Capítulo 367
, se achegou e disse: “Daniel… Senhor Griera, eu posso ir embora agora?”
Era costume chamá–lo de Daniel, mas assim que a pvrae?ava a sair, rapidamente se
corrigia, chamando–o de Senhor Griera.
Antes, sempre o chamou de Senhor Griera, até o dia em que ele insistiu para que aceitasse ser
sua mulher, e ele a for?ou a chamá–lo de Daniel.
Dessa maneira, em particr, sempre o chamava de Daniel.
Ao chamá–lo pelo nome, a distancia entre eles parecia ser pequena,o se estivessem realmente
em um rcionamento amoroso,o geralmente os amantes se tratam, sem hierarquias ou
barreiras.
Até o dia em que surgiu o Gabriel, e tudo mudou.
O uso do nome Daniele?ou a se tornar distante.
Ele tinha um cargo de nível elevado, transmitia uma autoridade natural, algo que , em sua modesta
condi??o, n?o poderia transpor.
Entre eles, a distancia de sse se fazia ra.
O trajeto de chamá–lo de Senhor Griera para Daniel tinha sido difícil, porém, chamá–lo de Senhor
Griera exigia muita formalidade.
Daniel mal piscou, cortando seu bife de forma elegante, e um tom de voz contida disse: “N?o
pode! Sem a minha autoriza??o, você n?o vai a lugar nenhum.”
“Por quê?” disse Olivia um tanto ansiosa e impaciente.
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Daniel i?ou seus olhos escuros e frios, olhando–a rapidamente: “N?o era isso que você queria?”
Olivia sufocada, n?o conseguiu fr.
Na noite anterior, só queria a chupeta que estava fora do sofá sem que ele percebesse.
usou de improviso, sentando–se em seu colo intencionalmente e disse algumas pvras.
Só Deus sabe o quanto tensa e iodada estava naquele momento.
Olivia irrequieta, tentou agradar um sorriso, disse: “Senhor Griera, amanh? n?o é dia útil, eu
tenho que trabalhar, n?o é?”
“O seu dia de descanso é quando eu disser.” Daniel cortava o seu bife sem pressa.
Olivia: “…”
Pe?o para trabalhar e o chefe diz para eu tirar folga.
Outro qualquer já estaria festejando de alegria.
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Contudo Olivia n?o via motivo para festejar.
continuava nervosa, inquieta, agitada.
sentia falta das crian?as, e as crian?as também sentiam sua falta.
estava um dia e uma noite sem vês, se n?o voltasse logo, certeza as crian?as sentiriam
muito a sua falta e sequer conseguiriamer.
Só de pensar em seus pequeninos tesouros n?o se alimentando por sua causa, seu cora??o se
entristeciao se fosse cortado por uma faca.
N?o, precisava voltar.
Suas pvras soavamo um apelo: “Senhor Griera, te pe?o por favor, deixe–me ir, minha m?e vai
ficar muito preocupada.”
“Ent?o conte–lhe a verdade, que você está na casa do seu homem.” Disse Daniel.
Olivia estava irritadíssima.
Caso eu fsse, minha m?e viria correndo e causaria uma grande confus?o!
só podia pensar nestas pvras em sua mente.
disse: “Se minha m?e souber que estou morando um homem sem um futuro certo,
certeza nunca me perdoaria.”
A m?o de Daniel que segurava o garfo e a faca de repente ficou imóvel, ele ergueu seus olhos negros
como o oceano, girandoo vento e neve, fixando–se n.
Olivia ficou todo o corpo arrepiado sob aquele olhar frio e prante.
“Nesta vida, nem pense em se casar a família Griera, e sequer sonhe em se casar Sergio.
Só seportando, você conseguirá manter sua vida, entendeu?”
Sua voz, carregada de ódio, era friao gelo.
Erao uma pedra pesada sendon?ada violência, esmagando o cora??o de Olivia,
causando–lhe uma dor sem som algum.
A realidade era desse jeito, crua e dolorosa.
Olivia n?o tinha outra op??o a n?o ser enfrentar essa dor repleta de angústia.
“Eu n?o vou me casar você, nem Sergio, apenas deixe–me ir, e eu prometo desaparecer da
sua vida e da dele para sempre.” As m?os de Olivia estavam caídas aodo de seu corpo, apertadas,
expressando a dor e a raiva dentro de seu cora??o, e derramava sinceramente suas pvras mais
profundas para ele.
Capítulo 368