Capítulo 366
O homem possuía uma presen?a gda,o se fosse uma criatura encantada invadindo o
ambiente. Seu rosto esculpido estava coberto por uma camada de frieza, fazendo que o ar ao
redor parecesse congr.
Olívia, assustada, prendeu a respira??o e apressadamente encerrou a liga??o, esticando as m?os
para trás e escondendo o celr atrás de si.
Daniel se aproximou em passosrgos, agarrou os ombros d sua m?o grande, um olhar
gélido e furioso: “Entrega agora!” Sua voz imperativa e gda soou, inspirando medo.
Olívia arregalou os olhos brilhantes, refletindo terror.
A press?o imposta pelo homem era t?o intensa que Olívia n?o conseguiu resistir e, de má vontade,
tirou o celr escondido.
Assim que o trouxe para a frente, Daniel arrancou–o de suas m?os. Abrindo o aparelho uma
express?o descontente e voz enfurecida, ele exigiu: “A senha!”
“Seis uns.” Olívia sem esconder nada, revelou a verdade.
Os dedos longos de Daniel digitaram na t, inserindo seis uns, e o celr foi destravado.
Seus olhos profundosn?aram um olhar frio para antes de abrir o registro de chamadas.
Viu que a última liga??o foi para Teresa, há um minuto atrás.
Ent?o estava fndo ao telefone Teresa de maneira t?o suspeita?
Ele jogou o celr em cima d, e Olívia, apressada, conseguiu pegá–lo.
Daniel a encarou um olhar frio: “Estava fndo sua m?e e agindo de maneira misteriosa?
Você está escondendo algum segredo de mim?”
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Seus olhos escuros carregavam um brilho inquisitivo.
Eram olhos bonitos, cílios longoso pequenos leques e pálpebras dobráveis que lhe
conferiam um charme especial.
Mas era justamente esse par de olhos atraentes que, ao se enfurecer, se enchiam de uma press?o
avassdora.
Olívia precisava de uma grande for?a interior para suportar a press?o que vinha dele.
Com o cora??o pesado e o corpo tenso de nervosismo sob seu olhar gélido, bn?ou a cabe?a e
disse: “N?o tem segredo, eu estava… fndo mal de você para a minha m?e, medo que você
ouvisse…‘
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-ro que havia um segredo. N?o era o segredo dos quatro filhos que escondia?
Um segredo que nunca deixaria que ele descobrisse.
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Capitulo 366
Ao ouvir isso, Daniel esbo?ou um sorriso de escárnio e uma voz fria e olhar gélido disse: “Que
direito você tem de fr mal de mim? Melhor se avaliar primeiro!”
Dizendo isso, ele se virou e saiu do quarto.
Olivia observou sua alta silhueta se retirando, franzindo as sobrancelhas e sentindo uma mistura de
tens?o e mágoa.
deveria se avaliar?
O que tinha feito?
Será que era errado n?o querer ser sua amante?
Na sua juventude, Gabriel seduziu sua m?e, mas isso n?o era culpa d.
nunca tinha visto Gabriel e só o encontrou por acaso recentemente. Gabriel nunca havia cumprido
seu papel de pai.
Para Olívia, Gabriel era apenas um estranho quem cruzara caminhos por acaso.
também n?o queria ser filha de Gabriel.
Por que deveria pagar pelos erros dele?
Enquanto se perdia em pensamentos mncólicos, o celr vibrou uma nova mensagem. Era de
Teresa.
[Olívia, as crian?as est?o saudades, quando puder, volte para casa.】
Aqu simples frase pesou no cora??o de Olívia.
também sentia saudades dos filhos. N?o podia mais ficar ali; tinha que voltar.
Rapidamente, apagou a mensagem e saiu do quarto, descendo as escadas.
Lá embaixo, viu Daniel sentado à mesa de jantar, desfrutando de seu jantar elegancia.
Capitulo 367