《Aurora Dourada: Retorno By Ricardo Almeida》 Cap铆tulo 1 Cap¨ªtulo 1 A fam¨ªlia Dias estava reunida em volta da mesa quando a empregada trouxe o ¨²ltimo prato. Wilson Dias, finalmente, pegou nos talheres e serviu uma asa de frango no prato de Isabe. ¡°Esse talvez vai ser nossa ¨²ltima refei??o juntoso pai e filha¡­ Quem diria que seus pais biol¨®gicos viriam buscar voc¨º t?o cedo¡­¡± Havia um tom de tristeza em sua voz, e ele n?o podia evitar lembrar do momento, tr¨ºs meses atr¨¢s, quando estava muito Content ? N?velDrama.Org. doente¡­ Naqu ¨¦poca, ele precisava urgentemente de uma transfus?o de sangue, e foi quando Isabe doou sangue pra ele que descobriram que n?o eram pai e filha. Isso deixou todos na fam¨ªlia Dias chocados. Depois de se recuperar, Wilson enfrentou muitos desafios at¨¦ finalmente encontrar sua verdadeira filha, Caterina Dias. A filha perdida e agora encontrada era um tesouro inestim¨¢vel para a fam¨ªlia Dias! E Isabe¡­ A crian?a sem?os de sangue¡­ Foi anunciada na Rede de Ajuda M¨²tua. Ontem, uma liga??o confirmou que a m?e biol¨®gica de Isabe viria buscar hoje¡­. ¡°Esses s?o todos os pratos que voc¨º gosta¡­¡± Wilson controlou seus pensamentos, e emo??es misturadas ele servia , ¡°Vai,a bastante, quem sabeo ser¨¢ l¨¢¡­¡± Naqu liga??o de ontem, Wilson soube que os pais biol¨®gicos de Isabe estavam desempregados e viviam no Distrito do Rio Direito¡­ Aquele distrito era um dos mais atrasados e pobres do pa¨ªs! Nem adianta fr dessa mesa farta ¨C ¨¦ prov¨¢vel que l¨¢, nem arroz tem em abundancia! Isabe, sentada ¨¤ mesa, olhar sereno e ro, parecia entender o que ele sentia. Seus olhos calmos n?o mostravam nenhuma perturba??o e , tranqumente, p?s os talheres dedo, ¡°Estou satisfeita.¡± se levantou para ir embora, sua silhueta determinada e elegante,o se n?o tivesse nenhuma liga??o aqu casa. Ynda Silva n?o escondeu seu descontentamento: ¡°Essa menina ingrata! Est¨¢ desprezando os talheres que voc¨º usou! Todos esses anos, voc¨º mimou demais! Deixa fazer luxo e n?oer, espera quando chegar!¡± ¡°M?e, calma. A Isabe certeza n?o quer voltar para o interior. deve estar perturbada tudo isso¡­¡°, disse Caterina Dias, que havia sido acolhida p fam¨ªlia h¨¢ um m¨ºs. Caterina ouviu a conversa dos pais e sabia que a fam¨ªlia de Isabe era muito pobre. Al¨¦m dos pais desempregados, havia cinco irm?os solteiros e uma av¨® doente para cuidar¡­ A responsabilidade familiar era muito grande! Sentindo¨Cse privilegiada, Caterina se levantou, ¡°Vou panhar at¨¦ a porta.¡± Wilson olhou para Ynda raiva, ¡°Afinal de contas, Isabe tamb¨¦m foi nossa filha!¡± ¡°Heh¡­¡± Ynda riu desprezo, ¡°S¨® de pensar que tratamos essa garotao um tesouro, enquanto Caterina sofria no exterior, meu cora??o parece ser perfurado por uma faca¡­¡± Isabe foi para a s, pegou sua moch no sof¨¢ e se preparou para deixar a casa. Caterina logo seguiu , ¡°Mana, no dia um de outubro ser¨¢ meu noivado Aaron Duarte. Voc¨º vai vir, n?o ¨¦?¡± Seus olhos brilhavam cheio de expectativa, mas sua voz mal podia esconder o orgulho e a ostenta??o. Todos sabiam que havia um acordo de casamento entre as fam¨ªlias Dias e Duarte. Se Caterina n?o tivesse sido encontrada por Wilson, a noiva de Aaron no Dia da Independ¨ºncia seria Isabe. ¡°Aaron era realmente um garoto excepcional, muito gentiligo¡­ Se n?o fosse por eu ter sido encontrada pelos meus pais, a noiva dele seria voc¨º, minha irm?! Irm?, voc¨º n?o vai ficar chateada comigo, n¨¦?¡± Isabe riu, ¡°Gra?as a voc¨º, aquele traste encontrou o lugar que merece.¡± Ah? 1/2 14:33 O qu¨¦?? ¡°Eu estava quase jogando ele no ferro¨Cvelho, e n?o ¨¦ que apareceu algu¨¦m para recir ele rapideme ¡°Voc¨º, voc¨º¡­ Caterina Dias estava prestes a explodir, mas ao ver uma figura de algu¨¦m se aproximando, imediatamente se fez de v¨ªtimao um coelhinho, os olhos vermelhos de choro. Ynda entrou na s e se deparou a cena, ficando furiosa, ¡°Isabe! Como voc¨º pode fr a sua kms deve etc? 16 veneno na boca?¡± ¡°Minha boca est¨¢ ¨®tima.¡± Isabe disse um sorriso, ¡°J¨¢ voc¨º, deveria visitar um oftalmologsta Como ¨¦ que n?o tinha percebido a verdadeira natureza da flor de l¨¦tus depois de um m¨ºs convivendo ? Problems de vis?o, certeza! ¡°Voc¨º¡­¡± Ynda tremia de raiva. ¡°Irm?, vou te dar o cr que nossos pais me deram e que eu tanto amo, afinal somos irm?s. Agora que vamos nos separes, qem sabe quando vamos nos ver de novo¡­¡± Caterina Dias, sem guardar rancor, correu para tentar abra?ar Isabe, mas assim que tocou na moch d¡­ Depois de um segundo. Para surpresa de todos. Um cr de rubi caiu da moch de Isabe! Todos ficaram chocados o que viram. Caterina Dias cobriu a boca, sem conseguir acreditar, ¡°Como isso¡­¡± O cr de rubi que queria dar para irm?,o ele foi parar na moch da irm??? Ser¨¢ que, ser¨¢ que¡­ Isabe sorriu levemente, o qu¨º, iam acus¨¢ de roubo agora?? ¡°O cr da Caterina,o foi parar voc¨º?¡± Ynda, sem acreditar, chamou rapidamente, Wilson, vem c¨¢ ver isso, essa menina est¨¢ levando o cr da Caterina antes de ir embora¡­ N?o acredito que criamos uma ingrata durante tantos ancol Wilson Dias chegou e ficoupletamente surpreso, ¡°O que est¨¢ acontecendo aqu¨ª?¡± ¡°N?o tem problema, m?e, pai¡­¡± Caterina Dias rapidamente tentou acalmar os ¨¢nimos, dizendo compreensivamente, ¡°Eu ia dar o cr para minha irm? de qualquer forma, se eu dou ou se pega, d¨¢ no mesmo!¡± ¡°Como assim d¨¢ no mesmo? Se voc¨º d¨¢, ¨¦ um presente! Se pega, ¨¦ roubo!¡± Ynda estava furiosa, ¡°Muito bem, Isabe, voc¨¦ n?o aprendeu nada que presta, s¨® aprendeu a serdra!¡± As empregadas ao redor n?o puderam evitarentar: ¡°Dona Bianca, voc¨º ¨¦ muito boa! Esse cr vale uma fortuna!¡± ¡°Isso foi especialmente desenhado para voc¨º por um designer famoso! No mundo todo, s¨® existe esse!¡± ¡°At¨¦ seu nome est¨¢ gravado nele!¡± ¡°Senhora est¨¢ perdoando por ter levado sua joia favorita¡­¡± ¡°Senhora foi t?o maltratada, e mesmo assim trata bem¡­ Seu cora??o ¨¦ bom demais!¡± Caterina Dias ouvindo os elogios ao redor, levantou os olhos cheios de raz?o, ¡°Minha irm? precisa mais dele do que eu!¡± As pessoas ao redor n?o puderam deixar de elogiar eparar as duas irm?s. Quanto maisparavam, mais achavam que Isabe n?o separava a Caterina Dias em nada! Al¨¦m de ser mais bonita, em tudo o mais, n?o chegava nem aos p¨¦s de Caterina Dias! Ynda, pegando o cr das m?os de Caterina Dias carinho, disse, ¡°Minha querida filha, aqu menina ¨¦ um po?o sem fundo, mesmo que voc¨º desse dez cres, n?o seria o suficiente!¡± 2/2 Cap铆tulo 2 Cap¨ªtulo 2 Ao dizer isso, Ynda olhou desd¨¦m para Isabe, ¡°N¨®s cuidamos de voc¨º todos esses anos, fizemos mais do que nossa obriga??o! Este cr foi um presente que demos para Caterina, ent?o pare de sonhar acordada! Aproveita que eu ainda n?o chamei a pol¨ªcia e suma daqui o quanto antes!¡± ¡°M?e!¡± Caterina Dias, ao ouvir isso, disse apressada, ¡°Os pais biol¨®gicos da minha irm? est?o desempregados, e em casa ainda tem cinco irm?os precisando casar, al¨¦m de uma av¨® doente que precisa dos cuidados d¡­ pode vender esse cr por um bom dinheiro, a minha irm? precisa mais dele do que eu¡­¡± Algumas empregadas foram tocadas p bondade de Caterina Dias, era realmente muito compreensiva e gentil! ¡°M?e, j¨¢ que voc¨º me deu esse cr, eu tenho o direito de fazer o que quiser ele!¡± Caterina Dias, com teimosia, arrancou o cr das m?os de Ynda e ofereceu para Isabeo se fosse um tesouro, ¡°Irm?, pode ficar ele, eu n?o vou te culpar por roubar, ele era para ser seu de qualquer forma¡­¡± Isabe levantou os olhos, e por baixo de c¨ªlios longos e escuros, seus olhos brilhantes observavam interesse. ainda estava insistindo na hist¨®ria do roubo? Essa ing¨ºnua sempre usava os mesmos truques, n?o tinha nada mais sofisticado? ¡°Irm?, eu vou segurar nossa m?e aqui¡­ corre!¡± Isabe sorriu levemente, aqueles olhos encantadores pareciam ver atrav¨¦s de tudo. Caterina Dias estava um pouco assustada aqu express?o, aqu indiferen?abinada o controle da situa??o,o de uma rainha em seu trono. se sentia inquieta e ao mesmo tempo culpada. Isabe pegou o cr, um sorriso, aquele rubi barato de nada valia para ¡­ Seja p cor, pureza ou pelo corte¡­ Que tipo de oficina produziria algo assim? Cem mil? Para , n?o valia nada. Quando todos pensaram que Isabe iria levar o cr¡­ Num instante, jogou o cr na lixeira. Seus movimentos eram decisivos e r¨¢pidos, sem hesita??o¡­ Todos ficaram boquiabertos, at¨¦ mesmo Ynda ficou parada por um bom tempo, furiosa, ¡°Isabe, o que voc¨º est¨¢ fazendo!!! Esse ¨¦ o cr mais querido da sua irm?, deu voc¨º tanto carinho, e voc¨º joga fora!!!¡± ¡°Se me deu, eu tenho o direito de fazer o que quiser ele.¡± Isabe levantou as sobrancelhas com desd¨¦m, ¡°Todos esses anos, tudo o que voc¨ºspraram para mim, eu n?o levei nada.¡± Afinal, um simples cr,o poderia chamar sua aten??o. ¡°As roupas que estou usando e as coisas na minha moch, euprei o meu pr¨®prio dinheiro.¡± A resposta de Isabe fez que uma das empregadas risse zombando, ¡°Comprou o seu dinheiro? E o dinheiro¡­ n?o foi dado pelos patr?es? Por acaso preciso dizer para voc¨º de onde o meu dinheiro veio?¡± ¡°Voc¨º¡­¡± ¡°Fa?a o seu trabalho direito e seja uma boa empregada.¡± A empregada ficou furiosa, mas n?o podia fazer nada Isabe. ¡°Tudo bem-¡°Wilson Dias suspirou, uma postura conciliadora, ¡°Isabe, est¨¢ quase na hora, eu te panho at¨¦ a porta.¡± ¡°N?o precisa, Senhor Dias, fique.¡± Esse ¡°Senhor Dias era uma forma de estabelecer uma ra distancia entre eles. ¡°Senhor, n?o vai verificar a bolsa d? Parece que est¨¢ levando bastante coisa¡­¡± a empregada que n?o se conformava lembrou a Wilson Dias. 1/3 14:33 ¡°Tudo bem-¡°Wilson Dias era, afinal, o homem mais rico de Subdistrito Inverno, e mesmo que a garota levasse algo, ele n?o iria expor a situa??o, Revistar a bolsa, um ato que diminuiria sua posi??o, ele n?o faria isso! Isabe saiu p porta principal sua moch, onde um carro preto esperava por el. O carro chamava aten??o por suas evidentes marcas de colis?o, n?o apenas a tampa traseira erguida, mas tamb¨¦m o corpo amassado e o para¨Cbrisa estilha?ado¡­ O motorista desceu um tanto desajeitado, os ¨®culos tortos, ramente quebrados. Mas, ao ver Isabe p primeira vez, ele ficou n?o ficou muito surpreso. A garota diante dele tinha tra?os delicados e um nariz gracioso, sua beleza cativante era id¨¦ntica ¨¤ da senhora quando jovem! Mas a menina tinha uma presen?a ainda mais forte e sedutora do que a senhora naqu ¨¦poca. ¡°Desculpa, senhorita Isabe,¡± o motorista apressou¨Cse em se desculpar, ¡°urn caminh?o me bateu por tr¨¢s e eu acabei colidindo a mureta. N?o quer¨ªa atrasar seu precioso tempo, ent?o n?o voltei para trocar de carro¡­ Mas eu dei uma olhada, e o carro est¨¢ funcionando, s¨® n?o est¨¢ uma apar¨ºncia muito boa¡­¡± Essas pvras revvarn muito¡­ Sua familia n?o vivia em algum lugar pobre e remoto, eles tinham um carro? Se n?o estava enganada, aquele carro era um Rolls¨CRoyce de edi??o limitada, o ¨²nico no mundo, avaliado em milh?es. Isabe curvou os l¨¢bios num sorriso intrigante, ¡°Senhorita Isabe?¡± ¡°Sim, voc¨º ¨¦ a sexta filha, cinco irm?os mais velhos!¡± O motorista continuou, adicionando rapidamente, ¡°Ah, esqueci de me apresentar, sou o motorista da fam¨ªlia, pode me chamar de Lucas.¡± Eles tinham um motorista particr? Parece que sua fam¨ªlia biol¨®gica n?o era pobreo a familia Dias tinha fdo. ¡°Senhorita Isabe, onde est¨¢ sua bagagem?¡± Lucas notou que s¨® carregava uma moch e n?o p?de evitar sua curiosidade, ¡°Est¨¢ dentro de casa? Posso buscar para voc¨º.¡± ¡°N?o precisa, minha bagagem est¨¢ toda aqui.¡± Isabe n?o tinha muitas coisas para levar, sua voz soava pregui?osa. O motorista acenou a cabe?a, ¡°Ent?o, por favor, entre no carro e espere por mim. Vou pegar os presentes que o patr?o e a patroa pediram para entregar,o agradecimento aos seus pais adotivos, e logo partiremos.¡± Lucas puxou a ma?a da porta traseira, convidando Isabe a entrar. Mas, inesperadamente, no momento seguinte, a porta bn?ou e caiu! A culpa era do caminh?o que tinha batido t?o forte, danificando a porta¡­ Toda a cena foi testemunhada p fam¨ªlia Dias que sa¨ªa de casa¡­ Caterina Dias nunca tinha visto algo assim! Que tipo de carro era aquele? A porta era feita de papel? Como eles tinham coragem de sair por a¨ª se envergonhando assim? Eles deviam ser muito pobres¡­ At¨¦ um carro desses tinha que ser exibido para fazer cena¡­ Ynda tamb¨¦ry n?o esperava que a fam¨ªlia biol¨®gica de Isabe fosse t?o desastrosa¡­ Como eles tem coragem de sair um carro t?o destru¨ªdoo aquele? N?o tinham vergonha? Mas esperem, a familia d vivia em um lugar pobre, eles nem deveriam ter um carro! Esse homem certeza pegou esse carro emprestado de um amigo s¨® para impressionar, n?o ¨¦? Pena que ele n?o sabia dirigir direito e acabou estragando o ve¨ªculo no caminho? Se fosse o caso, vai ser muito interessante quando chegar a hora de devolver o carro, um grande preju¨ªzo! Wilson Dias olhou para o homem todo sujo na frente dele, o terno manchado ¨®leo¡­ Ele era um mecanico? N?o parecia ser irm?o de Isabe p idade, talvez fosse o pai d? Ele deve ter sa¨ªdo correndo de uma oficina mecanica e pegado o carro de algu¨¦m para fazer cena? Se fosse verdade, ent?o esse homem era muito vaidoso¡­ precisav bir assim na frente do homem mais rico de Subdistrito Inverno¡­. Embora thesse um emblema da Rolls Royce no capo do carro, Wilson Dias, uma pessoa de estatura e status, poderia dizer que quele carro n?o se pare N?velDrama.Org: text ? owner. De viveu tantos anos e inca tinha visto um Rolls Royce assim! Aquele emblema, certeza, era talsol DAY 2/2 Cap铆tulo 3 Cap¨ªtulo 3 O motorista, que havia acabado de verificar o carro e sem querer sujara seu terno, notou a fam¨ªlia Dias saindo da mans?o, Ser tempo a perder, apressou para pegar algumas caixas de presente do porta¨Cms. A matriarca enfantizou que essas caixas de presente deveriam ser entregues diretamente nas m?os da fam¨ªlia Dias.- Infelizmente, houve uma colis?o traseira pouco antes, e algumas caixas ficaram amassadas, perdendo a boa apar¨ºncia¡­ ¡°O senhor deve ser o Sr. Dias, correto?¡± O motorista se aproximou de Wilson Dias, entregando as caixas educa??o, ¡°Estes s?o um pequeno gesto de nossa parte, por favor aceite¡­¡± ¡°Mas isso n?o pode ser¡­¡± Wilson Dias tentou recusar rapidamente, ¡°Voc¨º ¨¦ muito gentil! Ao longo destes anos n¨®s¡­¡± ¡°Dispense os presentes! Leva logo e n?o deixe a fam¨ªlia esperando!¡± Ynda interrompeu a conversa e, sem mais interesse na cena, entrou na casa. Com caixas t?o danificadas, imaginou que n?o teria nada de bom ns; afinal, sua fam¨ªlia n?o precisava dessas trivialidades! Caterina Dias um sorriso ir?nico seguiu Ynda para dentro, ostentando um ar de superioridade como se tivesse ganho uma grande vit¨®ria. Quem diria que a fam¨ªlia de origem de Isabe era t?o inferior? Era realmente gratificante! Algumas empregadas, desprezo, desd¨¦m ou piedade, tamb¨¦m entraram na casa. S¨® restou Wilson Dias, em p¨¦ e um tanto constrangido, ¡°Ent?o desejo voc¨ºs uma boa viagem¡­ Quanto ao presente, considereo um pequeno gesto meu para os mais velhos da fam¨ªlia de Isabe¡­¡± ¡°Mas isso¡­¡± O motorista n?o sabia o que fazer, pois as instru??es da matriarca eram ras: os presentes deveriam ser aceitos p fam¨ªlia Dias¡­ A inten??o foi ra: que Isabe n?o se apegasse mais a esse lugar e, uma vez que fosse embora, pertenceria a um novo lugar. ¡°Sr. Dias, por favor aceite este pequeno gesto, Sr. Dias?¡± O motorista estava prestes a revr que dentro das caixas havia documentos de trinta mans?es, trinta lojaserciais, uma conta banc¨¢ria de tr¨ºs bilh?es, al¨¦m de ginseng e cogumelo ganoderma, que nem mesmo dinheiro se poderiaprar¡­ Todos esses eram um pequeno gesto da matriarca. Mas ao ver Wilson Dias entrando em casa, o motorista ficou em sil¨ºncio, cheio de d¨²vidas: por que parecia que a fam¨ªlia n?o gostava da sexta senhorita? Ser¨¢ que era apenas sua impress?o? Isabe pegou a porta do carro as m?os nuas e a colocou de volta facilidade, ¡°Vamos.¡± O motorista ficou surpreso ao ver sentada no carro; havia colocado a porta de volta? Como fiz isso? Durante a viagem, Isabe olhava distraidamente p jan, era dif¨ªcil n?o admirar seu belo rosto. O motorista olhava para ocasionalmente pelo retrovisor, quanto mais olhava, mais parecia a matriarca quando jovem. Cada gesto d exva uma beleza sofisticada. ¡°N?o ¨¦ para o Distrito do Rio Direito?¡± Isabe de repente falou, o olhar caindo sobre o motorista. ¡°Distrito do Rio Direito?¡± O motorista voltou a si, ¡°Oh¡­ aquele ¨¦ o lugar de origem da matriarca, sua casa fica na Cidade Ventoso.¡± Cidade Ventoso era a cidade mais desenvolvida economicamente do pa¨ªs. era dividida em quatro zonas: norte, sul, leste e oeste, sendo a Zona Norte a mais atrasada economicamente. A Zona Norte era subdividida em Distrito do Rio Acima, Distrito do Rio Abaixo, Distrito do Rio Esquerdo e Distrito do Rio Direito, sendo este ¨²ltimo o mais lento em desenvolvimento econ?mico. Abaixo do Distrito do Rio Direito, havia quatro subdistritos: Subdistrito Primavera, Subdistrito Ver?o, Subdistrito Outono e Subdistrito Inverno. Wilson Dias ¨¦ o homem mais rico da Subdistrito Inverno. Embora Wilson Dias tenha lutado a vida inteira, s¨® no in¨ªcio deste ano conseguiu se mudar de uma cidade de terceira categoria para Cidade Ventoso, se tornando o homem mais rico da pequena e atrasada Subdistrito Inverno, no desfavorecido Bairro Norte do ainda mais desfavorecido ¨C na verdade, uma pequena v na periferia de Cidade Ventoso. 1/3 14-345 Cap¨ªtulo 3 Mas ele estava numa posi??o intermedi¨¢ria: nem t?o alto para ser invejado pelos mais ricos, nem t?o baixo que n?o pudesse olhar os menos afortunados de cima. Seu patrim?nio pessoal j¨¢ havia ultrapassado um bilh?o de reais, e era por isso que Ynda se sentia superior aos demais. Quando Caterina Dias entrou em casa en?ou um olhar casual p jan, congelou, incr¨¦d com o que seus olhos viam, ¡°M?e, o carro deles¡­¡± ¡°O que tem o carro?¡± Ynda segu¨¬u o olhar da filha e respondeu desd¨¦m, ¡°Caterina, eu j¨¢ te disse, a partir de hoje voc¨º n?o tem mais nada a ver Isabe! N?o trate maiso sua irm?, bloqueje o contato d em tudo, e se tentar pedir voc¨º dinheiro por outros meios, voc¨º n?o vai emprestar, entendeu?¡± ¡°N?o ¨¦ isso, m?e. Aquele carro que acabou de passar, n?o tinha uma ca da nossa cidade? Parecia ser ¡®CVO¡®¡­ e n?o era cinco seis seguidos?¡± Todos sabiam que em Cidade Ventoso, uma ca de carro n¨²meros sequenciais era um grande status! Ynda s¨® havia visto ateral do carro estacionado na frente de sua mans?o e n?o o n¨²mero da ca na traseira, mas ao ouvir a filha, apenas sorriu, achando que n?o sabia nada sobre o assunto. ¡°Caterina, aqui na nossa cidade, quem tem uma ca cinco d¨ªgitos id¨ºnticos ¨¦ algu¨¦m do topo da piramide! A fam¨ªlia daqu garota vive no Distrito do Rio Direito, certeza voc¨º viu errado!¡± Afinal, nem mesmo o n¨²mero da ca do carro deles era considerado ¡®bonito¡­ Como poderia a fam¨ªlia d ter uma ca t?o cobi?ada? ¡°A menos que eles morem em V Costa!¡± Ynda zombou. V Costa era o bairro mais famoso e caro de Cidade Ventoso, situado no cora??o da cidade, onde cada metro quadrado valia ouro! Dentro do Rolls¨CRoyce, o motorista falou respeitosamente, ¡°Senhorita Isabe, estamos a vinte quil?metros de sua casa na V Costa. Se estiver cansada, pode descansar um pouco.¡± Sob longos c¨ªlios, os olhos l¨ªmpidos de Isabe reluziamo orvalho matinal. Sua casa em V Costa? A ¨¢rea de mans?es mais cara de Cidade Ventoso? ¡°Podemos passar no Hospital Ventoso?¡± O Hospital Ventoso era o hospital da cidade os melhores recursos m¨¦dicos, n?o muito longe de V Costa. ¡°Senhorita Isabe n?o est¨¢ se sentindo bem?¡± O motorista ficou preocupado, ¡°Vou acelerar¡­¡± ¡°Antes de ir embora, eu gostaria de visitar a av¨® Dias da fam¨ªlia Dias.¡± Na fam¨ªlia Dias, apenas a av¨® Dias tratava verdadeiro carinho. Desde que descobriram que n?o ?o era de sangue Dias, a av¨® Dias adoeceu gravemente e foi hospitalizada¡­ O motorista n?o esperava que fosse t?o boa, e sua impress?o sobre melhorou ainda mais a resposta. Dez minutos depois. O carro parou na entrada do Hospital Ventoso. Isabe saiu, uma voz suave, ¡°Lucas, encontre um lugar para esperar por mim.¡± ¡°Certo.¡± No quarto 301 da de interna??o do Hospital Ventoso, jazia uma velhinha de cabelos embranquecidos. Seu rosto, desgastado p doen?a, estava abatido e magro. Quando Isabe entrou, a av¨® Dias estava inconsciente, os olhos fechados e sem cor. As rugas na testa acrescentavam uma express?o de sofrimento ao seu rosto. Isabe se aproximou silenciosamente da cama da senhora, muita tristeza em seu cora??o. A av¨® Dias, outrora t?o vibrante, quando tinha se tornado essa sombra de si mesma? N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°Isabe.¡± O jovem m¨¦dico que fazia a ronda levantou os olhos para e depois voltou a escrever no prontu¨¢rio, ¡°Voc¨º chegou na hora certa, precisamos conversar.¡± Ele guardou a ca e levantou seu rosto inofensivo, olhos sedutores que fixaram n diretamente. ¡°Voc¨º tamb¨¦m sabe que, agora, todos os tipos de medicamentos card¨ªacos s?o ineficazes para a vov¨®. Antes, aumentar a dose 212 14:34 anda ajudava a aguentar por mais alguns das mas agora isso n?o ¨¦ mais possivel Voc¨º sabe Que quisun um que, na fase terminal ca insufici¨¨ncia cardiaca, eo se o cora??o j¨¢ tivesse chegado ao seu linte, revershel. Na verdade e um mgre ter vivido at¨¦ agora.. 2/2 Cap铆tulo 4 Cap¨ªtulo 4 Antes que o m¨¦dico pudesse terminar de fr, Isabe arremessou um pequeno frasco, sem tirar os olhos da senhora idosa. ¡°Comprimidos Benef¨ªcios do Cora??o?¡± M¨¢rio Lopes reconheceu o objeto em suas m?os e n?o p?de esconder sua surpresa. ¡°Isabe, onde voc¨º conseguiu isso?¡°- N?o era aqu a nova maravilha que estava causando uma tempestade no Mercado Negro? Diziam que tinha um efeito mgroso no tratamento do cora??o, e s¨® uma p¨ªl j¨¢ custava milh?es¡­ O pre?o era o de menos; o mais importante era que esses pequenosprimidos eram extremamente raros, vendidos em leil?o apenas uma vez por m¨ºs! Como Isabe tinha conseguido algo t?o raro? ¡°A fam¨ªlia Dias j¨¢ fez tanto por voc¨º, eu diria que j¨¢ fez o bastante p fam¨ªlia Dias, realmente n?o ¨¦ necess¨¢rio¡­¡± M¨¢rio foi interrompido antes de terminar sua frase, recebendo um olhar de aviso de Isabe. ¡°O que foi? N?o estou certo? Nem o filho deles ¨¦ t?o atencuisoo voc¨º¡­¡± Seis meses atr¨¢s, M¨¢rio havia se formado na melhor universidade de medicina do pa¨ªs ee?ou a estagiar no Hospital Ventoso. Chegou arrogancia, confiando no prest¨ªgio da fam¨ªlia m¨¦dica da qual vinha. Mas foi s¨® quando conheceu Isabe que ele percebeu que havia sempre algu¨¦m melhor¡­ Uma vez, enquanto estudava um casoplicado por v¨¢rias noites seguidas, sem conseguir dormir, Isabe deu apenas uma olhada e sugeriu uma solu??o incrivelmente eficaz em poucas pvras. Outra vez, identificou um cancer de pulm?o apenas examinando uma radiografia e uma tomografia do paciente, enquanto ele havia diagnosticado uma pneumonia grave. E houve muitos outros casos¡­ O que mais o impressionou foio av¨® Dias, ¨¤ beira da morte e j¨¢ considerada morta por ele, foi salva repetidas vezes por Isabe na beira da morte! Isabe ¨C essa estudante de ensino m¨¦dio aterrorizante que quando aparece quebra seu ego e sua arrogancia, for?ando ele a abaixar cabe?a! Durante o est¨¢gio de seis meses, M¨¢rio tamb¨¦m testemunhou a formao a fam¨ªlia Dias desprezava . Mais tarde, eles se tornaram amigos. Ele sabia que o melhor para av¨® Dias seria um transnte card¨ªaco. Mas sua idade avan?ada, press?o alta e insufici¨ºncia card¨ªaca¡­ n?o podia ser operada. Isabe deu ele Comprimidos Benef¨ªcios do Cora??o na esperan?a de melhorar seu estado, para que n?o estivesse t?o fr¨¢gil quanto um peda?o de papel, morrendo antes mesmo de chegar ¨¤ mesa de opera??o. Mas a fam¨ªlia Dias n?o sabia disso e pensava que apenas pagando para manter av¨® Dias em uma VIP estava tudo bem¡­ ¡°Se fosse algu¨¦m da fam¨ªlia D¨ªas, certeza n?o gastaria milh?es nisso.¡± ¡°Tudo bem, voc¨º cuida bem da vov¨®.¡± Isabe olhou para av¨® Dias relutancia e disse: ¡°Eu tenho que ir.¡± n?o podia ficar al¨ª por muito tempo; se a senhora acordasse e visse , ficaria ainda mais agitada. Se a doen?a piorar, seria mais problem¨¢tico lidar . M¨¢rio olhou para e disse baixinho: ¡°Pode deixar que eu cuido daqui.¡± ¡°Mhm.¡± Isabe olhou uma ¨²ltima vez para a senhora da cama, querendo dizer muitas coisas, mas no final n?o disse nada e saiu do quarto 301. Enquanto isso, do outrodo¡­ Alguns m¨¦dicos andavam apressados e express?es ansiosas. ¡°O que aconteceu? Como o estado do Sr. Mauro piorou de repente?¡± ¡°Dizem que ele se recusou a tomar os rem¨¦dios s¨® para for?ar o Sr. C¨¦lio a aparecer¡­¡± 1/2 14.24 Capitulo 4 ¡°Eles s?o foucos!¡± Isabe tinha acabado de sair do quarto 301 do hospital quando, de repente, um dos m¨¦dicos esbarrou em seu ombro. viu a pressa que se dirigiam ao quarto 306 e, ao passar por l¨¢, notou que o idoso na cama j¨¢ tinha um p¨¦ na cova. ¡°Ele parou de tomar os rem¨¦dios por conta pr¨®pria. Isso n?o ¨¦ brincar a pr¨®pria vida?¡± ¡°E agora, j¨¢ avisaram a fam¨ªlia?¡± ¡°A fam¨ªlia j¨¢ est¨¢ a caminho, por enquanto s¨® podemos esperar que cheguem para decidir sobre a cirurgia¡­¡± Isabe parou na porta do quarto 306 e, casualmente, advertiu: ¡°Se esperarem p fam¨ªlia, ele vai morrer.¡± Os m¨¦dicos, atarefados e agitados, olharam na dire??o da voz. Na porta estava uma jovem menina, que parecia ter apenas dezesseis anos, mas que exva uma aura de maturidade. Seus olhos brilhavam reza e suas pernas longas e brancas davam pontos ao seu temperamento. ¡°O que voc¨º sabe, menina?¡± Doutor Afonso, ao ver que era uma crian?a, n?o discutiu, ¡°A condi??o desse senhor ¨¦ muitoplicada, se tiv¨¦ssemos certeza, o hospital certamente faria o poss¨ªvel para salv¨¢¨Clo imediatamente.¡± A demora era devido ¨¤ espera p fam¨ªlia. Isabe arqueou as sobrancelhas, curiosa, e perguntou leveza, ¡°Cardiopatia reum¨¢tica, ¨¦ grave?¡± ¡°Voc¨º consegue perceber isso?¡± Doutor Afonso ficou surpreso. Uma diretora mais velha tamb¨¦m ficou surpresa a pergunta d, ¡°Essa menina entende de medicina?¡± ¡°Se voc¨º sabe que ¨¦ uma cardiopatia reum¨¢tica, certamente tamb¨¦m deve saber que precisa de uma cirurgia de troca de v¨¢lv e que n?o ¨¦ a primeira vez que esse senhor passa por esse procedimento!¡± explicou Doutor Afonso. A garota ergueu seu rosto delicado e p¨¢lido, seus olhos encantadores brilhavam desd¨¦m. ¡°Se ele precisa de outra cirurgia de troca de v¨¢lv, isso s¨® mostra que voc¨ºs n?o realizaram o tratamento antibi¨®ticos apropriadamente, o que levou a uma infec??o e vazamento ao redor da v¨¢lv.¡± Ao ouvir suas pvras, os m¨¦dicos do quarto ficaram perplexos. ¡° realmente entende de medicina?¡± ¡° sabe at¨¦ mesmo sobre vazamento perivalvar¡­¡± Content ? N?velDrama.Org. O idoso parou os antibi¨®ticos por conta pr¨®pria, o que causou a infec??o e o vazamento. ¡°Por que est?o discutindo uma garota? Quanto tempo falta para a fam¨ªlia chegar?¡± A voz vinha de Ronaldo Rodrigues, o mais renomado cardiologista do hospital, mais de cinquenta anos e fndo com autoridade. ¡°Doutor Ronaldo.¡± Todos mostraram respeito ao ouvi¨Clo, e um deles respondeu, ¡°Pelo ritmo anterior, no m¨ªnimo vinte minutos.¡± Vinte minutos era tempo demais. Doutor Ronaldo calculou rapidamente em sua mente; o Sr. Mauro ramente n?o podia esperar. O Sr. Mauro j¨¢ tinha passado por uma cirurgia de substitui??o da v¨¢lv mitral no exterior e, pouco depois, sofreu de vazamento perivalvar. Viajou novamente para o exterior para uma nova substitui??o da v¨¢lv card¨ªaca. Mas, n?o muito tempo ap¨®s a cirurgia, ele teve uma infec??o e um vazamento perivalvar e estava em uma situa??o muito cr¨ªtica, e n?o havia mais tempo para voltar ao exterior, tendo que ser salvo no Brasil. O departamento de cirurgia card¨ªaca do Hospital Ventoso era famoso no pa¨ªs inteiro, e a habilidade m¨¦dica do pr¨®prio Doutor Ronaldo era excelente. Naqu noite, enfrentando press?es de todos osdos, Doutor Ronaldo realizou uma cirurgia imposs¨ªvel, criando, de certa forma, um mgre! } Mas, n?o muito tempo depois, o Sr. Mauro teve outra infec??o e teve que passar por outra cirurgia. Agora, sua condi??o era ainda mais grave, uma infec??o no trato respirat¨®rio superior que evoluiu para pneumonia. Ap¨®s a pheumonia ser contrda dificuldade, surgiram sintomas de insufici¨ºncia card¨ªaca¡­ Doutor Ronaldo descobriu que o Sr. Mauro estava novamente endocardite infiosa da v¨¢lv artificial e vazamento perlyalvar¡­ A situa??o era muito grave. Sob essas circunstancias, a cirurgi¨¤ tinha menos de 10% de chance de sucesso. A ¨²nica op??o agora era esperar p fam¨ªlia! 3/3 Cap铆tulo 5 Cap¨ªtulo 5 Assim que a fam¨ªlia assinasse o termo de consentimento cir¨²rgico, poderiam operar coragem e sem medo. Mesmo que o paciente viesse a falecer, o hospital e os m¨¦dicos n?o seriam responsabilizados, porque j¨¢ fizeram o poss¨ªvel. Entretanto, considerando os sintomas atuais do Sr. Mauro, era evidente que n?o poderiam esperar p fam¨ªlia. Se n?o tomassem uma atitude, ele deixaria de respirar em dez minutos. ¡°Dr. Ronaldo, n?o seria melhor esperar p fam¨ªlia?¡± a jovem vice¨Cdiretora m¨¦dica, Lisa Gomes, falou cautelosamente, ¡°Se fizermos a cirurgia sem autoriza??o¡­¡± Se algo der errado, Sr. C¨¦lio n?o vai perdoar eles! Nessa situa??o, n?o era uma quest?o de querer salvar, mas sim de poder. A vida do Sr. Mauro estava nas m?os deles naquele dia. ¡°Pelo que eu vejo, devemos aplicar um sedativo e um rem¨¦dio para o cora??o para aguentar at¨¦ a chegada da fam¨ªlia!¡± Lisa Gomes sugeriu novamente. Os outros m¨¦dicos n?o tinham alternativa melhor e, em sil¨ºncio, olhavam para o Dr. Ronaldo, esperando por sua decis?o. Lisa Gomes, ao ver que Dr. Ronaldo n?o dizia nada, assumiu a posi??o de ¡°v¡± e ordenou ¨¤ jovem enfermeira, ¡°V¨¢ buscar o sedativo e o rem¨¦dio para o cora??o.¡± A enfermeira estava prestes a pegar os medicamentos. Do fundo, Isabe falou, ¡°Se aplicarmos a inje??o agora, ele certamente morrer¨¢.¡± Se derem o sedativo e o medicamento para o cora??o, nem mesmo o mais renomado dos m¨¦dicos vai poder reverter a situa??o. O estado fr¨¢gil do corpo do velho senhor estava t?o fr¨¢gil que n?o suportaria a a??o dos rem¨¦dios. Essas inje??es apenas dariam ele um breve momento de lucidez antes de parar de respirar em meia hora. ¡°Quem ¨¦ essa garota? Fora daqui, as pessoas grandes est?o ocupadas, n?o temos tempo para conversa fiada.¡± Lisa Gomes n?o gostou d e n?o sabia de onde tinha vindo. V¨¢rios m¨¦dicos especialistas estavam discutindo solu??es e essa garota estava atrapalhando. ¡°Chat¨¡.¡± Isabe n?o queria perder tempo eles e estava pronta para sair. Lisa Gomes, incapaz de se conter, repreendeu bruscamente, ¡°Est¨¢ fndo de quem, hein? Pare a¨ª!¡± ¡°Lisa, n?o brigue uma garota, a condi??o do senhor ¨¦ mais importante agora,¡± Dr. Afonso tentou acalmar a situa??o. ¡° me chamou de chat?!¡± Lisa Gomes n?o conseguia se acalmar e olhou para Isabe desd¨¦m. era a vice¨Cdiretora m¨¦dica mais jovem e talentosa do grupo, tinha recebido in¨²meros pr¨ºmios e elogios, e essa garota teve coragem de questionar suapet¨ºncia? ¡° n?o entende a situa??o, por que voc¨º est¨¢ a se importar isso?¡± Dr. Afonso estava desesperado para resolver a situa??o do senhor. De qualquer forma, o paciente n?o poderia morrer no hospital; isso afetaria todos l¨¢ presentes. Agora que n?o podiam operar e tamb¨¦m n?o podiam deix¨¢¨Clo morrer, s¨® restava aplicar o sedativo e o rem¨¦dio para o cora??o. ¡°O que voc¨º disse sobre quem ¨¦ chata?¡± Lisa Gomes se aproximou de Isabe, desafiadoramente perguntando, ¡°Diga, estou ouvindo.¡± ¡°Al¨¦m de voc¨º quem mais poderia ser?¡± Isabe levantou o canto dos olhos, ramente desconsiderando sua autoridade. ¡°Voc¨º-¡± Essa garota ¨¦ muito atrevida! Isabe cruzou os bra?os e falou despreocupadamente, ¡°Neste estado, a ¨²nica op??o ¨¦ a cirurgia.¡± ¡°Cirurgia? Uma crian?ao voc¨º fando t?o facilmente,¡± Lisa Gomes riu sarcasticamente, ¡°Esse senhor j¨¢ passou por cinco cirurgias card¨ªacas. Seu cora??o n?o tem mais um ¨²nico lugar intacto. Nem aqui no Hospital Ventoso, nem em todo o pa¨ªs, haveria um hospital, um m¨¦dico que tenha coragem de realizar a sexta cirurgia card¨ªaca em um cora??o t?o marcado.¡± ¡°Deixa pra l¨¢, Lisa.¡± Dr. Afonso queria apenas apaziguar a situa??o, mas a paci¨ºncia de Lisa Gomes estava por um fio. ¡°Senhor, essa situa??o ¨¦ um caso perdido, tanto em literatura nacional quanto internacional. Nunca houve um caso assim antes! Pode¨Cse dizer que, desde tempos antigos, ele ¨¦ ¨²nico!¡± Lisa Gomes enfatizava cada pvra vigor. ¡°Voc¨º tem no??o da dificuldade da cirurgia? Quantos especialistas renomados em cardiologia consultamos, tanto aqui no Brasil quanto no exterior, e nenhum tinha uma solu??o melhor! Isabe ergueu uma sobrancelha desd¨¦m. ¡°Isso ¨¦ porque voc¨ºs n?o s?o capazes.¡± ¡°Voc¨º ¨¦?¡± Lisa Gomes riu sarcasticamente e zombou. ¡°Ent?o faz voc¨º!¡± Isabe olhou para o idoso na cama um brilho rebelde em seus olhos, fndo de forma descuidada. ¡°Voc¨ºs n?o podem pagar pelo meu servi?o.¡± ¡°O qu¨º.¡± Lisa Gomes achou isso bastante engra?ado. ¡°Este senhor aqui n?o ¨¦ um homemum, para ele, o dinheiro ¨¦ apenas um n¨²mero. Se voc¨º puder realmente salvar ele, n?o estou fndo de dinheiro, eu me ajoelharia e te chamaria de pail!¡± Isabe arqueou as sobrancelhas. ¡°Certo.¡± ¡°O qu¨º, que absurdo!¡± Lisa Gomes n?o levou a s¨¦rio as pvras d. ¡°Voc¨º terminou o ensino m¨¦dio? Sabe onde fica o cora??o? Fazer uma cirurgia n?o ¨¦o cortar um bife em um churrasco, fazendo do jeito que bem entender. N?o me importa de onde voc¨º veio, mas pe?a desculpas e saia daqui, e eu vou fingir que nada disso aconteceu!¡± Isabe deu uma olhada no crach¨¢ no peito esquerdo de Lisa Gomes e falou desd¨¦m. ¡°Uma vice¨Cdiretora de cirurgia card¨ªaca que n?o sabe realizar uma troca de v¨¢lv prost¨¦tica?¡± This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Voc¨º ¨C¡± ¡°Dizer que voc¨º ¨¦ uma m¨¦dica ipetente seria um elogio.¡± ¡°Voc¨ºs ouviram isso, o que essa garota insolente est¨¢ dizendo!¡± Lisa Gomes estava furiosa. A diretora aodo murmurou para si mesma, ¡° realmente sabe sobre a troca de v¨¢lv prost¨¦tica¡­¡± Como poderia saber de um termo t?o tico? Ser¨¢ que realmente entendia de medicina? Dr. Afonso tamb¨¦m percebeu isso e olhou para Isabe surpresa e admira??o, sussurrando para Lisa Gomes, ¡°E se deixarmos tentar? Talvez tem uma solu??o?¡± ¡°Lisa, voc¨º enlouqueceu! Voc¨º realmente acredita no que essa garota est¨¢ dizendo!¡± Lisa Gomes foi interrompida por outro m¨¦dico que murmurava, ¡°Se algo der errado, a culpa cai sobre ¡­¡± ¡° nem ¨¦ uma m¨¦dica do hospital!¡± Lisa Gomes retrucou em voz baixa. ¡°Quem ¨¦ o Sr. C¨¦lio? Se algo acontecer, todos n¨®s aqu¨ª presentes n?o vamos escapar! Voc¨º acha que trazer uma garota para assumir a culpa ¨¦ suficiente?¡± olhou para Isabe desprezo. ¡°Se realmente soubesse de medicina, j¨¢ teria feito fama. seria a diretora aqui, n?o n¨®s!¡± Dr. Afonso estava sem sa¨ªda. ¡°Mas n?o temos uma solu??o melhor no momento¡­¡± ¡°Que tal¡­¡± A diretora se arriscou a dizer, ¡°chamar o Dr. M¨¢rio?¡± M¨¢rio era reconhecido no hospitalo um g¨ºnio, mas¡­ ¡°M¨¢rio ¨¦ muito orgulhoso. Se n?o ¨¦ um paciente sob sua responsabilidade, ele nem sequer importa.¡± Lisa Gomes sabia muito bem disso, por isso nunca iodou M¨¢rio isso desde o in¨ªcio. Ele era conhecido por seu mau h¨²mor e provavelmente expulsaria a pessoa sem dar a m¨ªnima considera??o. ¡°E agora, o que fazemos?¡± N?o se sabe se eles fram muito alto, mas havia cerca de sete ou oito pessoas dodo de fora do quarto do hospital, observando e c¨®chichando entre si. 2/2 Cap铆tulo 6 Cap¨ªtulo 6 O Dr. Ronaldo temia que as coisas sa¨ªssem do controle e tentou persuadir boas pvras, ¡°Menina, a cirurgia ¨¦ muitoplicada, at¨¦ mesmo eu, d¨¦cadas de experi¨ºnciao especialista, n?o posso garantir nada. Com a condi??o atual desse velho senhor, exceto pelo falecido santo da medicina Daci¨® Torres, n?o h¨¢ ningu¨¦m no mundo que pode garantir que ele vai sair vivo da s de opera??o. N?o ¨¦ que n?o queremos oper¨¢¨Clo, ¨¦ que realmente n?o temos capacidade para ajudar.¡± Dar um tranquilizante era inevit¨¢vel, precisavam esperar a fam¨ªlia assinar o consentimento para depois poderem agir livremente. Caso contr¨¢rio, todos ficariam medo do poder do Sr. C¨¦lio e n?o ousariam salvar o velho senhor¡­ ¡°Voc¨º disse que haveria uma rpensa ap¨®s a cirurgia?¡± Isabe perguntou de repente. ¡°Isto ¨¦¡­¡± O Dr. Ronaldo ficou at?nito por um segundo antes de dizer apressadamente, ¡°ro que sim.¡± Sr. Mauro ¨¦ uma figura importante; para salvar sua vida, nenhum valor em dinheiro s¨¨ria problema. Isabe anteriormente tinha feito uma boa quantia para a fam¨ªlia Dias, mas tudo acabou nos bolsos deles. Com a doen?a da av¨® Dias, quase gastou todas as suas economias¡­ Fazer uma pequena cirurgia para ganhar um pouco de dinheiro n?o seria uma m¨¢ ideia. Ao ver a confian?a brilhando nos lindos olhos de Isabe e a aura poderosa que emanava, o Dr. Ronaldo n?o p?de evitar perguntar, ¡°Menina, voc¨º realmente entende de medicina?¡± Os l¨¢bios de Isabe curvaram¨Cse levemente, ¡°Manusear o bisturi n?o ¨¦ um problema.¡± ¡°Eo voc¨º neja salvar o senhor?¡± ¡°Vamos realizar uma cirurgia de troca de v¨¢lv card¨ªaca, mas primeiro, eu quero que M¨¢rio seja meu assistente.¡± ¡°Como!?¡± Lisa Gomes, que estava aodo, quase riu da ideia absurda, ¡°Quem voc¨º pensa que ¨¦? Quem ¨¦ M¨¢rio? At¨¦ posso cham¨¢¨Clo, mas ele vai ser seu assistente? Eu posso at¨¦ arrancar minha cabe?a para voc¨º usaro b de futebol.¡± Com desd¨¦m, virou para o Dr. Ronaldo, ¡°N?o perca tempo fndo . Estamos pouco tempo, ¨¦ melhor dar o tranquilizante e o ansiol¨ªtico agora mesmo!¡± ordenou a uma enfermeira pr¨®xima, ¡°V¨¢ buscar os medicamentos e avise a seguran?a que temos uma louca aqui.¡± Quando a enfermeira saiu correndo, esbarrou em M¨¢rio e se apressou em explicar o que estava acontecendo. Logo, uma voz familiar ecoou pelo quarto do hospital. ¡°Quem est¨¢ me procurando?¡± Todos levantaram o olhar, surpresos ao ver M¨¢rio aparecer, cada um deles rosto de choque. Como a enfermeira conseguiu chamar M¨¢rio? Como essa grande figura poderia ser convocada por uma simples enfermeira? ¡°M¨¢rio, que bom que voc¨º chegou.¡± Lisa Gomes viu a oportunidade de envergonhar Isabe e n?o deixou passar, ¡°Essa garota est¨¢ sendo precipitada, querendo que voc¨º seja o assistente d.¡± M¨¢rio olhou para Isabe, que estava casualmente de p¨¦ aodo,o se nenhum dos ataques ao seu redor pudesse feri. Ele franziu a testa para Lisa Gomes, desaprovando a atitude d, e perguntou aos outros, ¡°Qual ¨¦ a situa??o?¡± ¡°Este paciente¡­¡± Lisa Gomes apressou em explicar o caso, e de prop¨®sito, prendeu uma mecha de cabelo atr¨¢s da orelha, mostrando que era atraente, querendo passar uma boa impress?o para M¨¢rio, ¡°Nunca houve um caso assim, nem aqui nem no exterior.¡± ¡°Ent?o, o que estamos esperando?¡± M¨¢rio, por uma quest?o de considera??o p jovem, aceitou relutantemente esse abacaxi e disse sem express?o, ¡°Vamos operar.¡± ¡°M¨¢rio,o voc¨º pode ser t?o irrespons¨¢vel junto ?¡± Lisa Gomes n?o esperava tal resultado, ficou atordoada por um segundo e disse apressadamente, ¡°Operar agora ¨¦ menos de 10% de chance de sucesso¡­ Esse senhor ¨¦ uma pessoa muito importante, se algo der errado, n?o poderemos lidar com as consequ¨ºncias!¡± O olhar de M¨¢rio estava descontente, e at¨¦ sua voz continha um frio sutil, ¡°Se algo acontecer, voc¨ºs n?o ser?o responsabilizados.¡± ¡°Mario¡­¡± ¡°Eu assumo toda a responsabilidade.¡± 1/2 14-34 Todos os m¨¦dicos ficaram de boca aberta. Ele realmente queria arriscar tudo aqu garota? M¨¢rio n?o perdeu tempo eles e olhou para Isabe, ¡°Venhaigo.¡± Ele levou para a s de cirurgia. Quando Isabe passou por Lisa Gomes, um sorriso malicioso brotou em seus l¨¢bios, ¡°N?o foi voc¨º quem disse que ia arrancar sua cabe?a para eu usaro b?¡± ¡°Voc¨º¡­¡± Lisa Gomes ficou sem pvras. tinha dito que, se M¨¢rio aceitasse aqu garotao assistente, tiraria sua pr¨®pria cabe?a para ser usadao b, mas nunca imaginou que M¨¢rio concordaria. M¨¢rio era conhecido por seu orgulho, o que teria mudado hoje? N?velDrama.Org: text ? owner. Ser¨¢ que foi pelo charme da garota? Os l¨¢bios de Isabe se curvaram levemente, ¡°N?o se esque?a da sua promessa.¡± ¡°Eu? Que promessa?¡± Lisa Gomes de repente se lembrou, ¡°Ah, eu disse que se voc¨º conseguir salvar o velho senhor, eu me ajoelharia e te chamaria de pai, mas duvido que voc¨º tenha essa capacidade! S¨® n?o v¨¢ matar o paciente e depois jogar a culpa em n¨®s!¡± Isabe levantou lentamente o canto dos l¨¢bios, seus olhos belos e serenos desdenhavam, ¡°Voc¨º at¨¦ pode querer me chamar de pai, mas eu n?o aceitaria uma filha assim!¡± ¡°Voc¨º-¡± ¡°N?o esque?a de se ajoelhar.¡± Isabe deixou essa frase para tr¨¢s e seguiu o M¨¢rio. Lisa Gomes olhou para a figura que se afastava, incapaz de engolir sua frustra??o, e disse em alto e bom som, ¡°Se voc¨º conseguir salvar o velho senhor, nem preciso me ajoelhar, at¨¦ minha posi??o de diretora estar¨¢ em jogo!¡± bateu em seu crach¨¢ fndo, ¡°Vamos ver se voc¨º tem capacidade para lev¨¢¨Clo!¡± M¨¢rio ouviu a aposta ds e perguntou casualmente, ¡°Por que voc¨º fez confus?o ?¡± ¡°Uma pessoa que n?o sabe a altura do c¨¦u e a profundidade da terra.¡± Era uma boa oportunidade para cortar a arrogancia d e ensinar que sempre h¨¢ algu¨¦m melhor. Sr. Mauro foi levado por duas enfermeiras para a s de cirurgia, e apenas alguns m¨¦dicos ficaram na enfermaria, se olhando confusos. ¡°Isso ¨¦ loucura, todos eles est?o loucos!¡± ¡°Como o Sr. Mauro pode ser operado nessa condi??o? Acho que M¨¢rio ¨¦ muito jovem e n?o entende as consequ¨ºncias do fracasso! N?o ¨¦ t?o simples quanto arruinar sua reputa??o ou destruir seu futuro!¡± Quem ¨¦ Sr. C¨¦lio? Se algo acontecesse ao velho senhor, Sr. C¨¦lio vai querer a cabe?a de todos eles! ¡°Dr. Ronaldo, n¨®s realmente vamos ficar de bra?os cruzados? Afinal, ¨¦ uma vida humana.¡± ¡°A estatura do Sr. Mauro ¨¦ t?o alta,o podemos deixar eles agirem assim? Dr. Ronaldo, por favor, diga alguma coisa!¡± ¡°Sim, por favor, impe?a eles enquanto h¨¢ tempo!¡± Em contraste a ansiedade deles, a diretora mantinha um fio de esperan?a, ¡°M¨¢rio vem de uma fam¨ªlia de m¨¦dicos, gera??es de talentos m¨¦dicos extraordin¨¢rios. Embora n?o sejaparado ao Guar¨¢¨Cbranco, sua habilidade m¨¦dica ¨¦ refinada, talvez ele possa mesmo trazer os mortos de volta ¨¤ vida.¡± Dr. Afonso tamb¨¦m tinha um vislumbre de esperan?a, ¡°M¨¢rio ¨¦ um m¨¦dico genial conhecido por todos, enquanto ele estiver l¨¢, talvez um mgre aconte?a¡­¡± ¡°Voc¨ºs est?o todos confusos, ele ¨¦ apenas o assistente daqu garota, a principal ¨¦ ! Quantos anos tem aqu garota, o que sabe sobre medicina?¡± Dr. Leo andava de umdo para o outro ansiosamente, ¡°Dr. Ronaldo, por favor, fale!¡± ¡°Dr. Leo, por que a preocupa??o? M¨¢rio disse, se algo der errado, ele vai assumir!¡± ¡°Mas ¨¦ o av? do Sr. C¨¦lio, se algo der errado, Sr. C¨¦lio vai nos culpar por n?o termos impedido!¡± ¡°Ent?o vamos dizer que foi M¨¢rio quem insistiu na cirurgia, n¨®s n?o pudemos det¨º¨Clo!¡± Lisa Gomes endureceu o cora??o, quem mandou ele se meter aqu garota? Aqu garota n?o sabia a verdadeira identidade do velho senhor, se soubesse, provavelmente j¨¢ teria fugido. Quemtem coragem de pegar essa batata quente? Cap铆tulo 7 Cap¨ªtulo 7 Ap¨®s um longo sil¨ºncio, Dr. Ronaldo finalmente falou, ¡°Vou dar uma olhada para vero essa garota est¨¢ se saindo na cirurgia.¡± Quando Dr. Ronaldo se afastou, os outros m¨¦dicos tamb¨¦me?aram a segui¨Clo, ¡°Dr. Ronaldo, voc¨º n?o pode s¨® ficar olhando, antes que o Seu C¨¦lio chegue, pense em alguma coisa¡­¡± Lisa Gomes ordenou a uma enfermeira aodo, ¡°Pe?a para eles ativarem todas as cameras da s de cirurgia, quero gravar tudoo prova e vero vai passar vergonha!¡± Os m¨¦dicos do hospital, ao ouvirem fr de uma cirurgia muitoplexa liderada por uma jovem estudante do ensino m¨¦dio, correram para assistir. Como ¨¦ que uma garota poderia ter uma solu??o para um caso que nem mesmo Dr. Ronaldo conseguia resolver? N?o podia ser uma chat?, podia? Isabe vestiu a roupa esterilizada e estava prestes a entrar na s de opera??o quando Lisa Gomes chegou, ¡°Depois n?o diz que eu n?o te avisei, o peric¨¢rdio do velho foi danificado na cirurgia anterior, e seu cora??o est¨¢ quase cdo ao esterno. Se n?o tiver cuidado ao abrir o t¨®rax, o cora??o pode se romper e ele morrer¨¢ na hora, e ser¨¢ seu fim!¡± ¡°Eu n?o sou voc¨º,¡± respondeu Isabe as sobrancelhas levantadas e um olhar ro e cativante, ¡°Eu n?o voueter um erro t?o b¨¢sico.¡± ¡°Voc¨º¡­¡± Lisa Gomes estava furiosa, ¡°Tudo bem, ent?o estou esperando por seu primeiro corte!¡± saiu irritada para a s de observa??o. A s j¨¢ estava cheia de m¨¦dicos, e quando viram uma jovem entrando na s de cirurgiao cirurgi?¨Cchefe, ficaram boquiabertos. ¡°Dr. Ronaldo, de onde veio? Voc¨º realmente vai deixar fazer isso?¡± ¡° ¨¦ t?o jovem, parece que nem terminou o ensino m¨¦dio¡­ E o paciente na cama ¨¦ o av? do Seu C¨¦lio¡­¡± ¡°Se alguma coisa der errado, n?o ser¨¢ s¨® voc¨º, todos n¨®s vamos sofrer as consequ¨ºncias.¡± ¡°Se quer se mostrar e o M¨¢rio quer apoiar , por que voc¨ºs est?o preocupados?¡± Lisa Gomes cruzou os bra?os e, atrav¨¦s do grande vidro, observou a garota desd¨¦m. Isabe colocou a m¨¢scara cir¨²rgica, seus olhos encantadores brilhavam reza, e tinha realmente a apar¨ºncia de uma cirurgi?¨Cchefe. ¡°Posicione o paciente.¡± ¡°Anestesia.¡± ¡°Assepsia da pele.¡± ¡°Bisturi.¡± Isabe deu as ordens de forma organizada ao seu assistente M¨¢rio. Os m¨¦dicos da s de observa??o estavam surpresos. ¡° realmente entende de medicina?¡± ¡°Esses procedimentos est?o corretos¡­¡± ¡° poderia realmente salvar o Seu Mauro?¡± Lisa Gomes riu friamente, ¡°Aposto que aprendeu vendo TV, n?o criem muitas expectativas.¡± Se essa garota pudesse mesmo salvar vidas, mesma engoliria um bisturi ao vivo. Alguns ainda tinham uma esperan?a na habilidade m¨¦dica de Isabe, mas quando viram a m?o que segurava o bisturi, ficaram nervosos. ¡°O que essa garota est¨¢ fazendo? Uma cirurgia t?o grande e est¨¢ usando a m?o esquerda? ¨¦ canhota?¡± ¡°Os canhotos n?o s?o t?o est¨¢veis quanto os destros.¡± ¡°Se ¨¦ destra e est¨¢ usando a m?o esquerda de prop¨®sito, deve estar louca!¡± ¡° n?o est¨¢ levando a s¨¦rio essa cirurgia.¡± ¡°Talvez nem sabe operar, Dr. Ronaldo,o voc¨º pode acreditar em uma garota assim? J¨¢ era!¡± 1/2 N?velDrama.Org: owner of this content. Uma cirurgia t?o importante, e ningu¨¦m se atreve a fazer a m?o esquerda! M¨¢rio ficou surpreso ao ver a garota segurando o bisturi a m?o esquerda; ele se lembrava de que era destra. Teria se machucado e agora estava sendo for?ada a usar a m?o esquerda? Como o velho j¨¢ havia passado por v¨¢rias cirurgias de troca de v¨¢lv card¨ªaca, a estrutura do cora??o j¨¢ n?o era maiso a de uma pessoa normal. Isabe fez o corte precis?o e abriu o esterno, deixando todos at?nitos. ¡°N?o ¨¦ qualquer um que tem a coragem de operar dessa forma, nem mesmo os m¨¦dicos experientes com d¨¦cadas de carreira se atreveriam a fazer o que fez. Esse ar de tranquilidade, ser¨¢ que realmente veio de uma garota t?o jovem? At¨¦ duvido dos meus pr¨®prios olhos!¡± ¡°A precis?o do primeiro corte d foi impressionante¡­¡± ¡°Dizer que foi r¨¢pido, preciso e imc¨¢vel n?o ¨¦ exagero.¡± At¨¦ mesmo Lisa Gomes ficou paralisada, murmurando: ¡°Como ¨¦ poss¨ªvel¡­¡± Como conseguiu fazer aquilo? P apar¨ºncia, n?o parecia uma novata. Quando Isabe abriu o esterno, descobriu que o cora??o do senhor estava cheio de cicatrizes, com as veias todas fora do lugar, quase imposs¨ªveis de diferenciar, e o cora??o estava quase aderido ao esterno por falta de prote??o do peric¨¢rdio. M¨¢rio deu uma olhada e percebeu a gravidade da situa??o, inicialmente preocupado que n?o soubesse por ondee?ar, mas mostrou que era competente e estava tranqu, tratando cada detalhe perfei??o. ¡°Aumente o zoom nos detalhes.¡± Dr. Ronaldo, chocado, n?o p?de deixar de querer sabero lidaria o pr¨®ximo passo. Isabe estava meticulosamente separando as ader¨ºncias entre o cora??o e a parede posterior do esterno, uma das partes mais dif¨ªceis da cirurgia. Considerando a condi??o atual do senhor, at¨¦ mesmo um m¨¦dico experiente levaria horas para fazer isso. Mas para Isabe, meia hora foi suficiente. , de cabe?a baixa, tinha um par de olhos encantadores que brilhavam uma luz ra, mostrando que estava confiante. Todos os m¨¦dicos prenderam a respira??o, sabendo que o procedimento era delicado e que qualquer erro poderia danificar o tecido card¨ªaco ou alguma veia, o que seria desastroso! Enquanto isso, umaitiva poderosa apareceu! O homem ¨¤ frente parecia ter pouco mais de vinte anos, mas exva uma presen?a poderosa. Com sobrancelhas marcantes, nariz reto, tra?os finos e uma apar¨ºncia nobre e distante. Ao v¨º¨Clo, todos abriam caminho, vozes cheias de medo e rever¨ºncia: ¡°Sr. C¨¦lio, o senhor chegou?¡± Observando os sete ou oito cardiologistas de elite que o panhavam, cada um altamente respeitado em seu campo, era ro que ningu¨¦m al¨¦m de Sr. C¨¦lio poderia ter convocado tal grupo em t?o pouco tempo. ¡°A condi??o de Sr. Mauro pior¨®u novamente, mal conseguimos contrr a pneumonia e agora ele apresenta sintomas de insufici¨ºncia card¨ªaca, disse Dr. Ronaldo rapidamente, curvando¨Cse respeitosamente. ¡°Hoje, durante o exame, descobrimos que Sr. Mauro tem endocardite infiosa em uma v¨¢lv prot¨¦tica e vazamento ao redor da v¨¢lv¡­¡± ¡°Quem ¨¦ ?¡± C¨¦lio Franco olhou para a cirurgi?¨Cchefe na s de opera??o, um olhar frio e distante. usava uma m¨¢scara cir¨²rgica, revndo apenas um par de olhos brilhantes, mas era evidente que era muito jovem. ¡°, ¨¦..¡± Dr. Ronaldo, seguindo o olhar, sentiu seu cora??o disparar, pensando se iria conseguir ver o sol do dia seguinte depois de fr a verdade. Vicente, aodo dele, n?o p?de conter sua indigna??o: ¡°N?o ¨¦ poss¨ªvel que o hospital contrate uma m¨¦dica t?o jovem. No caminho para c¨¢, ouvi que uma estudante do ensino m¨¦dio queria operar Sr. Mauro. Est?o fndo d? Desde quando o Hospital Ventoso se tornou t?o irrespons¨¢vel? N?o importa se o m¨¦dico tem ou n?o as qualifica??es ou experi¨ºncia suficiente, desde que tenha coragem, pode operar Sr. Mauro? Parece que voc¨ºs est?o todos cansados de viver!¡± ¡°Assistente de C¨¦lio, n?o ¨¦ o que voc¨º est¨¢ pensando,¡± Dr. Ronaldo, tremendo de medo, gaguejou, incapaz de explicar mais nada. Os m¨¦dicos no observat¨®rio estavam aterrorizados, medo do que poderia acontecer a seguir. 212 Cap铆tulo 8 Cap¨ªtulo 8 Embora Lisa Gomes tremesse de medo, reuniu coragem e disse, ¡°Foi ideja do M¨¢rio, ele falou que se algo desse errado, ele assumiria¡­ ¡°Assumir o qu¨º? As vidas de voc¨ºs todos?¡± N?velDrama.Org: owner of this content. Ao ouvir as pvras de Vicente, Lisa Gomes ficou p¨¢lida e n?o conseguiu dizer mais nada. ¡°Sr. C¨¦lio, deixe nossos especialistas entrarem e salvarem o senhor, por favor. Eu cuido do cirurgi?o principal e do assistente l¨¢ dentro, nenhum deles pode sair daqui,¡± Vicente disse, um olhar frio que deixou todos l¨¢ medo. Eles precisavam entender o pre?o da irresponsabilidade! Quem eles pensavam que eram para deixar uma estudante do ensino m¨¦dio operar senhor? Estavam procurando problema?! Foi ent?o que, atr¨¢s de C¨¦lio, sete ou oito especialistase?aram a ficar surpresos. ¡° conseguiu separar todas as ader¨ºncias.¡± ¡°N?o danificou nenhum vaso sangu¨ªneo, nem o tecido do cora??o, e o mais incr¨ªvel, estava usando a m?o esquerda para operar!¡± ¡°Como fez isso?¡± ¡°Uma ader¨ºncia t?oplicada, e resolveu t?o r¨¢pido¡­¡± Era uma cirurgia muitoplicada, mas nas m?os de Isabe, parecia t?o natural quanto beber ¨¢gua. Ap¨®s tratar das ader¨ºncias, levantou seus belos olhos, exndo um ar fresco e puro que marcava a mem¨®ria de quem a via. ¡°Dr. Ronaldo, quem ¨¦ , afinal?¡± Um dos especialistas em cardiologia trazidos por C¨¦lio, que n?o sabia fr bem o portugu¨ºs, perguntou, ¡° ¨¦ uma nova m¨¦dica do hospital? Ser¨¢ que depois eu poderia ter a honra de conversar um pouco ?¡± ¡°Chegamos tarde e n?o vimoso abriu o peito, mas separar as ader¨ºncias t?o bem¡­ a habilidade d ¨¦ definitivamente superior ¨¤ minha¡­¡± ¡°Eu tamb¨¦m tenho uma pergunta para fazer a ¡­¡± N?o era s¨® Vicente que estava surpreso; todos no local estavam chocados. Uma garota de apenas dezesseis anos tinha separado todas as ader¨ºncias em tempo recorde! ¡°Fazer isso j¨¢ ¨¦ surpreendente.¡± ¡°Mesmo especialistas experientes n?o garantiriam separar todas as ader¨ºncias t?o rapidamente.¡± ¡° pode parecer jovem, mas por dentro ¨¦ uma m¨¦dica experiente de muitos anos.¡± Como mais explicar o que conseguiu fazer? C¨¦lio estava s¨¦rio, seu rosto belo e express?o distante n?o revvam seus sentimentos. Lisa Gomes n?o p?de resistir a fazer ument¨¢rio sarc¨¢stico, ¡°Mesmo que n?o tenha danificado os vasos ou o tecido card¨ªaco, o Sr. Mauro j¨¢ passou por v¨¢rias cirurgias e o tecido ao redor da v¨¢lv mitral ¨C praticamente n?o sobrou nada para suturar uma nova v¨¢lv artificial.¡± Era uma das raz?es ps quais eles estavam medo de operar. ¡°Calma a¨ª-¡± Dr. Ronaldo repreendeu baixinho, ramente irritado. Com uma express?o de justi?a, Lisa Gomes continuou, ¡°S¨® quero que todos saibam que o Sr. Mauro tem uma grave endocardite. o incha?o do tecido ¨¦ cr¨ªtico, e suturar a v¨¢lv artificial ser¨¢ muito dif¨ªcil¡­ Se errar a sutura, a fun??o cardiaca dele n?o vai melhor, e h¨¢ uma grande chance de ter complica??es s¨¦rias.¡± Dr. Ronaldo sabia que estava apenas causando confus?o e rapidamente disse a C¨¦lio, ¡°Sr. C¨¦lio, essa mo?a ¨¦ muito habilidosa, eu confio que vai lidar bem a situa??o¡­ Al¨¦m do mais, tem o M¨¢rioo assistente, um jovem que veio -de uma fam¨ªlia de m¨¦dicos renomados, muito inteligente. Seu av? ¨¦ Gildo Lopes, um m¨¦dico de renome nacional e internacional.¡± Gildo Lopes? C¨¦lio ficou curioso, quando ouviu que o assistente diante dele era M¨¢rio, o ¨²nicoo querido de Gildo Lopes. 1/3 14348 Gildo Lopes tamb¨¦m era um dos m¨¦dicos renomados que ele havia convidado, mas que havia se atrasado devido a um engarrafamento no transito. Vendo C¨¦lio um semnte impass¨ªvel e sem resposta, Dr. Ronaldo sentiuo se estivesse andando em gelo fino, sem saber o que C¨¦lio estava pensando. A habilidade cir¨²rgica excepcional de Isabe deixou todos os m¨¦dicos presentes envergonhados sua pr¨®pria ipet¨ºncia¡­ Ap¨®s a cirurgia, todos estavam chocados. O Seu Mauro realmente sobreviveu. Ele ainda estava vivo! ¡°Isabe, voc¨º ¨¦ realmente humana?¡± Durante toda a cirurgia, M¨¢rio foi quem mais ficou impressionado; aqu garota era muito mais assustadora do que ele imaginava! Ele tinha se preparado para intervir a qualquer momento, mas agora via que era totalmente desnecess¨¢rio! A habilidade daqu garota era superior ¨¤ dele, e ele n?o precisava se preocupar desnecessariamente! ¡°Vamos lev¨¢¨Clo para fora.¡± Isabevou as m?os e saiu da s de cirurgia, enquanto muitos m¨¦dicos que esperavam dodo de fora audiam e elogiavam sua habilidade m¨¦dica. Lisa Gomes, ao ver a cena, n?o p?de evitar apertar os punhos for?a, suas unhas prando a palma da m?o viol¨ºncia. n?o esperava que aqu garota realmente tivesse alguma habilidade. Quando a maca de emerg¨ºncia do Seu Mauro foi empurrada para fora da s de cirurgia, muitos m¨¦dicos se aproximaram para verificar; ele realmente estava respirando e sua condi??o parecia est¨¢vel. ¡°Vamos, dispersem¡­ o paciente agora precisa descansar.¡± M¨¢rio sabia que a garota estava cansada; sem perceber, eles tinham operado por duas horas, e agora j¨¢ eram duas da tarde. Ele se perguntava se a garota estaria fome. Os m¨¦dicos que estavam apenas assistindo dispersaram, e apenas C¨¦lio e uns sete ou oito especialistas em cora??o, al¨¦m do Dr. Ronaldo e outros, permaneceram. ¡°Vou levar o Seu Mauro de volta ao quarto,¡± disse M¨¢rio a Isabe. ¡°Volto logo.¡± Isabe assentiu, tirou a m¨¢scara e revelou um rosto encantador e brilhante, um ar despreocupado, mas sedutor, que parecia muito encantador. ¡°Quem ¨¦ da fam¨ªlia?¡± Isabe levantou os olhos, ainda havia instru??es a passar. O homem ¨¤ frente deu um passo adiante, ficando na frente a , sua altura de um metro e noventa formando um contraste harmonioso a garota de um metro e setenta. Isabe olhou para o homem ¨¤ sua frente, cujos tra?os pareciam ter sido esculpidos ¨¤ m?o por Deus, cada propor??o era considerada perfeita, e seus olhos negros e profundos brilhavam intensamente. ¡°Seu C¨¦lio, a situa??o ¨¦ a seguinte: o Seu Mauro estava em estado cr¨ªtico, e eu prometi a esta senhorita que, se conseguisse salvar o Seu Mauro, seria rpensada¡­¡°, Dr. Ronaldo rapidamente falou, tentando garantir a rpensa para a jovem. C¨¦lio olhou para a jovem ¨¤ sua frente, seus olhos escuros refletindo ondas sutis, e depois olhou para Vicente. Vicente imediatamente apresentou um cheque em branco. ¡°Muito obrigado, Senhorita Doutora Mgre, por intervir! Isto ¨¦ um pequeno gesto do Seu C¨¦lio, e a quantia fica a seu crit¨¦rio.¡± Isabe levantou seus olhos verdes surpresos, um tanto inesperada a generosidade do homem chamado Seu C¨¦lio. As pessoas ao redor olhavam para surpresa ou inveja¡­ Receber um cheque em branco n?o s¨® significava uma porta aberta para o sucesso, mas tamb¨¦m o reconhecimento de C¨¦lio, o que abria muitas portas para o futuro. S¨® se podia dizer que aqu garota tinha muita sorte e um futuro brilhante p frente. ¡°Ent?o vou aceitar gratid?o.¡± Isabe sorriu levemente e guardou o cheque no bolso do seu jaleco branco, sem qualquer hesita??o, o que fez parecer decidida e direta. ¡°O senhor poder¨¢ sair do respirador amanh?.¡± 2/3 14.34. ¡®Assim que Isabe terminou de fy, um riso frio foi ouvido; era Lisa Gomes. 3/3 Cap铆tulo 9 Cap¨ªtulo 9 Lisa Gomes estava bem at¨¦ que seu sorriso atraiu a aten??o de Isabe, que arqueou uma sobrancelha desdem ¡°Chegou a hora de cumprir sua promessa, vice¨Cdiretora Lisa¡± Lisa, consumida p inveja, tinha se esquecidopletamente da aposta que haviam feito! C¨¦lio estava ali, e Lisa, custe o que custar, n?o se permitiria passar vergonha. De jeito nenhum! Sem saida, fez cara de pau e um gesto de m?os abertas disse: ¡°Que promessa? O que eu disse mesmo? ¡°A vice¨Cdiretora vai fingir que n?o lembra¡­ intervelo uma das enfermeiras, incapaz de se cr, ¡®A senhora disse que se a mo?a conseguisse salvar o Senhor Mauro, a senhora se ajoelharia diante d e at¨¦ renunciaria o seu cargo de vice diretora¡­¡± ¡°Eu disse isso?¡± Lisa negou, ¡°Cad¨¦ a prova?¡± A cara de pau d era tanta que um outro m¨¦dico n?o conseguiu se conter: ¡°Voc¨º disse sim, todos aqui ouviram. Se voc¨º n?o quer se ajoelhar, pelo menos pe?a desculpas.¡± Afinal, o que tinha dito ¨¤ jovem antes foi realmente ofensivo¡­.. ¡°Por que eu pediria desculpas?¡± Lisa se manteve desafiadora,o se estivesse acima de qualquer julgamento Era um caso perdido. Quando parecia que ningu¨¦m mais conseguiria lidar ¡­.. Num movimento r¨¢pidoo um raio, Isabe chutou, e Lisa Gomes caiu de joelhos um baque Ningu¨¦m viu exatamenteo agiu, apenas ouviram o som do joelho batendo no ch?o, o que certamente d muito ¡°Voc¨º, sua mndra¡­¡± Lisa estava tanta dor que at¨¦ suas pvras tremiam, e n?o conseguia se levantar ¡°Como m¨¦dica, salvar vidas ¨¦ seu dever sagrado.¡± Isabe tinha um brilho frio nos olhos, e sua voz era gda, ¡°O bisturi em suas m?os deve ser usado para salvar, n?o para negligenciar vidas! ¡°Voc¨º, voc¨º¡­¡± Lisa tremia de raiva, ¡°N?o pense que vai espalhar mentiras sobre mim na frente do Senhor C¨¦lio, eu n?o fiz nada!¡± *O que voc¨º fez ou deixou de fazer, todos n¨®s sabemos muito bem!¡± Foi ent?o que o diretor do hospital, sendo alertado, chegou ao local: ¡°Senhor C¨¦lio, o velho Mauro est¨¢ bem? Me desculpe, acabei de voltar de um congresso¡­ Epa, o que est¨¢ acontecendo aqui? Dra. Lisa, por que voc¨º est¨¢ ajoelhada?¡± Ao ver o diretor, as l¨¢grimas brotaram nos olhos de Lisa, que n?o conseguia se levantar de tanta dor. O diretor sempre tinha grandes expectativas em r??o a , at¨¦ elogiou na frente de outros m¨¦dicos, incentivando todos a terem o exemplo. estava prestes a se queixar quando ouviu a voz surpresa do diretor ¡°Isabe, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqu¨ª? E por que est¨¤ vestida essa roupa cir¨²rgica? Voc¨º n?o ¨¦ a estudante que operou o Senhor Mauro, ¨¦? Ouvi fr no caminho para ca¡­ Ent?o quer dizer que o Senhor Mauro est¨¢ bem?¡± Todos ficaram chocados suas pvras. O Dr. Pedro n?o s¨® conhecia a jovem,o tamb¨¦m tinha uma grande considera??o por sua habilidade m¨¦dica. Diante do sil¨ºncio de todos, ele ficou ainda mais confuso O que est¨¢ acontecendo aqu¨ª? Isabe, pode explicar?¡± ¡°Tio Pedro¡± Isabe cumprimentou¨Co, ¡°N?o ¨¦ nada, s¨® n?o quero mais ver essa pessoa no ramo da sa¨²de.¡± O diretor olhou de Lisa para Isabe: ¡°O que Dra Lisa fez para te chatear?¡± ¡°N?o estou chateada. O jeito que Isabe fva era a de algu¨¦m poderoso, ¡°¨¦ a primeira vez que ou?o fr de um paciente insufici¨¨ncia cardiaca apresentando endocardite e vazamento perivalvar sendo tratado sedativos e calmantes cardiacos.¡± ¡°Isso, isso ¨¦o ressuscitar e matar essa pessoa meia hora deois! Pedro rapidamente virou para olhar Lisa Gomes. Isabe falou despreocupadamente. ¡°So mostra que o padr?o de admiss?o deste hospital ¨¦ muito frouxa.¡± Lisa, por que voc¨º n?o operou o paciente?¡± o diretor perguntou imediatamente. ¡°Diretor, o senhor estava em uma condi??o muito critica naqu hora, n¨®s est¨¢vamos de m?os atadas¡­¡± ¡°M?os atadas, ent?o voc¨º d¨¢ sedativos e calmantes? Voc¨º sabia que, mesmo que se fosse o renomado m¨¦dico renascido, n?o poderia trazer de volta ¨¤ vida! Voc¨º ¨¦ um m¨¦dico, mas desistiu do paciente que ainda tinha uma chance de ser salvo condenando o ¨¤ morte primeiro Como voc¨º pode fazer isso?¡± Antes que pudesse responder, Pedro disse, desapontado, Voc¨º pode ir embora, o Hospital Ventoso n?o vai te manter mais aqui, e de agora em diante, voc¨º est¨¢ proibida de entrar nesta ind¨²stria.¡± Esse tipo de pessoa que n?o se importa a vida dos pacientes, s¨® pensando em sua pr¨®pria carreira, n?o merece ser m¨¦dical Pedro era o presidente da Associa??o M¨¦dica Nacional, e apenas uma pvra sua, Lisa Gomes poderia esquecer de trabalhar nessa ¨¢rea para sempre. ¡°Diretor, me d¨¦ mais uma chance, por favor¡­¡± Embora Lisa Gomes soubesse que o diretor consequ¨ºncias ainda piores¡­. realmente n?o queria deixar esse lugar¡­ estava dispensando para evitar que o Sr. C¨¦lio culpasse , o que teria Aqui o sal¨¢rio era bom, as pessoas eram gentis , e seu futuro parecia t?o promissor¡­ Tudo culpa dessa garota! ¡°Livrem¨Cse d!¡± Quando Pedro terminou de fr, ele se virou para pedir desculpas a C¨¦lio, ¡°Realmente sinto muito, um incidente desses aconteceu bem debaixo dos meus olhos Felizmente, a jovem agiu a tempo e evitou um erro maior!¡± ¡°Qual ¨¦ o seu nome? A aten??o de C¨¦lio se voltou para Isabe, uma voz ra e limpida Isabe respondeu confian?a: ¡°Isabe¡± ¡°Me de o seu n¨²mero de celr. C¨¦lio estendeu seu celr para digitar o n¨²mero Isabe entendeu a insinua??o o cheque em branco que recebeu, se algo mais acontecesse o velho senhor, seria responsabilizada, e ele queria o contato d para poderunicar futuramente pegou o celr do homem, digitou uma sequ¨ºncia de n¨²meros seus dedos ¨¢geis e, levantando os olhos que brilhavam sob a luz, devolveu o aparelho. ¡°O velho senhor passou por v¨¢rias cirurgias tor¨¢cicas, e a instabilidade do esterno p¨®s¨Coperat¨®rio, bemo o incha?o e a dor na perna esquerda devido a circ??o extracorporea e m¨²ltis intuba??es s?o normais.¡± n?o seria acusada de ipet¨ºncia m¨¦dica mais tarde. C¨¦lio examinou o rosto da mo?a, uma voz profunda, perguntou ¡°Como aliviar a dor?¡± Isabe olhou para os sete ou oito especialistas card¨ªacos atr¨¢s dele, ¡°Esses pequenos problemas, eles podem resolver. Tia Pedro, se n?o houver mais nada, eu vou indo.¡± ¡°Ah, ro¡­¡± Ap¨®s trocar de roupa no vesti¨¢rio, Isabe colocou um bon¨¦ de beisebol e pegou sua moch para sair. ¡°Isabe!¡± No corredor do hospital, M¨¢rio alcan?ou seu passo, ¡°Sua m?o direita est¨¢ bem? Eu queria perguntar desde cedo, o que aconteceu a sua m?o direita? Por que hoje voc¨º operou a esquerda? Se n?o houvesse problema algum, uma pessoa destra n?o usaria a m?o esquerda em uma cirurgia. ¡°Est¨¢ tudo bem.¡± Isabe mexeu no pulso dolorido sem se importar, ¡°¨¦ que ontem ¨¤ noite eu exagerei na briga.¡± M¨¢rio ficou confuso de repente, ¡®Ent?o, voc¨º ainda luta¡­ Que tipo de pessoa extraordin¨¢ria era ? N?velDrama.Org: owner of this content. Capaz de conseguir medicamentos carissimos facilidade, realizar cirurgias e ainda saber lutar¡­. Cap铆tulo 10 Cap¨ªtulo 10 ¡°Ent?o, afinal, voc¨º ¨¦ canhoto ou destro? Quando opera, usa a m?o esquerda ou a direita para segurar o bisturi?¡± Ele estava realmente curioso. ¡°Eu n?o tenho problemas nenhuma das m?os.¡± ¡°Voc¨º¡­ voc¨º ¨¦ mesmo humana??¡± Nesse momento, um idoso apressadoe?ou a gritar, ¡°Deixem passar, deixem passar, ei, Isabe, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Os olhos l¨ªmpidos e brilhantes de Isabe refletiram surpresa ao ver quem chegava, ¡°V? Lopes?¡± ¡°Isabe, voc¨º tamb¨¦m foi chamada pelo C¨¦lio para operar o Seu Mauro? Ser¨¢ que tenho a honra de ser seu assistente?¡± ¡°J¨¢ terminei.¡± ¡°Como assim, j¨¢ terminou?¡± O transito estava um caos no caminho, o que fez ele correr at¨¦ o hospital, quase sem f?lego, e agora descobriu que a cirurgia j¨¢ tinha terminado! ¡°Voc¨º fez a cirurgia sozinha?¡± Gildo Lopes perguntou, ainda ofegante. ¡°Ele tamb¨¦m ajudou.¡± Seu Gildo olhou na dire??o indicada e, ao reconhecer a pessoa aodo d, ficou boquiaberto, ¡°Moleque, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± ¡°V?¡­¡± M¨¢rio respondeu resignado, ¡°Eu trabalho aqui.¡± ro, o av? tinha se esquecido de novo¡­ Mas era impressionante ver o av?, sempre t?o temperamental e orgulhoso de suas habilidades, tratando uma jovem tanta gentileza e at¨¦ certo ponto de baj??o! M¨¢rio estava chocado! Quem era essa Isabe, afinal? O que tinha al¨¦m de ser uma cirurgi? excepcional a ponto de merecer tanta admira??o do seu av?? ¡°Garoto, ter a chance de ser assistente da Isabe ¨¦ uma sorte que voc¨º conquistou em dez vidas!¡± Um assistente¡­ uma sorte de dez vidas?? Ser¨¢ que o av? estava algum problema s¨¦rio na cabe?a? Por mais que a garota fosse habilidosa, n?o era para tanto. ¡°Voc¨º est¨¢ cuidando da Dona Branca no quarto 301 direito?¡± Gildo Lopes perguntou casualmente. M¨¢rio apenas respondeu: ¡°Eu visito todos os dias¡­¡± ¡°V?, eu estou ocupado¡­¡± N?o d¨¢ para cuidar da Do?a Branca o tempo todo! ¡°Eu te disse para prestar aten??o, e voc¨º ramente n?o est¨¢! Isabe, me espera um segundo, vou dar um serm?o nele!¡± Gildo Lopes n?o hesitou e levantou a m?o para bater no ombro doo, ¡°Seu moleque, t¨¢ achando que ficou casca¨Cgrossa por ficar tanto tempo sem me ver, ¨¦?¡± ¡°V?, aqui ¨¦ hospital, n?o pode fazer barulho¡­¡± ¡°Seu moleque, vai correr, ¨¦? Acha que eu n?o consigo te alcan?ar? Eu acabei de correr tr¨ºs quil?metros¡­¡± Dez minutos depois. Um Rolls¨CRoyce entrou pelo port?o da V Costa. 33 luxuosas mans?es privadas estavam constru¨ªdas ¨¤ beira dogo. O carro seguiu p meda arborizada e parou em frente a uma das mans?es. Um casal j¨¢ esperava ansioso dodo de fora da porta ao ver o carro de Lucas chegar¡­ Ambos se olharam confusos, ramente surpresos. 1/3 11.25. ¡°O que aconteceu?¡± Carlos Neves perguntou primeiro. Como o carro ficou naquele estado? E sua preciosa filha, estava bem??? O motorista saiu do carro deixando Nair Pires surpresa, perguntou incr¨¦d, ¡°Lucas, seus ¨®culos, suas roupas¡­ voc¨¦ sofreu um acidente no caminho? Isabe est¨¢ bem?¡± Ansiosos, os dois correram para checar o banco traseiro do carro¡­ ¡°A senhorita Isabe est¨¢ bem, fui eu que sofri um pequeno acidente um caminh?o no caminho¡­¡± explicou o motorista, abrindo a porta do carro respeito, ¡°Senhorita Isabe, chegamos em casa!¡± Isabe levantou seus olhos, encontrando o casal ¨¤ sua frente. Nair Pires, em sua juventude, era mais b que as estrs do cinema daqu ¨¦poca, e agora aos cinquenta anos, exva urna aura de gentileza e dignidade. Ao ver Isabe, n?o p?de evitar que seus olhos se enchessem de l¨¢grimas, ¡°Voc¨º ¨¦ a Isabe? Minha querida filha.¡± Assim que Isabe p?s os p¨¦s no ch?o, no segundo seguinte, foi abra?ada por Nair Pires. ¡°Finalmente encontramos voc¨º!¡± O abra?o repentino deixou Isabe um tanto desacostumada, mas ao mesmo tempo, sentiu um calor reconfortante. ¡°Deixa a mam?e dar uma olhada em voc¨º, disse Nair Pires, segurando o rosto de Isabe. A menina tinha tra?os finos, uma pele ra e macia. Com l¨¢grimas nos olhos, perguntou amor, ¡°Voc¨º foi bem tratada na fam¨ªlia Dias todos esses anos?¡± ¡°Sim.¡± Uma pvra simples trouxe mais l¨¢grimas aos olhos de Nair Pires. Sim, era suficiente, ningu¨¦m havia maltratado sua preciosa filha! ¡°Nossa filha voltou, temos queemorar¡­¡± falou Carlos Neves, os olhos tamb¨¦m um pouco vermelhos, ¡°Vamos entrar, para voc¨º n?o ficar cansada aqui fora¡­¡± ¡°Isso, Isabe, vem,¡± disse Nair Pires, enquanto tirava a moch de Isabe e entregava a Carlos Neves. Ele segurou a moch e olhou para a silhueta de Isabe, os olhos marejados. Como sua menina havia passado todos esses anos? J¨¢ era uma mo?a e ainda carregava uma bolsa t?o simples? Nem uma pe?a de roupa de marca? ¡± ¡°Isabe, a partir de agora, esta ¨¦ a sua casa, disse Nair Pires, entr?ando o bra?o no de Isabe e entrando pelo port?o da mans?o. O jardim estava cheio de flores ex¨®ticas e raras,o a flor¨Cde¨Cl¨®tus de fogo, vendida por nove milh?es, e a rosa Julieta, valendo dez milh?es, que podiam ser vistas por toda parte. Trinta empregados estavam no meio do jardim, incluindo mordomos, motoristas, seguran?as, cozinheiros, jardineiros, criados e guarda¨Ccostas¡­ Todos fizeram uma rever¨ºncia ao mesmo tempo: ¡°Bem¨Cvinda ¨¤ casa, senhorita Isabe!¡± Atravessando o jardim encantado, entraram no sal?o principal, onde se podia ver pinturas valiosas e antiguidades de pre?o incalcul¨¢vel¡­ N?o era dito que sua fam¨ªlia era muito pobre? O olhar de Isabe caiu sobre uma pintura, o ¡°Almo?o do Pastor¡°, que tinha sido arrematado por trezentos milh?es em um leil?o recentemente!/ Era uma obr¨¢ prima do famoso pintor, Giovanni Bellini, e Isabe podia dizer que era aut¨ºntica. Nair Pires seguiu o olhar d e, encontrando um tema para conversar, perguntou entusiasmada, ¡°Isabe, voc¨º gosta daqu pintura? Quer que a gente a pendure no seu quarto?¡± ¡°N?o precisa.¡± estava apenas surpresa que sua fam¨ªlia possu¨ªsse tantos tesouros. Infelizmente, aquele ¡°Almo?o do Pastor¡± parecia fora de lugar entre uma cole??o de arte moderna, n?obinando com o resto. ¡°Voc¨º n?o gosta, Isabe? Algu¨¦m, guarde a pintura!¡± Carlos Neves, que a seguia, ordenou imediatamente. Omordomo estava relutante. Afinal, o ¡°Almo?o do Pastor¡± era uma rel¨ªquia rara, e agora o senhor queria guard¨¢ s¨® por causa dessa mo?a que n?o conhecia o mundo! 2/3 14:35 Mas Isabe, percebendo ¨®dio nos hos do mordomo, n?o se importou e ainda deu uma sugest?o aos pais, ¡°Talvez l¨¢ dentro seja um bom lugar.¡± Seu olhar se fixou em uma s de ch¨¢ pr¨®xima, onde havia algumas outras obras de Giovanni Bellini. Essas pinturas,binadas o estilo antigo e elegante da s de ch¨¢, destacavam bastante, enfatizando o bom gosto. O mordomo estava desdo, aqus pinturas valiosas deveriam estar expostas para todos verem. De fato, essa garota do campo n?o entendia o valor daqu pintura! ¡°Eu tamb¨¦m acho que ficaria melhor l¨¢ dentro!¡± Nair Pires for a primeira a concordar, ¡°Minha filha querida realmente tem um bom olho!¡± O mordomo ficou sem pvras¡­ N?velDrama.Org: owner of this content. PS 212 Cap铆tulo 11 Cap¨ªtulo 11 aque tem cha de flores, frutas e doces, pode pegar o que quiser, n?o se acanhe, voc¨º est¨¢ em casal Carlos Neves disse pu paraha Kabe kvantou a vicara de cha tomando um pequeno gole. im chaum, s¨® poderiam serparados ¨¤queles das antigas ¨¢rvores de ch¨¢, o esse eram privil¨¦gios imperiais. alguns doces¡­¡± Nair Pires empurrou os doces em dire??o a isabe,e?ando a fr emo??o, SU PANIN te perdeu de proposito naquele ano.¡± anto sua m?e estava triste, Isabe sentiu pena d. Quem faria isso de prop¨®sito seu pr¨®prio filho? ente, a familia Dias publicou um an¨²ncio de busca por familiares mencionando o incidente do passado. Quando eu vi, deixava em paz e eu tive pesadelos por v¨¢rios dias. Ent?o, pedi ao seu pai para investigar.¡± Fox ent?o que descobrimos que voc¨º ¨¦ nossa filha biol¨®gica, e a garota que criamos por dezoito anos n?o era nossa filha de Nat Pres co a chorar, ¡°Desculpe, tomos n¨®s que erramos, fazendo que voc¨º acabasse vivendo com outra fam¨ªlia.¡± Carlos Neves tamb¨¦m estava cheio de remorsos, ¡°Fui eu quem agiu sem pensar naquele tempo, n?o investiguei direito e trouxe Mariana para casa. Desta vez, tamb¨¦m descobrimos sua origem. Sua m?e biol¨®gica morreu naquele inc¨ºndio, e o paradeiro de sepi bolgico ¨¨ desconhecido. Ap¨®s cria por dezoito anos, n?o nos parece certo mandar embora¡­ por isso queremos CONG?RSAAT COM Voc¨º, para que continue vivendo nesta casa. A partir de agora, voc¨º ser¨¢ a irm? mais velha e a mais nova. Tudo bom para voc Afinal, dezoito anos de?os n?o podem ser ignorados, at¨¦ mesmo um c?o ganha carinho, quem dir¨¤ a talentosa Mariana Neves! Isabe entendeu a proposta deles e respondeu indiferente. ¡°Voc¨ºs decidem, por mim tudo bem.¡± Nair Pres respiro aliviada, sua filha era realmente bondosa! ¡°Que tal eu te mostrar o andar de cima?¡± Passando pelo quarto de m¨²sica, Nair Pires perguntou casualmente, ¡°Querida, voc¨º tem algum passatempo?¡± Tenho Isabe respondeu despretensiosamente duas pvras: ¡°Ganhar dinheiro.¡± Carlos Neves nu, Kkk¡­ Tal pai, tal filha, eu tamb¨¦m gostava de ganhar dinheiro quando era jovem! Quem diria que teriamos o mesmo passatempor ¡°Bobagem!¡± Nair Pires rapidamente retrucou, ¡°Quando voc¨º era jovem, o que voc¨º gostava mesmo era de paquerar!¡± Carlos Neves ficou sem gra?a, mas ainda tentou se justificar, ¡°Mas a ¨²nica garota que realmente mexeuigo foi voc¨º¡­ Conquistar voc¨º era mais importante do que qualquer dinheiro¡­ sabe desviou o olhar, olhando casualmente p jan, e nesse instante, viu um heliponto na propriedade, apenas tr¨¨s helic¨®pteros. Um deles era um Boeing 747sp, uma edi??o limitada mundialmente, custando 1,4 bilh?o de reais cada. sabe, este ¨¦ o seu quarto. O que voc¨º acha?¡± Nair Pires abriu a porta do quarto, esperando elogios de sua filha. Um mar de rosa aguardava ¡­. Desde as cortinas a cama, o guarda¨Croupa at¨¦ a escrivaninha, tudo era rosa. ¡°A sua m?e disse que toda menina gosta de rosa, ent?o decorou um quarto de princesa especialmente para voc¨º!¡± Carlos Nives respirava exageradamente o ar do quarto, ¡°N?o sente que at¨¦ o ar ¨¦ doce?¡± babe do tem problema se voc¨º n?o gostar¡­ Sua m?e tamb¨¦m preparou outros quartos para voc¨º!¡± Carlos Neves levou para ver 14.354 os quartos aodo, decora??o o estilo mediterraneo, aristocratico europeu, contempor¨¢neo minimalista¡­. doo manera diferente O primero erteza de qual estilo Isabe preferia e havia quartos de sobra, Nair Pires decidiu decorar cada um deles de este aqui Isabe escolheu o mais simples URMINNICA, SEUS pais ainda tem uma surpresa para voc¨º! Nair Pires segurou a m?o de Isabe, ¡°Daqui a pouco, para chamar e desga as escadas, t¨¢ bom?¡± para a filha, um tanto ansiosa tendeu os sentimentos d e acenou a cabe?a, concordando. Depois de rapidamente arrumar suas coisas no quarto, Isabe pegou o celre mandou uma mensagem. ¡°Tem mais ¡°Divas para Beneficiar o Cora??o?¡± Logo o telefone tocou uma voz doce do outrodo, ¡°Isabe, voc¨º vai usar as Ervas para Beneficiar o Cora??o¡± para fazer Comprimidos de Beneficios do Cora??o de novo? Ser¨¢ que ¨¦ porque os ¡®Comprimidos de Beneficios do Cora??o¡® est?o vendendo por pre?os altissimos no Mercado Negro e voc¨º viu uma oportunidade de neg¨®cio?¡± Isabe ouviu a risada d e sorriu levemente, ¡°Isso tamb¨¦m ¨¦ um dos motivos.¡± ¡°O outro motivo ¨¦ a doen?a da av¨® Dias, n?o ¨¦? A mo?a que fva se chamava Francisca Carvalho, era uma boa amiga e parceira de neg¨®cios de Isabe, e conhecia muito bem. ¡°Fazer um Comprimidos de Beneficios do Cora??o que pode ser vendido por dez milh?es de reais e ainda salvar a av¨® Dias ¨¦ uma boa a??o, mas eu s¨® tenho uma nta. As Ervas para Beneficiar o Cora??o s?o muito eficazes no tratamento de doen?as cardiacas e s?o muito caras. O pre?o alto ¨¦ uma coisa, mas a nta ¨¦ especialmente rara, aparecendo em leil?es em quantidades muito limitadas. A ¨²nica nta que Francisca tinha era uma que tinhaprado por um pre?o alto de outra pessoa. Outras pessoas quepram ¡®Ervas para Beneficiar o Cora??o¡® geralmente s¨® estudam seus componentes e n?o conhecem seu verdadeiro valor eo transform¨¢s em um produto final que maximize sua efic¨¢cia. Mas Isabe era diferente. binava outras ervas as ¡®Ervas para Beneficiar o Cora??o para criar os ¡® Comprimidos de Benef¨ªcios do Cora??o. Essas pequenas pils eram a ¨²ltima esperan?a de vida para pacientes card¨ªacos condenados pelos m¨¦dicos! Eram disputad¨ªssimas assim que dispon¨ªveis. Para Francisca, as ¡®Ervas para Beneficiar o Cora??o¡® s¨® alcan?avam seu maior valor nas m?os de Isabe, sem serem desperdi?adas ou estragadas. Voc¨º est¨¢ pressa? Quer que eu leve pra voc¨º agora?¡± ¡°N?o precisa, daqui alguns dias eu vou at¨¦ voc¨º, estou morando num lugar mais perto da sua casa agora.¡± Isabe contou brevemente o que tinha acontecido. ¡°S¨¦rio? Voc¨º n?o ¨¦ filha biol¨®gica do Wilson Dias? Como uma hist¨®ria t?o dram¨¢tica aconteceu voc¨º¡­¡± Francisca n?o podia acreditar que o mundo tinha mudado tanto em poucos dias que n?o se encontraram, ¡°Se a fam¨ªlia Dias te tratou assim, por que voc¨º ainda quer salvar a av¨® Dias?¡± Text content ? N?velDrama.Org. Isabe falou calmamente, ¡° foi bondosaigo.¡± Desde pequena, enquanto Wilson Dias e Ynda estavam ocupados seus neg¨®cios, foi a av¨® Dias que criou . Agora que av¨® Dias estava bastante doente, Isabe n?o podia ignorar. A vida da v¨® Dias foi salva por voc¨º! At¨¦ hoje, o Wilson Dias pensa que dinheiro dele suado, reservando um quarto VIP no hospital e contratando uma enfermeira, seria suficiente para manter a v¨® Dias viva por tantos anos! Se n?o fosse por voc¨º, que in¨²meras vezes trouxe de volta do limiar da morte¡­ Ele teria uma m?e agora? O olhar de Isabe estava cada vez mais intenso e permaneceu em sil¨ºncio. Cap铆tulo 12 Cap¨ªtulo 12 Francisca continuou, dizendo: ¡°Se n?o fosse por voc¨º, aqu pequena oficina deles teria crescido tanto? Eles teriam se mudado de uma cidadezinha para uma metr¨®pole? Wilson D¨ªas seria o mais rico nas bordas da Cidade Ventoso se n?o fosse pelo teu apoio silencioso! Com o tino para neg¨®cios que ele tem, estaria sorte se n?o tivesse ido ¨¤ fal¨¦ncia!¡± ¡°¨¦ s¨® porque ele n?o tem o talento para neg¨®cios, causando problemas para voc¨º o tempo todo, te for?ando a limpar a sujeira dele. Na verdade, se fosse p suapet¨ºncia, a pessoa rica seria voc¨º e n?o ele!¡± ¡°E o pior ¨¦ que, por todos esses anos, voc¨º n?o guardou nada para si mesma¡­¡± ¡°Isso n?o ¨¦ nada.¡± Isabe respondeu de forma indiferente,o se n?o se importasse. ¡°Dinheiro, se voc¨º quiser ganhar, pode ganhar a qualquer momento.¡± ¡°Eu s¨®mento por voc¨º! Desde pequena, tergaram a vov¨®, e mal voltavam para casa!¡± ¡°Depois que encontraram Carlota Dias, te descartaram sem pensar duas vezes.¡± ¡°Eles n?o t¨ºm cora??o!¡± ¡°Chega, n?o vamos mais fr deles. Cuide para mim daqu quest?o da Ervas Cora??o, uma n?o ¨¦ suficiente.¡± Isabe mudou de assunto: ¡°Fique de olho nos leil?es que est?o por vir, qualquer novidade me avise.¡± ¡°Pode deixar.¡± Ap¨®s mais algumas pvras, s desligaram o telefone. Nesse momento, o celr de Isabe vibrou. Ao verificar, era uma mensagem de um de seus subordinados. ¡°Chefe! Pedido grande!¡± ¡°Um magnata eendou cem roupas, cem bolsas e cem pares de sapatos para a filha dele, exigindo entrega hoje.¡± ¡°Eu enviei todos os itens limitados em estoque! Agora o estoque est¨¢ vazio!¡± ¡°Quando voc¨º pode desenhar alguns esbo?os para mim novamente?¡± ¡°Urgente! Urgente! Urgente! ¨¦ uma quest?o importante, dizendo tr¨ºs vezes n?o ¨¦ suficiente!¡± ¡°OK, estou esperando por sua mensagem. Estou indo para a casa do rico agora, espero vero ¨¦ a filha dele. N?o seja muito feia para n?o estragar suas roupas¡­¡± Isabe ficou surpresa: ¡°Voc¨º mesmo vai entregar?¡± ¡°¨¦ um pedido t?o grande, ro que preciso de um servi?o atencioso! Voc¨º concorda, n?o ¨¦?¡± Depois de guardar o celr, Isabe ficou pensativa, que tipo de familia faz umapra dessas de uma s¨® vez, ser¨¢ que v?o abrir uma loja? Enquanto isso, uma luxuosa casa m¨®vel parou na entrada da mans?o. Alexandre aproximou¨Cse rapidamente e, todo respeito, abriu a porta do ve¨ªculo, curvando¨Cse e dizendo: ¡°Sra. Mariana, finalmente voltou de f¨¦rias? Com voc¨º aqui, a casa vai ficar cheia de alegria e risadas novamente.¡± Mariana Neves desceu, sua pele mais branca que a neve, corpo esguio e rosto encantador. Seu cabelo estava preso para tr¨¢s, revndo sua testa branca e linda, e seus olhos l¨ªmpidos demonstravam confian?a. Os empregadose?aram a levar sua bagagem para dentro, e Alexandre a seguia. ¡°Sra. Mariana estava ocupada o vestibr recentemente, n?o ousei iod¨¢. Agora que acabou, e voc¨º viajou suas amigas, finalmente tenho a chance de fr voc¨º¡­¡± Alexandre falou, baixando a voz propositalmente. ¡°O que foi?¡± Mariana Neves, que desde pequena tinha um rostoum, cresceu mimada e exva a aura de uma herdeira rica, at¨¦ sua voz carregava um tom de arrogancia e nobreza. estava usando um vestido fofo, v¨¢rias camadas que real?avam sua beleza e elegancia. Com bolsas de grife e joiasplementando seu visual, parecia uma flor rara cultivada muito dinheiro e produtos de beleza. ¡°Bem¡­¡± Alexandre n?o terminou de fr quando Mariana Neves notou que cerca de uma d¨²zia de estranhos havia chegado ao jardim. Eles penduravam roupas e bolsas lindissimas em in¨²meros cabides, organizando¨Cos rapidamente para levar para dentro da casa 1/2 V¨¢rios empregados estavam no jardim enchendo bal?es e pendurando luzes em forma de estr nas ¨¢rvores, at¨¦ mesmo a Cam estava por perto ajudando e dando instru??es. Cam poderia ser considerada a ¡°empregada exclusiva¡± da Mariana Neves. Desde pequena panhou seu crescimento, pois ap¨®s Nair Pires ter cinco filhos, quando chegou a vez de Mariana Neves, n?o tinha leite materno e nem energia suficiente. Ap¨®s o nascimento de Mariana Neves, foi Cam quem lhe deu a mamadeira e a embalou para dormir, sempre ao seudo. Nessa casa, Cam tinha apenas uma tarefa: servir bem a Sra. Mariana. Assim, Cam tinha um status um pouco mais elevado do que os outros empregados, e a r??o entre as duas era quaseo a de m?e e filha. Naquele momento, ao ver Cam, o rosto de Mariana Neves iluminou¨Cse um sorriso radiante. ¡°Cam!¡± ¡°Sra. Mariana est¨¢ de volta?¡± Cam viu a garota, seu sorriso n?o diminuiu, e se aproximou rapidamente. ¡°Finalmente te vejo! Esta garota, eu disse para n?o morar no dormit¨®rio da esc, olhe para voc¨º, s¨® um m¨ºs e j¨¢ emagreceu tanto!¡± ¡°Cam, voc¨º n?o emagreceu tamb¨¦m? Sentiu minha falta?¡± ¡°Essa menina!¡± Cam riu a brincadeira e a examinou novamente. ¡°Tudo bem, embora tenha emagrecido, est¨¢ ainda mais bonita!¡± Mariana Neves sorriu docemente, observando todos ao redor ocupados, ¡°Isso ¨¦ uma surpresa que meus pais prepararam para mim?¡± Ser¨¢ que eles queriam rpens¨¢ pelo esfor?o nos estudos para o vestibr? Ou talvez achassem que, ap¨®s o vestibr, j¨¢ era uma adulta e queriam fazer uma festa de debutante para ? Ou ainda, ser¨¢ que estavam celebrando antecipadamente sua prov¨¢vel admiss?o na Universidade Ventoso? De qualquer forma, essa demonstra??o de afeto a deixou feliz. Que garota n?o ama roupas, sapatos e bolsas bonitas, especialmente quando de repente lhe preparam tantos itens exclusivos e organizam um cen¨¢rio para . Com certeza, seus pais a mimavam mais que tudo! Embora tivesse cinco irm?os mais velhos, a aten??o que os pais lhe dedicavam n?o era menor que a dada a eles. Cam parecia um pouco constrangida oent¨¢rio. ¡°Vou l¨¢ ver.¡± A voz de Mariana Neves ainda carregava excita??o. Mas Cam a chamou rapidamente, ¡°Sra. Mariana, aqus coisas¡­ n?o s?o para voc¨º.¡± disse isso e olhou para Alexandre, ambos sinceramente n?o queriam magoar a garota que cresceuo uma princesa Mas Cam tinha mais autoridade para fr e tamb¨¦m era quem poderia dizer. ¡°Cam, eu sei, voc¨ºs certamente n?o esperavam que eu pegasse um avi?o minha amiga para voltar mais cedo, eu sei que voc¨ºs ainda n?o terminaram de arrumar tudo¡­ N?o tem problema, vou fingir que n?o vi nada, podem continuar, eu n?o vi nada.¡± ¡°Sra. Mariana¡­¡± Mariana Neves entrou feliz na casa. era a ¨²nica garota da fam¨ªlia, se aqueles presentes n?o eram para , ent?o seriam para seus irm?os? Com certeza seus pais queriam surpreend¨º, e essas empregadas n?o queriam estragar a surpresa, n?o era? Mariana Neves entrou no sal?o principal, onde dezenas de estandes estavam meticulosamente arranjados, cada vestido, cada bolsa parecia feito sob medida para ¡­ Mariana Neves passou pelos estandes, sentindo a felicidade se espalhar em seu cora??o. Cam abriu a boca para explicar, mas ao ver a express?o de pura felicidade no rosto de Mariana Neves, simplesmente n?o teve coragem de estourar sua bolha de ilus?es. No quarto, Isabe acabara de resolver alguns assuntos e estava prestes a descansar quando a porta foi batida. Text content ? N?velDrama.Org. 212 Cap铆tulo 13 Cap¨ªtulo 13 A voz respeitosa de Sra. Maria ecoou dodo de fora da porta: ¡°Senhorita, o senhor e a senhora a convidam para dar uma volta no jardim.¡± Isabe entendeu imediatamente que a surpresa estava pronta. fechou a porta e seguiu Maria obedientemente at¨¦ o jardim. Mal havia chegado ¨¤ entrada, quando de repente tudo escureceu diante de seus olhos. As luzes da mans?o inteira foram apagadas. Tr¨ºs segundos depois, as luzes se acenderam novamente, banhando o ambiente em um brilho encantador. ¡°Senhorita, por aqui, por favor¡°, Maria fez um gesto uma rever¨ºncia. Isabe entrou no jardim, onde lampadas em forma de estrs adornavam as ¨¢rvores, bal?es nas cores de macarons flutuavam pelo ar e fitas coloridas ca¨ªam do c¨¦u. Era essa a surpresa que haviam preparado para ? Desde pequena, Isabe nunca havia recebido uma surpresa preparada por Wilson Dias e Ynda, mas agora, podia sentir o quanto seus verdadeiros pais a valorizavam e mimavam. Dentro de casa, Mariana Neves viu a cena e ficou surpresa, sem entender por que ningu¨¦m a havia informado antes de liberar as fitas. Mas, no final das contas, aqu vis?o renderia milhares de curtidas nas redes sociais. estava prestes a tirar algumas fotos bonitas no jardim quando percebeu que seus pais a superaram, correndo animadamente em dire??o a , gritando: ¡°Querida filha!¡± Mariana Neves abaixou a cabe?a, envergonhada, um sorriso t¨ªmido nos l¨¢bios. Seus pais nunca haviam usado esse tom t?o carinhoso . Ser¨¢ que sentiam sua falta depois de tantos dias sem v¨º? Pensaram que estava no jardim e correram para l¨¢ para receb¨º alegria? O que eles n?o sabiam era que a filha predileta ainda estava dentro de casa! O rosto de Mariana Neves se iluminou um sorriso feliz enquanto se dirigia ao jardim. No entanto, viu seus pais abra?ando carinhosamente as m?os de uma menina. Conforme se aproximavam, Mariana Neves percebeu que a jovem estava vestida de maneira simples, mas tinha tra?os faciais excepcionais e um rosto delicado, que ¨¤ primeira vista, lembrava um pouco sua m?e. Uma brisa soprou, e os cabelos da garota dan?aram ao vento, exibindo uma beleza et¨¦rea,o uma fada celestial, pura e deslumbrante. Como poderia haver uma convidada assim em sua casa? Mariana Neves sentiu¨Cse confusa, percebendo que seus pais pareciam particrmente atenciosos . ¡°Isabe, o que achou da surpresa no jardim? Surpresa? Gostou?¡± Carlos Neves ainda estava fndo quando notou Mariana Neves parada ¨¤ sua frente. Ele hesitou por um momento: ¡°Mariana? Voc¨º n?o ia chegar s¨® amanh? ¨¤ tarde? Como chegou hoje?¡± Ao ouvir que a surpresa no jardim era para a garota, Mariana Neves ficou perplexa e e confusa, sem entender por que seus pais valorizavam tanto uma estranha. Maso havia convidados presentes, n?o mostrou nenhuma indec¨ºncia. Em vez disso, sorriu suavemente e disse: ¡°Papai, mam?e, eu peguei um avi?o antecipado da casa da minha amiga. Quem ¨¦ ?¡± Talvez Carlos Neves n?o esperasse que Mariana Neves aparecesse de repente, mas ele logo sorriu e disse: ¡°Chegou na hora certa, vamos apresentar. Esta ¨¦ Isabe, sua irm?!¡± Irm?? Que irm?? N?o seria uma parenta distante? A garota estava vestida modestamente e n?o parecia ser uma parente pr¨®xima. Todos os parentes pr¨®ximos de sua fam¨ªlia eram ricos e poderosos. Parentes distantes vestidos de maneira simpleso a garota provavelmente estavam ali para estabelecer r??es ou pedir dinheiro emprestado. Carlos Neves, ¨¦ ro, n?o tinha ideia do que estava pensando, e virou¨Cse para dizer: ¡°Isabe, esta ¨¦ Mariana, a Mariana Neves, sobre quem eu te falei! acabou de fazer o vestibr e est¨¢ de f¨¦rias. Vai ficar conosco por um tempo.¡± 1/2 Capitulo 13 Isabe tinha um olhar expressivo que parec¨ªapreender tudo. Educadamente, cumprimentou: ¡°Oi.¡± Embora chamasse carinhosamente de ¡°irm?¡°, no fundo n?o dava importancia para Isabe, considerando¨Ca apenas uma parente pobre. ¡°Sr. Carlos, Sra. Nair, as roupas e acess¨®rios que voc¨ºs eendaram j¨¢ chegaram, foram trazidos pessoalmente pelo respons¨¢vel da marca, est?o ali dentro.¡± ¡°Chegaram t?o r¨¢pido?¡± Nair Pires ficou euf¨®rica, segurando a m?o de Isabe, disse: ¡°Vamos l¨¢ dentro para voc¨º ver se gosta, Mariana, depois a mam?e precisa fr voc¨º.¡± Mariana Neves ficou atonita. Todas aqus roupas lindas e acess¨®rios eram para essa garota? Quem era afinal? Por que seus pais a valorizavam tanto? panhada por Carlos Neves e Nair Pires, Isabe caminhou at¨¦ o sal?o principal, onde o respons¨¢vel p marca j¨¢ a esperava, respeitosamente de p¨¦. ¡°Boa tarde, Sr. Carlos, Sra. Nair, sou David Torres, o respons¨¢vel p AIE. Podem me chamar de David. Essas roupas e acess¨®rios s?o as ¨²ltimas cria??es da Zaira, nossa fundadora. Soube que s?o para a senhorita?¡± ¡°Sim,¡± respondeu Nair Pires, olhando satisfeita para as pe?as, ¡°As novidades da Zaira realmente s?o excepcionais. Isabe, venha ver o que acha?¡± David Torres seguiu o olhar deles e seu sorriso congelou no rosto. A garota tinha um rosto delicado e atraente, olhos brilhantes e ros. O mais impressionante ¨¦ que era a cara da sua chefe!Text content ? N?velDrama.Org. David Torres ficou at?nito, observando Isabe repetidamente, da cabe?a aos p¨¦s, cada fio de cabelo, cada express?o era id¨ºntica ¨¤ da chefe! Como poderia ser¡­ Tr¨ºs anos atr¨¢s, a chefe havian?ado a AIE sob o pseud?nimo de ¡°Zaira¡°, desenhando pessoalmente cada pe?a. Com designs ¨²nicos e um caimento perfeito, cada pe?a era exclusiva¡­ e rapidamente ganhou fama entre socialites, herdeiras e estrs. Logo depois, a chefen?ou seus pr¨®prios designs de sapatos e bolsas¡­ chocando o mundo da moda. Suas cria??es ganharam v¨¢rios pr¨ºmios internacionais, e em apenas tr¨ºs anos, a AIE passou de uma marca pouco conhecida para uma marca de luxo internacional. Muitas grifes de luxo queriam recrutar Zaira ouprar a marca AIE, mas todas foram rejeitadas. ¡°Isabe, se tiver algo que n?o gostar, pode fr o David, ele ¨¦ o respons¨¢vel p marca,¡± disse Nair Pires, carinho. Como a fundadora da AIE nunca aparecia em p¨²blico, concentrada em criar, todas as quest?es externas eram gerenciadas por David. N?o era poss¨ªvel! Carlos Neves n?o sabia o que estava pensando. Ele se curvou respeitosamente e disse: ¡°Senhorita,o devemos cham¨¢?¡± ¡°Meu nome ¨¦ Isabe.¡± David percebeu o jeitoo arqueou a sobrancelha e a reconheceu p voz¡­ era sem d¨²vida a sua chefe! Quem poderia explicar o que estava acontecendo? Como a chefe poderia ser a filha do homem mais rico do pa¨ªs? J¨¢ sendo t?o rica, por que se preocupar em criar uma marca e ganhar mais dinheiro? Isso n?o deixava espa?o para os outros! Mas espere, a filha ¨²nica do homem mais rico do pa¨ªs n?o era Mariana Neves? Ser¨¢ que a chefe era uma filha ileg¨ªtima, daqus que se mant¨ºm escondidas? Mas se fosse para manter em segredo,o Sra. Maria permitiria que aparecesse nessa fam¨ªlia e ainda a tratasse tanto carinho?! 212 Cap铆tulo 14 Cap¨ªtulo 14 Isabe pensava que teria estoque suficiente para lidar meio ano, durante o qual n?o precisaria desenhar e projetar roupas, podendo dedicar esse tempo ¨¤ pesquisa de medicamentos e outros empreendimentos paralelos. No entanto, seus pais surpreendentementepraram todo o estoque d, inclusive algumas pe?as dos designs inicials que pareciam um pouco berrantes. ¡°Sra. Isabe, o seu nome e o do nosso fundador da marca s?o um tanto parecidos, ambos um ¡®be¡® no meio. Voc¨º por acaso conhece nosso chefe?¡± perguntou um funcion¨¢rio. ¡°N?o conhe?o.¡± Isabe negou firmemente, e David percebeu que os outros presentes ainda n?o sabiam a verdadeira identidade do chefe. ¡°Voc¨º ¨¦ realmente afortunada por ter pais que te amam tanto. Essas roupas, veja s¨®, s?o cria??es geniais do nosso fundador, feitas muita paix?o e esfor?o(na verdade ¨¦ graffiti aleat¨®rio¡­.). s v?obinar perfeitamente a sua estatura distinta!¡± ¡°Isabe, olha s¨® esse conjunto casual, vai ficar ¨®timo em voc¨º¡­¡± Carlos Neves apontou para um conjunto de roupas numa estante. ¡°As cria??es de Zaira s?o realmente ¨²nicas, olha s¨® essa saia.¡± Nair Pires experimentou a saia contra Isabe: ¡°Posso at¨¦ imaginaro voc¨º vai ficar linda !¡± ¡°Isabe, as meninas n?o adoram t¨ºnis brancos? O que voc¨º acha desse par?¡± Carlos Neves, entusiasmado, mostrou um par de t¨ºnis brancos para Isabe. ¡°E essa bolsa de ombro?¡± disse Nair Pires, pegando uma bolsa: ¡°Parece que foi feita sob medida para voc¨º¡­ vai ficar perfeita!¡±N?velDrama.Org: text ? owner. Isabe, seus olhos brilhando, emanava uma elegancia ¨²nica enquanto ouvia a conversa deles. j¨¢ era extraordin¨¢ria por si s¨®, olhos brilhantes e uma mistura ¨²nica de frieza e docilidade em sua postura. Aodo, Mariana Neves estava p¨¢lida, uma express?o que ia al¨¦m do choque¡­ n?o podia acreditar no que estava ouvindo! O que estava acontecendo? Por que seus pais estavam tratando essa garotao filha e ainda lhe dando tantos presentes exclusivos da AIE¡­ Observando os outros ao redor da garota, t?o atenciosos, um sentimento de panico se instalou, deixando¨Ca perturbada e ansiosa. O que teria acontecido durante o m¨ºs em que estivera hospedada na esc? ¡°Tudo est¨¢ no seu tamanho, se n?o gostar, papai pode mandar fazer mais!¡± disse Carlos Neves adora??o a Isabe. ¡°N?o precisa,¡± disse Isabe uma voz doce e gentil, ¡°est¨¢ tudo ¨®timo.¡± David percebeu um leve descontentamento na voz do chefe¡­ N?o havia o que fazer, afinal, eram os primeiros trabalhos do chefe, que originalmente tinham sido criados para durar um ano ou mais¡­ E agora, de alguma forma, haviam retornado ¨¤s m?os do chefe. ¡°Quanto custa tudo isso? De repente, Isabe direcionou seu olhar para David. David gaguejou por um momento, antes de responder: ¡°Estas s?o as mais recentes obras¨Cprimas da nossa fundadora, a b e talentosa Zaira. At¨¦ o item mais barato custa trezentos mil.¡± Isabe: ¡°Como todos sabem, a maioria das cria??es da nossa fundadora, que une beleza e talento, custa entre quinhentos e oitocentos mil. As verdadeiras pe?as de luxoe?am em um milh?o.¡± ro, tudo que Carlos Neves eendou para sua filha era do mais alto padr?o, pre?os a partir de um milh?o. ¨¤ primeira vista, tudo era de qualidade suprema. A diferen?a entre um produto de luxo e umum residia na quantidade de tempo que o chefe dedicava ao desenho¡­ E David sabia que o chefe conseguia produzir centenas de esbo?os em apenas uma noite¡­ Os manuscritos de luxo talvez custem apenas alguns minutos a mais do que osuns¡­ 1/3 14.36 ¡°Ent?o, quanto ¨¦ o total?¡± Isabe aqueou uma sobrancelha,n?ando um olhar significativo para David. David, confuso e um tanto inquieto, respondeu: ¡°A AIE cobrou um total de trezentos e oitenta e oito milh?es e oitocentos e oitenta e oito mil reais do Sr. Lima.¡± Isabe n?o esperava que no primeiro dia de reconhecimento de seus pais biol¨®gicos, j¨¢ teria ganhado tanto dinheiro deles e sentiu um peso na consci¨ºncia: ¡°¨¦ bem caro, hein?¡± ¡°Que nada, que nada!¡± David se apressou em explicar, ¡°A AIE n?o busca quantidade, s¨® se importa com a qualidade. Produzimos em edi??o limitada, cada pe?a ¨¦ um sucesso garantido! Vestindo nossas roupas, voc¨º ser¨¢ a fada mais b entre as pessoas!¡± ¡°Realmente n?o ¨¦ barato.¡± Isabe enfatizou um pouco mais, seu olhar impondo uma certa press?o. Percebendo o olhar sugestivo da chefe e juntando suas pvras, David mais ou menos entendeu, ¡°Sim, est¨¢ um pouco caro. Que tal, considerando que o Sr. Lima fez uma eenda t?o grande de uma s¨® vez, darmos um desconto de 10%?¡± Isabe saboreou suas pvras: ¡°10% de desconto?¡± ¡°Ou¡­ 20%¡­?¡± David estava incerto, vendo que a chefe parecia n?o muito satisfeita, ele rapidamente alterou a oferta, ¡°Que tal 30%? N?o podemos fazer por menos que isso!¡± Menos do que isso e a marca perderia seu valor! Todos ao redor ficaram at?nitos, uma marca de primeira linha dando desconto na cara dura? E um desconto t?o grande? Carlos Neves e Nair Pires n?o esperavam que a filha fosse t?o boa em pechinchar, era demais para seus cora??es! ¡°Vamos arredondar para duzentos e setenta milh?es e esquecer o troco!¡± David decidiu, ¡°Daqui a pouco eu transfiro o excedente de volta para a conta do Senhor Lima.¡± Carlos Neves pensou que a filha estava preocupada o dinheiro gasto e disse apressadamente, ¡°N?o precisa devolver, Isabe, seu pai tem dinheiro paraprar! Voc¨º n?o deve se sentir culpada.¡± ¡°N?o d¨¢.¡± Isabe disse de forma direta, ¡°Mesmo dinheiro, n?o se pode desperdi?ar. Que tal devolvermos metade das roupas?¡± Assim, ainda poderia vender para outras pessoas e ganhar mais dinheiro. ¡°Isso n?o pode ser!¡± Carlos Neves disse rapidamente: ¡°Melhor assim, David, voc¨º transfere o dinheiro de volta para a conta da minha filha, que conseguiu o desconto, ¨¦ justo que fique ele! Isabe, d¨º o n¨²mero da sua conta para ele, pense nissoo uma mesada que seu pai e sua m?e est?o dando para voc¨º.¡± Uma mesada de cento e dezoito milh?es e oitocentos e oitenta e oito mil reais¡­ David ficou impressionado a situa??o. Todos ao redor estavam inveja. Mariana Neves n?o esperava que seus pais fossem t?o generosos, dando tanto dinheiro assimo se nada fosse¡­ Vendo¨Ca vacr um passo para tr¨¢s, Cam rapidamente se adiantou para ampar¨¢, sussurrando em lembrete, ¡°Senhorita, controle¨Cse.¡± A verdade era cruel, mas as coisas ainda n?o tinham chegado ao pior¡­ Mariana Neves viu seus pais tratando a nova garota um carinho e uma ternura que nunca antes demonstraram a . foipletamente ignorada! A garota sempre tinha um ar de frieza, que mesmo diante dos pais, era apenas ligeiramente contido, mas a indom¨¢vel selvageria que emanava de seus ossos,o um lobo que n?o pode ser domado. Era evidente que n?o era uma boa menina. Como poderia haver um lobo no meio das ovelhas? Este lugar ramente n?o era para ! e tudo aqui erampletamente ipat¨ªveis! ¡°Pai, m?e, ¨¦¡­¡± Mariana Neves tentou se acalmar e perguntou um sorriso for?ado. Carlos Neves e Nair Pires finalmente perceberam a presen?a de sua filha adotiva. Nair Pires deu ordens, ¡°Algu¨¦m leve essas coisas para o camarim da sexta senhorita¡­¡± O t¨ªtulo de ¡°Sexta Senhorita¡± fez Mariana Neves se sentir novamente amea?ada. 2/3 14:36 Capitulo 14 Afinal, era a sexta em casa¡­ Como que, do nada, surgiu mais uma pessoa? 3/3 Cap铆tulo 15 Cap¨ªtulo 15 ¡°David, hoje voc¨º se deu ao trabalho de vir pessoalmente,¡± agradeceu Nair, virando¨Cse em seguida. ¡°Alexandre, por favor, trate nosso convidado aten??o.¡± ¡°Com certeza, Sr. Torres, por favor, venhaigo.¡± David Torres sabia que a fam¨ªlia tinha assuntos pendentes a discutir. Trocou um olhar Isabe e, ap¨®s algumas pvras de cortesia, seguiu Alexandre. ¡°Vamos sentar e conversar.¡± Nair Pires segurou a m?o de Isabe e chamou Mariana Neves para se sentar. Para Mariana Neves, assistir a essa cena erao ter um espinho cravado no cora??o. ¡°Mariana, deixe¨Cme apresent¨¢ novamente. Esta ¨¦ Isabe Neves, a filha que eu e seu pai deixamos para tr¨¢s.¡± Ao ouvir isso, Mariana sentiuo se fosse atingida por um raio. sempre pensou que a garota era uma parente distante vinda para pedir dinheiro, mas descobriu que era a pr¨®pria filha de seus pais¡­ N?o ¨¦ de se admirar que eles a tratassem t?o bem! ¡°A hist¨®ria ¨¦ a seguinte. Naquele ano, eu e seu pai passamos por uma pequena cidade. Minha bolsa estourou, e n?o tivemos escolha a n?o ser procurar a maternidade mais pr¨®xima para o parto.¡± Nair Pires percorreu as mem¨®rias daquele dia. ¡± N?velDrama.Org: text ? owner. ¡°A maternidade que encontramos n?o tinha quartos individuais dispon¨ªveis, ent?o a enfermeira me colocou temporariamente em um quarto triplo, onde havia mais duas mulheres gr¨¢vidas.¡± ¡°No meio da noite, por algum motivo, o posto de sa¨²de pegou fogo.¡± ¡°Com a fuma?a, era imposs¨ªvel ver a dire??o¡­¡± ¡°Na confus?o, peguei uma crian?a, pensando que era Isabe¡­¡± ¡°Na verdade, voc¨º era filha de outra mulher gr¨¢vida. N?o ¨¦ meu sangue e o de seu pai.¡± ¡°Foi um engano.¡± Essas pvras desmoronaram as ¨²ltimas defesas de Mariana Neves. n?o podia acreditar que n?o tinha?os de sangue a fam¨ªlia Neves! ¡°Isabe foi levada p fam¨ªlia Dias, a crian?a da fam¨ªlia Dias foi adotada por uma faxineira, e voc¨º veio para a fam¨ªlia Neves¡­ Se n?o fosse um an¨²ncio de busca por parentes que vi por acaso na inte outro dia, nunca ter¨ªamos sabido que as fam¨ªlias trocaram as crian?as!¡± Mariana estava at?nita. ¡°Quanto ¨¤ sua m?e biol¨®gica¡­¡± Nair Pires hesitou, mas decidiu contar a verdade. ¡°Investigamos e descobrimos que n?o sobreviveu ao inc¨ºndio ap¨®s um sangramento p¨®s¨Cparto.¡± O qu¨º??? Sua m?e biol¨®gica havia morrido na noite em que nasceu? Mariana ficou p¨¢lida, incapaz de acreditar no que estava ouvindo. ¡°Seu pai biol¨®gico desapareceu sem deixar rastros.¡± Nair Pires disse, olhando para Isabe, fndo com benevol¨ºncia, ¡°Conversamos Isabe e decidimos deix¨¢ continuar a morar aqui. De agora em diante, ¨¦ sua irm?, e voc¨º deve se dar bem , entenderam?¡± ¡°Devemos muito ¨¤ Isabe por todos esses anos, faremos tudo ao nosso alcance parapens¨¢. Embora voc¨º n?o seja nossa filha de sangue, sempre a consideramoso tal. De agora em diante, voc¨ºs devem se dar bem, respeitar uma ¨¤ outra, passar mais tempo juntas, entende?¡± Quvindo as pvras tendenciosas de seus pais, Mariana Neves n?o podia aceitar! Desde quando uma irm? mais nova tinha que cuidar da mais velha? sempre se orgulhara de sua origem, um pai que era um magnata nacional, uma m?e famosa por sua beleza, e cinco irm?os bem¨Csucedidos em suas carreiras. 1/3 ps a manavamoradavam e bajvam¡­ Quando for que chegou a hora de mimai, agradar e bajr os outros? tanta Marta avaliou Que o estou decidiu agir dignidade. Essa noticia ¨¦ muito repentina para mim, seria anos nester, um dia, meus queridos pais me disseram, suas pr¨®prias pvras, que eu n?o era sua filha Atasan As abaixo suas ngas pestanas, parecendo perdida e triste, despertando uma imensa compaix?o. Quem dia que minha m?e biol¨®gica morreu no fogo no dia em que nasci, e ineu pai biol¨®gico desapareceu sem deixar rastros, A Neves mal terminou de fr e as l¨¢grimase?aram a cair, incontrol¨¢veis. AnugaNias a m?o, contrndo o amargo, o arrependimento e a tristeza precis?o. Pais, sou grata por me acolherem e permitirem que eu fique nesta casa, estou satisfeita. Fiquem tranquilos, daqui para frente, you me dar bem a minha irm?!¡± Soa express?o era sincera, e seus olhos,vados ps l¨¢grimas, brilhavam honestidade. Mas Isabe, que cresceu na familia Dias, estava acostumada a todo tipo de pessoas extraordin¨¢rias e, um s¨® olhar, percebeu que Mariana Neves fva contra sua vontade. m?, seja bem¨Cvinda de volta ¨¤ nossa casa, Mariana Neves abriu os bra?os, querendo encenar um momento de afeto entre irm¨¢s Mas, diante do olhar esperan?oso dos pais, Isabe respondeu friamente, ¡°Entendi, a inten??o ¨¦ o que conta, mas vamos deixar o abra?o para Mariana Neves ficou paralisada. ¡°N?o gosto muito de contato fisico, me desculpe. Isabe sempre foi reservada, e essa rea??o, para Mariana Neves, parecia um desdem intencional, uma forma de embara?¨¢ e rebaix¨¢! ¡°Isabe ¨¦ um pouco distante noe?o, mas vai melhorar o tempo. Agora somos uma familia, Mariana, n?o precisa ser formal¡± Ao ouvir isso, Mariana Neves corou e empalideceu, mas finalmente respondeu submiss?o, ¡°Tudo bem.¡± ¡°Chega de fr disso, vamos jantar!¡± Nair Pires olhou o rel¨®gio. ¡°Isabe, voc¨º deve estar fome, n?o ¨¦? Ficamos conversando e esquecemos do jantar!¡± ¡°O jantar de hoje foi feito por mim e sua m?e, experimenta e v¨º se est¨¢ bom?¡± Carlos Neves disse a Isabe um sorriso. ¡°Se tiver algo que n?o goste, nos avise para que possamos ajustar.¡± A mesa estava cheia de pratos deliciosos, feitos ps m?os de Carlos Neves e Nair Pires¡­ Mariana Neves sentiu uma pontada de ci¨²me. Afinal, na casa havia quatro cozinheiros, n?o havia necessidade de Carlos Neves e Nair Pires cozinharem pessoalmente. Mas hoje, eles fizeram uma exce??o por Isabe! Carlos Neves e Nair Pires serviam Isabe sem parar, e logo o prato e a tig d estavam cheios. Embora tamb¨¦m servissem Mariana Neves, era evidente que Isabe recebia mais aten??o. Isso tornou aida sem gosto para Mariana. ¡°Isabe, voc¨º sofreu nesses anos! Beba mais sopa, para fortalecer o corpo.¡± ¡°Coma mais carne tamb¨¦m, olhao est¨¢ magra¡­¡± Cam, assistindo dedo, sentiu pena de Sra. Mariana ser negligenciada. Felizmente, Isabe subiu ap¨®s o jantar sem demorar, dando a Mariana Neves a chance de conversar com os pais. Depois de dar voltas por um tempo, perguntou cautelosamente: ¡°Pai, m?e,o voc¨ºs viram o an¨²ncio de busca online e decidiram que Isabe ¨¨ realmente a filha de voc¨ºs? Houve algum objeto pessoalo prova?¡± O que queria dizer era, e se fosse uma impostora? Capitulo 15 Afinal, quem n?o gostaria de ser fi do homem mais rico do pais¡­ N?o se pode confirmar um parentesco s¨® por uma semelhan?a fisica, certo? Carlos Neves ficou momentaneamente surpreso a pergunta, mas rapidamente explicou sorrindo: ¡°N?o h¨¢ objeto pessoal, apenas vimos que a experi¨ºncia da noite do nascimento de Isabe era id¨ºntica ¨¤ nossa mem¨®ria daqu noite.¡± 2/2 Capitulo 16 Cap铆tulo 16 Cap¨ªtulo 16 Todas as situa??es ocorreram no mesmo hospital, os mesmos n¨²meros de quartos. Ap¨®s o inc¨ºndio no hospital, houve confus?o e os beb¨ºs foram trocados. Mariana Neves pensava consigo: ¨¦ assim mesmo? Carlos Neves continuou: ¡°A outra familia mandou um fio de cabelo da Isabe, e fizemos um teste de DNA que deu 99,9% depatibilidade! Quando se encontraram, sua irm? e sua m?e eram t?o parecidas que mais pareciam ter sido esculpidas no mesmo molde¡­¡­ Era incrivel! Ouvindo isso, o cora??o de Mariana Neves gelou, mas ainda n?o estavapletamente convencida, ¡°Eo voc¨ºs souberam que eu n?o sou a filha biol¨®gica de voc¨ºs?¡± ¡°Fizemos um teste de paternidade a Isabe, e depois pegamos um fio do seu cabelo para comparar¡­ Ou seja, Mariana Neves realmente n?o era filha de sangue da fam¨ªlia Neves. A ¨²ltima centelha de esperan?a no cora??o de Mariana Neves se apagoupletamente! ¡°Mariana, mesmo que voc¨º n?o seja minha filha e do seu pai de verdade, ao longo desses anos, n¨®s te amamoso se fosse nossa pr¨®pria filha¡­¡± Embora o olhar de Nair Pires para fosse t?o carinhoso quanto sempre. Mas Mariana Neves sabia melhor do que ningu¨¦m que algumas coisas haviam mudado! Se pudesse ser para sempre a filha verdadeira do homem mais rico do pa¨ªs¡­ Agora, o retorno de Isabe, era no m¨¢ximo uma filha adotiva sem?os de sangue a fam¨ªlia Neves! Para ser franca, uma estranha! Seu olhar se ofuscou por alguns segundos, e instintivamente abra?ou Nair Pires, ¡°M?e, eu amo voc¨º e o papai¡­ Vou honr¨¢¨Clos por toda a minha vida.¡± N?velDrama.Org owns all ? content. Depois de um tempo aconchegante os pais, Mariana Neves subiu para o segundo andar e de repente notou que toda a configura??o do andar havia mudado! O amplo segundo andar estavapletamente renovado, obviamente tinha sido redecorado, cada quarto seu pr¨®prio estilo¡­ Mariana Neves agarrou uma das empregadas e perguntou, ¡°O que aconteceu esses quartos?¡± O senhor e a senhora contrataram um famoso designer internacional, Ken, para fazer o projeto e trouxeram a melhor equipe para a reforma. Demoliram tudo no segundo andar, exceto o seu quarto. Como n?o tinham certeza do que a senhorita mais lova gostaria, decoraram cada quarto um estilo diferente.¡± A express?o de Mariana Neves se alterou um pouco. Mas¡­¡± A empregada olhou ao redor para garantir que n?o havia ningu¨¦m por perto e sussurrou, ¡°a senhorita mais nova cresceu im uma fam¨ªlia simples, acabou escolhendo o quarto mais modesto¡­¡± Juvindo a empregada, Mariana Neves se sentiu um pouco melhor. Lempregada olhou ao redor mais uma vez e disse baixinho: ¡°Essa mo?a, crescida longe dos holofotes, provavelmente nunca viu ima pintura famosa. O ¡®Almo?o do Pastor¡®, uma obra t?o valiosa, deveria estar na s para todos admirarem, mas pediu ara levar para o sal?o de ch¨¢!¡± Mariana Neves ficou surpresa: ¡° se importa essas coisas triviais?¡± Parece que o senhor e a senhora d?o muito valor a , s?o muito obedientes ¨¤s suas vontades, e realmente a levaram para o al?o de ch¨¢ Hoje o senhor e a senhora cozinharam pessoalmente e aindapraram tantas roupas, sapatos e bolsas lindas para .¡± E deram a uma mesada de mais de um bilh?o¡­¡± ?ob os longos c¨ªlios de Mariana Neves, um par de olhos cheios de turbul¨ºncia se escondia. Sra. Mariana, sua licen?a para uma f ousada, se voc¨º escolher estudar no exterior para a universidade, talvez sua osi??o na fam¨ªlia possa estar em perigo¡­¡± a empregada disse corajosamente. Mariana Neves sabia muito bem sobre sua situa??o: ¡°Sim, eu entendi, pode se retirar se n?o houver mais nada.¡± Est¨¢ bem.¡± Espere, voc¨º ¨¦ a Z¨¦lia, certo?¡± Mariana Neves de repente a chamou, tirou a pulseira de diamantes do pulso e a entregou: ¡°Ouvi dizer que algu¨¦m da sua fam¨ªlia est¨¢ no hospital. Talvez voc¨º possa precisar disto.¡± Obrigada, Sra. Mariana!¡± Z¨¦lia revelou sua lealdade de uma s¨® vez, ¡°Eu s¨® tenho olhos para seguir a Sra. Mariana daqui para frente.¡± era bastante esperta. Mariana Neves acenou a m?o para que se retirasse, enquanto uma ideiae?ava a se formar em sua mente. Embora Isabe fosse seu sangue do seu sangue, os anos de conviv¨ºncia di¨¢ria Carlos Neves e Nair Pires tinham criado?os muito mais fortes do que Isabe! Na frente do quarto 306 do Hospital Ventoso, um homem empurrou a porta e entrou. Ele tinha olhos negros e limpidos, um rosto finamente esculpido e exva uma nobreza que ningu¨¦m poderia igur. O idoso na cama moveu ligeiramente os dedos,o se sentisse a presen?a do rec¨¦m¨Cchegado, e lentamente abriu os olhos. Ao ver que era seuo C¨¦lio, o olhar do velho se suavizou e uma voz fraca falou: ¡°Seu moleque danado¡­¡± C¨¦lio mal abriu os l¨¢bios: ¡°Acordou?¡± ¡°Onde estou?¡± O idoso lutou para abrir os olhos e observar o ambiente: ¡°O que aconteceuigo?¡± Por que tudo d tanto e fr era t?o dif¨ªcil? Celio sorriu levemente. ¡°N?o estava fazendo greve de fome?¡± Recusar¨Cse aer e a tomar rem¨¦dios, insistindo at¨¦ quase encontrar o Senhor da Morte. Com o lembrete doo, o idosoe?ou a se recordar, parecia que realmente tinha feito isso. Ele tentou mudar de posi??o, mas a dor era insuport¨¢vel, ¡°Ai, ai, d¨®i, d¨®i¡­¡± Longe de ajudar, C¨¦lio acrescentou, ¡°J¨¢ ¨¦ uma sorte estar vivo.¡± Essa pequena dor era merecida, quem mandou fazer escandalo? ¡°Voc¨º, seu moleque, acabei de acordar, voc¨º n?o pode ser um pouco mais gentil?¡± O idosomentou: ¡°¨¦ tudo culpa sua, quanto tempo faz que voc¨º n?o vem me ver¡­¡± Se n?o tivesse se recusado aer e tomar rem¨¦dios, provocando uma opera??o t?o grande, oo certamente n?o teria tempo para visit¨¢¨Clo. ¡°Quem mandou voc¨º perturbar?¡°Sempre que ele vinha visitar, o idosoe?ava a fr sobre Mariana Neves, a filha da fam¨ªlia Neves, e o casamento arranjado de anos atr¨¢s¡­ ¡°Voc¨º¡­ hmm, eu n?o ligo!¡± O idoso virou a cabe?a raiva. ¡°J¨¢ estou assim, talvez morra a qualquer momento. Amanh? voc¨º precisa trazer sua noiva para me ver!¡± C¨¦lio pronunciou cada pvra ¨ºnfase: ¡°Eu n?o tenho noiva.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ tentando me matar!¡± O idoso n?o p?de deixar de ficar raiva. ¡°As fam¨ªlias Franco e Neves t¨ºm umpromisso, voc¨º e Mariana Neves devem se casar! Caso contr¨¢rio,o eu vou encarar a fam¨ªlia Neves?¡± ¡°O acordo foi feito por voc¨º.¡± A voz de C¨¦lio estava fria: ¡°E ¨¦ problema seu resolv¨º¨Clo.¡± ¡°Voc¨º, seu moleque¡­ Ai, meu cora??o¡­¡± O idoso de repente segurou o peito, uma express?o de dor intensa. Vicente, chame o m¨¦dico.¡± Quando C¨¦lio terminou de fr, o idoso imediatamente fez um gesto a m?o, ¡°N?o precisa! J¨¢ avisei, se amanh? voc¨ºs dois n?o aparecerem juntos, pode esquecer que tem um av?! Se eu viver ou morrer, tamb¨¦m n?o ser¨¢ mais da sua conta!¡± Vicente, vendo que o av? eo estavam em desacordo novamente, apressou¨Cse em mediar, ¡°Vamos l¨¢, Sr. Franco, se acalme, o Sr. C¨¦lio s¨® tem estado muito ocupado¡­¡± ¡°Voc¨º, seu solteir?o, digo a voc¨ºs, ocupados o trabalho, podem pelo menos arranjar um tempo para considerar assuntos importantes da vida?¡± ¡°Eu, isso¡­¡± Como ele foi arrastado para a conversa? Como ele virou um ¡°solteir?o¡°? Ele apenas amava seu trabalho! 212 Cap铆tulo 17 Cap¨ªtulo 17 ¡°Voc¨º tamb¨¦m deveria arranjar uma namorada logo, pra mostrar a certas pessoaso a vida pode ser feliz algu¨¦m ao seudo!¡± O velho disse segundas inten??es. C¨¦lio abriu o caf¨¦ da manh? que trouxera e o colocou diante dele. ¡°O Vicente tem uma namorada, voc¨º vai fazer o trabalho dele?¡± ¡°Eu fa?o!¡± Para a surpresa de todos, o velhote aceitou de prontid?o, e Vicente estava quase se sentindo tocado. ¡°Eu fa?o, ¨¦ ro que n?o! Mas, Vicente, se voc¨º arranjar uma namorada, eu prometo que esse rapaz vai te dar folga, pelo menos nos fins de semana voc¨º n?o precisar¨¢ fazer hora extra! E ainda vou te dar um bom bonus! Vamos contratar mais gente pra dividir o seu trabalho!¡± Ao ouvir isso, Vicente ficou profundamente emocionado! ¡°Principalmente o seu sal¨¢rio, que precisa ser aumentado!¡± ¡°Isso mesmo, isso mesmo! Veja s¨® o nivel de consci¨ºncia do Vicente! S¨® voc¨º que ¨¦ cabe?a dura!¡± Enquanto elogiava um, o velho n?o perdia a chance de criticar seu pr¨®prioo. Vicente estava saboreando os elogios¡­ ¡°Vicente, tem um projeto na ¨¢frica que est¨¢ precisando de algu¨¦m.¡± Ao ouvir isso, Vicente ficou ansioso: ¡°Sr. C¨¦lio, o que eu quis dizer ¨¦¡­¡± ¡°Arrume suas coisas, voc¨º parte amanh?.¡± ¡°Sr. C¨¦lio???¡± Vicenten?ou um olhar suplicante para o velho. Espertoo sempre, o velho interveio habilmente, ¡°Vicente, eu quero que voc¨º venha at¨¦ aqui todas as tardes depois do trabalho pra bater um papoigo e espantar o t¨¦dio!¡± ¡°Sr. C¨¦lio, veja bem¡­ o velho disse¡­ Foi quando a ma?a da porta girou e algu¨¦m entrou sorrateiramente. ¡°Sr. Mauro, sou eu.¡± Lisa Gomes entrou embara?ada e, ao perceber outras pessoas, rapidamente tentou arrumar sua apar¨ºncia, ¡°Sr. C¨¦lio, Assistente Vicente, t?o cedo e voc¨ºs j¨¢ est?o aqui?¡± Ainda n?o eram oito da manh?, uma hora em que visitas eram proibidas¡­ Lisa Gomes deve ter usado seu antigo crach¨¢ de trabalho para entrar, passando p escada de inc¨ºndio e evitando as cameras de seguran?a¡­ ¡°Quem te deu permiss?o para vir?¡± C¨¦lio havia poupado na v¨¦spera, considera??o pelo diretor do hospital, Mas , ousada, entrou sem permiss?o no quarto. ¡°Sr. Mauro, Sr. C¨¦lio, por favor, me deem mais uma chance!¡± Lisa Gomes de repente se ajoelhou, ¡°Eu realmente n?o quero deixar essa profiss?o, imploro, deixem¨Cme voltar a trabalhar neste hospital¡­ Sr. Mauro, por favor, lembre¨Cse de quando eu lhe dei conselhos para a sua condi??o de sa¨²de, lembre¨C se de quando eu era sua m¨¦dica¡­¡± N?o tinha m¨¦rito, mas ao menos tinha esfor?o e cansa?o! ¡°Voc¨º foi expulsa da profiss?o?¡± Sr. Mauro perguntou a Vicente. ¡°Sim, ontem sua condi??o piorou, e n?o agiu prontamente. Em vez disso, quis acabar sua vida mais cedo, m¨¢s inten??es. A Dra. Isabe, que operou voc¨º ontem, disse que n?o merece ser m¨¦dica! Pedro, ao saber de suas a??es, a expulsou da profiss?o.¡± Vicente olhou para a mulher de cora??o frio sem dar a menor chance de defesa. ¡°Essa garota s¨® queria me prejudicar, queria me difamar na frente do diretor! Sr. Mauro, eu sou inocente, sempre cuidei da sua sa¨²de dedica??o, voc¨º deve se lembrar¡­¡± Lisa Gomes nem terminou de fr quando os olhos escuros de C¨¦lio se aprofundaram, e ele emanou uma aura de desagrado. Vicente n?o podia acreditar que, mesmo nesta situa??o, a mulher ainda tentava distorcer os fatos e jogar sujeira em Dra. Isabe. achava que eles eram cegos ontem? N?o viram a verdade? ¡°Sra Gomes, eu te aconselho a pensar antes de fr e agir!¡± Vicente franzia a testa enquanto advertia. 10 Ontern, tinha defendido o uso de sedativos e calmantes! E agora era quem estava virando as coisas de cabe?a para baixo! Sra. Isabe era a salvadora do velho senhor, e ainda a chamavam de moleca insolente¡­ Todos da fam¨ªlia Gomes, de agora em diante, est?o proibidos de entrar em Cidade Ventoso, disse o velho senhor de repente. deitado em sua cama de enfermo: ¡°expulsem¨Cna.¡± Lisa Gomes tinha ido l¨¢ para pedir clem¨ºncia, mas nunca imaginou que acabar¨ªa prejudicando toda a sua familia. ¡°Sr. Mauro onde foi que eu falhei para o senhor ficar t?o bravo? Ser¨¢ por causa daquele pequeno mal¨Centendido de ontern?¡± rapidamente agarrou¨Cse aos p¨¦s da cama, recusando¨Cse a sair. ¡°Sr. Mauro, por favor, ou?a minha explica??o¡­ ¡°Hmpf!¡± Sr. Mauro estava t?o furioso que sua barba parecia que iria saltar do rosto: ¡°Voc¨º n?o tem o direito de frigo ¡°Sr. Mauro, se hoje o senhor n?o puder ser misericordioso, a ¨²nica op??o que me resta ¨¦ morrer aqu¨ª mesmo!¡± ¡°Ent?o morra.¡± Sr. Mauro n?o se importava nem um pouco a vida ou morte d: ¡°Vicente, d¨¦ o punhal para Vicente pegou uma faca de frutas que estava sobre a mesa e an?ou aos p¨¦s d. Com um barulho met¨¢lico, Lisa Gomes estremeceu. s¨® queria assustar o anci?o, nunca teve a inten??o de realmente tirar a pr¨®pria vida. ¡°Senhor¡­¡± Vendo que o patriarca era intransigente, Lisa Gomes n?o pode fazer nada al¨¦m de chorar, ¡°Minha familia ¨¦ pobre, sou filha ¨²nica e sempre fui a esperan?a de todos em casa. Meu sonho sempre foi ser uma m¨¦dica que salvasse vidas¡­ ¡°Que qualifica??o voc¨º tem para ser m¨¦dica?¡± O velho Mauro estava enfurecido. ¡°N?o finja que n?o ouvi suas conversas de ontem s¨® porque eu estava deitado na cama! Voc¨º rendou o Sedador Card¨ªaco e o Rxante Card¨ªaco, mesmo quando a garota disse que, se administrados, certamente causariam a morte. Voc¨º ainda insistiu nisso!¡± ¡°Eu, eu¡­¡± Lisa Gomes n?o esperava que o velho senhor tivesse ouvido a conversa do dia anterior e ficou at¨®nita por alguns segundos, sem saber o que dizer. ¡°A mo?a disse que, depois do sedativo e do calmante, s¨® teria meia hora de lucidez,o o brilho derradeiro antes da morte!¡± ¡°Se n?o fosse por sorte, aqu jovem n?o tivesse passado por aqui e operado em mim, eu j¨¢ estaria morto! E voc¨º n?o teria a quem implorar!¡± ¡°Expuls¨¢ desta profiss?o e mandar toda a sua fam¨ªlia embora de Cidade Ventoso ¨¦ o m¨ªnimo, considerando a face do velho diretor do hospital. N?o me provoquem!¡± ¡°A mo?a estava certa, te chamar de ipetente ¨¦ at¨¦ elogio! Voc¨º ¨¦ pior que uma garota de quinze anos!¡± Lisa Gomes ficou p¨¢lida, uma express?o extremamente feia, ¡°Sr. Mauro¡­¡± ¡°Vicente, aquele m¨¦dico que ontem concordou sobre o sedativo e o calmante, e at¨¦ tentou colocar a culpa na mo?a, demita¨Cos todos! Eles n?o merecem ser m¨¦dicos!¡± Sr. Mauro disse isso e olhou para as pessoas aodo da cama, ¡°Ainda est¨¢ aqui? Quer que eu a expulse?¡± ¡°Senhor, o senhor ainda est¨¢ se recuperando, tente n?o se agitar¡­ Sra. Lisa, ser¨¢ que n?o entende o que as pessoas dizem?¡± Vicente perguntou uma voz fria. Lisa Gomes percebeu que n?o havia mais esperan?a, murmurou um pedido de desculpas e saiu de forma humilhante. Ontem, tinha defendido o uso de sedativos e calmantes! E agora era quem estav¨¤ virando as coisas de cabe?a para baixo! Sra. Isabe era a salvadora do velho senhor, e ainda a chamavam de moleca insolente¡­ ¡°Todos da fam¨ªlia Gomes, de agora em diante, est?o proibidos de entrar em Cidade Ventoso,¡± disse o velho senhor de repente, deitado em sua cama de enfermo: ¡°expulsem¨Cna.¡± Lisa Gomes tinha ido l¨¢ para pedir clem¨ºncia, mas nunca imaginou que acabaria prejudicando toda a sua fam¨ªlia. ¡°Sr. Mauro, onde foi que eu falhei para o senhor ficar t?o bravo? Ser¨¢ por causa daquele pequeno mal¨Centendido de ontem?¡± rapidamente agarrou¨Cse aos p¨¦s da cama, recusando¨Cse a sair. ¡°Sr. Mauro, por favor, ou?a minha explica??o¡­ ¡°Hmpf!¡± Sr. Mauro estava t?o furioso que sua barba parecia que iria saltar do rosto: ¡°Voc¨º n?o tem o direito de frigo!¡± ¡°Sr. Mauro, se hoje o senhor n?o puder ser misericordioso, a ¨²nica op??o que me resta ¨¦ morrer aqui mesmo!¡± ¡°Ent?o morra.¡± Sr. Mauro n?o se importava nem um pouco a vida ou morte d: ¡°Vicente, d¨º o punhal para .¡± Vicente pegou uma faca de frutas que estava sobre a mesa e an?ou aos p¨¦s d. N?velDrama.Org: text ? owner. Com um barulho met¨¢lico, Lisa Gomes estremeceu. s¨® queria assustar o anci?o, nunca teve a inten??o de realmente tirar a pr¨®pria vida. ¡°Senhor¡­¡± Vendo que o patriarca era intransigente, Lisa Gomes n?o p?de fazer nada al¨¦m de chorar, ¡°Minha fam¨ªlia ¨¦ pobre, sou filha ¨²nica e sempre fui a esperan?a de todos em casa. Meu sonho sempre foi ser uma m¨¦dica que salvasse vidas¡­¡± ¡°Que qualifica??o voc¨º tem para ser m¨¦dica?¡± O velho Mauro estava enfurecido. ¡°N?o finja que n?o ouvi suas conversas de ontem s¨® porque eu estava deitado na cama! Voc¨º rendou o Sedador Card¨ªaco e o Rxante Card¨ªaco, mesmo quando a garota disse que, se administrados, certamente causariam a morte. Voc¨º ainda insistiu nisso!¡± ¡°Eu, eu¡­¡± Lisa Gomes n?o esperava que o velho senhor tivesse ouvido a conversa do dia anterior e ficou at?nita por alguns segundos, sem saber o que dizer. ¡°A mo?a disse que, depois do sedativo e do calmante, s¨® teria meia hora de lucidez,o o brilho derradeiro antes da morte!¡± ¡°Se n?o fosse por sorte, aqu jovem n?o tivesse passado por aqui e operado em mim, eu j¨¢ estaria morto! E voc¨º n?o teria a quem implorar!¡± ¡°Expuls¨¢ desta profiss?o e mandar toda a sua fam¨ªlia embora de Cidade Ventoso ¨¦ o m¨ªnimo, considerando a face do velho diretor do hospital. N?o me provoquem!¡± ¡°A mo?a estava certa, te chamar de ipetente ¨¦ at¨¦ elogio! Voc¨º ¨¦ pior que uma garota de quinze anos!¡± Lisa Gomes ficou p¨¢lida, uma express?o extremamente feia, ¡°Sr. Mauro¡­¡± ¡°Vicente, aquele m¨¦dico que ontem concordou sobre o sedativo e o calmante, e at¨¦ tentou colocar a culpa na mo?a, demita¨Cos todos! Eles n?o merecem ser m¨¦dicos!¡± Sr. Mauro disse isso e olhou para as pessoas aodo da cama, ¡°Ainda est¨¢ aqui? Quer que eu a expulse?¡± ¡°Senhor, o senhor ainda est¨¢ se recuperando, tente n?o se agitar¡­ Sra. Lisa, ser¨¢ que n?o entende o que as pessoas dizem?¡± Vicente perguntou uma voz fria. Lisa Gomes percebeu que n?o havia mais esperan?a, murmurou um pedido de desculpas e saiu de forma humilhante. 2/2 Cap铆tulo 18 Cap¨ªtulo 18 ¡°Quem era aqu menina de ontem?¡± Ap¨®s a sa¨ªda do Sr. Mauro e os outros, ele respirou aliviado e ent?o virou¨Cse para perguntar: ¡°Voc¨ºs agradeceram adequadamente?¡± ¨C ¡°J¨¢ entregamos um cheque¡± ¨C Vicente falou sobre a menina grande admira??o: ¡°Quem diria que uma adolescente seria uma m¨¦dica t?o incr¨ªvel!¡± Foi realmente surpreendente! ¡°Aqu garotinha estava apenas de passagem e notou sua doen?a por acaso, insistindo em salv¨¢¨Clo ¨¤ for?a!¡± Se n?o fosse por sua ¡°intromiss?o¡°, o velho senhor provavelmente j¨¢ teria¡­ ¡°O cora??o de um m¨¦dico ¨¦ realmente bondoso¡­¡± ¨C Na mente do Sr. Mauro, uma pequena face aparecia vagamente, um pouco emba?ada, mas uma vaga sensa??o de beleza e uma voz agrad¨¢vel. ¨¦ uma pena que seja t?o jovem, al¨¦m do fato de o C¨¦lio estar noivo da Mariana Neves¡­ Caso contr¨¢rio, n?o seria ma ideia lev¨¢ para ser sua nora! ¡°Voc¨º anotou as informa??es de contato da menina?¡± ¨C O Sr. Mauro respondeu: ¡°Eu gostaria de agradec¨º pessoalmente¡°. Vicente hesitou, olhando apressadamente para o Sr. C¨¦lio. O Sr. C¨¦lio tinha conseguido o n¨²mero d ontem! ¡°Voc¨º deveria deixar as pessoas em paz¡°¨C C¨¦lio respondeu friamente. ¡°Como assim? Eu n?o posso ver a pessoa que me salvou e expressar minha gratid?o?¡± O Sr. Mauro pensava que, tantos especialistas incapazes de curar sua doen?a, a garota tinha conseguido traz¨º¨Clo de volta do limiar da morte. O que isso significava? Significava que as habilidades m¨¦dicas da menina estavam muito acima das deles! Se ele se lembrava bem, a meni?a devia ter apenas dezessete ou dezoito anos, e ele tinha outroo da mesma idade¡­ N?o seria um casamento ruim se desse certo. ¡°Voc¨º tem o contato d?¡± O Sr. Mauro se lembrou da maneirao Vicente olhou para C¨¦lio, esse rapaz definitivamente tinha o n¨²mero do celr ou o WhatsApp d. ¡°Eu n?o me importo, voc¨º tem que traz¨º aqui:¡± O Sr. Mauro usou todos os seus truques. Por fim, C¨¦lio cedeu: ¡°Depende d vir ou n?o¡°. O ¡°no¡± do Sr. Mauro deu certo p metade, e ele disse apressadamente: ¡°ro que sim!¡°. Se n?o viesse, certamente seria por medo da sua frieza! Vendo que C¨¦lio estava prestes a sair¡­ ¡°Espere um pouco!¡± ¨C O Sr. Mauro acrescentou,o se estivesse pensando em algo: ¡°Seja educado quando fr a menina! Seja gentil! Se voc¨º n?o soubero, deixe que o Vicente lhe ensine! N?o a assuste, est¨¢ me ouvindo?¡± poderia ser sua futura nora¡­ C¨¦lio: ¡°Desde quando ele n?o ¨¦ gentil ou educado? Precisa de algu¨¦m para ensinar?¡± Vicente; ¡°Sr. Mauro, por favor, n?o me coloque nessa, meu velho. O Sr. C¨¦lio acabou de esquecer aquele projeto na ¨¢frica¡­¡± ¡°A garotinha ¨¦ minha salvadora, n?o permito que voc¨º fique de cara fechada!¡± ¨C O Sr. Mauro temia que a menina fosse jovem demais para suportar o susto. Enquanto isso. Carlos Neves e Nair Pires chegaram ¨¤ mesa de jantar uma variedade de caf¨¦ da manh? para suas duas filhas. ¡°Isto ¨¦ um doce que o chef fez de manh? cedo, rec¨¦m¨Csa¨ªdo do forno, aqui Isabe, aqui est¨¢ o seu, cuidado que est¨¢ quente.¡± ¡°Mariana, voc¨º ficou um m¨ºs na esc e parece que emagreceu,a mais.¡± 1/3 Mariana Neves sorriu docemente: ¡°Rai, m?e, n?o se preocupem tantoigo, peguem mais para a irm?, n?o ¨¦o se eu n?o tivesseido coisa¡¯s boas a vida toda.¡± Nair Pires soltou uma gargalhada, pensando que a filha realmente sabia o que estava fazendo, n?o se esfor?ando parapetir Isabe, mas sempre pensando n de todas as formas poss¨ªveis. Foi uma situa??o muito mais harmoniosa do que o esperado. N?velDrama.Org: text ? owner. ¡°Pai, este ¨¦ o ch¨¢ preto que voc¨º mais gosta de beber os doces, vou te servir uma x¨ªcara.¡± Mariana Neves levantou¨Cse e despejou o ch¨¢ do bule de poa branca na x¨ªcara de Carlos Neves, e pegou outro bule estampa azul e despejou seu conte¨²do de crisantemo na x¨ªcara de Nair Pires. ¡°Mam?e, aqui est¨¢ o seu chimarr?o favorito, beba enquanto est¨¢ quente.¡± Nair Pires n?o esperava que a filha ainda se lembrasse de seus h¨¢bitos e sorriu carinhosamente, levando a cuia aos l¨¢bios para um gole. Mariana Neves,o uma vitoriosa ap¨®s uma grande luta,n?ou um olhar proposital para Isabe. Filha biol¨®gica ou n?o, depois de tantos anos de conviv¨ºncia, ningu¨¦m conhecia os h¨¢bitos alimentares de seus pais melhor do que . Como Isabe n?o percebeu esse pequeno pensamento, seu olhar era serenoo ¨¢gua enquanto ia lentamente o delicado peda?o em seu prato,o se nada daquilo a afetasse. ¡°Irm?, eu n?o sei que tipo de ch¨¢ voc¨º gosta¡­¡± ¨C Mariana Neves pretendia fazer que mesma se servisse. Mas antes que pudesse terminar a frase, Isabe disse casualmente: ¡°Ch¨¢ verde, por favor¡°. Mariana Neves ficou paralisada. Ser¨¢ que isso significava que deveria servir o ch¨¢? ¡°Voc¨º ¨¦ t?o atenciosa sua irm?¡­: ¡± Carlos Neves, achando que Mariana Neves iria servir o ch¨¢ para Isabe, disse alegremente: ¡°Isabe, Mariana ¨¦ assim mesmo, sempre cuidadosa a fam¨ªlia, ¨¦ t?o apegada ¨¤ pr¨®pria fam¨ªlia que n?o ficaria feliz se voc¨º n?o a deixasse¡°. Isabe ergueu o olhar para Mariana: ¡°Ent?o, por favor, pode servir.¡± Mariana Neves se viu em uma situa??o embara?osa, mas, j¨¢ que havia chegado at¨¦ ali, s¨® podia se levantar e pegar o bule um sorriso no rosto. Com o canto do olho, notou que Isabe estava usando um delicado vestido branco de renda. A renda era fina, e o ch¨¢ verde exigia uma temperatura de noventa graus¡­ Se por acidente¡­ Com apenas um olhar, Isabe p?de ver o pequeno esquema dentro d. Mariana Neves estava servindo seu ch¨¢ quando ouviu Isabe dizer: ¡°Sete dedos de ch¨¢ est¨¢ bom.¡± 2 2 0 2 Mariana Neves n?o esperava que notasse t?o rapidamente e cerrou os dentes, tentando fingir que n?o tinha ouvido, quando Isabe acrescentou: ¡°J¨¢ chega.¡± Mariana Neves teve de parar o que estava fazendo e, ainda sorrindo, disse:¡°Voc¨º ¨¦ t?o cuidadosa, mana. Em todos os anos em que sirvo ch¨¢ para mam?e e papai, nunca derramei, est¨¢ preocupada que eu possa te queimar?¡± Isabe levantou os olhos l¨ªmpidos e esbo?ou um leve sorriso: ¡°Eu s¨® queria menos ch¨¢ que nossos pais,o forma de respeito.¡± Menos uma medida que os pais era uma quest?o de honra. ¡°Minha querida Isabe, n?o precisa ser t?o educada na sua pr¨®pria casa ¡­¡± ¨C Nair Pires n?o esperava que a menina fosse t?o atenciosa e que soubesse tanto sobre etiqueta ¨¤ mesa. ?? ?? ? ? ? Pelo contr¨¢rio, Mariana Neves, oent¨¢rio que fez anteriormente, parecia agora um pouco mesquinha. Entretanto, Mariana, certamente, Mariana n?o tinha inten??es ruins. Carlos Neves tentou aliviar o clima um sorriso: ¡°Isabe, Mariana, logo mais os resultados do vestibr sair?o, voc¨ºs j¨¢ pensaram em que universidade querem entrar?¡± Ele abaixou a x¨ªcara de ch¨¢ uma express?o gentil, esperando que s fssem. Depois de se sentar, Mariana Neves sentiu que precisava colocar Isabe em seu devido lugar e, um sorriso, tomou a frente: ¡°Acho que vou escolher a Universidade Ventoso¡°. 2/3 Isabe levantou o olhar ao ouvir Universidade Ventoso¡°, uma express?o indecifr¨¢vel. Mariana Neves naturalmente notou a observa??o e disse um sorriso: ¡°Embora muitos dos meus colegas de sse tenham dito que este exame de admiss?o era muito dif¨ªcil, eu achei mais f¨¢cil do que as quest?es de pr¨¢tica que costumo fazer. N?o estou preocupada, para entrar na Universidade Ventoso ¨¦ tranquilo.¡± ¡°A Universidade Ventoso ¨¦ considerada a melhor do pa¨ªs, mas¡­ Eu me lembro de voc¨º querer estudar no exterior antes?¡± ¨C Carlos Neves olhou para , um vislumbre de confus?o em seus olhos. Cap铆tulo 19 Cap¨ªtulo 19 ¡°Eu costumava pensar assim, mas agora o exterior n?o est¨¢ muito tranquilo¡± ¨C disse Mariana Neves, sorrindo: ¡°A Universidade Ventoso fica perto da nossa casa, se eu sair cedo da esc todos os dias, ainda posso voltar para passar um tempo voc¨ºs.¡± disse isso, pegando deliberadamente o bra?o de Carlos Neves e sorrindo maliciosamente. ¡°Voc¨º nunca nos deu preocupa??es os estudos desde pequena¡± ¨C disse Carlos Neves um olhar afetuoso. ¡°E a irm??¡± ¨C Mariana Neves envolveu Carlos Neves o bra?o e sorriu docemente enquanto olhava para o outrodo da mesa: ¡°As notas da irm? devem ter sido boas, certo? Esqueci de perguntar onde a irm? estudava? Era na Esc Secund¨¢ria Internacional Eric? Ou em uma esc p¨²blica?¡± ¡°N?o est¨¢ quente?¡± ¨C Isabe perguntou de repente, limpando os l¨¢bios graciosamente o guardanapo. Mariana Neves estava praticamente pendurada em Carlos Neves, o que n?o seria um problema no passado, mas agora poderia parecer inadequado para os outros. Carlos Neves discretamente retirou o bra?o, sorrindo: ¡°Est¨¢ mesmo um pouco quente, Alexandre, pode abaixar mais o ar¨Ccondicionado?¡± ¡°ro.¡± Mariana Neves ficou um pouco constrangida, mas rapidamente agiuo se nada tivesse acontecido e sorriu: ¡°Irm?, voc¨º ainda n?o respondeu ¨¤ minha pergunta anterior,o eram suas notas?¡± ¡°Razo¨¢veis.¡± ¡°E quanto voc¨º espera tirar no vestibr?¡± Isabe mastigou o delicadonche em seu prato, : ¡°sem se impressionar: ¡°¨¦ dif¨ªcil dizer¡°. ¡°Oh Isabe, voc¨º tem alguma universidade de sua prefer¨ºncia? O papai pode fr eles¡­¡± Isabe tomou um gole de seu ch¨¢ e confessou: ¡°N?o estou interessada em estudos.¡± Mariana Neves ouviu isso e pensou, ent?o ¨¦ uma estudante ruim? Ah, aqu conversa bonita de ¡®n?o estar interessada, n?o ¨¦ apenas porque n?o quer admitir que tem notas ruins e passar vergonha? ¡°Kkkk, o papai tamb¨¦m n?o gostava de estudar, uma vez at¨¦ fui pego pelo vov? matando a¡­¡± Carlos Nevese?ou a relembrar o passado, discursando sobre algumas hist¨®rias, at¨¦ que de repente se lembrou de que sua filha amada tinha dito que seu hobby era ganhar dinheiro! Ele teve uma ideia: ¡°Ent?o, Isabe, o que voc¨º quer fazer no futuro? Tem algum setor que lhe interesse? Se quiser ser uma estr, o papai pode te fazer famosa!¡± Agora n?o tem muitas meninas que querem ser influenciadoras digitais ou ¨ªdolos? Se sua filha tivesse esse sonho, ele certeza a apoiaria at¨¦ o fim! Isabe: ¡°???¡± Mariana Neves: ¡°!!!¡± ¡°Eu n?o quero ser uma estr¡± ¨C confessou Isabe. ¡°Ent?o, o que voc¨º quer fazer? Tem algum setor que lhe interesse? Por exemplo?¡± ¡°Design de moda, talvez.¡± ¡°Design de moda ¨¦ ¨®timo!¡± ¨C disse Carlos Neves animad:. ¡°Assim, j¨¢ que estamos nas f¨¦rias de ver?o, voc¨º pode brincar a empresa de roupas em meu nome, bem pequena e perto de casa. Vou te dar.¡± Isabe: ¡°Se voc¨º achar que ser empres¨¢ria ¨¦ mais divertido do que estudar, ent?o nem precisamos mais pensar em universidade! A fam¨ªlia Neves tem tantos neg¨®cios que n?o vamos sentir falta de um diploma! N?o ¨¦ verdade?¡± Isabe n?o esperava que seu pai tivesse a mente t?o aberta, enquanto Mariana Neves, a m?o escondida embaixo da mesa, a apertava em um punho fechado. O pai estava realmente pensando em dar uma empresa para Isabe brincar? Embora a fam¨ªlia Neves esteja envolvida em todos os principais setores, o setor de vestu¨¢rio foi o que se desenvolveu mais lentamente, tendoe?ado h¨¢ apenas seis meses. 1/3 havia chegado ¨¤ casa e j¨¢ poderia assumir um neg¨®cio da fam¨ªlia? ¡°Se voc¨º n?o quiser ser independente, o papai e a mam?e tamb¨¦m podem transferir dinheiro para voc¨º todos os dias¡­¡± Isabe franziu os cantos da boca, incr¨¦d a situa??o. Os empregados ao redor estavam verdes de inveja. ¨¨ssa era a diferen?a entre eles! A diferen?a entre as pessoas era simplesmente imensa! Mariana Neves cravou as unhas na palma da m?o, sentindo¨Cse frustrada. ¡°Ainda n?o fiz a transfer¨ºncia de hoje!¡± ¨C disse Nair Pires, pegando o celr: ¡°Devo transferir cinquenta milh?es primeiro? Querida, qual ¨¦ o n¨²mero da sua conta banc¨¢ria?¡± ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio.¡± ¨C Dinheiro, tinha um pouco, o suficiente. ¡°Eu tamb¨¦m vou transferir cinquenta milh?es. Quando voc¨º decidir, pode dizer ao papai a resposta. Sem pressa.¡± Os empregados ao redor deles ficaram ainda mais invejosos. Qual ¨¦ o sentido de abrir uma empresa quando voc¨º pode receber 100 milh?es transferidos de seus pr¨®prios pais todos os dias? Pra que ganhar dinheiro? ¡°Querida, me passa o n¨²mero da conta, sen?o vou ter que te enviar em parcs pelo Pix!¡± ¡°Seu Pix ¨¦ o mesmo do celr, certo? Vou transferir agora¡­¡± ¡°Cinquenta milh?es ¨¦ muito pouco? Que tal oitenta milh?es? Oito ¨¦ um bom n¨²mero!¡± ¡°Isso, isso, traz sorte!¡± Isabe soltou a l¨ªngua relutancia: ¡°Me passa o endere?o¡°. ¡°Ha?¡± Carlos Neves e Nair Pires congram, percebendo de repente o que a filha queria dizer. estava escolhendo assumir a empresa? ¡°¨®timo, vou te mandar a localiza??o pelo WhatsApp¡­¡± ¨C Nair Pires estava feliz, enviou a localiza??o e, sorrindo, disse: ¡°¨¦ apenas uma empresa bem pequena, mesmo que perca dinheiro e saia do mercado, ¨¦ normal, n?o precisa se pressionar¡­¡± Isabe:¨C ¡°O papai tem v¨¢rias empresas, pode brincar ¨¤ vontade!¡± Isabe: ¡­ Mariana Neves estava morrendo de ci¨²mes, nejando em sua cabe?a. Mantendo um sorriso superficial, disse: ¡°Irm?, as roupas, os sapatos e as bolsas que a mam?e n?o parecem ser muito adequados para o trabalho. Como hoje estou livre, que tal irmos ao maior shopping da cidade? Ouvi o papai lhe deram ontem dizer que voc¨º se mudou para a Cidade Ventoso h¨¢ seis meses seus pais adotivos e nunca foi ao maior shopping daqui, certo?¡± ¡°Isso mesmo, Isabe acabou de chegar, ainda n?o a levamos para fazerpras¡­ Algu¨¦m, prepare o carro!¡± Assim que Nair Pires terminou de fr, ouviu Isabe dizer: ¡°N?o precisa¡°. queria ficar sozinha por um tempo, pois ainda havia muitas coisas para resolver. ¡°Isabe, pai selecionou alguns pontos tur¨ªsticos, veja em qual deles voc¨º quer ir?¡± ¡°Que tal mam?e te levar num spa para rxar?¡± ¡°Irm?, eu tamb¨¦m posso te panhar no ch¨¢ da tarde.¡± ¡°Em outro momento.¡± ¨C disse Isabe, levantando¨Cse: ¡°Ainda tenho coisas para arrumar l¨¢ em cima, fiquem ¨¤ vontade.¡± Ao v¨º se afastar, Nair Pires : ¡°se apressou em dizer: ¡°Voc¨º precisa da ajuda da mam?e para arrumar as coisas?¡± ¡°Ou devo mandar a Maria subir para ajud¨¢?¡±¨C perguntou Carlos Neves, observando a silhueta da filha preocupa??o: ¡°Voc¨¨ n?o dormiu bem ontem?¡± ¡°N?o, n?o ¨¦ isso, s¨® tenho alguns assuntos pessoais.¡± Isaberespondeu pacientemente a todas as perguntas antes de retornar ao seu quarto. Assim que se sentou na beira da cama, o celr vibrou. Era uma liga??o de Francisca. ¡°Isabe, tem um leil?o hoje ¨¤s tr¨ºs da tarde Ervas Cora??o, seis ds! J¨¢ deixei a carteira preparada para voc¨º!¡± 2/3 N?velDrama.Org owns all ? content. Cap¨ªtulo 19 Isabe esbo?ou um sorriso, ¡°T?o generosa assim?¡± ¡°ro! Se Isabe precisar, n?o ¨¦ s¨® quest?o de dinheiro! As duas da tarde eu passo a¨ª para te pegar.¡± ¡°Combinado.¡± Isabe n?o fez cerim?nia, ap¨®s encerrar a liga??o, enviou a localiza??o para Francisca. No andar debaixo. Desde que Mariana Neves terminou o caf¨¦ da manh?, vinha se desdobrando em esfor?os para alegrar Carlos Neves e Nair Pires. Entre massagens e pvras doces, conseguia arrancar gargalhadas dos dois. Por volta do meio¨Cdia, Carlos Neves e Nair Pires foram trabalhar na cozinha, e foi s¨® nesse momento que Mariana Neves finalmente rxou, ap¨®s ter ficado t?o tensa. 3 Cap铆tulo 20 Cap¨ªtulo 20 Nessa hora, Cam trouxe uma bandeja de frutas e disse: ¡°Sra. Mariana, voc¨º tamb¨¦m esteve ocupada a manh? toda, por que n?oe algumas frutas para refrescar a garganta?¡± Sem esperar que Mariana Neves abrisse a boca para agradec¨º, Cam sussurrou novamente: ¡°Sra. Mariana, posso fr voc¨º em particr?¡± Mariana Neves levantou o olhar e a encarou, entendendo imediatamente o recado. Vendo que ainda havia um empregado trabalhando por perto, se levantou e disse: ¡°Cam, leve as frutas para o jardim, eu vouer l¨¢¡°. ¡°Sim.¡± Cam panhou Mariana Neves at¨¦ um canto do jardim a bandeja de frutas. Certificando¨Cse de que n?o havia ningu¨¦m por perto, disse preocupa??o: ¡°Dona Mariana, a senhora sofreu! Se fosse antes, a senhora n?o teria que agradar tanto os patr?es.¡± Mariana Neves baixou os c¨ªlios curvados, escondendo a frustra??o sob seus olhos, mas n?o conseguia disfar?ar a aura de desanimo que exva. Na verdade, n?o queria fazer isso, mas, nessa fam¨ªlia, Isabe s¨® ficaria mais forte, e a d, cada vez mais fraca¡­ Enquanto ainda tinha chance, precisava correr atr¨¢s¡­ ¡°Dona Mariana, essas s?o frutas importadas, cortei um pouco de cada uma para voc¨º, ent?oa! Voc¨º maleu esta manh?¡­¡± Cam estava realmente preocupada: ¡°Ah, e eu chamei voc¨º aqui para lhe dizer que, embora n¨®s da fam¨ªlia Neves ainda n?o tenhamos publicado a identidade daqu sexta dama, aos olhos do mundo exterior, seu noivado o Sr. C¨¦lio ainda ¨¦ v¨¢lido¡­¡± Os olhos de Mariana Neves se iluminaram instantaneamente. ¨¦ ro, C¨¦lio. ainda tinha C¨¦lio¡­ Do que adianta ser a herdeira da fam¨ªlia Neves? Casando¨Cse C¨¦lio, poderia pisar no mundo inteiro! ¡°Sra. Mariana cresceu C¨¦lio, e embora n?o se vissem frequ¨ºncia, o viu mais vezes do que a Senhora Isabe! Essa Senhora Isabe nem sequer conheceu o C¨¦lio!¡± ¡°Cam, o que voc¨º quer dizer isso?¡± ¨C Mariana Neves suspeitava do que estava insinuando, mas n?o se atrevia a dizer. N?o podia dizer. ¡°Tamb¨¦m conhe?o algumas pessoas da Fam¨ªlia Franco que trabalham na mans?o do patriarca. Fiquei sabendo que nos ¨²ltimos dias ele est¨¢ for?ando C¨¦lio a aparecer, parando deer e de tomar rem¨¦dios. Quase morreu no hospital!¡± ¡°O que voc¨º disse?¡± ¨C Mariana Neves cobriu a boca, ramente assustada. ¡°Mas, felizmente, ele foi salvo a tempo e sobreviveu! Agora ele est¨¢ ansioso para que voc¨º e C¨¦lio o visitem juntos. Dona Mariana n?o tem o contato de C¨¦lio? Que tal tomar a iniciativa e convid¨¢¨Clo?¡± ¡°Mas¡­¡± ¡°C¨¦lio est¨¢ t?o ocupado gerenciando um conglomerado t?o grande, mas mesmo que esteja ocupado, ele ainda ¨¦ um homem jovem e cheio de vitalidade! Ele ficar¨¢ tocado ao ver uma garota t?o lindao voc¨º convidando¨Co.¡± Cam afirmou convic??o: ¡°Mesmo que C¨¦lio seja um pouco lento em quest?es amorosas e n?o tenha nos de se casar por enquanto, n?o h¨¢ pressa. Dona Mariana, voc¨º pode se aproximar dele, construir um rcionamento. Uma vez que seu rcionamento C¨¦lio se aprofunde, quem se importar¨¢ a senhora Isabe?¡± ¡°O Sr. Mauro tem tentado organizar esse casamento, desde que voc¨º obtenha a aprova??o dele¡­ Por que se preocupar em n?o se tornar a hora querida dele?¡± O desejo de Mariana Neves de se tornar uma ¡°verdadeira princesa¡± foipletamente aceso em seu cora??o, mas a raz?o ainda a reprimia. ¡°Cam, a fam¨ªlia Neves e a fam¨ªlia Franco t¨ºm um contrato de casamento, e voc¨º e eu sabemos melhor do que ningu¨¦m que, no final, ele pertence ¨¤ minha irm?¡­ Eu sou apenas uma filha adotiva.¡± Mariana Neves foi sutilmente persuadida por suas pvras. ¡°Aproveite o fato de que, neste momento, odo da Fam¨ªlia Franco n?o sabe da exist¨ºncia da mo?a mais nova. Sra. Mariana, fa?a sua jogada, ¨¦ sua melhor chance!¡± Cam, que a observou crescer ao longo dos anos, n?o queria v¨º em decl¨ªnio. 14.97 Capitulo 20 Se conseguisse se aproximar de C¨¦lio, n?o precisaria mais temer andar de cabe?a baixa, nem mesmo em Cidade Ventoso, mas em todo o pa¨ªs! ¡°A mo?a mais nova tem um status honroso, ent?o n?o ter¨¢ dificuldade em se casar uma boa fam¨ªlia no futuro, mas voc¨¦ ¨¦ diferente¡± ¡°Voc¨º n?o tem pais, nem um sobrenome poderoso para se apoiar, ¨¦ apenas uma filha adotiva da fam¨ªlia Neves, e quem sabe se eles v?o continuar a reconhec¨º no futuro!¡± ¡°Voc¨º sabeo ¨¦ a alta sociedade, a sua condi??o de filha adotiva, ¨¦ dif¨ªcil casar¨Cse algu¨¦m em condi??es de primeira sse!¡± ¡°Se voc¨º n?o se casar C¨¦lio, passar¨¢ a vida inteira sob a sombra da isabe! Esmagada at¨¦ a morte!¡± Influenciada por Cam, Mariana Neves pegou o celr e finalmente encontrou C¨¦lio no WhatsApp. Ao abrir a conversa, viu as mensagens que tinha enviado anteriormente. Eram coisaso ¡°Voc¨º j¨¢ foi dormir?¡°, ¡°Teve um dia cheio hoje?¡± ou ¡°Boa noite¡°, mas C¨¦lio n?o havia respondido nenhuma. O contato mais recente foi ontem, quando tinha acabado de voltar para o pa¨ªs e perguntou se ele estava por perto, mas ele tamb¨¦m n?o respondeu. ¡°Srta. Mariana!¡± Cam continuou fndo e, por fim, Mariana Neves cedeu, enviando v¨¢rias mensagens seguidas. ¡°C¨¦lio, voc¨º est¨¢ a¨ª?¡± *Ouvi dizer que o vov¨® ficou doente e est¨¢ no hospital, vamos visit¨¢¨Clo?¡± ¡°Voc¨º estar¨¢ livre hoje? Pode me buscar?¡± ¡°Se n?o puder, eu pe?o para o motorista me levar at¨¦ l¨¢, para n?o iod¨¢¨Clo.¡± ¡°Estou muito preocupada o vov¨®!¡± No segundo andar. Isabe chegou ao grande terra?o, admirando o paisagismo ¨¤ sua frente. Enquanto observava, sem querer, notou duas figuras ¨¤ distancia que pareciam estarbinando algo¡­ Estavam muito distantes para que ouvisse a conversa, mas podia ver que as duas pessoas eram Mariana Neves e Cam, Mariana Neves estava sentada em uma cadeira de vime branca e Cam estava inclinada ao seudo,o se estivesse persuadindo¨Ca de algo¡­ Isabe, sem se impressionar, olhou a paisagem por mais um tempo. Voltou para dentro, deixando as duas sozinhas no jardim, ansiosas, olhando para o celr. Ao contr¨¢rio de antes, a t do celr de Mariana se iluminou rapidamente. O cora??o d quase saltou do peito quando deu uma olhada mais de perto e, de fato, era uma mensagem de C¨¦lio! C¨¦lio havia respondido! Finalmente, C¨¦lio havia respondido! Mas era apenas uma resposta fria e curta: ¡°N?o precisa.¡± O cora??o de Mariana Neves parecia ter sido inundado ¨¢gua fria, gndo¨Ca instantaneamente at¨¦ os ossos. A pedido de Cam, Mariana enviou mais algumas mensagens, explicando que estava realmente preocupada o av?, que ele estava doente e certeza gostar¨ªa de receber visitas, e que estava apenas representando a fam¨ªlia Neves, preocupada o anci?o. Quando o almo?o terminou, ainda n?o havia recebido resposta de C¨¦lio. sabia que do outrodo, C¨¦lio provavelmente n?o iria mais responder. Enquanto isso, Isabe, segurando o celr no sof¨¢, deslizava o polegar na t e dava uma ordem: ¡°Ajude¨Cme a descobrir a causa do inc¨ºndio no Hospital Rio h¨¢ dezoito anos, em 10 de setembro.¡± Tom: ¡°Chefe?? Voc¨º est¨¢ brincandoigo? O Hospital Rio??¡± Aquele era um local na jun??o de tr¨ºs cidades, uma pop??o vasta eplexa. Com as mudan?as do tempo, esse lugar j¨¢ n?o existia mais. 14.07 Tom: ¡°Chefe, por que est¨¢ verificando isso? N?o tem nada a ver seu nascimento, tem?¡± Isabe: ¡°Sim.¡± Isabe sempre achou que havia algo suspeito naquele inc¨ºndio. Como o centro de sa¨²de poderia pegar fogo de repente se estava em boas condi??es? Ouvi minha m?e dizer que era uma noite chuvosa e que, se algu¨¦m tivesse acendido algo acidentalmente, o fogo n?o teria se espalhado t?o rapidamente. 3 i 14:374N?velDrama.Org: owner of this content. Cap铆tulo 21 Cap¨ªtulo 21 No final da queimada, todo o centro de sa¨²de estava em cinzas. Sempre parecia que algu¨¦m estava deliberadamente provocando o inc¨ºndio. Tom disse: ¡°Se eu descobrir que o inc¨ºndio naqu ¨¦poca foi intencional e que isso te fez passar por tantas dificuldades na fam¨ªlia Dias, eu n?o vou deixar barato!¡± Depois de conversar um pouco, Isabe percebeu que j¨¢ estava na hora e que Francisca devia estar chegando ao localbinado. desceu as escadas e falou: ¡°M?e, vou sair um pouco.¡± ¡°Ah, t¨¢ bom¡­¡± ¨C Nair Pires queria perguntar ¨¤ filha para onde estava indo, quem estava se encontrando e o que iria fazer, mas temia iod¨¢. Apenas perguntou um sorriso: ¡°Quer que o Lucas te leve?¡± ¡°M?e.¡± ¨C Mariana interveio: ¡°Acabei de dizer ao Lucas para me levar a um lugar,binei uns amigos¡­¡± Nair Pires franziu um pouco a testa: ¡°O Ivo pode te levar?¡± ¡°O Tio Ivo tem o h¨¢bito de tirar uma soneca ¨¤ tarde, se ele se levantar agora, temo que ele n?o estar bem para dirigir¡­¡± ¨C Mariana disse isso e olhou gentilmente para Isabe: ¡°Irm?, se voc¨º tiver algo urgente, eu posso ligar para os meus amigos e desmarcar, assim voc¨º pode ir o Lucas.¡± ¡°N?o precisa, eu sei dirigir.¡± Mas o Rolls¨CRoyce havia sido danificado por um caminh?o e ainda n?o tinha voltado do conserto. Isabe pensou por um momento e perguntou: ¡°Ainda temos outros carros em casa?¡± Nair Pires surpreendeu¨Cse: ¡°Como assim n?o temos carros? Vou pedir para o motorista te levar at¨¦ a garagem, escolha o carro que voc¨º quiser!¡± Escolher ¨¤ vontade? Foi a vez de Isabe ficar surpresa. Nair Pires acionou o sistema de inteunica??o instdo na parede para entrar em contato direto com o motorista: ¡°Lucas, vem aqui, por favor. Leve a Isabe at¨¦ a garagem.¡± A garagem tinha tr¨ºs andares! ¡ú Uma am variedade de supercarros de luxo, carros de edi??o limitada e sed?s premium uma variedade de cores. ¡°Nossa fam¨ªlia faz o qu¨º?¡± ¨C Isabe finalmente perguntou, chocada o carro de luxo ¨¤ sua frente. ¡°A Sra. Isabe n?o sabe?¡± ¨C O motorista tamb¨¦m ficou surpreso, pensando que todos reconheceriam Carlos Neves pelo rosto. Quem n?o conheceria o homem mais rico do pa¨ªs?! ¡°O patr?o sempre foi o homem mais rico do pa¨ªs¡­¡± Ele estava no topo da lista de bilion¨¢rios por doze anos consecutivos! ¡°Desde que o antigo mestre anunciou sua aposentadoria no ano passado e o filho mais velho assumiu o controle do grupo, ele se tornou o homem mais rico do pa¨ªs.¡± N?o importava quem era o rico, era sempre algu¨¦m da fam¨ªlia Neves. Isabe entendeu. Antes, Wilson Dias e Ynda haviam dito que seus pais estavam desempregados¡­ Era esse tipo de desemprego. N?o demorou muito para que o som de um carro esportivo bacana sa¨ªsse da fam¨ªlia Neves e seguisse para a estrada principal. Para encobrir seus rastros, Isabe dirigiu o Bugatti Veyron at¨¦ uma garagem subterranea pr¨®xima, onde Francisca j¨¢ a esperava h¨¢ algum tempo. Quando saiu do carro, os olhos de Francisca se arregram, fixando¨Cse no carro de luxo por tr¨ºs segundos, antes de perguntar at?nita: ¡°Esse carro ¨¦ da sua fam¨ªlia?¡± Um Bugatti Veyron, edi??o personalizada cinco nove em sequ¨ºncia, ¨²nico no mundo¡­ Embora soubesse que Isabe havia retornado ¨¤ sua familia ancestral e estava morando na V Costa da Cidade Ventoso, um carro t?o caro n?o era algo que uma fam¨ªliaum possuisse¡­ Francisca cobriu o cora??o,o se tivesse sofrido um grande choque: ¡°Qual ¨¦ o sobrenome do seu pai?¡± N?velDrama.Org: text ? owner. ¡°Neves.¡± 1/3 irlos Neves??¡± Francisca arregaldy os olhos, incrivelmente chocada. >c¨º o conhece?¡± Jem n?o conhece o homem mais rico do pa¨ªs? Voc¨º tem um bom ¡­ ¨¦ bom demais para ser verdade, n?o ¨¦?¡± ¨C Francisca mou admirada: ¡°Aquele idiota dos Dias agora deve estar se mordendo de arrependimento.¡± ntro de uma luxuosa mans?o particr nos arredores do campo, as luzes brilhavam intensamente naqu noite. via um total de trinta e duas entradas para essa mans?o e, vista de cima, parecia um desenho infantil do sol. da carro entrava por um port?o diferente, rumo a uma garagem particr. Depois de estacionar, os convidados pegavam um vador exclusivo at¨¦ o camarote preparado especialmente para eles. rante o evento, n?o se cruzava outros licitantes e, at¨¦ mesmo ap¨®s o t¨¦rmino, era raro encontrar algu¨¦m nos corredores. vido ¨¤ privacidade e seguran?a do local, os ingressos eram disputados a peso de ouro. ncisca, a princesinha queridinha da Fam¨ªlia Carvalho, naturalmente, sempre conseguia convites. e Isabe j¨¢ eram clientes conhecidas do lugar. pois de estacionar o carro, pegaram o elevador para o camarote n¨²mero 3, onde bebidas e petiscos estavam ¨¤ disposi??o. riana Neves estava ali p primeira vez e, se n?o fosse p orienta??o de sua melhor amiga, nem imaginaria que al¨¦m das ntanhas, haviam montanhas ainda maiores que por tr¨¢s da fachada imponente da fazenda, havia um mundo subterraneo de jes. rinda,o voc¨º conhece um lugar desses?¡± ¨C Mariana perguntou, impressionada. s¨® tinhaentado Florinda ao meio¨Cdia que n?o sabia o que dar ao Sr. Mauro, que estava doente, e Florinda sugeriu dessem uma olhada ali. panhei meu irm?o at¨¦ aqui algumas vezes, e h¨¢ todos os tipos de tesouros aqui! Daqui a pouco, voc¨º escolhe algo do to do velho e leva para ele. Vai adorar.¡± inda tamb¨¦m vinha de uma fam¨ªlia rica e sup?s que presentesuns n?o impressionariam o velho, mas as raridades do io eram outra hist¨®ria, que n?o vejo outros clientes por aqui?¡± ¨C Mariana Neves estava curiosa. s est?o nos outros camarotes. Esse sal?o tem trinta e dois camarotes ao redor de um c¨ªrculo, e o que est¨¢ no centro ¨¦ o co.¡± s n?o h¨¢ anfitri?o para o palco, tudo ¨¦ automatizado.¡± c¨¦ sabe por que cada s tem uma enorme parede de vidro? Para facilitar a visualiza??o dos itens.¡± qu¨ª d¨¢ para ver l¨¢ fora, mas de l¨¢ n?o d¨¢ para ver aqui dentro.¡± ¨ªana ouvia atentamente as pvras de sua melhor amiga e n?o p?de deixar de sentir um pouco de inveja, se ao menos seus co irm?os estivessem dispostos a traz¨º aqui para conhecer o mundo antes de ¡­ camarote n¨²mero 1, Vicente fva respeitosamente aodo de C¨¦lio: ¡°Sr. C¨¦lio, o Ervas Cora??o, que ¨¦ a grande atra??o do jo, ser¨¢ apresentado no final.¡± m,¡± ¨C respondeu o homem sentado no sof¨¢, uma voz grave e emanando uma elegancia natural. do ouvido fr que o Ervas Cora??o tinha efeitos mgrosos no tratamento do cora??o, queria arremat¨¢¨Clo para estudo por s m¨¦dicos especialistas. eil?o vaie?ar.¡± iso do palco ¨¤ direita, no meio, se abriu lentamente e um item preciosoe?ou a subir. oz do sistemae?ou a descrever a origem e o valor do item¡­ enormes paredes de vidro eletr?nico ampliavam a forma do item, mostrando cada detalhe ramente. um pequeno frasco de Aerossol Rxante para o Cora??o. Dizia¨Cse que, quando utilizado por pacientes card¨ªacos, trazia uma sa??o refrescante e confort¨¢vel ao cora??o. Poderia ser usado em sopaso ingrediente regr. Em casos de crise, leria ser dissolvido em ¨¢gua para alivio r¨¢pido da dor. Compat¨ªvel qualquer medicamento, sem efeitos cterais. ante a introdu??o do sistema, a Aerossol Cora??o se deslocou ao longo dos trilhos do piso at¨¦ as paredes de vidro de cada 14.374) AI???I ?? camarote para que todos pudesserver de perto. ¡°Isabe, isso n?o ¨¦ o que sobrou dos seus Comprimidos Cora??o?¡± ¨C Francisca brincou ¡°Sim¡°¨C Isabe admitiu sem rodeios: ¡°Isso se chama tirar o melhor proveito do que voc¨º tem¡°. Embora n?o fosse t?o eficaz quanto os Comprimidos Cora??o, ainda tinha valor medicinal e n?o deveria ser desperdi?ado. Cap¨ªtulo 22 Cap铆tulo 22 Cap¨ªtulo 22 Once inicial era de duzentos mil. Ao ouvir o sistema dizer isso, Francisca fez ument¨¢rio um clique da l¨ªngua, impressionada com o fato de que at¨¦ os restos valiam duzentos mil¡­ Havia tr¨ºs bot?es na frente da parede de vidro os r¨®tulos: cem mil, quinhentos mil e um milh?o. Ou seja, o aumento m¨ªnimo donce era de cem mil por toque. Mariana, em frente ¨¤ parede de vidro, observou os valores azuis se acenderem nas paredes de vidro dos outros camarotes e, ap¨®s algumas rodadas de disputa, o pre?o j¨¢ tinha subido para um milh?o e duzentos mil. ¡°Mariana, esse item ¨¦ bom, voc¨º deviaprar para fazer um caldo para seu pai. Primeiro, ¨¦ bom para a sa¨²de dele e segundo, ele vai ver que voc¨º ¨¦ uma mulher caprichosa que sabe fazer um bom caldo, e certamente vai olhar para voc¨º outros olhos¡­¡± Mariana tamb¨¦m queria levar aquele tesouro para casa, mas os outrospradores estavam muito competitivos e, apesar de tentar algumas vezesnces de cem mil, n?o conseguiu arremat¨¢¨Clo, at¨¦ que finalmente tomou coragem e pressionou o bot?o de um milh?o! Nesse momento, a s ficou em sil¨ºncio. ¡°Duzentos e cinquenta mil p primeira vez!¡± ¡°Duzentos e cinquenta mil p segunda vez!¡± ¡°Duzentos e cinquenta mil p terceira vez! Vendido!¡± ¡°Parab¨¦ns aoprador n¨²mero 19 por adquirir uma garrafa de Aerossol Cora??o!¡± Francisca n?o esperava que os restos alcan?assem um pre?o t?o alto: ¡°Isabe, voc¨º poderia me dar os restos da pr¨®xima vez?¡± Isabe, cheia de interesse, olhou para : ¡°Se eu te der, voc¨º saber¨¢ o que fazer eles?¡± ¡°Ai, voc¨º poderia me ajudar a fazer, n¨¦?¡± Depois de finalmente conseguir o seu tesouro, Mariana Neves abra?ou sua amiga em pura emo??o. Os pr¨®ximos itens eram de poa, pelos quais n?o tinha interesse, ent?o saiu cedo para ir para casa preparar o caldo. Quando o final apareceu, j¨¢ haviam se passado duas horas. ¡°Senhor C¨¦lio, as Ervas Cora??o chegaram.¡± Seis ntas verdes frescas surgiram do ch?o do palco, alimentadas por po??es especiais e muito delicadas por si s¨®. ¡°Lance inicial de um milh?o.¡± Vicente sabia que o Sr. C¨¦lio estava determinado a conseguir esse item e foi direto umnce de um milh?o. Todos os camarotes ficaram chocados a grande quantia azul na camarote 1. Umm milh?o! Um milh?o logo de cara!! ramente, ele queria dar o ponto final! Os outros camarotes tamb¨¦m n?o ficaram para tr¨¢s: ¡°Dois milh?es e meio.¡± ¡°Tr¨ºs milh?es.¡± ¡°Tr¨ºs milh?es e meio.¡± ¡°Quatro milh?es.¡± Text content ? N?velDrama.Org. Francisca, vendo a situa??o, perguntou: ¡°Isabe, quanto devemos oferecer?¡± ¡°Adicione um milh?o.¡± A Francisca pressionou o bot?o para aumentar once, e o total disparou para cinco milh?es! O sal?o inteiro ficou em alvoro?o. Afinal, cinco milh?es n?o era o pre?o de seis Ervas Cora??o, mas de uma s¨®! As seis ntas juntas custariam um total de 30 milh?es! 1/3 14.20 Cap¨ªtulo 22 Os outros participantes j¨¢ n?o ousayam continuar, e quando Francisca e Isabe pensaram que tinham conseguido.. O camarote n¨²mero 1 mostrou rapidamente um grande valor azul em sua parede de vidro: seis milh?es. Ao ver esse n¨²mero, a surpresa foi ainda maior! Isabe e Francisca n?o esperavam que o camarote n¨²mero 1 entrasse tanta determina??o. O camarote n¨²mero 3 n?o quis ficar para tr¨¢s: ¡°Sete milh?es.¡± O camarote n¨²mero 1 seguiu tranqumente: ¡°Oito milh?es.¡± O camarote n¨²mero 3, furioso: ¡°Nove milh?es.¡± O camarote n¨²mero 1, sem pressa: ¡°Dez milh?es.¡± O sal?o ficou em sil¨ºncio total, observando os dois magnatas lutando ¨¤ distancia¡­ O camarote n¨²mero 2, no meio, sentiu¨Cse menosprezado. Como poderia ficar justo entre dois magnatas? Era muito constrangedor! ¡°Isabe, n?o podemos continuar, uma Erva Cora??o transformada em um Comprimido Cora??o s¨® vende por dez milh?es!¡°¨C Francisca disse isso olhando cautelosamente para o camarote n¨²mero 1: ¡°Parece que hoje veio algu¨¦m muito importante, melhor n?o mexer.¡± ¡°As Ervas Cora??o podem salvar a vida da av¨® Dias.¡± ¨C Isabe pressionou um milh?o mais uma vez: ¡°Hoje, eu tenho que conseguir.¡± ¡°Isabe¡­¡± ¡°Onze milh?es para o camarote n¨²mero tr¨ºs.¡± A teia inteira prendeu a respira??o, incr¨¦d, ningu¨¦m podia acreditar que uma simples ntinha de Ervas Cora??o pudesse ser arrematada por um valor astron?mico de onze milh?es de reais! Quem seria essa pessoa no camarote n¨²mero tr¨ºs? T?o rico? ¡°Sr. C¨¦lio¡­¡°¨C Vicente n?o esperava que o camarote tr¨ºs fosse t?o persistente ¡°Vamos continuar? J¨¢ passou do valor real da erva.¡± ¡°Siga.¡± ¨C C¨¦lio respondeu um olhar frio e voz gda: ¡°Vamos aumentar a diferen?a.¡± ¡°Entendido!¡± Vicente pressionou um milh?o tr¨ºs vezes seguidas¡­ ¡°Camarote n¨²mero um, quatorze milh?es.¡± ¨¤ medida que a voz do sistema anunciava, Francisca quase explodiu de raiva: ¡°Que absurdo! ¨¦ demais! Ser¨¢ que vale a pena? S¨® por umas ervas? Quem ser¨¢ essa pessoa no camarote um, ¨¦ t?o rica assim?¡± Uma nta por quatorze milh?es, seis ntas seriam oitenta e quatro milh?es¡­ N?o era algo que uma pessoaum pudesse pagar! ¡°Camarote n¨²mero tr¨ºs, quinze milh?es.¡± Isabe apertou novamente o bot?o para aumentar a oferta. Francisca olhou para as m?os magras e bonitas de Isabe, surpresa: ¡°Isabe, voc¨º vai continuar?¡± J¨¢ que o pre?o total havia chegado a noventa milh?es¡­ Mesmo que eles vendessem os Comprimidos Cora??o, s¨® recuperariam sessenta milh?es, e ainda perderiam trinta milh?es! Foi ent?o que¡­. O celr de C¨¦lio tocou. Era Ricardo, que cuidava do av?. ¡°Senhor C¨¦lio, temos um problema! O velho senhor bebeu uma sopa que a Senhora Mariana trouxe e de repente teve uma febre alta, os m¨¦dicos disseram que a condi??o dele piorou, e ele est¨¢ sendo reanimado neste momento¡­ Eu tive que ligar Pe?o que o senhor venha!¡± Os olhos estreitos de C¨¦lio se estreitaram ainda mais, e sua voz carregava um desagrado evidente> ¡°O que deu ao vov??¡± 1420 ¡°Disseram que era um tipo de t?nica, que adicionado na sopa seria bom para o cora??o¡­¡± ¡°E voc¨º apenas assistiu?¡± ¡°Eu n?o tive escolha, senhor, o velho ficou muito feliz ao v¨º e n?o me escutou, insistiu em beber tudo¡­¡± C¨¦lio se levantou e saiu do camarote. ¡°Sr. C¨¦lio, n?o vai continuar?¡± ¨C Vicente percebeu o clima pesado: ¡°Aconteceu algo o seu av??¡± O tom de C¨¦lio era g¨¦lido: ¡°Ele bebeu a sopa feita por Mariana Neves e agora est¨¢ sendo reanimado¡°. ¡°H?? Desde quando a Senhora Mariana sabe fazer sopa? E at¨¦ correu para ver o velho?¡± ¨C Vicente seguiu atr¨¢s de C¨¦lio: ¡°Por que n?o pedimos ¨¤ Sra. Isabe para vir e dar uma olhada?¡± C¨¦lio parou de repente, lembrando¨Cse da garota o bisturi, os olhos ros e confiantes¡­. ¡°Da ¨²ltima vez, tamb¨¦m foi a Sra. Isabe que trouxe o velho de volta da beira da morte! Senhor C¨¦lio, o senhor n?o tem o n¨²mero d? Por que n?o liga para e pergunta?¡± C¨¦lio olhou para ele e, em seguida, sacou o celr. ¡°Quinze milh?es uma vez!¡± Francisca prendeu a respira??o, cruzou os dedos e continuou orando: ¡°N?o deem maisnces, por favor¡­¡± ¡°Quinze milh?es duas vezes!¡± Os olhos brilhantes de Isabe fixaram¨Cse no vidro do camarote n¨²mero um, que parecia n?o ter mais inten??o de intervir. ¡°Quinze milh?es tr¨ºs vezes! Vendido!!!¡± ¡°Oba!!¡± ¨C Francisca abra?ou Isabe em ¨ºxtase: ¡°Conseguimos! Conseguimos!!¡± Quem diria que o camarote um se daria por vencido assim, sem poder panhar! ¡°Parab¨¦ns ao camarote 3 por arrematar seis ntas de Ervas Cora??o!¡± ¡°Isabe, finalmente conseguimos!!¡± ¨C Francisca estava emocionada. Nesse momento, o celr de Isabevibrou. olhou para baixo e viu uma chamada de um n¨²mero desconhecido. ¡°Sou eu, C¨¦lio.¡± 3/3 Cap¨ªtulo 23 Cap铆tulo 23 Cap¨ªtulo 23 Isabe aproximou o celr do ouvido e ouviu a voz magn¨¦tica do homem. ¡°O av? sofreu um acidente, gostaria que voc¨º viesse.¡± Isabe ficou confusa, o estado de sa¨²de do Sr. Mauro estava ramente melhorando. N?velDrama.Org owns all ? content. Como isso aconteceu? ¡°Onde voc¨º est¨¢?¡± ¨C A voz sedutora de C¨¦lio soavao um violoncelo, grave e envolvente: ¡°Eu vou buscar voc¨º.¡± ¡°Ent?o venha at¨¦ a Igreja Holtz nos arredores.¡± A Igreja Holtz n?o ficava longe da propriedade e se Isabe pegasse um atalho, chegar¨ªa em poucos minutos. C¨¦lio ficou um pouco surpreso: ¡°Voc¨º est¨¢ nos arredores?¡± ¡°Sim.¡± A Igreja Holtz era uma constru??o antiga deixada p d¨¦cada de oitenta, j¨¢ n?o havia mais fi¨¦is orando ali, e o lugar estava tomado pelo mato. O que uma garotao estaria fazendo l¨¢? Depois de desligar o telefone, Isabe disse a Francisca: ¡°Vou dar uma passada na Igreja Holtz, tenho algo para resolver¡± ¡°Tudo bem.¡± ¨C Francisca sabia que tinha muitos recursos e n?o perguntou mais nada: ¡°Depois te levo suas coisas.¡± Ainda havia uma s¨¦rie de processos a serem seguidos depois que o material fosse arrematado, e Isabe, apressada, assentiu: ¡°Ok¡°. Na entrada da Igreja Holtz. A Sra. Isabe deveria estar aqui para uma sess?o de fotos, certo? Com tanta beleza¡­ ¨¦ um desperd¨ªcio n?o fotografar um rosto t?o bonito e de primeira qualidade! C¨¦lio n?o disse nada. Seus olhos escuros se fixaram ao longe, at¨¦ que uma figura apareceu. ¡°¨¦ a Sra. Isabe!¡± ¨C observou Vicente tamb¨¦m: ¡°Eu sabia! A Sra. Isabe veio para uma sess?o de fotos.¡± Isabe estava usando um vestido branco naquele dia, e sob o brilho do p?r do sol, a igreja inteira parecia se transformar em uma pintura. Isabe parecia uma fada sa¨ªda de um quadro, seu vestido branco dan?ando ao vento e seus longos cabelos flutuando. Vicente ficou hipnotizado e demorou um pouco para sair do carro e abrir a porta: ¡°Sra. Isabe, por aqui, por favor.¡± Os olhos de Isabe brilhavam, uma aura pr¨®pria, e seu olhar leve recaiu sobre o homem no banco de tr¨¢s. assentiu sutilmente antes de sentar aodo dele sem nenhum sinal de desconforto. ¡°Qual ¨¦ a situa??o atual do Sr. Mauro?¡± C¨¦lio olhou para o rosto delicado d e falou fracamente: ¡°Ele tomou uma sopa enviada por outra pessoa e agora est¨¢ na s de cirurgia para reanima??o¡°. ¡°Sopa de um conhecido?¡± ¡°Sim.¡± Isabe lembrou¨Cse da condi??o do idoso no dia anterior e, mesmo que ele tivesse tomado a sopa, n?o deveria ter acabado na s de cirurgia. Havia algo de errado aqu sopa. ¡°Sra Isabe, posso perguntar sua idade?¡± ¨C Vicenten?ou um olhar pelo retrovisor e n?o p?de evitar: ¡°Voc¨º ainda deve estar estudando, n?o ¨¦?¡± parecia t?o jovem,o uma menina menor de idade. ¡°Dezoito¡± disse Isabe casualmente. ¡°Acabei de fazer o vestibr.¡± Dezoito? Realmente multo jovem Vicenteentou impressionado ¨C Com apenas dezoito anos e j¨¢ ¨¦ t?o habilidosa na medicina Seus ancestrais eram m¨¦dicos? 1/2 Cap¨ªtulo 23 ¡°N?o.¡± ¡°Ent?o voc¨º ¨¦¡­ ¨C Vicente nem havia terminado de fr quando o carro subitamente deu um tranco forte. Isabe n?o estava sentada firmemente e todo o seu corpo calu em dire??o de C¨¦lio. No momento seguinte, C¨¦lio instintivamente a segurou. estava vestida um modelo sem mangas naquele momento, e agora a m?o de C¨¦lio repousava sobre seu ombro, fazendo que seu rosto inexplicavelmente corasse. E C¨¦lio, ao se deparar a pele delicada e macia da garota, tamb¨¦m pareceu um pouco desconcertado. O perfume suave e elegante da garota invadiu seu olfato, uma fragrancia agrad¨¢vel. ¡°Desculpa, Sr. C¨¦lio, Sra. Isabe, eu¡­¡± ¨C Antes que Vicente pudesse terminar sua explica??o, o carro sacudiu novamente. Estava t?o envolvido na conversa a Sra. Isabe que n?o notou esse pequeno trecho de estrada irregr¡­. Enquanto o carro bn?ava violentamente, C¨¦lio protegeu a garota delicada e perfumada em seus bra?os,n?ando um olhar de alerta para a pessoa ¨¤ frente: ¡°Concentre¨Cse na dire??o.¡± 212 Cap铆tulo 24 Cap¨ªtulo 24 Isabe ergueu os olhos e encontrou seu olhar o rosto delicado dele¡­ dentro d, uma corda parecia ter sido tocada. S¨® quando a estrada se estabilizou, que C¨¦lio soltou a m?o: ¡°Desculpa.¡± ¡°Est¨¢ tudo bem.¡± ¨C Isabe desviou o olhar, ainda sentindo o rosto um pouco quente. Nas primeiras vezes em que C¨¦lio a viu, exva uma aura fria e arrogante, e agora estava agindo como uma mo?a t¨ªmida, o que o fez achar interessante. Vicente pensou que seria repreendido duramente pelo Sr. C¨¦lio, mas para sua surpresa, C¨¦lio mal mencionou o assunto¡­ Vicente olhou para cima e percebeu que a atmosfera no banco de tr¨¢s era realmente um tanto sutil! Ser¨¢ que¡­ ¡°Fique atento ¨¤ estrada.¡± ¨C A voz de C¨¦lio diminuiu um pouco quando ele sentiu seu olhar. No passado, se alguma mulher ousasse se apoiar no Sr. C¨¦lio, seria definitivamente expulsa do carro! E ningu¨¦m saber¨ªao teria terminado! Mas agora¡­ O Sr. C¨¦lio n?o s¨® n?o mandou a pessoa embora,o tamb¨¦m a ajudou quando o carro bn?ou¡­ Vicente teve uma ideia e apressadamente disse: ¡°Sr. C¨¦lio, ¨¦ que o velho senhor tinha me pedido para tratar de um assunto, e isso tem me distra¨ªdo.¡± C¨¦lio: ¡°?¡± ¡°Sra. Isabe, ¨¦ o seguinte: quando o Sr. C¨¦lio e eu est¨¢vamos visitando o velho senhor, ele expressou o desejo de v¨º.¡± ¡°Ele queria lhe agradecer pessoalmente por ter salvado a vida dele.¡± ¡°Voc¨º n?o conhece o meu av?, ele ¨¦ bem teimoso, quando diz que quer ver algu¨¦m, ele faz de tudo para conseguir.¡± ¡°Sr. C¨¦lio, estou preocupado que o velho senhor v¨¢ perturbar a vida da Sra. Isabe. Talvez possamos marcar um hor¨¢rio para que a Sra. Isabe explique os riscos de n?o tomar os rem¨¦dios.¡± ¡°A Sra. Isabe ¨¦ m¨¦dica, e o que disser, o velho ouvir¨¢¡± Isabe: ¡°??¡± C¨¦lio: ¡°¡­¡± ¡°O que voc¨º acha?¡± ¨C C¨¦lio aproveitou a ocasi?o para perguntar. Text content ? N?velDrama.Org. ¡°Tudo bem.¡± Isabe assentiu a cabe?a, principalmente preocupada em evitar que algu¨¦m viesse procur¨¢ e criasse problemas. ¡°Se o velho senhor acordar daqui a pouco, eu o verei imediatamente e, se n?o, marcaremos outra hora.¡± ¡°¨®timo.¡± ¨C O olhar de C¨¦lio observou seu rosto e pegou o celr, perguntando: ¡°Para marcar o hor¨¢rio¡­ seu WhatsApp ¨¦ o mesmo que seu n¨²mero de telefone?¡± ¡°Sim.¡± ¡°Vou te adicionar.¡± Ao ver que eles estavam trocando contatos pelo WhatsApp, Vicente ficou emocionado. Eles j¨¢ estavam se adicionando?! ¡°Depois me mande o local, que eu te pego.¡± ¨C C¨¦lio guardou o celr, um tom suave. ¡°Certo.¡± Na entrada da s de cirurgia do Hospital Ventoso. Ricardo estava ansioso, caminhando de umdo para o outro sem parar. O velho senhor j¨¢ estava l¨¢ dentro h¨¢ uma hora, e a luz ainda estava acesa¡­ A porta do elevador se abriu um ¡®ding¡®, e C¨¦lio e Isabe sa¨ªram juntos, ambos atraentes e bem¨C apessoados, pareciam um casal perfeito. ¡°Jovem senhor¡­¡± ¨C Ricardo ficou surpreso ao ver uma jovem panhando o jovem senhor, mas naqu hora n?o perguntou nada¨CO velho senhor j¨¢ est¨¢ l¨¢ dentro h¨¢ uma hora.¡± 1/2 14383 sto ¨¦ muito promissora.. Otonowy estava um abatido se soubesse, teria impedido o velho senhor de beber. Teve aqu sya para a Sita Isabe examinar Qoy sadins OMAN adament ouxe a sopa isabe mexeu o resto do caldo uma colher. O ingrediente principal era o cogumelo do sol, junto com outros medicamentos, uma famosa Soya para Beneficiar o Cora??o Mas essa sopa n?o deveria ter esse sabor quando for corida. 2/2 Cap铆tulo 25 Cap¨ªtulo 25 ¡°Essa sopa leva ¡®Aerossol Cora??o¡®?¡± ¨C Isabe levantou seu olhar sereno e indagou Ricardo, que estava ao seudo. Ricardo congelou e se apressou em dizer: ¡°Sim, a pessoa que trouxe a sopa mencionou que o ¡®Aerossol Cora??o ¨¦ muito eficaz para o cora??o e n?o interage negativamente nenhum outro medicamento¡­¡± ¡°De fato, n?o interage.¡± ¨C Isabe finalmente percebeu qual era o problema: ¡°Mas o estado de sa¨²de atual do senhor est¨¢ t?o fr¨¢gil que ele n?o pode se fortalecer a sopa. Na verdade, isso s¨® piora as coisas.¡± ¡°Ent?o, a sopa est¨¢ boa, mas ¨¦ a condi??o do senhor que n?o ¨¦pat¨ªvel?¡± ¨C Ricardo n?o esperava que essa jovem tivesse tal habilidade. Foi capaz de saber qual era o problema s¨® de sentir o cheiro. Nesse instante, a porta da s de cirurgia se abriu e uma enfermeira correu para fora, ansiosa. ¡°Sr. C¨¦lio, ¨¦ muito bom v¨º¨Clo! Poderia, por favor, assinar os pap¨¦is de cirurgia ¡­¡± C¨¦lio olhou para a ca e o papel na m?o d e, em vez de peg¨¢¨Clos, perguntou uma voz fria: ¡°Como est¨¢ o estado do Vov??¡± ¡°N?o est¨¢ nada bom¡­ Por favor, Sr. C¨¦lio, confie em n¨®s, faremos tudo o que pudermos para salvar o Sr. Mauro! Mas tamb¨¦m precisamos que o senhor assine.¡± ¡°¡­¡± ¨C C¨¦lio baixou o olhar para a jovem ao seudo: ¡°O que voc¨º acha?¡± ¡°A condi??o do senhor n?o chegou a esse ponto ainda.¡± ¨C Isabe naturalmente sabia o que significava assinar aqueles pap¨¦is, olhou para o rel¨®gio: ¡°Me d¨º um momento¡°. tirou a bolsa de ombro que estava carregando e a entregou a C¨¦lio, que a aceitou naturalmente. Vendo a silhueta de Isabe afastar¨Cse, todos ficaram perplexos. ¡°Jovem mestre, quem ¨¦ essa garotinha?¡± ¨C Ricardo estava confuso,o o Sr. C¨¦lio poderia carregar a bolsa d? ¡°Esta n?o ¨¦ a dire??o da s de cirurgia?¡± Vicente tamb¨¦m estava perdido: ¡°Para onde a Sra. Isabe est¨¢ indo?¡± ¡°Sr. C¨¦lio, a condi??o do seu av? ¨¦ muito grave, por favor, decida r¨¢pido.¡± ¨C A enfermeira estava ficando desesperada, sem entender o que a menina estava nejando. Nesse momento cr¨ªtico, ainda estava atrasando o resgate do paciente. Isabe foi at¨¦ o escrit¨®rio de M¨¢rio para pegar um kit de seringas e, depois, pediu para a enfermeira lev¨¢ para trocar a roupa cir¨²rgica. ¡°Sr. C¨¦lio, isso significa¡­?¡± O que est¨¢ acontecendo aqui? A enfermeira ficou chocada, olhando para C¨¦lio. Ser¨¢ que essa mo?a estava louca, mesma iria operar o Sr. Mauro? ainda n?o era de maior, n?o ¨¦? n?o vai entrar l¨¢ para fazer bagun?a? ¡°Fa?am o que disser.¡± Com essas pvras, C¨¦lio deu suporte total a Isabe. ¡°¦¯ que mandar, voc¨ºs fa?am.¡± A enfermeira entendeu e, sem se atrever a dizer mais nada, apressou¨Cse em levar Isabe para dentro. ¡°Sr. C¨¦lio, vamos esperar na s de observa??o? Pelo menos poderemos ver o progresso da cirurgia.¡± ¡°Sim.¡± ¨C respondeu C¨¦lio. Segurando a bolsa de Isabe, saiu na frente. Na s de cirurgia, quando o Dr. Ronaldo viu que se tratava de Isabe, sentiu um peso saindo de seus ombros,o se ele estivesse aliviado, e rapidamente cedeu o lugar de cirurgi?o¨Cchefe para . Desde a ¨²ltima vez que presenciou a habilidade m¨¦dica d, ele ainda a admira profundamente¡­ As enfermeiras estavam at?nitas¡­ A menina tinha tanto prest¨ªgio assim? Ser¨¢ que era a ¡®Menina M¨¦dica Divina¡® que foi alvo de rumores em todo o hospital ontem. Aqu que operou o Sr. Mauro? Se for esse o caso, isso n?o ¨¦ de se surpreender¡­ Afinal de contas, at¨¦ o renomado cardiologista Dr. Ronaldo havia sido superado por suas habilidades¡­ Depois que Isabe terminou o resto da cirurgia, a respira??o do Sr. Mauro ainda estava fraca e as coisas n?o pareciam bem. 1/2 Capitulo 25 ¡°Srta. Isabe, o que fazemos agora?¡°¨C Os outros m¨¦dicos estavam ramente sem saber o que fazer. Ap¨®s anos de pratica, eles sempre souberam lidar os desafios, exceto p condi??o do Sr. Mauro, que os levava a um beco sem saida, vez ap¨®s vez. ¡°Esperem.¡± Quando Isabe pronunciou essa pvra de forma definitiva, os outros m¨¦dicos se revoltaram. ¡°A respira??o do velho est¨¢ ficando mais fraca, e voc¨º diz para esperar? Esperar pelo qu¨¦? ¡°Este ¨¦ o momento critico para o salvamento, cada segundo ¨¦ valioso!¡± Vendo Isabe parada diante da mesa de opera??o, sem se mover, a ansiedade tomou conta dos outros m¨¦dicos. Cap¨ªtulo 25 ¡°De voc¨º n?o tem outta solu??o, ¨¦ mettor n?o forcar a cama. Deva o Dr. Ronaldo jemier de nord¡± ¡°Afinal, ¨¦ 180 jovem, onde j¨¢ viu algo asom?-Dr. Ronaldo, o senhor pode pensar em algi peme n?o pode ficar ¡°De voc¨º n?o der conta¡­.¡± ¡°Quem disse que eu n?o dou conta?-tab ergueu o olhar confame encarando quem tv2. A pessoa recuou a sua postura. Voc¨º da conta em?o tome uma atitude A respira??o do velho senhor estava cada vez mais fraca¡­. O respirador emitia constantes bipes de alerta¡­. Ao ouvir esse som, Isabe abriu ¨¢gil e deadida, o seu emojo de agulhas Todos ficaram boquiabertos, o que estava pensando? Acupuntura 773 ¡°Esta ¨¦ uma s de cirurgial Voc¨º vai aplicar acupuntura no pacieme aqul? ¡°O paciente est¨¢ por um fio. N?o vai aguentar se voc¨º ficar brincando assim ¡°Se voc¨º n?o tem nenhuma outra solu??o, por favor, abre caminho e n?o desperdice o precioso tempo de todos aqul¡±¡°¡± Isabe inseriu agulhas de prata no c¨¦rebro, no cora??o e nos bra?os do velho sentor A jovem enfermeira ficou apavorada, essa garotinha ¨¦ t?o ousada. Como voc¨º se atreve a transformar o velho senhor em uma peneira?¡­ ¡°N?o venha esse seu neg¨®cio de medicina tradicional aqui enganar ningu¨¦m Finalmente, um m¨¦dico n?o se conteve e estava prestes a interromp¨¦ quando o Dr. Ronaldo o repreender e chega¡±. A enfermeira tamb¨¦m se apressou em : ¡®ajudar: ¡°C¨¦lio acabou de dizer ¨C o que mandar, a geme fat. E so segur as ordens d.¡± Com essa afirma??o de C¨¦lio, os outros se atreveram a fr, deixando apenas um ousado: ¡°Ok. Ent?o, v¨º se cura¡± As agulhas foram inseridas nos Principais pontos vitais do velho senhor e, pouco depois, o idoso cuspio um bocado de sangue p boca¡­ Todos ficaram at¨®nitos. At¨¦ mesmo Ricardo, observando da s aodo, ficou horrorizado: ¡°O velho senhor est¨¢ bem? Parece que est¨¢ piorando¡­ Como assim, cuspiu sangue? Depois de expelir um bocado de sangue p boca, a condi??o do St. Mauroe?ou a estabilizat O respirador tamb¨¦m parou de emitir sons agudos. Todos os m¨¦dicos congram, olhando para Isabe incredulidade. Vendo que j¨¢ era hora, Isabe retirou as agulhas uma a uma, dizendo casualmente: ¡°Pronto, pode leve¨Clo de volta ao quarto.¡± Todos os m¨¦dicos a olhavam um misto de admira??o e surpresa. ¡°Se voc¨ºs n?o tivesseme?ado a cirurgia por conta pr¨®pria¡­ essas agulhas teriam resolvido o problema.¡± Isabe guardoy seu estojo e, essa ¨²ltima observa??o, virou¨Cse para sair. Todos ficaram at¨®nitos, entre eles o Dr. Ronaldo, que foi o primeiro a reagir ¨¤s pvras d, lembrando¨Cse do processo e dos pontos de acupuntura nos quais havia acabado de enfiar a agulha. Ele se lembrou por um momento e ent?o percebeu ¡°Genial, realmente genial, era isso¡­¡± Ele tinha estudo em medicina chinesa e conhecia a tica de Isabe¡­ Mas os outros m¨¦dicos ocidentais n?o entendiam a profundidade daquilo, e se aproximaram perguntando: ¡°Dr. Ronaldo, voc¨º entendeu? Explica para a gente¡­¡± ¡°Como fez isso?¡± ¡°Como isso melhorou alguns pontos de acupuntura?¡± ¡°Sr. C¨¦lio¡­ Srta. Isabe ¡­¡± ¨C Vicente estava chocado demais para dizer uma frasepleta. 1/2N?velDrama.Org owns all ? content. Cap铆tulo 26 Capitulo 26 Quem era afinal? Uma situa??o que confundiu tantos m¨¦dicos especialistas, e resolveu algumas agulhas? Os outros m¨¦dicos eram ipetentes ou era incr¨ªvel demais? N?velDrama.Org owns all ? content. Isabe saiu da s de cirurgia e viu um homem vindo em sua dire??o, a sua bolsa ainda pendurada no ombro havia sa¨ªdo ¨¤s pressas e entregado a bolsa a ele, sem esperar que ele a carregasse por tanto tempo. Cap铆tulo 27 Capitulo 27 mo m¨¦s. N?o lhe de sopa tonicao o caldo que ele tomou hoje.¡± 2000 NNA ONE Deixa eu te oakum jantar low das da noite, Isabe pegou sua bolsa, tirou o celr e viu que, de fato, sua m?e havia Rapidamente, retorna koplo Mie descia, estava ocupada¡± elefone, olhos brilhantes e um ar de distin??o. Quando conversava a familia, sua te para os ouvidos. Casa agora, t¨¢ bom? Tohau. Aov¨¦ dr, Celio: Sussurrou: Tu a levare de volta BRADY Parque Me? evo ndo me deixa no Parque Mel, tenho um carro estacionado no subsolo.¡± Era um parque ainda em constru??o e n?o aberto ao p¨²blico. Como poder¨ªa o carro d estar estacionado l¨¢? E o que estava fazendo na igreja? Para ele, a garota ¨¤ sua frente erao se fosse um enigma, impossivel de decifrat. Vou devolver o material primeiro¡± ¨C Isabe tinha acabado de pegar emprestado um kit de agulhas no escrit¨®rio de M¨¢rio, que estava de nt?o hoje e ainda se encontrava l¨¤. Depois de devolver o kit, saiu do escrit¨®rio e passou pelo quarto da v? Dias, onde n?o p?de evitar parar, V¨¤ Dias ainda estava internada em um soro, os olhos fechados, dormindo serenamente. De repente, Isabe se lembrou de uma tarde da sua infancia, quando a anci¨¤ tirava uma soneca e a luz do sol se infiltrava ps persianas, banhando-a sua presen?a. Naquele momento,o agora, respirava pacificamente, entregue ao sono. Foi quando uma voz a surpreendeu Isabe, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± olhou em volta ao ouvir o som e viu Ynda e Wilson Dias surpresos, parados n?o muito longe dali. Eles tinham recebido uma liga??o do hospital sobre a renova??o do quarto VIP da v? Dias e vieram ap¨®s o jantar, No entanto, para sua surpresa, encontraram Isabe! Ynda foi a primeira a recuperar apostura: ¡°Voc¨º n?o voltou para seus pais biol¨®gicos? N?o me diga que veio pedir dem¨ºncia ¨¤ velha para continuar na Cidade Ventoso, na nossa casa? Nem sonhe com isso!¡± Wilson Dias tamb¨¦m n?o esperava encontr¨¢ no hospital: ¡°Isabe, o que diabos est¨¢ acontecendo? Voc¨º n?o voltou sua familia? ¡°Eu aposto que nem chegou a ir!¡± ¨C Ynda olhou para Isabe desprezo: ¡° deve ter descoberto o quanto ¨¦ dificil na casa d e n?o aguentou mais, ent?o fugiu de volta para pedir piedade ¨¤ velha senhora!¡± ¡°Vamos nos livrar d logo!¡± ¨C Ynda puxou a manga de Wilson Dias, sinalizando para que ele se movesse rapidamente. Wilson Dias estava genuinamente surpreso por encontr¨¢ aqui e: ¡°a essa altura, tudo o que ele podia fazer era dar um passo ¨¤ frente e perguntar de maneira agrad¨¢vel: ¡°Isab, por que n?o conversamos? Quanto voc¨º quer?¡± Isabe olhou para aqueles que j¨¢ foram sua familia, agora express?es t?o distorcidas, e sorriu ironicamente. Eles queriam mand¨¢ embora dinheiro? Vendo que n?o respondia, Wilson Dias tirou um cart?o banc¨¢rio do bolso: ¡°Aqui tem cem mil, pode pegar. A senha ¨¦ 123456.¡± ¡°Wilson!¡± ¨C Ynda exmou, angustiada ao v¨º¨Clo t?o generoso: ¡°Por que voc¨º est¨¢ dando tanto a ?¡° Wilson Dias a silenciou um olhar. Se n?o oferecesse uma quantia substancial,o iria embora de bom grado? Ontem, havia roubado o cr de rubis da Caterina, avaliado em cem mil. Agora, o mesmo valor no cart?o, certamente iria embora, n?o ¨¦? Os olhos ros e deslumbrantes de Isabe estavam cheios de um toque de sarcasmo enquanto olhava para o cart?o na m?o dele sem indicar ou fr: 1/2 14.30 Capitulo 27 ¡°O qu¨¦? Acha pouco?¡± ¨C Ynda rechemou, insatisfeita. ¡°¨¦ melhor voc¨º se contentar o que tem, sen?o vai acabar sem nada!¡± Wilson Dias tentou colocar o cart?o banc¨¢rio em suas m?os, mas Isabe habilmente o evitou. ¡°Sua ingrata, o que voc¨º quer afinal? Est¨¢ esperando a matriarca acordar para enganar os sentimentos d? Nem sonhe isso!¡± ¨C Ynda n?o esperava que fosse t?o dif¨ªcil: ¡°Estou lhe dizendo, de agora em diante, a velha n?o tem nada a ver voc¨º! Suma daqui!¡± ¡°Um bilh?o.¡± Isabe articulou lentamente, um sorriso mordaz: ¡°Isso eu posso at¨¦ considerar.¡± ¡°Voc¨º¡­ n?o alimente ilus?es!¡± ¨C Ynda estava prestes a explodir de raiva, a menina tinha a aud¨¢cia de pedir um bilh?o: ¡°Por que voc¨º n?o vai assaltar um banco?¡± ¡°Assaltar um banco pode ser mais r¨¢pido do que roubar voc¨ºs?¡± ¡°Voc¨º¡­ voc¨º¡­¡± ¨C Ynda levou a m?o ao cora??o, n?o podia acreditar que a menina era uma ingrata: ¡°Esque?a o bilh?o, eu n?o lhe darei nem um centavo!¡± Ynda pegou de volta o cart?o do banco: ¡°Se voc¨º n?o for embora, mandarei algu¨¦m te expulsar!¡± ¡°Oh, ent?o chame.¡± ¡°Voc¨º¡­ voc¨º¡­ Me irritou! Que lixo de andar VIP, deixam qualquer um entrar¡­¡± ¨C Ynda estava prestes a ir para a recep??o. N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°Isabe.¡± De repente, uma voz masculina chamou a aten??o de todos. Ynda olhou para cima e viu um homem no final do corredor olhando para eles, parecendo chamar pelo nome de Isabe. Apesar da distancia, podia¨Cse perceber que era um homem alto e presen?a marcante. Ao ouvir a voz, Isabe olhou na dire??o de onde vinha e viu C¨¦lio esperando por . Sem querer perder mais tempo aqus pessoas, se virou e partiu. ¡°Quem ¨¦ aquele homem?¡± ¨C Ynda olhou para o final do corredor, desconfiada: ¡°Ser¨¢ que ¨¦ o pai d? Imposs¨ªvel, a voz dele n?o pode parecer t?o jovem ¡­¡± ¡°Deve ser o irm?o d, n?o tem cinco irm?os solteiros? n?o disse antes que sua av¨® estava doente? Ser¨¢ que tamb¨¦m pode estar hospedada neste hospital?¡± ¡°Eles t¨ºm condi??es de ficar aqui?¡± ¨C Ynda, vendo¨Cos desaparecer no final do corredor, n?o p?de deixar de discutir o assunto Wilson Dias. ¡°Wilson, temos que transferir a velha senhora o mais r¨¢pido poss¨ªvel, se essa garota continuar nos iodando, ser¨¢ um grande problema!¡± Wilson Dias teve exatamente a mesma ideia, mas olhando para toda a Cidade Ventoso, nenhum outro tinha recursos m¨¦dicos t?o bons quanto este, onde a velha senhora poderia receber os melhores cuidados. ¡°Essa desgra?ada se aproveita do afeto da velha senhora por ¡­ N?o ¨¦ um grande problema para n¨®s lidarmos , mas temo que o cora??o da velha senhora se amole?a e a deixe voltar para esta fam¨ªlia novamente!¡± Ynda se lembrou que, tr¨ºs meses atr¨¢s, quando a matriarca descobriu que Isabe n?o era sua neta de sangue, seu cora??o n?o aguentou o choque e desmaiou. Ao acordar, a matriarca derou severamente que, enquanto vivesse, Isabe n?o deveria deixar a casa. Quem mandasse Isabe embora estaria desafiando a pr¨®pria matriarca! Quando Caterina voltou para casa, a matriarca n?o lhe deu a m¨ªnima aten??o, tendo olhos e cora??o somente para a menina sem?os de sangue. Cap铆tulo 28 Cap¨ªtulo 28 Para evitar que Caterina se sentisse humilhada e tamb¨¦m para se livrar logo daqu garota impertinente, sem que a av¨® soubesse, os dois esconderam as informa??es d na Rede de Ajuda. Finalmente, um dia, a fam¨ªlia da impertinente ligou dizendo que viria busc¨¢. Quando a av¨® descobriu, teve um grande choque no cora??o e acabou no hospital. Com a av¨® fora de casa, Isabe foi ¡°expulsa¡± da Fam¨ªlia Dias sucesso. ¡°Ser¨¢ que a av¨® t¨¢ ficando velha e confusa? trata uma estranha melhor do que a pr¨®priaa!¡± - Ynda remou disso e n?o p?de deixar de se preocupar: ¡°Agora tenho medo de que Isabe n?o v¨¢ embora e tenha pensamentos tortos,o tentar roubar o Aaron de Caterina¡­¡± A fam¨ªlia Duarte tinha mais do que o dobro da renda da fam¨ªlia Dias! Aaron era um rapaz t?o am¨¢vel epreensivo, era vis¨ªvelo ele valorizava Caterina e a tratava bem¡­ E Caterina, por sua vez, se destacava, n?o apenas p sua beleza, mas pelo seu temperamento gentil e doce, de modo que conseguisse conquistar firmemente o cora??o de Aaron! ¡°Wilson, por que n?o vamos at¨¦ o Dr. M¨¢rio mais tarde e pedimos a transfer¨ºncia?¡± ¨C sugeriu. ¡°¨¦, n?o tem outro jeito¡± ¨C suspirou Wilson Dias. Text content ? N?velDrama.Org. ¡°Vamos l¨¢.¡± ¨C Isabe seguiu C¨¦lio, o celr em uma das m?os, respondendo mensagem ap¨®s mensagem. ¨¤ tarde, depois da cirurgia do av? e do leil?o, ainda havia muitas mensagens sem resposta. Naquele momento, algu¨¦m quase esbarrou n uma cadeira de rodas ao virar a esquina. C¨¦lio a puxou para seudo assim que p?de: ¡°Cuidado¡°. ¡°¡­¡± ¨C Isabe corou novamente ao perceber o que havia acontecido. No carro, C¨¦lio, vendo a falta de interesse da menina, dirigiu at¨¦ a metade do caminho e parou o carro. ¡°Me espera um pouco.¡± Ele saiu do carro e entrou numa doceria. Pouco tempo depois, ele saiu algumas sacs. Haviam cupcakes, p?o, leite, suco e outras coisas dentro, al¨¦m de alguns doces fofinhos. Ele as entregou: ¡°Dizem que as meninas gostam dessas coisas.¡± Depois de um dia longo cuidando do av?, imaginou que a menina estaria fome. Isabe olhou para toda aida ¨¤ sua frente e estava prestes a dizer algo quando C¨¦lio se aproximou novamente e abriu uma garrafa de leite para primeiro, colocando um canudo. Isabe ficou sem pvras. ¡°Eu n?o estou fome.¡± ¡°Come um pouco¡± ¨C insistiu C¨¦lio, passando¨Clhe o leite. aceitou e bebeu um pouco, surpresa ao notar um doce sabor no puro leite. Do outrodo¡­ ¡°Dr. M¨¢rio,o assim voc¨º n?o pode aprovar?¡± ¨C Ynda foi at¨¦ M¨¢rio para fr sobre a transfer¨ºncia, e a express?o dele imediatamente se fechou. ¡°A senhora Dias est¨¢ melhor aqui no Hospital Ventoso.¡± ¡°N?o tem um hospital melhor?¡± ¨C Wilson Dias n?o p?de evitar perguntar. ¡°O Hospital Ventoso ¨¦ o melhor do pa¨ªs.¡± ¡°Sim, sim, todos sabemos da qualidade do hospital, mas¡­¡± ¨C Wilson Dias foi interrompido por Ynda, que apressou¨Cse em dizer: ¡°Dr. M¨¢rio, n?o h¨¢ nada que possamos fazer, se n?o transferirmos a senhora para outro hospital, temo que algu¨¦m a importune e afete sua recupera??o¡­¡± M¨¢rion?ou um olhar frio para . Ser¨¢ que estava se referindo ¨¤ Isabe? Que ingratid?o. Cap铆tulo 29 Cap¨ªtulo 29 Quanto a Isabe fez p familia Dias e o que eles fizeram por seus filhos? M¨¢rio olhou friamente: ¡°Se voc¨ºs realmente se importassem a senhora, quando a enfermeira ligou ¨¤s nove da manh?, voc¨ºs teriam esperado at¨¦ agora para chegar?* ¡°N¨®s, n¨®s tamb¨¦m tinhamospromissos¡­¡± Na verdade, algumas das senhoras tinham marcado um dia de spa Ynda, enquanto Wilson Dias foi jogar golfe alguns executivos¡­. Ao anoitecer, a empregada j¨¢ tinha preparado a refei??o, que deveria ser consumida quente! N?velDrama.Org: text ? owner. Depois deer, eles entraram correndo. ¡°Compromissos t?o importantes que fazem voc¨ºs negligenciarem a vida dos mais velhos?¡± Ynda e Wilson Dias sentiram o rosto esquentar e depois empalidecer as pvras de M¨¢rio, um constrangimento palp¨¢vel entre eles. ¡°Eu posso assinar o procedimento de transfer¨ºncia, mas vou dizer uma coisa: a qualidade do equipamento e dos m¨¦dicos em outros hospitais n?o separa ao do Hospital Ventoso, e uma vez que a senhora deixe o hospital, pode n?o durar uma semana. Estejam preparados para isso.¡± Assim que Wilson Dias ouviu, sua express?o vacilou: ¡°Ent?o, M¨¢rio, existe alguma outra maneira melhor? Talvez algo que permita que deixe o hospital, mas ainda assim garanta sua sa¨²de?¡± ¡°H?.¡± Wilson Dias ficou imediatamente entusiasmado ao ouvir isso: ¡°M¨¢rio, por favor, diga¨Cme, estou ouvindo.¡± ¡°H¨¢ um medicamento no mercado que pode salvar a vida da senhora¡­¡± ¡°Diga¨Cme, eu anotarei.¡± ¨C Wilson Dias apressadamente pegou seu bloquinho e tirou sua ca do bolso, destampando¨Ca. ¡°S¨® est¨¢ dispon¨ªvel no Mercado Negro, essa droga custa dez milh?es por dose, e ¨¦ necess¨¢rio tomar duas vezes por m¨ºs, por tr¨ºs meses, antes da cirurgia.¡± Wilson Dias e Ynda trocaram olhares. Dez milh?es? Isso significaria sessenta milh?es em tr¨ºs meses?! Os medicamentos s?o t?o caros hoje em dia? ¡°S?o feitos de ingredientes raros, por isso s?o t?o preciosos.¡± Wilson Dias guardou silenciosamente seu bloquinho e ca: ¡°Ent?o, eu desisto da transfer¨¨ncia. A partir de agora, M¨¢rio, pedimos que continue cuidando d¡­¡± Eles queriam salvar a senhora principalmente porque detinha 30% das a??es da empresa, avaliadas em trezentos milh?es. Essa medica??o exorbitante consumiria um quinto desse valor. ramente, n?o valia a pena. Al¨¦m disso, a senhora tinha seus favoritos, e se na sua confus?o acabasse deixando essas a??es para Isabe ¡­ Eles tinham que garantir que antes d falecer, fizesse um testamento deixando todas as a??es para Caterina. Essa era a raz?o p qual eles queriam salvar a senhora. Isabe costumava ajudar a fam¨ªlia Dias em momentos dif¨ªceis, e isso se deve ao fato da empresa ser de propriedade da av¨® Dias, caso contr¨¢rio n?o se importaria a vida ou morte de Dias¡­ Mas as pessoas da familia Dias n?o sabia disso, pensando que eram poderosos o suficiente para se tornarem os mais ricos da Cidade de Inverno¡­ Wilson Dias pegou o cart?o banc¨¢rio que tinha dado a Isabe e o deslizou secretamente para dentro do prontu¨¢rio que estava diante de M¨¢rio. Esse pequeno gesto n?o escapou aos olhos de M¨¢rio, que sentiu ainda mais desprezo. ¡°O senhor Dias est¨¢ tentando fazer que eu perca meu emprego e v¨¢ para a cadeia?¡± Ele sabia que os profissionais de sa¨²de que aceitam subornos em segredo estavametendo um crime, e se a quantia fosse alta, poderiam at¨¦ ser presos. ¡°M¨¢rio, voc¨º est¨¢ entendendo errado¡­¡± ¨C Wilson Diaspensou apressadamente um sorriso e disse cuidadosamente: ¡°N?o ¨¦ para voc¨º ir contra sua ¨¦tica profissional, ¨¦ apenas um pequeno sinal de nossa gratid?o. Sabemos que voc¨º trabalhou duro durante este per¨ªodo de tempo, e este ¨¦ o dinheiro que voc¨º pode levar paraprar algumas coisas que possam te Capitulo 29 revigorar¡­ ¨¦ isso mesmo, Mario, por favor, aceite!¡± ¡°Tire isso daqui.¡± ¨C Mario n?o olhou nem por um segundo, um tom de voz gdo: ¡°Quando for necess¨¢rio, eu farei o meu trabalho, n?o preciso de gestos desnecessarios. Agora, por favor, sm.¡± ¡°M¨¢rio¡­¡± Ynda estava prestes a dizer mais alguma coisa quando Wilson Dias teve o bom senso de tirar o cart?o, sorrindo e fingindo que nada havia acontecido: ¡°Sim, sim, sim, estamos indo embora agora, e se precisar de alguma coisa, ¨¦ s¨® me avisar ¡­¡± Se n?o fosse por considera??o ¨¤ Isabe, Mario j¨¢ teria expulsado todos dali. 14:39.1 Cap铆tulo 30 Cap¨ªtulo 30 ¡°Esse M¨¢rio ¨¦ t?o jovem e tem um temperamento t?o ruim¡­¡± Ynda mal saiu do consult¨®rio e j¨¢ come?ou a remar: ¡°Veja s¨® o Aaron, ele nasceu em ber?o de ouro, t?o educado¡­¡± ¡°Ele ¨¦ um m¨¦dico prodigio, sempre foi o centro das aten??es, por isso ¨¦ natural que um pouco arrogante.¡± ¡°Ah sim, agora mesmo o M¨¢rio disse que algu¨¦m havia the explicado para ficar atento aos assuntos da velhinha, acho que foi a fam¨ªlia Duarte, n¨¦?¡± A rede de contatos da fam¨ªlia de Aaron tinha conex?es mais am, e eles eram os ¨²nicos que podiam se dar ao luxo de contribuir para a condi??o da velha senhora. Al¨¦m disso, Aaron est¨¢ noivo de Caterina ¡­ ¡°Com certeza ¨¦ a fam¨ªlia Duarte, quem mais seria? Precisamos convid¨¢¨Clos para um jantar qualquer dia desses, mas¡­¡± ¨C Wilson Dias, ao ver que a transfer¨ºncia n?o tinha dado certo, s¨® podia deixar a velha senhora continuar ali, o que o deixava um tanto frustrado. ¡°Wilson, para quedo aqu garota insolente foi agora?¡± De repente, Ynda pareceu lembrar¨Cse de algo: ¡°Eu me lembro que os quartos daqu s?o bem caros?¡± Metade desse andar era para VIPsuns e a outra metade, para VIPS de alto n¨ªvel. A velha senhora s¨® conseguiu um quarto VIPum porque eles haviam mencionado isso ¨¤ fam¨ªlia Duarte, que provavelmente pediu um favor para que fosse odada. Mas os quartos VIP de alto padr?o eram diferentes, n?o bastava ter dinheiro para se hospedar ali. Como aqu garota insolente poderia ter acesso a isso? N?o ¨¦o se conhecesse algu¨¦m importante! ¡°Pai, m?e.¡± Naquele momento, uma voz suave soou de repente. ¡°Caterina, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± ¨C Ynda se virou e viu que n?o era apenas sua filha que havia chegado, mas at¨¦ mesmo Aaron tamb¨¦m estava . Fndo em Aaron, ele era realmente um exemplo de beleza e porte, e quanto mais Ynda o olhava, mais gostava dele. Ter um genroo ele deixava um sorriso permanente em seu rosto! ¡°Ah, Aaron, voc¨º tamb¨¦m veio?¡± Aaron os cumprimentou educadamente: ¡°Ol¨¢, tio. Ol¨¢, tia¡°. ¡°Ei¡­¡± ¨C Wilson Dias sorriu gentilmente: ¡°Pensei que voc¨ºs tinham um encontro? O que trouxe voc¨ºs ao hospital?¡± ¡°Na verdade, n¨®s fomos ao cinema, e Aaron estava me deixando em casa, mas a empregada disse que o hospital ligou para casa. Eu fiquei preocupada que pudesse ser algo a vov¨®, ent?o decidimos vir ver. E Aaron, que ainda estava na porta de casa¡­¡± Assim, eles haviam vindo juntos. ¡°Pai, m?e,o est¨¢ a vov¨®?¡± ¨C Caterina Dias era particrmente boa em se portar diante dos outros, apesar de detestar a avo que sempre a desprez¨¢va, mas sabia fingir bem: ¡°Eu acho que vi a Isabe l¨¢ embaixo?¡± A silhueta familiar sa¨ªa do elevador VIP, mas n?o teve tempo de v¨º ramente¡­ Ao ouvir sobre Isabe, Aaron ficou surpreso, pois n?o havia dito que Isabe havia voltado para sua fam¨ªlia biol¨®gica? Por que ainda estaria aqui? Ynda e Wilson Dias ficaram uma express?o carregada. ¡°¨¦ ¡­ Deixa para l¨¢ por agora, sua av¨® est¨¢ bem, o hospital s¨® nos chamou para renovar o pagamento¡­ J¨¢ que voc¨ºs est?o aqu¨ª, por que n?o entram? Talvez a devo??o de voc¨ºs toque a velha senhora¡­¡± Aaron e Caterina Dias trocaram um olhar e, de m?os dadas, entraram no quarto. A ancia na cama estava fraca e sem cor. Caterina imediatamentee?ou a chorar: ¡°N?o faz nem dois dias que n?o venho, e a vov¨® j¨¢ perdeu tanto peso assim¡­.¡± Na verdade, os ¡°dois dias¡± que mencionava eram uma maneira de dizer. J¨¢ fazia muito tempo que n?o vinha. 10 Cap¨ªtulo 30 *Por que Deus est¨¢ fazendo isso a vovo? Por que ele n?o deixa todas as doen?asigo¡­¡± Aaron a viu chorando e apressadamente estendeu a m?o para enxugar as l¨¢grimas dos cantos dos olhos d: : T, voc¨º j¨¢ sofreu muito ao longo dos anos¡­. ¡°N?o me importo, contanto que Deus poupe a vov¨®, estou disposta a suportar tudo por !¡± Ao observar a face bondosa e determinada daqu garota, o cora??o de Aaron pareceu ser tocado e seu afeto por se aprofundou ainda mais. 212N?velDrama.Org: text ? owner. Cap铆tulo 31 Cap¨ªtulo 31 ¡°Se eu n?o voltasse para essa familia, a pessoa que se casaria Aaron seria minha irm?, fui eu quem destrulu a felicidade d. Por isso Deus puni deliberadamente a minha familia, aqu que eu mais amo¡­ Se for por isso, ent?o n?o quero ser essa herdeira rica. n?o quero me casar Aaron.¡± ¡°Voc¨º ¨¦ uma filha dos Dias desde o inicio, en justo que voc¨º voltasse para a familia Dias, e casar comigo tamb¨¦m faz parte de um acordo matrimonial. Voc¨º n?o fez nada de errado.¡± As luzes da noitee?avam a brilhat O carro de C¨¦lio acelerava entre o tr¨¢fego rapidamente, seguindo em dire??o ao Parque Mel. Durante o trajeto, seu celr n?o parava de vibrar e, a principio, ele olhou o n¨²mero da chamada e apertou o bot?o no vnte para simplesmente desligar Mas a pessoa do outrodo parecia insistente, ligando uma vez atr¨¢s da outra. ¡°Voc¨º pode me deixar aqui. Isabe achou que sua presen?a pudesse estar atrapalhando a liga??o, se preparando para soit quando o ouviu explicar fracamente: ¡°¨¦ uma liga??o inc¨®moda¡°. As chamadas inc¨®modas continuavam uma ap¨®s a outm Por fim, para deixar Isabe ¨¤ vontade no carro, C¨¦lio love que colocar um fone de ouvido e atender levemente. ¡°C¨¦lio, voc¨º finalmente atendeu meu telefonema¡± Mariana, do outrodo, estava chorando muitoN?velDrama.Org: text ? owner. ¡°Eu realmente n?o sabia que tinha acabado de deixar o vov¨® e isso aconteceu. Eu n?o queria. Ouvi dizer que aquele Acrossol Cora??o, quando adicionado ¨¤ sopa, tem um efeito mgrosa no tratamento doa??o¡± ¡°Ent?o eu preparei a sopa todo o cuidado, adiciones o Aerossal Cora??o e level para o av? beber ¡± ¡°Eu pensei que ajudaria o vovo, mas acabou plorando o estado dele¡­¡± ¡°¨¦ tudo culpa daquele chat?o que vendeu o rem¨¦dio. Eu n?o o distingui e cai no gol golpe¡­ ¡°Eu realmente n?o sabia que havia algo de errado aquele rem¨¦dio e, se soubesse, definitivamente n?o o teriaprado, muito menos deixado o vov¨® toma lol¡± ¡°C¨¦lio, voc¨º precisa confiar em mim¡­. ¡°Penso em voc¨ºso familia, e vejo o av¨®o se fosse o meu pr¨®prio. De forma alguma eu o prejudicaria¡­ ¡°J¨¢ acabou?¡± ¨C C¨¦lio n?o teve paci¨ºncia para ouvi e, quando terminou, ele encerrou a liga??o Retirando os fones de ouvido, C¨¦lio continuou dirigindo, notando pelo canto do olho que a express?o de Isabe estavaplicada: ¡°Hmm?¡± ¡°Parece que a pessoa do outrodo estava chorando multo, eu consegui ouvir¡­.. Embora Isabe n?o soubesse exatamente o motivo do choro, parecia ser algo digno de pena¡­ ¡°¨¦ a pessoa que causou mal ao vov¨®, tentando pedir miseric¨®rdia¡± ¨C C¨¦lio explicou suavemente. ¡°Ah¡­¡± ¨C Isabe viu que j¨¢ estavam chegando ao Parque Mel. ¡°Voc¨º pode me deixar aqui. ¡°J¨¢ est¨¢ escuro, vou panh¨¢ at¨¦ o estacionamento.¡± ¡°N?o precisa.¡± Isabe definitivamente n?o queria que viss¨¦m seu carro, aqu ca chamativa! Na pr¨®xima vez, escolheria um carro m¨¢is discreto ¡°Voc¨º vai ficar bem sozinha?¡± C¨¦lio viu que o parque ainda estava em constru??o, e sob o manto da noite, havia poucos postes de luz, a maior parte dele estava mergulhada na escurid?o. At¨¦ o caminho para o estacionamento estava sombrio. Uma garota sozinha, n?o teria medo? Cap铆tulo 32 Cap¨ªtulo 32 ¡°Eu n?o sou covarde.¡± isabe ramente n?o levava esse ambiente a s¨¦nio, pois j¨¢ havia passado por condi??es piores prestes a soltar o cinto de seguran?a. ¡°Deixaigo.¡± ¨C C¨¦lio se aproximou d e um aroma agrad¨¢vel invadiu o espa?o entre eles. Text content ? N?velDrama.Org. do que essa in¨²meras vezes. Estava De perto, Isabe notou que suas fei??es eram extremamente bonitas, at¨¦ mesmo sua pele era excessivamente delicada C¨¦lio levantou o olhar seus olhos profundos a encararam seriamente: ¡°Conte¨Cme um dia¡°. ¡°Combinado,¡± C¨¦lio desceu do carro antes d, abriu a porta para que saisse e, ap¨®s desembarcar pendurou a bolsa em seu ombro. Em seguida, entregou¨Clhe as coisas que haviamprado. ¡°Se ficar fome ¨¤ noite, podeer Isabe at¨¦ pensou em recusar, mas ao olhar nos olhos dele, estendeu a m?o para aceitar E ent?o¡­ No segundo seguinte¡­ Seus dedos delicados acidentalmente tocaram a m?o de C¨¦lio, e aquele toque suave fez seu cora??o pr uma batida, Uma sensa??o especial brotou em seu cora??o. Ao v¨º pegar suas coisas e se afastar, Celio n?o pode deixar de gritar baixinho: ¡°Isabe¡± ¡°Sim?¡± se virou e o ouviu dizer: ¡°Aqu pessoa de antes n?o ¨¦ minha namorada¡± Isabe: ¡°7¡± ¡° estava pedindo misencordia.¡± Isabe ¡°Eu n?o sou pr¨®ximo d.¡± Isabe ¡°Ah¡± ¡°Tome cuidado na estrada ¨C C¨¦lio reprimiu todas as emo??es discri??o: ¡°Se estiver medo, posso ficar no telefone ¡°N?o precisa Enquanto a silhueta da mo?a desaparecia de vista, C¨¦lio de volta no carro, tinha em mente apenas seu rosto docil e serena Isabe tinha acabado de entrar na garagem subterr¨¢nea quando sentiu seu celr vibrat Era C¨¦lio ligando. ¡°Encontrou o carro?¡± Isabe achou um pouco engra?ado: ¡°Acabei de encontrar, voc¨º ainda n?o foi embora?¡°, ¡°Bem, estou esperando para irmos juntos ¡°N?o precisa, eu pego a salda B¨C apertou o bot?o para destravar o carro: ¡°Esta me ouvindo? Eu vou dirigir. ¡°Certo, tome cuidado na estrada.¡± Depois de desligar, C¨¦lio ligou para Vicente:¡°:¡°Fique livre ¨¤ noite, vou fazer uma visita ¨¤ familia Neves¡°. Ao ouvir isso, Vicente ficou imediatamente agitado: ¡°Sr. C¨¦lio, o senhor n?o vai fazer um esc¨¢ndalo na casa da Srta. Mariana por causa do que aconteceu hoje, vai? A. Sta. Mariana n?o deveria ter nenhuma inten??o maliciosa¡­.. ¡°N?o ¨¦ para fazer escandalo.¡± ¡°Ent?o ¨¦¡­ finalmente entendeu o que o velho pretendia? Quer convidar a Sta. Mariana para visitar o hospital amanh? voc¨º? Se o velho mestre souber disso, ele ficar¨¢ muito feliz!¡± esposa O olhar de C¨¦lio se perdeu no horizonte, a voz profunda: ¡°Estou ¨¤ procura do Sr. Neves e de sua esp ¡°Voc¨º n?o decidiu de repente pedir a m?o d em casamento?¡± Assim que as pvras de Vicente sairam de sua boca, ele sentiu o descontentamento do outrodo e ficou confuso: ¡°Ent?o: o que voc¨º est¨¢ nejando¡­?¡± ¡°Anr o noivado.¡± 13.10 ¡°Anr¡­ o noivado??¡°¨C Vicente quase teve um treco e ficou p¨¢lido: ¡°Sr. C¨¦lio, o senhor n?o est¨¢ brincandoigo, n?o est¨¢?¡± Cap铆tulo 33 Capitulo 33 Mas o tom de C¨¦lio n?o soava nem um poucoo uma piada! Vicente engoliu em seco, apavorado: ¡°Sr. C¨¦lio, o seu noivado a Sra. Mariana foi arranjado pelos mais velhos. Se voc¨º desmanchar o noivado esta noite, ser¨¢o dar um tapa na cara da familia Neves¡­ A amizade de longa data entre as familias Neves e Franco pode ser rompida¡­ Esses eram problemas s¨¦rios!! C¨¦lio n?o disse nada, seus olhos escuros observavam silenciosamente para fora do carro, para o tr¨¢nsito ca¨®tico l¨¢ fora ¡°Sr. C¨¦lio, eu sei que o senhor n?o gosta da Sra. Mariana. Para ser sincero, eu tamb¨¦m n?o gosto d, acho que ¨¦ pretensiosa e falsa. Em contrapartida, acho a Sra. Isabe muito mais agrad¨¢vel! Mas isso n?o ¨¦ s¨® uma quest?o pessoal entre voc¨º e a Sm Mariana, envolve a Familia Neves e a Familia Franco¡­. Vicente lembrou¨Cse do Sr. Mauro em sua cama de hospital eo ele ficaria furioso se soubesse. ¡°Sr. C¨¦lio, por que o senhor n?o reconsidera?¡°¨CVicente ainda tentava argumentar Mas C¨¦lio desviou o olhar e falou sem rodeios: ¡°Prepare um presente fino e v¨¢ hoje ¨¤ noite¡°. ¡°Sr. C¨¦lio?!¡± Vicente sabia que, uma vez que esse senhor tomasse uma decis?o, ninguem poderia impedi¨Clo, mas ainda assim insistiu: ¡°Mesmo que voc¨º n?o considere a familia Neves, ou sua amizade o jovem Franco, ou a Sra. Mariana¡­ pelo menos considere os sentimentos do velho senhor?¡± Como resultado, n?o s¨® o bio se fai,o as familias Franco e Neves romperam?os, e o velho ainda ficou a fama de n?o cumprir sua pvra. Text content ? N?velDrama.Org. Como o velho aguentaria isso?? Mas C¨¦lio n?o mudou de ideia Vicente suspirou desamparado por dentro, sabendo que qualquer outra coisa que pudesse dizer seria in¨²til. Opromisso do Sr. C¨¦lio n?o seria decidido por ninguem, e a press?o do velho poderia ter o efeito contrano A culpa era da Sra. Manana seuportamento exagendo hope Isso n?o s¨® n?o deixou uma boa impress?o em St C¨¦lia,o tamb¨¦m fez que o contrato de casamento fosse cancdo¡­ ¡°Mantenha isso em segredo por enquanto, eu mesmo the dite quando ele estiver se sentindo melhor Mas uma coisao desistir de um casamento se espalharia em menos de alguns instantes e, quando o velho descobrisse, ficaria furiosoo sempre S¨® espero que a noticia se espalhe mais lentamente, pois o cora??o do velho n?o podia suportar mais choques. Do outrodo. Carlos Neves e Nair Pires finalmente receberam isabe em casa, puxando a entusiasmados para se sentar ¨¢ mesa de jantar e enchendo seu prato sem parar, Manana estava chorando muito por causa do caso do velho, e tinha medo de sair para encontrar as pessoas, mentindo que tinha teria que seus pais pensassem mal d ap¨®s saberem do ocorrido¡­ Ap¨®s o jantar, Isabe conversou seus pais por um tempo e subiu p para tomar um banho. Carlos Neves e Nair Pires estavam sentados no sof¨¢ tomando ch¨¢, e n?o demorou muito para que uma empregada se apresentasse de repente ¡°Senhor, senhora, o Sr. C¨¦lio est¨¢ aqui!¡± A empregada que velo rtar estava um pouco nervosa, pois a reputa??o de C¨¦lio era particrmente alta nos circulos da sse alta Dizia¨Cse que ele era imc¨¢vel e cruel, um homem que mandava tanto no mundo dos neg¨®cios quanto no submundo. N?o s¨® , mas todas as outras empregadas sentiam medo desse homem¡­.. Carlos Neves e Nair Pires se entreolharam, confusos, Sr. C¨¦lio? Por que ele veio? Ser¨¢ que¡­ Ele ficou sabendo que Isabe estava em casa? Deu ruim¡­ ¡°R¨¢pido, convide¨Co para entrar ¨C Carlos Neves foi pego um pouco desprevenido e trocau olhares apressados Nair Pires, pensando emo lidar a situa??o 102 13:10 Alexandre n?o se atreveu a hesitar e fol pessoalmente mostrar o caminho. Logo, C¨¦lio entrou, seguido por seus assistentes fi¨¦is. O lider, uma beleza impressionante, tinha sobrancelhas angulosas que indicavam sua resolu??o, e seus olhos escuros brilhavam uma intensidade feroz. Trojava um temo bern cortado que combinava perfeitamente sua posi??o. Ele parecia um soberano dominador, impondo sua presen?a j¨¢ no primeiro momento, uma poderosa aura de frieza e um ar de superioridade. 13 1 Cap铆tulo 34 Capitulo 34 Eos poucos homens que o seguiam, estavam segurando um monte de presentes preciosos Colocaram nos no ch?o e foram esperar dodo de fora Vicente foi deixado sozinho, ficando aodo de C¨¦lio, uma postura de forma respeitosa ¡°Tio, tia, h¨¢ quanto tempo n?o nos vemos.¡± C¨¦lio sempre foi de natureza reservada, um homem de poucas pvras, um toque de solenidade e precis?o at¨¦ mesmo em seus cumprimentos. ¡°C¨¦lio,o voc¨º teve um tempinho para nos visitar hoje? ¨C Nair Pires foi a primeira a se dar conta, olhando para os presentes que ele trouxera e sorrindo ternura: ¡°Voc¨º mesmo j¨¢ ¨¦ um presente, n?o precisava trazer mais nada, est¨¢ sendo muito formal.¡± ¡°C¨¦lio, venha e sente se. Algu¨¦m, traga mais cha¡ªCarlos Neves o cumprimentou carinhosamente: ¡°Voc¨º n?o vem ¨¤ casa do tio h¨¤ um bom tempo, desde que o deixou o pa¨ªs, vamos ter uma boa conversa hoje ¨¤ noite!¡± ¡°C¨¦lio, voc¨º j¨¢eu?¡± ¡°J¨¢i¡± ¨C C¨¦lio permaneceu introspectivo e cort¨¦s. ¡°Esse menino, quanto tempo sem ver voc¨º! Est¨¢ cada vez mais maduro e seguro..¡± ¨C Nair Pires o observava e n?o conseguia deixar de sentir uma grande afei??o por ele. Fosse p altura, p apar¨ºncia ou p capacidade pessoal, ele era um exemplo de excel¨ºncia. simplesmente impec¨¢vel. No andar de cima. Mariana havia nejado esperar Isabe voltar para seu quarto a depois descer para conversar seus pais, Quanto para descobrir se eles sabiam algo sobre o assunto do velho senhor. Stanto para criar?os tinha acabado de abrir a porta de seu quarto quando ouviu dois dos criados fndo sobre a apar¨ºncia de C¨¦lio. Depois de perguntar, soube que C¨¦lio j¨¢ estava em sua casa! Suas pemas bambearam, e todo o seu corpo estava t?o assustado ? que mal consequia ficar de p¨¦l ¡°Srta. Manana?-disse Cam, correndo para ajud¨¢. ¡°A senhora est¨¢ bem?¡± ¡°Cam!¡± ¨C disse Manana Neves, agarrando apressadamente a m?o de Cam: 1?o nervosa que seu tom tremia: ¡°Celo est¨¢ aqui, na s de estar ele deve ter vindo por causa do que aconteceu hoje! Se meus pais descobrirem que eu quase matelo av? dele. O que eu fa?o? O que eu fa?o?¡± ¡°Calma, vamos ouvir ele primeiro ¡°N?o pode ser¡­ Vir dele e confessar por mim mesma s?o duas coisas diferentes. Depois de pesar rapidamente os pr¨®s e os contras em sua mente. ¡°Mariana disse imediatamente Vou l¨¢ embaixo pedir desculpast Confessar!¡± ¡°Sta. Mariana, n?o seja impulsiva.¡± ¨C Cam tentou segur¨¢: ¡°Observe primeiro o que est¨¢ acontecendo l¨¢ embaixo, confie em mim!¡± Carlos Neves e Nair Pires otham um para o outro, Srta. Neves. seria isabe?? C¨¦lio era sempre bem¨Cinformado, ele provavelmente tinha ouvido rumores e sabia que a herdeira da familia Neves era outra pessoa? E Manana era apenas uma filha adotiva?! Vendo que ele parecia ter algo a dizer, Nair Pires se adiantou: ¡°Celio, querido, tudo isso foi muito repentino e n?o tivemos chance de contar para voc¨º, mas essa hist¨®riae?a h¨¢ muitos anos. C¨¦lio achou que ia dizer algo sobre o acordo de casamento de anos atr¨¢s, assentiu a cabe?a e ouviu pacientemente enquanto continuava. do incendio Nair Pires rtou o incidente do incendio no centro de sa¨²de e depois disse: ¡°So recuperamos a Isabe nos ¨²ltimos dois dias e ainda n?o anunciamos a identidade d ao p¨²blico. Os av¨®s e os bisavos de Isabe ainda n?o sabem. N?o queriamos esconder isso de voc¨º, nem esconder da Familia Franco.¡± Vicente: ¡°77¡± Nair sabia que, a essa altura, n?o dava mais para esconder o fato, ent?o teve de dizer: ¡°Maria, v¨¤ chamar a Senhorita Isabe.¡± Vicente olhou para a Sra. Neves e depois para o Sr. C¨¦lio. O que estava acontecendo? A noiva do Sr. C¨¦lio n?o era mais a Sra. Mariana, mas sim a Senhorita Isabe?? Ent?o esse casamento tinha que ser cancdo A Sta. Mariana, pelo menos, tinha habilidades para se exibir, e era bonita, considerada uma das mais elegantes e ricas herdeiras da Cidade Ventoso, recebendo elogios de todosText content ? N?velDrama.Org. Mas a senhorita Isabe¡­ Os olhos escuros do C¨¦lio se aprofundaram,o se ele estivesse pensando em algo Isabe tinha acabado de tomar banho e, quando ouviu sua m?n cham¨¢, desceu as escadas sem sequer pensar duas vezes. Cap铆tulo 35 Cap¨ªtulo 35 vestia uma camis fina de seda, os cabelos presos em um coque, e e por suas pemas estarem a mostra logo chamou a aten??o de todos. Text content ? N?velDrama.Org. Vicente ficou boquiaberto no reconhecer que quem chegou era a Sma Isabe! era a parente perdida que a familia Neves tinha conseguido encontrar?? C¨¦lio levantou levemente a sobrancelha, seus olhos escuros e profundos exibiam um tra?o de curiosidade. Sena ? era a verdadeira herdeira da familia Neves? Assim que Isabe desceu as escadas, viu C¨¦lio sentado no sof¨¢, um rosto atraente e enigm¨¢tico, os olhos brilhando sutilmente e um meio sorriso quase imperceptivel nos l¨¢bios. O que aquele homem estava fazendo em sua casa? Com um olhar confuso, Isabe perguntou, ¡°M?e, voc¨º queria frigo?¡± ¡°Vem aqui, Isabe, senta aodo da mam?e disse Nair Pires, puxando a m?o da filha carinho, ¡°Deixa eu te apresentar, este ¨¦ C¨¦lio, h¨¢ muitos anos, nossa familia Neves tinha um acordo de casamento a Familia Franco, e olha s¨®, C¨¦lio ¨¦ o teu noivo¡­ Isabe: ??? O qu¨¦?? Noivo?? Em que ¨¦poca estamos, que ainda existem acordos de casamento?? ¡°Esta ¨¦ nossa querida filha que acabamos de encontrar, Isabe Neves, ¡°Nair Pires apresentou a C¨¦lio Os olhos de C¨¦lio brilharam uma suavidade inesperada ent?o era . At¨¦ ent?o, s¨® sabia que o nome d era isabe, sem imaginar que tinha outro sobrenome. Vicente tamb¨¦m teve uma rev??o ent?o a Sra. Isabe era Neves N?o ¨¦ ¨¤ toa que teve coragem de ir contra todos no hospital para salvar uma vida, e de for?ar Lisa Gomes a se ajoelhar. realmente tinha um suporte poderosol Manana Neves, escondida no andar de cima, ouvia tudo secretamente, pensando que Celio tinha vindo cobrar explica??es sobre o incidente o patriarcal Mas ele estava ali por Isabe? apertou a palma da m?o frustra??o, por que Isabe tinha que aparecer? Por que tinha que voltar para essa casa? Por que tinha que tomar tudo que era d? ¡°Ent?o, Sr. C¨¦lio, o que traz o senhor aqui hoje? Isabe olhou para o homem ¨¤ sua frente, sem entender suas inten??es C¨¦lia observou os olhos brilhantes da mo?a, seus l¨¢bios finos se contrairam levemente, e seus olhos escuros brilharam de forma cativante. ¡°Ouvi dizer que a noiva tinha acabado de voltar para casa, ent?o trouxe um pequeno presente para visit.¡± Vicente arregalou os olhos, sem acreditar diante de C¨¦lio Sr. C¨¦lio, o senhor n?o veio terminar o noivado? D Como isso se transformou em uma visita? Ser¨¢ que, porque a noiva e a Sra. Isabe, a senhor mudou de ideia?! O senhor mudou de ideia muito rapidamentell Apesar dos rumores de que C¨¦lio era frio e cruel, Nair Pires o conhecia bem ao longo dos anos e admirava seu car¨¢ter, sabendo que ele era um homem integro epetente. Deixando dedo outros aspectos, apenas p aparencia, riqueza e capacidade, ele era o melhor partido, inigual¨¢vel. Se a filha pudesse se casar ele¡­.sua vida sena certamente feliz e tranqu, sem mais preocupa??es para eles. Isabe jamais imaginaria que o homem diante d era seu noivo¡­ Cap铆tulo 36 Cap¨ªtulo 36 ¡°Vo quer te ver.¡°C¨¦lio virpu sua aten??o para a garota ¨¤ sua frente, uma voz magn¨¦tica suave e sedutora, ¡°Quando voc¨º vai ter um tempo livre para irmos v¨¦¨Clo juntas?¡± ¡°Se voc¨º n?o quiser iro nolva, pode representar a familia Neves, s¨® para mostrar um pouco de afeto. A presen?a de C¨¦lio transmitia uma dignidade s¨®brio e nobre, retrocedendo para avan?ar. ¡°Que id boal¡°Carlos Neves n?o esperava que o rapaz fosse t?o esperto. ¡°Isso al, representar a nossa familia Neves, mostrar um pouco de afeto ¡°Nair Pires tamb¨¦m concordou. Isabe. Ent?o ningu¨¦m vai perguntar a opini?o d? ¡°Ent?o Isabe, amanh? voc¨º vai visitar Mauro Franco, j¨¢ est¨¢ em casa h¨¢ dois dias, j¨¢ ¨¦ hora de ir¡± Afinal, f familia dele que prop¨®s este casamento e C¨¦lio tem suas qualidades. O velho agora est¨¢ hospitalizado e, pelo que se ouve, a situa??o n?o ¨¦ nada boa¡­. Como a mais jovem, realmente deveria visit¨¢¨Clo para mostrar respeito. ¡°Sim, exato, uma visita ¡°Carlos Neves disse um sorriso, ¡°Leve algum presente, n?o v¨¢ de m?os vazias¡­ Presente n?o ¨¦ necess¨¢rio, s¨® de ir j¨¢ ¨¦ suficiente. ¡°A voz de C¨¦lio era cristalina ¡°N?o, n?o, na primeira visita, n?o podemos esquecer das formalidades!¡±Carlos Neves insistiu ¡°Deixa que eu organizo.¡±Os olhos de C¨¦lio brilhavam um toque de temum, olhando para Isabe, ¡°Depois a gente marca um hor¨¢rio?¡± A garota tinha uma express?o orgulhosa, mas ao ver o olhar esperan?oso de seus pais, acabou concordando. ¡°T¨¢ bom¡± Erao se fosse so para ver a recupera??o do St Mauro, afinal, ha dois dias atras, tinha aceitado um cheque em branco deles. C¨¦lio trocou algumas pvras e se levantou, seusbias finas se moveram, ¡°Ent?o n?o vou iodar mais.¡±.. * vai? C¨¦lia, voc¨º trouxe tantos presentes, isso ¨¦ Nair Pires n?o terminou a frase quando viu C¨¦lio parar e responder voz baixa, ¡°¨¦ apenas uma lembrancinha, n?o ¨¦ nada demais.¡± ¡°Isabe, voc¨º pode panha lo at¨¦ a portal Isabe¡­ Por que devena panha lo?! ¡°N?o precisa, Senhorita Neves, fique Esse ¡°Neves tinha um pensamento obscum Vendo o somso quase imperceptivel nos l¨¢bios de Celio, Isabe levantou uma sobrancelha Ser¨¢ que ele estava chateado porque s¨® tinha dito o nome e n?o o sobrename? Na verdade, tinha adotado esse sobrenome ha apenas dois dias e ainda n?o estava acostumada com ele. ¡°Descanse cedo, noiva¡± Noiva? tinha aceitado? Carlos Neves e Nair Pires sorriram ao ouvir isso! Parecia que Celio estava realmente satisfeito Isabe¡­ Esse desenvolvimento superava as expectativas deles! No segundo andar, Mariana Neves n?o conseguiu se conter e desceuendo as escadas, indo em dire??o ao jardim sem que ningu¨¦m a visse, ¡°C¨¦lio¡­¡± Ao ver Mariana Neves se aproximar, Vicente bloqueou seu caminho rapidamente, ¡°Sra. Mariana, precisa de algo?¡± Mariana Neves olhou para a figura de C¨¦lio, sentindo uma ang¨²stia profunda, ¡°C¨¦lio, o agravamento da doen?a do vov¨¢ foi culpa minha, eu realmente me sinto muito culpada¡­ Obrigada por n?o mencionar isso na frente dos meus pais, para me poupar do constrangimento¡­. Vicente¡­ Sr. C¨¦lio simplesmente n?o te considerou importante o suficiente para isso, n?o foi por querer te poupar¡­. ¡°Ouvi dizer que a situa??o do vov¨® est¨¤plicada, eu gastana de visit¨¢¨Clo. Amanh?, quando voc¨º vier buscar a minha irm?, me leve junto.¡± ¡°N?o ser¨¢ necess¨¢rio ¡°Os olhos profundos e fnos de C¨¦lio revram um tra?o de indiferen?a. ¡°O vov? quer ver a noiva¡± N?o voc¨º.Text content ? N?velDrama.Org. Cap铆tulo 37 Cap¨ªtulo 37 Mariana Neves nunca imaginou que seria rejeitada de forma t?o direta. Com o cora??o ferido, mas ainda mantendo um fio de esperan?a, implorou, ¡°Eu posso iro sua noiva, eu s¨® estou representando a familia Neves¡­ C¨¦lio, me deixa ir pedir desculpas ao vovo, por favor?¡± Mariana olhou para Celio expectativa, desejando que ele scenasse a cabe?a em concordancia. Mas C¨¦lio estava envolvido em uma sum fria, sob os cilios escuros, seus olhos frios turbilhonavam com ondas sombrias. ¡°A ¨²nica que pode representar a familia Neves ¨¦ minha noiva¡± Seu olhar tomou¨Cse mais profundo, o contorno da sua mandib era nitido, e sua voz, ainda mais impiedosa. ¡°C¨¦lio¡­ ¡°Vicente?¡± Mariana Neves n?o esperava que que aquele empregado atresse a dete! Enquanto Isabe n?o voltava, o empregado sempre tinha sido muito respeitosa l ¡°Se algu¨¦m nos ver, n?o vai ser bom¡°, Vicente deixou essas pvras para tr¨¢s e correu para panhar os passos de C¨¦lio Mariana olhou para a silhueta de C¨¦lio se afastando e gritou. ¡°C¨¦lio, acredite ou n?o, eu nunca quis prejudicar o vovo. N?o foi de proposito!!¡± Vicente¡­.. A Sra. Mariana n?o acha que o Sr. C¨¦lio est¨¢ t?o frio por causa do velho senhor, n¨¦? ¨¦ ro para todos que o Sr. Celio n?o est¨¢ interessado em voc¨º! Mas e aqu Sra. Isabe¡­. Parece que o Sr. C¨¦lio sente algo diferente por Na s de estar, Nair Pires olhave para todos os presentes de boas¨Cvindas, ¡°Isabe, esses presentes que o C¨¦lio enviou¡­¡± ¡°Deixo voc¨ºs. Isabe subiu as escadas, surpresa por ganhar um novo junto novos parentes, parecia que as coisas estavam maisplicadas do que imaginava C¨¦lio No jardim, Mariana Neves olhava para onde C¨¦lio tinha ido e chorava bauinho Cam a apoiou simpatia Sra. Mariana, ele j¨¢ foi¡­ N?velDrama.Org owns all ? content. ¡°Cam, o que eu fa?o agora. ¡°Mariana Neves levantou seus olhos cheios de l¨¢grimas e tristes, ¡°Celio parece tratar a minha irma de um jeito diferente.¡± ¡°O jogo acabou dee?ar, ainda n?o d¨¢ pra saber quem vai ganhar ou perder, Cam acariciou suas costas, analisando racionalmente, ¡°A mo?a ¨¦ de familia simples, so se destaca p beleza, mas isso n?o ¨¦ o suficiente para chamar a aten??o do C¨¦lio.¡± As pvras de Cam fizeram Mariana Neves p parar de chorar, e rapidamente sentiu que havia logica no que sua amiga dizia. ¡°Eu acho que em poucos dias o C¨¦lio vai perceber que voc¨º ¨¦ a escolha perfeita para ser a noiva!¡± Afinal, a Sra. Mariana tinha sido educada desde pequena em todas as artes,o uma dama tradicional da alta sociedade! Enquanto a isabe era apenas de um lugar pequeno.. A familia Franco era uma das mais ricas, e apenas pessoas cultas e conte¨²do vazia! Mariana Neves se sentiu muito melhor as pvras de Cam. Por outrodo. Isabe mal tinha chegado ao seu quarto quando o celre?ou a vibrat Era um n¨²mero familiar, que j¨¢ tinha ligado para mais cedo naquele dia atendeu e ouviu a voz familiar e profunda do outrodo da linha ¡°Isabe. ¡°A voz de C¨¦lio era ra e atraente, ¡°Cheguei em casa. Isabe instintivamente perguntou ¡°Precisa de algo?¡± am aceitas, eles n?o escolheriam uma beleza Essa pergunta pareceu divertir C¨¦lio, a garota n?o sabia que ele estava apenas informando sobre onde ele estava? Cap铆tulo 38 Capitulo 38 C¨¦lio deu um lee sorriso, ¡°Voc¨º ainda n?o aceitou o meu pedido de amizade.¡± ¡°Oh.¡± Ao ouvi¨Clo dizer isso, Isabe de repente se lembrou que isso tinha acontecido, ¡°Eu aceito mais tarde. tinha estado t?o ocupada hoje que acabou se esquecendo esquecendo. A voz de C¨¦lio era suave,o as cordas de um viol?o, tocando delicadamente o cora??o, ¡°A que horas te pego amanh??¡± ¡°As duas da tarde.¡± Afinal, ainda tinha outras coisas para fazer ¡°Onde?¡± ¡°Em frente de casa,¡± ¡°Ok, estarei l¨¢ no horino¡± Isabe, prestes a desligar ap¨®s ouvir isso. , ouviu C¨¦lio perguntar mais uma coisa, ¡°N?o gosta de bolo sabor de chocte?¡± Isabe: ? ¡°Notei que voc¨º n?oeu nem um peda?o no carro.¡± Isabe n?o esperava que ele observasse suas prefer¨ºncias e disse casualmente, ¡°Euo pouco coisas de chocte.¡± C¨¦liopreendeu, ¡°Ent?o, da pr¨®xima vez eu tepra de outro sabor¡± Isabe, ¡°Voc¨º salvou meu av¨®,prar umas guloseimas para voc¨º ¨¦ o mini a minimo.¡± Content held by N?velDrama.Org. ¡°Ent?o, n?o vou te iodar mais e deixar voc¨º descansar ¡°Celio falou um tom suave, ¡°At¨¦ amanh?, noiva¡°. Boa noite: Celio achou que a mo?a ina responder um ¡°boa noite, mas em vez disso, so susurrou um som de concordancia antes de desligar a chamada. realmente era uma mo?a fora doum. Depois que Isabe desligou estava prestes a it descansar quando seu celr vibro novamente ¡°N?o me interessa, voc¨º tem que enviar o rascunho agora, eu vou fazer a f¨¢brica trabalhar a noite inteira! ¡°Um pedido desse tamanho, temos que conseguirl¡± Isabe levantou suas sobrancelhas perfeitamente desenhadas e digitou uma resposta seus dedos longos, ¡°Quem ¨¦ dessa vez?¡± N?o seria seu pai de novo, seria? ¡°O cliente dessa vez ¨¦ poderoso, mais que o seu pall D¨¢ para dizer que olhando trezentos anos para tr¨¢s ou para frente. ¡°Chega¡± Isabe n?o estava humor para ouvir suas besteiras, lembrando¨Cse que realmente precisava de mais estoque e pensando no leil?o de hoje, onde o Comprador no 1 fez gastar uma boa quantia nas seis Ervas Cora??o¡­ Era hora de ganhar algum dinheiro. Isabe ¡°You desenhar agora.¡± ¡°Isso al chefe! Finalmente voc¨º abriu para neg¨®cios! You avisar a f¨¢brica para ficarem prontos a noite toda!¡± Isabe tinha algumas f¨¢bricas sob sua responsabilidade, especializadas na produ??o de roupas, sapatos e bolsas que desenhava. Talvez nem mesma esperasse que, enquanto desenhava, o c¨¦u l¨¢ forae?asse a rear pouco a pouco. Esfregando o pulso dolorido, enviou o ¨²ltimo esbo?o e o rel¨®gio j¨¢ marcava sete e meia da manh? ¡°Chorando, chefe, se voc¨º continuar assim todos os dias, o primeiro bilion¨¢rio do mundo ser¨¢ voc¨ºl C¨¦lio que se cuide!¡± Cap铆tulo 39 Capitulo 39 Isabe levantou uma sobrancelha: ¡°C¨¦lio? O primeiro bilion¨¢rio do mundo?¡± ¡°Chefe, voc¨º n?o sabe quem ¨¦ o primeiro bilion¨¢rio do mundo? C¨¦lio j¨¢ ¨¦ o primeiro bilion¨¢rio do mundo h¨¢ tr¨ºs anos! Dizem que ele ¨¦ t?o bonito que chega a abr qualquer um, s¨® que tem um temperamento dificil, quando fica bravo ¨¦ um pouquinho assustador!¡± Isabe bloqueou a pessoa no WhatsApp, sem vontade de ouvir mais besteiras, desceu para tomar caf¨¦ da manh?, nejando voltar para dormir mais um pouco. ¡°Chefe? Chele?¡± Notifica??o do sistema: Sua mensagem foi recusada ¡°Chefe? Por que voc¨º me bloqueou de novo?¡± Mariana Neves acordou bem cedo hoje, Cam e Z¨¦lia a ajudaram o caf¨¦ da manh?, as tr¨ºs cochichavam e riam juntas Quando Isabe entrou, as tr¨¨s rapidamente trocaram olhares e sepuseram, escondendo as sorrisos. ¡°A senhorita Isabe chegou? S¨® um momento, o seu caf¨¦ da manh? estar¨¢ pronto em breve:¡± O chef na cozinha, ao ver Isabe, apressou¨Cse em fazer seu caf¨¦ da manh? perfei??o Enquanto isso, Cam e Z¨¦lia permaneceram im¨®veis, aparentemente desconsiderando a presen?a da senhorita Isabe, sem nem ad menos cumpriment¨¢. ¡°Irm?,o voc¨º acordou t?o cedo hoje?¡± Fol Mariana Neves quem quebrou a silencio primeiro, exibindo um sorriso elegante, ¡°Se voc¨º tem o h¨¢bito de dormir at¨¦ tarde, em casa, n?o precisa se esfor?ar para mudar¡± Isabe ignorou¨Ca, observando que o caf¨¦ da manh? trazido pelo chef parecia delicioso ¡°Senhorita Isabe, bom dia, sou Wagner Ribeiro, o chel que preparou seu caf¨¦ da manh? hoje ¡°Temos mingau de tapioca, canjica mdo, queijo coalho, tacos mexicanos, torrada abacate, sanduiche de queijo Minas peito de peru,gosta grelhada, al¨¦m de caf¨¦ artesanal, chocte quente e leite, entre outros ¡°N?o tenho certeza de qual sabor a senhora prefere, ent?o trouxe um pouco de cada Por favor, aproveite houver algo que precise ser melhorado, estou ¨¤ disposi??o para ouvir Text content ? N?velDrama.Org. e descansar. ¡°Obrigada ¡°Isabe n?o era exigente o caf¨¦ da manh?, s¨® queria terminar logo para voltar para o quarto e No entanto- Mariana Neves trocou um olhar Cam e de repente falou Irma ouvi dizer que voc¨º vai visitar o vov¨° Franco, que tal se eu for voc¨º?¡± Isabe continuou aer seu sanduiche, bebendo um gole de leite ¡°Aproveitando que estou de f¨¦nas, tenho tempo. Se fosse em outra ¨¦poca nem poderia te panhar para te dar coragem!¡± Vendo que isabe n?o respondia, Manana continuou fndo ¡°Voc¨º provavelmente n?o est¨¢ acostumada esses tipos de eventos, pode ficar nervosa. ¡°Conhe?a bern o temperamento e o jeito do vov¨® Franco. Se voc¨º acidentalmente disser ou fizer algo errado, eu posso interceder por voc¨º. ¡°Mesmo que eu eu n?o seja a favorita dele, o vov¨® Franco fica feliz quando me ve. Acho que ele vai tratar voc¨º bem por minha causa.¡± *0 Sr. Mauro ¨¦ quem mais adora a Sra. Mariana!¡± Z¨¦lian?ou um olhar de desprezo para Isabe, dizendo superioridade, ¡°Com a Sra. Mariana aqui, mesmo que a Sra. Isabeeta algum erro, Sr. Mauro vai serpreensivo por considera??o ¨¤ Sra. Marianal Cam viu que Isabe permanecia em sil¨ºncio e pensou que o assunto estava resolvido, ent?o sussurrou para Mariana Neves: ¡°Vou preparar as roupas que a senhora Mariana vai usar hoje.¡± ¡°Eu vou a C¨¦lio, se voc¨º quiser ir, tem que fr ele.¡°Isabe de repente falou, ¡°Comentar comigo n?o adianta¡± ¡°Imn¨¢, voc¨º¡­ voc¨º n?o concorda?¡± ¡°Hmm¡± ¡°¡­¡°Mariana Neves ficou visivelmente envergonhada, n?o esperava que a menina se atrevesse recusar diretamente. Vendo¨Caer o caf¨¦ da manh? calmamente e se afastar da mesa, Z¨¦lia ficou imitada: ¡° conhece o C¨¦lio h¨¢ quantos dias? E j¨¢ tem a coragem de usar o nome dele para te pressionar? E ainda age como se fosse superior! realmente se acha a Sra. Franco agora?!¡± Capitulo 39 Manana Neves mordeu o l¨¢bio inferior mais for?a, C¨¦lio se recusou a lev¨¢ ontem ¨¤ noite, e agora essa garota tamb¨¦m n?o concordava Hum, ser¨¢ que ¨¦ medo de ser t?o b que ofusque a simplicidade dessa garota de interior? ¡°Senhora Mariana, sem pressa, deixe aeter um erro. Quando fizer papel de nidic e desagradar o Sr. Mauro, a senhora vai visit¨¢¨Clo. Quando o Sr. Mauroparar, vai ver que a senhora ¨¦ a nora que ele sempre quis!¡± 2/2 Cap铆tulo 40 Cap¨ªtulo 40 Mariana Neves de repente pensou ¨¦ verdade, sempara??o, ningu¨¦m sabe o qu?o nam ¨¦ Isabe, e o quanto ¨¦ excelente Cam estava certa, deixe essa garota do interior sentir o gosto da denota Afinal, o Sr. Mauro tem dominado o cen¨¢rio por tantos anos, ele n?o tem interesse em quem vem do intenor! ¡°N?o me chamern para almo?ar¡± Quando Isabe soliu as escs, pediu ¨¤ empregada que estava trabalhando por perto que n?o a iodasse e, ao chegar no Depois de uma noite inteira desenhando, estava realimente cansada e mal deitou, j¨¢ adormeceu Quando Cados Neves e Nair Pires acostaram, ficaram sabendo que sua preciosa filha n?o ia almo?ar e rapidamente chamaram o cozinheiro: ¡± caf¨¦ da manh? n?o agradou n pdar de Isabe hoje?¡± sti?ado: ¡°A senhorita deixou a mesa por causa do que a outra disse, n?o tem nada a ver o caf¨¦ da ¡°Mariona Carlos Novos e Nair Pires fm surpresos e logo perguntarorn. ¡°O que Mariana disse?¡± ¡°A senhorita n?o disse nada demais, s¨® quena que a outra a levasse para visitar ¨¤ St. Mauro, mas n?o concordou °Ù Nair Pires e Carlos Neves trocar olhares e tapedarmente ordenaram Chamem a sentonta Mariana¡± Quando Mariana Neves foi chamada, n?o esperava que Isabe fosse contar aos pais um assunto t?o comum, fazendo drarna por n?o quererer. ficou um pouco chuteada, mas ainda tentou parecer inocente e chorosa Ta, m?e, eu n?o disse nada demais para minha irm?, so perguntes se podena me levar I que v¨¤ Franco estaca saudades, ¨¦le ine maritou mensagens h¨¢ algum tempo, pedindo para visit¨¤ lo, mas eu estava ocupada Vendo a d¨²vida deles, Mariana Neves rapidamente pegou o celr e mostrou a conversa ¡°S¨® hoje tive um tertipo liwie e pensei em ar . Nair Pees n?o esperava que a vontade fosse essa e pareceu que eles tinha se preocupado demais. Como Mariana poderiapetir Isobe por un noiva? Eles tinfam entendido tudo errado! isabe n?o sabia o que havia acontecido naqu mantul Quando acordou o rel¨®gio ja mam Luma da tarde. Depois de se amanar e trocar de roupa, abnu a porta do quarto e ouviu barulho vindo de bavo ¡°C¨¦lio, voc¨º troue tantos presentes para Isabe ontem ¨¤ noite, e hoje trouxe mais isso para os tios, eles ficar sem jeito¡­ Da pr¨®xima vez que vier na casa dos bios, n?o precisa se preocupar presentes, somos todos uma familia¡± ¡°Voc¨º ainda preparou um presente para ?sabe levar para o av¨°¨®. Como podemos aceitar isso? J¨¢ prepararnos um presente, e desta vez n?o vainos deixar voc¨º gastard. isabe ficou confusa ao ouvir isso C¨¦lio estava aqui? Eles n?o tinhambinado de se encontrar na porta de casa? Como ele entrou? ¡°Os tios est?o exagerando, Isabe ¨¦ minha noiva, e ¨¦ meu dever presentia¡± Assim que C¨¦lio terminou de fr, notou Isabe descendo as escadas, suas pemas longas e brancas, vestida casualmente, tra?os delicados e bonitos, Parecia que ainda n?o tinha dormido o suficiente, pois seus belos olhos estavam um pouco imitados. parecia, de alguma forma, ador¨¢vel. ¡°Isabe, acordou? Deve estar momendo de fome a essa hora, Carlos Neves e Nair Pires se aproximaram preocupados, a alguma coisa antes de sair, mantivemos aida aquecida para voc¨º.¡± ¡°N?o estou fome Isabe apenas queria fazer uma breve visita ao hospital e voltar logo para cuidar do trabalho. Na segunda¨Cfeira, teria que passar na empresa que seu pai deixou para , e n?o tinha tempo para resolver assuntos pessoais No entanto, Nair Pires tinha medo que ficasse fome. ¡°A cozinha j¨¢ est¨¢ toda preparada! Come um pouquinho, pelo menos. O C¨¦lio acabou de chegar, voc¨ºs podemer juntos. Assim n?o ficam sozinhos¡± ¡°Isso mesmo, a C¨¦lio normalmentee na empresa, certeza n?o se satisfaz por l¨¤. Voc¨ºs dois podem aproveitar paraer alguma coisa juntos.¡± 1/2 Capitulo 40 Cap¨ªtulo 40 Mariana Neves de repente pensou ¨¦ verdade, sempara??o, ningu¨¦m sabe o qu?o ruim ¨¦ Isabe, e o quanto ¨¦ excelente! Cam estava certa, deixe essa garota do interior sentir o gosto da derrota. Afinal, o Sr. Mauro tem dominado o cen¨¢rio por tantos anos, ele n?o tem interesse em quem vem do interior! ¡°N?o me chamem para almo?ar.¡± Quando Isabe subiu as escadas, pediu ¨¤ empregada que estava trabalhando por perto que n?o a iodasse e, ao chegar no quarto, trancou a porta e foi dormir! Depois de uma noite inteira desenhando, estava realmente cansada e mal deitou, j¨¢ adormeceu. Quando Carlos Neves e Nair Pires acordaram, ficaram sabendo que sua preciosa filha n?o ina almo?ar e rapidamente chamaram o cozinheiro: ¡°O caf¨¦ da manh? n?o agradou o pdar de Isabe hoje?¡± Wagner Ribeiro se sentiu injusti?ado: ¡°A senhorita deixou a mesa por causa do que a outra disse, n?o tem nada a ver o caf¨¦ da manh?¡­ ¡°Mariana?¡°Carlos Neves e Nair Pires ficaram surpresos e logo perguntaram: ¡°O que Mariana disse?¡± ¡°A senhorita n?o disse nada demais, so queria que a outra a levasse para visitar o St, Mauro, mas n?o concordou¡­¡± Nair Pires e Carlos Neves trocaram olhares empidamente ordenaram. ¡°Chamem a senhorita Mariana.¡± Quando Mariana Neves foi chamada n?o esperava que Isabe fosse contar aos pais um assunto t?o comum, fazendo drama por n?o quererer ficou um pouco chateada, mas ainda tentou parecer inaceate e chorosa ¡°Pai, m?e, eu n?o disse nada demais para minha imma, s¨® perguntei se poderia me levar¡­ ¡°¨¦ que vo Franco estava saudades, ele me mandou mensagens h¨¢ algum tempo, pedindo para visit¨¢¨Clo, mas eu estava ocupada o vestibr e n?o pude ir. Vendo a d¨²vida deles, Manana Neves rapidamente pegou o celr e mostrou a conversa. ¡°So hoje tive um tempo livre e p e pensei em it .. Nair Pires n?o esperava que a verdade fosse essa e pareceu que eles tinham se preocupado demais Como Mariana poderiapetir Isabe por um naivo? Eles tinham entendido tudo errado! Isabe n?o sabia o que havia acontecido naqu manh?. Quando acordou o rel¨®gio j¨¢ marcava uma da tarde. Depois de se arrumar e trocar de roupa, abriu a porta do quarto e ouviu barulho vindo de bano ¡°C¨¦lio, voc¨º troue tantos presentes para Isabe ontem ¨¤ noite, e hoje trouxe mais isso para os tios, eles ficam sem jeito¡­ Da pr¨®xima vez que vier na casa dos tios, n?o precisa se preocupar presentes, somos todos uma familia.¡± ¡°Voc¨º ainda preparou um presente para Isabe levar para o avd¡­ Como podemos aceitar isso? J¨¢ preparamos um presente, e desta vez n?o vamos deixar voc¨º gastar!¡± Isabe ficou confusa ao ouvir isso. C¨¦lio estava aqui? Eles n?o tinhambinado de se encontrar na porta de casa? Text content ? N?velDrama.Org. Como ele entrou? ¨¦ ¡°Os tios est?o exagerando, Isabe e minha noiva, e ¨¦ meu dever presentia¡± Assim que Cello terminou de fr, notou Isabe descendo as escadas, suas pemas longas e brancas, vestida casualmente, tra?os delicados e bonitos. Parecia que ainda n?o tinha dormido o suficiente, pois seus belos olhos estavam um pouco imitados parecia, de alguma forma, ador¨¢vel, ¡°Isabe, acordou? Deve estar morrendo de fome a essa hora, Carlos Neves e Nair Pires se aproximaram preocupados, a alguma coisa antes de sair, mantivemos aida aquecida para voce.¡± ¡°N?o estou fome.¡± Isabe apenas queria fazer uma breve visita ao hospital e voltar logo para cuidar do trabalho. Na segunda¨Cfeira, teria que passar na empresa que seu pai deixou para e n?o tinha tempo para resolver assuntos pessoais. No entanto, Nair Pires tinha medo que ficasse fome. ¡°A cozinha j¨¢ est¨¢ toda preparada! Come um pouquinho, pelo menos. O C¨¦lio acabou de chegar, voc¨ºs podemer juntos. Assim n?o ficam sozinhos.¡± ¡°Isso mesmo, o C¨¦lio normalmentee na empresa, certeza n?o se satisfaz por l¨¢. Voc¨ºs dois podem aproveitar paraer alguma coisa juntos¡± Capitulo 40 E assim, os dois fizeram uma refei??o antes de sair. Enquanto isso, em outro luga Sr. Mauro n?o parava de se olhar no espelho. ¡®Ricardo, d¨¢ uma olhada pra ver se meu cabelo est¨¢ desamumado, se minha roupa est¨¤ bem ammada¡­¡± 2/2 Cap铆tulo 41 Cap¨ªtulo 41 Ao saber que hoje encontraria a nora, o cora??o de St. Mauro disparou de de ansiedade. Ricardo, um pouco paciente,entou ¡°Sr. Mauro, o senhor j¨¢ se olhou no espelho mais de citocentas vezes. Quem n?o sabe poderia pensar que o senhor est¨¢ ansioso para encontrar a pr¨®pria esposa ¡± ¡°Ah, sai pra Sc Mauro guardou o espelho e apressou¨Co, ¡°Vai l¨¤ na porta ver se eles j¨¢ chegaram?¡± ¡°Eu j¨¢ disse ao Vicente para me enviar uma mensagem antes de sair Mal Ricardo terminou de fr, o celr tocou uma nova mensagem Era Vicente. Dizia que estavam saindo e chegaram ao hospital em dez minutos. ¡°Anda logo, vamos receb¨º¨Clos! Sr. Mauro n?o conseguia esconder a empolga??o enquanto incentivava Ricardo. ¡°O que est¨¢ esperando? Vai logo!¡± No interior do luxuoso veic Isabe sentiase sonolenta. Conforme o camo bn?ava, seus olhos foram se fechando lentamente. ¡°Sr. C¨¦lio, estamos chegando..¡± Vicente nem terminou de fr quando C¨¦lio sussurrour ¡°Fique quinto Olhando pelo retrovisor, Vicente percebeu que Sra Isabe havia adormecido Quando o carro finalmente parau, a cabe?a de Isabe inclinou para odo, e Celio esticou a m?o para apoiar seu rosto delicadamente. Sua pele era macia e suave, e abaixo das sobrancelhas bem desenhadas, seus cilios negros e curvados estavam levemene fechados,o os de uma crian?a obediente Mesmo sem maquiagem, era de uma beleza divina, perfeita C¨¦lio olhava fixamente para seus tra?os e se aproximou, oferecendo seu ombro para que pudesse descansar melhor Vicente abriu os olhos arregdos Sr. Celio tinha mania de limpeza, e agora estava se aproximando de uma mulher.. Era inacredit¨¢vel! Text content ? N?velDrama.Org. Dodo de fora do carro, Ricardo ficou t?o chocado ao ver a cena que e seu quero quase calu Ele pensou que estava vendo errado, estregou os olhos e olhou novamente. O jovem senhor malmente deu o ombro a uma garota, olhando para um caninho que nunca havia demonstrado antes. Ser¨¢ que o jovem senhor havia se apaixonado por essa mo?a? Quem sena essa menina 1?o especial? Depois de n?o saber quanto tempo, Isabe abriu os olhos e percebeu que havia adormecido no ombro de Celia. O carro j¨¢ estava parado no estacionamento do hospital ¡°Eu adormeci? viu que o rel¨®gio do carro marcava tr¨¨s horas e percebeu que havia descansado em seu ombro por muito tempo tempo. ¡°Desculpa, por que voc¨º n?o me acordou?¡± ¡°Dormiu tarde ontem ¨¤ noite?¡°Celio perguntou, sua voz era at¨¦ am¨¢vel, ¡°Queria que voc¨º descansasse mais um pouco.¡± ¡°Agora que a Sra. Isabe acordou, Sr. Celio, podem ir na frente, eu pego o presente de boas¨Cvindas e os alcan?o ¡°Certo.¡± Vicente estava prestes a pegar as coisas quando ouviu Isabe dizer ¡°O presente de boas¨Cvindas eu j¨¢ preparei Ele ficou surpreso, assimo C¨¦lio, mas enquanto ele estava surpreso, tamb¨¦m observava discretamente Isabe. n?o carregava bolsa alguma consigo, ent?o onde estaria o tal presente? ¡°Sr. C¨¦lio, voc¨º n?o vai pegar o presente que preparou?¡°Vicente perguntou, ainda desconfiado. ¡°N?o, vamos fazero a Isabe disse¡± C¨¦lio ficou aodo da jovem, caminhandodo ado, e a beleza deslumbrante dos dois atraiu in¨²meros olhares. Capitulo 42 No Cap铆tulo 42 Cap¨ªtulo 42 Sr. Mauro esperou ansiosamente,o quem conta as estrs no c¨¦u, at¨¦ que finalmente viu duas silhuetas aparecerem. ¡°Va, eu e a Isabe vemos te visita Celio disse de forma ra. Mas o olhar do velho senhor n?o olhou para o seuo nenhum um segundo, estavapletamente preso na garota! ¡°Foi voc¨º que me salvou duas vezes, menina?¡± Sr. Mauro n?o esperava que a mo?a fosse t?o delicada e bonita. Nas vezes anteriores, a vida por um fio, ele n?o a tinha observado bem, mas agora via que era de uma beleza singr, um ar de frescor e uma aura de distin??o. S¨® se podia dizer que C¨¦lio era um rapaz de sorte! ¡°Tudo bem, vo Franco ¡°Isabe cumprimentou educadamente assim que entrou. co contida na frente do idoso, a qualidade tinha um porte elegante, olhos expressivos e, embora sua aura serena fosse um pouco transcendental que saia d ainda destacava sua singridade. ¡°Menina, n?o me chame de vo Franco, ¨¦ muito formal. Somos uma familia, me chame de vol Sr. Mauro estava ramente satisfeito e, um soniso, disse, ¡°Voc¨º ¨¦ a noiva do C¨¦lio, ent?o, naturalmente, me chama de v¨®o ele!¡± Isabe. e C¨¦lio mal se conheciam, que dir¨¢ serem noivos ¡°O Vicente me contou que voc¨º ¨¦ um parente perdido da familia Neves que estava a caminho de voltar para eles quando me salvou¡­ E ontem, depois de tomar aquele caldo, voc¨º me trouxe de volta da morte na s de cirurgia! J¨¢ s?o duas vezes que voc¨º me salva.¡± Que destino incrivel! Se n?o fosse por essa garota, ele j¨¢ teria partido dessal Quem diria que ainda teria a chance de conhecer a noiva de seuo? ¡°Voc¨º sofreu muito nos dezoito anos em que esteve perdida¡± Antes que Isabe pudesse dizer que estava tudo bem, ele continuou, ¡°De agora em diante, as familias Neves e Franco v?o cuidar de voc¨º o dobro de caninhof Isabe¡­. entendia sobre a familia Neves, mas a familia Franco tamb¨¦m seria t?o atenciosa? ¡°Seu nome ¨¦ isabe Neves, ne? N?o apenas um lindo nome, mas tamb¨¦m ¨¦ muito bonita St. Mauro parecia estar fndo para Ricardo ouvir. Ricardo concordou um sorriso, achando que a mo?a realmente parecia mais agrad¨¢vel do que Mariana Neves, uma garota realmente especial. na aqui, querida St. Mauro bateu nateral do sof¨¢ cama. ¡°Olha eu aqui fndo sem parar e esqueci de pedir para voc¨º sentar, venha i O olhar de C¨¦lio brilhou, ser¨¢ que aquele sof¨¢ era novo? Para que ele e a garota se sentassem juntos, foi um esfor?o e tanto. Ricardo, um tanto constrangido, disse. ¡°Senhor, voc¨º n?o vai se sentar tamb¨¦m?¡± Text content ? N?velDrama.Org. C¨¦lio n?o mostrou descontentamento e se sentou naturalmente aodo da garota Isso surpreendeu Sr. Mauro, seuo parecia terum interesse diferente na menina isabe, ouvi dizer que voc¨º acabou de fazer o vestibr, tem alguma universidade em mente? Vo pode arrumar isso para voc¨º Isabe respondeu educa??o, ¡°Ainda n?o ¡°Que tal a Universidade Ventoso? Eu conhe?o o reitor de l¨¢!¡± Vendo que o assunto da educa??o da garota ainda preocupava a avo, C¨¦lio mudou de assunto, ¡°Voc¨º tomou seu rem¨¦dio dia hoje?¡± Ao fr em rem¨¦dio, o velho senhor fran a testa, ¡°Aquele rem¨¦dio ¨¦ amargo demais! Horrivel de tomar! N?o sei quem prescreveu aquilo, mas quem toma, morre na hora!¡± Todos olharam silenciosamente para Isabe , calma, disse: ¡°Fui eu que prescrevi O senhor Mauro ficou surpresa, n?o esperava que a nora n?o s¨® soubesse diagnosticar doen?as e realizar cirurgias, mas tamb¨¦m prescrever medicamentos¡­ Ele logo mudou seu discurso, ¡°Embora seja um pouco amargo no inicio, rem¨¦dio bom ¨¦ amargo e faz bem para a doen?a, n¨¦? Depois ¨¦ 1/2 so tomar um docinho que a vida fica doce de novo, uma do?ura que vai at¨¦ o cora??o,o o carinho da nora por mim¡­¡± ¡°Ent?o o senhor deveria tomar C¨¦lio disse, sem alterar o tom de voz Senhor Mauro, uma autoridade indiscutivel, ordenou, ¡°Ricardo, traga o rem¨¦dio pra mim! Eu ia tomar de qualquer jeito, s¨® fiquei t?o contente em ver a nora feliz que esqueci de tomar!¡± Ah, que mentiral Cap铆tulo 43 Cap¨ªtulo 43 Ricardo n?o queria mals desmascarar a situa??o! Quando Sra. Isabe ainda n?o tinha subido, voc¨º criticava aquele rem¨¦dio, dizendo que at¨¦ os fantasmas n?o queriam reencarnar ao cheira lo, e que as pessoas prefeririam se enforcar a fer que continuar vivendo depois de sentirem o cheiro. Como agora mudou de opini?o? Voc¨º se atrevanian repetir isso na frente de Sra. Isabe? ¡°O rem¨¦dio que minha nora preparou, eu poderia tomar tres tigs grandest Isabe N?o h¨¢ necessidade de tomar tanto Ricardo levou o rem¨¦dio termicamente protegido at¨¦ o Sr. Mauro, que o tomou de uma s Ele parecia incrivelmente fortel Text content ? N?velDrama.Org. ¡°Que delicial¡± s¨® vez! Vicente viu que o velho franzia tanto o rosto que quase formava dobras e era dificil de assistir Ricardo tamb¨¦m sabia que o sabor daquele remedio era ruim, mas n?o havia escolha, j¨¢ que a pessoa que o havia preparado estava presente Al¨¦m disso, tomar aquele rem¨¦dio era bom para a saude! ¡°Como se sente hoje? perguntou Isabe, preocupada ¡°Com voc¨º e C¨¦lio vindo me visitar, fiquei t?o feliz que esqueci de todas as minhas dores mal Sr. Mauro terminou de ft, agarrou seu peito uma express?o de desconforto. Antes que Isabe pudesse examenalo, ele se inclinou para a frente e cusplu um bocado de sangue fresco. Todos ficaram assustados! ¡°St. Mauro, o senhor est¨¢ bem? ¡°O que est¨¢ acontecendo? Sr. Mauro, espere, you chamar um m¨¦dico ¡°Sra, Isabe e m¨¦dica, St. Isabe, por favor, veja o que est¨¢ acontecendo a velho senhor Isabe esticou a m?o para sentir seu pulso e percebendo algo, levantou seus olhos brilhantes, ¡°O senhar bebeu?¡± Celio e Vicente rapidamente olhar para o velho, sem acreditar ¡°N?o¡­ eu n?o bebi Sr. Mauro sabia que n?o podia esconder mais e admitiu relutantemente, ¡°S¨® um pouquinho¡± Isabe levantou uma sobrancelha. ¡°Uma garrafa inteira?¡± ¡°Como voc¨º sabe? Sr. Mauro olhou para , sem acreditar Como poderia saber? Isso n?o era uma m¨¦dica, era uma feiticeiral Isabe seu um sorriso, ¡°A garrafa de cacha?a estava vazia.¡± Sr. Mauro olhou para tr¨¢s e viu a garrafa que estava escondida sob as cobertas tinha aparecidos olhou para Ricardo, repreendendo¨Co em voz baixa, ¡°Eu n?o pedi para voc¨º esconder isso?¡± ¡°Eu¡­ eu n?o esperava que fosse ser descoberto¡­ sem ele perceber. Ele rapidamente Sr. C¨¦lio e Sm, Isabe apareceram de repente, ele n?o teve to ve tempo de esconder ¡°V6. ¡°A voz profunda de Celio carregava um leve descontentamento. Ele sabia que oo iriae?ar atical.. Sr. Mauro agitou as m?os rapidamente, ¡°T¨¦ bom, t¨¢ bom, eu sei, foi s¨® um momento de fraqueza! A g me venceul Fiquei feliz a visita da nora e por isso¡­ Hoje, a nora aqui, pode testemunhar que n?o farei mais isso.¡± C¨¦lio levantou uma sobrancelha friamente, ¡°Voc¨º acha que podemos acreditar no que diz?¡± ¡°ro que sim!¡°Sr. Mauro disse apressadamente, ¡°Se n?o acredita, que a nora venha todos os dias ver meu pulso! Para ver se bebi? C¨¦lio virou¨Cse para a garota aodo ¨¦ disse. ¡°Acho que precisamos preparar mais algumas receitas de rem¨¦dio para o v¨°, para regr seu sistema¡± ¡°N?o!¡± Aquele rem¨¦dio era mais amargo que a mortel Capitulo 43 Se preparassem mais, ele morreria na hora! ¡°Culpa de quem n?o consegue contrr a g?¡°provocou C¨¦lio, ¡°N?o foi voc¨º quem disse que poderia tomar tr¨¨s tigs grandes do rem¨¦dio que a nora preparou?¡± 2/2 Cap铆tulo 44 Cap¨ªtulo 44 ¡°Voc¨º, voc¨º, voc¨º¡­¡­.¡± Esse moleque, intencionalmente o estava provocando! Mas aodo, Isabe tinha um olhar perspicaz e um sorriso discreto nos l¨¢bios. ¡°N?o precisa me dar mais rem¨¦dio, mas de agora em diante, nada de cacha?a.¡± ¡°Sim, sim, sim.¡°Sr. Mauro concordou a cabe?a. ¡°Isabe est¨¢ certa¡± Aodo, Ricardo tamb¨¦m acenava frequentemente a cabe?a, ¡°Sra, vou cuidar melhor do seu av¨® daqui para frente.¡± Isabe, paciente, corrigiu suavemente, ¡°S¨® me chame de Isabe¡± ¡°N?o, n?o, n?o, um humildeo eu jamais me atreveia chamar a senhora pelo nome.¡± C¨¦lio deu um leve sorriso, mudando o assunto. ¡°N?o foi voc¨º quem conspirou o vov¨® para ele conseguir beber?¡± ¡°Eu prometo que nunca mais fares issor ¡°Ah, lembrei de uma coisa!¡± De repente, Sr. Mauro se lembrou de algo e tirou uma pequena caixa de madeira delicada. Ao abrir o mecanismo, revelou se um lindo cr de coroa. ¡°Isso fazia parte do presente mais quendo da avo Gisele. disse que se um dia o C¨¦lio trouxesse uma mo?a para conhecer a familia, ele deveria dar¨Cthe este presente.¡± A coroa era formada por 999 diamantes de primeira linha exndo luxo e ebelera isabe sabia que aquele cr havia causado tumulto mundial na ¨¦poca pois era feito diamantes de alta qualidade e desenhado por um designer renomado Naquele tempo, esse cr custou tres bildes! E hoje valia muito mais ¡°N?o posso aceitar um presente t?o valioso Isabe estava recusando quando ouviu Sr. Mauro dizer ¡°Foi um presente de boas vindas da avo Gisele para a nora, voc¨º deve aceitar! Se estivesse aqui, certamente o colocaria em voc¨º Ao fr de sua esposa, Sr. Mauro ficou visivelmente triste Isabe percebeu que o brilho em seus olhos se apagou, ele parecia muito abdo, e n?o pode evitar olhar para Cel Celio C¨¦lio explicou calmamente, ¡°Alguns anos atr¨¢s, a vov¨® sofreu um acidente de carro e agora est¨¢ em estado vegetativo.¡± n?o estava morta, mas era quaseo se estivesse N?o podia se mover, n?o podia fr n?o tinha consciencia da dor¡­. Apesar de terem contratado inumeros m¨¦dicos renomados, mas nenhum conseguiu lidar a condi??o d. ¡°Celio, ajude a Isabe a colocar,¡± Isabe sentiu¨Cse tocada ao ouvir isso. ¡°Tudo bem, velho, a Sra. est¨¢ aqui hoje, vamos evitar estes as N?velDrama.Org owns all ? content. assuntos.¡°Ricardo tinha medo que a tristeza do avo pudesse piorar sua sa¨²de. ¡°Sim, sim, Isabe est¨¢ aqui, vamos mudar de assunto St. Mauro for?ou um sorriso. ¡°Venha, you ajudar voc¨º a colocar. As m?os longas e elegantes de C¨¦lio pegaram o cr e ele se aproximou de Isabe. Isabe podia sentir sua fragrancia fresca, queria recusar, mas ao ver o olhar esperan?oso do velho e lembrar de suas pvras anteriores, no final, n?o teve coragem de dizer n?o ¡°Fica lindo em voc¨º ¡°Cello observou as fei??es da garota, cuja beleza serena e olhos brilhantes, a coroa delicada e bonita em seu pesco?o p¨¢lido e longo, pareciam ter sido feitas sob medida para , ¡°Combina muito voc¨º.¡°C¨¦lio levantou ligeiramente as sobrancelhas, seus olhos suaveso ¨¢gua. ¡°Se a vov¨® pudesse ver este momento, seria maravilhoso.¡± Isabe 7?? Isabe r a respondeu ¡°Se a situa??o estabilizar, daqui a tr¨¨s dias ser¨¢ poss¨ªvel¡± 1/1 Cap铆tulo 45 Cap¨ªtulo 45 Ent?o, voc¨º vem me buscar nesse dia? Vamos juntos visitar a vov¨®!¡± Isabe pensou por um momento. Ta bom¡­¡± Eria avaliar a sa¨²de da av¨® e quem sabe podena ajudar Ao ouvir a garota concordar o animo do velho senhor melhorou bastante. Ele falou sem parar por um bom tempo e, quando estava partindo, Isabe tirou do balso um frasquinho delicado ¡°Vov¨®, isso e para voc¨º.¡± Sr. Mauro n?o esperava receber um presente e, feliz, pegou¨Ca, perguntando ansioso. O que ¨¦ 158077 Pils doces, toma uma par m¨¦s, durante seis meses, que vai te devar forte e te fazer ver ate cem anos N?velDrama.Org: text ? owner. ¡°Ha ha ha ha existe mesmo uma coisa dessas? Deve ser caro, n¨¦? Isabe, onde voc¨º conseguiu essa preciosidade?¡± Sc Mauro n?o esperava que a nora fosse t?o atenciosa. Na idade dele, ele tinha tudo, n?o precisava de nada, mas a sa¨²de¡­. O que ele mais quena en viver anos E n?o ¨¦ que sabe parecia saber exatamente o que ele mais valonizava! ¡°Posso tomar uma agora? Sr. Mauro, n?o aguentando espera abriu o frasco e na empolga??o, despejou vanas na palma da m?o Vicente deu uma olhada no logotipo de longevidade nas pils e quase cu para tr¨¢s. N?o eram aqus ¡°Pils Longevidade que causaram sensa??o no leil?o? Dizia¨Cse que fortaleciam o corpo, prolongavama vida es eram dodas uma vez a cada poucos meses Uma custava cinco mithles O ponto e que, sendo algo too caro e raro,o a Sta Isabe bnha tantas? Pelo numero que tinha, deve terprado por dez ou vinte anos) Mas, para que a Sra sabe, a idade que tinha gastana tanto dinheiro nisso se n?o precisava e ainda por cima carregando consigo? A n?o ser Que mesmo as fabricasse Ent?o teria quantas quisesse Percebendo essa possibilidade, Vicente alhou sem acreditar para Celio, que obviamente tamb¨¦m reconheceu a origem das pils, um olhar profundo e significative Parece que a garotinha era, de fato, a famosa ¡°Sr. Ismael¡¯da industria farmac¨¦utica. Os remedios cobi?ados nos leil?es deviam ser obra d. isso tamb¨¦m explicaria por que estava perto da Igreja Honz no dia do leil?o Porque naquele dia tamb¨¦m foi ao leil?o. Com isso em mente, C¨¦lio deu um leve sorso, surpreso to as vanas identidades da garotinha. ¡°Velho, voc¨º tirou a sorte grander Vicente mal pode conter o duplo sentido ¨¦ mesmo Sr. Mauro experimentou uma, ¡®¨¦ bem doce, acertei em cheio! Uma nora t?o querida me dando tantas de uma vez, que delicial Isabe, n?o faz maler demais, ne? Posso tomar uma por dia?¡± Vicente ¡°N?o Celio: ¡°N?o pode Sr. Mauro olhou confuso para os dois, ¡°Por que n?o?¡± Vicente hesitou, pois aqus Pils doces eram t?o caras, tomar uma por dia sena um desperdicio¡­ C¨¦lio acrescentou calmamente, ¡°Isabe ja disse, s¨® pode tomar uma por m¨¦s.¡± ¡°Tudo bem ent?o 1/1 Cap铆tulo 46 Cap¨ªtulo 46 Naquele instante, o celr de Isabe vibrou algumas vezes, era uma liga??o de M¨¢rio. ¡°Desculpe, preciso atender um telefonema ¡°Isabe se levantou e saiu do quanto do hospital ¡°Isabe, ouvi dizer que voc¨º veio ao hospital? A voz de Mario vinha do outrodo da linha Isabe apenas sussurrou em confirma??o, ¡°Algum problema?¡± Content held by N?velDrama.Org. ¡°A v¨® Dias acordou hoje por um momento ¡°Mano falou suavemente, ¡°Embora tenha sido so por uns quinze minutos, falou de voc¨º o tempo todo ¡° queria te ligar, mas eu a impedi ¡°Voc¨º sabeo ¨¦ fragil, qualquer emo??o forte pode ser perigosa, ent?o tive que interromper¡± A pessoa mais importante para vo Dias era isabe, ao acontar, sua primeira preocupa??o era a situa??o atual de Isabe Mesmo que Isabe n?o fsse dos esquemas de Wilson Dias e Ynda, s¨® de ouvir a voz de Isabe, vo Dias certamente se emocionana. E qualquer agita??o poderia piorar seu estado, desfazendo todo o progressa feito ¡°Voc¨º anda est¨¢ no hospital? Venha v, e confira tamb¨¦m o rt¨®rio medico de hoje ¡°Est¨¢ bem¡± ¡°Acabei de sair de uma reuni?o, agora vamos nos encontrar para eu te pa passar o rt¨®n ¡°Cento. ¡°Ap¨®s desligar o telefone, Isabe se dingiu ao quarto de ?? vo Dias Vo Dias ainda estava inconsciente, mas segurava firmemente uma pulseira, presente que Isabe the tinha dado o primeiro dinheiro que ganhou isabe gentilmente pegou a m?o fragil d, e a paciente pareceu sentir sua presen?a, mexendo levemente os dedos Foi quando a porta do quarto se abriu Ynda, ao ver isabe, ficou surpresa e logo depois chateada, ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui de novo? Quem permitiu sua entrada? Parece uma c que n?o desgruda, ser¨¢ que voce fica de nt?o aqui? Esperando a senhora acordar para te levar de volta para a familia Dias? Melhor n?o sonhar Wilson Dias, no ver Isabe, tambem parecia confuso, n?o esperava que fosse t?o perspicaz, visitando o hospital diariamente para se manter na Cidade Ventoso enquanto eles n?o estavam N?o tinha necessidade nem era da familia Dias de verdade! ¡°Wilson, deve estar se passando por nossa filha para ter acesso livre aqui, depois f as enfermeiras que n?o tem nenhum parentesco conosco, nossa filha ¨¦ a Caterina, n?o deixem entrar mais, Wilson Dias tamb¨¦m pensava assim, sen?oo podena entrar e sair livremente? Com certeza disse as enfermeiras que era filha da familia Dias, aa querida da senhoral Ynda, vendo que Isabe n?o pretendia ir embora n?o se contes e gatou, ¡°O que ainda est¨¢ fazendo aqu¨ª? N?o vai embora? Quer que eu te expulse?¡± tempo, a senhora logo ¡°O paciente precisa de silencio Isabe respondeu calmamente, levantando¨Cse. J¨¢ n?o pretendia ficar muito te acordaria e sua presen?a apenas iria plorar a condi??o d. Ynda observou Isabe se afastar, cada vez mais chateada, segurou firme a al?a da bolsa que havia trazido e, num movimento brusco, tentou acertar Isabe nas costas Mas num instante, uma m?o puxou isabe para tr¨¢s, fazendo que a bolsa errasse o alvo. Ao reconhecer quem era, Ynda e Wilson Dias ficam surpresos, ¡°M¨¢rio?¡± ¡°¨¦ assim que voc¨ºs retribuem a quem salvou a vida da nossa m?e?¡°No rosto bonito de M¨¢rio, naquele momento, transparecia uma freza, at¨¦ seus olhos frios pareciam congr tudo ao redor 1/1 Cap铆tulo 47 Cap¨ªtulo 47 ¡°Uma salvadora?¡± ¨C Ynda e Wilson Dias ficaram ainda mais at¨®nitos, olhando simultaneamente para Isabe: ¡°?¡± Que importancia teria? ¡°Se n?o fosse por , Deus sabe quantas vezes a pessoa naqu cama j¨¢ teria mondo!¡± -M¨¢no n?o conseguia mais suportar a insol¨ºncia daqu familia, irritado, disse: ¡°Se n?o fosse por , ser¨¢ que o Av¨® Duas estaria neste quarto? Teria recebido cuidados especials? Tenia escapado tantas vezes da beira da morte?¡± ¡°?¡± ¨C Ynda e Wilson Dias simplesmente n?o conseqr entender, a que essa Isabe poderia ser capaz de fazer? N?o foi a familia Duarte que colocou a senhora idosa na VIP? O que tem a ver isso? No quarto 306. consequiu evitar que os cantos de sua boca se erquessem para elogiar a nora DSc. Mauro ficou t?o satisfeito que n?o con incessantemente ¡°Rapaz, voc¨º conseguiu uma mo?a t?o boa, est¨¢ te saindo muito barato! De agora em diante, trate a com o dobro de carinho. Se ousar maltrat¨¢, nu serei o primeiro a n?o permitir¡°¡± ¡°Entendi.¡± ¨C C¨¦lio sempre foi um homem de poucas pwas, e s¨® fva um pouco mais na presen?a de Isabe. ¡°Esta nora ¨¦ t?o linda, to jovem e ainda entende de medicina, ser¨¢ que haver¨¢ muitas pessoas comendo atr¨¢s d?¡± ¨C De repente, o Sr Mauro se virou para Ricardo e disse: ¡°Ser¨¢ que esse meu Vicente quase soltou uma risada an ouer isso, esse ¨¦ o pr¨®prio av¨® fndo? Sr C¨¦lio tinha apenas 22 anos,o poderia estar welho?! ¡°O jovem mestre e a jovem senhorita formam um par perfeito, uma verdaderabina?io aben?oada pelos c¨¦us. No entanto, Tndo da senhorita, por que est¨¢ demorando tanto para voltar? Ricardo olhou para o rel¨®gio ¡° n?o deve ter encontrado algun problema, n¨¦? Ao ouvir isso, o patriarca ficou ansioso, ele disse apressadamente ¡°C¨¦lio, va ver o que aconteceu C¨¦lio saiu do quarto e logo avistou um m¨¦dico protegendo Isabe,o se defendesse seu pr¨®prio filhote ¨¦ aquele assistente que ajudou a Sra. Isabe no outro dia?¡± Vicente, observador, reconteceu o de imediato ¡°Parece ser oo de Gildo Lopes, a Mano O que est¨¢ acontecendo? A Sra Isabe n?o est¨¢ em apuros, est¨¢? M¨¢rio est¨¢ ajudando a sair dessa?¡± Uma emo??o desconhecida invadiu o cora??o de C¨¦lio, uma mistura de desconforto e desagrado, dificil de descrever Erao se algu¨¦m estivesse protegendo o tesoum que ele proprio devena proteger. ¡°Parece que eles se conhecem h¨¢ muito tempo? Pelo visto, M¨¢rio ¨¦ muito protetor a Sta Isabe¨C disse Vicente, percebendo a aura de desagrado que emanava de Celin, e n?o pode deixar de provocar ¡°Sr. Celio, o senhor n?o est¨¢ ci¨²mes, est¨¢?¡° C¨¦lio falou framente ¡°Um m¨¦dico, n?o chega a tanto racaso Text content ? N?velDrama.Org. ¡°Sr. C¨¦lio, o M¨¢no e a Sra. Isabe entendern de medicina, tem interesses emum, se por a Antes que Vicente pudesse terminar suas pvras, ele mu C¨¦lio caminhar em dire??o a eles. Voc¨º n?o estava climes? ¡°Esquece.¡± ¨C Isabe n?o queria mais perder tempo eles, e estava prestes a sair M¨¢rio, indignado em sua defesa, disse: ¡°Voc¨º realmente deveria dizer a eles. vival *N?o h¨¢ nada para dizer.¡± ¨¦ o verdadeiro respons¨¢vel por Dias ainda estar Isabe saiu primeiro, e M¨¢rio, insatisfeito,n?ou um olhar para Wilson Dias e tamb¨¦m se fol ¡°O que esse M¨¢no quis dizer? N?o ¨¦ gra?as ¨¤ nossa familia e ¨¢ familia Duarte que nossa m?e ainda est¨¢ viva? O que aqu maldita garota tem a ver isso?¡± Ynda estava realmente intrigada, observando a silhueta deles se afastando, n?o pode evitar de comentar: ¡° n?o contribuiu nenhum dinheiro ou esfor?o,o tena habilidade para trazer a matriarca de volta do al¨¦m? Que grande piada! Quantos m¨¦dicos n?o podem fazer nada a respeito, e ainda assim foi gra?as ao nosso dinheiro, a familia Duarte conseguiu um quarta VIP no hospital, s¨® assim a velha senhora conseguiu pe manter at¨¦ agora!¡°. Cap铆tulo 48 Cap¨ªtulo 48 ¡°Deixa pra l¨¢.¡± ¨C Wilson Dias n?o quena criar problemas. Agora que sua posi??oo o mais rico da Cidade Inverno estava em jogo, ele prezava sua imagem e n?o queria causar uma cena em p¨²blico Mas Ynda especulou: ¡°Ser¨¢ que o M¨¢rio se encantou p beleza daqu garota e quer conquist¨¢¨C la? Por isso que ele fez o papel de her¨®i para defend¨¦? Eu sabial Nos ¨²ltimos encontros, ele foi t?o rude conosco, provavelmente influenciado por aqu garota¡­¡± vamos ver ¡°Pare isso, vero est¨¢ mam?e¡°. ¡°Nem sei quando vai acordar, j¨¢ preparei o testamento um advogado. S¨® falta assinar para deixar os bens para n¨®s e para a Caterina. Ai sim eu vou ficar tranqu. ¡°Fale mais baixo!¡°¨CWilson Dias olhou para tr¨¢s en?ou um olhar de reprova??o: ¡°Voc¨º n?o tem medo de que as pessoa a ou?am?¡± Ynda rapidamente cobriu a boca e fechou a porta do quarto do hospital. Isabe sem saber o verdadeiro proposito da visita, disse a M¨¢rio, que a seguia Tenho mais coisas para resolver pode ir adiante ¡°E o rt¨®rio m¨¦dico da v¨¤ Dias..¡± ever¡± ¡°Se n?o houver nada de especial, voc¨º mesmo pode ver ¡°Cerlo. Foi s¨® ent?o que M¨¢rio notou o homem que estava esperando a frente Cabelos curtos e bem cortados, uma figura esquia, exndo uma aura de nobreza. Por que ele? C¨¦lio? A Isabe parece estar se aproximando bastante desse cara desde que salvou o Sr. Maura? C¨¦lio notou M¨¢rio e seus olhos se voltaram para Isabe,o se ele n?o merecesse sua aten??o. Perguntou a jovem em voz baixa ¡°Algum problema?¡± ¡°Nenhum¡± ceu resolvo ¡°Se houver alguma coisa, pode me dizer que eu Isabe ergueu os olhos, viu a express?o s¨¦ra de C¨¦lio e falou banho. ¡°Nada, so encontre dois cachorros. Vou entrar para ver o vend N?velDrama.Org: text ? owner. ¡°Certo O olhar de C¨¦lio a panhou at¨¦ a enfermania e, em seguida, ergueu os olhos em um leve olhar para M¨¢rio, que n?o estava longe M¨¢rio n?o sabia se deveria cumprimenta lo ou n?o, at¨¦ seu av¨® respeitava muito o homem ¨¤ sua frente¡­. Enquanto hesitava, C¨¦lio j¨¢ havia desviado o olhar e seguido Isabe para dentro do quarto ¡°Isabe, n?o aconteceu nada, n¨¦?-0 Sr. Mauro perguntou preocupado assim que viu a nora. ¡°N?o¡± ¡°Se acontecer alguma coisa. fale e o C¨¦lio, ele vai cuidar. Se voc¨º n?o estiver satisfeita os resultados, procure o vov¨®! O vov¨® vai te dart apoio!¡± Os olhos ros de Isabe brilharam uma luz limpida: ¡°Est¨¢ bem,¡± Ao se despedir, o Sr. Mauro relutou em deix¨¢ ir embora, dizendo¨Clhe: ¡°Isabe, n?o se esque?a do que conversamos, depois de amanh?, quando sairmos do hospital, voc¨º tem que vir¡°. ¡°Eu estarei l¨¢.¡± Ao sair do hospital, Isabe perguntou sobre o estado de sa¨²de de Gisele Franco. ¡°¨¦ um traumatismo craniano ¨C C¨¦lio respondeu suavemente em voz baixa: ¡°Al¨¦m de poder respirar espontaneamente e piscar os olhos, est¨¢ em um estado vegetativo. Em outras pvras, est¨¢o uma nta viva. Isabe entendeu e lembrou que h¨¢ muito tempo havia tratado um caso dificil de um paciente que tamb¨¦m tinha se tornado um vegetativo devido a um traumatismo.craniano. Embora tivesse se curado, era necess¨¢rio um coquetel de medicamentos, alguns dos quais eram raros, outros disponivels apenas ¨¢reas ilegais da fronteira. Eraplicado e nada f¨¢cil. em ¡°Vamos jantar juntos?¡± 1/2 13:11 Capitulo 48 Isabe verificou as horas e estava prestes a dizer que s seus pais a esperavam em casa quando viu C¨¦lio pegar o celr e discar um n¨²mero. ¡°Tio, sou eu¡± ¡°Youer for a Isabe hoje ¨¤ noite¡± ¡°Sim, eu cuidare d¡± Depois de desligar poucas pvras, Isabe pensou consigo mesma¡­ Esse cartina a permiss?o d? Cap铆tulo 49 Cap¨ªtulo 49 ¡°O que voc¨º querer?¡± ¨C C¨¦lio abriu a porta do carro e esperou que entrasse Isabe ¡°Comida chinesa cu ocidental?¡± Isabe: Isabe ¡°Ou voc¨º quer outra coisa? ¡°Tanto faz¡± ¨C Isabe deu um passo longo para dentro do caro e parou de pensar na pergunta sua m?o. Depois que C¨¦lio entrou no carro, viu que tentava tirar o cre, instintivamente, segurou sua Isobe congelou quando sua pequena m?o foi subitamente envolvida p dele e olhou para ele enquanto ele explicava: ¡°N?o ¨¦ bom eu ficar isso¡± ¡°Ningu¨¦m ¨¦ mais merecedor disso do que voc¨º- C¨¦lio olhou a nos olhos e disse pvra por pvra ¡°Sei que voc¨º ¨¦ muito jovem para pensar no aspecto do casamento, e tudo bem, n?o tem pressa¡± Isabe simplesmente achou que era muito chamativo ter algo t?o valioso em seu pesco?o, e quem j¨¢ ouviu fr do cr sabe o que ele representat Somente a nora da Familia Franco poderia usar issol Vendo que ainda queria tira lo, Celia recunu faticamente ¡°Por favor em considera??o ao cora??o fraco do vov¨®, pode usar por enquanto? O vov¨¦ ficar¨¢ triste ao ve sem ele quando receber alta do hospital daqui a alguns dias¡± Isabe ficou impressionada as pvras, sua ¦° ua m?o apenas deixou o cr antes que ele o pegasse em sua m?o. Celio segurou sua m?ozinha cont seriedade, em macia e delicada, e de repente ele n?o quena mais soltar Isabe n?o conseguiu pukar a m?o de volta, ent?o disse ¡°Solte¡± Celio envolveu sua m?o grande em volta da m?o pequena d sem inten??o de solt¨¢, mas olhou para frente calma: ¡°Me de sua m?o por um momento Isabe?¡°.. O que? ¡°Voc¨º e o Mano s?o pr¨®ximos?¡± perguntou C¨¦lio de repente. Isabe¡°??? Vicente, que estava dirigindo na frente, n?o esperava que St C¨¦lio e a Sra. Isabe progredissem t?o rapidamente e ficou t?o empolgado que n?o conseguiu segurar o vnte firmeza! ¨¦ uma pena que a estrada dessa noite n?o estivessemacenta, caso contrario, podena ter bn?ado bastanteo da ¨²ltima vez, ter jogado Sra. Isabe nos bra?os do Sr. C¨¦lio Isabe disse calmamente: ¡°N¨®s nos encontramos algumas vezes.¡± Antes, aquele pirralho n?o se submetia as habilidades medicas d e, depois de ser demotado algumas vezes, ele obedientemente se rendeu. ¡°Ent?o voc¨º prefere os que estudaram medicina ou os que n?o estudaram?¡± Isabe: ¡°???¡± Vicente ¡°Pli¡­ Sr. C¨¦lio, o senhor diz que n?o tem ci¨²mes. Como pode fazer essa pergunta se n?o tem ci¨²mes? O senhor ¨¦ ciumento at¨¦ os c¨¦us! ¡°O que voc¨º quer dizer isso?¡°¨CIsabe n?o entendeu suas pvras, mas ao ver um brilho de preocupa??o em seus Text content ? N?velDrama.Org. olhos, Percebeu instantaneamente: ¡°N?o ¨¦ um pouco melhor estudar medicina do que n?o estudar nada? Al¨¦m de poder conversar sobre isso, ¨¦ uma chance de trocar experi¨ºncias.¡± Subconscientemente, C¨¦lio apertou sua m?o, um tom um pouco amargo: ¡°24 horas fndo de medicina? N?o cansa?¡± ¡°ro que n?o, ¨¦ um assunto que interessa, e al¨¦m disso, conversando muito, os dois podem progredir juntos.¡± Ao ver Isabe levantar uma sobrancelha, Celio n?o conseguiu evitar um sorriso, sabendo que estava provocando. Emborn soubesse que era de prop¨®sito, algo doce se espalhava em seu cora??o,o se tivesse derramado a?¨²car. ¡°Sr. C¨¦lio, estamos chegando no Restaurante Estrdol ¨C Vicente anunciou e n?o pode evitar olhar novamente no retrovisor: ¡°Srta. Capitulo 49 Isabe, este ¨¦ o restaurante favorito do Sr. C¨¦lio e ele nunca trouve nenhuma garota para cal Isabe fez uma reflex?o: ¡°O que significa que em outros lugares que ele n?o gosta, ele j¨¢ levou garotas?¡± ¡°N?o, n?o, ¨¦ ro que n?o.¡± O carro de Vicente nem havia parado quando o gerente de olhos atentos o avistou Bastou um piscar de olhos para que o gerente do restaurante sa¨ªsse correndo para cumpriment¨¤ lo pessoalmente. ¡°C¨¦lio, h¨¢ quanto tempo n?o nos vemos¡­ E quem seria 212 Cap铆tulo 50 Capitulo 50 O gerente do restaurante olhou para a garotinha aodo de C¨¦lio, de m?os dadas ele. Sem d¨²vida era a Sra. Franco!! Ele imediatamente fez uma rever¨¨ncia respeitosa: ¡°Srta. Franco, por aqui, por favor!¡± ¡°Eu n?o sou a Sita Franco O gerente viu que eles estavam de m?os dadas e ainda assim disse que n?o era, ent?o rapidamente concordou a cabe?a,: ¡°Em breve ser¨¢ C¨¦lio nunca trouxe uma garota aqui, voc¨º ¨¦ a primeira¡°¡± ¡°Existe algo que a Srta. Franco n?o possaer?¡± ¡°N?o tenho restri??es alimentares, mas mude a forma de me chamar Me chame de Isabe ¡± ¡°Mesmo que eu tivesse dez mil coragens, n?o ousania chamar a Srta. Franco pelo primeiro nome. ¨C O gerente disse um sorso for?ado, fndo baixinho no walkie¨Ctalkie em sua g? ¡°R¨¢pido, limpem a s! O mais r¨¢pido que puderem!¡± Isabe olhou para C¨¦lioo se perguntasse: Precisa ser t?o dram¨¢tico em uma refei??o? Esta ¨¦ a nossa primeira vez ¨C C¨¦lio segurou a m?o d firmemente e juntos entraram no restaurante. Do outrodo Caterina Dias estava de bra?o dado Aaron, fndo feliz ¡°Im?o Aaron, este restaurante ¨¦ t?o caro, e voc¨º ainda me trouxe aqui¡­ Voc¨º ¨¦ t?o bom para mim!¡± Aaron olhou para carinho: ¡°Voc¨º ¨¦ minha noiva, ¨¦ ro que vou ser gentil voc¨º Os dois caminharam alegremente ate a entrada do restaurante, onde o funcion¨¢rio da recep??o se curvou em pedindo desculpas: ¡°Desculpe, mas o local foi reservado para um evento privado hoje ¡°Reservado? N?o recebi nenhum¨¢ notifica??o no meu celr ¨C Aaron franziu a testa levemente, ramente descontente. Caterina Dias ouviu e pensou, Cinquenta por cento de desconto? O desconto ¨¦ t?o grande?! Sabendo que este restaurante era absurdamente caro, que at¨¦ uma simples limonada custana uma fortuna. Ter dinheiro n?o era garantia de conseguir uma bebida, e Aaron s¨® conseguiu uma reserva meio mes de anteced¨ºncia¡­.. E ainda era apenas para o sal?o principal! Quanto ¨¤s ss VIP privativas, nem valia a pena pensar Quem sera a pessoa importante que fez a reserva exclusiva hope? Muito chiquell ¡°Tudo bem.¡± Aaron e estava prestes a sair quando Caterina Dias avistou uma figura familiar entrando no elevador VIP! Aquele elevador levava as ss VIP privativas! N?o era Isabe ?! nunca se enganaria aqu silhueta! Caterina Dias apontou bruscamente para a garota que estava dentro. ¡°Por que pode entrar?¡± ¡°Quem a senhora est¨¢ fndo?¡± O recepcionista se virou, sem ver ningu¨¦m, e explicou gentilmente: ¡°As ¨²nicas pessoas que podem entrar em nossa casa, al¨¦m dos convidados de honra desta noite, s?o os gar?ons do restaurante¡°. Text content ? N?velDrama.Org. ¡°Caterina, quem voc¨º viu?¡± ¨C Aaron olhou curioso, mas n?o viu nenhum rosto familiar. Caterina Dias sussurrou no ouvido de Aaron: ¡°Acho que vi minha irma¡°. ¡°Voc¨º deve ter visto errado. Aqueles que entram aqui s?o ricos ou poderosos, e o nivel de gastos de Isabe ramente n?o se encaixa aqui! Al¨¦m disso, o restaurante foi reservado para um evento exclusivo, ent?oo poderia entrar? ¡°Talvez a irm? esteja trabalhando aqui para ficar na Cidade Ventoso?-Caterina Dias fingiu um suspiro: ¡°Imm?o Aaron, voc¨º pode pedir contatos para encontrar um emprego para a imma? Tenho medo de que as pessoas ricas daqui olhem para e se atirem a assediem. Minha irm¨¡ sempre foi t?o orgulhosa, e para ficar em Cidade Ventoso pode acabar cedendo.¡± ¡°O fato de estar viva ou morta n?o nos diz mais respeito. Aaron segurou a m?o de Caterina: ¡°Vamoser naquele restaurante do outrodo da rua ¡°Otimo¡± ¨C Caterina Dias escolheu propositamente um assento perto da jan para ter uma vis?o melhor da situa??o de Isabe. Assim, quando Isabe deixasse o Restaurante Estrdo ap¨®s o trabalho, poderia v¨º perfeitamente! ¡°C¨¦lio, Srta. Franco, por favor sentem¨Cse 1/2 No interior espa?oso e luxuoso do reservado, era possivel apreciar a vista l¨¢ fora. Tratava¨Cse de um restaurante sofisticado no topo de uma colina, um teto retr¨¢til aberto, revndo o c¨¦u estrdo de verdade. Cap铆tulo 51 Cap¨ªtulo 51 Cello sentou¨Cse aodo de Isabe, segurando sua m?o sem solt¨¢, e empurrou o iPad em sua dire??o. ¡°O que voc¨º qu querer?¡± Isabe deu uma olhada no menu e escolheu alguns pratos aleatoriamente, Celio adicionou v¨¢rios outros. Ao ver o gerente deixar o camarote, Isabe arqueou as sobrancelhas: ¡°Posso soltar a m?o agora?¡± C¨¦lio: ¡°C¨¦lio perguntou de forma introspectiva e s¨¦ria: ¡°Aquenta mais um pouquinho?¡± Isabe. ¡°S¨® mais um pouco Isabe. ¡°A vista aqui durante o dia tamb¨¦m ¨¦ bonita, que tal eu te trazer para ver putra hora?¡± ¨C -Isabe n?o disse nada e, pouco depois, a gerente chegou v¨¢rios chefs para servir os pratos pessoalmente. No almo?o de hoje na familia Neves, Cello havia notado os pratos que a menina n?o tocava e aqueles que servia mais vezes, ent?o tinha uma boa ideia do seu pdar e pediu o que gostava Text content ? N?velDrama.Org. ¡°Vamos conseguir corner tudo isso? ¨C Isabe olhou para a mesa repleta de uma variedade de pratos ¡°Coma devagar¡°-C¨¦lio manteve uma m?o sobre a tempo todo, enquanto a outra pegava os talheres para servi. Posso soltar agora?¡± Sem soltar, n?o conseguiriaer! C¨¦lio saltou naturalmente a m?o direita d e pegou a m?o esquerda novamente de forma suave, o tempo todoo se fosse uma conex?o natural. Isabe: Tem certeza de que querer assim?¡± ¨C Isabe realmente n?o estava acostumada essa posi??o. ¡°Sim¡± C¨¦lio, acho que precisamos conversor.¡± ¡°Conversaremos depois queemos¡°-C¨¦lio pegou um camar?o descascado e o levou aosbios d: ¡°Experimenta?¡± ¡°Coloque no prato, euo sozinha¡± Vendo que e?ou a fr Celio colocou o camar?o diretamente em sua boca Isabe o advertiu um olhar, mas C¨¦lio n?o se abalou e perguntou um olhar gentil. ¡°Ea?¡± ¡°N?o ¨¦ bom!¡± O cozinheiro estrangeiro que estava dodo de fora se assustou e perguntou em um portugu¨¦s atropdo. ¡°Senhora Franco, h¨¢ algo de errado o prato? Diga me, e eu o mudarei imediatamente¡°. ¡°Estou fndo da pessoa, n?o do prato. O cozinheiro estrangeiro estava um pouco confuso quanto ao seu significado ¡°Podem ir.¡± Ao ouvir as pvras de C¨¦lio, v¨¢rios dos chefs e o gerente sa¨ªram ¨¢s pressas,o se tivessem salvado SUBS vidas. ¡°Voc¨º est¨¢ brava?¡± ¨C C¨¦lio olhou gentilmente para a jovem ¨¤ sua frente. ¡°Eu estava sendo muito precipitado?¡± ¡°Voc¨º pode se sentar do outrodo da mesa?¡± Em outras pvras, pode ficarnge de mim? ¡°Quero me sentar voc¨º.¡± Isabe ficou sem pvras ao olhar para o rosto s¨¦rio de C¨¦lio. Depois de uma boa refei??o, as luzes do restaurante se apagaram e o teto se abriu e um lindo c¨¦u estrdo foi visto. Naqu ¨¦poca, Wilson Dias e Ynda Silva ainda n?o tinham desenvolvido seus neg¨®cios, estavam sempre fora, ocupados, e era a avo Dias que passava as noites Naqu ¨¢rea rural, assimo agora, o ceu notumo era repleto de estrs. Mas as pessoas daquele tempo j¨¢ n?o eram as mesmas de antes. Havia um violinista um instrumento, parado em um canto, tocando m¨²sica rom¨¢ntica. Cap铆tulo 52 Capitulo 52 Os olhos d brilhavam limpidos e ros sob o reflexo dos fogos de artificio, mas observando aten??o, parecia haver um tra?o de tristeza? C¨¦lio ainda queria olhar mais um pouco, mas percebeu que aqu s sombra de tristeza desapareceu num instante. Como os fogos de artificio no c¨¦u, sem deixar rastro. §ã§à Sob o reflexo ro e escuro dos fogos de artificio, a apar¨ºncia de Isabe estava radiante, e essa beleza nobre e fria erao a lua ch, ipar¨¢vel. ¡°Voce preparou tudo isso? ¨C Isabe perguntou, contemndo os s fogos de artificio no c¨¦u ¡°Hum¡± ¨C C¨¦lio n?o tinha certeza se a garota de apar¨ºncia fria e orgulhosa gostava ou n?o da surpresa: ¡°Agora voc¨º acha que ¨¦ melhor estudar medicina ou n?o?¡± Isabe achou engra?ado e disse: ¡°deliberadamente: ¡°Estudar medicina ¨¦, de fato, ¨²til¡± A implica??o ¨¦ que ele n?o era pr¨¢tico o suficiente e que preparou algo inutil? N?o se sabe quanto tempo passou, mas o teto foi se fechando lentamente e as luzese?aram a acender, camada p por camada. Depois que as luzes de todo o camarote forampletamente restauradas, o violinista,n?o muito distante, fez uma reverencia de agradecimento, e estava prestes a deixar o palco, quando seus olhos ouviram Izabe, levando um susto. N?o era essa a sua semi¨Cmentor? ma vez the A que uma te deu li??es de violino mas se recusou a aceit¨¤o aprendiz, e agora a encontrava aqui! Isabe tamb¨¦m n?o esperava que o violinista franc¨¦s, a quem havia ensinado arduamente por meio m¨¦s, tocasse a m¨²sica t?o desafinada¡­ ainda estava se perguntando de onde team vindo aquele violinista t?o desanimador? ¡°Reconhece?¡± ¨C C¨¦lia perguntou percebendo que Isabe observava a violinista Isabe esbo?ou um somso. O famoso violinista Jos¨¦, quem n?o o conhece Jos¨¦ estava desesperado e rapidamente falou ¡°N?o, n?o, me desculpe. N?o tenho praticado bem ultimamente. Ent?o, por favor, tenha paci¨¨nciaigo se isso tiver causado uma experiencia ruim ¡°Des?a¡°-C¨¦lio se perguntou o que estava acontecendo entre eles e segurou a m?o de Isabe sem solt¨¢. Vendo que Isabe n?o tinha inten??o de levar o assunto adiante, Jose desceu e imediatamente pegou o celr. ¡°Mentora, eu n?o sabia que era voc¨º! Ful contratado de ¨²ltima hora, pensei que fosse algum nco sem no??o de m¨²sica que me contratou para se divertir¡­ ent?o n?o level a s¨¦ro. Isabe recebeu a mensagem dele e respondeu sucintamente. ¡°Pessima¡± ¡°You me certificar de praticar mais Isabe guardou o celr sem responder ¡°Vamos¡± Sentada do outrodo do Restaurante Estrdo, Caterina Dias j¨¢ estava cheia, mas ainda esperava Isabe sair. ¡°Caterina, voc¨º est¨¢ um apetite ¨®timo hoje, querer mais? Posso pedir um sorvete para voc¨º? ¨C Aaron Duarte, sem saber dos pensamentos sombrios em sua mente, achou que estava apenas aproveitando aida. ¡°N?o precisa¡°-Caterina Dias somu superficialmente. iria vomitar seesse mais um pouco, se n?o fosse p espera de ver Isabe saindo do trabalho, nunca teriaido tanto! ¡°N?o quer mais? Ent?o vamos? Podemos caminhar um pouco ¨¤ beira do no.¡± Vendo que estava ficando tarde, Aaron chamou o gar?om para pedir a conta e saiu do restaurante segurando a m?o de Caterina Dias. Caterina Dias caminhava devagar, relutante, um certo pesar no cora??o por n?o ter conseguido fazer que Aaron conhecesse pessoalmente Isabe, que trabalhava melo periodo e fora do expediente, o que era uma pena. Naquele momento, o elevador VIP do Restaurante Estrdo, do outrodo da rua, se abriu e um homem alto e bonito saludo ado Isabe. Mesmo que tenha sido apenas por um ou dois segundos, Caterina Dias ficou chocada! Embora estivesse a uma distancia t?o grande, a silhueta,a aparencia ¨¦ a presen?a daquele homem superavampletamente as de Aaron! Embora as caracteristicas exatas n?o fossem ras, Caterina Dias pode e ver que o homem era muito jovem! ficou realmente chocada e n?o conseguiu descrever o que sentia naquele momento! Esse homem poderia ser o irm?o de Isabe? A familia de origem da isabe ¨¦ t?o ruim que p provavelmente est¨¢ trabalhando aqui o im?o! 1/2 Pensar nisso a fez se sentir melhor, mas ainda n?o conseguia explicar os movimentos do homem. Ele parecia estar saindo seguranda ?sabe p m?o¡­. teria visto errado? Content held by N?velDrama.Org. Com um irm?o e uma irm¨¢ podem dar as m?os? Al¨¦ o momento, estava muito distante e s¨® conseguiu ver por um ou dois segundos, n?o conseguiu dar uma boa olhada nos detalhes espec¨ªficos.. ¡°Caterina, o que h¨¢ de errado voc¨º? ¡°Noda Caterina Dias n?o ousnu dizer que tinha visto a irm¨¢ novamente, medo de que Aaron pensasse que estava sempre observando a irmi, mas o homem e Isabe tinham saldo em uma dire??o que parecia levar ao estacionamento exclusivo do Restaurante Estrdo u que?a levar uns doces para os meus pais, que talprar ¡°Aaron, acabei de pensar que h¨¢ uma confeitaria na base da colina. Eu tamb¨¦m para os sein?¡± ¡°N?o precisa, meus pais n?oem doces ¨¤ noite, se o bo e a ha quiserem, eupro para eles Aaron dirigiu at¨¦ a base da colina e entrou na confeitaria Caterina Dias fingia estar escollendo uma sobremesa, enquanto seu olhar varia ocasionalmente a rua dodo de fora. S¨¢ havia um caminho descendo do topo da colina, Isabe teria que passar por aqu confeitaria, quer estivesse de tax, bicicleta ou dirigindo um carro el¨¦tricol Mas enquanto Caterina Dias escolha de umdo para o outro, e esperava, n?o viu nenhum veiculo al¨¦m de um caro de luxo de primeira linha A Isabe poderia estar a p¨¦? ¡°Sentonta, n?o h¨¢ nenhum doce em nossa loja que seja do seu agrado ¨C O posente, vendo Catenna Dias vestida marcas famosas e demorando meia hora para escolher um bolo, n?o pode deixar de se aproximar e perguntar ¡°Oh, n?o ¨¦ isso, eu acabei de lembrar que meus pais foram para um evento beneficente, provavelmente h¨¢ muitaida por l¨¢ ent?o n?o vou levar nada para eles agora.¡° Calenna Dias saiu da confeitana Aaron, subiri no carro e olhou novamente no espelho retrovisor, mas realmente n?o havia sinal de ninquem! Isabe realmente tinha ido a p¨¦ Naquele momento, Isabe estava sentada no cano de luxo que Caterina Dias tinha visto antes, olhando para o homem ¨¤ sua frente: ¡°Voc¨º pode me soltar agora? nomento, mas a noite intera N?o era para ser so por um momento, mas a noite inteira! Voc¨º j¨¢ n?o o segurou o suficiente?__ C¨¦lio esbo?ou um sorriso de leve: ¡°Segurar sua p pr¨®pria noiva n?o ¨¦ razo¨¢vel?¡± ¡°Eu n?o sou sua nowa Que ¨¦poca era essa para ainda existir casamentos arranjados?! O pior ¨¦ que, sendo um homem da nova era educa??o superior, ele n?o tinha rejeitado esse tipo de casamento arranjado! Muto estranho! ¡°Voc¨º j¨¢ segurou minha m?o, agora quer se esquivar da responsabilidade? ¨C C¨¦lio acariciava delicadamente a m?o d e dizia ternura: ¡°¨¦ tarde demais.¡± Isabe tentou puxar a m?o para tr¨¢s, mas ele a segurou firmeza: ¡°N?o se mexa¡°. Com um toque de sedu??o em sua voz provocante, ele se aproximou do ouvido d e disse: ¡°Tenho medo de machuca¡±. As pvras cairam em seus ouvidoso se tivessem um significado diferente. V Costa Mariana Neves olhava para o rel¨®gio de pulso de vez em quando, eram oito horas da noite, por que o caipira ainda n?o tinha voltado? Ser¨¢ que tinha passado vergonha na casa do Mauro Franco e agora estava medo de voltar para casa? Se fosse esse o caso, a situa??o ficana ainda mais interessante! mal podia esperar para ver o rosto constrangido da caipira! Cap铆tulo 53 Cap¨ªtulo 53 Algumas herdeiras rodeavamn Mariana Neves: ¡°Mariana, por que voc¨º vive olhando para o rel¨®gio? Est¨¢ esperando uma mensagem do seu noiva C¨¦lio no WhatsApp?¡± ¡°Ouvi dizer que seu novo adquiriu mais alguns grupos de luxo ontem, ent?o voc¨º ter¨¢ que me ajudar a obter os modelos de edi??o limitada que n?o podereiprar no futuro!¡± ¡°Mariana, eu a invejo por ter uma familia t?o amorosa e um novo t?o m maravilhoso Mariana Neves fingiu um sorriso: Tudo bem, voces j¨¢ beberam demais, ¨¦ hora de ir para casa¡± Se n?o, daqui a pouco aquele caipira aparece e ¨¦ desmascarada! ¡°A gente veio especialmente para te fazer uma surpresa, e agora voc¨º quer que a gente v¨¢ emboral ¡°E porque quer fr ao telefone a nova e n?o quer que a gente ou?a os xavecos!¡± ¡°Ah, paral¡± ¨C Manana Neves brincou, dando um tapinha em uma das amigas. ¡°Pronto, a gente tamb¨¦m j¨¢ ficou a noite toda, vamos embora e deixar em paz As amigas estavam prestes a sair quando, de repente, encontraram v¨¢rios carros de luxo estacionados dodo de fora da mans?o. Cerca de uma d¨²zia de funcion¨¢rios descarregaram inumeros vestidos, sapatos e bolsas, pendurando¨Cos em incontaveis araras Depois de arrumarem tudo,e?aram a levar para dentro da casa. ¡°Meu Deus, ser¨¢ que eu bebi demais e alucinando?¡± ¡°Tem que ter centenas al n?o s?o s¨® algumas As amigas que nejavam ir embora se reuniram rapidamente e olharam as roupas, sapatos e bolsas nas araras ¡°Isso ¨¦ da nova cole??o, da AIE!¡± ¡°Que lindos! O que eu fa?o, estou apaixonada Nossa,o pode for tantos Mariana Neves pensou consigo mesma sera que a mam?e e o papar ficaram t?o chateados depois de comprar tantas roupas, sapatos e bolsas para a Isabe ontem que pediram para a AE redesenhar e fazer tudo para a fim de equilibrar o jogo? Ao ver Lantas roupas e sapatos requintados diante de seus olhos e ouvindo os elogios das amigas, o humor de Mariana Neves subitamente melhorou Seus pais n?o tinham preferidos, afinal, e realmente a amavam. Parecia que seu lugar na familia n?o era menor que o de Isabe. O respons¨¢vel p AIE Dand Tomes, estava aodo dando instru??es, e as herdeiras logo o reconheceram: ¡°Este n?o ¨¦ David Torres, o diretor da AIE? O Sr que est¨¢ pessoalmente entregando os pedidos? Que honra!¡± da AIE. ¡°Boa noite, senhontas ¨C David Torres, embora n?o soubesse os nomes ds, reconheceu pelo estilo que eram f?s da ¡°O que est¨¢ acontecendo todas essas roupas? ¨C Uma das herdeiras n?o resistiu e perguntou ¡°Ah, isso ¨¦ para a sexta filha da nossa familia Neves¡°. As pvras de David Tomes foramo um tapa na momentos, mas agora parecia ter caldo no abismo. Sexta filha? De novo a cara de Mariana Neves, que estava em um pote de mel h¨¢ apenas alguns A mam?e e o papal n?o prepararam uma grande pilha para aqu caipira onter? Por que est¨¢ se preparando tanto novamente hoje? Esse favoritismo em muito ¨®bviol N?velDrama.Org owns all ? content. Mas as amigase?aram a provocar ¡°Manana, n?o ¨¦ voc¨º?!¡± Mariana Neves tinha cinco irm?os mais velhos. era, de fato, a sexta na ordem de nascimento! Mariana Neves estava extremamente constrangida e envergonhada, os outros podiam n?o saber, mas toda a familia Neves sabia que a ¡°sexta filha¡± se referia a Isabe Neves, e n?o a ! ¡°Shh, falem baixo, j¨¢ est¨¢ tarde¡± ¨C Mariana Neves puxou as amigas para sair. ¡°T¨¢ bom, j¨¢ est¨¢ tarde, voc¨ºs deveriam ir para casa¡± ¡°Eu sabia que tinha um motivo para Mariana ficar olhando o rel¨®gio essa noite. Era a surpresa que os pais estavam preparando¡± Cap铆tulo 54 Cap¨ªtulo 54 ¡°Mariana, voc¨º ¨¦ t?o discreta, se fosse eu j¨¢ tena postado no Instagram! T¨¢ medo da gente descobrir? Ser¨¢ que teme magoar nossos sensiveis cora??es?¡± ¡°T¨¢ bom, t¨¢ bom, vamos voltar para que a Mariana possa inspecionar adequadamente seu presente. Ai ai, estou momendo de inveja!¡± Embora Maniana Neves n?o entendesse por que seus pais insistiram em eendar tantas roupas, sapatos e bolsas para Isabe, aqu caipira, era mais importante se despedir das amigas naquele momento Quando as amigas estavam prestes a entrar no carro, um carro de luxo parou repentinamente na entrada da mans?o: Uma das amigas, Florinda, n?o conseguiu se conter e disse: ¡°Mariana, aquele n?o ¨¦ o carro do seu naivo?¡± A ca do carro, um veiculo de luxo de edi??o limitada. Quem mais seria sendo o noivo d? Mariana Neves olhou na dire??o do som e de fato era o cama de C¨¦lia. C¨¦lio velo? Vicente saiu do carro e abriu respeitosamente a porta traseira C¨¦lio desceu do carro segurando a m?o de Isabe, e as amigas, ao verem a cena, ficaram chocadas. ¡°Mariana, aquele n?o ¨¦ o seu noivo? Por que ele est¨¢ segurando a m?o de outra mulher?¡± ¡°Como aqu garota saiu do carro dele? Como ousa ir ¨¤ sua casa e se exibir?¡± ¡°O que est¨¢ tentando fazer?¡± ¡°De onde v essa penguete? Vou mostrar a !¡± ¡°At¨¦ o noivo da Manana quet me inclua nessa!¡± As amigas estavam prestes a avan?ar em Isabe¡­ Manana Neves estava morrendo de clumes por dentro, mas por fora segurou suas amigas, ¡°Calma, calma, n?o fa?am escandalo, ¨¦ um parente nosso¡­¡± ¡°Que tipo de parente consegue seduzir seu noivo? Eles at¨¦ se deram as m?os ¡°Mariana, est?o te desrespeitando e voce continua aquentando ¡°Ser¨¢ que C¨¦lio est¨¢ apaixonado por outra? Ou ser¨¢ que ele bebeu demais? For seduzido p periquete?¡± Mariana Neves realmente n?o sabiao explicar a situa??o inesperada, mas felizmente estavam a uma distancia de dez metros, ent?o disse em voz baixa: ¡°¨¦ assim¡­¡± e est?o pensando em ¡°Aqu menina tem uma hist¨®ria de vida muito triste, voc¨ºs sabem que meus pais amam fazer canidade, e adot.¡± ¡°Provavelmente usou sua historia tr¨¢gica para se fazer de coitadinha na frente de C¨¦lio, e ele deveria estar segurando¨Ca porque sente pena d¡­¡± ¡°De qualquer forma, deve ser um mal¨Centendidor As amigas, ao ouvirem isso, ficaram ainda mais indignadas! ¡°Voc¨º pode doar dinheiro para a canidade! Por que acolher uma estranha em casa?¡± ¡°Seria problem¨¢tico ficar algu¨¦m que n?o ¨¦ parente de sangue e pensar na propriedade de sua familia e em seu novo n no futuro!¡± Mariana Neves realmente n?o sabia o que fazer suas amigas, mas gra?as a Deus Cam chegouendo, e Mariana Neves rapidamente fez um sinal para , e juntas conseguiram mandar as amigas embora¡­ Enquanto isso, do outrodo. Assim que Isabe saiu do carro, viu David Tomes sorrir e dizer. ¡°Oi, Sra. Isabe, nos encontramos novamente.¡± Ele queria perguntar ao chefe o que estava acontecendo quando viu o endere?o de entrega, mas o chefe o bloqueou e n?o p?de ligar¡­ ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± ¨C Isabe ficou um pouco surpresa so v¨º¨Clo, mas, ao mesmo tempo, teve um pressentimento ruim. N?o poderia ser que os desenhos que passou a noite trabalhando estavam todos ali? Content held by N?velDrama.Org. n?o quena olhar, mas quando olhou era verdade¡­ Seu cora??o mal aguentava, n?o podia acreditar que, depois de tudo, aqus coisas voltaram para suas m?os! ¡°Voc¨ºs se conhecem? C¨¦lio olhou para Isabe e depois para David, um olhar ramente cauteloso e descontente. 1/1 Cap铆tulo 55 Capitulo 55 David Torres olhou para C¨¦lio segurando a m?o da Chefe e, o mais surpreendente, n?o havia cortado sua m?o¡­ Era inacredit¨¢vel! ¡°David? O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡°¨C Nair, que tinha ouvido a noticia: tamb¨¦m ficou um pouco assustada: ¡°Que roupa ¨¦ essa? N¨®s n?o pedimos nenhuma roupa hoje, n?o ¨¦?¡°. ¡°C¨¦lio, Isabe, voc¨ºs voltaram? Que diabos est¨¢ acontecendo? David, voc¨º mandou para o lugar errado?¡± ¨C Carlos Neves tamb¨¦m estava confuso. Vendo que ninguem sabia o que estava acontecendo, David Torres explicou: ¡°Essas s?o as pe?as que o Sr. C¨¦lio me pediu para entregar¡± ¡°Celio?¡± ¨C perguntaram Carlos Neves e Nair Pires, olhando para Celio Cello explicou ar sereno Isabe acabou de voltar para esta casa e ainda n?o teve tempo de ir ¨¤s compras¡°. Ele falou e, baixando o olhar para a mo?a ¨¤ sua frente, disse voz suave: ¡°Pedi algumas pe?as para voc¨º usar no dia a dia, quando quiser sair paraprar mais, eu te panho Isabe: ¡°777- Esse cara nem perguntava se precisava de algo antes de fazer o pedido? tinha acabado de receber cem pe?as de roupas, cem pares de sapatos e cem bolsas dos seus pais biol¨®gicos¡­ mals isso? E agora mais Como poderia usar tudo isso?! ¡°Percebi que voc¨º gosta muito dessa marca Nas poucas vezes em que Celio a viu, estava usando roupas dessa marca, carregando uma bolsa dessa marca e cal?ando sapatos dessa marca Isabe:¡± N?o era quest?o de gostar, era porque seus pais tinham dado que usav?¡­. Al¨¦m do mais, eram designs d. Usar suas pr¨®prias cra??es era mais do que natural! Mas Celio n?o sabia e pensou que era de sua prefer¨ºncia Bem ontem eu. Antes que Carlos Neves pudesse terminar a frase, Nair Pires the deu uma cotovda e: ¡°mudou o tom: ¡°C¨¦lio, voc¨º ¨¦ muito atencioso! N?o s¨® isabe, mas at¨¦ sua tia est¨¢ emocionada seu gesto! Voc¨º ¨¦ realmente maravilhoso!¡± Carlos Neves: ¡°77¡± Por que n?o deixou ele contar sobre os cem itens de roupas, sapatos e bolsas que ele deu ¨¤ filha ontem? Nair Pires observou o casal de m?os dadas, radiante de felicidade: ¡°Vamos, n?o fiquemos parados aqui, entrem para sentar um pouco.¡± ¡°Ent?o vou tomar a liberdade de interromper ¨C Em vez de recusar, Celio pegou a m?o de Isabe e entrou na mans?o. Carlos Neves demorou um pouco para perceber que os dois estavam de m?os dadas. Ficou um pouco emocionado e inexplicavelmente triste ao mesmo tempo, por perceber que sua filha tinha acabado de voltar h¨¢ dois dias e estava sendo levada emboral David Torres n?o esperava que o Chefe fosse t?o impiedoso a ponto de n?o apenas usar o dinheiro de seu velho pai, mas tamb¨¦m o dinheiro de seu namorado! Que esperteza! Demais! Carlos Neves poderia at¨¦ passar, mas C¨¦lio era um monstro¡­ At¨¦ o dinheiro dele ele conseguia enganar, admir¨¢vel! Mariana Neves chegou bem a tempo de ouvir David Torres dizer que todas essas colsas foram preparadas por C¨¦lio para Isabe, e foio se tivesse sido atingida por um raio. n?o conseguia mover os p¨¦s, n?o podia acreditar, e olhava incr¨¦d para o que estava acontecendo na sua frente¡­. Como isso era poss¨ªvel? Como?! C¨¦lio n?o apenas levou Isabe para visitar seu av¨®, mas tamb¨¦m jantou e a trouxe de volta depois¡­ E ainda a tinha deixado andar naquele carrol Capitulo 55 Aquele carro que nunca tinha sido ocupado por outra mulher! N?velDrama.Org owns all ? content. E ainda havia eendado tantas roupas, sapatos e bolsas para Isabe E o mais importante, estava segurando a m?o d em sua pr¨®pria casa¡­. Cap铆tulo 56 Capitulo 56 ¡°Cam, o que eu fa?o? ¨C Manana Neves estava realmente desesperada! havia observado Isabe agindo tanta serenidade que, obviamente, o av Franco n?o a havia desapontado! ¡°Vamos entrar e dar uma olhada?¡± ¨C Cam tamb¨¦m estava preocupada, mas n?o era um bom momento para decidir Na s de estar C¨¦lio estava conversando Carlos Neves e Nair Pires,n?ando olhares ocasionais para Isabe e interagindo , um pequeno detalhe que naturalmente n?o passou despercebido por ningu¨¦m Mariana Neves j¨¢ estava morta de ci¨²mes, especialmente ao ver C¨¦lio prestando aten??o especial em Isabe. Suas unhas cravando fundo na palma da m?o, deixou marcas profundas. Foi ent?o que Nair Pires de repente perguntou: ¡°Isabe, o que ¨¦ esse cr no seu pesco?o ?¡± Todos olharam na dire??o da voz e viram o cr coroa no pesco?o de Isabe. Ao veremo cr, todos ficaram chocados. ¦° Exceto Mariana Neves, todos os outros estavam encantados, inclusive Nair Pires: ¡°Foi o vov¨® Franco que te deu?¡± ¡°Sim¨CIsabe n?o deu muitas explica??es Mas C¨¦lio acrescentou gentilmente: ¡°O vov¨® esta muito satisfeito Isabe ate pediu para busca¨Clo no hospital daqui a alguns dias Carlos Neves e Nair Pires n?o podiam acreditar que o patriarca estava t?o contente sua querida filha, e ficaram extremamente felizes ¡°¨®timo quando o patriarca sair do hospital, avise a isabe Voces v?o busca lo juntos¡± Manana Neves estava louca de clumes, n?o conseguia entender por que o avd Franco havia dado o cr coroa para Isabe t?o f¨¢cilmente! se esfor?ou tanto no passado, tentou agradar de todas as formas, mas nunca consequiu que o vov¨® Franco the desse tal objeto Isabe s¨® havia ido visita-lo por algumas horas hoje. Como conquistou o cora??o do vov¨® Franco t?o rapidamente? Depois de conversar por um tempo. C¨¦lio se levantou para se despedir e tocou gentilmente a cabe?a de Isabe: ¡°Va para a cama cedo, n?o fique acordada at¨¦ tarde¡°. N?velDrama.Org owns all ? content. Como se estivesse cudando de umaan?a Carlos Neves e Nair Pires nunca tinham vistu Celioumdo t?o cannhoso de C¨¦lio antes e mais uma vez, ficaram muito felizes por dentro, sem perceber que o rcionamento deles estava progredindo de forma t?o divina e suave. Isabe normalmente detestava ser tocada mas hoje, Celio quebrou suas barreiras repetidas vezes ¡°You b para casa primeiro¡± ¨C C¨¦lio olhou nos olhos d e seu tom era gentil: ¡°Eu ligo para voc¨º quando chegar em casa mais tarde. Mariana Neves n?o podia acreditar que eles j¨¢ haviam trocado n¨²meros de telefone, e isso a deixou furiosa por dentrol ¡°Sim¡± ¨C Depois que todos foram embora, Isabe subiu para tomar banha. Mariana Neves voltou para o seu quarto e desabou de repente. Se n?o fosse por Cam a apoiando, teria ca¨ªdo no ch?o feito um trapo! ¡°Cam, o que eu fa?o?¡± ¨C nunca tinha se sentido t?o derrotada na vida! ¡°Senhorita Mariana¡­¡± ¡°C¨¦lio est¨¢ t?o atencioso minha irm?, o que eu fa?o? Como fa?o para que C¨¦lio me note?¡± Os olhos de Cam brilharam em calculo: ¡°N?o se preocupe, a alegna d n?o vai durar muito!¡± C¨¦lio estava a caminho de C¨¦liocasa quando perguntou ao homem que dirigia ¨¤ sua frente, uma voz fraca: ¡°Voc¨º encontrou Dacio?¡± ¡°Ainda n?o.¡±¨CVicente deu uma olhada no retrovisor, entendendo naturalmente a mente do Sr. C¨¦lio: ¡°Embora haja rumores no mundo exterior de que a grande Doutor Dacio j¨¢ morreu, h¨¢ algumas pessoas que dizem que ele ainda est¨¢ vivo, s¨® se escondeu! So que o paradeiro dele ¨¦ muito misterioso,o um fantasma, aparece e desaparece sem deixar rastro, e toda vez que parece que vamos ter uma pista, ele desaparece de novo!¡± C¨¦lio sabia que, se fosse t?o facil de encontrar n?o sena Dacio. ¡°Sr. C¨¦lio, que tal pedir para a Dona Isabe tentar?¡°¨C Vicente olhou novamente pelo retrovisor, tentando decifrar seus pensamentos: ¡°A Dona Isabe tem uma habilidade m¨¦dica incrivel, j¨¢ trouxe o velho patr?o de volta da beira da morte duas vezes.¡± ¡°A doen?a da vo ¨¦ mustoplicada¡± 1/2 Capitulo 56 C¨¦lio relutava em colocar a jovem em uma situa??o dificil. Caso n?o soubesse a que fazer ou n?o conseguisse curar, poderia acabar se sentindo culpada¡­ Nenhuma dessas coisas era o que ele queria ver ¡°Vamos continuar procurando informa??es¡± ¡°Entendido.¡± 2/2 Cap铆tulo 57 Cap¨ªtulo 57 Isabe tinha acabado de voltar para seu quarto quando recebeu uma mensagem em seu celr [Algu¨¦m est¨¢ perguntando sobre Daci e ¨¦ dito que h¨¢ um caso muitoplicado que precisa ser visto com urg¨ºncia por Dacio!] Os dedos finos de Isabe responderam: ¡°Estou ocupada, n?o tenho tempo.¡± Amanh?, segunda¨Cfeira, ainda teria que visitar a empresa que seu pai lhe deu e, se n?o fosse, seus pais acabariam transferindo dinheiro para ¡­ [O outro cara era muito ousado e disse que o pre?o era o que voc¨º quisesse, desde que encontrasse Docio] A mensagem foi enviada, mas Isabe j¨¢ havia se desconectado: entrou no banheiro para tomar um banho e estava se vestindo quando ouviu o celr toca A t exibiu uma sequ¨ºncia de numeros estranhos, maso se estivesse acostumada, atendeu sem hesitar ¡°Chefe, aqu coisa est¨²pida do Wilson Dias nos custou dinheiro de novo! Desta vez, s?o milh?es! Em dres!¡± ¡°Eu estou a ponto de escavar o t¨²mulo da familia dele para perguntar aos ancestraiso puderam ter um descendente t?o buro!¡± ¡°Recentemente, ele quis investir em alguns projetos, e eu de v¨¢rias dicas, tanto explicitas quanto implicitas, quase entreguel o dinheiro em m?os para ele contar!¡± E o que ele fez? N?o s¨® perdeu tudo,o ainda nos fez ter esse preju¨ªzo ¡°Se continuar assim,go voc¨º estar¨¢ visitando meu tumulol Estou funaso!¡± A pessoa fndo era Benito, que seguia Isabe h¨¢ tr¨ºs anos, sempre leal. Isabe parou de secar o cabelo por um instante 100 milh?es de dres Wilson Dias era realmente impressionante, n?o era a primeira vez que isso acontecia. ¡°Chele, voc¨º n?o, que tal cortar toda parcena ele? Podemos ganhar nosso pr¨®pria dinheiro, para que dar vantagem a um in¨²til? ¡°Durante todos esses anos na familia Dias,o ele e Ynda trataram voce? Quanto desprezo e desdem voc¨º j¨¢ n?o aguentou?? ¡°Mesmo que voc¨º queira pagar a divida de gratid?o a vo Dias, voc¨º j¨¢ tratou a doen?a d, deu tantos neg¨®cios para a familia Dias ao longo dos anos, limpou a bagun?a do Wilson Dias v¨¢rias vezes, e ajudou eles a se tornarem os mais ricos de Cidade Inverno. J¨¢ esta mais do que pogol ¡°Vamos parar de ajud¨¢¨Clos, pode ser?¡± ¡°Him¡± ¨C Isabe enxugou o cabelo a toalha, desinteressada ¡°Pode ser¡± estava nejando isso h¨¢ muito tempo, De agora em diante, seguir¨ªa seu caminho sem mais envolvimentos a familia Dias. ¡°Se n?o fosse por sua pvra, por que a sua subsidi¨¢ria teria feito parceria ele? Sem o nosso apoio, quero vero ele vai ruir!¡± Com a perspicacia empresarial de Wilson Dias, a Cidade Inverno n?o s¨® perdenia o posto de mais rico de Cidade Inverno, mas tamb¨¦m podenia acabar falindo. N?velDrama.Org owns all ? content. Isabe n?o queria mais fr sobre aquele idiota, ¨¤, e casualmente secou o cabelo: ¡°Vou te mandar minha localiza??o, venha pegar ¡°Beleza! Se a chele mandar, mesmo que seja para escr montanhas ou mergulhar em ¨®leo quente, estarei l¨¢t Benito disse isso, virou¨Cse para tr¨¢s e notou o homem aflito ao seudo, e teve que revr: ¡°Chefe, o Toni est¨¢ saudades, ele tamb¨¦m quer te ver.¡± ¨C Isabe concordou sem entusiasmo: ¡°Ta bom. N?o demorou muito para que eles seguissem sua localiza??o at¨¦ a V Costa. Gra?as ¨¤ sua agilidade, n?o chamaram a aten??o da seguran?a. ¡°Pule o muro para entrar.¡± Isabe n?o queria assustar os outros membros da familia. ¡°Combinado!¡± Duas silhuetas saltaram o muro e rapidamente se encontraram Isabe. ¡°Chele! Est¨¢vamos saudades. Eles jamais poderiam imaginar que o pai biol¨®gico da chefe era Carlos Neves, que se manteveo o homem mais rico do pals por doze anos seguidos¡­ 13-12 Capitulo 57 O que era ainda mais inesperado era que eles estavam agora na casa do homem mais rico do pais, uma casa t?o grande e luxuosa¡­. Antes, eles sabiam que o chefe tinha encontrado suas raizes, mas n?o tinham ideia de que sua situa??o familiar era t?o privilegiada Essa reencama??o foi muito boa, n?o foi? ¡°Amanh? vamos ao banco. ¨C Isabe entregou¨Clhes um cheque. Benito e Toni se entreolharam e pegaram o cheque rapidamente para ver. Esse cheque ¨¦ verdadeiro? ¡°Um cheque em branco do Grupo Franco?? Chefe, onde voc¨º pegou isso? ¨C Benito n?o conseguia acreditar no que via: ¡°N?o foi roubado, foi?¡± Toni ¡°o chutou: ¡°Do que voc¨º est¨¢ fndo, a chefe ¨¦ o tipo de pessoa que rouba? At¨¦ dinheiro no ch?o tem pregui?a de pegar! Chefe, conte¨Cnos. Voc¨º furtou esse cheque? ¡°O que voc¨º est¨¢ fndo?¡°¨CBenito n?o pode deixar de dar um soco em Toni. ¡°Com a indole do nossa chele, e a intelig¨ºncia d, precisania roubar coisas dos outros?¡± A garota tinha uma beleza excepcional, um rosto lindoo neve e olhos brilhando interesse. Esperou eles acabaren a confus?o para fr calmamente ¡°Vamos sacar para saber? Ajude¨C me a escrever trezentos milh?es¡°. Tamb¨¦m n?o podia ser muito, s¨® o suficiente para dar o recado Ao ouvir isso, Benito silenciosamente colocou o cheque de volta na mesa: ¡°Chefe, n?o me atrevo¡­ isso ¨¦ um cheque do Grupo Franco¡­ Tenho medo que o C¨¦lio saiba e me decapite.¡± Se a cheque fosse falso, ele teria um fim muita feio¡­. Isaben?ou¨Clhe um olhar desdenhoso. Ah, que covarde! ¡°Chefe, de onde ¨¦ que veio esse neg¨®cio?¡°¨C Toni pegou a cheque, olhou de umdo para o outro. Sob a luz parecia mesmo verdadeiro. Isabe disse indiferente: ¡°Caiu do c¨¦u. ¡°Por que n?o calu para mim tamb¨¦m?-Benino ficou indignado: ¡°Como for cair logo nas suas m?os?¡± Isabe then?ou um olhar ir¨®nico: ¡°Se caisse em voc¨º, conseguira pegar?¡± ¡°Quem disse que n?o?¡°¨CBenito defendeu¨Cse indignado ¡°N?o ¨¦ s¨® um cheque, mesmo que caissem dez, vinte ma?os, eu daria contar ¡°Eu operei o cora??o do Sr. Mauro A aura que a garota emanava sem esfor?o erao a de uma rainha Quando Benito e Toni ouviram isso, os dois ficaram boquiabertos Chefe, voc¨º Voc¨º tem muita coragem Como voc¨º se atreve a acertar esse tipo de trabalho?¡­ Isso n?o ¨¦ trabalho humano¡­ ¡°Chefe, n?o acreditamos que voc¨º correria esse risco s¨® para nos pagar, eu e o Toni n?o sabemos como retribuir. Fique tranqu, amanh? levo esse cheque ao banco, pe?o para transferirem o dinheiro para a sua conta e depois voc¨º nos paga, perfeito!¡± ¡°Estou chorando, chefe. Eu sabia que voc¨º nos amava, finalmente lembrou do sal¨¢rio¨CToni disse quase chorando: ¡°Eu estava quase sem grana para o fe??o!¡± ¡°Mas¡­ chefe, cobrar trezentos milh?es por uma cirurgia, n?o ¨¦ um pouco demais?¡°¨CBenito segurava o cheque, o seu cora??o estava vagamente preocupado ¡°Caso as pessoas pensem que voc¨º est¨¢ exagerando e n?o quiser mais seus servi?os voc¨º perderia muter ¡°A habilidade m¨¦dica do nosso chefe, quem mais tem paraparar?¡±¨CToni pegou uma ca e escreveu rapidamente trezentos milh?es: ¡°Chefe, a Familia Franco tem mais algu¨¦m velho, fraco, doente, gr¨¢vida que precisa de cirurgia? Cada um por trezentos milh?es, dez pessoas, s?o tr¨ºs bilh?es. Que facil ganhar dinheiro! Chele, a nossa bonifica??o esse m¨¦s, podemos fr nisso¡­¡± Os olhos de Isabe brilharam um pouco de brincadeira: ¡°O dinheiro n?o tem nada a ver voc¨ºs. 2/2 Cap铆tulo 58 Cap¨ªtulo 58 ¡°Chefe, eu sei que o que voc¨º falou foi da boca pra fora, ne?¡°¨C Toni se adiantou: ¡°Chefe, voc¨º est¨¢ cansada depois de operar o Sr. Mauro? Quer que eu the fa?a uma massagem nas pemas?¡± ¡°Se manda,o voc¨º ausa tocar na perna da chefe? Daqui a pouco a chefe corta sua m?o, e eu n?o vou impedir!¡°¨C Benito repreendeu e logo em seguida, um sorriso maroto, disse: ¡°Chefe, que tal se eu massageasse seus ombros? Para rxar os m¨²sculos?¡± *Rxar os m¨²sculos do chefe voc¨º tamb¨¦m quer? N?o tem medo de levar um soco e parar no meio do Pacifico?¡± Foi nesse instante que o som de batidas na porta os irrompeu Benito e Toni imediatamente olharam um para o outro descren?a¡­ foram descobertos? Ou ser¨¢? ¡°Minha querida filha j¨¢ est¨¢ dormindo? Era a voz de Nair Pires dodo de fora da porta. Ser¨¢ que a Nair Pires descobriu algo e velo at¨¦ a porta por isso? ¡°Ainda n?o.¡± ¨C A voz da garota soou mais suave, mas ao olhar para seus subordinados, baixou o tom deliberadamente. ¡°Peguem o cheque e desapare?am da minha frente em dez segundos.¡± N?velDrama.Org owns all ? content. ¡°Chefe¡­¡± Benito estava ava prestes a dizer algo quando ouviu a voz impiedosa de Isabe: ¡°Sen?o, o bonus ser¨¢ confiscado Ao ouvir isso, Benito rapidamente saltou da varanda ao ouvir sua vor: ¡°At¨¦ logo, chefel ¡°Voc¨º, voc¨º, voc¨º,o voc¨º n?o me espera? ¨C Toni, ao veto fugir t?o r¨¢pido e depois olhar para a chefe, que estreitava os olhos um brilho de advert¨ºncia, apressouse a dizer. ¡°Chefe, j¨¢ estou partindo Indo agora mesmo.¡± ¡°Voc¨º ter mais tr¨¨s segundos. Quando Toni ouviu isso,eu para a varanda: ¡°Mas h¨¢ um cachorro l¨¢ embaixo, n?o me atrevo a pr ah ooooooooo¡­.¡± ¡°Querida filha, posso entrar?¡± A pergunta de Nair Pires chegou dodo de fora Isabe levantou os olhos e viu que Toni havia pdo, mas uma m?o ainda segurava om?o, ramente apavorado o cachorro l¨¢ embaixo. Para dizer o minimo, o cachomo era muito malvado e n?o parava detir para ele Parece que teria que ajud¨¢¨Clo ¡°Ei, chefe, chefe¡­ Toni pensou que a chefe estava vindo ajud¨¢¨Clo, mas, para sua surpresa, o empurrou para fora, fazendo¨Co cair no gramado, a bunda doendoo nunca! Isso era cuidado de chefe? Naquele momento, o grande cachorro o viu e correu em s sua dire??o,tindo furiosamente, pronto para mord¨º¨Clo seus dentes afiados. ¡°Ah ah ah¡­¡°¨C Toni entrou em panico eeu para salvar sua vida. Isabe o viu sairendo antes de abrir a porta: ¡°Ainda est¨¢ acordada, mam?e? ¡°Eu estava preocupada que voc¨º estivesse fome, n?o sei seeu o suficiente no jantar o C¨¦lio hoje.¡± ¨C Nair Pines entrou no quarto uma bandeja, e ouviu alguns barulhos estranhos: ¡°Quenda filha, voc¨º ouviu algum barulho? Como se um homem estivesse sendo perseguido por um cachorro?¡± Havia gritos masculinos etidos de cachorro. Pelo som, a cena parecia tr¨¢gica. ¡°N?o ouvi nada. ¨C Isabe respondeu sem nervosismo. ¡°Deve ter sido impress?o minha¨CNair Pires colocou a bandeja deliciosos petiscos no quarto: ¡°Come enquanto est¨¢ quente.¡± ¡°Voc¨º que fez isso?¡± ¨C Isabe estava surpresa, a culin¨¢ria tinha melhorado tanto assim? Pelo menos a apar¨ºncia estava convidativa. ¡°Fol o cozinheiro.¡± Tendo medo que sua filha n?o pudesse engolir seu pr¨®prio preparo, pediu para o cozinheiro fazer algumas coisas. ¡°Vamos,a?¡± ¨C Nair Pires olhou para carinho: ¡°Acabou de chegar nessa casa, se tiver alguma coisa que voc¨º n?o esteja acostumada, n?o deixe de contar para a mam?e, ok?¡± 1/2 13:12 Isabe pegou os talheres que the passou ¡°Ta, pode deixar.¡± ¡°Sobre o seu retorno para casa, seus pais decidiram n?o anunciar por enquanto.¡± Primeiro, porque os av¨®s eram fr¨¢geis e os bisav¨®s j¨¢ estavam em idade avan?ada e n?o suportariam uma emo??o t?o forte. Segundo, porque a familia era muito grande, e se a noticia se espalhasse, a porta da casa n?o aguentaria Terceiro, ao anunciar a identidade, a midia extema se atiraria sobre a vida da crian?a, que estaria sob os holofotes, sujeita aent¨¢rios e julgamentos, vivendo de forma reprimida e desconfort¨¢vel. Nair Pires expressou suas preocupa??es: ¡°Vamos esperar o momento certo para anunciar ao mundo, t¨¢ bom?¡± Isabe n?o esperava que sua m?e lhe dissesse essas coisas e respondeu simplicidade: ¡°N?o me importo isso¡°. N?o importava se havia sido anunciado ao p¨²blico ou se uma cerim?nia grandiosa de reconhecimento de parentesco tinha sido realizada¡­ Desde que a familia permane?a unida e esteja em sintonia entre si. 2/2 Cap铆tulo 59 Cap¨ªtulo 59 N?velDrama.Org owns all ? content. Nair Pires olhava temura para a menina sensata ¨¤ sua frente, lembrando¨Ca deer mais um pouco. Depois que terminou a refei??o, as duas conversaram at¨¦ que o celr de Isabe tocou. Ent?o, Nair Pires, a bandeja em m?os, se retirou. ¡°Chequel em casa¨CEra o C¨¦lio ao telefone ¡°Voc¨º me deuntas roupas, n?o vou conseguir usar tudo. Isabe perguntou: ¡°Posso devolver algumas ds?¡± realmente tinha muitas, e n?o seria capaz de usar todas. Seria um desperdicio! Era melhor vend¨º¨C lo a outra pessoa por um bom pre?o e gastar o dinheiro em pesquisas m¨¦dicas. ¡°N?o se preocupe, use calma¡± Celio fva de maneira ador¨¢vel: ¡°Quer sair para se divertir amanha? Tem algum lugar em mente?¡± ¡°Eu tenho que trabalhar¡± ¡°Trabalhar?¡± ¨C C¨¦lio se surpreendeu Um emprego de fenas?¡± ¡°Algo assim¡­ ¡°Atia e o tio concordam?¡± ¡°Sim¡­ Era a empresa que eles deram a¡­. ¡°Onde ¨¦? Eu te levo ¡°N?o precisa, ¨¦ perto de casa ¡°Por que voc¨º quer trabalhar?-C¨¦lio estava um pouco preocupado Ser¨¢ que estava precisando de dinheiro para despesas pessoais? Mas, pensando bern, n?o deveria se tratar de dinheiro quando ele the deu um cheque em branco. Ent?o, provavelmente, dinheiro n?o era o problema. ¡°Apenas por divers?o, n?o tenho nada para fazer nas f¨¦nas! Caso contr¨¢rio, n?o poder¨¢ evitar que seus pais queiram transferir dinheiro para ¡°Vem so divertir aquiigo.¡± -A voz de C¨¦lio provocou novamente. ¡°Estou me divertindo aqui Isabe C¨¦lio acrescentou sua voz magn¨¦tica: ¡°Qualquer divers?o e valid Isabe ¡°Comigo por perto, tamb¨¦m posso cuidar de voc¨º.¡± ¡°N?o ¨¦ ne necess¨¢rio¡± ¡°Considere a proposta? ¨C P primeira vez em sua vida, ele convidava algu¨¦m t?o diretamente. Mas Isabe recusou a oferta sem nem pensar. ¡°Obrigada, mas eu j¨¢ tenho um emprego.¡± ¡°¨¦ t?o divertido assim?¡± ¡°Sim.¡± ¡°Ent?o se divirta por dois dias, e se n?o gostar, venha para minha casa¡± C¨¦lio n?o queria que trabalhasse fora durante as fenas, pois isso significava que ele n?o a veria durante o hor¨¢rioercial. A garota ainda n?o havia realmente entrado no mundo adulto e n?o entendia suaplexidade. E se algu¨¦m a tratasse mal. Na manh? seguinte Wilson Dias tinha acabado de passar ps portas do grupo quando notou o secret¨¢rio parado n?o muito longe, parecendo que estava esperando por ele h¨¢ algum tempo. Wilson Dias estava de bom humor logo p manh? e cumprimentou o secret¨¢rio um sorriso quando o viu: ¡°Rapaz, por que voc¨º est¨¢ aqui t?o cedo hoje?¡± ¡°Senhor Dias, finalmente o senhor chegoul ¨C Miguel estava uma express?o preocupada, quase chorando: ¡°Tem um problema sana! Recebemos liga??es de v¨¢rias empresas hoje, dizendo que n?o querem mais trabalhar conosco! ¡°Os contratos expiraram?¡± ¡°N?o ¨¦ isso.¡± 1/2 Capitulo ¡°Eles est?o insatisfeitos a divis?o dos lucros atual? Isso ¨¦ f¨¢cil, s¨® conversar eles¡­¡± ¡°Eles disseram que n?o querem mais trabalhar conosco de jeito nenhum! Fomos colocados na lista negra deles!¡± Wilson Dias foi pego de surpresa peloent¨¢rio de Miguel ¡°Mas por qu¨¦?¡± Ao ouvir isso de repente, ele ficou confuso. ¡°¨¦ uma quest?o de pre?o, ou eles encontraram um parceiro melhor?¡± Cap铆tulo 60 Cap¨ªtulo 60 1sso¡­¡± Miguel simplesmente n?o tinha coragem de dizer em voz alta ¡°Vamos l¨¢, f logo!¡°¨CWilson Dias estava um pouco descontente: ¡°Diga o que voc¨º tem a dizer! Trabalhamos juntos h¨¢ anos, you demiti¨Clo por dizer algo enado?¡± ¡°Chefe Wilson, ro que n?o ¨¦ que¡­ o que eles disserum fai meio pesado. Recelo que voc¨º n?o ficar¨¢ feliz em ouvir ¨C Miguel ficou realmente constrangido em passar a mensagem. Quanto mais ele hesitava, mais Wilson Dias queria uma explica??o Miguel seguiu seu chefe para dentro do elevador e entraram no escrit¨®rio. Sob press?o, ele finalmente desabafou: ¡°Eles o chamaram de otino, disseram que j¨¢ estavam de saco cheio da sua burrice e que n?o quenam mais fazer negocios voc¨º! Enfim, fram um monte de abobrinhas.¡± Que empresa disse isso?¡± Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. N?o tem no??o de respeito?! Wilson Dias se enfureceu. Se n?o querem mais trabalhar juntos, tudo bem, mas por que insultar dessa maneira sem sentido? ¡°S?o tr¨ºs empresas, mas a maior foi a mais cruel¨Cdisse Miguel, dificuldade em continuar. Ao ouvir isso, Wilson Dias teve um mau pressentimento. E o Fundo Is?nia?¡± Fundo Is¨¢ria ¨¦ uma das principais empresas de capital de risco do Brasil, e sua fundadora, Isana, ¨¦ conhecidao a ¡°deusa do Capital de Risco, investindo em projetos que v¨¦o um sucesso garantido. Muitas pequenas empresas cresceram e se fortaleceram gra?as ao investimento recebido d Antes, sempre que Wilson Dias queria desenvolver algo, bastava fr sana para conseguir fundos facilmente, e mesmo que o projeto falhasse e o dinheiro fosse perdido, Isaria nunca o culpou Quando as outras empresas viram que Is¨¢ria o estava segurando t?o bem, pensaram que ele tinha algum tipo de experi¨ºncia e o Traturam muito respeito Mas o que estava acontecendo agora? Por que de repente n?o queriam mais trabalhar ele? ¡°Qual foi o ultimo projeto em que investimos quando procuramos a Isaria para obter financiamento?- Wilson Dias realmente n?o conseguia se lembrar ¡°Chefe Wilson, h¨¢ dois meses voc¨º conseguiu meio bilh?o eles paraprar a AlMirror¡± AlMirror era uma empresa de espelhos tol¨®gicos para provadores de roupa, onde as pessoas podiam simplesmente ficar diante do espelho e, sem precisar de roupas fisicas, experimentar todas as pe?as da loja um simples toque no sistema eletr?nico do espelho A familia Dias ficou rica o neg¨®cio de roupas, sua pr¨®pria empresa de fabrica??o de roupas e lojas fisicas, Wilson Dias queria instr os espelhos AlMirror em todas as lojas fisicas, para que os clientes pudessem expermentar mais roupas eprar mais pe?as para casa, sem nenhum esfor?o ¡°Mas n?o esperavamos que experimentar roupas no AlMirror fosse t?o diferente de vesti¨Cas de verdade, a diferen?a era muito grande, ¨Cmentou Miquel. Al¨¦m disso, os custos de manuten??o dos espelhos AlMinor eram altos, exigiam condi??es ambientais especificas e poderiam rachar e pegar fogo se expostos ao sol por muito tempo ou falhar em lugares ¨²midos. As vezes, as imagens no espelho se distorciam. De qualquer forma, Wilson Dias conseguiu que algu¨¦m instsse dezenas de milhares de espelhos AMimor e depois teve que remov¨¦¨Clos¡­ No total, foram mais de setecentos milh?es gastos, perdendo os quinhentos milh?es investidos e adicionando mais duzentos milh?es do pr¨®prio bolso. Wilson Dias ponderou ¡°Ser¨¢ que e por isso?¡± Ent?o a equipe da Is¨¢ria n?o quer mais trabalhar ele? ¡°Isso n?o ¨¦ t?o ruim Miguel disse apressadamente: ¡°Anteriormente, voc¨º pediu um bilh?o para a s¨¢ria, dizendo que queria investir em uma cidade de roupas, mas o resultado foi que voc¨º perdeu todo o seu dinheiro, colocando mais trezentos milh?es do pr¨®prio bolso, e eles continuaram a trabalhar conosco depois¡­¡± Wilson Dias pensou que Miquel tinha raz?o. Se n?o quisessem mais trabalhar juntos, teria paradom a tempo. Por que esperar at¨¦ agora? 1/2 Capitulo 60 ¡°Al¨¦m de me xingarem, o Fundo saria disse mais alguma coisa?¡± ¡°N?o, isso foi tudo¡± Os fundadores da Is¨¢ria nunca mostram seus rostos e todo o trabalho ¨¦ deixado para o executivo¨C chefe do Brasil, Zenon Dutra, e ao gerente geral. Cap铆tulo 61 Cap¨ªtulo 61 ¡°A pessoa que ligou e zombou foi o Caio da Zenon..¡± ¨C Miguele?ou a dizer, mas hesitou Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. ¡°Por que voc¨º est¨¢ enrndo? Se tem mais alguma coisa a dizer desembuchago.¡°¨C Wilson Dias estava ficando sem paci¨¨ncia e puxou a gravata um olhar irritado. ¡°¨¦ que¡­ Is¨¢ria parece ter desistido de cborar conosco. De repente, eles pareciam aliviados, felizes at¨¦. No final da liga??o, eu at¨¦ ouvi eles nindo!¡± -Wilson Dias refletiu sobre o que aquilo significava: ¡°N?o, eu mesmo vou ter que ligar para o Caro e descobrir o que est¨¢ acontecendo.¡± Miguel apressou¨Cse em trazer o telefone do escrit¨®rio. Wilson Dias ligou para Caro primeiro, geralmente o cara atendia o telefone mais r¨¢pido do que qualquer outra pessoa, mas agora tudo o que restava eta um lembrete frio ¡°Desculpe, o n¨²mero que voc¨º di scou est¨¢ desligado!¡± Wilson Dias, termoso, fez v¨¢rias tentativas, cada vez mais intado: Erag quase certo de que tinha sido bloqueado! Ele des¨Cabotoou oinho em frustra??o e ligou para o chefe de Caro, o respons¨¢vel p regi?o do Brasil de Is¨¢ria Investimentos, Zenon Para sua surpresa, Zenon tambem o tinha bloqueado. Ao ouvir o lembrete frio do sistema, Wilson Dias ficou profundamente intado. Controlou sua raiva e ligou para duas outras empresas¡­. As outras duas empresas tamb¨¦m n?o atenderam suas liga??es. Depois de uma hora tentando, ningu¨¦m the deu aten??o Miquel, tremendo aodo, recebeu uma mensagem de repente ¡°Senhor. Senhor.¡± ¡°N?o est¨¢ vendo que estou de mau humor? Cale a bocal Me deixe em paz Wilson Dias estava fervendo de raiva, extremamente imitado. Miguel n?o podia fr, so conseguiu pegar um bloquanho da mesa e escreveu uma mensagem: ¡°0 Conselho de Administra??o est¨¢ procurando por voc¨º¡±. Wilson Dias deu uma olhada r¨¢pida no bloco que Miquel the passou, e a riva cresceu ainda mais ¡°O conselho est¨¤ me chamando, e voc¨º n?o pode dizer isso a boca? Para que escrever?!? ¡°Senhor voc¨º me mandou ficar quieto agorinha¡­ ¡°Esses velhos, geralmente mais felizes do que qualquer outra pessoa seus lucros, e agora, quando algo da errado, eles s?o os primeiros a pedir contas¨CWilson Dias se levantou imitado e pe?ou seu zer. Deixe eles esperando, prepare meu carro! Vou ate o Grupo Isna ¡°Senhor. o sentor vai fazer o que¡­.7¡ä¡ä ¡°Vou ter uma conversa cara a cara o Zenon! Enquanto issa. Isabe seguiu a localiza??o enviada por sua m?e at¨¦ a porta de uma empresa. A fachada da empresa era de vidro transparente, cerca de dezoito ou dezenove andares de altura e t?orga quanto cinco lojas juntas. Em uma grande pedra na entrada estava gravado: Estilo Neves. N?o disseram que era uma empresa bem pequena? Isabe entrou e viu a recepcionista cochndo. disse suavemente: ¡°Old¡± ¡°Oi, oi??¡± -A recepcionista, ao ver que a visitante era uma jovem que parecia uma estudante do ensino m¨¦dio, esfregou os olhos sonolentos: ¡°Menina, voc¨º est¨¢ perdida? isso aqui ¨¦ a Companhia de Roupas Amanhecer ¡± ¡°Meu nome ¨¦ Isabe e estou aqui para trabalhar Ao ouvir isso, a recepcionista se assustou e o sono desapareceupletamente. se levantou rapidamente: ¡°Diretora Isabe? Por aqui, por favor¡± ? ?? ? Carlos Neves havia avisado no dia anterior que algu¨¦m viria assumir o controle da empresa hoje, e como a identidade de sus filha ainda n?o havia sido divulgada, ele apenas disse ¨¤s pessoas abaixo dele que Isabe havia sido enviada da sede do grupo. A recepcionista conduziu Isabe at¨¦ o elevador e pressionou o bot?o do ¨²ltimo andaro vig¨¦simo: ¡°Vou lev¨¢ so escrit¨®rio primeiro¡± 1/1 Cap铆tulo 62 Cap¨ªtulo 62 ¡°N?o precisa, so estou dando uma olhada ¨C Isabe confenu o mapa dos andares no elevador e apertou aleatoriamente o bot?o do segundo andar, onde ficava o setor de design. Bem cedo, poucas pessoas do setor de design haviam chegado. Algumas me mexiam em seus celres, outras aproveitavam para tirar um cochilo, num clima de total de depromisso Quando a recepcionista levou Isabe at¨¦ l¨¢, ainda fez quest?o de bater na porta antes de entrar Mas quando as pessoas do departamento de design viram que estava panhada de uma garota que parecia estar no ensino m¨¦dio, os funcion¨¢rios pensaram que era parente de algu¨¦m e n?o deram muita aten??o. ¡°Nat¨¢lia, voc¨º tamb¨¦m trouxe um familiar para o trabalho hoje?¡± ¨C Uma mulher ligeiramente rechonchuda soru: ¡°Venha jogar uma partida a gente!¡± A recepcionista Nat¨¢lia rapidamente sinalizou os olhos que deveria manter a boca fechada. ¡°O que tem nos seus olhos?¡± Content held by N?velDrama.Org. A mulher cheinha n?o percebeu nada estranho, Isabe se aprono e notou que a mulher estava jogando cartas noputador, e de forma pregui?osa advertir ¡°Voc¨º est¨¢ quase perdendo¡± Surpresa, a mulher cheinha hesitou por um momento. A garotinha parecia entender do jogo? ¡°Joque o nove de espadas primeiro Seguindo o conselho de Isabe, a mulher cheinha inconscientemente clicou no numero 9 a mouse ¡°Seis de copas ¡°Tres de ouros ¡°Cinco de espadas.¡± Sub a cmenta??o de Isabe, n?o demorou muito para a mulher cheinha virar o jogo e vencer ¡°Uau, voc¨º ¨¦ demais! Quantos anos voc¨º tem?¡± -A mulher cheinha deu um tapinha no ombro de Isabe: ¡°Ganhe mais duas partidas? Eu te dou dez reais paraprar doces!¡± Esta ¨¦ a Diretora Isabe, enviada p matriz para gerenciar a empresa A recepcionista Natalia esreceu, a voz um pouco mais alta. ¡°Agora ¨¦ hora de trabalhar e projetar, n?o de ficar ¨¤ toa A mulher cheinha olhou para a garota aparencia de estudante a sua frente, e ficou t?o surpresa que parecia que podia engolir dois ovos inteiros! era a gerente enviada p matriz? Com aqu idade, j¨¢ tinha terminado o ensino m¨¦dio? N?o seria uma das amantes de algum executivo que conseguiu o cargo por influencia, para vir atorment¨¢¨Clos, seria? Outros ficaram obviamente intrigados a idade de Isabe ¨C ser¨¢ que poderia administrar uma empresao essa? ¡®Com a forma que voc¨º joga, n?o vai ganhar nem em tr¨ºs a cinco meses¨CIsabe deu um tapinha no ombro da mulher cheinha ¡°Vamos l¨¢, trabalhe direito e ganheum dinheiro decente.¡± Isabe estava prestes a deixar o departamento de design quando seus olhos, sem querer, notaram uma garota no canto, usando fones de ouvido e de costas para eles, desenhando algo em uma folha de papel branca. ¡°Esta ¨¦ a designer mais esfor?ada e promissora da empresa, Emilia Cardoso¡°, disse Nat¨¢lia, a recepcionista, estendendo a m?o e tocando gentilmente o ombro de Emilia Emilia Cardoso tirou os fones de ouvido e olhou para as duas visitas inesperadas certa confus?o, mas cumprimentou educadamente: ¡°Posso ajud¨¢¨Clos?¡± O escrit¨®rio estava muito barulhento antes, e estava desenhando as fones de ouvido, sem saber o que estava acontecendo. ¡°Esta ¨¦ a nossa a nossa Diretora Isabe¡± ¨C Nat¨¢lia sussurrou: ¡°Melhor voc¨º se levantar e cumpriment¨¢.¡± Emilia Cardoso olhou para isabe e imediatamente se levantou, abrindo a boca de forma timida e respeitosa: ¡°Bom dia, Diretora Isabe¡°. ¡°Foi voc¨º quem desenhou tudo isso?? ¨C O olhar de Isabe recaiu sobre uma pilha de esbo?os. ¡°S?o.¡°¨CEmilia Cardoso rapidamente passou os desenhos para Isabe. ¡°Emilia Cardoso terminou a universidade aos dezoito anos, era a aluna mais brilhantel Apaixonada por design de moda, jou v¨¢rias pe?as para a empresa desde que chegou no m¨ºs passado.¡± ¡°Est¨¢ muito bom¡± ¨C Isabe devolveu os esbo?os para : ¡°Continue o bom trabalho¡°. 1/2 2/2 ¡°Obrigada, Diretora. Isabe¡­¡± ¨C Emilia Cardoso observava a silhueta da jovem se afastando e n?o pode deixar de se surpreender o fato de que, mesmo sendo da sua idade, j¨¢ tinha assumido o comando de uma empresa! devia ser realmente muitopetente! Passeando p empresa, Isabe descobriu que a atmosfera geral era de uma descontra??o exagerada, algo que n?o separava a seriedade das empresas que havia gerido anteriormente Mesmo somando todas aspanhias que estiveram sob sua gest?o, nenhuma chegava perto de um d¨¦cimo da falta de profissionalismo daqu Cap铆tulo 63 Cap¨ªtulo 63 O lugar estava realmente em declinio, n?o havia nenhum sinal de vitalidade Isabe voltou para o et¨®rio, mal tinha se sentado na cadeira quando o assistente atrasado, Raul Fonseca, entrou ¨¤s pressas. ¡°Desculpa, eu me atrasel Cad¨¦ o chefe? N?o era hoje que ele chegava? Mo?a, voc¨º viu o chefe por aqui? Levanta logo, ele deve estar chegando! Esse lugar n?o ¨¦ para voc¨º!¡± Raul Fonseca disse um monte de coisas e sentiu seu couro cabeludo ficar dormente quando percebeu que a garota ¨¤ sua frente ergueu uma sobrancelha aqu aura despretensiosa, por¨¦m avassdora Sentiu um arrepio na nuca ¡°Voc¨º. Voc¨º n?o e ¡°Isabe¡± ¡°Oh, Diretora Isabe Raul Fonseca se aproximou rapidamente, visivelmente assustado Diante de sua explica??o gaquejante, Isabe entendeu de modo geral. H¨¢ um ano, a familia Neves entrou no ramo da moda contratando vanas pessoas talentosas, algumas especializadas em administra??o e outras em design O escrit¨®rio central tamb¨¦m enviou um gerente, Rafael Costa, paraandar as opera??es No entanto, o passar do tempo, a empresa n?o mostrou melhoras Provavelmente decepcionadas a empresa, v¨¢rias pessoas talentosas foram embora uma apos a outra A atmosfera geral na sede era difusa, desde a expectativa inicial at¨¦ o escrit¨®rio central passou a negligencia, afinal: Tonge dos olhos, longe do cora??o, e o ceu se tomou o limite Raul Fonseca estava trabalhando l¨¤ ha um ano e embora estivesse ansioso, n?o tinha a capacidade de mudar a situa??o ¡°Convoque uma reuni?o e em meia hora, quero ver todos os chefes de departamento e a administra??o da empresa presentes.¡± ¡°Sim¡­ ¨C Raul Fonseca apressou¨Cse em enviar os avisos Meia hora depois. Na s de reuni?o, das trinta e auto cadeiras que deveriam estar ocupadas, apenas nove pessoas estavam presentes ¡°Diretora Isabe, a chele do departamento financeiro disse que o filho adoeceu, pediu folga para levar a crian?a ao hospital.¡± ¡°O chefe do departamento depras disse que n?o se sentia bem, estava descansando em casa ¡°O chefe do departamento de RH disse¡­ As pvras de Raul Fonseca mal terminaram quando Isabe interrompeu levemente: ¡°Diga a eles que, se n?o aparecerem amanh?, n?o precisar?o voltar mais vir Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Quando as pessoas quepareceram ¨¤ reuni?o a ouviram fr t?o alto, pensaram que era nova no cargo e que tinha vindo deliberadamente para estabelecer sua autondade ¡°Agora que estou aqui, isso significa que voc¨ºs precisar?o se despedir da pregui?a a do pas passado, ou, ent?o, se despedir da empresa.¡± Todos levantaram a cabe?a, sem saber que Isabe gerenciava sua pr¨®pria empresa muito mais rigor. Se tivesse funcion¨¢rios apenas marcando tempo, j¨¢ os teria demitido. ¡°Agora, quem vai me contar o b¨¢sico sobre a situa??o atual da empresa, os resultados alcan?ados at¨¦ agora e os nos de desenvolvimento futuro?¡±¨C0 olhar de Isabe vareu a todos. Ningu¨¦m se pronunciou. ¡°You perguntar mais uma vez.¡± ¨C Isabe repetiu a pergunta, mas a resposta foi a mesma sil¨ºncio N?o precisava pensar muito para saber que ¨¤ empresa estava assim, sem qualquer resultado significativo, sem nos para o futuro¡­ Naquele momento, uma voz apareceu. ¡°Diretora Isabe¡± ¡°Hm?¡± ¡°Al¨¦m disso, acho que os designs do nosso departamento s?o muito bons, mas n?o sei por que, simplesmente n?o conseguimos vende los¡­ Isabe ¡°777¡± Cap铆tulo 64 Cap¨ªtulo 64 Omar Galv?o projetou dez vestidos frescos e bonitos no tel?o Com apenas uma olhada, Isabe identificou alguns problemas. ¡°A renda do primeiro ¨¦ um pouco redundante e pode ser removida. A s longa do segundo pode ser trocada por uma curta, e o decote em V pode ser substituido por um decote redondo. A bainha do terceiro pode ser alteradao esta¡­¡± ¡°E o quarto. Depois que Isabe avaliou todos os de vestidos todos ao redor ficaram at¨®nitos, ramente impressionados sua expertise. Pensaram que a pessoa enviada p matriz iz n?o seria confi¨¢vel, subestimaram a mo?a, mas poucas pvras, apontou os problemas. A n?o ser que entendesse do assunto, e at¨¦ mais i do que que eles.. De que outra forma o problema podena ter sido identificado em um piscar de olhos e uma solu??o melhor poderia ter sido dada em um penoda de tempo t?o curto? upas sejam bem desenhadas, ficamos desamparados quando alguns de nossos colegas n?o ¡°Diretora Isabe, mesmo que nossas roupas d?o a minimal ¡°A atmosfera na empresa tem sido t?o prequicosa que, mesino que voc¨º n?o seja assimdo, os outros v?o te isr!¡± §ã§Ö§â§Ñ ¡°H¨¢ uma escassez de m?o de obra profissional e de especializa??o, e estarmos em um dilema, pois a sede nos mant¨¦m in¨²teis e nos descarta¡± Muitas pessoas se manifestaram e apontaram o problema ¡°Antes de vir para a empresa, eure informer¨C0 olhar de Isabe vareu a s ¡°Nossa empresa engloba design de produto, desenvolvimento, produ??o e marketing, e tamb¨¦m aceitamos eendas externas,o ajudar outras f¨¢bricas a processar produtos Atualmente, al¨¦m de roupas, cal?ados e bolsas, temos acessorios masculinos e femininos,o len?os, ¨®culos de sol, entre outros produtos¡± Mas um ano se passou e a empresa ainda n?o t tinha melhorado, o que certamente indicava um problema ¡°Agora mesmo dei uma volta p empresa, algumas das m¨¢quinas s?o muito antigas para panhar o tempo, n?o panham mais os tempos. Quero que o pessoal do departamento de compras as substitua em tres dias, incluindo m¨¢quinas de corte, costura, estampana, detec??o de agulhas, empacmento automatico, entre outras Vou preparar uma lista detalhada An ouvir isso, todose?aram a se animat Eles quenam substituir esse equipamento ha muito tempo ¡°A empresa seguira duas diretrizes de agora em diante a primeira ¨¦ que precisamos ter produtos de qualidade para mostrare, a segunda ¨¦ que, para manter o desenvolvimento atual, ainda precisamos aceitar algumas eendas externas.¡± ¡°Haver¨¢ uma grande reestrutura??o na gest?o, todos devem se preparar psicologicamente ¡°Se alguem n?o quiser cooperar o trabalho em equipe ou aceitar mudan?as no trabalho, pode entregar sua carta de demiss?o ao departamento de recursos humanos anteced¨ºncia.¡± ¡°Se tiverem mais alguma d¨²vida, podem me procurar no escritorio. Por hoje ¨¦ so. A reuni?o de hoje est¨¢ encerrada!¡± Isabe se levantou, exndo uma auta poderosa e imponente. Muitas pessoas olharam para suas costas e sentiram vagamente que a empresa iria mudar, as nuvens negras iniam embora e parecia que a empresa iria se renovar De volta ao escrit¨®rio, o celr de Isabe vibrou ¡°Vova L Leno?¡± ¡°Certo, vou te enviar a localiza??o.¡± ¡®Beleza¡± Depois de desligar, enviou sua localiza??o, verificou sua bolsa e constatou que realmente n?o havia trazido nada de valor. Lembrou¨Cse de que na porta do Departamento de Produ??o havia algumas m¨¢quinas que poderiam ser ¨²teis. Naquele momento, o chefe do departamento de design, Omar, e a designer Emilia Cardoso chegaram ao Departamento de Produ??o para vero estavam os produtos recentemente projetados Eles estavam conversando sobre algo quando viram Isabe aparecer. ¡°Eu vou usar a m¨¢quina, continuem o trabalho de voc¨ºs. pediu ao assistente Raul Fonseca que trouxesse varios tecidos. Faltavam algumas cores e alguns materiais n?o eram adequados, ent?o teve que alterar os estilos constantemente. Depois de alguns ajustes no Departamento de Produ??o, finalmente produziu alguns conjuntos de roupas e saiu apressadamente Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. 20 Omar Emilia Cardoso se entrealharam uma express?o de choque, sem conseguir acreditar que em tlo pouco tempo a Diretora Isabe hava confionado vinos vestidos e que todo o processo havia trando sem nenhum errol Cap铆tulo 65 Cap¨ªtulo 65 A quest?o ¨¦ que a Diretora Isabe fazia roupas que se adaptavam a qualquer situa??o, sem sequer olhar para os modelos, e ainda assim as pe?as sm incrivelmente bonitas. No entanto, & Diretora Isabe trabalhava t?o rapidamente que, enquanto estavam ao seudo, n?o conseguiram observar aten??o¡­ Quem era essa Diretora Isabe afinal?! T?o talentosa?! ¡°Onde voc¨º est¨¢ trabalhando? Como a menina n?o respondeu, depois de um tempo ele enviou outra pergunta: ¡°Est¨¢ se acostumando bem no primeiro dia?¡± Depois de pensar um pouco mais, ele acrescentou. ¡°Alguem te iodou?¡± Isabe enviou sua localiza??o, e Celio deu uma olhada era uma pequena empresa de moda pertencente ¨¤ fam¨ªlia Neves. havia retomado h¨¢ apenas dois dias e j¨¢ estava gerenciando a empresa? ¡°Est¨¢ cansada?¡± ¨C C¨¦lio n?o queria que se esfor?asse demais ¡°N?o, estou tranqu, ningu¨¦m me iodou¡± ¨C Isabe respondeu prontamente ¡°Vamos almo?ar juntos hoje?¡± ¡°Na pr¨®xima vez, j¨¢ tenho umpromisso ¡°Com um homem?¡± ¡°Sim C¨¦lio olhou para a resposta d d, sentiu aqu sensa??o azeda e desagrad¨¢vel se espalhando dentro dele novamente ¡°Em qual restaurante? Eu te levo¡± Isabe respondeu um n?o precisa ee?ou a ler o rt¨®rio que Raul Fonseca havia enviado sem dar mais nenhuma resposta Ao meio¨Cdia Isabe recebeu uma liga??o de Leno, soube que ele estava esperando embaixo e pe?ou sua bolsa para entrar no carro dele. ¡°Senhor C¨¦lio, quer que eu siga?¡± ¨C Vicente n?o esperava que a Srta Isabe assumisse a empresa da familia t?o rapidamente depois de reconhecer suas raizes, e menos ainda que recusasse o comate de almo?o do Sr. C¨¦lia e entrasse no carro de outra pessoal A ca do carro the era estranha, certamente n?o pertencia a algu¨¦m que frequentava constantemente os circulos sociais de Cidade Ventoso, desconhecendo a identidade da pessoa dentro do carro! Ainda assim, se o Senhor C¨¦lio estava pessoalmente interessado em segu¨Clo, certeza era um homem! N?velDrama.Org owns all ? content. ¡°Seguir o qui?¡± ¨C O tom de C¨¦lio: ¡°n?o estava impressionado: ¡°Estamos apenas procurando um lugar paraer¡± ¡°Sim¨CVoc¨º ¨¦ o Chefe, tem sempre raz?o, mas ser¨¢ que o lugar paraer n?o ¨¦ exatamente onde a Senhorita Isabe est¨¢ indo? Homens e seus orgulhos feridos. Enquanto isso, no carro, o velho vendo Isabe, falou u emo??o: ¡°Como voc¨º est¨¢ linda! Mas agora ¨¦ t?o dificil ter um momento ¡°Como est¨¢ sua av¨® agom?¡± Isabe contou a situa??o geral para ele e viu l¨¢grimas nos olhos de Leno Abreu. ¡°Estou aliviado por ter voc¨º cuidando d e o Senhor Gildo Lopes na Cidade Ventoso, eu fico tranquilo¡­¡± Leno Abreu era apaixonado por avd Dias, mas ele nasceu pobre e a familia de Elod n?o aprovava o rcionamento. No fim, Leno Abreu viu a mulher que amava ser for?ada a se casar uma pequena familia influente local ¨C a familia Dias. Ele ent?o decidiu fazer seu caminho no mundo dos negocios, at¨¦ que finalmente conseguru expandir seus neg¨®cios para o exterior, onde conquistou uma posi??o s¨®lida.. Mais tarde, sentindo¨Cse bem¨Csucedido em sua sua carreira, ele retomou ¨¤ pequena cidade para procurar Elos e at¨¦ the deu um anel, prometendo que atenderia qualquer pedido que fizesse aquele anel em m?os Cap铆tulo 66 Cap¨ªtulo 66 Ningu¨¦m esperava que, durante as f¨¦rias de ver?o, Eloi pedisse a Isabe que procurasse Leno Abreu com o seu anel, para que ele the ensinasse uma habilidade especial. Ele era um g¨ºnio nos neg¨®cios e tinha muitos amigos influentes. Por causa de Elo, Leno Abreo nunca se casou e amava Isabeo sua pr¨®priaa, ensinando¨C lhe neg¨®cios. Seus amigos tamb¨¦m lhe deram dicas de medicina e alguns, que eram mestres em m¨²sica, xadrez e pintura, gostavam muito d e passaram¨Cthe seus conhecimentos. Text content ? N?velDrama.Org. Isabe n?o decepcionou ningu¨¦m e at¨¦ superou seus mestres Pode¨Cse dizer que passava todas as suas f¨¦rias esse grupo de senhores e eles s?o respons¨¢veis por estar onde est¨¢ hoje! ¡°Quando voc¨º vai se formar na universidade? Est¨¢ na hora dee?ar a me ajudar¨Cdisse Leno, sentindo o peso da idade. ¡°N?o tenho filhos nem filhas. No futuro, voc¨º sera a ¨²nica herdeira¡­ ¡°N?o¡± -Isabe estava realmente sobrecarregada, ainda mais agora que Carlos Neves the deu uma empresa para administrar. mal consegura se dividir entre tantas responsabilidades ¡°Voc¨ºs s?o a unica familia que me resta no mundo, se eu n?o lhes der a propriedade da familia, a quem mais eu posso dar?¡± ¨C Leno, ¡°Se voc¨º sente falta da vov¨®, por que n?o volta para o seu pais?¡± De qualquer forma, sua carreira no exterior j¨¢ estava est¨¢vel e, se ele se mudasse para Cidade Ventoso, eles poderiam se ver frequ¨ºncia. Mas Leno deu um somiso amargo. ¡°N?o sena ben visto Ningu¨¦m sabia de seu passado Elod, nem mesmo Wilson Dias sabia que sua m?e conhecia tal homem! ¡°Seu av¨® morreu cedo, mas ele realmente amou sua avo. Eu n?o poderia ficar depois de sua morte Isabe ficou sem pvras ¡°Me basta saber que est¨¢ bem ¨¤ distancia ¨C Leno n?o pedia muito, agora o que o confortava era ver Isabe t?o bem preparada, eta at¨¦ superqualificada para ser sua sucessoral Chegaram a entrada do Restaurante Lago voc¨º n?o Isabe abriu a porta do carro e o ajudou a sair do camo: ¡°Eu lhe disse para n?o se esfor?ar tanto quando voc¨º era jovem e v me ouviu Agora ele estava velho e mal conseguia andar direto Leno soru satisfeito a ajuda d. A ideia de morrer e deixar um dore para voc¨º faz que todos esses anos de luta valham a pena¡± ¡°Voc¨º se esfor?ou por , n?o por mim¡± ¨C Isabe o apoiou enquanto caminhavam: ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ ficando velho, ¨¦ hora de dar um tempo¡°, ¡°N?o, n?o, ainda tem algumas propriedades que preciso garantir para voc¨º antes de morrer¡± Nesse momento. Caterina Dias pe pegou a m?o de Aaron e disse, chocada: ¡°Aaron, aqu n?o ¨¦ a Isabe ?* Eles estavam na loja de vestidos de nova em frente ao Restaurante Lago e, ao sairem, viram Isabe ajudando um senhora entrar no restaurante ¡°Ele ¨¦ t?o velho,o n?o se sente enojada? ¨C Aaron franziu a testa, desapontado ao ver que Isabe estava disposta a se rebaixar tanto s¨® para ficar em Cidade Ventoso. Caterina Dias lembrou que na noite passada, no Restaurante Estrdo, Isabe tamb¨¦m salu do elevador VIP um homem. Ser¨¢ que Isabe estava envolvida homens diferentes ao mesmo tempo? Ou ser¨¢ que o homem de ontem ¨¤ noite ¨¦ realmente seu irm?o? De qualquer forma, v¨º assim, numa situa??o t?o humilde, era realmente satisfat¨®rio. C¨¦lio, que estava no camo, n?o conseguia desviar o olhar da m?o de Isabe apoiando o idoso. Aqus m?ozinhas que ele havia segurado agora estavam segurando o bra?o de outra pessoa ¡°Senhor C¨¦lio, por que me parece que eu conhe?o aquele senhor de algum lugar?!¡± Vicente vasculhou sua mem¨®ria detalhadamente e, de repente, lembrou¨Cse: ¡°Eu sei! Seu nome ¨¦ Leno Abreu e ele est¨¢ ¨¤ frente do Grupo Luna, um prestigiado grupo estrangeiro de capital de risco.¡± Capitulo 65 Seu grupo era maior do que o Fundo Is¨¢ria, ele costumava fazer fortuna pequenos neg¨®cios e, ap¨®s ter capital suficiente, focou em investimentos. Sua vis?o era afiada e imc¨¢vel ¨C quaisquer projetos que ele escolhesse para investir eram certeiros. Ao longo de d¨¦cadas, ele investiu em v¨¢rias ind¨²strias, acumndo uma fortuna pessoal imensal N?o ¨¦ de se admirar que eu n?o tenha visto a ca do carro dele, pois ele vive no exterior o tempo todo. Vicente n?o p?de deixar de se impressionar. ¡°A rede de contatos da Sra. Isabe ¨¦ realmente extensa N?o s¨® o diretor do Hospital Ventoso a respeitava profundamente,o tamb¨¦m aquele grupo de especialistas m¨¦dicos se curvava diante d. O homem mais rico era seu pai, e agom, pelo visto, tamb¨¦m tinha uma r??o estreita Leno Abreu. Cap铆tulo 67 Capitulo 67 C¨¦lio ainda observava aqus m?os entr?adas, est?o de m?os dadas por tanto tempo, e ainda n?o haviam se soltado? Quando viu as figuras entrando no elevador, a express?o de C¨¦lio escureceu ligeiramente ¡°Descubra em qual s privada eles est?o jantando.¡± ¡°Senhor C¨¦lio, o senhor vaier eles?¡± Vicente mal havia terminado de fr quando percebeu a sura de descontentamento que cercava o grande chele. Ele p momento e logo entendeu! pensou por um ¡°Senhor C¨¦lio, falei o gerente do restaurante, e eles disseram que a senhora Isabe foi para a s privada no segundo andar, nodo sul. Bem em frente, tem outra restaurante Que tal immos jantar? Assim a gente n?o ioda a senhora Isabe e seus amigos¡­¡± ¡°Sim.¡± Celio desviou o olhar, ainda pensando naqus m?os delicadas e mac emacias Isabe ajudou Leno Abreu a entrar na s privada, entregando pra ele o que estava na sac, ¡°Aqui, isso ¨¦ para voc¨º.¡± Ele ficou feliz e satisfeito, ¡°Voc¨º que fez as pr¨®prias m?ns ¡°Sim.¡± ¡°Eu adoro as roupas que voc¨º faz! S?o bonitas e confort¨¢veis de vestir A roupa que Leno Abreu usava era uma pe?a que havia feito no ano passado, e ainda estava em perfeito estado ¡°Este presente ¨¦ ¨®timo! Eu aceito.¡± ¡°Senhor C¨¦lio, todos os pratos j¨¢ est?o na mesa, podemose?ar aer Na s privada, Vicente notou que C¨¦lio ainda fixava o olhar na menina do outrodo e n?o pode pode resistir em fazer uma brincadeira, ¡°Nossa, daqui a vista ¨¦ otima O que a senhora Isabe estava fazendo l¨¢ dentro, ele podia ver ramente ¡°Coma¡± C¨¦lio viu a menina entregando um presente para o idoso, servindo ele um copo daqua e at¨¦ colocandoida no prato dele. Na noite passada, ele n?o recebeu um tratamento assimi ¡°Senhor C¨¦lio, ent?o eu n?o vou fazer cerimonia Vicentee?ou aer apetite, ¡°Nossa, que delicia!¡± Ele estava bastante fome, seguindo o senhor C¨¦lio para cima e para baixo, n?o haviaido a manh? toda ¡°Sim.¡± Isabe serviu mais uma tig de sopa para ele, colocando¨Ca a sua frente, ¡°Quanto tempo voc¨º neja ficar?¡± ¡°Vou embora ¨¤ tarde¡± ¡°T?o cedo? ¡°Eu sempre fui um homem solit¨¢ro¡­¡° Isabe percebeu que ele estava triste e falou suavemente, ¡°Se voc¨º quiser ver a vov¨®, eu posso te dar uma ajudinha.¡± Leno Abreu ficou emocionado, mas depois de pensar um pouco, ficou medo de que pudesse causar uma m¨¢ impress?o. O hospital era um lugar muitas pessoas e muitos olhares, e se come?arem a fofocar e espalharia para mais jovens¡­. Ele pessoalmente n?o se importava as fofocas, mas temia p reputa??o de Eloi, embora eles nunca tivessem feito nada de errado. ¡°Eu posso pedir ao M¨¢rio Lopes para lev¨¢¨Clo ¨¤ noite para v¨º.¡± Isabe tomou um gole de sopa e disse calmamente, ¡°N?o se preocupe, a vov¨® n?o vai acordar ¨¤ noite.¡± ¡°isso¡­ Leno Abreu pensou por um momento e ent?o bn?ou a cabe?a, ¡°Eu tenho medo de que, se eu for, depois n?o vou querer ir embora.¡± Isabe ficou surpresa por um momento, olhando nos olhos dele. ¡°Na verdade, assim est¨¢ bom¡­ Vem para o hoteligo pegar o presente da sua av¨®.¡± N?velDrama.Org owns all ? content. Embora ele n?o pudesse estar aodo d, pelo menos ter¨ªa algo perto d, para que n?o se sentisse sozinha. 1/1 Cap铆tulo 68 Capitulo 68 C¨¦lio observou Isabe terminar de tomar sua sopa at¨¦ a ¨²ltima colherada e n?o pode evitar pensar. Que sopa ser¨¢ aqu? Parece deliciosa, ele tamb¨¦m queria provat Depois do almo?o, Isabe entrou novamente no carro de Leno Abreu, e foi at¨¦ o Hotel Ventoso buscar algumas coisas. Caterina Dias e Aaron, que estavam dodo de fora do Restaurante Lago, viram ajudar um senhor de idade a entrar no carro que foi em dire??o ao hotel! Imitado, Aaron ligou o motor e seguiu eles ¡° est¨¢ se rebaixando!¡°, pensou ele Por algum motivo, ao ver o rosto p¨¢lido e bonito de Isabe, Aaron sentia uma raiva inexplic¨¢vel Talvez porque ele tinha crescido no exterior e n?o tinha visto muitas vezes, Aaron n?o esperava que fosse t?o atraente quando se anumava, e muito menos que uma mulher de sua beleza estaria interessada em um velho gaga! Se viesse pedir sua ajuda, quem sabe, ele poderia ajud¨¢! ¡°Senhor C¨¦lio, a senhora Isabe entrou no hotel, devemos seguida, perguntou Vicente, observando Isabe ajudar Leno Abreu a entrar no grande port?o do hotel. Ele estava tanto ci¨²mes que parecia que sufocar ¡°Que tal ligar para a senhora Isabe? Pergunte o que est¨¢ fazendo?¡°, sugeriu C¨¦lio ignorou ele, ramente desprezando a sugest?o Mas, ¨¤ medida que os segundos passavam, C¨¦lio finalmente cedeu e pegou seu celr para discar o n¨²mero d. Cinco minutos se passaram depois que Vicente deu a sugestio ¡°Isabe¡± Nem mesmo C¨¦lio percebeu que seu tom de voz carregava um capricho, scando quase pat¨¦tico. Text content ? N?velDrama.Org. ¡°Algum problema?¡°, perguntou Isabe, que tinha acabado de pegar suas coisas e saia do quarto Podemos conversar um pouco?¡°, Celio apenas queria ou sua voz naquele momento, ¡°O que voc¨º comeu no almo?o?¡± ¡°Um prato caseiro¡°, respondeu isabe, entrando no elevador sem perder o sinal ¡°E estava bom? tinha tomado toda a sopa, ent?o devia estar mesmo ¡°Estava bom,¡± ¡°Ent?o, na pr¨®xima vez, voc¨º me leva? Isabe percebeu que ele estava apenas procurando assunto, ¡°Voc¨º ligou por algum motivo especifico? ¡°Onde voc¨º foi?¡± Era uma pergunta simples, mas saida dosbios de C¨¦lio, parecia carregada de saudade ¡°Voc¨º n?o sabe?¡± Isabe saiu do elevador, foi at¨¦ o carro preto estacionado, abriu a porta e olhou para ele, ¡°Voc¨º me sequiu do escrit¨®rio at¨¦ o hotel?¡± ¡°Voc¨º sabia o tempo todo?¡± C¨¦lio puxou para perto, ¡°Eu s¨® estava passando e te vi riu, duvidando das inten??es dele ¡°Como voc¨º n?o veio frigo?¡± Os olhos castanhos de C¨¦lio encaravam . Io voc¨º E est¨¢ me seguindo? Ou?¡°, Isabe tentou sair dos ¡°Como acha que eu iriate abordar? Parando o carro para perguntar por que bra?os dele. Mas Celio segurou firme, e por algum motivo, a ansiedade e imita??o que sentia antes desaparecerampletamente ao abra?¨¢. ¡°Celio, voc¨º est¨¢ passando dos limites!¡± Ontem ele segurou sua m?o, hoje j¨¢ teve a aud¨¢cia de abra?¨¢! ¡°Eu realmente queria te abra?ar, o que eu podia fazer? Celio olhava pra seriedade e paix?o, n?o esperando sua permiss?o para abra?¨¢ novamente, ¡°S¨® por um momento¡± ¡°Quem ¨¦ ele?¡± C¨¦lio ro?ou seu queixo no ombro d, quase transbordando de ci¨²mes. Vicente, no banco da frente, sentiu um cfrio, nunca imaginou que o Senhor C¨¦lio fosse assim, imbativel quando se tratava em fa manha! O cora??o de de Isabe tamb¨¦m se amoleceu, ¡°Um parente distante.¡± ¡°Voc¨ºs s?o pr¨®ximos?¡± em fazer ¡°O que voc¨º acha?¡± C¨¦lio disse ent?o, ¡°Ontem voc¨º nem me serviuida.¡± ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ t?o velho que n?o consegue mais segurar os talheres?¡± E provocou n?o acreditando que ele estava ci¨²mes de um Idoso. ¡°Na pr¨®xima vez, voc¨º pode me servir?¡± esse homem fosse t?o infantil a levar as coisas t?o a s¨¦rio, ¡°Podes me soltar agora?¡± Isabe n?o esperava que esse ¡°Se voc¨º prometer, eu te solto.¡± 2/2 Cap铆tulo 69 Cap¨ªtulo 69 ¡°Combinado.¡± C¨¦lio soltou e agora segurava sua m?o. Isabe:¡­ No caro BMW estacionado em frente ao hotel. Caterina Dias e Aaron arregram os olhos, surpresos que Isabe havia acabado de sair do hotel ap¨®s atender um velho e agora estava entrando em um carro de luxol A ca do carro parecia indicar algu¨¦m muito influente. Quem seria essa figura importante?! ¡°N?o acredito que minha irm? se desvalorizo tanto assim.¡± Vendo o carro d velhos! de luxo se afastar, Aaron estava muito imitado. Ele preferiria que desse sua primeira vez a ele em vez de aqueles Pelo menos ele era jovem! Vicente estacionou o carro em frente ¨¤ empresa de Isabe, mas hesitava em descer Sua m?o ainda estava presa ¨¤ de algu¨¦m que n?o queria soltar ¡°Vou me atrasar!¡± No primeiro dia de trabalho, n?o queria causar uma m¨¢ impress?o aos seus subordinados. Mas C¨¦lio insistia em segurar sua m?o. ¡°Eu venho te buscar depois do trabalho¡± ¡°Eu tenho meu pr¨®prio carro.¡± ¡°Quer que o Vicente te leve de volta?¡± ¡°N?o precisa preocupar!¡± N?velDrama.Org owns all ? content. Isabe tentou retirar sua m?o, mas Cello segurava ainda mais forte. ¡°Eu te levo e te busco no trabalho.¡± ¡°N?o precisa,¡± ¡°At¨¦ pode ser o seu carro. ¡°Nos pr¨®ximos dias haver¨¢ tempestades, n?o ¨¦ segura voc¨º dirigir sozinha¡± ¡°Realmente n?o ¨¦ necess¨¢rio! ¡°E se eu subir para dar uma olhada?¡± Isabe olhou para ele, sem jeito, ¡°Eu estou indo trabalhar,¡± ¡°Podemos tamb¨¦m discutir uma parceria¡± Isabe n?o queria fazer parcena um grupo r?o importante j¨¢ no seu primeiro dia de trabalho, isso parecia nepotismal Todos iriam perceber que havia algo estranho! ¡°Jantamos juntos esta noite?¡± Isabe estava imitada, ¡°Eu j¨¢ tenho umpromisso, outro dia.¡± C¨¦lio n?o esperava que estivesse t?o ocupada. ¡°E amanh??¡± ¡°Combinado.¡± ¡°Daqui para frente eu te busco e leva pro trabalho?¡± Isabe encarou ele, um leve aviso em seu olhar, ¡°N?o seja abusado.¡± ¡°Ent?o, s¨® por uma semana?¡± C¨¦lio cedeu um pouco Isabe olhou para o rel¨®gio, realmente estava atrasada e teve que concordar contra sua vontade, ¡°Combinado.¡± ¡°Libere seu hor¨¢rio esta semana, n?o marque outrospromissos¡± ¡°Entendi.¡± finalmente conseguiu retirar sua m?o, desceu do camo e entrou no pr¨¦dio da empresa Vicente olhou no retrovisor para o Sr. C¨¦lio, que ainda tinha um sorriso nos l¨¢bios Vicente duvidava do que via! Ser¨¢ que esse era mesmo o Sr. C¨¦lio, ou ele estava possuido? Era muito fora doum! Ele conhecia o Sr. C¨¦lio desde os oito anos de idade e, em quatorze anos, nunca viu ele t?o apegado a uma garota! Assim que Isabe p¨®s os p¨¦s na empresa, seu celre?ou a vibrar ¡°Chefe, sou eu¡± A pessoa que ligava era Zenon, o gerente regional do Grupo Is¨¢ria, ¡°Temos alguns novos projetos de investimento que gostariamos que voc¨º avaliasse. Esta noite you trazer pra voc¨º dar uma olhada, assimo os rt¨®nas deste trimestre para voc¨º revisar¡± ¡°Combinado.¡± Isabe entrou no elevador, ¡°Nos vemos ¨¤ noite.¡± N?o muito depois de desligar, seu celr vibrou novamente. Era uma liga??o do Vov¨® Paiva. ¡°Minha querida,o vai sua r??o sua familia?¡± ¡°Vovo Paiva Isabe entrou em seu escrit¨®rio e preparou uma xicara de ch¨¢, ¡°Tudo bem, minha familia biol¨®gica ¨¦ legal. Como voc¨º ainda tem tempo hoje para me ligar?¡± 2/2 Cap铆tulo 70 Capitulo 70 ¡°N?o era apenas saudade, mas tamb¨¦m as tr¨¨s primeiras coloca??es do Concurso de Piano deste ano j¨¢ foram decididas, escolhidas p equipe. Elesentaram que asposi??es deste ano n?o era l¨¤ grande coisa. Eu vou mandar para voc¨¦ ouvir¡± ¡°Certo.¡± Isabe era uma das juizas mais renomadas, mas raramente se envolvia diretamente na sele??o, deixava essa tarefa para sua equipe No Brasil, h¨¢peti??es de piano todos os anos, mas desta vez havia menos participantes, porque muitos foram para o exterior disputar concursos internacionals. ¡°O primeiro lugar devido ¨¤ fama da familia e as outrasposi??es que na verdade n?o eram l¨¤ grande coisa, conseguiu o pr¨ºmio, mas foi por pouco. Foi uma pena para o segundo colocado, embora a primeira metade da pe?a for mediocre, mas segunda parte deixou a desejar. O climax foi bom, mas parece que adicionaram muita coisal Ficou um pouco excessivo! E o terceiro lugar, bem, melhor nem comentar ¡°You ouvir¡± Embora Isabe n?o participou na sele??o, ainda queria escutar as pe?as para saber o est¨¢gio dapeti??o e que tipo de talentos surgiram este ano Ao abrir o ¨¢udio enviado pelo Senhor Paiva, viu o nome de Mariana Neves. Mariana Neves ganhou o primeiro lugar? A m¨²sica realmente soavaum¡­. Abrindo o arquivo do segundo colocado, que coincid¨¨ncia, Caterina Dias?! Por que essa m¨²sica parecia t?o familiar?! Isabe riu, fechou oputador e n?o continuou ouvindo a m¨²sica mais Enquanto isso. Wilson Dias estava sentado na ¨¢rea de descanso do Grupo Isaria, olhando fixamente para a elevador Esperou desde a manh? at¨¦ o meio¨Cdia e Zenon n?o apareceu aquentou a fome esperando at¨¦ este momento Neste ponto, estava quase desmaiando de fome! Ningu¨¦m convidou ele para subir o sequer ofereceu um copo d¡¯¨¢gua! N?o aguentando mais, aproximou¨Cse da recep??o, um somso envergonhado, ¡°Desculpe, gostaria de saber se o Senhor Dutra j¨¢ terminou a reuni?o?¡± N?o ¨¦ poss¨ªvel que a reuni?o dure o dia todo! ¡°Desculpe, o Senhor Dutra est¨¢ ocupado Melhor voce voltar outro dia!¡± A recepcionista estava menos entusiasmada do que o habitual, um tom indiferente Wilson Dias perguntou timidamente, Temo dar um jeitinho? Pode perguntar por mim, estou esperando desde cedo.¡± ¡°O Senhor Dutra realmente est¨¢ muito ocupado¡± Mal a recepcionista terminou de fr, viu Zenon sair do elevador. rapidamente se levantou e junto os outros colegas, cumprimentou¨Co respeitosamente, ¡°Senhor Dutra, bom dia importante agora ¡°Senhor Dutra, sou eu..¡± Wilson Dias finalmente viu o Senhor Dutra e se adiantou cumpriment¨¢¨Clo. Mas Calo o impediu a m?o, ¡°Desculpe, mas o Senhor Dutra tem umpromissa muito in ¡°Tr¨ºs minutos, s¨® isso¡­ Wilson Dias tentou se aproximar novamente, ¡°Eu preciso fr o Senhor Gusm?o.¡± ¡°Desculpe, mas o Senhor Dutra est¨¢ mesmo pressa.¡± ¡°Caio, me diz, por que o Senhor Dutra n?o quer mais trabalhar conosco?¡± Wilson Dias, sem se importar as pessoas ao redor discretamente pegou o cart?o bancano que pretendia dar a isabe e tentou coloc¨¢ no bolso de Caio. ¡°Senhor Dias, isso n?o se faz!¡± Caio rapidamente devolveu o cart?o. Wilson Dias insistiu em coloc¨¢-lo na bolso O cart?o calu no ch?o e muitos viram. o estava furioso. Content held by N?velDrama.Org. ¡°Senhor Dias, isso ¨¦ subomo em p¨²blico, voc¨º vai me fazer perder meu emprego!¡± Caio ¡°Caio¡­¡± Calo prontamente soltou a m?o dele e seguiu Zenon,o se quisesse se distanciar imediatamente. ¡°Calo, espera por mim¡­ Wilson Dias, sem se importar por ter passado vergonha, pegou o cart?o do ch?o e seguiu eles, vendo eles entrar no carro, acenou para um t¨¢xi, ¡°Siga aquele carro.¡± Dentro do camarote do Restaurante Sol. 12 Isabe j¨¢ estava ¨¤ espera faz tempo, e ao ver Zenon entrar de temo e gravata, n?o p?de evitar fazer uma brincadeira, ¡°Agora voc¨º est¨¢ cada vez mais cara de presidente executive, hein?¡± ¡°Chefe est¨¢ me zoando de novo.¡± Zenon disse assim que entrou, colocou o rt¨®rio dedo e entregou um presente, ¡°Isto ¨¦ ch¨¢ das antigas ¨¢rvores milenares Sema da Lua Cheia, eu trouxe especialmente pan homenagear a senhora.¡± Cap铆tulo 71 Cap¨ªtulo 71 ¡°Voc¨º fo se eu fosse uma anci?!¡± Isabe recebeu o presente, ¡°Vamoser primeiro.¡± Wilson Dias mal conseguiu chegar ao Restaurante Sol, e s¨® depois de perguntar descobriu que Zenon Dutra tinha subido para o sal?o privado no segundo andar. Assim que chegou l¨¢ em cima, ele viu Calo guardando a porta do sal?o n¨²mero um. Caio tamb¨¦m viu ele, ele n?o esperava que Wilson Dias fosse t?o persistente. A primeira rea??o de Caio foi pensar que Wilson queria entrar ¨¤ for?a no sal?o, ent?o rapidamente se posicionou na frente da porta para bloque¨¢-lo. ¡°Caio!¡± Wilson Dias se aproximou um sorriso conciliador, ¡°Voc¨º entendeu errado, eu n?o pretendo entrar. S¨® quero esperar o senhor Dutra terminar a reuni?o para fr ele, eu tenho algo a dizer.¡± N?velDrama.Org owns all ? content. ¡°O senhor Dutra n?o tem nada para conversar voc¨º.¡± ¡°Como assim!¡± Wilson Dias manteve o sorriso, ¡°Na parceria passada trabalhamos t?o b¨¦m juntos!¡± ¡°Hmm.¡± Se n?o fosse p grande Chefe Diretora Isabe, quem iria querer fazer neg¨®cios sua pequena empresa quebrada? Al¨¦m do mais, as parcerias passadas foram um desastre! ¡°Caio, voc¨º pode me dizer quem est¨¢ jantando o senhor Dutra?¡± Wilson Dias perguntou um sorriso lisonjeiro. Mas Caio respondeu grosseiramente, ¡°N?o ¨¦ da sua conta.¡± ¡°Caio¡­¡± Wilson Dias ainda queria dizer algo, mas foi interrompido por Caio frieza, ¡°O senhor Dutra n?o vai receb¨º-lo. ¨¦ melhor o senhor Dias ir embora!¡± Wilson Dias n?o se irritou, ficou simplesmente esperando na porta. Depois de um tempo, o gar?om foi entrar para servir os pratos, e Wilson Dias tentou espiar o interior, apesar de Caio tentar bloque¨¢-lo. Mas Wilson Dias ainda assim conseguiu ver uma figura familiar! Isabe?! O que est¨¢ fazendo ai dentro?! A pessoa quem Zenon estava apressado para se encontrar¡­ era ? Imposs¨ªvel! Capitulo 71 Mais um pouco, e os gar?ons entraram novamente os pratos. Desta vez, Wilson Dias olhou mais aten??o, e era definitivamente Isabe! E o detalhe ¨¦ que Zenon, sempre t?o s¨¦rio e frio, agia de forma t?o respeitosa e cort¨¨s ! Impossivel! ¡°Mas¡­ aqu n?o ¨¦ a Isabe?¡± Depois que a porta do sal?o se fechou, Wilson Dias olhou para Caio, chocado, mas Calo j¨¢ estava acostumado e n?o deu aten??o ao seu espanto. Wilson Dias estava abdo, lembrando-se deo os contratos sua empresa foram rompidos sem motivo, e um dos envolvidos era justamente Zenon¡­ Ser¨¢ que Isabe tinha algo a ver isso? Qual era a r??o entre Isabe e Zenon? Pensando assim, ele tomou um susto. Isabe, Is¨¢ria¡­. Ser¨¢ que Isabe e o Grupo Is¨¢ria tinham alguma conex?o?! Sua respira??o ficou ofegante, ele n?o queria acreditar nessa hip¨®tese. N?o, imposs¨ªvel,o aqu garota poderia ter tanto poder?! O nome devia ser apenas uma coincid¨ºncia fon¨¦tica¡­ Mas lembrando-se deo Zenon realmente estava cort¨¨s Isabe, parecendo querer agrad¨¢- la.. Wilson Dias ficou cada vez mais convencido de que algo estava errado. Depois de esperar muito tempo dodo de fora do sal?o, ele viu Caio se afastar de repente¡­ Ele rapidamente avan?ou e girou a ma?a da porta! As pessoas l¨¢ dentro j¨¢ tinham terminado a refei??o e sa¨ªdo por outra passagem¡­ Ele n?o esperava que aquele sal?o tivesse uma saida alternativa! N?o dava mais, ele tinha que encontrar Isabe para esrecer tudo, para entender o que estava acontecendo! Cap铆tulo 72 Cap¨ªtulo 72 Isabe tinha acabado de se despedir de Zenon quando, dirigiu de volta para casa, seu celr tocou de repente. Ao reconhecer o n¨²mero na t, pressionou um bot?o no vnte para recusar a chamada diretamente. Mas Wilson Dias insistia, ligando uma vez ap¨®s a outra. ¡°O que foi?¡± atendeu finalmente, impaciente e ramente irritada. ¡°Isabe¡­ you direto ao ponto. Vi voc¨º jantando o chefe do Grupo Is¨¢ria esta noite. Voces se conhecem?¡± ¡°E dai?¡± Isabe estava prestes a desligar, irritada uma pergunta t?o trivial. ¡®Isabe, seja sincera o seu pai, o Zenon est¨¢ interessado em voc¨º? Ele est¨¢ te cortejando?¡± Isabe: ?? ¡°N?o foi voc¨º que convenceu ele a investir na nossa empresa, foi?¡± Isabe:¡­ ¡°Na verdade, seria ¨®timo se voc¨º subir na vida, mas voc¨º precisa de uma m?o da sua fam¨ªlia, certo?¡± O olhar g¨¦lido de Isabe ficou ainda mais intenso. ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± *Seus pais biol¨®gicos moram no interior. Eles nem sequer podem oferecer um dote decente, o que ¨¦ uma vergonha! Mas eu posso te apoiar. Imagina s¨®, a filha do homem. mais rico da Cidade Inverno, com um dotepleto, casando-se em grande estilo. Seria perfeito!¡± ¡°¡­¡± Isabe respondeu um sorriso frio, ¡°O que voc¨º quer?¡± ¡°Se voc¨º me ajudar a encontrar Zenon, para que possamos discutir uma nova parceria¡­¡± ¡°N?o posso.¡± Isabe estava prestes a terminar a liga??o quando ele implorou, ¡°Isabe, seu pai te criou por dezoito anos! Voc¨º vai mesmo virar as costas para a empresa agora que estamos em crise?¡± N?velDrama.Org owns all ? content. ¡°E o que eu tenho a ver isso?¡± disse, desd¨¦m. ¡°Quem me criou foi a vov¨®. Voc¨º alguma vez contribuiu financeiramente? Ou veio me visitar?¡± Durante as f¨¦rias escres, sempre era enviada para aprender os mais velhos, enquanto seus chamados pais nunca haviam se importado ! Dava para imaginar que frequ¨ºncia eles voltavam para casa! Capitulo 72 ¡°Seu pai estava ocupado ganhando dinheiro¡­ Eu n?o tinha escolha¡­¡± Isabe encerrou a chamada, sem vontade de perder mais tempo. ¡°E ent?o, o que a garota disse?¡± Ynda Silva, que estava esperando, percebeu p express?o abatida de Wilson Dias que a conversa n?o havia ido bem. ¡° recusou?¡± ¡°Eu disse! Seja mais gentil ! N?o fa?a tudo parecer t?o feio! Voc¨º n?o me deu ouvido, e agora olha s¨®!¡± Wilson Dias suspirou, sem saber o que fazer a seguir. Ynda estava frustrada. ¡°N?o ¨¦ a ¨²nica op??o que temos! Se n?o podemos contar aqu garota, ainda temos a Caterina, n?o ¨¦? Aqu suite VIP no hospital certeza foi arranjada p familia Duarte. Amanh? ¨¤ noite vamos convidar a familia Duarte paral jantar fora e contar nossa situa??o pra eles. Al¨¦m da Is¨¢ria, ainda temos outras duas empresas que n?o ainda n?o trabalharam conosco. Essas empresas s?o pr¨®ximas da familia Duarte, ent?o talvez eles possam nos ajudar a estabelecer uma conex?o¡­¡± ¡°¨¦ a ¨²nica op??o que temos.¡± Lembrando que a familia Duarte poderia ajudar, Wilson Dias ficou um pouco animado. *Chame a Caterina aqui embaixo. Ele tinha algo importante a dizer. Nesse momento, Caterina Dias desceu as escadas radiante, ¡®Pai, m?e, consegui o segundo lugar no concurso de piano nacional!¡± ¡°O qu¨º?¡± Wilson Dias e Ynda ficaram surpresos o sucesso da filha. N?o foi quem foi criada por uma faxineira? Como poderia tocar piano e ainda ganhar um pr¨ºmio? Caterina rapidamente mostrou seu celr, ¡°Olhem, aqui est?o os resultados! Mariana Neves, filha da familia Neves, ficou em primeiro lugar, e eu em segundo!¡± ¡°Voc¨º s¨® fica atr¨¢s da filha do homem mais rico!¡± Ynda estava t?o orgulhosa d que n?o conseguiu evitar olhar para tr¨¢s e dizer, ¡°Wilson, essa ¨¦ uma ¨®tima oportunidade¡­¡± Wilson Dias tamb¨¦m percebeu eentou, ¡°Caterina, aproveitando que voc¨º ficou em segundo lugar, voc¨º acha que consegue convidar toda familia do Aaron Duarte para sair e jantar conosco?¡± ¡°At¨¦ meu tio e minha tia tamb¨¦m?¡± Caterina Dias ficou um pouco surpresa. Cap铆tulo 73 Cap¨ªtulo 73 Wilson Dias contou os problemas da empresa pra , e para sua surpresa, bateu no peito e prometeu, ¡®Pai, m?e, deixemigo!¡± ¡°Que filha maravilhosa!¡± Ao voltar para casa, Isabe se deparou a s cheia de gente, todos elogiando Mariana Neves. ¡°Sra. Mariana, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel! Primeiro lugar no concurso de piano!¡± ¡°Que sorte a minha trabalhar nesta casa, onde posso ouvir m¨²sica t?o refinada todos os dias¡­¡± ¡°A m¨²sica de Sra. Mariana ¨¦ muito encantadora!¡± Foi Nair Pires quem notou primeiro que Isabe tinha voltado e prontamente se aproximou, ¡°Querida Isabe, voltou do trabalho? Como foi o primeiro dia? Est¨¢ cansada? Os colegas da empresa trataram voc¨º bem?¡± ¡°Sra. Isabe voltou?¡± ¡°Todo mundo na empresa est¨¢ fndo que o novo gerente ¨¦ muitopetente e habilidoso! Eles nem imaginam que est?o fndo da minha querida filha, Kkkk. Vendo que todos se concentravam em Isabe, Mariana Neves ficou ci¨²mes e caminhou at¨¦ l¨¢, graciosa. ¡°Irm?, voc¨º chegou?¡± sorriu. ¡°Que tal amanh? a familia toda sair paraemorar? Podemos sair pra celebrar j¨¢ que a irm? assumiu a empresa e tamb¨¦m aproveitar e dar as boas-vindas por ter voltado para casa! Que tal?¡± n?o mencionou sua premia??o, dando a entender que estava sempre pensando em Isabe. ¡°N?o tivemos a oportunidade de passear a irm? nos ¨²ltimos dias, e ainda fizemos trabalhar duro¡­ Vamos sair paraer¡­¡± Mariana Neves aproveitou a ocasi?o para se aconchegar em Nair Pires e Carlos Neves, fazendo charme, ¡°O que voc¨ºs acham, pai, m?e?¡± Isabe:¡­ *Acho a ideia excelente, disse Nair Pires, olhando para Carlos Neves, que tamb¨¦m concordou. ¡°O que voc¨º acha, Isabe?¡± ¡°Tudo bem por mim.¡± Isabe n?o queria desanimar seus pais, e enquanto eles se alegravam em reservar o hotel, subiu para seu quarto, se preparou e foi dormir! Capitulo 73 No dia seguinte, C¨¦lio Franco levou para o trabalho. No caminho, ao ouvir que tinha um jantar em familia ¨¤ noite, ele ficou desapontado. ¡°N?o foi voc¨º quem prometeu que passaria um tempo comigo?¡± Content held by N?velDrama.Org. Isabe ficou surpresa. ¡°Eu me esqueci realmente n?o tinha pensado nele na noite anterior. ¡°Voc¨º n?o vai me levar para o jantar?¡± ¡°Na pr¨®xima vez. ¡°Ent?o voc¨º ter¨¢ que mepensar em dobro. C¨¦lio segurou firme a m?o d. ¡°Se n?o vai jantar comigo, vamos almo?ar juntos.¡± ¡°Certo.¡± Depois de um dia de trabalho, Isabe chegou ao restaurante Lan Shan sob a condu??o de C¨¦lio. Tudo bem, depois n?o precisa vir me buscar, vou o carro dos meus pais.¡± ¡°Ent?o me ligue quando chegar em casa.¡± Ok.¡± Do outrodo. Wilson Dias fez um enorme esfor?o e finalmente conseguiu reservar uma s privada no restaurante Lan Shan, mesmo que fosse a mais simples. Sem o status de uma das familias mais ricas de Cidade Inverno, seria impossivel conseguir uma reserva! Rebeca Branca desprezava Caterina Dias, que foi adotada por uma faxineira desde pequena e sempre exva um ar de pobreza, n?o importava qu?o bem vestida estivesse, n?o conseguia esconder oplexo de inferioridade e sensibilidade em seus olhos. Hoje, ao saber que Caterina Dias havia ganhado o segundo lugar no concurso de piano, Rebeca ficou um pouco feliz. Mas depois de ouvir o pedido de Wilson Dias, limpou a boca o guardanapo e respondeu, ¡°Senhor Dias, temo que n?o podemos te conceder esse favor.¡± Cap铆tulo 74 Cap¨ªtulo 74 ¡°O qu¨º?¡± Wilson Dias achou que tinha ouvido errado. Com ar de superioridade, Rebeca derou, ¡°O grupo Medeiros e o grupo Afonso j¨¢ avisaram: quem se meter nesse assunto vai se dar mal.¡± Rebeca jamais colocaria em risco tudo o que a familia Duarte construiu por causa de um capricho moment¨¢neo de seu filho ou por uma alian?a matrimonial que n?o iria trazer nenhum beneficio! Caterina Dias n?o conseguia acreditar que Rebeca rejeitou a proposta tanta firmesa, e seus punhos se apertaram sob a mesa. Aquilo era ramente um desrespeito ¨¤ familia deles! Aaron tamb¨¦m chamou baixinho, ¡°M?e!¡± Hugo Duarte tentou amenizar a situa??o, ¡°Precisamos pensar calma sobre isso Vamoser agora, aida est¨¢ esfriando. Podemos conversar mais tarde!¡± ¡°Com certeza¡­¡± Wilson Dias levantou um brinde a Hugo Duarte, ¡°Esqueci de agradecer por ter reservado aqu suite VIP para a vov¨® Caterina no Hospital Ventoso e por pedir aos m¨¦dicos que dessem aten??o especial a ¡­ Ao ouvir isso, Hugo Duarte se surpreendeu, ¡°Que nada,o poder¨ªamos conseguir uma reserva no Hospital Ventoso? E n?o conhecemos ningu¨¦m importante l¨¢ dentro.¡± A familia Dias ficou perplexa: ent?o, quem teria feito a reserva? Quem teria pedido aos m¨¦dicos para cuidarem bem da idosa? De repente, Wilson Dias e Ynda lembraram-se do que M¨¢rio Lopes havia dito¡­ Seria poss¨ªvel que fosse Isabe?! Imposs¨ªvel, n?o ¨¦?! Enquanto isso. Depois de jantar seus pais, Isabe estava prestes a sair quando seu celr vibrou duas vezes, sinalizando que havia algo a resolver. ¡°Pai, m?e, podem ir na frente, vou ao banheiro e logo alcan?o voc¨ºs.¡± ¡°Tudo bem, sem pressa!¡± Nair Pires, depois que saiu, sussurrou para Dona Maria, ¡°Espere aqui por , para fazer panhia!¡± ¡°Sim, senhora.¡± Maria ficou esperando no sal?o privado e, ao ver Isabe voltar do banheiro, apressou-se em sua dire??o, dizendo respeitosamente, ¡°Senhora Isabe, o carro de seus pais est¨¢ ¨¤ sua espera l¨¢ fora!¡± ¡°Vamos, ent?o.¡± Isabe, ocupada respondendo algo em seu celr, caminhou para a Capitulo 74 saida. Mal haviam sa¨ªdo da s privada, algumas pessoas apareceram na mesma dire??o que . Maria rapidamente puxou a manga de Isabe, alertando, ¡°Senhora Isabe, cuidado!¡± Eram os membros das familias Duarte e Dias. Ynda, ao ver Isabe saindo daquele sal?o exclusivo, e a velha servente chamando de ¡°Senhora Isabe¡±, ficou surpresa. ¡°Espere¡­ Ynda, ainda surpresa que ouviu, perguntou a Maria, ¡°O que voc¨º acabou de cham¨¢? ¨¦ a jovem senhora de voc¨ºs?¡± ¡°Quem s?o voc¨ºs?¡± Maria perguntou caut, porque era evidente que n?o tinha boast inten??es. Como se referia ¨¤ sua senhora era da conta d, n?o deles. Caterina Dias, entre o choque e o embara?o, tentou explicar um sorriso for?ado, ¡° cresceu na nossa casa. Oh, ent?o voc¨ºs s?o os pais adotivos da Senhora Isabe?¡± Maria entendeu, ainda n?o sabendo dos abusos que sua senhora havia sofrido nas m?os daqus pessoas no passado, e disse educadamente, ¡°Os meus patr?es aindaentaram outro dia, por que voc¨ºs n?o aceitaram os presentes, aqueles trinta bilh?es de reais em dinheiro¡­¡± ¡°0 que, o que voc¨º est¨¢ dizendo?¡± Ynda ficou chocada, pensando ter ouvido errado. *Refiro-me ¨¤ gratifica??o que o motorista entregou em nome dos meus patr?es outro dia! As trinta lojaserciais est?o todas nas melhores localiza??es do centro da cidade, al¨¦m das trinta mans?es com vistas deslumbrantes e os trinta bilh?es em dinheiro¡­! As familias Dias e Duarte ficaram surpresas, sem entender uma pvra do que a velha servente dizia. ¡°Al¨¦m disso, aqus iguarias que nem mesmo se encontrar nos mercados,o o ginseng milenar e o cogumelo do sol¡­ eram todos um gestoo o e da patroa! Voc¨ºs n?o aceitaram, foram muito educados!¡± Ao ouvir isso, Ynda sentiu sua cabe?a prestes a explodir! do nosso patr?o Naquele dia, aqus caixas simples continham tantos itens valiosos? Como ¨¦ que of motorista n?o explicou direito?! Mas espera, a familia biol¨®gica da Isabe n?o era do interior?Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Cap铆tulo 75 Cap¨ªtulo 75 Como ¨¦ que soavam mais ricos do que eles?! ¡°Voc¨º, n?o era para o senhor e a senhora estarem na Cidade Destino¡­¡± ¡°Cidade Destino ¨¦ o lugar de origem do meu patr?o e da patroa, agora n¨®s estamos em¡­¡± Ao ver que Maria ia continuar, Isabe interrompeu indiferen?a, ¡°Vamos, n?o percal tempo conversando eles.¡± Maria olhou para o rosto de Sra. Isabe e percebeu, parece que n?o gosta deles? Ser¨¢ que eles tiveram um rcionamento desagrad¨¢vel no passado? Ao se dar conta dessa possibilidade, a atitude de Maria mudou e seguiu Isabe para fora. ¡°Esperem, n?o v?o embora¡­¡± abrir a Ynda ainda queria correr atr¨¢s para esrecer as coisas quando viu o motorista Lucas, que havia entregado presentes para eles anteriormente, curvando-se para porta do carro para Isabe¡­. Era um carro limusine impressionante, de cor verde ingl¨ºs, que havia aparecido nas noticias nos ¨²ltimos dias, feito p Rolls-Royce especialmente para um milion¨¢rio! Existia apenas um no mundo! Text content ? N?velDrama.Org. Custava trezentos milh?es! Antes que pudessem ver quem mais estava dentro do carro, a limusine partiu rapidamente, deixando as familias Dias e Duarte se olhando entre si, ainda chocadas e tentando se recuperar da surpresa. As roupas e os sapatos que a emregada usava valiam pelo menos quatro ou cinco mil! Que tipo de familia teria um carro assim¡­ Ynda nem se atreveu a pensar mais sobre isso, e Wilson Dias tamb¨¦m estava admirado. ¡°Perdeu o ouro enquanto catava as mi?angas, Dona Ynda, agora voc¨ºs se deram mal.¡± Dona Rebeca disse zombando. ¡°Pe?o desculpa,padre, minha esposa n?o est¨¢ muito bem hoje, vou para casa tentar acalm¨¢¡­¡± Hugo Duarte puxava o bra?o do filho, sem esquecer de ser cortes, ¡°A gente se v¨º em outra ocasi?o, t¨¢?¡± O rosto das pessoas da familia Dias estava t?o desconfort¨¢vel que poderia explodir, mas eles ignoraram a atitude de Rebeca, respondendo de forma desinteressada e Capitulo 75 apressando-se para voltar para casa. Dentro da limusine, Nair Pires perguntou preocupada, ¡°Isabe, voc¨º est¨¢ dor de barriga? A comida n?o estava fresca ou o qu¨¦?¡± ¡°A irm? talvez n?o esteja acostumada iguarias ex¨®ticas, vai se adaptar o tempo.¡± Ouvindo Mariana Neves dizer isso, Maria apressou-se em explicar, ¡°Senhora, nos atrasamos porque encontramos os pais adotivos de Sra. Isabe.¡± ¡°Voc¨º encontrou Wilson Dias e Ynda?¡± Nair Pires ficou surpresa. Maria tamb¨¦m estava perplexa, ¡°Senhora, voc¨º conhece eles?¡± Como sabia os nomes deles?! Ah! Nair Pires poderia ter deixado para l¨¢, mas mencion¨¢-los s¨® deixava irritada! Anteriormente, quando o motorista Lucas disse que os presentes enviados para a familia Dias n?o foram aceitos, pensou que estavam sendo educados! Mas depois de ver a filha roupas t?o simples eles investigaram e descobriram que a sua querida filha havia sofrido muito na familia Dias! ¡°Sem carinho do pai, sem amor da m?e¡±, se n?o fosse p av¨® Dias para proteg¨º¡­. Pensando no carinho que a filha tinha p av¨® D¨ªas, Nair Pires havia se segurou para n?o procurar confus?o a familia Dias, mas n?o esperava que a filha encontrasse eles hoje, o que deixou eles chateados! ¡°Da pr¨®xima vez que encontrar eles, voc¨º n?o precisa ser cort¨ºs, nem dizer nada sobre a nossa familia.¡± Os arquivos mostravam que as pessoas da familia Dias eram muito gananciosas e oportunistas; se soubessem da riqueza deles, certamente n?o deixariam eles em paz! Cap铆tulo 76 Cap¨ªtulo 76 Maria sabia das preocupa??es da senhora e respondeu respeitosamente um sim. Isabe, por outrodo, ficou surpresa. Ser¨¢ que seus pais tinham investigado a familia Dias? Caso contr¨¢rio, por que ambos pareciam t?o preocupados quando mencionavam Wilson Dias e Ynda? Ser¨¢ que descobriram que a familia Dias havia maltratado no passado? ¡°Isabe, se algu¨¦m da familia Dias procurar voc¨º, conta para a mam?e que eu resolvo,¡± disse Nair Pires, sem querer ser muito direta, ¡°Se eles vierem cobrar alguma gratid?o, eu mesma vou ter uma pvra eles.¡± ¡°ro, av¨® Dias foi boa voc¨º, e seus pais n?o s?o ingratos!¡± Carlos Neves falou carinho, ¡®Se precisar de ajuda no hospital,o pagar contas ou trocar para um quarto VIP, ¨¦ s¨® fr que seu pai resolve!¡± ¡°Ouvi dizer que a av¨® Dias est¨¢ bem doente, se precisar chamar um m¨¦dico especialista, pode fr com a gente! Seus pais sabem que foi quem cuidou de voc¨º todos esses anos, se voc¨º quiser retribuir e cuidar d pode traz¨º para nossa casa, seu pai e eu apoiamos totalmente!¡± ¡°Obrigada, pai, obrigada, m?e.¡± Isabe confirmou suas suspeitas; certeza seus pais investigaram a familia Dias. ¡°Senhor, senhora¡­ o carro do Sr. C¨¦lio est¨¢ nos seguindo, disse o motorista Lucas, olhando nervosamente pelo retrovisor, ¡°J¨¢ faz um bom tempo. Era imposs¨ªvel n?o reconhecer aqu ca chamativa! Isabe: ?? O que ele est¨¢ fazendo nos seguindo? Mariana Neves apertou os punhos. Por que C¨¦lio estava seguindo eles? Seria por causa de Isabe?! Sabendo isso, sentiu muita raiva, desejando que Isabe desaparecesse! ¡°Devo parar o carro?¡± perguntou o motorista, sem saber o que fazer. Mas Nair Pires estava animada, ¡°C¨¦lio certeza veio por voc¨º, Isabe! Des?a primeiro, seu pai e eu temos outros lugares para ir. Isabe: ?? ¡°Sim, sim, deixa o C¨¦lio te levar para casa. Carlos Neves pediu ao motorista para parar e disse sorrindo para Isabe, ¡°V¨¢ l¨¢, n?o fa?a ele esperar.¡± Nair Pires abriu a porta do carro e empurrou Isabe para fora. Capitulo 76 Isabe:¡­ acabou de ser expulsa do carro pelos pr¨®prios pais? ¡°Sr. C¨¦lio, parece que a Sra. Isabe foi expulsa do carro?¡± Vicente arregalou os olhos, sem acreditar no que via. C¨¦lio sorriu, abriu a porta do carro e aproximou-se rapidamente, puxando para perto, olhando para o carro de luxo britanico verde que se afastava pouco a pouco, e um sorriso ele disse, ¡°Os pais s?o mesmo pessoas sensatas.¡± Isabe levantou suas sobrancelhas em desagrado, ¡°Quem s?o seus pais?¡± Se n?o fosse por voc¨º, eu teria sido expulsa do carro?! ¡°Seus pais, tamb¨¦m n?o s?o meus pais?¡± C¨¦lio baixou o olhar para a menina em seus bra?os, um sorriso nos l¨¢bios, ¡°N?o somos todos uma fam¨ªlia?¡± Esse cara est¨¢ cada vez mais descarado! Quem ¨¦ da sua familia? ¡°N?o era para voc¨º ter ido embora?¡± Isabe, puxada para dentro do carro, perguntou, ¡°Voc¨ºs ainda n?o jantaram, n?o ¨¦?¡± Vicente explicou: ¡°O Sr. C¨¦lio esperou por voc¨º sem se mover, n?oeu nada at¨¦ agora.¡± Isabeerou a sentir dor de cabe?a, ¡°Ent?o v?oer a que eu vou para casa sozinha.¡± Vicente: ?? Tem algo errado aqui?! coisa, parem o carro ¡°Vemigo,¡± disse C¨¦lio, segurando a m?o d firmemente, ¡°Voc¨º me deve umapanhia, agora me pague.¡± Isabe: ?? Desde quando se pode cobrar assim?? Naquele instante, o celr de Isabe vibrou algumas vezes. pegou o celr e viu que era uma liga??o de Wilson Dias. Sem pensar duas vezes, Isabe bloqueou aquele n¨²mero imediatamente. Pouco depois, Wilson Dias enviou uma mensagem pelo WhatsApp: ¡°Isabe, por que voc¨º bloqueou o celr do seu pai? Libere seu pai, por favor! Ele precisa fr voc¨º!¡± Com sorriso, Isabe lembrou deo, dias atr¨¢s, ele mandou para aqu ¨¢rea pobre e isda. Agora, de repente, ele t¨¢ a chamar de filha? Wilson Dias, notando que n?o respondia, mandou v¨¢rias outras mensagens pelo WhatsApp: ¡°O carro que voc¨º usou essa noite, ¨¦ da sua fam¨ªlia? Ouvi dizer custou uma fortuna¡­¡± ¡°O que seus pais fazem? Como podem pagar por uma empregada e um motorista?¡± ¡°As coisas que a empregada disse esta noite eram verdade? Seus pais realmente prepararam tantos presentes valiosos para n¨®s? Por que voc¨º n?o nos avisou?¡± ¡°Que tal, voc¨º tem tempo agora? Podemos encontrar um lugar para conversar direito¡­¡± ¡°N?o era voc¨º que estava de olho no cr da Caterina? Seu pai vai levar para voc¨º! ¨¦ um presente! Fique ¨¤ vontade para pegar!¡± Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. No final, Wilson Dias ainda adicionou, fingindo estar preocupado: ¡°Na verdade, seu pai est¨¢ saudades, quer ver voc¨º.¡± Isabe riu sarcasticamente e bloqueou aquele contato do WhatsApp tamb¨¦m, guardou o celro se nada tivesse acontecido. ¡°Algu¨¦m est¨¢ te iodando?¡± C¨¦lio brincou suas m?os pequenas. ¡°Quer que eu resolva?¡± ¡°N?o precisa.¡± Isabe n?o dava a minima para a familia Dias, mantendo uma express?o calma. ¡°Se precisar, pode contarigo.¡± C¨¦lio olhou nos olhos d. ¡°Se voc¨º n?o quiser algo ou n?o sente a vontade a lidar algo, pode deixarigo.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ t?o desocupado assim?¡± *Para voc¨º, sempre arranjo tempo. C¨¦lio falou um toque de afei??o. ¡°Voc¨º ¨¦ t?o jovem, n?o precisa carregar tudo sozinha.¡± ¡°Estou aqui para qualquer coisa.¡± C¨¦lio acariciou a cabe?a d. ¡°Lembre-se disso, pequena.¡± ¡°¡­¡± Isabe respondeu sem jeito, ¡°Lembrei.¡± ¡°Lembrou do qu¨º?¡± ¡°Que devo procurar voc¨º se precisar¡­¡± ¡°Lembre-se de que voc¨º tem um noivo. Quando tiver tempo, passe mais tempo ele, e quando n?o tiver, pense nele.¡± ¡°Ele vai te proteger e panhar por todos os amanheceres sombrios. C¨¦lio acariciou o rosto d. ¡°Grave bem isso na cabe?a.¡± ¡°Entendi!¡± Do outrodo. ¡°Essa garota insolente bloqueou at¨¦ o seu WhatsApp?¡± Ynda, vendo que a mensagem de Wilson Dias voltou um ponto de exma??o vermelho, rangeu os dentes de raiva. ¡°Criamos por dezoito anos, e n?o vale nada!¡± ¡°Isso ¨¦ tudo culpa sua! Eu disse para sermos mais am¨¢veis , olha s¨®, desde que saiu de casa, nada tem dado certo¡­¡± Agora, eles nem sabiam quem eram os pais biol¨®gicos d, algumas empresas pararam de trabalhar com eles, ser¨¢ que tinha a ver os pais d? Lembrando-se do carro de luxo brit¨¢nico daqu noite e das pvras do empregado¡­ Parecia que a familia d era mais poderosa do que a deles. ¡°Na ¨²ltima vez, a m?e d n?o ligou? Ainda temos o contato d¡­¡± Wilson Dias nem havia terminado de fr quando Ynda disse, ¡°Eu pensei que eles eram pessoas pobres do interior, deletei todos os contatos¡­ N?o guardei nada.¡± ¡°O que eu fa?o voc¨º agora?¡± Wilson Dias estava t?o ansioso quanto formiga em pan quente. ¡°N?o fique desesperado.¡± Ynda teve uma ideia. Tem uma figura importante no hospital agora, e muita gente influente tem ido visitar! Essa ¨¦ uma ¨®tima oportunidade¡­¡± Cap铆tulo 77 Cap¨ªtulo 77 ¡°Quem?¡± Wilson Dias n?o tinha ouvido nada sobre isso. ¡°Essa pessoa ¨¦ poderosa. Quando jovem, fez um sucesso tremendo no mundo dos neg¨®cios e construiu um imp¨¦rioercial gigantesco! Mais tarde, seuo assumiu a empresa e expandiu ainda mais o territ¨®rioercial, se tornando t?o jovem, o primeiro bilion¨¢rio do mundo!¡± ¡°Voc¨º est¨¢ fndo do C¨¦lio?¡± A fama de C¨¦lioo o primeiro bilion¨¢rio do mundo era conhecida por todos! Mas ele raramente aparecia em p¨²blico e a m¨ªdia nunca havia publicado uma foto dele¡­ ¡°Esse grande nome que voc¨º mencionou, ¨¦ o Sr. Mauro? Ele adoeceu e foi hospitalizado?¡± Como uma not¨ªcia t?o bomb¨¢stica n?o tinha chegado aos ouvidos de todos? ¡°N?o existe parede sem fresta¡­¡± Yndae?ou a contar o que aconteceu, ¡°O Sr. Mauro ficou muito doente recentemente, j¨¢ estava um p¨¦ na cova, quando por acaso uma estudante do ensino m¨¦dio passou por l¨¢ e fez uma cirurgia nele¡­¡± Foi s¨® depois que a not¨ªcia se espalhou que muita gente ficou sabendo que o Sr. Mauro estava internado no Hospital Ventoso e foram visit¨¢-lo. ¡°Que estudante do ensino m¨¦dio ¨¦ esse, t?o incrivel?¡± Wilson Dias pensou consigo mesmo, se algu¨¦m conseguiu salvar o Sr. Mauro, isso significava uma ascens?o mete¨®rica¡­ Uma estudante do ensino m¨¦dio, de dezessete ou dezoito anos, teve a coragem de operar o Sr. Mauro?! E ainda por cima conseguiu salv¨¢-lo?! Ele pensou tamb¨¦m em Isabe, que havia criado por dezoito anos, e que at¨¦ agora s¨® dava ele dor de cabe?a! Content held by N?velDrama.Org. ¡°Dizem que o Sr. Mauro vai ter alta em breve, temos que aproveitar essa oportunidade e nos apresentar proativamente¡­¡± Ynda estava fazendo seus c¨¢lculos. ¡°Mas ser¨¢ que o Sr. Mauro vai nos receber¨¢?¡± Wilson Dias estava preocupado. Um homem do calibre do Sr. Mauro se encontraria ele, um dos ricos da Cidade Inverno? ¡°Vamos tentar, u¨¦! Como vamos saber se n?o tentarmos?¡± Ynda pensou que, se o Sr. Mauro estivesse disposto a ajudar a nova gera??o, a familia Duarte n?o poderia mais agir soberba diante deles. ¡°Ent?o o que estamos esperando? Vamos preparar um presente e visit¨¢-lo amanh?.¡± Wilson Dias recuperou sua confian?a ee?ou a procurar pelos itens mais preciosos da casa. Isabe tinha passado um dia inteiro no escrit¨®rio e assim que saiu, recebeu um pedido de amizade. ¡°Nora, sou eu.¡± Isabe: ??? Ser¨¢ que foi o Sr. Mauro que adicionou no WhatsApp? ¡®Por que Isabe ainda n?o aceitou meu pedido de amizade¡­¡± Ricardo segurou o riso, ¡°Ouvi dizer que a senhora foi trabalhar, deve estar ocupada e n?o viu a mensagem.¡± ¡°Trabalhar Pra que? Precisa de dinheiro de bolso ou ¨¦ s¨® pra ganhar experi¨ºncia?¡± Sr. Mauro ainda estava tentando entender quando viu a t do celr acender, e emo??o exmou: ¡° aceitou, aceitou! nora aceitou meu pedido de amizade!¡± Os dedos longos de Isabe tocaram a t curiosidade, ¡°Vov??¡± A¨ª, minha querida Isabe, sou eu. Eu pedi C¨¦lio o seu WhatsApp, esse moleque noe?o nem queria me dar, viu!¡± Sr. Mauro enviou uma mensagem. Isabe sorriu levemente, mostrando preocupa??o, ¡°Como o senhor est¨¢ se sentindo hoje?¡± ¡°Muito melhor, muito melhor!¡± Sr. Mauro acabou de enviar a mensagem e r¨¢pidamente apagou a mensagem, substituindo por um emoji de carinha triste: ¡®Hoje n?o estou bem, ningu¨¦m veio me visitar! Estou t?o sozinho! Isabe, quando voc¨º vai me tirar do hospital?¡± Isabe achou interessante, ¡°Amanh?.¡± ¡°Beleza! Que horas?¡± Sr. Mauro mal podia esperar e ficou um tempo aguardando, mas n?o recebeu resposta. Nesse momento, o carro de C¨¦lio j¨¢ estava esperando dodo de fora da empresa. Cap铆tulo 78 Cap¨ªtulo 78 Isabe tinha acabado de entrar no carro quando ele a puxou para seus bra?os, ¡°De quer ¨¦ a mensagem?¡± Se ele n?o tivesse se enganado, estava respondendo a uma mensagem quando saiu da empresa, e havia at¨¦ um leve sorriso em seus l¨¢bios¡­ Quem poderia faz¨º sorrir genuinamente? ¡°N?o foi voc¨º que passou meu WhatsApp para o vov??¡± Isabe perguntou as sobrancelhas erguidas. ¡°O velhinho me liga mais de vinte vezes por dia.¡± C¨¦lio tamb¨¦m estava sem sa¨ªda, ¡°Ele f demais, se n?o for importante, pode ignorar.¡± Isabe achou engra?ado. Era assim que umo fva? ¡°Isabe? Voc¨º est¨¢ ocupada?¡± ¡°Ouvi dizer que voc¨ºe?ou a trabalhar? ¨¦ para ter uma experi¨ºncia de vida ou est¨¢ sem dinheiro de bolso?¡± ¡°Se estiver sem dinheiro de bolso, pode fr o vov?, viu? Quanto voc¨º precisa? Eu transfiro pra voc¨º!¡± C¨¦lio viu que at¨¦ o av?, sempre t?o imponentele autorit¨¢rio, usava express?es informais. e n?o p?de deixar de rir, ¡°O vov? at¨¦ aprendeu a digitar por sua causa.¡± Que mudan?a surpreendente. Encostada no assento, Isabe respondeu pregui?osamente: ¡°N?o precisa, ¨¦ s¨® para ter uma experi¨ºncia mesmo, as f¨¦rias de ver?o s?o longas, ¨¦ para passar o tempo.¡± ¡°Se quer pa o tempo, pode vir visitar o vovo! Posso levar voc¨º para viajar o mundo! Ou voc¨º quer ficar em Cidade Ventoso? Tem v¨¢rios pontos turisticos aqui, eu posso The mostrar, viu!¡± Isabe estava prestes a responder quando C¨¦lio pegou o celr d, pressionou a t interesse e disse, ¡°Vov?, voc¨º est¨¢ atrapalhando o nosso momento a dois.¡± Sr. Mauro n?o esperava que oo estivesse junto a nora e n?o conseguiu esconder um sorriso de satisfa??o, apressando-se em guardar o celr para n?o os iodar mais. Parece que esse rcionamento ia dar certo certeza!! ¡°A que horas vamos buscar o vovo amanh??¡± Isabe perguntou, ainda tom pregui?oso. ¡°Voc¨º decide.¡± C¨¦lio devolveu o celr a , brincando as m?os d, ¡°Como voc¨º quiser.¡± ¡°Que tal depois do almo?o?¡± teria que trabalhar ¨¤ tarde e n?o queria que o av? esperasse muito¡­ ¡°Beleza.¡± C¨¦lio brincava seus dedos finos e p¨¢lidos, todos bonitos, at¨¦ as unhas estavam bem cortadas e limpas. Text content ? N?velDrama.Org. Essa garota parecia ter magia; depois de segurar sua m?o, ele n?o queria mais solt¨¢.. Sr. Mauro se arrumou e estava esperando Isabe¡­ Ricardo entrou novamente, dizendo resigna??o: ¡°Senhor, o Diretor Capelo do Grupo Capelo veio com a filha para visit¨¢-lo, e o Ant?nio Barbosa do Grupo Barbosa e a esposa tamb¨¦m est?o l¨¢ fora com a filha¡­ Al¨¦m disso, o Reyner Paiva da Familia Paiva veio aa, e a av¨® Vieira da Familia Vieira trouxe todas as suas quatroas¡­¡± ¡°N?o quero v¨º-los, n?o quero v¨º-los, n?o quero v¨º-los!¡± Sr. Mauro queria ver Isabe, n?o esses estranhos! Os objetivos dessas pessoas eram ros, queriam casar suas filhas eas a Fam¨ªlia Franco, certo? Ele parecia um velho confuso que n?o conseguia entender isso? *Ent?o eu vou recus¨¢-los agora, dizendo que o senhor ainda est¨¢ descansando¡­¡± ¡°Mande dizer que hoje n?o vou receber ningu¨¦m!¡± A menos que a nora chegasse¡­ Sr. Mauro pensou um pouco e acrescentou, ¡°Diga para eles n?o ficarem bloqueando a entrada, n?o quero que atrapalhem o caminho da minha nora.¡± ¡°Certo.¡± Ricardo concordou, mas ao virar-se, j¨¢ estava pensando em uma desculpa paral dispensar as pessoas dodo de fora. Ao meio-dia, as pessoas dodo de fora tinham mudado v¨¢rias vezes, todas vieram visitar Sr. Mauro¡­ Conhecidos, desconhecidos, uma multid?o que enchia os corredores! Cap铆tulo 79 Cap¨ªtulo 79 O Senhor Mauro esperou tanto, olhando para cadado, mas Isabe n?o apareceu, e sua barriga j¨¢ roncava de fome. ¡°Senhor¡­¡± Ricardo entrou mais uma vez. Content held by N?velDrama.Org. Pablo Franco se animou de repente, perguntando esperan?oso, ¡°Ser¨¢ que ¨¦ a Isabe que chegou?¡± Cad¨º ? Por que n?o a vejo? Olhando para fora, avistou as costas de alguns seguran?as. Eles formavam um muro humano, e ps frestas entre seus ombros, dava havia muita gente dodo de fora. hara ver que O animo de Pablo Franco murchou de repente,o um bal?o que perde o ar. ¡°S?o representantes de algumas empresas pequenas que nunca ouvi fr. Parece que descobriram que voc¨º est¨¢ aqui cuidando da sa¨²de e vieram visit¨¢-lo¡­¡± ¡°J¨¢ disse que n?o quero ver ningu¨¦m!¡± Pablo Franco estava impaciente aqus pessoas, ¡°C¨¦lio disse quando ele chega?¡± J¨¢ era meia-noite e meia e nem sinal dele! ¡°O senhor foi almo?ar a senhora, e disseram que vir?o depois.¡± Ricardo, ao ver que o Senhor n?o havia tocado nos pratos deliciosos ¨¤ sua frente, n?o p?de deixar de aconselhar, ¡°Senhor, por que n?oe um pouco? O senhor e a senhora talvez demorem a chegar¡­¡± Esse casal sempre t?o grudado, nunca se sabe quanto tempo v?o levar nesses carinhos. ¡°Hmph! Esse moleque! Nem para me chamar paraer juntos!¡± Pablo Franco se sentiu deixado de lado, murmurando, ¡°Me deixam aqui esperando sozinho¡­¡± L¨¢ fora. Ynda, em seus sapatos de salto de dez cent¨ªmetros, j¨¢ sentia os p¨¦s doerem. estava cansada e fome, olhando para os seguran?as impassiveis e sorriu de forma bajdora, ¡°Mo?os, estamos aqui esperando h¨¢ uma hora j¨¢! ¨¦ hora do almo?o, e aida preparado para o senhor vai esfriar, deixem a gente entrar para v¨º-lo, por favor?¡± ¡°Sra. Ynda, sem querer ofender,¡± disse Rebeca, aodo d, desprezando a sac do ¡®Sabor de Encanto que Ynda carregava, ¡°O Senhor Mauro ¨¦ algu¨¦m de pdar Capitulo 79 refinado,o ele poderiaer algo de t?o baixa categoria?¡± Depois de fr, olhou para os seguran?as e sorriu, ¡°Rapazes, que tal nos deixarem entrar? A familia Duarte ¨¦ conhecida por voc¨ºs, n?o ¨¦? O almo?o que trouxemos ¨¦ do Restaurante Lotte! Olha s¨® essas embgens, s?o t?o elegantes!¡± A reputa??o do Restaurante Lotte era muito superior ¨¤ do Sabor de Encanto. Ynda s¨® havia escolhido o Sabor de Encanto porque n?o conseguiu uma reserva no Restaurante Lotte. Vendo que n?o podiapetir em termos deida, Ynda tirou do bolso alguns envelopes j¨¢ preparados e os enfiou nas m?os dos seguran?as. ¡°¨¦ uma pequena demonstra??o de nossa gratid?o, por favor, deixem-nos entrar para ver o velho senhor.¡± Ynda sorriu bajdora, deixando a dignidade dedo, ¡°Se formos. bem-sucedidos no futuro, certeza n?o esqueceremos de voc¨ºs.¡± Quando Rebeca viu Ynda recorrendo a essa t¨¢tica, imediatamente tirou alguns cart?es banc¨¢rios da bolsa, ¡°Rapazes, um envelope n?o pode conter muito, mas nossos cart?es s?o diferentes¡­¡± ¡°Parente querida,o voc¨º pode ser assim!¡± ¡°Sra. Ynda, n?o me chame de forma t?o intima, nem temos certeza dessa r??o familiar ainda!¡± ¡°Rebeca, esse noivado foi arranjado pelos nossos senhores, voc¨º est¨¢ pensando em voltar atr¨¢s?¡± ¡°Se o Senhor da minha familia soubesse que sua preciosa filha foi criada por uma faxineira, ele provavelmente sairia do caix?o para impedir este casamento.¡± ¡°Como voc¨º pode fr assim, na frente da crian?a¡­¡± s continuaram discutindo e enfiando coisas nas m?os dos seguran?as, nenhuma dando tr¨¦gua ¨¤ outra. Os seguran?as permaneceram indiferentes, e tudo o que foi colocado em suas m?os ¨C envelopes e cart?es ¨C acabou caindo no ch?o. Wilson Dias mais uma vez se aproximou e, determina??o, enfiou os envelopes nos bolsos dos seguran?as, ¡°N?o sejam timidos, rapazes, isso ¨¦ s¨® uma pequena demonstra??o de nossa gratid?o¡­ Um dos seguran?as, ao ver o que Wilson Dias carregava na outra m?o, notou presenteso ninhos de andorinha, ginseng, e cogumelos trufados¡­. Cap铆tulo 80 Cap¨ªtulo 80 N?o conseguia conter o desprezo no cora??o Ser¨¢ que Wilson Dias desprezava o velho ou achava que esses itens de baixa qualidade eram suficientes para agrad¨¢-lo? Os seguran?as,o se tivessembinado, tiraram os envelopes que haviam colocado em seus bolsos e os jogaram no ch?o. Sentindo-os, provavelmente n?o passavam de alguns milhares de reais, no entanto, eles ganhavam cem mil por m¨ºs. Como poderiam arriscar seus empregos por t?o pouca vantagem?! Content held by N?velDrama.Org. Rebeca se divertia a frustra??o deles, sentindo uma satisfa??o secreta. Ynda, ao ver que os seguran?as n?o cediam de jeito nenhum, de repenten?ou um olhar para sua filha, uma boa apar¨ºncia¡­ apressadamente puxou Caterina Dias, ¡°Caterina, vai l¨¢ fr aqueles rapazes. ¡°Titia, deixa que eu vou!¡± Aaron, sabendo bem o que Ynda estava tramando, rapidamente se adiantou para proteger Caterina Dias, ¡°Caterina ainda ¨¦ jovem, deixe-me fazer esse tipo de coisa.¡± ¡°Como eu poderia iodar o senhor da familia Duarte¡± Ynda descontou sua irrita??o em Aaron, ¡°Voc¨º n?o ouviu o que sua m?e disse? O casamento entre voc¨º e Caterina nem est¨¢ certo ainda!¡± Foi ent?o que Ricardo saiu do quarto de hospital, dizendo: ¡°Abram espa?o! Por favor, deem espa?o!¡± Uma garota saiu do elevador n?o muito distante, e suas pernas longas e brancas capturaram a aten??o de todos. Seus olhos encantadores brilhavam reza, e seu rosto p¨¢lido se destacava, exndo uma aura de poder e arrogancia. Ao v¨º, Ricardo se aproximou rapidamente e a chamou respeitosamente, mas voz baixa: ¡°Senhora!¡± Ele sussurrava porque havia muitas pessoas ali, e a identidade da senhora ainda n?o era p¨²blica. Se algu¨¦m ouvisse, poderia causar problemas desnecess¨¢rios. ¡°Av? Ricardo.¡± Isabe o cumprimentou educadamente, chamando-o de avo. Ricardo se sentiu tocado, achando a senhora muito pr¨®xima e sem nenhuma presun??o. Todos o chamavam de Ricardo, mas aqu senhora pronunciava seu nome de uma maneira que chegava ao fundo de seu cora??o. ¡°O senhor est¨¢ ¨¤ sua espera h¨¢ muito tempo! Por aqui, por favor.¡± Dias e Duarte, junto Ao ver Ricardo conduzindo Isabe tanto respeito, as familias as pessoas que estavam visitando o velho senhor, ficaram boquiabertas. Wilson Dias esfregou os olhos, incr¨¦dulo o que via. Ynda ficou t?o surpresa que nem conseguia fr, a boca formando um ¡°0¡±. Caterina Dias,o se tivesse sido atingida por um raio em um dia ensrado, mordeu o l¨¢bio inferior e apertou os punhos discretamente, sem conseguir acreditar que Isabe estava sendo guiada por Ricardo, caminhando at¨¦ aquele quarto de hospital. Aquele quarto de hospital era algo que eles s¨® podiam aspirar! Enquanto isso, Isabe, mexendo no celr e respondendo a alguma mensagem, nem notava a multid?o ao redor. As pessoas da multid?on?avam olhares de inveja, ci¨²me e ¨®dio, todos espdo sobre a identidade d! Quem era para receber tal tratamento de Ricardo! Rebeca tamb¨¦m n?o esperava que Ricardo, sempre t?o altivo, pudesse tratar aqu garota tanta cortesia e respeito! Aaron sentiao se uma garrafa de temperos tivesse sido derrubada em seu cora??o, uma mistura de emo??es! Que direito Isabe tinha. Para ser recebida pessoalmente por Ricardo¡­ E ainda poder ir ¨¤quele quarto de hospital¡­ Todos tentaram de todos os modos e n?o conseguiram ver o Sr. Mauro, mas simplesmente seguiu Ricardo facilidade.. Cap铆tulo 81 Cap¨ªtulo 81 ¡°Isabe!¡± Ynda n?o conseguiu se conter e exmou, ¡°Voc¨º, voc¨º¡­¡± Isabe ouviu a voz, olhou para tr¨¢s e viu Ynda um olhar que transmitia distancia e indiferen?a, desviando o olhar em um segundo e seguindo Ricardo para dentro, obedientemente. Os outros n?o sabiam da r??o entre s, e ao verem que a familia Dias conhecia a mo?a, passaram a olhar para a familia admira??o! Enquanto a familia Dias se enchia de um sentimento de superioridade, tamb¨¦m n?o podiam deixar de especro Isabe tinha conseguido entrar¡­ Como conhecia uma figura t?o importanteo o Senhor Mauro? ¡°Vov¨®. Assim que entrou no quarto do hospital, Isabe cumprimentou educa??o. ¡°Minha querida Isabe, finalmente voc¨º chegou! Eu estava ansioso, mas finalmente voc¨º veio! Pablo Franco a convidou para se sentar e n?o pode deixar de perguntar curiosidade, ¡°Como voc¨º veio sozinha? E o C¨¦lio?¡± ¡°Ele teve umpromisso de ¨²ltima hora e teve que voltar para a empresa.¡± ¡°Esse moleque!¡± Pablo Franco se irritou por dentro, sem d¨²vida, C¨¦lio j¨¢ estava cansado de Isabe! Em apenas alguns dias, ele a tinha deixado dedo¡­ Onde ele poder¨¢ encontrar uma garota t?o bonita e habilidades m¨¦dicaso a Isabe? Ele pensou que o casamento deles estava quase certo¡­ Agora, parecia estar em suspenso! ¡°Ricardo, ligue para o C¨¦lio!¡± Pablo Franco estava visivelmente irritado, ¡°Esse moleque s¨® tem olhos para o trabalho!¡± Ele precisava ter uma conversa s¨¦ria ele! Com uma garota t?o linda bem na frente dos seus olhos, e ele ainda pensando em outras coisas! Na verdade, C¨¦lio realmente n?o tinha animo para trabalho, mas, se n?o terminasse o que tinha para fazer, n?o poderia jantar a querida Isabe naqu noite. Para passar mais tempo a querida, ele teve que sacrificar a chance de buscar o av? no hospital¡­ Mas o velho n?o sabia disso e pensou que C¨¦llo n?o gostava de Isabe, que estava cansado de sua companhia, e que a estava negligenciando de prop¨®sito¡­. N?velDrama.Org owns all ? content. ¡°N?o tem problema, deixa ele trabalhar.¡± Sem um grude, Isabe nem sabia o quanto estava confort¨¢vel e ¨¤ vontade. Mas para Pablo Franco, isso soavao se estivesse justificando C¨¦lio, muitopreensiva! ¡°Esse C¨¦lio, desde pequeno passou por muitas coisas, o que fez que ele se tornasse frio e de poucas pvras. No futuro, o vov? val encontrar tempo para conversar voc¨º sobre o passado dele.¡± Isabe n?o estava interessada no passado de C¨¦lio, mas ainda assim acenou a cabe?a obedientemente, a apar¨ºncia de uma boa menina. Dodo de fora do quarto. Caterina Dias notou que, desde que Isabe entrou, o olhar de Aaron permanecia fixo naquele quarto. tinha que admitir que Isabe estava realmente linda naquele dia, mesmo uma roupa simples e o cabelo preso em um coque despretensioso, suas fei??es marcantes e a aura de confian?a que irradiava de dentro para fora chamavam a aten??o. Vendo que todos estavam pensando em Isabe, Caterina mordeu o l¨¢bio inferior e murmurou, ¡°A vida privada da irm? ¨¦ realmente muito bagun?ada¡­ ¡®O que voc¨º disse?¡± Ynda pensou que soubesse de algum segredo e perguntou apressadamente. N?o s¨® Ynda, mas Wilson Dias e as pessoas da familia Duarte tamb¨¦m foram atra¨ªdas por suas pvras e olharam para ! Caterina Dias,o se tivesse encontrado um sentido de presen?a,e?ou a fr uma voz suave e fr¨¢gil: ¡°Mais cedo, eu e Aaron vimos a irm? ajudando um homem a entrar em um hotel, um homem t?o velho que mal conseguia andar¡­¡± ¡°Depois de panhar o homem mais velho no hotel, a irm? entrou em um carro de luxo para encontrar outro homem¡­¡± Cap铆tulo 82 Cap¨ªtulo 82 Naqu ¨¦poca, a irm? conseguia entrar naquele quarto do hospital, ningu¨¦m sabia se tinha algum rolo com o Sr. Mauro ou se tinha se engra?ado algum rico, entrando.o uma amante para visitar o Sr. Mauro¡­ Qualquer que fosse a possibilidade, era dementar¡­ era t?o talentosa, mas para ficar na Cidade Ventoso, acabou se envolvendo em tantas coisas erradas. Caterina Diasentou isso e ainda suspirou teatralmente,o se estivesse profundamente consternada. Ynda mal podia acreditar no que estava ouvindo, ¡°A vida privada dessa garota ¨¦ mesmo t?o bagun?ada?!¡± Se entrava naquele quartoo a amante, n?o tinha medo de sujar os olhos do Sr. Mauro, atrapalhando sua recupera??o! ¡°A fam¨ªlia biol¨®gica da Isabe parece ser rica, eles n?o devem ter interesse em fazer algo assim.¡¯ Quando Aaron falou isso, Caterina Dias ficou surpresa, ¡°Aaron, voc¨º est¨¢ defendendo al irm?? Se a familia biol¨®gica d fosse mesmo rica,o os pais d aceitariam que fosse servir homens velhos em hot¨¦is? Naquele dia voc¨º tamb¨¦m viu, estava muito intima aquele homem mais velho, pareciam at¨¦ amantes¡­¡± Caterina Dias n?o deveria ter fdo, mas ao mencionar, Aaron se lembrou das m?os p¨¢lidas de Isabe segurando o homem mais velho e se sentiu desconfort¨¢vel. Caterina Dias aproveitou para jogar mais lenha na fogueira, ¡°Se a familia biol¨®gica da irm¨¡ fosse mesmo rica, poderiam sacar bilh?es em dinheiro a qualquer momento. Ent?o seus pais, no m¨ªnimo, teriam que ser os mais ricos do estado, ou at¨¦ do pa¨ªs¡­¡± Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. ¡°Mas ramente, essa possibilidade ¨¦ baixa. Aquele carro de luxo britanico verde que vimos outro dia tamb¨¦m poderia pertencer a algum velho¡­ E aquele servo poderia estar mentindo¡­¡± ¡°Estou me perguntando, se a familia biol¨®gica d ¨¦ t?o rica, por que iria ficar no hospital esperando aqu senhora idosa acordar¡­ j¨¢ esteve l¨¢ v¨¢rias vezes!¡± Ynda pensou consigo mesma, ¡° deve estar esperando a senhora acordar para lhe fa?a um favor, para que possa ficar com a familia Dias¡­¡± Pois ¨¦, os pais da Isabe realmente n?o devem ter dinheiro¡­ Foi ent?o que alguns seguran?as receberam uma mensagem ee?aram a ¡°dispersar¡± as pessoas de fora. ¡°Hoje o Sr. Mauro n?o vai receber ningu¨¦m, por favor, voltem para casa, n?o fiquem aqui, Capitulo 82 o ar est¨¢ abafado.¡± ¡°Mas aqu mo?a acabou de entrar¡­¡±Caterina Dias disse um sorriso gentil, ¡°Meul querido, qual ¨¦ a r??o daqu mo?a o Sr. Mauro l¨¢ dentro? Pode nos contar?¡± O seguran?a, vendo a atitude falsa d, sentiu-se repentinamente desgostoso. Eles trabalhavam na Familia Franco h¨¢ muitos anos e j¨¢ tinham visto muitas pessoas que se apresentavam dessa forma. Como o seguran?a n?o lhe deu aten??o, Caterina Dias ficou constrangida, tantos olhares sobre , sem tero sair da situa??o dignidade, s¨® pode dizer a cara mais dura, ¡°Meu querido, para ser honesta, aqu mo?a ¨¦ minha irm?¡­¡± ¡°Se ¨¦ sua irm?, ent?o pergunte a depois. O seguran?a a cortou. Ynda puxou Caterina Dias de volta, n?o querendo envergonh¨¢ ainda mais. Mas Rebeca n?o gostava de ver a menina se envergonhando, sentindo desd¨¦m por . Muitas pessoas foram embora, mas muitas ainda ficaram por perto esperando o Sr. Mauro sair. N?o muito tempo depois, a porta do quarto do hospital se abriu. Isabe saiu apoiando Pablo Franco, e todos ficaram chocados! O velho estava bem disposto, rindo e fndo algo para a menina, que assential obedientemente, pareciam muito harmoniosos e carinhosos,o uma familia! Alguns pequenos empres¨¢rios ficaram at?nitos e correram para fr o Sr. Mauro¡­ Todos foram barrados pelos seguran?as. *Sr. Mauro, o senhor vai ter alta?¡± ¡°Ser¨¢ que poderia me dar cinco minutos?¡± ¡°J¨¢ estou acabando, s¨® mais um minutinho!¡± ¡°Sr. Mauro, Sr. Mauro!!¡± Pablo Franco ignorava as vozes atr¨¢s de si, conversando e rindo a mo?a ao seudo. enquanto caminhavam em dire??o ao elevador Ricardo, carregando as ms, seguia-os de perto, ares de um fiel escudeiro. ¡°Realmente, a irm? parece ter uma r??o bem pr¨®xima o Sr. Mauro¡­¡± Cap铆tulo 83 Cap¨ªtulo 83 Caterina Dias morria de inveja e n?o conseguiu se conter,n?ando uma sombra de d¨²vida: ¡°Ficaram l¨¢ dentro tanto tempo, quem sabe o que estavam fazendo¡­ N?o deve ter sido nada que se possa ver ¨¤ luz do dia.¡± ¡°Caterina!¡± Ynda certamente suspeitava de algo, mas o seguran?a do Sr. Mauro estava logo ¨¤ frente. Se ele ouvisse aquilo, a fam¨ªlia Dias s¨® teria mais problemas! Caterina Dias mordeu o l¨¢bio inferior, olhando ressentimento a figura que caminhava ¨¤ frente¡­ Se fosse a segurar o Sr. Mauro¡­ Como seria bom! Quinze minutos depois. O carro chegou em frente a uma casa de estilo oriental, a morada de Pablo Franco, cobrindo uma ¨¢rea de milhares de metros quadrados. A madeira escurabinada as paredes exteriores brancas emitia uma aur¨¤ de antiguidade, as varandas e jans de madeira exibiam uma elegancia imponente, e o telhado suas beiradas curvadas seguia um design sim¨¦trico, est¨¢vel e firme. Possu¨ªa um charme cl¨¢ssico reminiscente da arquitetura tradicional, mas um toque da gra?a da regi?o sul, cercado por um riacho cristalino, conhecidoo ¡°Arenal Arquitetura¡±. *Isabe, cheg¨¢mos a casa!¡± Pablo Franco estava animado e convidou calorosamente, ¡°Vamo sentar-nos no quintal, vou pedir para trazerem um bom ch¨¢. Voc¨º gosta de algum petisco preferido? Posso pedir para prepararem na hora.¡± ¡°N?o precisa, vov?.¡± Isabe sorriu discretamente, dizendo docemente, ¡°Ainda tenho que voltar ao trabalho, ent?o n?o vou entrar.¡± Pablo Franco se desanimou, ¡°Voc¨º j¨¢ vai?¡± ¡°Senhora, j¨¢ que est¨¢ aqui, por que n?o deixa o trabalho dedo hoje?¡± Ricardo tamb¨¦m gostava muito d e insistiu para que ficasse, ¡°Entre para descansar um pouco, tomar um ch¨¢,er alguma coisa.¡± Tenho uns assuntos para resolver na empresa.¡± Isabe falou do?ura, ¡°Fica para a pr¨®xima. ¡°A que horas voc¨º sai? Posso mandar o C¨¦lio te buscar¡­¡± Pablo Franco, embora relutante em deix¨¢- la partir, n?o queria atrapalhar ospromissos da nora, ¡°Que tal jantar aquiigo noite e fazermos um pouco depanhia um ao outro?¡± ¡°O senhor ainda n?o est¨¢ totalmente recuperado, talvez a senhora precise dar uma olhada¡­ Ricardo disse isso e rapidamente fez sinais os olhos para Pablo Franco. Capitulo 83 ¡°Ah, meu cora??o¡­¡± Pablo Francoe?ou a encenar de repente, ¡°Isabe, voc¨º poderia me examinar mais tarde? Ainda sinto um desconforto aqui¡­ cof, cof¡­¡± Isabe, percebendo a atua??o exagerada e tosca do anci?o, n?o o desmascarou e apenas sorriu, ¡°Tudo bem.¡± ¡°¨®timo! De que voc¨º gosta deer? Vou mandar preparar na cozinha!¡± Pablo Franco, percebendo seu entusiasmo exagerado, fingiu tossir mais uma vez, voz fraca, ¡°Voc¨º tem alguma restri??o alimentar? Cof, cof¡­¡± ¡°Est¨¢ tudo bem para mim.¡± Isabe respondeu, olhos brilhantes e uma aura et¨¦rea, ¡°N?o precisa preparar muita coisa.¡± ¡°Combinado.¡± Pablo Franco estava felizo uma crian?a, ¡°Ent?o vou mandar o motorista a levar para o escrit¨®rio, e voc¨º volta o C¨¦lio depois do trabalho.¡± ¡°Certo.¡± Depois que Isabe partiu, Pablo Franco recuperou instantaneamente o ¨¢nimo, perguntando um sorriso, ¡°E a¨ª, atuei bem agora?¡± Ricardo ergueu o polegar e o indicador, fazendo um pequeno gesto, ¡°Um tantinho exagerado¡­¡± ¡°S¨¦rio?¡± Pablo Franco olhou na dire??o que o carro tinha tomado, ¡°Ent?o da pr¨®xima vez vou ser mais rigoroso¡­¡±. Dentro de casa. Ele pegou o celr e ligou para C¨¦lio, uma atitude firme. ¡°N?o me importa a urg¨ºncia que voc¨º tenha, esta noite voc¨º tem que buscar a Isabe depois do trabalho, e vir para c¨¢ jantar.¡± N?velDrama.Org owns all ? content. ¡°Certo.¡± Para sua surpresa, o homem do outrodo da linha concordou rapidamente, sem nem meio segundo de hesita??o, Pablo Franco: ?!? Como ele pode aceitar t?o facilmente?! Ser¨¢ que tinha ouvido errado?! ¡°Estou avisando! Isabe ¨¦ a nora que eu escolhi, n?o permito que voc¨º jogue sujo!¡± ¡° sa¨ªa do trabalho ¨¤s cinco.¡± A voz profunda de C¨¦lio ecoou do outrodo da linha, ¡°Chegar¨¢ al antes das seis.¡± O que estava impl¨ªcito: Ter o jantar pronto antes das seis. Pablo Franco: ??? Cap铆tulo 84 Cap¨ªtulo 84 Ser¨¢ que ele estava tendo alucina??es? Foi o pr¨®prio moleque quem disse isso? ¡°Quanto ¨¤ sobremesa depois do jantar.¡± C¨¦lio pareciapreender bem o gosto de Isabe e descreveu detalhadamente, ¡° n?o gosta de coisas sabor de chocte, mas pode preparar mais coisas sabor de morango.¡± Pablo Franco: ?? Depois de desligar o telefone, Pablo Franco ainda estava tentando entender, sentindo que seuo tinha se tornado um enigma, indecifr¨¢vel para ele. Ricardo achou que o velho senhor tinha sido rejeitado e, prontamente, quis ajud¨¢-lo a resolver o problema, ¡°Senhor, tenho a impress?o de que as coisas entre o senhor e a senhora est?o progredindo devagar, que tal ativarmos a situa??o esta noite?¡± ¡°Que ideia voc¨º tem?¡± Pablo Franco estava realmente curioso. ¡°Podemos¡­¡± Ricardo sussurrou a estrat¨¦gia em seu ouvido, e ao ver o velho senhor sorrindo satisfeito, seu pr¨®prio sorriso tamb¨¦m se abriu, ¡°Ent?o, vou pedir para prepararem o quarto anteced¨ºncia¡­¡± Em outro lugar. Isabe pegou o elevador at¨¦ o vig¨¦simo andar da empresa e, de longe, viu seu assistente, Raul Fonseca, na porta de seu escrit¨®rio ¨¤ espera d. ¡®Diretora Isabe!¡± Quando Raul Fonseca a viu, se aproximou rapidamente, ¡°Voc¨º finalmente chegou! Rafael Costa quer v¨º!¡± Isabe arqueou as sobrancelhas elegantemente, ramente sem reconhecer o nome. ¡°Ele ¨¦ um enviado da matriz, j¨¢ era uma das figuras-chave da empresa h¨¢ um ano, antes: da senhora assumir aqui, ele era o mais poderoso¡­ ¡°E por que eu nunca o vi nas reuni?es anteriores?¡± ¡°Bem¡­¡± Raul Fonseca hesitou, finalmente confessando em voz baixa, ¡°Ele raramente na empresa.¡± te est¨¢ ¡°Est¨¢ sempre fora em neg¨®cios?¡± ¡°N?o ¨¦ bem isso Com a conversa chegando a esse ponto, Isabe entendeu mais ou menos, ¡°Chame-o para c¨¢.¡± ¡°Certo,¡± Raul Fonseca octava a ponto de busc¨¢-lo. Isabe, interessada,entou, ¡°Um vice-presidente precisa que voc¨º v¨¢ pessoalmente convid¨¢-lo?¡± ¡°Se for apenas um aviso por telefone ou uma mensagem, ele fica irritado¡­¡± ¡°S¨¦rio?¡± Ele sabiao se impor. ¡°Ent?o vamos ver qu?o grande ¨¦ esse fogo dele.¡± N?o demorou muito e um homem de meia-idade, por volta dos 40 anos, apareceu. Ele era um pouco gordo, um rosto redondo e expressivo, olhos prantes que impunham respeito. Assim que chegou ¨¤ porta do escrit¨®rio, j¨¢e?ou a intimidar Raul Fonseca. ¡°Ent?o tem uma nova chefe que n?o d¨¢ valor ¨¤ antiga lideran?a?¡± ¡°Rafael, voc¨º est¨¢ exagerando! Foi apenas um imprevisto que me impediu de convid¨¢-lo pessoalmente, Raul Fonseca tamb¨¦m se sente muito mal isso!¡± ¡°Essa chefe que caiu do c¨¦u, ser¨¢ que vai durar aqui dentro? J¨¢ aprendeu a usar o poder para intimidar, me desrespeitando? N?o teme terminar as m?os abanando?¡± ¡°Eu jamais me atreveria.¡± Raul Fonseca riu internamente, mas manteve a serenidade, ¡°Por favor, entre! A diretora Isabe est¨¢ esperando.¡± Rafael Costan?ou-lhe um olhar frio e entrou no escrit¨®rio ar arrogante. A jovem na cadeira tinha olhos ros e observava-o interesse. Rafael Costa n?o esperava que, depois de tanto alvoro?o, encontraria uma jovem, embora de boa apar¨ºncia, n?o parecia lev¨¢-lo a s¨¦rio. ¡°Ouvi dizer que a empresa tem uma nova respons¨¢vel, n?o esperava algu¨¦m t?o jovem,¡± Rafael Costa come?ou a atacar, ¡°Disseram-me que voc¨º foi enviada p matriz,o nunca o vi quando estava l¨¢?¡± ¡°A matriz tem mais de cinco mil pessoas, voc¨º conheceu todas?¡± Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. ¡®ro que n?o, mas algu¨¦m sua beleza e idade, capaz de ocupar essa posi??o, eu nunca tinha visto antes. Quem da matriz enviou voc¨º?¡± Cap¨ªtulo 85 ¡°Isso deve ser reportado ao Rafael?¡± Isabe curvou os l¨¢bios num sorriso, ¡°Eu ouvi dizer que o Rafael raramente est¨¢ na empresa. Ser¨¢ que eu, a nov¨¢ diretora tempor¨¢ria, posso me intrometer nisso?¡± Rafael Costa afastou a cadeira e sentou-se arrogancia diante de Isabe, ¡°Se eu tivesse que me preocupar cada detalhe da empresa, j¨¢ estaria exausto. Diretora Isabe n?o sabe ainda quantos assuntos a empresa tem¡­¡± ¡°Ent?o, onde o Rafael vai quando n?o est¨¢ na empresa?¡± ¡°Fazer neg¨®cios outros empres¨¢rios, encontrar fornecedores. Quer dizer, diretora Isabe, voc¨º tamb¨¦m vai querer contrr isso?¡± ¡°ro.¡± Isabe levantou um sorriso nos l¨¢bios, ¡°Preciso saber que neg¨®cios foram discutidos, que acordos foram feitos, sen?o ser¨¢ consideradoo falta sem justificativa.¡± ¡°Hum.¡± Rafael Costa sorriu, ¡°Ent?o, a diretora Isabe quer que eu fique na minha posi??o de trabalho todos os dias?¡± ¡®N?o s¨® voc¨º, todos na empresa, durante o hor¨¢rio de trabalho, devem ficar em seus postos!¡± O sorriso de Isabe se aprofundou. Rafael Costa, um brilho nos olhos, fixou o olhar na mo?a ¨¤ sua frente e, de repente, sorriu. ¡°Como diretora e respons¨¢vel m¨¢xima p empresa, ro que vou ouvir o que voc¨º diz. ¡°Se n?o h¨¢ mais nada, vou voltar para o meu escrit¨®rio.¡± Capitulo 84 ¡°Fique tranqu, a partir de agora, estarei todos os dias no escrit¨®rio e trabalharei junto a diretora Isabe para gerenciar bem a empresa.¡± Na ¨²ltima frase, Rafael Costa enfatizou o tom,o se tivesse um duplo sentido. Para surpresa dele, Isabe mostrou interesse e curvou os l¨¢bios num sorriso, ¡°Primeiro, cuide de si mesmo.¡± Ao v¨º-lo se levantar para sair, Isabe olhou para suas costas, ¡°Ah, esqueci de dizer ao Rafael¡­¡± Rafael Costa parou. Isabe disse, pvra por pvra, ¡°Meu pessoal, s¨® eu possoandar. Rafael Costan?ou um olhar para Raul Fonseca, que estava na porta, insatisfeito. ¡°Rafael entendeu?¡± Cap铆tulo 86 Cap¨ªtulo 86 Mariana Neves seguiu a empregada por diversos corredores at¨¦ finalmente chegar diante de Pablo Franco. Seus olhos se encheram de l¨¢grimas e sua voz falhou. ¡°Vov?!¡± disse, n?o conseguindo conter as l¨¢grimas, ¡°Ver o senhor t?o saud¨¢vel e cheio de vida sentado aqui me deixa ao mesmo tempo culpada e feliz¡­¡± ¡°Por que est¨¢ chorando agora?¡± ¡°Da ¨²ltima vez eu errei! Eu quer¨ªa que o senhor se recuperasse mais r¨¢pido, e n?o imaginei que aquele Spray para Beneficiar o Cora??o tivesse problemas¡­¡± Mariana Neves estava envergonhada demais para olhar para ele, ¡°O senhor sofreu ¨¤ toa¡­ Gra?as a Deus o senhor tem uma boa fortuna!¡± ¡°Ha ha ha¡­¡± Pablo Franco riu afetuosamente, ¡°Deixe o passado para tr¨¢s, n?o precisamos mais fr sobre isso.¡± N?o era o Spray para Beneficiar o Cora??o que tinha problemas, era o corpo dele que estava fraco demais para se beneficiar do rem¨¦dio. Mas ele n?o queria se dar ao trabalho de explicar isso para Mariana Neves. Nesse momento, um chef de cozinha finalizou o card¨¢pio e o apresentou para Pablo Franco dar uma olhada. ¡°¨®timo, ¨®timo¡­¡± Pablo Franco leu doe?o ao fim, ¡°Essa sobremesa tem chocte em p¨®? Isabe n?o gosta disso, melhor trocar por morango.¡± Quando Mariana Neves ouviu isso, Isabe? vai jantar aqui? Como assim?! Por que o Senhor conhece t?o bem o gosto d? ¡°Prepare tamb¨¦m v¨¢rias frutas! E corte em formatos fofinhos!¡± Pablo Franco entregou o card¨¢pio, ramente de bom humor, ¡°O resto est¨¢ perfeito, pode preparar!¡± Mariana Neves manteve um sorriso educado, ¡°Vov?, quem s?o os convidados especiais de hoje ¨¤ noite? Eu vi v¨¢rias empregadas limpando e arrumando o lugar, essa movimenta??o ¨¦¡­¡± ¡°Sua irm?! Eu a convidei para jantar hoje.¡± Pablo Franco disse um sorriso nost¨¢lgico, ¡°Quem dir¨ªa, por um erro inesperado, acabou sendo a noiva de C¨¦lio! Mariana, parece que n?o ¨¦ nosso destino, voc¨º n?o vai se tornar minha nora¡­¡± ¡°Quem dera eu tivesse a sorte da minha irm?¡­¡± No fundo, Mariana Neves sentia uma ponta de ressentimento. Isabe, sempre Isabe! Text content ? N?velDrama.Org. 1/2 00-07 Capitulo 86 Desde que Isabe apareceu, nada correu bem para ! ¡°Voc¨º ¨¦ uma boa garota, e certeza vai encontrar uma boa fam¨ªlia para se casar um bom marido¡­ J¨¢ est¨¢ ficando tarde, vou vero est?o os outros preparativos!¡± Pablo Franco olhou para o rel¨®gio, Isabe chegaria em uma hora! Ele estava muito ansioso, ¡°¨¦ a primeira vez que Isabe vem aqui, n?o posso deixar uma m¨¢ impress?o¡­¡± Entre as pvras, parecia valorizar esta nora. Vendo que ele estava prestes a se levantar, Mariana Neves falou rapidamente, ¡°Vov?¡­¡± ¡°Tem mais alguma coisa?¡± Pablo Franco se virou, sorrindo calorosamente para . Embora parecesse gentil, havia algo diferente em seu olhar. ¡°Eu ganhei o primeiro lugar no concurso de piano¡­ Eu queria tocar para o senhor, para ajudar a aliviar as suas preocupa??es¡­¡± Mariana Neves queria que Pablo Franco soubesse que, em termos de talento, era superior a Isabe! Mas Pablo Franco pareceu n?o dar muita aten??o, sorrindo afetuosamente, ¡°N?o tenho preocupa??es que precisem ser aliviadas.¡± ¡°Se o senhor n?o estiver pressa, poderia ouvir uma pe?a que eu toco? O senhor tem um gosto refinado, ouviu muitas boas m¨²sicas ao longo dos anos, poderia me ajudar a apontar o que precisa melhorar¡­¡± Mariana Neves: !!! Ent?o, o Senhor nem sequer podia convid¨¢ para uma refei??o?! Ser¨¢ que ele temia que Isabe descobrisse e se iodasse?! O Senhor realmente levava em considera??o aqu caipira! Antes que Mariana Neves pudesse dizer algo, ouviu-o dizer: ¡°Ricardo, fazpanhia para a Mariana, eu vou ali dar uma olhada.¡± Cap铆tulo 87 Cap¨ªtulo 87 ¡°Sim.¡± Ricardo sabia que o Senhor tinha a inten??o de se retirar, e respondeu todo o respeito. Com essa atitude, era quaseo convidar algu¨¦m para sair! Mariana Neves n?o esperava que, ap¨®s a chegada de Isabe, a atitude do Sr. Mauro mudasse t?o radicalmente .. ficou ruborizada de vergonha. Embora deixasse Ricardo receb¨º na superf¨ªcie, n?o tinha mais cara para ficar ali, o rosto ardendo de constrangimento. Isabe, aqu caipira, deveria estar causando problemas por a¨ª. Como poderia ter se tornado a queridinha do av??! O que tinha feito para ganhar a aprova??o dele em t?o pouco tempo¡­ ¡°Bom, se o av? est¨¢ ocupado, volto outro dia.¡± Mariana Neves se levantou e deixou o presente que trouxera, ¡°Pe?o que Ricardo entregue estas coisas ao av?.¡± ¡°O m¨¦dico disse que o Senhor n?o precisa de refor?os, essas coisas n?o seriam ¨²teis para ele.¡± Ricardo falou respeito, ¡°Sra. Mariana, melhor levar de volta e oferecer aos seus pais.¡± ¡°Chamem algu¨¦m para colocar as coisas da Sra. Mariana no carro.¡± Ricardo sabia o prop¨®sito da visita d hoje; ainda estava de olho no senhor, querendo se tornar a senhora da Fam¨ªlia Franco, n?o ¨¦? Que pena que agora o senhor s¨® tem olhos para a Sra. Isabe, e o velho senhor tamb¨¦m est¨¢ muito satisfeito ¡­ quer se intrometer? Sem chance! Enquanto isso¡­ Depois de terminar o trabalho, Isabe pegou o celr e ligou para Nair Pires, ¡°M?e, n?o precisa preparar meu jantar hoje.¡± Antes mesmo de explicar o motivo, Nair Pires respondeu animada, ¡°Eu sei, eu sei! O Sr. Mauro ligou mais cedo, ele teve alta hoje e quer que voc¨º v¨¢ jantar na casa dele.¡± Isabe n?o esperava que o av? fosse ligar pessoalmente para a m?e d por algo t?o trivial, e isso aqueceu seu cora??o.. ¡°Eu tamb¨¦m ouvi o velho senhor dizer que voc¨º o salvou uma vez! Ele n?o entrou em detalhes, mas durante os quinze minutos de conversa, ele s¨® tinha elogios para voc¨º, muito satisfeito a nora!¡± 1/2 09-07 Isabe ficou surpresa que o av? mencionasse isso, era inesperado. Felizmente, o av? n?o falou sobreo salvou a vida de algu¨¦m, caso contr¨¢rio¡­ ¡°Querida Isabe,o eu n?o sabia que voc¨º era capaz de salvar pessoas? Voc¨º ¨¦ incr¨ªvel!¡± Enquanto Nair Pires expressava sua alegria, tamb¨¦m sentia que a fam¨ªlia Dias tinha problemas, uma crian?a t?o excelente, obediente epreensiva, que eles n?o s¨® n?o valorizaram ao longo dos anos,o ainda permitiram que fosse parar na Rede de Ajuda M¨²tua! Erao se tivessem batido a cabe?a na porta! ¡°Passe a noite o velho senhor¡­¡± Nair Pires continuou conversando at¨¦ que finalmente conseguiu desligar o telefone. Assim que Mariana Neves chegou em casa e ouviu isso, perguntou surpresa, ¡°Minha irm? salvou o Mauro Franco antes?¡± N?velDrama.Org owns all ? content. ¡°Sim! Eu s¨® soube disso quando o Sr. Mauro mencionou! N?o sabia que Isabe ¨¦ t?o discreta!¡± Nair Pires estava extremamente contente sua filha biol¨®gica, sempre orgulhosa e cada vez mais feliz com . Mariana Neves pensou que talvez o velho senhor estivesse passando mal e Isabe por acaso tenha aplicado alguma tica de reanima??o. Foi assim que conquistou o cora??o do avo Franco? tamb¨¦m sabia fazer reanima??o! N?o era algo t?o dif¨ªcil! At¨¦ nos livros ensinam! S¨® era uma pena n?o o ter mostrado na frente do av? Franco; se tivesse, ele estaria encantado com , e n?o aqu caipira! No final da tarde. Pablo Franco estava na porta, ansioso, at¨¦ que finalmente viu as duas figuras familiares chegarem. C¨¦lio segurava a m?o de Isabe ao descer do carro, um carinho t?o ¨ªntimo que os l¨¢bios de Pablo Franco se curvaram em um sorriso involunt¨¢rio! Cap铆tulo 88 Cap¨ªtulo 88 Assim que Pablo Franco entrou, disse aos v¨¢rios empregados que ali esperavam, ¡°Essa ¨¦ a senhora, a partir de agora quando a virem, quero que a tratem muito respeito.¡± ¡°Boa noite, senhora!¡± Os servos, alinhados e sorridentes, cumprimentaram Isabe entusiasmo. Era evidente que eles esperavam h¨¢ bastante tempo, alguns testas e roupas j¨¢ marcadas pelo suor. Isabe¡­ n?o era necess¨¢rio tanto aparato. ¡°Ol¨¢ a todos.¡± Isabe acenou a cabe?a e seguiu C¨¦lio para dentro da casa. O jardim estava encantador suas flores e ntas, Isabe ficou intrigada, n?o era esta a casa do av?? Como poderia haver tantas ntas ador¨¢veis? C¨¦lio tamb¨¦m percebeu as mudan?as e seu olhar percorreu o local renovado, ramente arrumado para impressionar Isabe. ¡°Isabe, voc¨º deve estar fome, n?o? O jantar j¨¢ est¨¢ pronto.¡± Pablo Franco a levou para a s de jantar. Quatro chefs e oito empregados se curvaram respeitosamente assim que a viram. Isabe¡­ n?o havia necessidade de tanta formalidade. ¡°Isabe, venha sentar-se aqui!¡± Pablo Franco bateu na cadeira ao seudo. Um dos empregados puxou a cadeira para Isabe, que se sentou, e C¨¦lio tomou assento ao seu lado. Os chefs serviram os pratos, cada um deles n?o s¨® deliciosos em sabor e aroma, mas tamb¨¦m artisticamente apresentados. Havia sopa de palmito ess¨ºncia deranja, abalone trufas negras, foie gras caviar de rosas, sopa de frango cogumelos porcini e trufas, cost de porco preto ao molho de vinagre balsamico caranguejo,gosta da Bahia ao molho de moqueca, e arroz selvagem siri. ¡°Isabe, prove enquanto est¨¢ quente.¡± Pablo Franco, usando os talheres de servir, tentou colocar comida no prato de Isabe. Mas C¨¦lio foi mais r¨¢pido, tirando a carne dagosta e colocando-a naturalmente no prato de Isabe. Pablo Franco: Meuo tendo um gesto t?o atencioso? Ser¨¢ que estou vendo direito? Ricardo arregalou os olhos, ramente incr¨¦dulo o que estava presenciando! 1/2 09:07 Cap¨ªtulo 88 O senhor estava servindo a senhora? Logo depois, C¨¦lio tamb¨¦m removeu a carca?a do caranguejo e colocou a carne no prato de Isabe. Nos ¨²ltimos dias, ele se acostumou a servirida para , cuidando das suas prefer¨ºncias¡­ Mas aos olhos de Pablo Franco e Ricardo, os gestos de C¨¦lio pareciam t?o surpreendentes quanto um meteoro caindo na Terra. ¡°Voc¨º gosta de frutos do mar,a mais.¡± C¨¦lio estavapletamente focado em servi, sem tocar em sua pr¨®priaida. Pablo Franco, chocado, mas sorridente, perguntou, ¡°Isabe, est¨¢ gostoso?¡± ¡°Est¨¢ delicioso.¡± ¡°Obrigado pelo elogio, senhora!¡± Os quatro chefs se curvaram em un¨ªssono, genuinamente gratos pelo coment¨¢rio de Isabe. O senhor havia dito que, se o jantar agradasse ¨¤ senhora, eles teriam o sal¨¢rio dobrado naquele m¨ºs! ¡°Voc¨º tamb¨¦m deveriaer.¡± Isabe n?o queria manter C¨¦lio ocupado, mas ele continuava a servir- lheida, observando o que gostava deer mais e o que n?o queria no momento, memorizando tudo em sil¨ºncio e servindo-a mais dos seus pratos preferidos. ¡°Isabe, quando tiver tempo, venha visitar mais o av?, faz tempo que esta casa n?o ¨¦ t?o animada!¡± C¨¦lio, ocupado o trabalho, ¨¤s vezes passava meses sem visitar¡­ Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Embora a Arena Arquitetura tivesse v¨¢rios empregados, o cora??o de Pablo Franco sempre sentia um vazio, mas hoje era diferente, apanhia de um ente querido, o jantar parecia especialmente saboroso. ¡°ro.¡± Isabe respondeu docemente. ¡°No futuro, eu e Isabe viraremos mais vezes para o visitar.¡± Ao ouvir C¨¦lio dizer isso, Pablo Franco deu um riso sarc¨¢stico interiormente, pensando: ¡°Antes, quando te chamei, voc¨º n?o veio, e agora, hein? Fica s¨® seguindo a esposa!¡± 2/2 Cap铆tulo 89 Cap¨ªtulo 89 Ap¨®s o jantar, Pablo Franco levou Isabe para conhecer o lugar, e por fim, subiram ao ¨²ltimo andar para admirar a vista. ¡°J¨¢ est¨¢ escurecendo, n?o d¨¢ para ver muito ap longe, mas de dia a vista ¨¦ incr¨ªvel. Voc¨º consegue ver as flores coloridas, o riachinho e at¨¦ as montanhas distantes. Isabe, voc¨º tem que voltar aqui para ver.¡± ¡°ro.¡± Isabe olhou o rel¨®gio; uma voz suave, ¡°J¨¢ est¨¢ ficando tarde, tenho de voltar.¡± ¡°Ah, fica mais um pouco¡­¡± Pablo Franco disse, n?o querendo que fosse embora, ¡°Fica mais um tempinho, vai?¡± ¡°Na pr¨®xima eu venho o visitar.¡± Vendo que Isabe estava de partida, Pablo Franco rapidamente fez um sinal os olhos para Ricardo, que imediatamente entendeu e discretamente deu ordens para que se preparasse algo. Isabe estava sendo guiada por C¨¦lio, e assim que entraram no elevador e chegaram ao sagu?o, as luzes da casa inteira se apagaram. ¡°¦¯ que aconteceu?¡± perguntou Pablo Franco, fingindo surpresa, ¡°Por que a luz foi embora?¡± ¡°Que estranho, moramos aqui h¨¢ tantos anos e isso nunca aconteceu! Vou verificar o que est¨¢ errado. Senhor, senhora, n?o se preocupem, eu vou j¨¢ para a¨ª.¡± Ricardo fingiu desconhecer a situa??o e rapidamente foi verificar. ¡°C¨¦lio, leve a Isabe para sentar no sof¨¢.¡± Pablo Franco ent?o se virou para a empregada, ¡°Traga algumas vs enternas.¡¯ ¡°Senhor, voc¨º colecionou umasnternas de emerg¨ºncia muito bonitas, n?o foi?¡± um servo perguntou, seguindo o roteirobinado. ¡°Ah, sim, onde eu as guardei? Me ajude rapidamente a procur¨¢s.¡± Pablo Franco aproveitou a situa??o para sair do local. Na grande s de estar, restaram apenas C¨¦lio e Isabe. C¨¦lio sorriu de canto de boca, sabendo muito bem que a casa possu¨ªa um gerador pr¨®prio e que, mesmo sem energia el¨¦trica, n?o ficariampletamente no escuro. O senhor estava criando uma oportunidade para eles ficarem a s¨®s? Isabe esperou um bom tempo e depois olhou o rel¨®gio novamente, ¡°J¨¢ s?o oito e meia, vamos.¡± 1/3 09:08 a Capitulo 89 Seu pais ficariam preocupados se demorasse muito. C¨¦lio a puxou para perto de si, ¡°Est¨¢ cedo ainda, fica mais um poucoigo.¡± ¡°H¨¢ quanto tempo estou consigo hoje?¡± ¡°S¨® algumas horas, n?o ¨¦ suficiente.¡± C¨¦lio a abra?ou mais forte, ¡°Quero passar mais tempo voc¨º.¡± Isabe: ¡­ Por que ele est¨¢ t?o grudento de repente?! Antes ele era t?o distante¡­ ¡°Solta, se o vov? ver¡­¡± ¡°Se ele ver, vai ficar ainda mais feliz.¡± L¨¢ em cima. O escondido Ricardo viu o Senhor sendo ajudado a subir as escadas e sussurrou apressadamente, ¡°Senhor, por aqui!¡± Pablo Franco se apressou aodo dele para espiar o andar de baixo, ¡°E a¨ª,o est¨¢ a correr?¡± ¡°Eles s¨® est?o conversando, nada de concreto aconteceu.¡± ¡°Esse C¨¦lio ¨¦ muito cabe?a-dura! Est¨¢ t?o escuro, por que ele n?o a beija logo!¡± Pablo Franco pensou um pouco, ¡°Ser¨¢ que o clima n?o est¨¢ romantico o suficiente? Manda algu¨¦m levar aqusnternas de p¨¦ts e as vs de LED.¡± ¡°Sim, senhor.¡± Em pouco tempo, a s de estar foi decorada bsnternas de p¨¦ts e vs de LED foram colocadas sobre os m¨®veis, criando uma atmosfera romantica e ¨ªntima. ¡°Espera a¨ª.¡± Isabe chamou uma das empregadas que estava arrumando as vs, ¡°Diz ao vov? que vou voltar.¡± A empregada, um pouco atordoada p situa??o inesperada, hesitou, ¡°Senhora, toda essa falta de energia, n?o seria melhor esperar um pouco mais para ir?¡± ¡°J¨¢ est¨¢ tarde.¡± ¡°Mas a porta principal est¨¢ trancada, a senhora n?o conseguir¨¢ sair.¡± Isabe: ?? ¡°Todas as portas da casa s?o customizadas, fechaduras eletr?nicas inteligentes. Se a energia falha, as portas n?o abrem.¡± ¡°Mas essas fechaduras n?o t¨ºm uma entrada USB? Basta carreg¨¢-lo diretamente a 2/3 09:08 energia do telem¨®vel..¡± Isabe sugeriu uma solu??o.Content held by N?velDrama.Org. Cap铆tulo 90 Cap¨ªtulo 90 A empregada respondeu: ¡°N?o tem entrada USB¡­¡± ¡°E a chave reserva?¡± ¡°A chave, a chave sumiu¡­¡± ¡°Ent?o¡­ ¨¦ s¨® tirar a pilha velha da fechadura e colocar uma nova.¡± ¡°Tamb¨¦m n?o temos pilhas extras¡­¡± Isabe: ¡­ Que tipo de porta ¨¦ essa?! N?o tem nada? Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Vendo o olhar evasivo da empregada, Isabe imediatamente entendeu alguma coisa e seu canto de boca se levantou. ¡°De qualquer forma, diz ao av? que eu vou voltar.¡± Isabe se levantou, pronta para sair. ¡°Senhora, por favor, espere um momento. Deixe-me informar o Senhor¡­ N?o v¨¢ embora¡­¡± Ao ver que Isabe estava determinada a sair, a empregada correu para buscar Pablo Franco. Depois de ouvir a empregada, Pablo Franco apenas sorriu e acenou a m?o, ¡°Tudo bem, tudo bem, eu j¨¢ mandei desmontar a entrada USB, guardei a chave reserva e as pilhas, n?o vai conseguir sair, a menos que a energia volte.¡± Isabe chegou ¨¤ porta principal e notou sinais de que a entrada USB havia sido removida propositalmente, e a chave reserva e as pilhas extras que estavam escondic tamb¨¦m haviam desaparecido, obviamente levadas por algu¨¦m. sorriu de canto e olhou para o homem ¨¤ sua frente, ¡°Vov? realmente se deu ao trabalho por sua causa.¡± ¡°¨¦ por sua causa.¡± C¨¦lio a abra?ou, enfatizando cada pvra, ¡°Ele gosta muito de voc¨º e quer que voc¨º fique.¡± Ah, ficar para que esse cara tire vantagem? De jeito nenhum! pressionou o tedo da fechadura eletr?nica, beep beep beep, e logo a porta se abriu. Os servos ao redor ficaram chocados,o a senhora conseguiu? O velho senhor n?o disse que sem energia era imposs¨ªvel abrir? 1/2 09:08 Capitulo 90 C¨¦lio n?o esperava que conseguisse hackear o sistema e desativar a senha, essa mo?a sabia mais do que aparentava. ¡°Carreguei no bot?o ao acaso, vamos embora.¡± Isabe saiu primeiro p porta, mas n?o havia andado muito quando de repente ouviu uma voz. ¡°Senhora, por favor, espere, o Senhor de repente se sentiu mal do cora??o, por favor, venha dar uma olhada!¡± Isabe: ?? Sem se importar se era verdade ou n?o, Isabe voltou apressada. Um servo ummpi?o antigo na m?o a guiou at¨¦ o quarto de Pablo Franco. ¡°Ai, meu cora??o¡­¡± Pablo Franco estava deitado na cama fingindo estar doente novamente. ¡°Vov?, o que o senhor est¨¢ sentindo?¡± Assim que o dedo de Isabe tocou seu pulso, entendeu tudo. ¡°Senhora, e ent?o,o est¨¢ o velho senhor?¡± Isabe sorriu de canto e retirou a m?o, dizendo pregui?osamente, ¡°Est¨¢ muito bem, se tiver que dizer alguma coisa, ¨¦ que eleeu demais ¨¤ noite e est¨¢ o est?mago cheio.¡± Pablo Franco e Ricardo n?o esperavam que Isabe descobrisse t?o rapidamente que ele estava fingindo, e ficaram um pouco embara?ados. ¡°Vov?, descanse bem.¡± Isabe n?o disse diretamente, falou suavemente, ¡°Eu realmente tenho de voltar, meus pais v?o se preocupar se eu voltar mais tarde.¡± ¡°Senhora, por favor, fique! Se o Senhor tiver algum problema no meio da noite, pode se dif¨ªcil encontrar um m¨¦dico rapidamente¡­¡± Ricardo insistiu para ficar. ¡°Isso mesmo, voc¨º pode ficar no quarto do sul no terceiro andar, C¨¦lio est¨¢ no norte, voc¨ºs v?o ficar em quartos separados.¡± Pablo Franco acrescentou. ¡°¨¦ que a casa n?o tem visto tanta alegria h¨¢ muito tempo! A senhora e o senhor est?o sempre ocupados com o trabalho, nunca se sabe quando poder?o vir visitar o velho senhor novamente¡­¡± ¡°Voc¨º ¨¦ uma nora da Fam¨ªlia Franco, ficar na Fam¨ªlia Franco ¨¦ algo natural! Se voc¨º achar que n?o est¨¢ certo, eu posso providenciar para que fa?am um certificado de casamento imediatamente!¡± Isabe: ¡­ Realmente n?o ¨¦ necess¨¢rio fazer assim. 2/2 Cap铆tulo 91 Cap¨ªtulo 91 ¡°O Senhor j¨¢ tinha conversado o Sr. Neves antes, e ele concordou!¡± disse Ricardo, complementando. Isabe: ?? Seu pai tinha concordado?! Imposs¨ªvel!! ¡°Isso ¨¦ uma mensagem de voz do seu pai,¡± informou Pablo Franco, ao abrir o WhatsApp e dar o y para ouvir. ¡°O senhor est¨¢ brincando, Isabe em sua casa, n?o tenho do que me preocupar. Ent?o, esta noite n?o vou esperar por at¨¦ tarde¡­¡± De qualquer forma, mais cedo ou mais tarde seria parte da fam¨ªlia Franco, e o pr¨®prio Pablo Franco tinha assegurado que n?o a deixaria dividir o quarto C¨¦lio, era s¨® um gesto de apre?o para que passasse a noite na Arquitetura Arena. -Na Arquitetura Arena, mais de dezenas de empregados, tantos olhos vigntes, nada de mal poderia acontecer. Com as coisas nesse ponto, Carlos Neves n?o podia recusar, s¨® tinha que fazer vista grossa. Isabe: ¡­ N?o podia acreditar que seu pr¨®prio pai tinha concordado t?o facilmente, ficou sem pvras. ¡°C¨¦lio, leve Isabe ao quarto dodo sul no terceiro andar, j¨¢ foi limpo,¡± disse Pablo Franco. Ent?o se virou para Ricardo e ordenou, ¡°Traga umanterna para Isabe, e v quando a luz vai voltar, j¨¢ est¨¢ sem energia faz tempo!¡± ¡°Sim,¡± disse Ricardo, trazendo imediatamente umanterna de ¨®leo para Isabe. ¡°Deixaigo.¡± C¨¦lio pegou anterna, segurando a m?o de Isabe enquanto subiam para o terceiro andar. Embora estivesse tudo escuro pelo caminho, a luz suave danterna de bambu e o calor da m?o dele traziam uma sensa??o de seguran?a e conforto para Isabe. ¡°Est¨¢ medo do escuro?¡± C¨¦lio perguntou, olhando para tr¨¢s, para a garota. Antes que Isabe pudesse responder, C¨¦lio a abra?ou pelos ombros e disse, ¡°Se estiver medo, fique mais perto.¡± Isabe: ¡­ 1/2 09.08 Cap¨ªtulo 91 n?o temia monstros nem fantasmas, quanto mais um pouco de escurid?o. Quantas vezes j¨¢ n?o tinha enfrentado a escurid?o antes? Ao chegarem no quarto dodo sul, Isabe percebeu que anterna era meio in¨²til. O quarto era t?o grande que aqu pequena luz mal fazia diferen?a, continuava quase tudo na penumbra. Na luz t¨ºnue, C¨¦lio observava a garota ¨¤ sua frente, cujos olhos brilhanteso estrs irradiavam um fasc¨ªnio encantador. A aura que emitia sem esfor?o erao a de uma rainha sedutora. ¡°Eu fico aqui voc¨º at¨¦ a energia voltar,¡± ele disse, incapaz de resistir a tocar o rosto d. Ao tocar, ele percebeu que a pele d era macia e suave, embora um pouco pequena para sua m?o. Content held by N?velDrama.Org. Isabe virou o rosto, fndo em tom suave, ¡°V¨¢ cuidar dos seus afazeres.¡± ¡°N?o tenho nada para fazer.¡± ¡°Ent?o v¨¢ ficar o seu av?.¡± ¡°Meu av? j¨¢ trabalhou o dia todo, est¨¢ indo dormir.¡± ¡°¡­¡± Isabe olhou para o rapaz grudento ¨¤ sua frente, meio sem jeito, ¡°Ent?o v¨¢ para o seu quarto.¡± ¡°Eu quero ficar aqui voc¨º.¡± C¨¦lio podia sentir sua respira??o ficando mais ofegante, e o aroma delicado d o fazia querer se aproximar mais e mais¡­ Foi nesse momento que o celr dele tocou. Depois de atender, ele disse ¨¤ gard seus bra?os, ¡°¨¦ um problema no sistema el¨¦trico, n?o vai ter energia esta noite.¡± Isabe: ¡­ ¡°Vou verificar se tem alguma roupa para voc¨º trocar.¡± Se ele n?o sa¨ªsse logo, temia n conseguir se contrr. Ao entrar no vesti¨¢rio que panhava o quarto, C¨¦lio n?o encontrou nada. 2/2 Cap铆tulo 92 Cap¨ªtulo 92 ¡°Me espera um pouco, vou pegar algumas roupas pra voc¨º.¡± Ele saiu por um momento e logo voltou, ¡°Essas foram preparadas pelo vov? anteced¨ºncia, n?o sei se v?o servir.¡± Isabe: ¡­¡­ O velho tinha pensado em tudo, ser¨¢ que ele j¨¢ esperava que ficasse para morar? Isabe pegou as roupas e, ¨¤ luz fraca, viu que n?o eram nada al¨¦m de camiss sensuais e vestidos de renda transparente¡­ Nenhuma ds era normal. C¨¦lio ramente tamb¨¦m percebeu isso, olhando para a mo?a um brilho de humor nos olhos. ¡°Vou pegar minhas roupas.¡± C¨¦lio saiu de novo e, depois de um tempo, voltou sua camisa e pijamas¡­ para escolher. O pijama era grande demais, ent?o Isabe pegou a camisa dele e, dentre as roupas costas abertas, escolheu uma lingerie mais conservadora, pegou anterna de bambu e se preparou para entrar no banheiro. De repente, um vento forte soprou de algum lugar, e a porta do quarto se fechou um estrondo. C¨¦lio tentou abri, mas j¨¢ n?o era poss¨ªvel. ¡°Av?, voc¨º ¨¦ muito esperto, pensou at¨¦ em fazer vento artificial!¡± Ricardo segurou o riso, olhando para a porta fechada, ¡°Daqui a pouco o senhor vai me ligar pedindo a chave, pode apostar.¡± O telefone de C¨¦lio tocou. Ricardo conteve o sorriso, atendeu e explicou seriamente, ¡°Senhor, aquele quarto foi preparado temporariamente para a senhora, n?o temos chave reserva, que tal passar a noite a¨ª dentro?¡± ¡°Isso ¨¦ demais.¡± Do outrodo da linha, a voz fria de C¨¦lio deixava ro que ele j¨¢ havia entendido o que estava acontecendo. ¡°Como assim? Senhor, n?o estou entendendo, minha linha est¨¢ ruim, al?? Senhor, al???¡± Ricardo desligou rapidamente e desligou o celr. C¨¦lio olhou para a garota ¨¤ sua frente, sua voz na escurid?o era particrmente sedutora, ¡°Parece que vou precisar da sua hospitalidade esta noite.¡± 1/2 09.08 Cap¨ªtulo 92 Isabe: Essa sequ¨ºncia de eventos, o velho era mesmo esperto. ¡°Tanto faz.¡± Isabe n?o se importava, a essa altura, o vov? n?o ia entregar a chave. A porta n?o tinha uma fechadura inteligente, n?o dava para hackear o sistema interno, a menos que fosse arrombada ferramentas, mas se o vov? tinha pensado nisso, certamente n?o deixaria nenhuma ferramenta no quarto. Isabe entrou no banheiro anterna e logo a porta de vidro fosco mostrava sua silhueta nebulosa e sedutora. A porta do banheiro, evidentemente substitu¨ªda, era mais transparente do que antes. C¨¦lio n?o esperava que o vov?, para aproximar os dois, tivesse pensado em tantos detalhes. A silhueta na porta de vidro estava quase vis¨ªvel, e C¨¦lio sentiu sua respira??o ficar mais pesada, desviou o olhar, tentando se distrair a paisagem l¨¢ fora. Mas o som da ¨¢gua e o aroma do banho o atra¨ªam de volta. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. A sombra d era graciosamente curvil¨ªnea, ele podia imaginar sua postura sedutora mesmo atrav¨¦s da porta do banheiro. C¨¦lio se levantou e foi para a jan, esperando que a brisa levasse embora o calor. Isabe saiu do banho e viu sua alta silhueta ¨¤ jan, dizendo casualmente, ¡°J¨¢ terminei.¡± C¨¦lio se virou, e o calor que a brisa havia levado retornou. O vapor d¡¯¨¢gua se espalhava do banheiroo uma n¨¦voa fant¨¢stica, dispersando-se atr¨¢s d. Isabe vestia a camisa branca dele, e seu rosto limpo e delicado parecia ainda mais tenro ap¨®s o banho, seus olhos ligeiramente levantados eram sedutores, a bonita v¨ªc exposta pelo decote parecia uma borboleta pronta para voar. E aqus pernas longas, brancas e finas, faziam qualquer um engolir em seco, a respira??o acelerava. ¡°Vou tomar um banho tamb¨¦m.¡± C¨¦lio pegou o pijama que havia deixado dedo e entrou no banheiro, temendo que um passo lento demais permitisse que os sentimentos engolissem sua raz?o antes dele. O agrad¨¢vel perfume d ainda estava no ar, parecia que a noite seria de banho frio. 2/2 09:08 Cap铆tulo 93 Cap¨ªtulo 93 O som suave e cont¨ªnuo da ¨¢gua ecoava do banheiro, onde a sombra alta se refletia na porta de vidro. Isabe n?o notou a cena, ocupada em mexer no celr assuntos pessoais. Depois de um tempo, ouviu a porta do banheiro se abrir e ent?o levantou a cabe?a desinteressadamente. C¨¦lio estava os cabelos molhados, vestindo um pijama branco, e exva um forte aroma de masculinidade. Foi nesse momento que o celr de Isabe tocou, mostrando um n¨²mero longo e ium. desviou o olhar do aparelho e atendeu serenidade, ¡°F.¡± A pessoa do outrodo disse algo que fez Isabe ir at¨¦ a varanda, ¡°E ent?o?¡± N?o demorou muito para que um par de bra?os a abra?asse por tr¨¢s e a respira??o de C¨¦lio tocasse levemente seu ouvido, provocando uma sensa??o estranhamente agrad¨¢vel. Ele esfregava o rosto perto do ouvido d,o um gato carente. Isabe sentia o calor dele, e disse ¨¤ pessoa do telefone, ¡°Entendi, t¨¢ bom, tchau.¡± ¡°¨¦ um homem?¡± C¨¦lio captou uma voz masculina do outrodo da linha e sentiu um ci¨²me sutil. havia fixado seu olhar nele por um ou dois segundos quando ele saiu do banho, mas assim que o telefone tocou, se virou e foi para a varanda sem lhe dar aten??o. ¡°Um amigo.¡± Isabe nem sabia por que se sentiu obrigada a explicar, um tom de voz que denotava resigna??o, ¡°Me solta.¡± ¡°Que amigo?¡± C¨¦lio continuava a inr o perfume do pesco?o d, atra¨ªdo pelo aroma. ¡°Um amigoum ou um amigo importante? Hein?¡± Ele n?o parava, e sua voz era sedutora e cheia de desejo. ¡°N?o diriaum.¡± Afinal, eles haviam passado por situa??es de vida ou morte juntos por v¨¢rios anos. ¡°Ent?o ¨¦ importante?¡± C¨¦lio ergueu o olhar e examinou o bonito perfil d ainda mais ci¨²me, ¡°Mais importante que eu?¡± ¡°C¨¦lio.¡± Isabe tentou se desvencilhar, mas ele a segurava firmeza. falou impot¨ºncia, ¡°A gente s¨® se conhece h¨¢ alguns dias, n¨¦?¡± 1/4 09.08 Cap¨ªtulo 93 ¡°Para mim, parece que foram anos.¡± Abina??o da sua presen?a masculina e a sua delicadeza ¨²nica para as mulheres irradiava de dentro para fora, quase a submergindo. ¡°Estou sede.¡± Isabe se desvencilhou e foi at¨¦ a cozinha para beber ¨¢gua, sentindo o rosto inexplicavelmente quente. ¡°Onde vou dormir esta noite?¡± C¨¦lio a seguiu, ainda sentindo um calor que n?o se dissipava, mas que queimava mais intensidade. ¡°Na cama ou no ch?o, escolha um.¡± ¡°Na cama.¡± C¨¦lio a olhou um convite, ¡°Juntos.¡± ¡°Sonha!¡± Isabe colocou o copo de ¨¢gua dedo e viu que na cama havia apenas um travesseiro e um cobertor pequeno. A espa?osa s n?o tinha sequer um sof¨¢, e percebeu a situa??o. ¡°Ent?o eu durmo no ch?o.¡± C¨¦lio sentou-se no ch?o, cedendo o ¨²nico cobertor e travesseiro para , ¡°N?o estou sono, pode dormir primeiro.¡± Naquele momento, a lampada antiga e contemtiva se apagou, deixando o quarto em escurid?o. Isabe se cobriu e deitou, ainda podendo ouvir a respira??o suave dele. C¨¦lio sentou-se aodo da cama e passou a m?o pelos cabelos d, ¡°Boa noite.¡± As m?os de Isabe foram seguras ps dele e adormeceu sem perceber. Na manh? seguinte, o som de algu¨¦m se arrumando vinha do banheiro, e Isabe abriu os olhos lentamente. O dia j¨¢ havia reado, e a luz do sol filtrava-se atrav¨¦s das cortinas, criando um efeito quase m¨¢gico. Pouco depois, o barulho do banheiro cessou e uma figura emergiu, ¡°Acordou?¡± se sentou na cama, os cabelos macios ca¨ªdos sobre os ombros, uma express?o confusa e ador¨¢vel que o fez sorrir suavemente. ¡°Por que n?o dormiu mais?¡± Ele ainda usava o pijama branco da noite anterior, mas o aroma de masculinidade se misturava ao seu habitual ar distante, irresist¨ªvel. ¨¤ medida que ele se aproximava, Isabe saiu da cama casualidade, ¡°Tenho que trabalhar daqui a pouco.¡± deu um passo e trope?ou em algo. Era o pijama masculino da noite anterior, que C¨¦lio havia enrdo e usadoo travesseiro no ch?o frio. Ele realmente passou a noite ali? 2/4 09.08 1 sabe sentia algo indescrit¨ªvel no cora??o, n?o sabia se sracalpalpa,ou mat-estar. komesa do caf¨¦ da manh? Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. fabio Franco othava um sorriso para os dois madrugadores pensandoo Ornavern um belo part le ritualegremente. Por que n?o dormiram mais um pouco?b? bat eo era duro, n?o consegui pegar no sono.¡± Stasiosta de Cello fez Pablo Franco e Ricardo trocarem olhares perp¨¦riesoGoGoma noite etecte que tiveram, uma oportunidade de ouro, por que esse cabeca-de-vertanto fait?o aiteine so a ponto de dormir no ch?o?! 1. asas bisitaba uma cama, n?o tinha?¡± Pablo Franco pensava frustrado.Voce papan podia leitecto de ?tePreciso mesmo ensinar essas coisas?! ama ficou bupna mim. Isabelia levantou o olhar ¡°A porta foi consertada de manaa?a?¡± SimplyPablobfcafronco estava um pouco constrangido, na verdade ele tinha raandado do embranocitoarca chave ao amanhecer, e se perguntava se isabe havia percebido n?o ouvi veniamubaibanulho. Isabe sentou-se ee?ou aer o caf¨¦ da manh?h? aidamente sersera daramais atenc?o ao assunto. be, voc¨º n?o se as assustouo apag?o de ontern ¨¤ noite, n¨¦? Nern sei o queue teceuos espaimamentos eletricos. Mas eu prometo que na pr¨®xima vez queue ¨¨ vier isso n?o vai aconteceder.¡± n?o tem problemachts albeiteita salsabia das artimanhas dele e n?o as expos. o Franco othava para a gargaatarsansata e obediente ¨¤ sua frente e para o raz a?a-de-vento, sentindo umucalcalde de frustra??o subir Loportunidade t?o boa melegiada?baba aproveitar! bis do caf¨¦, C¨¦lio levou tsabepaapati brabalho. rdo observou-os se afastare,remeshestigocio, pegou urna bolsa ferninina, ¡°Senh ora esqueceu sua bolsa.¡± oderia ter lembrado antes, mas fingin masove para que o senhor tivesse uma tulpa para procurar a senhora depoisois. to bem!¡± Pablo Franco n?o esperava es su astastucie de Ricardo e disse satisfeito, ois, C¨¦lio pode levar a bolsa para , e ter?o adais urna chance de se verern¡­¡± hor, voc¨º realmente se desdobra em preocupapacoco o casamento do senhor.¡± ¨º tamb¨¦m¡­¡± Pablo Franco olhou para onde cieglustamaquido, Depois de ontern ¨¤ e, n?o sei se isabe vai querer voltar¡­ Ser¨¢ que vaivan enxergar meu no?¡± 09:03:3 Capitulo 93 ??? ¡°O que aconteceu ontem ¨¤ noite pode ser vistoo uma coincid¨ºncia, a senhora ¨¦ t?o ing¨ºnua que provavelmente n?o vai pensar em mais nada¡­¡± ¡°Espero que sim!¡± Pablo Franco pensou, se a garota n?o voltasse, ele teria que fingir estar doente¡­ Ah, qu?o dif¨ªcil era para um av? umo t?o sem iniciativa! No carro. C¨¦lio olhava para a garota ao seudo, lembrando-se d na noite anterior vestindo uma camisa. Aqu pele branca, a v¨ªc tentadora e aqus pernas longas e finas¡­ 4/4 00:00 Cap铆tulo 94 Cap¨ªtulo 94 ¡°Ontem ¨¤ noite, voc¨º estava linda aqu camisa.¡± Isabe arqueou as sobrancelhas, ¡°N?o sou bonita normalmente?¡± ¡°Voc¨º ¨¦ sempre bonita.¡± C¨¦lio se aproximou do seu pequeno e ador¨¢vel ouvido, uma voz que era ao mesmo tempo insinuante e cheia de desejo, ¡°Mas ontem ¨¤ noite, voc¨º estava especialmente atraente.¡± Isabe: ¡­ 1 C¨¦lio olhava para adora??o, e um leve sorriso brincava em seus l¨¢bios, ¡°Voc¨º foi uma boa menina ontem ¨¤ noite.¡¯ , adormecida, era de uma beleza pura, um rosto tranquilo e delicado,o uma deusa celestial alheia ¨¤s trivialidades terrenas! Isabe n?o sabia o que acontecia enquanto dormia. Ao ver que o carro se aproximava da entrada da empresa, falou, ¡°Vicente, encoste para eu descer.¡± ¡°Sim, Sra. Isabe!¡± C¨¦lio estendeu a m?o e acariciou o rosto d, ¡°Eu venho busc¨¢ ao meio-dia.¡± Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. ¡°Hum.¡± Assim que Isabe entrou na empresa, ouviu uma voz zombeteira. ¡°Olha s¨®, n?o ¨¦ a Diretora Isabe? Veio para o trabalho num carr?o desses? Isso n?o ¨¦ um carro barato, hein?¡± O fnte era Rafael Costa, que antes da chegada de Isabe, era o grande chefe da empresa. Embora ele n?o tivesse visto a ca do carro, o modelo alongado e o emblema da Rolls-Royce no cap? eram suficientes para indicar que o ve¨ªculo era muito valioso ¡°Com a idade da Diretora Isabe, conseguir andar num carro desses ¨¦ realmente admir¨¢vel,¡± disse Rafael Costa, fazendo uma rever¨ºncia exagerada. Isabe sorriu friamente, ¡°Rafael est¨¢ ocioso? Em vez de estar no seu posto de trabalho, est¨¢ aqui apreciando a paisagem?¡± ¡°Estou esperando um cliente, e por acaso vi a Diretora Isabe!¡± Rafael Costa disse um sorriso malicioso, ¡°Esse carro ¨¦ da sua fam¨ªlia, ou do seu namorado?¡± Ou seria¡­ de um patrocinador? ¡°Nada a ver voc¨º, hein?¡± Isabe caminhou em dire??o ao elevador, ¡°Apenas fa?a seu trabalho.¡± 1/2 09:08 Cap¨ªtulo 94 Rafael Costa olhou para a silhueta esguia e b de Isabe e pensou desd¨¦m, n?o ¨¦ s¨® por ter um rosto bonito e jovem que tem essa posi??o? Isabe pegou o elevador at¨¦ o vig¨¦simo andar e de longe viu o assistente Raul Fonseca e ¨¢ designer Em¨ªlia Cardoso esperando por . ¡°Diretora Isabe, a designer Em¨ªlia est¨¢ lhe esperando h¨¢ um bom tempo¡­¡± ¡°Algum problema?¡± Isabe abriu a porta do escrit¨®rio, sentou-se na cadeira e olhou para a mo?a ¨¤ sua frente. ¡°Diretora Isabe, estes s?o os meus esbo?os mais recente, ser¨¢ que posso ter a honra de receber suas orienta??es?¡± Em¨ªlia Cardoso entregou os esbo?os, ansiosa e insegura sobre o que Isabe iria dizer. Vendo Isabe levantar uma sobrancelha interrogativa, Em¨ªlia Cardoso apressou-se em explicar, ¡°Na ¨²ltima reuni?o da empresa, nosso colega Omar Galv?o participou e mostrou meus desenhos para a senhora. Com suas modifica??es, meus desenhos ficaram ainda mais impressionantes.¡± tinha uma admira??o sincera pelo talento de Isabe, quase a venerandoo uma mestra! ¡°Que tipo de desenhos voc¨º quer criar?¡± Isabe pegou os esbo?os para examinar. ¡°ro, algo et¨¦reo, bonito, fresco¡­ esse ¨¦ o meu estilo.¡± Em¨ªlia Cardoso disse isso brilho nos olhos, ¡°Quero sero minha ¨ªd- a mestra Zaira, e criar as roupas mais lindas do mundo. Diretora Isabe, voc¨º j¨¢ ouviu fr da mestra Zaira?¡± Isabe hesitou por um instante, depois sorriu levemente, ¡°J¨¢ ouvi sim.¡± era incrivelmente talentosa! Podia-se ver seu senso est¨¦tico ¨²nico e sua mestria em suas obras. Cada pe?a de roupa, cada bolsa que desenhava, era perfeita na medida certa! 2/2 09:08 Cap铆tulo 95 Cap¨ªtulo 95 Voc¨º acha que j¨¢ viu o m¨¢ximo da habilidade d em design? Sem o saberem, quando n?a um novo produto, os vossos olhos voltam a ficarpletamente maravilhados !! O talento d parece inesgot¨¢vel; cada nova cria??o ¨¦ uma prova de seu progresso cont¨ªnuo! ¨¦, de fato, incr¨ªvel! Text content ? N?velDrama.Org. Isabe observava a menina que fva sem parar ¨¤ sua frente, e um sorriso discreto despontou em seus l¨¢bios. ¡° ¨¦ t?o boa assim?¡± ¡°Sem d¨²vida!¡± Com admira??o na voz, Em¨ªlia Cardoso disse, ¡°Tudo o que desenha, assim que ¨¦n?ado, vira objeto de imita??o por in¨²meros designers! At¨¦ os estilistas das grandes marcas buscam inspira??o em suas obras.¡± ¡°As cria??es d me inspiram infinitamente e, do mesmo modo, me ensinam a n?o seguir cegamente as tend¨ºncias, mas a desenvolver um estilo pr¨®prio. Se o design for realmente bonito, vai abrir caminho no mundo da moda!¡± Enquanto Em¨ªlia Cardoso fva de suas aspira??es e expectativas, Isabe pegou uma ca e come?ou a explicar calmamente, ¡°Aqui pode ser alterado assim¡­¡± Rapidamente, sob a orienta??o de Isabe, uma d¨²zia de esbo?os se transformou em cria??es deslumbrantes. Em¨ªlia Cardoso estava boquiaberta. Como Isabe tinha sido capaz de identificar e aprimorar todos os pontos fracos em t?o pouco tempo? Esbo?os que pareciamuns, nas m?os d, viraram pe?as ¨²nicas e luxuosas. Foi ent?o que a voz de Raul Fonseca ecoou dodo de fora. ¡°Rafael, voc¨º n?o pode entrar¡­¡± ¡°Um mero funcion¨¢rio tenta barrar meu caminho?¡± Rafael Costa olhou para Raul Fonseca desd¨¦m. ¡°Quem voc¨º pensa que ¨¦? Um nada se aproveitando dos outros!¡± De repente, a porta do escrit¨®rio foi empurrada para abrir. Raul Fonseca se desculpou profundamente, ¡°Desculpe, Diretora Isabe, eu¡­ eu n?o consegui det¨º- lo¡­¡± Rafael Costa entrou ostentando arrogancia, ramente desconsiderando os demais. Ele foi diretamente at¨¦ Isabe e disse, ¡°Um imprevisto e tive que vir dessa maneira abrupta, mas a senhora, Diretora Isabe, ¨¦ generosa e certamente n?o se importar¨¢¡­¡± Isabe levantou os olhos e encarou o visitante indesejado, interrompendo-o sem 1/2 09:08 Cap¨ªtulo 95 ¨¦sperar que terminasse, ¡°N?o sabe bater na porta?¡± ¡°A situa??o ¨¦ urgente, diz respeito ao futuro da empresa¡­¡± Isabe, sem paci¨ºncia para ouvi-lo, o dispensou friamente, ¡°Saia.¡± ¡°Diretora Isabe, o que tenho para fr n?o envolve apenas o futuro da empresa, mas¡­¡± ¡°N?o quero repetir a mesma coisa uma terceira vez.¡± Isabe mostrou desinteresse pelo assunto, ¡°Suponho que o Rafael n?o queira ser retirado p seguran?a, certo?¡± Em¨ªlia Cardoso, aodo, ficou chocada. Que situa??o era aqu? Rafael Costa era t?o presun?oso! E o mais impressionante era que Diretora Isabe parecia n?o tem¨º-lo¡­ Que demais! ¡°Rafael, por favor.¡± Raul Fonseca fez um gesto convidativo. Engolindo sua f¨²ria, Rafael Costan?ou um olhar fulminante para ele, fechou a porta for?a e ficou batendo na porta dodo de fora. N?o houve resposta do escrit¨®rio. Rafael Costa continuou batendo por um bom tempo, descontando sua raiva em Raul Fonseca, ¡°Ficou mudo? Seu patr?o faz de conta que n?o ouve e voc¨º nem para avisar? A empresa te contratou para ser uma est¨¢tua aqui?¡± Raul Fonseca s¨® p?de murmurar dodo de fora, ¡°Diretora Isabe, Ra¡­ Rafael precisa fr a senhora¡­¡± ¡°N?o se v¨º.¡± A resposta veio ra e direta do escrit¨®rio. Rafael Costa n?o conseguiu mais conter a raiva e empurrou a porta for?a, dizendo, ¡°Ent?o pra que voc¨º quis que eu batesse na porta?¡± ¡°Eu disse que lhe deixava entrar se batesse ¨¤ porta?¡± 2/2 Cap铆tulo 96 Cap¨ªtulo 96 ¡°Qual ¨¦ ¨¢ sua inten??o?¡± Rafael Costa perguntou insatisfeito. ¡°Um vice-presidente que nem sabe o que ¨¦ educa??o! A empresa contratou-o pra ficar se exibindo e intimidando os outros? Se ¨¦ t?o capaz, ent?o que consiga o meu cargo diretamente da matriz! Se n?o pode, ¨¦ melhor ficar na sua! N?o sabe resolver as coisas por conta pr¨®pria e vem aqui choramingar, isso adianta alguma coisa?¡± ¡°Voc¨º¡­¡± Rafael Costa ficou t?o irritado que nem conseguiu responder, n?o esperava que fosse t?o esquentada e dif¨ªcil de lidar. ¡°1 ¡°Quando aprender o que s?o boas maneiras e respeito, a¨ª sim poder¨¢ bater na minha porta! Fora daqui!¡± ¡°1 Rafael Costa ficou sem pvras e, furioso, saiu batendo a porta. Em¨ªlia Cardoso, que presenciou a cena em choque, olhou na dire??o em que Rafael Costa tinha sa¨ªdo e depois para a presidente, que impon¨ºncia¡­ O olhar de Isabe voltou para os documentos, ¡°Est¨¢vamos fndo disso, as mangas bufantes que voc¨º desenhou, bemo a barra do vestido, est?o melhores assim.¡± Em¨ªlia Cardoso j¨¢ n?o conseguia prestar aten??o, impressionada a aura poderosa da mulher ¨¤ sua frente, engoliu em seco; t?o incr¨ªvel, quando poderia ser assim t?o incr¨ªvel¡­ ¡°Entendeu?¡± Isabe levantou os olhos para . ¡°Entendi¡­ entendi sim¡­¡± Em¨ªlia Cardoso se recuperou do choque e disse, ¡°Vou fazer as altera??es agora mesmo.¡± Depois que Em¨ªlia Cardoso saiu os desenhos, Raul Fonseca se aproximou de Isabe o polegar levantado. ¡°Diretora Isabe, voc¨º foi demais agora! Estou aqui h¨¢ um ano e nunca vi Rafael perder a pose assim!¡± Raul Fonseca expressou sua satisfa??o, ¡°Ele realmente bateu de frente a pessoa errada desta vez!¡± ¡°Sou eu a pessoa errada?¡± ¡°N?o, n?o, n?o¡­¡± Raul Fonseca se apressou ern dizer, ¡°Mas Rafael n?o vai deixar barato, ele pode vingar-se de voc¨º¡­ Diretora Isabe, ¨¦ melhor ficar esperta!¡± ¡°Eu vou dar essa chance a ele? Eu pare?o ser f¨¢cil de manipr?¡± N?velDrama.Org owns all ? content. Raul Fonseca olhou para admira??o, t?o jovem e j¨¢ t?o impressionante! ¡°Da pr¨®xima vez, n?o deixe entrar qualquer um que possa estragar o ambiente.¡± ¡°Sim, senhora!¡± 1/2 09-08 Capitulo 96 Depois que Raul Fonseca saiu, Isabe se recostou na cadeira autoridade, analisando rt¨®rios antigos da empresa. Seu celr vibrou algumas vezes. viu que havia mensagens de C¨¦lio e de seus pais, mas antes que pudesse responder, algu¨¦m bateu ¨¤ porta. ¡°Diretora Isabe, Yara do Departamento de RH est¨¢ aqui procurando por voc¨º.¡± A voz de Raul Fonseca soou dodo de fora, parecendo preocupada. ¡°Mande-a entrar.¡± Isabe colocou o celr dedo e levantou os olhos para a mulher de cabelos curtos que entrou ar tempestuoso. parecia ter apenas vinte e poucos anos, mas exva a for?a de uma mulher de neg¨®cios decidida. ¡°Diretora Isabe, assumindo o novo cargo tanta autoridade, hein!¡± Yara Serrano avan?ou at¨¦ a frente de Isabe, batendo na mesa for?a, ¡°Quand¨° a empresa come?ou, a matriz me enviou para c¨¢, e agora a Diretora Isabe acha que pode me demitir assim? A empresa ¨¦ sua, faz o que quiser? Voc¨º n?o considera a matriz?¡± disse isso um olhar furioso para Isabe, ramente descontente as decis?es d. Os funcion¨¢rios que espiavam de fora estavam assustados, o escrit¨®rio da Diretora Isabe era um lugar onde ningu¨¦m ousaria bater na mesa! Como se atrevia a encarar a Diretora Isabe assim? Isabe sabia muito bem que a porta do escrit¨®rio estava aberta e que havia mais de uma d¨²zia de olhares curiosos fixados n. Raul Fonseca, desesperado para dispersar a multid?o, tentava de tudo para convenc¨º-los a sair, mas eles adoravam uma boa fofoca e estavam ansiosos demais para ver o desenrr da situa??o, recusando-se a ir embora. O olhar de Isabe pousou sobre a mulher ¨¤ sua frente e, uma voz desinteressada, disse: ¡°A pessoa que n?o est¨¢ levando a s¨¦rio nossa central ¨¦ voc¨º, Sra. Serrano. Eu revisei seu registro de ponto e voc¨º n?o tem nada a dizer a respeito?¡± 2/2 09.08 19 Cap铆tulo 98 GOCMS Toggle navigation ¡¤ 4 ¡¤ 10 ¡¤ 9 ¡¤ [email protected] [email protected] Online ¡¤ MAIN NAVIGATION Dashboard ¡¤ N?i dung Th¨ºm ch??ng 1. Dashboard 2. Ch??ng 3. T?o m?i ¡¤ Th?ng tin ch¨ªnh ¡¤ Th?ng tin SEO ¡¤ C?u h¨¬nh Meta Title: Meta Description: Meta Keywords: Create Version 1.3 Copyright ? 2019-2020 TruyenhayOnline. All rightsreserved.Content held by N?velDrama.Org. Cap铆tulo 99 Cap¨ªtulo 99 ¡°¨¦ impressionanteo a gente nunca realmente conhece as pessoas.¡± ¡°J¨¢ chega de hridade?¡± A voz de Isabe soou de repente. As pessoas ao redor se dispersaram apavoradas, n?o ousando demorar mais, percebendo que a nova presidente era algu¨¦m quem n?o se devia mexer. Raul Fonseca, vendo que todos haviam ido embora, n?o se conteve e entrou, oferecendo um caf¨¦. ¡°Diretora Isabe, se a Yara n?o aparecer, voc¨º pretende deixar isso pra l¨¢?¡± Ao ver Isabe abaixando a cabe?a para beber o caf¨¦, Raul Fonsecapletou, ¡°Depois de tudo o que fez, seria um desperd¨ªcio deix¨¢ escapar assim t?o facilmente!¡± ¡°ro que n?o,¡± disse Isabe, um brilho confiante nos olhos. ¡° certeza vir¨¢.¡± ¡°Como voc¨º pode estar t?o certa?¡± ¡°Eu li as cartas de rema??o anteriores, se atreveu a enfrentar o Rafael por qualquer bobagem, o que mostra que ¨¦ explosiva e n?o suporta ser contrariada. Eu a demiti, vai sentiro se tivesse perdido a honra, certeza vir¨¢ at¨¦ mim para se justificar.¡± ¡°Ent?o, voc¨º previu isso e preparou uma armadilha para cair¡­ de qualquer forma, voc¨º acabaria chamando a pol¨ªcia!¡± ¡°Sem d¨²vida.¡± Como Isabe poderia deixar passar? Uma pessoa que desviava tanto dinheiro da empresa? Ap¨®s tomar mais alguns goles de caf¨¦, Isabe acrescentou casualmente, ¡°Na empresa sempre tem aqueles que adoram uma fofoca, saber que viria certeza atrairia curiosos para ouvir escondidos.¡± Raul Fonseca olhava para Isabeo se fosse um ser de outro mundo, impressionado. ¡°Ent?o, aqueles que estavam l¨¢ fora espiando tamb¨¦m estavam dentro dos seus c¨¢lculos?¡± Ele havia implorado para que todos fossem embora, e agora percebeu que a Diretora Isabe queria que fossem vistos, uma estrat¨¦gia para dar um exemplo? ¡°A empresa ficou muito rxada neste ¨²ltimo ano, muitas pessoas e muitas coisas precisam ser reorganizadas,¡± Isabe disse desd¨¦m, ¡°pode ir agora.¡± ¡°Sim,¡± Raul Fonseca ainda estava maravilhado quando deixou o local, a Diretora Isabe era incr¨ªvel, tudo estava sob seu controle¡­ Em outro lugar. 1/2 09:08 Original from N?velDrama.Org. Capitulo 99 C¨¦lio olhava para as mensagens que havia enviado, j¨¢ fazia uma hora e quarenta e dois. minutos e ainda n?o havia resposta. Essa mo?a esquecia at¨¦ do noivo quando estava trabalhando! Ele n?o resistiu e abriu o perfil de Isabe, era uma sombra projetada na parede. Mesmo que a sombra fosse escura, a b estrutura e forma eram inconfundivelmente d. N?o imaginava que at¨¦ a sombra d fosse t?o atraente. C¨¦lio fixou o olhar na imagem por um bom tempo, imaginandoo estava o clima quando tirou aqu foto, o que estava vestindo, se estava de bom humor¡­ Lembrando-se do rosto lindo e delicado de Isabe, o olhar de C¨¦lio se suavizou involuntariamente. Ele salvou a foto do perfil e voltou para a caixa de mensagem, mas do outrodo ainda n?o havia respondido. O que estaria fazendo? Sem sequer um momento para checar o celr¡­ Isabe estava prestes a enviar uma mensagem quando seu telefone vibrou, era uma chamada do pai. Deslizou para atender e mal havia dito ¡°pai¡±, Carlos Neves respondeu entusiasmo, ¡°Querida Isabe, voc¨º j¨¢ est¨¢ na empresa desde cedo?¡± Isso era dedica??o demais! ¡°Ouvi dizer que houve um problema a Yara! N?o acredito que teve a aud¨¢cia de enganar todo mundo¡­ Voc¨º fez muito bem, em apenas alguns dias na empresa, e j¨¢ descobriu essa grande falcatrua.¡± Cap铆tulo 101 GOCMS Toggle navigation ¡¤ 4 ¡¤ 10 ¡¤ 9 ¡¤ [email protected] [email protected] Online ¡¤ MAIN NAVIGATION Dashboard ¡¤ N?i dung Th¨ºm ch??ng 1. Dashboard 2. Ch??ng 3. T?o m?i ¡¤ Th?ng tin ch¨ªnh ¡¤ Th?ng tin SEO ¡¤ C?u h¨¬nh Meta Title: Meta Description: Meta Keywords: Create Version 1.3 Copyright ? 2019-2020 TruyenhayOnline. All rightsreserved.Content held by N?velDrama.Org. Cap铆tulo 102 Cap¨ªtulo 102 Conseguiu fechar um neg¨®cio de bilh?es de dres? Ou passou a perna em algum concorrente? Talvez, tenha adquirido algumas empresas poderosas? Do contr¨¢rio, por que estava t?o sorridente? ¡°V¨º se encontra algum lugar ou ponto tur¨ªstico que as meninas gostam.¡± Ao ouvir as pvras de C¨¦lio, Vicente teve um pensamento, afinal, a boa disposi??o do Sr. C¨¦lio tinha a ver a Sra. Isabe! Quando ele entrou no escrit¨®rio, por acaso viu o Sr. C¨¦lio no telefone, ser¨¢ que era Sra. Isabe?! ¡°Sr. C¨¦lio, o senhor est¨¢ cada vez mais atento ¨¤s quest?es da Dona Isabe.¡± Antes, Sr. C¨¦lio jamais lhe pediria para procurar lugares ou pontos tur¨ªsticos, uma simples refei??o j¨¢ seria suficiente para mand¨¢-lo de volta ao trabalho. Desde que conheceu Sra. Isabe, o Sr. C¨¦lio frio tamb¨¦me?ou a se aquecer, pelo menos seus olhos n?o estavam frxos apenas no trabalho. ¡°O senhor tem raz?o, n?o se pode focar s¨® no trabalho, ¨¦ hora de pensar nos grandes passos da vida.¡± Escutando isso de C¨¦lio, Vicente ficou um pouco confuso. ¡°Sr. C¨¦ljo, o senhor est¨¢ fndo de mim?¡± ¡°Quem mais seria?¡±C¨¦lio olhou para ele e disse sem preocupa??o,¡±Quando voc¨º arrumar uma namorada, n?o precisar¨¢ mais fazer hora extra nos finais de semana e vamos melhorar seu sal¨¢rio.¡± Ser¨¢ que o Sr. C¨¦lio mudou tanto assim? Sra. Isabe tinha um encanto t?o grande? Foi que mostrou ao Sr. C¨¦lio o doce sabor do amor?! ¡°Obrigado, Sr. C¨¦lio! Vou arranjar uma namorada o o mais rapido possivel.¡± Vicente disse isso e j¨¢ se preparava para sair os pap¨¦is, quando um brilho no canto do olho o fez perceber que o celr de C¨¦lio piscou uma nova mensagem. O que surpreendeu Vicente n?o foi a mensagem recebida por C¨¦lio, mas sim o papel de parede da t de bloqueio e da t principal, ambos mostrando a sombra de uma garota! 1/2 09:34 Capitulo 102 Essa pose, era definitivamente de Sra. Isabe! ¡°Bonita?¡±C¨¦lio percebeu seu olhar e perguntou uma voz suave. ¡°N?o, n?o, eu jamais me atreveria a olhar para Sra. Isabe¡­¡±Vicente baixou a cabe?a, sem se atrever a olhar novamente. ¡°Est¨¢ dizendo que n?o ¨¦ bonita?¡± ¡°ro que n?o¡­¡±Vicente suou frio,¡±A beleza de Sra. Isabe ¨¦ t?o elevada que ¡®afunda peixes e faz a lua corar¡¯, ¡®encanta reinos e cidades¡¯ neme?am a descrever sua beleza. ¨¦o um anjo descido ¨¤ Terra, ¨²nica no mundo, e aodo do Sr. C¨¦lio, formam um par perfeito.¡± C¨¦lio deu um sorriso, ¡°N?o faltam pvras elegantes.¡± ¡°Sou apenas um aprendiz, mas a beleza de Sra. Isabe inspira todas as pvras lindas que conhe?o, ¨¦ simplesmente deslumbrante!¡± Original from N?velDrama.Org. ¡°Vicente.¡± ¡°Ei, Sr. C¨¦lio, pode mandar.¡¯ ¡°Voc¨º est¨¢igo desde os oito anos, em termos de remunera??o, eu te deixei na m?o?¡¯ Vicente parou, confuso a inten??o do Sr. C¨¦lio. ¡°N?o, n?o, de forma alguma, o senhor me paga o melhor sal¨¢rio do setor! Estou muito grato!¡± ¡°N?o, voc¨º n?o pode se odar.¡± Vicente: ???? ¡°A partir deste m¨ºs, seu sal¨¢rio vai dobrar.¡± 2/2 Cap铆tulo 103 Cap¨ªtulo 103 Vicente ficou t?o feliz que mal podia se conter Muito obrigado, Sr. C¨¦lio, pode contarigo para qualquer coisa, especialmente se for rcionado ¨¤ Sra. Isabe. Farei de tudo para atender ¨¤s suas expectativas!¡± ¡°Sterdi Se n?o h¨¢ mais nada, licen?a Vicente mal podia acreditar que elogiar a Sra. Isabe tinha mais efeito do que arrumar Seu srio n?o aumentava h¨¢ tr¨ºs anos! Bestou cizer que a Sra. Isabe era bonita para seu sal¨¢rio dobrar! Brquanteemorave internamente, ouviu a voz de C¨¦lio. ¡°Espere Celio pareceu se lembrar de algo, ¡°Aqueles grupos que adquirimos S.. Celic, esta fndo daqueles grupos de luxo? Pode ficar tranquilo! J¨¢ est?o sob o controle da familia Francol ¡°E a nova cole??o Amor Eterno, voc¨º acha que gostaria?¡± Ac ouvir isso, Vicente percebeu que Sr. C¨¦lio o havia parado por esse motivo. Rapidamente ele respondeu Sr. C¨¦lio, o senhor est¨¢ brincando! Com a beleza da Sra. Isabe at¨¦ um saco de estopa cairia bem n!¡± ¡°E mesmo?¡±Celio levantou uma sobrancelha, olhando para ele. ¡°Qualquer coisa que o senhor der ¨¤ Sra. Isabe vai amar! Afinal, n?o ¨¦ o presente que conta, mas sim o sincero sentimento que o senhor tem por ! ficar¨¢ovida ao receber! ¡°Este fim ter¨¢s folga, sem necessidade de horas extras.¡± Vicente quase pva de alegria,¡±Muito obrigado, Sr. C¨¦lio!!!¡± Familia Neves. Cam viu Carlos Neves e Nair Pires de m?os dadas indo passear no jardim e rapidamente chamou Mariana Neves para perto, fndo baixinho,¡±Sra. Mariana, voc¨º mesma ter ido at¨¦ a f paraprar coisas para o casal Neves, deve ser t?o cansativo!¡± Antes que Mariana Neves pudesse responder, Cam continuou ansiosa,¡±N?o adianta s¨® tentar agradar o casal Neves, o mais importante ¨¦ o C¨¦lio¡­¡± 10:59 N?velDrama.Org: owner of this content. Ao mencionar C¨¦lio, Mariana Neves franzia a testa, preocupada. ¡°Parece que ele s¨® tem olhos para a irm?¡­ Voc¨º viu no jardim outro dia, ele foi t?o frioigo. Ser¨¢ que foi porque a sopa que eu preparei causou o mal-estar do av? Franco e agora ele tem uma m¨¢ impress?o de mim? At¨¦ o pr¨®prio av? Franco parece ter mudadoigo¡­¡± ¡°Voc¨º tem que fazer algo para mudar essa situa??o.¡± ¡°Eu sei.¡± ¡°Ent?o, o que voc¨º acha que deveria fazer?¡± Mariana Neves, que estava acostumada a ser respeitada, agora se sentia humilhada e n?o sabia como agir. Desde que Isabe voltou para a fam¨ªlia, Mariana havia sofrido mais do que em todos os anos anteriores! ¡°Sra. Mariana, escute o que estou dizendo¡­¡±Cam olhou ao redor para ter certeza de que ningu¨¦m estava ouvindo e sussurrou algo em seu ouvido. Mariana Neves hesitou,¡±Isso vai dar certo? E se¡­¡± ¡°N?o h¨¢ ¡®e se¡¯!¡±Cam tinha um brilho de certeza nos olhos,¡± Mesmo que C¨¦lio te rejeite inicialmente, se voc¨º mostrar sua sinceridade, o que a irm? dele ter¨¢ a ver isso no futuro?¡± A preocupa??o de Mariana Neves diminuiu um pouco e parecia mais confiante do que antes. Nesse momento, ouviram um barulho no canto e se assustou,¡±Quem est¨¢ a¨ª?¡± ¡°Sra. Mariana, sou eu.¡±O homem que saiu das sombras era Alexandre. Mariana Neves e Cam se olharam, preocupadas sobre quanto Alexandre havia ouvido, e ambas se ficaram assustadas. ¡°N?o se preocupe Sra. Mariana, estou do seudo, disse Alexandre o maior respeito.¡±J¨¢ agora, pe?o desculpas.¡± Ao ouvir Alexandre fr, Mariana disse,¡±Ent?o voc¨º n?o est¨¢ dodo da minha irm?, que ¨¦ filha biol¨®gica dos nossos pais, mas est¨¢ do meudo?¡± 2/2 Cap铆tulo 104 Cap¨ªtulo 104 Mariana Neves olhou para Cam,o se perguntasse o olhar sobre a credibilidade das pvras dele. Cam assentiu, indicando que o homem era de confian?a. ¡°ro.¡±Alexandre olhou para , um olhar amig¨¢vel,¡±N?o s¨® em casa, Sra. Mariana, se precisar de algo l¨¢ fora, estou ¨¤s ordens.¡± ¡°De fato, tenho um favor para pedir¡­¡±Mariana Neves sinalizou para que ele se aproximasse e sussurrou algo em seu ouvido. Pouco depois, Alexandre voltou para rtar,¡±Sra. Mariana, C¨¦lio vai almo?ar no Restaurante Roda Gigante ao meio-dia.¡± Ao ouvir isso, Mariana Neves sentiu-se um pouco agitada,¡± A informa??o ¨¦ segura?¡± ¡°Com certeza.¡± Mariana Neves n?o esperava que a primeira tarefa que deu fosse realizada t?o rapidamente e tamanha efici¨ºncia! tirou um cart?o banc¨¢rio,¡±Se continuar fazendo um bom trabalho, eu depositarei dinheiro para voc¨º.¡± ¡°N?o quero o dinheiro da Sra. Mariana,¡±Alexandre apressou-se em demonstrar sua lealdade,¡±Servir a Sra. Mariana j¨¢ ¨¦ uma grande honra para mim.¡± ¡°Pegue,¡±insistiu Mariana Neves, pois tinha inten??o de rpens¨¢-lo,¡±Quando eu e C¨¦lia nos casarmos, voc¨º e Cam poder?o virigo para desfrutar as benef¨ªcios da Fam¨ªlia Franco.¡± ¡°Obrigado, Sra. Mariana!¡±Alexandre aceitou o cart?o, visivelmente confortado. Carlos Neves e Nair Pires retornaram de uma caminhada pelo jardim e ao verem Mariana Neves t?o arrumada, n?o puderam deixar de perguntar,¡± Mariana, para onde vai t?o elegante assim?¡± ¡°¨¦ o casamento de uma amiga ¨ªntima, vou celebrar .¡± Mariana Neves estava vestida um elegante vestido de festa, cabelos presos e joias cintntes. Desde pequena, foi criada mimos, exndo uma aura refinada gra?as ao dinheiro e cuidados com a pele. Vendo-a uma maquiagem t?o delicada, Nair Piresentou um sorriso,¡±Mariana est¨¢ linda.¡± ¡°Minha preciosidade, cuidada tanto carinho por tantos anos,o n?o estaria 1/4 10:59 bonita?¡±disse Carlos Neves, rindo,¡±Deixe o Lucas lev¨¢.¡± ¡°N?o precisa, hoje o Alexandre me levar¨¢,¡±respondeu Mariana Neves um sorriso, ¡°Assim minha amiga vai ver o quanto ¨¦ importante para m¨ªm!¡± ¡°Tudo bem, tudo bem¡­ Alexandre, leve a Mariana¡­¡± O Restaurante Roda Gigante,o o nome sugere, oferece refei??es dentro de c¨¢pss de vidro. Essa roda gigante tem 28 c¨¢pss, cada uma 25 metros quadrados. Quando a roda gigante atinge seu ponto mais alto, fica a 128 metros do solo, de onde se pode ver a beleza vibrante da cidade e o cintr do mar¡­ Desde a sua inaugura??o, tornou-se um ponto tur¨ªstico para influenciadores e streamers. Devido ¨¤ limita??o de lugares, a lista de reservas se estendia por meses! Era extremamente popr. Mariana Neves n?o desceu do carro, olhando para a imensa roda gigante ¨¤ sua frente curiosidade,¡±Alexandre, por que n?o tem ningu¨¦m l¨¢ em cima?¡± No auge do meio-dia,o n?o havia ningu¨¦m no popr restaurante? C¨¦lio ainda n?o havia chegado? ¡°Que estranho, a roda gigante est¨¢ parada, ser¨¢ que quebrou?¡± ¡°Sra. Mariana, a senhora n?o est¨¢ informada. Para jantar l¨¢ em cima, primeiro tem que ter paci¨ºncia para esperar e depois o bolso para aguentar¡­ um menu custa 6999, e isso ¨¦ s¨® o consumo m¨ªnimo¡­¡± Para Mariana Neves, R$6999 era apenas um troco de caf¨¦. Pouco depois, uma limusine alongada chamou a aten??o de Mariana. Seus olhos brilharam rapidamente ¨C era C¨¦lio chegando! jamais confundiria aqu ca. ¡°C¨¦lio!¡±Alexandre tamb¨¦m reconheceu,¡±¨¦ o carro do C¨¦lio! Sra. Mariana, a senhora viu? C¨¦lio chegou.¡± A limusine passou por eles e estacionou perto da entrada. Vicente saiu do carro e, todo respeito, abriu a porta traseira. Mariana Neves mal teve tempo dar um sorriso sorriso quando viu uma garota descendo da limusine. ¨¨ quem poderia ser, aquele rosto delicado, sen?o Isabe? Como poderia estar no carro de C¨¦lio?! Por acaso, teria vindo ele? 2/4 Antes que Mariana Neves pudesse entender o que estava acontecendo, C¨¦lio desceu do carro e segurou a m?o de Isabe, caminhando juntos para a entrada roda-gigante. segura da Alexandre estava ramente surpreso. Por que C¨¦lio viria jantar a Isab aqui? N?o havia ouvido nenhum boato¡­ Observando o reflexo de Sra. Mariana no espelho retrovisor, parecia que n?o estava nada contente. O que fazer? Foi ent?o que Mariana Neves percebeu o motivo da roda-gigante estar parada, sem ningu¨¦m por perto. C¨¦lio tinha reservado o lugar inteiro! Ele queria jantar a s¨®s Isabe, longe de qualquer intruso! ¡°Sra. Mariana, na minha humilde opini?o¡­ a senhora tamb¨¦m pode entrar e jantar eles, j¨¢ que ¨¦ irm? da casa.¡± Alexandre criou coragem e expressou seu pensamento,¡±Se a senhora entrar, pode evitar que o rcionamento deles avance¡­¡± Sim, fazia sentido. Mariana Neves pensou que n?o podia deixar os dois sozinhos, correndo o risco de surgir, um romance¡­ saiu do carro, e sua figura elegante chamou a aten??o de Isabe, que estava sentada dentro da cabine de vidro da roda-gigante, que ficou confusa. Vestida daqu maneira, estava indo para um casamento? As joias que carregava brilhavam tanto ao sol que quase cegavam. Numa pvra: extravagante. N?velDrama.Org: owner of this content. Mariana Neves chegou ¨¤ entrada, onde foi educadamente barrada pelo porteiro. Alexandre rapidamente se aproximou, e anunciou,¡±Esta ¨¦ a filha dos Neves!¡± Com a posi??o e o status da fam¨ªlia Neves no pa¨ªs, entrar naquele restaurante erao fazer propaganda para eles. Mas o porteiro se desculpou,¡±Desculpe, Senhorita Neves, mas hoje o local est¨¢ r¨¨servado. Lamento muito, esperamos que possa voltar em outra ocasi?o.¡± ¡°Para ser sincera, aqu mo?a l¨¢ dentro ¨¦ minha prima, e aquele homem, eu tamb¨¦m conhe?o.¡± Mariana prosseguiu, tirando um anel de diamantes do dedo e entregando-o ao porteiro, um sorriso,¡±Veja, preciso fr eles. Pode ficar tranquilo, se eles questionarem, 3/4 10:59 B: eu assumo a responsabilidade.¡± O porteiro n?o se atreveu a aceitar tal oferta, sabendo que se deixasse algu¨¦m entrar ¨¤s escondidas e estragasse o encontro de C¨¦lio.. Ele devolveu o anel rapidamente, ¡°Desculpe, Senhorita Neves, por favor, n?o nos coloque nessa situa??o.¡± Dizendo isso, fechou a porta apressadamente, medo que Mariana Neves for?asse a entrada. ¡°Esse insens¨ªvel!¡±Alexandre estava chateado e pensava em usar a identidade de Carlos Neves para intimid¨¢. Mas Mariana Neves parecia desiludida,¡±Deixe pra l¨¢, eles n?o querem desagradar a C¨¦lio, vamos embora¡­¡± ¡°Assim, t?o r¨¢pido?¡± ¡°Sen?o o qu¨º? Ficar aqui assistindo eles se amassando?¡±Mariana Nevesn?ou um olhar reprovador a Alexandre,¡±Da pr¨®xima vez, informe-se melhor!¡± 4/4 Cap铆tulo 105 Cap¨ªtulo 105 ¡°Sim! Todos os erros foram meus, mil desculpas!¡±Alexandre nem imaginava que as coisas tomaria esse rumo,¡±Garanto que isso nunca mais vai acontecer!¡± ¡°Vamoser em algum lugar primeiro. ¡°Mariana Neves olhou para a roda-gigante,¡±Daqui a pouco a gente vai ao Grupo Franco.¡± N?o havia outra escolha sen?o ir embora e enfrentar a situa??o de frente. N?velDrama.Org: owner of this content. Afinal, n?o podia desperdi?ar o esfor?o que tinha feito para se arrumar t?o bem hoje¡­ estava confiante de que, assim que C¨¦lio a visse, ele se interressaria. Dentro da cabine da roda-gigante. Isabe admirava a paisagem quando, de repente, um presente foi colocado ¨¤ sua frente. ¡°Abra e veja.¡±Os olhos de C¨¦lio brilhavam uma luz suave. Isabe abriu a caixa e encontrou uma linda pulseira de diamantes. A pedra principal era uma borboleta prestes a voar, simbolizando transforma??o e renascimento, ladeada por 99 pedras secund¨¢rias de mesmo tamanho, todas justapostas. A pulseira tinha um design ¨²nico, tinha um ar de elegancia discreta e luxuosa, al¨¦m de real?ar o charme feminino. Isabe olhou para a pulseira deslumbrante, e no verso do fecho havia as iniciais de seus nomes gravadas: C&I FOREVER. Ser¨¢ que ele queria ficar para sempre? ¡°Gostou?¡±C¨¦lio panhou sua rea??o um olhar afeituoso, dizendo, ¡°Suas m?os s?o t?o bonitas, vai ficar linda .¡± ¡°Por que me deu isso?¡± ¡°Porque gostei, simples assim. Era preciso mais algum motivo?¡± Se realmente precisasse de um motivo, seria a ¨²ltima vez na casa do av?, quando faltou luz e ele viu o belo colo d, lembrando uma borboleta v¨ªvida, o que o inspirou a criar a pe?a. Ele tinha projetado a pulseira pessoalmente, e supervisionado o artes?o durante todo o processo de montagem. De todas as suas linhas de produ??o, nunca tinha se dedicado tanto a nenhuma, mas essa garota era uma exce??o. 1/2 11:00 ¡°Voc¨º aceitou o cr da minha av¨®, tamb¨¦m tem que aceitar o meu, n?o pode ser parcial.¡± C¨¦lio n?o deu chance para recusar, pegou a pulseira e a colocou no pulso d. O design inovador e o trabalho minucioso s¨® real?avam ainda mais sua beleza e elegancia. C¨¦lio sorriu carinho,¡±Ficou lindo.¡± Ningu¨¦m mais poderia ter o mesmo efeito. Mesmo as modelos top de linha que representavam suas joias n?o poderiam dar-lhe a satisfa??o e o impacto que ele sentia naquele momento. Sua garota era muito bonita. j¨¢ era linda sem a pulseira, e ainda mais . O gar?om que servia aida n?o p?de deixar de observar Isabe discretamente, o rosto perfeito e a aura de frescor e distin??o, n?o era surpresa que tivesse conquistado a prefer¨ºncia de C¨¦lio¡­ S¨® n?o sabia quem era, para aceitar um presente t?o precioso sem nenhuma rea??o¡­ Qualquer garotaum j¨¢ estaria chorando de alegria. Conseguir um olhar t?o afeituoso de C¨¦lio, que a tratava tanto cuidado, n?o era para qualquer uma. ¡°Obrigada.¡±Isabe pegou calmamente a faca e o garfo,e?ando aer seu bife. C¨¦lio sorriu,¡±Deixa que eu corto.¡± Ele cortou o bife e colocou os peda?os no prato d uma voz suave,¡± Coma mais.¡± Foi nesse momento que o celr d vibrou algumas vezes, Isabe pegou para ver: era uma mensagem do seu assistente Raul Fonseca. ¡°Diretora Isabe, a cantina da empresa¡­ talvez voc¨º devesse dar uma olhada?¡± ¡°Aida j¨¢ era sem gra?a normalmente, mas ultimamente tem um gosto estranho~!¡± 2/2 Cap铆tulo 106 Cap¨ªtulo 106 Content held by N?velDrama.Org. Embora eu raramente v¨¢ ao refeit¨®rio, as queixas das pessoas da empresa sobre o lugar n?o s?o de hoje. Raul Fonseca ainda anexou uma foto, acrescentando:¡±O refeit¨®rio ¨¦ de um parente do Rafael, e eles nos cobram 9 reais por refei??o!¡± Os dedospridos de Isabe digitaram em resposta:¡±¨¦ bem fraco.¡± ¡°Nos ¨²ltimos dias at¨¦ que estava razo¨¢vel! A galera da cozinha soube que voc¨º est¨¢ reorganizando a empresa, ent?o hoje ao meio-dia at¨¦ serviram uma sopa de peixe! Olha s¨®.¡± Raul Fonseca enviou mais uma foto. Isabe olhou para a cor da sopa eentou: ¡°A cor n?o est¨¢ boa.¡± ¡°Ah? Como assim? Diretora Isabe, n?o me assuste¡­ Essa sopa de peixe n?o est¨¢ aquele tom leitoso?¡± Isabe ampliou a foto, deu uma olhada nos outros pratos que Raul Fonseca havia fotografado e respondeu:¡±Guarde amostras de todos os pratos para mim, mais tarde vou l¨¢ conferir.¡± Diante dessas pvras de Isabe, Raul Fonseca de repente perdeu o apetite. ¡°Est¨¢ ocupada?¡±C¨¦lio notou que estava constantemente respondendo mensagens.¡±Problemas na empresa?¡± ¡°Um pouco.¡±Isabe terminou o almo?o e nejava dar uma passada no refeit¨®rio da empresa.¡±Vamos voltar.¡± mal havia se levantado e dado alguns passos quando C¨¦lio a abra?ou por tr¨¢s. ¡°Ainda ¨¦ cedo.¡±C¨¦lio baixou o olhar para o belo perfil d.¡±Fica mais um poucoigo.¡± Isabe sentiu-se um um pouco angustiada, j¨¢ o tinha panhado durante o almo?o, n?o era o suficiente? ¡°Quero que voc¨º fiqueigo.¡±C¨¦lio a abra?ou mais forte, inspirando o perfume d.¡±Quando n?o estou voc¨º, sinto sua falta. E quando estou, quero estar junto o tempo todo, sempre espero ter voc¨º ao meudo.¡± Dois gar?ons e um gerente do restaurante, ouvindo isso, ficaram surpresos¡­ Esse C¨¦lio, famoso por sua frieza, estava realmente dizendo essas pvras romanticas para uma garota? Estariam eles alucinando ou as fofocas estavam erradas? ¡°Est?o nos olhando.¡±A voz de Isabe carregava um toque de tranquilidade. Parecia que esse homem estava se tornando cada vez mais apegado a , e suas pvras, cada vez 1/3 11:00 mais audaciosas. C¨¦lio deu umaleve olhada para odo e viu o gerente do restaurante e os gar?ons se virarem rapidamente, dando-lhes as costas, sem se atreverem prestar mais aten??o em seus movimentos. ¡°Isabe.¡±C¨¦lio segurou a garota ¨¤ sua frente m?os impaciente, uma voz sedutora.¡±Tudo o que os casais fazem, eu quero fazer voc¨º.¡± Isabe:¡­ ¡°Fazer muitas e muitas vezes.¡± ¡°N?o tenho tempo.¡±Isabe estava sendo t?o perseguida por ele ultimamente que muitos dos seus trabalhos privados estavam sendo adiados. ¡°Eu posso esperar quando voc¨º estiver ocupada.¡±C¨¦lio parecia prever sua rejei??o, dizendo suavemente.¡±Espero at¨¦ voc¨º ter tempo para ficarigo.¡± 21 ¡± A roda-gigante subiu lentamente at¨¦ o ponto mais alto, e Isabe viu metade da beleza da cidade refletida em seus olhos, mas em seus ouvidos, tudo o que podia ouvir era ele dizendo:¡±Eu gosto de voc¨º.¡± Era a primeira¡±gosto de voc¨º¡±que ouvia de C¨¦lio desde que se conheceram. estava um pouco surpresa e ainda n?o tinha reagido quando o ouviu dizer:¡±Gosto de abra?ar voc¨º, assimo agora. Gosto de estar voc¨º, gosto de quem voc¨º ¨¦, n?o importa o humor ou a apar¨ºncia, eu gosto de tudo em voc¨º. Vicente viu que j¨¢ era hora, estava prestes a entrar para chamar o Sr. C¨¦lio e a Sra. Isabe. Mas assim que ele abriu a porta, viu tr¨ºs pessoas fazendo sinais para ele, indicando para n?o interromper o momento romantico do Sr. C¨¦lio. Vicente mal podia acreditar quando ouviu a confiss?o de C¨¦lio. Ele olhou novamente para as duas figuras apaixonadas n?o muito longe¡­ ¡°Isabe, eu gosto de voc¨º.¡±C¨¦lio deu um leve beijo no rosto d. Isabe podia sentir suas bochechas esquentando, uma sensa??o estranha invadindo seu cora??o. Seria paix?o? Se n?o fosse, por que seu cora??o batia t?o r¨¢pido? ¡°Quero estar voc¨º todos os dias.¡±C¨¦lio a abra?ou forte, ro?ando seu rosto bonito contra a pele macia d. Isabe n?o rejeitou o gesto ¨ªntimo, nem o afastou. Apenas ap¨®s um momento, disse calmamente:¡±¨¦ hora de ir.¡± 2/3 11.00 J¨¢ estava ficando tarde. Cap铆tulo 107 Cap¨ªtulo 107 C¨¦lio hesitou antes de soltar a m?o de Isabe na entrada do escrit¨®rio, inclinou-se e sussurrou para a mo?a em seus bra?os,¡±Mais tarde eu te trago umnche da tarde, tem algo que voc¨º esteja vontade deer?¡± ¡°Voc¨º est¨¢ assim t?o livre?¡± ¡°Acabei de ficar sem nada pra fazer.¡± Vicente, que estava ao vnte, travou ao ouvir isso. Sr. C¨¦lio, o senhor tem duas reuni?es na parte da tarde, tr¨ºs parceiroserciais para encontrar e ainda mais de uma d¨²zia de documentos aguardando suas decis?es¡­ Tem certeza de que n?o tem nada pra fazer?? ¡°N?o estou fome.¡± Isabe estava prestes a sair do carro quando C¨¦lio a puxou de volta para um abra?o apertado,¡±Mais um pouco.¡± ¡°Estou quase atrasada!¡± ¡°S¨® mais um instante.¡± C¨¦lio respirou fundo, sentindo o cheiro do perfume d, que era t?o agrad¨¢vel e cativante. ¡°N?o precisa me trazernches ¨¤ tarde,¡±disse Isabe um tom calmo, ¡°Estarei ocupada.¡± ¡°Precisa de ajuda?¡± ¡°N?o, obrigada.¡± Depois de ser detida por C¨¦lio por um bom tempo, Isabe finalmente libertou-se m?os e correu em dire??o ao escrit¨®rio. ¡°Sr. C¨¦lio, tenho a impress?o de que a Sra. Isabe mal pode esperar para ir embora¡­¡±Vicente observou a silhueta de Isabe se afastando, depois olhou pelo retrovisor e viu que C¨¦lio n?o havia tirado os olhos d nem por um segundo. ¡°Ah, Sr. C¨¦lio, o gerente do restaurante pediu para eu lhe passar isso¡­¡±Vicente abriu o celr e enviou para o WhatsApp de C¨¦lio uma d¨²zia de fotos. Eram fotos deles almo?ando na roda gigante, um casal atraente que era agradavel de se ver. Se n?o tivesse visto seus pr¨®prios olhos, C¨¦lio dificilmente acreditaria que, ao olhar para Isabe, seus olhos brilhavam uma luz suave e afeituosa. 1/2 11:00 Embora Isabe estivesse olhando para a paisagem l¨¢ fora de perfil, sem perceber seu olhar. Mas isso n?o impedia C¨¦lio de admirar sua beleza toda a aten??o e seriedade. O que estaria pensando naquele momento, olhos t?o puros e sem imperfei??o,o as ¨¢guas ras de um riacho? Os dedos longos de C¨¦lio deslizaram p t, ele olhou para as outras fotos ¨C todas bem tiradas ¨C e disse simplesmente:¡±Gratifica??o.¡± Original from N?velDrama.Org. Vicente rapidamente transferiu dez mil reais para o gerente do restaurante. ¡°Na verdade, Sr. C¨¦lio, eu tamb¨¦m tirei algumas¡­¡±Vicente enviou para C¨¦lio as fotos que ele havia tirado secretamente. Eram fotos de C¨¦lio abra?ado a Isabe, olhando a paisagem. Os dois eram um par perfeito, bonitos e talentosos. ¡°Sr. C¨¦lio, s¨® pra deixar ro, n?o estou esperando nada em troca, s¨® achei que voc¨ºs estavam bonitos juntos e por isso tirei as fotos¡­¡±Vicente tinha medo que C¨¦lio pudesse ficar chateado, afinal, ele havia tirado as fotos sem que C¨¦lio soubesse. Mas C¨¦lio n?o disse uma pvra, e dois segundos depois, o celr de Vicente tocou uma notifica??o de transfer¨ºncia via PIX. Ele arregalou os olhos, 88888, cinco oitos! Sr. C¨¦lio tinha transferido tanto dinheiro de uma vez? Era uma gratifica??o?! Enquanto tentava segurar sua empolga??o, Vicente perguntou, confuso,¡±Mas Sr. C¨¦lio, o que significam esses n¨²meros¡­¡± C¨¦lio salvou as fotos uma a uma, casualmente explicou:¡±O s¨ªmbolo matem¨¢tico representa o infinito. ¨¦ o nosso s¨ªmbolo eterno, eu e Isabe, o n¨²mero 8.¡± #1 ¡­¡±Ele s¨® havia perguntado um n¨²mero?! C¨¦lio configurou suas duas fotos favoritaso fundo de t e t de bloqueio do celr, depois olhou mais uma vez para a empresa onde Isabe trabalhava, um olhar resist¨ºncia ¡°Vamos voltar para o grupo.¡± Vicente p?de sentir ramente o tom de saudade na voz dele. Caramba, Sra. Isabe mal tinha ido embora e ele j¨¢ estava sentindo sua falta? Grupo Franco. Mariana Neves preparou um ch¨¢ da tarde para as seis recepcionistas, e todas ficaram felizes a surpresa. Cap铆tulo 108 Cap¨ªtulo 108 ¡°Sra. Mariana, quanto tempo n?o a vemos! Chegou e j¨¢ trouxe presentes para n¨®s!¡± ¡°¨¦ do Restaurante Sabor Delicado outra vez, muito chique! Comer essas delicias t?o caras nos deixa at¨¦ sem jeito.¡± ¡°N¨®s somos mesmo sortudos, nos ¨²ltimos anos a Sra. Mariana sempre nos trouxe tantas gostosuras.¡± ¡°Depois de tanto tempo, Sra. Mariana continua linda!¡± ¡°Ter algu¨¦mo a Senhora Franco ¨¦ uma sorte para n¨®s! N?o s¨® ¨¦ generosa e b, mas tamb¨¦m supera todas aqus herdeiras em talento!¡± Mariana Neves ouvia os elogios um sorriso, e uma express?o de quem critica disse,¡±Na hora do ch¨¢ da tarde nem usaram mel e olhao voc¨ºs est?o doces!¡± ¡°Sra. Mariana, voc¨º est¨¢ cada vez mais bonita. Pode nos contar o segredo?¡± Uma das recepcionistas, olhos de admira??o, apoiou o queixo nas m?os enquanto observava Mariana Neves, t?o bonita e sem uma espinha sequer. ¡°Melhor nem sonhar alto, as coisas que a Sra. Mariana usa para a pele certeza s?o car¨ªssimas, e n¨®s n?o podemos nos dar a esse luxo.¡± Enquanto Mariana Neves sorria para as brincadeiras ds, estava prestes a dizer algo quando notou que todas se levantaram rapidamente, arrumando-se e cumprimentando respeitosamente:¡±Boa tarde, Diretor C¨¦lio!¡± Mariana Neves se virou e viu que era C¨¦lio que tinha chegado. ¡°C¨¦lio~¡± Antes que Mariana Neves pudesse se aproximar, v¨¢rios executivos j¨¢ haviam corrido na frente d. Vendo C¨¦lio, correram para rtar uma emerg¨ºncia, todos se dirigindo rapidamente ao elevador, como se ningu¨¦m tivesse notado que algu¨¦m o chamara. Exceto Vicente, que ficou para tr¨¢s, bloqueando o caminho de Mariana Neves,¡±Sra. Mariana, a senhora veio? Est¨¢ procurando pelo Sr. C¨¦lio para tratar de algo?¡± ¡°Trouxe onche da tarde para o C¨¦lio e tamb¨¦m tem para voc¨º. Preciso fr ele.¡±Mariana Neves olhava ansiosamente para a figura que se afastava em dire??o ao elevador, mas Vicente n?o a deixava passar. ¡°Eu realmente preciso fr o C¨¦lio.¡± 1/2 11:00 ¡°O Sr. C¨¦lio est¨¢ lidando uma situa??o urgente.¡± ¡°Eu posso esperar.¡± ¡°O Sr. C¨¦lio vai estar ocupado por um bom tempo, Sra. Mariana. Talvez seja melhor a senhora voltar para casa e ligar ou mandar uma mensagem para ele.¡± ¡°N?o tem problema, eu espero aqui. Algumas coisas eu prefiro dizer pessoalmente.¡± Mariana Neves estava determinada a avan?ar, mas Vicente continuava a impedi,¡±O assistente Vicente vai continuar me bloqueando?¡± ¡°Desculpe, ¨¦ que n?o queria que a senhora esperasse em v?o¡­¡± ¡°Eu j¨¢ disse que n?o tem problema, por mais que ele demore, eu espero!¡±Mariana Neves passou por ele e seguiu em dire??o ao elevador. Vicente, considerando que era a filha adotiva da fam¨ªlia Neves, n?o quis criar um tumulto ali mesmo. Mas insistia em ir e procurar por sofrimento. No cora??o do Sr. C¨¦lio, s¨® havia espa?o para a Sra. Isabe, ningu¨¦m mais¡­ Vendo que Mariana Neves havia entrado no elevador, ele s¨® p?de segui. As seis recepcionistas, sem entender o que estava acontecendo, sentiam que havia algo mais naqu hist¨®ria. ¡°Voc¨ºs acham que o Diretor C¨¦lio n?o gosta da Sra. Mariana?¡± ¡°N?o pode ser, n¨¦? A Sra. Mariana ¨¦ t?o incr¨ªvel, se voc¨º considerar a apar¨ºncia, o conhecimento, o talento e a fam¨ªlia d¡­ n?o d¨¢ pra achar uma segundao neste mundo!¡± ¡°Mas por que o assistente Queiroz est¨¢ impedindo , hein?¡± ¡°O Diretor C¨¦lio certeza n?o tinha a inten??o de negligenciar a Sra. Mariana, voc¨ºs viram, assim que ele entrou, v¨¢rios executivos j¨¢ estavam procurando ele para resolver assuntos. O assistente Queiroz provavelmente s¨® n?o queria que a Sra. Mariana ficasse esperando em v?o.¡± ¡°Ele ¨¦ frio todo mundo,o se s¨® tivesse olhos para o trabalho! Quantos anos a gente est¨¢ aqui? O Diretor C¨¦lio j¨¢ nos deu alguma aten??o de verdade?¡± Original from N?velDrama.Org. ¡°Isso nunca aconteceu.¡± ¡°Ent?o, o casal est¨¢ bem um o outro, n?o ¨¦ da nossa conta se preocupar!¡± 2/2 Cap铆tulo 109 Cap¨ªtulo 109 Se o sentimento deles realmente tivesse mudado,o Sra. Mariana poderia sorrir? ainda teria animo paraprarnches da tarde para eles? Original from N?velDrama.Org. ¡°Sra. Mariana, apenas dezoito anos, j¨¢ se tornou uma vencedora na vida, nascida em um ber?o de ouro, noivo t?o destacado.¡± ¡° ¨¦ muito melhor que todas n¨®s em todos os aspectos.¡± ¡°Chega, chega, falem baixo, se algu¨¦m ouvir, o valor da empresa cai!¡± Do outrodo. Isabe entrou no escrit¨®rio, e o assistente Raul Fonseca j¨¢ havia colocado aida que trouxe em cima da mesinha de centro. Havia treze variedades. ¡°Diretora Isabe, a senhora chegou?¡±Raul Fonseca levantou a cabe?a e disse respeitosamente, ¡°Isso ¨¦ o que temos para o almo?o.¡± Isabe olhou rapidamente para aida ¨¤ sua frente, pegou a sopa de peixe e cheirou, observou um prato de milho lingui?a e l¨ªrios, e at¨¦ separou a lingui?a os palitos. A cor e o aroma esfriaram um pouco o seu olhar. ¡°Diretora Isabe, aida est¨¢ fresca, n?o est¨¢?¡±Raul Fonseca percebeu ramente a mudan?a no humor de Isabe. ¡°Vamos ao refeit¨®rio.¡± Vendo Isabe ir rapidamente em dire??o ao refeit¨®rio, alguns funcion¨¢rios curiosos a seguiram secretamente para ver o que aconteceria.. Isabe chegou ao refeit¨®rio, onde umvador de pratos estava trabalhando e dois cozinheiros estavam descansando, fumando e aproveitando a sombra do jardim. Vendo Isabe chegar de repente, eles n?o sabiam quem era, mas vendo Raul Fonseca logo atr¨¢s, adivinharam a identidade da mo?a. Deve ser a nova presidente que tem intimidado os funcion¨¢rios recentemente ¨C Diretora Isabe. ¡°Raul, essa ¨¦ a Diretora Isabe?¡±perguntou um dos cozinheiros mais jovens, apagando o cigarro sob o cal?ado e se aproximando. Ao ver Isabe entrar na cozinha, Raul Fonseca explicou calmamente,¡±A Diretora Isabe 1/2 11:00 so est¨¢ dando uma olhada, n?o precisa ficar nervoso.¡± Assim que Isabe entrou na ¨¢rea de cozinha, notou que as condi??es de higiene eram muito ruins. O jovem cozinheiro explicou,¡±N?o tivemos tempo de arrumar ap¨®s o almo?o, mas normalmente ¨¦ tudo limpo. Veja, na semana passada, os fiscais vieram e nos deram uma nota A.¡± ¡°Chamem o respons¨¢vel por voc¨ºs.¡± Ouvindo a voz fria de Isabe, o jovem cozinheiro ficou surpreso por um instante e rapidamente disse,¡±Nosso encarregado geralmente n?o est¨¢ aqui¡­¡± ¡°Ent?o pe?a para ele vir.¡±Isabe adicionou friamente, ¡°Imediatamente.¡± ¡°Sim¡­¡±O jovem cozinheiro, que n?o estava acostumado a esse tipo de press?o, correu para ligar para o encarregado. A liga??o havia sido feita h¨¢ apenas alguns minutos e o encarregado ainda n?o tinha chegado, mas Rafael Costa apareceu primeiro. ¡°Diretora Isabe est¨¢ t?o livre que veio at¨¦ a cozinha?¡± Rafael Costa foi avisado e chegou o mais r¨¢pido que p?de. Naquele momento, ele viu Isabe abrindo o refrigerador e inspecionando a carne congda. ¡°Diretora Isabe parece ter esquecido que nosso refeit¨®rio j¨¢ foi terceirizado para uma empresa de alimenta??o externa. Mesmo que uma inspe??o fosse necess¨¢ria, n?o seria responsabilidade dos nossos funcion¨¢rios.¡± Rafael Costa riu de forma desafiadora, olhando friamente para Isabe. ¡°Do ponto de vista legal, a empresa tem responsabilidade de supervis?o sobre o refeit¨®rio terceirizado. Rafael est¨¢ ficando velho, n?o entende de leis, n?o tem problema.¡± 2/2 Cap铆tulo 110 Cap¨ªtulo 110 Isabe levantou o olhar, imperturb¨¢vel diante do homem ¨¤ sua frente, e um leve sorriso, comentou,¡±Ouvi dizer que o respons¨¢vel p cantina ¨¦ teu parente?¡± Rafael Costa pausou por um.momento e, um sorriso debochado, respondeu,¡±Diretora. Isabe, por acaso tem alguma queixa contra mim e quer usar a cantina do meu parente para me atingir?¡± Isabe deu um sorriso frio e olhou para a camera acima. Como esperado, j¨¢ estava desligada. ¡°V¨¢ ligar a camera,¡±ordenou Isabe ao seu assistente. ¡°Diretora. Isabe, o que pretende fazer?¡±Rafael Costa estava ramente insatisfeito as a??es d,¡±As cameras daqui, mesmo que precisem ser ligadas, n?o s?o da responsabilidade da nossa empresa para fazer isso.¡± ¡°Diretora. Isabe, j¨¢ est¨¢ ligada,¡± Raul Fonseca informou, ap¨®s concluir a tarefa, todo o respeito. Nesse momento, o gerente da cantina chegou correndo, transpirando. Notando a jovem aodo de Rafael Costa, n?o p?de deixar de perguntar,¡±Rafael, quem ¨¦ essa¡­?¡± ¡°N?o recebeu a not¨ªcia? Recentemente chegou uma nova autoridade que gosta de impor respeito, e agora chegou a sua vez¡­¡±Rafael Costa n?o levava a garota a s¨¦rio. Max, o gerente, entendeu a insinua??o de Rafael, mas, sempre h¨¢bil nos neg¨®cios, respondeu um sorriso cort¨ºs,¡±Diretora. Isabe, em que posso ser ¨²til?¡± ¡°Os past¨¦is que sobraram do almo?o ainda est?o l¨¢, eu os aqueci um pouco, temos outros pratos tamb¨¦m. Raul Fonseca, por favor, sirva um pouco para o Max Amaral e o Rafael experimentarem.¡± ¡°Certo,¡±Raul Fonseca foi prontamente servir aida. Rafael Costa e Max se entreolharam, confusos a inten??o d. ¡°Diretora. Isabe, se a senhora quer que experimentemos aida para sugerir melhorias¡­¡± Max foi interrompido antes de terminar sua frase, quando ouviu Isabe pronunciar uma ¨²nica pvra: ¡°Por favor.¡± O delicioso aroma daida j¨¢ estava ¨¤ frente deles. Max n?o recusou, pegou um pastel e mordeu,¡±Est¨¢ gostoso.¡± Rafael Costa n?oeu, olhando impaciente para a jovem,¡±Se a Diretora. Isabe quer nos convidar para o almo?o, n?o h¨¢ necessidade, eu j¨¢i.¡± 1/2 11:00 ¡°Rafael est¨¢ satisfeito, ou tem medo deer?¡± As pvras de Isabe foramo um corte tenso, tocando fortemente os cora??es de todos os presentes, e os funcion¨¢rios que observavam a cena secretamentee?aram a sentir medo. ¡°O que quer dizer isso, Diretora. Isabe?¡±Rafael Costa rapidamente se mostrou descontente. Max rapidamente tentou explicar,¡± Esses past¨¦is foram feitos agora ao meio-dia pelos cozinheiros, n?o foram?¡± Os dois cozinheiros rapidamente assentiram, mas seus olhares carregavam tens?o e inseguran?a. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. ¡°Eu n?o disse que n?o foram feitos na hora.¡±Isabe sorriu friamente,¡± Estou apenas curiosa sobre o recheio¡­ O que foi usado para faz¨º-lo?¡± ¡°O recheio¡­¡±Max hesitou, mas logo sorriu,¡±Diretora. Isabe est¨¢ brincando! O recheio ¨¦ carne de porco fresca que os cozinheirospraram no mercado de manh?, picada e embrulhada uma a uma.¡± ¡°Usar prote¨ªna de soja triturada misturada amido de mandioca e uma s¨¦rie de aditivos alimentares, adicionar ess¨ºncia de carne de porco e mexer bem, ¨¦ isso que voc¨º chama de carne picada? Estou certa?¡± Ao ouvir isso, todos presentes ficaram surpresos. Os past¨¦is queeram no almo?o n?o continham nem um peda?o de carne, apenas um monte de aditivos alimentares? Eles sentiram vontade de vomitar. ¡°Diretora. Isabe, a senhora n?o pode fr sem pensar por ser jovem. O que disse tem alguma prova? Se n?o, est¨¢ apenas tentando difamar a nossa cantina¡­¡± Embora Max afirmasse isso, seu olhar ramente estava inseguro, e at¨¦ a express?o de Rafael Costa parecia n?o conseguir se esconder. ¡°Ser¨¢ que o recheio dessa¡¯s past¨¦is ¨¦ realmente de carne mo¨ªda fresca? Por que n?o levamos para analisar?¡± Isabe observava-os, entretida,¡±Quando Maxeu aquele pastel, no fundo ele tamb¨¦m estava resistente e medo, n?o ¨¦?¡± Cap铆tulo 111 Cap¨ªtulo 111 Max parecia ter sido atingido em cheio ps pvras d, sentindo-se ainda mais desconfort¨¢vel, ¡°Eu confio nos meus cozinheiros, eles jamais agiriam desonestidade!¡± Isabe riu,¡±N?o adianta tentar jogar a culpa nos cozinheiros agora, n?o ¨¦? Mesmo que tivessem feito algo, certamente foi sob suas ordens. Afinal, quem teria coragem de assumir uma responsabilidade t?o grande por conta pr¨®pria? ¡°Diretora Isabe, voc¨º tem provas?¡±Max falou os dentes fechados,¡±Se n?o tiver, posso te processar por difama??o!¡± ¡°Quem vai processar quem ainda est¨¢ por se ver, Max. N?o fale t?o cedo, voc¨º pode acabar sem sa¨ªda, e eu n?o vou estar l¨¢ para te ajudar.¡± ¡°Voc¨º¡­¡± Original from N?velDrama.Org. ¡°A carne ervilhas que serviram no almo?o, aqu carne n?o era de verdade, era?¡±Isabe levantou os olhos, confiante. A express?o de Max j¨¢e?ava a se desfazer,¡±O que voc¨º quer dizer isso?¡± ¡°Eu acabei de verificar, voc¨ºs usaram carne de frango doente no lugar da carne de boi.¡± ¡°Heh, Diretora Isabe, voc¨º esta dizendo cada absurdo, precisa ter provas para fr essas coisas!¡± ¡°Traga a lixeira da cozinha aqui.¡±Isabe ordenou a um assistente. Raul Fonseca apressou-se em cumprir a ordem. A grande lixeira foi colocada diante de todos, e Isabe deu um chute, derramando o lixo aos p¨¦s de Rafael Costa e Max. Rafael Costa e Max se afastaram rapidamente. Al¨¦m de alguns restos deida, havia cabe?as de frango, p¨¦s de frango, traseiros de frango, e assim por diante. ¡°N?oemos frango no almo?o, mas o lixo est¨¢ cheio dessas coisas¡­¡±Isabe falou despretensiosamente,¡±Normalmente, os olhos de um frango abatido ficam abertos, s¨® os frangos doentes morrem de olhos fechados. As pessoas ao redor apressaram-se em examinar as cabe?as de frango no ch?o, e de fato, todos os olhos estavam fechados! ¡°Quem j¨¢ foi ao mercado sabe que, ao abater um frango, ¨¦ necess¨¢rio sangr¨¢-lo, mas um frango morto n?o sangra, o que faz a carne ficar vermelha. Al¨¦m disso, a pele do frango 1/2 08:17 Capitulo TTT doente fica cinza e sem vida, sem sticidade, n?o ¨¦ a apar¨ºncia de uma morte natural.¡± Os funcion¨¢rios sentiram uma reviravolta no est?mago, quase vomitando ao perceberem que o que comeram no almo?o era frango doente, e n?o carne bovina fresca! Eles s¨® pensavam em vomitar! Max n?o esperava que uma jovemo observasse tanto detalhe. ¡°Ok, digamos que, por um descuido, os cozinheiros realmentepraram frango doente, isso n?o ¨¦ culpa deles, foram enganados pelo vendedor do mercado. E voc¨º disse que frango doente pode virar carne bovina, ent?o fa?a um para mim ver!¡± Vendo que Max ainda n?o queria assumir a culpa, Isabe riu. ¡°Isso ¨¦ f¨¢cil.¡±Isabe falou calmamente,¡± Basta cortar essa carne de frango ruim em tiras, adicionar um pouco de ess¨ºncia de carne bovina e de churrasco, corrigir a cor um pouco de corante de caramelo, fritar ¨®leo quente, temperar condimentos variados, e pronto, vira ¡®carne bovina¡±.¡± O rosto de Max estava duro, sem acreditar que conhecia o processo t?o detalhadamente, sem errar uma pvra sequer. ¡°E as provas s?o que todos esses aditivos alimentares podem ser encontrados na sua cozinha!¡± Ao ouvir as pvras firmes de Isabe, os funcion¨¢rios ao redor j¨¢ n?o conseguiam descrever seus sentimentos simplesmente er algo nojento¡¯. Um deles, aliviado, bateu no peito,¡±Ainda bem que eu n?oi esses pratos no almo?o.¡± Escapei por pouco! 2/2 Cap铆tulo 112 Cap¨ªtulo 112 Os olhos de Isabe pararam sobre ele, e n?o p?de deixar de se divertir.¡±Voc¨º acha que s¨® esses dois pratos est?o problema?¡± ¡°Diretora Isabe, o que a senhora quer dizer isso?¡±O funcion¨¢rio, confuso e um pouco assustado, perguntou. Isabe, cheia de confian?a, disse:¡±No almo?o, a cantina preparou treze pratos, e nenhum deles foi feito ingredientes frescos!¡± Todos ficaram surpresos ao ouvir isso. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. N?o pode ser, n¨¦?? Treze pratos todos estragados?? Isso ¨¦ terr¨ªvel, n?o ¨¦?? ¡°Diretora Isabe, e a lingui?a, a lingui?a pelo menos deve ser verdadeira, n?o ¨¦? Ser¨¢ que ¨¦ feita de carne de segunda?¡±Um dos funcion¨¢riose?ou a se preocupar. Isabe permaneceu tranqu.¡±Voc¨ºs j¨¢ ouviram fr de lingui?a de amido? Eles adicionam v¨¢rios tipos de farinhas, um pouco de aditivos alimentares, ¨®leo essencial de churrasco, um toque de carragena, misturam tudo no processador de alimentos, d?o forma, cozinham e pronto, temos a lingui?a.¡± ¡°Arg¡­¡±J¨¢ tinha funcion¨¢rio correndo para o jardim para vomitar. ¡°A prova ¨¦ que o processador de alimentos ainda est¨¢ sujo, res¨ªduos de carne que podem ser testados.¡± Eles estavam preocupados que a lingui?a fosse de carne inferior, mas nem carne tinha! Eram apenas temperos! ¡°E o caldo de peixe que voc¨ºs tomaram no almo?o, n?o acharam a cor estranha?¡±Isabe olhou para todos, pvra por pvra,¡±Um caldo de peixe normal n?o ¨¦ t?o branco assim, a menos que se adicione leite desnatado, a¨ª qualquer sabor voc¨º consegue.¡± Mais gente foi para fora vomitar, n?o podendo acreditar que a cantina faria algo t?o desonesto. ¡°Eu tamb¨¦m vi na cozinha o concentrado de cordeiro. Sabem o que ¨¦ isso? Uma colherada e at¨¦ a ¨¢gua pura fica gosto de caldo de osso de cordeiro.¡± Outro funcion¨¢rio suspirou aliviado.¡±Ainda bem, meu est?mago n?o estava bom ao meio-dia, e eu s¨® misturei um pouco de molho de gergelim no arroz¡­ n?oi mais nada.¡± ¡°O molho de gergelim que voc¨ºeu tamb¨¦m foi feito ess¨ºncia de gergelim.¡± 08:17 919 Cap¨ªtulo 112 ¡°¡­¡±O funcion¨¢rio correu para vomitar de novo. ¡°Isso ¨¦ uma brincadeira de mau gosto!¡±Max, as m?os para tr¨¢s, riu ironicamente.¡±Mesmo que voc¨º consiga todos esses ingredientes, n?o temo provar que os cozinheiros usaram isso para fazer o almo?o.¡± Rafael Costa tamb¨¦m se mostrou descontente.¡±Diretora Isabe, a gente podeer qualquer coisa, mas fr tem que ter cuidado!¡± Max, confiante, desafiou:¡±Eu estava disposto a deixar pra l¨¢ por sermos parentes, mas a Diretora Isabe insiste em me acusar. Agora que todos est?o uma m¨¢ impress?o da nossa cantina, vou chamar a pol¨ªcia!¡± ¡°Vamos l¨¢.¡±Isabe n?o se intimidou, pelo contr¨¢rio, respondeu:¡±Se o Max j¨¢ est¨¢ velho demais para usar um smartphone de forma segura, eu posso pedir para o Raul Fonseca ajud¨¢-lo.¡± Max n?o esperava que a garota fosse t?o dif¨ªcil de lidar e disse deboche:¡±Diretora Isabe, pense bem. Se eu fizer essa den¨²ncia, voc¨º tamb¨¦m pode perder seu cargo!¡± ¡°Voc¨º vai denunciar ou n?o?¡±Isabe n?o tinha tempo a perder.¡±Se voc¨º n?o denunciar, eu fa?o.¡± ¡°Rafael Costa, a Diretora Isabe ¨¦ jovem e impulsiva, e tem um g¨ºnio forte, por favor, me d¨º uma chance.¡±Rafael Costae?ou a fazer o papel de pacificador.¡±Vou buscar a lista depras dos ingredientes da manh? para mostrar ¨¤ Diretora Isabe, para provar quepramos ingredientes frescos.¡± ¡°N?o precisa.¡±Isabe, surpreendentemente, n?o se importou e disse diretamente:¡±Eu ouvi dizer que o mercadinho onde voc¨ºspram os produtos frescos tamb¨¦m ¨¦ de um parente seu. Rafael Costa ficou rapidamente insatisfeito.¡±A Diretora Isabe est¨¢ insinuando que h¨¢ umapl? entre nossos parentes?¡± ¡°Voc¨º que disse isso.¡± ¡°Voc¨º¡­¡± Isaben?ou um olhar para Raul Fonseca, que rapidamente pegou o celr, pronto para ligar para o 190. Cap铆tulo 113 Cap¨ªtulo 113 ¡°Para isso¡­¡±Rafael Costa interrompeu rapidamente,¡±Chamar a pol¨ªcia agora, sem nem saber se h¨¢ algo errado aida, s¨® vai criar um escandalo e prejudicar a reputa??o do nosso grupo!¡± ¡°Oh? E o que voc¨º sugere, Rafael?¡±Isabe o olhava interesse. ¡°¨¦ s¨® voc¨º pedir desculpas ao Max e, por minha considera??o, esquecemos que isso aconteceu.. 11 Isabe riu e deu um olhar de confirma??o para Raul Fonseca, que prontamente discou 190. ¡°Voc¨º¡­¡±Rafael Costa ficou chateado, a garota estava desafiando a autoridade! Tudo bem, quer chamar a pol¨ªcia, n?o ¨¦? Ele conhecia gente dentro da delegacia. realmente achava que a pol¨ªcia era uma extens?o da casa d? Era muito ing¨ºnua. Ele pegou o celr e enviou uma mensagem¡­ Um pouco depois. Alguns policiais chegaram, liderados por um rosto desconhecido. Ao ser informado da situa??o, ordenou que todos os ingredientes da cozinha fossem coletados para an¨¢lise. ¡°Ah, sim.¡±Isabe, invadindo o sistema de seguran?a seu celr, restaurou todos os arquivos deletados,¡±Enviei o hist¨®rico de um ano das cameras de seguran?a para o email oficial de voc¨ºs.¡± ¡°Sra. Isabe, a senhora se iodou um assunto t?o pequeno!¡±O chefe da equipe, agradeceu educadamente,¡±Fique tranqu, se os resultados da an¨¢lise mostrarem que os ingredientes n?o s?o apropriados, n¨®s tomaremos as devidas medidas legais!¡± Vi??es da lei de seguran?a alimentar poderiam resultar em multas pesadas, revoga??o de licen?a e at¨¦ pris?o para casos graves. Rafael Costa, ao ouvir isso, ficou um pouco preocupado,¡±Amigo, voc¨º ¨¦ novo aqui? Por que hoje n?o vi o Ruan?¡± ¡°Voc¨¦ o conhece?¡±O Capit?o deu uma olhada r¨¢pida em Rafael Costa e respondeu sem preocupa??o,¡±Ele foi suspenso e est¨¢ sob investiga??o, voc¨º tem algo ele?¡± ¡°Oh, n?o¡­¡± ¡°Melhor assim, ele foi denunciado por aceitar propina. Se voc¨º estiver mandando mensagem pedindo ajuda ou algo do tipo agora, estaria s¨® fornecendo provas contra ele, e as acusa??es podem se tornar ainda mais graves.¡± ¡°1 08:18 Quando o Capit?o disse isso, Rafael Costa sentiu seu cora??o parar. Droga, ele tinha acabado de enviar uma mensagem pedindo ajuda, dizendo que precisava que ele cuidasse de algo, e que seria rpensadoo de costume. Estava acabado. Rafael Costae?ou a suar frio, e Max tamb¨¦m estava nervoso, enxugando o suor da testa sem parar. Ele nunca imaginou que, depois de tantos anos no mundo dos neg¨®cios, acabaria caindo nas m?os de uma garota Um policial se aproximou: ¡°Por favor, venha conosco para ajudar na investiga??o.¡± ¡°Rafael, me ajuda¡­ ¡°Max olhou desesperadamente para Rafael Costa, de jeito nenhum ele poderia ser levado p policia, entrar ¨¦ f¨¢cil, sair ¨¦ que ¨¦ dificil! ¡°Deixaigo, n?o se preocupe ¡°Rafael Costa bateu levemente em suas costas e sussurrou, N?o admita nada, logo meu advogado estar¨¤ aqui para ajudar. ¡°Ent?o seja rapido¡­ ¡°Max estava inseguro, medo que o pior acontecesse. ¡°Eu sei o que estou fazendo, rxe¡­ ¡°Oh, e tem mais uma coisa.¡±Isabe de repente falou, Max tem mais sete ou oito restaurantes p cidade. Max ficou tenso. O que essa garota estava tentando fazer, jogar mais lenha na fogueira? ¡°Max se veste grifes, vive em uma mans?o, mas as contas nunca fecham, e ele n?o consegue pagar os impostos. Isso ¨¦ algo que eu n?o consigo entender.¡± O Capit?o entendeu o recado, Levem-no para um interrogat¨®rio rigoroso!¡± ¡°Sim, senhor!¡± Depois que Max foi levado p policia, Isabe olhou para Rafael Costa e caminhou em dire??o ao escrit¨®rio. N?velDrama.Org: owner of this content. V¨¢rios funcion¨¢rios a procuraram para pedir licen?a, querendo ir ao hospital para um check-up. ¡°Afinal, a falha foi na supervis?o da nossa empresa. Fale a central e d¨¨ a eles um m¨¦s a mais de sal¨¢rio, para que possam se alimentar bem e cuidar da sa¨²de.¡± ¡°Sim. ¡°Raul Fonseca rapidamente assumiu a tarefa. Foi nesse momento que o Sr. Mauro enviou uma mensagem para , Nora, voc¨º est¨¢ trabalhando, querida? Cansada? Com fome? Seu av? mandou preparar umnche para voc¨º.¡± No final, o velhinho ainda mandou um emoji bem fofinho. 2/2 Cap铆tulo 114 Cap¨ªtulo 114 ¡°N?o precisa, v?.¡±Isabe respondeu enquanto caminhava,¡±N?o estou fome.¡± ¡°Mesmo sem fome tem queer, voc¨º est¨¢ muito magra. Daqui a pouco eu pe?o para o Ricardo levar para voc¨º, voc¨º vai gostar.¡± O cozinheiro disse que as garotas de hoje em dia adoram essesnches da tarde uma aparecia bonita. Sua nora t?o educada e ador¨¢vel, certeza n?o seria uma exce??o, certo? ¡°N?o precisa, d¨¢ pro C¨¦lio.¡± ¡°Ele n?o precisaer, n?o tem nada para ele aqui !¡±Sr. Mauro respondeu convic??o. Do outrodo. Mariana Neves esperou no sal?o de reuni?es por duas longas horas, e onche da tarde j¨¢ tinha esfriado. queria ver o que C¨¦lio estava t?o ocupado fazendo, mas tinha medo que aparecer de repente pudesse atrapalhar o trabalho dele. Enquanto estava indecisa, de repente a porta do escrit¨®rio de C¨¦lio se abriu e viu que ele estava saindo! N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°C¨¦lio, voc¨º terminou o que estava fazendo?¡±Mariana Neves apressou-se para alcan?¨¢-lo,¡±Voc¨º est¨¢ ocupado h¨¢ tanto tempo, n?o se canse tanto, est¨¢ fome? Que taler algo primeiro?¡± ¡°O Sr. C¨¦lio tem umpromisso fora¡­¡±Vicente ainda bloqueava seu caminho,¡±Sra. Mariana, por favor, espere.¡± ¡°C¨¦lio¡­¡±Mariana Neves chamou em dire??o ¨¤ silhueta dele,¡±Para onde voc¨º est¨¢ indo? Vai voltar logo? Eu preparei algo para voc¨º corner¡­ que taler antes de sair?¡± C¨¦lio entrou no elevador sem olhar para tr¨¢s, e as portas se fecharam lentamente, deixando para Mariana Neves apenas uma figura distante e resoluta. Vicente, vendo que o Sr. C¨¦lio finalmente tinha sa¨ªdo, olhou para Mariana Neves e tamb¨¦m se afastou. Naquele momento, o celre?ou a vibrar. Ele atendeu,¡±Est¨¢ tudo pronto? ¨®timo, estarei a¨ª em dez minutos. S¨® para confirmar mais uma vez, o suco ¨¦ natural? Sem gelo? Hum, certo, os doces devem estar aquecidos, nossa menina n?o gosta de coisas frias, entendi, certo. H Mariana Neves ouviu isso e ficou confusa. Quem seria a menina deles? Ser¨¢ que¡­ ¨¦ a Isabe?! 08-18 Capitulo 114 A imagem de Isabe surgiu em sua mente¡­ Mariana Neves sentiuo se algo tivesse a atingido e correu para o outro elevador, indo direto para o seu carro. ¡°Alexandre, siga o carro do C¨¦lio.¡± ¡°Sra. Mariana, o que est¨¢ acontecendo?¡±Alexandre estava perplexo, mas ao ver a express?o s¨¦ria de Mariana Neves, ele rapidamente deu a partida no carro. ¡°Senhor C¨¦lio, o carro da fam¨ªlia Neves est¨¢ nos seguindo, quer que a gente despiste?¡±Vicente notou rapidamente a ca do carro atr¨¢s deles, pertencente ¨¤ fam¨ªlia Neves. Mas C¨¦lio n?o se importou e respondeu despreocupadamente,¡± Deixa seguir.¡± Isabe acabou de entrar no escrit¨®rio quando recebeu uma liga??o de C¨¦lio. ¡°Vou levar onche da tarde, estou chegando em dez minutos.¡±A voz de C¨¦lio ainda era profunda e sedutora,¡±Em que andar est¨¢ seu escrit¨®rio?¡± ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ a caminho?¡± ¡°Hum.¡± ¡°Ent?o eu des?o para pegar.¡± definitivamente n?o se atreve deixar o grande CEO entregar no seu escrit¨®rio, ia chamar muita aten??o! ¡°Tem medo que as pessoas saibam?¡± Ele era o qu¨º, algu¨¦m que n?o pudesse ser visto em p¨²blico? Feio? Sem um patrim?nio impressionante? N?o queria reconhec¨º-loo seu noivo? Ou era? ¡°Voc¨º n?o sabe quem voc¨º ¨¦?¡± Se esse cara aparecesse, n?o seria apenas a empresa, mas metade da Cidade Ventoso que entraria em alvoro?o! E ent?o um monte de gentee?aria a perguntar sobre a r??o dos dois. 2/2 Cap铆tulo 115 Cap¨ªtulo 115 Mariana Neves seguiu C¨¦lio at¨¦ que ele estaci¨®nou seu carro perto de uma empresa. Era a confec??o da fam¨ªlia Neves. A chefe era Isabe. n?o estava enganada, C¨¦lio realmente veio ver aqu garota do interior! A deixou ntada na s de reuni?es por duas horas sem dar not¨ªcias, mas estava todo atencioso com aqu garota do interior. O que tinha de t?o especial? Ser¨¢ que no mundo dele, cansado de conviver herdeiras certinhas, de vez em quando ele queria experimentar algo diferente? C¨¦lio saiu do carro, vestindo uma camisa branca, sua apar¨ºncia atraente ofuscando o ambiente ao seu redor, que parecia perder a cor. Ele era sempre assim, sempre chamando muita aten??o, capturando facilmente todos os olhares ao redor. ¡°Isabe.¡± ¡°Esperou muito?¡±Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Isabe mal chegou perto dele e j¨¢ foi envolvida num abra?o caloroso e dominador. ¡°Estava saudades. Finalmente abra?ando a garota que n?o sa¨ªa dos seus pensamentos, o sorriso involunt¨¢rio de C¨¦lio apareceu em seu rosto,¡±N?o, acabei de chegar.¡± ¡°Aqui ¨¦ um lugar p¨²blico, pode seportar?¡± Se fosse um abra?o no carro, at¨¦ aceitaria, mas ali, na cal?ada, e se algu¨¦m os visse¡­ ¡°N?o d¨¢, se eu n?o te abra?ar agora, depois vou sentir mais saudades.¡± C¨¦lio olhava o rosto delicado d, e sua express?o usualmente s¨¦ria era adornada um afeto e ternura que poucos tinham o privil¨¦gio de ver,¡±O trabalho na empresa est¨¢ pesado?¡± ¡°Tranquilo.¡± ¡°Sentiu minha falta?¡± 31 ¡°T?o desocupada e nem pensou em mim?¡± 1/2 08:18 Cap¨ªtulo 115 ¡°Sem cora??o!¡±C¨¦lio a apertou mais forte,¡±Te castigo mais um minuto de abra?o, sem remar.¡¯ ¡°De repente, por que sentia que ele estava sendo um pouco infantil? ¡°Sempre que voc¨º vai para empresa, ¨¦o se desaparecesse. Se eu n?o te procurar, voc¨º nem pensa em mim!¡±C¨¦lio fva um tom manhoso. Isabe, ouvindo isso, realmente n?o sabia o que fazer,¡±Tem muitas pequenas coisas para resolver.¡¯ || ¡°Ent?o, mais tarde, vai pensar em mim?¡± ¡°Vai ou n?o?¡± ¡°C¨¦lio.¡±Isabe ia pedir para ele se acalmar, mas ele j¨¢ estava segurando seu rosto gentilmente,o se estivesse olhando para um tesouro precioso, um olhar cheio de amor profundo,o as estrs brilhantes no c¨¦u noturno. ¡°N?o posso evitar, seu rosto ¨¦ t?o macio.¡¯ ¡°E o nossonche da tarde?¡±Isabe se lembrou que ainda tinha coisas para fazer e n?o poderia ficar por muito tempo. C¨¦lio passou um tempo brincando o rosto d antes de finalmente tirar osnches. Isabe viu as v¨¢rias sacs em suas m?os e n?o as pegou,¡±¨¦ muito, n?o consigoer tudo.¡± ¡°Escolha o que voc¨º mais gosta. C¨¦lio, segurando as coisas uma m?o e a outra ainda resistia em solt¨¢, acariciava seu cabelo e perguntou baixinho,¡±N?o vai me convidar para subir?¡± ¡°Tenho trabalho a fazer.¡± ¡°Ent?o, mais tarde, vai pensar em mim?¡± ¡°Vai sentir-saudades?¡± 2/2 08: Cap铆tulo 116 Cap¨ªtulo 116 ¡°Quer ou n?o quer?¡±C¨¦lio parecia determinado a obter uma resposta antes de desistir. Isabe, sem outra op??o, apertou os dentes e soltou as pvras,¡±Vou sentir.¡± 11 ¡°Eu tamb¨¦m vou sentir sua falta,¡±C¨¦lio do nada baixou a cabe?a e deu-lhe um beijo suave nos l¨¢bios, seus olhos, expressivos e resistente em se afastar, demonstrava carinho,¡±depois do trabalho eu passo pra te buscar.¡± ¡°Ah,¡±Isabe sentiu o rosto esquentar levemente, pegou suas coisas e preparou-se para sair. C¨¦lio, no entanto, segurava sua m?o, resistindo em solt¨¢,¡±O que eu fa?o? N?o quero soltar.¡± S¨® de v¨º, ele esquecia de tudo ao redor, s¨® queria estar junto a . Isabe anteriormente n?o sabia que o lend¨¢rio e impass¨ªvel CEO C¨¦lio poderia seportar de forma t?o atrevida em p¨²blico. Agora que tinha presenciado, achou divertido. ¡°Ent?o voc¨º quer que eu fique aqui parada, segurando essas coisas pesadas, enquanto conversamos?¡± 11 ¡°Posso te ajudar a levar at¨¦ a entrada da empresa?¡± ¡­¡±Isabe retirou sua m?o,¡±Falta apenas uma hora para o expediente terminar, voc¨º deveria voltar.¡± ¡°Isabe.¡± parou, virou-se e olhou para ele. ¡°¦¯ que eu disse l¨¢ em cima, na roda-gigante, era verdade.¡± Ele realmente gostava d. Gostava tanto que enlouquecia quando n?o a via nem por um segundo. Normalmente, Isabe nem lhe daria aten??o, mas naquele momento, vendo a seriedade em seus olhos, deu uma resposta breve,¡± Eu sei.¡± C¨¦lio observou-a se afastar at¨¦ que sua figura desaparecesse na empresa, ent?o parou e, tirando o celr do bolso, ligou para . Ele estava cuidando d ¨¤ sua maneira, em sil¨ºncio, panhando-a. Dentro do carro, Mariana Neves estava irritada. Se n?o tivesse visto seus pr¨®prios olhos, jamais acreditaria que o sempre reservado C¨¦lio pudesse mimar tanto uma garota. 1/2 Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Capitulo 116 Ent?o, afinal de contas, o homem que sempre esteve no topo da piramide n?o era incapaz de amar ou mimar, simplesmente ainda n?o tinha encontrado a pessoa certa! Desde que conheceu Isabe, o amor e a ternura que brilhavam em seus olhos eram algo que Mariana Neves nunca tinha visto em toda a sua vida! C¨¦lio desarmado era encantador, irresist¨ªvel¡­ Por qu¨º?! Por que essa garota sem educa??o conquistou o C¨¦lio?! Por que tinha aquele carinho e afeto ¨²nico de C¨¦lio?! Mariana Neves estava morrendo de ci¨²mes, cravando as unhas na palma da m?o. N?o, n?o podia deixar as coisas seguirem assim! Seja em fortuna, apar¨ºncia, conhecimento ou habilidade, C¨¦lio estava no auge! Ipar¨¢vel em todo o mundo! tamb¨¦m queria aquele carinho e afeto ¨²nicos de C¨¦lio! iria substituir Isabe e se tornar a mulher que C¨¦lio adorava! Ao ver C¨¦lio dodo de fora do carro fndo ao telefone, n?o precisava dizer que ele estava fndo com Isabe. Mal se separaram e j¨¢ estavam grudados novamente, Mariana Neves sentiu seu cora??o parar¡­ conteve o ci¨²me e a tristeza ¡°Alexandre, vamos embora. ¡°1 ¡°Sim¡­¡±Alexandre tamb¨¦m estava perplexo, ainda n?o tinha se recuperado do choque, nunca imaginou que a r??o entre C¨¦lio e aqu mo?a pudesse avan?ar t?o r¨¢pido¡­ Pelo menos por enquanto, parecia que a Sra. Mariana n?o teria chance alguma¡­ Ele ainda n?o havia ligado o carro quando notou o ve¨ªculo do Sr. Mauro se aproximando, surpreso,¡±Sra. Mariana, parece que ¨¦ o carro do Sr. Mauro?¡± Mariana Neves olhou e de fato era! Ser¨¢ que av? Franco tamb¨¦m veio visitar Isabe?! Enquanto pensava, o carro parou e o primeiro a descer foi Ricardo, que tamb¨¦m se surpreendeu ao ver C¨¦lio na entrada da empresa. ¡°Senhor, o que faz aqui?¡± 08:18 Cap铆tulo 117 Cap¨ªtulo 117 C¨¦lio n?o se surpreendeu a chegada do rapaz,¡±Vov? mandou voc¨º?¡± ¡°Sim¡­ O Senhor contratou um confeiteiro top da Fran?a especialmente para preparar um ch¨¢ da tarde para a senhora.¡¯ Ao dizer isso, Ricardo rapidamente retirou as coisas do carro, pedindo desculpas,¡±¨¦¡­ n?o tem a sua parte.¡¯ ¡°N?o tem problema.¡± Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. O olhar de C¨¦lio se voltou para a dire??o da empresa, contanto que sua Isabe estivesse feliz, ele estava feliz. ¡°Senhor, voc¨º tamb¨¦m veio trazer o ch¨¢ da tarde para a senhora?¡± ¡°Sim.¡± ¡°Ent?o eu estou atrasado?¡± Ricardo ficou um pouco angustiado, afinal aqu tarde de ch¨¢ tinha sido preparada pelo confeiteiro pessoalmente, os melhores ingredientes, um gesto carinhoso do Senhor. Se a senhora ficasse satisfeita o ch¨¢ do senhor e n?o tivesse mais apetite para o dele¡­ Isso entristeceria o Senhor. Foi ent?o que Ricardo viu uma figura familiar saindo da empresa e se apressou em sua dire??o, entregando respeitosamente o pacote, ¡®Senhora, isto ¨¦ o que o Senhor pediu para eu lhe entregar.¡¯ Isabe aceitou um sorriso educado,¡±Agrade?a ao vov? por mim.¡± ¡°O Senhor pediu para voc¨º visit¨¢-lo quando puder, n?o se canse demais no trabalho e se cuida. ¡°I ¡°Est¨¢ bem.¡± ¡°O Senhor tamb¨¦m disse que logo sair?o os resultados do ENEM, e se a senhora tiver alguma universidade de sua prefer¨ºncia, seja aqui ou no exterior, ¨¦ s¨® fr.¡± ¡°Certo.¡± ¡°Al¨¦m disso, se encontrar dificuldades no trabalho, pode pedir ajuda ao Senhor, e se houver algo que a iode na vida pessoal, tamb¨¦m pode contar para ele.¡± C¨¦lio, aodo, deu um sorriso ir?nico. Ele sabia que, gerenciando o grupo h¨¢ tr¨ºs anos, nunca tinha recebido um ch¨¢ da tarde 1/2 00.10 Capitulo 117 do Senhor, muito menos qualquer pvra de carinho. Quando estava na esc, suas notas eram o que eram, e pensar que o Senhor arranjaria uma universidade para ele? Sem chance. Agora, a Isab, era generosidade pura. ¡°Agrade?a ao vov? por mim.¡± Isabe corrigiu a postura,demonstrando uma mistura de frieza e docilidade que era encantadora. ¡°Vou passar a mensagem, senhora. Com licen?a, n?o vou iodar mais o seu trabalho.¡± Com isso, Ricardo resoeito para C¨¦lio e disse,¡±Senhor, licen?a, vou me retirar.¡± ¡°Sim.¡±C¨¦lio sabia que ele estava se retirando para dar a eles a chance de ficarem a s¨®s. E ele estava bem consciente disso. ¡°O que voc¨º ainda est¨¢ fazendo aqui?¡±Isabe perguntou, parecendo surpresa ao ver C¨¦lio. Ele tocou seu rosto e sorriu afeto, ¡°Isso ¨¦ destino, o c¨¦u quis que nos encontr¨¢ssemos de novo.¡¯ ¡°Vamoser o meu ch¨¢ da tarde primeiro, quanto ao do vov?, n?o precisa se for?ar.¡± Ⱥ ¡°Suba.¡± ¡°Sim.¡± Depois que Isabe partiu, C¨¦lio permaneceu ali, resistindo em sair por um bom tempo. Dentro do carro, Mariana Neves n?o podia acreditar que av? Franco tinha mandado Ricardo entregar o ch¨¢ da tarde para Isabe! estava morrendo de raiva, quase morrendo de ci¨²mes! Afinal, aquele logo na caixa de refei??es pertencia ao confeiteiro franc¨ºs de elite ¨C Maur¨ªcio! Somente os doces feitos por ele poderiam ser entregues numa caixa assim. 2/2 Cap铆tulo 118 Cap¨ªtulo 118 Embora n?o fossem muitos, a fama dele, fazer um s¨® j¨¢ custaria pelo menos uma fortuna de sete d¨ªgitos. V? Franco tinha mesmo convidado Maur¨ªcio para fazer um ch¨¢ da tarde especialmente para aqu garota do interior e sem educa??o?! era assim t?o importante? Ao ver Mariana Neves chateada ao ponto de fazer cara feia, Alexandre n?o p?de evitar dizer,¡±Sra. Mariana, n?o leve a peito, todos os sentimentose?am assim, aos poucos a simpatia vai diminuindo, e o atrito entre as partes vai surgindo¡­¡± Mariana Neves fechou os punhos, n?o podia ficar parada esperando. C¨¦lio j¨¢ n?o se interessava por , e V? Franco tamb¨¦m estava mantendo distancia¡­ Isabe voltou para o escrit¨®rio e viu na mesa de centro mais de dez pacotes de ch¨¢ da tarde, sentindo uma leve dor de cabe?a. Mesmo que osesseo jantar, n?o conseguiria acabar tudo. Raul Fonseca entrou para fr sobre o trabalho e ao ver aqus del¨ªcias, quase babou.. ¡°Diretora Isabe, isso ¨¦ um exagero, hein? Um ch¨¢ da tarde e tantos pedidos¡­ A senhora consegue comer tudo?¡± ¡°Pode pegar o que quiser.¡±Isabe n?o tinha o costume de tomar ch¨¢ da tarde e, em vez de deixar sobrar, preferiapartilhar. ¡°Diretora Isabe, a senhora t¨¢ fndo s¨¦rio? O ch¨¢ da tarde feito ps pr¨®prias m?os de Maur¨ªcio e Guilherme¡­ A senhora me deixa pegar ¨¤ vontade?¡±Raul Fonseca quase n?o acreditou. Isabe levantou uma sobrancelha,o se perguntasse: Quem ¨¦ Maur¨ªcio? E Guilherme? ¡°Diretora Isabe, a senhora nem sabe quem eles s?o?¡± #1 Raul Fonseca ficou surpreso e engoliu em seco,¡±Maur¨ªcio ¨¦ um confeiteiro franc¨ºs de alto n¨ªvel, e Guilherme, no mundo da confeitaria britanica, ¨¦ um grande nome.¡± ¡­¡±Isabe nunca tinha ouvido fr deles e perguntou a sobrancelha levantada,¡±S?o caros?¡± ¡°Diretora Isabe, esses ch¨¢s da tarde n?o foram a senhora que eendou? Ent?o s¨® posso dizer que quem os mandou realmente valoriza e gosta muito da senhora¡­¡± ¡°Oh?¡± ¡°Maur¨ªcio se aposentou, conseguir que ele fa?a um ch¨¢ da tarde pessoalmente n?o ¨¦ 1/3 ?? Original from N?velDrama.Org. Capitulo 118 mais quest?o de dinheiro.¡± ¡°E Guilherme, da ¨²ltima vez, uma estr internacional quis provar o ch¨¢ dele e esperou tr¨ºs meses inteiros, n?o sei quantos contatos teve que usar at¨¦ que Guilherme finalmente concordou em fazer.¡± 41 ¡°Todos esses ch¨¢s da tarde juntos devem custar uma fortuna de sete d¨ªgitos, n¨¦?¡± Isabe: ??? Uma fortuna de sete d¨ªgitos??? Roubo??? ¡°Diretora Isabe, pode acreditar, a fama deles vale esse pre?o. Olhando para a quantidade e para a delicadeza dos doces, disse, ¡°Escolhe a¨ª.¡± Isabe se encostou no sof¨¢ deboche, fndo de maneira desinteressadao se os ch¨¢s da tarde diante d fossemuns e n?o fizessem diferen?a para . ¡°Ent?o, eu posso mesmo?¡±Raul Fonseca, embora tivesse escolhido alguns itens, optou apenas por doces maisuns ou repetidos, sem se atrever tocar nos mais caros. Um pouco depois, Em¨ªlia Cardoso chegou para fr sobre uns esbo?os, e Isabe convidou-a para escolher alguns para levar. O que sobrou, Isabe estava prestes a experimentar quando ouviu a voz de Raul Fonseca l¨¢ fora. ¡°Rafael, voc¨º realmente n?o pode entrar¡­ 11 ¡°Deixe-me fr a Diretora Isabe, ficar cahateadoigo n?o vai adiantar¡­¡± ¡°Mesmo que voc¨º entre ¨¤ for?a, no fim vai ter que sair e bater na porta¡­ Pra qu¨º iss ¡°Deixa ele entrar.¡±Isabe disse pregui?osamente. Rafael Costa abriu a porta de repente e, ao ver Isabe sentada confortavelmente no so saboreando seu caf¨¦ da tarde, sorriu sem gra?a e disse,¡±Diretora Isabe, parece que houve um pequeno mal- entendido entre n¨®s. Voc¨º teria um momento agora para conversarmos?¡± ¡°Desculpe, ¡°Isabe respondeu calmamente, saboreando um doce, ¡°Estou ocupada.¡± ¡°Se voc¨º tem alguma rema??o sobre mim, por favor, coloque-as na mesa que eu prometo mudar.¡±Rafael Costa disse um sorriso frio,¡±E sobre aqu situa??o meu parente¡­ n?o podemos simplesmente deixar para l¨¢?¡± 08.18 Capitulo 118 Isabe parou deer o doce e levantou uma sobrancelha elegante,¡±Ele deu aos funcion¨¢rios esses aditivos todos bagun?ados por um ano inteiro¡­ Se fosse voc¨º, voc¨º o perdoaria facilmente?¡± Cap铆tulo 119 Cap¨ªtulo 119 ¡°Realmente, o erro foi dele, ele foi ganancioso e usou alguns ingredientes de m¨¢ qualidade¡­ Mas olha s¨®, os funcion¨¢rios n?o tiveram problemas de sa¨²de, e a empresa j¨¢ compensou eles. Ser¨¢ que voc¨º poderia ser bondosa e deix¨¢-lo em paz?¡± Isabe perguntou calmamente,¡±Como assim deixar em paz?¡± ¡°Por exemplo, a gente esquece o que aconteceu e ele forneceida de gra?a para os funcion¨¢rios por seis meses, ou um ano¡­ Pode confiar, eu vou ficar de olho nos ingredientes de agora em diante, n?o vou deixar ele enganar ningu¨¦m!¡± ¡°Foi justamente porque voc¨º estava de olho que a situa??o piorou.¡±O olhar de Isabe sobre ele tinha um peso,¡±O Rafael n?o tem nenhuma responsabilidade?¡± ¡°Sim, eu tenho responsabilidade¡­¡±Rafael Costa baixou a cabe?a, se n?o fosse por ter outras op??es bloqueadas, por que ele se humilharia pedindo ajuda ¨¤ jovem ¨¤ sua frente? ¡°Se voc¨º acha queer esses aditivos n?o ¨¦ nada demais, ent?o voc¨º pode¨º-los pelo pr¨®ximo ano. Depois conversamos novamente.¡± ¡°Diretora Isabe, voc¨º est¨¢ brincando, n¨¦?¡±Rafael Costa tentou sorrir para agradar,¡±Um ano¡­ E tempo suficiente para meu primo passar 365 dias na cadeia. ¡°Comida de cadeia n?o ¨¦ mais saborosa que aditivos?¡± ?? ¡°Pelo menos ¨¦ saud¨¢vel. H ¡°¡­¡±Rafael Costa ficou sem pvras. ¡°Voc¨º,o vice-presidente da empresa, em vez de refletir sobre si mesmo ou pensar emo compensar os funcion¨¢rios, tentou proteger seu pr¨®prio parente. N?o sei de onde voc¨º tira coragem para vir frigo isso. Se voc¨º queria um acordo por baixo dos panos, sinto muito, mas isso eu n?o posso fazer.¡± Ao ouvir jovem recusar definitivamente, o cora??o de Rafael Costa gelou p metade, mas lembrando-se de que seu parente poderia arrast¨¢-lo para o problema, ele n?o teve escolha a n?o ser continuar. ¡°Diretora Isabe, ¨¦ que nossa fam¨ªlia tem uma r??o muito pr¨®xima, minha m?e j¨¢ tem oitenta e nove anos. ficou desesperada quando soube que ele foi preso¡­¡± ¡°Os familiares dele tamb¨¦m vieram me pressionar, eu realmente n?o sabia mais o que fazer e tive que vir fr voc¨º¡­¡¯ ¡°¨¦ dif¨ªcil ver ele passando por isso¡­¡± ¡­ 1/3 Capitulo 119 ¡°E os seus funcion¨¢rios? Voc¨º n?o se importa que eles passem por isso?¡±Isabe levantou os olhos e perguntou. ¡°Isso¡­¡± ¡°N?o h¨¢ margem para negocia??o, Rafael. Melhor pensar mais em voc¨º mesmo. O Max ¨¦ seu parente, e esse problema, a justi?a certeza vai investigar at¨¦ o fim.¡¯ Ao ouvir isso, Rafael Costa sentiu seu cora??o pararpletamente, sua postura j¨¢ n?o era mais a mesma, curvada e abatida, ele se afastou. Isabe saboreou a sobremesa que C¨¦lio haviaprado, enquanto terminava um pouco de trabalho, e logo chegou a hora de ir para casa. A noite caiu. C¨¦lio a levou para um jantar ¨¤ luz de vs, seu olhar parecia cheio de pvras n?o ditas, mas no final, ele n?o disse nada, apenas serviu aida em sil¨ºncio. ¡°Tem algo errado?¡±Isabe perguntou ao v¨º-lo hesitante. ¡°Voc¨º¡­ n?o gostou da pulseira?¡±C¨¦lio olhou para os lindos olhos da mo?a, parecendo um pouco triste,¡±Ou¡­ n?o gosta de mim?¡± Isabe: ??? ¡°Eu tenho te iodado demais ultimamente isso te chateou?¡±C¨¦lio pegou um pano quente e cuidadosamente limpou o molho dos cantos de sua boca, esperando ansiosamente por uma resposta. Isabe ent?o percebeu que havia esquecido de usar a pulseira que estava em seu pulso. ¡°Se voc¨º n?o gosta de mim, eu vou me esfor?ar mais para que goste, me d¨¢ mais um tempo?¡± Isabe: ??? ¡°Se n?o gostou da pulseira, eu posso desenhar outra para voc¨º. Isabe: !!! ¡°Voc¨º que desenhou a pulseira?¡±Isabe ficou surpresa. Mas para C¨¦lio, isso n?o era dif¨ªcil, ele sempre teve talento para design. Nas pvras de Vicente, se ele se dedicasse exclusivamente ao design, poderia se tornar uma lenda na ¨¢rea! O talento dele para o design j¨¢ havia causado um verdadeiro alvoro?o internacional. ¡°Hum.¡±C¨¦lio olhou profundamente nos olhos d, uma express?o s¨¦ria e solene.¡±¨¦ um problema a pulseira, ou ¨¦igo? Se for ambos, eu corrijo tudo junto.¡± 2/3 Cap¨ªtulo 119 Isabe levantou os cantos dos l¨¢bios, um sorriso l¨ªmpido e radiante.¡±A pulseira ¨¦ ¨®tima, eu realmente gosto d. A tarde, enquanto bebia um suco, acidentalmente derramei um pouco e tirei a pulseira paravar as m?os, esquecendo de coloc¨¢ de volta.¡± N?velDrama.Org: owner of this content. 3/3 Cap铆tulo 120 Cap¨ªtulo 120 O homem parecia acreditar que n?o gostava mais dele, e por isso agia de forma fria. ¡°O que voc¨º acha de mim?¡±O olhar de C¨¦lio era s¨¦rio e preocupado enquanto ele a observava.¡±Voc¨º gosta de mim?¡± ¡°¡­¡±Quem pergunta isso dessa forma? N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°Voc¨º gosta ou n?o gosta?¡± ¡°T¨¢ legal.¡±Isabe sorriu levemente.¡±Podemoser em paz agora?¡± C¨¦lio acariciou o rosto d ternura, tirando o aspecto frio e substituindo-as por do?ura e felicidade. Isabe disse que ele era legal. O que significava que, em geral, ele n?o estava fazendo um mau trabalho. Ele sorriu alegremente ee?ou a aliment¨¢. ¡°Eu consigoer sozinha.¡± ¡°Voc¨º quer que eu te alimente a colher ou¡­¡±C¨¦lio subitamente se inclinou e beijou seus l¨¢bios,o se insinuasse alguma coisa. ¡°Voc¨º¡­¡±Esse cara estava aprontando de novo! Depois de um jantar que parecia n?o ter fim, C¨¦lio a levou at¨¦ a entrada da empresa. Saindo do carro, ele abriu a porta para .¡±Vou subir voc¨º.¡± ¡°A linha de produ??o da empresa funciona 24 horas. Se ele fosse , era prov¨¢vel que algu¨¦m do Departamento de Produ??o o visse. Vendo a express?o de decep??o em C¨¦lio, Isabe disse, sem jeito,¡± Espere aqui, eu vou pegar a pulseira e j¨¢ volto. ¡°Ent?o me d¨º um abra?o. ¡°Um abra?o e eu deixo voc¨º subir.¡±C¨¦lio esticou os bra?os, pedindo um abra?oo uma crian?a. pensou que seria apenas um toque, mas os bra?os de C¨¦lio a envolveram fortemente.¡±Quando ¨¦ que eu vou poder aparecer em p¨²blico?¡± ¡°H??¡± ¡°Quando ¨¦ que as pessoas v?o poder saber que eu sou seu noivo?¡± 1/2 08:18 Capitulo 120 ..¡±Isabe ficou surpresa.¡±Isso ¨¦ importante?¡± ¡°Importante.¡±C¨¦lio a apertou mais forte.¡±Muito importante. Algu¨¦m na empresa est¨¢ dando em cima de voc¨º?¡± Isabe achou gra?a. Nos ¨²ltimos dias, tinha causado tanto tumulto na empresa que, al¨¦m de homens, at¨¦ as mulheres evitavam se aproximar d¡­ ¡°N?o.¡± ¡°Eu gosto.¡±C¨¦lio sentia o perfume d.¡±Gosto muito, muito mesmo. Voc¨º ¨¦ uma mulher casada agora, tem que manter distancia dos outros.¡± 11 ¡°Pode ser?¡± ¡°T¨¢ bom, eu preciso subir.¡±Isabe n?o queria ficar se abra?ando na rua e causar uma m¨¢ impress?o. entrou na empresa, digitou a senha do escrit¨®rio, abriu a porta e l¨¢ estava a pulseira, tranqumente sobre a mesa¡­ Lembrando-se do que ele disse naqu noite, Isabe sentiu um calor no cora??o. Para n?o deix¨¢-lo esperando muito, colocou a pulseira e saiu do escrit¨®rio, pronta para pegar o elevador, quando de repente ouviu vozes vindas do corredor de seguran?a¡­ Parecia uma discuss?o com um tom de rema??o. Isabe caminhou silenciosamente at¨¦ a porta do corredor, e s¨® ent?o percebeu que os sons vinham de alguns andares abaixo. Por causa do eco no corredor, os sons pareciam mais altos. 2/2 1. Cap铆tulo 121 Cap¨ªtulo 121 Nossa familia inteira, de sete almas, dependia do meu trabalho para se alimentar. Agora o Rafael diz que vai parar a produ??o, e eu me pergunto: o que vamoser e beber daqui pra frente? s¨® ¡°Voc¨º n?o pode so ouvir metade do que ¨¦ dito, meu amigo. O que o Rafael quis dizer ¨¦ que as linhas um, dois e tr¨¨s podem continuar a produ??o, enquanto as linhas quatro e cinco v?o dar uma pausa, entendeu? N?o ¨¦ que voc¨º est¨¢ sem trabalho, ¨¦ s¨® pra voc¨º esperar um pouco em casa.¡± ¡°Esperar quanto tempo? Em casa tenho sete bocas pra alimentar, n?o posso me dar ao luxo de esperar nem um dia!¡± ¡°Gabriel ¨¢lvares, voc¨º ¨¦ o chefe da linha quatro,o pode ir contra a dire??o assim? Concordando ou n?o, ¨¦ assim que tem que ser feito! N?o temos margem para negocia??o! ¡°Rafael tratou voc¨ºs mal durante esse ano? N?o percebe o que est¨¢ acontecendo? Agora que a Diretora Isabe chegou, tudo tem que passar por . As linhas quatro e cinco t¨¦m que parar, e os produtos no armaz¨¦m devem ser despachados em dois dias. Se n?o, n?o ¨¦ s¨® a sua e a minha cabe?a que v?o rr, mas a do pr¨®prio Rafael tamb¨¦m!¡± Isabee?ou a entender. Ser¨¢ que os produtos feitos ¨¤ noite nas linhas quatro e cinco eram algo ilicito? A conversa era entre Luciano do Departamento de Produ??o e o chefe da linha quatro. Lembrando que eles disseram que o estoque tinha que sair do armaz¨¦m em dois dias, n?o precisava ser um g¨ºnio para saber que havia algo suspeito aqu mercadoria¡­ Isabe se afastou silenciosamente do corredor, indo em dire??o ao armaz¨¦m. ¨¤ noite, o armaz¨¦m ficava sem vigilancia. tentou usar sua impress?o digital, mas n?o conseguiu abrir a porta do armaz¨¦m, o que era estranho, j¨¢ que seu acesso estaval registrado no sistema da empresa e deveria ter livre acesso a todos os lugares¡­ digitou a senha, mas a porta do armaz¨¦m n?o se mexeu. Normalmente, essa senha a deixava transitar livremente p empresa. A menos que algu¨¦m tivesse trocado, para impedi de entrar. Um brilho de curiosidade passou pelos olhos de Isabe. estava ansiosa para descobrir se os esquemas de Rafael Costa eramo suspeitava. O armaz¨¦m tinha um sistema de trancas tr¨ºs senhas, que Isabe desvendou facilmente, e de quebra, ainda alterou a grava??o das cameras de vigilancia. O armaz¨¦m estava organizado, roupas separadas por se??es, incluindo produtos. 1/2 Capitulo 121 acabados para outras empresas e itens velhos e novos da pr¨®pria empresa. Isabe checou o armaz¨¦m e encontrou duas levas de produtos novos id¨ºnticos, mas diferen?as gritantes na qualidade do material e do acabamento. usou oputador que os gerentes do armaz¨¦m normalmente utilizavam e descobriu que a leva de produtos de baixa qualidade n?o havia sido registrada nos dados da empresa. Content held by N?velDrama.Org. copiou tudo o que estava noputador para o seu e-mail pessoal e, em seguida, apagou todos os rastros de sua atividade. Foi nesse momento que ouviu passos dodo de fora do armaz¨¦m. Isabe pulou e se agarrou a uma viga do teto observando tudo l¨¢ de cima. Quem entrout foi Luciano panhado por alguns funcion¨¢rios, Eram todos rostos desconhecidos para . Isabe teve um pensamento. Os oper¨¢rios que trabalhavam de dia n?o eram os mes que trabalhavam ¨¤ noite! Esses homens certeza eram de confian?a de Rafael Costa. Todos eles carregavam cacetetes nas m?os. As luzes do armaz¨¦m foram acesas e os funcion¨¢rios reviraram o local sem encontrar ningu¨¦m. ¡°Luciano, ser¨¢ que essa nova garota est¨¢ tentando se impor tanto assim, deixando voc¨º essa paranoia?¡±, um deles brincou. ¡°N?o tem nenhum sinal de que algu¨¦m esteve aqui!¡±, outroentou. Luciano olhou ao redor, sentindo a presen?a de algo estranho, e ordenou:¡±vejam as cameras. As cameras haviam sido alteradas por Isabe, e embora continuassem gravando segundo a segundo, n?o havia mais sinais de sua entrada. O funcion¨¢rio que viram as cameras reportou rapidamente:¡±Luciano, ningu¨¦m entrou no armaz¨¦m.¡± ¡°Que estranho¡­ Algu¨¦m tinha certeza de que viu a Diretora Isabe entrar na empresa. Ser¨¢ que se enganou?¡±Luciano sussurrou, confuso. Cap铆tulo 122 Cap¨ªtulo 122 Content held by N?velDrama.Org. Recentemente, um funcion¨¢rio desceu para pegarida e viu uma figura que se assemelhava ¨¤ Diretora Isabe entrar no elevador exclusivo. P silhueta, deveria ser a Diretora Isabe, certeza¡­ Luciano estava um pouco inseguro e mandou verificar as cameras de seguran?a na entrada da empresa. Se a Isabe realmente tivesse estado l¨¢, as cameras certeza teriam registrado! Um dos funcion¨¢rios correu para checar as grava??es, enquanto Isabe sacou o celr, apagou todas as imagens da sua entrada na empresa e ativou as fun??es de grava??o de ¨¢udio e video para registrar tudo o que eles estavam fazendo. ¡°Luciano, e se a Diretora Isabe realmente veio e viu a produ??o daqus mercadorias, o que vamos fazer?¡± Um dos empregados perguntou preocupado, temendo que Isabe pudesse descobrir suas opera??es. ¡°Com esse jeito que a Diretora Isabe tem de investigar, n?o vai demorar muito paral todos os nossos segredos serem descobertos!¡± ¡°Ser¨¢ que vamos perder nosso ganha-p?o por causa disso?¡± ¡°Se a Diretora Isabe nos pegar no pulo, n?o ¨¦ s¨® perder o emprego n?o, podemos at¨¦ acabar na pris?o!¡± Luciano ouviu o que diziam e riu desd¨¦m. ¡°Se algu¨¦m sofrer um acidente no caminho para o trabalho, ou qualquer outra coisa inesperada, n?o podem nos culpar¡­ S¨® se podementar a m¨¢ sorte d.¡± Os empregados ficaram assustados oent¨¢rio. Ser¨¢ que Luciano estava sugerindo que, se a Diretora Isabe tivesse mesmo aparecido e visto algo que n?o deveria, ele estaria disposto a silenci¨¢- la? Mas e se a Diretora Isabe fosse algu¨¦m importante enviado p matriz, e eles n?o soubessem? Depois de um tempo, o funcion¨¢rio que foi checar as cameras voltou. ¡°Luciano, a Diretora Isabe n?o esteve aqui hoje ¨¤ noite, deve ter sido um engano.¡± ¡°Parece que foi um rme falso. Ent?o, o que estamos esperando? Vamos voltar ao trabalho!¡± ¡°Que al¨ªvio, eu pensei mesmo que a Diretora Isabe tinha vindo. At¨¦ me preocupei que pudesse ir ao dep¨®sito!¡± Cinco ou seis pessoas apagaram as luzes e se prepararam para deixar o dep¨®sito. Nesse momento, o celr de Isabe vibrou algumas vezes, era C¨¦lio ligando. 09.04 Capitulo 122 A grava??o no celr foi interrompida, O l¨ªder, Luciano, parecendo ter ouvido algo, perguntou de forma alerta: ¡°De quem ¨¦ esse celr vibrando?¡± ¡°N?o ¨¦ nada¡­¡± Os funcion¨¢rios mexeram em seus celres, mas nada encontraram. Isabe desligou a chamada de C¨¦lio e colocou o celr no modo silencioso, mandando para ele uma mensagem pelo WhatsApp: ¡°Estou ocupada, nos fmos mais tarde.¡± ¡°Ok.¡± C¨¦lio pensou que poderia estar em apuros, mas agora parecia que ele tinha se preocupado ¨¤ toa. Luciano escutou atentamente mais um pouco e, n?o ouvindo mais nada, pensou que poderia ter sido um engano. ¡°Luciano, voc¨º est¨¢ muito paranoico! Acho que essa garota j¨¢ te deixou neur¨®tico! Kkkk¡­¡± ¡°Este dep¨®sito n?o ¨¦ t?o grande, se algu¨¦m estivesse escondido, n¨®s j¨¢ ter¨ªamos encontrado.¡± Rindo e brincando, v¨¢rias pessoas deixaram o dep¨®sito. A porta do dep¨®sito foi fechada. Um brilho sombrio passou pelos olhos de Isabe, indicando que os segredos deles eram ainda mais profundos do que imaginava. O dep¨®sito estava mergulhado na escurid?o. Isabe n?o desceu imediatamente, mas continuou esperando em cima das vigas. Dodo de fora, a luz brilhavao se fosse dia, e algumas sombras pararam na portal do dep¨®sito, com v¨¢rios feixes de luz brilhante projetados no ch?o atrav¨¦s das frestas da porta. Cap铆tulo 123 Cap¨ªtulo 123 Pouco depois, a porta do dep¨®sito foi abruptamente aberta, e o grupo que estava l¨¢ antes entrou novamente. Luciano acendeu a luz, um olhar prante,o se quisesse encontrar imediatamente a pessoa escondida no armaz¨¦m. Alguns oper¨¢riose?aram a procurar rapidamente, mas ainda assim n?o encontraram nenhuma presen?a suspeita. ¡°Luciano, n¨®s abrimos at¨¦ as caixas nos cantos para procurar, e realmente n?o tem ningu¨¦m escondido.¡± ¡°Agora voc¨º pode ficar tranquilo!¡± ¡°Voc¨º disse que ouviu o som de um celr vibrando, deve ter sido engano.¡± Luciano olhou novamente ao redor, sentindo que algo estava errado, mas n?o conseguia identificar exatamente o qu¨º. Sua express?o era um tanto sombria. ¡°Se realmente houver algu¨¦m no armaz¨¦m, essa pessoa vai aparecer logo depois que sairmos¡­¡± ¡°Ficamos tanto tempo esperando dodo de fora, se houvesse algu¨¦m aqui dentro, teriamos ouvido algum barulho.¡± ¡°Luciano, acho que voc¨º est¨¢ sendo paran¨®ico demais!¡± O olhar de Luciano ainda percorria o lugar, maso nada havia mudado no armaz¨¦m, ele desistiu: ¡°Espero que sim!¡± Desta vez, ele realmente apagou a luz e trancou a porta, mas antes de ir embora, ele fez quest?o de mudar a senha, deixando um truque para tr¨¢s. Ele pensou que, se seu sexto sentido estivesse certo e houvesse algu¨¦m no armaz¨¦m, a Nova senha manteria essa pessoa presa l¨¢ dentro. Se n?o houvesse ningu¨¦m, e algu¨¦m tentasse usar a senha antiga para entrar depois, tamb¨¦m n?o conseguiria! Isabe ouviu o aviso de que a senha havia sido alterada sucesso, e esbo?ou um sorriso frio, sem imaginar que o sujeito seria t?o cauteloso. Mas aqu porta era praticamente in¨²til para . N?o importava qual fosse a senha, para era tudo igual. N?o existia no mundo sistema algum que n?o conseguisse hackear,o poderia uma simples porta det¨º? Capitulo 123 N?velDrama.Org: owner of this content. Isabe desceu silenciosamente de uma trave e deu uma volta pelo armaz¨¦m, onde descobriu que num canto discreto havia um monte de tecidos de baixa qualidade, provavelmente utilizados para produzir um lote de produtos inferiores. Seus olhos escureceram, e invadiu o sistema de vigilancia da empresa. Ao ver que n?o havia ningu¨¦m por perto, abriu a porta e saiu. C¨¦lio a esperava dodo de fora por quarenta minutos e, ao ver a figura familiar finalmente aparecer, correu para abra?¨¢: Tudo resolvido?¡± ¡°Sim.¡± ¡°Eu te levo para casa.¡± Vendo que j¨¢ era tarde, C¨¦lio a levou de carro at¨¦ a V Costa. Sra. Maria estava cuidando das ntas no jardim e, ao ver que o pr¨®prio Senhor Franco tinha levado sua patroa para casa, correu para convid¨¢-lo a entrar. C¨¦lio aceitou sem hesitar e entrou de m?os dadas Isabe. Mariana Neves estava tocando piano para alegrar os pais, mas quando a empregada Z¨¦lia lhe informou da chegada de C¨¦lio, Carlos Neves e Nair Pires desceram ¨¤s pressas para receb¨º-lo. Mariana Neves segurou o impulso de ver C¨¦lio e correu para se arrumar no quarto. Depois de conversar a empregada Z¨¦lia, desceu as escadas. ¡°C¨¦lio, Isabe ficou voc¨ºs ontem ¨¤ noite, n?o deu trabalho, n?o ¨¦?¡± Carlos Neves disse sorrindo cordialmente. ¡°N?o.¡± C¨¦lio olhou carinhosamente para Isabe: ¡°Na verdade, somos n¨®s que sempre a procuramos, dando trabalho a .¡± O sorriso no rosto de Nair Pires se intensificou a intera??o deles, ¡°E o Senhor,o est¨¢ de sa¨²de?¡± C¨¦lio respondeu educadamente: ¡°Meu av? diz que s¨® de ver a Isabe, ele j¨¢ se sente meio curado.¡± ¡°Kkkk¡­¡± Carlos Neves n?o esperava que o av? gostasse tanto de sua filha, ficou extremamente feliz. ¡°Isabe tem ido muito ¨¤ empresa ultimamente, e a vemos menos do que voc¨º. Sempre preocupamos se est¨¢ se alimentando direito, se n?o est¨¢ trabalhando demais¡­¡± ¦°¦Ñ¦Ï Cap铆tulo 124 Cap¨ªtulo 124 Assim que Nair Pires terminou de fr, C¨¦lio assegurou convic??o: ¡°Tios, fiquem tranquilos, eu cuidarei bem d.¡± Seu olhar era constantemente cheio de adora??o. Carlos Neves e Nair Pires trocaram um olhar e foi poss¨ªvel perceber que o rapaz estava realmente apaixonado por Isabe, uma paix?o que chegava a ser visceral! Nesse momento, Mariana Neves desceu as escadas uma maquiagem cuidadosamente aplicada, exibindo um sorriso elegante tipico de uma dama da alta sociedade, caloroso e sincero, e disse: ¡°Oi, irm?, cunhado, voc¨ºs chegaram?¡± N?velDrama.Org: owner of this content. Cada gesto d ao descer as escadas era carregado de elegancia e nobreza,o se tivesse sido ensaiado ¨¤ perfei??o. Vendo a etiqueta refinada d, Nair Pires ficou satisfeita. Pelo menos, todos esses a de cria??o n?o foram em v?o, especialmente quando disse ¡°cunhado¡±, mostrava era uma pessoa sensata, n?o tentaria substituir Isabe e entrar na Familia Fran por causa do antigo noivado C¨¦lio. Isabe percebeu a maquiagem sutil no rosto de Mariana Neves e respondeu un simples ¡°Sim¡±. Enquanto isso, o olhar de C¨¦lio continuava fixo em Isabe, um toque de indulg¨ºncia: ¡°Amanh? de manh?, vamos tomar caf¨¦ da manh? juntos?¡± ¡°Prefiroer em casa.¡± ¡°Eu s¨® quero estar voc¨º.¡± Ao ouvir isso, Carlos Neves teve uma ideia simples. ¡°Amanh? vou pedir para a cozinha preparar um caf¨¦ da manh? caprichado. C¨¦lio, venhaer a Isabe antes de ir trabalhar!¡± Ao ouvir isso, C¨¦lio ficou encantado. ¡°Obrigado, tio.¡± ¡°Agrade?a pelo qu¨º? Somos uma familia!¡± Carlos Neves riu calorosamente. ¡°O que voc¨º gosta de comer?¡± ¡°Qualquer coisa est¨¢ ¨®timo.¡± C¨¦lion?ou um olhar carinhoso para Isabe, ¡°O que Isabeer, eu como.¡± Mariana Neves, ignorada aodo, sentia uma mistura de inveja e constrangimento. Foi quando Z¨¦lia, aproveitando o momento, trouxe um copo de ¨¢gua de lim?o: ¡°Sra. Mariana, aqui est¨¢ sua ¨¢gua.¡± j¨¢ havia servido C¨¦lio e Isabe, ent?o ningu¨¦m achou estranho que trouxesse un 1/2 09:04 Capitulo 124 copo para Mariana Neves que acabara de chegar. Mas propositalmente, Z¨¦lia trope?ou na perna da cadeira, e a ¨¢gua se derramou sobre Mariana Neves. E por coincid¨¨ncia, molhou a frente do seu roup?o de seda, revndo curvas tentadoras. ¡°Desculpe, Sra. Mariana, n?o foi minha inten??o!¡± Z¨¦lia estava visivelmente perturbada e rapidamente pegou algumas toalhas de papel para ajudar Mariana Neves a se secar. ¡°N?o tem problema, n?o precisa se apressar. Eu me viro.¡± Mariana Neves mostrou suapreens?o. Mas o olhar de C¨¦lio nem sequer passou por . ¡°Sra. Mariana, me desculpe por ter molhado sua roupa!¡± Z¨¦lia enfatizou as pvras preocupa??o. No entanto, C¨¦lio continuou os olhos fixos em Isabe, sussurrando algo em seu ouvido que fez Isabe olhar para ele um leve descontentamento, enquanto ele exibia um sorriso travesso. Os dois pareciam estar flertando. ¡°Mariana, v¨¢ trocar de roupa¡±, disse Nair Pires suavemente. ¡°Desculpa, irm?, cunhado, vou subir para trocar de roupa e logo volto para fazer Por mais educada que fosse a sua atitude, C¨¦lio nunca desviou o olhar d. Quando subia as escadas, Mariana Neves ouviu Nair Pires perguntar, inesperadamente, ¡°Isabe, essa pulseira ¨¦ nova? Nunca a vi usando¡­¡± deu.¡± ¡°Foi ele quem med As pvras simples, mas fizeram Mariana Neves parar no meio do caminho, quase sendo pregada no lugar! ¡®Foi o C¨¦lio que te deu?¡± Nair Pires perguntou ansiosa, enquanto observava. ¡°Que estilo lindo! Parece que nunca vi nada igual nas lojas por ai¡­¡± ¡°Foi ele que desenhou.¡± 09:04 Cap铆tulo 125 Cap¨ªtulo 125 Original from N?velDrama.Org. Naquele instante, Mariana Neves ficoupletamente perplexa, at¨¦ mesmo Carlos Neves e Nair Pires mal podiam acreditar, exmando em unissono, ¡°Desenhado pelo Celio?¡± ¡°Essa cria??o ¨¦ maravilhosamente b, n?o ¨¦?¡± Nair Pires elogiava sem parar, ¡°Melhor que qualquer coisa que nossos pr¨®prios designers de js tenham feito. Essa forma, essa criatividade¡­ s¨® mesmo quem est¨¢ apaixonado ¨¦ capaz de tal feito!¡± Carlos Neves, sorridente, n?o esperava essedo romantico de C¨¦lio: ¡°C¨¦lio realmente caprichou, desenhou um toque especial. Isabe, voc¨º j¨¢ deu algo em troca para of C¨¦lio?¡± Ao ouvir isso, Isabe se deu conta de que realmente n?o tinha retribuido nada. Desde que se conheceram, C¨¦lio sempre foi o ¨²nico a fazer sacrif¨ªcios, e nunca havia retribuido ou agradecido. ¡°Veja s¨®, seu av¨® Franco te deu um cr t?o significativo, e o C¨¦lio desenhou essa pulseira para voc¨º. Quando tiver um tempinho, pense emo retribuir a eles¡­¡± Carlos. Neves continuava um sorriso no rosto. ¡°O senhor est¨¢ sendo muito generoso¡±, disse C¨¦lio, evitando constranger a mo?a ao seudo, e sinceridade, ¡°Para n¨®s da Fam¨ªlia Franco, Isabe j¨¢ ¨¦ o melhor presente que Deus poderia nos dar. Eu s¨® quero , o resto n?o importa.¡± Isabe, ao ouvir essas pvras, olhou para ele, e ele tamb¨¦m a olhava no mesmo instante. O amor e a ternura em seus olhos eram t?o intensos que Isabe n?o conseguiu sustentar o olhar e desviou os olhos instintivamente. ¡°C¨¦lio tem um jeito as pvras, disse Nair Pires, satisfeita. ¡°Com esse jeit?o de fr, al¨¦m de alto e bonito, Isabe, voc¨º tem que segurar esse rapaz. D¨¢ pra ver que ele vai ser um ¨®timo marido.¡± Isabe¡­ sem pvras. ¡°Obrigado pelo elogio, tia.¡± Mariana Neves j¨¢ n?o encontrava pvras para descrever o que sentia naquele momento! havia chegado ao ¨²ltimo degrau da escada e, se subisse mais, poderia sair daqu escadaria em espiral e n?o precisaria mais ouvir a conversa deles¡­. Mas seus p¨¦s pareciam pregados ao ch?o, e simplesmente n?o conseguia se mover! C¨¦lio tinha desenhado uma pulseira para Isabe e dito pvras t?o doces de amor! Ele, que era sempre t?o frio e reservado, tinha expressado seus sentimentos por Isabe. de uma maneira t?o profunda! 1/2 Em t?o pouco tempo, seus sentimentos por Isabe j¨¢ haviam se aprofundado tanto! ¡°Sra. Mariana¡­¡± Cam estendeu a m?o para ajud¨¢: ¡°Vamos trocar de roupa, n?o peque frio¡± Os olhos de Mariana Neves estavam cheios de inveja e l¨¢grimas. n?o aceitava, afinal, conheceu C¨¦lio primeiro. Se Isabe n?o tivesse voltado, tudo seria d! O lugar de filha dos Neves e at¨¦ de Sra. Franco deveria ser s¨® d! Por que o destino tinha que ser t?o injusto? Por que lhe deu o ponto de partida mais alto apenas para empurr¨¢ penhasco abaixo¡­ Apesar da frustra??o que sentia, escolheu instintivamente um camis?o sexy para vestir, a inten??o de mostrar para C¨¦lio. L¨¢ embaixo, C¨¦lio j¨¢ tinha ido embora, e s¨® restavam Carlos Neves, Nair Pires, Isabe e Maria na s. Mariana Neves deu uma olhada e n?o desceu as escadas, mas se escondeu aodo ds para bisbilhotar. ¡°O neg¨®cio da cantina eu j¨¢ ouvi os funcion¨¢rios da empresaentando, n?o acredito que o Max foi t?o desprez¨ªvel, ele n?o tem cora??o! Colocando tantos aditivos naida dos funcion¨¢rios por tanto tempo. Carlos Neves estava furioso: ¡°Ainda bem que Isabe descobriu, sen?o os funcion¨¢rios iam sofrer ainda mais e a empresa ia perder muito dinheiro!¡± Nair Pires, sentada no sof¨¢, ouvia aquilo p primeira vez e n?o pode conter sua indigna??o: ¡°Que falta de escr¨²pulos! Ainda bem que a Isabe ¨¦ t?opetente, mas me diz, Isabe,o voc¨º adquiriu tanto conhecimento especializado?¡± Era impressionante! Como sabia exatamente quais aditivos misturar para criar determinados pratos?! Hoje, ouvi dizer que , de maneira descontra¨ªda e confian?a, desmascarou todas. as ¡°conspira??es¡± da cantina, e os funcion¨¢rios no local ficaram impressionados at¨¦ o fundo da alma¡­ Cap铆tulo 126 Cap¨ªtulo 126 ¡°Vi na inte.¡± Isabe falou uma indiferen?a,o se aquilo fosse um detalhe insignificante. ¡°N?o posso acreditar que exista algu¨¦m t?o desprezivel neste mundo. Cobrando novel reais por dia dos funcion¨¢rios para refei??es, e ainda fornecendoida t?o ruim.¡± Nair Pires n?o p?de deixar de perguntar: ¡°Dizem que ele ¨¦ parente de Rafael Costa?¡± ¡°Sim.¡± Isabe respondeu secamente. ¡°E o que o Rafael Costa disse sobre isso?¡± ¡°Pediu clem¨ºncia.¡± *Clem¨ºncia? Que cara de pau tem de pedir favor pelo Max? Nair Pires sentiu um ressentimento vdo: ¡°Aposto que ele tem alguma coisa a ver isso, ou est¨¢ envolvido no lucro ou protege o Max, fazendo vista grossa.¡± Como ¨¦ que o Max teria coragem de aprontar no territ¨®rio dos Neves? Com certeza tinha algu¨¦m o protegendo! ¡°Ainda bem que a Sra. Isabe foi l¨¢, sen?o nem saber¨ªamos dos problemas da empresa!¡± Maria n?o pode deixar de dizer: ¡°Sra. Isabe ¨¦ mesmo incr¨ªvel, em poucos dias descobriu dois aproveitadores!¡± Esses dois eramo parasitas na empresa, e essa descoberta certamente significaval uma boa economia para a empresa. ¡°Isabe, voc¨º s¨® tem dezoito anos, nunca teve experi¨ºncia em gerir uma empresa antes, mas dessa vez conseguiu colocar tudo em ordem,binando firmeza e suavidade. Eu e seu pai estamos muito orgulhosos e felizes, voc¨º nos poupou muita preocupa??o.¡± Nair Pires expressou seu alivio. ¨¦ ipreens¨ªvelo a familia Dias n?o soube valorizar uma crian?a t?o talentosa¡­ S¨® se pode dizer que eles t¨ºm a cabe?a fechada. ¡°Isabe j¨¢ est¨¢ cansada depois de um dia inteiro, deixa subir para tomar um banho e descansar.¡± Carlos Neves sabia que a menina estava cansada, gerenciar uma empresa, n?o importa o tamanho, sempre tem muitos detalhes para cuidar. ¡°Isso, vai tomar um banho e rxar.¡± Nair Pires mostrou um sorriso afetuoso: ¡°Daqui a pouco a mam?e leva umnchinho para voc¨º. ¡°N?o estou fome.¡± ¡°O chefe j¨¢ est¨¢ preparando,e um pouco.¡± Nair Pires tamb¨¦m n?o sabia se estaval se alimentando direito nas, sa¨ªdas o C¨¦lio, temendo que por timidez n?oesse o suficiente na frente dele. 1/2 Capitulo 126 ¡°Ent?o, eu vou subir.¡± Isabe n?o recusou a gentileza da m?e. Mariana Neves, ao ouvir que ia subir, apressou-se em se esconder.. N?velDrama.Org: owner of this content. Com a porta do quarto fechada por Isabe, Mariana Neves reapareceu, ouvindo Carlos Neves e Nair Pires ainda elogiando Isabe l¨¢ embaixo. ¡°Essa menina ¨¦ realmente incr¨ªvel, uma verdadeira promessa nos neg¨®cios, temos que cultivar esse talento.¡± ¡°Cultivar o qu¨¦! ainda ¨¦ jovem, n?o vaie?ar a jogar outras subsidi¨¢rias nas costas d!¡± Nair Pires estava preocupada. ¡°¨¦ exatamente o que eu estava pensando.¡± ¡° j¨¢ tem o suficiente para se ocupar uma empresa. Se a nota do ENEM sair e decidir estudar, voc¨º n?o pode deix¨¢ se preocupar essa empresa pequena!¡± ¡°Tudo bem, tudo bem, vou escutar a esposa, seja qual for a escolha da Isabe, voul apoi¨¢, incentivar!¡± ¡°Assim est¨¢ melhor.¡± ¡°Mas, ro, no futuro, familia Neves deve dar a um pouco. Se n?o quiser cuidar, pode contratar algu¨¦m para fazer isso¡­ ro, isso s?o nos para o futuro.¡± Ouvindo esses nos deles, Mariana Neves afundou as unhas nas palmas das m?os. Mesmo que Isabe fosse filha legitima deles, por que teria direito a uma parte dos neg¨®cios dos Neves, sendo apenas uma mulher? Cap铆tulo 127 Cap¨ªtulo 127 Isabe tinha acabado de tomar banho e estava lidando assuntos pessoais em seu notebook quando ouviu uma batida na porta. ¡°Querida, j¨¢ est¨¢ dormindo? Mam?e trouxe algo para voc¨ºer.¡± ¡°N?o dormi.¡± Os dedos esguios de Isabe tocaram algumas tes antes de fechar optop e se levantar para abrir a porta. ¡°A m?e tem medo de que voc¨º n?o tenhaido direito quando saiu o C¨¦lio, ent?o pediu para o cozinheiro preparar umas coisinhas.¡± Isabe olhou para a bandeja surpresa e n?o p?de deixar de expressar seu espanto. ¡®Churrasco?¡± ¡°Sua m?e ouviu dizer que a garotada da sua idade adora essas coisas. Cheira s¨®, n?o est¨¢ uma del¨ªcia?¡± Nair Pires colocou a bandeja e observou a filha olhos sorridentes. Isabe pegou um espetinho ¨¨ o ofereceu naturalmente a Nair Pires. Nair Pires recusou satisfa??o e alegria. ¡°M?e n?oe dessas coisas¡­ Pode aproveitar! Voc¨º tem se desdobrado tanto, tantas coisas para resolver na empresa, e acabou de voltar para casa sem ter tido um momento de descanso¡­¡± ¡°N?o ¨¦ nada demais.¡± Isabe saboreava o petisco em suas m?os. ¡°¨¦ at¨¦ divertido.¡± Pelo menos n?o era t?o mon¨®tono quanto na esc. Ao ouvi, Nair Pires sentiu-se ainda mais contente. ¡°Deixe esses pequenos problemas para os outros. Quando der, a m?e te leva para passear no shopping, tomar um ch¨¢ da tarde, fazer um tratamento de beleza¡­ N¨®s tamb¨¦m podemos fazer uma viagem em familia, curta ou longa¡­ Voc¨º escolhe o destino. Se voc¨º gosta, o papai e a mam?e adorariam te panhar.¡± Isabe ergueu o olhar e sorriu levemente. ¡°Combinado.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ se adaptando bem em casa? H¨¢ algo que precisamos mudar? Talvez o colch?o esteja muito duro, as cortinas n?o bloqueiem a luz ou algum objeto decorativo que voc¨º n?o goste¡­ Ou algo rcionado ao seu pdar¡­¡± ¡°Est¨¢ tudo ¨®timo.¡± Nair Pires n?o conseguia entender por que a familia Dias tratava t?o mal essa menina t?o querida e sensata¡­. Que crian?a maravilhosa¡­ Original from N?velDrama.Org. ¡°A m?e soube que o av? Franco mandou entregar o seu ch¨¢ da tarde hoje?¡± Isabe se surpreendeu a pergunta, imaginandoo sua m?e sabia desses. pequenos detalhes. Nair Pires continuou um sorriso nos olhos. ¡°O av? Franco ligou pessoalmente para o seu pai perguntando quais eram as suas prefer¨ºncias para o ch¨¢ da tarde. Acabou de chegar em casa, e ainda estamos nos acostumando seus gostos. Ainda bem que temos o C¨¦lio!¡± Isabe ficou surpresa ao ouvir isso. ¡°C¨¦lio conhece bem seus gostos. O que voc¨º gosta ou n?o gosta, ele sabe direitinho.¡± Os olhos de Nair Pires brilhavam de alegria. ¡°A m?e percebe que ele realmente gosta de voc¨º.¡± ¡°Quando ele olha para voc¨º, s¨® v¨º voc¨º. Tendo umpanheiro assim, seu futuro certeza ser¨¢ muito feliz.¡± Nair Pires colocou levemente a m?o sobre a de Isabe e notou a pulseira em seu pulso. ¡°Conhecemos o C¨¦lio h¨¢ tantos anos, sempre foi um rapaz reservado, s¨¦rio, que mal sorria, mas contigo ele parece outra pessoa. Aquele carinho nos olhos ¨¦ todo para voc¨º.¡± ¡°Tamb¨¦m ficamos sabendo que ele desenhou uma pulseira para uma garota¡­ Depois voc¨º tamb¨¦m deve dar algo em troca para ele, n?o deixe passar esse amor profundo.¡± ¡°Certo.¡± Isabe assentiu obedientemente, enquanto seu olhar voltava para a pulseira de borboleta em seu pulso, cujos diamantes cintvam sob a luz, lembrando os olhos ros e apaixonados de C¨¦lio. realmente nunca havia dado algo em troca para C¨¦lio. N?o sei o que esse homem vai gostar. Cap铆tulo 128 Cap¨ªtulo 128 Na manh? seguinte, antes mesmo do amanhecer, Mariana Neves j¨¢ estava se arrumando. Escolheu cuidadosamente um vestido preto de al?as, prendeu o cabelo para cima, revndo a testa branca e pura. ¡°Voc¨º est¨¢ linda, Sra. Marianal¡± Cam, suas pr¨®prias m?os, colocou-lhe um cr deslumbrante. ¡°Com esse look, voc¨º est¨¢ muito mais bonita que a Isabe.¡± ¡°Cam, voc¨º n?o precisa me consr, eu sei que minha apar¨ºncia n?o separa ¨¤ da minha irm?¡­¡± Mesmo que Isabe se vestisse de maneira simples, sua aura de frieza e beleza sofisticada que emanava de dentro para fora era capaz de ofuscar qualquer um. Cam ficou tensa por um momento, mas logo sorriu Vamente, ¡°Os tra?os da Sra. Mariana s?o magnificos, pr¨®prios de uma fam¨ªlia nobre. A senhora tem uma presen?a que chama aten??o¡­ ¡°Ser¨¢ que¡­ C¨¦lio vai gostar do meu visual hoje?¡± Mariana Neves observava seu reflexo no espelho, pele ra, fei??es delicadas, l¨¢bios vermelhos e dentes brancos. Cam admirava sinceramente sua beleza. ¡°Se eu fosse o C¨¦lio, j¨¢ estaria apaixonado! Tenha confian?a, Sra. Mariana. No caf¨¦ da manh?, voc¨º ser¨¢ a estr!¡± Foi ent?o que Z¨¦lia bateu ¨¤ porta, dizendo, ¡°Sra. Mariana, o C¨¦lio chegou. Sra. Isabe ainda n?o despertou, e os patr?es continuam dormindo. A senhora quer descer e recebe-lo?¡± Ao ouvir isso, Mariana Neves mal conseguia se conter. Rapidamente, retocou sua maquiagem e desceu as escadas. Original from N?velDrama.Org. C¨¦lio queria ver a garota que ele gostava o mais cedo poss¨ªvel e veio quarenta minutos antes do combinado. Ele disse a Maria para n?o acordar ningu¨¦m e deix¨¢-los dormir- bem. Quando Mariana Neves chegou ao andar de baixo, viu o homem sentado no sof¨¢. Sua elegancia e postura altiva, aliadas ¨¤ sua estatura esquia, o tornavam irresistivelmente atraente. ¡°C¨¦lio, por que voc¨º veio t?o cedo? Minha irm? n?o tem o costume de acordar cedo¡­¡± Mariana Neves aproximou-se sorrindo. ¡°Quer que eu lhe sirva um copo de leite?¡± ¡°N?o precisa.¡± ¡°Voc¨º saiu de casa t?o cedo, deve estar fome. Beba um pouco de leite para forrar o est¨®mago¡­¡± estava prestes a ir para a cozinha quando ele disse calmamente: ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio. Vou esperar p Isabe.¡± O sorriso de Mariana Neves congelou em seu rosto, mas logo disse, ¡°Se voc¨º quer esperar por minha irm?, em vez de ficar aqui sentado, que tal darmos uma volta pelo jardim? J¨¢ faz tempo que voc¨º n?o vem¡­ ntamos v¨¢rias esp¨¦cies novas. Veja se n?o tem alguma que o Avo Franco goste, para levar para ele¡­ ¡°N?o precisa. ¡°O ar do jardim ¨¦ muito bom, traz energia para o dia todo. Ainda est¨¢ cedo, posso panh¨¢-lo¡­¡± ¡°Prefiro ficar sozinho.¡± A mensagem de C¨¦lio era ra, mas Mariana Neves de repente se abaixou, colocando sua m?o delicadamente sobre o joelho dele, uma express?o de tristeza. ¡°C¨¦lio, desde que minha irm? voltou, voc¨º tem sido cada vez mais distanteigo.¡± Antes que terminasse, Celio, uma express?o de desagrado, afastou-se um pouco: ¡°Por favor, mantenha apostura.¡± Mariana Neves retirou a m?o, sentindo-se ainda mais magoada. ¡°Eu sei que voc¨º gosta da minha irm?, mas conversarigo n?o vai mudar nada! Isabe ¨¦ generosa, n?o se importaria, ainda mais porque n?o estamos fazendo nada demais, apenas conversando¡­¡± O que queria dizer era que, se Isabe se importasse a conversa deles, seria mesquinha e rancorosa¡­ Ao v¨º tentando se aproximar novamente, o olhar de C¨¦lio era frioo gelo: ¡°Eu me importo, por favor, tenha algum respeito por si mesma.¡± Mariana Neves percebeu que ele n?o estava a dar a devida aten??o e levantou o olhar para Cam, que estava ao longe. Com um olhar, Cam lhe passou uma mensagem silenciosa. Ignorando o constrangimento, Mariana Neves ousou tocar o joelho dele sua m?o delicada. Vendo que ainda queria se aproximar, C¨¦lio se levantou imediatamente e olhou para de cima. ¡°Chega.¡± Cap铆tulo 129 Cap¨ªtulo 129 ¡°Celio¡­¡± Mariana Neves o viu se afastando e imediatamente agarrou a barra de sua camisa: ¡°Eu gosto de voc¨º, gosto muito¡­ Voc¨º pode olhar para tr¨¢s para mim, por favor? ¡°Tosse¡­ Nesse momento, ¨¤ distancia, Cam tossiu duas vezes,o se estivesse sinalizando algo. Mariana Neves seguiu o olhar de Cam e viu Isabe descendo as escadas passo a passo, soltando a m?o dele em panico, gaguejando, ¡°mana, voc¨º¡­ voc¨º n?o entendeu errado.¡± Meu Deus, sera que mana vai contar isso para os pais? Os pais v?o pensar que tem pensamentos impr¨®prios e expuls¨¢ de casa? Se for assim, estar¨¢ acabada! ¡°Continuem.¡± Disse Isabe indiferente, caminhando em dire??o ¨¤ cozinha. tinha assistido a toda a cena do andar de cima e, enquanto observava, sentiu fome e perdeu o interesse em continuar l¨¢. C¨¦lio olhou para Mariana Neves desagrado e imediatamente seguiu Isabe, explicando nervosamente: ¡°Isabe, n?o ¨¦ o que voc¨º est¨¢ pensando¡­¡± ¡°Oh? E o E o que seria?¡± Isabe falou enquanto caminhava para a cozinha, um tom de desd¨¦m. ¡° s¨® encostou na minha roupa: ¡°C¨¦lio rapidamente tirou o palet¨® e o jogou na lixeira. Mariana Neves, parada l¨¢, sentiu-seo se tivesse levado um tapa na cara, envergonhada demais para se mostrar! Original from N?velDrama.Org. Ele achou que a roupa que tocou estava suja! ¡°Isabe¡­¡± C¨¦lio C¨¦lio segurou a m?o de Isabe: ¡°Voc¨º est¨¢ brava? Vou trocar minha cal?a.¡± Quando subiu as escadas, ele ligou para Murilo Neves: ¡°Qual cal?a no meu arm¨¢rio ainda n?o foi usada?¡± ¡°Que hist¨®ria ¨¦ essa??¡± Murilo Neves se sentou de repente na grande cama do hotel, um rosto surpreso, ¡°C¨¦lio, voc¨º faliu? N?o tem mais cal?as para vestir?¡± ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo na minha casa t?o cedo?¡± Murilo Neves era o ca? da familia e raramente ficava em casa, ele teve um estalo: ¡°Voc¨º n?o vai me dizer que est¨¢ t?o pobre que precisa da ajuda da minha familia, n¨¦? Se quiser, posso transferir algum dinheiro para voc¨º, n?o importa o que aconte?a, n?o podemos perder a dignidade¡­¡± ¡°Qual n?o foi usada? Cello conteve o impulso de bater nele, abriu a porta do seu arm¨¢rio, que tinha cerca de vinte metros quadrados, organizado roupas de diferentes esta??es, ocasi?es e materials¡­ Mas as cores eram extravagantes e tinham um estilo hip hop, n?o era o estilo de C¨¦lio. Dodo esquerdo est?o todos os presentes de marcas, foram todosvados antes de entrar no arm¨¢rio, mas me faleo voc¨º faliu, uma noticia dessas n?o apareceu nem nos trending topics¡­ Murilo Neves ainda n?o tinha terminado de fr quando C¨¦lio encerrou a chamada. Depois de trocar de cal?a, C¨¦lio viu Isabe no terra?o fndo ao telefone, uma silhueta esbelta e atraente Ele se aproximou assim que terminou a liga??o: ¡°Isabe, eu troquel.¡± Isabe olhou e ele realmente havia trocado por uma cal?a nova. Como ele tinha uma cal?a na casa d? ¡°Isabe¡­¡± C¨¦lio quis abra?¨¢. Mas Isabe, por conta dos v¨¢rios empregados por perto, n?o permitiu que isso acontecesse. O cora??o de C¨¦lio parecia faltar um peda?o, vazio e angustiante: ¡°Eu¡­¡± ¡°C¨¦lio, voc¨º veio t?o cedo?¡± Nesse momento, Carlos Neves desceu as escadas, bocejando e um sorriso no rosto. ¡°Bom dia, tio.¡± C¨¦lio olhou ansiosamente para a garota ¨¤ sua frente, que parecia indiferente e talvez irritada. Carlos Neves estava todo sorridente, um timo humor matinal, ¡°Bom dia, Isabe, Mariana, voc¨ºs tamb¨¦m acordaram? V?o tomar caf¨¦, eu espero sua m?e¡­¡± ¡°Est¨¢ bem.¡± Mariana Nevesn?ou um olhar ansioso para Isabe, e ao ver que se dirigia para a cozinha sem inten??o de dtar, suspirou aliviada interiormente. Ainda bem, se seus pais descobrissem que tinha puxado a g da camisa de C¨¦lio, certeza pensariam que tinha segundas inten??es¡­ Na mesa do caf¨¦ da manh?, C¨¦lio pegou uma colherada de mingau, soprando levemente, e ofereceu a isabe. ¡°N?o est¨¢ quente, voc¨º podeer agora.¡± Isabe n?oeu, ao inv¨¦s disso, pegou um p?o de queijo formato engra?ado ee?ou a mordiscar distraidamente, enquanto pensava no que Benito tinha dito ao telefone. Cap铆tulo 130 Cap¨ªtulo 130 C¨¦lio pegou uma x¨ªcara de leite e ofereceu a Isabe, ¡°Quer dar um gole de leite?¡± Isabe n?o tinha inten??o de beber, ent?o C¨¦lio trocou por um cacau quente e o passou pelos l¨¢bios d. ¡°Voc¨º n?o cansa¡­¡±C¨¦lio, sem perder a paci¨ºncia, colocou o cacau quente dedo e perguntou, ¡°Quer sopa de espinafre e cogumelos ou sopa de ab¨®bora e arroz selvagem?* Isabe se lembrou que Benito tinha dito que alguns irm?os tinham se machucado, obral da Organiza??o S, e um tra?o de irrita??o surgiu em seu olhar. Vendo que havia terminado um sandu¨ªche de ovo, C¨¦lio serviu-lhe uma pequena por??o de p?o torrado l¨¢minas de damasco. ¡°¡­¡± Isabe estava meio sem jeito, ¡°Voc¨º n?o vaier o seu?¡± ¡°O que eu fa?o para voc¨º n?o ficar brava?¡± ¡°Eu n?o estou brava.¡± Mal Isabe terminou de fr, seu celr vibrou v¨¢rias vezes. n?ou um olhar r¨¢pido para a t e se levantou para atender dodo. [Chefe, o S mandou um recado, eles querem que a gente libere o territ¨®rio em tr¨ºs dias, sen?o v?o explodir a gente em peda?os.] ¡°Heh.¡± Bastante audaciosos. Havia um local al¨¦m da fronteira, situado fora dos limites de tr¨ºs pa¨ªses, que visto de cima parecia um triangulo, por isso era conhecidoo ¡°Triangulo¡± ou ¡°Zona llegal¡±. Era uma terra sem lei, in¨²meras pequenas fac??es lutando pelo poder, al¨¦m de quatro ou cinco grandes for?as Isabe era uma ds. Seu territ¨®rio tinha um Pico da Vida, cheio de ervas raras e valiosas, algumas j¨¢ existentes ali, outras ntadas sob suas instru??es. Hoje, a S tinhan?ado amea?as s¨¦rias, certamente estavam desesperados e queriam tomar o Pico da Vida para si. ¡°Veja o que voc¨º pode fazer.¡± Isabe tinha acabado de voltar para casa e n?o podia ir pessoalmente ao Triangulo. Nesse momento, C¨¦lio a abra?ou por tr¨¢s, e Isabe ficou sem pvras¡­. ¡°Vou desligar agora.¡± ¡°Isabe¡­¡± A voz de C¨¦lio era profunda e sedutora. ¡°Voc¨º ainda vaier?¡± Isabe n?o esperava que ele fosse t?o grudento. O problema ¨¦ que, desde oe?o at¨¦ agora, Mariana Neves ficou sentada aodo, assistindo a tudo, incapaz deer o caf¨¦ da manh?. Estava cheia de indigna??o e tristeza! Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Mariana Neves n?o podia acreditar que C¨¦lio, sempre t?o altivo, pudesse se rebaixar dessa forma! Ele n?o mostrava nenhum sinal de irrita??o Isabe! Mesmo que Isabe o desafiasse, o ignorasse, ele ainda estava ansioso para agradar e mostrar submiss?o! Como Isabe podia ter coragem de maltratar um homem t?o bom?! Era demais!! ¡°Desculpe-me.¡± C¨¦lio continuou abra?ando a garota. ¡°Me entenda.¡± ¡°Isabe realmente estava sem pvras, ¡°Eu n?o estou te respondendo?¡± ¡°Voc¨º ficou distante.¡± *Como posso fazer voc¨º me entender?¡± ¡°Frigoo antes?¡± C¨¦lio a abra?ou sem soltar. Isabe realmente n?o conseguia se lembrar deo costumava seunicar ele, parecia a mesma de sempre, talvez tivesse se distraido e n?o ouvido algo que ele disse, e ele se sentiu negligenciado? 09:05 Cap铆tulo 131 Cap¨ªtulo 131 ¡°Voc¨º vai me castigar?¡± C¨¦lio continuou abra?ando Isabe, ¡°Contanto que voc¨º me perdoe, eu farei qualquer coisa.¡± Assim que Isabe ouviu, seus olhos brilharam, ¡°S¨¦rio?¡± ¡°Sim.¡± C¨¦lio assentiu seriamente, aguardando o castigo da garota. ¡°Ent?o, voc¨º est¨¢ proibido de me procurar por dois dias, deixe-me ter um tempo sozinha.¡± realmente precisava de tempo para si mesma, j¨¢ que havia muitas coisas esperando por para resolver pessoalmente. Ultimamente, esse cara estava grudado n e muita coisa ficou por fazer! N?o deixa de ser uma boa oportunidade. ¡°Isabe¡­¡± Esse castigo era demais para C¨¦lio! Seu cora??o parecia estar sendo dcerado por algo, dolorido, mas ao mesmo tempo ele sussurrou suavemente, ¡°Posso mudar para outra coisa?¡± Isabe ficou meio sem pvras, ¡°N?o foi voc¨º quem sugeriu isso?¡± ¡°N?o aguento nem duas horas, quanto mais dois dias.¡± C¨¦lio a olhava s¨¦rio e sinceramente, ¡°Como eu poderia ficar sem te procurar?!¡± ¡°Ent?o te castigo a manter distancia de mim nesses dois dias, sem toques e car¨ªcias.¡± Pelo menos em p¨²blico, para n?o chamar tanta aten??o¡­ Mariana Neves aodo estava furiosa, n?o aguentava mais ouvir! Content ? N?velDrama.Org 2024. ¡°Irm?, j¨¢ t¨¢ bom, eu s¨® queria fr umas coisas o C¨¦lio, pra que dificultar tanto pra ele? Voc¨º t¨¢ muito¡­¡± ¡°O que eu fa?o n?o ¨¦ da sua conta.¡± Isabe levantou levemente o olhar, aparentemente n?o a considerando importante, mas sua aura imponente inspirava certo temor. C¨¦lio observava atentamente o rosto delicado da garota, ¡°Mesmo que eu tivesse que ajoelhar por tr¨ºs dias e tr¨ºs noites, eu n?o me importaria.¡± ¡°Ouviu?¡± Isabe olhou para Mariana Neves desd¨¦m, ¡°O que acontece entre n¨®s n?o ¨¦ da sua conta.¡± Ao ouvir isso, C¨¦lio ficou extremamente feliz. Isabe tinha dito ¡°n¨®s¡±!! ¡°N¨®s¡±!! Mariana Neves ficou ainda mais irritada, s¨® podendo olhar para C¨¦liq, ¡°C¨¦lio, voc¨º n?o pode sempre ceder a uma garota, se continuar assim voc¨º vai¡­¡± 1/2 08:32 Capitulo 131 ¡°Eu quero.¡± C¨¦lio ainda estava imerso na alegria que sentira e olhou para Mariana Neves descontentamento, ¡°Uma noiva ¨¦ para ser mimada, o que Isabe fizer por mim me deixa feliz.¡± Mariana Neves estava furiosa, ¡°Eu tenho medo que no futuro¡­¡± ¡°No futuro, se voc¨º se irritarigo, s¨® vai mostrar que voc¨º se importa.¡± C¨¦lio olhou para a garota em seus bra?os, um olhar cheio de ternura e amor. Isabe:¡­ Mariana Neves:!!! ¡°Ei, o que ¨¦ isso logo de manh?, tanta melosidade! Ser¨¢ que eu cheguei em m¨¢ hora?¡± Carlos Neves parou rapidamente, sorrindo e abra?ando os ombros de Nair Pires, ¡°Esposa, vamos tomar caf¨¦ no jardim? Deixemos espa?o para os jovens¡­¡± ¡°ro, ro¡­¡± Nair Pires sorria de orelha a orelha, e ao ver Mariana Neves ainda sentada ¨¤ mesa, apressou-se em dizer, ¡°Mariana, o que voc¨º t¨¢ esperando? Vamos l¨¢¡­¡± N?o perturbe o mundo de C¨¦lio e Isabe! Mariana Neves olhou para C¨¦lio relutantemente, sem entendero ele havia sido enfeiti?ado por Isabe, essa mulher sedutora O que Isabe tinha de t?o especial! 08:32 Cap铆tulo 132 Cap¨ªtulo 132 Sem ningu¨¦m por perto, C¨¦lio tornou-se ousado e n?o parava de iodar Isabe. Finalmente chegando ¨¤ empresa, Isabe p?de respirar aliviada. Ao ver Raul Fonseca, deu ordens calmamente: ¡°Chame o Luciano, do Departamento de Produ??o, e os supervisores das linhas quatro e cinco para o meu escrit¨®rio.¡± ¡°Imediatamente,¡± respondeu Raul Fonseca, partindo para buscar as pessoas. Enquanto isso, v¨¢rios funcion¨¢rios da empresae?aram a fofocar. Desde que Isabe assumiu o controle da empresa, aqueles convocados por certamente n?o teriam um bom fim! Desta vez, havia mandado chamar Luciano, do Departamento de Produ??o, e os supervisores das linhas de produ??o¡­ Curiosos, alguns funcion¨¢rios seguiram furtivamente os passos deles, ansiosos por descobrir se havia algum grande escandalo ¨¤ vista. ¡°Diretora Isabe, a senhora nos chamou?¡± Luciano, ao entrar, aparentava uns quarenta anos, esguio e um ar de desnutri??o, mas seus olhos astutos brilhavam perspic¨¢cia. Os outros dois supervisores pareciam nervosos, mas ainda assim for?aram um sorriso e saudaram, ¡°Bom dia, Diretora Isabe.¡± Isabe n?o perdeu tempo e jogou seu celr na mesa, dando y numa grava??o. ¡°Gabriel, voc¨º ¨¦ o supervisor da linha quatro,o pode desafiar minhas ordens? Voc¨º concorda ou n?o, as coisas t¨ºm que ser feitas do meu jeito¡­¡± ¡°O Rafael prejudicou voc¨ºs de alguma maneira este ano? N?o est¨¢ ro para voc¨ºs? Agora que a Diretora Isabe chegou, quer se meter em tudo. As linhas quatro e cinco t¨ºm que parar, e o estoque no armaz¨¦m tem que ser esvaziado em dois dias, sen?o n?o se trata apenas de voc¨º e eu, at¨¦ o Rafael vai ter problemas!¡± Luciano e Gabriel ¨¢lvares, l¨ªder da linha quatro, empalideceram ao ouvir isso! Essas eram as pvras que trocaram no corredor, e agora estavam sendo reproduzidas ramente¡­ Haver¨ªa algum dispositivo de escuta nos corredores? Ou ser¨¢ que Isabe estava mesmo escondida ouvindo na noite anterior? ¡°Diretora Isabe, isso ¨¦¡­¡± Luciano estava em choque, sem sabero se explicar. Imposs¨ªvel! Ele tinha certeza de que havia verificado as cameras de seguran?a, ningu¨¦m havia 1/2 08:32 Capitulo 132 entrado ou saido da empresa na noite anterior, e ele havia revisado a grava??o minuto a minuto. Se algu¨¦m aparecesse, certamente teria sido gravado! Original from N?velDrama.Org. A menos que a pessoa fosse invis¨ªvel! Como mais poderia explicar isso? Haveria mesmo um dispositivo de escuta? ¡°N?o h¨¢ necessidade de explicar agora,¡± disse Isabe, desinteressada, e iniciou outral grava??o. ¡°Luciano, se a Diretora Isabe realmente visitou a empresa e sabe que estamos produzindo essas mercadorias, o que vamos fazer?¡± ¡°Pelo jeito que a Diretora Isabe est¨¢ vasculhando, n?o vai demorar muito para todos os nossos segredos serem descobertos!¡± ¡°Ser¨¢ que vamos perder nossos empregos por causa disso?¡± ¡°Se a Diretora Isabe nos pegar no pulo, n?o ¨¦ s¨® perder o emprego, podemos at¨¦ parar atr¨¢s das grades!¡± ¡°Se no caminho para o trabalho acontecer um acidente de carro ou outro incidente, n?o poder?o culpar a gente¡­ S¨® podemos dizer que teve azar.¡± Luciano estava aterrorizado; a ¨²ltima frase era dele, e agora Isabe a estava tocando. bem na frente dele. Seu rosto ficou p¨¢lido, sem nenhum tra?o de cor, sentindoo se o c¨¦u estivesse desabando, seu fim estava pr¨®ximo! Os outros dois supervisores tamb¨¦m ficaram paralisados de medo, mal conseguindo se manter de p¨¦. N?o podiam acreditar que as pvras ditas na noite anterior no armaz¨¦m haviam sido gravadas integralmente! Eles nem tinham chance de se defender. Luciano percebeu que n?o estava enganado na noite passada. Havia mesmo o som de uma vibra??o de celr na s de armazenamento!Mas quem poderia ser, eo fizeram isso?! Eles reviraram o dep¨®sito de cabo a rabo, de dentro para fora, v¨¢rias vezes. Nem sequer um mosquito poderia voar fora do alcance de seus olhares! Como ¨¦ que essa grava??o acabou nas m?os deles? 2/2 Cap铆tulo 133 Cap¨ªtulo 133 Luciano n?o conseguia entendero algu¨¦m havia sa¨ªdo do armaz¨¦m depois de ele ter trocado a senha, uma nova eplexa. Se algu¨¦m estava l¨¢ dentro,o teria sa¨ªdo? Era imposs¨ªvel algu¨¦m ter decifrado aquele avan?ado sistema de seguran?a¡­ Mas se n?o havia ningu¨¦m,o explicar aqus grava??es encontradas no armaz¨¦m? Ser¨¢ que tinha algum dispositivo espi?o l¨¢ dentro? O gerente do armaz¨¦m teria tra¨ªdo a todos?! ¡°Raul Fonseca, chame o gerente do armaz¨¦m aqui.¡± As pvras de Isabe deixaram tr¨ºs pessoas presentes ainda mais inquietas. Os espectadores dodo de fora do escrit¨®rio ficaram chocados. Ser¨¢ que o gerente do armaz¨¦m estava envolvido tamb¨¦m?! Meu Deus,o a gest?o da empresa podia estar t?o desordenada?! N?o ¨¦ ¨¤ toa que, ap¨®s um ano, a empresa n?o mostrava melhoras! Com tantos parasitas sugando o sangue dapanhia¡­ O gerente do armaz¨¦m parecia ter pouco mais de vinte anos, usava ¨®culos de arma??o preta e tinha um ar tranquilo, nada que o fizesse parecer c¨²mplice de algo errado. Quando Raul Fonseca o chamou, sabia que n?o podia mais esconder a verdade, e a voz tr¨ºm e fraca disse, ¡°Diretora Isabe¡­¡± Embora fosse mais velha que Isabe, o poder que irradiava a deixou fraca, sem coragem para encontrar seu olhar. Isabe observou as quatro pessoas ¨¤ sua frente, tocando a mesa os dedos de forma intermitente, e disse: ¡°Ah, sim, falta mais um. V¨¢ chamar o chefe do departamento depras.¡± Os espectadores dodo de fora ficaram boquiabertos, at¨¦ o chefe do departamento depras estava envolvido¡­ Ser¨¢ que havia alguma pessoa honesta naqu gest?o? Quando todos estavam presentes, Isabee?ou a fr calmamente: ¡°Agora que todos est?o aqui, vamos discutiro voc¨ºs cboravam.¡± Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. ¡°Diretora Isabe¡­¡± Luciano estava t?o assustado que mal conseguia se manterposto. O chefe do departamento depras rapidamente disse: ¡°Diretora Isabe, eu n?o tenho nada a ver com isso¡­¡± 1/4 00.00 Cap¨ªtulo 133 ¡°Diretora Isabe, eu n?o sei de nada.¡± O gerente do armaz¨¦m tamb¨¦m se defendeu firmeza. O l¨ªder da linha quatro ou cinco sabia que n?o tinha mais escapat¨®ria e preferiu ficar cdo. ¡°Se ningu¨¦m vai fr¡­¡± Isabe n?o demonstrou pressa,n?ando um olhar pregui?oso sobre as pessoas ¨¤ sua frente, ¡°ent?o vou ter que adivinhar.¡± Todos permaneceram em um sil¨ºncio desconfort¨¢vel. ¡°Eu vi os pedidos depras da empresa, e o pre?o do tecido era quase o mesmo do mercado, mas quem conhece o ramo sabe que se voc¨º mant¨¦m uma parceria de long prazo o fornecedor de tecidos, ¨¦ poss¨ªvel negociar pre?os mais baixos.¡± ¡°Por exemplo, um lote de tecido de algod?o cem metros geralmente custa em torno de 1300 reais, mas uma parceria duradoura, poderia sair por 800.¡± ¡°Mas o chefe do departamento depras estava adquirindo grandes quantidades a 1500 reais cada. Teoricamente, essa quantidade de tecido, dever¨ªamos ter produzido pelo menos setenta a oitenta pe?as novas, mas quando foram estocadas, s¨® Testavam vinte a trinta.¡± ¡°Diretora Isabe, voc¨º n?o entende¡­¡± Antes que Isabe pudesse terminar, o chefe do departamento depras interrompeu: ¡°Os jovens do departamento de design incluem muitos elementos em seus produtos novos, o que os torna complexos e dif¨ªceis de produzir. Muito tecido ¨¦ desperdi?ado no processo¡­ o problema est¨¢ na produ??o, n?oigo.¡± ¡°Se os trabalhadores da linha de produ??o realmente fizeram setenta a oitenta pe?as novas, mas apenas vinte a trinta foram estocadas,o eles poderiam concordar isso? Seu sal¨¢rio ¨¦ calcdo por pe?a produzida.¡± Entre setenta e oitenta pe?as e vinte a trinta, h¨¢ uma diferen?a de pelo menos cinquenta pe?as! ¡°Ent?o, se esses cinquenta itens extras fossem vendidos em outros lugares e o dinheiro ganho fosse dividido entre todos?¡± Isabeentou casualmente: ¡°E se voc¨º tivesse um acordo o fornecedor de tecidos por um pre?o de 800 por cem metros de tecido, mas no registro estivesse escrito 1500?¡± Os dedos esguios de Isabe dan?aram sobre o tedo doputador e, em seguida, girou a t em sua dire??o. ¡°Voc¨º trabalha tr¨ºs fornecedores de tecidos, e cada um realiza transfer¨ºncias para a sua conta pessoal em diferentes momentos do m¨ºs. Se isso n?o ¨¦ um esquema de propina, voc¨º poderia me explicar o motivo?¡± O chefe do departamento depras ficou pasmo ao perceber que havia descoberto 2/4 08:32 Capitulo 133 at¨¦ isso;o isso era poss¨ªvel? ¡°H¨¢ problemas o valor daspras, a quantidade, a qualidade¡­¡± Isabe disse, seu olhar caindo sobre a mo?a quieta ¨¤ sua frente, ¡°tanto o recebimento quanto a expedi??o de mercadorias apresentam problemas¡­ agora ¨¦ a sua vez de explicar.¡± O gerente de armaz¨¦m ficou aterrorizado e gaguejou em sua defesa: ¡°Diretora Isabe, eu¡­ eu n?o¡­¡± ¡°Eu recuperei as grava??es de seguran?a da empresa e tamb¨¦m verifiquei as cameras do ponto de entrega de eendas pr¨®ximo daqui.¡± Com um leve toque no tedo, Isabe fez in¨²meras imagens de vigilancia aparece na t do computador, enchendo os olhos de todos que estavam presentes. ¡°As grava??es mostram que voc¨º retirou mercadorias do nosso estoque e as levou a ponto de entrega mais de trezentas vezes, possui v¨¢rios n¨²meros de telefone registrad em seu pr¨®prio nome e enviou mais de trezentas eendas.¡± ¡°Sra. Isabe, eu¡­ eu¡­¡± Diante das provas irrefut¨¢veis exibidas nas grava??es, o gerente de armaz¨¦m perdeu toda a cor do rosto e sentiu um frio tomar conta de seu corpo. ¡°Ontem, ap¨®s o expediente, voc¨º levou uma eenda para o ponto de entrega, mas o pessoal de l¨¢ ainda n?o tinha enviado. A eenda continha informa??es do destinat¨¢rio; Raul Fonseca ligou para a pessoa, que disse ter feito um pedido em uma loja online chamada ¡®Sele??es Estilo Neves¡±.¡± ¡°Eu tamb¨¦m encontrei essa loja, que est¨¢ registrada h¨¢ onze meses, ou seja, apenas um m¨ºs ap¨®s voc¨ºe?ar na empresa, voc¨º abriu uma loja na inte para vender nossos produtos sem a permiss?o ou autoriza??o da empresa.¡± ¡°Dependendo do modelo e da quantidade que o cliente queria, voc¨º enviava ap¨®s o trabalho ou despachava diretamente do armaz¨¦m, solicitando que o entregador viesse buscar. S¨® as visitas do entregador somam mais de duzentas vezes.¡± ¡°Cada pe?a estava sendo vendida por um ou dois cem reais a menos que o pre?o de mercado¡­¡± O gerente de armaz¨¦m estava t?o assustado que mal conseguia se manter de p¨¦, seu corpo tremia todo. Isabe ent?o voltou seu olhar para os outros tr¨ºs, fndo pvra por pvra firmeza: ¡°Voc¨ºs n?o s¨® levaram os melhores produtos da empresa para vender, mas tamb¨¦m produziram roupas de baixa qualidade tecidos inferiores, colocaram a etiqueta da empresa e as venderam para outros lugares, manchando o nome da empresa! Estou certa?¡± Os cinco nunca imaginaram que descobriria tanto; j¨¢ n?o se tratavam de meras espec??es! 3/4 00.37 Cap¨ªtulo 133 As provas estavam ali, diante deles! Os cinco ficaram p¨¢lidos e suados, sem sabero explicar tudo aquilo. ¡°Aproveitem enquanto eu ainda n?o chamei a pol¨ªcia. N?o t¨ºm nada a dizer?¡± Isabe passou o olhar por cada um deles, esperando que fssem. Gabriel ¨¢lvares, o l¨ªder da equipe da Linha 4, foi o primeiro a ceder. Desabafou: ¡°Foi o Rafael que nos for?ou a fazer isso, tinha que ser conivente ou ent?o era rua! N?o t¨ªnhamos escolha!¡± ¡°¨¦ verdade!¡± o l¨ªder da equipe da Linha 5 tamb¨¦m falou, ¡°Estamos devendo muito dinhei e, em um momento de fraqueza, tomamos essa decis?o¡­¡± 08:32 ALA Cap铆tulo 134 Cap¨ªtulo 134 ¡°Chega.¡± Luciano n?o deixou que continuassem a fr. Original from N?velDrama.Org. O l¨ªder da Linha Quatro estava um pouco insatisfeito. ¡°Luciano, as coisas chegaram a esse ponto, e ainda vamos esconder isso do Rafael?¡± ¡°Na festa deemora??o do primeiro m¨ºs da empresa, se n?o fosse ele nos instigando a apostar online,o ter¨ªamos perdido tanto dinheiro? Agora nem vendendo o almo?o paraprar a janta conseguimos pagar!¡± O l¨ªder da Linha Cinco recebia constantemente liga??es de cobran?a, a ponto de pe em se jogar do terra?o. Se n?o fosse pelos seus filhos pequenos e p esposa doente, ele j¨¢ teria se atirado, para acabar com tudo de uma vez. ¡°Rafael tamb¨¦m instigou voc¨ºs a apostar online?¡± Isabe arqueou uma sobrancelha, isso era ilegal, ningu¨¦m ousaria fazer. ¡°Rafael disse que aquele site era quase garantia de vit¨®ria, mostrou at¨¦ o extrato das retiradas dele, mais de seiscentos mil!¡± ¡°Noe?o, a gente n?o acreditava, mas depois de algumas apostas, todo mundo estava sorte, conseguindo retirar o dinheiro para a conta do banco.¡± ¡°Ent?oe?amos a apostar cada vez mais, chamamos at¨¦ amigos e parentes. S¨® que o site come?ou a aumentar o valor m¨ªnimo para saques, dizendo que precisava ter quinhentos mil para poder retirar. Depois de juntarmos tudo, disseram que precisava de um milh?o para liberar o dinheiro. Pegamos empr¨¦stimos em v¨¢rias taformas online e, mesmo colocando milh?es, n?o conseguimos recuperar nada!¡± O l¨ªder da Linha Cinco suspirou. Se n?o fosse pelo medo de envolver a esposa e o filho, ele teria acabado a pr¨®pria vida h¨¢ muito tempo. Por conta de v¨¢rios trabalhadores da linha de produ??o envolvidos, eles formaram as Linhas Quatro e Cinco, ee?aram a produzir roupas de baixa qualidade, em conluio o Gerente de Armaz¨¦m, vendendo as pe?as por fora e dividindo o lucro¡­ ¡°Alguns parentes confiaram em n¨®s. Eles n?o entendemo operar online e nos entregaram todas as suas economias, ou o dinheiro arrecadado vendendo propriedades. Mas tudo foi embora.¡± ¡°Algum dinheiro era a poupan?a de idosos, outros, para cirurgias urgentes. Como n?o era suficiente, tentaram a sorte nas apostas para ganhar um bom dinheiro, mas acabaram sem ver a cor dele.¡± ¡°A maior parte do dinheiro a gente pegou emprestado em dezenas de taformas online.¡± 1/2 09.23 Capitulo 134 ¡°Estamos pagando h¨¢ um ano inteiro, v¨¢rias parcs de milhares por m¨ºs e ainda n?o acabamos!¡± Os l¨ªderes das Linhas Quatro e Cinco fram isso l¨¢grimas nos olhos, e a amargura e a impot¨ºncia s¨® eles mesmos poderiam entender. ¡°Eu tamb¨¦m fiz apostas, e¡­¡± o Gerente de Armaz¨¦m mordeu o l¨¢bio inferior, as l¨¢grimas brotando nos olhos, e s¨® depois de um tempo conseguiu dizer, ¡°naqu festa, eu bebi demais, e quando acordei, Rafael estava ao meudo¡­ Ele tirou muitas fotos minhas, me for?ando a fazer isso¡­¡± Todos ficaram chocados, olhando para uma express?o de incredulidade. ¡°Noe?o, eu sofria muito, especialmente sabendo que ele tinha contatos na pol¨ªcia, ent?o denunciar n?o adiantaria¡­ Depois, a parte dos lucros, eu pudeprar algumas bolsas de marca¡­ acabei me acostumando.¡± Depois de ouvir o Gerente de Armaz¨¦m, o chefe do departamento depras tamb¨¦m estava uma express?o de surpresa e raiva: ¡°Naqu noite, eu tamb¨¦m bebi demais, e Rafael Costa tamb¨¦m me tocou! Ele disse que, se eu n?o cooperasse, contaria ao meu marido e cria minhas fotos na porta do trabalho dos meus sogros, para que soubessem que tipo de nora eles tinham¡­ Eu tinha acabado de casar, estava muito medo¡­¡± As pvras no escrit¨®rio deixaram os espectadores dodo de fora em sil¨ºncio, mas ansiosos! Esse Rafael Costa era desumano demais! Aproveitando-se da vulnerabilidade alheia e for?ando as pessoas a se envolverem ele! ¡°Diretora Isabe, nos d¨º uma chance¡­¡± o Gerente de Armaz¨¦m implorou: ¡°Eu realmente n?o quero ir para a cadeia, minha vida ainda ¨¦ longa, eu n?o quero pass¨¢ atr¨¢s das grades¡­¡±. 212 Cap铆tulo 135 Cap¨ªtulo 135 A diretora Isabe falou uma calma que escondia o peso de suas pvras: ¡°Voc¨ºs fizeram a empresa perder milh?es. Tenho que denunciar isso ¨¤ pol¨ªcia. Se eu os deixasse sair impunes, seria c¨²mplice, e o crime seria o mesmo.¡± ¡°Por favor, diretora Isabe, tenha piedade¡­¡± suplicou o chefe do departamento depras, l¨¢grimas nos olhos. ¡°Meu casamento ¨¦ feliz, meu beb¨º acabou de nascer¡­ Eu realmente n?o quero destruir minha fam¨ªlia por causa disso!¡± ¡°A situa??o precisa ser rtada ¨¤ sede. Se os funcion¨¢rios causarem uma perda de dezenas de milh?es ¨¤ empresa e, no final, chorarem e disserem algumas pvras suaves,o podemos manter a ordem na empresa? Como podemos gerenciar? Como podemos ganhar respeito?¡± ¡°Diretora Isabe¡­¡± a multid?o sabia que n?o havia margem para negocia??o. S¨® podiam culpar a si mesmos por terem escolhido o caminho errado, um erro levando a outro, at¨¦ o ponto de n?o retorno. ¡°Voc¨ºs s?o adultos.¡± Isabe disse seriedade. ¡°Se escolheram fazer isso, precisam arcar as consequ¨ºncias. Se tiverem rema??es, podem contar ¨¤ pol¨ªcia e tentar garantir um tratamento justo.¡± Mesmo que Rafael Costa fosse detest¨¢vel, eles haviam contribu¨ªdo para o mal, causando grandes perdas ¨¤ empresa, que tamb¨¦m era inocente. Isaben?ou um olhar para Raul Fonseca, que entendeu imediatamente e pegou seu celr para chamar a pol¨ªcia. Todas as pvras que eles haviam dito j¨¢ estavam gravadas por Isabe, que nejava entreg¨¢s ¨¤ pol¨ªcia posteriormente. ¡°Qual ¨¦ o endere?o daquele site?¡± Quando perguntou, Luciano ficou at?nito, l¨¢grimas nos olhos, e mostrou o site em seu celr. ¡°¨¦ este aqui¡­ apesar de j¨¢ ter sido desativado, ainda temos d¨ªvidas amigos e empr¨¦stimos online para pagar todo m¨ºs. Diretora Isabe, por que perguntar isso de repente?¡± O site j¨¢ estava fora do ar e era imposs¨ªvel recuperar o dinheiro perdido. ¡°S¨® estou perguntando.¡± Isabe anotou o endere?o do site e nejava investigar mais tarde em particr. Content ? N?velDrama.Org 2024. i ¡°Mesmo que tudo tenha sido feito sob amea?a e sedu??o de Rafael Costa, n?o temos provas concretas. Os pagamentos mensais que faz¨ªamos para ele eram depositados em cart?es ilegais ou feitos em dinheiro¡­¡± Todos estavam insatisfeitos, sabendo que estavam prestes a ir para a pris?o, enquanto 1/2 08:32 Capitulo 135 Rafael Costa continuaria impune. Isabe sabia que, no momento, havia apenas testemunhos contra Rafael Costa, e poucas provas materiais. Mesmo que ele fosse levado para a delegacia naquele dia, a pol¨ªcia o liberaria logo, por falta de evid¨ºncias. ¡°N¨®s estamos pagando por nossos pr¨®prios erros, mas o verdadeiro culpado ¨¦ Rafael Costa! Ele se beneficiou mais do que qualquer um de n¨®s e deve ser punido para que possamos ter paz!¡± ¡°Quanto a Rafael Costa, vou fazer que ele mostre sua verdadeira face¡±, disse Isabe. Logo depois, os policiais chegaram. Observando os cinco serem levados p pol¨ªcia, os espectadores dodo de fora ma conseguiam expressar sua tristeza. O incidente chocou toda a empresa. Enquanto Carlos Neves jogava golfe, seu rosto mudou completamente quando recebeu a liga??o. ¡°O que aconteceu?¡± perguntou Nair Pires, ao ouvir que algo tinha acontecido Isabe, pensando que poderia ter sido v¨ªtima de algum abuso. se aproximou Tapidamente. Carlos Neves quase n?o conseguia se manter em p¨¦, e ap¨®s a liga??o, ele cambaleou. Mariana Neves correu para ajudar. ¡°O que aconteceu irm?? Pai, n?o se preocupe, conte calma!¡± ¡°N?o ¨¦ sua irm? que est¨¢ em apuros¡­¡± Carlos Neves foi apoiado sob o guarda-sol, sentou-se numa cadeira de descanso e finalmente recuperou a cor depois de beber a ¨¢gua de coco que o caddie lhe trouxe. 2/2 Cap铆tulo 136 Cap¨ªtulo 136 ¡°A empresa disse que Isabe convocou Luciano do Departamento de Produ??o, o gerente de armaz¨¦m, os l¨ªderes das linhas de produ??o quatro e cinco, e o chefe do departamento depras para uma reuni?o logo de manh?¡­¡± Nair Pires acariciou seu peito: ¡°E ent?o?¡± ¡°Voc¨º sabe por que a empresa n?o teve melhorias durante todo um ano?¡± N?velDrama.Org: owner of this content. Carlos Neves falou at¨¦ aqui, e a raiva que tinha tentado suprimir voltou a inmar, dificultando at¨¦ sua respira??o. ¡°Calma, f devagar¡­¡± Nair Pires pressentiu que as not¨ªcias n?o eram boas. Carlos Neves se esfor?ou para se acalmar: ¡°Temos tr¨ºs fornecedores de parceria a empresa, e o pre?o por cem metros de tecido fica em torno diretor do departamento depras apresentou ¨¤ matriz um valor de aquis Os 700 de diferen?a, ele repartiu Luciano, o gerente do armaz¨¦m, o chefe quatro e cinco, e alguns oper¨¢rios da produ??o!¡± Nair Pires ficou surpresa: ¡°Como assim?!¡± ¡°Se ele estivesse apenas roubando 700, talvez n?o fosse t?o grave. mas ele fez isso o ano inteiro! Isabe investigou e o montante total envolvido nessas transa??es ultrapassa os dez milh?es!¡± Nair Pires ficou at?nita. ¡°Eles conspiraram juntos para fazer uma coisa dessas!¡± ¡°Esses fornecedores de tecidos transferiam dinheiro para ele todo m¨ºs, provando que ele realmente estava recebendo propina, o que ele pr¨®prio admitiu¡­¡± Carlos Neves se enfureceu tanto que seu cora??o doeu: ¡°E n?o s¨® isso. Um rolo de metros de tecido deveria produzir pelo menos setenta ou oitenta pe?as de roupa nova Mas, na entrada no estoque, s¨® restavam trinta ou quarenta pe?as. Sabe para onde forai as outras cinquenta?¡± Nair Pires bn?ou a cabe?a, e Mariana Neves tamb¨¦m n?opreendia, ambos esperavam que Carlos Neves continuasse. ¡°Essa turma, no segundo m¨ºs de funcionamento da empresa, abriu uma loja online. Se um cliente fizesse um pedido, eles levavam a mercadoria para um ponto de entrega pr¨®ximo e vendiam. Se o cliente pedisse uma grande quantidade de uma vez, um entregador ia diretamente at¨¦ a nossa empresa para coletar a mercadoria!¡± Nair Pires ficou chocado: ¡°Essa gente ¨¦ muito audaciosa, n?o temia ser pega ps cameras de seguran?a?¡± ¡°As grava??es foram deletadas por eles. Estavam coludidos e se sentiam invenc¨ªveis.¡± Carlos Neves tamb¨¦m estava incr¨¦dulo, mas as provas eram irrefut¨¢veis: ¡°Dizem que 1/2 08:32 Capitulo 136 Isabe conseguiu recuperar as grava??es e foi assim que eles foram pegos¡­¡± Nair Pires mal podia acreditar: ¡°Se n?o fosse por Isabe, quanto tempo mais eles teriam, nos enganado¡­¡± ¡°E ainda por cima, eles acumram uma grande quantidade de tecido de baixa qualidade, produziram modelos id¨ºnticos aos da empresa, colocaram a nossa etiqueta e venderam para outros lugares. Devido ¨¤ m¨¢ qualidade do tecido, muitas pessoas tiveram rea??es al¨¦rgicas, o que prejudicou muito a reputa??o da empresa¡­¡± Nair Pires levou um golpe direto, n?o ¨¦ ¨¤ toa que a empresa n?o lucrou nada durante um ano inteiro, era por causa dessas pessoas agindo nas sombras! O que passava p cabe?a de Mariana Neves era Isabe, mais uma vez! tinha trazido seus pais de prop¨®sito para jogar b hoje, e justo quando o rcionamento estava se fortalecendo, esse problema surge na empresa, arruinando o bom humor de seus pais! Todo o seu esfor?o hoje tinha sido em v?o! Maldita Isabe, sempre seus problemas, sempre aparecendo para estragar o clima! ¡°E Rafael Costa? Ele era o principal respons¨¢vel antes da chegada de Isabe! Como ele n?o sabia disso acontecendo bem debaixo do nariz dele?¡± Nair Pires perguntou. ¡°Essas pessoas disseram que tudo foi feito sob press?o e tenta??o de Rafael Costa, mas n?o se sabe at¨¦ que ponto isso ¨¦ verdade¡­¡± Se o Rafael Costa estivesse envolvido nisso, a perda da empresa teria perdido muito mais do que simplesmente milh?es¡­ ¡°Rafael Costa era uma figura importante na nossa sede. Quando o enviamos para l¨¢, acredit¨¢vamos em sua habilidade e integridade¡­¡± Nair Pires n?o conseguia acreditar que algo assim estava acontecendo. Era evidente que Rafael Costa estava envolvido. 212 Cap铆tulo 137 This chapter is missing , we are fix soon !Content ? N?velDrama.Org 2024. Cap铆tulo 138 Cap¨ªtulo 138 O celr vibrou algumas vezes, e Isabe pegou para ver que era uma liga??o de C¨¦lio. ¡°Isabe.¡± A voz de C¨¦lio era grave e magn¨¦tica. ¡°Estou saudades.¡± ¡°¡­¡± Isabe perguntou um pouco sem paci¨ºncia, ¡°Algum problema?¡± ¡°Est¨¢ muito ocupada o trabalho?¡± C¨¦lio fva um tom pregui?oso e rouco, mas ro e agrad¨¢vel, ¡°Precisa de ajuda algo?¡± ¡°N?o precisa.¡± ¡°Passei a manh? toda pensando em voc¨º.¡± C¨¦lio expressou todo o seu sentimen atrav¨¦s da voz, um tom prolongado e mel¨®dico. ¡°Quero terminar todo o seu para que voc¨º tenha tempo para me fazer companhia.¡± ¡± 11 ¡°E ainda falta uma hora para te ver.¡± C¨¦lio disse uma ponta de agonia. ¡°Quero fazer uma v¨ªdeo chamada voc¨º.¡± 11 ¡°S¨® um pouquinho.¡± C¨¦lio, prevendo que recusaria, implorou sem esperar uma resposta, ¡°Um minutinho.¡± .¡± Isabe n?o conseguiu dizer n?o. ¡°Isabe¡­¡± C¨¦lio insistiu novamente, ¡°Eu prometo que n?o vou atrapalhar o seu trabal Isabe acabou cedendo ¨¤ insist¨ºncia dele, e n?o muito tempo depois, a chamada de v¨ªdeo dele chegou. Assim que Isabe atendeu, ouviu-se uma batida na porta. ¡°Pode entrar.¡± ¡°Diretora Isabe, aqui est¨¢ o seu caf¨¦.¡± Raul Fonseca colocou o caf¨¦ sobre a mesa todo o respeito, sem notar o celr d apoiado na caixa de len?os, enquanto estava na chamada de v¨ªdeo. ¡°Diretora Isabe, voc¨º ficou famosa novamente! Agora toda a empresa est¨¢entando suas a??es heroicas, e at¨¦ fizeram um poema improvisado para voc¨º.¡± ¡°Ah ¨¦?¡± Isabe tomou um gole do caf¨¦, um tanto surpresa. ¡°Deixa eu recitar para voc¨º¡­¡± Raul Fonseca limpou a garganta ee?ou a recitar pompa: ¡°Quando a Diretora Isabe se enfurece, ¨¦ melhor tomar cuidado; Quando a Diretora Isabe chama, para a pris?o quem difama; Com a Diretora Isabe por perto, os malfeitores n?o t¨ºm vez; Com 1/3 08:33 Cap¨ªtulo 138 ¨¢ Diretora Isabe, sucesso ¨¦ garantido! Se est¨¢ na trama, garantia de drama! Que seja pinho ou seja grana, um golpe da Diretora Isabe rege ma, a justi?a em sua chama!¡± ¡°¡­¡± Isabe ficou at?nita ao ouvir isso. Que raios de poema era esse? A pessoa do outrodo da v¨ªdeo chamada ergueu um sorriso divertido,o se estivesse entretida o poema. ¡°Diretora Isabe, esse poema mostra o quanto todos te respeitam e admiram¡­ Hoje, quando voc¨º jogou aqueles documentos na cara daqueles cinco, foi incr¨ªvel! Sabe o que os outros est?o dizendo sobre voc¨º?¡± Raul Fonseca fva entusiasmado: ¡°As funcion¨¢rias disseram que foram conquistadas por voc¨º, e que adorariam se casar voc¨º! At¨¦ alguns homens est?o derar depois do expediente.¡± Isabe quase se engasgou o caf¨¦ ao ouvir isso. ¡°Eles dizem que em menos de uma semana na empresa, voc¨º j¨¢ desmascarou sete vil?es, e at¨¦ os oper¨¢rios da linha de produ??o¡­ est?o apostando que em menos de uma semana voc¨º vai mandar o Rafael Costa para a cadeia!¡± Raul Fonseca, aproximando-se de Isabe, disse um sorriso maroto: ¡°Diretora Isabe, eu apostei dez reais, ser¨¢ que vou ganhar¡­?¡± Isabe, despreocupadamente, disse duas pvras: ¡°¨¦ pouco.¡± ¡°Ah?¡± A voz de Isabe era pregui?osa: ¡°Aumente a aposta.¡± A voz de Raul Fonseca estava cheia de surpresa. ¡°Diretora Isabe, voc¨º tem certeza? Se tiver, vou apostar toda a minha fortuna!¡± ..¡± Isabe n?o disse nada. ¡°Mas agora, poucas evid¨ºncias apontando para ele, n?o podemos conden¨¢-lo¡­¡±. Carlos Neves, ao pensar nisso, sentiuo se um grande peso tivesse sido colocado em seu peito, tornando-se opressivo. ¡°Ah??¡± Raul Fonseca estava confuso, por qu¨º mesmo?? Os pensamentos de Isabe eram um enigma para todos, mas ao ver a confian?a que exva, Raul Fonseca sentia, no fundo, que a vit¨®ria seria deles! Ele j¨¢ estava pensando em aumentar a aposta quando voltassem! ¡°Ah, lembrei, Diretora Isabe.¡± Algu¨¦m mencionou: ¡°o Rafael Costa tamb¨¦m tem seus contatos na matriz¡­ ¨¦ melhor ficar de olho!¡± ¡°Sim.¡± Respondeu Isabe, sem dar muita importancia. Que importavam os apoiadores 2/3 08:33 Cap¨ªtulo 138 dele? Diante das provas, todos cairiam. ¡°Diretora Isabe, essa sua autoridade toda t?o jovem, imagina o tipo de homem que vai ter coragem de ficar ao seudo no futuro.¡± Raul Fonseca contemva o rosto impass¨ªvel de Isabe, pensando nisso de repente. Isabe deu uma olhada no rosto do homem no v¨ªdeo, que tamb¨¦m estava olhando para Content ? N?velDrama.Org 2024. . realmente tinha uma presen?a imponente, mas C¨¦lio tamb¨¦m n?o ficava atr¨¢s. ¡°Diretora Isabe, voc¨º aceita fazer uma aposta?¡± Cap铆tulo 139 Cap¨ªtulo 139 ¡°Ah? Ap¨®star o qu¨º?¡± ¡°Apostar que o seu futuro marido ser¨¢ uma pessoa excepcional! Sem mais delongas, pelo menos um cara bonito e rico! S¨® p sua cara de n¨ªvel superior! Ele definitivamente n?o ficar¨¢ muito atr¨¢s!¡± ¡°Voc¨º est¨¢ entediado?¡± Isabe disse casualmente, ¡°Que tal voc¨º ocupar os cargos desses cinco por enquanto?¡± ¡°Diretora Isabe, acabei de me lembrar que tem algo que ainda n?o cuidei, vou ter qu sair agora.¡± Ele estava prestes a escapar quando de repente ouviu a voz de um homem. ¡°Sr. C¨¦lio, preciso que voc¨º d¨º uma olhada nesses documentos.¡± Era a voz de Vicente, que entrou no escrit¨®rio de C¨¦lio para pedir sua opini?o sobre alguns projetos. Raul Fonseca parou ao ouvir e disse: ¡°Diretora Isabe? Parece que ouvi a voz de um homem. Voc¨º est¨¢ escondendo um homem no escrit¨®rio?¡± Do outrodo, Vicente tamb¨¦m ouviu a voz dele e perguntou confuso: ¡°Sr. C¨¦lio, quem est¨¢ fndo?¡± Ent?o, Vicente e Raul Fonseca, quase ao mesmo tempo, perceberam que o chefe deles estava numa chamada de v¨ªdeo¡­ Ambos ficaram chocados em diferentes n¨ªveis¡­ Especialmente Raul Fonseca, que poderia engolir dois ovos inteiros de t?o aberto que estava a sua boca! ¡°Ah, Diretora Isabe¡­ Voc¨º, voc¨º¡­¡± Quando foi que conheceu essa personalidade t?o importante?! ¡°Diretora Isabe, voc¨º est¨¢ em uma videochamada?¡± Meu Deus!! Ser¨¢ que estou sonhando?! Eu n?o posso acreditar que estou vendo esse rosto t?o bonito no celr da Diretora Isabe!! C¨¦lio, ah! Esse ¨¦ o primeiro bilion¨¢rio do mundo, C¨¦lio!! 1/2 08:33 Capitulo 139 N?o ¨¦ ele que tem fama de ser cruel e insens¨ªvel, distante das mulheres?! Por que ele estaria fazendo uma videochamada a Diretora Isabe?! ¡°Ah, Diretora Isabe, voc¨ºs¡­ n?o¡­¡± ¡°Isabe, n?o vai apresentar?¡± A voz de C¨¦lio tinha um toque de interesse. ¡°Este ¨¦ o seu assistente?¡± Isabe! Isabe!! Ele chamou a Diretora Isabe de ¡°Isabe¡±!! Que apelido carinhoso!! Isabe: Esse cara n?o vai parar nunca!! ¡°Ol¨¢, Sr. C¨¦lio¡­ Meu nome ¨¦ Raul Fonseca, sou assistente da Diretora Isabe¡­ ¨¦ uma grande honra conhec¨º-lo hoje!¡± Raul Fonseca se curvou em um angulo de noventa graus, muito respeito, ¡°N?o sabia que voc¨ºs estavam em v¨ªdeo, desculpe a interrup??o, foi uma falta de respeito¡­ Voc¨º ¨¦ o namorado da Diretora Isabe?¡± ¡°Noivo.¡± Ao ouvir a pvra ¡°noivo¡±, Raul Fonseca ficou ainda mais chocado, e sua express?o congelou! Noivo! C¨¦lio ¨¦ o noivo da Diretora Isabe! N?o ¨¦ ¨¤ toa que a Diretora Isabe ¨¦ t?o imponente, tem uma montanha t?o grande para se apoiar!! Quem dera a empresa, pode andar de cabe?a erguida pelo mundo inteiro!! ¡°A prop¨®sito, obrigado pelo elogio agora h¨¢ pouco.¡± Raul Fonseca n?o esperava que, sem querer, tivesse elogiado C¨¦lio, mas ainda bem que n?o disse nada errado! Caso contr¨¢rio, teria arruinado sua vida! ¡°N?o consigo pensar em outra pessoa que seria digna da nossa Diretora Isabe al¨¦m de voc¨º. Voc¨º e a Diretora Isabe s?o um par feito nos c¨¦us, um casal perfeito!¡± Os homens da empresa s?o realmente sem no??o. O noivo da Diretora Isabe ¨¦ C¨¦lio, e eles ainda pensam em se confessar para depois do trabalho¡­ ¡°N?o se preocupe, Sr. C¨¦lio, na empresa eu vou cuidar muito bem da Diretora Isabe e 2/3 08:33 Cap¨ªtulo 139 n?o permitirei que outros homens se aproximem d! Se o senhor precisar de algo, pode me dizer diretamente¡­ Estou muito disposto a servi-lo.¡± Original from N?velDrama.Org. Isabe: ????? De quem voc¨º ¨¦, afinal? Quem paga o seu sal¨¢rio???? 3/3 08:33 Cap铆tulo 140 Cap¨ªtulo 140 ¡°Isabe, uma funcion¨¢ria t?o boa assim, n?o deveria receber um aumento?¡± A voz de C¨¦lio ecoou da chamada de v¨ªdeo. Ao ouvir isso, Raul Fonseca ficou radiante e olhou para Isabe expectativa. ¡°Se n?o sair agora, vou doar o seu b?nus deste m¨ºs para uma institui??o de caridade.¡± O cora??o de Raul Fonseca quase n?o aguentou ao ouvir Isabe dizer isso. Ele levantou-se rapidamente. ¡°J¨¢ estou indo!¡± ¡°Vamos conversar depois que sair.¡± ¡°Sim, Diretora. Isabe, fique tranqu, n?o direi a ningu¨¦m sobre o rcionamento voc¨ºs¡­¡± Raul Fonseca bateu a cabe?a na porta do escrit¨®rio, sem se preocupar a dor, e saiu. ¡°Est¨¢ satisfeita?¡± Isabe olhou para o homem no telefone, um tom de voz que carregava um leve desanimo. C¨¦lio exibiu um sorriso malicioso. ¡°Seria t?o bom se todo mundo soubesse.¡± !? !? ¡°Isabe, quando voc¨º vai revr quem eu sou?¡± Raul Fonseca acabou de dizer que tinha um homem na empresa querendo se derar para ? Isso era pedir para ter problemas. ¡°¡­¡± Olhando para o seu rosto bonito, Isabe sentiu que estava perdendo o controle. ¡°Vo desligar.¡± ¡°Espere um pouco.¡± ¡°Tem mais alguma coisa?¡±. ¡°Ainda n?o me cansei de voc¨º.¡± C¨¦lio se aproximou da t, e seu rosto bonito de repente se ampliou v¨¢rias vezes, seus olhos escuros irradiavam uma ternura infinita. Era demais! ¡°Voc¨º n?o tem mais trabalho para fazer?¡± Isabe tinha acabado de ouvir a voz de Vicente e sabia que C¨¦lio ainda tinha coisas para resolver. ¡°Eu tenho?¡± O olhar de C¨¦lio caiu sobre Vicente. Vicente, nervoso, disse: ¡°N?o¡­¡± ¡°Se n?o n?o precisa de mim, por que entrou?¡± Isabe n?o esperava que at¨¦ Vicente tivesse aprendido a mentir. Tudo culpa de C¨¦lio. 1/4 08:33 Capitulo 140 ¡°Sra. Isabe¡­ Eu, eu s¨® entrei para ver se o Sr. C¨¦lio precisava de alguma coisa. N?o esperava que ele s¨® precisasse de voc¨º. Eu sou desnecess¨¢rio, ent?o vou sair agora¡­¡± Ao dizer isso, Vicente colocou os documentos na mesa do escrit¨®rio e, fora do campo de vis?o de Isabe, juntou as m?os em s¨²plica para que C¨¦lio resolvesse logo, pois havia v¨¢rios projetos urgentes e um monte de gente esperando l¨¢ embaixo. C¨¦lio deu uma leve inclinada de cabe?a, sinalizando que concordava, e Vicente finalmente respirou aliviado e correu para baixo. C¨¦lio havia consumido toda a manh? de Isabe, e quando finalmente chegou o meio-dia, ele j¨¢ estava esperando por no t¨¦rreo da empresa. Assim que Isabe entrou no carro, foi abruptamente puxada por ele, acabando s em seu colo, sem entender nada. ¡°C¨¦lio, voc¨º est¨¢ cada vez mais abusado!¡± Isabe olhou para seu rosto lindo e sorridente, tentando sair, mas ele a segurou mais for?a. # ¡°Se voc¨º se mexer mais, vou te beijar.¡± ¡°¡­¡± Isabe olhou para aquele rosto merecedor de uma surra. ¡°Voc¨º pode ser ainda mais descarado?¡± ¡°Possivelmente.¡± C¨¦lio a beijou de surpresa, capturando seus l¨¢bios. Eles eram macioso gtina, e embora ele pretendesse apenas provoc¨¢, ap¨®s u leve degusta??o, C¨¦lio ansiava por mais daqu do?ura. A cintura d era t?o fina que ele conseguia sentir a pele macia por baixo da roupa. ¡°C¨¦lio!¡± Isabe tentou empurr¨¢-lo, mas a outra m?o de C¨¦lio segurou a nuca d, roubando sua respira??o com mais voracidade. Seus beijos eramo uma tempestade, deixando Isabe desarmada e incapaz de resistir, suas m?os empurrando-o mais uma vez, ¡°Hmm¡­ chega.¡± Apesar de ser um aviso, para C¨¦lio soouo um sussurro entre amantes, um ind¨ªcio de um flerte travesso. Ele, que sempre foi calmo e contrdo, estava ¨¤ beira de perder o controle. Isabe sentiu sua insist¨ºncia crescente e o empurrou for?a. ¡°C¨¦lio, se voc¨º continuar assim, vou ficar brava!¡± C¨¦lio parou, seus olhos ainda cheios de paix?o profunda. ¡°Isabe¡­¡± 214 08.33 Vicente sentiuo se um caminh?o o tivesse atropdo¡­ Ser¨¢ que ningu¨¦m se importa o cora??o dos solteiros? Os solteiros n?o merecem respeito?! Deus sabe o quanto ele estava sofrendo enquanto dirigia! Era uma tortura sem fim! Ele se sentiao um estranho no ninho! Um holofote brilhante e inc?modo! N?o se sabe quanto tempo passou, mas o longo beijo finalmente chegou ao fim. Content ? N?velDrama.Org 2024. Os olhos de C¨¦lio ainda estavam emba?ados, sua voz carregada de emo??o pr ¡°Isabe, eu gosto de voc¨º.¡± Isabe respirava dificuldade, ainda ofegante. Os olhos de C¨¦lio transbordavam amor: ¡°Gosto tanto de voc¨º.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ precisando de algu¨¦m?¡± ¡°Sim?¡± Isabe n?o entendeu o que ele queria dizer. ¡°Quero ser seu assistente.¡± ¡°Ou seu seguran?a pessoal.¡± ¡°At¨¦ faxineiro no seu escrit¨®rio eu posso ser, se voc¨º quiser.¡± ¡°Voc¨º n?o tem um pingo de dignidade?¡± ¡°Fazer tudo p garota que eu gosto ¨¦ n?o ter dignidade?¡± C¨¦lio baixou os olhos, fndo mansamente, ¡°Ent?o serei assim sem dignidade por toda a minha vida.¡± #1 11 O cora??o de Isabe foi tocado por ele, seus olhos cheios de sinceridade, sua express?o era de total devo??o. ¡°Eu n?o estou interessado na Mariana Neves.¡± C¨¦lio segurou seu rosto, enfatizando cada pvra, ¡°S¨® voc¨º me fascina. No passado, agora e sempre ser¨¢ voc¨º.¡± ¡°Entendi.¡± Isabe n?o esperava que ele fosse t?o bom em dera??es de amor. desviou o olhar, fingindo estar interessada na paisagem dodo de fora da jan. C¨¦lio sorriu de canto, malicioso. ¡°Voc¨º est¨¢ corada.¡± 3/4 08:33 ¡°Isabe, voc¨º est¨¢ envergonhada?¡± C¨¦lio acariciou seu rosto ternura. ¡°Voc¨º ¨¦ t?o fofa.¡± 11 11 Antes de conhecer C¨¦lio, ningu¨¦m a chamava de fofa, sempre diziam que era fria e distante. Segurando seu rosto, C¨¦lio disse: ¡°Voc¨º fica linda quando est¨¢ envergonhada, quando est¨¢ brava, e quando est¨¢ ci¨²mes¡­ fica ainda mais linda.¡± ¡°Quem est¨¢ ci¨²mes?¡± ¡°Esta manh?.¡± C¨¦lio segurou seu rosto: ¡°Voc¨º estava fria, me rejeitando.¡± ¡°¡­¡± Isabe n?o achava que estava ci¨²mes, apesar de n?o gostar das atitudes dissimdas de Mariana Neves, mas isso n?o chegava ao ponto de ficar raiva ou ci¨²mes. ¡°Se voc¨º n?o se importar, da pr¨®xima vez que outra mulher se aproximar de mim¡­¡± C¨¦lio brincou, observando sua rea??o. ¡°Vai ter uma pr¨®xima vez?¡± Isabe levantou uma sobrancelha, sua voz carregada de aviso. C¨¦lio exibiu um sorriso travesso, seus olhos cheios de adora??o e alegria, ¡°Eu prometo, nunca mais vai acontecer.¡± Vicente: ¡­ Por favor, considerem os sentimentos de outras pessoas! N?o poderiam escolher um lugar melhor para fr essas coisas?! ¨¦ t?o dif¨ªcil para um solteiroo eu continuar vivendo¡­ O que eu fiz de errado para merecer esse tormento¡­ 4/4 Cap铆tulo 141 Cap¨ªtulo 141 Depois do almo?o, Isabe voltou para a empresa. Ao subir at¨¦ o 20o andar, as portas do elevador se abriram e ouviu a voz de Raul Fonseca ecoando no corredor, vindo de longe. Nesse momento, Raul Fonseca estava bloqueando sete ou oito funcion¨¢rios homens dodo de fora do escrit¨®rio, impedindo-os de entrar. Um deles, vestindo camisa branca, implorava: ¡°Raul, eu realmente gosto da Diretora Isabe¡­¡± ¡°E voc¨º tem a aud¨¢cia de dizer isso? Voc¨º tem casa e carro na Cidade Ventoso?¡± O homem de camisa branca bn?ou a cabe?a negativamente. ¡°Quanto dinheiro voc¨º tem?¡±¡±Tr¨ºs¡­ tr¨ºs mil¡­¡± ¡°Com tr¨ºs mil voc¨º ousa sonhar a Diretora Isabe?¡± Raul Fonseca estava furioso. ¡°Raul, eu realmente gosto da Diretora Isabe, you trabalhar duro para ganhar mais dinheiro¡­¡± Um outro homem se adiantou apressado, um sorriso no rosto, ¡°Raul, eu tenho um apartamento de 60 metros quadrados no centro da cidade, um carro que vale 150 mil, e meu sal¨¢rio subiu para oito mil por m¨ºs¡­ Por favor, coloque essa carta de amor na mesa da Diretora Isabe¡­¡± Raul Fonseca olhou para o homem princ¨ªpio de calv¨ªcie lutando para n?o praguejar e tentou ser paciente. ¡°Irm?o, sem querer te ofender, mas voc¨º j¨¢ tem 32 anos¡­ n?o se fa?a de desentendido! Nossa Diretora Isabe ¨¦ uma jovem flor de apenas 18 anos! Voc¨º poderia, por favor, manter distancia?¡± Outro homem, feminino e lindo, ofereceu uma marmita t¨¦rmica: ¡°Raul, eu fiz esse almo?o em casa para a Diretora Isabe, voc¨º poderia entreg¨¢-lo no escrit¨®rio d? Tenho certeza de que ficar¨¢ feliz!¡± ¡°Voc¨º tamb¨¦m gosta da Diretora Isabe?¡± Ele assentiu firmemente: ¡°Sim!¡± ¡°Voc¨º n?o ¨¦ o tipo que a Diretora Isabe quer. n?o gosta de homens donos de casa Raul Fonseca examinou sua apar¨ºncia afeminada, pensando qu?o estranho seria v¨º-lo aodo da Diretora Isabe. ¡°Eu posso mudar p Diretora Isabe! Se gosta de homens atl¨¦ticos, eu malharei! Se gosta de homens de neg¨®cios, eu me esfor?arei no trabalho! N?o importa o que a 1/2 10:37 Capituto Diretora Isabe goste, eu me tornarei o que desejar!¡± Raul Fonseca deu um tapapadecido no ombro dele: ¡°Amigo, escuta o que eu digo, voc¨º est¨¢ a anos-luz de ser um candidato adequado, mais as distancias de tr¨ºs Picos da Neblina. Melhor ir para casa e dormir.¡± ¡®Raul, voc¨º acha que eu tenho chance?¡± Nesse momento, um rapaz jovem e bonito se aproximou. Ele tinha uma apar¨ºncia jovial e inocente. Raul Fonseca lembrou que ele havia se formado em uma universidade de prest¨ªgio no exterior, era jovem, tinha um bom diploma e uma situa??o financeira confort¨¢vel, incluindo uma mans?o em seu nome. Infelizmente¡­ ¡°A Diretora Isabe n?o est¨¢ interessada em garot?es.¡± ¡°Por qu¨º?¡± o jovem perguntou confuso. ¡°Raul, nos de outra chance? Ajude-nos a entregar nossos presentes para a Diretora Content ? N?velDrama.Org 2024. Isabe¡­¡± Raul Fonseca olhou para o rel¨®gio. ¡°A Diretora Isabe ¨¦ muito pontual, a essa altura eea deve estar descendo. Se voc¨ºs n?o sa¨ªrem logo, vai descobrir todas as suas escapadas passadas!¡± Ao ouvirem isso, todos se dispersaramo p¨¢ssaros e feras, amedrontados a possibilidade de a diretora Isabe desenterrar suas antigas hist¨®rias de pescaria. Eles tomaram o elevador dos funcion¨¢rios, diferente do exclusivo por onde Isabe descia, por isso n?o se encontraram. A diretora Isabe, caminhando seus saltos altos de maneira despreocupada em dire??o ao escrit¨®rio, passou por Raul Fonseca e, levantando uma sobrancelha elegante,entou: ¡°Vejo que est¨¢ bem ocupado, n?o ¨¦?¡± Cap铆tulo 142 Cap¨ªtulo 142 N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°Diretora Isabe, finalmente voc¨º chegou¡­¡± Raul Fonseca falou tanto que sua boca secou. Ele pegou sua garrafinha de ¨¢gua e deu v¨¢rios goles antes de dizer: ¡°S?o todos um bando de ipetentes,parados ao Diretor C¨¦lio s?o simplesmente¡­¡± Ao mencionar C¨¦lio, Isabe o olhou um aviso nos olhos. Raul Fonseca n?o ousou continuar, limpou os l¨¢bios e disse, ¡°Quero dizer, eles n?o est?o ¨¤ sua altura!¡±Isabe entrou em seu escrit¨®rio, com uma voz rxada e tranqu. ¡°De repente, acho que o papel de um assistente n?o ¨¦ o que mais te favorece.¡± Raul Fonseca ouviu e exmou: ¡°Diretora Isabe, voc¨º n?o vai me promover e dar um aumento, vai? Embora eu tenha acabado de ajudar a afastar muitos pretendentes indesejados, voc¨º n?o precisa ficar t?o grata¡­ Eu apenas fiz o que deveria fazer.¡± ¡°Que tal trabalhar em uma ag¨ºncia de casamentoso casamenteiro ent?o?¡± Isabee?ou a examinar os pap¨¦is em sua mesa, ¡°Voc¨º tem talento, n?o desperdice.¡± Casamenteiro? V¨¢rias interroga??es surgiram na mente de Raul Fonseca. Ele n?o queria se tornar um cupido de maneira alguma! ¡°Ou talvez um guarda de seguran?a, zndo p casa e pelo jardim.¡± ¡°Diretora Isabe, eu s¨® estava tentando ajudar!¡± Raul Fonseca se aproximou um olhar suplicante, ¡°Voc¨º sabe o quanto foi dif¨ªcil para mim manter todos eles longe? Falei minha boca ficou seca¡­ eu mere?o isso.¡± tanto que Ele n?o terminou de fr quando ouviram batidas na porta. Ao olhar para tr¨¢s, era Rafael Costa que chegara! Os olhos de Raul Fonseca se arregram. Esse homem n?o tinha sido levado p pol¨ªcia mais cedo para um interrogat¨®rio? Como ele j¨¢ estava de volta? Mais r¨¢pido do que ele imaginava¡­ Isabe ergueu o olhar, encontrando-se o de Rafael Costa no ar. Entre espadas e punhais invis¨ªveis, Raul Fonseca desejou poder desaparecer¡­ ¡°Q caf¨¦ da delegacia realmente ¨¦ terr¨ªvel.¡± Rafael Costa disse um sorriso malicioso, puxando a cadeira em frente a Isabe para se sentar, um ar de quem n?o ¨¦ facilmente enganado, ¡°Comparado ao caf¨¦ da empresa, ent?o, ¨¦ uma l¨¢stima¡­¡± Isabe esbo?ou um sorriso: ¡°O caf¨¦ que os funcion¨¢rios te trazem, custando 2000 o quilo, certeza n?o ¨¦ ruim.¡± Rafael Costa ficou surpreso,o sabia que funcion¨¢rios lhe traziam caf¨¦ e que custava exatamente 2000 o quilo! 1/2 10.37 Capitulo 142 ¡°Rafael, ¨¦ melhor se acostumar, vai que voc¨º acaba tendo que voltar l¨¢¡­¡± ¡°Ha ha ha¡­¡± Rafael Costa riu descontrdamente. ¡°Quem vai para l¨¢, quem sai, ainda est¨¢ para se ver. Diretora Isabe, j¨¢ ouviu dizer que o mundo d¨¢ voltas?¡± Raul Fonseca pensou consigo mesmo, esse velho espertalh?o n?o estaria nejando alguma armadilha para a Diretora Isabe, estaria? Ele certamente n?o sabia que tinha um suporte s¨®lido por tr¨¢s¡­ Mesmo que ele tivesse dezoito vezes mais coragem, n?o ousaria fr assim na frente de Diretora Isabe! ¡°Eu s¨® sei que o bem e o mal recebem seu retorno, o justo viver¨¢ longamente, o mal¨¦volo ter¨¢ um fim r¨¢pido.¡± Rafael Costa, ao ouvir isso, ficou uma express?o de raiva, seus olhos astutos e prantes confrontando Isabe. Entre fa¨ªscas invis¨ªveis, Isabe manteve seu sorriso, fndo desd¨¦m. ¡°Rafael, ¨¦ sempre bom andar cuidado, afinal, o bem e o mal recebem seu troco, n?o ¨¦ que n?o v?o receber, s¨® n?o chegou a hora. Quando chegar o momento, tudo ser¨¢ acertado.¡± Rafael Costa n?o esperava que essa mulher ousasse amaldi?o¨¢-lo assim, ele riu friamente, ¡°Ent?o vamos esperar para ver, eu vim aqui hoje s¨® para dizer que a vit¨®ria ainda n?o est¨¢ decidida. Vamos ver o que acontece.¡± Vendo sua arrogancia ao sair, Raul Fonseca n?o p?de deixar de se irritar. ¡°Quem ele pensa que ¨¦? Se n?o fosse p falta de evid¨ºncias, ele j¨¢ estaria atr¨¢s das grades! Como ousa se gabar na sua frente.¡± ¡°Ele n?o vai ficar se gabando por muito tempo¡±, disse Isabe, sem dar muita importancia, enquanto baixava o olhar para continuar a revis?o dos documentos ¨¤ sua frente. ¡°Diretora Isabe, tem uma coisa que eu n?o entendo¡­ Com um padrinho t?o poderoso ao seudo, por que a senhora n?o usa a influ¨ºncia do Diretor C¨¦lio para lidar o Rafael?¡± Em teoria, C¨¦lio tinha uma influ¨ºncia avassdora e resolver esse tipo de pessoa n?o seria um problema! Cap铆tulo 143 Cap¨ªtulo 143 ¡°Essa coisinha, precisa mesmo pedir a ajuda dele?¡± era t?o in¨²til assim?! Raul Fonseca entendeu ramente que a Diretora Isabe era uma empres¨¢ria poderosa, autossuficiente e independente, que n?o precisava de ajuda externa para administrar seus neg¨®cios. ¡°Diretora Isabe, de repente minha admira??o por voc¨º aumentou, o que eu fa?o agora?¡± Raul Fonseca olhou para olhos brilhantes e cheios de estrs. Isabe manteve a cabe?a baixa o tempo todo, nem sequer olhou para ele,¡±Se voc¨º est¨¢ sem nada para fazer, pode ajudar a zdora a limpar os banheiros.¡± ¡°Eu, eu j¨¢ vou trabalhar!¡± Raul Fonseca apressou-se em sair do escrit¨®rio, ele definitivamente n?o queria limpar banheiros. A noite caiu. Nair Pires estava sentada no sof¨¢ e pegou o celr para ligar para seus filhos. ¡°N¨®s encontramos a sua irm?, est¨¢ de f¨¦rias de ver?o agora. Todos voc¨ºs terminem seu trabalho e quem puder ir para casa primeiro, e quem n?o puder, tem que encontrar tempo tamb¨¦m!¡± ¡°Eu sei que voc¨ºs est?o ocupados, mas a irm? biol¨®gica de voc¨ºs est¨¢ de volta e voc¨ºs cinco t¨ºm que voltar e ficar em casa por uns tempos! Est?o me ouvindo?¡± ¡°Se algu¨¦m ousar negligenciar ou maltratar sua irm?, eu serei a primeira a n?o permitir!¡± ¡°Quando voltarem para casa, n?o precisam trazer bagagem ou trabalho, mas os presentes para a irm? devem ser levados!¡± Nair Pires fez quatro liga??es e depois encontrou o n¨²mero do ca?, Murilo Neves, e repetiu tudo novamente. Murilo Neves remou do outrodo da linha, M?e, por acaso eu n?o sou seu filho biol¨®gico? Voc¨º vai bater em mim por causa de uma irm? que acabou de encontrar?¡± ¡°Humph, voc¨º ainda sabe que ¨¦ meu filho, quantas vezes voc¨º veio ver sua m?e este ano?!¡± ¡°Eu, eu estou a agenda cheia, e sempre mando presentes e dinheiro, n?o ¨¦?¡± Murilo Neves falou com uma voz cheia de m¨¢goa. Nair Pires n?o se impressionou,¡±Humph, quem se importa o seu dinheiro?¡± ¡°¡­¡± Ok, quem mandou ele ter uma m?e que n?o precisa de dinheiro? 1/4 10:37 Cap¨ªtulo 143 ¡°De qualquer forma, n?o me importo, voc¨º tem que voltar! Ah, e¡­¡± Nair Pires parec¨ªa ter se lembrado de algo e acrescentou,¡±Avise anteced¨ºncia quando estiver voltando.¡± ¡°Por qu¨º, voc¨º vai preparar algo gostoso paraer?¡± ¡°Comer,er,er, voc¨º j¨¢ ¨¦ uma grande estr e s¨® pensa emida? Eu deixei voc¨º passar fome quando era pequeno?¡± Nair Pires falou frieza. Murilo Neves se defendeu,¡±Mas, mas at¨¦ os astros precisamer, n?o ¨¦?¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. ¡°¨¦ a herdeira dos Sampaio, tem vindo frequentemente aqui em casa me visitar. A garota ¨¦ linda, bem-educada, e tem um diploma impressionante¡­¡± ¡°Chega, entendi, n?o estou dispon¨ªvel depois!¡± ¡°Rapaz, deixa eu terminar de fr¡±, Nair Pires n?o se deixou interromper,¡±Voc¨º tamb¨¦m n?o ¨¦ mais jovem, est¨¢ na hora de casar e constituir fam¨ªlia.¡± ¡°M?e, eu ainda tenho o meu irm?o mais velho, e o segundo, e o terceiro, e o quarto¡­ por que voc¨º n?o os pressiona e vem me iodar?¡± ¡°¨¦ que eles s?o dif¨ªceis de empurrar! Quem mandou a herdeira dos Sampaio gostar de voc¨º? O que posso fazer?¡± ¡°Voc¨º¡­¡± Murilo Neves segurou o cora??o, essa definitivamente era sua m?e! ¡°Quando voltar para casa, n?o se esque?a de trazer um presente para sua irm?, tchau.¡± ¡°¡­¡± Murilo Neves se sentiu injusti?ado, se n?o fosse por essa irm?, h¨¢ quanto tempo sua pr¨®pria m?e n?o ligava para se preocupar ele? Depois de dar as instru??es, Nair Pires finalmente sentiu um peso saindo de seus ombros. ¡°Esposa, est¨¢ sede, n?o ¨¦? Tome um pouco de ch¨¢, ¨¦ bom para a beleza e sa¨²de.¡± Carlos Neves cuidadosamente trouxe uma x¨ªcara de ch¨¢ de flores, um sorriso no rosto. Depois de cinco telefonemas, Nair Pires realmente estava sede e tomou alguns goles. ¡°Preparei o ch¨¢ enquanto voc¨º estava no ¨²ltimo telefonema, agora est¨¢ na temperatura perfeita, nem fria nem quente.¡± Carlos Neves esperou terminar de beber, colocou a x¨ªcara de volta na mesa e continuou a massage¨¢,¡±Voc¨º trabalhou duro, esposa, suas m?os est?o doendo? Deixe-me massagear¡­¡± ¡°Voc¨º tamb¨¦m descanse um pouco.¡± ¡°Eu n?o estou cansado!¡±Carlos Neves disse carinhosamente e pegou a m?o d:¡±Ah, isso mesmo, essa grande not¨ªcia da Isabe voltar para casa, quando voc¨º pretende contar para o resto da fam¨ªlia?¡± 2/4 10.37 Capitulo 143 Caso contr¨¢rio, o susto poderia ser demais para seus cora??es, a press?o subiria, e velhos e novos problemas de sa¨²de poderiam surgir¡­ Isso sim seria um problema! Uma vez que soubessem do retorno de Isabe, seria imposs¨ªvel manter a not¨ªcia longe dos familiares. Visitas incessantes, s¨® de pensar j¨¢ o irritava! Se isso perturbasse apenas a eles, tudo bem, mas e se Isabe tamb¨¦m se sentisse iodada¡­ ¡°Depois de tanto esfor?o para encontrar Isabe, quero passar mais tempo ,pensar o tempo perdido¡±, Carlos Neves disse, massageando a m?o de sua esposa para aliviar a tens?o,¡±Se muitos parentes aparecerem, o tempo que temos para estar Isabe ser¨¢ reduzido, concorda?¡± ¡°Eu tamb¨¦m n?o quero que ningu¨¦m perturbe nosso reencontro em fam¨ªlia.¡± M¨¢l Nair Pires terminou de fr, o toque do celr a surpreendeu. Era Isabe ligando! Carlos Neves olhou expectativa, sentindo uma pontada de inveja: quando seria a vez de sua filha ligar para ele? Nair Pires limpou a garganta, feliz e s¨¦ria ao mesmo tempo, e atendeu,¡±Al?? Minha querida filha¡­¡± ¡°M?e, hoje ¨¤ noite eu e C¨¦lio vamos jantar fora.¡± ¡°ro, ro, eu sei, desde que C¨¦lio entrou na sua vida, nunca mais precisei deixar jantar pronto para voc¨º!¡± Isabe:¡­ Por que isso soou t?o doloroso?! ¡°Divirtam-se eam sem pressa! Voc¨ºs n?o precisam se preocupar a casa!¡± Nair Pires quis conversar um pouco mais a filha, mas temendo que se iodasse, apressou-se em dizer:¡±Pode desligar se n?o tiver mais nada¡±. ¡°Tudo bem.¡± Ap¨®s Isabe desligar, olhou para o homem no carro,¡±O que foi agora?¡± ¡°N?o me chame pelo nomepleto.¡± C¨¦lio a abra?ou carinho, perguntando,¡±Quando vou ouvir voc¨º me chamar de ¡®meu amor¡¯?¡± ¡°¡­¡± Isabe o ignorava. ¡°Chamar-me de C¨¦lio tamb¨¦m vale.¡± 11 ¡­¡± Isabe n?o conseguia dizer,¡±Eu acho que C¨¦lio soa bem.¡± 3/4 10.37 Capitulo 143 ¡°Bobagem, ¡®meu amor¡¯ soa muito melhor.¡± ¡± .¡± Ser¨¢ que n?o podiam ter uma conversa agrad¨¢vel?! ¡°Me chame.¡± C¨¦lio insistiu,¡±Diga ¡®meu amor¡¯ uma vez.¡± ¡°Se voc¨º continuar chato, eu vou sair do carro C¨¦lio calou-se imediatamente, continuando a abra?¨¢ em sil¨ºncio, ro?ando ocasionalmente a testa na d e tocando-lhe os l¨¢bios. ¡°Voc¨º est¨¢ cada vez mais atrevido!¡± Isabe estava ficando irritada, quando ele iria parar essas intimidades?! ¡°Ser¨¢ que est¨¢ precisando de algu¨¦m para te colocar na linha?¡± C¨¦lio continuou, sorrindo de maneira lisonjeira e carinhosa,¡±Depois voc¨º me contr mais, me restringe.¡± 11 ¡­ ¡°Eu s¨® preciso de uma esposa para me colocar nos eixos.¡± Os olhos de C¨¦lio eram ternos e cheios de amor. Isabe se sentiu desarmada, virando o rosto, fazendo de conta que n?o o via. 4/4 Cap铆tulo 144 Cap¨ªtulo 144 N?o demorou muito, o carro parou em frente a uma v luxuosa e sofisticada. Era a mans?o privada mais famosa de Cidade Ventoso, que no ano passado foraprada por uma figura importante por um bilh?o e oitocentos milh?es. Diferente da V Costa, onde morava Isabe, que era o bairro mais caro de Cidade Ventoso, habitado por trinta e tr¨ºs fam¨ªlias distintas. J¨¢ a Ba¨ªa do Lago da Lua, ao primeiro olhar, revva ser um dom¨ªnio exclusivo do propriet¨¢rio. Vastos jardins rodeavam a mans?o, cuja fachada era harmoniosamente irregr, um design elegante e imponente. ¨¤ noite, as luzes acentuavam seu esplendor, conquistando o cora??o de quem as visse. Perto dali havia umgo em forma de meia-lua que parecia um peda?o do c¨¦u ca¨ªdo na Terra sob a luz da lua, uma beleza de tirar o f?lego, o motivo p qual foi batizado nome Ba¨ªa da Lua. Isabe olhava ao redor, confusa. N?o iriam jantar fora? Por que estavam ali? Vicente saiu do carro e, toda a rever¨ºncia, abriu a porta.¡±Sra. Isabe, esta ¨¦ a casa do Sr. C¨¦lio. ¨¦ a primeira vez que o Sr. C¨¦lio traz uma mo?a aqui¡­¡± Mais uma primeira vez. Parecia que Isabe ocupava muitos dos¡±primeiros¡± na vida de C¨¦lio. ¡°Vicente est¨¢ equivocado.¡± C¨¦lio a pegou no colo ao sair do carro, seu rosto bonito iluminado por um olhar indulgente e uma voz suave e apaixonada.¡±Esta ¨¦ a nossa casa.¡± ¡°¡­¡± Isabe, ainda em seus bra?os a caminho da v, sentiu-se desconfort¨¢vel.¡±Me coloque no ch?o, eu consigo andar.¡± ¡°Sup?e-se que uma esposa seja mimada.¡± C¨¦lio olhou para o rosto suave de Isabe e desabafou com seu amor ardente.¡±Deixe-me te abra?ar mais ou sentirei tanto a sua falta todos os dias.¡± Chegando ¨¤ porta da frente, C¨¦lio pressionou o dedo de Isabe no leitor biom¨¦trico, registrando sua digital. ¡°Volte para casa mais vezes.¡± ¡°¡­¡± A pvra¡±casa¡± aqueceu o cora??o de Isabe, fazendo suas bochechas esquentarem sem que percebesse. Content ? N?velDrama.Org 2024. 1/3 10:37 Capitulo 144 O vastor tinha apenas um mordomo, Manuel, que desempenhava v¨¢rias fun??es, esperando por eles no jardim. Embora soubesse da chegada de uma mo?a naquele dia, ver o patr?o a abra?ando tanto carinho deixou Manuel chocado. Mantendo apostura profissional, ele n?o deixou transparecer sua surpresa, mas internamente estava profundamente impressionado. ¡°Sr. C¨¦lio, o senhor voltou?¡± Manuel se inclinou respeitosamente e ent?o olhou para Isabe, seu olhar am¨¢vel. ¡°Minha esposa-Isabe.¡± Ao ouvir a apresenta??o de C¨¦lio, Manuel se curvou rapidamente e disse,¡±Boa noite, senhora. Sou o mordomo da casa, Manuel.¡± Embora o patr?o ainda n?o tivesse se casado oficialmente, a menina que ele reconhecia publicamente como tal era a primeira. ¡°Boa noite, tio Manuel.¡± Isabe cumprimentou educadamente. Vendo que possu¨ªa uma apar¨ºncia doce e umportamento educado, Manuel teve uma boa impress?o d.¡±O jantar j¨¢ est¨¢ pronto. Por favor, sigam-me.¡± Isabe, ainda nos bra?os de C¨¦lio, sussurrou,¡¯Me coloque no ch?o.¡± ¡°Eu s¨® quero te abra?ar.¡± A intera??o entre eles chegou aos ouvidos de Manuel, provocando outra onda de surpresa. Dizia-se que havia um acordo de casamento entre as fam¨ªlias Franco e Neves. A herdeira dos Neves chegou a procurar o patr?o v¨¢rias vezes, mas sempre foi rejeitada. O fato de C¨¦lio registrar a digital da menina e lhe dizer tais pvras de carinho s¨® poderia significar que ocupava um lugar muito especial em seu cora??o, muito mais que a filha dos Neves. C¨¦lio gostava de paz e n?o queria ser iodado. Al¨¦m de Manuel, s¨® havia um chefe em casa, Jo?o. Naquele momento, Jo?o criara uma atmosfera et¨¦rea na mesa de jantar, uma n¨¦voa branca pairando. P¨¦ts de rosas vivas ca¨ªam sobre o caviar de f¨ªgado de ganso, emanando uma nuvem quase m¨ªstica, um espet¨¢culo enevoado de beleza. As camaron¨¦s empanados que lembravam a apar¨ºncia de lichias ca¨ªram sobre galhos artificiais t?o reais que pareciam estar carregados de frutas maduras. Pepinos foram esculpidos em forma de bambus verdejantes, enquanto br¨®colis floresciao ¨¢rvores de Natal¡­ Cada prato exibia uma beleza visual estonteante. 2/3 10:37 Capitulo 144 Embora soubesse que uma garota muito importante viria jantar em sua casa hoje, Jo?o n?o se atreveu a negligenciar seus preparativos. Por¨¦m, ao ver o patr?o entrar a menina nos bra?os, seu cora??o afundou assimo o de Manuel. ¡°Esta ¨¦ a senhora,¡± introduziu Manuel prontamente. ¡°Ol¨¢, senhora! Ol¨¢, senhor!¡± Jo?o apressou-se em cumpriment¨¢-los, arrumando o ¨²ltimo prato antes de se curvar respeitosamente e se retirar. 10:37 3/3 Cap铆tulo 145 Cap¨ªtulo 145 ¨¤ mesa, restavam apenas duas pessoas. Foi um jantar romantico e esteticamente maravilhoso, n?o um truque barato mas uma cerim¨®nia majestosa que Jo?o preparou assim que entraram. L¨¢ fora as folhas das ¨¢rvores bn?avam devagarinho, impressionante a ponto de encher os olhos de romance. ¡°Vamos jantar em casa daqui para frente, disse C¨¦lio, odando a menina em seu colo, sem deix¨¢- la sentar numa cadeira separada. Abra?ou-a um bra?o e, a outra m?o, pegou o garfo, alimentando-a cada prato. ¡°C¨¦lio¡­ eu posso me alimentar.¡± Isabe se ajeitou em seu colo, suas pernas sem encontrar lugar, sentindo-se repentinamente agitada. n?o era mais uma crian?a de tr¨ºs anos, at¨¦ porque at¨¦ as crian?as dessa idade j¨¢ se alimentam sozinhas! ¡°Se voc¨º n?o me permite abra?¨¢ ou aliment¨¢, ¨¦o se voc¨º n?o me visseo seu noivo ou n?o quisesse ser minha noiva?¡± Isabe sentiu-se frustrada,¡±O que isso tem a ver?¡± ¡°Tem tudo a ver.¡± C¨¦lio explicou tranqumente :¡±Voc¨º resiste ¨¤ minha abordagem, mant¨¦m distancia, significa que n?o fui bom o suficiente, n?o fiz o suficiente para conquist¨¢-lo. Eu deveria procurar mais por voc¨º, passar mais tempo voc¨º. ¡°¡­¡± N?o havia necessidade de tanto! ¡°Se n?o quer que eu alimente voc¨º, tudo bem,¡± C¨¦lio sorriu, ¡°agora voc¨º me alimenta.¡± ¡°Ah, sonha!¡± ¡°Escolha.¡± ¡°Por que tenho que fazer essa escolha?¡± O sorriso de C¨¦lio foi ainda maispreensivo:¡±Ent?o deixe-me me alimentar adequadamente¡±. Isabeeu mal-humorada, a cena ao mesmo tempo encantadora e estranhamente ador¨¢vel. ¡°Prove isto,¡± disse C¨¦lio, oferecendo outro prato,¡±¨¦ delicioso.¡± Enquanto Isabeia, podia sentir a outra m?o dele acariciando levemente suas costas, ¡°Ainda vamos conseguirer direito? 1/2 10:37 ¡°Com tanta beleza em meus bra?os, ¨¦ dif¨ªcil n?o se distrair.¡± H TE ¡°Quem mandou ser t?o linda?¡± §¯ Finalmente, ap¨®s terminarem a refei??o, C¨¦lio a levou para o sof¨¢, mantendo a mesma intimidade de antes,¡±Daqui a pouco te mostro o andar de cima.¡± ¡°Eu preciso ir embora.¡± Original from N?velDrama.Org. ¡°Voc¨º n?o quer vero ¨¦ a nossa casa? Onde fica o nosso quarto¡­¡± ¡°Chega¡­¡± Ele riu ao ver a irrita??o d. Manuel trouxe duas x¨ªcaras de ch¨¢ de hibisco, educadamente sugerindo que experimentassem. ¡°Me coloque no ch?o.¡± falou at¨¦ ficar a boca seca de tanto repetir. C¨¦lio trouxe o ch¨¢ de hibisco at¨¦ ,¡±E o sabor?¡± parecia t?o encantadora bebendo, seus olhos brilhantes baixavam, uma vis?o et¨¦rea de beleza. ¡°¨¦ bom.¡± Isabe tomou quase meio copo, seus l¨¢bios ainda ¨²midos; o ch¨¢ tinha um aroma delicado e requintado, deixando um sabor agrad¨¢vel na boca, era realmente de excelente qualidade. C¨¦lio ergueu seu rosto gentilmente e a beijou de surpresa. Isabe: ?? Seus l¨¢bios ainda carregavam o cheiro do ch¨¢ de hibisco e, ap¨®s uma breve degusta??o, C¨¦lio aprofundou o beijo para um envolvimento mais ¨ªntimo. Manuel, que assistia ¨¤ cena, nunca tinha visto seu patr?o assim; o senhor de antes sempre foi distante e reservado, nunca demonstrando suas emo??es, sempre mantendo uma imagem s¨¦ria e fechada. 2/2 Cap铆tulo 146 Cap¨ªtulo 146 Num dia quenteo hoje, era uma novidade para ele beijar uma garota tanta intensidade! n?o sabia quanto tempo havia passado quando C¨¦lio a soltou: ¡°N?o foi ruim mesmo¡±. ¡°¡­¡± Isabe ficou um pouco irritada, curiosa sobre o sabor. N?o tinha l¨¢ um outro copo de ch¨¢ de flores? Ele a trouxe para este lugar, n?o seria para facilitar alguma travessura? ¡°Se voc¨º continuar essas m?os bobas, na pr¨®xima eu n?o venho mais,¡± Isabe o advertiu. ¡°Hm?¡± ¡°N?o vou mais almo?ar voc¨º,¡± Isabe sabia que os toques indesejados desse cara eram um h¨¢bito que ele n?o mudaria, ent?o era melhor cortar p raiz. Diminuir as vezes que se viam, diminuir os momentos a s¨®s¡­ Ao ouvir isso, C¨¦lio olhou nos olhos d, ¡°Est¨¢ brava?¡± Vendo que Isabe n?o respondia, C¨¦lio perguntou em voz baixa,¡±Foi o beijo de antes? N?o foi bom o suficiente e te chateou?¡± ¡°Voc¨º¡­¡± C¨¦lio se aproximou novamente de seus l¨¢bios, saboreando lentamente o doce sabor. Manuel, por perto, estava de olhos bem abertos, o senhor parece que gostava muito dessa garota, at¨¦ a med¡­ Pvras de amor que sa¨ªam t?o naturalmente dos l¨¢bios do senhor¡­ E que n?o pareciam deslocadas! Depois de ser beijada por C¨¦lio, Isabe realmente ficou um pouco envergonhada e irritada,¡±C¨¦lio!¡± O mordomo estava por perto, al¨¦m da posi??o deles ser muito ¨ªntima, queria muito sair dali! ¡°Esse beijo n?o foi bom?Hm?¡± C¨¦lio ro?ou o nariz no d, os olhos ainda cheios de uma paix?o que n?o se desfazia. Isabe n?o queria responder ¨¤qu pergunta. C¨¦lio a beijou mais uma vez, e ap¨®s algum tempo, ele parou e perguntou, ¡°Vai voltar na pr¨®xima vez?¡± 1/4 10:37 R ¡°Hm?¡± C¨¦lioe?ou a dar pequenos beijos n,¡±Vai continuar almo?andoigo?¡± ¡°¡­¡± Isabe estava de fato impressionada,¡±C¨¦lio, voc¨º est¨¢ cada vez mais descarado.¡± ¡°S¨® sou descarado na sua frente,¡± C¨¦lio continuava a beij¨¢,¡±E quero ser ainda mais¡­¡± 11 ¡°Vai voltar? Hm?¡± C¨¦lio insistia em ouvir a resposta que desejava. Com um ar de irrita??o, Isabe disse,¡±Depende do meu humor.¡± ¡°Como est¨¢ seu humor ent?o?¡± C¨¦lio perguntou enquanto beijava,¡±O que faz ele melhorar?¡± ¡°Me deixa descer.¡± C¨¦lio pareceu entender,¡±Ent?o voc¨º n?o gosta daqui.¡± ¡°Voc¨º finalmente percebeu!¡± C¨¦lio a levantou nos bra?os ee?ou a subir as escadas,¡±Vamos mudar de lugar.¡± ¡°Para onde voc¨º est¨¢ me levando?¡± ¡°Para dar uma olhada.¡± Isabe foi levada para o andar de cima, para um quarto limpo e espa?oso, ainda sem luz. Dodo de fora da enorme jan de vidro havia umgo em forma de lua crescente, lindamente m¨¢gicoo em um conto de fadas. ¡°Isabe¡­¡± A voz de C¨¦lio era especialmente sedutora,¡±Queroe?ar a nos acostumar a vida de casados.¡± ¡°¡­¡± Isabe empurrava o peito forte dele,¡±Se continuar essa safadeza, vou ficar realmente brava.¡± ¡°¡­¡± Ap¨®s ser beijada por um bom tempo, falou,¡±Me coloca no ch?o.¡± Os p¨¦s d ainda nem haviam tocado o piso da casa dele! ¡°Voc¨º ainda n?o respondeu minha pergunta,¡± C¨¦lio a segurava firme,¡±Vai voltar?¡± ¡°Hm? Vai voltar aqui?¡± Isabe, entre dentes, respondeu,¡±Vou.¡± ¡°Ent?o vai continuar almo?andoigo? Hm?¡± C¨¦lio insistiu at¨¦ obter uma resposta. Isabe, contendo-se, disse,¡±Vou.¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. 2/4 10:37 Capitulo 146 C¨¦lio sorriu e finalmente a colocou no ch?o,¡±Olha p jan.¡± Isabe j¨¢ tinha notado ogo em forma de lua crescente, sob a luz do luar, tamb¨¦m podia ver as flores e ntas nas proximidades dogo, bso num lugar encantado. ¡°Do que voc¨º gosta em flores?¡± C¨¦lio a abra?ava por tr¨¢s, olhando seu belo perfil,¡±Quero fazer de cada flor, cada ¨¢rvore aqui do jeito que voc¨º gostar.¡± Talvez assim gostasse mais desta casa, gostasse mais dele. Vicente disse que todas as meninas gostam de rosas. C¨¦lio deixou o olhar passear p paisagem l¨¢ fora.¡±Eu gostaria de ter ntado noventa e nove tipos diferentes de rosas antes de voc¨º chegar, mas tive medo de que voc¨º n?o gostasse ds. O cora??o de Isabe pareceu ser tocado,o uma flor em bot?o, silenciosamente se abrindo. ¡°Em nossa casa, voc¨º ¨¦ quem manda. Qualquer flor ou nta que queira, ¨¦ s¨® decidir,¡± C¨¦lio perguntou, baixando a cabe?a,¡±O que voc¨º gosta? Me diga.¡± Isabe pensou um pouco e disse,¡±N?o tenho uma flor favorita, mas se tivesse que escolher uma, seria a Dasiphora fruticosa.¡± N?o era uma rosa delicada, nem uma ameixeira orgulhosa, nem uma cerejeira rosa, e muito menos umavanda azul¡­ ¡°Voc¨º sabe o que a Dasiphora fruticosa significa?¡± C¨¦lio perguntou baixinho perto do seu ouvido. ¡°Hm?¡± ¡°Cherish the person before you.¡± C¨¦lio sussurrou, ¡°A Dasiphora fruticosa representa felicidade e beleza.¡± Morando numa casa cercada de felicidade e beleza, o rcionamento deles certamente floresceria ainda mais. ¡°E quanto a esta casa?¡± C¨¦lio continuou a inquirir,¡±H¨¢ algo aqui que voc¨º mudaria?¡± ¡°Voc¨º.¡± Isabe o olhou de rnce,¡± Pode seportar um pouco mais, pode?¡± ¡°Temer que n?o.¡± C¨¦lio envolveu sua cintura fina, beijando-a mais avidez, sua voz suavemente caindo em seu ouvido,¡±J¨¢ estou sendo muito contido.¡± 11 N?o se sabe quanto tempo se passou, Vicente, depois de jantar fora, retornou ¨¤ porta da mans?o, esperando ¨¤ esquerda e ¨¤ direita, mas Sr. C¨¦lio e Sra. Isabe n?o apareceram. Ele olhou o rel¨®gio, j¨¢ eram nove da noite! 3/4 10.27 Capitulo 146 Sr. C¨¦lio, quando estava Sra. Isabe, esquecia do tempo, e ele n?o podia apress¨¢-los, ent?o continuou esperando dodo de fora. ¡°Assistente Vicente.¡±Manuel saiu p porta um sorriso respeitoso:¡±Venha tomar um ch¨¢ quente conosco. Voc¨º e a senhora provavelmente n?o ir?o embora t?o cedo¡­ Desta vez, parece que o n¨® no cora??o do velho ser¨¢ desatado.O casamento de voc¨º ainda tem esperan?a!¡± Antes, por mais que o velho tentasse unir voc¨º e a Senhora Mariana, voc¨º simplesmente o ignorava. Mas agora, ele parecia realmente gostar da esposa. ¡°Manuel, voc¨º n?o sabe, o velho est¨¢ t?o satisfeito Sra. Isabe que at¨¦ deu a o cr,¡± Vicente falou enquanto entrava. ¡°Voc¨º est¨¢ fndo do cr de coroa, que era parte do dote da velha senhora?¡± Manuel ficou chocado, n?o esperava que uma garota t?o jovem ganhasse a aprova??o da Fam¨ªlia Franco t?o rapidamente. Entrar na Fam¨ªlia Franco n?o era t?o simples¡­ ¡°Sim.¡± Vicente entrou Manuel, sorrindo,¡±Sr. C¨¦lio disse ele mesmo que nesta vida, s¨® casar¨¢ Sra. Isabe.¡± Manuel ficou ainda mais surpreso,¡±E a fam¨ªlia Neves¡­¡± ¡°Oh, voc¨º est¨¢ fndo de Sra. Mariana? Sr. C¨¦lio n?o gosta d.¡± Vicente n?o revelou que era uma herdeira falsa, mas disse,¡±Sra. Isabe tamb¨¦m ¨¦ da fam¨ªlia Neves, e este casamento ¨¦ aprovado por ambas as fam¨ªlias. ¡°Que bom, que bom¡­¡± Manuel ainda estava preocupado que as duas fam¨ªlias entrassem em conflito, mas se aliviou,¡±No fim, ainda s?o uma fam¨ªlia s¨®, isso ¨¦ destino, destino¡­¡± AIA Cap铆tulo 147 Cap¨ªtulo 147 Era meia-noite e meia quando Isabe finalmente voltou para a V Costa. ¡°Irm?, voc¨º voltou?¡± Mariana Neves, que estava prestes a descer as escadas, viu Isabe subindo as escadas quando soprou uma brisa revndo v¨¢rios beijos em seu pesco?o bem na frente dos olhos de Mariana. O cora??o de Mariana Neves sentiuo se tivesse sido atingido por um objeto contundente, a dor a invadiu, incr¨¦d. ¡°Irm?, por que voc¨º voltou t?o tarde? Estava o cunhado?¡± Mesmo sabendo que era muito prov¨¢vel que estivesse C¨¦lio, quando viu as marcas no pesco?o de Isabe, Mariana Neves simplesmente n?o aceitou! C¨¦lio, homem t?o decentes,o p?de beijar uma mulher tanta intensidade? Com certeza foi Isabe quem o seduziu! ¡°Irm?, embora nossa fam¨ªlia n?o tenha regras estritas, voc¨º deveria voltar mais cedo. Caso contr¨¢rio, as pessoas v?o fr que nossa educa??o ¨¦ falha.¡± Isabe ergueu o olhar, perguntou indiferente, Voc¨º gosta do C¨¦lio?¡± ¡°Eu, eu ro que n?o¡­¡± Mariana Neves baixou os olhos negando, evitando seu olhar. N?o era medo d, mas sim de que contasse aos pais. Mesmo gostando de C¨¦lio, nunca admitiria na frente d¡­ ¡°Ent?o mantenha distancia dele.¡± A voz de Isabe era desinteressada, sem mostrar emo??o.¡±Cuide menos da vida dos outros.¡± ¡°Irm?¡­¡± Mariana Neves viu Isabe subindo os degraus e n?o p?de evitar apertar os punhos. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. era apenas uma garota selvagem, criada em lugar pequeno,o ousava fr assim ?! Achava que por ser a leg¨ªtima herdeira retornando ¨¤ fam¨ªlia Neves era algo grandioso? Isabe chegou ao seu quarto e o celre?ou a vibrar, era uma liga??o de Benito. ¡°Chefe, resolvi o assunto S e, al¨¦m disso, voc¨º me pediu para investigar o inc¨ºndio no Hospital Rio h¨¢ dezoito anos, em 10 de setembro. Encontrei algumas pistas.¡± ¡°Aqu faxineira Fl¨¢via, que adotou Caterina Dias, disse uma vez ¨¤ sua amiga que naqu noite chovia torrencialmente. Naqu ¨¦poca, as estradas n?o eram boas, e a chuva forte, muitos pontos de gamento precisavam ser gerenciados.¡± 1/2 10:37 Capitulo ¡°Era por volta das duas da madrugada, Fl¨¢via e alguns outros trabalhadores estavam limpando a rua e ao redor dos bueiros, ajudando no escoamento da ¨¢gua, quando de repente ouviram um som de explos?o ensurdecedor.¡± ¡°Logo depois, as explos?es continuaram, uma ap¨®s a outra. No in¨ªcio, Fl¨¢via n?o se atreveu a se aproximar, mas quandoe?aram a resgatar pessoas, notaram v¨¢rios carros pretos sem ca cido no sentido contr¨¢rio¡±. ¡°Naqu ¨¦poca, naquele lugar, pouqu¨ªssimas pessoas tinham carro¡­ Acredito que o inc¨ºndio deve ter alguma r??o esses ve¨ªculos.¡± Os olhos de Isabe escureceram,¡±Quem seria, e por que motivo, quereria destruir o hospital inteiro?¡± ¡°Eu tamb¨¦m acho estranho¡­ Naquele momento a Fl¨¢via s¨® estava preocupada em salvar as pessoas, n?o pensava muito nisso. Se tivesse focada nas pessoas dentro do carro ou em algum detalhe distintivo, teria sido muito mais f¨¢cil de investigar.¡± ¡°Mas essa Fl¨¢via agora tamb¨¦m est¨¢ numa situa??o dif¨ªcil.¡± ¡°Ah?¡± Isabe arqueou uma sobrancelha. n?o era a m?e adotiva de Caterina Dias? Mesmo que Caterina Dias j¨¢ tivesse voltado para a fam¨ªlia Dias,o , que a criou tanto esfor?o por tantos anos, poderia acabar t?o mal? 2/2 10:37 Cap铆tulo 149 Capitulo 149 Cap¨ªtulo 149 C¨¦lio havia enviado uma mensagem para ¨¤s seis da manh?, sem ter dormido a noite inteira. Isabe, seus longos dedos, tocou levemente a t do celr e respondeu paci¨ºncia,¡±N?o ¨¦ todo dia que eu te abra?o?¡± tinha acabado de enviar a resposta quando o telefone de C¨¦lio tocou alguns segundos depois. ¡°Isabe¡±, a voz de C¨¦lio tinha uma atra??o encantador,¡±por que voc¨º acordou t?o cedo? Teve um pesadelo?¡± Isabe n?o sabia se as experi¨ºncias da sua infancia contavamo um pesadelo, ¡°Voc¨º ainda n?o dormiu?¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. ¡°Hmm, estou ins?nia,¡± disse C¨¦lio uma voz especialmente sedutora,¡±estou saudades de voc¨º.¡± Ele revivia cada momento em sua mente, a imagem da garota o fazia perder o sono. ¡°Est¨¢ sono ainda?¡± ¡°N?o, j¨¢ passou,¡± respondeu Isabe, sem demonstrar emo??o. Depois de se arrumar, o carro de C¨¦lio j¨¢ a esperava na porta de casa. Assim que saiu, C¨¦lio a abra?ou forte. O aroma delicado da garota invadiu seu olfato, e o mar de saudades que o envolvia finalmente encontrou repouso. ¡°Senti sua falta¡±, ele abaixou a cabe?a e viu o rastro de beijos que deixou em seu pesco?o na noite anterior. Ele n?o resistiu a segurar o rosto d entre as m?os e deu um sorriso benevolente,¡±Bom dia.¡± ¡°Bom dia.¡± ¡°Que bom.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ t?o fofa assim que acorda,¡± disse C¨¦lio, acariciando o rosto d, um sorriso ainda mais indulgente em sua b face. ¡°1 #1 Na varanda. Mariana Neves pensou que estava vendo mal at¨¦ que pegou um bin¨®culo para olhar melhor, e sua express?o foi al¨¦m do choque! 1/2 10:38 Era mesmo C¨¦lio! C¨¦lio havia vindo pessoalmente buscar Isabe! Ele n?o s¨® abriu a porta do carro para Isabe, protegendo sua cabe?a a m?o, mas depois de entrar, ainda se inclinou para afivr seu cinto de seguran?a e deu-lhe um beijo de bom dia cheio de ternura dentro do carro! Mariana Neves n?o podia acreditar no que via; eles tinham se visto at¨¦ tarde na noite anterior, e agora, antes das sete da manh?, j¨¢ estavam juntos de novo! observou o carro deles se afastar, sentindo tanta raiva que parecia que todos os seus ¨®rg?os doiam. queria enrr Isabe em uma b e saiu furiosamente para nejar algo Cam. Quando C¨¦lio e Isabe chegaram, o sol j¨¢ havia nascido, iluminando o c¨¦u uma luz que pintava uma cena digna de um poema. ¡°Chegamos um pouco tarde, disse C¨¦lio, abra?ando os ombros de Isabe, da pr¨®xima vez, vamos chegar mais cedo.¡± Hmm, Isabe contemplou a paisagem, mas assim tamb¨¦m ¨¦ bonito.¡± nunca teve tempo de apreciar a natureza dessa maneira e agora que a observava sentia-se completamente satisfeita. C¨¦lio viu a luz do sol cair sobre o rosto d e concordou,¡±Realmente, ¨¦ muito bonito.¡± T?o bonito que ele n?o resistiu e a beijou. O gerente do restaurante, ao v¨º-los se beijando sob o sol, quase deixou seus olhos ca¨ªrem. O que estava acontecendo ali?! Na ¨²ltima visita, eles estavam apenas de m?os dadas, e agora, j¨¢ estavam se beijando? Essa evolu??o era r¨¢pida demais! 2/2 Cap铆tulo 150 Cap¨ªtulo 150 Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Ap¨®s um longo beijo, C¨¦lio olhou nos olhos da garota e disse ternura,¡±Se acontecer alguma coisa, pode me contar. Seja algo que te fa?a feliz ou algo que te entriste?a, eu serei teu primeiro ouvinte.¡± Isabe ergueu o olhar, encarando a express?o sincera dele. ¡°N?o carregue tudo sozinha, t¨¢ bom?¡± Isabe nunca pareciapartilhar seus sentimentos ningu¨¦m, bons ou maus. Mesmo Francisca Carvalho e as outras, apenas trocou algumas pvras r¨¢pidas e seguiu em frente. Naquele momento, vendo os olhos atentos e preocupados de C¨¦lio, assentiu a cabe?a,¡±T¨¢.¡± tentaria ao m¨¢ximo. C¨¦lio acariciou seu rosto, sorrindo carinhosamente,¡±Vamos, tomar caf¨¦ da manh?.¡± Depois do caf¨¦, Isabe chegou ¨¤ empresa e, em meio a um monte de rt¨®rios, percebeu ind¨ªcios de algo mais. Seus dedos longos tamborvam na mesa enquanto pensava em quantos segredos de Rafael Costa ainda estavam por descobrir. ¡°Diretora Isabe, a designer Em¨ªlia est¨¢ te procurando!¡± A voz de Raul Fonseca soou dodo de fora da porta. ¡°Pode entrar-¡± Em¨ªlia Cardoso entrou rastros de l¨¢grimas em seus olhos. ¡°Bom dia, diretora Isabe. Aqui est?o os designs de outono que finalizei recentemente.¡± Em¨ªlia Cardoso apresentou os esbo?os a Isabe um sorriso no rosto. No entanto, era f¨¢cil perceber que seu sorriso era for?ado e at¨¦ mesmo triste. ¡°Omar queria que voc¨º desse uma olhada. Ele disse que voc¨º ¨¦ quem realmente entende de design¡­¡± Isabe observou os olhos vermelhos de Em¨ªlia,¡±Chorou?¡± Em¨ªlia Cardoso negou a cabe?a, mas a emo??o que tentava conter acabou transbordando novamente, e solu?ou baixinho. ¡°Sente-se, se acalme.¡± Isabe n?o a pressionou, apenas entregou seus len?os e esperou que se acalmasse. 1/2 10:38 Capitulo 150 As l¨¢grimas de Em¨ªlia Cardoso ca¨ªram lentamente enquanto tentava manter-se forte e conter as l¨¢grimas, mas as suas emo??es a dominaram. Raul Fonseca, dodo de fora, n?o tinha ideia do que estava acontecendo e bn?ou a cabe?a, confuso, para Isabe. Ele mandou uma mensagem para Isabe. ¡°N?o sei o que aconteceu a designer Em¨ªlia, quer que eu pergunte?¡± Isabe respondeu calmamente: ¡°N?o precisa.¡± Quando Em¨ªlia Cardoso finalmente se acalmou, Isabe lhe ofereceu um copo d¡¯¨¢gua e colocou-o ¨¤ sua frente,¡±Bebe um pouco para hidratar a voz.¡± ¡°Diretora Isabe¡­¡± Em¨ªlia Cardoso n?o esperava que Isabe fosse t?o atenciosa, e ao se lembrar de seus pr¨®prios familiares, a emo??o que havia estabilizado irrompeu novamente. Isabe a observou chorar e perguntou leveza,¡±¨¦ algo do trabalho?¡± Em¨ªlia Cardoso bn?ou a cabe?a. ¡°Problemas em casa?¡± Em¨ªlia Cardoso assentiu. Isabe entendeu que s¨® a fam¨ªlia pode ferir tanto uma pessoa. E quando falou sobre isso, Em¨ªlia Cardoso voltou a n?o conter as l¨¢grimas. realmente n?o queria trazer assuntos e sentimentos pessoais para o trabalho, mas pensar naquele t¨²mulo a deixou raiva e injusti?ada ao mesmo tempo! ¡°Eu ainda nem contei para minha m?e¡­¡± Em¨ªlia ainda tentava fr quando as l¨¢grimas voltaram a cair, e solu?ou sem conseguir continuar. Depois que acabou de chorar, Isabe perguntou,¡±Foi feito por um parente?¡± ¡°Sim!!¡± Em¨ªlia Cardoso pensou naqueles parentes sem cora??o e as l¨¢grimas ca¨ªramo p¨¦rs de um cr rompido. ¡°Na verdade, minha fam¨ªlia tamb¨¦m tinha uma confec??o¡­¡± disse Em¨ªlia Cardoso, enxugando as l¨¢grimas,¡±a confec??o foi fundada pelo meu av? e, ap¨®s a morte dele, meu pai assumiu a gest?o. Mas, h¨¢ alguns anos, meu pai morreu tragicamente num acidente de carro¡­¡± 2/2 Cap铆tulo 151 Cap¨ªtulo 151 Em¨ªlia Cardoso engasgou-se por um momento antes de continuar,¡±S¨ªlvio Cardoso disse que minha m?e e eu n?o sab¨ªamos administrar a empresa, tomou o controle da gest?o ee?ou a reduzir nossos ativos, at¨¦ que finalmente nos expulsou de casa.¡± Em¨ªlia engoliu em seco,¡±Minha m?e tinha algumas casas em seu nome, agora todas se foram¡­¡± ¡°Os outros n?o fazem nada?¡± Isabe perguntou baixinho. ¡°Antes meu av? mandava. Depois da morte dele, minha av¨® tamb¨¦m nos deixou logo¡­ Meu pai dirigia a empresa, mas desde que ele saiu todo mundo segue cegamente o tio S¨ªlvio.¡± Ningu¨¦m apareceu para defender m?e e filha. Os parentes mais velhos aconselharam-nas a aceitar a situa??o e a se humilhar, afinal, viver sob a prote??o da Fam¨ªlia Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Cardoso e ter o queer era algo muito simples. Mas confrontar a Fam¨ªlia Cardoso era garantia de um final tr¨¢gico! ¡°Mas eu simplesmente n?o quero viver de cabe?a baixa, eles abusaram demais.¡± Era ruim o suficiente quando Tio S¨ªlvio e Cec¨ªlia Aguiar os maltratavam, mas o tempo at¨¦ os primose?aram a se sentir no direito de pisar ns, mesmo depois de m?e e filha se mudarem para um apartamento alugado, os primos ainda apareciam de vez em quando para perturb¨¢s. Parecia que zombar ds era uma forma de entretenimento. ¡°O lixo que jogaram no t¨²mulo hoje, sem d¨²vida foi obra da prima!¡± Em¨ªlia ficou furiosa:¡±Ano passado foi a mesma coisa, foi alguns seguran?as, jogou oferendas no t¨²mulo do meu pai e jogou lixo em cima, falou terrivelmente e minha m?e, indignada, confrontou e acabou machucada pelos seguran?a, isso ¨¦ terr¨ªvel¡­¡± Em¨ªlia parou de fro se tivesse se lembrado de algo,¡±Foi nesta mesma ¨¦poca no ano passado¡­ Diretora Isabe, posso fazer uma liga??o?¡± Isabe adivinhou algo e levantou os olhos,¡±ro que pode.¡± Em¨ªlia tirou rapidamente o celr e ligou para a m?e, mas ningu¨¦m atendeu ap¨®s uma longa espera. Seu cora??o estava acelerado, um pressentimento ruim. Foi ent?o que Raul Fonseca bateu ¨¤ porta,¡±Diretora Isabe, uma empresa de lingerie est¨¢ vendas explosivas e quer nossa ajuda na produ??o. Eles n?o conseguem atender toda a demanda¡­ Eles ofereceram um bom pre?o e o gerente gostaria de encontr¨¢ no Caf¨¦ ¨¤ beira-mar daqu¨ª a uma hora, o que acha¡­?¡± 1/2 50.53 Em¨ªlia fez mais duas liga??es, ainda sem resposta. estava extremamente ansiosa,¡±Diretora Isabe, posso pedir uma licen?a? Eu gostaria de ir at¨¦ Colina do Cemit¨¦rio dar uma olhada¡­¡± O t¨²mulo do seu pai ficava no topo da Colina do Cemit¨¦rio. O Caf¨¦ ¨¤ beira-mar estava a apenas dez minutos de distancia dali. ¡°Podemos passar por l¨¢ no caminho.¡± Isabe olhou para Raul Fonseca, ¡°Prepare o carro.¡± Ultimamente, vinha sendo transportada por C¨¦lio Franco, j¨¢ que n?o tinha carro pr¨®prio, mas a empresa tinha ve¨ªculos dispon¨ªveis. Mal sabiam eles que, ap¨®s partirem, uma m?o se estendeu e pegou os esbo?os de design que estavam sobre a mesa do escrit¨®rio¡­ Durante o trajeto, Em¨ªlia n?o parava de ligar para a m?e, e quanto mais ningu¨¦m atendia, mais angustiada se sentia. 2/2 Cap铆tulo 152 Cap¨ªtulo 152 Finalmente, ao chegar no topo do Colina do cemit¨¦rio, Em¨ªlia Cardoso avistou de longe um grupo de pessoas ao redor de sua m?e, Ema Rios, e aodo, assistindo ¨¤ cena deleite, estava sua prima, M?nica Cardoso! A jovem fnte devia ter uns dezessete ou dezoito anos, vestia um vestidinho de festa caro, pequenos acess¨®rios que real?avam sua elegancia. Uma tiara de diamantes prendia sua franja loira, e seus longos cabelos cacheados ca¨ªam suavemente ps costas, exndo juventude e um ar de sofistica??o. ¡°M?nica! Isso a¨ª que voc¨º f ¨¦ coisa que se diga?! Qu?o bom seu tio foi para sua fam¨ªlia quando ele estava vivo? Voc¨º n?o percebe isso? Voc¨º n?o tem medo que ele se transforme em um fantasma vingativo e venha atr¨¢s ele?¡± voc¨º?¡± Embora Ema Rios estivesse fervendo de raiva, sabia que estava em desvantagem, cercada por muitos. ¡°Ah, tia, eu j¨¢ tinha at¨¦ me esquecido, quando tio estava vivo, era o queridinho do vov?. Naqu ¨¦poca, voc¨ºs que mandavam na nossa fam¨ªlia, mas olha s¨®o as coisas. mudam¡­¡± M?nica olhou lentamente para o seguran?a ?a e disse:¡±Fort?o, o que voc¨º est¨¢ esperando, cara? Cuide bem da minha tia, deixe o tio ver l¨¢ do al¨¦m que a esposa dele ¨¦ bem tratada, eu tenho certeza que ele vai descanse em paz.¡± 11N?velDrama.Org: owner of this content. Fort?o, o seguran?a, era um homem baixo e forte, uns quarenta e poucos anos, e seus olhos brilhavam desejo e cobi?a. Ema Rios, que sempre viveu no luxo, mantinha uma apar¨ºncia bem cuidada e exva a aura de uma dama da alta sociedade. Mesmo tendo que se mudar para um apartamento alugado, n?o perdeu seu ar de elegancia, o que fazia Fort?o desej¨¢ ainda mais. ¡®Fort?o pode ser pobre, mas para voc¨º,o est¨¢ agora, ¨¦ mais do que suficiente.¡± M?nica observou um sorriso malicioso enquanto Fort?o se aproximava de Ema Rios.¡±Aproveite, tia. Fort?o tem for?a para te fazer sentir-se bem.¡± Ema Rios apontou para a l¨¢pide e amea?ou:¡±Se voc¨º deixar esse seu homem me tocar hoje, eu me mato aqu¨ª mesmo! Quero ver voc¨º se explicar para o resto da Fam¨ªlia Cardoso !¡± Com um riso de esc¨¢rnio, M?nica respondeu:¡±O qu¨º? Seu marido j¨¢ se foi h¨¢ tanto tempo, voc¨º vai ficar a¨ª se guardando pra ele? Os antepassados j¨¢ est?o na tumba h¨¢ tempos, ser¨¢ que eles v?o se preocupar essas fofocas? E quanto aos mais velhos, quem vai se meter voc¨ºs duas?¡± ¡°Cachorra!¡± Em um ¨ªmpeto, Em¨ªlia Cardoso correu para dar um tapa em M?nica. 7/2 00.53 Capitulo 152 Mas o seguran?a, r¨¢pido, interceptou-a, empurrando Em¨ªlia Cardoso ao ch?o. caiu, rndo o cotovelo, quee?ou a sangrar. ¡°Meu Deus, filha, o que voc¨º t¨¢ fazendo aqui?¡± Ema Rios disse, apressada.¡±Vai embora, n?o se mete nisso.¡± Em¨ªlia Cardoso encarou furiosamente a prima arrogante: ¡°Ser¨¢ que todo o esgoto da vizinhan?a desemboca na sua boca? T¨¢ t?o fedida! E esses seus capangas n?o te d?o uma escovada?¡± ¡°M?nica Cardoso!¡± M?nica a viu e entre risos e irrita??o disse:¡±Chegou na hora, Cabe??o, voc¨º n?o t¨¢ de olho n faz tempo? Hoje voc¨º e o Fort?o v?o cuidar muito bem dessas duas.¡± Em¨ªlia Cardoso estava furiosa.¡±Tenta encostar um dedo na gente pra voc¨º ver!¡± ¡°E se eu tocar, o que voc¨ºs far?o? Seu tio sair¨¢ do t¨²mulo para defender voc¨ºs duas?¡± M?nica provocou um sorriso de conquista.¡±Vamos, fa?am os vossos trabalho. Fort?o foi o primeiro a se aproximar e tentou arrancar a roupa de Ema Rios, que soltou um grito de terror. ¡°Larga ,rga a minha m?e!¡± Em¨ªlia Cardoso tentou ir em seu aux¨ªlio, mas foi agarrada pelo Cabe??o e arrastada para um matagal pr¨®ximo.¡±Desgra?ado, solta a minha m?e!¡± De repente, uma m?o delicada agarrou o bra?o de Cabe??o e, antes que ele pudesse reagir, foi chutado para dentro de um matagal, sem entender o que estava acontecendo. 212 Cap铆tulo 153 Cap¨ªtulo 153 Em¨ªlia Cardoso estava aterrorizada, a Diretora. Isabe, a Diretora. Isabe havia chegado!! Quem diria que a diretora Isabe tinha tanta habilidade assim? Isabe rapidamente ajudou Em¨ªlia Cardoso a se levantar, mantendo uma express?o imperturb¨¢vel, ¡°T¨¢ tudo bem voc¨º?¡± ¡°¡­¡± Em¨ªlia Cardoso bn?ou a cabe?a, l¨¢grimas de medo escorrendo pelo rosto, ainda bem que tinha a diretora Isabe, sen?o¡­ Do outrodo, Raul Fonseca pegou uma pedra e atirou nas costas do bruto, que gritou de dor ao ser atingido. Virando-se, ele viu um homem de apar¨ºncia refinada, de terno, que parecia jovem demais para ter qualquer habilidade de luta. M?nica se recuperou do choque e, ao ver as duas novas figuras, expressou sua surpresa,¡± Olha s¨®, trouxe refor?os?¡± Al¨¦m do franzino Raul Fonseca, havia uma garota que tinha entrado na luta. ¡° ¨¦ muito bonita. Avaliando Isabe seus tra?os delicados, M?nica disse ao seu guarda- costas:¡±Tem algu¨¦m interessado n? ro, mas quanto a esse homem,podel acabar ele.¡± ¡°Voc¨ºs precisam ir¡­¡± Em¨ªlia Cardoso estava visivelmente assustada,¡± Esque?am a gente, saiam daqui¡­¡± Esse grupo era capaz de qualquer atrocidade! Mesmo que a diretora Isabe fosse habilidosa, n?o poderia enfrentar tantos¡­ colocou Em¨ªlia Cardoso atr¨¢s de si e perguntou casualmente para M?nica,¡±Aquele lixo de manh?, foi voc¨º que jogou?¡± ¡°E se foi?¡± M?nica cruzou os bra?os sobre o peito, desdenhando da jovem,¡±A tinta que jogaram mais cedo tamb¨¦m foi a mando meu. E a¨ª, vai defender a Em¨ªlia Cardoso? Sabe ao menos quem est¨¢ lidando?¡± ¡°Por favor, v?o embora¡­¡± Em¨ªlia Cardoso implorou, segurando a barra da roupa de Isabe, ¡°Corram, eles s?o muitos¡­¡± Um estalo ressoou. Um tapa ressoou alto para todos ouvirem. Antes que pudessem reagir, outro tapa atingiu o rosto de M?nica. Isabe foi r¨¢pida e precisa, e em menos de um segundo, marcas vermelhas adornavam ambas as faces de M?nica. 1/4 Capitulo 153 ¡°Voc¨º, voc¨º me bateu?¡± M?nica n?o podia acreditar que aqu garota tinha tanta aud¨¢cia,¡±Em¨ªlia Cardoso n?o te disse quem eu sou?!¡± ¡°Oh, mencionou, uma safada.¡± Raul Fonseca teve que se segurar para n?o rir. Content is property ? N?velDrama.Org. ¡°Voc¨º, voc¨º¡­¡± ¡°O primeiro tapa foi por Em¨ªlia Cardoso, o segundo foi p d¨ªvida a m?e d, e 1- outro ainda¡­¡± Isabe deu mais um tapa em M?nica,¡±Foi pelo pai d que morreu. Sabe o que ¨¦ respeito?¡± ¡°Voc¨º, voc¨º¡­ O que voc¨ºs est?o esperando? N?o v?o ensinar uma li??o nessa pirralha?!¡± Assim que Em¨ªlia Cardoso terminou de fr, sete ou oito seguran?as avan?aram, cercando Isabe. Em¨ªlia Cardoso nunca tinha visto algo assim e, aterrorizada, colocou-se na frente de Isabe, ¡°Isso n?o tem nada a ver , venham atr¨¢s de mim¡­¡± ¡°Diretora Isabe, v¨¢ embora, eu cuido daqui¡­¡± Raul Fonseca estava assustado, mas corajosamente se colocou em prote??o a Isabe, sussurrando,¡±Sabe dirigir? Se n?o souber, corra para o p¨¦ da montanha! Eu os distraio!¡± ¡°Hoje ningu¨¦m escapa!¡± M?nica apontou para Isabe, furiosa,¡±Quero essa mulher viva, vou fazer sofrer aos poucos!¡± Os seguran?as avan?aram um a um contra Isabe. Mas Isabe ou se esquivava facilmente dos ataques ou os mandava voando a metros de distancia, sempre o olhar de algu¨¦m que n?o se importava. M?nica assistiu incr¨¦d enquanto seus guarda-costas ca¨ªam um por um at¨¦ que finalmente n?o sobrou ningu¨¦m de p¨¦, todos apertando a barriga, segurando a dor de cabe?a e gemendo no ch?o¡­ olhou para Isabe, descrente, e gritou:¡±Seus in¨²teis! N?o s?o capazes de lidar uma adolescente! Levantem-se agora!¡± Mas os seguran?as estavam realmente em dor, incapazes de se levantar. M?nica assistiu, um medo crescente, Isabe aproximar-se passo a passo, e sem perceber, come?ou a recuar. ¡°Deixa eu te dizer, eu sou a Sra. Cardoso¡­¡± ¡°A Sra. Cardoso n?o seria a Em¨ªlia Cardoso?¡± Isabe arqueou uma sobrancelha,¡±Quem voc¨º pensa que ¨¦?¡± ¡°Em¨ªlia Cardoso ¨¦ apenas uma cachorra semr! Se voc¨º mudar dedo e me ajudar 2/4 Cap¨ªtulo 153 contra , eu posso te perdoar¡­ at¨¦ mesmo te oferecer vantagens!¡± Raul Fonseca quase riu alto. A noiva de Isabe ¨¦ o C¨¦lio! Que vantagem Isabe n?o poderia ter? precisaria de algo vindo de algu¨¦m t?o insignificanteo voc¨º? ¡°Panpan,o voc¨º quer resolver isso?¡± O olhar pregui?oso de Isabe caiu sobre Em¨ªlia Cardoso. Essa M?nica havia insultado seu falecido pai e tentado difamar a e sua m?e¡­ Em¨ªlia Cardoso, furiosa, avan?ou e estapeou o rosto de M?nica v¨¢rias vezes. Se n?o fosse por Isabe, e sua m?e teriam sido humilhadas naquele dia! ¡°Voc¨º, Em¨ªlia Cardoso, est¨¢ se achando, hein? Como ousa me bater?¡± ¡°Eu bato mesmo em voc¨º!¡± Em¨ªlia Cardoso bateu-lhe mais dois tapas e sentiu as m?os arderem de dor. ¡°De manh? voc¨º mandou jogar lixo no t¨²mulo do meu pai, eu aguentei! Agora voc¨º mandou desenhar no t¨²mulo do meu pai e ainda quer que seus homens nos humilhem? Voc¨º ¨¦ uma mulher malvada!Quero que voc¨º se ajoelhe e pe?a desculpas ao meu pai!¡± ¡°Vai sonhando!¡± Em¨ªlia Cardoso a for?ou, tentando faz¨º se curvar, mas M?nica se recusou at¨¦ mesmo a ajoelhar-se. ¡°M?nica, voc¨º n?o tem nem um pouco de remorso no seu cora??o?¡± Em¨ªlia Cardoso questionou em voz alta. ¡°Eu, remorsos? Por que eu teria? Tudo de bom foi para a sua fam¨ªlia naqu ¨¦poca! O que voc¨º est¨¢ sentindo agora ¨¦ apenas o que a minha fam¨ªlia passou!¡± ¡°Meu pai tratou mal voc¨ºs enquanto estava vivo? Mesmo sendo ele quem gerenciava a empresa, voc¨ºs sempre receberam sua parte dos lucros, n?o ¨¦? Qualquer investimento ou loja que voc¨ºs quisessemprar, n?o era meu pai quem pagava? Os im¨®veis, lojas e carros que o meu av? nos deixou, se voc¨ºs gostassem de alguma coisa, meu pai n?o dava de m?o beijada?¡± ¡°O que isso custa? Todo mundo sabe que a empresa ¨¦ a verdadeira m¨¢quina de fazer dinheiro. Voc¨ºs ficam ¨¤ sombra da ¨¢rvore, e ainda pensam que s?o generosos por nos dar essas migalhas?¡± Em¨ªlia Cardoso sentiu que era in¨²til discutir.¡±Voc¨º vai se ajoelhar ou n?o?¡± ¡°N?o, eu n?o vou me ajoelhar. O que voc¨º pode fazerigo?¡± Isabe ent?o deu-lhe um chute e M?nica ajoelhou-se de repente. 3/4 Capitulo 153 ¡°Voc¨º, voc¨º¡­¡± M?nica estava furiosa, encarando Isabe,¡± Vai se lembrar disso!¡± ¡°Oh, desculpa, eu geralmente n?o me lembro de pessoas feias.¡± ¡°Pe?a desculpas pro meu pai!¡± Em¨ªlia Cardoso segurou a cabe?a de M?nica e obrigou-a a se abaixar. M?nica recusou, ent?o Em¨ªlia Cardoso puxou seus cabelos, tentou for?¨¢ a se ajoelhar e logo as duas estavam brigando. ¡°Diretora Isabe, a gente deve intervir?¡± Raul Fonseca, vendo que nenhum dos dois levava vantagem, n?o p?de deixar de expressar sua ansiedade. ¦¤¦©¦¡ Cap铆tulo 154 Cap¨ªtulo 154 Isabe encostou-se despreocupadamente a uma ¨¢rvore, fndo tranquilidade:¡±Nem a pr¨®pria m?e d se intrometeu. Deixa as irm?s resolverem entre si.¡± Ao ouvir isso, Raul Fonseca retrucou: ¡°Mas voc¨º acabou de dar uma ajudinha, n?o foi? Pelo jeito, voc¨º achava que a Em¨ªlia Cardoso ia ganhar, por isso ficou t?o tranqu assistindo ao espet¨¢culo?¡± Ema Rios sabia que precisava deixar a filha desabafar e mesma tinha que fazer isso¡­ Caso contr¨¢rio, se se segurasse por muito tempo acabaria se machucando. Acostumada a uma vida de luxo, M?nica era meiga e sem muita for?a, ao contr¨¢rio de Em¨ªlia Cardoso, que carregava in¨²meros litros de ¨¢gua para o escrit¨®rio ao longo dos anos¡­ Rapidamente, Em¨ªlia Cardoso ganhou a vantagem, montando em cima de M?nica e batendo n:¡±Hoje voc¨º vai se ajoelhar, ou eu continuo batendo at¨¦ voc¨º fazer isso! Vai se ajoelhar ou n?o?¡± ¡°Para isso, para¡­¡± M?nica cobriu o rosto inchadoo o de um porco, seu vestido de festa j¨¢ estava rasgado, expondo mais do que devia, enquanto tentava se cobrir apressadamente,¡±Em¨ªlia Cardoso, por favor, n?o bata mais¡­¡± Em¨ªlia Cardoso parou quando viu que M?nica estava medo. No final, M?nica, uma m?o protegendo o vestido de festa na frente, ajoelhou-se desda no ch?o. Sob o olhar de Em¨ªlia Cardoso, curvou-se em respeito ao tio falecido.¡± Embora sua testa n?o tivesse tocado o ch?o, a inten??o estava l¨¢. ¡°Posso ir agora?¡± perguntou. ¡°Voc¨º ainda n?o disse onde errou!¡± Apesar de n?o estar convencida, M?nica sabia que mesma n?o era p¨¢reo para eles e admitiu relutancia:¡±Eu n?o deveria ter jogado lixo no t¨²mulo do meu tio e muito menos trazido gente para nos intimidar¡­ Voc¨º me bateu tanta for?a, eu posso ir ver um m¨¦dico ? Todos osdos do meu corpo d¨®i¡­¡± Quando chegasse em casa, certeza contaria aos pais para que eles pudessem ver o que tinham feito! ¡°Voc¨º ainda n?o pediu desculpas ¨¤ minha m?e. ¨¦ uma anci?, ¨¦ sua tia, e voc¨º me intimidou, mas tamb¨¦m a intimidou e a humilhou!¡± Em¨ªlia Cardoso ainda estava indignada. ¡°Desculpa, tia, eu estava errada.¡± N?velDrama.Org: owner of this content. Ema Rios sabia que o pedido de desculpas n?o era sincero, virou o rosto, sem responder. 1/4 08-54 Cap¨ªtulo 154 ¡°Suma daqui-¡± Em¨ªlia Cardoso n?o queria mais ver aqu pessoa. M?nica, segurando o vestido, saiu correndo seguida por seus sete ou oito guarda-costas. Fort?o e Cabe??o chutaram Em¨ªlia Cardoso antes de sair. ¡°Bom trabalho, voc¨º melhorou¡±, disse Isabe um sorriso de aprova??o.¡± n?o ¨¦ a garota fr¨¢gil que costumava ser.¡± ¡°Diretora Isabe, agrade?o por hoje¡­ Ainda bem que voc¨ºs vieram, caso contr¨¢rio, a situa??o poderia ter sido muito pior.¡± Em¨ªlia Cardoso ajudou a m?e a se levantar,¡±Deixe-me apresentar, esta ¨¦ minha m?e, Ema Rios. M?e, esta ¨¦ minha chefe, Diretora Isabe, e este ¨¦ Raul.¡± ¡°Obrigada p ajuda de voc¨ºs hoje¡­¡± Ema Rios fez uma rever¨ºncia profunda, muito gratal p interven??o deles. ¡°E esse machucado¡­¡± Isabe notou uma ferida no cotovelo de Ema Rios. Ema Rios rapidamente a cobriu a m?o,¡±Ah, n?o ¨¦ nada, foi s¨® um arranh?o.¡± ¡°D¨®i, m?e?¡± Em¨ªlia Cardoso olhou para preocupa??o.¡±Est¨¢ sangrando tanto, vamos ao hospital?¡± ¡°Eu gostaria de cuidar do t¨²mulo primeiro¡­¡± O olhar de Ema Rios se fixou na l¨¢pi manchada tinta vermelha, muito evidente, e n?o eram apenas o ch?o em fre t¨²mulo e os arbustos ao redor que haviam sido poupados das manchas de tinta. ¡°Provavelmente n?o sair¨¢¡­¡± Em¨ªlia Cardoso suspirou.¡±Vamos substituir por uma nov l¨¢pide para o pai. M?nica deve estar a caminho de casa para contar tudo. Melhor irmos embora antes que a situa??o fique perigosa.¡± Em¨ªlia Cardoso sabia bemo era a ¨ªndole de M?nica, que nunca passara por necessidades. Hoje, tendo sido humilhada publicamente, certeza buscaria vingan?a. ¡°Deixa que eu levo voc¨ºs pro hospital,¡± disse Isabe, ao perceber que n?o s¨® Ema Rios estava machucada, mas Em¨ªlia Cardoso tamb¨¦m. ¡°N?o precisa, temos o rem¨¦dio em casa. Um curativo e tudo ficar¨¢ bem¡±, respondeu Ema Rios, que sempre relutava em iodar os outros, e falou Isabe de maneira gentil e educada: ¡°Vamos pegar o ?nibus daqui a pouco.¡± Sabendo que s queriam economizar, Isabe falou uma voz suave,¡± A gente tamb¨¦m n?o tem nada pra fazer, podemos levar voc¨ºs.¡± ¡°Ah? Eu¡­ N¨®s alugamos uma casa na V Harmonia.¡± V Harmonia era um bairro um tanto quanto deteriorado,posto por pequenos apartamentos de 27 a 38 metros quadrados. Capitulo 154 ¡°Raul Fonseca, para a V Harmonia, por favor.¡± ¡°Certo.¡± Dez minutos depois. O carro parou na entrada do bairro V Harmonia, e Ema Rios insistiu para que eles subissem e tomassem um ch¨¢. 1 Raul Fonseca olhou para o rel¨®gio e acenou para Isabe, indicando que ainda tinham tempo. ¡°A casa da tia ¨¦ pequena, espero que n?o se importe¡­¡± Ema Rios disse conduzindo Isabe pelo bra?o a m?o que n?o estava machucada, ¡°Voc¨º e Heitor nos ajudaram muito e n?o temos nada a oferecero agradecimento. Que tal subir para tomar um ch¨¢ quente? Fique ¨¤ vontade¡­¡± ¡°¨¦ isso a¨ª, diretora Isabe, rxa e sobe a gente! E o Raul Fonseca, vem tamb¨¦m?¡± Quando Em¨ªlia Cardoso o convidou, Raul Fonseca olhou esperan?oso para Isabe, que assentiu a cabe?a e os panhou escada acima. ¡°Conseguiu o cargo de diretor t?o jovem, C¨¦lio? Realmente, ¨¦ um prodigio¡­¡± ¡°M?e, nossa diretora Isabe ¨¦ demais, tem um conhecimento profundo em design! Todos os desenhos que passam p orienta??o d sobem de n¨ªvel imediatamente!¡± ¡°S¨¦rio? Ent?o voc¨º deve aprender bastante a diretora Isabe.¡± ¡°Pode me chamar de Isabe.¡± Ao entrar, Raul Fonseca percebeuo a casa era pequena; a s era min¨²sc. ¨¤ esquerda havia dois pequenos quartos, no meio um banheiro, ¨¤ direita uma pequena cozinha e uma mesa de jantarpletavam a casa de m?e e filha. ¡°Por enquanto s¨® podemos alugar um lugaro este¡­¡± Ema Rios disse um sorriso enquanto pegava os chinelos para eles e preparava o ch¨¢. ¡°Tia, n?o precisa se preocupar,¡± Isabe pediu que Em¨ªlia Cardoso pegasse o kit de primeiros socorros para cuidar das feridas, que era mais urgente. Rapidamente, Ema Rios serviu duas x¨ªcaras de ch¨¢ quente. ¡°Tia, deixa eu ver o seu machucado.¡± Isabe viu que o cotovelo de Ema Rios estava esfdo, a pele tinha arranhado no ch?o e ainda havia areia na ferida¡­ cuidou do machucado cuidado, e Ema Rios ficou surpresa,¡±Voc¨º sabe fazer curativo?¡± A tica de Isabe era muito habilidosa, nada inferior a uma enfermeira profissional. 3/4 08.54 Capitulo 154 Isabe respondeu simplicidade, ¡°Vi algo parecido na inte e imitei.¡± Ema Rios sabia que Isabe estava sendo modesta e ficou ainda mais impressionada Em¨ªlia Cardoso estava desinfetando e medicando seu pr¨®prio cotovelo, mas a cada toque do algod?o, franzia a testa de dor. ¡°Deixa que eu fa?o.¡± Raul Fonseca pegou o algod?o e cuidadosamente tratou o machucado,¡±Se doer, me avise.¡± ¡°Hum¡­¡± Em¨ªlia Cardoso observou-o aplicar o medicamento aten??o e agradeceu,¡±Obrigada!¡± Depois de cuidar do ferimento, Isabe guardou suas coisas no lugar de sempre.¡±Olha, essa M?nica n?o ¨¦ flor que se cheire, voc¨ºs deveriam considerar mudar de lugar.¡± Em¨ªlia Cardoso j¨¢ tinha pensado nisso,¡±mas¡­ no momento, n?o h¨¢ nenhum apartamento de dois quartos mais em conta que este.¡± 4/4 Cap铆tulo 155 Cap¨ªtulo 155 Isabeentou casualmente:¡±Tenho uma amiga que foi para o exterior e me pediu para alugar a casa d.¡±O pre?o n?o ¨¦ o problema, o importante ¨¦ que quem aluga cuide da casao ¡±. ¡°Temos muito cuidado a casa!¡± Em¨ªlia Cardoso disse apressadamente,o se visse um raio de esperan?a. ¡°Quanto custa por m¨ºs aqui?¡± ¡°3500!¡± ¡°Ent?o por 3500 eu alugo para voc¨ºs,¡± disse Isabe indiferen?a. ¡°A casa tamb¨¦m fica por aqui, vai ser mais f¨¢cil para voc¨ºs irem trabalhar.¡± ¡°Diretora Isabe, a gente j¨¢ olhou todas as casas por aqui e, al¨¦m dessa, n?o tem mais nenhuma de dois quartos por 3500¡­¡± Em¨ªlia Cardoso estava preocupada de ter feito um pre?o muito baixo e ter problemas depois a amiga. ¡°Minha amiga disse que o pre?o n?o ¨¦ o problema.¡± Isabe olhou para o rel¨®gio.¡±Agora tenho que resolver umas coisas. Daqui a pouco o Raul Fonseca vem ajudar voc¨ºs a mudan?a, eu preciso conferir o endere?o minha amiga, me contou da ¨²ltima vez mas eu esqueci.¡± ¡°Diretora Isabe¡­¡± Em¨ªlia Cardoso n?o sabiao agradecer. E Ema Rios ainda se levantou:¡±Isabe, voc¨º j¨¢ nos ajudou duas vezes, realmente n?o sabemoso retribuir¡­ Muito obrigada!¡± ¡°N?o h¨¢ necessidade de retribuir.¡± Isabe sorriu levemente.¡±Vivam bem, vivam melhores que s, essa ¨¦ a melhor rpensa para mim e para voc¨º.¡± Algo tocou o cora??o de Ema Rios e sentiu um n¨® na garganta. ¡°Ent?o est¨¢binado.¡± Isabe se levantou e saiu. Quando entrou no carro, pegou o celr e procurou entre seus v¨¢rios im¨®veis um pequeno apartamento de tr¨ºs quartos no centro da cidade. Era uma unidade no Residencial Costa do Sol, bem decorada, 90 metros quadrados. O c¨®digo de entrada deveria ser 101010, j¨¢ que seus av¨®s costumavam dar-lhe apartamentos e para facilitar a memoriza??o, todos tinham o mesmo c¨®digo. Isabe enviou as informa??es detalhadas para Raul Fonseca:¡±Quando voc¨º chegar no Caf¨¦ ¨¤ beira- mar, eu entro sozinha e voc¨º ajuda s a mudan?a.¡± ¡°Sim, Diretora Isabe.¡± No escrit¨®rio da presid¨ºncia do Grupo Franco 1/2 08.54 Cap¨ªtulo 155 C¨¦lio n?o sabia quantas vezes tinha olhado o celr. Al¨¦m do papel de parede a foto da garota, n?o havia nenhuma mensagem nova. ¡°Ser¨¢ que ¨¦ problema na rede?¡± C¨¦lio olhou para o WiFi cheio de sinal e duvidou que aqu indica??o estivesse correta. Virou-se para Vicente,¡± Manda um WhatsApp praContent is property ? N?velDrama.Org. mim.¡± ¡°Ah??¡± Vicente n?o entendeu o que Sr. C¨¦lio queria.¡±Mandar WhatsApp?¡± Por que mandar mensagem de t?o perto? N?o seria mais f¨¢cil fr diretamente? Embora pensasse assim, Vicente perguntou respeitosamente, ¡°Sr. C¨¦lio, o que mando?¡± ¡°Qualquer coisa.¡± ¡°Ent?o, vou mandar um emoji¡­¡± Vicente enviou um emoji sorridente e C¨¦lio recebeu na hora. Ent?o n?o era a rede, nem o sinal. Era a garota que n?o tinha mandado WhatsApp! Por isso ele n?o tinha recebido nada! ¡°Por que voc¨º manda carinhas sorridentes para o trabalho?¡± C¨¦lio sentiuo se a carrinha zombasse do fato de ningu¨¦m estar procurando por ele:¡±Estou doando seu b?nus deste m¨ºs para a Esc de Caridade¡±. Vicente arregalou os olhos. O qu¨º? Sr. C¨¦lio, n?o foi o senhor que pediu para eu mandar? N?o disse que qualquer coisa estava boa? Como ¨¦ que o meu emoji iodou? C¨¦lio abriu a conversa, a ¨²ltima mensagem Isabe era das seis da manh?, quando disse para ele ir dormir e que se veriam logo depois¡­ parecia se importar ele, ent?o por que desapareceu assim que foi trabalhar¡­ 2/2 08:54 Cap铆tulo 156 Cap¨ªtulo 156 C¨¦lio sentia-se irritado ao lembrar que havia outros colegas de trabalho tentando cortejar a mesma mulher que lhe interessava. Ao ver Vicente parado,o se estivesse perdido em pensamentos, questionou-o impaci¨ºncia,¡±O que foi? N?o tem o que fazer? O projeto que te pedi para panhar, j¨¢ est¨¢ em andamento? Os problemas que deveriam ser resolvidos, j¨¢ foram?¡± ¡°Senhor C¨¦lio, eu vou resolver agora mesmo!¡± ¡°Pare a¨ª!¡± C¨¦lio disse, observando Vicentee?ar a se afastar,¡±Eu disse que voc¨º podia ir?¡± Vicente, ramente confuso, virou-se e perguntou,¡±Senhor C¨¦lio, o senhor precisa de algo mais?¡± ¡°Essas marcas que adquirimos recentemente, tem alguma rcionada ¨¤ moda?¡± Ap¨®s ouvir a pergunta de C¨¦lio, Vicente pensou por um momento e respondeu,¡±Sim, uma ds ¨¦ a OP, uma marca de primeira linha que, devido ¨¤ ruptura da cadeia de financiamento e conflitos internos entre os executivos, acabou sendo absorvida pelo nosso grupo¡­¡± C¨¦lio perguntou calma, ¡°Est?o precisando de parceiroserciais?¡± ¡°Ah?¡± Vicente hesitou surpreso:¡±Senhor C¨¦lio, voc¨º est¨¢ brincando, certo? Nosso grupo atua em tantos setores e temos tantas subsidi¨¢rias que nunca faltam parceiros que queiram trabalhar conosco!¡± Mal terminou a frase, Vicente teve um estalo. A empresa de roupas! Parceiroserciais!! Entendeu!! Imediatamente, ele corrigiu o que disse,¡±Mas, sabeo ¨¦, alguns parceiros est?o conosco h¨¢ tanto tempo que os pre?os n?o s?o mais t?o vantajosos. Acho que dever¨ªamos procurar por um novo parceiroercial, para termos um no B¡­¡± Com um sorriso satisfeito, C¨¦lio pareceu agradado a ideia, Como por exemplo?¡± Sabendo que havia acertado, Vicente respondeu rapidamente,¡±Por exemplo, a empresa de roupas da Sra. Isabe parece ser uma ¨®tima escolha. poderia nos ajudar a produ??o, pois nossas linhas de produ??o est?o sobrecarregadas. Poder¨ªamos terceirizar parte da produ??o para e ap¨®s controle de qualidade os produtos seriam devolvidos ao nosso armaz¨¦m!¡± C¨¦lio parec¨ªa concordar a sugest?o. ¡°Mas, acho que, para uma marca t?o grande quanto a nossa,e?ar a trabalhar de repente a empresa da Senhora Isabe pode chamar muita aten??o.¡± 1/2 Capitulo 156 ¡°¨¦ o que voc¨º sugere?¡± ¡°Acho que a OP poderia agiro a empresa da Senhora Isabe e se estabelecer um novo nome! Mesmo contando o suporte do Grupo Franco nos bastidores, poderia aparecero uma nova empresa, independente. Trabalhando em parceria a empresa da Senhora Isabe, estariam em igualdade de condi??es. Al¨¦m disso, j¨¢ pensei at¨¦ no nome para a nova empresa: Amor Be!¡± C¨¦lio ergueu uma sobrancelha,¡±Voc¨º pensou bem a respeito.¡± Vicente suspirou aliviado,¡±O senhor elogia demais, Senhor C¨¦lio¡­¡± ¡°Ent?o fa?ao voc¨º sugeriu.¡± A voz de C¨¦lio era serena,¡±Se tudo correr bem, seu b?nus ser¨¢ dobrado.¡±Original from N?velDrama.Org. ¡°Obrigado, Senhor C¨¦lio!¡± Vicente mal podia conter a empolga??o. Depois de tanto tempo, percebeu que o Senhor C¨¦lio estava interessado na Senhora Isabe, e era por isso que estava de mau humor! Antes de deixar o escrit¨®rio, Vicente teve ummpejo,¡±Ah, Senhor C¨¦lio¡­¡± ¡°Hm?¡± C¨¦lio ainda mantinha sua express?o indiferente, mas parecia estar de melhor humor. C¨¦lio ficou satisfeito a sugest?o, embora n?o demonstrasse,¡±Eu preciso que voc¨º me ensine?¡± ¡°Isso n?o ¨¦ uma li??o, Senhor C¨¦lio! ¨¦ um lembrete! Voc¨º sabe que as mulheres precisam da nossa aten??o, e se s se sentem negligenciadas¡­ Voc¨º concorda, n?o ¨¦, Senhor C¨¦lio?¡± ¡°Voc¨º tem raz?o.¡± C¨¦lio finalmente pegou o telefone para ligar para Isabe. Percebendo que o humor de C¨¦lio havia melhorado significativamente, Vicente finalmente rxou e foi embora. Isabe estava discutindo uma parceria outro gerente quando seu celre?ou a vibrar. 2/2 Cap铆tulo 157 Cap¨ªtulo 157 n?o verificou o celr imediatamente, mas levantou-se e apertou a m?o do gerente ¨¤ sua frente, ¡°Desejo antecipadamente que nossa parceria seja prazerosa.¡± ¡°Diretora. Isabe ¨¦ uma pessoa decidida, acredito que nossa cbora??o ser¨¢ muito satisfat¨®ria.¡± O gerente, por outrodo, parecia muito satisfeito e disse um sorriso:¡±Desde que a entrega seja feita no prazo e a qualidade seja sem problemas, continuaremos a parceria¡±.¡±Eu entendo.¡± Isabe sorriu: ¡°Nossa qualidade ¨¦ sempre impec¨¢vel, pode ter certeza. O gerente saiu um sorriso. Isabe observou-o entrar no carro e s¨® ent?o pegou o celr. Viu que C¨¦lio havia ligado duas vezes e retornou a chamada,¡±Alguma coisa?¡± ¡°Est¨¢ ocupada?¡± ¡°Sim, acabei de me encontrar um parceiro.¡± ¡°Eu tamb¨¦m quero ser seu parceiro.¡± A voz de C¨¦lio soava repleta de saudades,¡±A poderia te ver sempre.¡± Isabe sorriu levemente,¡±N¨®s j¨¢ n?o nos vemos o suficiente todos os dias?¡± ¡°Pouco.¡± C¨¦lio estava convencido,¡±¨¦ pouco demais. Queria poder te ver a cada seg estar sempre ao teudo.¡± Isabe caminhava p cal?ada,¡±T¨¢ bom, agora preciso chamar um t¨¢xi, a gente se f depois?¡± ¡°Voc¨º est¨¢ sozinha l¨¢ fora?¡± C¨¦lio achou que estivesse um assistente,¡±Eu vou te buscar, onde voc¨º est¨¢?¡± ¡°N?o precisa, estou perto do escrit¨®rio. Eu pego um t¨¢xi e est¨¢ tudo certo.¡± ¡°Deixa que eu te busco, eu quero te buscar.¡± C¨¦lio j¨¢ havia sa¨ªdo do escrit¨®rio, Vicente o viu apressado e pensou que algo s¨¦rio havia acontecido! Sem op??o, Isabe enviou sua localiza??o para ele e ficou esperando na cal?ada. A rua estava deserta exceto pelo caf¨¦ por onde passaram, algumas lojas estavam .fechadas e atr¨¢s d havia um terreno baldio arbustos dando uma apar¨ºncia deserta. Naquele momento, usou o celr para tratar de assuntos pessoais e, em um momento, tr¨ºs carros pararam na sua frente. 1/4 08:54 itulo 157 ergueu as p¨¢lpebras pregui?osamente e viu que quem descia de um dos carros era M?nica, a cara toda machucada, panhada pelo irm?o Cristiano Cardoso e mais uma d¨²zia de bandidos. ¡°¨¦ !¡± M?nica pretendia subir o morro para acertar as contas Em¨ªlia Cardoso e Ema Rios, mas, para sua surpresa, encontrou Isabe sozinha na rua! Que sorte a d!! ¡°Essa vagabunda me deu uns tapas e ainda me chutou!¡± M?nica se queixou para o irm?o. Um vento soprou e levantou os longos cabelos de Isabe, revndo um rosto de beleza natural que deixou Cristiano Cardoso hipnotizado. Linda! Muito linda!! N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°Cristiano Cardoso, o que t¨¢ olhando? N?o vai defender a sua irm??!¡± O rosto de M?nica estava t?o inchado que uma m?o n?o conseguia cobrir, e empurrou o ombro de Cristiano irrita??o. Cristiano Cardoso j¨¢ tinha visto muitas garotas bonitas, mas nunca tinha encor do algu¨¦m o porte de Isabe! Com as m?os nos bolsos da cal?a, ele achou que estava charmoso ao aborda. Isabe,¡±Foi voc¨º que deixou minha irm? assim?¡± Isabe ergueu uma sobrancelha desd¨¦m,o se eles n?o fossem dignos a aten??o. Esses poucos bandidos, mais esse moleque ainda cheirando a leite, ser¨¢ que eles a subestimavam tanto assim?! ¡°Se voc¨º for inteligente, ajoelhe-se e me bata dez vezes na cabe?a¡­¡± Pensando que tinha o apoio do irm?o, Monica arrogantemente caminhou at¨¦ Isabe. Isabe avaliou o rosto machucado de M?nica e respondeu desd¨¦m:¡±Voc¨º ainda n?o morreu? J¨¢ quer prestar sua homenagem? Voc¨º n?o estava em um caix?o e n?o queria mais ser ancestral?¡± ¡°Voc¨º, voc¨º¡­¡± M¨®nica ficou t?o furiosa que n?o conseguiu pensar em uma resposta, e sua express?o se contorceu de raiva. ¡°F afiada.¡± Cristiano Cardoso estava divertido,¡±Se n?o quer ajoelhar¡­ tudo bem, basta me fazer companhia, me deixar feliz, e eu esque?o o que aconteceu a minha irm?.¡± ¡°Cristiano Cardoso, do que voc¨º est¨¢ fndo? Voc¨º deveria ter dado uma li??o n!¡± M?nica n?o queria desistir, ainda n?o tinha tido a chance de bater em Isabe do jeito 2/4 08-54 Cap¨ªtulo 157 que queria. Isabe ergueu uma sobrancelha, olhando para Cristiano Cardoso,¡±Aqui? Acho vai dar.¡± sabia que havia cameras por perto, que poderiam gravar tudo. que n?o ¡°Se voc¨º est¨¢ vergonha, podemos ir para l¨¢¡­¡±, Cristiano Cardoso pensou que tinha concordado e olhou para o terreno baldio atr¨¢s de Isabe. ¡°T¨¢ bom.¡± Isabe caminhou em dire??o ao terreno, Cristiano Cardoso a seguindo, enquanto cerca de uma d¨²zia de bandidos hesitavam, olhando para M?nica em d¨²vida. V¨¢rios pontos de interroga??o surgiram na mente de M?nica. Essa garota n?o era durona? Como se acovardou t?o r¨¢pido? Ser¨¢ que sabia que os bandidos eram perigosos, ou estava tentando seduzir o irm?o d? n?o pensar¨¢ que, sua beleza, poderia se envolver a Fam¨ªlia Cardoso, n¨¦?! Que ilus?o! Isabe chegou ao terreno, onde o mato j¨¢ alcan?ava a altura dos joelhos, e olhou para tr¨¢s, para Cristiano Cardoso,¡±Pode ser aqui.¡± Cristiano Cardoso n?o esperava que a mo?a soubesse escolher o lugar; ali, deitados, estariam fora de vista dos outros. Que vergonha, hein. ¡°S¨® voc¨º?¡±, Isabe arqueou as sobrancelhas, olhando para os bandidos atr¨¢s dele, e perguntou desinteressadamente, ¡°Os outros n?o v?o entrar na briga?¡± Como ele poderia deixar que seus subordinados se aproveitassem de uma garota t?o atraente? Quando Cristiano Cardoso estendeu a m?o, ainda sem tocar nas roupas de Isabe, rapidamente o imobilizou e, antes que ele percebesse, j¨¢ estava jogado no meio do mato, o rosto enterrado na terra, boca cheia de terra! ¡°Maldita seja.¡± M?nica sabia que essa garota n?o era f¨¢cil,¡±O que voc¨ºs est?o esperando? V?o ajudar!¡± Essa garota estava pedindo para se meter em problemas por ousar tocar no seu querido irm?o? Afinal, seu irm?o era o tesouro da fam¨ªlia! Aproximadamente uma d¨²zia de bandidos avan?ou em dire??o a Isabe, quen?ou um olhar frio e, com a velocidade de um relampago, chutou um deles para longe, golpeou o 3/4 08:54 Cap¨ªtulo 157 ¨¦st?mago de outro um soco r¨¢pido. Um bast?o veio voando em sua dire??o, e Isabe agarrou o pulso do agressor, usando o bast?o para atingir sua pr¨®pria cabe?a, e depois o chutou para longe. Cercada por outros oito ou nove bandidos, atacaram-na simultaneamente. Isabe pegou um deles para usaro escudo humano e os derrotou um por um. Um dos bandidos sacou uma facaprida e tentou acert¨¢, mas Isabe n?o apenas se esquivou agilidade, mas tamb¨¦m colocou a lamina no pesco?o do homem, assustando-o. M?nica assistia, boquiaberta, enquanto Isabe derrubava um ap¨®s o outro, at¨¦ que o ¨²ltimo, j¨¢ tremendo de medo, ergueu as m?os em rendi??o. Ele mesmo se acertou o bast?o, desmaiando e caindo no mato¡­ Muito conveniente. O olhar de Isabe ent?o se voltou para M?nica. M?nica estava assustada, maldi??o, agora s¨® restava ! ¡°Cristiano Cardoso¡­ Cristiano Cardoso!!!¡±, chamou v¨¢rias vezes, mas seu precioso irm?o n?o sa¨ªa do mato, estava medo, n?o conseguia entendero algu¨¦m assim poderia existir no mundo! 4/4 Cap铆tulo 158 Cap¨ªtulo 158 M?nica parecia um anjo de t?o tranqu e delicada, mas quando brigava, transformava-se numa verdadeira diaba! Era assustador!! Despreocupando-se do pr¨®prio irm?ozinho que ainda estava escondido no mato, virou-se e correu para o carro, girou a chave e partiu! Isabe:¡­¡­ olhou para as pessoas que gemiam no mato e, em seguida, para a rua, onde ao longe, o carro do C¨¦lio se aproximava. ¡°Sil¨ºncio.¡± Ao ouvir a garota, os bandidos taparam a boca, e mesmo sentindo dor, n?o ousaram emitir um som sequer. Cristiano Cardoso estava tremendo de medo. Ele j¨¢ havia testemunhado a ferocidade da garota; apesar de aparentar ser fr¨¢gil, atacava uma for?a superior ¨¤ de muitos bandidos¡­ Era aterrorizante! Isabe caminhou at¨¦ o acostamento onde o carro de C¨¦lio havia parado. Ele saiu e ao encontro de Isabe e abriu a porta do carro para . ¡°N?o muito.¡± Isabe entrou no assento do passageiro,¡±Na verdade, n?o precisava vir me buscar.¡± ¡°Estava saudades.¡± C¨¦lio se inclinou para afivr o cinto de seguran?a d. Isabe observou seu rosto bonito, t?o perto que podia ver o nariz reto de C¨¦lio e a pele macia¡­ ¡°Eu n?o sou mais uma crian?a de tr¨ºs anos.¡± Depois de afivr o cinto, C¨¦lio ergueu o olhar carinhoso e disse, pvra por pvra,¡±N?o importa sua idade, para mim voc¨º sempre ser¨¢ uma crian?a.¡± E merece ser mimada. O rosto de Isabe esquentou sem motivo. C¨¦lio fechou a porta do passageiro e estava prestes a entrar no carro quando percebeu dois ve¨ªculos vazios aodo deles as portas abertas. Ele olhou em volta, mas n?o viu mais ningu¨¦m. Ele entrou no carro sem nenhuma preocupa??o e perguntou ¨¤ garota aodo dele:¡±Que neg¨®cio voc¨º estava cuidando?¡± 1/4 08:54 Capitulo 158 ¡°Terceiriza??o.¡± Isabe olhou para o espelho retrovisor. Ningu¨¦m tinha sa¨ªdo do mato; provavelmente tinha sido dura demais e eles n?o conseguiam se levantar t?o cedo. ¡°Voc¨º tamb¨¦m vai me ajudar a terceiriza??o em alguns dias?¡± Isabe: ?? ¡°¨¦ uma nova empresa, n?o vai chamar muita aten??o.¡± ¡± 11 Enquanto dirigia, C¨¦lio perguntou,¡±Est¨¢ fome? Que taler algo antes?¡± Isabe olhou para o rel¨®gio, j¨¢ era quase meio-dia, ent?o concordou. Original from N?velDrama.Org. No restaurante privado. At¨¦ estava um pouco ¨²mido! Ele baixou os olhos e viu que a m?o direita d estava ferida, dois cortes sangrando!! ¡°Voc¨º se machucou? Quando foi isso?¡± C¨¦lio, sem perceber, tinha segurado a m?o d e certamente tocou em sua ferida! Ele se sentiu culpado por sua neglig¨ºncia,¡±Te machuquei agora?¡± A mo?a, apesar de ter sido tocada na ferida, n?o remou de dor, aguentando tudo¡­ Isabe realmente n?o se lembrava quando tinha se machucado, deu uma olhada leve na ferida e disseo se n?o fosse nada,¡±Ah, est¨¢ tudo bem.¡± N?o do¨ªa, provavelmente foi durante a briga que se machucou sem querer. Talvez tenha sido um z¨ªper ou algum outro acess¨®rio nas roupas dos bandidos que a cortou¡­ realmente n?o conseguia se lembrar da causa exata. C¨¦lio chamou o gerente do restaurante para trazer um kit de primeiros socorros. O gerente ficou visivelmente assustado porque achou que a jovem que o Senhor C¨¦lio havia trazido estava ferida em seu estabelecimento. Assim que ele entrou, elee?ou a se desculpar fricamente¡­ Ele at¨¦ prometeu mudar tudo na s privada e garantir que n?o houvesse mais cantos ou arestas vivas¡­ Parecendo que havia escapado da morte, Isabe n?o p?de deixar de sorrir,¡±N?o foi culpa sua, pode ir,¡± Ouvindo isso, o gerente parecia ter recuperado a vida, agradecendo e se curvando enquanto sa¨ªa rapidamente. 2/4 08:54 ¡°Onde voc¨º se machucou?¡± C¨¦lio perguntou preocupa??o,¡±Como isso aconteceu?¡± ¡°Esqueci.¡± Isabe realmente n?o conseguia se lembrar. Antes, na regi?o do Triangulo, n?o sabe quantas vezes foi ferida ou quanto sangue derramou, mas nunca deixou cair uma l¨¢grima, nunca disse a pvra¡±dor¡±¡­ Agora, esses dois pequenos cortes de dois cent¨ªmetros eram apenas c¨®cegas para , nada o que se preocupar. ¡°Algu¨¦m te machucou?¡± C¨¦lio levantou os olhos preocupados e carinhosos,¡±Quem foi?¡± ¡°N?o tem ningu¨¦m,¡± Isab consolou, virando-se para ele.¡±Eu nem sei quando isso aconteceu, n?o tem problema, n?o d¨®i.¡± C¨¦lio baixou a p¨¢lpebra, escondendo a irrita??o nos olhos. Aqu menina, ele nem mesmo conseguia pensar em mago¨¢. Quem ousaria tocar n? Ele definitivamente descobriria. ¡°Vou passar um rem¨¦dio, pode doer um pouco¡­¡± C¨¦lio tocou-a delicad f, n?o aguenta em sil¨ºncio.¡± Isab: ??? Quando a faca a atingira anos atr¨¢s, nem gritou de dor, e agora, esses co superficiais, nem valiam a pena o esfor?o¡­ doer, C¨¦lio desinfetou cuidadosamente e curou a ferida sem ouvir nenhum sinal d. A definitivamente estava segurando a dor para n?o preocup¨¢-lo, e pensar nisso o deixo ainda mais determinado a encontrar quem a havia machucado. Isab viu C¨¦lio envolvendo a gaze em volta do ferimento em sua m?o, ficando sem pvras. ¡°N?o precisa disso,¡± tentou remover a gaze, era muito chamativo. ainda tinha que trabalhar. Andar por a¨ª a m?o assim chamaria muita aten??o. ¡°Quando est¨¢ machucado, tem que ser enfaixado, sen?o pode infionar, e se n?o cicatrizar direito, e se ficar cicatriz?¡± Isab:¡­ ¡°Ainda d¨®i?¡± Isab n?o sentia dor, mas o cora??o de C¨¦lio ainda estava angustiado. De repente, ele 3/4 08:54 Capitulo 158 se lembrou dos dois carros vazios que havia visto na rua¡­ ¡°N?o d¨®i, voc¨º est¨¢ muito medo.¡± Isabe n?o achava que o ferimento fosse grave, mas aqueceu seu cora??o o fato de ele se importar tanto e cuidar d daquele jeito. Naquele momento bateram na porta, o gerente do restaurante que estava saindo mais cedo entrou com um carrinho deida. ¡°Chefe, Sr. C¨¦lio, eu¡­ vim servir aida¡­¡± Nenhum gar?om se atrevia a entrar, ent?o o gerente teve que se apresentar para o sacrif¨ªcio¡­ Ele entrou e viu o sempre frio C¨¦lio segurando uma garota nos bra?os, murmurando algo em voz baixa. Nem ¨¦ preciso dizer que C¨¦lio estava apaixonado e se importava muito a garota que tinha ¨¤ sua frente. De cabe?a baixa, o gerente do restaurante serviu aida e estava prestes a fazer uma boa refei??o e estava prestes a sair quando ouviu a voz de C¨¦lio. ¡°Espere.¡± O gerente estremeceu, pensando se C¨¦lio iria acertar contas ele sobre o anterior. ¡°Sr. C¨¦lio, se precisar, eu chamo um m¨¦dico imediatamente para ver a senhorita. ¡°Leve a caixa de rem¨¦dios.¡± ¡°Ah??¡± O gerente pensou que estava ouvindo coisas, era s¨® isso? Nada mais? ¡°O que est¨¢ esperando?¡± ¡°Sim, sim, eu j¨¢ levo¡­¡± O gerente apressadamente pegou a caixa de rem¨¦dios e saiu apressado o carrinho. Ele esperava uma tempestade de C¨¦lio, mas viu que o temperamento dele n?o era t?o ruim quanto diziam. Enquanto isso. Quando Em¨ªlia Cardoso e Ema Rios chegaram ao Residencial Costa do Sol, ficaram pasmas! Um lugar t?o sofisticado, poderia ser alugado por apenas R$3500? s sentiramo se estivessem pisando nas nuvens, seguindo Raul Fonseca at¨¦ o d¨¦cimo andar, e depois de digitar a senha, a porta se abriu para um ambiente que as deixou boquiabertas! 4/4 Cap铆tulo 159 Cap¨ªtulo 159 A decora??o era de um luxo extravagante, t?o limpa que parecia nunca ter sido habitada. Uma casa assim, realmente por apenas 3500?? ¡°Diretora, ser¨¢ que a Isabe se enganou?¡± Emilia Cardoso mal podia acreditar no que via,¡±Raul Fonseca, voc¨º tem certeza que ¨¦ isso mesmo?¡± Nesse ambiente, nem por 7000 se conseguiria alugar! ¡°¨¦ isso mesmo, sem erro.¡± Raul Fonseca sorriu e colocou as ms no ch?o,¡±Bom, vou deixar voc¨ºs se ajeitarem.¡± Em¨ªlia Cardoso e Ema Rios se entreolharam, ainda at?nitas a grande surpresa¡­ C¨¦lio levou Isabe de volta para a empresa e logo pediu para Vicente investigar o incidente da sua les?o. N?o demorou muito e Vicente lhe enviou um v¨ªdeo. Era uma grava??o de uma camera de seguran?a na rua. Tr¨ºs carros pararam na frente de Isabe, um homem e uma mulher desceram do carro para intimid¨¢- la, seguidos por uma dezena de bandidos. Eles logo sa¨ªram do alcance da camera e pareciam estar se dirigindo para um te baldio aodo. Depois de alguns minutos, Isabe apareceu sozinha nas fotos, no carro de C¨¦lio. Independentemente do que havia acontecido, muitas pessoas contra uma s¨® meni enfureceram C¨¦lio, ¡°Encontrem-nos. Quero fr eles pessoalmente.¡± N?o se sabe quanto tempo se passou. Os bandidos foram levados ao terreno baldio e olharam para cima, vendo um homem de estatura esguia, um ar elegante e distinto,deado por sete ou oito seguran?as¡­ Eles n?o entenderam o que estava acontecendo e perguntaram ao homem que parecia ser o l¨ªder: ¡°Chef?o, me desculpa a pergunta, mas de qual ¡®fam¨ªlia¡¯ voc¨º ¨¦? Somos gente da Fam¨ªlia Cardoso!¡± ¡°Por que nos trouxe aqui¡­ o que quer conosco?¡± ¡°N¨®s nos conhecemos antes?¡± Os bandidos seguravam suas dores, confusos e sem entender. ¡°Vir dar um apoio ¨¤ minha garotinha.¡± C¨¦lio mal abriu os l¨¢bios, olhando friamente para eles,¡±Lembram-se disso?¡± Os bandidos pareceram entender algo, ser¨¢ que ele veio defender aqu garota? 1/2 08:54 Capitulo 159 Lembrando da garota aterrorizante, elese?aram a tremer¡­ ¡°Voc¨ºs s?o adultos e ficam intimidando uma crian?a?¡± C¨¦lio olhou para eles frieza, uma aura de majestadeo a de um rei em uma noite escura.¡±Usando a vantagem num¨¦rica? Homens contra mulheres?¡± ¡°Chef?o, vamos fr direito, aqu garota nos deixou assim, quem foi intimidado aqui fomos n¨®s! Olha s¨® as nossas feridas!¡± ¡°¨¦, aqu menina luta muito, n?o t¨ªnhamos chance contra !¡± ¡° deve ter treinado capoeira desde crian?a, aqu habilidade¡­¡± ¡°N?o, eu treinei capoeira desde pequeno e n?o sou nem um d¨¦cimo do que ¨¦, ¨¦ um dem?nio!¡± A voz grave de C¨¦lio tinha um tra?o de inquiri??o,¡±Dem?nio?¡± ¡°N?o, n?o, chef?o, o que queremos dizer ¨¦ que ¨¦ muitopetente¡­¡± N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°Levem-nos.¡± A voz de C¨¦lio era cortante, ¡°Deixem-nos refletir um pouco.¡± ¡°Ah, chef?o, acredite em n¨®s¡­¡± ¡°Fomos n¨®s que apanhamos¡­¡± ¡°N¨®s realmente n?o a tocamos¡­¡± Os bandidos foram brutalmente espancados pelos seguran?as de C¨¦lio, sem consegui se levantar de tanta dor¡­ Eles sentiam que estavam sendo injusti?ados! C¨¦lio estreitou os olhos ligeiramente,¡± Pergunto mais uma vez, quem tocou n?¡± Um dos bandidos quase chorou,¡±Chef?o, voc¨º est¨¢ nos superestimando,o se pud¨¦ssemos tocar n se quis¨¦ssemos¡­¡± Outro bandido falou voz chorosa,¡± Nem sequer tocamos no cabelo d e fomos golpeados desse jeito! Olha meu dente da frente, caiu!¡± O olhar de C¨¦lio se aprofundou,¡±Ent?oo se machucou?¡± ¡° se machucou?¡± Os bandidos ficaram chocados, eles ramente n?o a tocaram!! 2/2 Cap铆tulo 160 Cap¨ªtulo 160 Embora estivesse ferida, definitivamente n?o estava t?o machucada quanto eles! ¡°Chefe, ser¨¢ que depois de bater em n¨®s, n?o se satisfez, foi procurar mais confus?o e se machucou em outro lugar?¡± ¡°N¨®s n?o temos essa capacidade n?o¡­¡± ¡°Mesmo que meu falecido mestre e seus ancestrais ressuscitassem e trouxessem o brilho do inferno com eles, eles ainda n?o seriam capazes de super¨¢!¡± N?velDrama.Org: owner of this content. Os v¨¢rios bandidos realmente se sentiram injusti?ados! A garota sem no??o que ramente os estava intimidando ainda teve a aud¨¢cia de ligar para os homens de sua fam¨ªlia para acertar contas eles! Isso era demais! ¡°E os l¨ªderes, onde est?o?¡± C¨¦lio perguntou calmamente a Vicente ao seudo. Antes que Vicente pudesse responder, um dos bandidos disse,¡±Nossa Sra. M?nica ficou apavorada, sofreu um acidente de carro no caminho de volta e est¨¢ no hospital em estado grave.¡± Outro bandido acrescentou,¡±Nosso Sr. Cristiano est¨¢ na s de cirurgia, o m¨¦dico disse que se fosse um pouco mais tarde, ele teria perdido ¡®o neg¨®cio¡¯ dele!¡± Oh? ¨¦ t?o s¨¦rio assim? Sua garota parecia t?o doce e ador¨¢vel, n?o parecia ser do tipo que se envolve em brigas. Esse pessoal, certeza, estava caluniando ! Vicente se aproximou de C¨¦lio e sussurrou,¡±Sr. C¨¦lio, quando eu os peguei, eles j¨¢ estavam gravemente feridos¡­ E os machucados eram s¨¦rios mesmo¡­¡± N?o precisava nem pensar, certeza foi a Sra. Isabe que os tinha surrado! Maso a Sra. Isabe, que parecia t?oportada, tinha for?a para deixar esses caras nesse estado?! A vida de casado do Sr. C¨¦lio seria t?oplicada? Estaria em risco? ¡°Volte e diga a eles para ficarem longe dos meus.¡± C¨¦lio soltou essa frase, preparando-se para ir embora. Vicente perguntou apressadamente, ¡°Sr. C¨¦lio, o que faremos esse pessoal?¡± O olhar profundo de C¨¦lio caiu sobre eles, indiferente,¡± D¨º-lhes outra li??o.¡± 1/2 Capitulo 160 ¡°Vamos apanhar de novo?¡± os bandidos ficaram boquiabertos, o que eles fizeram de errado para apanhar tr¨ºs vezes em um dia?! Uma vez foi a menina que bateu, as outras duas foram por ordem desse homem! Chega! Eles desistiriam assim que voltassem! Trabalhar para a fam¨ªlia Cardoso custou-lhes a vida! O dinheiro ganho n?o foi suficiente nem para cobrir despesas m¨¦dicas! ¡°Por favor, sejam mais leves desta vez, estamos pendurados por um fio¡­¡± ¡°Que tal s¨® fingir que chuta?¡± ¡°Olha s¨®, se eu me jogar no ch?o e rr de umdo para o outro, serve?¡± Os seguran?as n?o perderam tempo pvras e deram uma surra neles, os gritos. ecoaram pelo terreno baldio¡­ Em outra parte. Em¨ªlia Cardoso chegou ¨¤ empresa j¨¢ passava das tr¨ºs da tarde. Quando Rafael Costa chegou ao departamento de design para inspecionar, viu que tinha acabado de voltar ao trabalho e franziu a testa, insatisfeito. ¡°Em¨ªlia Cardoso!¡± Rafael Costa, as m?os atr¨¢s das costas, repreendeu em voz alta,¡±Que horas s?o? Voc¨º acha que a empresa ¨¦ sua casa, para chegar na hora que bem entender? Voc¨º n?o respeita as regras da empresa?¡± Todos no departamento fixaram o olhar em Em¨ªlia Cardoso que estavam preocupados Com a cabe?a baixa,o uma crian?a que fez algo errado, disse:¡±Boa tarde, Rafael Costa¡­ Pedi licen?a ¨¤ Diretora Isabe, assim que terminei o que tinha que fazer, corri at¨¦ aqui sem perder nem meio segundo¡­¡± ¡°Diretora Isabe?¡± Rafael Costa zombou,¡±Agora qualquer assunto ¨¦ resolvido diretamente a Diretora Isabe? est¨¢ t?o ¨¤ toa que agora at¨¦ licen?as s?o aprovadas pessoalmente por ?¡± ¡°N?o, n?o ¨¦ assim¡­ A Diretora Isabe ¨¦ muito ocupada, eu que a iodei.¡± Pelo menos aos olhos de Em¨ªlia Cardoso, a Diretora Isabe trabalhava arduamente todos os dias, dedicando-se inteiramente ao seu trabalho. N?oo Rafael Costa, que costumava se ausentar frequentemente da empresa para se divertir l¨¢ fora. Cap铆tulo 161 Cap¨ªtulo 161 ¡°Hoje contao falta!¡± ¨C Rafael Costa olhou para os olhos arregdos: ¡°Por que voc¨º ainda est¨¢ parada a¨ª? Bora trabalhar!¡± ¡°Dra. Isabe disse que hoje era abono¡­¡± ¨C Emilia Cardoso tentou se explicar, a voz baixa. ¡°Dra. Isabe¡­ Dra. Isabe¡­ Agora todo mundo aprendeu a me pressionar o nome d, ¨¦? Acham mesmo que eu tenho medo d?¡± Rafael Costa andava de umdo para o outro, furioso a atitude desafiadora da garota e os olhares ressentidos, mas silenciosos, dos outros funcion¨¢rios. Parecia que tinha um fogo em seu cora??o! ¡°Quandoecei a gerir a empresa, mal tinha sa¨ªdo do ensino m¨¦dio!¡± ¡°Fiquei o ano inteiro aqui fazendo o papel de exemplo, e voc¨ºs n?o aprendem nada, s¨® copiam o g¨ºnio d!¡± ¡°Ah, querem me enfrentar, ¨¦?¡± ¡°Acreditam se eu disser que posso demitir todos voc¨ºs?¡± Os funcion¨¢rios baixaram a cabe?a, evitando confronto. Content ? N?velDrama.Org 2024. ¡°Dra. Isabe ¨¦ uma pessoa admir¨¢vel¡­¡± ¨C Em¨ªlia Cardoso n?o se conteve e falou em defesa de Isabe. , apenas dezoito anos, j¨¢ tinha habilidade para administrar uma empresa. Apresenta um talento incr¨ªvel para o design, sempre cheia de ideias novas e criativas que elevavam o n¨ªvel dos projetos. Ao mesmo tempo, ¨¦ uma boa l¨ªder, tem simpatia por seus funcion¨¢rios e os ajuda a resolver seus problemas¡­ Onde mais se encontraria uma chefe assim? ¡°Voc¨º acha que tem quem te apoie e por isso n?o precisa respeitar ningu¨¦m? Aprendeu a escolher lados? Pois saiba que hoje vou contaro falta sua, e se n?o t¨¢ satisfeita, pode pedir demiss?o!¡± Ap¨®s Rafael Costa soltar essas pvras, mal deu dois passos quando um pedregulho voou em dire??o ao seu joelho. Ele for pego desprevenido, e deu um salto para a frente, batendo o queixo no vaso de ntas verdes. O sanguee?ou a escorrer imediatamente. ¡®Rafael, t¨¢ tudo bem. 7¡ã Antes que os funcion¨¢rios pudessem ver o que estava acontecendo, Rafael j¨¢ estava no 10.09 Capitulo 161 ch?o, sem conseguir se levantar. Em¨ªlia Cardoso ficou paralisada, sem entendero Rafael podia trope?ar assim. Ser¨¢ que tinha algum problema de coordena??o? Ou seria a idade avan?ada afetando seu equil¨ªbrio? ¡°O Rafael n?o precisa me fazer uma sauda??o t?o grande.¡± Uma voz fria soou de repente. Todos olharam na dire??o do som e l¨¢ estava Isabe! Em¨ªlia Cardoso ficou vagamente emocionada ao ver Isabe, maiso uma salvadora! A aura da garota era forte e valente enquanto olhava indiferen?a para a pessoa no ch?o: ¡°O dia de folga da Em¨ªlia foi uma autoriza??o minha. Desde quando ¨¦ preciso a sua aprova??o para eu agir?¡± Rafael Costa, segurando o queixo, n?o conseguia fr de tanta dor. Alguns funcion¨¢rios foram ajud¨¢-lo a se levantar. Ele olhou para a garota ¨¤ sua frente e tentou fr, mas a dor do corte em sua mand¨ªb o impediu de dizer uma pvra. Ele apontou para Isabe, uma dor insuport¨¢vel, e saiu antes de todos. ¡°Acho que ele vai precisar de alguns pontos¡­¡± Em¨ªlia observou Rafael se afastando, sentindo uma dor s¨® de imaginar. ¡°Com certeza vai.¡± ¡°Dra. Isabe, obrigada por ter me ajudado agora h¨¢ pouco, e p casa tamb¨¦m¡­¡± ¨C Em¨ªlia sabia que suas pvras jamais poderiam expressar toda a sua gratid?o. Antes que pudesse terminar, Isabe disse gentilmente: ¡°Trabalhe bem¡±. ¡°Sim!¡± Cap铆tulo 162 Cap¨ªtulo 162 Do outrodo. Wilson Dias atendia tantas liga??es que seus dedos j¨¢e?avam a cansar, enquanto Ynda Silva recebia uma enxurrada de felicita??es de familiares e amigos. ¡°Ai, Ynda. Voc¨ºs s?o t?o discretos, sabia? Caterina conquistou o segundo lugar no Grande Concurso Nacional de Piano. Uma noticia dessas e voc¨ºs nempartilham conosco? Ser¨¢ que ¨¦ medo de bancar a festa, haha¡­¡± ¡°A p¨¢gina oficial do concurso j¨¢ anunciou, Caterina ¨¦ a vice-campe? nacional, e a primeira colocada ¨¦ a filha do magnata, Mariana Neves!¡± ¡°Caterina ¨¦ mesmo incr¨ªvel, t?o jovem e t?o promissora!¡± ¡°Vi no site oficial que a cerim?nia de premia??o ser¨¢ realizada no Teatro Dourado daqui a tr¨ºs dias, e voc¨º sabe que aquele lugar ¨¦o um templo sagrado para todos os artistas! Caterina, ainda t?o novinha, entrar¨¢ l¨¢o uma premiada, que futuro brilhante!¡± ¡°Dizem que o convidado de honra da premia??o ¨¦ um grande nome da ind¨²stria! Receber o trof¨¦u das m?os de algu¨¦m t?o importante ¨¦ uma honra e tanto!¡± J¨¢ faz pouco mais de meio m¨ºs desde que Caterina Dias soube de sua coloca??o no concurso at¨¦ o an¨²ncio oficial. Ynda n?o esperava receber tantas felicita??es de seus amigos e sorria a ponto de n?o conseguir fechar a boca. Wilson Dias estava ainda mais feliz, conversando ao telefone dizia: ¡°Imagina, imagina. O seu herdeiro tamb¨¦m ¨¦ um ex¨ªmio violinista, nossa Caterina s¨® teve sorte, foi coincid¨ºncia¡­¡± Sua liga??o havia acabado de terminar, e n?o demorou muito para que outra pessoa ligasse. ¡°Eo Diretor Capelo? Hahaha, o senhor tamb¨¦m viu a ssifica??o de Caterina? Muito obrigado, mas ¨¦ s¨® um pequeno concurso¡­¡± Mais uma chamada e Wilson Dias atendia rindo, ¡°Agrade?o, agrade?o, obrigado p aprecia??o, Sr. Lima. Caterina sempre se interessou por m¨²sica e artes desde pequena, nunca nos deu trabalho¡­¡± A familia Dias j¨¢ h¨¢ tempos n?o estava t?o alegre, e at¨¦ mesmo os vizinhos da regi?o estavam vindo at¨¦ a porta e trazendo presentes. N?o demorou muito para que o criado viesse apressadamente informar: ¡°Senhora, aqui 10:09 Capitulo 162 vem a Sra. Braga da casa aodo!¡± Sra. Braga? Sua fam¨ªlia era muito privilegiada¡­ ¡°Por favor, deixe-a entrar.¡± ¨C Ynda ajeitou rapidamente seu vestido e fez quest?o de colocar joias caras: ¡°Oi, Sra. Braga. Que surpresa a sua visita, e ainda por cima trouxe tantos presentes?¡± N?velDrama.Org: owner of this content. Sra. Braga, uma dama elegante, chegou um sorriso gracioso e um olhar bondoso. Ynda mal p?de conter a emo??o ao ver os presentes: ¡°Nossa, quanta gentileza, trouxe at¨¦ cacha?a de primeira?!¡± Parecia que havia pelo menos seis ou sete garrafas, al¨¦m de alguns charutos finos e ch¨¢s selecionados¡­ ¡°Isso ¨¦ valioso demais, n?o posso aceitar¡­¡± ¨C Ynda recusou por cortesia. ¡°Sra. Ynda, n?o precisa ser t?o formaligo, somos vizinhas.¡± ¨C Sra. Braga sorriu elegancia, fndo suavemente: ¡°Como diz o ditado, melhor um vizinho pr¨®ximo do que um parente distante. Soube que Caterina ficou em segundo lugar no concurso de piano e fiz quest?o de vir parabenizar. T?o jovem e j¨¢ superando os mestres!¡± ¡°Obrigada, muito obrigada mesmo, Sra. Braga.¡± ¨C Yndan?ou um olhar para a empregada: ¡°O que est¨¢ esperando? Aceite os presentes da Sra. Braga gratid?o¡­¡± Como se temesse que Sra. Braga mudasse de ideia¡­ Percebendo seu pensamento, embora achasse a atitude um tanto deselegante, Sra. Braga manteve o sorriso de dama da sociedade: ¡°E Caterina, onde est¨¢?¡± ¡°? Foi a um encontro o namorado de manh? cedo ¡­¡± ¨C disse Ynda, sorrindo: ¡°E voc¨º a¨ª, parada? N?o vai servir um ch¨¢ de qualidade para a Sra. Braga? R¨¢pido, v¨¢ preparar!¡± ¡°Sim.¡± ¨C A bab¨¢ apressou-se em sair. Dona Braga n?o suportava o jeito de novo-rico de Ynda, mas mantinha a apar¨ºncia serena e deplicada. ¡°Eu j¨¢ o vi algumas vezes, aquele rapaz ¨¦ t?o educado, parece vir de uma boa fam¨ªlia.¡± A Sra. Braga havia encontrado Aaron Duarte algumas vezes em frente ¨¤ casa. Toda vez que ele vinha visitar Caterina Dias, apresentava-seo um cavalheiro impecavelmente cort¨ºs, dando a impress?o de ter uma boa educa??o, e certamente n?o parecia ser filho de uma fam¨ªlia qualquer. Cap铆tulo 163 Cap¨ªtulo 163 ¡°Oh, voc¨º realmente tem uma vis?o agu?ada! Ele ¨¦ o filho do homem mais rico da Cidade Outono, e vai se casar a Caterina!¡± Ao ouvir sobre o homem mais rico de Cidade Outono, os olhos da Sra. Braga se iluminaram, pois as condi??es do tal homem eram muito melhores do que as do mais rico de Cidade Inverno. Pensando que Caterina Dias mais tarde faria parte do C¨ªrculo de socialites de alta sse, a Sra. Braga sabia que tinha vindo ao lugar certo e sorriu ao puxar um contrato: ¡°¨¦ o seguinte, eu vim aqui principalmente para convidar a Caterina a ser a garota-propaganda da nossa marca.¡± A Fam¨ªlia Braga fabricava pianos, que eram vendidos at¨¦ no exterior. A Sra. Braga sabia que quem aprendia piano era, em sua maioria, crian?as de fam¨ªlias ricas, ent?o a escolha do representante tamb¨¦m deveria ser algu¨¦m mais jovem. Naqupeti??o de piano, a primeira colocada foi Mariana Neves, filha dos Neves. n?o se prestaria a ser garota-propaganda de uma marca de pianos, j¨¢ que sua fam¨ªlia tamb¨¦m n?o precisava de dinheiro¡­ Portanto, a Sra. Braga p?s seus olhos em Caterina Dias. A fam¨ªlia Dias sempre foi apegada ao dinheiro, n?o deixando escapar nem as menores oportunidades de lucro¡­ Ynda pegou o contrato e, ao ver o cach¨º de cinco milh?es, ficou boquiaberta. ¡°Gostar¨ªamos de ass¨ªnar um contrato de um ano a Caterina. Depois disso, o cach¨º pode aumentar ou diminuir, dependendo do desempenho d.¡± A Sra. Braga j¨¢ tinha deixado ro: se Caterina continuasse ganhando pr¨ºmios e se valorizando, o cach¨º subiria. Mas, se parasse de progredir, o cach¨º diminuiria. Ynda parec¨ªa atingida por uma imensa alegria: ¡°Sra. Braga, voc¨º realmente valoriza a Caterina! A menina s¨® ganhou um pequeno pr¨ºmio¡­¡± E val¨ªa cinco milh?es! ¡°N?o, essapeti??o ¨¦ muito prestigiada. Caterina ficando em segundo lugar j¨¢ mostra que tem um n¨ªvel acima dos demaispetidores.¡± ¡°Ent?o eu s¨® espero a Caterina voltar para assinar, certo?¡± ¡°Isso¡­ mas existem duas condi??es.¡± ¨C A Sra. Braga sorriu elegantemente: ¡°Uma ¨¦ que, sendo nossa garota-propaganda, n?o pode representar outras marcas de piano.¡± Ynda sorriu e disse: ¡°¨¦ ro que eu sei disso! Olhando ao redor do pa¨ªs, n?o h¨¢ 1/2 10.09 Capitulo 163 absolutamente nenhuma marca que possa se dar ao luxo de pagar um cach¨º t?o alto¡­¡± A Sra. Braga sorriu e continuou: ¡°Outra ¨¦ que n?o pode haver nenhuma imprensa negativa durante o per¨ªodo do contrato ou ent?o voc¨ºs ter?o que pagar dez vezes os danos liquidados¡­¡± ¡°Nossa Caterina ¨¦ um anjo, n?o vai ter nenhum escandalo!¡± ¡°Ent?o, por favor, pe?o ¨¤ Sra. Ynda que leve esse contrato para assinar. Depois da cerim?nia de premia??o, anunciarei seu status de porta-voz no blog oficial da nossa marca, mas mantenha isso em segredo at¨¦ l¨¢!¡± ¡°Sem problemas.¡± A Sra. Braga disse isso e se levantou: ¡°Vou deix¨¢-los a s¨®s ent?o, vejo que o telefone do Sr. Dias n?o parou de tocar¡­ Deve haver muitas felicita??es¡±. ¡°Imagina.¡± ¨C Ynda sorriu e fez algunsent¨¢rios educados, deixando-a na porta de sua casa, mal podendo conter sua felicidade. Wilson Dias, ap¨®s encerrar uma liga??o, foi informado da novidade p empregada e ficou extremamente feliz. As empregadas tamb¨¦m estavam elogiando: ¡°A Sra. Caterina ¨¦ mesmo excepcional! Sangue do pr¨®prio sangue faz diferen?a! Herdou os gene¡¯s do patr?o e da patroa, diferentemente daqu Isabe!¡± ¡°O Sr. Dias a criou por tanto tempo, e nem sequer volta para visitar. N?o tem nenhum pingo de gratid?o!¡± ¡°Sra. Caterina, t?o bondosa e inteligente, conseguiu o segundo lugar naqupeti??o dif¨ªcil. Que maravilha!¡± ¡°Do que voc¨ºs est?o fndo?¡± ¨C Caterina Dias voltou do encontro, entr?ando os bra?os Ynda, e retornou ¨¤ s de estar, fingindo n?o ter ouvido os elogios das empregadas. 2/2N?velDrama.Org: owner of this content. Cap铆tulo 164 Cap¨ªtulo 164 As empregadas viram-na e logoe?aram os elogios. ¡°Srta. Caterina, finalmente voc¨º voltou! Desde a manh? at¨¦ o entardecer, esse encontro durou tanto! Realmente, o amor jovem ¨¦ t?o doce¡­¡± ¡°Sra. Caterina conquistou de vez o cora??o do Sr. Aaron!¡± ¡°Nem todo mundo consegue fazer que o Sr. Aaron saia o dia todo. Sra. Caterina realmente tem seu jeito!¡± Caterina Dias sorriu gentilmente, mas s¨® sabia que Aaron havia concordado em panh¨¢ paraemorar porque o ranking do concurso havia sido publicado online. Caso contr¨¢rio, j¨¢ fazia dias que ele n?o a procurava. ¡°Caterina, hoje o Aaron te tratou bemo antes, n?o ¨¦?¡± ¨C Ynda perguntou preocupada. Caterina Dias assentiu a cabe?a, sem ousar dizer mais nada. No fundo, sentia que algo estava lentamente mudando¡­ ¡°Isso ¨¦ bom, desde aquele dia no hospital do Sr. Mauro, quando aqu Rebeca -disse aqus coisas¡­¡± ¨C Yndae?ou, mas percebendo o desconforto da filha, rapidamente mudou de assunto: ¡°N?o se preocupe, se o Aaron ainda gosta de voc¨º, estou tranqu. N?o ligue para aqu Rebeca!¡± As empregadas logo se puseram aodo de Caterina Dias. ¡°Aqu Rebeca n?o sabe o que faz,o pode desprezar Srta. Caterina, que ¨¦ t?o excepcional?¡± ¡° mesma n?o ¨¦ grande coisa! Pelo menos no que diz respeito ao piano, a Srta. Caterina ¨¦ melhor do que !¡± ¡°Com certeza¡­¡± Caterina Dias sorriu levemente, agradecendo pelos elogios, e estava prestes a subir as escadas. ¡°Caterina, assine este contrato antes de subir! Com esses cinco milh?es, voc¨º tamb¨¦m pode dizer ao Aaron que agora voc¨º ¨¦ a porta-voz da marca, e a familia Duarte tamb¨¦m vai te valorizar mais!¡± ¡°Sim!¡± ¨C Caterina Dias pegou uma ca e leu o contrato antes de preencher o n¨²mero de seu cart?o banc¨¢rio e do seu CPF, e assinou o seu nome. Ynda pessoalmente levou o contrato para o escrit¨®rio aodo, e n?o muito tempo 172 30.00 Capitulo 164 depois, a conta de Caterina Dias recebeu cinco milh?es em dinheiro! ¡°Wilson, nossa empresa est¨¢ salva!¡± Ynda ficou entusiasmada e, de fato essa menina s¨® trazia orgulho para ele galinha dos ovos de ouro da fam¨ªlia! ¡°Se sua m?e acordasse agora e visse o sucesso de Caterina, certeza se arrepe de ter favorecido apenas a Isabe antes!¡± Wilson Dias estava de bom humor: ¡°Est¨¢ bem, est¨¢ bem. Vamos deixar Isabe fora disso.¡± ¡°Com certeza¡­¡± ¨C Ynda disse alegremente: ¡°Caterina nos deu quatro milh?es, o que aliviar¨¢ a crise da empresa por enquanto, e quando mam?e acordar, faremos que Content ? N?velDrama.Org 2024. assine o testamento ¡­¡± Desde que uma parte das a??es na m?o de Av¨® Dias fosse transferida e uma parte fosse deixada para Caterina, eles estariam em melhor situa??o do que estavam antes. ¡°J¨¢ entendi, voc¨º falou desse testamento mais de oitocentas vezes!¡± Do outrodo. Isabe mostrou o projeto revisado para Em¨ªlia Cardoso: ¡°Aqui est¨¢ o projeto que voc¨º deixou no meu escrit¨®rio hoje de manh?. Eu os modifiquei, d¨º uma olhada.¡± Os olhos de Em¨ªlia Cardoso brilharam ao ver as altera??es: ¡°Diretora Isabe, voc¨º melhorou tanto que est¨¢ incr¨ªvel!¡± Todas as imperfei??es foram reinterpretadas por Isabe de uma maneira ainda mais surpreendente. ¡°Veja se h¨¢ algo mais a ser alterado e entregue ao modelista antes de sair do trabalho, para que possamos ter a amostra pronta o quanto antes e iniciar a produ??o.¡± 2/2 Cap铆tulo 165 Cap¨ªtulo 165 ¡°N?o h¨¢ necessidade de revis¨¢-lo, ele j¨¢ est¨¢ perfeito!¡± -Em¨ªlia Cardoso olhou poro desenho e n?o p?de deixar de dizer: ¡°Diretora Isabe, de repente percebi que de design tem um toque parecido o da Sra. Zaira¡±. ¡°¨¦?¡± ¡°Os trabalhos da Zaira s?o ousados e desinibidos, uma verdadeira liberdade expressiva, e vejo um pouco disso no seu rascunho modificado.¡± ¨C Em¨ªlia Cardosoentou enquanto observava a prancheta ¨¤ sua frente: ¡°Como voc¨ºs conseguem ser t?o talentosas¡­ Se ao menos eu pudesse criar algo t?o bonito quanto isso!¡± suspirou e murmurou: ¡°E eu me pergunto quanto tempo mais vou precisar me esfor?ar at¨¦ me aproximar um pouco da Zaira¡­¡± Isabe esbo?ou um leve sorriso: ¡°Gosta muito d?¡± ¡°Muito! Sou super f?!¡± ¨C Em¨ªlia Cardoso falou da lenda do mundo do design estrs nos olhos, mal conseguindo esconder sua admira??o: ¡°E n?o fa?o ideia se ¨¦ homem ou mulher, jovem ou velha¡­¡± ¡°Jovem. E ¨¦ mulher,¡± ¨C respondeu Isabe, uma voz tranquo ¨¢gua. ¡°Diretora Isabe,o voc¨º sabe? J¨¢ a viu?¡± Afinal, Sra. Zaira raramente fazia apari??es p¨²blicas, e at¨¦ o presidente do Grupo Zaira tinha poucas oportunidades de v¨º¡­ ¡°Hum¡­ J¨¢ vi.¡± ¡° ¨¦ bonita?¡± ¨C Sem esperar que Isabe respondesse, Em¨ªlia Cardosoe?ou a imaginar: ¡°Definitivamente bonita! Pelo estilo dos seus designs, deve ser uma mulher cool e muita personalidade!¡± Isabe apenas olhou para e disse, ¡°Vamos trabalhar.¡± ¡°Diretora Isabe!¡± ¨C Em¨ªlia Cardoso rapidamente agarrou o bra?o de Isabe: ¡°Na pr¨®xima vez que voc¨º ver Sra. Zaira, poderia conseguir um aut¨®grafo d para mim?¡± Isabe: ¡°?!?!¡± ¡°Provavelmente n?o terei a chance de conhec¨º¡­¡± ¨C Em¨ªlia Cardoso baixou a cabe?a, um pouco desanimada. ¡°Voc¨º ter¨¢¡­¡± ¨C Isabe falou distraidamente: ¡°A Competi??o Internacional de Design est¨¢ chegando, talvez seja uma das juradas. Se voc¨º participar, pode ser que a encontre.¡± ¡°Eu? No Concurso Internacional de Design??¡± Em¨ªlia Cardoso sentiu que a Diretora Isabe estava superestimando-a! 1/2 Original from N?velDrama.Org. 10.03 Capitulo 165 Aquele concurso parecia um sonho distante¡­ nem ousava pensar nisso! ¡°Al¨¦m disso, para se ssificar para a Competi??o Internacional de Design, ¨¦ ficar entre os tr¨ºs primeiros no Concurso Nacional de Moda do pr¨®ximo m¨ºs¡­ ¡°Ah, ent?o v¨¢ se inscrever¡±. ¡°Diretora Isabe?!?!¡± ¡°Participe do concurso nacional do pr¨®ximo m¨ºs e, depois, do concurso internacional do m¨ºs seguinte. Ser¨¢ perfeito.¡± Em¨ªlia Cardoso achou que Isabe estava brincando , mas ao olhar a express?o de Isabe, n?o parecia ser uma brincadeira. ¡°Voc¨º tem um certo talento para o design, basta se esfor?ar e certeza conseguir¨¢ uma boa coloca??o.¡± ¡°¡­¡± ¨C Em¨ªlia Cardoso n?o acreditava em sua pr¨®pria capacidade. Isabe percebeu sua falta de confian?a e falou levemente: ¡°Mesmo que voc¨º n?o fique entre os tr¨ºs primeiros lugares no concurso nacional, essa experi¨ºncia ser¨¢ um ¨®timo desafio.¡± Embora Isabe nunca prestasse aten??o em concursos nacionais de menor esc¡­ tamb¨¦m havia perdido o interesse pelos grandes concursos internacionais h¨¢ tempos. Mas, aos olhos de um designer, esses dois concursos eram de grande importancia! Conseguir uma boa ssifica??o seria uma prova da capacidade do pr¨®prio designer! ¡°A empresa de roupas da Fam¨ªlia Cardoso, acho que eles tamb¨¦m estar?opetindo nessa ¨¦poca, certo?¡± ¨C Isabe deu um tapinha em seu ombro e saiu primeiro. Em¨ªlia Cardoso voltou a se sentar, ficou paralisada por um momento enquanto seu dedo digitava Concurso Nacional de Moda¡­ Do outrodo. Caterina Dias tirou uma foto do contrato que acabara de assinar e o enviou para Aaron ver, mas s¨® recebeu de volta dele duas pvras secas. ¡°Meus parab¨¦ns.¡± Caterina sentiuo se estivesse prestes a perder algo, e justamente nesse momento, o grupo do WhatsApp da turma do segundo ano do ensino m¨¦dioe?ou a ficar agitado. 2/2 10:09 Cap铆tulo 166 Cap¨ªtulo 166 ¡°@Caterina Dias, vimos no Twitter que voc¨º ficou em segundo lugar em um concurso de piano? ¨¦ s¨¦rio isso? Isso ¨¦ incr¨ªvel!¡± ¡°Eu nem sabia que voc¨º tocava piano antes@Caterina Dias.¡± ¡°Caterina, desde que voc¨º voltou para a fam¨ªlia Dias e se transferiu para o col¨¦gio de elite no terceiro ano do ensino m¨¦dio, faz tempo que n?o conversamos. Estamos saudades! @Caterina Dias¡± ¡°Ser¨¢ que voc¨º esqueceu da gente?!¡± ¡°Que tal a gente organizar um encontro hoje ¨¤ noite para celebrar o segundo lugar da Caterina? @todos¡± ¡°Topo demais!¡± ¡°Concordo!¡± ¡°Concordo +1111111!¡± O inc¨ºndio ocorrido h¨¢ dezoito anos fez que Caterina Dias, ainda beb¨º, fosse adotada por uma faxineira. Por ser filha de uma faxineira, Caterina sempre enfrentou desprezo e era frequentemente intimidada. No entanto, agora aqueles que a desprezaram e intimidaram queriam se aproximar e at¨¦ organizar festas para . Os sentimentos de Caterina Dias eram contradit¨®rios, mas o que prevalecia era a vontade de se exibir. ¡°Caterina, ouvi dizer que seu namorado ¨¦ filho do homem mais rico da Cidade Outono. Que tal traz¨º-lo para nos apresentar hoje ¨¤ noite?¡± ¡°N?o sei n?o, acho que pessoas ricas n?o devem gostar muito de festas simpleso as nossas, n¨¦?¡± ¡°Imagina, certeza ele viria se a Caterina pedisse! Caterina n?o tem influ¨ºncia sobre o pr¨®prio namorado?¡± ¡°Isso a¨ª, Caterina. Hoje ¨¤ noite voc¨º traz seu namorado! E s¨® pra deixar ro, a festa ¨¦ em sua homenagem pelo segundo lugar, ent?o voc¨ºs dois n?o precisam pagar nada!¡± ¡°Sim, vamos dividir entre n¨®s!¡± Caterina Dias viu a avnche de mensagens, mas n?o respondeu, optando por enviar um print a Aaron. 1/2 10:09 ¡°Aaron, o que voc¨º acha?¡± ¡°Se estiver ocupado, eu posso ir sozinha, sem problemas.¡± ¡°Todos est?o boas inten??es. N?o quero desapont¨¢-los.¡± Desde que encontrou Isabe na porta do quarto de Sr. Mauro, Aaron n?o conseguia mais encontrar paz¡­ Aqu menina, mesmo vestida simplesmente, emanava uma aura, um rosto que o perseguia em seus sonhos. Nessas ¨²ltimas noites, ele at¨¦ sonhou . Sonhou que estavam juntos num encontro, e ele se aproximando daqueles l¨¢bios irresist¨ªveis¡­ Caterina Dias esperou ansiosamente do outrodo da conversa, sem resposta de Aaron. Justo quando e?ou a se preocupar o que fazer, o celr vibrou e apareceu uma mensagem: ¡°Hoje ¨¤ noite eu vou voc¨º.¡± Caterina ficou radiante, enviando v¨¢rias carinhas de beijos e abra?os. ¡°Sabia que voc¨º ¨¦ o melhor para mim, Aaron!¡± ainda enviou um emoji carinha de chateada. Aqu Isabe, que n?o se dava ao respeito e dormia homens mais velhos, n?o merecia ser objeto dos sonhos dele! Se Aaron escolheu Caterina, ele tinha que segurar firme em sua m?o e seguir em frente convic??o¡­ Quanto aos seus pais, ele encontraria uma maneira de lidar isso.N?velDrama.Org: owner of this content. Afinal, uma garota t?o pura e bondosao Caterina era, de fato, ¨²nica. N?o haveria outra igual neste mundo¡­ 2/2 Cap铆tulo 167 Cap¨ªtulo 167 Naquele momento, o celr de Isabe vibrou uma nova mensagem no W ¡°Isabe, o que voc¨º tem feito? Quando voc¨º vem buscar as ¡®Ervas para Beneficia Cora??o¡¯?¡± Foi ent?o que Isabe lembrou. tem estado t?o ocupada gerenciando sua empresa ultimamente que ainda n?o foi ¨¤ casa de Francisca Carvalho para pegar os itens que foram leiloados. ¡°Estou lhe dizendo, muitas coisas boas apareceram no leil?o ultimamente. Sabendo que voc¨º est¨¢ ocupada, eu arrematei algumas para voc¨º. Legal da minha parte, n¨¦?¡± Os dedos longos e finos de Isabe digitaram a resposta: ¡°Se a Sra. Francisca acha que s?o coisas boas, certeza n?o devem ser ruins.¡± ¡°ro que s?o tesouros!¡± ¨C Francisca enviou um ¨¢udio em seguida: ¡°Voc¨º est¨¢ livre esta noite? O Xavier inaugurou um novo clube e fez quest?o que d¨¦ssemos uma passada por l¨¢. Entrada na faixa! Uma oportunidadeo essa n?o aparece sempre. Que tal a gente fazer ele gastar uma grana?¡± ¡°T? dentro,¡± ¡°Ent?o eu te pego ¨¤ noite. Me manda o endere?o depois.¡± ¡°Ok.¡± Isabe enviou a mensagem e falou para Celio que estava ao seudo: ¡°Tenho algo para fazer hoje ¨¤ noite, ent?o vou para casa mais cedo¡±. ¡°Tudo bem.¡± ¨C Celio a olhou ternura, pensando que tinha algum assunto familiar a resolver, e concordou sem dar muita importancia. Em outro lugar. Como havia uma promo??o, e todos os colegas dividiriam os custos, eles escolheram um local mais sofisticado para se reunirem. Uma ds ¨¦ aproveitar a oportunidade para vero ¨¦ um clube de alta sse e a outra ¨¦ aproveitar a oportunidade para encontrar pessoas ricas, na esperan?a de encontrarem algum herdeiro rico por l¨¢. Para a festa daqu noite, Caterina Dias tomou um banho e se vestiu mais cedo, e nem sequer comeu algumas por??es do jantar para manter a silhueta. Descendo as escadas em espiral da casa, apareceu em um vestido elegante que acentuava sua cintura, e estava adornada joias caras nas orelhas, pesco?o e pulsos. Seu cabelo estava preso num coque, e exva um ar de charme e eleg¨¤ncia. A empregada na s ficou impressionada: ¡°Sra. Caterina, voc¨º est¨¢ maravilhosa!¡± 172 10.101 Cap¨ªtulo 167 At¨¦ mesmo Aaron, que veio busc¨¢, ficou paralisado por alguns segundos, sem perceber que Caterina tinha um toque de elegancia quando se vestia cuidado. j¨¢ era delicada, e agora, toda arrumada, parecia ainda mais gentil e um sedutora. ¡°Aaron, voc¨º chegou?¡± ¨C Caterina Dias at¨¦ suavizou um pouco a voz quando ¨¤ frente e pegou o bra?o no dele. passo ¡°Sim!¡± ¨C Notando a mudan?a na atitude dele, provavelmente devido ¨¤ sua beleza, Cater aproveitou o momento: ¡°Aaron, se meus colegas perguntarem se voc¨º ¨¦ meu namorado ou noivo,o devo apresent¨¢-lo?¡± ¡°Noivo, ¨¦ ro.¡± ¡°Mas sua m?e parece n?o gostar muito de mim¡­¡± ¨C Caterina baixou os c¨ªlios posti?os e falou um tom de desanimo: ¡°E se algo mudar no futuro e eu virar motivo de piada?¡± N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°De jeito nenhum.¡± ¨C Aaron a consolou: ¡°Vou conversar mais a minha m?e.¡± Wilson Dias e Ynda, que estavam escondidos e escutando, ficaram t?o felizes que sa¨ªram correndo. ¡°Aaron, n¨®s acreditamos que seus sentimentos por Caterina s?o verdadeiros. Caterina, n?o pense demais! Aaron j¨¢ disse. Ele iria te enganar? Voc¨ºs certeza ter?o um futuro tranquilo!¡± ¡°Por que voc¨ºs n?o v?o logo para o encontro os colegas?¡± Caterina Dias deu um sorriso e se agarrou ainda mais a Aaron. Quando ningu¨¦m estava olhando, esfregou sutilmente seu corpocontra o dele. Aaron podia sentir a suavidade vinda de algum lugar e seu rosto corou um pouco, mas ao mesmo tempo ele gostou do contato e n?o mostrou sinal de rejei??o. Sete ou oito colegas j¨¢ estavam na porta esperando, ansiosos para saber que tipo de carro Caterina Dias chegaria e o qu?o atraente seria seu namorado¡­ At¨¦ que um Porsche Cayenne apareceu, fazendo todos arregrem os olhos. Esse carro custava pelo menos dois milh?es, n?o ¨¦ mesmo? Sob o olhar atento de alguns colegas, Aaron desceu do carro preto,portando-se elegancia ao abrir a porta para Caterina Dias e, cuidadosamente, segurou sua m?o. ¡°Uau¡­ Caterina Dias, ¨¦ a Caterina Dias!¡± 10.10 Cap铆tulo 168 Capitulo 168 ¡°Mana, voc¨º finalmente chegou!¡± Cap¨ªtulo 168 ¡°Faz tempo que a gente n?o se v¨º. Voc¨º mudou tanto assim?¡± Parecia que o patinho feio tivesse se transformado em um cisne! ¡°Esse vestido t¨¢ lindo demais, n¨¦?¡± ¡°E esses brincos, que charme!¡± i ¡°Esse cr foi caro?¡± Um grupo de garotas se aproximou rapidamente de Caterina Dias, disputando para segurar sua m?o. Aaron fechou a porta do carro e entregou a chave para o manobrista, cumprimentando a todos educadamente. ¡°Ol¨¢, pessoal, sou o noivo da Caterina, Aaron. Sua voz era agrad¨¢vel e ele tinha uma apar¨ºncia radiante e atraente. Cada gesto demonstrava sua excelente educa??o. As garotas n?o puderam conter sua admira??o: ¡°Voc¨º est¨¢ noiva?¡± ¡°Ent?o ele n?o ¨¦ seu namorado, ¨¦ noivo!¡± ¡°Que gato¡­¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. ¡°Caterina, voc¨º t¨¢ sorte, hein! Ter um noivo t?o bonito!¡± E, o que ¨¦ mais importante, em um Porsche Cayenne! Quem diria que, depois de Caterina voltar a ter contato sua fam¨ªlia rica, n?o s¨® o seu status material aumentou, mas at¨¦ o noivo era top de linha! tinha muita sorte mesmo! ¡°Caterina, ouvi dizer que seu noivo estuda na melhor universidade. Que incr¨ªvel, n¨¦?¡± ¡°Ele s¨® t¨¢ no primeiro ano e j¨¢ sabe dirigir?¡± ¡°Caterina, estou morrendo de inveja¡­¡± As garotas cercaram Caterina e entraram no clube, enquanto duas ou tr¨ºs ficaram ao redor de Aaron, aproveitando a oportunidade para flertar. ¡°Caterina, esta ¨¦ a suite que reservarnos para voc¨º, que tal?¡± A organizadora do encontro, Helena Alves, abriu a porta da su¨ªte sem esperar pelo 10:10 Cap¨ªtulo 168 espanto de Caterina Dias. Caterina olhou o ambiente por um segundo, depois sorriu gentilmente e disse: ¡°nito, s¨® que parece que tem gente demais da nossa turma aqui, mas tudo bem, o i a divers?o¡±. Helena percebeu o que quis dizer, e seu rosto endureceu. havia escolhido a su¨ªte porque as maiores n?o estavam dispon¨ªveis para eventos e n?o inclu¨ªamnches ou bebidas de cortesia. Era normal Caterina, que voltou a uma fam¨ªlia abastada e estava acostumada a lugares luxuosos, n?o ficar impressionada a su¨ªte. ¡°Eu pago a conta hoje.¡± ¨C Para a surpresa de todos, Aaron falou gentilmente: ¡°Voc¨ºs organizaram isso para a Caterina, eo sou o noivo d, ¨¦ justo que eu pague.¡± Os sete ou oito colegas presentes ficaram boquiabertos. ¡°Eu vou pedir para melhorarem a su¨ªte.¡± ¨C Aaron olhou para Caterina Dias um olhar cheio de ternura: ¡°Voc¨ºs se esfor?aram paraemorar , ent?o eu cuido de todas as despesas hoje. Divirtam-se.¡± Caterina Dias se sentiu tocada e ao mesmo tempo orgulhosa,o se estivesse banhada p brisa da primavera, cheia de satisfa??o! Helena n?o p?de deixar de lembrar: ¡°Aaron, aqus su¨ªtes melhores¡­ tem que fazer um dep¨®sito.¡± ¡°Como funciona esse dep¨®sito?¡± ¨C Os outros alunos n?o puderam deixar de perguntar. ¡°Neste clube, h¨¢ camarotes de primeira sse, de luxo, superiores, m¨¦dias e pequenas¡­ A nossa su¨ªte j¨¢ ¨¦ de n¨ªvel m¨¦dio.¡± Para as tr¨ºs primeiras categorias de su¨ªtes, ¨¦ preciso fazer um dep¨®sito. Cap铆tulo 169 Cap¨ªtulo 169 Content ? N?velDrama.Org 2024. ¡°Na s VIP mais exclusiva, o valor m¨ªnimo para cr¨¦dito deveria ser superior a dez milh?es, e era necess¨¢rio fazer reserva anteced¨ºncia para ter acesso.¡± ¡°N?o h¨¢ necessidade de fazer uma reserva para a s VIP de n¨ªvel intermedi¨¢rio, mas o valor da recarga deve ser superior a tr¨ºs milh?es.¡± ¡°As ss de categoria superior eram mais em conta, sendo necess¨¢rio um cr¨¦dito de um milh?o para entrar.¡± Ao ouvir isso, o cora??o de Caterina Dias ficou apreensivo. A ideia de ter que fazer um dep¨®sito t?o alto para uma simples festa a iodava. Aaron, apesar de ser um herdeiro rico, talvez n?o estivesse disposto a gastar tanto apenas por uma celebra??o. Mas j¨¢ havia fdo demais. Se n?o optassem por uma s melhor agora, seria motivo de chacota entre os colegas. ¡°Aaron, acho que essa s est¨¢ ¨®tima, n?o precisa melhorar¡­¡± ¡°Vou perguntar se o camarote de primeira sse precisa de reserva.¡± ¨C Aaron sempre gostou de manter as apar¨ºncias. Com as pvras j¨¢n?adas ao vento, ele n?o deixaria se envergonhar e, muito menos, permitiria que a garota que amava passasse por uma situa??o constrangedora. ¡°Caterina, seu noivo ¨¦ t?o bom para voc¨º¡­¡± Com uma quantia adicional de dez milh?es, as pessoas concordaram sem sequer piscar. Caterina Dias tamb¨¦m n?o esperava que Aaron a amasse tanto assim¡­ Um gar?om passou naquele momento, e Aaron educadamente chamou a pessoa e perguntou sobre a atualiza??o da reserva da s. Ele parec¨ªa t?o cavalheiro e elegante que n?o s¨® Caterina Dias, mas algumas das colegas tamb¨¦m come?aram a se sentir atra¨ªdas¡­ ¡°H¨¢ apenas um camarote de sse superior, e esta noite nosso chefe reserva para entreter amigos. Pe?o desculpas, voc¨º pode considerar o camarote premium ou de sse superior¡± Aaron ficou secretamente aliviado: ¡°Ent?o, ser¨¢ a s VIP de nivel intermedi¨¢rio.¡± A s VIP de nivel intermedi¨¢rio requer uma recarga de tr¨ºs milh?es ou mais¡­¡± Bem, tudo bem¡±-Aaron disse gentilmente ¡°Abra uma para mim primeiro, deixe-os entrar para um intervalo e eu irei voc¨¦ para fazer o cart?o.¡± ¡°Certo, sem problemas. Por aqui, por favor.¡± 10/10 Cap¨ªtulo 169 Enquanto isso, em outro lugar. Francisca chegou ¨¤ entrada do clube em um carro esportivo avaliado em mais de dez milh?es, brincando as chaves do carro, perguntou: ¡°Cad¨º o Xavier? N?o disse que vir¨ªa estacionar pessoalmente para mim?¡± ¡°Quando as senhoritas chegarem, esque?a de estacionar. Eu, Xavier, fa?o qualquer coisa!¡± -Quem falou foi o dono do clube, que saiu para receb¨ºs assim que soube de sua chegada, surpreendentemente jovem e um ar de bad boy. Isabe sorriu de canto, sem v¨º-lo por um tempo, ele parecia ainda mais descdo, exndo uma aura de ostenta??o. ¡°E a¨ª? Como vai a fam¨ªlia biol¨®gica?¡± ¨C Xavier perguntou, levantando o queixo: ¡°Sem valent?es, certo?¡± O brinco em sua orelha esquerda era muito chamativo. Isabe respondeu indiferen?a: ¡°Est¨¢ tudo bem.¡± ¡°Se precisar, eu resolvo para voc¨º.¡± ¡°Faz um tempo que n?o o vejo e voc¨º ainda tem uma boca t?o ruim! Quem voc¨º pensa que ¨¦ para resolver alguma coisa para mim?¡± Francisca jogou as chaves do carro para ele: ¡°Dirija cuidado, se arranhar o carro, voc¨º pagar¨¢ pelo conserto¡±. ¡°ro, ro, senhora!¡± ¨C Xavier deu um sorriso malicioso: ¡°Se eu bater, eu tepro um novo.¡± #1 Depois de entrar, Francisca disse a Isabe ao seudo: ¡°V¨¢ para a s VIP, vou dar uma olhada na cole??o top de linha dele!¡± Ele disse que durante a reforma do clube, montou uma parede inteira de cole??es car¨ªssimas em seu descanso privado, qualquer item era um artigo de luxo dentre os luxos. ¡°Sim, escolha o mais caro.¡± ¨C Isabe sorriu. ¡°Sem problemas!¡± Um gar?om aodo n?o pode evitar de torcer o canto da boca. Essas s?o verdadeiras amigas! Parece que o chefe vai ter uma grande perda esta noite! Aqu parede cole??es valiosissimas, pegar qualquer coisa custaria uma fortuna¡­ Depois que Franca se foi, Isabe seguia o gar?om em dire??o ¨¤ s VIP mais exclusiva quando de repente ouviu algu¨¦m chamar seu nome. ¡°Isabe?¡± 2/2 Cap铆tulo 170 Cap¨ªtulo 170 Depois que Aaron abriu seu cart?o, ele avistou Isabe de costas. Chamou-a, meic na d¨²vida, e era realmente ! ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Aaron se aproximou rapidamente, mas ent?o se lembrou. Havia um an¨²ncio de emprego na porta do clube. Ele mal conseguia acreditar: ¡°Voc¨º veio para uma entrevista?¡± Isabe: ¡°???¡± Original from N?velDrama.Org. ¡°Falta dinheiro?¡± ¨C Aaron observou a roupa de grife que usava naquele dia e franzindo a testa, pensou que, o jeito que gastava, nunca teria dinheiro suficiente. ¡°Voc¨º ¨¦ muito consumista. Agora que voc¨º saiu da fam¨ªlia Dias, precisa aprender a se contrr.¡± Isabe: ¡°???¡± Esse cara deve estar algum problema na cabe?a, certo??? ¡°Eu vim a Caterina para um encontro de ex-alunos, acabei de abrir uma conta para .¡± Aaron ergueu o cart?o que tinha na m?o,o se aquele cart?o fosse um s¨ªmbolo de seu poder financeiro. Ele pensou que Isabe ficaria impressionada e, um ar de cavalheirismo, a convidou: ¡°Se voc¨º tiver tempo, quer se juntar a n¨®s?¡± Isabe nem se deu ao trabalho de responder e virou-se para ir embora. ¡°Pare a¨ª.¡± ¨C Aaron n?o esperava que a garota o ignorasse assim, e sentiu uma onda de embara?o e vergonha em seu rosto: ¡°Mesmo que voc¨º esteja ci¨²mes da Caterina estarigo, deveria ter pelo menos a dec¨ºndia de cumprimentar um velho amigo, n?o acha?¡± Isabe levantou os olhos desd¨¦m: ¡°Eu n?o quero fr retardados, algum problema?¡± ¡°Voc¨º¡­ em apenas alguns dias, at¨¦ sua f se tornou grosseira. Como diz o ditado, diga-me quem andas e te direi quem ¨¦s. Com que tipo de gente voc¨º tem andado para se tornar o que ¨¦ hoje?¡± ¨C Aaron parec¨ªa genuinamente arrasado. Isabe estava impressionada o que via: ¡°Quem eu vejo ou deixo de ver n?o ¨¦ da sua conta. N?o se intrometa onde n?o ¨¦ chamado. Se tem um problema na cabe?a, v¨¢ tomar mais rem¨¦dio e n?o sa¨ªa por a¨ª vagando,¡± ¡°Voc¨º¡­¡± ¨C Aaron estava muito irritado, mas ao pensar que estava ali para uma entrevista, e talvez at¨¦ para panhar alguns homens mais velhos apenas para ter uma vida melhor, ele sentiu uma pontada de simpatia por . 1/2 Capitulo 170 ¡°Voc¨º est¨¢ enfrentando alguma dificuldade? Conte-me, posso ajudar voc¨º.¡± ¡°¡­¡± ¨C Isabe deu-lhe um olhar gdo de desprezo: ¡°Louco.¡± E ent?o se afastou, seguindo o gar?om. Aaron a viu caminhando em dire??o ao fim do corredor, onde ficavam as su¨ªtes de luxo. Ser¨¢ que n?o estava ali para uma entrevista de gar?e, mas sim para servir os chef?es na su¨ªte de luxo? Pensando assim, ele de repente percebeu que n?o era de se admirar que ele, que tinha aberto uma conta de tr¨ºs milh?es, n?o tivesse chamado sua aten??o. estava visando alvos maiores! Certamente era isso! Naquele momento, a porta do camarote premium foi aberta, e Caterina Dias, percebendo Aaron parado na passagem, perguntou, um tanto incerta: ¡°Aaron, voc¨º j¨¢ terminou de abrir seu cart?o? O que est¨¢ olhando?¡± Por que voc¨º parece um pouco chateado? Seguindo a linha de vis?o de Aaron, Caterina Dias viu as costas de uma silhueta que lembrava a de Isabe entrando em uma das su¨ªtes de luxo. ficou chocada, incr¨¦d: ¡°¨¦ a irm?? A irm? tamb¨¦m veio aqui?¡± ¡°Pessoa sem amor-pr¨®prio.¡± ¨C O tom de Aaron era de ofensa, e Caterina Dias entendeu que s¨® podia ser Isabe mesmo! Caso contr¨¢rio, Aaron n?o estaria bravo! Para provar suas suspeitas, Aaron chamou o gar?om que passava: ¡°Deixe-me perguntar, voc¨ºs t¨ºm algum servi?o especial no clube?¡± ¡°Servi?os especializados, n?o ¨¦?¡± ¨C O gar?om pensou por um momento e disse: ¡°H¨¢ v¨¢rios, n?o sei qual deles o senhor gostaria de ter?¡± Por exemplo, h¨¢ entretenimento, recrea??o e esportes, e esses tipos s?o subdivididos em v¨¢rios¡­ Cada um deles ¨¦ muito divertido. Aaron cerrou os punhos e, certeza, Isabe estava l¨¢ para servir aos chef?es do camarote superior! Pensando assim, ele ficou ainda mais irritado, cerrou os dentes e disse ao funcion¨¢rio: ¡°Nada, pode ir.¡± E esses pensamentos, ele ficou l¨¢, olhando enquanto desaparecia corredor afora. 2/2 10:10 Cap铆tulo 171 Cap¨ªtulo 171 ¡°Aaron¡­¡­¡± Caterina Dias queria fr algo quando ouviu Aaron Duarte dizer: ¡°Vou dar uma passadinha no banheiro. Observando a silhueta dele se afastando, Caterina sentiu-se irritada. Isabe de novo, por que tinha que estar em tudo quanto ¨¦ lugar? Que saco, n¨¦? Foi ent?o que mais alguns colegas chegaram. Caterina os recebeu um sorriso e entrou no camarote junto eles. ¡°Pessoal, hoje ¨¦ o noivo da Caterina que est¨¢ bancando,am e bebam ¨¤ vontade, mas sem exageros, para n?o deixar uma m¨¢ impress?o sobre o noivo e para n?o fazer a Caterina passar vergonha¡± -disse Helena Alves, tomando a iniciativa. Muitos de seus colegas de sse reconheceram iss¨° ee?aram a elogiar Caterina Dias, dizendo que havia encontrado um noivo maravilhoso e fazendo fofocas sobre a fam¨ªlia dele. ¡°O pai dele ¨¦ o homem mais rico da Cidade Outono¡­¡± ¨C Caterina falou, tentando parecer tranqu. ¡°O homem mais rico da Cidade Outono? Que fortuna, hein?¡± ¡°N?o ¨¦ de se admirar que n?o se importaram em considerar um camarote de dez milh?es, a fam¨ªlia dele ¨¦ realmente abastada¡­¡¯ ¡°Que hist¨®ria ¨¦ essa de camarote de dez milh?es?¡± ¡°Voc¨ºs acabaram de chegar aqui e n?o sabem. O noivo da Caterina foi t?o ostentador¡­¡± A atitude generosa de Aaron ao pagar a conta elevou Caterina a um patamar nunca antes alcan?ado. Naquele momento, Aaron voltou do banheiro e v¨¢rias mulheres se aglomeraram na frente dele ao mesmo tempo. ¡°Voc¨º ¨¦ o noivo da Caterina, n?o ¨¦? Vamos brindar!¡± ¡°Daqui para frente, vamos contar voc¨º para cuidar bem da nossa Caterina, sa¨²de!¡± Apesar de Aaron estar perturbado o assunto de Isabe, ele manteve um semnte de cavalheiro, aceitando todos os brindes e bebendo cada copo oferecido. Caterina Dias percebeu que algumas mulheres estavam tentando se aproximar de Aaron, mas sabia melhor do que ningu¨¦m que algu¨¦m da fam¨ªlia de sua sse n?o se interessaria por s. Assim, continuou a conversar tranqumente os outros, sem se preocupar. 1/2 Capitulo 174 N?o demorou muito para que a porta do camarote fosse aberta um chute e um rapaz ar de bad boy entrou seus seguidores. ¡°Olha s¨®, ¨¦ o Sr. Henrique que chegou!¡± ¨C Helena reconheceu a pessoa e rapidamente colocou uma garrafa de bebida na mesa ¨¤ frente de Henrique Fontes: ¡°Chegou atrasado, deve ser punido!¡± Os outrose?aram a fazer coro: ¡°Beba! Beba! Vamos l¨¢, Sr. Henrique, beba!¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. Henrique sorriu desd¨¦m, passando seu olhar por todos at¨¦ pousar ousadamente em Caterina Dias. Ele soube que tinha voltado para sua fam¨ªlia biol¨®gica e parecia que at¨¦ seu porte tinha mudado, tornando-se mais refinado. Aqu noite, estava vestida um elegante vestido tomara-que-caia, exibindo uma silhueta que o fez lembrar-se certa nostalgia. Henrique era o rebelde da sse, que, apoiado pelo dinheiro da fam¨ªlia, tinha uma personalidade arrogante. Ele abandonou a esc no segundo ano do ensino m¨¦dio para liderar uma gangue pequena cerca de vinte seguidores, vivendo uma vida de luxos. Ele pegou a garrafa de bebida ¨¤ sua frente, deu um sorriso malicioso e virou todo o conte¨²do de uma vez, sendo audido por muitos. ¡°Essa festa ¨¦ por minha conta¡± ¨C ele disse, jogando a garrafa para odo, onde foi prontamente apanhada por um de seus capangas. ¡°Voc¨º est¨¢ um pouco atrasado¡± ¨C Helena provocou: ¡°O noivo da Caterina j¨¢ fez um dep¨®sito de tr¨ºs milh?es e reservou este camarote VIP. Todas as despesas de hoje s?o por conta dele!¡± Ao ouvir sobre os tr¨ºs milh?es. O olhar de Henrique voltou-se frio e arrogante para Aaron. No camarote inteiro, ele era o que tinha o porte mais distinto. N?o precisava nem dizer, certamente ele era o noivo de Caterina. ¡°Prazer, meu nome ¨¦ Aaron.¡± 2/2 Cap铆tulo 172 Cap¨ªtulo 172 Embora Aaron j¨¢ n?o gostasse do rapaz desde o in¨ªcio, que tinha uma aura de confus?o, ele ¨¦ra colega da Caterina, ent?o Aaron estendeu a m?o educadamente, em sinal de amizade. Para sua surpresa, Henrique nem lhe deu b, aumentando o volume da voz e anunciando: ¡°Ouviram isso, pessoal? O noivo da Caterina vai bancar a festa, escolham o que quiseremer e beber. ¨¦ s¨® pegar!¡± Ao ouvir isso, alguns dos presentese?aram a escolher os itens mais caros do menu. ¡°Henrique¡­¡± ¨C Caterina Dias se aproximou, tentando faz¨º-lo se conter um pouco. Mas o olhar que Henriquen?ou para era descaradamente provocativo, um sorrisinho malicioso: ¡°Me chamando pelo primeiro nome agora, ¨¦?¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. Aaron achou a intera??o entre os dois um pouco estranha, quando Helena deu um passo ¨¤ frente para encerrar a conversa: ¡°Henrique, hoje ¨¦ aemora??o do segundo lugar de Caterina no concurso de piano, por que n?o brindamos e parabenizamos Caterina?¡± for?ou o copo na m?o de Henrique, implorando-lhe um olhar que n?o fizesse bagun?a, at¨¦ mesmo instruindo os outros seguidores para que n?o escolhessem mais nada caro. Todos juntos fizeram um brinde a Caterina. Mas Henrique j¨¢ tinha dado a ordem, e seus seguidores n?o ousaram desobedecer, pedindo v¨¢rias bebidas caras. ¡°Caterina ¨¦ a homenageada, hein? J¨¢ que conquistou o segundo lugar, n?o dever¨ªamos tomar um pouco mais?¡± ¨C Henrique esvaziou sua bebida de um s¨® gole, esperando que Aaron fizesse o mesmo. ¡°Aaron¡­¡± ¨C Caterina Dias imediatamente se arrependeu de ter vindo, pois esse Henrique nunca foi de dar vantagem a ningu¨¦m. Aaron pegou um copo de bebida e, um gesto cavalheiresco, bebeu tudo de uma vez. Em compara??o, ele era muito mais equilibrado e educado do que Henrique, e as outras meninas olhavam para ele carinho e admira??o indisfar?¨¢veis. Henrique continuou bebendo, e Aaron, n?o querendo ficar para tr¨¢s, panhou mais alguns goles. Foi um dia ruim porque Isabe estava de mau humor, e esses poucos drinques apenas aliviaram a tens?o. Quando Henrique pegou a garrafa para beber diretamente d, Caterina Dias rapidamente segurou o bra?o de Aaron: ¡°Aaron, j¨¢ chega. J¨¢ recebi suas felicita??es, n?o pode beber mais,o vai voltar para casa?¡± ¡°Ora, homem que ¨¦ homem tem que beber, n¨¦?¡± ¨C Henrique olhou desafiadoramente para 1/2 11:09 o rapaz ¨¤ sua frente: ¡°Para animar ainda mais a festa, eu chamei algumas pessoas¡­¡¯ Ele bateu palmas e de repente, sete ou oito mulheres entraram, todas produzidas, obviamente profissionais da noite. ¡°Sr. Henrique~ O senhor finalmente nos chamou! Nossas pernas est?o dormentes de tanto esperar, voc¨º vai ter que nospensar!¡± ¨C V¨¢rias mulheres cercaram Henrique e o mimaram. Henrique levantou a m?o para que s se dispersassem: ¡°Tenho uma amiga que est¨¢ noiva e pedi a todos voc¨ºs que viessem aqui hoje para testar o noivo d. ¡°Ah, deve ser esse jovem bonit?o aqui, n¨¦? Diga, garot?o, qual tipo voc¨º prefere? As ardentes ou as carinhosas?¡± As mulheres logo o cercaram. ¡°Henrique, n?o exagere!¡± ¨C Helena interveio imediatamente. 1 Caterina Dias segurou firmemente o bra?o de Aaron: ¡°Mantenham-se longe do meu noivo.¡± ¡°Vou ao banheiro.¡± ¨C Aaron estava aturando esse Henrique h¨¢ muito tempo, mas os anos de educa??o o impediram de perder o equil¨ªbrio. Henrique o viu sair e zombou: ¡°J¨¢ n?o aguenta mais?¡± Os seguidores dele riram alto ele. Caterina Diasn?ou um olhar furioso para Henrique e estava prestes a se afastar quando, de repente, Henrique a segurou pelo bra?o. Aaron foi ao banheiro evou o rosto, sentindo que os amigos de Caterina eram pessoas de baixo n¨ªvel. Em vez de perder tempo ali, seria melhor voltar para casa. Enquanto pensava, ouviu algumas garotas conversando evando as m?os dodo de fora. ¡°N?o consigo imaginaro o filho do homem mais rico da Cidade Outono poderia gostar de um patinho feioo Caterina Dias?¡± 2/2 11.09 Cap铆tulo 173 Cap¨ªtulo 173 ¡°Eu tamb¨¦m n?o consigo entender! Qual das nossas meninas n?o ¨¦ melhor do que ?¡± ¡°Desde pequena foi criada por uma faxineira, tem uma aura de pobreza!¡± ¡°Mesmo vestida roupas finas e joias caras, n?o consegue esconder sua simplicidade.¡± ¡°¨¦ rid¨ªculo v¨º tantas joias, ramente n?obinam, mas insiste em us¨¢s todas juntas s¨® para se exibir para a gente.¡± ¡°¨¦ t?o superficial!¡± Aaron estava prestes a sair para advertis a n?o fr asneiras, quando ouviu uma das garotas dizer: ¡° tem ¨¦ sorte. Com um pai rico assim, quem dera sero a gente? Mesmo sendo boas meninas, ningu¨¦m d¨¢ b!¡± ¡°Acho que Aaron ¨¦ bem cavalheiro o Henrique. Ser¨¢ que ele n?o sabe que a Caterina Dias j¨¢ saiu com o Henrique?¡± ¡°N?o s¨® sa¨ªram, mas se beijaram!¡± ¡°Henrique n?o ¨¦ de se jogar fora, vai ter confus?o daqui a pouco. Aaron parecia estar preso ao ch?o, incapaz de dar um passo at¨¦ que s se afastaram, e ele continuou im¨®vel. Caterina tinha ficado aquele valent?o? E beijado? n?o tinha dito que ele era seu primeiro amor? Lembrou-se de quando a beijou recentemente, parecia inexperiente, dizendo que era sua primeira vez¡­ Ser¨¢ que tudo n?o passou de uma mentira? Enquanto isso, no outro camarote. Xavier juntava as m?os em s¨²plica: ¡°Por favor, senhoras, me deem um desconto, isso j¨¢ est¨¢ custando uma fortuna¡­ Se continuar assim, vou acabar no hospital.¡± ¡°Qual ¨¦, s¨® te pedimos para abrir duas garrafas de bebida¡± ¨C disse Francisca Carvalho, tirando ocre e abrindo mais uma garrafa. Xavier parecia angustiado: ¡°Senhora, essa ¨¦ uma edi??o limitada de u¨ªsque, dez milh?es de dres E voc¨º, Isabe, n?o vai fazer nada?¡± ¡°Ora, nossa amizade n?o vale dez milh?es?¡± ¨C Francisca perguntou, arqueando a sobrancelha. ¡°Com certeza,¡± ¨C Isabe concordou, acenando a cabe?a. 11:09 Cap¨ªtulo 173 ¡°Vale¡­ vale muito¡­¡± ¨C Xavier queria chorar: ¡°N?o se trata do dinheiro, mas do fato de que tenho medo que n?o consigam acordar amanh?!¡± ¡°Viva o momento. Certo, Isabe?¡± ¨C Francisca provou um gole, ¡°Nada mal, um bom u¨ªsque! Uma edi??o limitada, nada menos que isso, s¨® ¨¦ uma pena que seja muito concentrado para a Isabe beber.¡± Isabe sorriu levemente: ¡°Vamos embora.¡± Se n?o fossem logo, Xavier realmente teria um ataque card¨ªaco. ¡°V?o voc¨ºs. Vou ao banheiro e, Xavier, traga meu carro. ¡°As suas ordens, senhora.¡¯ N?velDrama.Org: owner of this content. O cheiro de ¨¢lcool estava forte no camarote. Isabe saiu e viu Xavier lhe entregar um cart?o. estava um pouco confusa. ¡°Era a conta pendente.¡± Isabe se lembrou de que Xavier j¨¢ havia ido at¨¦ algumas vezes paraprar muitos rem¨¦dios porque algu¨¦m da fam¨ªlia estava doente. sorriu de leve: ¡°N?o precisa, ¨¦ por minha conta, considereo pagamento ps bebidas.¡± Afinal, aqueles rem¨¦dios poderia fazer facilmente, mas o u¨ªsque de Xavier era uma edi??o limitada. ¡°Como pode ser isso,o um carao eu pode se aproveitar de voc¨º? Al¨¦m disso, apesar de estar doendo abrir essas garrafas hoje, se ¨¦ para voc¨ºs, estou feliz!¡± Xavier for?ou o cart?o em sua m?o: ¡°Aceite.¡± E aproveitou para bagun?ar o cabelo d. 2/2 Cap铆tulo 174 Cap¨ªtulo 174 A cena foi presenciada por Aaron, que estava por perto, e ele estava fervendo de raiva, incapaz de se conter por mais tempo. ¡°Isabe!!¡± Isabe e Xavier levantaram o olhar ao mesmo tempo e viram Aaron se aproximando furioso, um olhar que gritava ci¨²mes,o se ele fosse o verdadeiro namorad ¡°Esse ¨¦ o seu patrocinador?¡± ¨C Aaronn?ou um olhar a Xavier e teve que admitir que cara realmente parecia charmoso, cool e rico. N?o era de se estranhar que Isabe gostasse dele. Mas quanto mais ele pensava nisso, mais ele se frustrava: ¡°Na frente de todo mundo, voc¨º n?o tem vergonha, n?o?¡± ¡°O que voc¨º disse?¡± ¨C Xavier agarrou a g de Aaron de repente: ¡°Repete isso! O que voc¨º acabou de dizer sobre ?¡± ¡° serviu n?o sei quantas pessoas antes de voc¨º!¡± ¡°Vai se ferrar!¡± ¨C Xavier desferiu um soco direto. Justo quando um gar?om estava passando algumas garrafas de cacha?a de qualidade para entregar aos clientes, Aaron esbarrou nele e todas as garrafas se estilha?aram no ch?o. O barulho estrondoso chamou a aten??o de muitos. Algu¨¦m abriu a porta da s VIP: ¡°Caterina, seu noivo apanhou! Vem ver!¡± N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°O qu¨º??¡± Caterina Dias correu para fora e viu um cavalheiro de apar¨ºncia c¨ªnica, levantando Aaron do ch?o e lhe dando uma surra, enquanto advertia a cada pvra. ¡°Isabe est¨¢ sob minha prote??o, se eu ouvir voc¨º fr mal d de novo, eu garanto que voc¨º n?o ver¨¢ o sol de amanh?!¡± Aaron levou mais um soco e foi jogado entre os cacos de vidro. V¨¢rios colegas viram e ficaram boquiabertos. O que estava acontecendo? Aaron n?o era o filho do homem mais rico de Cidade Outono? Como ele podia estar apanhando assim? ¡°Aaron, voc¨º est¨¢ bem?¡± ¨C Caterina Dias correu para ajud¨¢-lo. Ao ver os bra?os de Aaron cheios de cacos de vidro, Caterina levantou os olhos furiosos. ¡°Senhor, o que meu Aaron fez para voc¨º? Desde quando voc¨º pode sair por a¨ª batendo nas pessoas? Ainda existe alguma lei?¡± 1/2 11-10 Capitulo 174 ¡°Aqui eu sou a lei!¡± ¨C Xavier olhou para eles de cima: ¡°N?o est¨¢ satisfeito? Me processe!¡± Como o clube era rec¨¦m-inaugurado, ningu¨¦m sabia que ele era o dono, mas a maneirao ele fva dava a entender que havia um poder forte por tr¨¢s dele, especialmente por sua aura arrogante e suas roupas caras¡­ ¡°O que est¨¢ acontecendo aqui?¡± ¨C Francisca voltou do banheiro e ficou um pouco surpresa ao ver essa cena. Caterina Dias voltou sua aten??o para a garota atr¨¢s de Xavier, e cerrou os de voc¨º n?o vai dizer nada? Aaron est¨¢ tentando te proteger, te tirar do caminho voc¨º, ao inv¨¦s de agradecer, assiste ele apanhar sem sentir um pingo de remo Isabe nem se deu ao trabalho de responder, e disse ¨¤ pessoa ao seudo: ¡°Van ¡°Espera a¨ª!¡± ¡°Irm?, Caterina Dias n?o queria perder a vergonha na frente de todos os seus colegas de sse, ent?o ajudou Aaron a se levantar e desafiou en voz alta: ¡°Voc¨º tem coragem de dizer para todos quantos velhos voc¨º j¨¢ serviu?¡± Os colegas atr¨¢s de?aram a murmurar surpresos. A garota t?o bonita estava sendo sustentada por homens mais velhos? E pelo jeito, por muitos deles? Que desperd¨ªcio! ¡°Com qual olho voc¨º me viu sendo sustentada por algu¨¦m?¡± ¨C Isabe ergueu as sobrancelhas, sua presen?a desinteressadao a de uma rainha. ¡°E a¨ª, voc¨º tem coragem para as suas a??es mas n?o para admitis? Quantos carros de luxo voc¨º j¨¢ pegou? E panhando homens mais velhos para hot¨¦is, voc¨º vai negar que isso aconteceu?!¡± Isabe: ¡°???¡± panhar um idoso a um hotel? 2/2 11.10 Cap铆tulo 175 Cap¨ªtulo 175 ¡°Que foi? Ficou sem pvras?¡± ¨C Caterina Dias ainda pensou que Isabe tinha sido atingida onde do¨ªa e n?o tinha o que dizer, e riu desprezo: ¡°¨¦ raro ter um patrocinador que n?o se importe a sua sujeira¡­¡± ¡°Sua falsiane¡­¡± ¨C Francisca, num ¨ªmpulso, arrega?ou as mangas: ¡°N?o d¨¢ mais, minha paci¨ºncia estourou e hoje ningu¨¦m me segura!¡± avan?ou e agarrando o coque de Caterina Dias, Aaron tentou proteg¨º, mas foi chutado por Francisca e caiu novamente entre os cacos de vidro. ¡°N?o sabe contrr sua namorada e ainda quer que eu fa?a isso por voc¨º?¡± Com uma m?o segurando o coque de Caterina Dias e outra estapeando seu rosto for?a, Francisca berrou: ¡°Quem voc¨º t¨¢ chamando de suja? F de novo, quero ouvir!¡± ¡°Quem voc¨º pensa que ¨¦?¡± ¨C Aaron, ca¨ªdo entre os cacos de vidro, mal conseguia se levantar e disse com raiva: ¡°N?o exagere! Eu vou chamar a pol¨ªcia!¡± ¡°Ah, chama l¨¢! Se voc¨º conseguir me vencer, eu me ajoelho e pe?o desculpas!¡± ¨C Francisca continuou a desferir tapas: ¡°Diz que eu sou exagerada? Eu sou mesmo! Exagerei em te dar tempo demais para importunar minha Isabe! Quem voc¨º pensa que ¨¦ para desafiar Isabe? Hoje eu vou te ensinar uma li??o e voc¨º vai aprender a ficar longe d!¡± Caterina Dias foi inexplicavelmente espancada por Francisca e jogada entre os cacos de vidro¡­ Os outros estudantes ficaram chocados, ningu¨¦m ousou intervir¡­ Ningu¨¦m esperava que essa garota fosse t?o assustadora. ¡°Estou avisando! Quem mexer Isabe vai ter problemas a Fam¨ªlia Carvalho! Vou bater em voc¨ºs toda vez que os vir!¡± O olhar de Francisca caiu sobre todos eles uma aura fria e valente: ¡°N?o concorda? Procura a Fam¨ªlia Carvalho e acertaigo!¡± Content is property ? N?velDrama.Org. Os colegas ao redor ficaram at?nitos, revelou sua identidade sem medo de nada! Quem conhecia a Fam¨ªlia Carvalho recuou¡­ Eles eram um grupo financeiro de elite! Diziam que tinham uma princesa, tratada o maior cuidado e amor¡­ Ser¨¢ que era essa garota na frente deles? ¡°Meu nome ¨¦ Francisca, n?o esque?am!¡± ¨C n?ou o desafio e ent?o, voltando-se para 11:10 Cap¨ªtulo 175 Isabe um sorriso, disse: ¡°Por sua causa, eu peguei leve.¡± Isabe percebeu que realmente se conteve, se fosse outra ¨¦poca, teria terminado de maneira bem pior. Afinal, a Fam¨ªlia Carvalho tinha poder e n?o tinha medo de nada. Era a inaugura??o do novo clube, e Francisca n?o queria sujar o lugar sangue, ainda mais o de um lixo¡­ ¡°Vamos embora.¡± ¨C Isabe disse calmamente, e os tr¨ºs passaram por eles. ¡°Caterina, Aaron, voc¨ºs est?o bem?¡± ¨C Helena e os outros alunos finalmente se aproximaram hesitantes para ajudar. ¡°Desculpe-me, mas a Fam¨ªlia Carvalho ¨¦ muito poderosa e n?o ousamos nos meter ¡­¡± ¨C Helena come?ou a descontar a frustra??o no gar?om: ¡°Um escandalo desses acontece e voc¨ºs n?o fazem nada?¡± ¡°Senhorita, n¨®s s¨® estamos trabalhando, n?o ¨¦ f¨¢cil¡­¡± O gar?om se defendeu um ar de v¨ªtima: ¡°Aqu ¨¦ a senhorita da Fam¨ªlia Carvalho¡­¡± Quem teria coragem de se meter? ¡°1 Caterina Dias sabia que, mesmo os mais ricos de Cidade Inverno e Cidade Outono juntos, n?o ousariam ofender a Fam¨ªlia Carvalho e, em um confronto direto, os perdedores seriam eles! Dizia-se que a Fam¨ªlia Carvalho era famosa por mimar suas filhas¡­ s¨® conseguiu cerrar os dentes e se levantar: ¡°Est¨¢ tudo bem ¡°Vejo que sua irm? n?o tem amor pr¨®prio. Voc¨º e Aaron s¨® queriam o melhor para , tentando evitar que se perdesse¡­¡± ¨C Helena tentou suavizar a situa??o jeitinho. ¡°Por hoje chega de festa.¡± ¨C Caterina Dias j¨¢ estava o rosto inchado. apoiou Aaron em dire??o ao caixa. Aaron tamb¨¦m se sentiu extremamente humilhado e s¨® queria receber a conta e ir embora. 212 11:10 Cap铆tulo 176 Cap¨ªtulo 176 ¡°ro, senhor¡± ¨C disse o caixa, imprimindo a conta e fndo muito respeito: ¡°Esta noite o senhor gastou um total de seis milh?es setecentos e vinte mil. Seu cart?o tem um cr¨¦dito de quinhentos mil, ent?o o senhor precisa pagar um adicional de um milh?o setecentos e vinte mil.¡± ¡°O que voc¨º disse?¡± ¨C Caterina Dias, o rosto inchadoo um porco, arreb conta para ver. S¨® em cacha?a de primeira j¨¢ tinham sido pedidas mais de seten garrafas! ¡°Aquele Henrique, e os capangas dele, trataram a cacha?ao se fosse fogos de artif¨ªcio¡­¡± Helena sussurrou no ouvido de Caterina Dias. ¡°Quando foi isso?¡± ¡°Bem agora, quando voc¨º e o Aaron n?o estavam¡­¡± Eles n?o conseguiram beber tudo, ee?aram a espirrar p s. N?o adiantava fr, eles n?o ouviam! Nesse momento, um membro da equipe sussurrou algo para a recepcionista, que foi informada da situa??o e recalculou o valor na calcdora. ¡°Sinto muito, senhor, seu amigo sujou nosso sof¨¢ do camarote e deixou manchas na parede, e o senhor quebrou acidentalmente v¨¢rias garrafas de nosso vinho na passagem do segundo andar. Al¨¦m do um milh?o e setecentos mil mencionados anteriormente, o senhor precisa pagar mais tr¨ºs milh?es, totalizando quatro milh?es e setecentos mil.¡± ¡°O qu¨º?¡± ¨C N?o foi apenas Caterina Dias que ficou completamente at?nita. At¨¦ a express?o de Aaron ficou p¨¢lida. Eles tinham recarregado cinco milh?es e j¨¢ tinha acabado, e agora ainda vinha uma conta extra de quatro milh?es e setecentos mil? Essa festa estava se tornando um verdadeiro assalto! ¡°Onde est¨¢ o Henrique?¡± ¨C Caterina Dias perguntou irritado para as pessoas ao redor. ¡°Ele j¨¢ foi embora¡­¡± Que pena que ele n?o viu o espet¨¢culo de Caterina Dias e Aaron apanhando, pois j¨¢ tinha sa¨ªdo mais cedo. Caterina Dias estava furiosa, praticamente rangendo os dentes, e instintivamente tentou segurar o bra?o de Aaron: ¡°Aaron¡­¡± Mas Aaron prontamente retirou o bra?o, pagou a conta e saiu irritado! 11:10 Capitulo 176 ¡°Aaron, espera a¨ª, Aaron¡­¡± Os colegas ao redor podiam ver que aquele yboy estava realmente irritado. Aparentemente ele n?o via o dinheiroo algo insignificante¡­ Quando Aaron foi pegar o carro, percebeu que seu Porsche Cayenne tinha sido arranhado v¨¢rias vezes! N?o precisava nem dizer, certeza tinha sido aqu tal de Francisca! Caterina Dias tamb¨¦m ficou furioso ao ver aquilo: ¡°Essa Francisca ¨¦ demais! Co ousa fazer isso um carro t?o caro?!¡± Riscou e ainda desenhou duas tartarugas em cima! P primeira vez, Aaron n?o abriu a porta para Caterina Dias, mas entrou no carro aind irritado, deixando Caterina Dias abrir a porta por conta pr¨®pria¡­ ¡°Aaron, me desculpe, eu n?o sabia que o Henrique era t?o desagrad¨¢vel¡­¡± Content is property ? N?velDrama.Org. ¡°Qual ¨¦ a sua r??o ele?¡± ¨C Aaron perguntou de repente. Caterina Dias congelou e se apressou em dizer: ¡°¨¦ ro que ele ¨¦ s¨® um colega de sse. Nossa conviv¨ºncia ¨¦ apenas razo¨¢vel, quase n?o nos fmos, ent?o eu n?o sabia sobre o car¨¢ter dele¡­ Se eu soubesse que ele era esse tipo de pessoa, hoje certeza teria dito para a Helena n?o convid¨¢- lo¡­ Hum. 11 Aaron riu friamente por dentro. Se realmente n?o se conhecessem bem, por que Henrique teria ido t?o longe para provoc¨¢-lo? E ainda por cima pedir tantas coisas para fazer ele gastar mais? ¡°V¨¢ para casa e passe um rem¨¦dio.¡± ¨C Aaron de repente falou. Caterina Dias pensou que Aaron acreditava n e estava preocupado, e se apressou em dizer: ¡°Voc¨º tamb¨¦m! Quando voc¨º voltar, certifique-se de esteriliz¨¢ primeiro e passar o rem¨¦dio, n?o deixe as feridas infionarem, ouviu?¡± 11:10 Cap铆tulo 177 Cap¨ªtulo 177 ¡°Ah.¡± ¨C Aaron respondeu superficialmente, panhando a pessoa at¨¦ a porta, sem nem descer do carro, indicando que era hora de ir embora. ¡°Aaron¡­¡± ¨C Caterina Dias olhou para o rosto indiferente dele e instintivamente tentou segurar sua m?o. ¡°Desculpa por fazer voc¨º gastar tanto hoje ¨¤ noite: Depois eu te devolvo o dinheiro que ficou faltando¡­¡± na verdade n?o tinha tanto dinheiro assim. Era s¨® conversa fiada. ¡°N?o precisa.¡± ¨C Aaronn?ou um olhar para . O rosto de Caterina estava inchado ps m?os de Francisca, suas joias estavar nas orelhas e no pesco?o, seus cabelos desarrumados e a sua roupa manchada. De repente, ele se lembrou do que os colegas de sse haviam dito sobre o fato de usar tantas joias que ramente n?obinavam, mas ainda assim insistia em us¨¢s todas juntas. Tamb¨¦m disseram que, mesmo coisas caras, ainda exva um ar de pobreza que n?o podia ser escondido. Parecia que tinham raz?o. ¡°Aaron¡­¡± ¨C Caterina Dias percebeu que o olhar dele estava distante e at¨¦ mesmo cheio de desd¨¦m. Ser¨¢ que era por causa da apar¨ºncia d que ele estava enojado? Com esse pensamento, apressadamente tentou arrumar o cabelo e as joias. Mas quanto mais tentava, mais desarrumada ficava¡­ ¡°Estou machucado, ent?o n?o vou te panhar na descida do carro.¡± ¨C A inten??o de Aaron era ra: era hora de ir embora. ¡°Ent?o descanse bem quando chegar em casa¡­¡± ¨C Caterina Dias sabia que n?o adiantava ficar ali, ent?o desceu do carro e ainda acenou gentilmente: ¡°Aaron, dirija cuidado, quando chegar em casa me avise¡­¡± nem havia terminado de fr quando j¨¢ estava engolindo a fuma?a do carro de Aaron. Wilson Dias estava na s, saboreando um vinho, quando viu Caterina entrar em casa toda desarrumada e n?o p?de deixar de perguntar: ¡°Caterina, que visual ¨¦ esse? N?o foi numa festa seus amigos da faculdade?¡± ¡°Provavelmente se divertiu demais, aposto que todo mundo est¨¢ a roupa assi,¡± ¨C Ynda Silva n?o se impressionou e, depois de tomar um gole de sua bebida, de repente se deu conta de algo: ¡°H?? Por que o Aaron n?o te panhou at¨¦ aqui? Ele ainda est¨¢ l¨¢ fora? Por que voc¨º n?o o deixa entrar e se sentar um pouco? Seu pai acabou de abrir 11:10 Capitulo 177 uma garrafa de vinho Hennessy que a Sra. Braga nos deu¡­¡± Quando Caterina se aproximou, Wilson Dias notou que n?o era s¨® a roupa d que estava suja, tamb¨¦m estava machucada e o rosto inchado! ¡°Caterina, o que aconteceu? E esses machucados no seu rosto¡­¡± Ynda tamb¨¦m percebeu e perguntou surpresa: ¡°E suas m?os¡­¡± ¡°Srta. Caterina, vou pegar o kit de primeiros socorros.¡± ¡± ¡°Srta. Caterina, espere um minuto, vou pegar uma bolsa de gelo para voc¨º¡­¡± As duas empregadas perceberam que algo s¨¦rio havia acontecido e sa¨ªram correndo para pegar o que era necess¨¢rio. Sentada no sof¨¢ e chorando, Caterina disse: ¡°Pai, m?e, hoje ¨¤ noite encontramos irm?! estava atendendo um yboyzinho em uma ¨¢rea VIP. Aaron, na tentativa de proteg¨º, acabou discutindo com , e ent?o¡­¡± Antes que terminasse de fr, l¨¢grimas escorreram por seu rosto: ¡°Eu n?o esperava que aquele garoto rico batesse diretamente em Aaron as m?os e dissesse que a irm? estava sob a prote??o dele e que quem ousasse fr mal d n?o veria o sol do dia seguinte.¡± ¡°Que tipo de pessoa tem um tom t?o arrogante?¡± ¨C Ynda se levantou raiva: ¡°Quem ¨¦ ele? Como ele se atreve a bater no Aaron? Voc¨º disse a ele que Aaron ¨¦ o filho do homem mais rico da Cidade Outono?¡± ¡°E quanto a voc¨º? Como se machucou?¡± prosseguiu Wilson Dias. ¡°Minha irm? tinha uma amiga.. ¡°I Caterina pegou a bolsa de gelo que a empregada lhe ofereceu e quando mal tocou no rosto, sentiu uma dor insuport¨¢vel. As l¨¢grimas ca¨ªram mais ainda. ¡°S¨® estava tentando fazer minha irm? ver o erro e voltar para o bom caminho¡­ e ent?o a amiga d me bateu.¡± ¡°Isso ¨¦ um absurdo! At¨¦ a filha do homem mais rico da Cidade de Inverno se atreve a Content ? N?velDrama.Org 2024. bater? Que tipo de coragem deram a ?¡± ¨C Ynda estava furiosa: ¡°Qual ¨¦ o nome d? Vou mandar algu¨¦m resolver isso agora mesmo!¡± 11:10 Cap铆tulo 178 Cap¨ªtulo 178 ¡°Mam?e, essa pessoa tem uma posi??o muito elevada, a gente n?o pode se meter ¡­¡± ¡°Como assim n?o pode se meter?¡± ¨C Ynda simplesmente n?o acreditava nessa hist¨®ria: ¡°Voc¨º foi espancada desse jeito! Mesmo que a gente perca tudo, mesmo que seja o fim, eu vou fazer essa pessoa se ajoelhar e pedir desculpas para voc¨º!¡± ¡°Como ousam mexer a minha preciosa filha? N?o quero apenas que pe?a desculpas, quero que toda a fam¨ªlia d venha at¨¦ aqui e se curve menina para se desculpar!¡± ¡°E ainda v?o ter que pagar as despesas m¨¦dicas!¡± ¡°Exatamente. Isso mesmo! E mais a indeniza??o por danos morais! Honor¨¢rios! E mais que tiver direito!¡± ioelhe e ¡°Pai, m?e¡­¡± ¨C Caterina Dias queria fr, mordendo o l¨¢bio de formament¨¢vel. Ynda n?o podia esperar mais, apressou-a dizendo, ¡°F logo, qual ¨¦ o nome d, minha filha. N?o esconda. Voc¨º sofreu muito. Mam?e e papai devem assumir a responsabilidade por voc¨º¡±. ¡°Sim, ¨¦ isso mesmo!¡± Caterina Dias estava preocupada que eles n?o tivessem coragem de enfrentar a situa??o, mas vendo que tinha conseguido a rea??o desejada, finalmente falou hesita??o: ¡° se chama Francisca, da Fam¨ªlia Carvalho, a pequena princesa¡­¡± Francisca? a preciosa herdeira que a Fam¨ªlia Carvalho segurava tanto cuidado em suas m?os para cima e para baixo? ¡° disse que quem mexe a irm? est¨¢ mexendo a Fam¨ªlia Carvalho, e disse que se algu¨¦m n?o estiver satisfeito, que v¨¢ procur¨¢ no Grupo Carvalho¡­¡± Wilson, Dias e Ynda ficaram at?nitos, suas express?es desmoronaramo se tivessem sido atingidos em cheio. Quem n?o sabia que a favorita do Diretor Carvalho do Grupo Carvalho era extremamente protetor de sua filha amada? Ir l¨¢ para se queixar? Provavelmente seriam jogados para fora depois de uma surra¡­ O poder da Fam¨ªlia Carvalho n?o deveria ser subestimado na Cidade Ventoso Mesmo que eles dessem tudo de si, no m¨¢ximo conseguiriam tocar num fio de cabelo deles¡­ Essa negocia??o n?o valia a pena! ¡°Caterina, minha filha, eu sei que voc¨º foi prejudicada. Tudo ¨¦ culpa daqu maldita 1/2 11:10 Capitol 178 Isabe! Espere, a mam?e vai acertar as contas agora mesmo!¡± Ynda sabia que sua capacidade atual, n?o poderia fazer nada contra a Fam¨ªlia Carvalho, ent?o s¨® podia descontar sua raiva em Isabe¡­ Quem mandou Isabe ser indefesa, pobre e ter feito algo t?o vergonhoso¡­ ¡°A culpa ¨¦ mesmo da Isab, se desviou, a Caterina fez a gentileza de pux¨¢ de nedir volta, mas n?o deu ouvidos, e ainda incentivou a amiga a bater n!¡± ¨C Wilson Dias apontou para o celr e disse: ¡°Est¨¢ na hora de ligar e repreend¨º! tem desculpas para Caterina, e tem que ser agora, j¨¢!¡± Ao ver que eles s¨® escolhiam alvos f¨¢ceis, n?o ousando dar tudo de si para N?velDrama.Org: owner of this content. Fam¨ªlia Carvalho, Caterina Dias ficou um pouco decepcionada e, ao mesmo te poder fazer nada a respeito. Afinal, a fam¨ªlia Dias nem sequer tinha o direito de amarrar os sapatos da Fam¨ªlia Carvalho¡­ Isabe tinha acabado de chegar ¨¤ sua porta quando seu telefone vibrou, olhou para ele e era Ynda ligando. n?o precisou pensar sobre o motivo. desligou imediatamente, bloqueou o n¨²mero, sem perder tempo pvras in¨²teis, e avan?ou para o sal?o principal. A av¨® Dias tinha sido boa para , e Wilson Dias era seu ¨²nico filho. A n?o ser que fosse absolutamente necess¨¢rio, n?o seria cruel at¨¦ o fim. Lembrando-se da av¨® Dias¡­ foi para o quarto e ligou para M¨¢rio Lopes para perguntar sobre a situa??o recente da idosa. ¡°Isabe, voc¨º sumiu hein? Quantos dias que voc¨º n?o aparece? A v¨® Dias, recentemente acordou mais e mais vezes, e por mais tempo. Conforme voc¨º pediu, ainda n?o contei para fam¨ªlia Dias sobre isso. A pr¨®pria v¨® Dias falou que n?o quer ver eles.. 11 212 Cap铆tulo 179 Cap¨ªtulo 179 ¡° ¨¦ emocionalmente est¨¢vel?¡± ¨C Isabe perguntou Isabe, em voz baixa. ¡° pediu o telefone emprestado ¨¤ enfermeira algumas vezes para ligar para voc¨º, mas a enfermeira disse que voc¨º a visita muito no hospital e que, se acordasse por mais tempo, voc¨ºs poderiam se encontrar.¡± Dona Dias teve seu celr tomado p Ynda, que temia que a senhora acordasse de repente e, confusa, transferisse toda a heran?a para Isabe, ent?o foi proibida de ter um celr consigo. ¡°Amanh? eu vou visit¨¢¡± ¨C disse Isabe, uma voz tranqu. ¡°Certo, estou lidando um casoplicado aqui. Amanh? voc¨º vem me ajudar a avaliar?¡± ¡°Combinado.¡± Depois de encerrar a liga??o, Isabe viu uma s¨¦rie de mensagens no WhatsApp enviadas p Ynda. ¡°Cara de pau. Todo o respeito que a fam¨ªlia Dias te deu ao longo dos anos, voc¨º engoliu e depois jogou fora, n?o foi?¡± ¡°Caterina tentou te colocar no caminho certo a melhor das inten??es, e voc¨º n?o s¨® ignorou, como ainda instigou seus amigos a baterem n? Voc¨º viu o estado em que ficou?¡± ¡°Quero que voc¨º venha agora mesmo pedir desculpas para Caterina, de cora??o!¡± Como Isabe n?o respondeu imediatamente, Ynda enviou mais algumas mensagens, todas repletas de insultos. ¡°A fam¨ªlia Dias realmente perdeu tempo voc¨º, uma cachorra pelo menos guarda a casa. E voc¨º? Nem a uma cachorra separa!¡± ¡°Se eu fosse voc¨º, j¨¢ estaria aqui agora, batendo a cabe?a no ch?o cem vezes para pedir o perd?o da Caterina.¡± ¡°Estou mandando voc¨º vir agora, ouviu?¡± Isabe respondeu um ¡°idiota¡± e bloqueou o WhatsApp de Ynda, preparando-se para tomar um banho e dormir. N?velDrama.Org: owner of this content. Naquele momento, a voz de Dona Maria entrou p porta. ¡°Srta. Isabe, a senhorita est¨¢ dormindo? A senhora est¨¢ chamando voc¨º para descer e tomar um pouco de Caldo de Carne.¡± Isabe n?o estava fome, maso era um gesto carinhoso de sua m?e, n?o 1/4 11:10 Capitulo 179 recusou e, guardando os rem¨¦dios da noite, desceu. Mariana N¨¦ves serviu uma tig de Caldo de Carne e a colocou na frente de Nair Pires, dizendo docemente: ¡°Mam?e, aqui est¨¢ o seu Caldo de Carne tamara.¡± Em seguida, serviu outra tig e entregou a Carlos Neves,: ¡°Pai, aqui est¨¢ o seu.¡± ¡°Voc¨º n?o precisa se preocupar essas coisas¡± ¨C disse Carlos Neves, sorrindo, sempre achando que ¨¤ medida que os dias passavam, sua filha ficava mais madura. Nair Pires sorriu de volta: ¡°Mariana, voc¨º n?o precisa se dar ao trabalho passas pequenas coisas.¡± Antes, eles n?o sabiam que era filha de outra fam¨ªlia, mas a fam¨ªlia Nev acolhido e amado verdadeiramente durante dezoito anos! Mesmo que tivesse sido uma encena??o de dezoito anos, os sentimentos surgiria realmente gostavam e cuidavam d. Embora n?o fosse sua filha biol¨®gica, ao v¨º ser t?o respeitosa e diligenteo sempre, at¨¦ mesmo cuidando de detalheso servir o Caldo de Carne e coloc¨¢-lo na frente deles, deixou o cora??o de Nair Pires dumente satisfeito. Ao ver Isabe descendo as escadas, Nair Pires abriu um sorriso: ¡°Isabe, voc¨º chegou? Venha se sentar aodo da mam?e¡±. ¡°Irm?, aqui est¨¢ o seu Caldo de Carne¡± ¨C disse Mariana Neves, enquanto servia uma tig¡¯ para Isabe antes de finalmente se servir. ¡°Mariana ¨¦ t?o atenciosa, t?o boa a irm?!- Nair Pires olhou carinho para Isabe: ¡°Coma enquanto est¨¢ quente¡±. Isabe pegou uma colher e deu uma colherada ¨¤ boca, sentindo imediatamente um aroma familiar. Seria ¨®leo de mamona? Essa erva ¨¦ frequentemente usada embina??o outros medicamentos para tratar a constipa??o. Mas Isabe tamb¨¦m percebeu outra substancia, croton tiglium. Seu sorriso se rgou nas bordas. Eles estavam tentando fazer que tivesse uma dor de barriga? Isabe ergueu o olhar e percebeu que Mariana Neves e Cam estavam a observ¨¢ ¨¤s escondidas. Ao serem gradas, desviaram o olhar em panico¡­ sabe pousou a colher e o sorriso em seus l¨¢bios se aprofundou. Cam se sentiu mal quando ouviu isso: ¡°A Sra. Isabe ¨¦ muito gentil, eu sou apenas uma empregada,o poderiaer algo t?o precioso?¡± ¡°ro que pode.¡± ¨C Isabe colocou o Caldo de Carne na frente d, um sorriso nos l¨¢bios: ¡°N¨®s n?o a tratamoso uma empregada e, al¨¦m disso, ¨¦ apenas uma tig de 2/4 11:10 de Carne, n?o acha? Pai, m?e?¡± certeza, ¨¦ uma gentileza da isabe¡­ ¨¦ s¨®er!¡± ¨C Carlos Neves acrescenttou iriso. a peloisevatreveu aer a tig de Caldo de Carne ¨¤ sua frente, engotiuassativaeeo difuldade: ¡°O senhor e a senhora n?o saber, mas eu estou corn probiernass conditiounamente¡­ Talvez seja melhor a Dona Isabe corner esta tig. BIO saa dentileza.. @Cancamaconter muita prote¨ªna, rica em amino¨¢cidos e minerais apecoda boda cosa gastrointestinal. A Carn tem um est?mago s 128 Comedono con mais frequencia.¡± ise isso Een septosperar que Cam recusasse, acrescentou um s os ingredieradentes Care realmente deveria experimentar¡± Spam Bourque a tavenovesaisualfrente eija quase um dem?nio,o poderia saber o emperado apenasereis cebicheiro! sta gom nojo dodato rete eseu ser pegado a cother e estar suja, ent?o n?o -isabe ice dele ise maanova cother e, ao ver que Cam continuava im¨®vel, olhos frustrada: ¡°Ser¨¢ bere polespor eu ter voltado para casa t?o tarde, minhas ?o tem mais paso? so?¡± disse Carlos Neves,ges. maeneo quena que sua querida niha duvidasse de si pressou-se a dizer: Aisabettab tevora cora dern de dar a voc¨º, ent?ona! ¨¦ tig de Caldo de Camcarne¡± ?o pense assim,o suas paisv vas radio meriam importancia?¡± ¨C disse Nair entusiasmo. a porque voltei para esta farn¨ªlia tarde dieta cismais, as pessoas ouvern mais a 1 Mesmo que eu tenha a inten??o de o cigaretabes pessoaserern algos n?o apreciam isso sa afirma??o, Carlos Neves e Nair Pres persectceberam imediatamente o que ntecendo. Sim esses criados passaram mais respampo Mariana Neves e te tendiam a ouvi mais! Itamente semiria a diferen?a! em mente, Nair Pires decidiu agir: n?o podia deixarxauenquerda isabe se sentir rad?. z voc¨º possa convencer Cam aer. Se realmente ente n?o aver apetite, mer por eta? Carn pode n?o me ouvir, mas deve overca vinama, certo?¡± so, Mariana Neves empalideceu, temendo que seu no koNS BOKEH OBScoberto. ibe tem boas inten??es, eu camerei.¡± ¨C Cam sabia que n?o traballeda escolha. SSO 11 C Capitulo 179 Tremendo ligeiramente, pegou a colher. Isabe exibiu um sorriso ro e radiante: ¡°¨¦ isso a¨ª. Est¨¢ gostoso, Cam?¡± Cam teve dificuldade em dar duas colheradas e for?ou um sorriso: ¡°Delicioso¡±. ¡°Ent?o voc¨º dever¨¢ tomar mais daqui a pouco. ¡°Obrigada p gentileza, Dona Isabe, mas uma tig ¨¦ suficiente para mim, n?o posser mais.¡± ¡°1 ¡°Tem muitos ingredientes, voc¨º geralmente trabalha duro e merece se alimentar bem.¡¯ ¡°Obrigada p preocupa??o, Dona Isabe.¡± ¨C Com sentimentos misturados, Cam finalmente terminou o Caldo de Carne e, encontrando uma desculpa, saiu rapidamente. 4/4 Cap铆tulo 180 Cap¨ªtulo 180 Isabe sabia que abina??o daqus duas substancias, apesar de n?o causar diarreia imediata, em cerca de meia hora, certamente provocaria um desconforto estomacal t?o intenso que faria algu¨¦m questionar a pr¨®pria exist¨ºncia! Esses dois medicamentos s?o t?o potentes que, mesmo se voc¨º tomar Loperamida, n? conseguir¨¢ parar a diarreia. Cam ia sofrer naqu noite. Isabe levantou o olhar para Mariana Neves, que, ao perceber, baixou a cabe?a rapidamente e, em seu panico, derrubou o caldo de carne. ¡°Est¨¢ tudo bem, Mariana?¡± ¨C Nair Pires perguntou, preocupada. Uma empregada se aproximou para ajudar Mariana Neves a limpar o que havia sobrado da refei??o¡­ Mariana Neves, distra¨ªda, respondeu: ¡°Est¨¢ tudo bem¡­ ¡°1 ¡°Isabe, voc¨º ¨¦ muito atenciosa, sempre lembrando da empregada de casa¡± ¨C elogiou Carlos Neves: ¡°Mas voc¨º tamb¨¦m precisa se alimentar bem, n?o se preocupe apenas os outros. N?o esque?a de si mesma.¡± N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°Est¨¢ bem¡± ¨C respondeu Isabe, servindo-se de outra tig eendo lentamente, enquanto Mariana Neves ficava inquieta, procurando uma desculpa para sair correndo. Em outro lugar. Aaron tinha acabado de chegar em casa e viu seus pais esperando por ele no sof¨¢ da s, rostos sombrios. Hugo Duarte estava prestes a se enfurecer, mas quando o viu coberto de hematomas e roupas sujas, n?o p?de deixar de ficar surpreso e perguntar: ¡°Filho, o que aconteceu voc¨º? Quem bateu em voc¨º desse jeito?¡± Seu filho, que sempre gostou de limpeza, est¨¢ o cabelo bagun?ado e uma camisa branca suja com manchas de vinho e sangue¡­ Seus bra?os tamb¨¦m estavam cobertos de cortes¡­ ¡°Est¨¢ tudo bem.¡± ¨C Aaron s¨® queria ir para o seu quarto e tomar um banho para se livrar de toda a bagun?a em que estava metido. ¡°Pare!¡± ¨C Sra. Rebeca o repreendeu, inspecionando seus ferimentos raiva: ¡°Voc¨º saiu a Caterina Dias hoje ¨¤ noite? O que voc¨ºprou para ? Por que gastou tanto dinheiro? Eo se meter nessa confus?o?¡± A quantia que Aaron havia, adicionado ¨¤ sua conta eram suas economias, mas o clube exigia um pagamento adicional de quatro milh?es e setecentos mil, o que o for?ou a 1/2 11¡¤10 usar os fundos de emerg¨ºncia que seus pais lhe haviam dado. Ele havia acabado de passar o cart?o, e n?o demorou muito para que seus pais recebessem uma notifica??o por mensagem. *Gastar tanto antes mesmo de se casar e se colocar em tal situa??o? Olhe para voc¨º agora, onde est¨¢ o menor indicio de um senhor superior? Quem n?o conhece, pensaria que voc¨º ¨¦ um gangster, um vagabundo das ruas!¡± Rebeca disse ¨®dio: ¡°Se voc¨º estivesse olhando para a Isabe, eu ainda poderia entender, pois tem um certo ar de distin??o e orgulho, mas Caterina Dias? O que voc¨º v? n? A falsidade ou a mesquinhez?¡± ¡°M?e, estou cansado.¡± ¨C Aaron disse, j¨¢ sem vontade de argumentar, ee?ou a subir as escadas. Rebeca estava furiosa: ¡°Olha s¨® para ele¡­¡± ¡°Tudo bem, tudo bem, o menino est¨¢ ferido. Algu¨¦m, por favor, traga rem¨¦dio para o senhor¡± ¨C disse Hugo Duarte ap¨®s um momento de sil¨ºncio, observando Rebeca pegar o telefone: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± ¡°Vou descobrir o que aconteceu esta noite!¡± Rebeca ligou para Ynda e, ao saber dos eventos da noite, repreendeu-a severamente: ¡°Eu sabia que suas filhas n?o valiam nada! Eu posso entender as a??es de Aarono intromiss?o nas suas pr¨®priasplica??es, mas o que ¨¦ essa hist¨®ria dos quatro milh?es de hoje ¨¤ noite?¡± ¡°Que mais de quatro milh?es, eu n?o sei do que voc¨º est¨¢ fndo!¡± ¨C Ynda ficou confusa as acusa??es: ¡°Aaron s¨® panhou Caterina numa festa de colegas¡­¡± ¡°Uma reuni?o de sse custou mais de quatro milh?es de ? ainda nem se casou e est¨¢ usando meu filhoo um caixa eletr?nico? E ainda por cima, uma quantia t?o grande de uma vez s¨®? Se algu¨¦m n?o soubesse, poderia pensar que voc¨º n?o ensinou nada ¨¤s suas filhas!¡± ¡°Rebeca Branca, fale respeito. Voc¨º est¨¢ insinuando que minha filha n?o tem educa??o?¡± ¡°Ent?o voc¨º ainda entende a linguagem humana! Vou lhe dizer hoje que n¨®s, da fam¨ªlia Duarte, n?o aceitamos que Caterina Dias ponha os p¨¦s nesta porta! Esses mais de quatro milh?es de hoje ¨¤ noite, eu consideroo taxa de separa??o e nunca mais entre em contato o nosso Aaron!¡± C 11:10 Cap铆tulo 181 Cap¨ªtulo 181 ¡°Voc¨º¡­¡± ¨C Antes que Ynda pudesse terminar a frase, Rebeca desligou o telefone em um tom irritado. Hugo Duarte, aodo, estava um pouco ansioso: ¡°Quem Aaron gosta ¨¦ problema dele, sem mencionar que as duas fam¨ªlias ainda t¨ºm um contrato de casamento¡­ Se voc¨º fizer isso,o posso explicar aos meus antepassados? Como posso explicar para a av¨® Dias?¡± ¡°Se os antepassados soubessem que Caterina Dias gastou mais de quatro milh?es do dinheiro de nossa fam¨ªlia em uma ¨²nica noite, eles provavelmente priam de seus caix?es e se iria se opor a esse casamento! A pr¨®pria av¨® Dias est¨¢ em apuros, ent?o n?o se importaria muito isso! Al¨¦m disso, parae?ar, n?o gosta da Caterina Diasoa!¡± ¡°Voc¨º¡­ mas voc¨º n?o pode simplesmente desfazer o noivado assim¡­¡± ¡°Quantos anos tem a Caterina Dias? ¨C Gastando mais de quatro milh?es em uma noite, a esse ritmo, vai acabar toda a riqueza da fam¨ªlia Duarte!¡± ¡°Estou t?o irritada!¡± ¨C Ynda se sentou no sof¨¢ a barriga cheia de raiva. chamou Caterina Dias para conversar, querendo entender o que havia acontecido. Ent?o, descobriu que os gastos da noite n?o foram apenas de quatro milh?es, mas tamb¨¦m havia aquele adiantamento de cinco milh?es que Aaron tinha feito¡­ ficoupletamente at?nita. Ent?o, essa reuni?o de hoje ¨¤ noite custou a Aaron quase dez milh?es de uma s¨® vez? N?o ¨¦ de se admirar que houvesse queixas! Na manh? seguinte, bem cedo. Isabe estava se preparando para ir trabalhar quando viu Cam voltando para casa, fraca e carregando uma sac o logo de uma farm¨¢cia. Provavelmente haviaprado rem¨¦dios para diarreia online para serem entregues em casa, pois estava p¨¢lida. Sem d¨²vida havia sofrido na noite anterior. Ao ver Isabe, Cam instintivamente escondeu a sac atr¨¢s de si e se afastou um pouco, for?ando um sorriso e dizendo: ¡°Oooh, bom dia, Sra. Isabe¡±. estava prestes a sair quando ouviu a voz de Isabe. ¡°Pare al¡± Cam ficou quieta, envergonhada, e embora olhos de Isabe, seus olhos vacvam medo. 1/2 00-24 Capitulo 181 ¡°Sabe por que n?o te desmascarei ontem ¨¤ noite?¡± ¨C Isabe, uma express?o profunda e elegancia natural, disse olhando para : ¡°¨®leo de mamona e creme de croton, voc¨º foi inventiva.¡± ¡°Dona Isabe, foi um erro da minha parte¡­¡±- Cam, assustada por Isabe saber at¨¦ dos ingredientes, fez uma rever¨ºncia: ¡°Pe?o que me d¨º outra chance¡­¡± Isabe a avaliou uma leveza encantadora e disse casualmente: ¡°Se n?o fosse pelos dezoito anos de trabalho duro nesta casa, e¨² j¨¢ teria te desmascarado.¡± Sem esperar p resposta de Cam, Isabe acrescentou friamente: ¡°N?o importa se foi um erro momentaneo ou se foi premeditado. N?o importa se voc¨º vai continuar suas artimanhas, vou te dar um conselho: pense bem antes de agir.¡± Cam observou a figura de Isabe se afastar. Seus cabelos dan?avam ao vento uma aura fria e intimidadora. Por alguma raz?o, isso a fez sentir um medo inexplic¨¢vel¡­ N?o muito longe, Mariana Neves viu Isabe sair, o que a fez se apressar: ¡°Cam, o que disse?¡± ¡°Nada¡­¡± ¨C Cam lembrou-se do aviso de Isabe e, de repente, percebendo que havia algo errado com seu est?mago, cobriu-o apressadamente dizendo: ¡°Srta. Mariana, se me der licen?a por um momento¡­ preciso ir ao banheiro.¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. ¡°Ei, Cam¡­¡± ¨C Mariana Neves a viu quase correndo e sentiu um rancor ainda maior por Isabe! Cap铆tulo 182 Cap¨ªtulo 182 Isabe mal havia chegado ¨¤ empresa quando bateram ¨¤ porta de seu escrit¨®rio. ¡°Entre¡­¡± N?velDrama.Org: owner of this content. ¡°Diretora Isabe.¡± ¨C Quem entrou foi Em¨ªlia Cardoso, um sorriso no rosto e uma sac na m?o, disse: ¡°Isso s?o p?ezinhos que minha m?e fez de madrugada. insistiu para que eu trouxesse para voc¨º¡­¡± P?ezinhos?? ¡°Voc¨º nos ajudou tanto, ficamos peso na consci¨ºncia¡­¡± ¨C Em¨ªlia Cardoso entregou a sac a e sorriu covinhas evidentes: ¡°Sei que voc¨º n?oeida apimentada e adora carne, ent?o pedi especialmente ¨¤ minha m?e para colocar mais carne para voc¨º.¡± ¡°Agrade?a ¨¤ tia por mim.¡± ¨C Isabe, apesar de j¨¢ ter tomado o caf¨¦ da manh?, abriu a sac e encontrou uma marmita e um copo t¨¦rmico. Isabe ficou curiosa. O que teria dentro daquele copo? ¡°Cacau quente mo¨ªdo na hora!¡± ¨C sorriu Em¨ªlia Cardoso: ¡°Minha m?e tamb¨¦m se levanta de manh? cedo e moe o cacau. Sem querer me gabar, mas o gosto ¨¦ muito bom!¡± Isabe mordeu um dos p?ezinhos em forma de panda: ¡°Est¨¢ bem gostoso.¡± Em¨ªlia Cardoso desenroscou a garrafa t¨¦rmica para : ¡°Fique ¨¤ vontade, ent?o. N?o vou te atrapalhar no trabalho.¡± N?o demorou muito para que sa¨ªsse e Raul Fonseca entrasse, atra¨ªdo pelo aroma delicioso. ¡°Diretora Isabe¡­¡± Ele passou a m?o na barriga, o cheiro do caf¨¦ da manh? estava irresist¨ªvel. Ele havia perdido a hora de manh? e ainda n?o tinhaido¡­ A essa altura, estou fome. ¡°Quer um pouco?¡± ¨C Isabe perguntou um levantar de sobrancelhas. ¡°Sim!¡± ¨C Raul Fonseca olhou para expectativa, esperando que partilhasse. ¡°Venha e pegue.¡± ¨C Isabe foi generosa. Raul Fonseca pegou dois p?ezinhos alegria, e n?o ¨¦ que estavam mesmo uma del¨ªcia? Nesse momento, o celr de Isabe vibrou e quando olhou para o aparelho, era a Associa??o de Piano ligando. 1/2 00.34 ¡°Diretora Isabe, vou deix¨¢ ¨¤ vontade ent?o¡­¡± ¨C Raul Fonseca sabia que estava ocupada algo e saiu conscientemente. Isabe atendeu o telefone: ¡°Sim?¡± ¡°S¨ºnior! Daqui a alguns dias, haver¨¢ uma cerim?nia de premia??o de piano no Teatro Dourado. Ser¨¢ que voc¨º poderia fazer a gentileza de vir e entregar um pr¨ºmio aos juniores?¡± A voz do outrodo era bajdora e cautelosa: ¡°Principalmente porque quero dar aos juniores um impulso de energia e incentivo, pois j¨¢ faz tr¨ºs anos que n?o temos uma figura de peso no evento.¡± Sr. Reyner jamais entregaria pr¨ºmios em umapeti??o menor¡­ Mesmo sendo convidado in¨²meras vezes parapeti??es internacionais, Sr. Reyner mal se dava ao trabalho de ir! Embora a probabilidade de um grande nomeo Isabe aparecer tamb¨¦m seja extremamente baixa¡­ Ainda assim, a outra parte mantinha uma esperan?a t¨ºnue: ¡°Prezada, por favor, n?o recuse. Pense um pouco. Se os jovens souberem que voc¨º vir¨¢, certamente se dedicar?o ainda mais ao piano! Considere issoo um apoio a eles? Sua presen?a significa muito!¡± Concurso Nacional de Piano?? Isabe se lembrou, a primeira colocada era Mariana Neves, a segunda, Caterina Dias¡­ preferia n?o aparecer muito. ¡°Vamos ver.¡± Ao perceber que n?o recusou de imediato, a outra parte ficou euf¨®rica: ¡°Certo ent?o, ficaremos no aguardo da sua resposta¡­¡± Ao meio-dia. Isabe n?o saiu para almo?ar C¨¦lio Franco, e ap¨®s o expediente, foi direto para o hospital. ¡°Isabe, voc¨º finalmente chegou!¡± ¨C M¨¢rio estavaendo uma marmita em seu escrit¨®rio e, quando a viu aparecer, perguntou apressadamente se haviaido. Cap铆tulo 183 Cap¨ªtulo 183 Ao saber que ainda n?o tinhaido, M¨¢rio deixou os talheres dedo e foi at¨¦ a cozinha preparar uma marmita para . Isabe havia dito que n?o precisava, porque queria terminar de assistir ao programa da v¨® Dias antes de irer algo na cantina da empresa para conferir as novidades do card¨¢pio. Mas M¨¢rio, preocupado que passasse fome, desceu rapidamente para embr a refei??o. Quando Isabe chegou ao quarto do hospital, imediatamente notou que v¨® Dias segurava uma corrente fina e longa entre os dedos. Aqu era a joia que haviaprado seu primeiro sal¨¢rio para a av¨®¡­ A velha senhora sempre procurava por aquele objeto quando acordava, e, ao encontr¨¢-lo, o apertava firme contra a palma da m?o. Sentando-se na cadeira aodo da cama, Isabe gentilmente tirou a corrente das m?os d, mas pareceu que a senhora percebeu, pois abriu os olhos lentamente. ¡°Isabe, ¨¦ voc¨º?¡± Elo¨¢ Silva tinha cabelos embranquecidos e um olhar bondoso. Ao ver Isabe, sua voz ec¨®ou fraca, mas cheia de emo??o, ¡°Finalmente voc¨º veio¡­¡± ¡°V¨®.¡± Ao ouvir a voz de Isabe, l¨¢grimase?aram a brotar dos olhos da idosa, ¡°Ah, depois, de tantos dias dormindo, finalmente ou?o a voz da minha queridaa¡­¡± ¡°Voc¨º ainda n?o est¨¢ bem, n?o pode se agitar. Isabe enxugou as l¨¢grimas d e ajustou a cabe?a da cama para uma posi??o mais elevada, oferecendo a senhora um copo d¡¯¨¢gua, ¡°Beba um pouco para umedecer a garganta.¡± ¡°Ah, est¨¢ bem¡­¡± Elo¨¢ aceitou a ¨¢gua e bebeu obedientemente, segurando depois a m?o macia da Isabe, ¡°A Ynda e os outros est?o te maltratando, n?o ¨¦?¡± Isabe sorriu, ¡°N?o.¡± ¡°Uns d¨ªas atr¨¢s, quando acordei meio confusa, ouvi dizendo que tinha te mandado de volta para a sua fam¨ªlia biol¨®gica¡­¡± Elo¨¢ ficou chateada s¨® de pensar nisso, quase perdendo o f?lego. Isabe apressou para acariciar suas costas, ¡°V¨®, n?o se exalte. Meus pais biol¨®gicos s?o bons comigo¡­¡± ¡°S¨¦rio?¡± ¡°Sim.¡± Isabe sorriu docemente, ¡°Olhe para mim, pare?o algu¨¦m que foi maltratada?¡± 1/2 Capitulo 183 Elo¨¢, acostumada a viver conforto, notou de imediato que as roupas de Isabe eram de alta costura, mesmo sem reconhecer as marcas, a qualidade e os desenhos eram de primeira¡­ ainda usava um belo cr no pesco?o. Isso surpreendeu Elo¨¢, que notou que a joia era familiar. Parecia que j¨¢ a tinha visto em algum lugar¡­ Mas, ap¨®s revirar sua mem¨®ria e n?o encontrar nenhuma lembran?a, decidiu n?o pensar mais sobre isso. Original from N?velDrama.Org. Observando o pulso de Isabe, notou uma linda pulseira de borboleta feita de diamantes de alta qualidade. A fam¨ªlia biol¨®gica d, sem d¨²vida, era rica! No entanto¡­ Quando Elo¨¢ pensava que uma crian?a t?o doce e ador¨¢vel n?o era suaa de sangue, seu cora??o do¨ªa terrivelmente, especialmente por causa de Ynda, aqu ingrata, que teve coragem mandar embora uma crian?a t?o preciosa, sem nenhum sentimento de parentesco! ¡°V¨®, se voc¨º ficar t?o emocionada assim, eu vou ter medo de vir te visitar.¡± Com a brincadeira de Isabe, Elo¨¢ sorriu entre l¨¢grimas, apressando-se em enxug¨¢s, ¡°N?o, venha me ver sempre que puder¡­ Sen?o, eu vou sentir tanto a sua falta que nem saberei onde encontr¨¢.¡± Isabe sorriu leveza, ¡°Fique tranqu, virei visit¨¢ sempre que puder.¡± ¡°Mesmo que voc¨º n?o tenha o sangue da fam¨ªlia Dias, ao longo desses anos, eu j¨¢ te considero minha neta. E ainda espero ver voc¨º se casar!¡± Isabe riu, ¡°Isso pode fazer voc¨º esperar um bom tempo.¡± ¡°Eu n?o me importo de esperar, contanto que voc¨º encontre algu¨¦m bom e que cuide de voc¨º de verdade¡­ Isso j¨¢ deixaria a v¨® sem preocupa??es nesta vida!¡± Elo¨¢ acariciou a m?o de Isabe, ¡°Se a sua fam¨ªlia biol¨®gica n?o te tratar bem, n?o esconda de mim.¡± Isabe: ?? ¡°Quando eu melhorar, voc¨º volta para casa! Vouprar um novo apartamento, e n¨®s duas podemos viver juntas, longe deles¡­¡± Isabe sabia que nunca mais voltaria para a fam¨ªlia Dias, mas ainda assim respondeu do?ura, ¡°Eu prometo que passarei mais tempo voc¨º.¡± 2/2 Cap铆tulo 184 Cap¨ªtulo 184 ¡°Ah, que bom, que bom¡­¡± Elo¨¢ estava muito satisfeita, ¡°Vov¨® vai te contar um segredo¡­ Chega mais perto.¡± Talvez tivesse medo que as paredes tivessem ouvidos¡­ Quando se aproximou, Elo¨¢ sussurrou, ¡°Vov¨® j¨¢ deixou tudo arranjado no testamento. Se algo acontecer, as a??es que eu tenho, as economias, a casa, o carro, tudo ser¨¢ seu¡­¡± ¡°Vov¨®,o assim?¡± Isabe estava prestes a recusar. Elo¨¢ fez um sinal para ficar quieta e continuou baixinho, ¡°Escuta at¨¦ o fim¡­ Wilson Dias ¨¦ uma pessoa que pode ser influenciada muito falcimente, sempre ouve a Ynda, e ¨¦ amarga e hostil, n?o gosta de voc¨º¡­ Esses dois n?o t¨ºm jeito para os neg¨®cios, se for para eles gerirem, v?o acabar perdendo tudo.¡± ¡°¡­¡± Isso era verdade, a habilidade de Wilson Dias e Ynda para os neg¨®cios era realmentep¨¦ssima. ¡°Mas voc¨º tem esse talento, vov¨® confia em voc¨º. Al¨¦m do mais, todos esses anos te considerou como verdadeiraa, n?o importa de que fam¨ªlia voc¨º seja, voc¨º se ser¨¢ aa que a Elo¨¢ mais ama e mais confia!¡± Ao ouvir isso, Isabe sentiu seu cora??o apertar. ¡°Deixa vov¨® dizer mais uma coisa, eles sempre te maltrataram, as a??es em m?os, ou voc¨º vende e faz dinheiro, ou voc¨º expulsa eles da empresa, n?o deixa eles destru¨ªrem o patrim?nio da fam¨ªlia Dias. De qualquer forma, n?o humilha voc¨º mesma ficando eles!¡± Isabe n?o esperava que a senhora j¨¢ tivesse pensado em tudo, e ficou ainda mais emocionada, ¡°Mas isso ¨¦ seu, ¨¦ da fam¨ªlia Dias, eu n?o posso aceitar.¡± ¡°Voc¨º n?o quer? Ent?o vov¨® doa para outro lugar, mas n?o vou deixar para eles¡­¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. Isabe ficou em sil¨ºncio novamente, sabendo bem que as a??es de Wilson Dias e Ynda nos ¨²ltimos anos tinha mesmo quebrado o cora??o da ay¨®! Elo¨¢ n?o deixaria a heran?a para eles. Dizendo isso, Elo¨¢ sorriu carinho e admira??o, ¡°Quem sabe que rapaz sortudo vai ter a sorte de casar minhaa t?o incr¨ªvel¡­¡± Ao tocar levemente no ramo da flor, uma m¨²sicae?ou a tocar. mal podia se desfazer daquilo, ¡°Isso deve ter custado tanto, que desperd¨ªcio¡­¡± ¡°N?o foi caro.¡± 1/2 A velha senhora estava radiante, ¡°Assim, quando estou entediada, posso ouvir um pouco de m¨²sica.¡± Era um modelo customizado, centenas de pe?as para piano, todas capazes de trazer alegria ao cora??o. ¡°H¨¢ mais duas coisas.¡± Essas s?o os dois presentes que Isabe trouxe. V¨® Dias estava surpresa e encantada, ¡°Tem mais?¡± ¡°Este ¨¦ um celr f¨¢cil de usar para idosos.¡± Isabe tinha configurado tudo especialmente para , com um sistema muito simples e f¨¢cil de usar, ¡°S¨® tocar aqui para me ligar.¡± ¡°Isso ¨¦ bom, isso ¨¦ muito bom!¡± V¨® Dias precisava de algo para manter contato, ¡°Vou esconder isso para que a Ynda e os outros n?o encontrem.¡± ¡°E tem uma pulseira que ¨¦ a sua cara.¡± Era de jade de primeira qualidade. Assim que Isabe viu a pulseira, soube quebinaria perfeitamente a personalidade da av¨®. mesma tirou a foto, desenhou o modelo e mandou seus artes?os confionarem a pulseira, que era muito mais cara do que a corrente que havia dado antes. Podia-se dizer que era de valor inestim¨¢vel¡­ ¡°Minha querida, voc¨º ¨¦ t?o boa¡­¡± V¨® Dias estavaovida, l¨¢grimas nos olhos, ¡°Eu adorei, ajuda a vov¨® a colocar!¡± Cap铆tulo 185 Cap¨ªtulo 185 Isabe colocou delicadamente a pulseira no pulso d e disse, ¡°Fica perfeito em voc¨º.¡± Com a pulseira, a elegancia da senhora se destacava ainda mais. ¡°Que linda! Est¨¢ maravilhosa!¡± Elo¨¢, satisfeita e feliz, segurou a m?o de Isabe ee?aram a conversar sobre tudo. Pouco a pouco, o cansa?o a venceu e e?ou a sentir sono. Isabe segurou sua m?o at¨¦ que adormecesse e s¨® ent?o, muito cuidado, a cobriu o cobertor. Enquanto isso, M¨¢rio esperava dodo de fora do quarto at¨¦ Isabe sair para lev¨¢-lo ao escrit¨®rio paraer. Os dois, bonitos e talentosos, chamavam aten??o por onde passavam. Algumas enfermeiras que passavam por eles n?o podiam evitar deentar baixinho. ¡°Aqu n?o ¨¦ a Senhorita Doutora Mgre que salvou o Sr. Mauro? e o nosso Dr. M¨¢rio formam um belo casal!¡± ¡°Verdade, ambos s?o t?o atraentes, e a habilidade deles na medicina ¨¦ ipar¨¢vel.¡± Content is property ? N?velDrama.Org. ¡°Tor?o para que fiquem juntos!¡± ¡°Um casal de tirar o f?lego! Tomara que se casem logo!¡± ¡°N?o ligue para s.¡± M¨¢rio levou Isabe para o escrit¨®rio, mas sua pr¨®priaida j¨¢ estava fria, mas ele n?o se importou. Seu rosto, geralmente frio e distante, se suavizou a chegada de Isabe. ¡°Voc¨º trabalhou duro esses dias.¡± ¡°Se voc¨º sabe que eu trabalhei duro, deveriaer mais, olhao emagreceu.¡± M¨¢rio observava er, e por alguma raz?o, tudo parecia mais gostoso. ¨¤ noite em casa. Mariana Neves correu at¨¦ Isabe na frente dos pais e disse, ¡°Irm?, daqui a dois dias ¨¦ a minha cerim?nia de premia??o. Voc¨º estar¨¢ livre para virigo ao Teatro Dourado?¡± Teatro Dourado de novo? Isabe se lembrou daqu liga??o de hoje, ainda n?o tinha dado uma resposta¡­ ¡°Nesse dia, eu vou tocar a m¨²sica premiada no palco, e se for s¨® eu, ficarei nervosa. Mas se voc¨º e os pais vierem, ser¨¢ diferente! Irm?, voc¨º e nossos pais podem vir me apoiar?¡± Mariana Neves pediu do?ura e inoc¨ºncia. 1/2 Capitulo 185 Carlos Neves perguntou um sorriso, ¡°Isabe,o est¨¢ o trabalho na empresa? Se n?o estiver ocupada, vamos juntos? Depois da premia??o, podemos jantar fora, faz tempo que n?o fazemos isso.¡± ¡°S¨ªm, voc¨º j¨¢ voltou h¨¢ mais de dez dias e s¨® sa¨ªmos paraer uma vez. Sinto que n?o estamos te tratando bemo voc¨º merece,¡± Nair Pires tamb¨¦m queria que tirasse um tempo do trabalho para sair e aproveitar. ¡°Tudo bem.¡± Isabe nunca deixava os pais em uma situa??o dif¨ªcil, sempre concordava os pedidos deles. Mariana Neves ficou muito feliz, orgulhando-se antecipadamente do sucesso que teria daqui a dois dias! Ent?o Isabe saberia o qu?o avan?ada era sua habilidade no piano! De repente, Isabe perguntou, ¡°E a Cam? Por que n?o vi hoje?¡± Mariana Neves hesitou por um momento, ¡°Cam? n?o estava se sentindo bem hoje¡­¡± ¡°¨¦ dor de est?mago? Ent?o tem queer mais Caldo de Carne.¡± ¡°Oqu¨º? N?o, n?o precisa¡­¡± Mariana Neves ficou desconfort¨¢vel a pergunta de Isabe, e a alegria que estava sentindo desapareceu, substitu¨ªda por um sentimento de culpa, ¡°Cam j¨¢ tomou rem¨¦dio, amanh? vai estar melhor.¡± ¡°Oh, ent?o se n?o tem mais nada, vou tomar um banho.¡± ¡°Est¨¢ bem¡­¡± Cap铆tulo 186 Cap¨ªtulo 186 Dois dias depois. A cerim?nia anual de premia??o do Concurso Nacional de Piano seria realizada no Content is property ? N?velDrama.Org. Teatro Dourado. Logo cedo, v¨¢rios jornalistas j¨¢ estavam de nt?o na porta do teatro, ansiosos para conseguir um close-up de Mariana Neves, a personalidade do ano que estava na boca do povo. Mariana Neves, filha de um magnata, nasceu em um ber?o de ouro, uma beleza delicada e talento em artes desde pequena, era o que muitas garotas sonhavam em ser. Caterina Dias sabia que sua fam¨ªlia n?o podiapetir a d, ent?o se levantou cedo, caprichou na maquiagem e no look, determinada a super¨¢ em apar¨ºncia. Nesses ¨²ltimos dias, Wilson Dias vendeu os outros carros da fam¨ªlia e, adicionando um pouco mais de dinheiro,prou um Maybach S680 edi??o limitada, custando seis milh?es, tudo para dar suporte ¨¤ sua filha. No dia do evento, ele instruiu o motorista da fam¨ªlia a vestir um terno caro e luvas brancas para abrir a porta do carro para Caterina Dias. Na entrada do teatro, Caterina desceu do carro graciosamente, vestindo um elegante vestido de chiffon, e um sorriso lindo, acenou para os jornalistas. Os rep¨®rteres ficaram surpresos. ¡°Quem ¨¦ essa? parece importante.¡± ¡° est¨¢ vestindo um vestido da marca AIE, joias da AIE e sapatos de salto da AIE¡­ Esse look deve valer uns tr¨ºs milh?es, n?o?¡± Como todos sabiam, as cria??es desenhadas por Zaira geralmente variavam entre quinhentos mil a oitocentos mil, e as pe?as de destaquee?avam na casa do milh?o. ¡° saiu de um Maybach S680¡­ deve ser de uma fam¨ªlia muito rica.¡± ¡°Parece que ¨¦ a segunda colocada, a filha do magnata de Cidade Inverno, Wilson Dias, Caterina Dias.¡± ¡°Ah, ¨¦ ? ¨¦ bonita, mas parece que est¨¢ o rosto um pouco inchado.¡± Caterina Djas ficou tensa ao ouvir isso; seu rosto ainda estava inchado de uma briga Francisca dias atr¨¢s, parecendo um pouco bochechas de beb¨º, mas manteve seu sorriso, tentando mostrar seu melhordo. Wilson Dias tamb¨¦m saiu do carro, impec¨¢vel em seu terno. 1/2 100 Ele se inclinou gentilmente para ajudar Ynda a descer do carro. Ynda n?o se sentia t?o orgulhosao naquele dia h¨¢ muito tempo, ostentando um cr p¨¢v?o de valor inestim¨¢vel, cuja cauda de pav?o era incrustada in¨²meras gemas, parecendo extremamente luxuoso. tamb¨¦m havia caprichado na maquiagem e no penteado, exndo a arrogancia e superioridade dos ricos. Os jornalistas se aproximaram para fotograf¨¢-los; afinal, eram a fam¨ªlia mais rica de Cidade Inverno, e suas roupas j¨¢ eram motivo deent¨¢rios. Os internautas adoravam esse tipo de assunto! Enquanto isso, em outro lugar. Isabe estava em sua limusine luxuosa, despreocupadamente lidando seus assuntos pessoais em seu celr, at¨¦ que finalmente disse, ¡°Voc¨ºs des?am primeiro.¡± Sua identidade ainda n?o havia sido revda, e se aparecesse aodo de Carlos Neves e Nair Pires, atrairia a aten??o dos jornalistas. Se sua identidadeo ¡°filha do magnata¡± fosse revda, seu futuro n?o seria mais tranquilo, e at¨¦ as sa¨ªdas cotidianas seriam inconveniente pra . Viver sob as cam¨ºras todos o dias n?o era born para algu¨¦mo . Quando seu pais adotivos descubrirem que ¨¦ filha do magnata, certeza v?o causar problemas. pr¨®pria n?o se importava, mas n?o queria envolver sua fam¨ªlia. 212 Cap铆tulo 187 Cap¨ªtulo 187 ¡°Isabe¡­¡± Nair Pires sentiu pena d, a identidade da menina ainda n?o tinha sido divulgada ao mundo, o que realmente colocava numa situa??o delicada. ¡°N?o ¨¦ nada¡±, Isabe consolou em retorno. Ser discreta e cautelosa sempre era o melhor, entendia bem que ¨¢rvore que mais cresce ¨¦ a que mais vento apanha. Caterina Dias continuava acenando e fazendo poses, enquanto Wilson Dias e Ynda de m?os dadas, saboreavam o momento de destaque da filha. Mas ainda n?o tinham satisfeito seu desejo de aten??o quando os rep¨®rteres, de repente, dispersaram em massa, correndo para fotografar outra pessoa! Seguindo o alvoro?o, eles viram uma luxuoso carro parar em frente ao teatro. O motorista, vestindo um uniforme elegante, desceu e abriu a porta respeito para Mariana Neves. Descendo as escadas do ve¨ªculo, Mariana Neves movia-se uma gra?a impec¨¢vel. Era ramente a menina mimada de uma fam¨ªlia rica que,parando Caterina Dias, parecia de uma ssepletamente diferente! Caterina Dias pensou que seu traje de milh?es de reais faria brilhar acima de todas, mas era muito superficial. O vestido, o penteado e as joias de Mariana Nevesbinavam perfeitamente , e sua postura era muito mais superior. At¨¦ apostura e a elegancia do motorista da autocaravana eram de outra categoriaparados ao motorista que eles tinham contratado ¨¤s pressas! O motorista deles dava a impress?o de algu¨¦m que tinha roubado uma roupa de nobre e fingia ser o pr¨ªncipe, definitivamente n?o era algu¨¦m que apresentava bem em p¨²blico. Os rep¨®rteres cercavam Mariana Neves por todos osdos, e logo em seguida, Carlos Neves e Nair Pires sa¨ªram do ve¨ªculo, demonstrando seu amor, atraindo muitos olhares. Caterina Dias sabia que sua fam¨ªlia havia sido ofuscada, e um sorriso for?ado, falou de forma constrangida, ¡°Pai, m?e, que tal entrarmos?¡± Wilson Dias tamb¨¦m sabia que n?o estava no mesmo patamar que Carlos Neves, e agora, tentar estabelecer uma r??o ou bajr poderia ser em v?o, j¨¢ que n?o davam nem b pra ele¡­ N?velDrama.Org: owner of this content. Ele n?o quer¨ªa perder a face na frente de tantas pessoas, ent?o entrou Ynda e Caterina Dias, pensando em se aproximar mais tarde se houvesse uma chance. Afinal, sendo o homem mais rico do pa¨ªs, n?o faltavam pessoas querendo se aproximar dele. Se n?o aproveitarern a oportunidade hoje, quando mais teriam essa oportunidade de ouro? 1/2 Cap¨ªtulo 187 Mariana Neves desfrutava do efeito dos shes, e imaginava o qu?o triste poderia ser para Isabe estar atr¨¢s da multid?o. Com um sorriso ainda mais radiante, posava para as cameras, exibindo sua beleza espl¨¨ndida. Isabe, sem pressa e sempromisso, seguia atr¨¢s, o celr nasem m?os, lendo uma nova mensagem no WhatsApp. [Mentora, voc¨º n?o veio ¨¤ cerim?nia de premia??o deste ano, e o Sr. Reyner tamb¨¦m n?o. Esses novatos me pressionaram todos os dias, implorando para eu vir. Mas sem voc¨ºs, o evento perde a gra?a, at¨¦ fiquei desanimado em sair de casa.] Isabe digitava no celr em resposta, ¡°Ah, acabei de chegar no local.¡± A outra parte ficou surpresa,e rapidamente respondeu: [Mentora, voc¨º veio? Que ¨®timo! Onde voc¨º est¨¢ exatamente? Vou mandar algu¨¦m te encontrar.] ¡°N?o precisa, eu j¨¢ entrei.¡± [Que bom, voc¨º presente, os novatos certeza ficar?o felizes!] Isabe sabia que havia um mal-entendido, e respondeu simplicidade, ¡°Estou aqui¡±o espectadora.¡± A pessoa entendeu, o mentora provavelmente queria avaliar o n¨ªvel dos vencedores deste ano e o qu?o bem a cerim?nia foi organizada! Com certeza era isso! [Ouvi dizer que os premiados deste ano s?o bem talentosos, mas ainda n?o ouvi suas m¨²sicas, por isso ainda n?o posso julgar o n¨ªvel deles.] [Mentora, se o Sr. Reyner soubesse que voc¨º veio, ele estaria se remoend agorao.] [Ele sempre quis te ver, e nos ¨²ltimos dias, falou muito de voc¨º. Se soubesse anteced¨ºncia que voc¨º viria, ele teria garantido o lugar de convidado de honra.] 2/2 Cap铆tulo 188 Cap¨ªtulo 188 Nesse exato momento, um jornalista de olho bem afiado notou Isabe. seguia ao fundo da multid?o, um rosto bonito e pele rao a neve, tra?os faciais delicados e lindos, uma mistura de do?ura e serenidade que dava conferia uma beleza extraordin¨¢ria. Ele n?o resistiu e apontou sua camera para , clicando v¨¢rias vezes para capturar sua imagem. Caterina Dias estava sentada na sexta f do audit¨®rio, dando uma olhada discreta no celr. Eram nove e meia da manh? e Aaron ainda n?o havia chegado, nem mandado mensagem. Por outrodo, Wilson Dias, ao ver um velho conhecido, aproximou-se sorridente para cumpriment¨¢-lo, ¡°Fernando, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± ¡°Senhor, sua filha ficou em segundo lugar, que bom¡­¡± Fernando fva rindo, apertand m?o de Wilson Dias, ¡°Minha filha s¨® ficou em quinto¡­¡± ¡°Ah, mas o que importa ¨¦petir, n?o ¨¦? A Caterina tamb¨¦m teve sorte, muita sorte Wilson Dias fva enquanto trocava trocava apertos de m?o o Fernando. ¡°Deixa esse in¨²til pra l¨¢, doze anos estudando piano e s¨® conseguiu oitavo lugar, enquanto a Caterina, com todo o seu talento, facilmente conseguiu o segundo.¡± ¡°Imagina¡­¡± Ynda queria brilhar, e ap¨®s a conversa cordial, sussurrou para Caterina que estava ao seudo, ¡°E o Aaron? Como ele ainda n?o chegou?¡± ¡°Ele¡­¡± Caterina Dias tinha ligado para Aaron na noite anterior, mas ele disse que precisava ver se teria tempo hoje. De manh?, tamb¨¦m mandou uma mensagem para ele no Whatsapp, e ele disse que estava ocupado, que veria isso mais tarde, sem certeza que viria. ¡°¨¦ tudo culpa da m?e dele! Com certeza est¨¢ fazendo intriga, ele ¨¦ um bom menino, dedicado a voc¨º¡­¡± Ynda s¨® de pensar nisso j¨¢ sentia um aperto no peito, ¡°Quando ele ficar famoso, vai fazer se arrepender!¡± ¡°M?e, calma, eu tenho certeza de que o Aaron vai vir¡­¡± ¡°Mande outra mensagem pra ele no Whatsapp, a cerim?nia de premia??o vaie?ar daqui a pouco! Ele tem que ver voc¨º brilhar!¡± ¡°T¨¢ bom¡­¡± Caterina Dias, meio sem jeito, tirou uma foto do evento e mandou para Aaron. ¡¾Aaron, reservei um lugar para voc¨º, se estiver ocupado e n?o puder vir, tudo bem.¡¿ 1/2 Capitulo 188 tamb¨¦m enviou um emoji de beijo. Do outrodo, Aaron, que j¨¢ estava na porta do teatro, hesitava em sair do carro. Ao receber a mensagem de Caterina Dias no Whatsapp, n?o respondeu de imediato, olhando fixamente para frente, perdido em pensamentos. ¡°Aaron n?o respondeu ainda?¡± ¡°Mande mais algumas mensagens, n?o seja t?o direta.¡± ¡°Seja mais calorosa, pergunte se ele est¨¢ ocupado antes, depois fale da cerim?nia!¡± ¡°Se n?o funcionar, envie mais emojis carinhosos, diga umas pvras doces para convenc¨º-lo a vir.¡± ¡°Nenhum garoto resistiria ao charme de uma menina.¡± ¡°E a¨ª, j¨¢ respondeu?¡± ¡°J¨¢ se passaram dez minutos e ele ainda n?o respondeu? Seu celr est¨¢ no silencioso? Ser¨¢ que o sinal aqui est¨¢ ruim? Confere o celr de novo? Ou ent?o saia e ligue par ele?¡± Caterina Dias j¨¢ estava irritada e, pressionada p m?e, n?o aguentou mais e levant dizendo, ¡°Vou ao banheiro.¡± ¡°Caterina¡­¡± Ynda sabia que estava iodada, mas Aaron era um excelente partido, muitos dariam tudo para estar ele! N?velDrama.Org: owner of this content. Caterina j¨¢ tinha a vantagem de estar pr¨®xima dele, e precisava aproveitar ao m¨¢ximo! N?o podia deixar essa oportunidade escapar! ¡°Deixe de pressionar a Caterina! N?o podemos nos rebaixar e ficar implorando!¡± Wilson Diase?ou a ficar iodado. ¡°Mas tantas pessoas conhecidas aqui, se o Aaron aparecesse, seria um prest¨ªgio para nossa fam¨ªlia!¡± S¨® o status de Aaron j¨¢ era suficiente para fazer todos olharem para a fam¨ªlia Dias admira??o! ¡°Al¨¦m do mais, quando o Aaron chegou, ficou ro que ele ainda tinha sentimentos p Caterina! Se n?o, numa ocasi?o t?o importante assim, se o noivo n?o aparecer, voc¨º acha que ele ainda sente alguma coisa por ?¡± 2/2 Cap铆tulo 189 Cap¨ªtulo 189 Wilson Dias concordou , achando que tinha um pouco de raz?o. Ap¨®s ir ao banheiro, Caterina Dias mal havia se abaixado paravar as m?os quando viu uma silhueta familiar passar por tr¨¢s d. Surpresa, exmou: ¡°Isabe? O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Afinal, os ¨²nicos que poderiam entrar no grande teatro hoje seriam os envolvidos no concurso ou os trabalhadores dos bastidores! Pessoaso Isabe certeza n?o teriam acesso! A menos que estivesse trabalhando no teatro? N?o, isso n?o poderia ser¡­ ganha muito dinheiro passando uma noite os ricos, por que se interessaria por um trabalhoo esse? Caterina Dias pensou: ¡°Eu entendi, voc¨º veio panhada de um patrocinador?¡± Isabe, a princ¨ªpio n?o queria fr , mas encarou friamente: ¡°Seu rosto j¨¢ n?o d¨®i mais? Est¨¢ procurando mais?¡± ¡°Voc¨º¡­ voc¨º n?o se atreveria a me bater¡­¡± Caterina Dias instintivamente tocou o rosto, ¡°Eu ainda n?o acertei as contas voc¨º p ¨²ltima vez!¡± ¡°Oh, ent?o acerte agora.¡± ¡°Voc¨º¡­ voc¨º¡­¡± Caterina Dias mordeu os l¨¢bios, sem saber o que dizer, e foi at¨¦ seus pais para intimid¨¢: ¡°Deixa-me avisar voc¨º, meus pais vieramigo hoje!¡± ¡°E da¨ª?¡± ¡°Se voc¨º tentar me aborrecer, vou fazer eles darem um jeito em voc¨º! E a ¨²nica pessoa que vai passar vergonha ser¨¢ voc¨º!¡± ¡°S¨¦rio.¡± Isabe riu, achando rid¨ªculo. Qu?o in¨²til algu¨¦m pode ser para usar os paiso amea?a? ¡°Voc¨º est¨¢ rindo do qu¨º?¡± Caterina Dias sentiu-se insegura. ¡°Se eu ouvir voc¨º fr ¡®patrocinador¡¯ ou qualquer coisa do tipo de novo, vou cortar sua l¨ªngua e jog¨¢ no mar para alimentar os peixes!¡± Caterina Dias de repente sentiu uma dor na l¨ªngua e disse: ¡°Voc¨º teria coragem?¡± ¡°Experimente e voc¨º vai ver.¡± Quando Isabe estava prestes a entrar no banheiro, Caterina Dias jogou um pouco de ¨¢gua em sua dire??o, erguendo as sobrancelhas de forma provocativa: ¡°Desculpe, irm?, 1/2 09-25 SPISS Cap¨ªtulo 189 n?o foi por querer.¡± Isabe percebeu rapidamente e se protegeu as m?os, mas ainda assim molhou sua roupa. Enquanto Caterina Dias se gabava, n?o percebeu Isabe se mover e de repente tomou uma bofetada forte no rosto. Pah! O som n¨ªtido ecoou no ar. Content is property ? N?velDrama.Org. Caterina Dias, surpresa, tocou a pr¨®pria face direita : ¡°Voc¨º¡­ voc¨º me bateu?¡± ¡°Sim, bati em voc¨º.¡± Isabe levantou a m?o novamente e deu outro tapa forte no outrodo do rosto de Caterina: ¡°Eu n?o sou Ynda, n?o vou tolerar suas manias.¡± ¡°Voc¨º¡­. voc¨º¡­¡± Caterina estava prestes a enfurecer quando ouviu uma voz familiar. ¡°Caterina, voc¨º est¨¢ bem?¡± Ynda, preocupada por sua filha ter demorado tanto no banheiro, foi procur¨¢ e de longe viu Isabe dando dois tapas na Charlota! ficou furiosa e, ao ver o rosto inchado de Caterina, ambos osdos vermelhos sabia que Isabe tinha feito de prop¨®sito! Pensando assim, Ynda levantou a m?o para bater Isabe. Mas Isabe facilmente agarrou o pulso de Ynda. ¡°Solte-me¡­¡± Ynda n?o esperava que a jovem tivesse tanta for?a e, ap¨®s v¨¢rias tentativas frustradas de se soltar, rangeu os dentes de raiva: ¡°Eu disse para soltar, voc¨º est¨¢ me ouvindo?!¡± Cap铆tulo 190 Cap¨ªtulo 190 ¡°Ah.¡± Nesse momento, Isabe soltou o bra?o d. Ynda, perdeu equil¨ªbrio, caiu para tr¨¢s, e Caterina Dias tentou segur¨¢, mas acabou pisando em seu vestido. As duas ca¨ªram juntas no ch?o, batendo as testas uma na outra, numa cena depleto constrangimento. ¡°Voc¨º, sua mal-educada¡­¡± Ynda apontou para Isabe, t?o furiosa que nem conseguia se levantar. Quando Isabe saiu do banheiro, deu de cara Ynda a sua espera. ¡°Voc¨º acha que pode sair batendo na Caterina quando quiser? Da ¨²ltima vez voc¨º incitou seus amigos a baterem n, e hoje ainda tem a aud¨¢cia de intimidar na minha frente? Eu vou te avisar, se hoje voc¨º n?o pedir desculpa ¨¤ Caterina e deixar te devolver o tapa, eu vou chamar todo mundo aqui para ver quem tem raz?o!¡± ¡°Ah, ¨¦?¡± Isabe, surpreendentemente, concordou de imediato e despreocupada disse, ¡°Ent?o chama todo mundo, e aproveita para perguntar o que eles acham de algu¨¦m q roubaposi??es dos outros merece um trof¨¦u de vice-campe?.¡± ¡°O que voc¨º disse? Pare de difamar a Caterina!¡± ¡°Se ¨¦ difama??o ou n?o, ¨¦ s¨® perguntar pra .¡± Isabe olhou para Caterina Dias. Caterina Dias, sentindo-se culpada, n?o esperava que Isabe descobrisse t?o r¨¢pido e respondeu com os dentes cerrados, ¡°Voc¨º tem provas?¡± ¡°Exatamente, que provas voc¨º tem de que a Caterina roubou umaposi??o? Mesmo que tenha roubado,o voc¨º saberia? Voc¨º entende alguma coisa de m¨²sica cl¨¢ssica?¡± Embora a av¨® Dias tenhaprado um piano para , Ynda quase nunca ouviu tocar¡­ N?o pensa s¨® por que voc¨º entende um pouco de m¨²sica, pode acusar os outros sem prova! ¡°Eu sei! Voc¨º est¨¢ inveja porque a Caterina ganhou o segundo lugar, ent?o decidiu invadir o teatro parafazer passar vergonha? Que cora??o venenoso! Como a fam¨ªlia D¨ªas pode criar uma ingratao voc¨º!¡± ¡°Quem criou quem?¡± Isabe ergueu um olhar gdo, um sorriso frio, ¡°Desde quando voc¨º gastou um centavoigo?¡± ¡°O dinheiro da fam¨ªlia Dias n?o ¨¦ meu dinheiro?¡± ¡°¨¦ da v¨® Dias!¡± ¡°Ah, sua insolente! N?o vou discutir isso voc¨º, s¨® me diz se vai pedir desculpa ou 1/2 09-25 Cap¨ªtulo 190 n?o?¡± A voz de Ynda j¨¢ estava atraindo algumas pessoas. Caterina Dias, vergonha, segurou a m?o de Ynda e disse, ¡°Deixa pra l¨¢, m?e.¡±¡± Content is property ? N?velDrama.Org. ¡°N?o, eu quero que essa garota pe?a desculpas hoje!¡± Ynda estava determinada a fazer Isabe ceder. ¡°M?e, as pessoas est?o olhando¡­¡± Caterina Dias n?o queria atrair jornalistas, ¡°Vamos embora, teremos outras oportunidades¡­¡± N?o precisava ser ali! ¡°Solte-me, deixe eu dar uma li??o n, voc¨º tem sua m?e aqui, n?o tenha medo!¡± ¡°Voc¨ºs j¨¢ acabaram o show?¡± Isabe estava impaciente, ¡°Ent?o, vamos acertar as contas ou n?o? E a bofetada, ainda est¨¢ de p¨¦?¡± ¡°N¨®s j¨¢ te deixamos em paz, o que mais voc¨º quer?¡± Caterina Dias nunca tinha visto algu¨¦m t?o sem no??o, precisava chamar a aten??o de todos ao redor para se sentir satisfeita? ¡°Ah, ro, ¨¦ o seu pedido de desculpas que eu quero.¡± ¡°Eu, pedir desculpas?¡± Caterina Dias nunca tinha ouvido algo assim. Ynda ficou chocada, ¡°Voc¨º quer que a Caterina pe?a desculpas a voc¨º?¡± deve estar louca! Eu vou repetir mais uma vez, pe?a desculpas.¡± Isabe enfatizou cada pvra, ¡°Se n?o pedir desculpas, eu vou pedir para os funcion¨¢rios verificarem as cameras de seguran?a.¡± Embora a camera n?o pudesse captar o angulo exato da pia do banheiro, era poss¨ªvel que tivesse gravado Isabe sendo molhada por Caterina Dias antes de entrar no banheiro! Caterina Dias olhou para cima e viu que era verdade. A camera estava apontada para o corredor a frente do banheiro, onde Isabe estava de p¨¦¡­ 2/2 Cap铆tulo 191 Cap¨ªtulo 191 Droga, eu devia ter jogado ¨¢gua n mais tarde! ¡°Voc¨º est¨¢ me pedindo uma li??o, hein?¡± Ynda queria avan?ar para dar uma li??o em Isabe, mas foi impedida por Caterina Dias. Naquele momento, Caterina Dias estava cheia de vergonha, observando Isabe uma express?o humilhada. Os espectadores haviam aumentado de dois ou tr¨ºs para quatro ou cinco, e se a situa??o continuasse assim, o vexame s¨® aumentaria! ¡°Desculpe, irm?, foi sem querer¡­¡± Caterina Dias s¨® p?de pedir desculpas entre dentes. Mas Isabe levantou uma sobrancelha, ramente insatisfeita o pedido de desculpas, ¡°Vamos deixar que todos vejam, foi acidente ou de prop¨®sito?¡± Caterina Dias n?o teve escolha a n?o ser se humilhar, ¡°Desculpe, irm?, foi minha culpa! N?o vai acontecer novamente.¡± ¡°Da pr¨®xima vez, fique longe de mim.¡± Isabe deixou essa frase no ar e foi embora, sem querer perder mais tempo. Ynda ainda tentou seguir Isabe, mas foi fortemente segurada pelo bra?o por Caterina Dias, que sussurrou suplicando, ¡°M?e, por favor, n?o fa?a escandalo!¡± ¡°Caterina, por que voc¨º est¨¢ se desculpando ? Por que tem medo d? S¨® porque te deu uns tapas, n¨®s temos raz?o nessa hist¨®ria!¡± Caterina Dias tinha medo que a verdade sobre a m¨²sica do piano fosse revda, e isso sim era grave! Era ¨®bvio que Isabe j¨¢ sabia do roubo daposi??o de piano, e o que viria a seguir? iria exp?- la? Sabe-se que a pe?a foi encontrada no quarto onde Isabe tinha vivido, e apesar de ser apenas um trecho do cl¨ªmax, mostrou ao professor de piano contratado p fam¨ªlia Dias, que ficou impressionado a qualidade da obra, sentindo-se at¨¦ inferior! pesquisou na inte sem parar, mas n?o encontrou a m¨²sica, ent?o decidiu arriscar. Com o trecho do cl¨ªmax,p?s oe?o e o final e enviou para um concurso, onde para sua surpresa, ganhou o segundo lugar! Para uma pessoa sem conhecimento musical, tornou-se uma promessa no mundo da m¨²sica! Finalmente tinha algum prest¨ªgio, e estava determinada a manter esse prest¨ªgio a qualquer custo. Um pedido de desculpas era o de menos! Isabe havia sido mimada p fam¨ªlia Dias desde pequena. Mesmo que soubesse Content is property ? N?velDrama.Org. 1/2 00.14 tocar piano epor, por acaso tinha alguma prova de que a m¨²sica era d? Caterina Dias tentava se convencer de que n?o havia raz?o para temer, Isabe n?o causar¨ªa grandes problemas! Mesmo que Isabe insistisse que a m¨²sica era d, bastava negar. O que Isabe poderia fazer? No final, a palha?a ainda seria Isabe! Foi ent?o que muitas pessoas exmaram, ¡°Dona Giselle, a senhora veio?¡± Caterina Dias olhou na dire??o das vozes e viu uma mulher de presen?a forte e charme feminino se aproximando, vestida em um elegante terno feminino, simultaneamente frio e estiloso. Era a presidente da Associa??o Nacional de Piano, Giselle Soares! Sua habilidade no piano era excepcional, tendo ganho v¨¢rios pr¨ºmios nacionais e internacionais desde jovem, e menos de quarenta anos j¨¢ era presidente h¨¢ alguns anos, sendo respeitadao uma mestre do piano. Ao v¨º, Caterina Dias rapidamente ajeitou suas roupas e deu uma olhada no espelho. Sob a luz amarda, as bochechas vermelhas pareciam ter sido pintadas. Sentindo-se apresent¨¢vel, correu para se apresentar, ¡°Dona Giselle, ¨¦ um prazer conhec¨º, sou Caterina Dias, ganhei o segundo lugar no concurso de piano.¡± Giselle, que havia se aproximado ao notar Isabe na multid?o, ficou levemente desapontada ao n?o encontr¨¢. Quando olhou para a garota que a cumprimentava e ao notar que era um nome familiar, seu rosto fechou um pouco, ¡°A filha dos Dias?¡± lembrou que Isabe havia mencionado algo sobre a tal fam¨ªlia Dias¡­ Caterina Dias achou que a Sra. Giselle tinha reconhecido sua identidade e estava contente, mas, para sua surpresa, a express?o de Sra. Giselle esfriou de repente. 2/2 Cap铆tulo 192 Cap¨ªtulo 192 Caterina Dias ficou confusa, mas ainda assim sorriu e disse, ¡°Dona Giselle, eu sou apaixonada p sua m¨²sica, ser¨¢ que eu teria alguma chance de aprender voc¨º?¡± Dona Giselle ergueu as sobrancelhas, demonstrando curiosidade, ¡°De qual das minhas m¨²sicas voc¨º gosta?¡± Caterina Dias ficou paralisada. Que situa??o! apenas quis ser gentil, mas n?o conseguia se lembrar de nenhuma m¨²sica de Dona Giselle! s¨® sabia que Dona Giselle era uma pessoa importante, uma celebridade precoce que muitos estudantes de piano admiravam. Foi ent?o que algumas pessoas ao redor fram: ¡°Minha favorita ¨¦ a ¡®Aroma das Flores¡¯ de Dona Giselle, ¨¦o estar imerso num mar de flores, d¨¢ para sentir o perfume mesmo atrav¨¦s da m¨²sica.¡± ¡°E eu adoro ¡®O Mar¡¯¡­¡± Algumas pessoas ¨¤ volta, vendo Caterina Dias corar sem conseguir dizer uma pvra, n?o puderam deixar deentar: ¡°Como ¨¦ que voc¨º tem a coragem de dizer que gosta de Dona Giselle?¡± ¡°Eu sei tocar todas as 132 m¨²sicas famosas de Dona Giselle, e voc¨º?¡± ¡°N?o seio voc¨º conseguiu ser a segunda colocada.¡± Caterina Dias ficou corada de vergonha e disse de maneira constrangida, ¡°Me desculpe, Dona Giselle, fiquei t?o feliz em v¨º que me esqueci¡­¡± Quando Dona Giselle estava prestes a ir embora, Caterina Dias apressou em det¨º, ¡°Dona Giselle, eu realmente admiro seu talento, seria poss¨ªvel ter a honra de receber suas orienta??es? Eu prometo me dedicar ao estudo e n?o desperdi?ar seus conselhos, todos os dias!¡± pensou que Dona Giselle seoveria a sua dilig¨ºncia¡­ Mas Giselle, percebendo a ambi??o d, disse friamente, ¡°Desculpe, mas eu n?o aceito disc¨ªpulos.¡± Todos ao redor ficaram surpresos a maneira direta que Dona Giselle recusou , parec¨ªa que realmente n?o gostava de Caterina Dias. Afinal,o a vice-campe? de um concurso de piano, nem sabia quais eram as 1/2 09-15 m¨²sicas de Dona Giselle¡­ Envergonhada, e vendo Dona Giselle se afastar novamente, Caterina Dias gritou, ¡°Dona Giselle j¨¢ tem algu¨¦m em mente?¡± Giselle parou p terceira vez, e desta vez, seu olhar prante caiu sobre , ¡°Eu tenho algu¨¦m em mente, e mesmo que n?o tivesse, n?o escolheria voc¨º.¡± Caterina Dias empalideceu, ¡°Posso perguntar por qu¨º?¡± ¡°Porque voc¨º ¨¦ da fam¨ªlia Dias. Eu n?o gosto deles.¡± Giselle falou direto ao ponto e ent?o olhou para a roupa de Caterina, ¡°Essas roupas e joias n?obinam voc¨º. Zaira era uma pessoa estilo pr¨®prio, voc¨º est¨¢ desvalorizando as cria??es d.¡± Os espectadores mumuraram em desaprova??o, olhando atentamente para Caterina Dias, que realmente n?o parecia adequada aqus roupas e joias¡­ simplesmente n?obinava aqus roupas. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Quando Giselle se foi, os espectadores tamb¨¦m se dispersaram, e Ynda ficou ali, surpresa, at¨¦ se aproximar e dizer, ¡°Que presidente mais insens¨ªvel,o se pode fr assim uma crian?a! Que absurdo!¡± 2/2 Cap铆tulo 193 Cap¨ªtulo 193 ¡°M?e, estou bem¡­¡± Caterina Dias ainda tinha alguma autoconsci¨ºncia, ¡°Eu n?o dissequal can??o d eu gosto, foi minha culpa¡­¡± ¡°Mesmo que voc¨º tenha esquecido, n?o tinha o direito de te envergonhar na frente de todos! Voc¨º ganhou o segundo lugar!¡± Ynda olhou enfurecida para Giselle se afastando, ¡°Ainda diz que voc¨º n?o merece essa roupa e joias¡­ Quem ¨¦ pra decidir? A gente tem dinheiro, podeprar as roupas e joias da Zaira, qual ¨¦ o problema?¡± ¡°M?e, vamos embora¡­¡± Caterina Dias j¨¢ n?o queria mais passar vergonha ali. ¡° n?o quer aprendizes, e a gente nem queria ser aprendiz d mesmo!¡± Ynda segurou na m?o de Caterina Dias e voltou para a teia, murmurando pelo caminho, ¡°Quem n?o sabe que o Sr. Reyner ¨¦ a grande estr do mundo do piano? Daqui pra frente, ¨¦ ele quem vai te ensinar!¡± ¡°1 11 Caterina Dias queria dizer que para ser aprendiz de algu¨¦mo o Sr. Reyner, que estava em um patamar t?o elevado, as pessoas formavam f, n?o s¨® , mas at¨¦ a Mariana Neves n?o seria considerada! Mas naquele momento n?o disse nada, apenas voltou para o seu lugar e ficou em sil¨ºncio, um pouco triste. Foi ent?o que o amigo de Wilson Dias, Fernando Valente, perguntou curioso, ¡°Sra. Ynda, eu vi de longe a Sra. Giselle conversando Caterina ali no corredor? Ser¨¢ que a Sra. Giselle se interessou por Caterina? Queria fazer d sua aprendiz?¡± Como estava distante, Fernando n?o podia ver os detalhes, s¨® sabia que um grupo cercava as duas e n?o fazia ideia do que conversavam¡­ pareciam bem pr¨®ximas Caterina Dias, que j¨¢ estava vergonha, ficou ainda mais constrangida a pergunta. J¨¢ Ynda sorriu e disse, ¡°Ah, sim, a Sra. Giselle deu a entender isso, mas neste ram Sr. Reyner ¨¦ quem manda, ent?o eu disse para a Caterina pensar melhor, n?o precisa aceitar ¨¤s pressas¡­¡± Fernando ficou surpreso a ambi??o ds, deu uma pausa e ent?o riu, ¡°Se a Sra. Giselle se interessou, ¨¦ sinal de que Caterina ¨¦ muito talentosa no piano¡­ Minha filha estuda h¨¢ anos, e eu j¨¢ tentei usar meus contatos para conseguir que a Sra. Giselle desse uma orienta??o, mas nunca aceitou¡­ Caterina deve ser especial mesmo!¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°Caterina ficou em segundo lugar, minha filha s¨® ficou em quinto,o voc¨º tem coragem de comparar isso?¡± A esposa de Fernando interveio rindo, ¡°Caterina ¨¦ t?o talentosa, as chances de chamar aten??o do Sr. Reyner no futuro s?o grandes¡­¡± Ynda, que estava de mau humor, sorriu os elogios. 1/2 Capitulo 193 ¡°Logo mais o apresentador termina o discurso de abertura, e os oito primeiros colocados v?o tocar suas pe?as. Caterina tem que se destacar, quem sabe o Sr. Reyner veja a grava??o no palco de hoje e fique impressionado ¡­¡± ¡°¨¦ verdade!¡± Ynda, ao ouvir isso, apressou Caterina Dias um empurr?ozinho, ¡°Caterina, ouviu? Tem que arrasar ali!¡± ¡°Entendi.¡± Caterina Dias, que estava um pouco desanimada, ouviu um som de notifica??o no celr e recebeu uma mensagem no Whatsapp. Era de Aaron, e sorriu imediatamente ao ler. ¡¾Estou na teia, onde voc¨º est¨¢?¡¿ Caterina Dias se levantou de repente e olhou para tr¨¢s. Assim que viu Aaron, acenou a m?o e disse, ¡°Aaron, aqui, estou aqui!¡± Depois de dizer isso, saiu para encontrar ele, ansiosa. Sr. Valente ficou surpreso, ¡°Quem chegou? Vejo que a Caterina est¨¢ bastante contente¡­¡± ¡°Ah, ¨¦ o namorado da Caterina, veio especialmente para apoi¨¢!¡± Ynda tamb¨¦m n?o esperava que Aaron iria aparecer agora, o que deixou ainda mais animada. ¡°Acabou o ensino m¨¦dio e j¨¢ tem namorado?¡± Sr. Valente, ao ver ele chegar, n?o p?de deixar de perguntar, ¡°Parece bem-educado, filho de que fam¨ªlia?¡± ¡°Ah, ¨¦ o filho do homem mais rico da Cidade Outono.¡± ¡°Aaron?¡± Sr. Valente ficou bastante surpreso, n?o esperava que uma fam¨ªlia a fortuna dos Dias pudesse se unir a uma fam¨ªlia Duarte! ¡°Voc¨º conhece ele?¡± Ynda sabia que o poder da fam¨ªlia Duarte, ao mencion¨¢-los, outros s¨® poderiam invejar ! ¡°N?o diria que conhe?o¡­¡± Sr. Valente s¨® conhecia a m?e de Aaron, mas na verdade n?o tinha visto o Aaron muitas vezes. 2/2 Cap铆tulo 194 Cap¨ªtulo 194 Naquele momento, Caterina Dias chegou ¨¤ quinta fileira da teia, de bra?o dado Aar¨®n, apresentando ele naturalidadeo seu panhante. Aaron n?o queria aparecer, mas, depois de pensar um pouco, sentiu queo noivo, seria inaceit¨¢vel faltar ¨¤ cerim?nia de premia??o da noiva. Assim, ele foi, mesmo n?o querendo. Embora relutante, Aaron cumprimentou as pessoas ao redor elegancia quando Caterina Dias apresentou ele. Sua postura encheu a fam¨ªlia Dias de orgulho; Wilson Dias e Ynda mal conseguiam conter seu contentamento! Enquanto isso, o Sr. Valente, discretamente, sacou o celr e mandou uma mensagem pelo WhatsApp para Rebeca: ¡°Voc¨º n?o me contou nada sobre Aaron estar namorando a Caterina, hein? Se n?o fosse por encontr¨¢-los aqui na teia, eu nem saberia que j¨¢ tenho uma nora!¡± Rebeca estava tomando seu caf¨¦ da manh? quando a mensagem chegou, e por pouco n?o perdeu a consci¨ºncia de tanto que ficou chateada. respondeu imediatamente: ¡°teia? Que teia?¡± tinha avisado o filho v¨¢rias vezes para ficar longe daqu garota dos Dias, mas parecia que ele n?o tinha dado ouvidos. O aviso tinha sido em v?o! ¡°¨¦ a cerim?nia de premia??o do Concurso Nacional de Piano! Minha filha ficou em lugar, ent?o vim panh¨¢. N?o esperava que Caterina tivesse ganhado o segu lugar. Voc¨º tem um bom gosto, viu¡­¡± Rebeca sentiu um aperto no peito,o se estivesse sufocando, ¡°Onde ¨¦? Eu vou at¨¦ ¡°U¨¦, sua nora n?o te convidou?¡± zombou o Sr. Valente. ¡°Parece que esses dois est?o se dando muito bem¡­¡± Naquele instante, Caterina Dias estava docemente de bra?o dado Aaron, All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. sussurrando algo em seu ouvido. Ele baixou a cabe?a para ouvi e, depois, esbo?ou um leve sorriso. A cena era t?o b que parecia uma pintura! Rebeca estava furiosa: ¡°Que nora o qu¨º, eles nem est?o t?o s¨¦rios assim, ¨¦ s¨® brincadeira de crian?a.¡± ¡°Ah ¨¦?¡± Sr. Valente ficou surpreso. ¡°S¨® uma brincadeira? Os pais d est?o levando a s¨¦rio¡­¡± 1/2 ¡°Voc¨º sabeo ¨¦, muita gente quer se aproximar da fam¨ªlia Duarte¡­¡± Sr. Valente entendeu a situa??o; os Dias estavam se promovendo ¨¤s custas dos outros, enquanto a fam¨ªlia Duarte nem havia aprovado o rcionamento ainda, e eles j¨¢ estavam espalhando boatos¡­ Enquanto Aaron observava o apresentador da cerim?nias no palco, seu celr vibrou. Era uma mensagem da m?e dele. ¡°Voc¨º quer me matar do cora??o, ¨¦ isso? J¨¢ te disse para terminar essa garota! E voc¨º N?o me ouve!¡± ¡°Ok, se voc¨º ¨¦ t?o corajoso assim, v¨¢ morar a fam¨ªlia Dias! Para n¨®s, voc¨º n?o ¨¦ mais meu filho!¡± ¡°Se gosta tanto deles, ent?o n?o precisa mais voltar para casa!¡± Aaron, confuso a mensagem da m?e, olhou ao redor. Exceto pelos pais de Caterina Dias, todos eram estranhos¡­ Estranho. ¡°M?e, eu vou voltar daqui a pouco, n?o fique brava.¡± Aaron tamb¨¦m n?o queria estar ali; s¨® tinha vindo por considera??o a Caterina Dias, sentindo que devia algo a . Caterina, que estava perto o suficiente para ver a t, ficou irritada, mas n?o podia mostrar isso. disse suavemente: ¡°Sua m?e est¨¢ te chamando? Se for o caso, pode ir. N?o se preocupeigo.¡± 2/2 Cap铆tulo 195 Cap¨ªtulo 195 Aaron virou-se para olhar, seus olhos inocentes e gentis, mas tamb¨¦m um pouco relutantes. ¡°Aaron, volta pra casa, n?o fa?a sua m?e sofrer. s¨® tem voc¨ºo filho,¡±disse Caterina compreensivamente. ¡°N?o importa o que pense de mim,o m?e, certeza quer o melhor para voc¨º, quer que encontre uma boa garota e seja feliz para sempre.¡± ¡°Voc¨º n?o a culpa?¡±Aaron perguntou surpreso, olhando nos olhos d. ¡°No hospital, disse coisas t?o duras¡­¡± rejeitou a r??o, desdenhando d por n?o ser ¡®apresent¨¢vel¡¯¡­ Caterina bn?ou a cabe?a e sorriu ainda mais doce: ¡° me ama tanto quanto te ama e quer o seu bem. Eu sei que as inten??es d s?o boas, ent?o n?o guardo rancor.¡± As zombarias dos colegas tamb¨¦m n?o importavam mais para ele; se n?o era ¡®apresent¨¢vel¡¯, que assim fosse. Contanto que se tornasse sua esposa no futuro, quem ousaria rir d? tamb¨¦m n?o queria ter sido recolhida por uma faxineira e criada naqus circunstancias, mas o destino lhe pregou uma pe?a. Sem se revoltar contra o mundo, sempre tratou as pessoas ao seu redor um cora??o bondoso¡­ Neste mundo, haveria alguma garota melhor do que ? E se j¨¢ tinha se rcionado outros rapazes antes, qual era o problema? cresceu sem o amor de um pai e ansiava por cuidado, isso era errado? Lembrando-se do ambiente familiar d quando crian?a, Aaron de repente teve d¨²vida, ¡°Com que idade voc¨º aprendeu a tocar piano?¡± Ele se lembrava d ter contado que a m?e adotiva tinha tido muita dificuldade para cri¨¢¡­ Sob tais condi??es, parecia improv¨¢vel que tivesse aprendido a tocar piano¡­ Caterina tamb¨¦m n?o esperava que Aaron lhe fizesse essa pergunta de repente, que tamb¨¦m despertou a curiosidade de Ynda aodo. ¨¦ verdade, antes de Caterina voltar para a familia Dias, parece que n?o tinha aprendido a tocar piano! Como ent?o sabia tocar e ainda ganhava pr¨ºmios? ¡°Depois que voltei para a fam¨ªlia Dias, uma vez vi um piano no quarto da minha irm? e aprendi online por conta pr¨®pria¡­¡± Isso era verdade. Para melhorar sua posi??oo herdeira, Caterina havia aprendido muito online. 1/2 08:45 Capitulo 195 ¡°Tamb¨¦m h¨¢ as de piano online. Quando n?o havia ningu¨¦m por perto, eu praticava sozinha¡­¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°Mais tarde, meu pai viu que eu realmente gostava eprou outro piano para mim, e contratou um professor particr para vir em casa me ensinar¡­¡± Isso tamb¨¦m era verdade. Wilson Dias, vendo seu gosto, permitiu que o professor particr viesse todos os dias ensin¨¢, mas eles n?o sabiam at¨¦ que ponto Caterina havia aprendido. ¡°Foi s¨® isso? Voc¨º aprendeu assim? O piano em si ¨¦plicado. Eu estudei por dez anos e s¨® consegui o primeiro lugar no ano passado¡±, Aaron n?o esperava que sua pequena noiva fosse t?o talentosa. Em poucos dias de volta ¨¤ fam¨ªlia Dias, aprendeu um instrumento t?o dif¨ªcil! ¡°Isso ¨¦ talento. A Isabe jogava o pianoo um enfeite de s! Uma desperd¨ªcio daquele piano caro!¡±Ynda ficou indignada s¨® de fr: ¡°Mas a Caterina, um pouco de estudo j¨¢ ganhou o segundo lugar! Muito talentosa!¡± Caterina se sentiu um pouco envergonhada os elogios, sabia o seu n¨ªvel. s¨® sabia tocar aqu pe?a, as outras, embora ensinadas pelo professor, ainda n?o eram dignas de um grande palco. Qualquer um que entendesse de piano saberia qual era o seu n¨ªvel. Por isso, havia praticado incansavelmente a pe?a do concurso em casa, para que naquele dia pudesse se sair bem. sabia que Aaron entendia de piano, ent?o praticou dedica??o. Naquele momento, percebeu que o olhar de Aaron para havia se tornado gentilo antes, e isso a acalmou por enquanto. Cap铆tulo 196 Cap¨ªtulo 196 O oitavo premiado estava tocando umaposi??o pr¨®pria ao piano. O concurso deste ano n?o s¨® testava a habilidade dos participantes em tocar, mas tamb¨¦m exigia que compusessem suas pr¨®prias m¨²sicas parapetir. Muitos pianistas habilidosos, por n?o saberempor, ficaram de fora do concurso deste ano. Ap¨®s terminar sua pe?a, o oitavo premiado se levantou e fez um agradecimento espetacr, e depois do apresentador iniciar os ausos, convidou o s¨¦timo colocado para se apresentar¡­ De repente, Nair Pires recebeu uma liga??o, seu semnte se suavizou e a voz baixa disse ¨¤s suas duas filhas: ¡°Voc¨ºs sabem, a avo de voc¨ºs estava inconsciente h¨¢ dias, mas finalmente acordou. Vamos visit¨¢ e voltamos logo.¡± ¡°Pa¨ª, m?e, podem ir tranquilos.¡±Mariana Neves mostrou suapreens?o. ¡°Ainda falta um tempo para a minha entrega de pr¨ºmios, sem pressa.¡± ¡°Tentaremos voltar antes da sua entrega de pr¨ºmios.¡±Disse Nair Pires carinhosamente, e olhando para Isabe, acrescentou: ¡°Isabe, qualquer coisa, liga para a mam?e.¡± ¡°Certo.¡± Com Carlos Neves e Nair Pires j¨¢ longe, Mariana Neves olhou para Isabe de cima e indagou lentamente: ¡°Irm?, voc¨º j¨¢ estudou piano? Ganhou algum pr¨ºmio?¡± olhou para o palco, cheia de confian?a, e disse: ¡°Comecei a estudar piano aos quatro anos de idade e fui aceitao aluna pelo mestre Andy, mesmo ele n?o aceitando disc¨ªpulos facilmente. Voc¨º sabe quem ¨¦ o mestre Andy? Um grande nome do piano no pa¨ªs¡­ Muitos desejam seu conselho sem ter a chance¡­ Sob sua orienta??o, meu talento ao piano disparou, e ganhei mais de cinquenta primeiros lugares!¡± Com orgulho na voz e o pesco?o erguido, questionou: ¡°Como se chama o professor particr que voc¨º teve? Ganhou algumapeti??o nessa ¨¢rea?¡± Talvez por n?o esperar uma resposta de Isabe, se virou e viu que Isabe, sem que percebesse, havia colocado fones de ouvido e estava jogando uma concentra??o intensa. Mariana Neves ficou irritada, mas pensou melhor e concluiu que uma menina do campoo n?o tinha grandes perspectivas de futuro. N?o se sabe quanto tempo depois, o apresentador pegou o microfone, entusiasmo, e anunciou: ¡°Agora, teremos a segunda colocada do concurso, Caterina, que nos presentear¨¢ a pe?a ¡®Tristezas¡¯.¡± 1/4 08:45 Capitulo 196 Caterina sorriu ao ouvir o apresentador, levantou-se e subiu ao palco, vestida milh?es em roupas. sentou-se ao piano, respirou fundo ee?ou a tocar a m¨²sica que lhe rendeu o segundo lugar. Giselle, sentada na primeira f, achou a primeira parte da pe?a um tanto desagrad¨¢vel, mas ao ouvir at¨¦ o fim, sentiu uma estranha familiaridade,o se j¨¢ tivesse ouvido aqu melodia em algum lugar¡­ Na teia, v¨¢rias pessoas cochichavam: ¡°A parte do cl¨ªmax da m¨²sica ¨¦ t?o bonita! ¨¦ t?o cheia de sentimento!¡± ¡°Parece que est¨¢ um pouco insegura nas ticas, talvez seja nervosismo.¡± ¡°Se esquecermos oe?o e o fim, o cl¨ªmax que p?s ¨¦ muito bom, impressionante para uma garota t?o jovem¡­¡± Caterina recebeu muitos elogios. At¨¦ o grande mestre do piano, Marcelo Nero, sorriu e disse ¨¤ Giselle ao seudo: ¡°Sra. Giselle, voc¨º n?o est¨¢ procurando estudantes talentosos recentemente? O que voc¨º acha da tal Caterina?¡± Giselle, por dentro, n?o gostava da fam¨ªlia Dias e, portanto, n?o tinha uma boa impress?o da menina. Quanto a talento, durante esses anos, nunca tinha visto algu¨¦m mais promissor que Isabe! Mesmo assim, o dom¨ªnio de Caterina ao piano era superior ao d, e estava al¨¦m alcance de Giselle. Se fosse para aceitar uma disc¨ªp, seria Caterina quem deveria aceitar Giselle¡­ Mas uma jovem e talentosa mestreo Isabe nem consideraria aceitar alunos por t?o pouco! ¡°Essa vice-campe? n?o s¨® sabepor,o faz isso muito bem, especialmente o cl¨ªmax, que ¨¦ encantador.¡± ¡°Eu tamb¨¦m fiquei fascinado pelo cl¨ªmax da m¨²sica, ¨¦o umavagem cerebral, voc¨º ouve uma vez e j¨¢ quer ouvir de novo¡­¡± ¡°Eu tamb¨¦m!¡± ¡°A parte inicial e a intermedi¨¢ria d n?o foram muito boas, mas o cl¨ªmax realmente foi de chamar aten??o!¡± V¨¢rios convidados de peso ao redor de Giselle elogiavam aposi??o de Caterina. 2/4 08:45 # Capitulo 196 Ao final da pe?a, Caterina se levantou lentamente, curvando-se elegantemente em agradecimento a todos os presentes. Ao erguer o olhar, viu nos olhos de Aaron, que estava na teia, um transbordar de amor Le admira??o enquanto ele audia. O cora??o de Caterina se ficou agitado por um momento. Olhou novamente para Giselle, esperando ver em seu rosto uma express?o de arrependimento, afinal, perder uma disc¨ªp t?o talentosa era sem d¨²vida uma grande perda para Giselle! Mas a express?o de Giselle era de desagrado, at¨¦ franzindo a testa, batendo os dedos na mesao se estivesse ponderando algo. Ser¨¢ que n?o havia tocado bem? Caterina estava prestes a desviar o olhar quando, sem querer, viu Isabe sentada na terceira f, a apenas dois assentos de distancia de Mariana Neves, a filha do magnata! n?o podia acreditar, era inacredit¨¢vel,o era poss¨ªvel? Esses lugares eram reservados para pessoas extremamente importantes ou para os premiados e seus familiares. Isabe n?o era nada disso, que direito tinha de sentar ali? Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Ser¨¢ que Mariana Neves era t?o b e boa que n?o se importava? Ou Isabe estava panhando algum patrocinador? Caterina olhou intencionalmente para odo e viu que n?o havia nenhum homem aodo de Isabe, e se perguntou que tipo de patrocinador permitiria que Isabe se ao mesmo n¨ªvel que a fam¨ªlia de um magnata¡­ A sorte daqu Isabe era demasiado! Por causa da curvatura elegante de Caterina, uma onda de ausos veio da te os professores e veteranos na mesa de premia??o n?o tinham pvras suficientes elogiar a jovem. sse ¡°Estaposi??o para piano se chama ¡®Tristeza¡¯, mas no cl¨ªmax, ouvi esperan?a, se incentivasse aqueles que foram devastados por desastres naturais a lutar e viver corajosamente, pois ainda h¨¢ muita beleza na vida¡­¡± ¡°Exato, quando ouvi o cl¨ªmax, tamb¨¦m visualizei as ru¨ªnas ap¨®s um terremoto e a coragem de come?ar a vida de novo¡­¡± ¡°Que coincid¨ºncia, tamb¨¦m pensei em cat¨¢strofes naturais¡­¡± ¡°Eu tamb¨¦m.¡± 3/4 08:45 Capitulo 196 Sra. Giselle teve uma epifania, finalmentepreendendo de onde vinha aqu sensa??o de familiaridade, terremoto, inspira??o, coragem, resili¨ºncia¡­ olhou para a jovem que descia do palco uma express?o de intensa insatisfa??o! Em seguida, a apresentadora convidou Mariana Neves para se apresentar,o ato final da cerim?nia de premia??o. Quando Mariana Neves subiu ao palco, os ausos foram incessantes! Embora n?o tivesse convidado C¨¦lio e Mauro Franco para assistir ¨¤ sua cerim?nia, o fato de poder provocar inveja e ci¨²me em Isabe j¨¢ era uma vit¨®ria para ! se sentou ao piano grande elegancia ee?ou a tocar suaposi??o. Cinco minutos depois, se levantou para agradecer, mas ao olhar para a teia, percebeu que seus pais ainda n?o haviam retornado e Isabe continuava a jogar no celr, sem mostrar nenhum sinal de inveja ou ci¨²me! Mariana Neves ficou furiosa! Os ausos na teia continuavam a ecoar. ¡°Mariana Nevesp?s uma pe?a maravilhosa! ¨¦ t?o excepcional quanto a sua m¨²sica.¡± ¡°N?o ¨¦ ¨¤ toa que ¨¦ a filha de um magnata, sempre se destacou desde pequena!¡± ALA 08:45 Cap铆tulo 197 Cap¨ªtulo 197 ¡°Apesar disso, eu prefiro mais as m¨²sicas de Caterina, esquecendo as partes de in¨ªcio e fim, o ¨¢pice ¨¦ realmente cativante! Muito inspiradora!¡± ¡°Eu tamb¨¦m curto as m¨²sicas de Caterina, mas igualmente, s¨® a parte do ¨¢pice¡­¡± Mariana Neves desceu do palco e ouviu algu¨¦m dizendo isso. Suas unhas cravaram na palma da m?o, mas na superf¨ªcie, manteve a serenidade, sorrindo e acenando para o p¨²blico. N?o se podia negar que o ¨¢pice das m¨²sicas de Caterina era mesmo bom, superior ao seu pr¨®prio n¨ªvel! Mas infelizmente, as partes de in¨ªcio e fim n?o estavam ¨¤ altura, e por isso acabou em segundo lugar. Caterina, ao ouvir que todos gostavam da sua m¨²sica, especialmente o ¨¢pice, ficou euf¨®rica e animada, sentindo que havia brilhado. ¡°Os oito primeiros colocados j¨¢ tocaram suas m¨²sicas premiadas para todos n¨®s. Acredito que todos tenham umapreens?o mais aprofundada de suas posi??es agora.¡± ¡°Chegamos agora ao momento mais importante do dia ¨C a cerim?nia de premia??o.¡± ¡°Convidamos nosso renomado mestre do piano, Prof. Marcelo, para entregar os certificados de honra aos vencedores do quarto ao oitavo lugar!¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. A teia respondeu calorosos ausos. Marcelo Nero ajeitou os bot?es do terno e subiu ao palco elegancia, entregando os certificados aos premiados e posando para fotos. Quando eles desceram, o apresentador pegou o microfone e disse entusiasmo: ¡°Agora convido a presidente da Associa??o de Piano, Giselle, para entregar os trof¨¦us de honra aos tr¨ºs primeiros colocados!¡± Os ausos da teia ficaram ainda mais altos,o trov?es. Terceira colocada Gl¨®ria Marques, segunda colocada Caterina e a grande vencedora Mariana Neves sa¨ªram de seus lugares elegancia, todas dezessete ou dezoito anos, talentosas e not¨¢veis, sendo os destaques do ano. Pelo caminho, Caterina acenava e sorria para o p¨²blico e fez um gesto de cabe?a para Mariana Neves, que pareceu n?o notar e n?o retribuiu, continuando a acenar sorridente para os outros. Giselle subiu ao palco e entregou o trof¨¦u de campe? para Mariana Neves e o de terceira colocada para Gl¨®ria, mas olhou para Caterina um olhar g¨¦lido,o se estivesse 1/2 08:45 Capitulo 197 encarando umadra! O apresentador ficou desconcertado e rapidamente tentou suavizar a situa??o: ¡°Sra. Giselle, e a segunda colocada¡­ voc¨º esqueceu de entregar o trof¨¦u ¨¤ segunda colocada¡­¡± Caterina ficou um tanto embara?ada, mas tantos olhares e cameras de jornalistas voltados para , manteve o sorriso e a cortesia: ¡°Sra. Giselle, sou a segunda colocada deste concurso, Caterina.¡± ¡°Eu sei.¡±A voz de Giselle estava fria, e seu olhar tornou-se ainda mais prante. Quando Caterina mencionou seu ¡°segundo lugar¡±, os olhos de Giselle pareciam querer cortar atrav¨¦s de suas mentiras. Todos ficaram confusos, at¨¦ mesmo o apresentador n?o sabia o que estava acontecendo, sentindo que o olhar de Giselle para Caterina era quase de inimizade¡­ Ele s¨® p?de indicar o olhar para a assistente de cerim?nia que segurava o trof¨¦u, que entendeu o recado e, sorrindo, levou o trof¨¦u at¨¦ Giselle, significando que o trof¨¦u do segundo lugar estava ali, pronto para ser entregue. Giselle permaneceu im¨®velo uma montanha imponente, frieza no olhar. ¡°Voc¨º n?o merece o trof¨¦u de segundo lugar!¡± Essas pvras causaram um alvoro?o na teia! 08:45 Cap铆tulo 198 Cap¨ªtulo 198 A palidez tomou conta do rosto de Caterina num instante, deixando-a extremamente constrangida. L¨¢ embaixo, Wilson Dias e Ynda se levantaram num pulo, perguntando-se o que estava acontecendo. At¨¦ mesmo Aaron ficou pasmo, sem acreditar que a sempre carinhosa e simp¨¢tica Sra. Giselle pudesse dizer algo assim! ¡°Sra. Giselle, o que a senhora quis dizer isso?¡±perguntou o apresentador, sorrindo enquanto tentava amenizar a situa??o. ¡°Ser¨¢ que depois de ouvir a apresenta??o de Caterina, voc¨º acha que merece uma ssifica??o mais alta?¡± Essas pvras foramo um golpe sutil. A teia, que antes pensava que havia algo errado a m¨²sica de Caterina, agora rxava, percebendo que era isso. Ser¨¢ que Sra. Giselle achava que Caterina tinha n¨ªvel para conquistar o primeiro lugar?! Mariana Neves, ao seudo, apertou inconscientemente o trof¨¦u de campe?, imaginando se Sra. Giselle iria anunciar publicamente que Caterina merecia mais o t¨ªtulo. ¡°Estou perguntando a voc¨º.¡±Sra. Giselle n?o aceitou a deixa do apresentador e, olhando nos olhos de Caterina, indagou cada pvra pesada: ¡°A m¨²sica que voc¨º tocou, foiposta inteiramente por voc¨º?¡± Caterina, sentindo-se acuada, o cora??o batendoo um tambor e o corpo amolecendo, balbuciou: ¡°ro que sim¡­¡± ¡°Ou seja, essa m¨²sica, doe?o ao fim, cada nota, cada melodia, foi tudo c sem r??o ningu¨¦m?¡± ?o sua, Caterina mal conseguia se manter de p¨¦, sem entender as inten??es de Giselle. Giselle sabia que havia usado a parte cl¨ªmax daposi??o de Isabe, e po estava questionando em p¨²blico? N?o, isso n?o era poss¨ªvel. Quem era Giselle para conhecer algu¨¦m t?o insignificante quanto Isabe? A menos que Isabe tivesse a procurado e dito algo¡­ ¡°Sra. Giselle, eu n?o sei o que os outros possam ter lhe dito.¡±Caterina decidiu negar at¨¦ o fim e, nesse momento, o melhor era desviar a aten??o para outro lugar. ¡°Se a senhora est¨¢ chateada porque eu, l¨¢ embaixo, admirava a senhora e`desejava ser sua aprendiz, pensando que eu era muito ing¨ºnua, eu sinto muito.¡± Mantendo a postura de uma herdeira, Caterina falou dignidade, nem humilde demais, nem arrogante, recuando para avan?ar: ¡°A senhora disse que n?o aceita 1/2 08:45 Cap¨ªtulo 198 aprendizes e que, mesmo que aceitasse, n?o escolheria algu¨¦m da nossa fam¨ªlia Dias. N?o sei o que fizemos de errado¡­ mas a senhora ¨¦ uma mestre, tem o direito de escolher quem quiser¡­ Eu entendo e n?o insisto, at¨¦ acho que ainda n?o sou boa o suficiente para merecer sua aten??o.¡± ¡°Mas a senhora disse na frente de tantas pessoas que eu n?o merecia usar as roupas e joias da Zaira. Talvez a senhora n?o saiba, mas eu sempre a vio meu ¨ªdolo, e me dediquei ao piano para estar mais pr¨®xima da senhora¡­¡± Com poucas pvras, Caterina, pintou Sra. Giselleo uma pessoa ¡°mal-educada¡±, ¡°que maltrata os mais jovens¡±e ¡°arrogante¡±. Era a primeira vez que Giselle via uma ¡®florzinha inocente¡¯ assim; t?o jovem e j¨¢ t?o astuta! ¡°N?o acredito que Sra. Giselle seja assim. Caterina se esfor?ou tanto no piano para se aproximar d, e nem para aceitar uma aprendiz? E ainda por cima fazerent¨¢rios t?o maldosos! Caterina deve estar arrasada.¡± ¡°Eu acho que Caterina fica linda as roupas da Zaira. Sra. Giselle est¨¢ se metendo demais. O que tem a ver o que a outra quer vestir ou usar?¡± Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡°Sra. Giselle nem para apoiar os mais jovens, e ainda faz quest?o de constrang¨º-los numa ocasi?o t?o importante¡­¡± ¡°Achei a Sra. Giselle t?o sem sse¡­¡± ¡°At¨¦ que Caterina tem uma alta qualidade mental. Afinal, ¨¦ a herdeira, sua educa??o e vis?o s?o diferentes das pessoasuns¡­¡± A maioria das pessoas da teia estavam elogiando a Caterina. Caterina, ao perceber que havia virado o jogo apenas algumas pvras, olhou para Sra. Giselle com um vislumbre de desafio nos olhos. 2/2 Cap铆tulo 199 Cap¨ªtulo 199 Giselle percebeu o que se papassavano cora??o d e, um sorriso frio, anunciou para todos, ¡°A parte mais lernouioramant¨¦ da sua m¨²sica ¨¦ uma c¨®pia descarada da ¡®Sincero¡¯ da Sra. Melodia!! Assim que essas pvras fororap pronunciadas, um sil¨ºncio sepulcral tomou conta do ocal. Como assim?/Aposicdede Caterina tinha giado a parte mais emocionante da m¨²sica da Sra. Melodia?a? Sra. Melodia era uma lencia no muncitacado piano, tendo conquistado in¨²meros pr¨ºmios prestigiosos nacionais e intercaponataisosos ¨²ltimos anos, e era considerada uma mestra 10 mesmo n¨ªvel que o Sr. Revnerer! Mas Sra. Melodia era mais misterio sasauque Orsi, Reyner, ningu¨¦m sabiao era ou Content is property ? N?velDrama.Org. quantos anos tinha. Sra. Giselle,o pode ter tanta certezazdedeugle Caterina copiou a obra da Sra. Melodia? O apresentador tentou armenizara sisiacac?o ¡°Eu tamb¨¦m sou f? da Sra. vielgdia, mas n?o sabia que tinha uma usipochchanada Sincero¡­ Voc¨º tem alguma Drova? Caterina sentit um al¨ªvio interior. At¨¦ o aprosetadoratacoconhecia a ¡®Sincero¡¯ da Sra. Melodia. Al¨¦m disso, a parte emocionante que tilitizovana sua m¨²sica tinha sido lirada diretamente do quarto da isabela! Na ¨¦poca, ainda estava na letra de m?o de Isabebe! imais, anha pesquisado v¨¢rias vezes na inte el qumdacer encontrou essa parte da Tuisica, por isso se sentiu segura para us¨¢ ousaciarnente teanausuaror¨®pri sabelle levantou seu olhar prequicoso, despreocupatia corro cuque acont andadbodia ouvir os murmurios de indigna??o de Yndadaasal¨¢tagede ara Decue a Sra. Giselle est¨¢ fazendo? Se n?o quer premiar a Caterinan au tudodben Scusada de ciar o trabalho de uma mestra? Isso ¨¦ para fazer er Gat?terinaapa engonha. Ele toca piano t?o bem, precisa rouba a obra de alguiere?¡± Modarem estava pronta para subir no palco e confrontar Sra. Gisellelle. mposi??o! alco, e Wisselson Dias segurou sua m?o, ¡°Talvez Sra. Giselle tenha ouvido muitatas pooxicos de piano e achou alguma semelhan?a, pensando que Catarmancocopiou. vegnanteraer a calcia e esperar um pouco mais! pnyando. ce sentia um pressentimento ruim: Sra. Giselle sempre foi justste iaripaperial. l?o tivesvesse Hovas cuficientes, n?o diria isso¡­¡± Aaron on: OQUE VOC¨º na acredita na Caterina? H¨¢ pouco tempo voc¨º ainda estavava pando elo omine mente dc. Ynda estava um pouco irritada.¡±Quele, .08 45 45 Cap¨ªtulo 199 estranho¡­¡±interferiu o Sr. Valente: ¡°N?o foi a Sra. Giselle que estava atr¨¢s de voc¨ºs querendo fazer da Caterina sua disc¨ªp? Por que, ent?o, no palco, Caterina disse que Sra. Giselle n?o a queria e que n?o era digna das roupas e joias desenhadas p Sra. Zaira?¡± Ynda ficou p¨¢lida e sem saber o que dizer. havia esquecido esse detalhe! Anteriormente, havia se gabado para o Sr. Valente que Sra. Giselle queria fazer de Caterina sua disc¨ªp, mas s achavam que o n¨ªvel d era muito baixo, queriam apenas ser disc¨ªps do Sr. Reyner¡­ Erao atirar uma pedra no pr¨®prio p¨¦¡­ O Sr. Valente tamb¨¦m percebeu que havia mentido, olhando-a um misto de desprezo e desd¨¦m. ¡°Provas? ro que as tenho!¡±Giselle proferiu cada pvra uma for?a que deixou todos estupefatos. Caterina empalideceu, n?o, isso n?o podia ser poss¨ªvel¡­ ¡°Antes de mostrar as provas, eu gostaria de perguntar, o que voc¨º pretendia expressar a parte mais emocionante desta sua ¡®Tristeza¡¯?¡± Caterina sentiu-se repentinamente mais confiante a pergunta que lhe fizeram, pois j¨¢ havia discutido isso seu professor particr. O tutor lhe dissera que, naqu parte espec¨ªfica da composi??o, ele percebera uma tristeza imensa e avassdora. ¡°ro que ¨¦ tristeza! Cada um interpreta a m¨²sica ¨¤ sua maneira, mas eu creio que uma boa m¨²sica ¨¦ capaz de tocar as pessoas, de provocar empatia. O que eu tentei transmitir esta pe?a, assim || 212 Cap铆tulo 200 Cap¨ªtulo 200 ¡°Ah.¡±Giselle sorriu, surpreendendo a todos, en?ou um olhar superficial para Caterina. Voc¨º interpretou errado! Se n?o acredita, pode perguntar aos outros aqui o que a parte a cativante evoca. Vamos, quem quer fr?¡± apresentador tomou a pvra: ¡°O que eu ouvi foi uma tristeza profunda, envolvida por numamar de luto que me rasgava. N?o sei quanto tempo passou, at¨¦ que um raio de sol eprou as sombras e, de repente, senti uma for?a me puxando, dizendo para eu ocontinuar vivendo¡­¡± Algu¨¦m da teia se levantou e o apresentador passou o microfone. Eu Eu ouvi a coragem e a for?a surgindo da tristeza¡­¡± N?Naintinha cabe?a, apareceram imagens do terremoto que foi not¨ªcia no ano passado¡­¡± Eu Earrain¨¦m, o terremoto do ano passado no Rio de Janeiro, tantas mortes e feridos, uanando ouvico climax, as imagens vieram ¨¤ minha mente¡­¡± Eu peperisetren: desastres naturais e humanos!¡± endo corosasto de Caterina perder a cor, Giselle sorriu friamente. ¡°Exatamente! O terremoto tanpa pescado no Rio de Janeiro destruiu muitas fam¨ªlias. Aqueles sobreviventes, nersos emetodogn?o conseguiam encontrar um caminho para sair daqu tristeza. Sra. Melodia conmop¨¢s sinceroo objetivo de usar o poder da m¨²sica para dar-lhes speranca a calcalpo para ajud¨¢-los a sair das sombras!¡± continuassem vivendo¡­ edianos, Por que estou t?o cedarte de que Sra. Melodiap?s ¡®Sincero¡¯? Porque em no, atrav¨¦s dos meus es fastur?os, a can??o foi inclu¨ªda no material did¨¢tico de ue j¨¢ foi impresso eres tartariodispon¨ªvel em setembro. At¨¦ l¨¢, nada havia sido div bdos ficaram chocadosos¡­ inqu¨¦m esperava ponessesa¡­ te mesmo Caterina estava atondajtesen acreditar¡­ A vers?o original da Sra. Meiceliadesiva infinitamente mais emocionante do que a sua!¡± Se n?o me engano, voce copiativa atiriam da Sra. Melodia, mas para evitar ser lescoberta,pos binicio eo fimi popcoconta ¨®pria. S¨® que n?o alcan?ou o mesmo vel. As outras partes n?o sustentamaranandiosidade do climax, e abina??o ficou nuito estranha!¡± 08:45 2/2 Capitulo 200 ¡°No in¨ªcio, eu nem percebi, at¨¦ achei um pouco desagrad¨¢vel! S¨® quando chegou o cl¨ªmax, me pareceu familiar!¡± ¡°Se n?o fosse pelo cl¨ªmax, os jurados nem teriam permitido que voc¨º avan?asse.¡± ¡°Suas outras partes s?o t?o mediocres que, isdas s?o muito fracas! N?o fale em segundo lugar, nem vig¨¦simo voc¨º conseguiria!¡± ¡°Voc¨º copiou a obra da Sra. Melodia e ainda se recusa a admitir. Voc¨º n?o merece este pr¨ºmio, nem o sustento desta profiss?o! Em nome da Associa??o de Pianistas, eu recuso sua ades?o por toda a vida!¡± As pvras de Sra. Giselle ca¨ªramo um martelo, e todos estavam al¨¦m da surpresa¡­ Ningu¨¦m imaginava que Caterina, t?o jovem, teria a aud¨¢cia de giar o trabalho de uma artista mais velha, e pior, tentar difamar Sra. Giselle para desviar a aten??o¡­ All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. O rosto de Caterina estava p¨¢lido, e a dera??o da presidente da Associa??o de Piano a baniu publicamente da profiss?o que amava, uma puni??o mais dolorosa que a morte. 1 Cap铆tulo 201 Cap¨ªtulo 201 N?o, n?o podia simplesmente admitir que havia giado! Do contr¨¢rio, a sua carreira de pianista estariapletamente acabada, Pois o prest¨ªgio do segundo lugar tamb¨¦m desaparecer¨ªa. A condena??o p¨²blica a arrastaria para o abismo. Por toda a vida, jamais conseguir¨ªa livrar-se da mancha em sua reputa??o. Os outros tamb¨¦m a veriamo uma piada, Se admitisse o pl¨¢gio, seus pais e Aaron, certeza, se decepcionariam; seus tios a desprezariam ainda mais, negando-lhe a entrada na fam¨ªlia Dias, e aqueles que a apoiavam e gostavam d se tornariam seus detratores. n?o podia ser destru¨ªda por isso! tinha que se manter firme: ¡°Isso ¨¦ apenas a sua pvra, integrar ao material did¨¢tico? Quem viu?¡± ¡°Voc¨º¡­¡±Giselle, vendo que a garota n?o se convenceria sem ver a realidade concreta, ficou furiosa: ¡°Ok, eu farei voc¨º se convencer!¡± mandou que fotografassem o material did¨¢tico mais recente e projetassem a partitura na t grande. ¡°Esta ¨¦ aposi??o da Sra. Melodia, ¡®Sincero!¡±Giselle olhou para todos: ¡°Aqueles que entendem de m¨²sica imediatamente perceber?o a semelhan?a, n?o ¨¦ apenas uma ou duas frases, mas sim toda a se??o do cl¨ªmax que foi copiada!¡± ¡°¨¦ verdade, ¨¦ mesmo¡­¡± ¡°A parte do cl¨ªmax ¨¦ id¨ºntica!¡± ¡°A Sra. Giselle n?o est¨¢ difamando a vice-campe?; realmente giou.¡± ¡°As partes iniciais e finais da Sra. Melodia s?o muito melhores que as de Caterina!¡± ¡°Para aqueles que n?o entendem partituras, pe?o paci¨ºncia. Vou pedir que toquem a parte do cl¨ªmax da Sra. Melodia para que possam ouvir eparar!¡± Giselle varreu o p¨²blico seu olhar, finalmente pousando-o sobre Gl¨®ria Marques: ¡°Sua vez.¡± Uma terceira colocada seria mais do que suficiente para envergonhar Caterina. Content ? N?velDrama.Org 2024. Gl¨®ria, subitamente chamada p Sra. Giselle, ficou confusa, mas rapidamente se sentou ao piano e tocou a parte do cl¨ªmax da Sra. Melodia, conformne projetada na t grande. 1/2 00.10 Capitulo 201 A melodia id¨ºntica atingiu os ouvidos de todos, e at¨¦ mesmo Wilson Dias e Ynda Silva, que inicialmente defendiam sua filha, ficaram at?nitos. Embora n?o entendessem de partituras, a m¨²sica absolutamente id¨ºntica tornava a acusa??o de pl¨¢gio ineg¨¢vel¡­ A cada nota que Gl¨®ria tocava, era c¨®mo se desferisse um tapa na cara de Caterina, e ao final, a garota estava p¨¢lida e sem for?as para reagir. Na primeira f do p¨²blico estavam tamb¨¦m alguns dos ju¨ªzes dapeti??o deste ano, que tinham uma boa impress?o de Caterina, especialmente a professora L¨ªvia Macedo, que tinha um carinho especial p menina. Caterina conseguiu o segundo lugar principalmente por causa do apoio d¡­ Mas agora, frente a provas irrefut¨¢veis, sentia desapontamento e raiva, pensando que havia encontrado um talento promissor, que agora estava desperdi?ado. Depois que Gl¨®ria terminou de tocar a parte do cl¨ªmax, o apresentador sabia que o pl¨¢gio de Caterina era um fato consumado e, pegando o microfone gravidade, disse: ¡°¨¦ triste quando algu¨¦m se esfor?a para ntar uma ¨¢rvore e outra pessoa, sem permiss?o, colhe os frutos do trabalho alheio, prejudicando os direitos do verdadeiro dono.¡± 2/2 Cap铆tulo 202 Cap¨ªtulo 202 Elen?ou um olhar para Caterina seriedade e disse: ¡°Como apresentador deste concurso, ¨¦ pesar que anuncio a todos que a segunda colocada, Caterina, teve sua premia??o revogada devido ao pl¨¢gio da obra de Sra. Melodia. Conforme as regras dapeti??o, est¨¢ impedida de participar de eventos semelhantes no futuro.¡± Caterina sentiu seu corpo tremer¡­. ¡°Agora, vamos registrar a foto do primeiro e do terceiro lugar, e tamb¨¦m da Sra. Giselle¡­¡±O apresentador pretendia que os jornalistas se aproximassem para tirar fotos e deixar o incidente para tr¨¢s¡­ Mas, inesperadamente, Caterina insistiu em voz alta: ¡°Eu n?o giei!¡± ¡° tem provas concretas de pl¨¢gio e ainda se defende?¡± ¡°Pode ser que esteja sendo injusti?ada? Olha a determina??o em seus olhos, um giador deveria estar nervoso¡­ n?oo ¡­¡± ¡°Mas as partes mais emocionantes das duas obras s?o id¨ºnticas, se n?o copiou a Sra. Melodia, ent?o a Sra. Melodia copiou d?¡± ¡°Isso ¨¦ ramente pl¨¢gio!¡± Sra. Giselle n?o esperava que, mesmo de frente para uma parede, se recusasse a recuar e, irritada, disse: ¡°Hoje em dia, as pessoas est?o dispostas a sacrificar sua integridade moral em busca de fama e fortuna. ¨¦ uma falha de car¨¢ter ou um desequil¨ªbrio mental por parte dos criadores? Voc¨º giou a obra de Sra. Melodia; isso deveria resultar em sua expuls?o da ind¨²stria. Voc¨º deveria sair daqui de cabe?a Como ousa negar o giou?¡± ¡°Eu realmente n?o giei!!!¡±insistiu Caterina teimosamente: ¡°Esta can??o fui eu q em casa! A Sra. Giselle pode apresentar prova de que eu n?o criei em casa?¡± ¡°Ent?oo voc¨º explica que a parte emocionante da sua obra ¨¦ igual ¨¤ da Sra. Melodia? Com a qualidade mediana doe?o e do fim da sua obra,o voc¨º po criar uma parte t?o emocionante?¡±perguntou Giselle, ramente incr¨¦d. ¡°Algu¨¦m a acredita em voc¨º? Se voc¨º diz que n?o giou, teria coragem de repetir isso na frente Sra. Melodia?¡± O qu¨º?? Sra. Melodia?? Sra. Melodia sempre foi uma figura enigm¨¢tica, nunca se mostrando em p¨²blico¡­ E a Sra. Giselle n?o s¨® a conhecia,o tamb¨¦m parecia estar prestes a cham¨¢? 1/2 All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. 1. 08:48 Cap¨ªtulo 202 Mas, uma personalidade t?o renomada, se envolveria em um assunto t?o trivial? Caterina n?o esperava que Giselle usasse a Sra. Melodia para pression¨¢; todos sabem que a Sra. Melodia prefere ficar fora dos holofotes, mantendo sua identidade em segredo por tanto tempo. Quando Giselle disse para repetir na frente da Sra. Melodia, estaria ligando para ou fazendo uma videochamada ao vivo? Seja qual for o modo, Caterinae?ou a se sentir insegura, seu belo esmalte rec¨¦m-feito agora escondido em suas m?os trems. ¡°A Sra. Melodia, por coincid¨ºncia, est¨¢ aqui hoje, na teia, testemunhando o seu roubo de sua obra, e voc¨º ainda nega!¡± Ao ouvir isso, a s inteira ficou em alvoro?o, procurando a Sra. Melodia. O rosto de Caterina perdeupletamente a cor. A Sra. Melodia estava aqui? N?o, n?o podia ser¡­ Uma figura t?o imponente,o poderia aparecer em um evento de premia??o t?o pequeno? Giselle olhou para a menina de apar¨ºncia not¨¢vel na teia e falou respeito e caut: ¡°Prezada mestra,mento muito iod¨¢ um assunto t?o pequeno, eu pretendia resolver isso rapidamente¡­¡± Ao dizer isso, n?ou um olhar severo para Caterina. ¡°N?o esperava que essa mo?a copiasse sua m¨²sica e ainda tivesse a aud¨¢cia de negar o pl¨¢gio! Isso ¨¦ uma falta de respeito n?o s¨® a voc¨º, mas tamb¨¦m ao ambiente de cria??o original.¡± Sra. Giselle, fixando os olhos em Isabe na teia, falou reza e convic??o ¡°0 pl¨¢gio deve ser punido. ¨¦ preciso tornar imposs¨ªvel para os giadores encontra ref¨²gio neste meio. Assim, ningu¨¦m se atrever¨¢ a correr o risco. Caso contr¨¢rio, apenas alimentar a aud¨¢cia dos giadores, e aqueles que se dedicam ¨¤ cria??o genu¨ªna ser?o cada vez menos, enquanto os atos de pl¨¢gio se tornar?o cada vez n frequentes!¡± 2/2 Cap铆tulo 203 Cap¨ªtulo 203 Naqu ¨¦poca, apenas a pr¨®pria Isab poderia dar um tapa na cara de Caterina! Isab:¡­¡­ at¨¦ queria que Caterina fosse expulsa do ramo, sem ter que mostrar seu rosto¡­ Mas ¨¦ que tem gente que n?o tem vergonha na cara, copia descaradamente e ainda se recusa a admitir. Todos seguiram o olhar de Gisele, express?es de surpresa. Aqu garota era a Sra. Melodia? ¡° ¨¦ a Sra. Melodia? Isso n?o pode ser verdade¡­¡± ¡°Mas o olhar da Sra. Gisele est¨¢ ramente voltado para l¨¢, e n?o tem mais ningu¨¦m por perto al¨¦m dessa menina.¡± ¡°A Sra. Melodia ganhou in¨²meros pr¨ºmios de piano, nacionais e internacionais,o poderia ser uma garota¡­¡± ¡°Ser¨¢ que a luz est¨¢ fraca e a Sra. Gisele confundiu as pessoas? parece uma estudante do ensino m¨¦dio!¡± Com o holofote focado no palco, a teia estava um tanto escura, mas ainda assim todos notaram aquele rosto lindo que, mesmo nas sombras, exva uma aura de sofistica??o. ¡°Se Sra. Giselle disser que ¨¦ Sra. Melodia, eu poderia acreditar, mas essa garota,o poderia ser Sra. Melodia?¡± ¡°Eu tamb¨¦m acho imposs¨ªvel¡­¡± Wilson Dias e Ynda s¨® ent?o perceberam o olhar de Gisele, fixo em uma menina na teia. Como parecia Isab¡­ N?o, n?o era parecida, Ynda reconhecia aqu roupa, tinha acabado de ter uma discuss?o Isab perto do banheiro, e estava usando exatamente aqu roupa! Gisele disse que era a Sra. Melodia? Imposs¨ªvel! Desde quando tocou piano? Nem os estudos levava a s¨¦rio! Mesmo que soubesse tocar algumas notas, isso n?o prova que sabepor, que ¨¦ a Sra. Melodia?! 1/4 08:48 Capitulo 203 Se dissessem que Mariana Neves era a Sra. Melodia, ainda poderiam acreditar, afinal, ¨¦ filha de Carlos Neves, a herdeira de um magnata! Mas Isab¡­ N?o! De jeito nenhum!! Naquele momento, Aaron Duarte tamb¨¦m seguiu o olhar de Gisele e, ao ouvir as pvras de Ynda, ficou incr¨¦dulo. Isab? Sua express?o era de choque, Isab tinha vindo ¨¤ cerim?nia de premia??o? Como entrou aqui? Gisele disse que era a Sra. Melodia? Imposs¨ªvel? Mariana Neves olhou para a teia seguindo o olhar de Gisele, e l¨¢, al¨¦m de Isab, n?o havia ningu¨¦m! Isab era a Sra. Melodia? Que piada! Quem era a Sra. Melodia para ser t?o jovem? Com certeza Gisele se enganou. Caterina tamb¨¦m ficou paralisada: ¡°Isab? Ent?o foi voc¨º quem armou tudo isso!¡± teve um estalo, e sua voz ecoou pelo microfone para todos ouvirem: ¡°Eu entendi agora! Com certeza foi voc¨º quem se passou p Sra. Melodia, procurou a Sra. Gisele para me expor, e a bondosa Sra. Gisele acreditou em suas mentiras!¡± Afinal, ningu¨¦m nunca viu a Sra. Melodia, ent?o n?o era imposs¨ªvel Isab se passar por ! sorriu friamente,o se tivesse encontrado a culpada: ¡°Se voc¨º qu outra pessoa, tudo bem, mas a Sra. Melodia ¨¦ ¨ªdolo de muitos aqui prese passar por , fez isso o consentimento dos f?s? Voc¨º acha que eles enganar?!¡± Todose?aram a cochichar entre si. ¡°Eu tamb¨¦m acho imposs¨ªvel que tenha sido ¡­ #1 ¡°Se realmente se passou p Sra. Melodia, eu n?o vou deixar barato!¡± ¡°Eu tamb¨¦m n?o!¡± ¡°Parece que essas duas meninas se conhecem, e t¨ºm at¨¦ uma rixa pessoal¡­¡± Todo mundo estava de olho na confus?o. r por 08.48 Cap¨ªtulo 203 Caterina sentia que tinha passado p maior vergonha de sua vida e, naquele momento, decidiu que era hora de Isabe experimentar o mesmo sabor da humilha??o! ¡°Voc¨º tomou conta da minha vida, desfrutou de dezoito anos de riqueza e luxo em meu lugar, e quando meus pais me encontraram por uma incr¨ªvel coincid¨ºncia, voc¨º se sentiu injusti?ada e come?ou a me atacar!¡± Essas pvras chocaram a todos¡­ Ningu¨¦m esperava que houvesse uma hist¨®ria t?o profunda entre s! Ent?o, a garota na teia, para se vingar de Caterina, armou uma cda? Subitamente, as pessoas que antes elogiavam a beleza de Isabee?aram a fr mal d¡­ ¡°Sua fam¨ªlia biol¨®gica ¨¦ t?o pobre, voc¨º sai todos os dias homens diferentes para ficar em Cidade Ventoso? Hoje qual patrocinador a trouxe? Voc¨º se atreve a apresent¨¢-lo a todos?¡± ¡°Como sua irm?, eu tentei v¨¢rias vezes te convencer a n?o seguir pelo caminho errado, mas voc¨º n?o me ouviu, me bateu v¨¢rias vezes e ainda por cima atacou meu noivo! Mandou algu¨¦m bater nele!¡± ¡°Eu estava disposta a n?o levar em conta que somos da mesma fam¨ªlia, mas quando me viu ganhando um pr¨ºmio, voc¨º tentou de tudo para ganhar a confian?a da Sra. Giselle e manchar a minha reputa??o! S¨® a bondade da Sra. Giselle para acreditar nas suas mentiras!¡± Os presentes ficaram surpresos novamente¡­ Ps pvras de Caterina, a vida pessoal de Isabe parecia ser um caos¡­ era t?o bonita que parecia ser do tipo que seduziria algu¨¦m sua b E ao ouvir a an¨¢lise de Caterina, parecia prov¨¢vel que Isabe, por inveja o ressentimento, tivesse difamado Caterina por pl¨¢gio¡­ Mariana Neves, aodo, olhava para Caterina um olhar de incredulidade. pensava se Caterina tinha perdido o ju¨ªzo. Dizer que Isabe n?o sabia tocar piano, talvez fosse poss¨ªvel¡­ Mas alegar que a fam¨ªlia de Isabe era pobre? Desculpa, se o homem mais rico do ¨¦ considerado pobre, o que dizer da fam¨ªlia Dias? E que Isabe precisava se encontrar diferentes homens todos os dias para permanecer em Cidade Ventoso? Suas roupas e acess¨®rios, dados casualmente pelos pais, j¨¢ eram suficientes para anos¡­ 3/4 08:48 Capitulo 203 Al¨¦m disso, j¨¢ tinha C¨¦lio Franco, precisava impressionar outros homens? Essa garota estava fora de si? Quem poderia ser melhor do que C¨¦lio? As acusa??es eram pura inven??o! Mas, isso era problema da Isabe, e Mariana s¨® queria assistir ao espet¨¢culo. A simples men??o ao nome ¡°Sra. Melodia¡±j¨¢ valia mais do que muitas fam¨ªlias ricas¡­ Havia quem oferecesse centenas de milhares por uma m¨²sicaposta especialmente p Sra. Melodia, mas recusava! A raz?o? N?o precisava de dinheiro! Estava ocupada Content ? N?velDrama.Org 2024. demais! ¡°Sra. Melodia, uma pessoa assim, voc¨º acha que pode desrespeitar ¨¤ vontade? Nossa Associa??o de Piano inteira, todo o nosso conhecimento musical, n?o chega aos p¨¦s d! Voc¨º pensa que a Sra. Melodia ¨¦ jovem e sem prote??o? Deixa eu te dizer, a Associa??o de Piano inteira ¨¦ o suporte d! Se atreva a difam¨¢ de novo para voc¨º ver?!¡± Esta rev??o ecoou pelos ouvidos de todos¡­ Ser¨¢ que aqu menina era de fato a grande pianista Sra. Melodia?! Observando o jeitoo a Sra. Giselle estava indignada, era quase certeza que a culpa era daqu menina!!! Cap铆tulo 204 Cap¨ªtulo 204 Sra. Melodia era jovenverbelb demais¡­ es pensaram que a Sra StelMelodia deveria ser da idade da Sra. Giselle¡­ aterina mal podia acrediteditar no que seus ouvidos captavam, Isabe era mesmo a Sra. elodia? impossivel vell ¨¦ Wilson Dias, Yndand Aeraron, na teia, mostravam-se estupefatos, incapazes de er no que viam..m talento de Sra. Melodia enesendendo questionado por uma jovemo voc¨º? pode car piano de olhos fechados, osiemao s¨® de olhos fechados, mas de costas para o piano, Bos invertidas. e ainda toca me mettoreque voc¨º! A teia fervia novamente. express?o de Caterina n?o podia ser ser descritao p¨¢lida, mas insistiu: ¡°¨¦ mesmo? que ¨¦ t?o profunda ne piano, quedate suba do palco e toque para todos ouvirem!¡± le audacia! notem jamais havia fetto tai exigenciaciescasosida! is a jovem estava se levando demasiadaadente ate a s¨¦rio? e a m¨²sica for deta, poder¨¢ toc¨¢-l¨¤ de memeria¨®ria, mas se n?o conseguir, ent?o o ¨¦ Sra. Melodia, e a m¨²sica n?o ¨¦ d! fint Ceque cose acha, Sra. Melodia? Voc¨º ousa bir e provar a si mesma?¡±Caterina estava convencercida de qua isabe n?o sabia tocar amo! Bamo que soubesse, n?o poderia se lembra dessassa m¨²sica in¨¦dita e execut¨¢ sem FOS! Belle estava prestes a mandar a seguran?a expulsar aquetaleis insolente norariando as expectativas, isabe levantou-se,um sorsonisodeve ppaderade unjeno que a convenceria porpletoleto! koloo observavam isabe subir ao palco, passo a passo, suasaeitxalexa era qu Evava, pele mais branca que neve, e seus olhos brilhavanycorcor vativez da Bizoterona reve, extndo um ar de chefona frja e arrogantente. qaratadinha n?o s¨® uma presen?a imponente, mastambentum apar¨ºnciaco Stara Gelle disse que voce pode tocar de costas para o plononodajatelnos e esperemouto PCaterina estava ceria de que Isabello fana papel del culic! quele nood, Carlos Neves e Nair Pires voltaram apressados, percebendongioeque haimuita agraste oppsico, Manana ja segurava o trof¨¦u de campeano preporada havia sido entregue? Mas por que ainda estavam sobre o palco, junto um grupo de pessoas? E por que a atmosfera parecia estranha? E, para maior surpresa, o que Isabe estava fazendo l¨¢ em cima? O que estava acontecendo? Isabe sentou-se no banco do piano, de costas para o instrumento, as m?os estendidas para tr¨¢s, seus dedos longos tocavam as tes destreza. Todos estavam perplexos, pois Isabe n?o olhava para nenhuma partitura, mas tocava cada nota com naturalidade. A b melodia flu¨ªa de suas m?os, encantadora. ¡°Sou um f? ardoroso da Sra. Melodia, e essa m¨²sica tem a melodia e o vigor do estilo d!¡± ¡°S¨® a Sra. Melodia poderia criar algo t?o agrad¨¢vel!¡± ¡°A m¨²sica ¨¦ definitivamente d, sen?o,o poderia toc¨¢ t?o perfeitamente sem qualquer prepara??o?¡± ¡°Com certeza ¨¦ a Sra. Melodia, sem d¨²vida! Carlos Neves e Nair Pires ficaram at?nitos, Isabe era a Sra. Melodia? Sua querida filha era uma g¨ºnia da m¨²sica?! Eles n?o tinham ideia¡­ era capaz de tocar de costas para o piano, sem partitura, e ainda assin vecutar a melodia tal elegancia e a tica era correta! A m¨²sica era majestosa e vasta em escopo, muito caracter¨ªstica do estilo Sra. Melodia. A m¨²sica da Sra. Melodia tinha uma for?a contagiosa, tocando o cora??o de presentes¡­ Comparando, todos perceberam que a m¨²sica ¡°Tristeza¡±, escrita anteriormente po Caterina, era pura porcaria! Aqu garota ao piano, sem d¨²vida era a Sra. Melodia, n?o podia haver erro! 2/2 All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. 08:48 Cap铆tulo 205 Cap¨ªtulo 205 All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Isabe terminou de tocar e, pegando o microfone do apresentador, falou uma voz ser¨¦na: ¡°A m¨²sica foiposta por mim no ano passado para os sobreviventes do terremoto, por isso, posso toc¨¢ sem olhar para a partitura.¡± Era a prova definitiva! Na teia, Wilson Dias e Ynda pareciam ter sido atingidos por um raio, boquiabertos e incr¨¦dulos de que a garota que tocava piano tanta fluidez j¨¢ havia sido a filha deles¡­ n?o era aqu que n?o sabia fazer nada? N?o s¨® n?o sabia,o tamb¨¦m tinha sempre um ar frio e distante! Como poderia tocar piano? E ainda por cima, uma tica t?o avan?ada¡­ Havia rumores de que algu¨¦m havia oferecido uma fortuna para que a Sra. Melodiapusesse uma m¨²sica, mas recusou¡­ E a pessoa que recusou era a pr¨®pria Isabe¡­ Mariana Neves tamb¨¦m n?o esperava que Isabe fosse a Sra. Melodia, e ap¨®s v¨º tocar, estava ro que estava acima de todos! E , que at¨¦ pouco tempo se gabava na frente dos outros¡­ Que vergonha ao pensar nisso! milhar, Caterina, profundamente chocada, se recusava a acreditar: ¡°Imposs¨ªvel! A Sra. Giselle disse que a m¨²sica j¨¢ foi inclu¨ªda no curr¨ªculo, s¨® pode ser voc¨º tentando deve ter conseguido a partitura e memorizado tudo anteced¨ºncia!¡± N?o era poss¨ªvel que tocasse t?o bem! s¨® aprendeu a tocar piano o dinheiro da fam¨ªlia Dias para substituir fam¨ªlia, n?o havia motivo para orgulho! Gl¨®ria, ap¨®s ouvir Isabe tocar, percebeu que havia n¨ªveis mais altos a alcan?ar mesma havia tocado a parte mais emocionante da m¨²sica da Sra. Melodia em p¨²b Ser¨¢ que a Sra. Melodia achava que tocava mal? Giselle, vendo que Caterina se recusava a admitir at¨¦ o fim, ficou furiosa. ¡°J¨¢ que voc¨º insiste que ¡®Tristeza¡¯ foi uma obra que voc¨ºp?s sozinha, e se voc¨º conseguiu criar uma parte t?o boa, ent?o voc¨º se atreve a fazer uma disputa ao vivo a Sra. Melodia?¡± Uma disputa?? 1/2 08:49 Capitulo 205 Como seria essa disputa?? ¡°Voc¨º e a Sra. Melodia ter?o dez minutos cada para criar umaposi??o improvisado. Se voc¨º realmente tem esse talento e sua cria??o improvisada superar a da Sra. Melodia, ent?o reconheceremos seu n¨ªvelopositora!¡±Disse Giselle, olhando friamente para . ¡°Vamos ver se voc¨º se atreve!¡± Isabe, aodo, respondeu despreocupada: ¡°N?o preciso de dez minutos.¡± sentou-se ao piano ee?ou a tocar uma melodia improvisada. Sem qualquer prepara??o ou reflex?o profunda, seu estilo era inequivocamente ¡°Sra. Melodia¡±, soando grandioso e melodioso. Ap¨®s tocar uma pequena parte alegre e vivaz, Isabe tocou uma sequ¨ºncia que chocou a todos, transmitindo raiva. Logo ap¨®s, veio uma melodia triste que engolia montanhas e rios, e por fim, um ritmo alegre e festivo que elevou o animo de todos presentes. Com a m¨²sica, interpretou casualmente o que significa ¡°alegria¡±, ¡°raiva¡±, ¡°tristeza¡±e ¡°felicidade¡±. Ausos estrondosos ecoaram por todo o audit¨®rio. Seja p tica, p capacidade de improvisar ou pelo estilo e n¨ªvel das melodias¡­ Tudo provava que era a Sra. Melodia!! Os ausos duraram por um longo tempo¡­ At¨¦ mesmo Carlos Neves e Nair Pires audiam fricamente. Eles n?o imaginavam que a filha deles era t?o talentosa no piano!! tocava maravilhosamente!! E a express?o no rosto de Caterina j¨¢ n?o podia ser descritao surpreso ou envergonhado¡­ A habilidade de Isabe no piano n?o apenas a superava, mas tamb¨¦m ultrapassava a de todos na teia! era realmente Sra. Melodia!!! 08:49 Cap铆tulo 206 Cap¨ªtulo 206 Mariana Neves, ap¨®s ouvir a improvisa??o de Isabe, ficou uma d¨²vida martndo sua cabe?a: como conseguia improvisar tanta maestria sem nenhum preparo? Ao longo dos anos, Mariana Neves havia escutado diversasposi??es de piano alternativas, e tinha certeza de que as melodias tocadas por Isabe nunca haviam sido publicadas, indicando que provavelmente eram mesmo uma cria??o espontanea. Como era poss¨ªvel que uma melodia t?o bem executada n?o tivesse sido fruto de uma bora??o e estudo meticuloso? Anteriormente, tinha tido a aud¨¢cia de perguntar se Isabe havia estudado piano ou ganhado algum pr¨ºmio¡­ Ainda havia se gabado de ter conquistado mais de cinquenta primeiros lugares e sido aluna do renomado pianista Andy¡­ Content is property ? N?velDrama.Org. se sentia agorao se tivesse passado vergonha na casa da av¨®. Andy, perto da Sra. Melodia, n?o valia nada. Sra. Melodia era uma lenda no mundo do piano, cujos feitos ningu¨¦m at¨¦ hoje havia conseguido superar! conquistou in¨²meros pr¨ºmios de prest¨ªgio, nacional e internacionalmente, posicionando-se aodo do Sr. Reyner,o uma das maiores autoridades no piano! Para Sra. Melodia, n?o importava se algu¨¦m ganhou cinquenta ou mesmo quinhentos primeiros lugares, n?o se impressionava. estava em um n¨ªvel celestial! Mariana Neves sentia que tinha feito papel de boba. Suas perguntas arrogantes e sua presun??o agora eramo tapas em seu p rosto. Quando fez essas perguntas, Isabe ainda estava jogando videogam Mariana pensou que Isabe era uma decep??o para toda a vida, sem qualquer perspectiva de sucesso, sem saber que¡­ Mariana Neves n?o conseguia definir seus sentimentos naquele momento. Frustra?? Inconformismo? Tristeza? Desilus?o? Desanimo? Sentia-se in¨²til ou¡­? ¡°¨¦ a sua vez,¡±disse Giselle no palco, um sorriso confiante nos l¨¢bios, olhando para Caterina: ¡°Sra. Melodia j¨¢ fez sua improvisa??o, e todos puderam testemunhar seu talento. Voc¨º n?o achava que tinha mais talento que ? Agora pode mostrar para todos.¡± Caterina permaneceu im¨®vel, tremendo, ciente de que seu n¨ªvel deposi??o era motivo de piada. 1/2 08:49 Como poderia superar a Sra. Melodia? Giselle percebeu a ang¨²stia d e sorriu friamente: ¡°Se voc¨º n?o consegue improvisar, ent?o apenas toque uma m¨²sica que voc¨º conhece.¡± Caterina estava perdida¡­ Embora seu tutor tivesse a ensinado a tocaro ¡°Canone¡±, , e ¡°Sonho de uma noite de ver?o¡±, n?o conseguia memorizar uma melodiapleta sem olhar a partitura. Mesmo que colocassem a partitura ¨¤ sua frente, tocava de maneira desajeitada e nunca t?o fluente quanto Isabe. Qualquer pessoa que entendesse de piano perceberia seu n¨ªvel imediatamente! ¡°Voc¨º n?o sabe tocar nem as dez m¨²sicas mais famosas?¡±Giselle disse, achando a situa??o ir?nica. tinha superestimado Caterina. Caterina mordeu o l¨¢bio inferior, ainda resistindo, ¡°Eu s¨®¡­ tive um branco de repente¡­¡± Vendo seu embara?o, Giselle sorriu: ¡°Se voc¨º n?o sabe improvisar e nem se lembra das dez grandes m¨²sicas, ent?o toque o que voc¨º sabe.¡± Caterina ainda n?o se moveu; durante aquele m¨ºs, praticara apenas ¡°Tristeza¡±, e nada mais. ¡°Como assim? Voc¨º n?o sabe tocar nenhuma outra m¨²sica no piano? Nem mesmo a mais simples, como ¡®Brilha Brilha Estrelinha¡¯?¡± O p¨²blico caiu na gargalhada. ¡°Quem diria que Caterina realmente n?o sabe tocar piano!¡± ¡° s¨® sabe ¡®Tristeza¡¯?¡± 212 Cap铆tulo 207 Cap¨ªtulo 207 ¡°Afinal, n?o pode lembrar da partitura?¡±Pessoas que estudam piano devem pelo menos ser capazes de ler partituras¡­ realmente n?o consegue memorizar uma ¨²nica partiturapleta? ¨¦ realmente inacredit¨¢vel. ¡°O problema ¨¦ que nem consegue tocar ¡®Twinkle Twinkle Little Star¡¯! Eu j¨¢ sabia tocar isso quando tinha quatro anos.¡±Essa pessoa realmente tem a qualifica??o para conquistar o segundo lugar?¡± ¡°O segundo lugar d definitivamente tem algum problema!¡± Sentada na primeira f do p¨²blico, a professora L¨ªvia, um microfone na m?o, expressou sua decep??o: ¡°No concurso de piano deste ano, n?o s¨® exigimos um alto n¨ªvel dos participantes, mas tamb¨¦m que cada um de voc¨ºspusesse sua pr¨®pria m¨²sica. Desde a primeira etapa at¨¦ as quartas de final, voc¨º s¨® tocou a mesma pe?a.¡± Outrospetidorespuseram diversas m¨²sicas para alternar durante a apresenta??o, na esperan?a de impressionar os jurados e conseguir mais pontos. Mas Caterina s¨® tocou ¡®Tristeza¡¯ do in¨ªcio ao fim. ¡°Noe?o eu pensei que voc¨º tinha muita confian?a na m¨²sica quep?s, achando que uma ¨²nica pe?a poderia vencer todos, por isso manteve a mesma do in¨ªcio ao fim. Eu at¨¦ achei que voc¨º era confiante, mas agora vejo que n?o era confian?a, era s¨® que voc¨º s¨® sabia tocar ¡®Tristeza¡±!¡± L¨ªvia estava profundamente desapontada: ¡°Voc¨º tentou passar pelos cantos, tentando enganar em um evento t?o s¨¦rio e importanteo este, estou muito desapontada voc¨º.¡± ¡°N?o, n?o ¨¦ isso¡­¡±Caterina estava quase chorando. ¡°Eu n?o sei tocar s¨® essa¡­¡± O p¨²blicoe?ou a zombar d:¡±Ent?o toca! Mostre sua habilidade e prove!¡± ¡°Sra. Melodia tocou t?o bem, voc¨º est¨¢ medo, n?o ¨¦? N?o tem coragem de tocar All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°Pe?a desculpas!¡± ¡°Pe?a desculpas ¨¤ Sra. Melodia!¡± ¡°Voc¨º n?o merece o segundo lugar! E nem deveria estar neste meio!¡± ¡°Caterina, voc¨º ¨¦ uma vergonha para o mundo do piano! Por favor, deixe este c¨ªrculo!¡± ¡°V¨¢ embora! V¨¢ embora!¡± Wilson Dias e Ynda assistiam, impotentes, sua filha cair de uma estr em ascens?o para uma p¨¢ria ridicrizada por todos, tudo por causa de Isabe! Eles estavam angustiados, prestes a defender sua filha, quando Isabe falou. ¡°H¨¢ pouco, 1/2 l¨¢ embaixo, encontrei uma ex-colega sua.¡±Isabe falou uma express?o 08:49 serena e uma presen?a imponente: ¡°Vamos convid¨¢ ao palco agora.¡± Todos olharam surpresos enquanto uma jovem subia ao palco ee?ou a fr porte elegante: ¡°Ol¨¢, meu nome ¨¦ Luana Pinto, eu vim a Gl¨®ria para a cerim?nia de premia??o, j¨¢ fui da mesma turma que Caterina.¡± Caterina exmou chocada: ¡°Luana!¡± s se davam bem antes, poderiam ser consideradas boas amigas, mas depois de um desentendimento e Luana mudar de esc, s perderam o contato¡­ Ser¨¢ que Luana tinha sidoprada por Isabe? De qualquer forma, Caterina sentia que seu mundo estava desmoronando! apertou os punhos inconscientemente, seu rosto p¨¢lido. ¡°Caterina era de fam¨ªlia humilde, eu j¨¢ fui ¨¤ sua casa, e n?o tinha piano algum, mas sempre invejou o fato de eu tocar piano desde pequena, sempre queria tocar no meu piano quando me visitava.¡± ¡°Eu posso atestar que, at¨¦ o ensino m¨¦dio, nunca tinha estudado piano, n?o sabia diferenciar os graves dos agudos.¡± ¡°Sua carreira no piano, provavelmentee?ou depois do ensino m¨¦dio.¡± 08:49 Cap铆tulo 208 Cap¨ªtulo 208 A rev??o causou umao??o em toda a teia. Todos pensavam que Caterina havia aprendido piano desde pequena, mas quem diria¡­ s¨®e?ou no ensino m¨¦dio?¡± Com a voz baixa, Caterina tentou se defender: ¡°Depois, meus pais me arranjaram um professor de piano¡­¡± ainda tentava se justificar quando Isabe perguntou, uma voz serena: ¡°Essa pessoa a¨ª ¨¦ a professora de piano que voc¨º mencionou?¡± Uma jovem professora subiu ao palco,n?ou um olhar a Caterina e cumprimentou a todos: ¡°Ol¨¢, sou a professora de piano de Caterina. Ensinei-a por um m¨ºs¡­¡± Um m¨ºs¡­ tinha aprendido piano por apenas um m¨ºs¡­ A multid?o ficou estupefata. ¡° nunca havia tocado piano antes. No in¨ªcio, a ensinei a reconhecer as grandesposi??es mundiais, mas tinha dificuldade em se lembrar das melodias e sempre errava os dedilhados. Depois de alguns dias,o se tivesse tido uma rev??o, p?s uma melodia e me pediu para avaliar. ¡°Nunca tinha escutado uma m¨²sica t?o b e tocante, era grandiosa e poderosa, uma verdadeira obra-prima!¡± ¡°Cheguei a suspeitar que tinha giado de algum grandepositor, porque n?o era poss¨ªvel criar algo t?o encantador ap¨®s poucos dias de pr¨¢tica.¡± ¡°Mas depois de muita pesquisa online, n?o encontrei nada simr e acabei a n, elogiando seu talento musical.¡± ¡°Quando a questionei, disse que a m¨²sica veio a de repente, numa inspi momentanea.¡± ¡°Para ser honesta, mesmo meus anos de experi¨ºncia, jamais conseguiria algo t?o melodioso! Ent?o, me senti inferior e renunciei ao meu postoo sua professora.¡± O que a professora n?o esperava era que sua intui??o estivesse correta: aposi??o n?o era de Caterina, mas sim uma c¨®pia da Sra. Melodia! N?o ¨¦ ¨¤ toa que era t?o boa! Caterina recuou dois passos, abda p rev??o e incapaz de fr, tremendo intensamente¡­ 1/2 08:49 sabia que sua carreirao pianista havia acabado! Abaixo do palco, as pessoas gritavam furiosas: ¡°Sem vergonha!¡± ¡°giadora ¨¦ giadora, tinha que ser desmascarada pelos pr¨®prios colegas e professores para entender o que ¨¦ vergonha!¡± ¡°¨¦ boa em dar desculpas, quero ver se vai tentar difamar a Sra. Melodia agora.¡± ¡°Pe?a desculpas ¨¤ Sra. Melodia!¡± ¡°Voc¨º deve um pedido de desculpas aos criadores originais e ao ambiente criativo!¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°Tem que se desculpar!¡± ¡°Pe?a desculpas ¨¤ Sra. Melodia! Ou n?o sair¨¢ deste teatro!¡± V¨¢rios espectadores se levantaram, condenando severamente a garota no palco. Caterina sentiu p primeira vez o sabor da derrota e da infamia!! Aaron, na teia, de repente percebeu que a garota que ele amava havia se tornado uma estranha, vaidosa e assustadora. pegou uma obra de um grande mestre, afirmou ser sua pr¨®pria, e s¨® se acalmou quando a verdade foi revda de maneira t?o humilhante. Ele sentiuo se nunca a tivesse realmente conhecido¡­ Nesse momento, Rebeca Branca chegou ¨¤s pressas e ficou chocada e furiosa a cena. Era mesmo uma menina que n?o merecia destaque! Ainda bem que n?o ha para a fam¨ªlia Duarte, sen?o a vergonha de hoje seriapartilhada! ¡°Voc¨º finalmente chegou¡­¡±Sr. Valente, que estava entre a teia, n?o p?de e ironizar ao ver Rebeca: ¡°Voc¨º estava certa em h?o aceitar essa mo?ao su Veja s¨®, copiou a obra de um mestre e ainda nega¡­ a vergonha foi parar nodo do oceano.¡± ¡°M?e,o voc¨º veio parar aqui?¡±Aaron exmou ao notar a presen?a da m?e. do Cap铆tulo 209 Cap¨ªtulo 209 ¡°Filho, venhaigo.¡±Rebeca puxou a m?o de Aaron. ¡°Voc¨º viu, essa menina n?o merece o seu amor! Se voc¨º casar ¡°E aqu menina, t?o jovem, acredita que ¨¦ a Sra. Melodia¡­¡±Sr. Valenteentou, pensativo. Ao ouvir isso, Rebeca seguiu o olhar dele. ¡°Quem voc¨º est¨¢ fndo?¡± ¡°¨¦ aqu no meio do palco, a mais s¨¦ria e bonita¡­¡±Sr. Valente gesticulou. ¡° ¨¦ a Sra. Melodia, quem diria, n?o ¨¦?¡± Rebeca olhou para Isabe, que ostentava uma express?o superior de indiferen?a, e se surpreendeu ao perceber que era a Sra. Melodia? A fam¨ªlia Duarte havia sofrido uma grande perda¡­ ¡°Quem ser¨¢ o sortudo que vai casar ? Dizem que tentaram contratar parapor uma pe?a de piano exclusiva, ofereceram uma fortuna, mas n?o se interessou, disse que n?o precisava de dinheiro¡­¡± Essas pvras deixaram Rebeca uma express?o de choque e espanto¡­ antes pensava que Isabe n?o tinha talento algum, apenas posava aquele ar frio e distante. Mas agora, percebia que a verdadeira habilidade e talento natural eram a fonte daqu aura de superioridade! tinha sido superficial, incapaz de distinguir entre o falso e o verdadeiro¡­ Aaron olhou uma vez para Isabe no palco. era t?o b, brilhavao a mais cintnte entre a multid?o. Aodo d, Caterina parecia muito menos impressionante. Parecia apenas uma pessoaum, sem nada de especial. Aaron nem sabia mais por que havia se encantado por anteriormente¡­ Levantando-se, ele saiu a m?e. Caterina, no palco, percebeu o que estava acontecendo e instintivamente quis det¨º-los.. Mas estava cercada por uma multid?o exigindo que se desculpasse! Wilson Dias e Ynda tamb¨¦rn passaram por maus bocados, alvo de risadas e zombarias ao redor¡­ Eles se sentiram t?o envergonhados que s¨® queriam deixar aquele lugar maldito o mais r¨¢pido poss¨ªvel! ¡°Voc¨º infringiu os direitos autorais ao copiar a obra de outra pessoa sem permiss?o, 1/2 08:49 buscando ganho pessoal. Voc¨º deve assumir a responsabilidade civil correspondente.¡±Isabe falou frieza, seu olhar indiferente. ¡°Em breve, voc¨º receber¨¢ uma carta de advogados¡­¡± Caterina abriu a boca, mas n?o conseguiu dizer nada, estavapletamente derrotada. A multid?o ainda exigia um pedido de desculpas! Vendo seus pais cercados e humilhados abaixo do palco, Caterina, l¨¢grimas nos olhos, curvou-se profundamente diante de Isabe. ¡°Desculpe-me! Foi minha culpa, pe?o desculpas a voc¨º.¡± Ap¨®s dizer isso, se espremeu por entre a multid?o e correu para fora do palco, sem mais coragem de ficar naquele lugar maldito! Vendo fugir, Wilson Dias e Ynda tamb¨¦m abriram caminho entre as pessoas e sa¨ªram correndo como quem foge de uma cat¨¢strofe. A multid?o cercou Isabe:¡±Mestra, recentemente eupus uma m¨²sica, voc¨º poderia me dar algumas orienta??es?¡± ¡°Senhora, ol¨¢, meu nome ¨¦ Gl¨®ria, sou a terceira colocada neste concurso. Posso aprender voc¨º por um tempo?¡± ¡°Sra. Melodia, sua improvisa??o agora h¨¢ pouco foi incr¨ªvel! Fiquei hipnotizado! Eu sou seu f? de carteirinha, sei tocar todas as suas m¨²sicas, obrigado por criar tantas m¨²sicas maravilhosas que trazem cura para tantos f?s!¡± ¡°Sra. Melodia, eu adoro voc¨º! Pode me dar um aut¨®grafo?¡± ¡°Posso tirar uma foto voc¨º?¡± Eles cercavam Isabe cuidado e expectativa, cheios de esperan?a e ansiedade, desejando que a Sra. Melodia lhes desse um pouco mais de aten??o. Mas Isabe, vendo seus pais de longe, falou gentilmente: ¡°Eu tenho coisas a fazer, vamos fingir que voc¨ºs n?o me viram hoje.¡± Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡°ro, ro!¡± ¡°Se a pr¨®pria mestra disse isso, n¨®s n?o vamos espalhar nada!¡± ¡°Se algu¨¦m perguntar se a mestra ¨¦ homem ou mulher, se ¨¦ mais velha ou mais nova, vamos dizer que n?o sabemos!¡± 2/2 08:49 Cap铆tulo 210 Cap¨ªtulo 210 onocerteza, certeza! Mestre, fique tranquile conssmoornsstre! Quando voc¨º vai criar novas m¨²sicas? Seussas e est?o esperando muussonsa discreto, isabe disse: ¡°Farei o mais r¨¢pido possivel eemaragviina Aruitid?o, feliz, mas sem querer mais atrapalhar o carininboldo mestre, espocenuuanto o apresentador anunciava o fim do evento e a teste a se erssy DocCombieto bmnou em direcao aos seus pais e, ao ver a emo??o estampada a prosto is, sormu leven eente: ¡°Fmos no carro.¡± tudo beer tudo bcem. ¡°Cados Neves n?o poderia imaginar que sua querda fifacossse a grande tessaano! entin Neves nagvaartiorado a algu¨¦m parapor uma pe?a musical, cobrando been por nota, masse§ãceeeuuraa recusa fria e, ao voltar para casa, ate remou dizeredo omestre eraulicatoaante! jen iria imaginar quee essa pessoa arrogante era a pr¨®pria irm?zinha de Valentin? ra a situa??o fo interessante. uns f?s fervorosos, ao vertempo insstre saindo os pais de Carlos Neves, n?o o eram deixar de sentir invgaa aimente, os amigos de pesscoss irnporantes tamb¨¦m s?o importantes. Quando ¨¦ que e ou poder sero potestreegartigo de magnatas¡­ cha os olhos.¡± ? Fechar os olhos??¡± s sonhos, tudo ¨¦ poss¨ªvel.¡± caminho de volia, Mariana Neves sentia pecadotrofeu de campea em suas ma pesado quanto seu cora??o¡­ jele lixo de trof¨¦u, aos olhos da Sra. Maredia,provavelmente n?o valia nada¡­ estava prestes a esconder aqu vergonna atrassidest quando ouviu Nair Pires dizer, ariana, sua irma ¨¦ a Sra. Melodial Se tiver d¨²vids.pood penjuda d certo¡­ Bir ajuda? Como se isabe fosse realmente ensina-ia¡­. 08:40 ¡°Nunca pensei que a nossa fam¨ªlia Neves fosse ter um g¨ºnio da m¨²sica! Que incr¨ªvel! Hoje ¨¤ noite vamosemorar!¡±Nair Pires n?o conseguia esconder o sorriso. Carlos Neves tamb¨¦m estava muito feliz. ¡°Isabe trouxe orgulho para a fam¨ªlia Neves! Antes, na fam¨ªlia Dias, estava subestimada.¡± ¡°Para que trazer a fam¨ªlia Dias ¨¤ conversa? Um bando de ingratos, s¨® de fr neles, meu humor piora!¡± ¡°A senhora tem toda raz?o, querida. Pode deixar, j¨¢ estou ligando para dar as instru??es!¡±Carlos Neves tirou o celr do bolso e, fndo algu¨¦m do outrodo da linha, disse: ¡°Espalhem a not¨ªcia, ningu¨¦m deve cooperar a fam¨ªlia Dias, ou ser¨¢ inimigo do Grupo Neves!¡± Como ousaram menosprezar a sua preciosa filha? Humph! Eles veriamo ¨¦ dif¨ªcil sobreviver na Cidade Ventoso! Mariana Neves, que se orgulhava por tantos anos, no fundo n?o conseguia aceitar que Isabe fosse melhor que ¡­ Nesse momento, se sentia invejosa e devastada, mas tinha que manter a apar¨ºncia de calma, o que era extremamente dif¨ªcil. Enquanto isso, em outro lugar. Vicente bateu na porta do escrit¨®rio do presidente e, sem esperar p permiss?o de C¨¦lio, entrou apressado. ¡°Sr. C¨¦lio¡­ grande not¨ªcia! A Sra. Isabe ¨¦ a Sra. Melodia! A Sra. Isabe ¨¦ a Sra. Melodia! A renomada e talentosa prod¨ªgio da m¨²sica!¡± Content is property ? N?velDrama.Org. C¨¦lio levantou o olhar, surpreso, mas um sorriso indulgente surgiu em seus l¨¢bios. Sua menina, sempre o surpreendendo, t?o jovem e j¨¢ t?o talentosa na medicina e agora uma g¨ºnia do piano. 0 que mais poderia ser que ele n?o soubesse? ¡°Hoje a Sra. Isabe panhou a fam¨ªlia na cerim?nia de premia??o do concurso de piano¡­¡±Vicente rtou o ocorrido. 2/2 08:49 Cap铆tulo 211 Cap¨ªtulo 211 Caterina se trancou no quarto e n?o respondia aos chamados. ¡°Sra. Caterina, a senhora n?o ia para a cerim?nia de premia??o? O que aconteceu?¡± ¡°Nos fizemos um bolo para voc¨º e quer¨ªamos celebrar juntos quando voc¨º voltasse¡­¡± ¡°Abra a porta e veja este bolo. Est¨¢ escrito: Parab¨¦ns ¨¤ Sra. Caterina pelo segundo lugar¡­¡±O som de um vaso se estilha?ando veio do quarto,o se estivesse mandando que se cssem. As empregadas se assustaram e, ao verem Wilson Dias e Ynda chegarem, desceram ¨¤s pressas. ¡°Senhor, senhora, a Sra. Caterina¡­¡± Antes que pudessem terminar de fr, notaram que Wilson e Ynda pareciam derrotados e desarrumados,o se estivessem ¨¤ beira da fal¨ºncia. Content ? N?velDrama.Org 2024. ¡°Senhor, senhora¡­ o que aconteceu?¡± ¡°Caterina se trancou no quarto, e voc¨ºs¡­ por que est?o assim?¡± ¡°Sra. Caterina n?o foi receber um trof¨¦u?¡± ¡°Senhora, a senhora est¨¢ bem?¡± Ynda, prestes a desabar, foi rapidamente amparada por duas empregadas. se sentia fraca e tonta, mal conseguindo ficar de p¨¦. ¡°N?o¡­ n?o me falem mais sobre o pr¨ºmio¡­¡± ¡°Sim, sim, foi minha culpa, senhora, me deixe ajud¨¢ a sentar-se no sof¨¢¡­¡±As empregadas ajudaram Ynda a se odar no sof¨¢ e serviram ¨¢gua. ¡°Senhor, beba um pouco tamb¨¦m.¡± Wilson Dias nunca se sentira t?o humilhado quanto naquele dia! Ele n?o entendia por que Caterina giara o trabalho de outra pessoa, e justo de Isabe¡­ Eles haviam se tornado motivo de piada para todos! ¡°Essa maldita Isabe¡­¡±Ynda j¨¢ n?o tinha for?as para xingar. As empregadas pensaram que Isabe havia causado mais um problema, ee?aram a fr mal d. ¡°Essa ingrata est¨¢ perturbando voc¨ºs novamente? Eu sabia que tinha algo errado quando vi a Sra Caterina chegar l¨¢grimas no rosto, parecendo t?o abatida. Foi aqu ingrata!¡± Capitulo 211 ¡° n?o se lembra que, se n?o fosse pelos cuidados do senhor e da senhora, n?o teria chegado onde chegou?¡± ¡°Sem cora??o! At¨¦ os corvos cuidam de seus pais, e ¨¦ pior que eles!¡± ¡°Chega!¡±Wilson Dias estava exausto: ¡°Se Caterina n?o tivesse giado, quem irial humilh¨¢ em p¨²blico? Se tivesse nos contado¡­¡± Se tivesse avisado, eles n?o teriam ido ¨¤ cerim?nia e n?o teriam passado essa vergonha! As empregadas ficaram chocadas. Caterina giou a obra de Isabe? E foi desmascarada em p¨²blico? Que situa??o embara?osa¡­ N?o ¨¦ de se admirar que todos estivessem aqus caras quando voltaram¡­ Foi ent?o que o celr de Ynda tocou. viu que era a Sra. Braga ligando e, da ansiedade, tentou parecer calma: ¡°Ol¨¢, Sra. Braga¡­¡± apesar ¡°Sra. Ynda, a cerim?nia de premia??o terminou ¨¤s onze horas da manh?, e um minuto depois, nosso perfil oficial no Twitter anunciou a nova porta-voz, a Srta. Branca. Mas logo depois, uma fonte me ligou dizendo que a Srta. Branca havia giado a obra ¡®Sincero¡¯ da Sra. Melodia. foi confrontada p pr¨®pria Sra. Melodia na cerim?nia?¡± Ynda j¨¢ sabia que era para isso que tinha vindo, e um tom de agrado disse, ¡°Sra. Braga, por favor, me deixe explicar¡­¡± Sra. Braga a interrompeu firmeza: ¡°Por causa do bloqueio da not¨ªcia, s¨® fiquei sabendo meia hora depois, atrav¨¦s de uma fonte confi¨¢vel! Agora um monte de gente est¨¢ boicotando a minha marca de pianos! N?o tivemos outra escolha a n?o ser apagar o post no Twitter! Como as coisas chegaram a esse ponto e voc¨ºs ficaram em sil¨ºncio, sem dar nenhuma satisfa??o?¡± Ynda sentiu uma dor aguda no rosto. ¡°Sra. Braga, por favor, escute o que tenho a dizer¡­¡± Cap铆tulo 212 Cap¨ªtulo 212 ¡°Sra. Ynda!¡±Sra. Braga j¨¢ estava sem paci¨¨ncia para explica??es: ¡°Quar o contrato, estava ro que n?o pod¨ªamos ter nenhuma publicidade negat per¨ªodo do contrato, sen?o ter¨ªamos que pagar uma indeniza??o de dez vezes multa¡­ De acordo o contrato, voc¨ºs t¨ºm dez d¨ªas para pagar cinquenta milh caso contr¨¢rio, nos veremos no tribunal!¡± ¡°Ah, Sra. Braga, Sra. Braga¡­ ¡°Ynda tentava dizer algo mais, mas a outra j¨¢ tinha desligado o telefone. Quando tentou ligar de volta, descobriu que tinha sido bloqueada. Ynda sentiu-se desabar. Cinquenta milh?es¡­ onde iria encontrar tanto dinheiro? Wilson Dias era o homem mais rico de Cidade Inverno, uma fortuna pessoal que ultrapassava um bilh?o de reais, mas a maior parte estava em ativos fixos,o casas, lojas, a??es, carros, entre outros¡­ Recentemente, o fim repentino das parcerias grandes gruposo o Fundo de Investimento Is¨¢ria, e algumas perdas nos neg¨®cios, eles j¨¢ tinham vendido v¨¢rias propriedadeserciais e resid¨ºncias. Agora, uma indeniza??o de cinquenta milh?es? Provavelmente teriam que vender a??es! poder de Mas ao vender as a??es, eles se tornariam acionistas minorit¨¢rios¡­ e o pod decis?o ficaria nas m?os da av¨® Dias e dos outros acionistas! N?o, isso n?o era uma op??o¡­ Eles n?o podiam vender as a??es¡­ ¡°Podem ir¡±. Disse Ynda dispensando as empregadas, e perguntou ansiosamente a Wilson Dias em voz baixa: ¡°O que vamos fazer? Caterina quebrou o contrato, temos que pagar cinquenta milh?es em dez dias¡­¡± Wilson estava prestes a responder quando seu celre?ou a vibrar uma chamada de um n¨²mero desconhecido. Alo, quem estou fndo?¡± E o Sr. Wilson Dias? Sou o advogado representante da Sra. Melodia¡­ O que quer que o outrodo tenha dito, deixou Wilson Dias extremamente surpreso ¡°Sessenta milh?es em indeniza??o?? ¡°Sim, a Srta Branco giou a obra da Sra. Melodia e a usou indevidamente em um concurso, o que constitui uma grave vi??o de direitos autorais e deve assumir a responsabilidade civil correspondente De acordo a les voces devem cesser a vi??o eliminar as consequ¨ºncias e pedir sculpas formalmente, al¨¦m de pagar cos a odanizacao adicional pelos danos sondos a Sra Melodia. onsiderando a fama da Sra. Meloda, ume a centrocao de cinquenta stante gendi osal 10 pagantno nae tot felto em tres dias, veere 30 a luz e anun cialmente a situa??o nases cfcicis. t favor, nao.¡±Wilson Dias suplicou pronman: Adentico conversar¡­. a situa??o fosse anunciada oficialmente, todo pass one to piagio de Caterina, o Bare un Qrance impacto negative parasta reenacto para a se femina Das¡­ ver Wason Dias desligar telefone, Ynda palcumented to que ceu? Isabe quer noe fazer pagar sessena nimtes Coace operato pio direnc de Caterinager copiadopletamente en veica o del/Wooh Desastava diretta WEEN THEgo Voce podia parar de chamar a carote de entr¡¯s Be Voce ca hori Cowesse if sistico en exprisa de familia Dias,me i glepan. voce am BORG QUANG e a poderia ter trazido para nos? Quae omncsosses 20 stronacsses fitas? Eas conex?es que o casamiamo d tariat Dasra: Diecisava daquele prato deida cue era sabor! sonam coomescontos demais! para amppendimamos¡­ assabincole e con a Sra Melodia? nunca mencionou isso are. Lisen jane vodorod 5333omesure quac calculsta el A avo sempre a adorbs sean 168200 ondore (530) indo e eles cocooouseaavo soubesse tens contado a eles. oodessaboopsom, Beso 300 Agora, aqueles cinquenta milh?es de muita p rade con masossessoms minces de indeniza??o por intracao de oreos ars 100 330mpessava a casa dos gem mindest Content ? N?velDrama.Org 2024. henne tanto ponersenmoo Wyse Lacueees devens procurar aqu garota para conversar D came to betons de n?o conseguiu conter uma ensus of Se voce tivesse sig mas 2004 600dee wesennecocennosta encara poderamos s 00 en 650 512062 um smeses som reads a dictum essa situa?acak gedra Uses Fandia Danda mais bavid dado certo para eles¡­. Cap铆tulo 214 Cap¨ªtulo 214 Carlos Neves acabara de voltar para casa quando percebeu que o piano j¨¢ n?o do talento de sua preciosa filha. Imediatamente sacou o celr e ordenou: ¡°Quero piano de diamantes para minha filha! Exceto as tes, tudo deve ser cravejado diamantes, e o som tem que ser o melhor! Tem que chegar antes do anoitecer.¡± ¡°Realmente, nosso piano ¨¦ muito simples para algu¨¦m do calibre da Isabe, concordou Nair Pires, sorrindo de orelha a orelha. ¡°Algu¨¦m, v¨¢ buscar as melhores carnes e legumes, vamos celebrar em grande estilo esta noite!¡± Sra. Maria, que estava por perto, perguntou respeitosamente e curiosidade, ¡°Celebrar o qu¨º, minha senhora? Alguma boa nova em casa?¡± ¡°Isabe ¨¦ uma mestra do piano conhecida mundialmente! E n¨®s, seus pais, s¨® viemos a saber disso hoje¡­¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. Mal Nair Pires terminou de fr, e os empregados j¨¢ manifestaram surpresa e admira??o: ¡°Srta. Isabe ¨¦ incr¨ªvel¡­ t?o jovem e j¨¢ uma mestra?¡± Ser¨¢ que j¨¢ superou a Sra. Mariana em prest¨ªgio no mundo do piano?¡± Ao olhar para Sra. Mariana, dava para notar que n?o parecia muito satisfeita¡­ ¡°Isabe ¨¦ t?o modesta.¡±Comentou Nair Pires, olhando carinhosamente para a filha. ¡°Est¨¢ cansada? Suba para descansar, te chamo quando o jantar estiver pronto.¡± ¡°Certo.¡± Ap¨®s Isabe subir, seu telefone tocou; era Benito. [Chefe, voc¨º pode dar um pulo no Vale Ess¨ºncia? O experimento A33 falhou de novo.] Vale Ess¨ºncia era a grande mans?o de Isabe localizada nos arredores da Cidade Ventoso, no topo do monte Montanha Luz, e serviao uma de suas bases principais. L¨¢ havia uma paisagem deslumbrante e v¨¢riosborat¨®rios espa?osos. Osborat¨®rios estavam equipados os mais avan?ados aparelhos e instrumentos. Muitos dos experimentos m¨¦dicos de Isabe tinham sido realizados ali. A33 era a si de um projeto sobre a doen?a de Alzheimer, conhecido por ser incur¨¢vel e control¨¢vel apenas medica??o tempor¨¢ria. Desenvolver uma cura definitiva erao tentar alcan?ar o c¨¦u. [Chefe, esse projeto est¨¢ queimando muito dinheiro, talvez dev¨¦ssemos considerar mudar de foco? N?o podemos continuar gastando assim 1 ¡°Daqui a pouse eu passo para ver ¡°Respondeu Isabe uma voz tranqu. Otime, chefe E quando vie: pode trazer tamb¨¦m os Comprimidos para o Cora??o e as Pils da Longevidade? Tem gente pagando muito por eles no mercado paralelo.¡± ¡°Est¨¢ bem Depois de desligar, Isabe pegou os medicamentos que Francisca Carvalho havia lhe entregue, avisou Nair Pires e saiu. Vale Ess¨ºncia ficava em meio a uma floresta exuberante, era imponente e vasto. Os guardas que vigiavam o port?o se emocionaram e cumprimentaram Isabe respeito quando chegou: ¡°Chefe, finalmente a senhora veio!¡± Isabe entrou no sal?o principal onde Benito j¨¢ a esperava. ¡°Faz tempo que n?o te vejo, continua imponenteo sempre.¡±Ele disse. Isabe, sua aura gda, tinha um ar de chefona. ¡°Faz tempo que n?o te vejo, e parece que voc¨º est¨¢ mais atrevido.¡± Benito encolheu o pesco?o, assustado. ¡°Jamais!¡± Cap铆tulo 215 Cap¨ªtulo 215 Os doutores e especialistas do Laborat¨®rio 1, ao verem Isabe, cumprimenta respeito. acenou a cabe?a em resposta, trocou de roupa e, p elegantes, entrou noborat¨®rio. ¡°Em que ponto estamos agora?¡± ¡°Extra??o da Erva da Vitalidade Perp¨¦tua. At¨¦ agora, tem sido um fracasso.¡±Um dos doutores disse, frustrado. ¡°H¨¢ uma substancia dentro d que melhora a mem¨®ria, mas a extra??o precisa ser feita com extrema caut, ou ent?o osponentes podem ser danificados. Tentamos por mais de dez dias, mas sem sucesso. ¡°Outro doutor interveio: ¡°Tamb¨¦m temos ¡®Huperzia¡¯ e ¡®Eleutherocus senticosus¡¯, que conseguimos extrair ¨ºxito, mas s¨® aobin¨¢-los podemos aumentar ao m¨¢ximo os niveis de acetilcolina no c¨¦rebro. No entanto, a s¨ªntese tem sido imposs¨ªvel¡­ Isabe analisou os dados das recentes falhas nos experimentos e, ap¨®s um momento de reflex?o, disse: ¡°Vou tentar.¡± Os especialistas se reuniram ao seu redor, observando enquanto destva a ¡®Erva da Vitalidade Perp¨¦tua¡¯ em alta temperatura e tentava isr os extratos¡­ N?o demorou muito at¨¦ o celr¡¯de Isabe vibrar. estava ocupada e n?o queria ser interrompida, mas a pessoa do outrodo da linha insistia. Finalmente, Isabe foi for?ada a retirar suas luvas e sair para atender a liga??o evidente irrita??o. ¡°Quem ¨¦?¡± ¡°Isabe, ¨¦ o papai! Por favor, n?o desligue! S¨® vou tomar dois minutos do seu tempo!¡± Wilson Dias foi direto ao ponto, ansioso: ¡°Caterina giou seu trabalho, e estaval errada. N¨®s, seus pais, acabamos de repreende severamente em casa! Somos respons¨¢veis tamb¨¦m, por n?o termos educado direito, o que a levou aeter esse erro grave! Voc¨º tem um tempo agora para que possamos pedir desculpas pessoalmente?¡± ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio, ¡°Isabe estava prestes a desligar. Wilson Dias implorou apressadamente: ¡°N?o desligue! Por favor, Isabe, d¨º a Caterina uma chance de se desculpar, e a n¨®s tamb¨¦m. Sabemos que erramos no passado e te magoamos, mas pe?o p mem¨®ria da sua av¨®¡­¡± ¡°Voc¨º n?o tem o direito de mencionar minha av¨®,¡±a voz de Isabe era gda. Como assim, ele se sentia mal por ter que pagar sessenta milh?es? Era muito para ele? Queria usar a av¨®o forma de apr emocionalmente? ¡°Sim, sim, eu n?o tenho o direito de fr da sua av¨®. Se acordasse e visse a familia Dias arruinada por minha causa, ficaria devastada e sua condi??o poderia piorar¡­ Ah!¡± Wilson Dias parecia estar cheio de arrependimento e ang¨²stia: ¡°Tudo ¨¦ culpa nossa, voc¨º tem todo o direito de nos odiar! N?o ousamos esperar pelo seu perd?o, mas se ve estiver disposta¡­¡± Isabe n?o o deixou terminar, interrompendo bruscamente: ¡°N?o estou.¡± Wilson Dias estava desarmado p firmeza d: ¡°Isabe, o que podemos fazer para voc¨º nos perdoar? Qualquer coisa¡­¡± ¡°Voc¨º pode, sim.¡±Disse Isabe sem rodeios. ¡°Pague os sessenta milh?es e use o restante para comprar no Mercado Negro alguns rem¨¦dios bons para a av¨®.¡± Wilson Dias lembrou-se de que o Dr. M¨¢rio Lopes havia mencionado um rem¨¦dio no Mercado Negro, custando dez milh?es cada, que deveria ser tomado duas vezes ao m¨ºs durante tr¨ºs meses antes de uma cirurgia, o que seria muito melhor do que simplesmente manter-se vivo em um hospital. Esse rem¨¦dio era feito de ingredientes raros e, por isso, era absurdamente caro¡­ Wilson Dias, instintivamente, resistiu ¨¤ ideia, pois mantinha a matriarca no hospital principalmente por causa dos 30% de participa??o acion¨¢ria que detinha, avaliada. em trezentos milh?es. Al¨¦m disso, havia o favoritismo da velha senhora, e a possibilidade de que, em um momento de confus?o, pudesse deixar tudo para Isabe¡­ Content ? N?velDrama.Org 2024. Por isso ele queria salvar a Sra. In¨¢cia, antes que desse o ¨²ltimo suspiro, para que fizesse um testamento, deixando todas as suas a??es para Caterina. Ele achou que Isab n?o sabia de suas inten??es e disse um sorriso benevolente: ¡°Isab, pode ficar tranqu quanto ¨¤ vov¨®, o papai certeza vai salvar , afinal, el¨¢ tamb¨¦m ¨¦ m?e do papai! Os rem¨¦dios do Mercado Negro muitas vezes s?o uma furada, mas o Hospital Ventoso ¨¦ o melhor do pa¨ªs, a cirurgia card¨ªaca ¨¦ renomada nacional e internacionalmente, ainda temos o Dr. Ronaldo, o Dr. M¨¢rio e outros especialistas de peso por l¨¢¡­ Sua av¨® est¨¢ em boas m?os l¨¢, e isso deixa o papai tranquilo.¡± Cap铆tulo 216 Chapter 216 ¡°No fundo, ele s¨® n?o queria gastar dinheiro, conhecia bem essa caracter¨ªstica dele. A liga??o era apenas uma tentativa de economizar os sessenta milh?es da indeniza??o. Achava que era t? Que n?o percebia?! abe destiacuc petetone all me e bello: ¡­¡­ ac precisava nem dizer, certamente ere Wilson Dias que tue a do conseguido um novo quaB antero, sem vergonha de litar para novamente e be te destiacu de novo, bloquetu o numero e avancoo co suos tongas pernas para o oratorio. poona esperava que n?o atendesse mais, eames deer, ele havia instruido veprar varias linhas telef¨®nicas. Enquanto teabello blo bloque va urna, ele 1190 FRITerbe Use va cuira. 01 is sa beita destiacu o celr, e Wilson Dias ficou sem opeso, lo, ececazer Ynda, aodo dele, viu sua expressao de derrota e sente un mau sesemerento, e ainda n?o est¨¢ atendendo suas liga??es? be clestoculos on Dias suspirou e olhou para sua filha no sof¨¢nfa. riga essta ve de cabeca baixa, uma express?o de quem tinha feito alockaditado, anao cromaticocio. ea de robes ente e muito cruel! Ynda mordeu osbios, odiando isabee una ra va crecente be qualquer forma, isso n?o pode vazar para a imprensapsa, to no sera se avenaca da Caterina que estara arruinada pelo resto da vida, a¨¡ a da nossa fa turn a 13 13 Tamb¨¦ni ph: Nao seq apenas se see serta minces? Nos, os mais ricos de Cidade inverno. emon nouito bem nagar er es ca conta! Content ? N?velDrama.Org 2024. canas tobu se menico po purtit rempo, poudu o celr e ordenou que seus bronanos colopacserne van de almumas das suas propriedades e lojas. ¡°O prador tem que peparavie contrant, conto eso de nue to bancario, n?o sena possivel obter o jeiro etri tres dup? o, se n?o for popsiyelvababsin mor pre?os. Mason Dies destidoro teetone e olhou capstoelha de sangno. pop pevardeons, sonce restara esta casa e nas lojas L A empregada, que estava servindo ch¨¢ aodo, se assustou ao ouvir isso e deixou a bandeja cair no ch?o. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡±Ynda, percebendo seuportamento suspeito, repreendeu a ser paci¨ºncia, ¡°Quer nos matar de susto? ¡°Sim, senhora, sinto muito, foi um erro meu¡­ A empregada pensou que uma pessoal prestes a falir n?o deveria fazer pose na frente d! N?o, precisava procurar outro emprego. A familia Dias estava prestes a desmoronar! ¡°Pai, m?e, me desculpem¡­¡± Caterina solu?ava, as l¨¢grimas caindo, parecendo extremamente arrependida. ¡°Ah¡­¡± Wilson Dias suspirou. Uma vez que suas propriedades e lojas fossem vendidas, ele n?o seria mais o homem mais rico de Cidade Inverno, e seu status cairia drasticamente¡­ E ent?o, o futuro dos neg¨®cios da familia Dias pendia por um fic fio¡­ ¡°Foi tudo culpa minha.¡±Caterina sabia o tamanho do problema que tinha causado e fval entre solu?os, ¡°Se eu n?o tivesse voltado para esta casa, pai ainda seria o mais rico, m?e ainda viveria uma vida de luxo¡­ Eu estraguei tudo para voc¨ºs, estraguei nossa casa! Me desculpem, me desculpem mesmo!¡± tinha medo que, se n?o se desculpasse, seus pais ficassem ressentidos e a mandassem embora. podia ver a decep??o no rosto do pai, mesmo chorando tanto, ele n?o disse uma pvra de conforto! ¡°Minha querida! Voc¨º ¨¦ nossa filha, passou dezoito anos sofrendo fora de casa!¡± Ynda acariciou sua cabe?a carinho, dizendo amorosamente, ¡°Antes, voc¨º n?o tinha condi??es de aprender piano, mas agora ¨¦ diferente! Com a m?e e o pai aqui, voc¨º n?o vai mais sofrer, e quanto ao piano, se voc¨º ainda quiser aprender, certeza. vamos te arrumar um professor particr!¡± As l¨¢grimas de Caterina escorreram, bn?ou a cabe?ao se dissesse, eu n?o quero mais aprender piano. Ynda sentiu ainda maispaix?o. ¡°N?o se preocupe, depois de pagar os 60 milh?es, no m¨¢ximo as pessoas que estavam na cerim?nia de premia??o v?o saber disso, e logo. virar¨¢ p¨¢gina passada, n?o vai chegar aos ouvidos de todo o pa¨ªs, nem se tornar motivo de piada nos encontros de amigos¡­¡± Caterina assentiu a cabe?a, ostentando uma express?o de culpa. ¡°Daqui a alguns dias saem os resultados do ENEM e, a tua capacidade, passar no vestibr para uma universidade federal ¨¦ certezal Cap铆tulo 217 Cap¨ªtulo 217 Nos quatro anos de universidade, voc¨º poderia explorar outros interesses, n?o precisa icar s¨® no piano. Que tal experimentar pintura, design de moda ou at¨¦ golfe? Enfim, aprimorar nossos gostos, se tornando uma herdeira culta e talentosa. Depois que voc¨º se formar em uma universidade de prestigio e ganhar experi¨ºncia na empresa da fam¨ªlia, as pessoas iram te vero uma herdeira bonita, capaz e uma excelente educa??o. Mas quanto ao Aaron¡­ Isso j¨¢ eraplicado. Ynda percebeu que nesse dia Aaron estava muito dececionado Caterina e acabou sendo arrastado p Rebeca¡­. Parecia que o casamento entre a familia Dis pouco mais¡­ e a fam¨ªlia Duarte iria ter de esperar um Caterina Dias sabia bem que Aaron estava desapontado ! O incidente desse dia n?o foi apenas uma vergonha para . mordeu o l¨¢bio inferior, decidida a n?o deixar aquilo acontecer, mesmo que tivesse que pagar um pre?o¡­. Noborat¨®rio. Isabe conseguiu extrair sucesso a Erva da Vitalidade Perp¨¦tua, e os especialistas e doutores ao redor ficaram todos estupefatos, elogiando efusivamente. ¡°Isso ¨¦ incr¨ªvel¡­¡± ¡°N¨®s nos esfor?amos por dias e voc¨º resolveu s¨® numa tarde!¡± ¡°Quando o assunto ¨¦ pesquisa farmac¨ºutica, ningu¨¦m ousa se colocar na sua frente.¡± o ficou Isabe olhou para a Erva da Vitalidade Perp¨¦tua parcialmente extra¨ªda epletamente satisfeita, ¡°Ainda n?o est¨¢ totalmente pura, vou ter que voltar amanh? ¨¤ noite para conferir.¡± Naqu noite, Nair Pires havia preparado uma refei??o grande paraemorar o sucesso de Isabe, eo j¨¢ estava escurecendo, precisava voltar para casa para n?o deixar todos ¨¤ espera. Ao ouvir que Isabe voltaria na noite seguinte, os doutores e especialistas se animaram novamente, ¡°Isso ¨¦ maravilhoso!¡± ¡°Mesmo que n?o tenha sido uma extra??opleta, j¨¢ ¨¦ um grande feito!¡± ¡°Pensei que esse projeto j¨¢ estava quase falhando, mas voc¨º conseguiu fazer um progresso impressionante.¡± sabe instruiu a equipe para continuar observando a substancia, ¡°Verifiquem quanto empo resiste em altas temperaturas.¡± le n?o aguentass Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. o calor, a substancia se degradaria e a extra??o teria sido in¨²til. N?o se preocupe, vamos ficar de olho.¡± sabe entrou no carro e partiu. N?o muito tempo depois, chegou ¨¤ V Costa e, ao intrar na s de estar, viu um novo e brilhante piano, que brilhava sob as luzes. Isabe chegou?¡± Carlos Neves a viu e ficou muito contente, ¡°Perfeito, porqu¨º n?o testa > piano e nos diz o que acha do toque e do som, est¨¢ bom?¡± Mariana Neves, por outrodo, estava morrendo de inveja. acabava de perguntar ao entregador do piano sobre o pre?o e descobriu que valia uma fortuna. O entregador pensou que Mariana era a filha de Carlos Neves a quem o piano era destinado e a cumprimentou efusivamente, isso quase a fez passar mal de raiva. Os dedos de Isabe deslizaram ps tes e tocou algumas notas suavemente. O som era excelente. ¡°Sra. Isabe, ouvi dizer que voc¨º ¨¦ uma profissional no piano. Teriamos a honra de ouvi tocar?¡± ¡°Soube que voc¨º ¨¦ a Sra. Melodia? Deixo isso entre n¨®s, sou seu f?!¡± ¡°Sra. Melodia, ah, desculpe, Sra. Isabe, eu poderia ouvir voc¨º tocar uma pe?a?¡± ¡°Suas m¨²sicas de piano s?o t?o agrad¨¢veis, todas as noites eu ou?o algumas antes de dormir.¡± Isabe sorriu: ent?o, suas m¨²sicas de piano t¨ºm tamb¨¦m um efeito hipn¨®tico?! Cap铆tulo 218 Cap¨ªtulo 218 obre os apelos dos empregados?, Isabe sentou ao piano, e seus dedos tocaram as s. As notas musicaise?aram a fluir suavemente,o se cada uma ds se ansformasse em esp¨ªritos dan?antes, conduzindo todos numa viagem sonora de puro. ¡®azer. uem ouvia a m¨²sica de Isabe sentiao se estivesse a atravessar um mar de ores, avistando depois o oceano cristalino, a mente fresca e o espirito em paz. medida que o ritmo acelerava, o ¨¢nimo dos presentes se elevava, e se sentiam evitalizados em corpo e esp¨ªrito¡­. epois de algum tempo todos audiram fervorosamente. Que maravilha!¡± Eu escuto o trabalho do mestre todas as noites, e posso dizer, quando ¨¦ ele quem toca¡­ oc¨º ¨¦ definitivamente uma Sra. Melodia!¡± Essa ¨¦ umaposi??o nova? Nunca tinha ouvido antes, t?o l¨ªrica e alegre, uma del¨ªcial je ouvir!¡± Como fa?o para baixar da? Quero ouvir mais¡­¡± Os empregados cercaram Isabe. Com um sorriso discreto, disse, ¡°Foi uma improvisa??o.¡± Sem partitura, sem nejamento pr¨¦vio, apenas tocando o que vinha ¨¤ mente, deixando a criatividade fluir. Todos ficaram impressionados o talento, e n?o economizaram nos elogios. ¡°Uma improvisa??o que soa melhor que alguns cl¨¢ssicos¡­ Sra. Isabe, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel!¡± ¡°Essa pe?a que voc¨º tocou ¨¦ a mais b que j¨¢ ouvi!¡± Era ¨®bvio que o talento de Sra. Isabe no piano superava o de Sra. Mariana! Sra. Mariana havia se dedicado ao piano desde pequena, mas nunca alcan?ou tal beleza na sua m¨²sica. Mariana Neves, ao ver a admira??o dos criadas por Isabe, se sentiu ainda mais invejosa! Maldital Essa garota tinha roubado mais uma vez toda aten??o para sil Esse pianobina tanto Isabe¡± apitulo 218 Algu¨¦m, por favor, leve este piano para o quarto de Isabe. Filha, toque quando quiser! Carlos Neves falou um tom cheio de afeto. sabe assentiu e ent?o entregou o presente que fez noborat¨®rio, uma garrafa para cada um, ¡°Para voc¨ºs.¡± Carlos e Nair ficaram surpresos o presente inesperado. J¨¢ faz tempo que n?o dou nada pra voc¨ºs.¡± As duas garrafas continham pils efeitos diferentes. ¡®Pai, este frasco vai fortalecer seu corpo.¡± Content is property ? N?velDrama.Org. Isabe sabia que Carlos havia se desgastado os neg¨®cios quando era jovem, tinha algumas sequs desse tempo de esfor?o passado por ele. Aqus pils poderiam curar muitos dos problemas dele. ¡°M?e, este frasco ¨¦ para beleza e sa¨²de, revitaliza e nutri o sistema circt¨®rio.¡± Isabe disse suavemente, ¡°Os dois devem tomar uma pil por dia, durante tr¨ºs meses, e ter?o ¨®timos resultados.¡± Cada frasquinho continha cerca de 100 pils¡­ O equivalente a cerca de dez milh?es de reais por frasco. ¡°Minha filha querida tamb¨¦mprou suplementos para n¨®s?¡± Nair Pires pensou que fossem apenas suplementos e ficou tocada, ¡°Que menina atenciosa!¡± olhou para Isabe olhos cheios de carinho, ¡°Querida, pode ter certeza, vamos tomar todos os dias, sem falhar!¡± ¡°Este ¨¦ um gesto t?o carinhoso, quase nem quero usar¡­¡± Carlos Neves segurava o frasco l¨¢grimas nos olhos. Era o primeiro presente que Isabe dava desde que regressou a casa. ¡°Se acabar, tem mais.¡± Carlos ficou euf¨®rico, ¡°Tem mais?¡± ¡°Sim.¡± Isabe, n?o precisa gastar tanto, guarda o dinheiro pra voc¨º. Se precisar, ¨¦ s¨® pedir mais. para o papal e a mam?e. N?o queremos presentes, s¨® a tua sa¨²de e alegria j¨¢ nos deixar satisfeitos disse Nair Pires. Chega de conversa por hoje. Tudo pronto para o jantar desta noite, Isabe! Vamosemorar em grande esulot itu6218 ariana Neves observava os pais panhando Isabe, desgostosa a cena a tinha sido a primeira napeti??o, ent?o por que era Isabe e os pais d que memoravam? es n?o diziam que n?o tinham favoritos? a estava l¨¢, deixada dedo¡­ prefer¨ºncia era ¨®bvia!! s sete da noite, o escrit¨®rio do Grupo Franco estava a todo vapor, e ningu¨¦m ousava sair iais cedo¡­ a s de reuni?es. ¨¦lio ouviu o rt¨®rio de um gerente uma express?o gda, olhos frioso gelo. sso ¨¦ o que voc¨º chama de despistar o advers¨¢rio?¡± liretor C¨¦lio, eu pensei que se espalh¨¢ssemos um boato, poder¨ªamos enganar o concorrente a investir na ¨¢rea ao sul da cidade. Uma vez presos l¨¢, problemas. inanceiros seriam apenas quest?o de tempo e no final acabar¨ªamos por absorver¡­ Eu errei! N?o imaginei que eles fingiriam investir ao sul s¨® para nos enganar eprar odos os terrenos que est¨¢vamos de olho no norte, nos dando um baile.¡± O gerente estava arrependido e curvou-se em desculpas.. C¨¦lio olhou-o frieza. ¡°A quantos anos voc¨º est¨¢ na empresa?¡± ¡°Ah?¡± O gerente pareceu confuso, apressando-se em responder, ¡°H¨¢ oito anos, Diretor C¨¦lio¡­¡± ¡°A empresa n?o tem sido boa voc¨º?¡± ¡°ro que sim¡­¡± O gerente estava suando frio, tremendo. ¡°Se n?o te tratamos mal¡­¡± A fria aten??o de C¨¦lio pousou sobre ele. ¡°Porqu¨º traiu a Familia Franco?¡± ¡°Diretor C¨¦lio?!¡± O gerente n?o esperava que a not¨ªcia chegasse aos ouvidos de C¨¦lio t?o r¨¢pido, ele tinha nos de fugir para o exterior depois do neg¨®cio¡­ ¡°Voc¨º tem um voo para a Fran?a hoje ¨¤ noite?¡± C¨¦lio jogou a passagem na frente, e o gerente ficou paralisado de medo. Tudo estava descoberto! Vicente falou de forma gda, ¡°Se a oferta do grupo rival era t?o boa a ponto de voc¨º querer ir, era s¨® entregar a carta de demiss?o. A familia Franco n?o o deteria, mas trair a confian?a do Sr. C¨¦lio, agindo ps costas dele¡­ O gerente tremeu ainda mais. ¡°Diretor C¨¦lio, Vicente, eu errer. Por favor, me deem outra chancel pitulo 218 icenten?ou um olhar frio. ¡°Diretor C¨¦lio j¨¢ tinha percebido os teus joguinhos. Aqu rea ao norte n?o era o que quer¨ªamos. O verdadeiro tesouro est¨¢ no subsolo ul¡­ S¨® usamos voc¨º para enganar eles.¡± > gerente ficou at¨®nito, percebendo que perdeu tudo, um olhar de derrota to Vazar segredos confidenciais da empresa ¨¦ crime.¡± Assim que Vicente terminou de fa lois policiais chegaram e levaram o gerente para interrogat¨®rio. C¨¦lio voltou seu olhar para todos. ¡°Agora, algu¨¦m mais quer confessar?¡± 30 Depois de um jantar ¨¤ luz de vs romantico, Isabe saboreou o calor de um momento amiliar raro e prazeroso¡­ Embora Mariana Neves estivesse l¨¢, o que afetava um pouco o clima, o amor e o mimo. que os pais a davam eram genuinos e vinham do cora??o. Era a primeira vez que Isabe verdadeiramente sentia o calor de sua fam¨ªlia. ¡°Isabe, vai tomar seu banho que depois temos uma surpresa!¡± Cap铆tulo 219 Cap¨ªtulo 219 sabe saiu do banho e desceu as escadas, apenas para se deparar um c¨¦u uminado pelo espet¨¢culo dos fogos de artificio. Nair Pires, um sorriso carinhoso, lisse: ¡°Isabe, vem c¨¢, vamos tirar uma foto da fam¨ªlia!¡± Jm fot¨®grafo, toda a sua equipe, esperava sob o brilho dos fogos de artificio. Sob o c¨¦u estrdo, Carlos Neves e Nair Pires, olhares afetuosos, seguravam sabe ps m?os, ¡°Faz tempo que quer¨ªamos tirar uma foto da familia voc¨º, mas nunca encontr¨¢vamos a oportunidade. Mariana acabou saindo os amigos.¡± sso era bom, pois poderiam ter uma foto s¨® dos tr¨ºs. Afinal, eles eram a verdadeira fam¨ªlia, unidos pelo sangue. ¡®Estou de pijama¡­ Isabe nem terminou de fr e Carlos Neves e Nair Pires responderam em un¨ªssono, sorrindo: ¡°N?o tem problema¡­¡± Eles tamb¨¦m haviam vestido pijamas. Era exatamente esse tipo de foto que queriam: uma cena que representasse a realidade do dia a dia. ¡°Ok, todo mundo mais perto!¡± ¡°Seu Neves, seu crinho est¨¢ um pouco torto, e Nair Pires, abaixe um pouco o queixo.¡± ¡°Senhora Isabe, pode sorrir um pouquinho mais?¡± Isabe abriu um sorriso e a camara disparou sem parar. ¡°Vamos trocar dedo, trocar dedo!¡± Nair Pires disse animada, trocando de lugar Carlos Neves. Os fogos de artificio no c¨¦u serviam de pano de fundo enquanto eles seguravam nas m?os de Isabe, todos um sorriso de pura felicidade. Isabe nunca havia sentido o amor dos pais t?o de perto, eles a seguravam mimo,o se fosse o seu bem mais precioso. ¡°Pronto, vamos mudar o grupo.¡± Depois de fotografar no jardim, o fot¨®grafo se mudou para a s de estar e tirou outras fotos Isabe era firmemente abra?ada por eles, sentindo um calor no cora??oo nunca antes Ap¨®s v¨¢rios cen¨¢rios, Nair Pires ainda estava entusiasmada e queria continuar as Carlos Neves disse, sorrindo: ¡°Deixe Isabe descansar um pouco, j¨¢ fotografame uito por hoje. enhora, j¨¢ foram muitos cen¨¢rios e temos fotos suficientes.¡± O fot¨®grafo tamb¨¦m stava preocupado que eles ficassem cansados e express?es que n?o favorecem tografias. lo futuro, quando os cinco irm?os voltarem, tiraremos mais, todos juntinhos!¡± Carlos eves disse carinhosamente, massageando Nair Pires. ¡°Algu¨¦m traz uma bebida.¡± ma empregada trouxe suco de lim?o. Nair Pires colocou um canudo e o ofereceu a sabe: ¡°Isabe, beba um pouco, est¨¢ cansada, n?o est¨¢?¡± sabe bn?ou a cabe?a, deu um gole e achou surpreendentemente doce. loce at¨¦ o cora??o. Quer um doce?¡± Carlos Neves ofereceu a Isabe uma bandeja cheia de doces. ¡°Gosta le macarrones cor-de-rosa? Ou prefere pudim? E a torta de frutas? Biscoitos decorados? Se n?o gostar de nada, papai manda fazer de novo!¡± Escolham voc¨ºs primeiro, pai e m?e.¡± Isabe passou o prato para eles. This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Carlos Neves e Nair Pires, emocionados, pegaram um doce cada. O fot¨®grafo enviou todas as fotos digitais para o celr de Nair Pires, que olhou para as muitas imagens deles, satisfeita e alegre. Cada foto estava naturalmente bonita¡­ ¡°Isabe, venha ver, tem alguma que voc¨º goste? Vou te enviar agora.¡± Isabe escolheu um biscoito decorado, panhado de suco de lim?o, e deu uma olhada. ¡°Est?o todas boas. ¡°Ent?o vou enviar todas.¡± Depois de enviar, Nair Pires continuou admirando. ¡°Essas fotos ficaram incriveis! Especialmente estas¡­¡± Carlos Neves, vendo que configurou uma fotoo papel de parede do celr, tamb¨¦m disse: ¡°Vou fazer o mesmo!¡± Cap铆tulo 220 Cap¨ªtulo 220 J¨®s saborear os docinhos, Isabe voltou ao quarto e ainda viu os pais no sofa, Imirando as fotos um sorriso de felicidade que n?o podiam esconder. o dia seguinte, depois do caf¨¦ da manh?, Isabe estava se preparando para ir ao abalho quando notou que Mariana Neves tinha uma express?o sombria. rovavelmente tinha descoberto sobre a foto de familia na noite anterior. aquele momento, Mariana olhou para Isabe cheia de ressentimento, segurando a iva, um olhar que quase engolia Isabe. sabe apenasn?ou um breve olhar e desviou a aten??o, entrando no carro de C¨¦lio. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡®or outrodo, Mariana Neves estava furiosa, desabafando Cam, que caminhava tr¨¢s d, ¡°Ontem ¨¤ noite fui madrinha no casamento de uma amiga, e quando voltei, odos j¨¢ haviam tirado as fotos e ido dormir!¡± Como pusaram n?o esperar por el Tinham soltado todos fogos de artif¨ªcio, contratado fot¨®grafos¡­ e foram dormir assim que acabaram, sem considerar ¡°Senhora, eles n?o pensam em voc¨º¡­¡± Cam se preocupava em sil¨ºncio, ¡°Dona Mariana, voc¨º tem que agir r¨¢pido, ou?a, n?o pode mais adiar! Sen?o voc¨º vai perder seu lugar nesta casa¡­ ¡°Mas¡­¡± ¡°Sem hesita??o!¡± Ouvindo Cam dizer isso, Mariana Neves mordeu o l¨¢bio inferior, decidida. No Pa¨ªs N. Um helic¨®ptero privado pousou lentamente no topo de um arranha-c¨¦u. O homem tinha uma express?o fria e uma aura imponente. Seu jovem assistente falou, ¡°O chefe estava ansioso para voltar para casa e ver a irm?, o trabalho o atrasou por mais de dez dias. Voc¨º pode panhar esse projeto a Sra. Ynda e reportar qualquer problema ao chefe.¡± ¡°Enrico, voc¨º n?o saber de tudo¡­¡± O chefe mal havia terminado de fr quando percebeu o olhar de Enrico no seu p¨¦ direito. Ele acabava de pisar na escada do helic¨®ptero recuou rapidamente, se curvando respeitosamente, ¡°Boa viagem, chefe Enrico.¡± helic¨®ptero decolou e se foi. homem perguntou calmamente, ¡°Os presentes foram escolhidos?¡± :hefe, est¨¢ tudo preparado!¡± Enrico respondeu respeito, ¡°S?o tr¨ºs presentes: um onjunto exclusivo de perfume, um conjunto exclusivo de batons e um conjunto omo Enrico n?o tinha certeza de qual presente o chefe queria dar ¨¤ irm?, ele havia reparado uma de cada. erfume, batom ou produtos para a pele, todos eram o que as garotas mais gostavam na tualidade. Mas o homem disse voz fria, ¡°¨¦ pouco demais.¡± Enrico entendeu de repente que esses presentes eram insuficientes e apressadamente. lisse, ¡°Foi uma falha minha, chefe. Assim que desembarcarmos, providenciarei algo apropriado.¡± ¡®Qual ¨¦ a marca nacional que as garotas mais gostam agora?¡± perguntou o homem friamente. Enrico pensou por um momento e disse, ¡°Com certeza ¨¦ a AIE.¡± Tr¨ºs anos atr¨¢s, a AIE surgiu designs ¨²nicos e inovadores, produzindo apenas uma pe?a de cada roupa¡­ e rapidamente se tornou famosa entre as socialites, herdeiras e celebridades. Logo ap¨®s, a AIEn?ou sapatos e bolsas¡­ chocando todo o mundo da moda. A designer da AIE, Zaira, ganhou v¨¢rios pr¨ºmios internacionais e levou a marca do anonimato para o estrto internacional. ¡°Recentemente, a AIEn?ou uma nova linha de joias, cada pe?a ¨²nica¡­¡± fndo isso, Enrico imediatamente passou seu tablet para o homem ver. Cap铆tulo 221 Cap¨ªtulo 221 O olhar do homem percorreu o ambiente e finalmente se fixou em um cr de diamante rosa um design ¨²nico. Garotas deveriam gostar de diamantes e da cor rosa, certo? ¡°Vai ser esse Enrico ficou um pouco surpreso. Na primeira vez que se encontraram, o Chefe havia escolhido pessoalmente um cr de trinta milh?es para a irm?? O helic¨®ptero voltou para o Brasil, pousando finalmente no topo da Sede Neves. Assim que o homem desembarcou, trinta executivos o aguardavam alinhados aosdos. A chegada dele fez soar os rmes da corpora??o, e todos os funcion¨¢rios andavam na ponta dos p¨¦s, cuidadosos para n?oeterem o menor erro. Enquanto isso, em outro lugar. Celio abra?ou Isabe e o ofereceu o celr para escolher ¨¤ vontade. ¡°Olha as novidades da AIE, v¨º se tem algo que voc¨º goste.¡± A t exibia a s¨¦rie de joias rec¨¦mn?adas p AIE. .¡± Sem sequer dar uma olhada, Isabe recusou de imediato, ¡°Eu j¨¢ tenho muitas.¡± Mais do que posso usar. pr¨®pria n?o era f? de usar joias, achava um estorvo, um inc?modo. Al¨¦m do mais, todas essas joias foram desenhadas por ¡­ n?o teria gra?a alguma. C¨¦lio olhou para carinho e disse, ¡°Minha Isabe ¨¦ talentosa, merece ser rpensada. Rpensada? ¡°Sua m¨²sica de piano ¨¦ linda. Isabe entendeu, ele deve ter descoberto sobre a identidadeo Sra. Melodia. ¡°Quando voc¨º vai tocar para mim?¡± O queixo de C¨¦lio ro?ou suavemente os cabelos d enquanto se lembrava da tica de piano d, e seu olhar se tornou ainda mais terno. ¡°Quando tivermos tempo. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°Que tal esta?¡± O olhar de C¨¦lio caiu sobre um cr de diamante rosa um design ¨²nico, ¡°Ficaria perfeito em voc¨º. A pele de Isabe era muito branca, e aquele cr, seu charme se destacaria ainda mais. 09:17 Cap¨ªtulo 221 ¡°N?o quero¡­¡± ¡°Mesmo que n?o use, pode guardar.¡± ¡°N?o preciso, de verdade¡­¡± H Na s de reuni?es da Sede Neves, todos os executivos, depois de apresentarem cuidadosamente os rt¨®rios do trimestre, ouviram em sil¨ºncio as futuras dire??es e as solu??es para os problemas complicados. Somente quando Oliver Neves disse ¡°Podem se retirar¡±, todos respiraram aliviados, se levantando para deixar a s. ¡°A presen?a do Chefe ¨¦ muito intensa, suei o tempo todo¡­¡± ¡°Eu tamb¨¦m, olha o suor na minha testa¡­¡± ¡°Toda vez que o Chefe volta, acho que vou morrer, mas assim que ele vai embora,e?o a sentir falta dele.¡± ¡°Para de ser boba, o Chefe nunca vai gostar de pessoasunso n¨®s. Se ele fosse escolher algu¨¦m para estar ao seudo, certamente seria uma herdeira ¨¤ sua altura¡­¡± ¡°N?o sei que tipo de mulher seria capaz de lidar a press?o do Chefe¡­¡¯ Enrico, seguindo apressadamente aodo do homem, saiu da s de reuni?es, ¡°Chefe, me desculpe, algu¨¦m j¨¢ reservou o cr.¡± Ao ouvir isso, Oliver Neves manteve sua express?o inabal¨¢vel, ¡°Ofere?a mais.¡± 2/2 Cap铆tulo 222 Cap¨ªtulo 222 Enrico insistiu, at¨¦ que a parte contr¨¢ria cedesse. ¡°Esse cara n?o ¨¦ um que precisa de dinheiro¡±, acrescentou Enrico, ¡°dizem que ele ¨¦ um VIP de primeira linha da AIE¡­¡± ¡°Antes que escure?a, temos que ter isso nas m?os.¡± ¡°Sim.¡± Enrico sabia que o que o Chefe queria, ele conseguia, mesmo que l¨¢ na AIE dissessem que o sujeito era um peixe grande, intoc¨¢vel por todos¡­ Piada, haveria algu¨¦m que o Chefe n?o podia ofender? ¡°Ah, Chefe, tem um concurso de moda nacional vindo a¨ª, os organizadores querem te convidar para ser o jurado.¡± Apesar de o grupo Neves n?o ser focado em moda, Oliver Neves tinha uma reputa??o distinta. No ano anterior, ele havia entrado nessa ind¨²stria e possu¨ªa um talento nato para o design, pois tinha criado, uma camisa que havia causado furor. -Mas desde que assumiu o controle do grupo, ele estava totalmente envolvido os neg¨®cios, viajando constantemente para o exterior. Hobbies ezer ficaram dedo, ele mal passava p pr¨®pria casa. Os organizadores precisavam de algumas personalidades de peso, e se Oliver Neves aceitasse, o evento nacional ganharia mais aten??o ainda. ¡°N?o tenho tempo.¡± Oliver Neves n?o queria desperdi?ar tempo um evento tedioso. Ele tinha voltado ao pa¨ªs principalmente para visitar sua irm? e sabia que, em breve, estaria ocupado pelos pr¨®ximos dois ou tr¨ºs meses sem nem poder voltar para casa. ¡°Entendido, eu recusarei o convite.¡± Isabe acabara de chegar ¨¤ empresa quando seu assistente, Raul Fonseca, correu at¨¦ , desesperado, ¡°Diretora Isabe, temos um problema! Das 33 novas pe?as que vamosn?ar amanh?, 23 s?o id¨ºnticas ¨¤s da concorr¨ºncia, e eles j¨¢n?aram hoje! Est?o vendendoo ¨¢gua online! Eu fiz uma estimativa, e eles j¨¢ venderam cerca de sete a oito mil pe?as, a esse ritmo, logo chegar?o a dez mil!¡± O olhar de Isabe gelou, isso n?o era poss¨ªvel. Como poderia ser, do nada, 23 das 33 novas pe?as da empresa serem iguais ¨¤s da concorr¨ºncia? Definitivamente, houve uma sabotagem! ¡°Ainda n?o sabemos o que est¨¢ acontecendo!¡±, Raul Fonseca estava t?o ansioso, ¡°Porque essas 23 pe?as id¨ºnticas foram todas desenhadas p Sra. Cardoso, e o Rafael Costa acabou de dar uma bronca n numa reuni?o, a Em¨ªlia, ¡­ ¡­¡± ¡°I 1/2 09:17 ¡°O que aconteceu ?¡± ¡® est¨¢ chorando!¡± Isabe se apressou para o elevador e, assim que chegou ao departamento de design, ouviu os gritos de Rafael Costa. ¡°Chorar, chorar, pra que chorar? N?o finja que eu estou te acusando injustamente!¡± ¡°Estas s?o as 33 novas pe?as que a concorr¨ºncian?ou hoje! Eu fiz quest?o deprar as 23 que s?o iguais! Olhe bem e me diga se eu estou te acusando sem motivo nenhum!¡± Rafael Costa jogou as 23 pe?as na Emilia Cardoso. Emilia ficou atordoada, olhando para as pe?as, sem entender, ¡°Eu n?o sei¡­ ¡°Certamente voc¨º copiou os desenhos da concorr¨ºncia!¡± ¡°Eu n?o copiei!¡± Emilia Cardoso explicou, solu?ando, ¡°Essas pe?as¡­ sozinha¡­ todas s n?o tinha copiado nada! ¡°N?o difame as pessoas!¡± O chefe do departamento, Omar Galv?o, interveio, ¨¦ desse tipo de pessoa! tem muito talento para design, n?o precisa copiar d trabalho de ningu¨¦m!¡± Esses designs, Emilia poderia ter criado sozinha! This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Ent?oo voc¨º explica isso?¡± ¡°Se fosse uma pe?a id¨ºntica, tudo bem, mas 23 pe?as iguais ao mesmo tempo, voc¨º temo dar uma explica??o razo¨¢vel?¡± Omar olhou para as roupas espalhadas e tamb¨¦m n?opreendia o que estava acontecendo, mas falou de forma justa, ¡°Todos n¨®s do departamento vimos Emilia trabalhando nos desenhos durante todos os dias¡­ ¡°¨¦ verdade, a Em¨ªlia n?o copiou nada, eu posso provar isso, todos esses modelos foram criados por mesma.¡± ¡° costumava trabalhar at¨¦ altas horas da noite, quando todos j¨¢ tinham ido embora, s¨® permanecia l¨¢. Eu mesmo descobri isso uma vez que esqueci as chaves de casa e t¨ªve que voltar para a empresa¡­¡± ¡°Eu confio na Em¨ªlia!!¡± ¡°Eu tamb¨¦m Cap铆tulo 223 Cap¨ªtulo 223 Rafael Costa soltou uma risada sarc¨¢stica, desconsiderando as explica??es, ¡° tamb¨¦m poderia ter memorizado todos os modelos anteced¨ºncia e, depois, desenhado um pouco a cada dia, s¨® para parecer que estava trabalhando!¡± ¡°Eu n?o¡­¡± Em¨ªlia Cardoso estava sem pvras e l¨¢grimas nos olhos, ¡°Eu desenhei tudo isso, se ¨¦ pra fr de pl¨¢gio, certeza foram eles que copiaram os meus designs!¡± Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Ao ouvir isso, Rafael Costa riu, ¡°Quem ¨¦ o outro? Liz Estilo! Uma marca de roupas famosa! O designer por tr¨¢s desses 23 novos modelos ¨¦ o renomado Enzo! E quem ¨¦ voc¨º? Uma garotinha ainda cheirando a leite, algu¨¦m te conhece? De onde eles iriam copiar seus designs?¡± ¡°Eu¡­¡± Em¨ªlia Cardoso ficou sem saber oque dizer! ¡°Se voc¨º realmente tem tanto talento para design, por que nunca viu antes algo t?o impressionante criado por voc¨º?¡± Em¨ªlia Cardoso explicou rapidamente, ¡°Antes de desenhar esses esbo?os, tive v¨¢rias dicas da Diretora Isabe, e minha inspira??o fluiu sem parar, foi assim que criei tudo isso!¡± Se n?o fosse p inspira??o de Isabe, ainda estaria estagnada! Rafael Costa riu friamente, ¡°Pelo que ou?o, parece que a Diretora Isabe te ensinou a copiar o trabalho dos outros?¡± ¡°N?o ¨¦ verdade!¡± Em¨ªlia Cardoso estava angustiada e raiva, enxugando suas l¨¢grimas e continuou, ¡°Voc¨º pode distorcer minhas pvras e me insultar ¨¤ vontade, mas n?o pode insultar a Diretora Isabe! nunca faria algo assim!¡± ¡°Sua defesa apaixonada s¨® torna mais f¨¢cil para as pessoas pensarem que voc¨º est¨¢ protegendo uma c¨²mplice ou temendo que a verdade seja revda¡­¡± ¡°Isso ¨¦ demais!¡± Em¨ªlia Cardoso apertou os punhos, querendo desferir um soco de tanta humilha??o! Foi da¨ª que uma voz fria soou. ¡°Quantos anos Rafael tem para intimidar uma jovem assim?¡± Todos se viraram para a fonte da voz, era a Diretora Isabe, a Diretora Isabe havia chegado!! Os olhares se voltaram para Isabe,o se fosse uma salvadora¡­ ¡°Diretora Isabe¡­¡± Ao v¨º, Em¨ªlia Cardoso sentiu uma enxurrada de emo??es e soltou os punhos, com as l¨¢grimas correndo. 09:17 ¡°Limpe as l¨¢grimas,¡± Isabe olhou para Em¨ªlia Cardoso e disse gentimente, ¡°Quem n?o deve n?o teme.¡± Emilia Cardoso acenou a cabe?a obediente e prontamente enxugou as l¨¢grimas. Rafael Costa olhou para Isabe protegendo a subordinada e soltou um riso frio, ¡°Um problema t?o grande na empresa e logo que descubro algo, a Diretora Isabe aparece para interferir. Quem n?o sabe pode at¨¦ pensar que veio para roubar os cr¨¦ditos.¡± Isabe respondeu um sorriso frio, ¡°Rafael est¨¢ t?o ansioso para for?ar uma confiss?o, mais do que um policial, algu¨¦m poderia pensar que ele est¨¢ desesperado para achar um culpado.¡± Com essa afirma??o, todo o departamento ficou chocado¡­ Rafael Costa ficou p¨¢lido, ¡°O que voc¨º quer dizer isso? ¨¦ ¨®bvio que Em¨ªlia Cardoso, sendo jovem e sem aprender, copiou o trabalho alheio na esperan?a de se tornar famosa rapidamente!¡± ¡°Oh, voc¨º ¨¦ a lombriga no est?mago d? Voc¨º sabe o que pensa?¡± Rafael Costa ficou furioso, ¡°Eu sei que voc¨ºs s?o amigas, mas eteu um erro grave, e a matriz j¨¢ est¨¢ requerendo responsabilidades! Voc¨º n?o vai poder proteger !¡± ¡°Quem ¨¦ voc¨º para decidir se algo vai durar ou n?o?¡± Como foi que n?o ouviu nenhum boato quando a sedee?ou a pedir explica??es? Rafael Costa, um vice-diretor, recebeu a not¨ªcia antes d? 2/2 Cap铆tulo 224 Cap¨ªtulo 224 Era evidente que o velho estava enganando todo mundo! Usando a press?o da matriz para manipr a situa??o! ¡°Acabamos de produzir 110 mil pe?as da nova cole??o, avaliadas em milh?es, todas armazenadas no dep¨®sito! Lan?amos 23 modelos e quero ver se voc¨º tem coragem de apresentar as novidades amanh?! Em vez de perder tempo discutindoigo, seria melhor pedir sua demiss?o! Pedir ajuda ¨¤ matriz ¨¦ a ¨²nica chance de recuperarmos pelo menos uma parte do preju¨ªzo!¡± Embora fsse tanta certeza, Rafael Costa no fundo sabia, que, o tempo t?o apertado, o m¨¢ximo que conseguiriam seria amenizar o dano financeiro, mas em termos de credibilidade¡­ provavelmente sofreriam uma perda devastadora! Os produtos estavam no armaz¨¦m, mas n?o podiam vender, e a promessa falhou. Quebrar a pvra era um tabu imperdo¨¢vel para o Grupo Neves! Rafael Costa n?o podia deixar de se sentir satisfeito por dentro. Aqu garota acabada! ga ¡°Vamos convocar uma reuni?o!¡± Isabe falou deixando o departamento de design an de todos. Os executivos da empresa, apressados, reuniram na s de confer¨ºncias. Isabe sentou-se na cadeira principal, exibindo uma aura imponente de l¨ªder. Apesar da gravidade da situa??o, n?o se via um tra?o de panico em seu rosto¡­ ¡°Diretora Isabe, os 23 modelos da Liz Estilo, em tudo, desde as cores, estampas, acabamento, at¨¦ o comprimento e a espessura das roupas, s?o id¨ºnticos aos da nossa empresa! N?o pode ser mera coincid¨ºncia!¡± ¡°Eles at¨¦ contrataram uma celebridade para promover a cole??o, e essas novidades est?o vendendo muito. Quem v¨º os produtos primeiro vai pensar que foi a Liz Estilo que os criou!¡± ¡°Atualmente, n?o temos nenhuma prova de que eles giaram o trabalho de Em¨ªlia Cardoso. Parece que foi Em¨ªlia quem copiou deles.¡± ¡°Se n?o conseguirmos vender o estoque, vamos perder muito dinheiro!¡± ¡°Diretora Isabe, os desenhos foram feitos por Em¨ªlia Cardoso, ser¨¢ que poderia ter se confundido¡­¡± Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡°N?o.¡± Isabe a interrompeu antes que terminasse, ¡°Em¨ªlia n?o faria isso, jamais trairia a empresa. ¡± Rafael Costa provocou usando as pr¨®prias pvras de Isabe, ¡°Conhece-se a cara, mas n?o o cora??o¡­¡¯ 09:17 Capitulo 224 ¡°Mas eu n?o souo essas pessoas cujas mentes n?o t¨ºm filtro, cuja intelig¨ºncia ¨¦ t?o rara quanto o ar em altas altitudes.¡± ¡°O que voc¨º quer dizer isso?¡± ¡°Estou dizendo que voc¨º ¨¦ burro.¡± Isabe foi direta, ¡°Qual giador copiaria 23 modelos sem mudar nada? Ser¨¢ que voc¨º n?o consegue pensar nem os dedos dos p¨¦s?¡± ¡°Voc¨º¡­¡± Rafael Costa conteve a raiva por um momento! Ele tinha certeza de que Isabe logo perderia o lugar de destaque e Em¨ªlia Cardoso carregaria a acusa??o de pl¨¢gio. A fam¨ªlia Neves iria responsabilizar e al¨¦m de correr o risco de ir para a pris?o, teria que pagar uma indeniza??o enorme¡­ Quando esse dia chegasse, o cargo de chefe ainda seria dele! O que Isabe fazia era em v?o! O olhar de Isabe percorreu a s, ¡°Estamos aqui reunidos para discutir dois primeiro, eu confio que Em¨ªlia n?oeteu pl¨¢gio, acredito na integridade d. quest?o ¨¦: se os desenhos s?o d, por que apareceram na empresa rival? Como conseguiram produzir antes e ainda fazer tanto rde? Parece que est?o nos ridicrizando.¡± disse isso en?ou um olhar para Rafael Costa, que desviou o rosto, sem paci¨ºncia para ouvir. ¡°Esses 23 novos modelos, apenas eu e a equipe de design vimos. Se a informa??o vazou para a concorr¨ºncia, o traidor est¨¢ entre n¨®s.¡± Ao ouvir isso, Rafael estava prestes a sugerir que Isabe era a suspeita¡­ Isabe ent?o acrescentou: ¡°ro, tamb¨¦m n?o se pode descartar a possibilidade de algu¨¦m usar t¨¢ticas baixas para trair a empresa¡­¡± ¡± Cap铆tulo 225 Cap¨ªtulo 225 Rafael Costa engasgou ao ouvir aquilo. ¡°A segunda quest?o ¨¦,o resolveremos isto Isabe mal terminou de fr e Raul Fonseca a entregou um iPad, ¡°Diretora Isabe, dei uma olhada e estes s?o os trabalhos premiados de Liz Estilo, a designer.¡± Isabe deu uma r¨¢pida olhada, Os concursos que participou eram todos pequenos e desconhecidos, e o estilo premiado n?o tinha a frescura e a elegancia da Em¨ªlia Cardoso¡­ ¡°Todos podem dar uma olhada. O estilo constante da designer advers¨¢ria ¨¦ ¨®bvio, copiou o trabalho de Em¨ªlia,¡± disse Isabe, colocando o iPad sobre a mesa d a de reuni?o. Todos viram e concordaram. ¡°O estilo d ¨¦ mais ao americano, diferente do de Em¨ªlia!¡± ¡°Parece mesmo que copiou os desenhos de Em¨ªlia¡­¡± ¡°Maso uma pessoa famosao faria pl¨¢gio de uma novata?¡± Isabe riu, ¡°Famosa?¡± ¡°Sim, nos ¨²ltimos anos ganhou v¨¢rios de pr¨ºmios¡­¡± ¡°¡­¡± Isabe n?o se impressionou, ¡°Depende do pr¨ºmio. Alguns valem por cem, outros cem n?o valem por um. ¡°Mas Em¨ªlia nunca participou de concursos, foi direto trabalhar na nossa empresa depois de se formar. Como a advers¨¢ria saberia d e dos trabalhos criados por ?¡± Algu¨¦m questionou, sem entender. ¡°Por isso que digo, temos um traidor na empresa. Os desenhos foram vazados, o advers¨¢rio conseguiu antecipar a produ??o en?ar antes de n¨®s,¡± afirmou Isabe convic??o. ¡°Esse traidor ¨¦ o c¨²mulo! Trair a pr¨®pria time assim!¡± ¡°Se eu descobrir quem ¨¦ o traidor, vou acabar ele!¡± Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡°Com certeza a advers¨¢ria deve ter oferecido algum incentivo¡­¡± ¡°Diretora Isabe, de que adianta liderar essa discuss?o agora?¡± Rafael Costa n?o p?de deixar de zombar, ¡°O urgente ¨¦ on?amento de amanh?! Mesmo que voc¨º n?o tenha uma solu??o, por favor, n?o perca mais tempo¡­ 00.17 g Capitulo 225 ¡°Quem disse que eu n?o tenho uma solu??o?¡± Isabe ergueu uma sobrancelha, irradiando confian?a. Todos ficaram boquiabertos. Rafael Costa hesitou, ramente descrente, ¡°Ent?o diga, qual ¨¦ a solu??o? Como vamos evitar preju¨ªzos, manter a reputa??o e ainda por cima lucrar?¡± Todos achavam imposs¨ªvel. Certamente haveria alguma perda financeira e ou de credibilidade; lucrar era fora de quest?o! Rafael estava sendo muito duro! ¡°Realmente existe uma solu??o que pode evitar preju¨ªzos, preservar nossa reputa??o e ainda lucrar¡­¡± Ao ouvir Isabe dizer isso, todos ficaram ainda mais at?nitos. Ser¨¢ que exi uma solu??o? ¡°Ent?o diga logo qual ¨¦ a solu??o, sem fazer mist¨¦rio!¡± Rafael Costa n?o acre p¨²desse ter uma ideia t?o boa assim. Tsabe levantou-se, ¡°Eu cuidarei disso. A reuni?o est¨¢ encerrada!¡± Todos ficaram confusos. Mesmo que fizesse m¨¢gica agora, n?o poderia criar tantas roupas novas! mo Quando Isabe saiu da s de reuni?o, Raul Fonseca apressou-se para seguir os passos d, ¡°Diretora Isabe, voc¨º n?o est¨¢ s¨® tentando nos animar, est¨¢? Voc¨º realmente tem uma solu??o? N?o ¨¦ s¨® o nossa Grupo Neves que est¨¢ pedidos em centenas de lojas, mas tamb¨¦m clientes do site oficial que j¨¢ pagaram. Amanh? temos que despachar, al¨¦m de alguns parceiroserciais e canais internacionais. Se n?o tivermos nada para mostrar¡­¡± ¡°Quem disse que n?o temos nada?¡± Isabe olhou para ele, um sorriso malicioso nos l¨¢bios, ¡°O lan?amento de amanh? vai acontecero nejado!¡± j¨¢ tinha uma suspeita, essa hist¨®ria tinha muito a ver o Rafael Costa! Estava confiante de que hoje iria pegar ele no pulo! ¡°Diretora Isabe¡­ voc¨º realmente tem um no? S?o 110 mil pe?as novas¡­ ¡°N?o vamos vender as 110 mil pe?as de uma vez, sem pressa. Isabe arqueou uma sobrancelha e a esperan?a que Raul Fonseca tinha acendido se apagou novamente. Diretora Isabe estava apenas brincando ele¡­ O dia seguinte, seria o fim! 2/4 09:17 Capitulo 225 Isabe estava prestes a entrar no escrit¨®rio quando viu Em¨ªlia Cardoso parada na porta, parecendo ofendida, mas tentando se manter firme. ¡°Diretora Isabe, eu¡­¡± Naturalmente, Isabe sabia o motivo da visita d, ¡°Entre e vamos conversar.¡± Em¨ªlia Cardoso apressou-se em seguir os passos d e, ao fechar a porta do escrit¨®rio, finalmente enxugou as l¨¢grimas e disse, ¡°Diretora Isabe! Eu juro que n?o fui eu, eu n?o copiei o trabalho do Enzo! Antes disso, eu nem sabia quem era esse Enzo! Esses 23 novos modelos, todos foram criados por mim! Eu juro p minha vida!¡± ¡°Eu acredito em voc¨º. Em¨ªlia Cardoso ficou at?nita, os dedos ainda erguidos no ar, sem acreditar que Diretora Isabe pudesse confiar n t?o facilmente. ¡°Eu confio em voc¨ºo pessoa, e mais ainda na sua ¨ªndole.¡± Isabe suav ¡°Sente!¡± Em¨ªlia Cardoso ent?o se sentou caut, ¡°Diretora Isabe, antes de desenh modelos, eu me inspirei muito nos trabalhos da Sra. Zaira e seus conselhos, consegui criar esses estilos¡­¡± estava certa de que seus designs eram ¨²nicos e n?o tinham semelhan?a nenhum outro trabalho¡­ ¡°Agora pense bem, para quem voc¨º mostrou esses trabalhos?¡± Em¨ªlia Cardoso pensou um pouco e disse, ¡°Todo o departamento de design viu, porque o chefe Omar exibiu todos os esbo?os no tel?o para que todos votassem, e os meus 23 esbo?os ficaram entre os primeiros, por isso foram todos aceites.¡± ¡°Ou seja, todos no departamento de design viram seu trabalho¡­¡± Isabe tamborilou os dedos na mesa pensativa. Isabe lembrou-se do dia em que Em¨ªlia Cardoso foi at¨¦ os olhos vermelhos para mostrar os desenhos porque algu¨¦m havia despejado lixo no t¨²mulo do pai¡­ Depois, preocupada a m?e, Em¨ªlia Cardoso pediu uma licen?a de emerg¨ºncia, e Isabe, que tinha umpromisso um s¨®cio, pediu que Raul Fonseca a levasse de carro¡­ ¡°Os esbo?os estavam na minha mesa, quando voltei, revisei antes de levar para voc¨º, lembro que o primeiro que coloquei no topo era um vestido rosa?¡± ¡°N?o, n?o foi.¡± Em¨ªlia Cardoso lembrou-se ramente, ¡°O primeiro era um vestido branco, porque era o que eu mais gostava, por isso coloquei na frente¡­¡± ¡°Vestido branco?¡± Isabe pensou por um momento, ¡°O ¨²ltimo que eu vi era um vestido branco.¡± 3/4 09 Capitulo 225 As duas subitamente perceberam algo. ¡°Deve ter sido naquele momento que algu¨¦m entrou.¡± Em¨ªlia Cardoso ficou p¨¢lida, algu¨¦m ousou entrar no escrit¨®rio sem permiss?o?! ¡°Ent?o ¨¦ s¨® verificar as camaras de seguran?a!¡± Em¨ªlia Cardoso de repente sentiu esperan?a. Mas Isabe disse calmamente, ¡°Se a pessoa viu os desenhos ou mesmo os levou, para sair daqui sem ser notado, s¨® h¨¢ duas possibilidades: ou desativaram as camaras ou apagaram as grava??es¡­¡± Cap铆tulo 226 Cap¨ªtulo 226 As grava??es de vigilancia apagadas ainda podiam ser restauradas. Mas, se algu¨¦m desativasse as camaras, a investiga??o se tornaria maisplicada¡­ ¡°Diretora Isabe, quem voc¨º acha que traiu a empresa?¡± Em¨ªlia Cardoso estava intrigada, sem conseguir encontrar a resposta. No pensamento r¨¢pido de Isabe, o rosto de Rafael Costa emergiu, ¡°Ainda n?o temos provas, mas na estreia de amanh?, voc¨º poderia¡­¡± Isabe sussurrou algo no ouvido de Em¨ªlia Cardoso. Ap¨®s ouvir, Em¨ªlia ficou insegura, ¡°Eu¡­ eu tenho medo de n?o conseguir¡­¡± ¡°Voc¨º ¨¦ capaz.¡± Isabe deu um tapinha encorajador em seu ombro, ¡°Eu cor em voc¨º.¡± Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Depois que Em¨ªlia Cardoso saiu, Isabe acedeu as grava??es daquele di havia sinais de que algu¨¦m havia tentado apagar os registros. Dos v¨¢rios modos de exclus?o, a manual era a mais f¨¢cil de ser revertida, j¨¢ qu uma mudan?a simples ¨¦ feita no formato do disco r¨ªgido, isso permite uma recupe f¨¢cil dos dados seguindo regras espec¨ªficas. Os dedos de Isabe tevam sobre o tedo e, em pouco tempo, o conte¨²do previamente deletado reapareceu diante dos olhos d. viu uma figura familiar entrando no escrit¨®rio. Era mesmo Rafael Costa! Naqu hora, n?o havia ningu¨¦m no escrit¨®rio e ele entrou sem permiss?o, ficando l¨¢ por um bom tempo. N?o era dif¨ªcil adivinhar que ele provavelmente havia fotografado os esbo?os dos designs. Quando ele saiu do escrit¨®rio, as m?os estavam vazias. Sem hesitar, Isabe digitou mais algumas tes, desconectando o WiFi privado do escrit¨®rio de Rafael Costa. Enquanto isso¡­ Rafael Costa acabava de terminar uma chamada e, ao baixar o olhar, percebeu que seu WiFi havia sido desligado. Depois de reconectar, sentou para tomar um ch¨¢. Ele nem notou que a conex?o que acabava de fazer era um WiFi preparado especialmente por Isabe para ele. invadiu facilmente o celr dele, naquele momento, ele estava enviando uma mensagem de voz para algu¨¦m chamado Enzo, ¡°A pirralha disse que tem um jeito de resolver isso, mas ¨¦ muito jovem¡­ Acha que soltando umas bravatas vai mostrar a que 1/4 Capitulo 226 veio, sem saber que, frente ao problema atual, at¨¦ mesmo n¨®s estar¨ªamos impotentes.¡± ¡°Se ousar apresentar um design igual amanh?, eu a farei se quebrar financeiramente. ¡°Ha ha ha¡­¡± Rafael Costa saboreava seu delicioso ch¨¢ preto, fndo despreocupadamente, ¡°Pode deixar, sabe muito bem as consequ¨ºncias de umn?amento malsucedido.''¡± ¡°Com o talento de Emilia Cardoso para o design, eu gostaria de t¨º sob meuando, mas ¨¦ uma pena¡­ Aqueles que n?o podemosprar acabam sendo pe?es descart¨¢veis. ¡° logo estar¨¢ atr¨¢s das grades, mas ter seu trabalho reconhecido por um grande designero eu e ajudar a elevar meu renome j¨¢ ¨¦ uma honra para . ¡± Isabe copiou essa conversa e o hist¨®rico anterior de mensagenso prova. Mais tarde, Rafael Costa, ouvindo uma melodia rxante e preparando outra rodada de ch¨¢, entrou em contato a CEO da Liz Estilo ¨C Liz Miranda ¨C para pedir aiss?o. ¡°Sra. Miranda, eu lhe dei os melhores designs da nossa empresa, e ouvi dizer que os produtos que voc¨ºs fizeram j¨¢ venderam milhares de pe?as, logo v?o passar de dez mil, conforme obinado¡­¡± ¡°N?o se preocupe.¡±Liz Miranda respondeu prontamente: ¡°30%, n?o vai faltar para voc¨º! Mas conforme combinado, quando voc¨º retomar o cargo de CEO, esperamos que voc¨º fa?a alguns favores para a Liz Estilo.¡± ¡°ro!¡± Rafael Costa disse tranquilidade, ¡°Somos todos da mesma equipe, eu sei o que fazer.¡¯ Isabe fez um scan todos os aplicativos no celr dele e copiou todas as informa??es ¨²teis, e ent?o chamou Raul Fonseca. ¡°Vai chamar o Rafael.¡± Raul Fonseca correu para buscar o homem. Depois de um tempo, Rafael Costa entrou um ar arrogante, ¡°Diretora Isabe, ser¨¢ que voc¨º quer sabero resolver a encrenca que est¨¢ bem diante dos nossos olhos?¡± Antes que Isabe pudesse fr, Rafael Costa sentou ¨¤ frente d, sorrindo de forma presun?osa, ¡°Se eu fosse voc¨º, j¨¢ estaria redigindo a minha carta de demiss?o e pedindo que a matriz interviesse¡­¡± ¡°Rafael est¨¢ de olho no meu cargo? Insiste tanto na ren¨²ncia¡­ Ser¨¢ que se acha capaz de ocupar?¡± Isabe esbo?ou um sorriso confiante, exndo autoridade. ¡°Ah,¡± Rafael Costa riu, ¡°Quem n?o pode o cargo ¨¦ voc¨º, n?o ¨¦? Se amanh? n?o 2/4 09-1 nosia ententreca, quero vero vai explicar a todos!¡±dos! recisa sa se oraocupar isso, Rafael. aynumaina pine de rtorios na trente dele, ¡°Estes s?o os seus recibos dos de ciso destiesde que a empresa foi fundada. Eu os examiner. Em media, voc¨º gastajasta le cen mipanormes especialmente este m¨ºs, treze notas, totalizando cemo entitatrinta m que cientes vocs asta dastando tanto dinheiro?¡± scrgo a n?o es esto Diretora Isab n?o sabe ler? Quer que eu leia um por un para para Rafael Gosto secostosinu ca cadeira, carecendo rxado, ¡°Este m¨¦s, por exemplo,mplo, treze clientes/castesce conto e trinta nil, da em media dez mil por cliente¡­ eira nota, deste mes cs, davo,voce encontrou o vice-presidente da Confec??es??es itar, Sr. Marco, a levou puraan jantagingar golfe, e rxar na sauna, gastando maismais e mil. Costa parecia umumatrodia.catur probierta? Foi jantando ele ra parceria de longoprac.zd.momimeainao voc¨º n?o entende dess idades sociais¡­ leste m¨ºs, a esposa do Sr. Marcorestestava no exterior para dar ¨¤ luz, e o Sr. Marc , nao estava no paisais ir isso, a express?o de Rafael QostosTRmediatamente. a informa??o que encontrei. sabaevadurou t doputador para ele, indo fotos do Sr. Marco vivendo no extentatior. unda nota, dia 7 deste m¨ºs, voc¨º encontrou cu pt o cresidente da Companhia de os, Sr. Emo, e o levou para uma farta releicam do retratos do mar, cantoria no KTV, e ess?o de massagem nos p¨¦s¡­ custando treze qelmil Costae?ou a parecer deontavel, Edabi? Emo tinha sido levado ¨¤s pressas para a emergenciano na dia opon cause de pedras Is, precisou de tratamento no hospital, e de jetta henteu teria ter panhado o dia 7 para a refei??o. ess?o de Rafael Costa estava cada vez mais tensa, svoce centeroprevas? chamel aqui, ¨¦ ro que tenho evidencias. Isabbicu.ca terceira nota, dia emes, voc¨º convidou o gerente geral da Vestuario Deracarbonara na uma casa receber uma massagem e rxar numa estancia termal, gastasiando aicatorze mil.¡± € tava em viagem de neg¨®cios, de 7a 11 deste m¨ºs, n?o estava em Cidotta Ve Ventosa.¡± Costa ja tinha percebido que as coisas estavam ruins e, inconsciscientemente, se Capitulo 226 endireitou na cadeira, perdendo a postura desafiadora de antes. ¡°Estas s?o as provas das suas despesas fraudulentas durante o ¨²ltimo ano.¡± Isabe clicou no mouse, e centenas de arquivos apareceram na t, sorriu sutilmente, ¡°Tem mais alguma coisa a dizer, Rafael?¡± Cap铆tulo 227 Cap¨ªtulo 227 Rafael Costa pretendia abocanhar o mouse, mas Isabe se adiantou, ¡°Voc¨º acha que apagando, eu n?o teria feito backup dos arquivos?¡± ¡°O que voc¨º quer, afinal?¡± Rafael Costa rangeu os dentes, olhando-a ¨®dio. ¦¯ ¡°Calma, ainda tenho algumas coisas para esrecer.¡± O olhar confiante de Isabe brilhava enquanto perguntava, aparentemente despreocupada, ¡°Neste ¨²ltimo ano, os res¨ªduos de tecidos produzidos p linha de produ??o da empresa, Rafael os mandava jogar no lix?o?¡± Rafael Costa intuiu aonde queria chegar, ¡°Ora, pra que guardar res¨ªduos in¨²teis? Pra ocupar espa?o?¡± ¡°Mas pelo que eu sei, Rafael os vendia, e ganhou um bom dinheiro isso¡­¡± O sorriso de Isabe se rgou, confiante, ¡°Todo m¨ºs, voc¨º mandava algu¨¦m levar os res¨ªduos da produ??o para o lix?o, onde se encontrava o pessoal da Recursos Mgrosos Renov¨¢veis Ltda e vendia os tecidos a trinta reais por cem de quilos.¡¯ Pode parecer que trinta reais por centena de quilos ¨¦ pouco¡­ Mas a quantidade de res¨ªduos produzida mensalmente era imensa, pesadao a Pedra da G¨¢vea¡­ ¡°Durante o ano inteiro, s¨® de vender os res¨ªduos da empresa, voc¨º faturou seiscentos e noventa e nove mil trezentos e oitenta reais. Estou errada? Rafael.¡± O rosto de Rafael Costa se contorceu, ele n?o imaginava que descobriria at¨¦ esse detalhe! O lix?o nem tinha camaras de vigilancia, e n?o haviam estranhos presentes durante as transa??es, como poderia ter descoberto? Imposs¨ªvel¡­ Desde que essa garota assumiu a empresa, ele sempre teve a impress?o de que era quase onisciente,o se nada escapasse da perce??o d olhos¡­ ¡°Foi porque os caras da Recursos Mgrosos fizeram um livro-caixa.¡± Isabe desvendou o mist¨¦rio lentamente. Rafael Costa se enfureceu internamente. Ele tinha avisado aqueles idiotas para n?o deixarem rastros, mas eles n?o ouviram! Agora veja s¨®!! Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡°Ah, e lembra da festa deemora??o do primeiro m¨ºs da empresa, quando Rafael incentivou v¨¢rios funcion¨¢rios a apostarem online?¡± Isabe perguntou, arqueando uma das sobrancelha. 09:18 Capitulo 227 Antes de serem presos p pol¨ªcia, o gerente depras Luciano, o l¨ªder da linha quatro e cinco, e o gerente de armaz¨¦m, juntamente outras cinco pessoas, haviam mencionado o assunto. Naqu noite, todos estavam embriagados, e ouviram Rafael Costa fr de um site que prometia ¡°quase sempre ganhar¡±, at¨¦ mostrou o quanto tinha sacado: mais de seiscentos mil¡­ Embora inicialmente estivessem c¨¦ticos, alguns mais ousados fizeram algumas apostas e, vendo que estavam ganhando e conseguindo transferir o dinheiro para suas contas banc¨¢rias¡­ eiro, Elese?aram a apostar cada vez mais, chamando amigos e familiares para participar. O que n?o sabiam era que o sitee?aria a aumentar o limite para saques diziam que precisavam acumr quinhentos mil para poder sacar, depois desfazerem de tudo para juntar essa quantia, o site subiu a exig¨ºncia para u Eles tomaram dinheiro emprestado de todas as taformas de cr¨¦dito dispo investiram milh?es e n?o conseguiram recuperar nada¡­ Endividados at¨¦ o pesco?o, Rafael Costa ent?o usou de amea?as e sedu??es para fa -eles trair a empresa¡­ Na ¨¦poca, todos os cinco foram presos, mas Rafael Costa foi solto rapidamente por falta de provas.¡±. ¡°Sim, isso aconteceu.¡± Rafael Costa n?o esperava que essa menina fosse t?o intrometida¡±, ¡°Mas foi azar deles, n?o podem me culpar por isso! Eu, por outrodo, ganhei uma boa grana!¡± Isabe digitou algo no tedo e, um clique do mouse, uma s¨¦rie de evid¨ºncias apareceu na t doputador. ¡°Eu investiguei o site, voc¨º ganhou muito dinheiro porque o dinheiro das apostas de todos acabou indo para a sua conta.¡± Isabe sorriu, olhando para o homem ¨¤ sua frente, ¡°Ou seja, desde o in¨ªcio voc¨º tinha a inten??o de enganar todo mundo!¡± Rafael Costa arregalou os olhos diante de cada registro de transfer¨ºncia no monitor doputador, incr¨¦dulo, sentindo um formigueiro no couro cabeludo! Como Isabe poderia ter esses registros? 2/2 Cap铆tulo 228 Cap¨ªtulo 228 Essas coisas todas, ainda lembro tanta reza! Ele tinha fechado o site, supostamente, Isabe n?o teriao descobrir!! ¡°Montar esse tipo de site ¨¦ crime, voc¨º n?o sabe disso?¡± Isabe levantou uma sobrancelha, perguntando sarcasticamente. Rafael Costa de repente sentiu um arrepio de medo, quem ¨¦ essa garota afinal?! Lembrando-se dos v¨¢rios incidentes na empresa, parecia que se quisesse descobrir algo, n?o havia nada que n?o pudesse encontrar! Para Isabe, essas provas foram f¨¢ceis de obter. ¡°Ah, sim, sobre o caso da trai??o do Gerente de armaz¨¦m, eu j¨¢ chequei as cameras de seguran?a. 11 Ao ouvir isso, Rafael Costa imediatamente sentiu o rme soar. ¡°Naqu tarde, ¨¤s cinco horas, eu sa¨ª do trabalho, e tr¨ºs minutos depois, voc¨º chamou o Gerente de armaz¨¦m para um canto onde as camaras n?o filmavam, e disse algo em segredo, onze minutos depois, a conversa acabou, e o Gerente de armaz¨¦m voltou para o armaz¨¦m. Treze minutos depois, ele revogou meu acesso livre ao armaz¨¦m.¡± ¡°Naqu mesma noite, eu precisava voltar ¨¤ empresa e entrar no armaz¨¦m, mas n?o pude¡­¡± ¡°Isso tamb¨¦m mostra que algumas a??es do Gerente de armaz¨¦m foram orquestradas por voc¨º!¡± ¡°E mais, os pedidos depra foram assinados por voc¨º, a contagem do invent¨¢rio era verificada e finalmente aprovada sua assinatura, e voc¨º ficava a maior parte do dinheiro dividido, voc¨º merece mais do que eles cinco em ir para a cadeia! Deveria apodrecer l¨¢ dentro!¡± Rafael Costa olhou para desafiador e vignte, ¡± Afinal, quem ¨¦ voc¨º?¡± Ele pensou que a matriz tinha enviado uma menina ing¨ºnua para gerir a empresa, e ele n?o estava convencido, achando que n?o tinha capacidade nem intelig¨ºncia nenhuma! ¡°Como voc¨º descobriu tudo isso?¡± Rafael Costa perguntou, rangendo os dentes. Isabe esbo?ou um sorriso leve, ¡°Cada coisa aqui pode destruir sua vida, incluindo o que fez o Gerente de armaz¨¦m e o chefe do departamento depras¡­¡± De repente, na t doputador, apareceram v¨ªdeos gravados por Rafael Costa o 1/2 09.18 Capitulo 228 Gerente de armaz¨¦m e o chefe do departamento depras¡­ Todos cop¨ªados do celr dele por Isabe! Rafael Costa ficou boquiaberto, sem acreditar no que via¡­ Esses v¨ªdeos s¨® existiam no celr dele, ele nunca havia feito upload para nenhum outro lugar¡­ This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Como Isabe poderia ter descoberto?! ¡°E aqu sua jogada Liz Estilo, enviando os desenhos de Em¨ªlia para Enzo¡­¡± Isabe ergueu o olhar, perguntando casualmente, ¡°Em¨ªlia nunca fez nada contra voc¨º, entre tantos designers, porqu¨º escolher justo ?¡± ¡°Heh, eu n?o sei do que voc¨º est¨¢ fndo!¡± Rafael Costa negou at¨¦ a morte, ¡°Tent me enganar para confessar? Est¨¢ gravando? Eu n?o sou idiota!¡± ¡°Eu s¨® n?o entendo, Em¨ªlia n?o tinha nada contra voc¨º, porqu¨º jogar contra ?¡± Isabe de maneira persuasiva, mas Rafael Costa se recusava a fr! ¡°S¨® porque ¨¦ pr¨®xima a mim, e voc¨º n?o gosta de mim, al¨¦m disso, no departamento de design, os modelos que cria s?o os mais bonitos? Por isso voc¨º pegou para prejudicar?¡± Na verdade, Isabe j¨¢ sabia todas as respostas, s¨® queria que Rafael as confessasse. 2/2 09-18 Cap铆tulo 229 Cap¨ªtulo 229 taRadbob Costa simplesmente n?o abria a boca. s¨¢belleltatretiraujo pen-drive e, segurando em sua m?o, exibiu um sorriso dizendo, ¡°Eu troco dosas agrovas por uma ¨²nica resposta sua. afaen Costa te se sentiu tentado. Voce so sortem 5 es segundos para pensar.¡± Como posso Rabebqnque voc¨º n?o fez outra c¨®pia de seguran?a?¡± Rafael Costa, embora entado, mantinhaise pe precavidoo um velho astuto que era. Se eu digo mienanio tempe porque n?o tem! Duvida? Ent?o confira voc¨º mesmo.¡± Isabe tirou a mousese ele lepasessadamente, vasculhou tudo, parecendo n?o enhum sinal de quova copiado¡­ sabe ergueu a pensivevecee?ou a contar, ¡°Um, dois¡­¡± lum impeto, Rafael Costa taramancou pen-drive das m?os d, e seu cora??o in Raimente se acalmcudum poucocelele sorriu sinistramente, ¡°Menina,o algu¨¦m qu assou por muita coisa, tenenhnique te dizer que ¨¤s vezes, terpaix?o n?o ¨¦ bom. le realmente dieu todas as provayas deuma vez so? ¨® para descobrir a verdade poroasas esco?o do projeto? que tolice! gora ¨¦ a sua vez de fr.¡± Isabelle observava cieta de interesse, ¡°Posso garantir que ?o itz c¨®cias. Se tiver, que caia um raio sobre mim, e que espaiorenha um bom fim na vida!¡± Rafael osta exigiu que jurasse. Tudo bem.¡± endo a tranquilidade cia menina, Rafael Costa finairaenente acreditoun. Ele se recostou ovarnente, exibindo aqu express?o despreocupadacie deantes. Desbo?o realmente foi eu quem deu para o Enzo. Naqucia teadia, vo voc¨ºs saindo do scritorio, ent?o usei a chave reserva para entraria. Afael Costa continuou um sorriso maianaro, pensandnduque tinha triunfado, ¡°Voc¨º do imaginava que o escrit¨®rio tinha uma chave reserva, n¨¦? Na verdade, todos os tonios da empresa tem!¡± Dhea abe curvou levemente os l¨¢bios, isso era exatamente equique chainavia previsto. ¡°Eu fingi que tinha perdido as chaves do meu escrit¨®rio e fui ao departamento de RH. A pessoa l¨¢ era t?o desajeitada procurando as chaves, eu fiquei chingando , e enquanto isso¡­ eu peguei a chave do seu escrit¨®rio tamb¨¦m.¡¯ Isso tamb¨¦m batia o que Isabe havia previsto, e naquele momento, seus l¨¢bios ainda curvados, esperava que ele caisse na armadilha. ¡°Mas eu ainda n?o entendo, o que a Liz Estilo te ofereceu em troca para voc¨º trair a empresa de bom grado?¡± Rafael Costa sorriu rxadamente,e?ando a fr, ¡°30% das vendas totais! Se fossem dez milh?es, eu ganharia tr¨ºs milh?es deiss?o! N?o ¨¦ muito melhor do que me matar de trabalhar nessa empresa?¡± Trabalhar duro na empresa para ganhar quanto por ano?! isabe j¨¢ tinha visto essa resposta no celr dele, ent?o fingiu surpre assim?¡± ro que sim!¡± Rafael Costa ent?o pareciapletamente ¨¤ vontade,o se que fosse o vencedor, ¡°Que pena que voc¨º era t?o arrogante antes, sen?o eu poderia te trazido para o esquema. Juntos, n¨®s poder¨ªamos ganhar muito dinheiro, pra que se matar de trabalhar para a fam¨ªlia Neves?¡± ara fama Neves n?o foi boa voc¨º?¡± Isabe continuou o assunto. a Boa ume ova!¡± Rafael Costae?ou a fr abertamente, sem dar a menor jorratura acia a familia Neves, ¡°Um ano atr¨¢s, quando me chamaram paraandar a bresaresa, so me deram um sal¨¢rio de vinte mil por m¨ºs. Pode acreditar nisso? Um diretor empresaresa, ganhando s¨® vinte mil!¡± pesa mac pare parecia impressionada, ¡°Eu vi seu hist¨®rico, quanto tempo voc¨º est¨¢ na presa?esalsera srio base de vinte mil j¨¢ ¨¦ alto, e ainda tem os benef¨ªcios adicionais, os lus, nosimona s?o s?o mais de quarenta mil?¡± o sepora care a tr¨¦s rnilh?es?¡± Rafael Costa reclinou-se na cadeira, um ar de caso, Quantos amossanos eu teria que trabalhar at¨¦ ganhar tr¨ºs milh?es?¡± juanto que fazenasentoaum acordo a empresa concorrente, ele ganharia tr¨ºs milh?es imente!nte is os seus tres m¨¹boodies s?o constru¨ªdos em cima de incriminar outra pessoa, Em¨ªlia le acabar na pris?o poncascatisa disso!¡±All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. lem mandou elo ser sonse?hca@elisse Rafael Costa, insatisfeito. ¡°Isso ¨¦ o que acontece indo voce escolhe odo erradiatedol Se desde oe?o tivesse aceitado minha posta e estivesse disposta asterdatexta pum pouquinho de prazer¡­¡± be ouviu isso e franziu a testatargemamente, O que voc¨º quer dizer isso?¡± tes de voc¨º chegar na empresa eu i, puro parquintei se queria desfrutar das boas coisas 09:18 da vida aquiigo ou se prefer¨ªa se sustentar por seus pr¨®prios m¨¦ritos. escolheu a segunda op??o¡­¡± Ao ouvir isso, Isabe imediatamente pegou um copo d¡¯¨¢gua da mesa e jogou for?a no rosto dele. ¡°Seu esc¨®ria!¡± Acontece que ele n?o apenas se aproveitara do gerente do armaz¨¦m e do chefe do departamento de compras, mas tamb¨¦m tinha seus olhos na garota jovem e inocente Em¨ªlia¡­ Felizmente, Em¨ªlia era ¨ªntegra e recusou-se a se submeter, preferindo enfrentar dificuldades na empresa a se curvar a um vil?oo Rafael Costa! Rafael Costa limpou a ¨¢gua do rosto a m?o e soltou uma risada alta, levantando-se e dizendo, ¡°Diretora Isabe, n?o tem mais nenhuma pergunta, certo? Amanh? voc¨º ser¨¢ expulsa desta empresa. Deixe-me lhe dar um conselho, vindo de algu¨¦m experi¨ºncia: o dinheiro ¨¦ muito mais importante que os sentimentos! Se voc¨º sacrificar seus interesses por causa dos sentimentos, voc¨º ¨¦ uma idiota!¡± Como agora, tinha provas para acusar ele, mas por causa de uma suposta verdade, entregou as provas a ele sem esfor?o. Totalmente idiota!! ¡°Realmente n?o fiz backup, mas¡­¡± Isabe sorriu maliciosamente. ¡°Podem entrar agora. Pessoas do lado de fora do escrit¨®rio ouviram a voz e imediatamente arrombaram a porta. Rafael Costa viu quatro policiais uniformizados e ficou at?nito. ¡°Voc¨º, voc¨ºs.. ¡°Senhores policiais, este ¨¦ o homem que eu denunciei.¡± Isabe se levantou. ¡°A prova est¨¢ nas m?os dele, apenas uma c¨®pia!!¡± ¡°Isabe, voc¨º¡­¡± Rafael Costa estendeu a m?o em dire??o a , mas antes que pudesse proferir um pvr?o, foi contido pelos policiais, e o pen-drive foi confiscado. Que jogada! ¡°Ah, sim, aqui est¨¢ a grava??o da nossa conversa.¡± Isabe apresentou outro pen-drive. ¡°Ele admitiu os crimes aqui, isso deveria ser suficiente para aumentar sua pena¡­¡± ¡°Voc¨º, sua malvada,o ousa me enganar? Soltem, eu n?o sou uma m¨¢ pessoa, voc¨ºs prenderam o errado¡­¡± ¡°N?o ou?am as mentiras dessa garota, eu sou inocente, n?o fiz nada ilegal¡­¡± ¡°Senhores policiais, soltem-me, as pessoas v?o nos ver¡­¡± ¡°Soltem-me, eu sou injusti?ado¡­¡± 3/4 09:18 A voz de Rafael Costa foi ficando cada vez mais distante. Raul Fonseca estava dodo de fora do escrit¨®rio, testemunhando os policiais levarem Rafael Costa embora, O olhar para Isabe erao se estivesse vendo uma ¡°deusa¡±¡­ Rafael Costa era um ¡°problema¡± na empresa, grande influ¨ºncia. Diretora Isabe, que m¨¦todo usou para entreg¨¢-lo aos policiais¡­ ¡°D¨º as ordens, ningu¨¦m na empresa deve fr sobre a pris?o de Rafael Costa. Amanh? temos mais outro espet¨¢culo!¡± Vendo o olhar confiante de Isabe, Raul Fonseca engoliu em seco. ¡°Sim¡­¡± Essa garota era realmente impressionante¡­ 4/4 00-18 Cap铆tulo 230 Cap¨ªtulo 230 Depois de resolver os assuntos Rafael Costa, Isabe sacou o celr e ordenou, ¡°As quatro mans?es e as quatorze lojas que o Wilson Dias colocou ¨¤ venda, ningu¨¦m tem permiss?o para comprar.¡± ¡°Sim, vou passar as instru??es agora.''¡± Havia uma sombra nos olhos de Isabe, e tinha mais uma ¡°surpresa¡± para eles. Na sede do Grupo Neves. Enrico recebeu a not¨ªcia e imediatamente bateu na porta do escrit¨®rio de Oliver Neves, rtando respeitosamente, ¡°Chefe, a empresa de moda teve novidades novamente.¡± Oliver Neves levantou o olhar profundo, sua express?o ainda serenao ¨¢gua, ¡°Desta vez, quem foi?¡± Aqu pequena empresa estava sempre causando alvoro?o, e ouvi dizer que quem a geria era uma jovem? ¡°O enviado da matriz, Rafael Costa.¡± Enrico rtou fielmente, ¡°Ele montou um site ilegal, incitando uma d¨²zia de funcion¨¢rios a apostar, e esses funcion¨¢rios, querendo ganhar mais dinheiro, envolveram amigos e familiares, acabando por perder tudo¡­¡± O olhar de Oliver Neves se aprofundou um pouco. ¡°Coagiu funcion¨¢rios desesperados por dinheiro a se unirem a ele em esquemas vergonhosos, traindo a empresa. O Luciano, chefe do setor depras, o gerente de armaz¨¦m, e l¨ªderes do grupo quatro e cinco da linha de produ??o, sofreram as a??es, acabando atr¨¢s das grades.¡± ¡°S¨® a venda de retalhos da empresa, ele lucrou seiscentos e noventa e nove mil trezentos e setenta e oito reais em um ano, e ainda superestimou as despesas por todo esse tempo¡­¡± ¡°Anteriormente, ele incitou os funcion¨¢rios a vender os bons produtos da empresa, substituindo-os por tecidos de baixa qualidade nas pe?as e vendendo a etiqueta da empresa em outros lugares, embolsando a maior parte do dinheiro¡­ ¡°Recentemente, vendeu os esbo?os de design da empresa para o concorrente Liz Estilo, e ainda- por cima tentou incriminar a designer Em¨ªlia Cardoso, tentando jogar a culpa sobre .¡± ¡°Agora ele foi levado para interrogat¨®rio p pol¨ªcia, mas¡­ a empresa enfrenta um desafio.¡± Oliver Neves ouviu isso uma voz grave, ¡°Que desafio?¡± ¡°On?amento de 33 novos produtos marcado para amanh? foiprometido porque 23 09:18 desses produtos foram vendidos por Rafael Costa para a Liz Estilo, quen?ou antes de n¨®s. Hoje, eles j¨¢ est?o no mercado, o que significa que os milh?es em produtos acabados que temos no estoque n?o v?o vender.¡± Enrico abaixou a cabe?a, ramentementando a situa??o. Embora tudo isso tivesse sido causado por Rafael Costa, as perdas da empresa j¨¢ n?o podiam ser calcdas em dinheiro. ¡°O que a diretoria diz?¡± Oliver Neves perguntou suavemente. ¡°Todos na empresa est?o sem saber o que fazer, mas aqu jovem¡­ na reuni?o, estava confiante e disse que tem uma maneira de lidar isso amanh?. disse que n?o s¨® evitar¨¢ que a empresa perca dinheiro e reputa??o,o ainda vai virar o jogo e lucrar.¡± Fndo s¨¦rio, Enrico tamb¨¦m duvidava das pvras da jovem, mas Oliver Neves estava um pouco esperan?oso. Desde que assumju, sempre trouxe surpresas para eles. ¡°Dizem que entrou p porta dos fundos?¡± Oliver Neves perguntou casualmente. Enrico n?o esperava que o Chefe se importasse um detalhe t?o pequeno e rapidamente respondeu, baixando a cabe?a, ¡°Sim, e foi p porta dos fundos da sua fam¨ªlia¡­¡± ¡°Hm?¡± ¡°Foi o Sr. Carlos quem indicou pessoalmente.. ¡°¡­¡± Oliver Neves vasculhou a mente, mas n?o conseguia lembrar de nenhum parente distante sobrenome europeu. Ser¨¢ que era uma pessoa de habilidades excecionais, valorizada por seu pai? ¡°Qualifica??o educacional?¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°Ensino m¨¦dio¡­¡± Enrico disse essas pvras temendo que o Chefe questionasse a capacidade d, mas rapidamente acrescentou, ¡°Mas as habilidades s?o not¨®rias, e est¨¢ totalmenteprometida com o bem da empresa¡­¡± 2/2 09:18 Cap铆tulo 231 Cap¨ªtulo 231 Ainda bem que a nova Diretora Isabe pegou ele pelo pesco?o, sen?o Deus sabe quanto mais a empresa iria perder! ¡°O presente j¨¢ foi eendado?¡± perguntou Oliver Neves. Enrico se inclinou, respeito, e disse, ¡°Eles n?o aceitaram negociar, muitas tentativas e nada de acordo.¡± ¡°Quem s?o eles?¡± ¡°Do outrodo, a AIE disse que ¨¦ gente da Fam¨ªlia Franco.¡± A Fam¨ªlia Franco e os Neves eram conhecidos h¨¢ gera??es, e Oliver Neves n?o iria romper r??es com a Fam¨ªlia Franco por causa de um cr de trinta milh?es. Teria que escolher outro. Enrico abriu novamente o site oficial da AIE, e os olhos de Oliver Neves passaram por v¨¢rias op??es at¨¦ parar em um cr de trevo de quatro folhas. As quatro folhas eram incrustadas diamantes verdes de primeira, uma pena, custava apenas vinte e cinco milh?es, era mais barato do que ele queria. ¡°Vamos levar esse,¡± disse Oliver Neves, ¡°¨¤ noite quero jantar em casa minha irm?, tenta resolver os assuntos importantes ¨¤ tarde.¡± ¡°Sim senhor.¡± Enrico selecionou mais alguns documentos importantes e os entregou respeito, ¡°Ah, chefe, muita gente ficou sabendo que o senhor voltou para o pa¨ªs e querem marcar um jantar, o que o senhor acha¡­¡± ¡°Recuse tudo.¡± Oliver Neves achou necess¨¢rio liberar mais tempo para passar a irm?. Enquanto isso. Rafael Costa gritava na delegacia que era inocente, que s¨® tinha fdo aquilo sobre press?o de Isabe, e que as provas foram todas fabricadas por . Ele tamb¨¦m mava para ver Carlos Neves pessoalmente, alegando que era um dos antigos protegidos dele, que jamais faria algo contra a fam¨ªlia Neves! Os policiais nunca tinham visto um homem t?o velho chorar tanto, e reportaram a situa??o para Carlos Neves¡­ Por coincid¨ºncia, o carro de Carlos Neves e Nair Pires passavam p ¨¢rea quando ouviram a hist¨®ria, e, furiosos, foram at¨¦ a s de interrogat¨®rio. ¡°Senhor Carlos, ainda bem que o senhor veio, eu estava pensando em bater a cabe?a na parede at¨¦ morrer, mas a¨ª pensei melhor, n?o queria cair no jogo daqueles 1/2 08:32 Cap¨ªtulo 231 This content belongs to N?/velDra/ma.Org . traidores!¡± Rafael Costa se ajoelhou aos p¨¦s de Carlos Neves, chorando copiosamente, ¡°O senhor n?o tem ideia do quanto aqu garota nova na empresa me caluniou, estou sofrendo, nunca esqueci a ajuda que o senhor me deu,o eu poderia trair a fam¨ªlia Neves, trair o senhor? ¨¦ muito injusta!!¡± Rafael Costa agarrou os p¨¦s de Carlos Neves, chorando muito, ¡°Senhor Oliver, o senhor tem que me salvar! N?o tem mais ningu¨¦m que possa provar minha inoc¨ºncia¡­ Basta uma pvra sua¡­ E quem estar¨¢ no meu lugar ser¨¢ !¡± ¡°Voc¨º est¨¢ dizendo que minha filha te incriminou? Voc¨º quer ver na cadeia?¡± Nair Pires disse uma express?o fria, irradiando a aura de uma dama da alta sociedade. Ao ouvir as pvras ¡°filha querida¡±, Rafael Costa ficou at?nito, pensando que tinha ouvido errado¡­ ¡°Nair, a senhora entendeu mal, eu estava fndo daqu garota da empresa¡­¡± N?o a Mariana Neves! ¡° ¨¦ minha filha, de verdade.¡± Rafael Costa ficou boquiaberto ao ouvir Nair Pires, esquecendo-se at¨¦ de chorar¡­ Como poderia ser filha de Carlos Neves e Nair Pires? 2/2 Cap铆tulo 232 Cap¨ªtulo 232 Rafael Costa ficoupletamente atordoado, incapaz de proferir nem uma pvra. ¡°Essa empresa, sob sua gest?o, nunca teve melhoras. Eu estava pensando em fechar, mas a¨ª, minha filhinha estava de f¨¦rias de ver?o e n?o tinha o que fazer, ent?o pensei em deixar brincar um pouco com isso.¡± Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Ao ouvir as pvras de Carlos Neves, a boca de Rafael Costa se abriu tanto que parecia caber dois ovos. ¡°N?o imaginava que fosse ser t?o respons¨¢vel e descobrir tantas falhas na empresa! As provas da sua trai??o eu j¨¢ vi meus pr¨®prios olhos! Isabe n?o te acusou injustamente! E ainda por cima voc¨º vem fazer esse escandalo, tentando denegrir ¡­ at¨¦ pensou em fazer que fosse presa. Voc¨º realmente achou que a fam¨ªlia Neves n?o protegeria os seus?¡± ¡°N?o, n?o, Sr. Carlos, o senhor est¨¢ entendendo errado¡­¡± Rafael Costa ficou apavorado, ¡°Eu, eu n?o sabia que a jovem senhora, ah n?o, eu n?o sabia que Sra. Isabe era a herdeira da sua fam¨ªlia¡­¡± Naquele momento, ele viu o rosto frio e belo de Nair Pires e de repente percebeu que tinha uma semelhan?a Isabe! Mas Isabe tinha ainda mais presen?a e era mais enigm¨¢tica do que Nair Pires. ¡°Sr. Carlos, eu me desviei do caminho certo por um momento de loucura, fiz coisas das quais me arrependo para a empresa e para o senhor¡­¡± Rafael Costa simplesmente admitiu os crimes, esperando por uma puni??o mais leve. Mas antes que ele pudesse terminar, Carlos Neves o chutou para longe, ¡°Esse ¡®momento¡¯ durou bastante, desde o in¨ªcio da empresa at¨¦ agora, voc¨º j¨¢ est¨¢ um ano!¡± ¡°Sr. Carlos, eu errei! Eu n?o sou humano, sou um animal, pode me bater, pode me s¨® n?o me fa?a ir para a cadeia¡­¡± Rafael Costa rastejou de volta, agarrando-se ¨¤ p da cal?a de Carlos Neves e implorando desesperadamente, ¡°Eu tenho uma fam¨ªlia p cuidar¡­¡± S¡¯SOLTA!¡± Carlos Neves o empurrou novamente irrita??o, ¡°Quando voc¨º fez essas coisas, por que n?o pensou na fam¨ªlia?¡± Agora se arrepende? Tarde demais!! ¡®O¡¯Ouvi dizer que ele n?o deixou Isabe em paz na empresa.¡± Nair Pires olhou para o dhomem no ch?o e se virou para o policial ao seudo, ¡°Trate bem dele, o Sr. Costa ¨¦ um arantigo funcion¨¢rio da nossa empresa.¡± StSim!¡± O policial assentiu, olhando para Rafael Costa um olhar cial. 08:32 N Cap¨ªtulo 232 ¡°N?o, Nair, por favor, retire o que disse, eu imploro¡­¡± Rafael Costa tentou agarrar a barra do vestido de Nair Pires. Felizmente, Carlos Neves foi mais r¨¢pido e puxou Nair Pires para tr¨¢s, ¡°Voc¨º ousa tocar no vestido da minha esposa?¡± ¡°N?o, n?o, eu n?o toquei¡­¡± ¡°Se eu n?o te ensinar uma li??o, voc¨º nunca vai aprender!¡± Carlos Neves arrega?ou as mangas e o surrou. ¡°Ai, Sr. Carlos, pare de bater, por favor¡­¡± Rafael Costa protegeu o rosto as m?os, ¡°Nessa sua idade, se voc¨º machucar as costas,o vou explicar? E se os jovens senhores vierem atr¨¢s de mim, minha vida n?o ser¨¢ suficiente para pagar! Deixe outros fazerem isso¡­ Acalme-se, por favor¡­¡± ¡°Voc¨º estava xingando quem de traidor agora mesmo?¡± Carlos Neves, ofegante a surra, ainda n?o pretendia parar, ¡°F, estava xingando quem?¡± ¡°Eu, eu, eu¡­ estava xingando a mim mesmo¡­ ¡°Se quer que sua fam¨ªlia esteja segura, admita o que voc¨º fez!¡± ¡°Sim, sim, Sr. Carlos, o que voc¨º disser est¨¢ certo¡­¡± Rafael Costa n?o tinha mais nenhum tra?o de desafio. Carlos Neves deu mais um chute nele, mandando-o direto para o canto da parede. Que coisa,o estou velho, qualquer movimentozinho e j¨¢ me sinto exausto¡­ ¡°Pronto, pronto, uma pessoa da sua idade n?o deveria se meter em briga¡­¡± Nair Pires se aproximou do marido para secar o suor dele,n?ando um olhar de desd¨¦m para Rafael Costa. ¡°Se ele tivesse ousado tocar no seu vestido, eu cortava as m?os dele! Filho da m?e, fez tantas maldades e ainda quer ficar impune?¡± N?o passa de um monstro! Carlos Neves se virou en?ou um olhar fulminante para Rafael Costa, ¡°Fica a¨ª quieto e pensa bem no que fez!¡± 2/2 Cap铆tulo 233 Cap¨ªtulo 233 Rafael Costa sabia que n?o adiantava mais implorar. Encolhido num canto da parede, murmurou apenas: ¡°Sim, sim, sim¡­¡± Depois que Carlos Neves e Nair Pires se foram, coincidentemente, dois interrogadores entraram. Ao verem Rafael o rosto inchado e manchado de sangue, n?o puderam evitar perguntar aos que estavam por perto: ¡°O que aconteceu aqui?¡± Ser¨¢ que tinha sido obra de Carlos Neves e Nair Pires? ¡°Foi uma queda¡­ eu mesmo ca¨ª¡­¡± Rafael Costa apressou em dizer, ¡°n?o foi culpa de ningu¨¦m.¡± ¡°Quem mandou voc¨º n?o prestar aten??o?¡± Um dos interrogadores resmungou, sem deixar ro se repreendia Rafael por ter ofendido a fam¨ªlia Neves ou por ter levado um tombo¡­ Rafael n?o ousou se explicar, ciente de que tinha desagradado Isabe, desagradado a fam¨ªlia Neves, e que sua vida estava acabada! Lamentou,o aqu menina poderia ser a filha dos Neves¡­ N?o ¨¦ ¨¤ toa que tinha uma presen?a t?o imponente! Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¨¤ tarde. Isabe chegou ¨¤ linha de produ??o e disse: ¡°Parem o que est?o fazendo e me escutem.¡± Os trabalhadores das cinco linhas de montagem pararam imediatamente, olhand em sil¨ºncio. Embora Isabe tivesse apenas dezoito anos, seu poderoso carisma impunha r obedi¨ºncia instintiva. Todos a observavam, refletindoo suas pr¨®prias crian?as, dezoito anos, a estavam no ensino m¨¦dio decorando pvras em ingl¨ºs, enquanto Isabe, aos dez j¨¢ gerenciava uma empresa¡­ Era realmente um destino diferente¡­ ¡°Amanh? ¨¦ o dia do nosso despacho, e todos voc¨ºs sabem que, por causa do Rafael Costa ter vendido os desenhos para a Liz Estilo, n?o conseguimos vender nosso estoque. Preciso que todos cborem o no que vou propor¡­¡± ara Depois que Isabepartilhou as ideias, todos concordaram, impressionados a ast¨²cia da jovem. Raul Fonseca n?o esperava que a Diretora Isabe conseguisse convencer a todos rapidamente. Ele a respeit¨¢va internamente, vendo-ao o pr da empresa. Com 1/2 08:32 Cap¨ªtulo 233 presente, todos se sentiam seguros. Ap¨®s sua visita ¨¤ linha de produ??o, Isabe foi at¨¦ o departamento de design. L¨¢, Emilia Cardoso estava desanimada diante doputador. ¡°O que houve?¡± Isabe se aproximou e perguntou suavemente. Emilia endireitou-se de s¨²bito: ¡®Diretora Isabe, voc¨º veio? N?o ¨¦ nada¡­ s¨® que¡­¡± O olhar de Isabe pousou na t doputador de Em¨ªlia, que mostrava o formul¨¢rio eletr?nico de inscri??o para um concurso nacional de design. O prazo para inscri??o terminava ¨¤s cinco da tarde, e j¨¢ eram quatro e cinquenta. ¡°N?o vai se inscrever?¡± Isabe perguntou uma sobrancelha arqueada. ¡°Diretora Isabe, voc¨º n?o sabe¡­ esse concurso exige que voc¨º leve um assistente¡­¡± Em¨ªlia queria provar a si mesma nesse concurso, encorajada por Isabe, mas, por umdo, faltava- lhe confian?a; por outro, uma designer sem renomeo , de onde tiraria um assistente? J¨¢ era uma conquista conseguir se sustentar! Como teria dinheiro para contratar um assistente? ¡°Ningu¨¦m do departamento vai participar?¡± Isabe olhou em volta. Os outros designers rapidamente baixaram a cabe?a, relutantes em se expor ao rid¨ªculo num evento enorme¡­ 08:32 Cap铆tulo 234 Cap¨ªtulo 234 Embora estivesse participandoo designer em nome pr¨®prio, era imprescind¨ªvel incluir seu atual local de trabalho ao preencher os dados. Se conseguisse uma boa coloca??o, ¨®timo, mas se n?o, ou acabasse em ¨²ltimo, a reputa??o da empresa estaria em jogo! Em¨ªlia Cardoso observava os minutos escorrerem, relutante em se despedir, mas acabou suspirando e se preparando para fechar a jan do navegador. Enquanto movia o mouse em dire??o ao ¡°X¡± da p¨¢gina, ouviu Isabe dizer: ¡°Eu vou voc¨º.¡± Ao ouvir isso, n?o s¨® o pessoal do departamento de design, mas at¨¦ Em¨ªlia arregram os olhos. ¡°Diretora Isabe, a senhora?¡± A pr¨®pria chefe da empresa iria ser sua assistente? ¡°Diretora Isabe, a senhora vai ser assistente da Em¨ªlia? N?o ¨¦ um pouco¡­ inadequado para sua posi??o?¡± ¡°Se isso se espalhar, v?o virar motivo de piada!¡± ¡°A l¨ªder da empresa apoiando a Em¨ªlia, que honra ¨¦ essa¡­¡± Isabe, por outrodo, n?o se importava. ¡°Fa?a a inscri??o.¡± ¡°Diretora Isabe¡­¡± Em¨ªlia Cardoso ainda queria protestar, mas foi interrompida por Isabe, que perguntou: ¡°Do qu¨º, voc¨º acha que eu n?o sou capaz? Que n?o tenho habilidade? Ou tem medo que eu atrapalhe sua ssifica??o?¡± ¡°N?o, n?o, ro que n?o¡­¡± Em¨ªlia Cardoso certamente n?o pensava dessa forma, mas estava preocupada a possibilidade de Isabe se rebaixar a ser sua assistente. ¡°Traga-me um primeiro lugar, isso ser¨¢ a melhor rpensa para mim.¡± Isabe queria ajud¨¢ porque via em Em¨ªlia um olhar ¨²nico para o design, uma paix?o verdadeira pelo ramo, que mesmo conhecendo odo obscuro da ind¨²stria, jamais desistiu de seus sonhos e continuava firme em busca do sucesso. ¡°Diretora Isabe¡­¡± Em¨ªlia Cardoso, l¨¢grimas de gratid?o nos olhos, vacilou apenas por um momento antes de apressadamente preencher suas informa??es. No ¨²ltimo minuto antes do prazo final de inscri??o, Em¨ªlia Cardoso conseguiu enviar seu formul¨¢rio com sucesso, e todos do departamento a encorajavam. ¡°Voc¨º vai conseguir o primeiro lugar!¡± 1/2 08:32 Cap¨ªtulo 234 ¡°Sinceramente, sempre achei que voc¨º tinha um dom para o design. Com a Diretora Isabe ao seu lado, pode ir tudo!¡± ¡°Se tiver algum problema, a Diretora Isabe vai ajudar!¡± ¡°N?o h¨¢ nada que a Diretora Isabe n?o possa resolver!¡± ¡°Voc¨º ¨¦ muito sortuda por ter a Diretora Isabeo sua assistente.¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°Em¨ªlia, for?a! Voc¨º consegue!¡± ¡°Voc¨º certeza vai se destacar!¡± Nunca antes Em¨ªlia Cardoso tinha sentido tanta expectativa e apoio de todos. agradeceu: ¡°Obrigada, gente! Vou dar o meu melhor!¡± Ent?o, olhou agradecida para Isabe, consciente de que, sem , talvez tivesse perdido essa oportunidade. ¡°Dispense os discursos emotivos. Nos pr¨®ximos dias, ap¨®s o trabalho, vou te dar uma atualizada nos conhecimentos,¡± disse Isabe, de maneira deplicada. ¡°Mas hoje ¨¤ noite n?o posso, tenho um compromisso.¡± ¡°Sem problemas, Diretora Isabe, quando a senhora puder.¡± Em¨ªlia Cardoso n?o imaginava cruzar uma mentora em sua jornada no design, muito menos que essa mentora se ofereceria para ensin¨¢ pessoalmente¡­ era uma sortuda! Depois do expediente. Isabe enviou uma mensagem para C¨¦lio, dizendo que n?o precisaria busc¨¢ nos pr¨®ximos dias, pois teria assuntos para resolver. 2/2 Cap铆tulo 235 Cap¨ªtulo 235 Em seguida, ligou para Dona Nair Pires, ¡°M?e, hoje ¨¤ noite vou ter umpromisso e n?o vou jantar em casa, e nos pr¨®ximos dias pode ser que eu volte tarde.¡± ¡°Tudo bem, sem problema, curta o encontro C¨¦lio, n?o precisa se preocupar a casa¡±, pensou que o casalzinho estaria em clima de romance. ¡°¨¦ coisa do trabalho.¡± Ao ouvir isso, Dona Nair ficou um pouco surpresa. Coisas do trabalho? N?o tinha terminado ainda? Era raro ver sua filha t?o dedicada ao trabalho e respondeu, sorridente, ¡°Ent?o n?o se esforce demais, lembre-se deer e, se n?o conseguir terminar tudo, pe?a ajuda para algu¨¦m.¡± ¡°Certo.¡± Isabe disse gentilmente, ¡°Vou estar bem ocupada nos pr¨®ximos dias, tem umapeti??o que vou participar¡­¡± Dona Nair a escutou atentamente e, desligou o telefone. Pouco tempo depois, o celr d tocou de novo. Era o filho mais velho, e atendeu apressada, ¡°Seu danado, h¨¢ quanto tempo voc¨º n?o me liga? Quando voc¨º volta para o pa¨ªs? Eu disse para voc¨ºs cinco arranjarem um tempo para vir ver a sua irm?, j¨¢ faz dias! Ser¨¢ que s¨® se eu me zangar¡­¡± estava prestes a dar uma bronca, mas ent?o ouviu a voz do outrodo da linha, ¡°Volto hoje ¨¤ noite.¡± Dona Nair ficou um tanto surpresa, ¡°Hoje, hoje ¨¤ noite?¡± isso era muito repentino! ¡°Sim, para jantar.¡± Oliver Neves j¨¢ haviaprado um presente e, no caminho d sussurrou para Enrico, que estava ao vnte, ¡°Acelera.¡± Dona Nair, ouvindo isso, apressou-se em dizer ¡°N?o precisa correr, seguran?a em rprimeiro lugar.¡± Que maravilha, o filho mais velho estava voltando! Ap¨®s decligar, pediu para que adicionasser mais pratos ¨¤ refei??o. QuQuando Mariana Neves soube que o irm?o mais velho estava voltando, seu cora??o se etched de emo??o. ficou na porta de casa, esperando ansiosamente, at¨¦ finalmente avaststar cocarro de Enrico¡­ Enxitoesestacionou o ve¨ªculo na entrada da mans?o e abriu a porta do carro respeito para Oliver Neves.¡± Aovereleitodescer, a Mariana Neves correu exmando, ¡°Irm?o!¡± 08:32 tulo 235 O homem de fei??es indiferentes amaciou um pouco a express?o ao ouvir a voz d; afinal, eles haviam crescido juntos e, antes de Isabe aparecer, a fam¨ªlia toda a tratavao uma pequena princesa. Era um afeto genu¨ªno de dezoito anos. ¡°Voc¨º finalmente voltou,o eu senti sua falta!¡± A express?o de Mariana Neves estava cheia de alegria, ¡°Voc¨º vive no exterior e raramente vem para casa. Fique mais tempo desta vez, ok?¡± Oliver Neves mostrou um leve sorriso, ¡°Tudo bem.¡± ¡°Que ¨®timo!¡± Mariana Neves, apesar de respeitar muito esse irm?o, decidiu ser ousada e agarrou o bra?o de Oliver Neves, ¡°Temos uma nova irm? em casa, est¨¢ bem animado. Sua volta vai deixar tudo ainda mais agitado!¡± Oliver Neves olhou para a m?o d e a retirou discretamente, ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ grande, seporte.¡± Ele, que usualmente n?o gostava de ser tocado, tolerava a aproxima??o de Mariana Ney¨¦s indulg¨ºncia e n?o ficou irritado, mantendo um tom ameno. Mariana Neves sabia que, o temperamento do irm?o, se fosse qualquer outra pessoa a segurar ele pelo bra?o, o resultado seria desastroso! j¨¢ era uma exce??o aos olhos do irm?o! ¡°Essa nova irm?,o ¨¦?¡± Oliver Neves perguntou em tom baixo. Ao ouvir isso, Mariana Neves ficou tensa e respondeu apressadamente, ¡° ¨¦¡­ bem legal¡­ tem uma personalidade forte,o a do mano¡­¡± Content is property ? N?velDrama.Org. desviou o olhar intencionalmente, fingindo esconder um medo interior¡­ Essa cena n?o escapou aos olhos de Oliver Neves. Ser¨¢ que sua nova irm?, sua pr¨®pria irm?zinha, era algu¨¦m dif¨ªcil de lidar? ¡°N?o se preocupe, me conte mais.¡± Oliver Neves falou, caminhando aodo d em dire??o ao sal?o principal. Pelo caminho, Mariana Neves vacilou, ¡°¨¦ que¡­ fez um esfor?o para esconder o medo e a inquieta??o em seus olhos, e ap¨®s hesitar por um momento, disse, ¡°De qualquer forma, meu irm?o mais velho logo ficou sabendo.¡± O olhar de Oliver Neves escureceu, parecia que a irm?zinha n?o a tinha poupado de maus-tratos, n?o era mesmo? Cap铆tulo 236 Cap¨ªtulo 236 A mesa estava repleta de deliciosas iguarias. ¡°Oliver, j¨¢ faz um tempo que voc¨º n?o chega em casa, vamos tomar uma bebida seu pai esta noite.¡± Carlos Neves serviu um copo de vinho tinto ao filho mais velho e disse ¨¤ menina que estava ao seudo: ¡°Mariana voc¨º ainda ¨¦ jovem, ¨¦ melhor tomar um suco¡±. This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Mariana Neves aproveitou a oportunidade para fazer charme, ¡°Eu tamb¨¦m quero beber meu irm?o!¡± ¡°Calma, quando voc¨º crescer a gente conversa.¡± Carlos Neves serviu mais uma dose para si mesmo, sorrindo feliz perguntou ao filho aodo, ¡°Ouvi dizer que as coisas se acalmaram l¨¢ fora?¡± ¡°¨¦, mais ou menos.¡± Oliver Neves tinha passado v¨¢rios meses ocupado no exterior, resolvendo diversos problemas, at¨¦ que finalmente a situa??o se estabilizou. Ele olhou ao redor e percebeu que havia apenas quatro conjuntos de talheres. Al¨¦m dos dos pais, s¨® os dele e de Mariana Neves. E a de sua irm? mais nova? Nair Pires, ocupada os preparativos, disse, ¡°Isabe acabou de me ligar, disse que tinha um trabalho inacabado¡­¡± ¡°Trabalho?¡± Oliver Neves ficou um pouco surpreso. Sua irm? mais nova n?o era uma adolescente? ¡°Voc¨º ainda n?o sabia disso? A empresa de moda que temos, sua irm? que voc¨º tem cuidado ultimamente. Voc¨º deve ter ouvido fr das coisas que faz, certo?¡± Carlos Neves brindou alegremente ele e, ap¨®s esvaziar o copo, disse emocionado, ¡°Quem diria que sua irm?, t?o jovem, teria tanto talento para os neg¨®cios? Em t?o pouco tempo, descobriu tantos problemas e at¨¦ pegou o grande vil?o por tr¨¢s de tudo!¡± Ao se lembrar de Rafael Costa, Carlos Neves sentia uma dor profunda¡­ Oliver Neves, pensando nas recentes movimenta??es da empresa, perguntou instintivamente o nome: ¡°Isabe?¡± ¡°Sim, Isabe Neves, sua irm? de sangue!¡± Ao ouvir ¡°irm? de sangue¡±, Mariana Neves mordeu o l¨¢bio inferior e, os talheres de servir, colocou maisida no prato do irm?o, ¡°Irm?o, isto ¨¦ sua carne favorita,a bastante.¡± ¡°Obrigado.¡± Oliver Neves sempre foi reservado, mas havia um toque de ternura em seu olhar quando via a fam¨ªlia. 1/2 08:32 Cap¨ªtulo 236 Mariana Neves sentiu-se mais rxada. A idiota o irm?o em casa nem tentou se aproximar, ocupada o trabalho! Sem no??o! continuou servindo vinho diligentemente para o irm?o e os pais, um carinho que parecia um abra?o quente. Pensando na pessoa que tinha causado tanto alvoro?o na empresa de moda, Oliver Neves ficou intrigado. Afinal, era sua pr¨®pria irm?. n?o tinha vindo para o jantar porque estava ocupada os preparativos para on?amento de amanh?? Embora ainda n?o a tivesse visto pessoalmente e nem soubesseo era no trato as pessoas, o fato de ser t?o jovem e j¨¢ ter demonstrada tanta habilidade, coragem e dedica??o ao trabalho causou uma impress?o positiva. ¡°Se sua irm? n?o fosse t?o nova, eu realmente gostaria de deixar as outras empresas sob o cuidado d.¡± Carlos Neves confiava plenamente na habilidade de sua filha querida nos neg¨®cios, mas ainda era jovem e tinha acabado de voltar para casa, ele n?o queria que se cansasse demais. Nair Pires, enquantoia, lembrou-se de algo, ¡°Ah, sim, tamb¨¦m disse ao telefone que nos pr¨®ximos dias ter¨¢ um concurso de design importante para participar, o tempo est¨¢ apertado, talvez n?o consiga voltar cedo para casa nos pr¨®ximos dias.¡± Desde que a menina voltou para casa, estava muito focada no trabalho, o que era raz?o de preocupa??o¡­ No in¨ªcio deram-lhepanhia s¨® para se divertir e ser feliz¡­ n?o esperavam que fizesse nada de extraordin¨¢rio. Mas se mostrou muito respons¨¢vel, o que s Cap铆tulo 237 Ca Cap¨ªtulo 237 a n?o s¨® gerencenciou empresa maestria, mas tamb¨¦m conseguiu manter seus obbies e arranjanjemtempo parapetir. sabelia vai mesnes po pointcipar de um concurso de design?¡± Carlos Neves se surpreendeu. u so ouvi ndontentar algo assim¡­ N?o imaginava que soubesse gerenciar a mpresa e ainda por poncia entendesse de design.¡± Nair Pires n?o poderia estar mais gulhosa e feliz por suasuh filha,lenbora tamb¨¦m estivesse preocupada o quanto esforcava diariamentenfeljagovem e j¨¢ carregando responsabilidades t?o grandes. ecisava encontrar una mancaneira de dar mais apoio a ¡­ ria que escolher um uno monte pto para perguntar se gostava do trabalho; se n?o stasse, que deixasse a aproveitasse a vida, que isso era o mais importante. oncurso de design? iver Neves de repente se lerobido do que Enrico havia dito, algu¨¦m o convidara para ser rado de um grande concurso de desdesign¡­ as ele n?o tinha tempo, ent?o recuscusou. h, sim, voc¨º tem noticias dos casos fonus?os Ele entrou em contato contigo?¡± Nair Pires gustou um gole de vinho e continuity QuaQtateo tempo j¨¢ se passou e nem uma liga??o ira mim! ?o.¡± Oliver Neves raramente fva contosios ap?os, mas eles mandavam mensagens igeis de vez em quando, principalmente Val¨¨raiantin, que era um verdadeiro fdor, nbora ele raramente respondesse e estivesse concentrado no trabalho a ma arte tempo. are expandir a empresa e conquistar mais mercados dos internacionais, ele hav balhado muito no exterior nos ¨²ltimos anos. Ps. zaieneme seu esfor?o, a via mais do que dobrado de tamanho desde que Carlberds Neves a entregara a e farm j¨¢ estava acostumada seus hor¨¢rios precisas sehabestranhava quand Iperespondia¡­ wvi dizer que nossa ¨¢rea de pesquisa e desenvolvimento teveeyn awanvan?o recentemente, sele servo progresso atraiu a aten??o de muitos grupos, Hisslele fora do pa¨ªs. Voc¨º vai ter que ser cauteloso.¡± totodegais quanto Boks & bleves confiava nas capacidades do filho mais velho, has sababuzeqic aiguns destes possadoreram pequenos e que a rivalidade era entre na??es, mesmo queque n?o taramante. 08:3308:33 Capitulo 237 ¡°N?o sei que problemas v?o tentar colocar no teu caminho, ou que coisas sem dificuldades v?o tentar fazer¡­¡± Carlos Neves demonstrava preocupa??o. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡°Fique tranquilo, eu vou resolver.¡± Com essa afirma??o do filho, Carlos Neves se sentiu um pouco aliviado, ¡°Pai sabe que voc¨º ¨¦ capaz¡­ Desde pequeno voc¨º sempre foi o mais tranquilo, mas ¨¤s vezes n?o se esforce demais, voc¨º tamb¨¦m precisa descansar¡­¡± ¡°O filho veio visitar, vamos deixar o trabalho dedo.¡± Nair Pires serviu Oliver Neves a Vale Ess¨ºncia. Isabe armazenou a Ess¨ºncia de Vitalidade Perp¨¦tua, j¨¢ extra¨ªda, em estado l¨ªquido, num ambiente a dezoito graus negativos. Os doutores e especialistas ao redor mal podiam acreditar, elogiando admira??o. ¡°Conseguimos, finalmente deu certo!¡± ¡°Sra. Isabe, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel! Em t?o pouco tempo, conseguiu extrair a Ess¨ºncia de Vitalidade Perp¨¦tua uma pureza t?o alta. Apollo ficaria impressionado.¡± ¡°Tentamos por v¨¢rios dias e s¨® falhamos, e agora a Sra. Isabe resolve o problema assim que chega! Agora podemos finalmente dormir tranquilos.¡± ¡°Mas ainda temos a Huperzia, o Eleutherocus senticosus e outros ingredientes que precisam ser combinados para aumentar ao m¨¢ximo o n¨ªvel de acetilcolina no c¨¦rebro¡­ Isso seria muito mais dif¨ªcil do que extrair a Ess¨ºncia de Vitalidade Perp¨¦tua. ¡°Vou tentar.¡± Isabe olhou para o rel¨®gio e viu que j¨¢ passava das oito da noite. Com base estrutura interna de mais de uma d¨²zia de ingredientes naturais, os projetou sintetizou usando sim??es de computador e depois os colocou em pr¨¢tica pa que rea??o farmac¨ºutica ocorreria. Cap铆tulo 238 Cap¨ªtulo 238 Ap¨®s o jantar, Oliver Neves sentou-se no sof¨¢,n?ando olhares ocasionais em dire??o ¨¤ porta de entrada. Mariana Neves chegou um prato, ostentando um sorriso doce. ¡°Irm?o, olha o que eu fiz para voc¨º: ma??s cortadas em forma de caranguejo, n?o ficou uma gra?a?¡± sorria inocentemente, ¡°Tamb¨¦m transformei peras em passarinhos, e morangos em Papai Noel, parece real, n?o parece?¡± apontou para a fruta no prato o dedo machucado de prop¨®sito. Oliver Neves notou imediatamente, ¡°Se machucou?¡± Ele pegou o prato de suas m?os e ent?o ordenou ¨¤ empregada aodo, ¡°Traga o kit de primeiros socorros.¡¯ A empregada correu para busc¨¢-lo. Mariana Neves olhou para o dedo e fingiu desinteresse: ¡°Acho que me cortei descascando a fruta, mas tudo bem, tamb¨¦m n?o d¨®i. Se voc¨º n?o tivesse fdo, eu nem teria notado.¡± This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Como pode n?o doer se voc¨º cortou o dedo?¡± Oliver Neves sabia que estava mentindo. Desde pequena, sempre foi uma garotapreensiva. Certa vez, caiu no jardim e ralou o joelho. Mesmo dor, resistiu s¨® para n?o preocupar ningu¨¦m. Mariana Neves escondeu o dedo atr¨¢s das costas, ainda um sorriso inocer ¡°Irm?o, voc¨º demora tanto para vir para casa, eu queria fazer uma bandeja de fru criativa para voc¨º, mas vi que os outros fazem de um jeito t?o simples. Quando tel fiquei toda desajeitada e demorei tanto para fazer essas poucas coisas. Voc¨º n?o s importa, n?o ¨¦?¡± ¡°ro que n?o,¡± a voz de Oliver Neves era inesperadamente suave. ¡°Embora n?o parecessem muito bonitas, v?o melhorar um pouco de pr¨¢tica!¡± Mariana Neves riu ingenuamente: ¡°S¨® preciso que voc¨º volte mais vezes para casa para eu poder praticar, n?o pode ser como este ano em que voc¨º s¨® veio duas vezes! A voz de Oliver Neves carregava um tom de indulg¨ºncia, ¡°Voc¨º n?o precisa se preocupar essas coisas.¡± ¡°Mas eu quero fazer coisas gostosas para voc¨º! Basta voc¨º vir para casa mais vezes, eu fa?o qualquer coisa¡­¡± Mariana Neves fez beicinho, ¡°Voc¨º n?o vai achar que as frutas est?o feias e perder a vontade deer, n¨¦?¡± 1/2 08:33 Cap¨ªtulo 238 Oliver Neves espetou um morango Papai Noel um palito e ofereceu a . Mariana N¨¦ves aceitou alegria, seu rosto iluminado por um sorriso, ¡°Obrigada, irm?o, prova voc¨º tamb¨¦m! Mesmo que n?o estejam lindos, est?o bem doces.¡± Nesse momento, Cam chegou o kit de primeiros socorros e se ajoelhou aodo de Mariana Neves, ¡°Senhor, voc¨º nem imagina, a Sra. Mariana estava contando os dias para sua chegada! Meus ouvidos quase formaram calos de tanto ouvi!¡± Oliver Neves sorriu afetuosamente para sua irm?. Cam ria enquanto limpava o ferimento e acrescentou, ¡°Ah, e recentemente, no concurso de piano da Sra. Mariana, ganhou o primeiro lugar de novo!¡± Nem uma pvra sobre Isabe ser a Sra. Melodia¡­ ¡°O que voc¨º quer de rpensa?¡± perguntou Oliver Neves em voz baixa. Mariana Neves sorriu puramente, ¡°A melhor rpensa ¨¦ voc¨º vir para casa me ver mais vezes.¡± O olhar de Oliver Neves amaciou, ¡°Quando o trabalho permitir, eu venho.¡± ¡°Ent?o voc¨º est¨¢ prometendo? Eba, que bom! Eu sabia que voc¨º ¨¦ o que mais me ama!¡± Mariana Neves estava euf¨®ricao uma crian?a que acabou de ganhar um doce. Oliver Neves ficou conversando at¨¦ que chegou a hora de subir. Mariana Neves e Cam trocaram olhares c¨²mplices, ambas felizes. Parecia que Oliver Neves ainda tinha um lugar especial em seu cora??o para a irm?. Um lugar nada insignificante. Afinal, Mariana Neves morou nesta casa durante dezoito anos e, antes de Isa aparecer, todos a tratavamo uma princesinha! Essa r??o de afeto n?o era algo que Isabe pudesse mudar em apenas dez ¨¤ Depois que Mariana Neves e Cam foram embora, algumas empregadas n?o conseguiram evitar cochichar entre si. Cap铆tulo 239 Cap¨ªtulo 239 ¡°Por que o Senhor confiaria o grupo a ele? Dos cinco senhores, s¨® ele ¨¦ o mais disciplinado, o mais calmo, a mente mais atenta.¡± ¡°Voc¨º n?o acha essa rotina dura e sufocante?¡± ¡°Como assim? Isso ¨¦ disciplina! Uma pessoa tanta for?a de vontade ¨¦ simplesmente irresist¨ªvel!¡± ¡°Acho que o senhor tem uma lucidez rara entre os mortais!¡± ¡°Eu tamb¨¦m penso assim!¡± Oliver Neves saiu do banho e se ocupou no escrit¨®rio por um tempo, at¨¦ que chegou a hora de dormir, e s¨® ent?o voltou para o seu quarto. Sobre o criado-mudo ainda havia uma caixinha de presente delicada. Oliver Neves deu uma olhada e sabendo que sua irm? n?o voltaria t?o cedo, apagou as luzes e foi dormir. Isabe chegou em casa quase onze da noite, depois de se arrumar, cuidou de suas coisas pessoais no celr e correu para oborat¨®rio na manh? seguinte. A s¨ªntese da droga na noite anterior n?o fora bem-sucedida, e muitos problemas surgiram durante o desenvolvimento. Alguns especialistas se debru?aram sobre o projeto at¨¦ o amanhecer, e Isabe, para n?o preocupar os pais, voltou para casa tarde e, antes do amanhecer, j¨¢ estava a caminho do laborat¨®rio novamente. Quando Oliver Neves acordou e soube que sua querida irm? j¨¢ tinha sa¨ªdo cedo, ficou um pouco surpreso. Geralmente, uma mo?a dessa idade estaria dormindo at¨¦ mais tarde durante as f¨¦rias de ver?o, mas para sua irm?, parecia que s¨® o trabalho importava. Parece que o presente de reencontro teria que esperar at¨¦ a noite. Durante o caf¨¦ da manh?, Mariana Neves n?o parava de bajr Oliver, ora servindo leite, ora trazendo um sandu¨ªche, ora passando um guardanapo. ¡°Irm?o, voc¨º vai jantar em casa ¨¤ noite?¡± Observando Mariana insistindo, Oliver Neves respondeu calmamente, ¡°Vou.¡± ¡°Isso ¨¦ bom! Ent?o n?o irei jantar Florinda,¡± Mariana Neves sorriu inocentemente. ¡°T¨ªnhamos nejado tomar ch¨¢ da tarde e irmos ao spa antes do jantar, mas voc¨º aqui nem penso em panhar s !¡± Nair Pires, ouvindo isso, sorriu satisfeita. ¡°Marjana tem voc¨º no cora??o, irm?o. Se voc¨º n?o estiver ocupado, venha nos visitar mais vezes.¡± 1/2 08:33 Cap¨ªtulo 239 ¡°Certo.¡± Oliver Neves olhou gentilmente para Mariana Neves, terminou seu caf¨¦ da manh?, e Enrico o levou para a sede do grupo. Enquanto Oliver Neves revisava os documentos, lembrou-se de algo que Enrico havia mencionado anteriormente. ¡°Aqupeti??o de design que voc¨º mencionou, querem me convidar para ser jurado?¡± ¡°Estou dispon¨ªvel.¡± A voz de Oliver Neves era indiferente enquanto continuava a examinar os pap¨¦is. ¡°Vou participar.¡± Enrico ficou surpreso ao ouvir isso! As decis?es do Chefe nunca haviam mudado antes! Hoje estava realmente ium! Ser¨¢ que apeti??o usou alguma conex?o ou truque para convidar ou for?ar o Chefe a ir? Mas o Chefe tamb¨¦m n?o parecia ser uma pessoa que se dobraria facilmente¡­ Oliver Neves continuou a olhar os documentos e de repente se lembrou de algo, ¡°Ah, certo, fique de olho nos movimentos da empresa de moda hoje.¡± Hoje ¨¦ o dia da entrega, e ele n?o sabia se sua irm? conseguiria apresentar algo satisfat¨®rio. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Se n?o, ele interviria pessoalmente. ¡°Sim!¡± Enrico percebeu que o Chefe de hoje parecia uma pessoa diferente, n?o apenas reconsiderando decis?es anteriores, mas tamb¨¦m mostrando interesse p pequena empresa da fam¨ªlia¡­ Que estranho. Cap铆tulo 240 Cap¨ªtulo 240 Eram nove horas da manh?. Isabe iniciou uma transmiss?o ao vivo em nome don?amento de um novo produto da empresa e convidou Em¨ªlia Cardoso para ser a apresentadora. ¡°Ol¨¢, pessoal, eu sou a designer Em¨ªlia Cardoso da Estilo Neves¡­¡± Em¨ªlia Cardoso, um pouco t¨ªmida diante das cameras p primeira vez, cumprimentou a todos o maior entusiasmo poss¨ªvel. ¡°Oi, eu sou o designer Omar.¡± Omar tamb¨¦m cumprimentou os espectadores. ¡°Estou muito feliz em trazer os novos produtos para voc¨ºs dessa maneira hoje. Vejam este vestido estampado que estou segurando. Parece familiar? Isso mesmo! ¨¦ o novo modelon?ado ontem p Liz Estilo!¡± ¡°Na verdade, esse design ¨¦ um pouco conservador. Querem vero eu o desenhei?¡± Em¨ªlia Cardoso pegou numa tesoura grande, cortou um peda?o da cintura, transformou a parte de cima numa blusa justa, tirou as mangas extras, cortou os ombros e encurtou um pouco a saia de baixo antes de juntar tudo. E assim o vestido de chiffon ombrosrgos e estampa floral apareceu na frente de todos. ¡°Esta ¨¦ a primeira das novas pe?as que estamosn?ando hoje!¡± Apesar de terem usado o mesmo tecido, o estilo erapletamente diferente. ¨¤ primeira vista, era muito mais bonito do que o vestido estampado da Liz Estilo, parecia mais fresco e tamb¨¦m destacava mais a figura. ¡°Veja este vestido estilo boneca agora. Ele n?o tem cintura definida, mas vou mostraro transform¨¢-lo em um sexy top justo e uma saia justa que real?a as curvas¡­ Em¨ªlia Cardoso pegou a tesoura novamente ee?ou a fazer grandes altera??es. O n¨²mero de espectadores s¨® crescia, e depois que Em¨ªlia Cardoso modificou cerca de sete ou oito estilos, o n¨²mero de espectadores j¨¢ havia atingido trezentos e vinte mil e continuava a aumentar. ¡°Diretora Isabe, veja quantas pessoas est?o fazendo pedidos ao vivo!¡± Raul Fonseca mal podia acreditar que esse m¨¦todo realmente funcionava. Depois que Isabe enviou Rafael Costa para a delegacia ontem, modificou todos os vinte e tr¨ºs estilos. Apenas m¨¦todos simpleso dividir o vestido ao meio, adicionar as mangas bufantes, trocar os decotes em V por redondos, encurtar osprimentos, etc. e adicionar alguns acess¨®rios, foi criado um vestidopletamente novo. Ontem, foi at¨¦ a oficina de produ??o e pediu aos trabalhadores para pararem suas tarefas atuais e se concentrarem em modificar os produtos acabados no armaz¨¦m. 1/2 Content is property ? N?velDrama.Org. 08:33 Cap¨ªtulo 240 Como alguns s¨® precisavam de alguns cortes e outros apenas ajustes leves, os trabalhadores rapidamente criaram v¨¢rios novos modelos. ¡°Cinqu¨¦nta e oito mil! O n¨²mero de espectadores passou de cinquenta e oito mil!!¡± Raul Fonseca estava em ¨ºxtase. ¡°Diretora Isabe, veja, muitas pessoas est?o dizendo nosent¨¢rios que nossos novos modelos s?o mais bonitos e criativos. Eles est?o cado os pedidos da Liz Estilo e fazendo pedidos conosco!¡± Liz Miranda, chefe de Liz Estilo, ficou furiosa ao receber a not¨ªcia. Seus olhos e nariz estavam irreconhec¨ªveis e imediatamente convocou uma reuni?o de emerg¨ºncia. Os executivos batiam nas mesas raiva. ¡°Isso ¨¦ incr¨ªvel! Estilo Neves est¨¢ editando ao vivo nossos novos modelos. ¨¦o um tapa na nossa cara!¡± ¡°O n¨²mero de espectadores deles j¨¢ passou de setecentos mil, e a esse ritmo logo vai atingir um milh?o!¡± ¡°O pior ¨¦ que, embora o tecido seja o mesmo, os estilos s?opletamente diferentes. N?o temos como acus¨¢-los de pl¨¢gio!¡± ¡°O mais irritante ¨¦ que os pre?os deles s?o mais baixos! J¨¢ temos doze mil pedidos cancdos no nosso back-end. Se continuar assim, vamos ter um preju¨ªzo enorme!¡± ¡°Quem ¨¦ essa Em¨ªlia, afinal? Como consegue criar modelos t?o deslumbrantes apenas alguns cortes?¡± O que eles n?o sabiam era que Liz Miranda e Enzo haviam conspirado juntos e roubado os esbo?os de design de Em¨ªlia Cardoso, pensando que todos os novos modelos foram ideias de Enzo sozinho, ent?o estavam indignados e achavam que a Estilo Neves estava indo longe demais! Naquele momento, Enzo observava Em¨ªlia Cardoso na transmiss?o ao vivo, transformando um vestido de alcinha em um elegante vestidinho de festa, que parecia muito mais refinado. Sob a mesa da reuni?o, ele discretamente fechou a m?o em um punho. 2/2 Cap铆tulo 241 Cap¨ªtulo 241 Os 23 modelos que antes eram ramente cria??o de Emilia Cardoso, conseguiram agora inovar na base original em t?o pouco tempo. Com alguns toques simples, transformou os vestidos e deixou- os ainda mais lindos do que antes. Certamente havia algu¨¦m muito habilidoso por tr¨¢s d! Caso contr¨¢rio, as habilidades que tinha, seria imposs¨ªvel criar roupas t?o deslumbrantes! ¡°Enzo, voc¨º notou o estilo dos designs d? N?o te lembram o jeito da Sra. Zaira?¡± ¡°Foi o que eu senti agora tamb¨¦m. Se Sra. Zaira n?o estivesse ali nas alturas e ningu¨¦m pudesse ver o rosto d, eu at¨¦ suspeitaria que foi quem deu a ideia para Em¨ªlial Olha, cada modelo aperfei?oado subiu de nivel!¡± Pois ¨¦, ¨¦sses modelos poderiam ser vendidos por milhares, n?o seria exagero, perecem aqueles vestidos de marca que a gente encontra nos shoppings de luxo, e est¨¢ vendendo por pouco mais de cem reais Isso n?o vai provocar uma loucura depras? ¡°Como uma simples designer, pode criar pe?as t?o lindas? Ser¨¢ talentoo ou tem algu¨¦m a orientando?¡± ¡°A empresa d, pelo que sei, n?o tem outros talentos que se destaquem¡­¡± Liz Miranda bateu na mesa, insatisfeita, ¡°Convocamos esta reuni?o de emerg¨ºncia pera discutirmos estrat¨¦gias, n?o para ficarmos admirando os modelos! Quem tem uma ideial melhor, f agora. N?o podemos ficar de bra?os cruzados vendo eles roubarem nossos pedidos, enquanto os nossos diminuem!¡± Com isso, olhou para o n¨²mero de telespectadores na transmiss?o ao vivo, que j¨¢ ultrapassava os noventa e oito mil. Seu cora??o quase n?o aguentou, sentiuo se estivesse sendo sufocada por uma press?o insuport¨¢vel at¨¦ quase ficar sem folego. ¡°Podemos process¨¢ por difama??o dos nossos produtos, causando nos grandes preju¨ªzos econ¨®micos! Enzo sugeriu, ¡°Eles est?o ramente roubando nossos clientes, ¨¦ uma afronta ¨¤ nossa Liz Estilo. Se ¨¦ assim, n?o precisamos ser corteses¡± ¡°Mas a matriz deles ¨¦ o Grupo Neves¡­ Se ficar feio para n¨®s, a familia Neves n?o vai nos deixar em paz.¡± Liz Miranda ainda teria a influ¨ºncia da familia Neves ¡°Mas foram eles que insultaram nossos designs primeiro Enzo disse isso e olhou novamente para Emilia Cardoso na live. havia transformado um par de shorts jeans em duas bolsas para celr pequenas e charmosas¡­ Um executivo n?o conseguiu se conter, ¡°Isso isso n?o ¨¦ difama??o. Em momento algum falou mal de n¨®s, apenas inovod em cima do que j¨¢ t¨ªnhamos? Isso tamb¨¦m n?o pode ser considerado pl¨¢gio¡­ Est¨¢ longe de ser pl¨¢gio¡­ ¡°De qualquer forma, vamos processar! N?o podemos deixar eles sa¨ªrem por cima!¡± Enzo estava determinado a levar o caso adiante. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Liz Miranda ligou para o departamento jur¨ªdico e pediu que emitisse uma notifica??o legal o mais r¨¢pido poss¨ªvel, determinada a fazer que pagassem o pre?o! ¡°Sra. Miranda, temos um problema, trinta e quatro mil pedidos foram cancdos no nosso sistema, incluindo de fornecedores, parceiros e at¨¦ de lojas f¨ªsicas¡­¡± ¡°Eles est?o dizendo que as roupas do Estilo Neves s?o mais baratas, mais bonitas e, al¨¦m disso, assim que o pedido ¨¦ feito, eles j¨¢ despacham a mercadoria.¡± ¡°Eles est?o usando o Expresso Vento, agora se voc¨º pedir, amanh? j¨¢ recebe.¡± Isso capturou perfeitamente a psicologia dospradores online: quanto mais r¨¢pida a entrega, maior a satisfa??o. 09:00 % Cap铆tulo 242 Cap¨ªtulo 242 All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Liz Miranda j¨¢ estava furiosa, e pouco depois mais not¨ªcias chegaram. ¡°Senhora Miranda, acabamos de ter um cancmento de oitenta e tr¨ºs mil vestidos¡­ Alguns j¨¢ foram enviados, mas os clientes n?o querem, tivemos que interceptar as entregas¡­ No fim, n?o s¨® n?o ganhamos dinheiro,o ainda perdemos o frete¡­¡± Liz Miranda sentiu uma dor de cabe?ancinante e pressionou as t¨ºmporas, sem conseguir recuperar o f?lego. Oitenta e tr¨ºs mil vestidos, se no final n?o fossem vendidos, acumndo no dep¨®sito, quanto dinheiro seria perdido¡­ Liz Miranda j¨¢ n?o queria mais pensar¡­ ¡°Senhora Miranda, estamos um problema, o gerente da Empresa Simples, que fez um pedido de dez mil vestidos aqui por confian?a e sem pagar dep¨®sito, agora desistiu na ¨²ltima hora e fez um pedido de Estilo Neves¡­¡± ¡°Senhora Miranda, j¨¢ distribu¨ªmos um monte de cupons de desconto na nossa loja oficial: R$20 de desconto empras de R$100, R$40 off em R$200, R$60 off em R$300, mas mesmo assim n?o conseguimos reter os clientes.¡± ¡°Os atendentes da nossa loja virtual est?o exaustos de tanto fr, e ainda assim os clientes est?o cado os pedidos¡­¡± ¡°Senhora Miranda, o que vamos fazer agora?¡± Isabe chegou ao est¨²dio de live, onde viu Em¨ªlia Cardoso ajustando os modelos, o d¨¦cimo s¨¦timo novo produto do dia. Em¨ªlia Cardoso a viu e sorriu, os olhos formando meias-luas, e Isabe sorriu de volta antes de se virar para conferir os dados sem aparecer o tempo todo na camera. Raul Fonseca falou baixinho, mas emo??o, ¡°Diretora Isabe, alcan?amos a marca de cento e seis mil espectadores na live, um sucesso sem precedentes!!¡± Antes, as lives mal chegavam a alguns milhares de f?s assistindo, e pouqu¨ªssimos. pedidos, n?oo agora, que se pode dizer que ¨¦ um sucesso de vendas! ¡°Quer adivinhar quantos vestidos vendemos at¨¦ agora?¡± Raul Fonseca mal conseguia conter a empolga??o, os olhos brilhando. ¡°Cem mil?¡± ¡°Acertou em cheio!¡± disse Raul Fonseca, euf¨®rico, ¡°J¨¢ passamos de cento e dois mil vestidos vendidos, e o n¨²mero s¨® aumenta! Diretora Isabe, nesse ritmo, n?o teremos estoque suficiente!¡± 1/2 09:00 Cap¨ªtulo 242 ¡°Ent?o vamos trabalhar em dobro, continuar a produ??o.¡± Isabe disse, ap¨®s conferir os n¨²meros, e seguiu para o escrit¨®rio. Raul Fonseca a panhou entusiasmo: ¡°Diretora Isabe, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel! Voc¨º realmente conseguiu,o eu disse, a empresa n?o teve preju¨ªzo, manteve sua reputa??o e continuar¨¢ ganhando dinheiro¡­ Voc¨º ¨¦ incr¨ªvel!Se todas pessoas que est?o na live se soubessem que todos esses 23 modelos s?o cria??es suas¡­¡± Isabe apenas deu a chance de Em¨ªlia Cardoso aparecer, foio ser mentora para as mais nova. Na realidade, todos os 23 modelos eram de sua autoria. ¡°Por que eles precisam saber?¡± Isabe agora era uma executiva da empresa, para , n?o importava quem desenhou os modelos, o importante era a empresa n?o ter preju¨ªzos e sim lucros. Sede Neves. Quando Enrico viu que a empresa de roupasn?ou novos produtos atrav¨¦s de uma live, apressou-se em levar a not¨ªcia para Oliver Neves. ¡°Agora, a live j¨¢ tem cento e quatorze mil espectadores, e j¨¢ vendemos cento e seis mil vestidos¡­¡± ¡°¨¦o a Diretora Isabe disse, sem preju¨ªzos, sem danos ¨¤ reputa??o, e ainda por cima lucrando. ¨¦ surpreendente.¡± ¡°Chefe, olha s¨®, eles mudaram o design das roupas, ficou dez vezes mais bonito que os da Liz Estilo!¡± ¡°O ponto chave ¨¦ que o pre?o ainda era barato! Cap铆tulo 243 Cap¨ªtulo 243 Ouvi dizer que tudo isso foi ideia da Diretora Isabe, e que esses modelos tamb¨¦m foram criados por . ¡°Chefe, a Liz Estilo roubou nossos esbo?os de design, e a Diretora Isabe mandou fazer altera??es assim, vendendo a pre?os baixos. ¨¦o se estiv¨¦ssemos batendo na cara deles. As pe?as da Liz Estilo provavelmente v?o encalhar, n?o v?o conseguir vender. Daqui a pouco, eles certamente vir?o atr¨¢s de n¨®s para criar problemas.¡± Oliver Neves observava o est¨²dio de transmiss?o ao vivo e percebeu que v¨¢rios modelos tinham sido muito bem ajustados. Sua pr¨®pria irm?¡­ que tipo de pessoa era para ter tal talento? ¡°Chefe, tenho uma opini?o¡±, Enrico antes de fr hesitou um pouco, ¡°a Diretora Isabe¡­ Podemos considerar dar a um b?nuso forma de reconhecimento? ¡°Desde que chegou ¨¤ empresa, contribuiu tanto¡­¡± ¡°Voc¨º est¨¢ dizendo que eu devo dar um b?nus ¨¤ minha irm??¡± ¡°Irm?¡­ irm???¡± Enrico arregalou os olhos, duvidando se tinha ouvido direito. Aqu Diretora Isabe, como poderia ser irm? do Chefe? O Chefe estava brincando, certo? Mas a express?o do Chefe n?o parecia ser de quem estava contando uma piada¡­ Aqu Diretora Isabe¡­ n?o poderia ser a irm? perdida que ele acabara de encontrar, poderia? ¡°Dar um b?nus para a irm?¡­¡± Oliver Neves pensava, ¡°quanto seria apropriado?¡± ¡°Ah???¡± Enrico realmente n?o esperava que aqu Diretora Isabe fosse realmente a irm? do Chefe. Se fosse verdade, nem precisaria de dinheiro! ¡°Cinquenta mil¡­¡± Oliver Neves ponderava, ¡°ser¨¢ que ¨¦ pouco?¡± ¡°Cin¡­ cinquenta mil?¡± Enrico arregalou os olhos. Ele trabalhava duro aodo do Chefe por um m¨ºs, e ¨¤s vezes o b?nus mal passava de dez mil. Realmente, ser irm? tem suas vantagens¡­ Apenas alguns dias de trabalho e j¨¢ um b?nus de cinquenta mil¡­ O cora??o de Enrico do¨ªa¡­ ¡°Chefe, aqu Diretora Isabe ¨¦ realmente sua irm?? Cinquenta mil est¨¢ ¨®timo, mais do que suficiente! Isso ¨¦ algo in¨¦dito na longa hist¨®ria do nosso grupo! Tenho certeza de que a Diretora Isabe ficar¨¢ muito feliz o b?nus! Isso n?o ¨¦ apenas um reconhecimento da sede do grupo, mas tamb¨¦m do irm?o para a irm?.¡± ¡°Proceda isso.¡± 1/2 09:00 % Cap¨ªtulo 243 ¡°Sim, sim¡­¡± Enrico apressou-se em organizar. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Quando Isabe soube que a diretoria queria lhe dar um b?nus, achou que era ideia dos pa¨ªs e n?o deu muita aten??o. Depois de trabalhar um pouco no escrit¨®rio e receber a not¨ªcia de que Liz Estilo iria process¨¢-los, ergueu uma sobrancelha. O momento que esperava finalmente chegou! disse a Raul Fonseca ao seudo, ¡°Proceda conforme o nejado.¡± ¡°Entendido.¡± Raul Fonseca correu para o est¨²dio de transmiss?o ao vivo, onde Em¨ªlia Cardoso acabava de finalizar o ¨²ltimo modelo. O n¨²mero de espectadores j¨¢ havia atingido cento e vinte e nove mil! Em¨ªlia Cardoso captou o sinal de Raul Fonseca e, sorrindo para a camera, disse ao p¨²blico, ¡°Por hoje, ¨¦ isso os nossos novos modelos. Vi nosent¨¢rios que muitas pessoas est?o perguntando por que escolhemos justamente os modelos da Liz Estilo para modificar. Aqui, quero que todos vejam um v¨ªdeo de seguran?a.¡± Em¨ªlia Cardoso exibiu para os espectadores a grava??o de Rafael Costa entrando sorrateiramente no escrit¨®rio de Isabe, ¡°Este ¨¦ o nosso vice-presidente, que se aproveitou da aus¨ºncia da nossa Diretora Isabe e entrou furtivamente em seu escrit¨®rio para fotografar meus esbo?os de design e envi¨¢-los para a Liz Estilo.¡± disse isso e mudou a imagem na t. O p¨²blico viu o hist¨®rico de conversas e as grava??es de voz entre Rafael Costa e Enzo, ficaram chocados¡­ Eles n?o podiam acreditar que houvesse tantas conspira??o entre as empresas! A curiosidade ¨¦ uma caracter¨ªstica definidora para a maioria das pessoas; o n¨²mero de telespectadores da transmiss?o ao vivo voltou a aumentar. ¡°A Liz Estilo prometeu 30% deiss?o para o nosso vice-presidente. Ent le enviou todos os designs que eu criei tanto esfor?o para a Liz Estilo, e ainda acusou de pl¨¢gio.¡± me Cap铆tulo 244 Cap¨ªtulo 244 exp?s toda a situa??o, e logo as pessoase?aram a deixarent¨¢rios fervorosos, ofendendo Rafael Costa, Enzo e Liz Estilo. Inundaram as contas pessoais deles no Twitter, as oficiais e at¨¦ foram aos streams ao vivo para xing¨¢- los. Um monte de f?se?ou a boicotar a marca Liz Estilo, criando um t¨®pico que viralizou. Espectadores solid¨¢rios at¨¦ chamaram a pol¨ªcia. Dodo da Liz Estilo, pensaram que um time de advogados de primeira, conseguiriam derrubar a Estilo Neves. Mas n?o imaginavam que seriam expostos dessa maneira, e diante de provas t?o concretas, os executivos da Liz Estilo exigiram explica??es de Liz Miranda e Enzo. Liz Miranda e Enzo estavam entre a espada e a parede. N?o demorou muito para que a pol¨ªcia aparecesse e levasse os dois. Quando a transmiss?o ao vivo acabou, todo o departamento de designe?ou a celebrar, eles abriram a carteira e convidaram todos da empresa para um caf¨¦ da tarde, n?o por qualquer outro motivo, mas paraemorar a vit¨®ria do dia. O caf¨¦ da tarde mais caro e fino foi enviado para o escrit¨®rio de Isabe. ¡°Diretora Isabe, estou feliz que voc¨º estivesse aqui para salvar o dia. Caso contr¨¢rio, o preju¨ªzo econ?mico da empresa seria de v¨¢rios d¨ªgitos!¡± ¡°Quem diria que voc¨º poderia transformar um design de forma t?o incr¨ªvel algumas mudan?as simples!¡± ¡°N?o ¨¦ ¨¤ toa que voc¨º bloqueou a not¨ªcia da pris?o de Rafael Costa ontem, foi para dar na cara da Liz Estilo hoje!¡± ¡°N?o s¨® lidamos a Liz Estilo, mas tamb¨¦m serviu de aviso para as outras empresas que a Estilo Neves n?o ¨¦ de brincadeira!¡± Vendo o pessoal do design t?o animado, Isabe sorriu serenamente, ¡°Tudo bem, voltem ao trabalho. Hoje voc¨ºs podem sair uma hora mais cedo.¡± Erae se fosse um b?nus para eles. Desde que Isabe assumiu a empresa, tudo tinha mudado! N?o era mais t?o mon¨®tono quanto antes¡­ Ao entardecer. 1/2 09 Capitulo 244 Wilson Dias chegou sozinho ¨¤ sede do Grupo Neves, um sorriso conciliador, All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. dirigiu-se ¨¤ recepcionista e disse, ¡°Ol¨¢, sou Wilson Dias da Companhia de Roupas Dias, gostaria de fr o presidente.¡± ¡°Ol¨¢, Sr. Wilson, o senhor tem um agendamento?¡± ¡°N?o.¡± A recepcionista hesitou por um momento e logo sorriu, ¡°Desculpe, sem um agendamento, o presidente n?o poder¨¢ receb¨º-lo.¡± Wilson Dias ficou ansioso e rapidamente disse, ¡°¨¦ um assunto muito urgente, preciso fr o presidente pessoalmente, por favor, passe a mensagem¡­¡± A recepcionista recusou educadamente: ¡°Desculpe, Senhor Wilson, n?o posso ajudar voc¨º isso.¡± N?o era quem decidia se o presidente receberia algu¨¦m ou n?o, e se o iodasse durante o trabalho, as consequ¨ºncias seriam graves! ¡°Por favor, mo?a, ¨¦ realmente uma emerg¨ºncia, uma grande quest?o que preciso resolver o presidente, por favor, me fa?a esse favor¡­ Talvez isto possa convenc¨º¡­¡± Wilson Dias ent?o tirou um envelope que havia preparado do bolso, insistindo em entreg¨¢-lo ¨¤ recepcionista. A menina se assustou, sentindo v¨¢rios olhares prantes dirigidos a e rapidamente, recusou: ¡°Sr. Wilson, voc¨º entendeu errado! N?o ¨¦ por dinheiro, voc¨º veio aqui e tem que cumprir as nossas regras, n?o pode fazer isso sem um registro.¡± ¡°Por favor, aceite!¡± Wilson Dias insistia em colocar o envelope em sua m?o, sem se importar se havia algu¨¦m vendo¡­ Na recusa, ele acidentalmente tocou a m?o da recepcionista¡­ se assustou muito, ainda era nova, rec¨¦m-formada e estagiando, era a prin que enfrentava uma situa??o assim¡­ rapidamente pressionou o bot?o de rme. 2/2 Cap铆tulo 245 Cap¨ªtulo 245 Dois seguran?as que estavam na porta imediatamente se aproximaram e seguraram as m?os de Wilson Dias. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± ¡°Por favor, levem o Sr. Wilson para fora daqui rapidamente.¡± A recepcionista estava aterrorizada. ¡°¦¯ que ¨¦ isso, me soltem, eu preciso fr o Sr. Oliver, eu tenho algo importante para dizer a ele¡­¡± O seguran?a segurou suas m?os for?a e o expulsou do pr¨¦dio, proibindo-o de dar mais um passo para dentro do estabelecimento. Ps grandes portas de vidro, Wilson Dias p?de ver as recepcionistas consndo uma jovem que estava t?o assustada que parecia ter perdida a cor. Wilson Dias estava realmente inocente, sem pvras e impotente. ¡°Meus amigos, eu n?o tenho m¨¢s inten??es. J¨¢ ouviram fr da Dias Confec??es? Sou o diretor C¨¦lio, aqui est¨¢ o meu cart?o!¡± Ele tirou o cart?o de visitas, mas os seguran?as nem sequer olharam para ele, tratando-oo se ele fosse invis¨ªvel. Wilson Dias tentou avan?ar novamente, mas os seguran?as prontamente estenderam a m?o para impedi-lo. ¡°O que ¨¦ agora? Quer passar vergonha mais uma vez?¡± Wilson Dias nunca precisou se humilhar tanto na vida. Se n?o fosse a crise na sua empresa, ele nunca estaria aqui e perderia tempo seguran?a. ¡°Amigos¡­¡± ¡°Quem ¨¦ seu amigo?¡± ¡°Rapazes, por favor, me deem um jeito. Eu realmente preciso discutir algo importante o presidente de voc¨ºs¡­¡± Os seguran?as o avaliaram de cima a baixo. Com suas roupas desarrumadas e express?o humilde, ele realmente n?o parecia um cliente do presidente deles! All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. E foi nesse momento que a porta do elevador exclusivo do presidente se abriu. Oliver Neves saiu do elevador, olhou para o rel¨®gio e viu que eram seis horas da tarde. Sua irm? mais nova j¨¢ deveria estar em casa, n?o ¨¦? Pensando assim, ele acelerou o passo e, assim que saiu p porta da frente, ouviu algu¨¦m chamando por ele. ¡°Senhor Oliver, meu nome ¨¦ Wilson Dias da Dias Confec??es. Voc¨º deve me conhecer, certo?¡± 1/3 Cap¨ªtulo 245 Wilson Dias finalmente viu a pessoa que precisava e, quando tentou se aproximar, os seguran?as o detiveram firmeza. ¡°Solter-me, primeiro me soltem¡­¡± Wilson Dias n?o conseguia se livrar dos seguran?as e s¨® podia gritar, ¡°N?o sei onde posso ter ofendido o senhor, mas se for por causa da Sra. Melodia, eu sinto muito. Pagarei todas as indeniza??es devidas antes da meia-noite de hoje! Antes disso, j¨¢ pedimos desculpas ¨¤ Sra. Melodia!¡± Oliver Neves: ? ¡°¨¦ que¡­ ser¨¢ que o senhor poderia ser generoso e nos dar uma chance? Para ser franco, nossa empresa est¨¢ passando por tempos dif¨ªceis e o que o senhor disse¡­ nossa pequena empresa est¨¢ quase fechando!¡± Oliver Neves: ?? ¡°Sr. Oliver, o senhor deve gostar dasposi??es de piano da Sra. Melodia, certo? O senhor deve saber que a Sra. Melodiae?ou conosco¡­ Por favor, tenha grandeza e nos perdoe dessa vez. Pode nos consideraro um peido e simplesmente nos deixar ir?¡± Oliver Neves: ??? O que esse homem estava fndo? Ele n?o entendia uma pvra. Nesse momento, Enrico trouxe o carro at¨¦ a frente de Oliver Neves e se curvou para abrir a porta do carro para ele. Oliver Neves entrou no carro suas longas pernas, sem prestar aten??o a Wilson Dias, que ficara para tr¨¢s. ¡°Sr. Oliver, n?o v¨¢, me d¨º uma chance, eu prometo que nunca mais¡­¡± As pvras de Wilson Dias foram cortadas pelo carro que partia, deixando-o engasgado a fuma?a do escapamento. ¡°Cof, cof, cof¡­¡± Os seguran?as olharam para eleo se estivessem olhando para um c?o semr. ¡°¦¯ que est?o olhando? A piada do homem mais rico da Cidade Inverno ¨¦ para o n¨ªvel de voc¨ºs?¡± ¡°Est¨¢ procurando problema?¡± ¡°O que voc¨ºs pensam que est?o fazendo? Atrever-se a tocar em mim? Eu¡­¡± Enrico que dirigia, olhou pelo retrovisor e percebeu que Wilson Dias havia sido espancado por dois seguran?as e abandonado dodo de fora do port?o. Confuso, ele perguntou: ¡°Chefe, o que passou- se voc¨º?¡± ¡°N?o tenho certeza.¡± Oliver Neves, focado na estrada ¨¤ frente, sentava-se ereto e s¨¦rio, ramente n?o dando muita importancia ao incidente,o se Wilson Dias tivesse se 213 09:00 Cap¨ªtulo 245 confundido de pessoa. Tudo que ele queria era chegar em casa para ver sua irm?. 09:00 Cap铆tulo 246 Cap¨ªtulo 246 Wilson Dias retornou para casa empleto desalinho. Ao v¨º-lo o rosto inchado e cheio de hematomas, Ynda exmou, ¡°O que aconteceu voc¨º? Os Neves te bateram?¡± Eles seriam capazes de esquecer que ambos eram membros da alta sociedade e agredir o homem mais rico da Cidade Inverno? Que falta de sse! ¡°Foram dois seguran?as presun?osos¡­¡± Wilson Dias n?o queria mais fr sobre isso. ¡°N?o acredito que aqu garota¡­ que menina, teria coragem de postar online que a Caterina copiou sua obra!¡± ¡°Ah¡­¡± Wilson Dias n?o disse nada, apenas suspirou profundamente, ciente do temperamento da Isabe; n?o hesitaria em expor tudo quando o momento chegasse. ¨¤s nove da noite, as 14 lojas e 4 mans?es de Wilson Dias continuavam sempradores¡­ O advogado da Senhora Melodie ligou: ¡°Senhor Wilson, se n?o recebermos uma indeniza??o at¨¦ meia-noite, teremos de expor o caso de reprodu??o n?o autorizada do trabalho da sua filha,conformebinado¡±. ¡°Espere¡­ me d¨º mais tempo. As casas e lojas n?o vendem por minha culpa¡­¡± ¡°Voc¨º tem apenas tr¨ºs horas.¡± O advogado desligou imediatamente ap¨®s fr. Wilson Dias estava desesperado; n?o conseguia vender h¨¢ tr¨ºs dias,o poderia conseguir em tr¨ºs horas? E agora, j¨¢ eram nove da noite, quem iria visitar uma propriedade ou loja paraprar tudo ¨¤ vista? Ele ligou para o corretor: ¡°Qual o problema? Por que n?o vendem?¡± *Sr. Wilson, pode ser o pre?o alto e o fato de voc¨º querer pagamento ¨¤ vista¡­¡± 14 lojas e 4 mans?es, avaliadas em 180 milh?es, n?o eram para qualquer um. ¡°Ent?o o que est¨¢ esperando? Baixe o pre?o, tem que vender antes da meia-noite!¡± Ap¨®s desligar, Wilson Dias assistia o tempo escorrer¡­ Dez horas¡­ Dez e meia¡­ 1/4 Onze horas¡­ Ynda e Caterina Dias sentadas no sof¨¢, n?o ousavam nem respirar¡­ Nesse momento, ainda sem not¨ªcias do corretor! Caterina, tremendo, segurou a barra da roupa de Ynda e sussurrou, ¡°M?e, serei desonrada?¡± ¡°C a boca!¡± Ynda tentava consr, mas sem nenhuma certeza; ¨¤s onze, quase certo que n?o conseguiriam vender.. Foi ent?o que o celr de Wilson Dias tocou, era o corretor. Com esperan?a renovada, at¨¦ Ynda e Caterina se animaram. Ser¨¢ que tinhaprador? ¡°J¨¢ vendeu?¡± Wilson atendeu aliviado e disse sorrindo, ¡°Eu sabia que minhas lojas e casas venderiam, todas em ¨®timas localiza??es¡­¡± ¡°Sr. Wilson¡­ muitos interessados, mas poucospradores s¨¦rios. S¨® temos uma oferta¡­¡± o corretor disse, desconfort¨¢vel, ¡°Um homem oferece 80 milh?es pelo conjunto.¡± ¡°80 milh?es? Ele t¨¢ louco? Minhas propriedades valem pelo menos 180 milh?es, e ele quer pagar 80? Quer tirar vantagem?¡± ¡°Sr. Wilson, j¨¢ ¨¦ tarde, talvez devesse considerar, estou preocupado que¡­¡± ¡°De jeito nenhum!¡± Wilson desligou, furioso. Ao ouvir o conte¨²do ao telefone, Ynda n?o p?de evitar e disse raiva: ¡°Voc¨º est¨¢ nos pedindo para reduzir o pre?o em 100 milh?es de reais sem motivo? T?o loucos? N?o ¨¦ assim que se rouba dinheiro!¡± ¡°Vamos esperar mais um pouco, sem pressa¡­¡± Wilson Dias disse, mas seu c estava inquieto, pressentindo algo ruim. Do outrodo, Isabe recebeu a not¨ªcia de que Wilson Dias n?o queria vender, s canto e sussurrou algumas instru??es. Eram onze da noite. O celr de Wilson Dias tocou de repente, e os tr¨ºs se agitaram novamente. Wilson Dia ent?o, nem se importou em verificar o n¨²mero e atendeu a liga??o: ¡°E a¨ª, j¨¢ vendeu?¡± ¡°Senhor Wilson, sou o advogado representando a Senhora Melodia. Voc¨º tem mais meia hora. J¨¢ enviei a notifica??o por mensagem. Quando o tempo acabar, vamos public¨¢.¡± ¡°N?o, por favor¡­¡± Wilson Dias n?o conseguiu terminar, pois do outrodo desligaram outra vez. 2/4 09.00 Cap¨ªtulo 246 A mensagem dizia que Caterina Dias havia giado a obra da Senhora Melodia de uma forma terr¨ªvel. Se iss¨° viesse a p¨²blico, a fam¨ªlia Dias seria massacrada! Ynda pegou o celr e, junto Caterina Dias, leu a mensagem express?es de panico e ang¨²stia¡­ ¨¤s onze e quarenta e cinco. Yndae?ou a implorar: ¡°E se a gente vender por oitenta milh?es para o tal daquele homem? A reputa??o da Caterina ¨¦ mais importante¡­¡± This is property ? of N?velDrama.Org. Eles sabiam que perderiam muito, mas n?o tinham outra escolha¡­ Se Isabe publicasse o mico da Caterina, o Brasil todo ficaria sabendo! E isso prejudicaria os pais e at¨¦ mesmo o Grupo Dias¡­ Wilson Dias estava relutante, uma express?o de dificuldade. ¡°Dinheiro ¨¦ algo externo, e se sua m?e deixar as a??es para a Caterina, nosso valor vai subir de novo, n?o ¨¦?¡± ¡°Venda, a reputa??o da Caterina ¨¦ o que importa.¡± ¡°Jorge, n?o temos mais tempo! Mesmo pagamento ¨¤ vista leva tempo!¡± ¡°N?o hesite!¡± ¡°Vende!¡± Sob o incentivo e os apelos de Ynda, Wilson Dias, finalmente um peso no cora??o, pegou o celr e ligou para o corretor. Quando o corretor ouviu que ele estava disposto a vender, correu para contatar aquele homem. Depois de um tempo, ele ligou para Wilson Dias, dizendo dificuldade: ¡°Senhor Wilson¡­ o Senhor disse que por setenta milh?es elepra.¡± ¡°O qu¨º? N?o eram oitenta milh?es? Por que diminuir agora?¡± Wilson Dias ficou furioso. ¡°Pergunta pra ele, quanto vale um¨¦rcio ou uma mans?o na mesma ¨¢rea? J¨¢ est?o tirando vantagem da gente e ainda querem abaixar? Acham que ¨¦ uma necessidade nossa vender? Est?o brincando a gente?¡± ¡°Senhor Wilson, por favor, n?o fique bravo¡­¡± ¡°N?o vou vender!¡± Wilson Dias desligou raiva mais uma vez. Quando souberam que n?o venderia, Ynda e Caterina Dias se desesperaram e imploraram¡­ Eram quase onze e cinquenta, se n?o vendessem logo, quando o an¨²ncio fosse feito seria tarde demais! 3/4 00.01 Cap¨ªtulo 246 ¡°Esse Senhor est¨¢ nos fazendo de palha?os¡­¡± Wilson Dias estava furioso¡­ Depois de muitas l¨¢grimas e s¨²plicas de Ynda e Caterina Dias, Wilson Dias finalmente se acalmou, pegou o celr e disse: ¡°Setenta milh?es ent?o. Quero que ele pague tudo de uma vez e deposite o dinheiro agora!¡± Porque para aqueles¨¦rcios e im¨®veis, Wilson Dias j¨¢ tinha assinado previamente. Assim que a outra parteprasse e assinasse, o contrato seria efetivado. MA Cap铆tulo 247 Cacap¨ªtulo 247 This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Wilson, Sr. Wilson¡­ Agora aquele dio mametins disse que s¨® vai considerar apra se for or sessenta milh?es, sen?o, elevoroiir¡­¡± O que voc¨º disse? Sessenta milh?es??? WiWilson Dias quase pulou de raiva. Sim, se for sessenta milh?es, ele faz o papagamento integral, caso contr¨¢rio, vai apagar as uzes e descansar¡­¡± urioso, Wilson Dias remou, os olhos bsilbalhando de irrita??o. Ele estava prestes a dizer ue n?o iria vender quando Ynda se appelbollcsaseus p¨¦s e implorou silenciosamente: Que sejam sessenta milh?es¡­ Melhor ter algolob do que perder tudo¡­¡± o rel¨®gio j¨¢ marcava cinco para meia-noitelite!! Stison Dias sentia uma dor no peito que mat consegules respirar, mas, resignado, disse om amarcara. ¡°Venda!¡± Bracas a Deus!¡± O corretor suspirou aliviado e corteurcarapacentjanizar tudo¡­ 23h58, o celr de Wilson Dias soou a notificac?o de de dep¨®sito dos sessenta n¨¹nces Bando, transfira para aqu garota¡­¡± Ynda disse as presessas, N?o temos tempo!!¡± Sosons as engoliu o choro e fez a transfer¨ºncialle orel¨®gio acble de teater meia-noite. bianca e Caterina Dias correram para a inte bara checarerde dettato n?o havia VOMENecac?o: isabe n?o havia divulgado o caso de giotio! sasanaenente respiraram aliviadas¡­ 633007@sas estava inconsol¨¢vel. A propriedade e o pontoandatial.qualvattam Coretenenta m¨¹b?es, tinham sido vendidos por apenas sessenta milhos! DIELEXOXO en mane! ue farianaagonara.. cobriu altesea m?o, sofrendo profundamente. anda saba a carainda deviam cinquenta milh?es ¨¤ Dona Braga e que teriam is proprieriadec eye poroserciats para pacar a divida¡­ quele roomento, se aproximot de Wilson Dias e o confortou: ¡°Foi tudo por ca nosca taha, sofrerounato ali durante dezoito anos, devemos considerar isso apensacac maerda?¡± scuipe, pare man, euquedos prejudique¡­ Caterina Dias chorou pedindo desculpass ado-a t?o fr¨¢gil e constantnagnesiolhos, Wison Dias n?o teve coragem de de 09:01 7 Capitulo 247 repreend¨º, apenas disse, ¡°Daqui para frente, se n?o for seu, n?o pegue, entendeu?¡± ¡°Pai, eu vou lembrar dessa li??o. Se n?o for meu, eu n?o pego,¡± prometeu Caterina Dias, mordendo o l¨¢bio inferior e sentindo um ¨®dio profundo por Isabe. Foi ent?o que o celr d tocou. A princ¨ªpio, pensou que fosse Aaron ligando, j¨¢ que ele n?o a havia procurado h¨¢ tr¨ºs dias¡­ Assim que atendeu, sua express?o mudou, ¡°O qu¨º, voc¨º disse que ¨¦ do atendimento ao cliente da AIE? O servi?o de atendimento ao cliente da AIE trabalha 24 horas? Por que voc¨º est¨¢ me ligando a essa hora?¡± ¡°Nosso servi?o de atendimento ao cliente est¨¢ dispon¨ªvel 24 horas, Srta. Branco. Voc¨º usou um vestido, joias e sapatos da AIE na cerim?nia de premia??o¡­¡± ¡°Como voc¨º giou a obra da Sra. Melodia, isso manchou gravemente a nossa marca e n¨®s a inclu¨ªmos na nossa lista negra.¡± ¡°Se voc¨º continuar a usar produtos da nossa marca, vamos lev¨¢ aos tribunais¡­¡± ¡°O qu¨º, o que voc¨º disse? Al?, al??¡± Caterina Dias mal podia acreditar no que ouvia e, antes que pudesse pedir mais explica??es, a liga??o foi encerrada. Naquele momento, seu celr tocou novamente e uma mensagem de texto informou que havia entrado na lista negra da marca e que n?o tinha mais o direito de usar os produtos AIE a partir de agora. ¡°O que aconteceu?¡± Ynda conseguiu ouvir parte da conversa. ¡°M?e, aqu Isabe deve ter feito alguma coisa, a AIE me colocou na lista negra! Disseram que eu manchei a marca deles!¡± Caterina Dias chorava de raiva. Como poderia ter feito isso? J¨¢ havia perdido tanto dinheiro, sido humilhada dos pais, do namorado, do p¨²blico¡­ N?o era suficiente? rente Agora a AIE tamb¨¦m a colocava na lista negra? Isso era demais! ¡°¨¦ s¨® uma marca, pra que tanto estrelismo? Ainda por cima ligaram especialmente avisar¡­ s¨® querem mesmo ¨¦ te humilhar!¡± Ynda estava visivelmente irritada. ¡°Uma grande marca internacional dificultando a vida de um cliente? Que gra?a tem nisso?¡± 212 Cap铆tulo 248 Cap¨ªtulo 248 ¡°M?e, e agora? Nunca mais vou poder usar os produtos da AIE¡­¡± ¡°¨¦ s¨® uma marca, filha. Depois sua m?epra pra voc¨º outros modelos exclusivos¡­¡± Ynda a consva. ¡°Pare de chorar, bobinha. Uma marca merece isso tudo?¡± ¡°M?e, voc¨º n?o entende¡­¡± AIE era uma marca de renome internacional, conhecida por sua inova??o e estilo ¨²nico, que conquistava celebridades, socialites e herdeiras. Com as pe?as da AIE, em qualquer evento, era garantido que se destacaria¡­ Mas agora, tudo tinha ido por ¨¢gua abaixo por culpa da Isabe! ¡°T¨¢ bom, t¨¢ bom¡­¡± Ynda s¨® podia continuar a oferecer consolo. Enquanto isso, em outro lugar. Aaron j¨¢ estava h¨¢ tr¨ºs dias sem procurar Caterina Dias, sem acreditar que conseguira ficar tanto tempo sem contato¡­ Talvez n?o a amasse tanto quanto imaginava¡­ Por mais mensagens doces que Caterina enviasse ou por quantas liga??es fizesse, Aaron fingia n?o ver, embora seu cora??o doesse um pouco¡­ Dona Rebeca estava sentada no sof¨¢ e, ao v¨º-lo sair do banho, falou friamente, ¡°Pare a¨ª!¡± ¡°M?e, o que foi?¡± ¡°Eu disse pra terminar aqu garota dos Dias, voc¨º terminou?¡± Aaron n?o respondeu, apesar de n?o ter acabado oficialmente, o rcionamento j¨¢ parecia terminado. ¡°Eu quero que voc¨º corra atr¨¢s da Isabe!¡± Aaron arregalou os olhos, achando que tinha ouvido errado. ¡°Antes a Isabe era dos Dias e t¨ªnhamos um contrato de casamento . E. definitivamente te v¨º como um potencial noivo, tem sentimentos por voc¨º. Mas Caterina Dias cortou a mentira d¡­¡± ¡°M?e, a Caterina n?o ¨¦ falsa.¡± Aaron n?o p?de deixar de corrigi. ¡° n?o ¨¦ a personifica??o da falsidade? Acha que estou velha demais para perceber?¡± Rebeca antes pensava que, por ser filha do homem mais rico de Cidade Inverno, Caterina Dias era talentosa¡­ This is property ? of N?velDrama.Org. Mas quando os Dias ca¨ªram em desgra?a, viu que os talentos de Caterina eram uma 1/2 09:01 Capitulo 248 farsa¡­ Isso era de enlouquecer! ¡°Voc¨º pode dizer ¨¤ Isabe que est¨¢ disposto a se rebaixar para ficar , sem se importar se ¨¦ herdeira dos Dias ou n?o, mesmo que a fam¨ªlia biol¨®gica d n?o tenha nada, nossa fam¨ªlia Duarte est¨¢ disposta a se rebaixar¡­ Desde que, no noivado, anuncie publicamente que ¨¦ a Sra. Melodia e toque algumas m¨²sicas no piano¡­¡± ¡°Voc¨º est¨¢ sonhando, m?e ?¡± Aaron n?o p?de deixar de interromper seus pensamentos: ¡°Voc¨º sabe quanto a Senhora Melodia ganha? paga bilh?es s¨® em impostos, nossa riqueza n?o ¨¦ nem igual a isso¡­¡± A Sra. Melodia sempre foi discreta, nunca aparecendo nas listas de ricos, sen?o estaria no topo! Os Dias e os Duarte n?o tinham nada a ver isso. ¡° ganha tanto s¨® por tocar piano?¡± ¡°ro!¡± Rebeca refletiu por um momento. ¡°Ent?o ¨¦ at¨¦ melhor, n?o ¨¦? Casar uma nora que sabe ganhar dinheiro, melhor do que aqu falsa?¡± ¡°¡­¡± Aaron ficou sem pvras,o se, ao dizer que estava disposto, Isabe automaticamente se interessaria por ele. Com a personalidade de Isabe, uma pessoaum jamais a contrria. Aaron: ¡­ Cap铆tulo 249 Cap¨ªtulo 249 Na manh? do dia seguinte, Isabe estava se aprontando para sair quando ouviu Maria dizer: ¡°Sra. Isabe, o senhor ficou esperando por voc¨º por duas noites seguidas.¡± ¡°Irm?o?¡± Isabe ficou surpresa. ¡°Ele voltou?¡± ¡°Sim, o senhor terminou todos os neg¨®cios no exterior e veio direto para tentar v¨º, mas voc¨º tem sa¨ªdo cedo e voltado tarde, e acabaram n?o se encontrando.¡± Maria continuou e perguntou gentilmente: ¡°Voc¨º pode jantar em casa esta noite?¡± viu que o senhor queria muito ver sua irm? mais nova. Mas Isabe lembrou que depois do trabalho ainda tinha que ajudar Em¨ªlia Cardoso alguns conhecimentos profissionais. ¡°S¨® depois do jantar, vou tentar chegar o mais cedo poss¨ªvel.¡± ¡°¨®timo!¡± Maria sorriu. ¡°O senhor vai ficar muito feliz em v¨º.¡± Nos ¨²ltimos dias, Isabe estava t?o ocupada que Mariana Neves encontrou uma oportunidade para se mostrar sol¨ªcita na frente de Oliver Neves¡­ Quando Isabe saiu de casa, viu C¨¦lio de longe, fndo no telefone aodo do carro. Ele tinha uma figura longa e elegante, um ar de diferen?a ipar¨¢vel em cada movimento seu. Ao se aproximar, ainda o ouviu dizer: ¡°Hmm, vou ¨¤ tarde.¡± Depois de encerrar a liga??o, C¨¦lio abriu a porta do passageiro para , e sua presen?a se tornou naturalmente mais suave. ¡°J¨¢ tomou caf¨¦ da manh??¡± ¡°Sim.¡± Isabe levantou os olhos e perguntou: Voc¨º tem algo ¨¤ tarde?¡± ¡°Um imprevisto surgiu, vou ter que viajar.¡± C¨¦lio se inclinou para afivr o cint seguran?a d. ¡°Volto amanh? ¨¤ tarde. Enquanto isso, cuide bem de si mesma ¡°Eu n?o sou uma crian?a de tr¨ºs anos.¡± As sobrancelhas de C¨¦lio se arquearam levemente. ¡°Vou resolver tudo e voltar o m r¨¢pido poss¨ªvel.¡± ¡°Hmm.¡± ¡°Voc¨º vai ficar fora s¨® um dia¡­¡± Isabe sabia que aquele homem se preocupava . ¡°Fique tranquilo, vou cuidar bem de mim.¡± Ouvindo-a dizer isso, os olhos escuros de C¨¦lio se suavizaram. ¡°A bolsa ao seudo ¨¦ para voc¨º, abra e veja o que tem dentro.¡± Isabe olhou e viu que havia itens essenciais para a menstrua??oo bolsa de ¨¢gua 1/2 09.01 Cap¨ªtulo 249 quente, protetores t¨¦rmicos para barriga,nches e outras coisas. This is property ? of N?velDrama.Org. C¨¦lio, que n?o tinha certeza de quando menstruaria, estava preocupado por ter acabado de voltar para a fam¨ªlia Neves e por eles n?o terem preparado essas coisas para . ¡°Se n?o servir, eu providencio outras coisas.¡± Isabe sabia do que ele estava fndo e sentiu suas bochechas aquecerem. ¡°Se estiver se sentindo mal, use o adesivo t¨¦rmico ou a bolsa de ¨¢gua quente para aquecer a parte inferior da barriga.¡± ¡°Osnches, voc¨º podeer mesmo durante o ciclo.¡± Depois de deixar Isabe perto do escrit¨®rio, C¨¦lio abriu a porta do carro e a abra?ou, relutante em se despedir. ¡°As Dasiphora fruticosa j¨¢ est?o ntadas, quando eu voltar te levo para ver.¡± ¡°Tudo bem.¡± ¡°Tempeti??o amanh?, fa?a o seu melhor, sem se pressionar demais.¡± O olhar de C¨¦lio para era indulgente e carinhoso. ¡°Vou tentar voltar antes dapeti??o.¡± ¡°Hmm, sem pressa.¡± Cap铆tulo 250 Cap¨ªtulo 250 ¡°Amanh? a gente se v¨º.¡± C¨¦lio levantou o rosto d as m?os e deu um beijo, antes de partir. havia trabalhado o dia todo na empresa. Depois do expediente, Isabe passou um tempo ensinando alguns truques e ticas de design para Em¨ªlia Cardoso. Quando se deu conta, j¨¢ passava das oito da noite. ¡°Diretora Isabe, que tal eu convidar voc¨º para jantar?¡± Em¨ªlia Cardoso sentiu-se obrigada: ¡°Voc¨º ensinou-me muitas coisas e amanh? temos concurso. Tenho mesmo que levar voc¨º para jantar hoje.¡± ¡°Vamoser alguma coisa r¨¢pida ent?o.¡± Isabe olhou para o rel¨®gio; ainda precisava encontrar seu irm?o mais velho, ¡°O que tem por perto paraer?¡± ¡°Por aqui s¨® tem uma barraquinha de churrasco, mas aida l¨¢ ¨¦ incr¨ªvel. Tem espetinhos, arroz frito, macarr?o e¡­¡± Em¨ªlia Cardoso estava fndo animada, quando de repente percebeu algo e parou de fr, ¡°Melhor n?o, vamos para outro lugar¡­¡± ¡°Vamos l¨¢ mesmo.¡± ¡°Ah?¡± Em¨ªlia Cardoso achava que o local n?o era adequado para algu¨¦m do status da Diretora Isabe. Mas Isabe pegou a bolsa que C¨¦lio tinha preparado para , ¡°Vamos nessa.¡± ¡°Diretora Isabe, o que voc¨º tem nessa bolsa t?o fofa?¡± Em¨ªlia Cardoso nunca tinha visto uma bolsa t?o encantadora, que parecia um coelhinho. Alguma coisa sobre a bolsa parecia simplesmente charmosa nas m?os de Isabe. ¡°Coisas do dia a dia.¡± Isabe pensou naquele homem, e seu olhar tornou-se mais suave. A caminhada da empresa at¨¦ a barraquinha de churrasco levou uns dez minutos. Poucas pessoasiam churrasco naqu ¨¦poca. Em¨ªlia Cardoso perguntou sobre as prefer¨ºncias de Isabe e pediu muitas coisas. Sentaram-se a uma mesinha, Em¨ªlia pegou alguns guardanapos e limpou o espa?o de Isabe e a d. ¡°Diretora Isabe, apeti??o ¨¦ amanh?, estou um pouco nervosa¡­¡± Emilia Cardoso temia n?o se sair bem e decepcionar Isabe. ¡°Encare naturalidade e vai dar tudo certo.¡± Isabe sorriu amavelmente, ¡°Voc¨º vai conseguir.¡± N?o demorou muito para que a dona da barraquinha trouxesse v¨¢rias por??es em pratos pequenos, ¡°Sra. Cardoso, seus espetinhos est?o prontos.¡± 1/2 00.01 ¡°Obrigada, Maya. Diretora Isabe, sente o cheiro, n?o est¨¢ uma del¨ªcia?¡± Em¨ªlia Cardoso ofereceu um peda?o de asinha para Isabe, ¡°Tome, ¨¦ seu.¡± ¡°Obrigada.¡± Isabe pegou o petisco, ¡°Voc¨º vem sempre aqui?¡± Pelo visto, era bastante familiarizada a dona. ¡°Sim.¡± Em¨ªlia Cardoso sorriu, ¡°¨¤s vezes, quando a noite ¨¦ puxada na empresa at¨¦ tarde, eu paro aqui paraer um espetinho e levo um arroz frito para minha m?eo ceia.¡± Maya estava sua barraca ali fazia cerca de seis meses, e Em¨ªlia Cardoso frequentava o lugar o suficiente para se tornarem amigas ao longo do tempo. Isabe estava prestes a dizer algo, pensando na hist¨®ria de vida de Em¨ªlia,quando cinco ou seis carros pararam de repente no acostamento. Cerca de vinte homens armados cacetes saltaram dos ve¨ªculos e rapidamente as cercaram. ¡°Quem s?o voc¨ºs?¡± Em¨ªlia Cardoso estava surpresa e instintivamente segurou a roupa de Isabe, ¡°Voc¨ºs se enganaram de pessoa, n?o?¡± O l¨ªder dos homens olhou para Isabe e depois para Em¨ªlia Cardoso, certificando-se de que eram s mesmas. Com um gesto, seus subordinados avan?aram cacetetes em punho,o se estivessem prontos para um ataque mortal. Por¨¦m, num instante, Isabe puxou Em¨ªlia Cardoso para cima e v¨¢rios gravetos atingiram o local onde s estavam sentadas. Felizmente, s se levantaram a tempo e evitaram batessem suas cabe?a. ¡°Voc¨ºs est?o confundindo a gente?¡± Em¨ªlia Cardoso foi arrastada por Isabe, que assistiu, impotente, enquanto uma mesa era virada, derramando espetinhos e bebidas que sujaram a bolsa de coelho de Isabe. This is property ? of N?velDrama.Org. Isabe estava prestes a recolher os objetos ca¨ªdos, quando v¨¢rios cacetetes foram erguidos em dire??o ¨¤s suas cabe?as. Por sorte, era ¨¢gil, e puxando Em¨ªlia Cardoso, desviou-se do perigo iminente, revidando e dando uma li??o em alguns dos arruaceiros. ¡°Chega, por favor, chega¡­¡± A dona da barraca deida de rua estava visivelmente apavorada, correndo para intervir um apelo desesperado, ¡°Eu s¨® estou tentando ganhar a vida honestamente, por favor, senhores, tenham miseric¨®rdia. N?o destruam tudo, aqus cadeiras s?o novas, as mesas tamb¨¦m¡­ s s?o apenas duas jovens, eu imploro, sejam bons, deixem-nas em paz!¡± Cap铆tulo 251 Cap¨ªtulo 251 Nem bem perceberam se era por acharem irritante, alguns moleques apertaram os cacetetes em suas m?os e caminharam em dire??o ¨¤ vendedora. ¡°N?o, n?o venham¡­¡± A vendedora de quitutes tremia e gesticva fricamente, pedindo que parassem. Isabe entrou em a??o e distribuiu uns bons sopapos nos moleques, antes de chutar um peda?o de pau pelo ch?o, que foi parar na cabe?a de um dos arruaceiros mais distantes. Outros que estavam iodando a vendedora foram atingidos por pratos que Isabe chutou, acertando-os na barriga ou na cabe?a. Eles ficaram ainda mais irritados, concentrando toda a sua raiva em Isabe. ¡°Diretora Isabe, voc¨º conhece essas pessoas?¡± Em¨ªlia Cardoso era empurrada de umdo para o outro, num determinado momento viu v¨¢rios porretes vindo na sua dire??o, noutros momentos vinham socos e pontap¨¦s em sua dire??o, estava assustada, n?o sabia o que fazer. Os bandidos nem fvam, s¨® partiam para a briga. Isabe jogou Em¨ªlia para tr¨¢s da barraca e puxou a vendedora para se protegerem juntas. Sozinha na frente da barraca, Isabe encarou os vinte e tantos moleques uma aura intimidadora, ¡°Quem mandou voc¨ºs?¡± Uma turminha de leite ainda na boca ousando fazer confus?o na frente d? Parece que n?o queriam mais viver. Os vinte e tantos moleques n?o disseram nada, apenas concentraram seus esfo enfrent¨¢. Se capturassem um deles, o outro certamente se renderia. ¡°Senhora Cardoso, quem s?o essas pessoas?¡± A vendedora espiou por tr¨¢s da ba viu que a briga tinha re?ado e, assustada, encolheu-se de volta, perguntando Em¨ªlia Cardoso aodo. para ¡°Eu tamb¨¦m n?o sei¡­¡± Emilia Cardoso observou a situa??o l¨¢ fora discretamente, vinte tantos moleques contra a Diretora Isabe, isso n?o podia continuar assim! ¡°Vamos chamar a pol¨ªcia.¡± ¡°Isso, isso, chamar a pol¨ªcia¡­¡± As duas pegaram seus celres simultaneamente, m?os tr¨ºms, prontas para 1/2 08:59 # Cap¨ªtulo 251 discar o 190. Ousam chamar a pol¨ªcia? Algumas crian?as perceberam o que estavam fazendo e jogaram seus celres no ch?o e a tenda desabou sobre s e ambas viram as estrs dor. As crian?as entraram deliberadamente na barraca, exercendo press?o, Em¨ªlia Cardoso e a vendedora ficaram presas debaixo d e sofreram dores indescrit¨ªveis¡­ This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Quando viram que as duas n?o tinham for?as para sair, um dos moleques levantou o cacetete e desceu for?a em dire??o a Em¨ªlia Cardoso, que se defendeu as m?os, sentindo uma dor terr¨ªvel¡­ ¡°Senhora Cardoso, voc¨º est¨¢ bem?¡± A vendedora estava preocupada. Outro moleque estava prestes a atac¨¢, o cacetete erguido pronto para descer. Isabe olhou para tr¨¢s e viu que estavam em perigo, ent?o se livrou rapidamente dos que estavam ¨¤ sua frente e correu at¨¦ s. Um dos moleques estava puxando uma faca, a inten??o de esfaquear Em¨ªlia Cardoso. A ordem que ele recebeu era: ferir gravemente as duas. Isabe rapidamente tomou a faca dele, enquanto o canto dos olhos percebia mais cacetetes vindo em sua dire??o. se defendeu e rapidamente derrubou os atacantes, levantando a barraca e resgatando as duas. ¡°Diretora Isabe, voc¨º est¨¢ bem?¡± Em¨ªlia Cardoso olhou para os vinte e tantos moleques ca¨ªdos no ch?o, sem tempo para admirar a habilidade de Isabe, disse ansiosamente, ¡°Voc¨º se machucou¡­¡± Foram feridas enquanto tentava salv¨¢s.. Caso contr¨¢rio, a habilidade de Isabe,o poderia ter se machucado? Isabe notou que tamb¨¦m estava ferida, as m?os t?o inchadas que pareciam p¨¦s de porco. Naquele momento, uma das crian?as de repente puxou uma faca e assustou a todos e colocou-a no pesco?o da vendedora¡­ A vendedora ficou paralisada de medo. ¡°O que voc¨ºs est?o fazendo? Soltem a Maya¡­¡± Emilia Cardoso n?o esperava que eles usassem a vendedorao ref¨¦m. Rapidamente entraram no carro para fugir, deixando Maya para tr¨¢s. ¡°Maya, voc¨º est¨¢ bem?¡± Emilia Cardoso correu apressada at¨¦ , ambas as m?os machucadas e sem for?as para ajud¨¢. 212 Cap铆tulo 252 Cap¨ªtulo 252 Isabe ajudou a dona do estabelecimento a se levantar e, ap¨®s uma r¨¢pida verifica??o, constatou aliviada que n?o havia nada s¨¦rio, apenas escoria??es superficiais. ¡°Voc¨ºs precisam ir embora, estou temendo que eles voltem refor?os.¡± Maya tentou se levantar v¨¢rias vezes, mas faltava-lhe for?a e a tontura a dominava. Isabe pegou uma quantia em dinheiro da bolsa. ¡°Para cobrir os preju¨ªzos de hoje ¨¤ noite.¡± ¡°N?o, n?o, isso n?o ¨¦ necess¨¢rio¡­¡± A dona do boteco percebeu que s eram inocentes e que os verdadeiros culpados eram aquele grupo de desordeiros. ¡°Insisto.¡± Isabe enfiou o dinheiro no bolso da mulher, chamou um t¨¢xi para e s¨® depois de v¨º partir recolheu a bolsa de coelho que tinha ca¨ªdo no ch?o. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. A bolsa de coelho estava suja e o seu conte¨²do tamb¨¦m¡­ Um brilho de irrita??o passou pelo olhar de Isabe. estava determinada a descobrir quem estava por tr¨¢s disso e n?o iria deixar barato! ¡°Diretora Isabe, eu te levo at¨¦ o hospital?¡± Em¨ªlia Cardoso, quase chorando de preocupa??o e culpa, lamentou ter sugerido aquele churrasco que as colocou em apuros. O lugar era isdo, sem muita circ??o de pessoas e, pior, sem cameras de seguran?a¡­ ¡°¨¦ apenas um arranh?o, n?o ¨¦ nada s¨¦rio.¡± Isabe examinou a m?o de Em¨ªlia e depois verificou se havia mais algum ferimento. ¡°A medica??o que mencionei antes, temos em casa?¡± ¡°Tem sim!¡± Em¨ªlia rapidamente enxugou as l¨¢grimas. ¡°Ent?o vamos tratar disso quando chegarmos.¡± Felizmente n?o houve fraturas. ¡°Vamos.¡± Isabe panhou Em¨ªlia at¨¦ a entrada do condom¨ªnio. ¡°Diretora Isabe, quem s?o eles? E a sua m?o¡­¡± ¡°Vai ficar bem at¨¦ amanh?.¡± Quanto ¨¤ identidade daqueles homens, Isabe tamb¨¦m n?o sabia, s¨® tinha certeza de que tinham vindo especificamente atr¨¢s ds. A dona do boteco foi apenas uma v¨ªtima cteral¡­ ¡°Diretora Isabe¡­¡± 1/2 08:59 Capitulo 252 ¡°N?o se preocupe, amanh? temospeti??o. Descanse bem esta noite.¡± Ap¨®s algumas pvras de conforto, Isabe assistiu Em¨ªlia entrar no condom¨ªnio e s¨® ent?o pegou um t¨¢xi de volta para a V Costa.. Oliver Neves,o de costume, j¨¢ havia apagado as luzes e ido dormir. Depois do banho, Isabe abriu uma gaveta, procurou os frascos e os rem¨¦dios e encontrou o anti- s¨¦ptico que queria. limpou cuidadosamente o ferimento um cote e depois de transformou oprimido em p¨®. Aplicou o p¨® no pulso, enrolou gaze e considerou o tratamento conclu¨ªdo. Pegou o celr e ordenou friamente: ¡°Quero saber quem s?o os vinte e poucos que causaram dist¨²rbios hoje ¨¤ noite na rua Martins, n¨²mero 21.¡± ¡°Chefe, eles te irritaram?¡± P voz no telefone, Benito percebeu o desgosto de Isabe. ¡°Nossa, quem foi que teve a coragem de te provocar?¡± A express?o de Isabe endureceu ainda mais ao olhar para a bolsa de coelho suja. ¡°Eu quero saber quem est¨¢ por tr¨¢s disso.¡± ¡°Entendido!¡± Benito imediatamentee?ou a organizar a busca. Isabevou a bolsa do coelho e limpou seu conte¨²do. Felizmente, a embgem externa protegia os itens internos de qualquer dano real. Mesmo ainda n?o fosse a data do per¨ªodo menstrual, o carinho de C¨¦lio aqueceu seu cora??o. Na manh? seguinte. Isabe retirou a atadura, n?o querendo chamar aten??o. Ap¨®s o caf¨¦ da manh?, estava pronta para ir at¨¦ a garagem pegar o carro. ¡°Sra. Isabe, o senhor esperou por voc¨º toda a noite passada¡­¡± Maria correu atr¨¢s d, ¡°Hoje ¨¤ noite voc¨º¡­¡± ¡°Vou jantar em casa.¡± ¡°Que maravilha!¡± Maria ficou radiante. Se Sra. Isabe estava em casa, Sra. Mariana n?o ter¨ªa espa?o¡­ Embora Maria tivesse visto Sra. Mariana crescer, tinha uma prefer¨ºncia ra por Sra. Isabe¡­ Sempre achou que Sra. Isabe era mais gentil e mais f¨¢cil de lidar. 2/2 08:59 253 Cap铆tulo 253 Capitulo 253 centro de exposi??es da Cidade Ventosoumacz por ano, acontecia a renomada a Brasil de Design de Moda. e estacionou o carro no estacionamento externaldo centro e foi at¨¦ a entrada cipal ¨¤ procura de Em¨ªlia Cardoso. odo a centro de conven??es, bandeiras do conquisoceanvistas por todos osdos, xas eram penduradas, criando uma atmosfera vibraatedcpetic?o. jele dia, tinham um grande n¨²mero de participantes e coornalistas auuardavam na aa, prontos para fotografar cada designer famoso que a??esse. a Carooso estava sozinha em um canto quando visab enou eticamente. Diretora, isabe, aqui!¡¯ psssos leves e uma aura imponente, Isabe se aproximou. Meecharne de isabe, sou sua assistente.¡± btessoondeu Emilia Cardoso, assentindo rapiciamente. ¡°Voc¨º j¨¢?domowcat¨¦? seppsso? Por que n?o est¨¢ enfaixado?¡± Em¨ªlia Cardoso perceeeeque@ouissaceeno becaa ainda estava roxo e inchado ee?ou a revirar sua mochita. Deixa que eu sssoprei aaze e pomada no caminho¡­ preciosa. annoqueena chamar aten??o, pois sabia que haveria cameras panhaanoo Leveeroo. o desejarvaecoodcocidapeti??o. rque@sabocarusou a ajuda, Emilia Cardoso tamb¨¦m tirou suas ataduras, ano suas pronss moos vermelhas e inchadas. manonem a peeppomada suficiente. Emilia Cardosodicou presa por ter notado t?o rapidamente e se apress que sobrou muito pococida pomada de ontem ¨¤ noite¡­¡± 100 para extra pre e antirma 3001400e havia sobrado. adido.¡± trar no sal?o principal, & ita Cunfossa nogooja mensagem de confirma??o de cao e trocou por dois passee ciopeti??0 08:50 3 era a designer n¨²mero 16. Isabe era a assistente n¨²mero 16. Somente os passes, s conseguiram entrar no recinto principal. Para Em¨ªlia Cardoso, aqu era a primeira vez em um lugar t?o grandioso. ¡°Quantas pessoas, que lindo¡­¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. Isabe deu uma olhada r¨¢pida na ca indicativa. ¡°Por aqui.¡± Os n¨²meros de 1 a 20 ficavam na ¨¢rea de Descanso. Naquele momento, a ¨¢rea de descanso estava silenciosa, apenas alguns designers e assistentes. Assim que Em¨ªlia Cardoso entrou ouviu algu¨¦m chamar o seu nome. ¡°Em¨ªlia Cardoso? O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?!¡± Em¨ªlia Cardoso seguiu a voz e viu, descontente, ¡°M?nica Cardoso?¡± ¡°Voc¨º tem coragem, hein? Aparece em qualquer lugar.¡± M?nica, vestida vestidinhos elegantes, aproximou-se de Em¨ªlia Cardoso arrogancia, pronta para acertar contas do passado, mas ao ver Isabe ao seudo teve que recuar. ¡°Mesmo que venha, ser¨¢ apenas nossa freguesa!¡± M?nica n?o se atreveu a toc¨¢s, ent?o apenas verbalizou seu desd¨¦m. ¡°Depois n?o v¨¢ chorar quando perder!¡± ¡°Quem vai chorar ¨¦ voc¨º¡±, Em¨ªlia Cardoso respondeu coragem, ¡°uma pessoa que nem entende de design, tem coragem de vir aqui s¨® para fazer n¨²mero?¡± ¡°Eu? Aqui para fazer n¨²mero?¡± M?nica riu desprezo. ¡°Quem te disse que vimpetir?¡± ¡°Voc¨º n?o veio?¡± Em¨ªlia Cardoso olhou para , desconfiada. 212 Cap铆tulo 254 Cap¨ªtulo 254 ¡°N?o ¨¦ todo mundo que se mata de trabalhar para conquistar um lugar ao solo voc¨º faz, o que voc¨º tanto deseja n?o passa de algo que eu descarto sem pensar duas vezes.¡± ¡°Ent?o por que voc¨º ainda est¨¢ aqui?¡± retrucou Em¨ªlia Cardoso. ¡°Sua ferida j¨¢ cicatrizou?¡± Isabe perguntou um tom frio, ¡°J¨¢ n?o d¨®i mais?¡± ¡°Voc¨ºs duas¡­¡± M?nica as enca?ou furiosamente, irritada a ponto de se virar e sair andando. que isso isso quer dizer? Ser¨¢ que a Os designers ao redor ficaram confusos. Ferida? O senhorita da Fam¨ªlia Cardoso foi agredida por s na ¨²ltima vez? Eram Em¨ªlia Cardoso e sua assistente? Meu Deus¡­ Isso ¨¦ not¨ªcia bomb¨¢stica! Vendo M?nica voltar para o seu lugar e murchar de raiva, o designer n¨²mero um correu para fazer um caf¨¦ e o levou at¨¦ , ¡°Senhora Cardoso, aqui est¨¢ seu caf¨¦.¡± ¡°Hmm¡­¡± M?nica mal deu um gole e derramou o caf¨¦ na roupa do designer, ¡°Voc¨º quer me escaldar, ¨¦ isso?¡± ¡°Desculpe, desculpe¡­¡± O assustado designer n¨²mero um n?o se importou a queimadura e rapidamente se curvou para se desculpar: ¡°Esqueci de dizer que foi feito ¨¢gua fervente a cem graus¡­¡± ¡°Saia daqui!¡± M?nica ficou instantaneamente de mau humor. O designer n¨²mero dois, rapidamente, ofereceu a sobremesa que tinha trazido, ¡°Senhora Cardoso, que tal um doce? Dizem que um pouco de a?¨²car melhora o animo.¡± ¡°Logo cedo voc¨º quer me enojar ou me engordar? Quer que eu fique feia para seduzir meu namorado, ¨¦ isso?¡± O designer n¨²mero dois ficou apavorado e se apressou a se desculpar, ¡°Senhor Cardoso, voc¨º entendeu errado, eu jamais teria essa inten??o¡­¡± ¡°O que voc¨º est¨¢ me trazendo paraer? Comida de margem de estrada?¡± Olhar para a marca de sobremesas, ramente n?o era de uma loja conhecida, Monica impacientemente: ¡°S daqui!¡± ¡°Sra. Cardoso, apeti??o ainda n?oe?ou, posso fazer uma massagem nos ombros?¡± A designe n¨²mero tr¨ºs ofereceu gentilmente.¡± ¡°Finalmente algu¨¦m esperto!¡± M?nica permitiu que tocasse por um momento e logo sua irrita??o voltou ¨¤ tona, ¡°Voc¨º n?oeu de manh?? Est¨¢ t?o fraco, est¨¢ me fazendo 1/3 08:59 Capitulo 254 c¨®cegas?¡± A designer n¨²mero tr¨ºs imediatamente aumentou a for?a. ¡°Ah¡­¡± M?nica a empurrou subitamente. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. A designer n¨²mero tr¨ºs n?o se equilibrou e bateu contra a parede, dor. ¡°Est¨¢ tentando me matar? Aposto que voc¨º fez de prop¨®sito para se vingar de mim! Sumam daqui!¡± A designer n¨²mero quatro se aproximou cautelosamente, um pequeno leque na m?o, ¡°Senhora Cardoso, se acalme, est¨¢ um pouco quente aqui, deixa eu abanar para voc¨º?¡± ¡°Abanar o qu¨º? Quer bagun?ar meu cabelo? V¨¢ embora!¡± M?nica as dispensou descontente, ¡°Se dessa vez eu n?o ficar entre os dez primeiros e n?o superar Em¨ªlia Cardoso, podem arrumar suas coisas e irem embora, a empresa n?o sustenta ipetentes!¡± ¡°Sim, Senhora Cardoso.¡± As quatro designers, embora frustradas, tiveram que se submeter ¨¤ situa??o. ¡°Eu sabia¡­¡± Em¨ªlia Cardoso percebeu: ¡°Desta vez, embora o concurso seja em benef¨ªcio dos designers individuais, muitas empresas est?o a pressionar os seus funcion¨¢rios a participarem. Se n?o conseguirem um bom resultado, s?o amea?ados redu??o de sal¨¢rio ou mesmo despedimento¡±. Em¨ªlia Cardoso observou o alvoro?o e disse a Isabe, ¡°Aqus quatro trabalham para Estilo Cardoso, provavelmente passam por poucas e boas M?nica.¡± M?nica era caprichosa, temperamental, exagerada! ¡°Apeti??o est¨¢ prestes ae?ar.¡± Isabe n?o gostava de fazer fofoca, ¡°Voc¨º descansa um pouco, eu vou ao banheiro.¡± ¡°Eu tamb¨¦m vou.¡± Em¨ªlia Cardoso n?o queria ficar ali vendo M?nica se pavor panhou Isabe. Isabe acabou de sair do banheiro quando algu¨¦m exmou surpreso. ¡°Isabe?¡± Ao ouvir a voz, Isabe sabia quem era sem precisar olhar, secou as m?os e se p para sair ¡°Sra. Caterina, a senhora conhece ?¡± O Designer no 9, que panhava Caterina percebeu que o olhar d em dire??o ¨¤qu garota estava carregado de rancor, n?o parec¨ªa apenas reconhec¨º, mas tamb¨¦m havia ressentimento. ¡°Voc¨º me fez perder tudo, t¨¢ satisfeita agora?¡± Caterina Dias barrou o caminho da 2/3 69.80 Cap¨ªtulo 254 Isabe. Isabe olhou para a pessoa atrevida que se aproximava e disse pregui?osamente, ¡°Vendo voc¨º toda animada a¨ª¡­ n?o, n?o estou t?o contente assim. Parece que o que aconteceu da ¨²ltima vez ainda n?o foi suficiente pra te ensinar uma li??o.¡± Cap铆tulo 255 CCap¨ªtulo 255 terina Dias estava furiossamassaoven a cracha pendurado no pesco?o de isabe, , ma inscri??o ¡°Assistente e 6el nao pode avr um sorriso de desprezo. u pai n?o te deu sessenta antiboes DO que aconteceu, j¨¢ torrou tudo? Teve que se se tentar em ser assistente em uma andresa pequena? Cad¨º o orgulho da sua fiss?o?¡± Designer no 9 aodo, apressousse antmbra Sra. Caterina, a empresa d faz parte grupo da familia Neves.¡± ice esta fndo daqu familial Neveesa annaistica?¡± 1. onstrangimento apareceu pour momacmanqucsio de Caterina Dias, mas idamente continuou: ¡°Mesmo que sleje norseaia da familia mais rica, voc¨º s¨® de ser uma ajudantezinha, correndo pooal fazeragole servicos gerais¡­¨¦ um destino nithante. belta:¡­ pois de sair da familia Dias, s¨® consegue chega a esse eo Se fosse eu, j¨¢ estaria volta em casa, ajoelhada pedindo desculpas add mageppisis. Quem sabe, a alegria es, ainda me dariam urna mesada.¡± voc¨º quer ser um cachorro, esse ¨¦ um problema seu.. ce¡­ beda dancou um olhar desinteressado para o crach¨¢ no pescooodde Caterina Dias, que poem tinka a pvra ¡°Assistente¡±. nava vindo panhando o Designer no 9. no, e eu pensei que voc¨º fosse designer.¡± Isabe n?o queriappen Toda e estava pronta para ir embora. primaDiss bloqueou seu carinho novamente, ¡°Eu estou usando este colon p harexxeriencia, ao contrario de voce, que tem que suar para trabalhar Nocas podcanonendiferente!¡± trema sisse bomun sentido de superioridade: ¡°Sou a ¨²nica herdicien daarn dia en pasconegomo da familia ser¨¢ meu Estou aqui para conhecer e aprender 303rd errado nisso. sablet courvando os l¨¢bios (Voc¨º acha que sua familia vai duran ate o dimndoo erina Dias sentoupeessentimento ruim. ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± 08.00 Cap¨ªtulo 255 ¡°Sua fam¨ªlia est¨¢ quase falida.¡± ¡°N?o fale besteiras!¡± Caterina Dias gritou para a silhueta de Isabe se afastando, ¡°Eu n?o souo voc¨º, que vem de uma fam¨ªlia pobre e precisa trabalhar fora para ganhar a vida! Mesmo que fiquemos sem dinheiro, ainda vou viver melhor do que voc¨º!¡± ¡°Oh, vamos ver ent?o.¡± Isabe caminhou em dire??o ¨¤ ¨¢rea de descanso. Caterina Dias ficou furiosa! This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Sra. Caterina, quem ¨¦ ?¡± Designer no 9 n?o p?de deixar de perguntar, curioso. Caterina Dias olhou na dire??o em que Isabe havia ido, rangendo os dentes, ¡°Apenas uma mulherzinha insignificante, voc¨º n?o precisa saber quem ¨¦!¡± Caterina Dias foi criada por uma faxineira e n?o entendia nada de design. veio hojeo assistente panhando o designer da empresa para ver o mundo, ganhar experi¨ºncia e talvez at¨¦ chamar a aten??o para si mesma! queria aumentar seu valor, talvez at¨¦ conseguir uma olhada de aprova??o da fam¨ªlia Duarte. Embora tenha vindoo assistente, os designers da empresa a tratavam defer¨ºncia e n?o ousavam negligenci¨¢. ¡°Voc¨º tem que nos fazer brilhar mais do que eles, entendeu?¡± ¡°Sim.¡± O Designer no 9 respondeu prontamente, gravando firmemente as fei??es de Em¨ªlia Cardoso e Isabe em sua mente. Assim que Isabe voltou ao local de descanso, a princesa rica ergueu os olhos e percebeu que se aproximava arrogantemente. ¡°Isabe?¡± Isabe ergueu os olhos, obviamente n?o reconhecendo a figura coberta d famosas e uma aura imponente. ¡°O n¨ªvel da Ta?a do Brasil est¨¢ t?o baixo assim? Desde quando uma mulher pode participar do concurso?¡± A rica princesa falou, e de repente mais de uma d¨²zia de olhares ca¨ªram sobre S Cap铆tulo 256 Cap¨ªtulo 256 Em¨ªlia Cardoso estava ¨¤ beira de um ataque de nervos. ¡°O que voc¨º est¨¢ fndo? N¨®s, quer dizer, a Isabe,o assim se tornou uma mulher sedutora? Voc¨º est¨¢ cego que confundiu as pessoas ou ¨¦ seu c¨¦rebro que n?o est¨¢ funcionando direito para insultar algu¨¦m assim? Pe?a desculpas agora mesmo!¡± A princesa rican?ou um olhar de frieza para Em¨ªlia Cardoso, que ramente n?o levava a s¨¦rio a menina de aspecto modesto, e voltou-se para Isabe, olhando da cabe?a aos p¨¦s. ¡°Voc¨º ¨¦ apenas uma pequena assistente, que direito tem de roubar o noivo de outra pessoa? Sabe ao menos o seu lugar? Sem vergonha, estou envergonhada por voc¨º!¡± Isabe estava fervendo de raiva. ¡°Por que escolher ser a outra? At¨¦ a minha amiga, que ¨¦ muito generosa, n?o est¨¢ levando em conta a sua atitude! Se fosseigo¡­¡± A princesa rica nem havia terminado de fr, e Isabe j¨¢ tinha agarrado seu pesco?o, empurrando-a contra a parede. As pessoas ao redor ficaram chocadas e de boca aberta. A princesa rica n?o conseguia acreditar, a dor nas costas e a sensa??o sufocante na garganta a enfureceram. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± ¡°V¨¢ para o hospital se voc¨º estiver doente, n?o venha mostrar maluquice a minha frente, quer que eu ajude voc¨º isso?¡± A princesa rica estava assustada a presen?a fria de Isabe, agarrando sua m?o. ¡°Voc¨º¡­ solte- me¡­¡± ¡°Quem ¨¦ a mulher sedutora?¡± Isabe apertou mais forte. ¡°Se n?o explicar direito, voc¨º n?o passa por essa porta.¡± ¡°Isabe, se acalme¡­¡± Em¨ªlia Cardoso estava preocupada que repetisse o feito noite passada, quando derrubou mais de vinte pessoas¡­ ¡°Voc¨º acha que pode fazer o que quiserigo, acredita nisso?¡± Princesa rica mal consegu¨ªa terminar a frase, Isabe estava a sufocando, seu rosto estava vermelho. ¡°Voc¨º¡­ me solte¡­¡± ¡°Minha paci¨ºncia ¨¦ limitada, voc¨º tem apenas trinta segundos.¡± Tendo sido provocada repetidas vezes no dia de hoje, Isabe n?o estava de bom humor, e justamente algu¨¦m veio provoc¨¢. ¡°Voc¨º, roubando o noivo de outra pessoa, e ainda acha que est¨¢ certo? A princesa rica estava quase sem f?lego, disse dificuldade: ¡°ro que genteo voc¨º, sem 1/2 00.00 Cap¨ªtulo 256 vergonha,ete erros e n?o admite¡­¡± ¡°Chega!¡± Em¨ªlia Cardoso gritou para e rapidamente tentou acalmar Isabe, ¡°Isabe, n?o fique brava, solte-a primeiro¡­¡± Isabe apertou ainda mais. A princesa rica pensou que poderia morrer ali, usando toda a sua for?a, conseguiu dizer duas pvras, ¡°Mariana¡­¡± Isabe soltou a m?o, provavelmente entendendo o que estava acontecendo. O corpo da princesa rica desabou, e v¨¢rios estilistas correram para ajud¨¢. ¡°Meu Deus, o pesco?o est¨¢ todo vermelho, r¨¢pido, tragam a caixa de primeiros socorros.¡± ¡°Que tipo de pessoa ¨¦ essa, est¨¢ doente, para te deixar assim¡­¡± ¡°Essa ¨¦ a Srta. da Fam¨ªlia Brito, se algo acontecer a , suas oito vidas n?o ser?o suficientes para compensar!¡± ¡°Seja esperto e pe?a desculpas agora, sen?o, quando isso chegar ao ouvido do Senhor Moura, n?o ser¨¢ apenas voc¨º que sofrer¨¢ as consequ¨ºncias!¡± As pessoas que estavam observando logo adivinharam a identidade dessa princesa rica, a pequena princesa mais mimada da Fam¨ªlia Brito ¨C Florinda! n?o era algu¨¦m que as pessoasuns poderiam ofender!. ¡°Quem quiserpartilhar as b¨ºn??os e enfrentar as dificuldades , que se apresente.¡± O olhar gdo de Isabe varreu os estilistas ¨¤ sua frente. Os estilistas ficaram aterrorizados e baixaram a cabe?a, nada parecido a arrogancia anterior. N?o tinham deixado de ver a cena de Isabe pressionando Florinda contra a parede! A presen?a daqu garota quando enfurecida, aqu aura, talvez s¨® o Fam¨ªlia Franco pudesse lidar com !All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. o da Eram ambos igualmente tem¨ªveis, causando cfrios na espinha. Isabe observava Florinda um olhar gdo. ¡°Sua querida amiga n? quem est¨¢ noiva?¡± ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± Florinda tossiu duas vezes e lutou para recuperar o f olhando raiva para Isabe. ¡°Essa ¨¦ uma hist¨®ria conhecida por todas as tradicionais, voc¨º acha que pode virar a verdade de cabe?a para baixo aqui?¡± 2/2 Cap铆tulo 257 Cap¨ªtulo 257 Isabe n?o perdeu tempo conversa fiada. Tirou o celr do bolso e discou diretamente o n¨²mero de Mariana Neves, ativando o viva-voz. Esse n¨²mero de celr foi o que Isabe teve que guardar quando voltou para a fam¨ªlia Neves, Mariana Neves na frente de seus pais. Prop?s que, futuramente, pudessem marcar um dia para irem juntas ao spa ou tomar um cafezinho da tarde. Isabe n?o estava interessada em criar um v¨ªnculo de irm?s , mas para n?o colocar os pais em uma situa??o desconfort¨¢vel, acabou guardando o n¨²mero sem nunca antes ter ligado. N?o demorou muito e a liga??o foi atendida. ¡°Irm??¡± A voz doce de Mariana Neves do outrodo da linha deixou Florinda boquiaberta a pvra ¡°irm?¡±. O que estava acontecendo? Por que Mariana estava chamando aqu intrusa de ¡°irm?¡±? Ser¨¢ que s eram realmente parentes? ¡°Sabe quem est¨¢ fndo?¡± A voz de Isabe soava um tanto irritada. ¡°Voc¨º¡­ voc¨º n?o ¨¦ a Isabe Irm??¡± Mariana Neves estava confusa, at¨¦ porque estava em casa, na frente dos pais, e apressou-se em ser simp¨¢tica. ¡°Irm?, voc¨º n?o iapetir hoje? O que posso fazer por voc¨º?¡± Carlos Neves e Nair Pires, ao ouvirem isso, pediram para Mariana colocar no viva-voz e continuar perguntando se Isabe havia esquecido algum documento para a inscri??o ou sua RG, ou se havia outro problema urgente¡­ Eles tamb¨¦m poderiam ajudar! Mariana Neves rapidamente ativou o viva-voz, querendo mostrar-se solicita na frente dos pais. ¡°Eu quero saber, de quem ¨¦ o noivo do C¨¦lio?¡± A pergunta inesperada fez Mariana Neves congr, sem entender. Por que Isabe ligaria para perguntar isso do nada? O que estava acontecendo? Carlos Neves e Nair Pires tamb¨¦m n?opreendiam por que Isabe de repente perguntou sobre isso antes do concurso. 1/2 29.50 Cap¨ªtulo 257 ¡°H??¡± Com apenas um som, Isabe trouxe Mariana Neves de volta ¨¤ realidade. Embora n?o soubesse o que Isabe estava nejando, Mariana manteve sua fachada de gentil e am¨¢vel diante dos pais. ¡°ro que ¨¦ o seu noivo, meu cunhado¡­¡± ¡°Tut-tut-tut¡­¡± Isabe desligou prontamente,n?ando a Florinda um olhar que dizia ramente que estava sendo usada sem perceber! Florinda estava petrificada, incapaz de acreditar no que Mariana Neves havia acabado de dizer¡­ Por que chamou a mo?a diante d de ¡°irm?¡±? E por que disse que C¨¦lio era seu ¡°cunhado¡±? O que diabos estava acontecendo? Mas a voz era definitivamente de Mariana¡­ Em V Costa. Mariana Neves estava confusa, sem entender por que Isabe tinha desligado t?o abruptamente. Quando tentou retornar a liga??o, ningu¨¦m atendeu. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡°Mariana, o que est¨¢ acontecendo? O tom de Isabe parecia um pouco aborrecido, n?o?¡± ¡°Entre voc¨º e o C¨¦lio¡­¡± ¡°Pai, m?e, por favor, n?o entendam mal, n?o h¨¢ nada entre mim e meu cunh Neves estava igualmente confusa e apressou-se em explicar. ¡°Tamb¨¦m n irm? de repente ficou de mau humor e veio me perguntar isso. N?o se pre mandar uma mensagem para mais tarde¡­¡± ¡°Com o concurso prestes ae?ar, melhor n?o a iodar agora, deixe concentre.¡± Nair Pires disse isso, mas vagamente sentiu que algo estava erra que ser¨ªa necess¨¢rio esrecer tudo assim que Isabe voltasse. ¡°Tudo bem.¡± Mariana Neves tentou acalmar a inquieta??o que sentia, sem ter id Isabe estava tramando! Se soubesse que iria perguntar isso, n?o teria levantado a voz! Naquele momento, o sino do concurso tocou. ¡°Mariana or que a you Cap铆tulo 258 Cap¨ªtulo 258 ¡°De n¨²mero um a vinte, preparem-se, ¨¦ hora de subir ao palco!¡± This is property ? of N?velDrama.Org. Ouvido o chamado do staff, as pessoas na ¨¢rea de descanso ficaram ansiosas, uma mistura de expectativa e nervosismo¡­ O apresentador, vestido um terno elegante, caminhou at¨¦ o grande palco. ¡°Senhoras e senhores,petidores e jurados, bom dia a todos! ¨¦ grande prazer que todos estejam aqui para o Concurso Ta?a do Brasil de Design de Moda.¡± ¡°Ao longo dos anos, este concurso revelou muitos designers de talento, que levaram a cultura brasileira para o mundo atrav¨¦s de suas cria??es¡­¡± ¡°Hoje temos a honra de contar a presen?a de autoridades do setor,o o presidente da Associa??o Brasileira de Designers de Moda, Erick Reis; a editora-chefe de moda, La¨ªs; a presidente da associa??o de moda feminina, Zoe; a diretora do Jornal da Moda, Laura; e o CEO da Estilo Neves, Oliver Neves. Cinco personalidades que far?o parte do nosso j¨²ri. Vamos receb¨º-los uma salva de palmas!¡± O local explodiu em ausos estrondosos. ¡°Al¨¦m disso, temos aqui duzentos espectadores, todos profissionais de destaque do nosso meio, incluindo designers renomados, acad¨ºmicos experientes em moda, influenciadores e especialistas em vestu¨¢rio, que votar?o ao vivo para aumentar a imparcialidade e justi?a do nosso concurso¡­¡± ¡°Isabe, o que eu devo fazer? Estou t?o nervosa¡±, disse Em¨ªlia Cardoso, escondendo-se atr¨¢s das pessoas, olhando em dire??o ao palco, sem prestar aten??o nas pvras do apresentador, seu corpo tremendo ligeiramente. ¡°Voc¨º n?o ficou medo quando transmitimos ao vivo para tantas pessoas, e ag apenas duzentos espectadores, est¨¢ nervosa?¡± Isabe falou enquanto jogav seu celr. ¡°Voc¨º ¨¦ realmente corajosa¡­¡± ainda tinha mente para jogar no celr! Qs designers ao redor estavam p¨¢lidos de medo. ¡°E ent?o? De que adianta ficar nervoso?¡± Isabe perguntou casualmente. Em¨ªlia Cardoso bn?ou a cabe?a. ¡°Se estar nervosa n?o ajuda e ainda pode atrapalhar seu desempenho, por que n?o ajustar sua mentalidade e enfrentar a situa??o coragem?¡± Os designers ao redor, ouvindo as pvras de Isabe e, de repente entenderam. Fazia sentido¡­ 1/2 no5o Capitulo 258 Como podia ser t?o jovem e, ao mesmo tempo, t?o l¨²cida? ¡°Hoje, temos cento e vinte designerspetindo. Agora, vou anunciar as regras da primeira rodada: vinte designers por grupo, apresentando-se juntos no palco, e no final, apenas trinta designers e seus assistentes avan?ar?o para a pr¨®xima fase.¡± Com essa dera??o, o p¨²blico reagiu surpresa. At¨¦ ospetidores se sentiram nervosos¡­. ¡°De cento e vinte, apenas trinta avan?ar?o para a pr¨®xima fase. Tr¨ºs quartos ser?o eliminados de uma s¨® vez!¡± ¡°Isso ¨¦ assustador, n?o ¨¦?¡± ¡°Apeti??o neme?ou e j¨¢ sinto um clima de tens?o no ar.¡¯ ¡°Ouvi dizer que entre os concorrentes de hoje h¨¢ alguns designers independentes muito famosos. Estou curioso para ver o que eles v?o apresentar.¡± ¡°Eu ouvi que Em¨ªlia Cardoso, a designer que fez aquele redesign ao vivo outro dia, tamb¨¦m est¨¢ competindo hoje.¡± ¡°S¨¦rio? Eu adoro o trabalho d, qual ¨¦ o n¨²mero d?¡± ¡°Eu tamb¨¦m n?o sei¡­¡± Com um sorriso, o apresentador anunciou: ¡°Agora, uma calorosa salva de palmas, convidamos o primeiro grupo depetidores ao palco.¡± Na bancada dos jurados, Oliver Neves, uma express?o neutra, fixou seu olhar na t grande. Entre os vinte designers do primeiro grupo, ele examinou cada rosto, nenhum deles se parecia sua irm?. ¡°Qual ¨¦ o n¨²mero da Isabe?¡± ele perguntou em voz baixa ¨¤ pessoa ao seud A diretora do Jornal da Moda, Laura, parecia confusa: ¡°Isabe? N?o me lembro nome¡­ Sr. Oliver, voc¨º a conhece? Espere um momento, vou procurar¡­¡± Ele folheou os documentos e n?o encontrou o nome Isabe em meio ¨¤ lista de ce vinte designers. ¡°Deixa eu ver.¡± Oliver Neves pegou o material e passou os olhos p lista de designer Nada. Poderia ser aquele assistente? Olhar mais uma vez, n¨²mero 16. Ele levantou o olhar e, num instante, seus olhos se encontraram o rosto lindo e marcante que estava no palco. 2/2 08:59 Cap铆tulo 259 Cap¨ªtulo 259 Sob as densas pestanas, seus olhos brilhavam reza, um nariz delicado e l¨¢bios cor de carmim¡­ Embora houvesse semelhan?as a m?e, a aura fria e nobre de Isabe Neves a fazia destacar-se facilmente entre a multid?o. Era de uma beleza que parecia desvincda do mundano. Seria essa a sua irm? Isabe Neves? T?o bonita e aparentemente t?o bemportada. Mas por que estavapetindoo assistente? Havia algum motivo? Oliver Neves n?o conseguia entender. O palco era um grande semic¨ªrculo, onde cento e vinte designers e assistentes tomaram seus lugares diante do p¨²blico, separados por um biombo. Os movimentos de cada um eram ampliados pelo tel?o ao fundo. O apresentador, segurando o microfone entusiasmo, anunciou, ¡°O desafio da primeira rodada ¨¦ criar, os tecidos e acess¨®rios fornecidos pelos nossos organizadores, o vestido mais elegante e charmoso poss¨ªvel em quarenta minutos, em cbora??o entre designer e assistente.¡± As recepcionistas, alinhadas, apresentaram os materiais e acess¨®rios ambas as m?os. ¡°Agora dero que apeti??oe?a! Por favor, iniciem o cron?metro!¡± This is property ? of N?velDrama.Org. Ap¨®s a sa¨ªda do apresentador, todos os designerse?aram a trabalhar. Cada um recebeu o mesmo tule branco e os acess¨®rios, incluindo p¨¦rs, diamantes entejos¡­ ¡°Esse tule ¨¦ de ¨®tima qualidade¡­¡± Em¨ªlia Cardoso tocou o material no prato, ¡°Isabe, o que voc¨º quer projetar?¡± ¡°0 que voc¨º tem em mente?¡± ¡°Vendo esse tule, pensei em um vestido de noiva¡­¡± Em¨ªlia teve uma ideia, ¡°Que tal criarmos um vestido de casamento? Mas esses acess¨®rios¡­¡± Em¨ªlia percebeu que havia muitos materiais no prato, ¡°Provavelmente muitos designers v?o usar p¨¦rs,ntejos e diamantes para destacar a nobreza do vestido, se usarmos o mesmo, n?o ser¨¢ nada original.¡± 1/2 08:59 Cap¨ªtulo 259 Isabe notou as linhas de bordar coloridas no prato e teve uma ideia, ¡°Que tal fazer um vestido de tule bordado rosas? Voc¨º cuida do corte do vestido e eu bordo as rosas ¡°¨®tima ideia!¡± Em¨ªlia Cardoso ficou encantada, pegou a fita m¨¦trica e as tesouras parae?ar a cortar. Oliver Neves percebeu que s estavam cborando bem e que a irm? devia ter dado alguma sugest?o ao designer, o que deu a dire??o e impulso para criar¡­ Quando a camera passou por Isabe, estava bordando linha vermelha na parte superior do vestido de tule, e Oliver notou que parecia ter uma les?o na m?o? Ele falou baixo nounicador preso ¨¤p do terno, ¡°Aproximem a camera na assistente n¨²mero 16.¡± O pessoal do backstage imediatamente ampliou a imagem no tel?o. N?o s¨® Oliver, mas muitas pessoas notaram que o pulso direito de Isabe estava vermelho e inchado. Estava ferida? E parecia ser grave. Mas o surpreendente ¨¦ que, mesmo a m?o machucada, bordava r¨¢pido e bem. ¡°Quem ¨¦ essa garota? Parece ter apenas uns dezesseis anos¡­ 11 ¡°Provavelmente nem terminou o ensino m¨¦dio e j¨¢ domina o bordado desse jeito¡­ Realmente impressionante.¡± Isabe costurou as linhas coloridas na parte da frente do vestido, criando rosas vivas que encantaram todos os presentes. Em menos de dez minutos, havia terminado o bordado, deixando todos espantosos sua rapidez¡­ ¡°Ah¡­ Ah, n?o!¡± Foi ent?o que, no meio do corte, Em¨ªlia Cardoso acidentalmente fez um pequeno furo no tecido¡­ Olhando para o vestido de tule danificado, quase chorou de desespero, ¡°O que vamos fazer, Isabe? Eu estava t?o nervosa que cortei errado¡­¡± Cap铆tulo 260 Cap¨ªtulo 260 O local danificado estava na barra do vestido. Isabe pegou o vestido e bordou nele grandes rosas diretamente, cobrindo os buracos as rosas, que pareciam ganhar vida¡­ ¡°Isabe, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel¡­¡± Depois de bordar dezenas de rosas na parte superior e na barra do vestido, ele parecia decente e majestoso. N?o apenas os jurados na bancada, mas tamb¨¦m o p¨²blico experiente prestou aten??o em sua cria??o. Diferente dos outros vestidos cheios dentejos e pedrarias, o ds tornou-se um destaque no palco, chamando a aten??o imediatamente. Como trabalharam bem juntas, terminaram rapidamente, e todos os olhares se voltaram para o seu trabalho, rendendo-lhes elogios. Nesse momento, Isabe sussurrou algo no ouvido de Em¨ªlia Cardoso, que imediatamente usou mais tule para fazer uma b cauda¡­ Isabe tamb¨¦m bordou rosas na cauda, e o vestido ficou ainda mais majestoso e encantador. ¡°O n¨²mero 16 j¨¢ terminou? ¨¦ de qual empresa? O design est¨¢ muito bom¡­¡± ¡°Acho que a assistente tem boas ideias, seu n¨ªvel de bordado ¨¦ ramente superior.¡± Foi ent?o que Isabe notou que uma das p¨¦ts das rosas n?o estava t?o bonita, e fez um ajuste r¨¢pido. Todos ficaram surpresos, pensando ter visto errado. ¡° est¨¢ usando a m?o esquerda?¡± ¡°Antes usava a m?o direita, incr¨ªvelo borda bem a esquerda tamb¨¦m¡­¡± ¡°Como conseguiu?¡± Era m¨¢gico! pod¨ªa bordar rosas lindas ambas as m?os! Oliver Neves de repente percebeu que sua irm? erao um tesouro misterioso, sempre cheio de surpresas e maravilhas. ¡°Quarenta minutos se passaram! Todos os participantes, por favor, parem!¡± anunciou o apresentador, subindo ao palco, ¡°Agora, os organizadores adicionaram um pedido especial: pedimos que os estilistas ou assistentes vistam seus pr¨®prios vestidos, e em 08:59 Capitulo 260 ordem num¨¦rica, desfilem para que os jurados e o p¨²blico possam avaliar!¡± Ao ouvir isso, todos ficaram chocados. ¡°O qu¨º? Vestir nossos pr¨®prios vestidos?¡±This is property ? of N?velDrama.Org. Muitos estilistas ficaram apreensivos, pois, em busca do melhor efeito para seus trabalhos, alguns fizeram cinturas muito apertadas, tamanhos que pessoas normais n?o poderiam vestir, ou ent?o, para economizar tempo, bordaram muitas p¨¦rs entejos de maneira frouxa, que certamente se rasgariam ao serem vestidas¡­ ¡°Isabe, me ajude¡­¡± Em¨ªlia Cardoso juntou as m?os em s¨²plica, pedindo baixinho, ¡°Este vestido ¨¦ t?o majestoso, s¨® voc¨º pode ficar bem nele¡­ Sua presen?a ¨¦ ramente mais forte do que a minha.¡± ¡°Vista voc¨º.¡± ¡°N?o, n?o, n?o ficaria t?o bom quanto em voc¨º! Por favor, vista s¨® por um momento, por favor, por favor!¡± Em¨ªlia Cardoso implorou, fazendo charme¡­ Isabe finalmente concordou, sem alternativa. Um a um, eles foram ao palco conforme a ordem. Isabe trocou de roupa no camarim, prendeu o cabelo de forma simples e, quando os outros designers e assistentes que estavam esperando para entrar viram sua apar¨ºncia, ficaram at?nitas. At¨¦ Em¨ªlia Cardoso ficou boquiaberta¡­ Era uma beleza celestial. ¡°Isabe, voc¨º ¨¦ linda demais¡­¡± Com certeza, s¨® podia vestir um vestido assim e mostrar ainda mais sua elegancia. s seplementavam perfeitamente. No palco, a designer de n¨²mero 10 saiu usando o vestido que mesma havia desenhado. no-zo Cap铆tulo 261 Cap¨ªtulo 261 Uma das juradas esperou que terminasse de desfr na passar eentou: ¡°Seu vestido justo com decote em V, apesar de bonito, pode facilmente revr os seiosterais, o que afeta a est¨¦tica. Al¨¦m disso, percebo que o design era para ser de alcinha, n?o era?¡± A designer de n¨²mero 10 respondeu apressada: ¡°Sim.¡± ¡°Mas os seus suspens¨®rios s?o cutos demais, n?o d¨¢ para vestir, ent?o voc¨º teve que coloc¨¢-los sobre os ombros, marcando-os, o que piorou a situa??o.¡± A designer n¨²mero 10 baixou a cabe?a, envergonhada. ¡°Al¨¦m disso, seus ombros s?orgos demais para esse tipo de vestido sem al?as.¡± A jurada, segurando o microfone, demonstrou decep??o a cria??o: ¡°Voc¨º se concentrou apenas no impacto visual, sem considerar se seria adequado para quem o veste¡­ S¨® posso lhe dar 3 pontos.¡± A nota m¨¢xima era 10. Os outros jurados tamb¨¦m deram notas baixas, e as do p¨²blico foram ainda menores¡­ A designer n¨²mero 10 sabia que n?o tinha chances de avan?ar para a pr¨®xima fase do concurso, agradeceu rapidamente e saiu do palco ¨¤s pressas. Em¨ªlia Cardoso viu isso e correu de volta para a s de descanso e disse a Isabe: ¡°E agora, Isabe? Os jurados s?o t?o rigorosos e o p¨²blico t?o exigente¡­¡± s queriam uma nota alta, mas n?o seria f¨¢cil. Isabe, o celr na m?o, ainda estava jogando. Ningu¨¦m sabia que estavapetindo, todos achavam que estava apenas se divertindo¡­ ¡°Isabe, voc¨º ¨¦ bonita quando joga seu celr¡­¡± Em¨ªlia Cardoso n?o sabia por que, mas achava que Isabe era extremamente atraente, qualquer coisa que fizesse ou express?o que tivesse era agrad¨¢vel aos olhos. No palco, a designer n¨²mero 11 desfilou e a presidente da Associa??o de Moda Feminina, Zoe, pegou o microfone paraentar: ¡°Vejo que seu vestido de cintura fita, a cintura ¨¦ estreitao a palma da m?o, voc¨º deve estar se sentindo muito apertada, n?o ¨¦? A designer n¨²mero 11 n?o conseguiu esconder e concordou um aceno, estava realmente muito apertado! ¡°Isso pode causar m¨¢ circ??o e, em casos graves, at¨¦ fraturas nas costs.¡± As pvras de Zoe fizeram o p¨²blico rir. Zoe falou s¨¦rio: ¡°N?o pensem que ¨¦ brincadeira. H¨¢ pouco tempo, uma celebridade saiu 1/2 09:09 pitulo 261 do tapete vermelho e foi direto para o hospital uma fratura de verdade. Aconselho que tire isso imediatamente e, no futuro, preste mais aten??o nas medidas.¡± Ap¨®s a sa¨ªda da designer n¨²mero 11, a n¨²mero 12 subiu ao palco. Muitos espectadores cobriram os olhos. At¨¦ os jurados pareciam sem pvras: ¡°Na verdade, antes de voc¨º subir, eu j¨¢ tinha notado seu trabalho, um vestido ombros de fora e mangas bufantes, decote em V profundo e adornado v¨¢rias p¨¦rs, parecia nobre, mas depois que voc¨º vestiu¡­¡± O vestido espl¨¨ndido tinha o z¨ªper traseiro s¨® p metade, pois n?o subia mais. ¡°Seu vestido ¨¦ um modelo slim, apenas modelos extremamente magras conseguem vesti-lo.¡± parecia robusta e desajeitada naqu roupa. ¡°Como designer, voc¨º n?o pode apenas buscar o luxo, precisa ser pr¨¢tico. E esse cr de p¨¦rs ¨¦ muito inadequada, faz seu pesco?o parecer grosso.¡± ¡°Vamos agora chamar a n¨²mero 16 ao palco!¡± Conforme a voz do apresentador ecoou, Isabe apareceu elegantemente. Vestindo um vestido de cauda longa bordados de rosas e um lindo diadema, sua apar¨ºncia nobre e elegante deslumbrou todos presentes. ¡° ¨¦ lindao uma princesa que saiu de um castelo, nobre e sublime, exndo nobreza e elegancia.¡± ¡°Mais bonita que uma estr!¡± ¡°Parece uma fada da floresta, n?o s¨® o vestido ¨¦ m¨¢gico, mas tamb¨¦m!¡± ¡° ¨¦ a assistente n¨²mero 16? Vou lembrar d! Depois vou contrat¨¢ e transform¨¢ em uma estr!¡±This is property ? of N?velDrama.Org. ¡°Caraca, Isabe?¡± O presidente da Associa??o de Designers de Moda do Brasil, Erick Reis, ao v¨º, quase cuspiu a ¨¢gua que bebia, incr¨¦dulo o que via. Esfregou os olhos e olhou novamente, e era mesmo! A chefona do design havia se rebaixado para participar desse pequeno concurso, e ainda por cima como assistente¡­ Ser¨¢ que ele estava saudades demais d, ou , cansada do Olimpo, desceu para experimentar as nuances da vida terrena? ¡°Voc¨º conhece?¡± Oliver Neves olhou para ele curiosidade. 2/2 Cap铆tulo 262 Cap¨ªtulo 262 Erick Reis percebeu que tinha deixado escapar algo e apressou-se em explicar, ¡°N?o, n?o, n?o conhe?o, n?o conhe?o¡­¡± ¡°Voc¨º sabe o nome d.¡± Quando Oliver Neves o confrontou, Erick Reis n?o se atreveu esconder mais nada, afinal, quem queria se indispor o chef?o da familia Neves, uma figura de respeito no topo da piramide social? Ele n?o ousava ofender! ¡°Eu lhe conto, mas voc¨º n?o pode espalhar por a¨ª¡­¡± Erick Reis acenou para Oliver Neves se aproximar e sussurrou em seu ouvido, ¡°Essa mo?a ¨¦ a respons¨¢vel p Zaira, a chefona por tr¨¢s do design, conhecida externamenteo Zaira, mas o verdadeiro nome d ¨¦ Isabe! Eu acho que veio aqui para experimentar a vidaum.¡¯ Caso contr¨¢rio,o mais explicar que estava trabalhandoo assistente? Zaira? A irm? dele tinha outro nome, Zaira? Os olhos de Oliver Neves se aprofundaram, ent?o, AIE foi fundada p pr¨®pria irm? dele? N?o ¨¦ de se admirar que os bordados tridimensionais que fez antes fossem t?o vividos e bem-feitos¡­ ¡°Com uma beleza t?o excepcional, eu n?o poderia me enganar!¡± Erick Reis engoliu a ¨¢gua e folheou alguns pap¨¦is, ¡° ¨¦ uma das pessoas do Estilo Neves? Quanto voc¨ºs pagaram para contrat¨¢? E ainda a deixaram se rebaixar a ser uma assistente¡­ Deve ser mais de um bilh?o por m¨ºs, n?o?¡± #1 244 ¡°N?o pode ser menos do que um bilh?o, abaixo disso, nem vai se importar.¡± Ent?o, o cr trevo de quatro folhas que eleprou por vinte e cinco milh?es nem seria notado por sua irm?¡­ Neste momento, ele se sentia um pouco confuso. Isabe terminou de desfr no palco, e Erick Reis estava prestes aentar quando Oliver Neves adiantou-se e pegou o microfone, ¡°Voc¨º ¨¦ Isabe?¡± Isabe olhou na dire??o da voz, e viu um homem fei??eso as de um retrato, bonito e uma voz grave e calorosa. 1/2 09:09 Capitulo 262 ¡°Sim.¡± ¡°Eu sou Oliver Neves, ¨¦ um prazer conhec¨º.¡± Assim que essas pvras foram ditas, todos ficaram at?nitos. O grande CEO da fam¨ªlia Neves, conhecido por sua frieza e reserva, estava flertando a fada do palco? At¨¦ mesmo Isabe ficou surpresa. O irm?o d era um dos ju¨ªzes de hoje? ¡°Eu vim aqui por sua causa.¡± Quando Oliver Neves disse isso, a teia explodiu em alvoro?o novamente. Meu Deus, ser¨¢ que o homem mais rico estava interessado na fada do palco? Ele realmente disse que veio por ¡­ N?o havia rumores de que ele era um homem de poucos desejos? Apesar da fada ser muito bonita e ter um ar et¨¦reo¡­ era apenas uma assistente¡­ N?o era uma diferen?a muito grande? This is property ? of N?velDrama.Org. ¡°Voc¨º se saiu muito bem hoje, superou minhas expectativas.¡± Oliver Neves tamb¨¦m n?o esperava que sua irm?, al¨¦m de gerenciar a empresa, tivesse fundado a Zaira, mesmo sendo uma chefona do design, ter humildade para ser uma assistente e ajudar os mais novos¡­ Esse tipo de vis?o e grandeza n?o era para qualquer um. Isabe, seu pesco?o delicado e ombros finos, era de uma beleza ipar¨¢vel, ¡°Obrigada.¡± ¡°Estou ansioso para ver seu desempenho daqui para frente.¡± Oliver Neves deu a uma nota dez, a nota m¨¢xima!!¡± O p¨²blico ficou em choque!! Cap铆tulo 263 Cap¨ªtulo 263 Isabe foi a primeira a receber uma nota m¨¢xima de Oliver Neves! Que talento impressionante. Os outros jurados tamb¨¦m lhe deram dez. A teia votou fervor, n?o apenas pelo design, mas ao menos por causa da beleza estonteante de Isabe¡­ Esse rosto merece mais do que dez! Vale mais de dez mil! Os n¨²meros na t s¨® aumentavam, at¨¦ que finalmente se firmaram. ¡°Dois mil e cinquenta pontos, a nota m¨¢xima!!¡± o apresentador mal podia crer no que via, ¡°Duzentos espectadores na teia, cada um podendo dar um m¨¢ximo de dez pontos, mais os cinco jurados¡­¡± Ou seja, todos deram dez para Isabe!! Essa foi a primeira vez na hist¨®ria!! Ausos estrondosos tomaram o local, ecoando por longos momentos. Isabe,o se j¨¢ estivesse acostumada grandes eventos, manteve seu olhar sereno e calmo, fazendo apenas uma leve rever¨ºncia antes de se retirar do palco. Na ¨¢rea de descanso. Em¨ªlia Cardoso estava euf¨®rica, abra?ando Isabe num s¨® impulso. ¡°Isabe, voc¨º foi incr¨ªvel! Se n?o fosse por sua beleza, talvez nem consegu¨ªssemos a nota m¨¢xima, que bom, agora podemos avan?ar tranqumente!!¡± Caterina Dias estava furiosa, cerrando os punhos, o que tinha de t?o especial? Se n?o fosse por aquele rosto, ser¨¢ que Oliver Neves teria notado ? Os outros jurados s¨® deram a nota m¨¢xima por causa de Oliver Neves! A teia seguindo a onda n?o era surpresa alguma! Que arrogancia! M?nica ent?o, estava enfurecida, derrubando tudo que estava sobre a mesa no ch?o, saindo irritada da ¨¢rea de descanso. Quatro designers a seguiam caut, temerosos de desagrad¨¢. Vendo isso, Em¨ªlia Cardoso ficava ainda mais feliz. perguntou baixinho, ¡°Isabe, o 1/2 09.09 11 Capitulo 263 chefe da matriz est¨¢ interessado em voc¨º? Ele disse na frente de todos que estava ali por voc¨º e que estava ansioso ps suas pr¨®ximas apresenta??es¡­¡± ..¡± Isabe preferiu n?o dizer muito, mas, considerando Em¨ªlia Cardoso uma amiga de confian?a, revelou tranqumente, ¡°Meu sobrenome ¨¦ Neves.¡± All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°Ah, ent?o voc¨º ¨¦ Isabe Neves!¡± Em¨ªlia mal acabou de fr e percebeu algo, arregndo os olhos, ¡°voc¨º, voc¨º, voc¨º¡­¡± ¡°Fale mais baixo.¡± Em¨ªlia rapidamente tapou a boca, incapaz de esconder seu choque, perguntou em um sussurro exaltado, ¡°Voc¨º ¨¦ da fam¨ªlia Neves? Sr. Oliver ¨¦ seu irm?o? O ex-presidente ¨¦ seu pai? De verdade??¡± ¡°Sim.¡± ¡°¡­¡± Agora, Em¨ªlia Cardoso finalmente entendeu de quem Isabe herdara aqu presen?a imponente, era gen¨¦tico! At¨¦ mesmo aqu beleza excepcional era heran?a!! Enquanto isso. Florinda ligou para Mariana Neves, ¡°Mariana, hoje eu vi aqu garota que tentou seduzir seu noivo no evento¡­¡± Mariana Neves se rmou, lembrando-se da recente liga??o de Isabe e imediatamente sacou o que estava acontecendo. Florinda e Isabe, pelo visto, j¨¢ haviam se confrontado. ¡°Quem ¨¦ para voc¨º?¡± perguntou Florinda. Mariana Neves deu uma resposta enigm¨¢tica, ¡°Pode-se dizer que ¨¦ meia que uma irm?¡­¡± Sem r??o de sangue, era apenas ¡°meia¡± uma irm?¡­ ¡°Meia irm???¡± Florinda ficou confusa, pensando que talvez fosse uma parente distante, ¡°Ent?o, trabalha em Estilo Neves? Como assistente?¡± 2/2 Cap铆tulo 264 Cap¨ªtulo 264 Parecia sabia um pouco sobre design, mas p idade, era praticamente da mesma gera??o ds, sem diploma de uma universidade renomada. Provavelmente s¨® tinha o ensino m¨¦dio. Por isso s¨® conseguia um cargo de assistente¡­ Pensando assim, Isabe n?o ¨¦ nada incr¨ªvel! Tinha se achado tanto antes! ¡°Na verdade, o trabalho d foi arranjado pelo meu pai, eu n?o sei os detalhes¡­¡± Mariana Neves temia fr demais e ser desmascarada mais tarde, ent?o fingia n?o saber de nada. ¡°Parece que seu irm?o gosta muito d.¡± ¡°O qu¨º voc¨º disse?¡± Mariana Neves, instintivamente, apertou o celr, sua respira??o quase parou. ¡°Seu irm?o ¨¦ jurado, e na frente de todos disse que veio por causa daqu mo?a, elogiou muito a performance d e disse que estava ansioso pelo que faria a seguir, at¨¦ deu nota m¨¢xima¡­¡± Mariana Neves n?o podia acreditar no que ouvia. Seu irm?o tinha se tornado jurado s¨® por causa de Isabe e ainda lhe deu nota m¨¢xima! Por que!! ¡°Florinda, meu celr est¨¢ sem bateria, a gente se f depois, t¨¢?¡± Mariana Neves j¨¢ n?o conseguia mais manter a calma, e um tom delicado terminou a liga??o, mas seu rosto ficou distorcido de raiva! tinha se esfor?ado tanto para agradar o irm?o por tr¨ºs dias, e ele tinha reconhecido Isabe t?o facilmente? Ent?o, de que adiantava o esfor?o d?! Por que, por que Isabe tinha que voltar, tirando d o carinho dos pais, e agora at¨¦ o irm?o?! deveria ter sido destru¨ªda p fam¨ªlia Dias, maltratada at¨¦ a morte, n?o deveria ter voltado para essa casa!!! Com esses pensamentos, suas unhas cravavam na palma da m?o, e rangia os dentes de ¨®dio. Do outrodo, Florinda olhava para o celr desligado e sentia que Mariana Neves estava estranha, mas n?o conseguia dizer o que era. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. N?o resistindo, enviou um ¨¢udio, ¡°Mariana, voc¨º n?o me disse, por que sua irm? estava t?o pr¨®xima do seu noivo, qual ¨¦ a r??o deles? Voc¨º viu eles de m?os dadas e 1/3 09-09 Cap¨ªtulo 264 n?o ficou irritada?¡± Mariana N¨¦ves, ao receber a mensagem, ficou ainda mais furiosa¡­ O apresentador subiu ao palco passosrgos e um sorriso disse, ¡°Agora a primeira etapa do concurso terminou, e os trinta primeiros colocados est?o aqui atr¨¢s de mim no tel?o, vamos audir calorosamente os trinta designers e seus assistentes que avan?aram.¡± A teia audiu entusiasticamente, enchendo o local ausos cont¨ªnuos. ¡°Como voc¨ºs podem ver, a nota mais alta da primeira rodada foi da designer de n¨²mero 16 e sua assistente! Vamos audis mais uma vez.¡± Novamente, um estrondo de ausos ecoou pelo local. ¡°Agora vou anunciar as regras da segunda rodada, dos trinta designers, apenas dez avan?ar?o para a terceira etapa.¡± O p¨²blico ficou agitado novamente. N?o esperavam que dois ter?os seriam eliminados¡­ Era muito rigoroso! Esses trinta designers j¨¢ eram t?o talentosos, os que sobrassem seriam realmente incr¨ªveis¡­ ¡°Primeiro, vou fr sobre o conte¨²do desta etapa. Os trinta designers e seus assistentes receber?o o mesmo vestido, e todos ter?o a mesma mancha! Ospetidores dever?o usar os materiais fornecidos pelos organizadores para transformar o vestido manchado na pe?a mais deslumbrante, e ter?o quarenta minutos para isso.¡± As cerimonialistas distribu¨ªram os vestidos. ¡°Agora, o tempoe?a a contar!¡± Ap¨®s o apresentador sair do palco, Em¨ªlia Cardoso olhou para o vestido branco e sujo ¨¤ sua frente, quase querendo chorar. Como poderia transformar aquilo em algo bonito? ¡°Isabe, voc¨º tem alguma ideia?¡± Isabe apenasn?ou um olhar r¨¢pido e j¨¢ teve um no, mas ainda assim perguntou a Em¨ªlia Cardoso, ¡°E voc¨º? O que quer fazer?¡± ¡°Uma mancha t?o grande, n?o s¨® nas mangas mas tamb¨¦m no corpo e na barra do vestido¡­ N?o consigo pensar em nada melhor do que usar tinta.¡± Entre os materiais fornecidos pelos organizadores, tamb¨¦m havia tintas. ¡°Que tal fazer um vestido estilo pintura abstrata, cintura alta, destacando um toque moderno e retr??¡± 2/3 09:09 Capitulo 264 Isabe sorriu de canto, ¡°Era exatamente o que eu tinha em mente.¡± Cap铆tulo 265 Cap¨ªtulo 265 ¡°Mas¡­¡± Embora Em¨ªlia Cardoso tivesse estudado est¨¦tica das cores, a tarefa de realmente pegar o pincel e pintar uma obra abstrata e art¨ªstica era um desafio para , sem saber comoe?ar. ¡°Pinte ousadia.¡± Isabe ofereceu-lhe as tintas, ¡°Estou aqui voc¨º.¡± Os outros designers optaram por usar as tintas para cobrir as manchas em suas roupas, que era a maneira mais r¨¢pida e eficaz. Como se destacar em meio a tantas ¡°obras de tinta¡±¡­ Em¨ªlia pensou por um momento e de repente lembrou-se de uma velha pintura famosa de Xangai que pendurava na parede quando era crian?a, e teve uma inspira??o. ¡°Vejam s¨®, o designer n¨²mero 16 est¨¢ as m?os machucadas, e se n?o me engano, sua assistente tamb¨¦m est¨¢?¡±, disse . ¡°Continuarpetindo mesmo ferido, esse esp¨ªrito de resili¨ºncia e perseveran?a merece ser aprendido por todos aqui present?s¡­¡± ¡°O ponto ¨¦ que s est?o as m?os machucadas e ainda conseguiram projetar algo t?o bom, os outros designers deveriam refletir sobre si mesmos.¡± ¡°¨¦ verdade¡­¡± Com apenas 10 designers e seus assistentes restantes no palco, os ju¨ªzes e o p¨²blico podiam prestar mais aten??o neles. Em¨ªlia Cardoso cobriu as manchas preto, verde, cinza¡­ ¨¤ primeira vista, n?o parecia muito profissional,o se uma crian?a tivesse rabiscado, sem formas definidas. ¡°Apesar de entender de est¨¦tica das cores e usar preto, cinza e branco, azul, verde e marrom de forma equilibrada, isso n?o parece uma pintura, mas simo se uma crian?a tivesse rabiscado¡­¡± ¡° provavelmente nunca estudou pintura¡­¡± ¡°A menos que o design se destaque, ¨¦ prov¨¢vel que n?o consiga avan?ar.¡±. ¡°Que pena, eu pensei que era talentosa, mas sua habilidade de pintura ¨¦ terr¨ªvel.¡± Depois que Em¨ªlia Cardoso terminou de pintar o vestido, os outros designers e assistentes n?o conseguiram se segurar e riram. N?o havia biombos naqupeti??o, j¨¢ que restavam apenas 10 concorrentes e seus assistentes, que provavelmente n?o arriscariam copiar ou trapacear¡­ 1/2 09:09 Capitulo 265 Caterina Dias deu uma olhada na obra de Em¨ªlia Cardoso e zombou em voz baixa: ¡°Que bagun?a ¨¦ essa?¡± Naquele momento, estava aodo do designers n¨²mero noveo assistente, e embora fosse apenas uma assistente, passou o tempo todo apenas entregando coisas, sem fazer mais nada. Felizmente, naqu rodada, o designer n¨²mero nove tamb¨¦m se superou, criando uma pintura cl¨¢ssica que exigia habilidade art¨ªstica, e ao ver as flores e p¨¢ssaros vivos no vestido, Caterina Dias sentiu que j¨¢ tinha vencido! Enquanto isso, M?nica, que havia trazido os designers n¨²mero um e dois, j¨¢ tinha sido eliminada, deixando apenas o designer n¨²mero tr¨ºs, que agora pintava uma paisagem em preto e branco no vestido, cheia de atmosfera. O designers n¨²mero quatro pintou um padr?o floral, flores coloridaspetindo em beleza na bainha do vestido, espetacrmente lindo. Empara??o, os rabiscos de Em¨ªlia Cardoso, sem nenhum padr?o espec¨ªfico, pareciam uma bagun?a. ¡°Isabe, eu n?o sei pintar¡­¡± Em¨ªlia Cardoso olhou para sua obra, ¡°Mas acho que o efeito na parte de cima deve ficar bom.¡± A seguir, era hora de cortar o design. Em¨ªlia Cardoso pegou a tesoura e cortou as mangas que atrapalhavam, criando um grande?o no busto. ajustou o vestido para ter uma cintura alta, o que ajudaria a destacar melhor a silhueta feminina. Mas ainda parecia que faltava algo. This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Isabe, o que voc¨º acha que eu deveria acrescentar?¡± Em¨ªlia Cardoso olhou para sua obra, indecisa. ¡°Uma saia volumosa se espalhando pode criar uma sensa??o de pompa e nobreza¡±, disse Isabe calmamente. ¡°Mais tarde, quando estivermos modndo, a saia grande pode esconder nossos sapatos, fazendo-nos parecer mais altas e elegantes.¡± ¡°Boa ideia!¡± Em¨ªlia Cardosoe?ou a trabalhar na saia volumosa. Com algumas pincdas adicionais de Isabe, toques de cor marrom-avermelhada e azul- marinho, o vestido inteiro de repente transformou-se em uma obra abstrata de arte, exndo um charme ¨²nico. ¡°Voc¨ºs viram a designer n¨²mero 16? Antes eu n?o tinha notado seu toque art¨ªstico, mas depois que o assistente d fez uns ajustes,o ficou bonito, n¨¦?¡± ¡°Esse modelo, essas cores, olha s¨®, fica um estilo t?o art¨ªstico ¨¤ primeira vista!¡± 2/2 Cap铆tulo 266 Cap¨ªtulo 266 ¡°Um toque de modernidade retr? um design abstrato e uma saia am de cintura alta, art¨ªstica, mas sem perder a pompa, parecia muito elegante.¡± ¡°Gostaria de sabero ficaria no corpo.¡± ¡°Pronto, chegou a hora dapeti??o,¡± anunciou o apresentador subindo ao palco. ¡°Vamos seguir a ordem estabelecida. Os designers ou seus assistentes vestir?o os vestidos que criaram e desfr?o pelo palco. Os ju¨ªzes e o p¨²blico dar?o suas notas. Os tr¨ºs as maiores pontua??es avan?ar?o para a terceira fase! Agora, pe?o que o participante n¨²mero tr¨ºs se prepare.¡± Na ¨¢rea de descanso. Isabe entregou o vestido para Em¨ªlia Cardoso, ¡°Desta vez ¨¦ voc¨º quem vai.¡± ¡°Eu??¡± Em¨ªlia Cardoso sacudiu a cabe?a rapidamente, ¡°Eu n?o consigo¡­¡± tinha conseguido nota m¨¢xima no primeiro desfile, em parte, gra?as ¨¤ beleza e ¨¤ presen?a de Isabe. Se fosse a desfr, provavelmente n?o ficaria entre os tr¨ºs primeiros¡­ Isabe falou calma, ¡°Voc¨º consegue, confie em si mesma.¡± ¡°Isabe¡­¡± ¡°N?o temos mais tempo.¡± Em¨ªlia Cardoso tinha um rosto tra?os marcantes, inocente e puro. Vestida o moderno vestido retr?, faltava-lhe algo. Parecia n?o ter a presen?a necess¨¢ria para tal pe?a elegante. Isabe usou um babyliss para fazer um penteado onddo retr? em Em¨ªlia, uma franjateral ondda para suavizar o formato do rosto. Com uma maquiagem vibrante e l¨¢bios vermelhos, n?o s¨® real?ou a cor da peleo tamb¨¦m aumentou sua presen?a, causando um forte impacto visual. Isabe escolheu um par de brincos de p¨¦rs para , o que destacou ainda mais sua feminilidade. Em¨ªlia Cardoso parecia encantadora e cheia de charme. Como uma socialite de destaque dos velhos tempos de S?o Paulo. ¡°Primeiramente, convidamos um caloroso auso a designers n¨²mero tr¨ºs ao palco.¡± A segunda rodadae?ou oficialmente. Ausos retumbantes soaram do p¨²blico, ecoando por um bom tempo. 1/2 00:00 Cap¨ªtulo 266 A designers n¨²mero tr¨ºs desfilou um vestido que exibia paisagens em preto e branco. Apesar da maquiagem impec¨¢vel e de uma forte presen?a, os jurados se sentiram um pouco decepcionados. ¡°Essa paisagem tem um belo significado, mas o design da parte superior ¨¦ muito justo. Embora a designer seja magra, ainda assim apareceram as gordurinhas da barriga. ¨¦ f¨¢cil imaginar que este estilo n?o serve para todos.¡± ¡°Al¨¦m disso, o design costas e cintura de fora rebaixou a sse do vestido¡­¡± ¡°A gordura nas costas exposta n?o ¨¦ nada bonita.¡± ¡°Eu s¨® posso dar cinco pontos, e s?o p habilidade art¨ªstica da designer. O design em si ¨¦ muito comum.¡± A designer n¨²mero tr¨ºs se curvou para agradecer os jurados e o p¨²blico ps notas recebidas, e foi a vez da designer n¨²mero quatro entrar em cena. ¡°Um vestido tomara que caia saia am e flores espl¨¨ndidas pintadas¡­ A arte ¨¦ boa¡­¡± ¡°Visto dedo, apresenta uma silhueta em forma de S, mas no geral ¨¦ bastanteum, sem nenhum design inovador.¡± This is property ? of N?velDrama.Org. ¡°Pior, foi ofuscado pelo cr de diamantes no pesco?o.¡± ¡­ ¡°Convidamos agora a assistente n¨²mero nove ao palco-¡± Caterina Dias caminhou graciosamente o vestido desenhado por seu designer, retratando p¨¢ssaros e flores. O vestido tomara que caia de cor verde musgo, pinturas de p¨¢ssaros e flores em fios de ouro que pareciam ganhar vida. No entanto, as fei??es de Caterina Dias n?o eram fortes o suficiente para sustentar tal vestido imponente, e parecia um pouco simpl¨®ria, n?o t?o bonita quanto se esperava. Seus longos cabelos estavam tran?ados em uma tran?a grossa atr¨¢s da cabe?a, e tamb¨¦m usava brincos. queria criar uma imagem de uma menina simp¨¢tica e obediente, mas isso n?obinava o estilo do vestido. Cap铆tulo 267 Cap¨ªtulo 267 ¡°O desenho de flores e p¨¢ssaros neste vestido ¨¦ bonito, mas a parte do busto ¨¦ muito sem gra?a, falta um ponto de destaque no design.¡± ¡°Esse tipo de vestido ¨¦ muito exigente, s¨® fica bem em quem tem tra?os finos e uma silhueta esguia, ele n?o ¨¦ adequado para uma pessoaum.¡± ¡°Apesar do bom acabamento, falta originalidade.¡± Os jurados e o p¨²blico deram suas notas medianas. ¡°Vamos agora convidar uma salva de palmas a designer de n¨²mero 16 ao palco.¡± Era a primeira vez que Em¨ªlia Cardoso vestia um dos seus pr¨®prios vestidos de g e desfva na passar. estava um pouco nervosa, mas lembrando-se das pvras de Isabe antes de subir ao palco, conseguiu contrr a ansiedade, imaginando-se caminhando ps ruas do antigo Rio, despretensiosa e confort¨¢vel. Depois de dar uma volta na passar, o charme feminino que Em¨ªlia exva foi ammente elogiado, tanto pelo seu estilo pessoal quanto pelo vestido, que irradiava uma forte ess¨ºncia de moda vintage. ¡°Inicialmente, eu pensei que n?o teria presen?a para sustentar um vestido t?o imponente, mas um novo penteado, parece que foi feito sob medida para , ficou linda.¡± ¡°Parece um vestido de alta costura, a n¨²mero 16 ¨¦ muito talentosa.¡± Empara??o, os outros pareceram muitouns, sem nada que realmente chamasse a aten??o. Oliver Neves fixou o olhar n; o modelo estava bom,plementado pelos seus cabelos onddos e a aura sedutora que a envolvia. Ele deu sua nota: nove. Os outros jurados tamb¨¦m deram oito, nove¡­ Ao sair do palco, Em¨ªlia Cardoso mal podia conter a emo??o, ¡°Isabe, acho que temos grandes chances de passar para a terceira rodada!¡± ¡°J¨¢ era esperado.¡± Isabe estava confiante na obra que eles haviam criado, a mistura de elementos retr? arte abstrata se destacava facilmente entre as demais pe?as de paisagens e naturezas mortas. ¡°Agora, convidemos todos os designers e assistentes ao palco uma salva de palmas!¡± 1/2 09:09 Cap¨ªtulo 267 Com a f do apresentador, o auso do p¨²blico soouo uma onda. This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Os dez designers e seus assistentes subiram ao palco. ¡°Est¨¦s designers e seus assistentes acabaram de apresentar suas cria??es e as notas j¨¢ foram dadas.¡± ¡°Como voc¨ºs podem ver no tel?o, os mais bem pontuados s?o a designer n¨²mero 16 e sua assistente. Vamos audis por avan?arem sucesso!¡± O audit¨®rio explodiu em ausos. Em¨ªlia Cardoso se curvou agradecida pelo apoio dos jurados e do p¨²blico e expressou sua gratid?o. Enquanto isso, Isabe manteve-se serena durante todo o tempo. ¡°Vamos audir novamente as concorrentes de n¨²mero 16, 21 e 29 por avan?arem para a terceira rodada!¡± Nos bastidores, M?nica estava furiosa. trouxe quatro designers e nenhum deles avan?ou! Quando as designers de n¨²mero tr¨ºs e quatro voltaram para a ¨¢rea de descanso, M?nical n?o se conteve e desferiu-lhes alguns tapas. ¡°Para que serve manter voc¨ºs na empresa por tanto tempo! Um bando de in¨²teis! Nem conseguem superar o lixo dos Cardosos!¡± Caterina Dias n?o conseguia acreditar que mesmo fazendo press?o pessoalmente, n?o havia chegado nem perto dos tr¨ºs primeiros lugares. Sentada diante da penteadeira, estava at?nita, sem sabero explicaria aos pais¡­ Antes do concurso, havia prometido, batendo no peito, que traria um trof¨¦u para casa! ¡°Sra. Caterina, eu fui inferior, pode descontar do meu sal¨¢rio¡­¡± A designer de n¨²mero 9 estava arrependida. Caterina Dias xingou em pensamento: In¨²teis! Cap铆tulo 268 Cap¨ªtulo 268 Embora mantivesse um sil¨ºncio na superf¨ªcie, n?o sabiao explicaria aquilo ao voltar¡­ Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. ¡°Isabe, alcan?ar o top tr¨ºs j¨¢ ¨¦ algo incr¨ªvel para mim¡­¡± Em¨ªlia Cardoso falou baixinho, uma emo??o transbordante, ¡°N?o importa se vou ganhar o primeiro lugar ou n?o, j¨¢ estou satisfeita.¡± Afinal, estar entre os tr¨ºs primeiros j¨¢ t¨ºm a chance de participar dapeti??o internacional¡­ Participar significava ter a chance de encontrar Zaira¡­ Gostaria de saber se a Zaira ser¨¢ uma das juradas no evento internacional¡­ ¡°Se ¨¦ para fazer, que seja feito da melhor maneira.¡± Isabe olhou para frente, uma express?o serena e uma voz suave, ¡°As pessoas s¨® se lembram de quem foi o campe?o. Os nomes do segundo e terceiro lugares s?o frequentemente esquecidos.¡± Ao ouvir isso, Em¨ªlia Cardoso se sentiu inspirada e recuperou sua confian?a para lutar pelo primeiro lugar. ¡°Antes de eu anunciar o conte¨²do da terceira partida, por favor, convide nossas modelos de hoje, Diana, Let¨ªcia e Helo¨ªsa, os maiores ausos.¡± Conforme a voz do apresentador se extinguiu, todos ficaram surpresos ¨C ainda havia modelos para hoje? As tr¨ºs garotas caminharam lentamente para o palco, e todos ficaram chocados. Eram garotas defici¨ºncia? ¡°Diana, no terremoto do ano passado na Cidade do Rio, ficou presa sob os ebros por tr¨ºs dias e tr¨ºs noites. perdeu n?o apenas sua perna esquerda, mas tamb¨¦m sua fam¨ªlia.¡± ¡°Let¨ªcia, em um inc¨ºndio, teve queimaduras graves nas m?os e nos p¨¦s, cicatrizes expostas, e andava mancando.¡± ¡°Helo¨ªsa, devido ao trabalho exaustivo maquin¨¢rio, teve sua m?o esquerda acidentalmente triturada.¡± ¡°s s?o jovenso flores, mas sofreram torturas desumanas cedo demais. O desafio de hoje ¨¦ para os designers criarem um conjunto de roupas que seja perfeito para s, que possa mostrar sua beleza.¡± Diana foi designada para o grupo de Em¨ªlia Cardoso e Isabe. Em¨ªlia Cardoso olhou para a perna mecanica de Diana, mal podendo conter sua empatia. Ser¨¢ que do¨ªa para andar? 1/2 09:10 Cap¨ªtulo 268 ¡°Desvie seu olhar.¡± Isabe lembrou-a uma voz tranqu. O olhar do mundo externo, seja de bondade, curiosidade, pena ou simpatia, pode ser um golpe imenso para uma pessoa defici¨ºncia. ¡°Agora voc¨º ¨¦ uma designer. Criar o vestu¨¢rio perfeito para ¨¦ o que voc¨º deve fazer.¡± Ouvindo as pvras de Isabe, Em¨ªlia Cardoso redirecionou sua aten??o ee?ou a trabalhar os materiais fornecidos pelos organizadores, criando um conjunto esportivo incr¨ªvel para Diana. fez isso sem consultar Isabe, decidindo por si mesma revr a pr¨®tese na perna esquerda de Diana. Isso era o que Isabe esperava. Em contraste, os designers de n¨²mero 21 e 29 optaram por esconder as imperfei??es de suas modelos, tentando faz¨ºs parecer ¡°normais¡±. Quarenta minutos depois, as tr¨ºs modelos desfram no palco as roupas feitas sob medida pelos designers. Oliver Neves pegou o microfone e perguntou a Em¨ªlia Cardoso sobre sua escolha, ¡°Por que voc¨º decidiu expor a pr¨®tese?¡± Segurando o microfone firmemente, Em¨ªlia Cardoso respondeu seriedade, ¡°Eu queria mostrar para Diana e muitas outras pessoaso que n?o devem ter medo de suas pr¨®teses nos assustarem. Acredito que s?o maiso medalhas de honra e devem ser exibidas orgulho. Voc¨ºs s?o dignas de aprecia??o e afeto.¡± Diana, ouvindo isso, sentiu suas l¨¢grimas brotarem. ¡°Ningu¨¦m tem o direito de julgar voc¨ºs, dizer que n?o s?o boas. O que ¨¦ bom ou ruim ¨¦ decidido por voc¨ºs mesmas. Talvez o mundo associe pernas saud¨¢veis esportes, mas esporte ¨¦ sobre o esp¨ªrito de luta. Mesmo faltando uma perna, isso n?o impede o amor pr¨®prio. Voc¨ºs ainda podem correr, brilhar e resndecer no palco da vida.¡± Diana assentiu, incapaz de conter as l¨¢grimas que rvam pelo seu rosto. 2/2 09:10 Cap铆tulo 269 Cap¨ªtulo 269 ¡°Quero que voc¨ºs saibam que a sociedade ¨¦ muito mais tolerante do que imaginam. E pe?o a todos que n?o tratem essas meninas de maneira diferente por causa de sua apar¨ºncia f¨ªsica. s s?o gentis, amig¨¢veis e merecem tudo de bom que o mundo tem a oferecer. Obrigada.¡± Ao terminar essas pvras, Em¨ªlia Cardoso curvou-se profundamente, e os ausos na teia ecoaram por um longo tempo,o se todos estivessem tocados por suas pvras. ¡°Agora, anuncio que a vencedora deste concurso, a primeira colocada, ¨¦ a designer n¨²mero 16, Em¨ªlia Cardoso!¡± Muitos na audi¨ºncia se levantaram espontaneamente, audindo fervor. ¡°Em¨ªlia Cardoso! Em¨ªlia Cardoso! Em¨ªlia Cardoso!¡± ¡°Voc¨º merece o primeiro lugar!¡± Diana aproximou-se para abra?¨¢, ¡°Obrigada por me dar coragem e esperan?a¡­¡± ¡°Voc¨º ¨¦ incr¨ªvel e linda.¡± Em¨ªlia Cardoso abra?ou-a sinceramente. ¡°Voc¨º certamente ir¨¢ brilhar.¡± Diana sorriu atrav¨¦s das l¨¢grimas, ¡°Voc¨º tamb¨¦m pode se tornar uma excelente designer, eu acredito em voc¨º.¡± ¡°Obrigada.¡± Ap¨®s deixar o palco, antes mesmo de Em¨ªlia Cardoso chegar ¨¤ ¨¢rea de descanso, foi cercada por um grupo de pessoas. ¡°Em¨ªlia, tudo bem? Em qual empresa voc¨º trabalha atualmente? Sou Sra. Yara da Companhia de Roupas Coloridas e gostaria de convid¨¢ para ser mentora de design em nossa empresa, um sal¨¢rio de cinquenta mil¡­¡± ¡°Em¨ªlia, sou a vice-presidente da Maria Roupas e gostaria de convid¨¢ para trabalhar conosco, um sal¨¢rio de cem mil, tr¨ºs dias de folga por semana, trinta dias de f¨¦rias anuais, e um b?nus de fim de ano equivalente a dois sal¨¢rios mensais.¡± ¡°Ol¨¢, Em¨ªlia, sou o chefe da Roupa do C¨¦u Estrdo e gostaria de convid¨¢ p¨¢ra vir trabalharo chefe do departamento de design, um sal¨¢rio de cento e cinquenta mil¡­¡± Ouvindo essas ofertas de sal¨¢rio, uma mais alta que a outra, Em¨ªlia Cardoso, at?nita, recusou educadamente. ¡°Agrade?o muito o interesse, mas j¨¢ tenho um emprego e n?o estou considerando mudar 1/2 09:10 Cap¨ªtulo 269 no momento, obrigada¡­¡± ¡°Ser¨¢ que voc¨º n?o est¨¢ satisfeita em termos de sal¨¢rio? Ou h¨¢ algo mais? Pode fr, sem pr¨®blemas.¡± ¡°Se voc¨º n?o est¨¢ satisfeita o que oferecemos, podemos fr o Diretor C¨¦lio e tentar negociar algo melhor¡­¡± ¡°Em¨ªlia, este ¨¦ meu cart?o, n?o se esque?a de me ligar quando decidir.¡± Em¨ªlia Cardoso acabou aceitando uma d¨²zia de cart?es de visita, meio que ¨¤ for?a. Enquanto isso, Isabe seguia-os de longe, j¨¢ n?o precisando mais do t¨ªtulo de campe?. Observando Em¨ªlia Cardoso brilhar, um brilho suave tamb¨¦m surgiu em seus olhos. Foi ent?o que o celr de Isabe tocou. ¡°Chefe, aqueles mais de vinte moleques de ontem ¨¤ noite, a gente deu uma surra neles. Acabaram confessando!¡± ¡°Foi a M?nica da Fam¨ªlia Cardoso que os mandou fazer isso, dizendo que se eles machucassem voc¨ºs seriamente, n?o poderiam participar do concurso.¡± ¡°Chefe, sua reputa??o, por que ainda participar de concursos?¡± Benito ramente n?o entendia. ¡°Entendi.¡± Isabe encerrou a liga??o, e um frio passou por seus olhos. Finalmente, Em¨ªlia Cardoso conseguiu se desvencilhar do grupo e rapidamente agarrou o bra?o de Isabe. ¡°Isso foi assustador, Isabe, depois de trocar de roupa, quero convid¨¢ para uma refei??o. Ganhar o primeiro lugar foi gra?as a voc¨º! Essa refei??o, eu insisto em pagar!¡± Em¨ªlia Cardoso sabia que, sem a ajuda de Isabe, seu trabalho nunca teria se destacado. Caso contr¨¢rio, sempre seria apenas uma pequena designer desconhecida. Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Nesse momento, na ¨¢rea de descanso, restavam apenas M?nica e os designers n¨²mero tr¨ºs e quatro, enquanto os demaispetidores j¨¢ haviam partido. 212 Cap铆tulo 270 Cap¨ªtulo 270 ¡°Todas s?o t?o in¨²teis, por que n?o v?o morrer? Ainda t¨ºm coragem de viver neste mundo?¡± M?nica, depois de esbofetear o ¨²ltimo designer, ouviu a voz de Em¨ªlia Cardoso dodo de fora. ¡°Ontem eu disse que iria convid¨¢ para jantar, mas acabou n?o dando certo, e voc¨º ainda saiu machucada¡­¡± Em¨ªlia Cardoso estava cheia de remorsos aodo de Isabe, ¡°Hoje eu vou fazer quest?o de pagar o jantar¡­¡± ¡°S¨® um primeiro lugar, isso ¨¦ incr¨ªvel?¡± M?nica revirou os olhos e, ao ver Em¨ªlia Cardoso entrar, zombou frieza, ¡°E ainda quer pagar o jantar? Voc¨º tem dinheiro? Olha s¨® essa sua cara de pobre¡­¡± Antes que terminasse de fr sarcasmo, M?nica levou um tapa forte no rosto. Todos ainda estavam at?nitos quando Isabe deu um chute, jogando a outra no canto da s e,o se pegasse um pintinho, a jogou sem cerim?nia na cadeira. Cadeiras tombaram para todos osdos, fazendo um barulh?o. ¡°Isabe, voc¨º enlouqueceu?¡± M?nica n?o esperava ser agredida por essa menina na ¨¢rea de descanso dapeti??o e, antes que pudesse se levantar, Isabe j¨¢ lhe dava uma surra. Em¨ªlia Cardoso assistia a tudo boquiaberta. Ser¨¢ que M?nica havia apenas a insultado e Isabe n?o aguentou ouvir e a atacou? Isabe era realmente leal? estavaovida. ¡°Chega, chega¡­¡± M?nica, o rosto inchado e roxo, avisou, ¡°Vou chamar a pol¨ªcia¡­¡± ¡°Bem-feito!¡± Os designers tr¨ºs e quatro, em un¨ªssono, tiraram seus crach¨¢s depeti??o e os jogaram em cima de M?nica. ¡°Cansei de sua estupidez por um longo tempo! Que coisa mais rid¨ªc!¡± O designer n¨²mero tr¨ºs deu mais um chute. O designer n¨²mero quatro tamb¨¦m pisoteou M?nica for?a, ¡°Eu me demito! N?o aguento mais olhar pra sua cara!¡± ¡°Voc¨ºs¡­ Voc¨ºs todos¡­¡± M?nica estava furiosa. Oliver Neves se afastou dos jurados, dispensando as tentativas de aproxima??o, e perguntou a um funcion¨¢rio aodo, ¡°Onde est¨¢ Isabe?¡± ¡°Deve estar na ¨¢rea de descanso.¡± Oliver Neves atravessou o espa?o suas longas pernas em dire??o ¨¤ ¨¢rea de 1/2 09:10 This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Capitulo 270 descanso. Alguns funcion¨¢rios cochichavam entre si. ¡°O Sr. Neves parece mesmo interessado naqu assistente n¨²mero 16¡­¡± ¡°Ele est¨¢ t?o preocupado, indo atr¨¢s d depois dapeti??o.¡± ¡°Ser¨¢ que a pequena assistente vai virar uma Cinder?¡± Isabe chutou M?nica para o canto, ¡°O que aconteceu ontem ¨¤ noite foi coisa sua?¡± Quando Em¨ªlia Cardoso ouviu isso, entendeu, ¡°Foi quem mandou bater na gente ontem ¨¤ noite? Para nos impedir depetir? Deixaigo¡­¡± correu at¨¦ l¨¢ ee?ou a chutar e xingar M?nica, ¡°Sua louca, vou acabar voc¨º!¡± Oliver Neves chegou nos bastidores bem na hora e viu a cena: Em¨ªlia Cardoso, a designer n¨²mero 16 que parecia t?o inocente diante dos outros, estava furiosa, batendo na pessoa no ch?o, pvras de indigna??o. ¡°Se tem problema, venha atr¨¢s de mim! Por que voc¨º mexeu Isabe, por que machucou a m?o d?¡± Os olhos de Oliver Neves escureceram. O ferimento no pulso de sua irm? foi causado por aqu menina no ch?o? ¡°Mais de vinte bandidos, voc¨º queria mesmo que a gente morresse? Voc¨º ¨¦ maluca!¡± Em¨ªlia Cardoso gritava enquanto batia em M?nica, ¡°Esses bandidos tinham at¨¦ paus e facas, voc¨º sabe o que passamos ontem ¨¤ noite?¡± Os olhos de Oliver Neves escureceram ainda mais, mais de vinte bandidos, intimidando duas meninas? Uma ds ainda era sua irm?! ¡°Para, para isso¡­¡± M?nica cobriu o rosto as m?os e, atrav¨¦s das frestas entre os dedos, foio se visse um salvador, ¡°Sr. Neves? Sr. Neves, por favor, me ajude¡­¡± Ao ouvir as pvras ¡°Sr. Neves¡±, todos se viraram na dire??o da voz, e avistaram Oliver Neves parado ¨¤ entrada. 212 Cap铆tulo 271 Cap¨ªtulo 271 A express?o de Emilia Cardoso estava at?nita, Acabou, ser¨¢ que o Chefe vai achar que tem umportamento problem¨¢tico e demiti? ¡°Sr. Neves, um dos seus funcionarios agrediu algu¨¦m, voc¨º n?o pode ignorar isso! Olhe para os machucados que eu tenho¡­ oooo¡­ Esse tipo de pessoa deve ser demitida, se ficar na sua empresa, vai ser s¨® uma vergonha para voc¨ºs!¡± M?nica disse isso en?ou um olhar feroz para Emilia Cardoso, ¡°Eu vou contar tudo para os jornalistas, que a campe? do concurso de design deste ano agrediu algu¨¦m na s de descanso! Vou coloc¨¢s nos trending topics!¡± Antes que Emilia Cardoso pudesse se explicar ao Chefe, Oliver Neves falou um tom tranquilo, ¡°Bom trabalho.¡± Emilia Cardoso:? M¨°nica: ?? Outros: ?? ¡°Seu sal¨¢rio vai ser dez vezes maior a partir de agora, continue assim.¡± Emilia Cardoso ficou confusa por dois segundos antes de reagir, emocionada disse, ¡°Obrigada, Sr. Oliver!¡± O olhar de Oliver Neves se voltou para Isabe, sua voz suavizou, ¡°Venha aqui seu irm?o.¡± Todos ficaram boquiabertos: Irm?o?? Especialmente M?nica, cujos olhos quase saltaram para fora, Irm?o?? Isabe era irm? de Oliver Neves?? Em¨ªlia Cardoso observava M?nica interesse, heh, agora sabia o que era medo? Tarde demais! ¡°Irm?o.¡± Isabe se aproximou obedientemente e parecia respeitosa e educada. ¡°Hm.¡± A express?o de Oliver Neves se suavizou um pouco, ¡°Foi quem machucou voc¨º?¡± ¡°Hm.¡± ¡°Amanh? eles v?o estar falidos.¡± Ao escutar isso, Isabe entendeu o que ele queria dizer, ¡°Eles usurparam nosso lugar e roubaram as coisas de Emilia.¡± 1/3 Capitulo 271 A empresa da fam¨ªlia Cardoso, originalmente, pertencia a Em¨ªlia. Oliver Nevespreendeu e tirou seu celr para dar ordens, ¡°Diga ao Luan Cardoso que ele tem um dia para devolver o que foi roubado ao seu legitimo dono, ou toda a sua fam¨ªlia ir¨¢ panh¨¢-lo ¨¤ pris?o para experimentar um estilo de vida diferente.¡± M?nica arregalou os olhos, incr¨¦d. Oliver Neves iria mexer a familia d? S¨® por causa de um machucado na m?o de Isabe?? Eles teriam que devolver toda a fortuna para Emilia Cardoso?? Por que !! ¡°Depois que as coisas forem devolvidas ao seu leg¨ªtimo dono, diga a eles para deixarem a Cidade Ventoso, e se ousarem iodar minha irm? novamente, n?o serei indulgente.¡± Depois de terminar a liga??o, Oliver Neves olhou carinhosamente para Isabe, ¡°Vamos para casa.¡± Vendo que ele estava prestes a sair, M?nica chamou rapidamente, ¡°Sr. Neves, o que aconteceu foi culpa de uma pessoa s¨®, eu admito meu erro naquilo de ontem ¨¤ noite, se voc¨º est¨¢ raiva, desconte s¨® em mim!¡± ¡°Voc¨º sozinha querpensar o pulso sofrido p minha irm??¡± M?nica congelou, sua pr¨®pria pessoa n?o era suficiente parapensar o pequeno machucado no pulso de Isabe? ¡°Voc¨º se acha demais.¡± Oliver Neves disse calmamente, ¡°Mesmo que toda a Familial Cardoso pague com a vida, ainda assim n?o seria o suficiente, as vidas de mais de vinte de voc¨ºs juntas n?o valem tanto quanto uma m?o da minha irm?.¡± This content belongs to N?/velDra/ma.Org . M?nica ficoupletamente paralisada, sem acreditar que o status da familia de Isabe fosse t?o elevado¡­ ¡°Eu sempre sou pontual.¡± Oliver Neves falou um tom frio, ¡°Voc¨ºs t¨ºm apenas um dia.¡± M?nica caiu sentada no ch?o, sem acreditar no que tinha ouvido¡­ ¡°Isabe, vai o Sr. Oliver, eu pego um t¨¢xi para casa¡­ O carisma de Oliver Neves era muito forte, Em¨ªlia Cardoso se despediu e saiu rapidamente. Oliver Neves abriu a porta do passageiro para a irm?, ¡°Sente-se aqui.¡± Isabe ficou parada, sem se mover. ¡°Mano, eu vim dirigindo meu pr¨®prio carro.¡± Capitulo 271 ¡°Voc¨º sabe dirigir?¡± Oliver Neves surpreendeu-se novamente. ¡°Entra no meu carro agora, daqui a pouco eu pe?o para o Lucas levar seu carro de volta.¡±¡± ¡°Tudo bem.¡± Isabe n?o hesitou e sentou-se no banco do passageiro, prendendo obedientemente o cinto de seguran?a.. Cap铆tulo 272 Cap¨ªtulo 272 Oliver Neves entrou no carro e, tirando um presente, disse: ¡°Pra voc¨º.¡± Ele sabia que sua irm? estavapetindo hoje e, por isso trouxe um presente especial antes de sair de casa p manh?. §Ñ§â ¡°Antes deprar este presente, eu n?o fazia ideia de que a AIE era sua cria??o, nem que esses produtos eram feitos por voc¨º.¡± Isso surpreendeu Isabe, que raramente revva sua identidade. Como seu irm?o teria descoberto? ¡°Foi ouvindo outras pessoas que eu descobri que voc¨º ¨¦ Zaira.¡± Nesse momento, o celr de Isabe vibrou uma mensagem no Whatsapp. [Senhora, voc¨º foi seu irm?o? Voc¨º esconde bem a sua identidade, hein? J¨¢ sendo filha dos Neves e ainda assim trabalha tanto. Como voc¨º deixa espa?o para os outros?] [Ah, e por que voc¨º participou de um concurso de design t?o pequeno hoje? Foi contratada por algu¨¦m por uma fortuna?] Lendo isso, Isabe entendeu. ¡°Abra e veja se gosta.¡± Isabe abriu o pacote e encontrou um cr trevo de quatro folhas, no valor de vinte e cinco milh?es. n?o esperava que, no seu primeiro encontro, seu irm?o lhe desse um presente t?o valioso. Isso significava que ele a valorizava muito. ¡°Se n?o gostar, ou se houver algo que prefira mais, pode me dizer que eupro outro pra voc¨º.¡± ¡°Obrigada, eu gostei muito.¡± Isabe guardou o presente, sem desd¨¦m. ¡°Quando voc¨º fundou a AIE, h¨¢ tr¨ºs anos, tinha apenas 15 anos.¡± Ele mal podia acreditar que uma menina t?o jovem conseguisse fazer tanto sucesso no design. De uma marca obscura para uma l¨ªder de mercado internacional¡­ O esfor?o por tr¨¢s disso era inimagin¨¢vel. ¡°T?o jovem e j¨¢ tantas conquistas, voc¨º administrar a empresa de moda da nossa familia seria subutilizar seu talento.¡± ¡°Na verdade, quandoecei a estudar design, s¨® queria ganhar uma mesada.¡± 1/2 18-55M ¡°Mesada?¡± ¡°¨¦¡­¡± Naqu ¨¦poca, n?o tinha dinheiro paraprar o que queria e pensava que, se se destacasse, talvez os pais Dias gostassem mais d¡­. Mas, no fim das contas, n?o era uma crian?a dos Dias¡­ Era uma ironia. Ouvindo-a fr assim, Oliver Neves sentiu um aperto no cora??o. ¡°A fam¨ªlia Dias n?o lhe dava mesada?¡± ¡°N?o.¡± Exclusive content ? by N?(v)el/Dr/ama.Org. Ao ouvir Isabe, seu cora??o se espremeu de afli??o. Nessa idade, deveria estar desfrutando da vida, em plena flor da juventude. Como Mariana Neves, por exemplo, que passava os dias fazendo SPA, tomando ch¨¢ da tarde e comprando marcas de luxo as amigas¡­ Mas sua pr¨®pria irm? tinhae?ado a lutar por seu pr¨®prio dinheiro desde cedo¡­ Na V Costa. Maria viu a Sra. Isabe chegar de carro o senhor e ficou radiante de alegria. ¡°Senhor, senhora, voc¨ºs voltaram? O jantar est¨¢ quase pronto!¡± Oliver Neves olhou para Isabe ternura, feliz por finalmente poder jantar sua irm¨¡. ¡°Irm?o!¡± Mariana Neves, ao saber que Oliver tinha voltado, correu para fora e, ao ver o olhar afetuoso dele tamb¨¦m voltou para Isabe, quaser conseguiu manter o sorriso. ¡°Irm?, voc¨º ¡°Sim.¡± Isabe respondeu brevemente, ¡°Vou subir para trocar de roupa.¡± ¡°Isabe, voc¨º voltou?¡± Nair Pires estava sentada no sof¨¢, tomando ch¨¢, e ao ver sua filhal querida, ficou extremamente feliz, bombardeando-a perguntas. ¡°Como foi a Antes que Isabe pudesse responder, Oliver Neves interveio: ¡°Isabe e seu grupo. ganharam o campeonato m¨¦rito.¡± Ele fez quest?o de enfatizar: m¨¦rito! ¡°Campe??¡± Nair Pires, surpresa e ao mesmo tempo emocionada, exmou, ¡°Isabe, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel, parece que ganha em tudo que faz¡­ Ei, o que ¨¦ isso que voc¨º est¨¢ segurando na m?o?¡± Cap铆tulo 273 Cap¨ªtulo 273 ¡°Ah.¡± Isabe pegou o presente para mostrar, ¡°Foi um presente do meu irm?o.¡± ¡°Seu irm?o deu um presente para voc¨º? Voc¨ºs voltaram juntos agora h¨¢ pouco?¡± ¡°Sim.¡± Maria rapidamente acrescentou: ¡°Sra. Isabe voltou no carro do senhor!¡± Cam, que estava um pouco distante,n?ou um olhar desdenhoso,o se quisesse dizer, o que tem de t?o especial nisso! Sra. Mariana n?o conseguia contar o n¨²mero de vezes que tinha viajado no carro do senhor! Maria fez quest?o de enfatizar, ¡°E sentou no banco do passageiro.¡± Cam ficou pasma. This is property ? of N?velDrama.Org. At¨¦ a Mariana Neves mal podia acreditar¡­ Afinal, no carro do irm?o mais velho, nem mesmo , nem o segundo, terceiro ou quarto irm?o, tinham o privil¨¦gio de sentar ¨¤ frente! Por que Isabe poderia sentar no banco do passageiro?! ¡°Esse moleque tem considera??o, sabeo ser bom para a irm?!¡± Nair Pires, satisfeita, olhou para o presente nas m?os de Isabe, ¡°O que seu irm?o deu para voc¨º?¡± queria saber o que o filho mais velho tinha dado de presente, e se fosse alguma coisa. sem valor, certeza teria uma conversa s¨¦ria ele depois. Quando Isabe abriu, todos ficaram surpresos, era um cr trevo de quatro folhas da AIE. Mariana Neves tinha visto aquele cr no site oficial da AIE dias antes e tinha se apaixonado por ele, mas era muito caro, custava vinte e cinco milh?es, e n?o tinha coragem deprar¡­ E de repente, apareceuo ¡°vendido¡±. O que mais a surpreendeu foi que tinha sido seu irm?o mais velho queprara o cr! E para Isabe!!! nunca tinha recebido um presente t?o caro! Por que Isabe deveria receber tanta aten??o do irm?o mais velho? Por qu¨¦? ¡°Se eu soubesse que a AIE foi fundada p Isabe, eu n?o teria escolhido algo que mesma desenhou para dar.¡± 17/2 §±§° §³§¦ §Á Capitulo 273 Quando ele disse isso, todos ficaram chocados. A quantidade de informa??o era demais para que eles reagissem de uma vez. Isabe n?o teve tempo de impedir seu irm?o, pensando que agora estava tudo acabado, pois seus pais tinham lhe dado muitas roupas da AIE antes, e tinha recebido dinheiro por s¡­ Embora os rem¨¦dios que deu depois tamb¨¦m n?o fossem baratos, mas¡­ ¡°A AIE foi fundada p Isabe?¡± Carlos Neves duvidava de seus pr¨®prios ouvidos, ¡°Voc¨º acabou de dizer isso? N?o ouvi errado, certo? ¡°Ele disse isso mesmo, a AIE foi fundada p Isabe, e tudo l¨¢ ¨¦ desenhado por ??¡± Nair Pires olhava incr¨¦d para Oliver Neves, e depois para Isabe. ¡°Voc¨ºs n?o sabiam?¡± O olhar de Oliver Neves se voltou para Isabe, ¡°Voc¨º n?o contou?¡± Foi ent?o que ele percebeu que, sem querer, tinha revdo o segredo da irm?¡­. Ser¨¢ que pensaria que ele era um fofoqueiro? ¡°Isabe, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel, hein? Tanto ¨¨ a Sra. Melodia quanto a Zaira¡­¡± Nair Pires ainda n?o tinha terminado de fr quando foi a vez de Oliver Neves ficar chocado, ¡°Sra. Melodia?¡± Isabe era Sra. Melodia?? ¡°¨¦ sim! O senhor n?o sabia? A famosa pianista internacional Sra. Melodia ¨¦ a Sra. Isabe!¡± Isabe, por dentro, estava¡­ ¡°Nossa fam¨ªlia realmente est¨¢ sorte, para ter uma filha t?o excepcional!¡± Nair Pire elogiava Isabe sem parar, sem imaginar que aqu crian?a t?o doce, al¨¦m de entend de piano, tamb¨¦m sabia desenhar! Carlos Neves tamb¨¦m n?o podia acreditar, ¡°Minha querida Isabe, t?o jovem e j¨¢ ¨¦ uma grande pianista e uma grande designer¡­ Muito talentosa!¡± Mariana Neves, aodo, estava p¨¢lidao um fantasma. Como isso era poss¨ªvel?! admirava h¨¢ tempos a grande mestra do piano, Sra. Melodia, e era ningu¨¦m menos que a pr¨®pria Isabe! Cap铆tulo 274 Cap¨ªtulo 274 Por que ser¨¢ que a marca AIE, a sua favorita, tamb¨¦m tinha sido criada ps Isabe?! Isabe era a Zaira?? Imposs¨ªvel!! Seu cora??o sofreu um golpe devastador, os elogios a Isabe ao seu redor soavamo tapas, atingindo seu rosto um ap¨®s o outro¡­ E que antes sonhava em superar essa caipira no piano ou no design! N?o,o essa caipira poderia ser a Sra. Zaira! Ser¨¢ que seu irm?o se confundiu? A campe? de hoje foi Em¨ªlia Cardoso, n?o a Isabe! Ouvi dizer que foio assistente! Com esse pensamento, Mariana Neves esbo?ou um sorriso for?ado, tentando manter sua imagem. ¡°Irm?, j¨¢ que voc¨º ¨¦ a Sra. Zaira¡­ por que hoje foi ao concursoo assistente de designer? Lembro que a Sra. Zaira j¨¢ ganhou muitos pr¨ºmios internacionais, e para , esses pequenos concursos n?o deveriam chamar aten??o¡­¡± Ao ouvir Mariana Neves perguntar isso, os olhos de Oliver Neves brilharam uma luz sombria. Estava questionando a maestria de Isabe? ¡°Isabe, voc¨º foi hojeo assistente?¡± Nair Pires ficou surpresa, todos pensavam que participariao designer. At¨¦ os empregados da casa pensavam assim. ¡°Oh, s¨® estava apoiando os mais novos.¡± Ao ouvir a resposta despreocupada de Isabe, Mariana Neves ficou pasma. Uma mestral se disp?s a ser assistente de um novato?? est¨¢ louca?? ¡°O cora??o de Isabe ¨¦ t?o generoso, sua vis?o t?o am!¡± Nair Pires teve sua impress?o sobre a filha renovada mais uma vez. Durante o jantar, todos se apressaram em servir Isabe, at¨¦ Oliver Neves usou os hashis para servir uma boa quantidade deida para . ¡°Coma bastante.¡± ¡°Obrigada, irm?o.¡± O prato de Isabe estava cheio, ¡°Obrigada pai, obrigada m?e,am 1/2 08.56 tamb¨¦m.¡± tamb¨¦m pegou os hashis ee?ou a servir os pais e o irm?o¡­ Mariana Neves se sentiuo se tivesse sido esquecida. Cam observava preocupada. Maria, por outrodo, sorria um rosto cheio de carinho.. Camn?ou um olhar feroz para , o que havia de t?o especial? Isabe era uma pessoa dificil de lidar, e estava dodo errado ainda sorrindo assim! Depois de um tempo, Nair Pires finalmente pegou os hashis e serviu Mariana Neves. ¡°Mariana,a bastante tamb¨¦m.¡± Carlos Neves disse alegremente,o sempre. Embora Oliver Neves tamb¨¦m tivesse servido Mariana Neves uma vez, o ci¨²me em seu cora??o fervia! Oliver tinha servido Isabe tantas vezes e apenas uma vez a !! Por qu¨º!! Depois de passar os ¨²ltimos dias tentando agradar o irm?o, truques e apelos emocionais¡­ E no final, ainda perdeu por causa desse?o de sangue! Ap¨®s o jantar, Oliver Neves seguiu Isabe at¨¦ seu quarto. Cam fez sinais para Mariana Neves,o quem diz: Sra. Mariana, voc¨º n?o vai seguir? Mariana Neves subiu as escadas sorrateiramente e se escondeu, vendo Oliver Neves bater na porta do quarto de Isabe. This is property ? of N?velDrama.Org. Isabe abriu a porta, ¡°Irm?o, precisa de algo? ¡°Isso ¨¦ para voc¨º.¡± Oliver Neves passou um cart?o preto para , ¡°Compre o que quiser daqui para frente, n?o economize.¡± Isabe apenas deu uma olhada e sabia que esse tipo de cart?o preto bordas douradas continha no m¨ªnimo uma fortuna! n?o aceitou, apenas disse de forma indiferente: ¡°Irm?o, eu posso ganhar meu pr¨®prio dinheiro.¡± ¡°¨¦ um gesto de carinho do seu irm?o,¡± insistiu Oliver Neves, mantendo a m?o estendida. ¡°Tem dois bilh?es ai dentro, quando acabar, eu vou depositar mais.¡± 2/2 Cap铆tulo 275 Cap¨ªtulo 275 Ao ouvir esse n¨²mero, Isabe estava ainda menos inclinada a aceit¨¢-lo, ¡°Eu tenho o meu pr¨®prio.¡± ¡°Pegue.¡± Oliver Neves enfiou o cart?o em sua m?o, ¡°Use ¨¤ vontade, sem peso na consci¨ºncia.¡± ¡°N?o posso gastar tanto.¡± ¡°Ent?o guarde, quando voc¨º casar, o irm?o lhe dar¨¢ mais.¡± O olhar de Oliver Neves se suavizou, ¡°Considereo uma mesada que o irm?o lhe d¨¢.¡± Mariana Neves ficou furiosa aodo! Mesada! Uma mesada de dois bilh?es!! ¡°Quando estiver cansada e n?o quiser mais trabalhar, ¨¦ s¨® fr o irm?o, que eu a apoiarei.¡± A voz de Oliver Neves tamb¨¦m se tornou mais suave, ¡°Se houver alguma outra empresa do grupo que lhe interesse, ¨¦ s¨® dizer todas s?o suas.¡± Mariana Neves: !!! ¡°Obrigada, irm?o.¡± Isabe n?o tinha interesse em nenhuma empresa, pois estaval ocupada demais com seus pr¨®prios assuntos, mas as pvras de Oliver Neves. realmente a aqueceram por dentro. ¡°Nos pr¨®ximos dias, o irm?o estar¨¢ pelo pa¨ªs. Se houver algum lugar que queira visitar ou algo que queira fazer, pode me procurar, vou panh¨¢.¡± Mariana Neves estava t?o irritada que sua face se contorceu. Ontem, pediu ao irm?o para panh¨¢ ¨¤spras depois do jogo de hoje, e ele disse que estava ocupado! Como ele podia ter tempo para Isabe? O irm?o estava sendo descaradamente parcial! ¡°Qual ¨¦ o seu n¨²mero de celr?¡± Oliver Neves pegou o celr. Isabe recitou uma sequ¨ºncia de n¨²meros. Depois de salvar, Oliver Neves ligou para , ¡°Este ¨¦ o n¨²mero do irm?o, se precisar de algo, me ligue a qualquer hora, eu atenderei, n?o precisa ter medo de me iodar, seja no descanso ou no trabalho.¡± ¡°Est¨¢ bem.¡± Oliver Neves tamb¨¦m adicionou no WhatsApp, ¡°Se n?o for conveniente fr pelo telefone, ou se estiver envergonhada, pode me mandar uma mensagem.¡± 08:56 Um raro sorriso surgiu nos l¨¢bios de Isabe, vindo do cora??o, ¡°Obrigada, irm?o.¡± ¡°Entre familia n?o se agradece.¡± O olhar de Oliver Neves se suavizou ainda mais, ¡°Agora v¨¢ descansar, qualquer coisa, ¨¦ s¨® me chamar ¡°Est¨¢ bem.¡± Isabe assistiu ele se afastar antes de fechar a porta do quarto. Escondida num canto, Mariana Neves estava cheia de inveja e insatisfa??o. Por que ele deveria favorecer aqu caipira s¨® porquepartilhavam o mesmo sangue? sabia que entre os cinco irm?os, ele era o mais calmo, o mais s¨¦rio e o mais dif¨ªcil de lidar. No entanto, era This is property ? of N?velDrama.Org. incrivelmente gentil e indulgente Isabe!! Mariana Neves apertou os punhos. Isabe, voc¨º nunca deveria ter aparecido nesta familia. Foi a sua chegada que arruinou tudo para mim! Vou lhe mostrar que esta casa n?o ¨¦ t?o acolhedora assim! Assim que Isabe entrou no quarto, o telefone tocou. Era C¨¦lio. ¡°Isabe, estou de volta ao Brasil.¡± C¨¦lio ligou assim que desembarcou, ¡°Surgiu um imprevisto, vou encontrar voc¨º mais tarde.¡± ¡°Tudo bem.¡± A voz de Isabe tamb¨¦m se amenizou, ¡°V¨¢ cuidar de seus neg¨®cios.¡± ¡°Hm, estou saudades.¡± A voz de C¨¦lio estava carregada de anseio, ¡°Vejo voc¨º mais tarde.¡± ¡°Est¨¢ bem.¡± Cap铆tulo 276 Cap¨ªtulo 276 Ap¨®s desligar o telefone, C¨¦lio observou o v¨ªdeo do jogo que Vicente havia passado para ele. A les?o no pulso direito de Isabe era notadamente visivel. Seus olhos esfriaram um pouco. Quem teria a aud¨¢cia de machuca? A familia Cardoso. Luan deu v¨¢rios tapas em M?nica, furioso por ter causado tal confus?o. ¡°Voc¨º teve a coragem de provocar algu¨¦m da familia Neves? Voc¨º enlouqueceu??¡± ¡°Pai¡­¡± M?nica chorava, sentindo-se injusti?ada, ¡°eu n?o sabia que Isabe era da fam¨ªlia Neves¡­ A familia Neves n?o tem apenas a Mariana Neves? Eu n?o sei de onde a Isabe veio¡­¡± ¡°Voc¨º ainda tenta se defender agora?¡± Luan deu mais dois fortes tapas n. ¡°Agora a familia Cardoso pode ruir por sua causa!¡± ¡°Calma, o importante agora ¨¦ encontrar a Isabe e pedir desculpas pessoalmente!¡± Sra. Cardoso apressou-se em proteger sua filha. ¡°Mesmo que voc¨º a matasse agora, n?o adiantaria nada.¡± ¡°Pedir desculpas?¡± Luan riu de raiya. ¡°Voc¨º acha que eles precisam do seu pedido de desculpas insincero? Oliver Neves disse que nem mesmo a vida de toda a nossa fam¨ªlia Cardoso vale tanto quanto a m?o de sua irm?! Suas desculpas n?o valem nada aos olhos. deles!¡± ¡°E o que fazemos agora? N?o podemos simplesmente n?o fazer nada¡±, ponderou Sra. Cardoso. ¡°Isabe n?o ¨¦ amiga da Em¨ªlia Cardoso? Vamos procurar Emilia¡­¡± ¡°Voc¨º acha que eu j¨¢ n?o tentei?¡± Luan disse e tentou bater na filha novamente, Sra. Cardoso apressou-se em afast¨¢. All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org. ¡°Fale sem precisar se exaltar!¡±, reprimiu Sra. Cardoso,n?ando um olhar severo para a filha,o se dissesse que deveria ter sido mais discreta. Que burrice! ¡°Essa filha rebelde s¨® ficou assim por sua culpa! Agora a fam¨ªlia Cardoso est¨¢ arruinada¡­ Est?o satisfeitos?¡± Luan fechou os olhos, consumido p raiva e impot¨ºncia. Se fosse qualquer outra familia, ainda poderia haver uma chance de reconcilia??o, mas a familia Neves era famosa por mimar seus filhos! Seja filho ou filha, todos eram o tesouro de Carios Neves e Nair Pires. N?o era apenas a quest?o de machucar a m?o de algu¨¦m; at¨¦ mesmo tocar num fio de cabelo deles j¨¢ era. pedir a morte! Foi nesse momento que o mordomo correu at¨¦ eles, ofegante. ¡°Senhor, senhora, o carro da familia Franco chegou! C¨¦lio pede que lhe fa?am uma visita.¡± 1/2 08:56 Capitulo 276 C¨¦lio??? Luan lembrou-se de ter brindado C¨¦lio em um jantar beneficente recente e de ter proferido alguns elogios¡­ Embora, na ocasi?o, C¨¦lio n?o tivesse dado muita aten??o, nem mesmo olhado. diretamente para ele, mas¡­. Talvez, depois daqu noite, C¨¦lio se lembrasse dos seus elogios e, sabendo da situa??o em que se encontrava e tenha sido generoso o suficiente para ajud¨¢-lo. Com esse pensamento, Luan mal podia conter sua alegria, apressando-se em dizer, ¡°C¨¦lio nos convidou para visit¨¢-lo?¡± ¡°Sim, ele enviou uma mensagem pedindo que o senhor, a senhora e a Sra. M?nica fossem at¨¦ l¨¢.¡± De repente, M?nica lembrou-se, ¡°Pai, ser¨¢ que tem a ver o jantar beneficente da outra vez¡­¡± tamb¨¦m havia ido ao jantar e, apesar de C¨¦lio n?o lhe ter dado aten??o enquanto seu pai a apresentava¡­ Talvez, mais tarde, ele se recordasse de sua beleza e gra?a¡­ tinha bastante confian?a em sua apar¨ºncia, afinal! ¡°Ent?o o que estamos esperando? Vamos logo¡­¡± Luan ajeitou apressadamente a roupa e, ao levantar o olhar, avistou a marca vermelha da m?o no rosto da filha, apressou-se em dizer, ¡°No caminho voc¨º d¨¢ um jeito na maquiagem, mas j¨¢ vou avisando, se essa confus?oe?ou por sua causa e se o C¨¦lio s¨® concordar em nos ajudar em troca de¡­ voc¨º sabe¡­¡± ¡°Pai, pode ficar tranquilo, eu farei qualquer sacrif¨ªcio p nossa fam¨ªlia!¡± M?nica enxug as l¨¢grimas e sorriu, mesmo que n?o pudesse ser a parceira oficial de C¨¦lio, ser sua amante j¨¢ era o suficiente para se exibir. J¨¢ Sra. Cardoso estava um pouco preocupada, ¡°Eu ouvi dizer que os Neves e os Franco est?o arranjando um casamento, e o Valentin Neves e C¨¦lio s?o amigos ¨ªntimos. E se ele veio para se vingar em nome dos Neves¡­¡± ¡°Vingan?a? E o que mais eles poderiam fazer? J¨¢ estamos quase falidos mesmo. O que o C¨¦lio pode fazer? Nos deixar mais na mis¨¦ria ou mais pobres?¡± Cap铆tulo 277 Cap¨ªtulo 277 This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Luan sentiu que precisava ir at¨¦ l¨¢, quem sabe algu¨¦m realmente se encantou p beleza de sua filha¡­ Olhando mais de perto, realmente as fei??es de sua filha eram atraentes, mas ele tinha sido um pouco duro mais cedo, e seu rostinho estava inchado de tanto apanhar. Meia hora depois. O carro dos Franco estacionou em frente a um armaz¨¦m abandonado nos arredores da cidade. Sra. Cardoso estava um tanto assustada, segurando firme a roupa do marido, ¡°Que lugar desdo ¨¦ esse? Vamos nos encontrar aqui? Estou um mau pressentimento¡­¡± ¡°Voc¨º n?o entende nada!¡± Luan deu-lhe um olhar reprovador e afastou sua m?o, ¡°N?o amasse a minha roupa, tenho que me encontrar o Sr. C¨¦lio mais tarde!¡± ¡°Luan, acho melhor a gente voltar¡­¡± ¡°As mulheres s?o m¨ªopes!¡± Luan avaliou o local um olhar cr¨ªtico, ¡°¨¤s homens querem algo diferente! Voc¨º n?o entende nada!¡± M?nica j¨¢ estava ansiosa para sair do carro. Durante o trajeto, fez quest?o de aplicar uma maquiagem juvenil. vezes os Agora, estava cheia de confian?a, certa de que sua apar¨ºncia deslumbrante irial seduzir C¨¦lio. Antes de entrar no armaz¨¦m, propositalmente deixou cair uma al?a do vestido, revndo um pouco mais do que o costume. Luann?ou um olhar severo para sua esposa,o se dissesse: ¡°Minha filha ¨¦ melh nisso do que voc¨º¡±! Assim que entraram no armaz¨¦m, perceberam que o lugar estava vazio e assustador, C¨¦lio sentado em uma cadeira solit¨¢ria e Vicente em p¨¦ ao seudo. Fora isso, o resto do espa?o estava vazio. A luz que entrava ps jans altas dava ao local uma atmosfera terr¨ªvel. ¡°C¨¦lio, voc¨º tem que me salvar¡­¡± M?nica ajoelhou-se diante de C¨¦lio, chorando de formaovente, ¡°Eu fiz algo errado sem querer e acabei prejudicando minha fam¨ªlia¡­ Se voc¨º me salvar, aceito qualquer condi??o!¡± ¡°Oh?¡± C¨¦lio esbo?ou um sorriso cruel, ¡°Qualquer condi??o?¡± M¨®nica, pensando que C¨¦lio estava realmente interessado n, acenou a cabe?a rapidamente, ¡°Sim, ro, o que voc¨º mandar eu fa?o, sem falhar.¡± Aodo, Luan curvava-se, uma express?o de respeito e medo, ¡°Luan Cardoso falhou 1/2 Capitulo 277 na educa??o da filha, ousadamente pe?o que C¨¦lio me ajude a disciplin¨¢¡­¡± Se C¨¦lio quisesse resolver as coisas ali, seria perfeito. Ap¨®s o sucesso, ele n?o s¨® manteria sua riquezao tamb¨¦m possibilitaria que sua filha se elevasse socialmente¡­ Dois coelhos uma cajadada s¨®! C¨¦lio fez um sinal a m?o, e Vicente sacou uma faca,n?ando-a aos p¨¦s de M?nica. Com um som met¨¢lico, a familia Cardoso inteira congelou ao ver a lamina brilhante, sem entender o que estava acontecendo¡­ Ser¨¢ que C¨¦lio queria algo mais emocionante??? ¡°Que m?o machucou, essa mesma m?o pagar¨¢.¡± Os olhos de C¨¦lio brilhavam friamente. Finalmente, a familia percebeu a quem ele se referia: Isabe!!! C¨¦lio estava ali para vingar Isabe?! ¡°C¨¦¡­ C¨¦lio¡­¡± Luan j¨¢ tremia de medo, ¡°Sra. Isabe ¨¦ sua protegida¡­¡± C¨¦lio falou calmamente, ¡°Minha noiva.¡± Luan ficou paralisadoo se tivesse sido atingido por um raio, incapaz de fr. Sra. Cardoso ficou ainda mais p¨¢lida, Isabe era a noiva de C¨¦lio? Estava tudo acabado, a familia Cardoso n?o apenas enfrentaria a ruina financeira! ¡°Na ¨²ltima vez voc¨ºs a atacaram, e agora vieram criar mais problemas¡­¡± O frio nos olhos de C¨¦lio parecia vir do inferno, ¡°Acham que ¨¦ fraca, sem ningu¨¦m para defend¨º?¡± Ao ouvir isso, Luan deu dois tapas fortes em M?nica, ¡°Sua filha desonrosa! O que mais voc¨º fez a Sra. Isabe? Vou te ensinar uma li??o!¡± Sra. Cardoso, aterrorizada, n?o se atreveu a defender a filha, olhando enquanto o marido batia na filha diversas vezes. 2/20 Cap铆tulo 278 Cap¨ªtulo 278 ¡°Seu idiota!!¡± Luan deu-lhe mais dois tapas fortes na cara. M?nica finalmente percebeu por que tantos seguran?as vieram pedir demiss?o naquele dia, dizendo que estavam fora. Era por causa de C¨¦lio¡­ Acabou, o que fazer agora?! Ofender C¨¦lio tinha consequ¨ºncias muito mais graves do que ofender Oliver Neves! ¡°Sr. Cardoso,¡± a voz de C¨¦lio soava friao agua, e seus olhos brilhavam um frio cial, ¡°ferir minha noiva duas vezes, exigir a m?o da sua filha n?o ¨¦ demais?¡± Luan, medo e quase chorando, disse, ¡°N?o ¨¦ demais, n?o ¨¦ demais, sua filha desonrosa, o que est¨¢ esperando? N?o vai fazer nada? Quer que eu te ajude?¡± ¡°Luan?¡± Sra. Cardoso n?o queria, realmente n?o queria, ¡°C¨¦lio, eu lhe imploro, M?nica ainda ¨¦ jovem, podemos sair de Cidade Ventoso e nunca mais voltar¡­¡± ¡°Achou que poderia ferir Sra. Isabe e simplesmente ir embora? Sonha!¡± Vicente disse friamente, ¡°Voc¨ºs t¨ºm apenas trinta segundos.¡± M?nica chorava desesperadamente, bn?ando a cabe?a, olhando para a faca no ch?o, sem coragem de agir. O cronometroe?ou. Luan, o cora??o endurecido, pegou a faca e deu passos em dire??o ¨¤ filha, ¡°Voc¨º n?o deveria, nunca deveria ter mexido a pessoa do C¨¦lio!!¡± ¡°Luan¡­¡± ¡°Pai, n?o¡­¡± Com uma facada, o pulso direito de M?nica jorrou sangue, e os tend?es e ossos estavan expostos¡­. ¡°Ah-¡± O grito de dor ecoou pelo armaz¨¦m. This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Sra. Cardoso correu para abra?ar sua filha ferida, chorando de dor. Luan limpou o sangue da faca em suas pr¨®prias roupas e a entregou a C¨¦lio respeito e medo, ¡°C¨¦lio, limpei, est¨¢ bom assim? Podemos deixar isso para tr¨¢s?¡± ¡°Voc¨º est¨¢ perguntando ao Senhor C¨¦lio desse jeito, quem n?o sabe pensaria que foi o Senhor C¨¦lio que os amea?ou, mandando voc¨º ferir a sua pr¨®pria filha.¡° Ao ouvir as pvras de Vicente, Luan curvou-se ainda mais, ¡°N?o, n?o, foi um acidente. da minha filha, nada disso tem a ver o Senhor C¨¦lio¡± 1/2 08 50 Capitulo 278 ¡°Ontem ¨¤ noite, vinte e dois, intimidando minha noiva sozinha.¡± A voz de C¨¦lio estava cheia de descontentamento, ¡°Traga-os para c¨¢.¡± Os vinte e dois capangas contratados na noite anterior j¨¢ estavam espancados e mal respiravam. M?nica, vendo suas contrata??es naquele estado, tremia de medo, e a dor aguda do ferimento quase a fez perder a consci¨ºncia. ¡°Quantos s?o os nossos?¡± C¨¦lio perguntou baixinho para Vicente, que estava atr¨¢s dele. Vicente respondeu respeitosamente, ¡°Vinte e dois, Senhor C¨¦lio.¡± ¡°Se v?o sair daqui vivos, depende da sorte de voc¨ºs.¡± C¨¦lio se levantou para ir embora, Vicente deu- lhes um olhar frio e seguiu os passos de C¨¦lio. Foi ent?o que Luan percebeu que C¨¦lio queria usar a mesma t¨¢tica contra eles. Na noite anterior, a filha tinha feito vinte e dois bandidos intimidarem Isabe, ent?o hoje, C¨¦lio queria que seus vinte e dois homens os castigassem. Mas eles, uma fam¨ªlia de tr¨ºs pessoas acostumadas ao luxo, n?o tinham for?a para lutar,o poderiam enfrentar os homens de C¨¦lio? E esses vinte e dois bandidos mal respirando no ch?o¡­o poderiam resistir? A porta do armaz¨¦m se abriu, e uma luz imensa entrou. C¨¦lio e Vicente sa¨ªram, e os vinte e dois homens entraram¡­ ¡°C¨¦lio, por favor, tenha miseric¨®rdia¡­¡± Luan mal tinhae?ado a se ajoelhar quando a porta do armaz¨¦m se fechou impiedosamente¡­ N?o muito tempo depois, gritos terr¨ªveise?aram a ecoar do armaz¨¦m¡­ 2/2 Cap铆tulo 279 Cap¨ªtulo 279 Meia hora depois. O carro de C¨¦lio estacionou em frente ao port?o da V Costa.. Ele olhou para cima e viu que a luz aconchegante ainda estava acesa no quarto de Isabe. Desceu do carro e tirou o celr do bolso, discando aquele n¨²mero familiar. ¡°Isabe ainda n?o foi dormir?¡± ¡°Hmm.¡± Isabe acabou de tomar banho e estava secando o cabelo uma toalha seca, ¡°Voc¨º j¨¢ resolveu tudo?¡± ¡°Sim, eu nejava vir direto para voc¨º assim que desembarcasse.¡± Ele soube de ¨²ltima hora que havia machucado a m?o, envolvimento a Familial Cardoso¡­ lidar isso acabou atrasando um pouco. ¡°Vem at¨¦ a jan.¡± Neste hor¨¢rio, n?o seria conveniente ele entrar para n?o perturbar, e al¨¦m disso, o calor que fazia, ele n?o queria que sa¨ªsse do conforto do ar-condicionado paral enfrentar o calor ardente da varanda. Ent?o, s¨® poderia v¨º de longe. Isabe se aproximou da jan e viu C¨¦lio parado aodo do carro, olhando em sua dire??o.Belonging ? N?velDram/a.Org. Ele tinha uma figura esguia e elegante, e embora n?o fosse possivel ver ramente seus tra?os ou express?o daqu distancia, Isabe podia sentir o carinho na sua voz quando ele fva. ¡°Voc¨º temido direito enquanto eu estou fora?¡± ¡°Sim.¡± O jeito de Isabe secar o cabelo era casual e bonito. ¡°Seja gen gentil, ainda tem um machucado na m?o.¡± A a??o de Isabe parou instantaneamente, ¡°Como voc¨º sabe?¡± ¡°Eu vi o v¨ªdeo do jogo.¡± O olhar de C¨¦lio se suavizou, ¡°N?o imaginei que a minha Isabe, suas m?os, n?o s¨® poderia salvar vidas e tocar piano, mas tamb¨¦m criar roupas t?o bonitas.¡± ¡°Voc¨º achou bonito.¡± Isabe n?o pensava que as poucas pincdas que adicionou ¨¤ roupa na competi??o fossem t?o impressionantes. Mas se C¨¦lio dizia que era bonito, respondeu, ¡°Um dia, eu fa?o algumas pe?as para voc¨º.¡± 1/2 08:56 Capitulo 279 ¡°S¨¦rio?¡± A voz de C¨¦lio soou surpresa, ¡°Ent?o quando sua m?o estiver curada, voc¨º faz para mim.¡± ¡°Hmm.¡± Ele podia ver que o talento de Isabe para o design era definitivamente superior ao del Emilia Cardoso. Apenas durante apeti??o, se continha, deixando Emilia brilhar. ¡°Se algu¨¦m te maltratar, me conte imediatamente.¡± ¡°Est¨¢ bem.¡± ¡°Eu trouxe umnche para a noite, depois deer, tente descansar cedo.¡± C¨¦lio disse olhando para a garota atrav¨¦s da jan, uma voz gentil, ¡°Veja quem ainda n?o foi dormir e pe?a para buscar, eu n?o vou tocar a campainha.¡± Para evitar perturbar o descanso dos outros. ¡°N?o desca.¡± C¨¦lio acrescentou, ¡°Voc¨º est¨¢ machucada, n?o deve carregar nada.¡± ¡°Tudo bem.¡± Depois de desligar o telefone, Isabe deu instru??es para Maria. Maria ficou surpresa ao ver que Sr. C¨¦lio havia preparado tantosnches que mal conseguia carregar tudo, e perguntou sorrindo, ¡°C¨¦lio, voc¨º n?o vai entrar para sentar um pouco? Maria percebeu, ¡°A essa hora, voc¨º n?o quer iodar o Sr. Neves e a Nair, certo?¡± N?o queria iodar os mais velhos, mesmo que sentisse saudades da Sra. Isabe, ele se continha¡­ O olhar de C¨¦lio se suavizou, ¡°Maria, nesta saq tem rem¨¦dio, Isabe machucou a m?o, mais tarde vou precisar que voc¨º aplique um pouco n.¡± ¡°A m?o da Sra. Isabe est¨¢ machucada?¡± Maria lembrou subitamente, ¨¦ por isso que Isabe tinha usado a m?o esquerda paraer ¨¤ noite! Na casa, todos sabiam que Isabe era habilidosa ambas as m?os, ent?o ningu¨¦m prestou aten??o quando usou a esquerda para pegar os talheres¡­ Maso C¨¦lio sabia? ¡°Fique tranqu, logo mais eu vou aplicar o rem¨¦dio na Sra. Isabe.¡± 2/2 Cap铆tulo 280 Cap¨ªtulo 280 ¡°Deu ruidoo ¡°Sem problema, sem problema¡­ C¨¦lio, voc¨º ¨¦ um querido! Que voc¨º tenha uma boa viagem, dirija com cuidado, viu?¡± Quando Maria entrou na s as coisas, Carlos Neves acabou vendo e s¨® ent?o descobriu que o futuro genro tinha preparado muitosnches noturnos para eles. A mesa estava cheias de caixas elegantes. Isabe:¡­ N?o era pra ser s¨® ¡°um pouquinho¡±? Mariana Neves, que estava aodo, morria de inveja. Soube que C¨¦lio tinha viajado ontem e, mal voltou, j¨¢ tinha preparado todos essesnches para Isabe? Olhando para o logo nas caixas, aquelesnches custavam pelo menos um valor de seis d¨ªgitos! Essa mo?a do interior, que s¨® sabia tocar um pouco de piano e fazer algumas roupas, of que tinha de t?o especial? Por que C¨¦lio era t?o atencioso ! ¡°Senhorita Isabe, deixa eu ver sua m?o.¡± Antes que Maria pudesse examinar o ferimento, Isabe tirou a m?o rapidamente, ¡°Algum problema?¡± ¡°Isso ¨¦ o rem¨¦dio que C¨¦lio preparou para voc¨º, ele me pediu para passar em voc¨º n tarde¡­ ¡°Maria tirou os rem¨¦dios da bolsa. Havia tamb¨¦m uma nota, instru??es de C¨¦lio sobre qual rem¨¦dio passar primeird qual depois e o que fazer no final. Ele tinha escrito todo o procedimento. Foi a¨ª que Carlos Neves e Nair Pires souberam que a m?o de Isabe estava ferida, e enquanto sentiam admira??o p aten??o de C¨¦lio, tamb¨¦m ficaram preocupados. a les?o da filha. ¡°Minha querida Isabe, o que aconteceu? Quando voc¨º se machucou?¡± ¡°Como ficou t?o inchado? Voc¨º caiu ou algu¨¦m te machucou?¡± Isabe tirou a m?o, ¡°N?o ¨¦ nada, foi s¨® um descuido meu.¡± Como o video do incidente napeti??o n?o havia sido divulgado, Carlos Neves e Nair Pires n?o sabiam que tinha se machucado 1/2 Capitulo 280 Eo Isabe geralmente era muito reservada, ningu¨¦m tinha percebido. ¡°Como ¨¦ que seu irm?o n?o falou nada?¡± ¡°YOU ligar para o Dr. Matteo agora mesmo.¡± Vendo Carlos Neves pegar o celr, Isabe interrompeu, ¡°N?o precisa, C¨¦lio j¨¢ preparou o rem¨¦dio.¡± Copyright by N?v/elDrama.Org. Os rem¨¦dios pareciam muito muito bom, algo que n?o se encontraria em uma farm¨¢cia Eles tamb¨¦m n?o seriam algo que ele normalmente teria em seu carro.. Isabe suspeitava que talvez ele tivesse passado em sua casa para peg¨¢-los antes de traz¨º-los para . ¡°Vamoser algo primeiro. ¡°Isabe entregou os pratos e talheres aos pais antes de se sentar, usando a m?o esquerda para segurar os talheres. Mariana Neves, cheia de inveja, se sentou sem ser convidada e, um sorriso doce, disse, ¡°Cunhado preparou tanta coisa, dever¨ªamos ajudar a irm? a dividir, n?o ¨¦? Irm?, cunhado ¨¦ t?o bom com voc¨º! Voc¨º ¨¦ muito sortuda!¡± ¡°J¨¢ que voc¨º sabe que ele ¨¦ seu cunhado, por favor, mude a formao voc¨º o chamal quando estiver entre amigos. ¡°Isabe falou sem preocupa??o enquantoia. Todos ao redor ficaram quietos, surpresos a resposta. Mariana Neves mordeu o l¨¢bio inferior, uma express?o de d¨®, ¡°Irm?, o que voc¨º quer dizer isso? Eu n?o entendi¡­ ¡°Voc¨º n?o foi a¨ª fora dizendo que C¨¦lio era seu noivo? ¡°Isabe levantou seus olhos deboche, ¡°Seus amigos acreditaram nisso, e at¨¦ vieram te defender hoje.¡± Mariana Neves pareciao se tivesse sido atingida por um raio, ¡°Que amiga? certamente entendeu algo errado! Qual o nome d? Vou ligar para agora mesmo.¡± ¡°Tudo bem.¡±Isabe n?o a interrompeu, levantandouma sobrancelha, ¡°Ligue, ent?o. Pode ser algu¨¦m da Familia Brito.¡± Florinda??? Carlos Neves e Nair Pires estavam prestes a fr algo quando Mariana Neves interrompeu rapidamente, ¡°Como pode simplesmente te iodar sem saber de nada? Eu e meu cunhado j¨¢ somos hist¨®ria antiga¡­ Talvez na cabe?a d, pensa que eu e ele ¨¦ que ¨¦ramos o par perfeito¡­ Ser¨¢ que ficou maluca de tanto ser amiga? Se metendo onde n?o ¨¦ chamada! Vou ligar pra agora mesmo!¡± Cam disse rapidamente, ¡°Sra. Mariana, j¨¢ est¨¢ t?o tarde, melhor n?o iodar a Sra. M?nica agora¡­ Deixe descansar¡­¡± 2/2 Cap铆tulo 281 Cap¨ªtulo 281 ¡°Jovem n?o descansa t?o cedo assim, n¨¦?¡±Nair Pires de repente entendeu. N?o ¨¦ de se admirar que Isabe tenha ligado de manh? um tom de voz ruim. Ser¨¢ que Florinda estava lhe iodando? O designer da Fam¨ªlia Brito tamb¨¦m foi para o concurso de design hoje? Pensando assim, Carlos Neves perguntou um pouco chateado, ¡°Esse machucado na sua m?o tem a ver ? Se tiver, o papai vai exigir que a Fam¨ªlia Brito d¨º satisfa??o!¡± ¡°Isso n?o tem nada a ver outras pessoas. ¡°Isabe disse isso e olhou para Mariana Neves. ¡°Voc¨º n?o ia ligar?¡± This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Mariana Neves estava numa situa??o dif¨ªcil e, resistentemente, tirou o celr. Se fizesse a liga??o, todas as mentiras n?o se revriam por si s¨®? Onde colocaria a cara depois disso? ¡°Senhora Isabe, a Senhora Mariana sempre te considerouo uma irm?,¡±disse Cam. ¡°Voc¨º est¨¢ errada sobre .¡± Cam continuou, fingindo estarovida, ¡°No cora??o da Senhora Mariana, voc¨º ¨¦ a irm? mais importante. Como poderia espalhar boatos por a¨ª e ferir o cora??o da sua irm?, destruindo essa preciosa r??o?¡± Isabe: ¡­ ¡°Voc¨º acabou de chegar nessa fam¨ªlia e talvez n?o conhe?a bem a Senhora Mariana, mas, durante esses dezoito anos,o ¨¦, Senhor e Senhora sabem muito bem.¡± ¡°Dizer isso n?o s¨® fere o cora??o da Senhora Mariana e a harmonia da casa, mas tamb¨¦m coloca Senhor e Senhora numa situa??o dif¨ªcil!¡± ¡°Se a Senhora Mariana tivesse que escolher entre voc¨º e C¨¦lio, certeza escolheria voc¨º!¡± ¡°Voc¨º realmente entendeu mal a Senhora Mariana!¡± Os olhos de Mariana Neves se encheram de l¨¢grimas, fazendo-a parecer ainda mais inocente e vulner¨¢vel. Isabe: ?? Ent?o tudo isso era culpa d?? Mariana Neves n?o estava errada?? ¡°Cam.¡±Nair Pires esticou a m?o, impedindo-a de continuar, ¡°Eu sei muito bemo ¨¦ Mariana, mas Isabe tamb¨¦m n?o ¨¦ algu¨¦m que faz acusa??es sem fundamento ou cria problemas ¨¤ toa. Florinda eu vi crescer desde pequena, embora um pouco mimada, 1/2 08.52 mas n?o a ponto de n?o saber o que ¨¦ certo de errado.¡± Cam e Mariana Neves ficaram preocupadas ao ouvir isso. ¡°Se Florinda soubesse que Isabe ¨¦ minha filha biol¨®gica e que seu noivado C¨¦lio ¨¦ leg¨ªtimo e eles se amam¡­ Se conhecesse a verdadeira posi??o de Mariana, ent?o n?o teria raz?o para iodar Isabe sem mais nem menos.¡± H¨¢ duas possibilidades, uma ¨¦ que n?o sabe da posi??o de Marianao filha adotiva, e a outra ¨¦ que Mariana intencionalmente escondeu isso d, levando-a a errar. Isso ¨¦ muito importante. ¡°Se a garota da Fam¨ªlia Brito acha que Isabe roubou o noivo de Mariana, o que Isabe se torna?¡± Uma amante sem vergonha? Uma garota sem dignidade? ¡°Ent?o o problema ¨¦ grave. Se foi um mal-entendido da sua amiga, voc¨º precisa ligar para e esrecer as coisas agora mesmo,¡±disse Nair Pires. Mariana Neves, l¨¢grimas nos olhos, disse uma express?o de v¨ªtima, ¡°Pai, m?e, n?o se preocupem, eu vou ligar para Florinda agora mesmo.¡± ¡°Fale alto, quero ouvir o que tem a dizer.¡± ¡°Senhora?¡±Cam fez uma express?o surpresa de prop¨®sito. ¡°A senhora n?o confia na Senhora Mariana? Antes da Senhora Isabe voltar para esta casa, a senhora n?o era assim¡­¡± As l¨¢grimas de Mariana Neves ca¨ªram ainda mais extrema tristeza. Isabe passou por dificuldades durante dezoito anos fora de casa, e no momento em que voltou para casa, fiz um juramento silencioso: a partir de agora, eu a protegeria todas as minhas for?as, jamais permitindo que sofresse o menor dano! Nair Pires, ao dizer isso, olhou para Cam, ¡°Durante esses dezoito anos, n¨®s tratamos a Mariana como se fosse nossa pr¨®pria filha, n?o faltou carinho nem cuidado, mesmo a volta da Isabe! A quest?o aqui ¨¦ apenaspensar a Isabe pelo que perdeu! Isso n?o ¨¦ justo?¡± Cam, percebendo a mudan?a do clima, rapidamente disse, ¡°Senhora, a senhora me entendeu mal, ¨¦ ro que ¨¦ justo, o que eu queria dizer ¨¦¡­¡± ¡°J¨¢ que eu estou ciente da situa??o, n?o posso permitir que falem mal da minha filha, chamando-a de amante! Preciso saber de toda a verdade, v¨¢ em frente, coloque coloque a chamada em voz alta!¡± A verdade sobre quem estava certo ou errado seria rapidamente esrecida. Mariana Neves sabia que n?o podia se safar dessa situa??o, e l¨¢grimas nos olhos, discou o n¨²mero reserva de Florinda. Cap铆tulo 282 Cap¨ªtulo 282 Tu¡­ Tu¡­ Tu¡­ O telefone tocou at¨¦ o fim, e do outrodo, ningu¨¦m atendeu. Mariana Neves suspirou aliviada por dentro, ainda bem que a Florinda tinha dois celres, dois n¨²meros¡­ ¡°A Florinda deve estar dormindo, sem problema, vou tentar mais uma vez.¡± Mariana Neves sabia que aquele n¨²mero era pouco usado p Florinda, ent?o ligou novamente confian?a. Como esperado, ningu¨¦m atendeu do outrodo. ¡°A Sra. M?nica deve estar dormindo¡­¡±Cam suspirou aliviada, ainda bem atendeu, sen?o a Sra. Mariana seria desmascarada! que n?o Nair Pires olhou para o rel¨®gio e viu que eram apenas dez da noite, improv¨¢vel que os jovens j¨¢ estivessem dormindo. ¡°Manda uma mensagem de voz pra .¡± 1 Ao ouvir Nair Pires dizer isso, Mariana Neves ficou paralisada, mensagem, mensagem de voz?? Embora a Florinda tivesse dois n¨²meros de telefone, tinha apenas um WhatsApp, e ligar agora n?o seriao atirar no pr¨®prio p¨¦? ¡°Acho que eu tenho o WhatsApp da Florinda¡­ ¡°Nair Pires de repente se lembrou, pegou o celr e come?ou a procurar o WhatsApp da Florinda. Mariana Neves quase teve um ataque de panico, se Nair Pires fsse diretamente Florinda, o que iria fazer? ¡°M?e, deixa que eu fa?o¡­¡±Mariana Neves interrompeu rapidamente, ¡°uma coisa t?o pequena, eu resolvo¡­¡± tomou coragem e fez a chamada de voz, e em poucos segundos, Florinda atendeu. ¡°Mariana? Voc¨º ainda n?o foi dormir?¡±A voz calorosa e alegre da Florinda veio do outrodo. This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Florinda! Voc¨º hoje deu trabalho para a minha irm??¡± Mariana Neves n?o esperou por uma resposta e disse tudo de uma vez, ¡°Eu sei que voc¨º quer o meu bem, mas minha irm? e meu cunhado s?o feitos um para o outro! Voc¨º n?o pode mais fazer isso, minha irm? ficou a ideia errada, agora n?o posso fr mais, ainda tenho que explicar para , n?o fa?a mais¡­¡± 1/2 08.53 Mariana Neves disse isso e rapidamente desligou o telefone. Carlos Neves: ¡­ Nair Pires: ¡­ Isabe: ¡­ Florinda ficou surpresa, que situa??o era aqu? Por que Mariana ligaria para sem mais nem menos para dizer essas coisas? Ser¨¢ que Isabe estava causando problemas para Mariana? Mariana n?o iria aguentar um parente assim, irm?, maltratando-a¡­ Era s¨® uma assistente, por que ter medo? Com certeza era por causa de¡­ Florinda tocou inconscientemente o pr¨®prio pesco?o, lembrando-se do ocorrido no evento, quando Isabe a atingiu¡­ Mariana devia ter sido amea?ada para fazer aqu liga??o estranha para ? As mensagens que Florinda enviou para Mariana hoje tamb¨¦m n?o foram respondidas¡­. Pensando assim, Florinda ligou de novo, preocupada a seguran?a de Mariana Neves. Depois que Mariana Neves desligou a chamada de voz, desligou o celr. Florinda, sem conseguir contato, s¨® p?de deixar uma mensagem perguntando o que estava acontecendo¡­ Vendo que Mariana Neves n?o respondia, ficou ainda mais preocupada. Mariana Neves levantou os olhos cheios degrimas, um ar de v¨ªtima, e disse, ¡°Irm pode ficar tranqu, eu n?o vou disputar o cunhado voc¨º, ele s¨® tem olhos e cora??o para voc¨º, mesmo que eu tivesse essa inten??o, n?o adiantaria.¡± Antes que Isabe pudesse fr, Mariana Neves se levantou novamente, o cora??o partido, e disse, ¡°Onche da madrugada do cunhado, eu vou deixar para depois, para n?o causar mais mal- entendidos. Vou subir para descansar¡­¡± 2/2 Cap铆tulo 283 Cap¨ªtulo 283 Ao dizer isso, se virou inocente e tristemente, prestes a partir. Naquele momento, o telefone da s tocou e Maria atendeu rapidamente, trazendo o aparelho at¨¦ : ¡°Senhora, ¨¦ para a senhora.¡± entregou o telefone para Nair Pires, acrescentando: ¡°¨¦ a Sra. M?nica que est¨¢ ligando.¡± Florinda?? Mariana Neves j¨¢ n?o tinha tempo de pegar o telefone; um p¨¦ fora da s de jantar, n?o sabia se devia ir ou ficar, sentindo-se preocupada e ansiosa. ¡°Florinda?¡±, Nair Pires atendeu gentilmente, ¡°O que voc¨º precisa, querida?¡± ¡°Tia, o celr da Mariana estava desligado, estou preocupada . Tem algo que eu preciso contar para a senhora, aqu nossa parente Isabe, ¡­¡± Florinda estava prestes a dizer que Isabe tinha tend¨ºncias violentas¡­ Mas Nair Pires interrompeu naturalmente, ¡°Ah, voc¨º est¨¢ fndo da minha filha Isabe? que aconteceu ?¡± ¡°A sua¡­ sua filha??¡±Florinda ficou surpresa, e depois de alguns segundos de surpresa, perguntou, ¡°Oh, Isabe ¨¦ sua filha?¡± ¡°Sim.¡± ¡°De verdade?¡± ¡°ro.¡± ¡°Ent?o realmente ¨¦ a irm? da Mariana¡­¡± ¡°Irm? sim,¡± ¡°E Mariana disse que era¡­¡± ¡°Disse o qu¨º?¡± Florinda perguntou instintivamente, ¡°Isabe n?o ¨¦ uma parente de voc¨ºs?¡± ¡°Mariana te disse isso? Que Isabe era uma parente?¡± Quando Mariana Neves ouviu isso, rapidamente pegou o telefone, ¡°Florinda! Por que voc¨º est¨¢ ligando de novo? O que ¨¦ essa hist¨®ria de parente? Para de fr besteira! A gente tem mais o que fazer, n?o ligue mais para atrapalhar!¡± Ap¨®s desligar, Mariana Neves rapidamente tentou explicar, ¡°M?e, n?o escute as besteiras da Florinda, deve ter entendido errado. Eu nunca disse que irm? era uma parenta 1/2 nossa¡­¡± Vendo a filha nervosa e chateada, o olhar de Nair Pires escureceu um pouco, ¡°Mariana, voc¨º sempre foi uma crian?a sensata e bondosa. Voc¨º sabe o que fazer a seguir, n?o ¨¦?¡± ¡°M?e¡­ pode deixar, eu vou dizer a todos os amigos que irm? e cunhado s?o o verdadeiro casal, e eu sou apenas uma filha adotada¡­¡± ¡°Eu nunca voupetir irm? pelo cunhado, tudo que ¨¦ da irm?, eu n?o vou tirar!¡± ¡°Podem acreditar ou n?o, mas no meu cora??o, irm? ¨¦ a mais importante¡­¡± Belonging ? N?velDram/a.Org. ¡°Me desculpem por qualquer mal-entendido!¡± deixou escorrer duas l¨¢grimas e aproveitou a oportunidade para sair¡­ Desde o in¨ªcio, Isabe observava a cena enquantoia, agora j¨¢ estava satisfeita. ¡°Pai, m?e, podem continuar, eu vou subir.¡± estava pronta para sair. ¡°Isabe¡­¡±Nair Pires chamou-a rapidamente, ¡°Deixa eu passar um rem¨¦dio em voc¨º.¡± ¡°N?o precisa, ¨¦ s¨® um arranh?o, eu posso trato sozinha.¡± Isabe n?o dava importancia parra o seu ferimento, mas Nair Pires insistia em faz¨º sentar-se e come?ou a aplicar um rem¨¦dio para desinchar, seguindo a lista escrita por C¨¦lio, e depois um analg¨¦sico. ¡°Florinda te iodou hoje? O que disse?¡±Nair Pires queria entender o que acontecido. tinha ¡° n?o disse muito.¡± Mas era tudo xingamento. Cap铆tulo 284 Cap¨ªtulo 284 ¡°Parecia que Mariana tinha a inten??o de enganar Florinda, fazendo-a acreditar que voc¨º era um parente da fam¨ªlia¡­¡± Na verdade, n?o era dif¨ªcil de entender, afinal, desde pequena Mariana tinha sido a menina dos olhos de sua fam¨ªlia por dezoito anos. Era a ¨²nica princesa da casa. At¨¦ que um dia, uma garota voltou, dizendo ser a verdadeira herdeira da fam¨ªlia, e Mariana n?o passava de uma crian?a sem?os de sangue¡­ Qualquer um ter¨ªa dificuldade em aceitar essa reviravolta inesperada¡­ ¡°Talvez quisesse manter um pouco de dignidade na frente dos amigos¡­¡±explicou Nair Pires, ¡°Ou talvez, antes de revrem sua identidade, n?o se atrevesse a fr nada¡­ De qualquer forma, voc¨º acabou sendo prejudicada.¡± ¡°N?o me sinto prejudicada. ¡°Isabe apenas n?o suportava ver aqu garota fingida atuando na frente d todos os dias, e essa noite tinha sido uma boa oportunidade para dar o troco. Mas quem diria que a garota fingidae?aria a chorar e a se fazer de v¨ªtima¡­ Era drama demais. Carlos Neves,ovido, disse, ¡°Daqui a algum tempo, quando seus av¨®s maternos e paternos estiverem se sentindo melhor, vamos visit¨¢-los juntos e deixar que eles decidam quando revr sua identidade.¡± ¡°Sem pressa.¡±Isabe nejava visitar a regi?o do Triangulo Mineiro em breve, e se revsse sua identidade agora, aqueles que n?o podiam tocar n certamente irian iodar sua fam¨ªlia¡­ Embora Carlos Neves e Nair Pires tivessem v¨¢rios seguran?as, ramente n?o estav a altura daqueles indiv¨ªduos. E se essas pessoas tamb¨¦m iodassem nos quatro idosos da fam¨ªlia¡­ Isabe pensou um pouco e tomou uma decis?o; al¨¦m de visitar a regi?o do Triangulo Mineiro, havia outras amea?as que precisava resolver rapidamente¡­ Mariana Neves voltou ao seu quarto, chorando copiosamente e cheia de raiva, ¡°Florinda, aqu idiota!¡± ¡°Senhora M¨®nica tamb¨¦m est¨¢ preocupada voc¨º¡­¡±Cam disse, acariciando suas costas, ¡°N?o fique brava, ter uma amigao ¨¦ motivo para se alegrar.¡± ¡°Eu quase deixei estragar tudo hoje ¨¤ noite!¡±Mariana Neves solu?ava, lembrando-se da express?o fria de seus pa¨ªs, sentindo-se injusti?ada e zangada, ¡°Parece que meus pais 08:53 Capitulo 284 est?o acreditando mais em Isabe, e mais preocupados os sentimentos d¡­ Dezoito anos de carinho podem realmente n?o valer frente a um?o de sangue? Eles prometeram me trataro sua filha biol¨®gica¡­¡± M¨¢s em suas pvras, havia sempre um apoio a Isabe, uma censura contra ¡­ A prefer¨ºncia era ¨®bvia demais! ¡°Ainda bem que o senhor foi descansar e n?o sabe de nada do que aconteceu, caso contr¨¢rio¡­¡± Cam parou e n?o p?de deixar de aconselhar, ¡°No futuro, seja mais cuidadosa, n?o d¨º a essa garota uma chance de fr mal de voc¨º, ¨¦ uma fofoqueira que gosta de remar.¡± Mariana Neves concordavapletamente. ¡°Da ¨²ltima vez voc¨º n?o queria que te panhasse para visitar o Senhor Mauro? recusou e ainda fez drama de prop¨®sito para n?o almo?ar, s¨® para chamar a aten??o dos Senhores¡­ ¨¦ muito baixo!¡± Mariana Neves pensava o mesmo, se Isabe n?o fosse t?o astuta, n?o exibisse aqu frieza o tempo todo e tentasse agrad¨¢, se dessem bem, s ainda poderiam parecer irm?s amig¨¢veis ! Mas Isabe n?o era nada amig¨¢vel, e sempre encontrava maneiras de chatea¡­ ¡°Est¨¢ na hora de provar um pouco do pr¨®prio veneno.¡±Um brilho sinistro passou pelos olhos de Cam, ¡°Precisamos mostrar aos Senhores que n?o ¨¦ t?o perfeita quanto imaginam¡­¡± N?o pense que por saber tocar piano e costurar se torna superior¡­ Em quest?es de elegancia verdadeira de uma herdeira, empara??o Senh Mariana, aqu garota ainda tinha um longo caminho p frente! No dia seguinte, bem cedo. Ap¨®s tomar seu caf¨¦ da manh?, Isabe estava se preparando para ir trabalhar quan Oliver Neves se ofereceu, ¡°Eu te levo.¡± Ao ouvir isso, Mariana Neves quase n?o conseguiu segurar seu garfo. ¡°N?o precisa, j¨¢ tenhoo ir.¡±Isabe se levantou. ¡°Podemer sem pressa, hoje ¨¤ noite eu janto em casa,¡± This is property ? of N?velDrama.Org. Oliver Neves olhou para Maria, que rapidamente explicou, ¡°¨¦ o Sr. C¨¦lio, ele vem buscar e leva a Sra. Isabe para o trabalho todos os dias.¡± C¨¦lio?? Nair Pires falou um sorriso, ¡°Esse C¨¦lio ¨¦ mesmo atencioso, ouvi dizer que deu para 2/3 Cap铆tulo 285 Cap¨ªtulo 285 Oliver Neves: ¡°O qu¨º?!¡± Ent?o, o diamante rosa que ele nejava dar ¨¤ sua irm? tinha sido entregue antes por C¨¦lio? ¡°Vou ter que conversar ele.¡± Oliver Neves mal havia sa¨ªdo do sal?o principal e ainda n?o tinha atravessado o port?o quando, ao longe, viu C¨¦lio segurando o rosto de sua irm?, dizendo-lhe algo apaixonadamente. Um sentimento de afli??o surgiu em seu olhar, e ele apressou o passo. Antes que pudesse se aproximar, eles j¨¢ haviam entrado no carro e partido. Na empresa de moda. Quando Raul Fonseca avistou Isabe, rapidamente se aproximou: ¡°Diretora Isabe, finalmente a senhora chegou! Nossos telefones n?o param de tocar! Muita gente est¨¢ pedindo as roupas desenhadas por Em¨ªlia no concurso, e alguns fornecedores querem fazer pedidos de milhares, at¨¦ dezenas de milhares!¡± ¡°Ent?o o que voc¨º est¨¢ esperando? Libere uma linha de produ??o e aumente a quantidade.¡± Tudo tinha sido desenhado por Em¨ªlia Cardoso, e os direitos autorais pertenciam a eles, ent?o poderiam produzir quanto fosse necess¨¢rio. ¡°Al¨¦m disso, as roupas que Em¨ªlia desenhou anteriormente est?o esgotando em todas as lojas, est?o sendo arrancadas das prateleiras! Devemos aproveitar a oportunidade para produzir mais?¡±Belonging ? N?velDram/a.Org. Raul Fonseca segurou a porta do elevador para Isabe entrar, depois apertou o bot?o do andar mais alto. ¡°ro.¡±Isabe rapidamente decidiu. ¡°Pe?a para Em¨ªlia criar mais alguns modelos novos, termos que aproveitar o momento. No site oficial da empresa e na loja online, crie uma se??o s¨® para as cria??es da Em¨ªlia. Al¨¦m disso, a matriz disse que vai dar a Em¨ªlia um sal¨¢rio dez vezes maior. Confirme isso com eles o quanto antes e trate de implementar para que no pr¨®ximo m¨ºs Em¨ªlia j¨¢ receba.¡± ¡°Dez¡­ dez vezes¡­¡±Raul Fonseca ficou surpreso. O sal¨¢rio de Em¨ªlia Cardoso era de oito mil, dez vezes seria oitenta mil?! Isso n?o era demais?! ¡° ganhou o campeonato nacional; oitenta mil ¨¦ pouco.¡± No dia do concurso, houve quem oferecesse cem, cento e cinquenta mil para trabalhar 08:53 Cap¨ªtulo 285 Mas Em¨ªlia n?o aceitou. ¡°Oh, certo, Diretora Isabe, nesta manh?, um cliente entrou em contato o atendimento ao cliente do nosso site perguntando se t¨ªnhamos autorizado outras lojas a vender antecipadamente a nova cole??o de Em¨ªlia.¡± As portas do elevador se abriram um ding, e Raul Fonseca seguiu Isabe, continuando a rtar enquanto caminhavam. ¡°Porque o estilo de design ¨¦ muito parecido, a caixa de embgem ¨¦ id¨ºntica ¨¤ que sempre usamos e tamb¨¦m est¨¢ o nosso logotipo, mas o pre?o ¨¦ bem mais baixo do que o nosso.¡± ¡°A loja j¨¢ vendeu milhares das novas pe?as, mas essas pe?as n?o foram criadas por Em¨ªlia.¡± ¡°Estou preocupado que tenha qualquer coisa de errado esses produtos e que acabe prejudicando nossa empresa e afetando a reputa??o de Em¨ªlia.¡± ¡°O que a senhora acha disso¡­¡± Isabe abriu a porta do escrit¨®rio sem sem preocupa??o e disse: ¡°Isso ¨¦ simples, leve alguns funcion¨¢rios de confian?a disfar?ados de clientes e fa?a um pedido na loja deles. Assim saberemos o endere?o de entrega e o n¨²mero de telefone deles. Depois ¨¦ s¨® denunciar e deixar o resto a pol¨ªcia.¡± Para Isabe, esse tipo de problema menor n?o valia a pena sua investiga??o pessoal; as informa??es b¨¢sicas, a pol¨ªcia poderia seguir o rastro. ¡°Certo, j¨¢ vou providenciar!¡± Pouco depois, o celr de Isabe tocou. ¡¾Chefe, David disse! Cristiano Cardoso revelou ¨¤ imprensa os escandalos da fam¨ªlia.] ¡°Que tipo de escandalo?¡±Isabe sentou-se na cadeira do escrit¨®rio e ligou oputador. [Cristiano Cardoso disse que, h¨¢ muitos anos, depois que seu tio Tom¨¢s Cardoso sofreu um acidente de carro, a fam¨ªlia dele tomou a empresa do tio e expulsou tia e prima Em¨ªlia Cardoso de casa.] [Ele tamb¨¦m afirmou que sonha o tio todas as noites, e que o tio se tornou um fantasma que os ioda sem paz, fazendo que seus pais e irm? M?nica, incapazes de aguentar, escolhessem o suic¨ªdio, deixando-o sozinho. Decidido a devolver a empresa e a casa para os leg¨ªtimos donos, espera receber o perd?o do tio que est¨¢ no c¨¦u.1 Isabe levantou as sobrancelhas, ¡°Algu¨¦m acredita nesse tipo de not¨ªcia?¡± 2/2 Cap铆tulo 286 Cap¨ªtulo 286 Havia um sussurro generalizado, todosentavam que a fam¨ªlia de Cristiano Cardoso finalmente tinha recebido o troco¡­ era bem feito! A opini?o p¨²blica era unanime: Em¨ªlia Cardoso, que tinha conseguido se destacar em design e vencer o campeonato nacional mesmo crescendo num ambiente t?o petnte, era vistao um exemplo de perseveran?a. Todos a elogiavam e se tornavam seus f?s. Isabe sabia que o vazamento daqu hist¨®ria provavelmente tinha a ver seu irm?o mais velho. No dia anterior, ele tinha dado um prazo para a fam¨ªlia Cardoso devolver o que havia tomado indevidamente¡­ Parecia que a ideia da rev??o tinha partido do pr¨®prio Cristiano Cardoso, e n?o por press?o de seu irm?o. Mas a morte de Luan, sua esposa e da filha Monica¡­ definitivamente n?o era um simples caso de suic¨ªdio! Copyright by N?v/elDrama.Org. ¡°Tive investigando, e Luan, sua esposa e a filha M?nica, al¨¦m dos vinte e dois bandidos que te atacaram naqu noite, simplesmente desapareceram sem deixar rastros.¡± No mundo, havia apenas uma pessoa capaz de fazer isso acontecer. Benito e Isabe rapidamente pensaram na mesma pessoa C¨¦lio. Isabe lembrou-se de que na noite anterior C¨¦lio havia mencionado que precisava resolver um assunto urgente. Ser¨¢ que ele tinha ido acertar as contas por ? Com esse pensamento, o brilho em seus olhos se intensificou. No departamento de design. V¨¢rios colegas cercavam Em¨ªlia Cardoso, fndo sem parar. ¡°Em¨ªlia, voc¨º conquistou o campeonato nacional, incr¨ªvel!¡± ¡°Voc¨º nos deixou muito orgulhosos!¡± ¡°Voc¨º ¨¦ a herdeira da fam¨ªlia Cardoso? Por que nunca nos disse? Guardou o segredo muito bem!¡± ¡°O estilo Cardoso ¨¦ de voc¨ºs?¡± ¡°N?o acredito que M?nica e os outros foram t?o maus, roubando de voc¨ºs e ainda por cima tentando acabar tudo! Ainda bem que seu pai est¨¢ olhando por voc¨º l¨¢ do c¨¦u, ele deve ter ajudado! Sen?o, essas pessoas sem cora??o continuar¨ªam te iodando por quanto tempo? Fazendo voc¨º sofrer e passar por tantas dificuldades!¡± Em¨ªlia Cardoso sabia que n?o era por interven??o divina de seu pai, mas sim pelo apoio 1/2 08-53 Cap¨ªtulo 286 de Isabe e do Sr. Oliver. Enquanto se sentia grata, os outros a questionavam: ¡°Em¨ªlia, o que voc¨º vai fazer agora?¡± ¡°Voc¨º ¨¦ a campe? nacional, e seu tio S¨ªlvio Cardoso devolveu a empresa para voc¨º. J¨¢ pensou eme?ar a sua pr¨®pria jornada?¡± ¡°Talvez assumir a empresa ou criar sua pr¨®pria marca?¡± ¡°Em¨ªlia, quando voc¨º estiver no topo, n?o se esque?a de mim!¡± ¡°Se um dia a Diretora Isabe me mandar embora, voc¨º vai me ajudar, certo?¡± Em¨ªlia Cardoso olhou para seus colegas e sorriu levemente, ¡°Se eu cheguei at¨¦ aqui, foi gra?as ao apoio e orienta??o da Diretora Isabe. Eu n?o vou deixar este lugar. Com as habilidades que tenho agora, n?o sou capaz de gerenciar uma empresa, ent?o preciso ficar e aprender mais a Diretora Isabe. ¡°E a sua empresa,o vai ficar? ¡°todos perguntaram. ¡°No dia a dia, conto a ajuda dos executivos experientes para cuidar d, e se surgir algum problema, vou pedir conselhos ¨¤ Diretora Isabe.¡±Disse Em¨ªlia Cardoso, olhando o rel¨®gio, ¡°Bem, preciso ir, vou fr a Diretora Isabe agora.¡± pegou o elevador at¨¦ o vig¨¦simo andar e bateu na porta do escrit¨®rio. ¡°Diretora Isabe, sou eu.¡± ¡°Entre.¡± Em¨ªlia Cardoso abriu a porta, sorrindo enquanto devolvia as chaves para , ¡°Diretora Isabe, Cristiano Cardoso acabou de devolver a casa que haviam tomado de n¨®s. Obrigada por me emprestar a sua!¡± Isabe levantou uma sobrancelha, surpresa por Em¨ªlia j¨¢ est¨¢ sabendo da situa??o. 82/2 Cap铆tulo 287 Cap¨ªtulo 287 Na noite passada, quando fui pagar as contas de luz e ¨¢gua, ouvi no escrit¨®rio do condom¨ªnio que a propriet¨¢ria era voc¨º, s¨® ent?o descobri que voc¨º alugou a casa para n¨®s por um pre?o t?o acess¨ªvel! This is property ? of N?velDrama.Org. Isabe sempre fingiu que a casa era de um amigo e o aluguel oferecido era realmente em conta¡­ Era sujo. N?o sabia se ainda tinha coragem de viver neste mundo. disse isso, baixando os olhos, mas logo deu um sorriso, ¡°Foi voc¨º quem me deu a m?o v¨¢rias vezes, me levou ao topo da montanha e me mostrou uma paisagem diferente! Por isso, decidi ficar ao seudo, para aprender de verdade!¡± Mesmo que tenha brilhado nessapeti??o, e muitos a tenham elogiadoo a nova estr em design, a pr¨®xima ¡°Sra. Zaira¡±¡­ Mas s¨® sabia que foi a ajuda de Isabe que conseguiu criar trabalhos t?o gloriosos, ganhar o trof¨¦u de campe?, construir sua reputa??o e ser amada e seguida por tantos f?s. A verdadeira campe? era Isabe! Sem Isabe, n?o teria alcan?ado nada do que tinha hoje! ¡°Te dou tr¨ºs meses.¡±Isabe sorriu, ¡°Depois de tr¨ºs meses, voc¨º volta para administrar sua pr¨®pria empresa.¡± ¡°Tr¨ºs, tr¨ºs meses??¡± queria aprender Isabe por tr¨ºs anos, cinco anos, at¨¦ mesmo dez anos¡­ ¡°Tr¨ºs meses s?o suficientes para voc¨º.¡±Isabe achava que era uma pessoa que aprendia r¨¢pido, ¡°Voc¨º ¨¦ inteligente e tem ideias, certeza vai brilhar no mundo do design.¡± Em¨ªlia Cardoso olhou para cheia de gratid?o. ¡°J¨¢ acertei seu sal¨¢rio, agora voc¨º tem onde morar, ent?o eu vou guardar essa chave.¡± ¡°Obrigada, Diretora Isabe!¡± ¡°Entre n¨®s, me chame de Isabe.¡± Durante esse tempo, Isabe sempre a tratouo uma amiga, por isso a ajudava tanto. Em¨ªlia Cardoso disse, grata e feliz, ¡°Isabe, que bom que te conheci!¡± 1/1 00.52 Capitulo 287 Desde que conheceu Isabe, sua vida parecia diferente,pletamente transformada! Depois de um dia atarefado. Ao sair do trabalho, C¨¦lio levou Isabe de volta para a Ba¨ªa da Lagoa da Lua. As Dasiphora fruticosa estavam todas ntadas, numa vista intermin¨¢vel. Um mar de flores rosa e branco se estendia em torno da Lagoa Crescente, banhado pelo p?r do sol, parecendo um para¨ªso. Erao se n?o houvesse fim, s¨® se via um oceano de rosa e branco. C¨¦lio abra?ou Isabe por tr¨¢s e sussurrou em seu ouvido, ¡°Tenho uma surpresa para voc¨º.¡± Surpresa? Esse lindo mar de flores j¨¢ era uma surpresa para . O que mais poderia ser? C¨¦lio tapaou os os olhos d uma m?o e a abra?ou p cintura a outra, contando regressivamente uma voz sedutora e encantadora. De tr¨ºs a um, ele lentamente soltou as m?os. Isabe levantou os olhos e viu milhares de borboletas dan?ando sobre o mar de flores. Tantas borboletas? De onde vieram? Era m¨¢gica? ¡°Gostou?¡± Isso foi preparado por C¨¦lio anteced¨ºncia, borboletas multicoloridas escapando de sacs e voando entre as bs flores, t?o bonitas quanto um quadro. ¡°Lindo.¡±Os olhos de Isabe estavam cheios de felicidade, e sorriu, ¡°Realmente lindo.¡± ¡°Se voc¨º gosta, eu posso te mostrar todos os dias.¡±C¨¦lio a apertou mais forte em seus bra?os. Era uma pena que n?o pudesse ficar para o jantar nos pr¨®ximos dias¡­ Caso contr¨¢rio, ele poderia organizar mais surpresas ¨¤ noite e passar mais tempo ¡­ Isabe percebeu que havia uma casa de vidro circr transparente entre as flores, um piano de cauda de cristal de primeira linha dentro. podia dizer que era o famoso piano Harmony, avaliado em trezentos milh?es. 2/4 08:53 Capitulo 287 ¡°N?o quer ouvir eu tocar piano?¡± Isabe entrou na casa de vidro e improvisou uma m¨²sica de piano encantadora para ele. C¨¦lio a observava tocar piano, sua beleza admir¨¢vel, seus tra?os distintos suavizavam seu olhar. Seus dedos longos dan?avam livremente sobre as tes, cada movimento, cada express?o, era iparavelmente b. Terminada a m¨²sica, C¨¦lio se abaixou para dar um beijo n, ¡°Que lindo.¡± Ele podia o cora??o d naqu melodia, naquele momento estava feliz. C¨¦lio sentou-se, ¡°Agora vou tocar uma para voc¨º.¡± Isabe ficou surpresa, ele sabia tocar piano? Elee?ou a tocar os dedos dan?ando ¨¢geis ps tes. Mesmo sendo umaposi??o improvisada, soava incrivelmente bem! A habilidade dele ao piano deixou Isabe um um pouco surpresa, essa sensa??o familiar a fez lembrar-se de um jovem prod¨ªgio do piano que tinha feito sucesso anos atr¨¢s ¨C Louise. Louise tocava piano sem nunca mostrar o rosto, apenas as m?os, que apesar de esbeltas e bonitas, denunciavam ser de um rapaz jovem. Na inte, havia apenas tr¨ºs v¨ªdeos de Louise tocando, um novo a cada ano. Isabe sabia todos de cor, cada movimento, cada gesto, sabia de mem¨®ria. Mas, infelizmente, ele parou de postar v¨ªdeos h¨¢ anos, e os f?s, depois de esperarem por um tempo, acabaram esquecendo dele, e foi ent?o que a Sra. Melodia passou a ser a nova sensa??o¡­ Parecia que Louise tinha sido lentamente esquecido¡­ Quando ele terminou de tocar, Isabe levantou os olhos e perguntou, ¡°Voc¨º ¨¦ Louise?¡± C¨¦lio ficou um pouco surpreso, essa menina, s¨® de v¨º-lo tocar, tinha adivinhado quem ele era? Era inteligente demais, n?o? ¡°As m?os de Louise s?o bonitas.¡±Isabe acrescentou. C¨¦lio sorriu, ¡°E a pessoa, ¨¦ bonita?¡± ¡°¡­¡±Quem faz esse tipo de pergunta? ¡°N?o importa. Estou feliz o seu elogio, mesmo que seja s¨® ps m?os. Estou satisfeito.¡±C¨¦lio baixou a cabe?a e a beijou levemente, ¡°Esta ¨¦ uma m¨²sica quepus 3/4 Capitulo 287 para voc¨º, chamada ¡®Amor¡¯¡­¡± O olhar de Isabe suavizou. C¨¦lio enviou a m¨²sica para o celr d, ¡°Gravei antecipadamente, ¨¦ um presente para voc¨º.¡± A m¨²sica era romantica e b, expressava todo o amor dele por ¡­ Isabe podia ouvir a voz do cora??o dele, dizendo verdadeiramente: eu te amo. C¨¦lio viu o p?r do sol e percebeu que j¨¢ estava ficando escuro, era hora de lev¨¢ para casa. precisava jantar em casa, pois seu irm?o mais velho havia voltado, e embora resistisse, C¨¦lio respeitava sua decis?o. No carro, ele cuidadosamente passou rem¨¦dio em suas feridas, ¡°Cuide suas feridas, ¡°Cuide para n?o molhar no banho.¡± ¡°Sim.¡± ¡°N?o precisa trocar o curativo hoje ¨¤ noite, amanh? quando eu te levar para o trabalho, eu troco.¡± ¡°Est¨¢ bem.¡± Isabe observava os cuidados detalhados dele, sentindo o cora??o acelerar. O mordomo Manuel notou que o jeito de Isabe ao piano era especial, sua habilidade n?o era menor que a do senhor. At¨¦ parecia um pouco a Sra. Melodia¡­ Lembrando-se da maneirao a Sra. Melodia tocava piano, eparando a performance de Isabe¡­ Quanto mais Manuel pensava, mais parecia que ele entendia, at¨¦ que n?o conseguiu resistir e foi confirmar Vicente. Ao descobrir que Sra. Isabe era a famosa Sra. Melodia internacionalmente conhecida, e lembrando que tinha salvo o patr?o duas vezes¡­ Enquanto ficava surpreso, Manuel tamb¨¦m a admirava profundamente. N?o imaginava que as m?os de Sra. Isabe podiam tanto salvar vidas, quanto tocar piano¡­ E, sendo t?o jovem e bonita, o patr?o realmente tinha sorte! Cap铆tulo 288 Cap¨ªtulo 288 Dois dias depois: Isabe panhou C¨¦lio at¨¦ o Arena Arquitetura para visitar o av? e soube que tamb¨¦m havia voltado para casa. a av¨® Antigamente, o Pablo Franco n?o estava bem, incapaz de cuidar de si mesmo, frequentemente ficava internado, ent?o a av¨® foi levada para uma cl¨ªnica de repouso de luxo, onde m¨¦dicos e enfermeiros profissionais a vigiavam 24 horas por dia, e um grupo de renomados m¨¦dicos se dedicava a cuidar do seu estado de sa¨²de. Agora, esses renomados m¨¦dicos, apesar de toda a sua sabedoria, estavam impotentes, e o av? havia se recuperado, ent?o decidiram trazer a av¨® de volta para cuidar d pessoalmente. Ricardo trouxe uma tig de rem¨¦dio natural, ¡°Senhor, que tal tomar o rem¨¦dio agora?¡± ¡°Tire isso daqui!¡±Pablo Franco franzia a testa desgosto, ¡°Quando Isabe chegar,o vou fr com esse gosto amargo na boca?¡± Nesse momento, um empregado anunciou em voz alta, ¡°Senhor, o senhor e a senhora chegaram!¡± C¨¦lio entrou no p¨¢tio de m?os dadas Isabe, e Pablo Franco de repente se encheu de alegria, ¡°Queridaa, voc¨º finalmente veio me visitar!¡± Ignorandopletamente o alto e bonito C¨¦lio aodo. ¡°Vov?.¡±Isabe sorriu e, ao ver Ricardo aodo, cumprimentou-o educadamente, ¡°Ricardo, o rem¨¦dio j¨¢ est¨¢ pronto?¡± ¡°Sim, senhora.¡±Ricardo sorriu respeitosamente, pensando, Senhor, vamos ver o que voc¨º vai fazer agora. Isabe pegou a tig e a levou calmamente at¨¦ Pablo Franco, ¡°Vov?, ¨¦ melhor tomar o rem¨¦dio enquanto est¨¢ quente. Vejo que voc¨º est¨¢ muito mais animado hoje do que antes.¡± ¡°Exatamente, exatamente, ¨¦ por causa do seu bom rem¨¦dio, estou me sentindo renovado todas as manh?s! Eu estava mesmo querendo tomar o rem¨¦dio, mas o Ricardoe?ou a fr de outras coisas e eu acabei esquecendo!¡± Pablo Franco rapidamente pegou a tig, escondendo sua resistencia anterior uma desculpa for?ada, ¡°Eu sempre tomo meu rem¨¦dio conscientemente.¡± Os empregados aodo estavam confusos: ???? Quem ¨¦ que sementa todos os dias e n?o quer tomar o rem¨¦dio? E quem est¨¢ fingindo ser obediente na frente da senhora agora?? 1/2 08:53 This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Capitulo 288 Pablo Franco engoliu o rem¨¦dio rapidamente e ainda perguntou autoridade, ¡°Por que hoje s¨® tem meio copo? Tem mais na cozinha? Ricardo mal podia segurara o riso, ¡°Meio copo ¨¦ o suficiente, Senhor. Vou pegar um pouco de a?¨²car e petiscos para o senhor, senhor e senhora, fiquem ¨¤ vontade enquanto.¡± por ¡°V¨¢ logo.¡±Depois de mandar Ricardo embora, Pablo Franco disse entusiasmado, ¡°Isabe, venha aqui comigo,o voc¨º tem passado? Est¨¢ ocupada?¡± Isabe sentou-se, ¡°N?o estou ocupada.¡± ¡°Esse rapaz tem te tratado bem? Se ele te maltratar, o vov? vai te defender.¡± ¡°Ele tem sido muito bom.¡±Isabe olhou para C¨¦lio, que desde que se conheceram tem cuidado d em todos os detalhes. ¡°Verdade?¡±Pablo Franco estava meio sem acreditar, ¡°Se ele fizer algo errado, voc¨º deve me contar, eu vou apoiar voc¨º.¡± Pablo Franco disse isso e olhou para o seuo, ¡°Rapaz, voc¨º tem que ser ainda melhor a Isabe, n?o deixe que um cara mais jovem e melhor que voc¨º apare?a e te seja melhor que voc¨º, sen?o ser¨¢ tarde demais para se arrepender!¡± ¡°Isabe gosta dos mais velhos.¡±C¨¦lio sentou-se e perguntou baixinho, ¡°E a vov¨®?¡± ¡° acabou de tomar sol, a empregada a levou para trocar de roupa, por que est¨¢ demorando tanto?¡± Nesse momento, Ricardo trouxe ch¨¢ e petiscos. ¡°V¨¢ chamar a velha senhora.¡± Ricardo pessoalmente conduziu a velha senhora da s interna. A idosa graciosa, vestida elegantemente e irradiando vitalidade, sentou-se na cadeira de rodas, im¨®vel, transmitindo um ar de nobreza e elegancia. 2/2 Cap铆tulo 289 Cap¨ªtulo 289 Podia-se perceber que era muito bem cuidada. Cada fio de cabelo estava cuidadosamete penteado, as unhas, cuidadosamente cortadas, e at¨¦ as roupas eram escolhidas conforme seus gostos antigos. Se pudesse se mover, fr, certamente seria uma av¨® carinhosa e gentil. ¡°Minha querida, a nora veio te visitar!¡±Pablo Franco segurou a m?o de sua esposa e, um sorriso, fez as apresenta??es: ¡°Esta ¨¦ a Isabe, aqu sobre quem eu sempre falo, viu que linda? N?o ¨¦ s¨® o rosto, toca piano maravilhosamente bem e ainda salva vidas. Esse moleque sortudo conseguiu encontrar uma parceira excepcionalo Isabe.¡± Dizem que Isabe foi aluna da grande mestra de piano Senhora Melodia! Isabe olhou para a doce senhora e disse suavidade: ¡°Boa tarde, v¨®. Meu nome ¨¦ Isabe, ¨¦ um prazer conhec¨º.¡± tocou o cr em seu pesco?o: ¡°Obrigada pelo presente que me deu, adorei.¡± Depois, tirou um presente: ¡°Isto ¨¦ para a senhora.¡± ¡°O que ¨¦ isso?¡±Pablo Franco tomou o pacote e, ao abrir, viu que era uma b pulseira de esmeralda. ¡°Isto ¨¦ uma joia de primeira¡­ o design tamb¨¦m ¨¦ muito elegante, voc¨º gastou muito, gastou muito.¡±Ele mostrou a joia para sua esposa: ¡°Olha que linda, vou colocar em voc¨º.¡± Com todo cuidado, ele colocou a pulseira no pulso da esposa: ¡°Se sua v¨® pudesse movimentar agora, certamente te abra?aria emocionada¡­¡± Mas era uma pena, aqu doen?a, ningu¨¦m tinhao ajudar. ainda podia piscar e respirar, mas os outros sinais, erampletamenteo os de uma pessoa em estado vegetativo. This is property ? of N?velDrama.Org. C¨¦lio n?o sabia quando Isabe havia preparado o presente para a av¨®, ainda mais um t?o precioso quanto aqu esmeralda. Movido p emo??o e preocupado o gasto, ele ficou o cora??o apertado. Anteriormente, algumas mo?as herdeiras tinham feito de tudo para visitar a av¨® a desculpa de encontrar o av?, trazendo presentes para agrad¨¢-lo. No subconsciente ds, n?o fazia sentido dar presentes para quem estava em estado vegetativo. Se trouxessem algo, erao se estivessem desperdi?ando. Mas Isabe tratava a av¨®o uma pessoa viva, n?oo uma nta, respeitando-a e cuidando d sinceridade. 08:53 Capitulo 289 Essa era a diferen?a d. Isabe segurou o pulso da av¨®: ¡°V¨®, quando a senhora melhorar, vamos sair juntas. Vamoser fora, passear no shopping ou fazer uma viagem para ver o mundo l¨¢ fora.¡± Pablo Franco, ao ouvir isso, sentiu um n¨® na garganta e virou o rosto, segurando as l¨¢grimas que queriam escapar. C¨¦lio esticou a m?o e bateu levemente nas costas dele,o se o confortasse. E Isabe, que j¨¢ havia terminado de verificar o pulso, retirou a m?o, certa de seus achados: ¡°Eu acredito que esse dia chegar¨¢ em breve.¡± Como C¨¦lio havia dito antes, a av¨® realmente sofrera um dano cerebral. H¨¢ tempos, Isabe havia tratado um casoplicado de um paciente que esteve estado vegetativo devido a um dano cerebral. Apesar de ter conseguido cur¨¢-lo, precisou de muitos medicamentos, alguns muito raros e dif¨ªceis de encontrar, dispon¨ªveis apenas na regi?o do Triangulo. Mas a situa??o da av¨® era diferente da daquele paciente; a vida d j¨¢ estava chegando ao fim. Isso Isabe percebeu ao verificar o pulso! No entanto, n?opartilhou essa informa??o, preferindo pensar numa solu??o por conta pr¨®pria. Fr agora s¨® causaria ansiedade e tristeza¡­ Depois de visitar os av¨®s e no caminho de volta ¨¤ V Costa, C¨¦lio perguntou em voz baixa: ¡°Isabe, algum problema?¡± Cap铆tulo 290 Cap¨ªtulo 290 Isabe sabia que o diagn¨®stico n?o era animador. ¡°Vov¨® realmente sofreu um dano cerebral, a recupera??o ser¨¢ dif¨ªcil, confessou sem esconder a verdade. C¨¦lio ficou surpreso ao perceber que a menina, apenas o toque dos pulsos, havia feito um diagn¨®stico t?o preciso. As habilidades m¨¦dicas de Isabe superavam as de muitos m¨¦dicos renomados. Isabe sabia que para curar a doen?a de sua av¨®, seriam necess¨¢rias quarenta e nove ervas diferentes. Encontrar essas ervas seria uma tarefa dif¨ªcil, e uma ds, chamada Gins¨¦m, era extremamente rara. Essa erva j¨¢ havia sido vista na Regi?o do Triangulo, um lugar not¨®rio por ser impiedoso e perigoso. Mesmo que Isabe tivesse seus pr¨®prios aliados naqu ¨¢rea, n?o se atreveria a entrar l¨¢ facilmente. E, naquele momento, ainda n?o se sabia se a erva podia ser encontrada. ¨¤ noite. Isabe procurou por muitas ervas propriedades semelhantes ao Gins¨¦m e passou um bom tempo no Vale da Ess¨ºncia tentando fazer suas misturas, mas sem sucesso. Parecia que precisaria visitar a Regi?o do Triangulo pessoalmente. Enquanto isso. Pablo Franco ligou para C¨¦lio. ¡°C¨¦lio, a respira??o da sua av¨® hoje est¨¢ diferente, e a press?o d baixou bastante. N?o sei se isso significa uma melhora ou piora¡­¡± C¨¦lio percebeu a urg¨ºncia em sua voz. ¡°Vou pedir para o V? Lopes dar uma olhada.¡± As habilidades m¨¦dicas de Gildo eram conhecidas em todo o pa¨ªs, e por coincid¨ºncia, ele estava na Cidade dos Ventos. ¡°N?o se preocupe, eu tamb¨¦m vou l¨¢ dar uma olhada.¡± ¡°Ok, ent?o venha logo.¡± Depois de terminar seus afazeres na empresa, C¨¦lio correu para a Arena Arquitetura, onde Gildo Lopes tinha acabado de verificar os sinais vitais. Ele suspirou e anunciou desanimado, ¡°Isto ¨¦ um sinal de que uma pessoa em estado vegetativo est¨¢ chegando ao fim. Ou seja, a senhora n?o tem muito tempo de vida.¡± Pablo Franco ficou surpreso, desmndo no no momento. ¡°Senhor, Senhor?¡±Ricardo, preocupado, correu para ajudar. ¡°Dr. M¨¢rio, por favor, ajude o 1/2 08.52 Capitulo 290 Senhor!¡± Gildo Lopes olhou casualmente. ¡°Ele s¨® est¨¢ chocado, leve-o para descansar no quarto.¡±This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Gildo, h¨¢ alguma outra coisa que possamos tentar?¡±perguntou C¨¦lio uma voz grave. A av¨® era o pr da fam¨ªlia, e se se fosse, provavelmente o av? n?o aguentaria por muito tempo¡­ era incrivelmente importante para o av?, talvez at¨¦ mais do que a pr¨®pria vida dele! ¡°H¨¢ uma possibilidade, mas ¨¦ improv¨¢vel,¡± disse Gildo Lopes calma. ¡°H¨¢ uma erva, o Gins¨¦m, que ¨¦ muito dif¨ªcil de encontrar. Muitos m¨¦dicos passam a vida sem nem ouvir fr d, quanto mais v¨º. Ser¨¢ dif¨ªcil encontr¨¢.¡± Em outras pvras, apenas algumas pessoas no mundo sabia da sua exist¨ºncia. ¡°Essa erva poderia ajudar a condi??o da minha av¨®?¡±C¨¦lio perguntou, buscando orienta??o. ¡°Sim, mas ¨¦ muito rara e talvez n?o haja tempo suficiente para a sua av¨®,¡±Gildo Lopes disse, tomando um gole de ch¨¢ e se levantando. ¡°Lamento, mas n?o h¨¢ nada que eu possa fazer. Com licen?a.¡± ¡°Cuide de Gildo,¡±C¨¦lio instruiu. Rapidamente, algu¨¦m se aproximou um cheque em branco, mas Gildo Lopes recusou um gesto. ¡°N?o fui de grande ajuda, aceitar isso pesaria na minha consci¨ºncia. Mas vou lhe dar mais uma dica, procure por Dacio, talvez ele tenha uma solu??o.¡± C¨¦lio admitiu, ¡°Estamos procurando por Dacio h¨¢ meio ano, mas sem sucesso.¡± Gildo Lopes despreocupado disse. ¡°Ent?o n?o h¨¢ nada que eu possa fazer.¡± C¨¦lio fez um sinal e a empregada insistiu para que Gildo Lopes aceitasse o ¡°honor¨¢rio m¨¦dico¡±. ¡°A informa??o que voc¨º nos forneceu j¨¢ ¨¦ de grande ajuda para a Fam¨ªlia France!¡± 2/2 Cap铆tulo 291 Cap¨ªtulo 291 Gildo Lopes se viu enredado numa situa??o sem sa¨ªda e acabou aceitando, nejando escrever uma nota ou duas mais tarde,o uma forma simb¨®lica de pagamento. C¨¦lio pegou o celr e disse: ¡°Vou dar uma pesquisada onde encontro ginseng.¡± ¡°Senhor C¨¦lio, pra que o senhor quer isso?¡±Vicente perguntou, confuso. O olhar de C¨¦lio se aprofundou um pouco. ¡°¨¦ para a doen?a da v¨®, precisa usar.¡± Vicente rapidamentee?ou a procurar informa??es. This is property ? of N?velDrama.Org. Na manh? seguinte, ligou para C¨¦lio. ¡°Senhor C¨¦lio, finalmente tenho not¨ªcias. O ginseng j¨¢ foi encontrado na Regi?o do Triangulo, mas aquele lugar ¨¦ muito perigoso. Apesar de termos influ¨ºncia por l¨¢, o risco ¨¦ muito alto. Melhor n?o se arriscar.¡± O olhar de C¨¦lio ficou s¨¦rio. Regi?o do Triangulo? Aquele lugar tinha? ¡°Senhor C¨¦lio, e se for s¨® uma lenda? Que tal procurarmos outra coisa que possa substituir o ginseng?¡± ¡°N?o temos tempo.¡± Testar uma coisa de cada vez, quem sabe quanto tempo levaria? Melhor encontrar o ginseng diretamente, pelo menos poderia salvar a vida da av¨®. ¡°Organize uma viagem para a Regi?o do Triangulo.¡± ¡°Ah?!?!¡±Vicente n?o esperava que o Senhor C¨¦lio realmente tivesse a inten??o de ir at¨¦ l¨¢. ¡°A sa¨²de da senhora piorou?¡± ¡°Hm, n?o temos muitos dias.¡± Ao ouvir isso, Vicente finalmente entendeu por que C¨¦lio queria ir at¨¦ l¨¢. No caminho para levar Isabe ao trabalho, C¨¦lio notou que o ferimento no pulso direito da mo?a n?o s¨® n?o havia melhoradoo parecia pior. Preocupado, ele perguntou: ¡°O que aconteceu?¡± Ele vinha aplicando n o¡¯melhor rem¨¦dio do mundo todos os dias, era imposs¨ªvel que n?o surtisse efeito. ¡°Voc¨º tem usado muito a m?o? Tocando piano? Ou desenhando projetos?¡± Isabe escondeu a m?o, minimizando a quest?o. ¡°S¨® estive um pouco ocupada o trabalho.¡± Na realidade, passou a noite anterior na Vale Ess¨ºncia ajustando o rem¨¦dio para a av¨® e realmente exagerou no uso das m?os. ¡°N?o se ocupe mais isso.¡±C¨¦lio disse, afeto, enquanto cuidava do ferimento. ¡°Eu 1/2 09 16 tenho que viajar urgentemente ao exterior nos pr¨®ximos dias. Quando eu voltar, quero ver sua m?o curada, ok?¡± ¡°Ok.¡±Isabe n?o esperava que ele fosse viajar, estava pensando em uma desculpa para ir at¨¦ a Regi?o do Triangulo¡­ Agora a oportunidade apareceu! ¡°Pode deixar, vou cuidar de mim.¡± Vendo-a fr assim e observando sua express?o, C¨¦lio levantou uma sobrancelha. ¡°Por que tenho a impress?o de que voc¨º est¨¢ feliz?¡± Ele iria embora e parecia feliz? Seria um engano? ¡°Voc¨º est¨¢ enganado.¡±Isabe disse de maneira indireta. ¡°N?o estou feliz.¡± Ser¨¢? Ele tinha certeza de ter visto um sorriso em seu rosto. Chegando na porta da empresa, C¨¦lio embalou os rem¨¦dios e entregou a . ¡°Fa?ao antes, de manh? e ¨¤ noite, aplique este primeiro e depois este. E tente n?o molhar.¡± ¡°Entendi.¡± C¨¦lio a abra?ou demoradamente e deu-lhe um longo beijo antes de se afastar. ¡°Te vejo quando voltar.¡± ¡°Hm.¡±Assim que Isabe desceu do carro e ele se afastou, pegou o celr. ¡°Me encontre no caf¨¦ aodo da Estilo Neves.¡± ¡°Est¨¢ bem, chefe.¡± ¡°Preparem o avi?o na Vale Ess¨ºncia. Vou para a Regi?o do Triangulo.¡± ¡°Regi?o do Triangulo?!?¡±A pessoa do outrodo da linha se surpreendeu. ¡°Chefe, finalmente vai entrar em a??o e ajudar os irm?os a acabar aqu mndra? Isso a¨ª!¡± Com o chefe noando, quem se atreveria a enfrent¨¢-lo agora? Eles n?o conheciam o poder do chefe. Se conhecessem, provavelmente morreriam do cora??o¡­ Cap铆tulo 292 Cap¨ªtulo 292 Isabe caminhava em dire??o ao caf¨¦, enquanto ligava para casa, ¡°M?e, tive um amigo que se meteu em problemas, vou visit¨¢-lo. Sim, ¨¦ s¨¦rio, est¨¢ no exterior, ficarei fora por dois dias¡­¡± Ap¨®s desligar, telefonou para Raul Fonseca, ¡°Vou estar ocupada umas coisas nos pr¨®ximos dias. Se algu¨¦m me procurar no escrit¨®rio, diga que estou em reuni?o, n?o deixe ningu¨¦m saber que n?o estou.¡± Era a primeira vez que Raul Fonseca ouvia a Diretora Isabe dizer que n?o poderia trabalhar, ele respondeu rapidamente, ¡°Sem problemas, sem problemas. Mas, Diretora Isabe, para onde a senhora vai?¡± Ele estava curioso, mas s¨® ouviou chamada encerradao resposta. Diretora Isabe sempre foi assim, decidida e direta, sem perder tempo conversa fiada. Nesse momento, no topo do Pico da Neblina, havia um jato privado de luxo parado. Quatro seguran?as estavam de p¨¦ aodo, respeitosamente. Benito estava carregado de equipamentos, e Toni preparava as bs na pist. Ao ver Isabe se aproximar, eles se adiantaram. ¡°Chefe, finalmente chegou! Por que de repente quis ir para a Regi?o dos Lagos?¡±perguntou Toni. Benito olhou para ele deboche, ¡°Pra qu¨º perguntar? Esse lugar tamb¨¦m ¨¦ um dos quart¨¦is- generais da chefe! Vamos l¨¢ para cortar a arrogancia daqus pessoas e mostrar a for?a do nossoBelonging ? N?velDram/a.Org. grupo!¡± N?o era esse o papel da chefe? ¡°Me informe sobre o Guaran¨¢,¡±disse Isabe, subindo as escadas do avi?o uma aura imponente e uma silhueta impressionante. ¡°Guaran¨¢?¡±Benito hesitou, lembrando-se da ¨²ltima vez que lidaram isso, ¡°Chefe, quem vamos salvar desta vez?¡± Isabe n?o escondeu, mencionando uma pessoa: ¡°A vov¨® da Fam¨ªlia Franco.¡± A Fam¨ªlia Franco?? A av¨® do C¨¦lio?? Benito quase podia ver uma montanha de ouro acenando para ele, ¡°A rpensa deve ser alta, n?o ¨¦?¡± Para que a chefe arriscasse sua vida novamente, teria que ser por alguns bilh?es de 1/2 09:16 Cap¨ªtulo 292 dres, pelo menos?? ¡°N?o.¡± ¡°Ah?? N?o, n?o??¡±Benito e Toni trocaram olhares confusos. Ent?o, a chefe estava fazendo isso de gra?a? O que estava buscando, afinal? O rosto bonito de C¨¦lio em seus tempos de gl¨®ria? Ou foi seduzida por algumas pvras de C¨¦lio? ¡°Vamos partir,¡±a voz de Isabe soava um toque de frieza. Benito e Toni sentiam pena de C¨¦lio em sil¨ºncio. Ter que lidar a chefe frio todos os dias,o era o seu humor¡­ Ser¨¢ que era t?o desconfort¨¢vel quanto o deles? Depois de oito horas de voo, Isabe dormiu um pouco e acordou trocando de roupa para algo mais estiloso, colocou um bon¨¦ e parecia uma garota super descda. ¡°Chefe, tem um v¨ªrus que est¨¢ se espalhando por a¨ª, o X3.¡± Dizia-se que era transmitido pelo ar e que os infectados sofriam o corpo em dposi??o at¨¦ a morte¡­ Esse v¨ªrus tinha vazado de um instituto de pesquisa famoso na Regi?o dos Lagos e ainda n?o havia cura. Benito entregou a Isabe uma m¨¢scara preta, ¡°Alguns dos nossos irm?os tamb¨¦m foram infectados.¡± Com a m¨¢scara posta, os olhos ros e brilhantes de Isabe ficaram air cativantes, ¡°Quando voltarmos, darei uma olhada.¡± ais ¡°Certo,¡±Beniton?ou um olhar para o perfil da chefe, ¡°Se a chefe fosse hon certeza conquistaria muitas garotas.¡± ¡°Com essa beleza, o C¨¦lio sortudo ¨¦ que est¨¢ em vantagem.¡± Assim que o avi?o entrou no espa?o a¨¦reo da Regi?o dos Lagos, antes que o pilo pudesse ativar o sistema de defesa autom¨¢tico, um m¨ªssil atingiu a cauda da aero que perdeu o equil¨ªbrio ee?ou a girar no ar Um som alo de rme soou no interior da cabine. 2/2 09:16 Cap铆tulo 293 Cap¨ªtulo 293 Tudo estava uma confus?o, Isabe agarrou-se instintivamente ao corrim?o, uma express?o fria. Felizmente, todos estavam de cinto de seguran?a, se n?o, j¨¢ teriam sidon?ados para fora. ¡°Quem foi o filho da m?e que fez isso?¡±Benito sussurrou um pvr?o, levantando-se grande dificuldade e caminhou para a cabine do piloto. ¡°Quem tem coragem de fazer uma coisa dessas?¡±Isabe n?o aparecia h¨¢ algum tempo e n?o esperava que os perigos tivessem aumentado desde sua ¨²ltima visita. ¡°Tem uma gangue nova na ¨¢rea, chamada Organiza??o LOBO, s?o bem atrevidos, provocaram quase todo mundo, exceto a Organiza??o C.¡± Isabe deu um sorriso frio, sem dar muita aten??o para a situa??o. ¡°Esse problema de hoje, certeza foi coisa da LOBO!¡±Toni falou chateado, querendo acabar eles de uma vez por todas. A cauda do avi?o estava danificada, e a aeronavee?ou a cair rapidamente. ¡°Trave a posi??o,nce as bombas.¡±Isabe disse friamente, ¡°Se tiveram a coragem de danificar nossa cauda, que aguentem as consequ¨ºncias. Encontrem um lugar para pousar em emerg¨ºncia.¡± ¡°Entendido.¡±Toni rapidamente transmitiu as ordens para a cabine do piloto. O piloto localizou a posi??o de onde veio o ataque en?ou as bombas ¨¤s duas horas, um estrondo, a fuma?a densa se espalhou e a ¨¢rea do triangulo foi coberta terror mais uma vez. Ap¨®s o pouso for?ado do avi?o, v¨¢rios carros rapidamente apareceram diante de Isabe. As pessoas que sa¨ªram dos carros estavam todas armadas e cumprimentaram Isabel grande respeito. ¡°Chefe!¡± ¡°A senhora chegou?¡± ¡°H¨¢ quanto tempo!¡± ¡°Hm.¡±Isabe entrou no carro o olhar frio. Todos admiravam o seu autocontrole. A chefe era realmente a chefe, capaz de manter a calma num lugaro esse,o se ningu¨¦m fosse digno de sua aten??o. 1/2 09.16 Cap¨ªtulo 293 Mesmo um policial infiltrado, conhecido no pa¨ªs, ao entrar nessa regi?o, sentiria sentiria medo, e ficaria em alerta, um olhar especialmente vignte¡­ Mas a chefe acabou de ter a cauda do avi?o danificada e parecia que nada tinha acontecido, os olhos ros e indiferentes. Foi ent?o que o seu celr vibrou. Era uma liga??o de C¨¦lio. ¡°Isabe, estou no exterior.¡±C¨¦lio olhou para o rel¨®gio, ¡°Daqui a pouco algu¨¦m vai buscar voc¨º depois do trabalho.¡± Depois do trabalho?? This is property ? of N?velDrama.Org. Isabe respondeu prontamente, ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio, eu tenho meu pr¨®prio carro.¡± ¡°N?o me sinto confort¨¢vel voc¨º indo e vindo sozinha.¡±A voz de C¨¦lio era absurdamente carinhosa, ¡°Fa?a o que eu digo, o Manuel estar¨¢ a¨ª em tr¨ºs minutos, tem algumas comidas no carro para voc¨º.¡± Isabe estava um pouco iodada, mas falou gentilmente, ¡°Vou pedir para o Raul Fonseca pegar, tenho uma reuni?o logo mais e algumas coisas para resolver, n?o precisa me buscar.¡± ¡°Voc¨º ainda tem uma reuni?o a essa hora?¡±C¨¦lio estava preocupado que estivesse cansada, ¡°Ent?o me ligue quando chegar em casa.¡± ¡°Certo.¡± Depois de desligar, Isabe ligou para Raul Fonseca, que desceu as escadas rapidamente e viu uma Rolls-Royce ¨¤ espera. Pensou consigo mesmo que C¨¦lio era realmente rico, n?o s¨® oferecia um bom carro para o motorista, mas tamb¨¦m o motorista parecia muito distinto. ¡°Ol¨¢, sou o Raul Fonseca assistente da Diretora Isabe !¡±Raul Fonseca disse sorrid ¡°Foi o Diretor C¨¦lio que mandou o senhor?¡± ¡°Ol¨¢, sou Manuel o mordomo particr do Sr. C¨¦lio.¡± ¡°Manuel, certo. ¡°Raul Fonseca, ao ver as caras guloseimas que Manuel carregava, n?o p?de deixar de ficar impressionado, os ricos realmente vivem no luxo, um simplesnche valia o seu sal¨¢rio de um m¨ºs. ¡°E a Sra. Isabe?¡±Manuel perguntou, pois n?o a viu. ¡°Oh, a Diretora Isabe est¨¢ em uma reuni?o e vai estar ocupada por mais um tempo, j¨¢ falou o Sr. C¨¦lio, vai para casa sozinha depois.¡± 212 Cap铆tulo 294 Cap¨ªtulo 294 ¡°¨®timo.¡±Manuel entregou os doces as duas m?os, ¡°Estes s?o para a Sra. Isabe, preparados pelo Sr. C¨¦lio. Raul, por favor, pode levar at¨¦ ?¡± ¡°Sem problemas, sem problemas. Agrade?o a gentileza, Manuel.¡±Raul Fonseca trocou algumas pvras educadas e, carregando os itens, subiu as escadas. Depois, ligou para Isabe: ¡°Diretora Isabe, o que fa?o essas coisas?¡± ¡°Coma-as.¡± ¡°Ah? Tudo para mim?¡±Raul Fonseca ficou feliz, mas n?o p?de evitar dizer, ¡°Mas ¨¦ muita coisa, n?o consigoer tudo sozinho.¡± ¡°D¨º um pouco para Em¨ªlia.¡±Isabe estava no carro, sua voz fria, ¡°E n?o deixe escorregar nenhuma pvra.¡± ¡°Certo.¡± Raul Fonseca ent?o levou um pouco para Em¨ªlia tamb¨¦m. Ao chegar em sua fortaleza, Isabe saiu do carro e alguns subordinados armados a viram e se animaram: ¡°Chefe, a senhora chegou!¡± Isabe notou que todos usavam m¨¢scaras e perguntou uma sobrancelha levantada, ¡°Quantos foram infectados?¡± ¡°Quatro ontem, mais tr¨ºs hoje¡­¡±Um dos subordinados disse preocupado, ¡°Chefe, eles est?o o Dr. Andr¨¦, ¨¦ melhor a senhora n?o ir¡­¡± Isabe estava confusa. ¡°Ontem o Dr. Matteo foi infectado, e hoje o corpo delee?ou a se deteriorar¡­¡±Outro subordinado n?o p?de evitar dizer, ¡°Esse v¨ªrus X3 ¨¦ brutal, um pequeno descuido pode ser fatal. A senhora ¨¦ o pr do nosso grupo, n?o podemos ficar sem voc¨º¡­¡± This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°N?o se preocupe, eu vou me cuidar.¡±Isabee?ou a andar para dentro, desconsiderando completamente o v¨ªrus. Um subordinado rapidamente a aconselhou, ¡°Chefe, se realmente tiver que entrar, por favor, vista o traje de prote??o!¡± Se n?o, seria um grande problema se fosse infectada! Esse era o quartel-general de Isabe, ap¨®s atravessar um grande campo, estava sua fortaleza, e no segundo andar, seuborat¨®rio, Dr. Andr¨¦ e os sete infectados deveriam estar no quarto de doen?as no extremo leste do segundo andar. No caminho, todos a saudavam respeito. 1/4 09.16 Isabe vestiu um traje de prote??o e entrou no quarto do leste, vendo os sete infectados deitados em suas macas, a pele em v¨¢rios est¨¢gios de dposi??o. Eles gemiam de dor e agonia. ¡°Dr. Andr¨¦, est¨¢ doendo muito¡­¡± ¡°Dr. Andr¨¦, estou me sentindo mal,o se estivesse queimando¡­¡± ¡°Por favor, me salve, eu n?o quero morrer¡­¡± ¡°N?o toquem em suas feridas, quanto mais tocarem, mais r¨¢pido morrer?o!¡±Dr. Andr¨¦ estava sobrecarregado e, ao ouvir a porta se abrir, se virou e,o se tivesse visto um salvador, exmou! ¡°Chefe, finalmente a senhora veio?¡± Ao ver a chefe, Dr. Andr¨¦ ficou feliz. Era uma ¨®tima not¨ªcia, a chefe ali, havia esperan?a! ¡°Me fale sobre a situa??o.¡±Isabe entrou ee?ou a examinar a condi??o de cada paciente. ¡°Ouvi dizer que algu¨¦m roubou uma medica??o ainda n?o aprovada doborat¨®rio da Organiza??o Ce a levou para o mercado, a inten??ode prejudicar outras pessoas.¡± Dr. Andr¨¦ continuou indignado, ¡°Os infectadose?am febre alta e, gradualmente,, a pele deles come?a a queimar. Eles n?o aguentam ee?am a se co?ar. Depois de um breve al¨ªvio, a dor retorna ainda pior.¡± ¡°Eles continuam se co?ando, e quanto mais co?am, mais r¨¢pido a pele se deteriora, at¨¦ morrerem.¡± Dr. Andr¨¦ assistia a tudo isso, angustiado, mas impotente e sem saber cor ¡°Todo esse processo leva apenas tr¨ºs dias¡­¡±Dr. Andr¨¦ disse, preocupado. Agora, os que estavam nas macas tinham apenas dois dias de vida, alguns a Os olhos de Isabe mudaram a not¨ªcia. Existia uma droga t?o deplor¨¢vel suficientemente desprez¨ªveis para us¨¢. Grandes fac??es, juntamente alguns pequenos grupos, estavam todos aterrorizados¡­¡±Dr. Andr¨¦ n?o p?de evitar um suspiro, ¡°A regi?o do Triangulo estava e p¨¢nico, todos usando m¨¢scara ao sa¨ªrem de casa!¡± Esses grupos haviam trazido m¨¦dicos especialistas do exterior e chamado renomados curandeiros locais, mas, sem exce??o, estavam todos impotentes diante da doen?a. ¡°Traga meu estojo de agulhas.¡± Assim que Isabe terminou de fr, Dr. Andr¨¦ correu para busc¨¢-lo. Isabe abriu o 2/4 00-16 estojo, retirou uma longa agulha de prata ee?ou a inseri nos pontos espec¨ªficos de um dos pacientes. ¡°Fa?a nos outros seguindo minha sequ¨ºncia,¡± Isabe instruiu Dr. Andr¨¦. Dr. Andr¨¦ rapidamente imitou o procedimento. Depois de algum tempo, v¨¢rios pacientes cuspiram sangue fresco. Embora se sentissem um pouco melhor, suas peles ainda ardiam desconfortavelmente. ¡°Vou at¨¦ oborat¨®rio e chamarei mais duas pessoas para vigi¨¢-los. N?o deixe que co?em as feridas. Se a dor e a coceira se tornarem insuport¨¢veis, podem aliviar uma leve fric??o dos dedos,¡±instruiu Isabe. ¡°Entendido!¡± Isabe anotou uma receita e enviou algu¨¦m para buscar as mais de vinte ervas medicinais necess¨¢rias, todas dispon¨ªveis no Pico da Vida. A acupuntura era apenas um al¨ªvio tempor¨¢rio para a propaga??o do veneno. Para uma desintoxica??o real, era necess¨¢rio preparar uma mistura vinte e nove ervas diferentes, e por sorte, todas s podiam ser encontradas em seu Pico da Vida! Enquanto isso, em outro local. No territ¨®rio da Organiza??o C, Vicente entrou ¨¤s pressas para rtar, ¡°Sr. C¨¦lio, mais quatro dos nossos irm?os foram infectados o X3. ¨¦ melhor o senhor colocar uma m¨¢scara¡­¡± Seriaplicado se ele tamb¨¦m fosse infectado! C¨¦lio colocou uma m¨¢scara, expondo apenas seus olhos prantes, e falou uma voz fria, ¡°Como ¨¦ que o rem¨¦dio do nossoborat¨®rio expalhou?¡± ¡°Dizem que houve um traidor em nossa fac??o, e j¨¢ estamos lidando isso¡­¡±Vicente nem podia acreditar que algu¨¦m se atrevesse a trair a fac??o! Percebendo que os olhos de C¨¦lio mudaram ainda mais, Vicente apressou-se a dizer, ¡°Nossos veteranos especialistas j¨¢ est?o trabalhando em um ant¨ªdoto, mas a pessoa infectada esse v¨ªrus morre o corpo em dposi??o em tr¨ºs dias. Provavelmente, muitos morrer?o antes de termos a cura.¡± Esse v¨ªrus era extremamente contagioso, uma taxa de mortalidade de 100%! ¡°Sr. C¨¦lio, n?o podemos demorar muito aqui. Assim que encontrarmos o Gins¨¦m, partiremos rapidamente.¡± ¡°N?o podemos abandonar aqueles que est?o infectados. Diga aos especialistas para acelerarem o processo e encontrarem o ant¨ªdoto o quanto antes.¡±A voz de C¨¦lio era friao gelo. ¡°Alguma not¨ªcia do Gins¨¦m?¡± 3/4 00-36 ¡°Dizem que ele apareceu em um leil?o na regi?o do Triangulo. J¨¢ enviamos gente para investigar e deve ter resultados em breve.¡± C¨¦lio desbloqueou seu celr e, ao ver a foto da garota no papel de parede, sua voz suavizou, ¡°Qualquer not¨ªcia, partimos rapidamente.¡± Ele estava determinado a obter o Gins¨¦m! Olhando para a foto da garota no celr, ele j¨¢ sentia saudades, apesar de ter se ausentado por apenas algumas horas. Na ¨²ltima viagem ao exterior, ele havia sentido tanta falta d ao ponto de n?o conseguir dormir¡­ Foi s¨® depois de voltar ao Brasil e abra?¨¢ que conseguiu ter uma boa noite de sono¡­ Vicente, ao ver acidentalmente o papel de parede, reconheceu a foto que havia sido tirada sem querer por um jornalista no dia em que Sra. Isabe foi ao Teatro Dourado. C¨¦lio haviaprado a foto por um alto pre?o para usaro papel de parede. Se a Sra. Isabe soubesse o quanto Sr. C¨¦lio estava apaixonado, certamente ficariaovida¡­ Afinal, era a primeira e provavelmente a ¨²nica que conseguiu entrar no cora??o do Sr. C¨¦lio¡­ ¡°Sim, vou mandar meus homens acelerarem as buscas.¡±Vicente se retirou respeitosamente. 09:16 # Cap铆tulo 295 Cap¨ªtulo 295 Isabe preparou o ant¨ªdoto em forma de p¨ªls fitoter¨¢picas e distribuiu-as entre seus set¨¦ subordinados, cada um tomando uma. Pouco tempo depois, eles perceberam uma mudan?a mgrosa. ¡°Meu corpo n?o sente mais aqu queima??o, e a tontura diminuiu.¡± ¡°A pele n?o est¨¢ mais dolorida e nem co?ando, n?o tenho mais vontade de tocar¡­¡± ¡°Sinto-me muito mais confort¨¢vel, ¨¦ incr¨ªvel!¡± Todos olharam para Isabeo se fosse uma m¨¦dica de outro mundo, olhares de adora??o e gratid?o. Isabe jogou um frasco menor para eles, ¡°Continuem tomando uma p¨ªl por dia durante os pr¨®ximos quatro dias, a pele danificada vai cicatrizar e cair, e uma nova surgir¨¢.¡± ¡°Isso significa que n?o vamos morrer?¡±Os sete subordinados choraram de alegria, prontos para se ajoelhar e agradecer a Isabe. parou-os um gesto, ¡°Descansem bem. O melhor agradecimento que podem me dar ¨¦ se recuperarem e continuarem trabalhando para a organiza??o.¡± entregou outra garrafa ao Dr. Andr¨¦, e ordenou calmamente, ¡°Fa?a os outros tomarem.¡± Com os anticorpos, mesmo que tivessem contato o X3, n?o seriam infectados¡­ Dr. Andr¨¦ n?o podia acreditar que em t?o pouco tempo a chefe havia desenvolvido um ant¨ªdoto. surpreso e ao mesmo tempo cheio de admira??o, ele pensou. ¡°Chefe, se voc¨º decidisse ficar na ¨¢rea do Triangulo, o posto de dominante seria, cedo ou tarde, da nossa Fac??o ma.¡± Isabe estava prestes a dizer que n?o era esse o seu objetivo, quando Benito chegou not¨ªcias, ¡°Chefe, tenho uma boa e uma m¨¢ not¨ªcia. Qual voc¨º quer ouvir primeiro?¡± Sem hesitar, Isabe respondeu, ¡°A boa.¡± ¡°Em uma hora, no Leil?o Sul, o Ginseng aparecer¨¢o a ¨²ltima grande atra??o!¡± ¡°E a m¨¢ not¨ªcia?¡± ¡°Parece que h¨¢ apenas um¡­ e a Organiza??o C tamb¨¦m est¨¢ interessada.¡± A Organiza??o C era a dominante da ¨¢rea do Triangulo, e outras fac??es e poderes tinham medo d¡­ At¨¦ mesmo o recente e atrevido LOBO n?o se atrevia provoc¨¢-los facilmente. 1/0 09:16 Dizia-se que o chef?o por tr¨¢s da Organiza??o C era algu¨¦m que nem o submundo nem a alta sociedade queriam desafiar! Com dinheiro incont¨¢vel e uma rede de influ¨ºncias profundas eplexas, maior do que se podia imaginar¡­ ¡°Chefe, temos um problema ainda maior!¡± Benito engoliu em seco ao ver a express?o de Isabe ficar s¨¦ria. ¡°Fale. ¡°Como esperado, a voz de Isabe se tornou mais fria. ¡°No ¨²ltimo Leil?o Sul, um Ginseng foi vendido por tr¨ºs bilh?es¡­¡± Isabe: ??? Quanto??? Tr¨ºs bilh?es??? Isso ¨¦ um roubo??? Benito notou que a express?o da chefe estava ainda pior e continuou, ¡°S?o tr¨ºs bilh?es de reais¡­ N?o me enganei! Dizem que o leil?o vai exigirprova??o de fundos, quem tiver menos de cem milh?es na conta nem entra¡­¡± Ao dizer isso, ele co?ou a cabe?a, sem jeito, ¡°Chefe, voc¨º ainda tem dinheiro?¡± This content belongs to N?/velDra/ma.Org . O dinheiro que os pais lhe davam e o que mesma ganhava tinham sido todos investidos na pesquisa de medicamentos no Vale Ess¨ºncia¡­ Agora s¨® restava o cart?o que o irm?o lhe tinha dado, apenas dois bilh?es, ramente insuficiente. ¡°Dizem que a Organiza??o C est¨¢ determinada a ganhar este leil?o, o dinheiro n?o ¨¦ problema para eles, nem trinta bilh?es¡­¡± Se a disputa se aprofundar, estaria em ra desvantagem. Ao dizer isso, Benito percebeu que a express?o de Isabe era indescrit¨ªvel, e um n¨® na garganta sugeriu, ¡°Chefe, a Fam¨ªlia Franco tamb¨¦m n?o nos pagou nada, aqu v¨® Gisele, eu acho que n?o vale a pena salvar¡­¡± A ¨²ltima frase parecia ter tocado num ponto fraco de Isabe, que levantou uma sobrancelha fria, seu olhar carregado de aviso. 212 Cap铆tulo 296 Cap¨ªtulo 296 ¡°Eu, quero dizer, dessa vez a Organiza??o C n?o vai desistir de conseguir esse Gins¨¦m, o pre?o final pode ultrapassar tr¨ºs bilh?es¡­ Imagine s¨®, tr¨ºs bilh?es de reais d¨¢ paraprar um monte de coisas! Pegue por exemplo as mans?es no centro da Cidade Ventoso, tr¨ºs bilh?es d¨¢ para comprar trinta ds!¡± Por qual motivo salvariamos uma velhinha? Trinta mans?es para morar uma diferente a cada dia, n?o seria maravilhoso? ¡°Eu, eu s¨® acho, chefe, que temos que saber usar nossas for?as¡­¡± At¨¦ paraer, beber e se divertir, esses tr¨ºs bilh?es seriam melhor gastos do que salvando uma velha sem nenhum?o de sangue a gente! ¡°Organize tudo.¡±Isabe parecia ter tomado uma decis?o, ¡°Daqui a pouco vamos ao leil?o, n?o esque?a de trazer as armas.¡± ¡°Chefe, a senhora est¨¢ pensando em roubar abertamente??¡±Benito n?o podia deixar de admirar a coragem da chefe, ¡°O Leil?o Sul dessa vez ¨¦ organizado pelo LOBO, se a gente tentar roubar, quantos dos nossos irm?os v?o morrer?¡± ¡°Voc¨º, venhaigo.¡± ¡°Eu?? N¨®s dois somente????¡±Benito mal podia acreditar no que estava ouvindo, as habilidades da chefe, escapar em seguran?a n?o seria um problema, mas ele¡­ se n?o morresse, pelo menos sairia bastante machucado, certo?? Era isso a¨ª, a confian?a da chefe! Nas aventuras arriscadas, ele sempre era o primeiro a ser chamado! E na hora de pagar o sal¨¢rio, tamb¨¦m era o primeiro a ser esquecido! Isabe viu o medo dele de morrer e n?o p?de evitar de sorrir ironia, ¡°Quen que eu vou roubar?¡± ¡°Se a senhora n?o vai roubar, vaiprar fiado??¡±Benito estava confuso. ¡°Eu tenho meus m¨¦todos.¡± Vendo a confian?a de Isabe, Benito realmente n?o queria desanim¨¢, mas teve que ser honesto, ¡°Ah, chefe, tem mais uma coisa que esqueci de te contar¡­¡± Isabe sabia que quando elee?ava a fr, nada de bom vinha, e seu semnte se fechou, ¡°Fale logo antes que eu pegue uma faca.¡± Copyright by N?v/elDrama.Org. ¡°Esse Gins¨¦m, pertence ao LOBO¡­ e o leil?o de hoje tamb¨¦m ¨¦ deles, e o local do leil?o na sul da cidade tamb¨¦m ¨¦ territ¨®rio deles¡­ Nos acabamos de explodir metade da base deles hoje, mesmo que a gente tenha dinheiro, eles podem n?o querer vender para n¨®s, se 1/2 00.16 formos agora, ¨¦o se estiv¨¦ssemos entrando na boca do lobo¡­¡± Se o LOBO os visse, certeza iriam atacar primeiro! Isabe congelou, agora que me diz isso?? ¡°Chefe, parece que estamos destinados a n?o ter o Gins¨¦m¡­¡±Ser¨¢ que n?o dever¨ªamos desistir?? Ele n?o se atreveu a dizer a ¨²ltima parte, medo de que a chefe cortasse sua cabe?a. Isabe olhou para o rel¨®gio, ¡°Prepare o carro, vamos para o leil?o.¡± ¡°O qu¨º????¡± Mesmo assim, a chefe ainda tinha coragem de ir?? Chefe realmente n?o tem medo de morrer¡­ Mas ele tem!!! Do outrodo. Vicente recebeu a not¨ªcia e rapidamente a passou para C¨¦lio. ¡°Sr. C¨¦lio, em 40 minutos, no Leil?o Sul, vai aparecer Gins¨¦m¡­ mas ¨¦ precisoprovar fundos para entrar.¡± ¡°Queprovem.¡±C¨¦lio parecia despreocupado o dinheiro, fndo despreocupadamente. Vicente continuou, ¡°O organizador desta vez ¨¦ o LOBO, eles sempre quiseram se aproximar de n¨®s, nesse leil?o, se tudo correro o esperado, o Gins¨¦m deve acaba conosco, s¨® resta saber o pre?o, dizem que a ¨²ltima vez fechou em tr¨ºs bilh?es¡­¡± Realmente um pre?o absurdo!! Nem o melhor rem¨¦dio custaria tanto. ¡°Se aproximar?¡±A voz de C¨¦lio estava fria, ¡°Eles acham que t¨ºm esse direito?¡± Ele sabia que a gangue que andava fazendo maldades na ¨¢rea do Triangulo era o LOBO. Ele, C¨¦lio, nem se atreveria a se misturar uma gangue t?o pequena. Se n?o bastasse o dinheiro, resolveriam na for?a bruta. Se aproximar? Imposs¨ªvel! Cap铆tulo 297 Cap¨ªtulo 297 Leil?o do Sul. Isabe conferiu seus recursos e, Benito ao seudo, adentrou o Quarto 3. N?o demorou muito e algu¨¦m j¨¢ havia reportado seus movimentos ao Sr. Lobo. ¡°Sr. Tavares, gente da Organiza??o FOGO apareceu! Quem diria que se atreveriam a pisar em nosso territ¨®rio, parece que a sorte veio f¨¢cil, sem nem precisar buscar.¡± ¡°Estudou?¡±Sr. Tavares deu uma tragada no cigarro e soprou a fuma?a devagar no rosto dele, ¡°At¨¦ poesia conhece?¡± ¡°Hehe, desculpa a¨ª, chefe, s¨® uns anos de prim¨¢rio¡­¡±O subordinado bajulou dando um sorriso. Antes que terminasse¡­ Sr. Tavares esmagou o cigarro na cabe?a dele for?a, ¡°Eu nunca estudei, ent?o odeio quando algu¨¦m quer se mostrar na minha frente!¡± ¡°Ah¡­¡±O subordinado tremia de dor, mas n?o se atrevia a reagir, apenas se ajoelhou implorando, ¡°Chefe, voc¨º entendeu errado, eu n?o tenho estudo, s¨® sirvo para ser seu cinzeiro¡­¡± Sr. Tavares riu friamente, ¡°D¨®i?¡± ¡°N?o, n?o d¨®i, obrigado, Sr. Tavares, por me acordar, me sinto bem mais esperto agora!¡± ¡°Heh.¡±Sr. Tavares soltou o homem. ¡°Chefe, a gente n?o deveria cercar eles? Peg¨¢-los de uma vez?¡± ¡°Sem pressa.¡±Sr. Tavares acendeu outro cigarro fino, deu uma tragada e exalou a fuma ¡°Vamos esperar eles arrematarem o tesouro antes de agir.¡± Antes de mat¨¢-los, vamos faturar um pouco. ¡°Entendi, chefe¡­¡± O subordinado estava saindo quando Sr. Tavares o chamou de volta, ¡°Quantos s?o eles?¡± ¡°Eles? S¨® dois, um homem e uma¡­ parece uma mulher¡­¡± Parece?? ¡°N?o consegue distinguir se ¨¦ mulher ou n?o?¡± Parece que o cigarro foi apagado no lugar errado. N?o deveria ter sido na cabe?a, mas nos olhos. 1 1/4 09:17 Capitulo 297 ¡°Que desperd¨ªcio ter dois olhos!¡± O subordinado se assustou, apressou-se em dizer, ¡°A pessoa estava usando um bon¨¦, um grande m¨¢scara cobrindo o rosto e vestia um moletom cal?as, realmente n?o dava para ver¡­¡± ¡°Vai embora.¡± ¡°Sim, sim¡­¡± Sr. Tavares deu mais algumas tragadas, heh, s¨® dois corajosos? Atrevem a invadir a base do LOBO? Que venham vida, mas que n?o saiam !! Um palco octogonal. Cadado correspondia a um camarote, tr¨ºs n¨ªveis no total, e o camarote n¨²mero tr¨ºs de Isabe estava no n¨ªvel mais alto. ¡°Olha s¨®, chefe, isso ¨¦ que ¨¦ tirar dinheiro do povo!¡±Benito notou que o bot?o de aumentar once no camarote s¨® tinha uma op??o: a cada vez, aumentava trinta milh?es! ¡°Que ego¨ªsmo descarado ! Essa turma do LOBO n?o tem vergonha mesmo.¡± Isabe estava sentada no sof¨¢ as pernas cruzadas, casualmente mexendo no celr uma m?o e a outra pegou um copo de ¨¢gua lim?o da mesa e tomou um gole. ¡°Chefe, voc¨º n?o tem medo de ser veneno?¡±Benito ficou surpreso,o se admirasse a coragem do chefe. Mas Isabe n?o se importou, ¡°Existe algum veneno nesse mundo que eu n?o saiba curar?¡± ¡°Faz sentido¡­¡±Dizendo isso, Benito tamb¨¦m pegou um copo de ¨¢gua lim?o e bebe de uma s¨® vez! Depois de um dia corrido panhando o chefe, realmente estava sede! N?o ¨¦ que a ¨¢gua lim?o estava mesmo boa? Ele se serviu de mais um copo e continuou, ¡°Nossos leil?es no pa¨ªs t¨ºm bot?es para aumentar os lances de dez, cinquenta, cem mil¡­ Aqui ¨¦ logo trinta milh?es! Que falta de escr¨²pulos! Chefe, voc¨º ainda n?o respondeu minha pergunta de antes.¡± ¡°Hm?¡± This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Quanto dinheiro voc¨º tem ?¡± Olhando para o sorriso sincero dele, Isabe esticou um dedo longo e magro, fazendo um sinal de dois. ¡°Vinte bilh?es? Estamos bem ent?o¡­ ¡°Benito bebeu outro gole de ¨¢gua lim?o, 2/4 aliviado por finalmente ter sua d¨²vida respondida, ¡°Com vinte bilh?es, pelo menos podemospetir com a Organiza??o C por um tempo.¡± ¡°Tire um zero.¡± Benito cuspiu um gole de limonada, surpreso: ¡°Quanto? Dois, vinte bilh?es? Chefe, t¨¢ de brincadeira comigo? Vinte bilh?es praprar ginseng? Acho que a gente ia acabar levando chumbo daqu galera!¡± ¡°Ah, eu n?o estou pensando emprar.¡± ¡°Como assim???¡±Benito engoliu em seco, ¡°Chefe, se voc¨º n?o vaiprar, nem roubar, nem fiar, vai pegar na marra ¨¦?¡± ¡°Hum.¡±Era exatamente isso que ele tinha em mente. ¡°¡­¡±Benito ficou cara de quem n?o tinha mais por onde correr, j¨¢ tinha entregado sua arma e as pequenas bombas para a seguran?a l¨¢ fora, quanto tempo ele ia aguentar no bra?o? ¡°Chefe, j¨¢ estou ficando velho, da pr¨®xima vez que tiver uma miss?o dessas, voc¨º podia trazer o Toni¡­ O Toni ¨¦ ¨¢gil, duro na queda¡­¡± ¡°Ah, vou anotar e mando um recado pro Toni depois.¡± ¡°Melhor n?o¡­¡± No Quarto 2, Vicente falou respeitosamente: ¡°Sr. C¨¦lio, o ginseng vai ser a ¨²ltima pe?a, o senhor quer descansar um pouco?¡± ¡°N?o precisa.¡±C¨¦lio, sentado na poltrona, tinha um olhar frio e emitia uma aura poderosa. ¡°Como est¨¢ a situa??o da vov¨®?¡± ¡°Ricardo ligou h¨¢ pouco, disse que a cor da velha senhora est¨¢ piorando. Pelo jeito, n?o ia aguentar muito. ¡°Deixa o avi?o pronto, assim que pegarmos o objeto, a gente volta rapidame Ele se perguntava se aqu menina j¨¢ tinha sa¨ªdo do trabalho, se tinha ido paraer direito¡­ N?o fazia muito tempo que ele tinha sa¨ªdo, mas j¨¢ estava morrendo de saudades de Nesse momento, um leiloeiro entrou no centro do oct¨®gono, pegou um pequeno marte e bateu autoridade, anunciando: ¡°Damos In¨ªcio ao leil?o!¡± O primeirchtem era uma mulher linda, presa em uma ja, abra?ando os joelhos, brum olhar de solid?o e desespero. El parecia t?o fr¨¢gil e desda. Esse Leit?o Sul ¨¦ de doer os olhos.¡±Benito estava surpreso, toda vez que vinha, ficava 09:17 Áª pasmo o que aqus pessoas eram capazes¡­ Isabe apertava o celr sem nem levantar a cabe?a. ¡°Once inicial ¨¦ de trinta milh?es!¡± V¨¢rias cabinese?aram trinta milh?es, e logo, algumas aumentaram a oferta¡­ O grande ecr? do palco mostrava em tempo real: ¡¾Cabine 7: sessenta milh?es.] [Quarto 9: sessenta milh?es.] [Quarto 1: sessenta milh?es.] Como os tr¨ºs quartos tinham dado o mesmonce, eles precisavam aumentar a oferta, mas a Cabine 7 e o Quarto 1 acharam que, por ser apenas uma mulher, sessenta milh?es j¨¢ era um pre?o alto, n?o valia a pena subir mais. Por isso, no terceironce, n?o mudaram. [Quarto 9: noventa milh?es!] [Quarto 9: noventa milh?es p primeira vez!] [Quarto 9: noventa milh?es p segunda vez!) [Quarto 9: noventa milh?es p terceira vez, vendido!] ¡¾Parab¨¦ns aoprador do Quarto 9 por conseguir o que desejava!] ¡°Essa gente n?o vale nada!¡±Benito sussurrou, indignado por at¨¦ mo?as serem vendidas a pre?o fixo. Que nojo. ¡°O mundo ¨¦ assim.¡±Isabe tocava a t do celr, despreocupada, e lembrou: ¡°Especialmente na ¨¢rea do Triangulo, tudo que voc¨º acha que n?o pode acontecer, acontece todos os dias.¡± ¡°Chefe,o pode uma pessoa t?o jovemo voc¨º entender mais da vida do que eu??¡± A/A Cap铆tulo 298 Cap¨ªtulo 298 Na sequ¨ºncia, a leil?o trouxe alguns itens que eram de doer os olhos. Quando o grande destaque apareceu, j¨¢ se passara meia hora. Isabe acabou de vencer uma partida de videogame quando, levantou os olhos, ouviu Benito dizer, ¡°Chefe, a Gins¨¦m est¨¢ aqui! Vem c¨¢ ver!¡± O olhar dele caiu sobre a recepcionista, que vestia roupas bastante revdoras. Que corpo escultural! A mo?a segurava algo que parecia uma raiz de ginseng, apresentada dentro de uma caixa de madeira nobre, exibindo-a diante das cameras. [Lance inicial de trinta milh?es!) Benito sabia que a chefe queria aqu preciosidade e apertou o bot?o para ofertar trinta milh?es v¨¢rias vezes em sequ¨ºncia. Os outros camarotes ficaram chocados a ostenta??o do Cliente no 3, que j¨¢e?ou ofertando cento e vinte milh?es. Era ¨®bvio que oprador n¨²mero tr¨ºs tinha uma reputa??o a manter e estava determinado a levar aquele item para casa! Isaben?ou um olhar indiferente para Benito e pensou: apertar o bot?o ¨¦ f¨¢cil quando n?o ¨¦ o seu cart?o, n¨¦? ¡°Hehe, chefe, que tal? Livrei a gente de um bocado de caras chatos de uma vez s¨®!¡± Os outros camarotes sabiam que a Gins¨¦m era um item valioso e que poderia ser vendida no mercado por pelo menos trezentos milh?es, ent?oe?aram a dar seusnces. ¡¾Camarote 6 duzentos e oitenta milh?es.] ¡¾Camarote 14 duzentos e dez milh?es.¡¿ [Camarote 18 duzentos e quarenta milh?es.] [Quarto 3 duzentos e setenta milh?es.] Vendo a disputa aprofundar, Isabe ordenou friamente, ¡°Dispensem-nos.¡± ¡°Sim!¡±Benitoe?ou a pressionar fricamente o bot?o de aumentar once, at¨¦ a m?oe?ou a doer e teve que trocar de m?o. que Dentro do Quarto 1. C¨¦lio via os outrospradores na persegui??o e, sem dar muita importancia, disse deboche, ¡°Aumente at¨¦ eles desistirem.¡± 1/2 09.17 Äê ¡°Entendido.¡±Vicente tamb¨¦me?ou a aumentar osnces vigor. Logo, o pre?o exibido na t gigante ultrapassou dois bilh?es! ¡°Chefe, a gente continua?¡±perguntou Benito, sabendo que a carteira do chefe n?o lhe permitia mais darnces. This content belongs to N?/velDra/ma.Org . Mas Isabe disse determina??o: ¡°Continue.¡± Benito, mesmo preocupado, seguiu aumentando osnces¡­ [Quarto 3 tr¨ºs bilh?es e trinta milh?es.] [Quarto 1 tr¨ºs bilh?es e sessenta milh?es.] [Quarto 3 tr¨ºs bilh?es e noventa milh?es.] [Quarto 1 tr¨ºs bilh?es e cento e vinte milh?es.¡¿ S¨® restavam o Quarto 1 e o Quarto 3 na disputa, e nenhum dos dois parecia disposto a desistir! ¡°Sr. C¨¦lio, o Cliente no 3 parece decidido a ficar o item,¡±disse Vicente, apertando o bot?o de aumentar once, ¡°talvez eu devesse fr o Sr. LOBO para nos deixarem levar?¡± Ceder?? Desde quando ele precisava que algu¨¦m lhe cedesse algo que queria?? ¡°D¨º um blecaute,¡±ordenou C¨¦lio friamente. ¡°Blecaute??¡±Vicente ficou surpreso, sem acreditar no que ouvia! Blecaute significava que, n?o importava quanto os outros ofertassem, eles sempre dariam trinta milh?es a mais! De qualquer forma, tinham que ganhar o item!! Ele n?o esperava que, para salvar a vida da velha senhora, Sr. C¨¦lio fosse t?o generoso¡­ Parece que o Sr. C¨¦lio n?o era apenas um bom marido, mas tamb¨¦m um bomo¡­ Vicente apertou o bot?o de aumentar once por tr¨ºs segundos, dando um blecaute! O som imponente ecoou do leiloeiro, que ficou surpreso, assimo os outrospradores, que n?o acreditavam no que seus olhos viam, olhando fixamente para as pvras ¡°Blecaute do Quarto 1¡åpiscando na t enorme¡­ As letras enormes chamaram a aten??o de todos¡­ 212 Cap铆tulo 299 Cap¨ªtulo 299 As pessoas n?o podiam deixar de admirar o impressionante poder financeiro do Cliente n¡ã 1¡­ ¡°J¨¢ passou de trinta bilh?es, o Cliente no 1 ainda n?o desiste? Continua no leil?o?¡± ¡°Parece que ele est¨¢ determinado a ganhar o item!¡± ¡°Quem ¨¦ essa pessoa t?o rica? Trinta bilh?eso se fosse troco de p?o¡­¡± Benito notou que a express?o do chefe estava fria. De fato, ter algo t?o desejado tomado por outro, como o chefe n?o ficaria chateado? Quem seria t?o rico assim? Ser¨¢ que era a Organiza??o C? Diziam que a Organiza??o C tamb¨¦m estava de olho nesse item¡­ ¡°Parece que era destino¡­ Chefe, apesar de voc¨º ter essa boa inten??o, mas¡­¡±a carteira n?o permitia¡­ ¡°Vamos continuar no leil?o.¡±Isabe disse de repente, pegando todos de surpresa. ¡°O qu¨º? Como assim???¡±Benito suspeitava que tinha ouvido errado. Em um leil?o, quem j¨¢ viu ambas as partes continuarem dandonces? E mais, o Cliente no 1 parecia ter fundos ilimitados, enquanto eles ramente n?o tinham dinheiro suficiente¡­ ¡°Aperte.¡±Com uma ordem de Isabe, Benito pensou que tinha enlouquecido!. Com certeza a ousadia do Cliente no 1 a tinha deixado fora de si! Continuar no leil?o significava estar disposto a cobrir qualquer oferta, mesmo que fos cem bilh?es, duzentos bilh?es, eles sempre ofereceriam trinta milh?es a mais!!! De onde o chefe tiraria esse dinheiro?? Vinte bilh?es nem sequer seriam suficientes para separar¡­ ¡°O que voc¨º est¨¢ esperando?¡±Isabe olhou de forma fria, ramente irritada. Benito sabia que estava fndo s¨¦rio. Fechou os olhos, tomou coragem e pressionou o bot?o por tr¨ºs segundos¡­ [Cliente no 1 aumentou a oferta! Parab¨¦ns ao Cliente no 1 p aquisi??o¡­] Antes que o leiloeiro pudesse terminar, o som grandioso voltou a ecoar pelo sal?o, e a t exibiu um aviso intermitente. [Cliente no 3 aumentou a oferta!] O p¨²blico ficou surpreso!!! 1/3 09:17 Nunca se viu, nem no Leil?o Sul, nem no mundo todo, doispradores aumentando a oferta ao mesmo tempo! ramente, ambos osdos n?o tinham limites financeiros e estavam realmente em disputa! O leiloeiro estava perplexo. E agora, o Cliente no 3 aumentando a oferta, o Cliente n¡ã 1 tamb¨¦m determinado,o ele poderia prosseguir o leil?o? Ele n?o tinha experi¨ºncia para isso¡­ This is property ? of N?velDrama.Org. Nesse momento, o l¨ªder do LOBO observou a cena grande interesse e sussurrou algo para o leiloeiro, que rapidamente entendeu a mensagem atrav¨¦s do fone. O leiloeiro rapidamente tomou a frente da situa??o: ¡°Senhores, por favor, mantenham a calma. Considerando que tanto o Cliente no 1 quanto o Cliente no 3 desejam este precioso item, ap¨®s consulta, pedimos que ambos ospradores nos panhem aos bastidores, onde nosso l¨ªder os receber¨¢ pessoalmente. Quem oferecer mais e transferir o dinheiro mais r¨¢pido, levar¨¢ o item!¡± Ou seja, quem pagasse mais e na hora, levaria o objeto. ¡°Agora, dero que esta edi??o do leil?o foi conclu¨ªda sucesso. Por favor, Cliente n¡ã 1 e Cliente no 3, sigam nossos funcion¨¢rios para os bastidores para mais detalhes¡­¡± Benito sentiu o mundo desabar. Estava tudo acabado! O chefe s¨® poderia oferecer vinte bilh?es ali¡­ Nos bastidores, seriam desputados at¨¦ o ¨²ltimo centavo? ¡°Chefe, que tal eu criar uma distra??o e voc¨º foge¡­¡±Benito n?o via sa¨ªda do covil do lob Ele estava pronto para se sacrificar pelo chefe Para sua surpresa, Isabe se levantou imponente: ¡°Vamos, para os bastidores.¡± Benito: ??? Chefe, voc¨º realmente n?o tem medo de morrer, hein?? A porta da cabine se abriu e dodo de fora j¨¢ havia alguns homens armados do LOBO esperando por eles, dizendo que os levariam aos bastidores, mas qualquer um olhos saberia que era por terem medo que eles n?o tivessem dinheiro e tentassem fugir¡­ Eles eram mesmo t?o debochados. Com vinte bilh?es na m?o, ser¨¢ que era necess¨¢rio tudo isso?! Embora no fundo n?o gostasse deles, Benito mantinha uma fachada amig¨¢vel e chamava-os de irm?os, ¡°Mano, deixa eu te perguntar uma coisa, quem ¨¦ esse Cliente n¡ã 1?¡± 2/2 09:17 O chef de Oro C 299 ¡°O chef?o da Organiza??o C.¡± ¡°O qu¨º? At¨¦ o chef?o da Organiza??o C apareceu?¡± Apesar de j¨¢ ter recebido informa??es de que a Organiza??o C estava determinada a obter aquele Ginseng, Benito n?o esperava que at¨¦ o pr¨®prio chefe viesse¡­ Isso significava que aquele Ginseng era de extrema importancia para eles! 3/3 00.17 Cap铆tulo 300 Cap¨ªtulo 300 be trouxe Benito para os bastidores do leit?o, onde fue ita apenas uma longa mesa. tado no meio, estava o Sr. LOBO, Bryan Tavaresires. an Tavares tinha um rosto de tra?os mistos, e ao sorta sa sorriso n?o alcancava os s, frio e encantadoramente perigoso. am diria que a l¨ªder da FOGO ¨¦ uma garota, interessante, meitouninteressante. 11 analisou Isabe olhos interressado, ¡°Parede que estamosos diante de uma beleza tamanho.¡± nas aqueles olhos ros e brilhantes j¨¢ eram suficientes para salsaduzinhomens. seabero seria o rosto d se retirasse a m¨¢scara, provavelmente uma beleza azde abr nac?es¡­ Donb podia esperar para arrancar os olhos cobicosos do homem, samonas sosse pelo 99s el aja lobera no Gins¨¦m, sua faca j¨¢ estaria cravada nas ¨®rbitas daqu sugestie?o! um movimento elegante de suas longas pernas, puxou a cadciaera e -seectorraariamente, ¡°Parece que o Cliente no 1 n?o tem noc?o de tempodpo. didise qera n?o temos no??o de tempo?¡±disse Vicente, chegando naqurele entoo. nema@aetaelembrounos bastidores e seu olhar fixou-se rapidamente na garotarota da ¨¤ esquecidaldadonga mesa, Isabe? O que estava fazendo ali?? te acabaranddo cvivia a voz da Sra. Isabe e pensou que, por passarem tanto temponpol s ultimamente,estamvadende alucina??es auditivas¡­ ao seguir o Sr. C¨¦lio o par al centro, ele viu a garota sentada aodo da ma Isabe, o pensanto constante de Sr. C¨¦lio?? era que tinha terniniaddo ora¡¯abalho e ido para casa jantar? > poderia aparecer na avere aldo Triangulo, ainda maisopradora¡­ te ficou surpresoo tamb¨¦m estava surpresopnaquel arde, quando Manuei foi entregar os doces, a ja tinha dito que estava em uma edi??o e n?o poderia sair¡­ reuni?o na ¨¢rea do Triangulo?? dade Ventoso at¨¦ a Area do Triangolokerera norminimo oito horas de voo. r participado do leil?o significava quesininha partido logo ap¨®s ele ter deixado Cidade era GO Copyright by N?v/elDrama.Org. te )SO¡­ 09.1719 Ou seja, mentiu para ele. Isabe n?o esperava que o homem que entrava fosse C¨¦lio, era o c¨²mulo do constrangimento¡­ Benito tamb¨¦m ficou paralisado por alguns segundos, aquele homem, n?o era o homem da chefa? Ele era o l¨ªder da Organiza??o C? Parecia que eles n?o sabiam da identidade um do outro¡­ interessante! Muito teinteressante! Vendo a chefa ser pega no gra, parecia uma crian?a que foi descoberta roubando doces, ele quase riu, mas Isabe olhou para ele de forma fria. Quando Bryan Tavares viu C¨¦lio, seu tom fr¨ªvolo desapareceu, substitu¨ªdo por respeito e baj??o. ¡°Sr. C¨¦lio, que bom que chegou¡­¡±ele mesmo puxou a cadeira ¨¤ direita para C¨¦lio, convidando-o, ¡°Por favor, sente-se, o ambiente aqui n?o ¨¦ dos melhores, desculpe o inc?modo, Sr. C¨¦lio!¡± C¨¦lio sentou-se em frente a Isabe e, mesmo usando um bon¨¦ e m¨¢scara, pexpondo apenas um par de olhos, ele n?o poderia estar enganado sobre aqu silhueta, juaqu express?o! a Era a sua garota, isabe! envendo C¨¦lio encarar Isabe, Bryan Tavares pensou que eles fossem inimigos frente a erferte, e rapidamente tentou acalmar a situa??o, ¡°Deixe-me apresentar, este ¨¦ o l¨ªder da ganganiza??o C, conhecidoo Sr. C¨¦lio.¡± lefraetra inicial de ¡®C¨¦lio era C¡­ recebendoosso, isabe deu um sorriso, ¡°Um prazer.¡± stat del¨ªder da FOGO, conhecidao Srta. Chama, s¨® hoje descobri que uma bel beta/mulher.¡± yan Tavarea resolhou para isabeo um lobo que avista sua presa, aqu ar bica expliznacitas ataram C¨¦lio. Sention Tavarea res dostou d?¡± yan Tavares nao e percebeu o tom frio e descontente na voz do outro, sorriu e disse, ¡°S iqui a pouco o SenfionhapFogo n?o conseguir tirar o dinheiro, vai ter que deixar a mo?a mo garantia ta inal, ele n?o acreditava vaque do Fogo pudesse tirar trinta bilh?es assim, t?o facilmente! er¨¢ que o Senhon fogbo estava apenas dandonces sem pensar?¡±Bryan Tavares ensou. Com isso em mente, ele, cia poderia usar essa desculpa para levar a b mulher 09:17 Capitulo 300 para si, seria dele, e certamente o Fogo tamb¨¦m¡­ 3/3 09.17. Cap铆tulo 301 Cap¨ªtulo 301 Aumentar seu har¨¦m e sua gangue tanta facilidade ¨¦, na verdade, a maneira de Deus de alimentar suaida e n?o¨º! Como Isabe poderia n?o saber o que ele tinha em mente, um sorriso frio, disse: ¡°Eu at¨¦ me atreveria a desafiar, mas temo que o Sr. Tavares n?o tenha coragem de aceitar.¡± Bryan Tavares riu alto: ¡°O Sr. FOGO est¨¢ brincando, sou um l¨ªder de gangue, um homem, ainda posso pagar por isso!¡± Quanto mais ele olhava para Isabe, mais atraente se sentia e, embora fosse uma garota, exva uma aura fria e valente que era impressionante. C¨¦lio Franco observou a jovem ¨¤ sua frente: ¡°Quem diria, t?o jovem e j¨¢ chefe de uma gangue.¡± ¡°O mesmo vale para voc¨º.¡± Em termos de idade, eles n?o diferiam muito¡­ C¨¦lio olhou nos olhos de Isabeo se fsse uma crian?a: ¡°Sabe que lugar ¨¦ esse?¡±. ¨¢rea do Triangulo, territ¨®rio da imc¨¢vel Organiza??o LOBO, e , uma mulher, panhada apenas por um subordinado, se atreve a entrar aqui? This is property ? of N?velDrama.Org. Vicente tamb¨¦m admirava a coragem da Srta. Isabe¡­ Embora ele tamb¨¦m estivesse sozinho panhando o Sr. C¨¦lio, tinha v¨¢rios subordinados dodo de fora, armados armas de ponta! Al¨¦m disso, ele e o Sr. C¨¦lio eram mais habilidosos do que qualquer um aqui, por isso podiam caminhar livremente para dentro¡­ Mas a Srta. Isabe, uma mulher panhada apenas por um subordinado que n?o parecia ser grande coisa, tinha a ousadia de entrar e ainda se sentar¡­ Bryan Tavares, ao ouvir isso, pensou que C¨¦lio estava questionando a capacidade e os recursos de Isabe,o se n?o soubesse onde estava se metendo! Entrou aqui sem dinheiro, n?o pense em sair vida! Ele disse, sorrindo: ¡°N?o se preocupe, Sr. C¨¦lio, se a Sr. FOGO n?o tiver dinheiro suficiente, o tesouro ser¨¢ seu¡­¡± ¨¦ ro que o Sr. Fogo ¨¦ quem vai ficar o tesouro. ¨¦ dele! ¡°Qual o pre?o que o Sr. Fogo quer oferecer?¡± ¨C C¨¦lio perguntou interesse enquanto olhava para a garota ¨¤ sua frente. 7/2 09:10 # Cap¨ªtulo 301 Isabe imaginou que ele queria o Ginseng para salvar a vida de sua av¨®. Embora n?o soubesseo ele tinha informa??es confi¨¢veis de que o Ginseng seria ¨²til para sua av¨®, j¨¢ que tinham o mesmo objetivo, n?o havia necessidade de gastar mais. ¡°Eu gostaria de perguntar ao Sr. Tavares se a oferta que fizemos anteriormente ainda ¨¦ v¨¢lido?¡± ¨C Isabe olhou para Bryan Tavares. Bryan Tavares ainda tinha um olhar de lux¨²ria,o se estivesse hipnotizado por . Agora mesmo, no leil?o, o Cliente no 1 e o Cliente no 3 tinham chegado a umnce de tr¨ºs bilh?es e trezentos e trinta milh?es¡­ Se o pre?o ainda pudesse subir¡­ Bryan Tavares sorriu maliciosamente: ¡°¨¦ ro que n?o vale. Agora ambos osdos devem fazer novas ofertas.¡± ¡°Once inicial ¨¦ de trinta milh?es?¡± ¡°Sim.¡± ¡°Certo, ent?o trinta milh?es.¡± ¨C Isabe fez sua oferta imediatamente. A express?o de Bryan Tavares congelou. O que estava acontecendo? n?o estava aumentando o lance a partir de tr¨ºs bilh?es e trezentos e trinta milh?es, mase?ando tudo de novo? Como C¨¦lio j¨¢ tinha estourado sua oferta anterior, ent?o, naturalmente, se Isabe oferecesse trinta milh?es, ele naturalmente teria que adicionar mais trinta milh?es aonce. ¡°Sessenta milh?es¡± ¨C Ele fez once de forma lenta e met¨®dica. ¡°Certo, eu desisto. O item ¨¦ seu.¡± Talvez n?o esperando tal jogada de Isabe, Bryan Tavares imediatamente exmou: ¡°Espere! Voc¨ºs deveriam continuar aumentando once a partir de tr¨ºs bilh?es e trezentos e trinta milh?es!¡± Ele perderia muito se n?o o fizessem!! O Ginseng, que vale muito dinheiro, seria vendido por sessenta milh?es para o chefe da Organiza??o C? Como ele lucraria isso? Qual seria o sentido do seu leil?o? 2/2 Cap铆tulo 302 Cap¨ªtulo 302 ¡°N?o foi o Sr. Tavares que acabou de dizer que o pre?o anterior n?o valia e pediu para eu deveria dar um novonce?¡± ¨C Isabe falou despreocupadamente: ¡°O qu¨º, o Sr. Tavares quer voltar atr¨¢s?¡± ¡°Voc¨º¡­¡± ¨C Bryan Tavares ficou sem pvras. ¡°Voc¨º n?o tem nenhum cr¨¦dito por ser um l¨ªder de gangue?¡± Bryan Tavares de repente se deu conta de algo- ¡°Voc¨º¡­ voc¨ºs dois se conhecem? Voc¨ºs querem roubar Ginseng de mim por um pre?o baixo? A grande Organiza??o Cea Organiza??o FOGO est?o conspirando juntas s¨® para tirar vantagem dos outros? N?o t¨ºm medo de serem ridicrizados?¡± ¡°Parece que o Sr. Tavares est¨¢ tentando voltar atr¨¢s?¡± ¨C perguntou C¨¦lio, indiferente. ¡°Se ¨¦ para voltar atr¨¢s, que seja!¡± Trinta bilh?es e a honra, ele escolheu o primeiro!! Um capanga do outrodo da s se aproximou do ouvido de Bryan Tavares e sussurrou: ¡°Sr. Tavares, l¨¢ fora est¨¢ cheio de gente da Organiza??o C, vamos pegar leve¡­¡± Bryan Tavares, naturalmente, conhecia o poder da Organiza??o C e reprimiu sua raiva por enquanto, dizendo gentilmente: ¡°Sr. C¨¦lio, se o senhor realmente quer esse Ginseng, trinta bilh?es, pre?o final. Voc¨º leva o produto, mas essa menina, tem que ficar! Aposto que nem tem dinheiro, s¨® veio aqui para causar confus?o!¡± N?o podia deix¨¢ sair t?o facilmente! ¡°Eu quero tanto as pessoas quanto as coisas.¡±- C¨¦lio falou determina??o, e olhou nos olhos de Isabe um toque de ternura. Bryan Tavares ficou paralisado: ¡°O Sr. C¨¦lio est¨¢ interessado n? E se hoje, eu insistir para que fique?¡± ¡°Ent?o vamos ver se voc¨º ¨¦ forte o suficiente.¡± Assim que as pvras de C¨¦lio sa¨ªram de sua boca, um dos homens da LOBO correu ansioso: ¡°M¨¢ not¨ªcia, chefe, a Organiza??o C cercou toda a parte sul da cidade!¡± Bryan Tavares cerrou os dentes e olhou para C¨¦lio, quase extravasando sua raiva: ¡°Voc¨º est¨¢ fndo s¨¦rio?¡±. Voc¨º est¨¢ brigando uma gangue por causa de uma mulher? Vale a pena? ¡°Voc¨º acabou de dizer que est¨¢ interessado n?¡± ¨C C¨¦lio friamente enganchou os l¨¢bios e disse em tom de provoca??o: ¡°Devo dizer que voc¨º tem um bom gosto, mas¡­ Voc¨º n?o ¨¦ qualificado o suficiente, Vicente¡±. 1/2 09:10 Capitulo 302 ¡°Sim!¡± ¨C Vicente imediatamente pressionou o bot?o e, assim que o bot?o foi pressionado, todos os seus homens dodo de fora entraram em a??o. Todos na ¨¢rea do Triangulo ficaram confusos, sem entender por que a Organiza??o C tinha mirado na LOBO, atacando armas e bso se quisessem devor¨¢-los¡­ Bryan Tavares ouviu o som de tiros e gritos dodo de fora e percebeu que o perigo havia chegado. ¡° ¨¦ do seu povo? Ent?o, tudo isso foi uma armadilha? S¨® para ter uma desculpa para acabar a LOBO? Voc¨ºs armaram tudo isso e esperaram que ca¨ªssemos no jogo?¡± Vicente sorriu desd¨¦m ao ouvir isso: ¡°Voc¨º se acha muito importante! O Sr. C¨¦lio n?o precisa de raz?o nenhuma para agir contra algu¨¦m! Voc¨º superestimou suas capacidades e ainda sonhava em ter o Sr. FOGO! Abra bem os olhos e vejao o seu imp¨¦rio est¨¢ desmoronando!¡± Belonging ? N?velDram/a.Org. Ao ouvir isso, Bryan Tavares ficou paralisadoo se tivesse sido atingido por um raio. ¡°Fique tranquilo, Sr. C¨¦lio vai deixar voc¨º vivo, e o Ginseng ser¨¢prado seguindo as regras que voc¨º definiu, sem tirar vantagem¡­¡± Mas o acordo era sessenta milh?es, nem um centavo a mais! Ao ouvir as pvras de Vicente, Bryan Tavares sorriu fracamente, o rosto p¨¢lido: ¡°Ent?o, de acordo voc¨º, voc¨ºs n?o roubaram, n?o assaltaram e foram extraordinariamente gentisigo, deixando-me vivo, e a culpa foi toda minha?¡± ¡°ro! Quem lhe disse para ser rude o Sr. FOGO?¡± As pvras de Vicente fizeram que um arrepio de inten??o assassina percorresse Bryan Tavares. C¨¦lio se levantou e estendeu a m?o para Isabe. De maneira obediente, Isabe caminhou em sua dire??o. Benito arregalou os olhos ao ver a chefe, sempre t?o fria e distante, ser envolvida num abra?o por C¨¦lio e partir assim¡­ ¡°Meu LOBO se foi, e voc¨ºs n?o v?o ficar impunes!¡± ¨C Nesse momento, Bryan Tavares acionou um interruptor, e uma imensa porta de ferro desaboy, bloqueando a ¨²nica sa¨ªda. ¡°Cuidado.¡± ¨C C¨¦lio puxou Isabe para perto, protegendo-a em seus bra?os e se afastando um passo para tr¨¢s, quase sendo atingidos p porta de ferro que descia! Bryan Tavares pegou v¨¢rias pists que estavam escondidas sob a mesa, pronto para matar! 2/2 09:10 Cap铆tulo 303 Cap¨ªtulo 303 V¨¢rios capangas sacaram suas armas e atiraram em C¨¦lio e Isabe! Benito assistiu, os olhos arregdos, enquanto dezenas de bs eram disparadas em dire??o ¨¤ chefe. Por sorte, C¨¦lio estava l¨¢ para proteger, caso contr¨¢rio, a chefe estaria emburacada! ¡°Droga,o voc¨º ousa intimidar nosso chefe?¡± ¨C Benito chutou um dos capangas, arrancou a pist de suas m?os e a jogou para Isabe, depois pegou outra para revidar. Vicente n?o esperava que os capangas trazidos p Sra. Isabe, que pareciam inofensivos, na verdade tivessem habilidades t?o afiadas! Eles eram t?o capazes quanto ele! Parecia que ele apenas subestimou as pessoas! ¡°Crian?as n?o brincam armas, ¨¦ perigoso.¡± ¨C C¨¦lio disse a Isabe para se esconder em um canto seguro e acariciou sua cabe?a ternura: ¡°Espere por mim um pouco, vou resolver isso logo.¡± ¡°Ok.¡± ¨C Isabe obedeceu, sem sair para ajudar. C¨¦lio derrubou alguns de seus homens em alguns movimentos, exndo uma aura g¨¦lida. Quando viu Bryan Tavares acionando o interruptor da porta de ferro e se preparando para fugir, ele deu um passo ¨¤ frente e derrubou o advers¨¢rio e, sem deixar que dissesse uma pvra, apertou o gatilho e enviou-o para o al¨¦m. Bryan Tavares caiu em uma po?a de sangue, o corpo ainda se contorcendo. Nesse momento, dois dos capangas miraram em C¨¦lio, preparando-se para atirar, mas Isabe foi mais r¨¢pida e disparou do esconderijo, mandando-os embora um ¨²nico tiro. Talvez n?o esperando tal precis?o de mira, C¨¦lio se voltou para , olhando-a um toque adicional de curiosidade e interesse. Quem era essa menina, afinal? ¨C n?o s¨® sabia atirar uma arma,o tamb¨¦m tinha coragem. O que mais sobre sua identidade ele desconhecia? Isabe, vendo todos abatidos, jogou a arma dedo e, sem olhar nos olhos de C¨¦lio, disse, sem se impressionar: ¡°S¨® estava brincando, n?o achei que acertaria.¡± Hum. pensava que ele era f¨¢cil de enganar? Acertar essa precis?o por acaso? This is property ? of N?velDrama.Org. 1/2 09-10 Cap¨ªtulo 303 Uma garotaum saberiao manusear uma arma? Conheceria o jeito certo de us¨¢? Por fr nisso, uma garotaum gritaria ao ver essa cena, certo? Se n?o gritasse, pelo menos mostraria medo qu panico. Mas a menina manteve a calma doe?o ao fim,o se tudo ¨¤ sua frente fosse uma cena cotidiana¡­ Sua coragem, sua arrogancia, suas habilidades¡­ tudo indicava que n?o era uma garotaum! ¡°Vamos embora.¡± ¨C Isabe partiu primeiro. A porta de ferro j¨¢ tinha sido aberta por Bryan Tavares. C¨¦lio seguiu seu ritmo e segurou sua m?o. Todos na ¨¢rea do Triangulo ouviram dizer que o LOBO havia sido derrotado em um instante, e que a Organiza??o C e o FOGO haviam formado uma alian?a e at¨¦varam o LOBO em sangue¡­ Eles mal podiam acreditar! Dizer que essas duas gangues n?o tinham nada a ver uma a outra antes¡­o puderam de repente se aliar? Qual era a raz?o? At¨¦ mesmo disseram que quem ousar tocar em uma de suas gangues, a outra certamente n?o seria poupada¡­.. Parecia que ningu¨¦m na ¨¢rea do Triangulo ousaria provoc¨¢-los novamente. Uma alian?a poderosa, dominando a ¨¢rea do Triangulo¡­ Nem mesmo os membros da Organiza??o C e do FOGO sabiamo seus chefes decidiram se aliar¡­ ¡°Venha, vamos para casa.¡± ¨C C¨¦lio conduziu Isabe p m?o at¨¦ a escada de servi?o. 212 09:10 Cap铆tulo 304 Cap¨ªtulo 304 No aconchego luxuoso da cabine do avi?o. C¨¦lio segurou Isabe no colo, o queixo esfregando suavemente os cabelos macios d: ¡°Quantas outras identidades voc¨º ainda tem que eu desconhe?o?¡± Isabe desviou o olhar um pouco envergonhada, e n?o eram muitos, embora n?o conseguisse cont¨¢-los duas m?os¡­ ¡°¨¦ por causa da condi??o da vov¨® que voc¨º quis pegar o ginseng?¡± ¨C C¨¦lio olhou para baixo, examinando a garota em seus bra?os uma voz suave: ¡°Voc¨º sabia, quando mediu o pulso da vov¨® no outro dia, que a condi??o d estava se deteriorando e que n?o restavam muitos dias?¡± ¡°Sim.¡± ¡°Por que voc¨º n?o me contou antes? ¨C C¨¦lio mediu os olhos d: ¡°Ou ser¨¢ que, naquele momento, voc¨º j¨¢ tinha decidido ir ¨¤ ¨¢rea do Triangulo sozinha para encontrar Ginseng? Quem lhe disse que isso salvaria a vida da vov¨®?¡± ¡°Tamb¨¦m li isso em um livro de medicina h¨¢ muito tempo¡­¡± Quanto ¨¤ possibilidade de cura, isso ainda depende do estado de sa¨²de da pr¨®pria av¨®. ¡°A ¨¢rea do Triangulo ¨¦ muito perigosa, voc¨º ¨¦ apenas uma garota. Se algo acontecesse, o que eu faria?¡± ¨C C¨¦lio estremeceu ao pensar. ¡°O perigo seria para os outros.¡± Heh. De fato. Sua garota, que tinha uma mira melhor que a de Vicente, j¨¢ tinha ensinado uma li??o aos capangas da Fam¨ªlia Cardoso sozinha, enfrentando mais de vinte de uma vez¡­ O perigo, de fato, seria para os outros. ¡°E voc¨º mentiu para mim sobre uma reuni?o no escrit¨®rio?¡± -C¨¦lio a castigou um beijo: ¡°Por quanto tempo voc¨º ia esconder isso de mim se n?o tivesse me encontrado por acaso?¡± ¡°N?o era bem uma mentira¡­¡± ¨C Isabe disse levemente: ¡°Apenas temia que voc¨º ficasse preocupado¡±. ¡°Esconder coisas de mim s¨® me deixa mais preocupado, especialmente se voc¨º correr perigo.¡± -C¨¦lio abaixou a cabe?a novamente e beijou-a levemente nos l¨¢bios: ¡°Prometa-me que, n?o importa o que aconte?a no futuro, voc¨º n?o far¨¢ mais nada t?o arriscado.¡± 1/4 00-10 Capitulo 304 This content belongs to N?/velDra/ma.Org . ¡°Certo.¡± ¨C Embora tenha respondido a boca, a mente de Isabe estava pensando: Melhor concordar agora e discutir isso depois, do contr¨¢rio, ele n?o vai me deixar em paz. ¡°FOGO foi fundado h¨¢ tr¨ºs anos, quantos anos voc¨º tinha na ¨¦poca? Por que voc¨º apareceu na ¨¢rea do Triangulo?¡± ¨C A mente de C¨¦lio estava cheia de perguntas: ¡°Como voc¨º se tornou a l¨ªder do FOGO?¡± Quando Isabe tocou no assunto, seus olhos escureceram um pouco: ¡°¨¦ uma longa hist¨®ria¡±. H¨¢ tr¨ºs anos, o estado de sa¨²de da av¨® Dias piorou drasticamente, e precisava urgentemente de uma erva medicinal que crescia no Pico da Vida, na ¨¢rea do Triangulo. Naqu ¨¦poca, v¨¢rias gangues estavam disputando o controle do Pico da Vida, e a chegada de Isabe foi no auge dessa batalha¡­ Como a av¨® Dias precisava da erva continuamente para o seu tratamento e s¨® crescia no solo do Pico da Vida, Isabe, por um golpe de sorte, n?o s¨® fundou o FOGO e tomou o Pico da Vida, mas tamb¨¦m fortaleceu seu pr¨®prio poder¡­ Embora quase tenha perdido a vida v¨¢rias vezes na ¨¢rea do Triangulo¡­ Embora mais tarde a condi??o de av¨® Dias estivesse novamente descontrda e necessitasse de outros medicamentos para salvar sua vida¡­ Felizmente, conseguiu salvar a vida da av¨® Dias, e o FOGO prosperou sob sua lideran?a¡­ Agora, o apoio da Organiza??o C, as duas fac??es se tornariam incontest¨¢veis na ¨¢rea do Triangulo. C¨¦lio a ouviu contar tudo em poucas pvras e sentiu ainda maispaix?o por . T?o jovem, mas j¨¢ havia sofrido tanto. N?o era de se admirar que parecesse t?o fria e indiferente a tudo. Crescendo sem ningu¨¦m para se apoiar, sem ningu¨¦m para cuidar d, sempre teve que depender de si mesma, o que a fez desenvolver o h¨¢bito de ser independente e auto-suficiente. Sua frieza, seu valor, sua habilidade, tudo foi negociado sangue e l¨¢grimas. Uma garotaum n?o teria enfrentado as duras realidades da vidao , que teve que lutar e sobreviver atrav¨¦s das trevas e adversidades para alcan?ar o que tem hoje. A voz de C¨¦lio estava carregada de m¨¢goa: ¡°Se eu n?o tivesse aparecido, o que voc¨º pretendia oferecer hoje em troca para Bryan Tavares?¡± Mais de tr¨ºs bilh?es em dinheiro, o que n?o era algo f¨¢cil de se conseguir. 2/4 09:10 Cap¨ªtulo 304 Isabe tirou um pequeno frasco do bolso: ¡°Isto¡±. C¨¦lio perguntou incr¨¦dulo: ¡°O que ¨¦ isso?¡± ¡°O ant¨ªdoto para o X3.¡± ¨C Isabe disse levemente: ¡°Bryan Tavares foi infectado pelo X3, e acho que ele concordaria em trocar isso pelo Ginseng.¡± Afinal de contas, todo mundo quer sobreviver.. Ningu¨¦m ignora a pr¨®pria vida¡­ ¡°Ent?o foi por isso que voc¨º arriscou tanto?¡± ¨C C¨¦lio de repente entendeu e se surpreendeu ao perceber que sua garota era mais inteligente e capaz do que ele imaginava. ¡°Hm.¡± ¨C Portanto, Isabe nunca teve a inten??o deprar o Ginseng de Bryan Tavares dinheiro, estava nejando em fazer uma troca. ¡°Como voc¨º conseguiu o ant¨ªdoto para o X3?¡±- C¨¦lio perguntou, olhando para baixo: ¡°Voc¨º mesmo o desenvolveu?¡± ¡°¡­¡± ¨C Isabe levantou os olhoso se quisesse perguntar: ¡°Como voc¨º sabe? ¡°N?o h¨¢ rem¨¦dio que o Sr. Ismael n?o possa fazer.¡± C¨¦lio juntou seus l¨¢bios em um sorriso gentil.. Sr. Ismael? Quem mais teria revdo seu disfarce? ¡°Parece que eu acertei.¡± ¨C O sorriso malicioso de C¨¦lio se ampliou: ¡°Naquele dia, o presente que voc¨º deu ao vov?¡­¡± Isabe finalmente entendeu. Ent?o ele tinha adivinhado sua identidade desde aquele dia e simplesmente n?o disse isso explicitamente? ¡°Mandei enviar o ant¨ªdoto para a Organiza??o C agora mesmo, antes de entrarmos no avi?o.¡± ¨C Isabe disse levemente. O frasco que carregava, que originalmente seria trocado Bryan Tavares, agora que Bryan Tavares estava morto¡­ ¡°Eu estava pensando em jogar na ¨¢gua quando voc¨º n?o estivesse olhando¡­¡± Ao ouvir isso, C¨¦lio sorriu ainda maispreens¨ªvo:¡±Preocupada que eu fosse infectado? Voc¨º se preocupaigo¡­¡± ¡°Agora que voc¨º sabe quem eu sou, tome.¡± ¨C Isabe entregou o frasco, Uma pessoa n?o infectada, ao tomar, desenvolveria anticorpos e, mesmo se entrasse em contato infectados no futuro, n?o seria contaminada. ¡°D¨º para mim.¡± 3/4 ? 09:10 Capitulo 304 11 ¨C Esse cara estava brincando de novo? ¡°Senti sua falta nos ¨²ltimos dois dias¡­¡± ¨C C¨¦lio se aproximou do ouvido d e sussurrou Isabe n?o suportou o sussurro dele, abriu o frasco e despejou a p¨ªl diretamente na boca dele. Que maneira bruta de fazer isso. C¨¦lio riu: ¡°O rem¨¦dio do Sr. Ismael vale uma fortuna, e os homens da Organiza??o C s?o tantos que n?o podem se dar ao luxo de tomar tanto do seu rem¨¦dio¡±. Cada p¨ªl poderia salvar uma vida¡­ De fato, valia uma fortuna. 11 ¡°1 ¡°Voc¨º pode pegar o que quiser.¡± ¨C C¨¦lio olhou para carinho: ¡°O que ¨¦ meu ¨¦ seu.¡± 11 ¡°1 ¡°Bem, ainda faltam mais de sete horas, ent?o durma um pouco.¡± C¨¦lio podia ver que estava cansada. ¡°Hm.¡± ¨C Isabe realmente havia trabalhado duro para salvar seus subordinados infectados na base, al¨¦m de lidar outros assuntos, mal teve descanso¡­ se aconchegou nos bra?os de C¨¦lioo um gato d¨®cil e logo adormeceu. Vendo-a dormir t?o profundamente, C¨¦lio a levantou cuidado e a colocou na cama do quarto¡­ O avi?o tinha v¨¢rios quartos, e C¨¦lio a colocou no mais espa?oso. Antes de cobri o len?ol, viu que o celr d havia ca¨ªdo do bolso e estava vibrando¡­ Algu¨¦m estava ligando para , era uma sequ¨ºncia de c¨®digos. 4/4 09.10 Cap铆tulo 305 Cap¨ªtulo 305 C¨¦lio ficou intrigado que a menina tinha at¨¦ mesmo criptografado suas chamadas, quem realmente era, afinal?C¨¦lio estava ainda mais curioso sobre sua identidade. Por respeito, C¨¦lio n?o atendeu nem desligou a chamada, deixando o celr vibrar at¨¦ parar por conta pr¨®pria. Depois, colocou o aparelho na mesinha de cabeceira e, delicadeza, cobriu a menina o cobertor, inclinando-se para dar-lhe um beijo carinhoso. parecia um anjo enquanto dormia, lindao uma princesa de conto de fadas, c¨ªlios escuros e onddos, um nariz elegante e l¨¢bios avermelhados e tentadores¡­ Hipnotizado p sua beleza, ele se inclinou novamente para lhe dar outro beijo suave. Nesse momento, o celr vibrou mais uma vez. Era uma mensagem no WhatsApp. C¨¦lio deu uma olhada sem querer e viu algumas mensagens na t. ¡¾Chefe, o rt¨®rio deste m¨ºs da AIE j¨¢ foi enviado para o seu e-mail.¡¿ ¡¾A nova cole??o de joias teve uma excelente recep??o.¡¿ [Quando ter¨¢ tempo para desenhar mais algumas pe?as?¡¿ O remetente das mensagens era algu¨¦m chamado David. C¨¦lio se perguntava: Seria David Morato? O respons¨¢vel p AIE? Diziam que a fundadora da AIE, Zaira, nunca mostrava o rosto, dedicando-se inteiram ¨¤ cria??o, enquanto todas as opera??es do grupo eram gerenciadas por David. Ent?o, sua Isabe era Zaira?? havia fundado a AIE?? N?o era ¨¤ toa que enfatizava n?o querer as roupas e joias da AIE que ele havia lhe dado¡­ Cansada de ver suas pr¨®prias cria??es todos os dias, n?o era de se estranhar a falta de surpresa em seu rosto. Como poderia haver surpresa se tudo era fruto do seu pr¨®prio trabalho? Ele se lembrou novamente da express?o no rosto da menina quando recebeu o presente dele naqu ¨¦poca, parecia que havia um toque de insatisfa??o¡­ Pensando nisso, C¨¦lio esbo?ou um sorriso. Quem diria que sua Isabe n?o era apenas uma m¨¦dica, uma farmac¨ºutica, uma pianista talentosa, mas tamb¨¦m a fundadora da 1/5 09:10 AIE¡­ A fam¨ªlia Neves provavelmente n?o sabia da verdadeira identidade da menina, por isso a deixaram cuidar daqu pequena loja de roupas no in¨ªcio¡­ Se soubessem, certamente pensariam que era desperd¨ªcio de talento. Content protected by N?v/el(D)rama.Org. A fundadora da AIE gerenciando uma pequena empresa¡­ ¡°Sr. C¨¦lio.¡± Naquele momento, Vicente chamou suavemente dodo de fora da porta. C¨¦lio reuniu seus pensamentos e seus olhos olharam para a menina por alguns instantes antes de fechar a porta e sair. ¡°A Sra. Isabe j¨¢ dormiu?¡± ¨C Vicente n?o tinha percebido que o Sr. C¨¦lio poderia ser t?o gentil a Sra. Isabe. Se o grupo de capangas da Organiza??o C estivesse assistindo, provavelmente ficariam boquiabertos¡­ Afinal de contas, a imagem externa do Sr. C¨¦lio sempre foi de uma crueldade a sangue frio¡­¡­. ¡°Fale baixo.¡± ¨C C¨¦lio se dirigiu ¨¤ s de estar da cabine do avi?o e sentou-se antes de dizer: ¡°Pode fr agora.¡± N?o queria fr alto demais e acordar a menina. ¡°Sim.¡± ¨C Vicente se apressou em rtar assim que viu C¨¦lio sentado: ¡°Temos not¨ªcias do Dacio!¡± C¨¦lio ficou surpreso, pois n?o esperava tantas coisas boas acontecessem hoje, e perguntou em voz baixa: ¡°Onde ele est¨¢?¡± ¡°Por enquanto n?o sabemos. Um intermedi¨¢rio disse que tem contato Dacio. Ele est¨¢ dispon¨ªvel para consultas, mas n?o quer dinheiro, quer coisas em troca.¡± Isso era realmente inesperado. ¡°Quais coisas?¡± ¨C C¨¦lio perguntou em uma voz fraca. ¡°Alca?uz e Anoectochilus roxburghii.¡± Os olhos de C¨¦lio se escureceram, o que ele queria aqus duas coisas? ¡°Sr. C¨¦lio, esses dois itens est?o em nossa cole??o h¨¢ muitos anos e valem tanto quanto s?o raros, como o ginseng¡­ Embora a outra parte n?o saiba que temos esses itens, o pre?o que eles pedem ¨¦: Quem fornecer esses dois itens, Dacio tratar¨¢.¡± A voz de C¨¦lio era serena: ¡°Ok, aceite a oferta.¡± 2/5 09:10 ¡°Sr. C¨¦lio, eu n?o entendo¡­¡± ¨C Vicente teve o cuidado de expressar suas d¨²vidas: ¡°A Srta. Isabe ¨¦ uma m¨¦dica excelente, assimo o senhor Ismael, n?o h¨¢ rem¨¦dio que n?o consiga fazer. sabe que o ginseng poderia salvar a vida da velha senhora, ent?o por que n?o deix¨¢ tentar?¡± E ainda queremos pedir ajuda a Dacio Torres Alca?uz e Anoectochilus roxburghii?? Isso n?o ¨¦ desperd¨ªcio de dinheiro?? C¨¦lio lembrava que j¨¢ tinha respondido essa pergunta h¨¢ muito tempo e disse calmamente: ¡°Agora a doen?a da vov¨® est¨¢ mais grave, o senhor Gildo disse que n?o tem muitos dias de vida¡­¡± Se Isabe conseguisse salvar a vov¨®, seria melhor¡­ Mas e se¡­ ¡°S¨® estou medo de que, caso a condi??o da vov¨® seja t?o grave que n?o possa salv¨¢ agora, Isabe poderia sentir que ¨¦ por causa de sua pr¨®pria falta de habilidades m¨¦dicas, culpando- se e sentindo-se triste¡­.. Portanto, ele preferia que um estranho tentasse salvar a vov¨®, ao inv¨¦s de deixar a menina sob press?o psicol¨®gica e carregando uma sombra pelo resto da vida. ¡°D¨º a ele o Alca?uz e o Anoectochilus roxburghii, marque um hor¨¢rio, quanto mais cedo, melhor.¡± ¡°Sim!¡± 14 * Foi ent?o que Vicente entendeu de uma vez por todas por que o Sr. C¨¦lio estava perguntando sobre Dacio Torres¡­.. A Por que, tendo uma m¨¦dica prodigiosa ao seudo, ele escolheu n?o utiliz¨¢¡­ Era por medo da press?o sobre a senhorita Isabe! O Sr. C¨¦lio era realmente bondoso a senhorita Isabe! O avi?o fica no ar por oito horas e pousou diretamente no p¨¢tio da Ba¨ªa de Lago da Lua. C¨¦lio desceu a escada do avi?o Isabe nos bra?os, surpreendendo o mordomo¡­ O mordomo n?o esperava que, a viagem do Sr. C¨¦lio para o exterior, ele teria ido a senhora Isabe¡­ Al¨¦m disso, os dois voltaram juntos. Voltar era uma coisa, mas voltar de maneira t?o ¨ªntima era outra¡­ Uma rajada de vento soprou e Isabe sentiu um pouco de frio, levantando os olhos para ver que havia chegado ¨¤ Ba¨ªa da Lua! N?o podia acreditar que tinha dormido por tanto tempo. 3/5 09.10 ¡°Acordada?¡± ¨C C¨¦lio perguntou, segurando-a enquanto descia do avi?o. Com sua voz suave: ¡°Dorme mais um pouco.¡± Ele nunca a tinha visto dormir t?o profundamente. Isabe tamb¨¦m ficou um pouco surpresa por ter conseguido dormir t?o tranqu e profundamente com C¨¦lio ao seudo e, o que ¨¦ mais importante, sem um ¨²nico pesadelo ¡­¡­ ¡°Me coloque no ch?o.¡± ¨C queria andar por conta pr¨®pria. Mas C¨¦lio continuou a segur¨¢: ¡°Durma um pouco mais,a alguma coisa, que depois eu te levo de volta¡±. Isabe foi levada para cima por ele,o se estivesse acostumada seu dom¨ªnio e controle, e n?o falou muito. ¡°Algu¨¦m ligou para voc¨º agora mesmo enquanto voc¨º estava dormindo¡± ¨C C¨¦lio expressou. O cora??o de Isabe se rmou. Ele n?o tinha atendido, tinha? ¡°Eu n?o atendi, mas a pessoa mandou uma mensagem no WhatsApp.¡± Isabe: ¡°??¡± ¡°N?o esperava que minha Isabe fosse a fundadora da AIE.¡± ¨C C¨¦lio sorriu gentilmente: ¡°David ¨¦ apenas seu subordinado?¡± Isabe: ¡°!!!¡± ¡°Voc¨º espiou minhas mensagens?¡± ¡°Apareceu na t, dif¨ªcil n?o ver.¡± ¡°Eu n?o sabia que voc¨º tinha desenhado todas as coisas da AIE antes, vou te presentear algo diferente.¡± ¨C C¨¦lio a beijou suavemente e a levou para o quarto: ¡°Esta ¨¦ a minha cama, voc¨º pode descansar aqui um pouco e eu a chamarei quando puderer¡±. ¡°N?o estou sono.¡± ¡°Mesmo assim, deite-se um pouco.¡± Dormir em um avi?o n?o era t?o confort¨¢vel quanto aqui. C¨¦lio tem¨ªa que fosse trabalhar amanh? e ficasse t?o concentrada em seu trabalho que n?o tivesse tempo nem para recuperar o f?lego. Aproveitar agora que tinha um tempo para descansar era melhor. Isabe o viu partir antes de pegar seu celr e ver que David havia lhe enviado algumas 4/5 09:10 mensagens no WhatsApp Havia tamb¨¦m mensagens criptografadas que n?o apareciam insel die telefone Ele abriu e aplicativo e rapidamente respondeu a go Cap铆tulo 306 Cap¨ªtulo 306 Ap¨®s um tempo. ¨® cozinheiro preparou aida e C¨¦lio a levou at¨¦ : ¡°N?o consegue dormir?¡± ¡°Hm¡­¡± ¨C Isabe ficou um pouco surpresa ao v¨º-lo carregando duas bandejas grandes: ¡°Voc¨º costumaer no seu quarto?¡± ¡°N?o.¡± ¨C disse C¨¦lio, colocando as bandejas na mesa um tom suave e disse gentilmente: ¡°Mas de todos os meus h¨¢bitos, estou disposto a abrir uma exce??o para voc¨º. Me espere um pouco, ainda tem mais embaixo, vou buscar.¡± Isabe se aqueceu por dentro ao v¨º-lo ver a figura dele sair do quarto. Dodo de fora da jan, o Lago Crescente brilhava sob o sol, e as intermin¨¢veis Dasiphora fruticosa bn?am ao vento. Isabe foi at¨¦ a varanda para apreciar a vista deslumbrante e sentir o frescor da brisa. C¨¦lio se aproximou duas bandejas grandes, sua estatura alta e apar¨ºncia charmosa, e seu olhar para Isabe era indulgente e cheio de mimos. ¡°Vamoser aqui.¡± ¨C Isabe apontou para a mesa na varanda: ¡°Tem uma b vista¡±. ¡°ro.¡± ¨C C¨¦lio colocou suas coisas no ch?o e puxou sua cadeira para . Belonging ? N?velDram/a.Org. Isabe se sentou e depois o viu trazer mais algumas coisas. Depois de terminar a refei??o, Isabe disse calmamente: ¡°Eu deveria ir agora. Guarde o Ginseng, quando eu tiver os outros ingredientes, faremos a mistura.¡± ¡°Onde est?o os outros ingredientes?¡± ¨C C¨¦lio perguntou suavemente. Ser¨¢ que estava na ¨¢rea do Triangulo? Ou em algum outro lugar perigoso? Ele n?o queria que fosse sozinha. ¡°Est?o na Cidade Ventoso.¡± ¡°Vou mandar algu¨¦m buscar.¡± ¨C C¨¦lio disse preocupado: ¡°Me d¨º o endere?o¡±. ¡°N?o se preocupe, ¨¦ seguro.¡± Alguns est?o no Vale Ess¨ºncia, outros precisam de v¨¢rios processos antes de poderem ser misturados¡­ De qualquer forma, ¨¦ um poucoplicado. ¡°Esta noite vou conseguir reunir tudo.¡± ¨C Isabe disse gentilmente: ¡°Voc¨º me leva para casa primeiro¡±. decidiu n?o contar a ele sobre o Vale Ess¨ºncia por enquanto¡­ ¡°N?o se esforce demais.¡±- C¨¦lio falou carinho. 1/3 09:11 Capitulo 306 Por mais importante que fosse a condi??o da vov¨®, seu corpo era igualmente importante. ¡°Sim, entendi.¡± De volta ¨¤ V Costa, Isabe esperou que C¨¦lio sa¨ªsse antes de ir em dire??o ¨¤ garagem, pronta para dirigir at¨¦ o Vale Ess¨ºncia. Nair Pires estava tomando ch¨¢ da tarde no jardim e se alegrou ao v¨º: ¡°Isabe, voc¨º voltou? Sente- se e fa?a umnche conosco. Como est¨¢ sua amiga? Precisa de um m¨¦dico para dar uma olhada n? Que doen?a tem?¡± Da ¨²ltima vez, Isabe ligou apenas para conversar, ent?o Nair Pires n?o sabia dos detalhes, apenas que a amiga de Isabe estava muito doente e tinha ido visit¨¢ no exterior. ¡° est¨¢ bem, n?o se preocupe.¡± ¨C Isabe disse gentilmente: ¡°Mam?e, tenho que sair agora por um tempinho.¡± ¡°Vai sair de novo? Voc¨º acabou de chegar¡­ Espere um pouco, vou pedir ¨¤ cozinha para preparar um copo de suco para voc¨º, beba-o antes de ir¡­¡± ¡°Bebo quando voltar.¡± ¡°Ent?o, v¨¢ em seguran?a¡­¡± Isabe chegou ao Vale Ess¨ºncia, ordenou que preparassem os outros ingredientes ee?ou a trabalh¨¢-los suas pr¨®prias m?os. Enquanto isso, Vicente recebeu uma mensagem e ligou imediatamente para C¨¦lio. ¡°Sr. C¨¦lio, o outro respondeu ¨¤ mensagem dizendo que queria ver Alca?uz e Anoectochilus roxburghii primeiro. Acho que est?o desconfiados de que podemos engan¨¢-los.¡± C¨¦lio, contrndo o vnte uma m?o s¨® falou desinteressadamente: ¡°Mostre a eles.¡± ¡°Sim¡­¡± Vicente ficou um pouco surpreso, pois n?o sabia que o Sr. C¨¦lio tinha se tornado t?o simp¨¢tico a senhora Normalmente, o Sr. C¨¦lio nunca teria se iodado se quisesse verificar as mercadorias primeiro. Estava escurecendo. Isabe levou os medicamentos preparados para a Ba¨ªa da Lua. ¡°Fatias de ginseng, em quantidades de cinco gramas por vez, devem ser cozidas essas ervas. Depois, deixe ferver em fogo baixo por cinquenta minutos e, quando n?o 2/3 09:11 Capitulo 306 estiver mais quente, a vov¨® pode tomar.¡± 3/3 Cap铆tulo 307 Cap¨ªtulo 307 Isabe entregou osprimidos: ¡°Aqui est¨¢ um suprimento para tr¨ºs dias, um p manh? e outro ¨¤ noite, totalizando seis pacotes.¡± Alguns pacientes em estado vegetativo precisam ser alimentadas por uma sonda nasal, mas a senhora idosa tem um reflexo de degluti??o e podia beber alimentos l¨ªquidos p boca. C¨¦lio n?o esperava que preparasse tudo t?o rapidamente e,ovido, acariciou seu rosto: ¡°Voc¨º n?o descansou direito quando voltou?¡± ¡°Dormi bastante no avi?o.¡± ¨C Isabe disse fracamente: ¡°Tenho mais coisas para fazer, vou indo.¡± ¡°O que mais voc¨º tem para fazer?¡± ¨C C¨¦lio n?o conseguiu soltar: ¡°Eu posso te ajudar.¡± This is property ? of N?velDrama.Org. Isabe queria dizer que ele n?o poderia ajudar, mas temendo que ele a seguisse secretamente, s¨® conseguiu dizer: ¡°Nada demais, s¨® coisas do trabalho.¡± ¡°Voc¨º acabou de voltar e j¨¢ est¨¢ lidando trabalho?¡± ¨C C¨¦lio ficou ainda mais preocupado e, acariciando seu rosto, disse: ¡°Ent?o eu te levo.¡± ¡°N?o precisa, eu vou de carro¡± ¨C Isabe checou o rel¨®gio e lembrou-o suavemente: ¡°N?o esque?a de dar o rem¨¦dio para a vov¨®.¡± ¡°Ok.¡± ¨C C¨¦lio a seguiu at¨¦ o carro, insistindo preocupa??o: ¡°Ent?o dirija cuidado e me ligue se precisar de algo, n?o tente fazer tudo sozinha.¡± ¡°Entendi.¡± C¨¦lio observou acelerar e partir, e n?o p?de deixar de pensar que sua menina era realmente multitalentosa, capaz de fazer qualquer coisa. Na idade d, outras garotas estariam estudando ou resolvendo quest?es escres, enquanto j¨¢ sabia dirigir e gerir neg¨®cios. Manuel, olhando na dire??o em que Isabe havia partido, n?o resistiu e perguntou, ¡°Senhor, o rem¨¦dio que a Sra. Isabe preparou para a senhora, foi prescrito por qual m¨¦dico renomado? N?o dever¨ªamos checar?¡± N?o era que ele n?o acreditasse na Sra. Isabe, mas a senhora idosa tinha uma doen?a para a qual nenhum m¨¦dico havia conseguido encontrar uma cura em anos. Nem mesmo Gildo Lopes p?de fazer nada a respeito. Agora que a senhora estava por um fio, ele temia que o rem¨¦dio tivesse efeitos cterais e se sentia obrigado a ser extremamente cauteloso. Manuel temia que a Srta. Isabe, jovemo era, fosse enganada por algu¨¦m e acabasse um medicamento falso sem nem perceber¡­ 1/2 09:11 Capitulo 307 ¡°N?o h¨¢ ningu¨¦m no mundo cujo medicamento funcione melhor do que o d.¡± Ao ouvir tantos elogios de C¨¦lio, Manuel congelou: ¡°¨¦ isso que a pr¨®pria Sra. Isabe prescreve?¡± era t?o jovem. J¨¢ sabia prescrever rem¨¦dios? Embora tivesse ouvido que a Sra. Isabe havia salvado o Senhor duas vezes antes e soubesse que entendia de medicina, o problema de sa¨²de da velha senhora era algo que muitos m¨¦dicos famosos n?o conseguiam resolver¡­ Agora, quase sem vida, o rem¨¦dio da Sra. Isabe poderia salvar a velha senhora? Ent?o, n?o seria melhor do que esses m¨¦dicos famosos? ¡°Preparem o carro.¡± ¨C C¨¦lio se preparou para ir at¨¦ a Arena Arquitetura: ¡°Eu mesmo levo para a vov¨®¡±. Manuel n?o esperava que o senhor tivesse tanta confian?a na Sra. Isabe ¡­ ¡°Senhor, ent?o por que pediu a Dacio Torres para ver a velha senhora?¡± Se a Sra. Isabe j¨¢ deu o rem¨¦dio¡­ Depois de tomar o rem¨¦dio da Sra. Isabe e salvar a vida da velha senhora, eles n?o precisariam mais de Dacio Torres. ¡°O esfor?o para encontr¨¢-lo foi para saber se ele tinha alguma solu??o que pudesse trazer a vov¨® de volta do estado vegetativo para uma pessoa normal.¡± A medica??o de Isabe salvar¨¢ apenas temporariamente a vida de sua av¨®¡­ Quanto a traz¨º de volta ao normal, ainda precisavam ouvir o que Dacio tinha a dizer. ¡°Cada coisa em seu lugar.¡± Manuel entendeu e se curvou respeitosamente: ¡°Vou preparar o carro agora.¡± Para algu¨¦m da idade da Sra. Isabe, ser capaz de manter a velha senhora viva j¨¢ era prova de habilidade m¨¦dica excepcional. Mas para trazer algu¨¦m do estado vegetativo de volta ¨¤ normalidade, ainda precisariam de um m¨¦dico experienteo Dacio¡­ ¡°Senhor, eu panho o senhor, faz tempo que n?o vejo o Senhor e a velha senhora.¡± ¡°Certo¡± ¨C C¨¦lio concordou. Cap铆tulo 308 Cap¨ªtulo 308 Parada diante do sinal vermelho, Isabe estacionou o carro e pegou o celr. ¡¾Chefe, essas s?o as fotos enviadas pelo outrodo. Pode verificar se s?o genu¨ªnas?¡¿ Ao abrir a imagem, Isabe reconheceu imediatamente o alca?uz e a Anoectochilus roxburghii. Por sua forma, cor, padr?o e ra¨ªzes¡­ podia afirmar que ambos eram aut¨ºnticos. ¡°Mande o endere?o.¡± [Chefe, ¨¦ verdadeira mesmo? O pessoal ¨¦ bom demais, hein? Encontrar esses tesouros t?o r¨¢pido, a gente procurou por tr¨ºs meses e nada! Estava at¨¦ preocupada que eles nos enganassem falsifica??es¡­] Eram verdadeiros, afinal! ¡¾Eles querem que voc¨º espere no Bosque da Cantareira, tem um coreto l¨¢.¡¿ Isabe respondeu um ¡°OK¡± e, assim que o sinal verde acendeu, acelerou em dire??o ao local combinado. Para encobrir seus rastros, estacionou o carro em um local isdo do Bosque da Cantareira e caminhou at¨¦ o quiosque. N?o demorou muito para que um carro sem identifica??o chegasse at¨¦ . Ao sair do carro, um homem de terno viu Isabe e ficou um pouco at?nito: ¡°Voc¨º ¨¦ filh ou aprendiz de Dacio Torres? Estamos procurando por Dacio Torres!¡± ¡°Sou eu.¡± 11. Belonging ? N?velDram/a.Org. ¡°Voc¨º??¡± ¨C O homem de terno olhou para por tr¨ºs segundos inteiros antes de fr e advertir: ¡°Garotinha, voc¨º sabe quais s?o as consequ¨ºncias de mentir? Voc¨º provavelmente n?o ver¨¢ o sol de amanh?¡­ Aconselho-a a dizer a verdade e, se Dacio Torres teve um imprevisto, podemos reagendar.¡± ¡°Eu sou Dacio¡± ¨C mantendo uma express?o fria e autorit¨¢ria: ¡°Garantido.¡± O homem do terno hesitou novamente antes de abrir a porta do carro e dizer respeitosamente: ¡°Desculpe-me, Dacio Torres, por favor, tenha paci¨ºnciaigo p ofensa que acabei deeter¡±. Embora seu cora??o ainda n?o consiga acreditar que Dacio Torres seja uma garota e t?o jovem¡­ De qualquer forma, era hora de lev¨¢ eles. Isabe n?o se importou o mal-entendido, sentou-se no banco de tr¨¢s e observou 1/2 09 Cap¨ªtulo 308 enquanto ele lhe entregava um objeto. ¡°Conformebinado, voc¨º deve colocar a venda e retir¨¢ quando chegar ao local do paciente.¡± Isabe sabia que o outro grupo n?o queria que memorizasse a rota, mas eles n?o sabiam que havia crescido um excelente senso de dire??o e, mesmo a venda nos olhos, ainda tinha uma trilhapleta em sua cabe?a. Mesmo assim, colocou a venda simbolicamente, mantendo-se serena. S¨® ent?o o homem do terno deu a partida, dirigindo por uma estrada curva¡­ Nada se sabia sobre o paciente ¨C nem idade, g¨ºnero, identidade ou condi??o m¨¦dica, e at¨¦ o endere?o era secreto. Mas Isabe estava l¨¢ pelo alca?uz e Anoectochilus roxburghii, pois essas ntas elevavam os n¨ªveis de acetilcolina no c¨¦rebro e,binadas outras ervaso a Huperzia e o ginseng siberiano, poderiam ajudar significativamente no tratamento do mal de Alzheimer. O motorista deu voltas desnecess¨¢rias, mas finalmente parou em um lugar. ¡°Dacio Torres, chegamos. Pode tirar a venda.¡± Isabe j¨¢ sentia algo familiar no ar, e ao cheirar o perfume das flores, teve certeza¡­ Removendo a venda, reconheceu a v ¨¤ sua frente¡­ Embora tivessem entrado p porta dos fundos, logo percebeu que era a Arena Arquitetura. A Arena Arquitetura! A pessoa que a chamou para uma consulta seria C¨¦lio? A paciente era Gisele Franco?? Enquanto isso¡­ Cap铆tulo 309 Cap¨ªtulo 309 C¨¦lio havia recebido a not¨ªcia antecipada de que Dacio Torres chegaria em breve e foi cedo at¨¦ a porta dos fundos para esperar. ¨¤ medida que o carro se aproximava, at¨¦ que finalmente parou¡­ A pessoa dentro do carro tirou a venda dos olhos e desceu¡­ Era Isabe!!! C¨¦lio ficou surpreso por alguns instantes, Manuel ficou os olhos arregdos e at¨¦ Vicente n?o conseguia acreditar! Dacio, o m¨¦dico mgroso que eles se esfor?aram tanto para encontrar durante meses, acabou sendo a Srta. Isabe?! O homem de terno viu a express?o deles e se apressou em explicar: ¡°Sr. C¨¦lio, embora eu tamb¨¦m n?o possa acreditar que Dacio Torres seja uma menina, jurou e disse que era verdade¡­¡± Ao ver que C¨¦lio n?o reagia, ele se abaixou medo e estava a ponto de chorar: ¡°C¨¦lio, acabei de pegar a pessoao prometido¡­ Se houve algum erro, por favor, me castigue!¡± ¡°Voc¨º realmente sabeo me surpreender.¡± ¨C C¨¦lio deu um passo ¨¤ frente e acariciou o rosto delicado da garota: ¡°Quando voc¨º disse que tinha algo para resolver esta noite, era isso?¡± ¡°Eu tamb¨¦m n?o esperava que a pessoa Alca?uz e Anoectochilus roxburghii fosse voc¨º.¡± ¡°Para que voc¨º quer essas duas coisas?¡± ¨C C¨¦lio sabia que guardava mais segredos, por isso falou baixinho: ¡°Em vez de continuar escondendo, seria melhor me contar logo. E se voc¨º se descuidar novamente?¡± ¡°Temos um projeto que est¨¢ analisando a doen?a de Alzheimer e precisamos desses dois medicamentos, que aumentam os n¨ªveis de acetilcolina no c¨¦rebro e s?o muito ¨²teis para pacientes com Alzheimer.¡± This is property ? of N?velDrama.Org. Ent?o, sua Isabe estava por tr¨¢s de um projeto t?o grande? ¡°N?o h¨¢ nada no mundo que voc¨º n?o saiba fazer.¡± ¨C C¨¦lio acariciou seu rosto carinho: ¡°Se precisar de mais alguma nta medicinal, ¨¦ s¨® me fr. Se eu tiver, ¨¦ toda sua.¡± ¡°E se voc¨º n?o tiver?¡± ¡°Eu subirei aos c¨¦us ou descerei ¨¤s profundezas para encontrar para voc¨º.¡± ¨C C¨¦lio pegou a m?o d: ¡°A vov? est¨¢ esperando por voc¨º e ficaria ainda mais feliz em saber que voc¨º 1/2 09:11 Cap¨ªtulo 309 ¨¦ o Dacio.¡± ¡°Voc¨º me procurou para saber se a vov¨® pode sair do estado vegetativo e voltar ao normal?¡± C¨¦lio ficou um pouco surpreso, n?o esperava que nada escapasse aos olhos da menina. Como sua menina era inteligente. C¨¦lio estava prestes a fr quando ouviu a voz do Senhor. ¡°Dacio Torres j¨¢ chegou? Saiam da frente, saiam da frente, quero receb¨º pessoalmente¡­¡± ¨C Pablo Franco afastou um grupo de empregada e ficou subitamente confuso quando viu C¨¦lio aparecer segurando a m?o de Isabe. ¡°Senhor, a Srta. Isabe ¨¦ Dacio Torres ¨C acrescentou Vicente respeitosamente. Pablo Franco ficou ainda mais confuso, sua queridaa era a famosa m¨¦dica Dacio?? Sabendo que as habilidades m¨¦dicas de Dacio eram muito superiores ¨¤s dos m¨¦dicos que ele conhecia¡­ El¨¦ sempre foi t?o misterioso, raramente algu¨¦m conseguia encontr¨¢-lo! Quem diria qu¨¦ essa m¨¦dica incr¨ªvel estava ao seudo o tempo todo! ¡°Isabe, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel, t?o jovem e j¨¢ t?o talentosa!¡± ¨C De repente, Pablo Franco sentiu que seuo n?o era digno d! ¡°Quem diria que foi Dacio que me salvou duas vezes¡­¡± Quanta sorte ele tinha, ser salvo por Dacio, e por duas vezes, duas vezes!! ¡°Ent?o, Isabe, voc¨º acha que ainda ¨¦ poss¨ªvel que a vov¨® se torne normal?¡± ¨C Essa era a principal preocupa??o de Pablo Franco, e era exatamente o que C¨¦lio queria saber. Isabe disse gentilmente: ¡°O rem¨¦dio que eu prescrevi para a vov¨® ¨¦ o que vai ajud¨¢ a se recuperar. Precisamos vero reage nos pr¨®ximos tr¨ºs dias de tratamento. Se n?o houver complica??es, continuarei a medica??o e, em menos de um m¨ºs, deve se recuperar¡­¡± Pablo Franco, ao ouvir isso, sentiuo se tivesse sido atingido por uma incr¨ªvel surpresa, mal podia acreditar em seus pr¨®prios ouvidos! C¨¦lio ficou ainda mais surpreso, jamais imaginaria que sua Isabe realmente tinha um jeito para aquilo! 212 09:11 Cap铆tulo 310 Cap¨ªtulo 310 Vicente, Manuel e as outras empregadas n?o podiam acreditar no talento m¨¦dico da Srta. Isabe¡­ O que todos os m¨¦dicos n?o conseguiram fazer, teve a aud¨¢cia de prometer e dizer que se recuperaria em menos de um m¨ºs. n?o era uma pessoaum, parecia um anjo, talvez? ¡°A Fam¨ªlia Franco tem muita sorte de ter uma norao voc¨º ¡­¡± ¨C Pablo Franco estava t?oovido que seus olhos se encheram de l¨¢grimas. Que al¨ªvio, suapanheira finalmente seria salva! Em menos de um m¨ºs, voltaria a conversar ele e a panh¨¢-lo nos passeios,o nos velhos tempos! Era algo que ele nem em sonhos ousava esperar! A alegria repentina fez Pablo Franco chorar de alegria e se curvar em agradecimento: ¡°Agrade?o antecipadamente por sua av¨®¡­¡± ¡°Vov?, n?o precisa ser t?o formal¡± ¨C Isabe apressadamente estendeu a m?o para ajud¨¢-lo. Na percep??o de Isabe, fez uma coisa pequena e insignificante¡­ Mas para todos na Fam¨ªlia Franco, era um ato de salva??o imensur¨¢vel! Vicente falou respeito: ¡°Antes de encontrarmos Dacio Torres, a Sra. Isabe foi procurar rem¨¦dios para a velha senhora sem o nosso conhecimento. O lugar para onde foi era t?o perigoso que poderia ter perdido a vida se n?o tivesse sido cuidadosa, mas n?o hesitou. poderia ter deixado outra pessoa se envolver¡­ mas n?o o fez!¡± O p¨²blico ficou surpreso ao ouvir isso e se sentiu muito mais favor¨¢vel a Isabe. ¡°Depois de conseguir os rem¨¦dios, trabalhou incansavelmente, contra o tempo para prepar¨¢-los. Se n?o tiv¨¦ssemos descoberto quem era por acaso, nem saber¨ªamos o quanto a Srta. Isabe havia feito p velha senhora ¨¤s escondidas.¡± N?o precisava que ningu¨¦m fsse mais nada, j¨¢ havia entrado em cena para salvar o dia, sem buscar reconhecimento ou tentar ganhar a simpatia de ningu¨¦m¡­ Um sil¨ºncio se estabeleceu. Content protected by N?v/el(D)rama.Org. ¡°A senhorita faz boas a??es sem deixar seu nome. Essa grandeza, essa generosidade, eu admiro profundamente¡± ¨C Manuel tamb¨¦m se curvou diante de Isabe, em sinal de respeito. ¡°A senhorita sempre foi discreta, embora seja a renomada m¨¦dica Dacio, e a grande 1/4 09:11 Capitulo 310 pianista Sra. Melodia, nunca se gabou diante de n¨®s, sempre t?o cordial.¡± ¡°Parab¨¦ns, senhor, por encontrar uma parceira de vida t?o maravilhosa!¡± ¡°Al¨¦m de b e bondosa, a senhora domina tantas artes, ¨¦ incr¨ªvel!¡± ¡°Eu tamb¨¦m n?o tenho certeza absoluta, por enquanto ¨¦ s¨® uma tentativa¡± ¨C Isabe explicou calmamente. O que havia dito era que deveria haver uma recupera??o. Se isso funcionar¨¢ no final, depende da condi??o f¨ªsica da velha senhora. ¡°Mesmo que tenha apenas 10% de chance, o vov? a apoia a tentar todas as suas for?as!¡± ¨C Pablo Franco lhe deu muita confian?a e apoio: ¡°Tenho certeza de que se sua av¨® pudesse fr, tamb¨¦m apoiaria sua ideia.¡± Melhor tentar algo do que viver para sempre sem esperan?a de melhora, quem sabe um mgre possa acontecer? ¡°N?o s?o apenas 10%, eu diria que h¨¢ cerca de 70 ou 80% de chance, mas ainda h¨¢ um 20% de incerteza que n?o pode ser ignorado¡± ¨C Isabe acrescentou gentilmente: ¡°Farei tudo o que puder para curar a vov¨®, e gostaria de agradec¨º pessoalmente pelo presente que me deu.¡± Todos olharam para o cr de coroa em seu pesco?o. era provavelmente a ¨²nica pessoa no mundo qualificada para usar esse cr, certo? ¡°Sua av¨® ficaria muito feliz se acordasse e visse voc¨º ¡­¡± ¨C Mais uma vez, os olhos de Pablo Franco ficaram vermelhos de emo??o. ¡°Senhor, n?o fiquemos aqui parados. Vamos deixar a senhora entrar e sentar um pouco?¡± Ricardo sugeriu, apoiando o bra?o de Pablo Franco. ¡°Isso mesmo, isso mesmo, olha s¨® a minha cabe?a, me empolguei e deixei minha queridaa em p¨¦ cansada!¡± ¨C Pablo Franco riu: ¡°Vamos, venhaigo para dentro e sente-se um pouco. Ricardo, prepare alguns dosnches favoritos de Isabe e suco ¡­. Isabe queria dizer que n?o era necess¨¢rio, mas n?o podia deixar de ficar feliz o entusiasmo do anci?o, ent?o entrou ele¡­ Depois deer os petiscos e verificar o pulso da av¨®, e de ver a empregada dar-lhe os medicamentos, Isabe se levantou e disse: ¡°Preciso ir agora.¡± J¨¢ estava ficando tarde. Provavelmente o irm?o mais velho tinha adormecido de novo¡­ Estive t?o ocupado nos ¨²ltimos dois dias que nem fiquei em casa. 2/4 09:11 Capitulo 310 ¡°C¨¦lio, leve a Isabe em seguran?a at¨¦ a porta de casa, e ligue para quando chegar em casa. N?o a deix¨¨ preocupada¡­¡± Pablo Franco meticulosamente instruiu oo, antes de se virar para Isabe e dizer: ¡°Quando sua av¨® se recuperar, vamos visit¨¢ juntos¡­ Minha querida, somos gratos por voc¨º cuidar da Fam¨ªlia Franco¡­ Voc¨º tem se esfor?ado muito ultimamente.¡± Ainda tinha que preparar medicamentos e visitar frequentemente para verificar a recupera??o da esposa, era realmente um fardo para a garota! Ele sabia que tamb¨¦m tinha que cuidar dos neg¨®cios da fam¨ªlia Neves¡­ Pablo Franco, admirando suapet¨ºncia, tamb¨¦m se sentia preocupado o cansa?o d. ¡°N?o ¨¦ nada.¡± ¨C Ao ver Pablo Franco tossindo levemente duas vezes, Isabe disse preocupa??o: ¡°Est¨¢ ventando l¨¢ fora, entre primeiro, n?o pegue um resfriado¡±. ¡°Est¨¢ tudo bem, est¨¢ tudo bem, eu te panho¡­¡± ¨C Pablo Franco caminhou Isabe, e ainda estavam a uma certa distancia do port?o. Ele continuou: ¡°Estou tendo shbacks da primeira vez em que voc¨º me salvou¡­¡± Todos os m¨¦dicos da ¨¦poca defenderam a administra??o de medicamentos card¨ªacos e calmantes, mas somente essa menina se op?s a isso¡­. Se n?o fosse por sua interven??o corajosa e ¡°intrometida¡±, ele j¨¢ estaria morto! ¡°Se n?o fosse por voc¨º, eu n?o teria tido a chance de caminhar aqui contigo, esperando minha esposa acordar¡­¡± ¡°¨¦ tudo destino.¡± ¨C Isabe sorriu timidamente: ¡°Bem, pode me deixar aqui, ent aquecer.¡± Apesar de ele estar se sentindo melhor, ainda precisava ter cuidado. ¡°Nos pr¨®ximos dias, quando tiver um tempo, venha o C¨¦lio para uma refei?? ser almo?o ou jantar, depois podemos conversar e caminhar¡­¡± Conversar a menina era algo que lhe dava grande prazer¡­ n?o erao as outras herdeiras, que o bajvam e andavam na ponta dos p¨¦s ao seu redor¡­ fva o que pensava, mas sempre considerando seus sentimentos¡­ N?o erao algumas pessoas insens¨ªveis, que suas pvras e a??es podiam irritar at¨¦ a morte¡­ ¡°Est¨¢ bem, virei quando puder.¡± ¨C Isabe entrou no carro e, ap¨®s o carro partir, ainda p?de ver pelo retrovisor o av? parado, observando-a enquanto se afastava. ¡°O vov? realmente gosta muito de voc¨º.¡± ¨C C¨¦lio disse gentilmente. 3/4 09:11 Capitulo 37U Esse carinho n?o era apenas porque a menina o tinha salvado, ou salvo sua esposa¡­ Mas pelo jeito que a menina se conduzia, que era muito do seu agrado¡­ Ao deixar Isabe na V Costa, C¨¦lio tirou duas caixas, contendo Alca?uz e Anoectochilus roxburghii. Isabe ficou surpresa, era at¨¦ mais do que haviambinado! ¡°Estes s?o de minha cole??o anterior, fique eles por enquanto.¡± ¨C C¨¦lio colocou as caixas em suas m?os: ¡°Depois procuro mais para voc¨º.¡± ¡°N?o precisa.¡± ¨C Isabe sabia que esses dois itens valiam muito dinheiro, e s¨® a quantidade era de pelo menos um bilh?o parae?ar. ¡°Bobinha, n?o seja formaligo.¡± ¨C C¨¦lio acariciou sua cabe?a carinho: ¡°Entre, amanh? eu venho te buscar.¡± ¡°Ok.¡± ¨C Isabe entrou as duas caixas de madeira, e seu celr vibrou repentinamente, uma liga??o. {Queridos leitores, amo-vos. O nome ¡°Pablo¡± foi alterado para Mauro, agradecemos as vossas sugest?es e pedimos desculpa por qualquer inc¨®modo. Beijos.} 09:11 Cap铆tulo 311 Cap¨ªtulo 311 Isabe esperou que o carro de C¨¦lio se afastasse para pegar o celr do bolso e atender a liga??o: ¡°Benito.¡± [Chefe, hoje ¨¦ o d¨¦cimo dia! Se aquele idiota da Fam¨ªlia Dias n?o arranjar a grana, Donal Braga vai processar eles!] Isabe se lembrou do assunto. Anteriormente, a Sra. Braga assinou um contrato Caterina Dias para ser o rosto de sua marca de pianos uma exig¨ºncia: nenhuma imprensa negativa durante o per¨ªodo do contrato ou teriam de pagar uma multa de dez vezes do valor estipdo. Caterina Dias foi pega em um caso de pl¨¢gio, infringindo o contrato. Dona Braga exigiu uma compensa??o de cinquenta milh?es em dez dias, ou se veriam no tribunal. Hoje era o ¨²ltimo dia. ¡¾Por que n?o nos sentamos e deixamos que a Sra. Braga acabar a reputa??o deles?) ¡°Ainda n?o ¨¦ a hora¡± ¨C disse Isabe voz firme: ¡°Prossigao nejado¡±. ¡¾Entendido.¡¿ Enquanto isso, a fam¨ªlia Dias estava em apuros. N?o conseguiam acreditar que as oito lojas que tinham posto ¨¤ venda no centro da cidade simplesmente n?o atra¨ªam nenhumprador! Durante dez dias inteiros, ningu¨¦m perguntou nada! ¡°A Isabe est¨¢ por tr¨¢s disso? Caso contr¨¢rio,o seria poss¨ªvel que, em dez dias, nem uma ¨²nica pessoa tenhaprado uma loja?¡± Ynda Silva estava pipocando, mas Wilson Dias bateu na mesa, impaciente. ¡°Chega! Voc¨º sempre tenta culpar a garota por tudo! Mesmo que seja a Sra. Melodia e conhe?a alguns contatos, n?o h¨¢o obstruir todos os poss¨ªveispradores! O que importa ¨¦ o mercado, n?o aqu garota! Por que voc¨º n?o consegue entender isso?¡± ¡°E ent?o, me diga por que n?o conseguimos vender uma loja sequer? Aqus s?o boas localiza??es no centro! O pre?o de mercado ¨¦ de dois milh?es e meio cada uma, e estamos pedindo dois milh?es!¡± ¡°Como vou saber?¡± ¨C Wilson Dias estava no limite da paci¨ºncia. Em dez dias, ele s¨® havia feito uma boa refei??o e dormido uma boa noite! Ele n?o entendiao sua vida, antes cheia de sucesso, podia ter virado de cabe?a para baixo t?o r¨¢pido! 1/2 20.11 Capitulo 311 Faz menos de um m¨ºs que Isabe saiu de casa, e a vida deles mudoupletamente! Wilson Dia¡¯s voltou a se lembrar do que havia acontecido ele na primeira metade de sua vida, como se os neg¨®cios da fam¨ªlia Dias s¨® tivessem crescido e melhorado desde a chegada da garota. Desde que se foi, nada mais dava certo¡­ ¡°O que vamos fazer? Em uma hora, Dona Braga vai nos processar! Eles j¨¢ t¨ºm at¨¦ a carta do advogado pronta!¡± ¨C Ynda estava em panico: ¡°Assim que eles publicarem a carta do advogado em sua conta oficial no Twitter, todos saber?o do pl¨¢gio da Caterina, e ent?o n?o s¨® a reputa??o d estar¨¢ arruinada, mas tamb¨¦m a da nossa fam¨ªlia Dias!¡± Wilson Dias esfregou as t¨ºmporas dor de cabe?a e ouviu Ynda tagarr em seu ouvido ainda mais irrita??o. ¡°Nesse caso, os sessenta milh?es que pagamos ¨¤qu maldita garota ter?o sido em v?o!¡± Content protected by N?v/el(D)rama.Org. A reputa??o de Caterina n?o poderia ser salva!! Caterina Dias tamb¨¦m estava medo, insegura¡­ Maldita Isabe, se n?o fosse por , tudo estaria bem em casa¡­ ¡°Por que voc¨º n?o liga para o corretor de novo?¡± ¨C Ynda suplicava? ¡°S¨® falta meia .hora!¡± ¡°Eu liguei faz vinte minutos¡­¡¯ Cap铆tulo 312 Cap¨ªtulo 312 ¡°Ligue novamente!¡± ¨C Ynda pensou sobre isso e uma pessoa surgiu em sua mente: ¡°O car¨¢ que comprou a casa e fezpras conosco da ¨²ltima vez. Veja o corretor se ainda tem o contato dele, pergunte se ele tem alguma inten??o deprar, mesmo que seja desconto ¡­¡± Desde que a outra parte pudesse dar a eles cinquenta milh?es para emerg¨ºncias, eles estavam dispostos a suportar a dor! Wilson Dias tamb¨¦m sentiu ummpejo de esperan?a. Na ¨²ltima vez, sessenta milh?es foram transferidos para ele em pouco tempo¡­ Isso significava que o homem era muito rico, provavelmente um patrim?niopar¨¢vel ao seu¡­ N?o era uma pessoaum! ¡°O que voc¨º ainda est¨¢ esperando? Liga logo!¡± ¨C Ynda disse isso e rapidamente olhou para o rel¨®gio. Restavam apenas vinte e seis minutos! Wilson Dias ligou para o corretor, que disse que iria perguntar ao sujeito, e ent?o Wilson Dias ficou na espera¡­ ¡°Faltam apenas sete minutos e nada do corretor se manifestar. Ser¨¢ que o cara dormiu?¡± -Ynda se lembrou que da ¨²ltima vez foi no mesmo hor¨¢rio e o cara estava prestes a ir para a cama Foi ent?o que o celr de Wilson Dias tocou. Ele atendeu rapidamente e perguntou: ¡°E ent?o?¡± ¡°Eu informei ao senhor o endere?o e o pre?o dos oito pontoserciais no centro da cidade, e ele disse que, se pudesseprar por cinquenta milh?es, faria a transfer¨ºncia imediatamente.¡± ¡°Cinquenta milh?es??¡± ¨C Embora Wilson Dias estivesse preparado h¨¢ muito tempo para que a outra parte reduzisse o pre?o, ele n?o imaginava que seria mais agressivo do que da ¨²ltima vez. Oito pontos comerciais, um valor total de cento e sessenta milh?es, e o cara queriaprar por apenas cinquenta milh?es?? ¡°Prometa a ele, prometa rapidamente a ele ah¡­¡± ¨C Ynda, mesmo sem saber o valor oferecido oferecida, j¨¢ estava desesperada. A reputa??o de sua filha era o mais importante. , uma pessoa que valorizava muito as apar¨ºncias, n?o queria ser motivo de chacota¡­ Wilson Dias sentia uma dor imensa no cora??o, ainda hesitante. Na ¨²ltima vez, vendeu quatorze pontoserciais e quatro mans?es por um valor total de cento e oitenta milh?es, no final, por apenas sessenta milh?es. Agora, se vendesse os oito pontos por cinquenta milh?es¡­ 1/2 Cap¨ªtulo 312 No total, ele teria perdido duzentos e trinta milh?es!!! ¡°Por favor¡­¡± ¨C Ynda estava desesperada, implorando em voz baixa: ¡°Podemos ganhar dinheiro de volta, mas a reputa??o, uma vez manchada, n?o ser limpa!¡± Por fim, Wilson Dias acabou concordando. No ¨²ltimo minuto, seu celr recebeu um alerta de transfer¨ºncia de cinquenta milh?es. Ynda, entre l¨¢grimas, sorriu e correu para transferir o dinheiro para a Sra. Braga. Depois de transferir o dinheiro, foi procurar o WhatsApp da Sra. Braga para avisar que o dinheiro havia sido enviado, mas descobriu que j¨¢ tinha sido bloqueada¡­ ¡°A fam¨ªlia Dias vai cair ps minhas m?os¡­¡± ¨C Wilson Dias estava t?o abatido que n?o p?de deixar de cobrir o rosto,o se tivesse envelhecido dez anos da noite para o dia. ¡°Pai, me desculpe¡­¡± ¨C Era a segunda vez que Caterina Dias via seu pai t?o abatido! A primeira vez foi quando ele perdeu sessenta milh?es para a Srta. Melodia. Naqu noite, Wilson Dias tamb¨¦m estava devastado. Dinheiro, para ele, erao a pr¨®pria vida¡­ ¡°Pai, ¨¦ tudo culpa minha. Eu prometo que vou fazer voc¨º orgulhoso, trazer mais gl¨®rias para a fam¨ªlia! Eu juro¡­¡± Wilson Dias falou cabisbaixo: ¡°Receio que n?o possa esperar at¨¦ l¨¢¡­¡± ¡°Por qu¨º?¡± Wilson Dias suspirou e continuou: ¡°Nossas roupas n?o est?o vendendo, n?o h¨¢ novos parceiros, e os atuais est?o querendo rescindir os contratos¡­ e nossos im¨®veis e pontoserciais est?o quase todos vendidos! A fam¨ªlia Dias est¨¢ acabando¡­¡± ¡°N?o se assuste suas pr¨®prias ideias!¡± ¨C Ynda teve uma ideia e decidiu: ¡°Vamos ao hospital amanh?! Ouvi dizer que a senhora est¨¢ acordando de vez em quando Content protected by N?v/el(D)rama.Org. ultimamente, embora por curtos per¨ªodos de tempo. Desde que esteja consciente, j¨¢ ¨¦ o suficiente!¡± Cap铆tulo 313 Cap¨ªtulo 313 ¡°O que voc¨º est¨¢ pensando em fazer?¡± ¡°O`que ¡°Quero ficar l¨¢ amanh? o dia todo at¨¦ que acorde!¡± ¨C Ynda falou um brilho nos olhos, ¡°Podemos convenc¨º disse isso e seus olhos brilharam: ¡°Vamos pedir a que venda algumas de suas a??es para nos ajudar na emerg¨ºncia¡­ ¨¦ in¨²til para manter tantas a??es em suas m?os uma idade t?o avan?ada!¡± ¡°Mas n¨®s tamb¨¦m temos a??es, n?o estamos pensando em vender as nossas e pedir para vender¡­ Isso soa um pouco injusto.¡± Wilson Dias era um homem de consci¨ºncia, e ap¨®s refletir por dois segundos disse: ¡°Sem contar que n?o ¨¦ apropriado voc¨º tocar no assunto logo ap¨®s acordar do longoa¡±. ¡°Quem disse que n?o vendemos?¡± ¨C Ynda retrucou: ¡°J¨¢ vendemos v¨¢rias lojas e im¨®veis. Se vendermos as a??es, a empresa vai acabar nas m?os de estranhos! Voc¨º quer que pessoas de fora assumam o controle da nossa empresa? Ou espera que , a sa¨²de que tem, possa cuidar da empresa?¡± Wilson Dias ficou em sil¨ºncio. ¡°Se tivermos as a??es em m?os, podemos continuar gerenciando a empresao acionistas majorit¨¢rios¡­ Assim, n?o deixaremos que a mam?e continue a trabalhar duro, a idade que tem. Podemos ganhar mais dinheiro para cuidar d, evitar que a empresa caia nas m?os de outros acionistas e ainda resolver nossas dificuldades atuais. ¨¦ uma solu??o que mata quatro coelhos uma cajadada s¨®!¡± Vendo que Wilson Dias n?o respondia e sabendo que ele estava mais ou menos abdo, Ynda insistiu: ¡°Se tiv¨¦ssemos outra forma de resolver nossos problemas, jamais pensar¨ªamos em pegar o que ¨¦ da m?e! Mas estamos sem sa¨ªda¡­¡± Ynda disse isso, fingindo derramar duas l¨¢grimas: ¡°Al¨¦m disso, em nossa fam¨ªlia, s¨® temos a Caterinao tesouro. No final das contas, n?o ¨¦ tudo para voc¨º? E o que ¨¦ seu, n?o vai para a Caterina? Melhor dar agora e ajudar do que esperar¡­ Wilson Dias estava convencido, mas ainda relutante. Ynda ent?o disse: ¡°Se deixarmos para depois, a empresa pode falir e as a??es n?o valer?o nada. N?o adianta a m?e segur¨¢s!¡± ¡°Faz sentido.¡± ¨C Wilson Dias estavapletamente convencido por : ¡°Bem, arranje um tempo, v¨¢ ver a mam?e e veja o que diz¡±. Caterina Dias entendeu imediatamente: ¡°Papai, eu tamb¨¦m quero visitar a vov¨® amanh?!¡± ¡°Certo.¡± Ao receber uma resposta afirmativa, Caterina Dias novamente trocou olhares Capitulo 313 Ynda,o se dissesse: ¡°M?e, n?o se preocupe! Agora ¨¦igo. Isabe chegou em casa e, ao abrir a porta do quarto, encontrou uma d¨²zia de presentes empilhados. Eram de tamanhos variados e bem embrulhados. ¡°Srta. Isabe, a senhorita chegou?¡± ¨C Dona Maria se aproximou um sorriso acolhedor, ¡°Estes presentes foram todos preparados pelo senhor para a senhora. Ele queria entreg¨¢-los pessoalmente, maso voc¨º n?o estava em casa e ele tem seus hor¨¢rios, me pediu para lev¨¢-los ao seu quarto antes de ir para a cama¡±. Content protected by N?v/el(D)rama.Org. ¡°Tudo isso ¨¦ do irm?o mais velho?¡± ¨C Isabe ficou um pouco surpresa, sem entender porque ele lhe enviaria tantos presentes de repente. Ent?o, entendeu e seu cora??o se aqueceu. ¡°O senhor realmente considera voc¨ºo uma irm?.¡± ¨C Maria disse isso, olhando ao redor e sussurrando: ¡°Por esse motivo, a Sra. Mariana ficou tanto ci¨²me que, embora n?o tenha mostrado na frente dele, passou a noite toda uma cara feia, implicando as empregadas. Parecia outra pessoa.¡± Agora era a vez d ficar ci¨²mes? Cap铆tulo 314 Cap¨ªtulo 314 ¡°Nesses ¨²ltimos anos, tinha recebido in¨²meras vantagens, n?o tinha?¡± ¡°Dona Isabe est¨¢ certa, mas algumas pessoas simplesmente n?o conseguem carregar sua pr¨®pria identidade e se colocam na posi??o errada.¡± ¨C Maria disse, desamparada: ¡°Nesses dez anos, todos na fam¨ªlia a tratamo a ¨²nica herdeira, essa afei??o profunda, temo que n?o seja t?o f¨¢cil cortar¡­¡± ¡°Se a presen?a d faz minha fam¨ªlia feliz, n?o me importo. Mas, se continuar magoando os sentimentos da fam¨ªlia, acredito que n?o precisarei dizer uma pvra, algu¨¦m naturalmente a convidar¨¢ a se retirar.¡± Assim, Isabe nunca realmente levou a outra parte em considera??o. Mariana Neves n?o era nada mais do que uma palha?a, que aparece de vez em quando, mas n?o o suficiente para que usar suas pr¨®prias m?os. ¡°Essa vis?o, essa grandeza de esp¨ªrito de Dona Isabe, ¨¦ admir¨¢vel.¡± ¡°Voc¨º tamb¨¦m n?o precisa me defender. Quando eu me iodar, sabereio agir¡± ¨C disse Isabe, sabendo que Maria havia sofrido ultimamente as indiretas de Cam, s¨® porque n?o se posicionou aodo de Mariana Neves. Maria n?o esperava que Dona Isabe notasse isso e agradecida, disse: ¡°Sim¡±. Apesar de suas pvras, nunca ficaria de bra?os cruzados se a outra parte fosse longe demais. n?o deixaria que algu¨¦m fsse mal de Dona Isabe! ¡°Vou agradecer ao irm?o mais velho amanh?¡± ¡°Bom, ent?o vou deixar a Sra. Isabe descansar!¡± Os dedos finos de Isabe passaram sobre o presente enquanto Maria se afastava, e pensou que n?o era t?o ruim ser querida p fam¨ªlia. Na manh? do dia seguinte. Wilson Dias foi acordado por uma s¨¦rie de chamadas urgentes. ¡°O. que voc¨º disse? Mais um fornecedor quer terminar o contrato conosco? Qual ¨¦ a situa??o agora? Assim, do nada? S¨® porque a empresa de Isabe ficou mais famosa depois do concurso e prop?s condi??es mais atraentes, eles est?o determinados a romper o contrato?¡± This is property ? of N?velDrama.Org. Wilson Dias desligou o telefone ap¨®s algumas perguntasplementares. Ynda foi acordada p conversa e se sentou ansiosa: ¡°O que est¨¢ acontecendo?¡± 717 Capitulo 314 ¡°Esses fornecedores, todos eles querem terminar o contrato e dar os pedidos para a empresa de Isabe¡­¡± Os chamados fornecedores eram algumas empresas de roupa que, ap¨®s produzirem suas pe?as, precisavam de outras empresas para ajudar no acabamento. Alguns precisam acrescentar mais alguns processos devido ao seu n¨ªvel de habilidade insuficiente¡­ Alguns queriam que etiquetas fossem anexadas, outros precisavam de ajuda o controle de qualidade, e uns precisavam de uma produ??o adicional¡­ A empresa de Wilson Dias, que j¨¢ havia perdido muitos grandes parceiros, mal conseguia se sustentar com os pedidos desses fornecedores¡­ Agora, a sa¨ªda dos fornecedores, a empresa dele estava verdadeiramente ¨¤ beira do abismo! ¡°Isabe ofereceu uma redu??o, disse que cobraria 10% a menos na taxa de processamento¡­¡± Esses 10% de lucro tamb¨¦m n?o eram pouca coisa¡­ Ao ouvir Wilson Dias dizer isso, Ynda disse imediatamente: ¡°Ent?o tamb¨¦m podemos reduzir nossa taxa de processamento em 10%!¡± -Wilson Dias bn?ou a cabe?a: ¡°Se reduzirmos mais 10%, ¨¦o se estiv¨¦ssemos trabalhando de gra?a! Esse ¨¦ nosso principal rendimento agora! Porque as roupas que produzimos simplesmente n?o vendem!¡± Cap铆tulo 315 Cap¨ªtulo 315 ¡°E Isabe e os outros s?o diferentes, eles obtem seu principal lucro produzindo roupas e vendendo- as, todo esse processamento para os outros ¨¦ apenas um ganho extra! Mesmo que cada pedido rendesse um pouco menos, isso n?o afetava a opera??o da empresa deles! Mas a fam¨ªlia Dias era outra hist¨®ria! ¡°Vamos.¡± ¨C Ynda se apressou em sair da cama: ¡°Depois do caf¨¦ da manh?, vou ajudar a m?e.¡± Wilson Dias desceu as escadas e ficou um pouco chateado quando n?o viu Caterina Dias: ¡°Onde est¨¢ Caterina? n?o disse que estava indo visitar a vov¨®? Diga a para se apressar, tomar o caf¨¦ da manh? e se preparar para ir¡±. J¨¢ era t?o tarde! Com tantos problemas acontecendo em casa,o ainda conseguia dormir? A empregada logo explicou: ¡°A Srta. Caterina est¨¢ acordada desde as seis horas! Est¨¢ ocupada na cozinha e ainda nem tomou o caf¨¦ da manh?! Disse que primeiro faria o caf¨¦ para voc¨ºs e para a senhora.¡± Content protected by N?v/el(D)rama.Org. Ao ouvir isso, Wilson Dias percebeu que havia entendido mal a filha e correu para a cozinha para dar uma olhada. Naquele momento, Caterina Dias estava ocupada o fog?o. Ao perceber a presen?a do pai refletida nos azulejos, fingiu um desequil¨ªbrio, segurando-se no fog?o um ar de fraqueza. A empregada rapidamente se aproximou para ajudar: ¡°Sra. Caterina, a senhora est¨¢ bem? Acho que ficou ocupada demais e passou fome! Por favor, sente-se um pouco!¡± ¡°Estou bem¡± ¨C respondeu Caterina Dias um sorriso leve: ¡°N?o importa se eu passo fome, contanto que mam?e, papai e vov¨® gostem daida, isso me basta¡­¡± continuou, fingindo notar Wilson Dias apenas naquele momento: ¡°Pai, o senhor acordou? Preparei algo para o senhor e a m?eerem. J¨¢ faz tanto tempo que estou de volta, e voc¨ºs ainda n?o experimentaram meu tempero!¡± Wilson Dias tinha se chateado pensando que a filha estava dormindo at¨¦ tarde¡­ Mas agora, vendo o quanto era atenciosa epreensiva, sentiu-se envergonhado e constrangido. Que filha maravilhosa ele tinha! Mesmo que tivesse dormido at¨¦ mais tarde, o que isso importava? Ele estava sendo mesquinho demais! 1/2 Capitulo 315 Como Caterina Dias poderia n?o perceber o que ele estava sentindo? Tendo sido criada por faxineiros e submetida a in¨²meros olhares indiferentes, sua capacidade de ler pvras e express?es j¨¢ havia sido aperfei?oada h¨¢ muito tempo. serviu o caf¨¦ que havia preparado e, enquanto desamarrava o avental disse: ¡°Cozinho desde os cinco anos de idade e, quando minha m?e adotiva ia varrer ruas, eu preparava aida e esperava que voltasse para casa paraer¡±. Ao ouvir isso, Wilson Dias sentiu o remorso crescer dentro dele, sem imaginar que a filha tinha come?ado a cozinhar t?o cedo¡­ ¡°Naqu ¨¦poca, a sa¨²de da minha m?e adotiva n?o estava muito bem, e precisavaprar rem¨¦dios frequentemente. N?o t¨ªnhamos muito dinheiro paraprar carne, ent?o eu fazia todos os tipos de vegetais para de diferentes maneiras de cozinhar legumes. ¨¤s vezes, eu a deixavaer a carne, porque eu era uma crian?a e, de qualquer forma, se euesse ou n?o, eu meu corpo iria crescer Wilson Dias ficou ainda mais angustiado quando soube disso. 11 E a Ynda havia descido as escadas secretamente para ver a Caterina cozinhando e fndo sobre o passado, e lhe deu um discreto sinal de aprova??o um polegar para cima! Como se estivesse elogiando: Que filha incr¨ªvel! Olha para o teu pai, at¨¦ os olhos dele est?o vermelhos! E as empregadas ao redor diziam: ¡°Sra. Caterina ¨¦ t?o sofrida! sofreu tanto desde que era uma garotinha e entende tanto. que ¨¦ de partir o cora??o! Que sorte estar de volta a ester!¡± ¡°Do meu ponto de vista, Deus simplesmente achou que a Srta. Caterina era boa e a mandou de volta especificamente para ¡­¡± ¡°Senhor, o senhor tem que ser gentil a Sra. Caterina. ¨¦ linda e dedicada, muito melhor que aqu Dona Isabe do passado!¡± ¡°¨¦ verdade, aqu Dona Isabe tinha um g¨ºnio dif¨ªcil!¡± Cap铆tulo 316 Cap¨ªtulo 316 Caterina Dias, vendo que o clima estava quase acabando, falou gentilmente: ¡°Bem, no meu cora??o, Isabe sempre foi irm?, mesmo que tenha feito nossa fam¨ªlia desembolsar sessenta milh?es, eu ainda a entendo, n?o quero ser sua inimiga¡­¡± Ao dizer isso,n?ou um olhar para Wilson Dias: ¡°Lembro que a vov¨® gosta deer ovo e tofu e verifiquei na Inte que esse prato tem bastante prote¨ªna, ¨¦ ¨®tima para nutri??o. Perfeita para pacientes, al¨¦m de ser suave e f¨¢cil de digerir¡­ Ent?o eu fiz um pouco mais, pai. Voc¨º tamb¨¦m deveria experimentar depois.¡± Nesse momento, exmou: ¡°Ai meu Deus, esqueci o fogo ligado!¡± Sua voz veio da cozinha: ¡°Felizmente, felizmente, a sopa n?o queimou¡­ Betina, onde est¨¢ a nossa marmita t¨¦rmica? Quero ench¨º sopa¡­ Tem que ser uma bem vedada.¡± Vendo Wilson Dias ainda parado, Ynda deu alguns passos ¨¤ frente e disse: ¡°Veja, Caterina nos tem em seu cora??o, ao contr¨¢rio daqu maldita, Isabe! Temos que ser mais carinhosos de agora em diante!¡± Caterina Dias guardou a sopa e instruiu a empregada: ¡°Leve as outras coisas que preparei para a vov¨® para o carro por mim, por favor.¡± Ao ouvir isso, Wilson Dias n?o p?de deixar de perguntar: ¡°O que mais voc¨º preparou al¨¦m de comida?¡± ¡°Tem um apoio para as costas, para colocar atr¨¢s d quando estiver sentada, para ficar mais confort¨¢vel.¡± ¡°Tem tamb¨¦m um tablet. Carreguei as novs que adora assistir. J¨¢ baixei tudo, s¨® tem os atores favoritos d.¡± ¡°E flores, a vov¨® est¨¢ doente h¨¢ muito tempo e n?o v¨º as paisagens l¨¢ fora. Esse buqu¨º vai dar a um gostinho de ver?o!¡± Copyright by N?v/elDrama.Org. Caterina Dias n?o parava de fr, o rosto radiante de bondade e contentamento. Wilson Dias n?o p?de evitar sentirpaix?o e culpa. A anci? sempre mimou Isabe e nunca deu aten??o a Caterina, e mesmo assim, Caterina continuava t?o dedicada! Era algo realmente raro! Na Unidade de Interna??o do Hospital Ventoso, 301, uma mulher idosa cabelos grisalhos deita-se pacificamente na cama. Quando Ynda entrou, ainda n?o tinha acordado. Era um quarto VIP, uma s de estar privativa, onde a fam¨ªlia de tr¨ºs pessoas sentou no sof¨¢ esperando, decididos a ficar at¨¦ que a anci? despertasse¡­ 1/2 Cap¨ªtulo 316 Depois de um tempo, os olhos de Ynda perceberam de repente uma rachadura na gaveta do criado-mudo, que deve ter sido aberta e deixada semiaberta p senhora idosa. estava um pouco curiosa para saber o que havia sido colocado l¨¢ dentro. Poder¨ªa ser um livro de casa? Ou uma cadea de banco? Com esse pensamento, se aproximou e abriu, encontrando uma caixa de presente! Dentro da caixa, havia um arranjo de flores encantador. ficou um pouco surpresa: ¡°Quando foi que a velhinha ganhou isso?¡± A flor, que parecia ser feita as mais finas pedras preciosas, era t?o realista em seu acabamento que era um deleite para os olhos. Sem querer, tocou em algum mecanismo e uma melodia de pianoe?ou a tocar, era m¨¢gico! A aten??o de Caterina Dias tamb¨¦m foi atra¨ªda pelo objeto: ¡°Essa m¨²sica de piano ¨¦ t?o agrad¨¢vel¡­¡± Normalmente, ningu¨¦m al¨¦m deles visitava o local, exceto Isabe! ¡°Deve ter sido Isabe quem deu¡­¡± ¨C disse Wilson Dias. ¡°Isso parece caro, e a vov¨® ainda n?o se recuperou, seria um desperd¨ªcio se acidentalmente quebrasse. Ningu¨¦m em casa ouve m¨²sica de piano, Caterina, pode ficar isso, para ouvir quando quiser.¡± Caterina Dias adorou a flor feita de pedras preciosas, mas hesitou em pegar: ¡°Isso pertence ¨¤ vov¨®¡­¡± ¡°Somos uma fam¨ªlia, aqui em casa as coisas n?o t¨ºm dono espec¨ªfico.¡± 2/2 Cap铆tulo 317 Cap¨ªtulo 317 ¡°Mas e se for da irm?¡­¡± ¨C Caterina Dias mordeu o l¨¢bio inferior e se perguntouo Isabe poderia pagar por um presente t?o caro! O que uma velha poderia querer algo t?o valioso por perto? ¡°Se voc¨º n?o fr e nem eu, aqu garota nem vai saber. Al¨¦m do mais, quem sabe o que n?o fez para agradar algum homem e ganhar isso, eu nem me importo se tem uma hist¨®ria suja! Pode pegar, guarda temporariamente para a vov¨®, se um dia realmente quiser, voc¨º devolve!¡± ¡°Pai, j¨¢ que a mam?e disse, vou ficar para a vov¨®¡­¡± ¨C Caterina Dias deu um passo ¨¤ frente e pegou a flor de joias, acariciando-a carinho, tanto por sua forma quanto por sua fun??o, a adorava. ¡°Aqu maldita garota veio at¨¦ n¨®s para reivindicar US$ 60 milh?es, e n¨®s ainda guardamos as coisas d. Se descobrir, ainda vai ter que nos agradecer!¡± Ynda remexeu a caixa novamente, sem encontrar o que queria. Nesse momento, seu olhar casualmente caiu sobre algo escondido debaixo do travesseiro. Era um celr novo! o pegou, e n?o estava etiquetado nenhuma marca, ent?o devia ser um item -diverso, e olhou para Wilson Dias certa irrita??o. ¡°Voc¨ºprou algo para a mam?e de novo?¡± ¡°N?o fui eu.¡± ¨C Wilson Dias refletiu: ¡°Ser¨¢ que foi Isabe quemprou?¡±This is property ? of N?velDrama.Org. ¡°Aqu garota ¨¦ generosa, hein? Tanto o broche de pedra preciosa quanto um celr novo¡­ Quais ser?o seus nos maliciosos!¡± ¨C Ynda sorriu presun?osamente: ¡°Tentando agradar a velha senhora e aproveitar a oportunidade parapartilhar parte da fortuna da fam¨ªlia? V¨¢ sonhando!¡± Wilson Dias tamb¨¦m percebeu isso e sua opini?o sobre Isabe piorou. J¨¢ haviam lhe dado milh?es e ainda n?o estava satisfeita,o um lobo faminto que nunca se sacia! Ynda ficou surpresa ao descobrir que o celr tinha senha, certamente obra daqu garota! Depois de usar o dedo da anci? para desbloquear o aparelho, viu que os aplicativos eram simples e f¨¢ceis de usar. N?o esperava que um celr alternativo fosse assim t?o bom. Na lista de contatos recentes, havia apenas uma pessoa: Isabe. Nos ¨²ltimos dias, a anci? acordava e ligava para Isabe. Ynda deslizou a t e viu que havia pelo menos uma d¨²zia de chamadas feitas, ficando furiosa! 1/2 Capitulo 317 ¡°Vejam s¨®, vejam s¨®, a primeira coisa que a senhora idosa faz quando acorda n?o ¨¦ nos chamar, mas sim contatar uma estranha!¡± Ynda mostrou o celr para Wilson Dias ver: ¡°Isso ¨¦ suficiente para provar que aqu garota tem feito de tudo para agradar a anci? e obter a heran?a. A anci? s¨® tem olhos e cora??o para !¡± Wilson Dias ficou ainda mais chateado ao ver o quanto s se fvam. ¡°Voc¨º costumava querer pegar cem mil para se livrar d e fazer que deixasse a velha senhora? Agora voc¨º entende que cem mil s?o menos do que um fio de cabelo aos olhos d!¡± Ynda guardou o celr na sua bolsa. ¡°O que est¨¢ fazendo?¡± ¨C Por mais desconfort¨¢vel que Wilson Dias estivesse, ele ainda n?o conseguia v¨º invadindo os pertences da anci?. Afinal, a anci? tamb¨¦m era sua m?e! ¡°Se eu deixar este celr aqui, s v?o se fr ainda mais, e a anci? pode acabar deixando a heran?a para . Ent?o, ser¨¢ tarde demais para nos arrependermos!¡± ¨C Ynda estava decidida a n?o deixar que continuassem o contato! j¨¢ havia pegado um celr da anci? antes, e n?o esperava que Isabe enviaria outro. Que inten??es tinha aqu garota! Nesse momento, Ynda encontrou, sem querer, outra coisa verde escondido debaixo do travesseiro. Ao peg¨¢-lo, n?o conseguiu desviar o olhar¡­ Era uma pulseira linda! 2/2 Cap铆tulo 318 Cap¨ªtulo 318 Era evidente que se tratava de uma joia de alta qualidade! O brilho, o design¡­ ser¨¢ que foi aqu pestinha de novo que deu para a v¨®? Para obter uma parte da fortuna da fam¨ªlia, a garota morta realmente n?o mediu esfor?os. ¡°Olha s¨®, Wilson, essa pulseira¡­ nem se f, vale pelo menos um milh?o!¡± ¨C Ynda n?o escondeu sua saliva??o e cobi?a: ¡°Isso s¨® mostra, a inten??o daqu pestinha n?o ¨¦ boa, n?o tem?os de sangue a v¨® e foi expulsa da fam¨ªlia Souza, em teoria n?o deveria dar um presente t?o valioso para a v¨®!¡± Uma velhinha doente, para quem vai mostrar uma pulseira t?o cara? Passando os dias em uma cama de hospital. Que utilidade tem usar isso?! Copyright by N?v/elDrama.Org. A pestinha n?o s¨® deu flores nobres, um celr novo, mas tamb¨¦m esta joia t?o cara¡­ O que quer, sen?o as a??es, a casa, o carro e as economias da v¨®! ¡° tem coragem mesmo!¡± ¨C Wilson Souza tamb¨¦m n?o esperava que a ambi??o de Isabe fosse t?o grande. Mesmo que o que fizeram depois tivesse a magoado, n?o deveria sequer sonhar em tomar para si a heran?a da fam¨ªlia Souza! ¡°Ynda colocou o bracelete em sua bolsa: ¡°Quero deixar ro que n?o estou interessada nas coisas da v¨®. A raz?o p qual o tirei ¨¦ porque n?o quero que a senhora idosa continue a ser persuadida por aqu pestinha, n?o quero que fique sentimental essas lembran?as!¡± Wilson Souza concordou que havia alguma l¨®gica nisso. ¡°S¨® n?o acredito que aqu pestinha ainda tenha coragem de gastar mais dinheiro a v¨®!¡± Se prar mais alguma coisa, Ynda certeza vai tomar, at¨¦ que n?o ouse mais enviar presentes! ¡°Pai, m?e, a m?o da vov¨® mexeu!¡± Com a descoberta de Caterina Dias, Wilson Dias e Ynda olharam para a velhinha. Pouco tempo depois, Elo¨¢ Silva abriu lentamente os olhos e tossiu levemente. ¡°M?e, a senhora acordou?¡± ¨C Ynda levantou a cabeceira da cama a 45 graus em um instante e disse, pensativa: ¡°Caterina, onde est¨¢ a almofada que voc¨º deu para a vov¨®? Vai pegar!¡± ¡°Ah, ro¡­¡± ¨C Caterina Dias apressou-se em colocar a almofada rec¨¦m-adquirida atr¨¢s da cintura de Elo¨¢, perguntando gentilmente: ¡°Vov¨®, est¨¢ mais confort¨¢vel assim?¡± 1/2 Cap¨ªtulo 318 Elo¨¢ tinha ouvido algu¨¦m murmurando ao seudo, mas n?o conseguiu entender bem o que diziam. Agora, recostada na cama, sentia-se iodada algo duro atr¨¢s d. ¡°Est¨¢ muito duro, tire isso.¡±- Como Elo¨¢ estava reclinada na cama do hospital a 45 graus, el¨¢ se sentiu sem f?lego a almofada dura subitamente empurrada para tr¨¢s de sua cintura. ¡°¨¦ uma lembrancinha da Caterina¡­¡± ¨C Ynda disse rapidamente: ¡°Caterina tamb¨¦m trouxe v¨¢rias coisas para voc¨º, este buqu¨º de flores, acabou de coloc¨¢-lo. Disse que voc¨º est¨¢ doente h¨¢ tanto tempo que fazia tempo que n?o via a paisagem de fora, que essas flores te trar?o a sensa??o maravilhosa do ver?o!¡± 11 11 ¨C Elo¨¢ apenasn?ou um olhar para as flores no vaso, sem saber o que dizer. Os l¨ªrios brancos em si n?o s?o t¨®xicos, mas o forte aroma das flores cont¨¦m microtoxinas que podem causar ins?nia ¨¤ noite¡­ Algumas ntas em um espa?o menos fechado n?o teriam muito impacto, mas em uma enfermaria pequena, para uma paciente card¨ªacao , um aroma floral t?o forte seria prejudicial ¨¤ sua recupera??o. Al¨¦m disso, h¨¢ algumas tulipas cor-de-rosa no vaso. ¨¦ bem conhecido que as flores das tulipas cont¨ºm alcal¨®ides venenosos, e se algu¨¦m passar uma ou duas horas perto de tulipas, pode sofrer de tontura e envenenamento. Essas flores tamb¨¦m podem liberar part¨ªcs finas que podem causar alergias na pele, coceira e, em casos graves, at¨¦ queda de cabelo. N?o se sabe o que eles estavam pensando. Cap铆tulo 319 Cap¨ªtulo 319 ¡°Leve tudo embora.¡± ¨C Elo¨¢ tossiu levemente duas vezes: ¡°Almofadas, flores, leve tudo embora ¡­¡± Uma inteira foi preenchida o forte aroma de flores e, algo atr¨¢s de sua cintura a iodava tanto que at¨¦ sua respira??o se tornava dif¨ªcil. ¡°M?e, isso ¨¦ tudo carinho da Caterina!¡± ¨C Ynda estava enojada a ingratid?o da senhora, mas ainda assim mantinha uma fachada de devo??o filial: ¡°A Caterina tamb¨¦mprou um tablet para voc¨º. Caterina, quanto custou esseputador?¡± ¡°Seis mil.¡± ¡°Vejao a Caterina ¨¦ t?o atenciosa a senhora!¡± ¨C Ynda sorriu e disse: ¡°Caterina, v¨¢ pegar o tablet novo para ! M?e, a senhora nem imagina o quanto a Caterina ¨¦ dedicada, sabendo que a senhora adora assistir ¨¤s novs, baixou v¨¢rias antecipadamente¡­¡± ¡°V¨®, s?o todos os seus atores favoritos de novs¡­¡± ¨C Caterina Dias apresentou o tableto se estivesse oferecendo um tesouro. ¡°Eu disse para levar isso embora¡­¡± ¨C estava realmente desconfort¨¢vel e n?o tinha for?as para remover os objetos! -Wilson Dias percebendo que a matriarca realmente n?o gostava da almofada e nem das flores, fez um sinal para Caterina Dias, que, contrariada, pousou o tablet e retirou os outros itens. ¡°Como a vov¨® n?o gosta, n?o faz sentido mant¨º-lo, vou lev¨¢-lo para a lixeira l¨¢ fora!¡± fez uma express?o de pena, e Elo¨¢ se sentiu ainda mais desconfort¨¢vel ao v¨º. A raz?o p qual n?o gostava dessaa era o fato de ser hip¨®crita e pretensiosa, ao contr¨¢rio de Isabe, que era t?o franca e encantadora! Pensando em Isabe, a velha senhora teve vontade de checar se o objeto sob seu travesseiro ainda estava l¨¢ e de ligar para a menina, mas temia que Ynda visse e tomasse a coisa para si¡­ Agora, n?o tinha for?as nem para voltar atr¨¢s, ent?o s¨® podia se conter por enquanto: ¡°O que os trazem aqui hoje?¡± Eles raramente apareciam para visitas, e agora, todos juntos, certamente queriam algo d! Content protected by N?v/el(D)rama.Org. ¡°M?e, n¨®s costumamos vir aqui frequ¨ºncia, s¨® que a senhora n?o percebeu porque estava inconsciente. Voc¨º n?o tem ideia deo est¨¢vamos preocupados!¡± Ynda abriu a marmita: ¡°Olha, a Caterina fez o caf¨¦ da manh? para senhora, sabendo que adora omelete tofu, fez especialmente! E tem v¨¢rios outros pratos que a senhora sempre 1/2 Cap¨ªtulo 319 gostou¡­¡± Naquele momento, Caterina Dias voltou da lixeira de fora, e Ynda segurou sua m?o diante de Elo¨¢, dizendo: ¡°Olha s¨®, queimou a m?o!¡± ¡°Eu, eu estou bem.¡± ¨C Caterina Dias escondeu apressadamente as m?os atr¨¢s das costas e deu um sorriso que julgou ser bemportado epreensivo: ¡°Desde que a vov¨® goste deer, mesmo que minhas duas m?os fiquem queimadas, n?o tenho queixas¡±. Elo¨¢ simplesmente n?o suportava aquele jeito d, t?o calculista em uma idade jovem, seu cora??o era muito pesado. Certamente havia sido criada fora, e malcriada! ¡°Eu n?o estou apetite agora¡­¡± ¨C Elo¨¢ acenou a m?o, sem nem mesmo querer beber a ¨¢gua: ¡°Diga o que querem.¡± Ynda trocou um olhar Wilson Dias, levantou-se e cedeu o lugaro se estivesse esperando que ele, o filho, fsse diretamente a matriarca. Wilson Dias tamb¨¦m entendeu, sentou-se e pegou a m?o da m?e, dizendo: ¡°Mam?e, ¨¦ o seguinte, a empresa passou por muitas coisas ultimamente, vendemos v¨¢rias lojas e im¨®veis, mas ainda n?o conseguimos parar a queda. Ent?o, viemos pedir sua ajuda. Ser¨¢ que a senhora poderia disponibilizar um pouco das suas a??es para nos ajudar nesse momento de emerg¨ºncia?¡± ¡°Voc¨ºs n?o t¨ºm a??es pr¨®prias?¡± ¨C Elo¨¢ tossiu suavemente duas vezes, percebendo logo La verdadeira inten??o deles. 2/2 Cap铆tulo 320 Cap¨ªtulo 320 ¡°Se vendermos mais a??es, a empresa cair¨¢ nas m?os de estranhos! A mam?e quer que pessoas de fora assumam o controle de sua pr¨®pria empresa?¡± Elo¨¢ disse friamente: ¡°O que posso fazer? Se voc¨º n?o ¨¦ capaz de cuidar da empresa, ¨¦ melhor deixar que outra pessoa fique enquanto pode, para n?o levar a empresa ¨¤ fal¨¨ncia. N?o vou nem sabero me explicar para a fam¨ªlia Dias quando estiver no t¨²mulo.¡± Wilson Dias e Ynda, surpreendidos a resposta da matriarca, pensaram em desespero: Isso n?o ¨¦ bom. ¡°M?e, depois de todos esses anos, voc¨º n?o viu por si mesma se eu sou capaz de cuidar da empresa ou n?o? O problema agora ¨¦ a crise¡­¡± Mal Wilson Dias terminou de fr, e Elo¨¢ riu: ¡°A culpa ¨¦ da crise? Voc¨ºs n?o perceberam que desde que voc¨ºs colocaram a Isabe na Rede de Apoio Comunit¨¢rio e a mandaram embora, nossa fam¨ªlia come?ou a ruir? Voc¨ºs mandaram embora a nossa sorte e nem se deram conta, cof cof¡­¡± ¡°M?e, por favor, se acalme. Sua sa¨²de ¨¦ mais importante.¡± Wilson Dias rapidamente deu tapinhas nas costas d: ¡°Comigo e Ynda segurando as a??es, podemos continuar gerenciando a empresao acionistas majorit¨¢rios. Primeiro, para n?o deix¨¢ se desgastar isso na sua idade, segundo, para ganharmos mais dinheiro e podermos lhe honrar, terceiro, para que a empresa n?o caia nas m?os de outros s¨®cios, e quarto, para aliviar nossas dificuldades atuais. N?o ¨¦ ¨®timo?¡± Ele aprendeu o que Ynda havia dito e disse exatamente o mesmo para a senhora idosa. ¡°Se tivermos uma maneira de resolver a situa??o atual, n¨®s, os mais jovens, jamais tocar¨ªamos no que ¨¦ seu. ¨¦ s¨® porque estamos sem sa¨ªda, numa situa??o terr¨ªvel¡­ E mesmo que a empresa v¨¢ ¨¤ fal¨ºncia, de que adiantam as a??es se s n?o valerem nada?¡± Elo¨¢ ouviu seu filho e sorriu friamente: ¡°N?o vou ajudar¡±. Wilson Dias ficou ainda mais ansioso quando ouviu isso: ¡°M?e, voc¨º n?o sabe a situa??o atual da empresa. At¨¦ os fornecedores est?o nos deixando. Se continuar assim, a empresa realmente vai acabar!¡± ¡°Isso ¨¦ culpa de voc¨ºs!¡± ¨C Elo¨¢ disse raiva: ¡°Eu n?o costumo ver voc¨ºs me visitando, e agora que precisam de ajuda, voc¨ºs me consideram sua m?e?¡± ¡°M?e, tudo o que tem acontecido na empresa ultimamente, estamos todos muito ocupados, n?o quer¨ªamos deixar de vir v¨º¡­ ¨C Wilson Dias tentou se justificar. 1/2 Capitulo 320 Mas Elo¨¢ j¨¢ estava decidida: ¡°Se voc¨ºs realmente se importassemigo, n?o teriam escondido a minha doen?a de Isabe e a colocado na Rede de Apoio. Mandaram embora. Me separaram da minhaa!¡± Content protected by N?v/el(D)rama.Org. Quando Ynda ouviu isso, n?o aguentou mais: ¡°M?e, Caterina ¨¦ que ¨¦ suaa de verdade! Como pode s¨® ter olhos para aqu que se foi? nem tem?os de sangue nossa fam¨ªlia!¡± ¡°E da¨ª?¡± ¨C Elo¨¢ retr¨²cou furiosa: ¡°Nenhum de voc¨ºs ¨¦ mais dedicado que ! Voc¨ºs sabem o quanto se sacrificou p nossa fam¨ªlia?!¡± ¡°Como assim n?o somos dedicados? N¨®s n?o fizemos sacrif¨ªcios?¡± Ynda estava t?o irritada que mal conseguia se conter. A velha senhora realmente tinha a capacidade de distorcer a realidade. N?o importava o que tivesse acontecido antes, s¨® hoje, Caterina havia preparado tantos presentes, e todos foram desprezados. Como eles podiam ser acusados de n?o serem dedicados? Al¨¦m disso, eles, que haviam trabalhado duro na empresa e mantido a casa em ordem por todos esses anos, isso n?o conta? A velha senhora estava cega? Vendo que a discuss?o estava esquentando, Wilson Dias tentou mediar, ¡°Calma, calma, vamos todos nos acalmar. M?e, o que Ynda e eu estamos tentando dizer ¨¦¡­¡± ¡°Eu n?o vou liberar as a??es!¡± ¨C Elo¨¢ estava visivelmente irritada, tossiu algumas vezes e acrescentou: ¡°N?o s¨® as a??es, os im¨®veis, o carro, a poupan?a, eu n?o vou liberar nada! Saiam daqui¡­¡± 2/2 Chatper 321 Cap¨ªtulo 321 ¡°M?e¡­¡± Wilson Dias ainda tentava fr algo quando ouviu o grito furioso: ¡°Todos para fora agora!¡± ¡°M?e!¡± Ynda protestou indignada, ¡°Voc¨º n?o vai dar agora, quer deixar para aqu garota sem gra?a?¡± ¡°Para quem eu deixo ¨¦ da minha conta, n?o ¨¦ da sua conta! Se voc¨º n?o for embora, vou ligar para algu¨¦m!¡± Vendo que Elo¨¢ estava visivelmente chateada e tossindo repetidamente, Wilson Dias. agarrou Ynda pelo bra?o e puxou para fora do quarto do hospital. ¡°Pronto, fica gritando a m?e pra qu¨º? Se a gente a deixar nervosa demais e acontecer alguma coisa, n?o vamos herdar nada!¡± ¡°Como assim n?o vamos herdar?¡± Nos olhos de Ynda brilhou ummpejo de crueldade. ¡°A velha morrendo, voc¨º,o filho ¨²nico, n?o ¨¦ o herdeiro natural?¡± mal podia esperar p morte da velha, para n?o ter que visitar o hospital a cada dois dias. Ynda, ao ouvir isso, sentiu que fazia sentido! Eu n?o poderia deixar aqu garota se beneficiar! ¡°Vamos.¡± Wilson Dias, que segurava a m?o de Ynda, suspirou. ¡°Estaremos de volta quando a velha se acalmar. ¡°N?o me puxe, que feio fazer isso em p¨²blico.¡± Eles caminharam alguns passos quando notaram que Caterina Dias ainda estava parada, l¨¢grimas de tristeza nos olhos. Belonging ? N?velDram/a.Org. Wilson Dias olhou para tr¨¢s, confuso. ¡°Caterina, o que houve?¡± As l¨¢grimas de Caterina escorreram enquanto dizia uma voz chorosa, ¡°A v¨® s¨® pensa na irm?¡­ Fui eu que n?o fiz bem o suficiente, n?o consegui agradar a v¨®, pai, desculpa, eu te envergonhei¡­¡± Wilson Dias sentiu uma pontada no cora??o e a confortou, ¡°N?o ¨¦ sua culpa, voc¨º fez o suficiente. ¨¦ a Isabe, n?o sei que truques usou¡­¡± Certamente n?o faltaram cuidados e aten??o, algo que os mais velhos sempre valorizam! ¡°A gente est¨¢ sempre ocupado, n?o veio, e outros aproveitaram essa chance.¡± Era o que Wilson Dias pensava. 1/2 09:13 Cap¨ªtulo 321 Caterina olhou para ele l¨¢grimas nos olhos e perguntou inocentemente: ¡°Ent?o eu s¨® tenho que sero ¨¤ minha irm?, ir muitas vezes ¨¤ casa da av¨®, aguentar tudo, mesmo que me bata ou grite comigo, a av¨® vai gostar de mim? Eu vou todos os dias!¡± ¡°Voc¨º aprender aqu garota pra qu¨º, n?o vale nem um fio do seu cabelo!¡± Ynda avan?ou e pegou na m?o d. ¡°Vamos, vamos para casa. A m?e vai preparar um Caldo de Carne para voc¨º se fortalecer¡­¡± ¡°Ainda n?o podemos voltar, eu tive uma ideia¡­¡± Wilson Dias se aproximou de Ynda e sussurrou algo em seu ouvido.. Isabe acabava de chegar ¨¤ entrada da empresa quando algumas pessoas se aproximaram. ¡°Sra. Isabe, bom dia, sou Gustavo, assistente do vice-presidente da Associa??o Brasileira de Confec??es e do renomado designer Diego. Por acaso voc¨º tem um momento para ouvir o que tenho a dizer?¡± A pessoa que fva era uma jovem de vinte e poucos anos, cuja apar¨ºncia sugeria que acabara de sair da universidade, ainda uma express?o jovem no rosto. ¡°F.¡± Isabe respondeu uma express?o calma e impass¨ªvel. Gustavo ficou surpreso; normalmente, ao ouvir o t¨ªtulo de Diego, qualquer garota ficaria impressionada. Mas a jovem diante dele parecia ter visto muito mundo, uma tranquilidade que deixava Gustavo sem jeito. Ele rapidamente explicou o motivo de sua abordagem, ¡°¨¦ o seguinte, a presidente C¨¢rmen viu seu talento para design quando voc¨º panhou a Sra. Cardoso no concurso nacional. disse que ¨¦ um desperd¨ªcio voc¨º ser apenas uma assistente pequena e quer te levar sob a asa d para brilhar no mundo do design! Voc¨º est¨¢ interessada?¡± Chatper 322 Cap¨ªtulo 322 ¡°Um vice-presidente de uma associa??o tem coragem de vir aqui para tentar levar alg¨²¨¦m?¡± Nesse momento, um homem elegante ¨®culos de arma??o dourada se aproximou e disse educadamente, ¡°Ol¨¢, pequena Isabe, permita-me apresentar-me. Sou o secret¨¢rio Augusto, do presidente honor¨¢rio da Organiza??o de Moda Asi¨¢tica, o senhor Lin Hao, e gostaria de convid¨¢ a se juntar ¨¤ nossa grande fam¨ªlia unida e amig¨¢vel¡­¡± ¡°Ol¨¢, Sra. Isabe, sou o editor-chefe da revista internacional de moda¡­¡± Isabe ouvia a todos derarem suas inten??es, sem ter a chance de recusar, quando Raul Fonseca apareceu. ¡°Diretora Isabe, ouvi dizer que voc¨º est¨¢ aqui e tenho um assunto urgente¡­ Ei, o que ¨¦ isso??¡± Raul Fonseca olhou confuso para as sete ou oito pessoas ¨¤ sua frente. Sete ou oito tamb¨¦m ficaram confusos e perguntaram em un¨ªssono: ¡°Oh, Diretora Isabe???¡± n?o era a pequena assistente de Em¨ªlia? Por que parecia que tinha um grande prestigio?? ¡°Diretora Isabe, voc¨ºs est?o tratando de neg¨®cios?¡± Raul Fonseca pensou que tinha interrompido algo e olhou para Isabe, perguntando em voz baixa, ¡°Devemos convid¨¢-los para subir? S?o da mesma empresa? Ou de empresas diferentes?¡± Pelo jeito de se vestirem, n?o pareciam ser do mesmo grupo¡­ Ultimamente, muitas pessoas vinham procur¨¢-los para parcerias¡­ ¡° n?o ¨¦ a assistente da Em¨ªlia?¡± Uma pessoa n?o p?de deixar de perguntar a Raul Fonseca. Copyright by N?v/elDrama.Org. Raul Fonseca hesitou por um momento, ¡°N?o, a Diretora Isabe s¨® est¨¢ panhando Em¨ªlia no concurso, para dar-lhe coragem e confian?a. A Diretora Isabe ¨¦ a cabe?a da nossa empresa¡­¡± Todos de repente entenderam: n?o ¨¦ de se admirar que eles n?o conseguiram atrair a aten??o da jovem suas ofertas. Algu¨¦m t?o talentosoo , a Sede Neves deve estar pagando um bom sal¨¢rio, para mant¨º t?o dedicada¡­ ¡°Sra. Isabe, se voc¨º vier para a nossa organiza??o, n¨®s lhe ofereceremos o triplo do que voc¨º ganha agora¡­¡± ¡°N¨®s podemos oferecer cinco vezes mais!¡± 7/2 09-13 ¡±? ¡°O que n¨®s podemos lhe oferecer ¨¦ fama e posi??o! Acreditamos que voc¨º tamb¨¦m ama esta ind¨²stria e quer brilhar no mundo do design, ¨¦ por isso que trabalha nesta empresa?¡± ¡°Em vez de ficar em uma empresa t?o pequena, por que n?o sair e mostrar seu talento para que todos vejam?¡± ¡°Voc¨º deve ter ouvido fr da fama do nosso Diego, certo?¡± Ah, n?o ouvi. ¡°Eu estou apenas fazendo um trabalho de f¨¦rias.¡± Isabe disse indiferentemente, ¡°N?o nejo brilhar.¡± O que provavelmente poderia despertar seu verdadeiro amor seria a pesquisa m¨¦dica. ¡°Bem, aqui est¨¢ o meu cart?o de visitas, se voc¨º mudar de ideia algum dia, me ligue a qualquer hora, n?o importa qu?o tarde seja, ou se ¨¦ fim de semana, eu atenderei!¡± ¡°Eu tamb¨¦m! Aqui est?o meus contatos.¡± ¡°E os meus tamb¨¦m.¡± As pessoas deixaram seus cart?es . Isabe estendeu a m?o para receb¨º-los por educa??o, e quando todos sa¨ªram perguntou ¨¤ sua assistente: ¡°Voc¨º estava me procurando?¡± ¡°Diretora Isabe, ¨¦ o seguinte¡­¡± Raul Fonseca ainda n?o tinhae?ado a fr quando ouviu algu¨¦m chamando pelo nome da Diretora Isabe. Ele olhou na dire??o do som e viu um Maybach S680 parando na frente da empresa, de onde desceu um homem de meia-idade, cheio de vitalidade, ramente uma pessoa rica. ¡°Isabe, seu pai est¨¢ procurando por voc¨º.¡± Chatper 323 Cap¨ªtulo 323 Ao ouvir Wilson Dias, Raul Fonseca ficou boquiaberto. Seria aquele o pai da Diretora Isabe? Que situa??o era aqu? Quer dizer que o verdadeiro pai da Diretora Isabe deveria ser Carlos Neves! This is property ? of N?velDrama.Org. De onde ent?o surgiu esse homem, se autopromando pai¡­ Isabe nem se preocupou em olhar para ele, j¨¢ se virando para a empresa quando Wilson Dias bloqueou seu caminho ¨¤s pressas. ¡°Isabe, isso ¨¦ um bolo de chocte que o papaiprou para voc¨º no caminho, numa daqus confeitarias caras, voc¨º deve conhecer a fama do lugar, n?o ¨¦? Papai fez quest?o de pegar f¡­¡± Raul Fonseca, ao ouvir isso, ficou emocionado, mas tamb¨¦m percebeu que as pessoas ao redor da Diretora Isabe eram incrivelmente generosas, sempre a presenteando doces caros e ainda por cima pessoalmente¡­ Ele estava prestes a elogiar quando ouviu a voz fria de Diretora Isabe. ¡°Eu odeio chocte.¡± Wilson Dias ficou p¨¢lido e se apressou em dizer, ¡°Como assim? Eu lembro que voc¨º adorava chocte, ser¨¢ que agora que cresceu seu gosto mudou¡­¡± ¡°¨¦ a Caterina Dias que adora chocte.¡± Isabepletou friamente, ¡°Desde pequena, chocte ¨¦ a coisa que eu mais detesto, sem exce??es.¡± Wilson Dias ent?o ficou ainda mais constrangido, tirou rapidamente uma carteira do bolso, puxou algumas notas de cem, ¡°Pegue esse dinheiro epre algo que goste, desculpe, papai errou¡­¡± Isabe desviou sem express?o para evitar seu toque, ¡°Desembucha logo.¡± Raul Fonseca ficou pasmo: a Diretora Isabe parecia realmente detestar aquele homem de meia- idade, parecia muito impaciente. ¡°Isabe, da ¨²ltima vez que voc¨º panhou o designer no concurso, papai soube que voc¨º estava trabalhando aqui, hoje eu vim querendo¡­¡± Wilson Dias foi interrompido antes de terminar, quando notou Raul Fonseca aodo e perguntou d¨²vida, ¡°Isabe, ele ¨¦ seu colega?¡± ¡°Ah n?o, eu sou o assistente da Diretora Isabe, Raul Fonseca. Pode me chamar de Raulzinho¡­¡± Antes que Raul Fonseca pudesse terminar, recebeu um olhar g¨¦lido da Diretora Isabe, um aviso silencioso, e n?o ousou continuar. 1/2 09:13 Wilson Dias olhou surpreso para Isabe, ¡°Voc¨º passou de um simples assistente para o cargo de chefe? E agora tem seu pr¨®prio assistente?¡± Raul Fonseca: ??? Isabe:¡­ ¡°Se ¨¦ assim, voc¨º tem que ajudar o papai!¡± Wilson Dias guardou a carteira, explicando o motivo de sua visita, ¡°Pois a Is¨¢ria retirou o investimento, v¨¢rios grandes grupos anunciaram que n?o v?o mais trabalhar conosco, e recentemente alguns fornecedores cancram seus contratos. Papai queria pedir sua ajuda, para voc¨º liderar uma parceria nossa empresa¡­¡± Isabe: ??? ¡°Aparentemente, sua produ??o aumentou drasticamente, os pedidos que voc¨ºs n?o conseguem cumprir poderiam ser passados para n¨®s¡­¡± Quando Isabe percebeu a inten??o dele, zombou friamente: ¡°Voc¨º foi atropdo no caminho para c¨¢? Ou a chuva que n?o tem ca¨ªdo esses dias resolveu entrar na sua cabe?a? Quem est¨¢ doente deve ir ao hospital, e n?o vir at¨¦ a mim descontrr.¡± ¡°Voc¨º¡­¡± Apesar de Wilson Dias saber que provavelmente seria repreendido por , ele n?o esperava ser insultado assim, na frente de um assistente. Isabe estava prestes a entrar na empresa quando Wilson Dias mais uma vez a impediu de prosseguir. Isabe, mesmo que voc¨º n?o queira fazer isso pelo seu pai, pelo menos pense na sua av¨®. Voc¨º j¨¢ parou para pensar se foi boa para voc¨º todos esses anos? A gratid?o que voc¨º deve a , voc¨º vai honrar? Agora a fam¨ªlia Dias est¨¢ em apuros, voc¨º vai se importar ou n?o? S¨® estou pedindo um pouco de eendas, n?o ¨¦o se eu estivesse pedindo pens?o aliment¨ªcia!¡± Isabe, impaciente, interrompeu, ¡°De onde voc¨º tira a cara de pau de vir fr issoigo?¡± ¡°Isabe! Considere isso um pedido do seu pai, mesmo que voc¨º n?o queira dividir algumas eendasigo, pelo menos me passe alguns designs.¡± Chatper 324 Cap¨ªtulo 324 ¡°Voc¨º ¨¦ a chefe agora, deixe Em¨ªlia fazer alguns designs novos para n¨®s de gra?a, criaremos uma cole??o cborativa! Se voc¨º n?o quiser trabalhar conosco, podemos vend¨º-los n¨®s mesmos!¡± Isabe estava confusa. Vender em cbora??o significava trabalhar a Empresa Dias, ajudando a aumentar a reputa??o deles¡­ Deixar eles venderem sozinhos significava que todo o dinheiro iria para o bolso deles? Fazer designs de gra?a para eles lucrarem? S¨® sem ter um derrame algu¨¦m diria uma coisa dessas. ¡°Raul Fonseca, chama a seguran?a, tem um louco aqui fndo besteira.¡± ¡°Isabe! Como voc¨º pode ser t?o fria e insens¨ªvel!¡± Wilson Dias se exaltou, acusando-a, ¡°A fam¨ªlia Dias te criou por dezoito anos, voc¨ºeu e usou o que era da casa, seu pai j¨¢ te cobrou alguma coisa? S¨® estamos pedindo que voc¨º d¨º um pouquinho pra gente, n?o ¨¦ todo o seu patrim?nio, por que voc¨º n?o quer?¡± Isabe levantou seus olhos frios e disse indiferen?a, ¡°Eu j¨¢ paguei minha d¨ªvida de gratid?o, nunca gastei um centavo da fam¨ªlia Dias!¡± Na verdade, era quem sempre ajudava a fam¨ªlia Dias ¨¤s escondidas! Wilson Dias sempre fracassou em seus investimentos e foi quem teve que lidar o problema¡­ Como naqu vez em que ele perdeu milh?es de reais, se n?o fosse a fam¨ªlia Dias j¨¢ teria falida! E ele ainda tinha coragem de aparecer na frente d seu Maybach fingindo ser inteligente? ¡°Isabe, seu pai n?o quer brigar voc¨º¡­¡± Wilson Dias sabia que tinha seu valor, ent?o tentou manter a calma e falou em um tom mais ameno, ¡°Que tal isso, voc¨º me d¨¢ algumas m¨²sicas, eu posso vend¨ºs¡­¡± ¡°O que voc¨º est¨¢ esperando?¡± Isabe olhou friamente para Raul Fonseca, ¡°N?o vai chamar algu¨¦m?¡± Raul Fonseca correu para chamar a seguran?a. Quando Isabe entrou na empresa e viu Wilson Dias tentando segui, o advertiu friamente, ¡°Se voc¨º der mais um passo, a fam¨ªlia Dias acaba hoje!¡± ¡°Voc¨º¡­¡± 1/2 00-13 Embora ele soubesse que n?o tinha esse poder, a aura d ainda fazia que ele se sentisse desconfort¨¢vel¡­ Ao ver Isabe entrar, Wilson Dias gritou: ¡°Seu pai est¨¢ esperando voc¨º em casa, quando voc¨º se acalmar e pensar bem, volte para casa, seu pai vai mandar fazer suaida preferida!¡± Isabe apertou o bot?o do elevador e entrou. ¡°N?o esque?a, venha para casa quando puder¡­¡± Wilson Dias viu as portas do elevador se fecharem, ent?o se virou em dire??o ao Maybach. Sentadas no carro, Ynda e Caterina Dias assistiam ele se irritar, roendo-se de raiva. ¡°Essa garota ingrata, agora qu¨¦ ¨¦ chefe de uma pequena empresa, acha que pode tudo! N?o sei que truques conseguiu esse cargo, ainda tem a coragem de vir nos dar li??o de moral¡­¡± Ynda estava furiosa. ¡°Pai, m?e, n?o fiquem zangados, minha irm? ¨¦ uma boa pessoa, tenho certeza que vai entender com o tempo¡­ Vamos para casa esperar as not¨ªcias¡±Caterina Dias tentou tranquiliz¨¢-los compreens?o. Ynda olhou para a filha e sentiu uma afei??o imensa, t?o diferente da Isabe, era mil vezes melhor! This is property ? of N?velDrama.Org. Wilson Dias tamb¨¦m percebeu que apenas Caterina era o seu verdadeiro conforto, Isabe erao um pequeno porco-espinho! Sempre que ele tentava se aproximar, acabava se machucando! Afinal, n?o era sua filha de verdade! Assim que Isabe voltou Isabe voltou para o escrit¨®rio, seu telefonee?ou a vibrar. ¡°Isabe, venha r¨¢pido para o hospital, a senhora est¨¢ piorando.¡± Chatper 325 Cap¨ªtulo 325 Isabe mal ouviu e j¨¢ se levantou apressada em dire??o ¨¤ sa¨ªda, ¡°O q ¡°Deve ter sido um choque.¡± Choque??? Imediatamente, Isabe suspeitou de algo, ¡°A fam¨ªlia Silva esteve no hospital?¡± ¡°A enfermeira falou que antes de a senhora adoecer viu os tr¨ºs sa¨ªrem do quarto.¡± Ou seja, ¨¦ bem poss¨ªvel que a senhora tenha adoecido por causa da fam¨ªlia Silva. Se isso fosse verdade, n?o os deixaria em paz! Isabe correu para o Hospital Ventoso e viu que os sinais vitais de Dona Elo¨¢ estavam caindo rapidamente. Al¨¦m de M¨¢rio Lopes, havia dois diretores e uma enfermeira no quarto, todos discutindoo salvar a senhora. ¡°Decidir se fazemos a cirurgia ¨¦ voc¨º,¡± M¨¢rio olhou para Isabe. Embora a condi??o f¨ªsica da senhora j¨¢ estivesse fr¨¢gil demais para uma cirurgia, sem , a morte era certa! Com dedos ¨¢geis, Isabe tocou o pulso da senhora e pediu, ¡°Me d¨º o estojo de agulhas.¡± A situa??o ainda n?o era t?o grave para uma cirurgia. M¨¢rio entregou o estojo a . Isabe desdobrou agilmente o estojo uma das m?os, escolheu algumas agulhas finas e come?ou a inseris nos pontos de acupuntura da idosa. A enfermeira aodo ficou assustada: ¡°O que essa garota est¨¢ fazendo? se atreve fazer isso na frente de dois diretores e do Dr. M¨¢rio ?¡± ¡°M¨¢rio, est¨¢¡­¡± ¡°Confie n!¡± M¨¢rio sabia que Isabe tinha um no e ele estava certo. Ap¨®s v¨¢rias agulhas serem inseridas, a senhora cuspiu um co¨¢gulo de sangue. ¡°V¨®,¡± Isabe se inclinou e chamou suavemente, ¡°a senhora me ouve?¡± A enfermeira assistia espantada ¨¤ transforma??o, lembrando-se que, quandoe?ou o est¨¢gio no Hospital Ventoso, ouviu fr de uma estudante de medicina muito habilidosa que tinha operado M¨¢rio¡­ N?o podia ser a mesma menina que estava ali, podia? 1/2 09:13 T?o jovem e j¨¢ t?o capaz¡­ Dona Elo¨¢ ouviu a voz familiar e tentou abrir os olhos, instintivamente querendo segurar a m?o de Isabe. Isabe rapidamente segurou sua m?o e disse, ¡°V¨®, a senhora acordou?¡± ¡°Eu sinto muito¡­¡± Elo¨¢ estava emocionada, ¡°n?o consegui proteger o presente que voc¨º me deu¡­¡± O que queria dizer isso??? ¡°O presente¡­¡± Elo¨¢ tossiu e seus olhos se encheram de l¨¢grimas, ¡°desapareceu¡­¡± Percebendo que isso havia abda a av¨®, Isabe tentou acalm¨¢: ¡°N?o se preocupe, s?o apenas bens materiais, se voc¨º gostar,pro mais¡±. ¡°N?o, n?o¡­¡± A voz de Elo¨¢ tinha um tom de tristeza, ¡°Provavelmente foi levado por This is property ? of N?velDrama.Org. eles¡­¡± Mesmo queprasse outro, eles o levariam de novo! ¡°Tente n?o se agitar,¡± Isabe disse suavemente, ¡°A senhora est¨¢ muito fraca agora, feche os olhos e durma um pouco, quando acordar, o presente estar¨¢ de volta.¡± Elo¨¢ sabia que Isabe tinha a capacidade de restaur¨¢-lo suas habilidades eram especialmente treinadas, n?o se tratava apenas de lidar pessoasuns, mesmo assassinos n?o eram problema¡­ Mas Elo¨¢ n?o queria causar transtorno, ¡°N?o precisa, n?o v¨¢ atr¨¢s deles¡­¡± Enquanto fva, cuspiu mais sangue, assustando a enfermeira aodo que cobriu a boca as m?os instintivamente. Chatper 327 Cap¨ªtulo 327 Isabe se levantou, fechou suavemente a porta do quarto do hospital e caminhou at¨¦ a recep??o do andar, onde falou uma das enfermeiras, ¡°Por favor, fique de olho no paciente do quarto 301. Se acontecer alguma coisa, pode ligar para o n¨²mero da fam¨ªlia que est¨¢ no cadastro. Meu nome ¨¦ Isabe.¡± ¡°Eu sei! Pode deixar! Voc¨º ¨¦ a namorada do M¨¢rio, n¨¦? Aqui a gente ¨¦ tudo uma fam¨ªlia!¡± A enfermeira era a estagi¨¢ria que tinha sorrido mais cedo, olhos brilhanteso estrs. ¡°Ele n?o ¨¦ meu namorado,¡± Isabe corrigiu friamente, ¡°mas eu passarei seu recado.¡± ¡°Ah, n?o, n?o, n?o f que fui eu que disse, por favor!¡± A enfermeira juntou as m?oso se estivesse rezando. Nesse momento, M¨¢rio saiu do escrit¨®rio e viu Isabe se afastando. Ele deu passosrgos em sua dire??o. A enfermeira, ao v¨º-lo, pegou um prontu¨¢rio e fingiu estar lendo, mas estava segurando de cabe?a para baixo¡­ ¡°Isabe,¡± M¨¢rio a chamou, ¡°voc¨º est¨¢ indo embora?¡± ¡°Sim, seja mais gentil de agora em diante.¡± M¨¢rio: ??? Ele n?o era gentil o suficiente?? Na frente da menina, ele nunca tinha sido t?o paciente!! Ser¨¢ que a enfermeira falou mal dele?? Por que mais a menina diria isso sem motivo?? Pensando assim, M¨¢rio olhou para a enfermeira, que ficou aterrorizada, tremendo enquanto segurava o prontu¨¢rio¡­ ¡°Quero dizer, voc¨º ¨¦ muito bravo, devia sorrir mais.¡± ¡°Eu, zangado ?¡± M¨¢rio riu e achou engra?ado. A garota ramente nuca tinha visto ele zangado de verdade. Quando ele estava lidando Lisa Gomes e a fam¨ªlia Dias, foi a¨ª que ele ficou muito zangado! Ele foi muito gentil a garota, n?o foi? A enfermeira aodo n?o p?de deixar de ficar hipnotizada ao ver M¨¢rio sorrir, nunca imaginou que o sempre s¨¦rio M¨¢rio pudesse ser t?o charmoso¡­ 1/4 09-13 Ele era t?o gentil aqu garota¡­ ¡°¨¦ isso, sorria mais. Estou a caminho, tenho algumas coisas para resolver¡± Isabe disse olhando para a enfermeira que estava distra¨ªda, bateu o dedo na mesa. ¡°N?o se esque?a de tomar cuidado isso.¡± ¡°Ah, ro, ro, pode deixar!¡± A enfermeira respondeu rapidamente. ¡°Isabe,¡± M¨¢rio a segurou, ¡°voc¨º vai encontr¨¢-los? Sozinha, eu fico preocupado.¡± ¡°Rxa, quem est¨¢ em apuros s?o eles,¡± Isabe disse um sorriso descuidado, ¡°Se eu pegar pesado, na mesa de cirurgia, espero que voc¨º cuide bem deles.¡± ¡°Pode deixar, garanto que ser¨¢ inesquec¨ªvel.¡± ¡°Tchau.¡± Quando Isabe se foi, a enfermeira n?o p?de deixar deentar, ¡°M¨¢rio, sua amiga ¨¦ t?o descda¡­ tem uma presen?a t?o forte.¡± ¡°O que voc¨º falou de mim agora h¨¢ pouco?¡± ¡°Eh? N?o, nada, nada¡­¡± ¡°Voc¨º vai fazer nt?o noturno p pr¨®xima semana.¡± ¡°Ah? M¨¢rio, me desculpe, eu falei demais, n?o v¨¢ embora¡­¡± Isabe chegou na casa da fam¨ªlia Dias de t¨¢xi e assim que se aproximou ouviu duas empregadas compartilhando suas ¡°conquistas¡± excita??o. ¡°Essa roupa ¨¦ ¨®tima! Vou ficar uma¡­¡± ¡°Dizem que o velho j¨¢ est¨¢ um p¨¦ na cova, deixaram a gente escolher as roupas! Olha s¨® esse modelo, ¨¦ muito bom¡­¡± ¡°Com a idade d, usar roupas assim ¨¦ um desperd¨ªcio!¡± ¡°N?o ¨¦? Ei, olha s¨®, essa pe?a tem um logotipo da AIE quando bate o sol, o que signi Uma marca famosa?¡± ¡°N?o fa?o ideia, deve ser algum tipo de selo de autenticidade. O que importa ¨¦ que a roupa ¨¦ bonita!¡± ¡°Eu queria essa pe?a faz tempo! Agora que o velho provavelmente n?o volta, vamos pegar mais!¡± Com um estrondo, o port?o dourado foi chutado e aberto. As empregadas olharam na dire??o do som e viram Isabe, instintivamente esconderam as roupas atr¨¢s de si. 2/4 09:13 Mas tantas pe?as espalhadas, s n?o conseguiram esconder a tempo e olharam para Isabe um pouco culpadas. ¡°Ah, Dona Isabe, voc¨º voltou?¡± ¡°Senhora, nem faz mais parte desta fam¨ªlia! Voc¨º n?o ouviu? A fam¨ªlia verdadeira d est¨¢ l¨¢ nas ¨¢reas pobres do interior, e agora est¨¢ de volta, certamente para pedir dinheiro emprestado aos senhores!¡± ¡°O Senhor n?o te deu sessenta milh?es agora mesmo?¡± ¡°Achou mesmo que esta era a sua casa? Entra sem nem dar um al?, todo o ensinamento que a fam¨ªlia Dias te deu nesses anos todo foi parar na barriga e saiu pelo outrodo?¡± Isabe avan?ou at¨¦ s e perguntou friamente, ¡°As roupas da vov¨®, por que est?o voc¨ºs?¡± tinha desenhado cada pe?a suas pr¨®prias m?os¡­ ¡°Por que est?o conosco, temos que dar voc¨º satisfa??o ?¡± Uma das empregadas estendeu o dedo e provocou Isabe: ¡°Voc¨º ainda acha que ¨¦ a garota da fam¨ªlia Dias?¡± riu sarcasticamente e, ao revirar os olhos, Isabe agarrou a empregada pelo bra?o um movimento r¨¢pido. ¡°Ai ai ai, isso d¨®i¡­ Isabe, o que voc¨º est¨¢ fazendo?!¡± Outra empregada, em panico, exmou, ¡°Voc¨º voc¨º voc¨º, eu vou contar para os Senhores¡­¡± Com um chute, Isabe derrubou a outra empregada, que caiu de cara no ch?o, o rosto afundando entre as ntas, gritando de dor. ¡°Responda ¨¤ minha pergunta,¡± Isabe pressionou mais for?a. Os olhos de Isabe escureceram, Ynda estava t?o ansiosa assim p morte da v senhora? J¨¢ estava de olho nas coisas d? ¡°A senhora queria liberar o closet da velha senhora para transform¨¢-lo em s de yoga para a Sra. Caterina¡­ Essas roupas, a senhora disse que a velha j¨¢ n?o podia usar tantas, que estavam fora de moda, ent?o nos deu e disse para escolhermos ¨¤ vontade¡­¡± ¡°As coisas da vov¨®, pode decidir isso?¡± ¡°Foi a senhora quem disse, ¨¦ a matriarca da casa, tem direito de lidar tudo aqui.¡± Isabe soltou a m?o da empregada desprezo, que, desequilibrada, caiu no ch?o. ¡°Ai a minha lombar¡­¡± ¡°Senhores, venham r¨¢pido, aconteceu uma coisa, ¨¦ assassinato¡­¡± 3/4 Capitulo 327 Wilson Dias, Ynda e Caterina Dias correram para ver o que estava acontecendo e viram que Isabe havia retornado. Ser¨¢ que a menina repensou e estava disposta a juntar-se novamente ¨¤ fam¨ªlia Dias? Isso seria uma not¨ªcia maravilhosa!!! ¡°Isabe, voc¨º finalmente voltou para casa? Vem, entra e senta¡­¡± Wilson Dias se aproximou apressadamente, um sorriso bajdor. Afinal, foi a fam¨ªlia Dias que a criou, e agora, num momento de crise, estava l¨¢ para retribuir! Ao ver o rosto falso dele, Isabe se encheu de desgosto, ¡°As coisas da vov¨®, por que est?o aqui?¡± Wilson Dias ficou at?nito, sem esperar ser pego nessa situa??o por , e rapidamente disse, ¡°S?o roupas antigas, quer¨ªamosprar novas para a sua av¨®, essas velhas j¨¢ n?o s?o mais necess¨¢rias¡­¡± ¡°Lave-as e coloque-as de volta no closet.¡±Belonging ? N?velDram/a.Org. Chatper 328 Cap¨ªtulo 328 ¡°Isso¡­¡± Wilson Dias olhou para as roupas e depois para , ¡°Sem problemas, sem problemas¡­ Voc¨ºs duas, o que ainda est?o fazendo sentadas no ch?o? N?o v?o levar logo as coisas da dona para dentro?¡± ¡°Senhor¡­¡± uma das empregadas tentou dizer, isso n?o era para a gente? Como ¨¦ que, a chegada da Isabe, o senhor muda de ideia assim? This is property ? of N?velDrama.Org. Parecia que o senhor estava tratando essa garota extrema cortesia, at¨¦ mesmo tentando agradar deliberadamente¡­ As empregadas n?o entendiam o que estava acontecendo e internamente n?o aceitavam a situa??o. Estavam prestes a pegar as roupas para levar para dentro¡­ Quando Isabe falou friamente, ¡°Troque por outra pessoa, eu n?o gosto das m?os ds.¡± ¡°Voc¨º¡­¡± as duas empregadas ficaram indignadas. Mas Wilson Dias seguiu as ordens sem hesitar, chamando rapidamente outra pessoa para cuidar da situa??o. ¡°Isabe, est¨¢ satisfeita assim? Faz tempo que voc¨º n?o vem para casa, entre e sente-se um pouco, vou mandar preparar sua fruta favorita¡­¡± Ele disse isso e perguntou baixinho para a empregada atr¨¢s dele, ¡°Qual ¨¦ a fruta favorita da Isabe?¡± ¡°Senhor, eu tamb¨¦m n?o sei¡­¡± Ser¨¢ que a Sra. Isabe n?o ¨¦ exigente? e de tudo?? Mas, na realidade, s raramente preparavam frutas para , ningu¨¦m se lembrava que gostava. ¡°Ent?o prepare os doces favoritos da Isabe! Wilson Dias elevou a voz novamente,o se estivesse fazendo quest?o que Isabe ouvisse. A empregada falou baixinho, ¡°Senhor, eu tamb¨¦m n?o sei quais s?o os doces favoritos Sra. Isabe¡­¡± Os doces da casa eram todos do gosto da Sra, Caterina! O que Isabe gostava, ningu¨¦m nunca se importou. Wilson Dias olhou para desaprova??o: ¡°Ent?o traga todas as frutas e todos os doces que temos, Isabe pode ter sa¨ªdo desta casa, mas ainda ¨¦ minha filha, filha de Wilson Dias! Isabe, venha sentar!¡± Ynda revirou os olhos aodo, embora n?o gostasse da ideia de as coisas da casa 1/2 09:13 serem oferecidas a essa garota, tinha que admitir que agora tinha um valor de uso. Com apenas algumas notas, s poderiam viver bem por um bom tempo! ¡°N?o era para discutir uma parceria? Demita essas duas para eu ver a seriedade de voc¨ºs.¡± Talvez Wilson Dias n?o esperasse que Isabe fizesse tal demanda. As duas empregadas ficaram at?nitas, e uma ds disse irritada, ¡°Quem voc¨º pensa que ¨¦? S¨® porque voc¨º diz para demitir, ele vai demitir? O senhor vai te ouvir?¡± Despedir as duas empregadas para obter grandes benef¨ªcios para a fam¨ªlia Dias era algo que Wilson Dias desejava muito, ele disse apressadamente: ¡°Algu¨¦m, acerte os sal¨¢rios e mande-as embora imediatamente e n?o contrate s de novo!¡± ¡°Senhor???¡± As duas empregadas ficaram chocadas, n?o podiam acreditar que apenas uma frase dessa garota, o senhor tinha concordado? O sol nasceu do oeste hoje? ¡°Senhora, o senhor vai nos demitir, voc¨º n?o vai dizer nada?¡± As roupas eram presentes da senhora para s, que podiam escolher ¨¤ vontade! Como agora, de repente, s estavam erradas? ¡°Liu irm?, Huang irm?, j¨¢ que o senhor decidiu, peguem um m¨ºs a mais de sal¨¢rio e v?o trabalhar na casa de outra pessoa.¡± ¡°Senhora???¡± As duas empregadas n?o esperavam que at¨¦ a senhora n?o as defendesse, e embora n?o entendessem o motivo, ainda assim olharam para Isabe desgosto e deixaram o lugar cheias de raiva. ¡°Agora, vamos acertar nossas contas.¡± Isabe olhou para Wilson Dias e disse friam ¡°As coisas que voc¨º tirou da vov¨®, devolva.¡± Ao ouvir isso, Wilson Dias imediatamente se sentiu culpado. Ynda avan?ou imediatamente e disse, ¡°Isso foi um presente que a sua av¨® deu para n¨®s suas pr¨®prias m?os, e agora voc¨º quer pegar de volta? Se for para pegar, que n?o seja atrav¨¦s de um estranhoo voc¨º. Quem pode garantir que suas m?os s?o limpas? N?o queremos que aconte?a o mesmo que da ¨²ltima vez, quando sumiu o cr da Caterina¡­¡± Chatper 329 Cap¨ªtulo 329 O mordomo aodo n?o p?de evitar torcer o nariz de desgosto ao se lembrar do incidente anterior. Antes de deixar a fam¨ªlia Dias, Isabe roubou o precioso cr do Senhora Caterina! Quando foi descoberta, jogou-o no lixo num acesso de raiva e vergonha! ¡°Se ¨¦ assim, ent?o n?o temos mais nada para discutir¡±, Isabe estava prestes a entrar na casa em busca do objeto. Para surpresa d, Wilson Dias pensou que n?o queria mais cborar e, apressado, empurrou Ynda. ¡°O que est¨¢ esperando? Aquilo pertence ¨¤ m?e e, se quer agora, deixe Isabe levar de volta!¡± ¡°Por que eu faria isso?¡± Ynda sabia que aqueles itens eram de valor inestim¨¢vel, que poderiam ser vendidos por muito dinheiro, certamente mais do que o pedido que Isabe poderia fazer! ¡°Voc¨º tem que ver mais longe!¡± Wilson Dias sussurrou ansiosamente. ¡°Vai pegar, r¨¢pido!¡± Anteriormente, a fam¨ªlia Neves tinha feito amea?as s¨¦rias, proibindo qualquerpanhia de fazer neg¨®cios eles. Se a subsidi¨¢ria de Isabe pudesse se aproximar deles, outras empresas certamente seguiriam o exemplo, pensando que a fam¨ªlia Neves tinha feito as pazes¡­ Al¨¦m disso, ainda precisavam que Isabe pedisse ¨¤ Em¨ªlia para desenhar mais modelos novos sem cobrar¡­ Text content ? N?velDrama.Org. A longo prazo, a cbora??o Isabe traria os maiores benef¨ªcios! ¡°Caterina, traga o seu tamb¨¦m.¡± Quando Wilson Dias ouviu isso, Caterina Dias mordeu o l¨¢bio inferior relutancia. joia tinha o formato de uma flor e era t?o v¨ªvida que se ouvia m¨²sica de piano; gos muito ¡­ Tinha acabado de obt¨º e j¨¢ tinha que devolv¨º! Ynda olhou para Isabe relutancia e foi buscar o item. Isabe pegou os tr¨ºs objetos e caminhou em dire??o ¨¤ porta da frente,o se estivesse ansiosa para cortar?os aqu fam¨ªlia. Wilson Dias a chamou apressadamente, ¡°Isabe, sobre a parceria¡­¡± ¡°N?o quero fr sobre isso.¡± ¡°Voc¨º, sua¡­ insolente¡­¡± Ynda percebeu que tinha sido enganada e bloqueou o caminho de Isabe. ¡°Se n?o vai cborar conosco, devolva os itens!¡± ¡°Devolver s¨® porque voc¨º est¨¢ mandando?¡± 1/2 00-12 Capitulo 329 ¡°Essas s?o coisas da sua av¨®¡­¡±. ¡°Voc¨º sabe que s?o da minha av¨®? E que se n?o tivessem sido roubadas, a sa¨²de d n?o ter¨ªa piorado?¡± Ao ouvir Isabe dizer isso, Wilson Dias ficou surpreso. ¡°O que voc¨º disse? Como sua av¨® poderia estar pior? Esta manh?, quando fomos v¨º, estava bem¡­¡± ¡°Z¨¦ Henrique, n?o ou?a as bobagens dessa insolente¡­¡± Ynda apontou para o nariz de Isabe e a advertiu. ¡°Eu mandei voc¨º devolver as coisas, ouviu?¡± ¡°Se tem coragem, vem pegar.¡± ¡°Ah, sua insolente!¡± Ynda olhou para a empregada aodo. ¡°O que est?o esperando? Me ajudem!¡± O mordomo e o motorista correram para frente, tentando repreender Isabe. Contra todas as expectativas, antes mesmo de tocarem em um fio de cabelo d, foram derrubados no ch?o. Ao mesmo tempo em que Ynda estava em estado de choque, levantou a m?o na tentativa de dar um tapa em Isabe. Mas Isabe segurou seu pulso e olhou para frieza. ¡°Gra?as a voc¨º, todo o progresso que minha av¨® fez na cura foi em v?o. ¡°Solte-me¡­¡±, Ynda nem se importava a velha senhora, ¡°Eu mandei voc¨º soltar, est¨¢ me desafiando?¡± levantou a outra m?o, tentando atingir Isabe novamente, mas foi bloqueada. Isabe soltou a m?o e Ynda caiu no gramado, torcendo a cintura e mudando de co de tanta dor. ¡°Ah¡­ minha cintura¡­¡± Chatper 330 Cap¨ªtulo 330 ¡°M?e, voc¨º est¨¢ bem, m?e?¡± Caterina Dias correu de repente, tentando ajudar Ynda a se levantar. ¡°Ah, d¨®i¡­ N?o me mexe¡­ Ai, essa menina indom¨¢vel, uns dias sem regras e ficou selvagem assim?¡± Ynda estava desajeitada, deitada na grama, e as l¨¢grimas de dor ¡°Isabe, voc¨º passou dos limites!¡± Caterina Dias viu Isabe tentando ir embora, alcan?ou-a em poucos passos, agarrou seu bra?o, querendo ter uma conversa s¨¦ria . Isabe detestava o toque dessa flor de l¨®tus branca, e, ao levantar a m?o para se soltar, Caterina Dias caiu dramaticamente na grama, uma express?o de grande sofrimento. ¡°Dona Caterina, est¨¢ tudo bem?¡± A empregada aodo se apressou em ajud¨¢. As l¨¢grimas de Caterina Dias ca¨ªram, mas fingiu ser forte e disse: ¡°Estou bem¡­ N?o se preocupe.¡± ¡°Isabe,o voc¨º pode tratar assim sua m?e e sua irm?!¡± Wilson Dias n?o podia acreditar que a garota havia se tornado t?o selvagem, n?o apenas se levantando contra a empregada, mas tamb¨¦m desprezando a m?e e a irm?. Como poderia ter se tornado t?o ruim! ¡°Voc¨º disse que n?o tenho nenhum rcionamento esta casa. Os olhos de Isabe estavam frios ao extremo: ¡°Se eu encontrar voc¨º roubando as coisas da vov¨® de novo, cortarei as suas m?os e darei s para os cachorros!¡± ¡°Voc¨º, sua maldita¡­ N?o v?o me ajudar a par¨¢!¡± Ynda, l¨¢grimas de dor, ordenou ¨¤s empregadas ao redor: ¡°Fechem a porta e deem uma boa li??o n!¡± Isabe abriu caminho facilidade e saiu andando da V Dias. A fam¨ªlia Dias realmente abriu os olhos, essa ainda era a Isabe de antes? Em menos um m¨ºs longe, havia mudado tanto¡­ ¡°M?e, voc¨º est¨¢ bem?¡± Caterina Dias correu preocupada. Ynda estava furiosa, ¡°Essa maldita¡­ Se n?o ensinarmos uma li??o a , v?o pensar que somos f¨¢ceis de intimidar¡­¡± Wilson Dias suspirou, pensou que Isabe estava pensando e queria cooperar eles, mas n?o foi o caso¡­ Depois de deixar a fam¨ªlia Dias, Isabe entregou as coisas para a av¨® Dias e seu celr vibrou de repente. 1/3 00-13 isabe, o que est¨¢ fazendo?) Iratma mensagem do Whatsapp do seu irm?o mais velhelho. Oddedod de tsabe tocaram rapidamente a t e respondeutete Resolvendo algumas iosasoiara.¡± 11 Vajamaanien casa a noite?) 50.0 Quetcocinenloclem especial?] Dalquercosse est¨¢ bom.¡± Certoo.) ver Nevessesperofoi de fr pouco, e depois de um ¡°Certo¡±, sem mais asematens da ecode a cicr N?o se poupe d¡¯canais, cuide da sa¨²de.) nsou um pouco e rescemou: Te vejo ¨¤ noite.) belta enviou umempadde Ok e guardou o celr. ver Neves seriuiao veren agesposta sucinta da irm? e disse a Enrico, que estava ao tadado! ente adiantar os assuntos de a tarde, obero voltar para casa mais cedo para ficarom be.¡± rico arregalou os olhos,selel juterava ter visto o Chefe sorrir. Ap¨®s sete ou oito anos ao ao lo do Chefe, ele percebecque o Chefe tinha um carinho diferente por essa irm?. ¨®s panhar a av¨® Dials,sskabb pegou um t¨¢xi de volta ¨¤ empresa quando vioo rro de C¨¦lio estacionado nas prootil¨¢dles. homem que saiu do carro erar alto e bibonito, atraindo olhares enquanto passaText content ? N?velDrama.Org. Itando meia hora para o fim do expedicere,e, Isabe pensou que voltando mais o seria notada por ele. is ele chegou meia hora mais cedolo nde voc¨º estava?¡± C¨¦lio se aproximou e gattinata e ajenou uma mecha de cabelo e precisar de carro na pr¨®xima vez, pode nie dizeler. 11 n?o queria que a garota tivesse que pegar tax fora. Saiu pra resolver urnas coisas, por que voce veaddossabe olhou para ele, guendo os olhos. ¡°Ou voc¨º sempre chega assimaoc@cdo?¡± Ultimamente, n?o tenho tido muito o que fazer. C¨¦lida observava um ar dulgente. Cap¨ªtulo 330 Apesar de suas pvras, apenas Vicente sabia que o Senhor C¨¦lio acelerou o ritmo de seu trabalho di¨¢rio s¨® para poder buscar Dona Isabe mais cedo e passar mais tempo Naqu ¨¦poca, o Senhor C¨¦lio j¨¢ tinha tempo reservado para o romance, enquanto seu assistente ainda resolvia os problemas da empresa! Chapter 331 Cap¨ªtulo 331 Que droga! Deu vontade de chorar! ¡°Hoje ¨¤ noite vou jantar em casa, n?o posso ficar contigo.¡± ¡°Tudo bem.¡± C¨¦lio Franco afagou sua cabe?a e abriu a porta do carro para . Durante a trajet¨®ria, Isabe perguntou sobre a situa??o de Gisele Franco e s conversaram sobre seu trabalho. Em pouco tempo chegaram ¨¤ V Costa. C¨¦lio desafivelou o cinto de seguran?a d, abriu a porta do carro e a abra?ou relut¨¤ncia. ¡°Quando voc¨º vai arranjar um b para fi ¡°Tudo bem.¡± Isabe virou-se e estava prestes a entrar no port?o quando notou algo. brilhante no ch?o. Seria ¨®leo? Sob o sol, a grande mancha de ¨®leo parecia ter a forma da ¨¢gua¡­. Provavelmente para esconder o ¨®leo, algu¨¦m devia tervado o jardim, deixando o ch?o. todo molhado¡­ Se n?o olhasse atentamente, seria dif¨ªcil perceber¡­. Quem teria derramado ¨®leo ali? Queriam faz¨º cair? De uma das jans da casa principal, parecia haver olhos espiando, observando discretamente o que acontecia aqui fora. Sem dar bandeira, Isabe entrou na po?a d¡¯¨¢gua, evitando habilmente o ¨®leo e continuou. ¡° entrou l¨¢ t?o facilmente?¡± Escondida atr¨¢s da cortina, Cam parecia incr¨¦d. ¡®Deixel cair dois baldes de ¨®leo de prop¨®sito, por que n?o escorrega?¡± Mariana Neves sentiu-se frustrada. ¡°Ser¨¢ que aovar o jardim, o ¨®leo foi embora?¡± Text content ? N?velDrama.Org. ¡°N?o, Z¨¦liavou o jardim antes, e depois eu derramei o ¨®leo¡­ Isabe deveria ter ca¨ªdo de costas!¡± Mas, contra todas as expectativas, entrou uma tranquilidade exasperante! Nesse momento, Isabe entrou na casa principal, fazendo que as duas corressem. para fingir que discutiam o estilo das cortinas. ¡°Senhora Mariana, voc¨º quer trocar as cortinas do seu quarto por um modelo estampa floral?¡± 1/2 12.05 Capitulo 331 ¡°Sim, n?o acha que s?o bonitas?¡± ¡°C¨¦lio est¨¢ te procurando.¡± Isabe, ao passar por Mariana Neves,entou casualmente, ¡°Ele quer fr contigo.¡± C¨¦lio a procurava? Mariana Neves quase pulou de alegria e ia correndo para fora quando Cam a deteve um olhar! N?o fazia sentido o Sr. C¨¦lio procur¨¢! Ser¨¢ que Isabe tinha percebido o ¨®leo no ch?o e queria enganar a Senhora Marianal para que caisse? Isabe subiu alguns degraus e disse displicentemente, ¡°Ele est¨¢ ali, se n?o quiser ir, pelo menos avise-o.¡± Como n?o iria querer? Mariana Neves sonhava em fr C¨¦lio! saiu correndo da casa principal, e Cam correu atr¨¢s d, ¡°Senhora Mariana, cuidado, o cheio de ¨®leo.¡± Cho Cald ¡°N?o se preocupe, Isabe entrou sem escorregar, se voc¨º est¨¢ preocupada, vamos mais devagar!¡± Mariana Neves antes de terminar a frase, seus p¨¦s escorregaram e caiu para tr¨¢s. ¡°Senhora Mariana!¡± Cam tentou ajud¨¢, mas caiu tamb¨¦m. Isabe, parada na varanda do quarto, observava as duas ca¨ªdas, ligou para C¨¦lio, ¡°Agora voc¨º pode ir.¡± Ao entrar, mandou uma mensagem no Whatsapp para C¨¦lio e pediu que ele esperasse um pouco. C¨¦lio sorriu de canto, ¡°Voc¨º disse que tinha uma boa cena para assistir, ¨¦ essa?¡± ¡°Sim.¡± C¨¦lio n?o esperava que essas duas cora??es de serpente tentassem fazer Isabe cair, ¡°Vou fr meu tio.¡± ¡°N?o precisa.¡± Essa pequena confus?o n?o era motivo para rmar o pai. Chapter 332 Cap¨ªtulo 332 Na s de estar. Mariana Neves e Cam foram trazidas para dentro, cada uma deitada em dois sof¨¢s separados, express?es de dor evidentes. Nair Pires, ouvindo a confus?o, chegou correndo. ¡°O que aconteceu? Algu¨¦m, v¨¢ chamar o Dr. Daniel agora.¡± ¡°M?e, eu cai, e a Cam tentou me segurar e acabou caindo tamb¨¦m¡­¡± Por terem pisado em ¨®leo, a queda foi mais intensa e dolorosa. ¡°Deixe-me ver¡­¡± Nair Pires, percebendo que s¨® havia mulheres ao redor, levantou suavemente a parte de tr¨¢s da roupa de Mariana Neves e viu que suas costas estavam todas roxas de hematomas! ¡°Foi minha falha por n?o cuidar da senhorita; por favor, me castigue, senhora!¡± Cam, tamb¨¦m l¨¢grimas de dor, amaldi?oava a tal de Isabe. Como poderia o ch?o estar t?o escorregadio, e n?o ter se machucado? Text content ? N?velDrama.Org. Ser¨¢ que j¨¢ sabia do ¨®leo no ch?o? Imposs¨ªvel! Com aqueles olhos d,o poderia ter percebido? E mesmo que tenha percebido,o poderia ter desviado perfeitamente da mancha de ¨®leo e caminhado tranqumente para dentro da casa? ¡°Cam, Mariana disse que voc¨º caiu tentando ajud¨¢. Eu deveria estar agradecendo, e n?o te punindo!¡± ¡°A senhora ¨¦ muito generosa. Proteger a senhorita ¨¦ meu dever, e eu n?o hesitaria em sacrificar minha pr¨®pria vida¡­¡± ¡°Maso isso aconteceu? Onde caiu?¡± ¡°A senhora n?o sabe, a Sra. Isabe disse que o Sr. C¨¦lio estava procurando a Sra. Mariana para um assunto urgente, e a Sra. Mariana, para n?o fazer C¨¦lio esperar, apressou o passo, mas antes de chegar ¨¤ porta da frente, caiu!¡± Assim que Cam terminou de fr, Z¨¦lia acrescentou na hora certa: ¡°Eu acabei de ir at¨¦ o local onde a Sra. Mariana caiu, e havia ¨®leo no ch?o que algu¨¦m deve ter derramado¡­¡± ¡°Como pode ter ¨®leo no ch?o do jardim?¡± Nair Pires perguntou confusa. Z¨¦lia sugeriu sutilmente: ¡°Tamb¨¦m acho estranho. Justo quando a Sra. Isabe chamou a Sra. Mariana, havia ¨®leo no ch?o¡­¡± Capitulo 332 ¡°Atrevida!¡± Nair Pires se enfureceu. ¡°Voc¨º est¨¢ insinuando que tudo isso foi uma armadilha da Isabe?¡± ¡°Senhora, eu n?o quis dizer isso, foi s¨® um palpite¡­¡± Z¨¦lia se apressou em se desculpar, inclinando- se. ¡°A Sra. Mariana ¨¦o uma irm? para mim, e v¨º ferida me deixou desesperada¡­¡± ¡°O que est¨¢ acontecendo aqui?¡± Carlos Neves, ao ouvir a noticia, chegou apressado. Depois de entender a situa??o e vero as duas estavam feridas, perguntou ansioso: ¡°O Dr. Daniel ainda n?o chegou?¡± ¡°Ele disse que estar¨¢ aqui em quinze minutos.¡± ¡°Pe?a ao motorista para acelerar.¡± ¡°Sim!¡± ¡°Senhor, senhora, voc¨ºs n?o acham isso estranho?¡± , confiando em sua posi??oo ancia, disse uma frieza arrogante: ¡°O C¨¦lio normalmente s¨® procura a Sra. Isabe. Por que hoje de repente ele procuraria a Sra.. Mariana? E justo quando a Sra. Mariana saiu, o ch?o estava ¨®leo. Tudo isso ¨¦ muita coincid¨ºncia!¡± Nair Pires olhou para descontente, ¡°Sra. Kelly, o que voc¨º est¨¢ insinuando?¡± ¡°Senhores, para n?o acusar algu¨¦m injustamente e tamb¨¦m para n?o deixar escapar quem possa ter prejudicado a Sra. Mariana, eu humildemente pe?o que a Sra. Isabe venha aqui explicar o que aconteceu e, al¨¦m disso, que verifiquem as cameras de seguran?a!¡± ¡°Absurdo!¡± Nair Pires n?o esperava tal aud¨¢cia da empregada, que teve a ousadia de fazer tal solicita??o. ¡°Eu levo em considera??o sua idade, n?o vou brigar voc¨º, mas, na pr¨®xima vez, n?o ter¨¢ uma segunda chance. Comporte-se!¡± Como algu¨¦m ousa suspeitar de Isabe? Tem que ser muito corajoso! 1092/28 Chapter 333 Cap¨ªtulo 333 ¡°Ouvi di que algu¨¦m estava me procurando?¡± Naquele momento, Isabe desceu despreocupadamente a escada caracol, panhada de Sra. Maria. Provavelmente foi Maria quem lhe contou tudo sobre a s de estar. ¡°Isabe, por que voc¨º desceu?¡± Nair Pires olhou novamente para Maria: ¡°Quem te pediu para chamar a Sra. Isabe?¡± ¡°Foi porque a voz da Kelly estava muito alta.¡± Isabe chegou perto dos outros, dando uma olhada desinteressada. ¡°N?o ¨¦ para verificar as cameras de seguran?a?¡± ¡°Isabe¡­¡± ¡°Vamos ver.¡± A voz de Isabe era tranqu: ¡°Eu tamb¨¦m gostaria de ver se algu¨¦m. acabou se queimando, tentando armar para os outros.¡± ¡°Voc¨º¡­¡± Kelly estava ramente insatisfeita , mas disse educadamente: ¡°J¨¢ que a pr¨®pria a Sra. Isabe solicitou, vou mostrar para todos, tenho certeza de que todos est?o curiosos para saber o que realmente aconteceu eo a Sra. Mariana caiu!¡± ¡°Se e quem armou para a Sra. Mariana estiver escondido e vendo cair assim, sem enfrentar as consequ¨ºncias, o que vai acontecer depois? Qualquer um vai poder subir na cabe?a da Sra. Mariana? Quanto mais vai ter que sofrer? ainda tem alguma posi??o nesta casa?¡± Isabe rxou em uma poltrona, Maria serviu-lhe um copo de limonada, bebeu um gole e disse casualmente: ¡°Menos conversa.¡± ¡°Voc¨º¡­¡± ¡°Mostre.¡± Vai ver!¡± Kelly foi verificar as cameras e logo a t grande da TVe?ou as imagens da tarde. Kelly acelerou para tr¨ºs vezes a velocidade normal. As cinco e vinte da tarde, Z¨¦lia estava regando o jardim, e ¨¤s cinco e meia, a imagem de repente virou listras em preto e branco, e em seguida, o tempo pulou para as seis da tarde. Isabe entrou pelo port?o principal e, pouco depois, Cam estava ajudando Mariana Neves a sair do pr¨¦dio principal. Antes mesmo de se aproximarem do port?o ornamentado, Mariana Neves escorregou e calu, e Cam, tentando ajud¨¢, tamb¨¦m caiu. ¡°Parece que n?o foi culpa de ningu¨¦m, a Sra. Isabe n?o fez nada e a Sra. Marianal 1/2 12.05 Capitulo 333 tamb¨¦m!¡± ¡°As duas parecem inocentes!¡± ¡°Kelly, voc¨º entendeu mal a Sra. Isabe, nesse hor¨¢rio acabava de sair do trabalho.¡± ¡°¨¦ verdade.¡± V¨¢rias empregadas fram em defesa de Isabe. ¡°N?o!¡± Kelly parecia ter encontrado um ponto crucial, apontou para a t e disse um sorriso frio: ¡°Vejam bem! Nesse lugar, a Sra. Isabe passou sem cair, ent?o por que a Sra. Mariana caiu?¡± Todos olharam e viram que tanto a Sra. Mariana quanto a Sra. Isabe haviam passado por aquele lugar. Kelly afirmou convic??o: ¡°A Sra. Isabe certeza sabia que havia ¨®leo ali e o evitou! Mas a Sra. Mariana n?o sabia, e quando passou, caiu!¡± Ou seja, o ¨®leo foi derramado p Sra. Isabe! ¡°Que absurdo! A Sra. Isabe s¨® chegou do trabalho ¨¤s seis, n?o teria tempo para fazer isso!¡± Maria se levantou e acusou: ¡°Os senhores e senhoras ainda est?o aqui, e voc¨º se atreve a difamar a Sra. Isabe! Que coragem! ¡°Essas cameras de seguran?a forampradas no exterior por um alto pre?o pelos senhores e senhoras, e em cinco anos nunca deram defeito, mas justo na meia hora das cinco e meia ¨¤s seis, as imagens foram apagadas, e logo depois, ¨¤s seis em ponto, a Sra. Isabe aparece na t! Isso n?o parece um pouco suspeito?¡± ¡°O que voc¨º est¨¢ insinuando?¡± Maria n?o aguentou ouvir mais nada, postou-se diante de Isabe e come?ou a discutir Kelly. nem sabe onde o azeite ¨¦ quardad A Sra. Isabe acabou de chegar nesta casa, ¡°Ser¨¢ que foi voc¨º quem contou a ?¡± ¡°Cal¨²nia! Isso ¨¦ um absurdopleto!¡± Voc¨º n?o vai conseguir difam¨¢!¡± ¡°Eu ouvi a Z¨¦lia dizer que Sra. Isabe, ao voltar do trabalho, despistou a Sra. Mariana e a Cam, e depois subiu as escadas sozinha!¡± 2/2Copyright by N?v/elDrama.Org. Chapter 334 Cap¨ªtulo 334 Isabe:¡­? N?o era permitido que subisse de volta ao seu quarto? ¡°Todo mundo sabe que a s de monitoramento fica no terceiro andar! A Sra. Isabe fez quest?o de desviar todos os olhares, n?o era para subir e apagar as grava??es de vigilancia?¡± Isabe:¡­ Voc¨º tem alguma evid¨ºncia?¡± Maria ficou furiosa. ¡°Voc¨º tamb¨¦m n?o tem evid¨ºncias para provar que a Sra. Isabe ¨¦ inocente!¡± ¡°Chega!¡± Nair Pires n?o aguentava mais ouvir, olhou descontente para Kelly: ¡°Voc¨º est¨¢ cada vez mais atrevida, Isabe ¨¦ minha filha legitima, voc¨º vem aqui causar disc¨®rdia, n?o quer mais voltar para sua cidade natal para envelhecer?¡± Senhora, a Sra. Mariana foi muito boa para mim ao longo dos anos, est¨¢ t?o machucada, eu tinha que me pronunciar! Se eu entendi mal a Sra. Isabe, depois eu estou disposta a me ajoelhar e pedir desculpas, mas por agora, eu pe?o que a Sra. isabe me d¨º uma explica??o! Por que voc¨º e a Sra. Mariana passaram pelo mesmo tucar, mas s¨® voc¨º n?o caiu?¡± 00h porque eu vi que tinha ¨®leo no ch?o.¡± Disse Isabe casualmente. Se ningu¨¦m viu, n?o poderiam culpar ! Escura escuta, sabia que tinha ¨®leo l¨¢!¡± Kelly riuo se tivesse a certeza da vit¨®ria, Eu u ranicem quero saber, por que o C¨¦lio procuraria a Sra. Mariana sem motivo? vorana mentiu? O C¨¦lio nem estava procurando por ! Foi voc¨º quem inventou Zara Srbre/Mariana cair?¡± ansandiocassin, Mariana Neves olhou para Isabe surpresa, ser¨¢ que ess Patava nenendado? Delio oro secerca a procurou¡­. N?o, na.. Se forvarende ele arena que destruir essa garota desprezivel! Por que vore sesinipronto o que C¨¦lio est¨¢ fazendo? Voc¨º tem o direito de se Intrameter? Isabete la achou engra?ado. que Kelly, venda o jeito das tuba e Isabe estava mentindo e riu. ¡°C¨¦lio ¨¦ uma pessoa de alta posi??o comtalt som maignificanteso eu n?o podem perguntar, mas a Sra. Isabe porta 12:05 Capitulo 334 O que queria dizer era para Isabe ligar para C¨¦lio? ¡°Kelly!¡± Carlos Neves estava prestes a mand¨¢ fazer as ms e sair da casa quando Isabe falou.Belonging ? N?velDram/a.Org. ¡°Tudo bem, sem problema.¡± Isabe casualmente pegou o celr, discou o n¨²mero de C¨¦lio e colocou no altifnte. Enquanto Mariana Neves estava nervosa, tamb¨¦m secretamente esperava que C¨¦lio realmente precisasse d! Se Isabe estivesse mentindo, definitivamente n?o perdoaria essa garota desprezivel! Logo, a outra parte atendeu. ¡°Isabe.¡± Toda vez que C¨¦lio chamava o nome de Isabe, sua voz era incrivelmente agrad¨¢vel, um pouco sedutora, um tom de adora??o e indulg¨ºncia. Perguntou sua voz encantadora: ¡°J¨¢eu?¡± Era t?o agrad¨¢vel de ouvir. ¡°Ainda n?o.¡± ¡°Est¨¢ fome?¡± ¡°N?o.¡± ¡°Raramente me liga.¡± A voz de C¨¦lio soava muito contente. ¡°Eu estava pensando em voc¨º. O que est¨¢ fazendo?¡± Todos: !!! Mariana Neves n?o esperava que C¨¦lio tratasse Isabe tanta indulg¨ºncia e particr! ¡°Estou no viva-voz.¡± Isabe, para evitar que ele dissesse mais coisas ¨ªntimas, disse diretamente. ¡°De tarde, voc¨º estava procurando Mariana Neves para qu¨º?¡± passou p problema para ele. Viva-voz? Procurando Mariana Neves para qu¨¦? C¨¦lio percebeu imediatamente. ¡°N?o era nada demais.¡± Chapter 335 Cap¨ªtulo 335 Mariana Neves estava um tanto decepcionada. originalmente achava que C¨¦lio queria se derar para , ou convid¨¢ para um encontro, talvez tomar um caf¨¦ e bater um papo. ¡°Eu queria dizer a que s¨® tenho olhos para voc¨º.¡± Todos: ?!?!? ¡°Da ¨²ltima vez que fui tomar caf¨¦ da manh? na sua casa, seu pai e sua m?e ainda estavam dormindo. se derou para mim, e eu a rejeitei.¡± Os olhos de Mariana Neves se arregram, jamais esperava que C¨¦lio traria ¨¤ tonal esse assunto!! Cam tamb¨¦m n?o podia acreditar que C¨¦lio tinha fdo aquilo¡­. Ainda mais no viva-voz!! No viva-voz!! ro, Carlos Neves e Nair Pires mal podiam acreditar e ficaram visivelmente aborrecidos. ¡°Eu n?o gosto d. Primeiro, queria que desistisse, segundo, n?o queria magoar of cora??o do seu pai e da sua m?e, e terceiro, era um aviso para parar de te iodar.¡± O uso da pvra ¡°novamente¡± foi muito bem pensado, e todos ficaram boquiabertos. Ser¨¢ que Sra. Mariana costumava maltratar Sra. Isabe ¨¤s escondidas?? Quanta informa??o para processar!! ¡°Voc¨º ¨¦ t?o bondosa.¡± A voz de C¨¦lio estava cheia de afei??o e preocupa??o. ¡°Normalmente, voc¨º n?o me deixa aparecer, nem conversar direito seu pai e s m?e, mas n?o pense que eu n?o sei que voc¨º passa por dificuldades em casa.¡± Isabe estava visivelmente interessada na conversa, notando que o rapaz sabia se expressar bem. Quando Carlos Neves e Nair Pires ouviram isso, ficaram ainda mais tristes e furiosos ao pensar que sua querida filha pudesse estar enfrentando dificuldades sob o pr¨®prio teto! ¡°Voc¨º teme entristec¨º-los, mas ao n?o contar a verdade, quem sofre ¨¦ voc¨º, carregando tudo sozinha.¡± ¡°N?o toda bondade ¨¦ rpensada, embora eu saiba que voc¨º n?o espera nada em troca. Voc¨º ¨¦ uma pessoa assim, pura.¡± C¨¦lio sabia que estava no viva-voz e fez quest?o de que certas pessoas ouvissem: 1/3 Capitulo 335 ¡°N?o importa o que fa?a, s¨® tenho olhos para voc¨º, por toda a vida.¡± Mariana Neves ficou petrificada,o se tivesse sido atingida por um raio! ¡°Est¨¢ tudo bem, vou desligar agora.¡± Isabe interrompeu antes dele terminar e encerrou a chamada. Belonging ? N?velDram/a.Org. O sil¨ºncio tomou conta do ambiente¡­. Todos estavam incr¨¦dulos a ambi??o de Sra. Mariana, que tentava seduzir C¨¦lio ¨¢s escondidas e ainda maltratava Sra. Isabe! ¡°Pai, m?e, n?o ¨¦ o que voc¨ºs est?o pensando¡­¡± Mariana Neves tentou se levantar para se explicar, mas estava tanta dor que mal se mexeu e caiu do sof¨¢, sentindoo se todos os ossos doessem. ¡°Voc¨º est¨¢ dizendo que C¨¦lio est¨¢ mentindo?¡± Nair Pires n?o acreditava que C¨¦lio, aquele rapaz, pudesse mentir. Com a sua posi??o, ele n?o teria motivo para caluniar ningu¨¦m! ¡°Nos a tratamoso nossa pr¨®pria filha, e voc¨º, quando n?o estamos vendo, tenta seduzir o noivo de Isabe e ainda a maltrata!!¡± Nair Pires bateu na mesa raiva. Mariana Neves, assustada, rastejou at¨¦ os p¨¦s da m?e. ¡°M?e, m?e, voc¨º est¨¢ enganada! Isso foi no passado! Eu realmente tive pensamentos impr¨®prios sobre o meu cunhado, mas eu os superei! Eu realmente superei!!¡± ¡°Senhora, n?o se deixe desviar do assunto! Estamos aqui para investigar a queda da Sra. Mariana!¡± Kelly tentou mudar o foco da conversa rapidamente. ¡°Voc¨º fica quieta!¡± Nair Pires sabia que essa empregada tamb¨¦m n?o era flor que se cheire! ¡°Voc¨ºs querem a verdade?¡± A voz de Isabe soou desinteressada enquanto che ouvidos de todos. ¡°Ent?o eu vou lhes dar uma verdade! Maria, por favor, traga o notebook do meu quarto.¡± ¡°Imediatamente.¡± Maria correu para buscar. Logo, Isabe estava digitando uma s¨¦rie de c¨®digos no tedo diante de todos. Todos observavam a t doputador se encher de c¨®digos, sem entender o que estava fazendo, mas parecia algo impressionante! Carlos Neves e Nair Pires tamb¨¦m estavam confusos a a??o da filha. O que estava fazendo afinal?? N?o demorou muito, e as imagens de vigncia das cinco e meia ¨¤s seis da tarde foram restauradas!! Cam mal podia acreditar e ficou paralisada por alguns segundos, antes de olhar rapidamente para Kelly! 12 NA Capitulo 335 Kelly tamb¨¦m n?o podia acreditar,o poderia ser, aqu meia hora de filmagem que tinha deletado pessoalmente! at¨¦ tinha esvaziado a lixeira!! Chapter 336 Cap¨ªtulo 336 Como Isabe se recuperou? ¡°Esta ¨¦ a verdade que voc¨ºs queriam saber.¡± Isabe apertou o bot?o para reproduzir o v¨ªdeo em velocidade tri. Era cinco e meia da tarde quando um caminh?o de entrega parou na entrada da casa. Cam, panhada de algumas empregadas,e?ou a descarregar itens do ve¨ªculo. Sentada no sof¨¢, Nair Pires se lembrou que, em meados de cada m¨ºs, a casa recebia uma entrega especial de mantimentoso arroz, ¨®leo e temperos, trazidos por um motorista particr. Ps imagens das cameras de seguran?a, as portas do caminh?o se abriram e as empregadas come?aram a transportar para dentro de casa sacos de arroz, diversos temperos e at¨¦tas de ¨®leo de cozinha¡­ Cam carregava duas dastas quando, ao entrar, trope?ou no umbral da porta e caiu, derramando o ¨®leo pelo ch?o. As empregadas ¨¤ frente ouviram o barulho e se viraram para ajudar, mas Cam as impediu, provavelmente avisando que o ch?o estava escorregadio por causa do ¨®leo. Uma das empregadas apontou para a roupa de Cam, indicando que estavam sujas. Parecia sugerir que fosse trocar de roupa. Cam olhou para baixo, observou suas vestes e chamou o motorista do caminh?o, parecendo questionar por que astas n?o estavam bem fechadas. Depois de um tempo, Cam desviou pelo outro caminho para trocar de roupa, mas parece que esqueceu de pedir para algu¨¦m limpar o ¨®leo derramado. A primeira vista, tudo parecia um acidente, mas Isabe notou algo estranho. Primeiro, Cam era a bab¨¢ pessoal de Mariana Neves e n?o precisava ajudar a carregar aspras. Al¨¦m disso, s¨® foi buscar o ¨®leo depois de todas as empregadas terem entrado aspras¡­ Enquanto pegava astas, demorou um pouco, provavelmente porque estava soltando as tampas manualmente. A porta do caminh?o bloqueava a vis?o, mas dava para ver que havia ficado parada por um momento. Conhecendo bern a casa e a posi??o das cameras, trope?ou de prop¨®sito ao entrar, fingindo que tudo havia acontecido sem inten??o¡­ ¡°Senhor, senhora, a culpa ¨¦ toda minha! Eu estava sem fazer nada e decidi ajudar as 1/2 12:06 Cap¨ªtulo 336 Text content ? N?velDrama.Org. Cam fva e fingia arrependimento, tentando se levantar para pedir desculpas. Mas a dor a fez cair de volta no sof¨¢ v¨¢rias vezes. ¡°Por que as tampas n?o estavam bem fechadas?¡± Nair Pires perguntou a todos uma voz fria. ¡°E ningu¨¦m limpou o ¨®leo derramado? Cam, quando voc¨º e Mariana ca¨ªram, deveria ter se lembrado disso. Mas quando perguntei por que voc¨º caiu, voc¨º nem mencionou! E vendo Z¨¦lia incriminar Isabe indiretamente, voc¨º tamb¨¦m n?o se pronunciou para ajud¨¢!¡± ¡°Senhora, eu errei! Estou tanta dor que s¨® consigo pensar nisso, n?o me veio nada ¨¤ mente. E com a idade, minha mem¨®ria j¨¢ n?o ¨¦ a mesma. Me puna, por favor!¡± ¡°Senhora, a culpa ¨¦ minha, eu vi Sra. Mariana se machucar e fiquei t?o preocupada que acabei fndo o que n?o devia. Por favor, me perdoe!¡± Z¨¦lia tamb¨¦m pediu desculpas rapidamente. Outra empregada se apressou em explicar: ¡°Depois que terminamos de carregar as coisas, Sra. Mariana disse que est¨¢vamos de parab¨¦ns pelo trabalho duro e nos ofereceu umnche. N¨®s come?amos aer e esquecemos de limpar¡­¡± abaixou a cabe?a enquanto fva. ¡°O motorista do caminh?o disse que talvez n?o tenham verificado direito antes de sair para a entrega. No ano passado tamb¨¦m aconteceu algo parecido¡­¡± ¡°Senhora, a culpa ¨¦ nossa, por favor, nos castigue!¡± Chapter 337 Cap¨ªtulo 337 Castighugye?¡¯ Nair Pires othou-as de cima, autoridade. ¡°ro que haver¨¢ castigo! Se paulo bosses toabe ter recuperado as imagens das cameras,o estaria agora? Sepia jostacada e nem pndo no Rio S?o Francisco se livraria da culpa!¡± Dascotpluerors. Isabe!¡± As empregadas, aterrorizadas, cairam de joelhos. ¡°Senhora, berdoa 10. Sra. Mariana, perdoe-nos, foi tudo culpa nossa¡­¡± A quta de cotica, e, Sra. Mariana sempre t?o atenciosa e conversadeira, st acabaram : ceterando de suas obriga??es. Camia, sua potesse odede a cuidar da Marjana. Apesar de ter boas inten??es ao ajudar corn as dud?es, v. voc¨º derramou o ¨®leo e devia ter chamado algu¨¦m para limpar. Voce diz que a lo acerte uz ceguecer posso entender isso, considerando os dezoito anos burdando da Mariama e exocolo co esse tombo. Vou descontar um m¨ºs do seu sal¨¢rio, que isso n?o se repeats, Obrigada por sua misericordia, senhora!¡¯ Cam, agradecida,n?ou um olhar dese?ador a isabetle, auton se dissesso, o que voc¨º pode fazer contra mim? sabetia sorriu sualmente c cono de todo esavesse sob seu controle. Voces outras, distraidas conidodecys, esqueceram de limpar o ch?o, fazendo a Mariana bair e quase incriminando is sbede justamente. Ser?o descontados dois meses do Sal¨¢rio de voces!¡± Obrigada por sua miseric¨®rdia, Senbonokafes empregadas, aliviadas por n?o serem dispensadas, sabiarn que os Neves sram todos ethores empregadores do pa¨ªs. E voc¨º! Nair Pires virou-se para Kally! Sabanaumito bem o que disse!¡± Kelly calu de joelhos rapidamente ¡°Sentoro, a colpa fol toda minha. Sra. Maria joi t?o boa para mim, e eu, em desespero, ninte entendi Sra. Isabe. Vou me des corn agora!¡± Da tinha dito que se estivesse errada sobre isabatiells. se sjoalharia e pediria perd?o gora, ajoelhada diante de Isabe, suplicou ¡°Sarts a betie, ferum erro, um momento oucura, por favor me perdoe! Sou simples e sem muntata sostru??o, mas pe?o que me perdoe pelos doze anos de dedica??o a esta cosa! E, defatoionourvou-se a bateu a pobaca no ch?o tres vezes. vanter o emprego era a sua prioridade. sob olhou para tranqumente, un sorriso nosbios. ¡°Kelly, quando voc¨º apagou Badens, pensou no quanto eu poderia ser mat-interpretada, o bocada, vista olhos. clochescism? Jocos olharam para Kelly, chocados. 12:06 Capitulo 337 havia apagado as imagens? Kelly ficou atonita por alguns segundos,o Isabe sabia? ¡°Porque esses sistemas de seguran?a avan?ados, para impedir que algu¨¦m m¨¢s inten??es apague as imagens, tiram uma foto a camera frontal no momento da exclus?o. Voc¨º apagou meia hora de filmagem, mas esqueceu de apagar sua pr¨®pria foto.¡± Kelly ficou pasma, um erro t?o simples a arruinou! ¡°Sra. Isabe, eu errei, fui t, por favor me perdoe¡­¡± Cam, em panico, pensou que aquele dispositivo de vigilancia nem mesmo tinha uma camera frontal. Isabe estava apenas tentando assustar Kelly, mas Kelly, sendo ing¨ºnua, se entregou. ¡°At¨¦ agora, n?o vai dizer quem est¨¢ por tr¨¢s disso?¡± Isabe falou uma calma desdenhosa,o se aquilo fosse de pouca importancia. Mas Kelly j¨¢ estava em panico, e instintivamente olhou para Cam e para Mariana Neves¡­ As duas tamb¨¦m estavam nervosas, seus olhares implorando: n?o fale, n?o nos traia! Text content ? N?velDrama.Org. 2/2 Chapter 338 Cap¨ªtulo 338 Carlos Neves e Nair Pires trocaram olhares inquisitivos,o se ambospartilhassem uma d¨²vida silenciosa. Estaria algu¨¦m por tr¨¢s disso tudo? Mas quem? Quem tinha manipdo Kelly? Copyright by N?v/elDrama.Org. Quem queria prejudicar Isabe? Curvada pelo peso do choro, Kelly confessou, Eu errei. Quando vi a Sra. Isabe voltar para nossa casa e a Sra. Mariana ser deixada dedo, fiquei ressentida Sra. Isabe e quis criar uma situa??o embara?osa para ¡­ Era s¨® para ser uma queda, mas nunca imaginei que Sra. Mariana e Cam ¨¦ quem se machucariam¡­¡± Enquanto fva, se ajoelhou diante de Mariana Neves, solu?ando: ¡°Me perdoe, Sra. Mariana, jamais quis machuc¨¢. Me perdoe de verdade¡­¡± assumiu toda a culpa sozinha¡­. Mariana Neves, o cora??o apertado,mentou: ¡°Kelly, apesar de voc¨º me querer bem, escolheu o caminho errado. Eu nunca fui negligenciada nesta casa, meus pais sempre me trataram bem, assim como minha irm?, e voc¨º¡­ quase colocou minha irm? em uma situa??o injusta, provocando a ira dos nossos pais. Voc¨º realmente me decepcionou!¡± ¡°Me perdoe, Sra. Mariana, eu desapontei o amor que voc¨º sempre teve por mim¡­¡± Cam, n?o perdendo a chance de ati?ar a situa??o, acrescentou: ¡°Kelly, voc¨º fez o que jamais deveria ter feito, apagando as imagens das cameras. Com isso, poderiam p que ue fui eu quem derramou o ¨®leo, quebinei contigo para apagar as grava??es incriminar Isabe. Se fosse assim, eu n?o poderia morrer em paz¡­¡± ¡°Me perdoe, Cam, o erro foi todo meu. N?o te envolve nisso.¡± Kelly sabia que Mariana Neves certeza apensaria depois, por isso tomou to responsabilidade para si. ¡°Ningu¨¦m me mandou fazer isso, foi minha pr¨®pria inveja de Sra. Isabe que me fez agir. N?o tem nada a ver Sra. Mariana ou Cam¡­¡± ¡°Voc¨º est¨¢ dispensada. Esta casa n?o tem mais lugar para voc¨º, e voc¨º e sua fam¨ªlia est?o proibidos de entrar em qualquer propriedade da fam¨ªlia Neves!¡± disse Nair Pires, e ent?o virou-se para Z¨¦lia: ¡°Voc¨º tamb¨¦m. V¨¢ embora. E deixe ro que o quem ousar desrespeitar Isabe ter¨¢ o mesmo destino!¡± ¡°Sim!¡± responderam as outras empregadas, curvando-se, pensando no qu?o generosa a senhora era para Sra. Isabe. Kelly e Z¨¦lia, aos prantos, agradeceram a bondade dos patr?es e se despediram de Mariana Neves, tamb¨¦m pedindo desculpas a Isabe antes de subir para arrumar suas 1/2 12:06 Capitule 338 coisas. ¡°Agora, ¨¦ hora de acertarmos as contas.¡± Disse Nair Pires, olhando para Mariana Neves um toque de frieza. Desesperada, Mariana Neves agarrou-se ¨¤s pernas de sua m?e, chorando. ¡°M?e, deixe-me explicar. De fato, nutri fantasias pelo meu cunhado, pois desde pequena ele era meu ¨²nico noivo. Meu carinho por ele era legitimo, mas ent?o, de repente, minha irm? apareceu.¡± Com l¨¢grimas transbordando, Mariana continuou, ¡°N?o consegui conter meus sentimentos eeti um erro, dizendo coisas que n?o deveria para meu cunhado. Depois, Cam me repreendeu severamente e eu percebi meu erro. Eu juro que desde ent?o o vejo apenaso cunhado! Pode perguntar para a Cam, eu nem mesmo vi meu cunhado desde aquele dia! Como poderia estar perseguindo-o?¡± Cam rapidamente interveio. ¡°Senhora, Sra. Mariana est¨¢ dizendo a verdade. j¨¢ tem namorado!¡± Mariana Neves: ?? Todos: ?? Carlos Neves e Nair Pires ficaram ainda mais confusos: ¡°Namorado??¡± ¡°Sim, ¨¦ da fam¨ªlia Soares, o Sr. Jesimiel Soares. Elee?ou a cortejar a Sra. Mariana ainda no gin¨¢sio e persistiu por seis longos anos. H¨¢ pouco tempo, Sra. Mariana finalmente se deixou conquistar e concordou em dar uma chance ao rcionamento¡­¡± 2/2 Chapter 339 Cap¨ªtulo 339 Cam falou uma sinceridade tocante: ¡± Porque s¨® estamos namorando h¨¢ poucos dias, ainda h¨¢ muita incerteza, por isso n?o contei ainda ¨¤ Senhora e ao Senhor. N?o foi por querer esconder nada!¡± ¡°Pretendia contar para voc¨ºs depois das f¨¦rias de ver?o¡­¡± Mariana Neves disse um rubor juvenil e um sorriso doce no rosto. Era vis¨ªvel que estava realmente apaixonada pelo Jesimiel. ¡°Voc¨º e o Jesimiel est?o mesmo namorando? Nair Pires perguntou, meio descrente. ¡°Cam!¡± Mariana Neves chamou uma fingida reprimenda,o se estivesse culpando Cam por revr seu segredo. Cam apressou-se em dizer:¡±Sra. Mariana, tendo algu¨¦m que se preocupa e cuida de voc¨º, o senhor e a senhora tamb¨¦m v?o ficar felizes. N?o tem problema em contar, senhor e senhora, se n?o acreditarem, essa noite o Sr. Jesimiel vai aparecer e disse que vai levar a Sra. Mariana para assistir a um filme. Ent?o voc¨ºs v?o ver que o que eu disse ¨¦ verdade!¡± Carlos Neves e Nair Pires trocaram olhares. Se Cam e Mariana tivessem mentido, inventando uma pessoa qualquer,o essa pessoa iria exatamente hoje ¨¤ noite convidar a Mariana para ir ao cinema? Deve ser verdade que eles est?o namorando¡­ Se a Mariana realmente tem algu¨¦m de quem gosta, isso ¨¦ bom, n?o ficar¨¢ mais pensando no C¨¦lio.. Eles conheciam a Mariana, se n?o tivesse superado o C¨¦lio, jamais aceitari interesse de outro rapaz, muito menos namorar ele! Ent?o, eles realmente devem estar namorando¡­. Maria n?o conseguiu se segurar e disse: ¡°Agora pouco a Kelly pediu para a Sra. I ligar para o C¨¦lio para provar sua inoc¨ºncia, ser¨¢ que a Sra. Mariana n?o poderia para o Sr. Jesimiel para que ele confirme se est?o mesmo namorando¡­¡± ¡°Irm?, voc¨º n?o acredita na Sra. Mariana? Ou n?o acredita em mim? Acha que eu inve uma pessoa qualquer? Mesmo que eu tenha inventado algu¨¦m,o a Sra. Mariana poderia namorar algu¨¦m assim t?o casualmente? A Sra. Mariana ¨¦ uma pessoa ambi??es! E, al¨¦m disso, se fosse uma inven??o minha,o eu saberia que essa pessoa estaria livre para convidar a Sra. Mariana para o cinema hoje ¨¤ noite?¡± ¡°Voc¨º¡­¡± ¡°Al¨¦m do mais, a Sra. Mariana e o Sr. Jesimiele?aram a namorar h¨¢ poucos dias, ligar agora s¨® iria parecer estranho e poderia atrapalhar o rcionamento dos jovens!¡± 1/2 12:06 Capitulo 339 A fam¨ªlia Soares tamb¨¦m ¨¦ bem-sucedida, embora n?o t?o poderosa quanto a fam¨ªlia Neves, mas n?o muito distante¡­. Jesimiel tamb¨¦m ¨¦ um rapaz bonito, um sujeito esperto.. Nair Pires retomou: ¡°Ent?o por que voc¨º estava intimidando a Isabe ¨¤s escondidas?¡± ¡°Senhora, a senhora realmente est¨¢ enganada!¡± Cam interveio mais uma vez para explicar, ¡°Agir por conta pr¨®priao a Kelly fez, pegando no p¨¦ da Dona Isabe ¨¤s escondidas, isso n?o pode cair na conta da Sra. Mariana!¡± ¡°Ser¨¢ que s¨® porque a Kelly ¨¦ amiga da Sra. Mariana, podemos culpar a Sra. Mariana ps besteiras que faz? Isso seria muita injusti?a!¡± ¡°Pai, m?e, se eu realmente tivesse intimidado a irm?, que eu seja fulminada por um raio, que eu n?o tenha um bom fim!¡± Mariana Neves desafiou o destino, certa de que suas pvras n?o se realizariam, e foi ficando cada vez mais intensa. ¡°Que eu morra atropda ao sair de casa, que eu me engasgue comendo, que eu seja atingida por algo. caindo do c¨¦u enquanto ando p rua¡­¡± ¡°Chega!¡± Nair Pires n?o aguentava mais ouvir. ¡°Se voc¨º realmente n?o tem outras inten??es o C¨¦lio e n?o mandou ningu¨¦m importunar a Isabe, ent?o vamos esquecer isso. Mas se eu descobrir que voc¨º maltratou a Isabe e ainda alimenta ilus?es quanto ao C¨¦lio¡­¡± 12:06Belonging ? N?velDram/a.Org. Chatper 340 Cap¨ªtulo 340 ¡°Mariana Neves, o cora??o na m?o, disse mais um monte de coisas ¨¤ sua m?e. ¡®N?o, m?e, a senhora me criou por dezoito anos, eu jamais seria ingrata.¡± Quando o Dr. Daniel chegou, Mariana Neves rapidamente fingiu dor, sementando nos bra?os de Nair Pires, ee?ou a relembrar hist¨®rias de sua infancia. Oliver Neves acabara de chegar e, ao presenciar a cena, n?o p?de deixar de perguntar: ¡°O que houve?¡± ¡°Irm?o, eu ca¨ª sem querer¡­¡± Mariana Neves, amparada p empregada, se jogou no sof¨¢, fazendo cara de sofrimento. ¡°Como assim voc¨º caiu?¡± Antes de se aproximar, Oliver Neves colocou suaspras diante de Isabe. ¡°Gostou?¡± ¡°Ah, irm?o, voc¨º s¨® mima . E eu?¡± Mariana Neves fez bico, fingindo ci¨²mes de formal teatral e repulsiva. Copyright by N?v/elDrama.Org. ¡°Quando foi que voc¨º n?o teve algo que queria?¡± Oliver Neves disse, e acrescentou: ¡°Al¨¦m do mais, voc¨º n?o precisaria disso.¡± O que n?o precisaria?? Mariana Neves olhava ansiosamente¡­ Isabe abriu a pequena caixa de presente e encontrou um conjunto de batons de edi??o limitada. ¡°Voc¨º pode usar no trabalho, Isabe. Ouvi dizer que ultimamente todas as menin est?o atr¨¢s desse kit.¡± Ele tinha contato direto a marca, que queria presente¨¢-lo alguns kits, m recusou eprou. O presente que ele deu para a irm? tinha um significado diferente do que seria dado marca. ¡°Obrigada, Irm?o.¡± Isabe disse do?ura. Ouvindo a pvra ¡°irm?o¡±, Oliver Neves ficou ainda mais contente, seu olhar se suavizou. ¡°Se precisar de alguma coisa, ¨¦ s¨® fr que eupro para voc¨º.¡± Depois de examin¨¢, Dr. Daniel informou que Mariana Neves s¨® estava contus?es e incha?os, nada s¨¦rio. Mas,o era a herdeira, ele teve que prescrever alguns medicamentos. ¡°Ah, que dor¡­¡± 12.06 Capitulo 340 Enquanto a empregada aplicava o rem¨¦dio, Mariana Neves gemia de dor, constantemente interrompendo a conversa entre os irm?os. Dr. Daniel, aodo, n?o podiaentar, eram apenas contus?es, mas a herdeira exagerava tanto que, quem n?o soubesse, poderia pensar que quebrara algum osso. O celr de Isabe vibrou duas vezes, era o Dr. Francisco. se levantou e disse: ¡°Vou subir.¡± ¡°Isabe.¡± Oliver Neves queria continuar a conversa, mas ao ver sua silhueta se afastando, pareceu um tanto desapontado. O que teria acontecido? Neste momento, Cam apressou-se em dizer ¡°Senhor, veja a Sra. Mariana, n?o para de remar da dor¡­¡± ¡°N?o ¨¦ mais que frescura.¡± Oliver Nevesn?ou-lhe um olhar reprovador. ¡°Chamem algu¨¦m para ajudar a Sra. Mariana a subir para descansar, quando o jantar estiver pronto, me avisem.¡± ¡°Irm?o, eu n?o estou sendo fresca, est¨¢ doendo mesmo¡­¡± Mariana Neves voltou a fazer manha. ¡°Dr. Francisco.¡± Isabe subiu as escadas uma voz suave. ¡°Como voc¨º tem passado?¡± ¡°Nada bem, nada bem mesmo! J¨¢ faz quase um m¨ºs que voc¨º n?o liga para o seu av?! Estou cansado de ficar s¨® esses velhos, eles me enlouquecem! Na ¨²ltima vez, o Leno ainda se gabou na minha frente por ter almo?ado voc¨º! Hum, nem me convidou! Me deixou de fora!¡± 12:06 TUIO 341 Chatper 341 Cap¨ªtulo 341 ¡°Eu n?o me importo, daqui a dois dias eu tamb¨¦m vou te procurar! Voc¨º tamb¨¦m precisal me panhar para uma refei??o, tem queer mais do que ele, quero tirar fotos. para mostrar a ele, deix¨¢-lo para tr¨¢s! Ah, e j¨¢ t¨¢ quase na hora de sair o resultado do ENEM, j¨¢ vou avisando, esquece essa hist¨®ria de olhar outras universidades, mesmo que voc¨º queira s¨® dar uma volta pelo campus, tem que pensar em mim!¡± Isabe esbo?ou um sorriso nos l¨¢bios. ¡°Est¨¢ certo.¡± Dr. Francisco tagarelou mais um pouco antes de finalmente desligar o telefone. Mariana Neves foi amparada at¨¦ o quarto, onde enfiou uma pulseira de diamantes na m?o de Cam, ¡°Atualmente, n?o consigo transferir dinheiro para Kelly e Z¨¦lia, n?o fa?a isso muito evidente. Encontre algumas pessoas confi¨¢veis e pe?a a s para transferirem dinheiro de Z¨¦lia e Kelly! Text content ? N?velDrama.Org. para as co ¡°Lembre-se, n?o deixe rastros.¡± ¡°N?o se preocupe, s Cam guardou a pulseira, sabendo que valia um milh?o, el n?o p?de evitar perguntar, ¡°A senhorita quer dizer que cada pessoa dar¨¢ cinquenta mil?¡± ¡°Vinte e cinco mil para cada uma, e os outros cinquenta mil s?o seus. Hoje voc¨º se machucou tentando me ajudar, se n?o fosse voc¨º defendendo minha posi??o e inventando um namorado na hora, considerando a express?o da minha m?e, parecia que queria me devorar viva!¡± Mariana Neves ficava mais irritada enquanto pensavanisso, ¡° prometeu me trataro filha, mas quando eu e a filha d tivemos um conflito de interesses, n?o pensou duas vezes antes de ajudar a pr¨®pria filha! Para , eu sou s¨® uma estranha!¡± ¡°Senhorita, a senhora j¨¢ foi bastante tolerante.¡± ¡°E tem o irm?o,prando presentes para Isabe, mas eu n?o tenho nada!¡± Mariana Neves estava furiosa, ningu¨¦m a levava a s¨¦rio, por que diabos Isabe tinha que voltar? Por que tinha queplicar a vida d? ¡°Foi um pouco de ousadia da minha parte inventar um namorado para a senhorita¡­ mas quem sabe a senhorita n?o considera continuar fingindo ser namorada do Sr. Jesimiel? Assim, o senhor e a senhora n?o v?o mais suspeitar, e nosso no pode seguir adiante.¡± Mariana Neves estava pensando exatamente isso, mesmo que Jesimiel n?o fosse o que queria, e ¨¤s vezes fosse at¨¦ irritante, pelo menos serviao escudo, e poderia ser ¨²til para resolver problemas futuros! Depois de pensar um pouco, Mariana Neves pegou o celr e mandou uma mensagem. no WhatsApp para ele. 1/2 19-06 2 Capitulo 341 Ele ligou imediatamente, euf¨®rico, ¡°Mariana, voc¨º aceitou minha proposta? Finalmente vai ser minha namorada? Isso ¨¦ maravilhoso!¡± ¡°S¨® estamos tentando, ainda n?o ¨¦ um namoro de verdade¡­ ¡°Voc¨º me dando uma chance j¨¢ ¨¦ o suficiente! Mariana, posso ir te ver agora? Eu tenho tantas coisas para te contar!¡± Jesimiel era apaixonado por h? seis anos e n?o via a hora de coloc¨¢ num pedestal. Mariana Neves aproveitou a oportunidade para sugerir, ¡°Hoje ¨¤ noite tem um filme que dizem ser muito bom¡­¡± ¡°Qual ¨¦ o nome? Eu volto para o Brasil agora mesmo e te levo para assistir.¡± Mariana Neves p?de ouvir ele dando ordens para algu¨¦mprar a passagem, e n?o p?de evitar a surpresa, ¡°Voc¨º est¨¢ fora do pa¨ªs?¡± ¡°Estou na Fran?a minha irm? para fazerpras, aproveitei para dar uma olhada. nas subsidi¨¢rias aqui. Mariana, voc¨º gosta da Fran?a? Um dia desses eu te levarei para ver os campos de lavanda, ¨¦ muito bonito aqui!¡± Vamos ver.¡± Mariana Neves disse o nome do filme para ele e desligou. Quando chegou a hora do jantar, Maria e Cam subiram para chamar as senhoritas, e trocaram um olhar cheio de descontentamento e repulsa, desviando rapidamente o olhar. ¡°A senhora e os senhores, convivendo a Sra. Mariana por dezoito anos, esse vinculo profundo n?o ¨¦ algo que o sangue possa substituir.¡± Cam, ao subir as escadas, olhava firmemente ¨¤ frente, fndo um tom de orgulho. Maria nem olhava para , fixava o olhar ¨¤ frente na estrada e, um tom sarcastic disse, ¡°Suas feridas j¨¢ n?o doem? Eu pensei que essa queda fosse finalmente fazer vo cair na real, mas parece que s¨® piorou a situa??o! Se n?o tem nada inteligente para dize ¨¦ melhor ficar quieta, em vez de ficar desfndo sua ignorancia por aqui.¡± Chatper 342 Cap¨ªtulo 342 ¡°Voc¨º!¡± Cam, indignada, deixou escapar um sorriso ir?nico, ¡°Que vantagem aqu mo?a te deu para voc¨º defend¨º assim?¡± ¡°Nesta casa, enquanto voc¨º for uma empregada, deve se referir a o Sra. Isabe! Voc¨º acha que tem o direito de cham¨¢ de ¡®mo?a¡¯?¡± Mesmo que Isabe n?o lhe desse um centavo, sairia em sua defesa, n?o por outro motivo, mas porque admirava o car¨¢ter de Isabe e a formao tratava as pessoas. N?o erao a Sra. Mariana, t?o falsa e irritante. ¡°A Sra Sra. Mariana sempre foi boa voc¨º.¡± Cam caminhava pelo corredor, mantendo os olhos fixos ¨¤ frente, um sorriso nos l¨¢bios,o se estivesse lembrando-a de algo. ¡°A Sra. Isabe tamb¨¦m foi boa voc¨º. Como voc¨º a retribuiu?¡± Maria caminhava ao seudo pelo corredor, ent?o virou o canto e parou diante da portal de Isabe, sussurrando um lembrete. ¡°A postura dos senhores e senhoras est¨¢ bem ra. Quem quer que perturbe a Sra. Isabe ou tiver inten??es C¨¦lio, bem, n?o preciso nem dizer o final que ter¨¢, voc¨º mesma sabe o que acontecer¨¢!¡± Dito isso, bateu na porta e disse respeitosamente: ¡°Sra. Isabe, o jantar est¨¢ servido. ¡°Ah, tem gente que escolheu odo errado e ainda acha que ¨¦ esperta!¡± Cam zombou por um tempo e depois bateu na porta uma atitude ainda mais humilde. ¡°Sra. Mariana, o jantar est¨¢ pronto.¡± As duas portas se abriram ao mesmo tempo. Isabe saiu justamente quando avistou Mariana Neves. Mariana Neves hesitou por um momento, lembrando-se das humilha??es que hoje, e sua indigna??o se acendeu, ¡°Hoje voc¨º deve ter desapontado a irm?, n?o Isabe estava prestes a passar por , quando ouviu essas pvras, seus l¨¢bio curvaram levemente. ¡°Irm?zinha, voc¨º tem muito a aprender. Voc¨º n?o sabe que Cidade Ventoso existe algo chamado Olho de ¨¢guia?¡± em ¡°Olho de ¨¢guia??¡± Mariana Neves ficou at?nita por um momento, realmente tinha ouvido fr disso, n?o era o tipico sistema de vigilancia que sepra no mercado, menor o que um gr?o de arroz, mas capaz de visualizar cada detalhe das ruas de Cidade Ventoso, at¨¦ mesmo a ca de cada carro e os movimentos de cada pessoa. Diziam que apenas alguns chef?es do governo tinham o privil¨¦gio de acessar o Olho del ¨¢guia, uns diziam que era para melhorar a qualidade geral de vida e seguran?a nas a qualidade geral de vida e seguran?a nas 1/2 Capitulo 342 principais cidades, outros que o sistema seria implementado primeiramente em Cidade Ventoso e depois expandido nacionalmente para capturar criminosos. Havia tamb¨¦m rumores de que em algum lugar de Cidade Ventoso moravam familiares do l¨ªder supremo, e por isso essa tologia era necess¨¢ria para garantir sua seguran?a. Devido ¨¤ sua am cobertura, desde que voc¨º n?o estivesse dentro de um pr¨¦dio ou oculto por algo, suas a??es nas ruas poderiam ser ramente observadas! Isabe ligou o celr e ampliou a imagem da camera de vigilancia. Ent?o foi voc¨º que abriu a tampa.¡± Mariana Neves e Cam olharam juntas, apenas para ver Cam atr¨¢s do caminh?o, girando as tampas de duas garrafas, e depois fingindo trope?ar ao entrar¡­ s n?o imaginavam que o Olho de ¨¢guia existia e que poderia ser t?o detalhado! ¡°Esta ¨¦ voc¨º?¡± Isabe esbo?ou um sorriso frio, ¡°Se voc¨º n?o pode reconhecer, posso levar isso l¨¢ embaixo e pedir para todos ajudarem a identificar¡­¡± Cam, aterrorizada, caiu de joelhos, ¡°Sra. Isabe, eu errei, n?o deveria ter the acusado¡­¡± Content protected by N?v/el(D)rama.Org. ¡°Adianta reconhecer o erro agora? Isso nas m?os da pol¨ªcia, voc¨º seria acusada de tentativa de homic¨ªdio. Se eu tivesse ca¨ªdo, na melhor das hip¨®teses voc¨º poderia pegar tr¨ºs anos de pris?o. Se fosse mais grave, nem se f de tr¨ºs anos, a familia Neves inteira viria atr¨¢s de voc¨º!¡± Cam tremia de medo, ¡°Sra. Isabe, o que a senhora deseja que eu fa?a, apenas pe?o que n?o conte para os patr?es¡­ Eu fa?o qualquer coisa!¡± ¡°Vai depender do meu humor.¡± Sra. Isabe guardou o celr. ¡°Se eu descobrir que voc¨º est¨¢ aprontando ps costas ou maltratando a Maria, n?o sei se entrego isso p pol¨ªcia, para os seus pais, ou se posto na inte.¡± Maria, que estava aodo, n?o esperava que Sra. Isabe fosse mencion¨¢ e, d repente, se endireitou, ganhando uma dose de coragem! ¡°Sra. Isabe, os erros foram todos meus no passado, eu juro que n?o vou mais repeti-los! Eu me ajoelho diante da senhora! Por favor, apague esse video¡­¡± ¡°Apagar?¡± Sra. Isabe esbo?ou um sorriso frio. ¡°Acabei de fazer um backup.¡± Ao ouvir isso, Cam ficou ainda mais apavorada. 12:06 Chatper 343 Capitulo 343 be ionorou o corpo iramunt i de Carais,p se tivesse levado um choque, ergueu a lr na m?o e olhou pra variamaria veves. Pensou que podia se livrar disso quando us associados tentam meorqudicar seus pats v?o acreditar en voce ou em mim? Ariana Neves mordeu e sbic in fororos sororese por tsabelte ter ativado o Olho de Aquia linda ter salvo as imagens da cones de secuntinca. Como conseguiu fazer isso? aria, vamos embora. m observou a silhueca dodas saattanuu-se desabar. am, voce esta bern? Marianareves es betancours meo para ajuda a se levantar, ressada. quele lugar ramente n?o tinha vonove & bere que erezimenteo a Sra. Isabe se sobre o Olho de Aquia? i mesmo te puneoroso a conto de capturar imagens t?o ras? m sentiu que estava acabada, tirtha sido descuidadada ao censar que n?o havia ncia naquele lugar! n?o fazia ideia de que algo corno a Olho de Aulia & is tal irmos que encontrar uma maneira detaze de apadara vnede oliva o podemos deixar que espaine Mariana Neves temia ser arrastada are o escarabozio. as a Sra. isabe n?o parece ser atquem facil de convencec ad disse que fez um SKUD! corno se estivesse mantendo aquilo corno ma arnasse contravel esasi @ batxeza! e Belonging ? N?velDram/a.Org. imas voce n?o sabe, mas aquilo n?o consegue capturar o que acordecent centro koo¡­. Podernos agir la dentro¡­ na no scoorava que a Sra. Mariana tivesse essa ideia de repente Timo lochem. fanno que possarnos apagar, estaremos a salvo¡­¡± Lisabona, voce ¨¦ incrivel Maria sequia Isabe escada abaixo e n?o pocie doskar dodo juurarate evidencias, por que n?o as apresenta contra a Sra. Marianara portzzz1 (3) 1101 atcu a ver isso!! m, sent dvvia, estava adindo cob as ordens de Mariana Neves! DSC pode provar que a da Carnda foi quem ac, e enquanto insistir que foi tudatu a d, senec?o com Mariana Neves, e Mariana Neves usar sua historia decos iliares descendanou chorar na frente dos anci?os da familia, e dos irm?os.. Capitulo 343 Seria apenas uma quest?o de uma empregada dom¨¦stica ser demitida! Muito provavelmente, Mariana Neves n?o seria expulsa de casa! No m¨¢ximo receberia um pequeno castigo. ¡°Com isso em meu poder, ¨¦o ter uma carta na manga para advertis. Se s n?o temerem as consequ¨ºncias e n?o conseguirem se contrr, certeza tentar?o me chantagear para deletar o video.¡± Assim seteriam um erro, e seria o erro de Mariana Neves que eu precisaria pegar! E tinha que ser um grande erro! Isso faria que nossos pais tomassem uma decis?o dura, sem mais esperan?as por ¡­. ¡°Sra. Isabe, voc¨º ¨¦ muito esperta!¡± Maria percebeu e admirou Isabe profundamente, ¡°Voc¨º pensa em tudo.¡± parar ¡°Chega de fr.¡± Antes de entrar no restaurante, Isabe sinalizou para de fr. Maria prontamente se calou. Durante a refei??o, Mariana Neves n?o ousou sequer olhar para Isabe, mantendo a cabe?a baixa, quase derrubando a sopa v¨¢rias vezes¡­ 12.06 Chatper 344 Cap¨ªtulo 344 Cam n?o tinha coragem de olhar para Isabe, mantendo a cabe?a baixa enquanto servia Mariana Neves. ¡°Vov? e vov¨® est?o se sentindo melhor ultimamente?¡± perguntou Oliver Neves para Isabe, servindo um prato e ent?o olhando para seus pais preocupados. Ultimamente ele tem estado ocupado os assuntos da sede da empresa e voltando para casa para ficar a irm¨¡; j¨¢ fazia uma semana que tinha voltado e ainda n?o tinha visitado os av¨®s. ¡°No dia da cerim?nia de entrega dos pr¨ºmios, a vov¨® acordou uma vez, mas depois voltou a ficar inconsciente¡±, disse Nair Pires tristeza. ¡°N?o sabemos quando vai acordar.¡± ¡°O que causou isso?¡± Isabe perguntou uma voz suave. tinha ouvido que os av¨®s n?o estavam bem, que os bisav¨®s j¨¢ estavam avan?ados em idade, mas n?o tinha perguntado detalhes. ¡°Seus av¨®s adoravam fazer exerc¨ªcios. Um m¨ºs atr¨¢s, quando foram fazer uma trilha, sua av¨® acabou caindo, e seu av?, tentando segura, caiu uma d¨²zia de degraus e ambos perderam a consci¨ºncia, chegando ao hospital ema profundo.¡± Nair Pires ainda se lembrava daquele diao se fosse ontem. ¡°Os exames de tomografia mostraram que sua av¨® teve uma fratura craniana e um traumatismo cerebral, al¨¦m de v¨¢rias outras fraturas pelo corpo. Seu av? estava em pior estado porque, ao cair, tentou proteg¨º e acabou servindoo uma barreira humana para , sofrendo m¨²ltis fraturas e tendo l¨ªquido no t¨®rax e sangramento ce ambos alto risco de invalidez e morte.¡± Nair Pires, lembrando daquele dia, ainda se sentia aterrorizada. ¡°Naquele mesm durante os exames, seu av? sofreu um choque e sua av¨® teve uma insufici¨ºncial respirat¨®ria aguda que nos deixou apavorados!¡± Na ¨¦poca, os sinais vitais de ambos estavam muito inst¨¢veis, e os sangramentos e tao profundos que n?o era poss¨ªvel operar, ent?o foram transferidos para a UTI. Eles est?o na UTI desde ent?o, sua av¨® acordou umas duas vezes, mas seu av?¡­ nem uma vez!¡± Nair Pires disse isso um peso no cora??o, ¡°e v¨¢riasplica??es, os m¨¦dicos. disseram que o sangramento cerebral causou danos graves ao sistema nervoso central. dede armbos, e eles est?o com dificuldade para tossir e escarar, ent?o tiveram que fazer roma traqueostomia e usaram um ventdor mecanico para ajud¨¢-los a respirar.¡± Parecia que a situa??o era muito grave e qualquer descuido poderia ser fatal. 12.06 Capitulo 344 Carlos Neves tamb¨¦m falou um tom sombrio, ¡°Nos ¨²ltimos meses, a equipe da UTI vem superando enormes desafios, lidando insufici¨ºncia respirat¨®ria, choque, infec??es respirat¨®rias, anemia e dist¨²rbios eletrol¨ªticos. N?o sabemos quando eles v?o acordar de vez, mas continuamos esperan?osos.¡± ¡°Eles est?o no Hospital Ventoso?¡± Isabe perguntou em seguida. ¡°N?o.¡± Embora o Hospital Ventoso fosse o melhor hospital p¨²blico de Cidade Ventoso, famoso em tratamento cardiaco, n?o tinha o mesmo n¨ªvel de cuidado de um hospital particr. ¡°E os bisav¨®s, est?o melhores?¡± perguntou Oliver Neves voz grave. ¡°Eles n?o melhoraram, seu tio conseguiu entrar em contato especialistas de renome internacional e j¨¢ levou eles para tratamento fora do pa¨ªs.¡± Oliver Neves sabia que a situa??o dos bisav¨®s n?o era muito mais otimista do que a dos avos, e se sentiu ainda mais abatido. ¡°Vamos, n?o vamos fr sobre isso na hora do jantar¡±, Carlos Neves interveio, tentando aliviar o clima pesado e servindo maisida para Isabe. ¡°Come um pouco mais, faz quase um m¨ºs que Isabe voltou, n¨¦?¡± ¡°Est¨¢ perto¡±, Isabe respondeu, aceitando docilmente aida que seu pai servia pra . ¡°Os resultados do ENEM est?o prestes a sair, n?o ¨¦?¡± ¡°Voc¨º pode verificar depois de amanh?.¡±Text content ? N?velDrama.Org. ¡°Que ¨®timo! E voc¨º j¨¢ pensou em qual universidade quer tentar?¡± Carlos Neves perguntou sorridente. ¡°Deixa eu dizer uma coisa: qualquer que seja a universidade que vo escolher, seu pai vai te apoiar ! E ro, se n?o quiser estudar, tamb¨¦m n?o vo O que importa ¨¦ a sua felicidade.¡± ¡°Obrigada, pai.¡± Chatper 345 Cap¨ªtulo 345 Mariana Neves estava morrendo de inveja! Oliver Neves olhou ternura para a garota ao seudo. ¡°Est¨¢ nervosa?¡± Copyright by N?v/elDrama.Org. Isabe: ??? Era s¨® o resultado do ENEM, o que tinha de t?o nervoso nisso? Se o irm?o soubesse qual seu n¨ªvel, ele n?o teria feito essa pergunta¡­ Mas para n?o preocupar o irm?o, respondeu docilmente, ¡°To bem.¡± Oliver Neves n?o viu nenhum sinal de nervosismo nos olhos d, ent?o estava confiante nos resultados? ¡°Depois de amanh? tenho que viajar para o exterior, irmos visitar os av¨®s?¡± Esse era o ¨²ltimo prazo que ele podia adiar! otal amanh?, depois do trabalho, A Fran?a estava insistindo, e amanh? seria o ¨²ltimo dia que ele teria para passar a irm¨¡. Ao pensar nisso, ele ficou bem triste. Apesar de Carlos Neves e Nair Pires tamb¨¦m quererem que os mais velhos vissem aa, os dois estavam constantemente inconscientes, e foi por isso que ainda n?o se conheceram. Um brilho malicioso apareceu nos olhos de Mariana Neves. Se os av¨®s n?o acordarem, a visita de Isabe vai ser em v?o, e sem ganhar a aprova??o deles, essa viagem ser¨¢ em v?o! Mas se os av¨®s acordarem de repente e ficarem emocionados ao ver Isabe cora??es fr¨¢geis poderiam n?o aguentar tal emo??o. E se algo desse errado, seria a culpada! Como algu¨¦m que causou a morte dos av¨®s poderia ficar na familia Neves? n?o podia perder esse espet¨¢culo! Com isso em mente, falou uma voz suave, ¡°Pai, m?e, irm?o, eu tamb¨¦m quer visitar os av¨®s.¡± ¡°Ent?o vamos todos juntos?¡± Carlos Neves pensou que talvez, a familia reunida, os mais velhos pudessem acordar ao ouvir suas vozes. ¡°Isabe, amanh? ¨¤ tarde passo para te buscar.¡± Oliver Neves acariciou a cabe?a de Isabe. ¡°Vamos comer, aida vai esfriar.¡± ¡°Certo.¡± Isabe pensou consigo mesma que algu¨¦m ficaria ci¨²mes de novo, 1206 Capitulo 345 tinha deixado ele dedo ultimamente.. Gra?as a Deus tinham um hospital em casa para cuidar bem dos av¨®s. Se fossem uma familiaum, com gastos de vinte mil por dia, j¨¢ estariam arruinados depois de um m¨ºs. M¨¢rio Lopes uma vez disse que j¨¢ tinha visto de tudo em termos de natureza humana, j¨¢ que na emerg¨ºncia testemunhou muitas despedidas. Alguns parentes, ao verem seus entes queridos naUTI, queriam imediatamente desligar os aparelhos, desistir do tratamento¡­ Alguns por falta de dinheiro, outros por impaci¨ºncia¡­ Enfim, a natureza humana estava exposta ali, provocando suspiros. ¡°Isabe, no que est¨¢ pensando? Oliver Neves serviu mais uma tig de sopa para . Ele tinha visto bem tranqu antes, e agora estava pensativa de novo, talvez preocupada os resultados do ENEM? Afinal, era apenas uma crian?a, e por mais que tentasse esconder, ainda era jovem. Pensando assim, Oliver Neves falou carinho, ¡°N?o se preocupe, seja o ENEM ou qualquer outra coisa, voc¨º tem o irm?o aqui.¡± E n?o precisava ir muito longe, afinal, qual universidade em Cidade Ventoso teria coragem de recusar algu¨¦m da familia Neves?! Chatper 346 Cap¨ªtulo 346 Logo ao amanhecer do segundo dia, Oliver Neves viu Isabe terminar o caf¨¦ da manh? e rapidamente se aproximou, ¡°Isabe, vou te levar para o trabalho.¡± ¡°N?o precisa, o C¨¦lio vai vir me buscar.¡± Aquele rapaz de novo?? Oliver Neves mal tinha voltado ao Brasil e ainda n?o tevea chance de levar a irm? nenhum dia! Esse rapaz estava sempre se adiantando para buscar e levar ! Ouvi dizer que o cr de diamante rosa que estava de olho tamb¨¦m foi um presente que ele deu ! Os paisentaram que C¨¦lio estava interessado em Isabe, ele era generoso e sempre atencioso. Mas, aos olhos de Oliver Neves, Isabe ainda era jovem, ainda estava estudando. Aquele rapaz estava se aproximando demais d, e se ele fizesse alguma coisa inapropriada.. ele n?o perdoaria ele t?o facilmente! Naquele momento, C¨¦lio estava esperando dodo de fora do port?o, sua figura esbelta e rosto bonito. Ao ver Oliver Neves e Isabe se aproximarem, ele se endireitou e caminhou em dire??o a eles. ¡°Irm?o.¡± Por cortesia, assimo Isabe, C¨¦lio chamou Oliver Neves de irm?o. Mas a express?o de Oliver Neves esfriou um pouco, ¡°Isabe ¨¦ minha irm?, ¨¦ natural q voc¨º me chame de irm?o. Sr. C¨¦lio, n?o precisa ser t?o formal, pode me chamar de Sr. Neves.¡± Irm?o tamb¨¦m ¨¦ um t¨ªtulo que voc¨º pode usar?? C¨¦lio percebeu a hostilidade nos olhos de Oliver Neves, uma hostilidade que ramente. acusava ele de levar a irm? embora. ¡°Voc¨º ¨¦ o irm?o de Isabe, ent?o ¨¦ meu irm?o tamb¨¦m.¡± ¡°Isabe, voc¨º chama ele de uma forma t?o intima??¡± Vendo o confronto de olhares entre os dois, Isabe falou de maneira tranqu, ¡°Estou quase atrasada, vamos nos apressar.¡± ¡°Parece que meu irm?o tem algo pra me dizer, v¨¢ e me espere no carro.¡± C¨¦lio abriu a porta do carro para Isabe. Enquanto se abaixava para entrar, ele 1/2 12:06 Capitulo 346 protegeu sua cabe?a a m?o e, depois que se sentou, se inclinou para ajud¨¢ a colocar o cinto de seguran?a. Pareceu que ele repetiu esse gesto v¨¢rias vezes, e Oliver Neves n?o esperava que o rcionamento entre eles fosse t?o intimo e natural quando estavam a s¨®s. Ele apertou os punhos for?a. Belonging ? N?velDram/a.Org. Ele tamb¨¦m queria levar e buscar sua irm? assim, mas nunca teve a chance! ¡°Fale direito,¡± disse Isabe, olhando primeiro para C¨¦lio e depois para Oliver Neves,o se estivesse advertindo os dois. C¨¦lio falou gentilmente, ¡°N?o esquenta, se meu irm?o ficar chateado, estou disposto a levar uns socos por isso.¡± Oliver Neves: !!! Que besteira esse garoto est¨¢ fndo? Ele ¨¦ uma pessoa violenta?? Como ele tem coragem de fr mal dele na frente da irm?!! Nesse momento, seus punhos estavam ainda mais tensos!! Depois de fechar a porta do carro, C¨¦lio se aproximou de Oliver Neves,¡± Irm?o, estou aberto a conselhos.¡± ¡°Esse¡¯ irm?o¡¯ saiu f¨¢cil da sua boca, hein?¡± Percebendo o olhar da irm? dentro do carro, Oliver Neves conteu o impulso de socar a cara de C¨¦lio e perguntou pacientemente, ¡°Quando voc¨º e Isabe come?aram a namorar?¡± ¡°Eu j¨¢ tinha notado bem antes d voltar para a familia Neves. Come?amos namorar depois que voltou para a familia Neves.¡± ¡°Voc¨ºs j¨¢ se conheciam antes?¡± ¡° salvou nosso av? no hospital, sua habilidade m¨¦dica ¨¦ impressionante e me bastante.¡± Oliver Neves tinha ouvido algo sobre isso da sua m?e, diziam que sua irm? tinha salv o Sr. Mauro duas vezes, que ele tinha um carinho especial por e at¨¦ deu o cr coroa, que representava ser a nora da fam¨ªlia! Chatper 347 Cap¨ªtulo 347 ¡°Qual ¨¦ a posi??o dos seus pais em r??o a isso?¡± perguntou Oliver Neves umal voz fria. ¡°Meus pais est?o viajando pelo mundo, ainda n?o voltaram.¡± Desde que deixaram oando do grupo C¨¦lio, estavam felicissimos, medo. que C¨¦lio se arrependesse, eles pegaram um avi?o na mesma noite para o exterior. Geralmente s?o eles que entram em contato a Familia Franco, nem mesmo o Senhor tem um meio de contato fixo eles. ¡°Minha av¨® ainda est¨¢ ema.¡± Na Familia Franco, a ¨²nica pessoa que pode tomar decis?es ¨¦ o Sr. Mauro. ¡°Fique tranquilo, irm?o, a Isabe ¨¦ uma ¨®tima garota, eu vou valoriz¨¢o se fosse minha vida.¡± ¡°N?o precisa se preocupar, irm?o, n?o ¨¦ apenas uma paix?o passageira, nem vou mudar de ideia no futuro. Se eu fizer algo para trair Isabe, minha vida est¨¢ nas suas m?os, voc¨º pode vir peg¨¢ quando quiser.¡± Oliver Neves viu que ele era um homem de pvra e n?o pressionou ele mais. ¡°Tudo bem, ent?o aceito sua promessa. Se voc¨º tratar Isabe bem, nossa familia Neves vai te receber honras. Mas se fizer algo para magoar , quer seja servinfiel ou fazer chorar, n?o ser¨¢ apenas eu, toda a nossa familia vai exigir justi?a!¡± ¡°Certo, est¨¢binado.¡± C¨¦lio cumprimentou ele um toque de punhos. Isabe, sentada no carro, observava a cena de longe, sabendo que aquilo era u acto entre homens, algo que provavelmente tinha a ver . N?o era dif¨ªcil adivinhar o que era.. ¡°Minha irm? ainda ¨¦ jovem, est¨¢ estudando. Cuide d carinho, n?o assus fazendo coisas precipitadas,¡± disse Oliver Neves, medo que C¨¦lio fosse pred e fizesse algo proibido. Mas, no fundo, C¨¦lio sabia que a irm? de Oliver podia ser bem selvagem. A lider da Organiza??o FOGO na ¨¢rea do Triangulo, era muito bom em usar armas. Provavelmen seu firm?o n?o acreditaria se visse os pr¨®prios olhos. You sempre lembrar das suas pvras, irm?o¡± A tarde, vou levar isabe para visitar os av¨®s, vai no meu carro! N?o precisa vir busca Desde que ele voltou ao pa¨ªs, Isabe s¨® tinha andado de carro ele uma vez, ap¨®s o Concurso de Design¡­ 12.06 Capitulo 347 Desde ent?o, o irm?o monopolizou a presen?a d, mas hoje finalmente era a sua vez! ¡°T¨¢ certo. Era natural que Oliver quisesse se aproximar da pr¨®pria irm?. Ent?o ele perguntou, ¡°E o que voc¨º acha da Mariana?¡± A pessoa quem C¨¦lio estava prometido anteriormente era Mariana Neves, que cresceu sendo o centro das aten??es, mestra em m¨²sica, xadrez, literatura e pintura, uma verdadeira dama de familia tradicional, famosa na alta sociedadeo uma herdeira elegante. ¡°N?o sinto nada por .¡± Essa era a verdade no cora??o de C¨¦lio. Oliver Neves tamb¨¦m pensava assim. Se houvesse algo, C¨¦lio teria cortejado Mariana antes de Isabe voltar¡­ Mas desde pequenos, C¨¦lio e Mariana raramente se viam. As pessoas do c¨ªrculo social sabiam que ele era muito dedicado ¨¤ sua carreira e sem interesse em romances. Parece que Isabe era a primeira pessoa que ele admitiu que gostava, a primeira que ele se esfor?ava para encontrar tempo e tratar bem. Oliver Neves sabia que ele tinha uma boa amizade Valentin Neves e Valentin n?o era nenhum tolo. Se C¨¦lio n?o tivesse bom car¨¢ter, Valentin n?o teria sido seu amigo por tanto tempo. Pensando nisso, Oliver olhou para C¨¦lio e disse seriedade: ¡°Espero n?o estar enganado a seu respeito.¡± ¡°Pode confiar, irm?o, eu nunca vou decepcionar sua confian?a e suas expectativa Vendo Oliver Neves caminhar em dire??o ao seu carro, C¨¦lio ainda disse respeitosamente: ¡°Vai calma, irm?o.¡± Ap¨®s Oliver Neves ter partido, C¨¦lio subiu no carro, passando a m?o na cabe?a d Isabe, ¡°Desculpa por te fazer esperar.¡± ¡°O que o meu irm?o te disse?¡± Text content ? N?velDrama.Org. ¡°N?o foi nada demais.¡± C¨¦lio olhou para ternura, ¡°Ele pediu para eu cuidar bem voc¨º.¡± Isabe j¨¢ suspeitaya, ¡°Ele vai te levar pra visitar os av¨®s ¨¤ tarde?¡± Embora C¨¦lio n?o pudesse panh¨¢, ele ainda queria preparar um presente, para mostrar seus sentimentos. 2/2 Chatper 348 Cap¨ªtulo 348 ¡°Que atencioso.¡± Isabe n?o esperava que ele ainda fosse preparar presentes para os av¨®s. Pensando bem, desde que se conheceram, nunca tinha dado ele um presente. Era hora de pensar no que poderia dar. ¡°Ouvi dizer que amanh? saem os resultados do ENEM?¡± C¨¦lio olhou para preocupado. ¡°T¨¢ nervosa?¡± Isabe: ?? Por que ele estava fazendo a mesma pergunta que seu irm?o mais velho? ¡°To tranqu.¡± ¡°T¨¢ interessada em alguma universidade?¡± Ele perguntou. ¡°Qualquer uma que voc¨º gostar, pode entrar.¡± Isabe riu. ¡°Mesmo se as notas n?o forem boas?¡± ¡°Neste mundo, as universidades s¨® se importam se voc¨º gosta ou n?o ds, notas s?o secund¨¢rias.¡± Ele estava insinuando que a iria conseguir uma vaga por meios alternativos??? ¡°Vamos ver amanh?. Isabe n?o tinha nenhuma universidade em mente, mas lembrando-se das pvras do Dr. Francisco, queria considerar a institui??o onde ele lecionava¡­ Apesar de o velho ser um pouco tagar¡­ Depois de um tempo, C¨¦lio deixou na entrada da empresa. Assim que Isabe pisou no pr¨¦dio, Raul Fonseca correu at¨¦ . ¡°Diretora Isabe, seul irm?o, seu irm?o, seu irm?o veio!¡± ¡°Irm?o?¡± ¡°Vai ter uma reuni?o de emerg¨ºncia em dez minutos. Todos os funcion¨¢rios de nivel gerencial para cima devem participar, e voc¨º tamb¨¦m.¡° ¡°Onde ele est¨¢?¡± ¡°Ele j¨¢ est¨¢ na s de reuni?es esperando!¡± Isabe entregou suas coisas para Raul Fonseca e pediu que ele as levasse para o escrit¨®rio. Enquanto caminhava para a s de reuni?es, viu outros funcion¨¢rios ¨¤ sua frente apressados, formando grupos para fofocar. ¡°Nem acredito que o Sr. Oliver veio inspecionar nossa empresa pessoalmente!¡± ¡°Eu vi ele l¨¢ embaixo, que gato! Ele ¨¦ perfeito de todos os ¨¢ngulos!¡± 1/2 12.06 Capitulo 348 ¡°Quem ser¨¢ que ¨¦ boa o suficiente para ele?¡± ¡°O Sr. Oliver tem uma presen?a t?o marcante, acho que s¨® algu¨¦mo a Diretora Isabe uma presen?a forteo ele poderia conquist¨¢-lo. Ah, Diretora Isabe¡­¡± s entraram no elevador, prestes a fechar a porta, quando viram Isabe se aproximando. Assustadas, rapidamente fecharam a boca e cumprimentaram a diretora. ¡°Continuem,¡± disse Isabe, sabendo que fofocas entre os funcion¨¢rios eram inevit¨¢veis. entrou no elevador e pressionou o bot?o para fechar a porta. Os funcion¨¢rios seguraram a respira??o a chegada d, medo de fr. ¡°Por que pararam?¡± Isabe estava curiosa para ouvir a fofoca. ¡°Ah, Diretora Isabe¡­¡± uma das mulheres criou coragem para perguntar. ¡°Voc¨º acha o Sr. Oliver bonito?¡± Perguntar se seu irm?o era bonito?? Sem pensar, Isabe respondeu. ¡°Ele ¨¦.¡± ¡°Ele ¨¦ seu tipo ideal?¡± a funcion¨¢ria continuou. ¡°Se o Sr. Oliver te convidasse para sair, voc¨º aceitaria ficar ele?¡± Isabe: ?? ¡°N?o.¡± Como poderia ficar seu pr¨®prio irm?o?! ¡°Ah? Por qu¨º??¡± os outros funcion¨¢rios perguntaram confusos. ¡°Um cara jovem, bonito e ricoo o Sr. Oliver ¨¦ ¨²nico, n?o ¨¦?¡± ¡°Existem outros.¡± Isabe respondeu sem hesitar. ¡°Outros? Quem?¡± Os funcion¨¢rios estavam curiosos sobre quem estava fal Text content ? N?velDrama.Org. ¡°Diretora Isabe, voc¨º n?o estaria namorando, estaria?¡± ¡°Diretora Isabe ¨¦ t?o jovem, o que voc¨ºs est?o imaginando?¡± 2/2 Chatper 349 Cap¨ªtulo 3499 katornente Meesmo que tenha uni namorado, certeza zle deve ve in maivel!¡± Irecors (Sticht, vo on tem idesa do porque o Sr. Oliver veio fazer inspe?adorerapente? 100 Derby No vai ser un corte de pessoal, n¨¦? h? N?o, portavoeunterro de miedo de demiss?es¡­ elevador em um: some artevanos empregados apressaram-se en segurosios ormoon: issos de sabiGHAGENDUTERndo ansiosamente Diretora isabe, o St. Oliver navorval abend.poentuttando S: almente fazeroties van dizer que no ¨¦s passado, ele demittu mais de nalini ssoas mores MW M6s8s de mil pessoa th leu Deus, sinto operationswesta na isto.. dos empregados se atreven a no errarian roupa de isab, dar 100 nesecuro, ¡°Duretora tabe, se c Sr. Oliver me demitir, voce mque me satva! le salva fambarn se for eu a demos?¡±sabetasunenesnes en un sorriso, provocando s. +Sr h?? As funcion¨¢rias pusertises S40 Sr Oliver te demur, nos vamos fazer eve, n?o trabalharnos insist abe ficou um potico surpress vnsentou conuensorso nosbios. ¡°E s¨¦rio?¡± iretora Isabe, se voce for demnitas, pezzivovice vo se to n¨®s tremos! Eo estou brincando nem puxando sabo, mas toppenes vinos pua capacidade, s Iver te demitir, so mostra que ele n?o ter vsed! empresa so tem futuro con voce!! iso mesmo, sem d¨²vida!¡± t¨¢bios de Isabe mantiverarn-se curvados para carna, ao esperava sert?o tintado pelos seus cotegas. a parou citante da porta da s de reuni?es ehatet. Uma votanicar respondeu de htrem uitos empregados seguiram Isabe para dentro, o verem liver leaves ¨C ipprimentarain em untssono, Bon dia, Sr. Oliver abe tambem cumprimentou ele. enha sentar aqui do meu fado.¡± Oliver Neves bateu na cadeira ¨¤ sua vs, osado Capitulo 349 calorosamente para Isabe. Ao ver isso, todos pensaram que estavam vendo coisas. Como o Sr. Oliver poderia ser t?o amig¨¢vel com a Diretora Isabe? Ser¨¢ que isso significava que n?o seria demitida? Isabe sentou-se aodo de Oliver Neves, apenas para ouvi-lo dizer, ¡°Eu s¨® vim para vero est?o as coisas, n?o precisam ficar nervosos.¡± Copyright by N?v/elDrama.Org. Seu olhar varreu toda a s, mas essas pvras pareciam destinadas a Isabe. Ao ouvir isso, todos respiraram aliviados. Desde que n?o fossem demitidos, tudo estaval bem! Depois de um tempo, todos reunidos, Oliver Nevese?ou a perguntar sobre a situa??o recente da empresa, e v¨¢rios gerentes fram sobre Isabe. ¡°N?o sei se o Sr. Oliver est¨¢ ciente, mas se n?o fosse p Diretora Isabe, a empresa teria desmoronado!¡± ¡°Se a Diretora Isabe n?o tivesse se humilhado para me panhar no concurso de design, eu nunca teria ganhado o primeiro lugar e a empresa n?o teria se destacado. De fato, Diretora Isabe ¨¦ a grande hero¨ªna!¡± A pessoa fndo era Emilia Cardoso, que agora era gerente do departamento de design. olhou para Oliver Neves uma express?o sincera e disse, ¡°J¨¢ que o Sr. Oliver est¨¢ aqui, eu pe?o que a sede d¨º uma rpensa para a Diretora Isabe!¡± ¡°Com certeza!¡± ¡°Concordo! Diretora Isabe fez muito p empresa, merece ser rpensada.¡± Oliver Neves olhou para todos e perguntou, ¡°Ent?o todos concordam, que reco deveria dar?¡± ¡°Eu acho que o que n¨®s, meros animais do trabalho, mais desejamos ¨¦ um bom f¨¦rias, n¨¦? Soube que a Diretora Isabe j¨¢ teve um aumento antes, ent?o eu pe? tenha f¨¦rias remuneradas!¡± ¡°Essa ideia ¨¦ boa, n¨®s concordamos!¡± Todose?aram a concordar em conjunto. Oliver Neves n?o esperava que a influ¨ºncia da irm? na empresa fosse t?o significativa, e seu rosto se suavizou, ¡°Ouvi dizer que os resultados do ENEM d est?o prestes a sair.¡± ¡°Ah?? Ent?o a Diretora Isabe ainda ¨¦ uma estudante do ensino m¨¦dio!¡± ¡°Quando os resultados do ENEM sair, ser¨¢ que a Diretora Isabe vai se matricr na universidade e deixar a empresa?¡± ¡°N?o fa?a isso, Diretora Isabe, n¨®s vamos sentir a sua falta¡­¡± Chatper 350 Cap¨ªtulo 350 As pessoas ao redor mostraram olhares de despedida, cheios de saudade. Afinal, aqu. mo?a j¨¢ era o cora??o da empresa. Sem , ningu¨¦m podia imaginar o que seria da empresa. ¡°Se a diretora Isabe for para a universidade, eu deixo de trabalhar e monto uma barracal perto da universidade, para vender tapioca para a diretora Isabe!¡± ¡°Ent?o eu vou vender a?a¨ª, as jovens dessa idade devem adorar a?ai, n?o ¨¦?¡± ¡°E eu abro uma ag¨ºncia de entregas, s¨® para levar eendas para a diretora Isabe, deve adorar fazerpras online!¡± Enrico, que estava atr¨¢s de Oliver Neves, quase caiu para tr¨¢s essesent¨¢rios. O status dessa senhora Isabe no cora??o dos funcion¨¢rios era t?o elevado assim? At¨¦ mais popr que o pr¨®prio senhor Oliver¡­ ¡°Fiquem tranquilos, eu n?o vou abandonar voc¨ºs.¡± Isabe falou em tom suave. ¡°N?o importa se vai estudar ou n?o, oando da empresa sempre ser¨¢ d. Oliver Neves tinha vindo exatamente para dizer isso, ¡°Se for estudar, as pequenas quest?es ficam a cargo do Raul Fonseca, mas as grandes decis?es continuariam sendo tomadas ¨¤ distancia p diretora Isabe, Enrico.¡± Enrico imediatamente passou uma pilha de documentos. Oliver Neves os pegou e disse aos presentes, ¡°Estes s?o documentos que eu assinei em branco, qualquer decis?o que a diretora Isabe tomar daqui para frente, eu j¨¢ concordei antecipadamente.¡± Todos ficaram boquiabertos. Esse senhor Oliver confiava demais na diretora Isabe, n?o ¨¦? Mesmo que fosse habilidosa, nunca antes algu¨¦m tinha feito Oliver assinar tan documentos em branco¡­ Os riscos envolvidos n?o precisavam ser ditos, todos entendiam¡­. ¡°A diretora Isabe ¨¦ muitopetente, vamos aumentar o sal¨¢rio d. Quanto ¨¤s f¨¦rias que voc¨ºs mencionaram, mesmo que v¨¢ estudar, o sal¨¢rio continuar¨¢ sendo pago.¡± A multid?o explodiu em entusiasmo! Por que senhor Oliver tratava a diretora Isabe t?o bem assim? T?o bem que todos estavam inveja¡­. ¡°Podem se retirar.¡± 1/2 12-07 Capitulo 350 Isabe: ¡°¨¦ bom mesmo fazer essas exce??es?¡± Ap¨®s a reuni?o terminar, as pessoase?aram a ir embora em pequenos grupos. Text content ? N?velDrama.Org. ¡°Voc¨ºs acham que o senhor Oliver est¨¢ apaixonado p diretora Isabe? Eu acho que ele trata de forma bem especial!¡± ¡°Eu tamb¨¦m sinto isso, o senhor Oliver olha para a diretora Isabe tanta ternura el carinho! N?o ¨¦ o olhar de um chefe para uma subordinada!¡± ¡°Eu tamb¨¦m percebi! Parece que o senhor Oliver s¨® amolece quando est¨¢ a diretora Isabe.¡± ¡°Ser¨¢ que o senhor Oliver realmente gosta da diretora Isabe?¡± ¡°Eu acho que eles formal um bom par!¡± ¡°Com certeza, um casal talentoso e bonito, e ambos s?opetentes!¡± Oliver Neves seguiu Isabe at¨¦ o escrit¨®rio d, onde Raul Fonseca apressou-se em dizer, ¡°Senhor Oliver, Enrico, por favor, sentem-se um pouco, vou preparar um caf¨¦ para voc¨ºs!¡± Oliver Neves observava o ambiente e disse a Isabe gentileza, ¡°Quando voc¨º for estudar, vou mandar renovar este lugar, Enrico, entre em contato antecipadamente a empresa de decora??o, pe?a para virem tirar as medidas e preparar o projeto.¡± ¡°Sim.¡± Enrico logo abriu seu tablet, anotou a tarefa e a marcouo priorit¨¢ria. ¡°N?o precisa, irm?oz?o, Isabe achou que o ambiente do escrit¨®rio era bem agrad¨¢vel. Mas, Oliver Neves disse, ¡°Como a minha irm? vai usar algo que j¨¢ foi de outra pessoa? Tem alguma cor que voc¨º prefere?¡± ¡°Preto, branco e cinza.¡± ¡°Eu pensei que voc¨º escolheria tons mais ros.¡± ?? 12:07 Chapter 351 Cap¨ªtulo 351 Por exemplo, tonso rosa ro, azul beb¨º e verde menta¡­ Enrico fez quest?o de anotar as cores preferidas de Isabe. Raul Fonseca trouxe o caf¨¦ j¨¢ preparado para eles e tamb¨¦m serviu uma x¨ªcara para Isabe. Oliver Neves mal deu um gole e disse para Enrico, ¡°Daqui pra frente, o caf¨¦ da Isabe tem que ser da s¨¦rie S, e o ch¨¢ tem que ser do Ceil?o. Ah, e n?o esquece de eendar um arm¨¢rio de guloseimas, pra encher de petiscos para .¡± Pra evitar que o trabalho se torne um t¨¦dio di¨¢rio. ¡°Sim senhor!¡± Enrico anotou tudo apressadamente, ¡°E quanto ao arm¨¢rio e ¨¤s marcas das guloseimas, o senhor tem alguma prefer¨ºncia?¡± ¡°ro, s¨® o melhor.¡± ¡°E a empresa de decora??o? Tamb¨¦m a melhor?¡± ¡°Sim, e isso inclui os materiais utilizados, que devem ser ecol¨®gicos e saud¨¢veis, sem formalde¨ªdo ou outras substancias nocivas. Ah, e quero que movam a s de arquivos para outro lugar. Vamos abrir esse espa?o e junt¨¢-lo ao escrit¨®rio atual, para que os designers criem um quarto para Isabe descansar. Cama, colch?o e tudo mais devem ser de primeira qualidade. E seria bom se tivesse um closet tamb¨¦m.¡± Isabe pensou consigo mesma: Isso ¨¦ trabalho ou f¨¦rias??? ¡°Sim senhor!¡± Enrico anotou de novo. ¡°Seria bom tamb¨¦m montar um pequena s de descanso para , um sof¨¢ confort¨¢vel e um projetor, pra assistir a um filme quando quiser.¡± Ao ouvir isso, Isabe n?o conseguiu se segurar e interrompeu, ¡°Irm?o, eu vim aqui para trabalhar.¡± ¡°Nos momentos de folga, tamb¨¦m ¨¦ bom rxar um pouco.¡± Oliver Neves terminou o caf¨¦ e levantou- se, ¡°Vou dar uma olhada na empresa. Descansa aqui, n?o precisa me panhar.¡± ¡°Sra. Isabe, descanse um pouco. Eu mando trazer o caf¨¦ e o ch¨¢ em breve!¡± Enrico seguiu Oliver Neves para inspecionar os departamentos. Depois que eles sa¨ªram, Raul Fonseca n?o p?de evitarentar, ¡°Diretora Isabe, seu irm?o ¨¦ t?o bom voc¨º. Que sorte a sua! Eu tamb¨¦m tenho um irm?o mais velho que me pegava pelo ouvido quando ¨¦ramos crian?as. Agora que crescemos, ele s¨® me d¨¢ preju¨ªzo.¡± Raul Fonseca disse isso um pouco de inveja, perguntando-se por que o irm?o de 1/3 Capitulo 351 outra pessoa podia ser t?o legal, enquanto o seu s¨® causava problemas. Isabe sorriu, ¡°E voc¨º n?o faz o mesmo ele?¡± ¡°ro que sim, mas nunca consigo ganhar dele. ¨¦ a primeira vez que vejo uma r??o t?o harmoniosa e fraternao a sua o Sr. Oliver,¡± disse Raul, dor no cora??o. Um tempo depois, Oliver Neves e Enrico voltaram, e Isabe notou que o humor de seu irm?o tinha mudado. ¡°Irm?o, voc¨º est¨¢ chateado?¡±Copyright by N?v/elDrama.Org. Oliver Neves n?o esperava que a irm? percebesse, mas seu semnte suavizou, ¡°N?o.¡± Isabe olhou para Enrico, que n?o teve coragem de esconder a verdade, e disse respeitosamente, ¡°Um dos funcion¨¢rios enviou uma carta de amor para a Sra. Isabe por e-mail, e o Chefe viu. Ele deu uma bronca no rapaz e transferiu ele para outra filial.¡± Meu irm?o at¨¦ se preocupa isso? Isabe ficou surpresa. ¡°O Chefe tamb¨¦m avisou a todos que voc¨º ¨¦ jovem e quem n?o trabalhar direito, pensando em outras coisas, n?o vai ficar na empresa. Isso fez que todos corressem de volta para seus postos de trabalho.¡± 11 Isabe pensou consigo mesma, certeza agora os outros funcion¨¢rios v?o pensar que seu irm?o est¨¢ interessado n. Isso realmente n?o ia ser f¨¢cil de explicar¡­ ¡°Raul Fonseca, se algu¨¦m fizer mais alguma bagun?ao essa, reporte diretamente a mim,¡± disse Oliver Neves. Chamaram Raul Fonseca e ficou surpreso por um momento, e disse: ¡°Seu O ficar tranquilo. Na ¨²ltima vez que o C¨¦lio me passou as coordenadas, eu m um jeito em muitos dos ¡®p¨¦s de valsa¡¯ da Diretora Isabe!¡± Oliver Neves riu: ¡°Esse moleque tamb¨¦m se mete nisso? E n?o faz por menos ¡°Seu Oliver, suas instru??es e do C¨¦lio, n?o se preocupe. Nem que seja un n?o deixo nenhum crescer, vou acabar ele na terra ainda!¡± Depois disso ¨¦ que o humor de Oliver Neves melhorou um pouco. ¡°Est¨¢ na hora a voltar para a sede.¡± ode dei Isabe estava prestes a concordar quando Raul Fonseca interveio rapidamente: ¡°S Oliver, o senhor n?o gostaria de ficar para almo?ar a Diretora Isabe? N?o ¨¦ to dia que temos a honra de receber sua visita¡­ ¨¦ assim o senhor poderia experimentar novidades do nosso refeit¨®rio.¡± Chapter 352 Cap¨ªtulo 352 Ao meio-dia. Os funcion¨¢rios que almo?avam no refeit¨®rio mal podiam acreditar quando viram Oliver Neves e Isabe aparecerem juntos, quase deixando seus talheres ca¨ªrem de surpresa. O Sr. Oliver ainda n?o tinha ido embora? Ficou para almo?ar a Diretora Isabe na empresa? Ser¨¢ que os rumores eram verdadeiros, que o Sr. Oliver estava interessado na Diretora Isabe? Mas, eles tinham uma diferen?a de idade de pelo menos seis ou sete anos! Isso seria o mesmo que dizer que um homem mais velho estava uma mulher mais jovem, n?o ¨¦? ¡°Ele f a Diretora Isabe de um jeito t?o atencioso¡±, algu¨¦mentou. Oliver Neves inclinava para ouvir Isabe, assentia, fva algo para o funcion¨¢rio que servia aida e, em seguida, ajudava Isabe a pegar seu almo?o, levando-o primeiro ¨¤ mesa para que esperasse sentada. ¡°O Sr. Oliver ¨¦ t?o cavalheiro! Primeiro serve a Diretora Isabe e depois vai buscar a sua pr¨®pria comida, sem se importar o vai e vem.¡± ¡°Isabe!!¡± Nesse instante, Em¨ªlia Cardoso chegou seu prato deida e viu Isabe sentada sozinha ¨¤ mesa. Sorrindo, Em¨ªlia sentou aodo d seu prato. ¡°Por que voc¨º est¨¢ sozinha? O Sr. Oliver j¨¢ foi embora?¡± Mal terminou a frase, e viu Oliver Neves a aproximar sua bandeja. ¡°Ei, Sr. Oliver?¡± Em¨ªlia ficou sem jeito. ¡°Eu estou no seu lugar? Me desculpe, eu ja indo¡­¡± ¡°N?o tem problema, podemoser juntos.¡± Oliver Neves sentou de frente pra Isabe, limpou as m?os um lencinho desin ee?ou a descascar camar?o. ¡°O Sr. Oliver tamb¨¦m gosta de camar?o? Igual ¨¤ Isabe, ambos gostam de frutos do mar..¡± ¡°Estou descascando para .¡± Oliver Neves colocava os camar?es descascados no pra de Isabe. ¡°Coma bastante, escolhi estes pratos pensando em voc¨º.¡± Ele n?o havia pegado nenhum dos seus pratos favoritos. Cap¨ªtulo 352 ¡°Isabe, seu irm?o ¨¦ t?o atencioso voc¨º¡­¡± Em¨ªlia disse inveja. ¡°Sr. Oliver, voc¨º realmente deveria experimentar aida do refeit¨®rio. Desde que Isabe reformou o lugar, aida est¨¢ muito mais gostosa, fresca, deliciosa e ainda por cima, barata!¡± ¡°¨¦ mesmo?¡± Oliver Neves colocou mais um camar?o no prato de Isabe. ¡°Vou experimentar daqui a pouco.¡± Ele olhou para Isabe um leve sorriso. ¡°Seus funcion¨¢rios fm muito bem de voc¨º.¡± ¡°Em¨ªlia ¨¦ minha melhor amiga, ¨¦ mais do que uma funcion¨¢ria.¡± A r??o entre s j¨¢ havia ultrapassado a de chefe e subordinada. ¡°Ent?o, quando tiver um tempo, convide sua amiga para visitar nossa casa.¡± Oliver Neves, depois de descascar os camar?es, tamb¨¦m limpou os ossos das costs de porco ao alho e colocou a carne no prato de Isabe. ¡°Irm?o, voc¨º tem queer tamb¨¦m.¡± Isabe n?o queria que aida dele esfriasse. ¡°Vendo voc¨ºer tanto gosto, fico feliz, e o apetite vem naturalmente. Daqui a pouco vouer mais do que voc¨º.¡± Oliver Neves n?o parou de ajud¨¢, mas disse, ¡°Dessa vez que vou viajar, talvez eu n?o vou voltar t?o cedo, ent?o cuide de si mesma. Se estiver entediada, saia para passear ou assistir a um filme sua amiga. Todos os gastos ficam por minha conta. Se tiver algum problema que n?o consiga resolver, ¨¦ s¨® me ligar.¡± ¡°Certo.¡± Isabe tamb¨¦m pegou peda?os do inhame que n?o tinhaido e colocou no prato de Oliver. ¡°Irm?o,a um pouco tamb¨¦m.¡± Belonging ? N?velDram/a.Org. Oliver ficou feliz; sua irm? estava servindoida para ele! Isso era um privil¨¦gio que outros irm?os n?o tinham! De repente, ele teve vontade de criar um grupo epartilhar isso para se gabar! ¡°O irm?o mais velho vai voltar logo pra ficar contigo.¡± Oliver Neves terminou de tirar o osso das costs de porco e, cuidadosamente, retirou as espinhas do peixe ao molho de tomate, em seguida disse, ¡°Daqui a alguns dias, Murilo estar¨¢ de volta. Ele ¨¦ meio desajeitado e distra¨ªdo, e n?o liga muito para os sentimentos dos outros. Se por acaso ele te magoar ou te fazer sentir menosprezada, ¨¦ s¨® me contar, que eu quebro as pernas dele.¡± Chapter 353 Cap¨ªtulo 353 Em¨ªlia Cardoso ouviu e estremeceu de susto, esse Seu Oliver quando era doce, era mesmo doce, mas quando ficava zangado, vixi, era pra valer! Quebrar a perna do pr¨®prio irm?o, assim, sem mais nem menos, que horror! ¡°O Murilo t¨¢ voltando?¡± Isabe parecia surpresa. ¡°¨¦, mas ainda n?o sei o dia certo, deixa ele pra l¨¢.¡± Oliver Neves colocou um peixe no prato de Isabe, pensando que agora perderia a chance de mimar a irm?, e quem ia se dar bem era o Valentin! ¡°¨¦ muito, n?o vou conseguirer tudo.¡± Isabe n?o queria mais que ele se iodasse , ¡°Se voc¨º n?oer, eu tamb¨¦m n?o quero.¡± ¡°Tudo bem.¡± Oliver Neves, que j¨¢ tinha terminado de tirar a pinha do peixe, limpou as m?os um lencinho desinfetante, ¡°Vouvar as m?os e j¨¢ volto pra te servir mais caldo, depois euo.¡± Depois que Oliver Neves saiu, Em¨ªlia Cardoso deu uma cotovda em Isabe, ¡°Caramba, nunca vi Seu Oliver t?o carinhoso, Isabe, voc¨º ¨¦ muito sortuda, ter um irm?o t?o bom assim, lembra daqu vez que ele te defendeu na frente de todo mundo? E agora te servindo assim, queria eu ter um irm?o desse! ¡°Sua m?e tamb¨¦m ¨¦ muito boa voc¨º, n¨¦?¡± Isabe sorriu gentilmente, todo esse carinho e aten??o que vinha da fam¨ªlia, n?o teve em dezoito anos na fam¨ªlia Dias, s¨® a v¨® Dias dava um pouco de calor¡­ Os funcion¨¢rios ao redor murmuravam entre si: ¡°O Seu Oliver certeza t¨¢ afim da Diretora Isabe! Eu apostaria cem reais nisso!¡± ¡°De manh? o Saulo mandou um email apaixonado pra Diretora Isabe, e quando Seu Oliver descobriu, o Saulo foi transferido para outra filial na hora! Se isso n?o ¨¦ estar afim, ent?o o que ¨¦?¡± ¡°Est¨¢ t?o na cara, quando ser¨¢ que vamos poderemorar o romance deles?¡± ¡°Ser¨¢ que a empresa vai nos dar folga se eles se casarem?¡± ¡°Morro de inveja da Diretora Isabe, tamb¨¦m queria ser tratada essa do?ura pelo Seu Oliver¡­¡± Oliver Neves voltou a sopa para Isabe e encheu o prato d antes dee?ar a No meio da refei??o, ele parou de repente e perguntou, ¡°Isabe, voc¨º tem uma flor preferida?¡± ¡°Flor?¡± Isabe hesitou, ¡°Dasiphora fruticosa, eu acho.¡± 1/2 13.05 Cap¨ªtulo 353 Por que ser¨¢ que ele perguntou isso de repente? ¡°Ent?o vou mandar ntarem Dasiphora fruticosa na sua varanda, pode ser?¡± N?o era por nada, ele perguntou s¨® para que, quando ele fosse viajar, a irm? olhasse para as flores e se lembra¡¯sse dele! E se depois dos outros irm?os e o Valentin voltarem e esquecer dele? Isabe n?o entendia o que ele tinha em mente, mas concordou, ¡°T¨¢ bom.¡± Por que o irm?o estava agindo de modo t?o estranho? Depois do almo?o, Isabe voltou para o escrit¨®rio e Enrico logo colocou v¨¢rias coisas na frente d. ¡°Sra. Isabe, trouxe ch¨¢ novo e gr?os de caf¨¦ para a senhora experimentar, qual quer provar primeiro?¡± Belonging ? N?velDram/a.Org. ¡°Caf¨¦.¡± ¡°Vou preparar para a senhora agora mesmo!¡± Depois que Enrico fez o caf¨¦, entregou uma x¨ªcara para Oliver Neves e outra para Isabe, ¡°Sra. Isabe, me diz o que acha, t¨¢ amargo demais? Quer a?¨²car?¡± ¡°N?o precisa, pode ir fazer suas coisas.¡± Isabe falou e olhou para Oliver Neves sentado no sof¨¢, n?o resistiu e perguntou, ¡°Voc¨º gosta mesmo dessa marca de caf¨¦?¡± ¡°Sim, ¨¦ suave e n?o ¨¦ amargo, tem um aroma agrad¨¢vel e n?o ¨¦ enjoativo,¡± Oliver Neves falou um olhar sereno, ¡°Prova a¨ª.¡± Depois de fr, olhou para Enrico, ¡°J¨¢ passou as instru??es?¡± ¡°J¨¢ conversei o departamento depras da empresa, de agora em diante, o ch¨¢ que a Diretora Isabe ir¨¢ consomir ser?o enviados diretamente p sede, ser¨¢ necess¨¢rio que o departamento depras fa?a aquisi??es separadas.¡± Chapter 354 Cap¨ªtulo 35454 a.¡± murmurou Oliver vervdeves enquanto levava a x¨ªcara de caf¨¦ aos l¨¢bios e de via varum e tamb¨¦nt ergueuses copo para experimentar. ¡°N?o est¨¢ ruim.¡± se momento, mais pes scoscos foram trazidos e Enrico tomou a iniciativa de de niza-los. ¡°Dona isabelibetia, beChefe normalmente n?oenches, mas se houverver que n?o te agraden dodeone me dizer que na pr¨®xima vez n?o vou permitir que tragadam. o.¡± Isabe tambent naonero era de comernches, mas sentiu-se aquecida por dentrotro o cuidado demonstrado pelo elojo?o. o categorizou os petiscosostaedtetou nomeso castanhas, pimentinhas,as itos, doces, bolos, batatas falsasite are ent?o colou as etiquetas para que Isabe sse encontra-los facilmente na pr¨®xima vez. Fonseca, que observava tudo aoodado, babava de inveja. Como ele desejava ter um o t?o carinhoso e gentil¡­ Enrico terminar, Oliver Neves pedie diecie etelvoktasse ¨¤ sede. ¡°You ficar mais um o isabe. is de partir para o exterior no dia seguinteirale, ele n?o sabia quando teria outra tunidade de desfrutar de um momento t?o tare citescioso sua irm?. ¡°Enrico partiu respeitosamente.nte tora isabe, n?o sei se essas pimentinhas de otro tes demais para voc¨º. Se rir, posso prov¨¢s primeiro¡­¡± Raul Fonseca a condona roal¨ªcia. o rosto inexpressivo, Isabe disse, ¡°V¨¢ cuidar dos seselia afazeres.¡± inda nem tinha experimentado osnches quecoinm?o deudeu , e j¨¢ tinha Raul Fonseca saiu, ramente desapontado.o o que tem que fazer, n?o se preocupeigo. Oliver Neves ses set) DOKLI MELTZEK he diante de Isabe, observando trabalhar concentrada ato coomputador. dos agels d moviam-se entre o tedo, respostas de vozy collean cleritte dopu atures. Em menos de meia hora, havia resbivido varias questoet?es olencia erapar¨¢vel ¨¤ dele, e olha que so tinha apenas dezoncoatshos! jeansente impressionante. pouco mais tarde, recebeu uma liga??o e se levantou para atender na varavadanda. Cap¨ªtulo 354 Algu¨¦m bateu na porta do escrit¨®rio e Oliver Neves disse calma, ¡°Entre.¡± Em¨ªlia Cardoso entrou e percebeu que Oliver Neves ainda estava l¨¢. N?o ¨¦ ¨¤ toa que pensou ter ouvido sua voz quando bateu na porta, achava que estava imaginando coisas! escondeu algo nas costas. ¡°Ol¨¢, Sr. Oliver.¡± ¡°O que est¨¢ escondendo?¡± Isso despertou a curiosidade de Oliver Neves. Sabendo que n?o poderia esconder por muito tempo, Em¨ªlia Cardoso mostrou ele o objeto. ¡°A Diretora Isabe me ajudou muito recentemente, e euprei algunsnches gostosos online. Queria dar um pouco¡­ N?o estou fazendo isso durante o hor¨¢rio de trabalho, estou?¡± A express?o t¨ªmida d era de certa forma encantadora. ¡° foi atender uma liga??o,¡± disse Oliver Neves sem se importar. ¡°Deixe na mesa d.¡± ¡°Obrigada, Sr. Oliver!¡± Aliviada por n?o ter irritado Oliver Neves, Em¨ªlia Cardoso apressou-se em colocar os doces na mesa de Isabe. Talvez p pressa, bateu o joelho na cadeira aodo de Oliver Neves, soltou um gemido de dor e, quando tentou sair, seu vestido enganchou-se em uma das varas de vime da cadeira. ¡°Ah!¡± tombou junto a cadeira. Oliver Neves foi ¨¢gil em segurar , e de repente, Em¨ªlia Cardoso se viu nos bra?os dele. Belonging ? N?velDram/a.Org. Ainda atordoada, Em¨ªlia Cardoso olhou para o homem ¨¤ sua frente, enquanto Oliver Neves tamb¨¦m baixava os olhos para , o suave aroma d preenchendo o ar¡­ Quando Isabe voltou de sua liga??o e viu os dois t?o pr¨®ximos, pensou que o rcionamento deles havia progredido rapidamente. ¡°Voc¨º est¨¢ bem?¡± Oliver Neves perguntou, abaixando-se para olhar para a me seus bra?os. ¡°N?o, n?o, estou bem¡­¡± Em¨ªlia Cardoso tentou se levantar v¨¢rias vezes, mas s enroscaram na barra do seu vestido rasgado, fazendo escorregar e cair de bra?os de Oliver Neves¡­ O rosto d estava ardendo, e gaguejava, ¡°Desculpa, Sr. Oliver¡­ eu, eu n?o qu Chapter 355 Cap¨ªtulo 355 estava quase a chorar de vergonha. Decidida, levantou-se p ¨²ltima vez, mas n?o percebeu que pisou na pr¨®pria saia, rasgando-a ainda mais. Desfez-se em peda?os bem diante de Oliver Neves, e ficou apavorada, ¡°Ah¡­¡± Oliver Neves, r¨¢pidoo um raio, tirou seu palet¨® e o enrolou em volta da cintura d, dando um n¨® com as mangas, que cobriu bem a parte rasgada da saia. ¡°Lipe, Sr. Oliver, desculpa, muito obrigada¡­¡± Em¨ªlia Cardoso estava t?o envergonhada que n?o conseguiu se explicar e saiu correndo da s. Oliver Neves sentiu seu rosto esquentar,o se ainda carregasse o suave calor da presen?a da garota¡­ Isabe entrou no escrit¨®rio, o som de seus saltos altos ecoando pelo ch?o. Oliver Neves voltou a si, mas ainda podia sentir o calor em seu rosto. ¡°Sua amiga teve um problema a saia, parece que vai precisar da sua ajuda.¡± ¡°Ah, eu vi.¡± Isabe sorriu maliciosamente, sentindo que eles formavam um casal interessante. pegou o celr e ligou para Raul Fonseca, ¡°Vai na loja de roupas aqui perto epra uma saia tamanho ¨²nico.¡± ¡°Deixa que eupro.¡± Oliver Neves sentiu que se ficasse ali por mais tempo, sua irm? iria perceber o rubor em seu rosto, ent?o se levantou e caminhou para fora. ¡°Tudo bem.¡± Isabe disse a Raul Fonseca do outrodo da linha, ¡°N?o precisa mais, meu irm?o vai,¡±Content protected by N?v/el(D)rama.Org. Em seguida, ligou para Em¨ªlia Cardoso, ¡°Onde voc¨º est¨¢?¡± ¡°Isabe, eu¡­ eu passei a maior vergonha!¡± Em¨ªlia Cardoso estava mortificada, ¡°E banheiro feminino¡­¡± Apesar de ainda estar usando o palet¨® de Oliver Neves, mas n?o podia sair saia rasgada e. tinha escolhido uma saia longa de renda naquele dia, sem imaginar que rasgaria facilmente¡­ at¨¦ sentiu que sua lingerie tinha ficado ¨¤ mostra e pensou que Sr. Oliver tinha visto Com essa ideia, ficou t?o envergonhada que desejava desaparecer. Se soubesse, n? ter¨ªa comprado uma s t?o barata! ¡°Vou levar uma roupa para voc¨º em um instante¡± A voz de Isabe soouo um verdadeiro refor?o, e Emilia Cardoso ficou emocionad 13:06 Cap¨ªtulo 355 ¡°Snif, snif, voc¨º ¨¦ um anjo.¡± ¡°Quem ¨¦ anjo ¨¦ meu irm?o; ele que vaiprar a roupa pra voc¨º.¡± ¡°Ah??¡± Naquele momento, o rosto de Em¨ªlia Cardoso ficou ainda mais vermelho!! Pouco depois, Oliver Neves voltou a saia hova, Isabe levou a saia at¨¦ o banheiro feminino e Em¨ªlia Cardoso trocou de roupa. queria pedir para Isabe devolver o palet¨® a Sr. Oliver, porque mesma estava muita vergonha de olhar na cara dele¡­ Mas Isabe foi chamada para atender um telefone e saiu do banheiro antes d. Em¨ªlia Cardoso, segurando o palet¨® de Oliver Neves, mal tinha sa¨ªdo quando viu ele esperando do lado de fora. Seu rosto queimou de vergonha novamente, lembrando de quantas vezes tinha trope?ado nos bra?os dele, estava morrendo de vergonha¡­ rapidamente entregou o palet¨® a Oliver Neves, curvou-se e disse: ¡°Obrigada, Sr. Oliver, eu te devolvo o dinheiro da saia depois.¡± Antes que ele pudesse dizer que n?o era necess¨¢rio, j¨¢ tinha corrido para longe¡­ Essa menina, fugindo deleo se ele fosse um fantasma¡­ Correndo daquele jeito, n?o se preocupando em cair,o tinha acontecido antes¡­ Quando Isabe voltou, s¨® encontrou o palet¨® nas m?os de Oliver Neves; Em¨ªlia Cardoso j¨¢ tinha desaparecido. ¡°Onde est¨¢ a Em¨ªlia?¡± Isabe perguntou. ¡° foi embora.¡± ¡° estava procurando por mim para qu¨º?¡± ¡°Quer¨ªa dividir uns petiscos voc¨º.¡± Chapter 356 Cap¨ªtulo 356 Ap¨®s o expediente, Oliver Neves levou Isabe at¨¦ o Hospital Neves e estacionou o carro na garagem VIP. Mal haviam sa¨ªdo do ve¨ªculo quando o motorhome da fam¨ªlia se aproximou e parou na vaga ao lado. Eles estavam no andar VIP, exclusivo para a fam¨ªlia Neves, onde nenhum outro familiar de paciente tinha acesso, garantindo uma excelente privacidade. Carlos Neves ajudou Nair Pires a descer do carro, enquanto Mariana Neves fingia que ainda sentia dor de uma queda anterior, buscando o apoio do pai. Assim que desceu, Mariana Neves e?ou o bra?o esquerdo em Carlos Neves e o direito em Nair Pires, e um sorriso disse: ¡°Mano, mana, voc¨ºs tamb¨¦m chegaram?¡± O olhar de Oliver Neves pousou nos bra?os d eentou em tom neutro: ¡°Quem n?o sabe acha que a mam?e e o papai s?o s¨® seus, j¨¢ estamos velhos para coisas t?o infantis¡±. N?o ficou ro se ele estava se referindo ¨¤ apar¨ºncia inocente d ou ¨¤ tentativa de parecer superior na frente de Isabe. Mariana Neves sorriu docemente: ¡°Voc¨º fo se eu tivesse monopolizado nossos pais, eu ainda estou machucada e preciso da ajuda deles¡­¡± ¡°Vem, Isabe,¡± disse Oliver Neves, ignorando a irm? e colocando o bra?o sobre os ombros de Isabe, ¡°Voc¨º se lembra de tudo que te disse no caminho para c¨¢?¡± ¡°ro, mano, eu me lembro.¡± Ao ouvir isso, Mariana Neves rapidamente agarrou o outro bra?o de Oliver Neves, curiosa: ¡°O que voc¨ºs dois conversaram no caminho, mano? Me conta? Mana o que ele contou pra voc¨º de t?o interessante?¡± ¡°M?o.¡± O olhar de Oliver Neves indicava ramente o que ele queria. Com um bico de insatisfa??o, Mariana Neves soltou o bra?o dele: ¡°Voc¨º ¨¦ t?o pa deixa a mana tocar em voc¨º, mas n?o eu! Pff, que mesquinho!¡± ¡°Mana acabou de chegar ¨¤ nossa casa, n?o deveria trat¨¢ bem? E voc¨º, anda mu convencida essas f¨¦rias. Que tal se amanh?, quando sa¨ªrem as notas, eu te matricr em uma universidade no exterior e te supervisionar pessoalmente nos estudos?¡± sab¨ªa que ele estava a repreendendo por se exibir na frente de Isabe. Que injusto! Ele estava t?o parcial! E essa Isabe, o que teria dito a Oliver na empresa para ele parecer gostar mais d agora? Copyright by N?v/elDrama.Org. 1/2 Cap¨ªtulo 356 Mariana Neves sentiu-se ainda mais iodada estes pensamentos. ¡°Oliver,¡± Nair Pires caminhou at¨¦ Isabe e segurou a m?o d, voltando-se naturalmente para o filho mais velho. ¡°Ouvi dizer que voc¨º passou o dia inteiro Isabe hoje. Voc¨º a ajudou alguma coisaplicada?¡± ¡°Mano tem sido muito bomigo,¡± disse Isabe, honestamente. Enquanto caminhavam para o elevador, Oliver Neves disse: ¡°Isabe ¨¦ muito eficiente no trabalho e tem ¨®timas habilidades, n?o precisa da minha ajuda. ¨¦ muito famosa na empresa e todos gostam d.¡± ¡°¨¦ mesmo?¡± Nair Pires parecia contente, ¡°Eu sempre soube que era querida por todos na empresa. Agora que voc¨º mencionou, consigo imaginar o qu?o popr nossa Isabe deve ser l¨¢!¡± ¡°Sim, hoje um dos funcion¨¢rios achou que eu estava indo fazer demiss?es e disse que, se eu despedisse Isabe, eles tamb¨¦m sairiam.¡± Oliver Neves olhou para a irm? gentileza, ¡°E muitos pediram para eu dar a f¨¦rias remuneradas.¡± Chapter 357 Cap¨ªtulo 357 ¡°Parece que nossa Isabe ¨¦ a queridinha da empresa!¡± Carlos Neves tamb¨¦m estava feliz. N?o era f¨¢cil chegar a esse ponto, e era evidente que Isabe n?o havia poupado esfor?os. Mariana Neves ficou insatisfeita ao vero a fam¨ªlia estava unida. Que tipo de funcion¨¢rios eram esses? Isabe pede demiss?o e todos decidem sair ? Eles perderam a cabe?a? E ainda por cima pedir um aumento de sal¨¢rio, que absurdo! Provavelmente foiprada por , s¨® assim para defenderem Isabe, n?o ¨¦? ¡°Mas amanh? saem os resultados do ENEM¡­ irm?, j¨¢ decidiu o que vai fazer?¡± Mariana Neves perguntou inocentemente, ¡°Vai continuar cuidando da empresa ou vai para a universidade?¡± at¨¦ que gostaria que Isabe fosse para uma universidade qualquer, assim pelo menos n?o teria parte na heran?a! Quando Isabe ouviu aqu voz afetada e pretensiosa, sentiu repulsa, mas por sorte Oliver Neves respondeu antes, ¡°J¨¢binei todo mundo na empresa. Se Isabe for estudar, Raul Fonseca cuidar¨¢ das pequenas coisas e tomar¨¢ as grandes decis?es ¨¤ distancia. Mesmo que n?o v¨¢ trabalhar, o sal¨¢rio ser¨¢ pago integralmente.¡± ¡°Uau, que ideia genial!¡± Mariana Neves disse, fingindo entusiasmo. ¡°E o resto do pessoal da empresa, aceitou?¡± N?o ir trabalhar e ainda receber sal¨¢rio, o favoritismo do irm?o estava ro demais! Como assim, ningu¨¦m na empresa vai se opor? ¡°Todos concordaram, foi aprovado por unanimidade.¡± Ouvindo Oliver Neves dizer isso, Mariana Neves fervia de raiva por dentro. O que ha essas pessoas? N?o trabalhar e ainda receber sal¨¢rio e isso passar por unanimida Provavelmente todos concordaram a contragosto. ¡°Minha irm? ¨¦ fant¨¢stica¡­¡± Mariana Neves disse falso charme, ¡°Eu gostaria de poder contrr a empresao . M?e, pai, irm?o, o que voc¨ºs acham?¡± Oliver Neves olhou para e disse: ¡°Voc¨º sempre foi mimada desde pequena, colocar voc¨º na empresa n?o seria bem recebida¡±. O que ele queria dizer era que n?o estava apta paraandar a empresa, mas Isabe sim? ¡°As pessoas nem tentaram e voc¨º j¨¢ diz essas coisas para desanimar! Humpf!¡± Mariana Neves fez birra, ¡°M?e, pai, olha o que o irm?o est¨¢ dizendo¡­¡± 1/2 Cap¨ªtulo 357 ¡°Seu irm?o est¨¢ certo, voc¨º foi criada entre mimos, onde ganharia experi¨ºncia?¡± Nair Pires concordou plenamente o filho mais velho, ¡°Melhor se concentrar nos estudos, e deixamos o futuro para o futuro.¡± ¡°T¨¢ bom, eu sei!¡± Mariana Neves sabia do favoritismo da m?e, mas naquele momento, n?o podia deixar transparecer, ent?o se aproximou e segurou a outra m?o de Nair Pires, ¡°Eu fa?o o que a m?e mandar! Mesmo que me pe?a para nunca me casar, eu ficaria feliz de ficar aodo de voc¨ºs para sempre!¡± ¡°Como pode uma garota n?o se casar quando crescer?¡± Nair Pires discordou da ideia: ¡°Os pais n?o precisam de cuidados, s¨® queremos que voc¨º seja uma boa menina e n¨®s vivamos em harmonia, isso me basta¡±. Mariana Neves captou a mensagem subliminar, ¡°N?o se preocupe, m?e, irm? aqui, nossa fam¨ªlia certamente ser¨¢ mais animada do que nunca!¡± para As portas do elevador se abriram um ding no vig¨¦simo segundo andar, a VIP. Este andar n?o era aberto ao p¨²blico, e todos os funcion¨¢rios m¨¦dicos estavam l¨¢ servir apenas a fam¨ªlia Neves. A chefe de enfermagem os viu, curvou-se respeitosamente, ¡°Sr. Neves, Nair Pires, chegaram? Sr. Oliver e a Srta. Neves tamb¨¦m?¡± ¡°Esta tamb¨¦m ¨¦ a Srta. Neves, ter¨¢ livre acesso a este lugar daqui para frente.¡± Nair Pires disse, puxando Isabe que estava ao seudo. Text content ? N?velDrama.Org. A chefe de enfermagem ficou surpresa, mas ainda assim curvou-se respeitosamente e cumprimentou, ¡°Srta. Neves, seja bem-vinda!¡± Chapter 358 Cap¨ªtulo 358 ¡°Ol¨¢,¡± Isabe acenou levemente a cabe?a, em sinal de cortesia. A chefe das enfermeiras olhou para e achou que a postura da menina era ainda mais nobre que a de Mariana Neves. poderia ser parente da fam¨ªlia Neves? parecia vir de uma linhagem distinta, muito bem educada sem transmitir o ar desnecess¨¢rio e arrogante de Mariana Neves. Poderia ver que tinha um senso de responsabilidade. ¡°M?e e pai acordaram hoje?¡± Apesar de saber que a possibilidade era m¨ªnima, Nair Pires ainda assim perguntou, um fio de esperan?a. ¡°O senhor e a senhora ainda n?o acordaram, nos ¨²ltimos tr¨ºs dias, a condi??o deles piorou¡­¡± Os dados de monitoramento di¨¢rio e as renda??es m¨¦dicas eram atualizados em um aplicativo para que Carlos Neves e Nair Pires pudessem consult¨¢-los a qualquer momento. Content protected by N?v/el(D)rama.Org. Nair Pires tamb¨¦m tinha notado, nos ¨²ltimos dias, que os dados dos idosos estavam declinando pouco a pouco, e osent¨¢rios do m¨¦dico n?o eram otimistas, alertando-os para estarem preparados. ¡°O problema ¨¦ que o senhor e a senhora est?o avan?ados em idade, as fun??es corporais est?o em decl¨ªnio¡­¡± ¡°Pode se retirar.¡± ¡°Sim.¡± Nair Pires, de m?os dadas Isabe, caminhou em dire??o ao fundo do corredor. ¡°Seus av¨®s precisam de descanso, por isso o quarto deles fica l¨¢ no fim¡­¡± ¡°Shhh.¡± Nair Pires fez um gesto de sil¨ºncio, sinalizando para que sa¨ªssem. s se curvaram respeitosamente e deixaram o quarto. ¡°Pai, m?e¡­¡± Carlos Neves n?o p?de evitar sentir um n¨® na garganta ao pensar que, mesmo toda a riqueza da fam¨ªlia, seus pais ainda tinham que passar por isso. ¡°Pai, m?e, quando voc¨ºs v?o acordar? N¨®s finalmente encontramos a filha que Carlos e eu perdemos h¨¢ tempos!¡± Nair Pires acenou para Isabe se aproximar. ¡°Esta ¨¦ Isabe, Isabe Neves, aa de voc¨ºs.¡± Mariana Neves, ouvindo as pvras a de verdade¡±, desviou o olhar desd¨¦m. ¡°Bah, o que tem de t?o especial?¡± De repente, desejou que seus av¨®s nunca mais acordassem. Dessa forma, Isabe n?o conseguiria o reconhecimento que tanto queria!, 1/2 Cap¨ªtulo 358 Na mente dos idosos, sempre haveria apenas umaa, e essa era , Mariana Neves! ¡°Isabe, cumprimente seus av¨®s,¡± disse Nair Pires, do?ura. Isabe se aproximou e disse docemente, ¡°Vov?, vov¨®, eu vim visitar voc¨ºs.¡± Os dois idosos, vestidos roupas caseiras confort¨¢veis ergas, estavam os olhos fechadoso se estivessem tirando uma soneca. Seus cabelos estavam bem penteados e as unhas cuidadosamente aparadas, nada estava fora do lugar. Definitivamente eram pessoas de uma fam¨ªlia rica; mesmo conectados a respiradores, era poss¨ªvel ver na face bondosa do av? que ele era uma pessoa cheia de vigor e otimismo na vida. E a av¨®, um rosto bem cuidado, ainda refletia a vivacidade de d¨¦cadas no mundo dos neg¨®cios, am¨¢vel e ao mesmo tempo irradiando a sabedoria e efici¨ºncia de uma mulher forte. Isabe percebeu que seus av¨®s eram realmente pes Chapter 359 Cap¨ªtulo 359 Content protected by N?v/el(D)rama.Org. ¡°Isabe, senta aqui.¡± Nair Pires acenou para que Isabe se sentasse na cadeira entre as duas camas hospitres. Depois que Isabe se sentou, sua m?ozinha pousou naturalmente sobre o pulso do av?. ¡°Vov?, todo mundo est¨¢ torcendo para que voc¨º acorde logo.¡± A outra m?o de Isabe tocou o pulso da av¨®. ¡°Vov¨®, voc¨º consegue me ouvir?¡± Esses gestos de Isabe n?o passaram despercebidos por Oliver Neves. Ser¨¢ que a irm? estava tentando medir o pulso dos av¨®s? Embora tivesse ouvido dizer que havia salvado o Sr. Mauro, a condi??o dos av¨®s era ainda mais grave¡­ Nem mesmo os melhores m¨¦dicos podiam fazer nada¡­ Nair Pires n?o notou oportamento ium da filha, a m?o apoiada nateral da cama da senhora, disse suavemente, ¡°Quem poderia imaginar que depois daquele grande inc¨ºndio, h¨¢ dezoito anos, Isabe foi levada embora em meio a uma fuma?a espessa, e foi uma sorte que tenha retornado para o meudo depois de dezoito anos. Voc¨º nem imagina o qu?o inteligente Isabe ¨¦. Ainda t?o jovem, j¨¢ sabe dirigir uma empresa e n?o ficou muito atr¨¢s de voc¨º quando era jovem!¡± Ao dizer isso, Nair Pires sorriu e continuou, ¡°Com certeza ¨¦ uma quest?o de heran?a. N¨®s, da fam¨ªlia Neves, temos o gene do¨¦rcio no sangue. Aquele neg¨®cio de roupas estava quase falindo, mas desde que Isabe assumiu, reviveu das cinzas e at¨¦ ganhou a admira??o dos funcion¨¢rios!¡± Carlos Neves estava sentado aodo da cama do senhor, um n¨® na garganta. ¡°Pai, m?e est¨¢ certa. Voc¨º deveria abrir os olhos para ver Isabe. ¨¦ bonita, sensata, sabe fazer neg¨®cios, tocar piano, e ainda por cima, desenha roupas¡­ N?o h¨¢ nada que n? consiga fazer! Se voc¨º acordasse e visse umaa assim, ficaria muito feliz!¡± Mas quem sabe se o senhor conseguiria aguentar at¨¦ abrir os olhos¡­ Pensando assim, Carlos Neves sentiu seu cora??o apertar ainda mais, uma vontade crescente de chorar. ¡°Pai, fique tranquilo, toda a equipe m¨¦dica est¨¢ se esfor?ando. Os av¨®s certamente v?o acordar.¡± Oliver Neves disse isso, olhando para Isabe, ¡°E ainda mais, Isabe aqui¡­¡± Mariana Neves, vendo todos elogiarem Isabe, n?o quis ficar para tr¨¢s ee?ou a chorar, debru?ando-se na cama da av¨®. ¡°Vov¨®, quando voc¨º vai acordar para conversarigo? Sinto falta de voc¨º me abra?ando e me elogiando, dizendo que eu era suaa preferida. Sempre que eu 1/2 12:07 Cap¨ªtulo 359 ganhava um pr¨ºmio ou recebia um elogio do meu professor, voc¨º ficava orgulhosa de mim!¡± Mariana Neves levantou o rosto banhado em l¨¢grimas. ¡°Se todo o meu progresso e todas as minhas conquistas tivessem que ser trocados p sua sa¨²de, eu preferiria n?o ter sucesso na vida, viver na obscuridade, desde que voc¨º pudesse estarigoo quando eu era crian?a, fndoigo um sorriso. Eu desistiria de tudo de bom grado!¡± Isabe: ¡­ Esse escandalo todo n?o vai afetar o descanso dos pacientes? ¡°Vov¨®, consegue me ouvir? Voc¨º nem quer mais saber da suaa favorita, daqu que voc¨º mais se orgulhava? Mesmo vendo suaa chorando assim, voc¨º n?o seove?¡± Mariana Neves chorou ainda mais, debru?ada sobre a cama. ¡°Quando eu era pequena e chorava, voc¨º me abra?ou e enxugou minhas l¨¢grimas e disse que as l¨¢grimas da suaa s?o os diamantes mais preciosos do mundo. Se algu¨¦m fizer suaa chorar, voc¨º n?o iria perdoar! Por¨¦m,neste momento,eu estou chorando por voc¨º e voc¨º nem se importa¡­¡± Isabe: ¡­ Precisa mesmo enfatizar tanto que ¨¦ a a¡±? ¡°Mariana, a vov¨® precisa de repouso.¡± Oliver Neves falou, lembrando-a. ¡°Desculpe, irm?o, mas quando vejo os av¨®s sofrendo assim, meu cora??o d¨®i tanto que parece que vai parar de bater a qualquer momento.¡± Carlos Neves sentiu os olhos segrimejarem as pvras d e tamb¨¦m ficouovido o sofrimento que os seus pais enfrentavam, sem saber quando o sofrimento iria acabar. Mariana Neves, entre solu?os, olhou para os av¨®s uma express?o de d¨®: ¡°Eu ainda espero poder segurar suas m?os,o antes, e passear voc¨ºs. Voc¨ºs sempre diziam que eu estava muito ocupada os estudos e n?o tinha tempo para voc¨ºs, n?o ¨¦? Agora estou de f¨¦rias escres e tenho todo o tempo do mundo para estar voc¨ºs. S¨® preciso que voc¨ºs acordem, e eu farei qualquer coisa!¡± Chapter 360 Cap¨ªtulo 360 ¡°M?e, leve a Mariana para dar uma volta,¡± sugeriu Oliver Neves, preocupado. Nair Pires, o cora??o pesado ps l¨¢grimas da filha, levantou-se e a puxou gentilmente. ¡°Mariana, vamos sair um pouco.¡± Era importante n?o perturbar o descanso dos av¨®s. Quando Mariana Neves se levantou, fingiu perder o equil¨ªbrio e caiu nos bra?os de Nair Pires. ¡°M?e, quando ¨¦ que os vov? e vov¨® v?o acordar? Estou t?o preocupada, t?o angustiada¡­ Sinto minha cabe?a girar, mal consigo ficar de p¨¦.¡± ¡°Eu sei que voc¨º ¨¦ dedicada,¡± disse Nair Pires, confortando-a um afago nas costas. ¡°Acredite, m?e, eles t¨ºm a prote??o divina. Logo v?o melhorar.¡± ¡°Eu vou fr o m¨¦dico¡±, disse Carlos Neves, que tamb¨¦m tentava reprimir as emo??es. Com os olhos vermelhos, ele se levantou e saiu primeiro do quarto do hospital. Quando apenas os irm?os permaneceram na s, Oliver Neves perguntou em voz baixa: ¡°Voc¨º sabe diagnosticar pelo pulso?¡± Isabe se surpreendeu por um instante, mas respondeu honestamente, ¡°Um pouco.¡± ¡°Ent?o voc¨º acha que h¨¢ algum problema?¡± Oliver Neves estava realmente surpreso. ¡°Os m¨¦dicos est?o sendo cautelosos a medica??o, n?o est?o tratando de forma assertiva e isso pode ter feito que se perdesse o melhor momento para tratar.¡± Oliver Neves n?o esperava saber. ¡°Os m¨¦dicos s?o cautelosos devido ¨¤ idade avan?ada dos nossos av¨®s, para al¨¦m de n?o terem certeza absoluta, preferem n?o arriscar¡­¡± ¡°Nossos av¨®s est?o muito fr¨¢geis agora. Mas n?o era um casopletamente sem esperan?a. O derrame cerebral tinha causado um grande dano ao sistema nervoso central deles, al¨¦m de infec??es respirat¨®rias, anemia e desequil¨ªbrio eletrol¨ªtico, necessitando de m¨²ltiplos medicamentos. Apenas hidrata??o n?o seria suficiente para trat¨¢-los. ¡°Voc¨º tem uma solu??o?¡± Oliver Neves olhou para Isabe, que parecia confiante, e ficou surpreso. Parecia que tinha um no, mesmo quando toda a equipe m¨¦dica estava sem saber o que fazer. ¡°Sim,¡± disse Isabe, e nesse momento, o monitor da av¨®e?ou a emitir sinais de alerta¡­ O som era urgente. A cuidadora que estava dodo de fora entrou ¨¤s pressas ao ouvir o barulho, verificou o que estava acontecendo e disse, rmada, ¡°N?o ¨¦ bom! A velha senhora est¨¢ tendo dificuldade para respirar!¡± 1/2 13.07 Cap¨ªtulo 360 rapidamente apertou o bot?o de emerg¨ºncia e chamou perto do ouvido da senhora, ¡°Senhora, o que est¨¢ acontecendo? Aguente firme, o m¨¦dico j¨¢ est¨¢ vindo!¡± Ao ouvir chamado, a chefe das enfermeiras imediatamente mandou algu¨¦m chamar o m¨¦dico e duas enfermeiras correram pro quarto. Carlos Neves, que conversava o m¨¦dico sobre o estado dos av¨®s, correu para o quarto quando soube da not¨ªcia. ¡°O que aconteceu a m?e?¡± Nair Pires chegou correndo ap¨®s ouvir os sons. Mariana Neves tamb¨¦m estava em panico. ¡°Irm?o, o que aconteceu? Acabamos de sair e agora esse rme n?o para de tocar. O que est¨¢ acontecendo a vov¨®? Regina, o que est¨¢ acontecendo?¡± Content protected by N?v/el(D)rama.Org. ¡°A velha senhora est¨¢ dificuldades para respirar!¡± Regina tamb¨¦m estava confusa, pois at¨¦ aquele momento, s¨® havia Oliver e uma mo?a desconhecida no quarto. Tudo estava bem o senhor e a senhora antes da chegada dessa desconhecida! Ser¨¢ que tinha feito algo? ¡°Preparem o desfibrdor!¡± gritou o m¨¦dico. ¡°Parem, todos voltem para tr¨¢s!¡± Segurando os dedos da av¨® for?a, Isabe juntou-os enquanto tirava uma agulha fina do conjunto de primeiros socorros e aplicava uma acupuntura r¨¢pida para aliviar a press?o. ¡°Quem ¨¦ voc¨º? O que est¨¢ fazendo? Pare agora!¡± Dr. Bruno ficou chocado e se aproximou para intervir. ¡°Usar o desfibrdor agora s¨® teria um resultado: a morte!¡± As pvras de Isabe fizeram o m¨¦dico hesitar em se aproximar. Todos ficaram impressionados a determina??o de Isabe. Como sabia que a av¨® n?o podia ser desfibrda? Que base m¨¦dica tinha para isso? 2/2 Chatper 361 Cap¨ªtulo 361 A vov¨® sofria de uma dificuldade respirat¨®ria nervosa, uma condi??o causada por um derrame que afetou o centro respirat¨®rio do c¨¦rebro. Bastava uma simples sangria e tudo se resolveria! ¡°De onde voc¨º tirou essa teoria? N¨®s, m¨¦dicos ocidentais, n?o acreditamos nessas pr¨¢ticas de medicina tradicional!¡±, exmou o m¨¦dico, impaciente enquanto o bip do ventdor soava incessantemente, ¡°A situa??o da Dona est¨¢ se agravando, Sr. Neves, pe?o que retirem esta menina daqui!¡± ¡°Mana, o que voc¨º est¨¢ fazendo?! Salvar uma vida n?o ¨¦ simplesmente sair furando agulhas, voc¨º n?o ¨¦ o renascimento de Hua Tuo, d¨º espa?o para o m¨¦dico, se voc¨º matar a vov¨®, nossos pais nunca v?o te perdoar!¡± Mariana Neves nem imaginava que Isabe, querendo se mostrar, tinha enlouquecido a ponto de trazer um kit de agulhas. Queria se exibir na frente dos pais a qualquer custo? Ser¨¢ que n?o tinha no??o? Se matasse a vov¨®, n?o poderia mais ficar nesta fam¨ªlia! Carlos Neves e Nair Pires mal podiam acreditar que a filha entendesse de acupuntura, mas ser¨¢ que a matriarca poderia ser reanimada apenas sangria? ¡°Deixe entar!¡± Gritou Oliver Neves, vendo um brilho de vit¨®ria nos olhos confiantes de Isabe. O m¨¦dico ficou at?nito, ¡°Sr. Oliver, est¨¢ quase indo a choque! Precisamos desfibrr agora!¡± A enfermeira aodo tamb¨¦m interveio, ¡°Quem ¨¦ essa menina? Quantos anos tem? Voc¨ºs a conhecem? Como podem deix¨¢ agir assim? entende de medicina? Sabe o que ¨¦ acupuntura para salvar vidas?¡± Uma cuidadora aodo implorava, ¡°Por favor, pare, a Dona est¨¢ piorando! Deixe o m¨¦dico cuidar! Eu lhe imploro!¡± O m¨¦dico n?o podia mais suportar o som do ventdor apitando, ¡°Algu¨¦m, tire-a daqui!¡± ¡°Se querem que morra, venham tentar!¡± Isabe uma frase silenciou todos!! Todos n?o conseguiam acreditar que uma menina de apenas alguns anos pudesse ter uma apar¨ºncia t?o imponente! Em dois segundos o rme do ventdor parou, o m¨¦dico arregalou os olhos as leituras que agora estavam normais?! Copyright by N?v/elDrama.Org. A chefe de enfermagem e as duas enfermeiras tamb¨¦m ficaram paralisadas. Tudo 1/2 Capitulo 361 normal? Bastaram algumas agulhadas e nada mais? Mariana Neves, vendo a express?o de surpresa deles, e n?o acreditando que Isabe realmente poderia ter uma solu??o, perguntou ansiosamente um tom de schadenfreude, ¡°Doutor,o est¨¢? Minha av¨® est¨¢¡­ Os dados, o que significam? Diga a todos, r¨¢pido!¡± Se algo acontecesse a av¨®, Isabe nunca mais poderia ficar na fam¨ªlia Neves! ¡°A Dona¡­ est¨¢ bem!¡±, anunciou o m¨¦dico, deixando Mariana Neves em choque. Como poderia ser? Com aqus poucas e desajeitadas agulhadas, Isabe salvou a av¨®? Seria um golpe de sorte? Quem diria que teria tanta sorte! Depois de organizar as coisas rapidamente, Isabe ouviu o m¨¦dico perguntar uma voz cuidadosa e respeitosa: ¡°Senhorita, poderia me dizer onde aprendeu isso? H¨¢ quantos anos voc¨º estuda medicina tradicional?¡± Isabe, vendo que ele era jovem e provavelmente rec¨¦m-formado, disse pregui?osamente, ¡°Estude mais quando voltar.¡± ¡°Sim¡­¡±, respondeu o m¨¦dico, um misto de rever¨ºncia e surpresa. Chatper 362 Cap¨ªtulo 362 Isabe, voc¨º salvou a vov¨®! Em t?o pouco tempo, voc¨º a trouxe de volta da beira da morte! Voc¨º ¨¦ realmente incr¨ªvel!¡±, Carlos Neves estava t?o emocionado que queria abra?¨¢. Mas Nair Pires foi mais r¨¢pida e abra?ou a filha primeiro, ¡°Gra?as a Deus, sua av¨® est¨¢ bem agora! N¨®s est¨¢vamos morrendo de medo!¡± Eles temiam que algo ruim pudesse acontecer a idosa¡­ Quem diria que a filha tinha tamanha habilidade m¨¦dica. N?o ¨¦ ¨¤ toa que o Sr. Mauro sempre elogiava suas habilidades. N?o era apenas favoritismo de um anci?o por Isabe, realmente tinha talento! Content protected by N?v/el(D)rama.Org. Suas habilidades m¨¦dicas eram mesmo impressionantes! A determina??o, calma e intelig¨ºncia que demonstrou durante o salvamento eram verdadeiramente admir¨¢veis! De repente abra?ada por sua m?e, Isabe sentiu-se amada, mimada e valorizada, algo que nunca tinha experimentado antes em sua vida. Quando sua av¨® acordar e souber disso, ficar¨¢ t?o feliz!¡± Nair Pires olhava para Isabe admira??o, orgulhando-se de ter uma filha assim. Carlos Neves se perguntava orgulho o que Isabe havia vivido na fam¨ªlia Dias ao longo dos anos. Se cresceu sem preocupa??es, por que aprendeu tantas habilidades incriveis? Se tinha tantos talentos, por que n?o era valorizada p fam¨ªlia Dias? Pensando assim, ele sentia ainda mais pena da filha, percebendo que el por muitas dificuldades e injusti?as! Ele jurou secretamente tratar Isabe ainda melhor epens¨¢! Us mcatos, enfermeiros e cuidadores ao redor estavam at?nitos, e ps adarlos Neves e Nair Pires, n?o era dif¨ªcil deduzir que a idosa na cama de ho paupenas vavo de Mariana Neves, mas dessa garota tamb¨¦m! Jarios duros Neves e Nair Pires n?o tinham apenas uma filha, quem era essa ga htankio? assado arecia qurua Carlos Neves e Nair Pires a mimavam muito, talvez at¨¦ mais do que M levesves ilhando para via tarha Neves ac tado, parecia um pouco ciumenta! 09:1 Cap¨ªtulo 362 Percebendo que a identidade da menina n?o era simples e percebendo que havia fdo muito antes, ¨¤ enfermeira aodo d pediu desculpas silenciosamente a Isabe: ¡°Sinto muito, duvidei de suas habilidades m¨¦dicas¡­ Eu estava cega!¡± As habilidades m¨¦dicas dessa garota eram definitivamente superiores ¨¤s deles! Regina tamb¨¦m baixou a cabe?a, envergonhada, ¡°Eu estava muito apressada e disse coisas desagrad¨¢veis¡­ por favor, seja magnanima e n?o leve para o cora??o!¡± se sentia envergonhada por sua ignorancia e precipita??o. Quando a velha senhora teve uma emerg¨ºncia m¨¦dica, pensou que era por causa da menina, mas agora quem seria capaz de fazer algo t?o terr¨ªvel a pr¨®pria av¨®? ¡°O que aconteceu quando eu sa¨ª? Por que de repente a vov¨® n?o conseguia respirar?¡± Mariana Neves queria chamar aten??o novamente, ¡°N?o estou tentando culpar ningu¨¦m, s¨® quero que todos saibamos o que aconteceu para evitar que isso se repita e para que a vov¨® n?o sofra novamente. Quando aconteceu, s¨® estavam o irm?o e a irm? no quarto, e o irm?o ¨¦ sempre t?o cuidadoso¡­ irm?, voc¨º n?o disse algo que deixou a vov¨® agitada?¡± insinuava que a culpa pelo mal-estar da av¨® era de Isabe. Mas Oliver Neves repreendeu calmamente, ¡°Isabe j¨¢ explicou, n?o foi? A vov¨® teve uma dificuldade respirat¨®ria neur¨®tica, causada por um derrame que afetou o centro respirat¨®rio do c¨¦rebro, n?o foi ningu¨¦m que a estimulou, Isabe n?o fez nada.¡± Mariana Neves, medo de que o irm?o percebesse suas inten??es, fingiu n?o ter mal¨ªcia e assentiuo se tivesse entendido. ¡°Parece que o h¨¢bito de ler todo tipo de livros foi ¨²til afinal, pois pelo menos na hora crucial consegui imitar as ticaso quem segue uma receita. O irm?ozinho teve sorte hoje tamb¨¦m, aposto que foi porque o bom Deus estava olhando, querendo que o irm?ozinho deixasse uma boa impress?o nos nossos av¨®s, e foi por isso que ele preparou essa cena.¡± Chatper 363 Cap¨ªtulo 363 Oliver Neves captou a subliminar na f d. O m¨¦dico aodo respondeu respeito, ¡°N?o se salva uma vida apenas lendo alguns livros. A habilidade m¨¦dica da senhorita Isabe ¨¦ ramente superior ¨¤ nossa, n?o ¨¦ algo que se possa simplesmente imitar.¡± Mariana Neves estava insatisfeita interiormente, quem pediu a sua opini?o? Isabe sorriu de canto, durante o diagn¨®stico j¨¢ tinha entendido a doen?a dos av¨®s. ¡°Eu conhe?o uma curandeira tradicional bem famosa, tem rem¨¦dios que podem tratar esse tipo de condi??o.¡± Ao ouvirem as pvras de Isabe, todos ficaram chocados! ¡°Isabe, voc¨º conhece uma curandeira tradicional famosa que tem rem¨¦dio para os seus av¨®s?¡± Chocado, Carlos Neves lembrou que a sua filha era uma grande pianista de renome internacional que certamente teria uma extensa rede de contactos. Conhecer um curandeiro tradicional n?o seria dif¨ªcil. Nair Pires tamb¨¦m expressou sua alegria surpresa: ¡°Ent?o h¨¢ esperan?a para seus av¨®s? Que maravilha!¡± N?o esperavam que sua querida filha conhecesse uma curandeira tradicional famosa, realmente continuava a surpreend¨º-los. ¡°Irm?, essa curandeira ¨¦ mais eficaz que o Dr. Bruno? O Dr. Bruno ¨¦ um talento que se graduou na melhor universidade m¨¦dica e vem de uma linhagem de m¨¦dicos, n?o conseguiu fazer nada, ser¨¢ que sua amiga pode ajudar?¡± Mariana Neves disse isso e tentou se corrigir, ¡°Quero dizer, a doen?a dos av¨®s ¨¦plicada, muitos m¨¦dicos e especialistas falharam, a sua amiga ¨¦ confi¨¢vel? E se estiver enganando voc¨º e os rem¨¦dios prejudicarem os av¨®s?¡± Havia muitos chat?es por a¨ª fingindo ser curandeiros. Mas Isabe falou confian?a, ¡° n?o enganaria ningu¨¦m.¡± Porque essa pessoa era mesma! Dr. Bruno poderia separar Dacio? Isabe sorriu de canto, ¡°Eu garanto que, se continuarem o tratamento, dentro de um m¨ºs, os av¨®s v?o acordar.¡± Carlos Neves e Nair Pires ficaram at?nitos, um m¨ºs? 1/2 09.14 Cap¨ªtulo 363 Text content ? N?velDrama.Org. Os idosos estavam ema h¨¢ tanto tempo,o Isabe poderia garantir que eles acordariam em um m¨ºs? Ent?o¡­ aqu curandeira tinha que ser muitopetente! Nesse momento, Oliver Neves olhou para a irm? uma ponta de curiosidade. Mesmo que Isabe conhecesse a famosa curandeira tradicional,o poderia garantir a recupera??o dos av¨®s dentro de um m¨ºs? Como sabia que a curandeira tinha o rem¨¦dio certo para eles? Vendo a confian?a d, ser¨¢ que a m¨¦dica que mencionou era mesma? E, levando em conta a admira??o dos m¨¦dicos e enfermeiros ao seu redor, suas habilidades m¨¦dicas deveriam ser realmente avan?adas! Chatper 364 Cap¨ªtulo 364 Oliver Neves ficou subitamente curioso sobre a posi??o de sua irm? na ¨¢rea m¨¦dica, capaz de pensar em uma solu??o para uma condi??o t?oplicada em um instante¡­ Como todos sabem, o m¨¦dico mais renomado internacionalmente ¨¦ Dacio, cuja habilidade m¨¦dica ¨¦ tidao mgrosa, capaz de trazer os mortos de volta ¨¤ vida. Mas ele ¨¦o um drag?o m¨ªstico, cuja cabe?a ¨¦ vista, mas n?o o corpo, e ningu¨¦m sabe de seu paradeiro¡­ Desde que os av¨®s foram internados na UTI, ele tentou repetidas vezes encontrar Dacio, na esperan?a de que ele pudesse salvar seus av¨®s. Uns diziam que Dacio havia morrido, outros que ele fora visto na regi?o do Triangulo Mineiro, mas a confiabilidade dessas informa??es era incerta. Ser¨¢ que a habilidade m¨¦dica de sua irm? vinha de Dacio? Se fosse verdade, seus av¨®s certamente seriam salvos! ¡°Hum.¡± realmente conhecia bem a si mesma. ¡°Se consegue salvar seus av¨®s de uma condi??o t?o dif¨ªcil, a consulta certeza n?o ser¨¢ barata!¡± Nair Pires, ao dizer isso, tirou um cart?o de sua bolsa, ¡°Este cart?o tem dois bilh?es. Veja quanto vai cobrar e satisfa?a-a, o que sobrar ¨¦ seu para gastaro quiser.¡± Isabe: ?? Dando dinheiro a novamente?? Mariana Neves, aodo, estava morrendo de inveja. A m?e estava dando dinheiro a Isabe novamente, e na frente d, sem considerar seus sentimentos¡­ S¨® para consultar um m¨¦dico, quem precisaria de dois bilh?es! Isso era ramente favoritismo e mimo! ¡°N?o precisa, dinheiro eu tenho.¡± Isabe empurrou o cart?o de volta para a m?e, recusando-se a peg¨¢-lo. ¡°M¨¦dicos famosos certeza cobram caro, seu dinheiro n?o ser¨¢ suficiente.¡± Nair insistiu em passar o cart?o, ¡°Al¨¦m do mais,o eu poderia deixar voc¨º pagar?¡± ¡°Eu conhe?o , n?o vai me cobrar muito, pode ficar tranqu.¡± n?o podia mais aceitar dinheiro dos pais. Mariana Neves agarrou Nair Pires pelo bra?o e disse charme: ¡°M?e, voc¨º est¨¢ send muito formal. A enfermeira quer aproveitar para mostrar sua devo??o. Se os av¨®s acordarem e descobrirem que foi a enfermeira quem chamou o m¨¦dico e ainda pagou, eles certamente ir?o am¨¢ ainda mais!¡± 1/12 09:14 Content protected by N?v/el(D)rama.Org. Capitulo 364 Nair Pires olhou para repreensivamente, ¡°Sua irm? e voc¨º t¨ºm s¨® dezoito anos! ¨¦ normal para uma mo?a dessa idade n?o saber ganhar dinheiro, se a deixarmos pagar, seus av¨®s v?o acordar e me culpar!¡± ¡°A irm? j¨¢ disse, conhece o m¨¦dico, e se interceder, ele n?o vai cobrar muito¡­¡± ¡°N?o, tem de cobrar!¡± Carlos Neves disse determina??o, ¡°Como podemos deixar a Isabe pagar?¡± ¡°Exato, seu pai est¨¢ certo. Se voc¨º n?o aceitar, o rem¨¦dio que trouxer n?o daremos aos seus av¨®s.¡± Nair Pires amea?ou em tom de brincadeira. Carlos Neves assentiu, ¡°Isabe acabou de voltar para casa h¨¢ menos de um m¨ºs, cuidando da empresa, descobrindo tantos traidores, e ainda participou do Concurso de Design, ajudando sua equipe a ganhar o trof¨¦u de campe?o e aumentando a reputa??o da empresa. Como pais,o podemos ainda tirar vantagem d?¡± ¡°Isabe, pegue agora.¡± Nair Pires insistiu em colocar o cart?o na m?o de Isabe e, quando recusou, ele o guardou na moch d. No final, Isabe n?o recusou, pensando que poderia devolver o cart?o para a m?e depois de algum tempo. Mariana Neves estava ci¨²mes, n?o era para n?o querer? E no final, ainda acabou aceitando o dinheiro? Hip¨®crita! Nojenta! Falsa! 2/2 Chatper 365 Cap¨ªtulo 365 Copyright by N?v/elDrama.Org. n?o tinha certeza se deveria chamar um m¨¦dico para ver mais da pede parto os av¨® reserever o tratamento adequado quando Nair Pires pergun cormcuriosida erteza, n?o podemos negligenciar isso. Vamos chamar a m¨¦dica para para dar urna sssim agradecemos pessoalmente,¡± sugeriu Carlos Nevesleves. eses pensou que, se o medico fosse Dacio, seria ainda melhor t¨¦-to adipal pois sui de superava a do Dr. Bruno e outros. Quiques estava por perto, disse expectativa, Se pudermos trazer esse Enscic¨¦dic Sos soutin juntos e cborar. Quem sabe, poder¨ªamos ajudar o senhor crea sese cecuperarem mais rapidamente.¡± isconsatazer. ¡°Ent?o, eu vou fr daqui a pouco.¡± uo. no s sosee anaravilhoso!¡± Nair Pires sentiuo se um peso enorme tivesseesse VinCode Sesatocoracao. jormento/o/anamana dveves teve uma inspirac?o irm?, que bom que voc¨º trouxe oux opinto de cocostars, sen?o a vovd.. av¨®savos preocupadacoanantesediocontinuar: Maso voc¨º adivinhou que nossos av¨®s aves cer de repentake? vras eram um tertabnare te suti de que Isabe poderia ter induzido a condic?o da lo ninguem estava ellonaldo,apenas para ter a chance de mostrar suas s diante de todoso s ana, voc¨º n?o entende Wellsssser Dir Bruno um sorriso. ¡°Quem estuda alternativa sempre tevavano trikrede primeiros socorros. N?o ¨¦ estranho. Hoje, orte a a??o r¨¢pida dadeeshmorita isabe. Quem sabe, se eu tiver d¨²vidas o futuro, posso pedir ses concedatho? Realmente admiro a habilidade m¨¦dica inda vai para a universidaded SeSzvode temi alguma d¨²vida, pergunte quando os av¨®s, se tiver tempo, disse Catards veves, preocupado os estudo agrade?o antecipadamente ao BrSNeves, bavare a senhorita Isabe,¡± disse Dr. es de sair as enfermeiras.s. leves, ro¨ªda de inveja, resmungou pornacotonergico mencionada, mesmo tendo is habilidades m¨¦dicas de Isabe morgantososantes. i pensamento sinistro cruzou sua mente seso rendo que Isabe trouxera natar os av¨®s¡­ 00-09:14 > 09 60 Cap¨ªtulo 365 n?o suportaria mais ficar naqu casa! Mesmo que Isabe n?o tivesse sido condenada ¨¤ morte devido ¨¤ situa??o da fam¨ªlia de Neves, poderia ter passado o resto da vida na pris?o. Naqu ¨¦poca, Mariana continuaria sendo a princesinha da fam¨ªlia, amada pelos pais e a ¨²nica irm? amada pelos cinco irm?os¡­ S¨® de pensar nisso, mal conseguia conter sua empolga??o. Bastaria provar que Isabe queria prejudicar os av¨®s¡­ Pensando assim, Mariana olhou para os dois idosos na cama, que a haviam amado genuinamente por dezoito anos. No fundo, n?o queria machuc¨¢-los¡­ Depois de um tempo, Nair Pires se levantou e deu instru??es ¨¤ cuidadora, ¡°Por favor, cuide deles. Qualquer coisa, me ligue.¡± ¡°Sim.¡± ¡°Isabe, j¨¢ est¨¢ tarde, vamos embora,¡± disse Nair Pires, pegando na m?o de Isabe e deixando o quarto juntas. De volta ¨¤ V Costa, Isabe jantou e logo encontrou uma desculpa para sair. Foi at¨¦ o Vale Ess¨ºncia para preparar o rem¨¦dio que seus av¨®s precisariam. 212 Chatper 366 Cap¨ªtulo 366 preparou antecipadamente os rem¨¦dios para os tr¨ºs primeiros dias, transformando-os em p¨® para facilitar a ingest?o ¨¢gua. Sem perceber, j¨¢ estava ocupada at¨¦ as oito e meia da noite. Enquanto isso, Oliver Neves esperava no quintal exuberante, olhava o rel¨®gio e, em seguida, para o port?o, sem ver a irm? chegar em casa. Ser¨¢ que tinha sa¨ªdo para encontrar aquele m¨¦dico? Ele n?o sabia se o m¨¦dico era homem ou mulher. Se fosse homem, essa hora da noite, a irm? sozinha ele, ser¨¢ que n?o estaria em risco? S¨® ent?o Maria se adiantou e informou respeitosamente: ¡°Senhor, a Dasiphora fruticosa que voc¨º pediu para ntar est¨¢ pronta. Gostaria de vir dar uma olhada?¡± Oliver Neves olhou para o segundo andar e viu o terra?o da irm? rodeado de flores Dasiphora fruticosa, um espet¨¢culo refrescante para os olhos. Ser¨¢ que Isabe ficaria mais feliz ao ver tal cena? ¡°¨¦ o quarto da Isabe, n?o vou at¨¦ l¨¢.¡± Apesar de ser o irm?o mais velho, sendo homem, e j¨¢ t?o tarde,o poderia entrar no quarto d sem sua permiss?o? ¡°Pode ir, eu me viro.¡± ¡°Sim, senhor.¡± Maria se retirou respeito. Depois de um tempo, Oliver Neves, sem ver a irm?, levantou-se e foi para a s, ¡°Cam, Mariana j¨¢ foi dormir?¡± ¡°O senhor est¨¢ procurando a Sra. Mariana? A essa hora, certeza est¨¢ a Um momento, vou cham¨¢.¡± Cam ficou visivelmente animada, pois nesta casa, al¨¦m de agradar o senhor e senhora, era essencial ter a aten??o e o carinho do senhor. Comparado aos outros senhores da casa, a pvra dele era a que mais pesava. S decidisse manter algu¨¦m por perto, todos teriam que respeitar. ¡°N?o precisa, eu mesmo vou procur¨¢.¡± Oliver Neves subiu as escadas, sem pedir p Mariana Neves se deslocar especialmente. Cam olhou o rel¨®gio e se alegrou internamente. Normalmente, a essa hora, o senho estaria se preparando para descansar, mas ele estava disposto a quebrar a rotina por Sra. Mariana! 09:14 Cap¨ªtulo 366 ¡°Mariana, sou eu, voc¨º j¨¢ dormiu?¡± Oliver Neves parou em frente ¨¤ porta de Mariana Neves e bateu. ¡°Irm?o?¡± Ao ouvir a voz, Mariana Neves abriu imediatamente a porta. J¨¢ fazia um tempo que seu irm?o n?o a procurava sozinho assim Naqu noite, Isabe sa¨ªra e o irm?o apareceu exatamente para v¨º, certamente porque Isabe n?o o deixava vir! Pensando assim, Mariana Neves, feliz, deu espa?o, ¡°Irm?o, entra para a gente conversar.¡± ¡°Vamos para o terra?o.¡± Cada andar tinha um grande terra?o, e o de Mariana Neves n?o era exce??o. No terra?o, as ntas bn?ando ao vento, Mariana Neves perguntou animada, ¡°Irm?o, o que voc¨º quer a essa hora da noite?¡± Antes que Oliver Neves pudesse responder, Mariana Neves aproveitou para fazer manha, ¡°Faz tempo que voc¨º n?o vem conversarigo, pensei at¨¦ que nosso carinho de irm?os tinha mudado! Mesmo que no meu cora??o voc¨º sempre seja o irm?o mais velho, n?o sei se no seu cora??o eu ainda sou sua irm?¡­¡± Dizendo isso, Mariana Neves fingiu um ar de tristeza e m¨¢goa propositalmente.Text content ? N?velDrama.Org. Chatper 367 Cap¨ªtulo 367 ¡°Com certeza.¡± O tom assertivo de Oliver Neves fez Mariana Neves exibir um sorriso radiante de imediato. ¡°Eu sabia que meu irm?o mais velho era o melhorigo!¡± ¡°Isabe acabou de voltar para casa, ¨¦ natural que todos estejam considerando os sentimentos d, voc¨º pode pensar que voc¨º e eu n?o somos mais os mesmos. Oliver falou honestamente: ¡°Mas aos olhos de nossos pais, incluindo eu e os outros irm?os, voc¨º sempre fez parte desta fam¨ªlia, isso nunca mudou. Ao ouvir isso, Mariana se rmou, percebendo que havia algo por tr¨¢s das pvras de seu irm?o. Ser¨¢ que ele a procurou no meio da noite para adverti sobre algo? ¡°Nos ¨²ltimos anos, nossos pais foram bons contigo?¡± Oliver perguntou novamente. Sem hesitar, Mariana respondeu, ¡°ro que sim, eles sempre diziam que eu era o tesouro mais precioso da fam¨ªlia, queriam me dar tudo de bom que o mundo pode oferecer.¡± ¡°Eo eu te tratei?¡± ¡°Voc¨º sempre meprava o que achava quebinavaigo, e algumas das novidades que eu n?o conseguia encontrar, era voc¨º quem dava um jeito.¡± ¡°E os outros irm?os?¡± ¡°Tamb¨¦m foram muito bons!¡± Mariana, um pouco insegura, decidiu tomar a iniciativa. ¡°Irm?o, por que essa pergunta de repente?¡± Oliver falou um tom grave e significativo, ¡°Isabe esteve fora por dezoito anos, e agora que finalmente voltou para casa, eu e nossos pais queremospens¨¢ Talvez voc¨º pense que estamos dando mais aten??o a do que a voc¨º, mas na no ?o, tudo que estamos dando a agora, ¨¦ o que voc¨º teve ao longo desses dezo Mariana entendeu. Seu irm?o estava preocupado Isabe e por isso tinha conversar no meio da noite! se sentiu um pouco chateada isso. ¡°Voc¨º j¨¢ pensou que este sempre foi or d que merecia voltar e viver a vid sempre foi d? ¨¦ a filha biol¨®gica dos nossos pais, e eles devem trat¨¢ bem.o irm?o, tamb¨¦m devo mim¨¢ e cuidar d, especialmente depois de ter enfrentado tanta dificuldade l¨¢ fora. N¨®s devernos compens¨¢ ainda mais pelo rest vida.¡± ¡°Irm?o, fndo assim, parece que eu n?o quero que nossa irm? volte para casa!¡± Mari falou, sentindo- se um pouco magoada, ¡°N?o me entenda mal, eu n?o tenho nenhuma hostilidade contra .¡± 1/2 09:14 Capitulo 367 ¡°Se h¨¢ hostilidade ou quanto, eu posso ver.¡± O olhar de Oliver pousou sobre , cheio de significado. ¡°Eu vim conversar contigo para te fazer entender que mesmo Isabe de volta, o carinho que tivemos por voc¨º nos ¨²ltimos dezoito anos ¨¦ verdadeiro. Voc¨º ainda pode ficar,o antes,prar o que quiser, fazer o que quiser, sem ningu¨¦m para te restringir ou te tratar de maneira diferente.¡± Mariana n?o acreditava que os sentimentos da fam¨ªlia por eram os mesmos de antes¡­ ¡°Vejo que Isabe n?o tem antipatia voc¨º. ¨¤s vezes ¨¦ voc¨º queme?a a fazer exig¨ºncias irracionais, mas sempre deixa voc¨º fazer sua escolha e n?o guarda rancor. Voc¨º deveria ter sorte de ter uma irm?o .¡± N?velDrama.Org ? 2024. Oliver falou, fazendo uma pausa antes de continuar, ¡°Ou?a o seu irm?o, abra sua mente, tente aceit¨¢- la, respeit¨¢, e voc¨º ver¨¢ que a vida n?o ¨¦ t?o ruim quanto antes. Pelo contr¨¢rio, voc¨º pode at¨¦ viver mais feliz.¡± Ser¨¢ que seria mesmo poss¨ªvel ser feliz? Mas ao ver seus pais t?o carinhosos Isabe, e seu irm?o sempre favorecendo-a, sentia ci¨²mes e raiva! Oliver continuou pacientemente, ¡°Esta casa nunca foi realmente sua.¡± Estas pvras ca¨ªramo um raio num dia ro e acordaram Mariana para a realidade!¡±Incluindo o carinho de seus pais e irm?os, a vida luxuosa, o respeito de suas empregadas, nada disso era realmente seu.¡± Mariana ficou paralisada no lugar. Por um engano, voc¨º desfrutou de dezoito anos de uma vida feliz no lugar da Isab somente p considera??o d aos pais e ao irm?o que te aceitou. Voc¨º tev oportunidade de invej¨¢ e machuc¨¢. J¨¢ parou para pensaro seria o seu d se tivesse decidido firmemente n?o permitir que voc¨º ficasse nesta fam¨ªlia de in¨ªcio? Chatper 368 Cap¨ªtulo 368 Mariana Neves ficou chocada por alguns segundos,o se estivesse congda no tempo. ¡°E voc¨º, ser¨¢ que poderia aceit¨¢o a aceitou, por causa dos pais e eu?¡± Oliver Neves, vendo que havia se perdido em pensamentos, deu-lhe um leve tapa na cabe?a. ¡°Pense bem no que eu disse antes de dormir. Espero que, quando eu voltar, encontre uma Mariana diferente.¡± 1- O rel¨®gio biol¨®gico de Oliver era extremamente pontual, restavam apenas tr¨ºs minutos para a sua hora de dormir, e ele se levantou, sem abrir exce??es para ningu¨¦m. Antes de sair, ele fez quest?o de dizer: ¡°Se eu fosse voc¨º, valorizaria tudo o que tem agora, antes que seja tarde demais e reste apenas o arrependimento.¡± N?velDrama.Org ? 2024. Mariana olhou-o chocada. ¡°Boa noite.¡± Oliver se afastou, deixando o terra?o. Ap¨®s a sa¨ªda de Oliver, Cam, que estava escondida, apressou-se em aparecer. ¡°Senhora Mariana, voc¨º est¨¢ bem¡­?¡± tinha seguido furtivamente desde que o senhor Neves foi procurar a Senhora Mariana! Pensou que o senhor diria pvras carinhosas ou faria algo especial por Mariana, mas foi surpreendida um aviso! ¡°Ele est¨¢ lhe alertando, se voc¨º n?o se entender Isabe, ter¨¢ que deixar esta casa¡­¡± As l¨¢grimas de Marianae?aram a rr. ¡°Mas ele est¨¢ certo, esta casa nunca foi minha. A vida de luxos que eu vivi, gra?as ao amor dos meus pais e irm?os, o cui das empregadas, nada disso me pertence! Eu vivi a vida que era para ser da Isab dezoito anos!¡± ¡°Senhora Mariana, voc¨º n?o pode pensar assim,¡± Cam disse, desesperada. Oth redor para se certificar de que estavam sozinhas e continuou, ¡°Quem mandou ele confundirem e trocarem as crian?as? Como podem culpar a voc¨º? Voc¨º tamb¨¦m p dezoito anos de amor dos seus verdadeiros pais!¡± A Mariana falou sem f?lego, ¡°Cam, voc¨º acha que se eu tratar Isabeo minha verdadeira irm?, eles ainda me tratar?oo antes? Estou fndo dos meus pais, d meus irm?os¡­¡± ¡°ro que n?o!¡± Cam respondeu ansiosamente. ¡°Senhora Mariana,o voc¨º pode ser t?o ing¨ºnua? Foi enganada ps pvras dele! Se ele realmente a considerasse su irm?, n?o teria a dado aquele aviso disfar?ado esta noite!¡± 7/2 09:14 Capitulo 368 ¡°Mas eu sinto que h¨¢ verdade nas pvras dele¡­¡± Embora dolorosas, s tinham sentido. ¡°Voc¨º se lembra da ¨²ltima coisa que ele disse? Ele estava insinuando que, se voc¨º n?o ficar na sua posi??o, logo perder¨¢ tudo!¡± Cam estava impaciente, ¡°Senhora Mariana, ou?a o que eu digo, enquanto voc¨º ainda tem poder e conex?es, bemo eles ainda sentem algo por voc¨º, voc¨º deve expulsar a Isabe, ou lutar pelos benef¨ªcios m¨¢ximos da fam¨ªlia Neves, ou se une ao C¨¦lio para se tornar a pessoa mais influente do mundo. N?o seja t de baixar a cabe?a para se dar bem Isabe, essa ¨¦ a t¨¢tica mais in¨²til!¡± Mariana levantou os olhos, parecendo vacr novamente. ¡°Eu vi voc¨º crescer desde pequena, j¨¢ considero que voc¨º ¨¦ minha filha, nunca faria mal a voc¨º!¡± Cam estava t?o agitada que quase chorava. ¡°Eu realmente quero o seu bem, Senhora Mariana, n?o deixe que a enganem!¡± ¡°Cam, voc¨º n?o tem filhos?¡± Mariana perguntou de repente. Cam parou, confusa a pergunta da Senhora Mariana, e demorou um pouco antes de responder: ¡°Eu j¨¢ tive um filho.¡± ¡°J¨¢ teve?¡± Mariana perguntou, surpresa. Fazia muito tempo, eu tinha acabado de me recuperar do parto quando ouvi que trabalharo bab¨¢ na cidade poderia ser bem lucrativo. Resolvi tentar, afinal, meu marido era deficiente f¨ªsico e s¨® podia ficar na v cuidando da nossa fam¨ªlia. N?o esperava que, naquele ano, uma enchente devastadora acontecesse¡­ Meu marido desapareceu, assimo as crian?as, e at¨¦ os av¨®s das crian?as desapareceram. Mariana Neves ficou visivelmenteovida. ¡°Desculpe-me por perguntar sobre sua tristeza.¡± Chatper 369 Cap¨ªtulo 369 estava apenas curiosa, pois em dezoito anos nunca tinha ouvido Cam mencionar sua fam¨ªlia. E sempre que chegavam as f¨¦rias, Cam tamb¨¦m n?o parecia ter vontade de voltar para visitar os parentes. ¡°Na nossa v, moravam s¨® parentes, e naqu enchente muita gente morreu.¡± Mariana Neves assentiu, ¡°Quando eu fizer sucesso, n?o vou me esquecer de voc¨º.¡± ¡°Obrigada, Senhora Mariana!¡± Cam continuou a conversa por um bom tempo. Isabe ficou ocupada at¨¦ as onze e meia, quando olhou para o rel¨®gio. Depois de organizar os rem¨¦dios, correu para casa. Assim que pisou no port?o, sentiu um olhar hostil do segundo andar,o se algu¨¦m desejasse despeda?¨¢ mil cortes. Levantou os olhos e percebeu uma silhueta escondida atr¨¢s da jan,o se estivesse espiando seus movimentos. A jan pertencia ao quarto de Mariana Neves. Talvez Mariana Neves n?o soubesse, mas a luz revva sua sombra longa, projetada na cortina. Isabe, despreocupada, desviou o olhar e ao entrar na s ouviu a voz dos pais. ¡°Minha querida Isabe ainda n?o voltou? Ser¨¢ que algo perigoso aconteceu? Ser¨¢ que devemos ligar?¡± Carlos Neves fva, ¡°Est¨¢ t?o tarde, e sozinha, n?o consigo ficar tranquilo¡­¡± N?velDrama.Org ? 2024. ¡°Ainda n?o ¨¦ meia-noite, n?o apresse, n?o queremos pressionar Isabe!¡± A voz de Nair Pires tinha um vislumbre de cansa?o for?ado, ¡°Esperemos mais um pouco, nunca volta depois da meia-noite!¡± ¡°S¨¦rio??¡± Carlos Neves bocejou, ¡°Ent?o, vou esperar mais um pouco.¡± Ouvindo essa conversa, Isabe sentiu seu cora??o aquecer. Trocou de sapatos e entrou, ¡°Pai, m?e, cheguei.¡± Carlos Neves e Nair Pires imediatamente se animaram e se levantaram para cumpriment¨¢.. ¡°Minha querida Isabe, finalmente chegou? Onde voc¨º estava?¡± Antes que Carlos Neves terminasse, Nair Pires o interrompeu, ¡°Est¨¢ interrogando? Para que tanta pergunta? A Isabe j¨¢ tem idade suficiente para ter ju¨ªzo.¡± ¡°ro, ro, o pai aqui ¨¦ que se preocupa demais!¡± 1/2 09:14 Capitulo 369 Isabe sorriu sutilmente, ¡°Eu fui encontrar uma m¨¦dica agora h¨¢ pouco. vai viajar para atender outros pacientes. Antes de partir, me deu este rem¨¦dio, disse que ¨¦ cem por cento confi¨¢vel.¡± Nair Pirespreendeu, ¡°¨¦ verdade, ¨¦ muito renomada, certeza muitas pessoas querem que as atenda. N?o podemos esperar que cancele sua viagem e vir imediatamente.¡± ¡°Sim, sim, e Isabe tamb¨¦m entende de medicina. explicou a situa??o dos nossos pais para a m¨¦dica, que prescreveu o rem¨¦dio certo. Acredito que n?o haver¨¢ erro!¡± Carlos Neves tamb¨¦m n?o queria pressionar Isabe. ¡°Estes s?o os medicamentos para os primeiros tr¨ºs dias, seis frascos no total, um de manh? e um ¨¤ noite, ¨¦ s¨® misturar ¨¢gua morna,¡± Isabe entregou um saquinho, ¡° vai preparar os rem¨¦dios seguintes e envi¨¢-los para mim, n?o precisamos nos preocupar em n?o chegar a tempo.¡± ¡°Tudo bem, voc¨º se esfor?ou!¡± Nair Pires agradeceu rapidamente, ¡°Preparei umnchinho para voc¨º, vaier algo. Ah, e o dinheiro foi suficiente? Podemos dar mais se for preciso.¡± ¡°N?o precisa, n?o cobrou muito.¡± Isabe sorriu, ¡°Vou subir para tomar banho primeiro, depois des?o paraer. Podem ir dormir.¡± ¡°Est¨¢ bem, mas n?o esque?a deer!¡± Chatper 370 Cap¨ªtulo 370 ¡°ro.¡± Isabe subiu as escadas para voltar ao seu quarto, e assim que ligou o celr, descobriu Text content ? N?velDrama.Org. que tinha v¨¢rias mensagens n?o lidas. havia passado o tempo noborat¨®rio, o celr no silencioso, eo dirigiu para casa, n?o teve oportunidade de checar as mensagens. Entre s, havia algumas mensagens do seu irm?o mais velho. ¡¾Isabe, amanh? cedinho vou para o exterior. Se tiver algum problema em casa ou se sentir injusti?ada, me avise que eu resolvo.) ¡¾Pai e m?e dirigiram a empresa por anos. Apesar de serem estrategistas no mundo dos neg¨®cios, nunca levaram essa ast¨²cia para dentro de casa. Eles n?o ficam a todo momento observando ou desconfiando dos pr¨®prios familiares. N?o ¨¦ que sejam confusos ou parciais.] Isabe entendeu o que ele estava insinuando. As manobras mal-ajambradas de Mariana Neves n?o haviam passado despercebidas pelo irm?o, que via tudo reza. Ele estava certo. Quem veria seus filhoso vil?es, sempre suspeitando de suas inten??es? Ainda mais quando essa crian?a sempre se mostrou exemr, dominando arteso m¨²sica e literatura, sendo genuinamente devotada e respeitosa, sem nenhuma m¨¢ inten??o. Por isso, seus pais a amavam e a apreciavam de todo o cora??o. ¡¾Pai ¨¦ homem, um pouco desleixado, e m?e foi mimada por ele durante d¨¦cadas, ent?o ¨¦ bem inocente.] [N?o esconda nada, pode contarigo: Sou seu eterno suporte.] ¡¾Boa noite, minha irm?, durma bem.¡¿ Os dedos finos de Isabe tocaram a t do celr e respondeu rapidamente: ¡°Pode deixar, irm?o, vou resolver tudo. Boa noite.¡± Depois, fechou a conversa e abriu as mensagens de C¨¦lio. [Viu os vov?s hoje? Eles est?o melhor?) ¡¾J¨¢ jantou?] Ele tamb¨¦m havia enviado algumas fotos de seu jantar. ¡¾Sem voc¨º por perto, aida perde a gra?a!) Mesmo atrav¨¦s da t, Isabe podia imaginar a express?o ligeiramente abatida de seu rosto bonito, e um sorriso involunt¨¢rio surgiu em seus l¨¢bios. 1/2 1. Capitulo 370 ¡¾Ainda est¨¢ ocupada?¡¿ ¡¾Estou saudades.] ¡¾N?o sei o que minha noiva est¨¢ fazendo agora.¡¿ Isabe sabia que, se ele n?o temesse iod¨¢, esse homem teria enviado ainda mais mensagens. tocou a t e respondeu rapidamente, ¡°Acabei de chegar em casa.¡¯ C¨¦lio imediatamente ligou, ¡°Finalmente consigo fr voc¨º.¡± ¡°N?o foi dormir ainda?¡± ¡°Faz 16 horas que n?o te vejo, n?o consigo dormir.¡± ¡°E agora, depois de fr no telefone, consegue dormir?¡± ¡°Agora que ouvi sua voz, estou mais saudades ainda. N?o vou conseguir dormir.¡± Sem por perto, tudo o que fazia o fazia pensar n. No caminho de volta para casa do trabalho, ele se perguntava quem a havia buscado, aonde tinha ido, quem tinha se encontrado. Na hora de jantar, ele se perguntava se aida era do agrado d, se tinhaido tudo, se estava feliz. Quando tinha um tempo livre, pensava no que poderia estar fazendo, por que ainda n?o havia respondido ¨¤s suas mensagens. A cada minuto, a imagem d vinha ¨¤ sua mente. N?o importava o que ele fizesse, sempre poderia associ¨¢-lo a .. Talvez, isso fosse amor. ¡°Viu os vov?s hoje?¡± Isabe respondeu tranqumente, ¡°Sim, vi.¡± ¡°Eles est?o se sentindo melhor?¡± Chatper 371 Cap¨ªtulo 371 ¡°Pode levar mais de vinte dias para acordar.¡± ¡°Ouvi dizer que o estado de sa¨²de deles ¨¦ bemplicado¡­¡± C¨¦lio fez uma pausa, e continuou, ¡°mas contanto que voc¨º esteja por perto, eu acredito que n?o importa o que aconte?a, voc¨º vai encontrar um jeito de resolver.¡± Isabe esbo?ou um sorriso nos l¨¢bios, ¡°Confia em mim?¡± All text ? N?velD(r)a''ma.Org. ¡°ro.¡± C¨¦lio afirmou, ¡°Para voc¨º, as pessoas deste mundo se dividem em duas. categorias: os que j¨¢ se foram e os vivos. E se est?o vivos, certeza voc¨º vai encontrar um jeito de salv¨¢-los.¡± Isabe se lembrou do projeto em que estava trabalhando, n?o apenas havia investido uma quantia consider¨¢vel de dinheiro, mas tamb¨¦m estava progredindo lentamente, sua voz carregava um tom de resigna??o, ¡°Mas h¨¢ muitas doen?as neste mundo que est?o al¨¦m das minhas capacidades.¡± ¡°¨¦ por isso que voc¨º assumiu o Pico da Vida, pesquisando secretamente. Voc¨º quer ajudar mais pessoas, quer dar uma chance ¨¤queles que foram condenados por suas doen?as, de terem a oportunidade de continuar vivendo. Voc¨º j¨¢ est¨¢ se esfor?ando muito.¡± ¡°Acha que estou sonhando demais?¡± ¡°De jeito nenhum, pelo contr¨¢rio, eu acho que os m¨¦dicos deveriam sero voc¨º, dedicados e altruistas. Isso sim ¨¦ uma verdadeira nobreza de car¨¢ter.¡± Isabe se sentiu aquecida por dentro ao ouvir isso. oter ¡°Voc¨º ¨¦ incr¨ªvel.¡± C¨¦lio sorriu, ¡°Tenho orgulho de ter uma noiva t?o excelenteo voc¨º.¡± Depois de um tempo, Isabe terminou a liga??o, tomou um banho e desceu para fazer umnche noturno. ¡°Sra. Isabe, j¨¢ terminou? Essa tig de Caldo de Carne foi preparada especialmente para voc¨º p senhora.¡± Maria trouxe uma tig de Caldo de Carne da cozinha e sorriu, ¡°Voc¨º pode provar e me dizer se gosta.¡± Isabe, vendo que ainda n?o tinha descansado, disse, ¡°J¨¢ ¨¦ tarde, voc¨º deveria ir descansar. N?o precisa ficar aqui por minha causa.¡± ¡°Eu n?o estou sono.¡± Maria sorriu afetuosamente. Isabe tomou algumas colheradas do Caldo de Carne e perguntou voz suave, ¡°Meu irm?o conversou Mariana Neves esta noite?¡± Maria hesitou um pouco, ¡°Sra. Isabe,o voc¨º soube?¡± Isabe disse casualmente, ¡°Adivinhei.¡± 1/3 Capitulo 371 ¡°Adivinhou?¡± Maria ficou ainda mais surpresa,o Isabe poderia adivinhar tanta precis?o? n?o se atreveu a esconder nada e rtou honestamente, ¡°Hoje ¨¤ noite eu estava no jardim e realmente vi o senhor e a Sra. Mariana conversando no Terra?o do segundo andar, mas n?o pude ouvir exatamente sobre o que eles conversavam porque estava longe demais.¡± ¡°N?o importa.¡± Isabe falou indiferente, ¡°Eu sei sobre o que eles conversaram.¡± ¡°Voc¨º sabe?¡± Com certeza era para advertir Mariana Neves, esperando que reconsiderasse e se redimisse. ¡°Esse Caldo de Carne, minha m?e fez dois?¡± Maria ficou surpresa novamente,o Isabe sabia de tudo! ¡°A senhora realmente fez dois. Eu estava esperando voc¨º terminar antes de chamar a Sra. Mariana, para evitar que voc¨ºs se encontrassem de novo.¡± Isabe n?o esperava que se preocupasse tanto, seus pais sempre trataram Mariana Neves e igualdade¡­ Era Mariana Neves quem estava cavando a pr¨®pria cova¡­ Ap¨®ser onche noturno, Isabe subiu as escadas primeiro. ligou oputador e entrou em um software exclusivo, digitando uma s¨¦rie de equa??es qu¨ªmicas, em seguida, continuou a estudar os medicamentos que seus av¨®s precisariam mais tarde. O software era capaz de calcr quais drogasbinadas produziriam quais efeitos cterais, o que era muito ¨²til para a pesquisa. Depois de um tempo, recebeu outra liga??o. [Chefe, temos outro grande pedido! O magnata desta vez disse que querprar tudo. que temos em estoque! Hoje ¨¤ noite vai dar um pouco mais de trabalho para fazer os esbo?os, hehe¡­¡¿ ¡°N?o vai ser algu¨¦m que eu conhe?o, n¨¦?¡± Isabe perguntou um sorriso ir?nico. ¡°Essa vez eu garanto, definitivamente n?o ¨¦! ¨¦ um estrangeiro!¡± ¡°Beleza,¡± Isabe concordou, cheia de convic??o, ¡°A que horas voc¨º precisa?¡± ¡°Melhor se for antes das oito da manh? de amanh?, porque ainda preciso que a f¨¢brica apresse a produ??o; s¨® temos um dia.¡± ¡°Ok,¡± Isabe desligou o telefone e voltou a se ocupar seus afazeres. 2/3 Capitulo 3/1 Do outrodo, Maria chegou ¨¤ porta de Mariana Neves e bateu, ¡°Sra. Mariana, a senhoral preparei um lanchinho noturno para voc¨º, ¨¦ o seu querido Caldo de Carne, des?a para