Capítulo 687
Ele pressionava os lábios finos, respirava uma leve dificuldade, o peito musculoso subia e descia.
A descida intensa p montanha ainda o tinha cansado um pouco.
Olivia, que até agora estava concentrada em manter o equilíbrio do seu corpo, n?o se preocupava
mais nada. Agora, sendo carregada por Daniel caminhando em terreno no, notouo o seu
corpo seguia o ritmo dos passos dele, odo cada movimento. O lugar onde seu peito tocava
era o peito dele.
A respira??o dele a fazia se mover ligeiramente também.
As m?os d que o abra?avam pelo pesco?o sentiam o cheiro forte de hormonas masculinass devido
ao suor.
A pele do pesco?o que abra?ava parecia também queimar, aquecendo as palmas das suas m?os, e
seu cora??o ardia em chamas, palpitante.
“Você me carregou por tanto tempo, também deve estar cansado. Me coloque no ch?o, eu consigo
andar até o carro,” dizia Olivia, desviando o olhar, n?o querendo olhar para o pesco?o sexy de Daniel.
O problema era que o pomo de ad?o dele estava t?o próximo, sensual a ponto de fazer sua respira??o
ficar irregr.
“N?o fale.” A voz fria e magnética de Daniel soou, autoritária e dominante.
Olivia se calou, surpresa.
N?o sabia se deveria soltar o pesco?o dele ou continuar abra?ando, a temperatura de suas m?os
parecia cada vez mais quente.
Até seu cora??oe?ou a bater mais rápido.
Quando Olivia estava prestes a perder a paciência, Daniel já tinha chegado perto do carro, abriu a porta
e a colocou no assento do passageiro.
Sentada no banco, Daniel se inclinou para frente e os lábios d tocaram acidentalmente no
seu pesco?o.
Sensual, elástico, cheio de masculinidade, a sensa??o se espalhava loucamente entre os lábios de
Olivia.
Os olhos de Olivia se arregram, o cora??o falhou uma batida e depoise?ou a bater
violentamente.
O corpo de Daniel enrijeceu imperceptivelmente quando sentiu os lábios quentes/macios d em seu
pomo de ad?o.
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Sua garganta se apertou, e seu corpo reagiu intensamente.
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Capitulo 687
O tempo parou por um segundo.
Quando Olivia se deu conta, rapidamente baixou a cabe?a, desviando os lábios, e pediu desculpas
em panico: “Desculpe, n?o foi de propósito, a situa??o de antes, foi sem querer…”
fva atropdamente, sem sabero explicar.
Enquanto fva, o sopro suave de sua respira??o no pesco?o de Daniel era uma provoca??o invisível.
Daniel engoliu em seco, endireitou–se mas n?o saiu do carro, e dedos ásperos levantou o queixo
d, seus olhos profundos e escuros encontraram os d, ele se inclinou para baixo e capturou seus
lábios, devorando a boca inquieta d.
“Uh…” Olivia arregalou os olhos em choque.
nejava empurrá–lo, as m?os contra o peito dele, mas o beijo punitivo o fez que
amolecesse, e acabou agarrando o terno dele.
Ele avan?ou imcavelmente até que quase n?o conseguia respirar e ent?o a soltou.
Olivia respirava dificuldade, seus olhos brilhavam lágrimas, atordoada, totalmente fora de si.
Daniel acariciava a bochecha d a m?o, o polegar gentilmente esfregava os lábios d, limpando
o brilho deles, seus olhos escuros e profundos fixados nos d, confusos, e uma voz rouca e
dominadora disse: “N?o ouse tomar decis?es sozinha da próxima vez,
entendeu?”
“Hm?” Olivia mal conseguia entender, a respira??o irregr e perguntou.
“Se eu n?o tivesse chegado na montanha hoje, você sabe o que teria acontecido?” A voz magnética e
fria de Daniel a encarava uma press?o repreensiva.
“Há cem maneiras de repreender o Gabriel, você n?o entende o qu?o perigoso é se arriscar?” As
pvras repreensivas de Daniel ecoaram.
Olivia ficou ligeiramente aturdida, seu peito subia e descia, respirando dificuldade, olhando para
Daniel acima d.
“Sim“, Olivia respondeu, a voz trêm e o cora??o batendo forte. olhou para Daniel, os
olhos ainda turvos, e sentiu algo se mexer dentro de si. “Você n?o foi obediente desta vez, me diga,
como deveria puni, hein?” Daniel levantou o queixo d, sua voz era magnética.