Capítulo 552
O cozinheiro aodo viu o senhor abra?ando dona Isabe até adormecer e ficou vontade de
perguntar se seus bra?os n?o estavam doendo.
Mas ao ver a satisfa??o e o carinho no rosto do senhor, n?o precisava perguntar; estava ro que ele
estava desfrutando daquele momento.
Célio lhe fez um sinal para pegar um cobertor, e o cozinheiro, tentando n?o fazer barulho, foi buscar.
Célio pegou o cobertor e cuidadosamente cobriu Isabe.
Nair Pires, dentro de casa, viu as camaras de seguran?a e achou estranho. O carro de Célio estava
parado na frente da casa há um bom tempo, mas Isabe n?o tinha saído. Será que tinha
chorado? Célio estaria consndo-a? Ou seria outra coisa?
Depois de um tempo, Nair Pires decidiu verificar pessoalmente. Mal saiu p porta da frente, o
cozinheiro veio até , pisando leve para rtar.
“Senhora, tudo bem? A dona Isabe adormeceu, e o senhor achou que estava muito cansada,
queria deixá dormir mais um pouco antes de entrar.”
“Ah, é isso…” Nair Pires assentiu, finalmente entendendo: “Ent?o vou pedir para prepararem algo na
cozinha. Quando Isabe acordar, você avisa ao Célio para entrar e jantarem juntos…”
“Certo.”
N?o se sabe quanto tempo depois, Isabe abriu os olhos e viu que ainda estava no trailer. Célio, que
estava respondendo mensagens no celr, percebeu o movimento e imediatamente olhou para
com uma voz suave.
“Acordou?”
“Dormi por quanto tempo?”
“N?o muito.”
Quando Isabe se sentou e viu a posi??o em que estava, que era um tanto intima, e já estava escuro
lá fora, n?o p?de deixar de perguntar: “Que horas s?o?”
“Mais de sete.”
Isabe n?o esperava ter dormido por tantas Horas e de repente sentiu-se culpada: “Seus bra?os
devem estar doendo.”
“N?o est?o. N?o importa se s?o sete ou meia-noite, segurar você n?o é problema.”
Isabe massageou seus bra?os e Célio, n?o querendo que se cansasse, segurou suas m?os e
disse: “Estoue?ando a ficar fome, tia me convidou para jantar. Será que é indelicado se eu
n?o for?”
Isabe percebeu que havia uma mensagem subliminar em suas pvras e n?o p?de. deixar de rir:
“Se quiser ir, vá. Se tiver algo urgente para cuidar, també
pode…”
Antes que terminasse, Célio prontamente disse: “N?o tem nada urgente, Vicente está lidando
tudo muito bem lá na empresa.”
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Naquele momento, Vicente na empresa estava quase chorando; nada estava indo bem, ele ainda
tinha um monte de coisas para resolver… Provavelmente teria que trabalhar até meia-noite
novamente!
“Ent?o, vamos.” Mal Isabe saiu do veículo, um casaco de terno foi colocado sobre seus
ombros.
“Você acabou de acordar, n?o quero que você pegue um resfriado.” Célio ajeitou o casaco para e
segurou sua m?o enquanto entravam juntos.
O cozinheiro, observando a cena dos dois, chorou silenciosamente dentro de si; ele terial que se
contentar o jantar que prepararia sozinho no trailer….
Murilo Neves, ao ver a irm? voltar, correu até : “Isabe, você acordou? O jantar está pronto!
Vamos, entre paraer!”
Em seguida, ao ver Célio aodo, murmurou desgosto: “O que você está fazendo aqui?”
“Fui convidado p tia.”
Vendo que Célio quase n?o cabia em si
bom tempo, antes de dizer a Isabe gulho, Murilo Neves ficou emburrado por um
deve estar fome! Preparei suas
Ele já sabia de tudo o que tinha acontecido hoje, sabia que Isabe tinha perdido a avó e arruinado o
noivado, além de ter dado uma li??o em alguns canalhas…
Ele n?o ousou mencionar nada rcionado aos eventos do dia, medo de que isso pudesse deixar
sua irm? deprimida.
De repente, Isabe notou algo: “Você tem usado essa mesma roupa nos últimos dias… E esses
gestos…”
Alguns dos movimentos que ele fez eram muito for?ados,o se estivesse posando, o que era
estranho.
Vendo
que
tinha percebido, Murilo Neves apressou-se em dizer: “Você n?o disse que eu fico bem nessa
roupa? E aqueles gestos, você disse que eu parecia charmoso fazendo eles, n?o foi?”