Capítulo 688
Olivia prendeu a respira??o, encarando os olhos de Daniel, negroso a noite, enquanto seu cora??o
batia desenfreado,o água fervendo que n?o podia ser contida, girando sem parar. engoliu um
gole de água fria, preparando–se para ser consumida por eleo um vendaval.
Daniel olhava para , seus lábios, agora mais vermelhos por causa de seu beijo, e o peito subindo e
descendo, sinalizando seu nervosismo.
Os olhos escuros de Daniel escureceram ainda mais, e uma umidade brilhou em seu olhar profundo.
Olivia captou essa mudan?a sutil em seus olhos profundos e pensou que ele estava emocionado;
n?o poderia escapar. Os seus olhos baixaram, prontos para fechar os olhos.
Mas a press?o sobre seu corpo desapareceu de repente, e a presen?a masculina que estava t?o perto
se afastou.
Olivia levantou os olhos e viu Daniel endireitar–se, soltando seu queixo e fndo sem revr emo??o:
“Você vai descansar em casa durante pelo menos um mês, sem permiss?o para ir trabalhar.”
Ao terminar de fr, ele fechou a porta do passageiro e foi sentar–se no assento do motorista.
Olivia piscou surpresa e curiosa. Descansar em casa durante um mês era sua puni??o?
Isso é uma puni??o? N?o seria um prêmio?
O carroe?ou a se mover, acelerando de uma velocidade lenta ao longo da estrada sinuosa até
atingir o asfalto.
Daniel estava focado na condu??o, enquanto Olivia, depois de um momento de extrema tens?o,
rxava e se sentia fraca.
estava cansada, exausta, e logo suas pálpebras pesaram e adormeceu.
O carro parou na Vi Serenidade, e Daniel saiu, desafivelou o cinto de seguran?a de Olivia e a levou
no colo para dentro do hall.
Olivia estava dormindo profundamente e se mexeu desconfortavelmente ao ser erguida, encaixando a
cabe?a no peito de Daniel em busca de uma posi??o confortável e continuou a dormir.
Sua cabe?a fofa esfregava–se contra o peito de Danielo um gatinho, fazendo seu cora??o falhar
por um instante. Ele olhou para seus olhos escuros enquanto dormia pacificamente.
Seus olhos se aprofundaram enquanto ele a carregava para dentro da casa.
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Capitulo 688
Os quatro pequenos estavam a jogar às escondidas Fábio quando Iria, a primeira a notar Olivia,
correu animada: “Mam?e…”
“Shh, n?o a acorde,” disse Daniel rapidamente, silenciando–a e instruindo Iría.
Iria olhou para cima, vendo sua m?e adormecida nos bra?os de seu pai, e assentiu obedientemente,
seus grandes olhos brilhantes cheios de curiosidade e alegria.
Ent?o, Joel e Inês também viram que a m?e tinha voltado e correram animadamente em sua dire??o,
querendo abra?ar a m?e.
“Mam?e… hmm…” Joel estava prestes a chamá quando Iria cobriu sua boca sua m?ozinha
gordinha.
“Shh, n?o acorde a mam?e, o papai está ao colo enquanto dorme, e ele a ama muito. Se a
acordarmos, ele ficará chateado,” Iria sussurrou baixinho e autoridade para Joel.
Mesmo tentando fr baixo, os outros ainda podiam ouvir.
Pequenos e mndros, mas irresistivelmente adoráveis.
Daniel: “…”
Ele ama Olivia? Isso era t?o óbvio assim?
Os olhos escuros de Joel piscaram empreens?o, e ele assentiu em concordancia.
Embora as crian?as desejassem se aproximar da m?e, s n?o queriam acordá e ficaram paradas
na s, observando Daniel carregá escada acima.
No quarto principal, Daniel odou Olivia na cama e ligou para o Dr. Morales.
Em menos de dez minutos, Dr. Morales chegou e, enquanto Olivia dormia, examinou seu tornozelo
torcido.
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Daniel ficou aodo, observando. Embora n?o dissesse nada, a sua presen?a era suficiente para
encher o ar uma tens?o palpável.
Seus olhos escuros fixaram–se no tornozelo de Olivia, inchado e elevadoo um p?o, imaginando o
qu?o grave era o pé torcido