Capítulo 550
Ynda bn?ou a cabe?a, o rosto pálido, dizendo: “N?o, isso n?o pode ser verdade…”
“Se você acredita ou n?o, é problema seu.” Isabe já esperava tal rea??o e respon desdém. “Ah,
antes de vir para cá, eu mandei fazer um teste de DNA. Wilson D. Dona Eloá realmente n?o têm
nenhum?o de sangue.”
O rosto de Ynda ficou ainda mais pálido,o se perdesse seu último fio de esperan?a,
murmurando: “N?o… n?o pode ser assim…”
Se realmente n?o existisse nenhum?o de sangue entre Wilson Dias e Eloá, isso faria dele um
estranho no seio da família Dias, sem direito a herdar nada da família. Por outrodo, Isabe também
n?o teriapaix?o e os deixaria à sua própria sorte.
N?o é à toa que, na festa de noivado, Isabe os humilhou, for?ando-os a se ajoelhar, envergonhando-
os e até mesmo os agredindo fisicamente…
já sabia de tudo isso naquele momento….
Antes, Isabe sempre deixava uma margem de manobra para eles, considerando que Wilson Dias
era o único descendente direto de Eloá!
Mas agora…
“Você está mentindo! Você está me enganando! Isso n?o é verdade!” Ynda gritou: “Você inventa
essa desculpa só para me ridicrizar, n?o é?”
“Que pena.” Isabe a observou distraidamente e, sem mais interesse, disse aos seus subordinados:
“Cuidem bem d.”
“Isabe, Isabe!” Ao ver a jovem se afastando, Ynda correu em sua dire??o, implorando de
joelhos: “Me dê uma chance de viver… por favor! Eu realmente n?o tive a inten??o de matar sua avó!”
Isabe olhou para trás e viu o desespero e o medo em Ynda, tremendo toda, e disse friamente:
“Você me implora n?o porque percebeu seu erro, mas porque sabe que perdeu sua última chance de
salva??o…”
Sem a prote??o desse vínculo de sangue, seria fácil para Isabe lidar eles. “Isabe…
passamos dezoito anos juntas, embora nesses dezoito anos eu tenha aparecido pouco em sua vida,
eu realmente a trateio uma filha!”
“Tudo, tudo por causa daquele Adivinho que falou absurdos, no dia que você nasceu
coincidentemente houve um incêndio e explos?o no hospital. Alguns dias depois, eu e Zé Maria fomos
ao santuário rezar e, na base da montanha, nos deparamos um Adivinho. Ele disse que a filha
era a ruína de nossas vidas, que nos traria desgra?a eterna…”
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Capitulo 550
“Meu marido e eu pensamos no incêndio no dia do seu nascimento e, só de deixar o
santuário, eu caí e rolei por vários degraus abaixo. Por isso, desde ent?o, nos afastamos de você e te
deixamos aos cuidados da velha senhora.”
“Foi
tudo culpa da minha supersti??o…”
Ent?o era por isso.
Isabe sorriu friamente: “Aquele Adivinho, ele acertou.”
Ynda ficou at?nita, sem entender o que queria dizer.
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“Caterina Dias realmente foi a ruína de suas vidas, n?o fui eu, foi quem os levou à desgra?a.”
Isabe deixou essas pvras no ar e se virou para ir embora.
Ynda cpsou no ch?o, pensando melhor. Desde que reconheceram Caterina Diaso parte da
família, a família Dias realmente passou por inúmeras prova??es…
Será que o Adivinho n?o estava se referindo a Isabe, mas sim a Caterina Dias?!
Com esse pensamento, Ynda se arrependeu amargamente por suas antigas supersti??es que a
levaram a essa situa??o.
Se tivesse sido um pouco mais gentil sabe nesses dezoito anos, o resultado n?o seria
este….
ara”
Após a partida de Isabe, seus subordinados se revezaram para “cuidar” de Ynda. Eles a
submergiram, deixando-a quase sufocar antes de permitir que emergisse para respirar, repetindo o
processo várias vezes…
Ele a espancou novamente, torturando-a por um bom tempo…
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