Capítulo 368
nunca havia pensado em ficar o Sergio, e agora isso seria ainda mais impossível.
se odiava por ter sido t?o t e ingênua em acreditar no que Daniel tinha dito a , que iria
assumir a responsabilidade pelo que havia acontecido cinco anos atrás, e que ele pretendia casar–se
com , ainda sonhava em dar aos filhos umr de verdade, voltando ele para o seio da
família Griera e conhecendo seus avós.
A responsabilidade que ele havia mencionado se resumia apenas em construir uma mans?o para a
família d e dar–lhe umapensa??o em dinheiro.
Para um herdeiro de uma família tradicionalo ele, problemas podiam ser resolvidos dinheiro,
e definitivamente n?o seriam pagos o próprio casamento.
Agora conseguia ver a realidade ramente e desejava manter distancia dele. N?o era suficiente
ficar longe?
Assim que terminou de fr, o olhar de Daniel ficou ainda mais gélido, afiadoo gelo, fixo n:
“Você já viu, alguma vez, um ca?ador deixar a sua presa escapar?”
O cora??o de Olivia foi tomado pelo desespero.
conseguiu entender ramente o que Daniel queria dizer: ele n?o a deixaria ir embora, porque
era a presa que ele manipvao desejava.
n?o podia negar a real sensa??o de impotência.
Sem condi??es de resistir, Olivia retornou ao seu quarto, deitou–se na cama e ficou se revirando sem
conseguir dormir.
Quanto mais pensava, só conseguia ver um caminho sombrio e sem saída.
Sentia–se confusa e abandonada.
O que iria fazer?
No meio da noite, quando o sonoe?ava a chegar e estava prestes a dormir, uma respira??o
fria se aproximou por trás.
levou um susto e, atenta, abriu os olhos, virando–se para encontrar o homem sentado na beira da
cama.
Daniel estava vestindo um roup?o, a frente aberta, o qual revva um peito definido e cheio de
músculos, indicando uma for?a feroz e viril.
Olivia sentiu seu cora??o se encher de medo e rapidamente se moveu para o outrodo da cama,
fazendo que a distancia entre eles aumentasse.
Nervosa demais e movendo–se descontrdamente, seu corpo bn?ou no ar e achou que iria
cair da cama.
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Capitulo 368
“Ah!” O cora??o de Olivia disparou o susto.
Daniel esticou seu bra?o forte e a envolveu p cintura, trazendo–a fortemente de volta contra o peito
dele.
O rosto de Olivia foi apertado contra o peito definido de Daniel.
O calor do seu peito era profundo e firme, e seu cora??o batia forte e ritmado.
Uma onda de calor palpitante estendeu–se pelo rosto de Olivia,o uma corrente elétrica, pulsando
em seu cora??o, fazendo–a sentir um formigamento por todo o corpo.
Olivia notou rapidamente o perigo que aqu situa??o poderia trazer.
se afastou em panico.
Ao conseguir levantar a cabe?a, o bra?o de Daniel a puxou novamente firmeza, autoritário
e severo.
A voz rouca de Daniel soou: “N?o se mova!”
Quando havia sidon?ada contra ele, sua pele era maciao uma nuvem, preenchendo o vazio
que havia em seu peito.
O perfume d era t?o suave e atraente assimo a brisa da primavera, provocando uma rea??o
em seu corpo.
Bemo há cinco anos atrás, quando ele mal conseguia se contrr.
Daniel n?o conseguia resistir mais e, depois de abra?á por um momento, girou e a pressionou sob
ele.
Olivia sentiu o mundo girar e se viu deitada na cama. Quando percebeu, viu o rosto charmoso de
Daniel acima do d, ligeiramente embriagado, seus olhos escuros fixos nos d, envolvendo–a
uma presen?a masculina dominadora.
O cora??o de Olivia batia sem nenhum controle,o um cervo se debatendo violentamente, pronto
para saltar para fora do peito.
abriu os olhos em choque.
Em seguida, Daniel inclinou–se e selou seus lábios fortemente.
se debatia, mas ele segurou suas m?os as dele, entr?ando os dedos e pressionando–os
contra a cama, n?o lhe dando nenhuma chance de resistir, aprofundando ainda mais o beijo.
Na manh? seguinte, uma brisa entrava p jan, acariciando o rosto de Oliviao se
fossem as m?ozinhas de um bebê.
O sol morno da manh? iluminava seu rosto delicado e pálido, real?ando ainda mais a sua
beleza suave e brilhante.
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Capitulo 368
Um cobertor a envolvia e um de seus bra?os estava para fora, pendurado na beira da cama, revndo
a imagem de uma b mulher debilitada.
Os dedos de Olivia, que estavam pendurados na cama, foram se movendo levemente, e por baixo de
suas pálpebras finaso asas de cigarra, era possível ver seus olhos se movendo.
Pouco a pouco, foi acordando.
Tentando abrir os olhos e ainda se ajustando à luz do sol, levantou a m?o para bloquear o brilho e
se sentou.