Capítulo 551
Só quando Caterina Dias chegou é que os capangas deram um empurr?o n e saíram
descuidadamente.
Depois de ser autorizada pelo policial, Caterina mal entrou na s pequena e viu sua m?e torturada
até ficar irreconhecível.
ficou aterrorizada e correu para ajudá: “M?e, o que aconteceu você? Foram aqueles dois
que fizeram isso?”
Um daqueles homens, Caterina reconheceu, era um dos homens de Isabe!
N?o podia crer que Isabe estava t?o audaciosa a ponto de mandar seus capangas fazerem isso
dentro da delegacia!
Ynda Silva estavao um frango molhado, chorava desesperadamente: “Acabou… Caterina,
agora realmente acabamos…”
“M?e, n?o tenha medo, ainda temos papai, n?o é? Ele certeza vai encontrar uma solu??o…”
Ynda bn?ou a cabe?a em desespero, sabendo que desta vez n?o tinha escapatória. “Aliás, m?e,
a quest?o do terreno, foi Isabe quem tramou tudo…” Caterina Dias.partilhou sua suspeita e
acrescentou: “As a??es que vocês venderam recentemente, todas acabaram nas m?os d! Além
disso, as a??es e o testamento da vovó, se tornou a chefe máxima do grupo! até mudou o
nome da empresa! Agora é Grupo
Sol!”
Ynda quase desmaiou.
“E fomos expulsos da mans?o da vovó…” Caterina continuou, contando o que aconteceu na porta da
mans?o: “Eu vendi minhas joias e o dinheiro aluguei um apartamento del dois quartos, mas só vai
dar para um tempo… Os credores n?o param de me ligar…”
“Caterina, seus pais te devem tanto…” Ynda abra?ou Caterina e chorou, pensando que a trazendo
de volta, poderia proporcionar-lhe uma vida melhor, mas no final, nem a faculdade conseguiam pagar.
“M?e, n?o é culpa sua. Tudo isso foi culpa da Isabe!” Caterina sentia um ódio profundo por Isabe,
queria arrancar sua pele e tirar seu sangue.
“Caterina, eu preciso te dizer…” Ynda parecia ter lembrado de algo importante, rapidamente secou
as lágrimas e disse: “De agora em diante, n?o provoque mais Isabe…”
Caterina perguntou sem entender: “Por quê?”
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“Porque seu pai, ele n?o é filho legítimo da Senhora… Eu matei a Senhora, e Isabe n?o vai me
deixar morrer t?o facilmente, vai me torturar, torturar seu pai e até mesmo te amea?ar… Você
precisa se lembrar disso, n?o provoque mais ! Sen?o, n?o teremos nem ideia deo vamos
morrer!”
Ao ouvir isso, Caterina ficou chocada,o poderia…
Sua orgulhosa identidade de família Dias herdeira, tinha sido perdida…
“Você tem que se lembrar do que eu disse, por favor!” Ynda insistiu preocupa??o: “Sem essa
prote??o sanguínea, Isabe n?o terá escrúpulos para nos destruir, você tem que se lembrar! Prometa
para sua m?e!”
Caterina mordeu o lábio, relutante: “Eu vou me lembrar.”
Depois disso, Ynda lembrou-se de algo: “E o advogado? Por que ele n?o veio
você?”
“M?e, n?o sei se foi Isabe que espalhou a notícia, agora ninguém mais se atreve a nos ajudar…”
No caminho de volta para casa, Célio Franco percebeu que Isabe tinha adormecido, uma
lágrima pendurada em seus longos cílios, talvez sonhando a avó.
Ao chegarem na entrada de V Costa, Célio n?o a acordou, preferiu deixá dormir.
Se pudesse sonhar a avó, isso seria um consolo para .
se lembrava da cirurgia, aguentando firme desde as duas da madrugada até depois das treze
horas, e ainda foi para o noivado, no Grupo Dias, na delegacia… estava mesmo
exausta.
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Célio a abra?ava todo o cuidado, permitindo que dormisse o quanto quisesse em seus bra?os.