡°Uh¡­ mam?e¡­¡± Iria sentiu pena da m?e. ¡°mam?e promete que vir¨¢ todos os dias ¨¤ Vi Serenidade, est¨¢ bem?¡± propos Olivia. O humor abatido de Iria imediatamente se iluminou: ¡°Sim, mam?e, voc¨º vai dormirigo todas as noites!¡± Olivia sorriu, sem responder diretamente. realmente gostaria de dormir todas as noites Iria, o que seria muito agrad¨¢vel. Mas esta era a Vi Serenidade, e n?o era quem decidia onde dormir. ¡°Mam?e, vamos sair, os irm?os ainda n?o sabem que voc¨º voltou, eles ficar?o t?o felizes!¡± Iria se levantou desajeitadamente da cama, estendendo a m?o para puxar a de Olivia. Olivia cooperou, levantando¨Cse e cal?ando os chinelos para sair . O restante dos tr¨ºs pequenos mamilos j¨¢ estava sentado ¨¤ mesa, colheres na m?o e guardanapos ao redor, preparando¨Cse paraer. Quando viram Olivia saindo do quarto Iria, Os tr¨ºs pequeninos ficaram paralisados por um momento, mas logo seus olhos brilharam,rgaram as colheres e desceram das cadeiras de refei??o, correndo em dire??o a Olivia! ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± ¡°Uhu, mam?e!¡± In¨ºs, correndo e emocionada,e?ou a chorar. Cap铆tulo 982 Cap¨ªtulo 982 Os pequenos pram nos bra?os de Olivia, que abra?ou seus corpinhos macios e carinhosamente esfregou seu rosto no deles. ¡°A mam?e n?o vai deix¨¢, n?o se preocupe, n?o chore dolorido e os olhos vermelhos. Olivia disse o nariz ¡°Humm, mam?e¡­¡± In¨ºs levantou a m?o e enxugou as l¨¢grimas. ¡°Mam?e, voc¨º desapareceu ontem, nos assustamos muito.¡± Joel encostou sua cabecinha no colo de Olivia e falou uma vozinha fr¨¢gil e ch de medo. ¡°O papai n?o trouxe a mam?e de volta? Confie, seu pai ¨¦ muito poderoso, n?o existe nada que ele n?o consiga fazer,¡± Olivia tranquilizou as crian?as. Mal havia terminado de fr, quando sentiu uma atmosfera gda vinda da escada, o ar frio pervadiu o ambiente, puxando os nervos de todos, e Olivia instintivamente olhou para tr¨¢s, encontrando os olhos profundos e enigm¨¢ticos de Daniel. Olivia sentiu uma leve palpita??o no cora??o, desviou o olhar e fingiu calma. Daniel n?o disse nada, apenas caminhou at¨¦ a mesa e se sentou. ¡°¨¦, o papai ¨¦ um Super¨Cher¨®i, ele ¨¦ incr¨ªvel,¡± Joel concordou, olhinhos brilhantes de admira??o. Heitor murmurou levemente e disse: ¡°Eu tamb¨¦m sou bom nisso, localizei o telefone da minha m?e ontem¡°. Joel sempre foi um admirador de Heitor, olhando para ele olhos de adora??o. Agora que Joele?ou a admirar outra pessoa, Heitor se sentiu um pouco ofendido. Embora ele n?o gostasse de se gabar, ele mencionou sua pr¨®pria Property ? of N?velDrama.Org. conquista. Os olhos brilhantes de Joel olharam para Heitor, e ele acenou a cabe?a vigorosamente: ¡°¨¦, o irm?o Heitor tamb¨¦m ¨¦ incr¨ªvel. ontem ele usou oputador para localizar o celr da mam?e e depois enviou a localiza??o para o papai. Eu adoro o irm?o Heitor.¡± Heitor ouve Joel dizer que gosta de si mesmo e um sorriso se espalha por seu pequeno rosto. Olivia olhou para Heitor, chocada e surpresa, uma tempestade se formando em seu cora??o, Sim, seu filho Heltor era um hacker de primeira, capaz de invadir celres eputadores e apagar colsas deles; para ele, deveria ser f¨¢cil. Olivia sentiu seu cora??o acelerar, abriu a boca para dizer algo a Heltor, mas de repente sentiu uma press?o fria nas costos. se virou e viu o olhar profundo de Daniel sobre . Toda a sua empolga??o ficou presa no fundo da garganta assim que viu Daniel. Respirando fundo, afastou a emo??o. N?o podia fr, n?o podia dizer nada Daniel all, E se ele ouvisse e impedisse Heitor de ajudar? Para Daniel, fazer que visse sua pr¨®pria m?e ser desonrada e deixar o v¨ªdeo se espalhar, for?ando¨Ca a ver sua m?e sofrer, seria um castigo para . mais cruel do que o castigo que ele lhe deu no escrit¨®rio no dia anterior! Portanto, definitivamente n?o poderia deixar Daniel saber.. ¡°Heitor ¨¦ incr¨ªvel, o pequeno her¨®i da mam?e,¡± Olivia desviou o que ia dizer e acariciou gentilmente o rosto de Heitor, expressando seu orgulho. ¡°Mam?e, n?o precisa agradecer,¡± Heitor sorriu, exibindo uma fileira de dentes brancos. A personalidade de Heitor era fria, ele n?o sorria facilmente, mas agora ele estava sorrindo os dentes ¨¤ mostra porque viu que sua m?e tinha voltado para casa em seguran?a e tinha sido reconhecido por novamente. Ele estava realmente feliz. ¡°Venhamer,¡± disse Daniel uma voz autorit¨¢ria. ¡°Vamos, hora do almo?o,¡± disse Olivia, levantando¨Cse e levando as crian?as para a mesa. As crian?as, habituadas ¨¤ rotina, se sentaram em linha, mas havia apenas quatro cadeiras naqu fileira; depois que se sentaram, n?o sobrou lugar para Olivia. Havia apenas um espa?o vazio aodo de Daniel. As crian?as, cuja observa??o n?o era t?o agu?ada, simplesmente sabiam sentar¨Cse nos seus lugares habituais paraer e naturalmente assumiam que a m?e se Cap铆tulo 983 Cap¨ªtulo 983 Olivia ficou por um momento embara?ada aodo das crian?as, voltando a si, encontrou o olhar profundo de Daniel. Ele apenas a encarou os olhos, sem dizer uma pvra, maso se estivesse dando uma ordem irresist¨ªvel. Olivia, encarando aquele olhar intimidador, sentia¨Cse pressionada e, sem hesitar mais, caminhou silenciosamente at¨¦ o lugar vazio ao seudo, sentou¨Cse, pegou os talheres ee?ou a tomar o caf¨¦ da manh?. ¡°Mam?e, eu quero que voc¨º nos leve para a esc hoje.¡± Iria encheu a boca de saliva, fez beicinho e balbuciou as pvraso um peixinho. ¡°Eu tamb¨¦m quero!¡± In¨ºs levantou a colher que tinha em m?os. ¡°Eu tamb¨¦m gostaria que a m?e nos levasse.¡± Joel piscava seus olhinhos pretos, um ar de tristeza. Olivia, por reflexo, olhou para Daniel ao seudo, mas viu que ele continuava aer calmamente, sem inten??o de interferir. entendeu o que ele queria dizer e, respondendo ¨¤s crian?as, disse: ¡°Tudo bem, depois do caf¨¦, a m?e leva voc¨ºs para a esc.¡± ¡°M?e, voc¨º tem que vir nos buscar ¨¤ tarde, eu n?o quero que o F¨¢bio venha. Sem ver a m?e, eu sinto vontade de chorar.¡± Iria fva e j¨¢e?ava a sentir o nariz arder, l¨¢grimas brotando em seus olhos, levantou sua m?ozinha gordinha e enxugou os olhos. Aqu express?o de tristeza e fofura fazia o cora??o de Olivia doer. Qual ¨¦ o sentido de recusar o pedido das crian?as? ¡°Tudo bem, a m?e vai buscar voc¨ºs na hora de sair da esc. Comam logo, s¨® indo para a esc de barriga cheia ¨¦ que ter?o energia.¡± Olivia colocou um camar?o suculento no prato de cada um. ¡°¨¦, tenho queer logo para crescer e ficar alto, e quando for grande vou proteger a m?e.¡± Iria, suas m?ozinhas rechonchudas, segurava a colher de forma desajeitada e habilidade, levava o camar?o ¨¤ boca, fazendo biquinhoo um peixinho, 10:15 Capitulo 983 mastigando prazer. Era uma gra?a. Olivia observava, seu rosto revndo inconscientemente um sorriso cheio de amor maternal, mesmo em seus olhos, esse amor maternal caloroso podia transbordar. Daniel se virou inadvertidamente e viu Olivia olhando para as crian?as olhos sorridentes e calorosos. Uma onda de emo??o surgiu nos olhos perspicazes de Daniel, e ele fez uma breve pausa segurando os talheres. Momentos depois, ele voltou ao normal e continuou a tomar o caf¨¦ da manh? tranqumente. Ap¨®s o caf¨¦, Daniel foi para a empresa de carro. Olivia chamou as crian?as para pegarem suas mochs e tamb¨¦m se preparou para sair. F¨¢bio iria lev¨¢¨Clos de carro, mas Olivia interveio: ¡°F¨¢bio, eu mesma vou lev¨¢¨Clos de carro para a esc, um carro pequeno ¨¦ o suficiente para n¨®s cinco, assim n?o chama tanta aten??o quanto a grande van.¡± ¡°Senhorita Souza sabe dirigir?¡± F¨¢bio perguntou. ¡°Sei sim, j¨¢ dirigi antes, n?o tem problema.¡± Olivia respondeu. Property ? of N?velDrama.Org. Vendo que estava decidida, F¨¢bio n?o insistiu mais. Olivia dirigiu um dos carros pretos da Vi Serenidade, levando os quatro filhos embora. Heitor sentou¨Cse no banco do passageiro, enquanto os outros tr¨ºs pequenos estavam no banco de tr¨¢s. O carro estava equipado assentos infantis, o que dava seguran?a e tranquilidade a Olivia. a caminho do Jardim de Infancia Capital, passariam por um parque, e Olivia estacionou o carro nas vagas pr¨®ximas. desceu as crian?as e sentaram¨Cse em um banco de frente para ogo.. ¡°Vamos sentar aqui um pouco antes de irmos para a esc¡°, Olivia sugeriu aos pequenos. Capitulo 983 ¡°Sim, eu adoro vir ao parque a m?e¡°, disse Iria, radiante, seus olhos brilhantes e cheios de admira??o, sorrindo e mostrando suas covinhas. As crian?as eram sempre bemportadas na presen?a de Olivia. Sentada aodo de Heitor, perguntou: ¡°Heitor, se voc¨º usar suas habilidades de hacker para invadir um celr ou umputador, voc¨º consegue deletar arquivos espec¨ªficos?¡± Cap铆tulo 984 Cap¨ªtulo 984 Olivia perguntou, nervosa e apreensiva, esperando uma resposta afirmativa de Heitor. fez quest?o de sair da Vi Serenidade para fazer a pergunta, caso outros empregados escutassem, a informa??o chegasse aos ouvidos de Daniel. Se Daniel soubesse, certamente o assunto tomaria grandes propor??es e, eventualmente, o v¨ªdeo viria a p¨²blico, vendo a luz do dia. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Como estava em jogo A vida de sua m?e, n?o ousava correr nenhum risco. ele os Por isso, deu um jeito de se livrar de F¨¢bio, fingindo n?o querer que panhasse, e dirigiu mesma o carro para levar as crian?as, tudo para encontrar um lugar seguro para fazer a pergunta a Heitor. Olivia olhava para Heitor nervosismo e expectativa, aguardando sua resposta. Heitor sentou¨Cse aodo de Olivia, inclinando levemente a cabe?a, seus olhos infantis e expressivos fixos n seriedade. mesmo que fosse uma quest?o menor, Heitor sempre respondia toda a seriedade e gravidade. ¡°Mam?e, deletar algo de umputador ou celr remotamente ¨¦ a coisa mais f¨¢cil, e ¨¦ o que eu fa?o de melhor. ro que Eu posso fazer isso.¡± Quando Ol¨ªvia ouviu isso, seu cora??o ficou surpreso e emocionadoo nuncal antes,o se a escurid?o que havia sido suprimida dentro d durante todos esses dias de repente visse esperan?a quando a luz brilhasse. ¡°Ent?o, Heitor, voc¨º pode fazer um favor para a mam?e?¡± Olivia disse, incapaz de esperar. At¨¦ agora, n?o tinha encontrado uma maneira de apagar silenciosamente o v¨ªdeo nas m?os de Gabriel. Gabriel tinha um v¨ªdeo de sua m?e e amea?ava Olivia ele constantemente. detestava Gabriel, tremia de ¨®dio, mas n?o tinhao lidar ele. n?o podia revidar. O ¨®dio, a frustra??o de ter que engolir essa situa??o, era terr¨ªvel, sufocante. Agora que havia uma maneira de apagar o v¨ªdeo que Gabriel usava para amea?¨¢, Olivia sentia sua respira??o acelerar. Capitulo 984 ¡°Mam?e n?o precisa ser t?o formaligo, eu faria qualquer coisa para Mam?e. Eu tamb¨¦m quero fazer algo por voc¨º, disse Heitor seriedade, seu rosto infantil. assumindo uma express?o grave. Mesmo t?o jovem, seus olhos j¨¢ mostravam uma profundidade ium, lembrando em parte a presen?a de Daniel. Ouvindo a voz infantil de Heitor fndo ospromisso assim, Olivia ria. N?o tinha ideia de onde ele havia aprendido tais express?es de filmes de a??o. Embora n?o entendesse onde ele aprendeu isso, Oliviapreendeu a vontade de Heitor de fazer algo por . Olivia acariciou confortavelmente a cabecinha de Heitor e disse: ¡°Mmam?e s¨® preciso que voc¨º ajude a apagar um v¨ªdeo que est¨¢ escondido no celr ou noputador de algu¨¦m.¡± ¡°Tudo bem, mam?e, me d¨¢ o n¨²mero do celr dessa pessoa. Para oputador, eu preciso do endere?o IP e do modelo,¡± disse Heitor. ¡°O que ¨¦ um endere?o IP?¡± Olivia perguntou, n?o entendendo. ¡°¨¦ o endere?o da rede ¨¤ qual oputador esta conectado, ou seja, o endere?o do Wi¨CFi, Heitor explicou. Olivia ficou em d¨²vida, sabia o n¨²mero de celr de Gabriel, mas n?o sabia o endere?o da rede Wi¨CFi de sua casa. ¡°Assim, eu te dou o n¨²mero do celr primeiro, voc¨º pode dar uma olhada no celr dele e deletar os videos que est?o l¨¤, disse Olivia, enquanto instintivamente tocava o bolso de sua cal?a. geralmente usava roupas bolsos, onde guardava o celr. Ao tocar, percebeu que estava vazio. Ser¨¢ que tinha caido? se rmou por um momento e continuou a procurar, mas ainda estava vazio. Foi ent?o que se lembrou de que havia sido sequestrada no dia anterior e que seu celr tinha sido levado por um homem um pouco acima do peso. O que E Heitor tinha na noite anterior ele tinha localizado o celr d e dado a posi??o para Daniel. Daniel certamente iria procur¨¢¨Clo atrav¨¦s da localiza??o. Cap铆tulo 985 Cap¨ªtulo 985 Isso significava que Daniel estava o celr d? Gabriel tinha ligado algumas vezes para , n?o tinha o n¨²mero do Gabriel salvo, mas o registro de chamadas estava l¨¢. tamb¨¦m n?o tinha memorizado o n¨²mero do celr de Gabriel. Para passar o n¨²mero do HeitorGabriel, seria preciso ter o celr d em m?os. Assim, teriam que ir atr¨¢s do Daniel novamente. Pensando nisso, Olivia suspirou internamente em desespero. Mas isso n?o importava, agora que havia uma dire??o para excluir o v¨ªdeo, era s¨® uma quest?o de trabalhar nessa dire??o. Ao contr¨¢rio de antes, quando estavapletamente perdida, sem saber por ondee?ar, ¨¤ merc¨º das manip??es do Gabriel. ¡°Heitor, mam?e ainda n?o sabe o n¨²mero do celr e o endere?o IP daqu pessoa, quando eu tiver, a gente passa para voc¨º. Voc¨º ajuda a mam?e a apagar as coisas do celr e doputador dessa pessoa?¡± disse Olivia para Heitor. Os outros tr¨ºs pequeninos, olhos inocentes e brilhantes, olhavam para Olivial curiosidade e aten??o, sabendo que estavam fndo de algo importante. os tr¨ºs pequenos n?o interromperam. Eram doces e encantadores. ¡°Certo, m?e, assim que voc¨º me passar o n¨²mero e o endere?o, eu possoe?ar a apagar imediatamente,¡± Heitor prometeu, confiante em suas habilidades. ¡°Tudo bem, a mam?e vai entregar para voc¨º o mais r¨¢pido poss¨ªvel. A prop¨®sito, esse assunto ¨¦ um segredo entre a mam?e e voc¨ºs quatro, n?o deixem o papai saber, t¨¢ bom?¡± Olivia lembrou de algo importante e disse seriamente para Heitor, olhando tamb¨¦m para os outros tr¨ºs pequenos. Property ? of N?velDrama.Org. ¡°¨¦ um segredo?¡± perguntou Iria, seus grandes olhos curiosos. ¡°Sim, ¨¦ um segredo. n?o podem deixar o papai saber, nem o F¨¢bio da Vi Serenidade, nem os outros empregados,¡± disse Olivia, muito s¨¦ria, n?o estava brincando eles, mas sim fndo de algo s¨¦rio. ¡°Hum hum, eu n?o vou fr, ¨¦ um segredo entre mim e a mam?e, nem morto eu Capitulo 985 conto,¡± Heitor assentiu seriamente, e depois fez um gesto de fechar a boca um ziper. O gesto significava que ele guardaria segredo. Olivia confiava que Heitor guardaria o segredo; Heitor tinha sido maduro epreensivo desde crian?a, e sabia que n?o deveria priorizar. estava preocupada a Iria. Iria era fofa e adoravaer, ¨¤s vezes um pouco distra¨ªda. poderia n?o se lembrar do que havia dito, temia que Iria, em um momento de distra??o, desse alguma pista para o Daniel. Daniel era muito esperto e bastaria ouvir um sussurro para que elee?asse a suspeitar. Iria, ao receber o olhar questionador de Olivia, ficou um pouco confusa, mas depois. cobriu a boca com a m?o e murmurou: ¡°Eu tamb¨¦m n?o vou fr¡­¡± ¡°Eu sou o melhor em guardar segredos,¡± derou Joel, ¡°Eu N?o vou fr para ningu¨¦m,¡± In¨ºs disse seus olhos ros e sinceros, olhando seriamente para Olivia. ¡°mam?e confia nos meus pequenos tesouros. Vamos, a mam?e vai levar voc¨ºs para a esc,¡± disse Olivia, levantando¨Cse. Os quatro pequenos pram do banco, puxando o trenzinho, seguindo Olivia, avan?ando suas pernas curtas, seus corpinhos curvados,o quatro. pequenos pinguins, ador¨¢veis. ¡°Nossa, essas crian?as s?o t?o bonitinhas, parecem pequenas esculturas, t?o lindas,¡± exmou Uma mulher que estava correndo no parque, parando abruptamente, seus olhos brilhando de amor ao olhar para os pequenos. p voz da mulher, era evidente o quanto estava encantada. Esses quatro pequeninos n?o s?o ape?as macios e fofos, o segredo ¨¦ que eles s?o t?o bonitos que parecem ser sobrenaturais, permitindo que as pessoas deem uma olhada e suguem os globos ocres. ¡°Senhora, n¨®s somos quadrig¨ºmeos, este ¨¦ meu irm?o, este ¨¦ meu irm?ozinho, e essas s?o minhas duas irm?zinhas,¡± explicou Joel, doce e esrecedor para a mulher que estava correndo. Cap铆tulo 986 Cap¨ªtulo 986 ¡°Eram quadruplos, n?o ¨¦ de admirar que fossem t?o parecidos e ao mesmo tempo cada um sua peculiaridade. Hehe, s?o t?o fofos, eu adoraria ter filhos t?o lindos quanto eles,¡± disse a mulher, que j¨¢ se aproximava dos quarenta anos, sempre ocupada o trabalho e sem ter se casado ou tido filhos. Para , a carreira sempre foi o mais importante. Ao ouvir a menina de quatro anos cham¨¢ de irm?, ficou feliz em seu cora??o. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Enquanto se regozijava, tamb¨¦m percebeu que j¨¢ n?o era t?o jovem. Os quatro pequeninos, t?o rosados e ador¨¢veis, parados ¨¤ sua frente suas carinhas encantadoras, despertaram uma ternura profunda em seu cora??o. Parecia que as coisas mais importantes da vida n?o se resumiam apenas ¨¤ carreira; casar e ter filhos tamb¨¦m parecia ser uma boa escolha. Se tivesse uma crian?a t?o fofa, se voltasse cansada do trabalho todos os dias e visse a inoc¨ºncia e a fofura da crian?a, todo o cansa?o poderia ser curado, certo? ¡°Se A irm? gosta, tamb¨¦m pode ter um beb¨º, somos os beb¨ºs da nossa m?e,¡± disse Joel, ingenuamente. A mulher, que at¨¦ ent?o contemva a ideia de casamento e maternidade, foil surpreendida p li??o dada p crian?a, e seu sorriso se congelou por um momento, enquanto as ondas em seu cora??o se intensificavam. Olivia percebeu que as pvras deplicadas de Joel podiam ter sido mal interpretadas. Rapidamente, puxou as crian?as para perto e, pedindo desculpas, disse ¨¤ mulher: ¡°Desculpe, as crian?as fm sem pensar, n?o quer¨ªamos ofender voc¨º.¡± ¡°N?o tem problema, a crian?a est¨¢ certa. estava confuso meus pr¨®prios problemas de vida, ouvindo as pvras dessa crian?a, de repente me iluminei. Conhecendo a dire??o seguir. voc¨º parece ter menos de trinta e j¨¢ tem quatro crian?as t?o ador¨¢veis, estou realmente inveja. N?oo eu, que estou quase nos quarenta, e al¨¦m de casa, carro e dinheiro, n?o tenho mais nada,¡± disse a mulher, sinceramente. , prestes apletar quarenta anos, n?o sabia se ainda poderia ter filhos. se continuasse focada apenas no trabalho, talvez nunca tivesse a chance de ter seu pr¨®prio beb¨º. 10:06 Capitulo 986 A mulher de repente sentiu um desejo de se casar e ter filhos. foi conquistada p fofura dos quatro pequenos. ¡°Voc¨º tamb¨¦m ¨¦ muitopetente e bem¨Csucedida, algo que eu admiro. Se Voc¨º quiser se casar e ter filhos, pode fazer isso a qualquer momento,¡± disse Olivia. ¡°Irm?, agora eu sei de quem essas crian?as herdaram o dom da pvra. Hehe, sual fam¨ªlia ¨¦ mesmo muito otimista e alegre, d¨¢ esperan?a ¨¤s pessoas. Com sua b¨ºn??o, vou tentar me casar este ano e quem sabe ter um filho amanh?. Ali¨¢s, irm?, estamos t?o conectadas, vamos trocar nossos n¨²meros de WhatsApp? quando eu tiver meu beb¨¦, posso te convidar para o ch¨¢ de beb¨º?¡± A mulher estava muito feliz e pegou o celr. ¡°Pode ah.¡± Olivia tamb¨¦m ¨¦ apaixonada e n?o rejeita friamente qualquer pessoa que converse . Subconscientemente, tocou o celr e, de repente, percebeu que ele n?o estava em sua m?o. Envergonhada, respondi ¨¤ irm? mais velha: ¡°Desculpe, eu n?o trouxe meu celr hoje.¡± ¡°N?o precisa se desculpar, me d¨º seu n¨²mero de telefone que eu salvo aqui.¡± Olivia forneceu seu n¨²mero e a mulher disse que seu sobrenome era Santos e que poderia cham¨¢ de irm? Santos. Depois disso, continuou sua corrida. Olivia ent?o entrou no carro seus quatro filhos e dirigiu at¨¦ a creche. Por terem se atrasado um pouco no parque, quase chegaram tarde no jardim de infancia, mas, felizmente, chegaram bem no ¨²ltimo minuto antes de fechar. Observando as crian?as entrarem no jardim de infancia, Olivia foi trabalhar no Grupo Fontes. Embora tivesse enfrentado uma situa??o de vida ou morte na noite anterior, a vida e o trabalho tinham que continuar. ¡°Ei, secret¨¢ria Souza, voc¨º chegou cedo hoje e n?o se atrasou,¡± Vicente tamb¨¦m tinha acabado de chegare, ao passar pelo escrit¨®rio da secret¨¢ria e ver Olivia l¨¢, espiou e disse um sorriso brincalh?o. Olivia voltou ¨¤ realidade e ao ver o sorriso descontra¨ªdo no rosto de Vicente, Capitulo 986 percebeu que ele n?o sabia sobre o seu sequestro no dia anterior; por isso fva tanta leveza. O respons¨¢vel por tr¨¢s do sequestro era Filipe, sem nenhuma conex?o Vicente. N?o havia nada de estranho em ele n?o saber. Cap铆tulo 987 Capitulo 987 ¡°Para que meu sal¨¢rio n?o seja descontado,o me atrevo a chegar atrasado?¡± Olivia riu. ¡°A proposito,o foi a entrevista ontem?¡® Vicente entrou no escrit¨®rio da secret¨¢ria e se sentou na cadeira vazia. *Tudo correu muito bem¡°, disse Olivia. Mas a volta para casa ap¨®s o t¨¦rmino foiplicada, cheia de contratempos. Essa parte, preferiu n?o contar a Vicente. ¡°Que bom. Alias, o Rayan me ligou ontem ¨¤ noite pedindo o seu n¨²mero de telefone, ele te ligou para qu¨¦?¡± Vicente, que havia dormido atordoado na noite anterior, achou estranho ao se lembrar de Rayan pedindo o numero de Olivia. O Que Rayan teria a ver Olivia? Rayan sabe que Olivia e a garota de Daniel e quer seu n¨²mero de telefone a inten??o de persequi? Isso e ainda mais improv¨¢vel. ¡°Meu celr estava desligado ontem, n?o recebi a liga??o dele.¡± disse Olivia. ficou surpresa que Rayan havia pedido seu n¨²mero na noite anterior. Ser¨¢ que Rayan, depois de levar Elisa para casa, voltou a inten??o de lev¨¢? Ao n?o encontr¨¢¨C la esperando pelo transporte, ele procurou Vicente para obter seu n¨²mero e perguntar onde estava? ¡°Entendi, ent?o esta tudo bem¡°, disse Vicente.Content ? N?velDrama.Org. ¡°Organize suas coisas, daqui a pouco voc¨º vai at¨¦ o Grupo Griera para tratar de algumas pend¨ºncias da nossa parceria anterior¡°, Vicente de repente disse. Olivia perguntou curiosa: ¡°Que parceria?¡± ¡°Aqu parceria que firmamos o Grupo Griera para a fabrica??o de celres. Apesar do incidente ja ter sidopensado, nosso contrato o Grupo Griera ainda est¨¢ em vigor, e o que precisamos discutir agora ¨¦ a rescis?o do contrato,¡± explicou Vicente: ¡°Isso ¨¦ um assunto muito serio, Sr. Fontes, o senhor deveria tratar disso pessoalmente, disse Olivia, olhando para ele. Vicente riu de repente, olhou para Olivia de forma significativa e disse: ¡°Voc¨º n?o ¨¦ a minha secret¨¢ria? Negociar parcerias ¨¦ parte do seu trabalho e, al¨¦m do mais, o seu rcionamento Daniel facilita as coisas. Voc¨º ¨¦ mais ¨²til do que eu nesse aspecto.¡± ¡°Eu n?o tenho nenhum tipo de r??o o Daniel, disse Olivia, seu rosto se fechando em corre??o. Vicente repetidamente usava o rcionamento d Daniel para negociar parcerias. Capitulo 987 Realmente, era um homem de inten??es obscuras, um verdadeiro mercador. ¡°Secret¨¢ria Souza, n?o seja t?o modesta. Essa tarefa ¨¢rdua de trabalho, n?o ¨¦ voc¨º, ningu¨¦m mais est¨¢ ¨¤ altura, ¨¦ capaz de realiz¨¢. Ent?o est¨¢ decidido, secret¨¢ria Souza, encontre um hor¨¢rio adequado para ir l¨¢. eu tenho outrospromissos, preciso ir,¡± disse Vicente, levantando¨Cse e saindo rapidamente do escrit¨®rio da secret¨¢ria. Ele nem deu tempo para Olivia recusar. ¡°Ei, Sr. Fontes¡­¡± Olivia ainda estava disposta a argumentar ele, mas apenas chamou¨Co enquanto ele se afastava. Vicente apressou ainda mais o passo, desaparecendo rapidamente do campo de vis?o de Olivia. suspirou, Vicente era realmente astuto, mais do que o Bruno.. Empurrando¨Ca para o fogo repetidas vezes. S¨® de pensar no que aconteceu no escrit¨®rio de Daniel na noite anterior, quando ele, feito um lobo voraz, a assediou sem qualquer conten??o. Olivia sentia um medo avassdor s¨® de pensar no escrit¨®rio de Daniel. tinha resist¨ºncia em voltar l¨¢. Mas as tarefas designadas por Vicente tamb¨¦m tinham que ser cumpridas. Cap铆tulo 988 Cap¨ªtulo 988 Olivia demorava na secretaria, hesitante e sem coragem para partir. Entretanto, no escrit¨®rio do presidente do Grupo Griera. Bruno mantinha¨Cse ereto diante da mesa de trabalho, concentrado, fixando Daniel, que se afundava na poltrona negra, sua figura sombria e imponente, nervos ¨¤ flor da pele, ¨¤ espera de ordens. O olhar profundo e sombrio de Daniel se voltava para Bruno e ordenava: ¡°Investigue, quero saber todos os detalhes do sequestro de Olivia, todas as pessoas envolvidas devem ser meticulosamente verificadas.¡± Uma aura de frieza rodeava Daniel, um frio t?o prante que fazia tremer. Na noite anterior, Olivia escondia alguma coisa, por quem estava tentando cobrir? Ser¨¢ que pensava que algumas mentiras seriam suficientes para me enganar? Uma raiva vulc¨¢nica se sedimentava no intimo de Daniel. A qualquer momento, poderia jorrar e queimar a ¨¢rea. ¡°Sim, senhor, vou investigar imediatamente.¡± Bruno assentiu gravemente e saiu do escrit¨®rio passos r¨¢pidos. Hoje, desde que o Sr. Griera chegou ¨¤ empresa, havia uma baixa press?o ao seu redor, um semnte mais sombrio que o c¨¦u nudo. Durante a reuni?o da manh?, uma s de confer¨ºncias v¨¢rias pessoas teve suas propostas vetadas por Daniel. Todos estavam tremendo, sem ousar dar um ¨²nico suspiro. Bruno, mestre em observar e interpretar o ambiente, notou que a irrita??o e o mau humor de Daniel estavam ligados a Olivia. Ele pr¨®prio se mantinha tenso, sem se permitir erros, para n?o acabar con indente atingido por fogo cruzado. Erao suspeitava, Daniel agora lhe dava a tarefa de investigar o sequestro de Olivia. Definitivamente rcionado a Olivia. Desde que Olivia apareceu no c¨ªrculo de vida de Daniel, o humor de Daniel foi influenciado por Olivia. Antes, nada nem ningu¨¦m afetava seu humor, sempre uma express?o inabal¨¢vel, raramente mostrava raiva ou sorria. A engrenagem do destinoe?ou a girar quando Daniel caiu no celeiro onde Olivia estava escondida. Desde ent?o, suas emo??es podiam ser influenciadas, e a pessoa que tinha esse poder era 10:16 Olivia. Bruno pegou o elevador at¨¦ o t¨¦rreo, e ao abrir a porta, viu a mulher esperando pelo elevador. Surpreso, ele disse um sorriso profissional: ¡°Secret¨¢ria Souza, que coincid¨ºncia, estaval Justamente pensando na senhora e imediatamente voc¨º apareceu na minha frente, mas ¨¦ realmente m¨¢gico.¡± Olivia, ao ver o sorriso profissional de Bruno, ergueu suas defesas imediatamente. Ele, que h¨¢ anos seguia Daniel, era astutoo um macaco. Cada pvra dele, n?o era uma pvra ociosa, tinha substancia. Olivia n?o pode dizer, por enquanto, quais s?o as conota??es de suas pvras. S¨® podia ficar atenta para n?o cair nas armadilhas linguisticas que ele pudesse armar. ¡°Pensando em mim? Ser¨¢ que est¨¢ querendo me recrutar de volta para ser sua assistente?¡± Olivia questionou de prop¨®sito. tinha sido demitida por Daniel e, por isso, deixou o Grupo Griera. Algu¨¦m demitido pessoalmente por Daniel, Bruno certamente n?o teria o poder de recontratar. Olivia fva assim, de forma impec¨¢vel. N?o s¨® prevenia cair na armadilha linguistica dele, mas tamb¨¦m deixava Bruno sem sa¨ªda. Bruno riu e disse: ¡°A secret¨¢ria Souza continua perspicazo sempre, eu j¨¢ cai em suas armadilhas v¨¢rias vezes, ficaria grato s¨® por voc¨º n?o armar mais nenhuma para mim. ousaria eu colocar obst¨¢culos em seu caminho? A senhora est¨¢ procurando pelo Sr. Griera, n?o ¨¦? Ele est¨¢ em seu Escrit¨®rio, pode subir diretamente.¡± Bruno, inteligentemente, n?o responde ¨¤ pergunta se ele vai ou n?o contratar Olivia para voltar e continuar trabalhandoo secret¨¢ria. Em vez disso, isso derruba diretamente as defesas de Olivia. Content ? N?velDrama.Org. Assim, ele mostrou que n?o tinha inten??o de deix¨¢ em uma situa??o em sa, desfazendo tamb¨¦m a pr¨®pria situa??o desconfort¨¢vel em que se encontrav Ele terminou de fr, desceu do elevador, recuou um pouco e deu espa?o para Olivia. Cap铆tulo 989 Cap¨ªtulo 989 Olivia de fato procurava Daniel e s¨® de mencionar seu nome, um panico se instva em seu peito. Bruno cedeu¨Clhe espa?o e ainda permaneceu aodo do elevador, uma postura atenta, esperando¨Ca entrar ¨C momentos antes Olivia ainda conseguia brincar Bruno. Agora, o ambiente tornou¨Cse s¨¦rio e seu cora??o apertou¨Cse ligeiramente. Apesar do receio, entrou no elevador, pois afinal, havia chegado ali e n?o havia raz?o para recuar. Ao ver as portas do elevador se fecharem, Bruno se virou para sair, um sorriso nos l¨¢bios. Olivia viera pessoalmente procurar Daniel, isso talvez melhorasse o animo dele, caso contr¨¢rio, o clima pesado na empresa continuaria tornando o ambiente t?o opressivo que mal se podia respirar. O elevador subiu e ao alcan?ar o ¨²ltimo piso, Olivia saiu e dirigiu¨Cse ¨¤ porta do escrit¨®rio do presidente. Ergueu a m?o, pronta para bater, mas seu cora??o disparou de nervosismo. Chegando l¨¢, havia reunido coragem, mas ao confrontar a ideia de um encontro a s¨®s Daniel, o medo surgiu. Tomou v¨¢rias respira??es profundas, preparou¨Cse mentalmente e, finalmente, decidiu¨Cse a tocar a campainha. Assim que tocou a campainha, a porta de vidro abriu¨Cse automaticamente,o se estivesse sempre pronta para ser aberta. O cora??o de Olivia fica apertado e entra no escrit¨®rio. Ao entrar, um frio no ar invadiu seu ser, fazendo sua pele se arrepiar, e olhando para frente, viu a imponente figura de Daniel sentado em uma cadeira de couro, sua presen?a era imponente e intimidadora. Um par de olhos escuros e profundos estava olhando para ,o se fosse um animal selvagem encarando a presa de perto. Olivia estava nervosa, mas continuou a avan?ar passo a passo. Parou a um passo de distancia da mesa e, tentando contrr seu pavor,e?ou a fr: ¡°Senhor Griera, sou Olivia, secret¨¢ria do Senhor Fontes. Vim discutir os detalhes do contrato anterior. a parceria foi descontinuada e o Senhor Fontes enviou¨Cme para discutir a rescis?o do acordo.¡± Olivia manteve um tom formal e focado nos neg¨®cios. O olhar prante de Daniel n?o deixava seu rosto, profundo e insond¨¢velo um abismo, 1/2 10:17 Capitulo 989 causando uma sensa??o de pavor,o se pudesse cair e se afogar a qualquer momento. ¡°Sente¨Cse para conversarmos.¡± Quando Olivia estava quase incapaz de suportar, a voz grave de Daniel ecoou. Ele levantou¨Cse, sua estatura imponente projetando uma sombra que envolveu Oliviapletamente. Olivia deu dois passos para tr¨¢s medo, observando¨Co se levantar e agora dizer a para se sentar e conversar. Certamente n?o era para sentar¨Cse ¨¤ mesa, mas sim no sof¨¢. Com o cora??o acelerado, Olivia apressou¨Cse at¨¦ o sof¨¢ e sentou¨Cse na poltrona individual. O que acontecera naqu poltrona Na noite anterior, ningu¨¦m sabia melhor do que . A dor e a vulnerabilidade da noite passada n?o eram algo que queria reviver. Inteligentemente, escolheu a poltrona individual, garantindo que ele n?o poderia domin¨¢ novamente. Uma brisa fria se fez sentir ao redor d quando Daniel passou por quando Daniel caminhou para o sof¨¢ de dois lugares aodo direito, pegou a chaleira elegancia e despejou duas xicaras de ch¨¢ com um gesto distinto. Serviu uma x¨ªcara e colocou¨Ca no pequeno m¨®vel ¨¤ sua frente, dizendo uma voz baixa e magn¨¦tica: ¡°Al¨¦m das instru??es do Senhor Fontes, voc¨º veio por vontade pr¨®pria tamb¨¦m?¡± Olivia surpreendeu¨Cse, sua pr¨®pria vontade? Que vontade seria essa? ummpejo de entendimento brilhou em sua mente, as lembran?as da noite anterior, ele sobre no sof¨¢, sem restri??es. Content (C) N?v/elDra/ma.Org. O cora??o de Olivia disparou em rme, sentindo¨Cse extremamente desconfort¨¢vel. ¡°Senhor Griera, eu represento o Grupo Fontes para discutir o contrato.¡± Olivia apressou¨Cse em dizer, nervosa ao ponto de apertar a pasta de documentos que segurava em suas m?os. Cap铆tulo 990 Cap¨ªtulo 990 Nos olhos agitados de Olivia, percebeu que as capas do sof¨¢ haviam sido trocadas, de uma capa de sof¨¢ de veludo cinza¨Cescuro na noite anterior para uma de couro leg¨ªtimo da mesma cor hoje. Property ? of N?velDrama.Org. A troca das capas devia¨Cse, supunha, ¨¤s marcas que haviam deixado sobre o sof¨¢ na noite passada. Pensando nisso, Olivia olhou para cima em panico e se deparou os olhos de Daniel, que eram t?o profundos quanto o c¨¦u estrdo. Seu cora??o, j¨¢ apreensivo, tremeu ainda mais, incapaz depreender as inten??es de Daniel e intimidada p aura perigosa que ele exva. Olivia sentiu um arrepio na espinha e recolheu¨Cse instintivamente atr¨¢s da cadeira. ¡°Eu estava aqui a trabalho¡­¡°. adicionou rapidamente. A linha de vis?o profunda de Daniel estava sempre olhando para ,o se quisesse ver atrav¨¦s d. Aqu aura profunda e afiada se transformou em substancia,o se fosse uma espada de gelo contra a pele, pronta para cortar e sangrar. A pel¨¦ de Olivia formigava, ligeiramente dolorida, suportando uma press?o esmagadora. Quando parecia que n?o poderia mais aguentar, a voz grave de Daniel soou: ¡°voc¨º sempre me procura por alguma raz?o, n?o ¨¦ verdade?¡± Nunca houve uma vez que o buscasse por ele mesmo. As vezes em que agia de maneira carinhosa ou o beijava voluntariamente diante dele, era apenas para ter acesso livre ¨¤ Vi Serenidade e poder ver as crian?as quando quisesse. Ele,o um jovem apaixonado no despertar de seus sentimentos, sentia¨Cse rpensado. por agir assim. Ap¨®s decep??es repetidas, ele havia se tornado mais sereno. Daniel terminou, levantou a x¨ªcara de ch¨¢ ¨¤ sua frente, tomou um gole de ch¨¢ e disse: ¡°Informe ao Grupo Fontes para preparar a multa por quebra de contrato. Tudo ser¨¢ resolvido conforme as penalidades contratuais.¡± Olivia, surpreendida sua abordagem s¨¦ria ao trabalho e A precis?o de sua solu??o, respondeu rapidamente: ¡°Certo, eu frei o Sr. Fontes assim que retornar.¡± Olivia estava prestes a se levantar e sair quando, de repente, pensou que seu celr ainda estava na m?o de Daniel. hesitou, mordendo o l¨¢bio e for?ando¨Cse a sentar novamente, superando o medo do escrit¨®rio e de Daniel. Capitulo 999 esfor?ou¨Cse para sorrir e disse a Daniel: ¡°Na verdade, h¨¢ um assunto pessoal que eu gostaria de discutir voc¨º.¡± A m?o de Daniel que segurava a x¨ªcara de ch¨¢ fez uma pequena pausa, colocando sua x¨ªcara no aparador e levantando os olhos para Olivia: ¡°O que ¨¦?¡± ¡°Voc¨º encontrou meu celr ontem, n?o foi?¡± Olivia perguntou diretamente. Diante de Daniel, rodeios eram in¨²teis; ser direta poupava tempo e evitava irrit¨¢¨Clo. ¡°Ent?o?¡± perguntou Daniel, de forma astuta.. Em vez disso, ele perguntou a Olivia, sentindo¨Cse dumente pressionado. O celr era d, mas Daniel o havia encontrado e n?o havia mencionado devolv¨º¨Clo. pedir diretamente a ele exigia que enfrentasse a imensa for?a intimidadora e opressiva que ele emanava. Mas Olivia precisava recuperar o celr, pois os n¨²meros de telefone armazenados nele eram importancia para . 1. da. ¡°N?o tive acesso ao meu celr o dia todo e at¨¦ para ver as horas est¨¢ dificil. Posso perguntar se voc¨º poderia devolv¨º¨Clo?¡± Olivia perguntou, tentando ser corajosa. Daniel fixou seu olhar profundo n, sem dizer uma pvra. A intensidade de seu olhar deixava Olivia insegura, sem conseguir decifrar seus pensamentos. ¡°Est¨¢ na Vi Serenidade, no escrit¨®rio¡°, disse Daniel ap¨®s um momento. ¡°Entendido. Agrade?o a hospitalidade do Sr. Griera, agora devo ir.¡± Assim que Olivia obteve a resposta, levantou¨Cse rapidamente e partiu. Permanecer no escrit¨®rio de Daniel, ainda na presen?a dele, erao se cada segundo adicional ali fosse perigoso. Depois que Olivia saiu, Daniel n?o a deteve. Ele pegou a chaleira e serviu¨Cse mais uma x¨ªcara de ch¨¢. A x¨ªcara que ele havia preparado para Olivia ainda estava intocada na frente do sof¨¢ de um lugar, sem que uma ¨²nica gota tivesse sido bebida. Cap铆tulo 991 Cap¨ªtulo 991 Danieln?ou um olhar profundo e aparentemente distraido para sua x¨ªcara de ch¨¢. Olivia voltou ao Grupo Fontes eunicou a inten??o de Daniel a Vicente. Vicente ficou muito satisfeito: ¡°¨®timo, vou mandar o departamento financeiro preparar a multa por quebra de contrato agora mesmo, secret¨¢ria Souza, voc¨º se superou mais uma vez, o b?nus deste m¨ºs ser¨¢ generoso.¡± ??? ? ???? Vicente disse isso sorrindo para Olivia. No projeto Em cbora??o o Grupo Griera, n?o s¨® n?o lucraram,o tamb¨¦m ocorreu um grave acidente. Muitas empresas faliram por causa de acidentes graves. desta vez, se n?o fosse p interven??o do Grupo Griera, o Grupo Fontes certamente teria que arcar tudo. Vinte bilh?es, o que significariapensar a totalidade da empresa de eletr?nicos do Grupo Fontes. Diante de dois bilh?es de dres, os poucos milh?es de danos liquidados no contrato eram mais do que uma quantia pequena. Vicente gastou alguns milh?es para se desvincr do acidente e sua empresa p?de continuar operando normalmente, ¨¦ ro que ele ficou feliz. ¡°Obrigada pelo generoso b?nus, Sr. Fontes. J¨¢ que hoje eu me destaquei, posso tirar meio dia folga ¨¤ tarde?¡± Olivia tentou manter seu tom o mais leve possivel. ¡°Voc¨º quer folga?¡± Perguntou Vicente. ¡°Sim, estou exausta do trabalho da manh? e gostaria de descansar um pouco ¨¤ tarde.¡± Olivia respondeu sem hesitar. O sorriso no rosto de Vicente imediatamente ganhou um ar enigm¨¢tico: ¡°Ah, entendo¡­ o trabalho na empresa do Daniel realmente consome multa energia, voc¨º trabalhou duro, secret¨¢ria Souza. V¨¢ descansar ¨¤ tarde, durma o quanto quiser, n?o vou ligar para voc¨º, podel ir.¡± Ao ouvir as pvras de Vicente e ver sua express?o cheia de insinua??es, Olivia corou, percebendo imediatamente que ele havia entendido errado. ¡°N?o ¨¦ isso, Sr. Fontes, eu¡­¡± ¡°Eu entendo, n?o precisa explicar. V¨¢ logo, aproveite o tempo.¡± Vicente a interrompeu, dispensando¨Ca do trabalho. Olivia: n?o disse mais nada, esse tipo de coisa, certeza, quanto mais voc¨º descreve, ¨¦ melhor n?o explicar, Vicente pode pensar o que quiser. saiu do Grupo Fontes e foi direto para a Vi Serenidade, no escrit¨®rio de Daniel. 1/2 10:17 Seu celr estava sobre a mesa do escrit¨®rio. Olivia correu para peg¨¢¨Clo e tentou ligar, mas a t permanecia escura, n?o ligava, Estava desligado. pressionou o bot?o de ligar e o celr ainda tinha 70% de bateria. Ficou ro que seu celr tinha sido desligado intencionalmente. N?o foi Daniel quem o desligou, mas sim o sequestrador gordo de ontem. Porque o gordo tinha pegado o celr d e desligado na frente de Olivia, viu muito ramente. At¨¦ agora, o celr continuava desligado, o que indicava que Daniel n?o tinha ligado ner verificado seu conte¨²do. Caso contr¨¢rio, n?o haveria motivo para Daniel ligar o celr e depois deslig¨¢¨Clo novamente. Algu¨¦m de sua estatura e poder n?o precisaria agir ¨¤s escondidas. Por que ele ligaria o celr d e depois o desligaria? Percebendo que N?o havia nada de errado o celr, Olivia deixou a Vi Serenidade. Assim que e?ou a descer a montanha no carro, o celr tocou. Olivia viu aquele n¨²mero desconhecido, mas familiar, e sentiu seus nervos se tensionarem. Era o n¨²mero de telefone de Gabriel! Gabriel tinha ligado para ! Olivia sentiu repugnancia, ¨®dio e sua respira??o se tornou pesada. tentou se acalmar e atendeu o telefone: ¡°Gabriel, o que voc¨º quer afinal?¡± ¡°N?o precisa ficar t?o nervosa, minha esposa disse que hoje vamos preparar um jantar especial e gostar¨ªamos de convid¨¢ para jantar conosco em casa.¡± Gabriel falou um tom de falsidade.Content ? N?velDrama.Org. Cap铆tulo 992 Cap¨ªtulo 992 ¡°Convidar¨CMe para jantar?¡± Olivia pensou ter mente, achando que tinha ouvido mal. ¡°Sim, minha esposa sabe que voc¨º ¨¦ minha filha, foi muito rude voc¨º e sua m?e antes, eu briguei por um div¨®rcio, agora se arrependeu e quer convid¨¢ para jantar, pedir desculpas e aceitar que voc¨º ¨¦ minha filha.¡± Gabriel falou, enfatizando a pvra ¡®filha¡®. Era um lembrete para Olivia, sobre sua identidadeo sua filha, algo agora reconhecido por todos. ¡°O que tenho a ver isso se voc¨º est¨¢ brincando de se divorciar da sua esposa?¡± Olivia disse desprezo, se n?o fosse p baixeza de Gabriel, preocupada que ele pudesse publicar o v¨ªdeo na inte, nem atenderia o telefone dele. ¡°Voc¨º n?o quer vir jantar?¡± A voz antes hip¨®crita de Gabriel se tornou fria. ¡°Por que eu deveria ir jantar?¡± Olivia disse, contendo a raiva e o desprezo. ¡°Deixe¨Cme dizer assim, ontem ¨¤ noite eu n?o voltei para casa, minha esposa estava checando, eu disse que estava voc¨º, voc¨º ¨¦ minha filha, o que eu poderia fazer? n?o acredita, ent?o quer que voc¨º venha jantar e perguntar se estivemos juntos ontem ¨¤ noite.¡± A voz sombria de Gabriel, sem ser embelezada, diz. O cora??o de Olivia est¨¢ sufocado, a dor ¨¦ t?o forte que est¨¢ sufocando. Tremendo de ¨®dio, apertando o telefone, cerrando os dentes! Gabriel ainda ousava mencionar a noite passada! ele n?o sabia qu?o repugnante e sem moral ele era? ele sabia muito bem o que tinha tentado fazer ontem ¨¤ noite? E ainda usava o fato de ser sua filhao uma desculpa para enganar sua esposa e se livrar das suspeitas! Olivia n?o disse uma pvra, sua respira??o entrava e sa¨ªa da boca¡¯t?o violentamente raiva que cerrou os dentes for?a para n?o se deixar levar por um ataque de f¨²ria. ¡°Agora, vir para o almo?o ¨¦ perfeito, vou enviar o endere?o para voc¨º. Espero v¨º dentro de uma hora, caso contr¨¢rio, o que eu enviarei ser¨¢ algo diferente.¡± A voz repulsiva de Gabriel veio novamente, carregada de amea?as. Depois de fr, ele desligou o telefone. Ele N?o estava medo de que Olivia n?o viesse, ele deu tempo suficiente. Olivia respirou fundo, seus olhos se apertaram, e a m?o que segurava o telefone ficou t?o apertada que queria destrui¨Clo imediatamente. Mas ainda se segurou para n?o quebrar o telefone. 1/2 O erro era de Gabriel, n?o do telefone, o culpado era ele! Ir ¨¤ casa de Gabriel para jantar, ¨¦ isso? iria! precisava encontrar uma oportunidade de obter o endere?o IP da rede da casa de Gabriel. Olivia dirigiu o mesmo carro preto que tinha usado para levar as crian?as ¨¤ esc naqu manh?, seguindo as instru??es do GPS. Meia hora depois, chegou ¨¤ casa de Gabriel. Content ? N?velDrama.Org. Eles moravam em uma mans?o! Para poderprar uma mans?o na Capital, certamente precisava de muito dinheiro. Gabriel era apenas um funcion¨¢rio, seu pequeno sal¨¢rio, n?o seria poss¨ªvelprar uma mans?o na Capital em toda a sua vida. De Onde veio esse dinheiro? N?o era enganando aqus esposas ricas? Olivia tentou esconder a avers?o pesada sob seus olhos. ¡°Ei, Olivia chegou, por favor entre.¡± Mariana saiu ao seu encontro um sorriso quando viu Olivia. Olivia olhou para aquele sorriso ¨¢cido e sentiu que era falso. Mariana se aproximou de Olivia, olhando do rosto d para o carro atr¨¢s: ¡°Olha, isso ¨¦ um Lamborghini, hein? um carro de luxo, muito imponente.¡± Wilma estava na porta, os bra?os cruzados e uma atitude arrogante, zombou: ¡°Imponente? ¨¦ apenas o carro do Daniel. s¨® est¨¢ se aproveitando da luz do Daniel, sem ele, n?o ¨¦ nada.¡± Cap铆tulo 993 Cap¨ªtulo 993 As pvras enterradas de Wilma estavam carregadas de ci¨²me e azedume. Naquele dia, Ao sair do bar, viu os pr¨®prios olhos Daniel abra?ar a cintura de Olivia e beij¨¢ com for?a, num beijo dominador e apaixonado. , na cabine privativa do bar, usou todas as suas artimanhas para seduzir Daniel, quase se jogando em cima dele, e ainda fez quest?o de expor suas qualidades mais orgulhosas para chamar a aten??o dele. Mas ele nem ao menos olhou para , chegando at¨¦ a empurr¨¢ o p¨¦! ao lembrar¨Cse da humilha??o daquele dia, Wilma sentia um fogo de raiva dentro de si. Tudo porque Daniel tinha Olivia no cora??o e n?o tinha espa?o para outra mulher! Era tudo culpa de Olivia! Olivian?ou um olhar frio e indiferente para Wilma, suas pvras eram realmente desagrad¨¢veis e azedas! Gabriel sai e diz a Wilma de uma maneira aparentemente repreensiva: ¡°Isso ¨¦ jeito de fr s convidados? E a primeira vez que Olivia vem ¨¤ nossa casa, seja mais cordial, ¡°Convidado? Que tipo de convidada ¨¦? continuem na falsidade, hum!¡± Wilma resmungou descontente e virou¨Cse para entrar em casa. L¨¢ fora, ainda poderia manter as apar¨ºncias por conta de Daniel, dando a Olivia um tratamento superficial, mas aqui era a casa d; j¨¢ estava sendo generosa por n?o dar um tapa em Olivia, e ainda tinha que ser cort¨ºs? Era um absurdo! fomos n¨®s que mimamos demais, tem o ¡°Olivia, n?o leve a mal, a Wilma ¨¦ uma crian?a que temperamento de uma crian?a, n?oo voc¨º, que ¨¦ gentil epreensiva, e n?o guarda rancor.¡± Mariana disse um sorriso para Olivia, tentando suavizar a situa??o. Na verdade, estava exaltando o fato de que Wilma sempre foi amada e mimada desde crian?a. Enquanto Olivia, que cresceuo uma pessoaum, j¨¢ era uma sorte estar viva, sem o carinho de m?e ou pai, e se n?o fosse s¨¢bia, seria cruelmente castigada p sociedade! Embora Wilma fosse um pouco mais velha que Olivia, Mariana fva na frente de Oliviao se Wilma fosse uma crian?a. n?o era isso uma maneira de insultar Olivia? Essa familia cheia de personagens sinistros tinha suas pr¨®prias m¨¢scaras. Olivia assistiu ¨¤ apresenta??o deles, zombou em seu cora??o e disse: ¡°N?o se preocupem, afinal, nos dias de hoje, ¨¦ tarde demais para educar uma crian?a malcriada. Se eu fosse me importar, estaria apenas trazendo problemas para mim mesma.¡± 10.17 Capitulo 993 Olivia diz que est¨¢ tudo bem, mas suas pvras eram uma critica direta ¨¤ falta de educa??o de Wilma, insultando toda a familia. Please check at N/?vel(D)rama.Org. O sorriso de Mariana congelou, e uma luz feroz cruzou seus olhos. Mas quando virou os olhos para ver Gabriel parado na porta, rapidamente escondeu a luz feroz sob seus olhos. For?ando um sorriso, dizendo: ¡°J¨¢ Est¨¢ tarde, por favor, entre para que possamos come?ar a jantar, aida est¨¢ esfriando.¡± Mariana fez um gesto convidativo. Olivia relutantemente caminhou para dentro da casa. Quase chegando ¨¤ porta, Gabriel deu um passo para odo, ficando dedo na entrada, abrindo espa?o para Olivia passar. Ao entrar, Olivia n?o olhou nem uma vez para Gabriel, indo diretamente para a mesa de jantar. A mesa estava cheia de pratos deliciosos, exndo um aroma tentador. Comida que deveria ser deliciosa, no momento Olivia sente o cheiro, mas seu est?mago revira e tem vontade de vomitar. levanta a m?o, cobrindo a boca para suprimir a vontade de vomitar. ¡°Olivia, voc¨º ¨¦ nossa convidada, sente¨Cse aqui, este ¨¦ o lugar de honra.¡± Mariana se aproximou rapidamente da mesa, puxou uma cadeira e convidou Olivia a sentar¨Cse. Olivia conseguiu contrr a sensa??o de n¨¢usea e, sem hesitar, sentou¨Cse onde Mariana havia preparado. Logo Em seguida, a familia de Gabriel tamb¨¦m se sentou ¨¤ mesa. Enquanto elese?avam a servir¨Cse, Olivia n?o tocou nos talheres, permanecendo sentada, olhando fixamente para frente,o se estivesse distra¨ªda. de repente, Mariana perguntou: ¡°Olivia, o que voc¨º estava fazendo ontem ¨¤ noite seu pai, Gabriel?¡± Cap铆tulo 994 Cap¨ªtulo 994 Mana h¨¢ muito desejava perguntar, contendo¨Cse at¨¦ que Olivia se sentasse ¨¤ mesa de jantar para finalmente fazer a pergunta, pouco the importando se Oliviaeria ou n?o aida da sua casa. Convidar Olivia para jantar era apenas uma desculpa, uma forma de dar uma satisfa??o a Gabriel, se desmascarasse a harmonia for?ada e fosse diretamente ¨¤ casa de Olivia, agarrando¨Ca pelos cabelos para perguntar o que fez Gabriel na noite anterior! Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Gabriel n?o havia voltado para casa na noite passada, e Mariana passou a noite em ro, revirando¨C se na cama. na primeira metade da noite, ligou para ele, sem resposta. na segunda metade, ao tentar de novo, ele havia desligado o celr. Mariana, pensando noportamento conquistador de Gabriel, sabia que, nos anos anteriores, se ele n?o voltava para casa ¨¤ noite, era porque estava outra mulher. O cora??o de Mariana estava queimandoo uma formiga em uma pan quente, ansiosa demais para fazer qualquer coisa a respeito. Finalmente, ao amanhecer, Gabriel retornou. Mariana agarrou¨Co e perguntou onde ele havia estado na noite anterior. Gabriel disse que tinha assuntos a tratar Olivia, que passaram a noite juntos, pois Olivial era sua filha biol¨®gica, o que mais eles poderiam ter feito juntos? Mariana estava c¨¦tica; afinal, n?o havia neg¨®cios entre Gabriel e Olivia que justificassem passarem a noite juntos. Ent?o, Mariana teve uma ideia: sob o pretexto de acolher Olivia, a convidou para jantar, o objetivo de, diante de Gabriel, questionar Olivia sobre o que realmente aconteceu na noite anterior. Mariana lhe perguntou urg¨ºncia e sem rodeios, sem nenhuma dissim??o. A m?o de Gabriel, que segurava o talher, parou, e seu olhar se voltou para Olivia. Ele havia acabado de explicar brevemente a situa??o para Olivia ao telefone e lhe contou o motivo pelo qual Mariana a havia convidado para jantar. Ele esperava que n?o fosse insens¨ªvel ao ponto de dizer algo errado, pois a seguran?a do v¨ªdeo de sua m?e n?o estaria garantida. Quando Mariana fez a pergunta, Olivia, que estava distra¨ªda, virou¨Cse para responder. estava sentada aodo de Gabriel e, ao encarar Mariana, tamb¨¦m notou o olhar frio e amea?ador de Gabriel. A respira??o de Olivia se contraiu de raiva e repress?o e, em vez de responder diretamente ¨¤s 10:18 Capitulo 994 pvras de Mariana, lhe perguntou: ¡°Sou filha de Gabriel, e se estamos Juntos, ¨¦ ro que temos assuntos para resolver. o que mais poder¨ªamos fazer? Ou voc¨º est¨¢ insinuando algo? Gabriel ¨¦ seu marido, e voc¨º suspeita que ele tenha algo impr¨®prio sua pr¨®pria filha? Ser¨¢ que, em seus olhos, a honra dele n?o vale nada?¡± Enquanto fva, n?ou um olhar ir?nico e cheio de ressentimento para Gabriel. aproveitou a oportunidade para, atrav¨¦s da pergunta ret¨®rica a Mariana, insultar Gabriel por sua falta de car¨¢ter. Gabriel percebeu a inten??o por tr¨¢s do olhar d; em casa, ele estava sufocado ps restri??es de Mariana. Ele podia ouvir o insulto de Olivia em suas pvras. na noite anterior, ele quaseeteu um ato vil contra Olivia, mas sabia que n?o era sua filha. Ele estava interessado apenas no corpo jovem d. Agora, era ele quem havia dito a Mariana que Olivia era sua filha e que haviam passado a noite juntos discutindo assuntos. Ele N?o poderia contradizer Olivia e dizer que n?o era sua filha, o que deixaria Mariana ainda mais furiosa. Durante anos, Gabriel viveu reprimido, querendo se divorciar, mas incapaz de faz¨º¨Clo, pois Mariana era muito dominadora. o treinava golpes que o deixavam o nariz e o rosto inchados. Al¨¦m disso, mesmo sendo t?o dominadora, Mariana contrva as finan?as de Gabriel. Um homem, sem controle financeiro, perde sua aura ¨¦ naturalmente fraca. O sorriso de Mariana se tornou tenso por um momento, percebendo que as pvras de Olivia eram de simpatia por Gabriel, sugerindo que estava contrndo¨Co demais. Entretanto, esse homem, Gabriel, se n?o fosse contrdo, era capaz de subir aos c¨¦us! Ele N?o a considerava nem um pouco. Cap铆tulo 995 Cap¨ªtulo 995 Mariana subconscientemente olhou para Gabriel e viu que o rosto dele estava muito ruim. mal¨C humorado, e ele n?o conseguia nemer sua refei??o. Mariana disse: ¡°N?o ¨¦ que eu desconfie que ele tenha algo voc¨º, eu suspeito que ele esteja outra mulher, e voc¨º est¨¢ cobrindo para ele.¡± Mariana explicou que realmente pensava assim, e que por mais que suspeitasse de Gabriel, nunca iria pensar que ele seria t?o baixo a ponto de tocar na pr¨®pria filha. ¡°N?o, est¨¢vamos fndo sobre a Wilma a noite toda¡°. Olivia disse, desviando o olhar para Wilma. Wilma confusa questionou: ¡°O que tem eu?¡± Please check at N/?vel(D)rama.Org. ¡°Voc¨º n?o quer ser a mulher do Daniel? Est¨¢vamos pensando emo fazer para que voc¨º se torne a mulher dele o mais r¨¢pido poss¨ªvel.¡± Olivia disse sem express?o. ainda n?o tinha apagado o v¨ªdeo que estava nas m?os de Gabriel, precisava manter a apar¨ºncia de coopera??o a fam¨ªlia dele, ganhar a confian?a deles para que baixassem a guarda. Caso contr¨¢rio, se Gabriele?asse a suspeitar d, ele poderia mudar o v¨ªdeo de lugar. ¡°Heh¡­¡± Wilma riu: ¡°Voc¨º teria sido t?o bom a ponto de discutir meu pai a noite toda, s¨® para nejaro me fazer a mulher do Daniel?¡± ¡°E o que mais s¨¦ria? papai se preocupa tanto voc¨º,o pode duvidar das inten??es dele?¡± Olivia mal tinha fdo e Gabriel j¨¢ retrucou Wilma, reprimindo sua raiva. Wilma engasgou¨Cse a pergunta e pegou o suco ¨¤ sua frente para beber um gole, tentando esconder o constrangimento. Gabriel, apesar de seus deslizes fora de casa, realmente amava sua filha. Desde pequena, tudo o que queria, Gabriel Dias tentava satisfazer. Mesmo que quisesse ser a mulher do Daniel, Gabriel estava tentando ajud¨¢ a realizar esse desejo. ¡°Ent?o ¨¦ assim, Voc¨ºs encontraram alguma solu??o ¨²til ontem ¨¤ noite?¡± Mariana, ao ouvir que estavam considerando os interesses d, imediatamente ficou animada e ansiosa. Gabriel olhou para Olivia, passando¨Clhe o direito de responder ¨¤ pergunta. ele n?o conhecia Daniel,o poderia responder? Olivia disse: ¡°Pensamos em v¨¢rias maneiras, mas todas s foram andas por n¨®s mesmos. Daniel ¨¦ t?o distinto e perspicaz,o poder¨ªamos conquist¨¢¨Clo m¨¦todosuns? Se o irritarmos, at¨¦ a vida podemos perder.¡± Era verdade, Wilma j¨¢ havia tentado seduzir Daniel uma vez, e ele n?o deu a m¨ªnima para , 10-18 Capitulo 995 ao inv¨¦s disso, a empurrou um chute. Wilma sentiu humilha??o ao lembrar¨Cse daquele fracasso. ¡°Ent?o,o voc¨º conseguiu conquist¨¢¨Clo?¡± Mariana perguntou. Perguntou a Wilma o quanto quisesse, queria perguntar, mas era muito arrogante paral perguntar. Mariana agiuo sua porta¨Cvoz. ¡°Eu? Na verdade, ele caiu do c¨¦u e aterrissou bem ao meudo, por um acidente feliz, e assim me tornei sua mulher.¡± Olivia falou, isso N?o era segredo algum, n?o havia problema em contar¨Clhes. Al¨¦m disso, dizendo isso, eles saberiam que, a menos que Daniel quisesse, nenhum m¨¦todo seria eficaz. ¡°Quer dizer que ele veio at¨¦ voc¨º?¡± Mariana disse, desd¨¦m: ¡°Daniel ¨¦ o rei do poder na Capital, inating¨ªvel e orgulhoso,o ele poderia se interessar por uma caipira exndo simplicidade rural como voc¨º?¡± ¡°Exatamente, ele caiu das alturas, e eu apenas aproveitei a oportunidade.¡± Olivia respondeu. ¡°Voc¨º¡­¡± Mariana ficou sem pvras de raiva. Cap铆tulo 996 Cap¨ªtulo 996 Mariana hesitou por um momento, mas ainda assim n?o conseguiu engolir a raiva provocadal por Olivia. Com a f¨²ria contida,n?ou um olhar a Wilma: ¡°Eu acho que voc¨º deve monitorar Daniel o tempo todo, para ver quando ele vai cair do c¨¦u e te dar uma oportunidade.¡± *O paradeiro de Daniel ¨¦ desconhecido por todos, nem o monitorar eu posso, muito menos ver seu rosto.¡± Wilma j¨¢ estava carregando um sentimento pesado de derrota ap¨®s o ¨²ltimo tracasso. pensou que ao convidar Olivia para sua casa, poderia derrot¨¢. No entanto, Olivia, sua lingua afiada, aparentemente d¨®cil, acabou por inmar o conflito dentro da familia de tr¨ºs pessoas. Primeiro foi o conflito do Gabriel a Mariana, e agora ele est¨¢ provocando um conflito entre e a Mariana, N?o ¨¦ de se admirar que Olivia tenha sido capaz de enfrentar Daniel, n?o era t?o f¨¢cil quanto parecia. ¡°a culpa ¨¦ do seu destino, mesmo que Daniel caia do c¨¦u, n?o seria ao seudo que ele cairia¡°, disse Mariana sarcasmo. *Contar outra mulher para se tornar apanheira de Daniel, vejo que ¨¦ mais dif¨ªcil que escr aos c¨¦us¡°, disse Mariana,n?ando um olhar enviesado a Olivia. Era uma insinua??o de que n?o tinha inten??o sincera de ajudar. Quem n?o gostaria de ser a mulher de Daniel? Eo Olivia poderia desistir t?o facilmente agora que tinha o Daniel o qual todas as mulheres sonhavam? So porque Gabriel e seu pai, ajudaria por conta desse?o familiar? Isso ¨¦ pura ilus?o. ¡°M?e,o voc¨º pode dizer isso? por que eu n?o poderia?¡± Wilma desejava demais ser a mulher de Daniel e qualquer um que jogasse ¨¢gua fria n a deixava desconfort¨¢vel Incluindo sua propria m?e, que lhe causava irrita??o. Com raiva, disse: ¡°Voc¨º n?o sabe que papai est¨¢ fazendo de tudo para me ajudar¡­¡± Content (C) N?v/elDra/ma.Org. ¡°Wilma, n?o discuta sua m?e!¡°, interrompeu Gabriel severamente. Wilma parou e olhou para Gabriel para ver sua express?o s¨¦ria e seus olhos de advert¨ºncia. conteve o que estava prestes a dizer em sinal de desafio. Gabriel tinha algo contra a m?e de Olivia e vinha amea?ando¨Ca para que ajudasse Wilma a conquistar Daniel. Gabriel havia instruido que sua m?e n?o soubesse disso desde o inicio. Portanto, Mariana n?o sabia que Gabriel tinha for?ado Teresa e gravado um v¨ªdeo para amea?ar Olivia. Se descobrisse o que aconteceu entre Gabriel e Teresa agora, certamente ficaria furiosa. ¡°Tudo bem, eu n?o vou fr mais. Papai e Olivia discutiram a noite toda, tudo para me ajudar a me tomar a mulher de Daniel e eu agrade?o muito a voc¨ºs. Especialmente a Olivia¡°, disse Wima, lan?ando um olhar invejoso e afiado para Olivia. Dicendo pvras de agradecimento a Olivia, mas um olhar de odio que mal podia esperar cara matar Divia. Quanto a hipocrisia desta familia, Olivia ja estava acostumada e n?o se surpreendia mais. ¡°Percebi que Olha ainda n?oeu nada, ser¨¤ que aida da minha casa n?o lhe agrada? Vou ¨¤ cocinha preparar uma sobremesa para voc¨º¡°, disse Wilma, levantando¨Cse e indo para a Gabriel voltou a si, passou a m?o nas costas de Mariana, consndo¨Ca gentilmente: ¡°Calma, Mariana, n?o fique zangada. Ja expliquei a situa??o para voc¨º, ontem realmente discuti Olviao fazer Wilma se aproximar de Daniel¡± ¡°Uma noite inteira e realmente n?o chegaram a nenhum resultado?¡± perguntou Mariana, duvidosa. ¡°Voc¨º n?o conhece a frieza e indiferen?a de Daniel. fui hospitalizado duas vezes, ambas por ordem de Daniel se n?o nejamos bem, Wilma pode at¨¦ perder a vida¡°, disse Gabriel s¨¦rio para Mariana. As sobrancelhas de Mariana se franziram e uma pitada de panico apareceu em seus olhos. Mariana era a sua ¨²nica filha e, desde pequena, sempre fora acarinhada e protegida em m?os. suas definitivamente n?o queria que Wilma perdesse a vida em busca de conquistar um homem. Mas tamb¨¦m quer que Wilma conquiste Daniel, afinal de contas, Daniel ¨¦ t?o bom, est¨¢ no topo da piramide do homem, conquist¨¢¨Clo equivale a conquistar o mundo.. 1000 Quando um se destaca, todos ao seu redor se beneficiam. Sua familia inteira gozaria do reflexo de sua gl¨®ria, desfrutando de riqueza e prestigio. Cap铆tulo 997 Cap¨ªtulo 997 ¡°Bem, isso tamb¨¦m ¨¦ verdade, para se tornar a mulher do Daniel, ¨¦ preciso nejar bem.¡± Mariana mudou de tom por causa da seguran?a da filha. No entanto, ainda estava c¨¦tica e perguntou a Olivia: ¡°Voc¨º realmente est¨¢ disposta a deixar Daniel ir pelo bem do seu parentesco?¡± Olivia hesitou por um momento e olhou para Gabriel. Gabriel baixou o olhar e tocou no nariz. Esse gesto significava que ele estava remorso. Olivia sabia que Gabriel n?o havia contado a Mariana sobre as sujeiras que ele havia feito e ainda a mantinha no escuro. ele e sua filha conspiraram juntos, mantendo Mariana no escuro, isso realmente era demais. ¡°Voc¨º pode n?o saber, mas eu s¨® quero a crian?a, se Wilma se tornar a mulher do Daniel, talvez eu consiga levar a crian?a.¡± Olivia escondeu a verdade por Gabriel novamente. Mas por dentro, tremia de ¨®dio. Quando excluir o video, far¨¢ que Gabriel pague o pre?o! Mariana,o se tivesse entendido de repente, sentiu¨Cse aliviada. ainda estava duvidosa sobre as inten??es de Olivia,o poderia desistir de Daniel, um partido t?o bom, pelo Gabriel, um pai irrespons¨¢vel? Ent?o, Daniel n?o a queria nem lhe dava filhos, agora s¨® queria recuperar a cust¨®dia da crian?a. Olivia era t?o t quanto sua m?e, desistindo de riqueza e status por causa de uma crian?a. Realmente, mulheres do interior, mesmo que ts! Mariana riu mentalmente de Ol¨ªvia e Teresa, que sa¨ªram do quarto. ¡°Olivia, venhaer, vamoser. Esses pratos foram todos feitos especialmente paral voc¨º.¡± Olivia ficou enojada ao ver aqu carne, era um mgre n?o vomitar,o poderiaer? pegou o celr, abriu um video curto e viu que n?o havia rede. Levantando os olhos calmamente, disse: ¡°Qual ¨¦ a senha do WiFi daqui? Estou entediada, quero assistir alguns videos.¡± Gabriel disse o nome e a senha do WiFi de casa. Olivia digitou e se conectou, sentindo uma mistura de surpresa e nervosismo, mas esfor?ou¨Cse 09:41 M Capitulo 997 para manter a calma e contrr a excita??o interior. Na cozinha, Wilma cortou um peda?o de bolo de chocte, pronta para servir. De repente, viu um monte de coco de cachorro preto e fresco no ch?o da cozinha.Please check at N/?vel(D)rama.Org. Wilma ficou furiosa, prestes a xingar o c?ozinho que ele tinha em casa por fazer suas necessidades em todo lugar. As pvras sa¨ªram de sua boca e, de repente, o no the veio ¨¤ mente. Olhando para o bolo em sua m?o, fez uma careta: ¡°Olivia ainda quer bolo? Ser¨¢ que o bolo deles era t?o f¨¢cil deer assim? segurou o nojo e usou os hashis para colocar um pouco do coc? no meio do bolo. Depois de tudo, levou o bolo para fora, chegou perto de Olivia, colocou o bolo na mesa e disse sorrindo: ¡°Olivia, experimente este bolo de chocte, ¨¦ muito gostoso, ¨¦ a minha sobremesa favorita. Hoje,o vi que voc¨º veio, cortei especialmente para voc¨º, experimente, ¨¦ realmente delicioso.¡± Olivia olhou para Wilma e pegou o bolo da mesa. Cap铆tulo 998 Cap¨ªtulo 998 Olivia realmente estava fome, na hora do caf¨¦ da manh?, por causa da presen?a de Daniel sentiu uma press?o imensa, o que a fezer muito pouco. J¨¢ eram duas da tarde e ainda n?o tinha almo?ado. N?o sentia apetite pida disposta na mesa, mas o bolo de sobremesa que Wilma trouxe despertou a secre??o das suas glands salivares. A fome era um aspecto, por outrodo, tinha desenvolvido recentemente uma predile??o por doces, e o aroma deles fazia o seu est?mago roncar. Segurando um peda?o de bolo de chocte, Olivia estendeu a m?o para pegar o garfo que estava espetado nele. Wilma ainda estava aodo de Olivia, observando¨Ca prestes aer, um sorriso amig¨¢vel no rosto, mas por dentro estava radiante de orgulho. a,a, Olivia, essa caipira que veio do interior, voc¨º s¨® mereceer merda!¡± Logo, voc¨º vai provar o sabor da merda! Depois deer merda, voc¨º ainda ter¨¢ que me agradecer por pegar o bolo para voc¨º. Haha, Olivia, tentarpetirigo? voc¨º ainda ¨¦ muito inexperiente! Wilma estava se divertindo esperando que Olivia pegasse o bolo e o levasse ¨¤ boca quando, de repente, viu a m?o d se soltar do garfo. Olivia estendeu o bolo em dire??o a : ¡°J¨¢ que ¨¦ o seu bolo favorito, Wilma,o eu poderial ter a ousadia de pegar algo que voc¨º gosta tanto? Voc¨º mesma cortou, deve ser porque querer. Fique com ele.¡± Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Olivia ofereceu o bolo a Wilma, um sorriso nos l¨¢bios, mas um olhar extremamente frio e prante. Seu olhar frio carregava uma avalia??o cuidadosa. n?o ousava confiar facilmente em nenhum membro da Fam¨ªlia Dias. Wilma tinha acabado de manifestar antipatia por , tentando diminu¨ª a cada oportunidade. tinha acabado de ir ¨¤ cozinha e de repente se tornou t?o am¨¢vel? O sorriso no rosto de Wilma, embora amig¨¢vel, era permeado por uma hipocrisia que Olivia achava repulsiva. Olivia n?o estava lidando a fam¨ªlia Dias p primeira vez e podia ver atrav¨¦s de sua falsa cordialidade. Quanto mais eles tramavam e nejavam contra algu¨¦m, mais caloroso e bem¨Cintencionado parecia o seu sorriso. E quando Wilma ofereceu o bolo, n?o s¨® falou de maneira agrad¨¢vel, mas tamb¨¦m seu sorriso era brilhante, fazendo que parecesse muito calorosa. Quanto mais era assim, mais suspeito se tornava. Ser¨¢ que o bolo estava envenenado? De maneira alguma Olivia aceitaria o que Wilma lhe oferecia de animo leve. O sorriso no rosto de Wilma congelou por um momento, mas foi t?o r¨¢pido que foi dificil de capturar. Depois, ares de quem queria o bem de Olivia, disse: ¡°Estou na minha pr¨®pria casa, posso cortar e comer quando quiser. voc¨º ¨¦ a convidada, eu cortei especialmente para voc¨º. n?o se acanhe,a logo.¡± ¡°Eu n?o queroer, melhor voc¨ºer.¡± Olivia continuou empurrando o bolo para a frente. quase colocando¨Co na boca de Wilma. Wilma recuou rapidamente. temendo que o bolo tocasse sua boca, a express?o sorridente desmoronou, e disse, ramente descontente: ¡°Como voc¨º ¨¦ assim? eu cortei o bolo boa inten??o para voc¨ºer, se voc¨º n?o querer, tudo bem, mas n?o precisa ser t?o insistente!¡± Ningu¨¦m sabia melhor do que o que havia sido misturado naquele bolo. Como poderiaer um bolo que tinha merda misturada? Olivia insistiu em n?oer, ser¨¢ que estava sentindo algo estranho? Isso seria impossivel havia misturado a merda bem no meio do recheio do bolo, onde n?o era visivel externamente, e para disfar?ar o cheiro, ainda tinha borritado uma camada de raspas de chocte por cima. Como Olivia poderia ter notado? Maso poderia n?o oer se n?o tivesse percebido, por que se recusaria aer? ¡°Eu Estou sendo insistente ou h¨¢ algo errado o bolo?¡± Olivia perguntou um rosto serio. Cap铆tulo 999 Capitulo 999 A partir do movimento inconsciente de recuar um passo que fizera h¨¢ pouco, Olivia tinha certeza de que havia algo errado aquele bolo. Ea ja suspeitava, Wilma n?o poderia estar sendo t?o cordial . Com um olhar fugidio e tom de voz firme, Wilma cravou: ¡°Esse bolo foi minha m?e quem fez. o que poderia estar errado? Eu vi que voc¨º n?o tinha almo?ado e, por pura bondade, fui ¨¤ cozinha cortar um peda?o de bolo para voc¨º. voc¨º n?o querer e ainda me acusa sem raz?o, eu que gostaria de saber, o que voc¨º est¨¢ insinuando?¡± ¡°Se n?o h¨¢ problema algum, ent?oa um pouco na minha frente, caso contr¨¢rio,o posso saber que realmente n?o h¨¢ problema? Olivia levantou¨Cse e se aproximou de Wilma. Insistindo para que Wilmaesse. ¡°Eu disse que n?o queroer ainda, estou querendo almo?ar.¡± Wilma ficou vermelha e ramente irritada. Mas Seus passos recuaram mais dois ao ver Olivia levantar¨Cse. Um receio t?o evidente. Olivia sabia bem, o bolo que segurava era um peda?o que n?o se deviaer. er o bolo antes do almo?o tamb¨¦m serve. Disse Olivia, levando o bolo ¨¤ boca de Wilma, insistindo para que esse. Wilma se apressou em inclinar a cabe?a para tr¨¢s para evitar a todo custo. ¡°Pronto, ¨¦ apenas um bolo, n?o ¨¦?¡± Gabriel se levantou, o rostoprado, caminhou at¨¦ ao lado de Olivia e tirou o bolo de suas m?os. Oinou para Wilma, que estava visivelmente contrariada, e depois para Olivia, dizendo: ¡°Wilma raramente oferece bolo ou serve pratos para algu¨¦m, e at¨¦ hoje, eu,o pai, nunca fui agraciado com um prato servido ou um bolo cortado por . se cortou suas pr¨®prias m?os e voc¨º n?o querer, eu ficarei mais do que feliz em¨º¨Clo.¡± Gabriel realmente adorava sua filha Wilma. Embora tivesse muitas mulheres, Wilma era sua ¨²nica filha. Se n?o cuidasse de Wilma, de quem cuidaria? Olivia olhou para Gabriel sem express?o e disse: ¡°J¨¢ que estou implorando por isso, ent?o Com a permiss?o de Olivia, Gabriel pega o garfo, pega um peda?o e o leva ¨¤ boca. ¡°Papai¡­¡± Wilma fica rmada e vai cham¨¢¨Clo imediatamente. ¡°O que foi?¡± Gabriel perguntou, a boca cheia de bolo, de maneira um tanto embda. 09:41 Capitulo 999 Wilma franziu a testa e, nervosa, engoliu em seco, sentindo um arrepio na nuca e uma sensa??o de n¨¢usea no est?mago, disse: ¡°N?o ¨¦ nada, so me del conta de que nunca the perguntei se fez algo, de agora em diante, lembrarei de servir mals pratos para voc¨º¡­¡± Wilma disse, olhando para Gabriel olhos de culpa. Gabriel sorriu aliviado ao ouvir as pvraspreensivas da filha: ¡°Com essa sua promessa, j¨¢ me sinto satisfeito.¡± Content ? N?velDrama.Org. E continuouendo o bolo avidamente. Wilma observou Gabrieler todo o bolo e engoli¨Clo, enquanto sentia o conte¨²do do seu est?mago subir para a garganta. Para n?o ser descoberta, rapidamente inventou uma desculpa para ir ao banheirovar o rosto. Meu Deus, seu pai haviaido a porcaria que preparou e ainda estava agradecendo feliz. Wilma sentia¨Cse culpada em r??o A Gabriel, mas n?o podia dizer a verdade. Olivia observou friamente enquanto Gabriel e Wilma faziam uma encena??o de pai e filha. Seu rosto estava sem express?o e seu cora??o estava frio. Essa familia apenas a fazia sentir¨Cse falsa, repugnante! Agora que j¨¢ tinha obtido o IP da rede da familia Dias, n?o havia mais raz?o para ficar. Olivia se virou e disse: ¡°Continuemendo, tenho que trabalhar ¨¤ tarde, vou indo.¡± colocou o celr no bolso ee?ou a andar em dire??o ¨¤ saida. Cap铆tulo 1000 Cap¨ªtulo 1000 ¡°Posso te panhar at¨¦ em casa,¡± disse Gabriel, levantando¨Cse. Ao ouvir que Gabriel queria panh¨¢, Olivia sentiu um aperto no cora??o e seu corpo inteiro se encheu de caut. n?o precisava de forma alguma que Gabriel a panhasse. Ser¨¢ que ele estava tentando amea?¨¢ novamente? ¡°¨¦ s¨® um pulo daqui, para que panhar? Senta ee, disse Mariana desgosto, segurando o pulso de Gabriel e fazendo¨Co sentar¨Cse novamente. Diante da atitude impositiva de Mariana, Gabriel n?o teve muito o que dizer. por uma quest?o t?o trivial, iniciar outra discuss?o e ter que enfrentar as rema??es d novamente n?o valeria a pena. Gabriel sentou¨Cse de m¨¢ vontade. Mariana enfiou os talheres em sua m?o: ¡°Continueendo.¡± Gabriel desmaiou, t?o cansado de Mariana que n?o via a hora de se afastar d. Mas ele estava preso ps garras d. Sem dinheiro, n?o era nada. Teve que reprimir seu nojo e continuar a fingir um casamento feliz,partilhando a refei??o . Olivia apressou¨Cse para fora da casa dos Dias, entrou no carro e saiu rapidamente. Assim que se afastou do territ¨®rio dos Dias, dirigindo p estrada asfaltada e vazia, Olivia finalmente rxou a tens?o que mantinha. Sua respira??o reprimida tamb¨¦m se aliviou. Segurando o vnte, apertou as m?os, contendo a tens?o e a excita??o que sentia por dentro. Agora, o n¨²mero de telefone de Gabriel e o ip da rede dos Dias em m?os, so precisaval encontrar Heitor e pedir para ele hackear o celr eputador de Gabriel e apagar o v¨ªdeo. Ent?o poderia se libertar, n?o ser mais amea?ada por Gabriel, e sua m?e n?o teria que enfrentar o tormento psicol¨®gico de um possivel vazamento do video. Property ? of N?velDrama.Org. Olivia olhou para o rel¨®gio: eram duas e meia da tarde. Heitor sairia da esc em uma hora e meia. decidiu procurar um restaurante para almo?ar antes de ir buscar as crian?as na pr¨¦¨Cesc; o tempo seria justo. Olivia viu que havia um restaurante japon¨ºs perto da esc. 1/2 09:42 Ent?o dirigiu para l¨¢. Depois de fazer seu pedido, sentou¨Cse ¨¤ espera daida ee?ou a olhar para o celr sem muito interesse. ¡°Senhor, tenha um bom dia, esperamos v¨º¨Clo novamente,¡± ouviu a voz cortes do gar?om atr¨¢s d. Olivia n?o prestou muita aten??o e continuou o celr at¨¦ que uma sombra alta parou aodo de sua mesa, escurecendo a t do aparelho. Olivia virou¨Cse e viu a figura esguia do homem, cujo rosto ameno e sorriso leve transmitiam uma sensa??o de gentileza e conforto. ¡°Rodrigo!¡± Olivia exmou, surpresa. Com um sorriso suave nos l¨¢bios finos, Rodrigo disse: ¡°Srta. Souza, que coincid¨ºncia.¡± ¡°Sim, uma grande coincid¨ºncia,¡± disse Olivia. havia escolhido o restaurante ao acaso e n?o esperava encontrar Rodrigo ali. ¡°Posso me sentar?¡± Os olhos de Rodrigo indicaram o assento ¨¤ sua frente. Olivia respondeu educadamente: ¡°¨¦ ro¡°. Rodrigo se sentou em frente a , e o gar?om se aproximou e encheu seu copo de ¨¢gua. Rodrigo bebeu um gole, segurando o copo transparente dedos longos, que pareciam mais alongados atrav¨¦s do vidro. Ele pousou o copo na mesa, mas n?o o soltou, segurando¨Co as duas m?os enquanto olhava para Olivia e disse: ¡°Ontem ¨¤ noite, voc¨º escondeu de Daniel quem te sequestrou. por qu¨º?¡± Ele estava querendo perguntar isso a Olivia h¨¢ algum tempo, mas n?o havia tido al oportunidade. Acontece que ele n?o perdeu essa grande oportunidade de perguntar sobre os verdadeiros acontecimentos. Olivia deu um leve svanco quando os eventos da noite passada foram trazidos ¨¤ tonal novamente, o sentimento de medo e desespero reviveu e sua respira??o ficou um pouco presa. Cap铆tulo 1001 Cap¨ªtulo 1001 segurou A m?o sobre a mesa, apertando levemente, e disse a Rodrigo Melo: ¡°Ontem, obrigada por ter ficado ao meudo.¡± Se n?o fosse por Rodrigo ter dito que viu apenas aquele Teodoro sequestrando¨Ca, Daniel Griera certamente n?o desistiria t?o facilmente e continuaria investigando at¨¦ o fim. ¡°eu j¨¢ disse que se voc¨º tiver qualquer dificuldade, pode contar a minha ajuda, n?o precisa agradecer,¡± Rodrigo falou s¨¦rio. ¡°Ent?o, pode me dizer por que?¡± Olivia Souza cerrou as sobrancelhas, escondia o fato de ter sido sequestrada por Gabriel Dias porque temia que a viol¨ºncia sexual que sua m?e sofreu nas m?os dele fosse revda, trazendo controv¨¦rsia e escandalo. Mas agora que estava enfrentando Rodrigo, ser¨¢ que poderia lhe contar a verdade? poderia confiar nele? Eles haviam se encontrado apenas algumas vezes, ele era realmente confi¨¢vel? E se revsse tudo a ele, e a situa??o de sua m?e ser estuprada por Gabriel, e os videos que ele tem em m?os, viessem ¨¤ tona? Sua m?e n?o suportaria mais nenhum golpe. tamb¨¦m n?o podia se arriscar, nem um pouco.Content ? N?velDrama.Org. Em breve, poderia apagar o que Gabriel tinha em m?os, em breve, tudo se acalmaria, e neste momento cr¨ªtico, n?o podia permitir maisplica??es. Ap¨®s uma intensa luta interna, Olivia disse: ¡°A pessoa que voc¨º viu me levando para o quarto era meu pai, Gabriel. Ele se desviou do caminho, aceitou dinheiro de outras pessoas para fazer favores. Se Daniel descobrir, o resultado ser¨¢ terr¨ªvel, ele ¨¦ meu pai afinal, e eu quero dar¨Clhe uma chance de se redimir.¡± ainda escolheu ocultar a verdadeira raz?o, pois se tratava da vida de sua m?e, realmente n?o podia correr riscos. Al¨¦m disso, a raz?o que deu era suficiente para convencer. terminou de fr e parou, olhando para Rodrigo. Ele n?o disse nada, aqueles olhos calorosos um sorriso, naquele momento, olhavam seriedade,o se estivessem julgando a veracidade de suas pvras. Olivia, sob o olhar s¨¦rio dele, sentiu sua respira??o desacelerar e tamb¨¦m achava dificil manter contato visual. Justo Quando estava prestes a desviar o olhar, o gar?om chegou para servir aida. 1/2 para 09:42 Capitulo 1001 interrompendo a linha de vis?o entre Olivia e Rodrigo, proporcionando¨Clhe uma sa¨ªda natural. disse: ¡°Sr. Melo, vamoser juntos.¡± Rodrigo falou: ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio, eu j¨¢i, estou satisfeito, podeer.¡± Disse, acenando educadamente a cabe?a para o gar?om. Depois que o gar?om colocou a refei??o no prato, ele saiu a bandeja. ¡°¨¦ correto valorizar a fam¨ªlia, mas se focar demais nisso, pode ser exagerado, qualquer um que cometa erros deve receber o castigo merecido.¡± Olivia, sentindo¨Cse culpada, baixou a cabe?a e mordeu o hashi, dizendo: ¡°Eu sel.¡± ningu¨¦m odiava Gabriel mais do que , desejava que ele fosse reduzido a cinzas! Mesmo odiando¨Co tanto, ainda tinha que ajud¨¢¨Clo e proteg¨º¨Clo. Seu desamparo e conflito interno eram ipreensiveis para os outros. Assim que o v¨ªdeo nas m?os de Gabriel fosse apagado, poderia contra¨Catacar. ¡°o que eu falei voc¨º da ¨²ltima vez, voc¨º j¨¢ pensou a respeito?¡± Rodrigo perguntou De repente. Olivia n?o conseguiu panhar a mudan?a de assunto e olhou para ele confusa. ¡°O no de fugir do Daniel,¡± Rodrigo disse em voz baixa,o um lembrete. Essa era uma quest?o que Sergio Griera havia confiado a ele antes de sua morte, e tamb¨¦m estava em seu testamento. Como o melhor amigo de Sergio, Rodrigo tinha que cumprir seu ¨²ltimo desejo. Olivia congelou, surpresa. Com tantas coisas acontecendo nos ¨²ltimos dias, e sempre lidando Gabriel, quase se esqueceu do no de levar as crian?as para longe de Daniel. ¡°O que foi, agora est¨¢ hesitante e n?o quer mais ir?¡± Rodrigo viu que estava at¨®nita e perguntou com um levantar de sobrancelhas. Cap铆tulo 1002 Cap¨ªtulo 1002 Olivia sentiu um toque em seu cora??o e voltou ¨¤ realidade, bn?ando a cabe?a, disse: ¡°N?o¡± ¡°N?o?¡± Rodrigo, confusa, n?o entendeu se o ¡°n?o d significava n?o querer ir embora ou n?o ter pensado em partir. Da ¨²ltima vez, dodo de fora do bar, ele havia deixado ro para que queria deixar Daniel e n?o foi em v?o que Sergio havia lutado por sua vida e n?o havia decepcionado Sergio. ¡°Eu ainda tenho uma coisa importante para fazer. Assim que terminar isso, nejarei todo o meu cora??o levar os filhos e ir embora.¡± Olivia falou uma voz suave e s¨¦ria. A sombra psicol¨®gica que Danieln?ou sobre Na noite anterior n?o era menor que a dos sequestradores que a capturaram. Daniel era um dem?nio, precisava sair logo. S¨® Deixando¨Co poderia ter sua pr¨®pria vida. Rodrigo recebe uma resposta afirmativa e acena a cabe?a: ¡°me de seu celr, vou colocar meu n¨²mero nele, e voc¨º pode me contatar sempre que precisar.¡± Sem hesitar, Olivia tirou o celr e entregou a ele. Rodrigo digitou seu proprio n¨²mero e fez uma chamada, seu celr tamb¨¦m tocou. Assim, ambos agora tinham o n¨²mero de telefone um do outro. Entregando o telefone de volta a Olivia, Rodrigo se levanta, pronto para sair. ¡°Como voc¨º estava no hotel ontem?¡± Olivia perguntou de repente. Os encontros d Rodrigo tinham sido coincid¨ºncias demais. Parecia que toda vez que tinha algo, coincidentemente o encontrava. Esses poucos encontros foram realmente uma coincid¨ºncia? Rodrigo parou em seus passos, virou¨Cse e olhou para Olivia, que continuavaendo casualmente, como se a pergunta que fez n?o tivesse vindo d. ¡°Um amigo estava l¨¢, eu fui visit¨¢¨Clo e por acaso passei por l¨¢ e te encontrei.¡± Rodrigo disse. ¡°Se voc¨º nem pode fr a verdade,o posso confiar em voc¨º?¡± Olivia falou enquantoia, seu tom de voz sem osc??es,o se estivesse fndo de algo banal. Mas o que disse era um assunto importante: a confian?a ¨¦ o mais importante na r??o entre as pessoas. Rodrigo estava preparado para sair, mas ap¨®s ouvir a pergunta d, sua express?o se tornou 1/2 Capitulo 1002 mais s¨¦ria e ele voltou, sentando¨Cse novamente ¨¤ frente d. continuouendo, sem sequer levantar os olhos para olh¨¢¨Clo. Sua atitude j¨¢ mostrava a determina??o de que precisava de confian?a. se ele n?o conseguisse sua confian?a, n?o o procuraria para pedir ajuda. Depois de um momento de conveni¨ºncia, Rodrigo decidiu ser honesto. ¡°Eu fui investigar aquele hotel e por acaso encontrei voc¨º sendo sequestrada.¡± Foi ent?o que Olivia levantou os olhos, olhando para ele d¨²vida: ¡°Investigando? Voc¨º n?o ¨¦ um empres¨¢rio?¡± ¡°Al¨¦m de empres¨¢rio, eu tamb¨¦m sou um jornalista de noticias sociais, uma identidade. secreta que poucas pessoas conhecem. se essa minha faceta fosse descoberta, muitos inimigos viriam atr¨¢s de mim.¡± Para ganhar a confian?a de Olivia, Rodrigo teve que revr sua identidade oculta. Olivia ficou surpresa, a boca ligeiramente aberta, os olhos fixos nele surpresa. Ele parecia t?o culto e refinado, dificil de imaginar que ele tivesse uma identidade t?o significativa. Investigar os fen?menos obscuros da sociedade e report¨¢¨Clos significava enfrentar grande press?o e o risco de perder a vida. Please check at N/?vel(D)rama.Org. ¡°Como assim, n?o acredita?¡± Rodrigo viu a express?o de surpresa d e perguntou em retorno. Olivia rapidamente engoliu aida em sua boca, bn?ando a cabe?a, disse: ¡°N?o ¨¦ isso, estou apenas surpresa, n?o esperava que voc¨º tivesse essa outra identidade.¡± ¡°N?o quer saber o que eu descobri?¡± Rodrigo perguntou. Olivia franziu as sobrancelhas, mas n?o disse nada. ¡°Teodoro e Gabriel estavam conspirando, prejudicando muitas mulheres naquele hotel. o propriet¨¢rio do hotel, o gerente geral, tamb¨¦m sabia, mas por causa dos neg¨®cios. permitiu as a??es de Teodoro e Gabriel. Eu N?o consegui encontrar provas, mas consegui uma grava??o em que o propriet¨¢rio do hotel admite.¡± Rodrigo explicou. Cap铆tulo 1003 Cap¨ªtulo 1003 Ele havia recebido uma miss?o de seus superiores: algu¨¦m havia denunciado anonimamente que havia algo obscuro acontecendo no hotel da Montanha de Lamina, um funcion¨¢rio do hotel chamado Teodoro e um forasteiro chamado Gabriel estavam trabalhando juntos para gr muitas mulheres. Pediam aos jornalistas que expusessem o hotel e descobrissem a verdade. Rodrigo havia se disfar?ado de h¨®spede do hotel na noite anterior, mas na realidade estava l¨¢ para investigar. Como n?o estava no momento do incidente, foi dificil encontrar evid¨ºncias. Por coincid¨ºncia, ele encontrou Gabriel sequestrando Olivia para um quarto. Rodrigo conseguiu uma chave do quarto e estava prestes a invadir para salvar Olivia, quando s¨® encontrou Teodoro: Gabriel j¨¢ havia fugido. Naqu visita de ontem, inicialmente ele n?o conseguiu obter provas relevantes, at¨¦ que testemunhou o sequestro de Olivia. No entanto, o incidente Olivia n?o poderia ser divulgado, pois prejudicaria sua reputa??o. Ele ent?o encontrou uma maneira de descobrir as pvras do propriet¨¢rio do hotel e as gravou, o que j¨¢ era a prova mais poderosa. Os olhos de Olivia brilharam por um momento; havia percebido ontem, durante a troca entre Teodoro e Gabriel, que os dois haviam prejudicado muitas mulheres. Quando Rodrigo disse isso, coincidiu exatamente a conversa que ocorreu entre Teodoro e Gabriel na noite anterior. Olivia acreditou nas pvras de Rodrigo ee?ou a respeitar sua profiss?oo jornalista de noticias sociais. Se ele expusesse esseserciantes desumanos, ele pode evitar que mais pessoas inocentes sejam vitimadas no futuro. Como n?o respeitar tamanha justi?a e bondade? ¡°Obrigada, n?o s¨® por mim, mas tamb¨¦m por aqus que n?o conhe?o,¡± disse Olivia a Rodrigo sinceridade e de todo o cora??o. um sorriso se formou nos l¨¢bios de Rodrigo, que disse: ¡°Vamoser. Com a barriga cheia. voc¨º pode fazer o que quiser.¡± Dito isso, Rodrigo se levantou e partiu. Olivia abandonou suas suspeitas sobre Rodrigo ee?ou a confiar nele. Ele era um bom amigo de Sergio e n?o lhe faria mal al¨¦m disso, seu pr¨®prio trabalho era ajudar pessoas em sofrimento. Como ele poderia ter m¨¢s inten??es? Capitulo 1003 Depois de terminar sua refei??o, Olivia foi para a creche. faltavam apenas quinze minutos para a sa¨ªda. ficou na porta e esperou, os dez minutos de espera foram incrivelmente longos para Olivia. quer desesperadamente encontrar Heitor e fazer que ele remova o que Gabriel est¨¢ segurando. O tempo passava, segundo a segundo. Content ? N?velDrama.Org. Finalmente, a creche encerrou as atividades. Os primeiros a sair foram os pequeninos da turma de infantil. Olivia esperou dedo, observando os pais buscarem seus filhos, at¨¦ que chegou a hora da turma de Heitor. De longe, viu seus quatro filhos e seguindo a professora em dire??o ¨¤ sa¨ªda. Ao ver seus quatro queridinhos, um sorriso finalmente brotou nos l¨¢bios de Olivia. Olivia ¨¦ a primeira da f, esperando para pegar seus filhos. A professora conduziu as crian?as e, quando viu que Olivia era a primeira da f, chamou os nomes de Heitor, Joel, Iria e In¨ºs. Na ¨²ltima vez em que Ol¨ªvia e F¨¢bio tinham ido juntos buscar as crian?as, a professora havia reconhecido Olivia e ficou aliviada ao entregar as crian?as a . ¡°M?e, eu trouxe o tablet!¡± Heitor, sua mochilinha nas costas e passinhos apressados, correu em dire??o a Olivia. Heitor havia passado o dia todo pensando em ajudar sua m?e. Olivia tamb¨¦m estava ansiosa; havia esperado muito tempo por esse momento, para que Heitor a ajudasse a deletar os v¨ªdeos no celr e noputador de Gabriel. segurou a m?ozinha de Heitor e disse: ¡°Vamos, mam?e vai levar voc¨ºs ao parque.¡± As crian?as seguiram felizes ao seudo. De repente, um ve¨ªculo preto, imponente e imponente, aproximou¨Cse. Ao ver o carro, Olivia parou bruscamente. Cap铆tulo 1004 Cap¨ªtulo 1004 O carro parou aodo de Olivia e das crian?as. A porta se abriu e um sapato preto brilhante tocou o ch?o, seguido por uma perna de cal?a de terno impec¨¢vel. apenas um p¨¦, e j¨¢ exva uma nobreza que fazia a respira??o se tornar tensa. Em seguida, um homem de estatura alta e postura imponente apareceu no campo de vis?o de Olivia, emanando uma for?a intimidadora. Seu rosto bonito erao um jade precioso uma aura de f¨¦nix e drag?o. O sol batendo em seu rosto bem definido o cobria uma camada de luz dourada. Frio e distante, t?o inacess¨ªvel que instintivamente inspirava medo. Era Daniel! Ao ver Daniel, o cora??o originalmente animado e feliz de Olivia tremeu violentamente, segurando a m?o de Heitor, inconscientemente apertada for?a, olhando nervosamente para Daniel se aproximar. Hoje haviabinado de levar as crian?as para a esc e tamb¨¦m de busc¨¢s. Por que Daniel tinha aparecido de repente no port?o da esc? Ele n?o confiava n para buscar as crian?as? O cora??o de Olivia apertou, e olhou para Daniel a respira??o suspensa. Seus olhos profundos e escuros olharam para , aqu escurid?o sem fim fez a respira??o de Olivia ficar ainda mais ofegante. inconscientemente apertou mais a m?ozinha de Heitor. As sobrancelhas infantis de Heitor se franziram de dor e ele levantou a cabecinha para olhar para Olivia: ¡°Mam?e, o que aconteceu? Voc¨º me apertou e doeu.¡± Property ? of N?velDrama.Org. Olivia imediatamente voltou a si, olhando para Heitor, apressada em dizer: ¡°Desculpe, mam?e n?o foi cuidadosa.¡± mam?e est¨¢ nervosa porque vai pedir ajuda a Heitor mais tarde?¡± Iria, um sorriso no rosto e sua voz infantil suave, falou. Iria, essa pequena gulosa, havia prometido a Olivia que guardaria segredo, mas ¨¤ tarde j¨¢ estava prestes a esquecer a promessa feita naqu manh?. Olivia sabia que Iria era um pouco desligada. Ao ouvir as pvras de fra, seu cora??o disparou, preocupada a possibilidade de Daniel descobrir algo, apressou¨Cse em resolver a situa??o e disse: ¡°mam?e ainda n?o est¨¢ muito boa com o software, queria pedir a ajuda de Heitor o trabalho. Iria, N?obinamos de Capitulo 100 n?o expor as fraquezas da mam?e?¡± Olivia falou um tom brincalh?o e repreendedor para Iria. conseguiu desviar o segredo de pedir a Heitor para apagar um v¨ªdeo para uma defici¨ºncia sua no trabalho. tinha deixado a universidade no segundo ano e n?o chegou a se formar, aprendendo o que precisava para os dois ¨²ltimos anos na pr¨¢tica, no mundo real. Mas todo esse software de trabalho e outras coisas, tem que trabalhar e n?o tem tempo para estudar. Tinha dificuldades, mas aproveitava o tempo livre para aprender online. falou assim para esconder o que realmente queria pedir a Heitor. Para evitar que as crian?as estragassem tudo. Iria ouviu Olivia fr sobre todas essas coisas novas, que nunca tinha ouvido antes, e seus olhos brilhantes piscaram algumas vezes, confusos. Aquele olhar inocente era simultaneamente tolo e ador¨¢vel. Joel, que era mais esperto e sempre parecia mais velho do que realmente era, entendeu rapidamente o que a m?e queria dizer e deu um toque no bra?o de Iria, lembrando¨Ca: ¡°isso mesmo, irm?zinha, mam?e acabou de dizer que n?o devemos rir d por n?o saber muito sobreputadores, voc¨º j¨¢ esqueceu?¡± Iria virou seu rostinho redondo em dire??o a Joel, uma express?o confusa. Joel discretamente piscou para , sinalizando que deveria ficar esperta, ou o segredo que prometeram guardar a m?e estaria perdido. Vendo Joel piscar desesperadamente, Iria ainda estava um pouco confusa: ¡°Joel, voc¨º tem areia no olho? Por que voc¨º est¨¢ piscando tanto?¡± Joel: ¡°¡­¡­¡± minha irm?zinha s¨® entende quando as coisas s?o ¨®bvias demais. Olivia: ¡°¡­¡­¡± Cap铆tulo 1005 Cap¨ªtulo 1005 sentiu o cora??o apertar; estava acabado, Iria escolheu exatamente o pior momento para se distrair, diante de Daniel, que poderia descobrir alguma coisa, e seu no de apagar o video estava prestes a enfrentar problemas. Iria olha para Joel por um momento, vendo sua express?o s¨¦ria e piscante, e depois olhou para Heitor, vendo as sobrancelhas infantis de seu irm?o franzidas em preocupa??o. Iria n?o entendia por que todos tinham express?es t?o s¨¦rias, fazendo que tamb¨¦m come?asse a se sentir inquieta. Inocentemente, olhou para Daniel, querendo perguntar o que estava acontecendo. Ser¨¢ que tinha feito algo errado? Inclinando a linha de vis?o, um vislumbre do belo rosto gdo de Daniel, cercado por uma aura sombria e fria, a sensa??o de opress?o ¨¦ muito forte. Os olhos ros e grandes de Iria se arregram, piscou, e suas longas pestanas tremram como as asas de uma borboleta, percebendo tardiamente a situa??o. havia prometido ¨¤ m?e que manteria segredo e n?o deixaria o pai saber que o irm?o Heitor estava ajudando a m?e. E acabou fndo demais. Contra os olhos negros e perscrutadores de Daniel, Iria sua voz doce e infantil esreceu: ¡°Papai, eu n?o disse nada, n?o mencionei que a mam?e, estando t?o grande, ainda n?o sabe usar o computador e precisa da ajuda do irm?o para cuidar do trabalho. voc¨º n?o ouviu nada.¡± Dizendo isso, suas duas m?ozinhas gordinhas cobriram a boca, mostrando que sabia manter segredos. Se n?o fosse p perspic¨¢cia de mam?e agora mesmo, confundindo a mente de Iria, teria realmente revdo o segredo. Heitor: ¡°. Iria, na verdade, explicou o equivalente a se revr. Felizmente, n?o se lembrava do que a m?e havia pedido para manter em segredo naqu manh?. In¨ºs: estava confusa, n?o falou nada e nem sabia qual era a situa??o. seu olhar inocente e bobo era adoravelmente pateta. A aura opressiva de Daniel finalmentee?ou a rxar um pouco. Seus Olhos profundos se voltaram para Olivia. Olivia, que tinha acabado de suspirar aliviada, encontrou o olhar de Daniel e seu cora??o apertou novamente. 09:43 Capitulo 1005 A voz grave de Daniel disse: ¡°Vamos levar as crian?as de volta primeiro.¡± Olivia congelou um pouco, depois assentiu apressadamente: ¡°Sim, eu vou lev¨¢¨Clos agora mesmo.¡± estava prestes a levar Heitor para o seu pr¨®prio carro quando Daniel a segurou pelo pulso sua grande m?o. A m?o ¨¢spera dele transmitia uma sensa??o de for?a.. Olivia sentiu O cora??o apertar, olhou para ele e se chocou seu olhar dominador e assertivo. ¡°Voc¨º deixa seu carro o motorista, voc¨ºs todos v?o no meu carro,¡± disse Daniel de forma irrefut¨¢vel. ¡°Eu quero ir no carro da mam?e, quero que a mam?e dirija,¡± Heitor disse, olhando para Daniel seus olhinhos pretos e inocentes, tentando argumentar. ¡°Todos no meu carro. Acaso sua m?e n?o estar¨¢ ao seudo?¡± Daniel retrucou. ¡°Mas eu quero estar a s¨®s a mam?e, para ensin¨¢ sobre o software¡­¡± Heitor falou a voz um pouco mais baixa. N?o se tratava realmente de ensinar software a , mas de usar ticas de hacking. Paral esconder isso do pai, ele disse ¡°ensinar o software a ¡± uma voz fraca. Na opini?o de Daniel, Heitor estava preocupado ele zombando de Olivia, e essa preocupa??o delicada era uma forma de proteg¨º. Ele falou: ¡°Pode ensinar, ningu¨¦m vai dizer nada.¡± Content (C) N?v/elDra/ma.Org. Dizendo isso, ele olhou para Olivia, que sentiu o seu olhar e baixou a cabe?a culpa, sem coragem de encar¨¢¨Clo. Daniel pensou que estava envergonhada, medo de ser menosprezada por ele. Ele disse: ¡°Eu sou uma pessoa t?o irracional assim? Aprender ¨¦ apenas isso, n?o h¨¢ nada vergonhoso nisso.¡± Olivia sentiu um frio no cora??o, levantou os olhos, incr¨¦d, olhando para Daniel, Cap铆tulo 1006 Cap¨ªtulo 1006 Daniel n?o notou suas diferen?as e a apoiou em seus estudos sem discrimin¨¢ e menosprez¨¢? Olivia n?o entendia Daniel, ¨¤s vezes era t?o cruel que parecia n?o se importar os sentimentos d, outras vezes era t?o gentil epreensivoo se quisesse passar a vidal inteira aodo d. O humor vol¨²vel e insond¨¢vel de Daniel era algo que ningu¨¦m jamaispreendera, que dir¨¢ algu¨¦m de posi??o t?o inferior quanto ? Cheia de emo??es conflitantes, Olivia desviou o olhar, evitando encontrar os olhos de Daniel. disse a Heitor: ¡°Heitor, vamos pegar o carro do seu pai, podemos fr sobre o aplicativo a qualquer momento, n?o h¨¢ pressa.¡± Olivia disse isso, olhando seriamente para Heitor. Heitor tamb¨¦m capta cuidadosamente a express?o no rosto de Olivia. Ao ver a express?o grave e s¨¦ria de mam?e, realmente n?o podia deixar que papai soubesse de seu segredo e, se deixasse Heitor ajudar agora, papai certeza descobriria. Ent?o, teria que esperar at¨¦ que papai estivesse fora da cidade para conseguir sua ajuda. Heitor entendeu o recado da m?e e assentiu maturidade: ¡°Sim, est¨¢ bem, quando chegarmos em casa, voc¨º vem ao meu quarto e eu te ensino direitinho.¡± ¡°Certo.¡± Olivia afagou a cabe?a de Heitor. Os quatro filhos entraram no carro, sentados no banco de tr¨¢s, enquanto Olivia se odaval no assento do passageiro e Daniel dirigia. Durante o percurso, o interior do carro estava silencioso. As crian?as, normalmente tagars. estavam surpreendentemente cdas,portando¨Cse bem no banco de tr¨¢s, sem dizer uma pvra. Olivia sentou¨Cse no copiloto, os olhos sempre voltados para a frente, as m?os segurando o cinto de seguran?a, sem nem mesmo ousar olhar para odo de Daniel seu brilho. Daniel, por sua vez, segurava firmemente o vnte, uma postura nobre e intimidadora, dirigindo o carro de maneira suave. Logo chegaram ¨¤ Vi Serenidade, Olivia desceu do carro e as crian?as tamb¨¦m sa¨ªram, rapidamente pegou as m?os das crian?as e as panhou para dentro do hall. Assim que entrou, Heitor puxou a m?o de Olivia na dire??o do seu quarto: ¡°M?e, vamos ao meu quarto, ¨¦ mais silencioso l¨¢¡­¡± ¡°Troque de roupa, vamos a um encontro social.¡± A voz imponente e incontest¨¢vel de Daniel SOOU. Capitulo 1006 Olivia, apressada para panhar os passos de Heitor, parou, achando que o tinha ouvido mal, e se voltou para Daniel, perguntando. ¡°Um encontro social?¡± Olivia perguntou, confusa. Heitor tamb¨¦m foi for?ado a parar, seus olhos jovens e inocentes fixos em Daniel. ¡°Sim, suba e vista algo adequado para conhecer um anci?o.¡± Disse Daniel. ¡°Mas pai, eu marquei primeiro a m?e, vou ensin¨¢ a usar oputador, a lidar o trabalho d, voc¨º n?o pode me tirar !¡± Heitor disse insatisfeito. Seu rosto jovem e expressivo estava s¨¦rio e determinado, exibindo um ar de autoridade que lembrava Daniel, mesmo sendo t?o jovem. No entanto, diante do charme maduro de Daniel, a presen?a de Heitor parecia insuficiente. Daniel disse: ¡°Voc¨º marcou , e eu n?o sabia? Todos ospromissos d precisam passar por mim e serem aprovados. entendeu?¡± ¡°Por que precisa da sua permiss?o?¡± Heitor desafiou. ¡°Porque ¨¦ minha mulher!¡± Daniel derou autoritariamente. Heitor: ¡°M?e ¨¦ d mesma!¡± ¡°Voc¨º me deve uma surra!¡± O belo rosto de Daniel desceu em majestade gda. ¡°Voc¨º ¨¦ quem deve uma surra!¡± Heitor discute ele. Tremendo de medo, Olivia rapidamente puxou Heitor para odo e tentou acalm¨¢¨Clo: ¡°Est¨¢ bem, est¨¢ bem, parem de brigar, Heitor. Fa?a sua li??o de casa primeiro, eu vou seu pai encontrar um anci?o, e quando voltarmos, eu vou at¨¦ voc¨º para voc¨º me ensinar, tudo bem?¡± ¡°Mas m?e, o papai disse que voc¨º ¨¦ dele, voc¨º n?o ¨¦ nossa m?e tamb¨¦m?¡± Heitor disse, magoado. Olivia sentia O nariz arder e uma amargura profunda no cora??o, at¨¦ as crian?as podiam perceber sua tristeza. , uma pessoa viva e respiram¨Cte, havia se tornado uma propriedade privada de Daniel, sem qualquer direito ¨¤ autonomia. Content ? N?velDrama.Org. Mas o que poderia fazer? Cap铆tulo 1007 Cap¨ªtulo 1007 tocou a cabecinha de Heltor amargura e tristeza e o consolou: ¡°¨¦ ro que a mam?e ¨¦ a sua mam?e, seja boazinha e fa?a a li??o de casa primeiro, a mam?e voltar¨¢ logo. T¨¢ bom, mam?e, volta logo.¡± Heitor s¨® se mostrava o mais suave e infantil na presen?a de Olivia. ¡°Hum.¡± Olivia concordou. Observando Heitor e os outros tr¨ºs filhos entrarem em seus quartos, se virou para encarar o olhar profundo de Daniel. se estabilizou, perguntando calmamente: ¡°Vamos encontrar Que tipo de pessoa? Assim posso decidir o que vestir. ¡°O Filho de um amigo do meu av?, um magnata dos neg¨®cios internacionais, Igor Carneiro.¡± Disse Daniel. Ent?o era uma reuni?o o filho do amigo do Velho Sr. Griera, ainda por magnata dos neg¨®cios. cima um Sendo o filho de um amigo do Velho Sr. Griera, estaria no mesmo n¨ªvel que o pai de Daniel, portanto, um anci?o. Quando voc¨º vai se encontrar os anci?os de um gigante dos neg¨®cios, a vestimenta n?o poderia ser muito discreta, mas tamb¨¦m n?o muito chamativa. Ser¨¢ que Daniel foi repentinamente at¨¦ a porta da esc s¨® para lev¨¢ a um encontro social? Olivia De repente entendeu por que Daniel estava na porta da esc.. casar c Mas n?o conseguia entender, se Daniel n?o pretendia se , nem lhe dar qualquer status, por que ainda a levaria para encontrar o filho do amigo do Velho Sr. Griera? Normalmente, um homem s¨® leva uma mulher para o seu c¨ªrculo social, apresentando¨Ca aos parentes importantes, se ele reconhece essa mulhero sua namorada ou noiva, e tem nos para um futuro juntos, certo? Please check at N/?vel(D)rama.Org. Agora tinha uma posi??o embara?osa, apenas sendo a m?e dos filhos de Daniel, nem sua namorada, nem sua noiva. ele at¨¦ disse que nunca a casaria nesta vida. ¨¦ apenas uma ferramenta para ele resolver suas necessidades f¨ªsicas, e ele pode descart¨¢ a qualquer momento quando a novidade passar. Com uma identidade t?o insignificante, por que ele a levaria para conhecer um anci?o t?o importante? 1/2 Olivia tinha suas d¨²vidas, mas n?o perguntou, pols, perguntar s¨® a faria sentir¨Cse mais desconfort¨¢vel. j¨¢ havia perguntado a Daniel v¨¢rias vezes se ele pretendia se casar , para dar aos filhos umrpleto, e as respostas sempre foram ilus¨®rias, dizendo que nunca poderia entrar para a familia Griera nesta vida. Ent?o aprendeu a li??o e nunca mais fez tais perguntas ts. Olivia encontrou um vestido de grife no arm¨¢rio do segundo andar. O vestido era de um bege simples, uma g boneca conservadora, um pouco abaixo dos joelhos. O estilo do vestido parecia discreto e contido, mas era uma marca de prestigio. Encontrar um magnata internacional exigia algo mais do que roupas de feira. fez uma maquiagem suave, prendeu o cabelo atr¨¢s da cabe?a, exibindo um pesco?o longo e elegante, e cal?ou sapatilhas brancas. estava simples, elegante, limpa e graciosa. Irradiava uma aura de pureza e elegancia inata. Descendo as escadas, viu Daniel esperando no sof¨¢. Seu olhar se voltou para , seus olhos profundos a fixaram enquanto se aproximava. Foi s¨® quando passou na frente dele que ele desviou a linha de vis?o, levantou¨Cse e disse em voz grave: ¡°Vamos¡± Daniel deu um passo fino e saiu, Olivia respirou fundo e o seguiu. Na verdade, n?o queria encontrar o filho do amigo de Velho Sr. Griera, nem ir at nenhum encontro social. s¨® queria que Heitor apagasse o video das m?os de Gabriel o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Mas Daniel sempre por perto, n?o tinhao passar o n¨²mero do celr de Gabriel e o endere?o IP de sua casa para Heitor Eliminar o video nas m?os de Gabriel era uma tarefa que precisava ser feita de uma s¨® vez, sem falhas, pois qualquer erro poderia alert¨¢¨Clo, e ele poderia mover o video para outro lugar, tornando a tarefa ainda mais dificil. Ent?o, decidiu esperar at¨¦ voltar para fr Heitor sobre a elimina??o do video, para evitar complica??es desnecess¨¢rias. Cap铆tulo 1008 Cap¨ªtulo 1008 Deniel levou Olivia para o sal?o de banquetes do Grupo Mendes International Hotel. O local da festa estava decorado num estilo antigo, at¨¦ mesmo exposi??es de f¨®sseis, e no meio do sal?o havia uma longa mesa retangr que, em circunstancias normais, deveria estar repleta de uma variedade deidas deliciosas para um buffet. No entanto, o que estava exposto eram diversas pe?as de jade e pedras preciosas, incluindo pendentes, braceletes, pingentes e v¨¢rios outros tipos de ornamentos. N?o se assemelhava a uma festa, mas sim a uma feira de antiguidades. As pessoas que estavam trocando cartas no local eram todos homens de neg¨®cios de prest¨ªgio, todos bem vestidos ternos, vestidos de maneira cara e decente e, entre as trocas, eles tamb¨¦m seguiam as regras educadas entre os literatos. Olivia seguia aodo de Daniel, aliviada por ter escolhido a roupa certa para a ocasi?o, evitando vestidos chamativos. Caso contr¨¢rio, teria se tornado o centro das aten??es, algo que n?o lhe agradava, pois preferia manter um perfil discreto e diminuir a pr¨®pria presen?a. ¡°Sr. Daniel, voc¨º chegou.¡± Rayan Mendes se aproximou um ar acolhedor, iluminando o rosto ao ver Olivia aodo dele e soltando um sorriso aliviado. ¡°Olivia, que alegria a ver novamente.¡± Rayan suspirou aliviado, feliz por n?o ter se envolvido em nenhum problema na noite anterior, caso contr¨¢rio, Daniel n?o o perdoaria. Olivia acenou a cabe?a em sinal de cumprimento, sem dizer uma pvra. Vicente Fontes havia lhe dito que Rayan ligara na noite anterior em busca de seu n¨²mero de telefone. Provavelmente, Rayan pretendia lev¨¢ para casa e se surpreendeu ao perceber que havia desaparecido. Com certeza foi Rayan quem notificou Daniel sobre o seu desaparecimento.. Caso contr¨¢rio,o Daniel, estando em viagem De neg¨®cios, apareceria de repente not hotel ao p¨¦ da Montanha de Lamina, trazendo consigo tantas pessoas em tamanha urg¨ºncia? ¡°Sr. Daniel, Igor est¨¢ na caixa/esperando por voc¨º, eu o levarei at¨¦ l¨¢.¡± Rayan revira os olhos e se dirige a ele seriedade. Guiados por Rayan, Daniel seguia uma presen?a marcante e intimidadora, fazendo que Rayan parecesse apenas um jovem guia. Content ? N?velDrama.Org. Atravessando o sal?o de banquetes, a nobreza inata de Daniel atra¨ªa a aten??o de v¨¢rios empres¨¢rios, que se limitavam a observ¨¢¨Clo discretamente, sem ousar serem indiscretos. Olivia caminhava atr¨¢s dele, a cabe?a levemente baixa, consciente dos olhares vindos de todas as dire??es, sabendo que n?o eram dirigidos a , mas sim a Daniel. Essa sensa??o de estar no centro das aten??es, tamb¨¦m experimentou, mas tamb¨¦m fol gra?as ¨¤ luz de Daniel. ¡°Sr. Carneiro, o Sr. Griera chegou.¡± Rayan abriu a porta da s privativa, recebendo Igor um sorriso caloroso. Ao ver Daniel entrar, Igor rapidamente se levantou. De estatura alta e ombrosrgos, apesar de estar na meia¨Cidade, tinha poucas rugas e um rosto quebinava gentileza a profundidade dos anos vividos. Sua maturidade conferia¨Clhe um charme e uma beleza masculina. Durante a juventude, tamb¨¦m era muito atraente. ¡°Daniel, depois de tantos anos, voc¨º se tornou ainda mais charmoso.¡± Igor aproximou¨Cse, segurando os ombros de Daniel uma express?o amig¨¢vel e trocando cumprimentos. ¡°O Sr. Carneiro continua t?o distinto quanto antes.¡± Disse Daniel. cinco anos atr¨¢s, ap¨®s um ferimento, Daniel acabou no celeiro onde Olivia estava e eles tiveram um encontro ¨ªntimo. Posteriormente, ele a procurou, acreditando erroneamente que havia morrido. durante seu tratamento no exterior, manteve contato frequente Igor. Daniel e Igor eramo irm?os de gera??es diferentes. As pvras de Daniel cairam, Olivia olhou incr¨¦d para Daniel, o sempre sorridente, frio e insens¨ªvel Daniel, iria elogiar outra pessoa? Olivia estava t?o rarao se tivesse visto o sol sair do oeste. ¡°Haha, Daniel, voc¨º aprendeu a ser mais conversador, isso ¨¦ ¨®timo. Prefiro isso ¨¤ sua habitual seriedade e sil¨ºncio, agora voc¨º parece mais cheio de vida.¡± Igor riu abertamente, dando uma tapinha no ombro de Daniel. ¡°Venha c¨¢ sentar¨Cse, tenho algumas coisas para lhe perguntar.¡± Igor voltou ao seu assento e fez sinal para que Daniel se aproximasse. Daniel sentou¨Cse em frente a ele, enquanto Olivia, um tanto deslocada, apenas o seguiu, ficando de p¨¦ ao seudo. parecia um servi?al discreta, aodo de Daniel para atender aos seusandos a qualquer momento. ¡°Senhora, por favor, sente¨Cse tamb¨¦m, n?o h¨¢ raz?o para cerim?nias. sente¨Cse aodo de Daniel, n?o h¨¢ problema.¡± Igor,o um anci?o bondoso, dirigiu¨Cse a Olivia, aliviando o seu constrangimento. Cap铆tulo 1009 Cap¨ªtulo 1009 Please check at N/?vel(D)rama.Org. sentou¨Cse constrangida aodo de Daniel. O gar?om aodo servia vinho nos copos ¨¤ frente deles. At¨¦ mesmo a ta?a de vinho na frente de Olivia est¨¢ cheia de vinho tinto, e Olivia sorri e acena para o gar?om em sinal de educa??o. Enquanto isso, Daniel, Rayan e Igor n?on?aram sequer um olhar ao gar?om. Depois que os copos foram servidos vinho, Igor foi o primeiro a erguer seu copo, olhando para Daniel um sorriso e disse: ¡°n?o vais apresentar a b senhora ao teudo?¡± Ao ouvir Igor pedir a Daniel para apresent¨¢, o cora??o de Olivia apertou, desviou o olhar nervosamente para o perfil de Daniel, sentindo¨Cse ansiosa sobreo ele a apresentaria. ¡°Minha ex¨Csecret¨¢ria, Olivia,¡± disse Daniel. Uma frase curta, sem pvras adicionais. N?o era a namorada, nem a noiva, e muito menos a m?e de seu filho, apenas sua ex¨Csecret¨¢ria Olivia! Seuportamento era t?o frio quanto antes, o cora??o de Olivia cai for?a,o se estivesse pendurada em um penhasco e fosse repentinamente empurrada para fora dele, prestes a ser pulverizada a queda e o afundamento habituais do cora??o. Embora soubesse que n?o era nada na frente dele, depois de ouviro ele se apresentava para os outros, o cora??o de Olivia ainda estava t?o apertado que at¨¦ a respira??o do¨ªa. retirou o olhar desapontado, as m?os sobre suas pernas tremiam um pouco, levantou a m?o para segurar o copo ¨¤ sua frente, tentando se acalmar. ¡°Ent?o voc¨º ¨¦ a Olivia,¡± disse Igor, seus olhos brilhando de curiosidade e surpresa ao olhar para Olivia: ¡°J¨¢ ouvi fr de ti, ¨¦s uma figura lend¨¢ria. Gostas de beber? Que tal Umi brinde?¡± Igor j¨¢ havia ouvido fr no exterior atrav¨¦s do Velho Sr. Griera sobre o filho solteiro de Daniel, aqu mulher que lhe deu qu¨¢druplos! Mas Daniel n?o tinha n¨®s de se casar . Chamar Olivia de ex¨Csecret¨¢ria de Daniel era menos exato do que dizer que era a m?e dos filhos dele. ) Essa r??o, se dizer pr¨®xima a Daniel, ¨¦ a mais pr¨®xima que h¨¢; se dizer distante, sem casamento, n?o h¨¢ r??o alguma. 1/2 Bapih 1000 Olivia estava de baixo astral, quando ouviu as pvras de Igor, n?o soubeo responder por um momento, sua m?o j¨¢ segurava o copo de vinho e recusar pareceria uma afronta. Olivia for?ou um sorriso e ergueu o copo, brindando Igor: ¡°¨¦ uma honra beber o Sr. Carneiro.¡± ¡°S¨® per essa tua frase, eu tamb¨¦m devo beber at¨¦ o fim, eu bebo tudo, e tu ficas ¨¤ vontade,¡± Igor riu abertamente, bebendo todo o seu vinho de uma vez. Olivia percebeu isso e, se n?o terminou a bebida,mentou que Igor tivesse sido t?o educado . respirou fundo, decidida a terminar de beber todo o conte¨²do do copo de uma s¨® vez. Quando levantou a m?o para levar o copo aos l¨¢bios, a borda do copo tocou sua boca, e a m?o que segurava o copo foi de repente segurada p m?o grande de Daniel. Cap铆tulo 1010 Cap¨ªtulo 1010 Olivia hesitou por um instante, olhando inconscientemente para Daniel, cujo rosto atraente era o habitual. Ele pegou a bebida de suas m?os e olhou profundamente para Igor do outrodo da mesa. Please check at N/?vel(D)rama.Org. ¡°Depois tem que voltar ao trabalho, ent?o eu bebo este vinho.¡± Ao terminar de fr, Daniel esvaziou o copo de vinho em um gole. Olivia ficou at?nita,pletamente surpresa o fato de Daniel segurar a bebida para . A raz?o ainda era que tinha que voltar ao trabalho mais tarde, preocupado que pudesse ficar b¨ºbada e atrasar suas tarefas. Ser¨¢ que era porque Heitor tinha dito antes que a esperaria em casa, para ensin¨¢ a usar o software de trabalho e lidar as tarefas assim que voltasse? Olivia n?o conseguia discernir se Daniel tinha interceptado a bebida porque temia que Heitor esperasse por muito tempo e acabasse voltando apenas para ficar b¨ºbada e n?o s¨®bria o suficiente para aceitar que Heitor a ensinasse sobreputadores. Ele ainda estava puramente preocupado a possibilidade de ficar b¨ºbada. Naquele momento, o que realmente importava para Daniel era seu filho Heitor ou mesma? Depois de um segundo de surpresa, Olivia recuperou a consci¨ºncia. ro que Ele se importava o filho,o poderia ser ? Se realmente se importasse , n?o a faria passar por situa??es embara?osas e dolorosas repetidas vezes, sem se importar seus sentimentos, a ponto de tortur¨¢ at¨¦ a morte. ¡°Bom, Daniel, se voc¨º beber, tanto faz.¡± Igorn?ou um olhar significativo a Olivia, el depois sorriu calorosamente para Daniel. Quando Olivia voltou a si, viu o sorriso de Igor, intrigante e significativo, um toque de ambiguidade. Era evidente que ele estava saboreando silenciosamente o drama entre Daniel e . Os olhos de Olivia se dtaram por um momento, sendo alvo de fofocas t?o descaradas e silenciosas sobre seu rcionamento Daniel, e por algu¨¦m mais velho, era uma novidade para . Olivia se sentiu desconfort¨¢vel, querendo explicar que n?o havia nada entre e Daniel, mas sem sabero. ¡°Nosso Sr.Daniel finalmente floresceu. N?o sei quem era que espalhava que o Sr.Daniel n?o gostava de mulheres, mas agora est¨¢ ro, o rumor caiu por terra.¡± Rayan, sentado 10:41 outrodo da mesa, falou um sorriso, olhando para Igor e depois um olhar de admira??o para Daniel e Olivia. Erao se estivesse olhando para um casal de rec¨¦m¨Ccasados, um olhar caloroso de felicita??es. Rayan n?o tinha tocado no assunto, mas assim que ele o fez, o desconforto interno de Olivia se transformou em inquieta??o e constrangimento. permaneceu aodo de Daniel, sem nunca ter sido reconhecidao sua mulher desde o in¨ªcio, e ele nunca a havia apresentado publicamenteo tal. ficou aodo dele,o se fosse um segredo, e as pessoas sempre brincavam isso. A dignidade de Olivia parecia ter ca¨ªdo no ch?o, sendo pisada sem pensar, e seu couro cabeludo estava formigando de vergonha. *ro que o Sr.Griera gosta de mulheres, ele teve uma noiva, Elisa Abreu, e sua secret¨¢ria, Viviana Pereira, que ficou ao seudo por dez anos sem rema??o. Mais tarde, ambas sa¨ªram de cena por diferentes raz?es, talvez porque o encanto tivesse passado.¡± Olivia parece calma, respondendo ¨¤s pvras de Rayan. Dizendo isso, pegou o suco ao seudo e o levou ¨¤ boca,o uma forma de encobrir seu panico interior, deixando¨Cse deliberadamente ignorar a aura profunda e poderosa de Daniel a seudo. Suas pvras, aparentemente calmas, eram um contra¨Cataque sem p¨®lvora! Implicando que Daniel n?o era algu¨¦m que n?o gostasse de mulheres, apenas n?o gostava de expor isso publicamente, e que uma vez o encanto passado, todos teriam que sair de cena ¨C e n?o era exce??o. Ao ouvir isso, o sorriso de Igor vacilou por um instante, e ele emitiu um suspiro resignado antes de rir: ¡°Voc¨ºs ainda s?o jovens, h¨¢ coisas que n?o conseguem ver ramente, mast lembrem¨Cse de sempre valorizar o que t¨ºm.¡± Rayan percebeu que o olhar profundo de Daniel se tornara gdo, a atmosfera pesoul significativamente, tornando dif¨ªcil at¨¦ mesmo respirar. Ele sabia que isso era um sinal da irrita??o de Daniel. Rapidamente, Ele acrescentou: ¡°Sr. Carneiro est¨¢ certo, no amor, o mais importante ¨¦ valorizar.¡± Ele ocupou¨Cse em servir vinho a Igor e Daniel, desviando o assunto: ¡°Sr. Carneiro, j¨¢ encontrou o Jade F¨ºnix que estava procurando?¡± ¡°Eu vi o site de leil?o de jade organizado pelo seu Grupo Mendes hoje, h¨¢ muitas variedades de jadeite, mas n?o o que eu estava buscando.¡± Igor tamb¨¦m voltou ao t¨®pico 10:42 principal, erguendo a ta?a de vinho que tinha ¨¤ frente e saboreando um gole do tinto. A raz?o principal da volta de Igor ao pa¨ªs era para encontrar um cr de jade que ele havia dado a uma mulher h¨¢ 28 anos, no qual estava esculpido uma f¨ºnix em pleno voo. Cap铆tulo 1011 Cap¨ªtulo 1011 Grupo Mendes era o malor grupo de antiguidades do pa¨ªs, e contar a ajuda do Grupo Mendes para encontrar algo ¨¦ a forma mais conveniente e r¨¢pida. Assim que tomou conhecimento da necessidade de Igor, o Grupo Mendes imediatamente organizou um evento, convocando colecionadores de pedras preciosas para exibir suas pe?as no hotel. Tudo Isso para facilitar a busca de Igor p esfera de jade desejada. ¡°N?o tem problema, na pr¨®xima oportunidade, organizaremos outra coleta,¡± disse Rayan. ¡°Consideremos este encontroo uma chance para o Sr. Carneiro e o Sr. Daniel matarem a saudade.¡± Rayan era digno de ser o jovem propriet¨¢rio da casa de antiguidades, ele erao um peixe fora d¡¯¨¢gua quando se tratava de mediar r??es entreerciantes, era nisso que ele brilhava. ¡°Ah sim, faz tempo que n?o vejo o Daniel. Em breve, visitarei seu av¨® na familia Griera,¡± disse Igor. Daniel contendo a aura fria que o caracterizava, ergueu seu copo de vinho em um brinde a Igor: ¡°Ser¨¢ Sempre bem¨Cvindo.¡± ¡°Ha, ¨®timo, ¨®timo, respondeu Igor, do seu pr¨®prio copo e tocando¨Co levemente ao de Daniel antes de tomar um gole. Neste encontro, Daniel n?o bebeu de um s¨® tragoo de costume, mas sim tomou apenas um gole antes de colocar o copo sobre a mesa. ¡°Acabou o vinho, vou buscar outra garrafa,¡± observou Rayan, preparando¨Cse para se levantar. ¡°Senhor Mendes, permita¨Cme ir,¡± apressou¨Cse Olivia, levantando¨Cse rapidamente e se dirigindo a Rayan. Sem esperar p resposta de Rayan, deixou seu assento e caminhou em dire??o ¨¤ porta passos decididos, fazendo que Rayan se resignasse a sentar novamente. Ele continuou a conversar Igor e Daniel sobre a busca p esfera de jade durante o evento. ¡°Senhor Carneiro, fique tranquilo, j¨¢ que esta tarefa foi confiada ¨¤ familia Mendes, eu garanto que a encontraremos para voc¨º,¡± assegur¨®u Rayan. ¡°Eu Confio na capacidade da fam¨ªlia Mendes,¡± afirmou Igor. Daniel perguntou: ¡°Essa esfera de jade ¨¦ t?o importante para o senhor Carneiro?¡± Caso contr¨¢rio, o que ele estava fazendo para ter todo esse trabalho e confus?o para encontrar as contas de jade? Se fosse apenas para cole??o, h¨¢ muitas outras pedras preciosas de maior valor que ele poderia escolher em vez da esfera de jade. ¡°Sim, ¨¦ de particr importancia para mim,¡± respondeu Igor, baixando ligeiramente o olhar e tomando um gole discreto do vinho, tentando ocultar as emo??es que transpareciam em seus olhos. Daniel percebeu a mudan?a no humor de Igor, que n?o queria dizer mais nada, ent?o n?o fez muitas perguntas, segurando sua ta?a de vinho e bebendo ele. Olivia saiu do camarote e observou as pessoas na festa se movendo elegancia e tranquilidade. Entre os convidados bem¨Cvestidos, Olivia n?o reconhecia ningu¨¦m. apenasn?ou um olhar r¨¢pido pelo local antes de se dirigir ao arm¨¢rio onde as bebidas eram guardadas. ¡°Uau, quem ¨¦ essa vestida t?o formal e sensual?¡± ¡° entrou na festa errada? ¨¦ necess¨¢rio se vestir assim para este tipo de ocasi?o?¡± Mal Olivia deu alguns passos e j¨¢ p?de ouvir os murmurios de admira??o e surpresa que vinham do sal?o. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. seguiu a dire??o dosent¨¢rios e imediatamente notou a mulher que entrava. A mulher estava usando uma saia grande cor de rosa uma bainha at¨¦ o ch?o e uma fendateral, as coxas ¨¤ medida que se movia. O vestido tinha um decote tipo cora??o um corte em V no meio, expondo grande parte do seu decote. O design do vestido era tanto romantico quanto sensual, e abina??o de exposi??o na parte de cima e na de baixo real?ava voluptuosamente as curvas da mulher. Assim que a mulher entrou no sal?o, causou um alvoro?o imediato. Cap铆tulo 1012 Cap¨ªtulo 1012 A aten??o de todos estava voltada para a nova mulher que havia entrado na s. n?o s¨® vestia roupas chamativas, mas tamb¨¦m tinha uma maquiagem Intencionalmente pesada e borada. Havia colocado c¨ªlios posti?os, e os seus olhos, n?o muito grandes, ostentavam duas camadas de c¨ªlios espessoso leques, que se moviam ao piscar. Nos l¨¢bios, trazia um batom da mesma cor do vestido, e estava t?o sensual e provocanteo se estivesse a um show. No entanto, adentrou um leil?o de antiguidades discreto e simples. Em um instante, se tornou o centro das aten??es. Property ? of N?velDrama.Org. ¡°Boa noite a todos, chamo¨Cme Wilma Dias, e estou muito contente por poder participar deste coquetel com voc¨ºs. Este ¨¦ meu assistente, mais tarde pe?o que adicionem ele no WhatsApp para que possamos nos tornar amigos.¡± Wilma, segurando a barra do vestido uma m?o e acenando a outra, sorriu enquanto cumprimentava a todos. Atr¨¢s d seguia um homem vestido casualmente, um contraste marcante a sua indument¨¢ria extravagante. O homem apressadamente tirou o celr do bolso e caminhou em dire??o aos empres¨¢rios que olhavam para Wilma, abriu o c¨®digo QR do WhatsApp para adicionar novos contatos. Alguns, por cortesia, aceitaram o convite, enquanto outros viraram as costas e se afastaram. Wilma n?o se importava; quantos adicionassem, eram os contatos que ganhava. havia perguntado a seus amigos do bar que o Grupo Mendes estava realizando um banquete de troca de antiguidades hoje no Hotel Internacional Grupo Mendes. pensou que, sendo um evento do Grupo Mendes, e dada a boa r??o deste Daniel, talvez ele estivesse presente. Assim, decidiu arriscar e ir ao evento na esperan?a de encontrar Daniel. Vestir¨Cse bem era para chamar a aten??o, mesmo que n?o conseguisse encontrar Daniel, fazer amizade outros empres¨¢rios presentes poderia ser valioso para os seus neg¨®cios. Wilma continuou sorridente, cumprimentando as pessoas ao redor e levando seu assistente de um em um, adicionando¨Coso amigos. Quando Olivia viu que era Wilma, desviou o olhar e ignorou¨Ca, dirigindo¨Cse ao bar para pegar uma garrafa de vinho. 1/2 enquanto isso, Wilma, panhada de seu assistente, adicionava empres¨¢rioso amigos e procurava por Daniel entre os convidados. O resultado foi muito decepcionante, olhou em volta e n?o viu Daniel. Quando estava prestes a desanimar, a figura esguia de Olivia apareceu de repente ¨¤ sua vista. Wilma reprimiu seu sorriso e seu olhar tornou¨Cse severo enquanto se dirigia a Olivia, segurando a barra do vestido. Olivia caminhava em dire??o aos sal?es privados quando sua vis?o foi bloqueada. se deu conta e viu Wilma de p¨¦ ¨¤ sua frente, maquiagem pesada. Os nervos de Olivia ficaram imediatamente em alerta e seu rosto se iluminou: ¡°Um bom cachorro n?o atrapalha meu caminho!¡± ¡°Voc¨º ¨¦ o cachorro, toda a sua fam¨ªlia ¨¦ o cachorro!¡± Wilma retrucou furiosamente. ¡°Estou fndo de voc¨º? Se a carapu?a serviu, n?o posso fazer nada.¡± disse Olivia. Olivia a olhou frieza e tentou passar por . ¡°Espere a¨ª!¡± Wilma, arrogante, bloqueou novamente o caminho d. ¡°esse vinho para o Daniel, n?o ¨¦?¡± Wilma estava certa, se Olivia estava ali, Daniel tamb¨¦m deveria estar! Parecia que sua sorte n?o era t?o m¨¢ hoje. ¡°O que eu fa?o o vinho ¨¦ da minha conta, n?o da sua¡°, Olivia olhou para desprezo e tentou ir embora. Wilma ¡°Voc¨º pode me ignorar, mas eu posso ligar para o meu pai agora e fazer que ele publique o v¨ªdeo¡°, Wilma respondeu um sorriso frio. Olivia parou bruscamente, sentindo um arrepio subir p espinha, uma sensa??o de frio na nuca e raiva no cora??o. O cora??o de Olivia tremeu de ¨®dio. Gabriel e sua filha amea?avam¨Cna repetidamente o v¨ªdeo! queria bater a garrafa de vinho na cabe?a de Wilma e mand¨¢ embora! Mas n?o podia. A raz?o venceu o impulso e Olivia se voltou para Wilma, os olhos furiosamente reprimidos: ¡°O que voc¨º quer que eu fa?a?¡± Cap铆tulo 1013 Cap¨ªtulo 1013 Contenha¨Cse, tem que se conter, at¨¦ que fa?a que Heitor apague o v¨ªdeo das m?os de Gabriel; ent?o, esse pai e filha n?o poder?o mais amea?¨¢. O v¨ªdeo em breve ser¨¢ apagado. Wilma observouo a postura d subitamente se suavizou, e um ar de satisfa??o, aproximou¨Cse de Olivia,n?ando um olhar ¨¤ garrafa de vinho tinto em suas m?os, e estendeu a m?o para tr¨¢s. O assistente masculino que a panhava entendeu o gesto e prontamente entregou o objeto a . Segurando o item, Wilma disse a Olivia: ¡°Abra a garrafa.¡± a Olivia franziu a testa, relutante. ¡°n?o vai fazer, ¨¦? Meu celr j¨¢ est¨¢ a mensagem pronta, s¨® falta enviar, e assim que eu fizer isso, meu pai vai fazer exatamenteo disse.¡± Wilma falou. O assistente atr¨¢s d segurava o celr nervosamente, a m?o sobre a t, na interface de envio de mensagens. Os nervos de Olivia ficaram tensos, cerrando os dentes de ¨®dio, contendo¨Cse tanto que seu corpo tremia levemente, e grande esfor?o, abriu a garrafa de vinho. depois de pegar o vinho, usou o saca¨Crolhas que estava por perto para abrir a tampa da garrafa. A rolha estava apenas simbolicamente colocada no bocal, ent?o foi facilmente removida. ¡°Vamos conversar no banheiro.¡± Wilma olhou em volta e percebeu que havia pessoas observando, n?o querendo chamar muita aten??o, sugeriu. foi a primeira a caminhar em dire??o ao banheiro, e Olivia teve que segui. O banheiro estava silencioso, sem outras pessoas e sem cameras de vigilancia. Wilma soltou o objeto que estava segurando em sua m?o, uma b de papel, que cuidadosamente afastou para revr o p¨® cinza em seu interior. levantou o papel e despejou o p¨® dentro da garrafa de vinho. Vendo esse gesto, Olivia falou seriamente: ¡°O que voc¨º est¨¢ colocando al dentro?¡± ¡°Fica tranqu, n?o mata ningu¨¦m, ¨¦ apenas um medicamento que aumenta o interesse dos homens ps mulheres. Voc¨º vai levar para o Daniel beber, e quando ele ¡®embriagar¨Cse¡®, voc¨º o leva para um quarto de hotel para descansar. Quando ele estiver quase n?o aguentando mais, voc¨º me chama para substitu¨ª e eu entro.¡± Na ¨²ltima vez, tentou seduzir Daniel, mas n?o teve sucesso. Provavelmente Daniel n?o gostava do tipo d, mas Wilma estava determinada a se tornar a mulher de Daniel. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. N?o importao, mesmo que sem escr¨²pulos, contanto que conseguisse ter Daniel, teria sucesso p metadel Como n?o podia seduzir Daniel, delxaria que Daniel tomasse a iniciativa de desej¨¢! O cora??o de Olivia estava apertado: ¡°Voc¨º est¨¢ colocando Esse tipo de droga!¡± Mesmo que tivesse in¨²meras rema??es sobre Daniel, nunca tinha pensado em drog¨¢¨Clo! Mas Wilma queria que drogasse Daniel! Olivia estava resistindo a tudo isso l¨¢ no fundo! ¡°Sim, eu vou ter Daniel esta noite, n?o posso esperar mais! V¨¢ logo e fa?a que ele beba, quero que veja seus pr¨®prios olhos Daniel bebendo! Vou estar de olho em voc¨º para garantir que ele beba. Se voc¨º tiver qualquer segunda inten??o, meu assistente est¨¢ pronto para enviar a mensagem e meu pai publicar¨¢ o v¨ªdeo imediatamente!¡± Wilma nem se deu ao trabalho de disfar?ar sua falsidade, e em seus olhos maquiados, passou um lampejo de crueldade. estava ali naqu noite para encontrar Daniel e tinha se preparado para tudo, trazendo tamb¨¦m a droga. Olivia odiava tanto os dentes que estava prestes a cerr¨¢¨Clos, seus olhos ros. olhavam raiva para a express?o maligna de Wilma. queria tanto abrir a boca de Wilma e for?¨¢ a beber o vinho, para que sentisse o gosto de ser drogada! Mas sua mente se lembrou da situa??o em que sua m?e se enforcou e perdeu o f?lego, e a sensa??o de desespero e sufocamento ficou instantaneamente garganta. A raz?o suprimiu todo o impulso e resist¨ºncia. presa em su Olivia respondeu entre dentes: ¡°Tudo bem, hoje fareio voc¨º deseja!¡± Dito isso, pegou a garrafa de vinho e saiu do banheiro. Wilma deu uma risada fria de satisfa??o e seguiu atr¨¢s d. Cap铆tulo 1014 Cap¨ªtulo 1014 Chegando ¨¤ porta do camarote, Olivia olhou para tr¨¢s e viu Wilma levantando seu vestido, seguindo¨Ca de perto, e sua assistente seguindo o mesmo passo. Ao ver Olivia olhando para tr¨¢s, os olhos de Wilma se encheram de advert¨ºncia. Olivia respirou fundo, apertando um pouco mais a m?o que segurava a garrafa de vinho, franzindo ligeiramente a testa, virou¨Cse e empurrou a porta do camarote para entrar. Quando estava prestes a fechar a porta, esta foi impedida e Wilma esgueirou¨Cse para dentro, um sorriso de gentileza e cortesia instantaneamente espalhado em seu rosto maquiado: ¡°Ent?o realmente ¨¦ a minha irm?! eu vi sua silhueta e pensei que era voc¨º, segui para conferir e n?o ¨¦ que estava certa? reconheci a pessoa certa.¡± Olivia olhou friamente para Wilma,o poderia n?o saber que as pvras de Wilma eram para as outras pessoas no camarote ouvirem? estava ali para vigiar Olivia! Olivia, Contendo sua raiva, soltou a porta que estava empurrando, virou¨Cse e sentou¨Cse aodo de Daniel. Colocou o vinho sobre a mesa. Wilma, nem um pouco embara?ada, entrou sem ser convidada, um sorriso doce no rosto: ¡°Vejo que o Sr. Griera e o Sr. Mendes tamb¨¦m est?o aqui, e este senhor ¨¦¡­¡± Property ? of N?velDrama.Org. cumprimentou calorosamente, n?o reconhecendo Igor, olhando para ele sorridente et perguntando. Igor sempre foi cort¨¨s, gentil e elegante. Com um sorriso nos l¨¢bios, acenou a cabe?a para Wilma em sinal de sauda??o. Wilma viu que algu¨¦m estava prestando aten??o n, aquele sorriso de Wilma tornou¨Cse ainda mais ostensivo. se aproximou de Igor e sentou¨Cse espontaneamente aodo dele, dizendo um sorriso radiante: ¡°Ol¨¢, voc¨º deve ser o parceiro de neg¨®cios do Sr. Griera, n¨¦? Voc¨º parece t?o jovem e tamb¨¦m muito bonito.¡± Olivia n?o p?de mais suportar, Wilma era descarada sem igual. Rayan tocou a boca o punho fechado e tossiu levemente. Ele nunca havia visto umal mulher t?o sem no??o de etiqueta e descarada, pensando ser aut¨ºntica, mas na verdade, sem senso de limites. As pessoas que o Sr. Carneiro n?o convidou para se sentarem aodo dele, esse tipo de vulgaridade, e essa vulgaridade n?o devia iodar o Sr. Carneiro. Rayan pegou a garrafa de vinho que Olivia trouxera, abriu¨Ca e serviu uma ta?a para Igor e para Daniel. Ele disse: ¡°Srta. s, por favor, sente¨Cse ¨¤ minha frente. h¨¢ uma ta?a vazia ali, e eu poderel servir¨C lhe vinho. este lugar ¨¦ reservado para o Sr. Carneiro.¡± Oh, ent?o voc¨º ¨¦ o Sr. Carneiro, que prazer conhec¨º¨Clo, sou Wilma, a irm? da Olivia.¡± Wilma finglu n?o ouvir a sugest?o de Rayan para que mantivesse distancia do Sr. Carneiro, continuando a fr com Igor um sorriso. pensou que se aproximando do Sr. Carneiro ganharia a simpatia de Daniel. No rosto de Igor, a cortesia e o sorriso suave desapareceram, e seu corpo inclinou¨Cse Involuntariamente para longe de Wilma. Essa mulher, sua falta de no??o de limites, o fazia sentir desconfort¨¢vel. Se antes ainda conseguia acenar a cabe?a em cortesia, agora nem queria olhar para . Wilma, vendo que suas investidas n?o eram correspondidas e percebendo o desd¨¦m no rosto de Igor, rp?s seu sorriso e disse: ¡°J¨¢ que tive a sorte de encontrar o Sr. Carneiro e o Sr. Griera, devo pelo menos brindar voc¨ºs dois grandes homens.¡± ent?o se levantou e sentou¨Cse em outro assento, olhando para Rayan do outrodo da mesa e dizer: ¡°Sr. Mendes, poderia me servir um copo de vinho, por favor? Obrigada.¡± Embora Rayan n?o gostasse de Wilma, ainda mantinha uma cortesia superficial, pegou a garrafa de vinho e serviu uma ta?a para . Wilma levantou seu copo e o ergueu primeiro para Daniel, depois para Igor, e disse um rosto caloroso: ¡°Sr. Griera, Sr. Carneiro, eu gostaria de fazer um brinde em nome da minha irm? Olivia. Agrade?o ao Sr. Griera pelo cuidado Olivia e tamb¨¦m ao Sr. Carneiro pelo apoio cont¨ªnuo ao Grupo Griera.¡± A desfa?atez de Wilma ultrapassava a imagina??o de Olivia. Era verdade que, assimo pai, assimo filha, as virtudes hip¨®critas, eral exatamenteo Gabriel. Como tinha a aud¨¢cia de se autodenominar irm? d e ainda agradecer a Daniel pelo cuidado com ? EO mais rid¨ªculo era agradecer ao Sr. Carneiro pelo apoio ao Grupo Griera! Como se o apoio do Sr. Carneiro ao Grupo Griera precisasse dos agradecimentos d! Quem pensava que era para se enfeitar m¨¦ritos alheios? Cap铆tulo 1015 Cap¨ªtulo 1015 O cora??o de Olivia ria fria e raivosamente, mas n?o conseguia demonstrar qualquer express?o de insatisfa??o, suas m?os nas pernas, apertadas for?a, e estava segurando a raiva e o ¨®dio em seu cora??o desde o in¨ªcio. J¨¢ que as pvras foram ditas at¨¦ aquele ponto, se Igor n?o erguesse a ta?a para beber, pareceria que n?o estava dando a devida considera??o a Olivia. Igor acabara de descobrir que Olivia era a m?e do filho de Daniel e tratava¨Ca a mesma cordialidade que dispensava a Daniel. ro que n?o podia deix¨¢ desconfort¨¢vel. Igor foi o primeiro a erguer sua ta?a. Olivia ficou surpresa, seus olhos se arregram por um momento, pensou que Wilma n?o passava de um palha?o, encenando tudo por conta pr¨®pria, e que Daniel e Igor n?o bebiam . Mas, para sua surpresa, Igor realmente ergueu a ta?a! Esse vinho estar drogado! N?o deveria beber. ¡°Olivia, sua irm? ¨¦ realmente interessante,¡± disse Igor um olhar significativo, suas pvras carregadas de insinua??es. Quando ele disse que era ¡°interessante¡°, certamente n?o estava elogiando Wilma, mas sim ironizando¨Ca sem pvras. Preparou Depois de fr, Igor se para beber. O cora??o de Olivia disparou, e rapidamente interveio: ¡°Sr. Carneiro, espere um momento!¡± ¡°Hm? Algo mais?¡± Igor parou seu movimento e olhou inquisitivamente para Olivia. Com o cora??o acelerado, Olivia pegou rapidamente a ta?a de vinho ¨¤ frente de Daniel, dizendo: ¡°Sr. Carneiro, o senhor j¨¢ bebeu bastante, e ainda tem que dirigir mais tarde. beba menos, por favor. Eu beberei esta ta?aopensa??o por n?o ter bebido o senhor antes. O senhor n?o precisa beber.¡± Assim que Olivia terminou d¨¦ fr, Wilma olhou para um olhar amea?ador e sinistro. Olivia apertou o cora??o, mordeu o l¨¢bio, e decidiu ignorar o aviso de Wilma, pronta para beber. Mas Daniel tomou a t¨¢?a de sua m?o. Sua voz baixa de baritono disse: ¡°Sua irm? nos brindou, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui are aumentar o caos?¡± Ele enfatizou deliberadamente as pvras ¡°sua irma¡°. Os olhos escuros e profundos estavam baixos, e a raiva opressiva parecia um vulc?o prestes a entrar em erup??o a qualquer momento. Please check at N/?vel(D)rama.Org. Na ¨²ltima vez, Olivia pediu que Wilma trouxesse vinho para ele, tudo para dar a Wilma a chance de seduzi¨Clo! E agora, trouxe Wilma aqui novamente, para qu¨º? Ele estava curioso para ver qual era o no de Olivia! Desde o in¨ªcio, Wilma se autodenominava irm? de Olivia, parecia que a r??o entre as duas irm?s era muito boa. E parecia ter uma boa r??o as pessoas dodo de Gabriel! Confrontada o olhar negro e profundo de Daniel, que parecia um po?o sem fundo, Olivia sentiu um arrepio de medo.. O cora??o de Olivia se agitou diante da vis?o fria de Daniel, incapaz de responder. ¡°Os dois presidentes realmente nos honram sua presen?a, ent?o eu beberei primeiro. Acredito que ambos os presidentes s?o pessoas generosas,¡± disse Wilma um sorriso, levando a ta?a aos l¨¢bios e terminando o vinho de um gole. Igor tamb¨¦m bebeu grande parte.. Daniel, seus olhos perscrutadores e profundos, levou a ta?a aos l¨¢bios. Olivia assistia, o cora??o apertado e a respira??o suspensa, repetindo em sua mente, N?o beba, Daniel, n?o beba! Mas Daniel n?o conseguia ouvi. Cap铆tulo 1016 Cap¨ªtulo 1016 Ele levou o copo de vinho aos l¨¢bios e bebeu. Olivia observava o movimento da garganta de Daniel enquanto o vinho descia, e seu cora??o apreensivo desmoronou subitamente, tomado pelo desalento. Estava feito, Daniel tinha bebido! Daniel, assimo Igor, bebeu mais da metade e colocou o copo sobre a mesa. Seu olhar g¨¦lido e prante desviou¨Cse para Wilma aodo, e uma voz grave disse: ¡°seu espet¨¢culo acabou? Qual ¨¦ o seu prop¨®sito?¡± Please check at N/?vel(D)rama.Org. Wilma estava orgulhosa pelo fato de Daniel ter bebido o vinho, tentando ao m¨¢ximo suprimir seu ¨ºxtase interior. Quando, de repente, ouviu as pvras intimidadoras de Daniel. hesitou e um panico s¨²bito se instalou em seu peito. Daniel teria percebido algo errado o vinho? pessoas a consci¨ºncia culpada geralmente ficam mais nervosas. Rapidamente, se tranquilizou; Daniel n?o deveria ter percebido nada, caso contr¨¢rio, n?o estaria perguntando o prop¨®sito d. O vinho foi trazido por Olivia, e Daniel confia em Olivia, ent?o ele n?o suspeitaria do vinho. Ele estava apenas questionando as inten??es ocultas d ao entrar naqu s privada. O sorriso no rosto de Wilma congelou por um momento, mas a rigidez passou em um instante. Logo retomou aqu amabilidade fingida e disse: ¡°Sr. Griera, anteriormente era a Olivia que sempre se queixavaigo, dizendo que n?o queria ficar ao seudo, que voc¨º sempre a for?ava a fazer coisas contra a vontade d, e queria pass¨¢¨Clo para mim. eu acreditei nas pvras d e pensei em ajud¨¢ a se livrar dos inc?modos, desviando sua aten??o para que n?o ficasse t?o obcecado por .¡± ¡°Depois eu Refleti e vi que estava errada, n?o deveria ter tentado seduzi¨Clo. Reconhe?o meu erro, n?o ousarei fazer isso novamente, espero que o Sr. Griera possa perdoar a minha indiscri??o anterior.¡± Assim que Wilma disse isso, a aura ao redor de Daniel se tornou ainda mais fria e prante, e seu olhar afiado se voltou para Olivia. Olivia sentiu seu cora??o ser cortado pelo olhar prante dele. A habilidade de Wilma em distorcer a verdade era realmente fora doum. 10-43 u n?o..Olivia estava prestes a dizer que n?o tinha fdo tais pvras Ocelr em seu bolsoe?ou a vibrar de repente, fazendo que parasse no melo da frase e olhasse para os olhos agu?ados de Daniel, sentindo um arrepio de medo do O celr continuava vibrando, puxando o cora??o de Olivia que batia cada vez mais rapido. n?o se atreveu a pegar o celr para olhar, muito menos para atender, caso fosse. Rodrigo ligando e Daniel visse, ele ficaria ainda mais furioso. n?o teria um final feliz naqu noite. ¡°Atenda!¡± Os l¨¢bios finos de Daniel cuspiram uma ¨²nica pvra, as pvras deando e opressivas. Aqu pvra fez o cora??o de Olivia afundar ainda mais Evitando o olhar de Daniel, sob o peso do seu olhar afiado, que parecia uma lamina de gelo cortante, sentiu tanto frio quanto dor no couro cabeludo. Sob press?o, tirou o celr do bolso. Com grande apreens?o, temendo que fosse uma chamada de Rodrigo. Ao virar a t para ver, o identificador de chamadas mostrava Teresa Rocha. Seu cora??o apertado finalmente se aliviou, e uma voz fraca olhou para Daniel e disse: ¡°¨¦ Minha m?e ligando, vou atender l¨¢ fora.¡± O rosto bonito de Daniel estava frioo gelo, ele n?o disse uma pvra, mas desviou seu olhar agu?ado e pegou o copo de vinho ¨¤ sua frente, terminando o que restava um gole. Ele n?o confiaria facilmente em Wilma, mas acreditava que Olivia realmente diria algo assim, dai a exaspera??o, o aborrecimento. Wilma assistiu Daniel terminar o copo de vinho um sorriso triunfante nos l¨¢bios, seul cora??o florescia em alegria, j¨¢ antecipando o momento em que se tornaria a mulher de Daniel. Igor e Rayan permaneceram cdos. Cap铆tulo 1017 Cap¨ªtulo 1017 Igor observava a Intera??o entre Daniel e Olivia, e podia ver que os problemas e conflitos entre eles n?o eram pequenos. Mas, pelo modoo Daniel olha para Olivia, ele v¨º uma perda de controle que nunca tinha visto nos olhos de Daniel antes. Daniel havia sido militar, era uma pessoa est¨¢vel e distante, sempre demonstrava grande autocontrole em qualquer situa??o, e n?o permitia que nada nem ningu¨¦m o fizesse perder o controle ou o poder de julgamento. Mas diante de Olivia, ele perdia seu habitual calma. Rayan permanecia em sil¨ºncio, pois tinha consci¨ºncia de que era melhor n?o se envolver nos assuntos de Daniel. Na noite passada, Daniel havia lhe dito, de maneira brutalmente fria, que se algo acontecesse a Olivia, ele deveria estar pronto para o pior. Um aviso t?o cial e severo n?o era suficiente para mant¨º¨Clo na linha? Ele n?o ousava mais se envolver em nada entre Daniel e Olivia. Daniel estava realmente usando seu cora??o para Olivia, e ele tinha medo de que, se tivesse um conflito Olivia; se houvesse conflitos, ele provavelmente n?o suportaria culpar Olivia e isso poderia ter consequ¨ºncias para os demais. Ele n?o queria ser o alvo de uma arma. Ele tamb¨¦m n?o havia bebido uma gota de ¨¢lcool hoje, pois era o anfitri?o do evento e precisava manter a sobriedade para preservar a ordem do local, sem tocar em bebida. ¡°Daniel, n?o fique assim, vamos beber mais uma. As mulheres precisam ser mimadas et acariciadas para reconhecerem suas qualidades.¡± Igor tomou a iniciativa de pegar a garrafa e servir mais um copo para si e para Daniel, na tentativa de confort¨¢¨Clo. O rosto bonito de Daniel estava tenso e seus olhos escuros e profundos, gdos, n?o demonstravam rea??o. Igor levantou seu copo e disse.a Daniel: ¡°Considere que est¨¢ bebendoigo hoje, n?o pense em mais nada.¡± Igor era um respeitado anci?o para Daniel, um mentor e amigo, e Daniel certamente prestaria homenagem a ele Daniel pega seu copo e bebe Igor. Wilma, ao v¨º¨Clos bebendo novamente, sorria secretamente. Quanto mais Daniel bebia, mais forte o efeito da droga, e seria mais f¨¢cil para atingir seu objetivo. ¨®timo! Olivia salu da caixa, atendeu a telefone e perguntou preocupada M?e, o que acontecen Nos ¨²ltimos dias, Teresa estava sozinha em casa e Olivia, dividida entre muitas obriga??es, havia passado tempo as crian?as, mas n?o conseguia panhar m?e. estava constantemente preocupada Teresa, temendo que pudesse se deixar levar por pensamentos sombrios ou que Gabriel n?o cumprisse sua pvra e o video vazasse, causando dano a Teresa. ¡°Oh, n?o ¨¦ nada, s¨® queria saber o que voc¨º tem feito. Por que n?o voltou para casa?¡± A voz normal de Teresa soou ao telefone. Olivia percebeu que o tom de sua m?e era normal e n?o havia sinais de rme, o que a fez suspirar aliviada. ¡°Eu Estive na Vi Serenidade nos ¨²ltimos dias as crian?as. Voltarel amanh? ¨¤ tarde.¡± Olivia respondeu. Please check at N/?vel(D)rama.Org. ¡°Onde voc¨º est¨¢ agora? ainda na Vi Serenidade?¡± Teresa se sentia solit¨¢ria. ¡°N?o, eu tive umpromisso hoje e estou no sal?o de festas do Grupo Mendes Hotel Internacional. Daniel bebeu demais e talvez precise lev¨¢¨Clo para o quarto do hotel para descansar.¡± Olivia compartilhou sua situa??o a m?e. ¡°Grupo Mendes Hotel Internacional? estou por perto, consegui um trabalho de faxineira hoje e estou conhecendo a ¨¢rea. Vou passar ai para te ver.¡± Teresa disse. ¡°Mas m?e¡­¡± Olivia estava prestes a pedir para n?o vir, mas a chamada foi encerrada antes que pudesse terminar. discou novamente, mas n?o houve resposta. Olivia franziu as sobrancelhas, pois sua m?e ainda tinha o h¨¢bito de colocar o telefone na moch depois de uma liga??o e n?o o trazer de volta para olhar. Se Teresa queria vir, Olivia deveria voltar ¨¤ s privativa e avisar que sairia mais cedo para encontrar sua m?e e lev¨¢ para Vi Serenidade. Ao retornar ¨¤ s privativa, Olivia descobriu que a garrafa de vinho tinto que havia trazido havia sido esvaziada por Daniel e Igor. Daniel pressionava a testa, ramente embriagado. Cap铆tulo 1018 Cap¨ªtulo 1018 Daniel n?o estava no estado certo, seu belo rosto estava vermelho de vinho, a press?o do ar ao seu redor estava intoxicada e pouco fria, sua sobrancelha estava franzida, suprimindo o desconforto, e ele apertou a sobrancelha para aliviar seu desconforto. Igor, do outrodo, tamb¨¦m parecia desconfort¨¢vel, sacudindo a cabe?a e respirando pesadamente. Wilma havia bebido apenas um copo e ainda estava rtivamente bem, mas seu rosto tamb¨¦m come?ava a mostrar uma vermelhid?o anormal. se levantou, a ambi??o no fundo de seu cora??o estava prestes a ser escondida, esfregou as m?os, olhou para Daniel um sorriso e disse: ¡°Sr. Griera, Sr. Carneiro, parecem um pouco al¨¦m da conta. Aqui ¨¦ o Hotel Grupo Mendes, que tal descansarem em um dos quartos? eu tamb¨¦m vou indo, agrade?o aos dois presidentes ppreens?o de hoje.¡± Olivia olhou para Wilma reprimindo algo, talvez os outros n?o percebessem, mas entendia ramente que quando Wilma dizia que precisava ir embora, era intencional para que Daniel ouvisse, para mostrar que n?o tinha inten??es ele e assim, evitar qualquer suspeita. Ningu¨¦m prestou aten??o em Wilma, parecia fr consigo mesma, mas isso n?o lhe iodava, afinal, j¨¢ havia conseguido metade do que queria. Era s¨® esperar paci¨ºncia at¨¦ Olivia inform¨¢ para ir ao quarto de Daniel. n?o temia que Olivia desobedecesse, a menos que n?o se importasse a reputa??o de sua m?e. Quando Wilma terminou, se dirigiu ¨¤ porta, seus olhos se tornaram sinistros ao passar por Olivia, seu olhar tornou¨Cse sinistro, dando¨Clhe um olhar significativo. O cora??o de Olivia se apertou, e n?ou um olhar fulminante para Wilma, embora n?o se atrevesse a verbalizar sua raiva. Vendo a express?o de impot¨ºncia de Olivia, o canto da boca de Wilma se curvou em um sorriso de satisfa??o, se virou e saiu do camarote. Olivia observou Wilma se afastar, voltou a si e ficou aodo de Daniel, dizendo: ¡°Sr. Griera, tenho outros assuntos e prefiro sair agora¡­¡± queria se esgueirar para casa enquanto Daniel ainda estava no camarote e Wilma havia sa¨ªdo, durante a espera por sua mensagem, para escapar de volta para casa. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. estava pressa, se fosse r¨¢pida o suficiente para chegar em casa antes que Wilma percebesse sua aus¨ºncia, antes de enviar uma mensagem para Gabriel, antes que Gabriel publicasse o video, conseguiria que Heitor o apagasse. Assim, Wilma n?o poderia mais amea?a Mas se saisse sem cumprimentar Daniel, este certamente a procuraria e as coisas ficeriam cada vez mais fora de controle Daniel ouve a voz d, e a m?o que apertava sua testa se afroura, e seus olhos escuros e profundos, ¨²midos de embriaguez, cruzam o olhar Com Uma voz baixa e magn¨¦tica, perguntou: ¡°Para onde val?¡± ¡°Estou voltando para casa¡°, disse Olivia, encarando aqueles olhos escuros e cobi?osos de Daniel, respirando devagar, o cora??o acelerado. Ele tinha apenas que olhar para para que perdesse apostura. ¡°Juntos¡°, Daniel se levantou, e naquele segundo, uma onda de sangue subiu da barriga para a cabe?a, um calor ardente em seu nariz, e a cabe?a inchada p onda de calor Houve uma hesita??o em seus passos, as sobrancelhas cerradas ¡°Eu tamb¨¦m deveria ir¡°, disse Igor, levantando¨Cse, a sensa??o de desconforto a fazendo bn?ar um pouco ¡°Sr. Carneiro¡°, Rayan correu para ajud¨¢¨Clo, ¡°St Carneiro, o senhor est¨¢ muito bebado, por seguran?a, ¨¦ melhor passar a noite no hotel, vou lev¨¢¨Clo ao seu quarto¡± Rayan era o organizador da festa e se algo acontecesse aos convidados por causa do evento, ele teria que assumir a responsabilidade Tanto Igor quanto Daniel estavam muito bebados e precisavam descansar imediatamente, viajar naqus condi??es poderia ser demais para seus corpos Depois de fr, Rayan olhou para Olivia e disse. ¡°Eu levo o Sr. Carneiro para o quarto. voc¨º ajuda o Sr. Daniel Ficar?o no mesmo andar Olivia prendeu a respira??o, olhou para Daniel, que ramente n?o estava bem e, al¨¦m disso, se ele a panhasse, sua presen?a e interferencia a impediriam de conseguir que Heitor deletasse o video imediatamente Assim que perdesse o momento ideal, Wilma descobriu que Daniel n?o estava no hotel mandaria uma mensagem para Gabriel, instruindo¨Co a divulgar o video Ele n?o pode correr nenhum risco, Cap铆tulo 1019 Cap¨ªtulo 1019 Ent?o, n?o podia deixar Daniel voltar . ¡°Certo.¡± Olivia respondeu, avan?ando, amparando Daniel e, aodo de Rayan, sa¨ªram do camarote em dire??o ao elevador que levava aos andares superiores do hotel. O elevador parou no 28o andar, onde Rayan ajudou Igor a sair, j¨¢ encontrando um funcion¨¢rio esperando na porta: ¡°Sr. Mendes, aqui est?o os cart?es dos quartos 2806 e 2809.¡± ¡°Est¨¢ bem, pode ir.¡± Rayan pegou os cart?es das m?os do funcion¨¢rio e passou um para Olivia: ¡°Leve o Sr. Daniel para o quarto.¡± Olivia aceitou, olhando rapidamente para o n¨²mero no cart?o, que era o do quarto 2809. Com esfor?o, apoiou Daniel, cuja embriaguez se intensificava, os passose?aram a se desordenar, seu corpoe?ou a afundar. Olivia colocou o dele em seu ombro e absorveu a gravidade do corpo enquanto cambaleava para dentro do quarto: ¡°Devagar, a cama est¨¢ logo ali.¡± Disse Olivia. dele Arrastando Daniel para dentro, ele, um movimento ¨¢gil das pernas, fechou a porta atr¨¢s deles, detalhe que Olivia n?o percebeu. Com dificuldade, chegou ¨¤ beira da cama, pronta para deitar Daniel cuidadosamente, quando o bra?o que estava sobre seu ombro se apertou for?a em torno do seu pesco?o, uma for?a vigorosa. Todo o corpo de Olivia girou e foi jogada na cama, suas costas ca¨ªram na cama macia e bn?aram, seu cora??o apertado, soltou um grito de surpresa, tentando se virar, mas antes que pudesse se mover, o peitorgo de Daniel pressionou sobre . Suas pernas a prenderam, seu peito a envolveu, a respira??o quente e poderosa batendo entre suas narinas, Olivia sentiu O cora??o saltar, ficando tensa: ¡°Daniel, voc¨º est¨¢ b¨ºbado, ¨¦ melhor ir dormir, voc¨º vai melhorar um pouco de sono¡­¡± ¡°S¨¦rio, voc¨º acha que eu n?o sei beber?¡± A voz rouca de Daniel soou,o o rugido de uma fera, ecoando acima da cabe?a de Olivia. Sua respira??o ar quente, borrifada entre os l¨¢bios d, o peito quente, pressionado contra , mesmo atrav¨¦s do tecido, podia sentir o calor ardente. Estava t?o quente que o cora??o de Olivia estava batendoo ¨¢gua fervente e n?o, conseguia parar. ¡°Voc¨º est¨¢ fingindo estar b¨ºbado?¡± Olivia, seus olhos ros e grandes, fixou o olhar no rosto bonito e perto, nas linhas faciais bem definidas, banhadas por um brilho ardente efrio ao mesmo tempo. A m?o grande de Daniel cobriu seu rosto, envolvendo¨Copletamente, a palma ¨¢spera calos, esfregando sua bochecha, a temperatura da palma era quente e suada. Ele beliscava a pele de Olivia,o a eletricidade da fric??o, e o formigamento era estranhamente quente. Voc¨º sabe melhor do que eu, n?o ¨¦?¡± Os olhos escuros e profundos de Daniel a encaravam, sombrios e impr¨¢veis, mas afiados e incisivos. Olivia prendeu a respira??o, e seu cora??o parou naquele momento, o medo a deixava sem esconderijo. Daniel sabia que havia algo na bebida, por que ele ainda bebeu? ¡°Por que voc¨º fez isso?¡± Vendo que n?o respondia, a voz fria e baixa de Daniel soou novamente. ¡°Eu¡­¡± A press?o no cora??o de Olivia era t?o intensa, quase revelou a verdade, mas confrontada aqueles olhos g¨¦lidos e indiferentes de Daniel. Todo o seu sofrimento ficou preso na garganta, suas m?os apertaram a colcha abaixo d. ¡°Wilma gosta de voc¨º.¡± Olivia, contendo a dor e a ang¨²stia que borbulhavam em seu cora??o, falou com calma e serenidade. n?o pode correr nenhum risco. Cap¨ªtulo 1019 Ent?o, n?o podia deixar Daniel voltar . Property ? of N?velDrama.Org. ¡°Certo.¡± Olivia respondeu, avan?ando, amparando Daniel e, aodo de Rayan, sa¨ªram do camarote em dire??o ao elevador que levava aos andares superiores do hotel. O elevador parou no 28o andar, onde Rayan ajudou Igor a sair, j¨¢ encontrando um funcion¨¢rio esperando na porta: ¡°Sr. Mendes, aqui est?o os cart?es dos quartos 2806 e 2809.¡± ¡°Est¨¢ bem, pode ir.¡± Rayan pegou os cart?es das m?os do funcion¨¢rio e passou um para Olivia: ¡°Leve o Sr. Daniel para o quarto.¡± Olivia aceitou, olhando rapidamente para o n¨²mero no cart?o, que era o do quarto 2809. Com esfor?o, apoiou Daniel, cuja embriaguez se intensificava, os passose?aram a se desordenar, seu corpoe?ou a afundar. Olivia colocou o bra?o dele em seu ombro e absorveu a gravidade do corpo dele enquanto cambaleava para dentro do quarto: ¡°Devagar, a cama est¨¢ logo ali.¡± Disse Olivia. Arrastando Daniel para dentro, ele, um movimento ¨¢gil das pernas, fechou a portal atr¨¢s deles, detalhe que Olivia n?o percebeu. Com dificuldade, chegou ¨¤ beira da cama, pronta para deitar Daniel cuidadosamente, quando o bra?o que estava sobre seu ombro se apertou for?a em torno do seu pesco?o, uma for?a vigorosa. Todo o corpo de Olivia girou e foi jogada na cama, suas costas ca¨ªram na cama macia e bn?aram, seu cora??o apertado, soltou um grito de surpresa, tentando se virar, mas antes que pudesse se mover, o peitorgo de Daniel pressionou sobre . Suas pernas a prenderam, seu peito a envolveu, a respira??o quente e poderosa batendo entre suas narinas, Olivia sentiu O cora??o saltar, ficando tensa: ¡°Daniel, voc¨º est¨¢ b¨ºbado, ¨¦ melhor ir dormir, voc¨º vai melhorar um pouco de sono¡­ ¡°S¨¦rio, voc¨º acha que eu n?o sei beber?¡± A voz rouca de Daniel soou,o o rugido de uma fera, ecoando acima da cabe?a de Olivia. Sua respira??o ar quente, borrifada entre os l¨¢bios d, o peito quente, pressionado contra , mesmo atrav¨¦s do tecido, podia sentir o calor ardente. Estava t?o quente que o cora??o de Olivia estava batendoo ¨¢gua fervente e n?o conseguia parar. ¡°Voc¨º est¨¢ fingindo estar b¨ºbado?¡± Olivia, seus olhos ros e grandes, fixou o olhar no rosto bonito ¨¦ perto, nas linhas facials bem definidas, banhadas por um brilho ardente frio ao mesmo tempo. m?o grande de Daniel cobriu seu rosto, envolvendo¨Copletamente, a palma ¨¢spera calos, esfregando sua bochecha, a temperatura da palma era quente e suada. Ele beliscava a pele de Olivia,o a eletricidade da fric??o, e o formigamento era estranhamente quente. ¡°Voc¨º sabe melhor do que eu, n?o ¨¦?¡± Os olhos escuros e profundos de Daniel a encaravam, sombrios e impr¨¢veis, mas afiados e incisivos. Olivia prendeu a respira??o, e seu cora??o parou naquele momento, o medo a deixava sem esconderijo. Daniel sabia que havia algo na bebida, por que ele ainda bebeu? ¡°Por que voc¨º fez isso?¡± Vendo que n?o respondia, a voz fria e baixa de Daniel soou novamente. ¡°Eu¡­¡± A press?o no cora??o de Olivia era t?o intensa, quase revelou a verdade, mas confrontada aqueles olhos g¨¦lidos e indiferentes de Daniel. Todo o seu sofrimento ficou preso na garganta, suas m?os apertaram a colcha abaixo d. ¡°Wilma gosta de voc¨º.¡± Olivia, contendo a dor e a ang¨²stia que borbulhavam em seu cora??o, falou com calma e serenidade. Cap铆tulo 1020 Cap¨ªtulo 1020 ¡°Ent?o, voc¨º pretende simplesmente me empurr¨¢?¡± A aura ardente que envolvia o corpo de Daniel fol instantaneamente resfriada, gda e friao a neve de junho. A luz que surgiu nos olhos escuros dele passou de seca e quente no in¨ªcio para fria e gda, e a m?o que envolvia seu rosto apertou involuntariamente, as veias do dorso dal m?o saltadas. Olivia, ao ouvir sua voz rouca e gda, tensionou¨Csepletamente, petrificada. Engoliu em seco e disse: ¡°E se voc¨ºe?ar a se cansar de mim? melhor favorecer uma irm? do que outra pessoa, n?o ¨¦ verdade?¡± ¡°Ent?o, esse ¨¦ o seu no!¡± Daniel cerrou os dentes, em seus olhos negros, o fogo da raiva surgindo, seu corpo ficando cada vez mais quente, prestes a queimar junto ele e Olivia. ¡°Desde quando voc¨º decide que tipo de mulher eu, Daniel, devo escolher? Logo voc¨º saber¨¢ se estou ou n?o cansado de voc¨º!¡± Daniel fva entre dentes, cada pvra sendo espremida atrav¨¦s deles. Ao terminar de fr, ele beijou Olivia ardentemente nos l¨¢bios. ¡°Uh¡­¡± A respira??o de Olivia foi obstru¨ªda, quis se debater, mas todo o seu corpo, incluindo a cabe?a, estava imobilizado na cama por Daniel, sem conseguir se mover. Seus beijos eram ferozes e fortes,o um vendaval arrasador, levando consigo o f?lego e a raz?o d. A respira??o majestosa e irregr dele entrava ps narinas d, espalhando a raival p corrente sanguinea, passando por pequenos meridianos e chegando ao cora??o. Fazendo seu cora??o bater cada vez mais r¨¢pido, tanto que e?ou a se desesperar, assustada. Ele beijava mais for?a do que nunca, dominador,o se quisesse transferir toda sua respira??o e raiva para dentro d. Deixando sua marcante presen?a masculina dominar cada canto de seu corpo, inclusive seu cora??o, seu sangue, todos os seus ¨®rg?os e at¨¦ cada c¨¦l de seu ser, todos impregnados pelo poderoso aroma masculino de Daniel. Os l¨¢bios de Olivia estavam inchados e dormentes, suportando a f¨²ria de Daniel. al¨¦m de abrir os olhos surpresao ato de resist¨ºncia, n?o conseguia fazer mais nada, seu corpo parecia estar paralisado, incapaz de se mover. At¨¦ que ficasse sem ar, quase sufocando, Daniel finalmente a soltou. Assim que os l¨¢blos foram liberados, uma grande quantidade de ar Invadiu as narinas de Olivia, respirava profundamente a boca entreaberta, sem for?as em todo o corpo, incapaz de se mover mesmo que Daniel n?o a estivesse segurando. Os olhos negros e profundos de Daniel, cobertos por uma camada de luz aquosa e embriagada, olhavam condescend¨ºncia para Olivia na cama, sua m?o grande deslizando pelo rosto d, passando p bochecha, pelo pesco?o, at¨¦ pousar sobre os bot?es de sua roupa¡­ Olivia, em panico, apressou¨Cse a cobrir seu decote: ¡°Vou descer para pegar uma caixa de preservativos.¡± Daniel parou suas m?os, seu olhar sombrio fixo n: ¡°Voc¨º n?o tem p¨ªls anticoncepcionais que sempre carrega consigo?¡± Olivia hesitou, na ¨²ltima vez haviaprado pils anticoncepcionais para sua m?e, nunca imaginou que Daniel a pegariaprando p¨ªls anticoncepcionais, ent?o mentiu dizendo que sempre s ainda se lembrava. ¡°Eu n?o trouxe hoje.¡± Olivia olhava panico evidente em seus olhos, Daniel estaval muito irritado e, al¨¦m disso, sob o efeito daqu droga, seu olhar para estava ainda mais perigoso e invasivo. Property ? of N?velDrama.Org. ¡°Depois a gentepra.¡± Daniel afastou a m?o d. Olivia, em desespero, segurou sua m?o firmemente, dizendo ansiosamente: ¡°Voc¨º est¨¢ sob o efeito da droga, isso pode me afetar, ¨¦ mais seguro irmosprar prote??o.¡± Daniel a encarou ar soturno. O cora??o de Olivia estava batendo cada vez mais r¨¢pido aquele olhar, suas cordas. card¨ªacas estavam prestes a se romper. ¡°Voc¨º tem tr¨ºs minutos!¡± A voz de Daniel ressoou fria e rouca, puxando sua m?o das d, desviando o olhar arrogancia. Seu pomo de Ad?o se movia, tentando conter a agita??o e o calor de seu corpo. Cap铆tulo 1021 Cap¨ªtulo 1021 ¡°Certo, eu vou agora.¡± Olivia n?o ousou demorar¨Cse um segundo sequer, levantando¨Cse da cama e saindo apressadamente. Enquanto caminhava, suas pernas fraquejaram por um momento, quase a fazendo trope?ar, mas se esfor?ou para manter o equil¨ªbrio e, apoiando¨Cse em suas pernas tr¨ºms, deixou o quarto o mais r¨¢pido poss¨ªvel, n?o esquecendo de fechar a porta ao se dirigir ao elevador. Entrando no elevador, sozinha, apertou o bot?o para o andar negativo. Wilma certamente estaria esperando por suaunica??o no sal?o de festas do t¨¦rreo. E precisava sair do hotel pelo subsolo para voltar rapidamente ¨¤ Vi Serenidade e encontrar Heitor para deletar o v¨ªdeo. O motivo para n?o permitir que Daniel a tocasse, inventando uma desculpa para deixar o quarto, era porque conhecia a capacidade de Daniel; uma vez que elee?asse a fazer o sexo, levaria muito tempo para estar saciado. n?o podia esperar tanto tempo, e Wilma n?o podia esperar ainda mais, se n?o esperasse por sua notifica??o, Wilma ficaria inquieta, imprudente e impulsiva, Olivia n?o podia suportar as consequ¨ºncias do que faria se Wilma descobrisse que estava dormindo Daniel, em um ataque de raiva, poderia tomar uma atitude precipitada, algo que Olivia n?o poderia arcar. Wilma veio ao hotel trazendo aqu droga e panhada de um assistente, ramente preparada para n?o desistir facilmente. Se n?o recebesse aunica??o de Olivia, certamente encontraria uma maneira de localizar o quarto de Daniel, e tinha um cart?o¨Cchave. Porque sabia que, sob o efeito do medicamento de Wilma, Daniel n?o estaria em sua consci¨ºncia normal, e entraria no quarto de Daniel sem escr¨²pulos, tentando de todas as formas se tornar sua mulher. Agora, saindo do hotel, Olivia corria contra o tempo para deletar o v¨ªdeo. mesmo que Wilma ficasse impaciente e fosse procur¨¢, encontraria apenas Daniel no quarto, o que n?o a faria perder a cabe?a. Em vez disso, certamente tentaria seduzir Daniel e conquist¨¢¨Clo. Isso tamb¨¦m daria a Olivia algum tempo para apagar o video. Olivia chegou sem problemas ao subsolo e, acelerando o passo para sair, ligou para Teresa, pedindo que n?o fosse ao Grupo Mendes Hotel Internacional, mas diretamente para a Vi Serenidade. O celr tocou por um longo tempo sem resposta. Uma vez que Teresa colocasse o celr na bolsa e n?o o pegasse, n?o perceberia a vibra??o ou o som do toque. esse h¨¢bito de Teresa era realmente angustiante. Com Teresa n?o atendendo a liga??o, Olivia n?o tinha mais tempo para procur¨¢. pegou um t¨¢xi e forneceu o endere?o da Vi Serenidade, pedindo ao motorista que dirigisse o mais r¨¢pido poss¨ªvel. pensou que, se Teresa n?o a encontrasse, voltaria para casa por conta pr¨®pria. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Grupo Mendes Hotel Internacional. Assim que Olivia saiu, Teresa apareceu no hotel. foi ao sal?o de festas e n?o encontrou Olivia ap¨®s procurar por toda parte. viu um homem de terno e gravata cumprimentando os convidados, um ar de distin??o e etiqueta em cada gesto. Teresa supos que ele deveria ser o organizador da festa, por isso ele precisaria ser t?o atencioso os convidados. Teresa se aproximou e perguntou: ¡°Jovem, ol¨¢, voc¨º poderia me dizer onde est¨¢ Olivia?¡± a pessoa a quem Teresa fez a pergunta era Rayan. ao ouvir o nome Olivia, ele a examinou atentamente e disse: ¡°voc¨º est¨¢ procurando por Olivia? Qual ¨¦ o motivo?¡± ¡°Oh, eu sou a m?e d. me ligou h¨¢ pouco e disse que estava aqui, pedindo para eu encontr¨¢¡°, explicou Teresa. Quando Rayan soube que era a m?e de Olivia, ele imediatamente se tornou mais. cordial: ¡°Ah, voc¨º ¨¦ a m?e de Olivia. foi at¨¦ o quarto do hotel h¨¢ pouco, eu posso lev¨¢ at¨¦ l¨¢.¡± Teresa, n?o querendo iodar, recusou educadamente: ¡°Voc¨º pode simplesmente me dizer o n¨²mero do quarto, eu posso encontr¨¢ por conta pr¨®pria, n?o quero tomar seu tempo.¡± Como poderia esperar que ele deixasse tantos convidados ¨¤ espera enquanto a panhava at¨¦ o quarto do hotel? Rayan consentiu: ¡°Tudo bem, est¨¢ no quarto 2809, no 28¡ã andar.¡± ¡°Certo, eu estou indo agora, obrigada, jovem.¡± disse Teresa educadamente, enquanto se dirigia ao elevador. Cap铆tulo 1022 Cap¨ªtulo 1022 Wilma esperou no sagu?o do hotel por alguns minutos antes de Olivia mandar uma mensagem para ir ao quarto de Daniel. era Impaciente e n?o conseguia mals esperar, ainda mais depois de ter bebido aquele vinho, sentindo seu corpo aquecer e um desconforto generalizado, tanto f¨ªsico quanto emocional, uma sede por Daniel. Rayan apva Igor, enquanto Olivia panhava Daniel para fora do camarote. Wilma se misturava ¨¤ multid?o, observando¨Cos entrar no elevador e ficava de olho at¨¦ ver o n¨²mero do andar parar no 28. ent?o fez uma anota??o mental de que Daniel tinha ido para o 28o andar para descansar. Depender exclusivamente de uma mensagem de Olivia para subir era incerto, poderial demorar muito. Wilma havia se esfor?ado muito para fazer que Daniel bebesse o vinho drogado e, se perdesse essa oportunidade, seria muito mais dif¨ªcil se aproximar dele no futuro. impaciente, Wilma n?o podia esperar e perguntou a um funcion¨¢rio que acabara de sair do elevador a qual quarto ele havia entregue a chave. Rayan e Olivia foram diretamente ao 28o andar sem sequer pegar as chaves do quarto, e pouco depois, um funcion¨¢rio desceu desse andar. Wilma n?o era ing¨ºnua e logo deduziu que o funcion¨¢rio havia entregado as chaves. Bastava perguntar ao funcion¨¢rio para descobrir em qual quarto Daniel estava hospedado. Inicialmente, o funcion¨¢rio queria manter a confidencialidade do cliente e n?o revr. Wilma transferiu diretamente seus 100.000 yuans e lhe disse que, desde que dissesse para qual quarto enviaria o cart?o do quarto, n?o haveria problema. s¨® queria saber, n?o faria nada. Quem poderia resistir ¨¤ tenta??o do dinheiro? Ao ver A quantia, o funcion¨¢rio n?o p?de resistir. ¡°Eu entreguei ao Sr. Mendes duas chaves, uma para o quarto 2806 e outra para o 2809,¡± ele disse sem hesitar. ¡°Entendi, obrigada,¡± respondeu Wilma, O rosto corado,o se estivesse b¨ºbada, mas somente sabia que era o efeito da droga fazendo efeito em seu corpo. estava lutando para contrr o calor em seu corpo e a coceira em seu cora??o.) Para garantir que Daniel bebesse o vinho, n?o hesitou em beber tamb¨¦m. n?o havia se arriscado tanto para simplesmente ficar esperando. 1872 Depois de obter os n¨²meros dos quartos de Daniel e Igor, Wilma avisou seu assistente para conseguir as chaves dos dois quartos. Seu assistente n?o era qualquer um, sua namorada trabalhava na recep??o do hotel e obter as chaves dos quartos era f¨¢cil para . Em menos de tr¨ºs minutos, Wilma j¨¢ tinha as duas chaves em m?os. foi apressadamente para o 28o andar. N?o sabendo em qual quarto Daniel estava, teria que tentar um por um. Se abrisse o quarto de Igor, diria que o Sr. Mendes a havia enviado para verificar algo e ent?o sairia. A outra s certamente seria a de Daniel. Pensando nisso, Wilma escolheu um cart?o de quarto aleat¨®rio, o n¨²mero 2809, e abriu a porta ele. apenas o abajur estava aceso no quarto, criando uma ilumina??o fraca, e uma quietude gda permeava o ar. Wilma entrou cuidadosamente. ¡°Demorou tanto, est¨¢ pronta para receber sua puni??o?¡± Na cama, soou uma voz masculina baixa, dominadora e magn¨¦tica. Ao ouvir essa voz, O cora??o de Wilma acelerou e sentiu um arrepio em todo o corpo. Surpresa e alegre, olhou para o homem deitado na cama. Por sorte, a primeira porta que abriu foi a do quarto de Daniel. Nesse momento, Daniel estava meio deitado na cama, os ombros apoiados na cabeceira, e a luz do abajur iluminava seu rosto excepcionalmente bonito, emprestando¨Clhe um brilho dourado sobre seu semnte gdo, incrivelmente atraente. Depois de obter os n¨²meros dos quartos de Daniel e Igor, Wilma avisou seu assistente para conseguir as chaves dos dois quartos. Seu assistente n?o era qualquer um, sua namorada trabalhava na recep??o do hotel e obter as chaves dos quartos era f¨¢cil para . Em menos de tr¨ºs minutos, Wilma j¨¢ tinha as duas chaves em m?os. foi apressadamente para o 28o andar. N?o sabendo em qual quarto Daniel estava, teria que tentar um por um. Se abrisse. o quarto de Igor, diria que o Sr. Mendes a havia enviado para verificar algo e ent?o sairia. A outra s certamente seria a de Daniel. Pensando nisso, Wilma escolheu um cart?o de quarto aleat¨®rio, o n¨²mero 2809, e abriu a porta ele. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. apenas o abajur estava aceso no quarto, criando uma ilumina??o fraca, e uma quietude gda permeava o ar. Wilma entrou cuidadosamente. uma voz ¡°Demorou tanto, est¨¢ pronta para receber sua puni??o?¡± Na cama, soou uma voz masculina baixa, dominadora e magn¨¦tica. Ao ouvir essa voz, O cora??o de Wilma acelerou e sentiu um arrepio em todo o corpo. Surpresa e alegre, olhou para o homem deitado na cama. Por sorte, a primeira porta que abriu foi a do quarto de Daniel. Nesse momento, Daniel estava meio deitado na cama, os ombros apoiados na cabeceira, e a luz do abajur iluminava seu rosto excepcionalmente bonito, emprestando¨Clhe um brilho dourado sobre seu semnte gdo, incrivelmente atraente. Cap铆tulo 1023 Cap¨ªtulo 1023 Ele vestia uma camisa preta, dois bot?es abertos no peito, revndo um t¨®rax robusto e m¨²sculos definidos que, embora parcialmente ocultos, exvam uma sensa??o de for?a ¨¦ um maismo viril indom¨¢vel. Olhando para o cora??o j¨¢ quente de Wilma, ele bateu ainda mais forte e sua boca ficou seca. ¡°Senhor Griera, a Olivia disse que o senhor n?o estava se sentindo bem e pediu para eu vir vero est¨¢,¡± Wilma mal conseguia conter o impulso interior, sua voz era fr¨¢gil, lutava para n?o sen?ar sobre ele e se aproximava lentamente da cama. Daniel fechou os olhos para descansar e, de repente, abriu os olhos em um ambiente gdo, a temperatura do ar instantaneamente baixa, espessa e friao se estivesse congda. A pele de Wilma se arrepiou a s¨²bita frieza da atmosfera, fazendo¨Ca parar imediatamente, enquanto seu cora??o batia tumultuado e olhava para Daniel na cama uma inquietude crescente. ainda n?o havia se aproximado muito dele, mas j¨¢ estava ofegante. Daniel, um olhar cial e furioso, olhou para Wilma e, ao ver seu vestido cor de rosa e a maquiagem carregada, sentiu uma avers?o profunda. Ele se sentou bruscamente: ¡°Saia!¡± As pvras intimidadoras de Daniel fizeram O cora??o de Wilma tremer, e se sentiu um pouco aterrorizada. Mas o panico n?o podia deter seus passos em dire??o a Daniel, estava a poucos passos de alcan?¨¢¨Clo,o poderia recuar diante da aura imponente dele? O estado fisico de Daniel deveria ser semelhante ao d, cheio de inquieta??o e desejo por uma mulher. Enquanto se esfor?asse ao m¨¢ximo para seduzi¨Clo, um corpo t?o atraente, possuindo todos os atributos desej¨¢veis, ele certamente n?o resistiria. Wilma congelou no lugar por apenas alguns segundos e, em vez de recuar, tentou avan?ar, a voz t?o suave que poderia pingar: ¡°Senhor Griera, Olivia realmente teve um contratempo, permita¨Cme cuidar do senhor, sou muito boa nisso e posso¡­ em qualquer posi??o¡­¡± se aproximou, prestes a sentar¨Cse aodo de Daniel e aconchegar¨Cse em seus bra?os. Mal tinha se inclinado quando Daniel levantou o p¨¦ rapidamente, um movimento ¨¢gil moviment e forte, chutando¨Ca for?a. Please check at N/?vel(D)rama.Org. Ah!¡± Wilma, pega de surpresa, foin?ada para longe, deslizando pelo ch?o por v¨¢rios metros e s¨® parou ao colidir o sof¨¢. Uma dor aguda irradiou de seu abd?men, e todos os ossos do corpo pareciam estar prestes a se desmontar de t?o doloridos. No momento em que seu corpo parou, se contorceu de dor, a respira??o suspensa e o rosto distorcido. ¡°Voc¨º tem tr¨ºs segundos para desaparecer da minha frente! Sen?o, tirarei sua vida!¡± A voz fria de Daniel erao se viesse do inferno. A aura arrepiante que emanava de seu corpo era letal e perigosa. Wilma entrou em panico a ponto de seu cora??o tremer, n?o se importava a dor em seu corpo, levantou¨Cse e saiu da s o mais r¨¢pido que p?de. Enquanto isso, Teresa chegou ao 28o andar, sem saber exatamente onde ficava o quarto 2809, procurava pelo corredor. De repente, um homem passos tr?pegos,o se estivesse b¨ºbado, se aproximou. Teresa n?o deu aten??o e continuou caminhando at¨¦ que, ao passar por ele, o homem perdeu o controle e cambaleou em sua dire??o, batendo n. ¡°Ai, senhor, o senhor est¨¢ bem?¡± Teresa prontamente estendeu a m?o para ajud¨¢¨Clo, evitando que ele ca¨ªsse sobre . Igor, recuperando o equil¨ªbrio, sentia seu corpo ardendoo se milhares de formigas o percorressem. Elen?ou um olhar embriagado para Teresa, lutando para conter o impulso interior, apressadamente retirou a m?o da d e disse: ¡°Estou bem, desculpe.¡± Dito isso, caminhou em dire??o ao seu quarto. No momento em que o homem levantou a cabe?a, Teresa deu uma boa olhada nele, aquele olhar lhe era familiar, j¨¢ o tinha visto antes, lembran?aso uma onda gigantesca ca¨ªram em sua mente, Teresa ficou chocada, seus olhos se arregram, seu cora??o batendo incr¨¦dulo e chocado. Cap铆tulo 1024 Cap¨ªtulo 1024 Teresa observava emocionada as costas do homem, vendo¨Co entrar em um quarto que estava apenas encostado e, ap¨®s entrar, at¨¦ se esqueceu de fechar a porta. A silhueta dele desapareceu diante de Teresa, que, at?nita, voltou a si e continuou caminhando em busca do quarto 2809. N?o havia andado muitos passos quando ouviu um alvoro?o atr¨¢s de si. virou¨Cse e viu uma mulher voluptuosa e desengon?ada saindo de um quarto ¨C aquele exatamente em frente ao que o homem havia entrado. A mulher estava vestida de maneira extravagante e sensual, e por estar nervosa, acabou perdendo seu adesivo de seio. A parte do corpo d estava totalmente exposta. Apesar da maquiagem pesada, era f¨¢cil reconhecer quem era. era Wilma! a filha de Gabriel e Mariana que havia ido at¨¦ a casa de Teresa e, junto sua m?e, comportou¨Cse de maneira arrogante e agressiva. Ao ver que era , Teresa sentiu uma onda de raiva subir ao peito. Teresa estava pronta para confront¨¢ e acertar as contas do passado. Antes que pudesse se aproximar, viu Wilma o rosto ruborizado e respira??o. ofegante, segurando a barra do vestido enquanto entrava no quarto em frente ¨C o mesmo que o homem havia entrado. Wilma ¨¦ fisicamente insuport¨¢vel e precisa desesperadamente encontrar um homem que cuide de suas necessidades f¨ªsicas. Daniel n?o apenas diz a para sumir, mas a chuta tanta for?a que sua alma chega a doer. Se n?o podia ter Daniel, se contentaria Igor! Esse homem era parceiro de neg¨®cios de Daniel, certamente tamb¨¦m tinha recursos el influ¨ºncia. Embora fosse um pouco ma tinha uma boa apar¨ºncia. n?o perderia nada estando Igor. Wilma n?o hesitou e entrou no quarto de Igor. Teresa parou, chocada ao ver Wilma entrar no quarto. O que Wilma estaria fazendo naquele quarto? estaria¡­ Teresa a seguiu, espiando o c?modo, tentando ver o interior. Mas os quartos eram todos fechados, e o que estava acontecendo ao redor da cama n?o podia ser visto dodo de fora. ¡°Sr. Carneiro, voc¨º bebeu demais, deixe¨Cme cuidar de voc¨º. Sei cuidar muito bem das pessoas, posso fazer de v¨¢rias posi??es¡­ a voz doce e fr¨¢gil de Wilma vinha do quarto. Essas pvras fizeram Teresa sentir cfrios pelo corpo inteiro, um nojo que correu por sua espinha. rapidamente se endireitou e se afastou do quarto. Era surpreendente e inacredit¨¢vel que Wilma estivesse fazendo aquilo aquele homem! Como seu pai, n?o tinha vergonha! Teresa sentia seu peito subir e descer em frustra??o, sem acreditar que o homem era esse tipo de pessoa! Enfurecida, olhou para o n¨²mero do quarto e viu que era o 2806! Olhando novamente para o c?modo do qual Wilma tinha acabado de sair aos trope?os, era o 2809! N?o era l¨¢ que Olivia estava? era exatamente aquele quarto que procurava. A porta estava aberta, e Teresa entrou diretamente, perguntando: ¡°Descul¡­¡± ¡°FORA!¡± Uma voz reprimida e baixa soou, raivosa e intimidadorao o rugido de um le?o. Teresa, Assustada, recuou rapidamente do quarto, correndo em panico na dire??o do elevador. Felizmente, conseguia distinguir se era a voz de um homem ou a de Daniel, caso. contr¨¢rio, teria pensado que a s era habitada por uma fera que poderiaer qualquer pessoa a qualquer momento. Teresa entrou no elevador e apertou fricamente o bot?o para fechar as portas, o pavor de que um segundo de atraso pudesse custar¨Clhe a vida. Assim que As portas se fecharam, pressionou o bot?o do t¨¦rreo, ainda tr¨ºm, batendo no peito para se acalmar. Daniel tamb¨¦m estava no 2809. Olivia estaria ele? Por que Wilma saiu correndo do quarto deles? Teresa estava cheia de perguntas sem respostas. Property ? of N?velDrama.Org. havia ido ao hotel para encontrar Olivia, mas at¨¦ agora, n?o a havia encontrado e presenciou uma cena que a deixou nojo. E ainda por cima, foi assustada por Daniel at¨¦ sentir o cora??o quase saltar para fora do peito. Cap铆tulo 1025 Cap¨ªtulo 1025 J¨¢ que a Olivia estava o Daniel, decidiu n?o a iodar e resolveu mandar uma mensagem para avisar que estava voltando para casa. Foi ent?o que Teresa tirou o celr da bolsa. Havia v¨¢rias chamadas perdidas, todas de Olivia. retornou ¨¤ liga??o e, ap¨®s dois segundos, a chamada foi atendida. ¡°M?e, onde voc¨º est¨¢ agora?¡± a voz ansiosa de Olivia soava do outrodo da linha. ¡°Estou no Grupo Mendes Hotel Internacional, eu estava te dizendo que eu vi¡­¡± ¡°Estou na Vi Serenidade, m?e, pegue um t¨¢xi e venha para c¨¢, r¨¢pido.¡± Sem esperar que Teresa terminasse, as pvras urgentes de Olivia voltaram. Teresa podia sentir a urg¨ºncia na voz de Olivia. parou de fr sobre o que estava prestes a dizer, surpresa e desapontada. Olivia n?o estava o Daniel; ele estava no hotel, e Olivia estava na Vi Serenidade. Ent?o, Wilma tinha acabado de sair do quarto do Daniel, ap¨®s ter feito aquilo ele? Teresa tinha visto seus pr¨®prios olhos, Wilma o rosto corado e a roupa desarrumada, ramente n?o estava normal, seria esse o resultado de ter estado a s¨®s o Daniel? Teresa tamb¨¦m tinha experi¨ºncia e sabia o que aqu apar¨ºncia de Wilma significava. Wilma tinha feito aquilo o Daniel e depois foi para o quarto de outro homem para continuar fazendo aquilo! A vida dos ricos ¨¦ t?o ca¨®tica e suja! Teresa pensou no rumo que as coisas estavam tomando e, no fundo de seu cora??o, sentiu dor e ressentimento, sua respira??o ficou ofegante, e a dor erao um corte p Olivia. Daniel n?o tinha apenas Olivia; ele ainda estava prendendo Olivia a ele. Teresa tamb¨¦m sentia tristeza por si mesma; nenhum homem quem tinha se envolvido era decente! Please check at N/?vel(D)rama.Org. Teresa saiu do hotel, abatida, mas n?o se esqueceu do pedido de Olivia e pegou um t¨¢xi para Vi Serenidade. Naquele momento, na Vi Serenidade. Olivia e Heitor estavam no quarto, a atmosfera tensa e s¨¦ria. 1/2 10:46T Capitulo 1025 passou o n¨²mero de telefone de Gabriel, o endere?o da fam¨ªlia Dia e a senha para Heitor, pedindo¨Clhe que invadisse o celr e oputador de Gabriel. Heitor, uma express?o s¨¦ria e infantil, franzia a testa enquanto olhava concentrado para o computador, digitando rapidamente no tedo. Em pouco tempo, ele conseguiu invadir o celr de Gabriel. Os arquivos do celr de Gabriel estavam expostos na t doputador. Olivia sentou¨Cse aodo de Heitor, sem piscar, fixa na t doputador. Heitor abriu muitos arquivos, mas n?o viu o v¨ªdeo de Teresa. Gabriel tinha enviado um v¨ªdeo para antes, e reconheceria a capa do arquivo se visse o v¨ªdeo de Teresa. Todos os arquivos estavam quase prontos, mas nenhum v¨ªdeo foi encontrado. Ser¨¢ que ele n?o havia salvo no celr? O cora??o de Olivia apertava cada vez mais. ¡°Mam?e, o ¨²ltimo ¨¦ um arquivo criptografado, precisa de uma senha para abrir.¡± Heitor clicou no ¨²ltimo arquivo, que n?o abria, e disse a Olivia sua voz infantil. Devido ¨¤ tens?o e concentra??o, gotas de suor formavam¨Cse na testa de Olivia. perguntou ansiosamente: ¡°E agora, o que fazemos?¡± ¡°N?o se preocupe, essa senha ¨¦ f¨¢cil, eu posso decifr¨¢ em segundos.¡± Heitor falou enquanto digitava no tedo e rapidamente desbloqueou a senha. Ele abriu o ¨²ltimo arquivo. Quando o v¨ªdeo apareceu, Olivia ficou tensa e seus olhos se estreitaram. ¡°¨¦ esse v¨ªdeo, delete sem abrir!¡± Olivia falou tremendo, urg¨ºncia em sua voz. Cap铆tulo 1026 Cap¨ªtulo 1026 Dentro do arquivo criptografado, havia apenas um v¨ªdeo. Gabriel tinha protegido esse v¨ªdeo criptografia, provavelmente por medo de que fosse descoberto p sua esposa! Olivia fez quest?o de lembrar Heitor para n?o abrir o v¨ªdeo, preocupada que Heitor ficasse assustado com o conte¨²do e que isso pudesse ser prejudicial para o seu desenvolvimento. tinha aguentado por tanto tempo, e agora finalmente poderia apagar o v¨ªdeo em que Gabriel a amea?ava. Nesse momento, Olivia estava simultaneamente emocionada, tensa e vontade de chorar. Ningu¨¦m poderia entender o que estava sentindo naquele momento, ningu¨¦m sabia o que tinha suportado durante todo aquele tempo. Heitor era obediente, colocou o cursor do mouse sobre o v¨ªdeo e o deletou diretamente sem abrir. A t agora mostrava que o v¨ªdeo tinha sido apagado, e a pasta estava vazia. Olivia respirou aliviada, mas logo se tensionou novamente. Virou¨Cse para Heitor e perguntou: ¡°Foi uma exclus?o permanente mesmo? Uma exclus?o da qual, por nenhum meio, ¨¦ poss¨ªvel recuperar?¡± tinha conseguido apagar dificuldade o v¨ªdeo que estava salvo no celr de Gabriel. se ele conseguisse recuper¨¢¨Clo, certamente Gabriel intensificaria suas amea?as e faria coisas ainda piores. Heitor assentiu seriamente, um par de olhos escuros e expressivos fixos em Olivia e disse: ¡°M?e, pode ficar tranqu, foi uma exclus?o permanente. ningu¨¦m vai conseguir recuperar, ¨¦ imposs¨ªvel.¡± ¡°Isso ¨¦ bom, vamose?ar a invadir oputador,¡± disse Olivia, voltando a sua aten??o para a t do tablet de Heitor. Quando Olivia tinha visitado a casa de Gabriel e fez que ele digitasse a senha do Wi¨CFi deles, fez quest?o de memorizar a senha e tirou um screenshot do nome da rede. Com o nome do Wi¨CFi e a senha, Heitor rapidamente usou suas habilidades avan?adas de hacker para invadir a rede da fam¨ªlia Dias. Naquele dia, Olivia n?o teve tempo de verificar qual era o modelo doputador de Gabriel, mas havia apenas doisputadores na mans?o da fam¨ªlia Dias. Basta procurar por eles um por um. 1/3 Capitulo 1026 Um dos primeirosputadores que viu estava repleto de tutoriais de maquiagem e videos de combina??o de roupas. Mais feminino, seria oputador de Wilma. Heltor navegou rapidamente por todos os arquivos doputador enquanto Olivia panhava atentamente, mas n?o encontrou nada fora doum. Apesar de sua pouca idade, Heitor tinha uma capacidade de decis?o agu?ada e rapidez. Ele disse: ¡°N?o ¨¦ esteputador, ¨¦ outro. Vou abrir oputador remotamente imediatamente¡°. ¡°Obrigada, Heitor,¡± disse Olivia uma express?o preocupada, agradecendo ao filho, mas por dentro estava extremamente ansiosa. A situa??o Era cr¨ªtica, desejava poder apagar o v¨ªdeo doputador de Gabriel em um segundo, assim n?o teria mais o que se preocupar. Heitor percebeu a urg¨ºncia de sua m?e. Ele n?o falhou, seus dedos pequenos batiam rapidamente no tedo, e estava prestes a acessar oputador de Gabriel, faltando apenas um ¨²ltimo programa. De repente, as letras na t doputadore?aram a pr de uma linha para outra, um problema ocorreu. Ao ver a t fora de controle, Olivia ficou chocada, sua respira??o parou e seus olhos se arregram enquanto perguntava a Heitor: ¡°O que aconteceu?¡± Uma gota de suor escorria pelo rosto de Heitor, que n?o se dava ao trabalho de levantar a m?o para enxugar o suor. Os olhos escuros e expressivos fixos na t doputador, as m?os continuavam a digitar, tentando corrigir a situa??o. ¡°M?e, algu¨¦m ligou oputador manualmente, ent?o n?o consigo acess¨¢¨Clo remotamente. agora posso invadir o sistema de seguran?a da fam¨ªlia Dias para ver quem ligou oputador,¡± Heitor respondeu, concentrado e digitando no tedo. Depois que ele invadiu a rede de uma fam¨ªlia Dias h¨¢ pouco, ele teve uma boa vis?o de exatamente quantas m¨¢quinas de uma fam¨ªlia Dias estavam conectadas ¨¤ rede e o que cada uma ds era. Os dispositivos conectados ¨¤ rede da fam¨ªlia Dias eram dois desktops, tr¨ºs cameras de seguran?a e tr¨ºs celres. Embora n?o soubesse onde as tr¨ºs cameras de vigilancia estavam instdas, Heitor poderia invadir o sistema para descobrir o alcance da monitora??o. Com m?os ¨¢geis, Heitor digitou rapidamente no tedo e, em pouco tempo, imagens das cameras de seguran?a apareceram no monitor doputador. A t doputador foi dividida em quatro, mostrando diferentes angulos de vigilancia, tr¨ºs das cameras mostravam cenas vazias, mas uma ds capturava Gabriel, que estava Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. 10-47 Capitulo 1026 sentado ¨¤ frente de umputador, clicando no mouse. Heitor focou naqu imagem em particr, ampliando¨Ca para ver melhor. Cap铆tulo 1027 Cap¨ªtulo 1027 Olivia viu Gabriel dentro da vigilancia atrav¨¦s doputador de Heitor, sua respira??o se contralu e cerrou os dentes de ¨®dio. Ent?o era Gabriel. o que ele estava fazendo noputador ¨¤qu hora? Pelo fundo da estante de livros, era evidente que ele estava no escrit¨®rio, e n?o em seu pr¨®prio quarto. As cameras s¨® capturavam Gabriel sentado ¨¤ mesa de trabalho, clicando no mouse e digitando no tedo. Era imposs¨ªvel ver o conte¨²do da t doputador. Assim, o que Gabriel fazia em frente aoputador era um mist¨¦rio tanto para Olivia quanto para Heitor. A qualidade da imagem da camera era excelente, permitindo que vissem cada express?o de Gabriel com reza. No in¨ªcio, ele parecia s¨¦rio eprado enquanto clicava no mouse. depois, suas m?os pararam, e ele ficoupletamente absorto na t, n?o se sabendo o que via, a express?o de Gabriel mudou gradualmente. A princ¨ªpio, ele engoliu em seco, depois limpou a saliva que se acumra no canto da boca, e em seguida sua express?o tornou¨Cse excitada e extasiada, chegando a tocar a t doputador. Aquele aspecto depravado dava a impress?o de que ele estava assistindo porn! Olivia ficou t?o enjoada quando viu isso, Olivia sentiu n¨¢useas e uma raiva que a fez respirar dificuldade, rapidamente cobriu os olhos de Heitor para poupar o menino daqu vis?o. Gabriel estava l¨¢, diante doputador e¡­ Ele era realmente desavergonhado, vil, desprez¨ªvel e sujo, sem limites! Como algu¨¦m assim podia existir! Depois de Cinco minutos, Gabriel finalmente desligou oputador, saindo do escrit¨®rio um ar de insatisfa??o. Olivia tremia de ¨®dio, desejando poder mesma eliminar aqu esc¨®ria chamada Gabriel! Olivia reprimi? sua indigna??o e soltou os olhos de Heitor, sua respira??o se contraiu ao dizer: ¡°Heitor, podemos continuar. Temos que ser r¨¢pidos.¡± Se Gabriel voltasse, estariam ainda mais distantes de apagar os vest¨ªgios. n?o podiam permitir mais distra??es. ¡°Certo, m?e vou contrr oputador dele agora,¡± Heitor respondeu obediente, desligando as cameras de seguran?a e retomando a invas?o doputador de Gabriel. Em quest?o de segundos, a t de Heitor exibiu o conte¨²do doputador de Gabriel. Ele continuou a buscao antes, arquivo por arquivo, Olivia observando fixamente a t do computador, nervosa e altamente concentrada. Quando tentaram abrir o ¨²ltimo arquivo, encontraram resist¨ºncia estava criptografado e precisava de uma senha. exatamenteo antes! O conte¨²do que procuravam certamente estava l¨¢. Com a experi¨ºncia recente de quebrar senhas, Heitor abriu o arquivo em dois segundos. Assim que o arquivo foi aberto, um v¨ªdeo pausado apareceu haviam visto no celr anteriormente. ¨C a capa era a mesma que Olivia engoliu em seco, seu cora??o acelerou e disse: ¡°Apague, Heitor, r¨¢pido, apague!¡± Property ? of N?velDrama.Org. nem percebeu que sua voz tremia enquanto fva. ¡°Pronto, vou excluir permanentemente!¡± Heitor respondeu seriamente e rapidamente manobrou o mouse para deletar o v¨ªdeo de forma irrevers¨ªvel. Ao ver o v¨ªdeo desaparecer da t, os nervos de Olivia, que estavam ¨¤ flor da pele, rxaram instantaneamente, deixando seu corpo desabar aliviado. Havia sido uma verdadeira prova??o! Cap铆tulo 1028 Cap¨ªtulo 1028 ¡°Mam?e, h¨¢ mais alguma coisa que precisa ser deletada?¡± Heitor virou a cabe?a para Olivia. Olivia recobrou os sentidos e olhou para Heitor, percebendo apenas ent?o que o rosto infantil dele estava vermelho de tens?o e concentra??o, o que fez suas bochechas corarem. Grandes Gotas de suor deslizavam de sua testa, descendo pelo queixo e caindo sobre sua roupa. Olivia estava t?o focada em apagar rapidamente o v¨ªdeo que n?o tinha prestado aten??o a Heitor. Agora, vendo¨Co t?o exausto e esfor?ado, sentiu uma pontada no cora??o, pegou um len?o de papel que estava por perto e cuidadosamente enxugou o suor de seu rosto e pesco?o, dizendo ternura: ¡°N?o h¨¢ mais nada que precise de ajuda, Heitor ajudou muito a mam?e hoje, mam?e te agradece muito.¡± Vendo o al¨ªvio no rosto de Olivia, n?o estava mais desesperada, inquieta ou olhar mnc¨®lico. Heitor tamb¨¦m ficou feliz, sorriu abertamente e disse sua voz infantil: ¡°M?e, n?o precisa agradecer, eu gosto de ajudar. O importante ¨¦ voc¨º estar feliz.¡± Os olhos de Olivia encheram¨Cse de l¨¢grimas e abra?ou o pequeno Heitor: ¡°Ter voc¨ºs s?o a maior sorte da minha vida.¡± ¡°N¨®s Tamb¨¦m somos muito felizes por termos voc¨º, m?e,¡± Disse Heitor. Olivia sorriu, mas seus olhos estavam ¨²midos. tamb¨¦m estava feliz por ter filhos. ¡°Mam?e, irm?o, voc¨ºs j¨¢ est?o prontos?¡± Na porta, uma batida na porta e a voz suave de Iria entra p porta. Quando Olivia voltou correndo para a Vi Serenidade, levou Heitor direto para o seu quarto, pedindo aos outros tr¨ºs pequenos que n?o os iodassem, e ent?o fechou a porta. Please check at N/?vel(D)rama.Org. Olivia estava tentando apagar o v¨ªdeo das m?os de Gabriel rapidamente e sem interrup??o. Agora que tudo estava resolvido, as outras tr¨ºs crian?as ainda estavam esperando por l¨¢ fora. Olivia voltou a si, soltou Heitor e estava prestes a se levantar para abrir a porta quando Heitor se levantou primeiro, dizendo animadamente: ¡°Eu abro a porta!¡± ele andou rapidamente at¨¦ a porta e a abriu. Os tr¨ºs pequenos estavam na entrada, olhando ansiosamente para dentro do quarto, 1/2 05.15 Irm?o, voc¨º ensinou a m?e a usar o software?¡± Iria perguntou inclinando a cabe?a de forma ador¨¢vel. Por mais que quisessem ficar a m?e, eles eram bons o suficiente para n?o a atrapalhar. Haviam esperado tanto tempo que decidiram bater na porta. Heitor sorriu, mostrando seus pequenos dentes de leite, e acenou a cabe?ao se estivesse esmagando alho: ¡°Sim, eu j¨¢ ajudei a m?e a terminar a tarefa.¡± ¡°Uau, irm?o, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel! N¨®s te amamos e tamb¨¦m amamos a m?e!¡± Os olhos de Iria brilharam com admira??o, e n?o poupou elogios. Heitor sentiu uma sensa??o de realiza??o ao ver o olhar de admira??o de Iria, sentindo¨Cse muito satisfeito e co?ou a nuca envergonhado. ¡°Voc¨ºs j¨¢ tomaram banho? Vou levar voc¨ºs para tomar banho,¡± disse Olivia, olhando carinho para as crian?as. ¡°M?e, os dois irm?os s?o meninos, deixa o F¨¢bio ajud¨¢¨Clos a tomar banho. eu e a irm? somos meninas, podemos tomar banho voc¨º,¡± disse Iria sua do?ura caracter¨ªstica. ¡°Vamos l¨¢, ent?o, tomar banho,¡± concordou Olivia, pegando as m?os de Iria e In¨ºs e saindo do quarto, com Heitor e Joel seguindo atr¨¢s. Quando estavam prestes a entrar no banheiro, Teresa apareceu apressada: ¡°Olivia, voc¨º realmente est¨¢ em casa, ai meu Deus, o que aconteceu hoje ¨¤ noite me deixou chocada.¡± parou na frente de Olivia, batendo na coxa e bn?ando a cabe?a em sinal de desaprova??o. Olivia, Curiosa, perguntou: ¡°O que houve? Voc¨º teve problemas para encontrar um emprego?¡± Cap铆tulo 1029 Capitulo 1029 Olivia sabia que Teresa tinha ido procurar emprego hoje, especificamente para um trabalho de faxineira. Procurar emprego ¨¦ apenas um pequeno contratempo, nada mais do que isso. Eu vio os Ticos sabem se divertir, e isso me deixou enojada.¡± Teresa ainda estava ramente perturbada. Olivia baixou a cabe?a e viu quatro crian?as olhos negros e inocentes, olhando para Teresa curiosidade e confus?o. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ¡°Vov¨®, o que a senhora viu? pode nos contar?¡± Joel adorava ouvir hist¨®rias, quanto maisplexas, mais ele gostava de ouvir, pois assim sabiao encen¨¢s, ¡°Iaso¡­¡± Teresa congelou e ent?o percebeu que as crian?as ainda estavam aqu¨ª, e realmente n?o parecia apropriado que fsse Olivia de forma t?o inmada sobre assuntos sordidos entre adultos, o que realmente n?o era apropriado. ¡°J¨¢ Est¨¢ ficando tarde, voc¨ºs devem tomar banho e ir dormir, amanh? de manh? a vov¨® conta uma hist¨®ria para voc¨ºs.¡± Olivia rapidamente desviou a aten??o deles. ¡°A mam?e precisa conversar a vov¨®, v?o tomar banho, e depois a mam?e os colocal para dormir.¡± ¡°Certo.¡± As crian?as, de fato cansadas, responderam em un¨ªssono e obedeceram, seguindo a empregada para o banheiro. Olivia recuperou apostura, levou Teresa ao quarto de Heitor, pediu para se sentar e lhe deu um copo de ¨¢gua, dizendo: ¡°O,que voc¨º viu para estar t?o chocada, a ponto de quase esquecer das crian?as?¡± Teresa pegou a ¨¢gua, bebeu quase toda de uma s¨® vez, e acalmou¨Cse um pouco antes de dizer a Olivia: ¡°Eu fui at¨¦ o 2809 procurar voc¨º, e o que vi fez meus olhos arderem.¡± Teresa foi ao 2809 e viu uma cena que a fez arder os olhos, seria Daniel e Wilma? O cora??o de Olivia se apertou for?a e a m?o que estavambendo a ¨¢gua de Teresa se contraiu violentamente. Teresa, sem perceber a mudan?a n, continua: ¡°Wilma saiu desarrumada do quarto de Daniel, o rosto corado, ramente tendo passado por um momento ¨ªntimo um homem. O que mais me chocou foi que, ao sair do 2809, foi diretamente para o quarto em frente, o 2806, onde havia outro homem. eu a ouvi dizendo que iria atender ao Sr. Carneiro naqu noite, que sabia fazer todas as posi??es!¡± ¡°A mesma mulher, que Daniel teve, e depois o velho Sr. Carneiro? Os ricos n?o t¨ºm nenhum pudor? Olivia, eu sinto muito por voc¨º. Como pode Daniel te manter por perto e ao mesmo tempo se envolver com outras?¡± 05.157 Capitulo 1027 Teresa segurou o bra?o de Olivia e falou uma express?o triste. Antes, Teresa se preocupava que Olivia n?o se casasse, depois, que Olivia sofresse aodo de Daniel, e tentou de tudo para que Daniel casasse Olivia. tinha tentado tudo o que pod¨ªa pensar, mas n?o conseguiu fazer Daniel se casar Olivia. estava ansiosa, mas se sent¨ªa impotente. Agora que tinha visto seus pr¨®prios olhos o quanto Daniel brincava as flores, seu cora??o do¨ªa tanto por Olivia que estava pingando sangue. Infelizmente,o pessoas pobres, s n?o tinham poder parapetir algu¨¦mo Daniel, que tinha o mundo nas m?os. Ol¨ªvia, A m?o no bule de ch¨¢, apertou firme, e seu semnte se tornou s¨¦rio, sua respira??o pesada, Um sentimento de dor,o se fosse um choque el¨¦trico, surgiu sem explica??o. Daniel realmente tinha se envolvido Wilma? pensou que Daniel sab¨ªa do rem¨¦dio no vinho, que ele havia bebido de prop¨®sito porque tinha um no. pensou que ele realmente n?o queria tocar em Wilma. que mesmo depois d ter deixado o hotel, ele se contrria. Mas, ao que parec¨ªa, Wilma conseguiu o que quer¨ªa. Com a personalidade e o poder de Daniel, se n?o fosse por vontade pr¨®pria, quem mais poder¨ªa chegar perto dele? Cap铆tulo 1030 Cap¨ªtulo 1030 Olivia, voc¨º n?o fique a¨ª parada, fale alguma coisa.¡± Teresa percebeu a demora na resposta de Olivia e cutucou seu bra?o. Olivia voltou a si, tentando conter a dor que sentia no fundo de seu cora??o, mas a dor se espalhava pelo peito, seguindo as veias e se infiltrando no sangue, fazendo que todo o seu corpo se enchesse da sensa??o de dor, as pontas dos dedos quentes etejanteso se tivessem segurado gelo. pousou delicadamente a chaleira na mesa, respondendo a Teresa: ¡°O que eu posso dizer?¡± ¡°Que diabos voc¨º vai fazer, continuar passando tempo Daniel? se tornar mais uma das muitas mulheres dele? A juventude de Uma mulher ¨¦ algo que n?o se pode desperdi?ar.¡± Teresa suspirou. Olivia baixou o olhar, escondendo a amargura e o desapontamento nos seus olhos. ¡°Eu digo que a gente deveria pegar as crian?as e fugir, pra n?o acabar perdendo mais do que j¨¢ perdemos.¡± Teresa sugeriu. ¡°M?e, beba ¨¢gua, eu vou ver se as crian?as j¨¢ terminaram o banho.¡± Olivia disse a Teresa, levantando¨Cse para sair do quarto. O sentimento em seu cora??o era ainda pior do que o de Teresa. tamb¨¦m sabia que definitivamente n?o era uma boa ideia continuar assim, e estava ansiosa para ir embora, s¨® estava procurando o momento certo. ¡°Mam?e, eu terminei o banho.¡± ¡°Eu tamb¨¦m terminei.¡± Heitor e Joel, seus corpinhos pequenos enrdos em toalhas, sa¨ªram do banheiro, os cabelos molhados e gotas d¡¯¨¢gua nas carinhas inocentes, parecendo ainda mais ador¨¢veis. Vendo o sorriso ing¨ºnuo das crian?as, Olivia sentiu uma leve melhora na opress?o de seu cora??o e sorriu: ¡°Est¨¢ bem, v?o para o quarto se vestir.¡± A empregada os levou para o quarto deles. Naquele momento, fria e In¨ºs tamb¨¦m sa¨ªram, as meninas tinhamvado os cabelos, os cabelos escuros molhados e bonitos contra seus rostos carnudos. ¡°Mam?e, quero que voc¨º me vista.¡± Iria se aproximou de Olivia e esfregou o rostinho em sua perna, como um gatinho pedindo carinho, muito encantadora. T In¨ºs tamb¨¦m se aproximou, olhando para cima uma express?o de desejo no rosto inocente e suave. Tamb¨¦m quer¨ªa que Olivia a ajudasse a se vestir. Est¨¢ bern, vamos para o quarto que a mam?e ajuda voc¨ºs a se vestirem.¡± Olivia disse suavemente, pegando as m?os pequenas de Ir¨ªa e In¨ºs e caminhando em dire??o ao quarto. Assim que entraram no quarto, os dois pequeninos subiram na cama e jogaram as toalhas para odo. Iria, seu corpinho redondo e fofinho, estava corada por causa do banho, e seu rostinho delicado e bonitoo o de uma boneca, era simplesmente ador¨¢vel. In¨¦s era mais magra, mas sua pele rosada tamb¨¦m inspirava carinho. Olivia pegou roupas do guarda¨Croupa e os dois pequeninos se aproximaram, formando uma f para se vestirem. ¡°Mam?e, por que o papai ainda n?o voltou? Ele n?o vai dormir em casa hoje?¡± Iria perguntou enquanto se vest¨ªa. O cora??o de Ol¨ªvia, que acabara de recuperar alguma normalidade, subitamente afundou novamente, e a sensa??o dolorosa no fundo de seu cora??o continuou a reviver. parou por um momento, depois continuou a vestir Iria uma camiseta pequena, e apanhou uma cal?a para ajud¨¢ a vestir. Iria, segurando n, cooperava levantando o p¨¦, mas seus olhos brilhantes n?o deixavam o rosto de Olivia, ¨¤ espera de sua resposta. ¡°O papai de voc¨ºs bebeu demais hoje e est¨¢ dormindo num hotel.¡± Olivia respondeu. ¡°Ent?o o papai realmente n?o vai voltar hoje?¡± In¨ºs perguntou, confusa. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Olivia baixou os c¨ªlios, bn?ando levemente a cabe?a: ¡°Eu tamb¨¦m N?o sei.¡± se aproximou de In¨ºs ee?ou a ajud¨¢ a se vestir. As camiss de Iria e In¨ºs eram iguais, com um coelhinho rosa estampado na frente, apenas o tamanho da de Iria era um pouco maior que o de In¨ºs. Ir¨ªa era mais cheinha e precisava de uma roupa um pouco maior. Chapter 1031 Cap¨ªtulo 1031 Vestindo as crian?as, Olivia diz: ¡°Deitem¨Cse na cama e esperem p mam?e, eu vou tomar um banho e depols venho contar uma hist¨®ria para voc¨ºs.¡± ¡°Sim, sim, tudo bem, vamos esperar p mam?e.¡± Os pequenos acenaram obedientemente a cabe?a. Olivia sorriu gentilmente, virou¨Cse e saiu do quarto, nejando encontrar Teresa para se organizar para o banho, j¨¢ que ficaria ali aqu noite. O celr no seu bolso tocou, e no segundo em que escutou o toque, Olivia sentiu um aperto nos nervos, uma sensa??o opressiva inconsciente. Hesitante por um segundo, tirou o celr do bolso e viu a chamada de um n¨²mero desconhecido. n?o era o n¨²mero de Gabriel, se lembrava do final do n¨²mero dele. Era um n¨²meropletamente estranho. N?o erao temia, que poderia ser uma liga??o de Daniel. Ao ver que n?o era Daniel, os nervos de Olivia se acalmaram, mas¨Ca dor inexplic¨¢vel em seu cora??o voltou ¨¤ vida. Olhando fixamente para a t do celr por alguns segundos, viu os n¨²meros dan?ando na t. Finalmente, Olivia deslizou o dedo e atendeu: ¡°Al?.¡± Mesmo suspeitando que pudesse ser um golpe, manteve a educa??o, vai que n?o fosse?Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¡°Sou eu.¡± A voz de um homem veio do outrodo. Olivia se assustou e rapidamente reconheceu a voz, ficando tensa: ¡°O que houve?¡± Enquanto perguntava, caminhou rapidamente em dire??o ao banheiro, passando pelos criados que iam e vinham pelo corredor, n?o queria fr ali, medo de ser ouvida. se os criados escutassem, Daniel saberia. ¡°ro que algo aconteceu, sen?o eu n?o teria te ligado assim sem mais nem menos.¡± A voz de Rodrigo era s¨¦ria. Olivia j¨¢ estava no banheiro, fechou a porta e ainda vignte, olhou atrav¨¦s do vidro fosco para ver se havia algu¨¦m escutando. ¡°O que ¨¦?¡± perguntou Olivia. ¡°Voc¨º n?o est¨¢ tentando ir embora? Esta noite ¨¦ o momento perfeito, voc¨º s¨® precisa levar seus filhos e fazero eu digo.¡± Rodrigo falou, sua voz normalmente suave e amig¨¢vel, mas agora soava muito grave. ¡°Esta noite? Eu N?o estou preparada!¡± Olivia exmou surpresa, pensava que fugir as crian?as exigiria um nejamento cuidadoso, afinal, Daniel n?o era algu¨¦m f¨¢cil de lidar. Se voc¨º quiser fugir, precisa fugirpletamente e escapar sucesso, caso contr¨¢rio, se Daniel o pegar, as consequ¨ºncias ser?o tr¨¢gicas. ¡°N?o precisa se preparar, voc¨º s¨® precisa levar seus filhos e sair da Vi Serenidade, deixe o resto comigo.¡± disse Rodrigo, ¡°Por que esta noite ¨¦ a melhor oportunidade? Daniel pode voltar a qualquer momento.¡± Olivia estava receosa em agir precipitadamente. ¡°Lembra que eu te falei sobre minha investiga??o no hotel? V¨¢rios sequestros e abusos contra mulheres Capitulo 1031 foram noticiados, e agora a m¨ªdia est¨¢ dando muita aten??o ao caso, que est¨¢ ligado a Daniel.¡± ¡°Ligado a Daniel?¡± Olivia ficou chocada, apertando o celr for?a, surpresa. ¡°Sim, se esse caso for resolvido, todo o cr¨¦dito ser¨¢ dele, e a m¨ªdia certeza vai querer entrevistar Daniel, ele vai estar ocupado esta noite e n?o vai voltar.¡± Para dissipar as preocupa??es de Olivia e incentiv¨¢ a levar as crian?as e sair sem medo, Rodrigo n?o escondeu nada d. Resolver o caso do hotel foi algo que Rodrigo fez pessoalmente, encontrando as provas e divulgando¨C as para a m¨ªdia. No entanto, ele deliberadamente vazou para a m¨ªdia que naqu noite Daniel havia ido ao hotel muita gente, uma movimenta??o grande assim certamente era para capturar os criminosos envolvidos com o hotel. As provas do escandalo no hotel tamb¨¦m foram encontradas por Daniel, que defendeu a justi?a social e merecia aten??o e elogios. Juntamente o pr¨®prio apelo midi¨¢tico de Daniel e sua popridade, todos os principais meios de comunica??o estavam se esfor?ando para entrevistar Daniel. Olivia entendeu o que Rodrigo queria dizer. Chapter 1032 Cap¨ªtulo 1032 n?o esperava que Rodrigo atribu¨ªsse todo o m¨¦rito a Daniel, isso seria para ajud¨¢ a fugir? Antigamente, Olivia teria suas d¨²vidas sobre as inten??es de Rodrigo, mas desde que descobriu que ele n?o era apenas amigo de Sergio, mas tamb¨¦m um jornalista investigativo, n?o tinha mais raz?es para desconfiar dele. ¡°Tudo bem,, eu levarei as crian?as para fora da Vi Serenidade imediatamente,¡± disse Olivia serenidade, decidida a reafirmar seu pr¨®prio prop¨®sito. ¡°Eu estarei esperando por voc¨ºs na casa de campo que Daniel presenteou sua m?e,¡± Rodrigo falou, e ent?o desligou o telefone. A casa de campo que Daniel deu ¨¤ sua m?e? Seria que foi adquirida a propriedade deixada por Sergio? Olivia estava prestes a abrir a porta do banheiro para sair, quando de repente parou. N?o, sair assim de maneira precipitada,apenas entrando no banheiro e n?o tomando banho, despertaria suspeitas nos empregados da Vi Serenidade. Para criar uma atmosfera de normalidade, Olivia tomou rapidamente um banho, foi at¨¦ o quarto de Heitor, onde Teresa sorria contando lendas para Heitor e Joel. Olivia se aproximou de Teresa e sussurrou algo em seu ouvido. A express?o de Teresa mudou para surpresa por um instante, e logo depois pareciapreensiva e tensa ao mesmo tempo, virou¨Cse para Olivia e disse: ¡°Entendido.¡± Logo ap¨®s, Teresa disse a Heitor e Joel: ¡°J¨¢ est¨¢ tarde, a vov¨® precisa ir embora.¡± ¡°Vov¨¢, fique para dormir aqui, voc¨º pode usar minha cama,¡± Joel fez beicinho, relutante em deixar a av¨® ir embora. Entre sorrisos afetuosos, Teresa manteve uma cortesia distante: ¡°Bem, aqui n?o ¨¦ a casa da vov¨®, n?o estou acostumada, ¨¦ melhor eu voltar.¡± Heitor, sendo o mais maduro, percebeu que Teresa estava desconfort¨¢vel ali, e at¨¦ na presen?a deles, mantinha uma certa formalidade e distancia. N?o era assim que a vov¨® geralmente tratava¨Cos. Heitor entendeu ent?o que,o aquele era or de seu pai, a vov¨® n?o se sentia confort¨¢vel ali, n?o era Heitor disse: ¡°Ent?o n¨®s vamos a vov¨® para casa.¡± O rosto de Teresa se iluminou de alegria por um momento, e sem cerim?nia, rapidamente aceitou: ¡°Sim, por favor, venham todos conhecer a nova casa da vov¨®, tenho um novor agora que voc¨ºs ainda n?o conheceram..¡± Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ?? ? ?? ??? ?? ?? ¡°Eu tamb¨¦m quero ir! vou me trocar para ir para a nova casa da vov¨®,¡± Joel pulou da cama, dan?ando de alegria. ¡°ro, ro, a vov¨® vai ajudar voc¨ºs a se vestirem,¡± Teresa, radiante, apressou¨Cse a buscar roupas para as crian?as, pois n?o era apropriado sair de pijama. ¡°Preciso trocar de roupa no meu quarto,¡± disse Olivia, virando¨Cse rapidamente para sair do quarto. 11:23 Capitulo 1032 Depois de todos estarem prontos, Olivia, Teresa e as crian?as se dirigiram ao hall, onde F¨¢bio, percebendo que eles n?o estavam se preparando para dormir, mas sim para sair, se aproximou preocupado e perguntou: ¡°Srta. Souza, voc¨ºs est?o de sa¨ªda?¡± Olivia respondeu: ¡°F¨¢bio, precisava mesmo fr voc¨º. Minha m?e est¨¢ se sentindo deslocada aqu¨ª, e est¨¢ preocupada que a presen?a d iode Daniel. deseja voltar para sua casa, e as crian?as tamb¨¦m querem visitar a nova resid¨ºncia da av¨®. Pensei em lev¨¢¨Clos agora e deix¨¢¨Clos l¨¢, para amanh? lev¨¢¨Clos direto para a esc. Poderia busc¨¢¨Clos no final das as? ¡°F¨¢bio, eu realmente precisava te encontrar. ¨¦ o seguinte, minha m?e n?o se acostuma aqu¨ª, e teme que Daniel fique descontente ao encontrar uma pessoa a mais. quer voltar, e as crian?as tamb¨¦m est?o agitadas para ir ¨¤ casa da av¨®. Estou pensando em lev¨¢¨Clos agora para ficar minha m?e e amanh? eu mesmo os levarei direto para a esc. Voc¨º poderia buscar eles na sa¨ªda, por favor?¡± ¡°Isto¡­¡± F¨¢bio, sem poder decidir por si mesmo, olhou hesitante para as crian?as. Chapter 1033 Cap¨ªtulo 1033 ¡°F¨¢bio, deixa a gente ir para a casa da vov¨®, eu quer¨° brincar l¨¢.¡± Joel, seus olhos brilhantes cheios de l¨¢grimas, tinha uma express?o de pena que tocaria o cora??o de qualquer um. ¡°Eu tamb¨¦m quero ir para a casa da vov¨®, F¨¢bio, por favor, deixa a gente ir.¡± Iria fez beicinho, um olhar de dar d¨®. Diante do apelo doce das crian?as, o cora??o de F¨¢bio amoleceu;o ele poderia negar¨Clhes tal pedido? Ele simplesmente n?o tinha o direito de permitir que as crian?as deixassem a Vi Serenidade. Observando o dilema de F¨¢bio, Olivia disse: ¡°N?o se preocupe, eu acabei de ligar para o Daniel, ele concordou.¡± ¡°Voc¨º falou ele?¡± F¨¢bio perguntou, incerto. ¡°ro que liguei, quer ver?¡± Olivia pegou o celr, abriu o registro de chamadas, e a primeira era a liga??o que fizera para Daniel. Depois de mostrar rapidamente o celr para F¨¢bio, Olivia o colocou de volta, dizendo: ¡°Voc¨º viu o registro de chamadas, foi h¨¢ cinco minutos. Daniel realmente concordou em deixar as crian?as irem para a casa da av¨®, ele n?o tinha dado sua permiss?o antes? F¨¢bio, por que a preocupa??o?¡± F¨¢bio sorriu aliviado, enxugou o suor da testa e disse: ¡°N?o ¨¦ isso que eu quis dizer, Srta. Souza ¨¦ a m?e das crian?as, ro que as ama. Mas n¨®s,o empregados, devemos obedecer ¨¤s ordens do Sr. Daniel, e se algo acontecer, n?o poderemos nos responsabilizar. Como a senhora falou o Sr. Daniel, ent?o por mim est¨¢ tudo bem.¡± Embora Olivia tivesse mostrado o telefone rapidamente, F¨¢bio viu a hora da chamada; de fato, havia sido cinco minutos antes. Continuar impedindo Olivia de levar as crian?as parecia que ele estava se opondo a , e ele n?o tinha essa inten??o nem ousaria faz¨º¨Clo. ¡°Tudo certo ent?o, F¨¢bio, me d¨¢ a chave daquele Lamborghini preto.¡± Olivia pediu. ¡°Prefiro levar voc¨ºs no carro da fam¨ªlia¡± F¨¢bio ¨¦stava preocupado a seguran?a deles. ¡°J¨¢ est¨¢ tarde, e F¨¢bio trabalhou duro o dia todo, est¨¢ cansado, deve descansar. N?o me sentiria bem em fazer voc¨º se esfor?ar para nos levar.¡± Olivia insistiu em dirigir mesma, pois se F¨¢bio os levasse, daria a impress?o de que os olhos de Daniel estivessem sobre eles, observando cada movimento. ¡°N?o se preocupe, eu n?o estou cansado.¡± F¨¢bio disse, e j¨¢ estava a caminho para pegar o carro da fam¨ªlia. Depois de dar alguns passos, sentiu algu¨¦m puxando a barra da sua camisa. F¨¢bio olhou para tr¨¢s, n?o viu ningu¨¦m, olhou para baixo e viu o pequeno Joel agarrando a sua roupa. ¡°Eu n?o quero que o F¨¢bio nos lev eu quero que a mam?e dirija, vamos passar no shopping paraprar KFC antes de voltar para a casa da vov¨®. O vov? F¨¢bio n?o nos deixaer KFC.¡± O pequenino parecia chateado, mas determinado. ¡°Isso¡­¡± F¨¢bio sorriu,ovido e entretido, olhou para Joel e depois para Olivia: ¡°Ent?o, Srta. Souza, dirija cuidado.¡± ¡°Hum, eu sei. As crian?as s?o aben?oadas por terem um av?o voc¨º que as ama tanto.¡± Olivia n?o deixou de elogiar o carinho de F¨¢bio ps crian?as. F¨¢bio ficou um pouco envergonhado os elogios: ¡°Oh, n?o ¨¦ nada, ¨¦ o m¨ªnimo que eu posso fazer. Vou buscar as chaves.¡± 41.00 Capitulo F¨¢bio foi ao seu quarto, onde todas as chaves dos carros da Vi Serenidade eram guardadas. Observando F¨¢bio entrar no quarto, Olivia sentiu seus nervos tensos rxarem um pouco e percebeu que suas m?os estavam suadas. Durante o embate F¨¢bio, parecia calma, mas na verdade estava t?o nervosa que seu cora??o parecia bater mais devagar. F¨¢bio entregou as chaves para Olivia e ainda preocupado, instruiu: ¡°Srta. Souza, qualquer coisa pode me ligar, eu chego rapidamente.¡± ¡°Est¨¢ bem, obrigada F¨¢bio.¡± Olivia pegou as chaves, segurou a m?o de Ir¨ªa e virou¨Cse para sair. Seus passos se aceleraram involuntariamente ao sair.Please check at N/?vel(D)rama.Org. Chapter 1034 Cap¨ªtulo 1034 Grupo Mendes International Hotel, quarto 2809. Ap¨®s ter expulsado Wilma, Daniel sentia um calor insuport¨¢vel tomando conta de seu corpo, seu rosto gnte tingido de vermelho p bebida, mas seus olhos profundos exibiam uma frieza cortante. Suas m?os tensionavam os len?¨®is, veias pronunciadas em seus dorsos, e ao redor dele emanava uma aura de. gelo e fogo. J¨¢ faziam mais de vinte minutos que Olivia havia sa¨ªdo, superando em dez vezes o tempobinado! Daniel sabia que Olivia o tinha deixado sozinho no hotel. Uma raivatenteo consumia por dentro. O calor de seu corpo amea?ava consumi¨Clo por inteiro. Levantando¨Cse, Daniel foi ao banheiro, despiu¨Cse e ligou o chuveiro, deixando a ¨¢gua fria correr sobre seu corpo na tentativa de dissipar o calor que sentia. Mas a ¨¢gua em temperatura ambiente era in¨²til contra o calor de sua pele, at¨¦ mesmo parecendo esquentar¨Cse ao entrar em contato seu corpo abrasador, gerando vapores brancos ao seu redor. Com os dentes cerrados e um olhar sombrio repleto de indigna??o, as linhas de seu rosto estavam tensionadas a ponto de parecerem prestes a se quebrar. Ele ficou sob a ¨¢gua fria, suportando o banho at¨¦ sentir uma ligeira melhora no calor que sentia, desligou o chuveiro, secou¨Cse, vestiu¨Cse e deixou o quarto. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Olivia tinha ousado abandon¨¢¨Clo e permitir que Wilma encontrasse brechas para entrar em seu quarto! estava brincando fogo! Afinal, ele havia sido muito indulgente ! Assim que Daniel chegou ao estacionamento subterraneo no primeiro subsolo, um enxame de rep¨®rteres o cercou, bloqueando seu caminho. ¡°Sr. Griera, sob a Montanha de Lamina, funcion¨¢rios do hotel em conluio estranhos sequestraram v¨¢rias mulheres, causando danos. Foi voc¨º quem encontrou as evid¨ºncias e denunciou o hotel, trazendo justi?a aos culpados. Voc¨º ¨¦ um jovem presidente t?o promissor e justiceiro. Poderia nos contaro voc¨º suspeitou que havia algo errado o hotel aos p¨¦s da Montanha de Lamina e como conseguiu as provas?¡± perguntou o rep¨®rter que se adiantou, aguardando ansiosamente p resposta de Daniel, estendendo o microfone em sua dire??o. Com um olhar profundo e contido, Daniel fitou o jornalista um olhar gdo e furioso, fazendo o rep¨®rter tremer involuntariamente e baixar o microfone quase sem for?as. Sempre haver¨¢ rep¨®rteres destemidos buscando uma hist¨®ria exclusiva. Outro se adiantou, pensando ser esperto ao perguntar: ¡°Sr. Griera, sua presen?a no hotel sob a Montanha de Lamina foi coincid¨ºncia ou havia algum motivo espec¨ªfico para sua visita? Estava investigando os segredos do hotel ou existe algum conflito entre voc¨º e o propriet¨¢rio?¡± O jornalista foi al¨¦m dos fatos e tocou em quest?es pessoais. ¡°De onde vieram estas ordens?¡± a voz baixa e gda de Daniel soou, seu olhar afiadoo uma lamina, causando panico. O rep¨®rter, que a princ¨ªpio achou que tinha feito uma boa pergunta e mantinha um sorriso, sentiu o peso do olhar prante de Daniel e deixou o microfone cair, seu sorriso congndo em terror enquanto se 1/2 11:24 agachava rapidamente para peg¨¢¨Clo. Sempre haver¨¢ jovens destemidos, ansiosos para se adiantar e ficar frente a frente Daniel, perguntando: ¡°Ouvimos que o propriet¨¢rio do hotel confessou pessoalmente ¨¤ pol¨ªcia que estava ciente das a??es il¨ªcitas dos funcion¨¢rios. Como voc¨º, Sr. Griera, desempenhou um papel nessa confiss?o?¡± Daniel, suportando a sensa??o de queimar por dentro, continha a raiva de ser obstru¨ªdo. Sua presen?a era fria e durao geada, a tens?o de sua raiva contida permeava o ar, diminuindo a press?o atmosf¨¦rica e tornando o oxig¨ºnio escasso, fazendo todos ao seu redor respirarem mais devagar, segurando a respira??o. Chapter 1035 Cap¨ªtulo 1035 Elen?ou um olhar ao microfone do rep¨®rter o logotipo cdo. ¡°Entretenimento de Semana! Voc¨ºs n?o ver?o o sol de amanh?.¡± Assim que terminou de fr, ele pegou seu celr e ligou para Bruno: Tenho uma tarefa para voc¨º: quero que a Entretenimento de Semana v¨¢ ¨¤ fal¨ºncia em duas horas.¡± O jovem rep¨®rter que havia feito a pergunta ficou petrificado o medo, seu rosto p¨¢lido, e rapidamente implorou por miseric¨®rdia: ¡°Sr. Griera, desculpe, eu disse algo errado, n?o ousarei mais, por favor, d¨º ? Entretenimento de Semana mais uma chance.¡± ? ??? ??¨± ? ??? ? ¡°Saia daqui!¡± A paci¨ºncia de Daniel estava quase atingindo seu limite. O choque na voz dele fez que o jovem rep¨®rter recuasse apressadamente, as pernas t?o fracas que quase caiu. Os outros jornalistas que estavam atr¨¢s dele, esperavam uma oportunidade para se aproximar e fazer perguntas a Daniel, tamb¨¦m foram atingidos p ira que emanava dele e recuaram junto Rapidamente, fizeram caminho para ele. Daniel nem sequern?ou um olhar para eles novamente, levantou¨Cse e uma express?o fria e sombria, caminhou p passagem que as pessoas haviam aberto,, entrou no seu Rolls Royce preto, pisou no acelerador e recuou bruscamente por uma distancia, a traseira do carro indo em dire??o ao grupo de rep¨®rteres. Os rep¨®rter¨¦s, amedrontados, se aglomeraram e recuaram em panico, os cora??es batendo forte. Eram tantos que n?o podiam recuar rapidamente o suficiente. Vendo a traseira do carro se aproximar, as pessoas na frente deixaram escapar um suspiro de medo, arregram os olhos e aceleraram seus passos, enquanto aqueles atr¨¢s n?o conseguiram panhar o ritmo dos da frente, provocando desordem. As pessoas atr¨¢s trope?aram e aqus ¨¤ frente tamb¨¦m ca¨ªram. Foio uma onda humana caindo em f. Daniel pressionou o forte for?a, e um olhar frio e profundo pelo retrovisor, observou os rep¨®rteres em uma cena pat¨¦tica e desajeitada. Seu rosto tenso rxou ligeiramente, ele virou o vnte e o carro deixou rapidamente do estacionamento subterraneo. Please check at N/?vel(D)rama.Org. Aqueles rep¨®rteres que haviam bloqueado o seu caminho estavam todos ca¨ªdos no ch?o, sem exce??o. O Rolls Royce preto acelerou p estrada asfaltada, os neons da cidade iluminando a carroceria brilhante, colorindo¨Ca em um caleidosc¨®pio, mas sem derreter o gelo nos olhos de Daniel. Os carros na estrada, ao perceberem o Rolls Royce acelerando rapidamente, abriram espa?o rapidamente, temerosos de provocar a f¨²ria do Rolls Royce enfurecido. Daniel segurava o vnte firmeza, as veias de suas m?os estavam ligeiramente salientes, seus olhos negros fixos ¨¤ frente, a frieza em torno dele preenchendo o interior do carro, uma press?o t?o baixa que poderia congr a qualquer momento. Em circunstancias normais, seriam necess¨¢rios vinte minutos para chegar ¨¤ Vi Serenidade, mas Daniel diminuiu esse tempo para doze minutos. Foram apenas ojto minutos para chegar ¨¤ Vi Serenidade. O carro parou no p¨¢tio, e Daniel saiu, caminhando em dire??o ao sagu?o uma aura fria e imponente. F¨¢bio havia acabara de sair da cozinha e, ao ver Daniel uma aura t?o amea?adora, ficou tenso e o cumprimentou cautelosamente: ¡°Sr. Daniel, voc¨º voltou¡­¡± 1/2 11:24 ¡°Onde est¨¢ a Olivia?¡± A voz de Daniel era cortante e fria, contendo um tom rouco, Ao ver aquele olhar gdo de Daniel que poderia congr algu¨¦m a qualquer momento, F¨¢bio ficou arrepiado, suando frio enquanto rtava: ¡°Sr. Daniel, o senhor n?o concordou que a Srta. Souza levasse as crian?as para passar uma noite na casa da m?e d?¡± Os olhos negros de Dan¨ªel se aprofundaram subitamente. Ele havia concordado que Olivia levasse as crian?as para a casa de Teresa? F¨¢bio viu que a aura de Daniel ficava cada vez mais sombria, e isso o fez ficar ainda mais apavorado. Ele disse: ¡°A Srta. Souza voltou para a Vi Serenidade h¨¢ pouco, deu banho nos quatro filhos e, depois, a m?e d apareceu. n?o est¨¢ acostumada a viver na Vi Serenidade e queria voltar para casa, e as crian?as estavam fazendo birra para ir ¨¤ casa da av¨®. Ent?o, Olivia levou sua m?e e as crian?as para fora da Vi Serenidade. A Srta. Souza disse que ligou para o senhor e que o senhor havia concordado.¡± Daniel contraiu a testa, sua respira??o tornava¨Cse pesada e sua irrita??o aumentava. Ele se virou, deixou o sal?o e, mais uma vez, entrou no Rolls Royce, dirigindo¨Cse o carro. Chapter 1036 Capitulo 1036 Daniel pisou fundo no acelerador e o carro deslizou ps estradas mais r¨¢pido que um avi?o, rumo ¨¤ mans?o Porto Estr de Sol. Olivia dirigia os quatro filhos e Teresa ao seudo, n?o ousando acelerar excessivamente, mantendo uma velocidade segura at¨¦ chegarem ¨¤ mans?o Porto Estr de Sol. Assim que entraram no p¨¢tio, a vis?o diante deles fez Olivia gritar,pletamente surpreendida. ¡°Uau, um avi?o! ¨¦ um avi?o de verdade!¡± Joel abriu a boca em espanto, incapaz de contrr sua express?o. Ele j¨¢ tinha se divertido muitos avi?ezinhos, mas era a primeira vez que via um de verdade. ¡°¨¦ mesmo, um avi?o de verdade!¡± Heitor ecoou, surpreso. Heitor era um entusiasta deputadores, mas, mesmo todo seu conhecimento, essa era a primeira vez que ele via um avi?o, t?o fascinante quanto descobrir um novo mundo. ¡°Ah, ent?o ¨¦ isso que ¨¦ um avi?o.¡± Iria, a menina, n?o tinha muito interesse em m¨¢quinaso avi?es, sua curiosidade era timida. ¡°Ser¨¢ que ¨¦ o papai que chegou?¡± In¨¦s levantou a pergunta, sabendo o qu?o incrivel era o pai deles. Ser¨¢ que o avi?o era dele? Ao ouvir a pergunta de In¨ºs, o cora??o de Olivia acelerou. Ainda n?o tinha certeza se era Daniel quem havia chegado, mas s¨® de ouvir o nome dele, sentia panico e temor. tamb¨¦m reconheceu que apenas pessoas ricas e poderosas possu¨ªam avi?es particres. Daniel, com sua posi??o e riqueza, era uma das poucas pessoas que poderiam ter um assim. Era a primeira vez que as crian?as viam um avi?o particr, mas n?o era novidade para . Naqu vez em que Gabriel a sequestrou para um hotel, Daniel a resgatou de helic¨®ptero. havia visto Daniel manobrar um helic¨®ptero, cercado por um s¨¦quito de seguran?as, uma vis?o imponente. S¨® algu¨¦mo Daniel poderia exibir tal esplendor. Olivia vasculhou ansiosamente ao redor do p¨¢tio, tentando identificar o dono do avi?o. ¡°Estou aqui dentro do avi?o, venha as crian?as, vamos partir logo.¡± A jan do avi?o se abriu, e a voz de um homem ressoou. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Olivia olhou na dire??o da voz e viu o rosto calmo e bonito de Rodrigo. Era ele mesmo.Com isso, o cora??o apertado de Olivia finalmente se acalmou. pegou as m?os de Iria e In¨ºs e caminhou em dire??o ¨¤ entrada do avi?o. ¡°Meus amores, hoje ¨¤ noite vamos partir, e depois vamos vivero antes, uma vida tranqu e felizo a de In¨ºs.¡± n?o d Iria parou abruptamente, segurando a m?o de Olivia for?a, interrompendo os passos da m?e. parou e olhou para baixo, encontrando o rosto confuso de Iria, que perguntou uma voz suave: ¡°Mam?e, e o papai, n?o vai a gente?¡± ¡°¨¦, o papai n?o vai?¡± In¨¦s tamb¨¦m perguntou, interesse. Ao ouvir essa pergunta, o cora??o de Olivia sentiu uma picada aguda, masera dominado por um sentimento de impot¨ºncia. se agachou ¨¤ altura de Iria e In?s, olhando nos olhos ds, e disse: ¡°O papai est¨¢ muito ocupado, n?o tem tempo para vir conosco, e eu s¨® posso levar voc¨ºs.¡± ¡°Por qu¨¦?¡± In¨¦s perguntou, ainda confusa. 1/2 10:55 Antes que Olivia pudesse responder, os olhos de Iria iluminaram¨Cse e disse: ¡°Ah, eu sei, o pai e a m?e ainda n?o s?o casados, n?o podem morar juntos, ent?o s¨® podemos morar um deles.¡± Muitos dos colegas de Iria na pr¨¦¨Cesc tinham pais casados e moravam juntos. Um colega da pr¨¦¨Cesc, Thiago, contou¨Clhe que seus pais se amavam muito e todos viviam juntos e felizes. ¡°Por que s¨® podemos morar um?¡± In¨ºs n?o entendia. Iria,o uma pequena adulta, explicou: ¡°Porque pai e m?e n?o s?o casados, ent?o n?o s?o uma fam¨ªlia. Eles s?o duas fam¨ªlias separadas. Ou ficamos o pai ou a m?e, s¨® podemos escolher assim. Samara, minha colega da pr¨¦¨Cesc, teve os pais divorciados e agora s¨® pode ficar um deles.¡± ¡°Ent?o por que pai e m?e n?o se casam?¡± In¨ºs perguntou, olhando para Olivia olhos escuros e inocentes. Se o pai e a m?e se casassem, eles poderiam viver juntoso uma fam¨ªlia. Olivia, amargura evidente em seu semnte, preparava¨Cse para fr, qu¨¢ndo Iria, sua compreens?o ium para uma crian?a, interrompeu, dizendo: ¡°Por que voc¨º n?o gosta do papai, mam?e? Ser¨¢ que nunca existiu amor entre voc¨ºs dois?¡± Chapter 1037 Cap¨ªtulo 1037 Iria olhava para Olivia,n?ando¨Clhe um questionamento profundo da alma. Olivia ficou atordoada as perguntas de Iria. N?o havia amor entre e Daniel, era um problema dele, ou seu? Quando Iria perguntou por que n?o gostava de Daniel, num instante, a mente de Olivia ficou confusa. Por que n?o gostava de Daniel? Ou simplesmente n?o tinha o direito de gostar? Afinal, gostava ou n?o? ¡°Iria, n?o torne as coisas mais dif¨ªceis para a m?e. Estou pronto a deixar tudo para tr¨¢s por , disse Heitor, que estava aodo, fndo seriamente para Iria. Heitor, embora jovem, percebia a dificuldade e a perda no rosto de Olivia. A m?e certamente tinha uma raz?o forte para levar eles embora do pai. Se fosse realmente necess¨¢rio escolher entre pal e m?e.. Heitor n?o hesitaria em escolher a m?e! ¡°Eu tamb¨¦m vou a m?e,¡± Joel levantou a m?o, aproximando¨Cse de Olivia. Iria e In¨ºs trocaram olhares, e nos olhos das duas pequenas havia uma mistura de perplexidade e ternura. Depois de s¨¦ olharem, In¨ºs voltou a si e disse a Olivia: ¡°Eu tamb¨¦m vou a m?e.¡± ¡°Hum hum, vamos pegar o avi?o, eu adoro voar,¡± disse Iria, acenando suas m?os pequenas agarrando a borda do avi?o. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Em apenas dois minutos, as crian?as chegaram a um consenso, e Olivia, amargura no cora??o e l¨¢grimas nos olhos, sentia¨Cse consda por ter a escolha incondicional dos filhos. De repente, viu Iria suas m?os pequenas agarrando a borda do avi?o, tentando subir dificuldade, mas suas pemas eram curtas demais para alcan?ar. Olivia sorriu involuntariamente a imagem encantadora da menina, apressou¨Cse em ajudar, levantando Iria para dentro do avi?o. Teresa tamb¨¦m ajudou a segurar as crian?as, e rapidamente todos embarcaram, Olivia sublu e depois, puxou Teresa para dentro. *Finalmente podemos ir, n?o foi f¨¢cil, Teresamentou tristeza, sentada no avi?o. Ao deixar este lugar, pelo menos sua filha Olivia n?o teria mais que suportar humilha??es, e s poderiam ficar todos os dias juntas as crian?as. Teresa n?o se surpreendeu que um avi?o estivesse esperando por eles para partir. Porque, momentos antes, na Vi Serenidade, Olivia sussurrou algo em seu ouvido, informando que algu¨¦m viria busc¨¢s para deixar a Capital e vivero antes. No passado, a vida era simples e pobre, Teresa sempre remava que Olivia n?o sabia ganhar dinheiro, sempre expressava seu arrependimento por ter engravidado antes de se casar e n?o podia contar um homem. At¨¦ que o pai das crian?as apareceu, mudando suas vidas, e a vida tranqu e satisfat¨®ria de Teresa e Olivia foipletamente interrompida, restando apenas solid?o. Foi ent?o que Teresa percebeu que antes n?o sabia o que era gratid?o, que antes tinha tudo o que 10 10.55 Capitulo 1037 precisava, as crian?as ao seu redor, dias atarefados mas felizes, sem preocupa??es. Agora, as crian?as retornando ao pai rico, n?o precisava mais cuidar ds todos os dias, massentia falta da alegria anterior. n?o sabia o que tinha, at¨¦ que perdeu e percebeu o valor da simplicidade de antes. Olivia olhou para Teresa, mas n?o disse nada. Rodrigo lembrou: ¡°Apertem os cintos de seguran?a, estamos prestes a partir.¡± Olivia entendeu e se apressou a ajudar as quatro crian?as a colocarem os cintos de seguran?a. O que n?o sabia era que, naquele momento, o carro de Daniel estava se aproximando rapidamente em sua dire??o. Chapter 1038 Cap¨ªtulo 1038 O carro de Daniel estava a m¨¢xima velocidade rumo ¨¤ mans?o Porto Estr de Sol, faltavam apenas tr¨¨s minutos para chegar. Um estrondo soou n¨®s c¨¦us, era o som de um helic¨®ptero ddo. Daniel olhou para cima e viu um helic¨®ptero negro ascender ao c¨¦u, voando em dire??o a un lugar distante. Ele estreitou ainda mais o vnte as m?os e acelerou fundo no acelerador, disparando em dire??o ao p¨¢tio da mans?o, que estava deserto, sem ¨¢rvores, sem verde, apenas os caminhos ao redor e o solo ¨¢rido e amarelo. No interior da mans?o predominava a escurid?o, e as portas estavam fechadas, evidenciando que n?o havia ningu¨¦m. A bordo daquele helic¨®ptero estavam Olivia e as crian?as. Daniel estava furioso, trincando os dentes, seu rosto anguloso estava frioo se tivesse sido esculpido a faca. ¡°Maldi??o!¡± Daniel exmou, respirando pesadamente e socando o vnte for?a. Imediatamente, o carro emitiu um som agudo de buzina, que ressoou alto,o se fosse a express?o de dor do ve¨ªculo. Daniel cravou seu olhar furioso na porta da frente, fechada, e pegou o celr para ligar para Bruno. ¡°Acione o helic¨®ptero para Porto Estr de Sol, traga dez especialistas em programa??o de computadores, invada os sistemas de vigilancia para investigar a rota recente do helic¨®ptero. Hoje, sem falta, Olivia devel ser encontrada!¡± Daniel ordenou de forma severa e impessoal, sua voz era gda e inabal¨¢vel. Bruno ficou levemente surpreso. Olivia havia fugido as crian?as novamente, e bem debaixo do nariz de Daniel. Ele n?o p?de deixar de admirar a coragem d. ¡°Sim, you providenciar agora mesmo.¡± Bruno respondeu imediatamente ¨¤ ordem de Daniel e, ap¨®s desligar o telefone, se apressou em arranjar tudo. No helic¨®ptero, Rodrigo era o piloto, e Olivia, Teresa e os quatro filhos estavam odados na parte de tr¨¢s. Para as crian?as, que nunca haviam voado de helic¨®ptero, a experi¨ºncia era uma curiosidade, e eles estavam alegreso pequenos macacos, olhando e tocando em tudo. ¡°M?e, voar de helic¨®ptero ¨¦ t?o divertido, quero voar novamente na pr¨®xima vez,¡± disse Joel, olhando para cima um rosto feliz. Olivia olhou para seu rosto infantil, repleto de alegria pura e inocente, e um sorriso gentil se formou em seus l¨¢bios: ¡°Na pr¨®xima vez, voaremos novamente.¡± ¡°M?e, o helic¨®ptero ¨¦ do tio? O papai tamb¨¦m tem um helic¨®ptero?¡± Iria perguntou curiosidade, inclinando a cabe?a. Ao pensar em Daniel, Olivia instintivamente sentiu uma press?o opressiva. O sorriso no rosto de Olivia se atenuou um pouco e respondeu ¨¤ pergunta de Iria: ¡°Seu pai tamb¨¦m possui um helic¨®ptero.¡± j¨¢ havia voado no avi?o de Daniel antes. 10:54 Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¡°Oba, o papal tamb¨¦m tem um helic¨®ptero, que incr¨ªvell¡± Iria disse um sorriso radiante, suas bochechas gordinhas formando covinhas, lindas e ador¨¢veis. *M?e, para onde estamos indo?¡± In¨ºs sempre fazia as perguntas mais pertinentes. Olivia tamb¨¦m estava incerta sobre para onde iriam, essa fuga havia sidopletamente desprovida de nejamento pr¨¦vio, t?o repentina que nem sabia o destino. olhou em dire??o ¨¤ cabine do piloto e perguntou a Rodrigo: ¡°Para onde estamos indo?¡± ¡°Para o aeroporto,¡± respondeu Rodrigo. ¡°¨¦ muito f¨¢cil para Daniel nos encontrar aqui no pa¨ªs, precisamos ir para o exterior.¡± A influ¨ºncia de Daniel estava por toda parte no pa¨ªs, e, dentro das fronteiras nacionais, n?o importava para onde fugissem, n?o conseguiriam escapar do controle de Daniel. Mas seria diferente no exterior; o poder de Daniel seria consideravelmente reduzido. ¡°Ah, entendi,¡± disse Olivia,preendendo a situa??o sem mais perguntas. No entanto, Heitor notou a conversa deles. Sua m?e estava tentando lev¨¢¨Clos para longe, sem permitir que o pai os encontrasse. A m?e e o pai estavam se separando definitivamente? De qualquer forma, ele escolheu ficar incondicionalmente aodo de sua m?e! Heitor tomou uma escolha firme em seu cora??o. Pouco depois, o helic¨®ptero pousou num amplo aeroporto deserto. Olivia desceu as crian?as e Teresa, mas Rodrigo, ao inv¨¦s de lev¨¢¨Clos imediatamente para o avi?o, pegou o telefone para fazer uma liga??o. ¡°Seria poss¨ªvel apagar as grava??es das cameras de seguran?a de toda a Capital das dez ¨¤s dez e vinte?¡± Rodrigo perguntou ao telefone. Chapter 1039 Cap¨ªtulo 1039 O que fol dito do outrodo da linha fez Rodrigo franzir a testa: ¡°N?o ¨¦ poss¨ªvel? Autodenomina¨Cse o melhor hacker da Capital?¡± Do outrodo, Rodrigo j¨¢ n?o tinha mais paci¨ºncia para continuar a conversa: ¡°Tudo bem, se voc¨º n?o pode ganhar esse dinheiro, certeza algu¨¦m mais o far¨¢.¡± Ap¨®s dizer isso, ele desligou o telefone. Rodrigo estava ansioso sobre a quem contratar agora para hackear as cameras de seguran?a, quando viul a mensagem recebida em seu celr: os jornalistas n?o conseguiram interceptar Daniel, que havia voltado para a Vi Serenidade. Ele certamente seria informado em primeira m?o que Olivia e as crian?as tinham fugido. Conhecendo oportamento de Daniel, ele rapidamentee?aria a rastrear a rota de fuga de Olivia. Se Daniel descobrisse o caminho pelo qual eles fugiram, eles n?o teriam mais chances de se esconder. Rodrigo havia chegado de helic¨®ptero ao aeroporto, e sabia que ps condi??es das estradas n?o conseguiriam rastrear sua localiza??o, mas todo o espa?o a¨¦reo da Capital estava sob vigilancia de radar, e bastaria a Daniel verificar as informa??es do radar para descobrir cada movimento deles. Com uma express?o carregada de preocupa??o, Rodrigo sentiu um pux?o na manga da camisa. Ao olhar para baixo, viu o filho mais velho de Olivia, que havia puxado sua roupa. O rosto encantadoramente belo do garotinho era muito parecido o de Daniel, uma vers?o em miniatura dele. Ao ver o menino, Rodrigo sentiu um arrepio inicial, mas, lembrando¨Cse de que era apenas uma crian?a, retomou apostura. ¡°Pequeno, o que foi?¡± perguntou Rodrigo gentileza ¡°Tio, voc¨º est¨¢ procurando por um hacker, n¨¦? Eu posso ajudar!¡± Heitor, um rosto infantil e doce, fva a seriedade de um adulto. Rodrigo olhou para ele surpresa: ¡°Voc¨º?¡± Heitor assentiu: ¡°Exatamente, eu posso hackear as cameras, s¨® preciso de umputador.¡± Rodrigo estava c¨¦tico. Se o melhor hacker da Capital n?o podia fazer isso,o um menino de quatro anos poderia? ¡°Tio, meu irm?o ¨¦ muito bom, ele ¨¦ um prodigio doputador, ele aprendeu isso na esc.¡± Joel defendeu o irm?o entusiasmo. Rodrigo for?ou um sorriso. Ele precisava de um especialista emputa??o de alto n¨ªvel; ser¨¢ que um conhecimento de pr¨¦¨Cesc seria ¨²til? ¡°Ele ¨¦ extraordin¨¢rio, tio, voc¨º deveria acreditar nele. Iria disse orgulhosamente, admirando muito seu irm?o Heitor. ¡°Pequeno, obrigado por querer ajudar, eu aprecio o gesto.¡® disse Rodrigo, sorrindo, achando que eram apenas pvras Infantis. Olivia percebeu que Rodrigo n?o acreditava que Heitor poderia fazer o trabalho, ent?o falou: Est¨¢ preocupado que Daniel verifique as cameras e descubra onde estamos?¡± ¡°Sim.¡± Rodrigo respondeu seriamente. ¡°Deixe o Heitor ajudar, ele ¨¦ um g¨ºnio doputador, talvez ele consiga.¡± 1/2 10:56 Rodrigo:*¡­* Ele poderia pensar que as crian?as estavam apenas dizendo bobagens, mas se at¨¦ Olivia fva assim, certamente n?o estava sendo infantil sem perceber o que dizia. ¡°Est¨¢ realmente fndo s¨¦rio?¡± Rodrigo perguntou novamente. ¡°Sim, o tempo est¨¢ correndo, voc¨º tem umputador? Empreste¨Co para o Heitor, ele pode conseguir.¡± Olivia tinha muita f¨¦ nas habilidades de Heitor, tinha visto seus pr¨®prios olhos Heitor invadindo o celr e oputador de Gabriel e deletando o v¨ªdeo que Gabriel usava para amea?¨¢. Por causa da elimina??o do video, p?de fugir sem preocupa??es os filhos. Deixar Daniel era algo que sempre quis fazer, mas nunca conseguiu; hoje era uma oportunidade que n?o poderia perder. E de jeito nenhum poderiam ser capturados por Daniel novamente, pois se fossem pegos desta vez, tentar fugir no futuro seria apenas um sonho imposs¨ªvel. tamb¨¦m n?o queria mais lidar as atitudes da familia Dias. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Distanciar¨Cse desses conflitos era a melhor estrat¨¦gia. Gabriel, ao ver a seriedade no rosto de Olivia, e n?o parecendo ser uma piada, olhou espantado para Olivia e depois para Heitor. Era sempre dificil acreditar, mas em breve, ele aceitou o fato de que Heitor era um g¨ºnio da inform¨¢tica. Na ¨²ltima vez, ele tinha testemunhado seus pr¨®prios olhos a pequena In¨ºs determinando assertivamente a autenticidade de pedras preciosas durante a festa infantil, e agora, o pequeno Heitor era um virtuose da tologia; o que havia para n?o entender e aceitar? ¡°Pegarei optop¡°, respondeu Rodrigo, virando¨Cse em dire??o ao helic¨®ptero. Enquanto isso, os dez especialistas em programas deputador trazidos por Bruno estavam digitando. fricamente em seus tedos, olhares s¨¦rios e concentrados, monitorando o radar sobre o espa?o a¨¦reo da Capital. Chapter 1040 Cap¨ªtulo 1040 Rodrigo disponibilizou oputador e providenciou uma cadeira, permitindo que Heitor se sentasse. No mesmo momento, abriu optop para que ele iniciasse o trabalho de invadir o sistema de vigilancia. Tinham temor de qu¨¦ D¨¢niel j¨¢ tivesse convocado sua equipe ee?ado a verificar as cameras de seguran?a. Se hesitassem por um segundo, seus movimentos seriam expostos. Portanto, apagar as grava??es de vigilancia era uma quest?o urgente. Era uma verdadeira corrida contra o tempo. Heitor ligou oputador e seus dedinhos ageis navegavam pelo tedo. Seu rosto.. e bonito mostrava seriedade e concentra??o, totalmente absorto,o se nada ao redor tivesse importancia. Olivia, as outras crian?as, Teresa e Rodrigo envolviam Heitor, observando seus dedos ¨¢geis sobre as tes, r¨¢pidos a ponto de parecerem duplicados. Todos estavam atentos, respirando devagar, cuidadosos para n?o perturbar Heitor. Enquanto isso, os dez programadores de elite de Daniel tamb¨¦m trabalhavam incansavelmente. Finalmente decifraram o c¨®digo do radar e se preparavam para verificar as cameras de seguran?a da Capital quando as ts dosputadores escureceram subitamente. N?o foi apenas uma, mas dez m¨¢quinas. Os programadores ficaram atonitos. ¡°Sr. Griera, as grava??es de vigilancia foram apagadas, est?o em branco¡°, reportou um dos programadores. O rosto bonito de Daniel estava frioo se antecipasse uma tempestade invernal. Ser¨¢ m¨¦ra coincid¨ºncia as grava??es terem sido apagadas agora? Certamente era obra de Olivia. Como ele poderia esquecer que seu filho Heitor era um prodigio da inform¨¢tica? ¡°Inspionem as cameras de vigilancia terrestres, quero as que t¨ºm audio! Comecem pelo Porto Estr de Sol, obtenham as grava??es de cada cruzamento!¡± Daniel tomou uma decis?o imediata, com um tom deando nato. Ele tinha visto seus pr¨®prios olhos o helic¨®ptero ddo do quintal da v no Porto Estr de Sol. O som do helic¨®ptero panharia todo o trajeto. O tr¨¢fego terrestre n?o seria afetado, mas o som do helic¨®ptero poderia ser ouvido. ¡°Sim, senhor!¡± Os programadores executaram a ordem. Cada um dos dez especialistas em programa??o invadiu a vigilancia de um cruzamento diferente. Dodo do aeroporto. Heitor concluiu a tarefa de apagar as grava??es de vigncia do espa?o a¨¦reo da Capital. Seu rosto concentrado finalmente exibiu um sorriso: ¡°Concluido, acabamos.¡± Fechando optop, Heitor l¨¦vantou a m?ozinha e enxugou o suor da testa. Rodrigo ficou surpreso; tudo foi feito em apenas dois minutos! O hacker que ele tinha contatado antes, promado o melhor da Capital, disse que precisaria de ho 1/2 Capitulo 1040 m¨ªnimo cinco minutos. Heitor conseguiu eliminar as grava??es em apenas dois minutos. Foi realmente uma surpresa para Rodrigo, uma rev??o. Realmente os verdadeiros especialistas est?o entre o povo; aqueles que se autopromam poderosos nem sempre s?o os melhores. *Bom, vamos partir.¡± A tens?o no cora??o de Rodrigo se aliviou; sem as grava??es, Daniel teria dificuldades para encontr¨¢¨Clos.A jornada seria muito mais tranqu. Rodrigo levou Olivia e os outros para o avi?o de passageiros, voando para o pa¨ªs W. Naturalmente, Rodrigo n?oeteria o erro deprar passagens de avi?o. Assim queprasse as passagens, deixaria informa??es que Daniel poderia facilmente seguir. O dono dapanhia a¨¦rea era seu amigo e lhe devia um favor. Rodrigo usou esse favor para que o amigo reservasse sete lugares, permitindo que embarcassem sem registro. Dessa forma, o avi?o os transportaria para o exterior sem deixar nenhuma informa??o. Mesmo que Daniel tentasse procurar, seria imposs¨ªvel encontrar algo. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Rodrigo e Olivia embarcaram no avi?o, que decolou dez minutos depois, subindo aos c¨¦us em dire??o ao pa¨ªs W. Olivia olhava para as nuvens p jan. O c¨¦u parecia mais azul, as nuvens mais brancas, e a luz do sol dourada passava ps nuvens, tingindo¨Cas um brilho dourado. Olivia contemva essa paisagem que s¨® poderia ser apreciada do alto, rxandopletamente e respirando profundamente. Era o ar da liberdade, algo verdadeiramente raro. Chapter 1041 Cap¨ªtulo 1041 Ap¨®s os dez programadores invadirem as cameras de vigilancia, examinando eparando os dados, Daniel finalmente segulu o rastro do som ensurdecedor at¨¦ o Aeroporto da Capital. Ele mobilizou sua equipe em dire??o ao aeroporto. Realizaram uma busca minuciosa por todas as pessoas que passavam pelo aeroporto., A presen?a de Daniel, dominante e imponente, criou uma atmosfera tensa, fazendo que os transeuntes inquietos. Em apenas dez minutos, verificaram todos os individuos em transito. N?o acharam nenhum sinal de Olivia ou das crian?as. O rosto de Daniel era a imagem da seriedade, frieza misturada uma raiva ardente, pronta para explodiro um vulc?o e queimar tudo ao seu redor. ¡°Chequem todas as informa??es dos voos que decram nos ¨²ltimos vinte minutos!¡±andou Daniel, frieza. Logo, as informa??es de todos os voos que haviam partido nos ¨²ltimos vinte minutos foram apresentadas. Havia tr¨ºs avi?es que haviam decdo nesse intervalo. Um voava para o Pais M, outro para o Pa¨ªs Y e um terceiro para o Pais W. Apenas tr¨ºs avi?es para verificar, uma tarefa facilitada. ¡°Contactem os pilotos, pe?am¨Clhes para ficarem atentos aos passageiros. Se encontrarem um avi?o com quadrig¨ºmeos, avisem¨Cme imediatamente!¡± disse Daniel. Bruno assumiu a tarefa e apressou¨Cse em faz¨º¨Clo. No avi?o, Olivia observava a paisagem do alto c¨¦u, sentindo uma leveza sem precedentes. Finalmente, poderia fugir de tudo e viver uma vida simples e livre. Os filhos, panhando¨Ca desde pequenos, so tinham experimentado o tremo meio de transporte mais sofisticado. Voar de helic¨®ptero j¨¢ havia sido uma experi¨ºncia curiosa e emocionante para eles. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Agora, em um avi?o, voando ainda mais alto, a paisagem vista p jan era ainda mais incr¨ªvel, surpreendente e fresca. Os pequenospetiam uns os outros para se aproximarem de Olivia e espreitarem ps jans as nuvens, o c¨¦u azul, as nuvens brancas. Antes, penas conseguiam contemr o c¨¦u e as nuvens de baixo. Agora, estavam sobrevoando do c¨¦u e das nuvens, olhando para baixo,o se estivessem voando sobre as nuvens ¨C t?o divertido. ¡°O sol est¨¢ acima das nuvens, parece um ovo, que engra?ado, disse Iria as m?ozinhas no vidro da jan do avi?o, admirada. ¡°Onde est¨¢, deixa¨Cme ver, eu tamb¨¦m quero ver,¡± exmou Joel, apressando¨Cse a olhar p jan para ver a cena descrita por Iria. Olivia envolveu os filhos um sorriso no rosto. Se eles estavam felizes, tamb¨¦m estava, pois 10:56 tamb¨¦m era sua estr em um avi?o. A surpresa e a alegria deles eram algo que podia entender ¡°Senhora, o que desejaer? Temos macarr?o frito, marmita, e tamb¨¦m frutas, perguntou a comiss¨¢ria de bordo, empurrando o carrinho deida pelo corredor, um sorriso profissional no rosto. Olivia retornou ¨¤ realidade e rapidamente ajeitou os filhos para que sentassem em seus assentos. Diante da pergunta daiss¨¢ria, Olivia se sentiu um pouco constrangida e perguntou: ¡°Quanto custam essas op??es?¡± ¡°Senhora, as refei??es s?o uma cortesia dapanhia,¡± esreceu aiss¨¢ria, mantendo um sorriso cort¨¦s e caloroso. Olivia ficou um pouco surpresa e envergonhada por sua pergunta anterior. s¨® havia viajado de trem, onde as refei??es precisavam serpradas. pensou que seria o mesmo em um avi?o, sem saber que as refei??es eram oferecidas gratuitamente. Com um sorriso constrangido, Olivia disse: ¡°Por favor, cinco marmitas, obrigada.¡± Ouvindo o pedido de cinco marmitas, aiss¨¢ria olhou para os quatro filhos sentados ao redor de Olivia e perguntou curiosa: ¡°Eles s?o todos seus filhos?¡± Sem pensar muito, Olivia assentiu: ¡°Sim.¡± Aiss¨¢ria, curiosa,entou: ¡°Parecem ter a mesma idade, s?o todos seus filhos?¡± ¡°Porque s?o quadrig¨ºmeos,¡± explicou Olivia, ¡°Quadrig¨ºmeos, que raridade, que fofura,¡± disse aiss¨¢ria, sorrindo afetuosamente e olhando temura para as crian?as. Chapter 1042 Cap¨ªtulo 1042 Olivia somlu amavelmente e disse: ¡°Sim, qu¨¢druplos.¡± ¡°Senhora, voc¨º ¨¦ incrivel, ter g¨ºmeos j¨¢ ¨¦ um feito, mas qu¨¢druplos ent?o¡­¡± Aiss¨¢ria de bordo estava ramente animada, mantendo mantendo um sorriso no rosto, puxando conversa Olivia. ¡°¨¦, minha m?e ¨¦ super incrivel, nos deu ¨¤ luz, os quatro beb¨ºs, de uma s¨® vez. Meu pai tamb¨¦m ¨¦ forte, tem uma capacidade de procria??o impressionante.¡± Iria, sua fofura encantadora, concordou a cabe?a, deixando todos surpresos seuent¨¢rio. Olivia, tomada de surpresa, rapidamente cobriu a boca de Iria, meio constrangida e voltando¨Cse para aiss¨¢ria, disse: ¡°N¨®s vamos querer as marmitas, obrigada.¡± Iria era n?o s¨® ador¨¢vel mais ativa dos beb¨ºs, e ningu¨¦m sabia o que poderia ter ouvido de seus coleguinhas na creche para fr uma coisa daqus. Olivia estava t?o envergonhada que quase podia afundar os dedos dos p¨¦s no ch?o. ¡°Perfeito, aqui est?o suas marmitas, tenha uma boa refei??o. Aiss¨¢ria, notando o embara?o de Olivia, decidiu n?o continuar a conversa sobre os quadruplos. Depois de colocar as marmitas na mesinha, sorriu para Olivia,n?ou um olhar afetuoso para Iria, afastou o carrinho de refei??es. ¡°Uh¡­¡± Iria, a boca coberta, ficou im¨®vel, seus grandes olhos brilhantes girando, parecendo ao mesmo tempo astuta e adoravelmente ing¨ºnua. Olivia notou que ainda estava segurando a boca de Iria, retirou a m?o rapidamente, acariciou o rosto macio da menina e disse afeto e uma ponta de resigna??o: ¡°Tria, meu amor, quem te ensinou a dizer essas coisas?¡± ¡°Foi o meu colega Thiago, ele sabe que eu e meus irm?os somos quadruplos, e disse que meu pai ter uma for?a de procria??o super forte. Ele inveja por eu ter irm?os, e quer que o pai dele fa?a o mesmo, mas o pal dele n?o quer.¡± Iria explicou sua vozinha doce e articda. Olivia ficou sem pvras. Era novamente aquele pequeno Thiago, o sobrinho do Sr. Fontes, que contava tudo para Iria. Como uma crian?a poderia saber tanto? Com um sorriso nos l¨¢bios, Olivia bagun?ou os cabelos da menina: ¡°Est¨¢ fome, n?o ¨¦? Ent?o vamoser.¡± ¡°Sim, estou tanta fome que meu est?mago est¨¢ quase murcho, queroer, acho que consigo duas por??es.¡± Iria esfregou sua barriguinha redonda e macia. Era uma vis?o ador¨¢vel. Os outros tr¨ºs pequeninos tamb¨¦m estavam ansiosos parae?ar aer. Olivia desembalou as marmitas para eles,distribuindo¨Cas cuidadosamente Rodrigo estava sentado atr¨¢s deles, aodo de Teresa, e quando aiss¨¢ria trouxe o carrinho de comida, ele tamb¨¦m pediu uma marmita, assimo Teresa. Quando Rodrigo recebeu a marmita daiss¨¢ria, notou que estava usando um fone de ouvido. Isso despertou a curiosidade de Rodrigo pois ele havia voado muitas vezes e nunca tinha visto uma comiss¨¢ria servindo refei??es enquanto usava um fone. Please check at N/?vel(D)rama.Org. INSA Oportamento at¨ªpico daiss¨¢ria fez que Rodrigo suspeitasse do motivo pelo qual usava o fone. Ele, ro, tamb¨¦m tinha ouvido a conversa entre aiss¨¢ria e Olivia sobre os qu¨¢druplos, j¨¢ que o espa?o do avi?o ¨¦ limitado e qualquer conversa ¨¦ facilmente percept¨ªvel. Aiss¨¢ria parecia genuinamente surpresa o fato de Olivia ter tido qu¨¢druplos. Parecia n?o haver nada suspeito, mas Rodrigo sentia que algo estava errado. Duas horas depois, o avi?o aterrissou tranqumente no aeroporto do Pa¨ªs W. Rodrigo liderou o grupo para fora do aeroporto, onde um carro j¨¢ os esperava. *Subam, vou lev¨¢¨Clos para um lugar.¡± disse Rodrigo. Cap铆tulo 1043 Cap¨ªtulo 1043 Olivia panhou as crian?as e Teresa para o carro. ¡°Mam?e, estou tanto calor, quero tomar um sorvete.¡± O carro tinha acabado de iniciar sua jornada quando Iria, segurando o bra?o de Olivia delicadeza, o agitava levemente e expressava seu desejo um olhar que derretia cora??es. Pa¨ªs W encontrava¨Cse em plena esta??o quente, temperaturas bem mais altas do que no pa¨ªs de origem. Assim que desceram do avi?o, Olivia sentiu o calor intenso, que tocando a pele, parecia sauna. Embora o carro tivesse ar¨Ccondicionado, o clima abafado e sufocante ainda deixava uma sensa??o de opress?o no peito e sede. ¡°Eu tamb¨¦m quero sorvete, estou tanto calor,¡± disse In¨ºs de forma t¨ªmida, seus olhos negros inocentes fixos em Olivia. ¡°Mam?e, eu tamb¨¦m quero, eu quero dois sorvetes,¡± Joel fez beicinho. Heitor, at¨¦ aquele momento estava cdo, manifestou¨Cse: ¡°Mam?e, est¨¢ t?o quente, eu quero beber ¨¢gua gda.¡± Olivia olhou para os quatro pequeninos seus olhares aptivos, sentindo¨Cse preocupada e solid¨¢ria. Eram uma da manh?, as crian?as haviam dormido um pouco no avi?o, mas ao desembarcarem e sa¨ªrem do aeroporto, o clima sufocante de Pa¨ªs W era quase insuport¨¢vel. Se as crian?as n?o repousassem devidamente e ainda tivessem que suportar esse calor, correriam o risco de sofrer ins??o? A resist¨ºncia das crian?as ¨¦ mais fraca que a dos adultos, qualquer descuido pode levar a doen?a. A ins??o n?o ¨¦ t?o simples quanto um resfriado, pode ser fatal a qualquer momento. Olivia estava angustiada e preocupada, e falou para Rodrigo, que estava no assento do passageiro: ¡°Podemos parar em algum lugar lojas paraprar algo gdo para refrescar as crian?as?¡± O carro era amplo, uma van de sete lugares Teresa e tr¨ºs crian?as atr¨¢s, Olivia e Ir¨ªa no meio, e Rodrigo no passageiro, al¨¦m do motorista. Havia espa?o de sobra, mas mesmo assim o ar continuava pesado. ¡°Sim, Sr. Melo, vamosprar alguns sorvetes para as crian?as antes de continuarmos. s s?o pequenas e n?o podem suportaro os adultos,¡± Teresa tamb¨¦m expressou sua preocupa??o, e acariciou a face vermelha de Joel calor. ¡°H¨¢ uma loja logo ¨¤ frente, podemos parar l¨¢. A culpa ¨¦ minha, por ter decidido ¨¤s pressas e n?o ter preparado tudo anteced¨ºncia,¡± Rodrigo estava ciente da vulnerabilidade das 1/2 10:13 Caption 1048 crian?as e sab¨ªa que qualquer problema poden ser uma quest?o de vida ou morte Ele n?o pretendia negligenciar a condi??o fisica das crian?as para ganhar alguns minutos E de fato sentia¨Cse culpado por n?o ter nejado melhor. O no de ajudar Olivia a fugir foi apressado, e Rodrigo s¨® teve tempo de preparar a rota de fuga e alguns aspectos mais importantes, mas n?o havia pensado nos detalhes. ¡°Sr. Melo, voc¨º j¨¢ nos ajudou tanto, n?o precisa se culpar, estamos mais ¨¦ agradecido, disse Teresa com emo??o. estava verdadeiramente agradecida a Rodrigo do fundo do cora??o. Sem ele, seria imposs¨ªvel para e Olivia levarem as crian?as embora t?o tranqumente. s nem conseguiriam sair da Capital, quanto mais do pa¨ªs. Os meios de transporte que poderiam usar exig¨ªam registro de nome para apra de bilhetes. Assim queprassem, Daniel poder¨ªa imediatamente rastrear suas informa??es e seguir seu trajeto. Esse era o motivo pelo qual Olivia aguentava tantas humilha??es aodo de Daniel, mas n?o conseguia fugir as crian?as. ¡°Dispense as formalidades, tia,¡± disse Rodrigo gentilmente. O carro estacionou na frente de um pequeno supermercado. Teresa e Olivia sa¨ªram do carro as crian?as. Please check at N/?vel(D)rama.Org. Assim que entraram no supermercado, os quatro pequeninos correram para a gdeira de sorvetes, tentando espiar o interior do freezer, suas m?ozinhas apoiadas na borda e pesco?os esticados para ver os sorvetes l¨¢ dentro, olhares ansiosos que eram uma mistura de fofura epaix?o. ¡°Deixem que eu escolho para voc¨ºs,¡± Olivia se aproximou e abriu a porta da gdeira. Cap铆tulo 1044 Cap¨ªtulo 1044 M?e, eu quero o de chocte creme¡°, disse Iria impaciente, as bochechas ainda mais acentuadas em vermelho e rosa. ¡°Eu quero o de gdeira antiga¡°, In¨ºs ergueu a m?o, ansiosa por fazer seu pedido. ¡°Eu quero o de frutas¡°, Joel mostrou antecipa??o, salivando o pelo sabor do sorvete antes mesmo de come?ar aer. ¡°Eu quero o picol¨¦¡°, Heitor seu rostinho bonito. Olivia registrou os pedidos, selecionou no freezer os sabores que eles gostavam, distribuiu um para cada um e, em seguida, pegou mais alguns sorvetes no freezer e v¨¢rias garrafas de ¨¢gua gda para levar ao caixa e pagar. Rodrigo interveio: ¡°Deixe aqui, eu pago.¡± Ele sinalizou para Olivia colocar as coisas no balc?o do caixa. Com cortesia, Olivia disse: ¡°Deixa que eu pago, j¨¢ sou muito grata a voc¨º.¡± n?o quer¨ªa acumr mais d¨ªvidas Rodrigo. ¡°Sua tarjeta ¨¦ nacional, se a usar, v?o haver registros de transa??es, e o Daniel poder¨¢ descobrir imediatamente onde e quando voc¨º gastou. Al¨¦m disso, estamos no Pa¨ªs W, a moeda nacional n?o tem uso aqui¡°, explicou Rodrigo a Olivia. Olivia ficou surpresa, quaseetenda um grande erro, e disse apressadamente: ¡°Ent?o por favor, Sr. Melo, encarregue¨Cse disso. Assim que nos estabilizarmos, vou trocar p moeda local.¡± Rodrigo assentiu um sorriso e solicitou ao caixa para proceder o pagamento. Depois de pagar, as crian?as, sorvetes em m?os,eram at¨¦ ficarem satisfeitas, e logo tiveram as bochechas manchadas de creme e calda, parecendo pequenos felinos arteiros. Olivia os observava, sentindo¨Cse aquecida por dentro. Please check at N/?vel(D)rama.Org. De volta ao carro, pegou os sorvetes restantes da bolsa e os ofereceu ao motorista e a Rodrigo: ¡°Para refrescar um pouco.¡± Rodrigo aceitou sem hesitar, pegando dois picol¨¦s: ¡°Bom, voc¨ºs tamb¨¦mam um, para se refrescarem.¡± Ele abriu um e entregou ao motorista, guardando um para si. ¡°Combinado¡°, respondeu Olivia, pegando outro para passar a Teresa. ¡°Prefiro ficar apenas a ¨¢gua gda. Nossa,o ¨¦ quente o Pa¨ªs W, n?o ¨¦?¡± Teresa pegou uma garrafa de ¨¢gua gda da bolsa, abrindo¨Ca antes de beber e exmando. ¡°O Pa¨ªs W est¨¢ na zona tropical, ¨¦ mais quente que outros lugares, mas tamb¨¦m n?o ¨¦ 1/2 10:13 Copido 3944 quente o ano inteiro, o periodo mais quente dura apenas tres meses, explicou Bongo Tr¨ºs meses! Meu Deus, nesses tr¨ºs meses, as pessoas devem cozinhar, Teresa excle em choque, remando instintivamente. Quando v¨ªvia Teresa e as crian?as, remar era seu h¨¢bito dieno Remar tornara¨Cse um h¨¢bito t?o natural quanto respirar. Rodrigo ouviu oent¨¢rio d sem inten??o, mas deu the aten??o Observando pelo retrovisor para os que estavam sentados atr¨¢s e disse: ¡®Desculpem me p pressa, este lugar ¨¦ um pouco remoto, Daniel n?o pensar¨ªa em procurar aqui, por isso escolhemoso primeira op??o. Quando for a hora certa, podemos nos meder pers outro pa¨ªs. Olivia notou o desconforto de Rodrigo a queixa de Teresa e tentou amenizar a sua ¡°Sr. Melo, minha m?e estava apenas remando do clima, n?o foi uma critica pessoa. No se preocupe, nos acostumaremos aqu¨ª. Em qualquer lugar que vivemos, ¨¦ uma quest?o de adapta??o.¡± ¡°¨¦ verdade, eu estava apenasentando sobre o clima daqui, n?o quis dizer que ¨¦ ruim viver aqui¡°, Teresa percebeu que havia fdo r¨¢pido demais, sem pensar, L¨¢ fora, n?o se pode fr t?o livremente quanto em casa, dizendo tudo o que vem a mente, pois s¨® a fam¨ªlia pode realmente tolerar todos os seus defeitos sem levar para odo pessoal. Com os outros, por mais que a r??o seja boa, sempre ¨¦ necess¨¢rio manter a etiqueta. ¡°N?o se preocupem, n?o levei a mal., estava apenaspartilhando os nos futuros voc¨ºs. Se realmente n?o gostarem do ambiente aqu¨ª, podemos pensar em mudar depois, disse Rodrigo um sorriso, aliviando a tens?o ds suas pvras tranquilizadoras. ¡°Est¨¢ bem, contanto que voc¨¦ entenda, fico mais tranqu, Teresa expressou alivio, aliviada por n?o ter iodado Rodrigo. Precisa¨Cse entender que, agora eles estavam em terra estrangeira,pletamente desconhecidos do ambiente, sem alternativa a n?o ser contar a ajuda de Rodrigo. 2/2 Cap铆tulo 1045 Capitulo 1045 Rodngo n?o possuia?os de sangue eles, nem tinha uma r??o multo estreito Olivia Auxili¨¢s j¨¢ era um grande desafio e, se ele se desgostasse e as deixasse para tr¨¢s, s ficariam desamparadas. No fundo, Teresa sentia¨Cse insegura, preocupada em ser abandonada sem ter para onde ir. *Tia, fique tranqu, se eu as trouxeigo, ¨¦ minha responsabilidade cuidar de voc¨ºs at¨¦ o fim. Se precisarem de algo, ¨¦ s¨® me dizer, farel o poss¨ªvel para atend¨ºs¡°, Rodrigo tranquilizou Teresa, dissipando suas preocupa??es. ¡°Tio, voc¨º ¨¦ realmente incr¨ªvel. Tem si ¡®o maravilhoso conosco e a mam?e, o senhor ¨¦ realmente um anjo¡°, Iria disse um sorriso enquantoia sorvete, o rostinhombuzado de creme, arrancando risadas espontaneas. Rodrigo tamb¨¦m sorriu os doces elogios de Iria. Ap¨®s uma longa viagem de carro, chegaram a uma v na ¨¢rea rural, numa casa chamada Resort de Ver?o da Lua Espelhada. Ao chegarem, o dia j¨¢ havia amanhecido. O centro da cidade estava quente, mas a regi?o campestre era agrad¨¢vel e fresca, a casa era rodeada por ¨¢rvores frondosas e extensas. At¨¦ o vento que soprava trazia a frescura da natureza. A sensa??o de calor opressivo finalmente diminuiu um pouco, e o vento fresco era at¨¦ um tanto confort¨¢vel. ¡°A partir de agora, este ser¨¢ or de voc¨ºs. A casa est¨¢ totalmente equipada, h¨¢ uma horta nos fundos, e temos bastante arroz e ingredientes. N?o h¨¢ necessidade de sair para fazerpras, podem viver aqui de maneira aut?noma. Se precisarem de alguma coisa, me avisem que enviarei algu¨¦m para trazer¡°, disse Rodrigo. Teresa olhava ao redor da casa curiosidade e espanto. A arquitetura era suntuosa e espa?osa, cobrindo mais de quinhentos metros quadrados. Al¨¦m da estrada, a propriedade estava cercada por ¨¢reas verdes e hortas uma variedade de legumes e verduras. O lugar era totalmente coberto de verde, apenas uma ¨²nica resid¨ºncia isda. A paisagem era verdadeiramente exuberante e o ar puro, viver ali erao estar em um para¨ªso na Terra, isdo do mundo, mas feliz e confort¨¢vel. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Teresa mostrou¨Cse maravilhada: ¡°Sr. Melo, voc¨º realmente est¨¢ nos dando este lugar maravilhoso para morar?¡± ¡°Tia, ro que sim¡°, disse Rodrigo. ¡°Mas por que essa bondade toda? Ser¨¢ que voc¨º gosta da nossa Olivia?¡°, Teresa questionou, incr¨¦d de que algu¨¦m pudesse ser t?o generoso sem raz?o aparente, ainda por cima estendendo sua benevol¨ºncia ¨¤ fam¨ªlia d. ainda n?o havia aprendido a moderar sua franqueza. Assim que falou, Olivia sentiu¨Cse embara?ada e nervosa, apressadamente tocou o bra?o de Teresa para silenci¨¢ e disse a Rodrigo um misto de desculpas e constrangimento: ¡®Desculpe, minha m?e f demais. N?o leve a s¨¦rio.¡± ¡°Tudo bem, vamos entrar e descansar. Deve ter sido cansativo viajar tanto¡°, disse Rodrigo. *Certo, Sr. Melo, voc¨º tamb¨¦m deve entrar e descansar um pouco¡°, respondeu Olivia, e ent?o, levou as crian?as para o sal?o da casa. Rodrigo observou¨Ca ir, um brilho suave aparecendo em seus olhos. As crian?as, que haviam dormido durante a viagem e, ao chegar ¨¤ casa, estavam t?o fascinadas o novo ambiente que n?o queriam dormir, abriram a gdeira e pegaram v¨¢rios sorvetes. Iria, pequena e gulosa,e?ando aer o sorvete assim que o abriu. Olivia, resignada, disse: ¡°Iria,a menos, se n?o vai ter dor de barriga.¡± Mal tinha terminado de fr, quando um som de ¡°trov?o¡± ecoou pelos c¨¦us. Era o barulho de um avi?o voando acima? Por algum motivo, Olivia sentiu uma s¨²bita ansiedade. Cap铆tulo 1046 Cap¨ªtulo 1046 M?e, depois deer isto, n?o quero mais tria expressou¨Cse e forma doce e infantil, mostrando sua pequenina lingua cor¨Cde¨Crosa para saborear o creme no topo do seu sorvete. M?e, eu n?o quero ir dormir, quero brincar esse avi?o: Joel segurou a cal?a de Olivia, indicando seu dedinho para um grande modelo de avi?o exposto em um aparador no sagu?o ¡°Isto n?o ¨¦ um brinquedo, ¨¦ um modelo, n?o ¨¦ divertido.¡± Olivia esreceu para Joel, tentando dissuadilo de alguma forma. Embora Rodrigo tivesse permitido que ficassem na mans?o, isso n?o significava que a propriedade lhes pertencesse, e era preciso cuidar bem das coisas ali. Se algo se quebrasse, seriaplicado justificar. Rodrigo percebeu a preocupa??o de Olivia e, um sorriso amig¨¢vel e um brilho nos olhos, disse: ¡°N?o se preocupe, deixe¨Co brincar. O modelo ganha mais valor quando algu¨¦m mostra interesse por ele.¡± ¡°M?e, eu posso brincar mesmo?¡± Mesmo a permiss?o de Rodrigo, Joel ainda relutava em interagir o modelo sem a aprova??o de sua m?e. Percebendo o olhar de expectativa no rosto de Joel e o desejo ardente em seus inocentes olhos de f¨ºnix, Olivia sab¨ªao ele ficar¨ªa desapontado se dissesse n?o. Relutante em frustr¨¢¨Clo, Olivia afagou a cabe?a de Joel e disse suavemente: ¡°Pode brincar, mas seja cuidadoso para n?o danificar.¡± ¡°Sim, sim, obrigado, m?e! Obrigado, tio!¡± Joel imediatamente iluminou¨Cse um sorriso, agradeceu rapidamente e correu em dire??o ao modelo, tocando as asas do avi?o e a ¡®cabe?a. Olivia observou Joel brincar alegria, um sorriso se formando em seus l¨¢bios, sentindo¨Cse contente. Seu olhand ontrou os olhos am¨¢veis e sorridentes de Rodrigo. Sua presen?a sempre transmitia urna sensa??o de acessibilidade e conforto. ¡°Sr. Melo, voc¨º deveria descansar um pouco, viajou a noite toda e tamb¨¦m deve estar cansado,¡± Olivia sugeriu. O sorriso nos l¨¢bios de Rodrigo era gentil: ¡°J¨¢ disse, pode me chamar de Rodrigo Melo, ou Rodrigo, n?o precisa usar ¡®Sr. Melo¡®,¡± Ajustando¨Cse ¨¤ corre??o de Rodrigo, Olivia sentiu¨Cse um pouco constrangida, sem jeito, mas n?o quer¨ªa decepcion¨¢¨Clo e, por fim, falou: ¡°Rodrigo, v¨¢ descansar.* ¡°Certo, vou descansar no quarto do primeiro andar, qualquer necessidade, ¨¦ s¨® chamar. Voc¨º e as crian?as tamb¨¦m deveriam descansar cedo,¡± Rodrigo aconselhou cuidado. 10:13 ¡°Entend! Olivia assentiu a cabe?a. Enquanto Rodrigo caminhava para o quarto, de repente, o som intenso de um helic¨®ptero pousande soou acima da mans?o. Rodrigo interrompeu seus passos abruptamente, seu rosto adquiriu uma express?o grave e ele olhou para fora tens?o. Olivia, ouvindo o som, sentiu o cora??o pesar e seus nervos se tensionarem, tamb¨¦m olhando para fora da porta. Eles viram um helic¨®ptero preto aterrissando no quintal da mans?o, as ¨¢rvores e a grama alta ao redor agitadas pelo vento produzido ps h¨¦lices. Ao testemunhar a cena, o cora??o de Olivia, que apenase?ara a se acalmar, apertou¨Cse violentamente e sua respira??o parou. ficou im¨®vel, esquecendo¨Cse de reagir, suas m?os e p¨¦s come?aram a endurecer. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ¨C Rodrigo permaneceu im¨®vel, franzindo a testa em preocupa??o seria aquele o momento temido? A porta do helic¨®ptero se abriu e um par de pernaspridas saiu, seguido por sapatos pretos brilhantes, elegantes e frios. Logo depois, a figura alta e esbelta de Daniel saiu do helic¨®ptero, uma postura imponente, um rosto bonito e uma frieza cial, emanando uma aura intimidadora enquanto caminhava em dire??o ¨¤ mans?o. Atr¨¢s dele, v¨¢rios seguran?as desembarcaram do helic¨®ptero, panhando¨Co at¨¦ a propriedade. Daniel real to havia chegado! Cap铆tulo 1047 Capitulo 1047 Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Oivis avisouro e seu corpo rigidoe?ou a tremer, o cora??o disparou incontrvelmente, e a respira??o ficou t?o ¨¢rdua que quase a asfixiou¨Ca. Un temor imenso e medo envolveram¨Cna. Danel entrou no hall, o ambiente parecia perturbado, a press?o ao redor caiu abruptamente, o ar tomou¨Cse espesso, dificultando a respira??o. Olivia olhou para Daniel, que parecia um dem?nio descendo ¨¤ Terra, encontrando seus olhos negros e gdos, parecendo buracos negros prontos para de orar sua ess¨ºncia. O receio e p¨¢nico de Olivia praram em seus ossos, seu cora??o batia em puro terror,o granizo na primavera ¨C num momento quente e est¨¢vel, no outro, castigado por granizo gelido e retumbante. Quando Daniel aproximou¨Cse, Olivia congelou, seus membros esqueceramo funcionar e o pavor intensificou¨Cse em seu interior. De repente, uma sombra negra bloqueou sua vis?o de Daniel. Rodrigo posicionou¨Cse ¨¤ frente de Olivia, seu rosto elegante endureceu, olhando seriamente para Daniel: ¡°Sr. Griera, a que devo a honra de sua visita t?o cedo?¡± O olhar intenso e frio de Daniel pousou sobre Rodrigo, carregado de f¨²ria. ¡°Arrebatar minha esposa e meu filho sem remorso algum, Sr. Melo?¡± A voz baixa e fria de Daniet era g¨¦lida at¨¦ a espinha. Rodrigo reprimiu o medo que surgia do fundo do cora??o, mantendo¨Cse calmo, sorriu levemente e disse: ¡°A Srta. Souza quer¨ªa viajar, eu apenas a panhei. Onde est¨¢ o erro?¡± Subest¨ªmou Daniel, pensando que a influ¨¨ncia estivesse confinada ao territ¨®rio nacional, onde seus olhos estavam por toda parte. Nunca ou que, mesmo no exterior, seu poder n?o deveria ser menosprezado. Pensou que seu no de fuga Ol¨ªvia era perfeito, que a rota escolhida impediria Daniel de localiz¨¢¨Clos. Mas em poucas horas, Daniel os encontrou e localizou exatid?o, eliminando qualquer chance de alterarem seu esconderijo, ¡°Ah, veio de bom grado voc¨º e trouxe toda a fam¨ªlia?¡± Dan¨ªel levantou uma sobrancelha, seu olhar agu?ado e frio passou por Rodrigo e se voltou para Ol¨ªvia. Ao encontrar aquele olhar profundo e gdo, o cora??o de Ol¨ªvia estremeceu, suas m?os penduradas aodo do corpo apertaram¨Cse, e a tens?o interior se agravou. Iria, absorta em seu sorvete, ouviu a voz de Daniel e hesitou por um momento. Seus olhos inocentes e grandes viraram¨Cse em dire??o ¨¤ fonte do som e, de fato, l¨¢ estava seu pai, atraente e elegante, Seus olhos brilharam, e jogou o sorvete dedo, correndo em dire??o a Daniel suas porninhas ¨¢gels: ¡°Papai!¡± chegou perto de Daniel, abra?ou suas pernas suas m?ozinhas e esfregou seu rostinho contra ele, manchando as pretas e impec¨¢vels de Daniel. Ao ver isso, o cora??o de Olivia apertou¨Cse ainda mais, preocupada Iria. Daniel era um homem que valorizava a limpeza acima de tudo, sempre vestido de forma irrepreensivel. Qualquer sujeira poderia enfurec¨º¨Clo, fazendo¨Co trocar de roupa imediatamente. Mas agora, o creme e o ranho de Iria em suas cal?as, a raiva de Daniel certamente aumentarial Enquanto Olivia antecipava o pior, observou Daniel acariciar gentilmente as costas da pequena Iria, e sua voz, antes fria e distante, suavizou: ¡°Estava esperando por mim?¡± Iria assinou positivamente a cabe?a repetidamente: ¡°Uhuh, eu senti tanto sua falta, papai. Eu estava muita saudade de voc¨º, papai. Voc¨º veio para ficar conosco?¡± Ol¨ªvia: ¡°¡­¡± Iria estava confusa novamente, pensando realmente que estavam ali para viajar. Mas sua emo??o de saudade pelo pai era t?o sincera. Apenas algumas horas distante de Daniel, Iria j¨¢ sentia tanta falta dele. Dizem que as filhas s?o apegadas aos pais, e Iria, essa pequena e ador¨¢vel menina, estava apegada a Daniel no limite Cap铆tulo 1048 Cap¨ªtulo 1048 Daniel fixou um olhar profundo e sombrio, exndo um frio que impunha uma press?o amea?adora ao seu redor. Ele n?o respondeu a Iria; sua presen?a n?o era motivada porzer. Ele tamb¨¦m n?o acreditava que Olivia trouxesse as crian?as para c¨¢ esse intuito! Joel, que estava brincando um modelo de avi?o, tamb¨¦m se surpreendeu. Ao ver Daniel, os olhos negros do menino brilharam, e o fasc¨ªnio pelo modelo de avi?o desvaneceu¨Cse de imediato. Ele correu em dire??o a Daniel suas curtas perninhas. ¡°Papai, voc¨º chegou!¡± Joel correu at¨¦ Daniel e abra?ou sua perna, esfregando a cabe?a contra num gesto repleto de carinho pelo pai. Heitor, de m?os dadas In¨ºs, saiu do quarto. Seus olhos infantis olharam para Daniel, mas n?o mostraram a mesma alegria efusiva que Iria e Joel. Heitor, uma express?o s¨¦ria, observou Daniel as bochechas indas, escondendo seus pensamentos. In¨ºs, seu rosto infantil e ador¨¢vel, exibia uma alegria contida, os olhos cheios de felicidade, mas se restringindo a olhar para Daniel. Nesse momento, Teresa apareceu no quarto e, ao ver Daniel no sagu?o, soltou um grito abafado, quase sem conseguir recuperar o f?lego de tanto susto. respirou profundamente antes de fr. Com receio, olhou para Daniel, os l¨¢bios tremendo: ¡°Voc¨º, voc¨º, voc¨º,o chegou t?o r¨¢pido!¡± pensara, conforme Rodrigo havia assegurado, que eles tinham escapado do alcance visual de Daniel e que poderiam desfrutar de paz naquele local. O sonho durara apenas algumas horas, nem sequer uma noite inteira, e j¨¢ se transformara em po Daniel os havia localizado! E aparecido de surpresa na Vi! O olhar intimidador de Daniel a varreu por um instante, fazendo Teresa estremecer de medo e ficar sem pvras. A presen?a de Daniel era avassdora, algo que pessoasuns n?o poderiam enfrentar. Percebendo que as crian?as, Olivia e Teresa estavam presentes, a ira em seu cora??o intensificou¨Cse, amea?ando transbordar. Seu olhar caiu novamente sobre Rodrigo, barrando o caminho de Olivia: ¡°Saia da frente!¡± Rodrigo sentiu o cora??o afundar a presen?a imponente de Daniel, mas n?o se moveu. 1/2 10-14 Tendo prometido ajudar Olivia, ele se manteve firme. ¡°Daniel, voc¨º n?o tem nenhum v¨ªnculo Olivia, que direito tem de control¨¢?¡± Rodrigo encarou Daniel. A tolerancia de Daniel se esgotoupletamente. Sem mais pvras para Rodrigo, ele ordenou ao seu seguran?a: ¡°Jogue¨Co para odo, quebre suas pernas!¡± Uma seguran?a se aproximou e segurou Rodrigo firmemente, deslocando¨Co. Enquanto Rodrigo era arrastado para odo, protegendo Olivia, ele trope?ou. O bloqueio entre Olivia e Daniel foi removido, e a vis?o reou. Olivia, no entanto, ficou t?o abda que perdeu o controle. ¡°Ai!¡± Rodrigo gemeu de dor ao ser golpeado pelo seguran?a. Olivia arregalou os olhos e correu at¨¦ o seguran?a, tentando desesperadamente tir¨¢¨Clo de cima de Rodrigo. Please check at N/?vel(D)rama.Org. ¡®N?o batam nele, por favor, n?o batam nele!¡± Olivia implorou enquanto tentava intervir. Mas o seguran?a n?o a ouvia, continuando a golpear Rodrigo, que gemia a cada soco. Quanto mais Olivia observava, mais desesperada ficava. estava angustiada, incapaz de mudar a situa??o, e em um ¨ªmpeto, abra?ou Rodrigo, usando seu pr¨®prio corpo para bloquear os socos do seguran?a. No momento em que Olivia o protegeu, o cora??o de Rodrigo estremeceuo se uma pedra tivesse sido jogada em umgo tranquilo, criando ond??es. Seu corpo ficou r¨ªgido. Quando o punho do seguran?a estava prestes a atingir as costas de Olivia, hesitou, buscando a aprova??o de Daniel. Olivia estava protegendo Rodrigo; deveriam prosseguir a agress?o? Cap Cap铆tulo 1049 Cap¨ªtulo 1049 Olhando para o seguran?a de Daniel, era evidente que ele estava envolto em um frio cortante, seus olhos profundos estavam irritados e vermelhos de raiva. O guarda ficou paralisado, abaixando seu olhar, temendo ser atingido p ira de Daniel. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Daniel testemunhou Olivia abra?ar Rodrigo sem hesitar, arriscando¨Cse para evitar que ele se machucasse, Naquele segundo, o cora??o de Daniel foi ferido profundamente, a raiva queimava no fundo de sua alma, espalhando¨Cse pelo seu sangue, amea?ando consumi¨Clopletamente. ¡°Olivia, voc¨º sabe o que est¨¢ fazendo?¡± disse Daniel, rangendo os dentes, contendo sua f¨²ria, seus olhos transmitiam um frio prante. Olivia percebeu que o seguran?a tinha parado e que estava abra?ando Rodrigo. rapidamente soltou Rodrigo, virou¨Cse e enfrentou Daniel, encarando¨Co diretamente em seus olhos vermelhos de raiva. Com a respira??o tr¨ºm e l¨¢grimas nos olhos, disse a ele: ¡°Deixe Rodrigo em paz, ele s¨® estava tentando me ajudar. Nada disso ¨¦ culpa dele, eu vou voc¨º¡­¡± panh¨¢¨Clo significava encarar todas as consequ¨ºncias, suportar sua f¨²ria tempestuosa e submeter¨Cse ao seu julgamento. Daniel viu as l¨¢grimas caindo dos olhos d,o se fossem estctites de inverno afiadas, perfurando seu cora??o um frio ensurdecedor. O rosto de Daniel estava tenso, seus dentes cerrados, e seus olhos, profundos e avermelhados, distantes e g¨¦lidos. ¡°Certo!¡± Uma pvra, pesada e firme. Ap¨®s dizer isso, ele avan?ou e agarrou o pulso de Olivia, puxando¨Ca para perto de si. O corpo de Olivia colidiu sem aviso o peito s¨®lido dele,o se quebrasse o gelo de seu pr¨®prio cora??o, que de repentee?ou a bater descontrdamente,o uma b de em chamas, pndo para cima e para baixo um calor vermelho. A cintura d estava presa pelo seu bra?o forte, segurando¨Ca firmemente contra seu abd?rnen. Atrav¨¦s das roupas, Ol¨ªvia sentiu a firmeza e o calor do abd?men dele. O calor fez o rosto de Olivia/corar subitamente,o um camar?o cozido, prendeu a respira??o, suas pups se dtaram, im¨®vel pelo choque. Os olhos profundos de D¨¢niel eram negroso o c¨¦u noturno remoto, olhando fixamente para Olivia. Aqueles olhos profundos pareciam capazes de sugar todo o seu ser, deixando < Olivia em panico, prendendo a respira??o. 10-141 ¡°Levem as crian?as e Teresa embora!¡± ele ordenou ao seguran?a. Depois de dar a ordem, segurando a cintura de Olivia, ele se virou e saiu. O seguran?a aproximou¨Cse e conduziu as quatro crian?as. ¡°Eu posso ir sozinha, deixe¨Cme ir sozinha,¡± disse Teresa, vendo o seguran?a se aproximar, falou em panico. Para Teresa, os seguran?as eram t?o intimidadores quanto o pr¨®prio Daniel. Daniel levou Olivia at¨¦ o helic¨®ptero, e as crian?as e Teresa tamb¨¦m embarcaram. O ambiente dentro da cabine era cial, a atmosfera t?o g¨¦lida que dificultava a respira??o. Com Daniel presente, a press?o atmosf¨¦rica era baixa e assustadora, sufocante. Olivia mantinha a cabe?a baixa, nem mesmo ousando deixar seu olhar perif¨¦rico tocar em Daniel. O helic¨®ptero iniciou sua ascens?o, ganhando altitude gradualmente. ¡°Ah!¡± Nesse momento, um grito agonizante veio do sal?o da mans?o. Mesmo que o barulho da decgem do helic¨®ptero fosse alto, n?o conseguiu abafar o grito de dor de Rodrigo. Movida pelo som, levantou a cabe?a subitamente, encarando Daniel um olhar repleto de panico e indigna??o. ¡°O que voc¨º fez ele? Voc¨º prometeu que n?o iria mais bater nele!¡± Olivia disse, emocionada e raiva. O olhar frio e prante de Daniel encontrou o d, expressando uma f¨²ria contida: ¡°Voc¨º est¨¢ pena dele?¡± Os olhos aquosos de Olivia tremeram, seu cora??o deu um pulo, mordeu o l¨¢bio, respirando dificuldade, e disse a Daniel, pvra por pvra: ¡°Daniel, voc¨º ¨¦ muito cruel, sem um pingo de humanidade. Quem iria querer ficar ao seudo?¡± Dep falou, os olhos frios de Daniel se endureceram ainda mais, exndo uma frieza ainda mais intensa. 2/2 Cap铆tulo 1050 Cap¨ªtulo 1050 Teresa percebeu a mudan?a na express?o fria e severa de Daniel e tentou rapidamente suavizar o clima. ¡°Olivia n?o quis dizer isso, realmente s¨® nos levou para viajar, e quando a viagem terminar, voltaremos. H¨¢ pouco, as crian?as ainda estavam perguntando por que o pai ds n?o veio viajar eles.¡± Ap¨®s suas pvras, Teresa estava nervosa, sem saber se poderia convencer Daniel de que Olivia n?o estava nejando uma fuga. Daniel tinha uma aura muito poderosa e um estilo de agir r¨¢pido e decisivo, imc¨¢vel e frio. Quanto a Rodrigo, agiu para defender, sem mostrar qualquerpaix?o. Teresa temia que Daniel pudesse agir de forma a prejudicar Olivia. estava aodo, ansiosa e nervosa, fndo cuidado. Mas Daniel parecia ignorar suas tentativas de media??o, focando seu olhar prante e sombrio em Ol¨ªvia, silenciando¨Ca sua presen?a imponente. A press?o ao redor tornou¨Cse t?o baixa que era dif¨ªcil respirar, e Olivia se sentia desconfort¨¢vel e assustada. Sob a influ¨ºncia de Daniel, a raiva que n?o p?de conter antese?ou a retroceder, e embora estivesse certa, diante de Daniel, mesmo convicta de sua posi??o, sentiu¨Cse obrigada a se retrair. Sua indigna??o derreteu sob o olhar frio e incisivo dele, e baixou os olhos, torcendo uma m?o a outra. queria confrontar Daniel, mas em vez de conseguir uma explica??o, foi subjugada por sua aura intimidadora,o se fosse uma crian?a que tinhaetido um erro. Daniel n?o proferu uma pvra, mas seu sil¨ºncio e olhar amea?adores eram mais int. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. es do que qualquer repreens?o, infundindo medo. Resort de Ver?o da Lua Espelhada. A perna de Rodrigo foi quebrada e ele estava deitado no ch?o, respirando dificuldade e suando na testa. ¡°Como voc¨º teve coragem de fraturar a perna dele?¡± um seguran?a perguntou, surpreso O outro seguran?a que tinha tomado a decis?o de quebrar a perna de Rodrigo. O seguran?a parecia perplexo e disse: ¡°N?o foi o Sr. Griera que nos mandou quebrar a perna dele?¡± 1/2 Esse seguran?a era novo na equipe e seguis as ordens de Daniel ¨¤ neca, cem quser adayar O seguran?a que levantou a quest?o apoiou a cabe?a nas m?os, perplexo ¡°Esse folume ordem do Sr. Griera antes de ele prometer ¨¤ Srta. Souza que n?o bateria mais no Bodego ¡°Ah, eu n?o percebi, o que fazemos agora?¡± O seguran?a rec¨¦m chegado percebeu sey engano ee?ou a se apavorar. ¡°O Sr. Griera j¨¢ foi embora de avi?o, provavelmente n?o vai descobrir, leve o ao hospital para ser tratado e ele dever¨¢ se recuperar ap¨®s algum tempo, sugeriu o outro segurance ¡°Certo, vou ligar para a emerg¨ºncia agora, disse o seguran?a queetera o erro, pegando o celr rapidamente. Rodrigo, ainda ao ch?o, captou a conversa enquanto lutava contra a dor da perna quebrade, respirando pesadamente, mas um sorriso de canto de boca. Heh, ele finalmente entendeu onde estava o problema, a aeromo?a do avi?o estava envolvida, Daniel estava usando a particridade dos qu¨¢druplos para fazer que a aeromo?a observasse os passageiros do avi?o, e assim que descobrisse os qu¨¢druplos, deveria reportar imediatamente. Assim, Daniel poderia saber para qual pa¨ªs Olivia havia voado Mas,o ele soube que eles haviam ido ao aeroporto de helic¨®ptero? Rodrigo percebeu que algo estava errado a aeromo?a, mas pensando que Heitor tinha apagado o monitoramento do radar, Daniel n?o poder¨ªa descobrir onde o helic¨®ptero tinha pousado, muito menos saber que eles tinham sa¨ªdo do pa¨ªs de avi?o, ent?o, mesmo percebendo algo estranho na aeromo?a, ele rxou sua vigilancia, No entanto, a irregridade que notou era, de fato, um problema real, Cap铆tulo 1051 Cap¨ªtulo 1051 Daniel se mostrou ainda mais imc¨¢vel do que se podia imaginar. A conversa dos seguran?as chegou aos seus ouvidos, quebrar a perna foi uma ordem de Daniel para for?ar Olivia a panh¨¢¨Clo voluntariamente, mais tarde ele prometeu a Olivia que n?o bateria mais nele, mas o seguran?a agiu por conta pr¨®pria, infligindo a les?o. Afinal de contas, ainda era uma ordem de Daniel. Ele era algu¨¦m que agia muita severidade, nunca hesitava em fazer o que precisava ser feito. Rapidamente, uma ambulancia chegou ao Resort de Ver?o da Lua Espelhada, levando Rodrigo embora. O helic¨®ptero de Daniel pousou no aeroporto do Pa¨ªs W. Daniel guiou¨Cos at¨¦ um grande jato no aeroporto, onde uma recepcionista os aguardava na porta da aeronave. Vestida n?o um uniforme de aeromo?a, mas em traje de neg¨®cios, parecia altamente qualificada. A recepcionista convidou Olivia e as crian?as a entrar na cabine de forma educada, e foi s¨® quando Olivia adentrou que percebeu que n?o havia outros passageiros. ¡°Eu quero sentar dodo da jan!¡± Iria reivindicou um assento perto da jan, subindo na poltrona com bra?os e pernas curtas. ¡°Eu tamb¨¦m quero um assento junto ¨¤ jan.¡± Joel tamb¨¦m se apossou de um lugar aodo da jan e, uma vez sentado, olhou curiosamente p jan. Ontem, eles voaram p primeira vez e viram a maravilha da vista a¨¦rea, e hoje ainda estavam animados para continuar vendo esses espet¨¢culos. Heitor e In¨ºs, sem expressar verbalmente, tamb¨¦m foram silenciosamente para lugares perto da jan. Os quatro pequeninos ocuparam quatro assentos adjacentes ¨¤s jans. Vendo isso, Olivia apressou¨Cse a dizer: ¡°Heitor, In¨ºs, venham aqui Joel e Iria, n?o se separem, pois podem chegar mais passageiros.¡± A recepcionista, parada aodo um sorriso no rosto, falou respeitosamente: ¡°Srta. Souza, n?o se preocupe, fique ¨¤ vontade, podem sentar onde quiserem, isto n?o ¨¦ um vooercial, mas sim o avi?o particr do Sr. Griera.¡± Olivia arregalou os olhos surpresa, o qu¨¦, aquilo era um avi?o particr de Daniel? Somentepanhias a¨¦reas poderiam possuir avi?es e operar voos passageiros. Mas n?o tinha imaginado que Daniel poderia ter seu pr¨®prio avi?o, t?o grande quanto um Jatoerciall A pobreza realmente limitava sua imagina??o. ¡°Uau, ent?o meu pai tem um avi?o privado t?o imponente, ainda mais incr¨ªvel que o helic¨®ptero do meu tiol¡± o entusiasta de avi?es Joel exmou admirado, A recepcionista corrigiu: ¡°O Sr. Griera n?o tem apenas um avi?o privado, mas sim v¨¢rios,¡± ¡°V¨¢rios? Posso brincar eles?¡± Joel exmou, fascinado p rev??o. ¡°Se quiser brincar, algum dia levarel um para voc¨º na Vi Serenidade.¡± Daniel entrou, sua voz profunda. Olivia: ¡°¡­¡± Brincar modelos de avi?o era uma coisa, mas brincar avi?es de verdade? ¡°Oba, eu vou poder brincar um avi?o de verdade! Papal ¨¦ demais!¡± Joel pulou de sua cadeira, animado demais, batendo a testa no encosto da cadeira ¨¤ frente um som abafado. Please check at N/?vel(D)rama.Org. Olivia, o cora??o apertado, perguntou preocupada: ¡°Voc¨º se machucou?¡± Joel levou a m?o ¨¤ testa, esfregando¨Ca e, um sorriso, afirmou: ¡°Est¨¢ tudo bem, n?o foi nada.¡± Olivia viu sua alegria, sabendo que mesmo machucado ele diria que n?o estava, riu e, voltando ¨¤ realidade, encontrou¨Cse os olhos escuros e profundos de Daniel, t?o. absorventes quanto um buraco negro. Isso fez que o cora??o de Olivia tremesse violentamente. ¡°Iria, eu vou sentar ao seudo.¡± Olivia rapidamente desviou o olhar, indo em dire??o ao assento ao lado de Iria para evitar mais contato visual Daniel, diminuindo sual inquieta??o. Cap铆tulo 1052 Capitulo 1052 Sentada no avi?o, al¨¦m da press?o atmosf¨¦rica iumente balxa, tudo estava muito normal. Algumas horas depois, o avi?o aterrissou na am ¨¢rea atr¨¢s da Vi Serenidade. Olivia havia percebido bastante cedo que havia um grande espa?o vazio nos fundos da Vi Serenidade, mas inicialmente n?o entendeu seu prop¨®sito. Agora preendia era um campo de pouso exclusivo da Vi Serenidade! Ter um estacionamento privativo j¨¢ era um sinal de grande riqueza, e Daniel possu¨ªa um campo de pouso s¨® para ele! Estar no mundo de Daniel fez que revisse suas concep??es de mundo repetidamente, testemunhando fen?menos que nunca havia visto antes. A pobreza realmente limitava sua imagina??o. Os bens que os ricos possuem s?o itens que n?o consegue imaginar; n?o existe nadal que eles n?o possam ter. De volta ¨¤ Vi Serenidade, F¨¢bio os recepcionou respeito e entusiasmo: ¡°Srta. Souza, Srta. Rocha, crian?as, que bom que voltaram. Estive esperando por voc¨ºs em casa por dois dias.¡± Ao v¨º¨Clos de volta, o cora??o apreensivo de F¨¢bio finalmente se acalmou. Nos ¨²ltimos dois dias, ele viveu ansioso, preocupado a possibilidade de algo ruim acontecer a Olivia e ¨¤s crian?as longe da Vi Serenidade, ou que desaparecessem, o que ampliaria responsabilidade. Afinal, foi sob sua supervis?o que Olivia e as crian?as deixaram a Vi Serenidade. ¡°F¨¢bio, estou t?o cansada, quero dormir.¡± Iria murmurou seus l¨¢bios rosados e olhos. semicerrados, em um tom fraco. F¨¢bio percebeu que os outros pequenos tamb¨¦m estavam a cabe?a baixa, parecendo esgotados. F¨¢bio disse apressadamente: ¡°Jovem senhor, senhoritas, por favor, voltem aos seus quartos para dormir. Preparel as camas roupas de cama novas e s?o extremamente aconchegantes.¡± F¨¢bio chamou os empregados ¨¤s pressas para levar as crian?as aos seus quartos paral dormir. ¡°E, poderia por favor chamar um motorista para me levar de volta a Porto Estr de Sol?¡± Teresa pediu, visivelmente nervosa. n?o podia ficar na Vi Serenidade; Daniel ainda n?o havia se casado Olivia. Era inapropriado at¨¦ mesmo para Olivia morar l¨¢, quanto mais para , que n?o tinha nenhuma posi??o ou status. Al¨¦m disso, a presen?a imponente de Daniel era intimidadora. Permanecer ali a deixaria ansiosa e desconfort¨¢vel. Melhor voltar para aodidade de sua pr¨®pria casa. Please check at N/?vel(D)rama.Org. falou F¨¢bio porque n?o ousava pedir diretamente a Daniel. F¨¢bio, consciente de sua posi??o limitada,n?ou um olhar a Daniel,o se buscasse sua anu¨ºncia. Olivia captou o anseio de sua m?e e tamb¨¦m n?o queria que se sentisse oprimida ali. J¨¢ bastava mesma estar constantemente sob a amea?a da presen?a de Daniel; n?o havia raz?o para sua m?e experimentar o mesmo desconforto. Olivia olhou para Daniel olhos suplicantes: ¡°Eu posso chamar um Uber para minha m?e.¡± Desde que ele concordasse em deixar Teresa ir embora, estaria tudo bem. ¡°Mande um motorista lev¨¢¡°, disse Daniel em voz baixa. O cora??o tenso de Olivia rxou naquele instante. Teresa, que inicialmente n?o tinha esperan?as, ficou imediatamente surpresa e agradecida a resposta de Daniel, repetindo: ¡°Obrigada, muito obrigada.¡± ¡°Senhorita Rocha, por favor, panhe¨Cme¡°, F¨¢bio a guiou para fora. ¡°Ei, certo¡°, respondeu Teresa. Antes de sair, se virou para Olivia, um olhar de despedida que transmitia preocupa??o: ¡°Olivia, vou indo para casa.¡± ¡°Tudo bem, me mande uma mensagem quando chegar¡°, disse Olivia. ¡°Sim¡°, respondeu Teresa, e ent?o seguiu F¨¢bio, deixando a Vi Serenidade. 2/2 Cap铆tulo 1053 Cap¨ªtulo 1053 Olivia observava a figura materna desvanecer¨Cse do seu campo de vis?o. Seu olhar baixou por um instante, e virou¨Cse, preparando¨Cse para ir ao banheiro. Seu olhar encontrou¨Cse os olhos prantes de Daniel, afiadoso espadas, prontos para perfurar sua carne ao menor descuido. Os cilios de Ol¨ªvia tremiam; sua respira??o se prendeu. desviou o olhar apressadamente: ¡°Vou checar as crian?as.¡± Alterando seu trajeto, encaminhou¨Cse aos quartos das crian?as. Daniel n?o a deteve. abriu cada porta dos quartos.das crian?as, vendo que todos dormiam profundamente. Em poucos minutos, tinham ca¨ªdo em um sono pesado, evid¨ºncia do cansa?o acumdo ap¨®s um dia cheio de atividades. Contemndo os rostos serenos e doces das crian?as adormecidas, Ol¨ªvia n?o teve coragem de despert¨¢¨Clos e retirou¨Cse dos quartos em sil¨ºncio. Ao virar¨Cse, colidiu o peit¨® firme e ardente de Daniel. Recuando apressadamente, se viu sem sa¨ªda, a porta atr¨¢s de si. Daniel a segurou p cintura, puxando¨Ca para si, o abd?men s¨®lido enviando sinais de perigo, queimando a pele de Olivia. Sua respira??o cessou, suas pups se dtaram. ¡°Agora ¨¦ hora de acertarmos nossas contas!¡± Daniel disse, uma express?o intensa, erguendo¨Ca em seus bra?os. Ol¨ªvia gritou, agarrando¨Cse instintivamente ao pesco?o dele. A presen?a de Daniel era poderosa, seus bra?os fortes e determinados, e a frieza que emanava dele era suficiente para envolv¨º porpleto. n?o ousava nem mesmo respirar profundamente, medo de provoc¨¢¨Clo. Daniel caminhou rapidamente at¨¦ o quarto principal, fechou a porta o p¨¦ e, ao chegar aodo da cama, depositou Olivia sobre . Ele se debru?ou sobre , seus olhos escuros e frios fixos n. ¡°Fugir do hotel foi para ir embora Rodrigo? Quando foi que voc¨ºse?aram a nutrir sentimentos um pelo outro?¡± havia conspirado Wilma para drog¨¢¨Clo, deixando¨Co arrebatado por desejo enquanto nejava a fuga do hotel a substituir Wilma por si mesma! Fugir daquele lugar sem se preocupar as consequ¨ºncias, apenas para panhar Rodrigo? E ainda levar os filhos dele! Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Daniel sentiu uma dor aguda e raiva fervilhante em seu cora??o,o um vulc?o prestes a explodir. Se ele n?o se contrsse, todo o seu furor j¨¢ teria irrompido, afetando tudo ao seu redor. ¡°N?o ¨¦ isso, eu s¨® ful viajar¡­¡± Olivia, abda pelo olhar incisivo dele, se apressou em se Justificar. Como ele poderia entender errado e pensar que havia algo entre e Rodrigo? Ele jamaispreenderia que o verdadeiro motivo de seu desejo de partir era a opress?o e possessividade dele, que a asfixiavam. Sua crueldade e frieza a deixavam cfrios e p¨¢nico. Ele poderia for?ar a morte de seu pr¨®prio sobrinho, o que mais n?o seria capaz de fazer? desejava apenas viver seus filhos, livre e sem imposi??es. Isso era pedir muito? Mas essas pvras, jamais poderia dizer diante de Daniel. Ele a havia avisado in¨²meras vezes para nunca pensar em deix¨¢¨Clo, ou as consequ¨ºncias seriam terr¨ªveis. At¨¦ as pessoas ao seu redor sofreriam as consequ¨ºncias. Desde que afirmasse estar apenas em uma viagem, ele n?o poderia acus¨¢ de fuga. A atmosfera ao redor de Daniel tornou¨Cse mais opressiva e perigosa. Seu rosto estava tenso, e ele segurou o queixo de Ol¨ªvia for?a, as pvras sa¨ªramo se fossem espremidas entre os dentes, cheias de raiva: ¡°Se essa boca n?o fr al verdade, seria melhor arranc¨¢!¡± ¡°Eu, uhm¡­¡± Ol¨ªvia tentava fr, mas foi abruptamente interrompida. O beijo de Daniel era dominador e feroz, sem um pingo de calor, frio o suficiente para congr sua respira??o. N?o era apenas um beijo, mas tamb¨¦m uma mordida. Os l¨¢bios de Ol¨ªvia estavam dormentes e doloridos, a dor fazendo¨Ca franzir as sobrancelhas, enquanto tentaval empurr¨¢¨Clo as m?os: ¡°N?o, por favor¡­ Ah¡­¡± As tentativas de resist¨ºncia de Olivia foram sufocadas p intensidade daqu a??o. Cap铆tulo 1054 Cap¨ªtulo 1054 Olivia sentiu uma dorncinante na garganta e soltou um grito de dor, seu corpo se encolheu e as m?os que se apoiavam no peito dele amoleceram involuntariamente, uma sensa??o de formigamento se espalhou ps suas costas,o uma corrente el¨¦trica, saltando em fios. O h¨¢lito majestoso e dominador de Daniel, borrifando em seu rosto, roubando seu ar, fazendo que Olivia se sentisse asfixiada, sua mentee?ando a turvar¡­ Daniel se agitouo um animal selvagem, mordiscando Olivia, beijando ferozmente, mas seus olhos n?o revvam nenhum tra?o de calor. Ao perceber sua resist¨ºncia, ele se enfureceu ainda mais, apoiou sua m?o grande na nuca d e fixou sua cabe?a, enquanto sua lingua invadia sua boca, conquistando territ¨®rio e sugando seu oxig¨ºnio, sua do?ura¡­ At¨¦ Text ? by N0ve/lDrama.Org. que o beijo de Olivia sufocou seu rosto vermelho, prestes a sufocar, Daniel a soltou. Os l¨¢bios de Olivia estavam inchados e dormentes, quentes e doloridos, respirava fundo o ar fresco a boca entreaberta, l¨¢grimas brilhavam em seus olhos aquosos e as p¨¢lpebras baixas estavam molhadas de l¨¢grimas,o se estivesse prestes a ser devorada por uma fera imc¨¢vel, desesperada e aterrorizada. Antes que pudesse recuperar o f?lego, Daniel segurou seus ombros e a virou, deitada de costas agora estava de bru?os¡­ Esse movimento¡­ As humilha??es passadas diante dele inundaram sua mente. Olivia se assustou, resistindo em p¨¢nico. ¡°N?o, n?o me trate assim¡­¡± ¡°Ah¡­¡± Toda a resist¨ºncia e os pedidos de miseric¨®rdia d foram afogados p selvageria dominante e ineg¨¢vel de Daniel. ¡°Ainda pensa em fugir, hmm?¡± a voz de Daniel era rouca e fria enquanto segurava o queixo de Olivia, for?ando¨Ca a olhar em seus olhos. Olivia viu as profundezas escuras de seus olhos, sua rouquid?o mascarava uma raiva contida, e seu cora??o tremia, sua pele arrepiada de terror. Por umdo, suportava sua raiva, por outro, estava assustada seu dom¨ªnio cruel e desprovido depaix?o. ¡°Voc¨º n?o quer saber por que eu fugi?¡± Olivia perguntou a voz tr¨ºm, apertando os dentes. Como a puni??o era inevit¨¢vel, n?o havia necessidade de esconder isso, nem todo mundo queria ficar aodo dele e ser sua mulher. E Nem todas podem suportar sua intensidade e selvageria. Ele era incans¨¢vel, cheio de energia, e cada encontro quase a deixava exausta. n?o queria morrer em suas m?os. ¡°Ha, consegue ao menos dizer? Daniel riu baixinho, seus olhos frios turbilhonando emo??o. N?o foi seduzida por Rodrigo e fugiu ele? Pensou que ao escapar dele poderia viver uma vida comum e feliz Rodrigo? Daniel respirava dificuldade, contendo a dor que se agitava dentro dele. ele tinha pensado que o cora??o de Olivia pertenciapletamente a Sergio, que tinha espa?o apenas para Sergio em seu cora??o, e que outros homens teriam dificuldade em entrar. Mas quanto tempo faz desde que Sergio morreu? E j¨¢ estava disposta a fugir Rodrigo! Mesmo para ir embora Rodrigo, chegou ao ponto de unir for?as Wilma para drog¨¢¨Clo, abandonou¨Co no hotel e deixou Wilma tentar seduzi¨Clo! estava disposta a colocar outra mulher em seu caminho Para ficar Rodrigo! ¡°Eu¡­ ah¡­¡± As pvras que Olivia queria dizer mal sa¨ªram quando foi interrompida p domina??o de Daniel, sua f ficando tr¨¦m e intermitente, incapaz de formr uma frasepleta. se agarrava ao len?ol. Por que fugiu? Ele nunca a conheceu ou considerou seus sentimentos, ent?o, naturalmente, ele n?o entenderia. N?o tinha nada que n?o pudesse dizer. Fugir dele porque ele foi cruel Sergio a ponto de lev¨¢¨Clo ¨¤ morte em defesa do Grupo Griera. Ele era um dem?nio, definitivamente n?o queria ficar aodo dele, nem permitir que suas crian?as ficassem. Cada ato de crueldade e indiferen?a dele a fazia se sentiro se estivesse perdendo uma camada de pele. sua humilha??o, sua dor, ele sempre fez vista grossa. n?o queria mais ficar ao seudo sem reconhecimento, humilde e ¨¤ sua merc¨¦. Cap铆tulo 1055 Cap¨ªtulo 1055 ¨¦realmente errado querer deix¨¢¨Clo e ir viver sua pr¨®pria vida livre e sem restri??es? se uniu a Wilma para drog¨¢¨Clo, foi algo que fez sem alternativa, pois Wilma amea?ou¨Ca um v¨ªdeo de sua m?e, e n?o teve escolha sen?o agir assim. A pressa em deixar o hotel era para encontrar Heitor e apagar o v¨ªdeo que Gabriel tinha em m?os, eliminar a amea?a que a fam¨ªlia Dias representava para . S¨® apagando a amea?a poderia se sentir verdadeiramente livre. Por que, mesmo t?o dif¨ªcil, o simples desejo de uma vida sem restri??es parecia vir seus tabus, e ele,o um louco,e?ava a tortur¨¢? L¨¢grimas escorreram dos cantos dos olhos de Ol¨ªvia e cerrou os dentes, mas n?o conseguiu conter o desespero e a dor em seu cora??o. No momento de maior ang¨²stia, Olivia n?o aguentou mais: ¡°Daniel, meu est¨®mago est¨¢ doendo¡­¡­¡± conseguiu dizer Com dificuldade, expressando o desconforto do seu corpo. o rosto de Daniel estava mergulhado numa f¨²ria quente, a voz rouca e olhos frios e impiedosos ao ouvir suas pvras: ¡°Voc¨º est¨¢ Tentando me enganar de novo!¡± Nar vez, no hotel ao p¨¦ da Montanha de Lamina, Daniel queria lev¨¢ para a s de seguran?a para verificar as cameras, e fingiu dor de barriga para evitar ver as imagens e cobrir quem a havia sequestrado! Agora, estava tentando a mesma t¨¢tica¡­ O corpo de Olivia tem espasmos de dor, contorcia¨Cse, gotas de suor t?o grandes quanto gr?os ca¨ªam de sua testa, manchando os len?¨®is de algod?o puro. ¡°Minha barriga realmente d¨®i¡­¡± disse Olivia, agarrando¨Cse ao len?ol dor. Daniel n?o acreditava, pensava que estava apenas fazendo truques e n?o tinha pena alguma. De repente, ele sentiu o cheiro de sangue. Os olhos dele tocaram um sh de vermelho! Seu rosto escureceu instantaneamente. Desta vez, n?o estava mentindo. Daniel rapidamente pegou suas roupas do ch?o, vestiu¨Cse rapidez. Encontrou as roupas de Olivia no arm¨¢rio, vestiu¨Ca. 1/2 Levantou¨Ca em seus bra?os e caminhou apressadamente para fora. Olivia segurava firme a roupa em seu ombro, respirando pesadamente enquanto suportava a dor aguda em sua barriga, sua vis?o emba?ada observava Daniel, de rosto bonito e suado. Text ? by N0ve/lDrama.Org. A vis?o de Olivia tremeu por um momento e, nesse momento, pensou que a express?o tensa e suada de Daniel era de nervosismo¡­ ele estava nervoso por qu¨º? por ? N?o,o poderia ser? Em seus olhos, era menos quema, ele n?o poderia estar nervoso por .. A abundancia de suor em seu rosto provavelmente era devido ao cansa?o. Daniel correu at¨¦ o carro e colocou Olivia dentro dele, colocando o cinto de seguran?a. Ele entrou no carro e o dirigiu rapidamente. Em pouco tempo, chegaram ab hospital, Daniel carregou Olivia e passosrgos entrou pelo corredor de emerg¨ºncia: ¡°Doutor, r¨¢pido, chame um m¨¦dico!¡± Daniel gritou urg¨ºncia. Os M¨¦dicos e enfermeiros correram para atender, pedindo que Daniel colocasse Olivia nat s de emerg¨ºncia. Depois de coloc¨¢ na mesa de opera??o, Daniel foi orientado a esperar dodo de fora. Vendo a porta da s de cirurgia fechar e as luzes da pvra ¡®em cirurgia¡® se acenderem, Os olhos escuros de Daniel se agitaram ligeiramente e o suore?ou a brotar em sua testa, caindo pelo seu rosto bem definido. ele esperava, ofegante, ¨¤ porta da s de cirurgia. Cap铆tulo 1056 Cap¨ªtulo 1056 Quando Bruno chegou, viu Daniel sentado na cadeira de espera dodo de fora da s de cirurgia, com a press?o do ar ao seu redor baixa e tensa, gotas de suor na testa sobre a pele firme e olhos levemente avermelhados. a porta da s de cirurgia estava fechada, as pvras ¡®em cirurgia¡± acesas, n?o era necess¨¢rio perguntar para saber quem estava sendo operado l¨¢ dentro. Apenas Olivia poderia fazer que Daniel perdesse a calma e ficasse tenso. Bruno ficou em p¨¦ diante de Daniel e rtou respeitosamente: ¡°Sr. Griera, falei Teodoro na pris?o. As pessoas que se juntaram a ele para sequestrar Olivia inclu¨ªam Gabriel, foi Gabriel que levou Olivia para o quarto do hotel.¡± Devido A uma falha nas cameras de seguran?a, n?o foi gravado o momento em que Olivia foi levada ao quarto do hotel. Ent?o, quem diabos havia levado Olivia para o quarto de hotel, ningu¨¦m sabia, a n?o ser a pr¨®pria Olivia. Daniel pediu a Bruno que investigasse e n?o esperava que a investiga??o levasse a Gabriel. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Assim que Bruno terminou de fr, Daniel subitamente se tornou mais afiado, uma aura t?o pesada que tornava dif¨ªcil respirar. Bruno sentiu a raiva contida de Daniel e disse cuidadosamente: ¡°Sr. Griera, Gabriel ¨¦ o pai da Srta. Souza. ele sequestrou a Srta. Souza certamente por dinheiro, e ao lev¨¢ para o quarto do hotel, certeza foi para entreg¨¢ a outra pessoa. Esse algu¨¦m era Teodoro, mas por sorte o Sr. Melo apareceu, espantou Teodoro e salvou a Srta. Souza¡­¡± Bruno estava expondo a situa??o conforme havia deduzido ps evid¨ºncias. Gabriel levando Olivia ao quarto do hotel, certamente n?o seria para prejudic¨¢. Gabriel ¨¦ o pai de Olivia,o um pai poderia fazer mal ¨¤ pr¨®pria filha? Poderia haver algu¨¦m t?o monstruoso? Mesmo que Gabriel fosse mau, ele n?o poderia serpletamente desprovido de consci¨ºncia. Assim que Bruno terminou de fr, foi encarado pelo olhar frio e afiado de Daniel, fazendo que Bruno gaguejasse e baixasse a cabe?a, admitindo o erro: ¡°Sr. Griera, eu estava apenas analisando, a verdade dos fatos, talvez apenas a Srta. Souza saiba¡­¡± Meu Deus, ele havia dito algo errado? O olhar de Daniel era t?o aterrorizanteo se ele quisesse mat¨¢¨Clo a facadas. 1/2 Os tra?os angres do rosto de Daniel eram t?o frios e duros que pareciam laminas de gelo, e o mau humor em seus olhos escuros erao vento e neve. Ser¨¢ que Olivia estava escondendo o sequestro por Gabriel Dias para absolv¨º¨Clo? realmente tinha um forte?o de pai e filha Gabriel. Gabriel a havia sequestrado, e ainda estava escondendo isso para proteg¨º¨Clo! ue era o Provavelmente havia uma raz?o ainda mais importante, Rodrigo. Gabriel sequestrou Olivia para o quarto do hotel para entreg¨¢, mas a quem? Seria Teodoro ou Rodrigo? Peloportamento de Olivia em r??o a este assunto, era prov¨¢vel que fosse Rodrigo! Apenas para proteger Rodrigo Olivia iria encobrir a verdade dessa forma t?o desmedida. Com esses pensamentos, Daniel apertou os dentes traseiros, sua raiva contida e gda, e a dor surda e constante em seu intimo tornou¨Cse mais evidente,o se um espinho estivesse cravado profundamente, im¨®vel e insens¨ªvel, mas dolorido ao menor movimento. ¡°Gabriel tem vivido muito tranqumente, ¨¦ hora de ele sofrer um pouco. O mercado de a??es tem estado muito est¨¢vel, ¨¦ hora de criar um pouco de turbul¨ºncia.¡± As pvras de Daniel foram frias e duras, friaso gelo. Bruno ent?o percebeu o que Daniel queria dizer e imediatamente acenou a cabe?a e liderou a ordem: ¡°Sim, senhor!¡± Gabriel, ao longo dos anos, havia enganado muitas mulheres para obter dinheiro, mas sua esposa Mariana era quem gerenciava suas finan?as. Mariana tinha paix?o pelo mercado de a??es e tinha certa habilidade nisso. ganhou bastante dinheiro na bolsa de valores. Vivendo dos dividendos do mercado de a??es, era assim que a familia conseguia sustentar um estilo de vida abastado. Daniel pretendia criar turbul¨ºncia no mercado de a??es, o que provavelmente levaria a familia Dias ¨¤ fal¨ºncia. Bruno estava se preparando para sair quando notou que as luzes da s de cirurgia se apagaram. Ele rapidamente alertou Daniel: ¡°Sr. Griera, as luzes da s de cirurgia se apagaram.¡± Os olhos profundos de Daniel se voltaram para a porta da s de cirurgia. m¨¦dico saiu, e Danjel, sem perceber sua pr¨®pria ansiedade, levantou¨Cse. Sua alta estatura se imp?s diante do m¨¦dico, e ele perguntou: ¡°Como est¨¢ a situa??o?¡± Cap铆tulo 1057 Cap¨ªtulo 1057 O m¨¦dico disse: ¡°A paciente estava gr¨¢vida e fez exerc¨ªcios f¨ªsicos intensos, o que causou sinais de aborto espontaneo.¡± ¡°O qu¨¦?¡± Daniel ficou chocado! Olivia estava gr¨¢vida! Ao ver a express?o profundamente tensa de Daniel, o m¨¦dico apressou¨Cse em dizer: ¡°Ainda bem que foi trazida a tempo, n¨®s aplicamos um no de manuten??o da gravidez, repouso por um tempo, poder¨¢ estabilizar o feto.¡± O m¨¦dico tentou acalmar as emo??es tensas de Daniel, querendo que ele n?o se preocupasse. Exercicios f¨ªsicos intensos? Ao ouvir essas pvras do m¨¦dico, Bruno imediatamente entendeu o que significavam, cobriu um sorriso no rosto e, a m?o em forma de punho, levou¨Ca aos l¨¢bios e tossiu levemente. Daniel acabara de reconquistar Olivia, e seu nivel de raiva estava no limite; seus movimentos certamente n?o foram suaves, mas ele n?o imaginava que Olivia estivesse gr¨¢vida¡­ O cora??o tenso de Daniel se afrouxou ao ouvir o m¨¦dico dizer que n?o haveria problemas, o cora??o tenso de Daniel rxou. Nesse momento, a enfermeira e o m¨¦dico juntose?aram a empurrar Olivia para fora da s de cirurgia. Daniel se aproximou e olhou para Olivia deitada na cama, o rosto p¨¢lidoo papel e os l¨¢bios inchados e vermelhos, em um estado de profundo abatimento. Ao v¨º t?o vulner¨¢vel, a frieza dos olhos frios de Daniel foi se dissipando aos poucos, deixando transparecer fios de ternura. Olivia, olhando nos olhos profundos e escuros de Daniel, lembrou¨Cse da brutalidade que ele havia demonstrado contra na Vi Serenidade pouco antes. parou de respirar por um momento, incapaz de manter o contato visual, e baixou os c¨ªlios para evitar sua vis?o. Olivia foi odada no quarto do hospital, um medicamento para manter a gravidez sendo injetado no dorso de sua m?o. virou a cabe?a para odo, nunca olhando para Daniel, seus olhos o evitavam deliberadamente. estava gr¨¢vida de forma inesperada, mesma n?o esperava por Content is ? 2024 N?velDrama.Org. isso. N?o ¨¦ de se admirar que estivesse se sentindo nauseada e vontade de vomitar constantemente. 22.32 Quando teria engravidado? Foi naqu vez, no escrit¨®rio de Daniel, quando ele, ignorando sua humilha??o e sentimentos, a pressionou contra a porta de vidro do escrit¨®rio para que assistisse Bruno chegando e partindo? Ou foi aqu vez no carro em que ele a prendeu no banco de tr¨¢s, sem qualquer controle? Houve tantas vezes em que ele fez sexoo puni??o, do nada, bem na hora, tarde demais para tomar precau??es. Olivia estava pensando nisso quando de repente sentiu odo da cama afundar um pouco, virou¨C se assustada e viu Daniel sentando¨Cse aodo d. O belo rosto que estava frio e duroo a geada h¨¢ pouco voltou ao seu estado normal; sem sorrisos. *Seu est¨®mago, ainda d¨®i?¡± A voz de Daniel era baixa e rouca. Olivia respirava dificuldade, olhando nos olhos profundos dele, que a fixavam sem piscar, t?o diferentes daquele olhar que ele tinha na Vi Serenidade Antes ele estava furioso,o se quisesse devor¨¢. agora, seus olhos eram profundos, mas calmos, at¨¦ mesmo um toque¡­ de ternura. Os l¨¢bios de Olivia se moveram dificuldade, e conseguiu fr uma voz rouca: ¡°N?o d¨®i¡­¡± n?o tinha fdo at¨¦ agora, e s¨® ao fr percebeu que sua garganta estava rouca, at¨¦ mesmo a dor ao fr. havia gritado e chorado tanta for?a, mas ele n?o a poupou. Daniel pegou o copo de ¨¢gua do criado¨Cmudo e, segurando o canudo, levou¨Co aos l¨¢bios de Olivia: ¡°Beba um pouco de ¨¢gua, vai se sentir melhor. Olivia n?o queria aceitar sua bondade, mas sua garganta estava realmente seca e desconfort¨¢vel. Mas para que aceitasse imediatamente a bondade de Daniel, n?o poderia fazer isso novamente para esquecer o que ele tinha acabado de fazer . olhou para o canudo, mas n?o abriu a boca. Cap铆tulo 1058 Cap¨ªtulo 1058 Olivia n?o bebeu, e Daniel n?o tirou o copo de ¨¢gua d, um se recusando rigidamente a beber, o outro insistindo para que bebesse. A m?o de Daniel que segurava o copo apertou¨Co levemente, enquanto a outra m?o, gda pelo h¨¢bito, levou o copo at¨¦ a boca d, n?o abriu a boca, ent?o ele usou um canudo para empurrar os l¨¢bios d e fez que mordesse o canudo. ¡°Bebe, tua boca n?o est¨¢ s¨® inchada e vermelha, mas tamb¨¦m rachada. Bebe um pouco d¡¯¨¢gua para hidratar,¡± disse Daniel sua voz grave e magn¨¦tica. Olivia, inicialmente obstinada em seu confronto, n?o queria beber a ¨¢gua que ele lhe oferecia, mas ele foi t?o autorit¨¢rio que simplesmente colocou o canudo em sua boca. n?o podia mais decidir nem mesmo se bebia ¨¢gua? Olivia, um par de olhoscrimejantes, olhando furiosamente para Daniel, olhando para seus profundos olhos negros, aqueles olhos negros que exvam uma autoridade incontest¨¢vel. E tamb¨¦m¡­ um certo nervosismo! Seria apenas impress?o d? ¡°Bebe, n?o deve levar a raiva t?o a s¨¦rio a ponto de brincar a pr¨®pria sa¨²de, Daniel disse um olhar profundo, tentando acalm¨¢ para que bebesse a ¨¢gua. Olivia franziu As sobrancelhas delicadamente, respirando uma ligeira dificuldade, zangada, mas reconhecendo que havia alguma raz?o em suas pvras. punir¨Cse pelos erros dos outros ¨¦ a mais t das atitudes. mordeu o canudo e sugou for?a; a ¨¢gua morna encheu sua boca, umedecendo a garganta seca e trazendo uma sensa??o de al¨ªvio. estava mesmo muita sede e, assim quee?ou a beber, n?o conseguiu mais parar, acabou bebendo o copo inteiro de uma s¨® vez. Como n?o conseguia engolir t?o bem, at¨¦ se engasgou. ¡°Cof, cof, cof¡­¡± Olivia soltou o canudo e tossiu algumas vezes. Com a tosse, sentiu uma dor no abd?men e instintivamente colocou a m?o sobre a barriga, franzindo suas bs sobrancelhas. Daniel viu seus movimentos e tocou apressadamente a campainha da enfermeira aodo da cama, com o rosto bonito tenso, a tens?o em seus olhos escuros dif¨ªcil de esconder. Enquanto Olivia tossia, uma m?o quente e grande cobriu seu peito. sua respira??o ficou presa, um p¨¢nico involunt¨¢rio tomou conta d, pensando que Daniel poderia fazer algo excessivo novamente, e seu corpo inteiro se enrijeceu. No segundo seguinte, a m?o de Daniele?ou a dar tapinhas suaves no pelto delo, ajudando¨Ca a recuperar o f?lego: ¡°Eu disse para voc¨º beber ¨¢gua, n?o para engolir tudo de uma vez. Pode ir mais devagar, ningu¨¦m est¨¢petindo voc¨º.¡± Suas pvras baixas e graves soaram, enquanto suas sobrancelhas se contralom. levemente, repreendendo Olivia uma do?ura inesperada. Ouvindo suas pvras repreensivas, Olivia ficou uma tanta surpresa. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. O conte¨²do e o tom das suas pvras n?o eramo antes, autorit¨¢rios e impositivos, mas pareciam carregar um certo cuidado. A urg¨ºncia no cuidado gerava uma severidade na repreens?o. Ele estava preocupado ? Ris¨ªvel, Como ele poderia se preocupar ? Era pelo beb¨º em seu ventre que ele se preocupava, certamente. Depois de tantas decep??es, Olivia n?o ousava mais iludir¨Cse, e ainda menos esperar qualquer pingo de piedade ou preocupa??o da parte de Daniel. ¡°N?o foi Voc¨º que mandou eu beber?¡± Olivia o questionou. ¡°Eu lhe disse para beber devagar, eu lhe disse para beber t?o r¨¢pido?¡± disse Daniel. Olivia: ¦° Certo, voc¨º tem raz?o, eu n?o posso discutir voc¨º. Mas beber ¨¢gua ¨¦ minha decis?o, e me engasgar tamb¨¦m ¨¦ minha quest?o, por que voc¨º est¨¢ mais nervoso do que eu? Ap¨®s O som da campainha, o m¨¦dico chegou imediatamente. Cap铆tulo 1059 Cap¨ªtulo 1059 Ao ver o m¨¦dico, Daniel se levanta rapidamente e abre caminho para que o m¨¦dico examine Olivia. Mas o rosto est¨¢ muito infeliz: ¡°Por que voc¨º demorou tanto para vir?¡± A aura opressora de Daniel era g¨¦lida, fazendo que o m¨¦dico se sentisse sob imensa press?o, suando profusamente e explicando cuidadosamente: ¡°Sr. Griera, na pr¨®xima vez, chegarei em quest?o de segundos.¡± Olivia observou a frieza perigosa que emanava de Daniel, algo que inspirava temor, e respirou fundo antes de dizer: ¡°O m¨¦dico j¨¢ veio r¨¢pido o suficiente,o espera que consiga rxar e atender a paciente?¡± ele Danieln?ou um olhar sombrio a Olivia, mas n?o respondeu e disse ao m¨¦dico: ¡° est¨¢ dor de est?mago, examine¨Ca, r¨¢pido¡°. Ao ouvir a pressa em suas pvras, Olivia esbo?ou um sorriso autoir?nico no canto da boca, pensando que suas suspeitas estavam corretas; Daniel estava preocupado e ansioso, mas era pelo beb¨º em seu ventre, n?o por mesma.. Portanto, Olivia, n?o se engane pensando que ele se preocupa contigo, e n?o nutra esperan?as. O m¨¦dico, ao ouvir sobre a dor de est?mago d, tamb¨¦m se apressou, pegou o estetosc¨®pio e o colocou sobre o seu ventre para ouvir qualquer som. Vendo a express?o s¨¦ria do m¨¦dico, Olivia tamb¨¦m ficou cautelosa, mantendo¨Cse quieta para n?o perturb¨¢¨Clo e afetar seu julgamento. Daniel manteve¨Cse em sil¨ºncio, um semnte grave. Depois de ouvir o ventre, o m¨¦dico perguntou a Olivia: ¡°A dore?ou de repente ou foi por alguma raz?o?¡± ¡°Eu me engasguei bebendo ¨¢gua h¨¢ pouco e tossi algumas vezes, o que fez meu est?mago doer,¡± respondeu Olivia seriamente. Compreendendo, O m¨¦dico assentiu e disse: ¡°A tosse causou vibra??o no abd?men, eo a sua amea?a de aborto ainda n?o estabilizoupletamente, ¨¦ normal sentir desconforto ao tossir. tente ficar de repouso na cama, evite se movimentar e reduza a frequ¨ºncia de tosse.¡± ¡°Doutor,o est¨¢?¡± Olivia perguntou seus olhos ros e ansiosos, pois se a vidal do beb¨º estivesse em risco por causa de algumas tosses, jamais se perdoaria. Olivia adorava crian?as, caso contr¨¢rio, n?o teria decidido ter o beb¨º, mesmo sabendo da gravidez inesperada e sem conhecer o pai da crian?a, preferindo abandonar seus estudos para dar ¨¤ luz. 1/2 Ao longo dos anos, seus filhos a cercaram sua fofura e pureza, curando¨Ca e aprofundando ainda mais seu amor por eles. Please check at N/?vel(D)rama.Org. ¡°Atualmente a situa??o est¨¢ muito est¨¢vel, fique ¨¤ vontade,a alguns alimentos leves e de f¨¢cil digest?o,plemente a nutri??o,¡± aconselhou O m¨¦dico. Ao ouvir que o beb¨º estava est¨¢vel, Olivia rxou visivelmente, mexendo seus l¨¢bios inchados e secos, e agradeceu: ¡°Obrigada, doutor.¡± ¡°De nada, descanse bem,¡± disse O m¨¦dico sorrindo para Olivia, depois se virou e inclinou a cabe?a levemente em dire??o a Daniel antes de sair do quarto. Daniel se aproximou novamente da cama, olhando para Olivia seus olhos escuros. Toda a preocupa??o d o beb¨º em seu ventre n?o passou despercebida por ele. Desde o in¨ªcio, seu amor e cuidado ps crian?as eram sinceros e intensos, tanto . os quadrig¨ºmeos quanto o beb¨º ainda n?o nascido em seu ventre. Seu amor materno pareciapensar todos os erros que etera. Daniel sentou¨Cse aodo de sua cama, segurando a m?o d a dele, grande e ¨¢spera. Ao sentir o toque de sua m?o, o cora??o de Olivia deu um saltos Sua m?o tremendo levemente. pensou em retir¨¢, mas a raz?o conteve o impulso. ainda estava o soro na parte de tr¨¢s da m?o, e movimentos bruscos poderiam deslocar a agulha, causando mais emo??es fortes e prejudicando o beb¨º no ventre. Olivia n?o se moveu, mas Daniel sentiu isso, sua m?o tocando a d no segundo em que ele a segurou. Ele segurou gentilmente a m?o d em sua grande palma,o se quisesse acalm¨¢, e seus olhos profundos olharam para enquanto ele dizia em uma voz baixa e grave, ele disse: ¡°Est¨¢ gr¨¢vida, Por que n?o me contou antes?¡± ¡°se eu tivesse contado, voc¨º teria parado de fazer aqus coisas brutaisigo?¡± perguntou Olivia, sentindo¨Cse injusti?ada e irritada. Assim que terminou de fr, sentiu Daniel apertar sua m?o mais for?a. Cap铆tulo 1060 Cap¨ªtulo 1060 Daniel olhou para Olivia olhos profundos que, de repente, se tornaram frios: ¡°Ent?o, voc¨º sabia que estava gr¨¢vida e ainda assim decidiu seguir Rodrigo sem olhar para tras?¡± A atmosfera gda e cortante que emanava dele enchia o espa?o do quarto de hospital, tornando o ar denso e dificultando a respira??o. Olivia sentiu a mudan?a g¨¦lida na aura ao redor dele, as suas perguntas evasivas, o olhar prante e agu?adoo o de uma aguia, todos transmitindo perigo. deveria estar acusando¨Co de seus atos perversos, mas uma virada na conversa de Daniel, todas as acusa??es recairam sobre . Em vez disso, se tornou a culpada pelo pecado imperdo¨¢vel. Diante dos insond¨¢veis olhos negros dele, as pupitas de Olivia se encolheram, seus c¨ªlios se agitaram um pouco, suas sobrancelhas franzidas escondiam as m¨¢goas e dificuldades, e disse ¡°Eu tamb¨¦m so soube da gravidez agora.¡± Os olhos escuros de Daniel se moveram, um brilho ¨²mido se formando: ¡°Se voc¨º soubesse da gravidez, n?o teria ido Rodrigo?¡± Ele ainda n?o conseguia desviar do assunto. Olivia olhou para ele, sentindo a for?a de sua m?o apertar a d, juntando seus cinco dedos de tal forma que o dorso da m?oe?ou a arquear sentiu p¨¢nico, preocupada que a agulha no dorso da m?o pudesse perfurar uma veia e o soro infiltrar¨Cse na carne, causando incha?o. ¡°Daniel, voc¨º est¨¢ me beliscando.¡± Olivia disse a respira??o tensa e uma express?o de dor. Daniel voltou a si, percebendo que havia apertado a m?o d ¨C a m?o que estava recebendo soro e imediatamente soltou A linha de vis?o desviou o olhar, parecendo envergonhada por n?o ser capaz de encar¨¢: ¡°Foi sem querer, n?o controlou a for?a¡°. Olivia ficou perplexa ele estava se explicando para ? Daniel sempre foi autorit¨¢rio e intransigente, nunca se dando ao trabalho de explicar suas a??es a ningu¨¦m. De repente, Daniel explicou seuportamento e Olivia ficou lisonjeada e impressionada. ¡°Est¨¢ tudo bem, o soro n?o vazou.¡± disse Olivia, desviando tamb¨¦m o olhar e evitando encontrar os olhos de Daniel Por um momento, havia um desconforto palp¨¢vel entre stes Dom Daniel presents, a press?o no at sempre perects mais baiza, que presence are ineg¨¢vel. Ap¨®s alguns segundos de desconforto, Olivia achou a atmosfera opressiva demais e decidiu quebrar o sil¨ºncio. ¡°Voc¨º¡­¡± Coincidentemente, nesse momento, Daniele?ou a fr no mesmo momento, Ambose?aram a fr ao mesmo tempo, e Olivia rapidamente parou, timidamente dizendo: ¡°Voc¨º f primeiro.¡± Daniel n?o foi gentil e disse: ¡°Voc¨º ainda n?o respondeu a pergunta que acabei de fazer¡°. Olivia, seus olhos ros y limpidos, olhou para Daniel, meio atordoada, piscando. Demorou um momento para se lembrar da pergunta que ele havia feito antes d expressar dor¨Cse soubesse da gravidez, n?o teria ido Rodrigo? era uma quest?o que nunca havia considerado. Agora que Daniel perguntava, precisava pensar bem na resposta para n?o o irritar. Please check at N/?vel(D)rama.Org. Se soubesse da gravidez mais cedo, provavelmente ainda escolheria partir Rodrigo. j¨¢ sabia que n?o tinha um futuro aodo de Daniel, nem haveria um desfecho feliz. Al¨¦m disso, n?o poderia suportar a crueldade e a falta depaix?o dele. Permanecer aodo dele significaria apenas sofrimento e tortura sem fim. Se tivesse consci¨ºncia da gravidez mais cedo, teria sido ainda mais determinada em encontrar uma maneira de partir uma maneira que Daniel n?o pudesse segui, uma partida definitiva. Encontraria um lugar onde ningu¨¦m a conhecesse, daria ¨¤ luz a crian?a, criaria o filho e viveria os quatro beb¨ºs que agora tinha. Mesmo que n?o haja amor, ainda viver¨¢ uma vida muito feliz. N?oo agora, sem qualquer status ou possibilidade de amor, permanecendo aodo de Daniel apenas para sofrer e sem poder expressar suas m¨¢goas. Cap铆tulo 1061 Cap¨ªtulo 1061 Mais cedo ou mais tarde, teria se sufocado e perdido a cabe?a se continuasse assim. Mas isso, Olivia¨Cn?o poderia contar a Daniel Griera.. Ap¨®s ponderar, Olivia Souza olhou nos olhos de Daniel e disse: ¡°Se voc¨º soubesse que eu estava gr¨¢vida e eu te contasse, voc¨º se casariaigo? Se voc¨º me desposasse, eu n?o iria embora.¡± Seus olhos l¨ªmpidos e s¨¦rios o encaravam enquanto pronunciava as pvras chs. de sondagem. E assim,n?ava a quest?o para ele. sabia muito bem que ele nunca a desposaria; ele a havia advertido mais de uma vez para que n?o almejasse o t¨ªtulo de Sra. Griera, pois estava fora de seu alcance. O Velho Sr. Griera tamb¨¦m a havia alertado. A mo?a simples vinda do interior n?o era digna de Daniel, a mulher quem Daniel deveria casar¨Cse teria de ser uma dama da alta sociedade, algu¨¦m ¨¤ sua altura. s¨® podia estar aodo dele gra?as ¨¤ sorte de ter tido quatro filhos. Mesmo n?o sendo filha de Gabriel Dias, Daniel jamais a desposaria! havia feito a pergunta de prop¨®sito e para esconder seus verdadeiros pensamentos do cont¨ªnuo e agressivo questionamento de Daniel. ORText property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Ao olhar nos olhos sinceros e l¨ªmpidos de Olivia e ouvir a pergunta que fazia, os olhos. profundos de Daniel escureceram, e os contornos definidos de seu rosto se tensionaram bruscamente. Ele j¨¢ havia pensado em despos¨¢. Quando soube p primeira vez, cinco anos atr¨¢s, que era a mulher que o havia salvo seu pr¨®prio corpo, pensou em lev¨¢ para conhecer sua familia e discutir o casamento. Mas ent?o descobriu que era filha de Gabriel, o homem que ele mais odiava em toda a sua vida, e passou a detest¨¢ tamb¨¦m! Casar¨Cse tornou¨Cse imposs¨ªvel. Mais tarde, ao saber que havia dado ¨¤ luz secretamente quatro de seus filhos, ele pensou novamente em casar¨Cse . No entanto, ele acabara de descobrir que era a mulher p qual seu sobrinho Sergio Griera ainda suspirava; Eles haviam namorado por dois anos, fdo em casamento e se amado. Mesmo separados por um mal¨Centendido cinco anos atr¨¢s, seus cora??es ainda estavam juntos. 1/3 22:32 Ompitulo 1061 Toda vez que Olivia tinha qualquer contato Sergio, Daniel sentia¨Cse pesaroso e irritado, consumido por uma raiva louca. As pvras que seu pai havia lhe instruido vinham ¨¤ mente de tempos em tempos. Seu pai uma vez lhe dissera: ¡°Daniel, nunca despose uma mulher que n?o tem voc¨º em seu cora??o, ou seu destino ser¨¢ t?o tr¨¢gico quanto o meu.¡± Ele acordava frequentemente de pesadelos onde seus pais morriam em um terrivel acidente de carro. Os olhos profundos de Daniel encararam os olhos s¨¦rios de Olivia, sua vis?o profunda coberta por uma escurid?o pesada,o um buraco negro, insond¨¢vel. ¡°Voc¨º deve estar fome, o que gostaria deer?¡± Ap¨®s alguns segundos de olhar fixo, sem responder diretamente ¨¤ pergunta d, sua voz baixa e magn¨¦tica expressava ? preocupa??o. Olivia teve um sobressalto,o se despertando, e escondeu a expectativa que n?o deveria ter em seus olhos, dizendo: ¡°Um mingau de carne magra ovos de codorna estaria bom.¡± n?o se importava que ele n?o tivesse respondido ¨¤ sua pergunta, parecia irrelevante, mas a decep??o que pesava em seu cora??o era t?o densa quanto uma pedra, pesada e profunda. Depois que falou, Daniel pegou o telefone e fez uma liga??o. Em breve, algu¨¦m trouxe o mingau de ovos de codorna e carne magra, e Olivia se sentou paraer sozinha. ¡°N?o se mexa, s¨® abra a boca.¡± Daniel segurou a tig, serviu o mingau e o levou at¨¦ a boca de Olivia, insistindo em aliment¨¢ ele mesmo. Olivia estava frustrada; apenas sentia dor de est?mago, n?o erao se n?o pudesse usar as m?os paraer. Mas Daniel era t?o dominador e autorit¨¢rio que se viu sem condi??es de protestar e simplesmente abriu a boca, aceitando o mingau que ele trazia at¨¦ . Daniel, em um raro momento de paci¨ºncia, colher por colher, moveu¨Cse sem pressa e gentilmente a alimentou. A luz do sol entrava p jan, iluminando ambos, criando fios suaves de uma luz que transmitia uma sensa??o de paz e tranquilidade temporal. Por um momento, Olivia teve a ilus?o de que via a si mesma no futuro, doente e hospitalizada, Daniel sentado ao seudo cuidando d. Os pensamentos de Olivia se perdiam ao longe. Uma voz barulhenta e exigente invadiu o quarto do hospital: ¡°Daniel, venha c¨¢, voc¨º precisa me explicar, aqu caixa de anticoncepcionais na casa da Tr¨ºs An¨¦is ¨¦ de quem?!¡± Cap铆tulo 1062 Cap¨ªtulo 1062 Ao ouvir as pvras sens¨ªveis sobre anticoncepcionals, Olivia ficou tensa e olhou para a porta. o mingau que Daniel estava lhe dando ainda estava na boca, sem ter sido engolido, quando viu Nat¨¢lia entrar apressadamente no quarto. era a pessoa cuja voz havia chegado antes da pessoa que acabara de chegar. entrou no quarto passosrgos e viu Daniel sentado ¨¤ beira da cama, segurando uma tig de mingau e uma colher, obviamente alimentando Olivia. A a??o inesperada de Daniel surpreendeu Nat¨¢lia. Daniel, que desde pequeno sempre foi indiferente e frio, nunca mostrou um semnte gentil para ningu¨¦m, nem sequern?ou um olhar a mais para algu¨¦m! E agora ele estava pessoalmente alimentando uma mulher! Nat¨¢lia ficou chocada a cena e soltou uma risada ir¨®nica, olhando de soio para Olivia: ¡°Levou Um machucado e j¨¢ acha que ¨¦ uma crian?a de tr¨ºs anos, fazendo manha e charme? At¨¦ para Comer precisa ser alimentada?¡± Olivia ainda tinha uma grande colherada de mingau na boca, o que fazia seu rosto parecer um tanto inocente. Sentindo¨Cse ofendida ps pvras de Nat¨¢lia, engoliu o mingau e respondeu: ¡°Eu n?o pedi para ele me alimentar, foi ele que quis.¡± Depois disso, olhou instintivamente para Daniel ao seudo e encontrou seus olhos negros prantes. hesitou por um momento, a respira??o ficou mais pesada. A intimida??o inata dele sempre deixava o cora??o d em panico, sem querer. ¡°Ah, por favor, voc¨º diz issoo se n?o se importasse Daniel,o se ele estivesse implorando por sua aten??o? Quantas mulheres fariam qualquer coisa para ser a namorada de Daniel, e ele as ignora.o ele estaria desesperado por voc¨º, uma simples mo?a do interior? Voc¨º deveria se olhar no espelho e ver o que realmente vale!¡± Nat¨¢lia zombou desprezo. quando Sergio estava vivo, Nat¨¢lia j¨¢ n?o suportava Olivia. foi essa mulher que fez que Sergio nunca fosse feliz nos ¨²ltimos cinco anos. tudo o que ele fez foi tentar reconquistar Olivia. Ele se esfor?ou muito, trabalhou duro para ganhar dinheiro e ter uma carreira de sucesso s¨® para ter a possibilidade de ficar Olivia. Durante esses cinco anos, Sergio se agarrou ¨¤ esperan?a de estar Olivia, lutando determina??o. Mas o que ele conseguiu no final? Exclusive content from N?velDrama.Org. 1/2 Olivia estava o irm?o mais novo de Sergio e eles tinham quatro filhost Olivia estar Daniel e ter quatro filhos foi um golpe fatal para Sergio. Nat¨¢lia acreditava firmemente que a morte de Sergio n?o era apenas devido ao acidente ele morreu por culpa, certamente tamb¨¦m por causa de Olivia, que o deixou desesperado e sem vontade de viver. Indiretamente, Foi Olivia quem matou Sergio. Nat¨¢lia odeia Ol¨ªvia ainda mais e quer mat¨¢! S¨® que n?o tem chance de matar Olivia porque est¨¢ protegida por Daniel. Na ¨²ltima festa da fam¨ªlia Griera, Nat¨¢lia se uniu a Elisa Abreu para incriminar Olivia por roubar a pulseira de heran?a da fam¨ªlia Griera, esperando que, sob o escrutinio p¨²blico da festa, Daniel n?o pudesse proteg¨º, e assim enviar Olivia para a pris?o. Mas seu no falhou. Nat¨¢lia ranger os dentes ¨®dio ainda mais profundo por Olivia. se sentia irritada e ressentida ao ver Olivia, As pvras de Nat¨¢lia atingiram o cora??o de Olivia, que j¨¢ estava cheio de cicatrizes, provocando¨Ca novamente. j¨¢ tinha consci¨ºncia de que n?o tinha uma posi??o de destaque, sem um hist¨®rico familiar poderosoo o da fam¨ªlia Griera, e que n?o era digna de Daniel. Cap铆tulo 1063 Cap¨ªtulo 1063 Mais uma vez, Nat¨¢lia zombou d por ser uma caipira que veio do interior, e isso deixou¨Ca um gosto amargo no cora??o. ¡°Olhando O que, eu disse alguma mentira?¡°, Nat¨¢lia falou irritada,n?ando um olhar fulminante para Olivia. Daniel colocou a tig de mingau na m?o for?a sobre a mesa de cabeceira, e at tig de poa bateu na mesa de cabeceira um som surdo e estridente. O impeto de Nat¨¢lia foi abrandado p presen?a imponente de Daniel, e seu rosto se encheu de baj??o e defer¨ºncia, disse a Daniel: ¡°Eu fui um pouco impetuosa no que disse, mas quem n?o sabe que Olivia usou todas as artimanhas poss¨ªveis para ficar ao seudo. Veja bem, Viviana Pereira o amou por dez anos, voc¨º estava no ex¨¦rcito, of panhou, voc¨º era presidente, o panhouo secret¨¢ria. Dez anos e n?o consegue nem ter um lugar decente ao seudo, nem est¨¢ qualificada para lhe dar filhos.¡± Exclusive content from N?velDrama.Org. ¡°E ainda tem Elisa, que te adora. estava prometida a ti atrav¨¦s de um acordo entre o Velho Sr. Griera e a familia Abreu, era tua noiva, mas por causa das intrigas de Olivia, o Velho Sr. Griera cancelou publicamente o noivado. quer eliminar todas as mulheres que est?o ao teu redor!¡± Nos olhos de Nat¨¢lia, tanto Viviana quanto Elisa j¨¢ tinham tido um rcionamento intimo Daniel. Homens de familias poderosas, quem n?o tem algumas mulheres? Apenas, s n?o tinham status suficiente para ganhar o favor de Daniel, nem permiss?o para dar ¨¤ luz um filho dele. Viviana estava em uma situa??o ainda pior, sem nem mesmo um t¨ªtulo a que se agarrar. E ent?o Apareceu Olivia, que em apenas alguns meses, derrotou Viviana, afastou Elisa e ascendeu ao topo. Nat¨¢lia n?o escondeu o ¨®dio e o desd¨¦m que sentia por Olivia, e despejou tudo diante de Daniel. tentou fazer que Daniel visse a verdadeira face de Olivia, que a repudiasse e, no melhor dos casos, a expulsasse, deixando¨Ca sem nada! Diante das cal¨²nias de Nat¨¢lia, Olivia, nervosa, apertou o len?ol atr¨¢s d, sem rebater uma ¨²nica pvra. Se Nat¨¢lia conseguisse manchar sua reputa??o na frente de Daniel, fazendo¨Co detest¨¢ 1/2 esa desfazer d, a mulher segundas inten??es¡°, Olivia teria at¨¦ que agradecer at Nat¨¢lia. Por que deveria se opor? Nat¨¢lia estava all para ajud¨¢. Os olhos profundos de Daniel estavam baixos e profundos em dire??o a Nat¨¢lia, seu belo rosto estava chelo de desagrado: ¡°Assuntos Irrelevantes, voc¨º j¨¢ terminou? Que diabos h¨¢ da errado voc¨º?¡± Sua presen?a dominadora e inquestion¨¢vel deixou Nat¨¢lia sem pvras. almplesmente n?o podia acreditar no que Daniel disse. havia fdo fervorosamente das manip??es de Olivia, e Daniel disse que isso era irrelevante? Irrelevantel Ah, Olivia podia usar todos os truques e artimanhas que quisesse, mas, aos olhos de Daniel, Isso era irrelevante, ele s¨® se importava o pessoa, n?o se importava o que fazia! Nat¨¢lia riu desiludida. Era mestno imposs¨ªvel esperar que Daniel punisse Olivia. terial que agir por conta pr¨®pria. iria certificar¨Cse de que Olivia soubesse qu?o formid¨¢vel. era, e que a porta da familia Griera n?o estava aberta para . Nat¨¢lia reprimiu a agressividade e a raiva em seu cora??o e voltou ao assunto, dizendo al Daniel: ¡°Voc¨º n?o me devolveu a mans?o de tr¨ºs andares do Sergio? Hoje Fui l¨¢ fazer uma limpeza e encontrei uma caixa de pils anticoncepcionais atr¨¢s das almofadas do sof¨¢, e tr¨ºs p¨ªls estavam faltando. Essas pils anticoncepcionais foram usadas por voc¨º alguma mulher ou pelo Sergio antes de falecer?¡± Nat¨¢lia, ap¨®s cuidar dos neg¨®cios da empresa de Sergio, pensou em visitar a resid¨ºncia particr dele para procurar vestigios da vida dele e aliviar a saudade que sentia. Mas o que n?o esperava era encontrar uma caixa de pils anticoncepcionais no sof¨¢, j¨¢ utilizadas! Cap铆tulo 1064 Cap¨ªtulo 1064 Essa caixa de pils anticoncepcionals, j¨¢ foi usada? Daniel ouviu as pvras de Nat¨¢lia, e seus olhos profundos de repente se tornaram sombrios, seu corpo envolvido por um ar g¨¦lido e cortante. Olivia, ao ouvir Nat¨¢lia dizer que encontrou uma caixa de pils anticoncepcionais na mans?o deixada por Sergio, sentiu um nervosismo agudo, e seu cora??o pareceu saltar at¨¦ a garganta. Droga, aqu calxa de pils anticoncepcionais ainda foi encontrada! Depois de mandar Daniel embora, esqueceu que havia uma caixa de p¨ªls anticoncepcionais embaixo das almofadas do sof¨¢ e n?o a guardou. E agora, Nat¨¢lia a encontrou. Aqu caixa de pils anticoncepcionais foiprada para sua m?e, Teresa Rocha, que havia sido estuprada por Gabriel e estava sofrendo, e se engravidasse de um filho de Gabriel, Teresa definitivamente n?o iria mais querer viver. Port imediatamenteprou as pils anticoncepcionais para Teresa tomar, a fim de evitar problemas futuros. Mas n?o esperava que naqu noite, Daniel a confrontasse abruptamente, irado por descobrir que havia mentido para ele, que naqu noite n?o havia ido ver casas a m?e, mas sim se encontrado secretamente Rodrigo Melo. O encontro Rodrigo era para saber sobre os assuntos de Sergio, e foi nessa mesma noite que Rodrigo lhe disse que a mans?o que havia vendido foi adquirida por Sergio, que queria deixar um lar para em Capital. Rodrigo entregou¨Clhe o contrato e as chaves da mans?o. Quem diria que naqu noite sua m?e passaria por tal coisa¡­ Toda a estava permeada por uma baixa press?o opressiva, o ar ficou rarefeito, dificultando a respira??o. Olivia estava t?o nervosa que seu cora??o batia inquieto, n?o se atrevia a olhar para Nat¨¢lia, muito menos para Daniel, havia enganado Daniel, dizendo queprou as pils anticoncepcionais para carregar consigo,o precau??o contra seu s¨²bito interesse. At¨¦ mostrou a caixa de p¨ªls pre uma, leve duas¡± que havia sobrado para apaziguar as suspeitas de Daniel. Agora, a outra caixa de p¨ªls utilizadas havia sido exposta e n?o tinhao explicar, pois n?o poderia revr o que aconteceu Teresa. 7773 Nat¨¢lia, ao ver a express?o s¨¦ria de Daniel e sua aura repentinamente fria, perguntout curiosa e ansiosa: ¡°Daniel, responda¨Cme, essa caixa de pils anticoncepcionais, fol voc¨º quem trouxe uma mulher para usar, ou foi Sergio?¡± Natalia perguntou novamente, uma express?o tensa e ansiosa, olhando para Daniel, eaperando p resposta que desejava.Text ? by N0ve/lDrama.Org. Como queria que tivesse sido Sergio quem a tivesse tomado depois de ter trazido uma mulher para ficar e feito sexo. Dessa forma, pelo menos Sergio tinha feito sexo outra mulher, e ainda havia uma chance de que essa mulher pudesse estar gr¨¢vida de Sergio. Ainda poderia ter umo, e haveria a possibilidade de que o legado de Sergio continuasse neste mundo. Depois que Nat¨¢lia fez a pergunta, Olivia, ansiosa, tamb¨¦m olhou involuntariamente para Daniel. Sua respira??o estava baixa e lenta, os batimentos card¨ªacos inst¨¢veis de nervosismo. Esperando aquele sentimento de tortura e inseguran?a que poderia vir a qualquer momento. Enquanto estava nervosa demais para se contrr, a voz grave de Daniel soou, ele olhou para Nat¨¢lia e disse: ¡°antes de te devolver a mans?o, eu morei l¨¢ por alguns dias. quem voc¨º acha que usou as pils anticoncepcionais?¡± A expectativa no olhar de Nat¨¢lia desmoronoupletamente, caindo em um abismo. sem fim, e seus ombros tensos cairam. As l¨¢grimas em seus olhos, transbordando, e?ou a chorar: ¡°Meu pobre filho, por que essa obsess?o? Qual filho de fam¨ªlia nobre ¨¦ t?o apaixonado quanto voc¨º? Qual filho de fam¨ªlia nobre n?o tem um monte de mulheres, e at¨¦ filhos ilegitimos por a¨ª? Mas voc¨º, enganado por uma mulher, permanece solteiro h¨¢ tantos anos, sem sequer olhar para outras mulheres¡­¡± Nat¨¢lia chorou ao desabafar a agress?o e a dor em seu cora??o. A perda de seu filho foi a morte de metade de sua vida, e agora at¨¦ mesmo sua ¨²nica esperan?a de que S¨¦rgio deixasse um descendente foi destruid O cora??o de Nat¨¢lia do¨ªa c¨®mo se estivesse sendo rasgado. Quando Olivia ouviu a resposta de Daniel, al¨¦m de chocada, suspirou aliviada. Cap铆tulo 1065 Cap¨ªtulo 1065 Quando ouviu a queixa de Nat¨¢lia, seu cora??o se apertou. A morte de S¨¦rgio ainda era uma dor que n?o conseguia superar. Era quem tinha falhado Sergio, e por toda a vida, deveria viver a culpa em r??o a ele. ¡°O chal¨¦ foi deixado por Sergio, cuide bem dele,¡± disse Daniel, envolto em uma aura s¨®bria e intimidante, sua voz profunda dirigindo¨Cse a Nat¨¢lia. Era um tipo peculiar de consolo. Devolvendo a Nat¨¢lia o que Sergio havia deixado era um ato de benevol¨ºncia de Daniel. Nat¨¢lia n?o disse mais nada, solu?ando e enxugando as l¨¢grimas, saiu do quarto do hospital. havia chegado cheia de esperan?a, mas agora s¨® lhe restava o desapontamento e a dor intermin¨¢vel. O m¨¦dico de nt?o passou por Nat¨¢lia, indo em dire??o ao leito de Olivia, cumprimentou Daniel um aceno de cabe?a e iniciou a conversa Olivia: ¡°Como est¨¢ o apetite? J¨¢ almo?ou?¡± ¡°O apetite est¨¢ razo¨¢vel, j¨¢i sim, respondeu Olivia. ¡°Que bom, uma gestante precisaer bem para manter a nutri??o adequada, e agora que a gesta??o est¨¢ um pouco inst¨¢vel, ¨¦ ainda mais importante cuidar da alimenta??o,¡± aconselhou O m¨¦dico. Nat¨¢lia, que acabara de sair p porta, ouviu as pvras do m¨¦dico e seus passos deram um svanco, sua express?o chorosa se desfez em choque e seu cora??oe?ou a tremer. O que, Olivia estava gr¨¢vida? H¨¢ Quantos meses? Quem seria O pai da crian?a no ventre de Olivia? Nat¨¢lia estava emocionada e ansiosa, sua impaci¨ºncia n?o permitia que virou¨Cse rapidamente e entrou novamente no quarto, caminhando apressadamente em dire??o ao leito de Olivia. esperasse, O m¨¦dico foi surpreendido por sua aura. Daniel, reflexos r¨¢pidos, bloqueou Nat¨¢lia, impedindo¨Ca de avan?ar para n?o prejudicar Olivia. ¡°Daniel, deixe¨Cme passar, tenho perguntas para fazer a !¡± Nat¨¢lia tentou passar por Daniel para continuarem dire??o ao leito. Daniel levantou a m?o, impedindo¨Ca de passar: ¡°Que diabos voc¨º quer?¡°. Olivia, vendo Nat¨¢lia t?o agitada, tamb¨¦m ficou assustada e observou¨Ca caut do leito. Nat¨¢lia estava desesperada, resistindo a Daniel e, enquanto chorava, olhava para Olivia e disse: ¡°Olivia, me diga a verdade, de quem ¨¦ a crian?a que voc¨º est¨¢ esperando? ¨¦ de Sergio?¡± Ouvindo a pergunta de Nat¨¢lia, Olivia ficou chocada, os olhos arregdos, sem entender por que faria tal pergunta. O rosto de Daniel estava tenso, seus olhos escuroso a noite. Nem Olivia nem Daniel responderam, e Nat¨¢lia, impaciente e solucando, insistiu: ¡°Olivia, fale, me diga, quando Sergio foi para sua casa no campo, voc¨ºs ficaram l¨¢ juntos, foi naqu ¨¦poca, foi quando voc¨¦ engravidou dele?¡± Nat¨¢lia ansiava demais por um descendente de Sergio neste mundo. Sergio havia morrido, e n?o havia mais Sergio no mundo, mas se ele tivesse decado um descendente, seria um conforto para , sua m?e, uma lembran?a Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. O corpo de Daniel era frio e duro, sua aura era nitida e fine, seus olhos eram t?o frios quanto facas quando ele olhou para Olivia Olivia sentiu um arrepio no cora??o sob o olhar dele, seu corpo ficou tenso, e a respira??o acelerada. Nat¨¢lia, sem receber uma resposta, chorava ainda mais, lutando para se aproximar do leito de Olivia, querendo agarrar os ombros d e sacudi for?a, exigindo a verdade! Mas Daniel estava em seu caminho e n?o permitia que passasse Nat¨¢lia, o cora??o acelerado e voz urgente, gritou: ¡®Olivia, fale, a crian?a que voc¨º est¨¢ esperando, ¨¦ de Sergio ou n?o?¡± Cap铆tulo 1066 Cap¨ªtulo 1066 A atmosfera na enfermaria estava tensa e opressiva, Nat¨¢lia insistindo em suas perguntas, a aura de Daniel fria e imc¨¢vel e, embora ele estivesse segurando Nat¨¢lia, Olivia podia notar que o contorno gdo de seu rosto estava prestes a explodir em f¨²ria, apenas contido por sua autodisciplina. O m¨¦dico, at¨¦ ent?o, havia dado instru??es a Olivia um tom leve, sobre os cuidados que uma gestante deve ter. Ao ver Nat¨¢lia irromper no quarto, desesperada e perguntando emo??o a Olivia se o filho que esperava era de outro homem, O m¨¦dico ficou extremamente apreensivo, sem se atrever a chegar perto de Daniel, cuja aura de frieza parecia congr o espa?o do quarto. O m¨¦dico disse receio: ¡°Como o senhor tem assuntos familiares a tratar, vou deix¨¢¨Clo ¨¤ vontade e sinta¨Cse ¨¤ vontade para me ligar a qualquer momento se surgir alguma coisa¡°. O m¨¦dico despediu¨Cse de forma protocr e saiu ¨¤s pressas do quarto, temendo ser envolvido na situa??oo um inocente espectador. ¡°Vai, f!¡°, exigiu Nat¨¢lia, gritando for?a, num misto de suor e l¨¢grimas. Olivia respirava dificuldade, tamb¨¦m era m?e, e naquele momentopreendia profundamente a dor de Nat¨¢lia. n?o havia nada mais triste no mundo do que um pai ou uma m?e enterrar seu pr¨®prio filho, especialmente um filho t?o amado e cuidado. O cora??o de Olivia do¨ªao se estivesse sendo arrancado, mas tinha que contar a Nat¨¢lia a cruel verdade. ¡°N?o, O filho que espero n?o ¨¦ de Sergio!¡± Essa realidade poderia arrancar o ¨²ltimo fio de esperan?a no cora??o de Nat¨¢lia. Mas era a verdade! ¡°Eu fugi os meus filhos para o campo, e s¨® depois de entrar na casa percebi que Sergio estava l¨¢. Eu mal havia fdo duas pvras ele quando Daniel chegou e nos levou, a mim e ¨¤s crian?as. N?o houve Nada entre mim e Sergio!¡± Olivia estava p¨¢lida, seu olhar era ro e determinado, e suas pvras eram assertivas e resolutas. Mesmo que Daniel n?o tivesse chegado naquele momento, nada teria acontecido entre e Sergio. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. havia dito a Sergio, h¨¢ muito tempo, que era imposs¨ªvel que eles ficassem juntos pelo resto de suas vidas, que ele deveria esquec¨º ee?ar uma nova vida. n?o havia dado a ele nenhuma esperan?a, rejeitando¨Co decisivamente todas as vezes. 22 Tendo rejeitado Sergio e desejando que ele tivesse uma vida feliz, Olivia certamente n?o manteria nenhum?o ele, muito menos teria um rcionamento que resultasse ern sma gravidez O corpo de Nat¨¢lia, que estava tremendo de excita??o h¨¢ pouco, congelou violentamente depois de ouvir as pvras de Olivia, a luz das estrs em seus olhos arregdos caiu instantaneamente, e todo o seu corpo parecia estar congdo. Ap¨®s Dois segundos, as l¨¢grimas em seus olhose?aram a cairo uma enxurrada, e um esfor?o de vontade, gritou: ¡°N?o, voc¨º est¨¢ mentindo! Sergio te ama tanto,o n?o poderia ter acontecido nada entre voc¨ºs quando estavam sozinhos? O filho em seu ventre ¨¦ de Sergio! ¨¦ dele!¡± Enquanto gritava, Nat¨¢lia avan?ava em dire??o ¨¤ cama de Olivia, estendendo a m?o,o se quisesse agarr¨¢. Se conseguisse, iria arranh¨¢, sacudi e for?¨¢ a admitir que a crian?a era de Sergio! Daniel empurrou os ombros de Nat¨¢lia a palma da m?o, impedindo¨Ca de se aproximar de Olivia. A medida que Nat¨¢lia ficava mais agitada, e sua for?a aumentava, a press?o na m?o de Daniel tamb¨¦m aumentava, afastando¨Ca firmemente, e uma voz fria e irritada disse: ¡®chega! n?o est¨¢ mentindo! Foi quem fugiu as crian?as, e mal tinha encontrado Sergio quando eu a encontrei!¡± Olivia olhou para Daniel, incr¨¦d por ele acreditar em suas pvras e por tomar seu partido. Depois que Daniel descobriu o segredo de que havia dado ¨¤ luz quatro filhos, Olivial fugiu seus quatro filhos em um processo emocionante, mas finalmente foi pega por Daniel. Naqu ¨¦poca, quando Daniel os encontrou na casa d, houve um confronto, e ele a repreendeu por supostamente nejar fugir as crian?as e Sergio. n?o conseguia explicar, dizia que encontrar o Sergio tinha sido apenas uma coincid¨ºncia. Naqu ¨¦poca, Daniel simplesmente n?o acreditava na explica??o d. Estava convencido de que havia fugido Sergio levando os filhos. Agora, dava a mesma explica??o para Nat¨¢lia, e Daniel acreditava? Cap铆tulo 1067 Cap¨ªtulo 1067 Olivia nunca imaginou que Daniel acreditaria que eln e Sergio realmente n?o nejavam fugir juntos. O corpo de Nat¨¢lia fol empurrado para tr¨¢s, trope?ando alguns passos. Ao ouvir ast pvras de Daniel, o olhar de Nat¨¢lia ficou vidrado, e n express?o de tristeza rapidamente se transformou em torpor Sustentada p impulsividade e irrita??o, seu corpo amoleceu de repente, e calu sentada no ch?o com um impacto, sem sentir dor, um olhar distante e vazio, fixo ¨¤ frente. O barulho que havia antes silenciou, e agora estava quieta,o se tivesse perdido a vitalidade. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Olivia olha para Nat¨¢lia assim, seu cora??o a panha, solid¨¢rio, mas a mesma dor no cora??o. A morto de Sergio tamb¨¦m era um n¨® emocional que ainda n?o conseguia desatar. O quarto do hospital ficou em sil¨ºncio, e uma atmosfera de tristeza e mncolia se espalhou pelo ar, oprimindo o cora??o e tornando a respira??o pesada.. Daniel pegou seu celr e discou um n¨²mero: ¡°Tio, venha ao hospital, leve a tia paral Ele estava ligando para seu tio, Kenzo Griera. Kenzo soube por um empregado que Nat¨¢lia tinha ido ao hospital procurar por Daniel. O empregado estava Nat¨¢lia limpando a mans?o deixada por Sergio, quando Nat¨¢lia viu os anticoncepcionais e, agitada, foi ao encontro de Daniel ¨C o empregado certamente sabia disso. Quando Kenzo soube que Nat¨¢lia estava procurando por Daniel, entendeu que estava causando confus?o e correu para o hospital. quando Daniel ligou, Kenzo j¨¢ estava l¨¢. Logo, Nat¨¢lia foi levada por Kenzo. O quarto do hospital voltou ao sil¨ºncio, mas a atmosfera fria e opressiva se tornou ainda mais intensa, e Olivia sentiu dificuldade para respirar. Daniel se voltou para Ol¨ªvia, seus olhos profundos e frios olhando para , caminhando suas longas pernas em dire??o ¨¤ cama. Olivia encontrou seu olhar,o se fosse um abismo profundo, onde, se caisse, serial esmagada em peda?os. A sensa??o de perigo invasiva fez o cora??o de Olivia bater descontrdamente. Ele se aproximou da cama passo a passo, e a for?a opressiva que se aproximava picava 1/2 a pele de Olivia, fazendo todo o seu corpo formigar. olhava para ele em alerta, movendo seu corpo para tr¨¢s em p¨¢nico. Mas estava sentada na cama, um soro nas costas da m?o, e a cama era pequena o suficiente para que n?o pudesse se retirar para lugar algum. A sombra de Daniel se aproximou, e sua grande m?o agarrou o queixo de Olivia, apertando, enquanto seus olhos g¨¦lidos a encaravam: ¡°De quem ¨¦ o filho?¡± Suas pvras frias sairam quase que espremidas entre os dentes, raiva saltando no fundo de seus olhos escuros. As pups de Olivia tremiam, seus c¨ªlios se contra¨ªam e seu cora??o do¨ªao se tivesse sido esfaqueada. duvidava que Olivia a tivesse traido? estava surpresa que ele tivesse acreditado n sem condi??es, mas num piscar de olhos, ele estava cheio de suspeitas, interrogando¨Ca Afinal, a confian?a que ele mostrara antes era apenas para dispensar Nat¨¢lia.. O cora??o de Olivia, que havia se aquecido um pouco, agora esfriavapletamente. mordeu os dentes dor, respirou fundo e disse a ele: ¡°¨¦ seu!¡± Cap铆tulo 1068 Cap¨ªtulo 1068 Olivia ficou frustrada o questionamento de Daniel, mas n?o brincaria o beb¨º. Al¨¦m de ter tido r??es Daniel, jamais havia sequer segurado a m?o de outro homem, e ainda assim, Daniel suspeitava que o filho n?o era dele! Daniel a encarou desanimado e teimoso, os cantos dos l¨¢bios finos curvados em um arco frio residual: ¡°S¨¦rio, quantas mentiras voc¨º j¨¢ contou na minha frente? Devo list¨¢s uma a uma epr um livro para sua meticulosa leitura?¡± tremerem. cora??o de Olivia se contraiu enquanto olhava nos olhos dele, afirmando convic??o: ¡°Eu N?o menti para voc¨º, o filho ¨¦ realmente seu!¡± sabia que havia mentido muito na frente de Daniel antes, e tudo isso porque estava passando por um momento dif¨ªcil, queria proteger as pessoas que eram importantes para , n?o queria perder algu¨¦m crucial em sua vida e, por isso, fora for?ada a esconder certas coisas dele. Os segredos que mantinha de Daniel n?o causavam dano algum a ele, nem lhe traziam qualquer perda. s¨® queria proteger sua m?e. Daniel olhou nos olhos limpidos e resolutos de Olivia, e, sem dizer uma pvra, sua presen?a opressiva e poderosa tornava a respira??o dif¨ªcil. Quantas vezes ele havia visto aquele olhar firme? Quantas vezes ele acreditou em suas pvras, apenas para ser enganado repetidamente, esgotando sua confian?a e levando¨Co ao extremo da decep??o? Encarando¨Ca, os olhos profundos de Daniel capturaram os d um frio cial, e sual respira??o gda ro?ou os l¨¢bios de Olivia: ¡°Na casa da tr¨ºs an¨¦is, voc¨º fez de tudo para esconder que estava tomando¡¯pils anticoncepcionais, e tamb¨¦m disse que n?o estaval me enganando!¡± Daniel inclinou¨Cse sobre , os l¨¢bios de um dem?nio perto dos l¨¢bios a cada pvra pronunciada esmagada em seus l¨¢bios, o ar gdo est¨¢ prestes a congr Olivia. Seu cora??o tremia: ¡°Eu N?o pretendia esconder isso de voc¨º, eu apenas¡­¡± A aspereza em sua pele, a m?o que segurava seu queixo uma press?o amea?adora, fazia seu cora??o palpitar de medo, em panico, Olivia quase revelou a raz?o por tr¨¢s de seu segredo. Capf 1068 Mas ao chegar ¨¤ boca, parou. Sua m?e havia sofrido tanta humilha??o, e grande esfor?o, Olivia havia conseguido apagar o video das m?os de Gabriel. Se revsse agora o que Teresa havia passado, qual seria a diferen?a de o v¨ªdeo ser divulgado? n?o podia contar! ¡°O que ¨¦? Fale!¡± Daniel exigiu um olhar frio e tenso, rosnando a pergunta. sob a press?o do olhar frio de Daniel, Olivia respirou dificuldade e, hesitante, falou: ¡°Eu Tomei a medica??o errada, confundi as pils anticoncepcionais vitaminas¡­¡± ¡°Voc¨º acha que sou um idiota?¡± A m?o de Daniel que segurava seu queixo apertou, ele rangia os dentes respira??o pesada e raiva incendi¨¢ria. Uma doro se quebrasse osso irradiava do queixo de Olivia, fazendo¨Ca franzir a testa em agonia, as veias de sua tempora pulsando: ¡°Eu realmente tomei a medica??o errada¡­¡± insistiu que havia se enganado, admitindo que tomou as pils anticoncepcionais por conta pr¨®pria. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Com um olhar furioso e prante, Daniel desafiou: ¡°muito bem¡­ No hotel aos p¨¦s da Montanha de Lamina, foi Gabriel quem te sequestrou para o quarto do hotel, mas voc¨º insistiu que apenas Teodoro te sequestrou e que Rodrigo te salvou! voc¨º protege Gabriel a todo custo, em nome de quem?¡± As m?os de Daniel se apertavamo um torno, e Olivia mal conseguia respirar a dor. suportava a dor de ossos que pareciam se quebrar, dizendo teimosamente: ¡°Porque Gabriel ¨¦ meu pai, eu n?o queria que ele fosse preso¡­ sabia que n?o poderia esconder isso de Daniel para sempre, que ele eventualmente descobriria a verdade sobre o sequestro, que encontraria Gabriel. E j¨¢ tinha sua desculpa preparada. O cora??o de Daniel sentiuo se tivesse sido atingido, for?a e sufocado p dor, quando ouviu as pvras d. A essa altura, persistia em sua teimosia. Cap铆tulo 1069 Capitulo 1069 Daniel fitou Os olhos vermelhos, as bochechas tremendo levemente pelo esfor?o de conter a ira a mulher na frente dele tocou suas escamas uma e outra vez, uma e outra ez na frente dele para tentar loucamente Mas olhar para o rosto dolorosamente teimoso d fez seu cora??o doer ainda mais do que o d. ¡°Gabriel trancou¨Cte no quarto para te entregar a Rodrigo, n?o foi? quanto dinheiro Rodrigo deu a ele? O que voc¨ºs fizeram no quarto?¡± Daniel lutava para contrr a f¨²ria pulsante em suas t¨ºmporas, dando¨Clhe uma ¨²ltima oportunidade para esrecer toda a hist¨®ria! Olivia sentiu uma dor aguda no cora??o, incr¨¦d diante dele: ¡°Nos teus olhos, sou algu¨¦m que pode serprada, que se deita facilmente outro homem por dinheiro? Ah, ent?o ¨¦ assim que voc¨º me ve¡­ sorriu desdem, e depois, um riso amargo surgiu, mesmo seu queixo e seu cora??o sufocados p dor, ainda conseguia esbo?ar um sorriso fraco ¡°Se n?o ¨¦ isso, o que est¨¢s a esconder?¡± Daniel perguntou, cerrando os dentes. ¡°Eu j¨¢ disse, foi para proteger Gabriel, porque ele ¨¦ meu pai.¡± Olivia manteve sua justificativa Gabriel havia amea?ado antes de partir que, se o entregasse, ele divulgaria o video dele prejudicando sua m?e Se Olivia denunciasse Gabriel, sua m?e poderia ser desonrada, poderia ser devastada p vergonha e deixar este mundo. n?o podia correr esse risco Os olhos de Daniel, afiadoso os de uma ¨¢guia, fixaram¨Cse n, os m¨²sculos de sua bochecha tensos por ter cerrado os dentes, seu desapontamento aumentado enquanto ele observava Olivia dessa maneira que desafiava a morte Exclusive content from N?velDrama.Org. Suas Pvras prantes atingiram diretamente seu cora??o. ¡°O filho em seu ventre, ¨¦ de Rodrigo?¡± Quando Daniel proferiu essas pvras, sua respira??o era pesada, cheia de raiva, incapaz de aceitar. A s¨¦rie de perguntas que ele acabara de fazer a tinha sido nejada para dar a a chance de explicar e refutar essa suspeita dele. Mas oportamento d confirmou essa suspeita, uma a uma! Naqu noite, o enganou dizendo que iria procurar um apartamento alugado sua m?e, mas na verdade foi encontrar¨Cse Rodrigo. Depois disso, tomou tr¨ºs pils anticoncepcionais, temendo que s n?o funcionassem e que a crian?a tivesse sido concebida naqu noite. 22.34 Capitulo 1069 Caso contr¨¢rio, por que , a v¨ªtima de um sequestro, insistiria em proteger of sequestrador, encobrindo seu encontro Rodrigo? Depois disso, fugiu Rodrigo e seus quatro filhos. Tudo N?o era porque Rodrigo era o pai da crian?a que esperava? Ao ouvir as pvras de Daniel, as pups de Olivia tremiam, fixou o olhar no rosto bonito de Daniel, suas linhas faciais tensas e seus olhos escuros e amea?adores, et subitamente sentiu que ele era um estranho. Parecia que nunca o havia conhecido de verdade, que eles eram apenas estranhos que se cruzaram ao acaso. Enquanto olhava, riu internamente, sim, nunca havia realmente entendido ele, ent?oo poderia conhec¨º¨Clo? Ele realmente suspeitava que a crian?a em seu ventre era de Rodrigo! Se ele pensasse assim, significava que ele acreditava que havia tido um rcionamento Rodrigo!! Ent?o, era assim que ele a via,o uma mulher t?o desprezivel e f¨¢cil. *eu digo que n?o ¨¦, e voc¨º n?o acredita, o que mais voc¨º quer que eu diga?¡± Olivia falou calma, n?o h¨¢ nada mais devastador do que a resigna??o de um cora??o partido, e naquele momento, compreendeu profundamente o significado dessas pvras Cap铆tulo 1070 Cap¨ªtulo 1070 Daniel respirava pesadamente, seus olhos ligeiramente avermelhados e vejas salientes na testa. seus mres trincados, a m?o que segurava o queixo d estava t?o tensa que as vs de seu dorso da m?o se destacavam. Aquele homem, at¨¦ agora, ainda parecia indiferente, ainda o enganando! Exclusive content from N?velDrama.Org. Aqu arrogancia, aqu indiferen?a, acendia a f¨²ria em Daniel, ele deveria estrang! A for?a em sua m?o aumentava. ¡°Ah, d¨®i¡­¡± Olivia sentia tanta dor que suas fei??es se contraiam, mal conseguia respirar de tanta dor, e um grito de agonia escapava de sua garganta. Os olhos vermelhos de Daniel brilharam, a voz de dor d parecia puxar seus nervos, t?g furiosa que ele mal podia esperar para mat¨¢, mas sua m?o involuntariamente rxou a for?a. ¡°Eu vou descobrir tudo! Nesse meio tempo, e melhor voc¨º seportar!¡± Daniel espremeu as pvras gdas e furiosas entre os dentes, soltou o queixo d e virou¨Cse para sair do quarto do hospital A opress?o g¨¦lida ao redor dele se dissipou, e a dor no queixoo se houvesse um osso quebrado aliviou instantaneamente. Olivia, que estava tensa, rxou o corpo, apoiando¨Cse na cama as m?os e curvando¨Cse para respirar rapidamente. respirava t?o r¨¢pido quee?ou a tossir ¡°Cof, cof cof¡­ Com a tosse, a dor no abdomen causada p vibra??o aumentava. Olivia rapidamente cobriu o est?mago a m?o que n?o estava o soro, tentando aliviar a dor, protegendo o abdomen. quando e?ou a tossir e seu est?mago doeu, Daniel mostrou uma express?o de preocupa??o e imediatamente chamou um m¨¦dico agora, ao ouvir sua tosse, ele n?o olhou para tr¨¢s e saiu apressadamente do quarto do hospital. a diferen?a de atitude antes e depois,o Olivia n?o saberia o motivo? No in¨ªcio, ele acreditava firmemente que a crian?a em seu ventre era dele e por isso se preocupava com a sa¨²de do beb¨º. agora, ele suspeitava que a crian?a em seu ventre era de Rodrigo, ent?o ele nem se importava a vida ou morte do beb¨º em seu ventre,o poderia se preocupar os sentimentos d? Olivia segurava o est?mago, pensando na crueldade e indiferen?a de Daniel, sorriu, mas seus olhos ardiam e enchiam¨Cse de l¨¢grimas. ramente, Daniel nunca considerou sua situa??o e n?o se importava seus sentimentos, ainda assim, por que ele insistia em mant¨º ao seudo? Por que ele tinha que ser t?o autorit¨¢rio? Ao deix¨¢ ir, ele n?o precisaria ficar desconfiado o tempo todo e n?o ficaria irritado . Deix¨¢ ir seria melhor para n¨®s dois, n?o seria? Olivia se apoiava na cama, normalizando sua respira??o dolorida e suprimida, de ume?o amargo e autodepreciativo, gradualmente acalmava seu humor. sabia que se seu humor estivesse ruim, poderia amea?ar a crian?a em seu ventre, o beb¨º poderia estar em perigo, ent?o, por mais que se sentisse humilhada ou sofresse, tinha que se consr e ajustar seu humor para se acalmar. S¨® assim poderia proteger a crian?a em seu ventre. Mesmo que Daniel n?o acreditasse que a crian?a em seu ventre fosse dele, ainda era o filho d, o filho que pr¨®pria deveria amar. Daniel, frio e distante, voltou ao Grupo Griera. Todo o Grupo Griera est¨¢ a press?o baixa, todo o grupo de funcion¨¢rios est¨¢ afetado, cuidado para fazer as coisas, medo deeter um pequeno erro. Bruno entrou no escrit¨®rio do presidente para rtar: ¡°Sr. Griera, as a??espradas por Mariana despencaram em uma hora, eles est?o ¨¤ beira da ruina.¡± Daniel levantou Os olhos agu?ados e frios em dire??o a Bruno. Bruno se encolheu sob aquele olhar, ansioso e temeroso: ¡°Sr. Griera, h¨¢ algo errado?¡± Bruno perguntou cautelosamente. ¡°Nat¨¢lia ligou para voc¨º?¡± A voz rouca de Daniel diz, n?o uma pergunta, mas uma afirma??o. Bruno baixou a cabe?a e rtou: ¡°Nat¨¢lia disse que precisava fr voc¨º sobre algo importante, Eu pensei que,o o Sr. Griera estava no hospital sem trabalhar, isso n?o teria muito impacto¡­¡± Cap铆tulo 1071 Cap¨ªtulo 1071 Daniel estava no hospital Olivia, Bruno havia dito a Nat¨¢lia, e Bruno foi quem the deu o endere?o do hospital. Isso porque, quando Nat¨¢lia o chamou, a sua voz estava urgente, dizendo que precisava fr Daniel sobre algo importante que tamb¨¦m envolvia ele, ent?o Bruno passou o endere?o do hospital a Nat¨¢lia. Bruno pensou que s¨® tinhapartilhado o endere?o de Daniel os membros da familia Griera e que isso n?o teria consequ¨ºncias. Ele n?o tinha ideia do tamanho do problema que havia causado. ¡°N?o tem impactos, ¨¦?¡± Daniel disse O rosto sombrio e um frio cial emanando de seu ser, em tom inquestion¨¢vel deando. ¡°Ent?o sua ida para trabalhar na ¨¢frica por um m¨¦s tamb¨¦m n?o ter¨¢. Partir¨¢ hoje!¡± Bruno ficou at¨®nito, resistindo interiormente; a ¨¢frica tinha um ambiente hostil, condi??es dif¨ªceis e n?o era um lugar seguro, trabalhar l¨¢ era sin¨®nimo de sofrimento. A Sra. Griera o est¨¢ punindo por isso. O panico tomou conta de Bruno, mas ele n?o ousou perguntar a Daniel o que havia feito de errado. Sr. Griera estava furioso, e qualquer pvra a mais poderia agravar sua puni??o. Bruno acenou a cabe?a imediatamente: ¡°Sim,prarei minha passagem agora mesmo.¡± Daniel acenou a m?o e Bruno saiu correndo do escrit¨®rio. Assim que deixou o local, notou que suas costas estavam encharcadas de suor e gotas tamb¨¦m brotavam em sua testa. Ele enxugou o suor da testa, sentindo¨Cse envergonhado e se perguntando o que Olivia havia feito para irritar Sr. Griera desta vez. Sempre que Olivia causava um problema, ele sofria as consequ¨ºncias. n?o sabia quantas vezes havia sido prejudicado por Olivia; talvez fosse o assistente mais azarado da hist¨®ria. O presidente tinha um rcionamento amoroso, e quando ficava zangado a namorada, n?o tinha coragem de descontar n, ent?o descontava no seu assistente pessoal. Bruno queria chorar, mas n?o tinha l¨¢grimas; sua situa??o era realmente tr¨¢gica. Voltando ao escrit¨®rio, Bruno imediatamenteprou a passagem ee?ou a arrumar suas coisas para a inevit¨¢vel viagem ¨¤ ¨¢frica, a fim de acalmar Sr. Griera. Enquanto arrumava suas coisas, Bruno ligou para Olivia, o telefone tocou por um tempo at¨¦ que atendeu, surpresa por ele ligar naquele momento. Assistente Bruno, o que deseja?¡± Olivia j¨¢ havia ajustado seu humor, fndo uma voz cheia de leveza e bom humor. Ao longo dos anos, passou por in¨²meros contratempos grandes e pequenos, todos os anos, todos os dias sofrendo, se fosse um cora??o de vidro, temo que teria sido o fardo da vida esmagado. Era sua atitude otimista e habilidade em ajustar seu humor que a permitiam seguir em frente alegria, encontrando divers?o mesmo nas dificuldades. Nada ¨¦ t?o s¨¦rio diante da vida; n?o h¨¢ obst¨¢culo que n?o possa ser superado. ¡°Adivinha para onde estou indo agora?¡± Bruno disse. ¡°H¨¢ um pr¨ºmio para quem acertar? o que ganho se eu acertar?¡± perguntou Olivia. ¡°voc¨º ainda est¨¢ no clima para fr sobre pr¨ºmios?¡± Bruno estava surpreso, mas ria. Ele pensou que, o presidente t?o furioso e toda a empresa sob a press?o da raiva de Daniel, Olivia estaria pelo menos um pouco chateada. No entanto, parecia despreocupada e fva alegremente. ¡°Por que eu n?o estaria de bom humor? h¨¢ algo que eu deveria estar me sentindo abatida?¡± Olivia respondeu ¨¤ pergunta de Bruno. Eles se divertiram a conversa, e Bruno sentiu¨Cse mais rxado. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¡°Estou arrumando minhas coisas para ir para a ¨¢frica.¡± Bruno n?o deixou que adivinhasse mais e revelou seu destino. ¡°Oh, desejo¨Clhe uma viagem agrad¨¢vel.¡± Olivia n?o fica nem um pouco chocada e o parabeniza imediatamente Cap铆tulo 1072 Cap¨ªtulo 1072 Bruno parou de fazer as ms, encostou o corpo na escrivaninha e apoiou as m?os na mesa enquantoe?ava a fr Olivia ao telefone seriedade e interesse. ¡°Voc¨º n?o vai me perguntar por que eu tenho que ir para a ¨¢frica?¡± ¡°Viagem de neg¨®cios, o que mais poderia ser?¡± disse Olivia, casualmente: ¡°Ser¨¢ que ¨¦ por minha causa?¡± ¡°Voc¨º finalmente chegou ao ponto.¡± Bruno deveria estar preocupado sua transfer¨ºncia para a ¨¢frica, mas um sorriso apareceu em seu rosto. Text ? by N0ve/lDrama.Org. ¡°Isso seria muita injusti?aigo, Eu nem trabalho na sua empresa e n?o causei problema algum. como ¨¦ que eu poderia ser a raz?o para voc¨º ser enviado para a Africa?¡± disse Olivia, inocentemente. ¡°n?o causou nenhum problema? o Grupo Griera passou a tarde inteira em panico, e o rosto do Sr. Griera estava t?o sombrio que dava medo. quem al¨¦m de voc¨º teria o poder de deixar o Sr. Griera t?o furioso, sem se abr e ainda afetar os outros?¡± ¡°Bruno, est¨¢ dizendo que voc¨º assumiu a culpa por mim?¡± perguntou Olivia, e ap¨®s uma risada, disse: ¡°Voc¨º me superestima, n?o sabe que eu quase quebrei meu queixo? Voc¨º s¨® est¨¢ indo para a ¨¢frica, e meu queixo est¨¢ quase arruinado.¡± ¡°Mas ele n?o quebrou, n?o ¨¦?¡± disse Bruno. Olivia: ¡°¡­¡± Agrade?o a voc¨º, Bruno, parece que voc¨º realmente espera que eu quebre o maxr. Como sempre aodo do Daniel, Bruno se tornou insens¨ªvel, ¨¦ realmente muito cruel. *Bruno, desejo¨Clhe uma boa viagem e que voc¨º desfrute da sua estadia na ¨¢frica, ¨¦ melhor aprender outro dialeto africano antes de voltar.¡± Depois de dizer isso, Olivia desligou o telefone. Bruno: ¡°¡­¡± Ele est¨¢ t?o infeliz, sendo enviado para a ¨¢frica pelo Sr. Griera e sendo provocado por Olivia para torn¨¢¨Clo meio africano. Esse casal ¨¦ especializado em engan¨¢¨Clo? Na mans?o da familia Dias, a¨Ccasa¨Cda fam¨ªlia Dias estava um caos. Gabriel aguentou Marjana por tantos anos apenas porque o dinheiro estava todo nas m?os d, e porque Mariana tinha um bom olho para investir em a??es, o que dobrava o dinheiro em suas m?os. Capitulo Foi por isso que Gabriel engoliu sua raiva e suportou Mariana. Mas o que Mariana lhe diz agora? diz que o mercado de a??es estava inst¨¢vel, que as a??es em que investiu toda a sua fortuna desabaram em duas horas, e todo o dinheiro se perdeu! ¡°Div¨®rcio, quero o div¨®rcio agora, n?o posso esperar mais!¡± Gabriel estava t?o enfurecido que suas vs saltaram na testa e ele esmagou a tig de arroz em sua m?o. A tig de poa estilha?ou¨Cse na mesa de granito um estrondo, os cacos se espalhando por toda parte, quase atingindo Mariana, que por sorte se esquivou a tempo. Voltando a si e vendo Gabriel ¡°N?o me toque!¡± Irritado, Gabriel levantou Mariana uma das m?os e se p?s de p¨¦. olhou para Mariana olhos ferozes e falou raiva, cuspindo. ¡°Mariana, entenda uma coisa! Eu s¨® me importo dinheiro, n?o me importo se somos uma fam¨ªlia ou n?o! Se n?o fosse pelo dinheiro, eu j¨¢ teria me divorciado de voc¨º! Mas voc¨º, o que voc¨º fez? Colocou todo o nosso dinheiro no mercado de a??es e perdeu tudo! Agora que esta casa n?o tem mais um centavo, n?o preciso mais fingir que somos uma fam¨ªlia! Vamos para o cart¨®rio agora, vamos nos divorciar!¡± Gabriel apontou o dedo para o nariz de Mariana, os dentes ¨¤ mostra e fndo raiva. Durante todos esses anos, ele estava disposto a deixar o dinheiro que ganhava nas m?os de Mariana, porque ele valorizava sua habilidade de investir em a??es, sabendo que o dinheiro dobraria depois de algum tempo. Cap铆tulo 1073 Cap¨ªtulo 1073 Agora que o dinheiro acabou, ele rompeu definitivamente Mariana, n?o havia mais. raz?o para suportar. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Mariana viu a atitude intransigente de Gabriel, ficou furiosa a ponto de ficar o rosto contorcido de raiva, e sentiu medo,e?ando a chorar de repente: ¡°Gabriel, n?o seja assim, me perdoa s¨® dessa vez. Eu errei dessa vez, mas nunca mais acontecer¨¢!¡± Mariana apostou no futuro daquele titulo, pensando em ganhar muito dinheiro, investiu todo o seu patrim?nio nele. Para ganhar dinheiro na bolsa de valores, ¨¦ preciso assumir riscos e ter coragem, se hesitar, simplesmente n?o ganhar¨¢ dinheiro. Durante esses anos, Mariana colheu muitos dividendos no mercado de a??es, por isso se tornou mais audaciosa e, num gesto, investiu todo o dinheiro da casa na bolsa. n?o esperava que o barco virasse t?o r¨¢pido e de forma t?o tr¨¢gica. ¡°Eu n?o vou mais confiar em voc¨º, vamos nos divorciar, vamos, para o div¨®rcio!¡± Gabriel, irado e desesperado, agarrou o bra?o de Mariana e a arrastou para fora for?a. Mariana n?o vai embora, sentou¨Cse no ch?o e agarrando as pernas da mesa de jantar para que Gabriel n?o possa arrast¨¢ para longe. agarrou a perna da mesa for?a enquanto chorava: ¡°Gabriel, se acalme, n¨®s ainda temos uma filha, ainda n?o se casou, se nos divorciarmos, n?o conseguir¨¢ se casar uma boa familia. Podemos ganhar dinheiro novamente, pense em uma forma de ganhar mais dinheiro, eu garanto que vou dobrar, triplicar ou at¨¦ mesmo decuplicar¡­ Nosso dinheiro voltar¨¢ rapidamente!¡± ao longo dos anos, foi essas pvras que convenceu Gabriel a lhe entregar cada centavo que ganhava. E realmente conseguiu dobrar o dinheiro que Gabriel ganhou, foi por isso que ele estava disposto a entregar o dinheiro ganho a . Gabriel gastou muita energia e n?o conseguiu arrastar Mariana para fora para se divorciar. Suas pvras fizeram Gabriel soltar sua m?o, ofegante, olhando para Mariana: ¡°Quanto Voc¨º est¨¢ certa disso?¡± Mariana, Vendo uma esperan?a, rapidamente enxugou as l¨¢grimas e garantiu: ¡°Cem por cento!¡± 09 53 Capitulo 1073 ¡°Vou confiar em voc¨º mais uma vezl Humpfl¡± Gabriel bn?ou as mangas e foi para o escrit¨®rio. ¡°Gabriel, vamos pensar juntos emo ganhar dinheiro.¡± Mariana rapidamente se levantou do ch?o e o segulu. ¡°N?o me siga, v¨¢ fazer o que tem que fazer!¡± Gabriel virou¨Cse bruscamente e disse a Mariana raiva. Mariana ficou chocada e n?o ousou segui¨Clo. Gabriel foi para o escrit¨®rio, fechou a porta um estrondo, mostrando sua raiva para Mariana. Gabriel estava muito irritado, Mariana o enojou e irritou, ele agora quer¨ªa desesperadamente ver outra mulher para extinguir o fogo em seu cora??o, sentou¨Cse ¨¤ mesa de trabalho, pegou o celr, abriu os arquivos e se preparou para assistir ao v¨ªdeo de Teresa, para apaziguar a raiva interior. al¨¦m disso, ele tinha o ¨¢s na manga o video, bastaria ligar para Olivia e amea?¨¢ que o dinheiro viria. Gabriel abriu os arquivos do celr, preparando¨Cse para assistir ao v¨ªdeo em que estuprou Teresa, para consr sua raiva mental, e ent?o ligar para Olivia, amea?¨¢ e fazer que lhe enviasse dinheiro. Quando viu, a pasta estava vazia! ele pensou que tinha visto errado, saiu e abri O que estava acontecendo?, novamente, mas continuava vazia! Gabriel rapidamente ligou oputador, abriu a pasta onde o video estava salvo, e ainda estava vazia! O v¨ªdeo desapareceuo se por magia! Gabriel estava atonito, incr¨¦dulo. Ele pegou o celr e discou o n¨²mero de Olivia. Olivia estava deitada na cama do hospital, tentando descansar, quando de repente foi acordada pelo toque do celr na mesa de cabeceira, pegou o celr e, ao ver aquele n¨²mero, ficou tensa. Cap铆tulo 1074 Cap¨ªtulo 1074 Embora o n¨²mero de Gabriel n?o estivesse salvo no celr de Olivia, ao ver aqueles ¨²ltimos d¨ªgitos familiares, sabia quem estava ligando. Por que Gabriel ligaria para naquele momento? No dia em que Gabriel se uniu a Filipe Pereira para sequestr¨¢, fez de tudo para esconder o envolvimento de Gabriel e evitar que ele, em um ato desesperado, divulgasse o v¨ªdeo de Teresa. Ent?o, mesmo que Daniel soubesse disso, foi o pr¨®prio Daniel que descobriu. Ser¨¢ que Daniel havia agido e feito a pol¨ªcia prender Gabriel? Ser¨¢ que essa liga??o era um pedido de socorro de Gabriel? Com essas suspeitas em mente, Olivia observava os n¨²meros piscando na t do celr, sentindo¨C se inquieta. N?o queria atender; sentia repulsa e raiva profunda por Gabriel. Entretanto, aqueles n¨²meros piscando diante de seus olhos pareciam puxar seus nervos a cada piscada. Isso a fazia respirar dificuldade, sentir uma inquieta??o crescente. Tomando uma respira??o profunda, no ¨²ltimo segundo antes que o celr desligasse automaticamente, deslizou o dedo para atender a chamada. n?o disse nada, mas a voz fria de Gabriel chegou primeiro. ¡°Olivia, voc¨º mexeu no meu celr?¡± Ao ouvir a pergunta sinistra de Gabriel, Olivia prendeu a respira??o, percebendo o motivol da liga??o. Parecia que ele havia descoberto que o v¨ªdeo dentro do telefone estava faltando. Havia se passado apenas um dia e uma noite, e ele havia notado que o v¨ªdeo que existia em seu telefone estava faltando; que pessoa s? passaria por um v¨ªdeoo aquele de vez em quando? Lembrando¨Cse de quando Heitor havia hackeado as cameras de seguran?a da casa de Gabriel e o viu abrir oputador e assistir algo uma express?o obscena, Olivial sentiu nojo e ¨®dio. Gabriel n?o era uma pessoa normal; ele era um pervertido!! Com certeza, Ele devia rever o v¨ªdeo de tempos em tempos para satisfazer seus desejos! Por isso ele notou t?o r¨¢pidamente que o v¨ªdeo havia desaparecido! ¡°¨¦ engra?ado voc¨º dizer isso. seu celr est¨¢ sempre voc¨º,o eu poderia mexer nele? Eu at¨¦ gostaria de mexer no seu celr, mas voc¨º n?o me daria essa chance. Se eu 09:53 CANTUS 10744 tivesse pegado seu celr, a primeira colsa que faria seria deletar o v¨ªdeo para que voc¨º nunca mais pudesse me amea?ar!¡± Olivia falou raiva contida, os dentes cerrados. n?o admitiria nada, mas tamb¨¦m n?o seria mais amea?ada por Gabriel. Quando Gabriel ouviu as pvras de Olivia, tamb¨¦me?ou a se sentir suspeito. seu celr estava sempre ele, pois tinha muitos segredos que n?o podiam ser descobertos por ningu¨¦m, especialmente por Mariana. ele cuidava do celr extrema aten??o, mantendo¨Co sempre por perto para que Mariana n?o o pegasse para investigar. Se at¨¦ Mariana n?o tinha acesso ao seu celr, quanto menos Olivia? E n?o era s¨® o celr, o v¨ªdeo noputador tamb¨¦m havia desaparecido. Olivia havia visitado sua casa antes, mas sempre sob seu olhar atento, limitando¨Cse ¨¤ s de estar e n?o indo a mais nenhum lugar ¨C muito menos mexendo noputador do seu escrit¨®rio. Ser¨¢ que n?o foi Olivia quem apagou os videos do celr e doputador? Exclusive content from N?velDrama.Org. Percebendo que Olivia n?o sabia do desaparecimento do video, Gabriel mudou sua atitude fria e falou com um sorriso cort¨¨s: ¡°N?o fique t?o exaltada, Olivia. Mesmo que voc¨º n?o seja minha filha, voc¨º ¨¦ a filha de uma mulher que eu amei, ent?o voc¨º ¨¦ quase Como uma filha para mim. Por que eu te amea?aria?¡± ¡°Cale a boca!¡± Ao ouvir suas pvras desavergonhadas, Olivia respira raiva, sua m?o segurando o telefone treme de raiva, desejando poder matar Gabriel naquele mesmo instante. Cap铆tulo 1075 Cap¨ªtulo 1075 Como ele teve coragem de dizer que amava a m?e d? Agora, Olivia ouve Gabriel mencionar sua m?e e fica t?o furiosa que mal pode esperar para mat¨¢¨Clo. Que Gabriel Dias pronunciasse o nome de Teresa era uma afronta ¨¤ pr¨®pria Teresa! ¡°N?o me d¨º nojo, sua filha ¨¦ Wilma Dias! Eu N?o tenho nada a ver voc¨º!¡± Olivia rosnou rolva. No passado, o ¨®dio que sentia por Gabriel s¨® podia ser reprimido, mas agora podia desabafar sem restri??es. ¡°J¨¢ disse para n?o ficar t?o exaltada, meu humor at¨¦ que est¨¢ bom agora, mas se voc¨º fr coisas desagrad¨¢veis e me irritar, eu posso tremer a m?o, e o que est¨¢ em minhas m?os pode n?o permanecer em segredo,¡± As pvras amea?adoras de Gabriel vieram atrav¨¦s do telefone. ¡°Que diabos voc¨º quer?¡± Olivia cerrou os dentes e perguntou. Era incr¨ªvel que Gabriel ainda a estivesse assustando por causa do v¨ªdeo, ele estava apenas assustando agora, n?o tinha mais nenhuma vantagem em suas m?os. ¡°¨¦ o seguinte¡­¡± Gabriel ao telefone, tocou seu nariz e disse: ¡°Estou um pouco apertado financeiramente esses dias, transfira dois milh?es de reais para mim.¡± Gabriel falouo se fosse algo natural, sem nenhum pudor. Olivia, tomada p raiva, acabou rindo: ¡°O que a sua situa??o financeira tem a verigo? Sua filha Wilma n?o se casou Daniel? Deixe que resolva isso para voc¨º! N?o me iode mais!¡±Exclusive content from N?velDrama.Org. ¡°Eu, al¨­, al¨­¡­¡± Gabriel estava prestes a responder, mas o telefone j¨¢ havia sido desligado. Gabriel, irritado, jogou o celr em cima da mesa, e um brilho frio e cruel passou pelos seus olhos. Olivia, o que te d¨¢ tanta confian?a para ser t?o desafiadora? voc¨º vai me ouvir pelo resto da sua vida! No quarto do hospital, depois de desligar o telefone, Olivia jogou o celr dedo. o cora??o que finalmente havia se acalmado agora estava novamente turbulento de raiva por causa da liga??o de Gabriel, puxando seus nervos e fazendo seu est?mago doer novamente. rapidamente acariciou seu ventre a m?o, enquanto confortava: ¡°Meu amor, desculpe, mam?e n?o fez por mal, fique tranquilo, mam?e promete n?o ficar mais zangada¡­¡± Quando ficava raiva, n?o s¨® machucava o pr¨®prio corpo, mas tamb¨¦m o beb¨º 1/2 09:53 em seu est?mago. Mas as pvras desavergonhadas de Gabriel agora mesmo a deixaram incapaz de suportar. Se fosse antes, antes do video ser deletado, teria que seguir Gabrielo se estivesse sendo guiada pelo nariz, e esses dois milh?es teria que conseguir para Gabriel, mesmo que isso significasse vender seu sangue. Agora era diferente, fez Heitor deletar o v¨ªdeo que estava nas m?os de Gabriel, n?o seria mais chantageada por ele. Olivia gradualmente acalmou a respira??o e teve que admitir que estava t?o irritada, n?o apenas por causa das amea?as descaradas de Gabriel, mas tamb¨¦m por causa do que Teresa lhe disse. Teresa tamb¨¦m foi ao Grupo Mendes naquele dia e, quando estava indo encontr¨¢, viu Wilma saindo do quarto de Daniel e depois entrando no quarto de Igor Carneiro¡­ Wilma foi ao quarto de Daniel e estava desarrumada, teve sucesso? dormiu Daniel? A mera ideia de Wilma desarrumada por causa de Daniel fazia Olivia ficar inexplicavelmente zangada e perturbada. At¨¦ Mesmo antes, quando disse a Gabriel que Wilma havia se casado Daniel, sugeriu que ele fosse diretamente pedir dinheiro a Wilma! disse isso apenas para ?ondar atrav¨¦s de Gabriel e ver se a r??o entre Wilma e Daniel estava mais pr¨®xima? Se Wilma conseguiu pedir dinheiro a Daniel e fr na frente dele, isso n?o significa que Wilma e Daniel fizeram sexo? Mas era covarde demais para ouvir a resposta. Impulsivamente, falou que Wilma havia se casado Daniel, e sem esperar p resposta, desligou o telefone. queria agiro se n?o se importasse, mas sempre na hora da emo??o, no fundo de seu cora??o, fva impulsivamente, mas n?o tinha coragem de ouvir a verdade. Cap铆tulo 1076 Cap¨ªtulo 1076 Olivia estava mergulhada em seus pensamentos contradit¨®rios quando ouviu barulho na porta do quarto do hospital ¨C algu¨¦m havia entrado. olhou rapidamente em dire??o ¨¤ porta e viu Teresa e Jimena entrando apressadas, uma express?o de preocupa??o ansiosa no rosto. Teresa aproximou¨Cse da cama de Olivia uma express?o ansiosa e, segurando a m?o d afeto, disse: ¡°Olivia, ouvi a not¨ªcia de que voc¨º foi hospitalizada, e quase enlouqueci de preocupa??o. Voc¨º ainda estava bem ao meio¨Cdia. Como acabou sendo hospitalizada t?o de repente?¡± Segurando a m?o de Olivia preocupa??o, Teresa apertou¨Cao se quisesse transferir seu pr¨®prio calor para as m?os frias de Olivia. ¡°Estou bem, m?e. Como voc¨º soube que eu estava hospitalizada? Quem te disse?¡± Olivia perguntou curiosa, pois n?o fazia muito tempo que havia sido admitida e tinha vindo direto da V Serenidade para o hospital. Se Daniel n?o tivesse fdo,o Teresa saberia? ¡°Foi aquele F¨¢bio que me pediu para guardar o n¨²mero dele, lembra? Liguei para ele para perguntar sobre voc¨º e as crian?as, e ele me disse que voc¨º estava hospitalizada.¡± Teresa explicou, olhando para o queixo de Olivia um olhar triste e preocupado: ¡°Esse seu queixo est¨¢ roxo e inchado. Foi o Daniel que bateu em voc¨º?¡± ¡°O qu¨¦? Daniel bateu em voc¨º? Que absurdo!¡± Jimena, ao ouvir a preocupa??o de Teresa, perdeu a calma na hora, arrega?ando as mangas indigna??o e dizendo irritada: ¡°¨¦ melhor eu n?o ver o Daniel, sen?o vou lhe dar uma li??o!¡± Olivia olhou para Jimena gratid?o e tentou acalm¨¢, sabendo que Jimena sential pena d e realmente queria defend¨º, mas n?o ousaria confrontar Daniel ¨C provavelmente nem fria alto na presen?a dele. Ent?o, Olivia tentou acalmar Teresa e Jimena: ¡°N?o ¨¦ nada do que voc¨ºs est?o pensando. O Daniel n?o me bateu.¡± ¡°Ent?o o que aconteceu o seu queixo? E por que voc¨º foi hospitalizada t?o de repente?¡± Jimena perguntou ansiosamente. Olivia olhou para Teresa, que segurava sua m?o sentada aodo da cama, e depois para Jimena, que estava de p¨¦ aodo da cama uma express?o preocupada. O carinho e a preocupa??o nos olhos ds eram t?o intensos e sinceros. O cora??o ferido de Olivia, sob o olhar caloroso ds, se restaurou instantaneamente. tamb¨¦m era amada e cuidada por sua familia. era feliz. ¡°Daniel me pressionou perguntando por que eu fugi, segurou meu queixo for?a 1/2 09:54 demais, e eu j¨¢ tenho uma tend¨ºncia a ficar roxa facilmente. Fui hospitalizada para proteger a gravidez¡°, explicou Olivia uma voz calma que, de certa forma, serviu para tranquiliz¨¢s. ¡°O qu¨º? Para proteger a gravidez?¡± ¡°O qu¨¦? Para proteger a gravidez?¡± Jimena e Teresa fram ao mesmo tempo, chocadas, olhando para Olivia uma express?o de surpresa e incredulidade. Depois do choque inicial, Jimena, impaciente e emocionada, tocou a barriga de Olivia, colocando a m?o sobre o ventre macio d, sentindo¨Cse ao mesmo tempo maravilhada e incr¨¦d: ¡°Voc¨º quer dizer que aqui dentro est¨¢ crescendo uma nova vida? Ah n?o, talvez n?o apenas uma, mas v¨¢rias novas vidas?¡± Text ? by N0ve/lDrama.Org. Teresa tamb¨¦m ficou p¨¢lida, olhando para Olivia preocupa??o: ¡°Voc¨º est¨¢ gr¨¢vida de novo?¡± A primeira gravidez de Olivia havia sido um parto dif¨ªcil, quase a levando a morte ao dar ¨¤ luz quatro beb¨ºs naqu vez. quase perdeu a vida no parto e por pouco n?o foi uma trag¨¦dia. E agora estava gr¨¢vida novamente! A primeira rea??o de Teresa n?o foi a alegria p gravidez de Olivia, mas a preocupa??o a sa¨²de d: se poderia sobreviver a outro parto t?o dif¨ªcil quanto o primeiro. Com um sorriso nos l¨¢bios, Olivia olhou para Jimena, que estava curvada tocando sua barriga, e depois para Teresa, que havia dado um passo para tr¨¢s para dar espa?o a Jimena, e assentiu, dizendo: ¡°Sim, m?e, os quatro beb¨ºs v?o ter irm?ozinhos ou irm?zinhas. Em breve, mais crian?as v?o te chamar de vov¨®.¡± Cap铆tulo 1077 09:54 Cap¨ªtulo 1077 Teresa olhou para o sorriso no rosto de Olivia, suspirou e enxugou uma l¨¢grima do canto do olho: ¡°Ai, voc¨º e essa barriga s?o mesmo batalhadoras, mas ser batalhadora nem sempre ¨¦ bom. Quem sofre ¨¦ voc¨º.¡± Os olhos de Teresa estavam cheios de preocupa??o; n?o h¨¢ ningu¨¦m que se preocupe mais uma filha do que uma m?e. Outros podem ficar alegres a chegada de um novo membro na fam¨ªlia, repletos de felicidade indescritivel. Mas somente uma m?e se preocupa o sofrimento e as dificuldades que sua filha pode enfrentar. Olivia engravidou fora do casamento e teve quatro filhos, sem conseguir nenhum. reconhecimento oficial, e agora est¨¢ gr¨¢vida novamente. Ser¨¢ que Daniel se casaria pelo fato de estar esperando um filho dele? Teresa desejava que Olivia conseguisse um lugar e seguran?a, em vez de ser algu¨¦m que pode ser descartada a qualquer momento. Olivia sabia que sua m?e estava preocupada , ent?o segurou a m?o de Teresa que a segurava e, uma for?a reconfortante, disse suavemente: ¡°M?e, n?o vamos pensar em mais nada al¨¦m de garantir que o beb¨º esteja saud¨¢vel e seguro. Isso ¨¦ o que importa. Ele ¨¦ o meu pequeno tesouro, e como m?e, s¨® posso am¨¢¨Clo todas as minhas for?as. Tudo o mais ¨¦ irrelevante para ele. Ele ¨¦ inocente¡­¡± Olivia entendeu que Teresa estava preocupada que continuasse sem reconhecimento oficial mesmo estando gr¨¢vida, e tamb¨¦m sabia que Teresa temia os riscos que poderia correr durante o parto. Naquele momento, se sentia confortada e feliz; tamb¨¦m era uma crian?a amada el cuidada por sua m?e. estava grata por ter chegado em casa a tempo naquele dia para salvar Teresa, caso contr¨¢rio, realmente n?o teria mais sua m?e. Teresa sabia que Olivia amava crian?as, e n?o importava o quanto fsse, Olivia ainda insistiria em ter o beb¨º. Teresa, uma repreens?o,n?ou um olhar para : ¡°A crian?a nem nasceu e voc¨º j¨¢ est¨¢ a protegendo. Quem sabeo voc¨º vai mim¨¢ quando nascer!¡± ¡°N?o, tia, veja s¨® Heitor, Joel, Iria e In¨ºs. Eles n?o foram mimados. Esses quatro pequeninos s?o t?o ador¨¢veis e sensatos. Jimena interveio, retirou a m?o da barriga de Olivia e se endireitou. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. ¡°¨¦ verdade que eles s?o sensatos, e isso ¨¦ porque fui eu quem os criou.¡± Teresa disse, certo orgulho. De repente, lembrando¨Cse de algo, Teresa falou seriamente para Olivia: ¡°Voc¨º est¨¢ gr¨¢vida novamente, ainda de Daniel. Tem que pensar no futuro seu e dos seus filhos. Voc¨º deve encontrar uma maneira de se casar Daniel. Isso seria bom para voc¨º e para as crian?as.¡± Era um t¨®pico recorrente. Teresa sempre pensava em fazer Olivia se casar, especialmente Danici, pois ele ¨¦ o pai das crian?as. Se Olivia se casasse ele, isso daria aos seus filhos uma familia Al¨¦m disso, Daniel ¨¦ imensamente rico, e se Olivia se casasse ele, n?o teria que se preocupar com a vida e enfrentar adversidades. Olivia olhou para o olhar ansioso de Teresa e seu sorriso congelou por um momento, sem sabero responder. Daniel agora estava cheio de desconfian?a por , at¨¦ mesmo suspeitando que a crian?a em seu ventre n?o era dele! Esque?a o casamento, ate mesmo uma boa conviv¨ºncia havia se tornado um luxo. Como a melhor amiga de Olivia, Jimena viu a hesita??o nos olhos d e sabia que estava dificuldades, ent?o rapidamente interveio. ¡°Olivia n?o est¨¢ bem agora. Ainda est¨¢ cuidando para proteger a gravidez. Quando estiver mais est¨¢vel e tiver mais energia, certeza nejara seu futuro, certo, Olivia?¡± Olivia se rpos, percebendo que Jimena estava tentando acalmar Teresa, seu sorriso voltou e disse: ¡®¨¦ isso ai M?e, n?o se preocupe Quando o beb¨º nascer, ainda o deixarei voc¨º para cuidar Minha m?e ¨¦ a melhor em criar crian?as ador¨¢veis e sensatas.¡± Teresa riu e deu um leve toque na testa de Olivia: ¡°S¨® sabeo me fazer feliz.¡± Capitulo 1078 Cap铆tulo 1078 Cap¨ªtulo 1078 Ao ver Teresa sorrir, Olivia tamb¨¦m se sentiu imensamente aliviada. Antigamente, quando e a m?e cuidavam dos quatro filhos sozinhas, a maior parte do tempo era quem sa¨ªa para trabalhar e sustentar a casa, enquanto Teresa ficava em casa cuidando das crian?as. Os quatro filhos foram criados praticamente por Teresa, que se orgulhava e se vangloriava disso. As pvras elogiosas de Olivia tocaram fundo no cora??o de Teresa, o que naturalmente a deixou feliz. A atmosfera sombria e opressiva foi animada ps pvras de Olivia, e Teresa segurou a m?o d novamente, notando que seus l¨¢bios estavam ressecados, e preocupa??o, disse: ¡°Vou buscar um pouco de ¨¢gua para voc¨º beber.¡± se levantou, pegou a garrafa t¨¦rmica, mas estava vazia. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¡°Vou l¨¢ fora pegar ¨¢gua,¡± disse Teresa, saindo a garrafa t¨¦rmica. Assim que Teresa saiu, Jimena imediatamente se sentou aodo da cama de Olivia, um olhar de curiosidade e ansiedade. ¡°Ouvi a tia Rocha dizer que voc¨º fugiu ontem ¨¤ noite um homem chamado Rodrigo? E que voc¨º at¨¦ fez quest?o de levar seus quatro filhos? Como ¨¦ que est¨¢? Voc¨º e este Sr. Melo est?o apaixonados?¡± Jimena tinha um sorriso no rosto e um olhar de expectativa e entusiasmo, cheio de interesse por fofocas. Jimena adorava uma boa fofoca. Seja sobre os outros ou sobre suas amigas ¨ªntimas, estava sempre interessada. Especialmente quando se tratava de Olivia, era muito curiosa. Antigamente, Olivia gostava de Sergio, mas Sergio havia morrido h¨¢ algum tempo, el Olivia n?o podia continuar presa a algu¨¦m que j¨¢ tinha partido deste mundo, certo? Olivia ficou surpresa e um pouco abda a curiosidade e expectativa de Jimena. Realmente havia agido sem pensar ao sair Rodrigo e levar os filhos junto? At¨¦ sua melhor amiga Jimena pensava que havia desenvolvido sentimentos por Rodrigo e fugido com as crian?as do Daniel. N?o era de se admirar que Daniel pensasse o mesmo. Antes, estava t?o ansiosa para fugir de Daniel, e t?o perturbada ps amea?as. de 09:54 Gabriel, que s¨® queria escapar daquele conflito. Mas n?o havia considerado que fugir Rodrigo era impr¨®prio. ¡°Olivia, n?o fique cda. Me conta,¡± insistiu Jimena, segurando o bra?o de Olivia e dando. uma leve sacudida. Olivia voltou a si de seus pensamentos profundos e olhou para os olhos ardentes de fofoca de Jimena, dizendo resigna??o: ¡°Voc¨º n?o me conhece? Como eu poderia, sabendo que sou uma m?e solteira, ainda assim causar problemas para outra pessoa?¡± ¡°Autocontrole ¨¦ uma coisa, mas cora??o acelerado ¨¦ outra, disse Jimena. ¡°Voc¨º nunca quis ficar ao lado de Daniel sem olhar para tr¨¢s, ou fugir ele. Ser¨¢ que ¨¦ porque voc¨º nunca sentiu nada por Daniel?¡± A pergunta de Jimena fez o cora??o de Olivia bater de forma descontrda,o se estivesse perdendo o controle Sempre que pensava em seu rcionamento Daniel, seu cora??o disparava, mas por algum motivo inexplic¨¢vel, acelerava ainda mais. nunca havia se entregadopletamente a Daniel porque nunca havia sentido nadal por ele? N?o, n?o era por isso temia Daniel, temia suas taticas e sua crueldade, o que a deixava medo e nervosa. Quem gostaria de ficar aodo de um demonio frio e cruel? ¡°Jimena, o que diabos voc¨º est¨¢ pensando? Como eu poderia estar apaixonada por Rodrigo? Por quanto tempo voc¨º acha que nos conhecemos?¡± Ap¨®s entender a situa??o, Olivia voltou a si e, brincando, deu um leve toque na testa de Jimena, a repreendendo. ¡°Ent?o por que voc¨º fugiu Rodrigo? E por que ele concordou em levar voc¨º? Se n?o fosse amor mutuo,o voc¨ºs dois poderiam acabar juntos, e ainda por cima fugindo romanticamente?¡± Jimena havia estado ocupada o trabalho recentemente e quase n?o passou tempo Olivia. Cap铆tulo 1079 Cap¨ªtulo 1079 Portanto, Jimena n?o entendia o que Olivia havia passado durante esse tempo. simplesmente n?o conseguia entendero Rodrigo, que conhecia Olivia h¨¢ pouco tempo, estaria disposto a levar Olivia e sua familia para longe da Capital. Se n?o fosse por amor, o que mais poderia levar um homem a agir sem se importar as consequ¨ºncias para uma mulher? *J¨¢ disse, n?o foi uma fuga romantica.¡± Olivia bn?ou a cabe?a resigna??o A curiosidade de Jimena sobre assuntos amorosos superava em muita sua imagina??o. ¡°Ent?o o que foi?¡± Jimena olhou para Olivia seus grandes olhos redondos e brilhantes, cheios de curiosidade e urg¨ºncia. havia perguntado por tanto tempo, mas Olivia n?o havia dado uma explica??o ra. ¡°Foi um pedido meu para o Sr. Melo me ajudar a escapar de Daniel.¡± Olivia n?o tinhao evitar Jimena, cuja persist¨ºncia era t?o forte que n?o pararia at¨¦ chegar ao fundo da quest?o. ¡°Voc¨º queria escapar de Daniel? Por qu¨¦?¡± Jimena estava surpresa. Por qu¨¦? Porque ele havia causado a morte de Sergio, era cruel e autorit¨¢rio , nuncal levando em conta seus sentimentos. Aodo dele, se sentiao um fantoche sem pensamentos pr¨®prios, ¨¤ merc¨º de suas manip??es. Ele nunca soube o quanto sofria, o quanto era humilhada. apenas queria viver uma vida livre e simples. Ao pensar na verdadeira raz?o, o cora??o de Olivia apertou de dor. Fugir do conflito e viver sem disputas era um luxo que desejava, mas nunca poderia escapar do controle de Daniel. As m?os de Olivia, que estavam sobre a cama, se apertaram levemente, e encontrou of olhar expectante de Jimena, escolhendo o motivo que Jimena entenderia melhor: ¡°Um amor sem futuro ¨¦ melhor terminar logo. N?o quero gastar toda minha juventude.¡± Os olhos de Jimena piscaram, e a curiosidade deu lugar ¨¤ simpatia. entendeu Olivia. Que mulher gostaria de ficar aodo de um homem que nunca teria a inten??o de se casar ? Isso n?o s¨® esgotaria sua energia, mas tamb¨¦m desperdi?aria seu tempo. Jimena levantou a m?o, acariciando a cabe?a de Oliviao se estivesse a confortar um pequeno gato, e um ar maduro epreensivo disse: ¡°A¨ª, entendo. Voc¨º sofreu muito, irm?. Se pudesse, gostaria de sofrer por voc¨º.¡± Capitulo 1079 Olivia: ¡°¡­¡­¡± Voc¨º est¨¢ tentando me consr ou debochar de mim? Jimena suspirou e continuou: ¡°E Rodrigo? Por que ele estaria disposto a te levar? Ser¨¢ que ele est¨¢ apaixonado secretamente?¡± Essa tamb¨¦m era uma quest?o importante. Afinal Rodrigo e Olivia n?o eram t?o pr¨®ximos, e ele n?o precisava arriscar ofender Daniel ao ajudar Olivia a fugir. A menos que ele gostasse de Olivia, n?o se importando o fato de ter quatro filhos e estar gr¨¢vida de mais um, disposto a lev¨¢ para longe! Seria uma prova de amor profunda, disposta a enfrentar todos os obst¨¢culos para ficar Olivia. Olivia deu um leve tapa na cabe?a de Jimena: ¡°Voc¨º n?o consegue pensar em nada s¨¦rio?¡± Jimena cobriu a cabe?a, fez beicinho e bn?ou o bra?o de Olivia, dizendo: ¡°Vamos l¨¢. Me conte. Realmente n?o entendo. Acho que ningu¨¦m entenderia a motiva??o de Rodrigo para fazer isso.¡± A pergunta de Jimena lembrou Olivia de que, nos ¨²ltimos tempos, e Rodrigo haviam se encontrado frequentemente e estavam muito pr¨®ximos, o que poderia ser dif¨ªcil de entender para quem n?o conhecia suas dificuldades. e Rodrigo se encontravam frequ¨ºncia, e , tentando esconder que sua m?e havia sido prejudicada por Gabriel e ocultando sua culpa, poderia facilmente levar as pessoas a especrem. N?o apenas Daniel havia mal interpretado sua r??o Rodrigo. At¨¦ mesmo Jimena tamb¨¦m pensava assim. ¡°Ele me ajudou por causa de Sergio.¡± Olivia e Jimena eram melhores amigas, e estava disposta a contar tudo para Jimena. ¡°O qu¨º? Sergio?¡± Jimena ficou chocada. Olivia:¡± Voc¨º est¨¢ tentando me consr ou debochar de mim? Jimena suspirou e continuou: ¡°E Rodrigo? Por que ele estaria disposto a te levar? Ser¨¢ que ele est¨¢ apaixonado secretamente?¡± Essa tamb¨¦m era uma quest?o importante. Afinal Rodrigo e Olivia n?o eram t?o pr¨®ximos, e ele n?o precisava arriscar ofender Daniel ao ajudar Olivia a fugir. A menos que ele gostasse de Olivia, n?o se importando o fato de ter quatro filhos e estar gr¨¢vida de mais um, disposto a lev¨¢ para longe! Seria uma prova de amor profunda, disposta a enfrentar todos os obst¨¢culos para ficar Olivia. Olivia deu um leve tapa na cabe?a de Jimena: ¡°Voc¨º n?o consegue pensar em nada s¨¦rio?¡± Jimena cobriu a cabe?a, fez beicinho e bn?ou o bra?o de Olivia, dizendo: ¡°Vamos l¨¢. Me conte. Realmente n?o entendo. Acho que ningu¨¦m entenderia a motiva??o de Rodrigo para fazer isso.¡± A pergunta de Jimena lembrou Olivia de que, nos ¨²ltimos tempos, e Rodrigo haviam se encontrado frequentemente e estavam muito pr¨®ximos, o que poderia ser dif¨ªcil de entender para quem n?o conhecia suas dificuldades. e Rodrigo se encontravam frequ¨ºncia, e , tentando esconder que sua m?e havia sido prejudicada por Gabriel e ocultando sua culpa, poderia facilmente levar as pessoas a especrem. N?o apenas Daniel havia mal interpretado sua r??o Rodrigo. At¨¦ mesmo Jimena tamb¨¦m pensava assim. ¡°Ele me ajudou por causa de Sergio.¡± Olivia e Jimena eram melhores amigas, e estava disposta a contar tudo para Jimena. ¡°O qu¨º? Sergio?¡± Jimena ficou chocada.Exclusive content from N?velDrama.Org. Cap铆tulo 1080 00:54 Capitulo 1080 Jimena n?o conseguia entender qual era a conex?o entre Rodrigo e Berglo. Vendo o estado de surpresa no rosto de Jimena, Olivia soltou um suspiro pesado ee?ou a explicar devagar. Ap¨®s ouvir, Jimena finalmente teve um estalo depreens?o: ¡°Ent?o o Rodrigo era o ¨C melhor amigo do Sergio,o voc¨º e eu somos.¡± Olivia acenou a cabe?a. Jimena, seus olhos redondos e grandes fixos em Olivie, perguntou: ¡°Voc¨º quer dizer que o desejo de Sergio antes de morrer era que voc¨º delxasse o Daniel? O Rodrigo est¨¢ tentando cumprir o ¨²ltimo desejo do Sergio?¡± ¡°Sim.¡± Olivia respondeu. Rodrigo tinha conversado v¨¢rias vezes, e esse era o teor da conversa, e interpretou dessa maneira tamb¨¦m. Al¨¦m disso, quando Sergio estava vivo, ele havia expressado v¨¢rias vezes o desejo de levar Olivia para longe, para um lugar onde Daniel n?o pudesse encontr¨¢¨Clos. Naqu ¨¦poca, para fazer que Sergio desistisse d ee?asse uma nova vida, se apaixonando por outra pessoa, rejeitou firmemente a proposta de Sergio, Como o melhor amigo de Sergio, certeza Sergio tinhapartilhado Rodrigo seu desejo de lev¨¢ embora. Portanto, ap¨®s a morte de Sergio, Rodrigo queria realizar o desejo de seu amigo. ¡°Entendi agora. Esse Rodrigo ¨¦ realmente um homem de grande lealdade e honra. Se tiver a chance, definitivamente quero encontr¨¢¨Clo.¡± Jimena se esreceu e n?o estava mais t?o curiosa. Text ? by N0ve/lDrama.Org. tamb¨¦m podia entender as a??es de Rodrigo; se fosse , tamb¨¦m ajudaria a cumprir o ¨²ltimo desejo de amigos. ¡°Ele est¨¢ no exterior. Se quiser encontr¨¢¨Clo, pode ser um pouco dificil.¡± Olivia explicou. ¡°Ele n?o voltou voc¨ºs?¡± Jimena perguntou, surpresa. Olivia bn?ou a cabe?a, lembrando¨Cse dos gritos agonizantes de Rodrigo que ouvlu no helic¨®ptero. Um sentimento de desconforto a invadiu, e se sentiu culpada por ter envolvido Rodrigo, sem saber o qu?o seriamente ele havia sido ferido. As sete da noite, Daniel voltou para a V Serenidade. As quatro crian?as estavam sentadas no sof¨¢ brincando seus brinquedos. Uma atmosfera opressiva invadiu o interior da casa, e a presen?a dominante fez que as quatro crian?as olhassem para tr¨¢s e vissem a alta figura de Daniel entrando. Os quatro pequeninos, seus olhos inocentes e brilhantes, primeiro ficaram atonitos e depois iluminados,rgando os brinquedos e correndo em dire??o a Daniel suas perninhas curtas e desajeitadas. Papal onde esta a mam?e?¡® Iria, liderando o grupo, correu para as longas pernas de Daniel abra?ando¨Cas seus bra?os pequeninos e olhando para cima seus olhos. brilhantes e infantis. Joel tambem correu ate l¨¤, puxando a cal?a de Daniel, dizendo: ¡°Papai, por que a mam?e n?o voltou voc¨º?¡± ¡°Quero a mam?e¡­ In¨ºs parou a um passo de distancia de Daniel, franzindo os l¨¢bios e l¨¢grimas girando em seus olhos. In¨ºs sempre foi um pouco timida em r??o a Daniel e hesitava em se aproximar dele. Sua apar¨ºncia fragile timida era de dar pena. Heitor tamb¨¦m correu ate, ficando aodo de In¨¨s. Ele n?o se aproximava de Daniel por timidez, mas sim por um ar distante e frio. ¡®Papai, onde voc¨º levou a mam?e quando fomos dormir?¡± Heitor perguntou diretamente, franzindo a testa em uma express?o de insatisfa??o. Ouvindo as quatro crian?as perguntando p m?e, o olhar de Daniel se aprofundou, e uma aura imponente naturalmente emanou dele. Pensando em Olivia no hospital e no filho que carregava, sua respira??o se tornou pesada. Sentiao se algo estivesse pressionando seu cora??o, causando uma dor abafada que se misturava uma raiva ardente. Mas ao abaixar a cabe?a e ver os olhos inocentes e imacdos de Iria e Joel, cheios de expectativa ingenua, Daniel conteve sua raiva, agachou¨Cse e pegou Iria, que abra?aval suas pernas, apertando levemente suas bochechas fofas, e uma voz baixa e magn¨¦tica disse: ¡°N?o est¨¢ feliz em ver o papai, hein?¡± Iria franziu seus pequenos l¨¢bios vermelhos, olhando inocentemente para Daniel, e disse sua voz infantil: ¡°Eu quero ficar mam?e e papai. Gosto do papai, e tamb¨¦m gosto da mam?e. Mam?e nos levou ontem, e tamb¨¦m fiquei perguntando por que papai n?o veio conosco.¡± Os l¨¢bios de Iria eram doces, e suas pvras, suaves e encantadoras, derretiam cora??es, transformando tristeza em alegria. O cora??o inquieto de Daniel foi curado uma frase de Iria. As crian?as n?o s¨® amavam a m?e, mas tamb¨¦m tinham carinho por ele, o pai. Mesmo quando Olivia os levava embora, eles ainda pensavam nele. Cap铆tulo 1081 Cap¨ªtulo 1081 Esse sentimento, a constante preocupa??o dos filhos, derreteu a ira no cora??o de Daniel. Um sorriso delineou¨Cse nos l¨¢bios de Daniel enquanto ele encostava seu rosto no rostinho macio e pueril de Iria, tocando¨Co suavemente. Era uma sensa??o t?o morna e delicada que parecia prar na alma. N?o ¨¦ de se espantar que Olivia gostasse de aconchegar¨Cse ¨¤s crian?as. ¡°Ui, isso pica!¡± Iria encolheu o pesco?o quando Daniel ro?ou seu rosto no delo, bn?ando a cabecinha para evitar o contato a barba por fazer, e passou a m?ozinha no rosto de Daniel. *Papai, por que voc¨º tem pelos no rosto? Isso pica demais.¡± Enquanto fva, tocava, sentia a picada e rapidamente recolhia a m?o. Com uma voz suave, Daniel respondeu: ¡°Isso ¨¦ barba. Papai n?o a fez ontem.¡± A barba de Daniel crescia r¨¢pido, exigindo que fosse feita todos os dias. Bastava um dia sem barbear para que os pelose?assem a aparecer. E ¨¦ ro que a barba por fazer pica. Na noite anterior, ele havia suportado um calor que queimavao fogo para ir atr¨¢s de Olivia e das crian?as, e at¨¦ aqu tarde n?o havia pregado o olho. O cansa?o, aliado ao esfor?o continuo, fazia que a barba crescesse ainda mais r¨¢pido. ¡°Ent?o, papai, vai fazer a barba. Com barba voc¨º n?o fica bonito, e mam?e n?o vai gostar. Iria bn?ou as perninhas e tentou sair do colo de Daniel. Daniel fixou o olhar em Iria por alguns segundos antes de concordar: ¡°Est¨¢ bem.¡± Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. Ele se inclinou para baixo e colocou Iria no ch?o, dirigindo¨Cse ao banheiro, Quando voltou, seu rosto estava limpo, real?ando sua beleza e distin??o. ¡°Uau, papai est¨¢ lindo de novo!¡± Ao ver Daniel, Iria bateu palminhas, enchendo o ambiente de alegria. Daniel olhou¨Ca carinhosamente e depois dirigiu o olhar para Heitor, que tinha um rostinho encantador: ¡°Heitor, venhaigo.¡± Ap¨®s fr, Daniel foi na frente em dire??o ao quarto de Heitor. Heitor hesitou, olhou para seus irm?os, sem entender o que o pai queria ele a s¨®s. Os irm?os, igualmente confusos, olhavam para ele at¨¦ um pouco de inveja. 09.55 Ser¨¢ que o pai tem algo especial para o irm?o mais velho? Heitor piscou, sem se mover. Joel, o irm?o mais novo, deu¨Clhe um leve empurr?o e disse: ¡°Se o papai est¨¢ chamando, deve ser importante. Vai l¨¢ ver no que voc¨º pode ajudar.¡± ¡°Isso mesmo,o quando a mam?e precisa de ajuda.¡± Iria concordou, bn?ando a cabe?a entusiasticamente. Entendendo a situa??o, Heitor correu para seu quarto. Ao entrar e fechar a porta, viu Daniel sentado em sua cama. Heitor se aproximou e perguntou: ¡°Papai, voc¨º queria frigo?¡± ¡°Voc¨º consegue apagar as grava??es de radar. Ent?o, pode recuperar um v¨ªdeo de mais de um m¨ºs?¡± Daniel olhou profundamente para ele enquanto perguntava. Heitor arregalou os olhos, surpreso: ¡°Papai,o voc¨º sabia que eu tinha apagado as grava??es do radar?¡± ¡°Foi voc¨º quem apagou a grava??o de ontem ¨¤ noite. N?o pense que eu n?o sei.¡± Daniel revelou. Heitor sorriu, co?ando a nuca: ¡°Desculpe, apaguei em alguns segundos, nem sabia que era t?o f¨¢cil.¡± Daniel: Os dez programadores de elite de Daniel haviam lutado por mais de quinze minutos e n?o conseguiram quebrar o c¨®digo do sistema de vigilancia por radar, mas Heitor conseguiu em apenas alguns segundos, e ainda por cima apagou tudo! ¡°Do restaurante Alegria, de 40 dias atr¨¢s, voc¨º consegue recuperar todas as grava??es de vigil¨¤ncia de l¨¢ e das redondezas?¡± Daniel exp?s o motivo pelo qual procurava Heitor. ¡°Papai, voc¨º est¨¢ pedindo a minha ajuda?¡± Heitor perguntou. Daniel olhou para ele seriedade: ¡°Sim.¡± Heitor sorriu: ¡°Que bom! Vou poder ajudar muito a mam?e e tamb¨¦m a voc¨º, papai!¡± Cap铆tulo 1082 Cap¨ªtulo 1082 Daniel fixou os olhos em Heitor e disse: ¡°Al¨¦m de ajudar sua m?e a apagar as grava??es do radar, o que mais?¡± ¡°¨¦ sobre invadir a rede¡­¡± Heitor estava prestes a dizer ajudar sua m?e a invadir a rede de algu¨¦m e apagar o v¨ªdeo. De repente, ele se lembrou de que havia prometido ¨¤ sua m?e que n?o contaria a ningu¨¦m sobre isso, incluindo seu pai. A f de Heitor parou de repente, sua pequena boca aberta, enquanto ele olhava para Daniel ¨¤ sua frente. Os olhos profundos e intimidadores de Daniel o fitavam, emanando autoridade sem demonstrar raiva, o que fazia Heitor sentir um medo sutil. Se fosse outro momento, ele n?o teria medo de Daniel e enfrentaria seu olhar franzindo a testa, mas agora sentia medo por causa de sua consci¨ºncia pesada. O olhar de Heitor, que antes enfrentava Daniel, de repente se tornou t¨ªmido, e ele baixou a cabe?a em sil¨ºncio. A voz grave de Daniel perguntou: ¡°Invadir a rede de quem?¡± Heitor, a cabe?a baixa, sentia¨Cse ansioso, pensando o que fazer, pois quase revelou o pequeno segredo entre ele e sua m?e, e agora seu pai havia descoberto que ele estava escondendo algo. Como ele poderia manter a promessa feita ¨¤ sua m?e? Enquanto Heitor estava em p¨¢nico, sua mente girava rapidamente, procurando uma solu??o. ¡°Fale!¡± disse Daniel, uma voz severa. Assustado, Heitor estremeceu e rapidamente disse: ¡°Invadir a rede da empresa da minha m?e. n?o trouxe os arquivos para casa e n?o queria ir ¨¤ empresa, ent?o me pediu para invadir a rede da empresa e copiar para oputador d.¡± Depois de fr, Heitor olhou para Daniel olhos temerosos e inquietos, medo de que Daniel percebesse que ele estava escondendo algo. ¡°Por que esconder isso?¡± Daniel o encarou. Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. ¡°Porque prometi ¨¤ minha m?e que n?o contaria a ningu¨¦m. temia ser repreendida pelo chefe.¡± Heitor manteve a cabe?a baixa, levantando os olhos, tentando olhar para baixo o m¨¢ximo poss¨ªvel, com medo de que n?o olhar nos olhos de Daniel o irritasse. Sua express?o era de culpa, mas honesta. Daniel viu Heitor de cabe?a baixa e pensou que ele estava assustado. Sua express?o suavizou e ele disse: ¡°N?o se preocupe. O chefe da sua m?e n?o saber¨¢. Abra o computador e copie o video que pedi.¡± Daniel voltou ao assunto principal. ¡°Sim, ro,¡± disse Heitor, apressando¨Cse em abrir a gaveta, pegar seu tablet e virando¨Cse de costas para Daniel. Ele respirou aliviado por ter reagido r¨¢pido e n?o ter revdo o segredo entre ele e sua m?e, pois se n?o, teria decepcionado muito sua m?e. Enquanto Heitor iniciava oputador, ele perguntou a Daniel: ¡°Papai, mam?e foi trabalhar? Quando volta?¡± J¨¢ era tarde e deveria ser a hora do t¨¦rmino do expediente d. Por que s¨® o pai havia voltado e a m?e n?o? Os olhos de Daniel escureceram, e ele disse uma voz baixa: ¡° est¨¢ doente e foi hospitalizada.¡± ¡°Ah, mam?e est¨¢ doente? ¨¦ grave? Hum, quero ver a mam?e.¡± Ao saber da doen?a de Olivia, o cora??o de Heitor se apertou preocupa??o e ele disse surpreso e ansioso. ¡°N?o ¨¦ nada s¨¦rio. est¨¢ descansando no hospital e voltar¨¢ em alguns dias, Daniel o tranquilizou. ¡°Tudo bem, Heitor respondeu fracamente, mas ainda preocupado sua m?e. Distraido, a velocidade que ele decifrava c¨®digos diminuiu, o que normalmente levaria dois minutos, agora levou dez minutos para obter todos os v¨ªdeos do exterior e do interior do Restaurante Alegria de 40 dias atr¨¢s para o seuputador. ¡°Papai, ¨¦ s¨® isso,¡± Heitor disse, virando¨Cse para Daniel. Daniel levantou a m?o e gentilmente tocou sua cabe?a: ¡°Bem, obrigado. V¨¢ descansar um pouco.¡± Heitor hesitou, mas obedeceu e saiu, j¨¢ que o pai n?o disse que assistiria aos v¨ªdeos ele, ele decidiu n?o ver. Depois que Heitor saiu do quarto, Daniel sentou¨Cse em frente aoputador ee?ou a abrir os v¨ªdeos um por um. Ele observou cada detalhe, desde Rodrigo entrando no restaurante at¨¦ Olivia entrar e sair. Pelo que foi observado nas grava??es de vigilancia, Olivia permaneceu na s privada por apenas doze minutos antes de sair. 09 Cap铆tulo 1083 Cap¨ªtulo 1083 A s privada n?o tinha cameras de vigilancia, ent?o era imposs¨ªvel ver o que eles estavam fazendo l¨¢ dentro. No entanto, as camaras mostraram que quando Olivia saiu da s privada, parecia abatida, ramente n?o estava feliz, mas suas roupas estavam intactas, n?o havia tra?os de panico em seu rosto, e carregava documentos em suas m?os. Era o contrato da casa que Sergio havia deixado para Olivia! Depois de sair do restaurante, Olivia pegou um t¨¢xi e foi embora. Dois minutos depois, Rodrigo saiu da s privada e deixou o restaurante diretamente. Ps camaras, n?o havia nada suspeito. Na s privada, n?o era poss¨ªvel que Olivia el Rodrigo tivessem algum envolvimento intimo. Afinal, o que poderiam fazer em apenas dez minutos? Naquele dia, Olivia foi ao encontro de Rodrigo provavelmente s¨® porque Rodrigo o queria dar a casa que Sergio deixara. Coincidentemente, naqu noite, Olivia e sua m?e se mudaram para a mans?o, e Olivial at¨¦prou pils anticoncepcionais, das quais tomou tr¨ºs! Foi naquele dia que ele descobriu as pils anticoncepcionais na gaveta. at¨¦ mentiu para ele, dizendo que asprou para se prevenir de uma visita surpresa dele, para estar preparada para qualquer emerg¨ºncia. Se tomou a pil anticoncepcional, por que mentiria para ele? Ser¨¢ que tinha algum motivo oculto? Ou talvez as pils n?o fossem para ! Com esses pensamentos, os olhos de Daniel se tornaram ainda mais profundos. Naqu noite, n?o era s¨® Olivia que estava na mans?o, Teresa tamb¨¦m estava l¨¢. Quando ele chegou, Teresa j¨¢ estava dormindo. Ser¨¢ que as tr¨ºs pils anticoncepcionais eram realmente de Teresa? Teresa n?o era casada e n?o tinha amigos do sexo oposto por perto. Por que tomaria pils anticoncepcionais? Com um ar frio ao seu redor, Daniel pegou seu celr para ligar para Bruno. De repente, se lembrou que tinha mandado Bruno para a ¨¢frica naquele dia. Provavelmente, ele j¨¢ deveria ter chegado l¨¢. Assim, ele ligou para o capit?o da equipe de seguran?a: ¡°Investigue, por favor, todas as entradas e sa¨ªdas da Comunidade Lej¨¢ de 40 dias atr¨¢s.¡± Caphulo 1083 Naqu ¨¦poca, Teresa ainda morava na Comunidade Lej¨¢. Fol naqu noite que Olivia recebeu a mans?o deixada por Sergio e levou Teresa para a mans?o no terceiro anel vi¨¢rio. ¡°Certo, Sr. Griera,¡± respondeu o capit?o da equipe de seguran?a respeitosamente. Daniel apagou os videos doputador de Heitor, desligou oputador e saiu do quarto de Heitor. Os quatro pequenos estavam sentados ordenadamente no sof¨¢, as perninhas penduradas na borda, bn?ando de forma travessa. Ao ouvir o barulho da porta, os quatro pares de olhos inocentes e infantis se voltaram para ele em unissono,o pequenos pinguins enfileirados, todos inclinando a cabe?a para odo de forma ordenada, adoravelmente s¨¦rios. ¡°Papai, quando ¨¦ que mam?e vai ter alta? Podemos ir visit¨¢?¡± Iria desceu do sof¨¢ e correu para o lado de Daniel, olhando para cima sua pequena cabe?a. Daniel olhou para Heitor, que ainda estava sentado no sof¨¢. Heitor, percebendo seu olhar, abaixou a cabe?a timidamente. Exclusive content from N?velDrama.Org. Ele se preocupava a m?e, por isso acabou contando a novidade para seus irm?os e irm¨¡s. Daniel se abaixou e disse a Iria: ¡°Seja obediente, estude bastante e voltar¨¢ em poucos dias.¡± ¡°Hum, tenho que estudar para ver mam?e? Vou me esfor?ar na esc¡°, disse Iria, um tanto desapontada, mas disposta a ser obediente para ver sua m?e mais cedo. Daniel olhou para F¨¢bio: ¡°De um banho neles e coloque para dormir cedo.¡± ¡°Sim, senhor¡°, respondeu F¨¢bio respeitosamente, chamando os empregados para cuidar dos pequenos no banho. Daniel voltou para seu escrit¨®rio e n?o demorou muito para receber uma liga??o do capit?o da equipe de seguran?a. ¡°Sr. Griera, naquele dia Gabriel foi ¨¤ Comunidade Lej¨¢. Parece que ele visitou o apartamento alugado p Srta. Souza e s¨® saiu depois de mais de quarenta minutos¡°, informou o capit?o da equipe de seguran?a. Depois de ouvir o rt¨®rio, os olhos afiados de Daniel ficaram subitamente mais sombrios. Cap铆tulo 1084 Cap¨ªtulo 1084 Wilma passou um dia e uma noite fora e retornou para casa ¨¤s nove da noite, um semnte abatido e t?o embriagada que mal conseguia andar em linha reta. Segurando¨Cse ao batente da porta, trocou de sapatos no hall de entrada. Mariana, sentada no sof¨¢ e enxugando as l¨¢grimas, virou¨Cse ao perceber a chegada de Wilma e apressou¨Cse em sua dire??o,o se visse um anjo salvador, pronta para contar¨Clhe os acontecimentos em casa. Por¨¦m, ao ver Wilma as bochechas vermelhas, suas p¨¢lpebras ca¨ªdas e o cenho franzido, uma express?o de desalento, al¨¦m do forte odor de ¨¢lcool que emanava d, antes que Mariana pudesse fr sobre os assuntos de casa, disse preocupa??o: ¡°Wilma, qual amigo voc¨º saiu para beber novamente? Voc¨º ¨¦ uma mo?a. Deveria beber menos.¡± Wilma terminou de trocar os sapatos e, um olhar turvo pelo ¨¢lcool,n?ou um breve olhar a Mariana e sorriu levemente, dizendo: ¡°O que ¨¦, menospreza as mulheres? Aguento a bebida muito bem.¡± ¡°N?o ¨¦ isso que eu quis dizer. Uma garota b¨ºbada na rua pode ser muito perigosa. Voc¨º quer ser a mulher do Daniel, n?o ¨¦? Se voc¨º perder sua virgindade, Daniel vail desprez¨¢, Mariana, apesar de ter uma personalidade forte, dominadora e por vezes venenosa, era bastante conservadora quando se tratava de ensinar a filha a se proteger. Desde pequena, Mariana educava Wilma a proteger¨Cse e a n?o se entregar facilmente, especialmente para aqueles rapazes pobres e atrevidos. deveria guardar¨Cse para n?o perder a chance de casar Nenhum homem ¨¦ indiferente ¨¤ virgindade de uma mulher. Essa era a vis?o de amor de Mariana, e a impunha a Wilma rigor. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. dizia para nunca dar seu corpo facilmente, a menos que encontrasse algu¨¦mo Daniel, um homem que pudesse cuidar de Pois s¨® assim, ao ser tocada por um homem rico, ele desenvolveria um sentimento de piedade e sentir¨Cse¨Cia respons¨¢vel por . Ao ouvir as pvras de Mariana, Wilma tornou¨Cse emocional e olhou para Mariana raiva, fndo com a respira??o pesada: ¡°Voc¨º me diz isso h¨¢ vinte anos. Voc¨º n?o est¨¢ cansada, mas eu estou!¡± ¡°Quem disse que s¨® se eu me entregar a Daniel ele n?o me desprezar¨¢? Olivia n?o era mais virgem e, mesmo assim, namorou Sergio por dois anos antes de conhecer Daniel!¡± ¡° foi ¡°usada¡® por outro homem por dois anos, e Daniel n?o a desprezou! Por que ele me desprezaria? Desde que eu seja bonita o suficiente, desde que eu agrade a Daniel, ele n?o val se importar nada, ele vai gostar de mim! N?o me aprisione sua mentalidade antiquada!¡± O namoro de Olivia e Sergio durante a universidade n?o era segredo para ningu¨¦m, e mesmo aqueles que n?o sabiam poderiam facilmente descobrir sobre o rcionamento deles, que era bastante p¨²blico e apaixonado na Universidade de Capital. Wilma, desejando conquistar Daniel, naturalmente investigou passado de Olivia. Conhecer a si mesma e ao inimigo era essencial para vencer todas as batalhas. Quando soube que Olivia havia namorado outro homem por dois anos e que Daniel n?o a desprezou por isso, Wilma sentiu¨Cse ao mesmo tempo enfurecida e invejosa. Por que Olivia, nunca mais virgem que havia sido ¡®usada por dois anos, ainda era t?o preciosa aos olhos de Daniel? Enquanto , Wilma, seguia os conselhos de sua m?e, n?o se envolvia em rcionamentos f¨¢ceis nem se entregava a qualquer um, esperando por um herdeiro rico para capturar seu cora??o. havia tentado seduzir Daniel duas vezes, sendo rejeitada e repelida desprezo ambas as vezes. O que tinha de menosparada a Olivia? Wilma sentia¨Cse frustrada, invejosa, cheia de tristeza e at¨¦ mesmo desesperada. As pvras de Wilma foram proferidas uma voz alta e prante, deixando Mariana at¨­nita. Mariana j¨¢ estava de mau humor e pretendia desabafar Wilma, mas n?o esperava ser confrontada p pr¨®pria fils Mariana estremeceu por um instante e, em seguida,e?ou a chorar alto e copiosamente: ¡°Ah, que mal teria eu feito. Para que meu marido queira se divorciar de mim e minha filha n?o tenha compaix?o? Eu me dediquei tanto esfor?o a cuidar desta casa e n?o recebo nenhuma compreens?o. Por que meu destino ¨¦ t?o cruel?¡± Cap铆tulo 1085 Cap¨ªtulo 1085 Mariana chorava e batia nas coxas, num estado dementa??o e revolta. Wilma tamb¨¦m estava extremamente mal¨Chumorada, olhando furiosa para Mariana enquanto se descontrva. Se fosse antes, ao ver Mariana desmoronando, certeza a consria. Mas agora, pr¨®pria estava t?o irritada que mal podia se aguentar, cansada das constantes queixas de Mariana. E para piorar, havia perdido sua virgindade, entregando¨Cse a um homem velho o suficiente para ser seu pai! Depois de ser expulsa do quarto um chute de Daniel, Mariana, enfurecida e o corpo ardendo, ansiava desesperadamente por um homem. Porque tamb¨¦m havia bebido um gole do vinho drogado, pois n?o conseguia suportar a queima??o da drogal em seu corpo e jogou¨Cse sobre o primeiro homem que apareceu. O motivo pelo qual bebeu o pr¨®prio vinho envenenado era excesso de confian?a, acreditando que Daniel, sob o efeito da droga, n?o aguentaria o desconforto e se renderia a apenas um pouco de charme. superestimou suas habilidades. Daniel preferiu suportar o calor insuport¨¢vel do seu corpo a ter que lidar , e desprezo, a empurrou para fora um chute. O local onde Daniel a chutou ainda do¨ªa, e o cora??o do¨ªa ainda mais. Wilma olhava para Mariana fazendo escandalo, tremendo de raiva e m¨¢goa, l¨¢grimas de f¨²ria nos olhos. Mariana tamb¨¦m estava desesperada, tantas coisas haviam acontecido hoje que estava perdida, temendo que a familia se desfizesse. soltava aos berros toda a sua irrita??o e dor interior. ¡°O que est¨¢ acontecendo? Que confus?o ¨¦ essa!¡± Gabriel, que estava resmungando no escrit¨®rio, ouviu o choro e correu para abrir a porta, encontrando Wilma e Mariana frente a frente. s estavam discutindo. Gabriel rapidamente se aproximou de Wilma e disse seriedade: ¡°Wilma, voc¨º bebeu, n?o ¨¦? V¨¢ tomar um banho e descanse cedo.¡± ¡°N?o consigo dormir!¡± disse Wilma, respirando pesadamente, obviamente frustrada. ¦¯ ¡°O que voc¨º tem para n?o conseguir dormir? Desde pequena, seu pai e eu te mimamos, te demos o melhor emida, roupas e educa??o, te levamos para estudar m¨²sica e dan?a. Me esforcei tanto para te criar, foi para isso que voc¨º cresceu, para me desafiar?¡± Mariana disse a Wilma, enquanto enxugava as l¨¢grimas e fva raiva. Wilma,o uma bomba acesa, explodiu em Mariana: ¡°E dal se eu te desafiel? Daqul em diante, n?o se meta mais na minha vida! Minhas escolhas, minhas consequ¨ºncias!¡± Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Dito isso, virou¨Cse furiosamente e correu para o seu quarto. ¡°Wilma!¡± Gabriel chamou pelo nome d, olhando para suas costas, e ent?o se viroul furiosamente para Mariana: ¡°Se voc¨º n?o pode viver nesta casa, ent?o saial¡± Elen?ou um olhar feroz para Mariana e seguiu Wilma. Mariana ficou paralisada, l¨¢grimas nos olhos, e ent?o desabou em prantos, sentando¨Cse no ch?o com as m?os nos p¨¦s: ¡°Ah, trabalhei tanto por esta casa, n?o vale a pena¡­¡± Gabriel seguiu Wilma e, quando estava prestes a fechar a porta do quarto, ele a impediu a m?o, sorrindo conciliador: ¡°Wilma, n?o fique brava. Sua m?e ¨¦ assim mesmo.¡± Wilman?ou lhe um olhar frio e virou¨Cse para sentar¨Cse na cama, ainda respirando dificuldade. Gabriel sentou¨Cse aodo d, for?ando um sorriso e disse gravidade: ¡°Wilma, voc¨º n?o voltou para casa ontem ¨¤ noite. Teve algum progresso o Daniel?¡± Ao ouvir a pergunta de Gabriel, Wilma olhou para ele, chocada: ¡°Quem te disse isso?¡± Cap铆tulo 1086 09 56 Cap¨ªtulo 1086 Gabriel observou o jeitoo estava agitada e soube imediatamente que havia algo s¨¦rio acontecendo. Parecia que Wilma e Daniel realmente poderiam ter uma chance. Os olhos de Gabriel brilharam e ele perguntou: ¡°At¨¦ que ponto as coisas evolu¨ªram?¡± Ele questionou urg¨ºncia. Wilma, ao ver o olhar ansioso de Gabriel, ficou ainda mais irritada. A lembran?a da noite anterior, quando tentou seduzir Daniel sem sucesso e acabou perdendo a honra para um homem mais velho, a enfureceu! Exclusive content from N?velDrama.Org. Quanto mais tentava esquecer, mais seus pais mencionavam o assunto. O pouco de calma que Wilma havia reconquistado foi mais uma vez abdo por uma onda de raiva, e com a respira??o entrecortada, empurrou Gabriel: ¡°Saia. Preciso descansar!¡± Gabriel se levantou e viu que Wilma estava evitando o contato visual, esquivando¨Cse,o se estivesse escondendo algo sobre Daniel. Seu olhar se tornou cial e o sorriso desapareceu de seu rosto. Ele disse a Wilma: ¡°Como ¨¦ que agora at¨¦ o seu pr¨®prio pai voc¨º esconde as coisas? Achando que virou uma f¨ºnix e quer expulsar sua familia? Se n?o fosse Olivia me contar, voc¨º continuaria escondendo de todos n¨®s o seu envolvimento com Daniel?¡± Wilma, que j¨¢ havia se descal?ado e subido na cama, puxou o cobertor para cobrir¨Cse porpleto. Ao ouvir as pvras sombrias de Gabriel, puxou furiosamente o cobertor de seu rosto, os olhos arregdos e cheios de l¨¢grimas, olhando furiosa para Gabriel. ¡°Se voc¨º confia tanto na sua filha, v¨¢ ficar ! Voc¨º acredita em tudo o que diz! Se eu tivesse conquistado Daniel, voc¨º acha que eu estaria nesse estadoment¨¢vel?¡± Wilma gritou, ofegante. O sofrimento que estava passando, sua situa??o desastrosa, seus pais fingiam n?o ver, focando apenas emo poderia se aproximar de Daniel para trazer benef¨ªcios a eles. Wilma n?o conseguiu mais conter sua emo??o e explodiu. Gabriel ficou paralisado o grito d, olhando nos olhoscrimejantes de Wilma, que n?o demonstravam orgulho, mas sim humilha??o. Foi ent?o que Gabriel percebeu que algo desagrad¨¢vel poderia ter acontecido Wilma. 1/2 -09-56 Capitulo 100 Sua express?o mudou rapidamente de fria para preocupada e, aproximando¨Cse da cama, perguntou: ¡°Aconteceu alguma coisa? Me conte. Vou defend¨º.¡± Wilma desviou o olhar, enxugou as l¨¢grimas e disse: ¡°N?o, ¨¦ s¨® que ainda n?o consegui ser a mulher de Daniel, e estou frustrada.¡± se arrependeu do erro queeteu na noite anterior, que n?o havia conquistado Daniel e ainda perdeu sua honra. Se seus pais descobrissem, eles a chamariam de t e in¨²til novamente. Wilma teve que engolir sua dor. ¡°N?o se preocupe isso. falhas s?o o caminho para o sucesso. Ainda ter¨¢ outras oportunidades. N?o fique t?o triste¡°, Gabriel a consolou e, ap¨®s hesitar um pouco, disse cuidadosamente a Wilma: ¡°Aconteceu algo s¨¦rio em casa. Voc¨º n?o estava aqui durante o dia e n?o sabe, mas eu e sua m?e tivemos uma grande briga.¡± ¡°Voc¨ºs sempre brigam. O que tem de novo nisso?¡± Wilma disse, olhando para outro lugar. ¡°Essa vez ¨¦ diferente. Sua m?e perdeu todas as nossas economias na bolsa de valores¡°, disse Gabriel um tom demento e preocupa??o. ¡°O qu¨º?¡± Wilma se virou abruptamente para olhar para Gabriel: ¡°Voc¨º est¨¢ dizendo que n?o temos mais dinheiro? Como vou contar voc¨ºs para investir em r??es que me ajudem a me aproximar de Daniel?¡± ¡°N?o se desespere. Sua m?e sempre ganhou dinheiro a??es, s¨® dessa vez que o mercado mudou e perdeu. Se tiv¨¦ssemos capital, rapidamente recuperaria¡°, disse Gabriel, confiante na habilidade de Mariana a??es. A prosperidade que eles desfrutavam n?o vinha apenas das trapa?as que ele fazia mulheres ricas, mas tamb¨¦m da incr¨ªvel habilidade de Mariana no mercado de a??es. Caso contr¨¢rio,o eles, sem empresa ou economias herdadas, poderiam ter uma vida de ricos em uma mans?o? Ele acreditava que Mariana recuperaria o dinheiro perdido, mas no momento, o grande problema era a falta de capital. Cap铆tulo 1087 09:56 Text ? by N0ve/lDrama.Org. Cap¨ªtulo 1087 ¡°Ent?o d¨¢ dinheiro para a m?e e a deixa ganhar, u¨¦.¡± Wilma apressou¨Cse urg¨ºncia. Gabriel embara?ado: Todo dinheiro que tinha j¨¢ dei para sua m?e, sem sobrar nem um centavo. Pensei que o dinheirinho que eu te dou de mesada n?o era pouco. Ser¨¢ que voc¨º poderia usar um pouco para ajudar sua m?e? Quando ganhar de volta, te devolvo.¡± 54 2 ¡°Voc¨ºs dois s?o uns in¨²teis, conseguiram esvaziar o cofre de casa num piscar de olhos!¡± Wilma exmou raiva. Gabriel, suportando o desd¨¦m da filha, continuou a pedir sem vergonha: ¡°Quanto dinheiro voc¨º tem agora?¡± ??? ¡°O pouco de mesada que voc¨ºs me deram, eu j¨¢ gastei faz tempo!¡± Wilma respondeu o rosto fechado. ¡°O qu¨¦?¡± Gabriel expressou decep??o. ¡°Mas consegui ganhar um pouco por conta pr¨®pria.¡± Wilma mudou o tom da conversa. ¡°Voc¨º ganhou por conta pr¨®pria? Quanto?¡± Gabriel sentiu esperan?a novamente. Wilma baixou os c¨ªlios, escondendo as sombras negras por baixo dos olhos, tamb¨¦m a humilha??o e a m¨¢goa, disse: ¡°Dois milh?es e cento e cinquenta mil.¡± ¡°Wilma, voc¨º conseguiu ganhar dois milh?es e cento e cinquenta mil sozinha! voc¨º ¨¦ incr¨ªvel! N?o ¨¦ ¨¤ toa que ¨¦ filha do Gabriel.¡± Ele se mostrou alegre e elogiou. Ouvindo os elogios do pai, Wilma sentiu¨Cse um pouco melhor, mas a m¨¢goa nos seus olhos n?o se dissipou. desviou o olhar, sem coragem de encarar o orgulho nos olhos de Gabriel, disse: ¡°Vou dar dois milh?es para voc¨ºs investirem na bolsa, e os cento e cinquenta mil restantes eu vou guardar para mim.¡± Na verdade, tinha ganho apenas cento e cinquenta mil trabalhandoo modelo fotogr¨¢fica, e os outros dois milh?es vieram da noite anterior. pensou que depois de dormir Igor, ele de alguma forma assumiria responsabilidade por , ou talvez a sustentasse. Mas para sua surpresa, depois de Igor se recuperar, ele se vestiu e agiuo se n?o a conhecesse, dizendo que algo estava errado a bebida dele, e que os dois milh?es eram parapensar seu preju¨ªzo, caso contr¨¢rio, ele investigaria o problema a bebida at¨¦ o fim, descobriria quem tinha colocado a droga, e n?o a deixaria em paz! Ele tamb¨¦m disse que, considerando que foi a primeira vez d, ele estavapensando dois milh?es, caso contr¨¢rio, n?o receberia nada, e ele investigaria sem piedade quem drogou a bebida, punindo severamente. Wilma percebeu por suas insinua??es que ele sabia que a droga tinha sido colocada por , e ele estava lhe dando a entender que deveria pegar os dois milh?es e ir embora! Todos os nos ambiciosos de Wilma foram por ¨¢gua abaixo, e teve que engolir a tristeza e aceitar os dois milh?es para manter a paz. ¡°Tudo bem, descanse e depois transfira o dinheiro para a minha conta.¡± Gabriel disse contente, apressando¨Cse para sair do quarto, para n?o iodar Wilma, e ainda fechou a porta do quarto cuidado atr¨¢s dele. No restaurante de luxo, Rayan Mendes estava oferecendo um jantar formal de desculpas a Igor. ue tents ¡°Sr. Carneiro,mento muito passado por tal desprazer em nosso hotel. Foi uma falha de nossa parte, e sinto muito pelo transtorno. Como forma de me desculpar, vou beber tr¨ºs copos, em sinal de desculpas ao Sr. Carneiro,¡± Rayan segurava a ta?a de vinho sinceridade ao fr Igor, e ap¨®s terminar, bebeu uma ta?a de vinho de um s¨® gole. Na noite anterior, Wilma invadiu o quarto de Igor Carneiro e, aproveitando¨Cse de seu estado de embriaguez, for?ou¨Cse a ter um encontro intimo ele. Rayan, ao saber do ocorrido, ficou chocado e temeu ter ofendido Igor. Na noite anterior, Rayan n?o bebeu e ainda n?o sabia que havia algo errado a bebida, pensando que apenas Igor tinha sido prejudicado. O rosto de Igor, normalmente gentil e amig¨¢vel, estava agora s¨¦rio e prante, uma aura imponente. Ele observou Rayan beber as tr¨ºs doses de destdo, seus olhos transmitindo frieza: ¡°Aqu mulher foi voc¨º quem deixou entrar no coquetel?¡± Cap铆tulo 1088 Cap¨ªtulo 1088 Se a Wilma n?o conseguisse entrar no coquetel, n?o teria sido capaz de fazer o que fez Igor acreditava que aquilo n?o era um ato isdo de Wilma, e sim uma conspira??o organizada. Rayan reprimiu a sensa??o picante do ¨¢lcool na boca e disse seriamente a Igor: ¡°No coquetel de ontem, convidei apenas conhecidos, pessoas interessadas e capazes no ramo de antiguidades. Uma leigao a Wilma, eu nem sequer convidei. Investiguei e descobri que foi a recep??o do nosso hotel que lhe deu o convite para o coquetel e ainda por cima um cart?o do quarto. A pessoa da recep??o j¨¢ foi tratada¡­¡± ¡°Que beneficio um recepcionista teria ao ajudar outra mulher dessa maneira?¡°, perguntou Igor um semnte sombrio. Igor vivia no exterior e raramente voltava ao pais, e nas poucas vezes que voltou, encontrou¨Cse tais situa??es. Ele n?o p?de deixar de suspeitar que havia algu¨¦m tramando contra ele nas sombras. *J¨¢ investiguel. O namorado do recepcionista ¨¦ assistente da Wilma, que ¨¦ uma modelo de passar, n?o muito famosa, mas um s¨¦quito consider¨¢vel, at¨¦ tendo um assistente particr. sempre explorava bastante o assistente, deixando de pagar seu sal¨¢rio por tr¨ºs meses, e prometeu acertar tudo se ele a ajudasse nessa ocasi?o.¡± Assim, o assistente de Wilma se uniu ¨¤ sua namorada para conseguir o convite coquetel e tamb¨¦m o cart?o do quarto de Igor. para o ¡°Como voc¨º lidou o recepcionista e o assistente?¡°, perguntou Igor, um olhar prante. ¡°A recepcionista foi demitida e teve um trimestre de sal¨¢rio descontado. J¨¢ acionamos a policia e estamos preparando um processo judicial, acusando a recepcionista de vazar segredoserciais e o namorado d de cumplicidade, e quanto ¨¤ Wilma, tamb¨¦m estamos nejando inclui na acusa??o¡­ Rayan falou e a ¨²ltima frase foi um teste. De qualquer forma, Igor tinha se envolvido Wilma, e se fosse acusada, o que aconteceu entre eles na noite anterior seria exposto, pois a policia precisaria coletar evid¨ºncias e entender o contexto dos eventos. Ele n?o sabia se Igor estaria disposto a contar ¨¤ policia sobre a noite anterior. *Vazar informa??eserciais ¨¦ mais f¨¢cil de se obter provas e condenar. Quanto ¨¤ Wilma, vou lidar com isso pessoalmente,¡± disse Igor, voz grave. Rayan entendeu e acenou a cabe?a, dizendo: ¡°Tudo bem, Sr. Cameiro pode ficar 1/2 Text property ? N?vel(D)ra/ma.Org. tranquilo. Vou tratar seriedade o vazamento de informa??es dos nossos funcion¨¢rios e dar ao Sr. Carneiro uma satisfa??o adequada.¡± Dizendo isso, Rayan encheu o copo de Igor. Igor olhou para o liquido dourado no copo e disse: ¡°N?o vou beber mais. Tenho que pegar um voo daqui a pouco.¡± Depois dos eventos da noite passada,o ele poderia ainda n?o aprender a li??o? Rayan hesitou a garrafa na m?o e olhou para Igor preocupa??o: ¡°O Sr. Carneiro vai embora?¡± ¡°J¨¢ est¨¢ dois dias atrasado e tenho que ir ¨¤ sede da empresa para uma reuni?o.¡± disse Igor, sem nem tocar nos talheres. Rayan expressou seu remorso: ¡°Fui eu quem falhou o Sr. Carneiro. O Sr. fez umal viagem t?o longa de volta ao pa¨ªs para encontrar aqu ¨²nica p¨¦r de jade, mas ainda n?o consegui ajudar. Fique tranquilo, Sr. Carneiro. J¨¢ que me enviou a foto, vou fazer todo o poss¨ªvel para encontr¨¢ e entrarei em contato assim que tiver noticias.¡± ¡°Bem, ent?o vou deixar isso voc¨º,¡± Igor disse sem cortesias quando se tratava da busca p p¨¦r de jade. Quando se tratava de antiguidades, apenas Rayan tinha as conex?es e a expertise necess¨¢rias. ¡°Nada. Isso n?o ¨¦ problema, Sr. Carneiro,¡± disse Rayan. Igor se levantou: ¡°Eu vou indo. O motorista est¨¢ me esperando l¨¢ fora.¡± ¡°Eu o panho at¨¦ a saida,¡± disse Rayan, levantando¨Cse para despedir¨Cse de Igor. No hospital, Olivia estava deitada na cama, sem conseguir dormir, pensando nas quatro pequenas e se perguntando se s j¨¢ estavam dormindo. Quando anoiteceu, Teresa e Jimena trouxeramida para Olivia e a ajudaram a tomar banho. Teresa queria ficar e cuidar d. Olivia a encorajou a voltar para casa para descansar, pois apenas estava de repouso para manter a gravidez e n?o estava incapacitada. Teresa reconheceu que n?o poderia convenc¨º e, por isso, regressou ¨¤ sua casa, prometendo voltar na manh? seguinte. Enquanto isso, Jimena, que tinha trabalho no dial seguinte, tamb¨¦m retornou ao seur. Cap铆tulo 1089 Cap¨ªtulo 1089 Naquele momento, Olivia estava sozinha no quarto do hospital. havia terminado sua dose de soro do dia e, finalmente, suas m?os estavam livres. Encostada no travesseiro e olhando fixamente para o teto, tentava em v?o conciliar o sono. De repente, ouviu um ru¨ªdo na porta. Depois de tantas experi¨ºncias, sua vigilancia estava afiada. Olhou ansiosamente em dire??o ¨¤ porta e perguntou caut: ¡°Quem est¨¢ al?¡± A porta se abriu e a luz fraca do corredor prou no quarto escuro, oferecendo um t¨¦nue brilho ao ambiente. Uma silhueta alta e distinta se postou na entrada, vestindo um terno preto feito ¨¤ m?o, cal?as pretas e uma camisa tamb¨¦m negra, real?ando ainda mais sua presen?a imponente e nobre.. Mesmo em sil¨ºncio, sua aura exva uma press?o profunda que podia ser sentida ¨¤ distancia. Ao ver o rosto bonito e os contornos marcantes de Daniel, Olivia prendeu a respira??o, e seu cora??o come?ou a bater depassado. O que Daniel estaria fazendo ali, ¨¤qu hora? se lembrou da formao ele a havia agarrado pelo queixo raiva no agarrando o len?ol em nervosismo. dia, Daniel avan?ou, entrou no quarto sem acender as luzes, e caminhou at¨¦ a beira da cama de Olivia. Enquanto se aproximava, a press?o atmosf¨¦rica se tornava quase palp¨¢vel, e Olivia, tensa, prendeu a respira??o e olhou para ele os olhos alertas. A sua sombra se aproximou, e o seu peitorgo a envolveupletamente. Daniel estendeu a m?o em dire??o a , e Olivia, em panico, virou a cabe?a instintivamente para evitar seu toque. A m?o de Daniel hesitou por um momento, e ele a olhou profundamente antes de retomar o movimento, levantando o seu queixo o dedo, fazendo¨Ca virar o rosto para olh¨¢¨Clo. Seus olhos escuros e profundos fixaram¨Cse no queixo machucado de Olivia, enquanto o polegar deslizava suavemente sobre a pele roxa. Exclusive content from N?velDrama.Org. A textura ¨¢spera de seus dedos, quentes, frionava a pele j¨¢ dolorida de Olivia, provocando uma sensa??o de ardor. Com a voz tensa, Olivia perguntou caut: ¡°Daniel, o que voc¨º est¨¢ tentando fazer?¡± Daniel, ouvindo o tom de guarda alta em sua voz, deixou seus olhos se aprofundarem em uma express?o depaix?o e perguntou, olhando nos olhos d: ¡°Est¨¢ doendo?¡± 09.56 Olivia ficou surpresa. pensou que ele estava prestes a agir de forma louca novamente mas em vez disso, ele perguntou uma voz bara e magn¨¦tica se estava sentindo dot sabia muito bem que ele estava perguntando sobre o seu queixo. Ele realmente n?o sabia se do¨ªa ou n?o? Ele n?o percebeu o qu?o forte ele havia apertado Olivia olhou para ele indigna??o e disse: ¡°Por que voc¨º n?o tenta para vero se sente?¡± Daniel fez uma pausa e ent?o pegou a m?o d. Quando ele segurou seu pulso, Olivia se assustouo um filhote de veado, tentando puxar a m?o com for?a: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Mas Daniel era determinado e insistiu em levantar sua m?o at¨¦ seu pr¨®prio queixo, dizendo uma voz baira e rouca ¡®Aperte. Use toda a sua for?a para que eu possa sentir tamb¨¦m.¡± Os olhos de Olivia se arregram. Sua m?o foi for?ada a apertar seu queixo. Ele instruir ¡°Com forcal Olivia piscou, confusa. O queixo que segurava em sua m?o era definido, exndo uma vinilidade que era puramente masculine A for?a daquele quevo poderia quebrar os ossos de sua m?o, e provavelmente ele nem sequer piscaria Apertar o queixo de Daniel n?o seria uma forma de buscar justi?a para si mesma, mas sim de procurar sofrimento. Olivia puxou a m?o for?a: ¡°Voc¨º pode ir embora. Quero dormir agora!¡± ¡°N?o quer me ver? perguntou Daniel. Cap铆tulo 1090 Cap¨ªtulo 1090 Olivia pensou que ele tinha bastante consci¨ºncia de si mesmo, sabendo que n?o queria v¨º¨Clo. Se sa, por que n?o se? Olivia estendeu a m?o para empurr¨¢¨Clo: ¡°Vai embora!¡± Sua m?o foi agarrada p grande palma dele. Com apenas um leve movimento, todo o seu corpo virou em dire??o ao peito s¨®lido dele, aquele peito amplo e vigoroso, uma sensa??o de solidez que a envolviapletamente. Ele tinha uma presen?a dominadora, uma ess¨ºncia masculina poderosa que invadia o corpo de Olivia sem pedir licen?a, fazendo seu cora??o bater descontrdamente,o um pequeno cervo. Naquele momento, Olivia perdeu o controle, enquanto tentava puxar sua m?o presa, tamb¨¦m recuava desajeitadamente seu corpo, tentando criar distancia entre eles. Daniel, por¨¦m, esticou uma perna longa, subindo na cama um p¨¦ e mantendo o outro no ch?o, inclinando¨Cse sobre . Olivia foi subjugada p sua aura poderosa e for?a, acabando deitada na cama. Daniel a pressionava de cima a baixo, olhando intensamente em seus olhos confusos: ¡°O que voc¨º est¨¢ escondendo?¡± Sua voz baixa e magn¨¦tica tinha uma for?a intimidadora. Olivia sentiu seu cora??o apertar, um medo instintivo a invadiu. franziu a sobrancelha, um pressentimento ruim: ¡°Esconder o qu¨º?¡± ¡°Prefere ser mal¨Centendida, que a crian?a n?o ser minha, a explicar para quem s?o as pils anticoncepcionais! O que exatamente voc¨º est¨¢ escondendo?¡± Daniel foi direto ao ponto. Seu dedo tocava a bochecha d, empurrando a face macia formando uma covinha, um dedo aprisionava seu rosto, for?ando¨Ca a olh¨¢¨Clo, sem desviar o olhar. Olivia teve uma rea??o de panico, e seu cora??o acelerou. Apenas um momento atr¨¢s, havia sentido apenas um pressentimento ruim, mas agora, ao ouvir as pvras diretas de Daniel, seu cora??o inteiro parecia estar na garganta. Seria que ele tinha descoberto o segredo de sua m?e? Ser for?ada por Gabriel foi umal dor fatal para sua m?e, mas para Daniel, ele zombaria d? Seria que ele ia se regozijar na desgra?a? Afinal, Gabriel foi o respons¨¢vel p morte dos pais de Daniel, e sua m?e, quando jovem, realmente teve um rcionamento amoroso Gabriel, inclusive intimo. Agora, na velhice, ser for?ada pelo homem que amou na juventude, s¨® seria motivo de 09:57 piada. Olivia temia que Daniel ridicrizasse sua m?e, se detentasse a trag¨¦dia, e causatse press?o psicol¨®gica n. Era por isso que fez de tudo para esconder essa situa??o, para que Daniel n?o soubesse. ¡°As pils anticoncepcionais s?o realmente minhas! Pensei que eram vitaminas e tome por engano!¡± Olivia tentava contrr o p¨¢nico interno, olhando diretamente para Daniel, um olhar suplicante e urgente, Sua explica??o era a mesma de antes. No entanto, ouviu uma risada desdenhosa de Daniel, fria: ¡°E mesmo? No dia em que voc¨º e sua m?e se mudaram para a mans?o no terceiro anel, Gabriel foi a Comunidade Lej¨¢ e ficou l¨¢ por mais de quarenta minutos. Ser¨¢ que ele s¨® foi discutir a vida eos ideals sua m?e?¡± Ele realmente investigou e descobriu que Gabriel foi a Comunidade Lej¨¢ no dia do incidente! Olivia sentiu sua cabe?a zumbir, p¨¢nicopleto, olhando para Daniel os olhos arregdos enquanto ele a dominava sua presen?a imponente, sus aura poderosao uma m?o invisivel a pressionando firmemente na cara, devando a sem for?as para se mover respirava dificuldade devido ao p¨¢nico, olhando para os dinos negros, calmos e N?velDrama.Org owns this text. certeiros de Daniel Ele j¨¢ havia concluido que as tr¨¨s pils anticoncepcionais eram de Teresa, e que de definitivamente confirmou que Teresa teve um rcionamento Gabriel N?o adiantava fr mais nada. Ele s¨® precisava ouvir d, sobre Teresa e Gabriel e Olivia estava desesperada, via apenas escurid?o. Seu f?lego estava preso. fechou de olhos e, ao abri¨Clos novamente, olhou para os olhos profundos de Daniel, sua voz tremendo levemente. ¡°¨¦ da minha m?e. Eu s¨® queria proteg¨º. Eu te imploro, n?o conte isso para ningu¨¦n Cap铆tulo 1091 Cap¨ªtulo 1091 Daniel era demasiado poderoso que simplesmente n?o conseguia resistir ¨¤ sua for?a e ao seu poder. Se opor a ele apenas resultaria em feridas por todo o corpo; ent?o apenas poderia se humilhar e implorar para que ele poupasse sua m?e. usou toda a sua for?a, lutando desesperadamente para proteger o segredo, mas ele o descobriu com uma facilidade desconcertante,o se tivesse construido um casulo grande esfor?o para proteger a si mesma e sua m?e. Mas a casca do casulo foi facilmente rasgada por ele, deixando¨Cn exposta no ar, confusa, indefesa e desesperada. Daniel a observava aqu express?o humilde e suplicante, seu rosto bonito mas. endurecido p frieza, observando¨Ca fixamente,o se quisesse enxergar o mais profundo de sua alma atrav¨¦s do brilho limpido de seus olhos. Isso fez o cora??o de Olivia bater depassado, a respira??o tr¨¦m, e no momento em que fechou os olhos, desapontada, a voz baixa e magn¨¦tica de Daniel soou. ¡°Posso manter o seu segredo, mas o que voc¨º me d¨¢ em troca?¡± Olivia se surpreendeu, abriu os olhos e o encarou fixamente, seus olhares se chocando a profunda escurid?o dos olhos dele, um campo de for?a que carregava o perigo de corroer tudo ao redor. O cora??o de Olivia falhou uma batida diante daquele olhar cheio de desejo; ningu¨¦m sabia melhor do que que a qualquer momento poderia ser devorada por ele. Com o cora??o de ritmado e engolindo em seco, disse: ¡°Eu posso ter um filho seu, isso n?o ¨¦ uma vantagem suficiente?¡± ¡°Estou fndo do agora.¡± Sua voz era baixa e rouca, a ma?? de Ad?o movendo¨Cse. Olivia entendeu o que ele queria dizer. Em vez de permitir que ele avan?asse loucamente, era melhor tomar a iniciativa. Olivia se endireitou e deu¨Clhe um beijo r¨¢pido nos l¨¢bios, empurrando¨Co em seguida: ¡°Agora voc¨º tem sua vantagem.¡± Antes que possa se afastar, Daniel segurou firmemente a parte de tr¨¢s de sua cabe?a, levantando¨Ca e colocando seus l¨¢bios sobre os d dominio, beijando¨Ca intensamente. ¡°Uhmm¡­¡± A respira??o de Olivia foi roubada, e naquele instante em que seus l¨¢bios foram capturados com for?a, sentiu uma sensa??o de formigamento el¨¦trico percorrendo todos os seus sentidos. O calor da respira??o dele enchia suas narinas, dominandopletamente sua pr¨®pria respira??o. 1/2 00:57 Esse beijo era poderoso e louco,o se ele quisesse fundi em seu pr¨®prio corpo. Noe?o, Olivia ainda pensou em resistir, mas gradualmente sua mente ficou sem oxig¨ºnio, seu corpo amolecendo, ficando ¨¤ merc¨º dele. Mas o beijo de Daniel se tornou mais gentil. At¨¦ que mal conseguia respirar, ele finalmente a soltou, seus l¨¢bios ro?ando em seu ouvido, sua respira??o ofegante sussurrando: ¡°N?o h¨¢ necessidade de me enganar se voc¨º quer esconder algo¡­¡±Text ? by N0ve/lDrama.Org. Sua respira??o era quente e dominadora. Olivia encolheu o pesco?o c¨®cegas, seus bra?os instintivamente envolvendo as costas dele, sua voz tremendo levemente: ¡°Eu tamb¨¦m n?o tive escolha¡­¡± Os l¨¢bios ¨²midos de Daniel beijavam¨Cna, do ouvido at¨¦ os l¨¢bios, tocando de leve os l¨¢bios vermelhos e beijados,o se estivesse provocando ou mordiscando. Sua voz rouca e ondnte: ¡°Sua m?e e Gabriel sempre tiveram esse tipo de r??o. Por que est¨¢ tentando esconder tanto esfor?o?¡± .e Ao ouvir suas pvras, o c¨¦rebro confuso de Olivia de repente se alertou, e seus olhos emba?ados se abriram de repente. Seu cora??o afundou pesadamente. Uma frieza subiu do fundo de seu cora??o, e suas m?os e p¨¦s ficaram gdos. Daniel realmente pensava assim, acreditando que sua m?e e Gabriel sempre tiveram esse tipo de r??o, que qualquer coisa que acontecesse n?o seria surpreendente, que era tudo merecido. Ele, no fundo, zombava e desprezava a m?e d. Olivia segurou o rosto dele, afastando¨Co para impedir que ele continuasse a beij¨¢, seus olhos ros e preocupados olhando para ele. ¡°Minha gravidez n?o ¨¦ est¨¢vel; n?o ¨¦ bom para grandes emo??es. Voc¨º deveria ir embora. As crian?as ainda est?o esperando por voc¨º.¡± 2/2 Cap铆tulo 1092 Cap¨ªtulo 1092 Daniel fitava Olivia olhos profundos e enigm¨¢ticos, onde ondva um brilho ¨²mido. Seus l¨¢bios ro?avam levemente os d,o um predador que brincava sua presa antes da ca?ada, sensual, perigoso, letal. ¡°O que est¨¢ passando p sua cabe?a? Eu disse que ia fazer alguma coisa?¡± O robusto aroma masculino de Daniel envolvia os l¨¢bios de Olivia, fazendo seu corpo estremecer. agarrou a roupa de seu peito: ¡°Ent?o voc¨º n?o est¨¢ pedindo por sofrimento?¡± se perguntou por que ele estava se colocando nessa situa??o? Se ele estava se sentindo desconfort¨¢vel, n?o era culpa dele mesmo?? Essas coisas geralmente acabavam o homem se sentindo mal. ¡°Eu fa?o o que me d¨¢ prazer.¡± Daniel disse, mordiscando o l¨¢bio rubro e quente d, respirando profundamente. Olivia tremia as provoca??es dele, uma sensa??o de formigamento incontrol¨¢vel se espalhava pelo corpo inteiro, chegando a cada extremidade, apertando sua respira??o. ¡°Se voc¨º n?o voltar agora, as crian?as v?oe?ar a chorar. Se voc¨º as levou para longe de mim s¨® para deix¨¢s infelizes, ent?o devolva¨Cas para mim.¡± Olivia falou a voz tr¨¦m, sem perceber o qu?o suave soava. Daniel, punitivamente, mordeu um pouco da carne macia de seu l¨¢bio. ¡°Ai¡­¡± Olivia sentiu dor e se encolheu,n?ando um olhar feroz para ele. A voz grave de Daniel soou: ¡°O que de novo est¨¢ passando p sua cabe?a distorcida, hein? Seu olhar profundo e castigador, movendo¨Cse de cima para baixo, fixava¨Cse n. Os olhos de Olivia brilhavam, cheios de descontentamento, encarando¨Co: ¡°Quando foi que eu tive ideias distorcidas?¡± ¡°Devolver as crian?as para voc¨º para que possa continuar fugindo s?¡± Daniel perguntou, alongando as pvras. Olivia hesitou, seu olhar firme vacilou e piscou, dizendo: ¡°N?o pensei nisso.¡± ¡°¨¦ melhor que seja assim.¡± Daniel levantou seu queixo o dedo indicador. ¡°N?o mude de assunto. Quero que voc¨º volte. Eu,o m?e, estou no hospital e n?o posso voltar para ficar eles, e voc¨º,o pai, tamb¨¦m n?o est¨¢ em casa. Eles v?o ficar inseguros.¡± Olivia pensou nos pequeninos chorando e procurando por seus pais, e seu cora??o do¨ªa muito. 1/2 09.57 Cap¨ªtulo 1092 Daniel fitava Olivia olhos profundos e enigm¨¢ticos, onde ondva um brilho ¨²mido. Seus l¨¢bios ro?avam levemente os d,o um predador que brincava sua presa antes da ca?ada, sensual, perigoso, letal. ¡°O que est¨¢ passando p sua cabe?a? Eu disse que ia fazer alguma coisa?¡± O robusto aroma masculino de Daniel envolvia os l¨¢bios de Olivia, fazendo seu corpo estremecer. agarrou a roupa de seu peito: ¡°Ent?o voc¨º n?o est¨¢ pedindo por sofrimento?¡± se perguntou por que ele estava se colocando nessa situa??o? Se ele estava se sentindo desconfort¨¢vel, n?o era culpa dele mesmo?? Essas coisas geralmente acabavam o homem se sentindo mal. ¡°Eu fa?o o que me d¨¢ prazer.¡± Daniel disse, mordiscando o l¨¢bio rubro e quente d, respirando profundamente Olivia tremia as provoca??es dele, uma sensa??o de formigamento incontrol¨¢vel se espalhava pelo corpo inteiro, chegando a cada extremidade, apertando sua respira??o. ¡°Se voc¨º n?o voltar agora, as crian?as v?oe?ar a chorar. Se voc¨º as levou para longe de mim s¨® para deix¨¢s infelizes, ent?o devolva¨Cas para mim.¡± Olivia falou a voz tr¨¦m, sem perceber o qu?o suave soava. Daniel, punitivamente, mordeu um pouco da carne macia de seubio. ¡°Ai¡­¡± Olivia sentiu dor e se encolheu,n?ando um olhar feroz para ele. A voz grave de Daniel soou: ¡°O que de novo est¨¢ passando p sua cabe?a distorcida, hein?¡± a para Seu olhar profundo e castigador, movendo¨Cse de baixo, fixava¨Cse n. Os olhos de Olivia brilhavam, cheios de descontentamento, encarando¨Co: ¡°Quando foi que eu tive ideias distorcidas?¡± ¡°Devolver as crian?as para voc¨º para que possa continuar fugindo s?¡± Daniel perguntou, alongando as pvras. Olivia hesitou, seu olhar firme vacilou e piscou, dizendo: ¡°N?o pensei nisso.¡± ¡°¨¦ melhor que seja assim.¡± Daniel levantou seu queixo o dedo indicador. ¡°N?o mude de assunto. Quero que voc¨º volte. Eu,o m?e, estou no hospital e n?o posso voltar para ficar eles, e voc¨º,o pai, tamb¨¦m n?o est¨¢ em casa. Eles v?o ficar inseguros.¡± Olivia pensou nos pequeninos chorando e procurando por seus pais, e seu cora??o do¨ªa muito. Capitulo 1092 ¡°Fique tranqu. Eles j¨¢ est?o dormindo.¡± Daniel finalmente respondeu diretamente a . ¡°Dormindo?¡± Olivia surpreendeu¨Cse. ¡°Certo.¡± A voz de Daniel era t?o baixa e magn¨¦tica que parecia que poderia espremer ¨¢gua d. Ele olhava para os l¨¢bios vermelhos d, seus olhos ros, sua pele p¨¢lida; A garganta de Daniel engoliu em seco. Olivia, malditamente sedutora, ele desejava poder engoli ali mesmo, mostrar¨Clhe o quanto era intenso, faz¨º suave, faz¨º chorar. Exclusive content from N?velDrama.Org. Mas lembrando¨Cse do filho que carregava no ventre, ele se continha, contrndo o calor de seu corpo e a agita??o de seu cora??o. ¡°A quest?o que eu fiz h¨¢ pouco, voc¨º ainda n?o respondeu.¡± Daniel restringiu seu olhar profundo, olhando nos olhos d enquanto fva. Olivia piscou, sua mente vacilou. n?o respondeu imediatamente, mas olhou fixamente para ele, seu rosto marcante e n?o respondeu imediatamente, mas sombrio sob a luz fraca, contudo sua express?o era s¨¦ria e solene. Parecia que teria mesmo que responder ¨¤qu pergunta dele. tinha tentado desviar o assunto, mas n?o conseguiu. Ele realmente queria ver a piada da m?e d, fazendo¨Ca dizer pessoalmente sobre os?os entre sua m?e e Gabriel? ¡°Respeito os desejos da minha m?e.¡± Olivia respondeu, depois baixou o olhar, evitando o dele. ¡°Voc¨º tem medo que eu descubra?¡± Daniel continuou levantando seu queixo o dedo, for?ando¨Ca a olhar para ele, sem permitir que desviasse o olhar, Cap铆tulo 1093 09:57 Cap¨ªtulo 1093 ¡°Sim, afinal ¨¦ a av¨® dos quatro pequenos, e se voc¨º descobrisse que ainda tem envolvimento com o Gabriel, voc¨º n?o deixaria ver as crian?as.¡± Olivia disse, sabendo que n?o poderia fugir, ent?o encarou Daniel coragem, apertando a m?o que segurava sua roupa mais uma vez. Daniel agora apenas pensava que sua m?e e Gabriel tinham uma r??o normal, e por Isso desdenhava e zombava da m?e d. Se ele soubesse que sua m?e tinha sido for?ada por Gabriel, ele iria audir? Olivia, enfrentando Daniel, sentia uma dor reprimida no cora??o. ,o filha, n?o podia proteger sua pr¨®pria m?e, e mesmo sabendo que outros. zombavam d, n?o conseguia nem reagir. O poder de Daniel era t?o grande que ele podia fazer o que quisesse. Se o contrariasse, ele poderia fazer que nunca mais visse as crian?as. Por umdo, precisava defender a honra de sua m?e, por outro, tinha que preservar o direito de visitar os quatro pequenos. Olivia se esfor?ava para manter ambos, mas era t?o dif¨ªcil, t?o sufocante. ¡°Se j¨¢ sabe disso, por que ainda tem envolvimento ele?¡± A express?o de Daniel. endureceu, e todo o seu campo ¨¢urico tornou¨Cse opressivo. Olivia sentia uma dor aguda no cora??o,o se estivesse sendo espetada agulhas. Se pudesse escolher, nem sua m?e nem gostariam de ter qualquer envolvimento Gabriel. s desejavam que Gabriel desaparecesse para sempre, que nunca mais vissem aquele homem repulsivo. Mas Gabriel tinha for?ado sua m?e e ainda gravou um video terr¨ªvel, quase matando¨Ca! Porque Gabriel tinha aquele video de sua m?e, tinha que se submeter a suas amea?as. Agora, mesmo que o video tenha sido apagado, o trauma psicol¨®gico de Teresa ainda persistia. precisava ser extremamente cuidadosa, pois se essa hist¨®ria se espalhasse, poderia perturbar sua m?e a qualquer momento¡­ Olivia n?o podia permitir que tal coisa acontecesse, n?o podia enfrentar o panico de perder sua m?e novamente. Portanto, esse assunto n?o podia ser divulgado para mais pessoas saberem. 09:57 Text ? by N0ve/lDrama.Org. ¡°Fale!¡± Disse Daniel, notando que demorava a responder, uma voz profunda. Olivia voltou a sl, franzindo suas sobrancelhas delicadas, e lhe disse: ¡°Isso n?o est¨¢ sob meu controle. ¨¦ a vontade de minha m?e, tamb¨¦m n?o sei. Assimo n?o sei o que voc¨º pensa. Mesmo que voc¨º me odeie tanto, odeie por eu ser filha do Gabriel, voc¨º poderia me abandonar, mas ainda assim me mant¨¦m ao seudo! Com essas pvras, a aura ao redor de Daniel se tornou instantaneamente mais fria, e seus olhos escuros se estreitaram, olhando para uma intensidade afiada. Olivia se sentia desconfort¨¢vel aquele olhar: ¡°Eu disse algo errado?¡± Daniel apertou a mand¨ªb, e seus m¨²sculos da mand¨ªb se moviam levemente devido ¨¤ tens?o: ¡°Chegar¨¢ o dia!¡± Ap¨®s dizer isso, ele soltou o queixo d, levantou¨Cse e deixou o quarto do hospital, uma silhueta imponente e uma aura fria e intimidadora. Olivia observou sua partida um suspiro tremulo. Ele disse que chegaria o dia, queria dizer que eventualmente a deixaria para tr¨¢s, a abandonaria? ansiava pelo dia em que isso acontecesse, deixar Daniel significaria ter sua pr¨®pria vida. Contanto que pudesse ver seus filhos depois de partir. estava determinada a fugir desta vez, mas Daniel a capturou de volta. Quando descobriu que estava gr¨¢vida, ele at¨¦ suspeitou que o filho n?o era dele! A atitude e as a??es de Daniel para a deixaram desanimada e fizeram¨Cna perceber que e Daniel nunca seriam no mesmo caminho, nunca poderiam andar juntos. Cap铆tulo 1094 Cap¨ªtulo 1094 Tr¨ºs dias depois, Olivia recebeu alta do hospital. foi para a empresa, pois j¨¢ havia v¨¢rios dias que n?o aparecia no trabalho, e isso a iodava. Vicente Fontes, assobiando uma melodia, passou p secretaria a caminho do seu escrit¨®rio. Exclusive content from N?velDrama.Org. Ao passar, de repente voltou, encostou¨Cse ¨¤ porta uma express?o de curiosidade e surpresa ao ver Olivia dentro da secretaria: ¡°Ora, meus olhos est?o me enganando ou a Olivia realmente voltou ao trabalho?¡± Ao ouvir a voz, Olivia virou¨Cse e viu Vicente um olhar estupefato. Com um certo constrangimento, disse: ¡°Faltei quatro dias ao trabalho, Sr. Fontes. Pode descontar do meu sal¨¢rio o que for necess¨¢rio. N?o precisa ter cerim?nia.¡± Vicente entrou sorrindo, cruzou os bra?os casualmente e caminhou at¨¦ a mesa de Olivia. Encostou¨Cse na mesa, de costas para , e falou: ¡°Voc¨º chama isso de faltar ao trabalho? O que voc¨º fez foi me dar um susto de arrepiar.¡± Vicente sabia da tentativa de fuga de Olivia os filhos e da persegui??o global de Daniel, e isso quase o matou de susto. Se Olivia n?o fosse encontrada, Daniel certamente iria cobrar dele, j¨¢ que Olivia era sua funcion¨¢ria. Se desaparecesse, ele teria responsabilidade, n?o ¨¦? Se Daniele?asse a pression¨¢¨Clo por conta d, ele estaria ofendendo Daniel. Bruno, por exemplo, n?o se sabiao, mas ofendeu Daniel e acabou sendo enviado para a ¨¢frica. Com um suspiro, pensou que a viagem de um m¨ºs ¨¤ Africa provavelmente seria lembrada por Bruno por toda a vida, dado que as condi??es l¨¢ n?o eram para qualquer um aguentar. Se ele, Vicente, ofendesse Daniel, nem queria imaginar as consequ¨ºncias que o aguardariam. Olivia entendeu o subtexto nas pvras de Vicente. Quem poderia desafiar o poder e a domina??o de Daniel? Se realmente tivesse conseguido fugir, Vicente e todos os que tinham alguma r??o seriam afetados. Com pesar, Olivia disse a Vicente: ¡°Desculpe, da pr¨®xima vez que eu pensar em fugir, prometo que vou pedir demiss?o primeiro.¡± Vicente ficou chocado a ideia, endireitou¨Cse bruscamente e, entre um susto e uma risada, os olhos arregdos, disse a : ¡°Voc¨º ainda pensa que haver¨¢ uma pr¨®xima vez? N?o teme que seu Daniel enlouque?a e bloqueie todas as rotas do 1/2 mundo?¡± Olivia acreditava que Daniel tinha capacidade para bloquear todas as rotas do mundo. Ele tinha mais de um avi?o privado e todas aspanhias a¨¦reas do aeroporto atendiam ¨¤s suas ordens. O que mais ele n?o seria capaz de fazer? Durante os dias no hospital, enquanto refletia ¨¤ noite, finalmente entendeu algo que n?o havia entendido antes. sempre se perguntouo Daniel soube precis?o que eles tinham ido para o Pa¨ªs W, mesmo Heitor deletando as grava??es das cameras do aeroporto e um amigo de Rodrigo os ajudando a embarcar sem bilhetes, sem deixar rastros. De repente, ¨¤ noite, se lembrou doportamento estranho de umaiss¨¢ria del bordo, que foi excessivamente simp¨¢tica e perguntou sobre os quadrig¨ºmeos. Daniel deveria ter instruido todas aspanhias a¨¦reas a monitorarem os passageiros, e a pista era os quadrig¨ºmeos! Assim que uma familia quadrig¨ºmeos aparecesse em um voo, seriam e seus filhos. Afinal, quadrig¨ºmeos s?o raros, e a probabilidade de aparecerem em um voo naqu noite era ainda menor. Se aparecessem, n?o seriam e os filhos? Olhando para o rosto de Vicente, que misturava choque e al¨ªvio, Olivia sorriu e disse: ¡°Desde quando Daniel se tornou ¡®meu Daniel¡®?¡± ¡°Ele ¨¦ o pai dos seus filhos, se n?o ¨¦ de seu, de quem mais s¨¦ria?¡± Vicente respondeuo se fosse ¨®bvio. Olivia sorriu os l¨¢bios, um sorriso que para outros poderia parecerum, mas somente sabia quanta amargura e ironia continha. ¡°O Sr. Fontes, sendo parte do c¨ªrculo dos ricos, sabe muito bem quantos herdeiros t¨ºm filhos mulheres fora do casamento, mas escolhem passar a vida outras. Al¨¦m disso, h¨¢ muitas pessoas comuns que t¨ºm filhos juntos, mas vivem em fam¨ªlias separadas. ¡°Daniel n?o ¨¦ assimo esses herdeiros¡°, Vicente afirmou sem hesitar, fndo impulsivamente. ¡°O que h¨¢ de diferente nele?¡± perguntou Olivia. ¡°Voc¨º esteve aodo do Daniel por tanto tempo, n?o percebeu o que o distingue? Al¨¦m de voc¨º, j¨¢ viu outras mulheres ao redor dele? Vicente a questionou em retorno. Como um bom amigo de Daniel, ele havia percebido que ele era uma pessoa de grande lealdade e sentimentos profundos, n?o algu¨¦m que se entregasse a amores passageiros. Cap铆tulo 1095 Cap¨ªtulo 1095 Antes da apari??o de Olivia, havia muitas mulheres que o perseguiam, mas ele nunca deu aten??o a nenhuma ds. Depois que Olivia apareceu, ele s¨® tinha olhos para Olivia. Seria que Olivia n?o percebia? Olivia baixou os olhos e, ap¨®s pensar um pouco, disse: ¡°Tem, Elisa, Viviana, n?o s?o todas s mulheres?¡± ¡°Elisa se apoia nas insinua??es de av? de Daniel e de presid¨ºncia do conselho da fam¨ªlia Abreu, sempre agiuo noiva ao redor de Daniel. Ele sequer lhe deu aten??o uma vez? Viviana esteve apaixonada por Daniel por dez anos, e ficou aodo dele por v¨¢rios anos. Se Daniel estivesse interessado n, teria sido demitida t?o facilmente?¡± indagou Vicente. N?velDrama.Org owns this text. ¡°Como voc¨º pode ter tanta certeza de que Viviana nunca esteve na cama de Daniel? Ou que Daniel a demitiu n?o porque prejudicou os interesses da empresa dele? Ou ainda, que Daniel simplesmente se cansou d?¡± Olivia perguntou uma express?o calma. Daniel era um homem que colocava os interesses acima de tudo. Se algu¨¦m prejudicasse seus interesses, ele se tornava imc¨¢vel, sem se importar antigas afei??es. Sergio era um exemplo vivo disso. Por causa daquele incidente o celr, Daniel exigiu que Sergio assumisse toda a responsabilidade pelo acidente, enquanto Sergio acreditava que, sendo o celr produzido pelo Grupo Griera, o problema deveria ser de responsabilidade do grupo. Daniel recusou reconhecer que era uma responsabilidade do Grupo Griera e acabou por levar Sergio ¨¤ morte! Sergio era sobrinho de Daniel, e mesmo assim ele foi t?o cruel. Imagine ent?o uma mulher sem nenhum?o de sangue! Ele a dispensaria sem pestanejar, e assim o fez, sem sequer piscar. Ao pensar em Sergio, o cora??o de Olivia sentia uma dor sutil. ¡°Voc¨º¡­¡± Vicente ficou chocado as pvras de Olivia. N?o imaginava que realmente tinha um mal¨Centendido sobre Daniel. Ele se surpreendeu por um momento e depois sorriu: ¡°Acho que voc¨º realmente n?o entende Daniel. Voc¨º passou pouco tempo aodo dele.¡± N?o era suficiente o tempo para perceber o verdadeiro car¨¢ter de Daniel. ¡°N?o o entendo.¡± Olivia admitiu. Daniel era profundo e impr¨¢vel, um temperamento estranho e imprevis¨ªvel. Como poderia entender sua personalidade? 1/22 BST OU Tudo bem, ent?o voc¨º vai entender o tempo.¡± Vicente assentiu, uma m?o no bolso da cal?a e a outra aodo do corpo, e se virou para sair do escrit¨®rio. Ele parou no meio do caminho, voltou¨Cse e aconselhou Olivia: ¡°S¨® n?o pense mais em fugir, minha senhora.¡± Olivia: ¡°. Ele a chamou de ¡°minha senhora¡°, Vicente deveria estar realmente assustado. ¡°Entendido, meu rapaz.¡± disse Olivia. Vicente parou, riu e disse: ¡°Voc¨º est¨¢ tirando vantagem de mim?¡± ¡°De jeito nenhum, Sr. Fontes. Algu¨¦m tinha que responder ao chamado, n?o ¨¦ mesmo?¡± respondeu Olivia seriamente. Vicente concordou: ¡°Certo, voc¨º ainda consegue ser ir?nica, o que significa que Daniel n?o te castigou.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ errado, Sr. Fontes. Estou tentando encontrar alegria em meio ¨¤ amargura. N?o posso ficar com uma express?o amarga o tempo todo.¡± corrigiu Olivia. Daniel ficava furioso, e quem poderia escapar ileso? quase sofreu um aborto por causa do castigo de Daniel. ¡°Estoue?ando a ver que suas manobras astutas est?o ficando cada vez mais parecidas as de Daniel. Voc¨ºs realmente parecem um casal.¡± disse Vicente. Cap铆tulo 1096 Cap¨ªtulo 1096 Vicente saiu do escrit¨®rio depois de fr. O sorriso nos cantos dos l¨¢bios de Olivia desvaneceu; baixou os olhos, e a amargura em seu olhar era infinita. Apenas sabia que e Daniel jamais poderiam se tornar um casal. Olivia havia terminado todo o trabalho anterior, e agora que estava oficialmente empregada, n?o tinha muito para fazer. Passou o dia inteiro sentada em frente aoputador, entediada. ¨¤ tarde, Vicente veio passar as instru??es de trabalho. *Olivia, ultimamente o nosso Grupo Fontes de Tologia Eletr?nica est¨¢n?ando uma campanha publicit¨¢ria para o novo celr, e temos um encontro marcado ¨¤s seis da tarde uma ag¨ºncia de publicidade para fazer a sess?o de fotos da capa do celr. Leve o novo celr at¨¦ l¨¢,¡± disse Vicente. ¡°Entendido, respondeu Olivia. se animou, pegou o modelo mais recente de celr da empresa e pegou um t¨¢xi at¨¦ a ag¨ºncia de publicidade. No est¨²dio fotogr¨¢fico, o fot¨®grafo estava ajustando as luzes, o maquiador maquiava os modelos que iriam posar o celr, e o resto da equipe estava organizando o local, todos ocupados. Quando Olivia chegou, ningu¨¦m lhe deu aten??o; aparentemente, eles n?o sabiam que era a secret¨¢ria do Grupo Fontes e n?o a reconheceram. Se continuasse sendo ignorada, n?o conseguiria entregar o celr, muito menos. passar as instru??es de Sr.Fontes para o pessoal da publicidade, destacando os recursos da camera do novo modelo. pigarreou e disse: ¡°Boa tarde a todos, vejo que est?o ocupados. Sou Olivia, a secret¨¢ria do Sr.Fontes da Grupo Fontes Tologia Eletr?nica Ltda. Estou aqui para entregar o modelo mais novo do celr.¡± Ao fr, chamou a aten??o dos presentes, que voltaram seus olhares N?vel(D)rama.Org''s content. para . De ignorada a centro das aten??es, Olivia sentiu¨Cse um pouco desconfort¨¢vel, mas sorriul e acenou com a cabe?a em sauda??o. ¡°Ent?o, ¨¦ a secret¨¢ria do Sr.Fontes! Senhorita Souza, o nosso respons¨¢vel est¨¢ na s de descanso. Vou levar voc¨º at¨¦ l¨¢,¡± disse o fot¨®grafo, deixando seu trabalho dedo e se aproximando de Olivia com educa??o. Olivia sorriu agradecida e seguiu o fot¨®grafo at¨¦ a s de descanso. havia dado 1/22 Capitulo 1096 apenas alguns passos quando sentiu um desconfort¨¢vel olhar em suas costas, olhou para tr¨¢s e viu que todos haviam voltado ao trabalho e ningu¨¦m a observava. bn?ou a cabe?a levemente, pensando que talvez estivesse sendo paranoica. Na s de descanso, Olivia transmitiu os pedidos do Sr.Fontes ao respons¨¢vel. O rosto do respons¨¢vel estava coberto por um sorriso educado quando disse: ¡°¨¦ dif¨ªcil entender essa mensagem transmitida imediatamente. Que tal assim, Secret¨¢ria Souza, voc¨º fica aqui e orienta diretamente o processo de filmagem do an¨²ncio? Assim, podemos cumprir todas as exig¨ºncias do Sr.Fontes. O que voc¨º acha?* Olivia olhou para o rosto sorridente do respons¨¢vel da ag¨ºncia de publicidade, que dizia n?o entender sua mensagem, mas na verdade, ele apenas temia que se algo desse errado, o Grupo Fontes o responsabilizasse. Pedir que mesma ficasse para orientar era uma maneira de, se houvesse algum problema, jogar a culpa n. Essas pessoas do mundo dos neg¨®cios s?o todas astutas. Olivia manteve um sorriso formal e respondeu: ¡°Sr. Lima, eu n?o me oponho a orientar pessoalmente, mas sou apenas uma secret¨¢ria e n?o entendo de produ??o publicit¨¢ria. Posso apenas pedir ao fot¨®grafo ou ao modelo para destacar as vantagens do celr. Quanto ¨¤ efic¨¢cia do an¨²ncio, influ¨ºncia do modelo, ¨¢ngulos de filmagem e outros aspectos ticos, isso tudo voc¨ºs ter?o que ajustar.¡± incluiria as sugest?es do Sr.Fontes no an¨²ncio, mas se surgissem problemas ticos, seriam responsabilidade da ag¨ºncia de publicidade. Olivia n?o era t a ponto de assumir qualquer responsabilidade. ¦Ï¦É ¡°ro, somos profissionais e faremos o que ¨¦ profissional, disse o Sr.Lima da ag¨ºncia de publicidade com entusiasmo. Com o acordo feito, Olivia ficou para participar do processo de filmagem do an¨²ncio. Cap铆tulo 1097 Cap¨ªtulo 1097 O Sr. Lima levou¨Ca ao est¨²dio fotogr¨¢fico. A equipe j¨¢ havia preparado tudo, a maquiadora terminara de embelezar a modelo, e o fot¨®grafo pediu que subisse na taforma de fotografia para posar o celr, conforme suas instru??es. Assim que a modelo pisou no palco, os holofotes iluminaram seu rosto, e a maquiagem espessa parecia flutuar sobre a pele,o uma parede caiada de branco. Uma p¨¢lpebra estava pintada de amarelo e a outra de verde, os c¨ªlios eram longoso escovas, e o batom era de um vermelho intenso. j¨¢ parecia um palha?o, e sob as luzes ficava ainda mais assustadora, quaseo um fantasma. A maquiagem escondiapletamente a verdadeira face da modelo, tornando imposs¨ªvel discernir sua apar¨ºncia real. Olivia, ao ver a modelo, levou um susto e piscou surpresa, apressando¨Cse em perguntar ao Sr. Lima: ¡°Essa ¨¦ a maquiagem para um an¨²ncio de celr? N?o ¨¦ assustadoral demais?¡± Sr. Lima explicou: ¡°Voc¨º n?o est¨¢ ciente de que o slogan do nosso an¨²ncio ¨¦: ¡®N?o julgue sem conhecer o todo, Lipo celr, capturando sua verdadeira ess¨ºncia!¡± Olivia, sem entenderpletamente, perguntou: ¡°Ent?o, mais tarde a modelo vai remover a maquiagem para revr sua verdadeira ess¨ºncia?¡± Sr. Lima levantou o polegar: ¡°A secret¨¢ria Souza ¨¦ mesmo inteligente.¡± Olivia sorriu, mas n?o disse mais nada. Como n?o era especialista em publicidade, naturalmente n?o podia oferecer muitas opini?es.Exclusive content from N?velDrama.Org. Quando a sess?o de fotografiae?ou, a modelo fez v¨¢rias caretas grotescas, t?o feias que faziam questionar a pr¨®pria exist¨ºncia. Depois, algu¨¦m lhe jogou um celr, o novo modelo da Grupo Fontes. A modelo olhou para o celr. O fot¨®grafo disse: ¡°Clique! Pode ir remover a maquiagem agora. V¨¢ para uma mais leve.¡± Rapidamente, a maquiadora entrou em cena, limpou a maquiagem pesada e fez uma nova maquiagem, e a modelo voltou para a taforma de fotografia. Foi ent?o que Olivia conseguiu ver a verdadeira apar¨ºncia da modelo. ficou surpresa ao reconhecer a modelo. Era Wilma! estava no est¨²dio por duas horas e s¨® agora percebera que a modelo era Wilma! Enquanto observava Wilma no palco, Wilma tamb¨¦mn?ou um olhar em sua dire??o, 1/2 Capitu um olhar cheio de ressentimento e veneno, que desaparecia t?o rapidamente que poderia ser confundido uma ilus?o. Mas Olivia n?o acreditava que fosse uma ilus?o. As disputas entre e Wilma, estando no mesmo espa?o sem brigarem j¨¢ era um bom sinal. Wilma olhar para ressentimento era totalmente normal. Parecia que a sensa??o que Olivia teve de inquietude tamb¨¦m n?o foi engano, era Wilma observando¨Ca. Olivia ficou curiosa. Wilma sempre foi orgulhosa e solit¨¢ria,o poderia se submeter voluntariamente a fazer um an¨²ncio em que precisava se desfigurar? N?o demorou muito para que a sess?o de fotos terminasse, e o fot¨®grafo anunciou: ¡°Hoje foi um grande sucesso. Todos trabalharam duro.¡± Olivia tamb¨¦m j¨¢ podia descansar, mas depois de tr¨ºs horas no est¨²dio e de beber bastante ¨¢gua, precisava ir ao banheiro. Depois de usar o banheiro, Olivia saiu paravar as m?os e encontrou Wilma retocando a maquiagem aodo da pia. Olivia n?o pretendia interagir ee?ou avar as m?os. De repente, a ¨¢gua espirrou em sua roupa. O frio da ¨¢gua contrastando o calor da pele fez Olivia estremecer e, irritada, olhou para odo, em dire??o a Wilma. ¡°Ah, desculpe, abri a torneira sem querer e a ¨¢gua espirrou em voc¨º. Pomo a ¨¢gual espirrou em voc¨º enquantovava as m?os? Oh, agora entendi, a ¨¢gua s¨® espirra em pessoas mesquinhas!¡± Wilma falou de maneira sarcastica, e ao final sua voz tornou¨Cse sombria. Olivia, respirando dificuldade e raiva, n?o aguentou ver a express?o desprezivel de Wilma e levantou a m?o, dando um tapa no rosto d. O som do tapa foi nitido e estrondoso. Cap铆tulo 1098 Cap¨ªtulo 1098 Wilma, que havia acabado de terminar de se maquiar, foi surpreendida um tapa violento no rosto. O p¨® de maquiagem voouo flocos de neve no ar, sua face d e sua cabe?a zumbia. Rapidamente, cobriu o rosto as m?os, encarando Olivia f¨²ria e dentes ¨¤ mostra: ¡°Voc¨º ousa me bater!¡± Com um resmungo frio, Olivia retrucou, rangendo os dentes: ¡°Eu bati foi em voc¨º mesmo!¡± Olivia n?o esqueceriao Wilma a for?ou a colocar drogas na bebida e a servir a Daniel no camarote! era t?o desprezivel quanto Gabriel, usando um video de sua m?e para chantage¨¢. Olivia j¨¢ queria h¨¢ tempos dar um jeito naquele rosto odioso de Wilma. ¡°Eu vou acabar voc¨º, sua vagabunda. Como ousa me bater!¡± Wilma tremia de raiva, correndo em dire??o a Olivia unhas e dentes expostos, parecendo uma fera, a face contorcida. Olivia estava preparada mentalmente para o confronto Wilma. No momento em que Wilma avan?ou, Olivia se desviou, fazendo que errasse o alvo. Olivia aproveitou para agarrar os cabelos de Wilma e puxou for?a, fazendo sua cabe?a se inclinar para tr¨¢s ¡°Aiiiii, d¨®i!¡± Wilma, usando toda sua for?a, tentou agarrar Olivia, mas falhou. Seus cabelos foram agarrados e a tens?o acumda foi subitamente liberada, deixando¨Ca ¨¤ merc¨º de Olivia, sem chance de revidar. O couro cabeludo de Wilma estava prestes a ser arrancado, e gritava de dor. ¡°Fale, quem ¨¦ a mesquinha agora!¡± Olivia disse raiva contida. Olivia, que sempre fez trabalhos fisicos, tinha mais for?a do que aqus mulheres. mimadas, e depois de cinco anos trabalhando nas camadas mais baixas, j¨¢ tinha visto todo tipo de gente agressiva. Se Olivia n?o tivesse habilidades,o poderia ter enfrentado essas mulheres ferozes? Olivia sempre manteve a calma sob press?o e estava pronta para enfrentar qualquer problema. Antes, estava sob amea?a de Wilma porque esta ¨²ltima tinha algoprometedor contra . Olivia n?o queria arriscar e temia que sua m?e fosse prejudicada. Mas agora que o video de Gabriel tinha sido apagado,o poderia permitir que Wilma continuasse arrogante diante d? ¡°Voc¨º, ¨¦ voc¨º! Voc¨º ¨¦ a mesquinha!¡± Wilma, a respira??o pesada e a voz cheia de raiva, gritou. ¡°Vamos ver se sua boca ¨¦ t?o dura quanto seu couro cabeludo!¡± Olivia puxou os cabelos de Wilma com mais for?a ainda, esticando seu couro cabeludoo se fosse uma peruca prestes a cair. Mas, ro, os cabelos de Wilma eram reais e n?o iriam cair, apenas causavam uma dor ¡°Ah, d¨®i! Me solte, Olivia, sua vagabunda. Vou matar voc¨º!¡± Wilma estava furiosa, as veias da testa saltadas, tentando virar¨Cse e agarrar Olivia. Olivia viu a m?o de Wilma se aproximando e recuou, evitando o golpe. Levantou um p¨¦ e o colocou na cintura de Wilma, mantendo uma distancia segura e fixando seu corpo para que n?o pudesse se mover. ¡°Fazer de tudo para se deitar na cama de um homem, isso s¨® pode ser coisa de algu¨¦mo voc¨º, n?o ¨¦? E ainda tem a coragem de insultar os outros?¡± Olivia zombou friamente. ¡°Ele ¨¦ um homem qualquer? ¨¦ o Daniel! Quantas mulheres gostariam de ser dele? E voc¨º n?o ¨¦ diferente, sempre esperando aodo dele. Mesmo sem ter nenhum titulo, voc¨º ainda fica l¨¢, grudada nele, n?o ¨¦?¡± Wilma, o cabelo puxado e a cintura pressionada pelo p¨¦ de Olivia, estava extremamente desconfort¨¢vel. ¡°Se voc¨º pode, ent?o tire¨Co de mim!¡± Olivia desafiou entre dentes. ¡°Voc¨º acha que n?o posso? Drogar Daniel foi s¨® o primeiro passo. Uma vez que eu esteja mais perto dele, terei mais oportunidades! Voc¨º n?o vai ficar por cima por muito tempo!¡± Wilma, mantendo a postura humilhante e desconfort¨¢vel, olhando para o c¨¦u de cabe?a para baixo, encarava Olivia ¨®dio. Mais perto de Daniel? 0 que queria dizer, que realmente algo tinha acontecido entre e Daniel naquele dia? Ao ouvir esse conte¨²do, o cora??o de Olivia afundou involuntariamente, e dentro dessa sensa??o de peso, havia at¨¦ uma pontada de dor, abafada, que ignorou. N?vel(D)rama.Org''s content. pensou que esse sentimento era de indigna??o p falta de vergonha de Wilma, p sua aud¨¢cia descarada e por seus m¨¦todos inescrupulosos. Cap铆tulo 1099 Cap¨ªtulo 1099 *Isso n?o ¨¦ que ainda n?o teve sucesso? Sua cauda de raposa j¨¢ est¨¢ apontando para o c¨¦u!¡± O fogo da raiva no cora??o de Olivia se acendeu de repente. Toda a humilha??o e repress?o que sofreu nos ¨²ltimos dias explodiram agora. S¨® ver Wilma a irritava. Agarrou for?a o cabelo de Wilma, puxando seu corpo curvado para baixo. ¡°Ah!¡± Wilma gritou de dor, quase tendo sua cintura quebrada. ¡°Pah!¡± Olivia deu outro tapa no outrodo do rosto de Wilma, deixando¨Ca atordoada. Olivia, cerrando os dentes, disse: ¡°Se eu n?o te der uma li??o, voc¨º realmente pensa que ¨¦ nobre!* ¡°Pah!¡± Outro tapa fez que os olhos de Wilmae?assem a emba?ar. ¡°Esse tapa ¨¦ porque voc¨º me amea?ou!¡± ¡°Pah!¡± Mais um tapa, e Wilma ficou olhando os olhos arregdos e piscando, sentindo dor por todo o corpo. ¡°Esse tapa ¨¦ porque voc¨º me insultou!¡± Olivia levantou a m?o novamente. Wilmae?ou a chorar de medo: ¡°Pare. N?o bata mais, por favor!¡± implorava, chorando. Olivia parou a m?o no ar, uma express?o de raiva fria e disse: ¡°Quem ¨¦ a mesquinha agora!¡± Wilma, incapaz de chorar, teve que ceder: ¡°Eu sou a mesquinha¡­¡± N?vel(D)rama.Org''s content. Depois de dizer isso, e?ou a solu?ar. Olivia, olhando para essa falsidade de Wilma e lembrando¨Cse das coisas nojentas que havia feito anteriormente, ainda sentia um ¨®dio intenso. A m?o erguida tremia de tens?o e, no final, n?o se conteve e deu outro tapa, atingindo Wilma, que estava solu?ando, cobrindo¨Ca, fazendo¨Ca olhar estupidamente para o teto. Respirando pesadamente, Olivia soltou o cabelo d e, for?a, chutou¨Ca para longe; Wilma caiu sentada no ch?o. Olhando para sua apar¨ºncia desgrenhada, Olivia gritou: ¡°Da pr¨®xima vez que me ver, de a volta, sen?o, toda vez que eu te ver, vou bater em voc¨º!¡± Wilma nunca havia sofrido tal humilha??o em sua vida, tremendo de ¨®dio e apontando para Olivia, disse: ¡°Espere e veja. Vou postar o video da sua m?e na inte agora mesmo, para todo mundo ver o quanto ¨¦ vulgar!¡± Suas pvras pisaram nos pontos sensiveis de Olivia, que ficou enfurecida, correndo novamente para agarrar o cabelo de Wilma, a outra m?o apertando fortemente seu rosto e puxando¨Co para fora. ¡°Se voc¨º ousar dizer mais uma pvra, vou rasgar sua bocal¡® Olivia disse entre dentes, tanta raiva que queria matar aqu mulher odiosa. n?o estava apenas insultando sua m?e, mas tamb¨¦m a amea?ando! ¡°Ah! Solte¨Cme. Minha boca vai ser rasgada¡­ A carne macia do rosto de Wilma foi fortemente agarrada por Olivia, que puxava toda a for?a para fora, fazendo que sua boca se esticasse ao m¨¢ximo, prestes a ser rasgada, enquanto Wilma suportava a dor, fndo de maneira ininteligivel ¡°Essa boca, que n?o consegue dizer uma pvra boa, seria melhor ser rasgada!¡± A m?o de Olivia em seu rosto tremia de raiva O ¨®dio e a raiva estavam no auge. Cap铆tulo 1100 Cap¨ªtulo 1100 Text ? by N0ve/lDrama.Org. Ol¨ªvia disse isso, mas seu gesto apenas causava dor em Wilma, n?o conseguia de fato rasgar sua boca. Se realmente quisesse arrancar a boca de Wilma, teria que pegar os cantos da boca ambas as m?os e puxar for?a para rasgar. ¡°Ol¨ªvia, voc¨º enlouqueceu! Solte¨Cme agora!¡± Wilma, os dentes tremendo de dor, ainda mantinha seu ar arrogante. ¡°Estou louca mesmo, ent?o matar voc¨º nem seria crime!¡± Ol¨ªvia puxou mais uma vez for?a, segurando os cabelos de Wilma uma m?o e arrastando seu rosto a outra. Wilma j¨¢ tinha o rosto ardendo devido aos golpes anteriores, e esse ¨²ltimo pux?o fez que respirasse dolorosamente, sentindo a f¨²ria emanar de Ol¨ªvia. Se n?o se acalmasse, Ol¨ªvia poderia realmente acabar matando¨Ca. Wilma era mestra na arte da dissim??o e n?o tinha escr¨²pulos para alcan?ar seus objetivos. Engolir um pouco de orgulho em troca de sua seguran?a era um pre?o que estava disposta a pagar. ¡°Eu estava errada, desculpe, Olivia. Voc¨º ¨¦ uma pessoa magnanima, e n?o deve se rebaixar a discutir com algu¨¦m desprezivelo eu. Fique tranqu. N?o direi uma pvra ao meu pai. Se ele perguntar sobre as minhas feridas, direi que foi uma rixa entre colegas de trabalho¡­¡± Ouvindo o pedido de desculpas de Wilma, a raiva de Olivia diminuiu ligeiramente, e a soltou, batendo a poeira das m?os um olhar de desd¨¦m,o contaminasse. se toc¨¢ a ¡°Humpf!¡± Olivia bufou friamente,n?ou um olhar de desprezo a Wilma e saiu do banheiro. O ¨®dio que sentia por Wilma era real e intenso, mas Olivia n?o seria irracional a ponto deeter um crime de impulso. Assassinar Wilma tamb¨¦m a faria enfrentar consequ¨ºncias legais. era m?e de crian?as e filha de algu¨¦m, muitas pessoas que dependiam de seu amor e companhia. n?o podia se dar ao luxo de ter problemas, pois seria sua fam¨ªlia que sofreria. Por mais que odiasse Wilma, jamais faria algo que pudesse causar um dano irrepar¨¢vel. Wilma, o peito subindo e descendo furiosamente, encarava ¨®dio a figura de Olivia se afastando, cravando as m?os no ch?o tanta for?a que suas unhas raspavam o piso de m¨¢rmore sem que sentisse dor. 09:59 A dor intensa em seu rosto e cabe?a, somada ¨¤ f¨² em seu cora??o, estava quase a ponto de lev¨¢¨C la no cpso, Como poderia notar a dor de suas m?os contra o ch?o? Depois que Olivia salu, Wilma finalmente soltou um grito ensandecido: ¡°Ah, Olivia, voul acabar voc¨ºl¡± se arrastou penosamente do ch?o, olhou¨Cse no espelho e viu seu cabelo desgrenhado e o rosto marcado por cinco Impress?es de palmas, inchadoo a cabe?a de um porco. Vendo seu reflexo desarrumado no espelho, Wilma ficou ainda mais furiosa, respirando dificuldade. Maldi??o, tinha tido de azar ultimamente. J¨¢ era suficiente ter que aceitar um an¨²ncio humilhante para ganhar dinheiro, e ainda por cima tinha que encontrar Olivia l¨¢! Que azar! Olivia salu a passos r¨¢pidos da ag¨ºncia de publicidade, preparando¨Cse para pegar um t¨¢xi na rua, quando seu celr tocou. pegou o celr e viu que era Daniel quem estava ligando. Seu cora??o apertou, mesmo sendo apenas uma liga??o, sentia a press?o. Franziu a testa e atendeu: ¡°O que foi?¡± tentava contrr a raiva que ainda n?o tinha passado, e fazia que sua respira??o soasse normal. ¡°O que aconteceu? Foi maltratada?¡± Daniel percebeu sua respira??o apressada, perguntando uma voz baixa e magn¨¦tica. Nas suas pvras, parecia haver uma pitada de ansiedade. Olivia se surpreendeu por um momento, depois sorriu. Ele provavelmente estaval preocupado o beb¨º em seu ventre. Como poderia estar preocupado ? N?o se podia esquecero ele tinha sido cruel e frio quando suspeitava que o filho d n?o era dele, sem a menorpaix?o. ¡®N?o, est¨¢ tudo bem. O que quer dizer?¡± A voz de Olivia era fria, at¨¦ mesmo distante. Anteriormente, Teresa havia dito que viu Wilma saindo do quarto de Daniel, e Ol¨ªvia ainda n?o tinha certeza se Wilma e Daniel tinham se envolvido romanticamente. Mas hoje, ouvindo Wilma admitir que tinha avan?ado Daniel, Olivia sabia ramente que os dois¡­ tinham dormido juntos! Agora, seu cora??o estava cheio de raiva, tristeza e ardor, de uma forma geral, n?o estava bem. havia repreendido, Wilma tanta ira que n?o estava certa se fora em raz?o de ter ouvido a dera??o de Wilma sobre estar um passo mais perto de Daniel, ou se fora por causa dos insultos proferidos contra sua m?e, ultrapassando os limites do toler¨¢vel Talvez fossem ambos. Daniel percebeu a distancia e a irrita??o na voz de Olivia, Do outrodo da linha, as aobrancelhas arqueadas, ele questionou: ¡°Quem te deixou assim t?o irritada?¡± Cap铆tulo 1101 Cap¨ªtulo 1101 ¡°N?o, eu nem ousaria ficar irritada. N?o tenho nem o direito de decidir por mim mesma,o teria o direito de ficar irritada? Se n?o h¨¢ mais nada, vou desligar.¡± ¡°Espere!¡± A voz autorit¨¢ria de Daniel Griera chegou em tempo. Olivia Souza apertou o celr, mas no fim n?o teve coragem de desligar abruptamente. Respirou fundo, tentando suprimir o desconforto no peito, e disse: ¡°Sr. Griera, h¨¢ mais alguma coisa?¡± ¡°Onde est¨¢? Vou te buscar.¡± Daniel n?o deu espa?o para discuss?o. ¡®Estou no Grupo Fontes, fazendo hora extra.¡± Olivia disse isso de prop¨®sito e desligou o celr logo em seguida. Desde que o cr nuvem que Daniel o havia dado, contendo um localizador, foi derretido, ele n?o conseguia mais determinar a localiza??o exata d. Olivia n?o queria que Daniel fosse busc¨¢. precisava de um tempo para esfriar a cabe?a. Al¨¦m disso, mesmo que n?o pudesse escapar, por que tudo deveria estar sob o controle de Daniel? Depois de desligar o celr, Olivia pegou um t¨¢xi e forneceu o endere?o do Porto Estr de Sol, querendo voltar para passar um tempo sua m?e. Sempre que se sentia extremamente abda, buscava o ombro de sua m?e para se apoiar, para ser mimada. Mesmo que fosse repreendida ou reprimida, se sentia em paz. Pelo menos, sabia que ainda tinha uma m?e, que era uma crian?a amada por sua m?e. O amor realmente pode curar tudo, especialmente o amor dos pais. Enquanto os pais est?o vivos, a vida parece ter um destino; quando se v?o, resta apenas o caminho de volta. Com os pais vivos, sempre seria uma crian?a, amparada pelo amor deles. Se os pais se fossem, tudo o que lhe restaria seria a solid?o e a coragem. Por isso, mesmo que tivesse que se esfor?ar ao m¨¢ximo, ainda quereria proteger Teresa Rocha, n?o a deixaria se perturbar, e n?o deixaria o v¨ªdeo vazar N?o demorou muito para Olivia chegar ao Porto Estr de Sol. As luzes da casa estavam acesas. abriu a porta e viu Teresa sentada sozinha no sof¨¢, im¨®vel, perdida em pensamentos, solit¨¢ria e mnc¨®lica. Naquele instante, o cora??o de Olivia doeu. falou: ¡°M?e, por que voc¨º ainda n?o foi dormir?¡± Ao ouvir a voz d, Teresa voltou a si, virou a cabe?a e, ao v¨º, seus olhos sem brilho 10-00 panharam vida e un sorriso turitnou seu roeta: Olivia, vock vellou. Pensei que vock hyvase ido para a Vi Serenidado nje.¡± Quando Olivia estava no hospital, Teresa cuidava d todos os dias. Depois que receber alta e estava ansiosa para voltar an trabalho, Teresa n?o a impediu, sabendo que lide precisava de seguran?a e que, sem um emprego, n?o teria renda Para aquem sem apoio, perder a renda ¨¦o ver o c¨¦u desabar Esperando por muito tempo e sem o retorno de Olivia, Teresa assumiu que ele tinha para a Vi Serenidade, mas voltou. ¡°Hoje n?o vou para a Vi Serenidade. Quero voltar para ficar voc¨º Olivia disse um sorriso nos l¨¢bios, sentou¨Cse aodo de Teresa no sof¨¢, pegou seu bra?o e encostou sua cabe?a no cotovelo d, agindoo uma crian?a mimada. Teresa sorriu indulg¨ºncia: ¡°Olha s¨® para voc¨º, ainda parece uma crian?a¡­ ¡°Eu sempre serei a crian?a da mam?e.¡± Olivia disse, sorrindo ¡°Isso ¨¦ verdade. J¨¢eu?¡± Teresa perguntou um sorriso feliz. ¡°Ainda n?o. Trabalhei at¨¦ mais tarde. Estou cansada e fome.¡± Olivia fez beicinho; diante de sua m?e, podia ser mesma. ¡°¨¦ tarde e voc¨º ainda n?oeu, deve estar faminta. Vou preparar algo para voc¨ºer.¡± Teresa levantou¨Cse e foi para a cozinha Olivia sentou¨Cse no sof¨¢, entediada, quando seu celr tocou. Era Daniel ligando Exclusive content from N?velDrama.Org. novamente. hesitou antes de atender. Do outrodo da linha, veio a voz grave e fria de Daniel: ¡°N?o h¨¢ ningu¨¦m na empresa Grupo Fontes, onde voc¨º est¨¢ de verdade?¡± Olivia: ¡­¡­* Ele realmente tinha ido ao Grupo Fontes busc¨¢? Cap铆tulo 1102 Cap¨ªtulo 1102 Ao pensar que Daniel tinha ido busc¨¢ no Grupo Fontes e acabou n?o encontrando ningu¨¦m l¨¢, Olivia sentiu, no intimo, um leve regozijo, uma vontade de rir. Afinal, Daniel sempre a opri, e deix¨¢¨C lo em uma situa??o desconfort¨¢vel n?o parecia t?o ruim assim. A alegria de Olivia ainda n?o havia se dissipadopletamente quando sentiu o gelo que vinha do outrodo da liga??o. Mesmo ¨¤ distancia, a press?o que emanava dele era capaz de deixar qualquer um petrificado, N?velDrama.Org owns this text. rapidamente disfar?ou o sorriso e segurou o celr firmeza, limpou a garganta e disse: ¡°Depois que desligamos, peguei um t¨¢xi e fui embora. Voc¨º n?o foi realmente at¨¦ o Grupo Fontes, fol? Pensei que fosse uma brincadeira sua. Afinal, quem ousa exigir que algu¨¦m da sua estatura v¨¢ buscar, n?o ¨¦ mesmo? Isso seria presun??o demais da minha parte.¡± Olivia disse isso de prop¨®sito, fingindo ingenuidade para encobrir a responsabilidade de ter deixado Daniel esperando. Al¨¦m disso, havia um tom de sarcasmo em suas pvras, n?o dirigido a Daniel, mas a si mesma. Algu¨¦m a posi??o de Daniel, no ¨¢pice do circuitoercial da Capital, idtrado e inalcan?¨¢vel, era alvo de baj??o constante. Quem se atrever¨ªa a pedir que ele buscasse pessoalmente? E era apenas uma funcion¨¢ria, ro sem direito a tais privil¨¦gios. Depois de fr, Olivia sentiu o celr esfriaro gelo em sua m?o. Em pleno calor de quase 40 graus l¨¢ fora, o celr em sua m?o parecia ter atingido o ponto de congmento. Embora n?o pudesse ver Daniel, podia imaginar o qu?o sombrio estava o seu rosto e o qu?o gdo e intimidador era a aura ao seu redor. Muito bem, havia conseguido irritar Daniel novamente. Olivia se conteve um pouco, sentindo o frio do celr, a frieza do outrodo da linha, e seu cora??o acelerou um pouco. Com uma voz mais suave e um tanto ansiosa, disse: ¡°Bem, j¨¢ estou em casa, se n?o houver mais nada, vou desligar.¡± Sem esperar por uma resposta de Daniel, desligou o celr. Tanta coisa havia acontecido recentemente. Olivia sentia medo e raiva de Daniel, al¨¦m de frustra??o. Ele at¨¦ havia suspeitado que o filho que carregava em seu ventre n?o era dele! A mera suspeita j¨¢ era suficiente para Olivia querer distanciar¨Cse dele pelo resto da vida. CHATURO 1102 Al¨¦m disso, ele havia se envolvido Wilma Dias, e s¨® de pensar no que ocorreu entre eles na cama, Olivia sentia extremamente desconfort¨¢vel, uma ang¨²stia interior. Embora o erro fosse d, que havia sido chantageado por Wilma, drogou a bebida de Daniel e o deixou sozinho no hotel no pior momento, permitindo assim que Wilma aproveitasse a oportunidade, sabia que tamb¨¦m n?o podia culpar Daniel por isso. Era um erro seu. No entanto, saber que Daniel realmente havia se envolvido Wilma a deixava extremamente desconfort¨¢vel,o se tivesse um bolo de algod?o preso na garganta. Sem motivo, sentia vontade de explodir de raiva. Se fosse antes, jamais teria a coragem de desligar o celr de Daniel, mas agora, tantos problemas a afligindo, tamb¨¦m tinha seu orgulho. Dentro da Rolls Royce, Daniel estava fr¨ªoo gelo, e a temperatura do carro estava quase congnte. Ele afastou o celr do ouvido e olhou para a t. O celr realmente havia sido desligado unteralmente. O rosto bonito de Daniel estava sombrio,o o c¨¦u carregado antes de uma tempestade de inverno! havia desligado o celr dele. Essa mulher estava ficando cada vez mais audaciosa. Ele jogou o celr no carro e ordenou ao motorista: ¡°Dirija!¡± O motorista, aterrorizado e tremendo, apressou¨Cse em ligar o ve¨ªculo. Uma chamada de Sr. Griera era suficiente para baixar a temperatura em dez graus, e o pobre motorista quepartilhava o espa?o com Daniel estava sofrendo, suando frio incessantemente. Ele n?o podia imaginar quem havia irritado o Sr. Griera dessa vez, e esperava n?o acabaro o assistente Bruno, enviado para algum lugar infernal na ¨¢frica. Cap铆tulo 1103 Cap¨ªtulo 1103 O motorista conduzia uma tens?o palp¨¢vel, concentrado para n?oeter erros. Ap¨®s desligar o celr, Olivia sentiu¨Cse aliviada da press?o fria e intimidadora de Daniel. Agora que estava gr?vida, Daniel n?o podia fazer nada , e por isso decidiu que era hora de fazer Daniel sentir o peso da opress?o. Quanto ¨¤s consequ¨ºncias que enfrentaria ap¨®s o nascimento do filho, isso era uma preocupa??o para o futuro. No momento, queria apenas desabafar. ¡°Olivia, o macarr?o est¨¢ pronto. Venhaer.¡± Teresa apareceu um prato de macarr?o tomate e ovos, um sorriso afetuoso no rosto. Olivia virou¨Cse e viu a express?o bondosa de sua m?e, respirou fundo e exalou todas as suas inquieta??es. Onde estava sua m?e, havia conforto. N?o havia necessidade de se preocupar outras coisas e estragar o ambiente aconchegante quepartilhavam. ¡°Estou indo.¡± Olivia levantou¨Cse e aproximou¨Cse da mesa, inndo o aroma tentador do macarr?o e disse um sorriso: ¡°Que del¨ªcia! S¨® minha m?e consegue fazer um macarr?o t?o saboroso. N?o se encontra algo assim fora de casa.¡± Teresa se sentiu lisonjeada o elogio, mas modestamente fingiu repreend¨º um olhar: ¡°Voc¨º s¨® sabe bajr. Os chefs por a¨ª afora, todas as suas variedades, n?o fazem um macarr?o melhor que o de uma amadorao eu?¡± ¡°ro que n?o! Nenhum macarr?o tem o gosto do que a m?e faz. S¨® o da minha m?e tem esse sabor especial.¡± Olivia sorriu docemente, seus olhos se curvandoo luas crescentes, num gesto mimado e carinhoso. ¡°Iria, ¨¦ exatamenteo voc¨º¡± Teresa riu e disse: ¡°Coma logo antes que esfrie.¡± ¡°Certo.¡± Oliviae?ou aer o macarr?o, saboreando cada garfada entusiasmo. mal haviae?ado quando a campainha soou, interrompendo¨Ca: ¡°Quem ser¨¢ a essa hora?¡± Olivia, cautelosa, disse. Muitas coisas aconteceram recentemente, ent?o Olivia e Teresa estavam cautelosas em abrir a porta, mantendo¨Cse alertas o tempo todo. s moravam no Porto Estr de Sol, um lugar conhecido por poucos. Al¨¦m disso, quem iria visit¨¢s t?o tarde? Seria que Gabriel Dias tinha descoberto o endere?o ds? N?vel(D)rama.Org''s content. A possibilidade de ser Gabriel fez o cora??o de Ol¨ªvia apertar, e se armou de defesa. Teresa tamb¨¦m pensou na mesma coisa, e sua express?o rxada de momentos atr¨¢s deu lugar ao panico. 1/2 10:01 O que vamos fazer¡­ Teresa ficou p¨¢lida, e as m?ose?aram a tremer. Wendo o estado de sua m?e Olivia sabia que Teresa ainda n?o havia superado o trauma de ter sido agredida por Gabriel. Se o video vazasse ou a hist¨®ria se espalhasse, Teresa n?o suportaria a press?o e poderia fazer algo desesperado. Para evitar que isso acontecesse, Olivia estava fazendo o poss¨ªvel, at¨¦ mesmo mentir e engenar Deniel para manter o segredo a salvo. Olivia segurou a m?o de Teresa, transmitindo seu calor e for?a: ¡°M?e, Fique tranqu. Sente¨Cse. Vou ver quem ¨¦. A porta tem um olho m¨¢gico, e se for algu¨¦m que n?o queremos vert, podemos simplesmente n?o abrir a porta. Vai ficar tudo bem.¡± Teresa se acalmou um pouco, sentando¨Cse ansiosamente, ouvindo o som da campainha que soava novamente. Olivia j¨¢ estava na porta, tamb¨¦m nervosa. A noite estava silenciosa, era hora de dormir quem poderia ser? temia ver o rosto da pessoa que desprezavao lixo. Com os p¨¦s nas pontas, espiou pelo olho m¨¢gico e viu um rosto masculino tra?os marcantes, olhos escuros e profundoso estrs no c¨¦u noturno. Ao reconhecer quem era, o cora??o de Olivia estremeceu. Cap铆tulo 1104 Cap¨ªtulo 1104 M Era Daniel! Quando Olivia viu a pessoa parada ¨¤ porta, seu cora??o apertado rxou um pouco, mas logo se tensionou novamente. Pois os olhos negros de Daniel espiaram pelo olho m¨¢gico,o se atrav¨¦s dele estivesse travando um olhar direto . Esses olhos profundos e insond¨¢veis,o se fossem umgo escuro, pareciam capazes de sugar a alma de algu¨¦m. Isso fez que o cora??o de Olivia afundasse violentamente, tomada pelo panico. rapidamente baixou os p¨¦s que tinha levantado, desviou o olhar do olho m¨¢gico e, as m?os, tentou acalmar seu cora??o que batia descontrdamente. e Daniel, separados at¨¦ mesmo por uma porta, e o cora??o de Olivia j¨¢e?ava a bater desesperadamenteo um tambor. J¨¢ que Daniel tinha vindo procur¨¢, se mantivesse a porta fechada, isso iria enfurec¨º¨Clo ainda mais, certo? Ele estava ainda educadamente apertando a campainha, mas se n?o agisse sensatez e n?o abrisse a porta, no pr¨®ximo segundo, Daniel seria capaz de arromb¨¢. Uma simples porta poderia realmente impedir Daniel? N?velDrama.Org owns this text. Olivia abriu a porta e viu a figura alta e estendida ¨¤ porta, uma postura ereta e uma presen?a nobre e imponente. A aura poderosa de Daniel inundou o espa?o imediatamente, e sua sombra envolveu o pequeno corpo de Olivia. O cora??o de Olivia, j¨¢ assustado, encolheu¨Cse instantaneamente, e for?ou um sorriso de boas¨C vindas em seus l¨¢bios, sem perceber o qu?o embara?oso e temeroso seu sorriso parecia. ¡°¨¦ o Daniel, por que voc¨º veio aqui?¡± O olhar sombrio de Daniel passou p face sorridente d e ele deu um passo para dentro. Olivia, descontrdamente, se moveu para odo para lhe dar passagem, e Daniel, suas longas pernas, atravessou o limiar da porta. Quando passou por Olivia, o vento que levantou ro?ou o rosto d, e a press?o intimidadora fez que a respira??o de Olivia se tornasse tensa. Assim que ele entrou, o ar se turvou a sensa??o de invas?o, e o espa?o inteiro ficou opressivo. Teresa, originalmente apavorada pensando que Gabriel tinha vindo procur¨¢, ao ver que era Daniel, rapidamente se levantou do assento, mascarando seu medo uma 1/3 10.01 cordialidade for?ada: ¡°Bem¨Cvindo¡­¡± olhou desorientada para a mesa de jantar, viu a tig de macarr?o p metade que Olivia n?o tinha terminado e disse educadamente: ¡°Voc¨º j¨¢ jantou? Como Olivia ainda n?o, fiz macarr?o para . Ainda tem mais no fog?o. Quer uma tig tamb¨¦m?¡± Quando Teresa disse isso, Olivia apressou¨Cse em dizer: ¡°A essa hora, o Sr. Gri¨¦ra j¨¢ deve ter jantado. Al¨¦m disso, esse tipo de caldo simples n?obina o refinado pdar do Sr. Griera, n?o ¨¦ verdade, Sr. Griera?¡± Olivia aproximou¨Cse, colocando¨Cse ¨¤ frente de Teresa, indagando a Daniel. Esse gesto era uma forma de proteger Teresa de qualquer raiva que Daniel pudesse ter. A f de Olivia soava suave e sem agressividade, e ainda parecia estar fndo em defesa de Daniel. Mas o conte¨²do, se ouvido atentamente, revva seu desprezo e sarcasmo. O olhar profundo e sombrio de Daniel voltou¨Cse para . O canto de seus l¨¢bios carregava um sorriso, e seus olhos frios e ros o encaravam, cheios de distanciamento. Quando ele tinha ido ¨¤ Aldeia Souza, ¨¤ casa d, ele havia dito que os ingredientes r¨²sticos da aldeia n?o eram dignos de seu pdar. 2 < 0 Agora Olivia estava usando suas pr¨®prias pvras para zombar dele. realmente guardava rancor; tanto tempo havia passado, e ainda se lembrava. Olivia ergueu ligeiramente o queixo, sem recuar, mantendo o olhar fixo nos olhos prantes de Daniel e n?o pretendia retirar suas pvras. Daniel percebeu sua teimosia e desviou o olhar primeiro, dizendo a Teresa: ¡°Ainda n?o Teresa hesitou por um momento e logo entendeu, dizendo apressadamente: ¡°Tudo bem, vou te servir agora.¡± correu para a cozinha sem demora. Olivia franziu as sobrancelhas, surpresa, piscando descrente. O que estava acontecendo Daniel? tinha deixado ro que n?o o queria ali para jantar. Ele n?o tinha percebido? Enquanto Olivia estava surpresa, viu Daniel sentar¨Cse ¨¤ mesa, exatamente no mesmo lugar de antes, pegando os hashis e provando um pouco do macarr?o que estava na mesa. Olivia inspirou profundamente, surpresa, e disse a ele: ¡°Essa ¨¦ a minha.¡± Daniel on?ou um olhar prante, n?o disse nada e continuou a escolher uma garfada Cap铆tulo 1105 Cap¨ªtulo 1105 Olivia:¡­¡­ o alertou, mas ele n?o escuta, n?o ¨¦? Ele n?o se ioda que o macarr?o foipartilhado por , que cont¨¦m a saliva d? Teresa carregava um prato de macarr?o rec¨¦m¨Cservido, preparando¨Cse para coloc¨¢¨Clo ¨¤ frente de Daniel, quando viu que ele j¨¢ estavaendo, e justamente da tig que Olivia havia provado. Teresa tamb¨¦m olhou surpresa para Olivia, percebendo que havia sido ideia de Daniel, e colocou a outra tig de macarr?o aodo dele, dizendo a Olivia: ¡°Olivia, sente¨Cse ea. Estou cansada e vou me deitar.¡± Ap¨®s dizer isso, Teresa se virou e foi para o quarto. Embora Teresa fosse despojada e gostasse de tagarr Olivia ou de remar frequentemente. ainda era perspicaz. Sabia que sua presen?a ali s¨® atrapalharia, ent?o simplesmente decidiu ir para o quarto e deixar o espa?o para eles ficarem a s¨®s. Olivia podia perceber as inten??es de Teresa. Sua m?e a repreendia por Daniel tomar seu tempo sem responsabilidade, enquanto ao mesmo tempo criava oportunidades para e Daniel. Era realmente dif¨ªcil entender o que pensava. Olivia sentou¨Cse aodo de Daniel, exatamente onde Teresa havia deixado o macarr?o, intencionalmente. Era s¨® porque estava perto de Daniel, n?o ¨¦? Olivia revirou os olhos, pegou os talheres ee?ou aer o macarr?o de maneira elegante. ¡°Por que voc¨º me procurou?¡± Olivia perguntou enquantoia. Exclusive content from N?velDrama.Org. Primeiro foi ao Grupo Fontes, depois veio ao Porto Estr de Sol, o que seria t?o importante para faz¨º¨Clo vir duas vezes? ¡°N?o se f durante as refei??es e n?o se conversa enquanto dorme,¡± disse Daniel uma voz grave que carregava uma autoridade natural. Olivia apertou os l¨¢bios. Certo, se cria. Os dois continuaram aer em sil¨ºncio. Apenas o som de Olivia sorvendo o macarr?o e mastigando era aud¨ªvel. nem sequer ouvia Daniel fazer algum ru¨ªdo. olhou curiosa para Daniel, que¨ªa t?o elegantemente e sem emitir som algum. 10-01 Como ele conseguia isso? Independentemente deo Oliviaesse, sempre fazia algum barulho o macarr?o, simplesmente n?o conseguia serpletamente silenciosa. Esse era o abismo entre e Daniel, at¨¦ os menores detalhes refletiam isso. Olivia sentiu um aperto no cora??o, baixou a cabe?a e continuouendo, terminando rapidamente. Quando olhou novamente, viu que Daniel tamb¨¦m havia terminado. se levantou, recolheu os pratos e talheres e foiv¨¢¨Clos na cozinha. Ao voltar, pensou em ignorar Daniel e ir direto para o quarto. Assim que passou p mesa, a voz profunda de Daniel soou: ¡°Sente¨Cse.¡± Olivia parou, respirou fundo, querendo realmente ignor¨¢¨Clo e simplesmente ir embora. Por que deveria obedecer a ele? Mas a presen?a imponente de Daniel n?o a deixava ignor¨¢¨Clo. obedientemente voltou e sentou¨Cse ¨¤ frente dele, erguendo seus olhos frios e ros, e disse: ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± ¡°Est¨¢ me evitando, n?o ¨¦?¡± Daniel falou um tom provocante no final. Olivia apertou as m?os cruzadas: ¡°O filho n?o ¨¦ s¨® seu, tamb¨¦m ¨¦ meu, e eu vou t¨º¨Clo!¡± ¡°Ainda est¨¢ brava?¡± Daniel disse, sabendo que Olivia estava distante dele nos ¨²ltimos dias porque ele havia pensado, por causa da quest?o do anticoncepcional, que o filho que esperava poderia ser de Rodrigo Melo. Mas o modoo mentia e escondia as coisas realmente levantava suspeitas. Se n?o houvesse culpa, se n?o houvesse trai??o, por que esconder? Qualquer um suspeitaria em tal situa??o. Sabendo que ainda estava irritada, ele veio procur¨¢, mesmo ap¨®s ser enganado por . Ao ouvir isso, Olivia se irritou e se levantou de supet?o. Cap铆tulo 1106 Cap¨ªtulo 1106 Ah, o que Importa se estou zangada ou n?o. Qual ¨¦ o impacto disso em voc¨º?¡± Olivia ficou de p¨¦ diante de Daniel, sua respira??o irregr, enquanto fva ele. O que di n?o eram meras pvras ditas na raiva do momento, mas a pura verdade. Mesmo que ele tivesse a mal¨Centendida suposi??o de que o filho que carregava n?o era dele, e depois tivesse confirmado que era, ele n?o lhe deu nenhuma explica??o, muito menos um pedido de desculpas. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Parecia que era natural para ele desconfiar d, trat¨¢ indiferen?a e, mesmo quando o mal¨C entendido foi esrecido, ele permanecia arrogante, inalcan?¨¢vel,o se n?o merecesse um pedido de desculpas. N?o importava se n?o ficasse zangada; ele continuaria l¨¢, inabal¨¢vel. E se se zangasse, tamb¨¦m n?o faria a menor diferen?a para ele! Olivia, injusti?ada, s¨® podia engolir seu orgulho, sem ter sequer o direito de reivindicar justi?a para si pr¨®pria. Se n?o podia enfrent¨¢¨Clo, seria que tamb¨¦m n?o podia evitar? Daniel a olhava fixamente. Seus olhos eram firmes e cheios de raiva vda, o peito subindo e descendo a respira??o, todos os sentimentos de injusti?a e irrita??o vis¨ªveis enquanto o encarava. Daniel colocou a m?o casualmente sobre a mesa, observando¨Ca e disse: ¡°Antes voc¨º se aproximou demais de Rodrigo. Naquele dia voc¨º o encontrou ¨¤s escondidas e, ao voltar para casa ¨¤ noite, encontrei contraceptivos usados, e voc¨º ainda me ocultou isso. Depois de se encontrar Rodrigo, o jeitoo voc¨º agiu, escondendo as coisas, e o fato de voc¨ºs terem fugido juntos. Mesmo que eu queria n?o acreditar que havia algo entre voc¨ºs, n?o conseguia me convencer.¡± Daniel tamb¨¦m estava furioso nos ¨²ltimos dias, e seu humor estava p¨¦ssimo. Irritado o fato de Olivia ter fugido Rodrigo, ainda mais zangado por preferir sofrer do que revr que Gabriel a tinha sequestrado! Mesmo sendo sequestrada por Gabriel, mesmo sendo manipda por Gabriel, se recusava a abandonar os?os de pai e filha, protegendo¨Co. Ele estava furioso pelo fato de Olivia saber que Gabriel era um desprez¨ªvel, um degenerado, um monstro, e ainda assim manter considera??o p r??o entre pai e filha! Gabriel nunca a criou nem cumpriu suas responsabilidades de pai por um ¨²nico dia; contudo, apenas por causa do?o sangu¨ªneo, o defendia e tomava seudo! Com aguio dessa maneira,o poderia ele acesta ao seudo ao De tinha uma inimizade mortal Gabriel, e se Olivia se distanciasse e cortasse r??es ele, Daniel poderia lentamente conquistar o cora??o d casamento Mas o profundo?o pai e filha entre e Gabriel, mesmo que ele conqustanse o cora??o d, como poderia se casar ? Se ele soubesse dessa profunda r??o e ainda assim se casasse , mesmo preferindo sofrer para proteger a culpa de Gabriel, seria uma grande desonra para seus pr¨®prios pais. Tudo isso deixou Daniel mnc¨®lico e irritado. Por isso, ele n?o havia entrado en contato nesses dias. No entanto, os m¨¦dicos do hospital informaram que Olivia tinha recebido Fontes disse que foi trabalhar naquele dia. Daniel pensou emo Olivia tinha tidoplica??es na gravidez, quase perdendo o beb¨¦, e agora, em vez de descansar em casa, estava indo trabalhar Elee?ou a se preocupar novamente, embora ainda estivesse irritado e n?o quisesse v¨¦, mas pensando na sa¨²de d e no fato de estar gr¨¢vida, ele acabou inde¡­ Ao ouvir as pvras de Daniel, Olivia, ainda zangada, olhou para ele surpresa. nunca tinha ouvido Daniel fr tanto, ele era sempre sucinto e autorit¨¢rio. E agora, ele realmente estava fndo , sem parar Ele estava explicando o motivo do seu mal¨Centendido, pensando que o filho que esperava n?o era dele. Olivia ficou chocada. Ele realmente estava explicando? O orgulhoso e frio Daniel, sempre desprezando os outros, estava realmente se explicando para ? Cap铆tulo 1107 Cap¨ªtulo 1107 Olivia ficou surpresa por um instante, em seguida, um sorriso amargo e leve se formou nos cantos de sua boca: ¡°Uma explica??o tardia n?o serve para nada¡­¡± O dano psicol¨®gico que ele causou a nunca poderia ser curado. n?o esqueceria aquele olhar frio e prante que elen?ou quando ouviu Nat¨¢lia Gomes dizer que tinha encontrado uma caixa de contraceptivos meio usada na Vi do terceiro anel. E naquele acesso de raiva, sem se importar o fato de que estava gr¨¢vida, ele apertou seu queixo tanta for?a que quase o quebrou. Sim, naqu vez em que foi ver Rodrigo, intencionalmente o escondeu dele. E sobre os contraceptivos, tamb¨¦m havia mentido. Mas tinha suas raz?es. E a maneirao ele concluiu sem investigar adequadamente que o beb¨º em seu ventre n?o era dele realmente a deixou desanimada e desapontada. O olhar profundo e escuro de Daniel percebeu a indiferen?a nos olhos d, e seu cora??o apertou como se estivesse sendo estrangdo, causando¨Clhe uma dor sutil. Ele engoliu em seco, e uma voz baixa e magn¨¦tica, disse a : ¡°Voc¨º trabalhou o dia todo hoje. Est¨¢ se sentindo bem?¡± Olivia olhou para outro lugar, uma express?o indiferente, disse: ¡°N?o, estou muito bem. Fique tranquilo. J¨¢ dei ¨¤ luz uma vez, e seio cuidar do meu pr¨®prio corpo, at¨¦ melhor do que voc¨º sabe proteger um beb¨º.¡± N?o foi s¨® um dia de trabalho que teve hoje, tamb¨¦m brigou Wilma e ganhou. Quando lutava Wilma, fez quest?o de proteger a barriga, ent?o n?o haveria problema. Ouvindo as pvras distantes de Olivia, que ramente queria cortar?os ele, os olhos perspicazes de Daniel se aprofundaram e ele disse: ¡°Como descobri sem perguntar?¡± Text ? by N0ve/lDrama.Org. Desde que estava bem, ele mudou de assunto. Olivia voltou a si, olhando para ele, disse: ¡°Voc¨º tem tantos talentos ao seu redor. Investigar o que aconteceu na noite em que fui ver Rodrigo seria f¨¢cil, n?o ¨¦?¡± Portanto, nunca duvidou que ele investigaria a verdade, e tamb¨¦m n?o entrou em panico, porque nesse assunto, n?o tinha nada a esconder. ¡°N?o importa quantos talentos eu tenha ao meu redor, eles n?o s?o p¨¢reo para nosso filho de quatro anos,¡± disse Daniel. ¡°O qu¨º?¡± Olivia exmou surpresa, olhando para Daniel, piscou confusa: ¡°Voc¨º pediu a Heitor para investigar?¡± 10:0 ¡°Quando voc¨º fuglu as crian?as, n?o fol ele quem apagou as grava??es de vigil¨¤ncia da rota de fuga?¡± Daniel olhou profundamente para , perguntando em retorno. Olivia hesitou, baixou os c¨ªlios embara?ada e disse: ¡°N?o somoso voc¨º, que tem tantas pessoas para mandar. Temos que contar os nossos pr¨®prios.¡± Heitor era um dos membros da fuga, ro que era dos seus, ¡°Ent?o, voc¨ºs nunca me consideraramo um dos seus?¡± Daniel perguntou a Olivia um olhar profundo e s¨¦rio, Olivia ficou at?nita, virou¨Cse, e encontrou o olhar de Daniel, percebendo o brilho sombrio e profundo em seus olhos, entendeu que era uma pergunta s¨¦ria, sorriu e disse: ¡°O controle n?o est¨¢ sempre nas suas m?os?¡± As implica??es dessa frase eram ams. Se eles se tornassem uma fam¨ªlia, ent?o seriam dos seus, mas ele nunca poderia torn¨¢ parte de sua fam¨ªlia. Daniel, sendo t?o inteligente, naturalmente entendeu o que Olivia queria dizer, trazendo a conversa de volta ao assunto de se casar ou n?o. Ele estreitou os olhos e disse: ¡°Esta noite, volte para a Vi Serenidade.¡± Olivia resistiu internamente: ¡°N?o vou voltar. Hoje vou ficar minha m?e.¡± Os olhos frios de Daniel se voltaram para , aquele olhar austero, a aura opressiva, e a vis?o afiada fizeram o cora??o de Olivia saltar, assustada at¨¦ o ponto de dar um passo para tr¨¢s involuntariamente. A atmosfera estava tensa e fria, e quando Olivia estava quase incapaz de suportar, o toque do celr soou ¨C era o celr de Daniel. Cap铆tulo 1108 Cap¨ªtulo 1108 Olivia permanecia im¨®vel, olhando para o bolso de Daniel, pois o celr dele tocava insistentemente ali. Daniel recolheu seu olhar perspicaz, retirou o celr do bolso,n?ou um olhar ao visor e, uma quase impercept¨ªvel franzida de sobrancelha, estendeu o aparelho para Olivia: ¡°Atende.¡± ¡°Eu?¡± Olivia apontou para si mesma, incr¨¦d. Era o celr de Daniel, e ele estava pedindo que atendesse? A r??o deles estava t?o intima a ponto de poder atender suas liga??es sem mais nem menos? Text ? by N0ve/lDrama.Org. Ele conhecia pessoas que eram magnatas dos neg¨®cios ou aristocratas de sse alta. n?o conhec¨ªa ningu¨¦m, o que diria se atendesse? Enquanto Olivia hesitava, Daniel a apressou: ¡°Atende logo.¡± O celr continuava a tocar em sua m?o. Olivia viu que o celr em sua m?o n?o parava de tocar e vibrar, e se n?o atendesse logo, a chamada seria desligada automaticamente. Diante da atitude decidida de Daniel, simplesmente pegou o celr de sua m?o e s¨® ent?o percebeu que se tratava de uma chamada de v¨ªdeo, e n?o de uma liga??oum. E O nome que aparecia era F¨¢bio! F¨¢bio estava fazendo uma chamada de v¨ªdeo para Daniel, seriam os pequenos ligando? No mesmo instante, Olivia entendeu, e seu cora??o hesitante se encheu de alegria, e pressionou o bot?o para atender. No v¨ªdeo, apareceram os olhos grandes e expressivos de crian?as ador¨¢veis, c¨ªlios longos e curvados ¨C e n?o era apenas uma crian?a, mas quatro. Quatro pares de olhos grandes preenchiam a t, e seus c¨ªlios longos e encaracdos eram irresistivelmente bonitos. Qual era a situa??o? As quatro crian?as estavam reunidas em frente ao telefone, olhando ansiosamente para a camera,o se estivessem esperando ansiosamente por algo? ¡°Heitor, Joel, Iria, In¨ºs, o que voc¨ºs est?o fazendo a¨ª?do os olhos na camera, est?o tentando assustar o pai de voc¨ºs?¡± Olivia falou Um sorriso nos l¨¢bios, e sua voz naturalmente se tornou mais suave e carinhosa. N?o importava o quanto estivesse irritada, ao ver as crian?as, toda a sua irrita??o se dissipava, sendo substitu¨ªda apenas pelo calor maternal e p paci¨ºncia afetuosa. ¡°Uau, ¨¦ a mam?e!¡± exmou Iria ao ouvir a voz de Olivia, seus olhos se arregndo de surpresa e felicidade, sua voz doce mal conseguindo conter o entusiasmo. Seus olhos se ampliavam na t, parecendo ainda maiores,o duas esferas negras e brilhantes. ¡°¡°¨¦ mesmo a mam?e!¡± Joel tamb¨¦m expressou sua surpresa e alegria: ¡°Nossa, o F¨¢bio n?o estava mentindo, encontrar o papai ¨¦ encontrar a mam?e.¡± Eles haviam ligado para Daniel o prop¨®sito de fazer que o pai os levasse at¨¦ a m?e, mas nunca imaginaram que ao ligar para o pai, eles veriam diretamente a m?e, o que foi uma surpresa maravilhosa. ¡°Mam?e, senti muito a sua falta.¡± Quando In¨ºs viu sua m?e na t do celr, n?o conseguiu conter as l¨¢grimas que brotaram em seus olhos negros e inocentes, a boca tr¨ºm e os olhos marejados. A pequena parecia t?o triste que partia o cora??o de quem visse. Assim que viu In¨ºs prestes a chorar, Olivia imediatamente se sentiu aflita e a consolou, dizendo: ¡°In¨ºs, n?o 1/2 09-35 Capitulo 1108 chore, a mam?e est¨¢ aqui e a mam?e tamb¨¦m sente sua falta¡­¡­.¡°. Nos ¨²ltimos dias, internada no hospital, realmente sentia falta das crian?as, mas Daniel n?o havia levado as crian?as para visit¨¢. tamb¨¦m estava de mal Daniel e n?o queria ir para a Vi Serenidade. Embora n?o estivesse fisicamente na Vi Serenidade, seu cora??o estava constantemente preocupado os quatro pequenos. ¡°Papai ¨¦ um mentiroso, ele ¨¦ um grande vil?o! Ele disse que se n¨®s f?ssemos bons na esc, ver¨ªamos a mam?e, e n¨®s fomos bons por v¨¢rios dias, mas ele n?o nos levou para ver a mam?e.¡± Heitor pegou o celr, afastou¨Co para que todos pudessem ser vistos ramente na t e, uma carinha s¨¦ria, fez sua queixa. Ouvindo Heitor fr abertamente mal de Daniel, Olivia se assustou e olhou para Daniel preocupa??o, temendo que Heitor tivesse irritado Daniel. No entanto, viu que Daniel mantinha uma postura serena e um olhar profundo e pensativo em sua dire??o. Olivia lhe deu um sorriso sem gra?a e disse: ¡°pvras de crian?a n?o devem ser levadas a s¨¦rio, pvras de crian?a¡­¡± Cap铆tulo 1109 Capitulo 1109 *O papal ¨¦ mesmo um grandessissimo vil?o, n?o nos leva para encontrar a mam?e, hum!¡± Heitor resmungou novamente sua fofura caracteristica. ¡°¨¦ isso, o papal ¨¦ um grande menino mau, n¨®s n?o gostamos mais dele, papai, voc¨º n?o precisa voltar, fique a mam?e!¡± Joel cruzou os bra?os, seu tom era uma mistura de do?ura e ferocidade. Olivia sentiu um sobressalto, era realmente uma coisa atr¨¢s da outra. se apressou a dizer ao telefone: ¡°Nos ¨²ltimos dias, A mam?e esteve internada, e voc¨ºs precisavam ir ¨¤ esc, os hor¨¢rios n?o coincidiam.¡± ¡°Desligando, agora estamos voltando para a Vi Serenidade.¡± A voz grave de Daniel soou. ¡°Ent?o voc¨ºs t¨ºm que voltar logo, estamos esperando voc¨ºs.¡± No ¨²ltimo segundo antes de a chamada ser desligada, Heitor instruiu. Em seguida, A chamada de v¨ªdeo foi encerrada, e os rostos infantis e ador¨¢veis dos quatro pequenos desapareceram da t do celr. Pensando que as crian?as ainda estavam esperando por , Olivia n?o esperou que Daniel dissesse nada e falou: ¡°Vou fr a minha m?e e j¨¢ partimos.¡± Na Vi Serenidade, ap¨®s desligar a chamada de v¨ªdeo, Heitor e seu irm?o Joel se olharam e sorriram, ergueram suas pequenas m?os e bateram uma na outra, seus olhos infantis se estreitando com um sorriso travesso. F¨¢bio, ao ver o gesto dos pequenos, ficou um pouco confuso observando¨Cos, no in¨ªcio sem entender, para que eles estavam batendo palmas? De repente, ele se lembrou do que eles haviam dito durante a chamada de v¨ªdeo e se deu conta. As crian?as estavam determinadas a fazer que ambos os pais voltassem para casa. Esses quatro pequeninos eram realmente talentosos e de racioc¨ªnio r¨¢pido, e Heitor ainda havia se sincronizado perfeitamente Joel na atua??o, o que eles n?o fariam quando crescessem? N?velDrama.Org owns this text. Olivia avisou Teresa que precisava ir para a Vi Serenidade ficar as crian?as. Teresa compreendeu totalmente, dizendo rapidamente: ¡°V¨¢, v¨¢, j¨¢ est¨¢ na hora de dormir, eu vou me deitar.¡± ¡°Hum hum, volto amanh? ¨¤ tarde, vou ver se consigo trazer as crian?as de volta.¡± Olivia disse. ¡°Isso seria maravilhoso, eu tamb¨¦m sinto falta das crian?as.¡± Teresa tamb¨¦m estava saudades. ¡°Ent?o, Durma bem, estou indo agora, qualquer coisa me liga.¡± Olivia disse. Depois disso, Olivia partiu Daniel. O motorista conduzia o carro de forma est¨¢vel, e Olivia e Daniel sentados no banco de tr¨¢s n?o fvam, criando uma atmosfera de sil¨ºncio que tornava a respira??o um pouco dif¨ªcil. Olivia olhou p jan do carro, observando a paisagem l¨¢ fora para disfar?ar o constrangimento. Comparado a aura gda em torno de Daniel durante a viagem de ida, agora ele parecia muito mais rxado. Parece que a Srta. Souza suavizou o temperamento de Daniel, melhor assim, para que o motorista n?o sofresse as consequ¨ºncias. N?o demorou muito para chegarem ¨¤ Vi Serenidade, e Olivia foi a primeira a sair do carro assim que ele foi estacionado. As crian?as estavam esperando por e correram para fora quando ouviram o som do motor do carro no quintal. Capitulo 1109 Assim que Olivia saiu do carro, viu quatro pequenas bolinhas correndo na sua dire??o. ¡°Mam?e!¡± Os pequenos gritaram em un¨ªssono, correndo para o seudo e mergulhando em seus bra?os. Olivia foi empurrada para tr¨¢s pelo impeto apaixonado das crian?as, mas um sorriso estava em seu rostor ¡°Meus amores, a mam?e sentiu tanto a falta de voc¨ºs.¡± ¡°Hum, n¨®s tamb¨¦m sentimos falta da mam?e.¡± Joel esfregou a cabe?a na barriga de Olivia, fazendo manha e mostrando o quanto sentia a sua falta. Quando Olivia estava prestes a abra?ar Joel, a g de sua camisa foi agarrada p m?o grande de Daniel, que o levantou: ¡°Fique longe da sua m?e!¡± Cap铆tulo 1110 Cap¨ªtulo 1110 ¡°Ai, solta¨Cmel¡± Joel chutou o ar seus bra?os e pernas: ¡°Papai malvado, solta¨Cme!¡± Daniel segurava¨Co, colocando¨Co dedo, um olhar profundo e sombrio: ¡°Diga isso mais uma vez e eu farei seu traseiro florir de palmadas!¡± Joel congelou, suas m?ozinhas imediatamente cobriram seu bumburn, enquanto seus olhos escuros piscavam para Daniel, seus l¨¢bios apertados, sem ousar fr novamente. Papai zangado ¨¦ t?o assustador. Olivia ficou horrorizada quando ouviu as pvras de Daniel, correu para a frente e puxou Joel para perto, protegendo¨Co em seus bra?os, e disse a Daniel: ¡°Ele sabe que errou, perdoe¨Co desta vez.¡± Quando Heitor e Joel no celr disseram que Daniel era o malvado, a aura em torno de Daniel mudou, Olivia tinha raz?es para suspeitar que Daniel estava acertando as contas de pouco antes. Quem diria que Joel diria novamente que Daniel era o malvado, isso n?o dava a Daniel uma raz?o para espancar o traseiro de Joel? Quando Olivia ouviu que Daniel ia bater no bumbum de Joel, se sentiu t?o aflita, seus filhos tinham crescido tanto e nunca teve coragem de bater em um dedo deles. ficaria o cora??o partido se eles se machucassem. Seu filho era obediente,preensivo, muito educado e n?o sendo travessos sem motivo. ¡°¨¦ mesmo?¡± Danieln?ou um olhar para Olivia, depois seus olhos sombrios se voltaram para Joel. Sentindo o olhar frio dele, Joel apertou as cal?as de Olivia, buscando prote??o e conforto. Percebendo o medo da crian?a, Olivia acariciou a cabe?a de Joel e disse suavemente: ¡°Joel, ele ¨¦ o seu pai, voc¨º n?o pode dizer que o papai ¨¦ um malvado, isso ¨¦ muito indelicado e desrespeitoso os mais velhos, entende?¡± ¡°Mas o papai me pegou¡­¡± Joel esfregou a cabe?a na perna de Olivia, dizendo um tom de queixa. ¡°Sua m?e est¨¢ gr¨¢vida, voc¨º precisa tomar cuidado para n?o bater na barriga d.¡± A voz baixa e magn¨¦tica de Daniel soou. Olivia olhou incr¨¦d para Daniel, ele de repente agarrou a g da roupa de Joel, tirando¨Co de perto d, n?o porque estava acertando as contas do outono, mas porque estava preocupado que Joel pudesse tocar sua barriga? nem era t?o cuidadosa assim. Depois de olhar para Daniel, Olivia voltou a si e viu quatro pares de olhos inocentes olhando para com curiosidade e excita??o contidas, aqueles olhos infantis brilhavam. Joel, que estava mais perto d e que tinha se mostrado triste, de repente iluminou os olhos alegria: ¡°Mam?e, voc¨º vai nos dar um irm?ozinho ou irm?zinha?¡± Heitor estava chocado e maravilhado, uma express?ozinha ador¨¢vel, disse: ¡°Mam?e, voc¨º est¨¢ gr¨¢vida? Eu N?o vou mais correr para o seu abra?o.¡± Iria: ¡°Eu sabia, papai n?o trouxe a mam?e de volta porque foi fazer a mam?e engravidar de um irm?ozinho ou irm?zinha para n¨®s!¡± N?vel(D)rama.Org''s content. In¨ºs acenou afirmativamente: ¡°Sim, papai estava escondendo que a mam?e estava gr¨¢vida do irm?ozinho ou irm?zinha!¡± Olivia: ¡°¡­¡± 1/2 09:35 Capitulo se sentiu envergonhada. As pvras das crian?as podem causar pensamentos outros, e ainda havia tantos empregados na casa¡­ Olivia corou e disse timidamente: ¡°Mam?e estava no hospital naqueles dias, seu pai provavelmente estava preocupado que a mam?e fosse iodada e n?o descansasse bem, por isso que ele n?o levou voc¨ºs para ver a mam?e.¡± Olivia explicou para as crian?as em nome de Daniel. Depois que terminou, os pequenos olhos inocentes e confusos olharam para e depois para Daniel,o se tivessem entendido o que quis dizer. Heitorn?ou um olhar furtivo para Daniel e baixou os olhos, sabendo que estava errado depois de liderar a cham¨¢¨Clo de malvado, agora ouvindo a explica??o de Olivia. Sua voz era baixa, mas suficiente para que todos presentes ouvissem. ¡°Papai, desculpe, eu n?o deveria ter dito que voc¨º era um malvado.¡± Vendo que seu irm?o Heitor se desculpou, Joel tamb¨¦m se apressou em dizer: ¡°Papai, desculpe, voc¨º n?o ¨¦ um malvado, voc¨º ¨¦ o papai que n¨®s mais amamos.¡± Cap铆tulo 1111 Cap¨ªtulo 1111 Ap¨®s receber as desculpas de seus dois filhos, o rosto sombrio de Daniel se dissipouo uma nuvem escura levada pelo vento, dando lugar a um semnte iluminadoo se o sol houvesse rompido o cinza. Um quase imperceptivel sorriso brotou no canto de seus l¨¢bios, t?o sutil que nem ele mesmo percebeu. ¡°J¨¢ ¨¦ tarde, v?o descansar.¡± disse Daniel, sua f era natural, por¨¦m carregada de uma autoridade inerente. Ao verem a m?e, as crian?as perceberam que teriam um irm?o ou irm? e ficaram extremamente tranqus, obedecendo docilmente aoando para ir dormir. Olivia pretendia embr os filhos at¨¦ que adormecessem, mas eles, demonstrando maturidade, a aconselharam a descansar mais cedo, dizendo que cuidariam do novo irm?o ou irm? e que poderiam dormir sozinhos. Seus quatro filhos, eram t?o sensatos que faziam o cora??o de Olivia doer de tanto orgulho. Olivia panhou as crian?as at¨¦ seus quartos, fechando cuidadosamente cada porta atr¨¢s de si. Ao se virar, quase colidiu a figura imponente que a seguia e parou, colocando as m?os no peito em um gesto de susto. ¡°O que est¨¢ fazendo aqui parado, me deu um susto.¡± disse Olivia. Daniel, naturalidade, tomou a m?o d e disse: ¡°Vamos dormir.¡± Ele a conduziu escada acima. Olivia estava surpresa. ele havia esperado no sal?o apenas para panhar at¨¦ o quarto? n?o resistiu, mas ao chegar ¨¤ porta do quarto principal no segundo andar, parou. Daniel se virou para : *H¨¢ algum problema?¡± Mesmo que o tivesse enganado antes e sua irrita??o ainda n?o tivesse desaparecido completamente, hoje, ao v¨º emanar um amor maternal genu¨ªno para as crian?as, ele n?o p?de evitar de amolecer. Olivia havia mantido a imagem deleo um bom pai na frente dos filhos, sem aproveitar a situa??o para denegri¨Clo. Isso reduziu consideravelmente o ressentimento de Daniel em r??o a , mesmo quando o olhar delee?ou a se suavizar. ¡°N?o ¨¦ Nada, estou gr¨¢vida e o beb¨º n?o est¨¢ est¨¢vel, preciso de tranquilidade. Vou descansar no quarto aodo para evitar qualquer problema.¡± Ap¨®s dizer isso, Olivia se dirigiu ao quarto aodo. Com um semnte sereno e um olhar distante, fez parecer que realmente estava fazendo isso pelo bem das crian?as, e n?o porque n?o queria dormir no mesmo quarto que ele. Daniel observou¨Ca entrar no quarto aodo, sem dizer uma pvra. Ap¨®s Olivia entrar no quarto e fechar a porta, se encostou n, respirou fundo, tentando dispersar o peso que sentia no cora??o. Naquele dia, havia se encontrado Wilma e soube que algo havia acontecido entre e Daniel. Desde ent?o, Olivia n?o conseguia mais interagir Danielo antes, muito menos desejava que ele se aproximasse. No dia seguinte, Olivia foi trabalhar e Vicente a elogiou. *As empresas de publicidade disseram que o an¨²ncio que gravamos ontem ficou ¨®timo, agora ¨¦ s¨® esperar para ver o retorno. Ouvi dizer que voc¨º at¨¦ orientou no set, secret¨¢ria Souza, este m¨ºs vou ter que te dar um b?nus.¡± Disse Vicente, sorrindo. 1/2 09:35 Olivia respondeu: ¡°Obrigada, Sr. Fontes, se eu recebesse um bonus todo m¨¦s, acordaria sorrindo em meus sonhos.¡± *Continue trabalhando bem e voc¨º poder¨¢ receber um b¨®nus todos os meses. Eu N?o sou mesquinho, se o trabalho for bem feito, o b?nus est¨¢ garantido.¡± Disse Vicente, ¡°Ok, vou me esfor?ar para isso.¡± Sem mod¨¦stia, Olivia respondeu ¡°A prop¨®sito, temos um cliente do mercado de a??es. Combinei de encontr¨¢¨Clo para jogar golfe. Voc¨º vir¨¢igo.¡± Vicente deu sua nova tarefa, Exclusive content from N?velDrama.Org. ¡°Por que tem que ser ¨¤ tarde? Sr. Fontes, n?o poderia ser durante o hor¨¢rioercial?¡± brincou Olivia. ¡°O Importante ¨¦ que o cliente s¨® tem tempo depois do trabalho. Ele est¨¢ interessado em investir dois milh?es na nossa Grupo Fontes Tologia Eletr?nica Ltda., mas est¨¢ preocupado os riscos do mercado aberto e quer investir internamente.¡± Explicou Vicente. Oliviapreendeu: ¡°Entendi, preciso preparar algum material?¡± ¡°Prepare todos os dados dos nossos produtos.¡± Vicente a instruiu. ¡°Certo, Sr. Fontes.¡± Confirmou Olivia. Cap铆tulo 1112 Cap¨ªtulo 1112 Olivia preparou os dados dos novos telefones celres do Grupo Fontes, bemo os dados de produtos eletr?nicos anteriores. Depois do trabalho, panhou Vicente ao campo de golfe. Era um campo que Olivia conhecia, pois tinha estado l¨¢ uma vez Jimena Santos, que queria criar um encontro casual Carlos Marques na tentativa de conquist¨¢¨Clo. Mas n?o era para ser assim, e n?o s¨® n?o conseguiu atrair Carlos,o os dois brigaram. N?velDrama.Org owns this text. Era um campo de golfe de alto padr?o, um local dezer preferido por empres¨¢rios e filhos de fam¨ªlias abastadas. Pois O consumo ali era bastante elevado. O cliente j¨¢ estava esperando no campo, vestido um agasalho listrado cinza e branco, um bon¨¦ branco e segurando um taco de golfe, jogando. Vicente se aproximou Olivia e cumprimentou: ¡°Sr. Dias, desculpe a demora.¡± O homem que estava prestes a bn?ar o taco parou e se virou ao ouvir a voz, e ao ver Olivia aodo de Vicente, ummpejo de desd¨¦m passou por seu rosto, mas logo sorriu para Vicente, dizendo: ¡°Sr. Fontes, que bom que chegou, venha tomar uma bebida conosco.¡± Ele passou o taco para um assistente aodo e caminhou ¨¤ frente para a ¨¢rea de descanso sob um guarda¨Csol pr¨®ximo. Ao ver o chamado cliente, A express?o de Olivia endureceu instantaneamente, e apertou a pasta com os dados em sua m?o. O cliente que Vicente mencionou era Gabriel! Gabriel ia investir dois milh?es em a??es? De onde ele tirou esse dinheiro? Olivia se lembrou de que Gabriel havia ligado para h¨¢ alguns dias atr¨¢s, Gabriel tinha ligado para , pedindo que transferisse dois milh?es para ele, ou ele divulgaria um v¨ªdeoprometedor. recusou categoricamente, e agora, poucos dias depois, Gabriel tinha dois milh?es? O que mais surpreendia Olivia era o fato de que, embora Daniel j¨¢ tivesse descoberto que Gabriel estava envolvido no sequestro d, ele n?o havia entregue as provas para que Gabriel fosse preso, permitindo¨Clhe continuar a gozar de liberdade. Ao ver Gabriel agora, Olivia desejou que ele fosse preso p pol¨ªcia imediatamente e colocado na cadeia para todo o sempre, sem nunca mais sair. ¡°Secret¨¢ria Souza, o que voc¨º est¨¢ esperando? Venha c¨¢,¡± Vicente disse ao ver Olivia parada, sem se aproximar. ¡°Ah, estou indo.¡± Olivia se rp?s e caminhou at¨¦ eles. Vicente e Gabriel sentaram¨Cse frente a frente, e Gabriel colocou um suco j¨¢ preparado na frente de Vicente: ¡°Sr. Fontes, tome algo para beber, para refrescar.¡± Depois, olhando para Olivia, que estava atr¨¢s dele, disse de maneira ostensivamente cort¨ºs: ¡°Secret¨¢ria Souza, n?o fique de p¨¦, sente¨Cse tamb¨¦m.¡± ¡°N?o, estou bem.¡± Olivia respondeu uma careta. Vicente, sabendo um pouco sobre o rcionamento entre Olivia e Gabriel, n?o insistiu ao ver a resist¨ºncia d. Gabriel voltou a conversa para os neg¨®cios: ¡°Sr. Dias est¨¢ interessado emprar a??es da nossa empresa, 1/2 09:36 m¨¢s est¨¢ preocupado a seguran?a do investimento, correto? Eu Pedi ¨¤ minha secret¨¢ria para prepatan todos os dados dos nossos produtos, n?o s¨® os novos, mas tamb¨¦m os eletr¨®nicos que vendemos anteriormente. nos ¨²ltimos tr¨ºs anos, o desempenho no mercado foi est¨¢vel, isso posso garant Enquanto Vicente fva, Olivia entendeu e colocou uma pilha de documentos sobre a mesa. Gabr¨ªel olhou para Olivia e, sorrindo para Vicente, disse: ¡°Sem pressa, sem pressa, deixe minha espesa dar uma olhada nesses dados, foi ao banheiro e logo estar¨¢ de volta.¡± ¡°Tudo bem, sem problemas,¡± Vicente respondeu, pegando o suco ¨¤ sua frente e tomando um gole. Capitulo 1113 Cap铆tulo 1113 Capitulo 1113 Olivia estava de p¨¦ atr¨¢s de Vicente, uma express?o impassivel, fixando o olhar nas m?os dele. ¡°Este deve ser o Sr. Fontes, tenho ouvido fr muito do senhor, ¨¦ um prazer conhec¨º¨Clo.¡± Mariana apressou¨Cse a chegar, posicionando¨Cse aodo de Gabriel, cumprimentando Vicente entusiasmo e pressa. Vicente ergueu o olhar para , mantendo um sorriso formal nos l¨¢bios, e disse: ¡°Ol¨¢.¡± ¡°Ol¨¢, ol¨¢, sou a Mariana, esposa do Gabriel.¡± Mariana acenava a cabe?a frequentemente, sempre enfatizando que era a esposa de Gabriel,o se temesse que algu¨¦m n?o soubesse. ¡°Por favor, sente¨Cse.¡± Vincent disse. Gabrielle puxou discretamente a cauda de seu casaco, reprimiu uma careta e disse: ¡°Sente¨Cse.¡± Se n?o fosse pelo perspicaz entendimento de Mariana sobre o mercado de a??es, ele jamais a trar¨ªa para fazer uma figura de rid¨ªculo. Mariana sorriu apressadamente e sentou¨Cse. ¡°Aqui est?o os dados de todos os produtos do Grupo Fontes, veja se parecem est¨¢veis.¡± Gabriel pegou uma pilha de documentos sobre a mesa e os passou para Mariana. abriu os pap¨¦is e examinou minuciosamente, derando convic??o: ¡°Otimo, vamosprar a??es do Grupo Fontes!¡± Gabriel tocou seu bra?o discretamente, indicando caut,o se estivesseprando verduras. ¡°Que tal olharmos mais aten??o?¡±Text ? by N0ve/lDrama.Org. Mariana apontou para o ¨²ltimo modelo de celr do Grupo Fontes no material, o lipo: ¡°Veja s¨®, este ¨¦ o novo celr desenvolvido pelo Grupo Fontes, ainda n?o foin?ado, mas assim que chegar ao mercado, certamente ser¨¢ um dos lideres em vendas entre os produtos eletr?nicos.¡± ¡°Como pode ter tanta certeza?¡± perguntou Gabriel. ¡°Veja bem, esse celr destaca a fun??o fotogr¨¢fica, tem alta resolu??o e o slogan ¨¦ cativante, ¡®sem conhecer o todo, n?o se pode julgar; o lipo rev tudo em um segundo!¡® Al¨¦m disso, veja esta propaganda, que bem produzida. H¨¢ uma infinidade de celres no mercado in¨²meras fun??es, mas este se destaca a camerao carro¨Cchefe. Assim que forn?ado, certeza ser¨¢ um sucesso de vendas, e as a??es do Grupo Fontes v?o disparar.¡± Mariana disse enquanto apontava para o an¨²ncio impresso no documento, em cima estava uma mulher muito maquiada parecendo um palha?o, e embaixo da mesma estava uma mulher sem maquiagem, um look suave, segurando o celr, lind¨ªssima. Gabriel seguiu o olhar d para o an¨²ncio e achou a modelo um tanto familiar. No segundo seguinte, reconheceu que era sua filha, Wilma, quem estava no an¨²ncio do celr lipo! Ent?o Mariana tinha visto Wilma na propaganda do celr liPo! N?o era de se admirar a empolga??o d. Vicente ouviu a an¨¢lise de Mariana um sorriso significativo e disse: ¡°A Sra. Dias est¨¢ correta, estamos focando neste celr recentemente, e o an¨²ncio j¨¢ est¨¢ pronto para ser veicdo. Se o celr vender bem, a modelo da propaganda certamente tamb¨¦m se tornar¨¢ famosa.¡± Ao ouvir que Wilma se tornaria uma celebridade, Mariana ficou ainda mais animada: ¡°Vamosprar, vamos investir agora nas a??es do Grupo Fontes.¡± Apesar das diferen?as entre Mariana e Wilma, era, afinal de contas, sua filha, e Mariana sempre teve orgulho d e estava empenhada em v¨º se tornar famosa. Mariana, empolgada, tirou o celr da bolsa e, ali mesmo, investiu os dois milh?es de reais que Gabriel lhe deu. 1/2 09:36 Capitulo 1113 nas a??es do Grupo Fontes. Gabrielle ficou observando dodo de fora, ansiosa, mas n?o fez nenhument¨¢rio. Ap¨®sprar as a??es, Mariana voltou sua aten??o para Olivia, n?o mais parecendo apressada e desajeitadao antes, mas um sorriso frio e sarc¨¢stico. ¡°Acabei de perceber que a Srta. Souza, na verdade, ¨¦ secret¨¢ria do Sr. Fontes. N?o ¨¦ Voc¨º que teve quatro filhos o Daniel? Em vez de ficar aodo do Sr. Griera, est¨¢ o Sr. Fontes. o que ¨¦? quer que o seu ventre batalhador tamb¨¦m d¨º frutos para a fam¨ªlia Fontes?¡± Mariana ¨¦ extremamente hostil Olivia, e a ataca pvras afiadas, apesar da presen?a de Vicente, atacou Olivia pvras cortantes. O rosto de Olivia escureceu de imediato: ¡°Algumas pessoas sempre n?o t¨ºm nada de bom a dizer!¡± Cap铆tulo 1114 Cap¨ªtulo 1114 Vicente tamb¨¦m ficou extremamente descontente aqu frase de Mariana. Com que coragem ousou fr mal dele e de Daniel bem na sua cara. devia estar procurando problemas! Enquanto seu rosto se transformava p raiva, Olivia falou. Com um sorriso for?ado, Vicente ironizou: ¡°N?o ¨¦ um cachorro que n?o consegue dizer coisas boas?¡± Mariana De repente se sentiu constrangida, querendo retrucar Olivia, mas foi Vicente quem mencionou a pvra ¡®cachorro¡°. n?o tinhao rebater Olivia, n?o havia motivo. N?vel(D)rama.Org''s content. Contendo seu descontentamento, riu falsamente e disse lisonjeiramente a Vicente: ¡°Sr. Fontes, pe?o desculpas pelo inc?modo. Para ser franca, sua secret¨¢ria Olivia ¨¦ a filha ileg¨ªtima de meu marido com outra mulher. Eu temo que seja desavergonhadao a m?e, inconstante, sempre desejando o que n?o tem, sempre de olho nos homens dos outros. E Tamb¨¦m temo que o Sr. Fontes seja enganado¡­¡± Vicente estava prestes a responder quando uma voz fria e forte soou. ¡° n?o aceitaent¨¢rios de outras pessoas. Quem ousa fr mal d est¨¢ procurando a morte?¡± A voz tinha uma for?a prante, carregada de uma imensa autoridade. Todos olharam na dire??o da voz e viram Daniel se aproximando passosrgos, cercado por seus seguran?as. Seu porte era elegante, sua presen?a inquestion¨¢vel, e a atmosfera ao seu redor parecia turbulenta sua aproxima??o. Quando Olivia viu que era Daniel, prendeu a respira??o, intimidada pelo seu poderoso campo de energia. Mariana, Ao ver Daniel e ouvir suas pvras, ficou aterrorizada, seu rosto p¨¢lido, e a arrogancia de antes desapareceu num instante. se levantou rapidamente, um olhar perdido e desajeitado: ¡°Griera, Sr. Griera¡­¡± Gabriel tamb¨¦m se levantou, olhando para Daniel medo. Vicente sorriu, levantou¨Cse e apressadamente chamou Daniel para sentar: ¡°Sr. Daniel, n?o esperava encontr¨¢¨Clo aqui. Se soubesse, teria vindo procur¨¢¨Clo assim que cheguei. Por favor, sente¨Cse.¡± Ele cedeu seu pr¨®prio lugar a Daniel. Daniel, que naturalmente ex uma aura real, est¨¢ acostumado a ser recebido sem cerim?nias, e se sentou onde Vicente indicou. Vicente imediatamente lhe ofereceu um suco, mas ao tocar o copo, lembrou¨Cse de que ¨¦ra algo pedido anteriormente por Gabriel e talvez n?o fosse do gosto de Daniel. Ele chamou o gar?om: ¡°Sirva¨Cnos o melhor suco¡°. O gar?om saiu correndo para fazer o pedido. Voltando ¨¤ realidade, Vicente viu que Olivia ainda estava de p¨¦ e disse: ¡°Secret¨¢ria Souza, sente¨Cse tamb¨¦m. Agora que o Sr. Daniel chegou, voc¨º pode sentar aodo dele. ficar de p¨¦ assim deve ser cansativo.¡± Olivia estava prestes a dizer que preferia ficar de p¨¦, mas viu Vicente lhe fazendo sinal os olhos e gestos para que se sentasse. n?o p?de deixar de entender o que Vincent queria dizer e, relutancia, sentou¨Cse aodo de Daniel. ¨¤ medida que a distancia entre eles diminu¨ªa, Olivia sentiu ainda mais o temperamento frio de Daniel. 1/2 09:36 Capitulo 1114 Seus olhos frios e prantes estavam fixos em Mariana, seu sil¨ºncio carregado de uma press?o quase tangivel e perigosa, Sob o olhar dele, Marianae?ou a tremer incontrvelmente: nunca havia pensado que uma pessoa pudesse ser t?o intimidadora, que um simples olhar pudesse ser t?o assustador. ¡°Voc¨º vai se bater ou prefere que algu¨¦m o fa?a por voc¨º?¡± A voz fria e grave de Daniel ecoou. Mariana estremeceu de medo, buscando o olhar de Gabrielo um pedido de ajuda. Gabriel disse apressadamente: ¡°Sr. Daniel, minha esposa perdeu a paci¨ºncia e disse a coisa errada. Pe?o desculpas em nome d. Por favor, tenha magnanimidade e a perdoe desta vez¡­¡± *O Seu pedido de desculpas n?o vale nada, pelo contr¨¢rio, s¨® causa repulsa!¡± Daniel tinha O rosto sombrio a ponto de n?o parecer real, e se os olhos afiados pudessem se transformar em laminas, Mariana e Gabriel j¨¢ teriam sido trespassados por ele dez mil vezes. Cap铆tulo 1115 Capitulo 1115 Envergonhado, o rosto de Gabriel ficou irreconhec¨ªvel, ele sentiu medo e olhou acusadoramente para Mariana, desejando amargamente que Daniet se livrasse d para que ele pudesse finalmente ficar em paz. Os olhos de Daniel se voltaram para o guarda¨Ccostas que ele havia trazido ele: ¡°Salve¨Ca!¡± O guarda¨Ccostas se moveu. Os seguran?as de Daniel eram todos altos, fortes e bem treinados. Se o guarda¨Ccostas agisse, o rosto de Mariana provavelmente seria destru¨ªdo. Mariana, Aterrorizada, cambaleou para tr¨¢s e falou medo e panico: ¡°Eu farei, Sr. Griera, eu farei sozinha¡­¡± O guarda¨Ccostas parou, e Mariana, quase chorando, levantou a m?o e deu a si mesma dois tapas no rosto: ¡°A culpa ¨¦ minha, esta boca que f demais merece ser punida!¡± *Isso est¨¢ muito leve!¡± A voz de Daniel era fria e intimidadora. Mariana tinha o cora??oo uma faca, cerrou os dentes e deu dois tapas fortes em si mesma: ¡°Eu mere?o ser punida, eu mere?o! Nunca mais frei sem pensar!¡± bateu tanta for?a que seus tapas soaram ¡°pah, pah¡°, temendo que Daniel n?o estivesse satisfeito e que recebesse mais. Seu rosto ardia de calor e sua cabe?a zumbia, causando at¨¦ zumbido nos ouvidos. estava realmente determinada a se castigar. Enquanto se batia, tamb¨¦m admitia seus erros, esperando acalmar a raiva de Daniel. Gabriel observava dedo, indiferen?a, amaldi?oando¨Ca por merecer aquilo. Depois de bater em si mesma, Mariana olhou para Daniel, cheia de panico, perguntando¨Cse se ele estava satisfeito. Daniel ainda parecia s¨¦rio e mal¨Chumorado, mas seus olhos escuros se voltaram para Olivia: ¡°est¨¢ satisfeita?¡± Ele estava pedindo a opini?o de Olivia; se n?o estivesse feliz, Mariana teria que continuar se punindo. Olivia percebeu o profundo significado nos olhos de Daniel e soube que ele estava fazendo justi?a a , que estava do seudo. Se fosse antes, teria ficado grata por ele estar ajudando, mas lembrando¨Cse do que aconteceu entre ele e Wilma naqu noite¡­ Seu cora??o se contraiu, e n?o conseguia se sentir feliz, sentindo uma dor sutil. Afinal, Daniel estava dodo de Mariana. ele estava ajudando Olivia apenas naquele momento. Olivia respirou dificuldade, tremendo ligeiramente, e disse: ¡°Uma pvra trocada por dois tapas, acho que n?o ousar¨¢ mais fr sem pensar.¡± Olivia n?o queria continuar o assunto. Vicente tomou a iniciativa e disse: ¡°Sente¨Cse. Voc¨ºs ainda n?o terminaram seus sucos, e desperdi?ar n?o ¨¦ um bom h¨¢bito.¡± Mariana deu a Gabrielle um olhar preocupado, n?o se atrevendo a continuar Daniel. Gabrielle, no entanto, ignorou¨Ca e voltou a se sentar, mantendo um sorriso falso no rosto enquanto elogiava Daniel: ¡°Sr. Griera tem uma presen?a imponente. sabendo que Olivia est¨¢ sob sua prote??o, fico mais tranquilo¡­¡± Ouvido isso, Olivian?ou um olhar furioso para Gabriel. 09:36 A m?e de Daniel deseslisava casualmente sobre a mesa, mas as vs de seu dorso estavam sutilmente salientes, e seu olhar para Gabriel era lilee geto: *Sr. Griera, seu ADEs chegou* Nesse momento, uma voz aletada e manhosa $600. N?velDrama.Org owns this text. A gar?e trouge 8 suen ate ele, colocando¨Co a sua frente, os olhos fixos em Daniel, sem esconder a ad??o. Quando Olivia viu a chamada gar?onsie, suas sobrancelhas se tranzitam, era Wilma! Cap铆tulo 1116 Capitulo 1116 Vendo Wilma vestida uma camiseta de decote baixo e s curtissima, se inclinava propositalmente na frente de Daniel, arrumando as bebidas frutadas, Seu corpo se curvava, revndopletamente o decote, e o bumbum empinado, a barra da saia, que j¨¢ era curta, subia ainda mais, deixando suas n¨¢degas ¨¤ mostra! Que piscad insinuante! Que homem n?o ficaria salivando por e que mulher n?o zombar¨ªa de tal comportamento? fazia quest?o de mostrar suas curvas voluptuosas justamente na frente de Daniel, certeza tentando seduzi¨Clo! Vendo Wilma olhar para Daniel um sorriso lisonjeiro nos olhos, Olivia s¨® sentia irrita??o, um aperto no cora??o,o se estivesse sendo sufocada, uma dor s¨²bita e Intensa. desviou o olhar, recusando¨Cse a assistir ¨¤ cena, convencendo¨Cse fricamente de que, por mais intima que Wilma fosse Daniel, isso n?o era da conta d. ¡°Sr. Griera, experimente este milkshake de morango, ¨¦ a especialidade da casa. Eu mesma que fiz, voc¨º vai adorar¡°, disse Wilma, notando que Daniel, seu semnte severo, sequern?ou um olhar para . Com uma bebida especial na m?o, tentava chamar a aten??o de Daniel, passando perto da mesa ¨¤ sua frente, marcando sua presen?a. Um homem t?o atraente e charmoso, mesmo rejeitando¨Ca in¨²meras vezes, ainda n?o conseguia conter o cora??o que batia ansioso pelo desejo de t¨º¨Clo. *Tire isso daqui! Eu nunca bebo nada de origem desconhecida ou trazido por algu¨¦m de origem desconhecida. E se estiver sujo?¡± O olhar cortante e gdo de Daniel varreu Wilma, e suas pvras eram ainda mais afiadas e prantes. Ele parecia fr da bebida, mas na verdade insinuava que Wilma era a pessoa suja, inten??es desonestas! A m?o de Wilma que segurava o milkshake de morango hesitou, paralisada p aura poderosa de Daniel. A aura de Daniel era intimidadora, deixando Wilma sem coragem de continuar colocando o vinho na frente dele. Embora relutante, n?o queria recuaro uma tartaruga encolhida. A familia d tinha algum dinheiro, o suficiente para uma vida confort¨¢vel, mas agora, seus pais ipetentes haviam perdido bilh?es. Se n?o conseguisse se aproximar de Daniel, teria que continuar aceitando trabalhos humilhantes como o an¨²ncio do dia anterior, apenas para ganhar uma quantia insignificante, sujeitando¨Cse a rid¨ªculo e silencioso desgosto. Se conseguisse se aproximar de Daniel, mesmo sem se casar ele, poderia desfrutar de riquezas incont¨¢veis. teria todo o dinheiro que quisesse para gastar! Olivia n?o havia sido enganada pelo pr¨®prio pai para ficar dodo de Daniel e receber bilh?es? Suprimindo o ressentimento e a insatisfa??o em seu cora??o, Wilma manteve o sorriso e voltou¨Cse para Olivia carinho: ¡°Olivia, lembro que voc¨º gosta de suco de morango. Esta bebida ¨¦ para voc¨º.¡± Para se aproximar de Daniel, precisava mostrar qu?o pr¨®xima era de Olivia. Na ¨²ltima vez, no camarote do Grupo Mendes, conseguiu baixar a guarda de Daniel e Igor Carneiro ao se aproximar de Olivia, fazendo¨Cos beber algo suspeito. Quando Wilma estava prestes a colocar o suco na frente d, Olivia estendeu a m?o e empurrou o copo de 09-36 Capitulo 1116 volta para o colo de Wilma. N?velDrama.Org owns this text. ¡°N?o ouse. Srta. Dias. Como poderia beber algo t?o facilmente vindo de suas m?os? E, ainda mais, feito por voc¨º? n?o ousaria. E Se foro da ¨²ltima vez, algo misturado na bebida, eu nem saber¨ªao morri, n?o ¨¦ mesmo, Srta. Dias?¡± Um sorriso apareceu no rosto de Olivia, mas suas pvras foram frias e incisivas. n?o disse explicitamente, mas suas pvras deixavam ro que o incidente a bebida no Grupo Mendes tinha sido obra de Wilma. Danieln?ou um olhar profundo em dire??o a Olivia e, ao ver o vislumbre de hostilidade que emerg¨ªa de seus olhos quando confrontada por Wilma, ele subitamentepreendeu. O sedativo misturado ao vinho n?o tinha sido obra de Olivia, n?o era quem intencionalmente drogara a bebida que tanto quanto Wilma consumiram, o prop¨®sito de aproxim¨¢¨Clo de Wilma. Na verdade, foi a pr¨®pria Wilma que adulterou a bebida secretamente, usando a si mesmao isca. Ao ingerir a bebida adulterada, pretendia dissipar as suspeitas dele, seduzindo¨Co a beber tamb¨¦m e, em seguida, for?ando uma entrada em seu quarto. Cap铆tulo 1117 Capitulo 1117 Ja que o vinho n?o tinha sido adulterado por Olivia, por que escolheu fugir do hotel, sabendo que ele estava se sentindo mal, quase consumido pelo fogo interno que o ardia, dando a Wilma a oportunidade de se aproveitar da situa??o? Em breve. Daniel encontrou a resposta: certamente nejou aproveitar¨Cse do seu mal¨Cestar para fugir o filho e Rodrigo enquanto ele n?o podia impedi! Para escapar dele, n?o hesitou em usar o seu corpo, ocupar o seu tempo e at¨¦ mesmo introduzir outras mulheres em sua vida. quanto desejava se afastar dele? Wilma ouviu Olivia mencionar novamente o incidente do hotel e amea?¨¢ sobre o que havia colocado em sua bebida. sentiu um medo s¨²bito, olhando ansiosamente na dire??o de Daniel, temnendo que ele descobrisse que a droga no vinho tinha sido obra d, o que poderia lev¨¢¨Clo a puni ira, apressadamente mudou de assunto: ¡°voc¨º n?o quer beber, ent?o deixa pra l¨¢, eu bebo,¡± Wilma rapidamente colocou o canudo no copo de suco e deu alguns goles fortes, engolindo exageradamente para provar que n?o havia nada de errado o suco. Olivia observou o rosto de Wilma, coberto de maquiagem pesada. Seu rosto parecia limpo e ro, nada parecido algu¨¦m que tinha levado alguns tapas no d¨ªa anterior. havia batido for?a, fazendo o rosto de Wilma inchar. Como seu rosto podia parecero se nada tivesse acontecido em apenas uma noite? Ser¨¢ que usou algum m¨¦todo especial para se esvaziar rapidamente? para se aproximar de Daniel e agrad¨¢¨Clo mais uma vez, Wilma realmente se esfor?ou. Empara??o, o rosto de Mariana, que tinha levado apenas dois tapas, estava inchadoo um p¨¦ de porco cozido. ¡°Wilma, estamos discutindo neg¨®cios o Sr. Fontes aqui. Estamos nejando usar os dois milh?es que voc¨º deu paraprar a??es do Grupo Fontes. Sente¨Cse e veja os documentos.¡± Gabriel testemunhouo Wilma tentou agradar Daniel eo foi rejeitada por ele. Ao ver a apar¨ºncia embara?ada de Wilma, ele ficou furioso, mas n?o se atreveu a expressar sua raiva e interveio a tempo de aliviar o constrangimento d. ¡°Ah,prar a??es do Grupo Fontes, ¨¦? Como est?o as perspectivas?¡± Wilma fingiu interesse, virou¨C se e sentou¨Cse aodo de Mariana, apenasn?ando um olhar r¨¢pido para o rosto inchado de Mariana, sem expressar preocupa??o. N?o precisava perguntar, sabia que era o resultado de Mariana ter irritado Daniel. Seu rosto tamb¨¦m estava inchado da mesma maneira por causa dos tapas de Olivia, apressadamente usou gelo para desinchar, e hoje ainda havia marcas de m?o em seu rosto, cobertas por uma camada grossa de base. Olivia observou Wilma folheando os documentos e, ap¨®s as pvras de Gabriel, de repente soube a origem dos dois milh?es nas m?os dele. Ent?o foi Wilma quem deu o dinheiro, mas Wilma era apenas uma pequena modelo, grandes despesas ¨C uma bolsa custando centenas de milhares ¨C o dinheiro que ganhava n?o era suficiente para suas despesas. de onde vinham os dois milh?es para Gabriel investir? Capitulo 111Z Cap¨ªtulo 1117 J¨¢ que o vinho n?o tinha sido adulterado por Olivia, por que escolheu fugir do hotel, sabendo que ele estava se sentindo mal, quase consumido pelo fogo interno que o ardia, dando a Wilma a oportunidade de se aproveitar da situa??o? Em breve, Daniel encontrou a resposta: certamente nejou aproveitar¨Cse do seu mal¨Cestar para fugir o filho e Rodrigo enquanto ele n?o podia impedi! Para escapar dele, n?o hesitou em usar o seu corpo, ocupar o seu tempo e at¨¦ mesmo introduzir outras mulheres em sua vida.. quanto desejava se afastar dele? Wilma ouviu Olivia mencionar novamente o incidente do hotel e amea?¨¢ sobre o que havia colocado em sua bebida. N?velDrama.Org owns this text. sentiu um medo s¨²bito, olhando ansiosamente na dire??o de Daniel, temendo que ele descobrisse que a droga no vinho tinha sido obra d, o que poderia lev¨¢¨Clo a puni ira. apressadamente mudou de assunto: ¡°voc¨º n?o quer beber, ent?o deixa pra l¨¢, eu bebo.¡± Wilma rapidamente colocou o canudo no copo de suco e deu alguns goles fortes, engolindo exageradamente para provar que n?o havia nada de errado o suco. Olivia observou o rosto de Wilma, coberto de maquiagem pesada. Seu rosto parecia limpo e ro, nada parecido algu¨¦m que tinha levado alguns tapas no dia anterior. havia batido for?a, fazendo o rosto de Wilma inchar. Como seu rosto podia parecero se nada tivesse acontecido em apenas uma noite? Ser¨¢ que usou algum m¨¦todo especial para se esvaziar rapidamente? para se aproximar de Daniel e agrad¨¢¨Clo mais uma vez, Wilma realmente se esfor?ou. Empara??o, o rosto de Mariana, que tinha levado apenas dois tapas, estava inchadoo um p¨¦ de porco cozido. ¡°Wilma, estamos discutindo neg¨®cios o Sr. Fontes aqui. Estamos nejando usar os dois milh?es que voc¨º deu paraprar a??es do Grupo Fontes. Sente¨Cse e veja os documentos.¡± Gabriel testemunhouo Wilma tentou agradar Daniel eo foi rejeitada por ele. Ao ver a apar¨ºncia embara?ada de Wilma, ele ficou furioso, mas n?o se atreveu a expressar sua raiva e interveio a tempo de aliviar o constrangimento d. ¡°Ah,prar a??es do Grupo Fontes, ¨¦? Como est?o as perspectivas?¡± Wilma fingiu interesse, virou¨C se e sentou¨Cse aodo de Mariana, apenasn?ando um olhar r¨¢pido para o rosto inchado de Mariana, sem expressar preocupa??o. N?o precisava perguntar, sabia que era o resultado de Mariana ter irritado Daniel. Seu rosto tamb¨¦m estava inchado da mesma maneira por causa dos tapas de Olivia, apressadamente usou gelo para desinchar, e hoje, ainda havia marcas de m?o em seu rosto, cobertas por uma camada grossa de base. Olivia observou Wilma folheando os documentos e, ap¨®s as pvras de Gabriel, de repente soube a origem dos dois milh?es nas m?os dele. Ent?o foi Wilma quem deu o dinheiro, mas Wilma era apenas uma pequena modelo, grandes despesas ¨C uma bolsa custando centenas de milhares ¨C o dinheiro que ganhava n?o era suficiente para suas despesas, de onde vinham os dois milh?es para Gabriel investir? 20.37- Capitulo 1117 Ser¨¢ que Daniel o havia dado o dinheiro depois de uma noite juntos? Pensando nisso, Olivia deu a Daniel um olhar involunt¨¢rio. Nesse exato momento, os olhos profundos de Daniel tamb¨¦m a encontraram, e seus olhares se cruzara. Vendo aqueles olhos profundos o suficiente para engolir tudo, Olivia pensou em sua r??o intima com Wilma e o pagamento de dois milh?es para se livrar d, e seu cora??o apertou, sua respira??o se tomou degante, e mordeu os dentes inconscientemente. Seu olhar, cheio de irrita??o, desviou. ¡°Senhor Fontes, o trabalho de hoje j¨¢ acabou, n?o ¨¦? you embora primeiro.¡± Olivia disse a Vicente, querendo ir embora primeiro. Cap铆tulo 1118 Cap¨ªtulo 1118 Olivia havia consultado Vicente sem consultar Daniel, o que colocou Vicente em uma posi??o delicada. Na presen?a de Daniel, ele sempre tinha que observar as rea??es de Daniel, e Olivia inesperadamente o contornou, perguntando diretamente a ele se poder¨ªa se retirar. Content from N?velDr(a)ma.Org. Vicente se perturbou por um momento, olhou para Olivia, sorriu constrangido para Daniel e disse: ¡°Sr. Daniel, o senhor acha que o trabalho do secret¨¢rio Sousa est¨¢ feito?¡± Vicente tamb¨¦m era astuto, habilmente jogou a quest?o para Daniel. Se Daniel dissesse que o trabalho de Olivia estava conclu¨ªdo, isso significar¨ªa que ele concordava sua sa¨ªda. Se dissesse que n?o, Olivia teria que permanecer ali. Olivia j¨¢ estava acostumada as manobras de Vicente e, ao ouvir suas pvras, n?o se surpreendeu, voltando seu olhar para Daniel. Ele tinha uma express?o s¨¦ria, as m?os descansando na mesa, seus dedos longos e elegantes tamborndo suavemente no tampo da mesa, o olhar profundo e enevoado impossibilitando a leitura de seus pensamentos. Daniel ainda n?o havia fdo, quando Wilma, casualmente folheando alguns documentos, disse: ¡°Secret¨¢ria Souza, este material cont¨¦m o an¨²ncio que fotografei ontem, gra?as ¨¤ orienta??o da secret¨¢ria Souza na filmagem, consegui destacar de forma encantadora as fun??es de filmagem do lipo, se eu me tornar famosa, certeza serei a primeira a agradecer a voc¨º, minha querida irm?zinha que me apoiou silenciosamente.¡± Wilma parecia estar agradecendo Olivia, mas suas pvras eram uma forma de se autoelogiar e diminuir Olivia. Se Wilma ficasse famosa, seria uma grande estr, enquanto Olivia continuaria sendo uma desconhecida. Como Olivia poderia serparada a ? Wilma havia acabado de enfrentar uma rejei??o por parte de Daniel e agora buscava recuperar sua posi??o ¨¤s custas de Olivia. Olivia odiava quando a fam¨ªlia Diaz tentava se associar a . poderia ignorar o que foi dito antes, mas oent¨¢rio de Wilma sobre ¡°minha querida. irm?zinha¡± atingiu precisamente o ponto de irrita??o de Olivia. ¡°A senhora deveria realmente me agradecer, se n?o fosse por mim, n?o teria provado alguns tapas retumbantes na cara, ¨¦ uma verdadeira iguaria, uma vez provada, nunca esquecida, n?o ¨¦ mesmo, Srta. Mariana?¡± Olivia deu a Mariana um olhar curioso enquanto fva, um sorriso no canto da boca, mas uma frieza no fundo dos olhos. 1/2 10-361 Ao ouvir isso, Mariana sentiu o rosto quee?ava a melhorar queimar novamente dor. tocou seu rosto surpresa e sentiu uma dor aguda, em seguida, olhou para Wilma, rmada e confusa. Wilma tamb¨¦m foi esbofeteada? Ontem ¨¤ noite, Wilma disse que precisava fazer hora extra e ficou em um hotel em vez de ir para casa, ent?o Mariana n?o fazia ideia do que havia acontecido . Gabriel olhou para Wilma um olhar preocupado e confuso. Sentindo o olhar excessivamente intenso de seus pais, Wilma ficou visivelmente constrangida. havia optado por n?o voltar para casa justamente para evitar que seus pais descobrissem sobre ter sido golpeada por Olivia, uma situa??o muito embara?osa, sem coragem de deix¨¢¨Clos saber. Ent?o, mentiu dizendo que precisava trabalhar at¨¦ tarde e ficou no hotel. n?o esperava que Olivia trouxesse o assunto ¨¤ tona. se sentiu humilhada, uma ang¨²stia ardente por dentro, fechou desordenadamente os documentos e mudou de assunto, perguntando: ¡°Papai, mam?e, vale a penaprar a??es do Grupo Fontes, n?o ¨¦? Com o an¨²ncio que eu fiz, este novo celr certamente ser¨¢ um sucesso de vendas, e as a??es do Grupo Fontes tamb¨¦m devem subir¡­¡± ¡°sua m?e disse o mesmo, ent?o investimos dois milh?es de reais em a??es do Grupo Fontes¡°, disse Gabriel. ¡°Isso ¨¦ ¨®timo, vou estar ganhando dois milh?es em pouco tempo, dinheiro n?o ¨¦ problema¡°. Wilma sorriu presun?osamente,n?ando um olhar desafiador para Olivia. Aquele olhar,o uma agulha afiada, perfurou profundamente o cora??o de Olivia. Wilma certamente enfatizou propositalmente as pvras ¡°dois milh?es¡± diante d, apenas para se gabar de que havia dormido Daniel e,o resultado, conseguiu dois milh?es! Cap铆tulo 1119 Cap¨ªtulo 1119 Olivia prendeu a respira??o por um momento e levantou¨Cse: ¡°O cliente j¨¢prou as a??es, meu trabalho de hoje est¨¢ conclu¨ªdo, Sr. Fontes, licen?a, eu vou indo.¡± n?o conseguia ficar ali por mais um segundo. Num espa?o Wilma e Daniel, se sentiao se estivesse em uma pris?o desconfort¨¢vel. Assim que terminou de fr, virou¨Cse para sair. ¡°Pare!¡°, A voz baixa de Daniel ecoou, duas pvras curtas cheias de uma for?a intimidadora que era imposs¨ªvel de ignorar. Os passos de Olivia hesitaram por um momento enquanto fechava os olhos, respirava fundo, reajustava suas emo??es e se virava, for?ando um sorriso formal: ¡°Sr. Griera, h¨¢ algo mais que eu possa fazer?¡± ¡°Jogue uma partida de golfeigo. Se jogar bem, poder¨¢ ir embora¡°, disse Daniel. ¡°Sr. Griera, eu sou muito boa no golfe, eu posso panh¨¢¨Clo¡°, ofereceu¨Cse Wilma, ansiosa,o se quisesse que Olivia fosse embora naquele instante para que pudesse ficar Daniel. ¡°Sim, sim, n¨®s incentivamos a Wilma a jogar golfe desde pequena, fez muitos cursos de golfe¡°, Mariana acrescentou, olhando para Olivia um ar de superioridade. E continuou: ¡°Nossa Wilma n?o ¨¦o essas mulheres que cresceram no interior, que s¨® t¨ºm cheiro de terra e n?o sabem fazer nada.¡± Eles investiram dinheiro na educa??o de Wilma para que pudesse se misturar a elite, compartilhar interessesuns e formar?os os filhos dos ricos. que fam¨ªlia interessante, pensou Olivia sarcasticamente, promovendo sua pr¨®pria nobreza ¨¤ custa da humilha??o dos outros. A raiva tomou conta de Olivia e n?o conseguiu mais cont¨º, rindo baixinho: ¡°Quem disse que quem cresce no campo n?o sabe fazer nada? Golfe? ¨¦ algo que j¨¢ me cansou, e voc¨ºs ainda est?o excitados isso?¡± ¡°Voc¨º est¨¢ se gabando sem olhar para o contexto. Voc¨º sabe jogar golfe? N?o acredito! Eu fiz milhares de as de golfe desde crian?a para chegar a um n¨ªvel decente, e ainda estou longe de ser profissional. E voc¨º ainda tem a cara de pau de dizer que est¨¢ cansada disso? Voc¨º j¨¢ fez sequer uma a de golfe?¡°, disse Wilma desprezo, sua voz cheia de incredulidade e sarcasmo. ¡°S¨¦rio? Uma ¨²nica a meu vale mais que mil suas. Um bom mestre ensina bons alunos, e tudo o que posso dizer ¨¦ que seu professor era mediocre¡°. Olivia calmamente. ¡°Os professores que eu contratei s?o todos renomados! Quem ¨¦ o seu professor? N?o acredito que uma a possa valer mais que mil minhas!¡°, Wilma respondeu irritada. 1/2 10:36 Olivia olhou serenamente para Daniel e disse: ¡°Meu mestre n?o aceita disc¨ªpulos facilmente e ¨¦ muito discreto, n?o ¨¦ qualquer um que tem o privil¨¦gio de conhecer seu nome.¡± ¡°Continue se gabando, se tiver coragem,pare¨Cseigo, vamos ver quem ¨¦ melhor! Converse fiada n?o conta, Quem n?o sabe se gabar?¡± Wilma levantou¨Cse, reprimindo sua raiva e desafiou Olivia. n?o s¨® queria desafiar Olivia,o tamb¨¦m queria impressionar Daniel e mostrar a ele que era melhor do que Olivia! El¨¤ queria que Daniel visse seu talento e que ele a admirasse. Olivia j¨¢ estava farta dessa fam¨ªlia, especialmente Gabriel e Wilma, que usaram o v¨ªdeo de sua m?e para amea?¨¢! Antes, sempre engolia sua raiva, mas agora que tinha a chance de se erguer, certamente n?o a perderia. ¡°ro, uma partida decidir¨¢ tudo, vamos ver quem consegue acertar a b mais longe!¡± Olivia aceitou imediatamente o desafio de Wilma. ¡°¨®timo, eue?o!¡± Wilma estava confiante, em sua mente, Olivia n?o passava de Content from N?velDr(a)ma.Org. algu¨¦m que s¨® sabia se gabar, dizendo que uma ¨²nica a valia mais que mil, tudo conversa fiada! ¥ß¥ß¥Ã¥ß¥Î¥ß¥ß¥± Cap铆tulo 1120 Cap¨ªtulo 1120 Wilma disse isso e chamou o garoto que trabalhava no campo: ¡°Traga¨Cme os melhores tacos de golfe que voc¨º tem aqui.¡± O garoto acenou a cabe?a e logo trouxe o taco. Wilma pegou o taco en?ou um olhar desafiador para Olivia, que apenas sorriu de canto de boca, sem dizer uma pvra. ¡°Wilma, todos acreditamos em voc¨º!¡± Mariana cerrou os punhos e fez um gesto de incentivo para Wilma, terminando uma tapinha no bra?o de Gabriel para lembr¨¢¨Clo de se posicionar. Gabriel acenou a cabe?a sem fr. Neste momento, n?o seria adequado dizer nada, pois uma era sua filha de sangue que crescera ao seudo, e a outra, a filha que havia estabelecido sua posi??o diante de Daniel. apoiar uma ou outra parecia incorreto, ent?o ele preferiu diminuir sua presen?a. Anteriormente, Mariana havia dito na frente de Olivia e Daniel que Olivia era a filha ileg¨ªtima dele, e nem Olivia nem Daniel refutaram. Isso significava que Olivia ainda n?o havia dito a Daniel que n?o era sua filha. Nos olhos de Daniel, Olivia ainda era sua filha! Foi por isso que Daniel mandou prender Teodoro e o propriet¨¢rio do hotel Montanha de Lamina, mas n?o o prendeu? Ele havia descoberto que Teodoro j¨¢ havia confessado ser seu c¨²mplice no sequestro de Olivia. Daniel sabia de seu envolvimento no sequestro de Olivia naquele dia, mas n?o o havia mandado prender. Nos ¨²ltimos dias, ele estava t?o ansioso que tinha medo de ser preso p pol¨ªcia a qualquer momento. No entanto, tudo estava calmo, e ningu¨¦m o havia prendido. Ele havia se perguntado sobre isso antes, mas agora pareciapreender a raz?o. Daniel n?o o tinha capturado por considera??o a Olivia, e certamente pensava que o video de sua m?e ainda estava no celr dele, ent?o n?o ousava agir precipitadamente ou dizer a Daniel que n?o era sua filha. Afinal, a seguran?a do v¨ªdeo da m?e de Olivia dependia de sua pr¨®pria seguran?a. Se algo acontecesse a ele, o v¨ªdeo seria exposto em um ato de desespero. Wilma subiu ao ringue e fez uma pose correta habilidade profissional e estilo pr¨®prio. ensaiou algumas vezes e ent?o deu a tacada. A b voou e descreveu um arco elegante no ar, caindo no ch?o. N?vel(D)rama.Org''s content. A b foi longe, mas n?o entrou no buraco, ficando a apenas um metro de distancia. para algu¨¦m que havia dado apenas uma tacada, essa distancia era excelente. Muitos 1/2 10.36 Capitulo 1120 precisam de v¨¢rias tacadas para acertar a b no buraco. N?o foi Olivia quem disse que queria ver quem batia mais longe? Com essa distancia, Wilma certeza poderia vencer Olivia! Ap¨®s a tacada, Wilma sorriu, olhou triunfante para Olivia e disse: ¡°¨¦ a Sua vez.¡± Olivia se aproximou e pediu: ¡°Passe¨CMe o taco.¡± Num instante, Wilma escondeu o taco atr¨¢s das costas, zombando: ¡°Este taco ¨¦ meu, guardei¨Co aqui. Se quiser usar, use um tacoum, afinal, este ¨¦ meu item pessoal.¡± Como poderia dar seu melhor taco para Olivia usar? Vicente observava a intera??opetitiva entre as duas e riu, dizendo a Daniel: ¡°Essas irm?s, que interessantes.¡± Daniel olhou para Vicente um olhar profundo e frio. Vicente imediatamente calou¨Cse ee?ou a beber um suco em sil¨ºncio, sem mais interrup??es. Olivian?ou um olhar indiferente para Wilma, caminhou at¨¦ o campo e pegou um tacoum do ch?o. se posicionou, segurando o taco incorretamente, ajustando a post¨²ra v¨¢rias vezes sem conseguir a pegada certa, continuando a ajustar. ¡°Rid¨ªculo, nem sabe segurar um taco e ainda tem a aud¨¢cia de dizer que pode me vencer,¡± Wilma zombou por tr¨¢s. ¡°Olivia, parece que seu professor n?o ¨¦ t?o bom assim, provavelmente ¨¦ apenas um chat?o,¡± Wilma falou sarcasmo. Olivia a ignorou, continuando a ajustar a forma de segurar o taco. De repente, suas m?os foram envolvidas por um par de palmas grandes, ¨¢speras e quentes que seguravam as m?os finas de Olivia. Seu cora??o estava batendo forte. Antes mesmo de se virar, as costas de Olivia foram envolvidas por um peito amplo e robusto. Uma aura poderosa e uma presen?a viril a envolveram de forma impr¨¢vel. Cap铆tulo 1121 Cap¨ªtulo 1121 Olivia se enrijeceu, sem precisar olhar para tr¨¢s, sabia quem era. ¡°Voc¨º¡­¡± Olivia estava prestes a fr. ¡°N?o se mexa, siga o que eu ensinei para bn?ar o taco.¡± A voz baixa e magn¨¦tica de Daniei soou em seu ouvido, o h¨¢lito quente dele atingindo a parte de tr¨¢s de sua orelha delicada, fazendo¨Ca encolher o pesco?o c¨®cegas, enquanto ele segurava sua m?o sua palma grande, ensinando¨Ca a ajustar a postura para segurar o taco. Com as costas pressionadas contra o peito forte e ardente de Daniel, podia sentir o ritmo da respira??o dele, subindo e descendo. O calor do corpo dele pressionando contra as suas costas fez a respira??o de Olivia se tornar pesada involuntariamente, e seu cora??o batia de forma irregr. Ele a envolveu os bra?os por tr¨¢s e mostrouo deveria se posicionar para bater na b, um gesto que, ¨¤ distancia, parecia ¨ªntimo e sugestivo. Wilma, que antes ridicrizava Olivia, ficou chocada ao ver a cena, seus olhos arregdos ao ver Daniel repentinamente ensinando Olivia a jogar, seu ressentimento e ci¨²mes fazendo sua respira??o se tornar ¨¢spera, enquanto olhava para os dois abra?ados ¨¤ sua frente, uma raiva que a fazia ranger os dentes. Mariana tamb¨¦m ficou boquiaberta a cena, e toda a arrogancia de antes se dissipou. Vicente tomou um gole de suco e disse sorrindo: ¡°Depois de tanto suspense, eu sabia que Daniel tinha essa inten??o¡­¡± E a pr¨®pria Olivia, alvo de tudo isso, n?o tinha ideia de que estava suportando olhares invejosos e furiosos de v¨¢rias pessoas. A presen?a dominadora de Daniel a envolvia, fazendo que sentisseo se nem sua respira??o fosse aut?noma. Depois de ajud¨¢ a ajustar a postura e segurar o taco, a voz grave de Daniel soou em seu ouvido: ¡°Swingue o taco assim, r¨¢pido, preciso e eficaz, numa ¨²nica tacada.¡± Danielpartilhou o segredo Olivia, depois a soltou e se afastou, seu olhar profundo sobre . O calor em suas costas se dissipou e o campo de aura masculina dominante recuou, e a consci¨ºncia de Olivia rapidamente voltou, seu cora??o se estabilizou e a respira??o se acalmou. Mas a postura o taco e o swingue foram ajustados por Daniel. Olivia respirou fundo, fixou o olhar na b branca e a bn?ou for?a. 1/2 Exclusive content from N?velDrama.Org. 10.05 A b voou, desenhando uma curva elegante no ar. Wilma, ao ver que Olivia realmente conseguiu bater na b, ficou tensa e ansiosa, orando internamente para que a b n?o voasse longe demais, n?o entrasse no buraco, que de jeito nenhum! E Ent?o, bem diante de seus olhos, a b ultrapassou a d e entrou precisamente no bur ¨¤ frente. O cora??o apreensivo de Wilma desabou em um abismo, Olivia, vendo a b entrar no buraco, virou¨Cse sorrindo e disse a Wilma: ¡°Eu ganhel!¡± Wilma, Com um olhar de frustra??o e irrita??o, disse: ¡°Isso ¨¦ trapa?a, voc¨º pediu ao Daniel para ensinar, n?o ¨¦ uma vit¨®ria justa!¡± Olivia respondeu: ¡°Meu professor ¨¦ Daniel, acho que n?o dissemos que ele n?o poderia ensinar ao vivo, dissemos?¡± Olivia se atreveu a usar o golfe, um esporte no qual n?o era especialista, para confrontar Wilma, porque estava certa de que Daniel apareceria no momento decisivo para ensin¨¢. havia preparado o terreno, insinuando em suas pvras que Daniel era seu professor e que ele tinha dado uma li??o. Se perdesse, que vergonha seria para Daniel,o professor? Mesmo para preservar sua pr¨®pria reputa??o, Daniel n?o a deixaria perder. E, sem mais nem menos, realmente ganhou a aposta. ¡°O qu¨º? Seu professor ¨¦ o Daniel?¡± Wilma ficou chocada, olhando incr¨¦d para Olivia e depois para Daniel, lembrando¨Cse das pvras anteriores de Olivia sobre seu professor n?o ser uma pessoa comum, enquanto mesma havia zombado. Droga, tinha perdido para Olivia e tinha sido enganada para ofender Daniel! O interior de Wilma estava quase cpsando. Cap铆tulo 1122 Cap¨ªtulo 1122 Wilma, tomada pelo choque, sentiu¨Cse intimidada p presen?a dominadora de Daniel, que estava ao lado de Olivia. Especialmente porque havia acabado de dizer, na cara de Daniel, que o instrutor de golfe de Olivia era uma pessoa de m¨¢ reputa??o, sem saber que o tal instrutor era o pr¨®prio Daniel! Agora, diante de Daniel, Wilma sentia¨Cseo se estivesse num campo de batalha. Seus olhos se voltaram para ele e, ao ver seu rosto severamente bonito, deu um passo para tr¨¢s, inadvertidamente, seu semnte revndo panico. ¡°Senhor Griera, eu n?o estava fndo do senhor, eu estava fndo do instrutor que Olivia mencionou, n?o, n?o, eu n?o sabia que era voc¨º¡­¡± Wilma tentava se explicar, mas quanto mais fva, maisplicava a situa??o. Quando terminou, viu que o olhar profundo e frio de Daniel se tornara cial,n?ando uma luz fria em sua dire??o. Tomada pelo medo, fechou a boca, sua express?o desordenada e assustada. Mariana tamb¨¦m percebeu que o instrutor ¡°diferente¡± que Ol¨ªvia havia mencionado era Daniel, e que Wilma o havia ofendido! Mariana ficou Preocupada por Wilma e, ansiosa, deu um toque no bra?o de Gabriel, sinalizando para ele encontrar uma maneira de ajud¨¢. Gabriel olhou para desd¨¦m e n?o respondeu. Exceto por um pouco de ast¨²cia nos neg¨®cios, Mariana erapletamente ing¨ºnua em outras quest?es. Gabriel j¨¢ havia notado que Olivia estava armando uma cda para Wilma, e Mariana ainda estava incitando a situa??o. Agora, Wilma havia insultado Daniel na frente dele;o poderia ter esperan?as de ser a mulher de Daniel? Gabriel havia testemunhado a sagacidade de Olivia, at¨¦ ele havia sido ludibriado a ponto de se encontrar pendurado num precip¨ªcio. n?o era uma mulherum; caso contr¨¢rio,o ter¨ªa conquistado o cora??o de Daniel t?o firmemente? ¡°Senhor Dias, Senhora Dias, j¨¢ que os neg¨®cios de hoje foram acertados, n?o h¨¢ mais nada a tratar. Voc¨ºs ainda v?o jogar golfe aqui?¡± Vicente se aproximou, fndo tranquilidade. ¡°N?o, n?o, nossa principal miss?o hoje era entender um pouco sobre o Grupo Fontes o Senhor Fontes. Como j¨¢pramos as a??es, podemos voltar e aguardar as not¨ªcias em paz¡°, disse Gabriel rapidamente, agradecendo a Vicente por lhes dar uma sa¨ªda. ¡°Senhor Griera, Senhor Fontes, j¨¢ vamos indo, n?o queremos atrapalhar mais a divers?o 1/2 hulo J122 de voc¨ºs.¡± Gabriel cumprimentou, inclinando¨Cse educadamente, e rapidamente pegou a m?o de Mariana, puxando¨Ca para ir embora. Mariana entende o que Gabrielle quer, mas e Wilma? Se s fossem embora, Wilma n?o ficaria ainda mais desamparada e enfrentaria um destino pior? Wilma sabiao se adaptar ¨¤s circunstancias. Vendo seus pais se preparando para partir, eia rapidamente disse: ¡°Sim, s¨ªm, n¨®s n?o queremos interromper o Senhor Griera e a Senhorita Souza.¡± Dizendo isso, se apressou at¨¦ Mariana e segurou firmemente a bainha de sua roupa, ansiosa para seguir eles e medo de ser deixada para tr¨¢s. realmente tentou tirar vantagem da situa??o e acabou piorando as coisas, tudo culpa de Olivia, que havia armado uma armadilha para ! Gabriel, Com passos apressados, saiu Mariana e Wilma. Olivia observou¨Cos ir embora, e o sorriso profissional em seu rosto tamb¨¦m se desvaneceu. disse a Daniel: ¡°Agora que joguei voc¨º, posso ir, certo?¡± Daniel olhou para e disse: ¡°Vamos juntos.¡± ¡°Vejo que voc¨º e o Sr. Fontes ainda n?oe?aram a brincar, n?o quero iod¨¢¨Clos. ¨¦ melhor eu ir sozinho, continuem se divertindo.¡± Olivia fva uma calma aparente, mas na verdade estava tentando criar distancia entre e Daniel deliberadamente. Exclusive content from N?velDrama.Org. Depois de fr, Olivia n?o esperou por uma resposta de Daniel e se virou para sair. Daniel a observava um olhar profundo e misterioso, envolto em uma aurao a da noite. Como poderia ele n?o saber que estava intencionalmente se afastando dele? preferia partir sozinha apartilhar suapanhia, e at¨¦ mesmo na noite anterior, ao deitar¨Cse, inventou desculpas para dormir sozinha. Cap铆tulo 1123 Cap¨ªtulo 1123 ¡°brigou a namorada, ¨¦? n?o vai atr¨¢s para fazer as pazes?¡± Vicente aproximou¨Cse, parando ao lado de Daniel, observando juntos a silhueta de Olivia se distanciando. Provocando propositalmente, disse: ¡°Quando disse que voc¨º era o professor d, parecia que voc¨ºs tinham uma boa r??o,o ¨¦ que depois de vencer a disputa, voc¨º n?o reconhece mais a conta? as mulheres s?o todas assim, mudam de face sem piedade? F para mim, assim tamb¨¦m desisto do amor.¡± Enquanto fva, Vicente tocou gentilmente o bra?o de Daniel e virou sua cabe?a para olhar para ele. Daniel se virou de volta para ele, um olhar profundo e frio, varrendo¨Co a brisa gda. Vicente foi intimidado por sua presen?a, levantando rapidamente tr¨ºs dedos em sinal de rendi??o: ¡°Esquece o que eu disse.¡± Daniel on?ou um olhar prante ee?ou a andar. Vincent soltou um suspiro e gentilmente acariciou seu peito, murmurando: ¡°Ele gosta de provocar e se acovarda rapidamente, se ¨¦ t?o valente, deveria manter a postura.¡± Ele queria saber as fofocas de Daniel, mas as fofocas de Daniel n?o eram algo que ele pudesse acessar facilmente. O campo de golfe era vasto, e Olivia caminhou por uns bons quinze minutos at¨¦ finalmente chegar ¨¤ entrada, onde havia um umbral bem alto. baixou o olhar, preparando¨Cse para cruzar o umbral. ¡°Ah¡­¡­¡± Um grito de dor soou na frente dele. Olivia estava t?o concentrada no umbral que n?o viu a pessoa ¨¤ sua frente, acabou chutando a perna de algu¨¦m que, por acaso, deveria estar usando uma muleta, ramente a perna machucada, e ainda por cima, havia atingido justamente a perna ferida. Olivia rapidamente ergueu a cabe?a, pedindo desculpas: ¡°Desculpe, desculpe mesmo, eu n?o fiz de prop¨®sito¡­¡± tinha um p¨¦ dentro e outro fora da entrada, e estava prestes a ajudar a pessoa que havia acidentalmente chutado, quando reconheceu a pessoa em sua frente, Olivia exmou surpresa e alegre: ¡°Rodrigo, ¨¦ voc¨º!¡± Ao fr, agarrou o bra?o dele for?a, medo de que seu descuido fizesse que ele ca¨ªsse e se machucasse. Ao ouvir uma voz familiar, Rodrigo tamb¨¦m olhou atentamente e, ao ver que era Olivia, um sorriso aliviado surgiu em seu rosto am¨¢vel: ¡°Olivia, ¨¦ voc¨º, que coincid¨ºncia.¡± Exclusive content from N?velDrama.Org. ¡°Sim, muita coincid¨ºncia.¡± Olivia respondeu, ainda segurando o bra?o de Rodrigo. Seu 1/2 olhar desceu at¨¦ a muleta e a perna engessada de Rodrigo, ligeiramente elevada para evitar contato com o ch?o. ¡°Sua pema¡­¡± Olivia falou uma respira??o pesada, seu tom carregado de culpa. Naquele dia em que Daniel a encontrou e a crian?a, levando¨Cos para o helic¨®ptero, ouviu os seguran?as de Daniel batendo em Rodrigo at¨¦ ele gritar de dor. A perna dele foi machucada naqu ocasi?o pelos seguran?as de Daniel, n?o fo¨¬? ¡®Me desculpe, isso ¨¦ tudo culpa minha.¡± Olivia disse cheia de remorso e desculpas. Se n?o tivesse pedido a Rodrigo para ajud¨¢ a fugir, ele n?o teria se machucado daqu maneira. Rodrigo viu Olivia as sobrancelhas franzidas, um semnte de arrependimento, mas seu sorriso ainda era suave e acolhedor, transmitindo uma sensa??o de facilidadeo a brisa da primavera. Ele disse: ¡®N?o se preocupe, vai sarar em algum tempo. N?o se culpe, sen?o tudo o que fiz perderia o sentido.¡± ¡°N?o se preocupe, eu n?o vou ficar aodo do Daniel para sempre, vou encontrar uma maneira de deix¨¢¨Clo.¡± Olivia disse a Rodrigo convic??o. Assim que terminou de fr, sentiu uma perturba??o invadindo o ar, um frio se aproximando. olhar desceu at¨¦ a muleta e a perna engessada de Rodrigo, ligeiramente elevada para evitar contato com o ch?o. ¡°Sua perna¡­¡± Olivia falou uma respira??o pesada, seu tom carregado de culpa. Naquele dia em que Daniel a encontrou e a crian?a, levando¨Cos para o helic¨®ptero, ouviu os seguran?as de Daniel batendo em Rodrigo at¨¦ ele gritar de dor. A perna dele foi machucada naqu ocasi?o pelos seguran?as de Daniel, n?o foi? ¡°Me desculpe, isso ¨¦ tudo culpa minha.¡± Olivia disse cheia de remorso e desculpas. Se n?o tivesse pedido a Rodrigo para ajud¨¢ a fugir, ele n?o teria se machucado daqu maneira, Rodrigo viu Olivia as sobrancelhas franzidas, um semnte de arrependimento, mas seu sorriso ainda era suave e acolhedor, transmitindo uma sensa??o de facilidadeo a brisa da primavera. Ele disse: ¡°N?o se preocupe, vai sarar em algum tempo. N?o se culpe, sen?o tudo o que fiz perderia o sentido.¡± ¡°N?o se preocupe, eu n?o vou ficar aodo do Daniel para sempre, vou encontrar uma maneira de deix¨¢¨Clo.¡± Olivia disse a Rodrigo convic??o. Assim que terminou de fr, sentiu uma perturba??o invadindo o ar, um frio se aproximando. Cap铆tulo 1124 Cap¨ªtulo 1124 Content from N?velDr(a)ma.Org. Rodrigo olhou para cima e viu a pessoa que se aproximava; seu sorriso afetuoso desapareceu e uma express?o s¨¦ria cruzou seu rosto. Olivia tamb¨¦m percebeu que algo estava errado, virou¨Cse e viu Daniel o rosto sombric, uma aura cortante ao seu redor,o um vento g¨¦lido de inverno varrendo tudo ¨¤ sua volta, causando arrepios. Seu cora??o apertou involuntariamente e olhou para ele olhos cheios de caut e panico. ¡°Voc¨º quer que a m?o dele fique incapacitada tamb¨¦m?¡± A voz gda de Daniel soou antes mesmo de ele chegar. Uma luz cintilou nos olhos de Olivia quando olhou para tr¨¢s e percebeu que ainda estava segurando o bra?o de Rodrigo. A proximidade entre eles erao a de amantes de longa data. ** Olivia rapidamente soltou a m?o e olhou novamente para Daniel, que j¨¢ estava se aproximando, sua presen?a dominadora dificultando sua respira??o. Ele se aproximou sua figura imponente, agarrou o pulso de Olivia for?a e a puxou para perto de si, tirando¨Ca dodo de Rodrigo. Olivia foi puxada tal for?a que cambaleou alguns passos, seu corpo tocando levemente o abd?men dele. rapidamente recuou, uma express?o de panico: ¡°Daniel, eu esbarrei nele sem querer, por isso fui ajud¨¢¨Clo¡­¡± tentou explicar que n?o queria que Daniel tivesse uma ideia errada e machucasse Rodrigo. j¨¢ havia sido a causa da perna quebrada de Rodrigo; se sua m?o fosse prejudicada por causa d, n?o conseguiria se perdoar. O olhar sombrio de Daniel varreu o rosto rmado d, e seus olhos frios e severos se voltaram para Rodrigo: ¡°o Sr. Melo tamb¨¦m veio ao campo de golfe, que coincid¨ºncia.¡± Um sorriso voltou a aparecer no rosto s¨¦rio de Rodrigo, ele esbo?ou um sorriso e disse: ¡°um jornalista queria me entrevistar aqui.¡± ¡°Os neg¨®cios do Sr. Melo se expandiram para incluir entrevistas rep¨®rteres?¡± As pvras de improviso de Daniel continham uma press?o imc¨¢vel. Rodrigo olhou para Daniel e explicou: ¡°O jornalista sabia que eu estava no hotel aos p¨¦s da Montanha de Lamina da ¨²ltima vez, o dono do hotel na pris?o queria me ver, o jornalista queria saber minha conex?o o caso e marcou a entrevista aqui, j¨¢ que o ambiente ¨¦ agrad¨¢vel.¡± Rodrigo explicava por que estava l¨¢, n?o era um encontro premeditado Olivia. 1/2 10-270 ¡°Isso ¨¦ realmente uma grande coincid¨ºncia.¡± A express?o de Daniel era severa quando ele conduziu Olivia p soleira da porta, ignorando Rodrigo que ainda estava na porta e seguindo em frente autoridade. Aqu presen?a imponente fez Rodrigo recuar, apoiando¨Cse em sua beng, para abrir caminho para eles. Daniel puxava Olivia, passando aodo de Rodrigo. viu que ele estava se equilibrando dificuldade e ficou ansiosa, temendo que ele ca¨ªsse. Somente depois de v¨º¨Clo est¨¢vel, respirou aliviada. Mas a preocupa??o d Rodrigo n?o escapou aos olhos de Daniel, e a aura ao seu redor ficou ainda mais gda. Dentro do Rolls Royce preto, Daniel praticamente jogou Olivia no carro, e seu peitorgo cobrindo¨Ca de cima a baixo, a atmosfera opressiva encheu o espa?o do carro, tornando a respira??o dif¨ªcil. Olivia olhava para Daniel em panico, lembrando-se deo ele ficava feroz quando estava raiva, e seu cora??o se apertava de medo. Seu corpo agora n?o era mais o mesmo de antes, n?o podia mais suportar ser punida ou desabafada. ainda carregava uma crian?a em seu ventre, o feto que mal havia sobrevivido, e se suportasse a f¨²ria de Daniel, certamente haveria um aborto¡­ Olivia falou em panico: ¡°Daniel, acalme¨Cse!¡± ¡°Por que voc¨º n?o se acalmou antes?¡± Os olhos profundos de Daniel a encaravamo um abismo e a atmosfera ao redor d era profundamente assustadora. ¡°Eu j¨¢ expliquei para voc¨º, eu realmente esbarrei nele sem querer e fui ajud¨¢¨Clo, faria o mesmo por um estranho.¡± Olivia empurrou o peito quente dele. Suas m?os foram capturadas e levantadas acima de sua cabe?a, pressionadas contra o assento do carro, e Olivia jazia diante dele, vulner¨¢vel e suave. Cap铆tulo 1125 Cap¨ªtulo 1125 Olivia Os olhos l¨ªmpidos e tremntes, repletos de um brilho ondnte, sentiu o cora??o sobressaltar¨Cse, tomada pelo medo: ¡°O que voc¨º vai fazer?¡± ¡°Voc¨º n?o quer irigo porque pretende v¨º¨Clo? Desde Quando o mundo est¨¢ cheio de tantas coincid¨ºncias?¡± A presen?a imponente de Daniel a envolveu. Ambos tinham explica??es, mas ele n?o acreditava. O modoo Rodrigo olhava para n?o era simplesmente o de quem v¨º uma amigaum. As pups de Olivia se contra¨ªram ligeiramente. Ser¨¢ que ele achava que estava pressa de ir embora, recusando¨Cse a panh¨¢¨Clo para se encontrar Rodrigo? Uma irrita??o borbulhou no fundo do cora??o de Oliviao ¨¢gua fervente. respirou fundo, lutando para manter a calma, e disse irritada: ¡°Voc¨º n?o sabe por que eu n?o quero ir voc¨º?¡± ¡°Como eu poderia saber, hein?¡± A voz de Daniel estava magn¨¦tica p raiva, ecoando um tom que quase beirava a f¨²ria, os m¨²sculos de sua mand¨ªb se contraindo e seus dentes rangendo. Olivia se debateu, tentando empurrar as m?os que seguravam seus bra?os, sem sucesso. o encarou, furiosa e disse: ¡°Voc¨º e Wilma flertando abertamente, cheios de amor e cumplicidade. Naqu noite, deve ter te servido muito bem, n?o ¨¦? dois milh?es para ter algu¨¦m que te atenda t?o obedientemente, por que voc¨º n?o iria querer? Mesmo que tenha te insultado, voc¨º a perdoou, n?o a responsabilizou. Se fosse eu que tivesse te insultado, provavelmente voc¨º j¨¢ teria me cortado em peda?os!¡± O olhar de Daniel tornou¨Cse sombrio, prante e insond¨¢vel enquanto ele a encarava. O peito de Olivia subia e descia de raiva, seus olhos brilhavam ferozmenteo os de um gato selvagem, enquanto finalmente deixava transparecer seu ressentimento interior. tamb¨¦m poderia ficar ci¨²mes por ele estar envolvido outra mulher? Isso era t?o improv¨¢vel quanto o sol nascer do oeste. Daniel soltou uma de suas m?os e o indicador levantou o queixo d, encarando¨Ca profundamente: ¡°Quem disse que eu tive algo naqu noite?¡± Olivia hesitou: ¡°O que voc¨º est¨¢ dizendo?¡± ¡°voc¨º ainda tem a cara de pau de perguntar? me deixou sozinho no hotel e fugiu, j¨¢ pensou na minha situa??o, hein?¡± O polegar de Daniel acariciava o queixo d,o se fosse um pequeno animal de estima??o que ele havia capturado. ¡°Ent?o,o voc¨º passou a noite?¡± Perguntou Olivia, assustada. Ser¨¢ que havia entendido tudo errado e que naqu noite Daniel n?o tinha se envolvido Wilma? ¡°¨¢gua fria apaga o fogo, quem disse que precisa ser uma mulher?¡± Daniel perguntou retoricamente. Olivia piscou surpresa: ¡°Ent?o, por que h¨¢ cinco anos voc¨º quis¡­ Comigo?¡± Olivia parou enquanto fva, t¨ªmida demais para continuar. Naqu noite de cinco anos atr¨¢s, Daniel estava ardendo em febre, tamb¨¦m sob o efeito daquele tipo de droga, e foi por isso que n?o conseguiu se contrr e a desejou loucamente.N?velDrama.Org owns this text. ¡°Porque era voc¨º. que voc¨º me abra?asse e me beijasse ¡­¡­¡± O perfume deia, a gentileza d abriram asportas do corpo dele. Por causa do apoio d, por causa daquele beijo, as chamas que eram control¨¢veis se espalharam e se tornaram incontrol¨¢veis, ?rdentes. Aqu noite foi a indulg¨ºnciapleta dele, e tamb¨¦m a primeira vez que perdeu o controle sobre seu corpo. Ele havia sido submetido a treinamento especial, at¨¦ mesmo sob o efeito de uma droga sedutora, podia resistir ¨¤ tenta??o, mas Olivia, p primeira vez, ele perdeu o controle. Depois disso, sempre que a via, ainda n?o conseguia resistir ao corpo d¡­ A voz de Daniel era baixa e rouca, sedutora e agrad¨¢vel, prando no fundo do cora??o de Olivia. estava chocada, o cora??o agitado e ondas de emo??o se espalhando. 0 que ele disse? Que s¨® se envolveu naqu noite porque era ? O que ele queria dizer? Que Ele gostava d? A percep??oe?ou a se infiltrar na mente de Olivia, seu cora??o batendo mais r¨¢pido,o um cervo desvairado. Cap铆tulo 1126 Cap¨ªtulo 1126 Olivia sentiu uma agita??o em seu cora??o e seus olhos se arregram, um brilho ¨²mido, enquanto olhava para Daniel. Seus olhos negros eram profundoso um abismo, e dentro deles, uma onda de desejo que ele tentava reprimir. Assimo naqu noite tempestuosa de cinco anos atr¨¢s, ele estava sobre , seus beijos intensos sndo seus l¨¢bios, enquanto o r?o dos relampagos iluminava seus corpos entr?ados. Exclusive content from N?velDrama.Org. Olhando para o rosto bem definido de Daniel, Olivia sentia suas emo??es transportadas de volta para aqu noite, cinco anos atr¨¢s ¨C o choque, o panico, o cora??o acelerado, todo o seu corpo envolto em um perigo desconhecido. A ¨²nica diferen?a era que, cinco anos atr¨¢s, o perigo era ter o corpo tomado, mas agora, era o cora??o¡­ O sopro quente de Daniel, incessante, soprava no rosto de Olivia, potente e dominador, fazendo seu cora??o disparar, sua respira??o se prender¡­ Os olhos escuros de Daniel a observavam, vendo a cor rosada tomar conta de seu rosto, a fragrancia feminina invadindo suas narinas, atraindo cada c¨¦l de seu corpo ao movimento. Assimo h¨¢ cinco anos, o corpo d estava fora de controle. Daniel engoliu em seco, inclinou¨Cse, capturou precisamente seus l¨¢bios e a beijou for?a. ¡°Uh¡­¡± Olivia foi pega de surpresa, os olhos arregdos, seus l¨¢bios capturados por ele, uma sensa??o de formigamento se espalhou rapidamente de sua boca para todo o corpo, seu sangue come?ando a fervilhar. O beijo de Daniel era autorit¨¢rio, vigoroso, conquistador. Em breve, Olivia teve sua respira??o dominada por ele, o oxig¨ºnio se tornando escasso, a m?o livre, empurrou seu peito, mas ao tocar sua pele fervente, seu dedo estremeceu, seu corpo tremia, e , aterrorizada, recuou a m?o, com o cora??o palpitando. Daniel, percebendo sua sensibilidade, sentia seu corpo queimaro fogo, Daniel envolveu os bra?os ao redor da nuca d e intensificou o beijo, selvagem e fren¨¦tico. Suas respira??es pesadas se entr?aram. N?o demorou muito para que Olivia fosse beijada at¨¦ ficar atordoada, sua mente um emaranhado, at¨¦ mesmo a respira??o lhe faltava. Daniel ent?o a soltou, seus l¨¢bios se separando, ainda conectados por um fio t¨ºnue. Seus l¨¢bios ¨²midos deslizaram p bochecha d, chegando atr¨¢s de sua orelha, sua respira??o sussurrante na delicada pele, fazendo Olivia encolher o pesco?o, respirando pesadamente. 1/2 10.37 que outros meios voc¨º pensa em usar para me deixar, hm?¡± A voz rouca e grave de Daniel soou ao seu ouvido, mordiscando seu l¨®buloo castigo. A consci¨ºncia turva de Olivia lentamente se reagrupava, encolheu o pesco?o, a respira??o leve, e lembrou¨Cse das pvras que disse a Rodrigo, realmente as havia ouvido. Olivia disse: ¡°Eu Pensei que voc¨º e a Wilma estivessem de acordo, n?o seria melhor se eu desse espa?o para voc¨ºs?¡± havia dito aquilo a Rodrigo n?o apenas por uma reflex?o cuidadosa, mas tamb¨¦m por um impulso de despeito, algo que, tinha¡® que admitir. Daniel pausou por um momento, suas pvras passando levemente por seu cora??o, fazendo¨Co contrair. ¡°Se est¨¢ t?o relutante, ent?o por que ajud¨¢?¡± Depois disso, Daniel continuou a beijar a orelha d, sua respira??o chegando perigosamente perto, a invas?o amea?ando a qualquer momento. Olivia sentia c¨®cegas intensas atr¨¢s de sua orelha e seu cora??o deu um pulo. Daniel estava perguntando por que ajudou Wilma a se aproximar dele? A consci¨ºncia de Olivia despertou. O mal¨Centendido entre e Daniel erao uma folha de papel de jan, se o perfurasse, tudo seria esrecido. ajudou Wilma a se aproximar de Daniel porque Wilma a havia amea?ado um v¨ªdeo de sua m?e. Para proteger sua m?e, n?o teve escolha a n?o ser fazer isso. Mas se revsse isso, Daniel zombaria de sua m?e, a ridicrizaria, n?o seria isso outro golpe para Teresa? Antes, Daniel apenas pensava que Teresa e Gabriel mantinham uma r??o n?o resolvida e a desprezava por isso. Se ele soubesse que Teresa havia sido for?ada por Gabriel, talvez ele sentisse prazer em dizer que Teresa merecia. Enquanto Olivia estava indecisa, ponderando se deveria contar a ele ou n?o¡­ Daniel, sua voz grave e rouca, soou: ¡°Para fugir, n?o hesitou em me empurrar para outra pessoa, hmm?¡± Cap铆tulo 1127 Cap¨ªtulo 1127 Os olhos de Olivia se arregram por uma fra??o de segundo e sentiu um choque de panico; Daniel acabara de dar a resposta ¨¤ sua pergunta anterior, agora n?o precisava mais procurar um motivo? ¡°Eu me arrependo, de verdade!¡± Olivia disse apressadamente. Daniel levantou a cabe?a, fixando¨Ca um olhar profundo e sombrio: ¡°De que maneira voc¨º se arrepende?¡± Olivia encontrou¨Cse o olhar negro e brilhante dele, sabendo que se n?o seportasse a contento hoje, ele n?o a deixaria em paz. Respirando fundo, levantou a cabe?a e depositou um beijo suave nos l¨¢bios dele, demorando¨Cse por apenas um momento antes de estar pronta para se deitar novamente. Quando estava prestes a se afastar, sentiu a grande palma de sua m?o segurando a parte de tr¨¢s de sua cabe?a, aprofundando o beijo. O peito d estava pressionado contra o dele, de forma intranspon¨ªvel, podia sentir ramente o calor da musctura tor¨¢cica dele e o som de seu cora??o batendo forte, sincronizando o d, batendo aceleradamente. A respira??o de Olivia ficou irregr ao responder ao beijo dele,o se a a??o a agradasse, o olhar de Daniel ficou mais profundo e o beijo mais apaixonado e entr?ado¡­ No ¨¢pice do beijo, Olivia sentiu subitamente algo estranho em seu corpo. Uma onda de panico invadiu sua mente, e percebeu que o perigo emanando dele se tornava cada vez mais intenso, podendo consumi a qualquer momento¡­ no entanto, ainda estava gr¨¢vida¡­ Justo quando Olivia estava prestes a resistir, Daniel de repente a soltou, passando o polegar suavemente sobre os l¨¢bios d para limpar a saliva, um olhar escuro e voz rouca e suave: ¡°Desta vez, eu te perdoo, mas n?o quero que voc¨º tenha contato nenhum homem al¨¦m de mim, entendeu?¡± A irrita??o que ele sentia ainda estava rcionada ¨¤ conversa sobre Rodrigo. j¨¢ havia explicado a ele que foi um acidente ter esbarrado em Rodrigo, mas n?o tinha ideia de que o encontraria ali. ¡°Foi realmente acidental, eu apenas o apoiei por instinto, n?o fui ao seu encontro de prop¨®sito.¡± Olivia derou Mais uma vez, realmente n?o estava mentindo. ¡°O que voc¨º pensa n?o significa que a outra pessoa pense o mesmo,¡± disse Daniel, 10:37 uma f fria e autorit¨¢ria. O modoo Rodrigo a olhava definitivamente n?o era simples, e, al¨¦m disso, Rodrigo tinha habilidades, era treinado. Naqu vez, no Pa¨ªs W, ele permitiu que os seguran?as o atacassem sem revidar ou desviar. Por qu¨º? N?o era s¨® para fazer que Olivia o visse apanhando e ganhar sua simpatia? Olivia sabia que ele era irracionalmente dominador e que, se n?o concordasse, ele n?o a deixaria em paz t?o facilmente hoje. disse: ¡°Eu Entendo, da pr¨®xima vez que voc¨º me vir outro homem, pode cortar minha m?o, que tal?¡± N?vel(D)rama.Org''s content. Daniel pegou um len?o molhado, segurou a m?o d ee?ou a limpar as palmas das m?os e os dedos, sem deixar pedra sobre pedra. Era a mesma m?o que tinha usado para ajudar Rodrigo. ¡°Se houver uma pr¨®xima vez, o que voc¨º dever¨¢ evitar n?o ser¨¢ a sua m?o!¡± disse Daniel. Ao ouvir suas pvras e ver aquele olhar severo, o cora??o de Olivia se contraiu, assustada pelo que ele disse. Ele preferiria cortar a m?o d a permitir que outros se envolvessem por causa d. ¡°Por favor, levante¨Cse, eu gostaria de me sentar, n?o est¨¢ confort¨¢vel assim,¡± Olivia mudou de assunto, fndo ele. Cap铆tulo 1128 Cap¨ªtulo 1128 Daniel ficou s¨¦rio por um momento, e una sombra de tens?o passou por seus olhos profundos enquanto ele se endireitava e puxava Olivia para se sentar tamb¨¦m. Est¨¢ se sentindo mal?¡± perguntou Daniel. Da ¨²ltima vez, ele n?o sabia que estava gr¨¢vida e quase causou um aborto. Daniel n?o podia cometer o mesmo erro. Olivia ficou surpresa, Daniel estava nervoso! realmente sentiu o cuidado que uma gr¨¢vida merece da parte d, o que era realmente raro. ¡°N?o, eu estou bem.¡± Olivia recuperou o rosto e respondeu. ¡®est¨¢ fome, querer o que?¡± A voz rouca de Daniel ainda n?o havia voltado ao normal. ¡°Qualquer coisa leve est¨¤ boa.¡± Olivia n?o estava sendo pretensiosa. n?o havia Jantado depois do trabalho, ent?o naturalmente estava fome. As coisas N?o eram maiso antes; mesmo que n?o estivesse fome, havia uma crian?a dentro d que estava. ¡°Hm.¡± A voz magn¨¦tica de Daniel soou uma sba. Ele Pegou o celr e ligou para F¨¢bio: ¡°Prepare o jantar, algo leve.¡± Ap¨®s dar as instru??es, desligou o telefone. Olivia olhou para ele surpresa, sentindo¨Cse mimada p primeira vez. o que queriaer, ele mandava a cozinha preparar. Mais cedo, n?o suportava olhar para Daniel, pensando que ele tinha algo Wilma. Agora, quando soube por ele que n?o havia nada entre ele e Wilma, se sentiu muito aliviada, e elee?ou a se tornar mais simp¨¢tico aos seus olhos. No entanto, se ele e Wilma n?o tinham um romance, por que ele deixou Wilma escapar t?o facilmente depois de dizer pvras t?o duras? Olivia n?o conseguia entender isso. Enquanto estava observando Daniel, os olhos profundos dele de repente se voltaram para , encontrando¨Cse os d. Aqueles olhos negros eram muito profundos, fazendo o cora??o de Olivia tremer, e rapidamente desviava o olhar, sentando¨Cse corretamente e fingindo que n?o o estava observando. ¡°H¨¢ algo que voc¨º queira perguntar?¡± A voz baixa e magn¨¦tica de Daniel perguntou. Olivia se sentiu nervosa por dentro, temendo que ele percebesse que tinha algo a perguntar. Se ele j¨¢ estava perguntando, e se n?o fsse, ficaria angustiada e ele provavelmente pensaria demais. Olivia deu uma olhada r¨¢pida nele e perguntou hesita??o: ¡°Por que voc¨º n?o ficou chateado quando Wilma disse que meu professor era uma pessoa de m¨¢ reputa??o? est¨¢ obviamente insultando voc¨º. ¡°Voc¨º queria que fosse esbofeteadao Mariana?¡± Daniel perguntou em resposta. Olivia ficou at?nita e bn?ou a cabe?a lentamente. ¡°Se fosse esbofeteada, Voc¨º n?o se sentiria mal?¡± Daniel continuou. preferiria sofrer mesma do que entregar Gabriel, o sequestrador d, pensando no rcio Exclusive content from N?velDrama.Org. to entre pai e filha, n?o ¨¦? Ele fezo queria, n?o tocou em Gabriel e tamb¨¦m n?o tocou em sua querida irm? Wilma. Olivia ficou chocada a pergunta, era algo totalmente absurdo: ¡°Por que eu me sentiria mal por ?¡± Est¨¢ brincando, se sentiria mal por Wilma? queria dar um tapa em Wilma, quanto mais brutal, melhor. Ontem mesma havia esbofeteado Wilma e as marcas em seu rosto foram cobertas uma grossa camada de base. Caso contr¨¢rio, Daniel saberia o quanto ¡°sentia pena¡± de sua querida irm?! Daniel deixou seu olhar prante passar por seu rosto e n?o disse mais nada. O Rolls Royce preto seguia p estrada asfaltada. Enquanto isso, um Mercedes prata parou no estacionamento do campo de golfe. Wilma observava tudo ao seu redor um olhar venenoso e raivoso, cheio de ressentimento e irrita??o. havia testemunhado Olivia brigando Rodrigo na porta. Daniel se aproximou e levou Olivia embora, colocando¨Ca no carro e se envolvendo em car¨ªcias. Daniel nem sequer se dignava a olhar para . Se tentasse seduzi¨Clo, ele a empurrava para longe com um chute, e ainda sentia dor no est?mago. 1/1 Cap铆tulo 1129 Cap¨ªtulo 1129 E Ele, em r??o ¨¤ Olivia, era t?o autorit¨¢rio e possessivo, t?o intimo e sempre buscando o contato f¨ªsico! Onde perdia para Olivia? Antes, sendo pura, poderia ir devagar, mas agora, j¨¢ n?o era mais uma donz Inocente, suas chances de chamar a aten??o de Daniel diminuiram ainda mais, precisava acelerar os passos. S¨® conquistando Daniel poderia ficar tranqu. isso mesmo, Rodrigo! Olivia parecia trat¨¢¨Clo bem, n?o hesitava em toc¨¢¨Clo em p¨²blico e Rodrigo j¨¢ havia dito que poderia ajud¨¢¡­ Wilma olhou para a entrada do campo de golfe, um brilho calculista nos olhos. N?velDrama.Org owns this text. ¡°Wilma, voc¨º tem trabalhado muito ultimamente? Por que sempre chega tarde em casa?¡± Mariana perguntou preocupada. ¡°Sim, estou ocupada o trabalho, preciso ganhar dinheiro. Como poderia dar a voc¨ºs dois milh?es para investir na bolsa?¡± Wilma, um olhar venenoso fixo na jan do carro, respondeu de forma ¨¢spera. n?o contou aos pais sobre os sofrimentos que enfrentava fora de casa. Dizer a eles seria in¨²til, s¨® traria rema??es. tamb¨¦m exporia sua pr¨®pria humilha??o e impot¨ºncia, dando¨Clhes mais motivos para se queixarem. mesma tinha que tomar o lugar de Sra. Griera por conta pr¨®pria. Depois de voltar para a fam¨ªlia Dias, Wilma chamou Gabriel para o escrit¨®rio, fechou a porta, longe de Mariana, e disse a Gabriel: ¡°Pai, me envie o v¨ªdeo que voc¨º tem amea?ando Olivia.¡± ¡°O que voc¨º pretende fazer? Quer se vingar porque perdeu para Olivia?¡± Gabriel perguntou cauteloso. Ontem, Olivia n?o teve medo de suas amea?as, jogou¨Ca no ch?o, deu¨Clhe um tapa. ¨¦ uma d¨ªvida que Wilma precisa cobrar. Gabriel aconselhou: ¡°N?o seja impulsiva, ¨¦ preciso nejar as coisas.¡± ¡°Como posso nejar se todos est?o me humilhando?¡± Wilma, furiosa e envergonhada, n?o conseguia contrr a raiva que borbulhava em seu cora??o ao pensar nos insultos que sofreu recentemente. ¡°Wilma, sei que voc¨º saiu por baixo hoje e quer se vingar de Olivia, mas vou ser franco, os v¨ªdeos que estavam no meu celr e noputador desapareceram.¡± Gabriel revelou. ¡°Como assim? Como voc¨º p?de perder algo t?o importante?¡± Wilma ficou chocada, pensando que poderia retaliar Olivia a qualquer momento, sem perceber que os v¨ªdeos haviam desaparecido! ¡°N?o sei ao certo, pode ser que sua m?e tenha descoberto e deletado sem eu ver.¡± Gabriel sempre suspeitou disso, maso Mariana n?o o confrontou, ele n?o se sentiu ¨¤ vontade para perguntar diretamente. ¡°Minha m?e ¨¦ realmente boa para estragar as coisas!¡± Iria resmungou raiva. ¡°Talvez tenha sido movido para outro lugar, vou fr sua m?e novamente.¡± Gabriel sugeriu. Vi Serenidade. Assim que Olivia voltou, viu os quatro pequenos sentados ¨¤ mesa, colheres na m?o, cac infantil um apetite saud¨¢vel, especialmente Iria, suas bochechas gordinhas manchadas de arroz, parecendo adoravelmente fofo. ¡°Mam?e, venhaer, aida de hoje est¨¢ deliciosa.¡± Iria, ao ver Olivia, brilhou seus olhos vivos e agitou a colher entusiasmo. Olivia sorriu gentilmente e sentou¨Cse aodo de Iria: ¡°Deixe a mam?e provar qu?o gostoso est¨¢.¡± Iria pegou uma colher de arroz e a levou ¨¤ boca de Olivia, fazendo o som de ¡°ah¡­¡± Olivia abriu a boca em coopera??o eeu o arroz que Iria havia mexido, que estava ensopado e misturado a saliva da menina, talvez at¨¦ um pouco de catarro. As crian?as haviam crescido Olivia, e n?o se importava nem um pouco a bagun?a ds. Depois deer o arroz, elogiou: ¡°Hmm, est¨¢ mesmo delicioso.¡± Iria foi coberta de elogios at¨¦ seus olhos brilharem, e seu rosto sorriuo uma flor quando pegou outra colherada de arroz e a segurou suas m?ozinhas, alcan?ando Daniel: ¡°Papai tamb¨¦me, ¨¦ muito gostoso.¡± Olivia mostrou¨Cse surpresa e disse: ¡°Iria, querida, j¨¢ ¨¦ suficiente voc¨º alimentar a mam?e, n?o se importa a sua saliva, mas oferecer ao seu pai, que ¨¦ t?o meticuloso a limpeza, n?o ¨¦ pedir para ser rejeitada?¡± Olivia ficou nervosa ao ver o rosto frio de Daniel, seus olhos profundos e sombrios fixos em Iria. Cap铆tulo 1130 Cap¨ªtulo 1130 Naquele momento, Olivia estava preocupada por Iria, pensando que Daniel iria recusar e que Iria ficaria desapontada a rejei??o. Enquanto Olivia estava pensando em c¨®mo aliviar o impasse de uma maneira tranqu, Daniel baixou a cabe?a, abriu a boca eeu a colherada de arroz que Iria lhe ofereceu. Olivia ficou ainda mais chocada do que antes. Como Daniel, que sempre prezava p limpeza e parecia ter mania de limpeza, poder¨ªaer o arroz que tinha tocado saliva ou catarro? achou mais surpreendente do que ver o sol nascer do oeste. Iria riu alegremente, uma risada cristalina, e uma voz suave perguntou: ¡°Papai, est¨¢ gostoso? O arroz tem gema de ovo, queijo e came¡­¡± Como uma apreciadora de boaida, Iria conseguia identificar os ingredientes apenas provando um pouco. Daniel n?o gostava de doces, aida que tinha um sabor estranho na boca, mas vendo a apar¨ºncia feliz e fofa de Iria, ele respondeu calmamente: ¡°Sim, est¨¢ muito gostoso.¡± Ao ouvir Daniel dizer isso, Iria cobriu a boca as m?os e riu. Seus olhos se curvaram e se estreitaram em fendas, e as covinhas se aprofundaram em suas bochechas. estava adoravelmente fofa. Olivia, assistindo aodo, foi contagiada p felicidade de Iria, sentindo¨Cse doce e alegre por dentro tamb¨¦m, e ao vero Iria estava feliz e fofa, sentiu seu cora??o quase derreter. Olivia sorria os olhos curvados, assimo Iria, quando Daniel de repente levantou a tria e sentou¨Cse no lugar d, colocando Iria em seu colo. Assim, Olivia acabou sentando¨Cse junto a ele. ¡°Uau, eu amoer no colo do papai¡°, disse Iria, que p primeira vez desfrutava do tratamento de sentar no colo de Daniel paraer, tanto surpresa quanto emocionada. Dos quatro filhos, apenas Iria era a mais carinhosa. Quando Daniel a segurava em seus bra?os, sentada ¨¤ mesa de jantar, embora os outros tr¨ºs ficassem inveja, eles n?o disseram nada ou lutaram pelo lugar. Olivia estava intrigada, por que Daniel de repente pegou Iria no colo? Ent?o o viu trazer uma tig de mingau doce e coloc¨¢ na frente de Olivia, uma voz magn¨¦tica, disse: ¡°Coma.¡± Ele estava fazendo isso de prop¨®sito para ? Olivia, surpreendida a gentileza, respondeu prontamente: ¡°Bem, vamoser juntos.¡± Olivia ainda era educada, pegou a colher ee?ou aer o mingau, a sensa??o doce e suave se espalhando ps paps gustativas, descendo p garganta, umedecendo todo o es?fago de uma maneira confort¨¢vel. No dia seguinte, Olivia acordou tarde. Quando se levantou, Daniel j¨¢ tinha ido para a empresa e as crian?as tinham ido para a esc. Depois do caf¨¦ da manh?, pediu a F¨¢bio para lev¨¢ para fora da Vi Serenidade, pegou um ?nibus na parada de ?nibus e foi para a empresa. No ?nibus, estava cheio de gente e n?o havia lugar para sentar. Um estudante do ensino m¨¦dio ceu seu assento a Olivia. Olivia recusou educadamente, mas o estudante insistiu para que sentasse. Incapaz de resistir a gentileza dele e, al¨¦m disso, estava gr¨¢vida, ent?o n?o insistiu mais e sentou¨Cse. O ?nibus estava andando suavemente, ¡°S¨¦rgio Griera j¨¢ morreu. Como voc¨º consegue agiro se nada tivesse acontecido, feliz todos os dias?¡± Content from N?velDr(a)ma.Org. Aodo de Olivia, soou a voz de uma mulher contendo sua dor e raiva. 205092 2 5 3 5 5 3 2 A pvra S¨¦rgio puxou os nervos de Olivia, que olhou rapidamente para odo, onde uma mulher com um bon¨¦ preto e cabelo preso em um rabo de cavalo saia do buraco do bon¨¦. Sob a aba do bon¨¦, dois olhos brilhantes e hostis fixavam¨Cse em Olivia. Era Marina! n?o dirigiu seu pr¨®prio carro, mas pegou um ?nibus. Seria apenas para encontr¨¢? Olivia encarou o ¨®dio brilhante no fundo dos olhos de Marina e respirou um pouco mais pesadamente: ¡°Ningu¨¦m quer¨ªa que isso acontecesse * Cap铆tulo 1131 Cap¨ªtulo 1131 ¡°Se n?o fosse por voc¨º, ele n?o teria morridol¡± Marina disse, coin raiva e dor fazendo a cerrar os dentes e tensionar o corpo inteiro, apenas para manter seu rancor por Olivia sob controle e evitar uma briga ali mesmo. Olivia estava envolta em tristeza, um amargor envolvente e uma respira??o tr¨¦m e pesada: ¡°Ele n?o estava consigo antes? Por que depois n?o houve continuidade?* j¨¢ havia dito a S¨¦rgio tantas vezes parae?ar uma nova vida, apaixonarse por outra mulher, casar¨Cse e ter filhos outra¡­ Para n?o alimentar mais ilus?es . Ao v¨¦¨Cloer Marina, Olivia, do fundo do cora??o, desejou¨Clhe felicidades. ¡°Voc¨º n?o percebe que ele estava apenas me usando para testar a sua rea??o?¡± As m?os de Marina, apoiadas na cadeira, se fecharam em punhos tremulos, tremendo de dor, sufocamento e ressentimento. A mera lembran?a de S¨¦rgio fazia seu cora??o se contorcer de dor. De fato, S¨¦rgio havia jantado , cuidando d aparente ternura, mas era porque Olivia tamb¨¦m estava no restaurante. Ele a usou intencionalmente, fazendo gestos de carinho Marina para provocar ci¨²mes em ?livia. Depois de lev¨¢ para casa naquele dia, ele lhe disse diretamente que era imposs¨ªvel entre eles e que deveria procurar por outro alvo. O cora??o de Marina do¨ªao se fosse perfurado por agulhas. Desde a universidade, amava S¨¦rgio, por sete anos, cada passo dado um amor n?o correspondido, mas sem nunca se cansar. At¨¦ mesmo sendo usada, desde que pudesse estar perto dele, se sentia felizo uma garota apaixonada. No entanto, S¨¦rgio escolheu a morte por um amor n?o correspondido! Ele preferiu morrer a ficar ! Dor, raiva, tristeza, ¨®dio¡­ Tudo era culpa de Olivia. sabia que Olivia morava na Vi Serenidade, ent?o pegava o ?nibus daqu ¨¢rea para o Grupo Fontes todas as manh?s a caminho do trabalho, apenas esperando Olivia aparecer para acertar contas! Exclusive content from N?velDrama.Org. ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ Daniel, e tem quatro filhos ele. Por que ainda est¨¢ obcecada por S¨¦rgio? Foi por sua indecis?o que S¨¦rgio seguiu um caminho sem retorno!¡± Marina falou ¨®dio reprimido, suas pvras pesadas. As pvras de Marina,o o mar, submergiram Olivia, fazendo¨Ca sentir uma agonia sufocante. sempre culpou Daniel p morte de S¨¦rgio, mas tamb¨¦m n?o era uma das assassinas, n?o era? Foi por causa d que S¨¦rgio e Daniel se tornaram inimigos, levando ao confronto entre tio e sobrinho. Olivia vivia em auto¨Creprova??o e culpa, mas o que deyeria fazer? Seria que deveria morrer parapensar o remorso que sentia por S¨¦rgio? A morte n?o era assustadora, mas ainda tinha quatro filhos que precisavam de uma m?e, e uma m?e que precisava de prote??o¡­ Sua responsabilidade n?o permitia que fizesse uma loucura. Olivia respirou dor e tentou consr Marina: ¡°Deixe isso para l¨¢. Ainda h¨¢ muitas pessoas recisam do seu amor.¡± Ao longo do caminho, Olivia tamb¨¦m testemunhou a persist¨ºncia de Marina por S¨¦rgio, seu amor constante e inalterado. No final das contas, tamb¨¦m era uma pessoa digna de pena. A pessoa que amava nunca teve espa?o em seu cora??o. Apenas deixar isso para l¨¢ seria a reden??o. ¡°Voc¨º ¨¦ realmente cruel. Lamento tanto por S¨¦rgio! Voc¨º pode simplesmente deixar para tr¨¢s, mas eu n?o consigo! Olivia, voc¨º vai receber o que merece!¡± Marina n?o entendia a bondade de Olivia. A aba do bon¨¦n?ava uma sombra escura sobre seus olhos, mas n?o conseguia esconder o ressentimento profundo e intenso que tinha por . Olivia sentiu um aperto no cora??o, respirando mais dificuldade. Quando S¨¦rgio morreu, j¨¢ estava sofrendo profundamente. Um m¨ºs se passou, e essa dor come?ou a aliviar lentamente, mas agora, essa dor estava ressurgindo. 1/1 Cap铆tulo 1132 Cap¨ªtulo 1132 Coincidentemente, naquele momento o ?nibus parou em uma esta??o e Marina levantou¨Cse, chutando com o p¨¦ as pernas de Olivia que bloqueavam o caminho e saiu do ?nibus a passosrgos. Enquanto o ?nibus retomava seu caminho, o cora??o de Olivia parecia ainda estar parado no mesmo lugar, suspenso no ar, pesado e dolorido. Durante todo o dia, Olivia estava distra¨ªda e confusa,etendo erros frequentes nas tarefas que o Vicente havia organizado para . ¡°Secret¨¢ria Souza, voc¨º parece desanimada. Faltam apenas duas horas para o t¨¦rmino do expediente. Melhor ir para casa descansar agora¡± Vicenteentou ao observar os documentos que Olivia havia trazido, repletos de erros de d¨ªgita??o, um ro sinal de que n?o estava bem. ¡°Sr. Fontes, vou ajustar o meu humor. Eu¡­¡± Olivia tamb¨¦m queria trabalhar bem, mas n?o conseguia se livrar daquele sentimento de tristeza e dor. ¡°Brigou o Daniel? Homens s?o f¨¢ceis de lidar, especialmente o Daniel. ¨¦ s¨® acarici¨¢¨Clo um pouco e tudo fica bem.¡± Vicente ergueu a cabe?a, j¨¢ embarcando na fofoca. O que fazer? Ele n?o conseguia conter sua curiosidade sobre o Daniel, e sem conseguir informa??es valiosas diretamente da fonte, buscava alguma novidade atrav¨¦s de Olivia. Vicente sabia que n?o era certo, mas n?o podia resistir. Afinal, a pessoa que despertava seu interesse em fofocar era o Daniel. Olivia ficou surpresa. A mudan?a de assunto de Vicente foi r¨¢pida demais. mal conseguia panhar o ritmo e viu Vicente um sorriso no rosto, ramente ansioso por uma boa fofoca. Olivia o lembrou: ¡°Sr. Fontes, estamos fndo de trabalho.¡± ¡°Ahem¡­¡± Vicente se rp?s, percebendo que havia se entusiasmado demais a situa??o do Daniel. Tossiu levemente para aliviar o constrangimento e disse: ¡°V¨¢ descansar agora. N?o h¨¢ problema. O restante do trabalho pode ser feito amanh?. N?o estou pressa.¡± ¡°Ent?o est¨¢ bem. Obrigada Sr. Fontes.¡± Olivia n?o insistiu. estava em uma condi??o muito ruim para continuar trabalhando eficientemente. saiu do trabalho duas horas mais cedo e pensou em ir para a Vi Serenidade, mas as crian?as ainda n?o tinham sa¨ªdo da esc. Ent?o decidiu ir para o Porto Estr de Sol, mas Teresa ainda n?o havia terminado o expediente. Teresa havia conseguido um empregoo faxineira e terminava seu turno ¨¤s seis da tarde. N?o importava para onde fosse, Olivia estaria sozinha. As pvras de Marina naqu manh? haviam deixado Olivia um aperto no cora??o,o se tivesse um tufo de algod?o preso na garganta. Ao sair do Grupo Fontes, olhou ao redor, perdida,o se sua vida estivesse em umbirinto sem sa¨ªda. Olivia olhou para o c¨¦u, respirou fundo e depois expirou, tentando aliviar o desconforto e a pesadez em seu cora??o. tentou v¨¢rias vezes respirar fundo e expirar para acalmar¨Cse, mas ainda se sentiao se estivesse mergulhada em ¨¢gua salgada, aflita e profundamente triste. w sa s do em contato , e Olivia, por Jimena. Pegou o celr e ligou para Jimena. Ultimamente, Jimena estava muito ocupada e n?o tinha € sua vez, estava t?o envolvida coisas menores que n?o havia encontrado tempo para ligar Com uma esperan?a m¨ªnima, talvez Jimena n?o estivesse ocupada e pudesse conversar um pouco. O celr tocou v¨¢rias vezes e quando Olivia pensou que a chamada n?o seria atendida, ouviu a voz de Jimena do outrodo da linha. ¡°Olivia, voc¨º me ligou! Que bom! Eu estava pensando em voc¨º, mas medo de te iodar¡°, disse Jimena uma voz animada. ¡°Por que teria medo de me iodar?¡± Olivia deu um sorriso amargo: ¡°Eu me tornei t?o inacess¨ªvel assim?¡± ¡°N?o ¨¦ isso. S¨® estava preocupada de ligar bem quando voc¨º estivesse o Daniel. E voc¨º sabe como ele ¨¦, assustador.¡± Respondeu Jimena, t?o otimista quanto sempre, fndo de forma alegre e contagiante, o que facilmente elevava o humor de quem a ouvia. Content from N?velDr(a)ma.Org. 1/1 Cap铆tulo 1133 Cap¨ªtulo 1133 ¡°O chefe me liberou duas horas mais cedo, e fiquei parada na cal?ada sem saber para onde ir.¡± Disse Olivia, olhando para o fluxo constante de carros, ainda confusa. ¡°Onde voc¨º est¨¢? Vou te buscar. Tamb¨¦m estou sempanhia, e n?o esperava que voc¨º tamb¨¦m estivesse sozinha.¡± Disse Jimena, surpresa. ¡°Onde est¨¢? Vou pegar um t¨¢xi para te encontrar. N?o precisa me buscar.¡± Respondeu Olivia. Jimena passou o endere?o. Rapidamente, Olivia chegou ao local. A luz multicolorida do bar brilhou sobre Jimena, que segurava um copo de bebida enquanto apreciava o cantor no palco, saboreando sua bebida. Olivia se aproximou e sentou¨Cse aodo d, dizendo: ¡°Por que veio a um bar durante o dia?¡± ¡°Estou entediada.¡± Jimena voltou ¨¤ realidade e colocou um copo de suco que j¨¢ havia pedido na frente de Olivia: ¡°Voc¨º est¨¢ gr¨¢vida. N?o pode beber ¨¢lcool. Beba um pouco de suco.¡± Olivia realmente estava sede e tomou um gole do suco, perguntando: ¡°O que houve voc¨º? Parece estar pior do que eu?¡± ¡°Estou me sentindo sozinha, querendo me apaixonar. Sem o amor para me nutrir, me sinto solit¨¢riao um cachorro abandonado.¡± Disse Jimena, colocando as m?os nas bochechas e estendendo a l¨ªngua, imitando um cachorro. Sua express?o c?mica e pvras animadas fizeram Olivia rir. ¡°N?o tem v¨¢rios homens solteiros na sua empresa? E muitos interessados em voc¨º tamb¨¦m. ¨¦ s¨® escolher um para n?o ficar mais sozinha.¡± Olivia falou, tomando outro gole de suco. ? ?? ?? ???? ¡°N?o sou uma pessoa qualquer. Como posso simplesmente escolher algu¨¦m aleat¨®rio? O amor tamb¨¦m precisa ter qualidade. Tem que ser algu¨¦m de quem se gosta, sen?o, melhor ficar sozinha.¡± Disse Jimena. ¡°Ent?o, ainda n?o esqueceu o Carlos?¡± Perguntou Olivia, conhecendo Jimena h¨¢ tantos anos e nunca a viu gostar de algu¨¦m tanto quanto gostou de Carlos, e ainda n?o o esqueceu. ¡°N?o fale dele. Estou tentando gostar de outra pessoa.¡± Jimena acenou a m?o, abaixou os olhos e levantou seu copo de bebida, tomando um grande gole. A picancia do ¨¢lcool a fez fazer uma caret Colocando o copo de volta, seus olhos meio embriagados, perguntou a Olivia: ¡°Por que voc¨º est¨¢ t?o mal¨Chumorada? Conte para mim, para que eu possa te consr.¡± Olivia contou a sobre o encontro Marina hoje. Jimena abaixou os c¨ªlios e suspirou: ¡°Marina tamb¨¦m ¨¦ uma pessoa apaixonada. Ningu¨¦m esperava que S¨¦rgio chegasse a esse ponto. n?o deveria te culpar. Voc¨º tamb¨¦m n?o queria esse resultado, e mais do que ningu¨¦m, voc¨º desejava que S¨¦rgio tivesse uma vida feliz e pr¨®spera. N?o precisa se culpar.¡± ¡°Pensando em S¨¦rgio, meu cora??o se afunda em dor. Se ele n?o tivesse me conhecido, teria se casado algu¨¦mpat¨ªvel, teria filhos e viveria feliz para sempre.¡± Disse Olivia, liberando um suspiro dolorido. N?velDrama.Org owns this text. ¡°N?o existe ¡®se¡® no mundo. Cada um ¨¦ respons¨¢vel por suas escolhas. S¨¦rgio escolheu esse caminho e deve assumir a responsabilidade por isso. N?o tem nada a ver voc¨º. O que importa ¨¦ viver bem, independentemente do que aconte?a ou se carregue. A vida ¨¦ ¨²nica e se voc¨º a desperdi?ar, n?o h¨¢ volta.¡± Jimena deu uma leve tapinha no ombro de Olivia, tentando consol¨¢ e tranquiliz¨¢. Olivia entendia tudo isso, mas pensando em S¨¦rgio, ainda n?o conseguia se libertar. ¡°Senhoritas, posso me sentar nesse lugar vazi¨®?¡± Disse uma voz masculina brincalhona e sedutora, quebrando o sil¨ºncio. do que Olivia e Jimena se viraram ao mesmo tempo, vendo um rosto atraente e sedutor, o homem segurava um copo de bebida. Seus belos olhos estreitos sorriam mal¨ªcia, olhando para Jimena um ar apaixonado e charmoso. ¡°Caramba,o voc¨º est¨¢ em todo lugar? Jimena exmou surpresa, mudando imediatamente a atmosfera para uma mais animada. 1/1 Cap铆tulo 1134 09:47 Cap¨ªtulo 1134 Carlos sentou¨Cse entre s, sem cerim?nia, e seus olhos sedutoresn?ando um olhar provocativo a Jimena: ¡°Essas pvras deveriam ser minhas. Voc¨º ainda n?o desistiu?¡± Jimena foi atingida por suas pvras e revirou os olhos: ¡°Ah, poupe¨Cme. Voc¨º n?o ¨¦ nenhum g, por que eu iria me esfor?ar tanto para te perseguir?* Jimena n?o imaginava que Carlos pensou que tinha ido ao bar apenas para persegui¨Clo. No passado, havia realmente feito algumas tentativas de descobrir sua localiza??o, usando todas as suas conex?es para criar encontros ¡°casuals¡± e seguir seus passos. Mas desde aquele incidente no campo de golfe, quando acidentalmente bateu no p¨¦ dele e ele a repreendeu severamente, dizendo que era presun?osa, ficou realmente irritada e decidiu abandon¨¢¨Clo, buscando um novo alvo para sua afei??o. M¨¢s para onde quer que fosse, parecia esbarrar nele. Nessas duas vezes, definitivamente n?o havia procurado intencionalmente por seu paradeiro. ¡°Quer dizer que se apaixonou recentemente por um g?¡± Carlos ergueu uma sobrancelha para Jimena. Um brilho sombrio cruzou seus olhos, t?o sutil que nem ele mesmo percebeu. ¡°De jeito nenhum, Rafael, o novato, ¨¦ t?o bonito. Ele realmente conquistou meu cora??o. Toda vez que o vejo, meu cora??o dispara, bate sem parar. Se eu soubesse onde ele est¨¢, n?o importa quanto custasse, eu o perseguiria¡°, disse Jimena, abra?ando¨Cse e sonhando acordadao uma adolescente apaixonada. Quando se apaixonou por Carlos, foi amor ¨¤ primeira vista ee?ou uma persegui??o fren¨¦tica. Carlos conhecia bem Jimena; era uma mulher visual, sem resist¨ºncia a homens atraentes,o ele. Vendo Jimena elogiar outro homem, Carlos segurou sua ta?a, olhou para o l¨ªquido dentro d e sorriu ironicamente: ¡°Voc¨º se apaixona ¨¤ primeira vista por todos que encontra. Um ¡®amor¡® que n?o resiste a um teste.¡± ¡°Eu gosto de quem eu quiser. O que voc¨º tem a ver isso?¡± Jimena, irritada as pvras de Carlos, retrucou, levantando o queixo e revirando os olhos para ele. Sentadas em uma mesa redonda, Olivia estava aodo de Jimena, um pouco distante de Carlos. tocou levemente no bra?o de Jimena, que olhou para . Olivia fez um sinal os olhos, sugerindo que n?o deveria se exaltar nem manchar sua pr¨®pria reputa??o. Que mulher fria abertamente que se apaixona por todo homem que v¨º? Isso n?o ¨¦ o mesmo que destruir sua pr¨®pria reputa??o? Exclusive content from N?velDrama.Org. Jimena era, na realidade, uma mulher muito fiel e n?o aqu que muda de ideia t?o facilmente. n?o precisava dizer tais coisas s¨® para irritar Carlos. Jimena entendeu o lembrete de Olivia, desviou o olhar para a mesa e ficou quieta, ressentida. Nunca havia gostado de nenhum homem, e o ¨²nico por quem se apaixonou era um yboy que tratava mulheres casualmente. estava zangada n?o s¨® Carlos, mas tamb¨¦m consigo mesma por ter se apaixonado ¨¤ primeira vista por um homem assim. N?o era isso se autoinfligir sofrimento? ¡£ ???? ? ? ¨^? ? ?? ? ?? ? Carlos percebeu o tom irritado nas pvras de Jimena, e pensou que realmente n?o tinha mais sentimentos por ele, havia se apaixonado por outro homem, caso contr¨¢rio, n?o teria tratado ele tamanha frieza. Permanecer l¨¢ seria apenas procurar humilha??o. Com um sorriso sem emo??o nos l¨¢bios, ¡°Considere esta bebida meu pedido de desculpas por iod¨¢s.¡± e ergueu a ta?a para Jimena e Olivia: Dito isto, ele bebeu o resto da ta?a de uma s¨® vez, levantou¨Cse e partiu sem olhar para tr¨¢s. Jimena observou sua partida fria e indiferente, franzindo os l¨¢bios em tristeza e frustra??o, pegou a ta?a de vinho ¨¤ sua frente e bebeu tudo. ¡°Pronto, n?o beba assim. Faz mal ¨¤ sa¨²de.¡± Olivia tirou a ta?a das m?os de Jimena e a colocou sobre a mesa. 1/1 09 Cap铆tulo 1135 Cap¨ªtulo 1135 Com um olhar de impot¨ºncia e dor, observou: ¡°Voc¨º ramente se importa, por que ageo se n?o se importasse?¡± ¡°De que adianta me importar? So fomece a ele mals capital para me machucar¡± Jimena disse uma express?o amarga, olhando para a silhueta distante de Carlos, que j¨¢ havia se afastado, murmurando para si mesma. Olivia ouviu suas pvras e entendeu o significado ds. Se importar um homem que n?o te amava s¨® te fazia afundar mais e permitia que ele te machuque, seja intencionalmente ou n?o. E voc¨º n?o podia fazer nada a respeito. A ¨²nica coisa que podia fazer era proteger seu pr¨®prio cora??o. Jimena estava assim, e Olivia tamb¨¦m, n?o era? Olivia n?o insistiu para que parasse de beber, mas chamou o barman e pediu mais um coquetel e um suco de frutas. ¡°Brindo a voc¨º suco no lugar de ¨¢lcool,¡± disse Olivia, erguendo o suco. Jimena deu um sorriso for?ado e amargo, levantou seu copo: ¡°Vamos l¨¢! Um brinde ¨¤ vida que me beija dor e eu respondo can??o. N¨®s realmente somos um par de amigas unidas p adversidade.¡± Olivia esbo?ou um sorriso e bebeu o suco, enquanto Jimena engoliu todo o seu destdo. As duas estavam se divertindo, quando de repente Jimena olhou para frente uma express?o chocada, cutucando o pulso de Olivia e apontando para a frente e disse: ¡°Olhe. Ele mostrou sua verdadeira face agora.¡± Olivia seguiu a dire??o do seu dedo e viu Carlos um bra?o ao redor de uma mulher voluptuosamente vestida, uma m?o em sua cintura sensual e a outra levantando o queixo da mulher, um sorriso sugestivo no rosto, flertando . E a mulher, sua cintura sinuosa, respondia um olhar coquete e sorridente a Carlos, seus olhos cheios de paix?o um pelo outro. Vendo isso, Olivia rapidamente estendeu a m?o para cobrir os olhos de Jimena, que, impedida de ver, disse sorrindo: ¡°Olivia, voc¨º est¨¢ tentando me fazer tapar o sol a peneira? N?o sou sua querida crian?a. Cobrir meus olhos, deixo de saber o que est¨¢ acontecendo?¡± O que Carlos estava prestes a fazer a mulher era ¨®bvio para , mesmo sem olhar. sabia o que eles fariam a seguir s¨® de imaginar. Ouvindo as pvras de Jimena, Olivia silenciosamente tirou a m?o dos olhos d, um sentimento de tristeza e impot¨ºncia. mesma n?o podia mudar sua pr¨®pria situa??o,o poderia ajudar Jimena a mudar alguma coisa? Jimena sabia que a cena diante de seus olhos era irritante, mas ainda assim olhava fixamente, e enquanto olhava, riu friamente e desprezo de si mesma, pensando que esse era o homem que havia escolhido, um gosto t?o terr¨ªvel. Enquanto desprezava a si mesma, de repente, uma matrona de meia¨Cidade apareceu em seu campo de vis?o, vestida uma roupa elegante e caro, bem arrumada e joias. Era ¨®bvio que Content from N?velDr(a)ma.Org. pertencia ¨¤ alta sociedade. olhou ao redor e imediatamente fixou seu olhar em Carlos, que estava abra?ando uma b mulher. El¨¢ avan?ou passosrgos e uma atitude imponente. Carlos estava levando a mulher para fora quando viu a matrona de meia¨Cidade se aproximando, e seu rosto se encheu de panico. Ele rapidamente soltou a mulher e tentou fugir. Mas foi tarde demais. A matrona avan?ou rapidamente e torceu a orelha de Carlos, puxando¨Ca para cima for?a: ¡°Quantos dias voc¨º j¨¢ est¨¢ fora de casa, hein?! Voc¨º acha que pode evitar um casamento arranjado s¨® se escondendo? Eu te digo, voc¨º tem que se casar Fabian¨¤ Barbosa! Todas essas mulheres por a¨ª, termine s! Se voc¨º n?o terminar, vou cortar o seu fluxo de dinheiro!¡± A matrona era en¨¦rgica e intimidadora. ¡°M?e, m?e, d¨®i, d¨®i, solte minha orelha. Deixe eu manter um pouco de dignidade,¡± Carlos implorou enquanto sua orelha estava prestes a ser arrancada, gritando de dor e pedindo miseric¨®rdia,n?ando um olhar involunt¨¢rio em dire??o a Jimena. Eles se encararam, Jimena curiosa para ver o que estava acontecendo dodo dele. Vendo Carlos sendo torcido p orelha e ainda implorando, Jimena n?o conseguiu segurar e soltou uma risada. Cap铆tulo 1136 09-17 Capitulo 1136 Aodo, Olivia tamb¨¦m havia notado a cena ¨¤ frente. Carlos, sempre elegante e gnte, a imagem de um libertino despreocupado, encontrava¨Cseo uma crian?a a orelha torcida, e o pior ¨¦ que ele n?o podia se zangar, so the restava implorar por miseric¨®rdia. A cena n?o s¨® deixou Jimena morta de rir, mas tamb¨¦m alegrou Olivia, que n?o conseguiu conter o sorriso, substituindo a express?o amarga de antes. Ao ver Jimena ? Olivia zombando dele, Carlos ficou ainda mais embara?ado, e seu semnte tomou¨C se feio. Ele disse seriamente ¨¤ sua m?e, Franciely Martins: ¡°M?e, se voc¨º n?o soltar a minha orelha agora, vou ficar realmente irritado!¡± ¡°Desde quando tenho medo de voc¨º se irritar?¡± Franciely respondeu um resmungo, uma m?o na cintura e a outra ainda torcendo a orelha de Carlos, que n?o tinha outra escolha sen?o baixar a cabe?a e permitir que continuasse. Franciely disse rancor: ¡°Agora se preocupa a sua dignidade? Quando voc¨º andava por a¨ª seduzindo todo mundo, envolvendo¨Cse essas mulheres question¨¢veis, por acaso pensou no prest¨ªgio da fam¨ªlia Marques?¡± Enquanto fva, Francielyn?ou um olhar desdenhoso para uma mulher que estava aodo, ramente insatisfeita. Quando essa mulher estava nos bra?os de Carlos, sorriao se estivesse no para¨ªso. Agora, vendo Carlos sendo repreendido e sem poder expressar sua raiva, ainda esperava a chance de passar a noite ele. Com tais pvras de Franciely, a mulher ficou p¨¢lida, olhou em volta e viu que todos estavam rindo d. Envergonhada, se virou e se foi. ¡°Sua mulher j¨¢ foi embora. Agora venhaigo!¡± Franciely disse a Carlos, soltando sua orelha e caminhando rapidamente para fora. Carlos, sentindo dor, tocou a pr¨®pria orelha en?ou um olhar involunt¨¢rio em dire??o a Jimena, que apoiava o queixo as m?os, os olhos brilhando divers?o e um sorriso no rosto. o panhava o olhar, uma express?o de quem aprecia a confus?o. Carlos, ao v¨º t?o alheia, sentiu uma inesperada opress?o no cora??o. Carlos seguiu Franciely para fora do bar. Os espectadores que assistiam ¨¤ cena deram risadas e continuaram suas bebidas. Jimena cutucou o bra?o de Olivia o cotovelo e disse, um ar de fofoca: ¡°Olivia, o que voc¨º acha que vai acontecer o Carlos agora?* ¡°Amor de m?e ¨¦ assim. repreende porque se importa e d¨®i no cora??o. O que mais poderia ser? Vai ser chamado para um casamento arranjado.¡± Olivia tomava seu suco. sabia que, ao torcer a orelha de Carlos e humilh¨¢¨Clo na frente daqus mulheres interessadas nele, a m?e de Carlos na verdade n?o desejava castig¨¢¨Clo de verdade. Jimena, que esperava ver Carlos ser castigado p fam¨ªlia, perdeu o interesse ao ouvir Olivia e seu sorriso desabou: ¡°Que sem gra?a. Um canalhao o Carlos deveria ser castrado! ¡°Argh!¡± Olivia cuspiu o suco, quase morrendo de rir oent¨¢rio de Jimena. rapidamente pegou um guardanapo, limpou a boca e olhou para Jimena, surpresa: ¡°Voc¨º n?o acha que est¨¢ sendo um pouco dura?¡± ¡°Estou apenas dizendo a verdade.¡± Jimena respondeu. ¡°Melhor parar. As pessoas est?o olhando para voc¨º.¡± Olivia sinalizou, olhando ao redor. Jimena, casualmente, seguiu o olhar e realmente notou que todos estavam olhando para o se fosse a atra??o do momento. Em sil¨ºncio, Jimena pegou o suco e tomou um gole. Olivia observou seu suco ser tomado e n?o disse nada. Jimena parecia desinteressada, mas ramente estava distra¨ªda. Dodo de fora do bar, Carlos chamou Franciely, que ainda caminhava a passosrgos para frente. ¡°M?e, o que voc¨º est¨¢ tentando fazer?¡± Exclusive content from N?velDrama.Org. ¡°Vamos conversar em casa.¡± ¡°Vamos resolver isso aqui. Se n?o esrecer, n?o voltarei para casa.¡± Carlos estava decidido. Franciely teve que parar e, voltando¨Cse irritada, olhou para ele: ¡°Seu av? voltou do exterior, um problema card¨ªaco, e ele deseja que voc¨º se case logo e lhe d¨º um bio.¡°/ ¡°Diga ao vov? que, mesmo se eu morresse, n?o me casaria a Fabiana!¡± Carlos tinha sua pr¨®pria teimosia. 1/1 Cap铆tulo 1137 09:48 Cap¨ªtulo 1137 N?velDrama.Org owns this text. ¡°O que h¨¢ de errado a Fabiana? Por que voc¨º simplesmente n?o gosta d?¡± Franciely tamb¨¦m estava sem salda ele. ¡°Nada demais. Simplesmente n?o gosto d. Voc¨º viuo ¨¦ magra, s¨® pele e osso,o avers?o. Carlos disse uma express?o de desagrado. ¡°E do que voc¨º gosta, ent?o?¡± esqueleto ambnte. S¨® me d¨¢ ¡°Gosto de mulheres came, um pouco cheinhas e ainda por cima fofas.¡± Carlos respondeu sem pensar muito. ¡°Voc¨º ter uma namorada assim? Se for uma mo?a decente, voc¨º casar eu nem falo nada.¡± Franciely provocou, pensando que ele estava apenas dando desculpas, ent?o seguiu a conversa. ¡°ro que tenho, e n¨®s estamos muito bem.¡± Carlos afirmou. ¡°E voc¨º estava l¨¢ no bar fazendo o qu¨º, ent?o?¡± Franciely questionou. ¡°Foi porque n¨®s tivemos um pequeno desentendimento. Fiz assim de prop¨®sito para irrit¨¢.¡± Carlos falou sem pensar. ¡°¨¦ mesmo? Quem ¨¦ ? existe de verdade? Estou realmente curiosa.¡± Franciely cruzou os bra?os e olhou para ele ar de desafio, esperando para ver sua rea??o. ¡°Espere ai. Vou trazer .¡± Carlos disse, e virou¨Cse em dire??o ao bar. Franciely pensou que a mulher estaria em outro lugar, mas ele estava voltando para o bar? Jimena estava bebendo suco pensando que era ¨¢lcool, sem perceber o erro, quando de repente uma presen?a imponente tomou o lugar ao seudo, e uma figura apareceu em seu campo de vis?o. olhou para tr¨¢s e viu o rosto atraente de Carlos. Seus olhos amendoados estavam s¨¦rios agora, sem o charme sedutor de antes. Ele pegou o suco da m?o d. Jimena instintivamente tentou pegar de volta: ¡°Por que est¨¢ pegando meu ¨¢lcool?¡± Isso ¨¦ ¨¢lcool? Estou a vista ruim ou ¨¦ voc¨º que n?o est¨¢ vendo direito?¡± Carlos perguntou. Jimena estava prestes a se zangar quando olhou para o copo que ele segurava e viu que era o suco que Olivia estava bebendo. se sentiu derrotada, sem conseguir expressar sua irrita??o. ¡°Venhaigo. Preciso fr voc¨º.¡± Carlos colocou o copo de suco na mesa e disse a . Depois, ele se levantou e foi para um reservado no bar. Jimena confusa, olhou para onde Carlos estava indo e depois olhou para Olivia em busca de aprova??o. ¡°Vai l¨¢. Eu te espero aqui.¡± Olivia disse, sabendo que Jimena queria ir. Embora fsse mal de Carlos, no fundo ainda tinha sentimentos por ele. ¡°Vou ver o que ele quer. Me espere. J¨¢ volto.¡± Jimena disse, tentando manter sua dignidade, e seguiu Carlos at¨¦ o reservado. No reservado, estavam apenas os dois, um ambiente calmo e prop¨ªcio para conversar. Carlos se encostou casualmente na cadeira e disse para Jimena: ¡°Voc¨º estava rindo de mim antes, n¨¦?¡± ¡°O que quer fazer? Veio acertar as contas? N?o fui s¨® eu que ri de voc¨º. Vai acertar as contas todo o bar?¡± Jimena estava nervosa e deu um passo para tr¨¢s. Com Olivia por perto ainda podia se impor a Carlos, mas sozinha, a aura masculina dele a intimidava, e n?o ousava ser insolente. ¡°Posso n?o te iodar, desde que voc¨º concorde em me ajudar uma coisa.¡± Carlos disse os bra?os cruzados, determinado. ¡°O qu¨º?¡± Jimena perguntou instintivamente. ¡°Finja ser minha namorada e venhaigo para conhecer meu av?.¡± Carlos revelou seu prop¨®sito. ¡°O qu¨º?¡± Jimena ficou surpresa e arregalou os olhos. 1/1 Cap铆tulo 1138 Cap¨ªtulo 1138 are, seus olhos estreitoso os de un falc?o olhando para de forma intimidadora Ele repethu pausadamente: ¡®Eu disse que voc¨º vai fingir ser minha namorada a vorigo para casa para conhecer meu avh. Se vore fizer lean, paquscerel a sus zombaria¡± Jimena, seus olhos redondos e grandes bem abertos, olhou para els a piscou, engolindo em seco com surpresa Se na primeira vez pensou for ouvido errado, Carlos havia deixado tudo muito ro na segunda. N?o poderia ser uma alucina??o auditiva. ¡°Voc¨º quer que eu finja ser sua namorada para conhecer seu av?? Voc¨º ¨¦ muito ousado! Fingir na frente de Fabiana ¨¦ uma coisa, mas conhecer sua familia ¨¦ outra. Como voc¨º pode trazer algu¨¦m falso?¡± Jimena nunca havia feito algo assim e tamb¨¦m n?o tinha coragem para tal. *Deixe que eu me preocupo isso. Do que voc¨º tem medo?¡± Carlos disse calmamente e, ap¨®s uma pausa, um sorriso ir¨®nico surgiu em seus l¨¢bios. ¡°Voc¨º n?o estana medo, n?o ¨¦? O que ¨¦, teme que depois de conhecer a familia Marques eles n?o te deixem ir e queiram te fazer nossa nora?¡± Jimena se sentiu provocada e prontamente respondeu, erguendo o queixo e estufando o peito: ¡°Do que eu teria medo? O medo ¨¦ seu. Imagina se a sua familia realmente quiser que voc¨º se case comigo, voc¨º teria dificuldade para se livrar dessa!¡±Exclusive content from N?velDrama.Org. ¡°N?o se preocupe. Eles n?o v?o gostar de voc¨º. Voc¨º s¨® precisa me ajudar a evitar o casamento a fam¨ªlia Barbosa. Voc¨º gosta do famoso ator Rafael, n?o ¨¦? Se tudo der certo, posso arranjar um encontro entre voc¨ºs dois. O que acha?¡± Carlos tentou persuadi¨Cta promess85. ¡°Voc¨º est¨¢ fndo s¨¦rio?¡± Jimena perguntou incr¨¦d. Carlos realmente poderia arranjar um encontro com Rafael para ? A tenta??o era grande. realmente estava loucamente apaixonada por Rafael, sendo sua grande f?. ¡°ro que ¨¦. Acha que o titulo de Senhor da familia Marques ¨¦ em v?o?¡± Carlos disse convic??o. ¡°Bem,binado! Sem voltar atr¨¢s.¡± Jimena aceitou de imediato. A oferta era muito tentadora para recusar. levantou o punho e estendeu o dedo mindinho, olhando para Carlos suas bochechas levemente gordinhas e ador¨¢veis. Jimena tinha perdido peso, mas depois de brigar Carlos, e?ou aerpulsivamente e rapidamente recuperou o peso anterior. Carlos olhou para o gesto d, confuso: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Jimena se aproximou, pegou a m?o dele e entrcou o dedinho ao dele: ¡°Pacto sdo, sem volta atr¨¢s. Quem quebrar ¨¦ um sapo!¡± Carlos riu: ¡°Infantil¡± ¡°Mais do que voc¨º?¡± Jimena deu¨Clhe um olhar e saiu do reservado na frente dele. Carlos sorriu e a seguiu. Ao chegar aodo de Olivia, que estava ¨¤ mesa, Jimena se inclinou e sussurrou algo em seu ouvido. Olivia olhou para surpresa e depois sorriu, dizendo: ¡°V¨¢! Vou pegar um t¨¢xi para casa mais tarde.¡± Olhando para Carlos que a panhava, percebeu que Jimena havia aceitado o pedido dele porque ainda tinha esperan?a. ¡°N?o pegue um t¨¢xi. Aqui est?o as chaves do meu carro. Voc¨º pode dirigir para casa. Amanh?, leve¨Co at¨¦ o Grupo Fontes. Eu o buscarei l¨¢.¡± Jimena entregou as chaves do carro a : ¡°De qualquer forma, eu bebi e n?o posso dirigir.¡± ¡°Tudo bem, cuidado.¡± Olivia aceitou as chaves e disse cordialmente, dando mais uma olhada em Carlos que estava atr¨¢s de Jimena. ¡°N?o se preocupe. N?o vou fazer nada .¡± Carlos sabia o que Olivia estava insinuando, que estava preocupada que Jimena fosse prejudicada. ¡°Isso ¨¦ bom disse Olivia. Carlos e Jimena sa¨ªram do bar Cap铆tulo 1139 Cap¨ªtulo 1139 Franciely ainda estava parada no mesmo lugar, uma express?o s¨¦ria no rosto, observando enquanto Carlos s do bar panhado de uma mulher. Seu olhar avaliava a dama aodo dele. Jimena, que caminhava ¨¤ frente, ac avistar a distinta senhora parada n?o muito longe, e lembrando¨C se deo segurara a orelha de Carlos no bar, sentiu um subito receio. Sua express?o ficou momentaneamente agitada e parou, esperando que Carlos chegasse so seudo. Ent?o, de maneira timida, agarrou a camisa de Carlos e escondeu¨Cse ao seudo, um ar de quem teme o encontro com os sogros. Carlosn?ou¨Clhe um olhar e viu que caminhava a passos curtos atr¨¢s dele,o uma nova noiva apreensiva em conhecer a familia do mando. Um sorriso involunt¨¢rio apareceu em seus l¨¢bios. Enquanto Jimena lutava seus medos, incertao enfrentaria a m?e de Carlos, segurou a m?o dele delicadeza, apenas para ser envolvida por um aperto firme e reconfortante. A palma da m?o dele era quente e ligeiramente umida, fazendo que Jimena sentisse um arrepio interior. levantou o olhar e encontrou os belos olhos amendoados de Carlos, que a olhava adora??o e assentiu levemente a cabe?a. Jimena, encorajada por ele, respirou fundo, tentando acalmar¨Cse. Carlos segurou sua m?o e caminhou em dire??o a Franciely, passos firmes e tranquilos. ¡°M?e, esta ¨¦ a mulher de quem eu falei, aqu que eu gosto,¡± disse Carlos. Ao ouvir isso, Jimena olhou para Carlos, surpresa e incr¨¦d. Seu perfil era resoluto e decidido, de uma beleza que encantava. O cora??o de Jimena, que mal havia se acalmado, agora batia forteo uma m solta. Carlos disse que gostava d? Mas naqu conversa sobre o neg¨®cio, ele n?o havia mencionado nada sobre gostar d! ¡°Voc¨º ¨¦ a namorada do Carlos?¡± A voz inquisitiva da senhora de meia¨Cidade trouxe Jimena de volta ¨¤ realidade. , um tanto at¨®nita, virou¨Cse e enfrentou o olhar escrutinador de Franciely, sentindo¨Cse um pouco perturbada e apertou a m?o de Carlos instintivamente. Com uma voz tr¨¦m, disse: ¡°Sim, sou¡­¡± ¡°M?e, por que voc¨º est¨¢ sendo t?o dura? Olhe, a assustou,¡± Carlos notou a tens?o de Jimena, cujas m?os estavam suadas, e que estava tendo dificuldades em fr ramente diante de Franciely. Ele apertou a m?o de Jimena, defendendo¨Ca, e ent?o disse a Franciely. N?velDrama.Org owns this text. ¡°Oh, eu malecei e voc¨º j¨¢ est¨¢ a defendendo?¡± disse Franciely um sorriso, suavizando um pouco da sua postura de matriarca. ent?o olhou para Jimena e perguntou: ¡°Qual ¨¦ a sua profiss?o?¡± ¡°Sou designer de joias,¡± Jimena respondeu baixinho. ¡°E os seus pais, o que fazem?¡± Franciely continuou. ¡°M?e, o que est¨¢ fazendo? Uma entrevista? Por que essa inquisi??o?¡± Carlos interveio, ramente descontente. ¡°Estou perguntando a , n?o a voc¨º. Fique quieto!¡± Franciely n?o poupou seu pr¨®prio filho. Jimena, erguendo a cabe?a, respondeu a Franciely: ¡°Meus pais s?o funcion¨¢rios p¨²blicos, ambos j¨¢ aposentados.¡± Franciely acenou a cabe?a, fazendo uma nota mental sobre a origem familiar de Jimena. ent?o encarou Carlos um olhar cr¨ªtico: ¡°O que voc¨º est¨¢ pensando, trazendo uma mo?a decente para um bar?¡± Tia, n?o ¨¦ culpa dele. Eu que quis vir,¡± Jimena explicou. Mal acabara de fr, Carlos apressou¨Cse em segurar sua m?o, mas j¨¢ era tarde demais. Franciely virou¨Cse bruscamente para Jimena e disse em voz alta: ¡°O qu¨º? Foi voc¨º que quis ir ao bar?¡± Cap铆tulo 1140 Cap¨ªtulo 1140 Jimena estava prestes a concordar quando Carlos a protegeu atr¨¢s de si, proferindo justi?a a Franciety. ¡°Tivemos uma briga fi vim sozinho para o bar me distrair, e velo atr¨¢s para ver o que eu estava fazendo. Como j¨¢ lhe disse entes, procurei aqu master no bar s¨® para provoc¨¢.¡± Ao ouvir as pvras de Carlos, Jimena ficou atordoada, olhando incr¨¦d para o perfil dele. Os contornos do seu rosto eram marcantes e belos, exibindo uma suavidade feminina e ao mesmo tempo o vigor masculino. Essa beleza diabolicamente atraente fazia Jimena ficar cada vez mais intoxicada. O que cle disse fez seu cora??o disparar. Ent?o ele tinha criado uma imagem diante de sua m?e de que eles eram um casal apaixonado passando por uma briga. Franciely estava c¨¦tica. Seu olhar passou por Carlos e pousou em Jimena, que estava protegida atr¨¢s dele, e perguntou: ¡°Como voc¨º se sentiu ao v¨º¨Clo abra?ado a outra mulher, encenando uma farsa? * Jimena hesitou por um instante, sabendo que Franciely estava fndo . saiu de tr¨¢s de Carlos, os grandes olhos arregdos, e perguntou: ¡°Tia, posso fr a verdade?¡± ¡°ro que deve fr a verdade. N?o vale a pena fr se for para mentir,¡± disse Franciely. Jimena respirou fundo e de maneira franca disse a : ¡°Eu quer¨ªa castr¨¢¨Clo, para ver se depois ele ainda teria coragem de tocar er outra mulher!¡± Carlos virou a cabe?a rapidamente em dire??o a Jimena e sussurrou, repreendendo: ¡°Jimena!¡± Sua voz era baixa, mas carregada de peso, ramente descontente as pvras d. Franciely tamb¨¦m ficou chocada. Seus belos olhos se fixaram em Jimena,o se tivessem ouvido algo surpreendente. Percebendo que a rea??o de ambos foi muito intensa, Jimena percebeu que tinha dito algo errado e se apressou em dizer: ¡°Foi s¨® um pensamento de raiva. N?o pretendia realmente fazer isso. N?o sou¡­ ¡°Hahaha, voc¨º ¨¦ muito parecidaigo quando eu era jovem,¡± Franciely de repentee?ou a rir alto. As pvras de explica??o de Jimena ficaram presas na garganta, e agora era quem estava at¨®nita. ¡°Vamos embora! Seu av? est¨¢ esperando em casa,¡± Franciely mudou de assunto e entrou no carro primeiro. se sentou no carro ¨¤ espera, e Carlos deu um passo ¨¤ frente, dizendo: ¡°Voc¨º vai na frente. Vou levar e chegamos logo depois.¡± ¡°Est¨¢ bem, mas se apresse, disse Franciely, e ent?o pediu ao motorista para partir. Exclusive content from N?velDrama.Org. O carro de Franciely se afastou, e Carlos olhou para Jimena, que tamb¨¦m o encarava. Eles trocaram um olhar e de repente sentiu sua m?o ainda envolvida por uma palma ¨²mida e quente,o se tivesse sido queimada, seu cora??o tremendo, e rapidamente puxou sua m?o de volta. 8 2 2 2 2 7 2 3 1 0 0 2 2 8 5 2 2 2 5 20 50 Carlos tamb¨¦m percebeu que ainda estava segurando a m?o d e a soltou. Quando retirou sua m?o, ele sentiu um vazio e fechou a m?o no ar. Soltando a m?o, ele disse: ¡°Voc¨º ¨¦ bastante severa, hein? At¨¦ pensou em me castrar.¡± ¡°Por que voc¨º n?o pergunta ¨¤s mulheres que magoou se alguma ds n?o queria fazer o mesmo voc¨º?¡± Jimena respondeu um resmungo. ¡°Voc¨º fo se estivesse entre s, mas mal temos algo emum, certo?¡± Carlos arqueou uma sobrancelha. Jimena: ¡°Ent?o voc¨º que v¨¢ para casa sozinho. N?o vou voc¨º!¡± Dizendo isso, e?ou a se afastar, mas Carlos segurou sua m?o: ¡°Estava s¨® brincando. Por que ficar t?o brava? N?o quer mais ver o Rafael?¡± ¡°Humph!¡± Jimena olhou para ele desprezo, soltou sua m?o ee?ou a caminhar rapidamente ¨¤ frente. ¡°Ei, meu carro est¨¢ para estedo. Voc¨º est¨¢ indo na dire??o errada,¡± Carlos chamou atr¨¢s d. Jimena mudou de dire??o, e Carlos pegou as chaves para destravar o carro. Ao ver as luzes do carro acesas, soube que era o carro de Carlos, abriu a porta e entrou primeiro/ Cap铆tulo 1141 Cap¨ªtulo 1141 Carlos en seguida deu passosrgos, sentouse no banco do motorista e ligou o carro, M hora depois, o ve¨ªculo parou no patio da mans?o da familia Marques, que parece um castelo e tem um estilo aristocr¨¢tico Entrando no interior da mans?o, o luxo esta por toda parte pinturas a ¨®leo penduradas nas paredes que Jimena reconheciao obras mundialmente famosas. O ch?o era revestido m¨¢rmore caro, brilhante e texturizado, indicando um alto custo O lustre de cristal da s pende do c¨¦u, brilhante o magnifico. A vida dos nicos era algo que s¨® n?o se podia imaginar, n?o havia nada que n?o pudessem fazer, pensou Jimena admira??o, a familia Marques era realmente abastada, n?o ficava atr¨¢s nem mesmo de Daniel. Ao seguir Carlos para o grande sal?o, Jimena viu tr¨ºs pessoas sentadas no sof¨¢: uma era Franciely, a m?e de Carlos, que j¨¢ havia conhecido. Os outros dois eram mais velhas, cabelos grisalhos e sorrisos acolhedores; uma senhora que parecia ser a av¨® de Carlos. Igualmente cabelos embranquecidos, sentado no sof¨¢ as m?os apoiadas em uma beng, com um semnte sereno e um olhar avaliador, devia ser o av? de Carlos. Os tr¨ºs olhavam para o se estivessem curiosos e a encaravam im¨®veis. Jimena estava vontade de olhar todo oyout de uma fam¨ªlia Marques agora h¨¢ pouco, mas agora seu cora??o estava elevado e estava t?o nervosa que inconscientemente queria ir at¨¦ Carlos. Carlos imediatamente segurou a m?o d e guiou¨Ca para frente. Ele a conduzia adiante, enquanto os passos aut?nomos de Jimena recuavam; seu corpo desequil¨ªbrou¨Cse, e as pernas fraquejando, caiu de joelhos no ch?o um ¡°thud¡°. Carlos parou e virou¨Cse, surpreso ao ver Jimena ajoelhada, algo que o perturbou, dado seu habitual autocontrole. O que estava fazendo essa mulher? Franciely: ¡°¡­¡± Essa mulher ¨¦ t?o covarde? ¡°Minha querida, levante¨Cse, n?o precisa ser t?o formal no nosso primeiro encontro, voc¨º ¨¦ realmente uma boa menina, disse a av¨® Marques, apressando¨Cse em ajudar Jimena a se levantar. Com o rosto p¨¢lido de constrangimento, Jimena n?o esperou por ajuda e rapidamente se agarrou ¨¤ m?o de Carlos, usando sua for?a para se levantar. Com um sorriso embara?ado, disse: ¡°Cheguei com tanta pressa que esquec¨ª de trazer um presente, permita¨Cme cumprimentar os senhores uma rever¨ºncia, desejando¨Clhes uma vida longa, muita sa¨²de e paz.¡± Jimena simplesmentepensou o erro, fndo docemente a av¨® e o av? Marques, j¨¢ que realmente havia chegado ¨¤s pressas e n?o havia preparado um presente. Carlos olhou para surpreso, n?o era quem tinha uma personalidade forte? Ainda assim, sabia como bajr, e era r¨¢pida no racioc¨ªnio. ¡°KKKKK, boa menina, que sabe ser cort¨ºs, venha, sente¨Cse aqui,¡± disse a av¨® Marques um sorriso afetuoso, convidando¨Ca a sentar¨Cse no sof¨¢. Jimena n?o ousou agir precipitadamente e olhou para Carlos interrogativamente. ¡°Vamos, sente¨Cse,¡± disse Carlos, segurando a m?o d e sentando¨Cse diante dos av¨®s e da m?e. Jimena sentou¨Cse aodo de Carlos, nervosa e incerta, as m?os sobre as pernas, a postura ereta e um sorriso polido nos l¨¢bios, o rosto quase r¨ªgido¡­ ¡°Minha jovem, quanto tempo voc¨º e nosso Carlos est?o juntos?¡± perguntou a av¨® Marques a Jimena, com uma express?o af¨¢vel e acolhedora. Jimena abriu a boca, pronta para responder. Carlos interrompeu, dizendo: ¡°Estamos namorando h¨¢ tr¨ºs meses. Nos apaixonamos ¨¤ primeira vista e ¨¦ o meu tipo.¡± ¡°Mas voc¨º tem umpromisso de casamento Fabiana,¡± interrompeu Franciely.N?vel(D)rama.Org''s content. Cap铆tulo 1142 Cap¨ªtulo 1142 Jimena entrou em p¨¦nico ainda mais, pois antes de chegar, e Carlos n?o tinham conversado, e n?o sabiao enfrentar as perguntas da familia dele. Al¨¦m disso, o que Francely disse tamb¨¦m ¨¦ um problema, Carlos e Fabiana estavam noivos. Exclusive content from N?velDrama.Org. Carlos havia dito h¨¢ pouco que, se o ajudasse a anr o noivado, ele a ajudaria a marcar um encontro Rafael, para que pudessem se ver sozinhos. Mas Carlos n?o disseo ajud¨¢¨Clo a romper o noivado. A av¨® Marques e o av? Marques trocaram olhares perplexos, e o av? Marques, pensativo, disse: ¡°Carlos n?o gosta da Fabiana, vamos encontrar um momento para fr ramente a fam¨ªlia Barbosa, o amor n?o pode ser for?ado.¡± ¡°Sim, se n?o houvesse amor entre mim e seu av?, j¨¢ ter¨ªamos nos separado h¨¢ muito tempo,¡± concordou a av¨® Marques. A av¨® Marques n?o vinha de uma fam¨ªlia nobre; tinha origens humildes e se apaixonou pelo av? Marques ¨¤ primeira vista. Apesar de todos os obst¨¢culos, o av? Marques superou as dificuldades e finalmente uniu¨Cse ¨¤ av¨® Marques. Nos ¨²ltimos tempos d¨¦cadas, por causa de suas origens humildes, sofreu muito na familia Marques, mas, por amor ao av? Marques, superou todos os desafios para ficar aodo dele. Eles n?o s?o muito bons agora? Fndo nisso, a av¨® Marques trocou um olhar o av? Marques, e em ambos os olhares havia profundo amor, vendo apenas um ao OUTO. Jimena assistiu e sentiu inveja do amor deles. ¡°Mas o irm?o mais velho de Carlos est¨¢ prestes a casar¨Cse a Srta. Gomes, se ele pode fazer uma alian?a matrimonial, por que Carlos n?o pode? Franciely n?o foi convencida pelos av¨®s. Carlos tamb¨¦m tinha um primo, dois anos mais velho do que ele, que atualmente administrava a maior parte dos neg¨®cios da fam¨ªlia Marques, enquanto Carlos gerenciava apenas algumas filiais. Franciely temia que o cargo de presidente do Grupo Marques acabasse sendo ocupado pelo primo de Carlos. Carlos era um rom¨¢ntico e a fam¨ªlia n?o tinha uma boa opini?o sobre ele. Se ele se casasse uma mulher de uma fam¨ªliaum, seu poder n?o aumentaria, e ele teria ainda menos chance de lutar p presid¨ºncia. Franciely vinha de uma fam¨ªlia distinta e foi gra?as ao seu apoio que o pai de Carlos conseguiu tornar¨C se presidente do Grupo Marques. Originalmente, o pai de Carlos deveria dar a Carlos o cargo de presidente no futuro, mas o primo de Carlos era mais discreto e estava prestes a casar¨Cse a Srta. Gomes. Com essa alian?a, ele certamente teria o apoio da fam¨ªlia Gomes. O que Carlos tinha? Ele mesmo era muito ostentativo, o que deixava uma m¨¢ impress?o nos diretores da empresa, e agora ele tamb¨¦m n?o quer¨ªa se casar a Srta. da fam¨ªlia Barbosa. Ser¨¢ que ele estava procurando sua pr¨®pria ru¨ªna? Franciely perguntou a Jimena sobre sua hist¨®ria familiar assim que a viu, apenas para pesar os pr¨®s e contras. ¡°Cof, cof, a¨ª, meu cora??o¡­ de repente o av? Marquese?ou a tossir e segurou o peito, parecendo muito desconfort¨¢vel. ¡°Velho Senhor¡­¡± a av¨® Marques rapidamente foi ajud¨¢¨Clo. ¡°Pa¨ª,o voc¨º est¨¢?¡± Franciely tamb¨¦m ficou nervosa, levantou¨Cse imediatamente para verificar o av? Marques e, vendo que ele estava muito mal, rapidamente tirouprimidos da gaveta e deu para ele. alisou seu peito, dizendo resignada: ¡°Pai, foi algo que eu disse que te abalou?¡± ¡°Voc¨º n?o abalou a mim, mas sim a namorada do Carlos, ainda est¨¢ aqui, por que voc¨º s¨® f da Fabiana?¡± repreendeu o av? Marques. ¡°Carlos aquele jeito dele,o namorada, j¨¢ deveria estar acostumada a todo tipo de situa??o com ele, n?o se surpreendendo nada, n¨¦? Nem mesmo se ele abra?asse outra mulher na frente d, conseguiria manter apostura, certo, Srta. Santos?¡± Franciely acabara de se familiarizar Jimena, n?o s¨® tinha presenciado Carlos abra?ar e acarinhar outra mulher diante d, mas tamb¨¦mpreendia a personalidade de Jimena. n?o era de cora??o fr¨¢gil, mas seu temperamento definitivamente n?o era dos mais am¨¢veis. Franciely sabia que n?o era fr¨¢gil, e foi exatamente por isso ousou expressar sua conota??o aos av¨®s de Carlos de forma aberta e secreta, para que pudesse desistir diante das dificuldades. Se n?o fosse pelo av? Marques alegando uma crise card¨ªacao desculpa, teria trazido Carlos de volta e o visto interagindo normalmente as mulheres. 1/1 Cap铆tulo 1143 10-03 Capitulo 1143 n?o deixaria Carins volls limena esta noite Jimena recebeu a pergunta de Franciely, o canto da boca tremendo Franciely estava tentando estim ou ele estava tentando Conte¨Cis? Agora entendia, no primeito encontro, Franciely investigou sua origem familiar, parecendo aceit¨¢¨C la, mas na verdade era p¨¢ra conhecer o inimigo e estar preparada para a batatha Esses m¨¦todos e pensamentos de uma senhora rica s?o realmente excelentes. , uma mulher de posi??o t?o inferior, certamente n?o era um p¨¢ro outros a venderam, mas ainda pensava tmente que os outros a estavam tratando bem. Tia, Carlos diese que n?o tem nenhum sentimento por Fabiana e que certeza ir¨¢ romper o noivado , foi por isso que concordei em ficar ele. Nossas desaven?as s?o por causa dessa situa??o Fabiana.¡± Jimena n?o seguiu as pvras de Franciely, dizendo o quanto n?o se importava as outras mulheres na vida de Carlos, mas em vez disso refutou as pvras de Franciely Em suas pvras, deixava ro o qu?o profundo era o seu rcionamento Carlos. Cartos, que estava hesitante sobreo defender Jimena, ouviu sua resposta ¨¤ sua m?e, Ele olhou para Jimena uma express?o e alegria inesperadas. Essa mulher, em momentos crucials, mostrava¨Cse bastante articda, ¡°Voc¨º sabia que ele tinha umpromisso matrimonial a senhorita da fam¨ªlia Barbosa, por que ainda quis ficar ele?¡± Franciely replicou uma pergunta, sempre um passo ¨¤ frente, ap¨®s tantos anos cido entre as poderosas da alta sociedade, sabiao lidar essas situa??es facilmente. Jimena, essa novata, definitivamente n?o era sua advers¨¢ria. Uma frase fez Jimena engasgar e perder o prest¨ªgio. ¡°J¨¢ disse que fui eu quem insistiu para que fic¨¢ssemos juntos,¡± Carlos interveio rapidamente. ¡°Eu disse a que n?o tinha nada Fabiana, nem sequer t¨ªnhamos nos dado as m?os, e que s¨® de ver Fabiana eu j¨¢ sent¨ªa avers?o, nunca seria poss¨ªvel um rcionamento entre n¨®s. O tal noivado n?o passou de um acordo entre voc¨º e a fam¨ªlia Barbosa, mas nunca a reconhec¨ªo minha noiva, nem concordei esse casamento.¡± Carlos falou e pegou a m?o de Jimena, segurando¨Ca firmemente, e um olhar cheio de amor e lealdade, encarou o av? Marques e a av¨® Marques, e Franciely. ¡°S¨® tenho olhos para , e nesta vida, n?o me casarei mais ningu¨¦m al¨¦m d!¡± Carlos disse com convic??o. A palma da m?o de Jimena foi apertada p palma grande dele, pod¨ªa sentir ramente o calor vindo de sua m?o, e as pvras dele faziam seu cora??o bater de maneira acelerada, Seu cora??o estava aos pulos naquele instante. Se n?o soubesse de antern?o que tudo aquilo era uma encena??o, ter¨ªa acreditado que Carlos estava fndo s¨¦rio! Esse homem, estava exagerando em sua atua??o, dizendo tais pvras, o que eles fariam se fossem desmascarados no futuro? As pvras de Carlos emocionaram profundamente o av¨® Marques e a av¨® Marques, os dois velhos se entreolharam entusiasmo e deram¨Cse as m?os,o se revissem o intenso amor de sua juventude. N?vel(D)rama.Org''s content. O av¨® Marques, emocionado, disse: ¡°O av¨® vai resolver isso para voc¨º, vamos conversar a fam¨ªlia Barbosa, a fam¨ªlia Marques est¨¢ disposta a investir cinco bilh?es no novo projeto do Grupo Barbosa, desde que a fam¨ªlia Barbosa concorde em retirar o noivadobinado sua m?e. O av¨® Marques tomou a decis?o final. Carlos, que sempre fora vol¨²vel e depromissado, finalmente decidira se fixar em uma mulher, e o av? Marques, ro, ficou feliz e disposto a apoi¨¢¨Clo. ¨¦ preciso saber que, para algumas pessoas, perder algu¨¦m pode ser um arrependimento para toda a vida, um obst¨¢culo para viver bem. 1/1 10:03 Oas¨® Marques deodu Cap铆tulo 1145 Capitulo 1145 ¡°Ele j¨¢ fez poucas bobagens, n¨¢ diese Finnisly, sobre seu pr¨®prio filho, a quam conheria methior do rem Tenho um jeito de testar as eles pn tealmente apalzonados Vor¨¦ sa primeiro e me detza arnar o batho da Marques pensou um pouso,?ou um no, smpumou a bra?o de Franciely e disse afirmativamente, ¡°M?e, voc¨º realmente tem um jeito?¡± Francisly mal podia acreditar ¡°Voc¨º sal e espera a Tefei??o ser servida¡± disse av Marques N?o tends outra op??o, Franciely salu Cerca de quarenta minutos depois, a mesa estava repleta de pratos variados, principalmente frutos do mar Jimena foi chamada para sentar¨Cse ¨¤ mesa, Carlos ao seudo, ramente pareciam um casal jovem diante dos pais. av¨® Marques, calorosa e educada, servindo legumes a sopa a Jimena: ¡°Sria, Santos, deve estar faminta, sirva se s vontade * Jimena prontamente aceitou o prato que av¨® Marques the ofereceu, e uma pequena tig de sops, agradecendo educadamente ¡°Obrigada, vo, pode me chamar de Jimena¡± N?vel(D)rama.Org''s content. ¡°ro, ro,¡± av¨® Marques concordou um aceno afetuoso e serviu uma tig de sopa para Carlos. Jimena recebeu canja de galinha, enquanto Carlos recebeu sopa de frutos do mar ¡°Jimena gosta de frutos do mar, vamos trocar nossas sopas,¡± Carlos, iodado o cheiro forte dos frutos do mar, se preparos para trocar Jimena. avo Marques interveio seriedade: ¡°Essa foi especialmente preparada para voc¨º, beba, n?o pode troc¨¢¨Clo? Carlos, que estava prestes a trocar as sopas, parou a repreens?o repentina da av¨®, confuso. Jimena interpretou issoo um gesto de amor exclusivo de av¨® Marques para Carlos, supondo que a sopa era nutritiva e ferta especialmente para fortalecer Carlos, e seria um desperdicio se algu¨¦m mais a tomasse, Jimena apressou¨Cse a dizer um sorriso: ¡°Beba, ¨¦ um carinho da v¨®, eu j¨¢ tenho a minha sopa¡± ¡°¨¦, Jimena ¨¦ sensata,¡± av¨® Marques voltou a sorrir. Carlos pensou que n?o ficaria desapontado uma tig de sopa, ent?o bebeu a tig de sopa de frutos do mar Depois que ele terminou, av¨® Marques o observou e incentivou Jimena a beber tamb¨¦m: ¡°Jimena, beba tamb¨¦m, sopa de galinha ¨¦ muito boa para as mulheres.¡° Jimena concordou e bebeu a sopa, aceitando a gentileza da av¨®. Depois deerem mais um pouco, o jantar terminou e Jimena sentou¨Cse por um momento, sentindo algo estranho, seu corpo estava ficando cada vez mais quente, suando profusamente, muito calor, estava precisava ir para casa tomar um banho e descansar um pouco. Ent?o disse: ¡°J¨¢ est¨¢ tarde, vou para casa agora, vov¨® e vov¨®, vou indo,¡± av¨® Marques expressou surpresa: ¡°Jimena, por que est¨¢ suando tanto? Est¨¢ muito calor, quer descansar aqu¨ª? Vou pedir para a empregada preparar um quarto para voc¨º, colocaremos o ar¨C condicionado na temperatura mais baixa, seu av¨® e eu sentimos fr¨ªo, talvez o calor da s esteja demais para voc¨º, olheo voc¨º est¨¢ suada.¡± ¡°Que constrangedor¡­.¡± Jimena hesitou. ¡°Ora, n?o h¨¢ inc¨®modo nenhum, n?o estamos sugerindo que voc¨º durma no mesmo quarto que o Carlos, av¨® Marques falou, chamando a empregada para arrumar o quarto. Jimena parecia incapaz de recusar a oferta. Carlos ajustou a gravata, sentindo¨Cse igualmente quente, uma sensa??o de calor percorrendo seu corpo, disse: ¡°Realmente est¨¢ muito quente aqui na s, vou para o meu quarto tomar um banho, v¨®, por favor, cuide da Jimena.¡± ¡°ro, pode deixar, cuidarei bem d,¡± avo Marques respondeu, um sorriso gentil e bondoso. A empregada chegou e disse que o quarto estava pronto. Av¨® Marques disse a Jimena: ¡°Vamos, eu te levo. Tome um bom banho para se refrescar¡± Jimena, sentindo demais o calor, precisava urgentemente de um banho de ¨¢gua morna para esfriar e panhou av¨® Marques. 1/1 Cap铆tulo 1147 Cap¨ªtulo 1147 Jimena, em panico, virando¨Cse rapidamente para sair. Carlos avan?ou rapidamente e agarrou seu pulso. Jimena, assustada, virou¨Cse e encontrou os olhos estreitos e sedutores de Carlos. Aqueles olhos enfeiti?adores fizeram seu cora??o, que parecia ter parado,e?ar a bater t?o forte que quase saiu do peito. Ele se aproximou d, sua respira??o estava t?o perto que o aroma masculino de seus ferom?nios a envolveupletamente. N?o apenas o cora??o de Jimena bateu mais r¨¢pido, mas seu rosto tamb¨¦m queimouo fogo. estava ainda mais confusa e tentou retirar a m?o, dizendo em panico e medo: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Enquanto lutava, Carlos cobriu sua boca a outra m?o e sussurrou em seu ouvido uma voz rouca: ¡°N?o fa?a barulho, tem ¨¢lgu¨¦m nos escutando l¨¢ fora¡­¡± Escutando? Jimena ficou chocada. Quem estaria escutando l¨¢ fora? E o que exatamente? Enquanto Jimena estava assustada, a voz grave e rouca de Carlos soou novamente em seu ouvido. Seus l¨¢bios estavam t?o pr¨®ximos que ele sussurrou: ¡°Minha m?e e minha av¨® provavelmente duvidaram do nosso rcionamento, ent?o eles deliberadamente levaram voc¨º ao meu quarto para vero nos damos bem, enquanto eles est?o escutando l¨¢ fora¡­¡± Logo antes, av¨® Marques e Franciely tinham ido para a cozinha, e Carlos j¨¢ estava desconfiado. Sua m?e, uma mulher t?o astutas, n?o seria facilmente enganada por ele. certamente estava testando os dois. Com o peito de Carlos pressionado contra as costas de Jimena, ele estava sentindo o mesmo calor intenso e suor descendo ps costas. Mesmo atrav¨¦s da camisa encharcada, o calor ardente ainda fazia o cora??o de Jimena palpitar de medo. Especialmente sua respira??o profunda e quente, soprando em seu ouvido, fazendo a parte de tr¨¢s de suas orelhas vulner¨¢veis se sentirem formigantes e co?ando. A sensa??o prou t?o profundamente em Jimena que parecia que uma pena estava acariciando seu cora??o. estremeceu e encolheu o pesco?o. Com uma voz fr¨¢gil e desamparada, perguntou: ¡°Ent?o, o que n¨®s fazemos?¡± Av¨® M¨¢rques e Franciely estavam escutando l¨¢ fora! Se eles agissem muito distantes, todos os seus esfor?os ser?o em v?o. tinha concordado em ajudar Carlos a romper seu noivado Fabiana! ¡°N?o se preocupe, fa?a o que eu disser,¡± Carlos falou baixinho, sua voz estava rouca. Seu corpo j¨¢ estava excepcionalmente quente,o se houvesse um fogo dentro dele pronto para queim¨¢¨Clo, e quando ele pressionou contra o corpo delicado de Jimena, sua garganta apertou ainda mais, e o sangue em seu corpo estava fervendo e inquieto. As roupas de Jimena estavam encharcadas de suor,do em seu corpo e real?ando suas curvas voluptuosas. Uma mecha de cabelo preto, molhado de suor, cva em seu rosto redondo, dando¨Clhe um ar de inoc¨ºncia e sensualidade. Carlos estava quase perdendo o controle, desejando arrancar suas roupas e beij¨¢ paix?o. Mas ele sabia que n?o podia fazer isso, pois o rcionamento deles era falso. Ele tentou o seu melhor para se conter. ¡°O que devo fazer?¡± Jimena estava confusa. Carlos abriu o chuveiro e a ¨¢gua fria caiu do alto diretamente sobre eles. ¡°Ah, uh¡­¡± Jimena, que estava t?o quente que parecia derreter, ainda n?o estava pronta para a ¨¢gua fria que ca¨ªa sobre , e o contraste entre o calor e o frio a fez gritar e estremecer. ¡°O que houve, voc¨º n?o est¨¢ se sentindo bem?¡± Carlos perguntou preocupado e ajustou a temperatura da ¨¢gua para morna. Jimena se acostumou um pouco e o repreendeu: ¡°N?o tenha pressa, por que voc¨º est¨¢ tanta pressa?¡± Av¨® Marques e Franciely, ouvindo a conversa deles dodo de fora da porta do quarto, trocaram olhares. Av¨® Marques sorriu, um sorriso significativo e feliz. 10N?velDrama.Org holds text ? rights. Cap铆tulo 1148 Capitulo 1148 A avo Marques sorriu e se virou para ir embora, pois tinha certeza de que Carlos e Jimana estavam envolvidos, o que a deixava tranqusta Franciely, por outrodo, n?o podia aceitar isso facilmente. n?o acreditava que Carlos a Jimena estivessem realmente apaixonados Que fossem um casal de verdade. Sera que o seu filho havia mudado t?o facilmente e realmente se apaixonar por uma mulher e estar disposto a se casar ? Ele estaria disposto a trocar um canteiro inteiro de flores por uma ¨²nica flor? Franciely n?o acreditou. sentia que havia algo mais, algo que n?o estava certo. Ent?o, n?o se afastou, ficando ¨¤ espreita na porta ouendo escondida. ¡°Desculpe, vou prestar mais aten??o da pr¨®xima vez,¡± disse Carlos a Jimena, a voz rouca sob o vapor. Jimena havia remado que Carlos havia deixado a ¨¢gua muito fria de repente. Ao ouvir o que ele disse agora e perceber que algo errado e deu dois passos para tr¨¢s, sentindo um perigo iminente. ¡°Haver¨¢ uma pr¨®xima vez? J¨¢ ¨¦ suficiente o que aconteceu agora,¡± disse Jimena, desviando o olhar enquanto recuava, A atmosfera dentro do banheiro estava nebulosa o vapor, carregada de uma tens?o ambigua, e algo invis¨ªvel parecia se espalhar pelo espa?o. A ¨¢gua quente deveria diminuir a temperatura, mas Jimena sentia ainda mais quente. N?o apenas seu corpo estava quente, mas tamb¨¦m o todo o espa?o tamb¨¦m ficou mais quente, Um homem e uma mulher juntos num mesmo espa?o, parece que podem entrar em conflito a qualquer momento¡­ O cora??o de Jimena Santose?ou a bater depassado, cada vez mais r¨¢pido¡­ Carlos viu Jimena pisar no sabe ca¨ªdo no ch?o e estendeu a m?o rapidamente: ¡°Cuidado!¡± ¡°Ah!¡± Mesmo o aviso, foi tarde demais, Jimena escorregou e caiu para tr¨¢s. Carlos agarroua e, para evitar que a nuca d batesse no ch?o, abra?ou¨Ca e virou¨Ca, caiu de costas no ch?o e Jimena caiu em cima dele. ¡°Uh¡­¡± Jimena estava atordoada, sentindo seu rosto pressionado contra algo quente, e ao levantar a cabe?a, percebeu que¡­ Estava sobre as pernas de Carlos! Jimena deitou¨Cse no ch?o, olhando para baixo, mortificada p situa??o constrangedora. Ah, que me matem agora! Se isso viesse a p¨²blico, sua reputa??o estaria arruinada! Jimena tomou um f?lego frio, apoiando¨Cse para levantar, mas seu cabelo ficou preso. Quanto mais ansiosa ficava para se levantar, mais dolorido era o cabelo puxado, e n?o teve escolha a n?o ser abaixar a cabe?a novamente. Content from N?velDr(a)ma.Org. Carlos estava deitado de costas, sentindo dores nos ombras, e torceu o rosto de dor. Ele se levantou parcialmente e, a voz rouca, disse a Jimena: ¡°Levanta r¨¢pido, eu n?o aguento mais¡­¡± Ele estava muita dor nas costas e precisava se levantar para ver o que estava acontecendo, mas Jimena segurou suas pernas, Quanto mais Jimena se desesperava, mais confusa ficava puxando o pr¨®prio cabelo que estava cada vez mais dolorido, estava ¨¤ beira das l¨¢grimas: ¡°Meu cabelo ficou preso no seu z¨ªper¡­¡± Carlos: ¡°¡­¡± ¡°Voc¨º est¨¢ t?o apressado para abrir o z¨ªper, ser¨¢ que voc¨º realmente quer fazer issoigo¡­¡± ¡°C a boca!¡± Jimena, enfurecida e envergonhada, repreendeu Carlos. Era uma coisa representar uma cena, mas agora, e ele ainda estava se aproveitando d. *Era s¨® uma brincadeira, por que voc¨º est¨¢ t?o brava?¡± Vendo que Jimena estava realmente irritada, Carlos parou de provoc¨¢ e estendeu a m?o para ajud¨¢ a soltar o cabelo. O cabelo n?o se soltou, mas o z¨ªper estava aberto. Jimena: ¡°. Seu rosto ficou ainda mais vermelho. *Fa?a for?a, voc¨º n?oeu?¡± Jimena, ofegante e ansiosa, disse¨Clhe para puxar o cabelo for?a. n?o queria continuar presa daqu maneira, era muito desconfort¨¢vel e humilhante. ¡°Tudo bem, vou fazer for?a, s¨® espera, n?o se apresse¡­¡± disse Carlos, respirando pesadamente por causa da dor nas costas. 1/1 Cap铆tulo 1149 Cap¨ªtulo 1149 Olhando para o seguran?a de Daniel, era evidente que ele estava envolto em um frio cortante, seus olhos profundos estavam irritados e vermelhos de raiva. O guarda ficou paralisado, abaixando seu olhar, temendo ser atingido p ira de Daniel. Daniel testemunhou Olivia abra?ar Rodrigo sem hesitar, arriscando¨Cse para evitar que ele se machucasse Naquele segundo, o cora??o de Daniel foi ferido profundamente, a raiva queimava no fundo de sua alma, espalhando¨Cse pelo seu sangue, amea?ando consumi¨Clopletamente. ¡°Olivia, voc¨º sabe o que est¨¢ fazendo?¡± disse Daniel, rangendo os dentes, contendo sua f¨²ria, seus olhos transmitiam um frio prante. Olivia percebeu que o seguran?a tinha parado e que estava abra?ando Rodrigo. rapidamente soltou Rodrigo, virou¨Cse e enfrentou Daniel, encarando¨Co diretamente em seus olhos vermelhos de raiva. Com a respira??o tr¨¦m e l¨¢grimas nos olhos, disse a ele: ¡°Deixe Rodrigo em paz, ele s¨® estava tentando me ajudar. Nada disso ¨¦ culpa dele, eu vou voc¨º¡­. panh¨¢¨Clo significava encarar todas as consequ¨ºncias, suportar sua f¨²ria tempestuosa e submeter¨Cse ao seu julgamento. Daniel viu as l¨¢grimas caindo dos olhos d,o se fossem estctites de inverno afiadas, perfurando seu cora??o um frio ensurdecedor. O rosto de Daniel estava tenso, seus dentes cerrados, e seus olhos, profundos e avermelhados, distantes e gelidos. ¡°Certo!¡± Uma pvra, pesada e firme. Ap¨®s dizer isso, ele avan?ou e agarrou o pulso de Olivia, puxando¨Ca para perto de si. O corpo de Olivia colidiu sem aviso o peito s¨®lido dele,o se quebrasse o gelo de seu pr¨®prio cora??o, que de repentee?ou a bater descontrdamente,o uma b de ferro em chamas, pndo para cima e para baixo um calor vermelho. A cintura d estava presa pelo seu bra?o forte, segurando¨Ca firmemente contra seu abdomen. Atrav¨¦s das roupas, Olivia sentiu a firmeza e o calor do abd?men dele. O calor fez o rosto de Olivia corar subitamente,o um camar?o cozido, prendeu a respira??o, suas pups se dtaram, im¨®vel pelo choque. Os olhos profundos de Daniel eram negroso o c¨¦u noturno remoto, olhando fixamente para Olivia. Aqueles olhos profundos pareciam capazes de sugar todo o seu ser, deixando Olivia em panico, prendendo a respira??o. ¡°Levem as crian?as e Teresa embora!¡± ele ordenou ao seguran?a. Depois de dar a ordem, segurando a cintura de Olivia, ele se virou e saiu. O seguran?a aproximou¨Cse e conduziu as quatro crian?as. ¡°Eu posso ir sozinha, deixe¨Cme ir sozinha,¡± disse Teresa, vendo o seguran?a se aproximar, falou em p¨¢nico. 1/2 09:49 Capitulo 1049 Para Teresa, os seguran?as eram t?o intimidadores quanto o pr¨®prio Daniel Daniel levou Olivia at¨¦ o helic¨®ptero, e as crian?as e Teresa tam¨¦n embarcaram O ambiente dentro da cabine era cial, a atmosfera t?o g¨¦tida que dificultava a respira??o Com Garvet presente, a press?o atmosf¨¦rica era baixa e assustadora, sufocante Olivia mantinha a cabe?a baixa, nem mesmo ousando deixar seu olhar perf¨¦nco tocar em Daniel O helic¨®ptero iniciou sua ascens?o, ganhando altitude gradualmente. ¡°Ah!¡± Nesse momento, um grito agonizante velo do sal?o da mans?o. Mesmo que o barulho da decgem do helic¨®ptero fosse alto, n?o conseguiu abafar o grito de dor de Rodrigo. Movida pelo som, levantou a cabe?a subitamente, encarando Daniel um olhar repleto de p¨¢nico e indigna??o. ¡°O que voc¨º fez ele? Voc¨º prometeu que n?o iria mais bater nele!¡± Olivia disse, errociorata & raiva. e O olhar frio e prante de Daniel encontrou o d, expressando uma f¨²ria contida: ¡°Voc¨º est¨¢ N?velDrama.Org owns this text. pena dele?¡± Os olhos aquosos de Olivia tremeram, seu cora??o deu um pulo, mordeu o l¨¢bio, respirando dificuldade, e disse a Daniel, pvra por pvra: ¡°Daniel, voc¨º ¨¦ muito cruel, sem um pingo de humanidade. Quem iria querer ficar ao seudo?¡± Depois que falou, os olhos frios de Daniel se endureceram ainda mais, exndo uma freza ainda mais intensa¡­ Cap铆tulo 1150 Cap¨ªtulo 1150 Content from N?velDr(a)ma.Org. Jimena corou e, apressada, disse: Deixa de ser narcisista, quem quer dormir contigo? Se n?o fosse para encontrar¨Cme a s¨®s o Rafael, achas mesmo que eu teria concordado em panhar¨Cte para lidar a tua familia?¡± ¡°Ent?o por que voc¨º est¨¢ t?o longe de mim? Tens medo de que eu te devore?¡± Carlos, um sorriso malicioso nos l¨¢bios, falou calma. ¡°Eu estava medo de que voc¨º n?o conseguisse se contrr Jimena disse em p¨¢nico. *J¨¢ vi tantas mulheres, mas voc¨º ainda n?o consegue despertar minha raiva.¡± Carlos disse de forma despreocupada Jimena ficou constrangida e imediatamente imitada: ¡°Ah, ent?o o fato de voc¨º ter visto muitas mulheres lhe d¨¢ uma sensa??o de conquista? Aposto que sua parta baixa j¨¢ estava t?o desgastada quanto uma agulha!¡± Jimena colocou as m?os na cintura, nunca havia perdido para ningu¨¦m em termos de pvras. A express?o divertida de Carlos desapareceu num instante, e seu semnte tornou¨Cse s¨¦rio ao olhar para Jimena: ¡°Voc¨º era mesmo uma mulher? Como podia dizer coisas assim?¡± ¡°Voc¨º n?o conseguia ver se eu era ou n?o uma mulher? Estava cego?¡± Retrucou Jimena. c¨¦ era ou n?o uma Carlos respirou fundo raiva e acenou a cabe?a: ¡°Sim, eu estava cego. Realmente deveria descobrir se voc¨º mulher e lhe mostrar se eu erao uma agulha!¡± ¡°Como voc¨º ia mostrar?¡± Jimena perguntou sem pensar. Carlos olhou para incredulidade, surpreso por ter feito tal pergunta, o que o fez se perguntar se o que disse agora era intencional, apenas para ver a sua rea??o¡­ Com um olhar de surpresa, Carlos observou Jimena, que agora parecia confusa. Quando seus olhares se encontraram, um elemento Invisivele?ou a crescer no ar, parecendo tamb¨¦m invadir os cora??es de ambos. Jimena olhou para seu rosto atraente e sedutor, olhos estreitos e cativantes que a fitavam,o se fosse capaz de enfeiti?ar, fazendo seu cora??o bater descontrdamente. Carlos viu o ar ¨²mido em volta de Jimena, os cabelos molhados grudados em seu rosto p¨¢lido, gotas de ¨¢gua escorrendo para baixo, e seu corpo curvilineo e rechonchudo envolto em seu roup?o, dando¨C lhe um ar infantil e ao mesmo tempo sensual. Isso fez que Carlos engolisse em seco, e o fogo que ele havia suprimidoe?ou a se elevar rapidamente, tensionando seu corpo. No momento em que a atmosfera estava incrivelmente tensa e faiscas pareciam saltar no ar Jimena colocou a m?o na pema e beliscou¨Cse para voltar a si. Desviando o olhar em choque, disse: ¡°Suas costas s¨® estavam roxas, n?o era nada s¨¦rio, deveria melhorar em alguns dias. Eu¡­ eu para outro quarto.¡± desviou o olhar, tentando evitar o olhar de Carlos, e depois virou¨Cse para sair. Carlos tamb¨¦m desviou o olhar, sem tentar det¨¦. Jimena chegou ¨¤ porta, abriu¨Ca e imediatamente se assustou ao ver quem estava l¨¢ fora. Voltando a si, viu que era av¨® Marques e, o cora??o ainda acelerado, disse: ¡°Vov¨®, acho que entrei no quarto errado, fui parar no quarto do Carlos. O quarto de h¨®spedes ¨¦ aodo, n?o ¨¦?¡± ? ??? 1??? ?? Embora Jimena soubesse muito bem que ue av¨® Marques a tinha levado propositalmente ao quarto de Carlos para verificar se e Carlos eram realmente um casal, tinha o minimo de tato social para n?o expor os pensamentos da av¨® na cara d. Isso seria uma falta de respeito para a ancia Avo Marques, segurando duas tigs de sopa, falou amigavelmente Jimena: ¡°Voc¨º n?o entrou no quarto errado, fui eu que te trouxe de prop¨®sito para o quarto do Carlos. Voc¨ºs dois est?o juntos agora, e ¨¦ apropriado que fiquem no mesmo quarto. Al¨¦m disso, bom, voc¨º vem para a nossa familia Marques,o podemos deixar voc¨º ficar no quarto de h¨®spedes?¡± Cap铆tulo 1151 Capitulo 1151 ¡°N?o se preocupeigo, vos ?kimena insistiu para ficar no quarto da h¨®spedes, maso suas rougins estavam molhadas, anvou e as pendurou na varanda de bantelin, esperando qu desejava voltar para casa naquele instante, por¨¦m, sem roupas apropriadas para vestir, certamente n?o poderia retomar apenas de ? pente demars, fique no quarto do Carlos, eu prepare duas tigs de sopa refrescante para voc¨ºs, bebama durmam cedo o arcondicionado da s estava multo alto h¨¢ pouco, esquentou demais voc¨ºs, tomara que n?o tenham sofrido ins??o and disse um nomiso aletuoso carregava uma geta de ropa em uma m?o e passou a outra para imena Reba fogo, para se refrescar Jimena n?o p?de recusar a gentileza da av¨® Marques, que fez quest?o de trar? e ainda serviu pessoalmente, recusar seria uma falta de respeito ente por causa da alta da alta temperatura do Al¨¦m do mais, apesar de ter tomada um banho momo, ainda se sentia quente, provavelmente arcondicionado, seu corpo estava quente e o banho n?o havia ajudado. Talvez a sopa refrescante a fizesse sentir¨Cse melhor ¡°Obrigada, vov¨®¡± Jimena aceitou a tig de sopa das m?os da av¨° Manques e bebeu todo o conteudo A v terminato soms de avo Marques se aprofundou, pegou a tig vazia e deu a outra tig para Jimena: ¡°Esta ¨¦ para o Carlos, leve pam ele, ele tambem deve estar sentindo muito calor¡± Jimena pretendia si e dear Carlos para tr¨¢s, mas em face do apelo da avo Marques, recusar¨Cse podena levantar suspeitas sobre al autenticidade do seu rcionamento Carlos Jimena estava realmente em um dilema, em um curto espa?o de tempo, lutou interamente, decidindo se devena insistir em sair ou se devena seguro conselho da av¨® Marques e voltar para o quarto. ¡°Bombom, descansem logo, vou fechar a porta para voc¨ºs.¡± avd Marques disse um sorriso, observando Jimena voltar para o quano e fechou a porta cuidado Jimena sentiu que estava entrando na toca do lobo, mas agora era tarde demais para recuar. teve que seguir em frente e continuar o teatro Carlos. voltou para odo de Carlos a tig de sopa, seu somso desapareceu e disse imita??o: ¡°Aqui, a considera??o da suava, beba logo¡± estendeu a m?o a tig para ele. Carlos olhou para a tig de sopa em suas m?os e franziu a testa. ¡°O que ¨¦ isso?¡± ¡°Sopa refrescante eu acabei de beber uma tig, senti um alivio fresco no est?mago, ¨¦ bem agrad¨¢vel. De fato, a sopa havia trazido uma sensa??o de frescor ao seu est¨®mago, pelo menos n?o estava t?o quente quanto antes. Carlos ainda sentia o calor se espalhando pelo seu corpo, tentando control¨¢¨Clo for?a de vontade, com medo de n?o conseguir se conter. Ouvindo que era uma sopa refrescante, ele n?o pensou duas vezes, pegou a tig das m?os d e bebeu de uma vez, colocando a tig na mesa de cabeceira em seguida. ¡°N?omos para outro quarto? Por que voltou?¡± Carlos perguntou, ele tamb¨¦m n?o podia continuar no mesmo quarto , vendo¨Ca daquele jeito umido e desfeito, ele tinha uma grande vontade de beij¨¢ intensamente e pression¨¢ contra si¡­. ¡°Sua av¨® n?o permitiu que eu saisse, se eu insistisse em mudar de quarto, certeza desconfiaria do nosso rcionamento,¡± explicou Jimena Cap铆tulo 1152 Cap¨ªtulo 1152 ¡°Meu av¨® acabou de dizer que vel investir cinco bilh?es no Grupo Barbosa, apenas para me ajudar a anr meu noivado. Se isso for descoberto agora, ser¨¢ um desperdicio de todos os esfor?os. ¨¦ melhor voc¨º ficar no quarto,¡± disse Carlos, avaliando os pr¨®s e contras e dando seu consello, ¡°Maso vou dormir?¡± Jimena olhou em volta, notando que havia apenas uma cama no quarto. ¡°Eu durmo na cama, voc¨º dorme no ch?o, respondeu Carlos Jimena relnicou. ¡°E por que voc¨º n?o dorme no ch?o?¡± ¡°Estou uma les?o nas costas, o ch?o ¨¦ muito duro para mim, Carlos deu de ombros para . Ele era o ferido, ele tinha raz?o. Jimena segurou a respira??o, apertou os punhos, querendo bater nele, mas se conteve ao ver o Spray Anti¨Cincha?o que ele segurava Esse medicamento era especialmente formdo para tratar contus?es e les?es. se aproximou, arrancou o spray de sua m?o e direcionou para a ¨¢rea roxa nas costas dele, pressionando for?a v¨¢rias vezes, aplicando o medicamento na ¨¢rea lesionada. Depois de v¨¢rias aplica??es, ainda n?o achou suficiente e aplicou mais um pouco. Carlos brincou. ¡°Voc¨º tem algo contra o lugar onde estou machucado?¡± y para odo e se preparar para subir na cama ¡°Eu tenho algo contra voc¨º! Hum!¡± disse Jimena, antes de jogar o spray Carlos levantou uma sobrancelha, antecipando sua a??o, e rapidamente se deitou na cama, ocupando¨Ca antes d: ¡°Al, estou machucado, minhas costas doem, preciso de uma cama macia¡± Carlos n?o apenas se deitou na cama, mas tamb¨¦m se espalhou n, ocupando todo o espa?o. Quando Jimena estava prestes a colocar um p¨¦ na borda da cama, Carlos j¨¢ havia tomado todo o espa?o, for?ando¨Ca a parar seu movimento. n?ou um olhar furioso para Carlos na camar N?velDrama.Org owns this text. ¡°Voc¨º ainda se e considera homem? Disputando uma cama uma mulher!¡± ¡°Que tal voc¨º testar e ver se sou homem?¡± Carlos a provocou um sorriso. ¡°Voc¨º¡­¡± Jimena ficou sufocada suas pvras insinuantes, ficou ainda mais irritada e n?o queria permitir que ele vencesse. tirou os sapatos, subiu na cama e um chute abriu as pernas de Carlos que estavam dodo da cama. As pemas de Carlos foram chutadas e ele rapidamente se moveu liberando espa?o que Jimena prontamente ocupou. se deitou na ¨¢rea vazia ee?ou a empurr¨¢¨Clo as m?os, tentando tir¨¢-lo da cama. N?o dormir no ch?o era o seu ¨²ltimo ato de teimosia. Assim que suas m?os tocaram a cintura de Carlos, ele se encolheu instintivamente e suas m?os grandes agarraram as d num reflexo, virando¨Cse sobre e pressionando¨Ca sob seu corpo: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo, tentando me jogar fora da cama?¡± Jimena levantou a m?o para bater nele, mas ele agarrou a outra m?o e a pressionou acima de sua cabe?a. Jime?a tentou novamente levantar a m?o for?a, mas ele era muito mais forte, e depois de tentar duas vezes, desistiu, ofegante e olhando furiosamente para Carlos. ¡°Solte¨Cmel¡± disse Jimena, irritada. ¡°N?o vou soltar. Se eu soltar, voc¨º me chuta e me empurra, Carlos argumentou, mantendo suas m?os presas e pressionando¨Ca. Jimena: Os dois ficaram em sil¨ºncio e a atmosfera subitamente se tornou carregada de tens?o e calor. Jimena se deu conta do estado em que se encontrava, sua mente zumblu, arregalou os olhos redondos, piscou e o encarou fixamente. Carlos tamb¨¦m a observava atentamente, os dois t?o pr¨®ximos que podiam sentir a respira??o um do outro. Carlos tamb¨¦m parou de brincar, olhando¨Ca uma express?o s¨¦ria e voz rouca, atra¨ªdo por seus l¨¢bios vermelhos, sua pele p¨¢lida e seus olhos brilhantes umidade. Cap铆tulo 1153 Cap¨ªtulo 1153 Ele sentiu um aperto na garganta, inclinou lentamente a cabe?a e aproximou u seus l¨¢bios do dos d. Jimena respirava dificuldade, sua mente estava turva, ao ver os l¨¢bios de Carlos aproximando¨C se, engoliu um gole de saliva fria e lentamente fechou os olhos.. Carlos, vendo¨Ca os olhos fechados, seus olhos girando sob as p¨¢lpebras finaso asas de cigarra, respirava pesado e irregr, ramente muito nervoso, Os l¨¢bios de Carlos tocaram os d¡­ Jimena sentiu a respira??o dele entre suas narinas, a forte presen?a masculina era t?o evidente, dominando sua raz?o, o??o batendo mais r¨¢pido e tumultuado¡­ Os l¨¢bios de Carlos ro?aram os d, e Jimena, sensivel, estremeceu por inteiro, suor brotando em sua testa. O beijo de Carlos n?o continuou, apenas ro?ou seus l¨¢bios e, em seguida, sussurrou em seu ouvido com um tom brincalh?o: ¡°Realmente queremos tomar este jogo em realidade?¡± A voz baixa, soprando em seu ouvido, fez Jimena estremecer, seu cora??o pulou, e abriu os olhos, percebendo sua provoca??o. Imediatamente, se sentiu constrangida e furiosa, levantou o p¨¦ e o chutou para fora da cama, ¡°Carlos, seu idiotal¡± Jimena disse raiva, sentando¨Cse rapidamente. Carlos, ao sentir o chute em sua pema, rolou intencionalmente para fora da cama e sentou¨Cse no ch?o, um sorriso zombeteiro em seu rosto, seu peito tremendo de riso, e disse: ¡°Lutando por um lugar na cama para dormir junto a mim, voc¨º est¨¢ se arriscando, hein? Tudo bem, fique a cama, eu durmo no ch?o.¡± Toda vez que ele voltava, dormia sozinho, solit¨¢rio e entediado. Agora que finalmente havia algu¨¦m para disputar a cama ele, ele tinha um tipo de interesse maligno em provocar Jimena, pensando que se cedesse, ele ainda assim the daria a cama. Ele n?o esperava que resistisse, chutando e empurrando, tudo para ganhar a cama. Era interessante, ele nunca tinha encontrado uma mulher t?o fascinante. As que participavam de medo de imit¨¢¨Clo, t?o tediosas. jogos sempre the obedeciam, O ch?o estava coberto um tapete de de caxemira, e dormir no ch?o durante o ver?o n?o era nada frio. Carlos deitou¨Cse no ch?o. Jimenan?ou¨Clhe um olhar feroz Se tivesse cedido antes, voc¨º tena evitado apanhar, certo?¡± ra induzir o son deitou¨Cse na cama de forma desinibida, puxou o cobertor, cobriu¨Cse at¨¦ o est?mago e fechou os olhos para Carlos, apoiando a cabe?a nas m?os, tamb¨¦m se preparava para dormir. O¡¯quarto ficou silencioso, apenas a respira??o de ambos enchendo o espa?o. Logo, Jimena adormeceu. Na segunda metade da noite, Jimenae?ou a sentir cada vez mais calor, chutou a cobertor, suada por todo o corpo, revirando¨Cse na cama, incapaz de dormir. pensou que a temperatura do ar¨C condicionado estava muito alta, ent?o ajustou para o minimo, mas ainda assim estava t?o quente que parecia que iria explodir No ch?o, Carlos tamb¨¦m acordou o calor, todo encharcado de suor. Ele estava usando apenas um par de shorts grandes e desejava poder tir¨¢¨Clos tamb¨¦m, rndo para l¨¢ e para c¨¢ no ch?o. Jimena, a boca seca e sofrendo o calor, levantou¨Cse para buscar ¨¢gua. Na escurid?o, n?o percebeu que havia algu¨¦m debaixo da cama e trope?ou, caindo em cima de Carlos. ¡°Hmm!¡± Carlos grunhiu quando foi pressionado, a suavidade perfumada de Jimena invadindo suas narinas, seu corpo j¨¢ quente de repente ficou tenso,o se fosse estourar, ¡°Ah, desculpe, foi sem querer¡­¡± Jimena apressou¨Cse em levantar¨Cse. Mas foi agarrada p cintura por Carlos, que a puxou contra seu peito: ¡°Que tal tomarmos isso realidade? Eu te desejo¡­¡± Content from N?velDr(a)ma.Org. Ao ouvir sua voz rouca, a respira??o de Jimena parou, seu cora??o batendo violentamente, seu corpo inteiro amolecendo Cap铆tulo 1154 Cap¨ªtulo 1154 Carlos percebeu o corpo de Jimena tensionar so, o??o d pulsando ¡°tum tum¨Ctum junto ao seu peito, sincronizando a cad¨¦ncia acelerada a dele O calor dos corpos aumentava ainda mais, o baixo ventre de Carlos se tensionava a ponto de quase n?o aguentar, e ele respirava pesadamente, as palimas das m?os segurando a cintura de limena. A suavidade daqu p, aqu sensa??o de maciez, era inesistivelmente atente para ele Carlos estava encharcado de suor, tho quente que n?o conseguia mais se sustentar e inclinando a cabe?a, beijou exatamente os ¡°Umm..¡°Quando os l¨¢bios foram sdos for?a, os de Jumena foram cobertos pelos d¨¦le, ardentes e surves. Seus olhos se amegram, uma sensa??o de formigamento se espalhou por todo o seu corpo, percorrendo at¨¦ as pontas dos dedos dos p¨¦s, que se ennjeceram Parecia que faiscas explodiam no ar uma sensa??o avassdora que deixava Jimenapletamente tensa. Era o primeiro beijo d, e n?o esperava que, ao ser beijada pelo homem que gostava, fosse sentir uma mistura de surpresa, formigamento e medo,o se um pequeno veado estivesse batendo descontrdamente em seu cora??o N?velDrama.Org holds text ? rights. Jimena respirava dificuldade, tremendo, assustada e envergonhada, mas, no fundo, havia tamb¨¦m uma ponta de expectativa. Seu corpo tamb¨¦m estava quente, insuportavelmente quente. pensou que beber agua ajudana, mas ent?o Carlos a beijou, e aqu sensa??o de boca seca pareceu aliviar um pouco. Ser¨¢ que n?o era por causa do calor, mas porque a sopa que e Carlos haviam bebido estava estrogada? Enquanto a mente de Jimena divagava, Carlos deslizava delicadamente o roup?o de seu corpo, e suas m?os robustas envolviam cuidado sua forma vulner¨¢vel Jimena se assustou tanto que seu corpo se curvouo um camar?o. ¡°Umm¡­! Carlos soltou seusbios e beijou seu ouvido, sua voz rouca e grave soundo atr¨¢s d: ¡°Primeira vez?¡± O corpo de Jimena tremia de medo, uma leveza tr¨¦m na voz, respirava dificuldade: ¡°N¨®s concordamos que sena apenas para ajudar voc¨º a romper o noivado¡­¡± ¡°Meu av¨® vai me deixar casar voc¨º, e nem tudo que eu disse antes ora mentira,¡± a boca de Carlos se movia ao longo da orelha d, descendo pelo pesco?o, at¨¦ o colo reluzente¡­. Jimena respirava aceleradamente, ofegante: ¡°O que n?o era mentira? Que voc¨º s¨® se casariaigo ou que s¨® gosta de mim?¡± ¡°Hmm¡± Carlos emitiu um som gutural, vago e rouco, j¨¢ incapaz de se contrr e sem raz?o para ouvir o que Jimena dizia. Seus beijos continuavam descendo, e Jimena, medo do desconhecido, tremia ligeiramente. Carlos notou sua timidez e, uma voz rouca e envolvente, falou ¡°Serei gentil¡­ Jimena, seduzida por ele, seus olhos cheios de l¨¢grimas, lentamente soltou a m?o que segurava a cabe?a dele. Carlos, a permiss?o d, beijou¨Ca ainda mais for?a e paix?o. Dodo de fora, o luar era suaveo ¨¢gua; dentro, os dois se abra?avam apaixonadamente. bar, Olivia terminou seu suco e pegou as chaves do carro de Jimena, deixando o estabelecimento. No bar, entrou no carro e a dinglu para longe. Era mais de nove da noite, hor¨¢rio de pico nas estradas, um fluxo intenso de velculos. n?o podia dirigir r¨¢pido, apenas seguir lentamente o fluxo de tr¨¢nsito, Olivia tinha acabado de passar por um sem¨¢foro quando percebeu algo estranho. Parecia que havia um carro a seguindo. Com o tr¨¢fico intenso, n?o havia notado antes, mas agora, passando devagar pelo sem¨¢foro, muitos carros j¨¢ e estavam ¨¤ sua frente. Apenas um carro preto mantinha um ritmo constante logo atr¨¢s do d. haviam ultrapassado 11 Cap铆tulo 1155 Cap¨ªtulo 1155 Olivia olhou pelo espelho retrovisor e percebeu o carro que seguia atr¨¢s de ni. Para ter certeza de que n?o estava equivocada, deliberadamente mudou de dire??o em uns cruzamento ¨¤ frente. O veiculo que estava em sua pista tamb¨¦m mudou de dire??o, desafiando o sinal vermelho do sem¨¢foro para continuar seguindo¨Ca. Ao notar isso, Olivia ficou tensa, seu corpo se preparou para a defesa, e acelerou o carro, aumentando a velocidade. acelerou e o cano atr¨¢s tamb¨¦m, n?o era uma persegui??o discreta, era aberta e descarada. Lembrando se do sequestro que sofreu no passado, Olivia sentiu se apreensiva, n?o ousou parar, e continuou a aumentar a velocidade do carro na tentativa de despistar o perseguidor Mas suas habilidades de condu??o eram limitadas e, por mais que tentasse, n?o conseguia se livrar do carro que a segu¨ªa Sem perceber, chegou a uma ¨¢rea mais afastada da cidade, onde, antes movimentada, a estrada agora estava deserta, exceto por Olivia e o carro que ¨¤ persequa Consciente da situa??o ao seu redor. Olivia sentiu¨Cse ainda mais inquieta. ¨C Enquanto pensava para onde deveria dingir¨Cse em seguida, o carro atr¨¢s d acelerou, ultrapassou a e, ent?o, bloqueou seu caminho, parando atravessado na sua frente. O carro de Olivia ainda estava em alta velocidade e parecia que iria colidir, inalou un ar frio de susto e pisou fundo no freia O pneu do carro arranhou o asfalto, emitindo um ruido estridente, enquanto o odor de borracha queimada se espalhava pelo ambiente. Instantes antes do impacto, o veiculo imobilizou¨Cse por completo. P for?a da inercia, o corpo o de Olivia foi jogado para frente e imediatamente puxado de volta pelo cinto de seguran?a. bn?ou violentamente e ent?o parou, seu cora??o batendo acelerado enquanto olhava fixamente para frente. A pessoa que saludoo preto ¨¤ frente era Marina, vestida uma saia de couro curta e uma camiseta preta justa que destacava suas formas voluptuosas. Era quem estava seguindo Olivia. Manna caminhou at¨¦ a porta dodo do motorista de Olivia e bateu no vidro. Olivia permaneceu no carro, abaixando a jan uma express?o que mesva susto e imita??o, e disse: ¡°Marina, tem no??o do que est¨¢ fazendo? Compreende o perigo disso?¡± Com um semnte sombrio, Marina fez um sinal para Olivia sair do carro: ¡°Desce, preciso fr contigo.¡± do carro. respondeu firmeza: ¡°Se tem algo Sua atitude era arrogante. Naqu estrada escura, Olivia, naturalmente, n?o sain para dizer, fale dal mesmo. N?o desperdice meu tempo, preciso voltar para casal ¡°Se voc¨º n?o salt, you incendiar seu carro!¡± Marina amea?ou, retirando um isqueiro do bolso da s e acendendo¨Co. Inclinou a cabe?a levemente e estourou uma bolha de chiclete que mascava, deixando a m?o cairo se fosse atear fogo ao pneu do carro de Olivia. ¡°Marina, voc¨º est¨¢ loucal¡± Olivia exmou, nervosa e apressadamente destravou a porta, empurrando¨Ca para abrir. n?o sabia o que estava acontecendo Marina, mas tamb¨¦m n?o queria correr riscos. Se Marina realmente incendiasse o carro, Olivia n?o teria tempo de escapar, Quando Olivia saiu do carro, Marina apagou a chama do isqueiro ee?ou a mascar novamente o chiclete, agora sem a bolha, e disse um tom f¨²nebre ¡°Sabe onde estamos?¡± N?velDrama.Org owns this text. por causa do nervosismo que n?o fazia ideia de onde estava. respondeu: ¡°O que Olivia havia dirigido de forma t?o descontrda por voc¨º quer dizer me seguindo assim?¡± Marina apontou para as profundezas da floresta escura e frondosa: ¡°Ali, n?o reconhece mais?¡± Olivia olhou na dire??o indicada por Marina. As ¨¢rvores eram altas e a floresta densa era impossivel ver o que havia dentro da mata, apenas uma escurid?o profunda que, se olhada aten??o, trazia um medo intangivel. Olivia desviou o olhar, franzindo a testa e perguntou caut: ¡°¨¦ s¨® uma floresta, o que tem de especial?¡± Marina soltou uma risada sarcastica: ¡°E o cemit¨¦rio de Sergio, voc¨º¨¦ realmente n?o se lembra.¡± O qu¨¦, ¨¦ o cemit¨¦rio do Sergio? Cap铆tulo 1156 Cap¨ªtulo 1156 Olivia, surpresa, olhou novamente no redor mais aten??o. Quando velo para o funeral do Sergio, era de dia. E mais, velo escondida, pois a familia Griera simplesmente n?o permitiu que participasse do funeral do Sergio pegou um t¨¢xi e foi pelo port?oteral, esquivando¨Cse para assistir ao funeral do Sergio e, em sil¨ºncio, despediu¨Cse dele p ¨²ltima Naquele momento, estava devastada, seu cora??opletamente mergulhado em tristeza profunda, onde teria animo para lembrar se do caminho? Agora, no ser lembrada por Marina de que este era o cemit¨¦rio onde Sergio for sepultado, al¨¦m de estar at¨®nita,e?ou a observar cambiente ao redor. Tamb¨¦m estava escuro, e n?o havia postes de luz, podendo contar apenas a luz do carro para observar a situa??o ao redor Olivia olhou em volta ee?ou a sentir uma love familiandade n?o imaginava que, por dirigir de forma nervosa e tentando despistar o carro que a seguia, acabaria no cemit¨¦rio do Sergio N?velDrama.Org holds text ? rights. ¡°¨¦ noite agora, n?o h¨¢ luz, e h¨¢ tantas estradas l¨¢ fora, muitas ds parecem iguais,o eu poderia saber a localiza??o s¨® por algumas ¨¢rvores?¡± Olivia respondeu a Marina ¡°Desculpa!¡± Manna a encarou, um olhar que parecia assustador. As estradas do interior s?o naturalmente escuras e sinistras. Ao encontrar o olhar sombrio e amea?ador de Marina, Olivia sentiu um §Ñ§Ü§ä§Ö§â?§à deu um passo para tr¨¢s instintivamente e ficou alerta. Marina se aproximou d, uma express?o sombria: ¡°Ele est¨¢ aqui h¨¢ mais de um m¨ºs, voc¨º sequer veio visit¨¢¨Clo?¡± Olivia disse, cautelosa: ¡°Eu virei v¨¦lo amanh? durante o dia. Agora est¨¢ t?o tarde, e aqui n?o tem ilumina??o, est¨¢ tudo t?o escuro, o que poderia ver?¡± Marina se aproximava passo a passo, e Olivia, nervosa, recuou, trope?ando em uma pedra e cambaleando, Marina agamrou seu bra?o e a arrastou: ¡°Voc¨º n?o tem medo nem dos espintos, por que teria medo do escuro? Eu tenho umantema, vou iluminar o caminho para voc¨º. V¨¤ ver voc¨º mesmao ele est¨¢ sozinho ali!¡± Marina segurava o bra?o de Olivia for?a, puxando¨Ca determina??o. Olivia, sem escolha, foi arrastada por , cruzando a pequena estrada at¨¦ chegar ao t¨²mulo de Sergio. Marina soltou seu bra?o e pegou umanterna da moch que carregava, acendeu¨Ca, e o feixe de luz calu diretamente sobre a foto de Sergio no t¨²mulo. A foto de Sergio era em preto e branco e iluminada pelo feixe danterna, seu sorriso jovial e ensrado, charmoso e juvenil, brilhava. Um rosto t?o jovem, uma foto t?o radiante, agora presa em umapide. Esse jovem charmoso e radiante, que uma vez apareceu vivamente e alegremente na vida de Olivia, agora tinha se tomado um punhado de terra amar, enterrado no solo. Ao ver a foto de Sergio, o cora??o de Olivia se apertouo se fosse perfurado por agulhas, seus olhos se umedeceram, sua respira??o apertou, e olhou para o Sergio diante dapide. No dia em que Sergio foi enterrado, s¨® podia olhar de longe, sem saber onde exatamente estava seu t¨²mulo nem qual sido usada qual foto h havia Agora, vendo¨Co na l¨¢pide, toda a tristeza e dor inundaram seu cora??o instantaneamente, e as l¨¢grimase?aram a fluir. Olivia tapou a boca, solu?ando enquanto as l¨¢grimas corriam ¡°O que foi, s¨® de ver uma foto dele j¨¢ n?o aguenta?¡± Marina disse sarcasmo. ¡°Voc¨º sabe o quanto eu sofri quando soube da morte dele? Voc¨º sabeo foram os ¨²ltimos meses para mim?¡± Marina tremia, confrontando Olivia uma respira??o tr¨¦m, tentando contrr a dor em seu cora??o. ¡°Antes, mesmo que eu n?o pudesse t¨º-lo, saber que ele estava vivo j¨¢ era uma esperan?a para mim, eu poderia me dizer que ainda tinha uma chance, que bastava ver el¨¦ de longe, a isso me satisfaria, me deixaria feliz. Aguardel por ele por sete anos e, ao final, tudo que obtive foi a noticia de sua partida etema. Conseguepreender minha dor?¡± Cap铆tulo 1157 11:46 Cap¨ªtulo 1157 Manna disse the Olivia tapou a boca, chorando sem parar, o cora??oo se estivesse mergulhado no fundo do mar, pesado e sofrendo, dificultando a respira??o Ap¨®s o enterro do Sergio, realmente n?o havia ido visit¨¢ to, faltava the coragem para tal, teria que ver a foto dele a fizesse perder o controle em dor e tristeza. Ainda menos tinha o direito de vi¨Clo, a familia Griera n?o a permitia aproximar¨Cse do t¨²mulo de Sergio, e tamb¨¦m n?o sabiao enfrent¨¢¨Clo Agora, for?ada por Marina a encarar a l¨¢pide de Sergio, seu cora??o do se the tivessem arrancado um peda?o Marinalistava suas pr¨®prias dores, e Olivia entendia sua tristeza. sempre pensou que Manna, por ser uma herdeira de familia rica, agia por puro desejo de posse, opondo¨Cse a em tudo, tentando roubar Sergio. Nunca imagmou que Manna o amasse verdadeiramente, um amor que superava sua imagina??o. Quanto maior o amor, maior a dor. Marina, respirando dificuldade, falou para Olivia, que n?o respondeu, apenas cobriu a boca a m?o e chorou solu?ando Ao va assim, Marina entrou em cpso, dor e raiva explodindo, e agarou a g do vestido de Olivia com for?a, sacudindo¨Ca violentamente ¡°Estou te perguntando, f Diante de Sergio, Olivia n?o queria brigar fisicamente Marina, Sergio certamente n?o gostana de v¨ºs lutando, e toda a sua emo??o estava 5 saturada de tristeza, seu corpo fraco e sem for?as, bn?ando para umdo e para o outro conforme Marina a sacudia Asgrimas cmo p¨¦rs de um fio rompido Marina, ao ve¨Cfa 1 tal sofrimento, sentia cada vez mais dor e ¨®dio. Segurou a g de Olivia for?a, olhando a raiva e dentes a mostra: ¡°Olivia, a pessoa que deveria estar morta ¨¦ voc¨º, n?o ele Por que ainda est¨¢ viva, por que voc¨º n?o more!¡± Marina rosnou baixo, raiva e ¨®dio Despejando toda a dor do ¨²ltimo m¨¦s sobre Olivia. Oliviapreendia a dor de Marina, entendia por que a odiava tanto. Manna amava tanto Sergio, e agora que ele estava morto, ro que sofria, odiando a pessoa que havia feito Sergio sofrer. Se n?o fosse porque Sergio se apaixonou primeiro por , Marina j¨¢ estaria ele. N?vel(D)rama.Org''s content. Olivia sentia arrependimento ¨C por que se envolvera Sergio? Se n?o tivessem ficado juntos, toda a sequ¨ºncia de eventos que se sucedeu n?o ocorreria, e talvez ele estivesse Marina, casados e felizes, filhos¡­ Mas quem poderia imaginar que o erro de uma noite os separaria para sempre, e ainda custana a vida de Sergio.. O destino ¨¦ imc¨¢vel e imprevis¨ªvel. Olivia, abda p for?a de Marina, deixou cair anterna, que iluminou o rosto de Marina seu feixe de luz virado para cima, revndo seus olhos vermelhos, seu rosto p¨¢lido e seus olhos sombrios, ferozeso os de um dem?nio. Com os olhos emba?ados ps l¨¢grimas, Olivia olhou para Marina, e a tristeza em seu cora??o era mais forte que o medo, sua voz tremia: ¡°Sergio, em espirito, tamb¨¦rn esperaria que voc¨º se reerguesse, que se recuperasse lentamente, e que encontrasse um amor ainda mais belo ¡­¡± Olivia n?o queria que Marina ficasse presa na doro Sergio. S¨® saindo da dor poderia viver uma vida melhor. ¡°Voc¨º est¨¢ fndo besteiral¡°, gritou Marina ¡°Olivia, voc¨º ¨¦ uma mulher insensivel, voc¨º deveria morrer¡± Com f¨²ria, Marina tirou uma corda da moch ee?ou a amarrar os pulsos de Olivia for?a. Olivia percebeu que algo estava errado ee?ou a resistir, afastando as m?os de Marina: ¡°Marina, se acalme! Sendo, vou chamar a policial¡± Cap铆tulo 1158 Capitulo 1158 Marina abruptamenten?ou a corda, In?ando o pesco?o de Olivia, que arregalou os olhos e disse ferozmente ¡°Vai chamar a policia, ¨¦? Acho que eu tenho medo?¡± Enquanto fva, Marina enrva fricamente a corda em volta de Olivia Desconcertada, Olivia recuou apressadamente, tentando tirar a corda de si Mas Marina estava preparada e, naquele momento, movida p f¨²ria, tinha uma for?a explosiva, muito maior do que a de Olivia. Independentemente do esfor?o de Olivia, n?o conseguia se desvencilhar de Marina. Finalmente, Marina amarrou Olivia a corda de canhamo, firmemente, empurrando¨Ca for?a at¨¦ que caisse diante da l?pide de Sergio. Depois, pegou outro rolo de corda e amarrou a ¨¤pide de Sergio movimentos ¨¢geis, sem hesitar ¡°Marina, o que voc¨º est¨¢ tentando fazer? Isso ¨¦ ilegal, se voc¨º me soltar agora, eu posso deixar isso para l¨¢, caso contr¨¢rio, voc¨º vai ter que enfrentar a justi?a¡± Olivian?ou um olhar furioso para Marina, ofegante ¡°Eu j¨¢ n?o me importo mais a minha vida, voc¨º acha que eu tenho medo de ser presa?¡± Marina disse, depois de amarrar Olivia, levantando ¨C 5 se e olhando para baixo, uma express?o de dor e taiva Ouvindo suas pvras, Olivia sentiu um cfrio, olhando assustada para Marina. Diante de algu¨¦m que encara a morte de frente, qualquer pvra parece in¨²til, e essa pessoa pode ser muito perigosa, capaz de qualquer coisa. ¡°Marina, estamos diante dapide de Sergio, voc¨º n?o tem medo que ele fique ressentido voc¨º? Voc¨º gostava tanto dele, certeza n?o quer que ele n?o tenha paz nem morto, certo?¡± Olivia alterou o rumo de sua argumenta??o, buscando serenar Marina. ¡°Ele j¨¢ se foi,o poderia me culpar? Estou fazendo isso por ele, j¨¢ que ele gostava tanto de voc¨º, voc¨º que des?a para panh¨¢¨Clo. Assim, ele n?o estar¨¢ sozinho no caminho para o al¨¦m.¡± A express?o de Marina se tomou sombria, e seu rosto maquiado estava carregado de tristeza profunda. abriu o ziper da bolsa que carregava aodo e retirou duas garrafas de ¨¢gua mineral, Olivia a observava rme, mas viu Marina abrir as garrafas e co Era um cheiro reconhecivel, Era gasolina! ee?ar a espalhar o liquido ao redor do t¨²mulo de Sergio. Marina tinha trazido gasolina consigo e agora estava derramando ¨C a ao redor do t¨²mulo de Sergio.. O que estava pretendendo fazer? Content from N?velDr(a)ma.Org. Depois de esvaziar as duas garrafas de gasolina, Marina pegou outra garrafa de ¨¢gua mineral e, um ar sombrio, aproximou¨Cse de Olivia,e?ando a abrir lentamente a garrafa. Com o cora??o acelerado, Olivia encarou Marina, dizendo nervosamente: ¡°Marina, pare, ou?a¨Cme, Sergio j¨¢ se foi, deixe¨Co partir em paz, se voc¨º continuar assim, ele n?o ter¨¢ descanso nem no caminho para o al¨¦m, voc¨º ainda ¨¦ jovem, tem um futuro brilhante p frente¡­ ¡°C a boca!¡± Marina gritou, a respira??o acelerada e olhando para Olivia f¨²ria: ¡°Eu te segui por tantos dias, s¨® para este momento. Voc¨º acha que eu hesitaria agora?¡± Olivia sentiu um medo ainda maior, Por quantos dias teria sido seguida? O encontro no ¨®nibus, afinal, n?o tinha sido uma coincid¨ºncia, mas Marina a esperava intencionalmente. Maso sabia que pegaria o ?nibus naqu manh?? ¡°Voc¨º tem me seguido,o voc¨º sabia que eu pegaria o ?nibus hoje?¡± Olivia perguntou cheia de suspeitas. Cap铆tulo 1159 Cap¨ªtulo 1159 ¡°Tu, todos os dias p manh? naqu hordrin, sentava no ?nibus & sus espera, tantas vezes a esmo, e hoje finalmente consegui encontrar Enquanto fva, Marina jogou a tampa torcida no ch?o, parou diante de Olivia e ergueu a garrafa de ¨¢gua mineral, derramando gasolina sobre O cheiro pungente de gasolina invadiu as narinas de Olivia, sufocando a quase at¨¦ a asfixia. Com a gasolina sendo derramada sobre si, sentiu um arrepio peer todo o seu corpo, enquanto o medo e o pavor dominavam sua mente. Desesperada, els disse: ¡°Marina, pare isso, n?o fa?a uma loucura. Se eu morrer, voc¨º n?o vai escapar, a policia vai descobrir rapidamente que foi voc¨º Ent?o eu vou voc¨º. Se pessoa que mais amo se foi, o que mais tenho a femer a morte?¡± disse Marina ¡°Voc¨º ainda tem seus pais, seus irm?os e irm?s, seus amigos que se importar voc¨º Penise nefes Olivia tentou despertar n o desejo de viver, na esperan?a de que, se ainda houvesse quem se importasse, n?oeteria tal ato extremo. Era ¨®bvio que queria morrer junto Olivia Olivia n?o podia morrer ainda, estava gr¨¢vida. Se momesse, n?o seria apenas urna vida perdida, mas duas. tinha quatro pequenos tesouros para amar, eles eram muito jovens para perder a m?e. E tinha sua pr¨®pria m?e para proteger, tamb¨¦m era filha de sua m?e, e a dor de sua morte seria insuport¨¢vel. *Pais? Eles insistem para que eu me case quem n?o amo. N?o desejo viver enusurada numa gai matrimonial¡­ Marina fez uma pausa e continuou a voz baixa Casar se algu¨¦m que n?o amava erao estar presa em uma gai matrimonial para sempre, sem felicidade ou alegria, n?o ¨¦? Seu cora??o j¨¢ havia morrido a partida de Sergio. O que restava era apenas uma casca vazia, uma sombra do que fora Marina falou a voz baixa, ja tendo derramado toda a gasolina em Olivia e jogado a garrafa no ch?o. Olivia estava cada vez mais em p¨¢nico. A Marina mnc¨®lica e deprimida estavapletamente fora de controle, decidida a morrer e a mat? queimada No auge do desespero de Olivia, Marina sacou um isqueiro, preparando¨Cse para acender. Olivia, a respira??o pesada e urgente, disse: ¡°Marina, n?o fa?a isso. Sergio ficaria bravo voc¨º. Ele n?o gostaria de me ver morrer assim. Se voc¨º me queimar, quando eu chegar ¨¤ estrada do submundo, estarei irreconhec¨ªvel Sergio n?o me reconhecer¨¢, eo poderei fazer¨Clhepanhia?¡± percebeu que Marina ainda mantinha algumas cren?as budistas e queria mat¨¢ para que fizesse companhia a Sergio. Era essa a sua obsess?o. Ent?o Olivia usou a f¨¦ de Manna para persuadi. O cora??o de Olivia batia acelerado, tomada pelo p¨¢nico. Marina havia enlouquecidopletamente, sem um pingo de raz?o. Quando Marina estava prestes a acender o isqueiro, parou, pegou umanterna do ch?o e iluminou ao redor, avistando um monte de grama. Era grama que crescia ¨¤ beira da sepultura, ainda verde. Marina se aproximou, arrancou um monte da grama ee?ou a espalha para fora do corpo de Olivia, em dire??o ao local onde havia derramado a gasolina A gasolina formava um circulo em volta do t¨²mulo de Sergio, e Olivia estava amarrada ¨¤pide. A grama foi espalhada do seu corpo. para fora, formando um di¨¢metro circr, e tamb¨¦m estava coberta de gasolina. O cheiro prante da gasolina, aliado ¨¤ escurid?o e ao ar sombrio do cemit¨¦rio ¨¤ noite, criava uma atmosfera fria e aterrorizante que se entr?ava aos nervos de Olivia, que respirava dificuldade e cujo cora??o batia descontrdamente. Marina saiu do alcance do circulo, ficando fora do limite tra?ado p gasolina, e disse a Olivia uma express?o fria e p¨¢lida: ¡°Vou acender a gasolina ao redor. Se o fogo consumir o monte de grama e atingir a gasolina sobre voc¨º, ser¨¤ sinal de que Sergio deseja que voc¨º o panhe. Esteja em paz e v¨¢. Seh gasolina se extinguire a grama n?o pegar fogo, significar¨¢ que ele n?o deseja¡­ Marina interrompeu se, tomada por uma por intensa no peito. Se Sergio recusava a ideia da morte de Olivia, isso indicaria que, mesmo ap¨®s sua pr¨®pria partida, ele continuava amando e zndo por ¡­. Pois bem, n?o poderia ter o Sergio, mas aben?oar o amor de sua vida tamb¨¦m n?o era uma m¨¢ ideia. Content from N?velDr(a)ma.Org. ¡°Se o fogo n?o te atingir, amanh? demanha, certamente algu¨¦m vir¨¢ te resgatar¡°, disse Marina, enquanto acendia o isqueiro e steava fogo ¨¤ gasolina na beira do t¨²mulo. Cap铆tulo 1161 Capitulo 1161 E Daniel Grieral A v¨¦¨Cto, Olivia Souza ficou to emocionada quee?ou a chor. Nesse momento, as chamas j¨¢ haviam chegado aos p¨¦s de Olivia, Incendiando a gasolina que cobrin seu corpo. O fogo explodiu em Olivia um estampido, espalhando se rapidamente pelo seu corpo. ¡°Olivia!¡± Daniel nialu, eeu e se jogou em cima de Olivia, tentando apagar o fogo seu pr¨®prio corpo. No entanto, a gasolina em Olivia fazia que o fogo n?o se apagasse facilmente, mas, devido ¨¤ sua interven??o, as chamas diminuiram um pouco, e as cordas que a prendiam foram queimadas. Content from N?velDr(a)ma.Org. Daniel, movimentos mpidos e desesperados,e?ou a arrancar as cos e as roupas de Olivia Sabia que, ao tirar suas roupas, o fogo diminuiria O fogo se espalhou pelo corpo de Olivia e sua pele ardeu o calor. A respira??o de Olivia ficou tensa e fez o possivel para suportar a dor de Oli Daniel, em um frenesi, continuou a arrancar as roupas de Olivia, sem se importar es suas pr¨®prias vestes quee?avam a queimar. Em apenas dois segundos, Daniel jogou fora todas as cordas e roupas de Olivia. Ele tirou o casaco e apagou o fogo de Olivia. Ele n?o prestou aten??o ¨¤s chamas que consumiam a perna de sua cal?a Ap¨®s apagar o fogo em Olivia, ele a levantou e, passosrgos, pulou para fora do circulo de fogo. Olivia foi segurada em seus bra?os, seu corpo tremia e grandes gotas de suor apareceram em sua testa. Ele a segurava firmemente.o se fosse um tesouro fr¨¢gil e precioso, temendo que se quebrasse em seus bra?os. Conforme acelerava o passo, o fogo em sua cal?a crescia, mas Daniel ignorava a dor ardente nas pernas, movendo¨Cse rapidamente at¨¦ o carro e colocando Olivia dentro, antes de finalmente apagar as chamas em sua cal?a. Com a fuma?a densa subindo de sua perna, ele n?o hesitou, saltou para o carro e o afastou dali Olivia jazia no banco de tr¨¢s, respirando dificuldade e semiconsciente, seu cabelo queimado. Vendo Olivia ¨¤ beira da morte no banco de tr¨¢s, o cora??o de Daniel apertava, tomado por uma ansiedade dolorosa. ¡°Olivia, aguente firme, estamos chegando ao hospital¡­ Daniel dizia a voz rouca e baixa enquanto dirigia. De¨Clhe esperan?a, deixe¨Ca perseverar e nunca desistir. Olivia lutava para respirar, incapaz de abrir os olhos, sua consci¨ºncia turva. queria abrir os olhos, mas a dificuldade em respirar a impedia ¡°Olivia, n?o durma, pense no seu beb¨º, voc¨º tem um beb¨¦ na barriga. Se algo acontecer voc¨º, ele tamb¨¦m n?o sobreviver¨¢.. Daniel fva voz baixa e firme, constantemente conversando Olivia, tentando despertar sua vontade de viver Sob a fuma?a espessa do fogo, a respira??o de Olivia era obstruida, seu corpo estava fraco, e at¨¦ respirar se tornava uma tarefa ¨¢rdua. Se desistisse de lutar p vida, Daniel nem conseguia imaginar o resultado. Sim, estava gr¨¢vida. n?o podia se permitir morrer. Se algo acontecesse a , o beb¨¦ seria perdido. definitivamente n?o podia se permitir morrer¡­. Olivia pode ouvir as pvras de Daniel e respirou fundo. Tosse, tosse¡­ Com esfor?o, e?ou a tossir, sentindoo se seus pulm?es estivessem imitados, mas aqu sensa??o de asfixiae?ava a diminuir um pouco ¡°Olival Ouvindo a tosse de Olivia, Daniel se encheu de esperan?a e acelerou o carro, Em pouco tempo, chegaram ao hospital mais pr¨®ximo, e Daniel, carregando Olivia, correu para a emerg¨¨ncia. ¡°Precisamos de ajuda, r¨¢pido, salvem¨Cnal Daniel correu reu para a s de emerg¨ºncia e disse severamente. Cap铆tulo 1162 Capitulo 1162 ¦° Os m¨¦dicos e enfermeiros chegaram rapidamente, pegando Olivia das m?os de Daniele a levaram apressadamente para a s de emerg¨ºncia em uma maca. Daniel o seguiu at¨¦ a porta do pronto¨Csocorro, e a porta do pronto¨Csocotro se fechou, bloqueando seus passos. Ele ficou parado na porta da emerg¨ºncia, observando as lures da s se acenderem. As sobrancelhas de Daniel se franzimm, ele, que sempre foi t?o reservado,e?ou a ficar inquieto e contomou a porta do pronto¨Csocorro Uma enfermeira se aproximou notando que uma perna de sua cal?a estava queimada p metade, a tecido de seu belo temo estava queimado em peda?os., a pele vermelha e queimada, bolhas que se formaram. Algumas ds havien estourado, deixando sanque escorrer, uma vis?o chocante. Ele n?o mostrou a menor preocupa??o seus ferimentos, seu olhar s¨¦rio e prante fixo na s de emerg¨ºncia, nas grandes letras que diziam ¡°EM ATENDIMENTO¡°. A enfermeira deu um passo ¨¤ frente gentilmente e disse a Daniel: ¡°Senhor, sua pema est¨¢ queimada, talvez devesse ir ao consult¨®rio para tratar essa ferida. Se infectar, pode ser problem¨¢tico¡± ¡°N?o ¨¦ necess?nol¡® Daniel interrompeu a enfermeira antes que pudesse terminar, sua presen?a fria e prante fixa na s de emerg¨ºncia, sem desviar o olhar nem por um momento. A enfermeira, assustada sua aura sombria e intimidadora, n?o insistiu mais, saindo seu kit m¨¦dico. Depois de um tempo, Daniel se sentou em uma cadeira de espera, pegando o celr para ligar para o chefe de sua equipe de N?velDrama.Org owns this text. seguran?a ¡°Verifique todos os movimentos de Olivia hoje, quem esteve, tudo Ap¨®s receber a confirma??o do outrodo da linha, Daniel desligou o telefone, seu olhar tenso voltando para a porta da s de emerg¨ºncia, envolto em uma aura amea?adora. Parecendo uma eternidade em apenas meia hora, Daniel sentiu cada segundo se arrastar. Quando a porta da s de emerg¨ºncia se abriu, ele levantou¨Cse imediatamente e perguntou ao. ¡°Como est¨¢?¡± O m¨¦dico, reconhecendo¨Coo Daniel, o poderoso presidente do Grupo Griera e uma das figuras mais influentes da Capital, respondeu todo respeito: ¡°A paciente chegou a tempo, e felizmente n?o foi atingida ps chamas, apenas inalou bastante fuma?a. J¨¢ forecemos oxig¨ºnio e tratamento de emerg¨ºncia, est¨¢ fora de perigo.¡± Os m¨²sculos tensos de Daniel rxaram, seus olhos escuros estreitaram¨Cse ligeiramente e ele perguntou novamente: ¡°Onde est¨¢ a crian?a na barriga d?¡± O m¨¦dico, j¨¢ informado por Daniel antes de Olivia ser levada para a emerg¨ºncia de que estava gravida, assegurou: ¡°A paciente tem uma for?a de vontade incr¨ªvel, e o beb¨¦ tamb¨¦m est¨¢ bem. Durante o procedimento de emerg¨ºncia, a equipe m¨¦dica se esfor?ou n?o s¨® para salvar a m?e, mas tamb¨¦m para proteger o beb¨¦. Os olhos de Daniel se arregram e ele deu um suspiro de alivio. Olivia foi transferida para um quarto do hospital, ainda uma m¨¢scara de oxig¨ºnio e recebendo soro, mas seus olhos estavam abertos. Daniel sentou¨Cse aodo da cama, seus olhos escuros e profundos, o rosto bonito mostrando sinais de cansa?o, mas ainda havia uma preocupa??o palp¨¢vel ao olhar para Olivia: ¡°Voc¨º est¨¢ sentindo alguma coisa?¡± Sua voz baixa e magn¨¦tica perguntou O cabelo d estava parcialmente chamuscado e desalinhado, uma vis?o desdora. Isso fez Daniel respirar mais fundo, uma mistura de raiva e preocupa??o enchendo seu peito. A maneirao ele olhou para parecia estar¡­ preocupado ? se lembrou de estar amarrada no incendio, desesperada e impotente, at¨¦ Daniel correr para dentro das chamas e resgat¨¢ sem preocupa??o sua pr¨®pria seguran?a, Um calor ium se espalhou em seu cora??o ao olhar para Daniel, seus olhos se suavizaram. bn?ou a cabe?a ligeiramente para mostrar que estava bem. O semnte tenso de Daniel finalmente se suavizou um pouco, ele se inclinou para a frente, movendo cuidadosamente os cabelos chamuscados de Olivia para tr¨¢s da sua testa. Seu peitorgo e musculoso se movia suavemente sobre , o aroma masculino misturado o cheiro de queimado enchendo o a¨ª, fazendo a respirar dificuldade Cap铆tulo 1163 Capitulo 1163 Seus dedos rusticos ro?avam a testa delicada d, aqu asporeza provocava em Olivia um fuhidin de sensa??es e acelerava, uma leveza espalhava se p pele, tingindo de suavidade o seu intimno entlo, seu cora??o perdia opasso E Content from N?velDr(a)ma.Org. Olivia gentilmente agamos os len?is atr¨¢s d, e n¨® quando Daniel se endireitou e se distanciou ¨¤ que os batimentos cardiacos de Olivia diminuitam um pouco Daniel permanecia nodo de sua cama, observando a a m¨¢scara de oxigenio, observando a usar m¨¢scara de origenio e resgar oxig¨ºnio, e disse em voz baixa e magn¨¦tica ¡°Est¨¢ fome?¡± O m¨¦dico havia explicado que, ap¨®s alguns minutos de exigena??o, poderia rarnover a m¨¢scara e comer algo Olivia negou a cabe?a. n?o estava fome, havia bebido won sucos no bar, o suficiente para encher seu est¨®mago Naquele momento, so pensava em ir no banheiro. Por¨¦m, ainda estava sob oxigena??o e n?o podia se mover, embos nentisse uma urgencia crescente. ¡°Onde est¨¢ sentindo desconforte? Aponte para mim, Daniel perguntou, preocupado ao ver Olivia franzir a testa, ramente contendo algo Olivia levantou a m?o e apontou para o banheiro. queria usar o banheiro. Compreendendo, Daniel sentou se aodo da cama, segumu a garrafa de oxig¨ºnio e a levantou cuidadosamente Esse gesto dominador e inesperado pegou Olivia de surpresa. tinha nejado aguentar at¨¦ terminar a oxigena??o antes de ir ao banheiro. Mas Daniel, mais ansioso do que , pegou a garrafa de oxig¨ºnio e a carregou nos bra?os, dirigindo¨C se ao banheiro passosrgos Olivia, rmada, instintivamente enrolou os bra?os ao redor do pesco?o de Daniel para manter o equilibrio e evitar cair observava, incred, o perfil atraente de Daniel, cujos tra?os eram marcantes e sedutores. Apenas ao olh¨¢¨Clo, Olivia sentia¨Cse perturbada. Enquanto estava distraida. Daniel chutou a porta do banheiro, entrando e a colocando sobre o vaso sanit¨¢rio. Ele segurava a garrafa de oxig¨¦nio uma m?o e a outra mantinha a m¨¢scara de oxig¨ºnio no lugar, permanecendo inclinado Olivia ficou chocada ao ver a postura humilde de Daniel, um homem de poder e prestigio, agachado diante d dessa maneira. T?o ai parada por qu¨¦? Precisa de ajuda?¡°, a profundeza do olhar de Daniel a encarava Olivia hesitou, olhando rapidamente para suas cal?asrgas. sabia o que Daniel pretendia pedir que tirasse as cal?as e fosse ao banheiro, mas ele estava agachado na frente d. Daniel then?ou um olhar, entendendo sua hesita??o. Sua voz z grave soou novamente: ¡°O que eu j¨¢ n?o vi? N?o tem por que ficar envergonhada.¡± Olivia.¡°¡­, seu rosto tomou se ainda mais vermelho. Era, de fato, embara?oso. Ter algu¨¦m, especialmente Daniel, observando enquanto usava o banheiro era constrangedor. Mas realmente n?o podia mais esperar Ignorando a vergonha, se levantou, abaixou as cal?as e sentouse no vaso sanit¨¢rio. Meu rosto estava queimando e eu ainda me sentia muito envergonhado Daniel, no entanto, segurava a garrafa de oxig¨ºnio e a m¨¢scara uma postura tranqu, sem demonstrar qualquer desdem Olivia, extremamente constrangida, baixave o olhar, mas ent?o notou algo diferente nas pemas de Daniel no ch?o. Seu cora??o disparou, levantou a cabe?a e olhou para Daniel preocupada. 11:46 T Capitulo 1164 Olivia olhou para as pemas de Daniel e depois pom ele. Cap铆tulo 1164 Cap¨ªtulo 1164 Nos olhos cor de ¨¢gua, era evidente a preocupa??o e a tens?o. Daniel percebeu o que queria dizer e explicou: ¡°¨¦ apenas um ferimento superficial, colsa pequena.¡± Enquanto ele minimizava, Olivia viu uma grande drea de pele de sua panturrilho estava quelmada, v¨¢rias bolhas estouraram e o sangue jomou o que parercu chocante. A pema dele deve ter sido queimada enquanto a salvava. O cora??o de Olivia apertou, se sentiu culpada e preocupada. Depois de usar o banheiro, se levantou, e quando Daniel tentou abra?¨¢, rapidamente deu passos em dire??o ¨¤ porta, evitando o abra?o de Daniel. havia sido abra?ada por Daniel ao entrar, sem estar preparada para isso. Agora, saindo do banheiro, certamente n?o poderia deix¨¢¨Clo abra?¨¢¨Clo, precisava de oxig¨ºnio, n?o estava a perna ferida. Daniel, que realmente estava a perna fenda,o poderia permitir que ele a carregasse? Os passos de Olivia eram firmes, caminhando para fora, e Daniel n?o se for?ou. Ele pegou a garrafa de oxig¨ºnio e a seguiu para fora do banheiro. Olivia chegou aodo da cama e se deitou novamente, indicando o olhar para Daniel colocar o cilindro de oxig¨ºnio no lugar, e seu olhar se voltou novamente para a pema dele, sugerindo que ele tratasse o ferimento. Daniel realmente colocou o cilindro de oxig¨ºnio no lugar, mas n?o saiu. Em vez disso, sentou¨Cse ao lado da cama e olhou para um olhar profundo,o se fosse fazer o que aconteceria se saisse de sua vista. Olivia, vendo que ele n?o se movia, olhou ansiosamente para o cilindro de oxig¨ºnio, que mostrava quanto tempo restava at¨¦ o oxig¨ºnio acabar. O disy indicava que restavam cinco minutos. Olivia franzia a testa, esperando o tempo passar. Quando o disy mostrou zem, Olivia rapidamente levantou a m?o, retirou a m¨¢scara de oxig¨ºnio e, antes mesmo de poder respirar direito, disse a Daniel urg¨ºncia: ¡°Va ao ambt¨®rio e trate o ferimento na sua perna, depressa¡± ¡°Eu ful embora, ningu¨¦m vai cuidar de voc¨º.¡± disse Daniel. Olivia parou, surpresa e chocada ao olh¨¢¨Clo. Nesse momento, observando seu belo rosto, pode ver ruma temperatura quente em seu rosta fro Era uma temperatura calorosa¡­ Isso a fez se perder em pensamentos, incr¨¦d e sem acreditar Ap¨®s observ¨¢¨Clo por um momento, seus olhos profundos e negros pareciam querer suga para dentro, Olivia se assustou,o se estivesse voltando a si. disse rapidamente: ¡°Eu estou bem, posso cuidar de mim mesma. V¨¤ tratar o ferimento, se ele infionar e voc¨º ficar a perna incapacitada, isso prejudicar¨¢ sua dignidade.¡± ¡°Voc¨º n?o gostaria disso?¡± Daniel de repente perguntou. O cora??o de Olivia pulou, j¨¢ sentia um calor inexplic¨¢vel dentro d, e essa pergunta a deixou ainda mais confusa. Olhando para ele, seu cora??o batia de forma anormal, estava crescendo, brotando e criando raizes em seu cora??o Essa coisa estava se aprofundando tanto em seu cora??o que a deixava em panico. Seu olhar profundo tamb¨¦m estava fixo n, e algo maravilhoso rapidamente desviou o olhar, dizendo: ¡°Como eu poderia desprezar voc¨º? Al¨¦m disso, quem sou eu p para fazer isso? Eu n?o quero que, por minha causa, voc¨º fique alguma sequel¡­¡± Os olhos expectantes de Daniel, ao ouvir suas pvras, se encheram de uma sombra de desapontamento, e a atmosfera ao seu redor estriou Ele desviou o olhar. ¡°Descanse!¡± Com uma voz fina, ele pronunciou essas duas pvras e saiu do quarto. Vendo¨Co sait, ele provavelmente estava indo tratar o ferimento. Olivia respirou aliviada, respirou fundo e rxou as m?os que os len?¨®is. que agarravan T Alguns minutos depois, Daniel voltou. Olivia, instintivamente, olhou para sua pema e ficou aliviada ao ver que sua panturrilha ensanguentada estava enfaixada gaze, e se sentiu aliviada. 11 Daniel se aproximou, sentou se na cadeira aodo da cama e pegou o celr para pedirida. Depois que ele desligon, Olivia perguntou: ¡°Corno voc¨º me encontrou?¡± N?velDrama.Org holds text ? rights. Se ele n?o tivesse chegado a tempo, provavelmente n?o passaria de um cad¨¢ver carbonizado. Cap铆tulo 1165 Capitulo 1165 Olivia ficou curiosa, Daniel Daniel olhou profundamente para e disse: ¡°Heitor localizou a posi??o do seu cada Ele n?o tinha ligado apenas uma vez, mas nin ma doza de vezes. A liga??o foipletada mas Esse fen¨®meno ium fez que Daniel Ele pediu a Heitor para localizar a posi??o do Quando ele fez a ¨²ltima chamada, j¨¢ estavaendo para o cemit¨¦rio. Quando o cano estava quase chegando ao cemit¨¦rio, ale viu as chemas altes perto dos tenidos, ficou extremamente ansioso, acelery¡¯s o carro e chegou o mais r¨¢pido que p?de. Olivia entendeu e assentiu a cabe?a, percebendo que consegue su vida n?o apenas por causa do resgate oportuno de Daniel, mas tamb¨¦m por causa da ajuda de seu filho. Se n?o fosse p localiza??o precisa, Daniel poderia ter encontrado um cadiver quemado ¡°Por que voc¨º estava no Cemit¨¦rio Sergio Griera t?o tarde?¡± Daniel perguntou ao seu redor de repente t?o fria quanto uma caverna de gelo Olivia percebeu que ele estava imitado, e tentando suprimir o panico interior eta fule t?o tarde, ¨¦ t?o assustador e sombrio, tem uma unica luz de rus. For a Marina qu segul?, eu estava tentando f do Sergio, dizendo qu alguma forma acabei dirigindo para c¨¢ Marina,o se estivesse louca, me amarmu no t¨² panhar Sergia. ¡° ¡°Voc¨º quena panh¨¢¨Clo?¡± Daniel perguntou Olivia ficou assustada sua s¨²bita indiferen?a e congelou, perguntando se o que ele estava perguntando queria marter? N?velDrama.Org holds text ? rights. Olivia disse: ¡°ro que n?o, sen?o, por que eu gritaria por ajuda to alto?¡± n?o conseguia entender, parecia que todos ao seu redor estavam agindo de maneira insana Marina erapreensivel, estava sofrendo p perda do seu amor e tinha um cpso emocional, por isso agiu de forma t?o extrema Daniel sempre foi calmo e frio,o ele mostrou seus atributos maluoos? Perguntar se queria panhar Sergio era basicamente o mesmo que perguntar se queria momer, n?o ¨¦? A pergunta deixou Olivia em p¨¢nico A resposta impulsiva de Olivia fez que a atmosfera fng em volta de Daniel se dissipasse um pouco Mas seu rosto bonito permaneceu sombrio e intimidador ¡°Marina pagar¨¢ pelo que fez!¡± As pvras frias e amea?adoras de Daniel saran Olivia estremeceu ligeiramente quando a frieza ao seu redor a afetou e perguntou caut: ¡°O que voc¨º neja fazer?¡± Marina tentou queima viva, o que j¨¢ era um crime. Olivia n?o tinha um cora??o de santa e sabia quer Marina deveria enfrentar. consequ¨ºncias. Mas fez isso sozinha e Olivia ainda n?o queria que isso afetasse sua familia. Daniel fixou seu olhar prante n: ¡°O que voc¨º quer fazer?¡± Olivia hesitou, ele estava realmente pedindo sua opini?o? poderia decidir que tipo de consequ¨ºncias Marina enfrentaria? ¡°Chamar a policia e deix¨¢¨Clos lidar isso de acordo a lei, isso seria possivel?¡± Olivia perguntou depois de una pausa esperava que, ap¨®s o julgamento, Marina pudesse perceber seus erros, parar de se apegar ¨¤ tristeza da morte de Sergio, deixar o passado para tr¨¢s e olhar para o futuro. ¡°Voc¨º acha que, uma perna ferida, eu poderia fazer algu¨¦m enfrentar as consequ¨ºncias? Daniel fixou seu olhar afiado em Olivia, aqueles olhos profundoso um abismo, impr¨¢veis, perigosos e amea?adores. Esta pergunta fez o cora??o de Olivia apertar quase esqueceu que Daniel ficou ferido por causa do incidente, o, n?o era t?o simples quanto ser a ¨²nica vitima Cap铆tulo 1166 Cap¨ªtulo 1166 Olivia baixou o olhar, j¨¢ que n?o podia decidir sobre o assunto, por que ele perguntou a ? ¡°Eu tamb¨¦m n?o sei, voc¨º que veja.¡± Olivia disse. As m?os ¨¢speras de Daniel, gentilmente apertaram seu queixo, elevando seu rosto, aproximando¨Ca, fazendo que o encarasse, seus narizes quase se tocando, o halito quente e vigoroso sopro entre eles. ¡°Eu que veja,e assim, hein?¡± A voz baixa e magn¨¦tica, transmitindo perigo. ¡°Isso ¨¦ problema seu¡± Olivia estava t?o distra¨ªda por sua respira??o dominadora e perigosa que respirou pesadamente. Vendo seus cillos tremendo, nervosa, ele de repente sorriu, o sopro de sua risada suave borbulhou em sua bochecha, fazendo o cora??o de Olivia tremer ainda mais. Antes que pudesse rxar a respira??o, o nariz firme de Daniel suavemente esfregou contra o d, sua respira??o entr?ada, a palma da m?o dele gentilmente pressionada contra a nuca d, a intimidade de suas t¨ºmporas esfregando uma na outra. ¡°N?o quer punir a Marina, hein?¡± Sua voz baixa e magn¨¦tica ressou no ouvido de Olivia, vibrando seu timpano. Olivia foi tocada por seu simples gesto, seu cora??o batendo fora de ritmo, sua respira??o tornava se irregr e seus cillos tremeluziam: ¡°N?o ¨¦¡­N?vel(D)rama.Org''s content. disse, a voz ramente nervosa e confusa. Daniel estava satisfeito sua rea??o, seus l¨¢bios finos gentilmente pousaram nos d, sua voz rouca: ¡°Descanse tranqu, n?o pense demais.¡± O resto, ele cuidaria. Marina, certeza voc¨º ser¨¢ punida! Quando ele recebeu a liga??o do chefe da seguran?a, dizendo que Marina tinha esperado Olivia de prop¨®sito no ?nibus p manh?, falou algo , a seguiu o dia todo, e depois a encurralou no cemit¨¦rio de Sergio. Marina amarou Olivia ao t¨²mulo de Sergio, jogou gasolina em seu corpo, querendo queim¨¢ viva, para que descesse para panhar Sergio! A ira de Daniel inmou¨Cse em seu peito Marina teria que pagar pelo que fezl Daniel beijou a pele de Olivia, de seus l¨¢bios rubros at¨¦ suas bochechas frias, at¨¦ a pele delicada atr¨¢s das orelhas Como se estivesse a acariciar um tesouro perdido e reencontrado, seu cora??o tremia de alivio e ternura. Olivia foi beijada por ele gentilmente, seu cora??o palpita, respirando levemente, seu h¨¢lito quente espalhado em sua pele, fazendo¨Ca se encolher, instintivamente abra?ando suas costas. Os dois s¨¦ abra?aram e esfregaram as orelhas,o se estivessem reunidos depois de uma longa separa??o, e os amantes apaixonados em seus cora??es estivessem se amando.. Olivia tamb¨¦m foi tomada pelo carinho repentino de Daniel, perdida em sua devo??o ¡°Knock, knock¡°, de repente, a porta do quarto foi batida. Olivia, surpresao um cervo assustado, rapidamente empurrou Daniel para longe, recuando para a cabeceira da cama, olhando para fora da jan, envergonhada e timida. O corpo macio no abra?o retirou¨Cse e, o calor ao redor de Daniel desapareceu instantaneamente, sua express?o escureceu, seus olhos profundos se voltaram para a porta, era o seguran?a trazendo o almo?o, Daniel disse profundamente: ¡°Entre¡± 0 seguran?a, uma uma express?o culpada, carregando a refei??o, entrou, colocou a bolsa na mesa e virou¨Cse para sair. Era culpa dele por n?o ter tido tato, indo diretamente bater na porta sem observar a situa??o dentro do quarto, interrompendo o momento intimo entre a Sr. Griera e a Srta. Souza, ele realmente se sentia culpado. O seguran?a decidiu sair rapidamente por dois motivos: para n?o ser uma terceira pessoa inconveniente e porque temia ser punido pelo Sr. Griera por demorar. Cap铆tulo 1167 Cap¨ªtulo 1167 Bruno foi exdo para a Africa e at¨¦ hoje n?o voltou, toda a equipe de seguran?a de Daniel estava apreensiva, cada um mais tenso que outro em seu posto, Daniel n?o responsabilizou o quanda¨Ccostas por sua culpa. Ele abriu o saco e tirou a mingau perfumado de dentro. Foi at¨¦ a cabeceira. da cama, pegou um gole de mingau e disse: ¡°Coma um pouco, rapidamente Ele j¨¢ estava a colher pr¨®xima ¨¤ boca d, Olivia, sem jeito, rapidamente pegou a colher e a tig das m?os dele: ¡°Eu consigoer sozinha vaer voc¨º tamb¨¦m. Voc¨º est¨¢ feddo, precisa se alimentar bem para se recuperar r¨¢pido ¡± Content from N?velDr(a)ma.Org. Ao oud as pvras de preocupa??o, Daniel se sentiu melhor, n?o insistiu em aliment¨¢, mas voltou para a mesa, pegou outra tig de canjica ee?ou aer. Marina rva na cama, sem conseguir adormecer continuava pensando, se Olivia realmente tinha sido queimada at¨¦ a morte? Aquele capim seria incendiado? As chamas alcan?ariam Olivia? Se a grama n?o tivesse sido acesa, Olivia n?o teria morrido. A gasolina ao redor da tumba teria queimado e o fogo teria sido extinto Olivia tenia ficado apenas um pouco assustada, mas nada teria acontecido Mas se n?o tivesse momdo, Marina sentiria que n?o estava satisfeita, que n?o tinha conseguido se vingar Se Olivia momesse, ficaria inquieta, se n?o morresse, ficaria insatisfeita. Essa contradi??o torturava seu cora??o, fazendo que se remexesse na cama, incapaz de dormir. At¨¦ que ouviu movimento no terreo da mans?o da familia de Marina, parecia que algu¨¦m tinha chegado, e n?o era s¨® uma pessoa, o barulho era grande. Marina se rmou, vestiu¨Cse, desceu as escadas e viu sua m?e conversando alguns policiais. ¡°Voc¨º est¨¢ enganado? Marina passou a noite toda em casa, n?o faria algoo matar ou incendiar.¡± A m?e de Marina disse incr¨¦d, tentando explicar calmamente aos policiais. ¡°As evid¨ºncias s?o imefut¨¢veis, n?o h¨¢o negar.¡± O policial disse seriamente, virando¨Cse para ver Marina no topo da escada, passou p m?e de Marina, aproximou¨Cse de Marina e mostrou sua identifica??o: ¡°Marina, suspeitamos que voc¨º esteja envolvida em um caso de assassinato e incendio. Por favor, venha conosco e ajude na investiga??o, este ¨¦ um mandado de pris?o.¡± Ao ouvir as pvras do policial, Marina primeiro ficou chocada, depois horrorizada, sentindo um p¨¢nico paralisante. Ent?o, vendo o mandado de pris?o nas m?os do policial, seu horror se dissipou, e at¨¦ somriu levemente, um sorriso sombrio, perguntando: ¡°A pessoa morreu?¡± A m?e de Marina, ao ver a atitude sinistra de Marina e ouvir sua pergunta, recuou um passo, chocada e tremendo: ¡°Marina, o que voc¨º est¨¢ pensando¡­ O policial, vendo sua atitude arrogante, temendo que fugisse ou fizesse algo extremo, n?o foi mais cort¨¨s, imobilizou os bra?os d para tr¨¢s e algemou¨Ca, levando¨Ca embora da mans?o da familia de Marina. A m?e de Marina a perseguiu e viu Marina sendo empurrada para dentro do carro da policia, chorando amargamente: ¡°Marina, minha filha¡­ Ouvindo o choro da m?e, o cora??o de Marina afundou dolorosamente, seu rosto sombrio finalmente cpsou, revndo tristeza, seus olhos ardendo, l¨¢grimas escorrendo. que voc¨º nunca leve u uma filha Antes de entrar no carro, olhou para tr¨¢s e disse ¨¤ m?e: ¡°M?e, volte para casa, n?o fique triste, finja que Depois de dizer isso, se virou e entrou no carro da policia olicia sem h hesitat A m?e de Marina assistiu o carro partir, correu atr¨¢s por alguns passos, incapaz de alcan?¨¢¨Clo, sua dor e cpso a deixaram sem for?as, desabando no ch?o, chorando e batendo no peito: ¡°Marina, minha filha infeliz, por que voc¨º foi t?o obstinada? Por um homem, vale a pena?¡± Cap铆tulo 1168 Cap¨ªtulo 1168 Ao amanhecer, a luz do sol prava ps cortinas, iluminando o quarto um brilho suma a poro que c sobre o rosto da pesso adormecida no ch?o, conferindo ¨¤ sua express?o torquata uma auta ninda mais serena e pacifica. Jimena Santos dormia nos bra?os de Carlos Marques. Seus olhos estavam iluminados pelo sol, que a acordou mesmo as p¨¢lpebras abertas abriu os olhos lentamente, encontrando se diante de uma expans?o de pele em tons de came, sentindo o calor e a presenc masculina s¨®lida. A mente de Jimena zumblu, trazendo¨Capletamente ¨¤ realidade, enquanto lembran?as da noite anterior Carlos rodopiwan sua cabe?a, fazendo seu rosto corar intensamente Com a consci¨¨ncia plena, percebeu que estava o rosto apoiado no peito de Cados, escutando o som robusto e vivido de se cora??o batendo Meu Deus, n?o estava sonhando, dormiu mesmo Carlos! havia se entregado ao homem por quem se apaixonara ¨¤ primeira vista, ao homem cujo amor era t?o desenfreado a intenso quanto um bilhete premiadol Jimena estava animada e assustada. Seu cora??o batia acelerado enquanto levantava a cabe?a, fazendo que o bra?o de Carlos, que estava sobre , caisse cide aodo. Apoiando¨Cse no tapete de caxemira, Jimena se ergueu para olhar Carlos, que permanecia os olhos fechados, mergulh sono profundo, sem nenhum sinal de despertar Com os cabelos cortados curtos dosdos e mais longos no meio, um rosto bmente andr¨®gino, olhos estreitos adon pequena pinta ao canto, sua beleza era inquestion¨¢vel, cativando o cora??o de Jimena. Um nanizalto,bios sensuais e atraentes, tanto os tra?os quanto o formato do rosto eram perfeitos, gravados profundamente no cora??o de Jimena tocou levemente seu nariz ebios, lembrando¨Cse dos beijos da noite anterior, o que fez seu cora??o disparar e o rosto corar ainda eu¨Cse e virou¨Cse De repente, Carlos se mexeu no sono, mexeu¨Cse e N?vel(D)rama.Org''s content. Jimena, assustada, recolheu rapidamente a m?o, apressando¨Cse em se explicar ¡°N?o entenda mal, foi sem querer que te toquei¡± Sem receber resposta, Jimena olhou atentemente para ele, notando que seus olhos permaneciam fechados e sus respira??o estava uniforme ele ainda estava profundamente adormecido. Jimena deu um suspiro de alivioo se fosse culpada deeter um crime e levantou¨Cse do ch?o com cuidado, tentando n?o acordar Carlos Foi ent?o que percebeu que havia dormido no ch?o! havia passado a noite no ch?o Carlos! E mais, algo mais havia acontecido entre eles Felizmente, o ch?o estava coberto por um tapete de caxemira, limpo e macio Jimena foi ao banheiro e tomou banho. As roupas que pendurou na varanda do banheiro estavam secas e poderia us¨¢s depois do banho. No andar de baixo, na s de jantar. avo Marques e av¨® Marques, juntamente Franciely Martins, estavam tomando caf¨¦ da manh? Franciely perguntou ¡°Voc¨º n?o quer que el¨¦s levantem para tomar caf¨¦?¡± avd Marques, um somiso repleto de significado, respondeu: ¡°Os dois jovens provavelmente est?o exaustos depois de ontem ¨¤ noite. Agora devem estar recuperando as energias, n?o devemos iod¨¢¨Clos. Quando acordarem naturalmente e descerem, ainda serd tempo deer¡± av Marques continuou concentrado em sua caja de galinha, sem se envolver na conversa das mulheres Cap铆tulo 1169 Capitulo 1169 France, cosa perpunton M?o,o voc¨º soube que eles dois estacats causados quam ¨¤ musa? Francool tamb¨¦m est¨¢ aqui, o filho d ¨¦ t?o velho, ent?o naturalmente sabia o que a av¨® Mannen quen diver. Ciu dodi jovana Na noite passada? ru sabia ro. Eles do kumaram a sopa the tutos so are a canja que en pema preparet Atem disso, depois for passationente uma canta para eles se refrescarem, disse med tanques, um monten ainda mata profimda no rosto Fancy Boo surpas Sem perguntar, sabia que havia algo nennas kopas, provavelmente algo que fatia de jovans incapasos de sa contar, loucos para se pectecem mutamente Ao ver a express?o alta de Franciel av Manquen sou n?o disse mais nada, n voltou a se concentrar no caf¨¦ da manh¨¢ Ap¨®s terminarem, and Manques estendeu a m?o para a?¨° Mangos o disse: ¡°Vamos passar no pantion paraer N?velDrama.Org owns this text. A Marques deu a m?o a av Manques, e, de m?os dadas, apoiando an mubiamente, nr da s de estar em dire??o ao jardin para caminhar Franciels sentada ¨¤ mesa, n?o estava muito feliz, pelo contrio, sentiu se um pouco mnc¨®lica Enquantoia, seu celr tocou Era Sta. Barbosa, Franciely atendeu rapidamente o telefone Sra. Barbosa trocou algumas pvras cordiais e logo chegou ao ponto. ¡°Mesi mando disse que, assim que Carlos se casar nossa filha Fabiana, a familia Barbosa var apoiar Carlos todas as for?as e a?ial? a aumentar seu poder em uma familia Marques Assim, o lugar de lider da familia Marques ser¨¢ dele! Veja no Jorge Marques da sua familia,o est¨¤ em alta agora, muitos hpresa foram atraidos por ele, se Carlos n?o agir agora, n?o Essas pvras fizeram o cora??o de Franciely, j¨¢ estava preocupada, afundar ainda main, deixando a externamente ansiosa O impeto atual de Jorge, o primo de Carlos, e deto muito mais forte que o de Carlos, e a Marques tamb¨¦rni pensa em passar a posi??o de presidente para Jorge Apesar de o velho n?o se meter muito, a decis?o final ainda est¨¢ em suas m?os. O Velho Sembor no ne preocupa quem ¨¦ mais poderoso, pode contrr a empresa e pode trazer beneficios para a empresa. Jorge est¨¢ prestes a se casar Sita Gomes, ganhando o apoio da familia Gomes, forando se assim o vencedor fina Carlos ficaria sempre sob a sombra de Jorge, sem chance de virar o jogo. Se n?o aproveitassem a oportunidade agora, seria ainda mais dif¨ªcil para Carlos no haur ¡°Sra. Barbosa, fique tranqu, nosso Carlos certeza vai se casar sua Fabiana. Sua filha ¨¦ t?o linda e obediente, Carlos ter¨¢ muita sorte em se casar ¡°, disse Franciely sorriu para a m?e de Fabiana Barbosa. ¡°Nesse caso, ent?o vamos ver quando podemos organizar a cerim¨°nia de noivado para eles, definir a data do casamento o mais rapido poss¨ªvel, para ajudar Carlos a fortalecer sua posi??o o quanto antes¡°, instou Sra. Barbosa, sua filha realmente gostava muito de Carlos, e Sra Barbosa amava sua filha. ¡°Vou conversar Carlos e te darei uma resposta o mais r¨¢pido poss¨ªvel, pode confiat n?o ter¨¢ problema, Franciely assegurou. Ap¨®s mais algumas risadas, desligou o telefone. Jimena, ap¨®s tomar seu banho, desceu as escadas, vendo apenas Franciely sentada ¨¤ mesa. se sentiu um pouco desconfort¨¢vel, mas ainda assim cumprimentou calorosamente: ¡°Tia, bom dia.¡± Franciely ergueu um sorriso de esc¨¢rio e simpatizou¨Cthe: ¡°Sente¨Cse paraer, Diego, v¨¢ trazer o caf¨¦ da manh? que est¨¢ pronto na cozinha para a Srta. Santos.¡± Jimena sorriu enquanto se sentava em frente ¨¤ sua interlocutora. havia vivido algo especial Carlos no dia anterior e estava ansiosa parapartilhar a familia Marques que e Carlos estavam levando a s¨¦rio! O que era ficticio ontem, hoje se tornou realidade! estava pronta paraeter erros, e Carlos tamb¨¦m disse que o que disse n?o era totalmente falso. Ele gostava d e queria se casar Jimena n?o era do tipo que se acovardava facilmente, queria lutar por si mesma. Diego trouxe o caf¨¦ da manh? e o colocou diante de Jimena. Jimena agradeceu e disse educadamente para Franciely: ¡°Tia, eu e Carlos¡­¡± ¡°Carlos tem muitas mulheres, voc¨º n?o ¨¦ a primeira que ele trouxo para casa. Antes que Jimena pudesse terminar, Franciely a Interrompeu um sorriso que escondia uma frieza. O cora??o de Jimena se apertou, e seu sorriso congelou. Cap铆tulo 1170 Cap¨ªtulo 1170 Jimena apertou ligeiramente as m?os sobre a mesa, recolhendo o sorriso, enquanto olhava para Franciely. Franciely, uma express?o s¨¦ria, disse ¨¤ : ¡°Sabe por que eu te trouxe de volta?¡± Ontem ¨¤ noite, foi Franciely quem mandou Carlos buscar sua namorada e traz¨º para casa. Jimena respirou fundo, aguardando o que viria a seguir. Franciely pegou o copo de ¨¢gua aodo, deu um gole, colocou o copo de volta e continuou: ¡°Para enganar o av? dele. O cora??o do av? dele n?o ¨¦ dos melhores, e ele passou a vida preocupado a libertinagem de Carlos.* Franciely achou que Carlos estava apenas se divertindoo antes, ent?o aceitou Jimena de volta sem nenhuma preocupa??o, mas n?o imaginou que Carlos realmente se envolveria ! Franciely sentiu¨Cse imitada consigo mesma,o se tivesse atirado uma pedra no pr¨®prio p¨¦, arrependida. ¡°O av? dele disse ontem que, se Carlos realmente gostasse de mim, ele estaria disposto a gastar quinhentos milh?es para romper o noivado a fam¨ªlia Barbosa,¡± disse Jimena seriamente a Franciely. Franciely riu, rindo de sua ingenuidade. ¡°O av? dele disse isso apenas para te convencer. Foi s¨® para voc¨º se sentir disposta a ficar temporariamente Carlos, para ter filhos ele. Ele mencionou que Carlos se casaria contigo? N?o mencionou, pois n?o?¡± Ao ouvir as pvras de Franciely, Jimena franziu a testa e seu cora??o disparou.¡± Voc¨º sabe por que o av? dele est¨¢ t?o preocupado? Porque Carlos tem v¨¢rias mulheres l¨¢ fora, mas nenhuma ds quer ter filhos ele. Ele teme que Carlos seja manipdo por essas mulheres, que sua sa¨²de sejaprometida e que, no futuro, n?o possa continuar a linhagem da fam¨ªlia Marques. Para uma grande fam¨ªlia, o mais importante s?o os descendentes.¡± Enquanto fva, Franciely pegou o copo de ¨¢gua novamente, deu outro gole e explicou a Jimena sobre o pensamento do av? Marques. Jimena ficou uma express?o fria, retrucou: ¡°Menos mentiras,o ele sabia que eu estaria disposta a ter filhos Carlos?¡± *Ele n?o tinha certeza, por isso te disse que estava disposto a gastar quinhentos milh?es para romper o noivado a fam¨ªlia Barbosa, te convencendo a ficar, aer aqui, a morar aqui. Depois, ele te deu e a Carlos caldos fortificantes, voc¨º bebeu um especialmente preparado para mulheres, e Carlos, um para homens. Por ¨²ltimo, ele serviu um caldo para refrescar, estimndo a paix?o entre voc¨ºs, fazendo que¡­¡± Com um olhar prante, Franciely falou seriamente Jimena. Jimena arregalou os olhos, horrorizada ao ouvir Franciely. At¨¦ aquele momento, ainda podia refutar as pvras de Franciely, chamando¨Cas de absurdas. Mas agora, as pvras de Franciely atingiram o cora??o de Jimenao um soco, fazendo que o cora??o que originalmente ainda tinha um vislumbre de esperan?a se afundasse em dor. N?velDrama.Org owns this text. N?o ¨¦ de se admirar que tenha se sentido estranhamente quente ontem ¨¤ noite, desejando um homem. Ent?o, era verdade que havia algo no caldo que bebeu. realmente caiu na armadilhapleta do av? Marques e da av¨® Marques! tamb¨¦m pensava tmente que a av¨® Marques e o av? Marques faziam isso para o bem d e eram gentis e acess¨ªveis . Que ironia, realmente era uma t, uma piada. Vendo a express?o de choque e a tristeza de Jimena, Franciely sorriu levemente e disse: ¡°O av? de Carlos te mimava tanto, para que voc¨º desse a Carlos um filho, e quando Carlos se casasse Fabiana, mesmo que ele n?o gostasse de Fabiana, nem a tocasse, fam¨ªlia Marques ainda teria um herdeiro. Fabiana, sendo a filha de uma fam¨ªlia importante, certamente entende as implica??es disso. Mesmo se tornando uma madrasta, saber¨¢ agiro tal, tratando o filho de outra mulhero se fosse seu.¡± ¡°Chega!¡± Jimena n?o p?de mais ouvir, gritando baixo em sua raiva, tentando faz¨º cr¨Cse. fechou a m?o em um punho sobre a mesa, sua respira??o tremendo. ¡°N?o importa quantas mulheres Carlos tenha l¨¢ fora, no final ele ainda tem que se casar algu¨¦m de uma fam¨ªlia rica, porque s¨® assim ele poder¨¢ assumir a presid¨ºncia do Grupo Marques. Somente uma fam¨ªlia de grande prest¨ªgio pode oferecer¨Clhe o apoio necess¨¢rio para que ele cres?a em for?a, caso contr¨¢rio, o q Cap铆tulo 1171 Cap¨ªtulo 1171 Franciely n?o calou a boca, pelo contr¨¢rio, desferiu a Jimena o golpe mais letal. Carlos, independentemente de quantas mulheres tivesse ao seu redor ao final, se casaria Fabiana, j¨¢ que a fam¨ªlia d poderia oferecer¨Clhe o suporte essencial para ascender e assegurar a presid¨ºncia do Grupo Marques. , no m¨¢ximo, era apenas uma entre as muitas amantes que ele tinha. Jimena de repentepreendeu a gravidade da situa??o, sentindo o cora??o t?o pesadoo se estivesse esmagado por uma grande pedra, asfixiada, sem conseguir respirar. havia acreditado nas promessas vazias de Carlos no dia anterior, pensando que suas pvras de amor e exclusividade eram verdadeiras. Sabendo que ele estava apenas representando, mas ainda assim iludidamente pensando que suas pvras eram sinceras, e at¨¦ mesmo entregando¨Cse voluntariamente¡­ Ao pensar que a loucura da noite anterior n?o passava de uma piada, o cora??o de Jimena doeu tanto que at¨¦ a respira??o se tornou dolorosa. Franciely abriu a gaveta da mesa de jantar, pegou o cheque que j¨¢ estava preparado, at¨¦ a ca estava pronta. escreveu a cifra de dois milh?es no cheque, arrancou o e o estendeu a Jimena, um tom de dama da alta sociedade: ¡°Aqui est?o dois milh?es, considereo umapensa??o por ter passado a noite ele. Acredito que voc¨º sabe o que fazer daqui para frente.¡± Jimenan?ou um olhar para os dois milh?es no cheque, sentindo¨Coso uma afronta ¨¤ vista. conteve a dor no cora??o, disfar?ou a tristeza no rosto e, um sorriso despreocupado, disse a Franciely. ¡°Tia, voc¨º por acaso est¨¢ sem dinheiro? Apenas dois milh?es, e ainda por cheque?¡± apanhou o cheque sobre a mesa e bn?ou¨Co no ar, exibindo um semnte despreocupado e divertido. Franciely franziu a testa, surpresa: ¡°O qu¨º?¡± Jimena riu despreocupadamente: ¡°Como voc¨º disse, era apenas divers?o, por que levar t?o a s¨¦rio? Carlos certamente gasta mais do que dois milh?es em namoradas por a¨ª. Se quiser realmente cortar la?os, dois milh?es certamente n?o s?o suficientes. E, al¨¦m disso, quem ainda usa cheque hoje em dia? Sem dinheiro vivo, e ainda quer dispensar as pessoas?¡± N?velDrama.Org holds text ? rights. Franciely pensou que iria chorar e causar um escandalo, j¨¢ tinha preparado o que dizer. Mas, inesperadamente, Jimena foi direto ao ponto pedindo dinheiro! Com um olhar triunfante de quem acredita ter tirado vantagem de Carlos. Franciely ficou instantaneamente frustrada e furiosa. Mais uma mulher ¨¢vida por dinheiro, do tipo que j¨¢ tinha visto e lidado bastante. Franciely disse: ¡°Dois milh?es, posso transferir em dinheiro vivo, mas n?o mais do que isso. Se n?o quiser, n?o ter¨¢ nenhum centavo.¡± ¡°Feito!¡± Jimena concordou prontamente, pegou a ca preta de Franciely e registrou seu n¨²mero de conta no cheque. E devolveu¨Co a : ¡°Aqui est¨¢ meu n¨²mero de conta, transfira agora. Assim que o dinheiro cair, eu irei embora e nunca mais verei Carlos. E certamente n?o irei estragar o casamento dele!¡± Franciely se sentiu amea?ada, interpretou a fo se Jimena fosse causar problemas no casamento de Carlos se o dinheiro n?o fosse transferido agora. Essa mulher n?o era f¨¢cil de lidar. Franciely, furiosa, respirou fundo, mas apostura de dama da alta sociedade a fez engolir a raiva. Com um tom for?adamente calmo, disse: ¡°Espero que cumpra sua pvra, caso contr¨¢rio, ver¨¢ do que sou capaz!¡± ¡°Guarde suas amea?as para a nora abastada da sua fam¨ªlia. Carlos foi generoso e ainda me rendeu dois milh?es. De uma forma ou de outra, eu sa¨ª ganhando, n?o concorda?¡± disse Jimena, um riso leve. Cap铆tulo 1172 Cap¨ªtulo 1172 N?velDrama.Org holds text ? rights. Franciely se sentiu profundamente ofendida ps insinua??es de Jimena, que acusavam¨Cna de aproveitar¨Cse de Carlos e ainda causar¨Clhe preju¨ªzo financeiro. Como pode existir uma mulher t?o sem vergonha? Dormir um homem e ainda dizer que brincou ele! Isso ¨¦ levar a libertinagem a outro n¨ªvel! Se soubesse que era esse tipo de mulher, jamais teria oferecido dinheiro ou qualquer tipo de compensa??o. Mas agora as pvras j¨¢ haviam sido ditas, e Jimena j¨¢ tinha fixado seus olhos nos dois milh?es d. J¨¢ era tarde demais para voltar atr¨¢s. Consumida p ira, Franciely manteve¨Cse cda, apanhou o cheque que recebera, acessou o aplicativo banc¨¢rio no celr, inseriu os dados da conta e transferiu dois milh?es. O celr de Jimena, que estava no bolso, vibrou imediatamente. pegou o aparelho, viu a mensagem de confirma??o da transfer¨ºncia de dois milh?es. A velocidade realmente impressiona. Presenciou a generosidade de quem tem muito dinheiro. Jimena levantou o celr, um sorriso sarc¨¢stico, e disse: ¡°Recebi o dinheiro, estou indo embora, adeus, n?o, nunca mais nos veremos¡­¡± Dito isso, se levantou e saiu. Ao chegar ¨¤ porta, encontrou¨Cse av? Marques e av¨® Marques, que retornavam de uma caminhada. Av¨® Marques, vendo Jimena saindo, cumprimentou¨Ca calorosamente: ¡°Jimena, voc¨º j¨¢ acordou, j¨¢ tomou caf¨¦?¡± Jimena, lembrando¨Cse do que Franciely havia dito e das duas tigs de sopa, sentiu um ressentimento profundo por av? Marques e av¨® Marqu¨¦s e irrita??o. ignorou av¨® Marques e saiu apressadamente, passando por sem sequer olhar em sua dire??o. Vendo Jimena ir embora furiosa, av¨® Marques, curiosa, trocou olhares av? Marques e perguntou: ¡°O que aconteceu essa menina?¡± O av? Marques refletiu por um instante e bn?ou a cabe?a, igualmente confuso o comportamento de Jimena. Ontem estava t?o animada e amig¨¢vel, por que hoje est¨¢ ignorando todo mundo? Av¨® Marques e av? Marques entraram em casa. No momento em que entraram, Franciely ordenou seriamente ao empregado Diego: ¡°Fique de boca fechada, n?o fale demais!¡± Diego assentiu, visivelmente nervoso. Assim que terminou de fr, av? Marques e av¨® Marques entraram de m?os dadas. 250 SEO 8 2 2 5 2 3 8 28 29 2 982 28 Vendo Franciely ainda sentada ¨¤ mesa e o caf¨¦ da manh? intocado, av¨® Marques perguntou: ¡°O que aconteceu Jimena? saiu correndo assim?¡± ¡° disse que estava atrasada para o trabalho e nem tomou caf¨¦. Provavelmente estava muito cansada ontem e dormiu demais, acordou tarde.¡± Franciely sorriu inofensivamente, um ar gentil. Av¨® Marques bateu na pr¨®pria cabe?a, frustrada: ¡°Veja s¨®, eu exagerei na dose ontem, esqueci que os jovens ainda precisam ir trabalhar p manh?.¡± ¡°N?o se preocupe, eles certamentepreender?o sua boa inten??o.¡± Franciely sorriu, demonstrando profundo respeito. ¡°Sim, eu s¨® quero que eles sejam felizes juntos o quanto antes. Carlos finalmente amou de verdade uma garota, tem que aproveitar a oportunidade. Caso contr¨¢rio, se ele n?o se fixar em ningu¨¦m, s¨® vai conhecer a vida mundana e isso vai ser pior, vai arruinar sua vida por causa de mulheres¡­¡± Av¨® Marques suspirou, aconselhando preocupa??o. Franciely baixou o olhar, sem dizer mais nada. ¡°Estamos cansados, vamos tirar uma soneca. Quando Carlos acordar, diga a ele paraer.¡± Av¨® Marques pegou na m?o de av¨® Marques, e juntos voltaram para o quarto. Os dois idosos acordavam muito cedo todos os dias, tomavam caf¨¦ da manh?, caminhavam um pouco e depois tiravam uma soneca antes de levantar para almo?ar, caminhar um pouco e tomar ch¨¢. Cap铆tulo 1173 Cap¨ªtulo 1173 Esta era a vida dos mais velhos, tranqu e serena. No quarto, Carlos dormia confortavelmente, ainda abra?ando Jimena em seus sonhos. tinha uma forma corporal levernente cheinha, o que tornava seu abra?o macio e aconchegante, uma sensa??o agrad¨¢vel ao toque. O perfume feminino d o seduzia, levando¨Co a beij¨¢ repetidamente¡­ Carlos continuava sonhando, os l¨¢bios franzidos, ainda beijando Jimena em seu sonho. N?vel(D)rama.Org''s content. Enquanto estava mergulhado em um doce sonhar, de repente sua consci¨ºncia despertou. Ele abriu os olhos e descobriu que estava abra?ando o vazio. Jimena j¨¢ n?o estava ao seudo. Ele rapidamente se levantou, percebendo que estava deitado no ch?o. Olhando para a cama, viu que tamb¨¦m estava vazia; Jimena n?o estava no quarto. Ser¨¢ que os eventos apaixonados da noite passada foram apenas um sonho? Desapontado, Carlos baixou o olhar e avistou uma v¨ªvida mancha de sangue no tapete de caxemira, capturando sua aten??o imediatamente. Aqu mancha de sangue n?o era outra coisa sen?o um vest¨ªgio deixado por Jimena. havia se entregado a ele p primeira vez¡­ Essa era a melhor prova do que havia acontecido entre ele e Jimena na noite anterior. Carlos lembrou do que havia dito a Jimena antes de ficarem juntos, ele havia fafado que nem tudo que disse ao seu av? era mentira¡­ Ele havia dito ao seu av? que gostava d, que a pediria em casamento¡­ No final, Jimena concordou e se entregou a ele. Recordando os momentos da noite anterior, a garganta de Carlos apertou ainda mais. Ele se ergueu prontamente, tomou um banho r¨¢pido, vestiu¨Cse e desceu as escadas pressa. No andar de baixo, apenas Franciely estava sentada ¨¤ mesa de jantar, um caf¨¦ da manh? completo ¨¤ sua frente, intocado. Carlos apressou¨Cse at¨¦ e perguntou: ¡°M?e, onde est¨¢ Jimena?¡± Franciely levantou a cabe?a, seu olhar era afiado e desafiador. ¡°Voc¨º ainda tem coragem de mencion¨¢? Esta manh?, quando eu a convidei para o caf¨¦ da manh?, me ignorou. Pediu dois milh?es, dizendo que era o que voc¨º devia a !¡± ¡°O qu¨º? pediu dois milh?es a voc¨º? Isso ¨¦ imposs¨ªvel!¡± Carlos n?o p?de acreditar. ¡°Eu estaria mentindo para voc¨º? veio at¨¦ mim, furiosa, dizendo que voc¨º a havia maltratado na noite passada e que iria denunci¨¢¨Clo. Disse que tudo seria esquecido se eu desse dois milh?eso ¡®c¨Cboca¡®. n?o voltaria a procurar voc¨º ou a mim. Isso n?o ¨¦ extors?o? Uma mulher interesseira, disposta a tudo para conseguir dinheiro, onde voc¨º encontrou algu¨¦m assim? Isso realmente envergonha nossa familia Marques!¡± Franciely disse a Carlos raiva. Carlos ficou uma express?o sombria, mordeu o l¨¢bio e disse: ¡°Isso n?o ¨¦ poss¨ªvel, definitivamente n?o ¨¦ esse tipo de pessoa!¡± ¡°Voc¨º realmente n?o acredita em mim? Aqui est¨¢ oprovante de transfer¨ºncia, d¨º uma olhada!¡± Franciely pegou seu celr, acessou o hist¨®rico de transfer¨ºncias e mostrou a t para Carlos. Quando Carlos viu que o destinat¨¢rio era Jimena, seu cora??o foi profundamente ferido, e sua express?o tornou¨Cse ainda mais sombria. ¡°Eu sempre disse, apenas as filhas das grandes fam¨ªlias podem ser virtuosas e decentes. Olhe para as mulheres quem voc¨º se envolve, todas atr¨¢s do seu dinheiro¡­¡± ¡°Chega!¡± Carlos interrompeu Franciely, furioso,n?ando¨Clhe um olhar prante que a fez hesitar e parar de fr. Carlosn?ou¨Clhe um ¨²ltimo olhar antes de virar¨Cse rapidamente e sair de casa. Franciely observou Carlos se afastar rapidamente, um sorriso malicioso surgindo em seus l¨¢bios. Tudo o que fazia era pelo bem de seu filho. Caso Carlos viesse a perder seu posto de presidente do Grupo Marques, esse seria o verdadeiro motivo de arrependimento pelo resto da sua vida. ¡°Diego, v¨¢ arrumar o quarto do jovem mestre,¡± Franciely voltou a si e ordenou a Diego. Depois, parecendo lembrar¨Cse de algo, disse: ¡°Deixe pra l¨¢, eu mesmo vou Cap铆tulo 1174 Cap¨ªtulo 1174 Franciely solicitou que Diego organizasse a s, enquanto se dirigia no quarto de Carlos, abrindo a porta suavemente. Uma atmosfera pesada e enigm¨¢tica a cercon instantaneamente. Parecia que a temperatura do quarto estava mais alta, o ar ¨²mido e quente atingiu o rosto de Franciely. Lembrando que seu filho havia passado a noite no quarto aqu mulher, Franciely sentiu uma raiva fervente, xingando Jimena ?n¨²meras vezes em sua mente. tentou ceater sua imita??o e caminhou at¨¦ a beira da cama para trocar os len?¨®is. No entanto, viu que a colcha ainda estava dobrada meticulosamente, no mesmo lugar de ontem. Apenas os len?¨®is mostravam pequenas rugas, Indicando que algu¨¦m havia se sentado ali, parecendo que ningu¨¦m havia dormido na cama! Isso era imposs¨ªvel. Ser¨¢ que Jimena havia dobrado a colcha quando acordou? Mas Carlos havia se levantado depois, e Carlos ainda na cama, Jimena n?o poderia ter dobrado a colcha. conhecia seu filho melhor do que ningu¨¦m, ele sempre jogava a colcha de qualquer jeito ao acordar, nunca a dobrando. Portanto, era ainda menos prov¨¢vel que Carlos tivesse feito isso. Enquanto Franciely ponderava, seu olhar caiu e, pelo canto do olho, notou um borr?o vermelho no ch?o. desviar o olhar, mas aquele vermelho prendeu sua aten??o, fazendo¨Ca olhar fixamente. Ent?o percebeu reza: havia uma mancha de sangue no ch?o! Carlos e Jimena haviam dormido no ch?o? Jimena, aqu fama, era virgem! Naqu noite, Carlos havia sido o primeiro de Jimena! Inicialmente, Franciely desprezava Jimena por seuportamento prom¨ªscuo. Mas ao ver aqu mancha vermelha, ficou chocada, incr¨¦d. Sobre Jimena, sua percep??o estava cheia de contradi??es. Se era prom¨ªscua,o ainda poderia ser virgem? Mas se fosse uma mo?a decente,o poderia dizer aqus coisas para ? Levar dois milh?es e ir embora sem olhar para tr¨¢s, sem nenhum sinal de querer se prender a Carlos? As jovens de hoje s?o realmente dif¨ªceis de entender. Franciely suspirou, pegou o tapete de l? do ch?o, decidindov¨¢¨Clo pessoalmente. 1/1 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 8 2 8 2 3 2 3 5 0 2 2 2 2 2 2 2 3 2 2 52 Carlos dirigia para longe da familia Marques, sem ver Jimena por perto. Ele ligou para Jimena, o telefone tocou por um longo tempo, mas ningu¨¦m atendeu. Content from N?velDr(a)ma.Org. Carlos franzia a testa, notando seu humor azedar. Jimena havia partido silenciosamente naqu manh?; ser¨¢ que estava mesmo imitada? Mas por que estava brava? deveria pelo menos dar uma raz?o. Quando Carlos tentou ligar para Jimena novamente, a chamada foi diretamente rejeitada. Ele olhou para a t do celr, suspirou profundamente e jogou o celr no assento do carro. Segurou o vnte ambas as m?os e acelerou. Jimena estava em um t¨¢xi quando seu celr tocou. viu que era uma chamada de Carlos, e seu cora??o apertou por um momento, seguido por uma dor aguda. Pensando no que Franciely havia dito, seu cora??o parecia ter sido esfaqueado, tornando sua respira??o pesada. Na primeira vez que o celr tocou, fixou o olhar na t, sem atender. Quando tocou p segunda vez, deslizou a t para rejeitar a chamada, irritada. Depois de rejeitar, a dor no cora??o se intensificou, os olhos ardiam, e as l¨¢grimas ca¨ªram. respirava fundo, tentando expulsar a dor, mas era in¨²til. Quanto mais chorava, mais profundo respirava, mais a dor aumentava. ¡°Mo?a, est¨¢ sofrendo por amor?¡± O motorista do t¨¢xi tentou puxar conversa. Jimena voltou a si, enxugou as l¨¢grimas e disse firmeza: ¡°Sofrer por amor? O que ¨¦ amor? O que importa ¨¦ o dinheiro, n?o ¨¦?¡± Motorista: ¡°Ent?o por que est¨¢ chorando?¡± ¡°Eu choro porque o dinheiro ¨¦ pouco, preciso trabalhar duro para ganhar mais.¡± Jimena persistiu, secando as l¨¢grimas e assumindo uma express?o fria. Cap铆tulo 1175 Cap¨ªtulo 1175 O motorista, ao ouvir suas pvras, sorriu e n?o disse mais nada. Jimena nejava ir ¨¤ empresa, por¨¦m, ao passar por um parque manguezal, notou pessoas pastoreando ovelhas. Um grupo de cordeiros brancos, despreocupados, pastava na grama, um verde mesdo manchas brancas,o se fossem nuvens brancas sobre um campo verde. Essa cena tranqu ¨¦ pacifica tocou o cora??o de Jimena, que rapidamente pediu ao motorista para parar o carro. desceu do carro ¨¤ beira do parque de manguezal. Caminhando casualmente at¨¦ o rebanho, um pequeno cordeiro, nada t¨ªmido, aproximou¨Cse d e esfregou sua cabe?a em suas pernas, beliscou um pouco de grama e esfregou¨Cse novamente. Isso fez que Jimena, incapaz de resistir, se agachasse e acariciasse a cabe?a do cordeiro. Seu pelo era t?o macio, uma sensa??o agrad¨¢vel nas m?os, que acalmava levemente seu cora??o aflito. A pastora se aproximou um sorriso aquecido e disse: ¡°Voc¨º tem uma aura muito gentil, os cordeiros gostam muito de voc¨º.¡± A pastora era uma mulher de pele morena, uma apar¨ºncia simples e honesta. Jimena se virou, olhou para a mulher um sorriso amargo se formando em seu rosto, e disse: ¡°Os cordeiros s?o melhores, est?o satisfeitos apenas um pouco de grama paraer.¡± ¡°Mas ao crescerem, s?o vendidos e acabamo refei??es para os humanos. A felicidade deles est¨¢ em n?o pensar demais e viver o agora¡°, disse a pastora. Essa reflex?o impactou Jimena, que se viu profundamente inspirada ps pvras da mulher. A raz?o p qual os humanos sofrem ¨¦ que pensam demais e negligenciam o que t¨ºm no momento presente. Apenas aproveitando o momento presente e se satisfazendo ele, pode¨Cse encontrar verdadeira felicidade. Jimena, de repente, sentiu uma reza, e seu sorriso se tornou menos pesado. disse ¨¤ pastora: ¡°Obrigada, eu me sinto melhor agora.¡± ¡°Obrigada por qu¨º? Eu nem sabia que voc¨º estava se sentindo mal.¡± A pastora riu simplicidade. Jimena ficou surpresa por um momento e, depois, sorriu, baixando os olhos. De fato, as alegrias e tristezas humanas s?o intransmiss¨ªveis. Como os outros poderiam saber de sua dor e sofrimento interior? O que os outros dizem ¨¦ apenas a realidadeo ¨¦. Jimena continuou sentada na grama por um tempo, brincando os cordeiros. O sol ficou mais intenso, e o gramadoe?ou a esquentar. ?? ? ? ? ?? ? ??? ? ?? ? ? ¨² ? ?? ¨¹ ? ? ?? ? ? ?? ?? Jimena dirigiu¨Cse a uma ¨¢rvore frondosa para se abrigar dos raios sres. ligou para Olivia. Naquele momento, Olivia estava no hospital, acabara de tomar caf¨¦ da manh? e estava descansando na cama, quando recebeu a liga??o de Jimena. ¡°Jimena, seu carro, eu mandarei algu¨¦m lev¨¢¨Clo at¨¦ voc¨º mais tarde.¡± Na noite anterior, havia usado o carro de Jimena, que provavelmente ainda estava estacionado ¨¤ beira da estrada perto do cemit¨¦rio. mandaria o reboque busc¨¢¨Clo mais tarde. C0ntent ? 2024 (N/?)velDrama.Org. ¡°N?o tem pressa, eu s¨® queria conversar voc¨º.¡± Jimena disse. Olivia percebeu a maturidade na voz de Jimena, n?o t?o vivaz e abertao de costume. Quando Jimena se tornava madura, era porque havia enfrentado alguma adversidade. Olivia era sua melhor amiga e a conhecia melhor. ¡°O que aconteceu, voc¨º e Carlos tiveram uma briga?¡± Olivia perguntou preocupada. Jimena sentiu uma nova onda de tristeza, ficou em sil¨ºncio por meio segundo e disse: ¡°N?o, s¨® fui mordida por um cachorro e estou me sentindo mal.¡± Cap铆tulo 1176 Cap¨ªtulo 1176 Ser mordido por um cachorro certamente n?o ¨¦ algo a ser menosprezado. Exclusive content from N?velDrama.Org. Caso aquele cachorro estivesse algum v¨ªrus, Jimena poderia estar em risco de vida. Olivia estava muito preocupada a seguran?a de Jimena. Ao ouvir as pvras surpresas e preocupadas de Olivia pelo telefone, Jimena sorriu e disse: ¡°N?o se preocupe, j¨¢ foi tratado, e at¨¦ recebi umapensa??o financeira.¡± ¡°Mas esse dono do cachorro,o pode passear sem colocar a coleira?¡± Olivia ainda estava preocupada por Jimena. Cuvindo Olivia fndo de forma desconexa, e mencionando repetidamente o cachorro e o dono do cachorro, Jimena de repente se sentiu muito feliz. Como se a nuvem escura de antes n?o fosse nada. Jimena riu at¨¦ chorar, e ent?o perguntou: ¡°Olivia, voc¨º voltou para casa sozinha ontem ¨¤ noite seguran?a?¡± Ouvindo novamente a risada contente de Jimena, Olivia se tranquilizou, sabendo que a menina estava bem. Quando mencionou o que aconteceu na noite anterior, Olivia hesitou, sabendo que se contasse a Jimena que foi seguida por Marina e amarrada ao t¨²mulo de Sergio, quase sendo queimada viva, Jimena certamente se sentiria culpada por ter deixado sozinha para ir embora. acabara de ser mordida por um cachorro e estava se sentindo mal, ent?o n?o seria bom faz¨º se preocupar ainda mais.. Olivia disse: ¡°Segura, estou bem. Voc¨º, que foi mordida por um cachorro, precisa ter cuidado, ir vacinar¨Cse conforme o programado, n?o seja negligente.¡± Jimena riu ainda mais feliz, quase caindo de tanto rir, adorava ouvir Olivia chamar Carlos de cachorro, ainda mais um loboc?o suspeita de v¨ªrus da raiva! ¡°Por que voc¨º est¨¢ rindo tanto, eu disse algo errado?¡± Olivia perguntou curiosa, a risada de Jimena era realmente contagiosa. Jimena enxugou as l¨¢grimas do canto dos olhos e disse: ¡°N?o, voc¨º n?o disse nada de errado, ¨¦ s¨® que conversar voc¨º me faz muito feliz, voc¨º sempre f direto ao meu cora??o, isso me alegra.¡± Olivia, confusa: ¡°O que eu disse que te fez t?o feliz?¡± ¡°Voc¨º se preocupaigo.¡± ¡°ro, se eu n?o me preocupar voc¨º, quem vai?¡± Olivia respondeu, quase repreendendo. ¡°Exatamente, amigas s?o as melhores, homens s?o apenas nuvens passageiras.¡± Jimena disse uma atitude despreocupada. ¡°Voc¨º voltou para casa Carlos ontem ¨¤ noite sem problemas?¡± Olivia perguntou, preocupada. ¡°N?o d¨¢ para explicar pelo telefone, vamos conversar pessoalmente.¡± Ap¨®s mais um pouco de conversa, Jimena desligou o telefone. Assim que Olivia desligou o telefone, Daniel entrou, sua presen?a alta e imponente instantaneamente abaixou a press?o do ar no espa?o. Olivia se virou e o viu, embora ele n?o tivesse perguntado nada, sentiu a necessidade de explicar: ¡°Foi Jimena que me ligou, s¨® conversamos um pouco.¡± Sua presen?a a fez sentiro se n?o explicasse, estaria de alguma forma culpada, sem entender o porqu¨º desse sentimento. ¡°Hmm.¡± Daniel emitiu um som grave, monossbo. Ele segurava a conta do hospital, e uma voz magn¨¦tica disse: ¡°Voc¨º j¨¢ pode ter alta.¡± ¡°Oh, vou me levantar agora.¡± Olivia disse rapidamente, querendo sair da cama. Daniel se aproximou, inclinou¨Cse e, sem dar espa?o para argumentos, a levantou. Pega de surpresa, Olivia instintivamente segurou¨Cse ao pesco?o dele, sentindo a temperatura da pele dele transferir¨Cse para as palmas das suas m?os, enquanto seu porte robusto a cercava. O rosto de Olivia ruborizou¨Cse de s¨²bito e, sentindo¨Cse desconfort¨¢vel, falou um tom cens¨®rio: ¡°Me coloque no ch?o, eu consigo andar.¡± Daniel olhou para profundamente e disse: ¡°Seporte, assim voc¨º sofrer¨¢ menos.¡± Olivia: ¡°¡­¡± queria andar por s¨ª mesma era ser indisciplinada? Precisava ser carregada por ele para ser considerada sensata? 1/2 09:56 n?o conseguia entender a l¨®gica dele. Daniel, passosrgos, carregou Olivia at¨¦ o elevador, desceu at¨¦ o t¨¦rreo e a colocou no carro. Do quanto do hospital at¨¦ o certo, os p¨¦s de Olivia n?o tocaram o ch?o. Era ele quem estava a pera machucada, mas de alguma forma parecia que que n?o podia andar. Cap铆tulo 1177 Cap¨ªtulo 1177 Daniel tamb¨¦m se odou no banco traseiro, e sua imponente presen?a preencheu Ser mordido por um cachorro certamente n?o ¨¦ algo a ser menosprezado. Caso aquele cachorro estivesse algum v¨ªrus, Jimena poderia estar em risco de vida. Olivia estava muito preocupada a seguran?a de Jimena. Ao ouvir as pvras surpresas e preocupadas de Olivia pelo telefone, Jimena sorriu e disse: ¡°N?o se preocupe, j¨¢ foi tratado, e at¨¦ recebi umapensa??o financeira.¡± ¡°Mas esse dono do cachorro,o pode passear sem colocar a coleira?¡± Olivia ainda estava preocupada por Jimena. Cuvindo Olivia fndo de forma desconexa, e mencionando repetidamente o cachorro e o dono do cachorro, Jimena de repente se sentiu muito feliz. Como se a nuvem escura de antes n?o fosse nada. Jimena riu at¨¦ chorar, e ent?o perguntou: ¡°Olivia, voc¨º voltou para casa sozinha ontem ¨¤ noite seguran?a?¡± Ouvindo novamente a risada contente de Jimena, Olivia se tranquilizou, sabendo que a menina estava bem. Quando mencionou o que aconteceu na noite anterior, Olivia hesitou, sabendo que se contasse a Jimena que foi seguida por Marina e amarrada ao t¨²mulo de Sergio, quase sendo queimada viva, Jimena certamente se sentiria culpada por ter deixado sozinha para ir embora. acabara de ser mordida por um cachorro e estava se sentindo mal, ent?o n?o seria bom faz¨º se preocupar ainda mais.. Olivia disse: ¡°Segura, estou bem. Voc¨º, que foi mordida por um cachorro, precisa ter cuidado, ir vacinar¨Cse conforme o programado, n?o seja negligente.¡± Jimena riu ainda mais feliz, quase caindo de tanto rir, adorava ouvir Olivia chamar Carlos de cachorro, ainda mais um loboc?o suspeita de v¨ªrus da raiva! ¡°Por que voc¨º est¨¢ rindo tanto, eu disse algo errado?¡± Olivia perguntou curiosa, a risada de Jimena era realmente contagiosa. Jimena enxugou as l¨¢grimas do canto dos olhos e disse: ¡°N?o, voc¨º n?o disse nada de errado, ¨¦ s¨® que conversar voc¨º me faz muito feliz, voc¨º sempre f direto ao meu cora??o, isso me alegra.¡± Olivia, confusa: ¡°O que eu disse que te fez t?o feliz?¡± ¡°Voc¨º se preocupaigo.¡± ¡°ro, se eu n?o me preocupar voc¨º, quem vai?¡± Olivia respondeu, quase repreendendo. Content from N?velDr(a)ma.Org. ¡°Exatamente, amigas s?o as melhores, homens s?o apenas nuvens passageiras.¡± Jimena disse uma atitude despreocupada. ¡°Voc¨º voltou para casa Carlos ontem ¨¤ noite sem problemas?¡± Olivia perguntou, preocupada. ¡°N?o d¨¢ para explicar pelo telefone, vamos conversar pessoalmente.¡± Ap¨®s mais um pouco de conversa, Jimena desligou o telefone. Assim que Olivia desligou o telefone, Daniel entrou, sua presen?a alta e imponente instantaneamente abaixou a press?o do ar no espa?o. Olivia se virou e o viu, embora ele n?o tivesse perguntado nada, sentiu a necessidade de explicar: ¡°Foi Jimena que me ligou, s¨® conversamos um pouco.¡± Sua presen?a a fez sentiro se n?o explicasse, estaria de alguma forma culpada, sem entender o porqu¨º desse sentimento. ¡°Hmm.¡± Daniel emitiu um som grave, monossbo. Ele segurava a conta do hospital, e uma voz magn¨¦tica disse: ¡°Voc¨º j¨¢ pode ter alta.¡± ¡°Oh, vou me levantar agora.¡± Olivia disse rapidamente, querendo sair da cama. Daniel se aproximou, inclinou¨Cse e, sem dar espa?o para argumentos, a levantou. Pega de surpresa, Olivia instintivamente segurou¨Cse ao pesco?o dele, sentindo a temperatura da pele dele transferir¨Cse para as palmas das suas m?os, enquanto seu porte robusto a cercava. O rosto de Olivia ruborizou¨Cse de s¨²bito e, sentindo¨Cse desconfort¨¢vel, falou um tom cens¨®rio: ¡°Me coloque no ch?o, eu consigo andar.¡± Daniel olhou para profundamente e disse: ¡°Seporte, assim voc¨º sofrer¨¢ menos.¡± Olivia: ¡°¡­¡± queria andar por s¨ª mesma era ser indisciplinada? Precisava ser carregada por ele para ser considerada sensata? 1/2 09:56 n?o conseguia entender a l¨®gica dele. Daniel, passosrgos, carregou Olivia at¨¦ o elevador, desceu at¨¦ o t¨¦rreo e a colocou no carro. Do quanto do hospital at¨¦ o certo, os p¨¦s de Olivia n?o tocaram o ch?o. Era ele quem estava a pera machucada, mas de alguma forma parecia que que n?o podia andar. spa?o do carro. Olivian?ou um olhar as pemas dele, que vestia uma cal?a intacta, cobrindopletamente suas pernas e impedindo¨Ca de discernir o estado real de suas feridas. Quando ele a carregou, seus passos eram firmes, aparentemente sem qualquer impedimento. Ao recordar¨Cse da cele vermelha e das bolhas sangu¨ªneas que cobriam suas pernas no dia anterior, Olivia ainda se seritia preocupada. olhou de soio para o perfil dele e perguntou preocupa??o: ¡°Voc¨º trocou o curativo hoje?¡± 3 2 3 2 2 3 2 2 8 Os olhos profundos de Daniel a encararam, vibrando levemente. estava se preocupando ele ativamente! Daniel engoliu em seco e disse: ¡°Troquei, sim.¡± O olhar de Olivia brilhou levemente e assentiu: ¡°Que bom.¡± Quando estava prestes a desviar o olhar, Daniel a abra?ou p cintura e, num movimento, a colocou sobre suas pernas. Olivia exmou, virando¨Cse o rosto e as orelhas coradas: ¡°Daniel, o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Quando tentou descer, Daniel apertou sua cintura, mantendo¨Ca sentada em suas pernas, a bochecha cda ao rosto d, e sua respira??o quente sussurrava em seu ouvido: ¡°Voc¨º sabe o que eu quero fazer, n?o sabe?¡± A voz grave de Daniel e sua respira??o aquecida aceleraram o cora??o de Olivia. lutou brevemente, tentando se libertar de suas m?os para sentar¨Cse no banco do carro. ¡°Ah¡­¡± Daniel franziu a testa, emitindo um som de dor. Todos os movimentos de luta de Olivia se congram, e perguntou, ansiosa: ¡°O que houve, eu toquei na ferida?¡± ¡°Voc¨º sabe e ainda se move.¡± A voz de Daniel era t?o rouca que parecia pingar ¨¢gua. Olivia ficou im¨®vel, temendo tocar novamente na ferida em sua perna. Afinal, ele tinha se ferido ao salv¨¢. ¡°Estamos no carro, e voc¨º est¨¢ ferido. N?o pode ficar quieto?¡± Olivia falou em um tom de negocia??o. ¡°Estou ferido na pema, isso n?o atrapalha.¡± Ele beijou levemente sua orelha. Esse toque fez Olivia encolher o pesco?o, implorando: ¡°N?o fa?a isso, eu acabei de sair do hospital, s¨® quero ficar quietinha¡­¡± ¡°Eu vou te deixar tranqu¡­¡± Daniel moveu seus beijos para os l¨¢bios d, sndo¨Cos for?a. Dominando¨Capletamente, convidando¨Ca para dan?ar. Roubando sua respira??o, engolindo toda a sua resist¨ºncia. Olivia recebeu tantos beijos que ficou atordoada, resistindo firmemente no in¨ªcio. Mas o poder de seus beijos era t?o avassdor que, em pouco tempo, perdeu o f?lego, seu corpo amolecendo e se apoiando nele, aceitando seu beijo autorit¨¢rio. At¨¦ que seus c¨ªlios tremessem, quase sufocando, Daniel finalmente a soltou. Ele a abra?ou, permitindo que se apoiasse em seu peito, respirando profundamente. E Daniel, a respira??o pesada, olhos escuros e corpo em chamas, mas contrndo¨Cse esfor?o. Sua m?o grande acariciava suas costas, numa tentativa de acalm¨¢. Seus l¨¢bios ainda brilhavam umidade, ele pegou o celr e ligou para o motorista: ¡°Venha, vamos dirigir!¡± Olivia estremeceu, percebendo que Daniel havia nejado isso, caso contr¨¢rio, por que ele teria feito o motorista esperar em outro lugar, at¨¦ terminar de beij¨¢, para ent?o chamar o motorista para dirigir. A consci¨ºncia de Olivia se recuperou, percebendo que ainda estava sentada no colo de Daniel. Se o motorista visse aqu cena, n?o seria apropriado, ent?o rapidamente se endireitou, sentando¨Cse no banco aodo, mas ainda lutando para acalmar sua respira??o. ¡°Voltamos para a Vi Serenidade ou para o Porto Estr de Sol?¡± Daniel perguntou, surpreendentemente. oy/pa Olivia surpreendeu¨Cse. Daniel estava de fato solicitando a sua opini?o? Cap铆tulo 1178 Cap¨ªtulo 1178 Para surpresa de Olivia, Daniel, notoriamente autorit¨¢rio e inflexivel, inesperadamente solicitou sua opini?o. Diferentemente de antes, n?o tomou a decis?o por , eliminando qualquer possibilidade de di¨¢logo. Olivia ficou levemente at¨®nita, seus olhos encontraram os dele, profundos e prantes. Ele ainda estava esperando por uma resposta. Olivia disse. ¡°Vamos para a Vi Serenidade.¡± sentia falta das crian?as. Hoje ¨¦ s¨¢bado, as crian?as est?o de folga, mas Teresa Rocha teve que trabalhar horas extras. O trabalho de Teresa permite um dia de descanso por semana, sempre aos domingos. tinha ligado para Teresa na noite anterior, dizendo a que estava na Vi Serenidade. Agora, voltando para Porto Estr do Sol, n?o haveria ningu¨¦m em casa. Ao ouvir Olivia dizer que quer¨ªa voltar para a Vi Serenidade, a express?o de Daniel teve uma leve flutua??o, e sua voz, baixa e magn¨¦tica, respondeu: ¡°Hmm.¡± j¨¢ considerava a Vi Serenidadeo um segundor, o que o deixava mais feliz do que concluir projetos de v¨¢rios milh?es. N?o demorou muito para o carro parar no p¨¢tio da Vi Serenidade. Para evitar que Daniel a carregasse novamente, Olivia rapidamente abriu a porta do carro e saiu. s¨® tinha sido afetada p fuma?a na noite anterior, caminhar n?o era um problema. Quando estava prestes a caminhar em dire??o ao hall, de repente ouviu as vozes alegres e infantis das crian?as. parou e olhou na dire??o dos sons, vendo quatro pequenas figuras correndo ao redor de um avi?o, brincando de pega¨Cpega. O avi?o tinha um corpo esguio e uma frente arredondada, pintado em azul e branco. Olivia reconheceu aquele avi?o, era o jato particr que Daniel havia usado para busc¨¢ e ¨¤s crian?as no Pa¨ªs W. Aquele jato particr, que havia pousado na Vi Serenidade, nunca mais partiu. Naqu vez, Joel brincou, pedindo um avi?oo brinquedo, e, surpreendentemente, Daniel concordou o desejo do menino. Ent?o, aquele jato particr se tornou um brinquedo para as crian?as? C0ntent ? 2024 (N/?)velDrama.Org. Dar um verdadeiro jato particro brinquedo para as crian?as era realmente algo grandioso. Esse tipo de aud¨¢cia e recursos financeiros s¨® poderia vir de Daniel. Ao ver as pequenas figuras das crian?as, Olivia apressou¨Cse em sua dire??o. Ao se aproximar, viu que Joel e Heitor estavam brincando de pegar, usando o avi?oo base para suas corridas, enquanto Iria e In¨ºs usavam giz de cera para desenhar no avi?o. Os quatro pequeninos estavam se divertindo imensamente. Ouvindo as gargalhadas felizes e inocentes, o cora??o de Olivia transbordou de alegria. Sua voz suave falou: ¡°Queridos, o que voc¨ºs est?o brincando?¡± Ao ouvir a voz familiar e saudosa, os quatro pares de olhos inocentes e esperan?osos se voltaram para , seus olhares estrdos primeiro se fixaram, depois se iluminaram imediatamente. Joel e Heitor pararam de correr e correram em sua dire??o suas perninhas curtas. ¡°Mam?e!¡± ¡°Mam?e!¡± Os pequeninos corriam enquanto chamavam por , emocionados. ¡°Mam?e, bu¨¢, mam?e!¡± Iria tamb¨¦mrgou seu giz de cera, e seu pequeno corpo redondo rolou rapidamente em dire??o a Oliviao uma pequena b. In¨ºs demorou um pouco mais para reagir, mas quando seu irm?o e irm? estavam prestes a alcan?ar Olivia, tamb¨¦mrgou seus l¨¢pis de cor e correu em dire??o a Olivia: ¡°Mam?e!¡± Cap铆tulo 1179 Cap¨ªtulo 1179 Sua voz infantil e suave ecoou fracamente. Olivia agachou¨Cse e abriu os bra?os, preparada para acolher as crian?as que corriam em sua dire??o, quando sua vis?o foi repentinamente ofuscada por uma imponente sombra escura. Daniel, sem que percebesse, j¨¢ estava ¨¤ sua frente, agarrando os quatro pequenos que corriam em dire??o a Olivia. Os corpinhos redondos das crian?as foram instantaneamente envolvidos pelos longos bra?os de Daniel, assimo patinhos aconchegados en seus bra?os. ¡°Ah, papai, solta, eu quero a mam?e!¡± Joel protestou, lutando nos bra?os de Daniel, empurrando seu peito firme, tentando se libertar para correr para os bra?os da m?e. Iria tamb¨¦m mostrou descontentamento: ¡°Eu quero colo da mam?e.¡± Heitor remou: ¡°Ontem eu te ajudei a encontrar onde a mam?e estava, voc¨º disse que ¨ªamos brincar com .¡± In¨ºsmentou: ¡°Mam?e, quero a mam?e¡­ Olivia tamb¨¦m ficou confusa, pois Daniel nunca havia impedido antes que as crian?as corressem para . O que teria mudado agora? Enquanto ponderava, a voz calma de Daniel soou: ¡°N?o se lembram do que falei da ¨²ltima vez? J¨¢ esqueceram? A mam?e est¨¢ um irm?ozinho ou irm?zinha na barriga, precisamos ter cuidado, lembram?¡± Daniel estava ensinando uma li??o aos pequenos.N?velDrama.Org holds text ? rights. Ao ouvir suas pvras, Olivia se deu conta do motivo pelo qual Daniel agiu assim, e tamb¨¦m se lembrou do beb¨º em sua barriga. estava ciente da necessidade de proteger o beb¨º, contudo, o carinho pelos quatro pequeninos a impelia a abra?¨¢¨Clos de imediato, negligenciando por um instante o rec¨¦m¨Cchegado ¨¤ fam¨ªlia. Daniel, contudo, estava sempre atento. As crian?as, muitopreensivas, inicialmente n?o entenderam a a??o de Daniel, mas ao ouvi¨Clo explicar, imediatamentepreenderam seu prop¨®sito. Joel, que estava se debatendo, acalmou¨Cse e disse docilmente: ¡°Entendi, vou ter muito cuidado, n?o vou tocar na mam?e para proteger o beb¨º na barriga d.¡± ¡°Hmm,¡± Daniel acariciou a cabe?a de Joel em sinal de aprova??o. *Papai, se precisar de algo, pode contarigo, vou ajudar r¨¢pido,¡± disse Heitor, entendendo o cuidado de Daniel a mam?e. ¡°Oh, vou ter cuidado,¡± Iria, um pouco confusa, afirmou seus grandes olhos brilhantes acenando afirmativamente. ¡°In¨ºs gosta do irm?ozinho ou irm?zinha,¡± disse In¨ºs sua voz suave e melosa. Finalmente, Daniel os liberou. O passo e caminharam Assim que foram soltos, as crian?as correram em dire??o a Olivia, mas ao se aproximarem, diminu¨ªram suavemente at¨¦ , olhando para cima seus olhinhos doces e suplicantes. ¡°Mam?e, o Sr. F¨¢bio disse que se brinc¨¢ssemos aqui perto do avi?o, logo voc¨º voltar¨ªa, e ¨¦ verdade!¡± Heitor disse a Olivia. Hoje ¨¦ s¨¢bado, dia livre da esc, e as crian?as acordaram ansiosas para encontrar a mam?e. F¨¢bio se esfor?ou ao m¨¢ximo para entret¨º¨Clos, persuadindo¨Cos a tomar o caf¨¦ da manh? e, em seguida, a brincarem l¨¢ fora. Seu objetivo era mant¨º¨Clos distra¨ªdos. Na verdade, F¨¢bio tamb¨¦m n?o sabia quando Olivia e Daniel voltariam. F H H O Z ON HE FES Olivian?ou um olhar de gratid?o a F¨¢bio, que estava de p¨¦ aodo. podia imaginar o quanto as crian?as queriam encontr¨¢ e agradecia a F¨¢bio p paci¨ºncia e cuidado. F¨¢bio recebeu o olhar de Olivia um aceno de cabe?a respeitoso e educado, sinalizando que estava feliz em ajudar, sem necessidade de agradecimentos. ¡°Mam?e, posso tocar na sua barriga?¡± Joel perguntou, olhando para cima uma express?o infantil, curioso para sentiro o irm?o ou irm? brincava dentro da barriga¡¯da m?e. Voltando a si, Olivia respondeu a Joel: ro que pode, mas n?o vai sentir muita coisa, viu? O irm?ozinho ou irm?zinha ainda ¨¦ muito pequeno, nem tem forma de gente ainda¡­ ainda *S¨¦rio? Deixa eu ver.¡± Joel se aproximou, dando passinhos curtos, e tocou suavemente a barriga de Olivia, um cuidado extremo,o se temesse machucar o novo membro da fam¨ªlia seu toque. Ap¨®s tocar, ele olhou surpreso para Olivia seus brilhantes olhos amendoados, e disse toda a formalidade: ¡°Parece que h¨¢ pequenos peixes nadando, que incr¨ªvel!¡± Ao ouvir suas pvras infantis, Olivia riu: ¡°Deve ser sua imagina??o, na verdade n?o sinto nada agora.¡± Logo ap¨®s concluir suas pvras, percebeu um olhar intenso a seudo. Ao virar¨Cse, seus olhos encontraram o olhar escuro e prante de Daniel. Cap铆tulo 1180 Capitulo 1180 Aqueles athos eram t?o profundos que fizerain o cora??o de Olivia falhar por um momento, e ele desviou o ather inconscientemente. n?o sabia por que Daniel a olhava daqu maneira. Ser¨¢ que havia algo de enado o que disse, ou o que Joel menolonou? Mam?e, quando e que o mano e a maninha podem sair para brincar conosco?¡± Iria perguntou sua voz doce e suave. A subita interven??o da pequena Iria deu a Olivia a desculpa perfeita para sair de uma situa??o embara?osa. olhou para tra e respondeu: ¡°Ainda vai levar uns oito ou nove meses.¡± Isso ¨¦ muito tempo?¡± tria, que n?o tinha no??o de tempo, perguntou inclinando a cabe?a. ¡°Sim, ¨¦ bastante tempo.¡± Olivia disse, acariciando sua pequena cabe?a ternura. ¡°Mam?e, voc¨º pode brincar a gente agora? De avi?ozinho.¡± I agamrou a barra da camisa de Olivia suas pequenas m?os, olhando a esperan?osamente. ¡°Jogo de avi?o?¡± Olivia perguntou, confusa. Os olhos brilhantes de Iria se voltaram para Daniel. caminhou at¨¦ ele suas pequenas perrias, puxou a barra da sua camisa e disse uma voz doce: ¡°Papai, voc¨º pode ser o piloto, mam?e pode ser a aeromo?a, e n¨®s seremos os passageiros. Vamos brincar de decr, t¨¢ bom?¡± Ao entender a sugest?o de Iria, Olivia percebeu que era uma brincadeira de faz de conta, a favorita das crian?as. Iria, incrivelmente, estava pedindo a Daniel, um CEO s¨¦rio e austero, para brincar de uma brincadeira que s¨® crian?as costumam jogar! Isso n?o seria procurar por aborrecimentos? Como Daniel poderia querer participar de um jogo t?o infantil? Com um sorriso nervoso, Olivia tentou suavizar a situa??o por Iria, dizendo: ¡°N?o tem problema, se voc¨º estiver ocupado, podemos chamar o F¨¢bio para brincar¡­¡± Assim que terminou de fr, Daniel dirigiu um olhar intenso a , agachou¨Cse para levantar Ida em seus bra?os, retirou o telefone do bolso e, ao pressionar alguns bot?es, a porta do avi?o abriu¨Cse automaticamente¡­. C0ntent ? 2024 (N/?)velDrama.Org. 6 6 2 € 2 0 0 0 2 2 0 0 2 2 0 5 0 Olivia: ¡°¡­¡­¡± Era a primeira vez que via um avi?o sendo contrdo por um celr. pensou que Daniel n?o tinha dito nada, concordando o que tinha sugerido Mas no segundo seguinte, viu Daniel carregando Iria e caminhando em dire??o ao avi?o. Ao entrar no avi?o, ele olhou para e disse uma voz profunda: ¡°N?o vai subir?¡± Olivia ficou parada l¨¢, at?nita. Ent?o Daniel realmente iria participar da brincadeira de decr as crian?as? Um grande executivo, brincando de faz de conta crian?as? Olivia mal podia acreditar, mas a cena diante d era real. tes. Parece que at¨¦ mesmo um homem s¨¦rio e frioo Daniel pode se tornar infantil diante de crian?as ador¨¢veis e suaves. E mais ainda, essas crian?as eram seus pr¨®prios filhos. O amor de um pai realmente pode superar tudo. Antes, pensava que Daniel realmente n?o gostava de crian?as, mas ap¨®s passar algum tempo com ele, percebeu que ele realmente gostava muito, especialmente de fria. Na presen?a de Iria, Daniel, o executivo imponente e homem frio, se transformava em um pai devotado. N?o era s¨® Olivia que ficava surpresa, at¨¦ mesmo F¨¢bio se espantava oportamento de Daniel. Ap¨®s superar o espanto, ele observou Olivia conduzindo os outros tr¨ºs filhos at¨¦ o avi?o, auxiliando Daniel a posicionar as crian?as nos respectivos lugares. Joel apressou: ¡°Papai, o piloto, voc¨º tem que ir pilotar agora. Mam?e vai passar o carrinho de comida para nos servir a refei??o do avi?o.¡± ¡°Sim, sim, eu quero macarr?o.¡± Ira disse, entusiasmada. ¡°Eu quero uma marmita.¡± Heitor disse, um olhar ador¨¢vel. Cap铆tulo 1181 Cap¨ªtulo 1181 ¡°Eu, eu quero uma bebida.¡± In¨ºs disse, seu rostinho corado de emo??o. ¡°Certo, sentem¨Cse, eu vou ¨¤ cabine.¡± Daniel respondeu ¨¤s pvras deles uma voz profunda, esticou as longas pernas e caminhou em dire??o ¨¤ cabine do avi?o. Daniel estava seriamente se envolvendo na brincadeira das crian?as. Vendo essa cena, o sorriso da tia de F¨¢bio transbordou pelo canto da boca, ele ficou aliviado e suspirou. Ele viu Daniel crescer, e desde que os pais de Daniel faleceram, Daniel raramente sorria e era ainda mais raro v¨º¨Clo panhado de mulheres. Ele sempre foi um solit¨¢rio e tinha uma aura de ser fechado para estranhos. Com o tempo, ele se tornou sin?nimo de frieza, indiferen?a e desapego. Mas a solid?o em seu cora??o, a mncolia de sua solid?o, nunca foi percebida por ningu¨¦m. Desde que a Srta. Souza e as crian?as chegaram ¨¤ Vi Serenidade, a frieza em Daniel foi suavizada, tornando¨Cse at¨¦ mesmo calorosa. Talvez os outros n?o percebam, mas F¨¢bio, que viu Daniel crescer, podia sentir as mudan?as em sua aura. Vendo que Daniel finalmente estava caminhando em dire??o ¨¤ felicidade, F¨¢bio ficou t?o emocionado que sua respira??o trem¨ªa levemente, e seus olhos se aqueceram. Ele levantou a m?o, enxugou suavemente as l¨¢grimas dos cantos dos olhos, e silenciosamente se afastou, deixando espa?o e tempo para a familia de Daniel desfrutar de seus momentos de ternura juntos. Daniel e Olivia passaram a manh? brincando as crian?as, que se divertiram muito e tamb¨¦m ficaram cansadas. Depois do almo?o, as crian?as foram para seus quartos tirar uma soneca. Olivia tamb¨¦m estava exausta. tinha acabado de sair do quarto de Iria, fechou a porta e estava prestes a voltar para o segundo quarto do segundo andar para descansar, quando de repente colidiu com o peito firme de Daniel. Antes que pudesse gritar de surpresa, seu corpo foi erguido por Daniel, que a carregou no colo. ¡°Daniel, o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Olivia perguntou, surpresa, os olhos arregdos. ¡°Vamos descansar.¡± A voz baixa e rouca de Daniel foi sua resposta. Olivia: ¡°¡­¡­ ¡± queria dizer, ser¨¢ que n?o d¨¢ para parar de me carregar a toda hora? n?o era Iria, n?o era uma crian?a de quatro anos, por que precisaria de algu¨¦m para abra?¨¢? Daniel, passosrgos, subiu para o segundo andar e abriu a porta do quarto principal. Antes que Olivia pudesse dizer que eles estavam no quarto errado, Daniel entrou apressadamente, fechou a porta o p¨¦ e a colocou na cama. Seu peito envolveu¨Ca, sua respira??o estava ¨¢spera, soprando suavemente em seu rosto. 1/2 09:44 Capitulo 1181 Olivia olhou para ele os olhos arregdos, sentindo sua respira??n vessia, e ses cora??o bate forte: ¡°N?o era para tirarmos uma soneca? Eu ia para o quarto de hospedes¡± ¡°A cama do quarto de h¨®spedes quebrou, eu joguei fora¡± A voz rouca de Daniel sou Olivia: ¡°Que coincid¨ºncia, quebrou logo depois de eu dormir 16?¡± N?o poder¨ªa ser que ele disse isso de prop¨®sito, a cama nem estava quebrada, certo? ¡°¨¦, foi coincid¨ºncia.¡± Daniel afirmou. Olivia: ¡°¡­¡± ficou sem pvras, seus olhos rmados encontraram os dele, profundos e intensos N?velDrama.Org holds text ? rights. Uma atmosfera sutil e ardente circva entre eles, a temperatura do ar parecia subir cada vez mais. A respira??o de Olivia tornou¨Cse ainda mais ofegante e seus batimentos cardiacose?aram a ficar incontrol¨¢veis .Daniel, seus olhos profundos fixos n, tornou¨Cse ainda mais intenso, sua voz rouca escou ¡°Tria ¨¦ muito parecida voc¨º¡­ O cora??o de Olivia pulou, ele disse que Iria era muito parecida , e ele adorava Iria¡­. Com o cora??o aos saltos, Olivia, reunindo coragem, perguntou hesitante. ¡°Daniel, voc¨º est¨¢ gostando de mim?¡± Daniel n?o respondeu, seus olhos escuros fixos n, brilhando intensamente, sua respira??o tornou¨C se mais agitada. Ele se inclinou e beijou seus l¨¢bios. Seus l¨¢bios quentes se encontraram, dois cora??es batendo juntos, pulsando fervor Cap铆tulo 1182 Cap¨ªtulo 1182 Esse beijo foi diferente de qualquer outro. Daniel beijava paix?o, for?a, urg¨ºncia, at¨¦ mesmo emo??es h¨¢ muito enterradas se agitando por dentro. Olivia sentia o calor de seu beijo, sua respira??o seguindo o ritmo pesado da dele, seu cora??o batendoo ¨¢gua fervente, pndo sem parar, um calor avassdor. Sua cabe?a estava girando e n?o p?de evitar responder ao beijo dele. Sua resposta suave foi percebida por Daniel, que sentiu seu cora??o ser tocado, criando ondas, beijando¨Ca ainda mais intensidade, seu abd?men se contra¨ªa, quase perdendo o controle¡­.. Com seus corpos abra?ados, Olivia percebeu suas mudan?as, sua cabe?a tontae?ou e sentiu o perigo. Seus olhos se abriram olhos brilhantes, e colocou a m?o em seu peito e o empurrou suavemente. A mente imersa de Daniel foi interrompida por seu leve empurr?o, seus olhos profundos se abriram, um frio passageiro brilhou em seu olhar. Ele a beijava tal fervor,o poderia n?o sentir seu afeto? Rejei??o, era isso que estava acontecendo? notou at¨¦ mesmo a menor mudan?a nele, seu beijo passando de caloroso para frio, a consci¨ºncia de Olivia tamb¨¦me?ou a voltar, aproveitando o momento em que seus l¨¢bios estavam levemente separados, respirava apressadamente, ofegante, dizendo: ¡°N?o podemos, por causa do beb¨º¡­¡± Os olhos frios de Daniel brilharam intensamente, o frio se dissipou, substitu¨ªdo novamente por uma paix?o sombria. Ent?o n?o estava rejeitando, mas preocupada o beb¨º¡­ Seu l¨¢bios molhados beijaram lentamente o canto dos l¨¢bios d, beijando suavemente o l¨®bulo da orelha, e seu h¨¢lito poderoso e quente borrifou sua pele fr¨¢gil. Yo mora, o quanto eu gosto de voc¨º?¡± Sua voz rouca soou aodo de seu ouvido, fazendo o ¡°Voc¨º sente t¨ªmpano de Olivia vibrar intensamente, seus olhos se arregram, seu cora??o parou de bater por um momento. At¨¦ esqueci de respirar. Ele pressionava contra seu peito, robusto, firme, a calorosa temperatura se transferindo atrav¨¦s do tecido para sua pele, queimando seu cora??o, a pele contra pele, podia sentir o batimento card¨ªaco est¨¢vel e forte dele, ¡°thump thump thump¡°, cada batida levando o cora??o d junto. Olivia ficou im¨®vel, sem se mover, apenas sua respira??o pesada e o som irregr de seu cora??o. Anteriormente, Daniel disse que Iria era a que mais se parecia , e nos dias de rotina, era Iria que Daniel mais gostava de estar perto. Num momento de fraqueza, Olivia acabou perguntando se ele havia se apaixonado por . Ele ent?o a beijou intensamente, e ap¨®s um fervoroso beijo, sua voz rouca perguntou aodo de seu ouvido se sentia se ele gostava d ou n?o. 1/2 09:45 Capitulo 1182 Ele realmente gostou d um beijo t?o louco e apaixonado? Essa realiza??o deixou Olivia incr¨¦d, mas tamb¨¦m profundamenteovida. Um homemo Daniel, realmente gostaria d? Os beijos delicados de Daniel, de seu ouvido at¨¦ seu longo pesco?o, mordiscando suavemente, beijando gentilmente, O local beijado formigava levemente dor, Olivia franzia a testa, voltando a si, sua voz ra um ofego apressado: ¡°Eu sinto¡­¡± Ele definitivamente a machucou de prop¨®sito para faz¨º responder ¨¤s suas pvras. Daniel levantou a cabe?a, olhando¨Ca profundamente, sua voz rouca quase inintelig¨ªvel: ¡°E voc¨º?¡± Olivia congelou, o que ele quer¨ªa dizer isso, perguntando se gostava dele? Olivia olhou para os olhos profundos de Daniel, t?o profundos quanto a noite distante, t?o insond¨¢veis que parec¨ªam capazes de engolir a alma de algu¨¦m. Isso a deixava rmada, uma sensa??o de perigo fazendo todo o seu corpo se contrair. rapidamente desviou o olhar, desviou o olhar e mudou de assunto: ¡°Levanta, eu preciso ir ao banheiro,¡±Content from N?velDr(a)ma.Org. A testa de Daniel franzia levemente ao ver sua evas?o, seu rosto ficando vermelho,o se realmente precisasse ir ao banheiro. Cap铆tulo 1183 Cap¨ªtulo 1183 Daniel respirou fundo, levantou¨Cse e a soltou. Olivia sentou se rapidamente e caminhou apressadamente para o banheiro. Depois de fechar a porta e sentar¨Cse no vaso sanit¨¢rio, pressionou a m?o sobre o cora??o que batia violentamente, tentando acalm¨¢¨Clo. Mas, mesmo pressionando a m?o contra o peito e respirando fundo v¨¢rias vezes, meu batimento card¨ªaco ainda batia incontrvelmente. A respira??o pesada de Daniel parecia ainda ecoar em seus ouvidos, a pergunta dele, aqu voz rouca e cheia de expectativa profunda ainda estava gravada em sua mente, inesquec¨ªvel, fazendo com que seu cora??o perdesse a frequ¨ºncia e batesse descontrdamente. Com o cora??o em panico, era assim a sensa??o de confus?o, de fuga, sem saber o que fazer. nunca tinha pensado que Daniel pudesse gostar d¡­ Um homemo Daniel, seu afeto era t?o intenso e fervoroso, dominador e autorit¨¢rio, temia n?o ser capaz de suportar, de aceitar. Mesmo que ele goste d, ele n?o se casar¨¢ . sempre ser¨¢ uma amante obscura. A fam¨ªlia Griera nunca permitiria que se casasse Daniel, e Daniel tamb¨¦m n?o a pediria em casamento. Qual o sentido de um rcionamento sem futuro? Olivia permaneceu sentada no vaso sanit¨¢rio, sem sair. De repente, a porta do banheiro foi batida, trazendo Olivia de volta ¨¤ realidade, olhou rapidamente para a porta, a silhueta alta e imponente de Daniel estava atr¨¢s do vidro fosco. Era Daniel batendo na porta, apressando¨Ca. Olivia apertou a cintura da cal?a e disse em dire??o ¨¤ porta: ¡°Vai demorar muito at¨¦ eu ir para a esc.¡± Ap¨®s dizer isso, a silhueta alta de Daniel permaneceu na porta por um momento antes de se afastar. O corpo alto e perigoso saiu da porta. Os nervos tensos de Olivia rxaram um pouco e se sentou no vaso sanit¨¢rio, ponderando¡­ C0ntent ? 2024 (N/?)velDrama.Org. Depois de um longo tempo, Olivia finalmente saiu, viu Daniel deitado na cama, olhando fixamente para o teto,o se estivesse pensando em algo. Ao ouvir o barulho, ele virou o olhar em sua dire??o, e ao v¨º hesitar, disse uma voz baixa e magn¨¦tica: ¡°Venha¡­¡± Apesar de serem apenas duas pvras naturais, sua intimida??o inerente ainda fazia Olivia se sentir oprimida. Como se fosse uma ordem inquestion¨¢vel, Olivia deu passos em dire??o ¨¤ cama. Daniel sentou¨Cse e estendeu a m?o para . Olivia respirou fundo e entregou sua m?o a ele. Ele segurou sua m?o firmemente, puxando¨Ca para a cama, fazendo¨Ca deitar¨Cse, sua m?o ¨¢spera deslizou p cintura d, tocando seu est?mago¡­ A palma calejada provocava um fio de eletricidade por onde passava, fazendo Olivia entrar em panico. 1/2 09:45 Capitulo 1183 rapidamente segurou sua m?o e olhos suplicantes disse: ¡°N?o fa?a isso.¡± Daniel parou por um momento, olhando profundamente em seus olhos e, ap¨®s um segundo, retirou a m?o que segurava, continuando a acariciar suavemente seu est¨®mago. O gesto n?o parecia ter segundas inten??es, mas simo Joel fazia, acariciando seu est?mago, como se quisesse sentir a nova vida dentro d. Olivia percebeu sua inten??o e rxou, permitindo que ele acariciasse gentilmente seu est?mago. Depois de um tempo, sem sentir nada ium, Daniel abaixou¨Cse, colocando o ouvido contra seu est?mago. Olivia: ficou surpresa e um pouco lisonjeada. Ele encostou a orelha na barriga d, queria ouvir os movimentos do beb¨º? Vendo Daniel ouvindo t?o atentamente, Olivia n?o p?de deixar de lembr¨¢¨Clo: ¡°Ainda n?o faz dois meses, n?o d¨¢ para ouvir nada, s¨® a partir de quatro ou cinco meses ¨¦ que se pode perceber os movimentos dele no meu est?mago¡± 212 Cap铆tulo 1184 Cap¨ªtulo 1184 Daniel levantou a cabe?a, seus olhos profundos fixos n. Olivia n?o conseguia encar¨¢¨Clo e desviou o olhar. Daniel moveu seu corpo para mais perto, puxando¨Ca para si, enquanto Olivia se debatia um pouco. Exclusive content from N?velDrama.Org. De forma autorit¨¢ria, Daniel a envolveu em seus bra?os, dizendo sem qualquer explica??o: ¡°Hora de dormir!¡± Ao ouvir suas pvras, Olivia sabia que ele n?o queria fazer nada, ent?o parou de lutar e deixou que ele a segurasse. Com seu ouvido pressionado contra o peito dele, ouvia o batimento card¨ªaco firme e forte de Daniel, e ao lembrar da pergunta que ele havia feito anteriormente, o cora??o de Olivia dava um pulo, acelerando. ¡°Deve ter sido dif¨ªcil estar gr¨¢vida sozinha antes,¡± a voz rouca e grave de Daniel soou. Olivia ficou um pouco perdida,o ele de repentee?ou a perguntar sobre sua gravidez anterior? teve quatro filhos pequenos, ent?o realmente tinha alguma experi¨ºncia gravidez e parto. Provavelmente, depois de ouvi dizer que levaria cerca de quatro ou cinco meses para o beb¨º come?ar a se mover, ele sabia que entendia bem o processo de gravidez, ent?o disse isso. Olivia disse: ¡°Foi tranquilo, tinhaida, roupa, e quando chegou a hora do parto, eu tinha o hospital e pessoas cuidando de mim, tudo correu bem.¡± Durante sua gravidez, cuidados pr¨¦¨Cnatais, e o parto, sua m?e esteve sempre ao seudo cuidando d. Sem sua m?e, teria sido realmente dif¨ªcil. Com a ajuda de sua m?e, nem tudo foi t?o ¨¢rduo. Ap¨®s o nascimento dos filhos, ter um filho lindo para te panhar torna a vida mais en¨¦rgica e esperan?osa. Ao longo desses cinco anos, exceto pelo cansa?o do trabalho, estar gr¨¢vida antes do casamento e ser alvo de fofocas, o resto estava bem, quatro crian?as ao seudo, qualquer dor poderia ser rapidamente curada. Embora Olivia n?o tenha dito nada, Daniel ainda podia sentir, atrav¨¦s de suas pvras gentis, a amargura de ter e criar filhos sozinha. Ele abra?ou seu pequeno corpo para mais perto, o queixo apoiado no topo de sua cabe?a, abra?ando-a enquanto adormeciam. Quatro dias depois. Jimena entrou em contato Olivia, urg¨ºncia e seriedade na voz. ¡°Olivia, voc¨º deve se despedir hoje para me panhar, sen?o eu realmente n?o vou aguentar sozinha.¡± ¡°O que aconteceu, para essa pressa toda?¡± Olivia perguntou, preocupada. ¡°Minha m?e e um monte de tias me arranjaram um encontro ¨¤s cegas, dizendo que o homem ¨¦ um doutor que estudou no exterior, um sal¨¢rio anual de quinhentos mil, nunca namorou, ¨¦ um nerd, mas ¨¦ educado e gentil, e n?o ¨¦ de todo mal na apar¨ºncia. Querem que eu fa?a dar certo a qualquer custo, 1/2 09:45 Capitulo 1184 sendo v?o deserdarmeo filha Jimenamentou. tinha vinte e sete anos e n?o tinha nenhum parceiro em vista, e sua m?e j¨¢ estava pressionando para casar h¨¢ tempos. ¨¦ que tem evitado fr sobre isso. Rece emente, sua m?e ficou desesperada, insistindo que fosse ao encontro ¨¤s cegas, ou ent?o cortaria r??es Jimena n?o conseguiu mais explicar. Ent?o, ligou para Olivia, pedindo ajuda. ¡°E voc¨º e Carlos,o est?o?¡± Olivia perguntou, sabendo do interesse de Jimena por Carlos. ¡°N?o muito bem, Jimena nem sequer pensou sobre isso, e parecia um pouco irritada. Olivia percebeu a decep??o de Jimena e perguntou: ¡°Ent?o, voc¨º quer ir a esse encontro?* ¡°Minha m?e amea?ou cortar r??esigo, se eu n?o for, vai fazer um escandalo,¡± Jimena explicou, significando que ira ao encontro. 2/2 Cap铆tulo 1185 Cap¨ªtulo 1185 ¡°Ent?o, o que voc¨º pretende fazer? Olivia s¨® podia ouvir os nos de Jimena, ¡°Voc¨º meigo dar uma olhada e eu te mostrarei o que fazer quando chegar a hora¡± Jimena disse que se algu¨¦m estiver , ficar¨¢ mais ousada e confiante, e sua pequena, truques podem ser trazidos ¨¤ tona. Se Olivia n?o a panhasse, ficaria apreensiva nos momentos cruciais, temendo atrapalhar o doutor rec¨¦m¨Cchegado do exterior. ¡°Tudo bem, tirarei a tarde para panh¨¢ Olivia concordou ¡°Minha querida Olivia ¨¦ a melhor, te amo, beijos¡± Jimena brincou, travessa. A tarde, Olivia pediu uma licen?a de meio per¨ªodo a Vicente Fontes e foi ao restaurante mencionado por Jimena. Jimena j¨¢ estava esperando na entrada, e ao ver Olivia, aproximou¨Cse entusiasticamente e entr?ou seu bra?o: ¡°Eu o vi, ele est¨¢ sentado perto da jan, vamos direto Jimena pegou Olivia no bra?o e caminhou at¨¦ a jan do restaurante, onde estava sentado um homem. O homem tinha uma apar¨ºncia educada, usava ¨®culos sem arma??o, nem gordo nem magro, um tipico intelectual. Vestindo uma camisa branca e uma gravata em tons de azul e vermelho, sua apar¨ºncia era acima da m¨¦dia entre as pessoasuns, um ar de intelectual Jimena se aproximou de Olivia e o cumprimentou um sorso: ¡°Oi, tudo bem? Voc¨º deve ser o Yuri Barros que a tia Leite rendou, certo?¡± O homem levantou o olhar, olhou para Jimena, depois para Olivia ao seudo, levantou¨Cse e disse com um sorriso: ¡°Sim, sou eu. Qual de voc¨ºs ¨¦ a Srta. Santos?¡± Olivia se apresentou: ¡°Esta ¨¦ Jimena, sou sua melhor amiga e vim panha¡± ¡°Por favor, sentem¨Cse¡­¡± O homem educadamente e entusiasmo pediu que se sentassem em frente Ele chamou o gar?om e entregou¨Clhes o card¨¢pio ¡°Veja o que gostariam deer. Ele quis dizer que Olivia e Jimena poderiam escolher o que quisessem do card¨¢pio Com um sorriso nos l¨¢bios, Jimena disse: ¡°Sr. Barros, pode escolher por n¨®s, n?o somos exigentes.¡± ¡°Ent?o est¨¢ bem, se n?o gostarem do que eu escolher, podem dizer, sem problemas.¡± Yuri Barros falou. Ele pediu ao gar?om que rendasse os pratos exclusivos do restaurante e escolheu mais algumas op??es O gar?om, ent?o, pegou o card¨¢pio para preparar o pedido. Content from N?velDr(a)ma.Org. Yuri olhou para Jimena um sorriso gentil e perguntou: ¡°Srta. Santos, Quais s?o os hobbies do Santos durante a semana?¡± O padr?o tipico de um encontro ¨¤s cegas ¨¦ perguntar sobre os gostos da outra pessoa. Jimena, sentindo¨Cse constrangida, puxou discretamente a roupa de Olivia, tentando fazer que a ajudasse a responder. 1/2 10:00 Capitulo 1185 realmente n?o sabiao lidar esse tipo de encontro format. Olivia, segurando um copo de ¨¢gua e bebendo, ao receber o pedido de ajuda de Jimena, respondeu por : ¡° ¨¦ designer de js, gosta de desenhar no tempo livre,¡± Jimena quase riu, gostava de desenhar? Fora do trabalho, mal tocava em um pincel. O que mais gostava era de ir a bares beber! Se voc¨º disser isso, provavelmente assustar¨¢ a outra parte at¨¦ a morte. Ao ouvir que gostava de desenhar, Yuri ficou contente e disse. ¡°Eu tamb¨¦m tenho o desenhoo hobby, at¨¦ me inscrevi em uma a de desenho. N?o esperava que a Srta. Santos era profissional, voc¨º vai ter que me ensinar a desenhar. Posso te considerar minha professora agora mesma ¡± Vendo o entusiasmo excessivo de Yuri, Jimena apressou¨Cse em dizer: ¡°N?o, n?o, eu realmente n?o posso ser sua professora. Al¨¦m disso, voc¨º ¨¦ um estudante brilhante,o eu, que mal me viro, poderia ser sua professora? Na verdade, minha amiga s¨® falou metade da verdade, eu trabalho design de joias, mas n?o gosto de desenhar, gosto de ir a bares beber Quando disse essas pvras diretas, o sorriso de Yuri congelou. Vendo que Yuri parecia ter reservas sobre ir a bares, Jimena estava prestes a revr mais de seus h¨¢bitos quando, de repente, algumas pessoas entraram no restaurante. Eram rostos familiares para Jimena, e ao ver um dos homens, seu cora??o afundou O homem n?o era outro sen?o Carlos! Cap铆tulo 1186 Cap¨ªtulo 1186 Ele era t?o distintamente atraente, olhos estreitos e sedutores, uma beleza ex¨®tica que lembrava a de uma mulher, mas ainda assim exva uma irresistivel masculinidade. Seu temperamento ¨¦ t?o charmoso e atraente que ¨¦ dificil confundi¨Clo a pessoa errada. Ao seudo, estava panhado por tr¨ºs mulheres. A que caminhava ao seudo, Jimena reconhecia; era Franciely, quem havia dudo h¨¢ poucos dias. Caminhando atr¨¢s deles estavam duas mulheres, uma das quais era uma jovem que Jimena conhecial bem, era Fabiana, a quem havia ajudado Carlos a recusar por duas vezes. Fabiana era magra, alta e esg, uma maquiagem impec¨¢vel e vestindo marcas famosas, mas nem isso conseguia esconder a sua apar¨ºncia fr¨¢gil e cansada. Fabiana estava de bra?os dados uma mulher de meia¨Cidade, que se parecia um tanto e exibia um estilo opulento, ramente uma dama de alta sociedade. Jimena adivinhou cegamente que era a m?e de Fabiana. O que Carlos e sua m?e, junto Fabiana e a m?e d, estariam fazendo juntos num restaurante? Com um pouco de reflex?o, Jimena poderia concluir que o encontro entre as duas familias s¨® poderia ter um prop¨®sito: discutir um casamento. Assimo Jimena olhou para Carlos, os olhos estreitos de Carlos tamb¨¦m olharam para . No momento em que seus olhares se cruzaram, Jimena rapidamente desviou os olhos, fingindo n?o o conhecer. Com as m?os sob a mesa, apertou os dedos nervosamente, e ent?o, sorrindo, virou¨Cse para Yuri, dizendo: ¡°De vez em quando, gosto de ir a um bar para tomar um drink e ouvir m¨²sica. Se o Sr. Barros gosta de pintura, eu poderia oferecer algumas dicas quando tiver tempo.¡± estava nejando originalmente revr mais sobre seus maus h¨¢bitos e assustar a outra pessoa. Mas a vis?o de Carlos a desorientou, fazendo que as pvras que havia preparado para serem mais impactantes ficassem presas em sua garganta. Assim, falou Yuri de uma maneira que parecia mais recatada, tentando esconder sua agita??o interna. Yuri, acabou de ouvi dizer que gosta de ir a bares, pensou inicialmente que fosse uma mulher de vida bo¨¦mia, mas logo se tranquilizou a explica??o d. Voltando a sorrir timidamente, olhos gentis por tr¨¢s dos ¨®culos, olhou para Jimena, numa tentativa de esconder sua pr¨®pria surpresa e demonstrar que ainda estava interessado n. ¡°Ent?o, agrade?o antecipadamente ¨¤ Srta. Santos. Em vez de ¨¢lcool, brindo ch¨¢,¡± disse Yuri, apressando¨Cse em servir ch¨¢ no copo de Jimena e erguendo seu copo em sua dire??o. Jimena respondeu ao brinde, sorrindo e bebendo todo o ch¨¢ de seu copo numa s¨® vez. Yuri, feliz por ter aceitado o gesto, fez o mesmo. Carlos entrou e passou por perto de onde Jimena estava, observando¨Ca e Yuri. Ele percebeu a proximidade entre os dois, que ramente estavam se conhecendo melhor, 1/2 N?velDrama.Org holds text ? rights. 10:00 Capitulo 1186 provavelmente num encontro arranjado. Quando ele caminhou at¨¦ Jimena, seu rosto ficou obviamente sombrio e ele olhou para Jimena severamente. Sentindo seu olhar intenso e a presen?a dominante dele passando ao seudo, Jimena se sentiu sobrecarregada p poderosa aura masculina, o que a fez respirar dificuldade e sentir um arrepio na pele. Sob a mesa, apertou a perna de Olivia for?a, buscando algo em que se ancorar para acalmar seus nervos, tentando evitar olhar para Carlos. A press?o fez que a perna de Olivia doesse, mas aon?ar um olhar para Carlos, entendeu o motivo da ansiedade de Jimena e, em um gesto de conforto, apertou levemente a m?o d em solidariedade. Como Jimena decidiu fingir que n?o conhecia Carlos, Olivia n?o o cumprimentou e fingiu n?o conhec¨º¨Clo. 10 Cap铆tulo 1187 Cap¨ªtulo 1187 Carlos olhou fixamente para Jimena e passou por , Franciely, que estava atr¨¢s dele, tamb¨¦m notou Jimena. Ao v¨º, ummpejo de surpresa e frieza passou pelos olhos de Franciely, mas desapareceu em um instante, continuando a cumprimentar Fabiana e sua m?e um sorriso caloroso para que a seguissem. Depois que todos passaram por , os ombros tensos de Jimena rxaram. ¡°Voc¨¦s conhecem aqus pessoas que acabaram de passar?¡± a voz de Yuri soou de repente. Olivia ia fr quando Jimena respondeu primeiro: ¡°N?o, n?o conhecemos!¡± respondeu firmeza, e Yuri ficou momentaneamente at?nito. Carlos, que havia se sentado atr¨¢s deles, ao ouvir a resposta decisiva d, ficou tenso en?ou um olhar frio e cortante em dire??o a Jimena. As costas de Jimena estavam voltadas para Carlos, ent?o n?o conseguia ver sua express?o, mas observou ramente a mudan?a na express?o de Yuri. Vendo a confus?o de Yuri, riu hesitante e explicou: ¡°Somos todos de familias modestas, aqus pessoas s?o ramente deres abastados, senhoras da alta sociedade, damas e jovens herdeiros, n?o somos do tipo que possa se misturar eles.¡± enfatizou propositalmente a pvra ¡°abastados¡°. As pessoas sentadas ¨¤ mesa atr¨¢s ds ouviram o que disse e Fabiana e sua m?e olharam para . Franciely rapidamente mudou de assunto: ¡°Fabiana, do que voc¨º gosta deer? Escolha voc¨º o menu. Hoje, nossas fam¨ªlias finalmente se reuniram, ¨¦ para discutir o casamento entre Carlos e Fabiana, n?o devemos deixar que outros perturbem nosso humor.¡± Franciely deu a dica de forma indireta, ramente para que Jimena ouvisse. ¡°Certo, eu vou escolher, Carlos, o que voc¨º gosta deer? Eu vou pedir suas prefer¨ºncias primeiro.¡± Fabiana disse de maneirapreensiva. ¡°Olha s¨® essa menina,o ¨¦ atenciosa, sente¨Cse aodo do Carlos. Assim ser¨¢ mais f¨¢cil para voc¨ºs dois discutirem o pedido. Franciely ficou entusiasmada e rapidamente trocou de lugar Fabiana para que pudesse sentar aodo de Carlos. Fabiana, mais do que disposta a ficar mais pr¨®xima de Carlos, n?o hesitou em se sentar aodo dele, inclinando¨Cse o menu, suas cabe?as quase se tocando, falou uma voz suave e gentil: ¡°Carlos, o que acha? O que devemos pedir?¡± Fabiana fez isso de prop¨®sito; queria ficar mais pr¨®xima de Carlos e tamb¨¦m queria que Jimena ouvisse qu?o boa era sua r??o Carlos! Embora Jimena e Carlos fingissem n?o se conhecer, no cora??o de Fabiana estava ro que eles eram intimos, eles at¨¦ se beijaram na frente d uma vez. Jimena era apenas uma entre muitas mulheres para Carlos! Hoje est¨¢ muito azar. Ao sair para discutir casamento Carlos, esbarra em Jimena, o que deixa Fabiana muito infeliz. Carlos n?o se moveu, seu olhar prante permaneceu fixo em Jimena do outrodo. 1/2 10:00 Capitulo 1187 Enquanto isso, Jimena ouviu as pvras intencionalmente suaves de Fabiana se aproximando de Carlos. pensou nas realidades mencionadas por Franciely, e seu cora??o se apertou. Aida na mesa deles havia acabado de chegar, rapidamente pegou os hashis, pegou um prato e colocou na tig de Yuri: ¡°Coma mais, este prato ¨¦ muito bom¡± Yuri ficou lisonjeado e surpreso, n?o esperava que na primeira vez que se encontraram, o serviria, of que significava que estava satisfeita ele e queria continuar a r??o. Content from N?velDr(a)ma.Org. Yuri rapidamente pegou aida que Jimena the serviu, colocou na boca e assentiu: ¡°Est¨¢ delicioso, se voc¨º gosta, tamb¨¦ma mais! Yuri estava feliz, t?o feliz quanto um menino crescido atraido por uma mulher, e serviuida a Jimena carinho e ternura. Carlos, na mesa aodo, observou a intera??o entre os dois, seu semnte cada vez mais sombrio. Cap铆tulo 1188 Cap¨ªtulo 1188 Fabiana notou Carlos olhando para as costas de Jimena na mesa aodo, at¨¦ sua express?o facial mudou. Fabiana, cheia de entusiasmo, sentiu¨Cseo se tivesse levado um balde de ¨¢gua fria, esfriando da cabe?a aos p¨¦s, mantendo a postura de se inclinar para perto de Carlos, m¨¢goas aparecendo no rosto. A m?e de Fabiana, Naiara Lima, ao ver a filha sendo ignorada, ficou descontente, franzindo a testa, disse a Franciely: ¡°O que est¨¢ acontecendo o Carlos da sua familia? Ele n?o quer participar deste jantar?¡± Franciely sorriu rapidamente para acalm¨¢ e suavizou as coisas dizendo: ¡°ro que n?o, Carlos est¨¢ um pouco indisposto hoje, dor de barriga, por isso est¨¢ p¨¢lido. Mesmo n?o se sentindo bem, ele fez quest?o de sair para jantar Fabiana, porque ele realmente se importa .¡± Ao ouvir isso, Naiara imediatamente mostrou preocupa??o: ¡°Carlos, voc¨º est¨¢ se sentindo mal? Voc¨º deveria ter dito mais cedo, podemos marcar para outro dia.¡± Carlos ignorou o que s disseram, observando Jimena do outrodo da mesa, felizmenteendo o prato que Yuri The serviu, os dois trocando olhares e sorrisos, especialmente Yuri, que olhava para Jimena olhos cheios de ternura. Era ¨®bvio que Yuri estava interessado em Jimena, e correspondia a cada gesto, faltando apenas alimentarem um ao outro. Esse encontro ¨¤s cegas foi obviamente um sucesso. Carlos se lembrou de quatro d¨ªas atr¨¢s, quando ele e Jimena tiveram um encontro intimo, ele pensou que ao acordar, eles poderiam conversar e chegar a um acordo. No entanto, para sua surpresa, Franciely lhe disse que Jimena havia pegado dois milh?es e simplesmente foi embora, estava interessada no dinheiro dele. Carlos n?o acreditava, ent?o foi atr¨¢s de Jimena, esfor?ando¨Cse para descobrir o endere?o da empresa d e foi at¨¦ l¨¢, mas foi informado de que Jimena n?o havia ido trabalhar. Ele ligou v¨¢rias vezes para , mas n?o atendeu. Ele investigou onde Jimena foi naquele dia, e o resultado da investiga??o foi que foi ao shopping e fezpras, gastando quinhentos mil em um dia! Dos dois milh?es, restavam apenas um milh?o e meio! Todos os resultados decepcionaram Carlos. realmente estava atr¨¢s do dinheiro! Ah, meros dois milh?es foram suficientes para nejar isso a longo prazo? Carlos ficou uma express?o sombria, respirando dor, cada gesto de Jimena e Yuri, cada movimento, prava em seu cora??oo uma flecha, profundamente cravada, dificil de remover. ¡°Carlos, j¨¢ que voc¨º est¨¢ dor de barriga, podemos irer em outro lugar.¡± Fabiana recobrou o ju¨ªzo e mudou de assunto, por mais injusti?ada que estivesse, ainda queria se casar Carlos. A express?o sombria de Carlos de repente melhorou, ele voltou a si, um sorriso que era seu habitual 1/2 10:00 Capitulo 1188 charme: ¡°J¨¢ que estamos aqui, por que ir para outro lugar? Estou bem, pode pedir, eu gosto de tudo o que voc¨º escolher.¡± Carlos geralmente recusava as sugest?es de Fabiana, mas agora, o que ele disse de repente soou doce, deixando Fabiana chocada, mas tamb¨¦m encantada, rapidamente concordou: ¡°Certo, ent?o eu vou pedir, vou tentar escolher pratos mais leves.¡± ¡°Tudo bem.¡± Carlos respondeu um sorriso. Franciely, vendo seu filho finalmente entendendo, ficou radiante, e Naiara, vendo sua filha feliz, naturalmente se sentiu aliviada, sorrindo ao trocar olhares Franciely, ambas as m?es compartilhando um sorriso que refletia a felicidade de ver seus filhos se dando bem. Enquanto isso, mesmo sem poder ver a express?o de Carlos, Jimena ouviu ramente a conversa entre Carlos e Fabiana. Ao ouvir que Carlos gostava de tudo o que escolhesse, o cora??o de Jimena sentiuo se tivesse sido brutalmente golpeado, uma dor s¨²bita e inesperada. ainda estava mastigando as costs de porco assadas que Yuri o havia dado. Tinha o mesmo gosto de cera de jue, mas ainda fingia estar deliciosa. Enquanto mastigava, sorriu educadamente para Content from N?velDr(a)ma.Org. Yuri. Yuri estava muito feliz, continuamente servindo Jimena e esperando ansiosamente que esse, com uma express?o cheia de expectativa Cap铆tulo 1189 Cap¨ªtulo 1189 Jimenaeu duas mordidas e fingiu que estava uma delicia no inicio, mas haviaida demais, simplesmente n?o conseguia mais engolir. For?ando¨Cse a engolir, sentiu o est?mago revirar, vontade de vomitar. suportou firmemente, engolindo aida na boca, e disse: ¡°Vou at¨¦ o banheiro, j¨¢ volto.¡± N?velDrama.Org holds text ? rights. Yuri assentiu: ¡°Tudo bem.¡± ¡°Olivia, vemigo.¡± Jimena, antes de Jimena partir, puxou Olivia . Assim que chegaram ao banheiro, Jimena se inclinou sobre a e n?o p?de evitar de ter ansias de v?mito. Foi muito desconfort¨¢vel engolir ¨¤ for?a algo que tinha gosto de cera, e seu est?mago doeu. Olivia gentilmente afagou suas costas, dizendo: ¡°Se voc¨º n?o quer, n?o de esperan?as ao Yuri, para n?o o d¨¦ magoar. Ele tamb¨¦m ¨¦ inocente.¡± S¨® uma verdadeira amiga fria t?o diretamente. Jimena abriu a torneira,vou a boca ¨¢gua, acalmou a respira??o, virou¨Cse e disse para Olivia: ¡°Eu sei, vou pagar a conta e, quando saimos do restaurante, vou esrecer as coisas ele.¡± j¨¢ tinha nejado esrecer as coisas Yuri antes, mas ent?o Carlos apareceu de repente, panhado por Fabiana. Suas familias estavam ali para discutir um casamento. Pensando nas desvantagens que sofreu nas m?os de Carlos, Jimena de repente n?o quis que Carlos visse sua piada, ent?oe?ou a conversar Yuri. No entanto, n?o esperava que Carlos se sentasse atr¨¢s ds, t?o intimo Fabiana, cada pvra dele perfurando seu cora??o, ¡°Se voc¨º n?o querer, n?oa. ¨¦ s¨® dizer que j¨¢ est¨¢ satisfeita.¡± Olivia, vendo¨Ca t?o desconfort¨¢vel, tamb¨¦m sentiu pena d. ¡°Sim. Jimena assentiu Depois de um tempo no banheiro, Jimena e Olivia sairam. Ao caminharem at¨¦ a porta do banheiro, de repente viram Carlos encostado na parede, olhando para eles olhos estreitos, obviamente esperando por eles. Ao ver Carlos, Olivia e Jimena pararam ao mesmo tempo. Olivia soltou o ombro de Jimena, dizendo: ¡°Voc¨ºs dois conversam, eu vou sair.¡± Depois que Olivia salu, Jimena franziu a testa, levantou os olhos para Carlos, encontrando seu olhar provocador, e seu cora??o falhou por um momento, lembrando¨Cse do que ele disse a Fabiana sobre gostar de tudo que escolhia. Jimena ent?o for?ou¨Cse a suprimir aquele impulso involunt¨¢rio de afeto, desviou o olhar ee?ou a andar. Seu pulso foi agarrado, restringindo seu ritmo. Jimena parou, mas n?o se virou. 10:00 Capitulo 1189 Carlos segurou sua m?o, seu tom zombeteiro e risonho ecoou: ¡°Um doutor retornado do exterior, um sal¨¢rio anual de quinhentos mil, o sal¨¢rio dele por um ano n?o ¨¦ nem para o seu gasto di¨¢rio, n¨¦?¡± Sua zombaria erao uma faca, prando profundamente no cora??o de Jimena. Dolorida e irritada. Jimena respirou fundo v¨¢rias vezes, incapaz de suportar mais, soltou a m?o de Carlos um gesto brusco, virou¨Cse e o encarou furiosamente, dizendo entre dentes: ¡°Voc¨º est¨¢ enganado, n?o estou atr¨¢s do dinheiro dele, estou. O pessoal dele s¨® se preocupa dinheiro para voc¨º! Seu dinheiro, eu posso gastar quinhentos mil por dia e n?o me sentiria mal, mas o dinheiro dele, at¨¦ para pagar uma me d¨®i, afinal, ele ganha seu pr¨®prio esfor?o!¡± Dizendo isso irritada, se virou e saiu. Cap铆tulo 1190 Cap¨ªtulo 1190 Jimena foi extremamente injusti?ada. perdeu a primeira vez, foi desprezada pelos outros e at¨¦ considerada uma garimpeiral Ap¨®s ter se rcionado Carlos, acreditou que poderia enfrentar a familia Marques, tornar real a farsa Carlos e construir um futuro ele. No entanto, para sua surpresa, Franciely revelou que era apenas uma ferramenta desejada pelo avo p av¨® Marques para gerar um filho para Carlos. Para que se dispusesse a dar ¨¤ luz o filho Carlos, o av¨® Marques chegou ao ponto de mentir sobre pagar uma fortuna para Carlos terminar seu noivado Fabiana, al¨¦m de fazer que bebessem um caldo fortificante, que, ap¨®s consumido, os deixou ardentes de desejo. Uma vez n?o foi suficiente, posteriormente, a av¨® Marques fez quest?o de entregar pessoalmente outra por??o desse caldo, temendo que nada acontecesse entre e Carlos C0ntent ? 2024 (N/?)velDrama.Org. Com todos os fatos,o Jimena poderia duvidar da veracidade nas pvras de Franciely? Al¨¦m disso, Carlos estava naquele dia no restaurante discutindo a data do casamento Fabiana, o que apenas confirmava que as pvras do avo Marques eram apenas fal¨¢cias; o noivado de Carlos e Fabiana nunca havia sido desfeito! Apos deixar a resid¨ºncia dos Marques, Jimena estava devastada, sentindo¨Cseo se tivesse sido mordida por um c?o. Foi ao shopping e indulgiu empras por vingan?a. Adquiriu bolsas de marca sapatos de grife! Dois itens custam meio milh?o! Mais tarde, ao contemr as bolsas e sapatos de marca,mentou o gasto de meio milh?o, sentindo um certo arrependimento. nunca persegue marcas famosas e s¨® queria se vingar de Carlos naquele dia. Por¨¦m, o dinheiro j¨¢ havia sido gasto, e Jimena decidiu n?o se preocupar mais isso. Carlos, contudo, usou essa situa??o para zombar d, o que a fez reagir furiosamente,o um gato que teve sua cauda pisada, e disparou pvras ofensivas em resposta. Jimena, furiosa, virou¨Cse para ir embora, deixando Carlos uma express?o sombr¨ªa ao observar sua saida. Ele apertou os dentes, os m¨²sculos do rosto tensionados e um olhar sombrio seguindo Jimena at¨¦ que virou a esquina e desapareceu de sua vista, Impulsivamente, ele apressou o passo para segui. Assim que me virei na parede, vi Jimena parada no caixa, finalizando apra! A vis?o d ali, sozinha, pagando, fez que Carlos sentisse a cabe?a pulsar de raiva. Parecia que o que Jimena havia dito n?o era apenas dito no calor do momento, mas sim a verdade. era muito pr¨®xima dele s¨® por dinheiro, mas gostava muito de Yuri e n?o estava disposta a deixar Yuri gastar nem mesmo uma refei??o. , sem hesitar, aceitou dois milh?es da familia Marques e gastou meio milh?o no mesmo dia, sem. piscar. 10:01 Capitulo 1190 Para algu¨¦m de quem n?o gostava, melo milh?o era gasto sem pensar; para algu¨¦m que amava, nem of pre?o de uma refei??o era permitido gastar. Carlos estava t?o irritado que sua respira??o se tornou pesada. Naqu noite, ele havia nejado lutar sua familia por uma chance de ficar Jimena. Afinal, ele havia tomado sua virgindade, e fol ele quem a beljou e a desejou primeiro. Embora flertasse e se apaixonasse por muitas mulheres, raramente tomava a iniciativa de lev¨¢s para a cama; geralmente eram s que o seduziam, tentando de todas as maneiras lev¨¢¨Clo para a cama, e nenhuma ds era virgem. Esses flertes superficials eram apenas para satisfazer necessidades f¨ªsicas. Ele nunca a levou a s¨¦rio, apenas por Jimena, ele queria ser s¨¦rio p primeira vez, queria fingir ser real, e brigar sua familia para estar . Mas sua ¨²nica tentativa de ser sincero foi manipda por ! A frustra??o de Carlos se espalhou por todo o seu corpo, a respira??o pesada e o peito em tumulto. Cap铆tulo 1191 Cap¨ªtulo 1191 Exclusive content from N?velDrama.Org. Depois que Jimena pagou a conta, quando se virou, viu Carlos parado n?o muito longe. O rosto de Jimena parou e franziu levemente a testa, mas n?o fez mais do quen?ar¨Clhe um olhar antes de desviar o olhar e caminhar para longe. Ao retornar ao seu lugar, Jimena parecia visivelmente abatida, distraida. Yuri, um sorriso, disse: ¡°Srta. Santos, esses pratos n?o foram suficientes? Gostaria de pedir mais alguma coisa?¡± Ele estava feliz, pois parecia que Jimena estava parecia feliz ele. Jimena, absorta em seus pensamentos, n?o ouviu o que Yuri havia dito. ainda estava pensando nas pvras que Carlos havia dito anteriormente. Em t?o pouco tempo, ele havia investigado o passado de Yuri! Descobriu que Yuri tinha um doutorado retornado do exterior, sabia sobre seu sal¨¢rio anual de quinhentos mil, e at¨¦ mesmo que havia gasto quinhentos mil num dia! Essa vadia, estava investigando secretamente e Yuri ps costas! esse homem desprezivel, havia investigado e Yuri secretamente! Por que ele tinha o direito de investiga? Vendo que Jimena n?o respondia, Yuri se sentiu um pouco constrangido. Olivia tamb¨¦m percebeu o desespero de Jimena e gentilmente empurrou o bra?o de Jimena para lembr¨¢. Jimena, surpresa, olhou para Olivia, que sinalizou para Yuri: ¡°Ele est¨¢ perguntando se voc¨º quer mais alguma coisa.¡± Rapidamente, Jimena voltou ¨¤ realidade e, um sorriso educado, disse a Yuri: ¡°N?o, obrigada. J¨¢ estamos satisfeitos. Vamos ficar mais um pouco e depois iremos embora.¡± ¡°Entendo, tudo bem ent?o,¡± disse Yuri. Na mesa ao fundo, Carlos havia retornado. Fabiana o viu e, muito feliz, correu para receb¨º¨Clo, abra?ando seu bra?o intimamente: ¡°Carlos, seu est?mago est¨¢ melhor? Quer que a gente te panhe at¨¦ o hospital?¡± Fabiana segurava o bra?o de Carlos de forma intima, o que ele instintivamente repudiou, pensando inicialmente em afast¨¢. Justo quando estava prestes a fazer isso, viu Jimena sorrindo para Yuri e conteve seu impulso, decidindo n?o afastar Fabiana. Em vez disso, disse¨Clhe gentileza e provoca??o: ¡°Estou bem melhor, obrigado por se preocupar. Se eu me casasse voc¨º, certeza seria um homem de sorte. Vamos nos sentar, n?o devemos atrasar a discuss?o sobre nosso casamento.¡± Ao ouvir isso, Fabiana ficou radiante, a alegria em seus olhos era indisfar?¨¢vel. Carlos finalmente havia mudado de ideia? Ele n?o estava mais a rejeitando, mas aceitando¨Ca e querendo discutir sobre casamento! Isso era maravilhoso! 1/2 10:01 Capitulo 1191 Fabiana n?o se importou nem um pouco quantas mulheres Carlos j¨¢ teve antes. Um herdeiro de uma familia rica, quem n?o teve algumas mulheres antes de se casar? Contanto que depois do casamento, fosse sua esposa e ele se concentrasse na familia Barbosa, deixando dedo a vida bo¨ºmia, tudo estaria bem, Como sua m?e disse, o passado ¨¦ passado. Ter o futuro de Carlos era o que importava. Fabiana segurou alegremente o bra?o de Carlos, sentou¨Cse no banco e serviu¨Clhe aida carinho e entusiasmo. Enquanto isso, Jimena ouviu tudo o que Carlos disse para agradar outra mulher, e seu sorriso ficou um pouco rigido. Depois, se esfor?ou para parecer n?o afetada e continuou sorrindo para Ap¨®s beberem um pouco de ¨¢gua, Yuri disse: ¡°Vou pagar a conta.¡± Jimena o interrompeu, dizendo: ¡°N?o precisa, eu j¨¢ paguei.¡± Yuri ficou surpreso e um pouco desapontado: ¡°Como assim? N?o deveria ter pago.¡± Yuri. ¡°N?o tem problema, estou acostumada a gastar. Voc¨º n?o est¨¢ guardando dinheiro para o casamento? Melhor economizar, disse Jimena. O sorriso de Yuri se espalhou por seu rosto novamente. Jimena estava nejando cuidadosamente para ele e ajudando¨Co a economizar dinheiro para se casar . Carlos, na mesa aodo, observava um olhar ainda mais frio. Cap铆tulo 1192 Cap¨ªtulo 1192 seu ¡°Carlos,e aida, foi a Fabiana que pegou especialmente para voc¨º.¡± Franciely percebeu que filho estava se contendo de algo, preocupada que ele estivesse novamente em desacordo a familia Barbosa, apressou¨Cse em lembr¨¢¨Clo. Carlos desviou o olhar, apanhou os talheres e levou aida ¨¢ boca. Com um sorriso for?ado, disse a Fabiana: ¡°Est¨¢ delicioso, voc¨º realmente me conhece bem.¡± Jimena n?o queria mais ouvir sobre a qu?o boa era a r??o entre Carlos e Fabiana, nem sobre os detalhes do nejamento de seu casamento. se levantou, puxando Olivia, e disse: ¡°Vamos embora.¡± Yuri rapidamente pegou sua pasta e seguiu atr¨¢s d, deixando o local juntos. Ao ver Jimena e seu grupo saindo do restaurante, o sorriso no rosto de Carlos desabou, a tens?o em seu corpo era palp¨¢vel, at¨¦ os talheres foram colocados na mesa. Fabiana, percebendo a mudan?a, sentiu seu cora??o afundar e perguntou cuidadosamente: ¡°Carlos, voc¨º ainda n?o est¨¢ se sentindo bem?¡± ¡°Sim, voc¨ºs continuem, eu vou voltar para descansar. Carlos respondeu friamente, levantando¨Cse paral sair. Se n?o fosse p insist¨ºncia de sua m?e, ele nem teriaparecido. Ele chegou a inten??o de esrecer para Fabiana e sua m?e que desejava romper o noivado a familia Barbosa. No entanto, a presen?a inesperada de Jimena mudoupletamente as suas expectativas. Vendo a intimidade entre Jimena e aquele sobrenome Lu, ele ficou furioso secretamente, sem saber por que, acabou agindo de forma a irrit¨¢. Depois de deixar o restaurante, Yuri disse: ¡°Euprei ingressos para o cinema, vamos assistir a um filme.¡± Jimena recusou: ¡°Melhor n?o, temos um assunto urgente para resolver hoje, voc¨º tamb¨¦m deveria ir.¡± fez quest?o de pagar a conta justamente para n?o ficar devendo nada a Yuri, assim, mesmo se fossem por caminhos separados, n?o haveria ressentimentos. nejava contar ¨¤ sua m?e assim que chegasse em casa que n?o estava interessada em Yuri, e pedir para sua m?e fr o casamenteiro respons¨¢vel p intermedia??o. Yuri, confuso, perguntou: ¡°Voc¨ºs t¨ºm outrospromissos?¡± Olivia, tentando suavizar a situa??o, for?ou um sorriso e ajudou Jimena a inventar uma desculpa: ¡°Sim, tem um projeto de design para terminar, precisa ser entregue amanh?.¡± ¡°Entendo, o trabalho n?o pode esperar. Posso lev¨¢¨Clos, Yuri disse,preendendo a situa??o e pegando as chaves do carro. ¡°N?o precisa, n¨®s vamos sozinhas. Eu j¨¢ trouxe meu carro.¡± Jimena rapidamente tirou as chaves do carro da bolsa, mostrando para Yuri, para que ele n?o pensasse que estava mentindo. ¡°Ent?o t¨¢, nos fmos por telefone.¡± Yuri disse. Jimena sentiu se constrangida, querendo recusar, mas n?o conseguiu dizer n?o, e ¨C apressou¨Cse em se separar e voltar para casa, para explicar tudo ¨¤ sua m?e. 10:01 Capitulo 1192 Jimena e Olivia se foram, entraram no carro de Jimena e partiram. Assim que Jimena sniu, o celr de Yuri tocou, era a m?e de Jimena perguntandoo as coisas estavam indo, Yuri, entusiasmado, diane: ¡°Jimena pareceu bastante satisfeitaigo, at¨¦ me serviuida. Eu comprei ingressos para o cinema, nej¨¢vamos ir juntos, mas precisava voltar para trabalhar em um projeto de design, ent?obinamon de nos fr por telefone, para marcarmos outra vez.¡± Exclusive content from N?velDrama.Org. Do outrodo da linha, a m?e de Jimena estava radiante. Yuri prossegulu: ¡° chegou a poupar dinheiro por minha causa, dizendo que casamentos s?o dispendiosos. Tia, estou pensando em pedi em casamento em breve, qual ¨¦ a opini?o da senhora?¡± Yuri, j¨¢ trinta anos, estava na idade de se casar. Encontrando algu¨¦m adequado, queria se apressar para evitar imprevistos. ¡°Vou conversar Jimena e depois te respondo.¡± A m?e de Jimena manteve a racionalidade desta vez. ¡°Ok, eu j¨¢ voue?ando a preparar tudo, o dote, os presentes, n?o vai faltar nada.¡± Yuri disse antes de desligar, ap¨®s ouvir algo do outrodo. Carlos, que acabara de sair do restaurante, viu Yuri ao telefone e ouviu o conte¨²do da conversa. Seu descontentamento e a atmosfera sombria que o cercava tornaram¨Cse ainda mais intensos. Cap铆tulo 1193 Cap¨ªtulo 1193 Jimena ja estava fndo em casamento Yuri! Para Jimena, ele era apenas uma dal Ah, que ridiculo, ele, o ilustre herdeiro da familia Marques, charmoso e conquistador, sempre foi cercado por mulheres que se esfor?avam para estar ao seudo, desejosas de dividir sua cama! Sempre foi ele quem dispensou as mulheres, quando foi que uma mulher o deixou? Jimena brincou ele e ainda levou dinheiro emboral Pensou que poderia sair llesa e casar¨Cse outro t?o facilmente? Carlos estava sendo tolo por permitir que o manipsse dessa forma? Carlos, furioso, tensionou o corpo inteiro, virou¨Cse, entrou em seu Porsche e partiu. Yuri, totalmente alheio ¨¤ situa??o, feliz p perspectiva de firmar seu rcionamento Jimena, entrou no carro e tamb¨¦m se afastou. Jimena dirigia rumo ¨¤ Vi Serenidade para deixar Olivia. Olivia perguntou: ¡°O que voc¨º e Carlos conversaram?¡± Encontraram¨Cse perto do banheiro, e Olivia deliberadamente deu espa?o para que tivessem um momento a s¨®s. Mas, ap¨®s a conversa, Jimena parecia ainda mais abatida. ¡°Ele me ridicrizou, eu retruquei, e foi s¨® isso. N?o entramos em assuntos profundos.¡°, disse Jimena. ¡°Voc¨ºs ainda est?o nessa de um irritar o outro?¡°, Olivia achou gra?a na situa??o, considerando¨Cos um par estranhamente harmonioso: ¡°Voc¨º realmente neja desistir dele?¡± Content from N?velDr(a)ma.Org. ¡°N¨®s simplesmente n?o somos do mesmo mundo, n?o h¨¢ esperan?a, ent?o, o que h¨¢ para desistir?¡°, Jimena falou uma profundidade e significado que lembravam um fil¨®sofo, ¡°Voc¨º n?o quer terminaro eu, quer?¡°, disse Olivia, tomada subitamente p tristeza. conhecia. Jimena melhor que ningu¨¦m, apesar de sua apar¨ºncia despreocupada e rxada, Jimena era extremamente perspicaz assuntos s¨¦rios. Jimena, segurando firmemente o vnte, olhou para . Depois de ouvir Franciely, Jimena decidiu resolutamente levar o dinheiro e ir embora, considerando a situa??o atual de Olivia. realmente temia acabar em uma posi??o dificil e embara?osao a de Olivia. Ser amante de algu¨¦m, viver as sombras, sem status oficial, mesmo tendo filhos, n?o ser reconhecida por uma familia rica. Desejar sair dessa situa??o e n?o conseguir, porque o orgulho do herdeiro rico ¨¦ muito forte; se ele n?o quer deixar ir, n?o pode sair. Jimena temia acabaro Olivia, por isso decidiu t?o firmemente levar o dinheiro e ir embora, ao menos assim manteria sua liberdade. ¡°Olivia, somos diferentes. Voc¨º tem um filho, tem algo que a prende, enquanto eu n?o tenho nada que me prenda. Por mais que eu goste de algo, se cruzar minha linha vermelha, posso facilmente deix¨¢¨Clo para 11/2 10:01 Capitulo 1193 tr¨¢s.¡°, Jimena tentou tranquiliz¨¢¨Cin, explicando nun decis?o. Era apenas um homem, afinal. Perdido, perdido ¡°Eu realmente admiro sua determina??o¡°, Olivia disse sinceramente. *Admiro sua coragem por ter fugido seu filho por duas vezes. A penson contra quem voc¨º se levantou ¨¦ Daniel, um homem temido por todos¡°, disse Jimena, um sorriso. Enquanto conversavam, de repente viram algu¨¦m correndo em dire??o no carro, os bra?os abertos, bloqueando o caminho. Jimena, distraida p conversa, n?o diminuiu a velocidade, e ao ver a passon ¨¤ frente, apavorou se o pisou fundo no freio, fazendo os pneus chiar contra o asfalto. Mas o carro demorou a parar, indo direto em dire??o ¨¤ penson, deixando Jimena aterrorizada, o cora??o na boca. Olivia tamb¨¦m ficou horrorizada, respirando fundo o susto. Cap铆tulo 1194 Cap¨ªtulo 1194 Olivia e Jimena estavam apavoradas, ofegantes de susto, enquanto Jimena havia plsado fundo no freio, ficandopletamente rigida. O carro ainda deslizava para frente, parecendo que iria colidir, mas a mulher ¨¤ frente, os bra?os abertos bloqueando o caminho, n?o mostrava inten??o de se desviar, determinada, fechou os olhos e ficou im¨®vel ¨¤ frente do carro. O carro parou bruscamente a alguns centimetros da mulher. A imensa in¨¦rcia fez que Jimena e Olivia fossem jogadas para frente, quase saindo do velculo, mas foram salvas pelos cintos de seguran?a que as puxaram de volta. Seus corpos bn?aram por um momento antes de se estabilizarem nos assentos. Ainda chocada, Olivia fitou firmemente ¨¤ frente e observou uma mulher de meia¨Cidade, elegantemente vestida e um ar de riqueza, sem aparentar desequil¨ªbrio algum. No entanto, s n?o conheciam essa mulher. Por que arriscaria sua vida para parar o carro ds? Enquanto Olivia se perguntava, a mulher de meia¨Cidade tamb¨¦m abriu os olhos, vendo o carro t?o perto,e?ou a respirar pesadamente panico, mas sem hesitar por um segundo, caminhou at¨¦ a porta do passageiro, batendo for?a. Olivia viu a mulher se mover para o seudo, uma express?o ansiosa, batendo na porta preocupada mente. abaixou o vidro do carro. A mulher, um tom urgente, disse: ¡°Voc¨º ¨¦ Olivia, eu vi sua foto. Sei que foi minha filha quem errou, mas ainda ¨¦ t?o jovem, s¨® errou porque amava demais um homem, e agora que voc¨º est¨¢ bem, eu te imploro, por favor, n?o persiga minha filha por isso, por favor, eu estou implorando¡­¡± A mulher fva intensa emo??o. Olivia a observava surpresa, tentando lembrar se a conhecia ou se j¨¢ havia a visto. Mas, revirando toda a sua mem¨®ria, percebeu que esta era a primeira vez que via essa mulher. Apesar de ser o primeiro encontro, ps pvras da mulher, Olivia p?de adivinhar que era m?e de Marina. Somente Marina se encaixava na descri??o de ter feito algo errado por amar demais um homem, e estava segura, pedindo para n?o perseguir¡­ Olivia entendeu que a mulher estava implorando por Marina. Daniel a salvou do inc¨ºndio e, no hospital, perguntou¨Clhe qual deveria ser o castigo de Marina. N?o alcan?aram um consenso, e Olivia n?o se envolveu mais, nem deu continuidade ¨¤ aten??o ao caso. Quanto ao que aconteceu Marina no final, tamb¨¦m n?o sabia. De repente, algu¨¦m estava pedindo que perdoasse Marina? Olivia estava perplexa e disse: ¡°Tia, eu n?o estava seguindo a Marina, n?o tem sentido voc¨º vir atr¨¢s de mim.¡± ¡°Como assim n?o? Naqu noite, foi presa p policia, que revisou todas as cameras de seguran?a eN?velDrama.Org holds text ? rights. 1/2 10:01 Capitulo 1194 a viu amarrando voc¨º a umapide, derramando gasolina e ateando fogo. A policia disse que foi uma tentativa de homicidio, que seria condenada a 20 anos de pris?o. s¨® tem 27 anos, saindo aos 47. teria desperdi?ado os melhores anos da sua vida, sua vida estaria arruinada.¡± A m?e de Marina dizia isso solu?ando, implorando a Olivia: ¡°Voc¨º tamb¨¦m tem filhos, voc¨º entende a dor e o desespero de saber que seu filho ficar¨¢ preso por 20 anos. Eu sei que errou voc¨º, se voc¨º quer puni, puna¨Ca por 5 ou 6 anos, pelo menos poder¨¢ se casar e ter filhos quando sair, mas ap¨®s 20 anos, a vida d realmente estar¨¢ arruinada¡­¡± Olivia entendeu o que a m?e de Marina queria dizer, a melhor fase da vida de uma mulher s?o os seus vinte e poucos anos, e os trinta j¨¢ s?o o final da juventude. Aos quarenta e cinquenta, a sa¨²dee?a a declinar e ter filhos se torna mais dificil. A m?e de Marina estava sinceramente preocupada o futuro d. Cap铆tulo 1195 Cap¨ªtulo 1195 Diante do que aconteceu Marina, Olivia sentia¨Cse dividida. Por umdo, preendia a dor de Marina, mas por outro, n?o conseguia perdoar suas a??es desvairadas. Por causa da loucura de Marina, Olivia quase perdeu a vida em um inc¨ºndio devastador O sentir sua peleo se estivesse ardendo, o temor de ser engolida pelo fogo a qualquer instante, a des??o ante a ideia de perecer nas chamas¡­ Mesmo agora, s¨® de recordar, um cfrio de horror percorria Olivia. Com um franzir de sobrancelhas, Olivia disse ¨¤ m?e de Marina: ¡°Eu realmente n?o levei o caso adiante, nem chamei a pol¨ªcia. Se ¨¦ isso que voc¨º deseja, deve pedir a Daniel. Foi ele quem ficou ferido na perna durante o inc¨ºndio, e ¨¦ ele quem est¨¢ en busca de justi?a. Era a verdade, pedir a era in¨²til, n?o tinhao interferir. N?velDrama.Org holds text ? rights. Ao saber que Daniel estava ferido, os olhos da m?e de Marina se arregram em choque. Seu corpo, que at¨¦ ent?o estava sereno,e?ou a tremer, e empalideceu, dominada por um medo atroz De joelhos, implorou entre l¨¢grimas: ¡°A culpa ¨¦ de Marina, foi a respons¨¢vel pelos ferimentos de Daniel. Estou disposta a sacrificar minha pernaopensa??o pelo dano causado a ele, apenas para acalm¨¢¨Clo, para que ele possa quebrar uma das minhas pernas¡­¡± Pega de surpresa, Olivia n?o esperava que a m?e de Marina se ajoelhasse de repente. Rapidamente, abriu a porta do carro e saiu para ajud¨¢, dizendo desesperadamente: ¡°Tia, por favor, n?o se ajoelhe, levante¨Cse, eu imploro, n?o fa?a isso. Olivia tentou ajud¨¢ for?a, mas as pernas da m?e de Marina pareciam estar soldadas ao ch?o, simplesmente n?o se levantava, chorando e implorando por clem¨¨ncia para sua filha Com um sentimento de impot¨ºncia, Olivia disse: Tudo o que eu disse antes ¨¦ verdade, eu n?o level o caso adi insiste ante. Se voc¨º insiste, deve procurar Daniel, n?o posso fazer nada. ¡°Afinal, Daniel faz tanto por voc¨º, e voc¨º ¨¦ m?e dos quatro filhos dele. Certamente ele ouvir¨¢ voc¨º. Diga a ele que estou disposta a ter uma perna queimada se isso o acalmar, para que ele seja mais leniente Marina,¡± suplicou a m?e de Marina,grimas escorrendo pelo rosto. Ouvindo suas pvras sinceras, Olivia se sentiu desconfortavel. tinha aconselhado Marina a pensar cuidadosamente antes de agir, a considerar seus pais amorosos, seus irm?os e irm?s, seus amigos preocupados. Mas Marina estavapletamente fora de si, determinada a amarr¨¢, determinada a iniciar o fogo. Agora a m?e de Marina estava disposta a ter uma perna queimada em troca de uma senten?a reduzida para sua filha Parecia que s¨® uma m?e seria capaz de fazer tal sacrificio por seu filho. Olivia permaneceu im¨®vel, sem conseguir ajudar a m?e de Marina ou atender seu pedido. Daniel era intransigente em suas decis?es. Tentar convencer Daniel a atenuar a puni??o de Marina n?o a colocaria em risco? Al¨¦m disso, se o processo segue seu curso normal e Marina fosse condenada a 20 anos, n?o seria isso o que merecia? Cap¨ªtulo 1195 Cada pessoa deve enfrentar as consequ¨ºncias de suas a??es. Jimena, ouvindo toda a hist¨®ria, saiu do carro enfurecida e se aproximou da m?e de Marina, gritando: ¡°Como voc¨º ousa pedir clem¨ºncia para sua filha assassina de uma vitima? Quando Olivia estava prestes a ser queimada viva, sua filha pensou nas dificuldades d, na sua mis¨¦ria?¡± ¡°Se foi capaz de tentar queimar Olivia viva, deve enfrentar as consequ¨ºncias! Os 20 anos de sua filha s?o apenas tempo, e a vida de Olivia n?o vale nada? Pare de se ajoelhar e nos enojar. A v¨ªtima n?o tem motivo para perdoar um assassino cruel e desalmado!¡± ¡°Se sua filha realmente reconhece seu erro e se arrepende, ter¨¢ a chance de se redimir na pris?o e at¨¦ de buscar uma redu??o de pena! Se n?o se arrepender, vai sair da pris?o depois de alguns anos para continuar prejudicando outras pessoas?¡± Jimena estava furiosa, repreendendo a m?e de Marina veem¨ºncia. Cap铆tulo 1196 Cap¨ªtulo 1196 Olivia estava aodo, ouvindo, sem dizer uma pvra. sabia que Jimena estava defendendo -a. As pvras de Jimena tamb¨¦m pareciam muito sensatas para Olivia. Se Marina n?o tivesse percebido, partir antecipadamente n?o teria resultados positivos. Jimena, vendo a m?e de Marina ainda chorando e ajoelhada no ch?o, sem dar a minima para o que dizia, ficou ainda mais irritada e exmou: ¡°Voc¨º acha que trocando uma perna p liberdade da sua filha est¨¢ ajudando? Isso ¨¦pactuar o erro, vai se tornar ainda mais exigente e imprudente! Eu te digo ramente, n¨®s, Olivia, n?o vamos pedir clem¨ºncia por sua filha, nem vamos perdo¨¢! quase perdeu a vida, quem tevepaix?o ou pena d? Voc¨º quer continuar ajoelhada ai, ent?o continue!¡± Ap¨®s dizer isso, Jimena pegou a m?o de Olivia, contornou a frente do carro, chegou ao outrodo e abriu a porta traseira, preparando¨Cse para Olivia entrar. Nesse momento, n?o muito longe, um Rolls Royce preto, digno e profundo, aproximou¨Cse rapidamente e de maneira suave, parando diagonalmente atr¨¢s do carro de Jimena. A porta se abriu, e um homem alto e distinto saiu do carro. Sem um ¨²nico vinco, cal?a pretabinada uma camisa de mangas curtas preta, a gravata perfeitamente ajustada, sua apari??o fez o espa?o ao redor mudar, o ar ficou denso, a press?o atmosf¨¦rica baixou, provocando medo. Olivia viu o homem descendo do carro, era Daniel! Seu rosto, de beleza escultural, trazia uma express?o s¨¦ria enquanto se aproximava passos largos. Conforme diminuia a distancia, o ar se enchia de uma energia turbulenta, retardando a respira??o e acelerando o cora??o num misto de ansiedade. Jimena, segurando a m?o de Olivia, instintivamente a soltou, temendo o que Daniel poderia fazer ao v¨¦ segurando Olivia dessa maneira. A m?e de Marina tamb¨¦m viu Daniel, e sua express?o de s¨²plica instantaneamente se transformou em medo, seu corpoe?ou a tremer involuntariamente. Na frente de Olivia, ainda conseguia fr ramente, chorando e implorando por Marina. Mas, ao ver Daniel, seu medo a silenciou. Porque sabia, no fundo, que o que Jimena havia dito era verdade. Por que a v¨ªtima deveria perdoar algu¨¦m que tentou lev¨¢ ¨¤ morte? Exclusive content from N?velDrama.Org. Daniel se aproximou, estendeu a m?o grande em dire??o a Olivia, seus olhos profundos a fitando, sem dizer uma pvra, mas a press?o era imensa. Olivia olhou para a m?o que Daniel estendia, depois para seu rosto. Seu belo rosto estava tenso, linhas bem definidas, ramente n?o estava de bom humor. Seus olhos profundos e escuros, perigosos e carregados de press?o. Instintivamente, Olivia sentiu um panico nascer, sua respira??o levemente presa, e estendeu a m?o na 10:01 Capitulo 1196 dire??o dele Ele rapidamente segurou a m?o delicada d, uma leve press?o, a trouse para perto de sl envolvendo a o outro bra?o ao redor de sua cintura, fazendo a ficar ao seudo, protegida por seu corpo alto e forte, proporcionando uma sensa??o de seguran?a. Seu olhar frio,ominas de gelo, varreu na dire??o da m?e de Marina. A m?e de Marina, ja tremendo, ficou paralisada sob seu olhar gelido e severo, sem ounar tremer mais, p¨¢lida de medo. ? motorista desceu do carro, se aproximou de Daniel, aguardando Instru??es: ¡°Sr. Griera.. ¡°Desagrad¨¢vel, afaste¨Ca!¡± A voz de Daniel era baixa e fria. ¡°Sim¡± O motorista assentiu, se aproximou da m?e de Marina, a levantou do ch?o, Enquanto Olivia n?o conseguia ajud¨¢ antes, o motorista era um homem robusto, alto e forte, facilmente levantou a m?e de Marina do ch?o, arrastando¨Ca para longe. A m?e de Marina, que antes chorava e implorava, agora n?o conseguia dizer uma pvra, silenciosamente sendo arrastada para longe pelo motorista. ¡°Suspiro¡­ Daniel, finalmente voc¨º chegou. Deixo a Olivia em suas m?os; voc¨º, fico tranqu. Apenast voc¨º tem a capacidade de proteg¨º.¡± Com um longo suspiro, Jimena expressou seus sentimentos genuinos diante de Daniel. Assim que terminou de fr, um olhar prante e profundo de Daniel foin?ado em sua dire??o. A for?a intimidadora daquele olhar fez que o cora??o de Jimena psse, o bom humor e a travessura que sentia instantaneamente se retra¨ªram, deixando sua pele tensa e cheia de temor. Por que Daniel a olhava dessa maneira? Ser¨¢ que disse algo errado? Cap铆tulo 1197 Cap¨ªtulo 1197 ¡°Daqui para frente, se voc¨º levar para ver pessoas que n?o deveria, eu n?o serei leniente.¡± As pvras frias de Daniel cairam, enquanto ele caminhava Olivia em dire??o ao seu carro. Olivia: ¡°¡­ sentiu injusti?a por Jimena, virando¨Cse, olhou para Jimena preocupada. Jimena permaneceu im¨®vel, piscando descrente, enquanto observava Daniel levar Olivia embora, ramente confusa. O que Daniel queria dizer? O que significa levar Olivia para ver pessoas que n?o deveriam? tamb¨¦m n?o esperava que a m?e de Marina fosse interceptar o carro no meio do caminho, insistindo em fr Olivia. Nossa, esse Daniel ¨¦ imc¨¢vel; n?o tolera nada fora do lugar. Ele busca responsabilidade por tudo. Por¨¦m, vendo o desejo de Daniel de proteger Olivia de forma dominadora, Jimena no fundo ficou feliz por Olivia. Jimena realmente n?o esperava que Marina tivesse amarrado Olivia a uma l¨¢pide e tentado queim¨¢¨C la, Olivia nunca tinha contado isso a . Agora, entendendo o que aconteceu, sentiu um cfrio, ainda bem que foi Daniel quem salvou Olivia, se n?o, Olivia teria perdido a vida. Considerando que Daniel salvou Olivia, Jimena decidiu perdoar sua amea?a. viu Daniel e Olivia entrando no Rolls Royce preto, ent?o virou¨Cse, entrou no carro, e foi embora. Dentro do Rolls Royce.. Daniel estava ao vnte, e Olivia ao seudo. Content from N?velDr(a)ma.Org. estava intimidada p atmosfera fria e opressiva de Daniel ao seu redor, nem se atrevendo a respirar alto, muito menos fazer qualquer outro movimento. ficou rigida no assento, olhando fixamente para frente. 0 O corpo de Daniel de repente se aproximou, uma grande sombra a envolveu, o familiar cheiro masculino invadiu suas narinas, Oliviae?ou a se sentir inquieta, piscou e encolheu¨Cse, pensando que ele iria fazer algo . Mas ent?o viu ele puxando o cinto de seguran?a e prendendo¨Co n. Foi ent?o que Olivia se deu conta, tinha ficado sentada de maneira t, esquecendo¨Cse de colocar o cinto de seguran?a. Depois de colocar o cinto de seguran?a n, Daniel tamb¨¦m colocou o seu, e dirigiu o carro. O carro deslizava suavemente p estrada asfaltada, o ambiente dentro do carro estava t?o quieto que era quase assustador. 1/2 10:01 Cap¨ªtulo 1197 ¡°N?o tem nada que queira dizer?¡± A voz grave de Daniel de repente ecoou no espa?o confinado do carro. Olivia, ouvindo suas pvras, ficou surpresa por um momento, voltou a si e olhou para o perfil de Daniel. Seu rosto era forte, bonito, tra?os bem definidos. Um simples olhar bastou para acelerar seu cora??o, sentindo¨Cse intimidada por sua presen?a imponente, ao mesmo tempo em que ficava maravilhada sua beleza. Olivia levou um momento para responder, n?o entendendo o que ele queria dizer, disse timidamente: ¡°Dizer o qu¨º?¡± Daniel, as m?os firmemente no vnte, encontrou um momento para olh¨¢. ¡°Sobre a senten?a de Marina.¡± Daniel lembrou. Olivia entendeu, e disse: ¡°Que seja julgadao deve ser, n?o tenho obje??es, nem vou dizer nada.¡± ¡°Jimena est¨¢ certa, quando quis me matar, n?o pensou na minha dor. Todos devem pagar pelo que fazem.¡± Olivia estava um pouco dividida antes, mas as pvras de Jimena a esreceram. achou que Jimena estava absolutamente correta. A press?o ao redor de Daniel de repente se tornou mais fria, sua voz gda transmitia frieza: ¡° te levou para encontrar homens?¡± Homens? Olivia ficou rmada por dentro, surpresa ao olhar para Daniel. Cap铆tulo 1198 Cap¨ªtulo 1198 As mudan?as tem¨¢ticas nas conversas de Daniel eram t?o abruptas que Olivia levou um momento para se adaptor. A quem Daniel se referia quando fva sobre ¡°o homem¡°? Seria Carlos ou Yuri? Afinal, havia encontrado dois homens hoje. Mas ao ver Daniel, cuja presen?a era fria e imponente,o se a qualquer momento pudesse eclodir uma tempestade de raios e neve, Olivia rapidamente entendeu a quem ele se referia. Certamente n?o era Carlos, o bom amigo de Daniel, que e Jimena tinham encontrado v¨¢rias vezes antes sem que Daniel as confrontasse. Foi s¨® hoje, quando panhou Jimena para encontrar Yuri, que ele se enfureceu. Olivia definitivamente n?o queria enfrentar uma cat¨¢strofe total e se apressou em explicar: ¡°Voc¨º entendeu errado, Jimena foi em um encontro ¨¤s cegas hoje, e ficaria assustada sozinha, ent?o me pediu para panhar. A pessoa que vimos hoje ¨¦ o pretendente de Jimena, n?o tem nada a ver comigo.¡± Ele havia amea?ado Jimena uma f¨²ria intimidante, dizendo que se o levasse para encontrar outra pessoa novamente, ele n?o a perdoaria. Ent?o, ele estava se referindo n?o ¨¤ m?e de Marina, mas a Yuri! Maso Daniel saberia de seu paradeiro hoje? Anteriormente, preendia que o cr rastreador que usava permitia a ele monitorar seus deslocamentos, o que at¨¦ poderia fazer sentido. Contudo, agora o cr havia sido vendido e o dinheiro resultante permanecia em sua conta banc¨¢ria. n?o possu¨ªa nenhum dispositivo de rastreamento, ent?oo Daniel sabia que havia encontrado outra pessoa hoje? Ser¨¢ que foi Carlos quem ligou para Daniel? Exclusive content from N?velDrama.Org. Ap¨®s Olivia terminar de fr, Danieln?ou um olhar sombrio e avaliador em sua dire??o, que carregava uma mistura de opress?o, frieza e escrutinio. Isso fez que Olivia sentisse uma tens?o involunt¨¢ria nas m?os, sem entender o que ele queria dizer. Ele n?o acreditava no que dizia? Preocupada em n?o prejudicar Jimena, Olivia adicionou rapidamente: ¡°A m?e de Jimena a for?ou a ir nesse encontro ¨¤s cegas. Se se recusasse, sua m?e cortaria r??es . n?o podia recusar, ent?o pensou em rejeitar o pretendente pessoalmente, mas tinha medo de n?o ter coragem sozinha, ent?o me pediu para apoia. Eu realmente s¨® estava l¨¢ para panhar Jimena.¡± ¡°Voc¨º pode garantir que ele n?o estava observando as duas?¡± A voz fria de Daniel reverberou no espa?o do carro, atingindo diretamente o cora??o de Olivia. O cora??o de Olivia saltou, fixando o olhar nele: se lembrou deo Yuri havia alternado seu olhar entre e Jimena quando chegaram, avaliando 1/2 10:02 Capitulo 1190 ambas Ent?o, Daniel estava iodado, descontente? Esso homem ora the dominador assim, que apenas um olhar de outro homem o intave? Com o ar¨Ccondicionado ligado, a auta fra de Daniel fazia o interior do carro parecer de meses, fazendo Olivia arrepiar. E?ando¨Cse para buscar calor, falou uma voz que tentava ser analizado Extend, 199 mais te panhar em encontros ¨¤s cegas¡± Daniel suavizou um pouco sua aura fria e durn, olhando para novamente, su vorhere may baza MOJ¨¢SA derou: ¡°Lembre¨Cse, voc¨º ¨¦ minha, a qualquer um que olhe para voc¨º est¨¢ me desafiandor Olivia era sua mulher, e ele n?o permitiria que nenhum outro homem a olhasse, querendo arrancH OF olhos de quem tentassel Olivia: ¡± Ele poderia ser ainda mais dominador? O desejo de posse dele por era t?o intenso, que mesmo quando tentava fugir, ele a perseguis sem descanso. Mas agora, parecia que seu desejo de posse se tomara ainda mais intenso e agressivo do que antes Desde quando issoe?ou? Desde o dia em que o perguntou se ele havia se apaixonado por ele, se tornouo uma p¨¦r em sua palma, qualquer pequena perturba??o poderia provocar sua irs. 10 Cap铆tulo 1199 Cap¨ªtulo 1199 Ao pensar na resposta dele ¨¤ sua pergunta naquele dia, o cora??o de Olivia batia depassado, acelerado e inconstante, uma sensa??o que desejava evitar a todo custo. desviou o olhar prontamente, evitando encarar o perfil dele, concentrou¨Cse ¨¤ frente e interrompeu al conversa. Daniel era um homem cujos sentimentos, assimo sua possessividade, causavam dor e sufocamento. era apenas uma mulherum, incapaz de suportar o peso de tais emo??es asfixiantes. Tamb¨¦m n?o podia imaginar¨Cse vivendo aodo dele sem qualquer titulo ou reconhecimento, ansiando apenas por uma vida tranqu e sem ondas. O carro estacionou no p¨¢tio da Vi Serenidade. sabia por experi¨ºncias passadas que, se demorasse a sair, Daniel a pegaria no colo. Aquele gesto de carregar no colo, embora carregado de intimidade, fazia seu rosto corar e seu cora??o acelerar, tornando¨Cse desconfort¨¢vel, especialmente na presen?a dos muitos empregados da casa. A vis?o de Daniel a carregando faria que todos os olhos se voltassem para eles, deixando¨C a envergonhada. Portanto, assim que o carro parou, rapidamente abriu a porta e desceu, pisando firme no ch?o e caminhando em dire??o ¨¤ casa. Atr¨¢s d, o som da porta do carro sendo fechada indicava que Daniel a seguia. Acelerando o passo, avan?ou apressadamente para o interior da s de estar. F¨¢bio, juntamente os empregados, estava limpando o local. Ao v¨º, cumprimentou¨Ca respeitosamente: ¡°Srta. Souza, bem¨Cvinda de volta.¡± ¡°Obrigada, continuem seu trabalho,¡± disse Olivia, de forma casual. Mal havia terminado de fr, sentiu uma press?o se aproximando por tr¨¢s. Uma grande sombra a envolveu, e antes que pudesse reagir, sentiu¨Cse levantada do ch?o, seu corpo flutuando no ar. Soltando um grito de surpresa, Olivia inspirou profundamente, buscando instintivamente algo onde se apoiar para evitar uma queda. Content ? N?velDrama.Org 2024. Como de costume, agarrou¨Cse ao pesco?o de Daniel, estabilizando¨Cse. Seu cora??o, ainda assustado,e?ou a acalmar¨Cse, e seus olhos, ainda agitados, encontraram o rosto bonito de Daniel t?o perto. O peito firme dele pressionava contra o seu corpo, exndo uma for?a inabal¨¢vel e um aroma masculino que acariciava sua face. O cora??o de Olivia, ainda n?opletamente sereno,e?ou a bater descontrdamente. A parte do peito de Daniel que tocava odo esquerdo do peito d, onde ficava seu cora??o, sentia a frequ¨ºncia acelerada de suas batidas. Aqus batidas eram por ele. Seus olhos profundos brilharam por um momento, fixando¨Cse em seu rosto surpreso. Ele apertou a garganta, apressando o passo em dire??o ao andar de cima. Ao presenciar Daniel carregando Olivia, F¨¢bio e os outros funcion¨¢rios demonstraram surpresa 11/2 10:02 Capitulo 1199 momentanea, mas logo abaixaram os olhares, fingindo desaten??o. Dedicaram¨Cse a suas tarefas, cuidando para n?o chamar a aten??o dele. Segurando o pesco?o de Daniel, Olivia sentia cada passo firme dele pelos escadas, marcado por uma urg¨ºncia contida. corava de vergonha. Era frustrante; ap¨®s tanto esfor?o para evitar ser carregada por ele, acabou n?o conseguindo escapar. Daniel abriu a porta do quarto principal, entrando rapidamente e colocando¨Ca na cama. Seu peito pressionava contra o d enquanto ele inclinava a cabe?a para capturar seus l¨¢bios em um beijo. ¡°Hmm¡­¡± Olivia foi pega de surpresa, seus l¨¢bios sdos, A respira??o quente e ofegante de Daniel misturava¨Cse ao ar entre eles, roubando sua do?ura, envolvendo seus sentidos. Seus l¨¢bios eram beijados tal intensidade que logo sua mente girava, seu corpo amolecia, seus cilios tremiam, seus olhos se enchiam de l¨¢grimas, deixando¨Cse levar por ele. O beijo intensificava¨Cse, a m?o firme de Daniel cravada em sua cintura delicada, atraindo¨Ca ainda mais para perto. Olivia sentiu as mudan?as em seu corpo, surpresa, abriu os olhos. Cap铆tulo 1200 Cap¨ªtulo 1200 Olivia recobrou a consci¨¨ncia e apressou¨Cse em empurr¨¢¨Clo. Embora sua for?a fosse gentil e quase insignificante, era suficiente para fazer Daniel entender que n?o era permitido. Daniel agarrou a m?o travessa d, posicionando a em sua cintura, fazendo¨Ca abra?¨¢¨Clo. Content ? N?velDrama.Org 2024. Ele soltou seus l¨¢bios, respira??es pesadas e roucas exvam calor no rosto d, beijos ¨²midos tocaram o canto da boca d, o queixo, o pesco?o, at¨¦ alcan?arem o ouvido d. Aquele sopro poderoso espalhou¨Cse p pele sens¨ªvel atr¨¢s da orelha de Olivia, fazendo¨Ca se encolher de c¨®cegas. L¨¢grimas brilhavam nos longos cilios de Olivia, seus olhos cintndo enquanto respirava dificuldade: ¡°N?o fa?a isso, quem sofre ¨¦ voc¨º mesmo¡­¡± Ele sabia que n?o podia agora. No entanto, ele ainda provocava. N?o era isso se auto sabotar? A voz rouca de Daniel soou aodo do ouvido d: ¡°O que voc¨º almo?ou?¡± Sua voz baixa e suave vibrava o t¨ªmpano de Olivia, tensionando seus nervos. A pergunta ainda girava em torno do almo?o d Jimena e o encontro Yuri. Esse homem, quando se tornava mesquinho, podia superar at¨¦ mesmo uma mulher em rancor. Olivia respondeu cautelosamente: ¡± Pedimos o que Jimena gosta, eu apenas provei um pouco.¡± ¡°Ent?o, o que foi?¡± Daniel sussurrou em seu l¨®bulo da orelha. Aqu provoca??o fez Olivia encolher o pesco?o de c¨®cegas, seu cora??o tamb¨¦m co?ava, er insuport¨¢vel. respirava dificuldade, implorando: ¡°Feijoada, moqueca de peixe sem espinha, galinha ¨¤ cabid¡­¡± ¡°Hmm.¡± Daniel murmurou roucamente, deixando o ouvido d em paz. Seu rosto estava enterrado no pesco?o d, a respira??o pesada continuava, mas ele n?o fez mais nenhum movimento, apenas a pressionava contra si, abra?ando¨Ca,o se estivesse se contendo. Olivia tamb¨¦m n?o se moveu, suas m?os, que Daniel tinha posicionado em volta da cintura dele, permaneciam ali, n?o se afastando. Sua cintura, magra e poderosa, podia sentir a for?a infinita atrav¨¦s do tecido, cheia de perigo, uma vez invadida, n?o poderia se defender. Daniel respirava pesadamente, abra?ando¨Ca e se contendo. Olivia sentia o pr¨®prio peito ondr num ritmo acelerado, enquanto abra?ava delicadamente a cintura dele, em um esfor?o para tranquilizar o cora??o e a respira??o agitados. Ap¨®s um momento, Daniel levantou a cabe?a, virou¨Cse para odo de Olivia e deitou¨Cse aodo d, 10:02 Capitulo 1200 finalmente a soltando. Com o corpo quente e pesado afastando se, Olivia rxou os ombros, fechou os olhos, cultivando o sono. Daniel olhou para dedo, vendo¨Ca os olhos fechados tentando dormir, ele disse roucamente: ¡°Cansada?¡± ¡°Sim, quero tirar uma soneca, n?o me iode. Olivia respondeu de olhos fechados. Depois de dizer isso, sentiu aquele olhar profundo e intenso fixo n, mesmo sem abrir os olhos, podia sentir a intensidade daquele olhar, profundoo um abismo, mais do que poderia suportar. Ent?o, simplesmente n?o olhou de volta, fechando os olhos sob aquele olhar intenso. Daniel olhou para , vendo seus olhos se mexendo sob as finas p¨¢lpebras, ramente nervosa. Ele estava l¨¢, fazendo¨Ca ficar nervosa. Danielprimiu os l¨¢bios, ergueu¨Cse, contornou a cama, ajeitou o cobertor sobre e, em seguida, saiu do quarto. Ao ouvir o som da porta fechando, Olivia abriu os olhos, olhou para o cobertor sobre e depois para a porta, segurando o cobertor, olhando para baixo, respirou fundo v¨¢rias vezes, reprimindo as emo??es revolvendo no fundo de seus olhos, o cora??o batendo de excita??o. fechou os olhos, for?ando¨Cse a dormir, mas a mente continuava voltando para os momentos Daniel, para quando perguntou se ele gostava d, para o beijo fervoroso dele, e finalmente, para quando ele perguntou se sentia a resposta dele, cora??o batendo em um frenesi de nervosismo e ansiedade. Pensando em tudo, Olivia virou de umdo para o outro, respirando fundo repetidamente, mas simplesmente n?o conseguia dormir. Cap铆tulo 1201 Cap¨ªtulo 1201 A mente de Olivia Souza era um turbilh?o, por mais que tentanse, o sono lhe escapava. Decidida a abandonar a tentativa de dormir, pegou o celr para se distrair. estava um celr novo, pois o anterior havin caldo em uma fogueira de S?o Jo?o e, provavelmente, estava em peda?on Este aparelho foraprado por Daniel Griera no dia em que foi internada, ele fez quest?o de entreg¨¢¨Clo pessoalmente, e j¨¢ velo o chip contendo seu antigo n¨²mero. O celr tinha um acabamento met¨¢lico, pesado e de design elegante e sofisticado, ramente custoso. No dia em que Daniel The entregou o celr, havia apenas um contato salvo, identificado como ¡°Daniel¡°! Quando Olivia viu que o ¨²nico nome na agenda era o de Daniel, ficou surpresa por um momento, mas logo sorriu Daniel, quando queria ser infantil, superava at¨¦ mesmo Heltor. Com o tempo, Olivia foi adicionando os n¨²meros de pessoas pr¨®ximas ¨¤ sua agenda. N?velDrama.Org holds text ? rights. Sentindo saudade dos quatro filhos, lembrou que eram mais de duas da tarde e eles ainda estavam na esc. Abriu a galeria de fotos, procurando por imagens dos filhos para aliviar a saudade, mas a pasta estava vazia. Lembrou¨Cse ent?o que o celr era novo e ainda n?o tinha fotografado os filhos. As fotos guardadas no aparelho anterior, documentando momentos da infancia deles, haviam se perdido. Lamentou a perda, prometendo a si mesma tirar mais fotos assim que os filhos retornassem. Enquanto pensava, imagens dos sorrisos inocentes dos filhos surgiam em sua mente, e um sorriso de felicidade se formou em seus l¨¢bios. Sem perceber, acabou adormecendo. Acordou depois das seis da tarde, os quatro pequenos entrando no quarto, correndo suas perninhas curtas e vozes infantis ecoando. ¡°M?e, n?o dorme mais, vemer!¡± Heitor dizia enquanto corria. ¡°M?e, o sol j¨¢ se p¨®s, se dormir mais, a lua vai te pegar,¡± Joel se jogou aodo da cama. ¡°M?e, vemer, tem tantas coisas gostosas e o cheiro est¨¢ ¨®timo,¡± dizia Iria, aproximando¨Cse de Olivia suas m?ozinhas rechonchudas, gestdo o quanto havia deida em um gesto encantador. ¡°M?e, acorda¡­¡± In¨¦s fva timidamente. Cercada pelo amor infantil, Olivia despertou e virou¨Cse para ver quatro rostinhos aconchegantes ao lado de sua cama, olhinhos brilhantes fixos n. Vendo a inoc¨ºncia deles, Olivia sentiu uma profunda alegria e felicidade, sorrindo, disse: ¡°Meus amores, voc¨ºs voltaram¡­¡± 1/2 10:02 Capitulo 1201 ¡°J¨¢ estamos em casa faz tempo, mas papai n?o deixou a gente subir enquanto voc¨º dormia, denunciou Joel. Olivia se levantou e disse: ¡°Estou muita fome, vamoser.¡± ¡°Sim, m?e, vem logo, sen?o esfria e n?o vamos querer mais,¡± Iria, suas m?ozinhas, puxava Olivia em dire??o ¨¤ porta, ansiosa pida. Descendo ao living, chegaram ¨¤ mesa de jantar. De fato, a mesa estava cheia de pratos deliciosos, mas tr¨ºs em particr chamaram a aten??o de Olivia. Feijoada, moqueca de peixe e frango ¨¤ passarinho! Tr¨ºs grandes por??es que dificilmente conseguiria terminar sozinha! Ser¨¢ que Daniel tinha pedido para prepararem esses pratos especialmente? Cap铆tulo 1202 Cap¨ªtulo 1202 Olivia estava perplexa quando viu Daniel descendo as escadas, vestindo um pijama de casa, de cor cinza escura, feito de seda, que sob a luz brilhava suavemente, liso sem uma ¨²nica dobra. Um pijama simples, mas que nele exi um ar de nobreza e sofistica??o. Content ? N?velDrama.Org 2024. Aqu aura inata de autoridade, a distin??o elevada e uma serenidade despreocupada faziam que, apenas ao olhar, surgisse um certo respeito involunt¨¢rio. Olivia puxou levemente o canto da boca, esbo?ando um sorriso cort¨¨s, e cumprimentou: ¡°Daniel, voc¨º acordou, est¨¢ na hora do jantar.¡± fez um gesto sutil a m?o em dire??o ¨¤ mesa de jantar. Mais cedo, ele havia saldo do quarto principal ao meio¨Cdia, e Olivia n?o sabia para onde ele tinha ido. Agora, parecia que ele tinha ido dormir em outro quarto, caso contr¨¢rio, por que estaria de pijama? No piso superior, existiam apenas o quarto principal e o quarto de h¨®spedes. Ele n?o mencionou que a cama do quarto de h¨®spedes estava quebrada? Provavelmente, era mais uma de suas artimanhas.. O olhar profundo de Daniel captou o d por um instante, e ent?o se voltou para a mesa de jantar. Ao ver os pratos servidos, ele pareceu satisfeito, puxou uma cadeira e sentou¨Cse, dizendo a Olivia: ¡°Vem sentar.¡± ¡°Oh, ro.¡± Olivia, um pouco atordoada, estava prestes a cuidar das crian?as. F¨¢bio foi muito perspicaz; antes mesmo de agir, ele se adiantou, levou as crian?as para sentar em frente a Daniel e arrumou os utens¨ªlios para eles. Isso deixou Olivia sem escolha sen?o sentar¨Cse aodo de Daniel, enquanto o empregado colocava os talheres ¨¤ frente deles. Daniel pegou os hashis, serviu¨Cse de um peda?o de peixe sem espinhas e colocou no prato de Olivia: ¡°S?o todos pratos que voc¨º gosta,a bastante.¡± Sua voz baixa e magn¨¦tica soava ao seu ouvido. Olivia, surpresa, olhou para ele, encontrando seu olhar profundo e levemente sorridente. Com um sorriso constrangido, pegou o peixe que ele o havia servido e provou, dizendo: ¡°Ok, vou comer bastante, voc¨º tamb¨¦m.¡± n?o pensou muito sobre isso, mas de fato Daniel havia pedido especialmente que esses pratos fossem preparados para .. nunca tinha dito que gostava desses tr¨¨s pratos; simplesmente oseu ao panhar Jimenal Santos em um encontro ¨¤s cegas, pois estava bastante fome na ocasi?o. Daniel fez quest?o de perguntar o que haviaido no almo?o e ordenou que a cozinha preparasse ¨¤ tarde, e ainda por cima, em grande quantidade! O que ele estava tentando fazer? Ainda estava irritado? Homens, quando se empenham, podem ser mais tem¨ªveis que mulheres. 10:02 Cap¨ªtulo 1202 ¡°Mam?e,a o meu, meu bolo de choux creme est¨¢ delicioso.¡± Iria, uma colher cheia de bolo, estendeu a m?o gorducha para Olivia, uma express?o s¨¦ria e ador¨¢vel no rosto rechonchudo, bochechas manchadas de creme, parecendo um pequeno gato. Era uma vis?o irresistivelmente engra?ada. Olivia sorriu, inclinou¨Cse para frente eeu o bolo da colher de Iria, elogiando: ¡°Est¨¢ delicioso.¡± ¡°Hehe, eu amo mais voc¨º, mam?e.¡± Iria, radiante o elogio, sorria de orelha a orelha; ao sorrir, seus grandes olhos se apertavam levemente, e as covinhas nas bochechas se aprofundavam, linda e ador¨¢vel. Olivia esticou a m?o e acariciou a cabe?a de Iria, dizendo: ¡°Mam?e tamb¨¦m te ama muito.¡± pegou um guardanapo para limpar o creme do canto da boca de Iria, dizendo: ¡°Obrigada, Iria, mas agoraa voc¨º, mam?e ainda tem muitaida paraer. E se mam?e ficar muito cheia?¡± De acordo o jeito de Daniel, esses tr¨ºs pratos foram preparados especialmente para , e certamente teria que¨º¨Clos todos. Se n?o conseguisse terminar, estaria pisando em terreno perigoso novamente. Olivia, que havia desfrutado de alguns dias de paz, definitivamente n?o queria irritar Daniel novamente. O olhar de Daniel brilhou brevemente ao olhar para Olivia, pensando que ele a for?aria a comer at¨¦ se sentir mal? A leve divers?o em seus olhos foi substitu¨ªda por uma frieza sombria. Joel, a colher em m?os, estava prestes a servir ¨¤ m?e seu caviar predileto, por¨¦m, ao escutar suas pvras dirigidas a Iria, vacilou e, por fim, levou o caviar ¨¤ pr¨®pria boca. ar para a pr¨®pria boca. Cap铆tulo 1203 Cap¨ªtulo 1203 Melhor n?o dar mais para a m?eer, vai que a barriga d explode,o vamos fazer? Dentro da barriga da m?e ainda tem um irm?ozinho ou irm?zinha. Iria, sua inoc¨ºncia, assentiu: ¡°T¨¢ bom, m?e,e menos, n?o v¨¢ estourar a barriga.¡± A pequena estava preocupada, achou que iria explodir de tantoer Olivia sorriu, do?ura e disse: ¡°Est¨¢ bem, vamoser.¡± Com essas pvras, os quatro pequenos anjinhoseram em sil¨ºncio,portados e delicados, alimentando¨Cse suas colheres. Olivia n?o pode conter o sorriso ao ver o qu?o fofos, ador¨¢veis e sensatos eles eram. Observando as crian?asendo concentradas, tamb¨¦m voltou sua aten??o para aida. serviu principalmente carne de porco batata, peixe sem espinha e frango ao molho. Quando sobrou metade de cada prato, Olivia j¨¢ estava cheia que ficou at¨¦ um pouco empanturrada e n?o conseguiuer mais. No entanto, Daniel, sua estatura imponente e aura fria, ainda estava sentado ao seudo, sua presen?a sombria parecendo pression¨¢ a todo momento. Se n?o terminar deer, a pessoa ao seudo se tomaria um vulc?o, pronto para explodir a qualquer momento. Olivia suportou a sensa??o desconfort¨¢vel deer demais e continuouendo. E estranhoo, quando estamos fome, aida parece deliciosa e queremoser, mas quando estamos satisfeitos, mesmo aida mais gostosa perde seu sabor e se toma dificil de engolir. Olivia for?ou¨Cse aer a came de porco, mas o sabor gorduroso a fez sentir repulsa Enquanto tentavaer, engasgou. De repente, os pauzinhos que ele tinha na m?o foram tirados e Daniel o repreendeu pvras fras e frias: ¡°Voc¨º ¨¦ um porco? N?o consegueer e ainda se for?a!¡± ¡°Ugh¡­¡± Olivia n?o conseguiu engalir a came de porco e a cusplu no guardanapo sobre a mesa rapidamente pegou outro guardanapo para limpar a boca e olhou ansiosamente para Daniel, encontrando seus olhos escuros e descontentes. Seu rosto bonito estava tenso, transparecendo raiva Olivia entrou em p¨¢nico ainda mais e explicou ¡°Esses pratos foram especialmente preparados para mim, ro que eu tinha que terminar, sen?o, voc¨º ficaria chateado.¡± As sobrancelhas de Daniel se moveram, e a frieza ao seu redor se intensificou sua raiva interna ardendo Em sua mente, ele era t?o poderoso e imcave!! ¡°Se est¨¢ satisfeita, v¨¢ fazer o que tem que fazer!¡± de Quem disse que tinha que Terminar? Olivia ficou surpresa, olhando para Daniel incredmente. Ele n?o a estava for?ando a terminar? interpretou mal suas inten??es? Ele n?o estava zangado que esse o que havia para o almo?o, mas pensou que realmente gostava desses tr¨¨s pratos, ent?o os preparou para abrir seu apetite e nutrir o beb¨¦ em seu ventre? Se fosse o primeiro caso, seria mais f¨¢cil para Olivia acreditar. Para o ¨²ltimo, na nunca esperaria isso e apenas acharia incr¨ªvel. Enquanto Olivia hesitava, vendo o olhar profundo e gdo de Daniel, sua aura se tomando ainda mais fna, apressou¨Cse a levantar, n?o querendo demorar, caso realmente tivesse que terminar e fosse punida. ¡°Vou tomar um banho, depois brinco as crian?as.¡± C0ntent ? 2024 (N/?)velDrama.Org. Olivia levantou¨Cse apressadamente, deixando a mesa de jantar, temendo que a ima de Daniel a alcan?asse. As crian?as ainda n?o haviam terminado deer, e quando terminou de tomar banho, s provavelmente j¨¢ teriam acabado, o que seria um bomtempo de panh¨¢s. Daniel observou sua figura se afastando, o ar fino ao seu redor se intensificando, o peito doendo levemente. Cap铆tulo 1204 Cap¨ªtulo 1204 Capitulo 1204 Olivia sentia um medo profundo, uma desconfianga que a fa subconscientemente acreditar que Daniel queria maltrata. Isso pesova no coragao de Daniel, causando¡ªlhe uma dor surda. Embora nao tivesse dito uma pvra, ele podia sentir que havia erguido uma barreira contra ele Esse muro parecia intransponivel, e por mais que ele tentasse, nado conseguia derruba-lo Daniel sempre teve vento e chuva no shopping e pode facilmente contrr a vida de outras pessoas. Contudo, ele descobriu que nao podia contrr oegao das pessoas Especialmente, o coragao de uma mulher... ¡°Papai, por que voc¨¦ naoe? Coma um pedaco de peixe.¡± A voz suave de iria soou, enquanto , um movimento desajeitado, mas persistente, pegou um pedaco de peixe do prato. Suas maozinhas eram muito curtas para alcangar o prato de Daniel, entao esticava o brago, olhando para Daniel olhos grandes e esperangosos. Avoz suave, f e infantil trouxe Daniel de volta aos seus sentidos. O jeito adoravel de iria tocou seu coragao, aliviando um pouco a dor que sentiaExclusive content from N?velDrama.Org. Com o semnte mais rxado, ele pegou 0 prato e o pedaco de peixe que iria Ihe oferecia, dizendo uma voz baixa e magn¨¦tica ¡°Obrigado.¡± Ina somiu, dizendo sua vozinha de crianga: ¡°De nada, papal. Coma logo¡± A pequena estava radiante, seus olhos se curvando em um sorriso, lembrando ainda mais Olivia quando sorria, tao adoravel e bonita. As criancas sao puras e faceis de satisfazer; um elogio, um agradecimento, e s ficam felizes. O que ele poderia fazer para deixar Olivia feliz? Apos tomar um banho e se vestir, Olivia desceu as escadas e viu os quatro filhos sentados ao redor de Daniel no sofa, assistindo a televisao. Eles estavam assistindo ao desenho animado Peppa Pig, o favonto de ina. Os quatro estavam os olhos fixos na TV, e Daniel, sentado entre eles,partilhava da mesma atencao dedicada, assistindo junto as criangas. Olivia seoveu a cena, tao aconchegante e harmoniosa. parou abruptamente, pegou seu celr e, apontando a camera para eles, apertou o botao para tirar uma foto Coincidentemente, no momento em que tirou a foto, as quatro criancas e Daniel viraram suas cabecas em sua direcao, olhando diretamente para a camera. Naquele momento, todos olhando para , a cena foi capturada na foto. Olivia, satisfeita, somu: Essa foto ficou perfeita¡± ¡°Uau, mam¨¦ae tirou uma foto nosso escondido.¡± Inou suas maozinhas gorduchas, cobrindo a boca enquanto ria, feliz. ¡°Mam¨¦ae, por que voc¨¦ tirou nossa foto?¡± Joel perguntou infantil. Apesar de ter sido pega no gra, Olivia se aproximou o celr na mao, colmamente explicando: ¡°Meu celr antigo estragou, e todas as fotos foram perdidas, entao eu preciso tirar algumas novas para reabastecer o estoque.¡± ¡°Entao, mamae, tirar uma foto minha, eu adoro tirar fotos. Gosto muito de tirar fotos Iria subiu alegremente do sofa e posou, ma descobriu que qualquer postura nao era boa para tirar fotos. mas Seus olhos brilhantes encontraram Daniel, e, oe repantina, e sublupocel6-de ¨¦, dizendo al¨¦gremente para Olivia The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! ¡°Mam¨¦ae, tirar uma foto agora.¡± Olivia hesitou, nao tirando a foto imediatamente, mas olhou para aa! Daniel, buscanda sda Gprovatdo. Ina hayia sbbide em seu colo sem aviso, pedindo uma foto, e Olivia nado sabl¨¦ se isso 0 iodaria. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Afinal, Daniel era uma pessoa de humor inconstante, o fato de .ter tirado uma foto.dales Gder¨¦tamnente n€olsignificava necessanamente que ele toleraria ser arranjado sem permissdo, The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! ¡°O que esta esperando?¡± Daniel olhou para Olivia seu olhar profundo e disse em voz baixa e magn¨¦tica Percebendo que ele havia posicionado iria confortavelmente em seu colo, Olivia entendeu que ele estava esperando p foto Parece que ele nao se importava, afinal. 09 Cap铆tulo 1205 Cap¨ªtulo 1205 Capitulo 1205 Olivia repetidamente levantou o celr, mirou em Iria e Daniel: ¡°Um, dois, tr¨¦s, pronto, saiu muito bem,¡± ¡°Eu tamb¨¦m quero tirar foto, eu tamb¨¦m quero tirar foto o papail¡¯ Joel viu que Iria e Daniel estavam tao sintonizados um com o outro, entao ele tamb¨¦m velo. Olivia chamou: ¡°Heitor, In¨¦s, venham sentar aodo do seu pai, vou tirar algumas fotos de voc¨¦s.¡± Os quatro pequenos se juntaram a Daniel alegria, Iria aconchegada no colo de Daniel, Heitor a cabeca apoiada no brago de Daniel, In¨¦s segurou gentilmente o brago de Daniel e Joel ficou atras de Daniel, deitando se corajosamente em seus ombros, as maos pequenas estavam enrdas, em volta do pescogo de Daniel. Isso foi ainda mais surpreendente para Olivia. Parece que Daniel amava as criangas mais do que imaginava. Ao perceber o amor pateral de Daniel ps criangas, Olivia se sentiu aliviada e feliz. Seus quatro filhos tamb¨¦m era criancas amadas pelo pai, nao mais as pobres criaturas sem palo dizem. Os cantos dos olhos de Olivia se umedeceram, levantou o celr, mirou nos quatro filhos e em Daniel, e clic, tirou a foto. Depois de tirar a foto, as quatro criangas se aproximaram e quiseram ver as fotos no celr. Olivia abriu as fotos e mostrou para s. ¡°Uau, eu amo essa foto¡± Inia disse feliz ao ver o quanto estava sorridente na foto ¡°Eu nao gosto, a mamae nao esta na foto.¡± Heitor, seu rostinho bonito, franziu a testa. Ao dizer isso, ele imediatamente fez os outros tres perceberem. ¡°E verdade, a mamae no esta na foto!¡± Iria exmou, inclinando a cabeca para pensar por um momento, entao, um brilho de inspiracgao, pegou o celr de Olivia, caminhou at¨¦ e o entregou a Daniel: ¡°Papai, por favor ajude¡ª-nos e a mae Fotografia¡± Depois de fr, voltou para odo de Olivia, posando para a foto, Heitor, Joel, In¨¦s tamb¨¦m se posicionaram aodo de Olivia, olhando na direcao de Daniel. Daniel levantou o celr e tirou algumas fotos deles. I entao percebeu que algo ainda estava faltando. Olhando para Daniel sentado no sofa e depois para Olivia atras d, os olhos de Ina brilharam, finalmente entendendo o que estava faltando. pegou a mao de Olivia, puxando-a em diregao a Daniel Olivia pensou que iria queria que pegasse o celr para ver as fotos que Daniel acabara de tirar Inesperadamente, puxou e empurrou-a e empurrou a na diregao de Daniel: ¡°Mamae, senta no colo do papa, assimo eu estava sentada no colo do papai, vamos tirar uma foto de voc¨¦s.¡±Exclusive content from N?velDrama.Org. Iria disse sua voz doce e suave Olivia:... ficou surpresa que ha tealmente pediu para sental b de Daniel? Ina, ah, voc¨¦ e filha do seu pai, pode fazer o que quiser, ge Puhao sou qu¨¦rp|dele ro tisaria ultrapassar esse limite The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! ¡°Iria, melhor nao.. Olivia, sendo empurrada para odo de Daniel, estava prestes a se afastar Seu pulso foi agarrado p grande mao de Daniel, cuja forga firme fez seu coragao apertar No segundo seguinte. Daniel puxou¡ªa for¡éa, fazendo que todo o corpo de caisse em seu colo O calor e a forga dos musculos das pernas de Daniel a assustnly) fazenda eemnque ive? infstittivamente quisesse se levantar, mas The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! o braco de Daniel a envolveu p cintura, segurando¡ªa em seu abraco, enquanto sua ver paid rhaica sbava ¡ì2u ouvido ¡°Como poderiamos decepcionar os pedidos das criangas?¡± The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Cap铆tulo 1206 Cap¨ªtulo 1206 Capitulo 1206 Respiracgdes quentes sopravam na orelha de Olivia, carregadas de uma perigosa agressividade. Olivia ennjeceu-se toda, nao usando se mover mais, suas pups dtamam e seus olhos piscaram Aqu frase dita por Daniel soava familiar. Nao era algo que els havia dito a Daniel antes? Anteriormente, quando hia ofereceu came a Daniel, Olivia estava preocupada que se ele naoesse a gentileza de Iria ficaria prejudicada, entao disse the pam nao recusar a gentileza das criangas, para nao decepcionas Agora, Daniel devolveu the a mesma frase. Como poderia recusar? No entanto, sentar em seu colo dessa maneira, para uma crian¡éa significaria uma rcao pal-filha, cheia de calor e beleza. Mas sentada no colo de Daniel, parecia desajeitada, provocando imaginac¨¦es alheias Olivia ainda estava muito desconfortavel, seu corpo estava rigido, seu rosto estava vermelho e quente, e a lembrou ¡°Sua perna ainda esta machucada, nao deveria ter mais cuidado?¡± A queimadura em sua pema ainda nao havia cicatrizadopletamente. ¡°Nao importa¡± disse Daniel uma voz baixa e magn¨¦tica, abragando¡ªa p cintura e fazendo¡ªa odar-se melhor. Assimo abragava 0 pequeno corpo de Iria, ele envolveu Olivia, fazendo¡ªa parecer aconchegada em seus bragos. Embora Olivia fosse uma adulta, diante de Daniel, seu corpo fragil parecia o de uma crianga nos bragosrgos e fortes dele. Olivia sentiu a aura masculina em seu corpo e foi segurada em seus bragoso uma crianca. Seu rosto ficou vermelho e sua respiragao tomou-se rapida, mas as pvras de Daniel anteriormente a impediram de lutar ou resistir. tamb¨¦m nao ousava se debater Atras d estava o abd¨¦men de Daniel, uma perigosa lembranga de calor que a alertava que, se lutasse inutilmente, ativaria o lado perigoso de Daniel, e entao, essa noite, realmente nao teria escapatoria Entao, mesmo que envergonhada e desconfortavel, tinha apenas que suportar, rigida. Daniel percebeu a obedi¨¦ncia de Olivia e ficou muito satisfeito. Olhou para Iria que segurava o telefone e disse: ¡°Tire a foto.¡± Iria, um somso radiante, levantou o celr, recuou uns passos, e os outros tres pequenos tamb¨¦m se aproximaram, olhando fixamente para a t do celr interesse, seus olhos jovens brilhando. ¡°Mamae, voc¨¦ parece tao triste. Soria Iria, olhando seriamente para a qualidade da imagem na t do celr e vendo Olivia com a testa franzida, nao pressionou o botao de captura. Levantou seus olhos vivos e lembrou Olivia Olivia hesitou, percebendo que estavam tirando uma foto, naturalmente querendo mostrar seu melhordo. forgou um sorriso. sentindo o calor de Daniel atras d e vendo os rostos inocentes e adoraveis das criangas a sua frente. Olivia, rmada pelo perigo iminente de Daniel se transformar em um lobo, ao mesmo tempo era acalmada p inoc¨¦ncia das criangas Seu coracgao estava ao mesmo tempo apreensivo e curado p presenga ds. ¡°Papai, mamae somu, agora ¨¦ a sua vez,¡± disse Cliviar Inia, voc¨¦ esta pedindo demais. E mais dificil do que subir ao c¨¦u para fazer seu pai frio e inexpressivo somir? Olivia, preocupada, olhou de solo para Daniel, mas 0 viuesbegan im s rportestiakth Seen um vislumbre de alegria The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Quando ele nao sorria, ja era de uma beleza estonteante que deat todos wrasSEsse Sorriso fez Olivia sentiro se todo 0 universo tivesse se rendido a ele. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Sua beleza era tao arrebatadora que um simples olhar poderia embriagar a alma. ¡°Mam¨¦ae, papal sorriu, olhe para a camera,¡± a voz suave de iria chamou a atencao de OliviaExclusive content from N?velDrama.Org. se sobressaltou, desviando rapidamente o olhar para iria, o coragao batendo rapidonord Ue um certs Aasuistado. Apenas um olhar para o sorriso de Daniel e seu coracdo perdeu o controle, batendo depassado. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Com 0 coragao em tumulto, manteve o sorriso Cap铆tulo 1207 Cap¨ªtulo 1207 Capitulo 1207 Vendo que os pais estavam somindo, Inn ficou satisfeita e apertou o botao da foto a maozinha. ¡°Papal ¨¦ tao bonito, mamae ¨¦ linda¡± Apos tirar a foto, Iria disse, feliz. Os outros tr¨¦s pequeninos atras d concordaram Joel ¡°Mam¨¦ae ¨¦ a mae mais linda do mundo,¡± ¡°Com certeza¡± Heitor concordou Joel. In¨¦s disse fracamente: ¡°O pai tamb¨¦m ¨¦ 0 pai mais bonito do mundo*. ¡°Sim, 0 mais bonito!¡± Inia concordou empolgada. Fabio estava ocupado na beira da mesa, amumando as coisas,ngando olhares rapidos e constantes na diregao do sofa. Vendo Daniel e Olivia, al¨¦m do carinho dos filhos, ele nado conseguia deixar de sorrir. As criangas estavam certas, Daniel e Olivia juntos formavam um casal perfeitamente harmonioso, eles eram o par ideal. Olivia ficou feliz ao ser elogiada ps criangas, mas percebendo sua situacao atual, tamb¨¦m sentiu o perigo e rapidamente se levantou, saiu do abraco de Daniel e caminhou rapidamente at¨¦ as criancgas, pegando o celr: ¡°Deixa¡ªme dar uma olhada.¡± Na t do celr estava a foto d e Daniel. Daniel a abracava, sentados no sofa, seu rosto bonito estava aodo do ombro d, e seus olhares profundos estavam voltados para a camera,o se estivesse olhando para . binagao de beleza estonteante e uma frieza profunda, mesmo sendo apenas uma foto, ao encontrar aqueles olhos profundoso o oceano atrav¨¦s da t Olivia sentiu seu coragao bater mais forte. , sentada entre as pemas de Daniel, um sorriso nosbios e as orelhas vermelhas, parecia ter passado blush no rosto. Dois seres que nao deveriam ter um futuro juntos, mas que estavam abragados na foto. Ao ver aqu foto, o coragao de Olivia sentiuo se tivesse sido tocado por algo, um momento que deveria ser de felicidade, mas que lhe causava doc. ||Olivia, entao, guardou o celr e disse as criangas: ¡°Esta bem, ja esta tarde, vao tomar banho e depois dormir.¡± ¡°Mamae, eu quero dormir voc¨¦ e papal.¡± Iria fez beicinho e fez um pedido. Olivia, surpresa,ncou um olhar rapido para Daniel e apressadamente disse a Iria: ¡°A cara 6 muito pequena, nao cabe todo mundo, que tal se voc¨¦ tomar banho e mamae ficar voc¨¦ no seu quarto, esta bem?¡± Os grandes olhos ecrimejantes de Iria olharam para Daniel relutancia. queria dormir tanto a mae quanto o pai, Maso a mae disse que nao cam, teve que desistir de um Voltando a si, olhou para a mae e acenou a cabega obedientemente: ¡°Esta bem, you dormir a mamae. quartos dos Olivia terminou de dar banho nas criancas os criados, primeiro ficou Iria e a colocou para dormir, depois foi aos q outros filhos para faze¡ªlos dormir. Depois que os quatro pequeninos adormeceram, Dkave preparou para voltar ao quarto de Ina e dormir . Antes que pudesse entrar no quarto de Iria, foi Marais apiaty''Voc¨¦ do gag arnQis6-dr IGF a cama do quarto principal?¡± The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there!Content ? N?velDrama.Org 2024. Olivia encontrou os olhos profundos e inconscientemente deu u (Rasso para tras: ¡®Eus¨¦xqueri-ton ortar a Cc ita. Sua perna estava machucada. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Cap铆tulo 1208 Cap¨ªtulo 1208 Capitulo 1208 As maos grandes de Daniel em fortes e vigorosas, e o calor da sua palma era transmitido para as maos de Olivia, sinalizando poder e perigo Olivia nao se atreveu a lutar por medo de ser despedagada De volta ao quarto, Olivia conseguiu soltar¡ª-se de sua mao e caminhou rapidamente em direcao a beira da cama: ¡°Estou cansada, quera dormir. Voc¨¦ nao disse que ainda nao tomou banho? Va se banhar ¡°Ajude¡ªme avar¡± A voz baixa e magn¨¦tica de Daniel disse Olivia virou-se bruscamente, Incr¨¦d e o coracao acelerado: ¡°O que voc¨¦ disse?¡± Com tranquilidade, Daniel explicou: ¡°Machuquel a pema, e se molhar pode infionar, Voc¨¦ nao se preocupa a minha lesao?¡± simplesmente nao podia recusar esse motivo. Apema dele estava machucada por t¨¦ salvo, nao podia simplesmente abandona-lo. Respirando fundo, Olivia forgou um sorriso: ¡°Tudo bem, eu ajudo voc¨¦ avar.¡± Ao chegarem ao banheiro, Olivia tirou a roupa para ele e se aproximou dele. Sua cabega apenas alcangava seus ombros. Embora tivesse uma estatura consideravel de um metro e sessenta e cinco, parecia pequena perto da imponente figura de Daniel. estendeu a mao e desabotoou a camisa dele, um botao, dois... Seu olhar estava fixo nos bot6es, mas conforme eles eram desfeitos, os mUsculos definidos de Daniel eram revdos lentamente, junto seu pescogo masculino e peito robusto, irradiando uma sensagao de forca. Cada linha e contorno exva uma atragao masculina irresistivel. O aroma intenso de horm¨¦nios masculinos permeava o ar envolvendo a respiracao de Olivia. Inicialmente, Olivia nao tinha pensamentos impuros, sua mente estava pura. No entanto, ao ver o corpo dele sob as roupas, seu coragaoecou a bater desordenadamente, e sua respiracao se tomou lenta e superficial tentava se concentrar apenas nos bot¨¦es da camisa, mas seu olhar involuntariamente desviava para a pele e os musculos firmes dele, atraindo sua atencao e seduzindo seu coragao. interesse rxado. O olhar profundo de Daniel estava fixo no topo de sua cabeca, mudando de uma inspegao inicial para Ele observava enquanto a cor do rosto d mudava de sua tonalidade natural para uma animagao gradual, suas bochechas adquirindo um tom rosado ao desabotoar o ultimo botao de sua camisa, at¨¦ suas orelhas estarem vermelhas. Eles ja haviam sido intimos muitas vezes, e ainda ficava envergonhada. Daniel ficou satisfeito ao ver sua apar¨¦ncia timida e envergonhada. Pelo menos,Content ? N?velDrama.Org 2024. isso mostrava que nao conseguia resistir ao seu corpo. Daniel apenas ficou parado e deixou Olivia ajuda¡ªio durante todo 0 processo. Ao desabotoar a camisa de Daniel, hesitou antes de prosseguir para as calgas, mas lembrando que ele havia se machucado ao salva, reuniu coragem para tentar desfazer seu cist No entanto, o fecho do cinto era muito sofisticado, e ¨¦ dificuldade em abri-lo Frustrada, tentou puxar o fecho do cinto de qualquer jeito, mas a mao grande de Daniel rapidamente segurou a d, sua voz rouca e maicamente entoando: ¡°Voc¨¦ nao consegue descobrir, hein?¡± A mao de Olivia tremeu sob o toque aspero dele, e tentou puxar sua mao de volta, sem sucesso. Sem alternativa, respondeu, envergonhada: ¡°Eu esa desfia 0} ci te deur hdmem antes, ro que ndo seio fazer!¡± The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Os olhos prantes de Daniel brilharam levemente co com sua resposta, agradando-b Ele segurou sua mado, moveu~a para o interruptor nater, (da fivtt\ SeOUON¡¯ mab Gel ? apertbu-a, ea fiv se abriu The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Ele a olhou intensamente e disse: ¡°Agora, puxe 0 cinto para fora¡± Olivia piscou em estado de choque e fez o que lhe foi dito. O cinto foi removido, e engoliu em seco, nervosa. ¡°O ziper¡± Daniel guiava paci¨¦ncia. O rosto de Olivia ficou vermelho como um camarao cozido, seu coracdo batendg (Apidoo''se egtivesse &m\um bnco, alcangando o pico mais alto, pendurado forc¡éa e batendo rapidamente. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Cap铆tulo 1209 Cap¨ªtulo 1209 Capitulo 1209 Olivia estava vergonha de continua quase desejando virar as costos ir embora. Mas ao pensar que ele ainda estava ferido na perna, suprimiu esse impulso, @, pouco a pouco. estava tao nervosa que suorecou a se formar Suas maos tremiam ligeiramente enquanto abria o ziper dele, em sua testa e sua respiragao ficou dificil Assim que o ziper desceu Daniel envolveu seu brago ao redor d, puxando a for¡éa contra ele Com a na pressionada, o beijo de Daniel selou seusbios fervor girando, roubando sua respiragao. Aquele beijo intenso e ardente, naquele espago umido e quente do banheiro, tomando-se denso e persistente.... Quando Olivia foi trabalhar, Vicente Fontes deu-lhe uma boa noticia: 0 ultimoercial de celr, fotografado por Wilma Dias, teve excelente desempenho, aumentando significativamente as vendas do aparelho, Esta 6 realmente uma boa noticia. Mas Olivia estava preocupada outra coisa. Isso significa que as agdes do Grupo Fontes vao disparar, e a familia Dias queprou dois milh¨¦es em ag¨¦es, vai ganhar muito dinheiro, nao 6?¡± Olivia perguntou. Vicente somu, bngando a cabega de forma significativa Olivia viu que ele apenas bncou a cabega e nao disse nada. ficou curiosa e perguntou: ¡°Sr. Fontes, o que significa esse bngar de cabega, a familia Dias ganhou ou perdeu dinheiro?¡± Vicente se inclinou ligeiramente para , fndo de forma enigmatica: ¡°Perderam tudo.¡± ¡°Ah?¡± Olivia ficou surpresa, nado entendendo bem os detalhes, ¡°Mas 0 novo celr nao estava vendendo bem? Como as ag¨¦es podem cair? Olivia perguntou. ¡°De fato, o novo celr do Grupo Fontes estava vendendo muito bem, e a familia Dias viu 0 potencial dessengamento, por issopraram ac¨¦es do Grupo Fontes. Mas voc¨¦ precisa entender que a variagao das agdes de uma empresa nao depende apenas de um aspecto, mas do desenvolvimento abrangente em muitos aspectos. Vicente explicou para Olivia. nova marca. ¡°Realmente estamos indo muito bem no setor de celres, mas no setor deputadores, fomos derrotados por uma n uma derrota esmagadora. Os lucros dosputadores sao muito maiores que os dos celres, e olhando de forma abrangente, os lucros do Grupo Fontes estao em declinio. Portanto, o mercado de agdes tamb¨¦m esta instavel, uma grande queda.¡± Vicente disse um sorriso. Olivia entendeu, mas ao ver o soniso de Vicente, algo parecia errado. *Sr. Fontes, quando o mercado de ag¨¦es cal, as pessoas geralmente ficam preocupadas, por que parece que voc¨¦ esta feliz?¡± Afinal, a queda do mercado afeta negativamente uma empresa Vicente, mesmo tendo perdido dinheiro, parecia su lentemente feliz. ¡°E ro que fico feliz se o novo celr vender bem¡®, respondeb Vicente evasivamente. ¡°Nao, eu quis dizer... ¡°Acho que a familia Dias deve estar em casa chorando agora, dois milhdes perdidos sem sobrar nada, tsc tsc, s¨¦ de pensar na cena, acho engracado. Vicente interrompeu Olivia, olhando a frente, um sorriso astuto no rosto. ¡°Entao, 6 por isso que voc¨¦ esta feliz?¡± Olivia perguntou, surpresa Vicente voltou a realidade e disse a : ¡°Concentre-se-yoctnaba, rido penge deta fhe content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Dizendo isso, ele se levantou e saiu do escrit¨¦rio da secretaria. Olivia o achou ipreensivel e inconsistente. Enquanto estava imersa no trabalho, seu celr tocou, amp rurmelo'' ies deseonbeditd, e content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! geusi eyC0ntent ? 2024 (N/?)velDrama.Org. Mas ao ver os Ultimos digitos, Olivia sabia que era Gabriel Dias. tensionou os nervos, hesitou por um momento, mas acabou atendendo *Olivia, transfira cinco milhdes para mim, caso contrario, em menos dois minutos, vec Vefao Video da salma tf toda a inte!¡± Gabriel mal aguentou e ameagou voz sombria The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Cap铆tulo 1210 Cap¨ªtulo 1210 Capitulo 1210 Ao ouvir as ameagas sevens e sinistras de Gabriel, Olivia prendeu a respimeao no peito, ficando furiosa a ponto de tensionar todo o corpo e ranger os dentes: ¡°Gabriel, eu gravel is ligagao. Se voc¨¦ usar me ameagar novamente, vou coloca-lo na prisao Naquele momento, se sentia imensamente grain por ter recorrido a Heitor para Invadir 0 celr e oputador de Gabriel, conseguindo deletar aqueles videos repugnantes que ele havia filmado ro video para o mundo! Caso contrario. Gabriel, esse cachorro maluco, realmente faria algoo espalhar o Gabriel estava furoso, tendo juntado dificuldade dois milhdes, que em poucos dias se evaporarampletamente, deixando sua familia de tres menos de duzentos mil reais em maos! Para uma pessoa que ja possulu centenas de milhdes de dres em ativos, perdeu de un dia para 0 outro foi um golpe devastador, especialmente para algu¨¦m tao dvido e gananciosoo Gabriell Ele estava desesperado por dinheiro. Aprimeira pessoa que lhe veio a mente foi Olivia, de quem ele tentou extorquir dinheiro. Ele pensou que, tendo algo contra , poderia manip a vontade, mas nao esperava que Olivia se tornasse tao teimosa a ponto de nao se sentir ameacada por ele e at¨¦ mesmo ameaga-lo! Imitado e sinistro, Gabriel ameagou: ¡°Olivia, voc¨¦ tem coragem de fr assimigo, nao esta mesmo preocupada que eu publique o video da sua mae na intemet? Ai todo mundo vai vero sua mae gemeu e age coquete na minha cama!¡± Olivia sentiu um arrepio de nojo percorrer seu corpo, uma vontade de vomitar! Esse desgracado, escoria, por que ele simplesmente nao morre! Tremendo de raiva, Olivia respondeu: ¡°Gabriel, da ultima vez que voc¨¦ me sequestrou, eu nao fui a delegacia denunciar voc¨¦, o que ja foi a maior misericordia da minha parte. Se quer dinheiro, va pedir a sua filha! Eu nado sou sua filha, por que esta me pedindo? Nao me ligue mais!¡± Com os dentes cerrados e numa voz baixa e furiosa, Olivia concluiu, desligando o telefone ddio e jogando o celr para o lado. Apoiou a cabega as duas mos, respirando pesadamente, as emog¨¦es 4 flor da pele. Se pudesse, realmente queria matar Gabriel, que era pior que uma fera, as proprias maos! Infelizmente, mesmo toda a sua raiva, havia muitas coisas em jogo, e simplesmente nao podia se permitir agir contra Gabriel. Gabriel continuasse Daniel ja sabia que Gabriel estava envolvido no sequestro d, mas nao tornou nenhuma atitude, permitindo que livre. Isso confundia Olivia. Sabendo dos atos malignos de Gabriel, por que Daniel nao agiao fez o dono do hotel, prendendo-o? Era muito melhor se Daniel agisse, ao inv¨¦s de ter que ir a delegacia denunciar Gabriel. Pelo menos, a ameaga de Daniel, Gabriel nao se desesperaria a ponto de fazer algo drastico. hesitava em denuncia-lo justamente por temer as consequ¨¦ncias. Se denunciasse pessoalmente, Gabriel terminariapletamente , ficaria raiva e a insultaria, e entao revria ? que aconteceu entre ele e sua mae.Content ? N?velDrama.Org 2024. Das pvras de Gabriel, ele certamente nao admitinia berdorgado Tesa R ha, mas hha estava dispdsta difamando-a de todas as formas possiveis. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Se essa historia entre Teresa e Gabriel viesse a tona, causaria Wal escandalo enorpne, X dqueles que nolo ecem a verdade certamente difamanam sua mae, atacando-a online. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Sua mde estava sob uma pressao inexplicavel. Se su m¨¦s ngoo mM uentags@ac esse suicidio novamente... The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Pensando nessas possiveis consequ¨¦ncias, Olivia sentia¡ªse aterrorizada, sem congem de seguir adiante. Tinha medo de pressionar Gabriel a um ponto sem volta, sabendo que ele era capaz didizer qualquer coisa Embora os videos tenham sido deletados, ¡®Gabriel ainda tinna uma boca.... Cap铆tulo 1211 Capitulo 1211 Olivia, refletindo sobre os acontecimentos passados e suas consequ¨ºncias, sentia seu cora??o tremer, dominada por uma mistura de humilha??o e impot¨ºncia. se sentiu humilhada o desamparada. Estava humilhada p m?e e indefesa p realidade. Gabriel, no ser desligado por Olivia, ficou t?o furioso que as vs de sua testa pulsaram visivelmente, quase chegando a quebrar o celr ia j¨¢ est¨¢ na mis¨¦ria. Se voc¨º Mariana segurou a m?o dele a tempo de evitar que ele quebrisse: ¡°N?o seja impulsivo. Nossa familia j¨¢ quebrar o cel, nem teremos dinheiro paraprar outro.¡± No rosto de Mariana tamb¨¦m se desenhavn uma express?o de tristeza, seus olhos ainda ¨²midos de l¨¢grimas recentes. Cautelosamente, perguntou a Gabriel: ¡°E ent?o, Olivia concordou em te dar o dinheiro?¡± ¡° est¨¤ disposta a desistir! ¡°Gabriel disse ralva para Mariana Mariana ficou atordoada o grito, mas continuou insistindo: ¡° ¨¦ sua filha, voc¨º est¨¢ em dificuldades, por que n?o te ajudana? Mariana ainda desconhecia as atrocidadesetidas por Gabriel, muito menos sabia que ele j¨¢ havia descoberto que Olivia n?o era sua filha de fato Durante a liga??o em que Gabriel amea?ava Olivia, Mariana estava chorando na s e nem ouviu o que Gabriel disse a Olivia. Somente quando Gabriel, Irado, amea?ou quebrar o celr, apareceu. Gabriel a en?arou f¨²ria: ¡°Que filha o qu¨¦, se eu nunca cumpri meu dever de pai, nem a criei? Por que haveria de me ajudar?¡± ¡°E por que teria concordado em ajudar Wilma a se aproximar de Daniel?¡± Mariana questionou, confusa. Quando isso foi mencionado, Gabriel ficou furioso Cerrou os dentes, veias salientes na testa, e olhou ferozmente para Mariana, vontade de mat¨¢. Voc¨º mexeu no meu celr ou noputador? Os arquivos sumiram por sua causa?¡± Gabriel avan?ou sobre Mariana uma f¨²ria cortante, interrogando¨Ca. Antes, Gabriel n?o revra a Mariana o abusoetido contra Teresa nem a grava??o que usava para chantagear Olivia, preservando uma considera??o pelo?o matrimonial. Preocupado porque todo o dinheiro estava investido em a??es, contrdo por Mariana, ele mantinha uma fachada de harmonia, tudo pensando no dinheiro. Escondendo de Mariana suas a??es Teresa, tamb¨¦m visava manter a apar¨ºncia de um casamento harmonioso Agora, todo o dinheiro perdido, Gabriel n?o precisa mais fingir e terminapletamente Mariana. , intimidada por sua presen?a sinistra, recuou, dizendo em panico. ¡°Eu n?o toquei no seu celr nem noputador, n?o sei de arquivo nenhum que tenha desaparecido.¡± Gabriel a agarrou p g, vs do dorso das m?os saltadas, rosnando f¨²ria: ¡°Voc¨º mentiu para mim e med no meu celr ou noputador?¡± Os arquivos haviam desaparecido misteriosamente, disse, e voc¨º mexeu confrontar Mariana, fingia que nada havia acontecido, tudo para continuar aproveitando sua ajuda para investir e tentar recer o devheiro No entanto, Mariana acabou perdendo at¨¦ ¨¦ mesmo os dois milh?es dados por Wilma! Gabriel,pletamente irado, n?o conseguia mais se conter decidido a romper Mariana naquele mesmo dia. C0ntent ? 2024 (N/?)velDrama.Org. Ele j¨¢ n?o temia que Mariana descobrisse sobre os videos Teresa. vezes ao longo Mariana ficou t?o assustada que ficou chocada sua express?o quase assassina Embora tivessem discutido v¨¢rias veze dos anos, Gabriel sempre a poupou, nunca chegando a esse ponto. Mas desta vez, podia sentir que, diferentemente de qualquer outra vez, ele parecia realmente ter inten??es assassinas. Recuando at¨¦ se apoiar na mesa de jantar, Mariana n?o cedeu, mantendo¨Cse firme. ¡°Eu j¨¢ disse, n?o mexi no seu celr nem noputador, e n?o sei de que arquivos voc¨º est¨¢ fndo!¡± Cap铆tulo 1212 Cap¨ªtulo 1212 Gabriel permaneceu inflexivel, olhou para e perguntou novamente: ¡°Voc¨º realmente n?o mexeu no meu celr e noputador?¡± ¡°Eu, Mariana, sempre fui honesta a justa Tudo o que fiz foi feito e nunca serei injusti?ada por nada que n?o fiz!¡± Gabriel a encorou severamente por um momento, soltou bruscamente a g de sua roupa, os dentes cerrados e os m¨²sculos da mandib tensos, seu semnte era sombrio e termorizante. Acontece que n?o foi Mariana quem apagou o video. Isso significa que ainda n?o sabe do que aconteceu entre ele e Teresa, muito menos da exist¨ºncia do video. Maso o video salvo em seu telefone desapareceu sem motivo aparente? Gabriel rapidamente se lembrou doportamento de Olivia recentemente, n?o era mais t?o f¨¢cil de manipro antes, reagindo ¨¤s suas a??es, mase?ou a resistir e at¨¦ a amea?¨¢¨Clo! Ent?o parece que Olivia deletou o video? realmente tinha seus truques, conseguindo apagar os videos do seu celr eputador sem ele perceber. Ent?o, Olivia quena escapar de sua amea?a e controle? Ah, era ingenua demais! Truques infantis, ele n?o os levava a s¨¦rio! ¡°O que voc¨º est¨¢ escondendo no seu celr eputador que est¨¢ t?o nervoso? Voc¨º est¨¢ namorando outras mulheres ps minhas costas de novo? Mariana se recuperou e empurrou Gabriel uma m?o, seu rosto estava feroz, exigindo explica??es. Gabnel trope?ou para tras o empurr?o, voltando a si e a encarando ferozmente: ¡°Me trate mais respeito, se continuar assim, n?o me culpe se eu levantar minha m?o contra voc¨º!¡± ¡°O que, voc¨º ainda quer me bater? Voc¨º perdeu a no??o do que ¨¦ certo!¡± Mariana ficou atordoada. O Gabriel de hoje era realmente diferente do usual,o se tivesse abandonado todas as suas m¨¢scaras, tomando¨Cse feroz cruel e at¨¦ mesmo disposto a matar Manana n?o podia aceitar esse Gabriel assim e tentou usar seu pr¨®prio impeto e resist¨ºncia para suprimir o impeto assassino de Gabriel. ¡°Se acalme!¡± Gabriel, incapaz de conter a raiva, levantou o punho pronto para atacar Mariana Mariana viu seu punho levantado, apertado, quase acumndo toda a sua for?a para atingi Mariana estava incr¨¦d e chocada. ¡°Chegal¡± A voz de Wilma desabou na escada. O punho de Gabriel parou a poucos centimetros do rosto de Mariana, ele se virou bruscamente. L¨¢ estava Wilma, o rosto coberto de l¨¢grimas, caminhando furiosamente em dire??o a eles. Gabriel abaixou o punho Content ? N?velDrama.Org 2024. Wilma se aproximou,n?ando um olhar furioso para Mariana e depois olhando ressentimento para Gabriel ¡°Voc¨ºs dois est?o discutindo h¨¢ d¨¦cadas e ainda est?o discutindo! Se n?o querem viver, divorciem¨Cse! Mariana n?o qu queria se divorciar, sua postura se suavizbu tentando segurar o bra?o de Wilma: ¡°Wilma, eu,¡± ¡°Cale a boca!¡± Wilma gritou, sua voz odo raiva: ¡°Voce se preocupa todos os dias se ele est¨¢ te traindo, mas n?o se divorcial O que voc¨º realmente quer! Ele sempre foi assim, se voc¨º n?o quer se divorciar, ent?o feche um olho! Se n?o suporta mais ele, ent?o se divorcie logo e nos liberte!¡± Mariana ficou chocada o grito de Wilma, sem fr. Durante todos esses anos, lutando contra Gabriel, qu?o doloroso n?o fol? A quest?o ¨¦ que amava demais esse homem, mesmo sendo profundamente ferida por ele, n?o conseguia se desvenci har ¡°Wilma, nossa r??o ¨¦ assunto nosso, melhor voc¨º n?o se envolver¡­¡± Gabriel disse. ¡°E voc¨º!¡± Wilma gritou novamente, agora raiva de Gabriel: ¡°Voc¨º quer fazer grandes coisas, mas n?o pode fazer grandes coisas! Voc¨º tinha as cartas na m?o, mas as perdeul Voc¨º disse que me ajudaria a conquistar Daniel, maso pode me ajudar se voc¨º mesmo est¨¢ em apuros! Estou farta da sua ipet¨ºncia e covardial¡± Cap铆tulo 1213 Cap¨ªtulo 1213 ¡°Wilma,o pode dizer isso, Gabriel ficou contrariado as pvras de Wilma, sentindo¨Cse esfixiado e agitado internamente. ¡°N?o ¨¦ verdade? Voc¨ºs dois n?o pode me dar o que eu quero, ainda vem me arrastar para baixo! Estou farta de voc¨ºs!¡± Ap¨®s gritar, Wilma virou¨Cse e sublu as escadas. Com um ¡°bang¡°, fechou a porta do quarto Exclusive content from N?velDrama.Org. L¨¢ dentro, choru inconsvelmente Seus pais n?o tinham ideia deo aqueles dois milh?es aparecemm, mas foi o pre?o que pagou, a humilha??o que sofreu para conseguir aqueles dois milh?es! Aqueles dois milh?es, tanto imitantes quanto preciosos, n?o s¨® n?o foram bem utilizados por seus pais para se transformarem em mais dinheiro, mas tamb¨¦m foram perdidos em poucos dias! Foio se toda a juventude de Wilma tivesse sido desperdi?ada. Ningu¨¦m era capaz depreender a dor e a raiva que assvam o seu cora??o. Vendo Wilma t?o emocionada, Gabriel e Mariana trocaram olhares sem saber o que dizer, e Gabriel, com um resmungo frio, voltou para a escritono. A tarde, depois de chorar o suficiente, Wilma maquiou¨Cse profundamente para cobrir os olhos inchados e foi ao hospital. ¨¦dico o aconselhou. No consult¨®rio de troca de curativos, a gipsita na perna de Rodrigo Melo acabara de ser removida, e o m¨¦dico ¡°Voc¨º ainda vai precisar usar muletas por alguns meses, e tentar n?o colocar for?a na perna machucada. Com dois a tr¨ºs meses de repouso, voc¨º poder¨¢ andar no ch?o,¡± ¡°Ok, obrigado, doutor.¡± Rodrigo agradeceu sua habitual elegancia. ¡°De nada.¡± O m¨¦dico salu. ¡°Parab¨¦ns, Sr. Melo, por ter removido a gipsita. Sua pema deve se sentir mais leve agora.¡± Wilma entrou somindo, entregando¨Clhe os suplementos que trouxe: ¡°Soube que o Sr. Melo vinia ao hospital hoje para remover a gipsita e fiz quest?o de vir v¨º¨Clo.¡± Rodrigo observou o presente em suas m?os, notando o nejamento por tr¨¢s dele:o saberia trazer presentes para um paciente se n?o tivesse se organizado previamente? 2 2 2 3 6 2 2 7 R P P P 2 2 2 5 3 2 2 2 2 2 2 3 3 *Srta. Dias, voc¨º velo me procurar por algo especifica?¡± Rodrigo perguntou diretamente, sem querer rodeios Wilma, espontaneamente, sentou¨Cse em uma cadeira aodo e disse a Rodrigo: ¡°Sr. Melo, voc¨º ainda se lembra do que me disse uma vez na entrada do hotel? Se eu quisesse conquistar o Daniel, voc¨º poderia me ajudar.¡± A calma nos olhos de Rodrigo ondulou ligeiramente, e ele somriu amavelmente, dizendo: ¡°Naqu a Srta. Dias por acaso ainda n?o conquistou o Daniel?¡± a vez, n no grande hotel Grupo Mendes, Ao mencionar aquele dia, o rosto de Wilma empalideceu. A oportunidade daquele dia foi de fato perfeita, mas n?o conseguiu aproveit¨¢, n?o conquistou o Daniel e, pior ainda, perdeu sua capacidade de seduzir e conquistar homens! Aqu noite foi sua humilha??o e sua dor! Caso fosse outra pessoa a mencionar tal coisa, contagiante se enfureceria, contudo, naquele dia, a necessidade de contar Rodrigo, mesmo diante da dor e indigna??o que sentia, obiegos conter ¡°Daniel ¨¦ um homem dificil, mesmo se voc¨º drog¨¢¨Clo, se ele n?o quiser, ningu¨¦m pode conseguir o que deseja. ¨¦ preciso que ele voluntariamente queira estar uma mulher. Acredito que o Sr. Melo tenha essa habilidade, por isso vim at¨¦ voc¨º.¡± Wilma explicou. ¡°Eu disse que poderia ajud¨¢, mas nunca fa?o um neg¨®cio ruim para mim, tamb¨¦m tenho minhas condi??es.¡± Rodrigo manteve um sorriso am¨¢vel em seu rosto. Mas seus olhos, enquanto se moviam, passaram de calorosos para frios. Wilma franzia a testa: ¡°Quals condi??es?¡± Agora estava sem dinheiro, ser¨¢ que poderia satisfazer as condi??es de Rodrigo? ¡°Voc¨º precisa causar uma disc¨®rdia entr¨¦ Olivia e Daniel, fazendo¨Cos se separar.¡± Rodrigo disse. ¡°Bom, eu aceito¡± Wilma respondeu sem penanr Cap铆tulo 1214 Capitulo 1214 pensou que fosse algum pedidoplicado, o que o fez ficar nervosa ¨¤ fon Ainda que Rodrigo n?o tivesse imposto tal condi??o, farin qualquer coisa para sabotar a rcionamento entre Olivia e Daniel, o intuito de provocar o t¨¦rmino entre eles! Afinal, apenas Olivia fora do caminho, teria a chance de se posicionar aodo de Daniel, n?o ¨¦? Rodrigo esbo?ou um sorriso, dizendo a Wilma: ¡°Voc¨º pode ir agora.¡± ¡°Assim? Voc¨º nem me disseo vai me ajudar.¡± Wilma estava confusa. Rodrigo, apoiado em sua beng, levantou¨Cse, sem dar mais um olhar para Wilma, e caminhou para fora: ¡°Eu s¨® trabalho pessoas inteligentes.¡± Wilma estava prestes a sequito, mas suas pvras a fizeram parar, temendo dizer algo que a fizesse pensar que era t. Ainda assim, sem nenhuma pista de Rodrigo sobreo ele a ajudaria a conquistar Daniel, se sentia perdida. O que deveria fazer a seguir? Olivia estava se preparando para sair do trabalho quando Jimena ligou. Ao ver que era Jimena, Olivia atendeu rapidamente. ¡°Olivia, adivinha o que aconteceu no meu encontro ¨¤s cegas?¡± Assim que a liga??o foi atendida, Jimena mal podia esperar para contar. ¡°Eu n?o tenhoo adivinhar¡± Olivia disse: ¡°Melhor voc¨º contar logo.¡± ¡°Eu estava prestes a fr minha m?e ontem ¨¤ noite, pedindo para encontrar uma forma de recusar Yuri Barros, mas antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, me disse que Yuri gostou muito de mim. Ele at¨¦ ligou para , dizendo que sente o mesmo por mim e que viria nos pr¨®ximos dias pedir minha m?o. Minha m?e estava t?o feliz que at¨¦ sorria enquanto dormia. Como eu poderia fr alguma coisa agora?¡± Jimena estava angustiada. nejava ter sua m?e recusando Yuri, mas ele agiu primeiro. N?velDrama.Org holds text ? rights. Caso revsse ¨¤ sua m?e naquele momento que j¨¢ n?o nutria os mesmos sentimentos por Yuri, certamente seria repreendida por n?o saber aproveitar uma boa oportunidade, podendo at¨¦ mesmo enfrentar um rompimento dos?os entre s. Jimena retrocedeu, sem coragem para fr ¡°E agora, o que voc¨º vai fazer? Esperar Yuri pedir sua m?o?¡± Olivia perguntou, analisando a gravidade da situa??o Jimena. ¡°Se voc¨ºs se conheceram apenas uma vez, dizer que n?o sente nada e terminar seria mais f¨¢cil. Mas se esperar at¨¦ ele pedir sua m?o, asplica??es seriam maiores, causando fofocas e ferindo mais profundamente ambos osdos.¡± ¡°Eu sei, eu s¨® queria que Yuri fsse minha m?e por conta pr¨®pria, dizendo que n?o somos compativeis e que quer desistir. Jimena entendia tudo isso, ligou para Olivia exatamente para discutir isso. ¡°Eu j¨¢ pensei em um no. Hoje vou encontrar Yuri e fr ramente para ele conversar minha m?e. Mas eu n?o tenho coragem de ir sozinha, preciso que voc¨º venha outrodo da linha, Jimena fez uma careta. Apesar de sempre parecer depromissada e corajosa, quando a situa??o se volta contra , ficava hesitante. Olivia realmente queria panhar sua amiga, mas lembrando da rea??o de Daniel no dia anterior, hesitou. ¡°Jimena, eu acho que n?o posso te panhar hoje, especialmente para encontrar outro homem.¡± Olivia estava angustiada, mas teve que ser honesta Jimena. ¡°O qu¨¦? Como assim? Jimena estava surpresa, sem entender muito bem. Olivia se viu na obriga??o de esrecer para Jimena a rea??o de Daniel ao descober seu encontro com Yuri, ele se imitou e chegou a ordenar que a cozinha fizesse tr¨¨s grandes por??es dos pratos que consumiu no almo?o, um exagero grante. Ouvindo a hist¨®ria de Olivia p telefone, Jimena ficou boquiaberta, Esse ci¨²me de Daniel era demais, apenas porque Olivia a tinha panhado para encontrar um pretendente, Daniel ficou irritado e at¨¦ mandou fazer tr¨¨s grandes por??es deida para Oliviao uma forma de represalia. Era ¨®bvio que ele estava punindo Olivia. Cap铆tulo 1215 Cap¨ªtulo 1215 Capitulo 1215 Jimena hesitou por um momento, man logn sua curiosidade prevaleceu, perguntando surpresa. ¡°Como Daniel soube que voc¨¦ me encontrou Yuri? Voc¨¦ nao tinha solicitado a tarde de folga pam me panhar? Ele por acaso instalou un radar em voc¨¦?¡± ¡°Provavelmente nao, a ultima vez que ele me deu um cr rastreador, eu ja o derreti. Revistei as coisas ao meu redor, nao ha nada que possa conter um rastreador¡¯, disse Olivia ¡°Nao me diga que foi Carlos Marques, aquele desgragado, quem ligou para Daniel e dedurou Jimena rapidamente mudou de id, ficando funosa ¡°Nao t tenho certeza,¡± Olivia tamb¨¦m tinha suas suspeitas. ¡°Com certeza foi ele, homem maldito, you acertar as contas ele!¡± Jimena, furioso, rangia os dentes, e, apds dizer isso, desligou o telefone,pletamente irada Olivia, segurando o celr queria aconselhar Jimena a nao ser impulsiva, mas ja era tarde demais, Rem, os problemas entre Jimena e Carlos, que eles mesmos resolvam. Olivia colocou a moch nas costas e saiu do Grupo Fontes. caminhou at¨¦ a beira da estrada, pronta para atravessar e esperar o 6nibus na estagao do outrodo.N?velDrama.Org holds text ? rights. Um BMW preto se aproximou e parou aodo d, pensando que estava bloqueando o caminho, se moveu para 0do, mas o BMW preto a seguiu. Olivia parou e olhou curiosamente e cautelosamente para o BMW. Ajan traseira abaixou-se, exibindo 0 rosto de um homem de feigdes amaveis e acolhedoras, exndo um certo ar de elegancia Sempre mantendo um somiso suave no rosto, sua , Sua presen¡éa era tao agradavel e amigavel que era confortavel estar ao seudo. ¡°Rodrigo!¡± Olivia exmou surpresa, pensando que algu¨¦m estava deliberadamente bloqueando seu caminho, mas nao esperava ver Rodrigo, a quem nao via ha muito tempo, Altima vez que se encontraram foi na entrada do campo de golfe, quando ele foi dar uma entrevista sobre o assunto do hotel Montanha de Lamina. Depois de meio m¨¦s, eles se encontraram novamente. Rodrigo, um somso suave e gentil no rosto, disse calorosamente a Olivia: ¡°Faz tempo que nao nos vemos, eu vim especialmente para te encontrar.¡± Olivia, confusa, apontou para si mesma: ¡°Velo especialmente me encontrar? Algum problema urgente?¡± Desde que Rodrigo a levou para fugir e foram pegos por Daniel, eles nao discutiram mais sobre fugir. pensou que ambos haviam concordado em deixar o assunto dedo. Al¨¦m desse objetivoum, parecia que nao havia mais nada sobre o qual eles pudessem conversar oupartilhar ¡°Vamos conversar no carro, vou te convidar para jantar e podemos conversar melhor. Ficar parada na rua pode atrapalhar o transito¡°, Rodrigo sempre foi ro em suas pvras, facilituda entendimento rapido. Diferente de Daniel, que sempre foi de poucas pvras, Cl deixando as pessoas adivinharem seus pensamentos. Conversar Daniel sempre foi cansativo para Olivia. Sem ele dizer ramente, e, nao conseguia e entender seus pensamentos. Em contrapartida, ao conversar Rodrigo, independentemente do ON" tema, ele esrecjatudd r¨¦xa; Stitando o entendimento e tomando a interacao mais deplicada. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Olivia hesitou brevemente, ponderando que, uma vez que Rodrigo tinha alg, adizer. Ae nHG seria\apropriado debaterem na via publica, decidindo entao entrar no veiculo. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Sentando-se no banco de tras, viu uma beng a de-Rodrigo e,perguntan pt¨¦ocupada, ¡°Sua pema, esta melhor?: The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! ¡°Melhorou muito, hoje tirel o gesso, em breve poderei andar normalmente novamente*, disse Rodrigo um sorriso. Olivia baixou o olhar, se desculpando: ¡°Desculpe, eu acabei te envolvendo nisso.¡± Cap铆tulo 1216 Cap¨ªtulo 1216 Capitulo 1216 Rodrigo sorriu, uma expressao amigavel e proxima, levantou a mao de forma casual e afogou o topo da cabega de Olivia, com uma voz suave: ¡°Robinha, por que pedir desculpas? Nao foi sua culpa, eu nunca te culpei. Eu so me culpo por ser tao fraco a ponto de ser encontrado por Daniel tao rapidamente 22357 Olivia ficou surpresa por um momento o gesto de Rodrigo de gar seus cabelost Quando se deu conta, ele ja havia retirado a mao, seu sorriso caracteristico no rosto enquanto fva . Nao se pebia qualquer sinal de desconforto ou nervosismo em seu toque no topo da cabega d, era tao natural que a levou a pensar que poderia estar exagerando Era apenas um gesto habitual de Rodrigo, nao so , mas todos, afogar gentilmente 0 topo da cabeca das pessoas. Vendo sua tranquilidade e naturalidade, Olivia piscou, escondendo sua surpresa e esforgando-se para parecer natural. Embora tenha sido ele a toca, a constrangida era .. FE ¡°Nao, voc¨¦ ja fez muito por n¨¦s, sou muito grata por tudo que fez. E que Daniel ¨¦ muito poderoso, se nao nos encontrasse naquele dia, eventualmente nos encontraria.¡± Olivia tentou consr Rodrigo, pedindo para ele nao se culpar tanto, nado era uma falha dele. Afinal, o poder de Daniel era imenso, nao era algo que pessoasuns pudessem confrontar.Content ? N?velDrama.Org 2024. Olivia estava concentrada em fr Rodrigo, e nao percebeu que Vicente, que acabara de sair do Grupo Fontes, viu-a entrar not carro, tirou seu celr e tirou uma foto p jan aberta. Rodrigo, um olhar perif¨¦rico, notou a pessoa parada na entrada do Grupo Fontes, e um brilho sutil passou por seus olhos, desaparecendo rapidamente. ¡°Deixemos isso dedo, vamos jantar.¡± Rodrigo mudou de assunto, instruindo o motorista: ¡°Restaurante Auspicioso.¡± O carroegou a se mover, partindo. Na entrada do Grupo Fontes, Vicente se apva na moldura da porta, impaciente para ir ao seu proprio carro, decidiu enviar a foto para Daniel all mesto. Vicente adorava fofocas, especialmente as d de Daniel. Ele nao podia esperar nem um minuto quando se tratava de descobrir algo sobre Daniel. Apos enviar a foto para Daniel, Vicente enviou uma mensagem: ¡°Sr. Daniel, porque capr nao agrada a todas?¡± ue nao tenta ser mais gentil,o o Rodrigo? O ¡®afago Depois de enviar a mensagem, Vicente esperou p resposta de Daniel um sorriso nosbios. Ap¨¦s alguns minutos sem resposta, olhando para a t, Vicente sentiu um arrepio,o se a frieza emanasse da t, quase como se pudesse congr Nao era o celr que estava congndo, mas sim a frieza emanando de Daniel, rodeado por uma aura gda. Ainda que nao estivesse diante de Daniel, Vicente consegue visualizar sua expressdo carregada,o se uma tempestade estivesse a ponto de desabar 20 223028812 22222822 Estava brincando fogo, desafiando um tigre em respo territdrio. Apesar de sentir medo da autoridade de Daniel, Vicente nado conseguiley conter usntusiasind por ter uma chahbe de saber mais fofocas sobre Daniel. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! No Grupo Griera, no escritorio do presidente. Daniel segurava o celr, olhando para a foto na t. Na foto, Olivia e Rodrigo estavam no Carro, SO dava para ver_as poeiaade Olivia, sapenas Botidso, Daniel pbdid atirmar certeza que era ! The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Rodrigo, virado para 0do da jan, tinha um sorriso gentil no rosto enquanto acariciavo a cabega de Olivia E Olivia nao se esquivou! Essa cena provocou um profundo desagrado em Daniel, baix nova pressia go seucetidr asticamente, quae o se o ar estivesse prestes a congr The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Amao que segurava o celr estava tensa, as veias saltadas, e seu rosto escuroo a noite, os musculos da mandib pulsando do raiva Cap铆tulo 1217 Cap¨ªtulo 1217 No Restaurante Alegria, desta vez, Rodrigo n?o reservou um sal?o privado, mas optou por se sentar ¨¤ mesa na ¨¢reaum. Logo ap¨®s se odar, chamou o gar?om e fez seu pedido. Olivia questionou ¡°Sr. Melo, o senhor entrou em contatoigo devido a alguma emerg¨ºncia?¡± Afinal, no decorrer da viagem de carro, ele n?o havia tocado no assunto principal Rodrigo, um romso ameno, respondeu: ¡°Eu ainda prefiro que voc¨º me chame de Rodrigo.¡± Olivia senou¨Cse um tanto embara?ada. Na verdade, o havia chamado de Rodrigo ao v¨º¨Clo p primeira vez devido ¨¤ surpresa, e a pvra simplesmente escapou Ap¨®s se acalmar, inclinou¨Cse a cham¨¢¨Clo de Sr. Melo, parecendo the mais adequado e respeitoso. Olivia erg ergueu sua x¨ªcara de ch¨¢, tomando um gole para disfar?ar seu constrangimento. Rodrigo, percebendo seu desconforto, n?o insistiu. Segurando a x¨ªcara de ch¨¢ ambas as m?os, parecia brincar de maneira casual e natural. Seu somriso transmitia uma aura acessivel e amig¨¢vel. Ele disse: ¡°Na verdade, o motivo pelo qual te procurei hoje ¨¦ por uma quest?o pessoal.¡± Olivia levantou os olhos para olh¨¢¨Clo, aguardando a continua??o. Rodrigo nunca havia fdo sobre assuntos pessoais antes; suas conversas sempre giravam em tomo de Sergio Griera. Rodrigo prosseguiu: ¡°Marina realmente foi t ao fazer o que fez, e em nome d, eu pe?o desculpas. Seus olhos, ainda somidentes e am¨¢veis, fixaram¨Cse n seriamente. Olivia, surpresa suas pvras, apressou¨Cse em dizer: ¡°Sr¡­ Rodrigo, em que posi??o voc¨º est¨¢ para pedir desculpas em nome de Manna?¡± Habitualmente, o chamava de Sr. Melo, mas lembrando¨Cse de sua prefer¨ºncia anteriormente expressa, corrigiu¨Cse. Sua s¨²bita dera??o a deixou perplexa. Como podena Rodrigo pedir desculpas pelo que Marina havia feito? Exclusive content from N?velDrama.Org. Qual era a r??o entre eles? Ao ver a confus?o no rosto de Olivia, Rodrigo explicou: ¡°Marina ¨¦ minha prima, sua m?e ¨¦ irm? do meu pai Olivia finalmente entendeu nunca soubera da conex?o entre Rodrigo e Marina. ¡°Marina nutre uma paix?o por Sergio h¨¢ muitos anos. Minha liga??o Sergio tamb¨¦m surgiu por interm¨¦dio d¡°,partilhou Rodrigo, explicandoo se conheceram, tomaram¨Cse amigos e, por fim, desenvolveram uma amizade intima ¡°Nos primeiros anos, devido ao amor obsessivo de Marina por Sergio, quando soube que Sergio tinha ido para o exterior para se aventurar, e eu tamb¨¦m estava fora do pais, Marina me pediu para ajudar Sergio, tanto aberta quanto secretamente. Eventualmente, eu e Sergio nos conhecemos. Fiquei tocado pelo seu impeto e,o ambos est¨¢vamos na fase de empreender, objetivosuns, desenvolvemos uma r¨¢pida afinidade, que o tempo se ransformou na melhor das amizades.¡± Olivia ouvia as memorias de Rodrigo, a jornada endedora de Sergio, sentia sua respira??o apertada, o cora??o apertado de dut Sergio havia ido ao exterior ap¨®s terminarem. Seu esfor?o determinado, sua energia e sua recusa em desistir, teriam sido motivados p separa??o deles? ¡°S¨® mais tarde vim a descobrir que todos os seus esfor?os eram em fun??o de uma mulher, Rodrigo alterou a tonalidade de seu rto. O cora??o de Olivia afundou, e suas sobrancelhas se franziram. Rodrigo a encarou seriamente e continuou: ¡°Ele disse que precisava se tornar forte, suficientemente excepcional, para que, dinheiro suficiente, poder e uma posi??o que impusesse respeito, ele pudesse ter a chance de lutar por um futuro .¡± Embora Rodrigo n?o tivesse especificado, Olivia sabia que ele se referia a . Seu cora??o do¨ªao se estivesse sendo puxado. e Sergio, afinal, haviam se perdido um do outro, algumas pessoas, quando se perdem, ¨¦ para sempre, sem chance de retorno. Cap铆tulo 1218 Cap¨ªtulo 1218 Inicialmente, Rodrigobinou um encontro Olivia no Restaurante Alegria para tratar de assuntos cionados a Sergio, Hoje, sentados p segunda vez no Restaurante Alegria, o t¨®pico ainda era Sergio. Toda vez que Sergio em mencionado, o cora??o de Olivia se contraia em dor, desconforto e tristeza. C0ntent ? 2024 (N/?)velDrama.Org. Como Sergio poderia ser t?o obstinado, t?o ing¨ºnuo? Ele achava que o motivo d insistir em terminar era porque ele n?o era forte o suficiente? Se se importasse a origem familiar, poder e influ¨ºncia, n?o teria ficado ele quando pensava que Sergio era apenas um estudante universit¨¢rioum, sem saber que ele era descendente de uma das familias mais ricas. Para Olivia, o que importava era a pessoa em si, n?o sua origem ou poder. Se n?o estivesse decidida sobre algu¨¦m, mesmo que fosse um rei de poder, fugina. A felicidade que buscava era simples: amor m¨²tuo, unidade e esfor?o conjunto pelo bem do lor. Els decidiu terminar Sergio definitivamente porque n?o suportava o fato de ele ter dormido outra mulher e porque tamb¨¦m havia sido enganada, perdendo sua virgindade. n?o podia esquecer o choque de ver Sergio na cama Vania Souza, a dor interna profunda, nem ignorar o desespero e a tristeza de ter sua pureza destruida Ap¨®s aqu noite, e Sergio estariam fadados a jamais se reunirem novamente. Mais tarde, engravidou e deu ¨¤ luz quadrig¨¦meos. A distancia entre e Sergio apenas aumentava. Os problemas entre e Sergio n?o eram algo que o esfor?o dele pudesse resolver Infelizmente, n?o lhe disse isso mais cedo¡­ Olivia apertava as m?os no colo, tensa, mordendo levemente os l¨¢bios em um esfor?o para n?o chorar. O arrependimento e a divida que sentia para Sergio eram algo que nunca poderia compensar nesta vida. Rodrigo, ao ver seus olhos vermelhos e as l¨¢grimas brilhando, mas sendo fortemente contidas, sentia uma dor no cora??o. A morte de Sergio ainda era uma ferida n?o cicatrizada para ele. Um irm?o t?o querido, um parceiro t?o bom, desapareceu assim. Ele jamais apagaria da mem¨®ria o choque e a tristeza ao ser informado do falecimento de Sergio, como se o c¨¦u acima dele tivesse se ofuscado, relampagos e trovoadas ensombrando o momento. Cada vez que fvam de Sergio, erao se uma espinha cravada em seu cora??o fosse puxada, causando uma dor insuport¨¢vel. Ele acreditava que Olivia sentia o mesmo. ¡°Eu te falo tudo isso, n?o para te fazer sofrer, mas para te dizer que Marina amava Sergio tanto quanto Sergio te amava. Com a morte de Sergio, perdeu parte de si. te culpa por ter o cora??o de Sergio, acreditando que foi a dor de n?o poder te ter que o levou a um caminho sem volta, e ¨¦ por isso que agiu de maneira t?o extrema contigo.¡± Olivia levantou os olhos, tentando afastar as l¨¢grimas, olhando para Rodrigo os olhos vermelhos, tentando manter a voz est¨¢vel, fazendo o possivel para n?o chorar. Mas, mesmo tentando parecer forte e calma, sua voz tr¨¦mie?t ¡°Voc¨º espera que eu pe?a clem¨¨ncia por Marina?¡± perguntou Olivia. a profunda tristeza em seu cora??o. Ap¨®s fr, rapidamente pegou um len?o de papel, enxugando as l¨¢grimas que n?o conseguiu conter, e disse apressadamente: ¡°Desculpe, eu me descontrolei.¡± ¡°N?o tem problema, se quiser chorar, chore,¡± Rodrigo respondeu seriamente, sem nenhuma inten??o de zombar,partilhando da dor Caso Olivia n?o demonstrasse nenhuma emo??o ao mencionarem Sergio, isso, de fato, parecera estranho para Rodrigo Olivia estava preocupada que Rodrigo a visseo fraca. Eles mal haviam tocado em t¨®picos dens¨ªveis, e j¨¢ estava lutando para n?o chorar, temendo ser alvo de esc¨¢rnio, Cap铆tulo 1219 Cap¨ªtulo 1219 Ele ostentava um semnte grave e um olhar camegado de preocupa??o, onde, na profundidade de seus olhos doces, flutuava a mesma mncolia que experimentava. Nesse momento, percebeu que Rodrigo n?o em do tipo que zombava dos outros. A morte de Sergio tamb¨¦m havia sido um grande golpe para ele Olivia secou as l¨¢grimas e tentou acalmar suas emo??es. Quando conseguiu estabilizar¨Cse um pouco, olhou diretamente para Rodrigo e disse: ¡°A quest?o Marina n?o ¨¦ algo que eu possa decidir sozinha, N?o envolve apenas a mim. Daniel sofreu queimaduras nas pernas e quer buscar justi?a Mudando para o assunto principal, Rodrigo falou sobre o amor de Marina por Sergio, e mencionou a luta de Sergio no exterior, tudo para que pudesse entender Marina e perdod. Infelizmente, a decis?o final n?o estava em suas m?os. Rodrigo apertou a m?o no copo, seus olhos e sobrancelhas se encontraram em uma luta interna intensa, antes de finalmente dizer. ¡°Voc¨º podena tentar convencer Daniel? Voc¨º ¨¦ a ¨²nica que tem voz com ele¡­¡± Nesse momento, o gar?om chegou para servir aida, trazendo um prato de moqueca de peixe bastante caldo. O prato estava t?o aquecido que, ao ser posto na mesa pelo gar?om, ele n?o o segurou adequadamente, fazendo que o caldo respingasse e eesse p superficie da mesa, at¨¦ alcan?ar as pernas de Olivia. ¡°Ah!¡± Olivia, por reflexo, levantou¨Cse rapidamente, tentando limpar o caldo quente que havia espirado em suas pernas. ¡°Desculpa, senhorita, eu n?o fiz de prop¨®sito, me desculpe mesmo¡­ O gar?om, vendo que havia queimado algu¨¦m, apressou¨Cse em se desculpar, quase chorando de susto. ¡°Olivial¡± Rodrigo tamb¨¦m se preocupou profundamente, levantando¨Cse instintivamente. Ao tocar o ch?o a pema ferida, sentiu uma dor aguda, fazendo¨Co cair de volta na cadeira. Mas ele n?o hesitou nem por um segundo, pegou sua beng e, mesmo mancando, moveu¨Cse o mais r¨¢pido que pode at¨¦ Olivia, inclinando¨Cse para examinar sua coxa. estava vestindo uma s l¨¢pis profissional que visivelmente mais escura que o resto. at¨¦ os joelhos, e o caldo havia manchado o tecido preto, deixando uma ¨¢rea Content ? N?velDrama.Org 2024. A moqueca de peixe estava fervendo, imagine o qu?o quente estava. Rodrigo, preocupado poss¨ªveis queimaduras em Olivia, sem pensar em evitar mal¨Centendidos, levantou a bainha da saia de Olivia para examinar sua coxa. A pele branca e delicada ficou exposta, e o local queimado estava levemente avermelhado,o uma flor de lotus emergindo da ¨¢gua. Ao ver isso, Rodrigo sentiuo se seu cora??o fosse atingido, causando uma onda de agita??o em seu intimo. Olivia, inicialmente preocupada a perna de Rodrigo, n?o havia notado sua a??o. Quando percebeu, Rodrigo j¨¢ havia levantado sua saia, e seu olhar suave de repente se tornou ardente, fixo em sua pema. O cora??o de Olivia apertou, e rapidamente recuou mal conseguindo dar um passo para tr¨¢s quando uma voz fria e prante ressoou ¡°O que voc¨ºs e est?o fazendo A medida que a voz se aproximava, a atmosfera ao redor tomava se tensa, e o ambiente inteiro come?ava a vibrar inquietude. Essa voz era muito familiar para Olivia, fazendo seu cora??o palpitar violentamente, e rapidamente virou¨Cse na dire??o de onde a voz vinha Uma figura alta e escura, exndo uma aura fria e amea?adora, se aproximava passosrgos. O rosto de Daniel estava sombrio,o um c¨¦u tempestuoso, intimidador Os olhos de Olivia se arregram, sem tempo de reagir, Daniel aproximou¨Cse rapidamente, agariou seu pulso, puxando¨Ca para perto, e a outra m?o, agarrou a de Rodrigo, puxando-o for?a e pressionando¨Ca contra a mesa. A for?a era tamanha que Rodrigo n?o tinhao resistir. Daniel pressionou m?o de Rodrigo, suas vs saltadas e seu rosto anguloso estava frioo gelo. ¡°Se n?o sabe seportar, ent?o vamos acabar isso!¡± Cap铆tulo 1220 Cap¨ªtulo 1220 Rodrigo soltou sua beng, pendendo o suporte e desequilibrando¨Cse, acabou ajoelhando¨Cse no ch?o. Sua m?o foi firmemente agarrada p poderosa palma de Daniel, a dor quase insuport¨¢vel em seu pulso,o se uma serpente envenenada prasse seuplo. Ele franziu a testa de dor os m¨²sculos do rosto tensionados p agonia, seus olhos suaves agora brilhavam desafio e um vislumbre de humor ao encarar Daniel, dizendo T?o inseguro assim? Mesmo que me mate, isso to trani paz?¡± Ao ver o desaho e a esc¨¢mio no rosto de Rodrigo, os olhos escuros de Daniel tremrem, frios e distantes, enquanto ele proferia, uma voz baixa e amea?adora: ¡°E dal se eu te matar?¡± Ele apertou a m?o de Rodrigo mais for?a. Um som de ¡°clique ecoou, o som do pulso de Rodrigo se quebrando. ¡°Ah Rodrigo gemeu de dor, mas ainda assim n?o gritou ¡°Rodrigo!¡± Olivia chamou, rmada e apressada, avan?ando ao ver a express?o dolorosa no rosto de Rodrigo, seus olhos baixos, a testa coberta de suor. Ele estava ajoelhado aodo da mesa, a pema ferida tremendo levemente, sua m?o tremendo de dor como um peneirar. Enquanto isso, Daniel ostentava uma express?o gda de inten??o assassina, com uma aura t?o opressiva que dificultava a respira??o. Ele havia quebrado o pulso de Rodrigo, mas ainda n?o mostrava inten??o de solt¨¢¨Clo. Olivia, intemamente ansiosa e preocupada, avan?ou e segurou a m?o de Daniel, tentando pux¨¢-lo, mas apesar de seu esfor?o, a m?o de Daniel n?o se movia Seu olhar intenso e intimidador pousava sobre Rodrigo, enquanto got¨ªcs de suor, t?o grandes quanto gr?os de feij?o, deslizavam p testa de Rodrigo.. Essa atmosfera tensa, cheia de amea?as vdas, deixava Olivia extremamente ansiosa, preocupada com a seguran?a de Rodrigo. implorou a Daniel, ansiosa: ¡°Daniel, solte¨Co, se continuar assim, sua m?o realmente ficar¨¢ inutilizada O olhar gdo de Daniel cortou¨Cao uma lamina, fazendo¨Ca estremecer e morder os l¨¢bios. ¡°Olivia, pense bem no que voc¨º est¨¢ dizendo!¡± A voz fria de Daniel a lembrou, seu frio envolvendo Olivia, fazendo¨Ca se arrepiar. Olivia desviou o olhar, desesperada por mudar a situa??o; Rodrigo n?o havia feito nada de errado e n?o deveria sofrer tanto por causa d. Ele estava bem antes, mas sua pema foi quebrada pelos seguran?as de Daniel, e agora seu pulso havia sido esmagado por Daniel. Se n?o fizesse algo, apenas prejudicaria Rodrigo. As m?os de Olivia moveram¨Cse do aperto de Daniel para o rosto dele, segurando¨Co enquanto se inclinava para um beijo. Exclusive content from N?velDrama.Org. No momento em que seus l¨¢bios se tocaram, os cilios de dilvia tremeram. Daniel, nitidamente perturbado, permaneceu frio e re Percebendo que n?o havia derretido a gelo que o envolvia, Ohio n?o lecuou, mas segurou seu rosto e aprofundou o beijo, imitando os movimentos que ele costumava fazer, travando seus l¨¢bios, beijando¨C o intensamente, sua pequena lingua tentando for?ar a entrada¡­. Sua lingua terna e tr¨¦m, causando um caos entre os l¨¢bios de Daniel. O cora??o de Daniel vacilou, seus olhos tremendo, soltando a m?o que segurava Rodrigo, uma m?o envolveu a cintura de Olivia, a outra segurou a nuca d, tomando a iniciativa e a beijando intensamente. O corpo inicialmente ativo de Olivia, sob seu beijo feroz, amoleceu instantaneamente, que antes pensava no pr¨®ximo passo a tomar. No entanto, o beijo dominante de Daniel tomoupleto controle, ofegante, privou¨Ca da respira??o Rodrigo foi solto, seu corpo desequilibrado ca¨ªdo ao ch?o. ¡°Sr. Melo¡­¡± O gar?om, p¨¢lido e atordoado aodo, apres sou¨Cse em ajudar Rodrigo, chamando¨Co preocupado e nervoso. Cap铆tulo 1221 Cap¨ªtulo 1221 Exclusive content from N?velDrama.Org. Rodrigo ofegava, subjugado p dor insuport¨¢vel, seu corpo tremendo suavemente ao dirigir o olhar parn Daniel e Olivia. Daniel abra?ava Olivia, beijando¨Ca de forma dominadora e fervorosa, enquanto Olivia segurava levemente o rosto de Daniel ambas as m?os, corespondendo no seu beijo Os dois, alhrios ao mundo no seu redor, beljavam¨Cse de maneira entr?ada, cheia de insinua??es e paix?o. A respira??o pesada de Daniel se misturava ¨¤ respira??o suave de Olivia, e o som urgente e profundo de suas respira??es podia ser ramente ouvido. Ao ver esta cuna, o corpo j¨¢ tremendo de Rodrigo subitamente se enrijeceu, e um olhar de raiva surgiu em seus olhos, at¨¦ ent?o semncs. Ele apertou os dentes, segurando a dor o corpo rigido. ¡°Senhor M, o senhor quebrou a m?o, devo chamar a emerg¨ºncia para o senhor? O gar?om, vendo a m?o de Rodrigo fl¨¢cida, expressou sua preocupa??o O olhar do gar?om permanecia baixo, sem ousar olhar para Daniele Olivia, ainda envolvidos em seu beijo. O ar frio e amea?ador ao redor de Daniel havia assustado tanto o gar?om que ele n?o ousava olhar para Daniel mais do que o necess¨¢rio,o se qualquer olhar a mais fosse uma ofensa, e temesse ter seu pulso quebrado, Rodrigo, seu corpo congdo, fixava seu olhar sombrio em Daniel e Olivia, que continuavam a se beijar fervorosamente, sem responder ao gar?om. O gar?om, percebendo a express?o sombria de Rodrigo e pensando que a dor o impedia de fr, ansiosamente pegou seu celr e por iniciativa pr¨®pria, chamou a ambulancia. Olivia tinha beijado Daniel de repente para dissipar a raiva que o envolvia, mas n?o esperava que Daniel, de forma dominadora, a puxasse para seu peito, beijando¨Ca intensamente, um gesto cheio de possessividade. Foi somente quando Olivia se sentiu fraca, sem sabero respirar, que Daniel finalmente a soltou. Olivia, sem for?as, apva¨Cse no peito forte de Daniel, que sua grande m?o em suas costas, a envolvia em seus bra?os. Apesar de o beijo ter sido apaixonado e repleto de insinua??es, ao voltar seu olhar para Rodrigo, os olhos de Daniel estavam gelidoso o gelo,o se o fervor daquele beijo n?o tivesse tocado seu olhar em nenhum aspecto. ¡°Cuide¨Csef Daniel deixou essas pvras para tr¨¢s, carregando Olivia e deixando o restaurante passos longos e firmes. Rodrigo, sentado no ch?o as costas apoiadas na cadeira, apertava a m?o intacta em um punho. Seu olhar fixo ¨¤ frente, mordendo os dentes, contendo a dor e a f¨²ria que fervilhavam dentro de si! Ummpejo de determina??o passou pelos cantos de seus olhos. As feridas que ele havia sofrido n?o eram em v?o! Desde que pudesse dar a Olivia uma vis?o ra de quem Daniel era, mostrando qu?o brutal e frio ele poderia ser desapegado at¨¦ mesmo da propria familia, ent?o valeria a pena todas as feridas que ele sofrera. Em Pals W, Rodrigo havia provocado Daniel intencionalmente, fazendo que Daniel ordenasse a seus guarda¨Ccostas que o atacassem. Rodrigo, sendo h¨¢bil embate, n?o mente ferido se resistisse, mas ele escolheu n?o reagir Isso foi para que Olivia percebesse nitidamente que ele foreparedio por Daniel, evidenciando a extrema crueldade das atitudes de Daniel. E agora, era o mesmo. Daniel agindo pessoalmente teria um impacto ainda maior. Como ele disse, diante de Olivia, Daniel era assim inseguro, preocupado que Oliva pudesse se apaixonar por outro? Isso porque, se Olivia sentisse um distanciamento de Daniel, haveria uma barreira entre eles. Era esse o efeito que Rodrigo desejava. Embora seu objetivo tenha sido alcan?ado, a cena intensa de Daniel beijando Olivia ainda agitou Rodrigo, despertando uma intensa roiva e sensa??o de opress?o em seu cora??o. Ele parecia entender agora o que Sergio havia sentido, realmente era insuport¨¢vel! Daniel, carregando Olivia, caminhou rapidamente at¨¦ o carro, colocou -a dentro e sentou¨Cse ao seu lado, seu corpo inteiro pressionando¨Ca, seu peito firme n?o deixando passar nenhum ar, sua respira??o fria caindo sobre seu rosto: ¡°Pensando em mais alguma artimanha, hm?¡± Cap铆tulo 1222 Cap¨ªtulo 1222 Olivia percebeu sua miva, o frio que emanava de Daniel erao um vento cortante invedindo seus poms, fazendo¨Ca tensionar o corpo Inteiro, sem ousar baixar a guarda piscou seus longos ellos, olhando para ele e disse: ¡°Rodrigo me procurou hoje, foi para fr sobre Marina, eu n?o tive nenhuma inten??o errada, multo menos vou conspirar para fugir novamente..¡± ainda n?o tinha terminado de fr, quando Daniel apertou seu queixo firmemente, um brilho gdo passou por seus olhos profundos: ¡°Se cusar fugir novamente, quem ter as pernas quebradas n?o ser¨¢ ele!¡± Olivia sentiu uma dor no queixo devido ¨¤ press?o e, franzindo as sobrancelhas, murmurou: ¡°Voc¨º est¨¢ me machucando¡­¡± O olhar de Daniel vacilou, e ele afrouxou o aperto. Olivia se sentiu um pouco melhor e continuou ¡°Ele ¨¦ o primo de Marina, ele espera que eu implore por clem¨ºncia para , por uma senten?a mais leve.¡± Olivia n?o escondeu nada, dizendo a verdade para Daniel. O principal assunto da conversa de hoje Rodrigo fol, de fato, sobre Marina. Daniel ergueu seu queixo o dedo indicador, levantando seu rosto para perto do dele, uma express?o fria e distante. ¡°Ent?o, voc¨º est¨¢ pedindo clem¨ºncia?¡± Sua voz baixa e grave soou friao gelo. Olivia encontrou seus olhos profundoso um abismo, sentindo seu cora??o se apertar. sempre teve medo de Daniel, ainda mais agora, ele em um estado de raiva, O medo em seu cora??o se intensificou. Entretanto, quanto mais se distanciava, maior a probabilidade de Daniel se imitar ainda mais. So enfrentando¨Co de frente poderia ser h honesta e dissipar suas d¨²vidas. ¡°Se a senten?a pudesse ser reduzida p metade, para dez anos, talvez n?o fosse t?o ruim.¡± Olivia disse. O olhar de Daniel tornou¨Cse ainda mais prante, o frio ao seu redor se tomou visivelmente mais intenso, e o ar dentro do carro ficou t?o rarefeito que era dificil respirar. Olivia sentiu medo e apressadamente disse: ¡°N?o ¨¦ que eu queira perdoar Marina, mas n?o quero dever favores a Rodrigo.¡± Daniel a fixou seu olhar escuro, esperando que continuasse. Olivia segurou a respira??o, prosseguindo: ¡°Anteriormente, Rodrigo arriscou sua pr¨®pria seguran?a para ajudar a mim e ¨¤s crian?as escapar, o que resultou na fratura de uma de suas pemas. Esse favor, eu sempre devo a ele. Se eu puder retribuir esse favor atrav¨¦s deste assunto Marina, ent?o estaremos quites¡± Enquanto fva, Olivia observava a express?o de Daniel, esperando n?o provocar sua ira. escolheu suas pvras cuidadosamente, tentando ser a mais ra e direta poss¨ªvel. ??? ? ? ¡°Como assim?¡± Olivia ainda nao tinha ouvido Jimena fr sobre isso e estava especialmente inter Cap铆tulo 1354 Cap¨ªtulo 1354 ¡°No dia em que dormi Carlos, a m?e dele me deu d milh?es para que eu me afastasse dele Jimena contou a verdade para Olivia Ao ouvir isso, Olivia ficou boquiaberta: ¡°Voc¨º aceitou?¡± ¡°ro que aceitel, oras. Foi quem me ofereceu, n?o recusar! Deixaria o Carlos escapar sem consequ¨ºncias? Jimena respondeuo se fosse a coisa mais natural. Olivia ficou surpresa, os olhos arregdos: ¡°Jimena, isso ¨¦ t?o voc¨º.¡± ¡°N?o ¨¦?¡± Jimena disse, antes de se tomar mnc¨®lica. Olivia era a melhor amiga de Jimena, conhecia a bem, sempre corajosa,o se nam o c¨¦u desabando fosse assust¨¢, mas agora, Jimena parecia preocupada. Isso n?o era tipico d. A n?o ser que estivesse enfrentando um grande rev¨¦s, Jimena geralmente n?o se deixava abater. Al¨¦m disso, neste ¨²ltimo m¨ºs, Jimena havia seunicado pouco , o que indicava que algo estava realmente iodando Jimena Olivia perguntou: ¡°O que esta acontecendo? H¨¢ algo plor do que ter dormido Carlos?¡± Com seus grandes olhos redondos fixos em Olivia, Jimena sementou: ¡°As vezes sou t?o gananciosa, e a ganancia nunca acaba bern. Eu pensei que Carlos ainda se importavaigo, Naquele dia, nos apostamos bebidas no bar, ficamos b¨¦bados e ele me levou para um hotel, um quarto duplo. Quando acordei no dia seguinte, encontrei ele e Fabiana Barbosa na mesma cama, os doispletamente nus¡­.¡± Ao ouvir o rto de Jimena, Olivia arfou Isso era ainda mais surpreendente do que as noticias sobre Jimena e Carlos. Ent?o, Fabiana e Carlos dormiram juntos enquanto Jimena estava na cama aodo, sem que eles se importassem em esconde! Meu Deus, se fosse no lugar gar de Jimena, estaria devastada. Olivia levou um tempo para se rpor e finalmente conseguiu fr. ¡°E voc¨º e Carlos¡­ ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . ¡°N?o h¨¢ a menor chance¡± Jimena bn?ou a cabe?a, j¨¢ tinha decidido desistir de Carlos, mas ent?o aconteceu a noite na casa dele. Esse evento racendeu a esperan?a de Jimena de ficar Carlos. Mas a m?e dele pagando para se afastar e Carlos se envolvendo Fabiana¡­ Uma sucess?o de desapontamentos levou Jimena a entender que, de fato, n?o existia futuro em sua r??o Carlos. ¡°E voc¨º¡­¡± Olivia ainda n?o tinha terminado de perguntar. Jimena a interrompeu: ¡°Ultimamente, Yuri Barros tem discutido nosso casamento meus pals.¡± ¡°Yuri j¨¢ est¨¢ discutindo o casamento seus pais?¡± Olivia ficou incr¨¦d, as coisas estavam andando t?o r¨¢pido assim? ¡°Houve alguns mal¨Centendidos, eu estava nejando recus¨¢¨Clo, mas ele n?o me deu essa chance. Vou encontrar um momento para esrecer tudo para Yuri, contar que tive algo outro homem. N?o quero que ele desperdice seu tempoigo.¡± Jimena disse, a sinceridade ¨¦ sua arma mais poderosa. Al¨¦m disso, Yuri ¨¦ uma boa pessoa, n?o queria prejudic¨¢¨Clo. Olivia assentiu: ¡°Se voc¨º decidiu, ent?o est¨¢ bem jamais suspeitou que tantos eventos haviam se desenrdo na vida de Jimena durante o per¨ªodo em que estiveram afastadas. ¡°Ah, eu vim aqui tamb¨¦m para trazer uma not¨ªcia.¡± Jimena voltou ao assunto principal. ¡°Que noticia?¡± Olivia perguntou, curioso, ¡°Gabriel foi condenado ¨¤ morte, uma execu??o r¨¢pida, ele j¨¢ foi fuzdo¡± Essa noticia foi Bruno quem lhe contou Olivia ficou paralisada por um momento, uma sensa??o de alivio surgiu em seus Cap铆tulo 1355 Capitulo 1355 ?Gabriel, esse desgra?ado, finalmente mormul Se n?o fosse p tia Rocha testemunhar que ele o tinha enganado em mais de um bilh?o, Gabriel n?o teria sido condenado t?o severamente. Fol tudo m¨¦rito da tia Rocha.¡± Jimenamentou: ¡°¨¦ uma pena que o tia Rocha tenha perdido a vida por isso.¡± N?velDrama.Org owns ? this. Ao mencionar este assunto, Olivia respirava dor, asplica??es e os motivos j¨¢ eram indescritiveis aplexos demais para serem esrecidos. Olivia, Jimena, o jantar est¨¢ pronto, venhamer. Mire, corregando um prato deida, saiu da cozinha. Olivia respondeu prontamente: ¡°Certo.¡± pegou a m?o de Jimena e sentaram¨Cse ¨¤ mesa. Jimena provou um pouco do feij?o tropeiro feito por Mire e elogiou: ¡°Que delicia, doce e macio, realmente tem um gosto diferente do que se encontra na cidade¡± Mire, sorridente, incentivour ¡°Se est¨¢ gostoso, sirva¨Cse de mais.¡± serviu mais para o prato de Jimena. Hoje foi o dia em que Gabriel for fuzdo. Ap¨®s o fuzmento, a policia notificou sua familia para recolher o corpo. Quando Mariana viu o corpo de Gabriel deitado na cama, seu corpo, que vinha reprimindo, tremeu Instantaneamente e e?ou a chorar descontrdamente, jogando¨Cse aodo da cama de Gabriel. ¡°Ah, Gabriel, seu traidor, voc¨º me decepcionou a vida inteira, e agora na velhice decidiu partir primeiro, por que voc¨º teve coragem de me deixar¡­ ¡°M?e, venha aquil¡± Wilma, ao ver Mariana se jogar em dire??o a Gabriel, antes mesmo que o tocasse, puxou Mariana para longe. olegante e irada, derou: ¡°Saiba que ele tinha AIDS, e agora h¨¢ sangue por todo seu corpo. Voc¨º n?o teme ser infectada?¡± Mariana chorava enquanto enxugava as l¨¢grimas, olhando para Wilma os olhos emba?ados, disse: ¡°Voc¨º n?o entende, desde que seu pai soube que estava doente, ele sempre manteve distancia de mim, para n?o me infectar, nunca tivemos r??eso marido e mulher. Embora ele sempre fsse em se divorciar, ele estava, na pr¨¢tica, me protegendo..¡± ¡°Wilma, talvez voc¨º ainda n?o saibao ¨¦ amar algu¨¦m, mas eu e seu pai definitivamente tivemos um amor verdadeiro. Nunca me preocupel que ele pudesse me infectar porque eu n?o tenho medo, eu a amo, mesmo que ele me infectasse, no m¨¢ximo, morreriamos juntos. Eu nunca imaginei que ele morreria dessa maneira, d n?o de doen?a.¡± Manana disse, chorando. Wilma escutou uma express?o contorcida, incapaz depreender o amor dos pais. Desde que se lembra, seus pais estavam sempre brigando. Gabriel Unha casos amorosos fora, sem saber quantas mulheres ele se envolveu. Mariana ramente se importava, mas por algum motivo, nunca quis se divorciar dele. Esse casamento, essa r??o distorcida, Mariano ainda dizia ser por amor? n?o viu nenhum sinal de amor entre eles, apenas trai??o, obstina??o e tolerancia Gabriel tralu, Mariana obstinadamente se recusou a se divorciar. Esse casamento sufocante deveria ter terminado h¨¢ muito tempo! ¡°N?o me venha fr desse seu amor nojento, ¨¦ imitante ouvir isso!¡± Wilma disse repulsa Mariana encarou Wilma l¨¢grimas estagnadas nos olhos e, em seguida, estendeu a m?o tr¨¦m, ansiando por tocar Gabriel uma ¨²ltima vez. Uma marca de b em sua testa foi a causa f¨²nebre. *Sua m?o tocou o rosto dele, a ponta dos dedos frios sentiu o calor do rosto de Gabriel. Isso acendeu seu cora??o sufocado instantaneamente, tremendo, a respira??o parou. Naquele momento, seu cora??o parecia bater no ritmo do cora??o dele, Mariana l¨¢grimas escorrendo disse: ¡°Gabriel, voc¨º achou que morrendo poderia escapar de mim? Espere por mim l¨¢ e Cap铆tulo 1356 Cap¨ªtulo 1356 Capitulo 1356 Wilma ouviu as pvras de Mariana, incr¨¦d. estava aodo de Mariana, nao impediu mais que tocasse em Gabriel, mas fol abda ps pvras d ao ponto de tremer, 0 rosto palido. Mariana nao temia ser contagiada por Gabriel, pois na verdade, nao temia a morte. achava que, a morte de Gabriel, sua mae poderia encontrar alivio. nao precisaria mais viver medo diariamente, preocupada a possibilidade de Gabriel trai, preocupada ele se envolvendo outras pessoas. Sue vida poderiaegar a ser livre,egar a vivero desejava. Mas, inesperadamente, disse que queria descer para panhar Gabriel! Wilma estava aodo de Mariana, nao olhava para Gabriel, morto, mas sim para sua mae, coberta degrimas. As pvras d a deixaram chocada e sem reacao, palida, tremendo e fria Vendo sua mae chorar, seu coracao estava desesperado. realmente nunca sentiu amor nesta casa. Seu pai gostava de se envolver diversas mulheres, enganando seus sentimentos e dinheiro. Para ele, apenas o dinheiro importava. filha de Gabriel. E sua mae amava apenas seu pai; toda a afeigdo que tinha por derivava do fato de ser fi Se nao fosse pelo sangue de Gabriel correndo em suas veias, Mariana nao se importaria . Wilma cresceu entre as constantes brigas de seus pais. estava farta das brigas deles, sempre que brigavam, sentia o corpo tremer, r, zumbidos nos ouvidos, trancava-se em seu quarto, sofrendo em sil¨¦ncio. Mas, al¨¦m de suas proprias brigas, eles nunca s se preocuparam Cada vez que se trancava por causa das brigas, era quem tinha que lidar o desconforto e o medo.. Adultos, eles alegavam desejar o melhor para , por¨¦m, na verdade, queriam que arranjasse dinheiro para eles, se associando a homens ricos a fim de prosperar as custas deles! Eles nunca realmente se preocuparam Aqueles dois milh¨¦es sao um exemplo. Eles so pensavam em usar os dois milh¨¦es para investir, sem nunca se preocuparo conseguiu aquele dinheiro, ou de onde vinha No dia em que chegou em casa, exausta e deprimida, eles nao perceberam, so queriam o dinheiro para investir. E, no final, at¨¦ os dois n milhdes que conseguiu seu corpo, perderam, Depois de perder o dinheiro, eles nao refletiram, mas a pression amainda mais pag gaghar dintfeto. stavam alisidsos para envia para a cama de Daniel. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Porque so se se envolvesse 0 com Daniel, eles teriam um fluxo constante de dinheiro. Eles diziam ama, mas na verdade, amavam a si mesmos. Gabriel so amava o dinheiro ea si mesmo, e Mariana go @mave Gabtiel eo dintisiro? ¡®th content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there!N?velDrama.Org owns ? this. O que era? era apenas 0 sacrificio dessa familia! Wilma observava Mariana agamar o rosto de Gabriel, chorando descontrdamenig. 43 mids ie! Wilma, hd adds He seu corpo, cerravam¡ªse tanta forga que tremiam p esforco, e seusbios estavam palidos. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Desespero, frieza, miva, 6dio em seu coragao. Com a voz tr¨¦m, Wilma disse. ¡°Mae, esta ¨¦ a Ultima vez que te chamo de Cap铆tulo 1357 Cap¨ªtulo 1357 Capitulo 1357 Mariana, ao tocar o rosto de Gabriel a mao, subitamente se imobilizou. virou-se para olhar para Wilma, avistando a resolugao no rosto d. Arespiracao de Mariana parou, asgrimas calram dos seus olhos, e mordeu os dentes forga, encarando Wilma Intensamente. Finalmente, seus dentes apertados lentamente se afrouxaram. Com 0 rosto palido, sem qualquer cog umagrima calu dos seus olhos e, a voz rouca, disse a Wilma: ¡°Voc¨¦ ¨¦ nossa querida filha, realmente fomos abencoados por ter uma filhao voc¨¦. Daqui para frente, culde bem de si mesma...¡± Ao terminar, Mariana usou todas as suas forgas para sengar contra uma coluna aodo. Com um som surdo, bateu a cabega, ficou ensanguentada e caiu no chao, deitando se numa poga de sangue. Respirou ofegantemente duas vezes e entao morreu, sem deixar suas Ultimas pvras. e os olhos ainda Wilma viu seus prdoprios olhos sua mae momer diante d. viu Mariana deitada na poga de sangue, abertos,o se estivesse olhando para , Aemogao que vinha reprimindo finalmente cpsou, e desabou no chao, chorando convulsivamente. ¡°Ahh!¡± gritou em agonia, e seus solugos ecoaram por todo o veldrio. nao chorava p perda dos pais; suasgrimas vinham da confirmagao de uma suspeita dolorosa: realmente nao tinha significado algum para eles. Eles so amavam a si mesmos e ao dinheiro. Mariana s6 amava Gabriel! Depois de tudo o que Gabriel fez, Mariana ainda era inabvelmente leal a ele; mesmo apds sua morte, queria segui-lo. Eles nunca pensaramo sua filha iria viver depois disso, Mariana perdeu tudo, mas sentiuo se nunca tivesse perdido nada,o se tudo estivesse igual antes, sem nenhuma perda. Exceto que, agora, ningu¨¦m estaria para for¡éa a ganhar dinheiro para eles falsas promessas de afeto. Nao deveria ser um alivio? Mas por que, entao, o coragao d¨¦i tanto,o se o mundo inteiro estivesse envolto em escuridao, dor e desespero? Wilma contratou uma equipe funeraria, um grupo profissional, para a realizar o funeral dos seus p pals. cumpriu sua promessa, enterrando Mariana e Gabriel juntos, at¨¦ mesmo suas cinzas foram colocadas na mesma uma. Se Mariana gostava tanto de Gabriel, entao que suas cinzas se misturassem, fundindo-se numa so. Assim, seriao Mariana desejava. Depois do funeral, Wilma permaneceu diante da sepultura de seus pais, contemndo as fotografias deles napide. O sol da tarde era escaldante, intensamente ardente.N?velDrama.Org owns ? this. Wilma sentiu-se extremamente iodada. apertou as maos e disse em diregao apide: ¡°A dor que eu suportei, aqu mulher deve me devolver!¡± Se nao fosse por Olivia, ja teria sido a mulher de Daniel, e se fosse a mulher de Daniel, ele nao teria mandado Gabriel para a prisao, e sua mae nao teria morrido de amor. Tudo isso aconteceu porque Olivia tomou o lugar que deveria ser d aodo de Daniel, causando todo esse resultado! Al¨¦m disso, Olivia deve morrer, s6 assim o lugar aodo de Daniel estaria vago. Anteriormente, acreditava que, fazendo que D njele Clivia $e s araggem dderia ocupar o lugar de Olivia. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Agora, percebeu que estava errada. Mesmo que Olivia e Daniel tenham se separado, Daniel ainda mastintia Olivia e seu.cordcach ro p¨¦erhitin o a entrada de mais ningu¨¦m. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! s¨¦ a morte de Olivia, Daniel poderia ver outras pessoas, v¨¦! para se aproximar de ja havia salvo a vida de Daniel uma vez,ea (F de-Otivid,\ nee riayser cea? de gratidao par Daniell The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Aqu mulher, Olivia, tinha que morrer! Cap铆tulo 1358 Capitulo 1358 Wilme dolzou o cemitero ligou para Rodrigo. Com a rosto marcado p tristeza, que de repente foi substituida por uma calcullsta malicia, nomlu eo canto da boca e ofereceu cuss condolencias a Rodrigo suavidade: ¡°Sr. Melo,o tem passado?¡± V direto no ponto. A voz fria de Rodrigo soOLL Bles tinham apenas uma r??o de coopera??o, nada mais. Se Wilma estava ligando para ele, o que mais poderia s¨¦r sen?o um pedido de ajuda? Ele n?o precisava, nem queria ouvir falsas cordialidades. Direta e sem enr??o, Wilma abriu um leve sorriso e falou: ¡°N?o era esse o nosso acordo? Desfazer o rcionamento entre Daniel Olivia, e agora conseguimos, Voc¨º tem no??o do quanto sacrifiquel para chegarmos at¨¦ aqui?¡± ¡°Estou ouvindo¡± As pvras de Rodrigo emm Indiferentes. Com os dentes cerrados e o corpo tenso, Wilma reprimiu sua raiva e tristeza, dizendo: ¡°Meus pais morreram! Fol porque eu mostrei as documentos que meu pai guardava a Daniel e Olivia, fazendo com que Daniel, em um impulso de raiva, mandasse meu pai para a pris?o. Depois, a m?e de Olivia testemunhou contra meu pal, acusando¨Co de fraude evagem ¡°Inheiro, o que levou diretamente ¨¤ sua condena??o ¨¤ morte, execu??o imediata. Minha m?e n?o suportou a morte do meu pai e tamb¨¦m morreu de cora??o partido.¡± ¡°Oh, parab¨¦ns por alcan?ar seu objetivo.¡± As pvras de Wilma eram carregadas de uma dor contida e ¨®dio, enquanto Rodrigo respondeu um tom desinteressado, sem mostrar emo??o alguma. O cora??o de Wilma estava turbulento, chocada a calma de Rodrigo, ferida. Mesmo que estivesse sofrendo terrivelmente, para os outros, sua dor era apenas uma hist¨®ria mais, ouvida e esquecida, sem causar nenhuma onda. A alegria e o sofrimento humanos n?o s?opartilhados. Nesse momento, Wilma sentiu profundamente o significado dessa frase Rodrigo simplesmente n?o podia entender seus sentimentos de alegria e sofrimento. Embora tivesse pago um pre?o elevado, para Rodrigo, era apenas um diaum. Wilma respirou fundo v¨¢rias vezes, contrndo a diferen?a em seu cora??o Rapidamente, se rpos e falou calmamente sobre suas condi??es: ¡°Embora a r??o entre Daniel e Olivia tenha se rompido, ainda n?o posso me aproximar de Daniel nem um pouco, e isso me deixa insatisfeita.¡± *isso ¨¦ problema seu, o que eu tenho a ver isso?¡± Rodrigo falou, prestes a desligar o telefone. Prevenindo que ele desligasse, Wilma apressadamente disse: ¡°Sr. Melo! Eu preciso da sua ajuda. Se voc¨º n?o me ajudar, eu vou contar para Olivia sobre nossa coopera??o, o objetivo de desfazer a r??o d Daniell Olivia, sua cabe?a dura, se souber que voc¨º, em quem confia tanto, fez isso ps costas d, voc¨º acha que n?o vai te odiar?¡± Wilma sabia que Rodrigo estava em Cidade J e que Olivia tamb¨¦m havia estado l¨¢. Rodrigo descobriu sobre a viagem de Olivia para Cidade J e foi atr¨¢s d. O que aconteceu entre Rodrigo e Olivia em Cidade J. Wilma n?o sabia. Mas, peloportamento distante de Olivia em r??o a Daniel ap¨®s retornar de Cidade J, era evidente que algo desagrad¨¢vel havia acontecido entre Olivia e Daniel l¨¢, algo rcionado a Rodrigo. Por causa disso, Rodrigo havia criado uma rachadura na impress?o que Olivia tinha de Daniel, dando a Wilma a chance de fazer que Olivia odiasse Daniel. Ao ouvir a amea?a de Wilma, a voz de Rodrigo tomou¨Cse grave e amea?adora: ¡°Wilma, se voc¨º quer morrer, ¨¦ s¨® dizer!¡± Com raiva palp¨¢vel, ele falou entre dentes cerrados. Essa mulher, Wilma, era verdadeiramente maliciosa, atrevendo¨Cse a amea?a¨Clo! ¡°Por favor Sr. Melo, n?o se exalte. O que acha de considerar minha proposta? Podemos arquitetar um no que seja vantajoso para ambos. A voz de Wilma tomou¨Cse mais amena. Saber avaliar a situa??o sempre fol s¨²a maior vantagem. ¡°Du vit¨®ria? N?o ¨¦ verdade que toda esta situa??o beneficia apenas a voc¨º?¡± Rodri Capitulo 1358 Wilme dolzou o cemitero ligou para Rodrigo. Com a rosto marcado p tristeza, que de repente foi substituida por uma calcullsta malicia, nomlu eo canto da boca e ofereceu cuss condolencias a Rodrigo suavidade: ¡°Sr. Melo,o tem passado?¡± V direto no ponto. A voz fria de Rodrigo soOLL Bles tinham apenas uma r??o de coopera??o, nada mais. Se Wilma estava ligando para ele, o que mais poderia s¨¦r sen?o um pedido de ajuda? Ele n?o precisava, nem queria ouvir falsas cordialidades. Direta e sem enr??o, Wilma abriu um leve sorriso e falou: ¡°N?o era esse o nosso acordo? Desfazer o rcionamento entre Daniel Olivia, e agora conseguimos, Voc¨º tem no??o do quanto sacrifiquel para chegarmos at¨¦ aqui?¡± ¡°Estou ouvindo¡± As pvras de Rodrigo emm Indiferentes. Com os dentes cerrados e o corpo tenso, Wilma reprimiu sua raiva e tristeza, dizendo: ¡°Meus pais morreram! Fol porque eu mostrei as documentos que meu pai guardava a Daniel e Olivia, fazendo com que Daniel, em um impulso de raiva, mandasse meu pai para a pris?o. Depois, a m?e de Olivia testemunhou contra meu pal, acusando¨Co de fraude evagem ¡°Inheiro, o que levou diretamente ¨¤ sua condena??o ¨¤ morte, execu??o imediata. Minha m?e n?o suportou a morte do meu pai e tamb¨¦m morreu de cora??o partido.¡± ¡°Oh, parab¨¦ns por alcan?ar seu objetivo.¡± As pvras de Wilma eram carregadas de uma dor contida e ¨®dio, enquanto Rodrigo respondeu um tom desinteressado, sem mostrar emo??o alguma. O cora??o de Wilma estava turbulento, chocada a calma de Rodrigo, ferida. Mesmo que estivesse sofrendo terrivelmente, para os outros, sua dor era apenas uma hist¨®ria mais, ouvida e esquecida, sem causar nenhuma onda. A alegria e o sofrimento humanos n?o s?opartilhados. Nesse momento, Wilma sentiu profundamente o significado dessa frase Rodrigo simplesmente n?o podia entender seus sentimentos de alegria e sofrimento. Embora tivesse pago um pre?o elevado, para Rodrigo, era apenas um diaum. Wilma respirou fundo v¨¢rias vezes, contrndo a diferen?a em seu cora??o Rapidamente, se rpos e falou calmamente sobre suas condi??es: ¡°Embora a r??o entre Daniel e Olivia tenha se rompido, ainda n?o posso me aproximar de Daniel nem um pouco, e isso me deixa insatisfeita.¡± *isso ¨¦ problema seu, o que eu tenho a ver isso?¡± Rodrigo falou, prestes a desligar o telefone. Prevenindo que ele desligasse, Wilma apressadamente disse: ¡°Sr. Melo! Eu preciso da sua ajuda. Se voc¨º n?o me ajudar, eu vou contar para Olivia sobre nossa coopera??o, o objetivo de desfazer a r??o d Daniell Olivia, sua cabe?a dura, se souber que voc¨º, em quem confia tanto, fez isso ps costas d, voc¨º acha que n?o vai te odiar?¡± Wilma sabia que Rodrigo estava em Cidade J e que Olivia tamb¨¦m havia estado l¨¢. Rodrigo descobriu sobre a viagem de Olivia para Cidade J e foi atr¨¢s d. O que aconteceu entre Rodrigo e Olivia em Cidade J. Wilma n?o sabia. Mas, peloportamento distante de Olivia em r??o a Daniel ap¨®s retornar de Cidade J, era evidente que algo desagrad¨¢vel havia acontecido entre Olivia e Daniel l¨¢, algo rcionado a Rodrigo. Por causa disso, Rodrigo havia criado uma rachadura na impress?o que Olivia tinha de Daniel, dando a Wilma a chance de fazer que Olivia odiasse Daniel. Ao ouvir a amea?a de Wilma, a voz de Rodrigo tomou¨Cse grave e amea?adora: ¡°Wilma, se voc¨º quer morrer, ¨¦ s¨® dizer!¡± Com raiva palp¨¢vel, ele falou entre dentes cerrados. Essa mulher, Wilma, era verdadeiramente maliciosa, atrevendo¨Cse a amea?a¨Clo!Belongs to ? n0velDrama.Org. ¡°Por favor Sr. Melo, n?o se exalte. O que acha de considerar minha proposta? Podemos arquitetar um no que seja vantajoso para ambos. A voz de Wilma tomou¨Cse mais amena. Saber avaliar a situa??o sempre fol s¨²a maior vantagem. ¡°Du vit¨®ria? N?o ¨¦ verdade que toda esta situa??o beneficia apenas a voc¨º?¡± Rodrigo apertou o celr for?a Neste momento, ele ainda estava em Cidade J, suas pernas e m?os ainda n?o haviam se recuperado completamente. Por isso, estava se recuperando em Cidade J. go apertou o celr for?a Neste momento, ele ainda estava em Cidade J, suas pernas e m?os ainda n?o haviam se recuperado completamente. Por isso, estava se recuperando em Cidade J. Cap铆tulo 1359 Cap¨ªtulo 1359 Capitulo 1359 Mas ele sabia de tudo o que acontecia na Capital Olivia odiava Daniel todas as suas forgas por causa da morte de sua mae que at¨¦ cortou todas as rcdes ele, Tudo isso foi rtado a ele. Ele se manteve calmo e inexpressivo, justamente para se distanciar desses eventos. ¡°St. Melo gosta da Olivia, nao ¨¦? E por isso que voc¨¦ esta tao ansioso para romper o rcionamento entre Olivia e Daniell Um homem que faz de tudo para acabar a rcao de uma mulher outro homem, nao ¨¦ porque esta interessado n e quer ter a chance de conquista? Voc esta pensando demais, nao tenho interesse em uma mulher quatro filhoso Olivia,¡± Rodrigo negou.Belongs to ? n0velDrama.Org. ¡°S. Melo, voc¨¦ pode enganar os outros ou a si mesmo?¡± Wilma debochou ¡°Se voc¨¦ nao gosta d, entao nao se importara se eu contar a Olivia sobre nossa cbora¡éao, certo?¡± Rodrigo, raiva, disse: ¡°Wilma, voc¨¦ quer descer e ficar seus pais?¡± ¡°Nao se exalte, eu sO queria pegar emprestado algo para ajudar voc¨¦ e Olivia a se unirem mais rapido, disse Wilma, um tom irreverente. ¡°O que seria?¡± Rodrigo ficou interessado. De fato, ele gostava de Olivia e entendia por que Sergio estava disposto a morrer por . O amor realmente pode deixar as pessoas loucas. Ele voltou ao pais originalmente para cumprir 0 Ultimo desejo de Sergio, mas, ao interagir Olivia,egou a se imaginar no lugar de Sergio, querendo sentir o amor que Sergio sentia por Olivia Sentir a dor de amar sem ser correspondido. Querendo entender por que, quando se tratava de amor, ele escolheu um caminho sem volta. Foi neste processo de se colocar no lugar de Sergio que ele proprio se apaixonou por Olivia. era resiliente, bondosa, determinada, ra em suas conv¨¦es, linda e radiante; ele foi conquistado nao apenas por sua apar¨¦ncia, mas tamb¨¦m pelo fato de que nunca querprometer a boa vontade de, outros, nao importa o que faga. Como desejava, ele finalmente sentiu a dor de Sergio de amar sem serespondido, entendendo por que ele estava disposto a momer por . Mas agora, ele tamb¨¦m estava preso. O ponto em que nao consigo me libertar Ele deveria ter mandado Wilma embora, dizer que se Olivia quisesse odia¡ªlo, que odiasse, nao importava. Mas agora, ele nao podia, ele temia que Olivia 0 odiasse. Portanto, ele optou por perguntar a Wilma o que precisava. ¡°Um helicdptero e uma bomba,¡± disse Wilma, um olhar vingativo. Rodrigo ficou desconfiado: ¡°Para que voc¨¦ quer essas coisas?¡± ¡°Para matar Daniel! Com Daniel morto, ningu¨¦m maispetira voc¨¦ por Olivia! E eu tamb¨¦m na quero INC: ach oneal eu ngolposso t¨¦-lo, tamb¨¦m nado pode! Com morte de Daniel, Olivia nunca mais 0 tera, e seus filhos ficardo sem pai Depois voc¨¦ pode conforta, aceitar tudo d, que maravilha¡± The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Wilma falou loucura. Voc¨¦ realmente quer morrer!¡± Rodrigo disse, contendo sua raiva. ¡°Sim, @U Nao quero mais viver, Meus pais ja nado me querem, eles ja se reuniram no subsoky., @punad tgtho mais fabnitia Neste mundo. Se nao posso ter Daniel, entao eu vou destru/¡ªo!¡± Wilma disse, uma mente distorcida. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! ¡°Ja que voc¨¦ nao quer mais viver, eu vou te ajudar!¡± Rodriggdisse,O mM contendsse\ e content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Cap铆tulo 1360 Cap¨ªtulo 1360 Capitulo 1360 Rodrigo enviou pessoas um helicdptero e explosivos pam Wilma So porque era ambiciosa o suficiente, queria matar Daniell Quando as mulheres enlouqueceni, realmente nao tem nada a ver s. Ningu¨¦m ousava sequer pensar em matar Daniel, e Wilma. essa mulher, teve a audacia! Al¨¦m disso, Daniel era tao facil de matar? Ele tinha uma status especial, sempre protegido por pessoas ao seu redor, e depois da tentativa falhada de Olivia, que quase atingiu Daniel, Velho Sr Griera, um veterario de querra, certamente designou mais pessoas para protege-lo Mesmo que voc¨¦ normalmente nao veja ningu¨¦m perto de Daniel protegendo-o, deve haver multos especialistas protegendo¡ªo em lugares escondidos Provavelmente, Wilma seria eliminada antes mesmo de tentar agir Porem, ja que Wilma desejava a morte, Rodrigo nao via necessidade de intervir, Afinal, era escolha d. Se estiver morta, ningu¨¦m podera ameaga-lo no futuro. Rodrigo nao tinha razao para recusar Aldeia Souza. Olivia e Jimena terminaram 0 jantar e continuaram n conversando por um tempo, at¨¦ que Jimena disse. ¡°Preciso ir, tenho que trabalhar amanh¨¦, e se eu sair tarde, vai escurecer Nao sou muito boa de vnte, dirigir a noite e acabar batendo em algu¨¦m seria ruim.¡± Olivia sempre sentiu que Jimena havia se tomado muito mais prudente do que antes stante e focava apenas no presente, sem se importar as consequ¨¦ncias, mas agora, pelo Anteriormente, era confusa, onfusa, inconstante menos considerava as consequ¨¦ncias. 1. ui. ficar alguns ¡°Tudo bem, voc¨¦ precisa trabalhar amanha, entao nao vou te segurar. Quando voc¨¦ tirar f¨¦rias mais longas, pode vir aqui, dias sem problema¡± Olivia estava relutante em deixa ir, mas nao podia atrapalhar o trabalho de Jimena. ¡°Sim, sim, vou te visitar durante minhas f¨¦rias anuais. E uma p pena nao ter visto as criangas hoje.¡± Jimena suspirou. velo visitar Olivia, em parte para relembrar os velhos tempos e fr sobre os acontecimentos na Capital, mas tamb¨¦m porque, sendo a madrinha das criangas, realmente sentia falta dos quatro pequenos Seus sorrisos vivos e amaveis sempre podem curar 0 coragao das pessoas. Mas agora, tinha que ir logo depois do almogo, sem esperar as criancas voltarem. Olivia e Jimena se despediram um aceno, e Olivia observou 0 carro de Jimena se afastar, demorando-se antes de voltar para dentro de casa Jimena segurava firmemente o vnte, olhando pelo retrovisor enquanto via Olivia adenando enquanto de Olivia ficando cada vez menor no espelho. seu carro afastava, a figura Os olhos de Jimena se aqueceram, a separagao depois de um reencontro tao esperado realmente trazia relutancia. Jimena piscou os olhos e conteve asgrimas. Nao importava, nos encontrariamos novamente no futuro. Se necessario, poderia at¨¦ mesmo se demitir e se mudar para o campo para cultivar Olivia! Enquanto Jimena se consva esses pensamentos, viu um Rolls Royce preto se aproximando. O carro brilhava dignidade ao por do sol. Jimena nao era estranha a esse carro, era Daniel chegando! Meu Deus, Daniel veio novamente! Ele esta aqui para encontrar Olivia? A tristeza de Jimena foi imediatamente substituida por surpresa, € ao ver eat, pidto Se apraxintirdo) els rapidamente virou o vnte, movendo seu carro para o lado para deixar o carro de Daniel passar. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! O carro de Daniel passou raspando pelodo do seu carro vermelho. N?velDrama.Org holds text ? rights. Jimena colocou a cabega para fora e olhou para o banco do motorista do carro. viu, ural figued n 3 um rgstob go e uma aura formidavel, tio majestosa quanto a de um deus descendente. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Era realmente Daniell Capitulo 1360 O coracao de Jimena pulou havia acabado de dizer a Olivia que estavapletamente livre lo cativeiro de '' iam se tiveiro de Rapie| rd havia passad In duas horas, e Daniel ja havia encontrado 0 caminho para o campo? The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Como algu¨¦m de fora, Jimena estava preocupada Olivia. Enquanto Jimena esva Daniel, seu olhar profundo e escuro acidentalmente se voltou para Esse olhar era, profundo, escuro, frio Capitulo 1361 Cap铆tulo 1361 Cap¨ªtulo 1361 O cora??o de Jimena Santos deu um pulo po ver isso e rapidamente desviou o olhar, sem ousar manter contato visual Daniel Griera por mais tempo. Esse homem era tenivelmente intimidador. Mesmo apenas um segundo de contato visual era suficiente para fazer Jimena sentiro se fosse ter um ataque cardiaco rapidamente ligou o camo e o afastou Havia pensado em voltar para ajudar Olivia Souza, mas agora via que sua presen?a s¨® traria mais problemas para Olivia. Embora Daniel seja frio e imc¨®vel Olivia, ele nunca a machucou de verdade. No m¨¢ximo, isso faria que Olivia n?o conseguisse sair da cama. O que quer que tenha acontecido entre homens e mulheres, for entre os dois. Daniel n?o fana nada Olivia. Se a obngasse a ficar, isso distrairia Oliva do confronto Daniel. Portanto, era melhor ir embora. Jimena foi embora no carro Olivia voltou para dentro de casa e ajudou sua tia a descascar milho. De repente, ouviu o som do motor de um carro no quintal e suas orelhas se agu?aram. escutou atentamente e, de fato, um cano estava entrando! Ser¨¢ que Jimena havia voltado? Oliviaeu para cumpriment¨¢. Na verdade, ainda tinha muito a dizer a Jimena. queria, como nos velhos tempos, dividir uma coberta Jimena, escondidas sob ,partilhando segredos. Ao salt, vendo o Rolls Royce p preto estacionado no quintal, seu somso instantaneamente congelou. virou¨Cse para voltar para dentro, ¡°Olivia!¡± Uma voz masculina grave soou por tr¨¢s, exndo uma intimida??o inerente. Olivia parou, sua respira??o se tornou irregr, suas emo??es, antes calmas, agora agitadas. Seu cora??o afundou, doeu, e sentiuo se tivesse sido picada por uma abelha, uma dor aguda. As m?os ao seudo se apertaram, e respirou fundo. A temperatura ao seu redore?ou a cair, e o frio atingiu suas bochechas, o familiar aroma de sandalo do homem invadiu suas marinas. Sem precisar olhar para tr¨¢s, Olivia sabia que Daniel tinha se aproximado, seu ar gdo e aura intimidadora faziam sua respira??o falhar. ¡°Este m¨¦s, estive no exterior a trabalho, s¨® voltei esta manh?. A voz grave e sedutora.de Daniel explicou aodo de Olivia. Ele n?o havia ficado ausente por querer, nem a esquecido, muito menos deixado de sentir falta dos filhos. Ap¨®s retornar de Aldeia Souza, seu av¨® the havia atribuido in¨²meras tarefas no exterior. O que deveria ser um volume de trabalho de tr¨ºs meses, ele conseguiuprimir em um trabalhando at¨¦ tarde todos os dias. Ap¨®s a conclus?o da obra, ele retomou imediatamente ao pais. Sem descanso, ele veio direto at¨¦ aqui. Ele sabia que seu av¨® estava preocupado que ele viesse procurar Olivia novamente, querendo que ele fosse ao exterior para esquec¨º. Maso pode uma pessoa que guardou isso no cora??o esquec¨º¨Clo em t?o pouco tempo? Ao ouvir a explica??o de Daniel, Olivia sentiu uma dor aguda na respira??o, mas n?o se virou, sua voz fria e ra disse. ¡°As crian?as ainda n?o voltaram da pr¨¦¨Cesc, voc¨º deveria esperar um pouco.¡± Dito isso, e?ou a caminhar de volta para a casa. havia dito antes, se Daniel quisesse ver as crian?as, ele poderia faz¨º¨Clo a qualquer momento. n?o o impediria de interagir as crian?as. Mas, a n?o queria mais ter qualquer envolvimento ele. atribuiu a chegada dele so fato de ver as crian?as e n?o teve nada a ver . 15:50 Capitulo 1361 Mal Olivia deu alguns passos, seu pulso fol agarrado, a palma ¨¢spera e colejada, t?o familiar quanto antes, a sensa??o ¨¢spera erao se pudesse gerar eletricidade, tocando a pele delicado de Olivia, uma dor el¨¦trica e formigante. Olivia fez quest?o de estender a m?o: ¡°Sr. Griera! Por favor, mantenha a distancialConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Cap铆tulo 1362 Cap¨ªtulo 1362 Daniel, no entanto, apertou sua m?o for?a, impedindo¨Ca de retir¨¢, seu rosto belo e autorit¨¢rio se inclinou, seus olhos negros a fixorom. No olhar profundoo um Ingo sombrio, tudo o que afundou fol a saudade delo no ¨²ltimo m¨ºs. 82 23 2 ¡°J¨¢ faz um m¨ºs, seu cora??o ainda n?o se sente um pouco melhor?¡± Daniel perguntou sua voz baixo e magn¨¦tica a Olivia. Nesse m¨¦s, ele esteve no exterior n?o s¨® a trabalho, mas tamb¨¦m para dar tempo a Olivia para se acalmar e superar a dor da perda de sua m?e. Contanto que se sentisse um pouco melhor, seria muito mais f¨¢cil conversar sobre se casarem. Olivia n?o conseguiu retirar sua m?o da dele, sua palma quente dele parecia um tomo, segurando¨Ca firmemente. Se lutasse demais, quem sairia machucada seria pr¨®pria. Assimo em todas as vezes antes, ele a conteve tiranicamente, e quanto mais lutova, mais hematomas ficava por todo o corpo. Ele continuava o mesmo de sempre, autorit¨¢rio e tir¨®nico, nunca considerando seus sentimentos Olivia respirava dificuldade, desistiu de lutar e olhou diretamente para Daniel um olhar frio: ¡°Seus pais morreram tantos anos atr¨¢s, agora, voc¨º se sente um pouco melhor?¡± Seu olhar era firme, brilhando um ponto de ¨®dio, sem medo e repleto de uma ira resistente. Os olhos negros de Daniel tremeram ao ver isso, e seu cora??o sentiuo se tivesse sido atingido com for?a por um enorme martelo. N?velDrama.Org owns ? this. qurava sua m?o diminuiu. A for?a que ele segurava Olivia percebeu que ele rxou o aperto em sua m?o, rapidamente a retirou e virou¨Cse para entrar na casa. Daniel permaneceu parado, observando sua figura entrando na casa, suas sobrancelhas se contrairan levemente, seus olhos escuroso tinta carregavam uma tristeza. Olivia ainda o culpa por ter feito Teresa Rocha ir ¨¤ delegacia acusar Gabriel Dias de fraude, irritando Gabriel e obrigando¨Co a for?ar Teresa ¨¤ morte Ele entendia os sentimentos de Olivia, quando seus pais morreram, ele tamb¨¦m esteve envolto em escurid?o, levando mais de vinte anos para emergir d Olivia e sua m?e dependiam uma da outra, e o rcionamento deles era muito mais profundo do que o dele seus pais. A morte de sua m?e, certeza, a feriu profundamente. Daniel apertou suavemente a m?o que havia segurado o pulso de Olivia, e o calor fresco da pele de Olivia parecia ainda permanecer em sua m?o. Erao o orvalho da manh?, frio e prante, fazendo o cora??o tamb¨¦m esfriar. Ent?o, o ¨®dio que Olivia sentia por ele era essa sensa??o de impot¨¨ncia e des??o No passado, ele a aprisionou ao seudo em nome do odio, cada puni??o e aproxima??o, para Agora, devolveu esse ¨®dio a ele, e a maneirao expressou seu odio n?o era permanecendo ao seu lado para atorment¨¢¨Clo, mas afast¨¢¨Clo diretamente, e ¨¦ melhor n?o o encontrar novamente pelo resto da vida. O ¨®dio d por ele era real e prante, sem misturar nenhum pingo de relutancia ou saudade. s¨® terminar ele e nunca mais v¨º¨Clo¡­. No belo rosto de Daniel, um cansa?o profundo se revelou , deve ter sido uma tortura dolorosa. Ele olhou para a s seus olhos escuros, sabendo o suficiente para n?o a perturbar novamente. De repente, um estrondo ecoou no c¨¦u, era o som de um helic¨®ptero se aproximando, embora estivesse ainda distante da mans?o de Olivia, Daniel, agu?ado, rapidamente percebeu. Cap铆tulo 1363 Cap¨ªtulo 1363 Ele olhou para o c¨¦u e viu um helic¨®ptero se aproximava da mans?o da Olivia grande velocidade. A perspicacia e o discemimento profissional fizeram Daniel perceber o perigo. tia e sm r¨¢pido! Seu rosto bonito endureceu, e ele rapidamente gritou para dentro da cosa: ¡°Olivia, pegue sua tia e Enquanto gritava, ele correu rapidamente em dire??o ¨¤ casa, seu belo rosto tenso e todo o seu corpo tomado por uma sensa??o de crise. Naquele momento, Olivia estava descascando milho Mire Rocha. ouviu Daniel, mas pensou que ele estava tentando usar m¨¦todos autorit¨¢rios,o antes, para faze obedecer. n?o se moveu, pensando consigo mesma que, finalmente, havia cortado todos os?os Daniel e que n?o seria mais contrda ou ouviria suas ordens. No segundo seguinte, a figura alta de Daniel fol vistaendo rapidamente, agarrando a m?o de Olivia e saindo. ¡°Boom!¡± Antes que Daniel e Olivia dessem dois passos, uma bomba voou de longe, acertando diretamente a mans?o da familia de Olivia. A mans?o foi instantaneamente destruida, tijolos voando e paredes desabando. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . ¡°Ah!¡± O grito de Mire ecoou por todo o c¨¦u. ¡°Tial¡± Olivia gritou de dor no momento em que a bomba explodiu, ficoupletamente atordoada. O grito agonizante de Mire, por¨¦m, a encheu de desespero e dor profunda. Ao ouvir o grito de Mire, o corpo de Olivia n?o obedeceu mais ¨¤s ordens de seu c¨¦rebro, correndo instintivamente de volta para salvar sua tia. Quando Olivia corria de volta para a casa, a parede aodo d desabou em sua dire??o. ¡°Olivia¡°¡± No ultimo segundo, Daniel pulou para cima, protegendo Olivia seu corpo, ambos cairam no ch?o juntos. Ao mesmo tempo, um estrondo, a parede desabou, atingindo Daniel for?a. ¡°Hmm!¡± Daniel suportou o peso de toda a parede, emitindo um gemido abafado de dor. Enquanto Olivia estava protegida sob ele, seus bra?os apoiavam¨Cse, criando um espa?o seguro para , mesmoma e detritos batendo em suas costas, machucando gravemente sua omota, quase quebrando seus ossos, seus bra?os apenas treniam, mas ele n?o desistiu de mant¨º¨Clos erguidos. A poeira se espalhou por toda parte, a poeira voadora encheu o c¨¦u e o c¨¦u desabou. No meio do imenso ruido de desabamento, Olivia ainda podia ouvir a dor de Daniel. rapidamente voltou a si do caos, seus olhos arregdos de terror. Atrav¨¦s da poeira espessa, Olivia viu o rosto extremamente bonito de Daniel, contorcido de dor, sangue escorrendo do canto de sua boca, seus bra?os ao seu redor tremendo, mas ainda assim, firmemente n?o cedendo. ¡°Daniel!¡± Vendo ramente a apar¨ºncia de Daniel, o cora??o de Olivia se apertou, uma dor aguda atravessando seu peito, as l¨¢grimas brotando instantaneamente de seus olhos, ergueu o corpo e o abra?ou forte: ¡°Daniel, o que aconteceu voc¨º¡­ Naquele momento, o som da casa desabando parou, n?o havia mais paredes ou terra caindo. A cabe?a de Daniel d terrivelmente, v¨¢rios tijolos haviam atingido sua cabe?a durante o desabamento. Com a cabe?atejando, sentindoo se estivesse prestes a se partir, ele mal conseguia se manter consciente. Atrav¨¦s de sua vis?o emba?ada, vendo Olivia ilesa, um leve sorriso apareceu em seus labios. Vendo as l¨¢grimas em seus olhos, a dor insuport¨¢vel de Daniel pareceu diminuir um pouco. Ele vomitou sangue e usou seu ¨²ltimo resquicio de vontade para dizer a Olivia: ¡°De pgora em diante, estamos quites. Cuide bem de voc¨º e do beb¨¦¡­¡± Depois de dizer suas ¨²ltimas pvras, ele perdeu a consci¨ºncia, todo o peso de seu corpo caindo sobre Olivia. O corpo erguido de Olivia foi fortemente pressionado contra o ch?o por ele. O cora??o de Olivia d como se tivesse sido esmagado por um tijolo abra?ou o corpo quente de Daniel, tremendo, dizendo: ¡°Daniel, acorda, n?o durma¡­¡± Cap铆tulo 1364 Cap¨ªtulo 1364 Olivia se esfor?ava ao m¨¢ximo para conter o medo e a dor em seu cora??o, pensava que Daniel apenas havia adormecido. Chamava por ele, esperando que acordasse. Mas n?o importao o chamasse, ele n?o respondeu. As m?os d, que envolviam suas costas, tocavam em um l¨ªquido quente e espesso, mesmo sem ver, sabia no cora??o que era o sangue de Daniel. Antes de desmaiar, ele estava vomitando sangue p boca. O¡¯rosto d ro?ava o dele, que ainda estava quente,o sempre, a pele el¨¢stica e o charme masculino. Com as m?os tr¨ºms, Olivia levantava a cabe?a de Daniel, fazendo¨Co enfrent¨¢. Atrav¨¦s de seus olhos emba?ados ps l¨¢grimas, via o sangue fluindo sem parar da cabe?a de Daniel, cobrindo sua testa lisa, as sobrancelhas densaso se fossem desenhadas, seus belos olhos, e o sangue at¨¦ escorria pelo seu nariz at¨¦ chegar ¨¤ boca. Essa cena foio uma facada no cora??o de Olivia. foi sufocada p dor, mas ainda assim, mantinha uma esperan?a de que Daniel apenas estava ferido, que ele apenas havia desmaiado temporariamente e iria se recuperar. prendia a respira??o, as m?os tr¨ºms movendo¨Cse lentamente em dire??o ¨¤ sua respira??o. A respira??o pesada e vigorosa do passado estava agora t?o fraca que era quase inexistente. Olivia percebia algo, suas m?os tremiam violentamente, suas pups se dtavam, e seu corpo inteiro se paralisava, as l¨¢grimas em seus olhos por um momento esqueciam de cair. Ent?o, uma dorncinante se espalhava por seus ¨®rg?os internos,o se quisesse despeda?¨¢. ¡°N?o! Daniel, voc¨º n?o pode morrer! N?o pode!¡± Um rugido doloroso saiu do cora??o de Olivia,ovente e doloroso. abra?ou o corpo pesado de Daniel, tentando se levantar dificuldade, segurando¨Co em seus bra?os, chorando incontrvelmente, solu?ando entre l¨¢grimas: ¡°Daniel, vou te levar para o hospital, n?o durma, n?o dormir¡­¡± Seu corpo tremia, querendo buscar o celr para ligar para a emerg¨ºncia, mas temia que, ao colocar Daniel no ch?o, ele perdesse aquele sopro de vida que ainda possu¨ªa. n?o queria deix¨¢¨Clo, mas a dor era t?o intensa que at¨¦ respirar se tornava dificil. Tremendo, olhava ao redor, tentando encontrar o celr, mas n?o sabia onde estava. Queria deixar Daniel para buscar o celr, mas o medo profundo de que, ao faz¨º¨Clo, perderia ele para sempre a dominava. chorou desesperadamente, mando fraqueza: ¡°Daniel, acorde, por favor, se voc¨º acordar, eu te perdoo, nunca mais vou te mandar embora¡­ acorde¡­¡± ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . As pessoas da v, ao ouvirem o som da explos?o, reagiram instintivamente fugindo. Todos sa¨ªram correndo de casa e esperaram a situa??o se acalmava, que se reuniam ao redor da casa de Olivia para ver o que acontecia. Ao verem Olivia abra?ando um homem, chorando desesperadamente, e Mire enterrada sob os ebros, sem saber onde estava, os moradorese?avam a murmurar entre si. Atrav¨¦s da poeira que enchia o ar, Olivia via os moradores, segurando o ainda quente corpo de Daniel, desesperada e em agonia, mava: ¡°Por favor, algu¨¦m pode ligar para o 192, r¨¢pido! Eu imploro¡­¡± *Olivia, calma, eu vou ligar para voc¨º, n?o se preocupe,¡± dizia um bondoso senhor da v, tentando acalm¨¢ enquanto discava para a emerg¨ºncia. Com a voz tr¨ºm, Olivia dizia: ¡°Obrigada, obrigada¡­¡± Enquanto fva, o corpo de Daniel em seus bra?os inclinou¨Cse para tr¨¢s porque ele n?o tinha consci¨ºncia independente e seu corpo estava t?o fraco que ele n?o tinha nenhum apoio. Percebendo que Daniel estava prestes a cair, Olivia o abra?ava apertado, as m?os tremendo, mas fortes, encostando sua testa na dele, o sangue dele se espalhando por seu corpo, mas isso n?o a iodava. Com os olhos cheios de l¨¢grimas e tomada pelo medo, Olivia sussurrava: ¡°Daniel, o m¨¦dico j¨¢ est¨¢ a caminho, aguente firme, por favor, n?o desista, sen?o, eu nunca vou te perdoar¡­¡± No c¨¦u, Wilma Dias dirigia um helic¨®ptero en?ou bombas ¨¤ distancia na dire??o da mans?o da familia de Olivia. observou a mans?o de Olivia serpletamente destruida p explos?o, sem que ningu¨¦m saiu correndo de sua casa Com a fuma?a cobrindo o c¨¦u, n?o conseguia ver ramente o estado da casa ap¨®s o cpso. No entanto, pode garantir que as pessoas que est?o l¨¢ dentro nunca sair?o. Originalmente, n?o sabia pilotar um helic¨®ptero, tendo passado meia hora procurando algu¨¦m que pudesse ensin¨¢. Parece que o esfor?o valeu a pena. Cap铆tulo 1365 Cap¨ªtulo 1365 Wilma exibiu um sorriso de triunfo no rosto, girando rapidamente o helic¨®ptero de volta. Na verdade, havia enganado Rodrigo Melo. Como poderia estar disposta a matar Daniel? Daniel era t?o excepcional, t?o encantador, t?o rico. No futuro, Daniel seria o homem de Wilma, somente Daniel poderia ter uma vida de luxo e sem preocupa??es vestu¨¢rio ou alimenta??o. Como poderia matar o homem que tanto amava e tanto desejava? Quem realmente queria matar era Olivia! Essa mulher ¨¦ t?o atrapalhada! Era por causa de Olivia que n?o conseguia capturar a aten??o de Daniel, mesmo que rompa o rcionamento entre Olivia e Daniel, Daniel s¨® tem Olivia em seu cora??o. Enquanto Olivia vivesse, nenhuma outra mulher poderia se aproximar de Daniel. E essa outra mulher a inclu¨ªa, por isso, estava t?o ansiosa para eliminar Olivia. Somente erradicando Olivia, teria a chance de se aproximar de Daniel. Minutos depois, a ambulancia chegou, assimo o resgate. Mire foi encontrada debaixo da terra, j¨¢ inconsciente. Daniel e Mire foram levados para o hospital da cidade para receber tratamento. Olivia seguiu a ambulancia. estava coberta de sangue, suas roupas todas manchadas de vermelho, o sangue misturado a terra, apresentando uma vis?o chocante. O m¨¦dico da ambulancia perguntou a : ¡°Voc¨º est¨¢ ferida tamb¨¦m? Se estiver, precisa nos dizer logo para que possamos tratar imediatamente.¡± Olivia, dificuldade para respirar e chorando, bn?ou a cabe?a: ¡°Eu estou bem, ¨¦ o sangue dele. Voc¨ºs precisam salv¨¢¨Clo, eu imploro.¡± estava tremendo de frio, choque e medo. Na ambulancia, dois m¨¦dicos estavam tratando urgentemente dos ferimentos de Daniel. As roupas dele foram cortadas, e Olivia viu que havia cinco ferimentos em suas costas causados p alvenaria. Os ferimentos eram profundos e o sangramento sa¨ªa constantemente. Grandes quantidades de algod?o eram constantemente empurradas enfiados em suas feridas, mas o sangue continuava a fluir. O algod?o encharcado de sangue quase enchia metade da ambulancia. Olivia parecia preocupada. queria ajudar, mas n?o podia fazer nada. Seu cora??o parecia estar preso em um torno, que se apertava cada vez mais, a dor cada vez mais intensa, aguda, sufocante. O caminho para o hospital ficava a apenas dez minutos. Para Olivia, parecia que meio s¨¦culo havia se passado. Finalmente, a ambulancia chegou ao hospital. M¨¦dicos e enfermeiros, juntamente Olivia, ajudaram a levar Daniel para fora da ambulancia. Os m¨¦dicos lutavam contra o tempo, apressando¨Cse para levar Daniel para a s de emerg¨ºncia: ¡°Por favor, afaste¨Cse, o paciente precisa de atendimento de emerg¨ºncia, obrigado¡­¡± Enquanto empurravam Daniel, os m¨¦dicos fvam ansiosamente as pessoas que bloqueavam o caminho. Olivia deu passos pesados e trotou para seguir a maca. Ao chegar ¨¤ porta da s de emerg¨ºncia, os m¨¦dicos empurraram Daniel para dentro, bloqueando Olivia: ¡°Familiares do paciente, por favor, aguardem aqui fora.¡± N?velDrama.Org holds text ? rights. Olivia parou, seus olhos emba?ados de l¨¢grimas tentavam ver Daniel atrav¨¦s do vidro da s de emerg¨ºncia, mas n?o conseguiam ver nada. De repente, caiu no ch?o, todo o seu corpo tremendo de frio. Cap铆tulo 1366 Cap¨ªtulo 1366 A porta da s de emerg¨ºncia fol fechada e as grandes pvras ¡°Primeiros Socorros¡± estavam iluminadas. Olivia desabou no ch?o, o cora??o apertado, respira??o pesada e estagnada, sentindoo se todo o c¨¦u acima de sua cabe?a estivesse escuro, Suas m?os no ch?o estavam cobertas de sangue. O sangue que se espalhava pelo ch?o, uma vis?o chocante que puxava seu cora??o, causando uma dorncinante. tremia enquanto respirava, l¨¢grimas cm uma a uma, enquanto levantava as m?os tr¨¦ms e enevoadas ps l¨¢grimas, tudo que via era um tom escuro de vermelho sangue. Tudo isso ¨¦ sangue de Daniel. A bordo da ambulancia, o m¨¦dico tentava estancar o sangue de Daniel algod?o, mas todos ficavam ensopados de vermelho, e o sangue da ferida de Daniel simplesmente n?o parava de jorrar. A imagem de Daniel na ambulancia rmpeava na mente de Olivia, seu cora??o se contra¨ªa em uma dor aguda. Em frente ao corredor do pronto¨Csocorro, uma enfermeira corria apressadamente em dire??o ¨¤ s, quase trope?ando em Olivia, que estava desabada no ch?o. Felizmente, conseguiu parar a tempo. Em suas m?os, carregava uma quantidade significativa de equipamentos m¨¦dicos, que quase cairam no ch?o devido ¨¤ parada s¨²bita, mas, por sorte, conseguiu estabiliz¨¢¨Clos a tempo. Olhando rmada para Olivia no ch?o, toda coberta de sangue, a enfermeira apressadamente disse: ¡°Senhorita, h¨¢ uma enfermaria logo adiante, voc¨º deveria cuidar desses ferimentos. Preciso levar suprimentos m¨¦dicos para um paciente em emerg¨ºncia e n?o posso ajud¨¢ a chegar l¨¢, mas se conseguir se levantar, v¨¢ por conta pr¨®pria.¡± Depois de dizer isso rapidamente, a enfermeira continuou apressadamente em dire??o ¨¤ s de emerg¨ºncia. Olivia se levantou do ch?o e quis entrar a enfermeira. queria vero Daniel estava. Mas, antes que pudesse se estabilizar, a enfermeira j¨¢ havia entrado na s de emerg¨ºncia e fechado a porta. A distancia entre e Daniel era mais uma vez interrompida por esta porta. Assimo em suas vidas, a primeira vez que foram separados foi quando Daniel a odiava, e a segunda vez, quando odiava Daniel. 0 2 4 20 209 Mas agora, n?o quer odi¨¢¨Clo, apenas espera que ele possa viver bem e seguran?a. Se ele pudesse apenas sobreviver, faria tudo o que ele quisesse, sem mais resist¨ºncia. Olivia mal conseguia se manter em p¨¦, suas pernas fracas mal sustentavam seu corpo enquanto se apoiava na porta de vidro, tentando espiar para dentro. Embora a porta da s de emerg¨ºncia seja de vidro, nada pode ser visto. nte/ap se esfor?ava para olhar para dentro quando, de repente, a porta se abriu por dentro, fazendo Olivia cambalear, quase caindo. A enfermeira que abriu a porta rapidamente segurou seus ombros, dizendo ansiosamente: ¡°Voc¨º ¨¦ parente do paciente? Ele est¨¢ perdendo muito sangue e precisa urgentemente de uma transfus?o.¡± *Use o meu, eu sou do tipo B!¡± Olivia disse nervosa e ansiosa, os olhos ansiosos e em panico. Belongs to ? n0velDrama.Org. estendia a m?o, pedindo ¨¤ enfermeira para tirar seu sangue. Vendo a qu?o animada estava, a enfermeira entendeu seu desespero em querer salvar algu¨¦m, mas teve que confront¨¢ uma realidade cruel. ¡°O paciente ¨¦ do tipo AB, e esse tipo sangu¨ªneo ¨¦ raro em nosso hospital.¡± ¡°O qu¨º!¡± Olivia sentiu uma tontura, preocupada que Daniel tivesse uma emerg¨ºncia repentina e falecesse. Naquele instante, sua mente estava um caos. ¡°Pense se ele tem algum parente pr¨®ximo, chame¨Cos imediatamente para doar sangue.¡± Desesperada, Olivia chorava copiosamente: ¡°Eu n?o trouxe meu celr, voc¨º poderia me emprestar o seu, por favor?¡± Olivia fva tremendo, implorando urg¨ºncia. *Calma, eu vou emprestar meu celr para voc¨º. Espere, you desinfetar sua m?o primeiro.¡± A enfermeira levou Olivia para fora, e a bandeja que carregava estava cheia de iodo. A enfermeira pediu para Olivia estender a m?o. viu que a m?o de Olivia estava coberta de sangue. se sentiu entorpecida e preocupada. Para fazer a liga??o o mais r¨¢pido poss¨ªvel, Olivia cooperou estendendo Cap铆tulo 1367 Cap¨ªtulo 1367 ¡°Machucou onde, est¨¢ doendo muito? Por que voc¨º est¨¢ tremendo tanto assim?¡± A enfermeira n?o p?de deixar de se perguntar quando viu as m?os estendidas de Olivia tremendoo se tivesse sofrido um derrame. Entre l¨¢grimas, Olivia engasgou ao dizer: ¡°Este ¨¦ o sangue dele, eu n?o estou ferida¡­¡± No momento em que a parede desabou, foi Daniel que se atirou em sua dire??o um impulso, cobrindo¨Ca seu corpo. Ele tomou seu escudo humano, recebendo todo o impacto dos ebros em suas costas, enquanto miraculosamente escapava lesa. Caso contr¨¢rio, seria quem estaria na s de emerg¨ºncia agora, ou estaria no necrot¨¦rio agora. 8 2 se Ao ouvir que o sangue em suas m?os era ¡°dele¡°, a enfermeira hesitou por um momento, mesmo sem saber o que tinha acontecido, mas podia imaginar a situa??o. Enquanto limpava rapidamente as m?os de Olivia iodo, a enfermeira disse: ¡°Seu marido realmente ama voc¨º. Hoje em dia, h¨¢ muitos poucos homens que arriscam a pr¨®pria vida para salvar seus amantes¡°. Amor? Essa pvra caiuo uma gota de ¨¢gua morna no cora??o de Olivia, fazendo ondas se espalharem por ele, trazendo uma dor sufocante sua do?ura amarga. Foi por amor que Daniel havia se arriscado para salv¨¢? Sim, nos dias de hoje, quem mais arriscaria sua pr¨®pria vida para salvar outra pessoa? N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Al¨¦m do amor, para que mais poderia servir? Mesmo uma verdade t?o ra aos olhos dos outros, s¨® veio apreender agora. ¡°Pronto, voc¨º precisa ligar agora, n?o podemos perder mais tempo, sen?o o paciente n?o vai aguentar.¡± A enfermeira limpou as m?os de Olivia o mais r¨¢pido poss¨ªvel e lhe entregou o celr. Sem perder um segundo, Olivia ligou para Vania Souza, tinha uma boa mem¨®ria e lembrava¨Cse de v¨¢rios n¨²meros de telefone. O telefone tocou uma vez e foi atendido: ¡°Olivia,o est¨¢ o Daniel?¡± Mesmo sendo um n¨²mero desconhecido, Vania reconheceu imediatamente que era Olivia quem ligava. A voz tr¨ºm de Olivia tentou manter a calma e disse: ¡°Vania, ele est¨¢ muito mal, perdeu muito sangue, precisa urgentemente de uma transfus?o. Seu tipo sangu¨ªneo ¨¦ AB, eu imploro que v¨¢ at¨¦ a v e veja quem tem esse tipo sangu¨ªneo, traga¨Cos ao hospital. Se eles doarem sangue para o Daniel, serei eternamente grata, se quiserem dinheiro, podem dizer quanto, pagarei qualquer valor, desde que venham doar sangue para o Daniel¡­¡± Fndo isso, Olivia solu?ou, suas pvras estavam urgentes e tr¨ºms. ¡°Certo, vou procurar imediatamente. N?o se preocupe, eu n?o vou deixar o Daniel morrer.¡± Vania desligou o telefone e correu para encontrar moradores da v sangue tipo AB. Daniel era o chefe da fam¨ªlia Griera e o presidente do Grupo Griera. Embora fosse conhecido por sua rigidez, suabina??o de beleza e riqueza o tornava uma elite admir¨¢vel, um homem de tirar o f?lego. Uma raridade em um s¨¦culo! Seria uma grande perda se ele morresse. Embora Vania tivesse uma queda por Sergio Griera, tamb¨¦m tem muita admira??o por Daniel. chorou por muito tempo ap¨®s a morte de Sergio. Agora, se Daniel morresse, seria uma grande perda para o mundo. Seria uma pena demais! Al¨¦m disso, se ajudasse Daniel desta vez, quando ele acordasse, certamente lhe daria muito dinheiro. Vania precisava de dinheiro no momento, Ent?o, por mais que voc¨º pense nesse favor, voc¨º tem que ajudar. Em seguida, Olivia tamb¨¦m ligou para o n¨²mero de Bruno. Anteriormente, ao convenc¨º¨Clo a devolver os bilh?es a Daniel, Olivia memorizou o n¨²mero de Bruno. Assim que a liga??o foi atendida, Olivia n?o conseguiu conter as l¨¢grimas: ¡°Assistente Bruno, Daniel, ele¡­ ele est¨¢ no pronto¨Csocorro e sua vida ou morte ¨¦ incerta. Cap铆tulo 1368 Cap¨ªtulo 1368 ¡°O qu¨¨? Estou a caminho!¡± Ao ouvir as pvras de Olivia, mesmo Bruno, que j¨¢ tinha visto ventos fortes e ondas, ficou t?o chocado que sua cabe?a zumbiu.. Daniel tinha se machucado e estava na s de emerg¨ºncia! Para chegar ao ponto de precisar de cuidados emergenciais, certamente era algo muito s¨¦rio. O Sr. Griera n?o estava em viagem de neg¨®cios no exterior? Como ele apareceu na casa de Olivia e ficar gravemente ferido! Bruno n?o teve tempo de fazer essas perguntas, mas em sua mente, ele j¨¢ tinha a resposta: certamente, Daniel estava t?o ansioso para ver Olivia que decidiu voltar do exterior e foi direto para a casa d assim que chegou. Ap¨®s desligar o telefone, Olivia engasgou e devolveu o telefone para a enfermeira: ¡°Obrigada¡­¡± ¡°De nada, quando tiver um momento, troque de roupa; voc¨º est¨¢ muito sangue na sua roupa. O hospital tem roupas para hospital..¡°, disse a enfermeira para Olivia, Olivia bn?ou a cabe?a. n?o tinha inten??o de trocar de roupa agora. s¨® queria esperar na porta da s de emerg¨ºncia e esperar por not¨ªcias de Daniel. Vendo que estava decidida, a enfermeira n?o insistiu mais. Estava prestes a sair quando Olivia, subitamente, segurou sua m?o, perguntando ansiosa e em panico: ¡°Enfermeira, minha tia tamb¨¦m foi trazida para este hospital,o est¨¢?¡± Desde o incidente, Olivia tem ficado Daniel porque ele estava gravemente ferido, e estava preocupada que Daniel morresse a qualquer momento. ? ? ??? ??? >? ??? ¨¹ < < ? ?g?????¨º ? ?? n?o teve tempo de se preocupar Mire at¨¦ agora. A lembran?a s¨²bita de Mire fez o cora??o de Olivia se apertar novamente. A ambulancia que levou Mire chegou primeiro ao hospital, e Olivia ainda n?o sabia onde estava. ¡°Qual o nome da sua tia?¡°, perguntou a enfermeira, vendo o qu?oment¨¢vel era. Normalmente, os enfermeiros s¨® cuidam das condi??es da sua pr¨®pria s de emerg¨ºncia e n?o respondem perguntas sobre outras ¨¢reas. Mesmo sabendo sobre outras ss de emerg¨ºncia, s evitampartilhar informa??es os familiares dos pacientes, temendo que possam se equivocar e causar problemas. Mas, vendo que Olivia n?o era do tipo que causaria problemas e querendo ajudar, n?o se preocupou tanto. ¡° se chama Mire.¡± Olivia, os olhos vermelhos e inchados de chorar, olhava para a enfermeira, nervosa e tensa, os l¨¢bios p¨¢lidos e tr¨ºmulos. Belongs to ? n0velDrama.Org. estava muito medo de ouvir a resposta que a deixou desesperada. ¡°Mire, ah, tem um homem . est¨¢ menos ferida, j¨¢ foi atendida e levada para um quarto.¡°, disse a enfermeira. Ao ouvir que Mire estava bem e tinha sido levada para um quarto, o cora??o de Olivia, que estava preso na garganta, finalmente se acalmou. Quando Mire recebia os primeiros socorros, esse tio estava sempre cuidando d. Durante o atendimento de emerg¨ºncia, foi esse tio quem cuidou de Mire. Isso permitiu que Olivia se acalmasse por um momento, concentrando toda sua preocupa??o em Daniel, que ainda estava na s de emerg¨ºncia. ¡°R¨¢pido, familiares do paciente, seu ente querido j¨¢ chegou? O paciente precisa urgentemente de uma transfus?o de sangue. Se demorarmos mais, ele n?o conseguir¨¢ sobreviver neste momento,, a porta da s de emerg¨ºncia atr¨¢s de Olivia se abriu, e o m¨¦dico saiu, uma express?o ansiosa e urgente. Ao ouvir as pvras do m¨¦dico, o cora??o de Olivia, que tinha se acalmado um pouco, imediatamente se apertou novamente. Desesperada, girava no lugar,pletamente perdida, sem saber o que fazer. ligou para Vania, mas Vania ainda n?o apareceu. Uma transfus?o de sangue em excesso ¨¦ um assunto s¨¦rio, que pode realmente levar ¨¤ morte se n?o for tratado corretamente. O m¨¦dico estava lutando contra o tempo, sem margem para erro. Se perder a melhor oportunidade de tratamento, a nova vida de Daniel realmente desaparecer¨¢ de sua vida. Seus filhos nunca mais teriam um pai! Cap铆tulo 1369 Cap¨ªtulo 1369 Como fazer,o fazer! Olivia, em um momento de desespero, agarrou¨Cse ao m¨¦dico e disse urg¨ºncia: ¡°Voc¨º poderia verificar entre os m¨¦dicos e enfermeiros, se algu¨¦m ¨¦ do tipo sanguineo AB e estiver disposto a doar sangue, eu pagarei uma grande quantia! Cinquenta milh?es, eu dou cinquenta milh?es, desde que estejam dispostos a doar!¡± Cinquenta milh?es s?o todas as economias de Olivia., Esses cinquenta milh?es ainda s?o o dinheiro que a loja deu a depois que o cr de nuvens que Daniel the deu foi dissolvido. estava disposta a usar todo o seu patrim?nio para lutar contra a morte por mais tempo, para obter uma chance de sobreviv¨ºncia para Daniel. ¡°Isto ¨¦, Beatriz, por favor, veja o que pode fazer¡­¡± o m¨¦dico ficou um pouco constrangido, mas ainda assim mandou a enfermeira ir e ¡°Certo, eu vou agora mesmo.¡± A enfermeira se virou e correu. Nesse momento, no final do corredor da s de emerg¨ºncia, quatro pequenas bs fofas apareceram de repente, rndo em dire??o a Oliviao bolinhas de borracha. ¡°Mam?e!¡± ? N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Os pequeninos, suas curtas peminhas, correram rapidamente em dire??o a Olivia. Olivia, j¨¢ o cora??o quase partido p preocupa??o, ¨¤ beira do cpso. Quando viu os quatro filhos, seu cora??o dolorido azedou por um momento e e?ou a chorar. As crian?as correram at¨¦ , cada uma ds parando a seus p¨¦s, olhando para cima seus rostinhos vermelhos e fofos. ¡°Mam?e, tire meu sangue, meu sangue pode salvar o papai!¡± Heitor levantou suas mangas, expondo seus pequenos bra?os magros e p¨¢lidos, sinalizando para que tirassem seu sangue. ¡°Tire o meu tamb¨¦m, tenho muito sangue, o papai pode tomar quanto precisar.¡± Joel tamb¨¦m estendeu o bra?o, seus olhos negros e inocentes cheios de l¨¢grimas. ¡°Mam?e, eu sou mais cheinha, tenho mais sangue, e n?o tenho medo da dor, tire o meu!¡± Iria, que sempre teve medo da dor, estendeu sua m?ozinha gordinha, seus olhos inocentes fixos em Olivia determina??o. *Tire o meu, meu sangue at¨¦ os mosquitos gosta deer, papai certeza tamb¨¦m vai gostar.¡± In¨ºs levantou sua cabecinha, a menina cabelos curtos e uma atitude legal, normalmente timida, agora estava extremamente corajosa. As pvras inocentes das crian?as ecoaram nos ouvidos de Olivia, enchendo seu cora??o desesperado e sem esperan?a luz. Como raios de luz prando um quarto escuro, enchendo o quarto de luz. Vania chegou logo depois, ofegante, disse a Olivia: ¡°As crian?as ouviram quando eu estava ao telefone e insistiram para que eu as trouxesse. Eles disseram que todos s?o do tipo sangu¨ªneo AB e poderiam doar sangue para Daniel. Pensei que ir de casa em casa perguntando aos moradores levaria muito tempo. Algumas pessoas nem sabem qual ¨¦ o seu tipo sangu¨ªneo, ent?o simplesmente trazem seus filhos. Olivia enxugou as l¨¢grimas e se virou para perguntar ao m¨¦dico: ¡°As crian?as podem doar sangue? Isso afetar¨¢ a sa¨²de ds de alguma maneira?¡± O m¨¦dico respondeu: ¡°N?o ter¨¢ efeito se voc¨º n?o tirar muito sangue¡°. ¡°Doutor, tire o meu!¡± Heitor aproximou¨Cse do m¨¦dico, estendendo seu pequeno bra?o, seus olhos expressando determina??o. ¡°Tire o meu!¡± Joel se aproximou, o rosto todo vermelho. Tenho mais sangue, tire o meu!¡± Iria tamb¨¦m se aproximou. ¡°E o meu tamb¨¦m!¡± In¨ºs se adiantou at¨¦ o m¨¦dico. O m¨¦dico olhou para baixo, vendo os quatro pequenos fofinhos, e sabendo que o paciente precisava urgentemente de uma transfus?o de sangue e que mais espera poderia ser fatal. O m¨¦dico ficou o cora??o partido e disse:: ¡°Venhamigo!¡± Virou¨Cse e entrou na s de emerg¨ºncia, e os quatro pequeninos seguiram o m¨¦dico sem olhar para tr¨¢s. Olivia, ansiosa para seguir, foi impedida p enfermeira, que disse: ¡°Familiares do paciente, por favor, aguardem aqui fora.¡± Olivia assistiu aos prantos enquanto as quatro crian?as seguirem o m¨¦dico para dentro da s de emerg¨ºncia, s¨® podendo esperar dodo de fora. A enfermeira suspirou: ¡°Voc¨º tem quatro filhos t?opreensiveis e corajosos.¡± Ao ouvir as pvras do m¨¦dico, Oliviae?ou a chorar copiosamente. 1/2 Seus quatro filhos, sempre lhe traziam luz quando estava desesperada. A porta da s de emerg¨ºncia se fechou novamente. Cap铆tulo 1370 Cap¨ªtulo 1370 Olivia, dodo de fora, andava inquieta em expectativa, enquanto a enfermeira se afastara para atender a suas pr¨®prias obriga??es. Vania estava ¨¤ parte,n?ando olhares ocasionais para as grandes letras que formavam a pvra ¡°EMERG¨ºNCIA¡± e, em outros momentos, para Olivia, que, embora suas pemas tremessem de nervosismo, n?o conseguia parar de caminhar de umdo para o outro. Alguns minutos depois, Vania n?o aguentou mais e disse, impaciente: ¡°Voc¨º n?o pode parar de andar e sentar um pouco?¡± Olivia olhou para Vania olhos marejados de ansiedade e tristeza, sua voz estava rouca de tanto sofrimento. ¡°Sente¨Cse voc¨º, eu n?o quero sentar¡­ Com o cora??o aflito,o poderia simplesmente sentar? ¡°Seu nervosismo n?o vai mudar nada, ainda teremos que esperar o m¨¦dico sair e anunciar o resultado. Em vez de ficar nesse estado de ansiedade, melhor esperar calmamente.¡± Vanian?ou um olhar de desd¨¦m para Olivia, antes de se sentar for?a na cadeira de espera. Olivia disse a voz rouca: ¡°Porque eles n?o s?o as pessoas mais importantes para voc¨º, voc¨º pode esperar calmamente¡­¡± Dentro da s de emerg¨ºncia estavam seus quatro filhos e o pai das crian?as. Qualquer problema qualquer um deles seriao tirar metade da vida de Olivia. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Por serem as pessoas mais queridas e amadas por , era imposs¨ªvel parar de se preocupar nem por um segundo. Esse sentimento era algo que um estranho n?o poder¨ªa entender. Vania ficou surpresa e soltou um resmungo frio e desdenhoso: ¡°Daniel ¨¦ o qu¨º de voc¨º, afinal? Ele te casou? Voc¨º ¨¦ a esposa dele? At¨¦ parece que voc¨º gosta de se engrandecer!¡± As pvras de Vania fizeram o cora??o de Olivia pesar; dirigiu um olhar a Vania, por¨¦m n?o proferiu mais nenhuma pvra. ¨¤ medida que o tempo passava, a porta da s de emerg¨ºncia continuava fechada, e a ansiedade dentro do cora??o de Olivia se intensificava cada vez mais. Justo quando Olivia estava ¨¤ beira do desespero, um alvoro?oe?ou no corredor de emerg¨ºncia. Uma presen?a austera e prante se fez sentir. Instintivamente, Olivia se virou e viu um senhor de cabelos prateados, alto, cuja dignidade n?o era diminu¨ªda pelos anos, panhado por um grupo de homens trajando ternos pretos. Seu olhar era agudoo o de um falc?o, e sua presen?a, imponente. Era o Velho Sr. Griera, Eduardo Griera! Atr¨¢s dele vinham Bruno, Rayan Mendes e mais seis guarda¨Ccostas, que se apressaram em dire??o ¨¤ s de emerg¨ºncia. Ao ver essa cena, o cora??o j¨¢ apreensivo de Olivia se encheu ainda mais de temor. O Velho Sr. Griera, olhando fixamente e urg¨ºncia, deteve¨Cse diante de Olivia e perguntou gravidade: ¡°Como est¨¢ o Daniel?¡± Nos seus olhos nudos, havia uma profunda preocupa??o e nervosismo. Olivia, assustada por sua intensidade, tremia ao fr: ¡°Ele, est¨¢, est¨¢ l¨¢ dentro, em emerg¨ºncia.¡± ¡°Eu estou perguntando sobre a condi??o dele! N?o me venha evasivas!¡± A voz do Velho Sr. Griera se alterou, carregada de raiva. Desde sempre, o Velho Sr. Griera nunca teve uma boa impress?o de Olivia. , suas maneiras n?o muito honestas e sedutoras, n?o s¨® havia enfeiti?ado Sergio a ponto de ele perder a raz?o, mas tamb¨¦m o levou a negligenciar sua pr¨®pria vida! Sergio j¨¢ havia perdido a vida por causa dessa mulher, e agora, dos jovens homens da fam¨ªlia Griera, restava apenas Daniel! E agora, at¨¦ Daniel estava correndo perigo por causa dessa mulher! Eduardo estava furioso, triturando os dentes de raiva, mas tamb¨¦m extremamente preocupado Daniel. Cap铆tulo 1371 Cap¨ªtulo 1371 Daniel foi o homem que ele pr¨®prio criou para liderar a familia Griera. Antes, ele era inteligente, s¨¢bio, com uma m?o de ferro, nunca hesitava por quest?es menores, e muito menos perderia seu julgamento por causa de uma pessoa. Desde que encontrou Olivia, ele quebrou seus pr¨®prios principios repetidamente, mostrou¨Cse fraco e perdeu o controle por , e agora estava at¨¦ mesmo disposto a arriscar sua pr¨®pria vida. A caminho do hospital, o Velho Sr. Griera j¨¢ havia ordenado uma investiga??opleta: a mans?o de Olivia fora alvo de uma explos?o que levou ao desmoronamento da estrutura, e Daniel, protegendo Olivia um abra?o, fora atingido pelos destro?os, sofrendo ferimentos cr¨ªticos. Se n?o fosse para salvar Olivia, a habilidade de Daniel, ele nunca teria se machucado nessas circunstancias. Ele certamente teria a velocidade suficiente para se afastar da casa em cpso. Mas por causa dessa mulher, Olivia, ele acabou gravemente ferido. O Velho Sr. Griera estava angustiado, a preocupa??o e a dor em seu cora??o s¨® podiam ser suprimidas e transformadas em raiva. ¡°Perda de sangue excessiva, os m¨¦dicos est?o fazendo o m¨¢ximo para transfundir sangue¡­¡± Olivia ouviu a severa inquiri??o do Velho Sr. Griera a cabe?a baixa, respondendo o rosto p¨¢lido. tamb¨¦m queria saber a situa??o exata de Daniel agora, mas n?o sabia de nada, s¨® podia esperar. ¡°O m¨¢ximo?¡± Essas pvras,o algemas de desespero, apertaram ferozmente o cora??o do Velho Sr. Griera. Ele sentiu de repenteo se toda a sua for?a tivesse sido drenada, apoiando seu corpo apenas um momento atr¨¢s, e agora foi atingido t?o fortemente que cambaleou para tr¨¢s. Ao ver isso, Olivia estendeu a m?o, preparando¨Cse para ajudar. Belongs to ? n0velDrama.Org. ¡°Velho Senhor¡­¡± Bruno foi mais r¨¢pido e segurou o Velho Sr. Griera por tr¨¢s. A m?o estendida de Olivia fechou¨Cse no ar e caiu silenciosamente. A respira??o do Velho Sr. Griera ficou pesada, lutando para se manter; Daniel servira no ex¨¦rcito por muitos anos e, embora tra¨ªdo cinco anos atr¨¢s, nunca sofrera ferimentos t?o severos. E agora, por causa de uma mulher, ele se machucou tanto assim. Olivia, vendo a dor no Velho Sr. Griera, sentiu¨Cse muito mal, mas agora, tamb¨¦m n?o podia consr o Velho Sr. Griera, qualquer pvra de conforto seria in¨²til, entendia profundamente, ent?o por que insistir? Enquanto todos estavam no auge de sua tristeza, a porta do quarto do hospital se abriu. O m¨¦dico saiu, uma m¨¢scara no rosto e a testa coberta de suor. No momento em que a porta da s de emerg¨ºncia se abriu, Olivia imediatamente ficou tensa, olhando ansiosamente para o m¨¦dico. estava prestes a avan?ar, mas o Velho Sr. Griera levantou¨Cse primeiro e apressou¨Cse at¨¦ o m¨¦dico, o corpo que antes era firmeo um pinheiro, agora tr¨ºmuloo um idoso. Ansioso, sua voz soava normal, mas ouvindo atentamente, podia¨Cse perceber o tremor n. ¡°Como est¨¢ o meu Daniel?¡± O m¨¦dico olhou ansiosamente, uma express?o de pesar, e disse ao Velho Sr. Griera: ¡°O paciente foi atingido na cabe?a por um tijolo, fizemos o m¨¢ximo para estancar o sangue, mas o trauma na cabe?a ¨¦ muito grave. O n¨ªvel m¨¦dico da nossa cidade ¨¦ limitado, ¨¦ urgente uma transfer¨ºncia hospitr, e tem que ser r¨¢pido, se houver demora, o paciente provavelmente n?o aguentar¨¢¡­¡± ¡°O qu¨º?¡± O corpo do Velho Sr. Griera bn?ou, quase caindo devido ao choque. Bruno segurou o Velho Sr. Griera, as pvras do m¨¦dico tamb¨¦m o deixaram fraco, ele usou toda sua for?a para sustentar o corpo inst¨¢vel do Velho Sr. Griera. Ele pensava que Daniel estava apenas gravemente ferido, mas n?o imaginava que os ferimentos fossem t?o s¨¦rios, correndo o risco de perder a vida a qualquer momento. Olivia arregalou os olhos, um cfrio percorreu seu corpo, suas pernas fraquejaram e n?o conseguiram mais suportar seu corpo, que cambaleou para tr¨¢s e caiuo um pano rasgado. ¡°Cuidado!¡± Rayan, seus reflexos r¨¢pidos, prontamente segurou seu corpo vte. Assim que envolveu seu corpo, as m?os de Rayan foram manchadas pelo sangue em sua roupa, pegajoso, fazendo o cora??o de Rayan tremer tamb¨¦m. Ele chamou preocupado: ¡°Srta. Souza, voc¨º est¨¢ bem?¡± Cap铆tulo 1372 Cap¨ªtulo 1372 ap¨¢vam dos olhos de Olivia, enquanto sua respira??o tremia, asfixiada Sua mente estava inundada as pvras que o m¨¦dico acabara de dizer: Daniel sofrera um grave ferimento na cabe?a, precisava nsferido e rapidamente, caso contr¨¢rio, sua vida estaria em risco Els pensou que fosse apenas uma perda excessiva de sangue, mas n?o imaginava que a situa??o fosse t¨¢o grave. As m?os que se agarravam ao bra?o de Rayan tremiam, e ao tentar fr abria a boca, mas uma dor intensa fazia seu cora??o e garganta sentirem-se obstruidos por algod?o, impedindo-a de articr sequer uma pvra. Ap¨®s o momento de profundo pesar, Velho Sr. Griera rapidamente recuperou a calma. Suas m?os tremiam levemente enquanto ele retirava o celr do bolso, aparentando serenidade, mas o corpo todo tremendo, ligou para o Dr. Morales: "Pegue seu avi?o e venha para o hospital da cidade de Aldeia Souza, precisamos transferir Daniel para o seu hospital para que ele receba tratamento. Ele feriu a cabe?a, traga os melhores equipamentos, r¨¢pido!" Depois de desligar a chamada Dr. Morales, Velho Sr. Griera ligou para sua equipe de seguran?a. Com uma ordem trem de autoridade, disse: "Mande dez helic¨®pteros aqui, dez equipes para proteger Daniel de volta ¨¤ Capital!" Assim que Velho St. Griera terminou de dar as ordens, quatro pequenos seres panhados de uma enfermeira sa¨ªram da s de emerg¨ºncia. Os pequenos arrega?avam as mangas, exibindo bra?os macios marcas de agulha, enquanto pressionavam algod?o contra os pontos. Com l¨¢grimas marcadas em seus rostos e uma express?o de exaust?o e tristeza substituindo a vivacidade habitual, seus olhos infantisn?aram um olhar para Velho Sr. Griera, antes de buscar Olivia entre a multid?o. Ao verem Olivia, apoiada por Rayan, algo em seus olhares tristes brilhou, e eles correram em sua dire??o. "Mam?e!" Enquanto Velho Sr. Griera se contorcia, ao ver os quatro filhos, seu olhar se tornou profundamente tocado e esperan?oso. Ele estava prestes a dizer algo aos filhos, mas eles apenasn?aram um olhar para ele antes de correrem em dire??o a Olivia. O olhar antes cheio de esperan?a do Velho Sr. Griera mudou para um de des??o e perturba??o, e, ao encarar.Olivia, seus olhos transpareciam rancor e ira. Essa mulher, n?o s¨® causou a Daniel ficar deitado numa cama de hospital entre a vida e a morte, mas tamb¨¦m fez que seus quatro filhos, t?o pequenos, doassem sangue. Essa mulher tem cora??o? Olivia se endireitou, envolvendo os quatro filhos em seus bra?os, sua respira??o parou, a dor asfixiante, e enquanto sentia o cheiro de leite dos filhos, suas l¨¢grimas ca¨ªam fricamente. queria dizer algo, queria contar aos filhos que o pai deles estava em perigo, que n?o queria que ele sofresse, que estaria disposta a tomar todo o sofrimento e perigo em seu lugar. Mas de que adiantar¨ªa dizer essas pvras? s n?o mudariam a situa??o, e n?o poderia sofrer no lugar de Daniel. Por que Daniel teve que salv¨¢? Ele poderia ter sa¨ªdo, n?o precisava ter sido atingido p parede que desabou. Tudo por causa d... A culpa e a dor no cora??o de Olivia eramo um mar que quase a afogava. s¨® pod¨ªa abra?ar seus filhos, procurando um pouco de luz, tentando encontrar sua respira??o. "Tragam as crian?as para c¨¢!" ordenou Velho Sr. Griera, voz firme.Belongs to ? n0velDrama.Org. Rapidamente, os seguran?as pegaram as crian?as dos bra?os de Olivia. "Heitor, Joel, Ir¨ªa, In¨ºs!¡± Com os bra?os agora vazios, Olivia estendeu as m?os tentando pegar seus filhos de volta. Mas os seguran?as foram resolutos e r¨¢pidos, n?o lhe dando chance de pegar as crian?as. "Mam?e!" Heitor lutava nos bra?os do seguran?a, chutando e agitando bra?os pernas. O seguran?a segurou firmemente suas m?os e p¨¦s, impedindo-o de se debater. "Mam?e, eu quero a mam?e!" Joel tamb¨¦m resistia, gritando. O seguran?a cobriu sua boca, impedindo-o de gritar. Cap铆tulo 1373 Cap¨ªtulo 1373 ome?ou a caminhas para fora. assustada, esva para se libertar nto era carregaria para fora. se ao outro que carregava ta, e ambos caminharam para fora. Os sans das crian?as lutando e fazendo barulho foram se distanciando. corpo fr¨¢gil, tentou segur-los. Devolvam meus filhos....N?velDrama.Org holds text ? rights. mal deu dois passos quando foi bloqueada por um seguran?a robusto, parando Olivia um olhar cheio de l¨¢grimas. caminho deneme ir atr¨¢s dos meus filhos! Olivia respirava dificuldade. vipe, Sta. Souza, n?o adiantaer, disse o seguran?a. Consciente de que argumentar o seguran?a seria in¨²til, Olivia, l¨¢grimas marejando os olhos, voltou-se para o Velho Sr. Griera e suplicou: Por favor permita que meus filhos fiquem, eles s?o meus..." "Eles de fato s?o seus, mas voc¨º n?o tem o direito de ser uma boa m?e!" Velho Sr. Griera disse a Olivia uma express?o de tristeza Seus olhos estavam turvos, mas exibiam uma for?a nascida da dor e da ira. "Um m¨¦s atr¨¢s, depois que Daniel voltou da Aldeia Souza, ele estava em um estado depressivo. Eu sabia que voc¨º tinha enfeiti?ado a mente dele, fazendo-o dedicar-se inteiramente a voc¨º. Para ajud¨¢-lo a superar, eu fiz que surgisse um problema em uma de nossas empresas no exterior, obrigando-o a trabalhar l¨¢ fora. Era para ser um trabalho de tr¨ºs meses, eu pensei que esse tempo seri¨¢ suficiente para ele voltar a si, que n?o valeria a pena se entristecer por uma mulher! Mas ele, teimosamente,pletou o trabalho de tr¨ºs meses em apenas um! Depois de terminar o trabalho, ele voltou ao pa¨ªs secretamente para te ver, e acabou nessa situa??o de vida ou morte! Voc¨º, mulher venenosa, n?o bastou matar o Sergio, tamb¨¦m queria levar meu Daniel, tosse... tosse..." Velho St. Griera fva dor e ang¨²stia, e ao final, sua f foi interrompida por tosses, o f¨ªsico e a dor emocional quase esgotando suas for?as. Velho St. Griera, por favor, se acalme, o Sr. Griera ainda precisa do senhor..." Bruno, apoiando Velho Sr. Griera, disse ansiosamente, alisando suas costas. Era crucial que Velho Sr. Griera n?o sucumbisse agora, pois s¨® ele poderia salvar Daniel. Seu circulo social e seu poder eram ipar¨¢veis. Velho Sr. Griera respirou fundo, tentando contrr a dor e a indigna??o. Ele tamb¨¦m queria ser racional, n?o queria se irar, mas a realidade era cruel. A pessoa que estava na UTI, correndo risco de vida a qualquer momento, era Daniel, quem ele criou e investiu tanto esperan?a e esfor?o. Como ele poderia n?o se sentir agitado e enfurecido? Olivia tremia enquanto respirava, as pvras de Velho Sr. Griera eramo uma bomba explodindo novamente em seu cora??o j¨¢ destro?ado. Ent?o, Daniel n?o tinha ido ¨¤ Aldeia Souza por um m¨ºs porque Velho Sr. Griera o enviou ao exterior para trabalhar. Ele trabalhou arduamente para encurtar o tempo de retorno, sob.o controle de Vello Sr. Griera, ele voltou secretamente para v¨º. E havia sido t?o fria e distante ele. Se tivesse agida mais crueldade e o mandado embora, ele n?o teria sofrido ferimentos grave''s e ap tentar salv¨¢. Enquanto todos estavam imersos em uma grande tristeza, muitos helic¨®pterose?aram a rugir sobre o hospital. O olhar de Velho Sr. Griera se afiou, e ele ordenou ao m¨¦dico: "R¨¢pidom ico prepare o ambiente est¨¦ril, Tevem Daniel para fora, as pessoas que vieram busc¨¢-lo chegaram." Assim que Velho Sr. Griera terminou de fr, o Dr. Morales e sua equipe de m¨¦dicos apressaram-se em chegar. Cap铆tulo 1374 Capitulo 1374 Dr. Morales apr¨¨ssou-se em dire??o ao Velha S. Griera e indagdu. "Onde est¨¢ o Daniel?" "Ele est¨¢ na s de emerg¨ºncia", disse Velho St. Griera, ansioso. Enquanto fvam, os m¨¦dicos surgiram da s de emerg¨ºncia, empurrando uma maca na qual Daniel estava deitado. Olivia, o cora??o apertado e nervosa, olhou para a maca, desejando vero Daniel estava, mesmo que fosse apenas por um momenta, para sabere ele realmente estava No entanto, um pano est¨¦ril azul bloqueava sun vista. A maca estava cercada por um ambiente est¨¦ril, envolvida por tecido azul est¨¦ril, tomando imposs¨ªvel para os demais verem o que havia dentro Agora, at¨¦ mesmo o desejo de v¨¦-to mais uma vez tomou-se um luxo. Dr. Morales e sua equipe m¨¨dica rapidamente se aproximaram, assumindo a responsabilidade sobre Daniel das m?os do hospital local, e apressadamente se dirigiram para fora. Velho St Griera, Bruno, e os seguran?as seguiram a maca para fora. Olivia, lutando para manter-se de p¨¦, seguiu os, querendo ver Daniel, mesmo que fosse apenas por um momento. Rayan tamb¨¦m seguiu rapidamente. No vasto jardim do hospital, havia um helic¨®ptero estacionado, cujo corpo era maior do que o de helic¨®pterosuns, capacidade para dez pessoas. Dr. Morales e os outros m¨¦dicos empurraram Daniel para dentro da cabine do helic¨®ptero. Velho Sr. Griera tamb¨¦m entrou, seguido de perto por Bruno. Em seguida, o helic¨®ptero decolou urgentemente, seguido pelos demais helic¨®pteros de escolta que circvam no c¨¦u, voando juntos o avi?o m¨¦dico. O som retumbante nos c¨¦us, a imensa presen?a, sacudiu todo o hospital da cidade. Os curiosos se agruparam, olhando para o alto, enquanto os mais temerosos buscavam ref¨²gio nos recantos do hospital, receando que o conflito pudesse atingir os inocentes. Os m¨¦dicos que sabiam o que estava acontecendo olhavam para o c¨¦u enquanto os avi?es se distanciavam, suspirando ansiosos e nervosos. Daniel, um homem de grande estatura, respeitado e temido por toda a cidade, havia sofrido ferimentos graves, agora enfrentando uma situa??o de vida ou morte. Se o n¨ªvel de cuidado m¨¦dico dispon¨ªvel para trat¨¢-lo n?o fosse suficiente, Daniel poderia morrer a qualquer momento. 0Belongs to ? n0velDrama.Org. Seria uma grande perda se uma pessoa t?o destacada e admirada na cidade fosse perdida. Olivia, olhando para cima, assistiu enquanto os avi?es se afastavam, sua respira??o ficava dif¨ªcil, seu corpo tremia levemente de dor, e as l¨¢grimas giravam em seus olhos, sufocando-a. Entre aqueles avi?es, n?o estava apenas o Daniel pelo qual se preocupava, mas tamb¨¦m seus quatro filhos. Em apenas meia hora, todas as pessoas mais queridas e pr¨®ximas a foram levadas. ficou sozinha, olhando para os avi?es que se afastavam, desda. Os avi?es desapareceram rapidamente do campo de vis?o em menos de tr¨ºs minutos. Olivia ainda olhava para o c¨¦u, onde as nuvens formavam linhas retas, marcas dos avi?es que haviam passado. Sob o p?r do sol, o c¨¦u estava coberto de nuvens coloridas, brilhando uma luz dourada deslumbrante. A luz refletia nas l¨¢grimas nos olhos de Olivia,o as ¨¢guas do Rio om Amarelo, carregando muita tristeza, fazendo que as l¨¢grimas em seus olhos brilhas sem um brilho amarelo fosco. Esse brilho iluminava o Jade em seu pesco?o, que brilhava uma luz ofuscante. Refletindo nos olhos de Rayan, que estava aodo de Olivia. Desde quee?ou a apoiar Olivia, Rayan havia notado o Jade em seu pesco?o. "O Velho Sr. Griera far¨¢ tudo que estiver em seu alcance para salvar o En? Daniel; n?o h¨¢ necessidade de se preocupar excessivamente." Olivia estava imersa em sua tristeza quando uma voz masculina soou ao seudo. voltou seu olhar, baixando-o no momento em que as l¨¢grimase?aram a rr, borrando sua vis?o. Cap¨ªtulo 1374 Vendo que era Rayan, rapidamente emas do rosto,o se temesse que Rayan a ridicrizasse. "Sr. Mendes, por que voc¨º n?o foi eles?" Olivia perguntou, sua voz rouca e constrangida. Cap铆tulo 1375 Cap¨ªtulo 1375 Era uma tristeza t?o profunda que causava rouquid?o na garganta. Rayan tinha vindo o Velho Sr. Griera e os outros, e era suposto que sa¨ªsse eles. "Quando voc¨º ligou para o Bruno, eu estava bem aodo dele. Ao ouvir que o Sr. Daniel estava em perigo, viemos juntos. Agora eles partiram para fazer tudo o que est¨¢ ao alcance para salvar o Sr. Daniel. Eu ir junto n?o ser¨ªa de grande ajuda." As pvras de Rayan soavam muito calmas. Olivia ergueu os olhos emba?ados para ele, sentindo umabina??o de nervosismo, ansiedade e uma ponta de esperan?a, e indagou: "O Velho Sr. Griera vai conseguir cur¨¢-lo, n?o vai?" Daniel n?o podia morrer, ele simplesmente n?o podia. Uma pessoa t?o forte,o poderia morrer? n?o queria que ele morresse... "N?o ¨¦ uma quest?o de conseguir, ¨¦ de fazer o m¨¢ximo poss¨ªvel," Rayan respondeu a Olivia. O Velho Sr. Griera s¨® tinha o Daniel agora, ele dedicou sua vida a prepar¨¢-lo, e, al¨¦m disso, Daniel era seuo mais orgulhoso. Ele certamente usaria todos os seus contatos e poder para tratar o Daniel. Quanto ao resultado, era dif¨ªcil fazer qualquer previs?o. Ao ouvir que o Velho Sr. Griera faria o m¨¢ximo poss¨ªvel para salvar o Daniel, Olivia sentia uma enxurrada de emo??es, al¨ªvio misturado esperan?a, mas tamb¨¦m uma dor sufocante. Aliviada por ter o Velho Sr. Griera disposto a fazer tudo para salvar o Daniel. Esperan?osa que Daniel pudesse se recuperar. Dolorida pelo fato de Daniel, sempre t?o forte e invulner¨¢vel, ter se ferido gravemente para salv¨¢. A culpa e o remorso dentro de Olivia eram indescrit¨ªveis. estava ¨¤ beira da tristeza, sem notar o olhar de Rayan fixo no Jade que usava no pesco?o. *De onde ¨¦ esse Jade?" Rayan finalmente cedeu ¨¤ curiosidade que o consumia e fez a pergunta. A raz?o mais importante p qual ele n?o havia seguido o Velho Sr. Griera era para descobrir a origem desse Jade. Olivia hesitou por um momento, n?o tendo entendido sua pergunta de imediato. Eles estavam fndo sobre o Daniel e, de repente, Rayan perguntou sobre o Jade, a mudan?a de assunto foi t?o r¨¢pida que demorou a panhar. Notando o olhar de Rayan fixo em seu pesco?o, baixou os olhos e percebeu que ele se referia ao jade que trazia consigo. Olivia tentou reprimir a sensa??o de sufocamento dentro d e respondeu calmamente: "¨¦ uma lembran?a da minha m?e." "Uma lembran?a da sua m?e?" Rayan parecia ainda mais intrigado. Olivia assentiu: "Ap¨®s o falecimento da minha m?e, ao organizar seus pertences, encontrei este Jade em sua caixa de joias. Pareceu-me ser uma antiguidade, ent?o decidi guard¨¢-lo." Os demais itens de valor, havia vendido e transferido o dinheiro para a conta da sua tia Mire. Mas esse Jade era algo que sua m?e, n?o importando a dificuldade, nunca quis vender. pensou que deveria ser muito importante para sua m?e, enfad e decidiu lev¨¢-lo consigo. "Quando sua m?e era jovem, conheceu Igor Carneiro?" Rayan om olhou para Olivia um othar intenso, sua voz cheia de emo??o. NO "Igor?" Olivia estava um pouco confusa, mas/logo se lembrou. Igor era um respeitado anci?o que Daniel admirava, e ele at¨¦ a havia apresentado a Igor uma vez, Era um homem gentil e bondoso. E tamb¨¦m um empres¨¢rio de sucesso. Sua m?e conhecia Igor? Olivia n?o tinha certeza N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Cap铆tulo 1376 Cap¨ªtulo 1376 Olivia parecia confusa diante do ocorrido, e ent?o Rayan, tomando uma respira??o profunda, resolveu esrecer toda a situa??o para . "Voc¨º se lembra daqu vez em que Daniel te levou para encontrar Igor?" perguntou Rayan. Olivia assentiu levemente, certamente se lembrava, e a mem¨®ria era muito vivida. Porque naqu ocasi?o, Wilma havia servido uma bebida adulterada para Daniel e Igor, fazendo-a pensar que Daniel e Wilma haviam tido um caso, o que a iodou por muito tempo. Foi somente mais tarde que descobriu que Daniel nunca havia tocado em Wilma. E foi exatamente por isso que Olivia se lembrou t?o vividamente daquele jantar. *O Sr. Cameiro tinha um assunto para tratarigo," Rayan voltou ao ponto principal: "ele me pediu para procurar um Jade, eu busquei em muitas antiqu¨¢rias e entreerciantes que apreciam antiguidades, mas nunca vi um Jadeo o que ele descreveu. No entanto, o que voc¨º est¨¢ usando no pesco?o ¨¦ exatamente igual ao que o Sr. Carneiro est¨¢ procurando." Enquanto fva, Rayan tirou o celr, mostrando a foto na t. A foto exibia a imagem do Jade. Mesmo sendo apenas uma foto, ainda era poss¨ªvel perceber a forma de gota de ¨¢gua do Jade, sua cor verde brilhante e transparente, uma verdadeira antiguidade. Id¨ºntico ao que Olivia usava no pesco?o. Olivia olhou para a foto no celr de Rayan e depois para o Jade que pendia em seu pesco?o, os olhos arregdos de surpresa: "Voc¨º est¨¢ dizendo que o Sr. Carneiro est¨¢ procurando este exato Jade, que era da minha m?e?" "N?o h¨¢ d¨²vida, eu pesquisei, e este Jade ¨¦ uma pe?a ¨²nica no mundo, n?o existe outro aut¨ºntico." Rayan havia prometido a Igor ajudar a encontrar o Jade, naturalmente fez sua li??o de casa, conhecendo a origem e forma do Jade detalhadamente. Assim, era mais f¨¢cil para ele na busca di¨¢ria. "Por que Igor est¨¢ procurando este Jade, ele te disse o motivo?" Olivia reprimiu sua emo??o de extrema tristeza, perguntando a Rayan nervosamente. sentia um desconforto crescente em seu cora??o. "O Sr. Carneiro me disse que uma vez teve um caso uma mulher em um bar e deixou este Jade , depois aqu mulher desapareceu. Ele a procurou por muitos anos, sem sucesso." Rayan respondeu ¨¤ pergunta de Olivia. Os olhos de Olivia se arregram em choque, e recuou alguns passos, ser¨¢ que Igor era seu.... Olivia n?o ousou continuar seu pensamento. recordava as pvras de sua m?e afirmando que Gabriel n?o era seu pai verdadeiro, pois quando jovem, ao descobrir a infidelidade dele, ficou arrasada e procurou consolo em um bar. L¨¢, envolveu-se um desconhecido, o que culminou em sua gravidez... Teresa tinha lhe contado brevemente, mas nunca mencionou que o homem havia deixado um Jade . Mas agora, este Jade era uma heran?a de sua m?e, e Igor estava procurando por ele em todo o mundo. Ser¨¢ que o estranho de quem Teresa falou era Igor? "Olivia, se voc¨º tiver d¨²vidas, eu posso entrar em contato o Sr. Carneiro para que ele volte ao pa¨ªs e 1a que fa?a um teste de paternidade voc¨º," Rayan percebeu o choque e a incredulidade de Olivia, oferecendo sua ajuda. "Quem disse que este Jade ¨¦ seu? Ele ¨¦ ramente meu!" Vania, que estava ouvindo escondida atrasm deles, delrepente deu um passo ¨¤ frente, arrancando o Jade do pesco?o de Olivia, dizendo raiva e indigna??o. "Olivia, suadra,o ousa roubar meu Jade e dizer que ¨¦ seu! Voc¨º, uma mulher desonesta, sempre teve o h¨¢bito de roubar! Este Jade pertencia ¨¤ minha m?e, foi quem me deixou!" Vania, ofegante e a respira??o irregr, falou enquanto tremia o Jade que havia arrancado do pesco?o de Olivia, expressando sua ansiedade e raiva para Olivia. Aquele Jade, preso por um cord?o vermelho, bn?ava no ar,o se fosse uma l¨¢grima verde-esmeralda. Ap¨®s expressar sua f¨²ria e ansiedade para Olivia, Vania voltou-se para Rayan um tom suplicante e disse: "N?o de ouvidos a , Rayan.ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . ve Esse Jade n?o pertence a de jeito nenhum! ¨¦ meu! Minha m?e foi muito libertina na juventude, traiu, e meu pai jamais soube dessa hist¨®ria. Eu sou o fruto dessa trai??o. Sou a verdadeira filha de Igor, Sr. Rayan, por favor, n?o se engane!" apitulo 137 Cap铆tulo 1377 Cap¨ªtulo 1377 Vania implorava fervor a Rayan; enquanto fva, sua respira??o tornava- se err¨¢tica e seus olhos, marejados de l¨¢grimas, refletiam seu desespero em convencer Rayan. sabia quem era Igor, um magnata internacional, cujo imp¨¦rioercial se entr?ava emplexidade, espalhado tanto nacional quanto interacionalmente. Era tamb¨¦m o mentor de Daniel, um anci?o que at¨¦ mesmo Daniel admirava. Como Olivia, que cresceu no interior, poderia ser filha de Igor? Como poderia ter sido rejeitada p familia Griera e, de repente, tornar-se a filha do magnataercial Igor? Por que Olivia tinha tanta sorte, n?o apenas sendo amada por Daniel, mas tamb¨¦m se tornando filha de Igor? Vania n?o podia aceitar, estava insatisfeita, invejosa e furiosa! Vania foi testemunha de toda a visita do Velho Sr. Griera ao hospital. viu que o Velho Sr. Griera n?o gostava de Olivia, chegando a lhe dar uma ordem fatal - proibindo-a de aparecer na frente de Daniel e dizendo que n?o era digna de ser a m?e dos filhos de Daniel.N?velDrama.Org holds text ? rights. Com a??o decisiva, ele tomou os quatro filhos de Olivia. Vania sentiu um prazer indescrit¨ªvel ao ver aqu cena. Olivia, que sempre a havia superado, finalmente foi abandonada p fam¨ªlia Griera. A mans?o que Daniel construiu para finalmente desabou, tornando-se nada mais do que poeira. E Daniel, cujo destino era incerto, n?o podia mais cuidar d. O Velho Sr. Griera, ao tomar os filhos de Olivia e dizer aqus pvras impiedosas, enchia o cora??o de Vania de satisfa??o. Olivia finalmente recebeu o que merecia. Sergio a amava profundamente e, diante do seu desinteresse, acabou sendo conduzido a um desfecho tr¨¢gico. Por que ainda conseguia viver bem e prosperar? Vania sentia-se profundamente injusti?ada, ent?o, quando Wilma a contatou pedindo o endere?o da fam¨ªlia de Olivia, n?o hesitou em dizer. Era para garantir que Olivia n?o tivesse paz. veio ao hospital para doar sangue para Daniel, n?o por Olivia, mas porque n?o suportava ver um homem t?o excepcionalo Daniel morrer. Isso n?o significava que quer¨ªa que Olivia tivesse uma vida boa! j¨¢ havia visto Oliviae?ar a cair em desgra?a, vendo-a perder tudo. Por que, ent?o, Rayan veio dizer que Olivia era filha de Igor! E mais, Igor estava procurando por todo esse tempo, nunca desistindo de encontr¨¢! Esse era Igor, o magnataercial influ¨ºncia tanto nacional quanto internacional, Sedlivia fosse sua filha, teria todas as riquezas e luxo inimagin¨¢veis. -Uma vida sem preocupa??es, om algu¨¦m sempre pronto para o m apoi¨¢ tornando-se seu suporte mais s¨®lido. Vania se recusava a aceitar, n?o tolerava a ideia de Olivia evoluir de uma mera camponesa para uma f¨ºnix! tomou o Jade de Olivia, alegando ser d! queria ser filha de Igor, queria esse esplendor e riqueza! "Vania, me d¨º o Jade!" Rayan disse firmemente, exigindo de Vania sem espa?o para argumentos. Cap铆tulo 1378 Cap¨ªtulo 1378 Rayan estendeu a m?o para Vania, uma express?o fria, era uma ordem, n?o uma negocia??o. Vania,o se tivesse sido picada, mostrou-se chocada, triste, relutante. olhou para a m?o estendida de Rayan, rapidamente escondeu o Jade atr¨¢s de si, e disse emo??o: "Isso era da minha m?e, eu n?o vou te dar! Eu vou fr Igor pessoalmente!" Dito isto, Vania vircu-se e correu. Rayan apressou-se em segui. Atr¨¢s dele, Olivia, que havia ficado profundamente triste antes, agora estava abda p not¨ªcia de que era filha de Igor, n?o conseguindo mais suportar, sentindo a cabe?a pesada, vendo estrs diante de seus olhos, e n?o conseguiu mais sustentar seu corpo cansado, caindo direto para frente. Rayan percebeu pelo canto do olho o corpo de Olivia sucumbindo e prontamente girou, a amparando em seus bra?os. Notou que Olivia estava de olhos fechados, totalmente exausta e visivelmente desacordada. Rayan, ansioso, disse: "Olivia, acorde!" Ele a sacudiu levemente, mas n?o reagiu. Preocupado, Rayan a levantou e correu para o hospital. Olivia era a mulher que Daniel mais amava, se algo acontecesse a , mesmo que Daniel acordasse, ele sofreria. Portanto, Rayan n?o podia deixar que Olivia sofresse algum mal.N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Rayan entrou correndo pelo corredor de emerg¨ºncia, chamando alto: "Doutor, r¨¢pido, tem algu¨¦m desmaiado!" O m¨¦dico de nt?o, que mal havia descansado por alguns minutos, foi rapidamente chamado p urg¨ºncia. Ao ver Rayan segurando uma mulher coberta de sangue, ele perguntou surpreso: ¡°Esta paciente est¨¢ ferida h¨¢ tanto tempo sem receber tratamento?" Este m¨¦dico era o mesmo que havia tratado Daniel anteriormente, ele havia notado a mulher coberta de sangue esperando dodo de fora da s de emerg¨ºncia, pensando que era sangue do paciente n, n?o que estivesse ferida. Por¨¦m, o inesperado aconteceu quando, ap¨®s a transfer¨ºncia de Daniel, esta paciente desfaleceu tamb¨¦m. Seria o sangue presente em seu corpo d mesma, tendo desmaiado devido a um choque por hemorragia? "N?o ¨¦ que esteja ferida agora, mas s?o feridas emocionais profundas. As feridas externas s?o vis¨ªveis, as internas, n?o," disse Rayan ao m¨¦dico. Os constantes golpes e conflitos s?o realmente dif¨ªceis de lidar para a maioria das pessoas. O fato de Olivia ter resistido at¨¦ agora j¨¢ era o seu limite. Ouvindo o que Rayan disse, o m¨¦dico entendeu a situa??o e pediu que ele colocasse Olivia na maca, empurrando-a para a s de emerg¨ºncia. Rayan observou enquanto Olivia era levada para a s de emerg¨ºncia, a porta se fechou, ele olhou para o sangue em suas m?os, foi ao banheirovar as manchas de sangue. Jirou o celr e ligou para Igor. I II I 8III I¨¹ ? ???? 8 ? ?? ??? "Sr. Carneiro, eu encontrei o Jade, mas foi roubado por uma mulher.Se procur¨¢-lo, n?o acredite em suas pvras, apenas recupere o Jade, disse ele. Habitualmente envolvidos no mundo corporativo, Igor n?o fez muitasm perguntas, pois j¨¢ tinha uma no??o poisda tinha u do que Rayan exp¨°s. Concordou e desligou o telefone. Rayan voltou para a porta da s de emerg¨ºncia, que ainda estava fechada. Ele ficou esperando dodo de fora, sua mente inquieta. Anteriormente, ele n?o havia cuidado bern das coisas, fazendo que Igor tivesse problemas no Hote mike Internacional Grupo Mendes, ele havia prometido a Igor que recuperafia o Jade e o entregaria intacto: Mas, no momento crucial, o Jade foi foubado. Cap铆tulo 1379 Cap¨ªtulo 1379 Esse Vania, em pleno dia, roubando as coisas dos outros descaradamente e fndo absurdos, ¨¦ realmente sem medo de morrer! Essa Vania, ao perceber que Olivia estava despanhada, sem Daniel para defend¨º, comportou¨Cseo senhora de tudo, sem o menor pudor, deturpando a verdade! Ainda teve a coragem de dizer que o Jade de Olivia era d, que aud¨¢cia. Embora Rayan n?o tenha investigado profundamente, ele acreditoupletamente no que Olivia disse, que o Jade era um presente deixado p m?e d. Porque Olivia cresceu sem um pai, foi Teresa quem a criou sozinha. E Vania, tendo ambos os pais, de repente disse que sua m?e teve um caso quando era jovem e que nasceu dessa r??o, o que ramente parece ser uma inven??o. Uma hora depois, a porta da s de emerg¨ºncia se abriu, e Rayan perguntou ao m¨¦dico: ¡°Como est¨¢?¡± ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . O m¨¦dico respondeu: ¡°A paciente est¨¢ fisicamente fraca, o choque causou um cpso, mas vai melhorar a administra??o de nutrientes.¡± Ao ouvir que Olivia estava bem, Rayan tamb¨¦m respirou aliviado: ¡°Obrigado, doutor.¡± Olivia foi trazida para fora, suas roupas manchadas de sangue haviam sido trocadas por roupas de hospital, e seu corpo fr¨¢gil jazia na cama, magro e p¨¢lido. Rayan panhou a enfermeira at¨¦ o quarto do hospital, e sentou¨Cse aodo da cama por dez minutos. Ao ver Olivia, que mantinha os olhos fechados, mover seus olhos sob as p¨¢lpebras finas como asas de cigarra, sinal de que estava prestes a acordar, ele baixou o olhar, observando¨Ca atentamente. Olivia recobrou a consci¨ºncia e lentamente abriu os olhos, encontrando¨Cse um rosto ampliado, de fei??es nobres, e aqueles olhos limpidos, bem abertos, fixos n. Diante daqu cena, Olivia sobressaltou¨Cse, sentindo o cora??o acelerar, e recuou instintivamente; ao identificar Rayan, tranquilizou¨Cse: ¡°Sr. Mendes, por que me olha dessa maneira?¡± Rayan, percebendo que a tinha assustado, endireitou¨Cse e sorriu levemente, dizendo: ¡°Desculpe, vi que estava prestes a acordar e n?o pude evitar ficar olhando. Como voc¨º est¨¢ se sentindo agora?¡± Olivia rxou um pouco e disse: ¡°Estou bem.¡± ¡°Voc¨º pode entrar em contato Bruno para perguntar sobre a situa??o do Daniel?¡± foi a primeira coisa que Olivia perguntou a Rayan depois de acordar. Rayan ficou levemente surpreso e ent?o sorriu: ¡°Achei que voc¨º estaria preocupada em saber se recuperamos o Jade, mas voc¨º n?o se importa o Jade, s¨® pensa no Daniel.¡± Havia um tom brincalh?o em suas pvras. Olivia sabia que ele era t?o fofoqueiro quanto Vicente Fontes, mas realmente n?o estava humor para piadas agora. tamb¨¦m n?o queria que o rcionamento entre e Daniel se tornasse assunto para a fofoca deles. baixou os c¨ªlios, murmurando quase para si: ¡°¨¦ verdade, os ferimentos dele foram graves, j¨¢ faz tanto tempo¡­ n?o se pode esperar not¨ªcias t?o cedo¡­¡± Embora apenas uma hora tenha se passado, para Olivia pareceu uma eternidade. Seu cora??o estava constantemente preocupado Daniel e as crian?as a cada momento. ¡°N?o fique triste, o m¨¦dico disse que voc¨º est¨¢ fisicamente fraca e precisa descansar. Se voc¨º ficar muito abda, pode acabar desenvolvendo depress?o. N?o se preocupe, eu vou ficar de olho nas not¨ªcias sobre o Daniel e te informarei assim que souber de algo, Rayan disse seriamente, percebendo que n?o era apropriado fazer piadas sobre Olivia e Daniel naqu situa??o. ¡°Obrigada¡­¡± Olivia disse. ¡°O Jade foi roubado p Vania, o que voc¨º acha disso?¡± Rayan perguntou. Ele queria saber se Olivia realmente queria reconhecer Igoro seu pai. No momento em que soube que Igor era seu pai, n?o pareceu muito surpresa, mas sim assustada. Cap铆tulo 1380 Cap¨ªtulo 1380 A express?o de Olivia congelou por um segundo, sua respira??o se tornou levemente pesada. sabia o que Rayan estava insinuando aqu pergunta. Era sobre se desejava fazer um teste de paternidade Igor, se queria reconhecer esse homemo seu pai. Pai era um termo que havia esperado ansiosamente, desejado intensamente no passado. Quando era crian?a, via outros sendo amados e cuidados por seus pais e tamb¨¦m ansiava por esse amor, esperava que seu pr¨®prio pa¨ª aparecesse. queria sentir o amor de um pai, queria que sua m?e tivesse algu¨¦m para proteg¨º. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Mas, ao crescer, a apari??o de Gabriel destruiu todas as suas bs fantasias sobre a figura paterna. Para , a pvra pai passou a simbolizar um pesadelo. Embora fosse um engano, Gabriel n?o era seu pai verdadeiro. Mas foi esse erro, essa suposta liga??o de sangue, que fez que Daniel a odiasse profundamente, torturando¨Ca de todas as maneiras poss¨ªveis. A r??o entre e Daniel esfriou a ponto de n?o haver retorno. E sua m?e tamb¨¦m sofreu muito por causa de Gabriel, enfrentando humilha??es at¨¦ que, por fim, morreu sem conseguir fechar os olhos em paz. Olivia temia a pvra pai, temia que qualquer estranho se tornasse a pessoa mais pr¨®xima d. Sua respira??o estava dolorida e ligeiramente sufocada enquanto virava o rosto, sem responder ¨¤ pergunta de Rayan. Vendo a express?o de dor em Olivia e sua recusa em responder, Rayan entendeu o sinal e n?o perguntou mais, dizendo a : ¡°Eu respeito a sua decis?o, voc¨º n?o est¨¢ bem de sa¨²de agora, descanse.¡± Tr¨ºs dias depois. Vania, carregando Jade, perguntou por a¨ª e finalmente encontrou Igor em um ch¨¢ dezer de alto n¨ªvel. O¡¯ambiente do ch¨¢ era tranquilo, Igor estava sentado ¨¤ beira da mesa de ch¨¢, segurando uma x¨ªcara de ch¨¢, saboreando, enquanto um mestre de ch¨¢, habilidoso, preparava o ch¨¢ diante dele. Vania cumprimentou os seguran?as dodo de fora e entrou, avistando Igor, que vestia uma roupa simples em estilo Tang de cor cinza¨Cazda. Embora estivesse em meia¨Cidade, sua aura era de nobreza, elegancia, benevol¨ºncia e estabilidade. Ele exva um ar art¨ªstico, de luxo discreto. ¨¤ medida que o mestre de ch¨¢ manipva a infus?o, nuvens de vapor branco rodeavam Igor, e o fragrante aroma do ch¨¢ inundava o recinto reservado. Com seus fios levemente prateados, Igor parecia fundir¨Cse ao vapor do ch¨¢, envolto numa aura quase m¨ªstica. Vania apertou a bolsa ao seudo, movendo¨Cse lentamente em sua dire??o. havia nejado todo o di¨¢logo antes de chegar, mas, ao ver Igor pessoalmente, a aura imponente que ele exva n?o era algo que uma pessoaum poderia confrontar facilmente. Instintivamente abda, Vania perdeu as pvras que havia preparado. se aproximou de Igor lentamente, puxou um sorriso educado nos l¨¢bios: ¡°Sr. Carneiro, eu estive procurando pelo senhor por tr¨ºs dias¡­ Ao ouvir isso, Igor levantou levemente as p¨¢lpebras,n?ando¨Clhe um olhar, colocou sua x¨ªcara de ch¨¢ na mesa e sinalizou para o mestre de ch¨¢: ¡°Voc¨º pode se retirar agora.¡± O mestre de ch¨¢, que acabara de servir seis x¨ªcaras de ch¨¢, sorriu para Igor, acenou a cabe?a e se retirou. ¡°Por favor, sente¨Cse, disse Igor. Cap铆tulo 1381 Cap¨ªtulo 1381 Mesmo sem dirigir seu olhar a Vania, tinha consci¨ºncia de que as pvras dele lhe eram dirigidas. apressadamente se sentou ¨¤ frente de Igor, exibindo um sorriso e bajndo de maneira servil: ¡°Sr. Carneiro, ouvi dizer que o senhor est¨¢ procurando por uma pe?a de Jade, esta pe?a de Jade sempre esteve minha m?e. disse que uma vez traiu, encontrou um homem em um bar, e depois eu nasci, aquele homem deu a uma pe?a de Jade, mas estava preocupada que meu pai descobrisse, ent?o nunca procurou aquele homem.¡± Vania estava nervosa e inquieta, mas ainda assim falou as pvras que havia preparado ansiedade. veio at¨¦ Igor o prop¨®sito de fazer que Igor soubesse, era filha de Igor! ouviu tudo o que Rayan e Olivia disseram dodo de fora do hospital. Rayan disse que Igor havia encontrado uma mulher em um bar no passado, deu a Jade para aqu mulher, e ele estava procurando por essa pe?a de Jade, assimo por aqu mulher, mas procurou por muitos anos sem sucesso. Vania ent?o usou essa informa??o para inventar a hist¨®ria de sua m?e, tentando fazer Igor saber que a mulher quem ele se encontrou naqu ¨¦poca era sua m?e, e era filha de Igor. Se se tornasse filha de Igor, da¨ª em diante viveria em riqueza e luxo sem fim. Conquistar Daniel tamb¨¦m n?o era imposs¨ªvel! Afinal, a r??o entre Igor e Daniel era de mestre e aprendiz. Al¨¦m disso, a fam¨ªlia Griera sempre prezou por casamentos adequados, se pudesse se tornar filha de Igor, teria o status para se casar a fam¨ªlia Griera. Todos gostam de se ligar a fam¨ªlias ricas e poderosas. Especialmente uma fam¨ªlia t?o prestigiada quanto a fam¨ªlia Barbosa. Depois que Vania terminou de fr, Igor colocou uma x¨ªcara de ch¨¢ na frente d, olhando¨Ca um olhar nobre: ¡°O Jade, voc¨º trouxe?¡± Parecia que ele n?o estava interessado nas pvras emocionadas de Vania, queria saber apenas se o Jade estava . Vania ficou pasma, pensou que Igor ficaria emocionado ao ouvir que a mulher quem ele se encontrou no passado era sua m?e, pelo menos esperava alguma rea??o. Mas n?o esperava que ele fosse t?o mais calmo do que imaginava. Ser¨¢ que essa ¨¦ a calma de uma pessoa bem¨Csucedida e s¨¢bia? Pensando nisso, Vania n?o duvidou mais, tirou de sua bolsa o Jade que havia preparado cuidadosamente, segurando¨Co na palma da m?o e apresentando a Igor: ¡°Sr. Carneiro, veja, isso ¨¦ definitivamente aut¨ºntico.¡± ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Igor estendeu a m?o, tomou o jade das m?os d, contemplou¨Co por um instante; aqu tonalidade, aquele padr?o, eram sem d¨²vida aut¨ºnticos. Era a pe?a que ele havia dado no passado. Ap¨®s verificar a autenticidade, Igor segurou o Jade firmemente em sua m?o, sem express?o no rosto, ainda um ar nobre, disse: ¡°Srta. Souza,o o Jade j¨¢ foi entregue, se n?o tiver mais nada, pode ir.¡± ¡°O qu¨º!¡± Vania ficou surpresa e em panico, insistindo Igor: ¡°Este Jade, foi o que voc¨º deu para minha m?e no passado, voc¨º dormiu minha m?e, e ¨¦ assim que quer deixar as coisas? Voc¨º n?o vai assumir a responsabilidade?¡± At¨¦ aquele momento, Vania havia conseguido contrr suas emo??es, seportando respeito e humildade. Mas agora, diante da falta de vontade de Igor em reconhec¨ºo filha, Vania se sentiu humilhada, e suas pvras perderam a medida. O olhar de Igor gelou enquanto fixava Vania, que estava emocionada, e derou: ¡°Voc¨ºpreende o motivo de ter me localizado neste lugar?¡± Vania, inclinando¨Cse para frente, as m?os apoiadas na mesa de ch¨¢, seus olhos maquiados olhando para Igor indigna??o e descren?a, ao v¨º¨Clo a express?o s¨¦ria, seu cora??o pulou, perguntando confusa: O que voc¨º quer dizer?* Igor baixou os olhos, pegou uma x¨ªcara de ch¨¢ e calmamente tomou um gole: ¡°Se eu n?o tivesse divulgado a informa??o, voc¨º nunca teria me encontrado. Sabe por que permiti que me encontrasse?¡± Cap铆tulo 1382 Cap¨ªtulo 1382 Vania ouviu as pvras de Igor e de repente entendeu alguma coisa. tinha usado suas conex?es existentes e pediu noticias sobre Igor por tododo, sem encontrar nada. Hoje, de repente, um amigo disse que Igor estava neste caf¨¦ tomando ch¨¢, e imediatamente velo procur¨¢¨Clo. at¨¦ pensou que era porque esse amigo tinha uma boa r??o e conseguiu a informa??o sobre Igor, contando the imediatamente. Quem diria que era uma informa??o deliberadamente divulgada por Igor, especificamente para que soubesse que ele estava no caf¨¦ tomando ch¨¢? Vania n?o entendeu a opera??o de Igor, sentindo¨Cse inquieta, mas ainda assim perguntou d¨²vida: ¡°Por qu¨º?¡± ¡°Voc¨º me procurou, n?o s¨® para me mostrar o Jade, mas mais importante, para me dizer que voc¨º ¨¦ minha filha, certo?¡± Igor ergueu os olhos agora mesmo mostrando a sabedoria de um magnata dos neg¨®cios profundos. Vania se sentiu um pouco culpada pelo olhar profundo dele, tendo passado por tr¨ºs dias de prepara??o psicol¨®gica antes de vir. Mas nesse momento, um olhar de Igor derrubou, todas as muralhas que havia erguido em sua mente. Sob o intenso olhar de Igor, desviou o olhar, gaguejando: ¡°Eu, eu ro que sou sua filha¡­¡± Igor soltou uma leve risada: ¡°¨¦ uma pena, eu s¨® quero ficar Jade, n?o uma filha. J¨¢ que sua m?e traiu seu pai, ¨¦ melhor manter isso em segredo, caso contr¨¢rio, voc¨º e sua m?e podem acabar sendo expulsas de casa, o que seria uma perda maior.¡± Depois de dizer isso, Igor se levantou para ir embora. Vania ficou chocada, os olhos arregdos, sua respira??o tornou¨Cse r¨¢pida e seu peito arfava violentamente. segurava o Jade, querendo ser reconhecidao filha de Igor, e ele disse o qu¨º! Ele s¨® queria o Jade, n?o queria uma filha? Ele at¨¦ a amea?ou, dizendo que se insistisse em causar confus?o, acabaria sendo expulsa, e sua m?e sem ter onde morar? Como poderia ser assim? Por que as a??es de Igor eram diferentes do que esperava? Vania se recusou a aceitar, vendo Igor se aproximar da porta, correu at¨¦ ele, bloqueando seu caminho, perguntando indigna??o: ¡°Por que voc¨º n?o quer encontrar sua filha?¡± ¡°O que eu quero ¨¦ uma filha de verdade,?os de sangue, n?o uma falsao voc¨º.¡± Igor perdeu a paci¨ºncia, olhou para frieza, contornou¨Ca e saiu. Igor n?o quis mais prolongar a conversa, dizendo diretamente seu prop¨®sito. Ao ouvir isso, Vania ficou atordoada, seu corpo, que at¨¦ agora estava firme,e?ou a tremer levemente. Igor sabia que estava fingindo ser outra pessoa? Ent?o ele divulgou a informa??o, fazendo que lhe dissessem que estava no caf¨¦, atraindo¨Ca para que lhe entregasse o Jade pessoalmente? Vania descobriu o prop¨®sito de Igor, furiosa, seu rosto se contorcendo, chutou o ch?o for?a. tinha ca¨ªdo na armadilha de Igor! Ele realmente ¨¦ uma velha raposa no shopping! Ele n?o precisou fazer nada, apenas usou¨Ca para que obedientemente entregasse o Jade em suas m?os. Tudo porque estava muito ansiosa para obter sucesso rapidamente, sem analisar cuidadosamente os prop¨®sitos de Igor, trazendo o Jade ¨¤s pressas. ¨¦ verdade que roubou Jade de Olivia, e Rayan tamb¨¦m estava l¨¢, j¨¢ se passaram tr¨ºs dias, e nem Rayan nem Olivia vieram procur¨¢ pelo Jade. Tudo estava calmo,o se nada tivesse acontecido. Como Rayan e Igor se conheciam, Rayan deve ter informado a Igor que Jade foi roubado por . estava muito ansiosa, muito impulsiva, desesperada para substituir Olivia e se tornar filha de Igor, pensando que roubando o Jade, e suas pr¨®prias pvras, poderia engan¨¢¨Clo. N?velDrama.Org holds text ? rights. Ansiosa por sucesso r¨¢pido, perdeu a raz?o, acabandoo um palha?o sendo manipdo. Quanto mais Vania pensava, mais furiosa ficava, o peito subindo e descendo violentamente, punhos cerrados, e o rosto feroz. Cap铆tulo 1383 Cap¨ªtulo 1383 Por que , desesperadamente tentando subit, mas acabou sendo rejeitada por Henrique, e Sergio preferiria morrer a t¨º ao seudo? Enquanto Olivia, que n?o queria nada al¨¦m de seus quatro filhos, acabou sendo favorecida por Daniel e ganhou um pai t?o rico e nobre? Vania estava inconformada, qualquer um poderia se transformar em uma f¨ºnix, exceto , Olivia! simplesmente n?o suportava ver Olivia se tornando superior! Sua fam¨ªlia era muito mais miser¨¢vel do que a de Olivia, ent?o, se estava t?o desda, deveria permanecer assim, em vez de encontrar um benfeitor e se tornar ainda mais radiante! Nesses tr¨ºs dias, a sa¨²de de Olivia melhorou um pouco, ficou o tempo todo no hospital cuidando de sua tia Mire. Os filhos foram levados pelo Velho Sr. Griera, sem nenhuma not¨ªcia. estava preocupada Daniel, ligou para Bruno, querendo saber not¨ªcias de Daniel, mas Bruno n?o atendeu. Talvez ele fosse contrdo pelo Velho Sr. Griera, que n?o permitia que Bruno seunicasse . O bra?o de tia Mire foi esmagado e um osso foi quebrado. Uma das m?os estava amarrada, dificultando na hora deer. Olivia, segurando a tig, alimentava¨Ca muito cuidado. Durante esses dias, Olivia ficou ao redor de Mire, que ouviu de Olivia que Daniel havia se ferido gravemente tentando salv¨¢, e que os filhos foram levados pelo Velho Sr. Griera. O Velho Sr. Griera at¨¦n?ou uma amea?a severa, proibindo Olivia de ver seus filhos e Daniel novamente. Olivia, que j¨¢ havia perdido a m?e, agora tamb¨¦m n?o podia ver seus filhos. Mire entendeu que Olivia devia estar sofrendo muito, mas estava reprimindo sua dor, cuidando do se nada estivesse errado. Mire suspirou levemente e disse: ¡°Olivia, v¨¢ para a Capital amanh?. Seus queridos est?o l¨¢¡­¡± Embora permanecesse na Aldeia Souza, sua mente estava distante, sempre preocupada as pessoas na Capital. Olivia hesitou, a colher na m?o parou no ar, esquecendo¨Cse de levar o mingau aos l¨¢bios sorridentes. Ap ouvir as pvras da tia, entendeu o que queria dizer. A dor que suprimiu em seu cora??o lentamente encheu seu cora??oo a ¨¢gua do mar. engoliu a amargura em sua garganta e disse: ¡°Esperarei a tia receber alta, ent?o farei nos.¡± Ir agora para a Capital n?o adiantaria, j¨¢ que o Velho Sr. Griera n?o permitia que desse nem meio passo na fam¨ªlia Griera, n?o tinhao chegar l¨¢, muito menos ver Daniel ou mesmo os filhos. Quando fui para a Capital, s¨® pude me sentir desamparado e desamparado. quer¨ªa muito ver Daniel e os filhos. Mas o Velho Sr. Griera bloqueando o caminho, qualquer no que fizesse seria in¨²til para v¨º¨C los. Bruno n?o atender suas liga??es era a melhor prova de que o Velho Sr. Griera havia impedido qualquer contato . Fndo isso, Olivia alimentou Mire o mingau, continuando a cuidar d normalmente. *Olivia! Tenho uma not¨ªcia para voc¨º!¡± De repente, uma voz de homem soou na porta da enfermaria, respirando rapidamente, Era a pressa que o deixava sem f?lego. Belongs to ? n0velDrama.Org. Olivia virou¨Cse rapidamente, reconhecendo imediatamente Rayan na porta, ofegante e apressado. O cora??o de Olivia subiu rapidamente ¨¤ garganta. Ser¨¢ que Rayan trazia not¨ªcias de Daniel? Como ele estava, a cirurgia foi bem¨Csucedida? Cap铆tulo 1384 Cap¨ªtulo 1384 Ao ver Rayan, Olivia parecia ter visto noticies sobre Daniel. Naquele instante, estava t?o agitada que mal conseguia segurar a tig em suas m?os. ¡°Olha s¨®, o mingau est¨¢ quase caindo, disse Mire, ao ver a tig nas m?os de Olivia prestes a cair, com uma express?o de surpresa e preocupa??o. Olivia rapidamente voltou a s¨ª, segurou a tig que quase caiu e a colocou no criado¨Cmudo e caminhou em dire??o a Rayan ansiosa e fraca. Ao caminhar, seus joelhos fraquejaram por um momento, quase fazendo¨Ca cair, mas se recuperou rapidamente e, cambaleante, Correu at¨¦ Rayan. Seus olhos ros, transbordando de profunda ansiedade, perguntaram: ¡°Sr. Mendes,o est¨¢ o Daniel?¡± Rayan respirou fundo para acalmar sua respira??o ofegante devido ao bombeamento, e viu o rosto de Olivia cheio de expectativa e tens?o. Ele engoliu em seco, organizando suas pvras, e disse a Olivia: ¡°A opera??o, de um modo geral, foi um sucesso, Daniel escapou do perigo de morte.¡± Fora de perigo. Essas pvras aliviaram imensamente a ansiedade e tens?o de Olivia, L¨¢grimas brotaram de seus olhos em um instante, Daniel finalmente estava fora de perigo, que al¨ªvio! O cora??o que estava apreensivo por tr¨ºs dias finalmente encontrou consolo naquele momento. ¡°A vida de Daniel n?o est¨¢ em perigo, por que voc¨º est¨¢ chorando?¡± perguntou Rayan, surpreso. Ao ouvir essa not¨ªcia, n?o deveria estar feliz? Mas Olivia deixou as l¨¢grimas flu¨ªrem. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Rapidamente, Olivia levou a m?o aos olhos para enxugar as l¨¢grimas, explicando urg¨ºncia: ¡°Estou t?o feliz que n?o consigo me conter. Ele finalmente est¨¢ seguro, isso ¨¦ maravilhoso.¡± ¡°N?o fique muito feliz t?o cedo.¡°, disse Rayan de repente. Essas pvras fizeram Olivia, que j¨¢ estava se sentindo mais leve, voltar a ficar tensa imediatamente, perguntando um olhar rmado e confuso: ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± Rayan baixou os c¨ªlios, e embora fosse dif¨ªcil para ele aceitar a realidade, era uma verdade nua e crua, imposs¨ªvel de esconder. ¡°Daniel entrou em estado vegetativo. Os m¨¦dicos disseram que a chance de ele acordar ¨¦ de apenas cinco por cento.¡± Boom¡­ Essa not¨ªcia atingiu Oliviao um raio, destruiu rapidamente os nervos de Olivia, deixando¨Ca em um estado de des??o e ru¨ªna. ¡°O que, o que voc¨º disse?¡± n?o conseguia aceitar, ficando paralisada no lugar. Seu corpo, que acabara de esquentar um pouco, foi rapidamente abdo p not¨ªcia. Rayan, a voz carregada de tristeza, disse: ¡°Voc¨º precisa estar psicologicamente preparada. Talvez Daniel permane?a em estado vegetativo pelo resto da vida.¡± Uma vida vegetativa? Essas pvras foramo uma faca afiada prando o cora??o de Olivia, fazendo¨Ca cambalear para tr¨¢s. As l¨¢grimas e surpresa se transformaram em l¨¢grimas de tristeza e ca¨ªram violentamente. ¡°Ai, meu Deus, o que vamos fazer agora? O pai das crian?as se tornou um paciente em estado vegetativo, um homem t?o bom,o isso foi acontecer?¡± Mire, deitada na cama, n?o conseguia aceitar o que Rayan tinha dito, sentindo uma profunda dor em seu cora??o. Imagine ent?o Olivia, diretamente envolvida, para quem essa not¨ªcia foi um cruel golpe. Olivia mordeu o l¨¢bio, as l¨¢grimas ca¨ªam uma por umao p¨¦rs quebradas. Sua respira??o estava ofegante, e seu cora??o apertado de dor. Num momento, se virou para Rayan, determinada, dizendo: ¡°Eu vou cuidar do Daniel. Os m¨¦dicos disseram que ainda h¨¢ cinco por cento de chance de ele acordar, n?o ¨¦ mesmo? Eu vi na televis?o, dizem que se cuidarmos dedica??o e continuarmos conversando e interagindo pacientes em estado vegetativo, podemos aumentar as chances de eles acordarem.¡± Daniel ficou ferido assim enquanto tentava salv¨¢, e n?o podia simplesmente ficar ali sentada esperando a morte. Mesmo que o Velho Sr. Griera n?o permitisse, encontraria uma maneira de cuidar de Daniel. ¡°Sua inten??o ¨¦ boa, mas voc¨º temo se aproximar do Daniel?¡± Rayan fez a pergunta mais cr¨ªtica. Cap铆tulo 1385 Cap¨ªtulo 1385 Olivia mordeu osbios for?a, sentindo uma agonia interna insuport¨¢vel. A quest?o levantada por Rayan era, no momento, seu dilema mais desafiador. tamb¨¦m n?o sabiao se aproximar de Daniel. ¡°Eu tenho um jeito, contanto que voc¨º esteja disposta,¡± Rayan disse de repente. O olhar de desesperan?a de Olivia subitamente se ergueu, cheio de esperan?a e s¨²plica ao olhar para Rayan: ¡°O que posso fazer?¡± ¡°Se tornar filha de Igor. Igor e Velho Sr. Griera s?o amigos, e as fam¨ªlias Carneiro e Griera s?o aliadas de longa data. Se voc¨º for filha de Igor, ele pode te levar para conhecer Daniel, e naturalmente, Velho Sr. Griera n?o teria raz?es para recusar,¡± explicou Rayan. As sobrancelhas de Olivia se franziram e olhou para Rayan os olhos cheios de l¨¢grimas, enquanto ele a observava um olhar esperan?oso. Com a respira??o depassada e dentes cerrados, disse: ¡°Sr. Mendes, por favor, me ajude a entrar em contato Igor. Eu quero fazer um teste de paternidade ele.¡± Embora estivessepletamente desiludida a pvra ¡°pai¡°, at¨¦ mesmo sentindo uma sombra profunda em seu cora??o em r??o a essa pvra. Mas, para ter a chance de cuidar de Daniel, estava disposta a superar esse trauma. Ao ouvir as pvras de Olivia, os olhos nervosos de Rayan finalmente rxaram. Pode¨Cse ouvir em sua voz um tom rouco, resultado da tens?o anterior: ¡°Tudo bem, vou ligar agora.¡± Olivia finalmente decidiu fazer o teste de paternidade Igor. Rayan veio desta vez n?o s¨® para contar a Olivia sobre a situa??o de Daniel, mas tamb¨¦m uma miss?o. Depois de um acidente no hotel de sua fam¨ªlia, Rayan prometeu a Igor que o ajudaria a encontrar Jade, e resolver todos os problemas rcionados a . Isso, ro, inclu¨ªa ajudar Igor a reconectar sua filha. Ap¨®s sair do hospital na ¨²ltima vez, ele se encontrou Igor e contou a Igor sobre a atitude de Olivia de n?o querer reconhecer o pai. Igor pareceu culpado e desdo. Ele deu a Rayan uma miss?o: fazer que Olivia quisesse reconhec¨º¨Cloo seu pai voluntariamente. Elementava n?o ter dado amor paternal a Olivia por vinte e oito anos, sentindo¨Cse respons¨¢vel e culpado. Ele n?o queria for?¨¢ a aceit¨¢-lo, apenas desejava que voltasse para ele de cora??o aberto. Rayan concordou em ajud¨¢¨Clo, e agora, finalmente havia conseguido. Ele havia reparado seu erro. Ap¨®s a liga??o de Rayan, Igor rapidamente chegou ¨¤ cidade de Aldeia Souza. Olivia viu novamente aquele homem de meia¨Cidade cabelos grisalhos nas t¨ºmporas, mas que ainda mantinha uma elegancia distinta. A ¨²ltima vez que o viu foi quando Daniel a levou para encontr¨¢¨Clo, um magnata dos neg¨®cios que respeitava seriamente, e era uma figura que estava no topo da piramideo Daniel. at¨¦ olhou para ele e parecia estar olhando. cabe a ele. Agora, vendo¨Co uma beng verde¨Cescura, que n?o era por necessidade, mas sim um acess¨®rio de status e posi??o. Seu olhar para era elegante e gentil, um sorriso nos l¨¢bios: ¡°Olivia, nos encontramos novamente. Voc¨º parece ter emagrecido bastante. , que j¨¢ era magra, parecia ainda mais fr¨¢gil, provocandopaix?o. N?velDrama.Org holds text ? rights. Ao ouvir a preocupa??o de um estranho, o cora??o de Olivia encolheu e teve sentimentos confusos. Por um momento, quis abrir seu cora??o e aceitar o cuidado, mas as experi¨ºncias passadas a ensinaram que apaix?o tem um pre?o alto demais. Antes que pudesse aceitar a gentileza da outra pessoa, Olivia rapidamente fechou seu cora??o e disse, sem express?o: ¡°Sr. Carneiro, vamos fazer o exame de sangue. Se for provado que sou sua filha, eu s¨® pe?o uma coisa.¡± Cap铆tulo 1386 Cap¨ªtulo 1386 Igor olhou para os olhos sonoros e firmes de Olivia, o brilho ro em seus olhos, n?o era de excita??o por ser sua filha, mas sim reprimindo uma torrente de tristeza. Um sorriso breve surgiu nos l¨¢bios de Igor, que se mostrou interessado: ¡°Outros fizeram o poss¨ªvel para ser minha filha, mas voc¨º parece n?o querer, e voc¨º parece n?o querer isso. ¨¦ para me pedir algo que voc¨º est¨¢ disposta a fazer o teste de paternidade?¡± Era curioso, havia algu¨¦m que, diante da sua posi??o de magnata internacional, Igor, n?o se interessava em ser sua filha? teve escolha a n?o ser reconhec¨º¨Clo. Isso era muito diferente de Vania, que estava ansiosa para ser sua filha, a ponto de dizer que sua m?e tinha tra¨ªdo, desculpando¨Cse o pai. Com medo do termo ¡°pai¡°, Olivia, l¨¢grimas nos olhos, disse a Igor: ¡°¨¦ verdade, se voc¨º n?o concordar, ent?o n?o farei teste de paternidade..¡± Igor esbo?ou um sorriso e disse: ¡°Ent?o diga qual ¨¦ o seu pedido.¡± ¡°Se descobrir que sou sua filha, n?o pe?o que voc¨ºpense os anos de cuidados que me devia, s¨® quero que voc¨º conven?a o Velho Sr. Griera a me deixar cuidar do Daniel.¡± Olivia respirou pesadamente, olhou para Igor e disse firmeza. N?velDrama.Org holds text ? rights. Ou seja, al¨¦m de cuidar de Daniel, n?o queria mais nada. Igor olhou para Olivia, surpreso. Olivia s¨® quer um favor dele, n?o dinheiro ou poder. Ele pensou que,o a maioria das pessoas, pediria uma casa, um carro, dinheiro ou conex?es inating¨ªveis. Mas n?o queria nada disso, apenas um favor. Na ¨²ltima vez, foi Daniel quem trouxe Olivia para conhecer Igor. Ele obviamente sabia que a r??o entre Olivia e Daniel era especial, Agora, Daniel estava gravemente ferido, um diagn¨®stico de m¨¦dico derando¨Co em estado vegetativo. Estado vegetativo,o o nome sugere, significa ficar deitado para o resto da vida. Se voc¨º conseguir¨¢ acordar, s¨® depende da sorte. Quando Igor soube que Daniel havia se tornado um estado vegetativo, ele tamb¨¦m sentiu uma grande pena e tristeza. Afinal, Daniel era um jovem t?o promissor, e rcionamento ele ¨¦o um rcionamento mestre¨Cdisc¨ªpulo. Embora nunca tenham formalmente derado sua r??o de mestre e disc¨ªpulo, o v¨ªnculo entre eles era t¨¢cito. Agora, sua filha distante, determinada a cuidar de seu disc¨ªpulo. Naturalmente, Igor estava disposto. Ele tamb¨¦m n?o queria ver Daniel terminar sua vida sem nunca acordar. No entanto, o ¨²nico pedido de Olivia ainda surpreendeu Igor. ¡°Voc¨º n?o concorda? Ent?o deixe, eu vou encontrar uma maneira¡­¡± Olivia viu que Igor apenas a observava, sem dar uma resposta, e a esperan?a em seus olhos se desfez, desviando o olhar. estava prestes a se virar quando Igor falou: ¡°Eu concordo voc¨º.¡± Os passos de Olivia pararam repentinamente, de costas para Igor, fechou os olhos e respirou profundamente. Embora tivesse decidido fazer o teste de paternidade Igor, para ver se era sua filha. Embora tentasse convencer a si mesma n?o temer a pvra ¡°pai¡°. Por¨¦m,, quando realmente teve que enfrentar essa pvra, e essa pvra n?o era apenas uma pvra, mas representava uma pessoa viva, as barreiras no cora??o de Olivia eram pesadas, dificultando sua respira??o. precisava constantemente ajustar sua respira??o, fazer autossugest?o, para parecer sem esfor?o ao fazer o teste de paternidade Igor. Cap铆tulo 1387 Cap¨ªtulo 1387 Olivia e Igor fizeram exames de sangue no hospital. O m¨¦dico disse que os resultados estar?o dispon¨ªveis j¨¢ amanh?. Ent?o, Olivia disse a Igor. ¡°Voc¨º pode voltar para casa, quando os resultados sa¨ªrem, pe?o para o Rayan te informar, assim voc¨º n?o precisa vir pessoalmente.¡± Rayan estava prestes a fr, quando Igor disse: ¡°Por que se preocupar Rayan, um intermedi¨¢rio? Eu te dou meu n¨²mero de telefone, e voc¨º pode me figar diretamente.¡± Dizendo isso, ele estendeu a m?o em dire??o a Olivia. Olivia entendeu que ele estava pedindo seu celr. franziu a testa ligeiramente e disse: ¡°Meu celr foi destru¨ªdo nos ebros antes, ainda n?o tive a chance deprar um novo.¡± Igor arqueou as sobrancelhas levemente, percebendo que sem o celr, ele n?o conseguiria entrar em contato Olivia. N?o sei por que, mas sua atitude indiferente e indiferente em r??o a ele ser seu pai ou n?o deixou Igor desconfort¨¢vel. nem queria o n¨²mero dele, nem queria manter contato. Saber que muitas pessoas desejavam ter o n¨²mero dele e n?o conseguiam, e simplesmente n?o se importava. Talvez por estar acostumado aqueles que bajm, s?o interesseiros e materialistas, Igor achou curioso o fato de Olivia se preocupar apenas as pessoas que se importa, sem ter interesse algum em fama ou fortuna. Ele tirou o celr do bolso, sem nem mesmo deletar o software mais cr¨ªtico, e salvou o n¨²mero de seu outro telefone no dispositivo. Ele entregou o celr para Olivia: ¡°Use este telefone, ele tem meu n¨²mero salvo, meu nome como contato. ro, voc¨º pode mudar o nome se quiser. Quando tiver os resultados, ¨¦ s¨® me ligar.¡± Igor segurava o celr estendido no ar, mas Olivia n?o estendeu a m?o para peg¨¢¨Clo. olhou para Igor um olhar ro e disse: ¡°Eu vou pegar papel e ca.¡± se virou e foi at¨¦ a gaveta do criado¨Cmudo aodo da cama de Mire, pegou um prontu¨¢rio m¨¦dico e uma ca preta, caminhou at¨¦ Igor e disse: ¡°Anote seu n¨²mero aqui, quando tiver os resultados, eu ligo de um telefone p¨²blico.¡± A m?o de Igor estendeu o telefone, mas ele ainda ficou no ar. Olivia n?o o atendeu, apenas deixou que ele o entregasse. Ele n?o se sentiu constrangido, naturalmente recolheu a m?o, guardou o celr no bolso, pegou o caderno e a ca d, anotou seu nome e n¨²mero de telefone. Seu olhar nobre a observava escrutinio: ¡°Voc¨º realmente vai me ligar?¡± Olivia pegou o caderno de volta, um tom frio disse: ¡°Contanto que voc¨º n?o esque?a o que prometeu, ro que ligarei.¡± Dito isto, voltou para odo da cama de Mire, n?o querendo mais dar aten??o a Igor. ¡°Sr. Carneiro, a Srta. Souza est¨¢ um pouco abda agora, ent?o pode ser um tanto direta ao fr. Quando estiver se sentindo melhor¡­¡± Vendo isso, Rayan explicou para Olivia, preocupado que Igor pudesse ter uma impress?o ruim d. A atitude de Olivia para Igor era muito distante e hostil. At¨¦ Rayan, que era um estranho, sentia¨Cse desconfort¨¢vel. Outras pessoas ficariam felizes e lisonjeadas em encontrar um pai t?o rico, mas Olivia parecia n?o dar valor a isso. Se n?o fosse p chance de cuidar de Daniel, talvez nem tivesse conhecido Igor. Belongs to ? n0velDrama.Org. Rayan ainda estava fndo quando Igor levantou a m?o, sinalizando para ele parar. ¡°Rayan, voc¨º me ajudou muito procurando por Jade esses dias. Agrade?o pelo esfor?o. Se surgir algum neg¨®cio de antiguidades, certeza voc¨º ser¨¢ o primeiro a saber.¡± Igor, voltando a si, agradeceu a Rayan. Cap铆tulo 1388 Cap¨ªtulo 1388 Igor sempre fez distin??o entre o pessoal e o profissional. Se voc¨º tem um favor, deve retribuir e, se tiver rancor, naturalmente n?o ficar¨¢ parado. Rayan o ajudou a encontrar Jade e tamb¨¦m o propriet¨¢rio de Jade. Naturalmente, ele precisava agradecer, eo um homem de neg¨®cios, mostrar gratid?o significava oferecer mais oportunidades de neg¨®cio. Se voc¨º quer ganhar dinheiro, v¨¢ at¨¦ ele. Rayan agradeceu: ¡°Agrade?o a Sr. Carneiro p aten??o.¡± Igor olhou mais uma vez para Olivia, que estava aodo da cama no hospital, antes de se para sair Rayan o seguiu. ¡°Ao sair do hospital, Igor perguntou a Rayan: ¡°Voc¨º disse que a m?e de Olivia faleceu h¨¢ mais de um m¨ºs?¡± Rayan confirmou: ¡°Sim, foi um acidente.¡± ¡°Acidente?¡± Igor pausou por um momento e, em seguida, suspirou: ¡°Que pena.¡± Depois disso, ele se apressou em dire??o ao seu carro. Rayan tamb¨¦m foi para seu carro e dirigiu para longe. No quarto do hospital. Mire pegou a m?o de Olivia e disse sinceridade: ¡°Olivia, talvez ele realmente seja seu pai biol¨®gico. Por que voc¨º n?o tenta conversar direito ele?¡± Mire estava presente durante a conversa entre Olivia e Igor, e ouviu tudo que foi dito. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . notou a atitude fria de Olivia para Igor e isso a preocupou. Olivia apertou a m?o de Mire. Diante de sua tia, podia ser mesma. Tia, eu estou medo. N?o quero mais ter expectativas em r??o ao meu pai.¡± Expectativas levam ¨¤ decep??o. Esperan?a leva ao desespero. A apari??o de Gabriel h¨¢ fez ter expectativas em r??o ao pai. pensou que, mesmo que ele fosse uma pessoa terr¨ªvel, pelo menos mostraria um m¨ªnimo de calor ou bondade para ou sua m?e. Mas Gabriel n?o fez isso. Ele trouxe apenas engano, maldade, amea?as e crueldade, n?o hesitando em matar sua m?e. Ele usou o nome do pai d para chantage¨¢, amea?¨¢ e intimid¨¢. Isso fez que temesse e desesperasse a pvra ¡°pai¡°. Ainda mais, Daniel, por causa de Gabriel ser seu pai, direcionou todo o seu ¨®dio para . A puni??o cruel, a tortura emocional. Nas noites em que desejava estar morta, odiava profundonte a pvra ¡°pai¡°. Agora que sabia que Gabriel n?o era seu pai biol¨®gico, poderia se livrar do desastre que a paternidade trouxe para sua vida. E ent?o, de repente, surge algu¨¦mpletamente desconhecido, alegando ser seu pai. Com uma sombra t?o pesada em seu cora??o,o ainda poderia ter expectativas quanto ¨¤ pvra pai? Portanto, fechou seu cora??o, para n?o deixar que problemas desnecess¨¢rios a iodassem. Ao ouvir suas pvras, Mire entendeu um pouco do que estava passando e apenas assentiu, sem fazer mais perguntas. Olivia, uma crian?a, sofreu muito desde a 9 sempre foi decidida e, mesmo que n?opartilhassepletamente seus sofrimentos, Mire podia sentir. Na manh? seguinte, ¨¤s dez horas. Ap¨®s Olivia cuidar da tia e tomar caf¨¦ da manh?, Olivia foi at¨¦ o local para pegar o resultado do teste de paternidade feito entre e Igor. n?o viu o rt¨®rio no balc?o e perguntou ao m¨¦dico que estava l¨¢. ¡°Bom dia, por favor, o resultado do teste de paternidade da Olivia e do Sr. Igor?¡± O rt¨®rio j¨¢ foi retirado.¡± disse o m¨¦dico. ¡°O qu¨º?¡± Olivia perguntou surpres e ansiosa ¡°Voc¨º pode me dizer quem retirou?¡± Cap铆tulo 1389 Cap¨ªtulo 1389 ¡°Foi eu quem pegou.¡± Atr¨¢s d, uma voz de baritono soou por tr¨¢s.. Olivia virou¨Cse bruscamente e viu o corpo alto de Igor parado atr¨¢s d. Igor era muito bonito, um ar nobre e intelectual. Tinha cabelos grisalhos nas temporas e, embora seu rosto tivesse rugas, s n?o conseguiam esconder sua b apar¨ºncia juvenil. Seus olhos nobres otharam para Olivia uma suavidade. Ao v¨º¨Clo, Olivia ficou surpresa por um momento e, abaixando o olhar, viu o rt¨®rio m¨¦dico que ele segurava em suas m?os. Olivia ainda n?o sabe qual ser¨¤ o resultado. Mas Igor j¨¢ tinha visto. Ent?o, qual era o resultado? era mesmo a filha de Igor? Embora n?o se importasse de quem era filha, naquele momento, realmente esperava que o resultado mostrasse uma r??o de parentesco de 99%. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Por conta disso, teria a oportunidade de cuidar de Daniel. Caso contr¨¢rio, cuidar de Daniel seria t?o dif¨ªcil quanto escr o c¨¦u. As m?os de Olivia, penduradas aodo de seu corpo cerraram¨Cse inconscientemente, sentindo¨Cse ansiosa e nervosa. Ao v¨º olhando fixamente para o rt¨®rio em suas m?os uma express?o preocupada, Igor, ao contr¨¢rio, sorriu: ¡°Finalmente vejo a express?o em seu rosto de que voc¨º se preocupa esse rcionamentoigo¡°. Sua express?o de indiferen?a no dia anterior realmente o havia machucado. Olivia levantou os olhos, sem humor para brincadeiras, e falou s¨¦rio: ¡°Qual ¨¦ o resultado?¡± ¡°Amanh?, voc¨º vemigo para a Capital, eu te levo ¨¤ fam¨ªlia Griera.¡± Igor n?o respondeu diretamente ¨¤ pergunta d, mas deixo essa frase ¨¦ se virou para sair. Olivia observou sua silhueta se afastando sem dizer uma pvra. zerum Seu cora??o estava cheio de emo??es misturadas. Igor pediu que fosse ele ¨¤ fam¨ªlia Griera de Capita amanh?. Ele pretende atender o pedido d? realmente era a filha de Igor? Embora n?o tivesse visto o resultado, a atitude de Igor j¨¢ dizia tudo. Esse Igor era realmente estranho, j¨¢ que tinha decidido vir buscar o resultado hoje, por que n?o mencionou isso ontem? E ainda havia dado seu n¨²mero de telefone para , n?o era isso um exagero? Mas, de qualquer forma, se Igor estava disposto a lev¨¢ ¨¤ fam¨ªlia Griera, para fr o Velho Sr. Griera e permitir que cuidasse de Daniel, isso j¨¢ era suficiente. n?o queria pensar muito sobre o resto, nem queria prosseguir. Oliviaprou um novo conjunto de roupas para vestir, pois sua casa havia desmoronado completamente, e tudo dentro d estava coberto de poeira, certamente in¨²til agora. Nos ¨²ltimos dias, est¨¢ usando uniforme do hospital, mas agora que iria seguir Igor para a fam¨ªlia Griera, naturalmente n?o podia ser t?o casual. Comprando algumas roupas para si mesma e tamb¨¦m para Mire. Olivia pediu ao tio que trouxe Mire para o hospital que cuidasse d e desse dinheiro ao tio. o dinheiro de Olivia de jeito nenhum. O tio estava disposto a cuidar de Mire, m¨¢s se recusou a aceita Incapaz de convenc¨º¨Clo, Olivia s¨® p?de dar o dinheiro a Mire, pedindo¨Clhe que encontrasse uma oportunidade Depois de arrumar sua tia, Olivia partiu Igor. No caminho da Aldeia Souza para a Capital, foi e voltou de Embora Igor estivesse , Olivia ainda n?o tinha ce siedade. Mas desta vez, pareceu excepcionalmente longa e cheis vezes. que cuidasse de Daniel. para dar a ele. se o Velho Sr. Griera realmente concederia esse favor a Igor, permitindo Enquanto Olivia estava perdida em seus pensamentos, o carro parou no estacionamento da Casa Antiga de Griera. Igor salu primeiro do carro e n?o entrou imediatamente, mas caminhou at¨¦ o banco traseiro, abriu a porta do carroo um cavalheiro, uma atitude de espera, convidando Olivia a descer. ¡°Chegamos, vamos entrar juntos.¡± Igor disse um sorriso no rosto. Olivia ficou ligeiramente surpresa, n?o estava acostumada tanta cordialidade da parte de Igor. Mas desceu do carro conforme foi pedido, Igor, percebendo a situa??o, n?o segurou a m?o d nem pediu que se agarrasse ao seu bra?o, em vez disso, caminhou ao seudo. ¡°Igor, voc¨º chegou. Nesse momento, o Velho Sr. Griera saiu p porta para cumpriment¨¢¨Clo. Inicialmente, seu rosto estava revestido de cortesia, mas ao ver Olivia aodo de Igor, sua express?o se tornou sombria instantaneamente. Cap铆tulo 1390 Cap¨ªtulo 1390 Olivia recebeu o olhar prante do Velho Sr. Griera, seu cora??o afundou e abaixou a cabe?a. sabia que o Velho Sr. Griera n?o gostava d, nutrindo um ¨®dio profundo. Sua presen?a agora, certamente, fazia que o Velho Sr. Griera a amaldi?oasse em sil¨ºncio in¨²meras vezes, Mas mesmo que fosse repreendida pelo Velho Sr. Griera, Olivia tinha que vir e n?o podia deixar Daniel sozinho. *Tio Griera, permita¨Cme apresentar, esta ¨¦ minha filha rec¨¦m¨Creconhecida, atualmente chamada de Olivia. Ap¨®s algum tempo, nejo mudar seu sobrenome para Olivia Carneiro.¡± Igor, fingindo n?o perceber o semnte sombrio do Velho Sr. Griera, fez as apresenta??es cortesia e amabilidade. A interven??o oportuna de Igor aliviou o constrangimento de Olivia, que rapidamente levantou a cabe?a para olh¨¢¨Clo. Seus olhos mostravam a simpatia de um amigo da fam¨ªlia e olharam para Velho Sr. Griera. Essa express?o amig¨¢vel era dif¨ªcil de ser desfeita. Especialmente pelo Velho Sr. Griera, que n?o poderia estragar tal momento. Ele veio pessoalmente s¨® para cumprimentar Igor. A fam¨ªlia Griera e a fam¨ªlia Carneiro tinham?os de amizade de gera??es. Seria uma grande desonra para essa amizade ancestral se desentendessem por causa de uma mulher. O olhar de ¨¢guia do Velho Sr. Griera desviou de Olivia, e ao se voltar para Igor, seu rosto foi coberto por uma cortesia benevolente. ¡°Igor, nos dias de hoje, h¨¢ muitos impostores, que enganam n?o apenas os sentimentos, mas tamb¨¦m as r??es familiares. Tenha cuidado para n?o ser enganado.¡± O Velho Sr. Griera n?o se surpreendeu Igor apresentando Oliviao sua filha, ao contr¨¢rio, calmamente advertiu Igor sobre o perigo dos impostores. Ele definitivamente n?o acreditava que Olivia fosse filha de Igor! Essa mulher era astuta e calculista, n?o s¨® havia enfeiti?ado Sergio, mas tamb¨¦m deixado Daniel completamente perdido. A fam¨ªlia Griera deu¨Clhe ordem de morte e n?o foi autorizada a ter contato nenhum membro da fam¨ªlia Griera. E, no entanto, encontrou uma maneira de se aproximar de Igor! Era aterrorizante. O olhar que o Velho Sr. Grieran?ava para Olivia estava repleto de hostilidade e avers?o. Ao ouvir as pvras do Velho Sr. Griera, as m?os de Olivia, pendentes aodo do corpo, apertaram¨C se levemente. percebeu que o Velho Sr. Griera a estava chamando de impostora. Alegando ser filha de Igor propositalmente. Belongs to ? n0velDrama.Org. Igor sorriu levemente, dizendo ao Velho Sr. Griera: ¡°Tio Griera, suas pvras s?o muito s¨¢bias. Antes disso, eu tamb¨¦m encontrei uma impostora que insistia ser minha filha, trazendo um Jadeo prova. Felizmente, n?o sou t?o ing¨ºnuo a ponto de ser enganado por suas pvras.¡± Olivia olhou para Igor surpresa. Ele havia encontrado Vania? A ¨²nica que foi procur¨¢¨Clo Jade foi Vania, pois a Jade pendurada em seu pesco?o foi levada por Vania. pensou que Vania poderia ter algum truque na manga, mas Igor percebeu imediatamente que era uma farsante. ¡°Igor, n?o me entenda mal, eu n?o estou dizendo que voc¨º ¨¦ ing¨ºnuo.¡± Velho Sr. Griera tentou se explicar. ¡°Eu sei que o tio Griera n?o est¨¢ dizendo que sou est¨²pido e n?o entendi mal o que Tio Griera quis dizer.¡± Igor prontamente ofereceu seu bra?o ao Velho Sr. Griera, panhando¨Co para dentro. Ap¨®s alguns passos, ele n?o esqueceu de olhar para tr¨¢s e instruir Olivia: ¡°Voc¨º anda mais r¨¢pido, para que eu n?o sinta sua falta¡°. Este cuidado de Igor surpreendeu Olivia, que, ap¨®s um breve momento de hesita??o, apressou¨Cse a seguir atr¨¢s deles. Neste momento, subitamente entendeu. entendeu. Cap铆tulo 1391 Cap¨ªtulo 1391 Ap¨®s descer do carro, Igor n?o se dirigiu diretamente ao port?o da fam¨ªlia Griera, mas ficou na porta do carro esperando que saisse ele. Ele fez isso para evitar que o Velho Sr. Griera tivesse uma recep??o fria , deixando¨Ca para fora, o que a colocaria numa situa??o embara?osa. Caminhando aodo d, Igor estava para, caso o Velho Sr. Griera tivesse alguma obje??o a , querendo dificultar a sua entrada, apresent¨¢ e desfazer qualquer mal¨Centendido a tempo. Dessa forma, poderia se sentir menos constrangida e entrar na casa da fam¨ªlia Griera sem probl¨¥mas. No momento em que entendeu o que Igor estava fazendo, Olivia sentiu¨Cse muito grata a ele. No minimo, ele estava realmente fazendo de tudo para ajud¨¢ a conseguir a oportunidade de cuidar de Daniel. Pensando em cada detalhe, at¨¦ mesmo os mais pequenos. Com Igor liderando o caminho e ajudando o Velho Sr. Griera, ele ainda olhou para tr¨¢s e pediu a Olivia para n?o ficar para Quando Olivia chegou ao port?o, o seguran?a n?o a parou, e seguiu Igor at¨¦ o hall da Casa Antiga dos Griera. Igor cuidou do Velho Sr. Griera se sentasse no sof¨¢, e sentou¨Cse ao seudo. Enquanto isso, Olivia ficou aodo de Igor, tensa e nervosa,o se n?o houvesse lugar para naquele vasto sal?o. s¨® podia ficar aodo de Igor,o se fosse sua sombra, para n?o ser notada. tr¨¢s. ¡°Olivia, sente¨Cse na minha frente e vamos conversar o tio Griera e fr sobre o rcionamento entre nosso pai e nossa filha.¡± Justo quando Olivia estava tentando se fazer menos presente, ficando atr¨¢s de Igor. Igor, gentileza, falou Olivia. Ao ouvir Igor, Olivia ficou um momento sem saber que fazer, olhando rapidamente para o Velho Sr. Griera, que tinha uma express?o s¨¦ria e descontente, mas n?o disse nada. Olivia foi cautelosa e um pouco de medo de se sentar. Igorn?ou¨Clhe um olhar repreensivo, dizendo. Mi A f de Igor, embora parecesse uma reprimenda a Olivia, na realidade, era uma maneira de oferecer¨Clhe Para evitar que se sentisse muito diminu¨ªda na presen?a da fam¨ªlia Griera, sem sequer ter o direito ro que Olivia entendeu a inten??o de Igor. querida, estou fndo voc¨º, sente¨Cse, vai, ficar em p¨¦ ¨¦ t?o cansativo.¡± sa¨ªda h honrosa. se sentar. Ele estava t?o empenhado em criar ma presen?a para , que seria uma grande falha da parte d n?o, Olivia n?o se preocupou em ver a rea??o do Velho Sr. Griera e sentou¨Cse nodo oposto cooperar. sof¨¢ conforme as instru??es. seu olhar sombrio E o lugar onde se sentou era exatamente de frente para o Velho Sr. Griera, e ao levanta furioso. N?velDrama.Org holds text ? rights. a cabe?a, encontrou Esse olhar, intimidador, parecia dizer que deveria saber o seu lugar e deixar a fam¨ªlia Griera rapidamente. O cora??o de Olivia estremeceu ao ver isso e rapidamente baixou a cabe?a, Desde que n?o visse sua atitude, poderia se sentir um pouco mais co o conta tempor¨¢ria para manter sua dignidade. mesmo que, visual o Velho Sr. Griera. fosse apenas uma ilus?o tio Griera, eu nunca te contei sobre a minha juventude, n¨¦? Uma vez, quando eu estava em uma pequena cidade, fui enganado por um local influente, quase me envolvi drogas, mas ent?o, uma mulher apareceu na minha vida. estava t?o b¨ºbada que apontou diretamente para o meu nariz e¡¯disse, est¨¢ atra¨ªda por mim, e eu sou d esta noite! ¡°Depois, me tirou das m?os deles, apesar dos olhares amea?adores, e me levou para um camarote de um bar, onde aconteceu algo entre n¨®s.¡± ¡°Eu acordei primeiro, naqu ¨¦poca. O exterior estava pressionando para que eu fizesse a entrega, ent?o deixei um Jade , Minha inten??o era que viesse me procurar, mas, inesperadamente, nunca veio. Ao longo desses anos, estive procurando por . H¨¢ poucos dias, finalmente descobri o paradeiro do Jade, mas n?o esperava que aqu mulher estivesse morta.¡± Igor fva uma entona??o cheia de altos e baixos,partilhando a hist¨®ria do encontro aqu mulher, nos seus anos de juventude. O Velho Sr. Griera escutava profundamente. Mas o cora??o de Olivia ficou pesado depois de ouvir isso. Cap铆tulo 1392 Cap¨ªtulo 1392 Quando Teresa ainda estava viva, Olivia tamb¨¦m ouviu Teresa contar a sobre um encontro que teve um homem estranho em um bar. Mas Teresa apenas tocou brevemente no assunto, sem entrar em detalhes. Como se a lembran?a daquele homem fosse algo que preferisse evitar. Foi a primeira vez que Olivia ouvia fr sobre o encontro de Teresa aquele homem no bar, anos atr¨¢s, toda a hist¨®ria e motivos. N?velDrama.Org holds text ? rights. Surpreendentemente, foi Igor quem contou a hist¨®ria. Acontece que na ¨¦poca, foi sua m?e quem salvou Igor das m?os de um chefe local perigoso. Mas por que sua m?e n?o quis explicar isso detalhadamente? ¡°Ah, foi realmente um destino cruel, Igor suspirou repentinamente. Havia um tom bastante arrependido naqu voz. Velho Sr. Gniera falou um tom de zombaria contrda: ¡°Quantos destinos cru¨¦iso esse voc¨º teve na sua juventude? Quantos filhos voc¨º tem espalhados por a¨ª, talvez nem voc¨º mesmo saiba.¡± Essa f do Velho St. Griera fez que Olivia sentisse um peso no cora??o. estava emocionalmente tocada p lembran?a de Igor sobre o encontro sua m?e. Mas depois de ouvir Velho St. Griera, aqu emo??o se transformou, preenchendo seu cora??o ressentimento ao olhar para Igor. Ser¨¢ que Igor erao Gabriel, um homem que tinha v¨¢rias mulheres? j¨¢ tinha uma avers?o ¨¤ pvra ¡°pai¡°, e se ele fosseo Gabriel, isso s¨® a faria sentir mais repulsa. ¡°Tio Griera, voc¨º est¨¢ me entendendo mal. Na minha juventude, al¨¦m da minha pr¨®pria esposa, s¨® houve aquele encontro no bar a m?e de Olivia¡± Igor explicou a Velho Sr. Griera. Essas pvras tamb¨¦m foram dirigidas a Olivia. Naqu ocasi?o, foi a m?e de Olivia quem tomou a iniciativa, e ele foi drogado por um chefe local. Teresa fez o que fez para salv¨¢¨Clo. *Como voc¨º pode ter certeza de que ¨¦ realmente sua filha?¡± As pvras da Velha Irm? Griera foram profundas e cortantes. Velho Sr. Griera nunca teve uma boa impress?o sobre Olivia. Para ele, era algu¨¦m de m?os sujas,dra, astuciosa, usando truques para subir na vida, indecisa, pisando em duas canoas ¨C exatamente o tipo de mulher que ele mais desprezava. E agora, de repente, Olivia estava prestes a se tornar filha de Igor, algo que Velho Sr. Griera internamente n?o conseguia aceitar. Olivia sentiu um aperto no cora??o, a atitude de Velho Sr. Griera em r??o a era de constante rejei??o e desgosto. Mesmo sem dizer explicitamente, era evidente sua opini?o sobre . Velho Sr. Griera n?o acreditava que fosse filha de Igor. Ol¨ªvia tamb¨¦m n?o tinha certeza, ent?o estava nervosa. ¨C ¡°Mesmo que as pessoas possam mentir, os resultados m¨¦dicos n?o podem ser falsificados,¡± Igor respondeu, tirando um exame de paternidade do bolso e mostrando para Velho Sr. Griera. Apontando para as linhas em destaque no documento, disse: ¡°Uma r??o de paternidade de noventa e nove por cento, est¨¢ tudo aqui, preto no branco, n?o d¨¢ para falsificar.¡± Os olhos de Velho Sr. Griera seguiram o dedo de Igor at¨¦ as pvras, que pareciam queimaro um vulc?o em erup??o, queimando seus olhos. Mesmo que ele n?o quisesse acreditar que Olivia pudesse ser filha de Igor, a realidade estava bem diante de seus olhos, e ele n?o tinhao negar. Olivia ficou surpresa, n?o esperava que Igor levasse consigo o certificado do teste de paternidade. Cap铆tulo 1393 Cap¨ªtulo 1393 Ser¨¢ que ele foi buscar o exame de paternidade ontem sozinho, apenas para hoje mostr¨¢¨Clo ao Velho Sr. Griera e dissipar suas d¨²vidas? Igor a trouxe para encontrar o Velho Sr. Griera, parecendo ainda mais preparado e atento do que . ¡°Ent?o eu the dou os parab¨¦ns por encontrar sua filha perdida h¨¢ tantos anos.¡± disse o Velho Sr. Griera, uma frieza cortante, suas pvras carregadas de rigidez. Embora estivesse parabenizando Igor, n?o havia nenhum sinal de b¨ºn??o em suas pvras, o tom sugeria sarcasmo. Afinal, o que importa se Igor provou que Olivia ¨¦ sua filha? Isso n?o tem r??o alguma a fam¨ªlia Griera. O Velho Sr. Griera n?o expulsou Olivia diretamente desta vez, considerando o respeito por Igor. Se n?o fosse por Igor traz¨º, ele nem permitiria que pisasse no limiar da casa da fam¨ªlia Griera. Igor, efusivo aounicar que havia encontrado a filha desaparecida do Velho Sr. Griera, n?o compreendia a falta de entusiasmo do mesmo, que tamb¨¦m n?o conseguia conceder sua sincera ben??o. Seu amado Daniel ainda estava no hospital, reduzido a um estado vegetativo, sem saber se algum dia iria acordar. A dor e o sofrimento em seu cora??o, ningu¨¦m poderiapreender! N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. E, por cima, Daniel acabou assim por causa de Olivia! Ele sentia uma avers?o extrema por essa mulher, nem o ¨®dio era suficiente para descrever. Como poderia sua opini?o sobre mudar simplesmente porque ¨¦ filha de Igor? ? ?? ?? ?? ? ?? ? ? ? ?? ? ??? ? ? ? ? ¡°Tio Griera, sei que a situa??o de Daniel ¨¦ muito dif¨ªcil para o senhor, mas temos que acreditar que na medicina podem ocorrer mgres.¡± Igor deu uma leve tapinha nas costas do Velho Sr. Griera, tentando confort¨¢¨Clo, desviando a conversa para Daniel. Ao ouvir o nome de Daniel, Olivia se sentou ereta, alerta, observando a express?o no rosto do Velho Sr, Griera. Ao mencionar Daniel, os olhos turvos do Velho Sr. Griera de repente se encheram de tristeza e profundidade. As emo??es que ele estava contrndo desabaram instantaneamente, sua postura r¨ªgida de repente curvada, parecendo envelhecer dez anos em sofrimento. ¡°Voc¨º mesmo disse, se ele acordar, ser¨¢ um mgre. Mas quantos mgres existem neste mundo?¡± disse o Velho Sr. Griera, uma voz carregada de tristeza,o se tivesse perdido toda a esperan?a. A av¨® Griera era seu grande amor, ele se sentia vigoroso e radiante quando estava . Desde a morte da av¨® Griera, o Velho Sr. Griera parecia ter perdido toda a sua vitalidade. Depois, foi o Sergio que teve um acidente, partindo deste mundo. Isso lhe trouxe um golpe devastador. Logo em seguida, Daniel tamb¨¦m sofreu um acidente. Uma trag¨¦dia ap¨®s a outra quase levou a vida do Velho Sr. Griera. ¡°Tio Griera, quando eu era mais jovem, o senhor sempre me ensinou que, n?o importa qu?o dif¨ªcil fosse a situa??o, nunca dever¨ªamos desistir facilment¨¨, dev¨ªamos perseverar at¨¦ o fim. Mesmo que fosse um inimigo, se algu¨¦m nos ajudasse, poder¨ªamos colocar dedo as diferen?as temporariamente, lutar por um objetivoum, e s¨® depois de alcan?¨¢¨Clo, resolver as quest?es pessoais.¡± ¡°O senhor costumava dizer que a oportunidade ¨¦ uma corrida contra o rel¨®gio, que devemos superar ressentimentos e escolher aliados sabiamente. Quem triunfa nessa corrida contra o tempo se consagrao um verdadeiro vencedor.¡± Igor falou emo??o e respeito ao Velho Sr. Griera. O Velho Sr. Griera, uma pessoa astuta, imediatamente percebeu o subtexto, seus olhos tristes se aprofundaram, perguntando um olhar prante: ¡°O que voc¨º est¨¢ tentando dizer?¡± ¡°O senhor acabou de dizer que mgres s?o raros neste mundo. Mgres s?o dif¨ªceis, mas sempre h¨¢ quem os fa?a acontecer. Olivia ¨¦ uma dessas pessoas.¡± Igor seguiu a linha de questionamento do Velho Sr. Griera, chegando finalmente ao ponto. Ele preparou todo esse preambulo apenas para poder dizer essas pvras. Olivia ouviu quando Igor finalmente revelou o prop¨®sito de sua visita, seu cora??o apertou, e olhou ansiosamente para Velho Sr. Griera, aguardando sua rea??o. Velho Sr.Griera, sem sequer pensar, demonstrou avers?o ao ouvir o nome de Olivia: ¡°N?o me fale d, se voc¨º veio aqui hoje apenas para tratar dos assuntos d, ent?o pode ir embora agora mesmo!¡± Velho Sr.Griera, agitado, levantou¨Cse, pronto para encerrar a visita. Ele, tentando preservar a amizade de longa data entre a fam¨ªlia Griera e a fam¨ªlia Cameiro, conteve suas emo??es e n?o expulsou Cap铆tulo 1394 Cap¨ªtulo 1394 Ao perceber que o Velho Sr. Griera estava prestes a partir, um impeto de panico tomou conta de Olivia, que quase se ergueu para implorar que ele ficasse, contudo, Igor so levantou antes d. Fndo para as costas do Velho Sr. Griera, ele disse: ¡°Olivia deu ¨¤ luz quatro filhos para Daniel, e s?o qu¨¢druplos, isso j¨¢ ¨¦ um mgre por si s¨®. Se pode criar mgres, eu acredito que, se cuidar de Daniel, certamente poder¨¢ fazer que outro mgre aconte?a. O que Igor tinha feito at¨¦ agora era apenas insinuar o prop¨®sito da visita de Olivia, mas agora, ele ramente revelou o motivo de sua e de Olivia vinda. Oja fr¨¢gil sistema nervoso do Velho Sr. Griera estremeceu violentamente, seu corpo parou, ele se virou, seus olhos turvos se enchendo de raiva, e disse a Igor: ¡°Voc¨º sabe o que fez antes? usou um objeto para bater na cabe?a de Daniel, se n?o fosse por algu¨¦m que interveio para proteger Daniel, naquele momento ele j¨¢ teria se tornado um vegetal.¡± A respira??o do Velho Sr. Griera ficava cada vez mais pesada, a raiva aumentando a cada pvra. ¡°, vendo que n?o conseguiu o que queria naqu vez, n?o seio fez que Daniel fosse at¨¦ a Aldeia Souza procur¨¢, onde uma parede desabou sobre sua cabe?a, deixando¨Co ainda assim em estado vegetativo! Daniel se tornou o que ¨¦ hoje por causa d, foi um no premeditado! E voc¨º ainda diz para deix¨¢ cuidar de Daniel, isso n?o ¨¦ o mesmo que deix¨¢ encaminh¨¢¨Clo para o seu fim? Cof, cof, cof¡­¡± O Velho Sr. Griera fva indigna??o, e, dominado p raiva,e?ou a tossir incontrvelmente. ¡°tio Griera¡­¡± Igor estava prestes a se aproximar para ajud¨¢¨Clo. Bruno entrou apressadamente, chegando antes de Igor e segurando o Velho Sr. Griera, passou a m?o ps costas dele, tentando acalm¨¢¨Clo: ¡°Velho Sr. Griera, por favor, n?o se exalte. Esta quest?o j¨¢ foi investigada por mim a pedido do Sr. Griera no local da grava??o doercial. Estar atr¨¢s do pano de fundo n?o oferecia visibilidade ra da frente, mesmo um buraco no pano, n?o era poss¨ªvel ver nada da posi??o de opera??o do guindaste. Quando o Sr. Griera me pediu para investigar, j¨¢ foi provado que o ocorrido Srta. Souza foi um acidente, n?o intencional.¡± Bruno, ao entrar e ouvir o que Velho Sr. Griera dizia, apressou¨Cse em entrar, segurando o Velho Sr. Griera e tamb¨¦m explicando mal¨Centendido daqu vez. Desde aqu volta do hospital, o Velho Sr. Griera havia instru¨ªdo Bruno de forma categ¨®rica a cortar todo contato Olivia e n?o atender suas chamadas, arriscando¨Cse a perder o emprego caso desobedecesse. Bruno n?o temia a demiss?o, mas temia que, sendo demitido, perderia a chance de visitar Daniel no hospital. Ele seguia Daniel h¨¢ tantos anos, e apesar do temperamento dif¨ªcil de Daniel, Bruno sabia que ele era frio por fora, mas caloroso por dentro, tratando bem seus funcion¨¢rios. Aodo de Daniel, ele p?de aprender muito e receber um sal¨¢rio que n?o conseguiria em outro lugar. O mais importante ¨¦ que, sendo assistente de Daniel por tantos anos, Bruno j¨¢ o consideravao um irm?o, um?o inquebr¨¢vel. Mesmo sem sal¨¢rio, ele queria estar informado sobre o estado de Daniel. Portanto, ele n?o podia ser demitido. Olivia s¨® queria saber not¨ªcias de Daniel, e se ele mesmo n?o pudesse se aproximar de Daniel,o poderia informar Olivia? Bruno sabia o que era mais importante, por isso seguiu as ordens e n?o entrou em contato Olivia. Mesmo quando Olivia tentou ligar para ele, ele n?o atendeu. Ele fez isso para poder permanecer no Grupo Griera, agora que Daniel est gravemente ferido e inconsciente, ele n?o s¨® tem que cuidar. dos neg¨®cios da empresao tamb¨¦m faz visitas ocasionais ¨¤ fam¨ªlia Griera, ajudando o Velho Sr. Griera seus assuntos: Apesar de estar ocupado, pelo menos podia ficar sabendo da situa??o de Daniel. Ap¨®s escutar a explica??o de Bruno, Olivia, seu cora??o antes agravado p injusti?a, sentiu¨Cse levemente reconfortada e seu nervosismo atenuou¨Cse um pouco¡­ Mas ainda assim, olhava para o Velho Sr. Griera o cora??o apertado. sabia que seria dif¨ªcil fazer o Velho $r. Griera aceit¨¢, deixando¨Ca cuidar de Daniel. Mas, mesmo que fosse dificil, n?o queria desistir. O Velho Sr. Griera respirou fundo, tentando acalmar sua respira??o, e acenou levemente a m?o, indicando a Bruno que parasse de fr por ele. Mas sua respira??o ainda era fraca e ofegante, e sua sa¨²de estava ramente deteriorando.Belongs to ? n0velDrama.Org. Cap铆tulo 1395 Cap¨ªtulo 1395 N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. ¡°Bruno, voc¨º que panha o Daniel h¨¢ tanto tempo, acabou sendo seduzido pelos encantos dessa mulher tamb¨¦m?¡± Velho Sr. Griera¡­¡± Bruno ainda tentava dizer algo. Mas foi imediatamente interrompido pelo Sr. Griera: ¡°N?o diga mais nada.¡± Em seguida, ele olhou p¨¢ra Olivia um olhar de ¨¢guia, cheio de raiva. Olivia j¨¢ estava nervosa, e seu cora??o deu um pulo aquele olhar t?o prante e afiado. ¡°Estou cansado, pe?a para que a panhem at¨¦ a sa¨ªda.¡± O Sr. Griera acenou a m?o, andando dificuldade em dire??o ao andar de cima. Olivia viu que o Sr. Griera n?o lhe dava nenhuma chance e, emocionada, deu alguns passos atr¨¢s dele, dizendo: ¡°Sr. Griera, por favor, me de uma chance de cuidar do Daniel! Eu prometo cuidar dele com todo o carinho, acredito que um dia ele vai acordar.¡± O corpo do Sr. Griera enrijeceu, a respira??o tomou¨Cse mais pesada, e ele se virou, olhando para Olivia um olhar afiado: ¡°Se de fato deseja o melhor para ele, mantenha distancia! Sem sua presen?a, ele certamente despertar¨¢!¡± ¡°O m¨¦dico disse que a chance dele acordar ¨¦ de apenas cinco por cento! E eu li na inte que a melhor maneira de fazer algu¨¦m em estado vegetativo acordar ¨¦ continuamente estimr coisas e pessoas que s?o importantes para ele, isso inclui n?o apenas est¨ªmulos verbais, mas tamb¨¦m f¨ªsicos! Ningu¨¦m conhece o corpo dele melhor do que eu. Eu quero que ele acorde o mais r¨¢pido poss¨ªvel, tamb¨¦m para retribuir o favor de ter me salvado. Por favor, Sr. Griera, permita¨Cme!¡± Olivia falou firmeza e sinceridade, ap¨®s terminar, fez uma rever¨ºncia em s¨²plica. Embora suas pvras pudessem parecer sem vergonha para alguns, dando a impress?o de que n?o se envergonhava. Mas para lutar pelo direito de cuidar de Daniel, Olivia n?o se importava em ser mal interpretada ou em desconsiderar os conceitos de dec¨ºncia. Desde que o Sr. Griera concordasse em deix¨¢ cuidar de Daniel, n?o importavao ele a visse, n?o se importava. ¡°Voc¨º, voc¨º realmente n?o tem vergonha!¡± O Sr. Griera, o dedo indicador tremendo, apontou para Olivia. realmente disse que ningu¨¦m conhecia o corpo de Daniel melhor do que e que usaria m¨¦todos para estimr fisicamente Daniel a acordar. Isso ¨¦ algo que uma mulher normal, educada e sensata diria? O Sr. Griera estava furioso, respirando pesadamente. Igor ficou chocado, ele tamb¨¦m n?o esperava que Olivia dissesse algo assim. Por outrodo, Bruno n?o estava t?o surpreso; ele j¨¢ tinha visto o quanto Olivia podia ser astuta e manipdora. parecia fr¨¢gil e suave, mas uma vez quee?ava suas artimanhas, at¨¦ ele se sentia perdido. Igor abriu a boca, prestes a fr em defesa de Olivia. Logo em seguida, apenas um ¡°thump¡± foi ouvido, e Olivia se ajoelhou perante o Sr. Griera. Esse gesto chocou a todos. O Sr. Griera exva uma aura ainda mais imponente, profunda e desdenhosa. Igor, surpreso, tentou ajud¨¢, mas j¨¢ era tarde, Olivia havia se ajoelhado diante de tantas pessoas conhecidas, sem se importar sua pr¨®pria imagem. Bruno tamb¨¦m estava atordoado, n?o esperava que Olivia fizesse algo assim. Ajoelhada diante do Sr. Griera, Olivia olhou para ele olhos ros e determina??o, dizendo: ¡°Eu imploro, deixe¨Cme cuidar do Daniel. Farei tudo ao meu alcance, cuidarei dele todo o meu cora??o. Ele arriscou sua vida para me salvar, certamente porque se importaigo. Ter algu¨¦m que ele se importa cuidando dele pode criar um v¨ªnculo emocional, o que tamb¨¦m ajudar¨¢ em sua recupera??o r¨¢pida.¡± Cap铆tulo 1396 Cap¨ªtulo 1396 A tonalidade de Olivia n?o era nem leve nem pesada, fva profundidade. Por fora, parecia calma, mas por dentro j¨¢ estava tensa, um turbilh?o de nervosismo. Esta era sua ¨²ltima chance, se o Velho Sr. Griera ainda assim recusasse, realmente n?o teria mais o que fazer. Ajoelhada no ch?o, as m?os juntas aodo do corpo, apertadas. Esperava p resposta do Velho Sr. Griera. Nos segundos de espera, sua respira??o se apertou, o cora??o batiao um tambor, podia ouvir o som nervoso de sua pr¨®pria pulsa??o. Igor tamb¨¦m olhava esperan?oso para o Velho Sr. Griera, desejando profundamente que ele concordasse. Afinal, essa era a ¨²nica condi??o de Olivia para reconhec¨º¨Cloo pai. Se o Velho Sr. Griera n?o concordasse, ele teria falhado em cumprir o que prometeu a Olivia. Tentar aproximar¨Cse mais d,o pai e filha, se tomaria muito mais dif¨ªcil, ¡°Velho Sr. Griera, o que o Sr. Griera mais preza ¨¦ a Srta. Souza e os quatro filhos. Se for a Srta. Souza a cuidar do Sr. Griera, talvez realmente aumente as chances dele despertar.¡± Bruno baixava a cabe?a, tamb¨¦m intercedendo por Olivia. Bruno era testemunha do amor e ¨®dio entre Daniel e Olivia. Ningu¨¦m conseguia facilmente afetar os sentimentos do Sr. Griera, exceto Olivia. Para um paciente em estado vegetativo despertar mais r¨¢pido, ¨¦ necess¨¢rio que algo mova seus sentimentos. Se nem mesmo seus sentimentos podem ser agitados,o ele poderia recuperar a consci¨ºncia? O Velho Sr. Griera, agarrando firmemente o corrim?o da escada, tensionava a m?o, as veias proeminentes percorrendo o dorso de sua m?o enrugada, respira??o depassada, olhos nudos repletos de emo??es intrincadas, um turbilh?o de tristeza e ir¨¢ se entr?ando a indecis?o. Mesmo que ele n?o gostasse de Olivia, tinha que aceitar uma realidade: Daniel sentia algo diferente por essa mulher! Ele tinha um interesse especial por , ao contr¨¢rio de qualquer outra mulher. Somente Olivia conseguia mover os sentimentos de Daniel, estimul¨¢¨Clo, fazendo¨Co recuperar a consci¨ºncia mais rapidamente. Mas o Velho Sr. Griera ainda tinha uma forte resist¨ºncia a Olivia, profunda e intensa. Ele tinha conseguido afastar Olivia de Daniel dificuldade, e agora deveria permitir que voltasse e continuasse a causar problemas para Daniel? Mas, sem o est¨ªmulo emocional d, e se Daniel realmente nunca mais acordasse, o que fariam? Vivero um vegetal pelo resto da vida seriao viver inutilmente. Daniel era seu orgulho, o pr da fam¨ªlia Griera. Se ele se tornasse um inv¨¢lido, o que seria do futuro da fam¨ªlia Griera? Era uma escolha dif¨ªcil. Qualquer decis?o que tomasse, o Velho Sr. Griera sofreria. Ele respirava dificuldade, corpo tenso, suor fino brotava em sua testa devido ¨¤ dificuldade da decis?o. E Olivia tamb¨¦m esperava, ansiosa e nervosa. Se o Velho Sr. Griera a rejeitasse, e Daniel nunca mais se veriam nesta vida. A separa??o deles se tornaria eterna. Em um instante de tens?o vital, seu cora??o estavaprimidoo um novelo de l?, t?o contra¨ªdo que mal podia respirar. Ent?o, num sil¨ºncio tenso, a voz baixa e envelhecida do Velho Sr. Griera soou: ¡°Cuidar dele, voc¨º pode; mas vou designar algu¨¦m para vigi¨¢ vinte e quatro horas!¡± No fim, o Velho Sr. Griera cedeu. A f de Igor foi decisiva, refletindo o modo de agir do Velho Sr. Griera: diante de um objetivoum, ele podia temporariamente deixar dedo inimizades pessoais e trabalhar junto por uma meta. Uma vez alcan?ado o objetivo, ent?o resolveriam suas desaven?as pessoais. O velho Sr. Griera, no final das contas, n?o conseguia suportar a ideia de assistir Daniel continuar em um sono profundo Indefinidamente. N?velDrama.Org holds text ? rights. Havia algu¨¦m capaz de estimr Daniel, dando¨Clhe uma chance de despertar. Ele ainda queria tentar, n?o queria perder essa oportunidade. Cap铆tulo 1397 Cap¨ªtulo 1397 Mesmo desaven?as Olivia, n?o se podia arriscar a sa¨²de de Daniel. Contudo, o Velho Sr. Griera ainda desconfiava do car¨¢ter de Olivia e, para garantir a seguran?a de Daniel, precisava designar algu¨¦m para vigi¨¢ 24 horas por dia. ¡°Est¨¢ bem, eu aceito!¡± Ao ouvir as pvras do Velho Sr. Griera, Olivia prontamente concordou. O Velho Sr. Griera se virou ee?ou a subir as escadas, cada passo era dado dificuldade e pesar. Seu corpo, marcado pelo tempo, estava fraco e debilitado, mas ele precisava reunir todas as suas for?as, n?o podia desistir. Agora, mais do que nunca, Daniel precisava dele. Se at¨¦ ele desmoronasse, Daniel estaria perdido. Portanto, por mais cansado e fraco que estivesse, ele n?o podia desistir. Observando o Velho Sr. Griera subir, o cora??o apertado de Olivia finalmente rxou, e o corpo tenso instantaneamente amoleceu, caindo desfalecido. Igor, ao perceber, apressou¨Cse em ajud¨¢: ¡°Olivia, levante¨Cse, o tio Griera concordou!¡± Igor, sempre t?o distinto e experiente, tamb¨¦m n?o podia esconder sua emo??o. Quando viu Olivia ajoelhar¨Cse, seu cora??o apertou, temendo que o Velho Sr. Griera fosse dif¨ªcil de persuadir. Para sua surpresa, ele acabou concordando! Talvez porque o Velho Sr. Griera amasse muito Daniel, qualquer chance de faz¨º¨Clo despertar n?o seria desperdi?ada. Com a ajuda de Igor, Olivia conseguiu se levantar, ainda um pouco inst¨¢vel ao tentar firmar¨Cse, Igor rapidamente a estabilizou. De p¨¦, olhou para a pessoa que a ajudava, preparando¨Cse para agradecer. Ao perceber que era Igor, um homem desconhecido t?o pr¨®ximo, seu cora??o instantaneamente se fechou, criando uma distancia. rapidamente soltou a m?o dele, dando dois passos para tr¨¢s a fim de ampliar a distancia entre eles, um olhar perplexo e receoso: ¡°Obrigada p sua ajuda.¡± Percebendo a relutancia de Olivia, Igor sentiu um breve embara?o, mas logo se assegurou de que estava tudo bem. N?o importava, Olivia e ele acabaram de reconhecer o parentesco, era natural que Olivia mantivesse uma certa formalidade e distancia. Com o tempo, as coisas melhorariam. ¡°Vamos, vamos ao hospital ver o Daniel,¡± Igor sugeriu. Bruno disse: ¡°Eu levo voc¨ºs.¡± Com o Velho Sr. Griera permitindo que Olivia cuidasse de Daniel, lev¨¢¨Clos para v¨º¨Clo n?o deveria ser considerado desobedi¨ºncia. ¡°Tudo bem, agrade?o, Bruno.¡± Ao ouvir que poderia ver Daniel, Olivia respondeu ansiosamente. Desde o incidente, Olivia n?o via Daniel h¨¢ cinco dias. Quando Daniel era dominador e contrdor, desejava n?o ter que v¨º¨Clo todos os dias. At¨¦ esperava nunca mais v¨º¨Clo. Mas agora, Daniel entre a vida e a morte no hospital, apenas cinco dias sem v¨º¨Clo pareciam s¨¦culos para Olivia. estava desesperada para v¨º¨Clo, para estar ao seudo. Bruno dirigiu at¨¦ o hospital, levando Olivia e Igor, Era o hospital do Dr. Morales, o melhor da Capital. Daniel estava em uma suite de luxo, e Bruno os levou at¨¦ l¨¢. Quando Olivia soube em qual su¨ªte Daniel estava, ansiosa para entrar, Bruno a deteve: ¡°Srta. Souza, calma, voc¨º n?o pode entrar assim N?velDrama.Org holds text ? rights. sem mais nem menos.¡± O cora??o de Olivia se apertou, confusa, perguntou: ¡°Por qu¨º?¡± Ser¨¢ que o Velho Sr. Griera havia mudado de ideia, impedindo¨Ca de cuidar de Daniel? Cap铆tulo 1398 Cap¨ªtulo 1398 Consumida p ansia de ver Daniel, Olivia, ao ser barrada por Bruno ¨¤ entrada do quarto, n?o p?de deixar de pensar que, mais uma vez, o Velho Sr. Griera estava a impedir seu encontro Daniel. Aquele sentimento de antecipa??o intensa seguido por uma r¨¢pida decep??o criou uma sensa??o de inquietude em seu cora??o. Ao ver o qu?o nervosa entrar, a fim de evita estava, Bruno rapidamente explicou: ¡°Esta ¨¦ uma s est¨¦ril. ¨¦ necess¨¢rio vestir uma roupa est¨¦ril para bact¨¦rias externas para dentro da s. ¨¦ uma medida pensando na seguran?a do paciente.¡± Ao ouvir isso, Olivia percebeu que havia sido precipitada e rapidamente acenou a cabe?a, dizendo repetidamente: ¡°Certo, vou vestir a roupa est¨¦ril agora mesmo.¡± Ap¨®s fr, apressou¨Cse em dire??o ¨¤ s m¨¦dica aodo do quarto do hospital. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. estava t?o ansiosa para ver Daniel que, por um momento, n?o pensou em mais nada. Agora Daniel ainda estava em uma fase critica de sua recupera??o, e sua condi??o ainda n?o havia se estabilizadopletamente. Era um momento crucial para o cuidado. Se fosse infectado por bact¨¦rias, as consequ¨ºncias seriam inimagin¨¢veis. Refletindo sobre isso, Olivia se culpou por sua precipita??o. Felizmente, Bruno a interrompeu a tempo. Olivia, Bruno e Igor vestiram as roupas est¨¦reis, colocaram toucas, m¨¢scaras e entraram no quarto de Daniel. Na entrada do quarto, havia dois seguran?as vestidos de preto. Se fosse outra pessoa tentando visitar Daniel, os seguran?as n?o permitiriam a entrada t?o facilmente. Eles n?o os impediram agora porque Bruno estava liderando o caminho, e Bruno tinha autoriza??o do Velho Sr. Griera para visitar Daniel livremente. Dentro do quarto, havia dois m¨¦dicos e duas enfermeiras cuidando de perto de Daniel. As enfermeiras eram respons¨¢veis por administrar medicamentos intravenosos e pelo cuidado di¨¢rio. Os dois m¨¦dicos permaneciam no quarto de Daniel para prevenir qualquer emerg¨ºncia. Caso Daniel apresentasse algumaplica??o, eles poderiam tomar decis?es imediatas para trat¨¢¨Clo, evitando atrasos no tempo cr¨ªtico de resgate. A prote??o que o Velho Sr. Griera oferecia a Daniel era realmente meticulosa e abrangente. Ao ver Bruno panhado de visitantes, os dois m¨¦dicos, sentados aodo do leito de Daniel, prontamente se ergueram ee?aram a descrever o estado de sa¨²de de Daniel naquele dia. ¡°O paciente recebeu inje??es de nutrientes e anti¨Cinmat¨®rios. A condi??o dele hoje ¨¦ semelhante ¨¤ de ontem, sem grandes mudan?as.¡± ¡°A les?o dele vai melhorar quando?¡± O clima no quarto estava sombrio e opressivo. Olivia, o cora??o apertado de preocupa??o, perguntou aos m¨¦dicos sobre a condi??o de Daniel.. sabia que Daniel havia ferido a cabe?a, o que causou seua e o transformou em um paciente em estado vegetativo. Essa era uma les?o interna. ,o testemunha do acidente de Daniel, sabia muito bem que ele tamb¨¦m tinha muitas feridas externas. Cada uma dessas feridas externas era panhada de sangramento dos tecidos. Apenas de imaginar a cena de Daniel ferido, o cora??o de Olivia seprimia de dor. ¡°Os ferimentos externos provavelmente estar?opletamente curados dentro de um m¨ºs, mas o dano aos nervos cerebrais ¨¦ dif¨ªcil de reparar.¡± O m¨¦dico disse a verdade a Olivia. Ouvindo as pvras do m¨¦dico, o cora??o j¨¢ dolorido de Olivia ficou ainda mais sufocado. A les?o cerebral de Daniel era a raz?o direta para seu estado vegetativo. Naqu hora, uma parede inteira havia desabado sobre Daniel, atingindo sua cabe?a. Naquele momento, ele sangrou muito da cabe?a e do corpo. ¨C Quando Olivia pensou naqu cena, e nas ¨²ltimas pvras que Daniel lhe disse antes de cair em coma n?o se deveriam nada quanto uma facada. ¨C que de agora em diante, eles se sentiu syfocada p dor,o se o ar fino cortasseo uma faca, cada respira??o era t?o dolorosa O rosto de Olivia estava p¨¢lido, sua respira??o era dif¨ªcil, seus c¨ªlios tremiam e caminhava lentamente em dire??o ¨¤ cama. O m¨¦dico estava prestes a impedi, mas Bruno levantou a m?o, detendo o m¨¦dico, e disse: ¡°Vamos ver o Sr. Griera primeiro. Voc¨ºs podem ir l¨¢ para fora por um momento. Se precisarmos, chamaremos voc¨ºs. Obrigado.¡± Bruno falou de maneira muito cort¨ºs. Os dois m¨¦dicos trocaram olhares, concordaram silenciosamente e caminharam para fora do quarto. Cap铆tulo 1399 Cap¨ªtulo 1399 Bruno ainda mantinha uma grande influ¨ºncia. No leito hospitr, jazia Daniel, a quem Olivia n?o via h¨¢ v¨¢rios dias. Embora fossem apenas cinco dias de separa??o, para Olivia, sentia¨Cseo se fosse uma eternidade. A medida que se aproximava, a figura de Daniele?ava a se tornar mais ra aos seus olhos. Daniel estava deitado na cama, vestindo um pijama hospitr azul e branco, coberto por um len?ol fino. A silhueta alta e esguia dele era evidente sob o tecido.. ? ? ¨¹ ? ? ?? ¨¹ ??? Aodo da cama, havia un monitor card¨ªaco, cujas linhas ondntes indicavam os sinais vitais de Daniel. Ele tinha uma atadura branca enrda na cabe?a, manchada por uma solu??o marrom, indicando a extens?o dos ferimentos em sua cabe?a ps grandes manchas marrons na atadura. O homem, que habitualmente se mostrava frio e distante, agora descansava serenamente, seu rosto marcante amaciado p aus¨ºncia da usual severidade, transmitindo sossego aos que o contemvam. Suas sobrancelhas espessas estavam rxadas, os olhos fechados, as longas pestanas cobrindo as p¨¢lpebras, ocultando o brilho intenso de seus olhos escuros. N?velDrama.Org holds text ? rights. O nariz bem definido mantinha sua elegancia, mas sem a habitual agudeza, os l¨¢bios finos estavam levemente abertos, p¨¢lidos, longe de seu habitual semnte dominador e fervoroso. O homem, uma vez inacess¨ªvel devido ¨¤ sua aura dominadora, agora parecia fr¨¢gil,o se pudesse partir a qualquer momento. Ao ver o estado debilitado de Daniel, Olivia sentiu um aperto no cora??o, seus olhos se encheram de l¨¢grimas, e sua respira??o se tomou trem: ¡°Daniel, me desculpe¡­¡± Sua voz tremia, mesmo tentando conter suas emo??es, as l¨¢grimas ainda transbordavam. N?o havia pvras al¨¦m dessas que pudessem expressar seu remorso, Se Daniel n?o tivesse tentado salv¨¢, ele certamente n?o estaria nesta condi??o. At¨¦ certo ponto, o Velho Sr. Griera estava correto; foi a presen?a d que causou a atual situa??o de Daniel. Se Daniel nunca tivesse se encontrado , ele continuaria prosperando nos neg¨®cios, um magnata invej¨¢vel. Ele jamais saberia da exist¨ºncia de seus quatro filhos, casaria Elisa Abreu sob os arranjos do Velho Sr. Griera, teria filhos uma vida feliz em fam¨ªlia. Teria uma velhice cercada por filhos eos. Em vez de enfrentar uma incerteza sobre seu futuro,o agora. Ainda t?o jovem e de sa¨²de vigorosa, contudo, ele encontr¨¢va¨Cse deitado no quarto de um hospital. Olivia sentia¨Cse angustiada, culpada, arrependida e tomada pelo terror. Temia que Daniel continuasse nesse estado adormecido. e viveria ¡°Olivia, n?o fique t?o abda, precisamos pensar rapidamente em um no para cuidar do Daniel. Sofrer n?o vai ajudar, s¨® a??es efetivas podem melhorar a situa??o dele,¡± disse Igor, que estava ao lado de Olivia, ouvindo seu choro contido, tentando confort¨¢. Ele tamb¨¦m notara o estado de Daniel, o homem outrora cheio de vida e sabedoria, agora reduzido a uma sombra de si mesmo, e isso tamb¨¦m o entristecia profundamente. Igor e Daniel tinham uma longa hist¨®ria de amizade e neg¨®cios internacionais, muitas vezes trabalhando juntos em aquisi??es e projetos conjuntos. Cada cbora??o Daniel era uma experi¨ºncia gratificante para Igor, devido ¨¤ brilhante mente empresarial de Daniel, que sempre o impressionava profundamente. Para Igor, Daniel n?o era apenas um objeto de admira??o, mas tamb¨¦m um amigo pr¨®ximo. ¡°Posso ficar um pouco sozinha ele? Olivia virou¨Cse, seus olhos brilhando l¨¢grimas. Cap铆tulo 1400 Cap¨ªtulo 1400 Seu olhar pausou brevemente no rosto de Igor, antes de se direcionar a Bruno em busca de um aceno de concordancia. Como Bruno representava o Velho Sr. Griera, queria ficar a s¨®s Daniel, e precisava da permiss?o de Bruno para isso. Ao encontrar o olhar de Olivia por aquele segundo, Bruno franziu a testa, o Velho Sr. Griera havia dito, concordando que Olivia cuidasse de Daniel, a condi??o de que Olivia fosse monitorada vinte e quatro horas por dia. Foi assim que chegou ao quarto de Daniel, querendo ficar a s¨®s ele, o que, para Daniel, era um tanto arriscado. Afinal, Daniel estava em seu momento mais fr¨¢gil, e qualquer pequeno acidente poderia custar¨Clhe a vida. Olivia notou a hesita??o de Bruno e reconheceu que seu pedido era,excessivo. Compreens?o, disse: ¡°Deixe estar, eu exigi demais. Pe?o desculpas.¡± se desculpou porque tamb¨¦m percebeu que estava colocando Bruno em uma situa??o dif¨ªcil. ¡°O Sr. Griera ainda est¨¢ se recuperando de ferimentos externos, qualquer coisa poderia acontecer, eu preciso estar aqu¨ª, caso seja necess¨¢rio chamar um m¨¦dico a qualquer momento,¡± explicou Bruno o motivo deles n?o poderem sair. Olivia assentiu: ¡°Eu entendo, n?o pensei direito, me desculpe. Vou ficar mais um pouco ele¡­¡± Seu olhar voltou para Daniel, que desde a entrada deles, permanecia deitado im¨®vel, sem sequer mover um dedo. Eles fvam aodo de sua cama, mas isso parecia n?o o afetar de forma alguma. Em circunstancias normais, ele j¨¢ teria aberto aqueles olhos cobertos por uma geada fina. Ele era um militar, anos de treinamento agu?aram seus reflexos, at¨¦ mesmo dormindo, qualquer barulho ao seu redor o acordaria imediatamente. Mas agora, tudo ao seu redor parecia n?o ter r??o ele. Olhando para rosto tranquilo e desarmado de Daniel, o cora??o de Olivia ficava cada vez mais pesado. Passados dez minutos no quarto, Olivia solicitou que Bruno a panhasse at¨¦ o Dr. Morales. Bruno a levou at¨¦ o escrit¨®rio do Dr. Morales. Olivia perguntou ao Dr. Morales sobre a condi??o de Daniel sinceridade e urg¨ºncia. Igor estava certo, apenas ao estabelecer um no de cuidado para Daniel e agir de forma eficaz, eles poderiam ajud¨¢¨Clo. Ficar apenas triste n?o mudaria a situa??o. Dr. Morales disse: ¡°A condi??o f¨ªsica de Daniel ¨¦ muito boa, ferimentos externos n?o s?o um problema, algum tempo de tratamento, ele ir¨¢ se recuperar. Mas ele teve um trauma craniano s¨¦rio, n?o apenas danos nervosos, mas tamb¨¦m h¨¢ hematomas no c¨¦rebro. Algumas pessoas conseguem absorver esses hematomas por conta pr¨®pria, outras n?o.¡± ¡°O que podemos fazer para ajud¨¢¨Clo a absorver os hematomas?¡± perguntou Olivia. ¡°Depois que seus ferimentos externos estiverem curados, voc¨º pode usar uma toalha quente para fazerpressas na cabe?a dele todos os dias, para promover a circ??o sangu¨ªnea, o que pode ajudar a absorver os hematomas. Quanto aos danos nervosos, precisamos de est¨ªmulos verbais ou f¨ªsicos constantes. Se por um mgre, ele reagir a esses est¨ªmulos, isso significa que seus nervos est?o respondendo, e ele estar¨¢ mais perto de despertar.¡± Dr. Morales explicou a situa??o atual de Daniel para Olivia. Olivia entendeu e sabia o que fazer. enxugou as l¨¢grimas do canto dos olhos e disse sinceramente a Dr. Morales: ¡°Eu entendi, obrigada, Dr. Morales.¡± Um m¨ºs depois, Daniel recebeu alta, seus ferimentos externos j¨¢ estavam quasepletamente curados, e as bandagens na cabe?a foram removidas. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Daniel foi para casa, para a Vi Serenidade. Olivia cuidava dele, junto os empregados da Vi Serenidade. A Vi Serenidade era vigiada por seguran?as vinte e quatro horas por dia, todos contratados pelo velho Sr. Griera, tanto para impedir a intrus?o de estranhos quanto para manter um olhar atento sobre Olivia. Se fosse em tempos passados, sendo vigiada de forma impr¨¢vel, Olivia se sentiria desconfort¨¢vel em todo o seu ser, sentiriao se estivesse sufocando.. Mas agora, simplesmente n?o podia se dar ao luxo de se preocupar sua pr¨®pria situa??o. Chapter 1401 Chapter 1401 Capitulo 1401 dedicava toda a sua atencao o Daniel Todas as manhas, preparava uma refeicao nutritiva e alimentava Daniel, que estava inconsciente e incapaz de realizar o ato deExclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. engolir por conta pr¨¦pria. Olivia aprendeu os g¨¦stos que Daniel fazia anteriormente ao alimenta mingau, colocando o alimento em sua propria boca e, em seguida, sndo seusbios nos de Daniel para transferir aida de boca a boca. Como ele nao conseguia engolir, gentilmente colocava o alimento na entrada de sua garganta e dava¡ªlhe um pouco de agua, continuando a alimenta-lo, permitindo que a agua levasse o alimento esdfago abaixo, diretamente para o est6mago. O Unico problema dessa forma de alimentagao em sua lentidao. Arefeicao podia estender¡ªse por mais de uma hora, mas Olivia sempre demonstrava paci¨¦ncia ao alimenta-lo, cuidadosamente, a cada garfeda Daniel s6 manteria sua forga e evitaria adoecer se estivesse bem alimentado, o que tamb¨¦m era crucial para sua recuperacao. A noite, Olivia era responsavel por banha-lo. removia suas roupas e ao ver as cicatrizes profundas e superficiais em seu corpo, sua respiracgao ficava presa e seu coragao se apertava de dor Essas cicatrizes eram 0 resultado do de salvar a vida d. Contendo asgrimas, cuidadosamente limpava seu corpo uma toalha quente. Antes, a visdo de seu corpo a fazia corar e sentir¡ªse timida. 1588022223325555 28 393 898 Agora, ao ver seu corpo marcado por cicatrizes, tudo o que sentia era uma dor sem fim. limpava seu corpo todo cuidado, evitando as cicatrizes que ainda nao haviam cicatrizadopletamente, temendo causar-lhe dor. era tao delicada quanto se estivesse cuidando de uma obra de arte inestimavel. Enquanto limpava seu corpo, conversava ele: ¡°Daniel, me desculpe, eu nunca mais direi que devemos cortargos e ficar quites. Se voc¨¦ acordar, eu prometo fazer o que voc¨¦ quiser. Se voc¨¦ quiser que a gente va ao cart¨¦rio, eu nao hesitarel...¡± O tempo voou, e um ano se passou. As cicatrizes de Daniel tinham sarado tao eficazmente que mal se notavam, e ele se encontrava limpo e bem cuidado. No entanto, continuava ema, alheio a qualquer consci¨¦ncia do mundo ao seu redor. Olivia cuidava de seu corpo e fva ele temura todos os dias: ¡°Daniel, me desculpe, foi minha culpa, minha neglig¨¦ncia te deixou nesse estado. Durante este ano, eu ja pedi desculpas milhares de vezes, quando voc¨¦ vai me perdoar? Se voc¨¦ me perdoar, por favor, acorde, esta bom?¡± Os olhos de Daniel permaneciam firmemente fechados, s¨¦m mostrar nenhuma reagao. Lagrimas cm dos olhos de Olivia: O tempo passava rapidamente, ano ap¨¦s ano. Daniel ainda nao havia acordado. Com um sorriso triste nosbios, Olivia cuidava de barbear Daniel: ¡°Dr. Morales sugeriu que induzir uma dor leve, um corteguparficidPpiara egtiqnuld ?sXngue e os nervos, poderia desperta¡ªlo. Entretanto, eu me recuso a v¨¦-lo sofrer. Daniel, voc¨¦ esta em sono profundo ha dois anos sem nenhum sinal de resposta. Isso significa que voc¨¦ ainda nao me perdoou?¡± The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! A navalha el¨¦trica de Olivia fazia um som suave ae gentiiniehte viamalsobre ? ls ¨¦ crescimento de barba no rosto de Daniel. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Como sempre, fva Daniel, mas atinica resposta era o som da navalha. Num piscar de olhos, mais um ano se passou, e Daniel estava ema ha tr¨¦s anos. [eeseoes inais Vitais ean horria is, e Olivia o mantinha limpo e arrumado, deitado na cama, ainda uma apar¨¦ncia distinta e nobre. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Parecia que nada havia mudado, exceto que ele so podia dormir, incapaz de acordar, Aatmosfera na Vi Serenidade estava imersa nessa realidade por tr¨¦s anos. Capitulo 1402 Chapter 1402 Cap¨ªtulo 1402 ¡°Olivia, descobri que o Dr. Scores dan um semin¨¢ria hoje ¨¤ torde no Hotel Interacional da Capital. Vamos aguardar na entrada da s de confer¨ºncias ¨C certamente teremos a chance de encontr¨¢¨Clo ld, disse Jimena, ajeitando sua bolsa enquanto conversava ao telefone estava ansiosa, pois queria ajudar Olivia a encontrar o Dr. Soares. Dr. Soares ¨¦ considerado o melhor m¨¦dico na integra??o entre medicina ocidental e oriental, mas ¨¦ conhecido por sua discreta presen?a, sende quase impossivel localiz¨¢¨Clo a menos que ele mesmo divulgue sua localiza??o. Ele se afastou por tr¨ºs anos, periodo no qual ningu¨¦m soube de seu paradeiro. Recentemente, come?aram a surgir novidades sobre ele. Jimena soube das noticias atrav¨¦s de Yuri Barros. Dizem que o Dr. Soares tem grande habilidade no tratamento de pacientes em estado vegetativo, utilizando acupuntura da Medicina Tradicional embina??o estimulos medicamentosos da medicina ocidental, conseguindo recuperar muitos pacientes. Devido ¨¤ sua renomada reputa??o, Jimena sugeriu que Olivia procurasse o Dr. Soares para tratar Daniel No entanto, n?o ¨¦ f¨¢cil convencer o Dr. Soares a aceitar um caso. Genios sempre tem suas peculiaridades. Se conseguir?o convencer o Dr. Soares, depende de Olivia agora. ¡°Ok, j¨¢ estou a caminho. Nos encontramos no Hotel Internacional da Capital Olivia, usando um fone de ouvido Bluetooth, dirigia enquanto conversava Jimena. ¡°Dinja cuidado, n?o se apresse. Daniel est¨¢ contando voc¨º, n?o deixe que nada aconte?a.¡± Jimena advertiu. ¡°Eu sel, vou desligar agom.¡± Olivia respondeu e ent?o pressionou o fone de ouvido Bluetooth para encerrar a chamada. Vinte minutos depois, Olivia e Jimena se encontraram na entrada do Hotel Internacional da Capital. Nos ¨²ltimos tr¨¨s anos, Jimena emagreceu consideravelmente, e sua beleza se acentuou ainda mais. Agora, ostentava cabelos onddos nuances de azul¨Calga e trajava uma camiseta branca que delineava sua silhueta e uma s l¨¢pis de corte A, exibindo elegancia e esplendor. Belongs to ? n0velDrama.Org. Perdendo o excesso de peso e a ingenuidade de tr¨ºs anos atr¨¢s, se tomou ainda mais feminina. Olivia observou seu visual eentou um sorriso: ¡°Agora que ¨¦ m?e, voc¨º est¨¢ ainda mais bonita, realmente as m?es s?o as mais valdosas.¡± ¡°Shh, isso ¨¦ um segredo, n?o saia fndo por ai para ningu¨¦m ouvir.¡± Jimena rapidamente puxou Olivia pelo pesco?o, fazendo um gesto de sil¨ºncio o dedo na frente de sua boca. Olhando ao redor para garantir que ningu¨¦m estava escutando, sussurrou, ¡°Voc¨º n?o entende minha situa??o? Podemos fr essas coisas em segredo, debaixo dos cobertores, mas aqui fora, ¨¦ melhor n?o. As paredes t¨¦m ouvidos.¡± Aliviada por n?o ver ningu¨¦m por perto, Jimena baixou ainda mais a voz e disse a Olivia. Olivia, vendo o cuidado de Jimena, somiu e respondeur ¡°Entendido, vamos, o semin¨¢rio do Dr. Soares j¨¢ deve estar terminando.¡± pegou na m?o de Jimena e a levou rapidamente em dire??o ao elevador. O semin¨¢rio acontecia no 20o andar. Quando o elevador chegou ao 20o andar e as portas se abriram, Olivia e Jimena desembarcaram e avistaram pessoas deixando a s de confer¨ºncias, todas m¨¦dicos uma postura culta e elegante, rumando em dire??o ao elevador O semin¨¢rio havia terminado! Olivia rapidamente gulou Jimena para fora do elevador, observando os m¨¦dicos cultos epostos, tentando encontrar o Dr. Soares entre eles. Mas, ao examinar cada rosto, nenhum the era familiar! Jimena puxou a m?o de Olivia, sussurrando: ¡°Eu nunca vi o Dr. Soares, voc¨º tem uma foto dele?¡± Olivia se assustou e, suspirando, disse: ¡®Os dados do Dr. Soares estavam sob sua responsabilidade de investiga??o, eu n?o me envolvi. Como eu poderia ter uma foto do Dr. Soares?¡± Jimena, ¨¤ beira das l¨¢grimas,mentou ¡°Que desastre, eu esqueci de olhar a foto dele.¡± Chapter 1403 Cap¨ªtulo 1403 Olivia: Ap¨®s um ¨¢rduo esfor?o, correram at¨¦ o Hotel Internacional da Capital em busca do Dr. Soares, sem ao menos saber sua apar¨ºncia. Era, no minimo, constrangedor. Justo quando Olivia pensava que essa tentativa seria em v?o, Jimena, seu jeito impulsivo, capaz de fazer qualquer coisa, sussurrou baixinho para Olivia ¡°N?o desanime, eu tenho um no, veja s¨®l Olivia estava confusa, imaginando que no Jimena poderia ter Ent?o, ouviu Jimena limpar a garganta e dizer em voz alta: ¡°Dr. Soares, eu admiro seu trabalho h¨¢ muito tempo, hoje gostaria de ter a oportunidade de conhec¨º¨Clo pessoalmente. Por favor, me d¨¦ essa chancel¡± Isso fol¡­ uma dera??o t?o inesperada! ¦° Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Nem preciso dizer que as pessoas ao redor ficaram chocadas, e at¨¦ Olivia, sua amiga Intima, ficou apreensiva, quase tentando cobrir a boca de Jimena, mas j¨¢ era tarde demais. Assim que Jimena terminou de fr, s receberam olhares curiosos de todos osdos. Olivia recuperou apostura e percebeu alguns m¨¦dicos renomados, que se dirigiam ao elevador, lan?ando¨Clhes olhares estranhos e avaliativos Isso deixou Olivia extremamente desconfort¨¢vel. for?ou um sorriso e nu sem gra?a, dizendo: ¡°Desculpa, desculpa¡­¡­. Mas Jimena n?o parecia ter a menor no??o de que tinha causado um problema. Recebendo olhares estranhos de todos, permaneceu imperturb¨¢vel, dizendo: ¡°Eu admiro o Dr. Soares porque ele ¨¦ um m¨¦dico excepcional, um verdadeiro cavalheiro, uma apar¨ºncia distinta¡­¡± ¡°Ha ha ha ha, essa ¨¦ a primeira vez que algu¨¦m me elogia dessa maneira, Enquanto Jimena fva, uma risada alegre veio de tr¨¢s ds. Esse som charnou a aten??o de Olivia e Jimena, que se viraram e viram um homem mais velho, de cerca de um metro e sessenta, cabelos grisalhos nas t¨ºmporas, um pouco acima do peso, se aproximando Diferentemente dos outros, ele vestia um traje azul¨Cmarinho simples, um toque cl¨¢ssico, destacando¨Cse dos demais. E aodo dele estava um homem alto, de apar¨ºncia sedutora e aura despojada. Era Carlos Marques! Ao ver Carlos, o nervosismo de Jimena instantaneamente se transformou em tens?o, e seu olhar aberto e franco se tomou evasive, fazendo a se esconder atr¨¢s de Olivia. Dr. Soares j¨¢ estava diante ds, olhando para Jimena um sorriso e dizendo: ¡°Voc¨º me elogia tanto ps costas. diz admira, mas agora que estou aqui, fica t¨ªmida e envergonhada?¡± Jimena puxou a manga de Olivia, pedindo que fsse Ap¨®s descobrir a identidade do Dr. Soares, gra?as ¨¤ estrat¨¦gia de Jimena, chegara o momento de Olivia entrar em cena. n?o estava se escondendo do Dr. Soares, mas sim de Carlos, que estava aodo dele! Parece que realmente n?o teve sorte hoje, encontrando Carlos aquil que me ¡°Dr. Scares, eu tamb¨¦m o admiro muito, p suapet¨ºncia m¨¦dica, que faz que todos os cidad?os do nosso pa¨ªs o respeitem. Eu gostaria de pedir sua ajuda para tratar algu¨¦m, ser¨¢ que voc¨º poderia nos dar um momento para conversamos?¡± Olivia rapidamente respondeu ao Dr. Soares. N?o era apenas para desviar o assunto de Jimena, mas tamb¨¦m para reconhecer a habilidade m¨¦dica do Dr Soares. disse que tamb¨¦m admirava o Dr. Soares, que suapet¨ºncia m¨¦dica era respeitada por todos os cidad?os do pais, tentando explicar que o que Jimena disse n?o se tratava de um sentimento rom¨¢ntico. Dr. Soares a encarou, mesndo sinceridade e um apelo silencioso em seu olhar, e afirmou ¡°Voc¨ºs n?o se capacitaram adequadamente antes de chegar, Seria prudente se prepararem melhor e tentarem mais uma vez.¡± Dizendo isso, o Dr. Soares foi em dire??o ao elevador. Isso significava que ele havia recusado o pedido de Olivia de ajudar algu¨¦m antes mesmo de come?arem a conversar Olivia ficou ansiosa, estava prestes a se adiantar, quando viu Carlos panhando os passos de Dr. Soares, e lhe disse: ¡°Dr. Soares estou muito satisfeito os resultados deste semin¨¢rio. Em nome da familia Marques, gostaria de propor formalmente uma parceria. Podemos encontrar um local para discutir isso em particr?¡± Indice dos Capitulos Capitulo 1404 Chapter 1404 Cap¨ªtulo 1404 ¡°Sr. Marques, hoje tenho uma coisa para fazer hoje, conversamos outro dia. Dr. Soares parou, com um sorriso cort¨¨s, dirigiu¨Cse a Carlos e ent?o entrou no elevador Carlos permaneceu junto ¨¤ porta do elevador, n?o o panhando, seu sorriso maroto agora parecia mais formal: ¡°Certo, ent?o eu entrarei em contato o Dr. Soares em outro momento. Fique ¨¤ vontade para prosseguir seus afazeres,¡± Belongs to ? n0velDrama.Org. Assim que ele terminou de fr, a porta do elevador se fechou. ¡°Ah, Dr. Soares¡­¡± Jimena avan?ou, prestes a dizer algo quando a porta do elevador se fechou, cortando sua vis?o do Dr. Soares. Vendo o elevador descer, Jimena empurrou o bra?o de Carlos raiva: ¡°O que voc¨º pensa que est¨¢ fazendo? Sa que vemos aqui para encontrar o Dr. Soares e voc¨¦ simplesmente o deixa ir!¡± O bra?o de Carlos bn?ou levemente para odo quando o empurrou, seus olhos sedutores se voltaram para , ainda aquele ar de despreocupa??o habitual: Jimena, n?o te vejo h¨¢ tr¨ºs anos e voc¨º ainda ¨¦ t?o insignificantel¡± ¡°Quem est¨¢ sem modos aquil Carlos, voc¨º acha que cresceu tanto assim? Que agora pode me dar li??es?¡± Jimena o encarou descontente. ¡°Voc¨ºs que se entendam, eu vou descer.¡± Olivia, vendo Jimena e¡¯Carlos, velhos amigos, reencontrando¨Cse essa faisca de rivalidade, sentiu um certo clume. Havia ramente um carinho de reencontro entre eles, mas assim quee?aram a conversat j¨¢ era uma disputa. s¨®s, para Olivia pensou em dar¨Cthes espa?o para ficarem a s¨®s, que n?o fosse uma lampada aqui. Assim que Olivia terminou de fr, outro elevador chegou ao andar, e entrou e fechou a porta atr¨¢s de si Carlos apenasn?ou olhou para o elevador, voltando sua aten??o para Jimena um sorriso zombeteiro, estreitando os olhos: ¡°Na primeira vez que me viu, j¨¢ veio pedindo meu WhatsApp, tentando me fisgar. Agora, nem mesmo um m¨¦dico de m¨Cidade escapa, confessa sem sequer ter visto o homem, Jimena, depois de tr¨ºs anos, voc¨º parece mais ¨¢vida do que nunca?¡± Reencontrar Carlos despertou em Jimena sentimentos h¨¢ muito reprimidos, um forte sentimento de saudade surgiu. queria abra?¨¢-lo imediatamente, mas a raz?o a impediu de agir impulsivamente. Diante das pvras ainda casuais, Jimena fingiu indiferen?a um resmungo frio: ¡°Minha atra??o come?ou sua apar¨ºncia, mas terminou seu car¨¢ter. E agora,e?a o car¨¢ter do Dr. Soares. Quanto ¨¤ apar¨ºncia, acho que posso superar, n?o ¨¦ mesmo?¡± disse isso deliberadamente para estimr Carlos e fingir que n?o tinha nenhum interesse nele. Mas apenas seu cora??o sabia, ao v¨º¨Clo, que o amor reprimido por tr¨ºs anos reacendeu instantaneamente, batendo descontrdamente. No entanto, as coisas mudaram desde ent?o; n?o era mais possivel agir impulsivamente ao ver algu¨¦m de quem gostava. Ap¨®s tr¨¨s anos de muito trabalho, Jimena tamb¨¦m cresceu. Quanto mais crescemos, mais aprendemos a contrr os impulsos internos, pensando cuidadosamente antes de agir, em vez de agir por impulso. ¡°O que voc¨º disse? Voc¨º est¨¢ realmente atra¨ªdo pelo Dr. Soares?¡± Carlos foi provocado ps pvras de Jimena, aproximando¨Cse d seu corpo esgulo. ¡°Nos ¨²ltimos tr¨ºs anos, voc¨º deve ter se interessado por muitos homens, n?o ¨¦?¡± Carlos ¨¦ o segundo filho da familia Marques, emanando naturalmente uma aura de nobreza, com uma press?o inata que ¨¦ ium para as pessoasuns. Quando ele se irrita, essa press?o se toma ainda mais poderosa. Assim que ele se aproximou de Jimena, a aura ao redor dele a envolvia, fazendo¨Ca recuar at¨¦ que seus calcanhares tocassem a parede atr¨¢s d, sem ter para onde fugir. Carlos apoiou uma m?o na parede, encurrndo Jimena entre a parede e seu corpo. Ele abaixou a cabe?a e olhou para o olhar confuso e arrogante d. Jimena, mais magra do que h¨¢ tr¨ºs anos, tinha a cintura ainda mais fina, mas parecia que certas partes do seu corpo estavam ainda mais acentuadas. Chapter 1405 Cap¨ªtulo 1405 O estilo d agora ¨¦ mais feminino do que antes. Tr¨ºs anos se passaram, e eles n?o deixaram marcas de envelhecimento n, pelo contr¨¢rio, esculpiram n um charme ainda mais voluptuoso. Aqueles cabelos de cor azul¨Calga, espalhados sobre seus ombros, eram beloso uma ser. Seus grandes olhos redondos, agora por causa da tens?o, olhavam desordenadamente, longos cilios cobrindo as p¨¢lpebras, parecendo um coelho assustado preso em uma gai. Carlos pensou naqu noite h¨¢ tr¨ºs anos, quando dormiu , parecia muito valente, mas na verdade era um tigre de papel, muito fr¨¢gil quando confrontada a realidade. Ao estar perto d, o leve cheiro devanda em seu corpo fez c¨®cegas em suas narinas, Carlos se lembrou da sensa??o de dormir tr¨¨s anos atr¨¢s. Era desajeitado, mas gentil. Sua garganta apertou instantaneamente e sua voz ficou rouca inconscientemente: ¡°Jimena, responda¨C me!¡± A voz rouca de Carlos erao uma corrente el¨¦trica tocando o timpano de Jimena, mesmo que resistisse a Carlos verbalmente, seu corpo derretia apenas uma pvra dele. Jimena olhou rmada para os olhos de Carlos, aqueles belos olhos amendoados, que agora a olhavam seriamente, o desejo em seus olhos, juntamente uma express?o s¨¦ria, tinha um charme ¨²nico, sedutor e cativante. Ele olhou para ara de p mentdo nele. perto, e o cheiro masculino de seu corpo a envolveu, e podia ramente sentir o leve cheiro de tabaco ac?o bater descontrdamente. Isso fez seu cora??o Jimena mal conseguia se manter de p¨¦, apoiando¨Cse na parede atr¨¢s d para se estabilizar. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Sob a press?o de Carlos, estava prestes a dizer que s¨® tinha panhado Olivia para confrontar o Dr. Soares, querendo que o Dr. Soares tratasse Daniel. Mas antes de chegarem, s n?o haviam investigado a apar¨ºncia do Dr. Soares, ent?o recorreu a esse ¨²ltimo recurso, esperando que o Dr. Soares se revsse Nesses tr¨¨s anos, realmente n?o seduziu nenhum homem. ¡°Eu estava apenas¡­ Jimena apenase?ou. Uma voz feminina e melosa interrompeu¨Ca. ¡°Carlos, ent?o voc¨º est¨¢ aqui. Voc¨º disse que depois da reuni?o voltariamos juntos, por que voc¨º n?o esperou por mim¡­. Essa voz, intencionalmente afetada, era de arrepiar Jimena parou de fr a tempo e olhou para a origem do som p abertura no bra?o de Carlos em dire??o ¨¤ origem da voz, viu uma mulher vestida de forma luxuosa e magrao um esqueleto, andando em dire??o a eles saltos altos e rebndo, Aqu mulher, Jimena conhecia muito bem, era Fabiana Barbosa! Ao ver Fabiana, Jimena imediatamente pensou na cena em que Carlos e Fabiana dormiam na mesma cama h¨¢ tr¨ºs anos. Como se fosse picada por uma agulha, uma forte antipatia subiu no cora??o de Jimena, empurrou Carlos for?a e disse friamente: ¡°Quantos homens eu tenho n?o ¨¦ da sua conta! V¨¢ viver sua vida sua noiva e pare de se meter na minha!¡± Carlos foi empurrado para tr¨¢s por , e ao ouvir as pvras de Jimena, ficou furioso. Essa mulher ainda era t?o feroz quanto antes. Ele estava prestes a fr quando Fabiana se aproximou, agarrando seu bra?o hostilidade e disse friamente a Jimena: ¡°¨¦ voc¨º de novo, essa mulher Por que voc¨º ¨¦ t?o sem vergonha e gosta de seduzir os homens dos outros!¡± Ao ouvir isso, Jimena ficou furiosal Fabiana n?o tinha o direito de repreend¨º. Capitulo 1406 Chapter 1406 Cap¨ªtulo 1406 Jimena olhou para Fabiana seus grandes olhos redondos e estava prestes a fr alva Ent?o viu Carlos retirar seu bra?o das m?os de Fabiana,n?ando¨Clhe um olhar descontente, e disse: ¡°Fabiana, dar bronca nas pessoas assim que nos encontramos, Isso ¨¦ o que voc¨º chama de educa??o? N?o me fa?a pensar que voc¨º nem sequerpletou o ensino fundamental Ao ouvir as pvras de Carlos, a imita??o de Jimena se dissipou consideravelmente. O que estava acontecendo? Carlos estava realmente a defendendo? Fabiona n?o em sua noiva? H¨¢ tr¨ºs anos, a festa de noivado de Carlos e Fabiana foi o evento do ano em Brasilia, am cobertura da midia. A cerim?nia de noivado de Carlos e Fabiana foi grandiosa e luxuosa. A celebra??o durou dois dias e foi mais grandioso do que outros casamentos. Jimena tentava evitar qualquer noticia sobre Carlos, n?o queria saber qu?o dif¨ªcil era sua situa??o Fabiana Televis?es, videos em celres, notifica??es de noticias, todos os meios estavam repletos de rtos sobre o espl¨¦ndido noivado de Carlos e Fabiana. Mesmo que Jimena ainda sentisse um pouco de falta de Carlos, essa grandiosa celebra??o de noivado dissipoupletamente seus pensamentos. Tr¨ºs anos se passaram desde o noivado de Carlos e Fabiana, e Jimena n?o sabia por que ainda n?o haviam se casado, mas estava ciente de que algo havia acontecido entre eles. n?o sabia quantas vezes o rcionamento havia acontecido, mas estava ramente ciente de uma vez em que Carlos e Fabiana realmente dormiram juntos. Uma vez que dormiram juntos ap¨®s o noivado, certamente teria acontecido outras vezes. Agora, Carlos n?o estava dodo de sua noiva, mas a defendendoo uma estranha. Isso surpreendeu Jimena. As pvras que estava pronta para atacar Fabiana foram engolidas de volta N?velDrama.Org holds text ? rights. Fabiana, segurando o bra?o de Carlos que de repente ficou vazio, sentiu um vazio no cora??o. Ao ouvir Carlos repreend¨¦, fez bic bico, injusti?ada, e disse a Carlos: ¡° estava sendo rude voc¨º, eu estava apenas te defendendo, Carlos,o voc¨º pode me culpar?¡± ¡°O que disse est¨¢ certo, n?o precisamos nos meter em assuntos alheios!¡± Carlos disse, olhando para Fabiana desdem Desde que sua m?e, Franciely Martins, tentou arranjar seu casamento Fabiana, Carlos nunca teve simpatia por . Tr¨ºs anos atr¨¢s, ele dormia na mesma cama que Fabiana porque estava b¨¦bado. No sonho, ele pensou que era Jimena, mas ao acordar percebeu que era Fabiana. Ele mesmo estava arrependido. ¡°Carlos! Deixe ro, eu sou sua noiva, ¨¦ meu direito te cuidar, o que significa isso de se meter em assuntos alheios? Carlos, se voc¨º continuar a me tratar assim, vou contar aos meus pais para retirarem o investimento na familia Marques, e veremos se voc¨º segueo vice¨Cpresidente!¡± Fabiana, furiosa, falou raiva para Carlos tinha sido capaz de se segurar e agir de forma doce na frente de Carlos at¨¦ agora, Mas, Carlos, sem dar a minima para , e at¨¦ defendendo uma estranha contra , fez que seu temperamento de mo?a mimada explodisse. As pvras estavam chs de amea?as. Fabiana nunca foi f¨¢cil de lidar, criada em ber?o de ouro, era a princesinha da familia, mimada pelos pais. sempre teve o que queria, sem que ningu¨¦m jamais a desdenhasse ou repreendesse. Por que Carlos a repreenderia por causa de outra mulher? O que Fabiana mais detesta ¨¦ engoliya raiva. Ao ouvir a amea?a de Fabiana, Carlos, imitado, ajustou sua gravata, uma express?o sombria, apontou para o elevador e disse a Fabiana: ¡°Ent?o v¨¢, conte aos seus pais para retirarem o investimento, para que n?o precisem sustentar este in¨²til aqui. V?, agora Chapter 1407 Capitulo 1407 O rosto de Carlos estava feio e sun raiva foi reprimida. Fabiana percebeu que ele estava realmente irritado, sentiu¨Cse insegura e sun arrogancia de menina rica diminuiu bastante, fndo timidamente ¡°Carlos, o que eu disse foi no calor do momento¡­ ¡°Vamos!¡± Carlos cerou os dentes e ficou raiva, seus olhos normalmente charmoson agora transpareciam uma severa imita??o, n?o permitindo que Fabiana se aproximasse nem um pouco. Fabiana se assustou o tom severamente imitado dele. Carlos continuou furioso: ¡°O que eu disse n?o foi no calor do momento, vd agora mesmo contar aos seus pais, r¨¢pido!¡± Depois disso, ele gritou.. Ele j¨¢ tinha aguentado essa vida repressiva e frustrante por tr¨ºs anos. Eu realmente n?o aguento mais Fabiana, assustada sua apar¨ºncia furiosa, teve l¨¢grimas girando em sous olhos, mas tamb¨¦m tinha seu pr¨®prio orgulho e teimosia definitivamente n?o iria se submeter a Carlos facilmente. foi injusti?ada e zangada, l¨¢grimas nos olhos, e ent?o olhou furiosamente para Jimena, virou¨C se, apertou o bot?o do elevador e entrou, pressionando desesperadamente o bot?o do terreo. temia que um segundo de hesita??o a fizesse ceder ao seu temperamento ee?asse a gritar e a jogar coisas, a batere a chutar Carlos estava apenas noiva de Carlos, ainda n?o tinha se casado ele, tinha que ouvir sua m?e, contrr seu temperamento, n?o jogar coisas nem bater nas pessoas. Caso contr¨¢no, Carlos definitivamente n?o a cosaria. tinha que manter a calma, uma vez que se casasse Carlos, poderia desabafar seu temperamento livremente. A porta do elevador se fechou, isndo Carlos, e Fabiana n?o conseguiu mais se segurar, irritada ao ponto de distorcer o rosto, chutou o elevador raiva. Imitada, o peito subindo e descendo, continuou amaldi?oando: ¡°Aqu descarada da Jimena, mais cedo ou mais tarde, vou faz¨º desaparecer deste mundo! Carlos, seu cachorro, quando eu me casar voc¨º, veremoso vou lidar voc¨º!¡± ¡°Ah!¡± Fabiana estava tanta raiva que s¨® conseguiu reprimir a voz e rosnar. n?o deveria ter vindo aqui hoje para panhar Carlos em uma reuni?o, ent?o n?o teria visto Carlos e Jimena juntos. Se n?o visse, n?o se sentiria t?o imitada, t?o angustiada Carlos, aquele cachorro, tinha muitas mulheres por a¨ª, contanto que se casasse ele no final, tornando¨Cse Sra. Marques, por que se preocupar tantas outras mulheres? Por r que n?o consegue se lembrar do que sua m?e the ensinou? Olhando para frente, seu casamento Carlos estava pr¨®ximo, no m¨¦s que vem, el¨¢ iria se casar com Carlos! Apenas mais um m¨¦s, e poderia finalmente se tomar Sra, Marques,o desejava. Por que tinha que discutir Carlos agora? N?velDrama.Org holds text ? rights. Fabiana estava frustrada e imitada. tinha que voltar e pedir a sua m?e para pensar em uma solu??o. O elevador fica aqui no 20o andar Jimena viu Carlos e Fabiana discutindo, e era por causa d. co?ou a cabe?a, sentindo se um pouco envergonhada. ¡°Bem, por que voc¨º n?o vai atr¨¢s de mim e explicar?¡± Jimena perguntou um tanto arrependida. Carlos voltou a si, seus olhos bonitos, agora um olhar mais maduro, refletindo a paci¨ºncia e profundidade de um homem crescido. ¡°Voc¨º realmente quer que eu fa?a as pazes ?¡± Carlos perguntou, a voz um pouco rouca, perguntou Chapter 1408 Chapter 1408 Capitulo 1408 Os olhos de Carlos eram excessivamente s¨¦rios, fazendo que Jimena se sentisse culpada. Aquele olhar fazia que pensasse que ele ainda poderia ter algum sentimento por Quem nao soubesse poderia pensar que ele estava pedindo a opiniao d nobre se deveria ou nao se reconciliar Fabiana. Mas, na verdade, o que aconteceu entre ele e Fabiana nao tinha nada a ver eln Jimena encaroun o olhar de Carlos, e quanto mais olhava, mais nervosa ficava Rapidamente, desviou o olhar, o coragao batendo mais rapido, e disse evasivamente: ¡°Se voc¨¦ se reconcilia ou nao, isso ¨¦ problema nou. Olivia esta me esperando embaixo, eu preciso ir¡± Apos dizer isso, coneu pam o elevador. Outro elevador chegou a porta se obolu, e opressou 0 Quando estava prestes a apertar o botao da porta, a figura esquio de Carlos entrou e ficou ao seudo. Nesse momento, a porta do elevador se fechou, e Jimena apertou 0 botao do t¨¦rreo. No espago confinado, so havia Jimena e Carlos para entrar E Carlos estava tao perto de Jimena que nao havia nem um passo de distancia entre eles. podia sentir o sutil aroma de menta e tabaco vindo dele, bemo sua forte presenca masculina. Era o aroma escolhido por seus genes, assimo da primeira vez que o viu, o coragao acelerado e o rosto corado, sentindo todo o seu ser querendo se aproximar dele. Mesmo ap¨¦s tr¨¦s anos, esse sentimento nao diminuiu em nada Jimena lutava para contrr sua respiracao, para nao olhar para tras, para nao deixar transparecer nenhum sinal. Nao conseguir encara lo era porque temia que ele percebesse que ainda nao havia superado. Porque estava nervosa, porque estava insegura, era por isso que nao conseguia se esconder Se realmente o tivesse superado, poderia olha¡ªlo nos olhos sem medo, de forma aberta ¡°Por que voc¨¦ nao desceu Fabiana?¡± Para disfargar a agitagao em seu coragao e evitar que ele notasse sua respiracao ofegante. Jimena buscou um assunto. Sua voz ressoou abruptamente no espaco confinado do elevador. Carlos ficou na diagonal atras d e olhou para de seu angulo, podia ver o topo de sua cabega e seu perfil. Embora tivesse emagrecido bastante, seu rosto ainda tinha um pouco de bochecha de beb¨¦, o que adicionava um toque de fofura a sua maturidade.N?velDrama.Org holds text ? rights. racao bater de forma irregr Vendo seu perfil maduro e fofo, Carlos perdeu o f¨¦lego por um momento, sentindo seu coragao Quando nos encontramos novamente, tr¨¦s anos depois, ele ainda reagia a Jimena Naoo Fabiana, nao importavao Fabiana se insinuasse diante dele, ele nado conseguia se interessar, at¨¦ mesmo chegava a se sentir enjoado. ¡°Voc¨¦ nao ouviu? disse que vai voltar e processar os pais d, para que eles parem de investir em mim, me tornando um inutil sem apoio. Eu nao poderia impedir que fosse remar, poderia?¡± Carlos falou um tom fria. Ao ouvir isso, Jimena olhou para Carlos, simpatia nos olhos. Nos ultimos anos, Carlos nado era mais apenas o gerente geral de uma filial, mas tinha ido pa@a empress matriz, pleavowarques, tomando-se vice-presidente, enquanto o presidente ainda era seu pai. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Contanto que seu poder na empresa continuasse a crescer, ele poderia naturalmente assumir o Grupo Marques no futuro. Ele conseguiu ascender rapidamente ao cargo de vice-presidente gragas a ajuda da familia Barbosa. Fol a familia Barbosa que o apoiou, re a a, coe esdae a, pberhitin o-lhe subir tao rapidamente The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Se a familia Barbosa retirasse o investimento, ou se voltasse genre ele, ndo 0 apgec xis do ofineipas embros da espinha dorsal da empresa nado 0 apoiardo mais! The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Carlos caira das nuvens nama. Depois de tanto esforgo para alcangar aqu posigao, seria uma perda consideravel cair por causa de uma briga Fabiana. Chapter 1409 Cap¨ªtulo 1409 Pessoas normais n?o deveriam casar¨Cse cedo Fabiana para agradar a familia Barbosa? Jimena riu um pouco e disse: ¡°Carlos, vejo que voc¨º n?o ¨¦ muito inteligente e seu c¨¦rebro n?o est¨¢ funcionando bem¡°. *Jimena, eu n?o estou humor para discutir contigo!¡± disse Carlos, imitado. ¡°Eu n?o estou discutindo contigo. Se voc¨º quer o lugar de presidente do Grupo Marques, case¨Cse Fabiana e corteje a familia Barbosa. Eles podem te ajudar a alcan?ar seus objetivos mais rapidamente. Por que voc¨º discutiria Fabiana? disse Jimena, seriamente. ¡°Voc¨º n?o sabe por que estou discutindo? N?o ¨¦ por estar te defendendo?¡± Carlos falou impulsivamente. Outros podem dizer que ele sublu na vida gra?as ¨¤ familia Barbosa, menosprezando¨Co. Mas Jimena dizendo o mesmo, isso o deixaria desconfort¨¢vel,o se tivesse um peso em seu peito, sufocando¨Co. Ao ouvir isso, Jimena ficou atordoada e olhou para Carlos sem acreditar. Ele discutiu Fabiana por causa d! Por defend¨º, ele estava disposto a ignorar todos os seus sucessos nos ¨²ltimos tr¨ºs anos? Ser¨¢ que ele ainda tinha sentimentos por ? Essa realiza??o fez o cora??o de Jimena bater descontrdamente, suas emo??es reprimidas inundando a, quase incontrol¨¢vels. Sentindo o olhar intenso d, Carlos se moveu em sua dire??o, estendendo a m?o para tocar sua bochecha Seus dedos tocaram levemente sua pele, a temperatura ardenteo se queimasse Jimena, que se assustou e deu um passo para tr¨¢s, aumentando a distancia entre eles Evitando seu olhar, disse, desviando: ¡°Voc¨º n?o precisa fazer isso por mim. Se n?o fosse por voc¨º me impedindo, eu poderia despeda?ar a boca d. Voc¨º que interferiu na minha rea??o. Fabiana pode n?o perceber, mas eu percebo. Parece que voc¨º est¨¢ me defendendo, mas na verdade est¨¢ protegendo¨Ca Voc¨º tem medo que eu a bata novamente¡± estava recusando a gentileza de Carlos. e Carlos, haviam perdido a oportunidade h¨¢ tr¨ºs anos, e n?o ina voltar atr¨¢s, especialmente por algu¨¦m que estavaprometido. Carlos conhecia a dureza d que Jimena j¨¢ ¨¢ havia vencido em Fabiana Suas pvras pareciam razo¨¢veis. Mas para Carlos, isso o feriu profundamente. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Retirando a m?o que estava prestes a tocar seu rosto, seu olhar se tornou mnc¨®lico Naquele momento, o elevador chegou ao t¨¦rreo, e as portas se abriram Jimena apressouse para sair, procurando Olivia no lobby do hotel Ao v¨¦ sentada no lounge do sagudo, Jimena acelerou o passo eeu Agarrando o bra?o de Olivia, a puxou para fora, fndo baixo: ¡°Vamos, r¨¢pido!¡± Ao ver Jimena em p¨¢nico, Olivia n?o perguntou o que havia acontecido, mas correu at¨¦ o carro, abrindo a porta e entrando. Jimena apresso: ¡°Olivia, dinija r¨¢pido, vamos.¡± Olivia colocou o cinto de seguran?a e ligou o carro, curiosa: ¡°O que aconteceu, Carlos ia te devorar?¡± ¡°Pior que isso. Porque eu descobri que, droga, ainda n?o esqueci dele! Por que quando ele se aproxima, tudo o que quero ¨¦ jogar me nele e beij¨¢¨Clo loucamente? N?o ¨¦ dele que tenho medo, ¨¦ de mim mesma!¡± Jimena respirou fundo e deu uma tapinha gentil no peito, ainda medo. Olivia olhou para pelo retrovisor e perguntou: ¡°O que exatamente aconteceu l¨¢, para voc¨º estar t?o desesperada?¡± ¡°O problema ¨¦ que nada aconteceu, e eu ainda assim n?o consegui me contrc E por isso que ¨¦ assustador. Eu n?o posso me aproximar dele, sen?o meu segredo ser¨¢ insuport¨¢vel. N?o quero ser como voc¨º disse Jimena¡°, Chapter 1410 Capitulo 1410 Jimena disse isso, e Olivia, segurando o vnte, de repente ficou tensa En teve um momento para olhar para Jimena, sentada no assento do passageiro, e um sorriso amargo apareceu em seus l¨¢bios: ¡°O que h¨¢ de erradoigo? ¨¦ realmente bom que meus filhos tenham um pal agora.¡± Porque Olivia e Jimena s?o melhores amigas, passaram por dificuldades juntas, e quase n?o t¨ºm segredos uma a outra. ¨¦ por isso que posso fr livremente sem quaisquer escr¨²pulos. Jimena tamb¨¦m n?o tem medo de jogar sal nas feridas de Olivia. ¡°Sim, seus filhos t¨ºm um pal, mas isso os fez mais felizes do que quando voc¨º os criava sozinha? Deixando dedo se eles est?o felizes, vamos fr sobre voc¨º, voc¨º est¨¢ feliz?¡± Os grandes olhos redondos de Jimena encararam Olivia desconfian?a e seriedade. Antes, quando Olivia era m?e solteira de quatro crian?as, embora tivesse que trabalhar em v¨¢rios empregos e estivesse sempre ocupadao um pi?o. Mas sua familia, vivendo juntos rapidinho e alegremente, estava sempre cheia de risadas e alegria com as crian?as ao redor. Desde que descobriu que Daniel era o pai das crian?as, Olivia vivia medo todos os dias. Esfor?ando se para esconder as crian?as. Sempre temendo que Daniel descobrisse sobre a exist¨¨ncia ds, porque teria que Daniel as levasse embora. Finalmente, n?o conseguiu esconder as crian?as, e Daniel descobriu sobre s. E,o temia, ele levou as crian?as embora, Originalmente, Olivia, tendo quatro filhos, era a pessoa mais rica, mas depois que Daniel levou os filhos embora, de repente se tomou a pessoa maisment¨¢vel. Perder as crian?as emo perder o mundo inteiro. A dor de Olivia era algo que Jimena agora entendia profundamente. Olivia segurava firmemente o vnte, dando uma olhada r¨¢pida em Jimena, que esperava uma resposta seriedade. entendeu o que Jimena queria dizer. Quando as crian?as foram levadas, ficou realmente arrasada. Mas agora, seus pensamentos mudaram. achava que as crian?as poderem estar o pai e poder ficar aodo de Daniel j¨¢ era a maior bondade e b¨ºn??o de Deus para . Se n?o tivesse encontrado Daniel, n?o soubesse que Daniel em o pai das crian?as, poderia ter criado as crian?as sozinhas, mas n?o apenas , no fundo do cora??o de cada crian?a, sempre existiria um grande arrependimento. Esse arrependimento p falta do amor do pai leva uma vida inteira para ser curado. Assimo , que cresceu sem um pal, e, ao crescer sentia tanto desejo quanto roedo por uma figura paterna. ¡°De qualquer maneira, n?o me arrependo, algumas dores, uma vez superadas, trazem a primavera.¡± Olivia respondeu a Jimena. Jimena ficou um pouco desanimada, originalmente pensando que poderia ouvir de Olivia que n?o queria ter encontrado Daniel, assim Olivia n?o teria que sofrer tanto. Mas o que ouviu foi a dera??o de que Olivia n?o se arrependia. Jimena n?o conseguia entender, e remou: ¡°Olivia, n?o me leve a mal, mas voc¨º realmente tem uma tend¨ºncia a se sacrificar. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Eu n?o souo voc¨º, se eu tivesse filhos, eu os esconderia bem escondidos, nunca deixaria o pai deles descobrir. Hoje em dia, para uma mulher que tem filhos, quem precisa de um homem?¡± ¡°Voc¨º v¨º, Carlos est¨¢ parado atr¨¢s, nos observando partir?¡± Olivia dirigiu seu olhar para o espelho retrovisor, mudando o assunto. ¡°Onde?¡± Jimena tamb¨¦m olhou para o espelho retrovisor e realmente viu Carlos parado na sa¨ªda do hotel, sua figura alta observando o camo se afastar, e conforme o cano se distanciava, sua silhueta no espelho retrovisor ficava cada vez menor Carlos realmente o expulsou? Ele velo atr¨¢s d? Por qu¨¦? Chapter 1411 Chapter 1411 Capitulo 1411 Jimena olhou pelo retrovisor eviu Carlos se tornando cada vez menor, e de repente suspirou mncolida. Ter afinidade mas nao destino ¨¦ a coisa mais cruel.¡± Lamentou Jimena. Naquele momento, Carlos estave na calgada em frente a saida do hotel, seus olhos amendoados e travessos refletiam desapontamento enquanto observava 0 carro de Olivia Jimena se afastar. Jimena salu correndo do elevador rapidamente, obviamente tentando se distanciar dele. Depois de sair do elevador, apressadamente puxou Olivia para Irem embora simplesmente nao queria ter muita interagao ele. No passado, se apaixonou por ele a primeira vista, iniciando uma perseguicao fren¨¦tical Agora, n¨¦o s¨¦ o encorajou a seguir Fabiana,o tamb¨¦m a evitava a todo custo. at¨¦ mencionou que foi conquistada p personalidade do Dr. Soares, o que a levou a se derar para ele. Como esperado, mudou de ideia ao ver uma mulher que amava. Percebendo isso, Carlos nao apenas sentiu ralva, mas tamb¨¦m uma intensa sensagao de perda. No passado, ele desprezava Jimena, sempre reagindo desdem as suas incessantes tentativas de aproximagao. Agora, com o desinteresse d, a sensagdo de vazio em seu coracao ¨¦ tao forte que o deixa sem f¨¦lego. Meia hora depois, Olivia deixou Jimena na Comunidade GulfstreamBelongs to ? n0velDrama.Org. Jimenaprou um apartamento de tr¨¦s quartos e dois banheiros, onde agora mora sozinha. *Olivia, sobe pra tomar um caf¨¦?¡± Jimena a convidou sinceramente depois de descer do carro. Como Olivia e Jimena eram muito proximas, naturalmente nao havia necessidade de cerim¨¦nias. ¡°ro, vou adorar.¡± Jimena levou Olivia para sua casa, e ao abrir a porta, foram recebidas por um delicioso aroma de leite. Apenas 0 cheiro da brisa perfumada leite era suficiente para encantar. Avista, ha dois garotinhos fofos sentados no tapete de espurna, brincando que devolvia, ambos se divertindo muito e soltando risadas cristalinas. com uma b. Um dos beb¨¦s rva a b para 0 outro, Perto da porta, havia um menino de pouco mais de dois anos, gordinho, olhos redondos, narizinho delicado e uma boca pequena, muito parecido Jimena Santos. E perto do sofa, estava uma menininha de tamb¨¦m pouco mais de dois anos, vestindo uma jardineira rosa e uma camisa branca com g de boneca, dois pequenos rabos de cavalo. Seu rosto era em forma de coragao, olhos amendoados brilhantes e longos cilios, bochechas rechonchudas que formavam covinhas ao sorrir, lembrando uma raposinha, igualmente linda e adoravel. ¡°Marcos, Alice, a mamae chegou.¡± Ao ver os filhos, 0 coragao de Jimena instantaneamente amoleceu e virou uma poga d¡¯agua quando viu os dois filhos. Com uma voz suave, tirou os sapatos e se aproximou. Os pequeninos, que estavam entretidos, olharam para Jimena ao ouvir sua voz, e seus rostos ja felizes se iluminaram sorrisos inocentes e brilhantes. ¡°Mamae!¡± O menino, chamado Marcos Santos, apolou-se no chao e se es OFSQy para ficar de p¨¦cobmhinttan o pssinhos curtos em diregao a Jimena The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! A menina, chamada Alice Santos, ficou ansiosa e suas boche Vcraal coraram: Fletentadssevantar, n difiddidade de equilibrar calu de volta no tapete de espuma. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Vendo seu irmao ser abragado p mae e ainda no chao,ecgou a chorar. mas, por ser muito pequena e ter ¡°Alice nao chora, tia Souza esta aqui.¡± Olivia deu um passo a resaadori pegandgia penuena¡¯s eno coloe g&ntilmente enxugando suas Idgrimas The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! A pequena era tao doce e encantadora, exndo um cheirinho de leite por tododo, simplesmente adoravel. ha, Iria, quando era beba, despertando um sentimento de temura e fazendo o coragao derreter lembrava Olivia de sua propria Glha, Chapter 1412 Capitulo 1412 Tia Souza, abra?o. Alice, seu pequeno corpo macio, aninhou¨Cse no colo de Olivia, seus bracinhos gorduchos envolvendo a pesco?o de Olivia, e seu rostinho rechonchudo esfregou se na face de Olivia. As l¨¢grimas tocaram o rosto de Olivia, suaves, frias e suaves no cora??o de Olivia. ¡°ro, abra?o. Tia Souza ama muito a Alice.¡± Olivia, afeto, esfregou o rosto no d e disse suavemente. Jimena, segurando Marcos, aproximou¨Cse um soniso radiante: ¡°Eu disse para voc¨º virigo, n?o consigo carreg¨¢¨Clo sozinha¡± Quando Jimena viu as duas crian?as fs, somlu e ficou feliz de dentro par fora. sentia que o maior feito de sua vida era ter dado ¨¤ luz a duas crian?as inteligentes e ador¨¢vels. Tr¨ºs anos atr¨¢s, na noite em que Jimena concordou em ajudar Carlos a cancr seu noivado em sua casa, acreditou nas pvras enganosas dele e se casaria . Tmente, eu me entrequel. Inocentemente, se entregou. Jimena jamais imaginou que engravidaria naqu noite. E ainda por cima, de g¨¦meos! Naquele momento, Jimena ficou estupefata, assimo Olivia, engravidou antes do casamento! Como Olivia, que j¨¢ era madrinha de quatro crian?as e amava os pequenos, Jimena, no momento em que descobriu a gravidez, tomou a decis?o dar ¨¤ luz o filho, cri¨¢¨Clo sozinhao Olivia e ser uma m?e solteira forte e independente! Porque n?o poderia ir atr¨¢s de Carlos, depois de v¨º¨Clo na cama Fabiana, e o casamento dos dois j¨¢ marcado. A m?e de Carlos, para humilha, chegou a oferecer¨Cthe dois milh?es para que ficasse longe de Carlos, Com a familia Marques agindo de forma t?o definitiva,o poderia ter a cara de pau de procurar Carlos para reconhecer a patemidade? Assim, deu ¨¤ luz os filhos secretamente. Como Olivia, sendo uma m?e solteira feliz. Jimena estava confiante de que, mantendo distancia de Carlos, ele nunca descobriria que havia dado ¨¤ luz secretamente a seus dois filhos nunca deixaria uma familia Marques roubar as crian?as. ¡°Senhonta Santos voltou, desculpe, eu estava cozinhando e n?o pude cuidar das crian?as. Tia Faro apareceu da cozinha, segurando uma espat, pedindo desculpas. Tia Fam, urna senhora de cerca de cinquenta anos, vestida de forma simples, era a bab¨¢ contratada por Jimena para cuidar das crian?as e ajudar os afazeres dom¨¦sticos. N?velDrama.Org holds text ? rights. Jimena ¨¦ uma designer de js, uma renda consider¨¢vel. ¨¦ perfeitamente normal que uma pessoa arcar as despesas de dois filhos e contratar algu¨¦m para cuidar deles, sem problemas. Quanto ao motivo de Jimena n?o pedir ¨¤ sua m?e para ajudar a cuidar das crian?as, ¨¦ porque Jimena nunca contou ¨¤ sua m?e que teve filhos! ais no escuro! estava ainda mais resoluta do que Olivia, mantendo at¨¦ seus pr¨®prios pais Ou seja, os pais de Jimena, at¨¦ agora, n?o sabem que deu ¨¤ luz dois filhos, e eles ainda tem dois anos! Depois de engravidar, Jimena usou a desculpa de que a empresa a enviaria para o exterior por um ano, se escondeu em sua pr¨®pria casa, contratou uma senhora para cuidar delp, deu ¨¤ luz secretamente a crian?a, e secretamente criou seu filho. ¡°Tia Faro, n?o tem problema, voc¨º n?o precisa se desculparigo. Voc¨º cuida da casa e dos meus filhos, j¨¢ sou muito grata por Isso.¡± Jimena, semprepreensiva, disse a Tia Faro. Tia Faro foi quem cuidou d e das crian?as desde a gravidez, cuidando da alimenta??o e do dia a dia at¨¦ os filhos atingirem a idade deles. Chapter 1413 Capitulo 1413 Cap¨ªtulo 1413 Tia Faro era uma mulher de temperamento suave e generoso, ¨¦ diligente e atenciosa. Ao longo desses anos, cuidou de Jimena dedica??o. ¡°Que ideia ¨¦ essa? Voc¨º me paga um sal¨¢rio, e cuidar ¨¦ parte das minhas responsabilidades. Srta. Santos, Srta. Souza, voc¨º ainda n?oeram, n?o ¨¦? Tenho mais um prato para preparar, e logo depois podemos nos sentar paraer, disse Tia Faro antes de retornar ¨¤ cozinha Jimena e Olivia, segurarani uma crian?a cada uma e foram at¨¦ o sof¨¢ para se sentat Alice lutou para sair do colo de Olivia, que a soltou pensando que queria brincar. Para surpresa de Olivia, Alice engatinhou um pouco no sof¨¢ e, de uma fresta entre as almofadas, tirou um pacote de biscoitos. Com suas m?ozinhas gorduchas, ofereceu um biscoito a Olivia: ¡°Tio Souza,e,e o biscoito¡­¡± ¡°Mam?e tamb¨¦m quer, disse Marcos, descendo do colo de Jimena e oferecendo¨Clhe um biscoito, imitando a gentileza um ¡°Mam?e, ah¡­¡± Ele abriu a boca e deixou Jimena fazer a mesma coisa. Seus olhos negros e inocentes brilhavam um amor puro e terno. Isso fez que o??o de Jimena se enchesse de uma do?ura agridoce Ser amado de todo o cora??o por uma crian?a acaba sendo uma grande b¨ºn??o Cercada por esse amor, Jimena abriu a boca: ¡°Ah.¡± Ent?o, Marcos colocou o biscoito em sua boca. Alice, seguindo o exemplo, fez que Olivia abrisse a boca, e Oliviaeu o biscoito oferecido p crian?a, sorrindo enquanto afagava os cabelos macios de Alice, ¡°Obrigada, Alice. Voc¨º ouviu a vo Faro dizer que ainda n?o tinhamosido e ficou preocupada que estariamos fome, ent?o nos trouxe biscoitos paraer, n?o ¨¦?¡± ¡°Sim,¡± Alice assentiu vigorosamente ¡°Que menina mais querida, voc¨º ¨¦ t?o atenciosa e ador¨¢vel quanto a sua irm? Iria quando era pequena, disse Olivia, acariciando o rosto macio de Alice, lembrando¨Cse de repente de seus pr¨®prios quatro filhos. Pensando em seus quatro garotinhos fofos, o cora??o de Olivia afundou e um forte sentimento de saudade surgiu, Desde que, h¨¢ tr¨ºs anos, o Velho Sr. Griera levou os quatro filhos do hospital, ele proibiu Olivia de v¨¦los novamente. E, durante esses tr¨ºs anos, dedicou todo seu tempo e energia a cuidar de Daniel, sem ter a chance de lutar para ver seus J¨¢ faziam tr¨ºs anos que n?o via seus quatro tesouros. filhos. Ao ouvir Olivia mencionar Iria, Jimena perguntou, curiosa e indignada: ¡°Olivia, ¨¦ verdade que o Velho Sr. Griem nunca permitiu que voc¨º visse as crian?as?¡± Olivia baixou os cilios e assentiu. ¡°Esse Velho Sr. Griera ¨¦ realmente cruel, n?o permitindo que voc¨º veja as crian?as, nem que s vejam a pr¨®pria m?e. Ele n?o teme que as crian?as o ressintam quando crescerem? Jimena expressou sua indigna??o em nome de Olivia ¡°Eu ouvi do Bruno que as crian?as foram enviadas para uma esc militarizada pelo Velho Sr. Griem e n?o puderam sair facilmente,¡± disse Olivia ¡°O qu¨¦? T?o pequenos e j¨¢ enviados para uma esc militarizada? Essas escs s?o muito rigidas, as crian?as conseguem suportar?¡± Jimena sentiu pena por Olivia. ¡°Bruno disse que Daniel tamb¨¦m cresceu em uma esc militarizada, Olivia s¨® conseguia ouvir tudo sobre as crian?as por meio de Bruno. ¡°O Velho Sr. Griera est¨¢ treinando seus filhos da mesma maneira que treinou Daniel. Parece que ele realmente valoriza as crian?as. Mas, n?o permitir que voc¨º as veja ¨¦ cruel demais tanto para voc¨º quanto para as crian?as. Talvez, quando Daniel acordar, voc¨ºs tenham a chance de se reuniro familia. Afinal, Daniel pode confrontar o Velho Sr. Griera.¡± Belongs to ? n0velDrama.Org. Disse Jimena. De repente, pensou em algo: ¡°A prop¨®sito, tenho um jeito de conseguir o melhor tratamento para Daniel!¡± Chapter 1414 Chapter 1414 Capitulo 1414 Olivia voltou da depressao e perguntou curiosa: ¡°Qual m¨¦todo?¡± ¡°Ainda ¨¦ procurar o Dr. Soares¡± ¡°Mas o Dr. Soares nem nos da a chance de fr Oliviamentou ¡°Nao 6 que o Dr. Soares prometeu ao Carlos que iria jantar ele para assinar algum contrato? Podemos encontrar o Carlos disse Jimena ¡°Mas ¡°Sem mas, deixa issoigo. Jimena disse, cheia de indignacao. Na manha seguinte. Jimena encontrou o Grupo Marques e caminhou at¨¦ o elevador ar arrogante. Assim que chegou a recep¡éao, foi interceptada: ¡°Senhorita, por favor, quem a senhora procura?¡± AZRRASRS O recepcionista de cada empresa €o uma maquina que reconhece visitantes. Assim que veem um rosto desconhecido, impedem sua entrada, evitando que pessoas mas intengdes perturbem os executivos. Jimena teve que parar e disse a recepcionista, sorrindo: ¡°Sou uma velha amiga do vice¡ªpresidente Carlos da sua empresa, vim procura¡ªlo para uma coisa¡°.N?velDrama.Org holds text ? rights. ¡°Asenhora tem um agendamento pr¨¦vio?¡± perguntou a recepcionista, s¨¦ria, sem margem para flexibilidade. ¡°Eu preciso de um agendamento para ver um velho amigo?¡± Olivia ficou surpress. ¡°Durante o horano de trabalho, 6 necessario um agendamento pr¨¦vio para ver nosso vice-presidente. Se a senhora nao tem um, nao posso deixa entrar a recepcionista foi inflexivel. Jimena controlou seu temperamento. Desde quando Carlos se tomou tao importante a ponto de precisar de um agendamento para v¨¦¡ªlo! Mas precisava dele, entao se conteve. manteve 0 somiso e disse a recepcionista: ¡°Desculpe, vou ligar para ele.¡± Dizendo isso, Jimena tirou o celr, que ainda era o mesmo de tr¨¦s anos atras, o numero de Carlos salvo. Fazia tr¨¦s anos que nao discava aquele numero. Nao sei se Carlos ainda usa esse numero. Desde aqu vez que viu Carlos e Fabiana juntos na cama, e saiu do hotel, nao havia mais entrado em contato Carlos Mais tarde, engravidou e ficou preocupada que outras pessoas descobrissem, cortou todo contato o mundo O numero de Carlos estava guardado no seu celr ha tr¨¦s anos. Tr¨¦s anos depois, ligou novamente para aquele numero. Jimena estava nervosa, sem saber se conseguiria fr At¨¦ que ouviu o som de chamada. Carlos nao muda de numero ha tr¨¦s anos! Depois de alguns toques, a chamada foi atendida. exterior. Jimena, o coragao acelerado e emocionada, estava organizanda, suas pvras quariound-voz nyasdulin deSconhecida velo do outrodo: ¡°Srta. Santos, a senhora precisa de algo?¡± The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Aqu voz, Jimena tinha certeza, nao era de Carlos! Jimena ficou confusa por um momento e perguntou: ¡°Quem ¨¦ voc¨¦? Este nao 6 0 telefone do Carlos?¡± ¡°, sou o assistente do Sr. Marques, Alexandre. O Sr. argues esta em yma yeuriab, @ce r esta c¨¦migo, a senhora precisa fr ele? The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Ouvindo a identificagao do interlocutor, CORE de quepud¨¦sse r Carlos, estava tudo bem. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! disse: ¡°Realmente preciso fr, mas tem que ser em particr o Sr. Marques¡± Alexandre olhou o bilhete em seu celr e era Jimena: Chapter 1415 Chapter 1415 Capitulo 1415 Ele frequentemente escuteva Carlos fr desse nome e, ocasionalmente, via o Sr. Marques contemra celr, focado em um contato sem identificagao, parecendo querer fazer uma ligagao, mas sempre hesitava antes de efetivamente discar Alexandre pensou que essa mulher deveria ser multo importante para Carlos Agora que esta mulher tinha tomado a iniciativa de ligar para Carlos, se ele a rejeitasse e o Sr. Marques soubesse, certamente 0 repreenderia Assim, Alexandre tomou a liberdade de dizer: ¡°Voc¨¦ vem ao 280 andar, no escritorio do vice¡ªpresidente.¡± ¡°Mas a recepgao nao me deixa subir,¡± ¡®disse Jimena. ¡°Entregue o celr para a recepcionista, eu falo .¡± Jimena fezo the fol pedido. Arecepcionista mudoupletamente sua atitude s¨¦ria e fria, concordando repetidamente ao telefone. Devolvendo o celr para Jimena, uma mudan¡éa de atitude de 180 graus, disse educadamente: ¡°Bem-vinda, Srta. Santos, por favor, siga para o elevador, direto para o 280 andar,¡± Jimena notou a alteragao noportamento d, por¨¦m nao se perturbou, reassumiu 0 celr e adentrou o elevador. Chegando ao 280 andar, era a primeira vez que Jimena visitava o Grupo Marques e nao sabia onde ficava o escrit¨¦rio do vice¡ª presidente. olhou ao redor, decidindo ir para a esquerda primeiro De repente, veio de um dos escritdrios um som de discordia. Jimena parou, cunosa, olhando para 0 escritorio, mas viu que a ca na porta dizia ¡°S de Reunides, nao ¡°Escrit¨¦rio¡°. estava prestes a ir embora quando uma voz arrogante de mulher soou de dentro da s ¡°Carlos, na frente de tantos acionistas, me de uma posi¡éao definitiva! Voc¨¦ vai se casarigo ou nado? Se voc¨¦ nao se casar comigo, o Sr. Lopez, tio Bento, tio Silva tamb¨¦m nao vao mais te apr! Nao faz sentido continuaro vice¡ªpresidente! Se voc¨¦ se casarigo, eles podem te rendar imediatamenteo o legitimo lider do Grupo Marques!¡± Avoz era de Fabiana! estava, diante dos acionistas da empresa, pressionando Carlos para se casar! Fndo assim, Fabiana nao estava levando em consideracao a dignidade de Carlos. Dizer na frente dos acionistas que Carlos s¨¦ poderia alcangar um sucesso maior se casasse , ou entao cairia em desgraga. Isso nao estava implicando que Carlos estaria vivendo as cuistas d? Fabiana realmente gosta de Carlos? Se queria se casar Carlos, nao precisava empurr¡ªlo para um beco sem saida assim Jimena, instintivamente, parou seus passos, continuando a escutar a situacao interna Fabiana, estamos na reuniao do projeto m¨¦dico do Grupo Marques, isto nado ¨¦ a resid¨¦ncia dos Barbosa. Se deseja causar alvorogo, por favor, faga o em sua propria casa!¡± Carlos tentava fr racionalmente Fabiana, contrndo sua raiva. Fabiana parecia nao entender suas pvras, fndo de maneira arrogante: ¡°Se nao fosse pelo apoio da minha familia Barbosa, voc¨¦ acha que estaria aqui discutindo esses executivos? Voc¨¦ ainda estaria em uma pequena empresal Carlos, hoje, na frente de tantos acionistas, basta voc¨¦ dizer uma data para nos casarmos, e amanha eles vao solicitar ao atual presidente que voc¨¦ se tome a presidente legitimo da familia Marques. Seu primo Jorge Marques nunca mais podera aspirar a esta posicao. Basta voc¨¦ dizer uma data para nos casarmos, e eu imediatamente ligo para os meus pais para que eles organizem tudo!¡± Fabiano estava usando tanto ameac¡éa quanto seducao para fazer Carlos se casar , estava realmente fazendo de tudo. Jimena sentia desprezo, essa mulher, tao desprovida de intelig¨¦ncia e tao arrogante, nado deixando espago para respirar. Nao ¨¦ de admirar que Carlos nao quisesse se casar . No entanto, que Carlos estivesse sendo pressionado dessa forma por Fabiana e ainda consequisse se manter calmo, representava tamb¨¦m uma dificuldade para ein. ¡°Fabiana, esta ¨¦ a quantas vezes que voc¨¦ vern causar tumulto na empresa? Eu posso tolerar ua yez, duas v s,iyasisse O significa que''u olerarel por toda a vidal Esse cargo de vice-presidente, melhor nao ocupar mesmo!¡± Carlos, enfurecido, deu um chute no mesa e virou-se para Sair. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! n Ele abriu a porta da s de reunides e deparou-se imediatamente Jimena, que estava a porta, escutando as escondidas ¡°Ah, eu So estava passando, nao ouvi nada¡®, disse Jimena, gagortranddlo O at furiogn Wet Os, enquanto na nervosamente, The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! 1455 Capitulo 1415 ¡°Carlos, espera al, eu sou sun nolva, pedir para voc¨¦ me casar ¨¦ um erro?¡± Fabiana, imitada, correu atras dele. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Carlos agarrou Jimena p cintura, trazendo-a para enfrentar Fabiana junto ele galisde @htr¨¦ dentes: ¡°Minha hoiVa mudou, voc¨¦ nado tem nem um d¨¦cimo do charme que tem!¡± The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Dito isso, ele segurou o rosto de Jimena e a beijou intensamente nosbios. Jimena, surpresa, amegalou os olhos. Chapter 1416 Cap¨ªtulo 1416 A respira??o apressada de Carlos espirava entre as narinas de Jimena, seus longos cilios ro?avam seu rosto, causando uma sensa??o de formigamento que percorria de suas bochechas ao cora??o. Erao se a eletricidade fluisse atrav¨¦s d. O rosto encantadoramente belo de Carlos estava t?o perto, seus l¨¢bios pressionavam os de Jimena com for?a. Era semelhante ao tremor, ¨¤ palpita??o e ao turbilh?o de emo??es que experimentava em seus s repetidamente. Os dedos dos p¨¦s de Jimena quase se encurvavam. havia sonhado esse homem, dia e noite, por tr¨ºs anos. sonhos, nos quais Carlos a beijava Jimena definitivamente n?o erao Olivia, uma ing¨ºnua. A formao ansiava por um homem era rndo ele em seus sonhos, beijando o incont¨¢veis vezes, dormindo ¨¦l¨¦ em v¨¢rias ocasi?es. Agora, a cena de seus sonhos se tornava realidade. Jimena sentia o forte aroma masculino de Carlos envolv¨º intensamente, sentia os beijos fervorosos dele que, transmitiam uma sensa??o de desafio e raiva. Sim, era desafio e raiva. al¨¦m do ardor, O cora??o de Jimena, antes suave, de repente se reanimava. colocava as m?os no rosto de Carlos e o empurrava for?a, seus grandes olhos redondos cheios de l¨¢grimas e raiva, encarando Carlos enquanto ofegava: ¡°Carlos, eu n?o sou um instrumento para voc¨º usar em suas disputas sua noiva!¡± Porque Olivia havia sido usada por Danielo um meio de desabafo, Jimena odiava ser tratada como uma ferramenta. Especialmente ser usada por Carloso um meio para ganhar uma discuss?o Fabiana! Os belos olhos de f¨¦nix de Carlos observavam Jimena, e no fundo de seus olhos profundos, n?o se via apenas raiva, mas tamb¨¦m o desejo que surgia involuntariamente ao beij¨¢. Erao naqu noite, tr¨¨s anos atr¨¢s, quando ele e Jimena tinham se entregado um ao outro, e o desejo ardente em seu corpo mava por . ¡°Eu n?o te considero uma ferramenta¡­¡± A voz de Carlos soou rouca, carregada de amargura Ele havia reprimido seus sentimentos por tr¨ºs anos. queria ficar Fabiana, mas sim . Ele queria procurar Jimena, explicar-lhe que n?o queria Mas ao pensar naqu noite no hotel, tr¨ºs anos atr¨¢s, quando Jimena o viu na cama Fabiana e saiu irritada do hotel, ele a seguiu, apenas para v¨º Yuri. estava t?o radiante aodo de Yuri, t?o calorosa e dependente. Jimena nunca havia se mostrado assim diante dele. Ningu¨¦m conhecia melhor as mulheres do que Carlos; s so mostram seudo mais doce e vulner¨¢vel para a pessoa que realmente amam. Naqu ocasi?o, ao ver o afeto de Jimena por Yuri, ele sabiamente n?o se aproximou 28 8 5 28 2/28 52 8 3 Desde aquele momento, Jimena se afastou de sua vida; n?o mais surgiu em seu campo de vis?o, nem manteve qualquer contato ele. Enquanto isso, Carlos foi pressionado p m?e a ficar noivo de Fabiana, pois segundo , uma vez que ele havia dormido Fabiana, deveria assumir a responsabilidade. Carlos pensou que, j¨¢ que haviaetido un erro, deveria aceit¨¢¨Clo. N?velDrama.Org holds text ? rights. Sua m?e estava certa se ele haviaetido um erro ao dormir Fabiana b¨ºbado, ent?o deveria assumir as consequ¨ºncias. Afinal, ele teria que se casar algum dia, e fora Jimena, que realmente mexia seu cora??o, ele n?o gostava de nenhuma outra mulher. Casar¨Cse qualquer uma ds n?o faria diferen?a para ele. Por que n?o Fabiana? Pelo menos sua m?e gostava d. Chapter 1417 Cap¨ªtulo 1417 Nesses tr¨ºs anos, Carlos frequentemente se lembrava de Jimena, pensando em sua alma divertida e no seu senso de lealdade Inabal¨¢vel para as amigas. In¨²meras vezes, ele quis discar o n¨²mero de Jimena, mas sempre que pensava na possibilidade de j¨¢ ter algo s¨¦rio Yuri, decidia n?o a iodar e¨Cdesistia O que ele n?o antecipou foi que sua resigna??o serviria de est¨ªmulo para que Fabiana se tornasse ainda mais arrogante e intoler¨¢vel. Carlos n?o aguentava mais. O cargo de vice presidente foi uma escolha de sua m?e, assimo a presid¨ºncia do Grupo Marques. Essas posi??es nunca foram o que ele realmente queria. ¡°Carlos, me solta!¡± Fabiana, recuperando¨Cse do choque de ver Carlos beijando Jimena, encarou¨Co furiosamente, o peito subindo e descendo rapidamente a respira??o agitada. avan?ou passosrgos, empurrando Jimena para longe de Carlos,grimas nos olhos e furiosa, disse: ¡°O que voc¨º disse agora pouco? Sua noiva agora ¨¦ ? Eu n?o tenho um d¨¦cimo do charme feminino d, ¨¦ isso? Quem pensa que ¨¦? ¨¦ apenas uma pessoaum da sse trabalhadora, pode te apr nos neg¨®cios? nem mesmo tem dois milh?es, precisa pedir ¨¤ sua m?e!¡± Apontando para Jimena u uma m?o e para Carlos a outra, Fabiana, entre solu?os e respira??es pesadas, l¨¢grimas nos olhos, n?o esperou por uma resposta de Carlos e continuou, sua voz carregada de ressentimento: ¡°Carlos, you considerar que voc¨º fez isso s¨® para me provocar! Pe?a desculpas agora, e eu te perdoo. Vou convencer meus pais a continuarem te apoiando nos neg¨®cios!¡± No Hotel Grande Capital, ontem, Fabiana presenciou o reencontro de Carlos Jimena e, num rompante, discutiu ele. Mais tarde, cheia de arrependimentos ao sair do hotel, procurou sua m?e para petir conselhos. Sua m?e sugeriu que fosse paciente e demonstrasse a magnanimidade tipica das mulheres. Fabiana pretendia seguir o conselho, mas naqu manh?, Carlos ligou diretamente para sua m?e, anunciando que queria cancr o noivado. Fabiana perdeupletamente a paci¨ºncia e foi at¨¦ o Grupo Marques, fazendo uma cena na s de reuni?es de Carlos, exigindo na frente dos executivas que ele se casasse ! N?velDrama.Org holds text ? rights. Ele queria desistir do casamento, mas n?o iria permitir *Jimena, voc¨º est¨¢ bem?¡± Carlos as correu par para ajudar Jimena. Fabiana a tinha empurrado para tr¨¢s, fazendo¨Ca trope?ar, e Carlos estava preocupado e cheio de culpa. Ele i ignorou Fabiana e foi imediatamente ajudar Jimena Ao tocar o bra?o de Jimena, o calor de sua m?o passou pelo tecido, fazendo¨Ca estremecer. deu um passo para tr¨¢s rapidamente, aumentando a distancia entre eles. Com um tom distante, disse: ¡°Eu estou bem. Voc¨º deveria resolver seus pr¨®prios problemas primeiro. ¡°Carlos, venha c¨¢, voc¨º n?o deve toc¨¢ Fabiana observou Carlos quase auxiliando Jimena e sentiu uma dor subita nos olhos. j¨¢ estava imitada por n?o ter conseguido separ¨¢¨Clos quando Carlos beijou Jimena tle surpresa. Frustrada, furiosa e ¨¤ beira da loucura, viu Carlos tentando tocar Jimena novamente,o se jogasse mais lenha na fogueira que j¨¢ ardia em seu cora??o. Fabiana n?o aguentou mais, deu um passo ¨¤ frente e puxou o bra?o de Carlos para Tr¨ºs anos atr¨¢s, viu Carlos b¨¦bado, levando Jimena, igualmente embriagada, para um hotel, e os segulu. pretendia aproveitar¨Cse da embriaguez de Carlos para se aproximar dele, mas foi chamada na recep??o para resolver um problema o registro de identidade. Ao voltar ao quarto, encontrou Carlos e Jimena junt juntos! Agora, sentia a mesma f¨²ria, indigna??o e desespero que sentiu ao presenciar aqu cena tr¨¨s Chapter 1418 Chapter 1418 Capitulo 1418 Carlos tocou em Jimena, Izendo que Fabiana revivesse em sua mente a cena fren¨¦tica de tr¨¦s anos atras, na cama de um hotel. Aquilo agitova os olhos e o c¨¦rebro de Fobiana. Deixava¡ªa enlouquecida, sentindo-se ameacada, nauseada, furiosa. Carlos poderia flertar outras mulheres, at¨¦ poderia fingir nao ver, mas Jimena, nunca! testemunhara pessoalmente o quao desespemdo e irracional Carlos podia se tomar ao lidar Jimena, 0 que provocava n uma sensacao de crise intensa e uma raiva que the trespassava 0 coragao Fabiana agarrou o braco de Carlos, puxando o para longe de Jimena uma urg¨¦ncia e grosseria. Carlos p¨¦de sentir a loucura quase patol¨¦gica d em seu gesto. Essa loucura 0 sufocava, nauseava. Ele, imitado, arrancou sua mao do aperto de Fabiana, uma expressao sombria, disse the: ¡°Chegal Eu ja disse ramente ao telefone para a sua mae ontem que quero cancr nosso noivado! Quanto ao Investimento da familia Barbosa no meu negocio, se querem retira¡ªlo, nao hesitem, fagam¡ªno logo!¡± ¡°Fabiana, entenda uma coisa, a Ultima coisa de que preciso agora ¨¦ do seu perdao! Se seus pais vao retirar o investimento, que fagam logo, sem enrgdo para nao iodar!¡± Ao ouvir essa pvra, asgrimas nos olhos de Fabiana transbordaram. estava furiosa e dolorida, respirando pesadamente enquanto encarava Carlos: ¡°Voc¨¦ quer se tornar um cidadaoum como ?¡± ¡°E qual o problema em ser um cidadaoum? Trabalhar honestamente para ganhar a vida, sem recorrer a roubo ou desonra, 6 muito mais digno do que uma mulher que apenas sabe depender financeiramente dos pals!¡± retrucou Carlos de forma incisiva. Ele detestava a formao Fabiana desprezava pessoaso Jimena, que eram trabalhadorasuns. Fabiana, apesar de ser uma herdeira de familia nobre, nao era melhor do que uma trabalhadoraum. nao tinha uma habilidade especifica, nao sabia fazer nada; se nao fosse pelo apoio financeiro de seus pals, provavelmente morena de fome Uma mulher ociosa, que so sabia se sustentar as custas dos pais, ainda se atrevia a olhar de cima para baixo para algu¨¦m que ganhava a vida seu proprio esfor¡éco. Era ridiculo. Depender dos pais? Carlos estava fndo d? O coracao de Fabiana do se tivesse sido esfaqueado, uma dor aguda. Carlos sabia exatamenteo atingir seu ponto fraco ¡°Carlos!¡± gritou Fabiana, hist¨¦rica, o peito odo em movimentos bruscos egrimas jorrando abundantemente. ¡°Seu idiota, eu vou agora mesmo fazer meus pais retirarem o investimento! Vou esperar voc¨¦ vir me implorar!¡± Fabiana disse isso entre dentes, segurando asgrimas,ncando um olhar furioso para Jimena antes de virar¡ªse e sair rapidamente. Jimena ficou surpresa o olhar cheio de rancor dirigido a . piscou, rindo levemente por dentro. Era engragado, Fabiana e Carlos estavam nessa situagao p r euilpa ener ds Fabian¡¯, Qe olhava pir o se toda a culpa fosse sua The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! manteve distancia de Carlos por tr¨¦s anos, e ainda assim Fabiana nao havia conquistado Carlos. Seria mesmo culpa d? Fabiana entrou no elevador e desceu. As pessoas de alto esco que estavam na s de reunides sm, e alguns veterapog £¤xperientes no mundo Pneg¨¦cios testemunharam toda a cena dramatica. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Todos continuaram calmoso se nada tivesse acontecido. Porque essa nao era a primeira vez que tal drama ia, e nao era a primeira vez que Fabiana fazia um escandalo na empresa. Ningu¨¦m se surpreendia mais. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡°Sr. Marques, a cboragao o Dr. Soares para expandir aionia farmace¨¦ tigaderdrtp arques pirdde promissora, disse Sr. Lopez para Carlos. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Chapter 1419 Cap¨ªtulo 1419 ¡°Pois bem, siga o seu no ent?o to Silva deu uma tapinha no ombro de Carlos. ¡°A familia Barbosa realmente te ajudou muito nos neg¨®cios, n?o fa?a que as colsas fiquem dif¨ªceis entre voc¨º e a familia Barbosa.¡± Sr. Lopez, antes de salt, lembrou Carlos mais uma vez. Depois de dizer isso, deu um olhar significativo para Jimena e partiu Os demais executivos tamb¨¦m foram saindo um a um Na porta da s de reuni?es, restaram apenas Jimena e Carlos. °Ù O¡¯ambiente, antes barulhento, de repente se quieto, e um ar estranho pareceu preencher o espa?o, fazendo que Jimena se sentisse desconfort¨¢vel, seu cora??oe?ando a bater mais r¨¢pido. ¡°Olha, eu na verdade¡­ ¡°Eu te fiz passar por uma situa??o embara?osa. Carlos falou primeiro, seus olhos, antes vivos e rebeldes, agora carregavam um peso. Aquele olhar travesso e desafiador havia desaparecido, dando lugar a uma express?o mais abatida. Ele estava se desculpando Jimena por ter visto um momento t?o desfavor¨¢vel. Ele estava visivelmente frustrado, uma condi??o ra para qualquer observador, por¨¦m ele n?o desejava que Jimena presenciasse 1350 Mas justamente tinha visto Carlos sentiuo se tivesse perdido toda a sua dignidade, sem coragem de enfrentar Jimena novamente. Apos fr, ele virou¨Cse para ir embora. Jimena ficou parada, de boca aberta, incr¨¦d ao ver Carlos olh¨¢ aquele semnte de culpa e constrangimento. Era esse o Carlos despreocupado e audacioso que conhecia? Nos seus olhos antes despreocupados, agora havia uma camada de restri??o. Essa restri??o era dolorosa de se ver Voltando a si e vendo Carlos se afastar, Jimena rapidamente chamou: ¡°Carlos, eu preciso da sua ajuda algo.¡± Carlos parou, suas m?os aodo do corpo se apertaram, mas ele n?o se virou Nesse momento, Alexandre chegou as pressas, notando a express?o constrangida de Carlos e Jimena parada atr¨¢s dele, ainda na porta da s de reuni?es Alexandre percebeu que algo grave poderia ter acontecido. Hoje, na reuni?o de Carlos, Fabiana estava presente, e n?o era a primeira vez que provocava um esc¨¢ndalo na s de reuni?es. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Desta vez, Jimena poderia ter presenciado, e Carlos se importava muito Jimena. *Sr. Marques, me desculpe, eu autorizel a Srta. Santos a subir, pedi para esperar no escrit¨®rio, n?o imaginei que ficaria na porta da s de reuni?es. Alexandre se e posicionou diante de Carlos, assentindo em reconhecimento do erro. Ele realmente podena ter causado um problema. Carlos levantou seus olhos estreitos para Alexandre e disse voz grave: ¡°V¨¢ cuidar dos seus afazeres!¡± Alexandre, surpreso, olhou para Carlos, sem acreditar que Sr. Marques n?o o repreendeu! Essa sorte foi t?o inesperada que Alexandre mal podia acreditar. *O qu¨¦, quer que eu cancele todos os seus feriados?¡± Carlos perguntou. ¡°N?o, n?o, eu j¨¢ estou indo cuidar disso, Sr/Marques, pode continuar o seu trabalho, eu j¨¢ estou indo.¡± Alexandre se apressou a dizer,n?ando um ¨²ltimo olhar para Jimena antes de sair correndo Gra?as a Jimena, ele escapou de uma reprimenda do Sr. Marques. Anteriormente, um deslize dessa magnitude resultaria em meses sem f¨¦rias. seis Jimena se aproximou de Carlos, olharido para cima em dire??o ao seu rosto deslumbrante, as m?os cruzadas sobre o perto e um sorriso nos l¨¢bios, zombeteiramente disse: ¡°Quem diria que o segundo filho da familia Marques, se sentiria t?o reprimido aqui na empresa?¡± Carlos viu o semnte de Jimena, que parecia estar ansiosa por uma cena, e sua express?o j¨¢ constrangida tornou¨Cse ainda mais abatida. Respirando dificuldade e uma express?o de embara?o, ele disse: ¡°Voc¨º veio at¨¦ o Grupo Marques apenas para se divertir ¨¢s minhas custas?¡± Capitulo 1420 Chapter 1420 Cap¨ªtulo 1420 ¡°Eu simplesmente n?o esperava que Carlos, que sempre me desprezou, pudesse ncabar vivendo de forma t?o insignificante¡± sorriso nos l¨¢bios de Jimena se desvaneceu um pouco. Seus olhos redondos e brilhantes olhavam para Carlos, parecendo estar zombando dele, mas na verdade estava chelos de Fabiana conseguiu fr aqus pvras t?o duras na frente de tantos executivos da empresa dele, certamente se apndo no poder da familia Barbesa. ainda nem tinha casado Carlos, mas j¨¢ o estava sufocando, n?o dando espa?o para respirar. Caso viesse a se casar Carlos, provavelmente se tomaria arrogante, dominando todos os aspectos de sua vida. Carlos se tomana um fantoche, manipdo p familia Barbosa e por Fabiana. Carlos fechou os olhos brevemente, respirando fundo, o que ele mais temia era ser olhado essa pledade epaix?o por Jimena. Mas o medo sempre se concretiza. ¡°As ¨¢guas da alta sociedade s?o profundas, voc¨º n?o entende¡± Carlos tentou explicar, mas n?o encontrou pvras. N?velDrama.Org holds text ? rights. Sua situa??o atual n?o foi criada por ele mesmo? De qualquer forma, n?o poderia se desvincr completamente, que diferen?a faria explicar para Jimena? Duvindo isso, Jimena deu uma risada fria e disse. ¡°¨¦, eu realmente n?o entendo o mundo de voc¨ºs, a alta sociedade. Afinal, sou apenas uma pessoaum, uma plebeia. Cada centavo que uso ¨¦ ganho As pvras descuidadas de Carlos haviam ferido o cora??o de Jimena. O que significa n?o entender a vida da alta sociedade? No fim das contas, ele ¨¦ igual ¨¤ sua m?e, F Franciely, desprezando sua origem humildel Pelo menos Franciely tentoupr¨¢ dois milh?es, Carlos, por outrodo, conseguiu destru¨ª apenas pvras. ¡°N?o era essa a minha inten??o¡­ Carlos tamb¨¦m percebeu que havia dito algo errado. Ele s¨® queria dizer a Jimena que os?os entre sua familia e a familia Barbosa eramplicados, dif¨ªceis de explicar em poucas pvras. N?o esperava que Jimena entendesse mal suas pvras. ¡°Tudo bem, eu tamb¨¦m n?o tenho tempo para pensar no que voc¨º quis dizer. Vim aqui hoje por um assuntos interrompeu s¨¦rio,¡± Jimena o ¡°N?o vou rodear, ontem eu e Olivia fomos procurar o Dr. Soares para tratar Daniel, saimos ¨¤s pressas e esquecemos de verificar a foto do Dr. Soares. Eu usei o m¨¦todo da dera??o de amor apenas para fazer o Dr. Soares aparecer Com um pedido a fazer a Carlos, Jimena teve que serpletamente franca. E se o Dr. Soares levasse a s¨¦rio,o voc¨º iria lidar isso?¡± Carlos somriu: ¡°Tipico de voc¨º, Jimena, capaz de fazer qualquer coisa E Ele havia entendido errado, pensando que realmente havia se apaixonado ps habilidades m¨¦dicas e pelo car¨¢ter do Dr. Soares. Como se pudesse mudar de afei??es t?o facilmente, sem pensar. ¡°Olivia n?o mencionou? Muitos enaltecem aspet¨ºncias m¨¦dicas do Dr. Soares, e est¨¢ entre esses admiradores. Como algu¨¦m t?o perspicaz quanto o Dr. Soares deixaria depreender nossa inten??o?¡± Jimenan?ou lhe um olhar de reprova??o. Com Olivia ao seudo, n?o se preocupaya em n?o conseguir terminar o quee?ou. e Olivia sempre trabalharam bem juntas, nuncaetendo erros. Al¨¦m disso, Olivia jamais permitiria que caisse em uma armadilha. A confian?a m¨²tua entre e Olivia sempre foi t¨¢cita. Carlos finalmente entendeu, ele havia acreditado na dera??o de amor de Jimena ao Dr. Soares, porque se importava demais, e isso o fez perder o julgamento. Ap¨®s ouvir a explica??o de Jimena, Carlos se sentiu muito mais aliviado. Pelo menos provou que, no passado, quando o perseg, era genuino, e n?o uma farsa. 14:56 ¡°Ent?o voc¨º quer que eu conven?a o Dr. Soares a aceitar a admira??o de voc¨ºs por suas habilidades m¨¦dicas?¡± Carlos observava¨Co uma calma desinteressada. Chapter 1421 Capitulo 1421 Os cantos dos l¨¢bios de um rosto bonito se ergueram em um soniso, e os olhos sedutos e majestosas de finix brilhaven um charme malicioso. S¨® na frente de Jimena Santos ele conseguia ser o mais rxado e ¨¤ vontade. ¡°O que voc¨º est¨¢ fndo, quem disse que ele tem que aceitar nossa admin??o? Eu s¨® quero que voc¨º o conven?a a nos encontrar Olivia Souza disse que est¨¢ disposta a pagar cinquenta milh?es para Dr. Soares sair da aposentadoria e tratar o Daniel Griera, Amana n?o queria perder tempo conversas desnecess¨¢rias. ¡°O Dr. Soares ¨¦ especializado tanto em medicina oriental quanto em ocidental, talvez ele realmente tenha a capacidade de curar o Daniel¡°, falou Carlos Marques, seriedade. Daniel era o melhor amigo de Carlos, que estava emo h¨¢ tr¨ºs anos. Carlos sempre se preocupou com Daniel e temia por ele. Se Dr. Soares pudesse curl¨Clo, seria maravilhoso. ¡°Voc¨ºs n?o precisam encontr¨¢¨Clo, disse Carlos. ¡°O que voc¨º disse, voc¨º n?o quer ajudar?¡± Jimena, surpresa, quase agrediu Carlos a f¨²ria que subia. ¡°N?o, eu vou convencer Dr. Soars a tratar o Daniel, Carlos disse rapidamente. Jimena apertou o punho que estava prestes a levantar e rxou, seu rosto tamb¨¦m rxou, e sorriu para Carlos, dizendo, ¡°Tente primeiro, se ele n?o quiser, ainda assim agrade?o se voc¨º nos apresentar.¡± Felizmente, reagiu r¨¢pido, caso contr¨¢rio, teria acertado Carlos no rosto um soco. Carlos encontrou os olhos cheios de somsos de Jimena: seus olhos, que j¨¢ eram grandes, brilharam ainda mais seu sorriso intencional,o se fosse o reflexo de fosforesc¨ºncia na superficie de um lago, saltando diretamente para o cora??o de Carlos. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Carlos sentiu seu cora??o bater mais r¨¢pido de maneira inesperada, abaixou a cabe?a e se aproximou.d: ¡°Se der certo, o que voc¨º me d¨¢ em troca?¡± Ao se aproximar a leve fragrancia de menta e tabaco dele a envolveu, fazendo seu cora??o bater descontrdamente. O rosto bonito e sedutor dele estava agora mais pr¨®ximo, essa tenta??o maldita a deixava sem f?lego. Jimena recuou um passo, olhando¨Co surpresa e cora??o alvoro?ado, e disse: ¡°Carlos, sendo voc¨º o vice¨Cpresidente do Grupo Marques, pedir uma rpensa por mim? Isso n?o soa um tanto indigno da sua posi??o?¡± Vendo¨Ca t?o nervosa, Carlos se endireitou, brincando: Olhao voc¨º est¨¢ assustada, voc¨º acha que eu vou pedir dinheiro?¡± ¡°Ent?o, qual ¨¦ a rpensa?¡± perguntou Jimena. ¡°Que tal me deixar te levar para casa?¡± disse Carlos, Lev¨¢ para casa? Ao ouvir essas pvras, Jimena se rmou. O que mais temia agora era que Carlos descobrisse onde morava, caso contr¨¢rio, ele descobriria o segredo que estava escondendo. Jimena rapidamente disse:¡± ¡°N?o precisa, eu te convido para jantar outro dia, j¨¢ est¨¢ tarde, vou indo.¡± Depois de fr, Jimena apressadamente saiu. tinha tirado o dia de folga do trabalho e dirigiu diretamente para casa. Pensando nos dois pequenos anjinhos que a esperavam em casa, todo o medo e p¨¢nico no seu cora??o se transformaram em ¨¢gua, prontos para se dissolver. Ap¨®s tomar se m?e, Jimena passou apreender melhor as decis?es e emo??es de Olivia. Seus filhos se tornaram seu universopleto, seu ponto mais sensivel Jimena estacionou o carro na Comunidade Gulfstream, desceu, e viu tia Faro brincando as crian?as no escorregador do parquinho. estava prestes a se juntar a eles quando uma voz masculina soou atr¨¢s d: ¡°Jimena, ent?o ¨¦ aqui que voc¨º mora.¡± A voz era muito familiar, fazendo os neryos de Jimena se tensionarem. se virou em p¨¢nico, vendo Carlos parado atr¨¢s d, seus belos olhos de f¨¦nix brilhando um sorriso ao olhar para . Isso ¨¦ ruim, suas crian?as estavam brincando no escorregador, se s a vissem e a chamassem de mam?e, Carlos certeza Ouviral Chapter 1422 Capitulo 1422 Jimenan?ou um olhar ripido para tr¨¢s e vistou, junto ao esconega, um pequeno aventureiro edo os degraus. Tia Faro, atents, a cabe?a inclinada e a m?o suavemente elevada, resguardava a crian?a pr¨®xima, cautelosa para evitar uma poss¨ªvel queda. Outro pequeno tesouro estava sentado no topo do escorregador, preparando¨Cse para deslizar, Ele em Alex, o filho de Jimena, cujo olhar estava diretamente voltado para . Era s¨® focar que poderia ver Jimena Ao ver essa cena, Jimena engoliu em seco, rapidamente virou o rosto e caminhou opressadamente em dire??o a Carlos. Chegando aodo de Carlos, instintivamente agarrou seu bra?o e o puxou para odo. Aodo estava a casa; chegando aodo da casa, conseguiriam bloquear a vis?o de Alex e Alice, evitando que a vissem. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Certificando¨Cse de que haviam chegado aodo da casa, o cora??o apertado de Jimena finalmente rxou um pouco. levantou os olhos e viu o olhar estreito e divertido de Carlos sobre , um olhar que carregava um toque de insinua??o. Assim que seus olhares se e cruzaram, o cora??o de Jimena suavizou¨Cse e o p¨¢nico deu lugar a uma palpita??o emocionada. Foi por esses olhos sedutores e apaixonados de Carlos que se apaixonou ¨¤ primeira vista, e ele havia conquistado seu cora??o.. nunca o esqueceu ao longo dos anos. Agora, Carlos olhando para dessa maneira,o poderia resistir? ¡°§²§à§Ô que voc¨º est¨¢ me olhando assim?¡± Jimena, o rosto um pouco vermelho, olhou para Carlos irrita??o, Est¨¢ tentando seduzi novamente? Ele estava noivo de Fabiana Barbosa, um homem que estava prestes a se casar outra mulher. Jimena, por mais que o amasse, n?o teria mais ideias sobre ele. Al¨¦m disso, Jimena sempre se lembrava de que deveria manter distancia de Carlos, caso contr¨¢rio, seu destino seriao o de Olivia, que teve seus dois queridos filhos levados. Os filhos eram seu ponto fraco e sua linha vermelha; definitivamente n?o permitiria que ningu¨¦m tivesse ideias sobre seus filhos Especialmente Carlos! Assim que Jimena terminou de fr, Carlos, uma atitude desafiadora, olhou para o pr¨®prio bra?o com um olhar malicioso, brincando em tom de zombaria: ¡°Voc¨º me tocou e eu ainda estaria errado por olhar para voc¨º?¡± Jimena estava prestes a retrucar, quem o tocou, que desavergonhado. Quando seguiu o olhar dele, percebeu sua m?o firme em seu bra?o, exercendo uma press?o not¨¢vel. A manga, levemente levantada, expunha um bra?o de contomos atraentes e uma pele moreha e vi?osa. E a m?o d estava exatamente na parte do bra?o dele que n?o estava coberta p manga, a pele em contato, podendo sentir a temperatura um do outro. O calor e a firmeza do bra?o dele, instantaneamente, fluiram do centro da m?o d para seu cora??o, fazendo que Jimena tremesseo se tivesse tocado em ferro quente, rapidamente soltando sua m?o, Com o olhar desviando, disse: ¡°Como isso pode ser chamado de tocar? Eu s¨® estava te puxando para ca.¡° ¡°Por que essa pressa em me puxar para c¨¢? H¨¢ algo no parque infantil que voc¨º n?o quer que eu veja?¡± Carlos, suspeita, contomou a casa para olhar em dire??o ao parque infantil, O cora??o de Jimena pulou, temendo instintivamente que Carlos g de Carlos, puxando¨Co para si. visse seus dois filhos; estendeu a m?o e rapidamente agarrou a Seus movimentos foram abruptos e r¨¢pidos, e usou muita for?a, fazendo que Carlos trope?asse em dire??o a . Chapter 1423 Cap¨ªtulo 1423 Jimena apenas chegava aos ombros de Carlos, que, no trope?ar para odo d, pareceu envolv¨º¨Clo completamente seu corpo, sua sombra a cobrindo, enquanto seus olhos, que pendiam, encontravam diretamente o rosto de Jimena. O rosto d, tingido de vermelho p ansiedade e preocupa??o, destacava seus grandes olhos redondos, que naquele momento a encaravam assustados,o es de um cervo. Carlos, surpreendido p proximidade, sentia a respira??o ofegante d e o suave perfume de seu sabe perfumando o ar at¨¦ alcan?ar suas narinas Uma onda de calor sublu pelo abdomen de Carlos, sua garganta se apertando. Carlos sempre foi de agir conforme seus impulsos, jamais se permitindo ficar em desvantagem. Ele inclinou a cabe?a, seus l¨¢bios se movendo em dire??o a Jimena. Ao ver seu rosto bonito ampliando diante de seus olhos, a respira??o forte de Carlos batendo em seu rosto, o cora??o de Jimena acelerou, um tumulto se fomando em seu peito. Cada canto de seu corpo mava por beij¨¢¨Clo, Property of N?)(velDr(a)ma.Org. -lo, mas sua raz?o a deteve. Justo quando os l¨¢bios de Carlos estavam prestes a tocar os d, Jimena estendeu a m?o, bloqueando seus l¨¢bios e, os olhos bem abertos, recusou¨Cse, dizendo: ¡°Carlos, voc¨º est¨¢ sendo completamente absurdo. L¨¢ na porta da s de reuni?es, tudo bem, voc¨º queria imitar sua noiva, mas e agora? Que direito voc¨º tem de me beijar?¡± Carlos parou, seus l¨¢bios tocando os dedos fnos de Jimena, o calor de seus l¨¢bios cobrindo a frieza das pontas dos dedos d,o se fosse um encontro entre fogo e gelo, provocando uma paix?o selvagem em seu intimo. Carlos segurou a m?o d sobre seus l¨¢bios, uma voz rouca: ¡°N?o era isso que voc¨º queria?¡± Enquanto fva, seus dedos deslizavam delicadamente pelo bra?o de Jimena, a aspereza de seu toque contra a suavidade da m?o d, criando uma esp¨¦cie de eletricidade est¨¢tica, um formigamento.. Jimena percebeu que estava agarrando a g dele, fazendo¨Co inclinar¨Cse sobre , uma postura cheia de insinua??es. Quaseo se realmente quisesse pux¨¢¨Clo para beij¨¢. rapidamente soltou¨Co, retirando a outra m?o de sua palma e dando um passo para tr¨¢s, afastando¨Cse, seus olhos evitando o contato, sem muita confian?a, disse: ¡°Voc¨º est¨¢ pensando demais, eu s¨® n?o queria que voc¨º assustasse as crian?as por aqui,¡± ¡°O que, eu pare?o assustador? Carlos ergueu uma sobrancelha, seu pomo de Ad?o movendo¨Cse levemente, suprimindo a excita??o que havia sido despertada. Noe?o, fora o visual dele que a cativou, motivando¨Ca a persegui¨Clo afinco, e agora dava a entender que n?o o considerava atraente. Seu ¨²nico interesse era descobrir o que havia de especial no parque infantil, mas agora Jimena o repelia, temerosa de que ele pudesse intimidar as crian?as alhs! Carlos, que estava contente h¨¢ um momento, agora se sentia descontente. ¡°N?o disse que voc¨º parece assustador, s¨® que voc¨º tem uma aura que ramente n?o se encaixa nesta ¨¢rea residencialum. Os pais aqui s?o principalmente idosos, que n?o est?o acostumados a grandes eventos. Se por acaso eles te vissem, poderiam ficar intimidados, impedindo as crian?as de se divertirem. Eu estava preocupada que voc¨º pudesse iodar os outros, por isso te puxei para c¨¢ Jimena, que at¨¦ ent?o n?o encontrava pvras para justificar o porqu¨¦ de ter puxado ele t?o desesperadamente para longe, de repente encontrou uma raz?o que at¨¦ considerou us¨ªvel. Mas jamais esperava que a pr¨®xima pergunta de Carlos a colocasse numa situa??o ainda mais delicada. ¡°Voc¨º n?o tem filhos, muito menos idosos para cuidar deles,o sabe que esses av¨®s ficariam inibidos ao me ver?¡± Carlos perguntou, um olhar significativo em seus belos olhos. Ao ouvir essa pergunta, o cora??o de Jimena gelou, e , que se orgulhava de sua ast¨²cia, sentiu como se tivesse atirado uma pedra em seus pr¨®prios p¨¦s. Droga,o responderia a isso sem levantar suspeitas de Carlos? Chapter 1427 Cap¨ªtulo 1427 Por causa disso, ele estava as m?os ocupadas, sen?o teria pegado Alice agora h¨¢ pouco Tia Faro teve um estalo e apressouse em dire??o a Yuri para tirar as coisas das m?os Sr. Barros comprou tantas coisas assim, deixe que eu levo, vou subire preparar uma feijoada para voc¨ºs.¡± Tia Faro era muito entusiasmada e trabalhador Yuri n?o recusou, permitindo que tia Faro pegasse as sacs de suas m?os. Ele avan?ou, pegando Alice dos bra?os de Jimena: ¡°Vem, to Yuri te pega Alice n?o resistiu mas quis que Yuri a abra?asse Jimena, segurando dois filhos, conseguia aguentar por um tempo, masgo seus bra?ose?aram a doer, ent?o n?o disse nada. deixando Yuri pegar Alice Os olhos brilhantes e curiosos de Alice fixaram¨Cse em Yuri, uma voz doce e curiosa, perguntou: ¡°Tio Yuri, voc¨º ¨¦ nosso pai? Todas as crian?as daunidade t¨ºm pa, mas meu irm?o e eu n?o¡°, Essa pergunta deixou Yuri sem resposta, e Jimena tamb¨¦m se surpreendeu, rapidamente disse: ¡°Alice, tio Yuri ¨¦ seu tio, n?o seu pai. O pai de voc¨ºs foi para o espa?o sideral salvar a gal¨¢xia¡± Jimena abriu os olhos e contou mentiras. O pai deles havia s sido mandado embora por recentemente. Ainda bem que o mandou embora alguns minutos antes, sen?o ele verja os dois filhos correndo at¨¦ chamando¨Ca de m?e. Alice tamb¨¦m ¨¦ ouvida perguntando por que eles n?o tem perguntas para o papai, Carlos era inteligente o suficiente para conectar os pontos e certamente adivinharia que Alice e Alex eram seus filhos. Jimena estava aliviada por ter mandado Carlos embora alguns minutos antes. ¡°Como o Ultraman indo para o espa?o sideral?¡± Alex perguntou, curioso. ¡°Sim, sim, igual ao Ultraman, e seus olhos ainda brilham Jimena assentiu e falou seriamente. As crian?as ainda eram pequenas, inocentes e confusas, s acreditariam nas hist¨®rias fabricadas por Quando eles ficarem mais velhos, temo n?o ser capaz de angan¨¢¨Clos. Mas pensava, ¡°Vamos lidar isso um passo de cada vez. Quando as crian?as crescerem, encontrarei outras desculpas. De qualquer forma, ningu¨¦m pode tirar meus filhos de mim.¡± As crian?as n?o fizeram mais perguntas, Yurin?ou um olhar significativo para Jimena, carregando Alice ¨¤ frente, enquanto Jimena, desconcertada por aquele olhar, n?o explicou nada e o seguiu para dentro do pr¨¦dio. De volta ¨¤ casa de Jimena, tia Faro estava ocupada na cozinha e as duas crian?as brincavam brinquedos na brinquedoteca. Jimena e Yun sentaram-se no sof¨¢ Yuri queria perguntar isso h¨¢ algum tempo, e agora o ambiente era propicio, ele disse: ¡°Voc¨º o viu novamente,o se sente?¡± Jimena estavaendo uma fruta, pausou ao ouvir sua pergunta, sabendo bem que ele se refer¨ªa a Carlos. respondeu: ¡°N?o senti nada, estava apenas ajudando uma amiga, n?o vamos nos ver mais.¡± ¡°Voc¨º realmente pensou em nunca mais ter nada a ver ele em sua vida?¡± Yuri perguntou seriamente. Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Tr¨ºs anos atr¨¢s. Yuri nejava se casar Jimena. Eles j¨¢ haviam discutido os nos os pais d, faltando apenas definir o dote e preparar o casamento. Ent?o, Jimena o procurou e disse que estava apaixonada por outro homem, chamado Carlos, e que estava gr¨¢vida dele. Essa frase foi um golpe profundo em Yuri naquele momento, Chapter 1429 Capitulo 1429 This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Voc¨º ¨¦ mulher, se n?o segurar direito, vai ser ruim se voc¨º se queimar.¡± Yuri disse, antes de se dirigir¨¤ cozinha, Ele era homem, m?os mais fortes a est¨¢veis, o a chance de derinmar a napa quente ¨¦ menor mas Jimena ¨¦ diferente. era mulher, naturalmente menos for?a que um homem e, al¨¦m disso, ap¨®s ter fillion, se desgastou muito o magmom, a que, naturalmente, diminulu sun for?a. Jimena n?o disse nada, e parecia um pouco atordoada no observar a figura alta de Yuri entrar na cozinha. Nos ¨²ltimos tr¨ºs anos, Yurl foi especialmente bom e gentil , cuidando d em detalhes minuciosas. Para quem n?o soubesse, poderia at¨¦ pensar que ele em seu marido. Sua gentileza a fazia sentir¨Cse culpada e impotente. Sabendo que n?o haver amor entre um homem e uma mulher, n?o haverd futura entre eles. Ainda assim, Yuri continuava a trat¨¢ ¡°tant¨¤ temura, a ponto de Jimena se perguntar se Yuri ainda nutria sentimentos por , ¡°Jimena, o que est¨¢ a sonhar acordada? Vamoser.¡± A voz elegante de Yuri soou. Jimena voltou a si, exibindo um somiso constrangido, sentou¨Cse ¨¤ mesa e voltou ao seu usual modo entusiastico e generoso. ¡°Yuri, aqui est?o os pauzinhos para voc¨º. Experimenta esse molho de pimenta mgueta,prel outro dia, achel especialmente saboroso.¡± ofereceu¨Cse pam preparar o molho para Yuri. Eram Intimoso se fossem melhores amigos. ¡°Deixaigo, pode ficar tranqu, n?o vou criar expectativas.¡± Yuri pegou a garrafa do molho, um sorriso educado nos l¨¢bios, e disse a Jimena. Ele percebeu as inten??es por tr¨¢s da generosidade aberta de Jimena, seuportamento sem barreiras ou limites era sua maneira de dizer que o viao um amigo intimo, sem outros interesses, pedindo para que ele n?o pensasse demais. , provavelmente, estava pensando nisso enquanto divagava Yuri era um homem perspicaz, e ap¨®s esses tr¨¨s anos convivendo Jimena Santos, ele conhecia bem o seu car¨¢ter. Com um olhar ou movimento d, Yuri sabia o que estava, pensando, voc¨º realmente tem uma vis?o agu?ada, consegue ver atrav¨¦s dos meus pensamentos. Por fr nisso, por que n?o te vi mais em encontros ¨¤s cegas?¡± Jimena perguntou um riso bobo. ¡°Por que iria procurar encontros ¨¤s cegas se j¨¢ tenho uma namorada?¡± Yuri disse enquanto preparava a picanha fatiada para o churrasco. ¡°Ah?¡± Essa noticia ¨¦ t?o chocante, Jimena ficou chocada por um momento. Seu grito de surpresa alertou Alex e Alice, que estavam brincando em um tatame de espuma, seus brinquedos. Os dois pequenos rapidamente se viraram e olharam para Jimena seus olhos grandes, suaves e fofos, t?o Lofos e fofos quanto um ursinho, mas tamb¨¦m demonstrando preocupa??o. ¡°Mambe, o que aconteceu?¡± Alex perguntou uma express?o confusa. ¡°Mam?e, voc¨º se queimou? Alice vai soprar para passar Alice se apoiou no ch?o, tentando se levantar com seu corpinho fofo. ¡°Srta. Santos, voc¨º se quelmoul V¨¢var ¨¢gua. Tia Faro salu a lou?a rec¨¦mvada e disse preocupada. Vendo que todos haviam interpretado mal seu grito de surpresa, Jimena rapidamente explicou: ¡°N?o, n?o, n?o me queimei. ¨¦ s¨® que recebi uma noticia surpreendente. Est¨¢ tudo bem, n?o se preocupem. Alice, continue brincando, mam?e vai te dar deer daqui a pouco.¡± se apressou em tranquilizar as crian?as. ar da pouca idade, se preocupavam muito . O amor deles n?o era apenas depend¨ºncia, mas tamb¨¦m Seus pequeninos, apesar cuidado. Jimena sentiu um calor no cora??o. Chapter 1430 Cap¨ªtulo 1430 Jimena engoliu em seco for?a e soliou um risinho, dizendo a Yuri: ¡°Eu, eu estou feliz por voch. Parab¨¦ns, voc¨º deve me convidar quando se casar¡°. Fndo isso, Jimena pegou uma bebida nodo, encheu um capo para Yuri e outro para si mesma, levantou o seu copo e estendeu o em dire??o a Yuri: ¡°You brindar ch¨¢ no lugar de vinho, parab¨¦ns antecipadamente¡± Jimena parabenizou Yuri do fundo do cora??o, pelo menos ele n?o havia sido ferido ou perdido a f¨¦ no amor por causa d Yuri queria tanto se casar, ¨¨ agora que tinha uma namorada, certamente o casamento n?o estava longe. Yun n?o se fez de rogado, ergueu sua bebida e brindou Jimena, dando uma olhada em Alice, que voltou a se sentar no tapete de espuma, um somiso se formando em seus l¨¢bios, e disse: ¡°Agrade?o seus parab¨¦ns, tamb¨¦m espero ter urna filha t?o ador¨¢vel quanto asun Alice em breve.¡± O jeito preocupado de Alice Jimena, querendo se levantar e ir at¨¦ , realmente tocou Yuri. O pr¨®prio garotinho ¨¦ apenas uma bolinha, t?o fraco que precisa de prote??o, mas s¨® quer proteger as pessoas mais pr¨®ximas a ele. O maior tesoura deste mundo, provavelmente, ¨¦ ter seus pr¨®prios filhos. ¡°Ha, ¨¦, eu tamb¨¦m acho minha filha ador¨¢vel. Acredito que, a ¡°Gostana de lhe dar algumas boas pvras. Yuri disse, seus olhos educados e gentis por tr¨¢s dos ¨®culos de arma??o dourada balhando humor, um homem confort¨¢vel de se estar ao redor. ap¨®s voc¨º se casar, certeza ter¨¢ uma filha inteligente e bonita¡± Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. cip ps Qualquer mulher que se casar ele certamente ficar¨¢ feliz. Porque ele ¨¦ muito voltado para a familia, tem considera??o mulheres e ama sinceramente as crian?as. Jimena manteve um somiso no rosto, mas por dentro sentia um certo amargor estava fodada a ser solteira por toda a vida. Ap¨®s o jantar, Yuri voltou para sua casa, e Jimena junto tia Faro, cada uma segurando uma tig de beb¨¦, Jimena alimentando Alice e tia Fard alimentando Alex. Os adultosiam pan quente e seus beb¨¦s recebiam alimenta??oplementar feita especialmente para eles, arroz camar?es e vegetais. Como Alice e Alex ainda eram pequenos e n?o sabiam se alimentar sozinhos, Jimena preocupava¨Cse que n?oessem o suficiente e ficassem desnutridos. Assim, decidiu aliment¨¢¨Clos, esperando que, quando crescessem um pouco mais, pudessem aprender aer sozinhos. ¨¤ noite, Jimena contou hist¨®rias para os dois pequenos, aconchegando¨Cos at¨¦ que adormecessem. So ent?o se levantou e foi tomar um banho. Vi Serenidade.. Olivia encheu a banheira do banheiro ¨¢gua e voltou para a cama e se preparou para tomar banho, Olivia dava banho em Daniel todos os dias, pois sabia o quanto ele gostava de estar limpo; um dia sem banho o deixaria desconfort¨¢vel. Mesmo agora que Daniel esteja agora em estado vegetativo, n?o podemos trat¨¢¨Clo mal. posicionou a cadeira de rodas aodo da cama, aproximou¨Cse de Daniel, levanton-o da cama, deixando seu bra?o repousar seu ombro, enquanto a outra m?o abra?ava a cintura forte de Daniel, fazendo¨Co apr-se n sobre Daniel era pesado, todo o peso de seu corpo rec sobre Olivia, o que fez Olivia quase dobrar a cintura, mas se esfor?ava para manter¨Cse firme, abra?ando Daniel e movendo¨Cse lentamente em dire??o ¨¤ cadeira de rodas, colocando¨Co n esfor?o e cuidado. , todos os dias durante tr¨¨s anos, movia Daniel da cama para a cadeira de rodas para lev¨¢¨Clo para tomar banho.. No inicio, n?o conseguiu colocar Daniel na cadeira de rodas sozinha, ent?o precisou da ajuda de F¨¢bio, Com o tempo, ficou mais forte e aprendeu a tica, conseguindo dar banho em Daniel sozinha. No banheiro, o vapor enchia o ar Olivia se agachou aodo de Daniel desabotoou seu pijama de seda, um por um. Conforme os bot?es em desabotoados, o peito forte e bem construido de Daniel era revdo, suas linhas muscres sensuals exvam uma atra??o masculine irresistivel. Ainda assim, suas linhas muscres exibiam a beleza e for?a camcteristicas. Chapter 1431 Cap¨ªtulo 1431 Olivia agachou¨Cse, e a respim??o de Daniel calu exatamente sobre sua cabe?a, permitindo que a pele fr¨¢gil no topo de sua cabe?a sentisse ramente a respira??o de Daniel, calor ardente e for?a forte, fazendo que sua respira??o se tomasse lenta o pesada Durante tr¨ºs anos, lhe deu banhos, e a cada vez, seu corpo rengia no dele. N?o importava quantas vezes o visse, ainda parece novo eovente. Tr¨ºs anos se passaram, 1095 dias e noites, lhe deu 1095 banhos, viu o 1095 vezes. desejava tanto por um mgre, que ele de repente abrisse os olhos, agarrasse sou pulso e dissesse autoritariamente: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo? Pare de me olhar ou eu vou arrancar seus olhos!¡± Mas um mgre nunca aconteceu. De inicio, Olivia tinha esperan?a, mas gradualmente se tornou uma dor profunda em seu cora??o. tinha tanto medo, medo de que Daniel nunca mais acordasse. Enquanto seus pensamentos vagavam, Olivia j¨¢ havia tirado a roupa de Daniel, e o apva, preparando¨Cse para coloc¨¢¨Clo na banheira. Havia ¨¢gua no ch?o de azulejo, n?o prestou aten??o, pisou na po?a e seu corpo escorregou para frente. ¡°Ah!¡± Olivia gritou, assustada, sua primeira rea??o foi evitar que Daniel calsse, apertou a m?o em torno de Daniel de repente, puxando¨Co todo o seu esfor?o. Mas seu corpo desequilibrado ainda escorregou e caiu no ch?o. calu sentada, as costas bateram um som abafado, e a parte de tr¨¢s da cabe?a tamb¨¦m atingiu o ch?o. ¡°Bem¡­¡± Na frente d, todo o corpo de Daniel calu sobre , fazendo seu peito tremer A dor de ser atingida por tr¨¢s e p frente fez que Olivia sentisse tontura, e seu cora??o quase parou de bater This content belongs to N?/velDra/ma.Org . prendeu a respira??o por um bom tempo antes de finalmentee?ar a se recuperar. Felizmente, no momento da queda, agamou Daniel, fazendo¨Co cair sobre , em vez de no ch?o. Caso contr¨¢rio, ele teria se ferido novamente. Ele j¨¢ estava em estado vegetativo, n?o podia suportar mais les?es. O rosto de Daniel pressionou contra o de Olivia, podia sentir a pele firme de seu rosto, a temperatura quente. Sua respira??o e temperatura eram normals, o que pelo menos provava que ele ainda estava vivo e bem. realmente n?o deveria ter se distido porque Daniel n?o havia acordado em tr¨ºs anos. Daniel estar vivo era o melhor resultado, n?o era? ele de Daniel e tentou afast¨¢¨Clo d. Olivia franziu a testa e aliviou a dor aguda nas n¨¢degas, depois colocou as m?os nos ombros de Dani S¨® empurrando¨Co para longe poderia se levantar, e agora n?o era um born momento para chamar ajuda, j¨¢ que Daniel ainda estava sem roupas. Se algu¨¦m entrasse e visse, qu?o embara?oso seria. Embora Daniel estivesse inconsciente, n?o podia envergonh¨¢¨Clo e queria proteger sua dignidade. ¡°Daniel, me desculpe, eu prometo que nunca mais vou me distrair.¡± Enquanto empurrava Daniel, se desculpava, cheia de culpa. apoiou seus ombros, levantando¨Co um pouco, movendo¨Cse para sair de baixo dele. Quando seu corpo se movia, de repente sentiu uma mudan?a contra seu abdomen. Essa mudan?a, que frequentemente experimentava tr¨ºs anos atr¨¢s, mas que n?o havia visto nos ¨²ltimos tr¨ºs anos. Mas agora¡­ As pups de Olivia estavam dtadas e seu cora??o estava prestes a pr na garganta. segurou os ombros de Daniel, tentando ver seus olhos, excitada, disse: ¡°Daniel, voc¨º teve uma rea??o, n?o ¨¦? Daniel, sou eu, Olivia, olhe para mim¡­ Chapter 1432 Chapter 1432 Capitulo 1432 Ha tr¨¦s anos, Daniel finalmente teve uma reagao, algo muito diffeil de acontecer. Olivia ficou tao animada que seus olhos estavam doloridos e cheios degrimas. segurou os ombros de Daniel, tentando fazer contato visual ele, mas a cabeca dele ainda pendia para baixo, sem qualquer sinal de consci¨¦ncia pr¨¦pria,N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. As maos de Olivia tremiam levemente, uma mao apva seu ombro e a outra segurando seu rosto, levantando ligeiramente sua cabega, para que pudesse enfrenta¡ªlo de frente. Atrav¨¦s de seus olhos embacados ecrimejantes, viu que Daniel ninda estava de olhos fechados, seu rosto bonito permanecia calmo, sem mostrar nenhum sinal de mudanga O coracao de Olivia afundou de surpresn Tudo a sua frente Ihe dizia que Daniel ainda nao estava acordado. Seu coracao excitado gradualmente se acalmou, e sua respiracao, inicialmente pesada, tamb¨¦m se tornou mais tranqu. gentilmente colocou Daniel no chao, levantou-se, ajudou-o a se erguer e pode ver ramente cada canto de seu corpo nao havia se enganado antes, Daniel realmente teve uma reacao. Pelo menos, ele ja tinha a consci¨¦ncia de ser um homem, Isso era um grande progresso Enquanto houvesse progresso, haveria esperanga. Olivia tentou contrr a emocgao em seu coragao, levou Daniel at¨¦ a banheira e 0 deixou imerso em agua quente, espremendo o sabe liquido evando-o sem deixar nenhum canto para tras. Esfregando as costas dele, o vapor da banheira envolvia 0 rosto de Olivia, fazendo seu coracao bater forte nao apenas pelo calor do banheiro, mas tamb¨¦m p timidez. Homem e mulher juntos num ambiente tao intimo,o Olivia poderia nao se sentir envergonhada? Mesmo enfrentando essa situacao todos os dias, ainda nado conseguia se manter calma. ¡°Daniel, estou fazendo muita forg¡éa? Estou machucando suas costas?", Olivia parecia estar fndo sozinha enquanto fva com Daniel ito nos Ultimos tr¨¦s anos Mesmo sem receber resposta, continuava feliz conversando Daniel todos os dias,o havia feito ¡°Eu estava preocupada a coceira nas suas costas, entaovel voc¨¦ um pouco mais de forga,¡± Olivia fva sozinha ¡°Daniel, fique tranquilo, eu vou fazer voc¨¦ acordar, disse Olivia, os olhos marejados, mas determinacao no coragao. Antes nao tinha tanta certeza, mas hoje, sentiu profundamente as mudangas em Daniel e vendo seus prdprios olhos, seu c¨¦u que estava gradualmente se tomando sombrio, brilhou novamente. No dia seguinte, Olivia dirigiu at¨¦ a empresa de Jimena. Jimena estava sentada em frente aoputador desenhando desenhos quando houve uma batida repentina na mesa. levantou a cabega e viu Olivia, surpresa, exmour ¡°Olivia,o voc¨¦ velo me procurar na empresa?¡± Era tao inesperado, tao surpreendente! Sentia se preciosa no coragao de Olivial ¡°Shh, fale baixo, nao perturbe seus outros colegas,¡± Olivia lembrou¡ªa preocupada. Jimena ainda era tao desinibida. ¡°Oh, vamos para a s de descanso conversar, disse Ji er segurando area Otiwa¡¯e levando-a para a s de descanso. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! se apressou em servir cha para Olivia! ¡°Jimena, nao se preocupe, sente-se. Eu tenho algo algo para te contar¡± ¡°Experimente este cha de ameixa verde, trouxe de casa, disse Jimena, colocando o cha preparado na frente de Olivia. Chapter 1433 Capitulo 1433 Carlos ¨¦ um amigo pr¨®ximo de Daniel e que ajudar no seu imtaimento. Olivia conhece os sentimentos de Carlos, mas ainda assim tem suas preocupa??es. Ese Carlos n?o conseguir fr a Dr. Soares? est¨¢ ansiosa para convidar o Dr. Soares para tratar Daniel Daniel j¨¢ teve uma rea??o fisica ontem. Se aproveitarem o momento, talvez ele possa se recuperar rapidamente. Se demorarem mais, podem perder essa oportunidade crucial e n?o saber quando Daniel responder¨¢ em seguida Portanto, n?o podem perder esta chance. Com ansiedade, Olivia diz: ¡°Tente descobrir onde Carlos e os outros v?o jantar, podemos reservar o sal?o aodo do deles. Se Carlos n?o aguentar, podemos sair a tempo de impedir o Dr. Soares¡± ¡°Mas e se o Dr. Soares n?o concontar? N?o adianto intercept? lo.¡± Jimena responde, Olivia, um olhar determinado, responde fimeza: ¡°Eu farel que ele concorde em tratar Daniel¡± Jimena ficou impressionada os olhos ros e firmes de Olivin e tamb¨¦m ch de energia. Property of N?)(velDr(a)ma.Org. ¡°¨¦ isso que eu adoro em voc¨º, essa confian?al Vou mandar uma mensagem agora. Se o Dr. Soares recusar por Deus, eu o arrasto at¨¦ a Vi Serenidade! Jimena, cheia de indigna??o e entusiasmo, pega o celr e envia uma mensagem para Carlos. Carlos responde rapidamente. Jimena disse animadamente e para Olivia: ¡°As cinco e meia d da tarde, no Restaurante Bambu¡± ¡°Otimo, voc¨º faz o que tem que fazer, eu vou l¨¢ ¨¤ tarde.¡± Olivia se levanta para sair ¡°N?o v¨¢ sozinha, espera por mim.¡± Jimena a adverte. ¨¤ tarde, Olivia e Jimena chegam ao Restaurante Bambu. s s?o levadas pelo gar?om ao sal?o, mas antes de entrar, ouvem vozes na entrada. s tamb¨¦m para encontrar um discipulo ¡°Dr. Soares, ouvi dizer que seu retomo ao campo m¨¦dico n?o ¨¦ apenas para tratar pacientes, mas talentoso.¡± A voz ¨¦ de Carlos ¡°Parece que o Sr. Marques sse informou bem sobre mim. Todo a Medicina Tradicional quer encontrar um sucessor e eu n?o sou exce??o.¡± ¡°Vamos, vamos entrar¡± Ao ver Carlos e Dr. Soares chegando, Olivia rapidamente empurra Jimena para dentro do sal?o aodo, para n?o serem vistas. s vieram aqui ui para impedir que Carlos saisse para bloquear o Dr. Soares, n?o para causar problemas. Olivia e Jimena entram no sal?o imediatamente E Carlos e Dr. Soares s?o levados pelo gar?om ao sal?o. Carlos, gentilmente, passa o card¨¢pio ao Dr. Soares: ¡°Hoje o senhor ¨¦ a estr, fa?a o pedido.¡± ¡°O Sr. Marques tem um estilo bem diferente dos outros empres¨¢rios,¡± Dr. Soaresenta um sorriso. Dr. Soares est¨¢n?ando um livro sobre ticas de acupuntura e v¨¢rias empresas queremprar os direitos autorais de seu livro. Ele j¨¢ conversou muitos CEOs. Esses empres¨¢rios demonstram ast¨²cia ou uma seriedade elevada em seus gestos. Mas n?o h¨¢ ningu¨¦m t?o natural e ¨¤ vontade quanto Carlos. ¡°Para ser honesto, se n?o fosse por quest?es familiares, eu n?o gostaria de estar no mundo dos neg¨®cios. Eu preferia viver de forma simples e espont¨¢nea¡± Carlos diz ao Dr. Soares um sorriso despreocupado nos l¨¢bios. ¡°Hum¡­¡± Dr. Soares, ao ouvir, deu um leve sorriso e ergueu seu copo d¡¯¨¢gua para beber um gole: ¡°Parece que voc¨º tem um mal¨Centendido sobre as pessoasuns. As verdadeiras pessoasuns t¨ºm que se preocupar todos os dias a vida, e assim que param, todo tipo de press?o pode curvar suas costas. Como pode haver alguma liberdade? ¡°Ent?o, Dr. Soares, ainda est¨¢ disposto a cborarigo, um empres¨¢rio n?o muito confi¨¢vel?¡± Carlos franziu a testa, sentindo que Dr. Soares parecia n?o estar muito satisfeito ele. Chapter 1434 Capitulo 1433 Carlos ¨¦ um amigo pr¨®ximo de Daniel e que ajudar no seu imtaimento. Olivia conhece os sentimentos de Carlos, mas ainda assim tem suas preocupa??es. Ese Carlos n?o conseguir fr a Dr. Soares? est¨¢ ansiosa para convidar o Dr. Soares para tratar Daniel Daniel j¨¢ teve uma rea??o fisica ontem. Se aproveitarem o momento, talvez ele possa se recuperar rapidamente. Se demorarem mais, podem perder essa oportunidade crucial e n?o saber quando Daniel responder¨¢ em seguida Portanto, n?o podem perder esta chance. Com ansiedade, Olivia diz: ¡°Tente descobrir onde Carlos e os outros v?o jantar, podemos reservar o sal?o aodo do deles. Se Carlos n?o aguentar, podemos sair a tempo de impedir o Dr. Soares¡± ¡°Mas e se o Dr. Soares n?o concontar? N?o adianto intercept? lo.¡± Jimena responde, Olivia, um olhar determinado, responde fimeza: ¡°Eu farel com que ele concorde em tratar Daniel¡± Jimena ficou impressionada os olhos ros e firmes de Olivin e tamb¨¦m ch de energia. ¡°¨¦ isso que eu adoro em voc¨º, essa confian?al Vou mandar uma mensagem agora. Se o Dr. Soares recusar por Deus, eu o arrasto at¨¦ a Vi Serenidade! Jimena, cheia de indigna??o e entusiasmo, pega o celr e envia uma mensagem para Carlos. Carlos responde rapidamente. Jimena disse animadamente e para Olivia: ¡°As cinco e meia d da tarde, no Restaurante Bambu¡± ¡°Otimo, voc¨º faz o que tem que fazer, eu vou l¨¢ ¨¤ tarde.¡± Olivia se levanta para sair ¡°N?o v¨¢ sozinha, espera por mim.¡± Jimena a adverte. ¨¤ tarde, Olivia e Jimena chegam ao Restaurante Bambu. s s?o levadas pelo gar?om ao sal?o, mas antes de entrar, ouvem vozes na entrada. s tamb¨¦m para encontrar um discipulo ¡°Dr. Soares, ouvi dizer que seu retomo ao campo m¨¦dico n?o ¨¦ apenas para tratar pacientes, mas talentoso.¡± A voz ¨¦ de Carlos ¡°Parece que o Sr. Marques sse informou bem sobre mim. Todo a Medicina Tradicional quer encontrar um sucessor e eu n?o sou exce??o.¡± ¡°Vamos, vamos entrar¡± Ao ver Carlos e Dr. Soares chegando, Olivia rapidamente empurra Jimena para dentro do sal?o aodo, para n?o serem vistas. s vieram aqui ui para impedir que Carlos saisse para bloquear o Dr. Soares, n?o para causar problemas. Olivia e Jimena entram no sal?o imediatamente E Carlos e Dr. Soares s?o levados pelo gar?om ao sal?o. Carlos, gentilmente, passa o card¨¢pio ao Dr. Soares: ¡°Hoje o senhor ¨¦ a estr, fa?a o pedido.¡± ¡°O Sr. Marques tem um estilo bem diferente dos outros empres¨¢rios,¡± Dr. Soaresenta um sorriso. Dr. Soares est¨¢Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. resgate. dizia estar perdidao uma desculpa para n?o ter ligado para a policia ou para o reso Para evitar ser responsabilizada mais tarde. Ao notar a condutora desacordada uma ferida sangrenta na cabe?a, o sangue encharcando e cndo seus cabelos, o motorista disse, ansioso: ¡°Ligue imediatamente para a policia de tr¨¢nsito e para o 192, se demorar mals, pode ser tarde demais!¡± Fabiana, fingindo estar prestes a chorar, disse: ¡°Senhor, voc¨º est¨¢ me assustando, ¨¦ a primeira vez que passo por isso, n?o sei qual ¨¦ o n¨²mero da policia de tr¨¢nsito, o que eu fa?o, o que eu fa?o¡­¡± Chapter 1442 Cap¨ªtulo 1442 ¡°Olha s¨® para voc¨º, uma mo?a t?o jovem, provavelmente n?o sabe lidar essa situa??o. Eu vou ligar para a voc¨º liga para o SAMU, dizendo que houve um acidente de tr¨¢nsito aqui feridos.¡± O motorista, enquanto organizava tudo, pegou seu celr para ligar para a policia de transito. a policia de transito, e Ele aglu assim visando diminuir o tempo de atendimento ao acidente, j¨¢ que cada minuto poupado poderia ser decisivo. Afinal, a chegada antecipada dos m¨¦dicos poderia significar a diferen?a entre a vida e a morte. ¡°Certo, certo, vou ligar para o socorro¡­¡± Fabiana parecia nervosa e assustada, a voz baixa e tr¨¦m girou no lugar, procurando seu celr no bolso,o se n?o conseguisse encontr¨¢¨Clo. Depois de atrasar cerca de um minuto, pareceu se lembrar e correu para o carro para buscar seu celr Nesse interim, o motorista j¨¢ havia terminado de fr a policia de transito e, vendo Fablona ainda procurando seu celr enquanto a mulher no carro continuava sangrando p testa, ele ficou a cora??o apertado e ligou para o SAMU. Desde que ele ligou para a policia de tr¨¢nsito at¨¦ o momento em que ligou para o SAMU, j¨¢ haviarn se passado cinco minutos. Fabiana finalmente encontrou seu celr, parecendo totalmente perdida e em panico, a respira??o irregr, agradeceu ao motorista: ¡°Obrigada, senhor, se n?o fosse pelo senhor, eu realmente n?o saberia o que fazer.¡± Embora Fabiana dissesse isso, por dentro, estava fervendo de raiva. Quem disse que voc¨º deveria se intrometer? Eu, uma herdeira da familia Barbosa, n?o sei que deveria ligar para a policia de tr¨¢nsito e para o SAMU em caso de acidente? O motorista respondeu educadamente: ¡°N?o h¨¢ de qu¨¦, salvar vidas ¨¦ o m¨¢is importante. Logo, a policia de tr¨¢nsito e a ambncia chegaram. A ambulancia levou Jimena ¨¤s pressas, e a policia de tr¨¢nsito avaliou o local do acidente, movendo o carro para odo, liberando o tr¨¢fego que estava bloqueado. A cidade voltou a sua movimentada rotina,o se nada tivesse acontecido. Olivia voltou durante a noite para Aldeia Souza. estacionou o carro no quintal de sua casa. Tr¨ºs anos atr¨¢s, a v que Daniel havia construido para deixando¨Ca e sua tia semr N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. om sua f familia foi destruida por uma bomban?ada de um helic¨®ptero, mesmo local e construir Mais tarde, Olivia usou o dinheiro que ganhouo secret¨¢ria, duzentos mil, para limpar os ebros no uma nova casa de dois andares Embora n?o fosse t?o luxuosa e imponente quanto a antiga mans?o, era suficiente para e sua tia viverem. Ao chegar em casa, Olivia cumprimentou Teresa e foi visitar uma amiga da mesma v. As noites no campo s?o mais sossegadas que na cidade; ap¨®s as oito, as residencias fecham suas portas, as pessoas ou dormic assistindo ¨¤ televis?o ou se preparando para Olivia bateu na porta, e uma voz de dentro respondeu. A porta se abriu, e a luz suave iluminou a escurid?o parcial, mostrando ramente o rosto de Olivia. ¡°Olivia, por que voc¨º voltou de repente? Eu estava fndo a tia Barros esta tarde, e voc¨º n?o estava em casa¡°, disse Docia Torres, surpresa ao ver Olivia. Docia era a melhor amiga de infancia de Olivia es cresceram juntas e eram muito pr¨®ximas, embora Docia tenha optado por se alistar no ex¨¦rcito em vez de ir para a universidade, ao contr¨¢rio de Olivia, que escolheu estudar, fazendo que s ficassem muito tempo sem se ver Apesar de ser mulher, Docia era alta, 1,75 m de altura, cabelos curtos e uma personalidade forte, mais parecida a de um homem. Chapter 1443 Cap¨ªtulo 1443 Olivia encontrou o olhar surpreso de Docia, um soniso se formou em seus llos, o disse o Dacia ¡°Tenha algo para discutir voc¨º. *Retomar ¨¤ noite deve ser por algo importante a discutir, parece algo significativo, n?o ¨¦?¡± Docia piacou, surpresa. ¡°R¨¢pido, entre e vamos conversar Docia a convidou para entrar e fechou a porta. Olivia cumprimentou os pais de Dacia e seguiu Do para o quarto d Dacia serviu um copo de ¨¢gua para . ¡°N?o se preocupe, sente¨Cse, tenho algo muito s¨¦rio para dizer Olivia colocou o copo de ¨¢gua dedo, puxou Docia para sentar ao seudo ¡°Algum assunto de grande importancia nacional, pelo jeita s¨¦rio que voc¨º est¨¦, estou at¨¦ nervosa.¡± A voz de Do era robusta, tamb¨¦m parecida a de um rapaz. ¡°Voc¨º est¨¢ em casa ap¨®s deixar o servi?o militar, procurando algo para fazer n?o ¨¦? Eu tenho uma profiss?o excelente para te indicar, voc¨º est¨¢ interessada?¡± Os olhos ros de Olivia fixaram¨Cse em Docia ¡°Voc¨º veio de t?o longe s¨® para me oferecer uma profiss?o? Sinto que n?o ¨¦ t?o simples assim. Docia olhou para suspeita Afinal, Docia tinha sido soldada, uma grande capacidade de percep??o, n?o era f¨¢cil engan¨¢. ¡°Realmente n?o ¨¦ simples. Deixe¨Cme explicar calma.¡± Olivia pegou o copo de ¨¢gua, deu um gole para umedecer a garganta e ent?o, seriedade, disse a Docia: ¡°Voc¨º j¨¢ ouviu fr de Joaquim Soares, certo? Ele ¨¦ um m¨¦dico renomado tanto nacional quanto internacionalmente, especialista em acupuntura agulhas de prata e cirurgia ocidental. Ele est¨¢ procurando aprendizes em Medicina Tradicional, e eu te rendel para ele.¡± ¡°O qu¨¦? Voc¨º quer que eu aprenda medicina? Eu n?o tenho nenhum conhecimento b¨¢sico, voc¨º acha mesmo que eu posso aprender medicina?¡± Docia sentiu que isso era um grande salto. ¡°Voc¨º ¨¦ inteligente, n?o ter¨¢ problemas. Al¨¦m disso, sua av¨® est¨¢ paralisada e deitada na cama. Caso seja tratada por um especialista em agulhas de prata, talvez consiga se levantar de novo. Ainda que o Dr. Soares n?o deseje deixar a aposentadoria, ao aprender voc¨º mesmo poder¨¢ tratar sua av¨® e ajud¨¢ a caminhar novamente. Que tal essa ideia? Olivia tentou convencer Docia seu melhor argumento. ¡°Certo, eu aceito!¡± Docia concordou imediatamente. Apenas porque Olivia mencionou que, se aprendesse a Medicina Tradicional agulhas de prata, poderia curar sua av¨®, e talvez sua av¨® pudesse voltar a andar Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Os pais de Docia tinham ido trabalhar fora quando era crian?a, deixando¨Cao uma crian?a deixada para tr¨¢s, criada p avd. tinha um vinculo muito especial sua avd. Mas a av¨® envelheceu, sofreu uma queda e acabou ficand¨® paralisada e confinada ¨¤ cama. Docia se desligou antecipadamente do servi?o militar justamente para voltar para casa e cuidar de sua avo, preocupada que, se n?o o fizesse, n?o teria mais a chance de ficar aodo d. Agora, Olivia havia encontrado um m¨¦dico de renome internacional para que se tomasse aprendiz, com o objetivo de aprender a arte da medicina e cuidar de sua avo por que n?o? certamente faria o seu melhor para aprender, dominando a arte m¨¦dica no menor tempo poss¨ªvel. Salvar vidas ¨¦ umaida contra o tempo, vencer significa salvar uma vida, perder significa a dor de perder um ente querido. ¡°Ok, prepare suas ms, vamos para a Capital agora, Olivia disse. Docia surpresa: ¡°Agora, t?o urgente?¡± ¡°Eu preciso levar voc¨º para se tornar aprendiz amanh? de manh?, se n?o formos esta noite, perderemos a melhor hora as oito da manha¡± Olivia explicou. havia verificado no celr que os velhos mestres de Medicina Tradicional geralmente preferem realizar a cerim?nia de aceita??o de aprendizes as oito da manh?. Perder esse hor¨¢rio parecia que faltaria algo. Como a profiss?o tem essa tradi??o, naturalmente Olivia queria seguir as regras. ¡°Tudo bern, tudo bem, you preparar algumas roupas agora Docia era muito eficiente, em menos de dois minutos, tinha suas ms prontas, as roupas dobradas perfeitamenteo blocos de tofu,dentro da m. Olivia e Docia acabaram de sair da casa de Docia quando Olivia recebeu uma liga??o de Carlos: ¡°Sr. Marques,o tem tempo para me ligar?¡± ¡°Voc¨º e Jimena j¨¢ voltaram? Tentei ligar para Jimena, mas por que n?o atende? Carlos perguntou preocupada. Chapter 1444 Capitulo 1444 1444 ¡°¨¡mena n?o atender sus te ????, ??. ??????? ?? ?? ?? ?? ?? ?? ?? ? tado e que mu tiritas prometido auta Di Roems e ancontrar um serendiat Bunda tua que se pan Kid para durante a noite, al Tato bem, tenha cuidado na estreita. Com es Carlos designu ei tetepane Contato daqu forme e , igualmente apreensiva, desejava ter noticias deo Jimena estav Ce chemo manum atende por um bom tempo. roc? run ve oficerede onede diese Desculpe, o n¨²mero que voc¨º discou esta temporariamante indisponivel atendia Tavesse colocado e telefone no silencioso e j¨¢ estivesse dormindo as crian?as Preocuparse agos n?o adianta, n?o estava na Capitale n?o podia ir at¨¦ a casa de Jimena para ficar Elevou pre su prea casa Docia e partiu para a Capital Mire Rocha tava sofrendo de artrite reumatoide novamente, e aproveitando a imagem de volta ¨¤ Capit ao Hospital Capital para tratar a artrite Quando chegaram a Capital jamais de uma da manh? pr¨®ximo da casa do Dr Soares, para que Docia e Mire pudessem descansar bem. Oliva tomada p preocupa??o, tentou contatar Jimena mais uma vez postal O que tinha acontecido Preocupada Oliva tentou liga baba de Jimena, ta Faro, mas tamben Sera que todos subham domudo som batena? tentou supritur sua preocupa??o siu muro profundamente at¨¦ o quarto de Docia, que estar ada uma rotina militar 4 sa sempre acuva Quando Olivia chegou, j¨¢ estava pronta CA Capitulo 1444. Cap¨ªtulo 1444 ¡°Jimena n?o atendeu sua liga??o?¡± perguntou Olivia Carlos tinha chamado um matonta para levar Dr. Soares de volta para casa, e ele provavelmente ligou para Jimena depois de ter certeza que Dr. Soares tinha chegado em casa, para vero estava Jimena n?o atendendo a liga??o de Carlos talvez se devesse ¨¤ preocupa??o que ele a procurasse ¨¤ noite, iodando seu descanso e o das crian?as,eto? Afinal, agor Jimena tem dois filhos, e a ¨²ltima coisa que els queria era que Carlos, o pai biol¨®gico, descobrisse Olivia pensou que Jimena provavelmente estava preocupada que, ao atender o telefone, Carlos pudesse ouvir a voz das crian?as, ent?o simplesmente decidiu n?o atender N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Como a melhor amiga de Jimena, Olivia certamente queria ajud¨¢, para que Carlos n?o descobrisse nada Sem esperar por uma resposta de Carlos, Olivia disse ¡° provavelmente foi tomar banho, n?o se preocupe, Jimena deve ter chegado em casa. ¡°Provavelmente? Voc¨º n?o estava Jimena?¡± Carlos p percebeu o ponto crucial nas pvras de Olivia. ¡°N?o ¨¦ que eu tinha prometido ajudar Dr. Soares a encontrar um aprendiz? Ent?o, tive que vir para Aldeia Souza durante a noite, e Jimena dingiu de volta sozinha disse Olivia Tudo bem, tenha cuidado na estrada. Com isso, Carlos desligou o telefone. Do outrodo, depois de terminar a liga??o Carlos, Olivia ligou para Jimena. Carlos havia perguntado daqu forma e , igualmente apreensiva, desejava ter noticias deo Jimena estava O telefone chamou, mas ningu¨¦m atendeu por um bom tempo. Ate que uma voz oficial e fria do outrodo disse: ¡°Desculpe, o n¨²mero que voc¨º discou est¨¢ temporariamente indisponivel.¡± O cora??o de Olivia apertou, por que Jimena n?o atendia nem o telefone d? Talvez tivesse colocado o telefone no silencioso e j¨¢ estivesse dormindo as crian?as? Preocupar¨Cse agora n?o adiantava, n?o estava na Capital e n?o podia ir at¨¦ a casa de Jimena para verificar. voltou para sua pr¨®pria casa Docia, e partiu para a Capital Mire Rocha A raz?o para levar Mire era porque a tia d estava sofrendo de artrite reumatoide novamente, e aproveitando a viagem de volta ¨¤ Capital, eles levaram a tia ao Hospital Capital para tratar a artrite. Quando chegaram ¨¤ Capital, j¨¢ era mais de uma da manh?. Olivia reservou tr¨¨s quartos no hotel mais pr¨®ximo da casa do Dr. Soares, para que Dacia e Mire pudessem descansar bem. Depois de tomar um banho, pegou o celr para ver, e Jimena n?o havia retomado sua liga??o. Percebendo que algo n?o estava certo, Olivia, tornada p preocupa??o, tentou contatar Jimena mais uma vez. Desta vez, foi direto para a caixa postal Jimena tinha desligado o celr? O que tinha acontecido? Preocupada, Olivia tentou ligar para a bab¨¢ de Jimena, tia Faro, mas tamb¨¦m n?o obteve resposta Ser¨¢ que todos tigham dormido e o celr estava sem bateria? Pensando assim, Olivia tentou suprimir sua preocupa??o e deitou¨Cse na cama. Demorou muito para adormecer grou muito para amanhecer n?o dormiu muito profundamente e, assim que reou, abriu os olhos. Rapidamente se levantou, se arrumou, e foi at¨¦ o quarto de Docia, que estava acostumada uma rotina militar e sempre acordava cedo, Quando Olivia chegou, j¨¢ estava pronta Capitulo 1445 Chapter 1445 Chapter 1445 Capitulo 1445 Agora cerca de sete e dez da manha. Olivia, panhada de Docia, pressourse a ir a casa do Dr. Soames. Ao chegar a entrada da casa do D. Soares, Olivia acionou apainha, por¨¦m n nao obteve resposta alguma de dentro. Olivia e Docia esperamm alguns minutos na porta at¨¦ que se abriu a o Dr. Soares apareceu, vestindo chinelos e pijama, com um ar sonolento de quem acabam de acordar. ¡°Tao cedo assim, voc¨¦ ¨¦ realmente proaliva, hein?? ¡°ro, eu prometi no Dr Soares que traria sua aprendiz pam conhec¨¦¡ªlo.¡± Olivia respondeu facilidade, e assim que terminou de fr, o celr em seu bolso tocou. retirou o celr viu que era uma ligagao de Jimena, somlu educadamente para o Dr. Soares e disse: ¡°Desculpe, preciso atender essa chamada se afastou um pouco e atendeu a ligacao, mas, para sua surpresa, nao era a voz de Jimena que ouvia, e sim a de um homem desconhecido: ¡°, aqui 6 a delegacia de transito, voc¨¦ ¨¦ parente da dona deste celr?¡± Delegacia de transito? Com 0 coragao apertado, Olivia, aflita, questionou: ¡°Sou muito amiga d. Por que seu celr esta na delegacia de transito?¡± *Sua amiga sofreu um acidente de carro ontem a noite e foi levada para hospital.¡± ¡°O qu¨¦?¡± O coragao de Olivia apertou se subitamente. ¡° esta em qual hospital? Os ferimentos sao graves?¡± Olivia perguntou nervosa, 0 coragao suspenso em preocupagao. havia tentado ligar para Jimena ontem, sem sucesso, e ja estava preocupada, mas a situagao parecia ser muito mais grave do que imaginava ¡° esta no Hospital Capital, para detalhes especificos voc¨¦ tera que fr o hospital¡± Jimena havia sofndo um acidente a noite passada, e at¨¦ aqu manha ningu¨¦m sabia de seu estado, uma perspectiva nada promissora Olivia, cada vez mais ansiosa, viu seus nos para o dia desmoronarem. ¡°Ok, obrigada.¡± desligou o telefone, ansiosa para informar ao Dr. Soares que tinha um assunto urgente para resolver e que voltaria depois para cumprir o que haviambinado Antes que pudesse fr, Dr. Soares disse um leve sorriso. ¡°Esta tentando encontrar uma desculpa para ir embora? Estou familiarizado essa tatica: primeiro diz pvras amenas para acalmar, em seguida, inventa diversas desculpas para nao honrar o acordo. Concordamos ontem que a iniciagao seria hoje. Caso nao seja capaz de cumprir nao precisara mais me procurar¡± Ao dizer isso, o semnte do Dr. Soares endureceu, considerando Oliviao uma impostora. ¡°Nao ¨¦ isso, minha amiga ...¡± ¡°Vai me dizer que sua amiga sofreu um acidente e esta entre a vida e a morte, certo? Ja ouvi muitas desculpas assim,o pode haver tantas coincidencias? Justamente quando voc¨¦ precisa cumprir minha condi¡éao, surge um caso de vida ou morte? Se nao queria me apresentar uma aprendiz ou cumprir 0binado, era so dizer, Nao sou obrigado a tratar o Daniel Ao ouvir as pvras de Dr. Soares, 0 coracao ja apreensivo de Olivia elevou-se at¨¦ a garganta. havia feito tanto esforgo para que Dr. Soares tratasse Daniel, e agora, num momento crucial, se inritasse Dr. Soares, Daniel perderia essa chance Mas se negligenciasse Jimena, e algo grave acontecesse, o que faria? Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Olivia estava dividida entre sua melhor amiga no hospital, lutando entre a vida e a monfe(Qa chica" chrangeltle Guta para ? pai de seu filho. Se perdesse essa oportunidade, poderia ser que Daniel nunca mais acordasse. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Desistir de qualquer um dos dois erao ser dcerada por dentro. Fazer uma escolha entre duas pessoas tao significatives era extremamente dificil e doloroso. O coracao de Olivia parecia uma corda sendo esticada ao maximo, prestes a romper. ¡°Esta bem, podem ir Dr. Soaresngou-Ihe um olhar e movimentou-se para fechar a porta. ¡°Espere!¡± Olivia apressou-se em avan¡éar para impedir que Dr. Soares fechasse a porta, eg Glkar ro epheiolde turbu ¨¦ncia em seus olhos, esforcando-se para conter a preocupacao e a dor que sentia por dentro. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Mesmo que fosse dificil, tomou una decisao firme: ¡°Dr, Soa eS) 11 d¨¦-me ciinuide.elrprometi d voc¨¦¨¦ e de forma alguma voltare atris!¡± The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Chapter 1446 Cap¨ªtulo 1446 Dr. Soares olhou para a m?o que apva na porta e, um somiso sarcastico nos l¨¢bios, provocou ¡°Cinco minutos,o voc¨º pretende resolver isso?¡± ¡°Se a Olivia prometeu que hoje ina te apresentar entar um aprendiz, certeza n?o vai faltar a pvra. Dr. Soares, talvez no primeiro dia em que voc¨º conheceu a Olivia, n?o estava muito familiarizado , mas eu posso garantir, a indole d ¨¦ indiscutivel. Por favor, d¨¦ a um certo nivel de confian?al Docia, que estava parada aodo, n?o conseguiu mais se conter. A atitude de Dr. Soares para Olivia era um pouco severa demais. Mesmo sendo m¨¦dico, n?o se pode usar a nega??o de tratamento m¨¦dicoo amea?a a outra pessoa. Esseportamento de Dr. Soares deixou Docia uma impress?o negativa sobre eleo m¨¦dico. Em sua mente, m¨¦dicos s?o imagens de cura e salva??o, altruistas e corajosos. This content belongs to N?/velDra/ma.Org . nunca tinha visto um m¨¦dico que, ao ser solicitado para tratar um paciente, exigisse tantas condi??es irracionais e amea?asse os familiares do paciente a nega??o do tratamento se n?o fossem atendidas. Finalmente, Dr. Soares dingiu seu olhar para Docia, sem melhorar sua atitude, mas um olhar de escrutinio: ¡°Quem ¨¦ voc¨º? Voc¨º tem voz aqu¨ª?* ¡°Eu¡­¡± Docia hesitou, uma express?o firme, avan?andoo se estivesse pronta para confrontar Dr. Soares. havia sido militar, uma aura de retid?o, e quando se tomava s¨¦ria, parecia pronta para a luta. Percebendo a deteriora??o da situa??o, Olivia prontamente se interp¨°s entre Docia e o Dr. Soares, lan?ando um olhar a que pedia calma. precisava de Dr. Soares para tratar Daniel e n?o podia ofend¨º¨Clo. Docia, notando o olhar de aviso de Olivia, respirou fundo, controlou sua postura assertiva e desviou o olhar, preferindo n?o ver mais a atitude arrogante de Dr. Soares Olivia ent?o se dirigiu a Dr. Soares: ¡°Eu n?o tive a chance de te apresentar antes, mas esta ¨¦ a aprendiz que eu estava nejando introduzir a voc¨º. se chama Docia, serviu sete anoso militar, ¨¦ muito disciplinada e tem uma boa capacidade de aprendizado. Voc¨º n?o gostaria de ter um aprendiz que tem o h¨¢bito de chegar atrasado ou sair cedo, certo?¡± ¡°Seu nome ¨¦ Docia, mas n?o tem a apar¨ºncia de doce,¡± Dr. Soaresentou,n?ando um olhar para Docia ¡°Voc¨º est¨¢ procurando um aprendiz ou escolhendo uma parceira?¡± Docia replicou insatisfeita, sempre direta em seu fr, ¡°Para mim, tanto faz se ¨¦ para ser aprendiz ou para encontrar um parceiro.¡± Dr. Soares respondeu sem rodelos. Docia franziu a testa: ¡°Eu te digo, eu s¨® concordei em ser sua aprendiz, n?o h¨¢ chance de termos outro tipo de rcionamento!¡± ¡°Eu tamb¨¦m n?o disse que definitivamente te escolheriao aprendiz Dr. Soares retrucou. Ao ouvir a troca de farpas entre os dois, Olivia sentiu¨Cse confusa e angustiada. A quest?o envolvendo Jimena permanecia sem solu??o, e agora outro problema se apresentava. Docia estava prestes a responder a Dr. Soares, mas foi interrompida por Olivia, que falou um tom de negocia??o e s¨²plica: ¡°Dr. Soares, me d¨¦ s¨® cinco minutos, por favor. Vou fazer uma liga??o e volto imediatamente para explicar a situa??o.¡± Dr. Soares a olhou de soio: ¡°Fa?a sua liga??o.¡± Olivia agradeceu um aceno: ¡°Obrigada, Dr. Soares.¡± n?o se afastou para fazer a liga??o, fazendo¨Ca na frente de Dr. Soares e Docia, ligando para Carlos. O telefone mal tocou uma vez antes de ser atendido, e Olivia falou apressadamente: ¡°Sr. Marques, a Jimena sofreu um acidente de carro ontem ¨¤ noite, est¨¢ no Hospital Capital, e agora n?o sabemos a situa??o d. Eu tenho umpromisso e n?o posso ir l¨¢, voc¨º poderia, por favor, verificar?¡± ¡°O qu¨¦? Eu estou indo para l¨¢ agora!¡± Do outrodo da linha, a voz de Carlos soou ansiosa e chocada. Olivia ainda pode ouvir o som de um frelo de emerg¨ºncia e o atrito dos pneus no asfalto. Sem tempo para mais nada, Carlos desligou o telefone Duvindo Carlos dizer que estava a caminho, Olivia sentiu um alivio, mesmo que leve, em seu cora??o preocupado. Chapter 1447 Chapter 1447 Capitulo 1447 Algu¨¦m fol verificaro estava Jimena, assim poderia se acalmar e resolver as coisas o Dr. Soares antes de ir ao hospital visitaa. Depols de guardar o celr, Olivia voltou a porta de Joaquim e disse ao homem que ainda estava de p¨¦ diante d: ¡°Eu lhe disse ontem que apresentaria algu¨¦m disciplinado e grande capacidade de aprendizado para ser seu aprendiz. Docia ¨¦ disciplinada, segue as regras rigor e possui uma notavel capacidade de aprendizado, preenchendo todos os seus crit¨¦rios.¡± O que Olivia queria dizer ¨¦ que nao faltou sua pvra. realmente apresentou um aprendiz qualificado para o Dr. Soares. ¡°Ah, um mestre tao exigente, deve haver poucos que possam suportar, nao 6?¡± Oliviangou um olhar frio para o Dr. Soares e disse um sorriso leve. ¡°Nao fique chamando qualquer um de mestre, eu ainda nao sou seu mestre, resp. Dr. Soares pvras carregadas de hostilidade. ¡°Como voc¨¦, que so pensa em si proprio, ¨¦ astuto e mesquinho, e ainda ameaga as pessoas para tratar de suas doengas, eu jamais gostaria de ter voc¨¦o mestre!¡± Docia deixou escapar um resmungo frio pelo nariz, desprezo. ¡°Docia, nao fale assim o Dr. Soares... Olivia viu que Docia e o Dr. Soaresegaram a discutir em poucas pvras novamente, estava nervosa e em panico, medo de imitar o Dr. Soares e ele se recusar a tratar Daniel. nao teria nada, exceto que Daniel perdesse essa oportunidade de tratamento que velo em boa hora. Se isso significasse fazer o Dr. Soares tratar Daniel, estaria disposta a engolir seu orgulho, fr baixo, sem se importar sua propria imagem. Olivia sentia-se ansiosa, temendo prejudicar esta tentativa de convencer o De Soares a aceitar um aprendiz. De repente, uma risada alta e ra do Dr. Soares ecoou: ¡°Ha ha ha...¡± Esse riso apertou os nervos de Olivia instantaneamente, olhou para o Dr. Soares nervosa e inquieta. 0 que voc¨¦ esta rindo?¡± Docia tamb¨¦m olhou para o Dr. Soares uma expressao estranha: ¡°Velho, do Depois de rir por um momento, o Dr. Soares parou e olhou para Docia admiracao. Sim, era admiracao. Ele disse: ¡°Garota, eu pratico medicina ha muitos anos, e nunca ningu¨¦m ousou apontar meus defeitos diretamente. Sim, eu sou Mesmo assim, aqueles que me procuram para tratamento algu¨¦m que so pensa em si mesmo, astuto e mesquinho, sem ¨¦tica m¨¦di nunca disseram uma pvra contra mim, todos eles me bajm e tentam me agradar. Voc¨¦ tem um temperamento direto, apontou meus problemas logo que nos conhecemos, nao tem medo que eu desista de tratar o marido da sua amiga?¡± O Dr. Soares realmente admitiu seus defeitos. Docia o havia repreendido, e ele nado so nao ficou irritado ou ofendido, mas tamb¨¦m parecia muito feliz. Olivia estava um pouco confusa, sem entender a atitude do Dr. Soares. Docia tamb¨¦m ficou surpresa por um momento, mas ao ver que o Dr. Soares estava fndo s¨¦rio, disse: Se, na realidade, voc¨¦ jamais teve a intencao de tratar o esposo da minha amiga, nao faria diferenga o quanto nos esforg¡éadssemos para te persuadir, voc¨¦ nao aceitaria e, ainda que aceitasse, nao o faria a devida seriedade. Um m¨¦dico que nao leva seu trabalho a s¨¦rio 6 melhor que nao prejudique os pacientes. Se voc¨¦ tem a intencao de tratar algu¨¦m, voc¨¦ nao seria tao dificil, certo? Entao, ofend¨¦-lo ou nao, o resultado nao seria o mesmo?¡± ¡°Esse seu raciocinio realmente me convenceu,¡± o Dr. Soares deu mais uma risada. Olivia: ¡°2?¡± Entao o Dr. Soares desde 0 inicio nunca teve,a intengao de tratar Daniel? This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Olivia sentiuo se uma nuvem escura cobrisse su eyese, eal \ tr rezagannife tts cobrindo sua respiragao. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! ¡°Velho, vamos embora, Olivia! Olivia agarrou 0 braco cpu ee lavalensBore. T e content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! ¡°Para SODU. onde voc¨¦s estado indo? Nao vieram aqui para pedir za he taas i a nap wats¡¯ ¨¦rtt P? A voz do Dr. Soares de repente The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Chapter 1448 Cap¨ªtulo 1448 Olivia e Do j¨¢ estavam de costas quando buviram as pvras do Dr. Soares, e os passos ds pararam abruptamente. Olivin saboreou cuidadosamente as pvras do Dr. Soares em seu cora??o, e seu??o afundado de repentee?ou a bater descontrdamente, virando¨Cse rapidamente para olhar pom o Dr. Soares, perguntou emo??o mal contida: ¡°Dr. Soares, voc¨º quer dizer¡­ Docia tamb¨¦m olhou para o Dr. Soares incredulidade: ¡°Voc¨º concordou?¡± ¡°O que mais poderia ser? Minha f fol, por acaso, um convite para voc¨ºs entrarem para jantar?¡± disse o Dr. Soares, as m?os nas costas, de forma despreocupada. ¡°Por que?¡± indagou Docia, confusa, pois o Dr. Soares havia anteriormente recusado ser seu mestre, alegando que ainda n?o era o momento. ¡°Eu sou masoquista, gosto quando as pessoas me insultam, disse o Dr. Soares, entrando em casa. Docia e Olivia trocamm olhares confusos. s n?o conseguiam entender a l¨®gica do Dr. Soares, piscaram, indicando surpresa. Realmente, o temperamento dos g¨ºnios sempre foi peculiar. Nunca seguindo o convencional. Olivia perguntou a Docia: ¡°Vamos entrar?¡± ¡°J¨¢ que estamos aqui na porta, vamos entrar em vez de voltar de m?os abanando?¡± disse Docia, entr?ando o bra?o no de Olivia e levando¨Ca para dentro. A pergunta de Olivia a Docia foi para consultar a opini?o d, querendo saber se ainda estava interessada em aprender medicina o Dr. Soares. Olivia podia ver que Docia e o Dr. Soares n?o se davam bem, desde o in¨ªcio eles estavam sempre em desacordo. Caso Docia optasse por desistir e n?o mais desejasse aprender o Dr. Soares, Olivia certamente n?o a obrigaria. Na noite anterior, a caminho da Capital, Olivia contou a Docia a verdadeira raz?o p qual queria que Docia se tornasse aprendiz do Dr. Soares: era porque atendeu a dois requisitos do Dr. Soares, e ent?o ele concordou em sair de sua aposentadoria para tratar Daniel. Docia tamb¨¦mpreendeu o esfor?o de Olivia. Mas, se Docia realmente n?o quisesse, Olivia definitivamente n?o a for?aria Inesperadamente, Docia n?o hesitou em levar Olivia para dentro da casa do Dr. Soares. A casa do Dr. Soares estava arrumada, mas fria e sem vida, faltando aquele ar der. Quando entraram, o Dr. Soares estava no banheiro, escovando os dentes evando o rosto. Olivia e Docia ficaram paradas no meio da s, um tanto desconfort¨¢veis, at¨¦ que o Dr. Soares saiu do banheiro e, ao v¨ºs de p¨¦, disse. ¡°Sentem¨Cse. Por que est?o af paradas? N?o sabem se organizar? Precisam que eu cuide de voc¨ºs?¡± Ele quis dizer que s deveriam se sentir ¨¤ vontade e n?o se acanhar. Olivia e Docia trocaram um olhar e, ainda assim, foi Docia quem tomou a iniciativa, puxando Olivia pelo bra?o at¨¦ o sof¨¢ para se sentarem, sem cerim?nias. ¡°Dr. Soares, quandoe?amos o aprendizado?¡± Docia perguntou, ansiosa. ¡°N?o me chame de Dr. Soares, pode me chamar de velho mesmo, disse o Dr. Soares. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Docia: Clivia: ¡°¡­ s realmente n?o esperavam que o Dr. Soares, sua personalidade t?o peculiar e exc¨ºntrica, tivesse esse tipo de gosto, de ser chamado de velho. Ele tinha apenas pouco mais de cinquenta anos, certamente n?o era t?o velho assim. Rapidamente, o Dr. Spares voltou ao quarto e trocou de roupa por¨Cum traje forma. Com o cabelo penteado para tr¨¢s, a imagem rigida e exc¨¦ntrica de antes Instantaneamente se transformou num ar mais liter¨¢rio e profundo. Ao verem sua apar¨ºncia s¨¦ria, Olivia e Docia se endireitaram imediatamente. ¡°Docia, venha aqui, disse o Dr. Soares. Docia se ergueu enquanto Olivia permanecia sentada, at¨¦ que o Dr. Soares direcionou seu olhar para : ¡°E voc¨º, o que faz sentada al? Venha exercer o papel de anfitri? ¡± Olivia percebeu que ele estava fndo e se levantou apressadamente. Chapter 1449 Capitulo 1449 Tr¨ºs pessoas chegaram ¨¤ casa do Dr. Soares, diante do altar de ancestrals. All estava colocado um pequeno painel, uma pintura de paisagem pinheiros de boas¨Cvindas, no centro havia um incers¨¢rio, e dosdos do Incens¨¢rio, duas vs foram colocadas. Parecia muito sagrado. O Dr. Soares acendeu a v um isqueiro, retirou tr¨ºs Incensos, acende¨´¨Cos, presiou homenagem e depois os inseriu no Incens¨¢rio. ¡°Docia, venha voc¨º tamb¨¦m acender Incenso, o Dr. Soares disse, virando¨Cse para Docia. Sem dizer pvm, Docia imitou os movimentos que o Dr. Soares acabara de fazer, e acendeu o incenso Em seguida, o Dr. Soares serviu seis ta?as de vinho, e disse a Docia: ¡°Depois de brindarmos estes tr¨¨s copos, voc¨º se tomar¨¢ oficialmente minha discip. Ainda d¨¢ tempo de desistir.¡± Com determina??o, Docia pegou dois dos copos, entregou um no Dr. Soares e segurou o outro, dizendo direta: ¡°Se eu gostasse de voltar atr¨¢s, n?o teria vindo at¨¦ aqui! Chega de conversa, vamos beber.¡± Olivia: Docia falou muita ousadia e sem qualquer educa??o. Olivia teria que imitasse o Dr. Soares.Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Mas, para sua surpresa, o Dr. Soares n?o se importou nem um pouco a atitude direta de Docia. Na verdade, ele riu abertamente e aceitou o copo de cacha?a que Docia lhe oferecia, brindando . Antes mesmo de o Dr. Soarese?ar a beber, Docia j¨¢ tinha esvaziado seu copo: ¡°Ah, que saudades disso, que forte!¡± Docia parecia que ainda estava b¨¦bada, Isso deixou o Dr. Soares surpreso por um momento, mas logo depois, ele riu e tamb¨¦m bebeu todo o conte¨²do do seu copo. Depois disso, Docia brindou o Dr. Soares da mesma maneira os outros dois copos Desta forma, ¨¦ considerado uma cerim?nia, e Dacia se tornou oficialmente a ¨²nica discip do Dr. Soares ¡°A partir de depois de amanh?, voc¨º vir¨¢ ao meu instituto de pesquisa para aprender medicinaigo, disse o Dr. Soares. Agora que aceitou um discipulo, elee?ari a lecionar sem parar. ¡°Dr. Soares, quando seria conveniente visitar o Daniel?¡± Olivia perguntou, ansiosa. tinha feito tudo isso para conseguir que o Dr. Soares o atendesse ¡°Qual a pressa? Volte e fa?a os preparativos e v¨¢ l¨¢ amanh? de manh? ¡°Est¨¢ bem, amanh? de manh? eu venho busc¨¢¨Clo, disse Olivia. ¡°N?o precisa, apenas me d¨º o endere?o que eu mesmo indi.¡± Ouvindo isso, Olivia franziu levemente as sobrancelhas, preocupada. ¡°N?o se preocupe, ja que concordel,, me prepararel adequadamente e examinarel seu marido seriedade, o Dr. Soares disse, percebendo sua preocupa??o e tentando tranquiliz¨¢ Com essa promessa, Olivia finalmente se sentiu aliviada: ¡°Bem, ent?o n?o vamos iodar mais o Dr. Soares. At¨¦ amanh?.¡± Depois de deixar a casa do Dr. Soares, Olivia dirigiu diretamente para o Hospital Capital As pvras da policia de transito ainda ecoavam em sua mente: Jimena sofera um acidente de carro ontem ¨¤ noite e a situa??o n?o era otimista. deveria ter ido imediatamente para o Hospital Capital, mas para conseguir tratamento para Daniel, teve que confiar essa responsabilidade temporariamente a Carlos/ At¨¦ aquele momento, Carlos ainda n?o havia ligado para , e Olivia n?o sabiao Jimena estava, preocupada. No Hospital Capital. Carlos chegou o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Ele s¨® sabia que Jimena havia sido leyada para tratamento no Hospital Capital, mas n?o tinha ideia de onde estava. Assim que correu para o hospital, abordou uma enfermeira, perguntando ansiosamente: ¡°Onde est¨¢ Jimena?¡± A enfermeira, assustada sua agita??o, apressou¨Cse em dizer: ¡°Senhor, por favor, acalme¨Cse. Temos muitos pacientes no hospital. Se est¨¢ procurando por algu¨¦m, pode ir at¨¦ o departamento correspondente para se informar,¡± Carlos sentiu uma subita pulsa??o em suas t¨ºmporas, percebendo que havia perdidopletamente a medida de seuportamento devido ¨¤ ansiedade que o dominava. Elergou apressadamente a coleira de enfermeira, respirou fundo e perguntou: ¡°Ontem ¨¤ noite, uma mulher sofreu um acidente de camo e foi trazida ao hospital p ambulancia. O nome d ¨¦ Jimena. Em quel quarto est¨¢ eo est¨¢ sua condi??o?¡± Chapter 1450 Chapter 1450 Capitulo 1450 Carlos tentou contrr a ansiedade e preocupacao no intimo, tentando perguntar de maneira calma. Apos fazer a pergunta, seu¡éao bateu forte, medo de ouvir resultados ruins Afinal, um acidente deo pode ser grove ou leve: no pior dos casos, leva a morte, encontrando-se no necrot¨¦rio; no melhor resulta apenas em lesGes e esceriag¨¦es. Carlos ficou medo de ouvir a pvra ¡®necrot¨¦rio da boca da enfermeira. Aenfermeira ajustou a g da camisa que Carlos havia amassado, e apesar do homem a sua frente ter se acalmado, ainda estava assustada sua ansiedade e impeto agom. Este homem, de feicdes atraentes e postura distinta, ramente vinha de alta sociedade, emanando uma aura intimidadora mas charmosa. Isso assustava e, ao mesmo tempo, causava uma inquietagao incontrvel nas mulheres, Aenfermeira era uma jovem na casa dos vinte anos, nao estava acostumada a ver homens tao atraentes na vida real. olhou para Carlos, em panico, o coragao batendo mais rapido e um pouco assustado. Apesar de ter sido tratada de maneim rude por e Fele anteriormente, ainda estava disposta a ajuda¡ªlo. ¡°Senhor, venhaigo e vou leva-lo para verificar,¡± disse a enfermeira. levou Carlos at¨¦ a de cirurgia e apds consultar a estagado de enfermagem, descobriram que uma mulher chamada Jimena estava na UTI ¡°UTI?¡± Carlos ficou tenso, palido, sentindo o coragao apertar ¡°Aqui esta o prontuario da paciente. D¨¦ uma olhada¡¯¡± a chefe das enfermeiras entregou o prontuario de Jimena para Carlos. Acaligrafia do m¨¦dico era rabiscada e maluca, e Carlos, preocupadoo estava, nao tinha cabeca para decifrar o que estava escrito. Ele folheou o prontuario rapidamente e, a expressao tensa, disse a chefe das enfermeiras: ¡°Me diga diretamente como esta.¡± Respeitando a autoridade que ele exva, respondeu: ¡°A paciente sofreu um trauma na cabeca, perdeu muito sangue quando fol admitida, mas felizmente recebeu tratamento a tempo. A vida d foi salva. ficara na UTI sob observacao por um dia. Se nao apresentar febre, podera ser transferida para uma um.¡± A vida foi salvalThis content belongs to N?/velDra/ma.Org . Ao ouvir essas pvras¡ªchave, o coragao apertado de Carlos finalmente rxou. Nao importava o que acontecesse, contanto que Jimena ainda estivesse viva, isso era o que importava. ¡°Vou vero esta disse Carlos, preparando-se para sair ¡°Senhor, voc¨¦ nao pode ir agom,¡± a chefe das enfermeiras d¡¯interrompeu: ¡°Voc¨¦ nao pode entrar facilmente na unidade de terapia intensiva. A paciente ainda tem meia hora de observagao,pletando 12 horas. Apdos meia hora, sera transferida para uma um, e enta¨¦o podera panha.¡± Carlos entendeu. A UTI nao erao outras s; visitantes nao podiam entrar facilmente, pois ha 0 risco de trazer germes e virus que poderiam infectar os pacientes, consequ¨¦ncias impensaveis. ¡°Ah, senhor, a conta dos medicamentos da Senhora Jimena ainda nao foi paga. Se o senhor ¨¦ um familiar, poderia, por favor, cuidar disso?¡± a chefe das enfermeiras entregou a conta a Carlos. Sem hesitar, Carlos aceitou ¡°Eu cuido disso.¡± M hora depois, Jimena foi encaminhada para a enfermana geral. Carlos entraunng quarto Vil Jimenaldetta Ae cama, a cabeca enfaixada e recebendo soro intravenoso, aodo da cama havia um monitor cardiaco. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! A mulher que antes era animada, ativa e brincalhona agora estayen\ quieta a silenciesa, tras Carlos nao eStdva acostumado e uma forte dor surgiu em seu coragao. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Esta deve ser a sensagao de ter 0 coracao partido Ele se aproximou da cama, obseraiads Jimena, fogs estava R¨¦lida,corh Bs iOS FOXOS, e stias Yongas pestanas palpebras, imdveis. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! cobriam suas Se nao fosse pelo monitor cardiaco mostrando batimentos normais, pareceria estar morta, o que era de partir 0 coracao. Copitub 1451 Chapter 1451 Capitulo 1451 Carlos pegou uma cadeira e sentou¨Cse aodo daa d, seus olhos do encantador estavam chelos de ang¨²stia, mas ele disse pvras de reprova??o Como voc¨º consegulu isso? No passado, se chocar contra mim era uma coisa, mas agora bater em outra pessoa e quase perder a vida. Voc¨º pensa que todo mundo vai tolerar voc¨ºo eu?¡± Quando Carlos estava pagando as despesas, ligou chamou a policia de transito para se informar sobre o acidente de Jimena. Eles disseram que tinha batido em outra pessoa, resultando em ferimentos. Ao saber que Jimena tinha colidido outra pessoa, ele ficou tanto imitado quanto achou gra?a. O que h¨¢ de errado Jimena ¨¦ que nem sabeo se proteger? E achou gra?a porque continuava a mesma de sempre, distraida e descuidada. Sua habilidade ao vnte era question¨¢vel, e ainda tinha a tend¨ºncia de se distrair enquanto dirigia. ¡°Pelo menos dessa vez, voc¨º salvou sua vida. Se n?o tivesse tido tanta sorte, poderia ter perdido a vida nesse acidente. O que eu faria se voc¨º morresse? Para mim, seria o fim,¡± Carlos disse, olhando para a Jimena adormecida, murmurando para si mesmo em reprova??o. Ele nunca havia contado a Jimena o que realmente sentia, e agora que n?o podia ouvir, ele, preocupado, acabou dizendo o que senba Afinal, ningu¨¦m mais poderia ouvir, apenas ele sabia. O que ele n?o sabia era que, no momento em que disse essas pvras, algu¨¦m parou bruscamente ¨¤ porta do quarto do hospital. Fabiana deu dois passos para tr¨¢s, ficou junto ¨¤ parede do corredor, fora da linha de vis?o de Carlos. Property of N?)(velDr(a)ma.Org. As pvras que Carlos acabara de dizer, todas s, sem faltar uma letra sequer, foram ouvidas por Fabiana Seu cora??o foi brutalmente apunhdo, e uma mar¨¦ de raiva e ressentimento surgiu, quase sufocando sua respira??o. sabiamente se retirou do quarto do hospital, escondendo¨Cse atr¨¢s da parede, a respira??o irregr, um olhar de raiva e m¨¢goa, apertando os punhos enquanto tentava contrr seu ressentimento interno. Carlos acabou de dizer para Jimena, o que ele far¨¢ se morrer? Quanto Carlos deve gostar de Jimena, para dizer pvras t?o apaixonadas e sinceras enquanto estava inconsciente. Todo mundo sabe que Carlos ¨¦ um sedutor, trocando de mulher assimo troca de roupa, nunca tendo realmente se apaixonado por nenhuma mulher. Por isso, nenhuma dessas mulheres poderia sentir ci¨²mes uma da outra, afinal, todas eram apenas companhias para aliviar a solid?o de Carlos, proporcionando momentos de alegria quando juntos, mas insignificantes quando separados. No entanto, esse sedutor famoso na Capital, por uma mulher, mostrou¨Cse apaixonado, expressando pvras t?o afetuosas quando a muther estava em corna. E justo Fabiana tinha que ouvir essa dera??o, fazendo seu cora??o cheio de ci¨²mes doer ainda mais, quase a ponto de enlouquecer. respirava fundo repetidamente, tentando acalmar a tempestade de raiva e desespero dentro de si. Lutava para contrr o impulso de sair e confrontar Carlos uma briga. Ontem panhou Jimena ao hospital e viu Jimena sendo encaminhada para o pronto¨Csocorro. Jimena foi trazida ao hospital, e todo o processo de tratamento foi liderado pelos m¨¦dicos, tomando impossivel para interferic Ap¨®s a cirurgia, Jimena foi encaminhada para a unidade de terapia intensiva. Se n?o houvesse problemas nas pr¨®ximas 12 horas, seria transferida para um quarto normal. Mas ningu¨¦m, al¨¦m dos m¨¦dicos, tinha permiss?o para entrar na UTI nesse per¨ªodo. Fabiana esperava a causar algum tipo de acidente para Jimena, mas n?o conseguiu. calculou o hor¨¢rio que Jimena seria transferida para o quarto normal, nejando criar um acidente. Mas chegou tarde demais, Carlos j¨¢ estava aodo da cama de Jimena, expressando pvras t?o carinhosas e apaixonadas Essas pvras estimram os ¨®rg?os internos de Fabiana a doer! Chapter 1452 Cap¨ªtulo 1452 No quarto do hospital, Carlos n?o conseguiu contrr a preocupa??o que tinha por dentro e expressava seus sentimentos maist profundos para Jimena, mas ¨²nica resposta que recebeu fol o som do eletrocardiograma batendo. Jimena, deitada na cama, estava quieta, os olhos fechados, im¨®vel, t?o silenciosa que parecia que Carlos estava sozinho no quarto. A Jimena que antes gostava de discutir Carlos, agora estava quietaum estado vegetativo que s¨® conseguia respirar. Carlos sentia uma dor pesada em seu cora??o. Daniel machucou a cabe?a e entrou em estado vegetativo, e Carlos temia que Jimena acabasse da mesma forma. Os sentimentos que ele havia reprimido por tr¨ºs anos finalmente se tomaram insuport¨¢veis de segurar This text is ? N?velDrama/.Org. ¨¦ estranhoo as pessoas funcionam; quando a pessoa que amamos est¨¢ bem, estamos sempre cheios de preocupa??es, segurando a forte saudade e n?o indo ao encontro d. Quando algo aconteceu e ele percebeu que poderia perd¨º para o resto da vida, ele n?o conseguiu esconder as emo??es em seu cora??o e n?o p?de evitar revel¨¢s. Carlos respirou fundo, aproximou¨Cse de Jimena, pegou delicadamente a m?o d que n?o estava com soro, e a ponta do polegar, acariciou levernente o dorso da m?o d, a voz um pouco rouca: ¡°Jimena, me desculpe, senti sua falta por tr¨ºs anos¡­ mas¡­¡­..¡± Ele parou, sentindo uma dor aguda na garganta, e as pvras que viriam a seguir n?o sairam. Mas agora voc¨º ¨¦ esposa de Yuri, mesmo que eu n?o consiga te esquecer, o que mais posso fazer? ¨¦ impossivel para mim deixar voc¨º me trair, muito menos ser o pecador em seu casamento Yuri. Fabiana, que estava dodo de fora tentando contrr as emo??es tumultuadas e acalmar sua pr¨®pria raiva, lembrando¨Cse do conselho de sua m?e para manter a calma, ouviu as pvras de Carlos e sentiuo se um soco tivesse sido desferido contra seu cora??o j¨¢ ferido. A f¨²ria que mal conseguia conter foi instantaneamente incendiada, queimando ferozmente, incontrol¨¢vel. Fabiana saiu de tr¨¢s da porta, entrou no quarto do hospital quase hist¨¦rica. Ao caminhar rapidamente at¨¦ Carlos, gritou raiva: ¡°Carlos, voc¨º sabe o que est¨¢ dizendo? Eu sou sua noiva, e voc¨º ousa dizer a outra mulher que perdeu tr¨ºs anos ! Onde isso me deixa?¡± A voz aguda de Fabiana ecoou por todos os cantos da enfermaria. A tristeza de Carlos foi imediatamente substituida p voz estridente de Fabiana. Levantando a cabe?a e vendo Fabiana se aproximando da cama uma aura hostil, seu cora??o apertou, e ele se levantou rapidamente, segurando os ombros de Fabianal a m?o grande e a empurrando para tr¨¢s: ¡°Fabiana, se quer enlouquecer, volte para a familia Barbosa!¡± Carlos disse raiva enquanto contrva suas for?as e empurrava Fabiana para fora da enfermaria. Ele estava multo preocupado; Jimena acabara de ser transferida da UTI para o quarto normal, e ainda estava em per¨ªodo critico. O som agudo da voz de Fabiana seria ensurdecedor para qualquer pessoa saud¨¢vel, quanto mais para Jimena, que havia sofrido uma les?o grave na cabe?a. Qualquer descuido poderia ser fatal. Ele estava ansioso para expulsar Fabiana. ¡°Carlos, me solte!¡± Fabiana estava desesperada, j¨¢ fervendo de raiva e querendo confrontar Carlos. Agora, por causa de outra mulher, Carlos estava sendo t?o rude , empurrando¨Ca para fora do quarto sem nenhum cuidado ou delicadeza. Suas omotase?aram a doer o empurr?o. Fabiana se sentiu desvalorizada e ficou ainda mais furiosa, seu cora??o quase explodindo de raiva. Mas Carlos n?o a escutava. ele s¨® conseguia pensar em Jimena. Se deixasse Fabiana continuar causando alvoro?o no quarto, Jimena poderia correr risco de vida a qualquer momento. Jo 1453 Chapter 1455 Chapter 1455 Capitulo 1455 Naqu ¨¦poca, sua cabega estava enrda em gaze e ele ficava deitado im¨¦vel na cama, e depois, acabou se tomando un vegetativo. Esse tipo de cena, Olivia nao podia mais suportar, ao ver, seu coragdo parecia estar mergulhado no fundo do mar, tanto apertado quanto dolorido. Daniel ficou ema por dois anos, se preocupou por dois anos, nado podia mais suportar ver qualquer pessoa que se importava se tomar assim. Olivia se abaixou e ficou aodo da cama de Jimena,grimas girando em seus olhos, disse culpa: ¡°Jimena, me desculpe, ontem a noite, eu nao deveria ter te deixado voltar sozinha...¡± Docia se aproximou de Olivia, segurou gentilmente pelos ombros e disse-lhe: ¡°Olivia, o m¨¦dico acabou de dizer que so teve uma concussao grave, bom repouso ficara bem, nao vai virar uma vegetativa.¡± Quando Olivia e Docia chegaram, s.consultaram sobre o estado de Jimena no posto de enfermagem, foi transferida da UTI para um quartoum, nao havia mais grandes problemas. Olivia se endireitou, enxugou asgrimas do canto dos olhos, a voz um pouco embargada, apresentou a Docia: ¡°¨¦a Jimena ¡ª que sempre te falo, conheci durante a universidade, uma pessoa muito boa.¡± ¡°Se 6 sua amiga, entao ¨¦ minha amiga tamb¨¦m. Nao se preocupa, vai ficar bem.¡± Docia a consolou. No momento em que fva, o celr de Olivia tocou, o pegou e viu que a ligagao era da tia Faro, apressadamente salu do quarto para atender.This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Olivia, por que a Srta. Santos nao voltou ontem a noite, as criangas acordaram chorando procurando p mamae, eu tamb¨¦m nao sabia o que dizer a eles, a Srta. Santos nunca ficou fora durante a noite assim.¡± Ontem, a tia Faro, checou a hora tarde demais, entao convenceu as duas crian¡éas a dormirem. Quando acordou, ja era manha. As criangas tamb¨¦m acordaram, e antes que pudesse checar o celr,egou a cuidar ds. As criangas procuraram por toda a casa e nao viram Jimena, entaoecaram a chorar p mamae. Foi entao que a tia F Faro lembrou de pegar o celr para entrar em contato Jimena. viu que havia uma chamada perdida de Olivia e entao ligou de volta. As criangas, desde pequenas, nunca tinham passado uma noite longe da mamae, a aus¨¦ncia subita de Jimena durante uma noite inteira fez que secassem a entrar em panico, sentindo-se inseguras. Ao ouvir que as criangas estavam procurando por Jimena, Olivia sentiu-se ainda mais triste. Os filhos de Jimena, que sao apenas beb¨¦s de dois anos, sao os que mais sofrem. Eles estao na fase de maior depend¨¦ncia da mae. Se Jimena nao estivesse aodo deles, eles se sentiriam tanto em panico e medo, preocupados a possibilidade de serem abandonados. Olivia disse: ¡°Tia Faro, Jimena sofreu um acidente de carro ontem a noite, eu so fiquei sabendo hoje.¡± ¡°O qu¨¦, a Srta. Santos sofreu um acidente,o esta agora?¡± A voz preocupada de tia Faro veio pelo telefone ¡° ja esta fora de perigo, sob observagao.¡± The pootent Son V ER, novel dtom! Read thetest chapter there! ag! ¡°Mamae, eu quero a mamae... ¡°Mamae, a mamae nao nos quer mais...¡± Do outrodo do telefone, vieram as vozes chorosas e es des om cpapgenls¨¦e mo coragao de quem ouvia. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Olivia nado podia suportar ver as criangas em panico, rapidamente disse: ¡°Tia Faro, Jimen@esta ao Hospitanoapital, voce poderia trazer as criangas aqui? Deixe-os ver a mamiae deles, s vao se sentir mais tranqus". The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Capitulo 1456 Chapter 1456 Chapter 1456 Capitulo 1456 Olivia terminou de fr e desligou 0 telefone, observando preocupagao Jimena deitada na cama do hospital, tamb¨¦m era mae e sabia o quanto uma mae se preocupa seus filhos. Provavelmente, o que Jimena mois queria agam era ouvir a voz de seus filhos. Talvez, ao ouvir seus filhos a chamarem sua mao a acondasse mais cedo? Olivia e Docia estavam esperando na cama de hospital de Jimena, e as vozes suaves e suaves de dois lindos beb¨¦s soavan na porta. ¡°Enfermeira, estamos procurando p nossa mame, sofreu um acidente de carro, esta machucada, Alice esta muito do, Alice quer v¨¦.¡± A vozinha chorosa e temerosa da menina, tao suave, fazia o coragao de quem ouvia quase derreter ¡°E, enfermeira, nossa mamae nos ama muito, e nds tamb¨¦m a amamos muita. esta machucada, muita dor, Alex quer soprar para sarar.¡± As pvras cheias depaixao do menino soaram, mesmo sendo tao jovem, ele ja sabia querer aliviar a dor de sua mamae. O coracgao da menina se encheu de emocao ao ouvir isso, e sua voz suavizou-se inconscienternente: ¡°Pequeninos,o se chama a mamae de voc¨¦s? Diga o nome d para que eu saiba em qual quarto esta.¡± ¡°Por favoc a mae deles se chama Jimena. Tia Faro disse, pois Olivia havia informado o numero do quarto anteriormente, mas tia Faro, ansiosa, havia esquecido. ¡°Ah, Jimena, esta neste quarto aqui.¡± A enfermeira apontou para o quarto nao muito distante deles. ¡°Muito obrigada¡± Tia Faro agradeceu e caminhou rapidamente para a enfermaria Alex e Alice. Nesse momento, Olivia apareceu para receb¨¦¡ªlos, encontrando-se na porta tia Faro, que trazia os dois pequeninos Tia Faro, entrem. Disse Olivia. ¡°Tia Souza!¡± Os pequeninos, ao v¨¦, iluminaram-se, soltaram a mao de tia Faro e correram em diregao a Olivia suas pequenas pernas. Olivia ajoelhou-se apressadamente, abragou os dois pequeninos e disse as criancgas em voz baixa: ¡°Alex, Alice, que bom ver voc¨¦s. A tia esta muito feliz. Mas eu preciso conversar uma coisa voc¨¦s, precisamos fr baixinho e, quando verem a mam¨¦ae de voc¨¦s, s6 podem olhar, nao podem tocar, esta?¡± ¡°Por qu¨¦? Eu quero abragar a mamae.¡± Alice inclinou a cabecinha, o rostinho redondo e bochechudo, adoravel e confuso, seus lindos olhinhos brilhantes e inocentes. O desejo por sua mae era evidente nos olhos do pequeno. ¡°Eu quero soprar a dor da mamae. As sobrancelhas imaturas de Alex franziram levemente, formando uma pequena espinha.Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Olivia explicou ¡°Porque a mamae de voc¨¦s esta muito machucada, se fizemos muito barulho, podemos piorar a dor d. Se tocamos sem querer na cabeca d, pode correr perigo de vida, ¨¦ntao s¨¦ podemos olhar ok?¡± Olivia queria que as criangas vissem Jimena para se tranquilizarem, para saberem que a mae ds realmente nao podia voltar para casa eles, nao porque nao os queria mais. Mas 0 pr¨¦-requisito ¨¦ garantir a seguranga de Jimena, Se, por um descuido, causasse algum dano irreversivel a Jimena, Olivia nao se perdoaria. lembrou-se de um romance em que 0 protagonista havia sofrido um acidente, foi Poteau @ cuspgadbre grave e quando eStava prestes a se recuperar, foi acidentalmente empurrado p protagonista feminina, o que levou a sua morte. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Por precaugao, Olivia nao poderia deixar isso acontecer. As criangas eram muito apegadas a Jimena, e se, ao v¨¦, nao conseguissem se segurar @ O ae ? eesppatabaee tocando-a, as consequ¨¦ncias seriam inimaginaveis. Portanto, Olivia precisava prepara¡ªlos antecipadamente. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Alex e Alice, embora fossem jovens, eles imediatamente ficaram vigntes quando souberam avera vida de aynfedsta em perigo. Olivia havia contado uma histdria aos dois garotinhos antes, explicando o que significava estar em perigo de vida, e que morrer significava nunca mais ver aqu pessoa The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! As criangas tinham boa mem¨¦dria e, ao guvirem Olivia fr que sua mae poderia estar em perigo de vida, ficaram extremamente assustadas. Capitulo 1457 Chapter 1457 Chapter 1457 Capitulo 1457 Alice, cheia de preocupa¡éao e medo, tinha os olhos brilhandogrimas cristalinas, segurando a emocao de chorar, concordou a cabega, demonstrando maturidade. O rosto de Alex estava vermelho, cheio de medo e preocupacao, e ele assentiu confuso. ¡°Alex e Alice sao incriveis, Olivia disse carinho, acariciando suas pequenas cabecas e segurando suas maos enquanto caminhavam em direcao a cama de Jimena.This text is ? N?velDrama/.Org. ¡°Ah mamae..¡± Alice, ergueu a cabecinha e viu Jimena deltado im¨¦vel na cama, ataduras, e asgrimasecaram a fluir abundantemente de seus olhos, cheia de dor e medo. Medo de perder a mamae. Alex tamb¨¦m franziu osbios e estava prestes a chorar.. Eles pararam a mais de um metro de distancia da cama de Jimena. Olivia havia dito que eles nao podiam tocar na mamae, senao poderia morrer. Eles temiam que a mamae morresse, entao nao ousaram se aproximar Quando as criangasecgaram a chorar, 0 coragao de Olivia derreteu, e rapidamente se abaixou para pegar Alice no colo. Ao ver isso, tia Faro rapidamente se adiantou e pegou Alex no colo. ¡°Alice, nado chore, a mamae so esta machucada. Com um pouco de descanso, ficara bem. Nao chore, nao chore. Quando a mam¨¦ae se recuperar, vai contar historias para voc¨¦s e ajuda¡ªlos a dormir, Nao tenham medo,¡± Olivia consva Alice enquanto enxugava suasgrimas. ¡°E isso al, Alex, voc¨¦ ¨¦ 0 irmao mais velho, tem que ser um exemplo para a sua imma, nao pode chorar, viu? Se voc¨¦ chorar, sua mae ficara ainda mais preocupada.,¡± Tia Faro acalmava Alex. Afinal, sao apenas criangas de dois anos que, por mais que sejam maduras, ainda tem uma capacidade de suportar as coisas ainda ¨¦ muito fraca Alex levantou a maozinha, enxugou lagrimas e, obio tremulo, tentou se contrr para nao chorar. ¡°Wex nao vai chorar, a ima tamb¨¦m nao vai chorar, a mam¨¦ae vai ficar boa logo.¡± E2A528 Alice, Ele estava tentando se consr e tamb¨¦m consr a irma. com seus pequenosbios vermelhos tremendo, tentava segurar asgrimas, mas s caiam uma a uma, uma visao de partir 0 coragao. *Tudo bem, voc¨¦s viram a mamae, esta machucada e nao podera voltar para casa para coloca-los para dormir por alguns dias. Voc¨¦s devem ouvir a avo Faro, ok? Quando sua mamae melhorar, vai voltar e voc¨¦ pode assistir At¨¦ a mamae aparecer na sua frente. Que tal voltarem a avo Faro agora?¡± Olivia falou aos dois um tom de negociagao. ¡°Hmm, vamos esperar p mamae,¡± Alex concordou obedientemente. Com Alex concordando, Alice naturalmente fez o mesmo. Tia Faro deu uma rapida olhada em Jimena e viu que estava gravemente ferida, suspirou mncolicamente e levou as criangas para fora do quarto. Observando Tia Faro levar os dois pequenos embora, os glhos ds Olivia involun riamentel Ss &ncheram de ldgrithas) sentia falta de seus quatro filhos. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Fazia tr¨¦s anos que nao via seus filhos. As vezes, em sonhos noturnos, sua saudade apertava o coragao. Talvez, a quando Daniel acordar tenha a oportunidade de ver seus quatro beb¨¦s. Eles agora tem sete anos e sao mais sensatos. Tia Faro, levando Alex e Alice, chegou ao elevador e esperava. Um elevador chegou, e as portas se abriram. ¡°O elevador chegou!¡± Alice correu em direcdo a ele, Eo ceyneoona homemgata uc&ibvador, a testa de Alice bateu na pema do The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! homem. ¡°Pequena, voc¨¦ esta bem?¡± Carlos, saindo as pressas 8 eivad@ m imousiserrapfda ente para ver o rosto da crianga. The content is on NovelDrama.Org! Read thetest chapter there! Capitulo 1458 Chapter 1458 Cap¨ªtulo 1458 Alice ergueu sua pequena cabe?a e olhou para Carlos um par de lindos e infantis olhos vermelhos de f¨ºnix. No momento em que viu o rosto de Carlos, uma onda de admira??o surgiu instantaneamente no fundo de seus olhos infantis, e disse uma voz suave e curiosa ¡°Tie, voc¨º ¨¦ t?o bonito. Minha mam?e gosta de pessoas bonitas¡± Carlos, que estava preocupado se tinha machucado a pequena, ao ver a cabe?a d erguida, revndo um rostinho gorducha e macioo um plozinho, sentu uma vontade irresistivel de apertar e at¨¦ de morder A fofura da voz do menininho tamb¨¦m tocou o cora??o de Carlos, que estava irritado Fabiana, fazendo¨Co se sentir imediatamente mais calmo e macio. Os olhos de f¨ºnix da menina pareciam um pouco parecidos os dele Essa semelhan?a agitou o cora??o de Carlos Ele segurou a m?o da menina e caminhou at¨¦ odo do elevador, agachou se e tentou ficar o mais na altura possivel dos olhos d. Sua voz ficou um pouco mais suave e ele disse Pequena, obrigado por achar que sou bonito. Como se chama sua mam?e, que n?o gosta do seu papai, mas gosta de homens bonitos?¡± Carlos perguntou confuso Para poder dar ¨¤ luz uma menina t?o linda, a gen¨¦tica dos pais n?o deve ser simples. Com uma familia t?o feliz, era surpreendente que a mam?e daan?a n?o amasse devidamente o pai deles, preferindo homens bonitos. ¡°Minha mam?e se chama. ¡°Senhor desculpe¨Cme, minha pequena acabou esbarrando em voc¨º agora h¨¢ pouco, pe?o desculpas em nome d, a crian?a ¨¦ muito Alice, seus olhos de fenix inocentes e jovens, estava prestes a dizer que o nome da m?e era Jimena. Tia Souza sempre chamava a mam?e d assim. Tia Faro se aproximou, pegou¨Ca nos bra?os e, cheia de remorsos, disse a Carlos. Carlos olhou para cima ao ouvir a voz e viu uma mulher de meia¨Cidade que era estranha para ele, segurando a menina que havia esbarrado nele. continuando a se desculpar Parecia que a menina era da familia d. Ele ¨¦ uma crian?a de umr que n?o conhece, umpleto estranho. Por alguma raz?o, Carlos sentiu uma leve decep??o. Ele se levantou e disse a tia Faro: ¡°N?o tem problema, a crian?a ¨¦ muito nova, os adultos precisam cuidar bem, caso a para o elevador sozinha e aconte?a algo, seria terrivel.¡± ¡°Sim, sim, obrigada pelo aviso, senhor. Eu definitivamente cuidarei melhor da crian?a daqui para frente, tia Faro disse apressadamente, aceitando o conselho humildade. Carlos olhou mais uma vez, relutancia, para a menina nos bra?os de tia Faro; era muito linda, como uma boneca, um rostinho gorducho e olhos de f¨ºnix jovens e fofos. Talvez porque a menina tivesse olhos de f¨ºnixo as dele, Carlos sentiu uma estranha sensa??o de afinidade. Mas n?o importa o qu?o amig¨¢vel ele seja, ele ainda ¨¦ filho de outra pessoa. Carlos voltou a si, preparando¨Cse para partir, quando seu olhar casualmente captou um menino ao lado de tia Faro, da mesma idade da menina e tamb¨¦m muito bonito, algumas semelhan?as ele. arao This text is ? N?velDrama/.Org. Algo no cora??o de Carlos foi tocado, e ele olhou para o menino por alguns segundos, perguntando seriamente a tia Faro: ¡°Essas duas crian?as s?o suas?¡± Tia Faro liberou apressadamente a m?o para segurar a m?ozinha de Alex e disse honestamente a Carlos: ¡°Sim, s?o g¨¦meos, ambas crian?as da nossa familia. Seus pais s?o bastante bonitos, ent?o eles tamb¨¦m s?o muito ador¨¢veis,¡± Olivia saiu do quarto de hospital, nejando ir at¨¦ o aquecedor buscar ¨¢gua quente, quando viu, logo ao sair do corredor, tia Faro duas crian?as, conversando um homem E esse homem era Carlos! Meu Deus, tia Faro realmente trouxe os dois filhos para conhecer o Carlos! Alex e Alice s?o os filhos biol¨®gicos de Carlos! Se Carlos reconhecesse as crian?as. Chapter 1459 Cap¨ªtulo 1459 Olivia pensou nas consequ¨ºncias e seu cora??o saltou para a garganta. No momento de sua ansiedade, Alice, no colo da tia Faro, olhou em sua dire??o O cora??o de Olivia deu um salto e rapidamente recuou para tr¨¢s da parede do corredor, deixando que a parede a bloqueasse. Para evitar que Alice a visse e chamasse por tia Souza em sua depend¨ºncia. Assim que Alice chamasse, Carlos saberia que conhecia as crian?as. Afinal, Carlos era o segundo filho do Grupo Marques, uma percep??o agu?ada. Seele soubesse que os filhos a conheciam, Carlos certamente investigaria a fundo, seguindo o rastro d at¨¦ descobrir que as Crian?as eram filhas de Jimena. Al ele descobriu que os filhos eram dele! Jimena havia se esfor?ado tanto,prando uma casa, contratando uma bab¨¢, tudo para esconder as crian?as e evitar que a familia Marques descobrisse. tinha medo que os filhos fossem sequestrados por uma familia Marques. Se, por causa d, Jimena perdesse as crian?as, Olivia se consideraria eternamente culpada. Olivia se escondeu atr¨¢s da parede, seu cora??o batendo descontrdamente, preocupada que Alice a tivesse visto. Carlos se encontrou seus pr¨®prios filhos, e a verdade estava apenas a uma parede de distancia. A tens?o de Olivia n?o era menor do que quando temia que Daniel visse seus quatro filhos. No momento de extrema ansiedade de Olivia, Carlos falou: ¡°¨¦ verdade, os pais dessas crian?as s?o muito sortudos por terem g¨¦meos teo ador¨¢veis. Entre no elevador, para n?o ter que descer de novo. Carlos abriu caminho para que tia Faro levasse as crian?as para dentro do elevador. Ele n?o tinha ideia sobre crian?as antes, mas ao ver esses dois pequenos desconhecidos, sentiu um amor inexplic¨¢vel surgir em seu cora??o. Parece que ele n?o desgostava de crian?as, simplesmente nunca teve a chance de ter as suas pr¨®prias Carlos teve muitas mulheres, mas sempre tomou precau??es para que nenhuma ds engravidasse A ¨²nica que n?o tomou nenhuma provid¨ºncia foi Jimena, Infelizmente, Jimena agora estava casada Yuri e n?o havia noticias de que tivesse tido filhos. Como poderia haver uma crian?a entre ele e Jimena? Carlos pensou amargamente consigo mesmo, observando o elevador descer e os n¨²meros saltarem, antes de voltar a si e caminhar em dire??o ao quarto de Jimena. ?? 3 ? ?? ? ??????? ?? ? ? ?? ?? ???? ??i Ao virar a esquina, viu Olivia parada all, segurando uma garrafa t¨¦rmica, um olhar baixo e nervoso. Carlos falou: ¡°Olivia, o que houve? Jimena est¨¢ algum problema?¡± Ao perguntar, o cora??o de Carlos j¨¢ estava apreensivo. Se n?o fosse algum problema Jimena, por que Olivia teria uma express?o t?o ansiosa? Olivia, perdida em seus pensamentos, levou um susto ao ouvir seu nome, voltou a si e viu Carlos. Ent?o, suspirou aliviada. deu uma tapinha no peito e disse: ¡°Jimena est¨¢ bem, n?o se preocupe. Carlos, voc¨º n?o mandou Fabiana embora? Por que voc¨º voltou?¡± Olivia perguntou timidamente. n?o sabia o que tia Faro havia dito a Carlos, se ele havia reconhecido Alex e Alice ou n?o. n?o podia perguntar diretamente, pois seria uma confiss?o. Ent?o, optou por sondar primeiro. Ap¨®s fazer a pergunta, Olivia olhou nervosa para Carlos seus olhos ros.This text is ? N?velDrama/.Org. Chapter 1460 Cap¨ªtulo 1460 ¡°Minha m?e foi buscar Fabiana eu n?o quero v¨º nem por um instante¡± A simples men??o do nome de Fabiana imitava Carlos, que se mostrou visivelmente constrangido ao responder a Olivia. ¡°Estava preocupado que os gritos de Fabiana tivessem afetado a Jimena, por isso voltel para ver como estava¡± Em seguida, Carlos se explicou. Nas pvras de Carlos, n?o havia men??o alguma nos filhos, o cora??o apertado de Olivia finalmente se aliviou. Com isso, Carlos n?o reconheceu a Alex e Alice, e tia Faro tamb¨¦m n?o deixou escapar nada. De fato, Alex e Alice eram abina??o perfeita entre Jimena e Carlos. Os olhos de Alice eramo os de Carlos, mas o nariz e a boca lembravam os de Jimena. Enquanto Alex tinha as sobrancelhas, o nariz, a bocao os de Carlos, mas os olhos, redondos e expressivos, eramo os de Jimena, uma caracteristica marcante. Mesmo que Carlos tivesse visto as crian?as, n?o associaria que s eram seus filhos. ¡°Jimena est¨¢ bem, so precisa de um repouso tranquilo, n?o precisa se preocupar demais.¡± Olivia tentou tranquilizar Carlos: ¡°Voc¨º devena voltar para evitar que sua noiva fique ci¨²mes e venha aqui fazer um escandalo.¡± Dito isso, Olivia estava p a pronta para ir embora. Carlos a deteve, a postura desleixada e irreverente de outrora deu lugar a uma express?o s¨¦ria e ligeiramente angustiada: ¡°Olivia, o meu noivado a Fabiana foi for?ado.¡± Ele desejava esrecer para Olivia que n?o nutria qualquer afei??o por Fabiana e que n?o queria mais ser vincdo a dessa forma. Erao se, explicando¨Cse para Olivia, Jimena, ao acordar, tamb¨¦m entenderia seus sentimentos. Pois Olivia e Jimena eram melhores amigas, n?o havia segredos entre s. Quando Jimena acordasse, certeza Olivia passaria a mensagem para . ¡°Independentemente de ser for?ado ou n?o, o fato ¨¦ que voc¨º e Fabiana estavam juntoso marido e mulher. Seja um homem respons¨¢vel e cuide d.¡± Ap¨®s dizer isso, Olivia saiu, levando consigo o garraf?o t¨¦rmico. Carlos, que ainda mantinha uma falsca de esperan?a, sentiu um aperto no cora??o ao ouvir as pvras de Olivia. Jimena realmente contava tudo para Olivia, at¨¦ mesmo segredos t?o intimos! deve ter se sentido furiosa e desprezada ao contar para Olivia que acordou e viu ele e Fabiana compartilhando a mesma cama. Naqu vez, ele feriu Jimena, rompendo o pouco afeto que ainda tinha por ele. Carlos respirou fundo, voltando ao quarto de Jimena, viu que al¨¦m de Olivia, havia outra mulher chamada Docia cuidando d Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Assim, Carlos se sentiu mais tranquilo e preparou¨Cse para sair. ¡°Ol¨¢, em qual quarto est¨¢ a Jimena?¡± Carlos estava saindo do quarto quando viu um homem alto, de ¨®culos de arma??o dourada, aparentemente ansioso, perguntando ¨¤ enfermeira pelo quarto de Jimena. Carlos reconheceu imediatamente que aquele homem era Yuri! Ao avistar Yuri, o cora??o j¨¢ onerado de Carlos foi inundado por ira e, num impeto, ele avan?ou e agarrou o crinho de Yuri, exmando: ¡°Venhaigo!¡± Yuri tentou resistir, mas ao reconhecer Carlos, baixou a m?o que havia erguido e segulu¨Co. Chegando ao final do corredor, Yuri disse: ¡°Sr. Marques, pode soltar meu crinho agora?¡± Sem dizer nada, Carlos acertou um soco no rosto de Yuri, os olhos furiosos tremendo de e raiva. Com a voz baixa e cheia de f¨²ria, disse: ¡°Yur, que tipo de marido voc¨º ¨¦! sofreu um acidente e est¨¢ no hospital h¨¢ mais de um dia e voc¨º s¨® aparece agora! n?o voltou para casa ¨¤ noite e voc¨º nem se preocupou em procur¨¢?¡± Chapter 1461 Cap¨ªtulo 1461 Yuri levou um soco bem dado, ficando o rosto inchado e dolorido. Pressionou a lingua contra a face, formando um incha?o onde tinha sido atingido. Ao baixar a lingua, o incha?o desapareceu, mas a vermelhid?o persistiu. Ajeltou os ¨®culos tortos e olhou para tr¨¢s, encarando um Carlos imitado, e disse calmamente: ¡°Parece que o Sr. Marques se preocupa bastante ¡­¡± Carlos encontrou o olhar tranquilo e profundo de Yuri, por detr¨¢s dos ¨®culos, uma erudi??o que escondia uma raiva contida. Carlos sentiu um sobressalto no??o, percebendo que estava preocupado a esposa de outro homem, e Yuri estaval simplesmente clumes, segurando sua imita??o. Quem realmente deveria se preocupar Jimena era Yuri, seu esposo, e ele, Carlos, nem sequer tinha o direito de se preocupar . Movido p impulsividade, Carlos agrediu Yuri e, agora, consumido p culpa e p perda moral, mas habituado a um estilo de vida luxuoso e repleto de elogios, ele n?o era algu¨¦m que se desculpava com facilidade. Desviou o olhar e disse: ¡°Jimena ¨¦ uma velha amiga, me preocupar ¨¦ normal.¡± ¡°O Sr. Marques tamb¨¦m sabe que ¨¦ apenas um velho amigo de Jimena. S¨® isso, nada mais. Se n?o for nada importante, por favor, evite perturbar a vida d daqui para frente.¡± As pvras de Yuri, apesar de parecerem calmas e indiferentes, eram extremamente incisivas Dito isso, Yuri virou¨Cse e foi embora. Carlos, o cora??o ferido, observou Yuri caminhar decididamente em dire??o ao quarto de hospital de Jimena. Quanto mais Carlos se preocupava Jimena, mais raiva e imita??o sentia, e agora, seu cora??o estava dolorosamente ferido. Sim, agora ele nem sequer tinha o direito de se preocupar Yuri e Jimena eram marido e mulher, o casal que, n?o importa o que acontecesse, permanecia unido, enfrentando juntos as dificuldades, oferecendo apoio e cuidado m¨²tuos. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. E ele era, no m¨¢ximo, um estranho. Um estranho que n?o tinha nenhum direito de se intrometer nos assuntos de Jimena, de repreender seu marido por n?o saber Imediatamente de seu acidente de carro. Ele havia perdido tr¨ºs anos, e eles, todos os detalhes da vida d. Doravante, em quaisquer eventos futuros de sua vida, ele n?o seria mais o personagem principal. O cora??o de Carlos estavao se fosse mergulhado no mar, pesado e amargo. P primeira vez, sentiu o arrependimento e a frustra??o por n?o ter valorizado algu¨¦m. Mas de que servia o arrependimento e a frustra??o? Ele era impotente para mudar a situa??o. Ele havia sido ingenuo ao pensar que, apenas se distanciando de Fabiana, poderia justificar¨Cse para Jimena Num impulso, esqueceu se de que Jimena j¨¢ era casada, que seu mando era Yuri. A partir de ent?o, quem quer que fosse suapanhia, solteira ouprometida, n?o teria qualquer liga??o Jimena. Carlos baixou a cabe?a, carregado de tristeza, e deixou o hospital. Olivia voltou ao quarto uma jarra d¡¯¨¢gua e viu Yuri, preocupado, sentado aodo da cama de Jimena. Sem surpresa, disse: ¡°Foi a tia Faro que te ligou, n¨¦?¡± ¡°Sim, por que tem que ser t?o teimosa? Se reconciliar seus pais e contar a eles que teve dois filhos, eles ainda ajudariam a cuidar das crian?as, assumindo parte da responsabilidade. Seria muito melhor do que ter que lidar tudo sozinha.¡± Yuri estava preocupado a gravidade dos ferimentos de Jimena. ¡°Voc¨º ainda n?o conhece bem a Jimena, disse Olivia, colocando a chaleira dedo. Chapter 1462 Cap¨ªtulo 1462 Jimena s¨® est¨¢ preocupada em n?o querer que seus pais assumam suas responsabilidades, se sentiria envergonhada¡°, explicou Olivia para Yuri. ¡°Mas o que tem demais nisso? S?o os pais d, n?o s?o estranhos¡°, Yuri n?o conseguia entender. Jimena era filha ¨²nica de seus pais. H¨¢ tr¨ºs anos, entrou em conflito a familia por se recusar a casar a pessoa que eles haviam escolhido para . Mas Yuri frequentemente conversava os pais de Jimena, que agora j¨¢ a perdoaram e querem que volte para casa, mas n?o conseguem abaixar o orgulho para procur¨¢ diretamente. Jimena fealmente ficou tr¨ºs anos sem contactar seus pais, sem deix¨¢¨Clos saber que teve dois filhos, sem permitir que os av¨®s. participassem do crescimento das crian?as? Jimena pode parecer desapegada, mas ¨¦ muito orgulhosa. Eu tamb¨¦m j¨¢ a aconselhei a visitar seus pais de vez em quando. Quando estiver pronta, voltar¨¢, ¨¦ quest?o de tempo¡°, disse Olivia. Yuri abriu a boca, querendo contar que acabara de encontrar Carlos, s, mas no ¨²ltimo momento achou que n?o era necess¨¢rio e desistiu. Na manh? seguinte, Olivia acordou bem cedo, se arrumou e pediu a F¨¢bio que ordenasse ¨¤ cozinha preparar v¨¢rias delicias para receber os visitantes. Hoje era o dia em que o Dr. Soares viria ¨¤ Vi Serenidade para tratar de Daniel Olivia havia conseguido convencer o Dr. Soares a tratar de Daniel e n?o podia decepcion¨¢¨Clo de maneira alguma. As oito da manh?, o Dr. Soares chegouo previsto, e Olivia o recebeu educadamente: ¡°Dr. Soares, que bom que o senhor chegou. N?o tomou caf¨¦ ainda, certo? Por favor, venha tomar caf¨¦ conosco primeiro¡± Ap¨®s dizer isso, Olivia sinalizou para F¨¢bio, que prontamente se adiantou para pegar a maleta de medicamentos que o Dr. Soares carregava. Assim que estendeu a m?o, o Dr. Soares deu um passo para tr¨¢s, ramente recusando a ajuda F¨¢bio, ligeiramente constrangido, abaixou a m?o, por¨¦m sustentou um sorriso cort¨¨s no rosto: ¡°Por favor, Dr. Soares, tome assento aqui. Joaquim olhou para F¨¢bio e depois para Olivia, dizendo: ¡°Eu j¨¢i, n?o precisa de tanto rde. Prometi que viria hoje tratar do seu marido e n?o vou atrasar. Onde ele est¨¢?¡± O Dr. Soares chamou Daniel de marido de Olivia, e , para facilitar o tratamento, nunca corrigiu o termo Vendo a disposi??o do Dr. Soares, Olivia n?o insistiu mais e disse: ¡°Ele est¨¢ no andar de cima, vou lev¨¢¨Clo at¨¦ l¨¢.¡± Olivia conduziu Joaquim ao quarto de Daniel. Daniel estava h¨¢ tr¨ºs anos na mesma condi??o, sempre deitado em sua cama, cuidadosamente mantido por Olivia, que pessoalmente o alimentava. Ele n?o havia emagrecido, ainda era robusto, mas permanecia ema. Vestido pijamas de seda cinza¨Cescuro e reclinado na cama, a imponencia e o ar nobre de Daniel ainda persistiam. Contudo, sua pele, antes vi?osa, agora exibia uma palidez g¨¦lida, conferindo¨Clhe uma aura ainda mais distante e inquietante A palidez excessiva n?o era um bom sinal, indicando m¨¢ sa¨²de. Dr. Soares colocou sua maleta aodo, em uma cadeira, e pegou a m?o de Daniel para tomar seu pulso. Durante o exame, a express?o do Dr. Soares era de concentra??o e seriedade. Olivia ficou aodo, segurando a respira??o, tentando n?o fazer nenhurn barulho que pudesse distrair o Dr. Soares. O quarto estava empleto sil¨ºncio, concentrado no exame, quando de repente se ouviu passos autorit¨¢rios no corredor, quebrando o sil¨ºncio sepulcral Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Olivia se virou para ver quem chegava e viu o Velho Sr. Griera, vestindo um sobre Chapter 1463 Cap¨ªtulo 1463 E atr¨¢s dele, ainda seguiam v¨¢rios seguran?as vestidos de preto Isso fez que o cora??o de Olivia se agitasse inconscientemente. esses curandeiros de beim de estrada para cuidar do Daniel?¡± exmou o Velho Sr. Griera ¡°Olivia, quem autorizou voc¨º a convocar es uma voz profunda. Seu olhar era s¨¦rio o prante, direcionado a Dr. Soares. Olivia sentiu um sobressalto, preocupada que Dr. Soares ficasse olendido e se recusasse a trator Daniel, mas viu que Dr. Soares mantinha sua express?o s¨¦ria, avaliando Daniel aten??o,o se n?o fosse afetado p presen?a amea?adora de Velho Sr. Ghera Olivia rapidamente se colocou ¨¤ frente de Velho Sr. Griera, impedindo¨Co de se aproximar de Dr. Soares, ee?ou a explicar ansiosamente: ¡°Velho St Griera, Dr. Soares n?o ¨¦ um curandeiro qualquer, ele ¨¦ um renomado m¨¦dico especializado na integra??o da medicina oriental e ocidental, e j¨¢ curou muitos casos de pessoas em estado vegetativo. Eu pensei que, Dr. Soares tratando Daniel, ele podena acordar mais ripido¡­¡± O olhar de Velho S Griera se tomou ainda mais severo e frio em dire??o a Olivia, dizendo de forma cortante: ¡°Os m¨¦dicos que a familia Gnera contratou s?o piores do que os que voc¨º encontra? Que Dr. Soares, que integra??o de medicina oriental e ocidental. nada mais ¨¦ do que um m¨¦dico meia¨Cboca que n?o domina a Medicina Tradicional e tem um conhecimento superficial de medicina ocidental! O que ele pode tratar? ¡°Saia da minha frente, ningu¨¦m tem permiss?o para tomar decis?es por conta pr¨®pria e trazer esses m¨¦dicos desqualificados para tratar o Daniel!¡± Velho Sr. Griera disse de forma imedutivel. Ao terminar de fr, ele acenou para os seguran?as, que imediatamente avan?aram e afastaram Olivia. Superada em numero, Olivia quena continuar impedindo Velho Sr. Griera de perturbar Dr. Soares, mas n?o era p¨¢reo para os seguran?as robustos, sendo afastada ¨¤ for?a. Velho St. Griera se aproximou de Dr. Soares, prestes a arrast¨¢¨Clo para longe, quando Dr. Soares soltou a Daniel. que segurava o pulso de Levantou¨Cse, sem embara?o ou medo, mas uma postura aberta e direta, disse a Velho Sr. Griera: ¡°A press?o do sangue acumdo sobre os nervos, ao longo desses anos, o sangue estagnado n?o se dissipou, e os nervos n?o conseguiram rxar, ¨¦ por isso que ele permaneceu inconsciente.¡± ¡°Essa explica??o, muitos m¨¦dicos j¨¢ deram, e de que adianta! Sem um m¨¦todo de tratamento, tudo ¨¦ conversa fiada!¡± Velho Sr. Griera resmungou friamente. Ao longo dos ¨²ltimos tr¨ºs anos, o Velho Sr. Griera consultou in¨²meros m¨¦dicos not¨®rios, tanto da medicina tradicional quanto da ocidental. Todos identificaram a causa doa de Daniel, mas nenhum conseguiu cur¨¢¨Clo. Velho Sr. Griera tamb¨¦m havia ouvido fr de Dr. Soares, que, apesar de ter certa reputa??o no mercado, era conhecido por seu temperamento peculiar, atendendo pacientes conforme seu humor e acreditando em ¡°destino. Muitos pacientes o procuraram, mas ele se recusou a atend¨º¨Clos. Velho Sr. Griera considerava esse tipo de curandeiroo algu¨¦m que apenas fazia charme, sem muita habilidade real. This text is ? N?velDrama/.Org. Afinal,o os verdadeiros m¨¦dicos poderiam se recusar a tratar pacientes baseados em algo t?o ef¨¦mero quanto o ¡°destino¡°? A no??o de destino ¨¦ t?o sutil, dependendo apenas da pvra do m¨¦dico. Como poderia ser um bom m¨¦dico algu¨¦m que n?o coloca os pacientes em primeiro lugar? Consequentemente, o Velho Sr. Griera jamais cogitou em contratar o Dr. Soares, pois simplesmente n?o depositava sua confian?a nele. Olivia disse: ¡°Velho St. Griera¡­ ¡°O problema de sangue estagnado pressionando os nervos ¨¦ f¨¢cil de tratar, desde que a familia e o paciente cooperem. Em menos de melo m¨¦s, posso dissipar o sangue acumdo em sua cabe?a, e depois, gradualmente, trabalhar para melhorar as fun??es motoras do paciente. Em menos de dois meses, ele poder¨¢ acordar.¡± Antes que Olivia pudesse expressar suas pvras, a f calma e tranqu do Dr. Soares soou. Ao ouvir as pvras do Dr. Soares, Olivia sentiu uma onda de felicidade, vislumbrando esperan?a. Os m¨¦dicos anteriores, nenhum deles ousou garantir a cura de Daniel, muito menos assegurar que ele acordaria dentro de um determinado periodo. Se o Dr. Soares falou tanta confian?a, certamente tinha plena certeza. Chapter 1464 Cap¨ªtulo 1464 ? Velho Sr. Griera estava originalmente furioso, ansioso para expulsar o Dr. Soares. No entanto, ao ouvir as pvras do Dr. Soares, ele olhou incr¨¦dulo ¡°Voc¨º afirmou que Daniel pode despertar em dois meses?¡± Velho St Griera tamb¨¦m percebeu a confian?a nas pvras do Dr. Soares Os m¨¦dicos renomados que ele havia consultado antes, at¨¦ mesmo o Dr. Morales, n?o ousaram garantir quando o Daniel poderia acordar Esse Dr. Soares, a quem ele considerava um chat?o, estava audaciosamente garantindo que, com seu tratamento, o Daniel poderia acordar dentro de dois meses! 0 Velho St. Griera n?o permitiria facilmente que um m¨¦dico em quem n?o confiava tratasse o Daniel, temendo que o tratamento pudesse piorar a condi??o dele Mas as pvras do Dr. Soares o fizeram considerar seriamente a op??o. Durante tr¨ºs anos, ele havia dedicado tanto esfor?o e consultado in¨²meros m¨¦dicos para tratar o Daniel, tudo isso n?o era era para que o Daniel acordasse mais cedo? Quando de repente algu¨¦m lhe diz que tem confian?a de que o Daniel pode acordar em dois meses, mesmo que o Velho Sr. Griera inicialmente n?o confiasse nessa pessoa, essa dera??o fez seu cora??o vacr. This content belongs to N?/velDra/ma.Org . D Dr. Soares, uma express?o serena, fitou diretamente os olhos nudos e autorit¨¦rios do Velho Sr. Griera e afirmou ¡°Contanto que a familia cbore o tratamento que propus, eu assegura que ele pode despertar em dois meses.¡± ¡°Como¡­. ¡°Como cooperar?¡± Olivia estava prestes a perguntar quando as pvras apressadas do Velho Sr. Griera sparam ¨¤ sua frente. Olivia olhou surpresa para o Velho Sr. Griera, apenas para ver seu rosto envelhecido contendo a excita??o, olhando seriamente para o Dr. Soares, uma falsca de esperan?a brilhando em seus olhos turvos Assimo o cora??o de Olivia naquele momento, cheio de emo??o e esperan?a.. havia trazidoo Dr. Soares um sentimento de tentar a sorte. Quando o Dr. Soares estava avaliando o Daniel, Olivia j¨¢ havia preparado seu cora??o para o pior cen¨¢rio possivel Inesperadamente, as pvras s do Dr. Soares deram a o melhor resultado possivel Olivia ficou t?o emocionada que sua respira??o se tomou mais pesada. ¡°Vou aplicar agulhas de prata nelle todos os dias, prescrever Medicina Tradicional, a familia deve preparar a Medicina Tradicional e dar para ele beber fr ele frequentemente, ajudar a movimentar suas m?os e p¨¦s, para que seus m¨²sculos mantenham a mem¨®ria do movimento. Em dois meses, veremos o resultado, o Dr Soares respondeu seriamente ¨¤ pergunta do Velho Sr. Griera. A express?o emocionada do Velho Sr. Griera estava misturada conflito e d¨²vida final, Para ele, o Dr. Soares ainda era um m¨¦dico desconhecido. Ele tinha muita esperan?a de curar o Daniel, mas hesitava em confiar nas pvras de um estranho ¡°Voc¨º assegura que, em dois meses, ele poder¨¢ despertar?¡± o Velho Sr. Griera perguntou novamente, com um tom de d¨²vida em sua VOZ Ao ouvir essa pergunta, Olivia olhou preocupada para o Dr. Soares, temendo que ele desistisse No entanto, viu o Dr. Soares, uma express?o determinada, dizendo ao Velho Sr. Griera: ¡°Eu garanto que ele vai se recuperar em dois meses. Se n?o conseguir, eu renuncio ¨¤ minha licen?a m¨¦dica, pago ¨¤ familia Griera vinte milh?es, e aceito a condena??o de todos os grandes meios deunica??o.¡± O Dr. Soares estava apostando sua carreira m¨¦dica nessa garantia. Renunciar a licen?a m¨¦dica n?o era o mais ¡®arriscado; o mais arriscado era aceitar a condena??o de todos os grandes meios deunica??o. O Dr. Soares sabia muito bem que a familia Griera tinha um poder imenso e que seria f¨¢cil para eles difamar suapet¨ºncia m¨¦dica na midia. Com o apoio da familia Griera, a noticia de que o Dr. Soares era um m¨¦dico ipetente se espalharia rapidamente, e o mundo inteiro sabena que ele era um chat?o. Naquele momento, ele seria amaldi?oado por pessoas do mundo inteiro. Ele se atreveu a fazer um juramento t?o arriscado, certamente poss um no e estava confiante na sua capacidade de curar Daniel O velho Sr. Griera viu sua determina??o e a seriedade em seus olhos. Sua respira??o tomou¨Cse pesada devido ¨¤ excita??o e ¨¤ repress?o, respirando profundamente v¨¢rias vezes antes de finalmente tomar Chapter 1465 Capitulo 1465 ¡°Bem, eu acredito em voc¨º desta vez. Se voc¨º curar ele, n¨®s, a familia Griem, estamos dispostos a pagar dals bilh?eso sua taxa de consulta e ainda vamos promar em todos os grandes melos deunica??o que voc¨º ¨¦ um mgreiro! O Velho Sr. Griera tamb¨¦m prop¨®s sua rpensa. Nesses tr¨¨s anos, ele contratou no menos que dez m¨¦dicos e gastou bastante dinheiro, mas ningu¨¦m foi capaz de fazer o Daniel acordar Se o Dr. Soares realmente conseguisse fazer o Daniel acordar, valeria a pena gastar qualquer quantia. Diante da tenta??o de dois bilh?es, dez pessoas normals ficaram felizes, mas os pr¨®ximas pvras do Dr. Soares deixaram o Velho Sr. Grier incredulo ¡°A esposa do paciente j¨¢ me pagou, e uma vez que aceitel o favor d, definitivamente n?o aceitarelo mesmo pagamento uma segunda vez, disse o Dr. Soares. A esposa do paciente, ele est¨¢ fndo da Olivia? Os olhos turvos do Velho St. Griera, frios e pranteso os de um falc?o, se voltaram para Olivia Quando se deparou o olhar prante do Velho Sr. Griera, o??o de Olivia vacilou e seu rosto exibiu constrangimento, pois estava prestes a esrecer que n?o se autoderou esposa de Daniel Antes que as pvras pudessem sair, o olhar do Velho Sr. Griera se desviou, continuando a olhar para o Dr. Soares: ¡°Quando podemose?ar? ¡°Podemose?ar agora¡± disse o Dr. Soares. Ao terminar de fr, ele continuou: ¡°Tenho um h¨¢bito ao praticar minha medicina, durante o processo de inser??o de agulhas de prata, preciso de um ambiente tranquilo. Qualquer ruido pode afetar a precis?o que insiro as agulhas, e um desvio de um milimetro pode afetar o resultado do tratamento.¡± ¡°Eu entendo,¡± disse o Velho Sr. Grier, cooperativo. Ele se virou, dirigindo¨Cse aos seus seguran?as: ¡°Fiquem dodo de fora e n?o deixem ningu¨¦m entrar para perturbar¡± ¡°Sim!¡± Os seguran?as assentiram, sairam do quarto, fecharam a porta e ficaram de guarda Logo depois, o Velho Sr. Gniera disse ao Dr. Soares: ¡°Fique tranquilo, ningu¨¦m val perturbar Podemos come?ar.¡± O Dr. Soares estava prestes a fr, mas o Velho Sr. Griera antecipou o que ele ia dizer e falou primeiro: ¡°Estaremos apenas aqui para te ajudar, afinal, n¨®s dois somos os que mais conhecem a situa??o do Daniel. Se precisar de algo, estamos ¨¤ disposi??o.¡± Dlivia olhou surpresa para o Velho Sr. Griera. Quando elle disse ¡°nos¡°, estava se referindo a e ao Velho Sr. Griera? Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Nos ¨²ltimos tr¨ºs anos, o Velho Sr. Griera nunca lhe mostrou um bom semnte, e de repente, ouvir o Velho Sr. Griera inclui junto ele deixou Olivia lisonjeada. O Dr. Soares n?o disse mais nada, tirou as agulhas de prata de sua caixa de medicamentos, encontrou os pontos exatos em Daniel e, movimentos ¨¢geis e precisos, inseriu as agulhas na cabe?a de Daniel. Olivia, de p¨¦ aodo, observava nervosa, respirando devagar, temendo at¨¦ mesmo respirar alto demais e perturbaro Dr. Soares Depois de um tempo, o Dr. Soares, devido ¨¤ sua concentra??o,e?ou a suar na testa. E na cabe?a de Daniel, as agulhas de prata estavam cravadas. Os olhos limpidos de Olivia contemvam Daniel prostrado na cama, seu corpo alto e esbelto ja inerte, seu rosto de linhas marcantes, de uma beleza impressionante. Sua cabe?a estava cheia de agulhas de prata,o um ouri?o, ainda im¨®vel,o se n?o sentisse dor Mas o cora??o de Olivia j¨¢ estava apertado de tanta preocupa??o, sua respira??o dificultada Enquanto Olivia observava, viu o Dc Soares girar uma a uma as agulhas inseridas na cabe?a de Daniel. A medida que girava as agulhas. s pravam mais profundamente na cabe?a de Daniel. A cada centimetro que as agulhas prayam mais fundo na cabe?a de Daniel, o cora??o de Olivia se apertava mais,o se a dor fosse n. O quarto estava silencioso, to quieto que todos podiam ouvir apenas a propria respira??o, a atmosfera tensa e opressiva, ningu¨¦m se atrevia a respirar alto. Num piscar de olhos, mais de duas horas se passaram. Dr. Soares retirou todas as agulhas de prata da cabe?a de Daniel, organizando¨Cas cuidadosamente de volta em seu estojo de agulhas de prata Ap¨®s arrumar seus instrumentos m¨¦dicos, ele se levantou en?ou um olhar para Olivia, virando¨Cse em seguida para o Velho Sr. Griera e disse: ¡°A sess?o de tratamento de hoje est¨¢ conclu¨ªda. Mais tarde, eu vou prescrever uma receita. Voc¨ºs precisam preparar a Chapter 1466 Cap¨ªtulo 1466 Durante o per¨ªodo em que Daniel estava sendo tratado, o Velho St. Griera tamb¨¦m estava altamente concentrado, a ponto de suara testa devido ao excesso de tens?o. Percebendo que todas as agulhas de prata haviam sido extra¨ªdas da cabe?a de Daniel, o Velho Sr. Griera acalmou¨Cse, recuperou apostura e assegurou ao Dr. Soares: ¡°Fique tranquilo, nos empenharemos para que ele tome o medicamento.¡± ¡°O paciente est¨¢ em estado vegetativo, tomar a rem¨¦dio pode ser um pouco dificil, mas n?o importa como, temos que fazer que ele tome, so assim o tratamento ter¨¢ efeito. Usel as agulhas de prata para abrir seus meridianos, e a rem¨¦dio precisa ser tomado para que posse fluir atrav¨¦s destes e alcan?ar os pontos certos, promovendo a circ??o sangu¨ªnea e a remo??o de estagna??es.¡± Dr. Soares lembrou mais uma vez. Ele teria que a familia do paciente, por pregui?a, acabasse n?o administmndo o rem¨¦dio corretamente. Dr. Soares explicou sua teoria m¨¦dica, o que fez o Velho Sr. Griera dar ainda mais importancia ¨¤ situa??o. Ele assegurou ao Dr. Soares: ¡± N¨®s faremos que ele tome, pode ter certeza, Dr. Soares. Dizendo isso, seus olhos, nudos e profundos,n?aram um olhar significativo em dire??o a Olivia. Olivia, ao captar o olhar do Velho Sr. Griera, baixou os cilios, envergonhada Embora o Velho Sr. Griera n?o tenha dito uma pvra, Olivia sabia o que aquele olhar significava. Ao longo dos anos, sempre foi quem pessoalmente alimentou Daniel. Daniel n?o conseguia mastigar por si mesmo, nem mesmo engolir era f¨¢cil. 3 5 2 2 5 22 3 Era sempre Olivia quem o alimentava a boca a boca. J¨¢ n?o era segredo para ningu¨¦m na Vi Serenidade, e certamente o Velho Sr. Griera estava ciente de que era dessa forma que nutria Daniel, raz?o p qual ele a observou daqu maneira. Depois que Dr. Soares prescreveu o medicamento, o Velho Sr. Griera pegou a receita e disse: ¡°Vou buscar o rem¨¦dio.¡± ¡°Velho Sr. Griera, deixe¨Cme panh¨¢¨Clo.¡± Olivia rapidamente seguiu. O Velho Sr. Griera n?o recusou e, ao chegar ¨¤ porta da Vi Serenidade, parou de repente, Olivia, pega de surpresa, quase bateu nas costas dele, mas conseguiu parar a tempo. se recuperou e encontrou o olhar prante e dele?¡± do Velho Sr. Griera: ¡°Daniel ainda n?o acordou, e voc¨º j¨¢ se diz a esposa Olivia sentiu um peso no cora??o, sabendo que o Velho Sr. Griera n?o deixaria isso passar t?o facilmente O desprezo e o sarcasmo em seus olhos eram evidentes Respirando fundo, Olivia respondeu dignidade, sem humildade nem arrogancia: ¡°Eu nunca disse a ningu¨¦m que sou esposa de Daniel, apenas mencionei que ele ¨¦ o pai do meu filho. Dr. Soares me confundiu sua esposa e eu n?o tiveo corrigir, pois, afinal, quem mais al¨¦m de um parente faria tanto esfor?o para trazer um m¨¦dico para trat¨¢¨Clo?¡± O olhar do anci?o Sr. Griera sobre n?o amoleceu em nada, tomando¨Cse ainda mais severo: ¡°Quais condi??es voc¨º imp?s para persuadir o Dr. Soares a vir tratar Daniel?¡± Dr. Soares ¨¦ conhecido por sua personalidade exc¨ºntrica, n?o ¨¦ qualquer um que consegue convenc¨º¨Clo a tratar algu¨¦m. Que habilidade Olivia teria para persuadir o Dr. Soares a tratar Daniel? Essa condi??o deve ser mais tentadora do que uma fortuna de vinte bilh?es. Sob o olhar suspeito e severo do Velho Sr. Griera, Olivia n?o escondeu: ¡°Apresentando¨Clhe um aprendiz e encontrando uma esposa em um site de rcionamentos.¡± This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Essas duas condi??es, n?o me diga que s?o voc¨º!¡± O olhar do Velho Sr. Griera se tornou imediatamente mais afiado, cheio de raiva e desprezo. Desde sempre, o Velho Sr. Griera acreditava que Olivia era aquele tipo de mulher que consequia se dar bem em qualquer situa??o, indecisa e manipdora, capaz de fazer qualquer coisa para atingir seus objetivos, inclusive vender a pr¨®pria alma. Como mais, poderia ter enfeiti?ado Sergio Griera ao ponto de ele perderpletamente a cabe?a, chegando a perder sua pr¨®pria vida por . E ainda tinha o Daniel, que tamb¨¦m, tentando salv¨¢, acabou gravemente ferido, ficando acamado por tr¨ºs anos sem despertar. Chapter 1467 Cap¨ªtulo 1467 Hoje, p salva??o de Daniel, se entregou a um homem Idoso de mais de cinquenta anos, o que n?o era impossivel Olivia teve uma rea??o imediata, sentindo¨Cse ofendida, reptimiu a rolva e a humilha??o de ser subestimada. Apesar de tentar fazer sua voz soar calma, quando falou, ainda carregava um tom de ressentimento e irrita??o. Dr. Soares deseja encontrar um discipulo que tenha uma vida disciplinada, disponibilidade de tempo e uma forte capacidade de aprendizado, pam ensinar¨Clhe a arte da Medicina Tradicional e perpetuar seu legado. Ele tamb¨¦m procura por uma mulher que seja vivaz e tenha um bom senke de humor para ser suapanheira Velho Sr. Griem, em qual desses requisitos o senhor acha que eu me encaixo?¡± Olivia perguntou desafiadoramente, sem esperar p resposta de Velho Sr. Griera, continuou, visivelmente irritada: ¡°Eu concordei em ajudar o Dr. Soares a encontrar um discipulo que o satisfa?a, e tamb¨¦m concordel em ajud¨¢¨Clo a encontrar uma parceira at¨¦ que ele esteja satisfeito. Esses s?o os termos que eu prometi a ele! Velho Sr. Griera, n?o use sua mente estreita para definir meu car¨¢ter!¡± ¡°N?o pense que por ter encontrado um m¨¦dico para tratar Daniel, voc¨º poder¨¢ se casar ele! Eu, a familia Griera, definitivamente n?o permitirei que uma mulher indecisao voc¨º entre em nossa familial¡± Velho Sr. Griera, imitado a resposta esposta de Olivia, resmungou friamente e um tom severo, deixou o local. Ele consentiu que Olivia cuidasse de Daniel, pois, considerando o estado de depend¨ºncia deste, Olivia era de fato a mais apropriada para tal responsabilidade. Devido a multos aspectos intimos envolvidos entre homens e mulheres. Daniel, quando consciente, n?o podia suportar proximidade outras mulheres, e em seu estado de inconsci¨¨ncia, encontrar outra mulher para cuidar dele seria problem¨¢tico, pois n?o conheceria seus h¨¢bitos ¨C isso por umdo. Por outrodo, ele tamb¨¦m estava preocupado que Daniel pudesse ter uma rea??o de estresse em seu estado inconsciente, o que poderia levar a consequ¨ºncias inimagin¨¢veis. Ele ainda estava respirando; se uma rea??o de estresse ocorresse e ele perdesse essa luta, seria uma perda irrepar¨¢vel. Velho Sr. Griera permitiu que Olivia cuidasse de Daniel por medo de perde¨Clo, mas isso n?o significava que ele aceitava Olivia e Daniel juntos Se n?o fosse por Olivia, Daniel n?o teria se tornado o que era agora. Por isso, Velho Sr. Griera era firmemente contra a uni?o de Daniel e Olivia. Olivia, sentindo¨Cse muito frustrada, assistiu Velho Sr. Griera ir embora, respirou fundo, lembrando a si mesma para n?o ficar zangada. Agora, o mais importante era cooperar o tratamento do Dr. Soares para fazer Daniel acordar o quanto antes. Olivia estava prestes a subir as escadas quando viu o Dr. Soares descendo sua maleta de medicamentos. Com cortesia, Olivia disse: ¡°Dr. Soares, por favor, fique para o jantar antes de ir¡± ¡°N?o, obrigado, n?o tenho o costume deer na casa dos outros.¡± Dr. Soares respondeu. Olivia o panhou at¨¦ a sa¨ªda, expressando sua gratid?o: ¡°Dr. Soares, muito obrigada p sua dedica??o ao tratamento de Daniel,¡± estava realmente preocupada, temendo que a atitude intransigente de Velho Sr. Griera pudesse imitar Dr. Soares ao ponto de ele ir embora sua maleta de medicamentos. Isso teria feito todo o seu esfor?o anterior ser em v?o ¡°N?o h¨¢ de qu¨¦, eu prometi trat¨¢¨Clo, ent?o farei isso, nada extemo me influenciar¨¢. Dr. Soares explicou por que n?o se iodou Velho Sr. Griera. Sua personalidade era de fato um tanto exc¨ºntrica; ou ele n?o aceitava um paciente, mas uma vez que aceitava, Independentemente do que os outros dissessem, ele n?o mudaria sua decis?o. Ele trataria o paciente. Era dificil para ele aceitar um paciente, mas uma vez que aceitava, ele seprometia at¨¦ o fim. Oliviapreendeu seus principios, imensamente grata: ¡°Dr. Soares, o senhor ¨¦ realmente um bom m¨¦dico.¡± ¡°N?o elogie t?o cedo, espere at¨¦ que eu cure o Daniel¡°, disse Dr, Soares, ao se despedir da Vi Serenidade.Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Chapter 1468 Capitulo 1468 Durante a noite, F¨¢bio preparou o medicamento e Olivia levou¨Co at¨¦ Daniel para que fosse ministrado. Primeiramente, tentou a colher perto da boca de Daniel, mas sua boca simplesmente n?o se movia, o rem¨¦dio n?o conseguia entrar, Parecia que Daniel ainda n?o tinha a capacidade de abrir a boca por conta pr¨®pria. Olivia, ent?o, teve que fazero sempre, tomando o rem¨¦dio em sua pr¨®pria baca e, alinhando¨Ca com a de Daniel, for?ou a abertura. de seus l¨¢bios para aliment¨¢¨Clo. Quando Daniel era dominador e autorit¨¢rio, era ele quem tomava a iniciativa de beij¨® for?ando a abertura de sua boca uma paix?o avassdora. Ele dominava sua respira??o, levando¨Ca para o mar profundo dos beijos apaixonados. Agora, era quem segurava o alimento, tocava seus l¨¢bios nos dele, for?ando a abertura de sua boca para passar o alimento at¨¦ sua garganta, ajudando¨Co a engolir Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Por tr¨ºs anos, manteve essa a??o todos os dias. j¨¢ tinha devolvido¡® todos os beijos que Daniel the havia dado, desejava tanto que Daniel tomasse a iniciativa mais uma vez, desejava que ele revivesse, que se tomasse dominador novamente. Tr¨ºs anos de iniciativa fizeram Olivia perceber que tomar a dianteira tamb¨¦m ¨¦ cansativo, n?o apenas fisicamente, mas tamb¨¦m emocionalmente. Quem toma iniciativa naturalmente aguarda um retorno, e obter uma resposta ao menos confirma o interesse do outro, revndo um desejo subjacente de retribuir. N?o receber resposta s¨® faz que o cora??o cheio de esperan?a fique ainda mais desapontado, mais dolorido. Olivia desejava a resposta de Daniel, queria que ele acordasse logo, que recuperasse sua consci¨ºncia. E, no passado, quando Daniel a beljava, certamente ele tamb¨¦m esperava por uma resposta. Receber uma resposta ao menos provava que ele n?o estava sozinho em sua paix?o. ainda reagia fisicamente a ele. N?o responder s? provava que, no fundo do cora??o, n?o sentia absolutamente nada por ele. Antes, era muito inexpressiva. Quando Daniel a beijava, sempre reagia resist¨ºncia e pavor, nunca tendo respondido alivamente. Naqu ¨¦poca, ele provavelmente tamb¨¦m passava da esperan?a ao desapontamento, culminando numa tristeza vda. Olivia, a Medicina Tradicional amarga em sua boca, alimentou Daniel, gole a gole, at¨¦ o rem¨¦dio acabar, Ent?o, pegou um len?o de papel, limpou primeiro a boca de Daniel e depois a sua. olhou profundamente para Daniel, fndo consigo mesma: ¡°Daniel, eu te beijei por tr¨ºs anos, te dei banho por tr¨ºs anos, j¨¢ ultrapassei o n¨²mero de vezes que voc¨º me beijou ou me deu banho. A puni??o que voc¨º me imp?s j¨¢ foi suficiente, n?o foi? Quando voc¨º acordar eu definitivamente vou cobrar todos os beijos e todos os servi?os de banho que voc¨º me deve¡­..¡± Olivia fva uma voz suave, um sorriso triste nos l¨¢bios. Em seus olhos, um forte desejo de que Daniel acordasse. Dr. Soares disse que levar¨ªa dois meses para para Daniel acordar, e acreditava piamente nisso. esperava que, quando Daniel acordasse, a primeira pessoa que visse fosse . Fndo isso, Olivia estendeu a m?o, acariciando o rosto de Daniel. Seu rosto tinha contomos definidos, pele firme e el¨¢stica, cheia do charme masculino. Ele era verdadeiramente um homem exemr, apesar de ter dormido por tr¨ºs anos, sua presen?a continuava imponente e elegante. Sua beleza sem par n?o se esvaira o sono; ao contr¨¢rio, sua pele tomara¨Cse ainda mais limpida, conferindo¨Clhe um fascinio adicional Olivia olhou para ele, um sorriso involunt¨¢rio aparecendo em seus l¨¢bios, o polegar acariciando suavemente seu rosto, um gesto que jamais ousaria fazer se Daniel estivesse acordado. S¨® quando Daniel estava adormecido, se permitia acariciar seu rostoo se fosse o de uma crian?a. Porque esse gesto trazia a Olivia uma sensa??o de calor, cheia de ternura. Depois de ficar um tempo Daniel, trouxe a cadeira de rodas para dar¨Clhe um banho. O banheiro estava cheio de vapor, emba?ando a vis?o de Olivia, aquecendo suas bochechas. pegou uma toalha ee?ou a limpar cuidadosamente cada parte do corpo de Daniel. Chapter 1469 Cap¨ªtulo 1469 No dia seguinte, ap¨®s o caf¨¦ da manh?, Olivia recebeu uma liga??o de Igor Carneiro. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡°Venha almo?ar em casa hoje ao meio dia, disse Igor no telefone ¡°Em casa, qual casa?¡® perguntou Olivia, curiosa ¡°Na casa da familia Carneiro. Sua irm? voltou, e sua tia Adriana tamb¨¦m. s querem almo?ar voc¨º,¡± respondeu Igor seriamente as perguntas de Olivia. Catanna Cameiro? A suposta irma de Olivia era a filha de Igor sua esposa atual, Catarina. HA tr¨ºs anos, ap¨®s reconhec¨º, Igor apresentou Olivia ¨¤ familia Cameiro numa ocasi?o. De repente, tinha uma meia¨Cim? e um meio¨Cim?o. Sua ima e irm?o eram filhos de Igor outras mulheres, n?o tendo nenhuma r??o ou sua m?e. Olivia sentia¨Cse desconfort¨¢vel a situa??o. Igor queria que Olivia morasse a familia Cameiro, mas preferia n?o conviver parentes desconhecidos e quena dedicar¨Cse integralmente a cuidar de Daniel, recusando a oferta de Igor e escolhendo viver na Vi Serenidade ¡°Envie¨Clhes meus cumprimentos, estou sem tempo¡­ ¡°Ja faz um ano, venha desta vez. Deixe Daniel aos cuidados dos empregados da Vi Serenidade por um momento. N?o haver¨¢ problemas. O almo?oe?a ao meio¨Cdia, n?o falte, Igor n?o deu espa?o para recusas e desligou o telefone. Olivia n?o teve escolha conseguiu a oportunidade de cuidar de Daniel gra?as ¨¤ ajuda de Igor. Se n?o fosse por Igor levando¨Ca at¨¦ a familia Griera, nem tena conseguido ver o Velho Sr. Griera, muito menos convenc¨º¨Clo a permitir que cuidasse de Daniel. prometeu a igor que, se ele a ajudasse a conquistar essa oportunidade, seria sua filha. a que havia decidido ser filha de Igor, devenia desempenhar bem esse papel. Agora 0 2 2 2 2 Isso incluia lidar os outros membros da familia de Igor Ao meio¨Cdia, Olivia deixou Daniel aos cuidados de F¨¢bio e partiu para a casa da familia Carneiro. Igor haviaprado uma mans?o na Capital, localizada nos sub¨²rbios, cercada por um ambiente agrad¨¢vel, quase um para¨ªso. Olivia j¨¢ havia visitado o local uma vez, um ano atr¨¢s. estacionou seu carro no jardim repleto de ¨¢rvores e flores e entrou no saqu?o. Igor, ¨¦ melhor esrecer bem, ¨¦ realmente apenas essa filha ilegitima Olivia? N?o quero mais surpresas outros filhos fora do casamento nos pr¨®ximos anos!¡± a esposa de Igor, Adriana, disse irritada estava vestida em peles, unhas artisticamente feitas e maquiagem impec¨¢vel, exibindo uma elegancia fria. Pai, ouvi dizer que nos ¨²ltimos anos voc¨º deu muito dinheiro para Olivia, por acaso voc¨º sabe quem realmente ¨¦ sua filha?¡± Catarina, vestida de forma simples e elegante, expressou irrita??o em sua voz. havia sido apenas para estudar no exterior por um ano, e seu pai havia transferido todo o seu amor para Olivia, a filha ilegitima! Catarina sentia¨Cse amargurada. Antes, era a ¨²nica querida do pai, a ¨²nica que ele amava. De repente, apareceu outra mulher para dividir o amor paterno que ser totalmente seu. Catarina estava descontente. Chapter 1470 Cap¨ªtulo 1470 As tr¨ºs pessoas na s viraram¨Cse ao ver Olivia entrar Catarina levantou¨Cse, seu rosto iluminado por um sorriso enquanto retomava uma postura graciosa e disse a Olivia: ¡°Inn? Olivia, n?o foi o que eu quis dizer. Quero dizer que, cuidando de Daniel na familia Griera, certeza n?o te faltar?o rpensas. N?o h¨¢ necessidade da familia Cameiro se esfor?ar tanto para te oferecer vantagens. As vantagens que na familia Cameiro pode oferecer n?o separam ¨¤s da familia Griera.¡± Catarina possu¨ªa um talento nato para a orat¨®ria e, ao encontrar os olhos de Olivia, irradiava intelig¨ºncia e um sorriso, refletindo sua refinada educa??o em cada gesto e olhar H¨¢ tr¨ºs anos, quando Olivia viu Catarina p primeira vez, sentiu que era apropriada, generosa, elegante e erudita. Era um patamar que , sendo uma simples caipira, n?o poderia alcan?ar, Anteriormente, quando Vania Souza e Viviana Pereira a chamavam de caipira, n?o se importava muito, apenas pensava que Vania e Viviana tinham ma inten??o e a provocavam dizendo que era uma calpimo uma forma de insulto Mas desde que conheceu Catarina, sua intelig¨ºncia elegante, postura digna e graciosa, e cada movimento revndo uma aura de erudi??o, Olivia realmente entendeu o que significava ser elegante e o que significava crescer em uma familia nobre, recebendo educa??o de alta qualidade. Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Olivia sentia¨Cse uma verdadeira caipira diante de Catarina. Assimo Catarina havia dito uma pvra de repreens?o a Igor, mas ao se virar para Olivia, conseguia recuperar sua imagem e, ao mesmo tempo, parecia elevar Olivia suas pvras, mas na realidade estava subestimando¨Ca. Quem n?o sabia que Olivia cuidava de Daniel na familia Griera, mas n?o era a esposa de Daniel, sem uma posi??o oficial, permanecendo na familia Griera j¨¢ era esgotante,o poderia receber qualquer beneficio da familia Griera? Olivia olhou para Catarina, um sorriso frio nos l¨¢bios: ¡°Obrigada p preocupa??o, irma Catarina. Eu tenho a capacidade de me sustentar e n?o preciso de favores de ningu¨¦m.¡± ¡°Com certeza imma Olivia cresceu no campo, o que voc¨º n?o fez? Voc¨º enfrentou mais dificuldades do que eu j¨¢ vi de sal em toda a minha vida, nenhum desafio pode te derrubar. Comparada a voc¨º, eu sou muito menos, s¨® sel tocar instrumentos, praticar caligrafia, pintura, e falo oito idiomas, al¨¦m disso, n?o sei fazer mais nada.¡± Catarina disse a Olivia humildade e cortesia. Olivia: ¡­ Catarina a elogiava, e qualquer rea??o de Olivia poderia parecer um gesto de soberba. ¡°Est¨¢ bem, n?o fique de p¨¦, v¨¤ sentar¨Cse. Aida na cozinha j¨¢ est¨¢ pronta.¡± Igor interveio a tempo, direcionando Olivia para a mesa de jantar Catarina tamb¨¦m voltou a si, trocando um olhar sua m?e Adriana. Os olhares das duas convergiam em entendimento t¨¢cito, sem pvras, mas sabendo exatamente o que a outra estava pensando. Na mesa de jantar, Igor ocupou a cabe?a da mesa, Olivia sentou¨Cse em um dosdos estreitos, Igor aodo oposto, e Adriana e Catarina sentaram¨Cse no outrodo. A distribui??o dos lugares deixava ro quem era da fam¨ªlia e quem era um estranho. Igor colocou um peda?o de came assada no prato de Olivia, um sorriso, disse a: ¡°Olivia,a mais carne, voc¨º est¨¢ muito magra.¡± O assado estava excepcionalmente s suculento, envolto em um reluzente e saboroso molho de soja Era um prato delicioso, maso Igor o servia, Olivia sentia¨Cse desconfort¨¢vel e sem vontade de comer. Embora Igor fosse seu pai biol¨®gico, Olivia n?o tinha nenhum vinculo emocional ele. Al¨¦m do medo profundo que Olivia sentia pelo pai, nunca havia tomado a iniciativa de entrar em contato Igor, tamb¨¦m temia aceitar as suas gentilezas. Olivia n?o pegou a came que estava na tig, mas sim uma folha de couve, colocou na boca e disse: ¡°Desde pequena, me acostumei uma alimenta??o mais leve, n?o sou muito acostumada aer carne.¡± Chapter 1471 Cap¨ªtulo 1471 recusou a gentileza de Igor, fechou seu cora??o para n?o esperar multo do pal, o que acabaria magoando¨Ca ainda mais Antes, acreditava que Gabriel Dias em seu pol. Ansiou pelo amor paterno mesmo diante da natureza desprezivel de Gabriel, mas Gabriel erapletamente nuim, ferindo repetidamente o fundo de sua alma, causando golpes profundos. se desiludiupletamente a figura do pai, n?o ousando mais aceitar facilmente a bondade de um pal. Igor pareceu gentil e deu a outro clipe de miz de lotus: ¡°Ent?o,a um pouco de lotus, ¨¦ muito nutritivo.¡± Quando Olivia estava prestes a fr Catarina disse um sorriso for?ado: ¡°Ima Olivia, vejao nosso pal le ama, voc¨º deveriaer aida que ele te deu, caso contr¨¢rio, ele ficaria t?o desapontado. Normalmente em casa, somos n¨®s que servimos ele, ele hunca nos serviu assim. Voc¨º est¨¢ recebendo um tratamento ¨²nico.¡± Dizendo isso, Catarinan?ou um olhar repleto de ressentimento em dire??o a Igor, mas disfar?ou muito bem. Igor disse: ¡°Sim, Olivia,a um pouco mais. Antes, eu n?o sabia da sua exist¨ºncia, n?o participei do seu crescimento, faltando¨Clhe mais de vinte anos de amor patemo. Foi minha falha, espero que voc¨º possa aos poucos aceitar o cuidado de seu pai.¡± Igor era uma pessoa inteligente, percebeu ramente a rejei??o de Olivia, que mantinha seu cora??o fechado, n?o permitindo¨Cse integrar ¨¤ familia Camero A vigncia constante de Olivia tamb¨¦m deixou Igor muito desconfort¨¢vel. Olivia era sua filha, ele queriapens¨¢, mas nunca teve a oportunidade, pois Olivia n?o aceitava sua bondade. Desde que reconheceu Oliviao sua filha, Igor tentava constantemente dar dinheiro a Olivia, mas sempre recusava. Catarina, n?o sabia onde conseguiu a noticia. sabia que ele vinha dando dinheiro a Olivia nos ¨²ltimos anos e ainda estava discutindo ele agora. Olivia n?o queria mais ouvir esse tipo de conversa, pegou um peda?o de lotus do seu prato eeu, dizendo: ¡°Obrigada, mas eu posso servir¨Cme. Eu vou pegar o que eu quiserer¡± pediu a igor para n?o servir mais, para evitar ci¨²mes de Catarina Antes, Catarina era a ¨²nica filha da familia Cameiro, amada por seu irm?o, pal e m?e. De repente, uma pessoa surge para disputar o amor patemo que lhe pertencia, certamente isso n?o a deixaria feliz. Especialmente porque Igor estava sendo t?o bom para na frente de Catarina, isso n?o estava fazendo Catarina odia? Olivia n?o queria mais uma inimiga. ¡°Tudo bem, sirva¨Cse ent?o.¡± Igor concordou. Oliviaeu o sandu¨ªche de raiz de lotus que ele fez. Em seguida, os quatroeram em sil¨ºncio, Olivia apenas queria terminar logo e ir embora. Igor queria que se integrasse ¨¤ fam¨ªlia Carneiro, se familiarizasse as pessoas da familia Cameiro, foi por isso que a convidou para essa refei??o. Mas sabia que nunca conseguiria integrar¨Cse numa familia Cameiro, toda a cordialidade n?o passava de uma formalidade. Durante a refei??o, Adriana de repentergou os hashis, pegou um guardanapo e, elegancia, limpou a boca antes de dizer. ¡°Igor quando voc¨º vai levar Catarina para conhecer Daniel? Tr¨ºs anos atr¨¢s, o Velho Sr. Griera falou voc¨º sobre arranjar um casamento entre Catarina e Daniel. Por causa de uma pvra do Velho Sr. Griera, Catarina esp¨¦rou tr¨ºs anos¡± Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Ao ouvir isso, a m?o de Olivia que segurava os pauzinhos enrijeceu de repente, Chapter 1472 Cap¨ªtulo 1472 Embora n?o quisesse ouvir as pvras de Adriana, suas pvras chegaram aos ouvidos de Olivia sem perder uma ¨²nica letra Qualquer assunto rcionado a Daniel era muito sensivel para Olivia, e mesmo que n?o esteja pronta para ouvir, seus ouvidos Instintivamente coptavam cada pvra dita Tr¨ºs anos atr¨¢s, o Velho Sr. Griera havia discutido Igor sobre armanjar um casamento entre Catarina e Daniel? Catarina havia esperado por Daniel durante tr¨ºs anos por causa dessa f do Velho St Griera? Os nervos de Olivia estavam tensos e seu corpo estava frio. Porque se lembrou que, tr¨¨s anos atr¨¢s, quando foi visitar Wilma Dias no hospital, o Velho Sr. Griera apareceu de repente e, ao recusar deixar Wilma ficar aodo de Daniel, disse que Daniel se casaria a senhorita da familia Carneiro. Naquele momento, Olivia pensou que as pvras do Velho Sr. Griera eram apenas para rejeitor Wilma e tamb¨¦m dizer a que n?o hava possibilidade para e Daniel. Mas era verdade! A pessoa designada pelo Velho Sr. Griera para o casamento arranjado Daniel era, de fato, Catarina! Quando Adriana trouxe repentinamente este assunto ¨¤ tona, Igor olhou preocupado para Olivia e depois disse para Adriana: ¡°A familia Griera n?o mencionou este assunto, ent?o voc¨º n?o deve mais fr sobre isso.¡± No passado, Igor havia concordado o pedido de casamento arranjado do Velho Sr. Griem porque ele n?o sabia que Olivia era sua filha, nem sabia do rcionamento profundo entre Olivia e Daniel Ele pensava que Olivia era apenas uma mulher quem Daniel se divertia temporariamente, e que mais cedo ou mais tarde eles se separariam. Ele n?o imaginava que a a conex?o entre Olivia e Daniel j¨¢ era t?o profunda. Se soubesse desde o inicio que Olivia era sua filha e que e Daniel j¨¢ tinham feito umpromisso de vida, ele definitivamente n?o teria concordado o pedido do Velho Sr. Griera para o casamento arranjado entre Catarina e Daniel. Adriana sabia sobre o rcionamento de Olivia e Daniel, mas de repente tocou no assunto, Isso n?o envergonhou Olivia? Igor, preocupado os sentimentos de Olivia, tentou mudar de assunto prontamente. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡°Daniel est¨¢ em estado vegetativo h¨¢ tr¨ºs anos, e Olivia tem cuidado dele todo esse tempo. O afeto d por Daniel ¨¨ evidente para todos, disse Igor ¡°A familia Griera n?o menciona o casamento entre Daniel e Catarina porque Daniel tem estado em coma esses tr¨¨s anos, e o Velho Sr. Griera tamb¨¦m deve estar preocupado que nossa Catarina n?o goste dele, N¨®s, a familia Carneiro, n?o podemos fingir que isso n?o existe,¡± Adriana disse,o se n?o entendesse as pvras de Igor, continuando seu assunto original. Depois de fr, n?ou um olhar de dama nobre para Olivia e continuou ¡°Olivia cuida de Daniel porque foi contratada pelo Velho Sr. Griera, trabalhando em coordena??o os empregados da Vi Serenidade para cuidar dele. Os empregados recebem sal¨¢rio, e n?o ¨¦ diferente, n?o ¨¦? Qual empregado da Vi Serenidade n?o sente nada por Daniel? quis Daniel dizer que Olivia e os outros empregados da Vi Serenidade n?o eram diferentes, todos foram contratados para cuidar de *M?e, Daniel ¨¦ t?o excepcional, t?o bonito, qualquer mulher que o olhe sentir¨¤ seu cora??o palpitar, voc¨º n?o pode tratar o irm? Olivia por Danielo se fosse simplesmente uma r??o entre empregada e patr?o.¡± o afeto da Catarina ergueu as sobrancelhas, parecendo defender Olivia, mas a insinua??o era de que Olivia estava il por Daniel. iludida seus sentimentos Olivia ouvia o di¨¢logo entre m?e e filha, sentindo-se cada vez mais angustiada. Colocou os talheres de lado e disse: ¡°Estou satisfeita, you¨Cme embora agora.¡± Depois de dizer isso, se levantou e salu Igor apressou¨Cse em segui ¡°Olivia¡­¡± Chapter 1473 Capitulo 1473 Olivia n?o parou seus passos, caminhou rapidamente at¨¦ o quintal, abriu a porta do carro, voltou¨Cse para Igor e disse: ¡°Voc¨º pode voltar, para que sua fam¨ªlia n?o tenha que esperar muito¡°. Assim que terminou de fr, entrou no carro e o dirigiu para longe Igor no entanto, sentiu uma dor aguda no cora??o aqus pvras sobre sua familia esperando por ele. Olivia ainda n?o considera as pessoas da familia Carneiroo sua fam¨ªlia. Ele havia pedido antenommente que Olivia mudasse seu sobrenome para Carneiro, mas Olivia recusou, dizendo que gostaria de transferir seu registro para a casa de seu tio por casamento, que n?o tinha descendentes, pois queria ser o ¨²nico descendente de sua This text is ? N?velDrama/.Org. tia e bo. Assim, at¨¦ agora, Olivia ainda mantinha o sobrenome Souza, Embora o reconhecesseo pai, nunca o considerou um parente. Igor sabia que devia a Olivia mais de vinte anos de amor paternal, e que era impossivelpensar isso em um breve momento No entanto, a atitude resistente de Olivia ainda o deixava frustrado. Depois de ver o carro de Olivia sair, Igor voltou para a s de estar, franzindo a testa, e repreendeu Adriana, dizendo: ¡°O que e voc¨º estava. pensando? Por que tinha que mencionar a uni?o entre a familia Griera e Catarina? Uma refei??o em familia que estava indo bem acabou assim, em desammonia¡± ¡°Igor, entenda uma coisa, foi o pr¨®prio Sr. Griera que n?o gostou de Olivia, n?o querra ver Olivia e n?o queria que se casasse a familia Griera, e por isso sugeriu o casamento entre Daniel e Catarina. Mesmo sem Catarina, haveria outras herdeiras de familias querendo ocupar o lugar de Sra. Griera. Eu apenas estava tentando garantir a Catarina a chance de se casar Daniel. Como isso pode estar errado? O lugar de Sra. Gnera, se n?o for para nossa familia Carneiro, ser¨¢ para outra pessoa. Voc¨º realmente quer ver Daniel casar outra mulher e n?o ter nenhum vinculo a fam¨ªlia Carneiro?¡± Adriana parou de segurar a cabe?a e disse para igor raiva, ¡°Eu vou lutar p chance de Olivia se casar Daniel, Igor resmungou, essa era a ¨²nica forma de compensar o que devia a Olivia. Adriana, indignada, levantou¨Cse e disse: ¡°Igor, voc¨º realmente vai negligenciar nossa pr¨®pria filha, Catarina, por causa de uma filha legitima? Daniel ¨¦ o sonho de muitas mulheres, e voce simplesmente decide d¨¢¨Clo para aqu filha ilegitima?¡± Igor, estava preocupado em perturbar a harmonia familiar, suprimiu a raiva em seu cora??o e disse a Adriana voz gentil. N?o chame de filha ilegitima, j¨¢ te disse antes, se n?o fosse p m?e de Olivia ter me salvado das m?os de alguns bandidos h¨¢ vinte anos, eu teria mordo naqu ¨¦poca, e n?o teria alcan?ado o sucesso que tenho hoje.¡± ¡°Procurei p m?e de Olivia por mais de vinte anos, e agora que a m?e d faleceu, deixando sua ¨²nica filha, que tamb¨¦m ¨¦ minha filha, ro que precisopensar o que devo a , e pagar a divida de gratid?o que tenho sua m?e.¡± Igor tentou ser racional Adriana Adnana, o peito cheio de raiva, disse a Igor. ¡°¨¦ a familia Griera que tentando garantir o lugar de Sra. Griera para Catarina,¡± n?o quer Olivia e entrando em sua casa, n?o sou eu! Eu s¨® estou sabia que Igor estava sendo bom para Olivia apenas para pagar uma divida de gratid?o e compensar o que devia a . Mas simplesmente se sentiu muito infeliz O fato de seu marido ter tido um rcionamento outra mulher, e n?o poder culpar nem ele nem aqu mulher, era o que mais a sufocaval A exist¨ºncia de Olivia erao um lembrete constante de que seu marido havia tida um rcionamento outra mulher e at¨¦ mesmo tido um filho ! Para , era uma humilha??o, um espinho em seu cora??o, que a machucava profundamente sempre que se movia. Como poderia sinceramente aceitar Olivia? ¡°Estou indo para a a e voc¨º fica discutindor ¡°Eu vou para a, continuem brigandor Catarina de repente colocou os talheres na mesa for?a. Chapter 1474 Cap¨ªtulo 1474 Catarina j¨® ia se levantar e ir embora quando Igor disse: ¡°Sua ae?a ¨¤s olto, agora s?o apenas nels. Fique em casa, vou sair eu¡± Ele disse isso,n?ou um olhar preocupado pam Adriana e salu da s de estar, deixando o espa?o para Catarina e Adriana. ¡°Catarina, deixe seu pai sai. Voc¨º pode descansar mais uma hora em casa. Adriana se aproximou, abra?ando o bra?o de Catarina carinho, transbordando amor matemo. Quando Catanna nasceu, Igor ficou muito feliz a filha, eo em bonita e ador¨¢vel, ganhou o amor de toda a familia Carneiro. Adriana tamb¨¦m amava muito sua filha. sente que a filha ¨¦ mole e ¨¦ um bolinho desde crian?a. desejava dar ¨¤ filha tudo de melhor que o mundo pudesse oferecer Catarina, seus olhos inteligentes e suplicantes, olhou para Adriana: ¡°Voc¨º realmente pode convencer papal a me ajudar a conquistar Daniel?¡± ¡°ro, n?o olhe para o seu pai sendo t?o teimoso agora. Esta noite, vou sussurrar no ouvido dele e tudo se resolver¨¢. Al¨¦m disso, o apoio do Velho Sr. Gnera, n?o teremos problemas. Caso contr¨¢rio, o Velho Sr. Griera n?o teria me ligado para dizer que Daniel acordaria dentro de dois meses.¡± Adnana falou para Catarina confian?a. Originalmente, Catarina estava no exterior, onde Adriana cuidava de sua alimenta??o e bem¨Cestar, enquanto ocasionalmente voava de volta ¨¤ Capital para ver Igor. Durante esse ano, Adriana viajou muito. pediu a Catarina para o exterior, j¨¢ desistindo da ideia de um casamento arranjado Daniel. Daniel tinha estado inconsciente por tr¨ºs anos, provavelmente se tomaria um inv¨¢lido, e jamais permitiria que Catarina se casasse algu¨¦m nesse estado, algo que Catarina tamb¨¦m n?o desejava. Assim, depois de dois anos de espera na Capital e antes de Daniel acordar, Adnana organizou para Catarina estudar no exterior. Era uma maneira de evitar o casamento arranjado a familia Griera. At¨¦ que o Velho Sr. Griera ligou para Adriana, dizendo que havia encontrado um m¨¦dico muito habilidoso que prometeu pessoalmente que Daniel acordaria dentro de dois meses. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Quando Adriana soube que Daniel acordaria, Catarina se tomaria a Sra. Griera, uma posi??o de imenso prestigio! imediatamente organizou para Catarina cancr seus estudos no exterior, transferindo seus cursos para o pa¨ªs, e trouxe Catarina de volta ¨¤s pressas A proposta de jantar Olivia tamb¨¦m foi um movimento para pression¨¢, fazendo¨Ca saber que Catarina era a verdadeira candidata se casar Daniel! ¡°Sim, temos o apoio do Velho Sr. Griera, ent?o n?o haver¨¢ problema.¡± Catarina assentiu, acreditando firmemente nas pvras de sua m?e. A noite. Depois de dar banho em Daniel e conversar ele por uma hora, Olivia foi para oputador trabalhar em seus designs. Durante esses tr¨¨s anos, tamb¨¦m n?o ficou parada enquanto cuidava de Daniel; estava fazendo p¨®s¨Cgradua??o na Universidade da Capital, em um programa especial que permitia que assistisse ¨¤s as de casa, indo ao campus apenas para os exames. Olivia estudava muito a s¨¦rio e era a melhor em todas as provas, por isso a esc n?o dava muita aten??o para ter as em casa. estava cursando design de joias, continuando a especializa??o quee?ou na gradua??o. Durante a gradua??o, se especializou em design de js e fez um curso secund¨¢rio em secretariado. No entanto, deixou a universidade antes de concluir a gradua??o. Depois, fiz disciplinas optativas, ou seja,o secret¨¢ria. No campo do design de joias, a forma??o acad¨ºmica ¨¦ muito valorizada. n?o havia conseguido obter um diploma universit¨¢rio anteriormente, o que tornava ainda mais improv¨¢vel encontrar um emprego em design de js, continuando assim a trabalhar em tarefas administrativas que eram oferecidaso disciplinas eletivas. No entanto, o que Olivia gosta mesmo ¨¦ de design de joias. Por isso, quando iniciou seu mestrado, escolheu especializar¨Cse em design de joias. tinha uma paix?o por design e, por outrodo, estudar design permitia¨Clhe pegar projetos frence online para ganhar um dinheiro extra. Chapter 1475 Cap¨ªtulo 1475 Depois que Olivia terminou a o online, voltou para a cabeceira de Daniel, admirou a beleza de seu sono, inclinou¨Cse e depositou um beijo em seu rosto, dizendo: ¡°Daniel boa noite¡­¡± salu do quarto principal e fol dormir no quarto nodo No dia seguinte, o Dr. Soares veio novamente tratar Daniel. Logo ap¨®s aplicar as agulhas de prata, Catarina chegou Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Vendo o Dr. Soares prestes a sair Catarina o deteve e perguntou: ¡°Dr. Soares, eu gostaria de saber, como est¨¢ a situa??o do Daniel? Quando ele pode acordar?¡± Dr. Soares olhou coutelosamente para Olivia, pois n?o conhecia a mulher ¨¤ sua frente e hesitava em discutir a condi??o de um paciente uma estranha. Olivia assentiu levemente e concordou o que o Dr. Soares disse s sobre a situa??o de Daniel. Mesmo que Catarina n?o perguntasse ao Dr. Soares, perguntaria no Velho Sr. Griera, que certamentepartilharia a situa??o de Daniel . Isso faria que Velho Sr. Griera pensasse que se considerava demais,o se fosse a dona da Vi Serenidade, mostrando desdem a Catarina. Com a permiss?o de Olivia, Dr. Soares disse a Catarina sinceridade: ¡°A situa??o est¨¢ melhorando, ele deve acordar dentro de dois meses. Ap¨®s dizer isso, o Dr. Soares partiu saiu carregando seu kit m¨¦dico. Catarina agradeceu de longe. Quando o Dr. Soares saiu, Catarina se virou para Olivia e disse: ¡°Irm? Olivia, obrigada tamb¨¦m por cuidar incansavelmente do Daniel em meu lugar.¡± Cuidar de Daniel em seu lugar? Essas pvras atingiram Oliviao agulhas, causando desconforto. Catarina parecia culta e elegante, fndo sem falhas, mas isso sempre deixa Olivia muito infeliz Olivia disse: ¡°Cuidar do Daniel foi um favor que eu pedi ao Velho Sr. Griera, n?o ¨¦ substituir algu¨¦m. Voc¨º ainda n?o jantou, certo? Acabamos de preparar aida na cozinha, que tal jantarmos juntas?¡± ¡°N?o precisa, you subir para ver o Daniel e depois irel para a a Catarina recusou o convite de Olivia para jantar e foi sozinha para o quarto de Daniel. *Srta. Cameiro, o nosso Sr. Daniel j¨¢ est¨¢ descansando.¡± F¨¢bio tentou dete. Nos ¨²ltimos anos, ningu¨¦m entrou no quarto de Daniel, exceto Olivia e os empregados da Vi Serenidade. Esta Srta. Cameiro, que nunca havia visitado Daniel antes, agora que soube que ele estava prestes a acordar,e?ou a demonstrar Interesse? Catarina n?o olhou para tr¨¢s, ignorandopletamente as pvras de F¨¢bio: ¡°Eu so you dar uma olhada, n?o vou iod¨¢¨Clo.¡± F¨¢bio olhou para Olivia pedindo desculpas, mas ainda assim n?o impediu Catarina. Recebendo o olhar de desculpas de F¨¢bio, Olivia, por sua vez, o tranquilizou: ¡°N?o tem problema, pode ir¡± Nos dias seguintes, toda vez que o Dr. Soares vinha tratar de Daniel, Catarina tamb¨¦m vinha. esperava o Dr. Soares terminar o tratamento e, depois de dar uma olhada em Daniel, embora. A presen?a de Catarina era permitida pelo Velho Sr. Griera, ent?o Olivia n?o podia dizer nada. E assim, dois meses se passaram rapidamente. Olivia cuidava de Daniel todos os dias grande aten??o, observando que o dia em que Daniel despertaria estava cada vez mais pr¨®ximo. Recentemente, Daniele?ou a se mover sozinho recentemente. Era poss¨ªvel ver seus olhos se movendo, mostrando sinais de que poderia despertar a qualquer momento Olivia ainda ficou aodo de Daniel para cuidar dele, querendo que fosse a primeira pessoa que Daniel visse ao acordar! Cap¨ªtulo 1476 Chapter 1476 Cap¨ªtulo 1476 Ao meio¨Cdia, ap¨®s o almo?o, Olivia recebeu uma liga??o do professor da Universidade da Capital, informando a de que havia um exame de cultura ¨¤ tarde e pedindo para que chegasse mais cedo para n?o se otrasar, Olivia respondeu prontamente, amenando a moch e se preparando para sair. F¨¢bio aproximou¨Cse e perguntou: ¡°Sita Souza, quando o Dr. Soares disse que o rem¨¦dio de Medicina Tradicional estaria pronto?¡± Como era necessitio que Olivia administmsse o medicamento a Daniel, o tempo de prepara do rem¨¦dio tinha que ser rigorosamente contrdo. Depois de fener deveria ser dado a Daniel para beber, caso contr¨¢rio, o medicamento se deterioraria. Normalmente,e?o a cozinhar depois do almo?o e Olivia d¨¢ algo para beber para Daniel. Hoje, como Olivia n?o estaria em casa ¨¤ tarde, se fosse preparado no meio¨Cdia, at¨¦ a tarde esfriaria e n?o estaria fresco. Olivia olhou para o rel¨®gio, j¨¢ era uma hora, e seu examee?aria ¨¤s duas. Quando Daniel terminasse de tomar o rem¨¦dio, certeza sena tarde demais. Olivia disse: ¡°Vou preparar quando voltar, beber ¨¤ tarde ¨¦ a mesma coisa ¡°Tudo bem¡°, F¨¢bio respondeu Olivia saiu sua moch Pouco depois is de sua saida, o Velho Sr. Gera chegou ¨¤ Vi Serenidade, panhado por algu¨¦m, e essa pessoa era a Catarina. Assim que o Velho S: Gniera chegou, todos os empregados da Vi Serenidade mostraram¨Cse extremamente respeitosos, F¨¢bio acenando a cabe?a e ficando ¨¤ disposi??o. ? Velho Sr. Griera levou Catanna ao quarto de Daniel para visit¨¢¨Clo. Daniel estava deitadoo antes, mas sua apar¨ºncia parecia muito melhorada. Catarina ficou aodo do Velho Sr. Griera, observando Daniel, que estava deitado na cama. Devido ¨¤ r??o de mentor e amigo entre Daniel elgor, Catanna via frequentemente Daniel e conversava muito com ele antes de Daniel entrar ema. Daniel era oito anos mais velho que . Quando Daniel tinha vinte anos, tinha apenas doze. Naqu ¨¦poca, o jovem Sr. Daniel era vibrante, bonito e cheio do charme de um jovem homem. Catanna, ainda uma menina em sua flor da idade, tinha umapreens?o nebulosa do amor, mas nutria uma paix?o juvenil por Daniel, sonhando em casar¨Cse ele quando crescesse No entanto, naqu ¨¦poca, Daniel sempre a considerava apenas uma crian?a. Quando se agarrava a ele para conversar, ele a mandava ir fazer a li??o de casa Agora, vendo Daniel im¨®vel na cama, o f?lego de Catarina tornou¨Cse pesado. nunca imaginou que um dia o homem t?o grandioso, lindo e capaz se tomana incapaz de cuidar de si mesmo. This text is ? N?velDrama/.Org. Quanto mais excepcional a pessoa, maisment¨¢vel ¨¦ sua adversidade. ? Velho Sr. Griera tinha um cannho especial por Daniel, seuo mais orgulhoso, que estava deitado h¨¢ tr¨ºs anos. Sua dor e mncolia eram mais fortes do que as de qualquer outra pessoa, Ele virou¨Cse para F¨¢bio e perguntou: ¡°Daniel j¨¢ tomou seu rem¨¦dio hoje?¡± F¨¢bio concordou a cabe?a, respondendo: ¡°Ainda n?o, a Srta, Souza saiu para um exame e voltar¨¢ ¨¤ tarde pata preparar o medicamento, garantindo que o Sr. Daniel beba o rem¨¦dio fresco O Velho Sr. Griera mostrou¨Cse insatisfeito. ¡°Ele sempre toma o rem¨¦dio ao meio¨Cdia, por que mudar para a tarde? E se a mudan?a no hor¨¢rio do rem¨¦dio alterar seu efeito, voc¨º pode arcar as consequ¨ºncias?¡± F¨¢bio, entrou em p¨¢nico e pediu desculpas: ¡°Velho Senhor, me perdoe, foi uma neglig¨¨ncia nossa, mas a Srta. Souza salu hoje, e normalmente ¨¦ quem d¨¢ o rem¨¦dio ao Sr. Daniel¡­.¡± se raiva. ¡°Est¨¢ dizendo que a Vi Serenidade n?o pode funcionar sem ?¡± o Velho Sr. Griera disse, F¨¢bio, em p¨¢nico, respondeu: ¡°N?o foi isso que eu quis dizer.¡± ¡°V¨¢ preparar o rem¨¦dio, sem , algu¨¦m naturalmente dana o rem¨¦dio para Daniel beber¡± Velho Sr. Griera falou de forma peremptoria. F¨¢bio respondeu prontamente: ¡°Sim, j¨¢ you fazer! Ele era apenas um servo, afinal, e devia obedecer as ordens do patr?o. Velho Sr. Griera era a presen?a mais autorit¨¢ria da familia Griera, F¨¢bio naturalmente seguiria suas instru??es. Rapidamente, uma tig de rem¨¦dio quente foi levada ao quarto principal. Velho Sr. Griera pegou o rem¨¦dio, olhou para F¨¢bio uma express?o s¨¦ria e disse: ¡°Voc¨º s agora, fique de guarda na porta, n?o deixe mais ningu¨¦m entrar¡± Chapter 1477 Capitulo 1477 ¡°Sim.. F¨¦bio assent, salu da s e fechou a porta. O Velho Sr. Griera passou o rem¨¦dio para Catarina: ¡°Voc¨º vel dar a rem¨¦dio para o Daniel.¡± ¡°Oh, oh¡­¡± Catarina pareceu um pouco perdida e surpresa, mas logo pegou a tig das m?os do Velho Sr. Griera. se aproximou o rem¨¦dio na m?o, sentou¨Cse aodo da cama de Daniel, pegou uma colherada do rem¨¦dio e levou at¨¦ a boca de Daniel. Assim que a colher tocou seus l¨¢bios, o rem¨¦dio escorreu, descendo pelo canto da boca de Daniel at¨¦ s¨¦u pesco?o. Desculpa, eu n?o sabia que o Daniel n?o conseguia abrir a boca Catarina se assustou, apressadamente colocou a tig no criado¨Cmudo e pegou um len?o de papel para limpar o rem¨¦dio que havia escorrido pelo pesco?o de Daniel. nunca tinha cuidado de ningu¨¦m antes, e seus movimentos eram desajeitados e agitados. O Velho Sc Griera observava profundamente dedo, sua voz envelhecida falou: ¡°Voc¨º sabeo a Olivia costuma dar o rem¨¦dio?¡± Catarina terminou de limpar as manchas de rem¨¦dio no rosto de Daniel e se levantou, bn?ando a cabe?a em sil¨ºncio. nunca tinha visto Olivia dando rem¨¦dio para Daniel, ent?o, ro que n?o sabia ¡° usa a boca.¡± Disse o Velho Sr. Griera. As pups de Catarina se dtaram¨Cse ligeiramente e as pvras ¡°alimentar a boca n?o foram apenas um choque para , mas tamb¨¦m um golpe. sabia que Olivia cuidava de Daniel na Vi Serenidade, mas n?o imaginava que a r??o deles fosse t?o intima Sua m?e havia dito que Olivia erao as outras empregadas da Vi Serenidade, apenas encarregada dos cuidados di¨¢rios Daniel, mas nunca imaginou que teria tanta intimidade Daniel! Desde jovem, Catarina nutria sentimentos por Daniel, e agora, ao saber que o homem que amava beijava outra mulher todos os dias, seu cora??o se enchia de um amargor doloroso, ¡°Se voce decidiu se casar o Daniel, precisa entender e aceitar tudo sobre ele, incluindo seu passado.¡± O Velho Sr. Griera falou seriamente. Ele n?o tinha inten??o de esconder os casos de Daniel e Olivia. Ele ligou para a m?e de Catarina para contar a noticia de que Daniel acordaria em dois meses, justamente para cumprir opromisso de casamentobinado a fam¨ªlia Cameiro tr¨ºs anos atr¨¢s. Se a familia Cameiro n?o aceitasse que Daniel estivera ema por tr¨ºs anos e teve um passado com outra mulher ele n?o insistiria. Havia muitas herdeins desejando estar aodo de Daniel. Se Catanna n?o quisesse, ele n?o hesitaria em cancr o casamento para n?o desperdi?ar o tempo de Daniel, Se Catarina pudesse aceitar, ele faria de tudo para unir e Daniel, se n?o, ele procuraria outra pessoa para Daniel. ¨¦ disso que se trata Velho Sr. Griera. Catarina olhou seriamente para o Velho Sr. Griera e ouviu suas pvras s¨¦rias, era inteligente e entendeu que o Velho Sr. Griera estava lhe dando uma escolha, hesitou por alguns segundos, mas ent?o falou firmemente para o Velho Sr. Griera: ¡°Eu sei que Daniel e Olivia eram um casal antes, e que eles t¨ºm quatro filhos juntos. Eu posso aceitar e abra?ar todo o passado de Daniel, e se eu me casar ele, tamb¨¦m vou amar os quatro filhoso se fossem meus.¡± O Velho Sr. Griera queria justamente essa atitude de Catarina. Ao ouvir o que disse tanta firmeza, ele rxou um pouco a express?o e disse: ¡°Bom, ent?o de o rem¨¦dio para o Daniel, use a boca, voc¨º precisa se acostumar isso.¡± Catarina n?o hesitour ¡°Certo.¡± virou¨Cse, pegou a tig de rem¨¦dio, torhou um gole e, lentamente, inclinou¨Cse em dire??o a Daniel, aproximando seus l¨¢bios dos dele. ¨¤ medida que a distancia dimin, Catarina podia sentir a respira??o forte de Daniel aspergindo em seu rosto, aqu respira??o repleta de charme masculino, que fazia o cora??o de Catarina pulsar descontrdamente. Antes que pressionasse os l¨¢bios contra os dele, seu cora??o estava um caos.Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. at¨¦ estava ansiosa, desejando sentir a sensa??o de beij¨¢¨Clo. *Cof¡­ Justo quando os l¨¢bios de Catarina estavam prestes a tocar os de Daniel, Daniel de repente fez um som surdo de tosse na Chapter 1478 Cap¨ªtulo 1478 O som da tosse foi extremamente ro. Catarina parou bruscamente,o se ondas se formassem em sua mentel O sangue correu por todos os membros e ossos, e toda a pessoa ficou atordoada. O Velho Sr. Griera estava aodo da cama, ele tamb¨¦m ouviu ramente a voz de Daniel, seus olhos se arregram e ele rapidamente puxou Catarina para tr¨¢s, olhando para Daniel na cama emo??o, sua voz at¨¦ tremia ao fr ¡°Daniel, voc¨º acordou? Abra os olhos e veja, sou eu, seu av?¡­¡­..¡± D¨¦pois de tr¨ºs anos, e Daniel finalmente mostrou algum sinal de vida, ele estava prestes a acordarl O Velho Sr. Griera, que havia se preocupado e reprimido suas emo??es por tr¨ºs anos, estava incontrvelmente emocionado neste momento. Catarina, nervosa, engoliu a medicina que tinha na boca sem nem limpar o canto dos l¨¢bios, seus olhos arregdos fixos em Daniel. Daniel estava prestes a acordar, e tamb¨¦m estava muito animada ? Velho Sr. Griera, tremendo, olhava para Daniel na cama. Daniel n?o respondeu ¨¤s suas p mostrando que seus olhos se moviam, esfor?ando¨Cse para abri¨Clos pvras, mas suas p¨¢lpebras se moveram, O cora??o do Velho Sr. Griera estava apertado, ele olhava fixamente para os olhos de Daniel, esperando que ele os abrisse. ¡°Ahem¡­¡± Daniel tossiu novamente, seus longos cilios tremendo enquanto ele tentava abrir os olhos O ambiente estava silencioso, o Velho Sr. Griera segurava a respira??o, esperando que Daniel acordasse, vendo¨Co lutar para abrir os olhos, seu cora??o tamb¨¦m estava ansioso, lutando junto ele Melo minuto depois, os olhos de Daniel se abriram lentamente, a luz entrando em sua vis?o Ele, que n?o abra os olhos h¨¢ muito tempo, estava um pouco iodado a lur forte e fechou os olhos novamente Ap¨®s se adaptar, ele os abriu novamente, e noquele momento, os olhos negras brilharam com uma kufra, profunda e sombra amitindo um som A sua frente estava a rosto velho e emocionado do Velho Sr. Griera, cujos l¨¢bios se moveram, emitindo SUB WAT BOT n?o fr h¨¢ muito tempo, era rouca e seca ¡°Ah, Daniel, voc¨º finalmente acordou 0 Velho Sr Gnera, emocionado, chorava l¨¢gmas de alegria Ele era um militar, que nunca chorava facilmente, mas naquele moment ver Daniel acordar, toda a preocupa??o e tristeza dos ¨²ltimos tr¨ºs anos finalmente se dissiparam, e o sentimento de alivo naquele momento ainda o fez chorar Ele sentou¨Cse aodo da cama de Daniel, segurando seus ombros as m?os cheias de rugas, tremendo e chorando de alegria: ¡°Daniel, ¨¦ bom que voc¨º tenha acordado, ¨¦ bom que tenha acordado.¡± Nos ¨²ltimos tr¨ºs anos, toda a sua persist¨¨ncia e o gasto de muito dinheiro no tratamento valeram a pena ¡°Avo, por quanto tempo eu dormi?¡± Daniel sentia a cabe?a pesada e confusa, desconfortavel a desconex?o do tempo O Velho Sr Griera secou as l¨¢grimas do canto dos olhos e disse. Daniel, voce dormiu portis anos, finalmente acordou Voc¨º sabeo o av¨° estava preocupado?¡± Daniel, um olhar agudo: ¡°Eu dormi por tres anos? E a Oliva?¡± Sua voz era rouca, transmitindo nervosismo, tentando se sentar, mas so se mover, percebeu que n?o conseguia for?a na cintura. Incapaz de se levantar ? Velho St. Griera viu que ele estava tentando for?at rapidamente segurou seus ombros, e disse¨Clhe para dormir bem e n?o se levantar ¨¤ for?al ¡°Voc¨º acabou de acordar, n?o se mova, vou chamar o m¨¦dico agora Dito isso, o Velho Sr. Gnera ligou para o Dr. Soares, informando que Daniel havia acordado e pediu que ele viesse imediatamente ¡°Arb, e a Olivia?¡± ? Velho Si Gera voltou asi e viu Daniel olhando para ele um par de olhos negros, pedindo insistentemente noticias sobre Olivia O cora??o emocionado do Velho St. Gera afundou fortemente, mesmo ap¨®s tres anos de sono profundo, Daniel ainda se lembrava de This text is ? N?velDrama/.Org. A primeira vez que acorde pedi noticias sobre Olivia Chapter 1479 Capitulo 1479 Felizmente, ele tomou a decis?o antecipadamente de deixar Catarina de volta. ? Velho Sc. Griera n?o respondeu diretamente ¨¤ pergunta de Daniel, dizendothe: ¡°Daniel, durante os tr¨ºs anos em que voc¨º esteve Inconsciente, foi a Catarina que cuidou de voc¨º o tempo todo, dando¨C lhe rem¨¦dios, alimentando¨Co, ajudando¨Co a tomar banho e cuidando de voc¨º, cuidando de voc¨º em cada detalhe¡± Enquanto fva, viu¨Cse para olhar para Catarina e acenou¨Clhe, pedindo¨Clhe que se aproximasse. Catarina, obediente, caminhou at¨¦ a beira da cama, um sorriso docil no rosto, olhando para Daniel. ¡°Irm?o Daniel, que bom que voc¨º est¨¢ acordado. fo ver Catanna, Daniel franziu levemente as sobrancelhas, n?o acreditando murto nas pvras do Velho Sr. Griera: ¡°Nos ¨²ltimos tr¨¨s anos, foi voc¨º quem cuidou de mim?¡± Catarina ficou ligeramente surpresa, olhando para o Velho Sr. Griera, que seus olhos turvos, mas firmes, lhe deu confian?a. o Velho St. Catarina atordoada por um momento e olhou para Velho Sr. Griera e virando¨Cse, respondeu de forma s¨¦ria e calma: ¡°Sim, imja Daniel, voc¨º esqueceu que tr¨¨s anos atr¨¢s, nosso av¨® firmou um noivado entre voc¨º e eu. Quando voc¨º teve o acidente, eu sua noiva, naturalmente deveria ficar ao seudo, cuidando de voc¨º sem me afastar, mesmo que a medica??o fosse amarga. Mas eu n?o temo o amargo, desde que voc¨º possa torn¨¢, que importancia tem o meu pequeno sofrimento? ? Velho Sc. Griera ficou satisfeito, parecia que Catarina estava no caminho cert Ele gostava de lidar pessoas inteligentes. Daniel, obteve resposta afirmativa e, ao ver os vestigios de Medicina Tradicional nos cantos da boca de Catarina, entendeu que realmente tinha acabado de lhe dar o medicamento Ser¨¢ que era realmente Catarina quem cuidara dele a tempo todo Daniel, ainda n?opletamente convencido, perguntou: ¡°E aquele acidente, a Olivia sofreu algum dano?¡± Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Sua voz estava tensa e preocupada. Sua mem¨®ria ainda estava no dia em que a casa da Olivia to destrada p rplos?o, derrubou no ch?o, usando suas costas para bloquear os in¨²meros tijolos que cm Ele viu o p¨¢nico e as l¨¢grimas de Olivia antes de desmaia entando protege de se machucar a Embora ele tenha protegido Olivia da queda dos ebros ele n?o podia ter certeza de que n?o havia sido ferida naquele momento. O Velho Sr. Griera ficou imitado, j¨¢ havia dito a Daniel que, durante os tr¨¨s anos for Catanna quem cuidou dele, e ele ainda estava preocupado Olivial O Velho Sr. Griera ponderou por um momento e disse a grave ¡°A Divia que voc¨º sente tanta falta, nada aconteceu Voc¨º bloqueou a trag¨¦dia por , mas quando soube que roc¨¦ havia se tomado um vegetal, te evitoupletamente. Durante esses tr¨¨s anos, n?o se importou voc¨º e eu tamb¨¦m n?o se para onde for Ao ouvir isso, o cora??o preocupado de Daniel afundou de repente Ele ficou incredulge chocado ¡°O que voc¨º disse?¡± ¡°Eu disse, quando Olivia soube que voc¨º se tomou um vegetal, te abandonou e foi embora Como poderia se preocupar voc¨ºo uma pessoa ???? O Velho Sr. Griera repetiu o que havia dito antes, esperando que Daniel acordasse Ele era uma pessoa t?o talentosa, e quase se tomou um inv¨¢lido por causa de uma mulher, e a primeira coisa que ele faz ao acordar e ainda se preocupar aqu mulher! Desde os tempos antigos, as belezas trazem desastres! O Velho Sr. Gera definitivamente n?o permitira que uma mulher amuinasse a vida de Daniel! Daniel os olhos escuros ligeramente fechados, engoliu sua profunda decep??o Seu cora??o, que esteve calmo por tr¨ºs anos, ao despertar, foi preenchido profundador ¡°Daniel, n?o fique triste, eu nunca vou te deixarestare sempre ao seudo.¡± As pvras intelectuais e elegantes de Catanna soaram a tempo El caminhou ate a beta da cama, segurando a m?o Daniel entor emo??o e temura, um olhar cheia de caninho e profundidade Capitulo 1480 Chapter 1480 Cap¨ªtulo 1480 Daniel olhava para Catarina seus olhos escuros. A pequena menina que estava no seudo, j¨¢ era adulta. Sob a influ¨ºncia da familia Cameiro, una linhagem de intelectuals e artistas, se tornou uma pessoa culta, elegancia e um ar artistico Principalmente aqueles elhas, que antes brilhavam uma inoc¨ºncia infantil, agora refletiam uma beleza serena e cativante, tipica de uma dama gracioso. No entanto, para Daniel, Catarina ainda era uma crian?a, e ele a via apenaso uma irma Daniel queria se soltar da m?o d, mas ele tinha acabado de acordar e seu corpo parecia estar congdo por alguma coisa, e ele n?o conseguia usar nenhuma for?a. Nem mesmo sentar¨Cse era possivel, ao tentar puxar sua m?o de volta, seu bra?o parecia ter sido preenchido chumbo, im¨®vell, ¡°Catanna, voc¨º ainda ¨¦ jovem, deveria encontrar um homem adequado¡± disse Daniel uma voz rouca, seu olhar indicando a m?o d em seu aperto. Vendo que Daniel ainda queria fr, Catarina sabia que ele devia estar fndo alguma coisa sobre rejei??o, ent?o disse apressadamente. Immo Daniel, eu n?o sou mais crian?a, tenho 25 anos. Muitas mulheres da minha idade j¨¢ s?o casadas e filhos Quando Daniel tentou fr novamente, Catarina, antecipando outra rejei??o, apressou¨Cse a dizer: ¡°Im?o Daniel, voc¨º acabou de acordar, ainda est¨¢ muito fraco. Precisa de tempo para se recuperar. Por agora, n?o pense em mais nada, apenas descanse e recupere¨Cse ¡°Voc¨º est¨¢ certa, Catarina ¨¨ sempre t?o atenciosa, interveio o Velho Sr. Griem. ¡°Agora que voc¨º acordou, o mais importante ¨¦ recuperar sua sa¨²de. Todo o resto pode esperar.¡± Nesse momento, o Dr. Soares chegou. Ap¨®s examinar Daniel e verificar seu pulso, ele concluir ¡°O paciente esteve ema por tr¨¨s anos, o que causou uma regress?o da mem¨®ria muscr e da mem¨®ria motora. Com alguns dias de repouso e a realiza??o de fisioterapia ele devee?ar a se recuperar gradualmente.¡± ¡°Obrigado, Dr. Soares, disse o Velho Sr. Griera, agora muito mais cortes e respeitoso do que na primeira vez que encontrou o doutor A habilidade m¨¦dica do Dr. Soares havia conquistado sua admira??o. Durante esses tres anos, ele gastou muito dinheiro diversos m¨¦dicos, mas nenhum conseguiu curar Daniel. Apenas o Dr. Soares, sem cobrar conseguiu trazer melhoras significativas. ? Velho Sr. Griera n?o consegue nem respeitar o Dr. Soares. ¡°De nada. O paciente basicamente se recuperou. Agora, mais fisioterapia, ele deve ficar bem. Eu n?o precisarei mais vir disse o Dr. Soares ao Velho Sr. Gnera antes de sair, carregando sua maleta m¨¦dica. O tratamento para Daniel tamb¨¦m chegou ao fim. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Ap¨®s a partida do Dr. Soares, o Velho Sr. Griera voltou aodo da cama de Daniel e perguntou: ¡°Daniel, tem algo que voc¨º gostaria de Daniel bn?ou a cabe?a, dizendo uma voz rouca ¡°Eu s¨® quero ficar sozinho por um tempo.¡± O Velho Sr. Griera pausou por um momento, percebendo que Daniel provavelmente estava sofrendo por causa de Olivia. Mas ele n?o ter¨¢ o cora??o mole e explicar¨¢ algumas pvras para Olivia. Ele disse: ¡°Tudo bem, ent?o descanse um p um pouco. Se precisar de alguma coisa, ¨¦ s¨® chamar. H¨¢ algu¨¦m sempre ¨¤ porta¡± Dito isso, o Velho Sr. Griera sinalizou para Catarina, e ambos sairam do quarto, No andar de baixo, Catanna, confusa, perguntou: ¡°Vovo, voc¨º quer mesmo que eu fique os louros da Olivia? Quando Daniel se recuperar, a verdade vir¨¤ ¨¤ tona. Os empregados da Vi Serenidade sabem que foi Olivia quem cuidou dele.¡± Catarina, em coopera??o o Velho Sr. Griera, admitiu que vinha cuidando de Daniel, pressionada ps circunstancias, que n?o permitiam que ponderasse cuidadosamente. Diante dos desafios lan?ados pelo Velho Sr. Griera, n?o tinha escolha sen?o enfrent¨¢¨Clos ¡°Voc¨º s¨® precisa continuar cuidando do Daniel, eu me encarregare do resto, disse lhe o Velho Sr. Griera, uma voz profunda e prante,o a de um falc?o, dirigindo¨Cse a Catarina. Em seguida, ele convocou todos os empregados da Vi Serenidade, e uma seriedade imc¨¢vel, anunciou ¡°Durante os tr¨¨s anos em que Daniel esteve ema, foi Catarina quem cuidou dele sozinha, alimentou¨Co evou¨Clhe o corpo. Tudo foi feito por Catarina. Olivia nunca apareceu ha Vi Serenidade. Quem ousar fr algo, pode esquecer de permanecer na Capital¡± Fabio, surpreso, olhou para o Velho Sr. Griera: ¡°Velho Senhor, a Sita Souza trabalhou muito nos ¨²ltimos tr¨¨s anos¡­ ¡°F¨¢bio, voc¨º est¨¢ tr¨ºs meses de sal¨¢rio descontadost Se quiser que sua familia passe fome no futuro, continue fndor A vis?o prante do Velho Sr. Griem fixou¨Cse em Fable, uma autoridade imponente. Chapter 1481 Cap¨ªtulo 1481 F¨¢bio engasgou e n?o se atreveu a fr mais. Embora ele sentisse injusti?a por Olivia Souza, n?o podia arriscar a seguran?a de sua pr¨®pria familia. Content rights belong to N?velDrama.Org. Ap¨®s Instruir os criados, o Velho St. Griera ordenou: ¡°Arrume silenciosamente todas as coisas de Olivia e excluam¨Cnas da Vi Serenidade.¡± ¡°Procedam caut, se Daniel Griem perceber qualquer vestigio, ser¨¢ uma falha de sua parte!¡± Velho Sr. Griera acrescentou. Enquanto Daniel ainda est¨¢ acamado e incapaz de se movimentar ¨¤ vontade, ele quer apagar silenciosamente qualquer vestigio de Olivia na Vi Serenidade. N?o poderia permitir que Daniel mantivesse qualquer esperan?a por Olivia. Aqu mulher era uma cmidade, e se Daniel continuasse a ter esperan?as n, e algo mais acontecesse, talvez n?o tivessem tanta sorte de salvar sua vida novamente. Depois que Olivia terminou o exame, voltouendo para Vi Serenidade sem parar. |: ??? ? ??? 4? Nos ¨²ltimos dias, os olhos de Daniel movm¨Cse frequentemente, indicando que ele poderia acordar a qualquer momento. queria voltar para odo de Daniel o mais r¨¢pido poss¨ªvel, para evitar que ele acordasse e n?o a encontrasse. Ao chegar na entrada do p¨¢tio da Vi Semnidade, dois seguran?as de preto a barraram: ¡°Srta. Souza, a partir de agora, por favor, n?o retome ¨¤ Vi Serenidade.¡± Os seguran?as fram sem express?o alguma. Olivia sentiu um aperto no cora??o e perguntou, ansiosa: ¡°Por qu¨¦?¡± ¡°Foi isso que Daniel quis dizer. Estamos apenas cooperando¡°, respondeu outro seguran?a. A vontade de Daniel? Um choque percorreu Olivia, misturado uma imensa alegria: ¡°Daniel acordou? Ele est¨¢ acordado, n?o est¨¢?¡± Isso era maravilhoso, Daniel finalmente tinha acordadol sabia que Daniel ina acordar nos pr¨®ximos dias, mas ele acordou mais cedo do que esperava. tentou passar pelos seguran?as, mas um deles estendeu a m?o, bloqueando seu caminho. ¡°Srta. Souza, j¨¢ lhe dissemos, n?o volte mais ¨¤ Vi Serenidade.¡± ¡°Deixem¨Cme entrar, s¨® quero v¨º¨Clo uma vez. Se ele ainda quiser me mandar embora, eu n?o vou insistir, irei embora imediatamente,¡± Olivia tentou negociar os seguran?as. ¡°N?o, Daniel n?o quer v¨¦!¡± A resposta do seguran?a fol firme e resoluta. ¡°Por qu¨¦?¡± Olivia n?opreendia, havia cuidado de Daniel por tr¨ºs anos, sempre esperando pelo dia em que ele acordaria. nunca imaginou que a primeira coisa que ele faria ao acordar seria mand¨¢ embora. ¡°N?o sabemos, apenas seguimos ordens.¡± O guarda¨Ccostas foi frio e imc¨¢vel. Olivia franziu a testa, sentindo um desconforto interno. Ap¨®s um momento de reflex?o, disse: ¡°Minha bagagem ainda est¨¢ l¨¢ dentro. deixe¨Cme arrum¨¢ e ent?o irel embora.¡± De qualquer forma, ainda queria ver Daniel, para esrecer tudo cara a cara. *Sua bagagem est¨¢ aqui, pode lev¨¢, um dos seguran?as trouxe uma m de tr¨¢s do muro do jardim e entregou a Olivia, indicando que deveria partir. A bagagem j¨¢ estava preparada? O cora??o de Olivia foi apunhdo e uma dor forte veio do fundo de seu cora??o. Chapter 1482 C Cap¨ªtulo 1482 Olivia abaixou a cabe?a, olhando para m, sentindo uma amargura no cora??o. tinha esperado poder estar aodo de Daniel assim que ele acordasse, continuar cuidando dele, conversar sobre tantas coisas Queria contar a ele o quanto ansiata por seu despertar durante esses tr¨¨s anos dea, o quanto desejava fr sobre o futuro deles. No entanto, para sua surpresa, a primeira a??o de Daniel ao acordar fol mand¨¢¨Clo embor Ele sequer quis v¨º. Olivia estava ansiosa para entrar e questionar Daniel sobre o motivo, mas o seguran?a, insistente, barrou seu caminho. Embora seu cora??o estivesse repleto de indaga??es, n?o conseguiu verbaliz¨¢s. Arastando sua m, Olivia s¨® pode se afastar da Vi Serenidade. This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Dingindo em dire??o a Porto Estr de Sol, Olivia refletiu sobre tudo o que havia vivido cuidando de Daniel nesses tr¨ºs anos, cada momento ressurgindo em sua mente. Durante a viagem, se lembrou das pvras de Daniel antes de cair ema: ¡°Agora estamos quites, n?o nos devemos nada.¡± Ao pensar nisso, o cora??o de Olivia se apertou finalmente entendeu por que Daniel a tinha mandado embora. Ele j¨¢ tinha dito, tr¨ºs anos atr¨¢s, que estavam quites. Sem dividas entre eles, n?o havia necessidade de se encontrarem. nunca imaginou o peso dessas pvras, quantas vezes tinha dito algo semelhante a Daniel, e cada vez que o fizera, ele deve ter sentido o mesmo desconforto que sentia agora. Ele a havia for?ado a se casar ele, enquanto o culpava p morte de sua m?e, determinada a se afastar dele para sempre. sem mais intera??es Quem dina que ele usana vida para salv¨¢? Num momento, n?o sabia se deveria culpar Daniel por arriscar a vida de sua m?e em sua luta contra Gabriel Dias ou ser etemamente grata por seu ato de salvar sua vida. Os sentimentos entr?ados e conflituosos entre Olivia e Daniel eram t?oplexos que pareciam indissol¨²vels. Ao chegar em casa, a vi em Porto Estr de Sol era espa?osa e iluminada, cheia de espa?os para serem habitados livremente. Ao abrir a porta, Olivia foi recebida por uma sensa??o de solid?o e des??o, sentindo seu cora??o cercado por uma infinita solid?o. At¨¦ a respira??o se tornou dificil. Sentada no sof¨¢, perdida em pensamentos, n?o sabia o que fazer, sentindo um vazio t?o profundo que parecia pux¨¢ para baixo. Anteriormente, vivianum apartamento alugado de pouco mais de sessenta metros quadrados seus quatro filhos e Teresa Rocha, uma vida modesta e apertada, mas ch de alegria. Ao menos, sempre tinha motiva??o e energia. 2 2 2 3 2 2 2 28 3 2 5 3 2 Agora, sua m?e falecida, seus quatro filhos enviados para uma esc militar pelo Velho Sr. Grier, e sem poder v¨¦¨Clos, sua ¨²nica ocupa??o di¨¢ria ¨C cuidar de Daniel ¨C havia acabado, j¨¢ que ele n?o precisava mais d. Sentia¨Cseo uma pe?a descartada, perdendo de repente toda dire??o e esperan?a A perda de um prop¨®sito de vida a deixava profundamente desconfort¨¢vel,o se seu cora??o estivesse vazio. Enquanto Olivia respirava dificuldade no sof¨¢, seu celr tocou, trazendo¨Ca de volta de seus pensamentos sombrios. tirou o celr do bolso e viu que a chamada era de Jimena Santos. Rapidamente, atendeu, respirou fundo e uma voz carregada de preocupa??o, disse: ¡°Jimena, como voc¨º est¨¢ se sentindo agora?¡± Chapter 1483 Capitulo 1483 H¨¢ dois meses, Jimena sobreviveu a um acidente de carro e teve que ser operado no hospital. Felizmente, sua vida foi salva. Ap¨®s uma Intera??o de quase uma semana, tere alta e passou a recuperar¨Cse sob os cuidados de Foro Durante esse periodo, Olivia estava ocupada cuidando de Daniel e n?o teve tempo de visitar Jimena, desconhecendoo estava sua recupera??o. ¡°Eu consigo andar e pr, estou bem, s¨® que ¨¤s vezes minha cabe?a ainda d¨®i muito¡°, disse Jimena. ¡°Seu maior problema sempre foi a concuss?o cerebral. Voc¨º precisa repousar por seis meses, n?o pode negligenciar isso¡°, Olivia a alertou E vou ter que me ausentar do trabalho por meio ano. Eu tinha um projeto de design em m?os que ainda n?o terminei, e a empresa esta me pressionando para que eu volte logo e entregue os esbo?os. Agora, sempre que tento pensar em algo, sinto uma dor terrivel,o vou conseguir fazer os esbo?os?¡°,mentou Jimena n?o podia sedar ao luxo de perder o emprego, pois tinha dois filhos para sustentar e precisava pagar o sal¨¢rio da tia Faro. Se ficasse desempregada, seus filhos passariam fome e teria que dispensar a tia Faro, deixando¨Cse sem ningu¨¦m para cuidar deles e de seus filhos. Isso n?o sena adicionar ainda mais problemas? Como algu¨¦m que j¨¢ passou por situa??es dif¨ªceis, Olivia entendia o dilema de Jimena. Uma concuss?o cerebral n?o ¨¦ brincadeirac se n?o for bem tratada, pode resultar em sequs permanentes ou, no pior dos casos, em morte. Isso definitivamente n?o era algo para se levar na brincadeira. Refletindo brevemente, Olivia propos: ¡°Se voc¨º confia em mim, posso criar o design para voc¨º. Depois, basta entreg¨¢¨Clo ¨¤ empresa.¡± This text is ? N?velDrama/.Org. ¡°Mas voc¨º n?o est¨¢ cuidando do Daniel? Este ¨¦ um per¨ªodo crucial para ele acordar. Se voc¨º se descuidar, pode perder essa chance¡°, Jimena n?o quena tomar o precioso tempo de Olivia. Comparado ao trabalho de cuidar de Daniel e possibilitar que ele acorde, seu projeto de design parecia insignificante. ¡°Ele j¨¢ acordou n?o precisa mais de mim¡°, disse Olivia, acreditando que havia disfar?ado bem sua voz Contudo, havia um tom de tristeza profunda em suas pvras. ¡°O qu¨¦? O que voc¨º disse? Quem acordou?¡± Jimena ficou chocada e sem pvras por um momento, sem conseguir entender quem havia acordado! guntou surpresa: ¡°Voc¨º est¨¢ dizendo que o Daniel j¨¢ acordou?¡± Ent?o, um sobressalto, perguntou Ao fazer essa pergunta, o cora??o de Jimena, que era apenas uma espectadora,e?ou a bater forte. Olivia havia cuidado de Daniel por tr¨ºs anos, esperando todos os dias que ele acordasse. Tr¨ºs anos¨C quem poderia se dedicar tanto a cuidar de uma pessoa em estado vegetativo por tanto tempo? O esfor?o e a dedica??o de Olivia finalmente foram rpensados, e a mgre pelo qual tanto rezou aconteceu? Jimena estava tanto nervosa quanto feliz por Olivia ¡°Sim, Daniel acordou Empara??o a emo??o de Jimena, Olivia estava surpreendentemente calma. ¡°Ele acordou, voc¨º deveria estar ainda mais aodo dele, mostrando o quanto se preocupa, Jimena esperava que Olivia e Daniel ficassem juntos. Anteriormente, Jimena tinha uma opini?o negativa sobre o distante e frio Daniel, apndo Olivia a cortar?os ele e seguir caminhos separados. Mas desde que Daniel arriscou sua pr¨®pria vida para salvar Olivia, Jimena mudou de ideia, acreditando que se Olivia e Daniel ficassem juntos, ele a protegeria. Quantos homens no mundo seriam capazes de arriscar suas vidas para salvar sua parceira? Muitos casais profundamente apaixonados n?o seriam capazes disso, mas Daniel, o ¡°patrocinador frio e sem emo??o¡°, conseguiu. Com um tom sombrio, Olivia disse: ¡°Eu n?o o vi. Quando ele acordou, a primeira coisa que fez foi me expulsar da Vi Serenidade, at¨¦ jogou minhas ms para fora¡± ¡°O qu¨¦?¡± Jimena ficou chocada, e ap¨®s um momento de admira??o por Daniel, agora estava furiosa: ¡°Cammba, esse Daniel, realmente n?o sabe o valor das coisas, hein? Olivia, voc¨º cuidou dele por tr¨ºs anos, e ele simplesmente n?o agradece! Ele te expulsou da Vi Serenidade, isso significa que ele n?o quer mais ter nenhum rcionamento contigo?¡± ¡°Deve ser Ele disse antes de desmr, que a partir daquele momento, n?o devismos mais nada um ao outro.¡± Olivia n?o escondeu nada de Jimena. e Jimena, sempre foram confidentes,partilhando todos os segredos e pensamentos. Chapter 1484 Cap¨ªtulo 1484 ¡°Deixe para l¨¤, aquele homem ¨¦ um caso perdido, melhor assim! Olivia, voc¨º est¨¢ livre agora? Venha ¨¤ minha casa, precisamos conversar¡± Jimena pensou r¨¢pido e logoe?ou a fr mal de Daniel, pamndo de tentar juntar Olivia ele. Sabendo que Olivia estava sozinha e que a solid?o poderin levar a pensamentos negativos, Jimena a convidou para sua casa, onde apanhia e a conversa poderiam ajudar a distral. ¡°Certo, estou indo agora¡± Ap¨®s desligar o telefone, Olivia se p?s em movimento. Dirigindo, Olivia chegou ¨¤ Comunidade Gulfstream Caminhando em dire??o ao pr¨¦dio de Jimena, viu um homem de estetura alta e apar¨ºncia sedutora, que passeava pelo local. Vestido cal?as pretas e uma camisa branca, as mangas arrega?adas at¨¦ os cotovelos, exibindo seus bra?os magros. A sedu??oplementava o seu charme masculine. Era Carlos Marques! Ao ver Carlos, Olma ficou imediatamente em alerta Carlos a viu primeiro, seus olhos brilharam por um momento, e ele se aproximou, dizendo: ¡°Olivia, voc¨º velo ver Jimena, n?o ¨¦?¡± DianteiContent rights belong to N?velDrama.Org. e do olhar somidente de Carlos, Olivia ficou tensa e perguntou: ¡°Hoje ¨¦ ter?a¨Cfeira, voc¨º n?o deveria estar trabalhando?¡± E l¨¢ estava ele, rondando o pr¨¦dio de Jimena! Ser¨¢ que ele veio procura? ¡°Estou de folga hoje¡± Carlos respondeu um sorriso malicioso nos l¨¢bios: ¡°Voc¨º vai na frente, eu te sigo.¡± Sem revr suas inten??es, Carlos posicionou¨Cse atr¨¢s de Olivia. Apesar de ele n?o ter dito diretamente, Olivia percebeu suas inten??es e, ao inv¨¦s de seguir em frente, virou se para encar¨¢¨Clo um olhar de desconfian?a: ¡°Sr. Marques, o que voc¨º est¨¢ fazendo rondando o pr¨¦dio de algu¨¦m em seu dia de folga em vez de descansar em casa?¡± ¡°Ah, ¨¦ que Jimena se machucou, e eu n?o soube quando saiu do hospital. N?o pude visit¨¢ antes. Dizem que ¨¦ importante levar carinho e um presente para um bom amigo que est¨¢ se recuperando. Eu preparei este presente h¨¢ mais de um m¨ºs e ainda n?o tive a chance de entreg¨¢¨Clo. Hoje finalmente consegui um tempo, ent?o pensei em vir v¨º.¡± Carlos manteve seu somiso, sendo direto ao explicar que veio visitar Jimena ¡°E por que voc¨º n?o vai direto at¨¦ l¨¢?¡± perguntou Olivia. ¡°Eu n?o sei exatamente em qual apartamento mora. Carlos manteve seu sorriso charmoso, sem parecer embara?ado. Apesar de ter seguido Jimena antes e saber que morava na Comunidade Gulfstream, e at¨¦ em qual bloco, ele n?o sabia o n¨²mero exato do apartamento. Surpresa, Olivia prontamente assumiu uma express?o polida e reservada, e disse a Carlos: ¡°Em nome de Jimena, agrade?o sua visita e gentileza, por¨¦m a entrega do presente n?o ¨¦ necess¨¢ria. Ficarei respons¨¢vel porunicar a sua considera??o.¡± ro, n?o podera levar Carlos at¨¦ a casa de Jimena, especialmente se isso significasse expor os filhos d. Jimena n?o haviapartilhado seu endere?o Carlos provavelmente por preocupa??o a privacidade de seus filhos. ¡°Maso assim? A inten??o precisa ser entregue pessoalmente.¡± Carlos recusou, insistindo: ¡°Vamos, na frente, eu s¨® vou entregar o presente e ir embora, n?o vou me demorar Dito isso, elee?ou a caminhar em dire??o ao pr¨¦dio, determinado a visitar Jimena Olivia franzia o cenho, indecisa. Nesse momento, uma voz masculina e elegante chamou seu nome por tr¨¢s: ¡°Olivia, voc¨º veio visitar Jimena?¡± Chapter 1485 Cap¨ªtulo 1485 Olivia voltou¨Cse e viu Yun Barros vestindo uma camisa azul e cal?a cinza, carregando uma galinha caipira. Olivia,o se visse um salvador, respondeu: ¡°Yuri, voc¨º foi fazerpras?¡± Yuni? Essas tr¨¨s sbas atingiram Carlos no cora??o, fazendo¨Ca afundar dolorosamente. Ele parou, vitou¨C se e o rosto anteriormente arrogante se fechou. Quando se virou de fato, viu Yuri se aproximando, segurando um ser vivo, uma galinha! Carlos vu de rnce a boca da galinha cacarejando e sentiu um amplo, a pele se eri?ando. Ele ficou paralisado no lugar, im¨®vel, o corpo todo formigando. Desde pequeno, Carlos tinha um medo terr¨ªvel de animais de bico afiado! Especialmente galinhas! Coincidentemente, Yuri estava segurando uma galinha, e Carlos sentiuo se estivesse paralisado, com o sangue congndo de inquieta??o Property of N?)(velDr(a)ma.Org. ¡°Sim,prei uma galinha caipira para fazer um caldo e fortalecer a Jimena, disse Yuri, chegando ao lado de Olivia e respondendo um sorriso educado. Ent?o, olhou para Carlos, n?o muito longe: ¡°Sr. Marques tamb¨¦m veio, da ¨²ltima vez n?o conseguiu subir para o rodizio, desta vez fique para tomar o caldo de galinha¡± Dizendo isso, elevou um pouco a galinha nas m?os para que Carlos visse melhor, mostrando que era uma galinha caipira de qualidade, excelente para caldo. Para mostrar sua sinceridade, ele se aproximou de Carlos para fr. Ergueu a galinha segurando¨Ca ps patas atadas, e se agitou por um instante, cacarejando e esvoa?ando, o que fez que algumas penas se soltassem e flutuassem at¨¦ pousarem no solo. Ao ver o bico da galinha cacarejando, Carlos sentiu um cfrio no fundo do cora??o e, por instinto, uma avers?o profunda, escondendo¨Cse atr¨¢s de Olivia um olhar de alerta e p¨¢nico, dizendo a Yuri: ¡°N?o se aproxime, leve isso embora, leve emboral Olivia olhou para tr¨¢s e viu Carlos escondido atr¨¢s d, p¨¢lido e ramente em panico. estava perplexa, o que estava acontecendo Carlos? Antes que pudesse entender, Carlos tirou um envelope do bolso, entregou a Olivia uma voz urgente e tremida: ¡°Entregue isso ¨¤ Jimena, eu preciso ir agora!¡± Dito isso, ele correu para o seu carro, acelerou e saiu, deixando para tr¨¢s uma nuvem de fuma?a. Olivia: ¡°O que aconteceu?¡± O elegante e orgulhoso Carlos, sempre cheio de charme e irever¨ºncia, hoje fuglu em desespero! Era uma cena quase c¨®mica, fazendo Olivia querer rir, algo que nunca tinha visto antes em Carlos Yuri ajustou seus oculos e disse: ¡°Sr. Marques deve ter medo de galinhas.¡± Olivia primeira vez que ouvia que um homem tinha medo de uma simples galinha. *kkkkk¡­¡± Quando Jimena ouviu sobre o encontro de Olivia Carlos l¨¢ embaixo, riu tanto que se inclinou para frente e para tr¨¢s, enchendo a casa sua risada contagiosa. ¡°Carlos medo de galinhas? Isso ¨¦ hil¨¢rio!¡± Jimena nu at¨¦ as l¨¢grimas rrem, incapaz de parar. ¡°Ele sabeo seduzir mulheres. mas quem diria que tinha essa fraqueza? Se eu quiser peg¨¢¨Clo de jeito, ¨¦ s¨® tranca lo em um quarto uma galinha viva, o espet¨¢culo seria de morrer de rir!¡± ¡°Se controle um pouco, n?o v¨¢ ter uma concuss?o de tanto ric Olivia a advertiu, preocupada sua euforia. ¡°Imagina, estou bem, disse Jimena, limpando as l¨¢grimas e a saliva de tanto rir um len?o de papel. ¡°Mam?e, quem ¨¦ Carlos, voc¨º tem um rcionamento ruim ele?¡± Alice chegou perto de Jimena, olhando para cima seus olhos inocentes e sedutores, perguntando. 1/1 Chapter 1486 Capitulo 1486 Contemndo os olhos de seu pequeno tesoura, t?o simres aos de Carlos, e observando sua carinha ador¨¢vel, suave e rechonchuda, chels de inoc¨ºncia e pureza, o sorriso de Jimena se desmanchou de imediato, dando lugar a uma mistura de panico e alivio, sem conseguir mais esbo?ar um somso. Os grandes olhos redondos pischram duas vezes, olhando seriamente para Alice Santos, abaixando o corpo para ficarem no mesmo nivel de vis?o, e the disse: ¡°Carlos ¨¦ um estranho, eu n?o o conhe?o, e voc¨ºs tamb¨¦m n?o t¨ºm qualquer r??o ele. Mam?e n?o vei mais mencionar essa pesson¡± Jimena falou de maneira s¨¦ria e pustem. N?o sabia se na uc ou chorava Jimena, voc¨º tem certeza de que n?o est¨¢ se entregando sem querer? Ainda bem que seus dois pequenos tesouros t¨ºm apenas dois anos, ainda na idade da inoc¨ºncia, n?o s?oo os quatro prodigios da familia d. Caso contrano, s¨® por essa frase de Jimena: ¡°Voc¨ºs n?o t¨ºm qualquer r??o ele¡°, as crian?as poderiam deduzir a identidade da pessoa No entanto, Alice e Alex ainda s?o pequenos, apenas dois anos, conseguem entender apenas o significado direto das pvras, sem perceber o subtexto. Alice, inclinando a cabe?a, seus olhos brilhantes, disse de forma doce: ¡°Mam?e, fale sobre ele, voc¨º fica t?o feliz quando o faz, eu gosto quando mam?e est¨¢ feliz¡± This content belongs to N?/velDra/ma.Org . reu at¨¦ Jimena e disse seriamente. ¡°Eu tamb¨¦m gosto quando mam?e est¨¢ feliz!¡± Alex, segurando um brinquedo de Transformers,eu O amor dedicado desses pequenos a envolveupletamente, derretendo seu cora??o, acariciou suas cabecinhas delicadas temura, um sorriso nos l¨¢bios, disse: ¡°Contanto que meus pequenos tesouros estejam sempre aodo da mam?e, saud¨¢veis e felizes, mam?e ficar¨¢ muito contente.¡± ¡°Sim, sim, n¨®s sempre estaremos aodo da mam?e, sendo os pequenos tesouros d!¡± Alex e Alice concordaram ao mesmo tempo, respondendo em unis.sono. Sua sinceridade e encanto ador¨¢vel, semelhantes a dois pequeninos pinguins, eram extremamente cativantes, despertando em todos o desejo de beliscar aqus bochechas fofinhas. ¡°Certo, mam?e definitivamente far¨¢ o m¨¢ximo para proteger meus pequenos tesouros. Vou conversar um pouco a tia Souza, voc¨ºs podem ir brincar Jimena disse. Os pequenos, obedientes, deram as m?os e cambaleara at¨¦ o quarto de brinquedos. Jimena olhou seriamente para Olivia, dizendo: ¡°Ainda bem que voc¨º parou Carlos, sen?o ele teria descoberta.¡± ¡°Como ele soube que voc¨º mora neste condominio? Olivia perguntou, curiosa. ¡°Lembra da ¨²ltima vez no Hotel Internacional de Capital? Encontrei ele l¨¢, ele quis me trazer para casa e eu recusel. Ent?o, ele me seguiu at¨¦ o condominio e quase viu Alex e Alice. Aquilo realmente me assustou Jimena explicou. ¡°Ele te seguiu? Ser¨¢ que ele est¨¢ levando a s¨¦rio voc¨º?¡± Olivia percebeu que Carlos parecia ter sentimentos diferentes por Jimena, n?o parecia ser apenas um passatempo. ¡°Ah, ele levar a s¨¦rioigo? Ele tem uma noiva, e ainda quer manter um rcionamento ambiguo comigo, o que voc¨º acha que ele quer?¡± Jimena disse desd¨¦m. ma cama n?o conseguia esquecer a cena de tr¨ºs anos atr¨¢s, vendo Carlos e Fabiana Barbosa juntos na mesma Isso era um espinho em seu cora??o para a vida inteira. ¡°Jimena est¨¢ certa.¡± Yuri saiu da cozinha, onde acabara de colocar uma galinha velha para cozinhar, veio e sentou¨Cse em frente a s, dizendo: * Carlos acredita que eu e Jimena somos casados; provavelmente, ele n?o nos causar¨¢ problemas. Jimena, voc¨º s¨® precisa assegurar que ele n?o descubra a exist¨ºncia das crian?as. Com o tempo, ele, por si s¨®, desistir¨¢ de te perseguir¡± Olivia piscou surpresa: ¡°Carlos pensa que voc¨ºs s?o casados?¡± olhou para Yuri e depois para Jimena, esse mal¨Centendido, n?o tinha ouvido fr antes Ao longo dos anos, Yun e Jimena sempre foram apenas amigos. ¡°Naqu vez que ele me seguiu at¨¦ o pr¨¦dio, encontrou Yuri voltando para casa, foi ele mesmo quem se enganou, n?o tem nada a ver conosco, Jimena explicou. ¡°Ok, voc¨ºs sabemo se divertir.¡± Olivia deu um joinha Chapter 1487 Cap¨ªtulo 1487 Parece que ele realmente havia se apaixonado por Jimena. Do contr¨¢rio, um homemo Carlos certamente n?o gostaria seu tempo uma mulher casade. Mas, era um caso de destino n?o correspondido. Carlos segurava o vnte firmemente ambas as m?os, acelerando o carro p estrada asfaltada a uma velocidade Impressionante. O conversivel estava aberto, e o vento soprava seus cabelos para tr¨¢s, mas ainda assim n?o era suficiente para esfriar sua mente fervorosa. ir , temendo que Ele sabia que Jimena j¨¢ havia se casado Yuri, mas ainda assim n?o conseguia deixar de se preocupar concuss?o a deixasse sequs. Ele apenas queria usar a desculpa de entregar um presente para v¨º, para se tranquilizar so v¨º vivaz e saud¨¢vel. Ele sabia que j¨¢ tinha quem cuidasse e protegesse. N?o importava o que acontecesse, n?o era sua vez de se preocupar, mas ele n?o conseguia se contrr, queria v¨º. Como esperado, a situa??o era a mesma de antes, Yuri voltava do mercado para preparar algo gostoso para Jimena. Yuri e Jimena malmente viviam juntos! Eles levavam uma vida simples, plena, mas feliz. E ele era apenas um estranho. Carlos estava muito ciente da realidade, mas ainda assim n?o queria cortar o contato Jimena. Descobriu que n?o conseguir esquecer algu¨¦ algu¨¦m era um tipo de agonia torturante. Carlos voltou para casa, onde Franciely Martins o esperava na s de estar, ansiosa por sua chegada ¡°Voc¨º n?o disse que hoje jantaria a familia Barbosa, onde voc¨º foi?¡± Franciely olhou fixamente para Carlos que entrava, repreendendo¨Co. Carlos n?o queria lidar , seguindo diretamente para as escadas. Franciely, furiosa, se levantou rapidamente e bloqueou o caminho de Carlos, dizendo relva: ¡°¨¦ assim que voc¨º trata sua m?e? Eu estou fndo voc¨º, voc¨º n?o est¨¢ ouvindo?¡± Carlos olhou calmamente para , desdenhosamente disse: ¡°Voc¨º deve ser a m?e de Fabiana¡± Dito isso, ele tentou passar por novamente, Franciely agarrou sua orelha: ¡°Voc¨º est¨¢ se rebndo contra mim agora?¡± Franciely n?o era estranha a torcer a orelha de Carlos, mas ele nunca havia resistido antes. Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Desta vez, ele afastou a m?o d raiva, seu rosto se tornando sombrio irrita??o, dizendo: ¡°Eu j¨¢ falei, ou voc¨º desfaz o noivado a familia Barbosa, ou n?o serei mais seu filho! J¨¢ que voc¨º se recusa a romper a familia Barbosa, ent?o considero que n?o sou mais seu filho, Franciely! Voc¨º n?o tem mais controle sobre mim!¡± Franciely ficou chocada, seus olhos se arregram a surpresa: ¡°O que voc¨º disse, seu filho ingrato! Se voc¨º n?o quer ser meu filho, eu vou acabar voc¨º hoje mesmo, para voc¨º renascer!¡± Franciely pegou uma vassoura que estava por perto e a bateu for?a nas costas de Carlos. Carlos ficou ereto, sem se defender, mesmo que doesse muito, ele aguentava a dor os dentes cerrados. A dor fisica n?o separava ¨¤ agonia que sentia em seu cora??o. Saindo da Comunidade Gulfstream hoje, ele sabia que ele e Jimena nunca poderiam se encontrar, que eles nunca teriam uma chance. Perder para sempre, era uma dor assim. Chapter 1488 Cap¨ªtulo 1488 Franciely estava furiosa, Imaginava que, alguns golpes, Carlos imploraria por miseric¨®rdiao antes, chamando a de m?e, pedindo para parar, dizendo que aceitaria qualquer arranjo desde que recebesse uma quantia suficiente de dinheiro para seus gastos. Mas, desta vez, calculou mal. bateu tantas vezes, e cada golpe foi dado toda a for?a, o cabo de vassoura atingindo as costas de Carlos, produzindo um som de pele nua, que at¨¦ os observadores sentiam dor. Mas Carlos n?o proferu uma ¨²nica pvra de s¨²plica, nem mesmo falou, segurando firmemente as m?os, suportando a dor sem emitir qualquer som. Franciely estava surpresa sua determina??o atual, ainda mais irritada seu sil¨ºncio obstinado, aumentando a for?a de seus golpes, o barulho da vassoura nas costas de Carlos sibndo. ¡°Fale alguma coisa, fale!¡± Franciely disse, furiosa, o peito subindo e descendo de raiva. Carlos continuou obstinadamente em sil¨ºncio, n?o era mais o homem rxado que, ao menor sofrimento, buscava o conforto de sua m?e. ¡°Minha nossa, o que voc¨º est¨¢ fazendo? Voc¨º quer mat¨¢¨Clo?¡± Retomando de um passeio, os av¨®s Marques presenciaram Franciely golpeando Carlos intensidade. Av¨® Marques, o cora??o pesaroso e m?os tr¨¦ms, avan?ou e, irada, arrancou a vassoura das m?os de Franciely Franciely respirou fundo, tentando conter sua f¨²ria, e pacientemente explicou para av¨® Marques: ¡°H¨¢ tr¨ºs anos, ele pr¨®prio se dormiu Fabiana, e s¨® ent?o o casamento arranjado foi concretizado. Agora, n?o sei o que lhe passou p cabe?a, ele est¨¢ determinado a terminar o noivado! Os pais da Fabiana souberar que foi porque Fabiana fez um pequeno esc¨¢ndalo na frente dele, hoje eles fizeram quest?o de convid¨¢¨Clo para jantar, para pedir desculpas pessoalmente, e ele nem apareceu! Me deixou em uma situa??o constrangedora diante da familia Barbosa!¡± Avo Marques e Avo Marques tamb¨¦m estavam cientes doplicado problema amoroso de Carlos. Inicialmente, eles acreditavam que Carlos estava s¨¦rio sobre Jimena, at¨¦ esperavam gastar quinhentos milh?es para anr o casamento de Carlos e Fabiana, permitindo que Carlos se casasse com Jimena, esperando que isso o fizesse se estabilizar Os idosos esperavam que, casando Jimena, Carlos se aquietaria e geriria a familia responsabilidade. No entanto, Jimena acabou sendo uma aventureira, passando apenas uma noite Carlos, interessada apenas no dinheiro, sem quererpromisso! Depois de receber dois milh?es, Jimena cortou todos os?os Carlos. Poucos dias depois, Carlos se envolveu novamente Fabiana, tornando impossivel anr o casamento a familia Barbosa. Carlos havia concordado em se noivar Fabiana, e tr¨ºs anos se passaram. Agora, n?o s¨® ele se recusa a casar,o est¨¢ determinado a romper o noivado. 3 2 2 3 3 2 2 2 N?o haveria problema se Carlos n?o estivesse envolvido Fabiana, mas, mantendo um rcionamento ,o os pais d reagiriam ao cancmento do noivado? Avd Marques sentia pena de Carlos, mas achava que Franciely tinha raz?o. impediu Franciely de continuar batendo em Carlos e, severidade, disse a ele ¡°Carlos, voc¨º e Fabiana n?o estavam bem? Por que de repente quer terminar o noivado? Assuntos t?o serios da vida n?o s?o brincadeira, como pode ficar noivando e desnoivando assim?¡± Com o rosto constrangido, suportando a dor nas costas e no cora??o, Carlos virou¨Cse para av¨® Marques e disse: ¡°Vov¨®, ¨¦ justamente porque os assuntos da vida s?o s¨¦rios que n?o posso mais levar adiante essa situa??o a Fabiana.¡± ¡°O que aconteceu, afinal?¡± Avo Marques se aproximou, apoiando¨Cse em sua beng, perguntando a Carlos uma express?o s¨¦ria. Carlosn?ou um olhar para Franciely, que estava visivelmente imitada, respirou fundo e finalmente disse: ¡°A senhorita Fabiana ¨¦ de um temperamento muito forte. n?o s¨® invadiu a s de reuni?es da empresa para fazer escandalos uma vez, mas fez isso diante de v¨¢rios acionistas, apontando o dedo para o meu nariz e me insultando. Eu simplesmente n?o consigo mais tolerar isso.¡± O av¨® Marques e a av¨® Marques trocaram olhares, ambos pareciam desdos e incertos sobre o que dizer. Franciely respondeu indigna??o: ¡°E isso n?o ¨¦ porque voc¨º a tem ignorado, relutando em se comprometer o casamento. deixando a ansiosa. Al¨¦m disso, a m?e d j¨¢ a repreendeu, e prometeu que n?o faria mais esse tipo de coisa. Voc¨º n?o pode perdoar algu¨¦m uma vez?¡± ¡°Isso ¨¦ uma quest?o de perdoar uma vez?¡± Carlos disse seriamente para Franciely.Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Chapter 1489 Cap¨ªtulo 1489 Content rights belong to N?velDrama.Org. Nos ¨²ltimos tr¨ºs anos, quantas vezes perdeu a paci¨ºncia diante de mim? Quantas confus?es causou? Eu perdoel¨Ca tantas vezes? sempre dizia que iria mudat, mas em poucos dias mostrava sua verdadeira natureza novamente! Ainda nem casamos e J¨¢ se mostra arrogante, n?o me dando a minima importancia. Se nos casarmos, ser¨¢ uma confus?o di¨¢ria em casa! Carlos disse imitado. O temperamento de patricinha da Fabiana, quem quiser que tolere, porque ele n?o aguenta mais! Dito isso, Carlos subiu rapidamente para o segundo andar. Francielyn?ou um olhar para as costas de Carlos e, frustrada, disse par av¨® Marques e av¨® Marques: ¡°M?e, pai, olhem s¨® para ele, j¨¢ tem trinta anos e ainda ¨¦ t?o impaciente!¡± Franciely estava realmente preocupada. avo Marques ponderou: ¡°Carlos tem seus pontos v¨¢lidos. Casar¨Cse algu¨¦m ipat¨ªvel pode significar uma vida inteira de sofrimento. Se a personalidade deles n?obina, talvez seja melhor¡­¡± ¡°Pai,o pode dizer isso? A familia Barbosa tanto fez pelo Carlos, transformando¨Co de um mero desocupado para vice¨Cpresidente do Grupo Marques. Eles investiram grandemente. Os interesses envolvidos s?o enormes, agora n?o ¨¦ hora de simplesmente cancr o casamento.¡± avo Marques suspirou: ¡°Por que esseo n?o nos d¨¢ um pouco de paz? Vejam s¨® o Jorge, sempre foi um orgulho desde pequeno, casou¨Cse sem problemas a herdeira da familia Gomes, administrando a empresa no exterior de forma exemr e pr¨®spera. ¡°Jorge sempre foi inteligente e sensato, agindo caut e estrat¨¦gia. Carlos, por outrodo, leva uma vida de excessos e n?o pensa nas consequ¨ºncias, ¨¦ o seu temperamento, fazer o que,mentou av¨® Marques Ouvindo os mais velhos elogiarem Jorge Marques, o primo de Carlos, e apontarem os defeitos de Carlos, Franciely sentiu um rme intero. temia que os mais velhos preferissem Jorge, considerando Carlos incapaz de grandes feltos. Durante anos, se empenhou em sustentar Carlos, elevando¨Co de um gerente sem grandes responsabilidades em umapanhia modesta a vice¨Cpresidente do Grupo Marques, tudo para que, eventualmente, ele pudesse ultrapassar Jorge e se tornar o presidente do Grupo Marques. Neste momento critico, Carlos n?o podia falhar. Franciely disse: ¡°Carlos s¨® est¨¢ um pouco irritado, ele tem capacidade. Olhem, n?o foi ele quem conquistou a familia Carneiro, criando tantos beneficios para a familia Marques?¡± Depois de criticar Carlos, agora Franciely defendia¨Co, preocupada que os mais velhos realmente pensassem que Carlos n?o tinha capacidade. ¡°Gerar lucros ¨¦ uma coisa, mas ele e Fabiana realmente n?o s?opativeis, isso ¨¦ outra quest?o, disse av¨® Marques. ¡°Os jovens podem se adaptar um ao outro. Vou subir e conversar ele, ele vai entender. Franciely disse um sorriso e subiu as escadas is vermelhas em suas costas, algumas at¨¦ sangrando, Carlos voltou para o quarto, tirou a camisa e se olhou no espelho, vendo as marcas uma vis?o chocante. Aodo de uma das marcas, havia uma cicatriz esbranqui?ada, uma les?o antiga. Essa cicatriz antiga foi feita tr¨ºs anos atr¨¢s, quando Jimena o visitou e o empurrou, causando a les?o com o canto do criado¨Cmudo. Ao contemr aqu cicatriz antiga, Carlos recordou¨Cse da noite em que Jimena ficou em seu quarto h¨¢ tr¨ºs anos, experimentando uma sensa??o de dor¨Copressiva. ¡°Ainda d¨®i?¡± Uma voz feminina perguntou da porta. Chapter 1490 Capitulo 1490 Carlos despertou do transe, ver Franciely entrar. Ele finalu a testa e apresso se emne dirigir aodo da carna para pegar suas toupas, preparando ao para vestis. Assim que Franciely viu, notou que a camisa branca ainda estava impregnada de sangue, e que o ferimento nas costas dele n?o havia sido tratado antes dele tentar colocar a camisa novamente. avan?ou mapidamente, arrancando a camisa das m?os de Carlos, e disse frustrada ¡°A roupa est¨¢ suja, voc¨º n?o pensa em trocar por outra?¡± ¡°Eu quena mudar de papel, por que voc¨º n?o me deixa?¡± Os olhos atraentes de Carlos, que usualmente brilhavar malicia e charme, agora exibiam apenas imita??o e resigna??o no encarar Franciely fixou o olhar em Carlos, percebendo que ele continuava sua habitual intransig¨ºncia, e, enfurecida, jogou a camisa no ch?o, tremendo apontou para ele e disse. Voc¨º sabe que seus av¨®s acabaram de dizer que voc¨º n?o chega aos p¨¦s do Jorge! Se voc¨º n?o se empenhar na familia Cameiro agora, assim que seu primo Jorge voltar do exterior, voc¨º nem mesmo ter¨¢ chance de competir p posi??o de CEO Embera av¨® Marques j¨¢ estivesse aposentado, o poder de decis?o na familia Marques e no Grupo Marques ainda estava nas m?os Quem avo Marques considerava apto a ser o CE o a ser o CEO, ele faria que se tomasse. Carlos, sua falta de responsabilidade, estava decepcionando avd Marques, e assim corria o risco de perder a posi??o de CEO do Grupo Marques! Isso era algo crucial em sua vida, e ele estava tratandoo se fosse uma brincadeira! Franciely estava verdadeiramente angustiada por ele. ¡°Que meu primo seja o CEO, ent?o! Ele ¨¦ mais adequado do que eu Carlos mordeu o fundo da boca, reprimindo sua raiva ao fr Seu verdadeiro desejo nunca foi ser o CEO; tudo isso estava sendo for?ado por Franciely! ¡°c!¡± Franciely, incapaz de conter sua raiva, levantou a m?o e deu um tapa no rosto de Carlos, furiosa a ponto de seu peito subire descer rapidamente, e disse entre dentes: ¡°Como voc¨º ousa dizer algo assim? Por que voc¨º acha que me esforcei tanto todos esses anos? Voc¨º esta tentando me matar de raiva O rosto de Carlos virou ligeiramente para odo, e ele, olhando para Franciely os olhos vermelhos de sangue, disse: ¡°N?o foi suficiente meu pai ter sido o CEO por toda a vida? Esse era o seu sonho, n?o o meul *Se voc¨º n?o deseja ser o CEO do Grupo Marques, ent?o afaste¨Cse de mim, eu n?o reconhe?o voc¨º como meu filho!¡± As pvras dsperas de Carlos atingiram Franciely em cheio, deixando¨Ca a respira??o ofegante e pesada. Ele realmente havia dito que ser o CEO era o sonho d, n?o o dele! havia dedicado sua vida ao futuro dele, e ele a tratava descaso. Franciely estava ao mesmo tempo furiosa e desda. Depois de dizer isso raiva, esperou que Carlos se desculpasse, pedindo para n?o o expulsar ? Afinal, uma vez fora da familia Marques, ele seria apenas uma pessoaum, sem ningu¨¦m para mim to ou permitir que continuasse gastando desenfreadamente. Carlos, acostumado a uma vida de luxo e gastos extravagantes,o poderia suportar uma vida sem dinheiro? = Carlos simplesmente pegou a roupa suja do ch?o,n?ou um olhar para Franciely e disse: ¡°Voc¨º que disse!¡± Dito isso, ele virou¨Cse e saiu Franciely, incr¨¦d, viu Carlos realmente indo embora! continuou suas pvras duras: ¡°Se voc¨º sair da familia Marques hoje, nunca mais volte!¡± Carlos pausou por um momento, uma express?o sombr¨ªa e imitada, e depois de uma breve hesita??o, saiu sem olhar para tr¨¢s. Vendo Carlos se distanciar, Franciely arregalou os olhos, incr¨¦d de que ele realmente tivera a aud¨¢cia de abandonar a familia Marques! At¨¦ que o carro de Carlos se afastou da familia Marques, Franciely finalmentepreendeu Carlos realmente tinha ido emboral Franciely imitada chutou o ch?o,andou de umdo para o outro, indignada oportamento do seu filho, estava a ponto de explodir. ¡°Voc¨º acha que ganhou asas, 67 Qu¨¦ro ver at¨¦ onde voc¨º consegue ir! Sem dinheiro, naturalmente voc¨º vai voltar¡°, disse Franciely fndo consigo mesma. Em seguida, tirou o celr da bolsa e ligou para o banco, mandando bloquear todos os cart?es banc¨¢nos de Carlos. Carlos, ap¨®s sair da resid¨ºncia dos Marques, dingiu¨Cse a um hotel para se hospedar e descansar. No entanto, ao tentar usar seu cart?o banc¨¢rio, for informado de que este estava bloqueado e n?o podia ser utilizado. 15.04 Capitulo 1490 Ele n?o precisou pensar muito para saber que isso era obra de sua m?e, Franciely. This content belongs to N?/velDra/ma.Org . queria apenas for?¨¢¨Clo a voltar, n?o era? Cap铆tulo 1491 Cap¨ªtulo 1491 Cap¨ªtulo 1491 Desta vez, ele definitivamente n?o voltaria. Sem ter onde morar, ligou para o seu bom amigo Vicente Fontes. Vicente o acolheu. Ao saber que ele havia fugido de casa e que seu cart?o banc¨¢rio havia sido bloqueado, Vicente deu¨Clhe uma tapinha no ombro:* Que tal vir trabalhar na minha empresa? Posso oferecer um sal¨¢rio mensal. N?o te tornar¨¢ rico, mas garantir¨¢ que voc¨º n?o passar¨¢ necessidades.¡±Content rights belong to N?velDrama.Org. Ele disse isso em tom de brincadeira. ¡°Certo, me arranje um emprego que eue?o amanh?. Carlos respondeu imediatamente. ¡°S¨¦rio? Voc¨º realmente quer trabalhar na minha empresa?¡± Vicente ficou surpreso, pois havia fdo aquilo apenas uma piada, mas Carlos levou a s¨¦rio. Carlos era o senhor do Grupo Marques, j¨¢ havia sido vice¨Cpresidente. Ele, que sempre viveu no luxo, estaria disposto a ser um simples funcion¨¢rio? ¡°Certo¡± Carlos disse seriedade. Nos olhos de Carlos, Vicente n?o viu flerte, mas sim a tranquilidade de umgo sereno. Ent?o, Vicente soube que ele fva s¨¦rio. Como bons amigos que eram, Vicente certamente n?o deixaria Carlos passar fome. Quando era hora de ajudar, ele ajudaria. ¡°Por acaso, nossa empresa est¨¢e?ando um novo projeto de joalheria, e a equipe do projeto ¨¦ todaposta por novatos, falta um gerente de projeto. Amanh? voc¨º assumeo gerente do projeto.¡± Vicente disse. ¡°Assumiro gerente de projeto, voc¨º n?o est¨¢ preocupado que a equipe possa ter alguma opini?o?¡± Carlos perguntou. ¡°Ah, o vice¨Cpresidente do Grupo Marqueso gerente de um pequeno projeto conosco, quem teria algo a dizer? Seria um elogio se n?o dissessem que estou subutilizando um grande talento.¡± Vicente brincou. Carlos sorriu sem dizer nada. Um m¨ºs depois. Olivia assumiu o projeto de design de joias que Jimena n?o havia conclu¨ªdo, e em um m¨ºs, , e tr¨ºs concorrentes estavam interessados emprar o projeto. O gerente do departamento de design pediu a Olivia que se encontrasse o respons¨¢vel p primeira empresa interessada para discutir o conceito de design e despertar seu interesse depra. As sete da noite, Olivia chegou ao restaurantebinado, e o respons¨¢vel p outra empresa ainda n?o havia chegado, ent?o esperou ¨¤ mesa perto da jan. Cerca de dez minutos depois, uma voz masculina um pouco ¨¢spera soou; ¡°Olivia, ¨¦ voc¨º.¡± Olivia se virou e notou um homem de porte robusto trajando um terno azul¨Cmarinho. Atrav¨¦s do tecido bem ajustado, evidenciavam¨Cse os contornos de seus m¨²sculos trabalhados, fruto de longos anos dedicados ¨¤ musc??o. Com um bigode estilizado e sobrancelhas espessas, exva uma forte presen?a masculina. Era um homem que Olivia havia visto tr¨ºs anos atr¨¢s, filho de Igor Carneiro, chamado Ant?nio Carneiro, tamb¨¦m meio¨Cirm?o d por parte de pai! Olivia surpresa: ¡°Sr. Carneiro, o que faz aqui?¡± ¡°Chamar de Sr. Carneiro soa distante, se n?o se acostumar a me chamar de irm?o, pode me chamar de Ant?nio. Ant?nio sentou¨Cse ¨¤ frente d naturalidade. ¡°Eu marquei um encontro hoje um designer de uma empresa de joias para discutir o design, n?o esperava encontr¨¢¨Caqui. Voc¨º ¨¦ a designer?¡± Ant?nio colocou sua pasta na cadeira, fndo calmamente. Olivia, um tanto perplexa, respondeu ¡°A designer principal ¨¦ minha melhor amiga, se machucau, e eu vim fr sobre o conceito do design em seu lugar.¡± *Ant?nio, por que voc¨º n?o me esperou?¡± A voz de Olivia mal tinha orrido, e outro homem se Cap铆tulo 1492 Cap¨ªtulo 1492 Cap¨ªtulo 1492 Ol¨ªvia voltou¨Cse e encontrou um semnte am¨¢vel e culto, um homem de ¨®culos sem aros e um sorriso nos l¨¢bios t?o leve quanto a brisa primaveril. Ao ver o homem, Olivia arregalou os olhos em surpresa: ¡°Sr. Melo!¡± Era Rodrigo Melo, a quem n?o via h¨¢ tr¨ºs anos! Tr¨ºs anos atr¨¢s, Rodrigo teve o pulso e perna quebrados por Daniel, ainda envoltos em bandagens. Agora, suas m?os e p¨¦s estavampletamente curados, mantendo a mesma postura gentil e erudita de um cavalheiroo quando se conheceram p primeira vez. Rodrigo, ao ouvir sua voz, virou¨Cse e, ao ver Olivia, tamb¨¦m se surpreendeu: ¡°Olivia!¡± Ap¨®s uma pausa, ele pareceupreender algo e mostrou um sorriso acolhedor: ¡°Ent?o voc¨º ¨¦ a designer desta vez, que coincid¨ºncia.¡± ¡°Na verdade¡­¡± Olivia estava prestes a explicar que n?o era a designer principal. Ant?nio interrompeu: ¡°J¨¢ que voc¨ºs se conhecem, n?o preciso fazer muitas apresenta??es. Rodrigo e eu somos parceiros de neg¨®cios; eu cuido da produ??o de joias no pa¨ªs, e ele ¨¦ respons¨¢vel ps vendas internacionais. Somoso duas metades de um todo, indispens¨¢veis um ao outro, ent?o para avaliar o design de uma joia, ambos precisamos aprov¨¢.¡± Para garantir que Olivia entendesse, Ant?nio explicou: ¡°Eu avalio as joias principalmente p facilidade de produ??o em massa ou p viabilidade da manufatura. J¨¢ Rodrigo foca no mercado, analisando se o design est¨¢ alinhado as expectativas dos consumidores internacionais.¡± Produzir e vender joias, assimo roupas, exige considerar a capacidade de produ??o, a viabilidade da manufatura e, ainda mais importante, se atende ao desejo dos consumidores. Somente quando ambos os crit¨¦rios s?o atendidos, o produto pode serercializado e atingir o objetivo de lucro. Olivia entendeu e assentiu: ¡°ro, nossa empresa tamb¨¦m considerou isso. Tanto p¨²blico¨Calvo quanto a manufatura, preparei um dossi¨ºpleto. Aqui est?o os documentos, deem uma olhada.¡±This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Ap¨®s Rodrigo se odar aodo de Ant?nio, Ol¨ªvia apresentou a eles os documentos j¨¢ preparados. O conceito de design das joias, os materiais utilizados e o p¨²blico¨Calvo estavam todos detalhadamente descritos nos documentos. Ap¨®s Rodrigo e Ant?nio terminarem de examinar, fecharam o dossi¨º. Olivia os observava ansiosamente, incerta quanto ¨¤ opini?o deles. Pois isso afetava a carreira profissional de Jimena. Antes de vir, o gerente do departamento de design havia insinuado que,o Jimena ficou tanto tempo afastada por les?o, sem gerar lucro para a empresa, eles n?o manteriam algu¨¦m sem valor. Ou seja, se ospradores n?o ficassem satisfeitos o design e ele n?o fosse vendido, Jimena perderia o emprego! tinha dois filhos para sustentar, al¨¦m de pagar o sal¨¢rio de tia Faro. Se fracassasse, a fam¨ªlia realmente enfrentaria dificuldades. Portanto, Olivia valorizava muito a opini?o de Ant?nio e Rodrigo. Ap¨®s fecharem o dossi¨º, Olivia olhou nervosamente para Rodrigo e depois para Ant?nio. ¡°Eu analisei atentamente o p¨²blico¨Calvo, concentrando¨Cse principalmente em casais e na escolha de joias para casamentos. Creio que essa estrat¨¦gia ¨¦ promissora, considerando que uma parte significativa das joias ¨¦ adquirida por noivos em vias de casamento.¡± Rodrigo aprovou seu design. Olivia suspirou aliviada, mas ainda estava nervosa, aguardando a opini?o de Ant?nio. Ant?nio, encostado na cadeira, acariciou o bigode acima do l¨¢bio e, olhos profundos, olhou para Olivia, dizendo: ¡°N?o se preocupe, vamos esperar mais uma pessoa chegar para ver seu design.¡± Olivia ficou surpresa, pois pensou que eles eram os ¨²nicos presentes. Enquanto Olivia estava confusa, Ant?nio pegou seu celr e enviou uma mensagem. Nesse momento, o gar?om serviu os pratos, dizendo cortesmente: ¡°Bom apetite.¡± Olivia, tentando ser cort¨¨s, disse: ¡°Sr., Melo, Sr. Carneiro, vamose?ar aer ou esperamos a pessoa chegar?¡± tinha escolhido os pratos, pois a empresa havia dito que reembolsalia as despesas. Como era a empresa d que precisava dos servi?os de design e queria que outra parte pagasse, era natural que assumissem a conta do jantar. Cap铆tulo 1493 Cap¨ªtulo 1493 Cap¨ªtulo 1493This text is ? N?velDrama/.Org. Olivia acabou de perguntar e viu Ant?nio torcer o corpo para tr¨¢s, acenando dire??o ¨¤ porta ¡°Catarina, aqual Seguindo a dire??o para onde ele acenava, Olivia viu Catarina Carneiro, vestindo uma camisa branca e uma s l¨¢pis prata, cabelos negros espalhados pelos ombros. tinha um temperamento elegante e intelectual e empurrave uma cadeira de rodes Na cadeira de rodas estava um homem Inicialmente, a porta bloqueava sua vis?o, impedindo Olivia de ver seu rosto ate quas Catging empurrou para mais perto. Assim que Olivia teve uma vis?o ra do homem, seu cora??o disparou ferozmentet Era Daniel! Por que ele estava numa cadeira de rodas? Ser¨¢ que, embora tivesse acordado, ele tinha ficado alguma defici¨ºncia? Olivia olhou para Daniel, esquecendo¨Cse de reagir, seu cora??o, antes calmo, agora batia violentamente,o se a qualquer moment fosse saltar para fora do peito. Tr¨ºs anos se passaram, e essa era o primeiro encontro real entre e ele. Aqueles olhos negros dele, ainda t?o profundos,o buracos negros, pareciam capazes de sugar a alma de quem os encaresse por muito tempo. Enquanto olhava para ele, seus olhos profundos tamb¨¦m a encaravam de perto, fazendo seu cora??o bater ainda mais r¨¢pido e sua respira??o se apertar ¡°Catarina, Sr. Griera, voc¨ºs chegaram. Sentem¨Cse aqui, Ant?nio se levantou para receb¨º¨Clos Rodrigo, percebendo a situa??o, tamb¨¦m se levantou. A mesa era retangr, originalmente Rodrigo e Ant?nio sentados em um dosdos longos, e Olivia nodo oposto. Assim que Daniel e Catarina chegaram, os assentos tiveram que ser redistribu¨ªdos. A cadeira de rodas de Daniel ocupava mais espa?o, precisando de umdo da mesa s¨® para ele. Rodrigo, rapidamente analisando a situa??o, sentou¨Cse aodo de Olivia, j¨¢ que permaneceu em seu lugar original. Somente ele movendo¨Cse para odo d, Daniel p?de sentar¨Cse ¨¤ frente deles, Ant?nio e Catarina um de frente para o outro, para que todos coubessem. Rodrigo, assumindo o controle da situa??o, chamou um gar?om para trazer mais dois conjuntos de talheres. Com um sorriso nos l¨¢bios, olhou para Daniel ¨¤ sua frente e disse: ¡®Sr. Griera muito tempo sem te ver. J¨¢ se passaram tr¨ºs anos e voc¨º ainda parece t?o bem.¡± Daniel n?o deu nem um olhar de rnce para Rodrigo, seu olhar sombrio e pressionante fixado em Olivia. Esse olhar prante quase fez Olivia sufocar, , que inicialmente conseguiu encarar Daniel surpresa, logo n?o aguentou a press?o e desviou o olhar, baixando a cabe?a. Suas m?os na mesa, uma segurando a outra, demonstravam seu nervosismo e desconforto. ¡°Irm?o Daniel, o m¨¦dico disse que voc¨º precisa de mais c¨¢lcio,a um pouco de camar?o,¡± Catarina colocou um camar?o no prato de Daniel, fndo de maneira suave. Irm?o Daniel? Essas pvras soaram t?o afetuosas. At¨¦ Olivia, uma mulher, tremeu ao ouvir isso. Daniel deve realmente gostar de ser chamado assim. Catarina cuidou dele durante todo esse m¨¦s? O cora??o de Olivia d terrivelmente. ¡°Olivia, voc¨º tamb¨¦m deveriaer alguns camar?es. Voc¨º sempre gostou de camar?o, Rodrigo de repente colocou um camar?o no prato de Olivia. E mais, o camar?o estava descascado! Rodrigo tirou ele mesmo! Olivia sentiu sua respira??o falhar e instintivamente, olhou para Daniel Cap铆tulo 1494 Cap¨ªtulo 1494 Cap¨ªtulo 1494 Os olhos negros de Daniel eram opressores, profundos, fixando Olivia uma intensidade sombria. Ao ver aquele olhar afiadoo uma espada, seu cora??o afundou e inconscientemente se sentiu envergonhada. ¡°Ah, sim, o camar?o fica mais gostoso molho.¡± De repente, Rodrigo usou os hashis para pegar o camar?o da tig de Olivia, mergulhou os camar?es na tig de molho e os levou naturalmente ¨¤ boca de Olivia. *Experimente, agora est¨¢ gostoso.¡± Voltando a si, Olivia viu o camar?o pr¨®ximo ¨¤ sua boca e instintivamente recuou a cabe?a, dizendo nervosismo: ¡°Eu consigo fazer issc.¡± Ao dizer isso,, pegou os hashis e pegou o camar?o que Rodrigo segurava, enquanto os olhos gentis e sorridentes de Rodrigo a observavam. Ele continuava o mesmo de sempre, seus olhos sempre carregavam um sorriso, transmitindo uma sensa??o de facilidade e amabilidade. At¨¦ sua bondade para os outros era dif¨ªcil de recusar. Sob o olhar de Rodrigo, Olivia ficou vergonha de recusar o camar?o que ele lhe deu, ent?o colocou na boca o camar?o mergulhado no molho. Rodrigo perguntou calorosamente: ¡°Est¨¢ bom?¡± Com um sorriso constrangido, Olivia murmurou: ¡°Est¨¢ gostoso.¡± O sorriso nos olhos de Rodrigo ficou ainda mais brilhante e caloroso: ¡°Vou descascar outro para voc¨º¡­¡± ¡°Eu consigo fazer sozinha.¡± Olivia rapidamente pegou outro camar?o ee?ou a descasc¨¢¨Clo mesma, para evitar que Rodrigo fizesse isso novamente. Olivia segurou os camar?es e abaixou a cabe?a para descasc¨¢¨Clos, sem ousar tocar em Daniel ¨¤ sua frente a vis?o perif¨¦rica. Embora estivesse a cabe?a baixa, ainda podia sentir o olhar opressivo vindo de Daniel, fixo n, fazendo¨Ca se sentir desconfort¨¢vel. n?o esperava que Rodrigo descascasse o camar?o para , ainda mais porque Rodrigo e Ant?nio eram seus clientes. n?o podia se dar ao luxo de ofend¨º¨Clos e arruinar o projeto de design de Jimena, causando a perda do emprego de Jimena. Assim, n?o podia recusar o camar?o que Rodrigo lhe deu. Mas o olhar pressionante de Daniel era algo que tamb¨¦m n?o conseguia suportar. ¡°Olhe s¨®o sou descuidada, Sr. Melo ¨¦ t?o atencioso a irm? Olivia, estou aprendendo. O camar?o fica mais gostoso descascado e molho, irm?o Daniel, n?oa ainda, deixe¨Cme descascar para voc¨º.¡± As pvras de Catarina eram suaves, voz gentil e levemente arrulhante de Catarina, as costas de Olivia enrijeceram e inconscientemente levantou a cabe?a, encontrando os olhos escuros de Daniel t?o profundos quanto uma piscina fri¨¢, fazendo seu cora??o palpitar.Property of N?)(velDr(a)ma.Org. 2 2 2 5 2 8 No momento em que seu olhar se levantou, Daniel abriu a boca eeu o camar?o que Catarina havia levado aos seus l¨¢bios. Desviando o olhar de Olivia, ele olhou para Catarina, um sorriso frio nos olhos p primeira vez: ¡°Catarina ainda entende meu gosto, salgado e salgado ¨¦ perfeito¡°. Ao ver que Daniel n?o apenaseu o camar?o que descascara, mas tamb¨¦m a elogiou por conhecer seu gosto, Catarina ficou radiante, sorrindo encantadoramente, covinhas nas bochechas, adicionando um toque de intelig¨ºncia e elegancia. ¡°ro, cresci seguindo o irm?o Danie ent?o ¨¦ ro que conhe?o o gosto do irm?o Daniel.¡± Vendo Daniel e Catarina se olhando diretamente, transmitindo sentimentos inalterados seus olhares, o cora??o de Olivia se contorceu em dor. Essa era a raz?o p qual Daniel estava t?o ansioso para expuls¨¢ da Vi Serenidade? Expuls¨¢ para dar espa?o a Catarina?/ N?o importa o que acontecesse, os tr¨ºs anos cuidando dele deveriam ser consideradoso uma rpensa por sua gra?a salvadora. Daqui para frente, e Daniel seriam estranhos. Cap铆tulo 1495 Cap¨ªtulo 1495 Cap¨ªtulo 1495Property of N?)(velDr(a)ma.Org. N?o era esse o resultado que mais queria anteriormente? Olivia respirou fundo, sentindo um sufocamento indescrit¨ªvel no cora??o. Baixou os olhos e continuou a descascar as cascas dos camar?es nas m?os, tentando ao m¨¢ximo n?o olhar para Daniel e Catarina. ¡°Catarina, seja mais discreta, estamos em p¨²blico. Quando voc¨ºs voltarem para casa, podem demonstrarseu carinho ao seu noivo da maneira que quiser. Agora, estamos tantas pessoas aqui, e neme?amos aer ainda, n?o encha a barriga s¨® a do?ura de voc¨ºs.¡± Ant?nio falou brincando,o se estivesse aconselhando Catarina a ser mais discreta, mas para Olivia, essas pvras soaram um duro golpe. Daniel ¨¦ o noivo de Catarina? Essas pvras foramo um espinho, perfurando o cora??o j¨¢ dolorido etejante de Olivia, Catarina e Daniel est?o noivos? Um evento t?o significativo, e Igor n?o lhe contou nada. Ah, aqu conversa sobrepensar sua filha por suas falhas, era tudo uma mentira. 0 Quando teve um conflito Catarina, Igor n?o estava ajudando Catarina secretamente? At¨¦ o pai de seu filho, Igor conseguiu arranjar para Catarina, nejando o noivado deles. Olivia se sentiao um palha?o, sendo pisoteada nama repetidamente, uma piada para os outros. O camar?o em suas m?os de repente se tornou extremamente pesado, t?o leve que quase n?o conseguia segur¨¢¨Clo. F ¡°Irm?o,a suaida, quem te mandou entrar na dieta do amor alheio?¡± Catarina repreendeu Ant?nio, e ao dizer isso, colocou um peda?o de carne no prato dele, ramente tentando fechar a boca dele para que parasse de fr, mas o sorrBo em seu rosto estava feliz sua bobagem. ¡°Ficando t¨ªmida assim, o que far¨¢ quando se casarem e forem para a lua de mel? Vai ficar t?o envergonhada que vai querer se esconder debaixo da cama?¡± Ant?nio provocou Catarina. A men??o ¨¤ lua de mel foio um martelo, batendo pesadamente no cora??o de Olivia, que n?o conseguiu mais ficar sentada. Deixou o camar?o dedo, pegou um guardanapo para limpar as m?os e, p¨¢lida, disse: ¡°Desculpe, estou um pouco desconfort¨¢vel, podem continuarendo, eu vou indo.¡± ¡°Catarina tamb¨¦m ¨¦ formada em design. Eu estava pensando em pedir para dar algumas sugest?es para o projeto da sua empresa. N?o quer ouvir?¡± Ant?nio disse. Olivia olhou instintivamente para Daniel, que j¨¢ havia escondido sua express?o sorridente, seu olhar profundo e enigm¨¢tico parecia estar focado em Catarina, mas tamb¨¦m parec¨ªa olhar para outro lugar, seu rosto estava frio, sem dar a m¨ªnima aten??o a . O cora??o de Olivia parou e olhou novamente para Catarina e disse: ¡°Srta. Barbosa, fique ¨¤ vontade para olhar, qualquer sugest?o pode me enviar uma mensagem diretamente. Realmente n?o estou me sentindo bem e gostaria de ir descansar agora, a conta j¨¢ est¨¢ paga, fiquem ¨¤ vontade paraer.¡± Dito isso, se virou e saiu. ¡°Olivia, voc¨º parece n?o estar bem, posso te panhar?¡± Rodrigo se levantou e seguiu Olivia para fora. Daniel apertou o cabo da cadeira de rodas for?a, seu ar frio se intensificando. ¡°Daniel,voc¨ºe umaida quente para tirar o frio.¡± Ant?nio serviu uma tig de caldo de peixe para Daniel, colocando¨Ca ¨¤ sua frente. ¡°Seu corpo est¨¢ apenase?ando a se recuperar, ¨¦ importante manter a mente tranqu, isso ajuda na recupera??o dos movimentos.¡± Ant?nio aconselhou. ¡°¨¦, irm?o Daniel, a sa¨²de ¨¦ o que m¨¢is importa.¡± Catarina se juntou ao conselho. Daniel recolheu seu olhar gdo, rxando levemente o rosto tenso, e uma voz baixa e magn¨¦tica, disse: ¡°Estou de bom humor, se olharam surpresos. Catarina ent?o sorriu e disse: ¡°Ent?oa mats, beba o caldo de peixe para se fortalecer.¡± Cap¨ªtulo 1496. Cap铆tulo 1496 Cap¨ªtulo 1496 Cap¨ªtulo 1496Property of N?)(velDr(a)ma.Org. Daniel um olhar ao caldo de peixe sobre a mesa, desviando em seguida sua aten??o para os documentos ali postos, dizendo calmamente: ¡°N?o estou fome, mostre¨Cme os documentos¡°. ¡°Ah, ¨¦ este aqui?¡± Catarina pegou os documentos que estavam ¨¤ frente de Ant?nio. Ao eestendeu a m?o e colocou¨Ca na m?o dele. Daniel folheou¨Cos, da primeira at¨¦ a ¨²ltima p¨¢gina; tratava¨Cse de um projeto de design de joias, que inclu¨ªa tanto o conceito quanto os esbo?os de design. Embora apenas uma parte dos desenhos estivesse presente, era suficiente para revr a habilidade do designer. Os olhos perspicazes de Daniel se voltaram para Ant?nio, perguntando: ¡°Foi a Olivia quem desenhou isto?¡± Ant?nio deu de ombros: ¡°ro.¡± Ao ouvir isso, os olhos de Daniel se aprofundaram, tornando¨Cse mais intensos. Tr¨ºs anos sem v¨º, havia mudado de secret¨¢ria para designer de joias. havia se afastadopletamente da Vi Serenidade, cortando todos os?os ele, tudo para se dedicar ¨¤ sua carreira? Mas ser¨¢ que se dedicar ¨¤ carreira significava se juntar a Rodrigo? 0 Com esses pensamentos, as t¨ºmporas de Daniele?aram a pulsar, e uma dortente agitou¨Cse em seu cora??o. H¨¢ tr¨ºs anos, o rcionamento d Rodrigo n?o era ro. esteve Rodrigo nesses tr¨ºs anos? ¡°Irm?o Daniel, voc¨º acha que este design est¨¢ bom?¡± Catarina, percebendo a tens?o no rosto de Daniel e a atmosfera ao seu redor, piscou suavidade e perguntou gentileza. Daniel fechou o documento e disse: ¡°Voc¨º ¨¦ o designer, fa?a seu pr¨®prio julgamento¡°. Colocando os pap¨¦is na mesa, Daniele?ou a empurrar sua pr¨®pria cadeira de rodas, virando¨Cse para sair. Catarina, ansiosa, olhou para Ant?nio buscando ajuda, e Ant?nio disse: ¡°Sr. Griera, n?o se apresse, deixe Catarina levar voc¨º de volta. H¨¢ degraus na entrada do restaurante, cuidado para n?o cair.¡± Ap¨®s dizer isso, Ant?nio piscou para Catarina. Catarina entendeu e rapidamente o alcan?ou e agarrou o bra?o da cadeira de rodas: ¡°Irm?o Daniel, foi minha culpa, n?o percebi que voc¨º estava cansado. Vou levar voc¨º de volta agora.¡± se desculpou prontamente. Daniel n?o disse nada, mas parou de empurrar a cadeira, permitindo que Catarina assumisse. Daniel havia acordado h¨¢ um m¨ºs, e todas as outras fun??es motoras haviam se recuperado, exceto suas pernas, que ainda n?o t¨ºm for?a e s¨® podem usar uma cadeira de rodas. Os exames no hospital indicaram que tudo estava normal, apenas os m¨¦dicos disseram que os nervos motores das pernas ainda n?o haviam se recuperadopletamente e que precisavam de tempo, al¨¦m de fisioterapia, par¨¢ uma recupera??o mais r¨¢pida. Daniel raramente sa¨ªa; naquele dia, Catarina o levou para passear. No meio do caminho, Ant?nio mandou uma mensagem para Catarina, pedindo sua ajuda os esbo?os de design. Assim, Catarina levou Daniel at¨¦ l¨¢, sem esperar encontrar Olivia! E os desenhos eram d! No carro, o motorista ¨¤ frente e Catarina e Daniel no banco de tr¨¢s, Daniel permaneceu cdo durante o trajeto, uma express?o sombr¨ªa. Catarina, sentindo¨Cse culpada, disse: ¡°Irm?o Daniel, me desculpe, eu n?o sabia que irm? Olivia estaria no almo?o. Se eu soubesse n?o teria vindo e te deixado infeliz.¡± A linha da mand¨ªb de Daniel estava tensa, sua voz baixa e firme: ¡° ainda n?o ¨¦ importante o suficiente para me deixar chateado!¡± Catarina olhou para ele espanto. Seu perfil era nitidamente definido, imponente e belo, uma vis?o que dificilmente se desviava. Sua atitude fr¨ªa naquele momento, assimo suas pvras, fizeram o cora??o de Catarina bater mais r¨¢pido de surpresa. Ser¨¢ que o m¨¦todo do Velho Sr. Griera estava funcionando? Daniel estava desenvolvendo uma avers?o por Olivia, desprezando¨Ca. Contanto que ele libere sua mente, ter¨¢ a chance de entrar em seu cora??o. Cap铆tulo 1497 Cap¨ªtulo 1497 Cap¨ªtulo 1497 O m¨¦todo do Velho Sr.Griera para tirar o sal¨¢rio de baixo do caldeir?o ¨¦ muito bom. Catarina sorriu por dentro, mas n?o deixou transparecer, dizendo: ¡°D¨¨ qualquer forma, a culpa foi minha por ter deixado o irm?o Daniel t?o cansado. Quando voltarmos, irm?o Daniel dever¨¢ descansar bastante.¡± Daniel n?o disse nada, e Catar¨ªna tamb¨¦m ficou em sil¨ºncio. Olivia inicialmente tinha recusado a oferta de Rodrigo para lev¨¢, mas ele insistiu tanto. , parece at¨¦ mais distinto.¡± ¡°Obrigado pelo elogio.¡± Rodrigo sorriu, seus olhos brilhando um toque de alegria: ¡°E voc¨º e o Daniel,o est?o?* ¡°Nada de mais.¡± Olivia respondeu sem pensar, voltando a olhar para fora da jan, relutante em discutir mais sobre e Daniel. ¡°Ops!¡± De repente, Rodrigo pisou no freio, fazendo que Olivia se inclinasse para frente. rapidamente segurou o banco para se estabilizar, preocupada, perguntou: ¡°O que houve?¡± ¡°Houve um acidente ¨¤ frente, e a estrada est¨¢ bloqueada.¡± Rodrigo explicou. Olivia olhou para frente e viu que um carro tinha atingido uma pessoa, que agora rva no ch?o, enquanto o ve¨ªculo envolvido havia parado e o motorista j¨¢ estava tentando negociar a v¨ªtima, mas sem sucesso, causando o bloqueio da via. O carro de Rodrigo parou, o que fez que uma f de carros tamb¨¦m parasse atr¨¢s deles. O motorista e o homem ca¨ªdo no ch?o tentaram argumentar, mas n?o obtiveram resultado. A pessoa insistia em permanecer ali, exigindo dinheiro, recusando¨Cse a se levantar. O transito estava um caos, o som constante de buzinas. Finalmente, algu¨¦m no banco de tr¨¢s do carro acidentado perdeu a paci¨ºncia, saiu do ve¨ªculo e se aproximou da pessoa ca¨ªda, dizendo: ¡°Senhora, meu motorista j¨¢ ofereceu levar voc¨º ao hospital para um examepleto. Qualquer ferimento ser¨¢ tratado, e n?o faltar¨¢ cobertura para as despesas m¨¦dicas. Por que voc¨º ainda est¨¢ bloqueando o caminho?¡±Content rights belong to N?velDrama.Org. P ¡°Eu n?o quero ir ao hospital. Voc¨ºs me d?o cinquenta mil reais, e eu mesma vou ao hospital me examinar! Se voc¨ºs me levarem, e caso estejambinados o m¨¦dico para dizer que n?o tenho nada, e se eu piorar depois, , , definitivamente feminina. ¡°Voc¨º parece n?o ter se ferido gravemente, vale mesmo cinquenta mil reais?¡± A mulher questionou novamente. Olivia, olhando atrav¨¦s da jan do carro, percebeu que a mulher era Catarina! Foi o carro d que bateu em algu¨¦m! Se era Catarina, Daniel tamb¨¦m estava no carro? Olivia n?o p?de deixar de olhar para o carro ¨¤ frente, um Lincoln preto alongado. Daniel certamente estaria no banco de tr¨¢s. Sua sa¨²de j¨¢ era fr¨¢gil, e qualquer perturba??o desnecess¨¢ria poderia prejudicar a recupera??o de suas pernas. cuidou de Daniel por tr¨ºs anos, s¨® para ajud¨¢¨Clo a voltar ao normal. Vendo que ele estava melhorando aos poucos, nada poderia dar errado novamente. Olivia abriu a porta do carro e saiu, caminhando at¨¦ a frente, dizendo ¨¤ mulher no ch?o: ¡°Voc¨º diz que est¨¢ ferida, ent?o vamos seguiro procedimento padr?o, ligar para a pol¨ªcia de transito para cuidar do acidente, e depois chamar uma ambulancia para te levar ao hospital. Todos s?o n¨²meros de telefone oficiais, n?o h¨¢ conluio. Ap¨®s fr, Olivia pegou o celr, pronta para fazer a liga??o. ¡°N?o bata!¡± A mulher deitada no ch?o levantou¨Cse de repente e agarrou o celr que Olivia segurava em suas m?os, impedindo¨Ca de fazer a liga??o. Cap铆tulo 1498 Cap¨ªtulo 1498 Cap¨ªtulo 1498 Olivia ergueu a m?o para evitar que a agarrasse. se virou para olhar para as pernas e zombou: ¡°Voc¨º n?o estava deitada no ch?o sem conseguir levantar, sem poder andar? Como agora est¨¢ pndo por al?¡± A mulher ficou at?nita, querendo continuar fingindo, mas j¨¢ n?o conseguia mais! ¡°Eu, eu fiquei assim por sua causa¡­¡± A mulher gaguejou, fndo sem muita confian?a. Catarina, surpresa, disse: ¡°Ent?o voc¨º estava tentando aplicar um golpe, n¨¦? Se voc¨º n?o sair agora, eu vou chamar a pol¨ªcia!¡± ¡°N?o liga, n?o liga, eu estou indo, estou indo!¡± A mulher hesitou e disse sem confian?a. Olivia ent?o disse para Catarina: ¡°Est¨¢ tudo bem agora.¡±This text is ? N?velDrama/.Org. Catarina queria agradecer Olivia, mas quando pensou em ser ex¨Cnamorada de Daniel e ter quatro filhos Daniel,, sentiu um desconforto no cora??o, e o agradecimento simplesmente n?o sa¨ªa. ¡°Se n?o fosse por essa confus?o, n?o ter¨ªamos bloqueado o seu caminho.¡± Catarina disse isso sem alterar o tom de voz, virou¨Cse e caminhou at¨¦ o carro, abriu a porta e entrou. Olivia hesitou por um momento, percebendo que Catarina queria dizer que n?o estava ajudando por , mas para desbloquear o caminho o mais r¨¢pido poss¨ªvel e ir embora. S¨® isso, n?o ajudou porque Catarina agradeceu. virou¨Cse e caminhou em dire??o aos carros atr¨¢s, passando por uma limusine quando, sem querer, encontrou os olhos profundos e escuros de Daniel. Aquele olhar profundo e misterioso fez o cora??o de Olivia bater mais forte de repente. Desde sempre, toda vez que encontrava os olhos de Daniel, entrava em panico inconscientemente. Incapaz de manter o contato visual por muito tempo, rapidamente baixou a cabe?a, passou p jan do calo e foi at¨¦ o carro de Rodrigo, abrindo a porta e sentando¨Cse. Estavam no meio da estrada, onde n?o era permitido parar a n?o ser em caso de acidente, ent?o Olivia teve que voltar para o carro de Rodrigo. O carro limusine ¨¤ frente partiu, e Rodrigo tamb¨¦m deu a partida. Ele disse: ¡°Voc¨º e o Daniel n?o t¨ºm mais chances, n¨¦?¡± Sua pergunta deu continuidade ao assunto antes de parar o carro. Olivia ficou surpresa, sentindo o cora??oo se estivesse trancado, sufocando. Sim, e Daniel, realmente acabou? Antes, fazia de tudo para fugir de Daniel, at¨¦ mesmo pedir a Rodrigo para ajud¨¢ a fugir Agora que Daniel realmente a afastou, se sentiu sufocada e desconfort¨¢vel. Olivia respirou fundo e disse: ¡°Sr. Melo, voc¨º n?o namorou nesses ¨²ltimos tr¨ºs anos? Noce n?o queria fr muito sobre e Daniel Rodrigo, mesma n?o conseguia entender, pessoa? ¡°Passei tr¨ºs anos tentando superar a morte de Sergio Griera. Aprend¨ª ele que o amor pode matar isso facilmente.¡± As pvras de Rodrigo fizeram o cora??o de Olivia apertar novamente. J¨¢ fazia muito tempo que n?o ouvia o nome de Sergio de mais ningu¨¦m. Fazia tempo que n?o ouvia o nome de Sergio da boca de algu¨¦m. Ainda assim, ouvir seu nome depois de tanto tempo ainda era doloroso. ¡°Sergio escolheu esse caminho sem volta para conquistar sua liberdade.¡± Rodrigo continuou. ¡°O que voc¨º disse?¡± Olivia ficou chocada. Cap铆tulo 1499 Cap¨ªtulo 1499 Cap¨ªtulo 1499 Tr¨ºs anos atr¨¢s, percebeu que algo estava errado a morte de Sergio, mas n?o sabia o motivo espec¨ªfico, nem ningu¨¦m fva ramente. Agora, quando Rodrigo disse isso, seu cora??o encolheu e todo o seu corpo ficou tenso. Rodrigo segurava o vnte firmemente as duas m?os,o se estivesse fndo de algo muitoum, mas ainda era poss¨ªvel perceber uma tens?o em sua voz que revva um fardo emocional que ele n?o conseguia deixar para tr¨¢s. ¡°Ele me ligou na noite anterior ¨¤ sua morte. Ele queria usar sua pr¨®pria vida para criar press?o p¨²blica contra Daniel, para tir¨¢¨Clo da presid¨ºncia do Grupo Griera. Se Daniel fosse removido, ele n?o poderia mais control¨¢, e voc¨º seria livre. Ele foi tolo; diante do poder absoluto, o que significa sua vida. Mesmo em morte, ele n?o representava nenhuma amea?a para Daniel.¡± Rodrigo n?o conseguia esquecer aqu noite, o tom de desespero e des??o na voz de Sergio. Um jovem cheio de vida, desaparecido de uma hora para outra. A respira??o de Olivia parou, l¨¢grimas ca¨ªram de seus olhos, seu cora??o do¨ªa tremendo: ¡°Ent?o, eu sou a culpada p morte dele¡­¡°. sempre pensou que Sergio havia morrido devido ¨¤ press?o do acidente, que tinha sido for?ado a morte por Daniel. Daniel at¨¦ poderia ter esrecido que o erro no acidente foi de uma empresa subsidi¨¢ria do Grupo Griera, a Tologia Ser¨¦lia Ltda., que produziaponentes eletr?nicos defeituosos. Sergio poderia ter sido isentado de qualquer culpa se a responsabilidade fosse assumida p TS Ltda. Mas Daniel, por algum motivo, se recusava a admitir o erro da Tologia Ser¨¦lia Ltda. S¨® ent?o percebeu que Sergio n?o aguentava a press?o da opini?o p¨²blica e os problemas causados p fam¨ªlia do falecido, ent?o caiu para a morte.. n?o imaginava que a morte de Sergio tinha sido um no dele, usando sua pr¨®pria vida para gerar uma press?o p¨²blica que far¨ªa Daniel perder sua posi??o no Grupo Griera. Tudo foi para deix¨¢ escapar do controle de Daniel¡­ Como Sergio pode ser t?o tolo? n?o valia tal sacrif¨ªcio. Eo ele n?o percebeu que, mesmo sua morte ele n?o abria a posi??o de Daniel? Mesmo depois de tr¨ºs anos, o cora??o de Olivia ainda do¨ªao se estivesse sendo cortado uma faca. ¡°Agora que voc¨º e Daniel est?o separados e se tornaram estranhos, voc¨º realizou o desejo de Sergio¡°, Rodrigo mudou de assunto repentinamente. Olivia estava t?o imersa em sua tristeza que n?o conseguia prestar aten??o em suas Dentro da limusine alongada, Catarina viu Daniel uma express?o fria; sabia que Sti acabado de ver Olivia. ¨¢rea de expertise, poderia superar Olivia n?o conseguia resolver um problema que Olivia resolveu poucas pvras. Em facilmente, mas contra aqueles tipos desonestos e rudes, realmente n?o tinha os m¨¦todos de Olivia. A cena agora deve ter feito Daniel se sentir inferior a Olivia. Catarina sentiu uma profunda sensa??o de derrota. estava ansiosa para recuperar sua imagem no cora??o de Daniel, mantendo um sorriso gentil, disse: ¡°Se n?o fosse p irm? Olivia me ajudar agora, eu realmente teria tido dificuldades. Contra mndros, definitivamente tem mais jeito do que eu, deve ter sido por isso que estava t?o ansiosa para resolver o problema rapidamente e voltar para casa Rodrigo.¡± Depois de fr, Catarina olhou para Daniel, observando sua express?o, e viu que os olhos frios d Catarina continuou: ¡°Irm?o Daniel pode n?o ter visto, mas o carro bloqueando nosso de neg¨®cios e tamb¨¦m amigo do meu irm?o, eu reconhe?o o carro dele e a irm? Olivia ¡°Voc¨º n?o est¨¢ sede?¡± Daniel olhou para frente, um tom de voz indiferente. Catarina ficou atordoada, sem saber porqu¨º. ¡°Bebe um pouco de ¨¢gua, pare de fr.¡± disse Daniel. Catarina: ¡°¡­¡­ entendeu, Daniel estava achando tagar.This text is ? N?velDrama/.Org. de Daniel ficaram ainda mais frios. era de Rodrigo, o Sr. Melo. Ele ¨¦ parceiro naquele carro.¡± gastou tanta energia s¨® para fazer Daniel perceber que Olivia e Rodrigo estavam juntos, para fazer ele gostar ainda menos de Olivia. Mas parece que falou demais, provocando a antipatia de Daniel. ¡°Tudo bem, eu n?o vou fr mais.¡± Catarina disse conscientemente. ¡°Diminua a velocidade do carro e siga aquele ve¨ªculo ¨¤ frente.¡± Daniel de repente instruiu o Cap铆tulo 1500 Cap¨ªtulo 1500 Cap¨ªtulo 1500 O carro parou fora do condom¨ªnio Porto Estr de Sol, e antes mesmo de entrarem, Olivia pediu a Rodrigo estacionar o carro. ¡°¨¦ s¨® me deixar aqui, obrigada.¡± Olivia abriu a porta do carro e desceu. n?o estava de bom humor e ainda estava imersa na tristeza p morte de Sergio. Ap¨®s um r¨¢pido agradecimento, Olivia, o cora??o pesado, caminhou em dire??o ao condom¨ªnio. De repente, um homem saiu dodo data de lixo, apresentando¨Cse de forma sinistra. correu at¨¦ Olivia, agarrou seu ombro e, um movimento r¨¢pido, colocou uma faca pequena contra o pesco?o de Olivia. Suas a??es foram t?o r¨¢pidas que Olivia mal teve tempo de reagir. Quando Olivia percebeu, a lamina j¨¢ estava pressionada contra seu pesco?o, amea?ando cort¨¢ o m¨ªnimo movimento.Content rights belong to N?velDrama.Org. Olivia sentiu ramente o toque frio do metal pressionando a pele de seu pesco?o, e seu cora??o frustrado foi instantaneamente ocupado pelo panico. ¡°Quem ¨¦ voc¨º? O que quer?¡± Olivia perguntou, assustada. ¡°Olivia, sua desgra?ada, por que voc¨º ainda n?o morreu depois de tr¨ºs anos? Por sua causa, perdi meus pais e me tornei uma mendiga! E mesmo assim, voc¨º quer me tirar os cinquenta mil reais que estavam quase nas minhas m?os!¡± A mulher segurando Olivia falou ¨®dio, sua respira??o era pesada e sua m?o tremia de raiva. Olivia ficou chocada. A voz era inconfund¨ªvel, era Wilma Dias! A mesma Wilma que havia fingido um acidente diante do carro de Catarina, exigindo cinquenta mil reais! Wilma virou mendiga! No calor do momento, Wilma pressionou demais a faca, cortando a pele do pesco?o de Olivia, que sentiu uma der aguda. Olivia ficou r¨ªgida, inclinando¨Cse para tr¨¢s, tentando se afastar da lamina, e disse rapidamente: ¡°Wilma, se acalme, eu te dou os cinquenta mil reais agora mesmo.¡± D ¡°Olivia!¡± Rodrigo saiu do carro e correu em dire??o a s, gritando preocupado. Ele viu algu¨¦m sair correndo de perto da lixeira e agarrar Olivia. Quis intervir, mas a pessoa foi r¨¢pida demais. Quando percebeu o perigo, a faca j¨¢ estava no pesco?o de Olivia. Ao perceber a situa??o, Rodrigo parou, levantou as m?os em sinal de rendi??o ee?ou a negociar Wilma, respirando dificuldade: ¡°N?o se desespere, se voc¨º a soltar, eu te dou duzentos mil reais.¡± Wilma ficou atordoada por um momento e ent?o riu loucamente. A risada encheu o espa?o, ecoou e foi extremamente estranha. ¡°Ent?o a vida d vale tanto assim? Voc¨ºs ricos s?o todos mesquinhos, acham que podem salvar uma vida apenas duzentos mil reais! Fa?amos o seguinte, dez milh?es! Ou eu a mato agora!¡± Wilma fva um ¨®dio g¨¦lido. Durante esses tr¨ºs anos, viveuo se fosse menos que um animal, sem saber quando t¨¨ria a pr¨®xima refei??o, sofrendo a fome. V¨¢rias vezes quase morreu de fome. A sensa??o de estar ¨¤ beira da morte era insuport¨¢vel, e n?o queria mais passar por aquilo. The Novel will be updated first on this website. Come back and continue reading tomorrow, everyone!