Que festa é essa hoje, que até cachorro participa…” – segurei o bra?o do Fábio for?a, fndo em
tom baixo.
O olhar do Fábio se tornou prante num instante; ele fva pouco, mas seus olhos eram
suficientes para assustar uma pessoa até a morte.
Como era de se esperar, Belmiro, que já havia sido espancado antes, sabiao era a sensa??o. Ele
tossiu e puxou a pessoa ao seudo: “Chega, fique parada. Se você se meter um louco, ele vai
matá e isso nem é crime.”
A outra pessoa engoliu, assustada, e n?o disse mais nada.
“C?es bons n?o atrapalham.” – Eu me certifiquei de que Belmiro trope?asse quando ele passou por
mim.
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Belmiro, distraído, caiu de cara no ch?o,o se fosse um novato trope?ando.
Eu me virei, rindo: “Que grande reverência para a professora, hein?”.
Belmiro, furioso, cerrou os punhos e olhou para mim os dentes cerrados: “Maluca…”
Ele provavelmente também achava que eu era louca.
Belmiro olhou para seus amigos: “Eu n?o reagi antes, mas contra uma loucao essa, todos juntos,
n?o podemos vencer? Vamos lá!”
Justamente quando Belmiro e seu grupo pareciam prontos para lutar, a professora assustada entrou
correndo: “O que vocês est?o fazendo…”
“Professora, vamos conversar os vizinhos, deixe-os resolver seus problemas, eles s?o todos
adultos, n?o v?o brigar de verdade.” – Morgana, segurando a dor, levou a professora e alguns colegas
para longe, ramente dando espa?o para que eles atacassem Robson.
Robson estava sozinho, mas eles eram uma gangue.
E Ad?nis ainda estava lá, sentado altivez, sem dizer nada, apenas permitindo.
Olhei para Belmiro: “Hm… parece que você n?o aprende, seu cachorro que n?o consegue esquecer o
gosto de sua própria sujeira, parece que n?o foi você que se arriscou a morrer primeiro.”
Os homens de Belmiro avan?aram, um deles levantou uma garrafa de cacha?a para atingir Fábio.
Instintivamente, eu queria protegê-lo, pois ele parecia estar ali parado, sem agir….