Capítulo 689
Dr. Morales também examinou e, voltando–se para Daniel rtou: “ torceu o ligamento. está cheio
de sangue dentro, é necessário aplicar agulhas de prata e usar medicamentos tópicos e orais para
contus?es.”
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Daniel respondeu: “Entendido.”
Com a permiss?o de Daniel Dr. Morales pegou as agulhas de prata da caixa de medicamentos e
come?ou a aplicás em Olivia.
“Ah…” Olivia, em meio ao sono, sentiu a dor e instintivamente quis retraí.
A palma firme de Daniel segurou a perna d no momento certo, imobilizando seu pé.
Somente ent?o Dr. Morales conseguiu inserir a agulha de prata firmeza.
Olivia se moveuo se estivesse sonhando, n?o acordou e voltou a dormir profundamente.
“Com cuidado,” disse Daniel, retirando o olhar do rosto de Olivia e fndo seriamente para Dr. Morales.
Dr. Morales assentiu rapidamente: “Certo.”
Com a testa suada p tens?o, ele n?o ficou t?o nervoso quando Olivia tentou recolher a perna quanto
ficou quando Daniel disse cuidado“. A press?o era intensa e todos os seus
nervos estavam tensos.
Depois, Dr. Morales prosseguiu movimentos mais suaves, aplicando as agulhas
calmamente em Olivia.
Com Daniel segurando sua perna, Olivia n?o podia se mexer, ent?o a aplica??o da agulha foi
rapidamente concluída. Dr. Morales, ent?o, aplicou a medicina para contus?es em uma gaze e envolveu
o pé de Olivia, prescrevendo também alguns medicamentos orais.
Ele deu instru??es a Daniel: “Evite alimentos crus e frios, picantes e n?o fa?a exercicios em excesso.
deve descansar bastante no primeiro mês.”
Daniel concordou, e Dr. Morales saiu seu kit médico.
Daniel ficou de pé aodo da cama, olhando fixamente para Olivia que estava deitada.
“N?o me aperte.*
“Ah, você está magoando a minha m?o.”
Havia um murmurio baixo na porta.
Daniel olhou para trás e a principio n?o viu nada. Baixando o olhar, ele viu quatro pequenas cabe?as
espremidas na porta, tentando espiar para dentro.
Quatro pares de olhos inocentes brilhavam curiosidade e ternura, tentando espiar o que estava
acontecendo.
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Capitulo 689
Querendo entrar, mas medo de perturbar as pessoas no quarto, eles ficaram dodo de fora da
porta, esticando as suas pequenas cabe?as para ver o interior.
Como eles eram mais ou menos da mesma altura e o espa?o era limitado, os quatro pequenos
competiam para espremer–se e ver para dentro. Joel n?o conseguia ver e estava a empurrar a cabe?a
de Iria.
Eles pareciam quatro ursos curiosos, extremamente fofos e macios.
Ao ver Daniel olhar em sua dire??o, Iria sorriu ingenuamente para ele e co?ou a cabe?a sua
m?ozinha gordinha: “Hehe…”
Joel também parou de empurrar a cabe?a de Iria e piscou seus olhos ingênuos e adoráveis.
Inês, que estava na frente, estremeceu quando viu Daniel olhar e rapidamente se escondeu atrás do
irm?o e da irm?, segurando a roupa de Heitor medo de que o pai ficasse bravo.
Heitor, que estava atrás de todos, agora estava em segundo lugar. Seu rostinho bonito olhava para
Daniel sem medo.
Desde que ele ajudou o pai a hackear a rede da administra??o de habita??o e recebeu a sua
aprova??o, ele sentiu que sua confian?a tinha crescido.
Vendo os quatro pequenos suas carinhas adoráveis, os olhos de Daniel suavizaram
involuntariamente. Ele avan?ou, pegou a m?ozinha de Iria e disse uma voz baixa e magnética:
“Vamos descer juntos, tomar banho e preparar para dormir.”
Ele levou Iria ele, e os outros três pequeninos deram mais uma espiada no quarto e seguiram
Daniel escada abaixo.
Depois do banho, Iria insistiu Daniel: “Papai, eu também quero um abra?o e que você me embale
para dormir, assimo a mam?e faz.”