《Minha Morte!Sua Loucura!》 Capítulo 1 Captulo 1 Eu morri. Morri na noite em que ele, para proteger seu novo amor, me for?ou a atrair um assassino. Aps a morte, meu corpo foi embalsamado e preso numa vitrine de vidro. Mas Adonis Tavares enlouqueceu de repente Cidade Labirinto, Famlia Tavares. N?o entendo por que, depois de morrer, minha alma retornou a esta casa. Luna ainda n?o deu notcias? J faz dias C Elza sentouCse no sof, murmurando baixinho: Essa menina sempre foi t?o obediente, n?o pode estar ignorando minhas liga??es. Ser que aconteceu algo com ? Fui adotada p Famlia Tavares quando tinha dezoito anos. Minha m?e era a melhor amiga de Elza, e depois que meus pais morreram em um acidente de carro, me levou para viver a Famlia Tavares. M?e, n?o se preocupe , j adulta o suficiente para cuidar de si mesma C Adonis mostrouC se impaciente, olhando o relgio: Hoje o aniversrio da Morgana, preciso ir. Observando Adonis, sorri ir?nica. Ele nunca se importouigo. ramos considerados amigos de infancia ps nossas famlias. Eu gostava de seguiClo, e ele gostava de segurar minha m?o. Ele disse que gostava de mim, e eu o ameio uma t por dez longos anos. Mas o amor juvenil frgil, e quando Adonis encontrou o verdadeiro amor, todos os nossos sentimentos desapareceram instantaneamente. Adonis, ultimamente todo mundo est fndo do assassino em srie que est atacando jovens e bs garotas. Meus olhos n?o param de tremer, e meu cora??o est agitado. Entre em contato a Luna, diga que estou saudades C Tia Elza estava ansiosa, suplicando em voz baixa. Aps a morte dos meus pais, Elza foi a nica a me dar carinho e prote??o, confortandoCmeo uma m?e e tratandoCmeo filha. Eu queria confort, abra?, mas agora n?o posso mais. At deix t?o perturbada. Tia, me desculpe C minha voz engasgou, estendi os bra?os querendo abra?, mas n?o consegui toc de jeito nenhum. uma ingrata que n?o se deixa conquistar, mesmo que esteja bravaigo, n?o deveria ignorar suas liga??es. est se achando. Quando Adonis falou de mim, estava ramente desgostoso. LembroCme do ano em que Adonis foi ferido por sequestradores, e eu arrisquei minha vida para distraClos, apenas para que ele pudesse sobreviver. LembroCme dele dizendo antes de desmaiar, Luna, eu cuidarei de voc para sempre Agora que o amor se foi, torneiCme a ingrata de suas pvras. Adonis, estou morta, e finalmente voc est livre e aliviado C Eu estava na frente de Adonis, zombando de mim mesma: Ent?o assim que sempre fui vista por voc, uma ingrata que n?o se deixa conquistar. Adonis, eu sei que voc n?o quer se casar a Luna, mas vocs tinham um acordo desde crian?as. Vocs tm uma base de afeto. Vocs j estavam juntos,o vou explicar isso para a m?e d? Adonis ficou srio, sua voz gda: N?o fale mais de amigos de infancia. S porque crescemos juntos, eu tenho que me casar ? que se iluda, usando promessas de crian?ao desculpa, para se casarigo capaz de tudo, at de perder a dignidade. Tremi de raiva, tentando esbofeteClo, mas acabei falhando: Adonis, seu idiota! Naqu noite, ele que tinha perdido a cabe?a e me tocado, mas depois disse que eu que o havia seduzido! Adonis se mandou, e minha alma foi arrastada junto at a festa de aniversrio da Morgana Novais. Assim que a gente chegou, os amigos do Adonis cumprimentaram a Morgana um sorriso. Feliz aniversrio, cunhada, o Adonis gastou uma grana pre?a paraemorar voc hoje. O Adonis sorriu todo carinhoso para Morgana e, todo mundo audindo, entregou o presente para . Adonis, cad a Luna? Ainda n?o deu sinal de vida? C Morgana perguntou baixinho,o se lembrasse de algo. Eu soltei uma risadinha maldosa: Para qu fingir ser boazinha? N?o foi voc que me matou? O Adonis franziu o cenho: Fr d estraga o clima. Morgana sorriu: sua irm? afinal, n?o seja assim. Irm?? C O Adonis riu desdm: quase te matou e voc ainda defende , voc boazinha demais.N?velDrama.Org ? content. Morgana abra?ou o Adonis, se enroscando nos bra?os dele: N?o me importo isso Eu fiquei na frente do Adonis, tentando desesperadamente me explicar: Eu n?o fiz nada, nunca fiz mal para , foi , foi que me matou! Adonis! Foi que me matou! Mas o Adonis simplesmente n?o iria ouvir. Eu chorava e gritava desesperada, tentando me explicar. Quanto mais eu tentava explicar, mais de repente eu sentia um cansa?o profundo. O Adonis nunca tinha confiado em mim. Vocs ouviram? Aquele assassino em srie ainda est solto, a polcia j encontrou seis corpos, todos de mulheres bonitas. Algum estava discutindo o assassino. H? pouco tempo, aquele assassino n?o estava de olho em Sra. Morgana? Ainda bem que voc, Adonis, a protegeu bem, sen?o teria sido muito perigoso. Luna Oliva tentou atrair o assassino e n?o conseguiu, at o assassino a despreza, hahaha Exatamente, at o assassino n?o se importa ,o pode separar nossa Morgana? Adonis sentiu uma press?o em seu peito, subitamente desconfortvel: Por que fr sobre essas coisas? Ele acendeu um cigarro e, quando o telefone tocou novamente, atendeu. Al?? o Sr. Adonis? Aqui da delegacia de polcia de Cidade Labirinto, o que Luna de voc? Adonis se levantou abruptamente, fazendo sinal para que todos ficassem quietos: Calem a boca! Ele estava nervoso, seus dedos estavam ligeiramente brancos: Luna, minha irm?. Olhei para Adonis e de repenteecei a rir. Mesmo na morte, eu ainda era apenas sua irm?. pode ter se envolvido em algo srio, encontramos seu celr e pertences pessoais na cena do crime, voc pode vir e identificar? Capítulo 2 Captulo 2 Segui atrs de Adonis, entrando na delegacia de homicdios. Sr. Tavares, s para confirmar C O policial levou Adonis para reconhecer alguns objetos encontrados na cena do crime: roupas, celr, bolsa, eram todos meus. Adonis estava plido, e demorou um pouco antes de fr: Onde est? Sinto muito, Sr. Tavares, as investiga??es iniciais indicam que provavelmente foi assassinada, mas o corpo ainda n?o foi encontrado. Ent?o voc n?o precisa procurar mais, n?o gaste recursos , n?o est em apuros C Adonis fez uma careta: fez tudo isso de propsito, deixou as coisas l para criar um mistrio, para me fazer sentir culpado e ceder. Adonis n?o acreditava que eu estava morto. Para ele, eu era apenas algum que era incansvel em atingir seus objetivos, uma vil? que ele desejava que tivesse realmente morrido. Sr. Tavares, tem certeza? C O policial olhou confuso para Adonis. Certeza C Adonis assentiu, fndo muito seriamente: Desculpe o inc?modo, vou resolver isso. Em trs dias, eu a encontrarei. Os olhos de Adonis estavam escuros, ramente irritados. Eu o conhecia muito bem; ele estava furioso o escandalo que eu havia causado. De repente, senti vontade de rir, mas, aodo de Adonis, isso n?o saa. Eu estava morto, e ele estava atrasando a investiga??o policial. Exatamenteo no dia em que morri, quando o ltimo pedido de ajuda foi feito a ele, e ele disse com raiva: Luna, chega, por que voc n?o morre? Desesperada, deixei cair o celr, fui nocauteada pelo assassino, levada embora, morta. Mafalda Cruz, onde est a Luna? MandeCa de volta imediatamente, n?o se esconda mais C Assim que saiu da delegacia, Adonis, furioso, ligou para Mafalda. Mafalda era minha nica amiga. Nem sequer tive a chance de me despedir d. Adonis, o que deu em voc? Eu deveria estar perguntando: onde est a Luna, o que voc fez ? Diga a que estou lhe dando a ltima chance, tem at amanh? para voltar para casa, caso contrrio, mesmo que morra l fora, n?o me iodarei em recolher seu corpo! C Adonis estava desesperado. Eu n?o conseguia entender sua pressa, respirando pesadamente. Fiquei ali, anestesiado, rindo sarcasticamente: N?o precisa se preocupar meu corpo, voc n?o vai encontrClo. Adonis, a Luna desapareceu, eu j chamei a polcia, seu monstro! Se algo acontecer , n?o vou te perdoar! C Mafalda gritava chorando ao telefone. Adonis sentiu um aperto no peito, rindo ironia: Essa a nova ttica d? Usar isso para me for?ar a casar? Que baixeza Minha vis?o estava emba?ada olhando para Adonis. Naquele momento, meu cora??o se desfezpletamente. Na semana anterior ao incidente, em uma noite de chuva torrencial raios e trov?es, Adonis me pressionou contra a cama, seu olhar gdo e amea?ador. Luna, voc est sempre me seduzindo, n?o isso que voc quer? O que voc , t?o desesperada por um homem? Eu n?o Adonis, ns tnhamos um acordo de casamento, foi voc quem n?o o cumpriu Adonis ignorou minhas explica??es. Ele agarrou meu queixo e me beijou, um beijo sem amor, apenas desejo puro. N?o era isso que voc queria? Pare de fingir. Adonis, por favor, estou sofrendo muito C Eu implorei em lgrimas, mas ele n?o parou. Ele me colocou abaixo dele, me fez se ajoelhar, tirou minhas roupas. Agarrando meu quadril, acariciando minhas partes ntimas, ele usava a for?a repetidamente,o se estivesse furioso. Naquele instante, tive a sensa??o de que ele mal podia esperar para tirar minha vida. Mas, loucoo estava, ele n?o conseguia parar, mordendo e rasgando meus seios, esfregando meus bra?os. Luna, voc empurrou Morgana escada abaixo, quase a matou, e ainda n?o acertamos as contas. Eu n?o entreguei voc, j fui mais do que generoso. Chega de truques! Voc acha que vou me casar com voc? melhor voc esquecer essa ideia! No final, minha voz falhou, n?o consegui dizer mais nada. N?o fui eu, eu n?o a pressionei. O sangue carmesim corria entre minhas pernas, uma dor terrvel em minha barriga, t?o intensa que sufoquei: Adonis est doendo muito, por favor, leveCme ao hospital. Naquele momento, eu sabia que algo estava terrivelmente errado. Que azar, murmurou Adonis, jogandoCme dedo enquanto se levantava para se vestir, a inten??o de me levar ao hospital. Mas naquele exato momento, seu telefone tocou. Adonis! Adonis socorro! Acho que aquele psicopata est atrs de mim, me salva! N?velDrama.Org exclusive content. O rosto de Adonis escureceu e, em panico, ele agarrou suas roupas e correu para fora. Ele estava muito preocupado Morgana para se importar o que poderia acontecerigo. A dor era tanta que eu ?a da cama, encolhendoCme em posi??o fetal: Socorro Adonis N?o me deixe por favor Capítulo 3 Captulo 3 Naquele dia, eu desmaiei de dor, viva. Seis dias antes do incidente, quando acordei, j estava de manh?.- Depois da chuva, o sol brilhava forte. Eu me esforcei para levantar do ch?o, j o sangue entre minhas pernas seco. Adonis, estou tanto medo, n?o sei o que fazer, n?o sei. Na s, era a Morgana quem chorava, tremendo sem parar, dizendo que tinha um assassino atrs d. tinha muito medo p vida. Adonis, a gente viu as cameras, a Sra. Morgana est realmente sendo seguida. A gente deve chamar a polcia? N?o Adonis, n?o chama a polcia, esse assassino cruel, s escolhe mulheres jovens, a polcia j achou seis corpos e ainda n?o conseguiu pegar ele, se a gente provocar Morgana bn?ou a cabe?a, dominada pelo medo, n?o querendo chamar a polcia. Morgana, n?o precisa ter medo C O Adonis a abra?ou, consndo delicadeza. Ele sabia ser gentil, mas nunca tinha me dado nem um pouco dessa gentileza. Eu fiquei ali, meio sem gra?a e tensa, sem saber se ficava ou se saa. Sra. Morgana, ontem, quando passou p Ru re, que roupa estava usando? C perguntou o Rafael Gort, um grande amigo do Adonis. Um vestido vermelho C Morgana respondeu e men?ou um olhar: Luna Eu n?o disse nada, desviei o olhar, as pernas tremendo, fui para cozinha tentar achar alguma coisa paraer. Adonis, eu tenho um no para atrair o assassino e pegar ele antes de chamar a polcia, para evitar que ele se vingue da Sra. Morgana. Seria mais seguro C Rafael olhou para o Adonis. Adonis franzia a testa: Que ideia absurda, voc mandaria sua namorada fazer isso? O olhar da Morgana voltou para mim, a voz baixinha: Luna, voc est plida, est bem? Para qu se importar ? quase te matou e voc ainda se preocupa C Adonis abra?ou a Morgana mais for?a, mostrando irrita??o. Minha m?o, segurando a gua quente, ficou paralisada, e a dor no peito se espalhou por todo o corpo. Deixa ir! o que merece! quase matou a Sra. Morgana, agora tem que pagar! Isso a! Deixa a Luna ir, e a Sra. Morgana s?o parecidas, que v! Eu olhei para o Adonis, apavorada, esperando ouvir ele dizer que n?o. Ele sabia que eu tinha medo do escuro,o podia me mandar ir para um lugar t?o deserto no meio da noite? Adonis hesitou, depo olhou friamente e finalmente falou: Voc est devendo para Morgana, tem que pagar. Aqus pvras me jogaram num abismo sem fim. Meus dedos ficaram dormentes, e a xcara cheia de gua quente escapou das minhas m?os, derramando na minha pele. A gua fervente n?o parecia queimar,o se eu tivesse perdido a sensibilidade. Dez anos, passei dez anos tentando aquecer o cora??o desse homem. E a Morgana, conseguiu t?o fcil. Eu n?o vou C Eu recusei, n?o podia brincar a minha prpria vida. Adonis, n?o force a Luna C Morgana tinha os olhos vermelhos: Luna n?o me empurrou escada abaixo de propsito. N?o fale por ! C Adonis de repente se enfureceu. At Morgana se assustou. Ele se levantou e veio em minha dire??o. Eu sacudi a cabe?a, medo: Adonis, eu n?o vou! A escolha n?o sua! C Adonis estava determinado a me obrigar a ir. Nosso pessoal estar observando, n?o deixaremos voc morrer C Adonis parecia estar me assegurando. Abaixei a cabe?a, lgrimas queimando meus olhos. Quando voc acertar suas contas Morgana, considerarei que voc mudou para melhor e n?o perseguirei mais, disse ele em voz baixa,o se estivesse me fazendo uma promessa tentadora. No entanto, eu realmente acreditei nele: Voc vai mesmo garantir minha seguran?a? ro, respondeu Adonis, visivelmente impaciente. Adonis, eu n?o devo nada a Morgana. Depois que pegarmos o culpado, voc pode me prometer algo? C perguntei a Adonis, desespero. N?o se tratava de eu estar tentando tirar vantagem dele, eu tinha algo importante para lhe dizer. N?o exagere, disse Adonis, sua express?o mudando imediatamente. Abaixei a cabe?a, sem dizer mais nada. Vivendo na Famlia Tavares, eu j estava sob a dependncia deles, eu o amava, mas tambm o temia. Tudo bem Eu vou, eu concordei: Vou considerar issoo um pagamento p vez que voc me salvou. Eu entreguei a minha vida nas m?os de Adonis. Depois que tudo isso acabasse, eu me proporia a terminar nosso noivado para darClhe liberdade, eu iria para o exterior e deixaria a Famlia Tavares para sempreText ? by N0ve/lDrama.Org. Capítulo 4 Captulo 4 Luna, obrigada, eu n?o esperava que voc fosse t?o corajosa. Morgana veio frigo falsidade, segurando minhas m?os, mas seus olhos transmitiam uma amea?a.- Soltei suas m?os e, o est?mago roncando de fome, deixei a casa dos Tavares. Na verdade, naquele momento, eu j deveria ter desistido. This content is ? N?velDrama.Org. Hospital. Voc est grvida, j tem dois meses. Ainda n?o percebeu? Vamos observar um pouco. SenteiCme chocada na cadeira, tremendo ao ver os resultados do exame. Grvida. Agora mesmo, eu estava grvida. Adonis n?o me amava, ele obviamente n?o queria a crian?a em meu ventre. Mesmo quando eu estava grvida, ele n?o mudava sua atitude em r??o a mim, apenas achava que eu estava usando tticas para for?Clo a se casar. Cinco dias antes do desastre. Criei coragem para contar a Adonis sobre minha gravidez. Se ele n?o quisesse essa crian?a, eu a abortaria e iria embora. N?o iria mais me apegar a ele. TuCtuCtu C Mas depois de inmeras tentativas, ele se recusava a atender minhas liga??es. Na ltima tentativa, algum atendeu. Era Morgana. Luna, est procurando pelo Adonis? Ele est esgotado, precisa descansar. Por que voc est fndo tanto ? Diz logo para n?o me encher o saco C Do outrodo da linha, a voz impaciente do Adonis se misturava a risada da Morgana: Adonis, para isso, estou naqueles dias, hoje n?o d para voc me tocar Eu segurei o telefone, anestesiada e parada no sof. Naqu noite, o Adonis voltou, mas trouxe a Morgana ele. Para qu voc trouxe ? C A Elza franziu a testa, ramente descontente. M?e, eu e Morgana vamos noivar, vim avisar a senhora C A voz do Adonis era intransigente. Elza ficou chocada, instintivamente olhando para mim. Meus olhos se encheram de lgrimas, mas eu n?o disse nada. Eu n?o concordo, voc tem umpromisso prvio a Luna C A tia ainda tentou argumentar. A Morgana est na mira daquele assassino, que s ataca mulheres solteiras. Nossa uni?o ser anunciada publicamente. A preferncia do Adonis p Morgana era escancarada. Sentindo um turbilh?o no est?mago, levantei rapidamente, correndo para o banheiro para vomitar at n?o sobrar nada. O que ele pensava que eu era? Ainda me lembro, dezoito anos, do acidente de carro dos meus pais, eu presa nataria retorcida do veculo, que j estava pegando fogo, prestes a explodir. Foi o Adonis que, desesperado, veio me salvar, quebrando o vidro do carro e, mesmo as m?os sangrando, cortou o cinto de seguran?a que me segurava e me arrastou para fora, me levando para um lugar seguro. Depois, continuou salvando meus pais sem se importar a prpria vida. Adonis perigoso C Eu chamava a voz fraca, s assistindo de longe enquanto ele fazia de tudo para salvar nossa famlia. No momento em que meus pais foram resgatados, o carro explodiu. Abareda gigante e o impacto me fizeram tremer. Apesar do destino trgico dos meus pais, a imagem do Adonis lutando para salvar vidas ficou gravada no meu cora??oo uma marca de ferro. Ele era uma pessoa boa, sempre foi, s n?o me amava. Depois de vomitar at n?o ter mais nada para expelir, ca no ch?o a vis?o escurecendo. Ele e a Morgana iam se casar. E eu, sempre fui s uma piada. Luna, n?o tenha medo, voc vai ficar bem, Luna Luna Eu me lembro do acidente, ele gritava meu nome, dizendo para eu aguentar firme, que a ambulancia estava a caminho. Naqu poca, eu pensei que ele tambm gostava de mim. Um malCentendido que durou anos. Luna, o que isso agora, se fingindo de morta? A porta do banheiro foi arrombada, e Adonis olhou para mim descontente: Amanh? noite voc vai para a Ru de re, j est tudobinado, n?o venha esses truques. Adonis voc realmente n?o se importaria se eu morresse? C Perguntei voz rouca. Luna, pessoaso voc tm muita sorte, voc perfeita para isso, voc e esse assassino combinam! Use essa sua energia para acabar ele, talvez voc possa at contribuir a sociedade! Eu morrendo Voc ficaria triste? C perguntei voz rouca. Adonis franziu a testa. Voc teria coragem de morrer? Responderei a essa pergunta depois que voc se for. Na noite do quarto dia antes do incidente. Capítulo 5 Captulo 5 Eu estava usando um vestido vermelho, tremendo de frio em um beco estreito. Seja natural C A voz de Adonis ecoava nos meus fones de ouvido. Eu caminhava de umdo para o outro no beco, vrias vezes, mas n?o havia indcios de qualquer pessoa suspeita. Adonis, ser que o assassino n?o se interessa por ? Ahahaha, nem um assassino a quer. As risadas zombeteiras de Adonis e dos outros ecoavam nos meus fones. Com os olhos marejados, eu me agachei, vontade de chorar em voz alta. Naqu noite, eu n?o consegui atrair o assassino. Pensei que eles me deixariam em paz, mas n?o foi o caso. Na noite do terceiro dia antes do incidente, eles me fizeram caminhar novamente p ru de re. Ainda assim, o que procurvamos n?o apareceu. Na vspera do incidente, Morgana me encontrou. Luna, desculpa, acho que me confundi, parece que n?o foi na ru de re que algum estava sendo seguido, mas sim no beco no final da rua. Adonis pediu para voc ir l depois do trabalho, vamos preparar uma emboscada, se algo acontecer, s gritar. Eu acreditei e fui para o beco no final da rua depois do trabalho. Dessa vez, realmente havia algum me seguindo. Al?? Tem algum a? Parece que tem algum atrs de mim C Eu estava extremamente nervosa e gritava pelo fone. Tem algum a? S ouvia brincadeiras no fone, ningum me ouvia. Percebendo que algo estava errado, liguei vrias vezes para Adonis. Mas quando ele atendeu, gritou impacienteigo: Luna, quando voc vai parar, hein? Por que voc n?o some? Foi voc quem procurou a Morgana ontem, fndo que tnhamos umpromisso de casamento, para que se afastasse de mim? Se acontecer alguma coisa Morgana, se se machucar, vou fazer voc pagar! Com medo, parei para tentar explicar. Mas de repente m?os surgiram, cobrindo minha boca e nariz. Meu celr caiu das minhas m?os enquanto eu lutava desesperadamente, mas foi em v?o; em pouco tempo, perdi a consciencia. No dia do incidente. Quando acordei, confuso, percebi que estava escondido em uma grande caixa de madeira, do tipo usado para embr poas delicadas, aberturas ps quais eu podia ver odo de fora. Tentei me mover e vi um homem alto um moletom capuz entrando. Vi seu rosto. Ele tinha a pele muito branca e cabelos longos e bagun?ados. Mesmo o cabelo cobrindo metade do rosto, eu ainda podia ver que ele era impressionante. N?o correto descrever um assassinoo deslumbrante. Mas aquele homem, aqueles olhos, eram cinzentos. Suas fei??es eram marcantes, cabelo preto, pele ra, ramente mesti?o, muito reconhecvel. Ele exva uma aura de morte. Eu estava medo e n?o ousava fazer nenhum barulho. Ele parecia estar procurando algo, olhou em volta e pegou um machado no canto, arrastandoCo para fora. Cobri minha boca medo e sa cuidadosamente da caixa, tentando fugir. Mas n?o fui muito longe antes de ser atingido por trs e cair no ch?o. Antes de desmaiar, vi o machado que ele havia arrastado para fora e suas m?os. Voc a obra de arte mais perfeita que j vi. Sua voz estava rouca,o se sua garganta tivesse sido destruda. Voc diferente deles, quero ficar voc para sempre Ningum a encontrar, voc pertencer a mim para sempre, ficarigo para sempre. Aquele homem era um louco, um pervertido. Minha conscincia foi se turvando at que o sangue parou e o cora??o cessou. Ent?o, antes da morte, t?o tranquilo Text ? by N0ve/lDrama.Org. Na casa de Adonis. Minha alma seguiu Adonis at sua casa. Ele raramente voltava para a Mans?o Tavares, na maior parte do tempo vivia sozinho. Eu sempre quis ver sua casa, imaginando que seria nossor depois do casamento. Eu ansiava por esse lugar. Adonis, voc encontrou a Luna? C Assim que ele entrou, Morgana correu para abra?Clo. estava de pijama, obviamente tendo vivido ali por algum tempo. Adonis abra?ou Morgana, acalmandoCa carinho: deve estar tramando alguma coisa. Eu ri sarcasticamente, olhando para a decora??o do quarto. Ent?o essa era a casa de Adonis e Morgana. Ele j havia escondido sua amada em um palcio dourado, vivendo junto Morgana. Capítulo 6 Captulo 6 Adonis Luna n?o quer que voc caseigo, Morgana falou entre lgrimas. N?o se preocupe , ns faremos nosso noivado e voltar, Adonis pensou que eu estava usando essa ttica para arruinar seu noivado Morgana. Ele fez o anncio publicamente, quase querendo promClo para o mundo inteiro. Ele acreditava que quando eu n?o pudesse mais mudar a situa??o, eu pararia de importunClo. Mas ele n?o sabia que eu estava usando essa ttica para arruinar seu noivado Morgana. Mas ele n?o sabia que eu j o havia deixado para trs. Se eu ainda estivesse vivo, provavelmente estaria embarcando em um avi?o para deixar a Cidade Labirinto agora mesmo. Adonis por que a Luna n?o gosta de mim? Primeiro me empurrou escada abaixo e quase me matou, e agora est usando esses truques para destruir nossa cerim?nia de noivado. Se a tia soubesse, certamente n?o concordaria, gritou Morgana. A express?o de Adonis ficou ainda pior: O que mais pode fazer alm de enganar minha m?e seus truques? This content is ? N?velDrama.Org. Eu ri sarcasticamente, sem querer explicar. De qualquer forma, n?o importava o que eu dissesse, ele n?o me ouviria. Ele n?o ouvia as minhas explica??es enquanto eu vivia, que dir agora que eu estava morta. Adonis e Morgana foram para o quarto, e eu fiquei sentada desajeitadamente no sof. De vez em quando, ouvia risadas vindas do quarto,o facas cortantes, dcerando a minha alma. Olhei para o meu prprio ventre e senti minha alma tremer. Aqu crian?a que nem tinha se formado desapareceuigo. Se Adonis soubesse que eu tinha morrido, e ainda por cima grvida do filho dele, ele provavelmente acordaria rindo dos seus sonhos. Finalmente, algum tinha resolvido um problema para ele. Buzz! C s trs da manh?, o celr de Adonis tocou. Al?? C Adonis respondeu impaciente. Senhor Tavares, encontramos um corpo decapitado de uma mulher no Vale das Sombras, a pulseira no pulso foi identificadao sendo da Luna. O senhor poderia vir confirmar o corpo? Adonis sentouCse bruscamente, respirando acelerado. L fora, relampagos cortavam o cu, e Adonis subitamente sentiu uma forte dor de cabe?a. Luna? No momento em que relampago rasgou o cu, Adonis pareceu ver uma silhueta na s. Parecia muito Luna. Surpresa, observei Adonis. Ele conseguia me ver? Mas rapidamente, Adonis amaldi?oou, pegou seu casaco e se preparou para sair. Na cama, Morgana tambm acordou e caminhou descal?a para fora. Luna, ah, Luna, voc n?o pode me culpar. A culpa do Adonis por ser t?o irresistvel, que mulher n?o o desejaria? Eu tambm n?o esperava que voc fosse t?o ingnua a ponto de acreditar em mim, ha Bem feito por ter morrido! Enlouquecida, avancei sobre , tentando estrangul enquanto chorava e gritava: Foi voc quem me matou, foi voc! Eu vou te matar, eu vou te matar! Tentei todas as minhas for?as matar aqu mulher que causou a minha morte trgica, mas n?o consegui fazer nada, minhas m?os nem sequer podiam toc. N?o pude me vingar, n?o pude fazer nada. Na delegacia. A vtima foi abusada antes de morrer, e as roupas que vestia n?o eram suas. Adonis estava aodo da mesa de autpsia,pletamente rgido: Essa pulseira, Luna a perdeu h dois meses. Tem certeza que esta? C O policial perguntou. Sim, era da minha av C era para a futura nora da Famlia Tavares, que ele havia dado a Luna quando fez dezoito anos. No seio direito de Luna h uma pinta, disse Adonis aps um longo silncio, revndo uma caracterstica minha: E uma marca vermelha nodo esquerdo do osso pbico. Ele disse ao policial que eu era sua irm?. Maso um irm?o poderia saber sobre marcas t?o ntimas? Os policiais hesitaram, trocaram olhares e chamaram o legista para examinar o corpo. Se sua descri??o estiver correta, ent?o o corpo n?o pertence Luna. Adonis fechou os olhos lentamente, ramente aliviado. Sr. Adonis, parece que h muitas coisas que o senhor est escondendo de ns, o detetive encarregado do caso franziu a testa enquanto levava Adonis embora. Qual era exatamente seu rcionamento Luna? Capítulo 7 Captulo 7 Eu j lhe disse, Luna n?o vai morrer, o que eu sou d n?o tem nada a ver esse caso! C Adonis estava visivelmente irritado e constrangido. Sr. Tavares, esperamos sua coopera??o a investiga??o. N?o cause problemas para a polcia, disse o policial um tom de desagrado. Eu sorri, ficando dedo, e disse ao jovem policial: Como ele p?de lhe contar o que fez a prpria irm?, algo srdido Capit?o! A anlise do sangue e do tecido da pulseira deu negativo. n?o corresponde ao corpo encontrado, pertence a outra vtima, Luna. Parece muito provvel que algo de fato tenha acontecido essa Luna. Adonis apertou as m?os for?a, ainda relutante em acreditar na minha morte: esperta, est apenas criando suspense. Fiquei observando Adonis, cada vez mais decepcionado, at que me sentipletamente arrasado. Sr. Tavares, sua procrastina??o e falta de coopera??o podem nos fazer perder um tempo crtico para o resgate. Se a Luna realmente foi levada pelo assassino, deve estar esperando desesperadamente por ajuda! Olhei para o policial os olhos cheios dgua. Ele tinha raz?o. Durante o perodo entre minha lucidez e a morte, ningum sabia o quanto eu estava desesperada. Eu orava incessantemente para que a polcia me encontrasse, para que Adonis viesse e me salvasse. Mas, no final, s de pensar em Adonis, eu sentia uma dor aguda no peito. O celr de Adonis tocou. Do outrodo da linha, era Morgana. Morgana gritava emocionada: Adonis! Eu vi a Luna, no Clube NOITE! Adonis hesitou por um momento, e olhou para o policial. O policial tambmn?ou um olhar alerta para o colega: Vamos para o NOITE! Eu, ansiosamente, queria detClos: N?o v?o, n?o v?o, Morgana est fazendo isso de propsito, para causar problemas, para confundir vocs, tem medo de encontrarem meu corpo! N?o acreditem n, n?o confiem n! C Eu gritava todas as minhas for?as, mas ningum me ouvia. Adonis confiava cegamente em Morgana, nem mesmo questionou o que Morgana fazia no NOITE no meio da noite. Eu segui Adonis, e ouvi quando ele me amaldi?oou. Luna! N?o me fa?a te pegar! Ele estava furioso, e parecia que, se me pegasse, me mataria. Pena que ele n?o teria essa chance. Clube NOITE. Os detetives, vestidos paisana, seguiram Adonis at encontrarem Morgana. Estava trovejando l fora, eu estava medo, voc n?o estava em casa, ent?o sa para procur e vi Luna andando sozinha na NOITE, tantas pessoas, que a perdi de vista. Morganae?ou a solu?ar. Adonis a abra?ou rapidamente: Est tudo bem agora, est tudo bem. O detetive olhou para Morgana uma express?o significativa e entrou no bar, mas, mesmo depois de uma noite de busca, n?o encontrou nenhuma pista. Eu segui o policial, suspirando: A polcia realmente tem um trabalho difcil, tarde da noite sendo enganada. Pare a mesmo! C Em um beco, havia uma figura alta usando um moletom capuz, andando de cabe?a baixa. O policial gritou e a figurae?ou a correr mais rpido. Vrios policiais agiram rapidamente e o derrubaram no ch?o. Benito, esse garoto Abaixo do NOITE, vi aquele rosto novamente, e meu corpo inteiro congelou de medo. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Eu j estava morta, mas ainda sentia terror por essa pessoa. Aquele rosto, bonitoo o de um ator, plido, impressionante Infelizmente, um louco, um pervertido, um assassino! Por que voc est correndo no meio da noite?, o policial deuClhe um chute. O olhar do homem estava fixo em minha dire??o. Eu cobri minha boca medo, ele ele pode me ver? Capítulo 8 Captulo 8 Adonis, aquele homem.:. que medo, ele est olhando para mim. Morgana tremia atrs de mim, se escondendo atrs de Adonis. Olhei para trs e suspirei aliviada, o louco n?o estava olhando para mim, mas para Morgana. Ele a encarava raiva, mas n?o disse uma pvra. Ele se chama Robson, do orfanato aqui perto, j roubou um p?o de queijo uma vez, mas eu peguei ele, n?o deve ser m pessoa C um policial falou em sua defesa. Bncei fricamente a cabe?a: N?o, ele um cara mau, ele um assassino! O policial soltou Robson. Robson se levantou do ch?o, desajeitado, as pernas muitopridas para suas cal?as, que n?o cobriam os tornozelos. Notei marcas chocantes em suas cans,o cicatrizes de queimaduras de choque eltrico. Apesar do medo, o segui. Ele se aproximou de Morgana, uma voz rouca. Aqu voz destro?ada Voc Morgana o encarava, tremendo. Eu tambm fiquei chocada. Robson sabia que Morgana me atraiu para l? Senhor Tavares, se tiver qualquer notcia sobre a Luna, por favor, entre em contato conosco o mais rpido possvel, desculpe iodar a essa hora C disse o policial lder, chamado Benito Gomes, fornecendo seu nmero. Adonis resmungou, pegou o cart?o e saiu Morgana. Vendo Adonis se afastar, Benito falou: Investiga esse Adonis e a Morgana, a r??o dele a Luna n?o t?o simples. Benito? Como voc percebeu? Voc saberia se sua irm? tem uma pinta nos seios ou uma marca de nascen?a na genitlia? Isso doentio C um policial mais jovem abriu a boca chocado: Ele ele parece t?o normal. Ent?o investiga! N?o voltei Adonis, n?o queria mais vClo nem Morgana. Segui Robson, que mancava para longe, procurando meu corpo. Ele arrastava a perna ferida at um orfanato abandonado e subiu gil. O segui, respirando ofegante. Era ali. Onde eu tinha morrido p ltima vez! Foi ele que me trouxe at aqui, e depois me matou. Este era o verdadeiro local do primeiro crime da srie de assassinatos. Segui Robson de perto, procurando por meu corpo. Mas ele n?o foi para o lugar ondeetia os assassinatos, e sim para um dormitrio abandonado, se encolhendo num canto. O quarto estava desarrumado, cheio de tranqueiras. Mas dava para ver que ele vivia ali. Era um orfanato abandonado, andei por l bastante tempo e n?o encontrei a adega onde eleetia os assassinatos e onde morri. N?o toa que a polcia n?o encontrou nada. Bang! C O port?o de ferro do orfanato foi aberto for?a por um carro. Robson saiu cauteloso, encarando os intrusos. Fiquei surpresa ao ver quem saa do carro, era Adonis. Morgana tambm estava ali, tremendo. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Foi ele, n?o sei se um assassino, mas quem me seguia esses dias era ele. Morgana n?o tinha entregado Robson para a polcia, mas contou para Adonis. Adonis n?o chamou a polcia, mas trouxe pessoas para alertClo. Robson tentou escapar, mas os amigos de Adonis o cercaram ee?aram a bater nele paus. Um mendigo, tambm querendo a Senhora Morgana? Ei, ele que desprezou a Luna? Um mendigo e ainda por cima escolhido. Robson se encolheu no ch?o, protegendo a cabe?a, ramente habituado a apanhar. Adonis se agachou diante de Robson e mostrou uma foto minha: Voc j viu essa mulher? Naquele momento, me questionei se ele tambm suspeitava de que eu j estava morta. Capítulo 9 Captulo 9 Robson encarava minha foto os olhos avermelhados,o se estivesse tomado por uma emo??o intensa. Mas fndo srio, a Luna tem um corp?o, n?o seria nada mal passar a noite , se se oferecesse, eu n?o pensaria duas vezes. Na ltima vez na bda, estava toda molhada, e n?o vou mentir, o corpo d mesmo incrvel. Belmiro, voc n?o perdeu tempo, quase arrancou a roupa d Ha ha ha Os amigos rica?os que tinham chegado Adonis fvam essas obscenidades. Eles me desprezavam porque Adonis me desprezava. This content is ? N?velDrama.Org. Como Adonis sempre me considerou insignificante, repugnante, uma pessoa inferior, esses sujeitos nunca souberam me respeitar. Olhava para aqueles rostos odiosos um dio fervente, vontade de retalhClos em peda?os. Fechei os punhos e dei um soco, mas n?o adiantou nada. Bang! C Um som. Belmiro levou um soco e caiu no ch?o for?a. Fiquei parada, chocada, vendo Robson cair sobre Belmiro, desferindo socos at sangrar Era ele, o Robson. Aquele louco que me matou, Porra, ele enlouqueceu? Segura ele! C Gritavam, desesperados, os amigos de Belmiro, tentando intervir. Mas Robson,o uma fera selvagem que perdeu a raz?o, n?o dava ouvidos a ningum, continuava golpeando Belmiro violncia. Seus olhos vermelhos ardiao os de um monstro sedento por sangue, atacando ferozmente. Voc tocou n merece morrer C A voz rouca e sufocada de Robson ecoava. Mas ningum conseguia entender o que ele dizia. Sob as luzes da bda, o rosto dele estava coberto de sangue escuro, parecendo uma besta selvagem, despertando um medo irracional. No final, foi Adonis quem o nocauteou um golpe, franzindo a testa e xingando. Chama a polcia, eles v?o resolver isso C Disse Adonis a voz grave. Belmiro estava desacordado, o rosto ensanguentado, uma vis?o terrvel. Eu permanecia ali, imvel, olhando para Belmiro em seu estadostimvel, um sorriso fraco. Ser que isso era uma espcie de justi?a? Dois meses atrs, Belmiro me ligou usando o celr de Adonis. Ele disse que Adonis tinha bebido alm da conta e estava de mau humor, chamando pelo meu nome, e pediu para eu ir buscClo. Chovia muito naqu noite, eu n?o tinha carro e nem conseguia pegar um txi, o vento era t?o forte nem o guardaCchuva aguentava, que Porque Belmiro disse que Adonis estava saudades, corrio uma idiota para o clube debaixo de chuva torrencial. Mas quando cheguei encharcada e entrei no camarote, o que vi foi todo mundo rindo escrnio. Ha ha ha, est chovendo muito l fora e realmente veio! Adonis, voc incrvel, voc ganhou a aposta, ha ha ha. Adonis n?o estava bbado, ele e os outros estavam jogando aquele jogo sujo. Adonis, aqu mulher t?o baixa que est disposta a fazer qualquer coisa para se casar voc, n?o ? C Belmiro zombou. Belmiro zombou: Se voc disser a para dormirigo e prometer que, se dormir, voc a pedir em casamento, aceitar? Todos na cabine riram. Eles me olhavamo se eu fosse uma mercadoria barata. Eram nojentos e desprezveis. Nunca vou me esquecer, nunca vou me esquecer dos rostos cruis daqus pessoas. Foi voc quem disse minha m?e que dormiuigo, for?andoCme a casar voc? C Adonis se encostou no sof, olhando para mim malcia: Luna, voc est t?o desesperada para se casar comigo que perdeu a vergonha, voc t?o baixa assim? Eu estava tremendo na porta da cabana, meus olhos vermelhos de tanto chorar: Voc est bem ent?o estou indo embora. Eu me virei para sair, mas Belmiro me empurrou contra a porta. Ele estava agindo de propsito, me humilhando. Eu tremia e olhava para Adonis, implorando: Me solta! N?o me toque! Eu gritava e chorava, lutando para me soltar, mas Adonis n?o se mexeu. Ele, assimo todos os outros, ria da minha desgra?a. Vendo que Adonis n?o se importava, Belmiro ficou ainda mais ousado. Ele me pressionou contra o sof ee?ou a rasgar minha roupa. Quanto mais eu lutava, mais eles se excitavam. Riam, faziam algazarra, incentivando Belmiro a ir mais longe. Eu chorava chamando pelo nome de Adonis, pedindo que ele me salvasse. Mas o jeito que ele olhou para mim, me deixou sem f?lego. Capítulo 10 Captulo 10 Eu lutava desesperadamente, gritando por socorro, quase engolida p angstia. Chega! C Por fim, Adonis deu um chute em Belmiro, o afastando. Eu sabia que ele detestava que mexessem o que era dele. Ele n?o se importavaigo, maso j tinha me tocado, me considerava sua propriedade mais barata. Ca desajeitadamente no ch?o, encolhendoCme e segurando as roupas contra o corpo. Adonis,o se tivesse perdido o interesse, olhou para mim indiferen?a, sua voz soava fria: Sumam daqui! Belmiro e os outros perceberam o clima; vendo Adonis irritado, um por um, foram se levantando e saindo. Text ? by N0ve/lDrama.Org. No quarto, restamos apenas eu e ele. Ele se levantou, me chutou repulsa: Ouvi dizer que voc foi encontrar o Alceu hoje? Foi t?o fcil assim? Estava se oferecendo para ele? Alceu era um colega da faculdade, que me paquerava h anos, um cara de boa ndole. Naquele dia, fui visitar Alceu porque ele estava de partida para estudar fora do pas. Ele disse que conseguiu uma vaga para mim no programa de intercambio e pediu para eu pensar bem, dar uma resposta quando estivesse pronta, mesmo que eu n?o tivesse interesse nele. Disse que admirava o meu talento e que esperaria por mim l fora. Fiquei tentada, confesso. Adonis n?o me amava, eu sabia que ele n?o se casariaigo. Disse que pensaria carinho, porque ainda nutria a fantasia de que, depois de tantos anos de dedica??o, pudesse existir um pingo de afeto da parte de Adonis. Mas o que me desesperou de verdade e me fez decidir ir embora foi aqu noite. Luna, ele te tocou? C Naqu noite, Adonis, embriagado, parecia enlouquecido. Me abracei, sem responder. Estou fndo voc! C Ele chutou a mesa de centro furiosamente, olhando para mim raiva. Eu estava apavorada, chorando, e bncei a cabe?a em nega??o. Estou lhe avisando, Luna, n?o quero que voc o veja novamente, entendeu? C Ele agarrou meu cabelo, amea?andoCme a n?o ver nenhum outro homem alm dele. Concordei medo, mas ele n?o me deixou em paz. Ele me olhou repugnancia, os olhos cheios de dio. Adonis n?o fui eu quem disse sua m?e que que eu queria me casar voc, foi quem falou do nosso acordo, me pediu C Ao ver a express?o de seus olhos,ecei a sentir medo. Eu estava tentando desesperadamente me explicar. Minha camisa estava desabotoada por causa de Belmiro, caindo sobre meus ombros. Eu estavapletamente encharcado naquele momento, provavelmente parecendo excepcionalmente sujo e barato. Ele parecia irritado, pegou uma garrafa da mesa e a derramou sobre minha cabe?a: Voc est suja, v tomar um banho. Fechei os olhos medo, deixando que ele me humilhasse. ConvenciCme de que eu devia isso a ele. Aqu noite era para acertar as contas. Amanh?, eu me candidataria a uma chance de estudar no exterior. Eu tinha que ir embora. Pensei que, depois de suficiente humilha??o, ele me deixaria em paz, mas ele parecia possudo, agarrando meu queixo e me beijando. Eu pensei que ele me acharia suja. Toda vez que ele me desprezava, n?o parava de me atormentar. Ele me tocou no camarote da boate sem se importar nem um pouco o que eu sentia. Adonis, por favor, vamos para casa, est bem? Eu continuava implorando, mas n?o adiantava. Quando o gar?om chegou, eu estava enrda em seus bra?os, tomada por um panico extremo. Naquele momento, tambm me senti sujo, barato e desprezvel. V embora! C Adonis gritou, cheio de raiva. O gar?om fechou a porta medo.. Mas nunca me esquecerei do olhar que o gar?om me deu,o se estivesse olhando para uma prostituta barata. Adonis! C eu gritei e dei um tapa em Adonis: Por que voc faz issoigo! O que eu fiz de errado! O que voc fez de errado? Morgana ainda est no hospital, me diz o que voc fez! Por que voc simplesmente n?o morre, Luna! C Ele agarrou meu queixo violentamente, exigindo uma resposta. Capítulo 11 Captulo 11 Eu n?o fiz isso, quantas vezes tenho que lhe dizer para acreditar em mim, n?o fui eu quem o empurrou C Sem provas, Adonis sempre acreditou apenas nas pvras de Morgana. Ele confiava n incondicionalmente. Quanto a mim. Erao se eu fosse apenas um peda?o de lixo. Luna, voc deveria morrer. O que ele mais me disse foi: Luna, voc deveria morrer. Naquele dia, ele definitivamente n?o me deixou em paz. Ele me queria em uma s privada no clube, o que na verdade era apenas uma humilha??o. Ele disse: Luna, voc sabe quanto custa uma garota de programa no clube por uma noite? Oitocentos Ele disse: Luna, voc n?o chega nem perto. Ele disse: Luna, eu n?o deveria ter deixado que eles a levassem agora mesmo? Eu estava deitada no sof, entorpecida, sentindoo se meu corpo estivesse sendo despeda?ado. Adonis, por favor, me deixe em paz Eu me esqueci de quanto tempo ele havia me atormentado. Quando j estava quase sbrio, ele finalmente me soltou e arrumou suas roupas nojo. Ele estava sempre impecavelmente vestido, n?o se importando o fato de minhas roupas estarem rasgadas. Ele nem sequer olhou para mim,o se estivesse enojado por eu ter tocado em algo t?o sujo por causa da bebida. Adonis, n?o me deixe aqui, eu lhe imploro. Ele virou as costas e saiu batendo a porta, sem se importar o meu estado desdo. Eu me sentio um pano de ch?o abandonado, jogada no ch?o, e ent?o me levantei dificuldade. Pisei em cacos de vidro, a dor e o sangue me trouxeram de volta realidade. Com dificuldade, vesti minhas roupas, me envolvi no que restava da minha camisa rasgada e sa, toda desalinhada. Chovia muito l fora do clube, e Adonis n?o me esperou. nova por aqui? Quanto cobra por uma noite? Voc destemida, hein? C O funcionrio que abriu a porta e me viu perguntou, um sorriso, quanto eu cobrava por uma noite. N?velDrama.Org content. N?o respondi, apenas sa correndo, apavorada. O funcionrio me impediu, provocando: Fugindo do qu? Fingindo ser uma santinha inocente, depois de ter sido usada por um homem rico, n?o vai se iodarigo, vai? Estava apavorada e recuei: N?o me toque, vou chamar a polcia O funcionrio riu desprezo: L fora s tem bbados, acha que vai sair ilesa daqui? melhor me deixar me divertir um pouco voc. Dodo de fora do clube, havia muitos homens bbados. Como esses caras poderiam me deixar em paz Adonis sabia que era perigoso me deixar sozinha, mas mesmo assim foi embora sem olhar para trs. Saia! C Empurrei o funcionrio, respirando ofegante, e sa chorando. O funcionrio estava certo. Assim que sa do clube, fui cercada em um beco. Tremendo, disquei o nmero de emergncia e chorei enquanto esperava a polcia vir me salvar Eu estavapletamente lcida. Eu n?o o amava mais. Precisava sobreviver. Tinha que fugir. Quanto mais longe, melhor. N?o me toquem, por favor, n?o me toquem C Implorei chorando, mas n?o me deixaram em paz. As m?os daqueles caras percorriam meu corpo, e sentia uma nusea incontrolvel no est?mago. at que bonita, vamos logo, depois minha vez. Voc consegue ou n?o? Ca no ch?o, ouvindo as pvras obscenas e chorando at perder as for?as. Lutei at o fim, mas j n?o tinha for?as para resistir. Pensei que seria violentada por aqueles caras. Quando minha conscincia estava turva, uma figura alta e indistinta surgiu, arrastando um cano de a?o, e o golpeou for?a na cabe?a de um dos homens que me tocava. Ent?o gritos terrveis ecoaram pelo beco. Parem de bater C Os caras que me atormentavam imploravam. Mas a figura n?o tinha inten??o de parar. Ah! C Gritos de dor ressoavam. A sombra segurava o cano de a?o e o batia no pulso de um homem: Tocar n pedir a morte. Capítulo 12 Captulo 12 Eu estava l, encolhida de medo, abra?ando minha cabe?a, sem coragem de emitir um som, sem nem olhar. O cheiro de sangue estava forte, e os gritos reverberavam pelo beco. A chuva estava caindo pesado, e a noite era t?o escura que nem dava para ver o rosto da pessoa. S percebia que era algum grand?o e forte, agindo uma crueldade que parecia querer matar. A, de repente, a sirene da polcia soou, e meu cora??o voltou para o lugar. Polcia! Quando os policiais chegaram, o agressor j tinha dado no p, sumidoo fuma?a, mas deixou uma po?a de sangue no ch?o, mostrando que era real, n?o uma alucina??o. Quem foi? C perguntou um dos policiais. Eu, ainda medo, estava l, encolhida no cantinho, sem abrir a boca. Aquele maluco! Vocs s?o polcia, cacete! V?o atrs dele!: remou a vtima. O policial se aproximou e perguntou: Voc viu quem era o agressor? Para onde ele correu? Eu bncei a cabe?a, meio anestesiada. Mesmo se tivesse visto, n?o ia fr. Essa gente a, merece ser punida. Eles tentaram me violentar C falei a voz rouca. Text ? by N0ve/lDrama.Org. O policial franzia a testa: Levem todo mundo! Porra, estava vestida assim, a gente pensou que era uma garota de programa C difamou o cara que tentou me atacar. Eu tremia, as pernas bambas, me levantei e me abracei: Eu n?o sou Vamos para delegacia! Segui o policial, ainda tremendo. Quando sa do beco, vi o carro do Adonis. Ele tinha voltado, desceu do carro, ficou l parado na chuva, parecendo meio desajeitado. Deu um passo na minha dire??o, mas a garganta dele se mexeu sem emitir som. Eu fiquei l, parada, olhando para ele, e soltei um riso ir?nico. Adonis, eu n?o te amo mais. Nunca mais. Esse amor, essa gratid?o, s me trouxe feridas. Me deixa em paz, que eu tambm vou me deixar em paz C minha voz engasgada implorou para ele me deixar. Eu sabia que ele tinha voltado correndo de carro, n?o por minha causa, mas porque ia dar merda se eu morresse ali e ele tivesse que explicar para m?e dele. Tava coberta o casaco de um dos policiais, plida, e forcei um sorriso para ele: Adonis eu n?o te amo mais. Ele ficou paralisado, sem me seguir. Provavelmente porque eu estava envergonhando ele. Meu p estava machucado, e o ch?o estava todo ensanguentado. Manquei at o carro, sentei na viatura policial,o um zumbi sem alma. Depois de dar meu depoimento na delegaci?, nem mencionei o cara que me bateu. Ele era um dem?nio na escurid?o, aparecia do nada e sumia do nada. Depois de prestar depoimento, os policiais me liberaram. Meu p doa tanto que estava dormente, mas me arrastei at a porta da delegacia e, finalmente, desabei no ch?o. A chuva continuava a cair, eu tremia de frio e me encolhi ainda mais. De repente, um guardaCchuva se abriu sobre mim. Levantei o olhar e vi um policial ali. Vi que voc machucou o p, estou indo para o hospital, posso te levar, disse ele. Olhei para ele desconfiada, e ele continuou: Sou detetive, meu nome Benito, n?o precisa ter medo. Concordei a cabe?a e me levantei cuidadosamente, observando o carro dele. Estou toda suja, falei, coberta de sangue. Benito me entregou alguns len?os de papel: N?o se preocupe, amanh? euvo o carro. Obrigada, respondi, um tanto desconfortvel, mas entrei no carro. Porque eu n?o sabia para onde ir. Uma mo?ao voc, fazendo o que noite em um lugaro esse? LembreCse disso no futuro! Sorte sua que nada pior aconteceu, repreendeu Benito irritado enquanto amos para o hospital: perigoso l, muitos assassinatos acontecem nessa rea. Obrigada E sua famlia, onde est?, perguntou Benito. Bncei a cabe?a: N?o tenho mais famlia meu pai e minha m?e, ambos faleceram. Eu n?o tinha mais famlia. Benito fez uma pausa por um momento, segurando firme o vnte: Mesmo assim, voc n?o deve seguir por caminhos errados, existem muitas maneiras de ganhar dinheiro sem se envolver em atividades ilegais. Eu sabia que ele tinha entendido errado, pensando que eu era uma garota que tinha se envolvido em mspanhias. N?o me expliquei. Afinal, n?o havia muita diferen?a entre mim e uma garota que se envolveu em mspanhias. Meus pais faleceram e n?o deixaram muitos bens, a empresa estava cheia de dvidas, e foi a Famlia Tavares que pagou tudo. Minha vida, Adonis lutou para salvar. Desde que a Famlia Tavares me acolheu, parece que perdi a mim mesma. Luna, foi a Famlia Tavares que te acolheu, e mesmo que voc morra, ainda ser minha, entendeu?, Adonis me alertou mais de uma vez. Quando ele me tocava, erao se eu estivesse pagando uma dvida, retribuindo a bondade da Famlia Tavares, n?o tinha nada a ver amor. Por isso, ele me fez entender que n?o deverja esperar que ele me pedisse em casamento. Naqu noite, n?o retornei para casa. Capítulo 13 Captulo 13 Enroscada em um banco do hospital, passei a noite. Ao despertar no dia seguinte, estava febre alta. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Meu celr ficou silente a noite toda, Adonis nem mesmo fez uma liga??o. Irm?o C Sentada no banco, telefonei para o meu irm?o mais velho: Sabe aqu histria de ir estudar no exterior? Refleti bastante sobre isso. Luna, voc est resfriada? C Alceu perguntou preocupado, talvez notando algo estranho na minha voz. Sim, peguei chuva ontem, hoje estou um tanto debilitada. Onde voc est? Posso levar remdio para gripe C Alceu parecia ansioso. Irm?o, se eu enviar minha inscri??o hoje, quando posso viajar? C Eu estava impaciente. Na verdade, naquele momento, j pressentia que, se n?o partisse, poderia falecer. Perecer nas m?os de Adonis. Eu desejava viver bem, queria me afastar de Adonis. Se partisse, tudo chegaria ao fim. Se voc se inscrever agora, em dois meses deve sair a notifica??o de aprova??o, vou pedir ao professor para agilizar. Assim que recebermos a notifica??o,prarei sua passagem C Alceu ainda estava preocupado: A gripe est forte? Quer que eu v te buscar? N?o precisa, irm?o estou no hospital, obrigada. Eu pensava que, em dois meses, poderia abandonar para sempre a Cidade Labirinto, escapar dali, fugir de Adonis. Aps desligar, deixei o hospital. Caminhando pelo beco aodo do hospital, subitamente sentiCme desorientada, sem rumo definido. Meus pais haviam morrido em um acidente de carro, a casa foi vendida, a indeniza??o p morte j tinha sido usada para pagar dvidas, sem a Famlia Tavares, eu n?o tinha para onde ir. Nem mesmo sabia onde era minha casa. Com uma forte tontura, assenteiCme num cantinho e encosteiCme na parede para continuar adormecida. N?o sei por quanto tempo dormi, mas ao despertar, havia um casaco antigo, porm ramentevado com zelo, cobrindoCme. Olhei ao redor e constatei que o beco estava deserto, sem ningum. ErguendoCme, notei aodo um saco plstico contendo dois p?es. Sorri amargamente e sentiCme resignada, talvez algum bondoso tenha pensado que eu fosse uma mendiga Mendiga? Parece que sim. Adonis certa vez disse que, morando na casa dele,endo e usando o que era dele, qual a diferen?a entre eu e uma mendiga? Nenhuma. Dobrei as roupas do benfeitor an?nimo e as deixei num lugar limpo, junto os dois p?es. Se a pessoa retornasse, provavelmente levaria consigo. ApoiandoCme na parede, dei alguns passos e ouvi um rudo atrs de mim. Ao voltar o olhar, vislumbrei uma sombra alta e magra de capuz se escondendo rapidamente. Sem pensar muito, sa do beco e peguei um txi na rua. Quando retornei residncia da Famlia Tavares, Adonis tambm estava presente. Adonis, onde est Luna? Por que ainda n?o voltou? N?o retornou para casa durante toda a noite C Elza estava preocupada. j adulta, ser que morreu? C Adonis estava visivelmente irritado. Eu encontravaCme dodo de fora da porta, observando Adonis impaciente, e suspirei. Senhora Luna, h algum l fora procurando por voc, disse chamarCse Alceu, seu irm?o mais velho C A empregada me avistou parada na porta e vejo me informar. SurpreendiCme e corri para fora. Por que meu irm?o havia vindo? Irm?o C Corri at a porta e avistei Alceu segurando remdios minha espera. Comprei remdio para gripe C Alceu sorriu. SentiCme grata e estendi a m?o para receber o remdio. Nossa Famlia Tavares ainda n?o est t?o desamparada a ponto de precisar que voc traga remdio para gripe C A voz fria de Adonis ecoou atrs de mim. N?o sabia quando ele havia sado, mas sua aproxima??o, todo o meu corpo se tensionou. Adonis, Luna est gripe, n?o precisa fr dessa forma C Alceu franziu a testa. Heh, est gripe, e o que voc tem a ver isso? O que voc d? T?o preocupado? Dormiram juntos? C Adonis falou de propsito para me deixar enojada. Lgrimas encheram meus olhos enquanto encarava Adonis: E o que sou para voc, para fr assim do meu amigo Adonis franziu a testa, provavelmente surpreso por minha contrariedade: Ah, Luna, agora voc se acha esperta? Qual a nossa r??o mesmo? Devo anunciar para todos que j dormi contigo, ou lembrar que voc viveu na minha casao uma mendiga durante tantos anos? Eu o encarei, respirando dificuldade, a desesperan?a tremendo em meu olhar. Capítulo 14 Captulo 14 *Adonis, n?o exagere! -Alceu Cardoso se aproximou e agarrou a g da camisa de Adonis. Eu estava receio de que eles brigassem, ent?o me coloquei na frente de Alceu: Irm?o, valeu Pode ir, a gente se f depois. Alceu, sem querer me deixar numa situa??o difcil,n?ou um olhar furioso para Adonis: Luna, aqu conversa que tivemos, resolve logo. Quanto mais longe desse tipo de pessoa, melhor. Concordei a cabe?a: Est certo, Irm?o. Alceu foi embora de carro e fiquei l, parada, sem olhar para trs. Luna, ser que eu tenho sido bom demais contigo ultimamente? C Adonis se aproximou e segurou meu pulso, me arrastando para o depsito nos fundos. Eu o olhava, um pouco assustada, sem saber o que ele pretendia fazer. Eu n?o te falei para n?o se misturar gente da famlia Cardoso? Voc ignora minhas pvras? C Adonis estava visivelmente irritado. Vou conversar Dona Elza, o nosso noivado est cancdo Vou deixar a Cidade Labirinto C Eu recuava, assustada, encarando Adonis. Ah, quer fugir? Luna, voc errou e tem que ser punida. Acha que fugindo vai se redimir? C Adonis riu com desprezo. Foi voc quem disse Para eu ir embora C Perguntei chorando, por que ele tinha que ser assim. Antes de voc empurrar a Morgana escada abaixo sem maldade, voc teve a chance de ir embora. Eu te dei a oportunidade e voc n?o soube valorizar. Agora tarde! Eu n?o fiz nada, quantas vezes vou ter que dizer para voc acreditar em mim? Por que voc n?o acredita em mim? C Eu chorava, perguntando por que ele tinha que ser assimigo. Adonis parecia indiferente, os olhos cheios de raiva. Ele pegou meu celr e me trancou no depsito: Fica aqui e reflete. Quando voc concordar em ir ao hospital pedir desculpas para Morgana, eu te deixo sair. Eu batia na porta, chorando, pedindo para Adonis me soltar. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Mas ele se recusava a me soltar, e ningum da Famlia Tavares tinha coragem de me libertar. N?o sei quanto tempo chorei, encolhida no canto, medo. A luz do depsito estava quebrada, e Adonis sabia que, desde a morte dos meus pais, eu sempre tive medo do escuro Mas mesmo assim, ele usava a escurid?o para me punir. Ele sempre foi assim, quanto mais sabia do meu medo, mais usava contra mim. Ele estava explorando o favor que me fazia, me amea?ando repetidamente. A febre s piorava, e eu me encostava naquele monte de coisas, sem saber por quanto tempo perdi a conscincia. Se n?o fosse p empregada que n?o aguentou ver aquilo e foi contar para Dona Elza, eu provavelmente teria morrido no depsito naqu noite. Na manh? seguinte. Adonis, que mal fez a Luna para voc tranc no depsito? C Elza o questionava, irritada. Morgana est no hospital, acabou de sair do perigo! C A voz de Adonis transbordava uma fria incontida. M?e, voc quem a mima demais, se continuar assim, vai ficar sem limites! Eu estava deitada na cama, meio atordoada, ouvindo Adonis e Dona Elza discutirem dodo de fora. se atreveu a empurrar Morgana escada abaixo, isso tentativa de homicdio! Se Morgana pressionar, vai para a pris?o! Elza ficou em silncio. Depois de um tempo, ele finalmente falou: Adonis, fale Morgana, veja o que quero compensa??o, nossa Famlia Tavares pode dar a , mas n?o podemos deixar Luna ser aprisionada, a garota uma coitada, aprisionada, est arruinada. Adonis riu friamente: Isso tambm culpa sua por t estragado. Durante todos esses anos, viveu na Famlia Tavares,eu da Famlia Tavares, usou a Famlia Tavares, alm de causar problemas para a Famlia Tavares, o que mais sabe fazer? M?e, eu j pedi ao Xander paraprar sua passagem. Voc vai para Baa das Prs por um tempo. Eu cuidarei das coisas aqui, voc n?o pode mais mim. Se continuar assim, s estar prejudicandoCa. Adonis queria mandar a Sra. Elza embora. Apertei as cobertas, medo de fazer barulho. Se Dona Elza fosse embora, ele poderia agir ainda mais sem restri??es. Enrda na coberta, eu tremia inteira. O que fazer, o que fazer? Adonis n?o me pouparia. Capítulo 15 Captulo 15 N?o sei por quanto tempo se passou, mas o silncio dominou dodo de fora da porta. Pensei que todos tivessem ido embora, mas de repente Adonis entrou bruscamente, abrindo a porta for?a. Assustada, eu me apoiei para recuar. Adonis soltou uma risada ir?nica: Minha m?e j se foi, quero ver quem vai te proteger agora. Adonis por favor, me deixe em paz, eu te imploro. Ele era forte e me arrastou pelo crinho at o banheiro. Lave essa sujeira!, ordenou furioso, provavelmente pensando no quanto eu havia sido desrespeitada pelos bbados na noite anterior. A gua fria chocou meu corpo e, por um instante, sentio se n?o conseguisse respirar. Ainda febre, ele insistiu em me banhar gua gda. Atordoada, ca no ch?o sem sabero reagir. Meu corpo tremia incontrvelmente. Morgana acordou, e hoje voc vai se ajoelhar e pedir desculpas a ! C Adonis, desgosto, atirou o chuveiro contra mim, exigindo que eu me desculpasse Morgana. Eu n?o vou C De algum lugar, reuni for?as e, teimosamente, recusei: Eu n?o fiz nada de errado Luna! C Adonis parecia ter atingido o auge da raiva,o se achasse que eu estava alm da salva??o. J solicitei um lugar para estudar no exterior, em dois meses estarei partindo. Por favor, me deixe ir C Eu o encarei desafiadoramente, sem um pingo do amor que j senti. Eu o odiava. Foi aquele Alceu que conseguiu essa vaga para voc? Ha, Luna, quantas vezes voc dormiu ele para que ele fizesse isso por voc? C Adonis apertou meu queixo, for?andoCme a olhClo. Olhava aqueles olhos furiosos desespero. Sim ns ficamos juntos, me apaixonei por ele e nunca mais vou te iodar. Mantive meu olhar firme, recusandoCme a ceder. Que timo! C Adonis agarrou meu cabelo e me pressionou contra o ch?o: Parece que voc nasceu para ser assim, insatisfeita. isso, n?o? Ele era forte, e cada toque parecia uma descarga de raiva. Eu n?opreendia a loucura dele. Ele ramente n?o me amava, mas s vezes me fazia pensar que sua loucura era por cimes Que absurdo. Luna, voc vai pagar por seus pecados pelo resto da vida C Ele seportavao uma fera insacivel,o se quisesse me despeda?ar. Eu gritava e implorava por misericrdia. Mas era intil. Ele prou profundamente e me devastou repetidas vezes, tornandoCme incapaz de me mover. Ele me beijou ferozmente, mas eu sabia que n?o era amor. No fim, minha garganta estava em frangalhos, e o sabor metlico do sangue enchia minha boca. Aos poucos, parei de gritar, parei de lutar. Pensei que estava pagando minha dvida a Famlia Tavares. O que eu preciso fazer para que voc me deixe em paz? Depois de mais de uma hora, adormeci no ch?o, perguntando a eleo eu poderia ser libertado. V se desculpar Morgana C Ele exigiu persistentemente um pedido de desculpas. CertoC Concordei. A verdade n?o importava mais. A famlia Tavares o apoiou durante anos, pagou as dvidas de sua famlia. Quando voc quitar sua dvidaigo, eu o deixarei ir. Adonis tomou um banho e saiu do banheiro enrdo em uma toalha. Entendi a mensagem: ele queria que eu fosse sua amante at que ele pagasse a dvida. Eu pagarei o dinheiro C Mas eu tinha que sair dali. Eu trabalharia duro para pagar a dvida, mas n?o seria sua amante nem dormiria ele Hospital Labirinto. Naqu tarde, s quatro horas, Adonis me levou ao hospital.This content is ? N?velDrama.Org. Com flores cuidadosamente escolhidas para Morgana na floricultura, eu entrei na enfermaria, sentindoCme anestesiada. Adonis, Morgana sorriu para ele, plida. Ao me ver, sua express?o mudou: Adonis por que est aqui? Os herdeiros que a panhavame?aram a protestar. Mande embora, empurrou a Sra. Morgana escada abaixo e ainda tem a cara de pau de aparecer aqui? Que cara voc tem? C Uma das mo?as ricas me empurrou. Eu tropecei e ca no ch?o. A dor da ferida em meu p plsava. Adonis franziu a testa: Chega. A rica?a olhou para Adonis: S isso depois de ferir Morgana? Vamos chamar a polcia, tem que ser presa! Ceclia, est tudo bem, n?o precisa se preocuparigo, n?o para tanto C Morganae?ou a fr suavidade. Morgana, voc boa demais! C A mo?a rica disse raiva evidente. Adonis estava plido e men?ou um olhar: veio pedir desculpas. Ah, e desde quando as desculpas servem para alguma coisa? C A garota rica zombou um sorriso ir?nico. Pedir desculpas, hein? C Mateus e os outros filhos da putae?aram a zombar: assim que voc pede desculpas? Voc n?o deveria estar de joelhos? Morgana riu, tentando neutralizar a situa??o: Vamos, pare isso. Sra. Morgana, esse tipo de mulher venenosa, assim que voc tem que lidar. Eu, anestesiada, me apoiei na parede para me levantar, segurando as flores for?a em meus bra?os. Voc n?o ouviu? AjoelheCse, pe?a desculpas! C Adonis ordenou que eu me ajoelhasse. Eu me recusei. Abaixei a cabe?a teimosamente, sem dizer uma pvra. Eu disse para voc se ajoelhar! C Adonis se enfureceu, avan?ando e me arrastando para a beira da cama de Morgana. Morgana observava a cenao se fosse um espetculo: Adonis, n?o seja t?o bruto, Luna ainda muito jovem. Capítulo 16 Captulo 16 Se n?o fosse p bondade da Morgana, voc estaria na cadeia agoral C Adonis repreendeu uma voz gda. Eu estava ali, parada, entorpecida, sem me ajoelhar diante das pvras deles. Tambm me recusei a pedir desculpas. Bem, se n?o quer pedir desculpas, pode nos panhar e se divertir um pouco esta noite. Prometo que n?o vamos exagerar C Alguns herdeiros ricos zombavam risos maliciosos. Permaneci firme, encarando Adonis: J expliquei n?o fui eu que a empurrei. Por que voc n?o acredita Text ? by N0ve/lDrama.Org. em mim? Adonis franziu a testa, impaciente: Voc mentepulsivamente Certo C interrompi Adonis antes que ele pudesse continuar. Realmente n?o conseguia suportar mais dor vinda dele. Pe?o desculpas. Olhei para Morgana e sorri: Voc venceu. Morgana olhou para Adonis: Deixa para l, n?o est pedindo desculpas de cora??o. Luna! C Adonis me advertiu. Recuei um passo, colocando cuidadosamente o buqu de flores no ch?o. Como desejei receber um presente de Adonis, mesmo que fosse apenas um buqu. Mas nunca recebi. Com as pernas tremendo, me ajoelhei. Adonis desviou o olhar, sem dizer nada. Luna, levanta, eu sei que n?o foi intencional C Morgana falouo se fosse a boazinha. N?o respondi e nem fiz men??o de levantar. Adonis, considera issoo pagamento daqu vez em que voc me salvou desesperadamente. Estou quitando nossa dvida C O resto s dinheiro. Dinheiro, eu daria um jeito.. Adonis apertou os punhos: Se quer se ajoelhar, que fique ai! No quarto do hospital, o grupo ria e zombava. Eles se divertiam suas pvras cruis enquanto eu permanecia ajoelhada no ch?o frio, das quatro da tarde at as sete da noite. At que minhas pernas adormeceram e eu desmalei de exaust?o. Luna! Para de fingir! Captulo 16 Quando acordei novamente, estava na cama do hospital, um soro pingando. O quarto estava vazio, s eu estava l. Desconectei a agulha do soro e levantei, suportando a dor nos ps, e mancando, parti. Depois de dois dias de chuva, finalmente fez sol, mas ainda estava frio. O outono de Cidade Labirinto assim, desdor e frio. N?o deixem ele escapar, umdr?o! Peguem odr?o. Caminhando pelo beco, fui empurrada por algum. De longe, ouvi gritos para pegar odr?o. O fugitivo parou ao me ver. Nossos olhares se cruzaram. Ele era alto, usando um bon e uma mscara; s podia ver seus olhos, ros e suplicantes. Ele me puxou para trs de uma lixeira, tapando minha boca para silenciar meus gritos. Pude ouvir ramente sua respira??o e batimentos cardacos. Quando os perseguidores se foram, ele me soltou e se virou para correr. Por que est roubando? C Perguntei suavemente. Ele ficou de costas para mim, de cabe?a baixa, em silncio. Percebi que ele era jovem. Aqui est algum dinheiro e este bracelete deve valer alguma coisa tambm. Voc pode ficar tudo. Tirei o dinheiro do bolso e a pulseira do pulso, coloqueiCos em cima data de lixo e fui embora mancando. Ele n?o disse nada e n?o me seguiu. Essa pulseira, eu sempre a valorizei, nunca a tirei, n?o importa o que acontecesse. Foi um presente de Adonis em meu aniversrio de 18 anos, depois que meus pais morreram. Foi o nico presente que recebi dele. Antes, eu o valorizava, mas agora eu s queria ir embora. N?o queria me contaminar nada que tivesse a ver ele. Por desgosto. Andei sem rumo ps ruas e, quando voltei casa dos Tavares, j estava escuro. Meu celr estava sem bateria, mas ningum entraria em contatoigo de qualquer forma. Luna! Onde voc estava? C Adonis explodiu ao me ver: Tentei ligar para voc, por que n?o atendeu? Ele correu at mim e agarrou meus ombros. Naquele momento, ele parecia realmente preocupadoigo. Afastei meu bra?o dele e me virei, indiferente: A bateria acabou. Captulo 16 Ele parecia frustrado: t?o difcil pedir desculpas por seus prprios erros? O que faz voc se sentir ofendido? N?o respondi. Ele se irritouigo assim, segurou meu pulso for?a, seu rosto escureceu: E a pulseira? Eu olhei para ele surpresa, n?o acreditando que ele tivesse notado a falta da minha pulseira. Cheguei a pensar que, mesmo se eu morresse, ele nem ligaria. Perdi C Eu disse,o se n?o fosse grande coisa. Luna! Voc tem no??o de que aqu pulseira era para mim C Adonise?ou a dizer algo, mas parou, hesitante em continuar. Capítulo 17 Captulo 17 This content is ? N?velDrama.Org. N?o importa, voc realmente n?o vale a pena Adonis soltou meu bra?o um gesto brusco e se virou para sair Eu o ignorel, Adonis sempre tinha seus acessos de loucura. Fui para o quarto, organizando e preparando as coisas para a viagem ao exterior. Apenas dois meses passariam voando. Logo eu estaria livre. Naqu poca, eu ainda acreditava ingenuamente que, depois de dois meses, quando conseguisse ir para o exterior, tudo estaria terminado. Mas nunca imaginei que acabaria morto ps m?os de Adonis. Isso deve ser o destino. Minha vida foi salva por Adonis, e por ele tambm foi encerrada Com isso, minha divida foi paga, e n?o devemos mais nada um ao outro. O estrondo de um trov?o me trouxe de volta realidade. Dei um tapa no meu prprio rosto e, sem sentir dor, percebi que estava morta. N?o precisava mais viver na dor e no sofrimento. As viaturas da polcia chegaram e levaram Robson, que estava desacordado. Belmiro foi levado p ambulncia. Senhor Tavares, tem alguma notcia da sua irm?? C Benito saiu do carro da policia e perguntou Adonis franziu a testa: n?o vai conseguir se esconder por muito tempo. Benito ficou em silncio, abaixouCse para pegar uma foto caida no ch?o. Era a foto que Adonis tinha mostrado a Robson, uma foto 34 que eu havia tirado para o intercambio. Benito olhou para a foto e por um momento pareceu confuso. J tnhamos nos encontrado antes, e ele deve ter se lembrado. Dois meses atrs, sua irm? n?o foi assediada na porta da NOITE? C Benito era um detetive boa memria. Adonis hesitou um pouco,o se tentasse lembrar Ah, sim isso aconteceu. Benito olhou para Adonis seriamente: A familia Tavares tem uma boa reputa??o em Cidade Labirinto, sua irm? n?o deveria precisar se prostituir, certo? Adonis ficou visivelmente irritado: Oficial Benito, Luna n?o quem voc est pensando. Eu ri ironicamente, ele n?o estava defendendo minha honra, e sim a da familia Tavares. Desculpe, entendi errado Benito bn?ou a foto. Essa foto mais ra e direta do que as artsticas Capitulo 17 que vocs me deram. Vou levigo, se tiver noticias da sua irm?, eu aviso. Adonis entrou no carro e partiu, enquanto Benito falou em tom grave: Investiguem o caso de assdio da NOITE dois meses atrs, vjam se h alguma liga??o este caso. Benito, voc suspeita que Luna j estava sendo vigiada? O assassino mata mulheres que frequentam a NOITE e levam uma vida privada tumultuada e luxuosa Benito concordou a cabe?a. Caminhei aodo de Benito, em silncio. Poderia dizer qualquer coisa, mas ele n?o me ouviria. S podia rezar para que ele descobrisse a verdade logo e levasse o assassino justi?a. Benito! C Em frente ao orfanato abandonado, um colega de Benito saiu do carro e correu at ele: Voc me pediu para verificar a r??o entre Luna e Adonis, e eu descobri. Eles realmente n?o s?o irm?os de sangue, Luna foi adotada p familia Tavares e at tem um noivado. Benito franziu a testa, ramente surpreso aplexidade do meu rcionamento Adonis. O namorado oficial de Adonis aqu mulher chamada Morgana, e ele est decidido a romper o noivado Luna para se casar Morgana. Era inegvel que a polcia era eficiente, descobrindo tudo t?o rapidamente. Eu estava fora de mim, mas meu cora??o permanecia calmo. Os amigos de Adonis disseram que, antes do desaparecimento de Luna, Morgana j havia sido seguida por um assassino quando voltava do NOITE para casa. Mas tinha medo da vingan?a do assassino e n?o quis denunciar o fato, em vez disso preferiu que Luna a substitusse e frequentasse o beco perto do NOITE. O policial parecia irritado ao contar isso. Uma pessoa de fora acharia essa histria absurda, mas Adonis me pressionou tanto que ainda assim prometeu que me protegeria. Soltei uma risada ir?nica, agora, observando de fora enquanto os outros analisavam minha experincia de morte, eu s podia achar gra?a. A express?o de Benito escureceu por um momento e ele olhou para o relgio: Luna est desaparecida h mais de 48 horas, vamos formar uma equipe de investiga??o especial, solicitar um mandado e pegar Adonis e aquele bando de amigos idiotas dele, n?o deixe nenhum deles escapar! Levantei minha cabe?a abruptamente, olhando para Benito espanto. Ele ia prender Adonis? Ele suspeitava que Adonis fosse o assassino que me matou? N?o foi o Adonis, foi aquele Robson C Tentei desesperadamente explicar polcia, eu n?o estava tentando inocentar Adonis, estava preocupado que o verdadeiro assassino ainda estivesse solta, cometendo mais crimes. Capítulo 18 Captulo 18 Benito n?o conseguia ouvir minha voz, mas ele tambm estava ansioso para resolver o caso o mais rpido possivel a fim de evitar que mais mulheres fossem feridas. Talvez por sua intui??o policial, agora a nica pessoa que acreditava que algo ruim tinha acontecido comigo era o prprio Benito. Vocs tm que investigar tanta gente, tantos casos todos os dias, n?o cansativo? C murmurei para mim mesma, provavelmente ja desesperada demais. Benito! Aqui t?o todos os dados sobre a Luna, o celr d est bem danificado, foi mandado para o laboratrio para arrumar, vai levar um tempinho. Benito determinou uma investiga??o minuciosa sobre mim. Para fr a verdade, eu estava curiosa para sabero eu ia ser retratada nas investiga??es de outra pessoa Os dados do celr da Luna tambm v?o ser extrados depois do conserto. Senti uma vergonha absurda, isso quer dizer que eles podiam ver meu histrico de buscas, os dirios que escrevi nas minhas anota??es. Benito pegou meus dados e examinou seriedade. Com apenas dezoito anos, eu tinha perdido meus pais, vendo eles morrerem na minha frente. A primeira foto era do acidente de carro daquele ano. Por reflexo, fechei meus olhos, n?o querendo lembrar. A familia Tavares adotou a Luna, teoricamente deviam ter uma boa r??o, mas a formao o Adonis fva d, parecia que eram inimigos Centou baixinho um policial. Benito n?o falou nada, s analisava meus dados seriedade. Eu curtia a tranquilidade, desenhar, e eles podiam achar todos os meus desenhos. Eu tinha boas notas, fotos minhas no frum da faculdade, meus prmios, meus formulrios para estudar fora do pais. Se n?o tivesse passado por problemas, provavelmente estaria indo para o intercambio agora C disse Benito, olhando para o relgio, e de repente ficou pensativo. Eu tambm fiquei chocada, um aperto no cora??o. , se eu n?o tivesse partido, agora j teria dado o fora de Cidade Labirinto. Descobrimos, Oscar perguntou para um gar?om no Clube NOITE, ele lembra da Luna, falou que era bonitona, deixou uma impress?o, e mencionou que Luna encontrou o Adonis l dois meses atrs. Um policial veio correndo e rtou as descobertas para Benito. Cobri meus ouvidos, tentando em v?o n?o ouvir as informa??es pessoais sobre mim mesma. Aqu noite, tinha um monte de gente no quarto do hotel, os amigos do Adonis foram embora primeiro, se Luna estava l por vontade prpria desconhecido. Idiota C Benito xingou baixinho: Um bando de vagabundos! 11:50 Capitulo 18 Parecia que, l no fundo, ele tendia a acreditar em mim. Fiquei grata, surpresa que um estranho, que mal conhecia, estava disposto a confiar em mim. Dava para sentir a raiva do Benito,o se elepartilhasse da minha dor. Segui ele at a delegacia. A ordem de investiga??o foi emitida rapidinho, afinal, a srie de assassinatos em Cidade Labirinto estava causando um estrago tremendo. N?o demorou muito para que Adonis e seu grupo de amigos fossem chamados p policia, at Belmiro. que estava todo machucado, foi arrastado para a delegacia. Vocs s?o loucos? N?o veem que sou a vtima aqui? Ao invs de pegar o louco, vocs est?o me pegando? C Belmiro ainda estava remando. O outro um louco, se matar voc, ter morrido em v?o C advertiu Benito friamente, antes de continuar. Voc suspeito de abuso sexual e assdio, ent?o cale a boca. Belmiro ficou momentaneamente sem pvras: O qu? Eu abusei de algum? Benito segurou a g da camisa de Belmiro e o arrastou at a s de interrogatrio. Nas m?os de Benito estava o meu diario. Eu tinha o costume de escrever em meu dirio, receio de esquecer o mal que essas pessoas me fizeram, ent?o registrei tudo. Aqu mulher deveria se olhar no espelho, toc seria um favor C disse Belmiro, que n?o era muito inteligente e estava acostumado a ser arrogante, acreditando que seu dinheiro poderia resolver tudo. Mas Benito n?o o poupou, registrando na transcri??o do interrogatrio que o suspeito confessou sem remorso o abusoetido contra mim, Luna.. Eu observava Benito de trs, sentindo um alivio inexplicvel. Assim, Belmiro receberia o castigo que merecia. Na noite do dia 13, vocs for?aram Luna a atrair o assassino, n?o verdade? C perguntou Benito, com uma frieza prante. Estvamos apenas tentando a sorte C respondeu Belmiro desdm,o se tivessem apenas brincado de um jogo divertido. Mas eles n?o sabiam que aquele jogo tinha custado minha vida. Com os olhos inmados de raiva, eu me deixei levar p atitude despreocupada de Belmiro. Avancei em sua dire??o, berrando furiosamente, tentando agarrar uma cadeira para atingiClo, mas minhas m?os n?o conseguiam tocar em nada, e s me restava assistir sua audcia. Voc tem no??o de que a ignorancia e estupidez de vocs poderiam ter matado Luna? Benito, segurando a ca, tinha os msculos tensos, a raiva era evidente. Impossvel, aquele assassino nem daria aten??o a ! C Belmiro retrucou arrogancia. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Dia 13, 14, 15, vocs fizeram Luna ir atrs do assassino naquele beco por trs noites seguidas. desapareceu na noite do dia 15, e vocs nem sequer chamaram a policia imediatamente, ainda atrasaram a investiga??o! C Benito bateu na mesa for?a, t?o enfurecido que parecia pronto para Capitulo 18 brigar. Mas ele era um policial, e se conteve. N?o bem assim C Belmiroe?ou a ficar alerta: Nos dias 13 e 14, fomos apenas duas noites. Como o assassino n?o se interessou por , desistimos. No dia 15, nem a fizemos ir. N?o tente colocar essa culpa em mim. Eu ri ironicamente. Ent?o eles n?o sabiam que na noite do dia 15, fui enganada por Morgana e levada at o fim do beco. Ser que o Adonis tambm n?o sabia? Capítulo 19 Captulo 19 Era a grava??o das cameras de seguran?a perto do boco no final da run, a ltima vez que Lunn fol vistu, estava indo em dire??o a esse beco. Benito alertava Belmiro a contar a verdade, Belmiro ficou desesperado: que escolha para onde quer ir, no dia quinze n?o deixamos sair This content is ? N?velDrama.Org. Voc ainda n?o est fndo a verdadelC Benito tambm batou na ten Belmiro perdeu a pacincia: Foi Adonis queme?ou toda essa confus?o, mandando a gente fazer isso. Se quiser saber de alguma coisa, pergunta para ele. N?o sei se foi ele quem mandou a Luna ir para o beco no dia quinze, mas tenho um libi para aquele dia. Eu estava na noite bebendo at n?o aguentar mais, certeza tem gente que estavaigo e vai se lembrar. Benito olhou para o relgio e fez um sinal para que levassem Belmiro embora. Irm?o, e se foi o prprio Adonis que fez algo a Luna, e medo de ser descoberto, usou o nome de um serial killer para mat Benito ficou em silncio, agora ele tambm suspeitava de Adonis. Eu suspirei e fiquei ouvindo em silncio, sem saber o que Adonis poderia vir a dizer durante o interrogatrio. N?o demorou muito para Adonis entrar, sentandoCse aodo da mesa de interrogatrio uma express?o de insatisfa??o. Senhor Tavares, precisamos que voc coopere e esre?a algumas coisas C O policial responsvel ps anota??es falou em tom srio. Adonis parecia impaciente: At meu advogado chegar, tenho o direito de permanecer em silncio. Se voc quiser que a Luna esteja morta, pode ficar em silncio para sempre C Benito falou uma voz sombria. Adonis franziu a testa e ficou cdo. Eu ri, um riso carregado de ironia ao olhar para Adonis. Ele certamente adoraria que eu desaparecesse logo. Nos dias treze, quatorze e quinze, voc fez a Luna usar as roupa Ru re e pelo beco, certo? Para atrair o assassino?C A press?o na voz de Benito era evidente. da Morgana e caminhar sozinha p Provavelmente nenhum policial teria coragem de fazer algo t?o arriscado e, mesmo sem ter a tica aperfei?oada, Adonis tinha deixado Luna merc da morte. Adonis levantou os olhos para Benito, mas continuou em silncio, ramente n?o disposto a cooperar. Benito parecia ser um policial que realmente sepadecia das vtimas e dos mortos. Ele batia na mesa, furioso: Se a Luna foi morta por causa do seu ato irresponsvel, imagina o desespero d na hora da morte! Eu estava sentada em silncio na s de interrogatrio, tremendo por inteira. Benito estava certo, naquele momento eu estava realmente desesperada ao extremo. Ser levada para o inferno ps m?os do homem que eu mais amava, que eu mais me importava, e que Capitulo 19 uma vez tinha me salvado. Senhor Bento, provoca??o n?o funcionaigo, voc n?o conhece a Luna, eu sou a pessoa que mais apreende neste mundo. n?o est morta, eu n?o acreditarei em nenhuma noticia da morte d at ver o corpo- Adonis respondeu calma Be realmente n?o acreditava que eu pudesse estar morta. No dia quince. Luna entrou no beco e depois disso desapareceu. As cameras de seguran?a mostram que nunca mais sauCBento parecia desanimado, sentindo que Adonis era um caso perdido. Ele tambm sentia pena de Luna. THE um erro de tempo, n?o sei se intencional da parte do Senhor Benito. De fato, fizemos a Luna atrair o assessing nas noites dos dias treze e quatorze, mas no dia quinze, ningum a mandou ir C Adonis falou seriedade: Alm disso, foi para a Ru re, n?o para o beco. Benito observava Adonis em silncio,o se tentasse desvendar se ele estava mentindo ou n?o. Eu tambm estava atrs de Benito, observando Adonis em silncio. Que ironia Me fale sobre a Luna,o na sua cabe?a C Benito n?o mostrava as evidncias nem as grava??es de video para Adonis, mas pedia que ele fsse sobre mim Como eu era, no cora??o dele. Ba? C Adonis soltou uma risada fria: Por fora, parece inocente, mas por dentro astuta e calculista. Benito se recostou em sua cadeira, observando Adonis em silncio. filha adotive da familia, apaixonada por mim h muitos anos. Para se casarigo, faria cualquer coisa, at mesmo tentar eliminar minha noiva C Quando Adonis disse isso, o odio transbordou de sua voz Fiquei ali, paralisado diante dele, um desejo irresistivel de esbofeteaClo, mas ao mesmo tempo sentindo que n?o adiantaria nada. Morgana? C Benito pareceu captar a essncia da quest?o: Voc poderia nos contar sobre o conflito entre Luna e Morgana? Capítulo 20 Captulo 20 Adonis franziu a testa,o sementasse ter fdo demais, provavelmente temendo causar problemas para Morgana. Desculpe, um assunto privado, n?o podemospartilhar. Benito n?o insistiu, e um policial se aproximou por trs, cochichando algo em seu ouvido. Provavelmente era a chegada do advogado de Adonis. Benito teve que deixar Adonis sair primeiro. Adonis se levantou e ajeitou a roupa, sempre imperturbvel,o se nada pudesse abalClo. Ao chegar porta, Adonis parou de repente, voltandoCse para Benito. J disse, se voc quer resolver o caso e pegar o serial killer, pare de se fixar em Luna. esperta, mais do que voc imagina. Isso foi apenas uma jogada d para me for?ar a casar, mas n?o sabia que ia desviar a investiga??o. Benito permaneceu em silncio. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. muito teimosa. Depois que a encontrarmos, vou darClhe uma boa li??o. Mas se a investiga??o falhar, isso ser um erro do Sr. Benito, e ningum mais ser culpado, certo? Adonis perguntou, um olhar significativo. Benito batucou levemente a mesa os dedos, mas n?o disse uma pvra. Eu n?o sabia o que Benito estava pensando, mas naquele momento vi o aviso de Adonis.Ele estava amea?ando um policial. Eu sabia que Adonis n?o fva por mim, mas por Morgana. Ele temia que Morgana fosse envolvida nisso, j que a prxima a ser interrogada era . SenteiCme numa cadeira vazia aodo, observando Morgana entrar. Morrer talvez fosse um alivio, pois me permitia ver qu?o frios e sombrios podem ser os cora??es humanos. Sra. Morgana, Sr. Tavares disse que voc e Luna tm algumas desaven?as pessoais. Por favor, explique. Benito n?o era bobo, sabia que estava tentando enganar Morgana.Luna Morgana ficou com os olhos vermelhos. uma boa menina, apenas um pouco teimosa. Sinto muito por causar problemas a todos. irm? de Adonis, ou seja, minha irm? tambm. Ns n?o a educamos bem, mas quando a encontrarmos, vamos disciplin severamente.A atua??o de Morgana era impressionante, quase me fazia acreditar que estava assistindo a uma nov. Como conseguia mentir sem piscar? Luna gosta do Adonis. Voc sabe que eles n?o s?o irm?os de sangue? Benito percebeu a tentativa de Morgana de mudar o assunto e lembrouCa intencionalmente. Realmente, eles n?o s?o irm?os de sangue. Eu sempre soube do sentimento de Luna por Adonis, pois no dia em que ele me levou para conhec, me avisou. Disse que era a noiva dele e me mandou ficar longe de Adonis. at amea?ou disse que se eu continuasse me envolvendo Adonis, algum me mataria. Morgana baixou a cabe?a, os olhos ainda mais vermelhos. Mas logo, Morgana sorriu. Essa menina f sem pensar, mas n?o tem m ndole. Minhas m?os se fecharam for?a, uma onda de dio e raiva subindo, quase me fazendo perder o controle. Jamais ameacei , foi quem mandou me matar. Captulo 20 Mentirosa! Voc uma mentirosa! Levantei para atacar Morgana, apertando seu pesco?o, tentando desesperadamente mat. Mas era tudo em v?o.H cerca de dois ou trs meses, n?o me lembro exatamente, Adonis me levou para casa e tivemos uma discuss?o Luna. me empurrou escada abaixo, me deixando gravemente ferida e hospitalizada, quase morrendo. Morgana suspirou, parecendomentar a falta de escrpulos de Luna. Benito franziu a testa. Luna suspeita de agress?o intencional, por que voc n?o chamou a polcia? a irm? de Adonis, apenas muito mimada. Quis darClhe outra chance. Se eu chamasse a polcia, seria presa, t?o jovem, n?o queria destruir a vida d. Vamos darClhe uma chance. Morgana fvao se fosse uma santa celestial. Eu gritava descontrdamente, lutando, batendo n, mas sem efeito algum. Mentirosa, voc uma mentirosa! Benito parecia pensativo, sem revr o que tinha em mente. Comecei a sentir.medo, medo de que Benito tambm tivesse sido enganado por Morgana. Em minha memria, depois que Adonis conheceu Morgana, ele mudoupletamente,e?ou a favorec, a confiar somente n. E era assim os amigos na vida real tambm, sempre acabavam traindo e se tornando amigos de Morgana. Parecia que tinha nascido um tipo de magia, capaz de fazer as pessoas ao seu redor gostarem e confiarem n. E eu, era apenas algum que eles desprezavam e humilhavam. N?o acredite n, por favor, n?o acredite, foi quem me matou, eu implore. Eu implorei chorando para Benito, para os outros policiais, pedindo que n?o acreditassem nas pvras de Morgana, mas ningum me deu ouvidos.Nos dias 13, 14 e 15 noite, onde estava a Sra. Morgana? Benito perguntou sem mostrar emo??o no rosto. Adonis achou que Luna me devia algo, mandou para atrair o assassino em meu lugar, mas s foi por dois dias, acho que foram nos dias 13 e 14, do dia 15 eu n?o sei, Morgana refletiao se estivesse pensando. Ok, obrigado por cooperar, Srta. Branco. Marcos, pode panhar a Srta. Branco para fora, Benito se levantou, sua atitude em r??o a Morgana havia melhorado muito. Eu sabia Benito acreditava. Eles todos acreditavam nas pvras de Morgana. Capítulo 21 Captulo 21 Sentado desanimado na cadeira de interrogatrio, eu olhava impotente para Benito, que estava organizando os registros. N?o verdade Minha voz rouca tentava explicar, enquanto a ltima fagulha de esperan?a parecia estar se apagando. Eu tanto queria que a policia visse a verdadeira face da Morgana, me restitusse a inocncia, para que eu pudesse morrer em paz. Mas agora, parecia que a verdade jamais serja conhecida. E o meu corpo jamais seria encontrado. Sr. Benito, uma mentirosa, uma impostora, murmurei a voz rouca. Por que n?o acreditavam em mim? Por que ningum.queria acreditar em mim? Por que todos escolhiam acreditar nas pvras de Morgana? Chefe, ns fmos vrias pessoas, todas conheciam a Luna, e ningum tinha uma pvra boa a dizer sobre . Parece que essa mulher realmente n?o tem carter, disse um policial jovem que entrava na s de interrogatrio, ramente dodo de Morgana. Essa Morgana parece ser muito bondosa. quase morreu ao ser empurrada da escada e nem chamou a polcia, nem quis levar o caso adiante, ainda deu uma chance para . Benito continuava a arrumar os papis, sua ca hesitou por um instante. O que ouvimos e vemos n?o necessariamente a verdade. E o que a verdade?, perguntou Marcos, confuso. Evidncia., apontou Benito para o depoimento. Eu s acredito em evidncia. A natureza humana plexa e mutvel, somente as evidncia s?o definitivas. Eu olhava para Benito sem muita esperan?a. Sem encontrar o corpo, ningum acreditaria em mim. Dodo de fora, uma policial entrou, uma express?o tensa no rosto. Chefe, saiu o rtrio mdico mdico do Robson ele tem cicatrizes de choques eltricos pelo corpo, todas sofreu abusos prolongados durante a infancia. antigas, ramente Benito franzia a testa e pegou oudo para dar uma olhada. Do meu angulo, eu podia ver as fotos do exame, as cicatrizes na pele queimada pelos choques eltricos, as marcas de cigarro, as cicatrizes deixadas por chicotadas que se abriram e cicatrizaram, todas entr?adas. N?o se engane p aparncia dele, um louco, muito bonito, mas exceto pelo rosto, est coberto de cicatrizes. Ser que sofreu abusos no orfanato? Por ser bonito e um pouco tolo, a policial dizia empatia e raiva. Esses monstros, idiotas. Benito n?o falou, apenas olhou para oudo em silncio por um tempo antes de fr, Este caso n?o tem Capitulo 21 nada a ver ele, e ele tem histrico de doen?a mental, n?o responsvel perante a lei, alm disso, n?o tem guardi?o, n?o nossa responsabilidade. A policial entendeu o que Benito queria dizer, eles iriam liberar a pessoa. Mas chefe, esse tipo de loucura agressivo, e se ele machucar algum l fora? Marcos estava preocupado. Ele um assassino, ele um assassino, gritei para Benito. Por que est?o soltando ele? Porque ele mentalmente doente, ent?o matar n?o crime?Ele era um assassino! Mesmo que ele tivesse passado por muitas injusti?as, ele ainda era um assassino! Isso n?o justifica seus crimes Ele matou tantas mulheres inocentes. Antes de atacar o Belmiro, ele j tinha perdido o controle e machucado algum?, perguntou Benito. Marcos negou a cabe?a. Isso nunca aconteceu. Eles foram de carro at o antigo orfanato abandonado e provocaram ele primeiro, explicou Benito em defesa de Robson.Dava para ver que Benito n?o achava que Robson tinha feito algo errado. Eu n?o tinha for?as para explicar e, num impulso, sa da s de interrogatrio. Esse Benito era realmente um tolo, o assassino estava bem diante dele, e ele o liberava repetidamente. Por causa de sua bondade, provavelmente mais garotas iriam sofrer. Na porta da delegacia. Eu estava de p no vento, e conseguia sentir o frio. Era uma sensa??o de frio cortante at os ossos. This content is ? N?velDrama.Org. Robson foi liberado e, de p no vento frio, encolheu os ombros, obviamente tambm sentindo frio. O tempo esfriou, agora a diferen?a de temperatura entre dia e noite era grande. Robson usava apenas um moletom velho e rasgado, uma cal?a que n?o lhe cabia bem e sapatos em farrapos. Robson, algum veio pagar sua fian?a. Fique aqui esperando. Benito saiu atrs de mim e acendeu um cigarro. Ele provavelmente tambm estava surpreso que um louco de um orfanato tivesse algum para pagar sua fian?a. Senti um medo que me afastou de Robson, escondendoCme perto da porta e observandoCo atentamente. Robson mantinha a cabe?a baixa e, de repente, levantou o olhar na minha dire??o, ummpejo de surpresa passando por seus olhos. Temi e me esquivei, quase esquecendo que j tinha morrido e que ningum poderia me ver. No entanto, aquele olhar de Robson parecia realmente capaz de me enxergar. Rapidamente, ele desviou o olhar, uma express?o de desalento. Um Maybach preto estacionou em frente delegacia e dele desceu um homem de meiaCidade, que olhou para Robson de forma gentil. Senhor, escondeuCse por tanto tempo, j hora de voltar para casa. Capítulo 22 Captulo 21 Robson olhou para o homem caut, relutante e pensando em fugir. Dois seguran?as saram do carro, agarraram Robson for?a e o colocaram dentro do veculo, ignorandopletamente sua resistncia. SentaramCse um de cadado dele e partiram. A brasa do cigarro de Benito piscava, incerta, e eu n?o conseguia discernir seys pensamentos. Ser que ele estava,o eu, chocado, parado ali sem rea??o por um bom tempo? Senhor? Jovem mestre? Um rf?o doen?a mental, criado em um orfanato, era um jovem mestre? Capitulo 22 Captulo 22 Sr. Benito, ouvi dizer que voc soltou aquele louco? Adonis, panhado por Morgana, saiu da delegacia uma express?o desagradvel. Morgana parecia assustada, abrigandoCse nos bra?os de Adonis. Adonis tirou o casaco e, um carinho paternal, o colocou sobre Morgana, depois a envolveu em seus bra?os. Est frio? acenou a cabe?a, frgil. Sr. Tavares, ele tem um guardi?o legal e foi libertado por ele. Eles tambm disseram que, se seu amigo tiver algum problema, podem contatClos, e eles cobrir?o todas as despesas mdicas e perdas, Benito entregou um cart?o de visita a Adonis. Adonis pegou o cart?o e olhou para ele, sua express?o mudando visivelmente, seguida de uma carranca. Homero Macedo? Familia Macedo Eu tambm fiquei chocado ao olhar para Adonis, Famlia Macedo? A Familia Macedo, que est no topo da piramide do mundo dos negcios de Cidade Labirinto, a mais rica de todas. At mesmo a Famlia Tavares n?o poderia separar Familia Macedo. Maso um membro da Famlia Macedo cresceu rf?o e acabou sendo um louco? Pensando na identidade de Robson, meu corpoe?ou a tremer incontrvelmente. Ser que era por ter o poderoso sobrenome Macedo que ele conseguia permanecer impune mesmo apseter tantos assassinatos? Ent?o, algum estava encobrindo seus rastros. O que eu deveria fazer agora onde estaria meu corpo? Ser que a verdade sobre minha morte ainda poderia ser revda? Ele ele da Famlia Macedo? Morgana tambm estava em choque, demorando bastante tempo para fr novamente. Um membro da Famlia Macedo louco? Nunca ouvi fr disso. H trs anos, o filho mais velho de Homero Macedo, seuo ea morreram em um acidente de carro, restando apenas o filho mais novo, que estril e incapaz de procriar ou ter um herdeiro, disse Adonis, franzindo a testa e voz grave. bvio que esse louco deve ser descendente dos Macedo, caso contrrio, Homero n?o estaria t?o preocupado ele.Preocupado? Benito riu sarcasmo. Se ele estivesse realmente preocupado, n?o o teria deixado vagar por a, provavelmente s queria deixar uma heran?a. Adonis n?o respondeu. Os assuntos da Famlia Macedo n?o lhe interessavam, e ele n?o queria se envolver. Sr. Benito, j que voc esreceu tudo, melhor focar no assassino, sem mais preocupa??es a Luna. Abrindo a porta do carro, Adonis segurou na arma??o e ajudou Morgana a entrar. Era visvel o cuidado que ele tinha cada detalhe em r??o a Morgana. Eu e Morgana vamos hos casar. Na cerim?nia, certeza aparecer, Adonis parecia muito **Captulo 22 confiante. Eu sorri ironicamente. Parece que Adonis estava nejando usar seu casamento Morgana para me atrair. Ent?o, parabns. Benito disse um olhar significativo para Adonis. Espero que seja apenas uma brincadeira de Luna, espero que apare?a em seu casamento, s? e salva. Sonhar murmurei, zombando de Adonis. Eu n?o iria, nunca mais apareceria. Adonis entrou no carro e partiu. Fiquei parada l, sem saber para onde ir. Uma alma perdida, provavelmente o que ie el era. Text ? by N0ve/lDrama.Org. At na morte, minha alma n?o sabia para onde deveria ir. Luna, onde voc est? Benito olhou para o cu e de repente perguntou. VireiCme para olhar para Benito e sorri. Eu morri, e onde est o meu corpo, eu tambm n?o sei Lus, irm?o! Deu ruim! Na frente da delegacia, um jovem policial correu em panico para dentro. Em Rio Branco, encontraram mais um corpo de mulher, o mesmo modo de operar Um vestido vermelho, mulheres que frequentavam a noite, abusadas sexualmente antes de morrer Morta por asfixia. Benito franzia a testa, jogando fora o toco de cigarro. Puta que pariu Que idiota! Benito ficou furioso, descontando sua raiva numa lixeira aodo, batendo e chutando. Ele odiava sentirCse impotente, incapaz de capturar o assassino. Tantas mulheres inocentes tinham sido vtimas. A pele do rosto da vtima foipletamente removida, impossvel reconhecer a identidade Foi s ent?o que Benito se acalmou, ficando em silncio no mesmo lugar. Vamos l ver. Eu seguia Benito, rmado, a memria da morte ainda fresca na mente. O assassino realmente tinha capturado mais algumas mulheres. Nos ltimos momentos, vi mulheres vestidos vermelhos, encolhidas e escondidas no canto de uma parede. H sobreviventes, Benito, ainda h sobreviventes. Vamos procurar naquele orfanato abandonado, vasculhar aquele orfanato abandonado! Eu gritava atrs de Benito, desesperado. Havia pessoas vivas, o assassino matava uma de tempos em tempos, antes disso, ele as sequestrava. Com certeza havia sobreviventes! Benito! Ainda h sobreviventes! Eu gritava ansiosamente, tentando fazer que ele me ouvisse, mas era intil. Erao se estivssemos em mundos separados, ele simplesmente n?o podia sentir minha presen?a. estranho, esse corpo tambm tem algo que pertence a Luna. A vtima tinha um brinco na orelha esquerda, aps identifica??o, o mesmo que Luna usava no dia do seu desaparecimento, a policial informou a Benito, aps voltar do local. Capítulo 23 Captulo 23 Ser que possvel que todos ns tenhamos pensado na dire??o errada, e o assassino n?o um homem, mas sim uma mulher? Ser que a prpria Luna? A policialpartilhou sua espec??o com Benito, Benito ficou em silncio. Eu tentei desesperadamente explicar, mas foi em v?o. Eles n?o podiam ouvir meus gritos, nem entender por que o assassino quis me matar e depois espalhar meus pertences entre vrias vtimas. Primeiro foi a pulseira, depois os brincos. Que loucura ele estava tentando fazer? Segui Benito at Rio Branco, onde era mais desdo e ficava longe do orfanato abandonado. Era ro que o assassino matava as pessoas e depois jogava os corpos no rio, que os trazia para serem encontrados neste lugar remoto. Fiquei parada beira do rio, olhando para o corpo coberto por um len?ol branco, ainda medo o suficiente para cobrir os olhos. Veja s, at morta, ainda sou um fantasma medroso. Os brincos s?o realmente da Luna, o corpo anterior tinha a pulseira d, e este tem os brincos o que o assassino est tentando dizer? Marcos perguntou, desconfiado. N?o possvel que Llian esteja certa e o assassino seja Luna? Mesmo que n?o seja Luna, certeza est rcionado a . est desaparecida agora, seus amigos est?o convencidos de que n?o est morta, est brincando o desaparecimento. Talvez seja o assassino, ou cmplice do assassino! disse arrogante e irritada.Ouvi dizer que essa Luna gosta do Adonis, faria qualquer coisa para se casar ele, talvez realmente conhe?a o assassino, depois que o assassino mata algum, deixa suas coisas para provocar Adonis e Morgana, n?o ? Natlia Barros, uma policial, tambm se aproximou. Eu olhei para Benito, impotente, bn?ando a cabe?a fricamente. N?o, n?o fui eu, eu n?o fiz nada. Benito permaneceu em silncio, demorou um tempo at que falou. Emitam um mandado de busca e apreens?o, procurem por Luna. Minha ltima esperan?a se desfez naquele momento. Olhei ironicamente para os policiais minha frente e, sem for?as, me virei para ir embora. Eles n?o confiavam em mim, at me difamaram um mandado Ser que sentiriam remorso ao encontrar meu corpo, por todas as suspeitas agora? Isso j n?o importava para mim. Neste mundo, ningum mais confiava em mim. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Ningum acreditava que eu estava morta. Nem que tinha sido Morgana a me matar. 11:51 Capitulo 23 Todos acreditavam em Morgana. V Eterna. Sem perceber, voltei para o que j foi meur, antes dos meus pais terem problemas, onde viviamos felizes. Em Cidade Labirinto, nossa familia n?o era rica, mas ramos de sse mdia, tnhamos uma vida confortvel e feliz.At os meus dezoito anos, pensei que era a princesinha mais feliz do mundo, o amor dos meus pais e um futuro brilhante. Mas tudo se desfez. Eu nunca poderia voltar para aqueles dias. Caminhando ps ruaso um fantasma, deixei que os carros passassem por minha alma sem cessar. Afinal, a morte traz mais desesperan?a Como uma alma penada, eu nem tinha o direito de desejar a morte. Luna Luna, onde voc est? Por favor, volta. Abaixo do prdio, ouvi algum chorando. Era uma figura frgil, agachada, incessantemente fazendo liga??es. Eu estava sob um poste de luz, tremendo por inteiro naquele momento. Era Mafalda. Minha amiga de infancia, que cresceuigo. estava discando para o meu nmero, que h muito n?o podia mais receber chamadas. Luna, n?o me assuste, por favor, volta. murmurava entre lgrimas, a voz rouca, pedindo para Luna n?o assust, para eu voltar. Eu me agachei aodo d, querendo abra?, mas era incapaz. *Mafalda, eu estou aqui n?o chore, estou aqui, Mafalda. Mas n?o podia me ouvir. Mafalda, eu vou descobrir a verdade, eu juro que vou descobrir, e vou vingar voc, disse Mafalda uma voz rouca,o se tivesse tomado uma decis?o. Mafalda Senti um pressentimento ruim no cora??o, uma sensa??o de que algo ruim estava para acontecer. Mafalda! era a nica que se importavaigo, eu n?o podia deixar que nada acontecesse a . SeguiCa apressadamente, gritando seu nome em panico, mas n?o olhou para trs, continuou limpando as lgrimas enquanto fva ao telefone. Voc descobriu alguma coisa? A policia encontrou mais um corpo hoje, e o brinco que a vitima usava era da Luna. Eles n?o conseguiram confirmar a identidade, mas o DNA n?o coincidia o da Luna. 11:51 Captulo 23 Mafalda estudava medicina, tinha amigos legistas, ent?o realmente n?o era difcil para conseguir informa??es. Me ajuda a fr o Benito, diga a ele que eu estive cido pelo Noite por um tempo, posso ser isca para o assassino, que ele entre em contatoigo Se ele n?o concordar, eu vou sozinha. A voz de Mafalda era cheia de determina??o. Voc est louca! Eu gritei, acreditando que Mafalda tinha perdido o juzo. Como poderia querer provocar esse assassino! Capítulo 24 Captulo 24 Naqu cafeteria aodo da rua. Benito provavelmente n?o esperava que Mafalda o for?asse a um encontro por algo assim, por isso veio raiva. Eu entendo que voc queira encontrar sua amiga, mas essa abordagem estpletamente errada! Benito franziu a testa, num tom de repreens?o.Ent?o me diga, qual seria a maneira correta? Esperar vocs resolverem o caso? J faz tanto tempo! Se estiver esperando algum vir salv, imagine o qu?o desesperada deve estar! Mafalda estava perdendo o controle emocional, gritando Benito.O rosto de Benito ficou carregado, ele esfregou a testa. Eu entendo seus sentimentos Voc n?o entende! Mafalda interrompeu Benito. Benito se calou, olhando para Mafalda, sem mais pvras. Se n?o fosse euCligar para a polcia dizendo que a Luna estava desaparecida, ningum teria chamado, vocs n?o teriam aberto um caso. n?o tem mais pais, n?o tem nada! s tem a mim! Se eu n?o cuidar d, vai realmentedesaparecer. Mafalda estava os olhos vermelhos, mas segurava as m?os firmeza. Eu sei, deve estar sofrendo muito, muito mesmo. Porque o corpo d tremia. Mafalda, por favor, n?o seja impulsiva Eu s podia implorar para Mafalda n?o ser impulsiva, para n?o ir esquecer de mim e viver bem sua vida. Mas Mafalda parecia determinada a me encontrar. N?o prometa a , Benito, n?o prometa! Eu chorava, implorando para Benito n?o aceitar. Benito ficou em silncio por um bom tempo, at que finalmente falou. Desculpa, eu n?o te conhe?o, nem conhe?o a Luna mas pelo que ouvi do Adonis e dos amigos dele, Luna n?o era exatamente uma boa pessoa, at tinha uma maldade Eles que se danem! Mafalda gritou. Esses dem?nios, s?o idiotas! Com que direito fm mal da Luna, que autoridade eles tm! Desde o incio, quem machucou a Luna foram eles! Esse Adonis, um estuprador! Voc n?o policial? Vai prender ele! Vai l! Mafalda, fora de controle, empurrava Benito, aos gritos para que ele prendesse Adonis. Benito por um momento parecia perdido, provavelmente n?o sabia lidar a emo??o de uma mulher. Mafalda chorava, eeu chorava junto , empurrava Benito fricamente, e eu s queria abra?. Mas eu n?o podia abra?, e n?o podia me salvar. Benito voc policial, n?o acredite que a verdade esteja na boca da maioria, Luna n?o esse tipo de pessoa Eu vou provar para vocs. Depois de desabafar, Mafalda de repente se acalmou. Sua calma era mais assustadora que seu descontrole. O que voc quer fazer? Benito perguntou. Amanh? noite, vou vestir um vestido vermelho e passar perto do beco no fim da rua. Se n?o der certo 11:52 **Captulo 24 em um dia, tentarei dois, trs um dia, eu vou atrair aquele louco. Mafalda segurava as m?os firmemente, respirando tremor. Que tipo de amiga faz que voc arrisque sua vida. Benito parecia irritado, acendendo um cigarro na rea de fumantes. Mafalda deu um sorriso sem for?as. Quer conhecer Luna? Venhaigo Vou te levar para conhecer a Luna de novo. Benito ficou em silncio, seguindo Mafalda. Eu tambm seguia, bem de perto. Luna era tima nos estudos, sempre teve as melhores notas da nossa turma. Mafalda dirigia, levando Benito V Eterna, Era o lugar onde eu nasci e cresci. Mafalda sabia onde estava a chave de casa, era o nosso refgio durante os dias de esc. This content is ? N?velDrama.Org. Luna era linda, sempre foi a mais bonita da esc. Mafalda pegou uma chave de dentro de um par de sapatos, abriu a porta e entrou. No hall da s, havia uma foto minha, de uma apresenta??o de bal, uma arte individual, muito bonita. Na foto, eu usava um figurino branco de dan?a,o um cisne abrindo as asas, eu tinha dezoito anos naqu poca. Realmente muito bonita. Benito olhava a foto, concordando. Depois que seus pais morreram num acidente de carro e a empresa deles faliu, devendo uma fortuna, n?o era preciso que Luna se responsabilizasse ps dvidas. Mas pegou a indeniza??o que recebeu p morte dos pais e pagou todos os credores, sem ficar um centavo para si. Mafalda tirou uma caixa de dentro da gaveta. Quando entrou para a universidade, entregava todas as suas bolsas de estudo para mim, e juntas ns dovamos para os orfanatos. dizia que crian?as sem pais s?o muito solitrias. Bang! De repente, a porta foi escancarada. Robson estava parado no batente, ofegante e os olhos vermelhos de choro. Eu fiquei parada, olhando para Robson em choque. Ele n?o tinha sido levado pelos homens da Familia Macedo? Esperao ele teria a chave da minha casa? Mafalda tambm olhava para Robson, at?nita. Quem quem voc? Benito, por instinto, avan?ou e pressionou Robson contra a parede. O que voc est fazendo aqu? Luna Luna. Ele gritava dificuldade o meu nome, a voz trem e rouca. Capítulo 25 Captulo 25 Benito franziu a testa e soltou Robson. Robson virouCse para correr, fazendo sinal para que Mafalda e Benito o seguissem. N?velDrama.Org content. Eu, em panico, tentei impedir Mafalda. Mafalda, n?o acredite nele, ele um assassino, n?o v, por favor! Maso Mafalda poderia perder uma oportunidade dessas? queria demais me encontrar. Pare ai! Mafalda correu atrs dele, gritando para Robson parar. Eu entrei em panico e gritei para Benito seguir. Rpido, alcanceCos, protejaCa, por favor. Depois de perceber, Benito tambm correu trs deles, ambos seguindo Robson.As pernas de Robson n?o pareciam estar em boa forma, e era bvio que ele estava lutando para correr. Sangue escorria por suas pernas finas, formando uma vis?o horrvel. Sua bermuda era curta e rasgada, parecia ter sido encontrada em algum lugar. Na verdade, eu estava curioso, se ele realmente fosse um membro da Famlia Macedo, se a Famlia Macedo realmente tratava ele bem,o um dos seus,o poderiam deixClo sem umr fixo. Provavelmente, os membros da Famlia Macedo tambm o desprezavam. Eu n?o sabia em que tipo de ambiente Robson havia crescido, e n?o queria me identificar um assassino em srie, n?o importa o que ele tivesse passado, matar nunca estaria certo. Voc est ferido? Benito franziu a testa, agarrando o bra?o de Robson. Para onde voc est nos levando? Robson,o se estivesse assustado, afastouCse de Benito medo e caiu no ch?o, levantandoC se para continuar correndo. Ele perdeu seus chinelos, e as ss dos ps estavam cobertas de cicatrizes horrveis,o se ele tivesse pisado em carv?es ardentes. Eu olhava chocado para Robson, que caa a cada poucos passos o que ele havia sofrido? O que aconteceu os ps dele? Mafalda tambm olhou chocada para Robson, que tentava se levantar aps cair. Seus ps estavam todos queimados, cada passo devia doero o inferno, n?o ? O que ele estava tentando suportar? S?o queimaduras. Benito franziu a testa e, quando Robson caiu novamente, se aproximou para oferecerClhe a m?o. Robson olhou para Benito, mas n?o aceitou a ajuda. Parecia acostumado a estar sozinho. LevantandoCse do ch?o, Robson continuou a caminhar mancando, deixando pegadas sangrentas na estrada. Mafalda franziu a testa. Como ele queimou as ss dos ps? Eu j suspeitava que ele era um assassino, ent?o o investiguei. Benito falou voz grave. Eu olhei para Benito, chocado, ele realmente suspeitava de Robson. ele, ele o assassino! Investigue novamente, por favor! 11:52 Capitulo 25 Robson um coitado, criado em um orfanato desde crian?a. Homero nunca reconheceu esteo, ent?o nunca pensou em levClo para a Famlia Macedo. Talvez seja o karma, todos os descendentes de Homero morreram, um velho que n?o pode continuar o legado da Famlia Macedo, e agora se lembrou de Robson, que estava no orfanato. Benito seguiu Robson, acendendo um cigarro enquanto caminhava. Conhe?o um dos servos da Familia Macedo, ele disse que Robson sempre resistia depois de entrar para a Famlia Macedo. Ele sempre fugia, tinha um temperamento estranho, era violento e poderia machucar as pessoas. Para impediClo de fugir e envergonhar a Famlia Macedo repetidamente, o velho usava muitos mtodos,o quebrar suas pernas, mantClo preso e at mantCloo um animal trancado no por?o, for?andoCo a deixar um herdeiro para a Famlia Macedo. Voc quer dizer Mafalda cobriu a boca, chocada, olhando para Robson mancando. As queimaduras nos ps dele, foram feitas de propsito por Homero para impediClo de fugir? Benito n?o disse nada, apenas seus olhos transpareciam pena. O filho rico da famlia n?o significava nada para Homero; na sua vis?o, o excntrico e recluso Robson n?o passava de uma mquina de procriar descendentes. Assim que ele desse familia Macedo um herdeiro, a mulher designada pelo patriarca, poderia desaparecer para sempre na Cidade Labirinto. Eu seguia atrs de Benito, um olharplexo fixo em Robson. N?o sepade?a de um assassino minha voz estava rouca. Ele pode ser infeliz, mas as mulheres que ele matou s?o ainda mais infelizes. Eu n?o sabia o que Robson pretendia ao usarCme para atrair Benito e Mafalda para fora, nem se ele tinha cmplices, mas Benito por perto, sentiaC me mais seguro. N?o sei por quanto tempo caminhamos at que Robson, cambaleante abandonado. voltou quele orfanato Fiquei chocado ao olhar ao redor; eu havia sido drogado e arrastado na ru de rua Velha, e tudo indicava que tinha sido trazido para esse orfanato. Robson realmente revria o cenrio de seus crimes? O que aconteceu aqui? Benito franziu a testa, observando o entorno caut. Robson ignorou Benito ee?ou a for?ar as portas dos dormitrios, uma a uma. Nada. Pensei que ele estivesse fingindo loucura, mas finalmente, em um dos quartos abandonados do segundo andar, vi uma figura de vestido vermelho. Aqu silhueta era muito parecida a minha, vestida um vestido vermelho, parada ali,o se contemsse a vista da jan. Minha respira??o se acelerou, e meu corpo tremia todo. N?o sabia se estava diante do meu prprio corpo sem vida. Capítulo 26 Captulo 26 Mafalda tambm estava aterrorizada, escondendoCse atrs de Benito, sem coragem de olhar. Robson foi o primeiro a entrar, mancando, caminhando lentamente. N?o sei se era impress?o minha, mas parecia que ele estava tremendo. Eu n?o tinha certeza se esse tremor era de medo ou de excita??o. Luna Sua voz era rouca e desagradvel, um som estrangdo que sufocava quem ouvisse. Luna? Benito tambm chamou uma express?o preocupada, acendendo anterna do celr. Com um estrondo, a mulher que estava de p caiu reta no ch?o. pegou Benito ficou plido e, rapidamente, um peda?o de pau, olhando ao redor caut. Era um cadver Ah! Mafalda, afinal, era apenas uma estudante de medicina normal. Nunca tinha visto um cadver assim, ent?o gritou e cobriu os olhos, caindo no ch?o. Depois de um tempo, abaixpu as m?os lentamente e, chorando, perguntou a Benito. Benito minhas pernas est?o dormentes, eu n?o consigo olhar, voc olha para mim por favor, veja se a Luna n?o ousava olhar para ver se o corpo era meu. Nem mesmo eu ousava olhar. Respirei fundo, reunindo coragem, e me aproximei Benito. Depois de ver o rosto do cadver, Benito soltou um suspiro de alivio, mas minha alma se contraiu. N?o era eu Robson recuou e caiu, seu olhar inquieto e os olhose?ando a arder, de repente,o se estivesse enlouquecido, saiu correndo do dormitrio ee?ou a gritar ao redor. Saia Saia Eu olhava para Robson em choque, sem certeza se ele estava sofrendo de alguma doen?a mental, talvez daqus du personalidade. Ele poderia n?o saber que tinha matado tantas pessoas? N?o a Luna. Benito jogou fora a vara e, franzindo a testa, ligou para a delegacia. Logo, o som das sirenes policiais se aproximou. Mafalda sentouCse desanimada no ch?o, de repente desabando em lgrimas.Luna onde est a Luna? temia olhar para o corpo, mas ao mesmo tempo se sentia aliviada por n?o ser o meu. A polcia e o legista chegaram ao local. Quando Benito saiu para procurar Robson, ele j havia desaparecido. Eu tambm desisti de lutar, simplesmente sentando desdamente no ch?o. N?o sabia quando esse ciclo de assassinatos iria finalmente terminar. A vtima tinha cerca de 23 anos, a pele estava elstica, ent?o deve ter morrido cerca de dez minutos 11:52 Captulo 26 atrs. estava calma antes de morrer, provavelmente devido a??o de alguma droga. O legista fez uma anlise simples da cena. A vtima n?o tinha piercings nas orelhas, ent?o, os brincos foram colocados for?a pelo assassino enquanto ainda estava viva. Suas unhas foram arrancadas e cdas novamente, muito provavelmente n?o eram as prprias unhas da vtima. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Ouvindo a anlise do legista, eu sorri sem for?as. Como poderia ter morrido ha apenas dez minutos se levamos meia hora para chegar at aqui Robson PegueiCme em um sobressalto, levantando a cabe?a rapidamente, todo o meu corpo tremendo. Ser que havia mais de um assassino? Robson tinha um cmplice? Ou seriam duas pessoas agindo ao mesmo tempo, mas mtodos muito parecidos? Segui a polcia de volta para a delegacia, e Benito imediatamente ordenou que procurassem por Robson. EncontremCno, mas n?o o assustem. TragamCno de volta. Peloportamento daquele louco ele sabe que h um cadver na antiga sede do orfanato, mas n?o sabe exatamente onde. Mafalda tremia enquanto segurava uma xcara de ch quente. Eu me sentei aodo d, apotandoCme em seu ombro. Se soubesse que existem mesmo almas neste mundo, ser que ficaria medo de dormir noite? Sorri sem for?as e me recostei no ombro de Mafalda, perdido em pensamentos. Tudo que estava acontecendo parecia mesmo um pesadelo. Quando acordasse desse sonho, o que me aguardaria? Delegado Benito! Os resultados da autpsia sairam! As unhas dos dez dedos da vtima n?o pertencem a , aps os testes s?o de s?o de O colega hesitou. Benito franziu a testa. Fale. S?o da Luna. Eu assisti enquanto o cigarro na m?o de Benito caa no ch?o, faiscando. O colega provavelmente estava t?o chocado porque alguns dias atrs ainda suspeitava que eu era o assassino. Que tipo de assassino arrancaria suas prprias unhas para colocs no corpo da vitima? Capítulo 27 Captulo 27 Mafalda deixou a caneca de gua cair no ch?o, levantandoCse abruptamente, os lbios plidos de terror. O qu a quem pertencem essas unhas? Aps a pergunta, Mafalda perdeu o controle. Jogou o casaco e saiu correndo, temendo p minha morte, e ao mesmo tempo, temendo que eu ainda estivesse viva, mas sofrendo. Eu chorava e abria os bra?os tentando det. Eu realmente s tinha . N?o v, Mafalda, por favor, n?o v. Benito, rpido e gil, agarrou o pulso de Mafalda. Calma talvez, talvez isso seja s um truque do assassino, talvez ainda esteja viva. N?o seja precipitada. Mafalda caiu de joelhos no ch?o, abra?ou as pernas de Benito ee?ou a chorar desesperadamente. Por favor, eu imploro que encontrem a Luna, por favor Text ? by N0ve/lDrama.Org. Eu posso, eu posso atrair ele, eu imploro a vocs. Mafalda gritava, suplicando polcia para que me encontrassem logo. Se continuassem a demorar, n?o conseguia nem imaginar o tormento que eu poderia estar passando. Eu estava agachada no ch?o, cobrindo a cabe?a e tremendo de medo, eu tambm n?o ousava pensar sobre o que o assassino poderia ter feitoigo antes de morrer. Ele arrancou minhas unhas, quebrou as juntas dos meus dedos, fazendo que minhas m?os n?o parecessem t?o horrveis. A memria era t?o dolorosa que eu n?o conseguia me lembrar, n?o conseguia me lembrar onde tinha morrido. Eu s podia chorar junto Mafalda, implorando para que a polcia solucionasse o caso rapidamente. Por volta da uma da manh?, Adonis chegou, a express?o carregada. Provavelmente tinha sido Benito quem o notificara. Encontramos outra vtima, e as unhas pertencem Luna, disse Benito, indiferen?a. Adonis franzia a testa. Isso significa que o corpo n?o ? Benito olhou para Adonis. Voc acha que Luna seria capaz de arrancar suas prprias unhas e colocs em um cadver? Benito n?o sabiao eu aparecia aos olhos de Adonis. 1. t. Tambm estava curiosa; ser que eu j parecia t?o louca assim para Adonis? Adonis apertou as m?os for?a, a voz grave. apenas uma luntica Eu estava chocada olhando para Adonis; at aquele ponto, minhas unhas arrancadas, ele ainda n?o acreditava que eu estava morta! Adonis! Voc ainda humano? Gritei para Adonis, tentando agarrar sua g. Seu canalha! Eu gritava e esbofeteava ele, algo que a antiga eu jamais teria coragem de fazer. Mas mesmo batendo, era intil, n?o causava dor alguma. 11:52 Capitulo 27 Para se casarigo, removeu qualquer amea?a ao redor d. poderia empurrar Morgana escada abaixo e mat para encobrir seus crimes poderia colocar algo na minha bebida, poderia colocar veneno no bolo de Morgana. Do que mais capaz! Adonis ficou os olhos. vermelhos, parecendo perder o controle. Voc est fndo bobagem! At agora voc est difamando a Luna! Voc sabe que por sua causa, por voc dizer que Luna n?o desapareceu, que a investiga??o sobre foi adiada! Qin Ruoling gritou, avan?ando e esbofeteando Adonis. Se algo acontecer a Luna, voc o assassino! Voc o cmplice! Canalha! Depois de todas as coisas nojentas que voc fez a Luna, que tipo de homem voc ! Mafalda gritava e batia em Adonis. Adonis ficou parado ali, deixando Mafalda bater nele. Mafalda, que direito voc bate no Adonis? Morgana tambm entrou correndo e empurrou Mafalda para fora. Eu protegi Mafalda, assustada, mas a for?a de Morgana era demais; Mafalda perdeu o equilbrio e caiu para trs. Estendi a m?o para ajud, mas s pude assistir enquanto caa atravs das minhas m?os. Felizmente Benito correu para proteger Mafalda. Adonis, voc tem evidncias para tudo isso que est dizendo? Benito perguntou, franzindo a testa. Evidncias? Que tipo de evidncias voc precisa para nos deixar em paz? Estamos prestes a nos casar, e nenhum de vocs pode suportar ver os outros felizes, certo? Morgana parecia estar perdendo a cabe?a, jogando o prprio cabelo para mostrar polcia suas cicatrizes. Esta a cicatriz do incidente em que Luna me empurrou escada abaixo! E tem tambm o atestado de que fui internada para fazervagem estomacal! Que mais provas voc quer?! Adonis a abra?ou, afagandoCa suavemente. Morgana, n?o tenha medo, se acalme vai ficar tudo bem, estou aqui. Luna s quer me ver morta! s quer nos atormentar! O que precisa para desistir? Morgana gritava e chorava, deitada nos bra?os de Adonis, uma atua??o impressionante. Eu assistia a tudo, anestesiado. Nos olhos de Adonis, s havia confian?a em Morgana. Com uma atua??o t?o convincente, ele nunca acreditaria em mim. Seu Benito, antecipamos nosso casamento. Aqui est o convite. Se quiserem pegar Luna, apare?am depois de amanh? no nosso casamento, disse Adonis, entregando um convite a Benito e saindo Morgana em seus bra?os. Adonis, se Luna realmente morresse voc se arrependeria? Mafalda perguntou do ch?o. Adonis parou e virouCse para olhar para Mafalda. Se morresse, eu a enterraria . Mas se estiver viva e por trs de tudo isso, fazendo Morgana sofrer, eu a mandarei para um hospcio. E nunca mais sair de l! Capítulo 28 Captulo 28 Companheira de sepultura, huh N?o manche o caminho da reencarna??o de Luna. Mafalda disse sem for?as, erguendoCse dificuldade. Adonis, voc vai se arrepender, quando finalmente ver o verdadeiro rosto da mulher em seus bra?osEu estava atrs de Mafalda, e voz rouca disse: Adonis, quem trai um cora??o sincero ter que engolir mil agulhas O olhar de Adonis desviou, evitando o nosso. A verdade, vocs saber?o depois de amanh?, no meu casamento. Ele ainda acreditava firmemente que eu n?o havia morrido. Ao sair da delegacia, Adonis soltou a m?o de Morgana, parecendo desdo. Adonis Morgana, notando que algo estava errado, segurouCo nervosamente, quase permitindo que ele batesse na porta de ferro. Ele acenou a m?o. Est tudo bem Adonis, ser que ser que a Luna realmente est em apuros? Morgana perguntou baixinho,o se testasse a gua. N?o sei por que sa, talvez por n?o suportar ver os dois inteiros. N?o! Adonis perdeu o controle e gritou Morgana. n?o vai morrer! Morgana levou um susto e ficou plida. Adonis se recuperou e levou a m?o testa. Desculpe Morgana, volta pra casa Eu ainda tenho coisas a resolver. Adonis est no seu cora??o, n?o est? Morgana perguntou os olhos marejados. Adonis, seja ro. Vendo Adonis se afastar, Morgana correu atrs dele chorando. Voc disse que me viao uma irm?, o que voc est medo? Se estiver morta, n?o seria perfeito? Ent?o n?o nos iodaria mais.Adonis parou de repente e virouCse para Morgana uma carranca. n?o vai morrer! No dia do nosso casamento, aparecer. E se n?o vier? Morgana perguntou ansiosamente.N?o vir. Adonis parecia obcecado, repetindo que eu apareceria. Eu olhava para Adonis desdm, talvez ele tambm acreditasse um pouco que eu j estava morta, n?o ? Que tipo de luntico arrancaria todas as prprias unhas e as colocaria no corpo de outra pessoa Adonis saba que eu gritava s de ver insetos, quanto mais matar algum. Ele n?o seria louco ao ponto de achar que eu era o assassino em srie. Adonis mandou Morgana voltar o motorista e saiu caminhando sozinho p noite. Eu segui Adonis, observandoCo ironia. Eu morri, voc n?o deveria se sentir aliviado? Minha voz estava rouca, mesmo sabendo que Adonis n?o podia me ouvir. Mas ele parou de repente e se virou, depois, um ar de derrota, continuou andando, esfregando a 11.50 Capitulo 28 testa cansa?o. Tirou o celr do bolso e abriu o meu WhatsApp. Era a primeira vez que via o celr de Adonis, e ele tinha colocado a minha conversa no topo, que irnico. Ele estava medo de n?o me encontrar quando quisesse me maltratar? Ou queria me humilhar mais rapidamente quando desejasse? Luna voc venceu. Adonis enviou a mensagem a voz rouca. Volte, apenas volte e eu e Morgana cancremos o casamento. Encostado parede, parecia estar fazendo uma caridade, mas tambm demonstrava pena. Depois de todos os dez dedos que eu deixei, ele parecia assustado. Eu olhava para Adonis sarcasmo, de p, sua frente. Quando eu te amava voc me empurrou para o abismo, Adonis, voc me matou. Adonis continuou mandando mensagens, mas eu n?o poderia mais responder. Adonis, eu morri. Ningum pode me salvar agora O desespero de hoje,parado o tempo em que estava viva, n?o nada LembroCme do dia em que Adonis soube que eu gostava dele, seus olhos estavam cheios de desgosto. Eu te consideravao uma irm?, e nossa Famlia Tavares cuidava de voc, e assim que voc retribui? Ele rasgou minha carta de amor, olhandoCme reprova??o. Estude bastante, e antes de entrar na universidade, n?o quero ver voc namorando. Naqu hora, o olhar de Adonis era de puro desespero. Mas Adonis n?o sabia que, quando ele rasgou minha carta de amor, eu j tinha desistido. Era ele que sempre remoa o passado, incapaz de me deixar em paz. Se eu me aproximava de outro garoto, ele me envergonhava; se um garoto se derava para mim, ele tratava de me difamar. Por muito tempo, eu duvidei de mim mesma, me perguntando se era realmente t?o ruim a ponto de ele me odiar tanto. Luna onde diabos voc est! Adonis estava ficando irritado, ando para a NOITE. Voc venceu, Luna voc venceu, voc conseguiu me assustar, volte, volte Adonis estava agachado no ch?o, enviando mensagem atrs de mensagem para que eu voltasse. Olhando para o estado deplorvel dele, eu n?o pude deixar de achar um pouco engra?ado. Isso o que ele chama de medo? Agora n?o significa nada. De repente, eu estava ansiosa, ansiosa pelo dia em que Adonis encontraria meu corpo.N?velDrama.Org content. Ansiosa pelo dia em que ele descobriria que foi Morgana quem me matou, eo ele reagiria. Ansiosa para ver a express?o dele ao saber toda a verdade, ao descobrir que n?o fui eu quem empurrou Morgana escada abaixo, que eu nunca havia machucado ningum, e que, na verdade, eram eles que me Capitulo 28 intimidavam s escondidas. Capítulo 29 Captulo 29 Adonis n?o retornou para casa, mas dirigiuCse ru da re e rua velha. Eu n?o tinha ideia do que ele pretendia fazer, apenas o seguia sem rumo e sem propsito. Provavelmente, estava ansiosa demais para ver a express?o dele ao descobrir a verdade. Seria arrependimento, alvio ou imediata prote??o Morgana? Adonis, voc j sentiu algo por mim, nem que fosse um pouquinho? O que passava p sua cabe?a enquanto me humilhava? Sentia nojo enquanto me usava sem limites? C Eu o seguia, repetindo essas perguntas vrias vezes. Sabia que ele n?o me ouvia, mas ainda assim obstinadamente buscava uma resposta. Mano, a gente realmente n?o encontrou a Luna, a polcia disse que nos dias 13 e 14 a gente chamou a Luna, e a gente contou tudo direitinho, mas a polcia disse que as cameras mostram que no dia 15 a Luna tambm veio, e foi para a rua velha. Eu vi as imagens, realmente veio, e veio sozinha. Um dos melhores amigos de Adonis chegou trazendo os resultados da investiga??o. Eu olhava para os dois um sorriso frio. Ser que eles realmente n?o sabiam ou estavam apenas fingindo? No dia do meu incidente, ouvi suas risadas e brincadeiras pelos fones de ouvido. Eles ainda disseram do outrodo do monitor que uma mulhero a Luna nem um psicopata se interessaria. No dia 15 o que veio fazer aqui sozinha? C Adonis parecia plido, olhando ao redor: As cameras capturaram sua sada? A polcia identificou um faxineiro que, durante o perodo em que Luna desapareceu, foi visto saindo com um grande lixo, mas n?o avistaram Luna C O amigo dele fva cada vez menos convic??o. Em seguida, perguntou em voz baixa: Adonis ser que a Luna realmente se envolveu em algo ruim? Adonis ficou plidoo um papel, provavelmentee?ando a entrar em panico: N?o fale besteiras, n?o vai morrer. Adonis deu um passo para trs, apoiandoCse na parede. Eu apenas o observava, sentindo uma certa des??o. Adonis, n?o por nada, mas a Luna do tipo que faz de tudo para conseguir o que quer. empurrou a Sra. Morgana escada abaixo e, por interesse prprio, envenenou a Sra. Morgana veneno para ratos. Se uma pessoa desse tipo morrer, at que um alivio. Nenhum dos amigos de Adonis gostava de mim, e sempre soube disso. Todos eles adoravam a Morgana. Na verdade, eu sabia que Morgana talvez tivesse o poder de fazer essas pessoas acreditarem n, mas s n?o me respeitavam. Faziam piadas s minhas custas, me intimidavam e at me humilhavam, tudo por influncia de Adonis. Porque Adonis me detestava, eles naturalmente me detestavam. Adonis franzia a testa, olhando para o outro um olhar sombrio e intimidador. Capitulo 29 Eu me lembro desse homem, ele se chamava Fabrcio Silva, ele tentou me agredir no jardim traseiro da Famlia Tavares, mas n?o teve sucesso, pois eu consegui ferir sua cabe?a e ele fugiu em panico.This content is ? N?velDrama.Org. ue eu Depois disso, Fabrcio me amea?ou, dizendo para eu n?o contar sobre aquele dia, e que mesmo que contasse, ningum acreditaria em mim. Para garantir que ningum acreditasse em mim, elee?ou a espalhar rumores e difamarCme entre os amigos de Adonis, destruindo minha reputa??o, medo de que um dia eu revsse a verdade. S se eu fosse destruda que o que ele fezigo se tornaria apenas mais uma marca entre muitas, e mesmo que eu fsse a verdade, ningum acreditaria. E de fato, foi exatamente isso que aconteceu. O Fabrcio era primo distante do Adonis e j estava na familia Tavares quando cheguei dezoito anos. Na poca, a m?e dele chegou a dizer de forma desagradvel para a m?e do Adonis: Cunhada, se a senhora precisa de filhos, o meu Jairzinho tambm um bom menino, e se a senhora quer uma filha, eu tenho uma. A senhora n?o cuida de seus prprios filhos e quer trazer um estranho para casa. Na poca, eu estava me encolhendo atrs de Adonis, pois meus pais tinham acabado de morrer e eu n?o tinha ningum em quem confiar. Eu estava muito medo. N?o tenha medo, n?o de ouvidos a eles, s?o todos loucos C Adonis segurou meu pulso e me levou a uma s no segundo andar. De agora em diante, esta sua casa. Fiquei olhando para Adonis em silncio. Naquele momento, minha dependncia e meus sentimentos por ele atingiram o auge. No entanto, tudo desmoronou quando ele descobriu a carta de amor que eu havia escrito. Ao longo dos anos, nunca consegui entender por que a rea??o inicial de Adonis foi t?o intensa, t?o cheia de repulsa. Afinal de contas, era apenas o gosto ingnuo da juventude. Por que ele n?o gostou tanto de mim e por tantos anos? Capítulo 30 Captulo 30 Voc s um inc?modo, para de grudar no meu irm?o C No meu primeiro ano na faculdade, eu e Fabricio ramos colegas, embora estivssemos em cursos diferentes, ambos calouros. Eu era uma pessoa tranqu e n?o me importei ele. Mas ele insistia: Luna, por que toda essa arrogancia? Voc n?o passa de uma desamparada criada p Familia Tavares, meu irm?o te sustenta s para te ter na cama, e voc ainda se acha a dondoca? As pessoas ao redor do Fabricio riam: uma dondoca sim, mas n?o uma herdeira. Naquele momento, senti meu rosto queimar de vergonha e uma vontade imensa de chorar. Fabrcio, junto seu grupo, me cercava e me atacava pvras vulgares. Eu estava desesperada para escapar quando virei e vi Adonis uma express?o sombra a uma curta distancia. Olhei para ele pedindo ajuda. This content is ? N?velDrama.Org. Foi a primeira vez que ele foi t?o indiferenteigo, apenas men?ou um olhar de desprezo e foi embora. Foi a indiferen?a dele que deu a Fabrcio a liberdade de agir sem medo. Finalmente, no outono do ano em quepletei vinte anos, durante a festa de aniversrio da m?e de Adonis, Fabrcio encontrou a oportunidade e me pressionou contra os arbustos do jardim. Ele se inclinou sobre mim, sua voz cheia de nojo e amea?a: Luna, tantos homens j te tocaram, por que n?o eu? Voc n?o pode s deixar meu irm?o Deixa eu aproveitar tambm, o que me diz? Eu tentava empurrClo, mas era intil. Quando tentei gritar, ele tapou minha boca: Se voc gritar, eu te mato. Eu n?o tinha medo de morrer, mas ele era muito mais forte. Luna, quem n?o v que voc gosta do meu irm?o? A Famlia Tavares te acolheu e voc trai a bondade deles, querendo for?ar um casamento ele C Fabrcio zombava enquanto eu me debatia: Vou te dizer a verdade, foi o Adonis quem me mandou te dar uma li??o, para voc lembrar do seu lugar. Voc s uma cachorra criada p Familia Tavares. Aos poucos, parei de lutar, meus olhos refletindo desespero. Ele pensou que eu tinha me resignado ee?ou a soltar minhas m?os e a rasgar minha roupa urgncia. Aproveitei o momento para pegar uma pedra do ch?o e acertar sua cabe?a . Com dor, Fabrcio me olhou e fugiu. Naquele dia, me encolhi no jardim por um longo tempo. At o anoitecer, at a chuva de outono me encharcar porpleto.. Foi nesse momento que decidi que precisava fugir da Familia Tavares. 11:53 Capitulo 30 Eu tinha que ir embora. Caso contrrio, mais cedo ou mais tarde, morreria nas m?os da Famlia Tavares. Morreria nas m?os de Adonis. Estudei desesperadamente, lutei por todas as honras e bolsas de estudo, mas nada do que eu fazia era suficiente contra as calnias dos outros, Corriam rumores na esc de que Adonis estava a deusa Morgana, formando o casal perfeito. E eu era a vil? que tramava contra a deusa, que a difamava, que a manipva. Fabricio liderava o coro, me chamando de promscua, dizendo que eu flertava todos, at ele. Eu estava sem for?as para me defender, sabendo que qualquer tentativa de provar minha inocncia s me enredava mais na armadilha deles. Quanto mais eu tentava me defender e limpar meu nome, mais caa no jogo deles. Eles zombavam impiedosamente de mim, pisoteavam minha dignidade, me empurrando para um beco sem saida. No meu terceiro ano, surgiu uma vaga para um programa de intercambio que exigia excelncia acadmica e muito mais. Vi aqu oportunidade esperan?a, pensando que, se conseguisse, tudo ficaria bem. Mas tive que assistir Adonis pegar a vaga que eu tanto lutei para conseguir e entreg irm? de Morgana. Eu gritei e perguntei por que ele fazia issoigo. Por que me odiava tanto a ponto de n?o me deixar ir. Ele disse: Voc ter outras oportunidades, n?o precisa estudar no exterior. A irm? de Morgana sempre. foi frgil, e essa vaga significa muito para , por que voc n?o pode abrir m?o? Abrir m?o. Sempre tinha que abrir m?o de tudo para Morgana. Por qu?! Capítulo 31 Captulo 31 Eu tambm j havia questionado Adonis, o motivo, a raz?o. Ele disse: S pelo fato de vocer, beber e morar na minha casa! P bondade que minha famlia teve contigo, voc n?o vai conseguir retribuir em toda a sua vida! apenas uma vaga de intercambio, que coragem voc tem de me enfrentar assim? Naquele dia, senteiCme desda no ch?oo um c?o abandonado. Fabrcio, abra?ando a irm? de Morgana, a mulher que havia roubado minha vaga, aproximouCse de mim e pisou em minha dignidade as pvras mais venenosas deste mundo. disse: Luna, voc t?o baixa, apenas minha irm? merece Adonis. Uma mulher rasteirao voc, merece? Voc apenas uma mancha na vida de Adonis. Fabrcio me deu um chute, dizendo: Meu irm?o disse que o maior arrependimento da vida dele foi permitir que a tia te acolhesse. Fiquei sentada ali, meu corpo endurecendo aos poucos, Luna, se ousar fr besteiras para meu irm?o, eu acabo voc, Fabrcio continuou me amea?ando. Ele adorava me amea?ar s escondidas. Ah, mesmo que fale, Adonis nunca acreditaria n. Quem acreditaria em uma mulher assim? A irm? de Morgana partiu, toda orgulhosa, carregando a bolsa que Adonis dava a Morgana para gastar como quisesse, gastando uma fortuna um simples toque do cart?o. Adonis sempre disse que eu lhe devia, que devia Famlia Tavares. Mas os custos da minha vida e esc a Famlia Tavares, somados, mal chegavam a algumas dezenas de milhares. Eu tinha uma bolsa de estudos, e depois de entrar na universidade, minha matrc era essencialmente gratuita, e a bolsa cobria minhas despesas normais. Eu preferia trabalhar em um mercadinho 24 horas a noite toda do que gastar o dinheiro da Famlia Tavares. O que eu devia a Adonis era apenas o custo do funeral dos meus pais e a multa que ele pagou por mim aos nossos parceiros de negcios, alm dapensa??o dos trabalhadores, que eu cobri o dinheiro do seguro p morte dos meus pais e vendendo nossa casa. Eu sabia que devia muito dinheiro a Adonis, mas mesmo que fosse muito n?o separava ao que ele gastava Morgana e a famlia e amigos d ao longo dos anos. LembroCme, no terceiro ano da faculdade, eu adoeci, encefalite e febre alta, desmaiei no campo da esc. Naquele dia, febre alta, Adonis me obrigou a ir fazer o teste fsico no lugar da irm? de Morgana. Eu disse que estava febre, me sentindo mal, mas ele n?o se importou: Luna, se voc n?o morrer, v. Sem for?as para argumentar, nunca esquecerei aqus pvras, Luna, voc me deve. Como se eu devesse ele, teria que pagar. 11:53 Capitulo 31 Levantei da cama, cambaleando at o campo. Naquele dia, desmaiei depois de correr apenas metade dos ortocentos metros, arranhando os bra?os e a testa, que ardia a dor. O mdico disse que eu era louca, febre de quarenta graus indo fazer um teste fsico, estava desejando a morte. Tambm por causa disso, o no de Selma Novais para que algum fizesse os testes fsicos em seu lugar foi descoberto p esc, e perdeu a vaga de intercambio. Naquele dia, eu estava no hospital, Adonis entrou no quarto furioso, quase me arrestando para fore de cama: Luna, eu nunca soube que voc era t?o astuta, s porque a irm? de Morgana conseguiu a vaga de intercambio, voc a prejudicou assim? Ele me acusava de ser ardilosa, de ser uma calculista, mas n?o mencionou uma pvra sobre eu ester hospitalizada encefalite. Essa encefalite quase me custou a vida, eu precisava de dinheiro para o tratamento hospitr, ou eu poderia morrer, mas naquele ms n?o tinha dinheiro suficiente para as despesas mdicas. Eu implorei que Adonis me emprestasse dinheiro para o tratamento. Depois que melhorasse, eu pagaria trabalhando. Mas Adonis apenas me olhou nojo: At nessa hora voc finge, Luna, voc desperdi?ou seu talento n?o sendo atriz. Eu ca sentada no ch?o, uma dor de cabe?a insuportvel. Quer dinheiro? Mostre at onde voc pode chegar por ele C Adonis riu friamente, puxando meu cabelo: Antes voc pedia dinheiro a Fabrcio, o que dava em troca? N?o te disse que se precisasse de dinheiro era s frigo? Como voc pode ser t?o suja ia Eu olhava para Adonis sem entender, eecei a me explicar: Eu n?o pedi dinheiro a ele Continua desculpas, sua boca sempre foi cheia de mentiras desde pequena! C Adonis me empurrou e, ar de superioridade, encostouCse na parede: Se quer dinheiro, ent?o pare de fingir, venhaigo. Aqui, n?o tenho interesse em voc. Abaixei a cabe?a, as lgrimas escaldantes. Eu sabia o que ele estava prestes a fazerigo. Enquanto me chamava de suja, ele descontou sua raiva em mim, exigindo e desabafando repetidamente. Naqu noite, eu ardia em febre e desmaiei no banheiro do hotel, sangue escorrendo de ambas as narinas. Foi a faxineira que me encontrou no dia seguinte e me levou ao hospital. Se tivesse sido um pouco mais tarde, talvez eu n?o tivesse sobrevivido. E o Adonis nem se deu ao trabalho de me pagar. Sem sada, liguei para a Mafalda. veio correndo do hospital e implorou ao pai, que nunca a apoiou depois do divrcio, que lhe desse cinco mil reais. Por apenas cinco mil reais, Mafalda e eu perdemos nossa dignidade. Captulo 31 Sentados no quarto do hospital, choramos e rimos sem fr muito um o outro. Eu sabia que s podia contar . No dia em que recebi alta, encontrei Adonis no hospital. Ele parecia cansado, entrando e saindo da enfermaria.N?velDrama.Org content. Capítulo 32 Captulo 32 Scobri mais tarde que ele me abandonou agonizante no hotel naqu noite porque o pai de Morgana havia adoecido. Sofreu um acidente vascr cerebral enquanto bebia, e o tratamento hospitr e a recupera??o subsequente custaram uma pequena fortuna. Adonis, que exigia sempre o melhor, optou por uma sute privativa, a melhor equipe de enfermagem, os mdicos maispetentes e os cuidados de reabilita??o mais avan?ados. Ele n?o hesitou em gastar dezenas, centenas de milhares ou at milh?es Morgana. Entretanto, em r??o a mim, sua avareza era extrema. Morgana desfrutava de seus favoreso se fosse seu direito, enquanto eu carregava um fardo pesado. Eu estava em divida : por uma vida salva, pelos corpos inteiros de meus pais e por uma dvida de gratid?o e dinheiro que talvez eu nunca pudesse pagar. Por muito tempo, confundi gratid?o e culpa amor, incapaz de discernir ou separar esses sentimentos. s vezes, eu me perguntava: eu realmente amava Adonis? E o que eu amava nele? Ser que eu amei o momento em que ele me salvou, o momento em que ele se jogou no carro em chamas para remover os corpos dos meus pais? O olhar de preocupa??o e medo de me perder quando o veculo explodiu? Devo ter sido t por pensar assim. Achei que Adonis se importavaigo. Cheguei a pensar que ele poderia ter me amado. Mas tudo n?o passou de uma ilus?o. At o meu amor por ele parece uma lembran?a distante agora. Luna, que tipo de cara voc tem para continuar se apegando familia Tavares sem sair? Voc j era adulta quando entrou para a famlia Tavares, n?o tem vergonha? Voc s est aqui para se aproximar do Adonis, n?o ?, disse Morgana no dia em que caiu da escada da mans?o, logo aps eu ter recebido alta do hospital. Minha tia tinha ido para a Cidade Sonho Sempre que minha tia saa, eu ficava medo, pois, sem , ningum me protegeria. Adonis se tornou ainda mais crueligo naqu casa. Content ? N?velDrama.Org 2024. Pensei em fugir vrias vezes, em me esconder num dormitrio ou alugar um por?o, qualquer coisa. Mas sempre era encontrada por Adonis, que me interrogava friamente sobre at quando continuaria com minhas encena??es. Luna, essa encena??o toda j n?o est surtindo efeito, disse Morgana, me olhando desdm enquanto estava beirando a escada: Voc sabe o que fm por a? Que voc traz azar, que foi responsvel p morte dos seus pais e que, desde que entrou na Familia Tavares, o pai do Adonis vive doente. Que tipo de pessoa voc para continuar por aqui? Captulo 32 Cda a boca, eu retruquei, perdendo o controle emocional, provocada por Morgana. Pois aquele dia marcava a morte dos meus pais. Nos primeiros anos que passei na Famlia Tavares, o Adonis ainda lembrava dessa data, mas depois esqueceu. Se fosse voc, j tinha morrido, zombou a prima de Morgana, enquanto os amigos do Adonis riam de mim. Eles n?o me enxergavamo um ser humano. O Adonis ainda n?o voltou. Luna, ouvi dizer que voc est carente de homem? Vem c, deixa o irm?o aqui te consr enquanto o Adonis n?o t, disseram eles, pvras nojentas que me faziam tremer. Vamos, desceigo, Morgana agarrou meu pulso, tentando me arrastar escada abaixo. Recuei medo e, na minha luta, vi Morgana soltar minha m?o de propsito, sorrindo friamente antes de rr escada abaixo. Todos ficaram chocados e se levantaram abruptamente. Olhei para Morgana cada no ch?o, em uma po?a de sangue, e depois para o Adonis, que acabara de entrar e estava parada na porta, negando a cabe?a em panico. N?o fui eu, n?o fui eu. Mas ningum acreditaria em mim. Mesmo que todos, exceto Adonis, vissem que n?o tinha sido eu, ningum fria em minha defesa. Luna! Como voc pode ser t?o cruel! C A irm? de Morgana avan?ou sobre mim, me esbofeteando e me atacando socos e chutes. Eu estava encolhido no canto, segurando minha cabe?a, sem ousar fazer qualquer movimento. N?o fui eu De verdade, n?o fui eu. Capítulo 33 A ambulancia chegou e levaram Morgana. Captulo 33 Eu observava Adonis, angustiado, segurando Morgana nos bra?os e ainda men?ando um olhar furioso. Todos ali testemunhavam a favor de Morgana, dizendo que eu a empurrei escada abaixo, at mesmo os empregados da Famlia Tavares estavam contra mim. Naquele momento, fiquei atordoada e atecei a duvidar: ser que fui eu quem a empurrou? Eu estava novamente presa numa armadilha, tentando provar minha inocncia. N?o sabiao me explicar, se tentasse er? errado, se n?o tentasse, tambm era. Me encolhi sob a escada, esperando por muito e muito tempo. Finalmente, de madrugada, Adonis voltou. LevanteiCme os olhos vermelhos de choro eecei a fr a voz embargada: Adonis n?o fui eu. Um tapa veio em resposta e senti um zumbido forte no ouvido. Meu nariz sangrava e eu mal conseguia ouvir, provavelmente meu timpano tinha estourado. Ele tinha usado muita for?a naquele tapa. Voc n?o sabe que a irm? de Morgana est insistindo em chamar a polcia? Isso foi agress?o intencional! C Adonis me arrastou do ch?o e me levou at o escritrio: Luna, ser que eu te mimou demais? Agora voc at se atreve aeter crimes? O que vem a seguir? Vai acabar matando algum? Eu olhava para Adonis as m?os no rosto, desejando que ele acreditasse em mim.. Chorando, eu suplicava, negando a cabe?a: Adonis n?o fui eu, de verdade n?o fui. Mas ele simplesmente n?o acreditava em mim. Fabrcio, Fabrcio viu tudo, n?o fui eu, n?o empurrei , juro que n?o fui eu C Eu me desesperava tentando explicar, quase me ajoelhando para que ele acreditasse. Mas ele n?o acreditou. Foi o Fabrcio quem disse que viu voc empurrar Morgana escada abaixo! E voc ainda quer se defender? As pvras de Adonis me fizeram gr. ,o pude ser t?o ingnua a ponto de pensar que Fabrcio ficaria dodo da justi?a e fria por mim. Desde oe?o, foram eles que espalharam os boatos e destruiram minha reputa??o. Quando Morgana acordar, se n?o te perdoar, voc vai para a pris?o! Adonis disse que me mandaria para a cadeia. Eu estava assustada e indignada. Captulo 33 Depois da morte dos meus pais, eu lutei, estudei afinco e conquistei tudo que tenho hoje esfor?o. N?o podia aceitar que tudo fosse destrudo assim. Eu n?o quero ir para a pris?o, eu n?o a empurrei! Olhei para Adonis aterrorizada, respirando dificuldade. Com medo, levanteiCme, n?o sei de onde tirei coragem, empurreiCo e fugi desesperadamente da Famlia Tavares. Fugi daquele lugar que um dia pensei ser o paraso e que se revelou ser o inferno. Fugi e me escondi num beco escuro, onde permaneci por muito tempo. Estava extremamente assustada; naquele momento, sentiCme mais sozinha do que nunca. N?o me recordo quando adormeci, nem quem me cobriu um cobertor velho, porm limpo. N?o sabia quem deixou ao meudo um copo de ch barato, mas limpo, e um pirulito. N?o era a primeira vez que, na escurid?o, algum me oferecia um pirulito. Quando meus pais estavam vivos, eu frequentemente fugia de casa chateada, e sempre acordava com um pirulito ao meudo. Quem ser voc C eu sussurrava para mim mesma, olhando ao redor. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Quem seria aqu pessoa que sempre ficava ao meudo em silncio? Se voc n?o for humano poderia me levar embora? Sou muito medrosa nem tenho coragem de me matar C Eu n?o tinha coragem para morrer. Se eu fosse capaz de morrer, teria ido meus pais no ano em que eles faleceram. No dia do acidente, vi o sangue deles misturado os cacos de vidro. Eles disseram: Luna, voc precisa sobreviver, leve a memria de mim e do seu pai viva por ns, e veja o futuro deste mundo Como eu poderia morrer? Carregava muitas responsabilidades. Adonis mandou me procurarem por muitos dias, sem sucesso. Hoje era o casamento dele Morgana, mas o evento n?o parecia muito animador. N?o sei se era minha impress?o, mas tanto Morgana quanto Adonis pareciam plidos e abatidos. Adonis, n?o vai voltar C disse Mafalda, chegando um sorriso ir?nico enquanto olhava para a foto de casamento de Adonis e Morgana. deu um chute na imagem: Que nojo. Capítulo 34 Captulo 34 Mafalda! C Fabrcio e alguns dos irm?os de Ad?nis correram para frente para tentar deter Mafalda. Mas foi Benito quem seguiu atrs de Mafalda. Benito franziu a testa: Todo mundo quieto. Os policiais estavam emboscados por todos osdos, esperando para ver se eu apareceria. Achei engra?ado, eu estava bem ali, aodo deles. Infelizmente, ningum podia me ver. Adonis, foi voc quem a matou, n?o vai voltar! Mas medida que o tempo passava, segundo a segundo. N?o havia sinal de mim, nem mesmo nas proximidades do sal?o de baile, onde todos os preparativos haviam sido feitos antecedncia por Adonis. N?o, eu nunca apareci. Morgan De alguma forma, Adonis parecia ter perdido o controle, deixando e todos os convidados para trs, prestes a partir. Adonis C Morgana, os olhos cheios de lgrimas, seguiuCo: Todos os convidados chegaram, minha famlia est aqui, voc n?o pode fazer isso, voc prometeu Desculpe, Morgana, eu n?o posso casar voc C Adonis retirou a flor que trazia no peito e se viroul para ir embora. Adonis! C Morgana, sem querer se dar por vencida, observou a figura de Adonis se afastando, cerrando os dentes e apertando as m?os for?a, gritando descontrdamente: Adonis, voc nunca vai encontrar a Luna! j est morta! Depois de fr, Morgana provavelmente se arrependeu, seu rosto empalideceu e seu olhar ficou frentico. Adonis parou, virouCse e olhou para Morgana: O que voc sabe? Morgana respirava dificuldade, tentando mudar de assunto: Eu s falei sem pensar, Adonis, para isso, vamos entrar, meus pais est?o l dentro Adonis franziu a testa, um olhar severo, e foi direto para frente de Morgana: Voc sabe de alguma coisa, n?o ? F! C Adonis parecia fora de controle, segurando os ombros de Morgana firmeza para que fsse. Eu nunca tinha visto Adonis ser t?o duro Morgana, e por um momento, at me senti desconfortvel isso. Eu estava ali dodo, rindo friamente. ro que sabia, sabia que eu estava morta. Na noite dos dias 13-14, fizemos a Luna vestir um vestido vermelho e ir at a ru de re, por que apareceu novamente na ru da rua Velha no dia 15? C Adonis pressionou a voz baixa, como se Capitulo 34 estivesse interrogando. Eu n?o sabia se ele havia descoberto algo, apenas me surpreendi que Adonis pudesse suspeitar de Morgana. Eu eu n?o sei C Morgana recuou nervosamente. Adonis apertou os punhos, olhando fixamente para Morgana, sem dizer uma pvra. Benito e Mafalda continuavam espera. Esperando p minha apari??o e chegada. Essa Luna certeza vai aparecer, ama tanto o Adonis ama de maneira descarada,o que poderia n?o aparecer C Fabrcio ainda murmurava baixinho. Todos eles estavam convencidos de que algum que amava Adonis do jeito que eu amava, certamente apareceria na cena do casamento para causar uma cena. Mas o que me deixava confusa era que, sendo o casamento de Adonis e Morgana, por que apenas a famlia de Morgana estava l, e nenhum parente de Adonis, nem mesmo a tia, apareceu. Adonis n?o est C Os amigos de Adonis tambm apareceram, todos negando a cabe?a, dizendo que haviam observado tudo cuidadosamente e n?o me viram. O tempo do casamento estava quase passando, e eu ainda n?o havia aparecido. Adonis, est quase na hora, por que vocs ainda n?o entraram? Os parentes e amigos est?o todos esperando, perguntou a m?e de Morgana da porta do sal?o de baile. Morgana parecia culpada, olhando implorando para Adonis: Adonis, por favor, eu tambm n?o sabia que minha irm? contaria a toda a famlia sobre o casamento, mas agora todos os meus parentes sabem e est?o aqui, eu realmente n?o tive escolha. Eu lhe disse que esse casamento apenas para trazer Luna tona! C disse Adonis uma voz sombria. Benito olhou para Adonis, fazendo sinal para que sua equipe fosse embora. N?o havia mais raz?o para esperar ali. Luna n?o estava mais vindo. Na verdade, desde que encontraram minha impress?o digital naquele corpo, a polcia entendeu que eu n?o voltaria. Mas Adonis insistiu em acreditar que eu n?o havia morrido, e eles vieram apenaso uma formalidade. Adonis n?o vai voltar, voc est satisfeito agora C Mafalda estava plida, e sua obsess?o se desfez naquele instante. Devastada, seguiu Benito, repetindo a cada passo: n?o vai voltar, n?o vai voltar. Oficial Benito! Encontramos aquele Robson! Na noite anterior, a polcia havia realizado uma batida em busca de Robson, sem sucesso. Content ? N?velDrama.Org 2024. E hoje, apareceu na cerim?nia de casamento. Capítulo 35 Captulo 35 Naquele dia ele parecia estar vestido roupas que lhe caam melhor, embora ainda estivessem desbotadas, escondiam as cicatrizes rmantes em seus tornozelos e pernas. Ele estava sob a sombra de uma rvore do outrodo da rua, sua figura transmitia uma certa solid?o. Benito correu sua equipe p estrada e o cercou. Robson parecia um pouco mais normal naquele dia. N?o usava capuz e seu rosto parecia limpo. A juventude parecia emanar de seus ossos, ele era t?o alto, sua pele era brancao o jade, limpa e sem imperfei??es, especialmente aqueles olhos cativantes. Seus cabelos negros caam desordenadamente sobre o rosto, que sob as sombras e luzes, faziam qualquer estr parecer insignificante. Eu estava na luz, olhando fixamente para seus dedos magros e plidos, respirando ofegante. Em sua m?o, ele segurava um ma?o de pirulitos amarrados uma fita vermelha. Parecia estar esperando que eu aparecesse na cerim?nia de casamento. Esperando que eu ainda estivesse viva, esperando que eu viesse interromper o casamento? Luna C A voz de Robson era rouca, seus olhos ligeiramente avermelhados,o se estivesse ansiando pelo resultado que ele desejava ver. Comecei a duvidar, esse homem estava fingindo ou era apenas um grande ator? Luna n?o veio C Mafalda falou para Robson sem a hostilidade e caut de antes, ao ver os pirulitos em suas m?os, e?ou a fr a voz embargada: Foi voc sempre protegeu Luna em segredo, dandoClhe pirulitos? Eu fiquei at?nita, olhando para Mafalda em panico: N?o se deixe enganar por ele, ele um assassino, agora s est fingindo! Robson baixou a cabe?a, sem dizer uma pvra. Robson, venha conosco, se voc tambm quer encontrar Luna, espero que coopere C Benito sinalizou para seus colegas n?o assustarem Robson, fndo de maneira suave. Olhei nervosamente para Robson, observando seu rosto: Mentiroso Falso! Algumas policiais se aproximaram para levar Robson at a viatura e, quando viram sua aparncia, desviaram o olhar envergonhadas: difcil de acreditar, ele t?o bonito quanto um ator. Robson manteve a cabe?a baixa, sem resistir, entrou obedientemente no carro da polcia e sentouCse impotente no canto, olhando para os pirulitos em suas m?os. Ele agia de forma t?o dcil, seus longos clios tremvam, e at eu me senti enfeiti?ada por um momento, imaginando se minha memria antes da morte estava confusa. O que voc realmente quer? C Entrei no carro tambm, reunindo coragem para sentar aodo de Robson: Por que voc me matou? Robson continuava de cabe?a baixa, sem fr. Captulo 35 O que voc quer? Matar lhe traz algum benefcio? C Eu continuava questionando, quase fndo sozinho: Por que voc me matou Robson finalmente levantou a cabe?a, olhando para mim uma intensidade ardente. Levei um susto seu olhar, nervosa olhando ao redor. A intensidade e o brilho nos olhos de Robson lentamente se dissiparam, e ele baixou a cabe?a novamente, sedo. Robson,o voc sabia que o assassino deixaria o corpo no orfanato abandonado? C Benito perguntou suavemente, receoso de perturbar Robson. Mas ele continuava em silncio. Franzi a testa, olhando para Robson, pois ele era o assassino. Robson, se voc n?o cooperar, vai ser difcil encontrarmos a Luna C Benito suspirou: Voc conhece a Luna, n?o ? Voc n?o quer que morra, certo? Robson levantou a cabe?a, olhando para Benito. Orfanato C Sua voz rouca ecoou, orfanato. Benito olhou para Robson por um longo tempo e ent?o se voltou para os colegas: Vamos para aquele orfanato abandonado! O carro seguiu em dire??o ao orfanato abandonado, uma viagem de aproximadamente vinte minutos. Fiquei surpresa ao ver que Adonis e seu grupo tambm estavam l. Ele n?o estava na cerim?nia de casamento? Ele desistiu de se casar? Senhor Benito, encontramos uma testemunha da noite do dia 15, viu algum arrastando uma m grande p ru da rua Velha, em dire??o ao orfanato. Fabrcio fva nervosamente. Talvez ele tambm temesse que eu realmente estivesse morta. Benito observava o senhor catador de lixo e se aproximou para fazer algumas perguntas: Voc viu? Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Um cara, arrastando uma grande lixeira, veio para c, todo aquele lixo era o que eu estava coletando, me lembro muito bem C O velho parecia irritado, achando que o homem havia roubado o lixo que era dele. Benito olhou para trs, para seu colega: Qu?o longe fica a ru da rua Velha daqui? Ali! C Robson de repente acelerou em dire??o parede do ptio, onde havia uma pequena porta bloqueada por tbuas, que levava diretamente para a ru da rua Velha. Benito e seu colega trocaram olhares cautelosos e correram em dire??o porta. A entrada principal do orfanato ficava bem distante da NOITE e de outros lugares, mas essa porta dos fundos dava acesso direto ru da rua Velha, e de l para a NOITE. Pede refor?o policial, vamos cercar o orfanato e fazer uma buscapleta. Escondido na vegeta??o, Benito encontrou vestgios de sangue e sinais de roupas rasgadas. Capítulo 36 Captulo 36 Oficial Benito, voc suspeita que este seja o local do primeiro crime descoberto?, perguntou seu colega. Benito assentiu a cabe?a. Robson olhou para a porta ee?ou a procurar. O orfanato era enorme e estava abandonado h anos. A polcia j havia feito vrias buscas no local, mas nunca havia encontrado nenhuma pista concreta. Robson pegou um peda?o de pau ee?ou a vasculhar os arredores. Eu seguia nervosamente atrs do Benito. Ser que seramos descobertos? A justi?a uma grande rede que, apesar de seus buracos, acaba pegando todo mundo. Se a polcia realmente se esfor?asse, certamente encontraria o local do primeiro crime. Adonis estava plido, seguindo a polcia sem dizer uma pvra. Irm?o C a voz de Fabrcio tremia, e ele hesitava. Fale C Adonis franziu a testa,n?ando um olhar de advertncia a Fabrcio. No meu galp?o, tem um equipamento de escuta Ontem eu liguei oputador para checar, e tinha uma grava??o da noite do dia 15 C Fabrcio j n?o tremia s a voz, mas tambm as pernas. Ele hesitava se deveria fr ou n?o. Vendo Adonis desistir do casamento para procurar Luna, ele entrou em panico. Eu via que Fabrcio estava realmente assustado, temia que a polcia o descobrisse. Desculpe, irm?o Eu n?o sabia, juro que n?o tinha conhecimento C Com as m?os trems, Fabrcio entregou um pen drive a Adonis e recuou em panico. Adonis ficou a express?o sombria e se virou para olhar Benito. A polcia continuava a busca pelo orfanato, e todos prendiam a respira??o. At c?es farejadores foram trazidos. O que aconteceu na noite do dia 15? C Benito murmurou, colocando o pen drive noputador da polcia. Adonis Adonis, onde voc est? Estou medo Adonis, Adonis tenho medo do escuro, figo, por favor? Adonis, se dessa vez pegarem o assassino, me deixa ir, est bom? Me deixa sair daqui. Adonis quando que vou terminar de pagar o que te devo Diz um valor que eu te pago depois. Adonis, por favor, figo. Na grava??o, era eu. Estava tremendo de medo em um beco, murmurando sem parar. Eu suplicava por uma pvra de Adonis, pelo menos saber que ele estava ali no escuroigo me daria Capitulo 36 algum conforto. Adonis ficou visivelmente plido e sua respira??o tremia, Mafalda estava os olhos vermelhos, olhando para Adonis dio: Voc um idiota! Delxou a Luna ir sozinha para a ru da rua Velha! Voc a mandou para a morte, Adonis! Eu n?o fiz isso C Ele dizia fracamente, tentando se explicar. Euecei a chorar, mas ent?o ri. Veja, Adonis? doloroso quando voc n?o consegue se explicar, n?o ? Adonis, eu quero ir embora, estou muito medo Na grava??o, eu dizia a Adonis que queria irembora. Mas ao me virar, algum me tapou a boca e o nariz. Hmm socorro socorro Adonis SalveCme Eu lutava, gritava, e minha voz foi ficando cada vez mais fraca, at o barulho na grava??o desaparecer completamente. Todos estavam nervosos, inclusive eu. Na verdade, ao ouvir essa grava??o, era quase certo que eu tinha sido uma vitima Os dedos de Ad?nis tremeram e seus olhos se encheram de lgrimas. Ele se virou para Fabricio, os olhos vermelhos: Quando voc encontrou a grava??o, eu lhe pergunto, quando? Fabrcio estava apavorado, suas pernas tremiam: Ontem foi ontem Diga a verdade! C Ad?nis gritavao uma fera enlouquecida. This content is ? N?velDrama.Org. Fabrcio caiu no ch?o, plidoo um fantasma: A policia no dia em que a polcia veio atrs de ns, eles disseram por volta do dia 15 que a Luna tinha sido vista no beco da Rua Velha, ent?o eu voltei Eu verifiquei oputador, me desculpe, me desculpe irm?o, eu estava muito medo. Fabrcio estava chorando, dizendo que estava medo, por isso nunca teve coragem de ir policia. Eu olhava impotente para aqus pessoas, aqueles cmplices que haviam conspirado para me matar. Nenhum deles era inocente. Idiota! Se algo acontecer Luna, eu te mato! C Adonis gritou, fora de si, desferindo socos no rosto de Fabrcio. Eu sorria, anestesiada, sentada dedo: Adonis, para de fingir Fingindo ser o bonzinho. Foi voc quem me matou. Adonis, que cara voc vai fazer quando encontrar meu corpo? Capitulo 36 A policia retirou Adonis, que socou a parede sem controle: Dia 15 era uma idiota? Eu n?o disse a para ir embora, por que fez isso sozinha? Olhei para Adonis e me levantei para lhe dar um tapa, sabendo que n?o o acertaria, mas mesmo assim tentei. N?o foi voc quem me disse para ir embora? Foi Morgana quem disse que voc queria que eu fosse embora! Mas Adonis, ro, n?o estava ouvindo. Oficial Benito! Encontramos algo aqui! Benito correu cautelosamente em dire??o chamada. Fiquei parado, esperando o momento em que meu corpo seria descoberto. Talvez, quando isso acontecesse, eu finalmente estaria livre. Capítulo 37 Captulo 37 A polcia fez uma nova descoberta e eu corri para l, ansiosa. As lembran?as da minha morte j n?o estavam t?o ras. Entre idas e vindas da conscincia, algumas memrias ficaram turvas. S me recordo de ter sido abordada na ru da Rua Velha e de acordar em um galp?o escuro, iluminado apenas por feixes fracos de luz, jogada dentro de uma caixa de madeira improvisada. A caixa estava cheia de matos, parecendo ter sido usada para guardar poas ou objetos frgeis. Benito descobriu, no canto sudeste do orfanato, um port?o de ferro escondido pelo mato, j corrodo pelo tempo, mas vestgios no gramado que indicavam passagem frequente de pessoas, e uma corrente recentemente substituda. J tnhamos procurado aqui antes, mas essa vegeta??o alta esconde tudo, difcil encontrar sem prestar aten??o. O colega de Benito falou, surpreso. Benito olhou ao redor e notou Robson, que de alguma forma j havia entrado no ptio: Quando ele passou por aqui? Quem sabe, n? Esse moleque some e apareceo mgica, num piscar de olhos j estava do outrodo C O colegaentou, sem acreditar na agilidade de Robson, que parecia capaz de escr paredes. Eu e Mafalda seguimos Benito, que destrancou a fechadura e entramos no ptio. Era um ptio interno de um orfanato abandonado, onde geralmente viviam o diretor ou pessoas importantes do orfanato. O local estava vazio, transmitindo uma sensa??o de abandono e tristeza. Segui Mafalda, segurandoCme a , pois sempre foi mais corajosa do que eu, e qualquer coisa que acontecesse, estaria na frente. Content ? N?velDrama.Org 2024. Acho que foi aqui que eles me doparam e me trouxeram C Comecei a suspeitar que o assassino em srie n?o agia sozinho. Robson definitivamente tinhaparsas. Ele era um assassino, extremamente habilidoso em se disfar?ar, todos foram enganados por sua aparncia e seu rosto. Ele um assassino! Ele um assassino! C Eu gritei descontrdamente e corri para o quarto. O quarto j estava vazio, diversas caixas de madeira usadas para transporte, transformadas em um pequeno depsito. Minha respira??o acelerou enquanto olhava ao redor, era aqui que eu tinha recuperado a conscincia, presa por aqu pessoa. Foi aqui que vi o rosto de Robson. Ele parecia ansioso, vasculhando o quarto, procurando algo, at que pegou um machado do ch?o. Capitulo 37 Em desespero, olhei ao redor e finalmente encontrei o machado num canto, ainda vestgios de sangue seco. Oficial Benito, tem um machado aqui. Benito se aproximou e observou os arredores: H marcas de arrasto aqui, mas este n?o o local do primeiro crime. H tiras de amarra??o e peda?os de tecido. Nesta caixa, h alguns fios de cabelo. O legista, mentor de Mafalda, examinava minuciosamente a cena do crime, medo de perder qualquer vestgio. Na caixa que me aprisionou, ele encontrou alguns fios de cabelo arrancados pelos pregos da madeira. Eram os cabelos que eu perdi ao tentar escapar. LembroCme de ter sado atordoada da caixa, tentando fugir, quando a pessoa encapuzada me agarrou pelos cabelos e tapou minha boca e nariz, fazendoCme perder a conscincia novamente. Quando acordei, estava deitada em algo semelhante a uma mesa de cirurgia, sentindo meu sangue se esvair e uma substancia estranha ser injetada em meu corpo. N?o conseguia ver o assassino, apenas sentia meu sangue sendo drenado lentamente e minha alma se despeda?ando. Quando recuperei a conscincia novamente, eu j havia morrido. Por algum motivo, minha alma despertou na Famlia Tavares. E eu n?o sabia onde era o local do primeiro crime que tirou minha vida. Oficial Benito! C Dodo de fora, era Adonis chamando por Benito. Benito saiu e viu Adonis plido, apontando para um canto. Era um par de sapatos e meias jogados descuidadamente no canto, manchados de sangue: Isso da Luna. Sua voz tremia. Elee?ou a me chamar de Luna, n?o desprezo, maso Luna. No entanto, achei essa forma de me chamar repulsiva. Com as evidncias que temos at agora C Benito hesitou, olhando para Mafalda: Desculpe mas de acordo nossa experincia, Lana Batista muito provvel que tenha sido assassinada. Mafalda respirou fraco, suas pernas fraquejaram e desmaiou. O mdico legista foi rpido e a segurou nos bra?os: Mafalda, Mafalda! Eu fiquei ali parada, chorando, sem sabero confort. Estou bem, Mafalda, n?o estou sofrendo tanto.. Eu apenas experimentej um desespero que nunca havia sentido antes. Adonis C Do outrodo, Adonis tambm parecia instvel, bn?ando levemente. 11:55 Captulo 37 N?o sabia se ele estava atuando, s achei engra?ado. Impossvel n?o pode ter morrido C Ele continuava murmurando, em voz baixa. Oficial Benito! Encontramos uma pista crucial! C Dodo de fora, uma policial entrou correndo, visivelmente perturbada: Todas as vtimas conhecidas que encontramos foram adotadas deste orfanato, todas eram rf?s ou crian?as abandonadas pelos pais. Capítulo 38 Captulo 38 N?velDrama.Org content. Benito ficou chocado ao olhar para seu colega: Como n?o descobrimos essa pista t?o importante antes? Esse orfanato era muitoplicado, era administrado de forma privada e n?o possua muitos registros ou arquivos. E h anos foi revdo que o diretor abusava das crian?as,etendo vi??es constantes contra os rf?os, por isso foi condenado e o orfanato foi fechado. Alguns rf?os que n?o foram adotados foram transferidos para outras institui??es de caridade e os registros daqueles que foram adotados est?o ipletos, tornando muito difcil rastreClos. O colega explicou: Eu ouvi dos vizinhos e dos idosos que a vtima tinha sido adotada, ent?oecei a investigar nessa dire??o e descobri que todas as vtimas tinham sido adotadas, nenhuma era filha biolgica. Muitos parentes das vitimas inicialmente n?o queriam fr sobre isso, mas depois admitiram que era esse orfanato! Parece que estvamos enganados desde o incio Pensamos que fossem pessoas que frequentavam lugares de entretenimentoo a NOITE, mas parece que foi apenas uma coincidncia C Benito, irritado, acendeu um cigarro. Eu olhei para a policial, at?nita. Se todas as vtimas eram mulheres do orfanato, isso n?o fazia sentido. Eu era filha biolgica dos meus pais, n?o fui adotada Ser que fui o nico azarado? Adonis! Sra. Morgana Soube p Lilian que a Dona Morgana foi adotada! A famlia Novais, que fazia obras de caridade, achou a Morgana inteligente e a levou para casa para fazerpanhia Lilian! C De repente, Fabrcio se lembrou de algo e falou em panico: possvel que o assassino realmente estivesse atrs da Dona Morgana Ent?o, n?o se tratava apenas de matar mulheres que usavam vestidos vermelhos, mas o assassino trocava suas roupas por vestidos vermelhos aps o crime. Dei um passo para trs, sem poder fazer nada, e sorri amargamente. Afinal de contas, eu estava morrendo no lugar de Morgana? Que injusti?a, que insatisfa??o. Por qu? Luna N?o Na porta, Robson, que havia desaparecido, voltou, segurando cuidadosamente um portaCretrato e o entregou a Benito. Olhei para o Robson raiva: Mentiroso, voc um chat?o, um louco! Um assassino! Pare de fingir, seu psicopata! Voc matou tantas pessoas Eu tentei desesperadamente agarrar o crinho de Robson, gritando que ele era o assassino. Ningum podia ouvir minha voz, e isso tambm era um tipo de desespero. Realmente muito desesperador. Benito segurou a moldura, olhou para o mdico legista: As meninas adotadas usavam vestidos vermelhos; aqus levadas ps famlias adotivas, nas fotos de recorda??o, todas usavam vestidos vermelhos Captulo 38 O legista olhou para a foto e depois para Robson. Por ser mesti?o, era fcil de reconhecer: voc? Robson assentiu. N?o Luna n?o rf?, filha biolgica de meus tios, n?o do orfanato. Isso significa que o assassino pode t poupado, pode n?o t matado, e por isso que seu corpo ainda n?o apareceu, est esperando por mim est esperando que eu a salve! C Ad?nis gritava descontrdamente, parecendo muito agitado. Benito Encontre a Luna, temos que encontr, est esperando por mim C Adonis agarrou a m?o de Benito urgncia. Um homem t?o orgulhoso, que de repente se humilhava, implorando desesperadamente p ajuda da polcia: Por favor, encontreCa Eu olhei para Adonis desprezo, a diferen?a entre sua atitude antes e agora era muito grande, parecia t?o falso. Voc n?o disse que n?o acreditava que tinha sido levada pelo assassino? C Benito franzindo a testa, ramente descontente. Ad?nis deu um passo para trs, derrotado: Eu n?o sei Ele n?o sabia que as coisas terminariam assim. Ele realmente n?o sabia que, no dia 15, Luna ainda tinha ido ao beco na Rua Velha. Aqu idiota Por que foi at l no dia 15, por que n?o me ligou Ns vimos o celr da Luna, ligou para voc vrias vezes, e voc at atendeu C Benito interrompeu Adonis diretamente. Adonis congelou, sentindoo se tivesse sido atingido no peito. Eu sorri ao fr: Voc respondeu, n?o foi, Adonis? Voc me disse para sair Eu fiz o que voc queria, Adonis. Adonis deu um passo para trs, desanimado, e caiu no ch?o, de forma bastante desajeitada. Ele n?o disse nada, ficou em silncio. Evidentemente, ele se lembrou. LembrouCse das pvras que tinha dito. N?o eu n?o quis dizer aqus coisas, eu s C Os olhos de Adonis se encheram de lgrimas, e quem n?o soubesse poderia pensar que ele era muito apaixonado. Capítulo 39 Captulo 39 Eu observava Adonis de cima, um sorriso sarcstico: Adonis, se eu morri, voc n?o deveria estar feliz? Por que toda essa encena??o? Foi voc quem me matou! Chega, n?o tem mais nada para fazer aqui, Sr. Tavares. melhor voltar e esperar pelo resultado C disse Benito, ramente desgostoso Adonis e sua atitude hipcrita. Adonis, voc repugnante! C Mafalda ainda estava muito agitada, apontando e xingando Adonis: Voc n?o ia se casar? Volta para sua Morgana e se casa logo! Eu fiquei aodo de Mafalda, olhando para Adonis indiferen?a. Nesse ponto, eu j n?o tinha mais for?as para odiClo. Eu era apenas uma pe?a no jogo de Morgana, ocupando o lugar d para proteg de um destino fatal. Assim a minha dvida ele estava finalmente paga. Adonis ficou parado, obviamente achando que algo ruim tinha acontecidoigo. Adonis C Mafalda devolveu o casaco para o Benito e tirou um envelope vermelho da bolsa: Desculpa, eu n?o queria te dar isso, porque acho que voc e Morgana n?o merecem o presente da Luna falou, engasgando as pvras. Eu queria enxugar as lgrimas d, queria abra?, mas eu era incapaz. Faz trs meses, Luna me procurou, disse que tinha conseguido uma oportunidade de estudar no exterior, pediu para eu manter segredo C Mafalda tremia inteira. Provavelmente, pensava que se eu tivesse ido para o exterior mais cedo, n?o teria morrido ali. j queria se livrar de voc, estava sempre pensando emo sair da sua vida, mas voc achava que era capaz de tudo por voc C zombou Mafalda de Adonis: Sua autoestima baixa pattica. Chega Adonis franziu a testa, ramente n?o querendo ouvir mais. te aguentava e te mimava n?o porque fosse inferior, mas porque estava pagando uma dvida com voc! Naquele dia, Luna me disse que era fcil devolver o dinheiro, mas a vida e o afeto que te devia. n?o sabiao retribuir Mafalda estendeu o envelope vermelho a Adonis: Durante esses anos, fez biscates, vendeu desenhos, deu as particres, trabalhou em trs empregos para n?o gastar um centavo da famlia Tavares, economizando cada centavo para pagar a dvida que tinha voc. tirou um cart?o da bolsa: Tudo isso foi guardadoigo. Esse envelope foi o presente de casamento que a Luna preparou para voc, dez mil reais dentro. N?o muito, mas representa o cora??o d, realmente desejava que voc fosse feliz a Morgana Mafalda falou e as lgrimase?aram a escorrer. Fiquei dedo, ouvindo em silncio. Eu realmente havia desejado a felicidade de Ad?nis e Morgana no passado. Eu esperava que, quando eles se casassem, fossem realmente felizes. Chega Mas Adonis n?o queria nem ouvir esses bons votos. 11:55 Captulo 39 Voc sabe quantos empregos Luna teve para ganhar esse dinheiro? Todos os dias, ia aos bairros de luxo para dar as particres a crian?as mimadas e malcriadas, muitas vezes voltando para casa machucada pelo abuso. noite, trabalhavao caixa em uma loja de convenincia 24 horas. Em dias de muito trabalho, mal dormia cinco horas. Mafalda sorriu ironicamente: levou mais de um ms para conseguir os dez mil reais, pois queria juntar o dinheiro para o presente antes de ir para o exterior. Adonis n?o queria ouvir, mas Mafalda insistiu: Esse cart?o tem mais de um milh?o de reais. Luna economizou durante quatro anos, desde a morte dos pais at agora. disse que um dia teria o suficiente para pagar a dvida. Adonis desviou o olhar, recusandoCse a pegar o cart?o. Vai, pegue Voc n?o disse que eu te devia muito? Pegue C Eu perguntei a Adonis uma voz rouca. Mas ele nunca pegou. Mafalda perdeu a pacincia e atirou o dinheiro e os cart?es em cima de Adonis. Pega teu dinheiro e some Nunca mais apare?a na frente da Luna, te odeia, n?o quer te ver. Assenti, concordando as pvras de Mafalda. De fato, n?o queria mais vClo, nem morta. vai ficar bem Eu j disse, se algo realmente acontecer , eu morro , vai ficar bem, a voz de Adonis estava rouca, quase um murmurio. Eu achei ele pattico, um pattico sem limites. N?velDrama.Org content. Morrerigo? Por que? Voc acha que merece Adonis! Volta logo! Ligaram do hotel, a Dona Morgana tentou se matar no hotel! C Fabrcio atendeu um telefonema dodo de fora e voltou correndo, desesperado, dizendo que Morgana havia tentado se matar. Observei a express?o de Adonis ficar cada vez mais plida e seu olhar cada vez maisplexo. Capítulo 40 Captulo 40 Suicidio? Haha Se realmente tivesse coragem de morrer, n?o teria causado a morte da nossa Luna! C Mafalda gritou descontrdamente, seu rancor por Morgana era imenso. Provavelmente me detestava por ter ocupado o lugar de Morganao bode expiatrio. Calma, vamos entender o que aconteceu primeiro C Benito interveio, segurando Mafalda emocionalmente abda e a entregou ao legista: Fique de olho n. O legista concordou e segurou Mafalda: Voc tambm da rea mdica, deveria saber que nunca se deve agir por impulso. Mafalda ficou em silncio, parada ali os olhos vermelhos. Senhor Tavares, eu volto voc para verificar a situa??o C Benito olhou para o relgio, organizou tudo ali e seguiu Adonis: De acordo as investiga??es at agora, sua esposa Morgana tambm foi uma das meninas que saiu do orfanato naqu poca, ent?o o assassino certamente continuar atrs d. Adonis parou por um momento, um tom srio, corrigiu: n?o minha esposa Benito achou que Adonis estava estranhamente insistente, mas n?o disse mais nada. Eu segui os dois e entrei no carro tambm. As meninas que saram do orfanato naquele ano est?o agora espalhadas por todos os cantos da cidade, a lista de mortes e a ordem n?o seguem nenhum padr?o, o assassino parece estar em busca de vingan?a C Benito olhou para Adonis: Se sua esposa n?o teme a morte, ser que poderia cborar a polcia para pegarmos o assassino mais rpido? Benito n?o queria fazer isso, mas Morgana e Adonis fizeram que Luna fosse a isca. Eu sorri para Benito: Impossvel, ele valoriza Morgana demais para uso isca, atraindo o assassino. Eu j disse n?o minha esposa C Adonis ainda estava fixado no termo: E Luna j sofreu um acidente, eu n?o posso arriscar Morgana! Eu sorri, sabendo que ele jamais concordaria. Arriscar? Quando voc usou Lunao isca, o que o Senhor Tavares estava pensando? Ou para o Senhor Tavares, a vida de Morgana vale mais e a de Luna insignificante? Benito o confrontou. Adonis ficou visivelmente sem resposta, sentado ali todo tenso. Eu s sentia um frio percorrendo meu corpo, um frio terrvel. , minha vida miservel,o poderia separar a preciosa Morgana. Morgana n?o est bem de sade, e seu estado emocional tem sido instvel, voc ouviu o que disse, tentou se matar! C Adonis olhou irritado para Benito: Voc um policial,o pode fr algo assim! Benito ficou em silncio, mas parecia ter confirmado suas suspeitas. Adonis, Luna n?o velo, do orfanato e seu corpo nunca foi encontrado. Para ns da polcia, h uma grande chance de ainda estar viva. Se n?o a encontrarmos rpido, pode morrer C Aps um longo silncio. 11:55 Captulo 40 Benito finalmente se pronunciou. Content ? N?velDrama.Org 2024. Eu esperava que Adonis pudesse convencer Morgana a ajudar a polcia e tambm a Luna. Benito foi bastante diplomtico, mas agora a maneira mais rpida de encontrar o assassino era usando Morgana para atrair o criminoso. Mas Adonis hesitou. Eu j tinha acumdo decep??es suficientes Adonis, agora de alguma forma eu estava em paz com isso. Afinal, eu nunca tive um lugar no cora??o dele, sua escolha era esperada. O amor que foi enterrado no fundo do meu cora??o na juventude, enquanto crescia rapidamente, tambm foi destrudo. Meu amor j havia terminado naquele ano, aos dezoito anos. O carro parou no hotel, os convidados do sal?o de festas ainda n?o haviam ido embora. Os pais de Morgana estavam l, uma express?o n?o muito boa. Adonis C Elvira era uma mulher de grande elegancia, afinal, a condi??o financeira da famlia era boa nos anos anteriores, apenas nos ltimos anos que eles faliram, necessitando do auxlio de Adonis. Tia C Adonis baixou a cabe?a, aparentemente um pouco envergonhado. Eu observava aqu famlia distancia, sentindo uma ironia pungente. Como assim ainda chama de tia? J deveria ser chamada de m?e C suspirou o pai de Morgana: Adonis, ns vemos todo o bem que voc faz p Morgana, e independente do motivo, o casamento ter terminado dessa maneira fazendo Morgana passar vergonha na frente dos parentes, voc precisa conversar . Adonis permaneceu em silncio, abriu a bocao se fosse dizer algo, mas n?o proferiu pvra alguma, apenas assentiu: Est bem. Benito estava ali prximo, na rea designada para fumantes, tragando seu cigarro. Parecia possuir um vcio forte, provavelmente devido s longas noites trabalhando em casos e borando rtrios. Eu me posicionei aodo de Benito, tossindo involuntariamente. Eu n?o suportava o cheiro da fuma?a, e ver algum fumando quase se tornava um reflexo condicionado. Mas depois de tossir duas vezes, percebi subitamente que j estava morta, uma alma que medo eu teria de fuma?a secundria? Com um sorriso ir?nico, olhei para Benito: Veja s, o suicdio de Morgana foi apenas uma encena??o. Se realmente quisesse morrer, estaria no hospital em uma tentativa de ressuscita??o, e n?o descansando em um quarto de hotel. Benito n?o conseguia ouvir o que eu dizia, mas pareciapartilhar do meu pensamento. Ele tambm soltou um riso sarcstico: Afinal, era para se matar ou para atrair Adonis de volta? Dei um sorriso a Benito, era raro encontrar algum em sintoniaigo. Delegado Tavares, eu gostaria de ver a Sra. Morgana C pediu Benito, depois que os pais de Morgana se afastaram. Capítulo 41 Captulo 41 Ser que a vida de Luna era mais importante, ou o estado emocional de Morgana? Adonis apertou as m?os for?a, ficou em silncio por um longo tempo antes de fr: Vou subir e conversar , mas isso n?o responsabilidade d, n?o obriga??o d Ele ainda estava protegendo Morgana. N?o responsabilidade d? C N?o consegui evitar ficar furiosa Adonis: Como assim n?o responsabilidade d? Foi quem me enganou e me levou at, foi quem me entregou ao assassino! Gritei Adonis, mas ele simplesmente n?o me ouvia. Quando estava viva, ele j n?o me escutava, imagine agora que estou morta. Luna se apaixonar por algum assim, realmente triste C Adonis saiu e Benito murmurou para si mesmo. E, se apaixonar por algum assim mesmo muito triste. Todo mundo via que eu era uma pessoa triste. Ter me apaixonado por ele foi a coisa que mais me arrependo na vida. Mas, o passar do tempo, meu cora??o foi ficando cada vez mais insensvel. N?o doi maiso antes. Quem disse que o amor n?o desaparece? O amor pode, sim, desaparecer. Quando as decep??es se acumm e o desespero demais, ele naturalmente se vai. Content ? N?velDrama.Org 2024. Se ainda n?o desapareceu, ent?o masoquismo. Amei Adonis, at dei minha vida por ele, n?o havia mais nada pelo que continuar amando. Adonis foi at o quarto de Morgana e pouco tempo depois saiu. Ele bn?ou a cabe?a para Benito: Desculpe, Morgana est muito emocionalmente instvel Adonis, deixa eu fr , est em jogo uma vida, e cada segundo conta C Benito estava ramente ansioso. Mas tambm sabia que n?o tinha posi??o para pressionar, de qualquer ponto de vista, Morgana n?o tinhal obriga??o de cooperar. Mas Benito sabia que a situa??o da Luna tinha a ver Morgana. Desculpa, n?o posso permitir que voc a perturbe mais C Adonis ainda insistia em proteger Morgana. Benito franzia a testa: Voc sabe que trs horas antes de Luna ter um problema, Morgana ligou para ! Benito preferia n?o ter dito isso, afinal o caso ainda n?o tinha sido resolvido, e ele n?o podia especr sem provas. Adonis franzia a testa, olhando para Benito: O que o Sr. Benito quer dizer? Captulo 41 Houve uma liga??o de um nmero desconhecido trs horas antes do incidente da Luna, eo n?o tinha registrado nos contatos, ns da polcia n?o demos muita aten??o inicialmente. Mas ontem eu pedi para verificar, e o dono desse nmero a melhor amiga da Morgana. Perguntamos a , e disse que Morgana tinha emprestado o celr, mas que mesma n?o ligou para a Luna, ent?o pode ter sido Morgana. Voc mesmo disse que s uma possibilidade! C Adonis estava ramente tentando esconder algo, ou talvez medo de algo. Olhei para Adonis, sua nega??o t?o bvia, e ri: Foi sim Eu pedi para o departamento tico recuperar as grava??es de chamadas do celr da Luna, e estamos trabalhando nisso. Quando a grava??o sair, talvez a verdade venha tona C Benito falou calmamente: At que estou grato que a Luna tinha um pouco de bom senso. Respirei fundo, assim que soube que Morgana tinha me ligado, minha primeira rea??o foi gravar a chamada. N?o confiava em Morgana e queria ter uma prova, mostrar que sempre estava tentando retribuir o favor que devia a Adonis. S n?o imaginava que um dia isso se tornaria uma pe?a crucial para desvendar a verdade sobre a minha morte. Adonis olhou preocupado para Benito: Ent?o voc n?o deveria fazer suposi??es sem ter as provas! Independente das minhas suposi??es, voc sabe muito bem por que a Luna estava l no dia 15, e vocs todos n?o sabiam de nada, n?o acha isso suspeito e estranho? Capítulo 42 Captulo 42 Benito apagou o cigarro na lixeira e falou novamente: O celr da Luna sofreu danos de diferentes graus, mas n?o estpletamente irreparvel. No entanto, vai levar um tempo para consertClo. Vamos ter que esperar. VirandoCse para ir embora, Benito lembrouCse de algo e olhou para trs, fixando o olhar em Adonis: Se a sua hesita??o e prote??o resultarem na morte da Luna ou em algo ainda pior, voc ser um dos assassinos, mesmo que a lei n?o possa te punir, a moral e a conscincia se tornar?o suas algemas eternas. Adonis permaneceu paralisado no lugar, parecendo excepcionalmente cansado por um momento. Olhei para ele rapidamente e n?o voltei a fazClo. N?o sei quando minha alma poder se dissipar, morrer de verdade, nem por que estou nesse estado agora. S posso esperar. Esperando que meu corpo seja encontrado, que a verdade seja revda, que eu seja cremada e possa descansar em paz.. Talvez ent?o eu possa finalmente encontrar a liberta??o. Benito, aquele maluco o Robson sumiu! Estamos todos revirando o local, e ele desapareceu num piscar de olhos. Benito franziu a testa e entrou no carro: EncontremCno e fiquem de olho nele. Com certeza ele sabe de alguma coisa. Benito estava convencido de que Robson tinha algum segredo. Sentada no carro de Benito, observei a fotografia que ele segurava. Era a foto da menina de vestido vermelho encontrada por Robson no orfanato. Na foto, Robson era o mais brilhante, sempre chamando a aten??o primeira vista, provavelmente por ser muito bonito. Aodo de Robson, havia outro garoto, que parecia tmido e assustado, agarrado ao bra?o de Robson e escondido atrs dele. Robson erao um irm?o mais velho, protegendoCo de frente. Benito olhou para a foto e falou srio: Robson Oscar, aqus pessoas da foto do orfanato, podemos encontrs? Benito chamou um subordinado. H alguns anos, houve um incndio no orfanato. Foi o diretor que, ao descobrir que o segredo havia sido revdo, tentou deliberadamente queimar todas as crian?as para destruir as evidncias. Alm das meninas de vestido vermelho que foram adotadas, apenas Robson sobreviveu Antes do incndio, Robson n?o era um tolo, dizem que era um gnio. Foi depois do incndio que ele se tornou um tolo, Benito olhou para as crian?as na foto. Capitulo 42 Com exce??o das que foram adotadas, todas morreram, exceto Robson. Ele o assassino. Ele est matando, eliminando todos que estavam no orfanato naqu poca, Esse homem perigoso, ou tem du personalidade ou muito bom em se disfar?ar C Eu avisei Benito, mas ele n?o podia me ouvir. No entanto, Benito tambme?ou a desconfiar de Robson. Fiquem de olho nesse Robson, precisamos encontrClo! Ao perceber a suspeita de Benito em r??o a Robson, senti um alvio momentneo. Benito mal desligou o telefone e ele tocou novamente, era o legista. Benito! Mafalda sumiu, pode ter ido atrs da Morgana, voc est a? Benito hesitou por um momento e instintivamente olhou em dire??o ao hotel. Eu tambm olhei ansiosamente para a entrada do hotel. Ser que Mafalda estava indo procurar Morgana? Benito saiu rapidamente do carro e caminhou em dire??o ao hotel. Eu o segui, um tanto preocupada. No corredor do hotel. Morgana apoiavaCse em Adonis, parecendo plida e fraca. Mafalda estava na porta e, em vez de explodir , falou quase num sussurro: Por favor, me ajude a salvar Luna. P Luna, s poderia pedir ajuda a Mafalda. Desculpe C Morgana solu?ou, apoiandoCse em Adonis. Adonis mostrouCse um pouco irritado: Mafalda, para de surtar aqui. Morgana est emocionalmente abda, voc n?o deveria vir aqui para perturb. Mafalda, os olhos vermelhos de raiva, encarou Adonis: Voc merece morrer Adonis ficou em silncio, sem dizer nada. Mafalda pediu o vestido de Morgana uma express?o sria. Voc pode ficar, mas me empresta seu vestido vermelho Antes do incidente, Luna tambm estava usando o vestido vermelho de Morgana. This content is ? N?velDrama.Org. Morgana hesitou por um momento, olhando para Mafalda: Voc enlouqueceu Aquele o vestido de uma assassina. Algumo voc, ro que n?o merece que algum se arrisque por voc, a voz de Mafalda estava rouca, mas firme. C O q que Luna tem de t?o especial para voc ir t?o longe por Morgana murmurava,o se n?o pudessepreender ou acreditar. Voc acha que merece saber o que tem de bom? C Mafalda falou friamente, apertando as m?os: melhor voc rezar para que o que aconteceu Luna n?o tenha nada a ver voc, Morgana, sen?o eu n?o vou te deixar em paz. Capitulo 42 Eu suspiro, observando de perto, foi que me enganou para ir l. Mafalda, n?o exagere, Adonis disse, irritado, protegendo Morgana. Senhora Morgana, fa?ao disse, se voc n?o quer aparecer, tudo bem, mas nos empreste o vestido, Benito, que estava ouvindo por um tempo, tambm se aproximou rapidamente. Na verdade, a bondade e a maldade das pessoas j est?o ras agora. Morgana estava intencionalmente hesitando, relutante em aparecer para salvar Luna. Capítulo 43 Captulo 43 Quando afirmou estar sendo perseguida por um assassino, Morgana fez que Luna a substitusse para atrair o criminoso. Morgana era egosta, todos percebiam isso ramente, exceto Adonis, que parecia n?o notar. Beniton?ou um olhar significativo para Adonis. Ser que ele era t?o ingnuo ou havia algo mais que desconhecamos? Desculpe eu, eu n?o tenho mais vestidos vermelhos, gaguejou Morgana, relutante em entregar a pe?a. simplesmente n?o desejava que a polcia encontrasse qualquer pista. Adonis hesitou por um momento: Mas Ele se lembrou ramente de um vestido que Morgana havia mencionado que adorava, e que ele mesmo haviaprado para . Aquele estragou navagem, manchou outra cor, ent?o acabei descartando, balbuciou Morgana. Adonis n?o insistiu.. Mafalda estava t?o irritada que seus olhos estavam vermelhos. pressionou Adonis: Diga a marca e o modelo da roupa, eu vouprar. Aps um longo silncio, Adonis finalmente falou: da nova cole??o de outono da AOE, s havia aquele modelo de vestido longo vermelho. Ao ouvir as pvras de Adonis, meu cora??o doa sutilmente. Quando eu tinha dezoito anos, ele me perguntou o que eu queria de presente, e eu pedi um vestido da AOE, porque gostava do estilo deles. Ele prometeu. Mas nos anos seguintes, ele continuouprando vestidos, porm j n?o eram para mim. Mafaldan?ou um olhar a Adonis e n?o se deu ao trabalho de dizer mais nada. Apenas espero que ele n?o se arrependa. Benito seguiu Mafalda, franzindo a testa: Essa Morgana, est escondendo algo. Sr. Benito, pode ser rpido?, pediu Mafalda assim que entrou no elevador, j n?o conseguindo se conter. Por favor, deixeCme tentar N?o consigo nem imaginar o que Luna est passando agora, por favor. Benito respirou fundo e concordou: Tudo bem, vamosprar o vestido primeiro e depois sair deste hotel. Vou te disfar?ar de Morgana, pode confiar em mim, vou te proteger. Mafalda assentiu, segurando suas m?os firmeza: Preciso pegar esse assassino. Benito, voc tem que cuidarCd, eu sussurrava incessantemente, sabendo que ele n?o podia me ouvir, mas continuava fndo: Voc ca proteg. Naqu mesma noite, Mafalda vestiu um vestido idntico ao de Morgana, alisou seus cabelos longos e saiu do hotel usando uma mscara. Eu estava inquieta, ent?o a segui. Capitulo 43 Temia que encontrasse perigo. Mafalda foi primeiro ao bar, bebeu at ficar embriagada, os cabelos bagun?ados. Para n?o levantar suspeitas e para parecer convincente, realmente bebeu. Com os olhos marejados, senteiCme ao seudo: Mafalda, n?o tenha medo, estou sempre aqui. Eu queria ser sua guardia, proteg sempre, mas n?o havia muito que eu pudesse fazer. A polcia tinha um no infalvel, s temiam que algo acontecesse a Mafalda. N?velDrama.Org content. Cambaleante, Mafalda saiu sozinha, caminhando p rua escura, dodo de fora da noite. ck, de repente, um som suave veio de trs. VireiCme nervosamente, olhando para o canto escuro, tremendo de medo. Veja, at eu, um esprito, tenho medo do cora??o humano. O que realmente assusta n?o s?o os fantasmas, mas o cora??o das pessoas. Mafalda tenha cuidado C eu disse nervosamente, olhando fixamente para a escurid?o. Benito Benito, onde vocs est?o? Eu gritei medo, mas eles n?o podiam me ouvir. Uma sombra passou correndo para longe, e os policiais escondidos no escuro correram atrs. Eu senti um medo inexplicvel,o se fosse uma distra??o. Mafalda C Eu estava nervoso, querendo puxar Mafalda para fugir, mas j era tarde demais, uma figura surgiu das sombras. Ele usava um moletom capuz, cal?asrgas que revvam uma cicatriz no tornozelo e arrastava uma varaprida. N?o n?o chegue mais perto! C Eu gritei, pndo no lugar medo. Eu gritei, pndo para cima e para baixo medo: Mafalda! Corra, Mafalda! Era o assassino, tinha que ser o assassino! Aquele Robson. N?o C A voz de Robson estava rouca, olhando para Mafalda sentada no ch?o: N?o Ele murmurou, os olhos vermelhos de tanto chorar, seu belo rosto, no entanto, transmitia uma sutil frieza. Capítulo 44 Captulo 44 Mafalda estava sentada no ch?o, olhando para Robson: E a Luna? Robsonrgou o peda?o de madeira que segurava,o se algo o tivesse assustado, e girou para fugir, mas foi imobilizado por Benito, que o pressionou contra a parede. Onde voc pensa que vai! O que veio fazer aqui! LeveCo para interrogatrio! Benito gritava, sua voz transbordando de raiva. Sempre esse Robson! Eu sabia que a desconfian?a de Benito em r??o a Robson s aumentava. Respirei aliviada, menos mal. Desde que a verdade fosse descoberta rapidamente e meu corpo encontrado A polcia levou Robson e Benito pegou Mafalda no colo. Suspirei aliviada por um momento, olhando fixamente para o pirulito que Robson deixara cair no ch?o. Era de frutas. Robson foi detido, a polcia o interrogou por vinte e quatro horas e ele n?o abriu a boca. Sem provas suficientes, a polcia foi obrigada a liberClo temporariamente. Eu estava sentada no sagu?o da delegacia, e quando vi Robson sendo conduzido pelos Macedo, meu olhar estava vago. Esse assassino ele era mesmo ardiloso. Robson parecia ter grande valor para a Famlia Macedo, que contratou o melhor advogado de Cidade Labirinto para garantir sua soltura. Eu me perguntava, mesmo que Robson fosse descobertoo o serial killer, ser que a Famlia Macedo daria um jeito de livrClo? Se fosse assim, aqus garotas mortas seria uma grande tragdia. tarde, Adonis chegou delegacia para perguntar sobre a investiga??o. Ele tambm parecia ansioso para saber se eu tinha encontrado algo.. Eu acho que ele queria saber se eu estava morta. Como n?o a Morgana, a miss?o falhou C Benitoe?ou a suspeitar de Robson, acreditando que ele parou de matar ao perceber que Mafalda n?o era Morgana. Encontramos no bolso de Robson um len?o vestgios de drogas, um peda?o de pau e outras ferramentas que poderiam ter sido usadas no crime C Benito franzia a testa, mesmo que Robson tivesse sido liberado, ele ainda tinha gente vigiandoCo. aquele Robson, aquele louco, ele definitivamente o assassino, a Luna deve estar ele! C Adonis dizia, irritado: Por que vocs n?o v?o prendClo? * Capitulo 44 Primeiro, o louco que voc menciona o herdeiro da Famlia Macedo, e Homero intervindo, ele foi liberado; segundo, eles trouxeram a melhor equipe de advogados para liberar Robson; terceiro Robson tem umudo psiquitrico queprova sua doen?a mental, o que torna impossvel afirmar que ele o assassino anterior apenas porque carregava drogas e um peda?o de pau no bolso. Benito advertiu Adonis para n?o enlouquecer ali. Se naqu noite Morgana tivesse sido a vtima e Robson tivesse sido preso durante o ataque, agora ele teria motivos para manter Robson detido temporariamente. Adonis n?o disse nada, apenas respirou profundamente. A Famlia Macedo era realmente intocvel. Eu sempre tenho essa sensa??o que a Luna est por perto C Adonis murmurou, e depois de um momento, falou novamente: Se mantivermos Robson sob vigilancia Ser que encontraremos a Luna? Benito n?o respondeu, mas tinha esperan?as de que sim. A polcia je?ava a suspeitar e mantinha Robson sob vigilancia vinte e quatro horas por dia. Eu acreditava que, uma supervis?o t?o rigorosa, ele acabaria se entregando. Mafalda parecia desda, senfada no banco: Ser que Robson realmente o assassino? Por que n?o sinto isso? SenteiCme aodo de Mafalda, sorrindo carinhosamente para : Isso acontece porque nossa Mafalda boa demais. Mafalda piscou, virandoCse para olhar na minha dire??o. Fiquei surpresa tambm, sem saber por qu, senti vontade de chorar. Seus olhos refletiam uma tristeza crescente, e bn?ou a cabe?a: Luna vai ficar bem. Assassinos s?o bons em se esconder, especialmente aqueles doen?as mentais C Adonis falou, com a voz grave. Ele n?o parecia estar fingindo C Benito era policial e tinha sua prpria experincia: J entrei em contato especialistas em psicologia criminal. Desconfio que Robson tenha du personalidade ou, talvez, algum outro transtorno mental. Bncei a cabe?a e soltei um suspiro. Anteriormente, eu tambm suspeitava que Robson tinha du personalidade, mas agora preferia acreditar que ele tinha cmplices. Benito, os corpos das meninas que foram adotadas naqu poca foram encontrados um aps o outro. S resta uma mulher chamada Hilda e essa Morgana C O colega se aproximou, olhando para Benito: Essa Hilda, j fomos procur. Benito acenou a cabe?a. This content is ? N?velDrama.Org. N?o podemos simplesmente prender esse maluco? Um maluco que at a Famlia Macedo quer proteger? C Adonis estava ramente descontrdo, virouCse e saiu da delegacia, obviamente indo procurar algum da Famlia Macedo. Ignorei Adonis; ele estava ansioso, mas n?o por minha causa, provavelmente temia que Robson fizesse mal a Morgana. Mafalda estava os olhos vermelhos, levantou o olhar para Benito: Srio, n?o h outra maneira? Captulo 44 S podemos manter Robson sob vigilancia? Vamos esperar e ver, estamos de olho em Robson C Benito serviu um copo de gua quente para Mafalda. pegou o copo, e as lgrimase?aram a cair sem controle: Estou medo, tenho medo do que possa ter acontecido Luna agora Mafalda, eu estou bem C Sussurrei tentando acalm, de repente me sentindo aliviada. Eu j estava morta, pelo menos n?o sofri muito. A dor da morte, agora, j havia ficado no passado. Benito! Temos um problema Na porta, o jovem policial entrou s pressas, plido: Aquele Robson, ele escapou sorrateiramente da Famlia Macedo. Ns o seguimos e atrs do antigo orfanato, naquele canal de defesa, encontramos o corpo de Hilda Capítulo 45 Uma vtima apareceu. Captulo 45 LevanteiCme, assustada. Aquele louco, matou tantas pessoas? As meninas que haviam sido adotadas, uma por uma, foram assassinadas Qual seria o motivo por trs de tudo isso? O louco estava jogando os corpos dos rf?os para fora, mas manteve o d, qual seria sua inten??o? Ser que ele percebeu que matou a pessoa errada? Ou ser que J capturamos o Robson, ele n?o escapou, ficou parado l esperando a gente pegar Dessa vez, no corpo, ns encontramos encontramos C o policial tremia ao respirar, e sua voz saa rouca. Encontraram o qu! C Benito perguntou, ansioso. O jovem policial olhou cautelosamente para Mafalda, hesitando se deveria fr. Mafalda j estava tremendo, em p, a respira??o fraca: F logo. Os olhos C o policial respirou fundo: A Dra. Mafalda foi ver e disse que os olhos na cavidade ocr da vtima foram colocados l depois da morte, talvez n?o pertencessem vtima, suspeitamos suspeitamos que sejam da Luna. Mafalda desabou, sentando no ch?o, plidao papel, sem cor alguma. Os olhos Aquele louco tirou meus olhos? Eu tambm estava medo, tremendo porpleto. O que aquele louco queria fazer? O que ele vai fazer? Esse louco, ele um louco! C Gritei fora de controle, chorando agachado no ch?o. Era demais Benito tambm estava plido, respirou fundo: Fique , vou dar uma olhada. Benito n?o permitiu que Mafalda fosse ao local. n?o aguentaria aquilo. Antes dos exames, n?o podemos ter certeza, n?o se preocupe C Benito, sem sabero confortar, co?ou a cabe?a e soltou um pvr?o antes de partir. Fiquei aodo de Mafalda, perdido em pensamentos junto . Mafalda me desculpa, eu morri, n?o posso cumprir nossa promessa. Eu tinha prometido a Mafalda que se no final nenhum de ns encontrasse um homem para casar, 11.57 m Capitulo 45 ficaramos solteiras e iramos morar juntas numa cidade para envelhecermos. Agora, isso n?o seria mais possvel. Benito logo voltou. O corpo foi levado para a percia. O mdico legista ainda estava fazendo a identifica??o. Isso levaria tempo. Ad?nis, ao receber a notcia, tambm apareceu, parecendo ainda mais desgastado e envelhecido do que tarde. Eu n?o acredito eu n?o acredito! Ele n?o podia acreditar que meus olhos estariam naquele corpo. Mas o resultado da autpsia bateu forte em seu rosto. Content ? N?velDrama.Org 2024. Eram meus olhos. A partir da, Benito e os outros policiais estavampletamente convencidos de que eu havia sido assassinada. 0 At Mafalda se deu por abatida, sentandoCse no ch?o sem mais lutar. acreditava que eu estava morta. S Ad?nis,o se tivesse ouvido uma piada, baixou a cabe?a rindo, uma risada que beirava a loucura. Eu j n?o tinha for?as para confrontClo ou darClhe um tapa, porque n?o faria diferen?a. Agora, a ltima pessoa que o assassino quer matar deve ser apenas a Morgana. A policial falou baixinho. Os olhos de Ad?nis estavam vermelhos: Muito bem eu o espero. Agora voc concorda em usar Morganao isca? Pena tarde demais C Benito falou significativamente, sacudindo a cabe?a: As pessoas sempre percebem a importancia depois de perder, muito triste. Adonis apertou as m?os for?a, sem dizer nada. Importante o qu? Melhor estar morta C ele gritou para Benito, os olhos ferozes. Eu sabia que ele preferiria que eu estivesse morta. Suspirei, olhando parao Adonis estava agora, mas acabei sorrindo. Com a minha morte, voc estaria livre. Oficial Benito, o Robson confessou, ele disse que matou, que foi ele quem fez tudo. Na porta, o policial baixou a cabe?a e falou baixinho. E a Luna, onde est o corpo d! C Benito gritou, fora de si: Idiota. Ele se recusa a dizer Capitulo 45 Desmoronei na cadeira, o maluco at agora n?o queria revr onde estava o meu corpo. N?o quer fr? Esse imbecil. Benito perdeu o controle, mesmo sendo policial, mal conseguia se segurar. Arrombando a porta, Benito invadiu a s de interrogatrio, desligou as cameras de vigilancia e desferiu um soco em Robson, derrubandoCo no ch?o para espancClo. Os outros colegas tentaram em v?o contClo. Robson ria feito um doido, sangue escorrendo do canto da boca, mas seus olhos estavam vermelhos de uma forma aterrorizante. Onde est a Luna n?o era do orfanato, por que voc teve que mat, por qu?! C Benito gritou para Robson. Logo fogo voc vai ver C disse Robson uma voz rouca e sussurrante. Logo, o corpo de Luna seria descoberto. Depois que a Morgana morrer. Capítulo 46 Captulo 46 Louco! Voc um louco! Benito deu um chute em Robson, mas foi imediatamente segurado por um colega. Chefe, agora n?o hora de agir por impulso. Embora n?o entendamos por que ele insiste em se confessaro o assassino, muitos detalhes n?o se encaixam no tempo. Benito respirou fundo, endireitandoCse. Robson, por sua vez, apontou para si mesmo em panico: Fui eu eu matei, matei eu mesmo Ele queria que Benito o matasse. Benito franziu a testa, sem dizer uma pvra: Continuem investigando at que ele conte a verdade. Mesmo que Robson tenha admitido o assassinato, ele tinha umudo psiquitrico e muitos libis. Como poderiam condenClo? Homero, alm disso, contava a melhor equipe de advogados. Certamente, era um beco sem sada. Dodo de fora, ouviaCse a voz,desesperada de Adonis, cheia de alvoro?o. Ele queria invadir o lugar e acabar Robson.. Eu estava parada na porta da s de interrogatrio, ignorando ostidos furiosos de Adonis. Eu j n?o me importava, tampouco o amava. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Olhei para Robson um olhar inquisitivo. Ele confessou ter matado Mas por que, ent?o, algo parecia errado? Devido briga, seu casaco estava rasgado. Robson estava apenas de camiseta, sentado aodo da mesa de interrogatrio, o rosto plido como um fantasma. Naquele momento, ele parecia t?o bonito quanto um boneco de poa. Fiquei aodo de Robson, tentando entender o que estava acontecendo, mas era ipreensvel. Meu olhar caiu sobre as costas de suas m?os, os dedos longos e bonitos, cobertos de cicatrizes de queimaduras. Erao uma pe?a de poa branca e imacda que havia sido danificada e rachada. LembroCme dessa m?o, quando fui trancada em uma caixa de madeira, ele pegou um machado e deu um passo para fora. Seguindo seus dedos meu olhar, meu cora??o apertou repentinamente. Algo estava errado A parte interna do bra?o de Robson estava lisa, sem imperfei??es ou feridas. Isso n?o estava certo Eu lutei desesperadanfente antes de morrer, cravando minhas unhas no bra?o do assassino, arrancando 11:57 Capitulo 46 carne e sangue. N?o faz muito tempo desde a minha morte, mesmo que as feridas tenham cicatrizado, ainda deveriam haver marcas, algo n?o estava certo. Isso n?o estava certo. Ser que ele realmente tinha um cmplice? S da frente, deixeCme entrar, eu vou matClo! Adonis continuava gritando, incapaz de contrr suas emo??es. Olhei para trs, para Adonis fora de controle, o que ele estava berrando? N?o foi ele quem causou tudo isso? Bang! C Benito, incapaz de suportar mais, deu um soco em Adonis. Finalmente, tudo ficou silencioso. Chefe! Chefe encontramos encontramos Luna encontramos. Dodo de fora, uma policial entrou correndo em panico, quase caindo.. Adonis, os olhos vermelhos, agarrou os ombros da policial descontrdamente: O qu? Luna onde est? Benito tambm se surpreendeu, olhando para a policial: O qu? Eles eles encontraram um por?o no antigo orfanato abandonado, Luna estava l embaixo Mafalda tambm se levantou desesperadamente: ainda est viva, certo? ainda est viva? N?o importa se est sem os olhos, a medicina de hoje t?o avan?ada ainda est viva, certo? C A voz de Mafalda tremia. A policial n?o disse uma pvra, apenas baixou a cabe?a: Oficial Benito venha conosco. Benito sentiu seu cora??o apertar e olhou profundamente para Adonis. Adonis ficou parado no lugar, subitamente calmo. Um silncio assustador. Eu sabia n?o iria morrer, toda essa cena foi s para me fazer casar C Adonis murmurou Eu queria rir, mas n?o conseguia mais. Agora, eu s queria ver o que haviam feito o meu corpo. Mafalda melhor voc n?o ir C A policial disse gentilmente. Mas Mafalda segurava firmemente os dedos, um olhar determinado. A policial olhou para Benito. Benito n?o disse nada, e isso foi uma concordancia. Luna havia sido vtima de um incidente, e todos teriam que aceitar esse fato. Capítulo 47 Captulo 47 Mafalda seguia Benito, tremendo por inteiro. Adonis vinha logo atrs do grupo, cdo, uma express?o de quem n?o estava nada bern. Olhei para Adonis e, de repente, sorri. A polcia finalmente havia encontrado meu corpo. Com isso, Adonis estava verdadeiramente livre. Provavelmente ele estava ansioso p minha morte h muito tempo. Voc tem certeza de que quer ir? Antes de entrar no carro, Benito perguntou novamente a Mafalda. estaya uma express?o t?o ruim quanto, e quase caiu ao tentar entrar no veculo, as pernas fraquejando. Instintivamente, estendi a m?o para ajud, mas foi em v?o; minhas m?os atravessaram seu corpo. Eu n?o podia tocar em ningum. n?o vai morrer. Adonis franzia a testa,o se ainda estivesse em nega??o. Mafalda apenasn?ou um olhar cheio de dio para Adonis e entrou no carro. SenteiCme aodo de Mafalda, olhando perdida p jan. Chegar a este ponto hoje, eu n?o tinha mais nenhum sentimento ou expectativa em r??o a Adonis. Ele e Morgana me levaram a isso, seja amor ou gratid?o, estava tudo esgotado. O orfanato j estava cercado p polcia, agentes por toda parte. At algumas ambulancias estavam estacionadas ali, parecendo um tanto superfluas. Era bvio que aquele era o local do primeiro crime da srie de assassinatos. Sorri amargamente; de que adiantavam as ambulancias, se eu certamente j estava morta. Por que, depois de tantas buscas, n?o encontraram esse por?o antes?Um lder da equipe falou, afinal, era um caso grande. Benito explicou rapidamente: Desculpe, este orfanato foi abandonado h muito tempo, n?o h ntas do prdio, e o por?o estava bem escondido Tambm estava curiosa sobre o por?o, localizado atrs do armazm abandonado do ptio, sob o piso de madeira, um por?o cavado secretamente, emanando uma atmosfera sinistra. N?o tinha nenhuma lembran?a daquele lugar; fui arrastada para l inconsciente pelo assassino e s acordei j dentro, sem ideia deo tinha chegado quele lugar escuro. De fato, seria difcil para qualquer pessoa encontrar esse por?o, mesmo vindo vrias vezes poderia n?o ser descoberto. Quem o encontrou?Benito fez a pergunta. Benito, fui eu quem descobriu, estranho Passei por aqui vrias vezes ontem e n?o notei nada de anormal, mas hoje encontrei pegadas no ch?oMarcos estava duvidoso, questionando se n?o tinha observado direito no dia anterior: Foi mal, n?o vi direito ontem. Content ? N?velDrama.Org 2024. 11:58 Capitulo 4/ N?o foi culpa sua, foi o assassino que quis que encontrssemos. Benito estava uma express?o sria enquanto acendia um cigarro. O criminoso era esperto. O assassino n?o aquele louco? Marcos perguntou, curioso. Ou ele tem um cmplice, ou ele fez de propsito para tomar a culpa por outro, Benito sacudiu a cabe?a, havia muitas incgnitas na situa??o. Ningum dizia mais nada; todos ficaram parados na entrada do por?o, sem coragem de descer. Benito, voc precisa se preparar, o Chefe Heitor acabou de descer e ficou enjoado quando saiu A situa??o l embaixo estplicada, a equipe mdica ainda est buscando uma solu??o. Benito respirou fundo e olhou para trs, na dire??o de Mafalda e Adonis: Eles s?o parentes da vtima, podem ajudar na identifica??o Se tem mdicos l, significa que Luna ainda est viva? Mafalda agarrou o bra?o de Benito, panico em sua voz: est viva? Benito olhou responsvel: Vocs venhamigo. Adonis tambm parecia agitado, mas em um momento crucial, aparentou medo, hesitando por um bom tempo antes de descer. Eu permaneci aodo, zombando da covardia de Adonis. Agora voc sabe o que medo? N?o foi voc que me levou a esse estado? Adonis voc um cmplice. Segui Mafalda at o por?o, e o medo que me atingiu quase me sufocou. Eu tremia e apertava as m?os for?a, mesmo sendo apenas uma alma, ainda dominada pelo terror. Argh!De repente, Mafalda parou, e ao ver o que estava diante d,e?ou a tremer e, plida, virouCse para vomitar. Capítulo 48 Captulo 48 Foi uma rea??o do meu corpo, uma resposta fisiolgica ao extremo sofrimento e medo, n?o era p cena ser repulsiva No escuro do por?o, havia uma redoma de vidro do tamanho de uma pessoa, iluminada por baixo, parecendo multo as exposi??es de reliquias em museus. Dentro da redoma, era possvel me ver pendurada por vrias bolsas de soro,o uma boneca, os olhos arrancados e cobertos por uma fita vermelha. Minha pele estava plida, sem qualquer sinal, de sangue, vestindo apenas um vestido vermelho de al?as finas, os ps pregados na base de exibi??o. Bombeiros e mdicos abriram cuidadosamente a redoma de vidro e todos respiraram fundo ao me ver. Naquele momento, meu corpo parecia uma obra de arte deslumbrante, exposto ali Adonis permaneceu imvel, os olhos arregdos, transbordando horror e confus?o. Eu n?o sabia o que ele estava pensando naquele momento, nem eu mesma n?o conseguia olhar por mais tempo. Aquele doente arrancou suas unhas e as substituiu por cristais, at os brincos eram de cristal, incrustados na pele d Tudo em Luna, o que usava, o que estava ao redor, tinha grande valor, at essa redoma de vidro n?o eraum A paciente ainda est pulso, respira??o fraca, o mdico gritou, sinalizando para todos terem cuidadoigo. Eu me virei, chocada, olhando para o mdico. Ainda tinha pulso? Respira??o fraca? O que isso significava Eu ainda n?o estava morta? O agressor deve ter injetado uma grande quantidade de drogas n, todas destinadas a manter os sinais vitais bsicos do corpo, agora a vtima parece estar em um estado dea, mas ainda sinais vitais, explicou o mdico. Mafalda caiu no ch?o, sem for?as, emocionalmente abda e fora de controle: Luna salvemCna, por favor, Benito, salvemCna, doutores por favor, salvemCna. Mafalda se ajoelhou no ch?o, batendo a cabe?a em desespero. n?o sabia a quem implorar para que eu sobrevivesse. Aqu pessoa uma loucura a vtima s pode ser colocada assim, se for movidao mdico suspirou. Por favor, salvemCna, Mafalda gritou, chorando por ajuda. Content ? N?velDrama.Org 2024. Fiquei parada, anestesiada, e lentamente fechei os olhos. Naquele momento, acho que entendi por que minha alma n?o havia desaparecido o meu corpo. Porque eu n?o havia realmente morrido ainda. SalveCaAdonis ficou parado, demorando para dizer essas pvras a voz rouca. Captulo 48 SalveCa. Que ironia nessas duas pvras. Seu rosto estava plido de terror, ele se moveu cambaleante,o se quisesse ver reza se a pessoa exposta na redoma de vidro era realmente eu. Aquele louco eu vou matClo, disse Adonis voz rouca e baixa,o se procurasse uma vlv de escape. Ele tremia, e depois de ver ramente que era eu na redoma, baixou a cabe?a, sem coragem de olhar. Seus olhos ficaram vermelhos,o se estivesse em profunda tristeza. Mas tudo o que ele fazia agora era ir?nico para mim. Pattico. Voc o verdadeiro assassino d! Mafalda gritou descontrda, dando um tapa forte em Adonis: Voc um desgra?ado. Adonis ficou parado, deixando Mafalda surtar, sem se mexer. Eu estava l, observando a agita??o da polcia e dos mdicos, vendo minha melhor amiga perder o controle, vendo Benito tentar intervir, vendo Adonis cair sentado no ch?o Benito! Luna, n?o tem mais pulsa??o! Beep, beep, beepo monitor cardaco do mdicoe?ou a emitir um som estridente. Eu assisti enquanto minha vida se esvaa, at tudo ficar silencioso. Ent?o, morrer era assim. Capítulo 49 Captulo 49 No escuro, eu ainda conseguia ouvir vozes em um estado de transe. Ouvi os gritos de Mafalda, os apelos ansiosos de Benito e do mdico. Luna, Luna, aguente firme Luna! Luna! lutou por tanto tempo, ns a encontramos tarde demais Se tivssemos chegado apenas um dia antes, apenas um dia poderia ter sobrevivido. O mdico, os olhoscrimejando e a voz rouca, disse: estava grvida Como espectador, parecia impossvel imaginar tudo o que eu havia passado naqueles dias. Como deve ter ficado desesperada. Marcos tambm desviou o olhar: Se ao menos a tivssemos encontrado antes Uma vida perdida, duas na verdade! Aquele monstro! foi torturada, os ossos de seus dedos foram esmagados, apenas para que parecesse mais delicada, drogas foram injetadas em seu sangue, sua pele ficou mais plida do que a de uma boneca, aquele louco a exibiuo uma obra de arte em uma vitrine. A policial tambm chorou, desviando o olhar, Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. sem coragem de ver. Adonis se sentou no ch?o, respirando pesadamente, parecendo enlouquecido, os olhos injetados de sangue: n?o vai morrer n?o vai morrer, est me enganando, est me enganando! n?o vai morrer! n?o queria se casarigo Eu vou, volte, n?o morra! Se voc e Morgana n?o tivessem atrapalhado a investiga??o policial, Luna n?o teria morrido, n?o teria morrido! Mafalda gritou, batendo em Adoniso se quisesse matClo. A policial tentou intervir, mas foi contida por Benito. Benito tambm culpava Adonis. Afinal, havia uma chance de Luna sobreviver. Se ao menos um dia antesMafalda chorou sem for?as, ajoelhada no ch?o. Se tivessem chegado apenas um dia antes Voc e Morgana a mataram, por que voc n?o morre, Adonis, por que voc n?o morre? n?o est morta n?o vai morrer! De repente, Adonis ficou louco,o se n?o pudesse acreditar que a pessoa na vitrine de vidro fosse eu, correndo desesperadamente para fora. Que ir?nico, ele sempre quis que eu morresse. E agora que estou morto, por que ele est ficando louco? Oficial Benito! Encontramos uma pista Os pais de Luna eram os benfeitores que financiaram o orfanato naquele ano, eles morreram em um acidente de carro a caminho do orfanato para uma festa deemora??o! E no mesmo dia houve um incndio no orfanato, que matou muitas pessoas. Um policial correu para o por?o uma foto do orfanato, onde eu e meus pais estvamos. Orfanato De repente, uma dor de cabe?a terrvel, e imagens do acidente de carro inundaram minha mente, aqu 11:58 Capitulo 49 figura que desesperadamente tentou me salvar no local do acidente, por que lentamente, ficou mais ro que n?o era Adonis. RobsonPor que de repente me lembrei daquele assassino? Quem me salvou, n?o foi Adonis? Naquele acidente, eu realmente havia perdido muitas memrias? Isso n?o coincidncia, a morte dos pais de Luna e a causa de sua morte, talvez n?o tenham sido acidentais! Benito, fora de controle,e?ou a bater na parede: Esse monstro, eu definitivamente o capturarei n?o deixarei a morte de Luna ser em v?o! Minha conscincia ia se turvando cada vez mais, e aos poucos, parei de ouvir os sons Ent?o, a morte dos meus pais n?o foi um acidente! Foi algo causado por algum! E definitivamente est rcionada ao assassino que me ceifou a vida! No momento da morte, uma onda avassdora de dio e o desejo de descobrir a verdade quase me dceraram. A Morte me deu tempo, mas n?o me concedeu a oportunidade de me arrepender. Minha vida estava apenase?ando! N?o aceito isso, por que devo sofrer tanto, por que devo perder meus pais aos dezoito anos, viver dependendo dos outros! Viver uma vida submissa, e ainda assim n?o escapar do destino de ser assassinada por um criminoso, abandonada pelo amigo de infancia, e enredada por uma mulher malvada! N?o aceito! Se tivesse outra chance, certeza n?o viveria de forma submissa. Pai, m?e.Aps a escurid?o, veio um branco cegante, n?o sabia quanto tempo havia desmaiado, desorientada do tempo, sem saber de nada: N?o aceito, quero viver, quero vingan?a, quero descobrir a verdade! Captulo 50 *Luna, j hora de acordar, sua pregui?osa, Capítulo 50 Captulo 50 Seu pai e sua m?e v?o te proteger para sempre. Luna faleceu, mas o assassino ainda n?o havia sido realmente capturado. Robson foi solto novamente p Famlia Macedo, um diagnstico de doen?a mental e um libi slido. A polcia estava de m?os atadas e teve que liberClo mais uma vez. Seu canalha, eu te aviso, se voc n?o gerar logo um herdeiro para a Famlia Macedo, voc nunca vai sair daqui! Numa nvoa, ouvi uma voz amea?adora. Que trouxe minha conscincia de volta realidade. Senhor, j administramos o remdio a ele, e a mulher tambm est no quarto, desta vez, tem que dar certo. Comecei a sentir panico, onde estou? Por que minhas plpebras est?o t?o pesadas? LunaAo meudo, ouvi uma voz rouca, respira??o ofegante, e um desejo tremendo que n?o podia ser escondido. De repente, um beijo ardente e opressor foi pressionado contra mim, e meu choque e terror atingiram o auge. Onde estou? Onde estou? UhParecia que um gemido abafado escapava da minha garganta, eu lutava para resistir, para abrir os olhos, mas n?o conseguia. Luna Ele continuava a chamar meu nome, mas eu sentia uma estranheza extrema. O toque em meu corpo era frentico, mas eu podia sentir que ele estava se esfor?ando ao mximo para contrr seu desejo. Como se ele valorizasse meu corpo, n?o querendo me machucar. Desculpe Luna, eu n?o consigo contrr meu corpo. Ele parecia estar sofrendo, engasgando, pedindo desculpas,o se n?o estivesse totalmente lcido. Depois, desisti de lutar e perdi a conscincia novamente. Uh N?o sei quanto tempo se passou, mas a dor em meu corpo me trouxe de volta realidade. Abri os olhos lentamente, a vis?o levemente emba?ada p luz. A luz do sol entrava p jan do ch?o ao teto, e a cortina branca dan?ava ao vento. Com dor de cabe?a, esfreguei a testa e, depois de um momento, abri os olhos abruptamente. Capitulo 50 Eu n?o estava morto? LevantandoCme, olhei confuso para o homem ao meudo. Ah!O ambiente desconhecido e o homem me fizeram gritar instintivamente e quase ca da cama. De repente, aqu m?o plida, mas firme, agarrou meu pulso e me puxou de volta para a cama. Minha respira??o estava acelerada, olhando atordoado para aqu m?o, as cicatrizes que se estendiam do dorso da m?o at o antebra?o, os msculos tensos e definidos. Ele estava deitado na cama, cicatrizes mais terrveis nas costas, mas os msculos bem desenhados pareciam embelezar toda a ferocidade. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Seu cabelo era macio e um pouco longo, preto e bagun?ado. Eu n?o conseguia ver seu rosto reza, s conseguia me for?ar a manter a calma. O cobertor estava solto abaixo de sua cintura, a curva atraente de seus quadris estava exposta Pelo que aconteceu aqui, mesmo que eu fosse ingnuo, eu deveria saber o que aconteceu na noite passada. No len?ol branco, havia um rastro escate. Chocada aqu mancha escate, saltei da cama rapidamente. A dor no meu corpo e entre as pernas me deixou atordoada no lugar, impossvel Eu e Adonis j tnhamos r??es, o vermelho na cama Espera, eu n?o estava morta? De p em um ambiente desconhecido, olhei ao redor caut, e quando vi a mulher no espelho atrs de mim, gritei novamente. Quem ? Toquei meu rosto, olhando para o espelho e vendo o corpo nu. A mulher nua parecia t?o estranha, pele imacda, corpo curvilneo, b at parecia que eu estava vendo a Vnus. Mas quem ? Eo acordei no corpo d? Silncio O homem na cama acordou, franzindo a testa desgosto e se sentando. Ah!Ainda n?o tinha digerido o fato de ter renascido no corpo de outra pessoa, e o rosto do homem me deixou aterrorizada ao extremo. Como poderia ser ele! Capítulo 51 Captulo 51 Robson! O louco do orfanato. O assassino que se entregou dizendo que me matou! Por que ele est aqui! Ele tambm demonstrou surpresa, me encarando por um longo tempo. S ent?o percebi, peguei a toalha do ch?o para me cobrir e me virei, tentando encontrar meu celr para chamar a polcia. Talvez pelo medo, meu corpo tremia incessantemente, e n?o conseguia encontrar o celr naquele ambiente desconhecido. SentiaCmeo se estivesse em um pesadelo, tentando desesperadamente me libertar, mas me sentia impotente. Sentada no ch?o, olhei para o espelho e vi um rosto desconhecido que se assemelhava ao meu. Ah!Exmei assustada, tocando meu rosto em panico. N?o, eu j estava morta. Quem era aqu pessoa refletida no espelho? Aps respirar profundamente por um longo tempo, percebi que renasci no corpo de uma mulher completamente estranha! VocO silncio perdurou por um tempo antes de eu tentar fr. Vocs s queriam um filho, um herdeiro para a Familia Macedo voc ter o que deseja, se n?o quiser morrer, saia daqui!Ele estava furioso. Dava para perceber a inten??o de matar contida em seu olhar. Ele queria me matar! Como era de se esperar um assassino sempre um assassino, a aura maligna e a inten??o de matar n?o podiam ser dissimdas. Eu o observava cautelosamente, buscando fricamente a luminria aodo da mesa, pronta para me defender. N?o tinha celr, n?o podia chamar a polcia e a situa??o atual me deixava em panico. N?o sabia quem eu era e muito menos por que estava na mesma cama que um assassino! Talvez sentindo a inten??o de matar em meus olhos, os de Robson ficaram ainda mais sombrios. Ns dois estvamoso animais selvagens prontos para atacar um ao outro, nenhum de ns ousava baixar a guarda. Enquanto tentava me acalmar para analisar a situa??o, a porta se abriu e um homem de meiaCidade em uma cadeira de rodas foi empurrado para dentro. Senhorita Lana Batista, voc estava bem agitada ontem noite.O homem deu um sorriso malicioso: O velho concordou a uni?o das famlias Batista e Macedo, oferecendo apoio financeiro Familia Batista, mas para voc gerar um herdeiro saudvel para a Famlia Macedo, n?o para o seu prazer! ?Franzi a testa. 11.59 Captulo 51 Lana? Fami Batista? Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Familia Macedo? Uni?o? Gerar um herdeiro? O homem de meiaCidade deixou o quarto, e tentei seguiClo rapidamente, mas fui impedida p bab dodo de fora: DeixeCme sair! Por que vocs est?o me prendendo? Senhorita Lana, sua responsabilidade ajudar a Famlia Macedo a ter um herdeiro para salvar sua Famlia Batista. Para garantir que voc consiga engravidar neste ciclo ovtrio, por favor, tenha pacincia por mais um tempo. Aps dizer isso, fechou a porta. DeixeCme sair! Eu estava um pouco irritada e tambm medo, desesperada para entender o que estava acontecendo. Por que eu tinha me tornado uma ferramenta de procria??o para esse assassino? Que barulho infernal.Robson parecia irritado, fndo a voz rouca enquanto procurava por algo. Onde est?o as minhas coisas?Ele, sem nada vestido, exva uma aura perigosa. Eu me sentia amedrontada diante de sua aura e o olhava uma nova perspectiva, reconsiderando aquele louco. Antes, o via apenas roupas desajeitadas, cal?asrgas que n?o alcan?avam os tornozelos. Nunca imaginei que esse homem pudesse ser t?o atraente. Fndo objetivamente, tanto sua aparncia fsica quanto sua aparncia geral poderiam ser consideradas de primeira Se eu n?o tivesse morrido uma vez, seria difcil associClo pessoa que cruelmente me tirou a vida. Estou perguntando onde est?o minhas coisas?Ele avan?ou em minha dire??o, agarrando meu pesco?o descontrdamente. Naquele momento, ele estava pronto para matar. Parecia estar raiva por ter dormidoigo e por eu ter mexido em suas coisas. A sensa??o de sufocamento me atingiu, e a sombra da morte me envolveu novamente. Eu golpeava Robson for?a, instintivamente tentando atingir seu pesco?o. Luna, se voc se deparar um homem mal novamente, ataque o pesco?o dele. Isso pode deixClo temporariamente sem ar e te dar a chance de escapar. Capítulo 52 Captulo 52 De repente, senti minha cabe?a prestes a explodir, quem estava me ensinando a me defender? Aqu voz estranha, porm familiar, afinal, quem era? Quem eu havia esquecido desde o acidente de carro quando tinha dezoito anos? Constantemente sentia que havia esquecido algum muito importante, mas n?o conseguia me lembrar de jeito nenhum! LunaProvavelmente sentindo dor, Robson segurou seu pesco?o um olhar ardente fixo em mim e, em seguida,e?ou a procurar fricamente,o se estivesse enlouquecido. Finalmente, debaixo da toalha, ele encontrou uma pulseira. Olhei para a pulseira, at?nita. Era a mesma que havia dado aodr?o, e tambm era aqu que o assassino havia colocado na vtima Mas a vtima j havia sido encontrada p polcia; a pulseira deveria estar eles. Ser que era uma igual? Robson segurou a pulseira, a raiva em seu corpo se esvaiu, e ele se virou para se encolher em um canto,o um animal feridombendo suas prprias feridas. Respirei fundo vrias vezes, for?andoCme a acalmar. Durante o desmaio da noite anterior, memrias que n?o eram minhas haviam invadido minha mente, pareciam ser da pessoa original, e eu n?o havia assimdopletamente. Agora, em silncio, estava come?ando apreender. A pessoa original se chamava Lana, filha do presidente do Grupo Batista, Humberto Batista, e foi usadao uma ferramenta de procria??o, vendidao tal para a Famlia Macedo. Para salvar a empresa da Famlia Batista, Lana foiercializadao uma ferramenta de procria??o, marcada um pre?o ro, e na Famlia Macedo foi ainda mais pressionada por Tom Macedo, o homem que estava na cadeira de rodas, for?ada a tomar medicamentos estimntes para a ov??o Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Como a sade do cora??o da pessoa original n?o era boa, esses medicamentos eram muito fortes para , e morreu de susto quando foi jogada no quarto. E eu, por algum acaso do destino, renasci em seu corpo. Robson?Tentei meunicar ele, precisava manter minha fachada, garantir a seguran?a diante desse homem que n?o sabia se era genuinamente estpido ou fingindo ser louco. Ele olhou para mim, aqueles olhos profundos e mistos pareciam sugar a pessoa para dentro, uma beleza perigosa demais. Ele se escondeu no canto,pletamente nu, uma verdadeira obra de arte sada diretamente dos mitos gregos. De fato, se n?o soubesse que ele poderia muito bem ser um assassino psicopata, qualquer um seria seduzido por sua beleza. Seu corpo era perfeitamente proporcional, pernas longas e fortes, talvez por ser mesti?o, sua pele era muito mais ra do que a dos asiticos. As cicatrizes ferozes em suas panturrilhas e ss dos ps 11:59 C Capitulo 52 n?o diminuam em nada a beleza de suas pernas. Como posso sair daqui? Perguntei cautelosamente, tentando suavizar minha voz. Ele apenas me encarou em silncio. LunaDe repente, ele chamou meu nome. Instintivamente, ergui a cabe?a: Hmm? Depois disso, nem eu mesma conseguia distinguir se ele me chamava de Luna ou de Lana. Robson parecia subitamente agitado, os olhos avermelhados, mas se controlou e caminhou lentamente at mim, agachandoCse obedientemente diante de mim.. Fiquei surpresa, um segundo atrs ele erao um lobo pronto para ca?ar, e agora de repente t?o dcil? De fato, para ganhar sua confian?a, eu tinha que fingir ser o mais gentil possvel. Agora, minha identidade n?o era mais Luna, mas a nora do presidente do Grupo Macedo? Ha? Essa mudan?a de identidade tinha at um certo teatro. Antes, eu era dependente e sem apoio, incapaz de resistir, mas agora ser que posso aproveitar minha nova posi??o? Usar o poder e o suporte da Familia Macedo? Morgana Novais e Adonis Tavares me levaram morte, e eu n?o poderia deixar assim. Tenho que encontrar o assassino, fazer Morgana e Adonis pagarem tudo o que me devem! Eu faria que se arrependessem. Capítulo 53 Captulo 53 Voce.A m?o de Robson estava ferida, ramente algum tinha machucado de propsito. Ele n?o conseguia usar talheres, s podia segurar o prato as palmas das m?os. Hesitante, ele acabou colocando o prato dedo e se escondeu, permanecendo em silncio. Tentei parecer o mais gentil possvel e estendi a m?o: DeixeCme ver sua m?o. Robson era muito desconfiado, mas depois de hesitar por um longo tempo, ele finalmente me entregou sua m?o. Aproveitei a oportunidade para examin cuidadosamente, n?o havia nenhum sinal do marca de nascen?a vermelha que o assassino de meu passado tinha. Era evidente que ele n?o era o homem que havia tentado me assassinar, mas certamente estava envolvido! Se n?o era o cmplice, era um associado. A sequncia de assassinatos, a morte dos meus pais, as memrias que perdi aps o acidente de carro. Tantas verdades t?o confusas e, ainda assim, prestes a serem revdas. Qual era a verdade afinal? Isso di?Olhei para Robson, tentando conquistar sua simpatia. Ele permanecia em silncio, seus olhos grandes e bonitos demonstravam inocncia e intensidade. Quem fez isso seus dedos?Ao ver as feridas profundas e expostas em cada um de seus dedos, n?o pude evitar um arrepio. A familia Macedo eraposta por pessoas cruis, n?o deveriam tClo machucado assim. Para evitar que eu fugisse daqui.Robson apontou para a jan. Olhei para fora e percebi que estvamos no terceiro andar. De fato, os dedos nessas condi??es e queimaduras nos ps que ainda n?o haviam cicatrizado, seria impossvel escapar. Respirei fundo, irritada: Voc precisa tratar esses ferimentos, sen?o v?o infionar! Abra a porta! Se querem que ele tenha um herdeiro, pelo menos deveriam cuidar de suas feridas! Vocs s?o humanos?Gritei na porta, mas ningum dodo de fora respondeu. Robson s me observava, e quando eu batia na porta frustrada, ele falou: Lunao seus pais morreram? Em um acidente de carroEu respondi quase sem pensar. Mas depois que falei, meu corpo se tensionou. Como Luna, meus pais tinham morrido em um acidente de carro. Maso Lana, meus pais ainda estavam vivos, mesmo n?o sendo exatamente pessoas. Foi s um desabafo, eu desejava que eles morressem logo em um acidente. Tentei encobrir minha resposta precipitada 11:59 Captulo 53 Robson n?o respondeu, mas de repente sorriu. LunaEle chamou meu nome novamente. VireiCme para olhar para ele. Eles n?o v?o abrir a porta. Robson se ergueu ee?ou a se aproximar de mim. Um medo instintivo ainda percorria meu corpo, e acabei recuando involuntariamente. Ele parou onde estava, provavelmente evitando me assustar. Depois de um momento desconfortvel, ele falou: Voc deseja sair daqui? Assenti, ro que eu queria escapar, n?o podia permanecer presa alio um objeto de reprodu??o. Somente l fora eu teria a chance de descobrir toda a verdade, desmascarar a hipocrisia de Morgana e fazer que todos soubessem que foi quem me tirou a vida! Quando voc tiver um filho, eles permitir?o que voc saia. Robson pegou um teste de gravidez da mesa e me entregou. Fiquei surpresa por um momento, embora soubesse que ele estava certo,o isso seria possvel Eu n?o poderia ter um filho um assassino. Aps um longo silncio, vireiCme eecei a examinar o quarto em que estvamos presos, procurando em cada gaveta algo que pudesse ser til. Ao abrir a primeira gaveta, encontrei duas certid?es de casamento, eram de mim n?o, de Lana e Robson. Fbio Macedo? Esse nomemurmurei em voz baixa, soando familiar. Joguei as certid?es de volta na gaveta e demorei um momento para perceber que eram certid?es de casamento! A verdadeira Lana e esse louco eram casados legalmente! LunaVendo que eu estava distrada, Robson chamou meu nome novamente. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. VireiCme para olhClo, tentando manter uma calma gentil: Tem alguma coisa? Um bebEle falou cuidadosamente, provavelmente n?o querendo me assustar. Para te ajudar a sair daqui.Robson falou novamente. Parecia que a nica maneira que ele via para me ajudar a sair era me fazer engravidar o mais rpido possvel. Provavelmente a verdadeira Lana tinha nejado isso h muito tempo e Robson pensou que tambm queria ter um filho. Capítulo 54 Captulo 54 Essa ocasi?o voc n?o pode apress! Tentel manter a calma, tentando adi o mximo possvel, enquanto fva suavemente. Os filhos s?o fruto do amor dos pais, e muito triste quando eles nascem sem esse amor. Ns ainda n?o nos conhecemos muito bem. Robson me olhou um olhar cada vez mais intenso e de repente sorriu, muito srio. Ns nos conhecemos! Fiquei olhando para ele, at?nita, vendo p primeira vez em um homem a personifica??o da express?o sedutor irresistvel. Seus olhos brilhavam intensamente, t?o ros quanto a confluncia de um cu estrdo. N?o se preocupe, se eu conseguir escapar, Havia muitos segredos nesse homem, e eu precisava mantClo estvel, para que ele confiasse em mim. Com certeza o levareiigo. Eu disse para acalmClo. Primeiro, eu precisava encontrar uma maneira de sair daqui e depois procurar Mafalda Cruz. Quanto a Adonis Tavares e Morgana De repente, ao pensar em Adonis, minha express?o esfriou. Eu finalmente havia morrido,o ele tanto queria! Agora, Adonis deve estar livre de preocupa??es, vivendo feliz Morgana, n?o ? N?o permitirei que ele e aqu mulher que me tirou a vida fiquem impunes! Se eu tiver a oportunidade de viver novamente, certeza farei Adonis Tavares e Morgana sofrerem tanto quanto eu sofri! Continuando a revirar as gavetas, encontrei uma caixa de primeiros socorros no segundo compartimento. Peguei lodo e cotes e chamei Robson para perto, para cuidar de seus ferimentos. Robson era um enigma para mim, imprvel, misterioso e um tanto assustador em sua insanidade. Content ? N?velDrama.Org 2024. Mas ele parecia ter prazer em fixar o olhar nos meus olhos, e eu n?o sabia o que ele tentava enxergar atravs deles. No entanto, sempre tive a sensa??o de que ele estava olhando para outra pessoa. Luna Ele gostava de repetir esse nome, uma voz rouca, mas suave. Aps tratar dos ferimentos em sua m?o, olhei para cima e perguntei. Est doendo? Deveria doer, alguns dedos estavam quase necrosados. Ele me olhou, bn?ou a cabe?a e depois acenou um olhar um tanto ressentido. Est doendo. Franzi a testa, baixando o olhar novamente, e n?o pude deixar de pensar que sua aparncia agora era muito diferente do homem que havia acordado tentando me estrangr. Seria ele uma pessoa du personalidade? Aguente firme, vai melhorar em alguns dias. S n?o molhe esses ferimentos Ele concordou obedientemente,o um cachorro grande e dcil. Luna, voc cuida do meu banho. Sentia minhas tmporas pulsando de dor, quase perdendo minha gentileza. Por que eu deveria? Esposa. Robson apontou na dire??o da certid?o de casamento. Respirei fundo, surpresa. Esse homem era louco ou estava fingindo? Para testar se Robson era louco, peguei papel e ca e escrevi alguns problemas matemticos, como 345 + 246. Robson olhou para as quest?es e sorriu. N?o sabe resolver? Mesmo sentindo um medo inato por esse homem, havia algo em seu sorriso que parecia ter um poder mgico inerente, uma pureza que me desarmava. Eu n?o sou louco. Ele parecia ter lido meus pensamentos, e quase sem hesitar, escreveu a resposta. Fiquei levemente surpresa. Saber fazer contas n?o significa que voc inteligente. Aps um momento de reflex?o, escrevi um problema de matemtica avan?ada no papel, um que eu e meus colegas havamos passado muito tempo tentando resolver sem sucesso, at que tivemos que pedir ajuda a um professor, que levou uma noite inteira para resolver. Provavelmente, Robson nem entenderia a quest?o. Empurrei o papel em sua dire??o, erguendo o queixo. Sabe fazer isso? Robson deu uma olhada e pegou a ca um pouco desajeitadamente. Eu estava preocupada que ele n?o entendesse e enlouquecesse, ent?o tentei acalmClo. N?o tem problema se n?o entender, eu tambm n?o sabia no incio. Esse era um conhecimento que eu s adquiri na universidade. Robson tinha crescido em um orfanato, n?o poderia. Mas antes que eu pudesse continuar, ele j estava respondendo quest?o, escrevendo letra torta no papel. Levou menos de cinco minutos desde o momento em que viu o problema at escrever a resposta Capítulo 55 Captulo 55 Com uma express?o de choque estampada no rosto, fiquei observando Robson por um bom tempo at conseguir assimr aqu realidade. Estendi a m?o e arranquei o papel de suas m?os, respirando fundo Eu tinha certeza de que ele estava apenas rabiscando sem sentido, mas, para minha surpresa, era a resposta correta. Voc j estudou isso?perguntei, surpresa e incrd. Ele n?o era um tolo? Robson assentiu a cabe?a: simples.. Suas pvras simplesme atingiramo um soco. Impossvel! Eu sempre fui a primeira da sse, na universidade era a aluna de quem os professores se orgulhavam. Embora n?o fosse uma gnio, eu era uma boa aluna, mas Robson mais inteligente do que eu? Voc viu as respostas antes?perguntei, um tanto desafiadora, enquanto continuava a resolver exerccios no papel. A Mas ele resolvia cada um rapidamente e sempre as respostas corretas. Mesmo enquanto respondia, ele se distraa,n?ando olhares para mim de vez em quando. Mesmo assim, conseguia resolver as quest?es tanta rapidez, isso j n?o eraum, era genialidade Erao aquele ditado: os loucos ficam esquerda de Deus e os gnios, direita. Ele parecia capaz de vagar entre os dois. Voc frequentou a universidade?perguntei, tentando sondar a verdade. Universidade Casteloelee?ou. Inspirei profundamente, ele realmente tinha ido universidade. Aos quatorze anos, em uma turma especial, fui aceito sem vestibr.ele continuou. Fiquei sem pvras por um momento. Turma especial? Por que isso soava t?o familiar? De repente, senti uma dor de cabe?a e fragmentos de memria surgiram em minha mente: duas crian?as paradas na porta de um orfanato, segurando uma fita vermelha e sorrindo alegremente, enquanto uma faixa era desenrda paraemorar a aceita??o de algum em uma sse especial. Levei a m?o testa, tentando me lembrar de mais coisas, mas minha memria estava presa. Entrar na Universidade Castelo aos quatorze anos, sem vestibr, foi realmente uma fa?anha de gnio. Ent?o por que voc ficou naquele orfanato se fingindo de louco e bobo?perguntei, tentando manter a calma, cada vez mais curiosa sobre os segredos de Robson. Era bvio que ele n?o era bobo! Por que fingir ser tolo, era proposital? Paraeter um crime sem ser notado? Captulo 55 Luna pediu para eu esperar por Robson disse baixinho, um tom de tristeza. Franzi a testa, confusa. Luna? Ou seria Lana? Por que voc t?o obediente? A Luna que voc menciona sou eu?Perguntei, sem confiar completamente no homem minha frente, apesar de sua aparncia inocente. Apontei para mim mesma, tentando ver sua rea??o. Ele olhou nos meus olhos por um momento e ent?o acenou a cabe?a vigorosamente. A promessa foi feita a Lana? Era difcil entender esse homem; por causa da promessa de uma mulher, ele tinha passado anos em um orfanato fingindo ser algo que n?o era? Esse homem parecia excessivamente obstinado, quaseo aqueles monstros que se aproximam dos anjos descritos nos livros. Vale a pena desperdi?ar seu talento esperando por algum?perguntei, curiosa. Vale a pena!Robson respondeu certa irrita??o, fndo seriedade: Luna pediu para esperar. 4 Levantei a m?o para massagear a testa. Melhor deixar para l. Tentar extrair informa??es de um suspeito de crime problemas mentais n?o era fcil. Estou cansada, vou tirar um cochiloPrecisava recarregar as energias para pensar em uma forma de sair dali. Robson ficou em silncio, e quando fui ao banheiro mevar, ele seguiu, sempre atrs de mim. Eu escovava os dentes, ele escovava; euvava o rosto, ele me observava. Quando sa do banheiro, ele veio atrs, deitando ao meudo na cama. S de pensar que esse homem poderia ser um assassino ou cmplice, meu corpo involuntariamente se enrijecia. Mas, tendo quepartilhar o quarto esse sujeito, s me restava aguentar por enquanto. Subestimei uma coisa, no entanto: aqueles olhos dele clios longos, uma beleza encantadora. Confesso, difcil resistir beleza. Rapidamente recobrei a conscincia e deixei a raz?o fr mais alto: Voc vai dormir no ch?o. Sem protestar, Robson obedientemente desceu da cama e deitouCse no ch?o. DeiteiCme por um momento, ponderando sobre o motivo de ele ter se tornado t?o dcil, considerando que ele quase me estrangulou. Meio sonolenta,ecei a pegar no sono: Pode subir e dormir aqui Mas s para deixar ro, voc n?o pode me tocar.This content is ? N?velDrama.Org. Capítulo 56 Captulo 55 Com uma express?o de choque estampada no rosto, fiquei observando Robson por um bom tempo at conseguir assimr aqu realidade. Estendi a m?o e arranquei o papel de suas m?os, respirando fundo Eu tinha certeza de que ele estava apenas rabiscando sem sentido, mas, para minha surpresa, era a resposta correta. Voc j estudou isso?perguntei, surpresa e incrd. Ele n?o era um tolo? Robson assentiu a cabe?a: simples.. Suas pvras simplesme atingiramo um soco. Impossvel! Eu sempre fui a primeira da sse, na universidade era a aluna de quem os professores se orgulhavam. Embora n?o fosse uma gnio, eu era uma boa aluna, mas Robson mais inteligente do que eu? Voc viu as respostas antes?perguntei, um tanto desafiadora, enquanto continuava a resolver exerccios no papel. A Mas ele resolvia cada um rapidamente e sempre as respostas corretas. Mesmo enquanto respondia, ele se distraa,n?ando olhares para mim de vez em quando. Mesmo assim, conseguia resolver as quest?es tanta rapidez, isso j n?o eraum, era genialidade Erao aquele ditado: os loucos ficam esquerda de Deus e os gnios, direita. Ele parecia capaz de vagar entre os dois. Voc frequentou a universidade?perguntei, tentando sondar a verdade. Universidade Casteloelee?ou. Inspirei profundamente, ele realmente tinha ido universidade. Aos quatorze anos, em uma turma especial, fui aceito sem vestibr.ele continuou. Fiquei sem pvras por um momento. Turma especial? Por que isso soava t?o familiar? De repente, senti uma dor de cabe?a e fragmentos de memria surgiram em minha mente: duas crian?as paradas na porta de um orfanato, segurando uma fita vermelha e sorrindo alegremente, enquanto uma faixa era desenrda paraemorar a aceita??o de algum em uma sse especial. Levei a m?o testa, tentando me lembrar de mais coisas, mas minha memria estava presa. Entrar na Universidade Castelo aos quatorze anos, sem vestibr, foi realmente uma fa?anha de gnio. Ent?o por que voc ficou naquele orfanato se fingindo de louco e bobo?perguntei, tentando manter a calma, cada vez mais curiosa sobre os segredos de Robson. Era bvio que ele n?o era bobo! Por que fingir ser tolo, era proposital? Paraeter um crime sem ser notado? Captulo 55 Luna pediu para eu esperar por Robson disse baixinho, um tom de tristeza. Franzi a testa, confusa. Luna? Ou seria Lana? Por que voc t?o obediente? A Luna queContent bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. voc menciona sou eu?Perguntei, sem confiarpletamente no homem minha frente, apesar de sua aparncia inocente. Apontei para mim mesma, tentando ver sua rea??o. Ele olhou nos meus olhos por um momento e ent?o acenou a cabe?a vigorosamente. A promessa foi feita a Lana? Era difcil entender esse homem; por causa da promessa de uma mulher, ele tinha passado anos em um orfanato fingindo ser algo que n?o era? Esse homem parecia excessivamente obstinado, quaseo aqueles monstros que se aproximam dos anjos descritos nos livros. Vale a pena desperdi?ar seu talento esperando por algum?perguntei, curiosa. Vale a pena!Robson respondeu certa irrita??o, fndo seriedade: Luna pediu para esperar. 4 Levantei a m?o para massagear a testa. Melhor deixar para l. Tentar extrair informa??es de um suspeito de crime problemas mentais n?o era fcil. Estou cansada, vou tirar um cochiloPrecisava recarregar as energias para pensar em uma forma de sair dali. Robson ficou em silncio, e quando fui ao banheiro mevar, ele seguiu, sempre atrs de mim. Eu escovava os dentes, ele escovava; euvava o rosto, ele me observava. Quando sa do banheiro, ele veio atrs, deitando ao meudo na cama. S de pensar que esse homem poderia ser um assassino ou cmplice, meu corpo involuntariamente se enrijecia. Mas, tendo quepartilhar o quarto esse sujeito, s me restava aguentar por enquanto. Subestimei uma coisa, no entanto: aqueles olhos dele clios longos, uma beleza encantadora. Confesso, difcil resistir beleza. Rapidamente recobrei a conscincia e deixei a raz?o fr mais alto: Voc vai dormir no ch?o. Sem protestar, Robson obedientemente desceu da cama e deitouCse no ch?o. DeiteiCme por um momento, ponderando sobre o motivo de ele ter se tornado t?o dcil, considerando que ele quase me estrangulou. Meio sonolenta,ecei a pegar no sono: Pode subir e dormir aqui Mas s para deixar ro, voc n?o pode me tocar. Capítulo 57 Captulo 57 Despertei bruscamente, respirando certa pressa. O quarto j estava mergulhado em penumbra, assimo o cu l fora. Sem perceber, dormi a tarde inteira, e a noite logo cairia. Robson estava sentado aodo da cama, observandoCme fixamente. Levei um susto seu olhar, senti uma pontada no peito Acordar de repente e encontrar um suspeito te encarando de assustar qualquer um. Segurei minha prpria cabe?a, tentando colocar os pensamentos em ordem: N?o fique me olhando assim assustador. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Robson abaixou a cabe?a, mas depois a levantou novamente, seus olhos brilhavam luz da lampada, pranteso se quisessem me desvendar. Senti uma culpa inexplicvel e desviei o olhar, medo de que Robson descobrisse algo, percebesse que eu n?o era a verdadeira Lana. O jantar est aqui.Ele apontou para aida na mesa, insistindo para que euesse. Como eu poderiaer? E se houvesse algum afrodisaco misturado? N?o estou fome Robson ponderou, mas insistiu: Se voc n?oer, vai ficar doente. Vou ficar pior se euermurmurei. Ele me olhou seriamente e falou novamente: Somos marido e mulher, posso te ajudar. Fiquei sem pvras, ele me ajudar? Voc quer ter um filho para ajudar a Famlia Batista, eu tambm posso contribuir. S n?o me engane, se voc fizer issoSua voz era suave, mas carregava uma amea?a vda. N?o sabia o que ele queria dizer, mas me sentia insegura. EnganCloo Ser que n?o era a verdadeira Lana? Eu n?o quero filhos, quero fugir, a famlia BatistaQuase N?o consegui resistir, tive que ceder. importa. Sem filhos, n?o h sada. Ele tentou me convencer: Luna, ns somos um casal. EntendiEu disse, desconfiada de Robson, Marido e mulher um criminoso n?o era algo que havia passado p minha cabe?a, muito menos ter que cooperar ele para reduzir suas suspeitas. Ser que eu teria que me sacrificar? Capitulo 57 Eu posso ajud a engravidar. Robson estava fndo srio, explicando a biologia do processo: Aps a ov??o, o vulo sobrevive por no mximo vinte e quatro horas, ent?o o espermatozoide deve estar no tero esperando por ele, por isso melhor ter r??es sexuais em dias alternados. Fiquei chocada a seriedade de Robson: Voc Voc um louco Aprendeu isso no orfanato? Ele parecia ansioso para que eu engravidasse, sem perceber que, sua atual situa??o na Famlia Macedo, um herdeiro, n?o hesitariam em eliminar essa mancha. Estamos no oitavo hora aps a ov??o, ainda temos uma chance.Ele continuou: A fecunda??o leva um ou dois dias, e a imnta??o cerca de uma semana, aps pelo menos sete dias, o hCG pode ser detectado num teste de gravidez Ent?o, Luna, se quiser sair, o mais rpido seria daqui a quatorze dias, depois que os Macedo tiverem o que querem. Olhei para Robson, que parecia uma enciclopdia ambnte, e me joguei na cama, desanimado, considerando minha situa??o. Preso na casa dos Macedo, nesse quarto que mais parece uma c, tratadao uma mquina de fazer bebs Essa situa??o n?o era muito diferente de estar morta. Fiquei olhando para o teto, minha mente cheia de assassinos e de Morgana Adonis. Eu queria vClos pagar por seus crimes, recuperar minhas memrias perdidas, descobrir a verdade sobre a morte de meus pais. Mas, presa neste quarto, ser que a gravidez era a nica sada? Capítulo 58 Eu realmente estava destinada a aceitar isso? Captulo 58 N?o h realmente outra maneira?Eu perguntei em voz baixa. This content is ? N?velDrama.Org. HRobson olhou fixamente. Por um instante, por que senti que ele n?o era apenas inteligente, mas astutoo uma raposa esperando que eu casse em sua armadilha? Talvez fosse apenas uma ilus?o? Eu pensava que era a ca?adora e ele a presa. O suco de tomate pode fazer que o teste de gravidez mostre duas linhas, enganandoCos temporariamente, mas a Famlia Macedo tem um mdico de famlia. Eles v?o querer fazer exames de sangue depois de te levarem daqui, e a n?o d para esconder, a menos que voc consiga fugir assim que sair deste quarto,Robson falou seriedade. Mas fr dessa possibilidade era o mesmo que n?o dizer nada. Abri minha boca, mas sem certeza alguma, sem nem sabero era o mundo l fora: Como voc sabe de tudo isso? Voc entrou na faculdade sem vestibr, que curso voc fez? Robson permaneceu em silncio, sem proferir uma pvra. Com fome, meu est?mago roncava, mas eu resistia vontade deer. Analisando as lembran?as de Lana, descobri que antes de se casar Robson, a Familia Batista havia investigado ele. Qumica, estudos adicionais em Medicina, Finan?as, Computa??o, e fluncia em alem?o, italiano, japons, francs, ingls e rabe Um gnio raro de se ver. E realmente, um gnio muito raro. Apoiando a cabe?a nas m?os, eu olhei para Robson novamente. Um talentoo ele, sendo t?o desperdi?ado p Famlia Macedo. N?o de se admirar que a Famlia Macedo quisesse preservar seus genes, porque eles eram realmente excepcionais. Voc quer ter um filho?Robson me olhou. Ele parecia n?o ter nenhum tabu sobre isso sem sentir vergonha alguma. Eu engasguei: Deixa eu pensar. Ele assentiu, olhando para o relgio: Voc tem oito horas para pensar, depois a chance de conceber diminui. Eu ca desanimada na cama, que erro eu tinhaetido Eu nem ousava fechar os olhos, pois ao fazClo, todas as memorias do passado voltavam. Aqus lembran?as,o um inferno, continuavam a torturar e devorar minha alma. Captulo 58 Lunaa algo, um ovo, bom para voc.Robson descascou um ovo inteiro e me entregou. E, temendo que eu n?o gostasse, disse rapidamente: Euvei as m?os. Peguei o ovo e o devorei faminta Ser que Lana morreu de inani??o? Deitada na cama, observando Robson descascar mais um ovo, tentei sondClo minhas pvras: Robson voc j pensou no seu futuro? Vai viver submisso aos outros para sempre? Voc tem potencial, n?o quer se rebr? Ele permaneceu em silncio. Aps um tempo, ele concordou a cabe?a: Eu quero. AcheiCo desajeitado, mas ainda assim, n?o pude deixar de admirar sua beleza. Ser que neste mundo existe algum um rosto angelical e um cora??o demonaco? Ele era um gnio raro, uma preciosidade educada desde oe?o, algum que a Famlia Macedo deveria desejaro herdeiro. Ent?o, por que ele havia se afundado t?o profundamente? Quantos segredos ele carregava? Por que ele, um jovem prodgio, havia se reduzido a um insano, sendo obrigado p Famlia Macedo a perpetuar a linhagem Vamos ter um filho,disse de repente, depois de muito refletir percebendo algo. Com essa crian?a, eu me tornaria a pessoa que a Famlia Macedo mais teria que proteger, afinal, em meu ventre estaria o herdeiro que eles tanto almejavam para dar continuidade linhagem Com essa identidade, eu poderia usar o poder da Famlia Macedo para me vingar de Adonis e Morgana. Sabia que o dio havia me corrompido, maso poderia simplesmente observar aqueles que me assassinaram viverem felizes e satisfeitos? Eu precisava sair, eu precisava me vingar! Captulo 59 Capítulo 59 Captulo 59 Presos na mans?o da Familia Macedo por cerca de treze dias, eu passava os dias refletindo, analisando os motivos do assassino, seu caminho, mtodo e todas as possibilidades. Ouvi fr polos empregados da Familia Macedo que o caso do assassinato j estava fechado, Robson havia se entregado, mas devido a problemas mentals, foi libertado sob fian?a p Familia Macedo e estava confinado em casa. Eu sabia que Robson n?o era o nico assassino, algum mais havia tirado minha vida. Tinha certeza de que Robson tinha alguma liga??o meu assassino. No entanto, mesmo aps vrios dias, n?o consegui encontrar nenhuma pista em Robson. Provavelmente ele era mestre em se camur; passava os dias me encarando fixamente ou em um estado de letargia, sem qualquer movimento adicional. Desenhava em um peda?o de papel, tentandopreender as motiva??es do criminoso e todos os lugares suspeitos em minha memria. Precisava encontrar o assassino, ou pelo menos ajudar Benito Gomes a capturClo. Se o alvo do assassino eram as meninas que foram adotadas e deixaram o orfanato naqueles anos, a nica sobrevivente das meninas de vestidos vermelhos era Morgana. Senhorita, o senhor quer v.A empregada bateu porta e disse para eu ir l. Naqu manh?, eu entreguei empregada o teste de gravidez duas listras, e provavelmente Tom queria fr sobre isso. Robson estava certo, se eu estivesse grvida, poderia sair. Eles me deram roupas limpas e esperaram dodo de fora. Quando eu sai, Robson n?o disse uma pvra. VocParei na porta e olhei para ele. Melhor deixar para l. Antes de descobrir a verdade, era mais seguro mantClo trancado p Famlia Macedo; vai que ele sasse para matar de novo. Eu nunca poderia realmente confiar nele. Eu vou te encontrar.Ao sair, ouvi Robson dizer que viria atrs de mim. Quando olhei para trs, a empregada j havia fechado a porta e colocado vrias fechaduras. Isso mesmo necessrio?perguntei. A empregada sussurrou em protesto: Senhorita Lana, voc incrvel por suportar tanto tempo ele l? dentro, voc n?o tem ideia do qu?o aterrorizante ele pode ser ele mata! A empregada olhou ao redor e hesitou: Antes, o velho tambm tentou arranjar mulheres para ele, e voc a mais sortuda as anteriores enlouqueceram de medo. Eu ignorei, n?o me importando muito o no de procria??o da Familia Macedo. Capitulo 59 Na s de estar do primeiro andar, Tom estava sentado no sof, e Homero Macedo tambm estava presente. Est grvida?O velho foi o primeiro a fr. Parece que simA empregada entregou o teste de gravidez as duas listras. O velho n?o olhou: Vamos fazer um exame de sangue, deixe o Doutor verificar corretamente. Mantive a cabe?a baixa, em silncio, pois melhor fr pouco em momentoso esse. O Doutor disse que necessrio fazer o exame de sangue para medir o hCG primeiro e depois uma ultrassonografia As condi??es em casa s?o limitadas, o melhor ir ao hospital. Respirei aliviada, no hospital eu teria a chance de escapar. O velho estava de bom humor e me olhou: V, e tenha cuidado. Assenti, ainda sem fr. A garota da Famlia Batista tem sorte.O velho olhou para Tom: Agora que a Famlia Macedo ter um herdeiro, voc deve tratCloo se fosse seu prprio filho. Tom sorriu e concordou: ro, pai. Eu sorri desdm, poiso Tom poderia considerar o filho de outroo seu? Tome conta d, Lana agora uma heroina para nossa familia.O velho falou um sorriso. E a Famlia Batista Tentei perguntar discretamente, medo de que suspeitassem que eu n?o era Lana. Lana veio para a Famlia Macedo o propsito de ajudar o Grupo Batista a superar dificuldades, e se n?o se importasse, o velho astuto da Famlia Macedo certamente se tornaria desconfiado. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. O velho n?o disse nada, e Tom, aborrecido, tomou a pvra: Isso n?o da sua conta, apenas espere a crian?a nascer em seguran?a, e a Famlia Batista naturalmente colher os beneficios. Concordei a cabe?a e me afastei a bab. Essa crian?a, antes mesmo de vir ao mundo, seria meu talism? da sorte e a chave para a minha vingan?a. panhada p bab e pelo motorista, cheguei ao Hospital Labirinto. Desci do carro e fiquei parada l, at?nita, por um bom tempo. Capítulo 60 Captulo 60 Era o mesmo hospital, a mesma luz do sol. N?o era um sonho. Eu havia retornado. Com uma nova identidade, estava de volta! O rtrio da autpsia saiu Luna estava grvida quando morreu estava grvida.No corredor do hospital, avistei silhuetas familiares, eram Benito e Mafalda. Meus passos congram imediatamente, a respira??o queimava e os olhos ardem em vermelhid?o. Abri a boca, mas n?o consegui emitir som algum. Eu queria tanto queria correr at Mafalda, abra? e dizer, Mafalda, sou eu, Luna. Mas, vivendoo Lana, estava destinada a n?o poder agiro antes. Adonis foi o Adonis, vou matClo, me solta, deixa eu matClo!Mafalda estava beira de um cpso, descontrda, querendo vingarCse de Adonis. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Benito a segurava, impedindoCa sem proferir uma pvra. Me solta, deixa eu matClo, por que eles ainda est?o vivos, por qu! ramente foram Morgana e Adonis que mataram Luna, voc policial, por que n?o os prende, vai prendClos! Mafalda gritava e debatiaCse desesperadamente. Benito continuava em silncio, bloqueandoCa, e o ambiente estava tenso. Minhas pernas, entorpecidas, queriam caminhar at l, mas meus ps pesavamo chumbo: Mal Senhorita Lana, por aqui.A bab voltou correndo e me puxou em dire??o ao consultrio do mdico. Olhei para trs em dire??o a Mafalda; parecia que tambm tinha me avistado. Luna empurrou Benito e me procurou na multid?o. Eu estava parada na porta, observandoCa passar por mim. Quase esqueci que n?o era mais a mesma Luna de antes; a aparncia de Lana poderia ser semelhante minha. Mafalda.Benito correu atrs d, segurando seu pulso: Vamos para casa. Benito voc sendo policial, sabe que h muitas dvidas nesse caso, esse Robsono ele poderia ser o assassino? Certamente ele estava assumindo a culpa por outro, o verdadeiro assassino ainda est solto, Morgana essa Morgana muito suspeita, por que todas as meninas de vermelho morreram e s sobreviveu.Mafalda olhava ansiosamente para Benito, implorando para que ele solucionasse o caso rapidamente. Benito baixou o olhar e assentiu: Eu vou descobrir Ele iria descobrir, mas havia tantos fatores incontrolveis nesse caso Voc sabia que esse Robson era esquizofrnico? Ele era um jovem talentoso daquele orfanato, sabia que depois o orfanato mudou de nome para Casa de BemCEstar Starlight? Dizem que um dos astros era o Robson, na poca, o orfanato tinha dois rapazes prodigios, um era o Robson, o outro era o Jlio, que Captulo 60 morreu em um incndio anos atrs. Mafaldapartilhou Benito o que havia descoberto. Eu estava porta, ouvindo em silncio. Casa de BemCEstar Starlight soava familiar. Minha cabe?atejava novamente, lembran?as piscavam em minha mente, mas eu era incapaz de juntar as pe?as da minha memria perdida. Maso um gnio pode cair assim de repenteMafalda n?opreendiao Robson passou de gnio a louco Essa era uma quest?o que eu tambm n?o tinha desvendado. Robson n?o diria, e eu n?o perguntei mais, receio de assust. Vamos embora.Benito chamou Mafalda para retornar. Eu n?oMafalda olhou ao redor: Agora h pouco achei que vi Luna. Benito respirou fundo e puxou Mafalda para sair. Eu me escondi atrs da porta, observandoCa partir antes de adentrar o consultrio. Doutor, meu beb est se desenvolvendo bem? No consultrio, ainda havia pacientes Aqu voz fez todos os meus msculos se tensionarem, era Morgana. Olhei rapidamente e l estava, aodo do mdico era de fato Morgana. E quem a panhou ao prCnatal foi Adonis. Ahsoltei um riso sarcstico, eles dois pareciam mesmo felizes. Capítulo 61 Captulo 61 Adonis parecia indiferente, mantendo seu habitual ar de superioridade. Morgana, por outrodo, parecia radiante, olhando para a prpria barriga uma expectativa palpvel, ansiosa p chegada de seu beb. Dei uma risada ir?nica. Se eu n?o tivesse sido morta, o que Adonis faria o beb que estava crescendo em mim? Ele me for?aria a fazer um aborto ou, ainda mais cruel, tiraria a crian?a de mim com suas prprias m?os? Ele era capaz de qualquer coisa. Minha risada sarcstica deve ter chamado a aten??o deles, pois Adonis e Morgana se viraram para mim ao mesmo tempo. Vi ummpejo de surpresa nos olhos de ambos. Adonis, plidoo um fantasma, deu um passo frente: Luna Franzi a testa. Embora Lana se parecesse um poucoigo, n?o era o suficiente confundir-nos: Quem voc? para Adonis Adonis me encarou por um longo tempo, parecendo recuar um passo certa des??o. Loucomurmurei baixinho, apertando as m?os e passando por ele. Adonis, n?o a Luna, voc se enganouMorgana fingiu um solu?o e segurou o bra?o de Adonis: Adonis, os mortos n?o voltam, voc n?o pode continuar assim. Mesmo que n?o seja por voc, tem que ser pelo nosso filho. Minha caminhada ficou entorpecida, cada passo suprimindo o impulso de voltar e acabar aquele casal infame. Mas ainda n?o era a hora. Eu precisava que Adonis visse a verdadeira face de Morgana, que ele descobrisse a hipocrisia por trs de sua mscara e soubesse tudo o que havia feito! Doutor, aqui est?o os exames da senhora, por favor, d uma olhada.A bab entregou os resultados ao mdico. Sentada na cadeira, pude sentir o calor inc?modo das luzes em minhas costas. No que Adonis estava pensando? Vamos, Adonis.Morgana puxou Adonis para fora. Ele olhou para trs, para mim, murmurando at sair do consultrio: realmente n?o a Luna? DesvencilhandoCse de Morgana, Adonis andou frente: Voc est feliz agora No ventre de Luna, tambm havia um filho meu filho Ele murmurava. Sentada no consultrio, eu podia ouvir sua voz. Que nojo O HCG ainda est baixo, precisamos observar um pouco mais, ver se intrauterino ou ectpico. Se descartarmos outrasplica??es, voc pode ficar tranqu em r??o gravidez.Doutor sorriu: N?o Capitulo 61 Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. se estresse demais, vai ficar tudo bem. Concordei a cabe?a, peguei os resultados do exame e sa da s do mdico. De repente, segurei a boca e corri para o banheiro, lutando contra a vontade de vomitar, ignorando os seguran?as e a bab que tentavam me deter. Ao chegar ao banheiro, olhei ao redor e suspirei aliviada. A jan estava aberta o suficiente para que eu pudesse escapar por ali. Aps sair p jan, fugi do hospital. Antes que os homens da familia Macedo me alcan?assem novamente, havia algo que eu precisava fazer Encontrar Mafalda. No mundo todo, Mafalda era a nica pessoa em quem eu podia confiar. A nica pessoa que me reconheceria. Mal haviae?ado a correr e os homens da familia Macedo j estavam me perseguindo. Contrariada a insistncia deles, eu estava prestes a me esconder quando uma m?o me puxou para dentro de um carro e tampou minha boca. Olhei assustada para trs e vi Adonis, o que me encheu de repulsa. S de vClo, s de sentir seu cheiro, eu sentia nuseas. Quem voc? O que voc quer?Eu olhei para Adonis desconfian?a. Nada N?o tenho ms inten??es, s queria ajudar voc. Ele levantou as m?os, mostrando que n?o queria fazer mal. N?o fazia muito tempo desde a ltima vez que o vi, mas Adonis parecia ter envelhecido anos em dias, estava mais magro e n?o tinha mais o mesmo brilho de antes. Capitulo 02 Capítulo 62 Captulo 62 Desviei o olhar, sem vontade de olhClo nem por mais um segundo: N?o preciso da sua ajuda. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Adonis deu um sorrisinho: Mesmo sem saber por que voc est fugindo, se voc descer do carro agora, certeza v?o te pegar. Voc est de bobeira?encostei no banco e perguntei. Realmente, pedir para o Adonis me tirar dali era uma solu??o. Um pouco.Adonis concordou. TireCme do hospital.Eu disse voz firm. Adonis n?o se recusou e fez um sinal para o motorista seguir em frente. Me escondi debaixo do banco, evitando ser vista por qualquer pessoa que passasse. Adonis sentouC se ao meudo, bloqueando a vis?o de quem estava dodo de fora. Chegamos.Samos do hospital e Adonis pediu para o motorista parar em um lugar seguro. Olhei desconfiada p jan do carro e encarei Adonis: Por que voc est me ajudando? Adonis olhou nos meus olhos por um tempo: Voc me lembra um velho conhecido. Conhecido?Eu ri, sentindo uma nusea crescente. Que nojo, para quem ele pensa que est mostrando esse sentimentalismo? Aqui est meu cart?o, se tiver algum problema, pode me ligar.Adonis me entregou um cart?o de visitas. Peguei o cart?o e sa do carro. Assim que o carro de Adonis se afastou, rasguei o cart?o em peda?os e joguei no lixo. Adonis, voc, Morgana e esse assassino me devem algo, e eu vou cobrar cada centavo! Ao sair da rua estreita, prendi o cabelo e o escondi sob um bon, abaixando a cabe?a para prosseguir. Depois de andar por algumas ruas, peguei emprestado um celr em um caf e liguei para Mafalda. N?o podia ir diretamente at Mafalda, seria muito bvio, eu precisava que viesse at mim. Al??Do outrodo da linha, a voz rouca e familiar de Mafalda, que chorava todos os dias, respondeu: Quem est procurando? Meus olhos se encheram de lgrimas e eu tremi, inclinandoCme sobre a mesa: Se quiser sabero sua amiga Luna morreu, n?o conte a ningum Venha sozinha at a cafeteria na esquina da Mans?o no 13. Do outrodo, Mafalda ficou alerta. Quem voc? N?o respondi, medo de que a emo??o me fizesse chorar. Quem voc, afinal?, perguntou novamente, ansiosa. Cobri minha boca para n?o chorar e desliguei o telefone. Entreguei o telefone de volta ao gar?om e chorei na mesa por um longo tempo. Capitulo 62 Cerca de quinze minutos depois, Mafalda apareceu. morava aqui perto, e foi por isso que escolhi esse caf, e tambm porque sempre que eu n?o estava bem, vinha para esse caf, que se tornou quase um quartelCgeneral secreto para ns duas. chegou apressada, de chinelos. Olhando ao redor caut, procurava a pessoa que havia ligado. Aqui.acenei para . se aproximou depressa, desconfiada: Voc olhou nos meus olhos por um longo tempo,o se quisesse dizer que eu me parecia muito Luna. Voc disse que sabeo minha amiga morreu? perguntou baixinho, os olhos vermelhos. Assenti e olhei ao redor: Se aos trinta anos nenhum de ns tiver casado, vamosrgar tudo e passar seis meses viajando pelo mundo. Se aos quarenta ainda n?o encontrarmos algum, vamos desistir de casar,prar uma casinha no sul e viver l juntas. Se der, vamos adotar uma crian?a Mafalda me olhou crescente surpresa, cobriu a boca a m?o ee?ou a tremer: Quem voc, afinal? Capítulo 63 Captulo 63 Mafalda, voc acredita em almas?Eu olhei para Mafalda, nervosa, sem saber se acreditaria em mim: Eu sou a Luna Mafalda ficou chocada por um longo tempo, cobrindo a boca a m?o enquanto seus olhos pvam de umdo para o outro. permaneceu em silncio por um longo tempo. Provavelmente, o que eu estava dizendo parecia for?ado e difcil de acreditar. O que voc quer, afinal?Depois de um tempo, franziu a testa, demonstrando um certo irrita??o: Como voc sabe dessas coisas e ainda tenta se passar por Luna? Voc acha que sou idiota? me olhava desconfian?a,o se me considerasse uma cmplice ou at mesmo a assassina. E, sinceramente, quem n?o ficaria desconfiada se algum aparecesse do nada afirmando ser um amigo falecido? Calma, calma.Eu rapidamente levantei as m?os, fazendo um gesto para acalmar seu nervosismo. Mafalda hesitou por um momehto, observandoCme ainda mais caut. Provavelmente, estava tentando entendero eu sabia tantos segredos sobre a Luna. Voc acha que sou uma das assassinas ou uma cmplice, n?o ? Acredita que fiz algo Luna antes de sua morte, a forcei a revr seus segredos e depois a enganei?Eu expressava as suspeitas de Mafalda. ficou em silncio, sempre alerta. Ent?o fa?a isso, me pergunte o que quiser, questione sobre segredos que apenas voc e a Luna conheceriam. Luna n?o poderia ter contado tudo a mais algum, eu realmente sou a LunaEu expliquei as m?os erguidas. Os olhos de Mafalda ficaram um pouco vermelhos, provavelmente tambm queria acreditar que eu era, de fato, a Luna. Mas ns duas ramos ateus,o poderamos acreditar que algum pudesse renascer no corpo de outra pessoa? Isso era pura imagina??o de nov. Luna deixou vrios cart?es bancriosigo.Mafalda me olhou de forma inquisitiva. Dois. Um o cart?o onde recebia a bolsa de estudos e o outro o cart?o do meu salrio.Eu disse seriamente: No cart?o da bolsa tem mais de trinta mil, e no do salrio juntei dez mil para dar de presente ao Adonis e Morgana, e tem ainda um terceiro cart?o que tnhamos juntas, para doa??es para crian?as de um orfanato. This content is ? N?velDrama.Org. Eu sempre desejei que Adonis e Morgana ficassem juntos para sempre, mas, infelizmente, eles s queriam a minha morte. Quando mencionei Adonis e Morgana, um brilho de dio se acendeu em meus olhos. Mafalda falou novamente: Luna fez algum tipo de cirurgia plstica, algum procedimento esttico? Essa pergunta me irritou, nenhuma mulher gosta de ouvir que aparenta ter feito cirurgia plstica: Sou Capitulo 63 naturalmente bonita, por que precisaria de cirurgia? N?o fiz nada. Resposta errada, eu a levei para colocar clios posti?os.Mafalda acenou a m?o. Fiquei sem pvras: Mafalda, colocar clios posti?os contao cirurgia plstica? Voc me levou naquele sal?o de beleza na rua no 3, onde a vendedorae?ou a me elogiar assim que entrei, dizendo que eu era linda e que se fizesse um delineado semiCpermanente ou desenhasse as sobrancelhas, n?o precisaria mais me maquiar. Mafalda apertou o copo que segurava: Luna amava Adonis? Respirei fundo, fndo pausadamente: Luna n?o amava mais Adonis. Se ainda amasse, tudo o que passou, todo sofrimento, teria sido merecido. Mafalda desviou o olhar, enxugando uma lgrima: Por enquanto, acredito que voc tenha algum tipo de r??o a Luna, mas que voc , eu n?o acredito Diga logo o que voc quer. Foi Morgana quem me matouHesitei, medo de que Mafalda n?o pudesse aceitar, e me corrigi: Foi Morgana quem matou a Luna. Foi Morgana quem disse a Luna para ir ao beco da rua Velha no dia 15, sem contar a ningum. enganou a Luna, que acabou sendo assassinada. Mafalda virouCse bruscamente para mim: Voc tem provas? Eu bncei a cabe?a: N?o tenho provas, mas eu No celr da Luna tem uma grava??o de liga??o com a Morgana, a polcia n?o recuperou os dados? Mafalda franziu a testa: Recuperar dados plicado, n?o t?o simples assim, e ainda vai levar um tempo. Capítulo 64 Captulo 64 Eu acenei a cabe?a: Assim que a grava??o do celr for recuperada, a Morgana n?o vai poder fugir sabe disso muito bem. Voc sabe de multa coisa.Mafalda me olhou desconfiada: O que voc realmente quer fazer? Quero que Morgana e Adonis paguem.Falei convic??o: Adonis sempre achou que Morgana era uma fada bondosa, n?o ? Ent?o vamos arrancar a mscara de hipocrisia da Morgana e mostrar a verdade para o Adonis. Ns duas?Mafalda soltou um riso desdenhoso: Como que voc tem tanta certeza de que eu vou te ajudar? Voc vai ajudar. Voc sabe o que a Luna passou a Famlia Tavares e tambm sabe que Morgana a acusou falsamente mais de uma vez.Eu estava confiante: Por ser uma boa amiga, voc vai se juntar a mim nessa empreitada. Por onde nse?amos ent?o?Mafalda cedeu, deixando ro seu dio tanto por Adonis quanto por Morgana. MorganaPassei um peda?o de papel para Mafalda: Luna n?o empurrou Morgana escada abaixo, Fabrcio Silva uma testemunha ocr. Eles mentiram em seus depoimentos, disseram que Luna empurrou Morgana, mas Fabrcio viu tudo, ele sabe que n?o foi Luna. Fabrcio cmplice de Morgana, mesmo que ele tenha visto, n?o vai contar a verdade.Mafalda franziu a testa. Fabrcio um covarde Vamos fazer um pequeno teatro, assustClo, e ele vai confessar tudo. E ent?o chamamos Adonis e Morgana.Eu prepararia um espetculo para Adonis, para que ele visse quem Morgana realmente era. Faria o suposto amor deles desmoronar lentamente, faria que Morgana nunca conseguisse o que desejava. Morgana e Adonis teriam o que mereciam. Tenho que partir agoraP jan, avistei algumas pessoas em busca de algum, ramente os guardaCcostas da Famlia Macedo. N?o posso me ausentar por muito tempo, sen?o a Famlia Macedoe?aria a suspeitar. Como fa?o para entrar em contato voc?Mafalda perguntou, ainda franzindo a testa. Eu entrarei em contato.LevanteiCme e me inclinei para sair. Confio em voc porque voc consegue responder s minhas perguntas, saber essas coisas mostra que Luna realmente confia em voc.Mafalda tinha a voz rouca. Senti um aperto na garganta e acenei a cabe?a: Aguarde notcias minhas. Ao sair do caf, peguei um txi de volta para a Famlia Macedo e aindaprei alguns itens para bebs. Homero estava uma express?o sria, parado no quintal: Onde voc esteve? Vov?, estava t?o feliz que fui ao shopping prximo ao hospital eprei algumas coisas para o beb. Capitulo 64 Ainda cedo, masprar antecipadamente traz bons pressgios, deseja que a crian?a nas?a saudvel e semplica??es.Disse um sorriso, tentando agradar o idoso. Esse velho, dava para perceber que n?o era fcil lidar ele, sua presen?a causava arrepios. Humph.Sr. Homero n?o disse muito, fez vista grossa: Voc est grvida de um filho da Familia Macedo. S depois que a crian?a nascer, voc ter cumprido sua miss?o. Entendeu? Concordei rapidamente e obedientemente: O senhor est certo. Tudo bem, v descansar no seu quarto. Subi as escadas a bab, mas s me levaram para outro quarto: Eu n?o vou mais ficar ele? Voc est grvida, arriscado continuar vivendo aquele louco.A bab falou desprezo, eles simplesmente n?o levavam Robson a srio. De qualquer forma, ele o filho mais novo da Famlia Macedo, o pai do meu filho. Fr assim dele demais, n?o ? Se o patriarca souber disso, vai achar que traz m sorte, e se o beb que eu tiver tambm enlouquecerSussurrei amea?adoramente. Content ? N?velDrama.Org 2024. A bab ficou plida de medo e rapidamente se curvou: A senhora tem raz?o. Passando pelo quarto de Robson, parei repentinamente, de dentro vinham sons de pancadas e agonia contida. VireiCme para olhar a bab: O que eles est?o fazendo? Aquele maluco o jovem senhor est passando mal hoje de novo, tentou fugir, mas foi pego. O Sr. Macedo est dando uma li??o nele. A bab olhou ao redor: Senhora, vamos embora, n?o precisamos nos envolver. Meu cora??o tambm apertou, lembrando das feridas no corpo de Robson. Dando alguns passos, parei de repente, volteiCme e caminhei de volta, empurrando a porta for?a. Capítulo 65 Captulo 65 Dentro do quarto, Tom mandou espancar Robson, sob o pretexto de puniClo e evitar que ele machucasse algum dodo de fora, mas, na realidade, era apenas mais uma forma de descarregar sua raiva. No entanto, estava ro que ele n?o ousava permitir que Robson fosse espancado at a morte. Afinal, o beb que eu carregava em meu ventre ainda n?o tinha garantia de nascer semplica??es. Eu sabia que Tom estava esperando, torcendo para que o beb em meu ventre nascesse sem problemas, para que ele pudesse se livrarpletamente de Robson e apagar o que ele considerava uma mancha na Famlia Macedo. O que voc veio fazer aqui?Tom perguntou voz grave: Esse lugar est sujo de sangue, voc est grvida, melhor descansar um pouco, leve a senhora embora. Robson,/segurando sua cabe?a, tinha um olhar que brilhava dio e inten??o assassina. Eu sabia que ele n?o se dava por vencido, mesmo que o matassem, ele n?o se renderia. Hoje fui ao hospital, o mdico disse que meus horm?nios est?o desequilibrados, preciso que o pai do beb fiqueigo, para acalmar, para garantir a estabilidade dos horm?nios, caso contrrio, h sinais de um possvel aborto espontaneo,eu disse em voz baixa, uma express?o de medo. Tom deu uma risada fria: mesmo? A bab rapidamente se adiantou: Sim eu panhei a senho ao hospital. A bab, precisando manter sua prpria seguran?a, naturalmente n?o contestaria minha pvra nessa trivialidade. Tom resmungou e, empurrando sua cadeira de rodas at mim, disse: Hoje noite se arrume bem. Voc est carregando um filho da Familia Macedo e se tornou uma herona para ns. O patriarca vai te apresentar para todos, prepareCse. Meu cora??o apertou, e eu olhei para a bab. sussurrou: O patriarca est feliz, convidou gente importante de Cidade Labirinto, esta noite voc deve ser muito cautelosa o que diz. Esta noite, praticamente toda a alta sociedade de Cidade Labirinto estaria presente. Respirei fundo e concordei: Pode ir agora. Se o patriarca perguntar, diga que estou sofrendo de enjoo de gravidez, meus horm?nios est?o desequilibrados e preciso dapanhia do pai do beb por um momento. O patriarca vai acreditar? E se ele perguntar ao mdicoa bab perguntou, nervosa. Ele n?o vai perguntar, e mesmo que pergunte, n?o importa,eu disse. Agora que estou grvida, ele atender aos meus pedidos, desde que n?o sejam exagerados. A bab concordou e saiu. Adentrei o quarto e fechei a porta, sussurrando baixinho: Se o beb nascer semplica??es, eles v?o te matar. Robson estava sentada no canto, em silncio. Seu corpo estava coberto de feridas, sangue escorrendo pelo canto dos olhos. Content ? N?velDrama.Org 2024. Capitulo 65 Peguei o kit de primeiros socorros para cuidar de suas les?es. Ele permanecia imvel, sem demonstrar qualquer express?o. Que insanidade Ele n?o sente dor? O que voc est pensando? Vai se render ou vai cooperarigo?perguntei em um sussufio. Cooperar, ele disse aps um longo momento. Olhei para a ferida no canto de seu olho e suspirei: Assim que tiver uma oportunidade, vou tentar te libertar daqui. N?o precisaRobson tomou a iniciativa de fr: Quando Tom morrer, o velho me permitir sair. Caso Tom falecesse, o patriarca precisaria de algum para assumir o Grupo Macedo. Meu beb ainda n?o havia nascido, e se o Grupo Macedo casse em m?os estranhas, seria complicado recuperClo. Nesse momento,o o nico herdeiro da Famlia Macedo, Robson teria o direito de assumir. Voc deseja matClo?questionei instintivamente. Ser que ele estava prestes a revr sua verdadeira face? Os olhos de Robson se escureceram: Ele n?o merece. O desprezo era visvel nos olhos de Robson,o se ele estivesse dizendo que Tom n?o merecia que ele levantasse a m?o. De repente, senti medo medo deo Robson seria se levasse a srio. Neste momento, ele n?o parecia um louco, mas sim um dem?nio. O que voc quer fazer?Eu quis saber seus nos. S cuide de si mesma,Robson n?o disse mais, apenas me pediu para me proteger. N?o ousei perguntar mais, e depois de tratar seus ferimentos, prepareiCme para sair. Lunaele chamou meu nome. Capítulo 66 Ah? Captulo 66 Voc saiu, n?Ele olhava nos meus olhos. Me senti um tanto culpada: Ah Luna, esquece dele, n?o vale a pena.As pvras de Robson soaram um tanto enigmticas. Meu cora??o acelerou enquanto olhava para Robson, a quem ele se referia? Na lembran?a, a antiga Lana realmente tinha um exCnamorado, um verdadeiro cafajeste, pior que Adonis; seria ele quem Robson mencionava? Sem explicar, abaixei a cabe?a e me afastei. Os olhos de Robson eram sempre t?o prantes que pareciam querer me devorar; eu n?o ousava olhar por muito tempo. Senhora, aqui est?o as roupas,e joias que o senhor mandou entregar. Ele disse que,o a senhora agora faz parte da Famlia Macedo, deve se vestir mais elegancia do que qualquer outra pessoa.A bab chegou as roupas de grife e as joias, um brilho de inveja em seu rosto. Ao observar aqus roupas e joias, realmente eram valiosas; apenas um cr de pedras preciosas valia milh?es. LevanteiCme e caminhei at o espelho, me arrumando despreocupadamente. Todos os convidados de hoje s?o pessoas influentes. Eu vi at o presidente do Grupo Tavares sua noiva aqui, eles formam um casal e tanto.A bab me alertou. Franzi a testa, olhando para : Adonis e Morgana? A bab assentiu. Ah. os destinos dos inimigos realmente se cruzam. Bem, n?o posso ser culpada, a Morgana que tem o azar de vir para c. Sabendo que Homero valoriza as aparncias, me preparei bem, fiz maquiagem e vesti um vestido tomaraCqueCcaia. Aquele vestido deixava muito do busto mostra, real?ando ainda mais a figura j perfeita de Lana. ?lhando para o meu reflexo no espelho, n?o seria exagero me descrevero uma musa. N?o podia negar, Lana era realmente linda, uma beleza nica at mesmo para os padr?es do mundo do entretenimento. Que linda at a bab n?o conseguiu deixar de elogiar. Mas eu estava desconfortvel aquele decote t?o baixo; esse Tom realmente n?o presta. ro, os homens, mesmo confinados a uma cadeira de rodas, nunca s?o confiveis. Palmas.Na porta, Tom sentado em sua cadeira de rodas audia: Tenho que admirar o bom gosto do patriarca, escolheu as pe?as de alta qualidade, beleza pura. Capitulo 66 Seus elogios me causaram nuseas. This content is ? N?velDrama.Org. Olhei para ele caut, for?ando um sorriso: Obrigado pelos elogios, tio. Ao deixar minha posi??o ra, ele deveria entender. Mas, infelizmente, ele tinha segundas inten??es. Tom olhou para a bab: Saia, preciso fr . A bab hesitou, mas sem se atrever a dizer nada, saiu e fechou gentilmente a porta do quarto. Olhei para o Tom caut, franzindo a testa: O que voc quer dizer, tio? Lana, voc uma menina esperta, deve saber quem vaiandar a Famlia Macedo no futuro, n?o ?. Tom se levantou de sua cadeira de rodas e se aproximou de mim. Surpresa, olhei para ele: ele n?o era aleijado? Ele conseguia andar? Ent?o, por que ele estava em uma cadeira de rodas o tempo todo? Por que n?o viver em um caix?o? Eu n?o entendo o que voc quer dizer, tioDei um passo para trs. Lidar um louco deve ser difcil para voc se ao menos eu pudesse Tom cerrou os dentes, com um brilho feroz nos olhos,p se odiasse alguma coisa. Todo mundo em Cidade Labirinto sabia que a Familia Macedo era uma piada por causa de sua sade frgil e sua infertilidade. Eu tambm ouvi Adonis e seus amigos zombando de Tom, dizendo que uma linhagemo a dos Macedo, acabaram algumo Tom, que estragou a prpria sade excessos na juventude, e que mais cedo ou mais tarde morreria nas m?os de uma mulher. Lana, quando esse beb nascer, aquele louco n?o ter mais valor algum, o velho n?o tem outros herdeiros, s eu Se voc ficar do meudo, que vai ter uma vida boa de verdade, entendeu? Tom n?o queria mais fingir, colocou as cartas na mesa. Ele estendeu a m?o querendo agarrar meu vestido ms inten??es. Eu tentei me esquivar, mas ele me pressionou contra a penteadeira. Capítulo 67 Captulo 67 Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Eu estava encurrda e s me restava improvisar: Tio, o que o senhor est pretendendo fazer? realmente um sacrifcio para voc lidar esse loucoTom sorriu ao fr: Mas ainda temos muitos dias p frente. Que tal voc ficarigo agora? Mas o mdico disse que acabei de engravidar, e o senhor idoso se preocupa muito essa crian?a. Se alguma coisa acontecer o bebEu sorri ao responder: Tio, isso n?o est certo, est? Voc n?o pode esperar um pouco mais? Tom estreitou os olhos, ramente muito satisfeito por dentro. Ele estendeu a m?o para segurar meu queixo: Voc uma verdadeira diabinha. Sorri desanimo, tentando conter minha repulsa. Como algumo ele ainda pode viver t?o bem. Tudo bem, eu tenho todo o tempo do mundo, podemos esperar um pouco mais.Ele agarrou meu queixo e tentou se aproximar. Eu franzi a testa, tentando me esquivar, mas ele n?o gostou: Como assim? Nem um beijo eu posso ter? Agora que virou queridinha, n?o tente mais bancar a certinha. Sua pacincia estava se esgotando, e meu no tambm estava quase falhando. Pow!De repente, quando eu estava apavorada sem saber o que fazer, algum atrs de mim acertou Tom um porrete, deixandoCo inconsciente. Olhei surpresa para Robson: Voco conseguiu sair? Ele estava plido, e havia um olhar duro em seus olhos que ele nem tentou esconder, enquanto erguia o porrete a inten??o de acertar novamente a cabe?a de Tom, ramente querendo matClo. Robson!Eu intervim apavorada, tentando detClo: Voc est pensando em matar? Eu podia sentir que Robson realmente queria matar Eu estavae?ando a suspeitar que ele era um dos assassinos Mas eu n?o podia simplesmente assistir enquanto eleetia um homicdio: Se voc matClo, o velho senhor n?o vai deixar isso passar, n?o seja impulsivo. Os olhos assassinos de Robson se fixaram em mim e aos poucos a vontade de matar se dissipou: Ele te tocou, merece morrer. Eu fiquei at?nita por um momento, essa frase parecia familiar. Quando eu era apenas uma alma penada, ele tinha batido naquele lixo humano aodo de Adonis com a mesma fria, dizendo as mesmas pvras. Se tocar n, voc merece morrer Naqu poca eu n?o entendia, eu e Robson n?o tinhamos nenhum vinculo, por que ele mataria por minha causa? Ent?o n?o era por minha causa, mas sim por Lana? Jovem senhora ab empregada veio me chamar para descer, mas ao ver Robson saindo e Tom caido, deu um grito assustado e correu para fora. Capitulo 67 Rapidamente segurei a m?o de Robson e o puxei de volta para o quarto: N?o saia, vou cuidar disso. Robson me olhou, tentando dizer algo, mas apenas abriu a boca. Bncei a cabe?a para ele e fechei a porta do quarto, ficando dodo de fora. Logo, Homero chegou alguns seguran?as: Onde est aquele desgra?ado? TragamCno para mim! Vovo, por favor, acalmeCse.Rapidamente avancei e interrompi Homero: H pouco tempo, o tio ele tentou agir de forma inadequadaigo, fiquei medo de machucar a crian?a e me escondi no quarto. Robson agiu por instinto para proteger seu filho. Ainda bem que ele estava aqui, sen?o a crian?a Deixei os olhos se encherem de lgrimas, minha atua??o foi perfeita ao chorar. O velho senhor sabia exatamente que tipo de pessoa Tom era, e eu estava apostando que ele valorizaria mais o herdeiro que eu carregava em meu ventre. Afinal de contas, antes de enlouquecer, Robson era um gnio absoluto. Alm disso, Tom era mediocre escivo. Se n?o tivesse arruinado seu corpo a libertinagem na juventude, ele n?o estaria infrtil agora, incapaz de produzir um herdeiro legtimo mesmo fertiliza??o in vitro. Se Tom n?o fosse t?o decepcionante, por que o velho senhor se esfor?aria tanto para conseguir um descendente de um louco? O rosto do velho senhor escureceu instantaneamente: Esse animal! Omar, leveCo de volta, deixeCo refletir sobre suas a??es! Dei um suspiro de alvio, pelo menos por enquanto eu havia escapado do perigo. Vov?, quem mais vai jantar hoje?Dei um passo frente rapidamente, mudando de assunto: AcalmeC se. Ora, todo mundo importante da Cidade Labirinto estar l.O senhor resmungou e me conduziu ps escadas: Eu a apresentarei a eles mais tarde, a partir de agora voc ser a nora da famlia Macedo. Se tiver sorte, vai me dar um menina lindo e saudvel. Em meu cora??o, eu zombava: ser que o velho acha que tem um trono para herdar? Pensei na riqueza da famlia Macedo e em sua posi??o na Cidade Labirinto, parecia realmente parecia que havia um trono a ser herdado. Vov?Comecei, fingindo estar sob grande press?o: Crian?as concebidas naturalmente s?o saudveis e crescem inteligentes, mas e se eu tiver uma menina? Voc ainda jovem, e eu, velhoo sou, continuo firme. N?o h pressa, nossa meta ter dois filhos em trs anos; se n?o for um menino, continuaremos tentando, disse o velho, tranquilizador. Capítulo 68 Captulo 68 Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Meu canto da boca tremeu um pouco, percebendo que para eles, Lana era apenas uma ferramenta de procria??o. Mas enquanto fosse uma menina, Robson ainda teria algum valor para a Famlia Macedo. Eu realmente esperava que o beb na minha barriga fosse uma menina. *Robson por que ele enlouqueceu? C perguntei em voz baixa. Robson? C O patriarca olhou para mim brevemente. Fiquei confusa por um momento. Robson n?o era chamado de Robson na Famlia Macedo? Fbio C De repente, lembrei que Robson era conhecidoo Fbio na Famlia Macedo. O rapaz era inteligente, at mesmo um gnio, C disse o patriarca indiferen?a: Uma pena que ele tenha sido traumatizado Aps um breve silncio, o patriarcan?ouCme um olhar cauteloso, obviamente n?o disposto a revr os segredos da famlia para mim: N?o se preocupe tanto, traga a crian?a ao mundo em seguran?a, isso o que importa. Assenti obedientemente: Sim. Embora o patriarca n?o tivesse dito nada, eu suspeitava que o estado atual de Robson estava definitivamente ligado Famlia Macedo. *Vov estou medo. As pessoas est?o subestimando, dizendo que Robson um assassino que mata mulheres. Ser verdade? O mdico tambm disse para eu interagir mais o pai da crian?a, mas tenho medo dele Tentei sondar a atitude do patriarca. O rapaz pode estar um pouco desequilibrado, mas definitivamente n?o um assassino. Isso eu posso garantir. N?o d ouvidos a esses boatos infundados. Para sua seguran?a e a do beb, melhor manter distancia dele, afirmou o patriarca certeza que Robson n?o era um assassino. Se Robson n?o era o culpado, por que estava na cena do crime? O que ele estava fazendo l? Qual era a r??o dele o verdadeiro assassino? O jantar da Famlia Macedo. Era uma reuni?o convocada pelo patriarca, os empresrios mais importantes da regi?o. A Famlia Tavares, logo aps a Famlia Macedo em prestgio, certamente estaria presente. Adonis era alto e se destacava p sua aparncia. Ele apareceu panhado de Morgana, tornandoCse o centro das aten??es. A noiva do Gerente Tavares realmente linda, C algum bajulou. Sim, Morgana a musa da Universidade Labirinto. N?o era uma tal de Luna a musa da Universidade Labirinto? Centei de propsito enquanto me aproximava o patirarca, cumprimentando Adonis um aperto de m?o: Gerente Tavares, um Capitulo 68 prazer revClo. Adonis ficou surpreso ao me ver, mas logo levantou a m?o para cumprimentar. Morgana ficou uma express?o feia, me olhando suspeita. Essa a nora mais velha da Familia Macedo? n?o sabe que ningum de frente de Adonis C algum murmurou atrs de mim. mencionar Luna na Adonis enlouqueceu recentemente. Quem mencionar Luna na frente dele est procurando problemas. Presidente Macedo, essa sua nora, n?o ? C Morgana, tentando esconder seu desagrado, perguntou de propsito ao patriarca e ent?o estendeu a m?o para mim, querendo cumprimentar. Gerente Tavares, por acaso n?o me lembro de sua noiva ser chamada de Luna? Quem essa, sua amante? C provoquei Morgana de propsito, ignorando a m?o que estendia. As pessoas ao redore?aram a fofocar, a.nora mais velha do Grupo Macedo estava desrespeitando a noiva de Adonis, o que era uma afronta a ele. Mas Adonis parecia n?o estar bravo, apenas olhava para mim um olharplexo. Morgana ficou ainda mais nervosa, ro que tinha medo, porque eu parecia muito Luna. Esta minhaa, a herdeira do Grupo Batista, Lana, C disse o patriarca, sorrindo. O gerente Tavares n?o vai apresentar a mo?a ao seudo? filha de qual famlia abastada? C Eu inclinei a cabe?a, provocando, a inten??o de embaralhar Adonis, j que nesse crculo social a linhagem t?o valorizada. Adonis havia ignorado que Morgana era uma filha adotiva, agindoo se o amor verdadeiro fosse o que realmente importasse. Adonisn?ou um olhar para Morgana. Morgana, nervosa, retribuiu o olhar para Adonis. Com tantas pessoas ao redor, esperava que Adonis lhe desse um status. Esta minha secretria. C No entanto, Adonis disse apenas isso, indicando que Morgana era sua secretria. O rosto de Morgana empalideceu instantaneamente e abaixou a cabe?a os olhos lacrimejantes: Estou me sentindo mal Vou me sentar ali por um tempo. Observei Morgana ironia. Ent?o tambm tinha seus dias ruins? Mas, por outrodo para ser franco, Adonis era realmente o cmulo da canalhice. Afinal, ele havia amado Morgana loucamente, a ponto de querer minha cabe?a por causa d. E agora, ele n?o queria nem mesmo reconhecer sua posi??o? Que nojo. O patriarca foi cumprimentar outros convidados, e Ad?nis se aproximou de mim, fndo em voz baixa: Voc est satisfeita essa explica??o? Franzi a testa: O que o Sr. Tavares quer dizer isso? N?o estou entendendo. Voc se chama Lana? C Ele parecia realmente interessado em mim. Capítulo 69 Captulo 69 Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. O Gerente Tavares est t?o interessado em mim? C Perguntei um sorriso ir?nico, virandoCme para sair. No entanto, Adonis repentinamente segurou meu pulso, olhando para mim intensidade perscrutadora: Por que voc se parece tanto ? Ele murmurou para si mesmoo se estivesse em um monlogo. Definitivamente, eu n?o queria que Adonis me reconhecesse, porque a n?o teria mais gra?a. O que voc quer dizer isso, Gerente Tavares? Sou nora do Sr. Homero, n?o um pouco inapropriado me abra?ar assim? Quem n?o sabe pode at pensar que voc est interessado em mim. C Fiz quest?o de levantar a voz, dando a Adonis a chance de ofender a famlia Macedo. Adonis franziu a testa e soltou meu pulso: Desculpe, confundi voc outra pessoa. LanceiClhe um olhar frio e continuei meu caminho. Voc se parece muito a Luna. C Na entrada da escadaria, Morgana de repente me bloqueou. Olhei em volta e sorri: mesnto? Isso te assusta? Lana, falsidade sempre ser falsidade. C estava me amea?ando. E do que voc tem medo? C Eu retruquei: Voc tem medo de que Adonis n?o te ame, mas sim a Luna? Morgana empalideceu por um momento, desviando o olhar: E se ele ama a Luna, o que isso importa? A Luna est morta! Morgana, voc n?o teme o castigo divino? C falei em tom grave. N?o pense que, ao se casar um idiota da famlia Macedo, voc se tornar a rainha do baile. O que a famlia Batista? Voc s est aqui porque se parece um pouco a Luna, por isso o idiota aceitou se casar voc. C Morgana zombou de mim um sorriso frio: Ele n?o apenas um idiota, mas tambm um louco, um psicopata! Quando ele fica louco, ele pode matar. Vejo que voc n?o vai se divertir ele. Um tapa! C Levantei minha m?o e dei um tapa em Morgana, um tapa que me devia h muito tempo. levou a m?o ao rosto, aparentemente chocada por eu ter ousado bater n. Um tapa! C Com minha m?o invertida, dei outro tapa em Morgana: Eu bati em voc porque voc a mais baixa. O som do meu tapa chamou a aten??o de todos. Olhei friamente para Morgana e depois para Adonis, que tambm parecia constrangido. Morgana ficou chocada por um bom tempo, depois se virou para olhar para Adonis, esperando que ele a defendesse, ainda fingindo ser frgil ee?ando a solu?ar: Adonis eu n?o sei o que fiz para ofender a Senhorita Lana, e?ou a me bater, e eu sou sua panhante hoje Morgana estava tentando escr a situa??o. A Famlia Macedo n?o daria esse prazer Familia Tavares. Os outros tambm ficaram chocados: Essa nora mais velha da Familia Macedo feroz,o pode Capitulo 69 bater em algum assim? Ouvi dizer que o Grupo Batista est quase falindo, se casou a Famlia Macedo s a linhagem? T?o arrogante? para continuar Adonis estava visivelmente irritado, aproximouCse e olhou para o rosto de Morgana, fndo em tom grave: Vov? Homero, essa a hospitalidade da Famlia Macedo? Agredir as pessoas assim, sem motivo algum? O que est acontecendo aqui? C o patriarca tambm se aproximou e perguntou voz grave. Imitando o jeito de vtima de Morgana, meus olhos se encheram de lgrimas eecei a solu?ar: Vov?, est espalhando boatos de que Fbio louco e idiota, que ele um psicopata que pode matar. Diante de tantos convidados, o rosto do patriarca ficou extremamente sombrio em um instante. Vov?, a Famlia Tavares n?o est nos desrespeitando? Isso ramente difama??o. Fbio um gnio, entrou na Universidade de Braslia apenas dezassete anos,o pode fr assim dele? Ser que o Gerente Tavares tambm pensa dessa forma? C Olhei inocentemente para Adonis. Se a situa??o piorasse, poderia se transformar em uma guerraercial. Adonis franziu a testa, ramente aborrecido, mas era impossvel dizer o que ele estava pensando. Ele me observava daqu maneira, seu olhar sempre fixo em mim,o se quisesse me desvendar porpleto. Capítulo 70 Captulo 70 Senhor Tavares, expliqueCsel, o velho senhor exmou raiva. Morgana, visivelmente assustada, olhou para mim em choque, ramente temendo causar problemas. para Adonis: Lana Presidente Macedo, eu n?o quis dizer V?, a bab est ouvindo., eu disse, olhando para a cuidadora aodo. A cuidadora assentiu: Sim. Morgana, nervosa, agarrouCse ao bra?o de Adonis: Adonis eu Senhor Tavares, quando for escolher sua secretria, preciso ficar atento. A capacidade de trabalho deve ser prioridade, n?o servir a outros interesses, derou a velho senhor uma voz grave: J ouvi rumores sobre a r??o entre o senhor Tavares e sua secretria n?o ser apenas profissional. melhor colocar ordem na casa para n?o prejudicar a parceria entre as famlias! Adonis sentiu a necessidade de amenizar a situa??o: Entendido. Morgana estava beira das lgrimas, sentindoCse profundamente injusti?ada. olhou para mim ressentimento e, em seguida, para Adonis: Adonis Mas Adonis falou apenas em tom baixo: melhor voltar. Morgana mordeu o lbio, magoada, e saiu correndo. Olhei friamente para Morgana, Homero estava acumndo muita raiva ultimamente, e sempre havia algum que n?o percebia onde estava se metendo. Ao v se afastar, misturaramCse vrias emo??es dentro de mim. Era risvel De fato, essas pessoas intimidam apenas os fracos e temem os fortes. No incio, por eu ser uma rf?, sem pais, dependente da caridade alheia, eles sabiam que podiam me maltratar sem consequncias, sem causar rde. Eu teria que suportar seus insultos, bullying e feridas. E Adonis, ele nunca pensou em me proteger. Ele se preocupava a reputa??o, pesava os prs e contras, e eu era insignificante. Ele odiava que eu o perseguisse, odiava o vnculo matrimonial do qual n?o podia se livrar. N?o foi ele que uma vez, por causa de Morgana, jurou amor incondicional? E agora, para manter a parceria a famlia Macedo, ele deixava Morgana sofrer? Adonis era Adonis, seu amor nunca valeu nada. Barato e volvel. V?, estou me sentindo mal, vou subir, disse, subindo as escadas en?ando um olhar para Adonis. Ele me olhava fixamente, um olhar profundo eplicado. Captulo 70 Usei a desculpa de me sentir mal e sonolenta para entrar sozinha no meu quarto, dispensando a bab, e espiando p jan do segundo andar. Ao ver que n?o havia ningum por perto, troquei de roupa e desci.. Mafalda, sou eu, liguei para Mafalda aps sair da casa dos Macedo. Do outrodo da linha, Mafalda hesitou antes de fr: N?o somos t?o intimas, pode me chamar de senhora. Ah, ro, respondi, um pouco arrogante: Senhora Mafalda, voc conseguiu encontrar Fabrcio? Apertei os olhos. Desmascarar Morgana no banquete foi apenas oe?o. Eu queria, aos poucos, revr a verdadeira face d. ro,e?ando por Fabrcio. Ele est no bar, onde mais esse lixo humano poderia estar? Bebendo todo dia at cair, n?o seio ele ainda n?o morreu de tanto beber, Mafalda resmungou: Estou de olho aqui, voc vem? ro que vou, hoje noite ele n?o vai esquecer, eu disse entre dentes, pegando um txi. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Eue?aria esse Fabrcio, um a um eles v?o pagar! Senhorita Lana, troque de roupa rapidamente, uma voz me chamou de repente. Franzi a testa e me virei para olhar para Ad?nis: Sr. Tavares, o senhor n?o vai ficar at o final da festa? Est indo embora? Para onde? Eu o levo, disse Adonis calmamente. N?o precisa, obrigado, entrei no txi. Ele se apoiou na porta do carro, olhando para mim: Lana, voc est se tornando cada vez mais interessante para mim. Capítulo 71 Captulo 71 O Clube NOITE era a segunda casa de Fabrcio Silva, especialmente aps o episdio Luna Oliva. Ele passava suas noites entre o brilho e as sombras do lugar, quase sem exce??o. Ei, gata, vem c e me d um abra?o, chamou Fabrcio, cercado por seus amigos festeiros, animando o ambiente da s VIP. Tudo bem, continuem a festa, eu vou ao banheiro e j volto, disse ele, tentando abrir a porta da sute particr, mas estava trancada. Cambaleando, ele saiu em dire??o ao banheiro pblico no final do corredor. O silncio reinava no corredor. Mafalda Cruz havia entrado em contato o dono do NOITE mais cedo e, um aviso de Benito Gomes por telefone, o estabelecimento fechou mais cedo, deixando apenas a s de Fabrcio aberta. Eu seguia trajando as roupas que costumava usar, carregando um copo de bebida. Fabrcio j estava visivelmente embriagado. Pega a, toma mais um gole, falei, entregando a bebida em sua m?o. Ele bebeu tudo de uma vez e, levantando os olhos, fixou o olhar em mim. Seu corpo ficou tenso ao me ver: Luna Sorri para ele: Fabrcio, faz tempo, n? O susto fez que ele casse sentado no ch?o, o rosto plidoo cera: Luna n?o me procura, cada um seus problemas. Foi o assassino que te matou, n?o vem atrs de mim. As luzes do corredor se apagaram de repente, deixando apenas um brilho verde no meu rosto. Fabrcio, aterrorizado, recuou e correu para se esconder no banheiro: Luna, n?o faz issoigo, voc est morta, n?o tenho nada a ver isso. Fabrcio voc me fez sofrer tanto Eu n?o empurrei a Morgana Novais, voc viu e ainda mentiu, te odeio C Minha voz saa distorcida e amea?adora. N?o foi a Morgana, e a irm? framigo antes, pediram segredo, para eu proteger o segredo ds e do meu irm?o, n?o minha culpa, o Adonis Tavares que n?o acreditou em voc, vai atrs dele! Se n?o fossem suas mentiras constantes, a Morgana nunca teria me difamado O Adonis Tavares preferiu acreditar na Morgana e n?o em voc, a culpa n?o minha, eu s omiti, mas ele acreditou em tudo o que a Morgana disse, foi que caiu, e quando disse que foi voc, ele acreditou! Com uma risada fria, me aproximei e apertei o pesco?o de Fabrcio: Voc merece morrer. Luna, me deixa em paz C Fabrcio desmaiou de tanto medo. SolteiCo, cuspindo no ch?o, sentindo que quase perdi o controle e o estrangulei de verdade. Arrumei o cabelo e retirel o batom dos lbios. Captulo 71 Hoje, tinha me maquiado para ficar mais parecida a Luna Eu e Lana Batista tnhamos uma semelhan?a, e a maquiagem s refor?ava isso, principalmente na luz fraca, e o Fabrcio bbado, assustClo n?o seria difcil. As luzes se acenderam e a Mafalda apareceu o celr na m?o: Gravei tudo. Olhei para o celr da Mafalda: Bom trabalho. Voc tambm se saiu muito bem, falou, men?ando um olhar cauteloso, mas ramente abda. Devo ter realmente parecido a Luna. Luna, murmurou, logo se rp?s um sorriso sarcstico: J gravei o vdeo, o que voc vai fazer ele? Enviarei para Ad?nis Tavares, ro. Por que ele e Morgana deveriam viver felizes? C Eu disse severidade. Mafalda olhou para mim e assentiu: Certo, vou enviar para ele. Obrigado, eu disse, batendo de leve no ombro de Mafalda: Voc tambm deveria seguir em frente, afinal de contas Eu ainda estava muito viva. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Mafalda franzia a testa e olhou para mim: Voc se mete demais. Suspirei. Quando que iria baixar a guardaigo e reconhecer que eu era a Luna? Capítulo 72 Captulo 72 N?o importa qual seja a sua inten??o, pare de fingir ser a Luna na minha frente. nica para mim, insubstituvel. Ningum pode se passar por . C Mafalda falou uma voz sria. Eu sorri, sentindo um calor no cora??o: Mafalda, quando voc vai acreditar que eu sou a Luna? Mafalda deu uma risada fria: V embora, volte sozinha. Assenti a cabe?a e sa da NOITE. Parada na porta, eu observava a cena na entrada, onde certa vez eu tinha sido intimidada por Adonis Tavares e aqueles homens, assediada por bebados Parecia uma vida passada, mas agora tudo tinha mudado. Clique. C Mal tinha sado da NOITE quando ouvi um barulho. VireiCme cautelosamente e vi uma sombra se movendo rapidamente. Franzi a testa, recuando um sentimento de alerta, meu cora??o batendo mais rpido. Desde que entrei na NOITE, sentio se algum estivesse me observando, e ao sair, a sensa??o persistia. Talvez por j ter morrido uma vez, me tornei mais sensvel. O vento da noite era frio e eu recuei, assustada, aquele sentimento era exatamenteo quando encontrei um assassino na ru da rua Velha. Clique. C Ouvi um barulho vindo do beco, e uma figura alta, vestida uma capa de chuva e segurando um bast?o, apareceu. Recuei, aterrorizada, virandoCme para correr. N?o sei se era o medo, mas minhas pernas estavam pesadas. Luna C Quando estava mais assustada, de repente bati em um abra?o forte. O peito dele subia e descia rapidamente, respirando dificuldade,o se tivesse corrido at ali, preocupado. Content ? N?velDrama.Org 2024. Havia um perfume sutil e agradvel nele, e seu cora??o batia de um jeito reconfortante. Ele me envolveu em seus bra?os e tirou seu casaco para me cobrir: Estou aqui n?o tenha medo. Eu segurava sua roupa for?a, olhei para cima e vi que era Robson N?o fazia ideia deo ele tinha escapado ou de onde tinha tirado aqus roupas Olhei para trs, temerosa, mas o beco estava vazio, sem sinal de ningum. Me perguntei, incerta, aquilo foi uma ilus?o? Por causa do estresse? Robson n?o disse nada, apenas me abra?ou forte, o olhar fixo na dire??o do beco, um olhar gdo. Como voc escapou? C perguntei baixinho. Preocupado voc, Robson abaixou a cabe?a, ajustou o casaco ao meu redor e me puxou p m?o para nos afastarnos. Captulo 72 Seus gestos eram t?o naturais,o se nos conhecssemos h muito tempo. Olhando para as costas de Robson, por que ele me parecia t?o familiar? Onde eu o havia visto antes? Com dor de cabe?a, massageei minhas tmporas e levei Robson para pegar um txi: Por que voc n?o est usando sapatos? Foi ent?o que notei que Robson estava descal?o, feridas abertas nos ps, deixando um rastro de pegadas sangrentas no ch?o. Franzi a testa e segurei Robson: Voc correu at aqui desse jeito, s para me encontrar? Robson abaixou a cabe?a,o uma crian?a que tivesse feito algo errado, sem dizer uma pvra. Suspirei, percebendo que um homem t?o bonito uma express?o de culpa poderia me desarmar em um instante. Naquele momento, senti que meus valores haviam sido abdos, quase me deixando levar por sua aparncia. Venha c, senteCse! C Eu indiquei o ponto de ?nibus para ele. Robson me olhou e relutou. Vai l e senta! C insisti, um pouco mais severa. Robson obedientemente foi e sentou. Sem saber o que fazer, corri at o shopping eprei roupas e sapatos para ele, alm de iodo e curativos. Quando voltei, encontrei Robson ainda sentado obedientemente no banco. Suspirei, olhando para ele. Como algum que sabe fingir t?o bem, poderia realmente ser um assassino? Capítulo 73 Captulo 73 Chovia, e voc n?o sa se proteger? Corri at o banco onde ele estava e o puxel para dentro do shopping para nos abrigarmos da chuva. Voc n?o me deixava Ir Eu esperario para sempre. Seus olhos estavam fixos em mim, cheios del sinceridade. Fiquei paralisada por um momento, sem entender por que minha cabe?a de repentee?ou a doer intensamente. Naquele instante, uma sensa??o de dj vu me envolveu, algo estranhamente familiar. Luna, voc n?o vai me enganar, n? C Ele parecia nervoso, buscando alguma confirma??o. A garoa molhava seus cabelos, e aquele rosto, malditamente sedutor Coloque os sapatos. C Baixei a cabe?a, minha voz rouca, aquele homem realmente parecia um encantador. Provavelmente tinha o dom de conquistar cora??es, por isso at a polcia n?o acreditava que ele fosse um assassino. Fiz Robson sentarCse no banco e cuidei do ferimento em seu p, envolvendoCo cuidadosamente gaze antes de colocar suas meias e sapatos. Ele se apoiava no banco, observandoCme sem se mover, obedienteo um grande cachorro. Eu estava, na verdade, um pouco curiosa sobre qual seria o verdadeiro eu dele. O Tom Macedo lhe procurou para causar problemas depois que acordou? C Perguntei, olhando para ele. Hum C Ele assentiu tristeza, estendendo a m?o para mostrar o hematoma no bra?o, evidncia de uma defesa contra agress?o. Louco C murmurei baixinho, observando seu bra?o: Vamos para o hospital. Robson bn?ou a cabe?a e segurou meus dedos a m?o oposta. Instintivamente, tentei puxar minha m?o para trs, mas ele a segurou for?a. Seus dedos estavam frios, e o lugar onde ele me tocou estranhamente formigava: DeixeCme ir. Robson permaneceu em silncio, segurando meu pulso firmeza. Quando eu estava prestes a explodir de raiva, ele falou: Est doendo Fiquei surpresa por um momento, e de repente, minha irrita??o pareceu se dissipar. Melhor fingir que cedia, para ver que jogada ele tentaria fazer a seguir: N?o parece que voc est tanta dor assim! Se o bra?o estivesse de fato quebrado, ele n?o teria for?as para me segurar. Ele me encarou por um longo tempo antes de finalmente soltar minha m?o: N?o me deixe, n?o me engane novamente. Eu me agachei diante dele, sem saber o que dizer. Ah, que encontro de rivals, hoje o dia em que esse bobo escapou da Famlia Macedo. 12:05 Captulo 73 Era mesmo um encontro de rivais, essa voz s podia ser Belmiro e seu grupo de amigos desajustados, osparsas de Adonis Tavares. Eu olhei friamente para trs e vi que Belmiro tinha trazido uma mulher para fazerpras no shopping, e por azar, nos encontramos. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Ele provavelmente j tinha chamado Adonis. Com todo o escandalo que Morgana tinha causado hoje, Adonis certamente pensaria que foi obra de Robson. Ele confiava tanto em Morgana que devia estar ansioso para encontrar Robson e acertar as contas. Os olhos de Robson tambm esfriaram instantaneamente, adotando a postura defensiva de uma cobra venenosa pronta para atacar, protegendoCme atrs de si. Haha, nos dias de hoje, at um tolo tem uma mulher? C Belmiro zombava, abra?ando a mulher ao seudo: Hoje voc deu azar ao me encontrar. N?o me importa se voc est fingindo ser louco ou tolo Belmiro n?o ousava se aproximar, limitandoCse a fazer amea?as em pblico, pois Robson j tinha quase o matado uma vez. Alm disso, Robson era o principal suspeito de ser um assassino psicopata, e a coragem de Belmiro s ia at ali. Hoje em dia, at os animais conseguem fr? C Eu ri sarcasticamente, provocando deliberadamente: Robson, j que voc um louco, que tal aproveitar a oportunidade para acabar ele? Belmiro empalideceu de medo, recuando instintivamente e se escondendo atrs da mulher. Robson me olhou, um olhar t?o srio quanto poderia ser: Certo! Ent?o, seu olhar se voltou para Belmiro, frio e feroz,o se j estivesse vendo um morto, causando arrepios. Belmiroe?ou a tremer: Voc, sua louca o que voc est dizendo?! Capítulo 74 Captulo 74 Robson, mateCo. C Eu continuava a ati?ar o fogo, mas na verdade estava agarrando o bra?o de Robson for?a, temendo que ele realmente avan?asse e ferisse algum. Robson deu um passo frente, mas eu o segurei, e ele se virou para me olhar. Belmiro j estava as pernas bambas de medo, gritou e virouCse para correr, mas assim que chegou porta, viu Adonis entrou cerca de uma dzia de seguran?as. Em um instante, Belmiro recuperou a coragem ee?ou a fr a voz trm: Aquele louco est ali! Adonis, leveCo imediatamente para o sanatrio, d um jeito nele. Eu olhava cautelosamente para Adonis e seus seguran?as, avan?ando para colocar Robson atrs de mim: Em plena luz do dia, o que o Sr. Tavares est pensando em fazer? Abusar do poder? Adonis acendeu um cigarro e men?ou um olhar de esguelha: Saia do caminho. Em seus sonhos. C Eu o encarei friamente. Adonis deu uma tragada profunda em seu cigarro, fechou o isqueiro e se virou para os seguran?as: LevemCno embora. Adonis, esta uma sociedade de leis. Voc acha que pode simplesmente levar algum embora assim? Voc consultou as leis? C Defendi Robson, alertando os seguran?as meu olhar. Leis um louco que mata sem pestanejar. Mesmo que eu o mate, estarei fazendo um favor ao povo. C Adonis deu um passo frente, sua voz cheia de dio: Da mesma forma que ele tratou Luna, eu lhe retribuirei cem vezes pior. Voc acha que tem o direito de fr assim? C Eu o empurrei um sorriso frio. E voc? Como voc tratou a Luna? LevemCno embora! C Adonis estava determinado. Eu estava preocupado, sabendo que Adonis estava fazendo isso por Morgana. Parecia que Mafalda ainda n?o havia enviado o vdeo de Fabricio para Adonis. Adonis, n?o matClo o n?o dormir em paz. Morgana ainda est grvida de seu filho, e o filho a coisa mais importante. C Belmiro agitou a situa??o. Adonis ficou irritado: Cale a boca. Belmiro parou, confuso. Ad?nis! C Quando os homens de Ad?nis tentaram agarrar Robson, Robson se defendeu bem, mas era dificil contra tantos. Obviamente, Adonis j tinha experincia em pegar Robson; cinco ou seis homens n?o eram preo para ele, precisava de mais. Adonis, solteCo! C Tentei impedir que levassem Robson, mas Adonis obviamente n?o me ouviria. Adonis ignorou meus apelos e mandou levar Robson. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Adonis, voc n?o quer saber quem realmente matou Luna? C Eu gritei para ele. Adonis parou e se virou para me olhar: Foi esse louco. Foi voc. C Eu falei entre dentes, cheio de rancor. O olhar de Adonis para mim eraplexo, ele franziu a testa: N?o vou perdoar ningum que machucou Luna. Achei sua dera??o um tanto irnica: E voc mesmo? N?o deveria ser dcerado? Adonis se aproximou, olhando para baixo em minha dire??o, sua presen?a era opressiva. Eu ainda sentia medo dele subconscientemente e recuei um passo. N?o tente me provocar. Mesmo que voc fale Homero Macedo, hoje eu n?o vou deixClo ir. C Adonis estava os olhos vermelhos,o se estivesse desesperado. Desafiar a Familia Macedo, a situa??o atual da Familia Tavares, s vai resultar em perdas para ambos osdos. Eu ameacei, rangendo os dentes. Voc acha que eu me importo? C Ele riu friamente: Voc sabe o que esse louco fez minha esposa? Esposa? Eu franzi a testa. Morgana? Hah Se Robson machucou Morgana ou n?o, mesma sabia melhor. Mesmo que custe tudo, quero que ele sofra terrivelmente. C A voz de Adonis tremia,o se ele estivesse realmente furioso. Sr. Tavares, tenho um vdeo aqui que voc vai achar bem interessante. Quer dar uma olhada? C Na entrada do shopping. Mafalda entrou correndo, ofegante. Eu tinha enviado a localiza??o para , e n?o esperava que chegasse t?o rpido. Capítulo 75 Captulo 75 Avancei para proteger Robson, observando caut aqus pessoas. Adonis franziu a testa, sua express?o n?o era nada boa: Mafalda, que truque esse agora?. O qu, voc est medo de ver? N?o quer descobrir se sua Morgana humana ou um espectro? C Mafalda zombou, pegando seu celr e mostrando aquele vdeo. Era Fabrcio caindo no ch?o, gritando de medo para n?o procurClo, para procurar Adonis, e a grava??o mostrava que n?o fora Luna quem empurrara Morgana escada abaixo. A express?o de Adonis se fechou, ele permaneceu sombrio o tempo todo. Eu o observei atentamente, tentando encontrar em seu olhar um tra?o de culpa ou panico, algo que me desse a satisfa??o da vingan?a. Mas n?o havia nada Adonis parecia incrdulo o vdeo. Ir?nico Eu ri internamente, subestimando o amor de Ad?nis por Morgana! Mas tudo bem, era s oe?o! Mafalda, sei que voc desdenha a Morgana, mas recorrer a esses mtodos n?o um tanto vil? C Adonis falou uma voz profunda. Mafalda riu: Ah ? Retirando o celr, Mafalda olhou para Adonis raiva: Voc desprezvel, quero ver at quando vai defender Morgana. Alis, os dados do celr da Luna foram corrompidos durante a recupera??o. Quem teria tanta influncia para destruir evidncias sob custdia policial, diretamente das m?os dos ticos? C Mafalda encarou Adonis: Sua Morgana n?o uma pessoaum. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Mafalda, voc realmente acredita no que est dizendo? humana, uma rf? adotada. N?o diga que poderia interferir a polcia, nem mesmo a Familia Novais conseguiria! C Adonis olhou para Mafalda fria: Eu falhei Luna, n?o vou deixar impune quem a machucou, mas n?o vou fazer de Morgana uma bode expiatrioo voc! Adonis, v para o inferno. C Mafalda insultou e, virandoCse para mim e Robson, disse, Eu j chamei a polcia. O que vocs est?o fazendo sequestro ilegal. Ele se entregou voluntariamente, um suspeito transtornos mentais e sem evidncias de um crime, a polcia nem tem direito de detClo. Est pensando em fazer justi?a as prprias m?os? Eu recuei, protegendo Robson caut: Adonis, voc repugnante Adonis me olhou a testa franzida, pensativo. Mafalda men?ou um olhar indiferente: Voc viu, ele acredita cegamente em Morgana. uma pena por Luna. Mafalda se virou novamente para Adonis: Quando o contedo do celr da Luna for recuperado, quero vero voc vai defender Morgana. Captulo 75 Eu n?o disse nada, apenas peguei a m?o de Robson e nos afastamos. Robson olhou friamente para Adonis antes de se virar para mim e fr em tom grave: Eu nunca Eu fiquei confusa, olhando para trs. O que ele nunca faria? Eu nunca vou desacreditar de voc, sempre vou confiar em voc incondicionalmente. Robson falou com seriedade. Naquele instante, sua express?o, olhar, a maneirao falou era t?o srio que quase me afogava. Respirei fundo, abaixei a cabe?a e sorri amargamente, incrd por um momento que poderia acreditar nas pvras de algum transtornos mentais. Adonis apareceu seus homens, parecendo querer nos deter, mas Benito tambm apareceu seu grupo, e Adonis teve de desistir. Quando passei por Benito, tive vontade de chamClo de Oficial Benito, mas me contive. Benito olhou para mim tambm e depois para Robson: Voc o responsvel por ele? Assenti a cabe?a. Robson parecia satisfeito, orgulhosamente me imitando. Eu estava um tanto resignada, apertando um pouco mais a m?o em torno de seu pulso. Benito checou o relgio: Onde ele esteve ontem e durante o dia de hoje? Eu sempre estive na Famlia Macedo, a Famlia Macedo tem vigilancia, o que pode garantir que que eu disse verdade. C Eu respondi pergunta do Benito. tudo o Benito assentiu a cabe?a: Est certo, nessa situa??o dele, voco responsvel tem que ficar de olho, n?o pode deixar ele sair por a sem rumo. Capítulo 76 Captulo 76 Certo. C Eu assenti a cabe?a e puxei Robson para andar: Voc fugiu,o vai voltar para casa? A bab disse que o Tom est te procurando, se ele te pegar, vai te bater de novo. Robsone?ou a fazer uma express?o de pena, me abra?ou por trs e disse voz chorosa: Eu apanho muito, di demais. Fiquei sem saber o que fazer diante daqu situa??o. Como lidar algum assim? Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Enquanto pensava em encontrar um lugar para ele ficar, o carro da Famlia Macedo parou na beira da estrada. Quem desceu foi o assistente do Homero. Elen?ou um olhar significativo para Robson e se curvou educadamente: Jovem senhora, hora de voltar para casa. Dei uma risadinha internamente, essas pessoas sabem seportar em pblico. Jovem senhora Ser que algum da Famlia Macedo a tratava assim? Seu Andr O senhor est bravo? N?o foi o senhor que quis sair, o senhor fez isso para me proteger. Ser que o senhor poderia dizer algo para ajudar? C Pedi cuidado, em nome de Robson. Mesmo sabendo que ele seria tratado de forma desumana ao voltar. O Sr. Tometeu um erro no trabalho, o patriarca o enviou para o exterior para cuidar de um projeto l. Ele partiu s trs da tarde, por um perodo de trs meses. C Andr disse uma express?o neutra. Aquilo me aliviou um pouco. Pelo menos nos prximos trs meses as coisas seriam mais tranqus. Quanto ao patriarca, ele est envelhecendo e sua sade j n?o mais a mesma, precisa descansar regrmente no Sanatrio Labirinto. C Andr falou novamente. Fiquei surpresa por um momento e desconfiada. Parecia que Andr n?o estava apenas me informando, e ele n?o tinha motivo para fazer isso. Mas por que ele estava insistindo em me contar isso? Olhei para Robson, que me olhava inocentemente. Estava ro que n?o era para ele. Ser que era para acalmClo e fazClo voltar sem resistncia? Talvez. Amanh? dia de homenagear os ancestrais, o patriarca j voltou para a casa ancestral. Devemos partir agora, s?o trs horas e meia de viagem. Vamos entrar no carro. C O assistente abriu a porta do carro para mim e Robson. Estranho tamanha gentileza. Ergui o queixo, assumindo a postura de uma dama da alta sociedade, aproveitando a oportunidade para impor um pouco de respeito por causa do pequeno ser que carregava. Robson me olhou e somu, um sorriso que era realmente de tirar o f?lego. Capitulo 76 Desviei o olhar, p primeira vez entendi profundamente o significado da express?o de tirar o f?lego. E, surpreendentemente, foi em um homem que vi isso. Essa volta para casa para homenagear os ancestrais , principalmente, para pedir aos nossos antepassados da Familia Macedo que aben?oem seu filho para que nas?a saudvel e sem problemas. C Dentro do carro, Andr explicou mais. Ainda estava surpresa. A Famlia Macedo estava t?o preocupada meu filho? Mas, conhecendo a Famlia Macedo e seu jeito peculiar, preferi n?o especr. Encostada na jan do carro, olhando as luzes da cidade pelo vidro, minha mente estava cheia das imagens de Adonis protegendo Morgana. Se fosse antes, meu cora??o doeria at a asfixia, mas agora, s sentia nojo. Que ele continue protegendo, vamos ver at quando. N?o conseguia entender o que havia me cegado antes para me apaixonar por um homem assim. Foi por causa do acidente de carro, quando ele me salvou do fogo? Minha cabe?ae?ou a doer novamente, imagens do acidente surgindo em minha memria a pessoa que me salvou por que n?o p?recia ser Adonis? Ser que at as lembran?as podem nos enganar? Talvez por causa do silncio no carro, a dor de cabe?a me fez sentir sono. De repente, senti o Robson estender a m?o e cuidadosamente colocar a m?o sob minha cabe?a, protegendoCa,o se temesse que eu batesse a cabe?a no vidro do carro os svancos. Jovem mestre, o momento est prximo. Hm. De repente, ouvi Andr fndo, mas j n?o conseguia entender, o sono pesado me venceu e eu adormeci. Capítulo 77 Captulo 77 Eu n?o sabia quanto tempo tinha dormido, mas ao acordar, percebi que a m?o do Robson ainda estava sob minha cabe?a. Esfreguei a testa e olhei confuso para Robson. Ele tinha me apoiado durante todo o caminho? Mais de trs horas Esse cara ingnuo ou est fingindo? Onde estamos? C eu perguntei baixinho. Mans?o Macedo, sussurrou Robson, segurando minha m?o um ar de medo. Ah, esses olhos tristes, lindos e profundos sempre conseguem despertar o desejo de prote??o nas pessoas. Content ? N?velDrama.Org 2024. Fica tranquilo, estou aqui voc, eu disse, dando um tapinha na m?o de Robson, mesmo estando assustada tambm. Que tipo de casa antiga essa, toda cercada por montanhas selvagens? Parece t?o desda. E as luzes acesas meiaCnoite, parece uma cena de filme de terror Engoli em seco, tomei coragem e, segurando a m?o de Robson, samos do carro. Senhor e senhora, por aqui, por favor. C Andr estava esperando na porta. Apertei a m?o de Robson for?a e caminhamos em dire??o ao velho. O patriarca estava em frente a um altar, queimando incenso, provavelmente pedindo a prote??o de seus antepassados. No altar, vi o nome do filho mais velho do patriarca, o pai de Robson. Mesmo sendo um filho ilegtimo, ele ainda era filho do patriarca. Robson ficou olhando para aquele altar uma express?o vazia. Olhando mais de perto, vi que, aodo do nome de Ciro Macedo, havia outro nome, Nazario Macedo, que devia ser oo mais velho do patriarca. Dizem que toda a famlia morreu em um acidente de carro, eram as esperan?as e os sucessores cuidadosamente escolhidos pelo patriarca. Quanto a Tom, ele era o filho em quem o patriarca menos acreditava no incio; era irresponsvel, indisciplinado e bobo, definitivamente n?o era o melhor sucessor. Mas, ironicamente, houve uma tragdia, e a famlia do filho mais velho morreu naquele acidente. Agora, o patriarca s tinha Tom, um filho que n?o lhe trazia orgulho e n?o poderia ter descendentes. Para o Sr. Homero, um homem de pensamento tradicional arraigado, a falta de herdeiros era um grande problema. Como ele poderia permitir o fim da linhagem Macedo? por isso que Robson e eu estvamos ali. Nossa identidade e nosso papel na familia Macedo eram instrumentos para garantir a continuidade da linhagem. Capitulo 77 Venham, queimem o incenso, disse o patriarca, depois de terminar suas ora??es, voltandoCse para Robson e para mim. Peguei o incenso e ofereci a Robson, mas ele n?o o pegou, continuando a olhar para o altar. Dava para perceber que ele estava cheio de ressentimento Sentindo uma emo??o indescritvel e temendo a repreens?o do patriarca, aproximeiCme e sussurrei: Robson, queime o incenso. Robson finalmente olhou para mim, sua voz rouca ao fr: Todos vocs s?o mentirosos. Eu fiquei at?nito, vendo a profunda decep??o em seus olhos. Todos s?o mentirosos? O que Lana tinha mentido para ele? E esse tal de Ciro? Queime o incenso. C Apesar de saber que Robson estava relutante, eu ainda o conduzi para frente para queimar o incenso. O acidente C Ele colocou o incenso no incensrio e me olhou, hesitante em dizer mais. Esperei um pouco, mas ele n?o continuou, ent?o n?o perguntei mais nada. Eu entendia a dor causada por um acidente de carro, pois meus pais tambm morreram em um. O patriarca pareceu satisfeito a obedincia de Robson, n?o importava se era por minha influncia, pelo menos ele estava agindoo um ser humano. D para ver que Fbio gosta muito de voc e est disposto a ouvir o que voc diz, Centou o patriarca. Eu abaixei a cabe?a, ouvindo em silncio. est Se voc conseguir contrr, melhor ainda, continuou o patriarca, bn?ando a cabe?a: Agora que grvida, carregando o sangue da familia Macedo, voc pode ser considerada uma herona para ns. Se der luz um menino, terei cumprido meu dever para os ancestrais da familia Macedo. Capítulo 78 Captulo 78 Eu abaixei a cabe?a, mantendoCme cda. Que tipo de pensamento era esse, no qual uma filha n?o seria mais considerada parte do sangue da Famlia Macedo? O patriarca acendeu um incenso e partiu, deixando o assistente nos guiar, a mim e a Robson, para descansar. No caminho, Robson segurou minha m?o o tempo todo. Eu pensei que ele estava apenas fazendo pose e tentei me soltar, mas n?o consegui. Tem fantasma nessa casa velha, disse Robson, olhando para mim de repente. Um cfrio percorreu minhas costas, e instintivamente me escondi atrs de Robson, agarrando seu bra?o for?a: Voc est querendo assustar quem Eu, que j tinha morrido uma vez, de fato tinha mais medo de assombra??es. Robson sorriu de canto e n?o disse mais nada, apenas permitiu que eu abra?asse seu bra?o enquanto continuvamos caminhando. Quando chegamos em frente a uma casa antiga, ele falou: Nosso beb, seja menino ou menina, o importante que esteja saudvel. Eu o olhei desconfian?a; ele estava agindo cada vez maiso uma pessoa normal. Normal ao ponto de ser anormal. Cric. C De repente, a porta da casa se mexeu, e eu, assustada, apertei seu bra?o ainda mais forte, sem coragem de olhar ao redor. Robson me levou para dentro do quarto e acendeu a luz. A fia??o da Mans?o Antiga na montanha n?o estava boa, a luz piscava constantemente, e o quarto tambm estava velho e desgastado pelo tempo, ramente desabitado h anos. Isto aqui foiprado por uma equipe de filmagem para fazer um filme de terror,entei, olhando ao redor, e perguntei a Andr: E o meu quarto? O assistente olhou para Robson e falou baixinho: Senhora, tem certeza de que n?o quer dormir no mesmo quarto que o jovem senhor? O quarto aodo o seu, mas, anos atrs algum se suicidou l dentro. Respirei fundo e fui diretamente para o quarto de Robson, apontando para o quarto onde algum tinha morrido: Voc dorme naquele. Estou medo, disse Robson uma express?o de pena. Sem alternativa, tive que dormir no mesmo quarto que ele, e s havia uma cama. Como est frio na montanha, murmurei baixinho. Robson n?o disse nada e se deitou ao meudo, me abra?ando: Assim est mais quentinho. Eu queria recusar, mas parecia de fato mais quente assim, ele estava t?o quente. Content ? N?velDrama.Org 2024. A Famlia Macedo era originalmente uma famlia de curandeiros quee?ou uma clnica e uma farmcia. Depois, foram os primeiros a se aventurar nos negcios e, ao longo das gera??es, acumram 12:06 Capitulo 78 uma grande riqueza. Essa casa antiga a residncia ancestral da Famlia Macedo, e todos os que partem s?o enterrados aqui, Robson falou baixinho. C Eu s sentia um frio passando por todos osdos, ent?o essa casa antiga era um cemitrio da Famlia Macedo. *N?o tenha medo, eu vou te proteger. Robson apertou minha m?o mais firmeza, e passou a noite tranquilo, apenas me abra?ando para nos aquecermos, sem nenhum outro movimento. Eu n?o sabia se era o cansa?o, mas acabei dormindo sem nenhuma preocupa??o. E dormi muito bem. Foi um rxamento que eu nunca tinha sentido antes Desde que meus pais morreram em um acidente de carro, eu raramente tinha tido um sono t?o profundo. Na manh? seguinte. Quando acordei, j n?o havia ningum ao meudo, Robson tinha sumido. Eu me sentei um pulo, sa da cama e corri para procurClo; ele estava no jardim, banhado p luz do sol, de uma forma que eu n?o conseguia tirar os olhos de cima dele. Precisamos voltar logo para a Cidade Labirinto, aconteceu algo a Famlia Macedo, -o assistente se aproximou e falou baixinha. O que aconteceu?, meu cora??o se apertou. O Sr. Tom teve um problema foi assaltado m?o armada no campo, est gravemente ferido e em coma, lutando por sua vida. Tememos que ele tenha dificuldade para acordar, disse o assistente, lan?ando um olhar involuntrio na dire??o de Robson. Robson permaneceu impassvel, uma express?o em seu rosto que n?o revva nenhuma emo??o. Capítulo 79 Captulo 79 Ah, isso seria o que chamamos de castigo divino? Deixando dedo se o Robson era ou n?o o assassino, se merecia ou n?o o que aconteceu, & Tom, esse escroque, merecia ficar inconsciente. O velho j est apressado para voltar, C a assistente falou novamente. Robson n?o disse nada, apenas olhou para mim. Eu estava distrada, sentindo que tudo isso era coincidncia demais: Vamos voltar. A Famlia Macedo tinha perdido mais um. Agora, Homero n?o tinha mais um filho intil e infrtil, s restava Robson, oo louco e tolo, e a crian?a que eu carregava em meu ventre. Eu n?o sabia o que isso significava para Robson, se era bom ou ruim. Homero estava ficando velho, e a empresa da Famlia Macedo j n?o podia mais aguentar turbulncias. Tom era um imbecil, incapaz de liderar o crescimento da empresa, maso era o nico filho do patriarca, tinha mantido o Grupo Macedo em suas m?os ipetentes por todos esses anos, que por fora parecia forte, mas por dentro j estava fraco. medida que Homero envelhecia, o futuro da famlia Macedo e do Grupo Macedo se tornava incerto. Sem uma lideran?a ra, os lobos internose?ariam a se manifestar, prontos para lutar pelo poder. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. A crian?a em meu ventre ainda era pequena, e n?o se sabia se nasceria bem, nem se Homero viveria o suficiente para v crescer e assumir os negcios. Parecia que os tempos de mudan?a estavam chegando para a familia Macedo. No carro, olhei para o Robson. Fiquei pena dele. Se ele n?o fosse louco, sua inteligncia e mente brilhante, quase insana, certamente poderia levar o Grupo Macedo a novos patamares. Depois de algumas horas, finalmente retornamos Cidade Labirinto. Naquele dia, de repente,e?ou a chover. Sentada no carro, eu observava as pessoas que passavam correndo p jan, a vis?o vagando. Sempre tive medo de chuva, pois meus pais morreram em um acidente de carro em um dia de chuva torrencial. Eu temia trov?es, chuva, lugares escuros e fechados. Sempre quis que algum me abra?asse quando eu estivesse medo, queria que Adonis me abra?asse quando eu estivesse medo. Infelizmente, ele s sabia jogar sal em minhas feridas, pisar em mim e me fazer sofrer. BOOM! C De repente, um raio cortou o cu, e o som do trov?o me fez ficar rgida ee?ar a tremer. O tempo estava exatamenteo naquele dia em que eu tinha dezoito anos o dia do acidente de meus pais. 12:07 Captulo 79 Minha respira??o ficou dificil e meu corpo tremeu involuntariamente. Chegamos, senhor, senhora, disse o assistente, abrindo a porta para que eu sasse. Tentei parecer normal, mas a cada estrondo de trov?o, meu corpo se encolhia involuntariamente. Robson saiu do carro, veio at mim e me cobriu seu casaco: N?o tenha medo, a chuva n?o vai te molhar. Fiquei surpresa por um momento, olhando para o Robson segurando o guardaCchuva, minha respira??o parou. Por que ele me dava uma sensa??o t?o estranhamente familiar? Ser que ele fazia parte daqu parte da minha memria que eu havia perdido? Ou eu estava desenvolvendo a sndrome de Estocolmo, sentindo afei??o por algum que poderia ter me matado? Luna, n?o tenha medo, sua voz era baixa, rouca e magntica por causa de um ferimento na garganta, o que surpreendentemente me deu uma sensa??o de estabilidade e conforto. Sa do carro e fiquei embaixo de seu guardaCchuva. Antes, a voz de Robson me assustava, mas agora me tranquilizava, e isso me deixou em panico. Se isso continuasse, ele faria umavagem cerebral em mim? A chuva batia no guardaCchuva e eu o observei por um longo tempo. Robson permaneceu em silncio, apenas olhando para mim calma. O velho foi para o exterior e por enquanto ningum vai nos iodar ou te machucar, C eu disse baixinho. Com isso, amanh? eu teria quee?ar a cuidar dos meus prprios assuntos. Eu tinha que descobrir a verdade, encontrar os cmplices de Robson. Ele n?o disse nada, apenas segurou o guardaCchuva e minha m?o, levandoCme de volta ao quarto. Capítulo 80 Captulo 80 Boa noite. C Mesmo depois do acidente Tom, eu estava me sentindo bem encei um boa noite C para o Robson. Seus cabelos estavam midos, a pele plida contrastando o casaco preto, tornando seu rosto ainda mais delicado, mas envolto em um mistrio insondvel. Fiquei parada na porta,nceiClhe um olhar e entrei no quarto, fechando a porta atrs de mim. O quarto que a Famlia Macedo havia preparado para mim era espa?oso, a cama macia e o ambiente agradvel, mas me sentia isda. Era o pequeno quarto do Robson que, estranhamente, me transmitia uma sensa??o de seguran?a. Fiquei surpresa meus prprios pensamentos; sem perceber, eu estavae?ando a ver o Robson outros olhos. Mas eu sabia que ele era um assassino! EncolhiCme na cama, assustada os relampagos e trov?es, e agora, ainda mais apavorada a empatia que sentia crescer por Robson, o assassino. De repente, um relampago estourou diante de mim Ai C Gritei assustada, encolhendo minhas pernas, respirando dificuldade. Robson volta para o orfanato e me espera, seja obediente. Luna, eu vou esperar por voc, se voc n?o vier eu n?o vou embora. Luna, voc prometeu que ia me procurar, eu vou estar no orfanato esperando. As imagens do dia do acidente voltaram minha mente, familiares e ao mesmo tempo estranhas. Raios e trov?es. C O som do trov?o veio de fora. LevanteiCme assustada e corri para fora. N?o sabia por que estava correndo, mas quando dei por mim, j tinha aberto a porta do quarto. Ai! C Uma m?o grande agarrou meu pulso, puxandoCme e pressionandoCme contra a parede, num beijo repentino. O quarto estava escuro, n?o via nada, mas eu sabia que Robson estava ali, dodo de fora. N?o podia ver o rosto dele, s sentia a respira??o. Parecia que ele tambm estava assustado, me beijando desesperadamente,o se tivesse desabafando. Tentei empurrar for?a, mas n?o conseguia, meus olhos ardiam em lgrimas. Mentirosa Ele continuava a desabafar, me chamando de mentirosa: Voc me mandou voltar e esperar. Afasta de mim C Empurrei for?a, dei um tapa nele e encostei na parede, respirando ainda mais rpido. 12:07 Capitulo 80 Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. N?o sei por que, mas de repente me sentipletamente injusti?ada. Ele parecia abandonado, parado all, cabisbaixo, som dizer uma pvra. Instintivamente quis consolClo, surpresa por querer fazer isso. O que estava acontecendoigo? Raios e trov?es. C O estrondo do trov?o era ensurdecedor, e meu corpo se moveu involuntariamente pros bra?os do Robson, onde eu chorei ainda mais alto.. Naquele momento, a sensa??o de injusti?a transbordoupletamente, Desde a morte dos meus pais num acidente de carro at agora, tudo parecia um sonho. Robson endureceu por um instante, depois levantou as m?os devagar e me abra?ou forte. Ele n?o disse nada, mas eu podia sentir o corpo dele tremendo. Luna n?o importao voc mude, eu vou te encontrar, me desculpa Eu n?o vou deixar que nada mais te machuque. Robson apertou os bra?os em volta de mim, a voz tremendo. Encostei nele, desejando p primeira vez me entregarpletamente ao abra?o de algum. Estou medo dos trov?es, por favor, fica aquiigo essa noite. C Falei baixinho. Talvez por eu ter tomado a iniciativa, ele parecia surpreso e honrado. Ai! C De repente ele me levantou nos bra?os, e eu, assustada, agarrei no pesco?o dele. Ele tinha for?a para me levantar um s bra?o Como podia ser t?o forte? Parecia t?o magro e frgil, mas sem a roupa era bem musculoso. Ele me colocou na cama e pegou uma toalha morna para limpar minhas m?os e ps. Com a luz fraca do abajur, eu apenas o observava. Ele era um assassino. Se ele realmente tivesse matado a mim e tantas outras mulheres, mesmo que a lei n?o o punisse, eu n?o hesitaria eu mesma faria justi?a. Capítulo 81 Captulo 81 Robson, voc j matou algum? Sob a luz tnue, sussurrei a pergunta. Ele hesitou por um momento, ergueu a cabe?a para me encarar um olhar ardente, sem responder, mas tambm sem negar. Vamos dormir. C Ele levantou o cobertor, convidandoCme a me aconchegar. Hesitei, mas acabei me enfiando debaixo do cobertor. A chuvae?ou l fora e estava um tanto frio dentro de casa; detesto frio Quando faz frio, sinto todos os msculos do meu corpo se tensionarem,o se eu fosse tremer. Eu entendo que sou uma pessoa extremamente carente de seguran?a e afeto. Por falta de amor, foi que durante todos esses anos nutri um carinho t?o grande por Adonis Tavares. Eu amava Adonis, talvez apenas para preencher o vazio do meu cora??o. Afinal de contas, todos somos egostas. N?o existe quem seja t?o altruista a ponto de ter olhos e um cora??o voltados apenas para uma pessoa, vivendo exclusivamente por . Assimo Adonis Tavares, que se mostrava t?o apaixonado por Morgana, mas mesmo assim fez tantas coisas repugnantesigo. Lembrar de tudo aquilo realmente repugnante Robson foi tomar um banho, e atravs da porta de vidro fosco do banheiro, podiaCse ver uma luz amarda. Durante o tempo que convivemos, percebi que Robson gosta de ficar imerso na banheira. Muitas vezes, fiquei preocupada de que ele pudesse se afogar. E dessa vez n?o foi diferente. Enquanto eu lutava contra o sono, ele n?o mostrava nenhum sinal de que sairia. Robson? C Por algum motivo,ecei a temer que algo tivesse acontecido a ele l dentro. Relampagos cortavam o cu, e o quarto parecia ainda mais vazio. Ele continuava no banheiro sem fazer barulho algum. Levantei e bati na porta para ver se estava tudo bem. Sem resposta,ecei a ficar medo. Medo de que ele estivesse morto? Maso um assassino poderia morrer t?o facilmente? Robson? C Com impeto, abri a porta do banheiro e prendi a respira??o. O vapor do banho ainda pairava no ar enquanto ele permanecia encolhido na banheira, aparentemente adormecido. Talvez ele nunca tivesse tido a inten??o de dormirigo. Naqueles dias em que ficamos presos no st?o, ele tambm tinha o costume de dormir na banheira. Capitulo 81 Vai dormir na cama. C AproximeiCme e puxeiCo levemente. Ele n?o se mexeu, apenas encolheuCse mais. Algo estava errado, e ao tocar sua cabe?a, percebi que ele estava febre. Robson? C Fui acender a luz e preparar gua quente para um ch, procurando por remdios para gripe. Luna Ele parecia delirar, repetindo o nome Luna. Content ? N?velDrama.Org 2024. Mentiroso Eu estava sem rea??o. Por que ele continuaya chamando Luna de mentirosa? O que Lana tinha feito para enganClo? Como eu te enganei? C perguntei baixinho. Eu queria saber o que tinha acontecido entre Robson e Lana. Embora eu tivesse algumas das memrias originais, s n?o erampletas. Voc disse para eu esperar por voc no orfanato um grande incndio. Luna eu tenho que esperar por Luna, n?o posso ir. Eu tenho que esperar por Luna Franzi a testa, sem entender, e inclineiCme para ouvir melhor. Mas assim que me aproximei, ele abriu os olhos. Fiquei paralisada, e meu cora??o pareceu parar. N?o era a primeira vez que reconhecia sua beleza; aqueles olhos realmente podiam arrebatar uma alma. Meu corpo ficou rgido, e embora tentasse explicar, abri a boca sem conseguir fr. Ele me olhou de forma turva por um momento e, levantando a m?o, segurou minha cabe?a e me beijou. Talvez por causa da febre, seu toque estava quente Voc C Com um esfor?o tremendo, consegui afastClo e me sentei, confusa, no ch?o, olhando para ele. Ele se sentou na banheira, vestindo apenas suas cal?as de dormir, e passou a m?o pelos cabelos ainda midos, ajeitandoCos para trs, antes de tomar o remdio que lhe ofereci. Capítulo 82 Captulo 82 Olhava para ele uma sensa??o inexprimvel, ele era t?o obediente assim? Ser que ele atenderia a qualquer coisa que eu dissesse? N?o se mova, vou secar seu cabelo. C Peguei o secador eecei a secar, e ele realmente ficou quietinho sentado na banheira, parecendo muito obediente. Eu estava desconfiada e decidi testar mais uma vez: Hoje noite voc dorme no ch?o, eu durmo na cama. Robson olhou para trs, seus olhos eram inocentes e extremamente cativantes. Pensei que ele fosse se opor, mas ele assentiu a cabe?a: Tudo bem. Voc concorda tudo o que eu digo? C perguntei. Robson assentiu. E se eu pedisse para voc se matar, voc tambm concordaria? C perguntei curiosa. Seu corpo travou por um momento, ele n?o olhou para trs, apenas assentiu. mesmo um louco. C Murmurei baixinho e levanteiCme para sair: Vamos, saia e v dormir, na cama, mas sem bagun?a. DeiteiCme na cama e demorou bastante at que ele sasse. Ele se aproximou da cama, hesitou, mas ainda assim decidiu abra?ar o travesseiro e nejava dormir no ch?o. O ch?o est frio, durma na cama. C falei enrda no cobertor. N?o posso C ele disse de cabe?a baixa, recusando. Por qu? C perguntei sem entender, afinal nos primeiros dias aps meu renascimento, ele dormiu comigo, e agora j tnhamos at filhos que puritanismo era aquele? Eu te machucaria C Robson falou baixinho. O qu? Eu tenho um desejo muito forte por voc. C ele foi bem direto. C Fiquei sem rea??o e apertei o cobertor mais for?a: Ent?o durma no ch?o. Talvez fosse a presen?a de algum aodo da cama. Aqu noite, dormi muito bem. Quando acordei, j era quase meioCdia. Robson ainda estava no ch?o e parecia estar febre ainda mais alta. Toquei sua testa e corri para fora em panico: Empregado, onde est o empregado? Chame o mdico. Robson estava doente, e seriamente, ficou desacordado por muito tempo sem acordar. Eu me sentia culpada, por tClo feito dormir no ch?o na noite anterior Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Captulo 82 Mas parecia que ele era obediente demais, tendo realmente passado a noite inteira no ch?o. Sentada no sof, esfreguei a testa distrada. O celr tocou e demorei para reagir. Alo? Sou eu. C Quem estava ligando era a Mafalda. Fiquei surpresa e me endireitei: Mafalda. Mais algum teve problemas. C Do outrodo da linha, a voz da Mafalda estava rouca. Quem? Morgana? C Perguntei caut.. Se o motivo do assassino eram meninas rf?s adotadas usando vestidos vermelhos, ent?o s restava Morgana para ser a vtima. N?o . C Mafalda parecia cansada: Esse Robson, ele esteve voc recentemente? Ontem de manh?, um corredor noturno encontrou o corpo de uma mulher perto do Rio Branco, tambm vestida com um vestido vermelho, pele plida, e ainda n?o conseguimos identificar quem . Ele estavaigo o tempo todo, n?o tem nem celr C Olhei para cima, ele estava febre alta, tinha ficado inconsciente a noite toda, sob minha vigilancia, era impossvel que tivesse sado para matar. Se n?o o serial killer que continua matando, ent?o algum est deliberadamente imitando o crime. C A voz de Mafalda estava cansada: Mas de qualquer forma, o assassino n?o foi levado justi?a, n?o importa se o Robson ou n?o, provavelmente n?o vai parar por a, Morgana realmente a nica pista que temos, mas Adonis, aquele idiota, a est protegendo demais Eu sabia que Adonis estava protegendo Morgana t?o bem que nem mesmo a polcia poderia usar Morgana para resolver o caso. Isso tornaria muito mais difcil solucionar o caso. N?o sei qual o seu objetivo, mas agora precisamos fazer Adonis desistir de Morgana primeiro, e ent?o usar Morgana para capturar o assassino por trs disso, caso contrrio, mais pessoas poder?o ser vtimas. C A voz de Mafalda estava rouca. Desde a minha morte, parecia estar obcecada em capturar o assassino. Eu sabia que se odiava por n?o ter conseguido me proteger. Capítulo 83 Captulo 83 Voc viuo Adonis defendeu Morgana C Eu sorri ironicamente, querendo fazer Adonis abandonar Morgana,o se isso fosse possvel? Adonis foi atrs de Fabrcio, ouvi dizer que Fabrcio se escondeu medo, n?o acho que Adonis tenha desacreditadopletamente do nosso vdeo, ele s foi atrs de Fabrcio depois, mas n?o o encontrou. C Mafalda voltou a fr srio: Eu sei onde Fabrcio est escondido, preciso que voc mande o esconderijo dele para Adonis, ele me bloqueou e n?o confia mais em mim. Fiquei um pouco surpresa, ent?o Adonis j estava investigando? Ser que ele haviae?ado a suspeitar de Morgana? Hmm Vou fr ele. C LembreiCme de que Ad?nis havia me dado seu cart?o de visitas, embora eu o tivesse jogado fora, ainda me lembrava do nmero de seu celr. Vamos nos encontrar no cruzamento da Rua Labirinto a Rua Jo?o. Mafalda desligou rapidamente o telefone, parecendo muito apressada. Olhei as notcias no meu celr e,o era de se esperar, a histria do serial killer que voltou a matar estava em alta. Quem foi a pessoa que tentou me matar? Robson, ele era um cmplice? Instintivamente, olhei para Robson, que ainda estava inconsciente na cama. Quando acordei e o vi p primeira vez, senti medo e pavor C afinal, quem n?o teria medo de acordar e encontrar um assassino bem na sua frente? Mas, aos poucos, medida que interagamos,ecei a hesitar, vacr e at mesmo duvidar. Ele era realmente um assassino? Mas se ele n?o era o assassino, por que se entregaria? Se n?o era, por que apareceu no orfanato depois de eu ter sido sequestrada? Robson tinha muitos segredos e certamente tinha algum tipo de liga??o o assassino. N?o acredito que ele seja inocente. Frustrada, levanteiCme e fui embora: Andr, deixe Fbio voc, vou sair paraprar algumas coisas para a casa, n?o precisa mandar ningum me seguir. Andr hesitou por um momento, mas acabou concordando um aceno de cabe?a: Tudo bem, ?enhora, qualquer coisa, s me ligar imediatamente. Acenei a cabe?a e pedi ao motorista que me levasse Pra?a Feliz. Eu haviabinado de me encontrar Mafalda l. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Adonis? C No caminho, liguei para Adonis. Quem ? C A voz de Adonis era fria e cautelosa. Ouvi dizer que voc est procurando Fabricio? C Eu disse em voz baixa. Quem voc? C Ele parecia irritado, e eu podia dizer que ele estava prestes a ficar raiva. Eu realmente o conhecia muito bem. Captulo 83 V Martins, na Rua Labirinto, ele est l, voc deve saber onde se esconder. C Continuei a provocClo. Eu estou perguntando quem voc. C Ele insistia em saber quem eu era. Voc saber quando chegar, te dou trinta minutos, se n?o vier, nunca saber o que a Luna passou antes de morrer. Desliguei o telefone sem esperar p resposta, deixandoCo desesperado ao ponto de n?o atender mais suas liga??es. Conhe?o o Adonis muito bem, ele arrogante e egosta. Para ele, eu era apenas um objeto marcado com sua etiqueta, e o assassino me matar sem a sua permiss?o era uma provoca??o. Adonis gostava da Morgana porque, ao que parecia, o havia salvo uma vez, e ele a viao pura e imacda, ao contrrio de mim, que guardava muita sujeira no cora??o. Mas eu estava determinada a arrancar o vu de Morgana e mostrCloo seu amor impossvel era malicioso. Eu queria fazClo se arrepender, fazClo sofrer! O que ele faria ent?o? Continuaria a proteger Morgana ou, em nega??o, continuaria a am? A proteg? Eu tambm estava ansiosa para ver. V Martins. Encontrei Mafalda na entrada da Rua Labirinto, estava vestida toda de preto, uma pequena flor branca na cabe?a, parecendo estar de luto. Meu cora??o apertava, mas uma vontade de rir tambm surgia. Aqui estou eu, Mafalda Por que voc simplesmente n?o acredita em mim? Olhe por onde anda. C parecia distrada e, mais uma vez, quase se chocou contra um poste. Capítulo 84 Captulo 84 Estendi instintivamente minha m?o e puxei o bra?o d para dentro: Venha para c, Mafalda parou, confusa por um bom tempo,o se visse a sombra de Luna em mim. Quem voc afinal C murmurou surpresa, aps um longo silncio. Apenas sorri: nunca partiu, sempre esteve aqui. Mafalda ficou os olhos marejados, desviou o olhar e apressou o passo em dire??o ao condomnio. Fabricio estava escondido l dentro. O que voc pretende fazer depois da formatura? Trabalhar em um hospital ou? C Perguntei casualmente, curioso para saber se seguria o caminho que havia nejado para si mesma. Tinhamos estabelecido metas juntos; eu disse que queria estudar no exterior por um tempo, e falou que, depois de concluir a gradua??o e a psCgradua??o, tambm queria fazer um doutorado e estudar fora do pas. Depois, voltariamos triunfantes para casa, o uma mdica salvando vidas e euo um assistente trabalhando para algum. Ns sonhvamos em ganhar dinheiro juntos, gastClo, viajar,prar uma casa e imaginar o futuro. EspecializeiCme em medicina legal, depois da formatura, serei legista. C me olhou seriamente e compartilhou seus nos. Fiquei parado, chocado: Por qu? N?o tnhamosbinado que voc seria mdica Por que mudar o sonho? Ah C Mafalda riu ironicamente: me deixou, por que eu deveria cumprir a promessa? Serei legista, pegarei aquele criminoso, n?o deixarei nenhum bandido escapar. Baixei a cabe?a, ficando em silncio por um tempo: Mafalda, isso perigoso S queria que estivesse segura. Que encontrasse algum que a amasse epartilhasse a vida . Isso problema meu, n?o tem nada a ver voc. C resmungou, dando passos rpidos em dire??o casa de Fabrcio. Ao chegarmos l, Adonis tambm estava presente. Ele saiu do carro uma express?o carregada, entrou no elevador e subiu, chutando a porta do apartamento. Mafalda e eu nos escondemos dodo de fora, observando Adonis procurar por Fabrcio. Provavelmente, Fabrcio ainda estava dormindo e, quando a porta foi chutada, xingou irritado: Quem ? N?o deixam nem dormir! A porta se abfiu e Adonis entrou a cara fechada. Fabrcio estava na cama, sem camisa, plido de medo. Ele segurava o cobertor nervosamente e gaguejou: Mano Adonis, o que faz aqui? Capitulo 84 Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Te procurei por muito tempo. C Adonis falou calmamente, aproximandoCse da cama e observando o ambiente: Se escondendo aqui e dormindo bem, n? Fabricio estava aterrorizado, gaguejando ainda mais: Mano que, meu celr quebrou esses dias, n?o deu tempo de trocar, eu Antes que Fabricio terminasse, Adonis j o tinha pelo crinho: E o negcio do vdeo, n?o vai me explicar? N?o fantasma, tinha uma mulher que parecia demais a Luna, eu me assustei, falei besteira com medo, mano, voc n?o pode acreditar, ro que tem algum querendo me prejudicar, at gravaram video. C Fabrcio estava ramente desesperado e medo. Fabrcio, quando voc escondeu que a Luna estava pedindo ajuda no carro, eu j te dei uma chance, tem certeza que quer que eu aja fisicamente para voc fr? C A ira de Adonis era palpvel,o se ele realmente pudesse matar Fabrcio. Fabrcio tremia: Mano depois que a Luna morreu, voc ficou meio louco, n?o faz isso sou seu irm?o, voc n?o pode Um grito de dor ecoou enquanto Adonis esmagava a cabe?a de Fabrcio contra o criadoCmudo, instantaneamente sangue escorreu de seu nariz e boca. Mafalda e eu nos assustamos e nos escondemos atrs da porta, sem coragem de entrar. Adoniso se tivesse enlouquecido? Confesso que j vi o Adonis perder o controle bbado, mas sigo Nunca o tinha visto assim. Mano Eu errei, eu vou fr, eu vou fr C Fabrcio chorava, implorando por misericrdia. Capítulo 85 Captulo 85 Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. De fato, de fato, n?o foi a Luna que empurrou a Dona Morgana escada abaixo, eu estava l embaixo, eu vi tudo ramente. C Fabricio, encostado na parede, chorava ao fr. F direito! C Adonis estava visivelmente irritado, sua voz era glida. Naquele dia eu e a Selma estvamos na tua casa, Dona Morgana teve um conflito a Luna, Dona Morgana se desequilibrou e caiu da escada, de verdade n?o foi a Luna que empurrou. C Fabrcio falou entre lgrimas: Eu admito que menti, eu fiz de propsito para incriminar a Luna eu n?o a defendi Adonis n?o disse uma pvra, apenas agarrqu o crinho de Fabrcio e desferiu um soco aps o outro em seu rosto. Adonis qual a tua raz?o para me bater foi voc que n?o acreditou n primeiro C Fabrcio, acuado, gritou para Adonis. Outro soco de Adonis, furioso,o se quisesse acabar a vida do outro. Olhei para Mafalda: Isso n?o vai acabar em morte, vai? Mafalda apertou as m?os: Se ele morrer, bem feito. Concordei, realmente, Fabrcio era o tipo de pessoa que merecia pagar pelo que fez. ro que eu n?o poderia esquecer o que Fabrcio tinha feitoigo. Adonis, voc vai continuar batendo C Fabrcio cuspiu sangue, os dentes quebrados: Por que voc tem o direito de me bater, n?o pense que eu n?o sei do seu rolo a Luna, voc j ficou , voc n?o admite! Por qu? Por que voc pode e eu n?o? Eu mal cheguei perto d e j quis me acusar, se fazendo de santa, quando j tinha estado voc Sob press?o, Fabrcio deixava tudo escapar. O rosto de Adonis ficava cada vez mais fechado, ele agarrou a cabe?a de Fabrcio e a bateu na parede novamente: Voc encostou um dedo n? Fabrcio, aterrorizado, tentou fugir, mas Adonis o agarrou e o pressionou contra a parede novamente. F de novo, o que voc fez ? C Adonis gritou, enlouquecido. Dodo de fora, eu observei Adonis agredir Fabrcio, um sorriso frio. O que Fabrcio tinha feitoigo? Ele n?o sabia? No dia da reuni?o da famlia Tavares, Fabrcio tentou abusar de mim, eu fugi desarrumada pedindo ajuda, e ele n?o acreditou em mim, disse que eu estava me insinuando? N?o foi ele quem me chamou de baixa e suja? Eu pensei que, renascendo, teria apenas dio, mas ao lembrar, ainda tremo porpleto.. ft! C Entrei correndo, fora de controle, empurrei Adonis, agarrei a g de Fabrcio e lhe dei um tapa forte no rosto, batendo nele sem parar. Por que voc n?o vai morrer?! C Estava furiosa, puxando a g de Fabrcio, querendo estrangClo. Fabrcio, j sem for?as por causa das pancadas de Adonis, caiu no ch?o e riu para mim: Luna voc n?o morreu Capitulo 85 Meu corpo travou por um segundo, e ent?o chutei seu est?mago. Fabricio ria, ria loucamente: Luna eu n?o queria te matar realmente n?o queria. Rindo, elee?ou a chorar. Um choro convulsivo. Eu sabia que ele n?o se arrependia de me matar, mas se arrependia que minha morte o arrastasse para isso. Ele sentia que sua vida tinha sido arruinada por minha causa. Uma simples n?o queria mat acaba tudo? Voc deveria morrer! Voc n?o podevar sua culpa nesta vida, voc deveria morrer. C Eu descontrdamente chutava Fabrcio, tremendo sem parar. Adonis, voc tambm deveria morrer. C Meus olhos estavam vermelhos, olhava para Adonis raiva. O mais merecedor da morte, n?o era ele? Adonis apenas olhou para mim, confuso: Quem voc afinal Respirei fundo e sofri: Eu sou sua ancestral. Adonis baixou a cabe?a, riu de si mesmo. Impossvel morreu. C Adonis murmurou, dando um passo para trs, encostado na parede: j morreu! Mesmo que voc se pare?a voc n?o . Credo. C Eu olho para Adonis nojo, apertando as m?os: Quem jogou a Morgana escada abaixo n?o foi a Luna, vocs s?o todos assassinos! Vocs todos merecem pagar! Mafalda tambm entrou correndo, agarrando meu bra?o: Adonis, voc agora v quem Morgana realmente ? Foi que sempre armou para a Luna, a responsvel p morte d!. Capítulo 86 Captulo 86 Adonis estava encostado na parede, em silncio. Voc ainda vai defender nessa altura do campeonato? C Mafalda franzia a testa enqulito olhava para Adonis. * caiu da escada por conta prpria, talvez n?o tenha visto direito pensou que era a Luna, foi o Fabricio quem mentiu C Adonis tentava explicar para Morgana, dizendo algo que nem ele mesmo acreditava totalmente. O que ele estava fazendo? Defender Morgana erao se defender a si mesmo. Esse tipo de pessoa, mesmo as provas diante de seus olhos, n?o admitiria que minha morte teve algo a ver ele! Luna voc n?o estava morta? Por que n?o descansa em paz, some daqui! C Fabricio continuava delirando, j tinha bebido antes de ser atingido por Ad?nis, e agora estava ainda mais fora de si. Ele limpava o sangue do canto da boca, apontando para Ad?nis: Ad?nis, dvida tem dono, cobra dele, n?o venha atrs de mim! Ele gritava para o vazio: Luna, n?o fui eu quem te matou, foi ele, foi ele que mandou voc morrer no lugar de Morgana, foi ele. Adonis olhava para Fabrcio, as m?os apertadas ao ponto dos ns dos dedos ficarem brancos. Era evidente que as pvras de Fabricio o haviam atingido profundamente. Fabrcio! C Na porta, Selma Novais irrompeu seusparsas. era irm? de Morgana, feita do mesmo barro. As lideres do bullying que sofri na esc, estava sempre frente. Ad?nis C Na porta, ouviaCse a voz embargada de Morgana. Morgana tambm havia chegado. VireiCme para olhar Morgana, lutando para conter minha raiva. segurava a barriga, os olhos marejados: Ad?nis, eu n?o sei se o que Fabrcio disse verdade, eu estava discutindo Luna, cai eu n?o sei Adonis, eu realmente n?o sei. C Morgana chorava, bn?ando a cabe?a em um gesto de fragilidade fingida. De repente, segurou a barriga, apoiandoCse na parede: Ad?nis, minha barriga di tanto n Ad?nis permanecia parado, olhando para Morgana um olhar cheio deplexidade. Morgana levantou a cabe?a chorando: Adonis, esse beb talvez seja parapensar o que Luna n?o p?de te dar, o filho que n?o conseguiu ter Se estivesse viva, certeza teria um filho teu, ent?o nosso beb n?o pode sofrer, mesmo que seja por causa de Luna. Fiquei chocada as pvras de Morgana, isso era algo que se dissesse? Que nojo! C Avancei e dei um tapa em Morgana, quem pensava que estava enganando? Quem voc?! C Selma Novais gritou irritada para mim. Capitulo 86 Adonis C Morgana caa no ch?o, fingindo dor na barriga. Adonis, no fim, correu para ajudar, empurrandoCme para odo e levantando Morgana nos bra?os, levandoCa embora. Por pouco n?o perdi o equilibrio, assistindo Adonis levar Morgana. Ele confiava em Morgana, uma e outra vez. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Mesmo depois de tudo o que Fabrcio disse, Adonis ainda escolhia acreditar em Morgana. Adonis, foi Morgana quem matou Luna, eu vou encontrar provas, vou fazer que seja presa, vai pagar perante a lei! C Mafalda gritou para Ad?nis. Ad?nis olhou para Mafalda por um instante, ainda um olharplexo. Ele n?o disse nada, apenas levou Morgana embora. Mafalda, voc mesmo uma alma penada! Selma Novais zombou, olhando para mim e Mafalda: Trouxe at uma ajudante? S vocs duas? Selma Novais olhou para seuspanheiros: Vocs entraram sem permiss?o e agrediram algum. Se eu n?o lhes der uma li??o hoje,o Selma Novais continuar a ser respeitada? Mafalda me puxou para trs, desconfiada de Selma Novais e seu grupo. Selma Novais levantou a m?o para me bater, mas teve seu pulso agarrado e empurrado for?a. Dei um passo para trs e acabei me chocando contra um peito firme. Com uma das m?os, ele me protegeu seus bra?os,n?ando um olhar sombrio na dire??o de Selma Novais, sua voz rouca de medo: Se voc se meter quem meu Eu a matarei. Selma Novais olhou para Robson pavor: Voc voc! O louco, o assassino Levantei a cabe?a surpresa ao olhar para Robson: Como voc? Mesmo doente, n?o ficou em casa descansando, e veio atrs de qu? Capítulo 87 Captulo 87 Robson respirava dificuldade, seu rosto estava coberto de suor, e ele apresentava uma febre alta, com o corpo vte. Ele me abra?ou por trs e sussurrou uma voz fraca: Luna estou medo. Medo? Ele, que fazia todos ao seu redor tremerem Principalmente pessoaso Selma Novais, que intimidavam os outros para se divertirem, enquanto Robson parecia sempre ter vontade de matar algum. Vocs realmente tm segundas inten??es, se juntando a esse louco homicida! Se tiveram coragem de vir, n?o v?o escapar! C Selma Novais falou irritada, ordenando que seus panhantes agissem. Mafalda ainda estava atordoada, enquanto eu puxava algum p m?o e corria para fora. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Robson trope?ou quando o puxei, quase perdendo o equilbrio. Selma Novais veio trs homens grandes e fortes. Sabendo da situa??o, percebi que era melhor recuar do que enfrentClos. Corremos para fora e apertamos fricamente o bot?o do elevador. Pra que elevador, voc chamou a polcia? C perguntei enquanto corria. Como que eu ia saber que a gente ia ser atacado? C Mafalda respondeu, ofegante e indignada. Voc est de brincadeira C murmurei, quase chorando. Mafalda parou e me olhou novamente. O que que voc est olhando corre! C eu disse, confusa. n?o respondeu, apenas olhou para trs, para o corredor vazio: Cad os outros? Eu tambm fiquei paralisada por um momento. Robson n?o tinha sado! Robson! C corri de volta quase que instintivamente. Ele ainda estava doente! Robson! C eu peguei um extintor de incndio no corredor e entrei correndo, incapaz de ficar parada enquanto ele estava em perigo. Ao entrar na s, fiquei paralisada. Minha ajuda n?o era necessria; todos os agressores estavam cados no ch?o, gemendo. Selma Novais estava sentada, paralisada de medo, o rosto plido: Doido ele um doido Robson jogou fora o peda?o de pau que segurava e limpou o sangue do canto da boca, sorrindo para mim. Eu fiquei l, segurando o extintor, sem rea??o. Sua pele estava t?o plida, e o vermelho vivo do sangue contrastava fortemente seu rosto. Quem diria que ele ainda conseguiria sorrir para mim depois de uma briga daqus, e tanto poder destrutivo. Captulo 87 Meu cora??o pareceu dar um salto, erguei o extintor, segurando Robson para sairmos dali. Durante todo o caminho, permaneci em silncio, um humor sombrio, e Robson tambm n?o disse nada, seguindoCme obedientemente,o uma crian?a que fez algo errado, a cabe?a baixa. S quando o levei para um lugar seguro,ecei a repreendClo: Voc pirou? N?o sabe que est doente? Por que saiu assim? Robson parecia abatido, sentado aodo do canteiro de flores e me deixando fr. O que voc faria se estivesse machucado? Como pode ser t?o descuidado seu prprio corpo! Continuei a repreendClo enquanto examinava seu rosto ensanguentado. Seria uma pena se aquele rosto ficasse marcado. Ele sorriu para mim e falou baixinho: N?o meu sangue. Empurrei seu queixo, ainda irritado: Pare de brincarigo! Como voc chegou aqui? Como me encontrou? Ele permaneceu em silncio, abaixando a cabe?a novamente. Ele simplesmente n?o quis me.dizero me encontrou. Enquanto isso, Mafalda, exausta, ofegava e se agachou no ch?o: Pare de ser t?o dura ele olha como ele est frgil e indefeso. Voc tambm! Com tanta certeza me convocou para sair, eu pensei que voc estivesse segura, que ao menos chamaria o Benito, n?o? Que ideia a sua me deixar sozinha nesta confus?o! C Eu estava quase fora de controle e acabei descontando tambm em Mafalda. ficou um pouco at?nita, simplesmente se agachando l enquanto eu a repreendia. Depois de um tempo, finalmente falou: Qual a sua r??o esse suspeito? Suspeito? C Eu inconscientemente havia esquecido que Robson era um assassino essa mudan?a de pensamento era assustadora. Capítulo 88 Eu tinha certeza de que ele era o assassino Captulo 88 Content ? N?velDrama.Org 2024. Eu fingia ser amigvel ele apenas para baixar sua guarda, para que ele revsse a verdade e os segredos por trs da srie de assassinatos. Eu sou o marido da Luna, C disse Robson, erguendo a cabe?a.. Lancei um olhar severo para Robson, que abaixou a cabe?a, parecendo magoado. Luna? Seu nome tambm Luna? perguntou Mafalda, desconfiada. Meu nome Lana, a. C Eu sabia que Mafalda teria dificuldades em aceitar que eu era a Luna de verdade, ent?o, por enquanto, teria que me aproximar do Lana. Mafalda, por que voc fingiu ser a nossa Luna? questionou uma express?o carrancuda. Que atua??o C Suspirei profundamente. Se eu disser que sou a Luna, voc tambm n?o acredita. Tudo bem, o importante que nenhum de vocs se machucou, C falei, sentandoCme aodo deles e respirando fundo por um longo tempo. A resistncia fsica da Lana era muito maior do que a minha. Quando eu era a Luna, eu vivia doente, quase sempre adoecendo, e n?o tinha um corpo muito resistente. Mas essa Lana Eu pensei que estaria debilitada e enfraquecida pelos remdios, mas quando corria, suas pernas n?o doam e seu cora??o n?o acelerava; era surpreendentemente saudvel. Luna, estou me sentindo t?o mal, C murmurou Robson. Toquei sua testa a m?o: Est t?o quente,o n?o se sentir mal? Robson permaneceu em silncio, apenas me encarando. N?o conseguia suportar aqueles olhos profundos e expressivos que me fitavam incessantemente, despertando um panico inexplicvel em mim. Desviei o olhar rapidamente e o puxei para se levantar: Vamos, vamos para casa. Mafalda tambm se levantou e seguiu atrs de mim: Eu tambm n?o esperava que Adonis Tavares. ainda estivesse protegendo Morgana. Talvez ele n?o esteja protegendo Morgana, mas sim o pouco de orgulho que lhe resta. C falei, sarcstica: Agora que Morgana est grvida dele, ele n?o vai desistir d facilmente, ent?o o seu no pode n?o ser eficaz. Agora que Morgana est grvida, Benito tambm n?o concorda em usar uma gestanteo isca para a polcia. C Mafalda suspirou. Sussurrei para Mafalda: Vocs n?o suspeitam nem um pouco de que ele possa ser o assassino? Ou um cmplice? Apenas porque n?o h provas? C Mafalda bn?ou a cabe?a: Benito acredita que ele pode ter sido amea?ado pelo assassino para assumir o crime. O assassino o ameacog? Capitulo 88 are Ele acabou de se entregar e o corpo da Luna foi encontrado. Ele deve ter feito algum tipo de acordo com o criminoso, C Mafalda especulou. Bncel a cabe?a. N?o, n?o deve ser apenas uma amea?a. Robson apareceu no local onde eu havia sido sequestrada e, mais tarde, na cena do crime onde o assassino foi atrado, havia uma conex?o entre ele e o assassino. Mesmo que ele n?o fosse o assassino ou um cmplice, ele definitivamente sabia quem era. N?o restam mais meninas do orfanato alm de Morgana, n?o ? Quem foi a vtima desta vez? C Eu estava curiosa para saber se era a mesma pessoa que havia sido morta desta vez. a filha do exCdiretor do orfanato. C Mafaldan?ouCme um olhar: A polcia j ssificouo um caso de assassinato em srie, o que significa que eles tm provas de que o mesmo assassino. O mesmo? C VireiCme para olhar para Robson. Qual era a conex?o entre Robson e o assassino? Ele era um cmplice, um associado ou algo mais. Ns trs caminhvamos por um beco, quando Robson de repente parou. VireiCme para olhClo e ele estava olhando ao redor caut, segurando minha m?o firmemente. Havia algum? Tambm olhei ao redor cuidado. Realmente sentio se um par de olhos estivesse constantemente nos vigiando. Capítulo 89 Capitulo 89 Captulo 89 Eu tambm olhava ao redor caut e estendi a m?o para trazer Mafalda para mais perto. Tem algum ai? Mafalda perguntou em voz baixa, espiando tambm dentro da caixa. Bncei a cabe?a, fixando meu olhar na sombra escura n?o muito distante na vi. Percebendo que estvamos observando, a figura escura desapareceu rapidamente. Levantei o olhar para Robson, que ainda tinha um brilho intimidador em seus olhos, permanecendo na escurid?o do becoo se fosse o prprio Satans emergindo do inferno. Tentei chamClo. Robson?Ele se virou para mim e eu quase pude ver pelo olhar dele que a fria em seus olhos se dissipava rapidamente, sendo substituda por uma reza pura e inocente. Luna, estou me sentindo t?o tonto. por u E ent?o ele desabou, seu quase um metro e noventa de altura caindo sobre mim. Eu mal tive tempo de recusar, s pude deixar que ele se apoiasse em mim. Ele parece t?o magro e alto, mas pesado, Mafalda me ajudou a segurar Robson, arrastandoCo para a beira da cal?ada. Ele parecia ter desmaiado, todo o seu peso pressionando contra mim. Eu murmurei baixinho. Por que ele t?o pesado assim Mafalda chamou um txi para ns e juntas, colocamos Robson no carro. Vamos voltar para a Famlia Macedo. Eu disse baixinho, pedindo a Mafalda para me panhar de volta. Mafalda tambm estava curiosa sobre quem era Robson e assentiu em concordancia. Durante a viagem, Robson se apoiou em mim, a testa ardendo em febre, parecendo realmente doente. Toquei sua testa a m?o e suspirei. Se ele realmente n?o fosse um assassino nem cmplice de um psicopata, que r??o ele teria o criminoso N?velDrama.Org exclusive content. Voc e esse doido Robson s?o realmente casados? Mafalda perguntou em voz baixa. Ele realmente seu marido? Ele pode se casar? Ele n?o Mafalda falou muito baixo, gestdo em dire??o sua prpria cabe?a. Eu sabia que estava insinuando que Robson tinha problemas mentais. Apesar de ser bonito, ele pode voc sabe Mafalda murmurou. Eu quase engasguei a pergunta d, mas era a Mafalda que eu conhecia, sempre t?o atrevida Ele realmente meu marido, e sobre isso uma longa histria. Eu esfreguei minha testa,o eu ia explicar isso? Acordei de um desmaio e ful for?ada a me casar? E agora temos um beb? Quanto a ele ser capaz ou n?o Ele muito normal, s enlouquece de vez em quando. Mafalda estava cheia de curiosidade, se aproximando. srio? Eu pensei que ele s fosse bonito, masmentel que Deus fosee justo, dandoClhe uma aparncia impecvel, mas n?o uma mente ra. Captulo 89 Ele muito inteligente, um gnio, eu defendi Robson instintivamente. Ele foi aceito na universidade ainda adolescente, em uma turma para prodigios, um talento raro. Mafalda ficou chocada, apontando para Robson. Ele? Eu assenti, dando uma olhada em Robson. Ele parecia um pouco inquieto, se contorcendo em meus bra?os, ent?o rapidamente o acalmei, batendo levemente em suas costas. Quase em casa, v dormir.Mas eu n?o vi o sorriso se formando no canto de sua boca. Mafalda engoliu em seco, chocada. Eu nunca teria adivinhadoO carro parou em frente casa da Famlia Macedo, e eu desci Mafalda, puxando Robson junto. Foi um esfor?o incrivel.Parecia haver uma grande agita??o no jardim da Familia Macedo, muitas pessoas ao redor. Eu segurava Robson, e assim que entramos no jardim, o mordomo veio correndo. Leve o jovem mestre a descansa. Eu disse em voz baixa. O mordomo assentiu. O Sr. Tom teve um problema, e o patriarca foi para o pas. Parece que algo o perturbou profundamente, ele teve um derrame. Quando acordar, provavelmente O mordomo suspirou, o que significava uma grande mudan?a para a Famlia Macedo. Fiquei surpresa por um momento, olhando para Andr que estava vindo na nossa dire??o. De repente, a Familia Macedo enfrentando uma mudan?a t?o grande significava que os ramosterais da Familia Macedo estavam prestes a ficar inquietos. Parecia que todos os presentes naquele dia haviam vindo o nico propsito de disputar a heran?a da Familia Macedo e as participa??es acionrias do Grupo Macedo. Capítulo 90 Captulo 90 A Familia Macedo est passando por um revs,o voc viu. Sem o patriarca e Sr. Tom tambm enfrentando problemas Agora, o nico herdeiro da Famlia Macedo o Sr. Fbio, alm do filho que est em seu ventre, disse Andr um tom profundo. Instintivamente, olhei para minha barriga. Realmente assumir a coroa traz consigo grandes responsabilidades. As guas da Familia Macedo s?o profundas, e agora essas guas recaram sobre mim. Mafalda estava na porta, observando tantas pessoas chegarem impeto. Precisa de ajuda? Bncel a cabe?a. Isso um assunto da Famlia Macedo e voc n?o pode se envolver. Vou pedir ao motorista para lev de volta. Mafalda assentiu. realmente n?o deveria se envolver. Depois de despedir Mafalda, segui Andr at a s de estar. A s j estava cheia de gente, liderada pelo Sr. Evandro, primo do patriarca. Embora o Grupo Macedo seja um empreendimento familiar, foi Homero quem o construiu do zero. Originalmente, ele trouxe todos para a empresa para ajudClos, mas isso acabou criando problemas. Agora que o patriarca teve problemas, todos est?o vidos para abocanhar sua propriedade. Este o Tio Evandro. Andr me apresentou. Cumprimentei respeitosamente. Tio Evandro. Evandro Macedo grunhiu. Eu sabia que ele n?o me via bons olhos. Tio Evandro, esta aa mais velha por casamento, apresentada pelo patriarca na festa, a Srta. Lana da Famlia Batista, Andr continuou a me apresentar. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Evandro n?o disse nada, mas um homem ao seudo, um ar de bandido, falou. Heh O filho e oo do patriarca morreram em um acidente de carro, de onde veio essaa mais velha? O Sr. Ciro o se casou legalmente Eliseu quando tinha vinte anos, um brasileiro, portanto, naturalmente, o Sr. Fbio oo mais velho, Andr introduziu voz grave. Heh Um louco escondido pelo patriarca, a maior vergonha da Famlia Macedo, um casamento registrado no pas conta? O homem bateu for?a na mesa, olhando para mim ferocidade. Se fosse antes da minha volta, provavelmente teria medo dele. Infelizmente, ele n?o viu o mundo que eu vi. Se o Fbio Macedo o herdeiro legitimo da Familia Macedo, a lei decidir. Ele oo mais velho do avo, o filho mais velho de Ciro, meu marido legal, e o pai da crian?a que carrego! Eu o olhei friamente. Hoje, se vieram p sade do av?, eu os respeito, mas se vieram pelo patrim?nio, desculpe! Mordomo! panhe os convidados at a porta! Apontei para a porta, a voz era firme. Palmas! Evandro riuo uma raposa velha, batendo palmas. O patriarca pensou em tudo, hein. Seus olhos caram sobre minha barriga e ele sorriu. Este beb acabou de ser concebido, certo? Voc tem que protegClo bem e garantir que ele nas?a seguran?a. Evandro estava me amea?ando. Capitulo yu Quanto ao louco O olhar de Evandro escureceu. Nossa Famlia Macedo n?o O Sr. Macedo voc o mais velho da Famlia Macedo, exceto pelo patriarca. Alm dele, voc a pessoa mais respeitada. Fbio o sangue da Famlia Macedo. Quando voc se refere a eleo um tolo, ser que voc est agindoo um anci?o? Se isso se espalhar, far que a Famlia Macedo seja menosprezada. Interrompi Evandro. Ent?o, falei de novo. Mordomo, pode panhar o senhor at a sada! Estava tentando manter minha imponencia, mas sabia que n?o ia durar muito. Evandro certeza iria atacar o filho que eu esperava e tambm iria prejudicar Fbio. Com o velho e Tom envolvidos em problemas fora do pas, nada disso era coincidncia. Estavam chegando tempos turbulentos para a Familia Macedo. Capítulo 91 Captulo 91 Evandro olhou para mim um sorriso ir?nico e se levantou para sair, aquele olhar dele carregava um aviso ro e pesado. Eu sabia o que ele estava pensando. Se o beb em meu ventre desaparecesse e o Fbio morresse, ele seria o herdeiro legtimo do Grupo Macedo. Mo?a, melhor cuidar bem desse beb em sua barriga , disse um homem de meiaCidade aodo de Evandro, brincando enquanto se aproximava,e me examinava de cima a baixo os olhos semicerrados. Uma beleza, que pena Ele ergueu a m?o e beliscou meu queixo antes de se virar e ir embora. Quando todos se foram, respirei aliviada e me sentei no sof. Senhora,e?ou Andr, tentando me tranquilizar. voc nos preocupou muito. Sua prioridade agora cuidar de si mesma e proteger o beb em sua barriga. Quando o patriarca volta para o pas? Perguntei. Embora o patriarca tenha sofrido um derrame e n?o tenha mais capacidade de tomar decis?es, enquanto ele estiver vivo, essas pessoas ainda o temer?o. Ele retorna amanh?, Andr respondeu baixinho. Assenti a cabe?a e olhei para o andar de cima. Robson, plidoo um fantasma, estava de p na entrada da escada do segundo andar, olhando friamente para o grupo que panhava Evandro, que j havia partido. O que voc est fazendo fora da cama? Volte para o quarto e v descansar! eu me levantei e disse a Robson para voltar ao seu quarto. Ele escondeu sua raiva e falou uma voz cheia de medo. Luna, estou assustado N?o consigo dormir. Exasperada, massageei minhas tmporas. Que destino cruel, renascer e me casar a Famlia Macedo, uma verdadeira pan de press?o. Andr,o est a situa??o dentro do Grupo Macedo agora? Com o patriarca sofrendo um derrame e Tom enfrentando problemas, a empresa j deve estar em um estado de caos. Evandro est temporariamente noando da empresa. Ele tem um homem ao seudo chamado Xisto Macedo, que o filho de Evandro. Todo o departamento de seguran?a do Grupo Macedo est sob seu controle, Andr explicou de forma delicada, mas era evidente que ele estava me dizendo que o Grupo Macedo estavapletamente subjugado p famlia de Evandro.Parecia que a notcia do acidente do patriarca havia chegado rapidamente a Evandro. Agora eu tinha mais raz?es para suspeitar que o infortunio de Homero e Tom n?o foi uma coincidncia e que algum havia nejado isso. Evandro era o principal suspeito, pois ele tinha mais a ganhar isso. Vamos deixar as quest?es da empresa dedo por enquanto. Precisamos nos organizar primeiro, Captulo 91 massageei minha testa e me virei para subir as escadas. O mais urgente era retomar o controle da empresa das m?os de Evandro. N?o era que eu quisesse problemas eles, mas na situa??o atual, a mera existncia do beb em meu ventre e da minha prpria pessoa j eram motivos suficientes para eles n?o me deixarem em paz. PedirClhes para me deixar em paz era impossivel. Eu s podia apostar tudo e tentar resolver a situa??o. No andar de cima, Robson estendeu a m?o para mim quando me viu subindo. Eu olhei para ele, sem escolha a n?o ser acalmClo e levClo de volta para o quarto para dormir. Aqueles homens s?o muito ruins. Robson agarrou meu pulso e me puxou para perto dele. Eles te machucaram? Perguntei. Sim, ele murmurou a voz grave. Fiquei em silncio por um longo tempo. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. A situa??o de Robson dentro da Famlia Macedo certamente foi difcil. Como essas pessoas poderiam deixClo em paz? s provavelmente desejavam sua morte. O desejo de Evandro de assumir o controle da empresa provavelmente n?o era recente. Ele deve ter nejado isso por um bom tempo e certamente j havia agido contra Robson. O patriarca teve problemas, e Tom Macedo tambm n?o pode voltar, eu disse a Robson enquanto o observava. No futuro, esta casa s pode ser ns dois nos apoiando e nos aquecendo mutuamente. Precisamos confiar um no outro, entende? Capítulo 92 Captulo 92 Luna, n?o minta para mim novamente Robson me abra?ou apertado,o se estivesse medo de que eu o abandonasse. Eu podia sentir que ele estava sofrendo de transtorno de estresse psCtraumtico, ent?o eu tive que ser muito cuidadosa e paciente, esperando que ele se apegasse a mim e finalmente me contasse a verdade sobre tudo o que ele sabia sobre o assassino em srie. Robson estava sempre na defensiva, repetindo para que eu n?o o enganasse. Era evidente que ainda n?o confiava plenamente em mim. Eu sabia que se perguntasse agora, ele certamente n?o me responderia. Vamos, hora de dormir. Eu levei Robson para o quarto, deiClhe remdio e troquei os curativos em suas m?os e ps. Enquanto removia as faixas de suas feridas, vi o sangue encharcado, revndo feridas horrveis que me fizeram franzir o cenho. As feridas eram t?o terrveis que doam s de olhar.Como voc se machucou assim? Perguntei baixinho, cuidadosamentevando as feridas soro fisiolgico, temendo que piorassem. A partir de amanh?, voc vai usar a cadeira de rodas e n?o vai mais andar por a, entendeu? Robson me olhou e assentiu obedientemente. Quando n?o estava em sua loucura, era dcilo um grande cachorro. Mas quando perdia o controle, eu tinha medo. Eles n?o me deixaram escapar, me fizeram andar sobre brasas Robson disse baixinho, sua voz rouca e sem emo??o. N?o havia medo ou terror em suas pvras, apenas um frio prante. Eu sabia que eles se referiam a Tom e ao patriarca, que, para impedir que Robson fugisse e garantir que ele continuasse o legado da Famlia Macedo, realmente n?o tinham limites em suas a??es. Eles s?o t?o cruis Eu murmurei, incapaz de encontrar pvras para descrever a maldade e a escurid?o de Tom.Est doendo? Eu continuei cuidando das feridas enquanto perguntava a Robson se estava doendo. Parecia que ele n?o tinha nervos para sentir dor,o podia n?o sentir nada tais ferimentos? Robson bn?ou a cabe?a, anestesiado. N?o era que ele n?o sentisse, mas sim que estava entorpecido. Depois de cuidar dos ps, tratei das feridas em suas m?os. As pessoas da Famlia Macedo achavam que prendendo suas m?os e ps podiam contClo. Mas, ao fazerem isso, destruiram um gnio Luna Robson olhou para mim, chamando meu nome. O que foi? Eu organizei a caixa de remdios e olhei para ele.Voc quer que ele morra? ele perguntou seriamente. Ah? fiquei confusa. Quem? Adonis, Robson pronunciou o nome de Adonis. Fiquei chocada, sem rea??o por um bom tempo. Captulo 92 Ele queria que Adonis morresse? LembreiCme de Robson j ter me perguntado isso antes. Na ltima vez, pensei que fosse brincadeira, mas agora, sentia um peso de inten??o mortal em suas pvras. Eu n?o quero que ele morra. Eu quero que ele viva, todos os dias atormentado p dor, culpa e remorso. Eu sacudi a cabe?a e olhei para Robson. V dormir, voc ainda est febre.Robson, obediente, tentou se deitar no ch?o. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Na cama! eu o empurrei para a cama e o cobri o edredom. Ele me olhou por um momento, ent?o de repente me puxou para perto, me virando e me prendendo sob seu corpo. O que o que voc est fazendo? Eu estava medo e alerta, olhando para ele. Seus olhos pareciam querer me engolir.Luna Ele chamou meu nome. Eu nunca conseguia distinguir se ele estava chamando por mim ou por Lana. Mas aqueles olhos eram t?o belos e profundos, pareciam dizer em silncio eu te amo, eu te amo muito. Capítulo 93 Captulo 93 Luna Fbio parecia estar se contendo, enquanto beljava meu pesco?o a cabe?a baixa. Eu queria fugir, mas n?o tinha para onde correr. Somos marido e mulher Parecia que ele estava tentando me convencer de nossa r??o conjugal, e talvez tambm a si mesmo. Ele me parecia um pouco louco, e desses loucos, difcil mudar o pensamento deles, s se pode infiltrar lentamente. Dorme, voc est delirando Eu tentava aealmClo para que dormisse, mas ele n?o se mexia. Ele segurava minhas m?os firmemente, olhando nos meus olhos. Luna Ele chamava meu nome. Eu gosto de voc.. Ele disse que gostava de mim. Era uma dera??o de amor. Meu cora??o deu um salto, desde que reencarnei, meus pensamentos estavam sempre focados no assassino, eu s queria encontrar o culpado, s queria me vingar de Ad?nis Tavares e Morgana Em r??o ao Fbio, eu sentia mais pena, caut e desconfian?a. Eu n?o iria me apaixonar por mais ningum. Afinal, Fbio estava se derando para Lana, n?o para mim, Luna. Na verdade, eu sentia uma ponta de inveja da Lana, por ter algum t?o tolo e apaixonado assim cuidando d. Est bem, eu entendi. Eu disse baixinho, tentando acalmClo. Dorme, voc est me machucando. Fbio continuava me olhando, bn?ando a cabe?a. Voc n?o sabe Eu quase ri. Eu sei, sim. Desde quando voc gosta de mim? De repente, fiquei curiosa. Quando foi que Fbioe?ou a gostar da Lana? Se um dia Fbio descobrisse que Lana estava morta e que era eu em seu lugar, ele enlouqueceria? Ser que ele tentaria me matar? Desde os oito anos Fbio respondeu seriamente. Desde os oito anos? Esse amor precoce realmente era fora doum. Gosto da Lana h muitos anos. Ele se deitou sobre mim, seu rosto escondido em meu pesco?o, sua voz abafada e tmida,o se estivesse envergonhado de se derar 12:10 Capitulo 93 Esse sentimento dele, o que diferenciava de um cachorro grande e obediente que se aconchega no colo do dono? Perigoso, mas de alguma forma reconfortante. Vamos, dorme. Eu estava sentimentos confusos. Ele n?o dormia, apenas se esfregava contra mim. Estou grvida Eu o avisei para n?o exagerar. Luna estou me sentindo mal. Ele levantou a cabe?a, um olhar de cachorro abandonado, aqueles olhos grandeso os de um c?ozinho inocente. Esse homem s podia ser bipr? Esse olhar era de cortar o cora??o, embora nas brigas de rua ele parecesse um lobo sedento por sangue. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Sem chance, mesmo que esteja mal, estou noe?o da gravidez. Eu apontei para ele, avisando para n?o se atrever. Seus olhos se encheram de lgrimas, e ele olhou para mim um ar de tristeza, sem vontade de sair de cima de mim. Eu provavelmente adivinhei o que ele queria. Fbio! Eu o chamei pelo nom?, irritada, sentindo minhas orelhas queimarem o seu toque. Ele n?o me ouvia, segurando meus dedos cada vez mais apertados. Eu estava tensa, desviando o olhar, n?o podia olhar para o seu rosto, porque ele era sedutor demais. Minha respira??o estava quente, e eu sentia as pontas das orelhas ardendo. Na minha vida passada, quando Adonis me maltratava, era apenas para descontar a sua raiva. Eu n?o tinha nenhum prazer ou experincia sobre as coisas entre homens e mulheres. Com Fbio ter um filho foi apenas umpromisso para atingir um objetivo. Eu estava envergonhada e n?o ousava olhar para Fbio, apenas sentia o calor dos dedos dele. Parecia que ele tambm se importava a crian?a em meu ventre, alm de me pedir para ajudClo com as m?os, ele n?o tinha outras exigncias excessivas. J est bom Eu estava ficando furiosa e envergonhada. Luna estou calor. Ele me abra?ou por trs, sussurrando que estava calor. Voc est febre, v dormir. Eu o acalmava, dizendo que ele estava febril, quem mais seriao ele,o um animal selvagem em cio? Mas pelo menos era um animal selvagem que sabia se conter e era paciente. Fbio me abra?ou e adormeceu profundamente. Mas eu estava ins?nia. Minha mente estava uma bagun?a, umapleta bagun?a. Capítulo 94 Captulo 94 De repente, renasci no corpo de um estranho e tudo ao meu redor era desconhecido. Havia um cheiro familiar vindo desse tolo, mas eu simplesmente n?o conseguia me lembrar. N?o sei por quanto tempo fiquei sem dormir at finalmente desmaiar. Quando despertei novamente, j era a tarde do da seguinte. Senhora A porta se abriu e a empregada entrou, trazendo meu almo?o. Robson O Fbio est por a? Perguntei casualmente. A governanta olhou p jan. Eles saram cedo.Esfreguei o centro da testa e me levantei, caminhando at a porta envidra?ada. Robson n?o tinha ido longe. Ele estava sentado descal?o na grama, aproveitando o sol. Tive que admitir, ele era perfeito,o uma obra de arte da natureza, em harmonia o mundo ao seu redor. Ele bn?ava os ps, pregui?osamente levantou a cabe?a e nossos olhares se encontraram. Instintivamente, meu cora??o apertou e eu recuei um passo, sem saber por que senti a necessidade de me esconder. Quando voltei porta envidra?ada, Robson j n?o estava mais no jardim. Fiquei parada por um momento e me espreguicei. Antes que eu pudesse reagir, algum me abra?ou por trs. Voc acordou Robson murmurou. J estava acostumada as suas apari??es sbitas. J te disse para n?o andar esse ferimento no p, melhor usar a cadeira de rodas. Robson,o uma crian?a que fez algo errado, baixou a cabe?a ao ouvir minha repreens?o. Senhora, a Familia Batista ligou, seu pai quer que voc volte para casa, a empregada avisou. Fiquei um pouco surpresa. Meu pai? O Humberto, o pai da Lana? Depois que meus pais morreram em um acidente de carro, o conceito de pais havia se tornado algo. distante para mim. Agora, renascidao Lana, estava tendo dificuldade em me adaptar, esquecendoCme de que o proprietrio original tinha pais. Est bem, eu entendi. Teria que enfrentar isso cedo ou tarde, n?o poderia me esconder para sempre. Humberto usou o dono original para entrar na Famlia Macedo. Agora que a Famlia Macedo estava em tumulto, Humberto definitivamente estava de olho nos ativos da familia. Alm disso, eu j estava grvida do filho da Famlia Macedo.Sem sequer ver Humberto, eu podia adivinhar o propsito de sua convoca??o. Luna, quer que eu v voc? Robson perguntou baixinho. Bncei a cabe?a. Eu vou sozinha. Eu precisava entender a fundo as pessoas da Famlia Batista. Quando voc colocado em uma situa??o, deve se adaptar a . Renascidao Lana, eu precisava aceitar essa identidade e us para sobreviver. 12:10 Capitulo 94 Agora, por causa da Famlia Macedo, eu estava em uma situa??o perigosa, e sobreviver n?o seria fcil. Agora, eu estava sob os holofotes por causa da Famlia Macedo. Havia muitas pessoas na Famlia Macedo que n?o queriam que eu, Robson e o beb sobrevivssemos. Eu n?o s tinha que encontrar o assassino e descobrir a verdade, mas tambm precisava encontrar uma maneira de garantir a minha sobrevivncia e a do meu filho. Robson n?o me impediu de ir, apenas segurou minha m?o. AcalmeiCo, dandoClhe um pirulito. Ele pegou a m?o e sorriu para mim. Percebi que, desde o incidente Homero e Tom, Robson sorria mais. Na verdade, isso era bom, realmente bom. Se ele n?o fosse o assassino, seria ainda melhor Deixando a mans?o da Famlia Macedo, o motorista me levou de volta mans?o da Famlia Batista. Eu n?o sabia o que me esperava na Famlia Batista, e as memrias do proprietrio original que eu tinha eram poucas, sabia apenas que seus pais n?o a amavam, chegando a trato um pe?o e uma ferramenta. Senhorita, voc voltou, a madame tem fdo de voc esses dias. Assim que entrei no ptio, a empregada me recebeu um sorriso. Isso era muito diferente da empregada nas memrias de Lana. Ah, irm?zinha, depois de se casar uma familia rica, voc pensou que n?o reconheceria mais a nossa famlia. No ptio, uma garota vestida de luxo e roupas de alta costura estava l, olhando para mim desdm. Olhei para uma vez, Noemi Macedo, irm? de Lana. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. n?o era uma irm? de sangue, mas uma menina que tinha sido erroneamente levada para a Famlia Batista. Sem nenhum?o de parentesco, ainda assim, era tratadao a menina dos olhos p famlia inteira. Capítulo 95 Captulo 95 Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Quem voc pensa que ? Eu falei friamente, fingindo n?o ser humana. Noemi Macedo empalideceu por um momento, obviamente irritada minha atitude. Mas logo riu. Ah, ouvi dizer que o Homero adoeceu, e agora a Famlia Macedo s conta voc e aquele sujo e bobo irm?o. Coitada da irm?zinha. Eu nem sequerncei um olhar para , considerandoCa muito imatura empara??o Morgana. Morgana era o tipo que n?o deixava transparecer sua maldade, enquanto Noemi Macedo tinha a maldade escrita no rosto. Os cachorros quetem m n?o morde, Morgana estava em um patamar bem acima de Noemi Macedo. Agora que eu n?o temia nem mesmo Morgana, por que temeria uma Noemi Macedo mimada e autoritria? Que atitude essa? EnsineiClhe a me chamar de irma e agora voc se sente grande? Noemi Macedo, furiosa, veio bloquear meu caminho. Eu sei que originalmente era Noemi Macedo quem deveria se casar a Famlia Macedo. Porque Noemi Macedo era fraca e doente desde crian?a, foi criada p Famlia Batistao uma joia preciosa, e eles n?o queriam mand para os lobos, ent?o eles deixaram Lana se casar em seu lugar. Eles n?o sabiam que os loucos da Familia Macedo n?o se importavam a vida ou morte de Lana, que provavelmente resistiu no seu primeiro dia, o que a levou a uma overdose de medicamentos, morrendo em sua suposta noite de npcias. Foi assim que eu acordei no corpo d. Lana, voc acha que se tornou a grande senhora da Famlia Macedo, n?o ? Com um marido idiota, como se sente? Noemi Macedo provocava um sorriso. Saia do caminho! Eu disse voz baixa. Noemi Macedo riu. Por que eu deveria dar passagem? Esta a minha casa estava prestes a dizer que era a casa d. Nas memrias da original, sentiaCse o quanto odiava e invejava Noemi Macedo por ter usurpado o amor que deveria ser d, o amor de seus pais. Por causa de um destino trocado, Lana s foi encontrada aos dezoito anos, quando voltou para a Famlia Batista. Dezoito anos de pobreza fizeram que Lana carecesse de confian?a, e mesmo uma beleza inata e um rosto deslumbrante, sua inseguran?a escondeu seu brilho. Lana tinha um namorado, um jovem rico e promissor, que tambm foi roubado por Noemi Macedo. Quase tudo que Lana tinha foi tomado por Noemi Macedo. A frase que mais repetia era: Isso minha casa, por que voc est morando aqui? A original era muito covarde. Quase ri, n?o acreditando que havia algum que vivia de forma mais pattica do que eu. 12.11 Captulo 95 N?o era de se admirar que eu tivesse renascido no corpo d. Mas eu n?o nasci covarde. Isso s aconteceu porque perdi meus pais aos dezoito anos e tive que viver sob a dependncia de outros, o que me fez aprender a ser paciente. Sua casa? Olhei para Noemi Macedo. N?o a casa da famlia Batista? Noemi Macedo hesitou, olhando para mim desconfian?a,o se n?o esperasse que eu tivesse mudado tanto. Ainda bem que agora eu estava casada a famlia Macedo, ent?o mesmo que eu agisse arrogancia, teria uma justificativa. O que voc quer dizer? perguntou Noemi Macedo, franzindo a testa. p! Ergui a m?o e dei um tapa em Noemi Macedo. J que esta casa da famlia Batista, melhor voc aprender as regras. Noemi Macedo me olhou chocada,o se n?o pudesse acreditar que eu teria coragem de bater n. Eu sou a verdadeira herdeira da Famlia Batista, a continuidade do sangue dos meus pais. Quem voc? Uma palha?a adotada por engano. Permitir que voc viva na Famlia Batista at hoje j foi uma ddiva minha. Entendeu? Eu apontei para Noemi Macedo, advertindoCa. Noemi Macedo ficou chocada por um bom tempo antes de reagir, pronta para me atacar. Se t?o corajosa, ent?o me bata. Eu disse um sorriso ir?nico. No meu ventre, carrego o nico herdeiro da Famlia Macedo. Se algo acontecer, n?o ser?o apenas os Macedo que n?o te deixar?o em paz, eu acho at papai n?o te perdoar. Noemi Macedo ficou t?o furiosa que seu rosto escureceu, e rangeu os dentes, pisando forte no ch?o. Lana, continue essa arrogancia, quero ver at quando voc aguenta. CasouCse um tolo, o que importa se entrou para a Famlia Macedo? Capítulo 96 Captulo 96 ! Eu dei outro tapa em Noemi Macedo. Esse tapa para te ensinar respeito pelos mais velhos. Eu sou sua irm?, e Fbio seu cunhado. Voc fica ai fndo que ele um bobo. Voc tem alguma ideia do tamanho da sua audcia em desafiar a Famlia Macedo? Sem o apoio da Famlia Macedo, a Famlia Batista iria falncia?Noemi Macedo ficoupletamente atordoada, me encarando por um bom tempo. n?o conseguia entender por que de repente eu tinha me tornado t?o arrogante. Isso era totalmente diferente do meuportamento passado. Eu a ignorei, empurreiCa para odo e entrei na s de estar. L dentro, o tal dono original, o suposto pai, estava sentado autoridade no sof. Ao me ver, ele me recebeu falsa cordialidade. Lana chegou, senta a. Agora voc uma herona para a Famlia Macedo. Tem que cuidar bem do que est a na tua barriga. Eu sorri e olhei para o homem que era supostamente meu pai. Pai, voc est certo. O beb em minha barriga o nico herdeiro da Famlia Macedo. Assim que ele nascer, ser o futuro chefe da Familia Macedo. Humberto me olhou atentamente e falou um tom indiferente. Parece que voc finalmente entendeu, n?o ? Eu fiquei em silncio, esperando que ele continuasse. Agora, a situa??o de Homero, e Tom fora de cena, voc contr aquele idiota. Cuide dele e do beb, e voc ser verdadeiramente a pessoa que lidera a Famlia Macedo. Humbertoe?ou a testar as guas. Eu sabia muito bem o que Humberto queria fazer: usarCmeo uma marie, contrndo a Familia Macedo atravs de mim. Mas eu n?o sabia ainda qual era o truque de Humberto para me contrr. Seria algo que o dono original valorizava? De fato, agora quem manda na Familia Macedo sou eu. Eu disse arrogancia, fingindo ser uma fnix que havia subido aos cus. Eu queria ver at onde Humberto iria para me amea?ar. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Pai! L fora, Noemi Macedo, que provavelmente levou um bom tempo para assimr ter sido esbofeteada duas vezes, irrompeu para dentro, agitada. Pai, me bateu! N?o v que estou tratando de assuntos importantes o pai? N?o tem educa??o, n?o tem a postural que uma dama deveria ter. O que isso? Vai embora! Eu repreendi Noemi Macedo, irritada. Noemi Macedo, furiosa, rangeu os dentes. Pai! Humberto franzia a testa, percebendo que eu estava meportando de maneira insolente. Pai, estamos discutindo assuntos srios o que est fazendo aqui? Eu perguntei em um tom baixo e amea?ador. Estvamos ambos testando os limites um do outro. Saia, Humberto orde?ou que Noemi sasse. 12:11 Capitulo 96 Noemi Macedo ficou chocada, n?o estava acostumada a ser tratada assim por Humberto. Pai Noemi Macedo disse relutante. Obede?a e saia, Humberto acenou a m?o. Noemi Macedo finalmente saiu relutante,n?ando um olhar feroz para mim antes de cair. Se achando, hein, s porque casou um bobo. Eu fiquei cda, me recostando no sof, observando Humberto. Agora que voc a chefe da Famlia Macedo, deveria assumir o controle da empresa rapidamente e ajudar o Grupo Batista a superar essa crise, Humberto me lembrou. Pai, eu n?o posso fazer nada, oh. Apesar de ser parte da Famlia Macedo, eu n?o tenho poder real. Com a morte do patriarca, o Sr. Evandro contr a empresa, e ele tem contatos tanto no mundo lcito quanto no ilcito. Eu n?o quero problemas, eu disse calmamente. Humberto franziu a testa. Pegar as a??es da Famlia Macedo e entregs para mim sua principal tarefa. Como est? Desistiu? N?o se esque?a de que sua av ainda precisa que a Famlia Batista a mantenha viva. A Familia Macedo n?o pode permitir que uma velha sem importancia continue vivendo? Eu hesitei por um momento, enquanto Humberto finalmente revva a verdadeira situa??o. Mas essa av. Levantei a m?o e massageei a testa. Av? Ser que era a av que criou Lana depois que foi trocada ao nascer? Mas essa n?o deveria ser a verdadeira av de Noemi Macedo? Noemi Macedo realmente n?o tinha gratid?o. Capítulo 97 Captulo 97 Eu certamente n?o esperava que a Famlia Macedo desse mais tempo de vida av de Lana, mas agora que eu sabia as cartas que Humberto tinha na m?o, eu tinha uma ideia ra do jogo. Humberto pensava que eu ainda era a mesma Lana fcil de manipr de antes, mas ele estava redondamente enganado. A antiga Lana talvez tivesse sentimentos por Humberto e sua esposa, talvez houvesse?os afetivos, masigo seria diferente. Meus pais j tinham morrido num acidente de carro quando eu tinha dezoito anos, e quanto a Humberto e sua esposa, para mim, eles n?o mereciam ser chamados de pais. Pai, o senhor est equivocado. O que eu quis dizer que agora eu sou a lder da Famlia Macedo. Embora Homero esteja retornando ao pas, ele sofreu um derrame e n?o tem poder real. E Tom, bem, ele nem sequer acordou. Agora, todos na Famlia Macedo tm que me obedecer. Eu rapidamente interrompi. Humberto resmungou e estreitou os olho A Famlia Batista te criou por tantos anos. Embora voc s tenha voltado aos dezoito anos, eles te criaram at agora. Eu e sua m?e somos seus verdadeiros pais, h um vnculo sanguneo entre ns. Ns somos uma famlia, na sade e na doen?a. Voc precisa entender isso.Eu assenti rapidamente. Pai, eu entendo. Humberto assentiu. Agora, precisamos pensar emo tomar o controle do Grupo Macedo o mais rpido possvel. Se deixarmos Evandro tomar conta, ele vai acabar tudo. Eles n?o v?o pegar leve com voc.Pai, o senhor tem algum no? perguntei baixinho. Humberto olhou para mim. Vamos arranjar um jeito de colocar sua irm? dentro do Grupo Macedo. Voc chegou muito tarde e n?o teve a educa??o necessria, n?o sabe administrar e n?o tem habilidades. Colocaremos sua irm? l para te ajudar, e quando se firmar na empresa, transferiremos as a??es que voc conseguiu para . Eu olhei para Humberto um sorriso ir?nico. Ele estava jogando o jogo dele bem na minha cara. Por que eu daria minhas a??es para Noemi Macedo? Isso era pra rir at morrer Pai, o Grupo Macedo n?o t?o fcil de entrar. Noemi pode ser talentosa, mas precisa provar isso por conta prpria. Eu nunca trabalhei na empresa,o eu poderia garantir sua entrada? Se Noemi nem consegue passar p fase de recrutamento do Grupo Macedo,o poderia assumir essa N?velDrama.Org exclusive content. responsabilidade de forma convincente? Suspirei. Pai, estou pensando no nosso grande no, o que o senhor acha? Humberto me olhou e acenou a cabe?a. Tudo bem, eu cuido disso. Voc prepara o caminho para sua irm? e para Rogrio Cabral. Eu fiquei em silncio, e Humberto falou novamente. Lana, agora voc tambm parte da Famlia Macedo. Em certas situa??es, voc tem que ceder sua irm?. Voc e Rogrio n?o estavam destinados a ficar juntos. Eu sorri e fiquei cda. Rogrio, o namorado de Lana, vinha de uma famlia rica, mas os Cabral andavam em declinio nos ltimos anos, e Rogrio n?o tinha muitaspetncias. Ent?o, os nos se voltaram para a Familia Macedo junto Noemi Macedo. Ah, eles tinham coragem, n?o mesmo? A ganancia humana o uma serpente que tenta engolir um elefante. N?o h nada para fazer. Voc pode ir embora e se preparar. Humberto acenou a m?o Levantei uma sobrancelha. Que tipo de pai era esse? Me chamou de volta e nem sequer me ofereceu uma refei??o Noemi Macedo tinha roubado o namorado de Lana, e eu ainda tinha que ajud a entrar no Grupo Macedo, ainda tinha que transferir minhas a??es para , ainda tinha que apoiar um homem sem valor? Quando vivia a Familia Tavares, eu s sentia que Adonis me maltratava, eu estava sob a tut de outros, e se eu reagisse, s receberia espancamentos, por isso eu suportava os dentes cerrados. Mas isso n?o quer dizer que eu fosse uma idiota. Nunca teria imaginado que algum da Famlia Batista pudesse ser t?o descarado a ponto de tratar os outroso tolos. Isso mostrava o quanto o verdadeiro dono, Lana, tinha vivido de forma humilde e sem direitos ao longo dos anos naqu famlia. J que est tudo bem, vou indo, eu disse, levantandoCme e dando uma olhada no relgio antes de me virar para partir. Capítulo 98 Captulo 98 No quintal, Noemi Macedo chorava e fazia manha para um homem. est t?o arrogante. Como ousa me bater? Quem pensa que ?, Noemi Macedo remava para o homem. acha que especial s porque se casou algum da Famlia Macedo? Mas a Famlia Macedo est acabada. se casou um idiota, sujo e feio, Noemi Macedo continuou remando.Eu estava de p, n?o muito longe, um sorriso ir?nico. Fbio feio? Eu nunca vi homem mais bonito que o Fbio em toda a minha vida. Tudo bem, querida, n?o chore. N?o vamos nos rebaixar ao nvel d. apenas uma idiota sem charme. Louca quem escolhe se casar um idiotao . s est se exibindo porque est trabalhando para voc. Quando conseguir as a??es do Grupo Macedo e transferis para voc, todo o Grupo Macedo ser nosso, o homem consva Noemi Macedo. Eles ainda estavam por aqui, sonhando acordados. Voc j cheirou algo ruim de longe? Isso o que est acontecendo agora. dia ro, pare de sonhar acordado, eu disse, chegando perto deles, desdenhando. Noemi Macedo ficou furiosa e seu rosto escureceu. Lana, o que voc t fndo a sem sentido? Eu olhei para Noemi Macedo e depois para o homem, que provavelmente era o Rogerio. Vocs dois se merecem, um par perfeito. Como que diz aquele ditado? Eu levantei uma sobrancelha. Cachorra e cachorro, juntos para sempre. Noemi Macedo, enfurecida, avan?ou para me bater, mas Rogerio a segurou. Lana,o voc mudou tanto? Como pode fr assim da sua irm?? Rogerio olhava para mimo se estivessepletamente decepcionado. Para esse lixo humano eu at estou sendo educada.Se n?o for assim,o eu deveria fr? Bater n enquanto falo? Eu levantei minha m?o, pronta para bater em Noemi Macedo. Noemi Macedo, assustada, se escondeu atrs de Rogerio. Rogerio tentou proteg. Se voc ousar me tocar, e algo acontecer o beb que estou esperando, quero ver o que vocs v?o fazer. Eu sabia que Rogerio n?o se atreveria a me bater. Essas pessoas todas dependiam desse pequeno ser para trocar por a??es e lutar pelo Grupo Macedo. Eu carregava o herdeiro da Famlia Macedo. Rogerio de fato hesitou, sem se atrever a se aproximar mais. Eu agarrei Noemi Macedo e lhe dei um tapa na cara. Antes de morrer, eu tinha me reprimido por tempo demais. Agora que tinha renascido e ainda estava carregando o beb da Famlia Macedo, ro que eu andaria de cabe?a erguida. Se todos tm algo em que se apoiar, quem n?o quereria ser arrogante? Lana! Voc est indo longe demais! Olha s o que voc se tornou! Rogerio abra?ou Noemi Macedo. Eu deveria ser mais educada? Noemi o uma pintura, voc deveria emoldur, eu ri friamente, virando as costas e saindo. Noemi Macedo cobriu o rosto, tremendo de raiva. Rogerio, voc vai s ficar olhando me bater? Espere um pouco, est s exagerando por enquanto. Quando nos der as a??es, voc poder fazer o que quiser . Alm disso, se casou um idiota, sujo e feio. n?o temo sair Esse encontro dos exCcolegas vai exigir que todos tragam seus pares. casou um idiota, certeza n?o vai poder levar ele, ent?o Eu andei alguns passos e parei subitamente. Encontro dos exCcolegas? Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Lana e Noemi Macedo, assimo Rogerio, eram todos exCcolegas do ensino mdio. Lana havia se transferido para a esc no terceiro ano, e suas notas n?o eram boas, nem tinha conseguido entrar numa universidade de renome. Enquanto isso, Noemi Macedo, aps se formar no ensino mdio, foi mandada para estudar no exterior e ao voltar, roubou Rogerio. Essas coisas n?o me interessavam muito, mas eu me lembro que a maioria das mulheres assassinadas pelo criminoso eram egressas desta esc, e eu tambm me formei neste colgio. Apenasecei meus estudos mais cedo e terminei um ano antes da Lana. Capítulo 99 Captulo 99 Deixando a casa dos Batista, peguei um txi sozinho para a casa onde crescera. Aps o trgico acidente que tirou a vida dos meus pais, vendi todas as nossas propriedades para pagar as dvidas, exceto a velha casa, repositrio de todas as nossas memrias. Ao descer do carro, contemplei o lugar que h tanto n?o via, um misto de emo??es. Retirei a chave escondida no vaso de ntas e fiquei ali, parado, em silncio, antes de finalmente abrir a porta. A casa estava tranqu, repleta de fotografias minhas e pertences dos meus pais. Tudo pareciao antes, mas as pessoas as pessoas haviam mudado. Sentado no sof, fiquei observando silenciosamente uma pintura na parede. Era tudoo um sonho. Click De repente, um som sutil veio por trs de mim. Congelei, cada nervo do meu corpo flor da pele. Havia algum na minha casa? Sem coragem de olhar para trs, tentei pegar o celr para ligar para a polcia. Mas sempre assim, o panico te faz desajeitado, e at desbloquear a t do celr se torna uma tarefa rdua. Atrs de mim, senti algum me observando, se aproximando lentamente. Um arrepio percorreu minha espinha quando me virei abruptamente para encarar a pessoa atrs de mim.Na entrada da s, um homem segurava um peda?o de pau, me encarando uma express?o sombria. Fiquei paralisado, a garganta travada de medo. Aquele homem. Era alto, cabelo escuro, o rosto marcado por uma grande queimadura, assimo os dedos, uma vis?o horripnte. Era o mesmo medo que senti antes de morrer. Voc est me seguindo? Ele falou, uma voz rouca. Abri a boca para fr, mas n?o consegui pronunciar uma pvra, meu medo era t?o profundo que parecia emanar da minha alma.Como voc sabia que eu estava aqui? Ele franziu a testa e jogou o pau no ch?o, fndoigoo se j me conhecesse. Fiquei imvel, encarandoCo. Aqu voz era definitivamente a pessoa que me matou.. Mas ele parecia me conhecer? N?o Agora eu estava sob a identidade de Lana. Captulo 99 Por que ele me reconheceria? Eu n?o sabia que voc estava aqui. Falei baixinho, respirando fundo. Isso n?o era onde a Luna costumava morar? Eu andei me aproximando da amiga d, Mafalda, e descobri onde vivia antes. O homem sentouCse no sof. Estou me escondendo aqui por alguns dias. Fiquei ali, parado, aterrorizada. Voc parece ter imitado muito bem. Ele zombou, sarcstico. Fiquei perplexa por um momento, meu corpo todo tenso. O que ele queria dizer? Qual era a r??o entre Lana e esse homem? O que estava sendo imitado? Ent?o Minha mente girava rpido, mas n?o conseguia lembrar de nada que me ligasse a esse homem. O velho agora est em apuros agora Supus que a coopera??o era certamente por algo rcionado Famlia Macedo. Voc est grvida dele? O homem parecia desinteressado nos assuntos da Famlia Macedo, apenas me olhava sombriamente. Um arrepio percorreu minha espinha. Ele parecia capaz de me matar a qualquer momento. Mas por que ele estaria morando na minha casa? Sim Respondi em voz baixa. O homem deu uma risada louca. Fiquei nervoso, sem saber o que dizer. Ele te confundiu Luna? Ele falou primeiro,o se fsse consigo mesmo. Ele realmente te confundiu Luna? Hahaha Dizem que o amor chega aos ossos, mas veja s, uma substituta qualquer pode tomar o lugar de Luna em seu cora??o! Fiquei tenso, olhando para ele em choque. Substituda por Luna? N?o se fa?a de esperta. De repente, ele reprimiu o sorriso, e a hostilidade ao seu redor se intensificou. Voc acha que ao procurar vestgios deixados por Luna e imit, ele vai continuar a ouvir voc obedientemente? N?o respondi, deixandoCo continuar. Fa?a o que eu disse o mais rpido possvel, e n?o tenha ideias erradas. Ele me advertiu a voz grave.Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Capítulo 100 Captulo 100 Respirei fundo, surpresa. Que miss?o ele tinha dado para a Lana? Tinha algo a ver o Robson? Robson confundiu Lana a Luna? Quer dizer, confundiu Lanaigo? Robson o nome que ele chamou, Luna, n?o era Lana, era Luna? C Entendi Segurei meu celr, nervosa, encarando o homem, sentindo vontade de ligar para a polcia imediatamente. Esse homem certamente era um assassino. Voc pode ir embora. C Ele acenou a m?o. Concordei e sa correndo. N?o crie ilus?es, ele s te confundiu a Luna, n?o vai desenvolver sentimentos verdadeiros por voc. C Cheguei porta e ele refor?ou. Corri para fora da casa, minhas pernas tremendo Peguei o celr, querendo ligar para a polcia, mas fiquei paralisada por um momento, sem saber o que dizer. AcusClo de ser um assassino? E as provas? Se n?o tinha provas, estaria apenas assustando a cobra no mato? Mas por que ele queria morar na minha casa? O que isso significava? Uma provoca??o? Assim que sa do prdio, esbarrei em algum. Era o Robson. Ele me abra?ou, a voz rouca: Por que voc sempre foge Ele estava preocupadoigo. Voc C Abracei Robson for?a, buscando algum conforto. A voz daquele homem l em cima era parecida a do Robson, ambas roucas e profundas. Como voc sempre me encntra? C Levantei a cabe?a para olhar para Robson, perguntando nervosamente. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Robson n?o respondeu. Voc colocou um rastreador em mim? C Continuei perguntando. Apenas preocupado voc. Robson desviou o olhar. Olhei nervosamente para trs, medo de que o assassino aparecesse. pitulo tuv Segurei a m?o de Robson e o level rapidamente para longe. Onde est o rastreador? C Perguntei a Robson. Robson ficou em silncio. Vai fr ou n?o? C Franzi a testa, ficando um pouco irritada. Robson segurou meu pulso e passou a m?o p pulseira. Em seguida, tocou o pingente no meu pesco?o. Ah ent?o todos os acessrios que eu usava diariamente tinham um rastreador? N?o apenas isso. Sua m?o acabou pousando no meu celr. Eu estava t?o irritada que estava tremendo. Ent?o eu estava cheia de rastreadores pelo corpo. Robson parecia magoado, segurando minha m?o: Luna Vamos embora, vamos para casa. C Eu sentia um frio nas costas, levando o Robson de volta correndo. Tinha medo de ser alvo do assassino. Aquele assassino n?o deveria saber que eu era a Luna, certo? Ele certamente n?o poderia imaginar algo t?o estranho quanto eu renascendo, certo? Mas o que ele obrigou a Lana a fazer? Agora que estou utilizando a identidade de Lana, n?o vou acabar investigando a mim mesma? Ser que Lana era cmplice? Luna, voc est preocupada alguma coisa? C No caminho de volta, Robson segurou minha m?o o tempo todo e perguntou. Eu n?o respondi. Estava pensando no que fazer em seguida. At chegarmos em casa, n?o pronunciei uma pvra para Robson. Ele apenas permaneceu ao meudo, em silncio. Robson A Mafalda me disse que voc admitiu na delegacia que foi o assassino, por qu? C Olhei para ele, tentando sondar. Robson olhou para mim e abaixou a cabe?a. Se voc n?o quer fr tudo bem. C Eu estava medo de despertar suspeitas em Robson. E ainda suspeitava que Robson e o assassino que residia em minha casa eram cmplices. Aquele homem disse que se eu admitisse ser o assassino, ele te devolveria para mim. C Robson disse em uma voz rouca, a cabe?a baixa e o cabelo cobrindo os olhos, impossibilitando ver suas emo??es ou express?o. Entretanto, pude perceber que ele estava tremendo. Quem ele C Eu olhei ansiosamente para Robson: DevolverCme a voc? Lana ou Luna Robson levantou a cabe?a, olhando para mim intensamente. O assassino disse que Robson confundiu Lana Luna, usando Lanao substituta. Ent?o, quem Robson realmente queria salvar era Luna? O nome que ele chamava todos os dias, tambm era Luna? Capítulo 101 Voc sabe quem o assassino, n?o sabe? C Quando Robson permaneceu em silncio, segurei sua m?o firmeza, um tanto agitada: Diga-me quem . Houve ummpejo de panico nos olhos de Robson,o se ele estivesse tentando escapar, e ele se afastou de mim: Eu n?o sei Voc sabe quem ! C Eu tambm estava ficando impaciente, ele certamente sabia a identidade do outro homem, por que n?o podia me dizer? Robson continuou caminhando adiante, evitando revr quem era. Eu o segui, persistindo em fazer perguntas. Mas n?o importava quantas vezes eu perguntasse, ele se recusava a fr. Pensei em chamar a polcia, pensei em contar para Benito e Mafalda, mas agora eu era a Lana n?o a Luna. Ningum acreditaria em nada do que eu dissesse. Alm disso, ps intera??es que tive o assassino, ficou ro que havia algum tipo de negcio ou conex?o entre ele e Lana. Se eu agisse de forma precipitada contra o assassino antes depreender tudo, n?o s estaria me colocando em risco Frustrada, esfreguei a testa. As coisas estavam se tornando cada vez maisplicadas. T?oplicadas que eu n?o conseguia manter a calma nem pensar direito para desvendar a situa??o. Se eu fosse apenas uma espectadora, tudo bem, maso Lana C estava envolvida o assassino, se me envolvesse cedo demais, poderia prejudicar a investiga??o mais adiante. Luna vamos para casa. C Enquanto eu estava agitada e a mente em turbilh?o, Robson se aproximou, segurou minha m?o e disse que me levaria para casa. Instintivamente, o afastei: Voc est chamando p Luna, n?o est? Nem sequer est pronunciando meu nome, eu sou a Lana. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Eu n?o podia admitir que era Luna. Tambm n?o acreditava que Robson estivesse louco o suficiente para acreditar numa troca de almas. Voc Luna! Voc Luna! C Ele de repente enlouqueceu, agarrando meus ombros for?a. Ele me machucou e, por um momento, senti medo; parecia que ele estava for?ando sua prpria conscincia a me moldar em Luna. N?o era tanto que ele me reconheceuo Luna, mas sim que, no fundo, ele deliberadamente me confundia . Ele e Adonis, ambos queriam fugir da morte de Luna, tratando a semelhante Lanao uma boneca. Ah, n?o de admirar que ele estivesse t?o dcil e rxado ultimamente. Capítulo 102 Recentemente, fiquei em casa, n?o saa por a sem rumo, est entendendo? cochichei para Robson. Evandro e sua turma eram capazes de tudo para alcan?ar seus objetivos. A Famlia Macedo tinha passado por uma grande transforma??o, e bastava eliminar Fbio, a mim e o beb que carregava para que Evandro tomasse posse de tudo o que pertencia ao Grupo Macedo e Famlia Macedo. Caminhvamos p cal?ada, enquanto a estrada fervilhava o trfego constante de carros. Ele me carregava nas costas, avan?ando passo a passo. Eu j estava cansada e acabei adormecendo em suas costas. Sonhei, e diferentes imagens passavam p minha mente. Um menininho mesti?o, parecido um prncipe de conto de fadas. N?velDrama.Org exclusive content. Ele carregava uma menina de vestido vermelho nas costas e corria desesperadamente. Luna, vai ficar tudo bem, estamos quase em casa. Ele dizia isso enquanto corria, tentando me consr: Luna, acorda, n?o durma. Luna, acorda,e alguma coisa Despertei repentinamente, respirando ofegante e olhando ao redor, sem saber quando havia chegado em casa. Robson me acalmou e insistiu para que euesse algo. Olhei para Robson, massageando a testa: N?o queroer. Come um pouco. C Robson segurava a tig, tentando me convencer aer um pouco. Eu j disse que n?o queroer! N?o tenho apetite! C exmei irritada, empurrando a m?o de Robson, e a tig de sopa se espalhou pelo ch?o. Ele permaneceu sentado, em silncio. Irritada, levantei-me e caminhei dor de cabe?a de volta para o quarto. Naquele momento, sentio se fosse uma boneca mantida por um louco, e esse pensamento me aterrorizava. Estava exausta e voltei a dormir assim que deitei na cama. Os sintomas do incio da gravidez estavam se tornando mais evidentes: sono excessivo, instabilidade emocional Adormeci profundamente e voltei a sonhar. Ele n?o a ama? Ent?o vou transform na mulher que ele ama e devolv a ele Voc vai sero a boneca favorita dele, vou deix linda. Se ele a ama tanto, por que mentiu para ele? Por que o enganou? Voc merece morrer Voc sabe que quase o matou sua mentira? Esqueceu dele e ficou outro homem. Voc suja Seu cora??o sujo, seu corpo tambm. Capítulo 103 Recentemente, fiquei em casa, n?o saa por a sem rumo, est entendendo? cochichei para Robson. Evandro e sua turma eram capazes de tudo para alcan?ar seus objetivos. A Famlia Macedo tinha passado por uma grande transforma??o, e bastava eliminar Fbio, a mim e o beb que carregava para que Evandro tomasse posse de tudo o que pertencia ao Grupo Macedo e Famlia Macedo. Caminhvamos p cal?ada, enquanto a estrada fervilhava o trfego constante de carros. Ele me carregava nas costas, avan?ando passo a passo. Eu j estava cansada e acabei adormecendo em suas costas. Sonhei, e diferentes imagens passavam p minha mente. Um menininho mesti?o, parecido um prncipe de conto de fadas. Ele carregava uma menina de vestido vermelho nas costas e corria desesperadamente. Luna, vai ficar tudo bem, estamos quase em casa. Ele dizia isso enquanto corria, tentando me consr: Luna, acorda, n?o durma. Luna, acorda,e alguma coisa Despertei repentinamente, respirando ofegante e olhando ao redor, sem saber quando havia chegado em casa. Robson me acalmou e insistiu para que euesse algo. Olhei para Robson, massageando a testa: N?o queroer. Come um pouco. C Robson segurava a tig, tentando me convencer aer um pouco. Eu j disse que n?o queroer! N?o tenho apetite! C exmei irritada, empurrando a m?o de Robson, e a tig de sopa se espalhou pelo ch?o. Ele permaneceu sentado, em silncio. Irritada, levantei-me e caminhei dor de cabe?a de volta para o quarto. Naquele momento, sentio se fosse uma boneca mantida por um louco, e esse pensamento me aterrorizava. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Estava exausta e voltei a dormir assim que deitei na cama. Os sintomas do incio da gravidez estavam se tornando mais evidentes: sono excessivo, instabilidade emocional Adormeci profundamente e voltei a sonhar. Ele n?o a ama? Ent?o vou transform na mulher que ele ama e devolv a ele Voc vai sero a boneca favorita dele, vou deix linda. Se ele a ama tanto, por que mentiu para ele? Por que o enganou? Voc merece morrer Voc sabe que quase o matou sua mentira? Esqueceu dele e ficou outro homem. Voc suja Seu cora??o sujo, seu corpo tambm. Ele me colocou em uma caixa de vidro, e sua voz soavao a de um dem?nio do inferno. N?o, socorro, socorro! Mas parecia que eu estava presa em um sonho, incapaz de acordar. N?o sei por que, mas eu estava gritando pelo Robson. Luna! C Robson estava chamando meu nome. Robson Robson, me salve. Em meio ao panico, senti algum me abra?ando for?a, e meu corpo em luta finalmentee?ou a rxar. Quando acordei no dia seguinte, j era tarde. Al?? C O celr tocou, e eu me esforcei para atender: Reuni?o de colegas de sse? Est bem, estarei l no horriobinado. C concordei. Capítulo 104 Na esquina do caf. Sentado ali no cantinho, um bon na cabe?a, eu aguardava a chegada de Mafalda. At agora, era a nica pessoa em quem eu confiava de verdade. Alm d, eu n?o me atrevia a depositar minha confian?a plena em mais ningum. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Mafalda, voc veio at aqui porque precisa de algo? C sentou-se minha frente, visivelmente irritada. Dava para perceber que o humor d n?o estava nada bom. Eu vi as notcias na inte, fndo que o assassino n?o vai parar, que vai seguir matando. Com certeza, haver outra vtima. C Eu olhei ao redor, nervosa: Eu sei quem o assassino, mas n?o tenho provas Mafalda me encarou desconfian?a: Voc sabe quem o assassino? A pessoa est morando agora na casa da Luna C Eu temia que Mafalda n?o acreditasse em mim. Mafalda olhou para mim, incrd: Voc ficou maluco? Levantei a m?o, esfreguei o rosto e respirei fundo: Desta vez, acredite em mim, a pura verdade. Pe?a ao Benito para ficar de olho nessa pessoa certeza, vai agir novamente. Mafalda me olhou, dividida entre acreditar ou n?o: Eu estive na casa da Luna ontem e n?o vi nenhum assassino,o assim? N?o v mais l. O assassino est se escondendo dentro da casa, voc s ainda n?o sabe. C Eu olhava para Mafalda, nervosa, preocupada a seguran?a d. Mafalda se manteve cautelosa: Por que voc sabe de tudo isso? Quem voc, afinal? Voc n?o acreditaria se eu dissesse que sou a Luna nem eu mesmo acreditaria. C Suspirei: De qualquer forma, meu nico objetivo revr a verdade, limpar o nome da vtima e levar o assassino justi?a. Eu queria proteger Mafalda, n?o queria v se machucar. Mafalda me olhouo se eu fosse um louco, demorando para responder: Voc tem certeza de que est a cabe?a no lugar? Fiquei um pouco irritada, mas entendia o ponto de vista de Mafalda. Afinal, uma pessoa estranha aparecer do nada dizendo que parente de algum que morreu faz pouco tempo, isso certamente chocante e assustador. Eu respirei aliviada: Obrigada, eu realmente n?o quero ver mais ningum se machucar. Eu tambm baixei a cabe?a, desanimada: , essa pessoa muito perigosa, matou tantas pessoas Ele agiao se n?o deixasse nenhum rastro. Eu tambm bncei a cabe?a: Eu tambm n?o. Eu suspirei aliviada e olhei para o relgio. O Grupo Macedo tambm estava em apuros, Evandro e seu filho no controle da empresa, seria difcil eu me infiltrar. Capítulo 105 A famlia Batista havia conseguido trazer Noemi Macedo para o Grupo Macedo, mas foi difcil para mim tanto traz quanto criar problemas para , j que eu mal fva as pessoas dentro da empresa. Eu estava realmente enfrentando problemas de todos osdos. Voc n?o vai para casa? C Mafalda perguntou ao sair. N?o, hoje h uma reuni?o de antigos colegas de esc. C Suspirei. Eu nem conhecia aqus pessoas, fingir ser a Lana e ir a uma reuni?o era muito chato. Maso havia uma espcie de press?o moral da parte deles, eu, no papel de Lana, n?o podia deixar de ir. Eu precisava me adaptar rapidamente identidade da Lana, caso contrrio se eles descobrissem alguma coisa, haveria problemas. Ent?o eu vou fazer isso. C Mafalda se despediu e me trouxe um cappino. Tomei um gole e, franzindo a testa, remei quase sem pensar: Voc sabe que eu n?o gosto dele t?o doce, quantos sachs de a?car voc colocou? Mafalda olhou para mim e, sem dizer nada, saiu. Sentada no canto, descansando a cabe?a, observei o movimento constante de carros e pedestres p jan que ia do ch?o ao teto. Estar viva era timo. Eu ainda podia sentir o sol deste mundo e saborear suas delcias. Vrrum. C Meu celr tocou, era outro ex-colega. Lana, todos est?o trazendo suas famlias hoje. Voc, que casada, tem que trazer seu marido, sen?o n?o a deixaremos entrar. C Do outrodo da linha, vrias pessoas estavam rindo. Estava ro que queriam tirar sarro de mim. Eles sabiam que eu havia me casado o bobo C da famlia Macedo e ainda assim insistiam para que eu o trouxesse, era bvio que queriam zombar de mim e do Fbio. Meu marido n?o est se sentindo bem, ent?o C Eu nem tinha terminado de fr e eles desligaram. Isso me irritou um pouco, pois eles n?o estavam acostumados isso. Mas, na memria de Lana, a nica pessoa que havia sido gentil quando estava sozinha e desamparada era a professora daquele ano. Suspirei, levantei-me e puxei a aba do meu chapu para baixo antes de sair. Desde que renasci, meu sexto sentido parecia muito mais agu?ado do que antes. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Ah, eles estavam bem atrs de mim. O cara n?o conseguiu me encontrar ee?ou a correr em panico. Ele caiu no ch?o, olhando para mim em choque: Por que voc me bateu? Foi o Andr que me disse para segui para proteg! C O homem cobriu a cabe?a, mostrando uma express?o de dor. Ele se levantou, ainda dor: Voc precisa ter cuidado ultimamente, h muitas pessoas observando voc. C Assenti a cabe?a. Capítulo 106 Isso timo, fico feliz que tenham conseguido vir. Agora que est?o aqui, importante que fiquem seguros e se cuidem. A professora concordou uma ponta de tristeza: o ver vocs se casarem, formarem uma famlia e viverem felizes. Professora, a Lana n?o muito respeitosa, se casou e nem sequer f o nome do marido. C A colega que eu havia confrontado falou em um tom de zombaria. Aproximei-me d, fndo respeito: Professora, desculpe-me, meu marido n?o est muito bem, eventoso esse n?o s?o adequados para ele. uma idiota, isso que , que desculpa essa de sade?. A colega arregalou os olhos. Este Lustosa, d um tempo. C Geraldo ainda estava correto, afinal estvamos ali para ver a professora. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Ouvimos dizer que a Lana se casou um idiota por dinheiro, ele n?o a trata bem e tem uma tendncia violncia, dizem que ele um criminoso. Outro colega murmurou, certificando-se de que todos pudessem ouvi-lo. Olhei para os dois, alternando olhares entre eles e Noemi Macedo, e levantei uma sobrancelha: A famlia Macedo da Cidade Labirinto uma linhagem nobre, fr assim. Basta dizer que Lana uma boa garota, certamente encontrar um marido que a adore. C A professora sorriu carinhosamente e me chamou para perto. Lana, voc mudou muito, finalmente se tornou mais forte e corajosa. C Disse a professora olhos lacrimejantes, acariciando as costas de minha m?o. Professora, eu me cuidarei, pode ficar tranquilo. Ele acenou a cabe?a, satisfeito: timo, timo. Fico mais tranquilo ao ver que vocs est?o bem. Professora, este meu namorado, Rogrio, o senhor pode n?o t-lo ensinado, mas certamente j ouviu fr dele. C Noemi Macedo o apresentou orgulho. Rogrio era o primeiro da sse na esc secundria de Lana, n?o o primeiro do estado, mas um excelente aluno. Os professores todos sabiam quem era Rogerio, um jovem considerado um gnio. Sei, sei, sempre o primeiro da sse. C a professora assentiu um sorriso, lembrando-se do bom aluno. Capítulo 107 Todos os presentes ficaram chocados e at eu fiquei paralisado por um momento. Como ele chegou at aqui? Hoje Robson estava vestido elegancia, parecia ter se esfor?ado ao mximo. Ele, que j era bonito, agora estava ali inclinado, parecendo o protagonista irresistvel de alguma nov. Voc C Rogrio estava ramente intimidado por Fbio e perguntou nervoso: Quem voc? Ningum reconheceu essa vers?o do Fbio, ent?o era natural que eles hesitassem. Fbio se aproximou de mim, agarrou meu pulso e me puxou para perto dele, sorrindo de forma louca e desafiadora: Eu sou o marido d. Parecia que Rogrio poderia terminar em um segundo. Rogrio, visivelmente assustado, engoliu, olhando medo para Fbio e depois para Noemi Macedo? Noemi Macedo tambm estava confusa e olhou em volta para seus colegas. Fbio? Ele o herdeiro da famlia Macedo? N?o pode ser, n?o disseram que ele louco? Sim,o ele pode ser t?o bonito, caramba mais do que muitos atores famosos. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Os colegase?aram a murmurar entre si. Olhei para o lder da turma, Geraldo, que, ao ver Fbio, se escondeu atrs das pessoas. Do que ele estava se escondendo? Ele estava medo do Robson. Desculpe, meu marido esteve doente nos ltimos dias e achamos que n?o viramos hoje, mas ele quis me panhar para ver a professora, disse eu, dando um passo frente para explicar professora. A professora olhou para mimovida, os olhoscrimejando, e assentiu: Isso bom, Lana, ver que voc est bem me tranquiliza. Fbio segurou minha m?o e me levou at a professora, voltando a ser o garoto obediente: A senhora precisa descansar, vai ficar boa logo. Que menino bom. C A professora olhou para Fbio emo??o e alvio: T?o bonito, e vocs dois formam um casal perfeito. Fbio me olhou olhos profundos e um sorriso nos lbios. Afinal qual deles era o verdadeiro? Capítulo 108 Naqu poca, meus pais ainda n?o tinham sofrido o acidente de carro, eu ainda n?o tinha chegado Famlia Tavares, nem trocado de esc. Quando finalmente mudei para a esc onde Adonis estudara, ele j tinha se formado. Professora. C Adonis se aproximou do mestre, trazendo-lhe um presente. A professora abriu um sorriso satisfeito: N?o esperava que todos vocs conseguissem vir. Morgana estava o tempo todo de bra?os dados Adonis. Embora Adonis se mostrasse distante, Morgana irradiava um sorriso de felicidade. N?o sei se era o tempo ou de propsito, mas em apenas alguns meses, Morgana j exibia ramente a sua gravidez. Adonis e Morgana n?o olharam para mim ou para Fbio em nenhum momento. Percebendo que eu n?o conseguia tirar os olhos de Ad?nis, Fbio pegou minha m?o, apertando-a lentamente. Eu estava inexplicavelmente medo; quando ele ficava raiva, seu desejo de posse me intimidava. Senti que ele tambm,o Ad?nis, estava tentando me marcaro dele. O irm?o mais velho, Adonis, definitivamente viu Fbio. Hoje Lana trouxe algum para se apresentar, insistindo que era Fbio, para que o irm?o mais velho pudesse dar uma olhada e ver se ele era um impostor, disse um colega, aproximando-se para fr Adonis. Foi ent?o que Adonis finalmente olhou para Fbio e para mim. Franzi a testa, olhando para Adonis uma express?o desconfiada. Ele apenas men?ou um olhar frio, tirando o bra?o das m?os de Morgana: Nunca vi o Fbio, n?o o conhe?o. Eu ri ironicamente, olhando para Morgana: Senhor Tavares, esta a sua noiva?. Ad?nis ficou em silncio, sem responder. Mas Morgana estava impaciente e falou rapidamente: Sim, j celebramos o casamento. Fiz uma cara depreens?o: Seu nome Luna? A cor do rosto de Morgana mudou imediatamente e seus olhos ficaram um pouco assustados: O que voc disse Adonis franziu a testa, olhando para mimo se estivesse me repreendendo por criar problemas. Adonis men?ou um olhar amea?ador. E havia tambm uma ponta de indulgncia.N?velDrama.Org exclusive content. Capítulo 109 Noemi Macedo ficou chocada e n?o conseguia entender onde havia errado. N?o era opini?oum que Morgana era o amor impossvel de Ad?nis e que Luna era apenas uma mulher desprezvel que havia fracassado em sua sedu??o? Vamos, vamos, sentem-se todos, disse o lder da sse, indicando a todos os presentes que se sentassem. Soltei uma risada sarcstica. Estava ro que Noemi Macedo havia entrado em conflito Ad?nis e, quando morreu grvida, isso se tornou uma lembran?a nefasta e proibitiva para ele. Vocs est?o fome, n?o est?o? Vamoser, disse a professora, tentando mudar de assunto, evidentemente sem sabero contornar a situa??o. Afinal de contas, ramos todos seus alunos. Diretor Tavares, o senhor ouviu algo que n?o deveria ouvir e ficou abdo? Aqueles que sempre andam pelo rio inevitavelmente molham os ps. Em seus sonhos noturnos, voc e sua atual namorada n?o tm medo de encontrar fantasmas?, eu disse um sorriso frio, aproximando-me de Morgana para sussurrar: Morgana, se voc n?o quer que eles saibam, n?o saiba. As grava??es dos chamados de Luna est?o salvas, voc acha que destruindo-as voc estar segura? Mas essas grava??es mais cedo ou mais tarde, s ser?o recuperadas. Morgana empalideceu e olhou para mim aterrorizada, juntando as m?os e dando um passo para trs: N?o insista. O que voc vai fazer?, perguntou em voz baixa. Eu? C Eu sorri: N?o quero fazer nada, s ver voc terminar. Morgana juntou as m?os e falou em voz baixa: Lana, n?o exagere, voc n?o a Luna.. Franzi a testa, sabia meu nome, Lana, o que significava que tinha feito sua pesquisa. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Isso demais? Voc se esqueceu deo tratou a Luna? C Continuei a amea?. De repente, Morgana agarrou seu est?mago e caiu no ch?o, indefesa: Adonis estou sentindo dor. Eu sabia que Morgana era uma atriz e imaginei que fingiria uma dor no est?mago porque Adonis cairia nesse teatro. Morgana olhou ansiosa para Adonis: Desta vez uma dor de verdade Capítulo 110 Que festa essa hoje, que at cachorro participa C segurei o bra?o do Fbio for?a, fndo em tom baixo. O olhar do Fbio se tornou prante num instante; ele fva pouco, mas seus olhos eram suficientes para assustar uma pessoa at a morte. Como era de se esperar, Belmiro, que j havia sido espancado antes, sabiao era a sensa??o. Ele tossiu e puxou a pessoa ao seudo: Chega, fique parada. Se voc se meter um louco, ele vai mat e isso nem crime. A outra pessoa engoliu, assustada, e n?o disse mais nada. C?es bons n?o atrapalham. C Eu me certifiquei de que Belmiro trope?asse quando ele passou por mim. N?velDrama.Org exclusive content. Belmiro, distrado, caiu de cara no ch?o,o se fosse um novato trope?ando. Eu me virei, rindo: Que grande reverncia para a professora, hein?. Belmiro, furioso, cerrou os punhos e olhou para mim os dentes cerrados: Maluca Ele provavelmente tambm achava que eu era louca. Belmiro olhou para seus amigos: Eu n?o reagi antes, mas contra uma loucao essa, todos juntos, n?o podemos vencer? Vamos l! Justamente quando Belmiro e seu grupo pareciam prontos para lutar, a professora assustada entrou correndo: O que vocs est?o fazendo Professora, vamos conversar os vizinhos, deixe-os resolver seus problemas, eles s?o todos adultos, n?o v?o brigar de verdade. C Morgana, segurando a dor, levou a professora e alguns colegas para longe, ramente dando espa?o para que eles atacassem Robson. Robson estava sozinho, mas eles eram uma gangue. E Ad?nis ainda estava l, sentado altivez, sem dizer nada, apenas permitindo. Olhei para Belmiro: Hm parece que voc n?o aprende, seu cachorro que n?o consegue esquecer o gosto de sua prpria sujeira, parece que n?o foi voc que se arriscou a morrer primeiro. Os homens de Belmiro avan?aram, um deles levantou uma garrafa de cacha?a para atingir Fbio. Instintivamente, eu queria proteg-lo, pois ele parecia estar ali parado, sem agir. Capítulo 111 Robson era do tipo que n?o fva muito, partia logo para a??o; quando podia agir, n?o perdia tempo com conversa fiada. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Depois de um grande esfor?o para conter a multid?o, vi Morgana sendo levada em seu vestido manchado de sangue. Ad?nis franziu a testa, ramente impaciente, virou-se para pegar Morgana e saiu uma express?o sombria. Observei, muito interessado, a mudan?a sutil no rcionamento entre Adonis e Morgana. Adonis estava cansado? Que imbecil. Conhecendo Adoniso eu conhecia, n?o demoraria muito para Morgana sentir a experincia infernal p qual ele me faria passar se insistisse em ficar ele. Robson, vamos embora. C Peguei sua m?o e nos afastamos juntos. Quando chegamos rua dodo de fora do hotel, vi Adonis entregando Morgana a um amigo e n?o a panhando ao hospital. Eu me agarrei ao bra?o de Robson, rindo ironicamente: Robson Veja bem, as pessoas mudam, e isso enjoativo. N?o nada disso, objetou Robson. Fiz uma express?o de surpresa e olhei para ele. Eu n?o mudo. C Ele desviou o olhar, as orelhas plidas levemente coradas. Fiquei at?nito e minha ironia aumentou. O que exatamente havia nele que n?o mudava? Ser que ele s pensava em mimo uma substituta? Se voc n?o muda, por que t?o gentiligo? Ns mal nos conhecemos, n?o ? Robson e Lana tambm n?o se conheciam h muito tempo. Porque voc a Luna, disse Robson de repente, sinceridade. Ouvi-lo dizer meu nome t?o diretamente me fez ficar tensa por dentro. Ent?o percebi que ele ainda estava obcecado em me usaro substituta da Lana. Luna C murmurei baixinho; Robson sempre me chamava de Luna, nunca de Lana. Nem mesmo Mafalda poderia me reconhecer, e ningum acreditaria em mim se eu confessasse. Capítulo 112 Olhei para Robson, at?nito. Esse homem era um enigma Ser que ele conhecia meus segredos mais ntimos? Sem dizer uma pvra, desviei o olhar rapidamente, evitando encontrar seus olhos. Ele me lembrava aqueles bruxos das histrias europeias do sculo XIX, cujo simples olhar era capaz de provocar um arrepio de medo. Seus olhos eram t?o hipnotizantes que pareciam capazes de afogar algum em suas profundezas. Atrs do vnte, o motorista seguiu Adonis secretamente, observando enquanto ele se dirigia para os arredores. Ser que ele estava indo para o cemitrio Moon Shine Mountain Hill? Fiquei surpreso ao ver o cemitrio, observando enquanto Adonis estacionava e entrava no local sagrado. Depois de abandonar Morgana, ele realmente foi para o cemitrio, que ir?nico. Eu estou Enterrado aqui?, perguntei baixinho. Robson segurou minha m?o for?a: Depois que acharam o corpo, todo mundo disse que Ad?nis tinha enlouquecido. Ele brigou a polcia por causa do corpo e ficou sob custdia por vinte e quatro horas. Quando a autpsia foi concluda, foi a m?e de Adonis que levou o corpo para ser cremado e enterrado. Para puni-lo, n?o lhe disse onde suas cinzas seriam enterradas. Dizem que ele passou a noite inteira de joelhos no quintal, implorando para que finalmente revsse. Robson disse que, aps minha morte, Adonis perdeu a cabe?a. Ningum nunca havia me contado o que aconteceu depois da minha morte. Ser que Ad?nis enlouqueceu? Se isso for verdade, ele realmente deve ter perdido a cabe?a. Robson e eu ficamos escondidos no carro, observando enquanto Adonis se aproximava de um tmulo, sua figura solitria e triste. Ele ficou ali parado,o se estivesse prestes a desmaiar. Colocou um buqu de rosas em frente lpide. E eu senti repulsa. N?o sujem meu tmulo. Ele deve ter enlouquecido, poluindo o caminho de minha reencarna??o, murmurei, sentindo vontade de amaldi?oar Ad?nis. Ser que foi por causa dele que n?o consegui reencarnar e acabei renascendo? Por que voc n?o vai embora?, disse eu, impaciente. N?o havia motivo para ficar em frente ao meu tmulo. Adonis permaneceu ali, enquanto Robson ficou em silncio. Franzi a testa, Adonis realmente parecia ter perdido a cabe?a. Ele recebeu um telefonema que ramente o irritou e saiu apressado. Robson era do tipo que n?o fva muito, partia logo para a??o; quando podia agir, n?o perdia tempo com conversa fiada. Depois de um grande esfor?o para conter a multid?o, vi Morgana sendo levada em seu vestido manchado de sangue. Ad?nis franziu a testa, ramente impaciente, virou-se para pegar Morgana e saiu uma express?o sombria. Observei, muito interessado, a mudan?a sutil no rcionamento entre Adonis e Morgana. Adonis estava cansado? Que imbecil. Conhecendo Adoniso eu conhecia, n?o demoraria muito para Morgana sentir a experincia infernal p qual ele me faria passar se insistisse em ficar ele. Robson, vamos embora. C Peguei sua m?o e nos afastamos juntos. Quando chegamos rua dodo de fora do hotel, vi Adonis entregando Morgana a um amigo e n?o a panhando ao hospital. Eu me agarrei ao bra?o de Robson, rindo ironicamente: Robson Veja bem, as pessoas mudam, e isso enjoativo. N?o nada disso, objetou Robson. Fiz uma express?o de surpresa e olhei para ele. Eu n?o mudo. C Ele desviou o olhar, as orelhas plidas levemente coradas. Fiquei at?nito e minha ironia aumentou. O que exatamente havia nele que n?o mudava? Ser que ele s pensava em mimo uma substituta? Se voc n?o muda, por que t?o gentiligo? Ns mal nos conhecemos, n?o ? Robson e Lana tambm n?o se conheciam h muito tempo. Porque voc a Luna, disse Robson de repente, sinceridade. Ouvi-lo dizer meu nome t?o diretamente me fez ficar tensa por dentro. Ent?o percebi que ele ainda estava obcecado em me usaro substituta da Lana. Luna C murmurei baixinho; Robson sempre me chamava de Luna, nunca de Lana. Nem mesmo Mafalda poderia me reconhecer, e ningum acreditaria em mim se eu confessasse. Comoo voc me reconheceu? C Perguntei baixinho. Ent?o era apenas uma ilus?o de um louco, n?o uma descoberta real de que eu era Luna. Eu n?o queria provoc-lo ainda mais; se ele queria me vero outra pessoa, que assim fosse. Eu s queria a verdade. Ele falouo se tivesse me perdoado por algo, dizendo que ficariaigo. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Ser que eu n?o me lembrava dele? Eu o havia esquecido Que papel ele desempenhou em minha vida? Por que n?o me lembro de nada? Apoiando o queixo em minha m?o, olhei p jan, fixando meu olhar em Adonis. Capítulo 113 Depois de ter um surto, acabei me sentindo aliviada; a Luna do passado j havia morrido. Eu n?o era mais a Luna. N?o seria mais manipda pelo Adonis. Os pesadelos que ele me causou e os favores do passado, eu j tinha retribudo. H muito tempo n?o lhe devia nada; era ele quem me devia. Me devia uma vida, a vida do filho que eu carregava no ventre. Quando estava de sada, meu celr tocou. Era a Mafalda. Content bel0ngs to N?vel(D)r/a/ma.Org. Lana, a polcia conseguiu recuperar o celr da Luna. A grava??o da ltima liga??o que fez antes de morrer foi encontrada. Antes de ir para V Velha, gravei toda a conversa que tive Morgana. Foi a decis?o mais inteligente que tomei. Eu n?o confiava em Morgana, desde que me acusou de t empurrado escada abaixo. Fico feliz por ter gravado tudo. Eu j contei ao Adonis, voc quer vir e ouvir?, perguntou Mafalda. ro que sim. Vou aproveitar a oportunidade para ver a cara do Ad?nis, eu disse, quase rosnando, tamanha era a minha antipatia por ele. Agora, finalmente, eu podia entender por que aqus mulheres frgeis e delicadas se tornavam perseguidoras aps a morte; o dio se acum a morte e n?o desaparece. O quanto eu o amava em vida proporcional ao quanto eu esperava que ele me salvasse no momento da minha morte, e agora o quanto eu o odeio. uma pena que Morgana tenha dito que estava dor de est?mago e foi para o hospital. Seria interessante se viesse, disse Mafalda uma voz profunda. Talvez a nica pessoa que odiava Ad?nis e Morgana tanto quanto eu era Mafalda. Eu ri ironicamente: ? j ouviu a histria do lobo mau tantas vezes quem sabe se uma dor de barriga ou se est apenas fugindo. Mas isso n?o importava, n?o era mais relevante. Observar a express?o de Adonis seria divertido o suficiente. Vou assistir ao show, eu disse, desligando o telefone e sorrindo para o Fbio. Ele pareceu confuso por um momento e depois falou, um pouco rgido: Voc ainda odeia ele? Eu sabia que ele estava se referindo ao Adonis. Eu o odeio, respondi sinceridade. Ele soltou minha m?o lentamente e olhou altivez para fora da jan do carro. Eu estava confusa. Ele n?o uma boa pessoa. Depois de um silncio constrangedor, Fbio murmurou, ainda olhando p jan: Ele n?o merece isso. N?o achei que Fbio tivesse me reconhecido; na melhor das hipteses, pelo que parece, ele me viu como uma substituta. Ele se virou e olhou para mim, furiosoo um cachorro grande e provocado: Eu sou mais obediente. Ele disse que era mais obediente. Capítulo 114 Eu tambm observava silenciosamente p jan, sem dizer mais nada. Ele disse que temia que eu fosse intimidada Delegacia de Polcia. At o carro parar, eu e Fbio n?o trocamos mais nenhuma pvra. N?velDrama.Org exclusive content. Ele seguia silenciosamente atrs de mim. Quando estava prestes a entrar na delegacia, de repente parei, apertei o peito, olhando medo para o canto. Havia uma sombra l. Embora tenha sido apenas uma olhada casual, certeza era o assassino que morava na minha casa. N?o sei se Mafalda havia contado a Benito sobre o assassino ou se Benito estava de olho nele Com medo, instintivamente abracei o bra?o de Fbio, sentindo o calor de seu corpo e me acalmando aos poucos. Fbio ficou surpreso por um momento, talvez percebendo meu medo, e colocou seu bra?o ao meu redor: N?o tenha medo, estou aqui. Fbio e eu entramos na s de interrogatrio e, no caminho, encontramos uma policial que olhou para Fbio surpresa, as bochechas e as orelhas vermelhas: Nossa, finalmente voc est bem vestido. Nas vezes em que eu havia visto Robson antes, ele sempre usava roupas que n?o lhe serviam. Na verdade, eu tambm estava curiosa: a famlia Macedo havia preparado muitas roupas para o Fbio, mas por que ele sempre usava aquele moletom branco desbotado, j t?o pequeno e rasgado, e cal?as curtas demais? Aqus roupas pareciam ser de anos atrs,o se fossem de quando ele ainda n?o tinha crescido tanto. Assim est melhor. A policial sorriu lindamente, do?ura. Fbio olhou para mim inconscientemente e abaixou a cabe?a. A policial me viu ent?o: Voc Eu sou responsvel por ele. C De alguma forma, eu me senti um pouco desagradvel. Sentio se as pessoas estivessem olhando para o que era meu Mas, ramente, eu n?o deveria estar interessada em ningum. De repente, entendi por que Adonis odiava que os outros cobi?assem suas coisas, realmente uma sensa??o desagradvel. Fbio olhou para mim atentamente, apresentando-me orgulhosamente em voz baixa: Esta minha esposa. Casado? Por aqui. C Mafalda chamou de um corredor. Benito parecia srio, olhando para Adonis sentado sua frente. At que todas as partes envolvidas estejam presentes. C Benito falou uma voz grave. Em teoria, Morgana deveria estar aqui. C Mafalda se sentou aodo de Benito: Que pena. Adonis franziu a testa, sem dizer nada. O que eles est?o fazendo aqui? C Ao ver que eu e Fbio tambm estvamos sentados aodo, Adonis falou contrariedade. Capítulo 115 Eu me recostei na cadeira, observando Adoniso se assistisse a um espetculo. Ele n?o estava sempre convencido de que Morgana n?o acreditava em mim? Agora que a prova estava bem diante de seu rosto, eu estava ansiosa para ver que desculpa ele poderia inventar. Quando a grava??o terminou, todos mostravam rostos sombrios. Benito se recostou na cadeira, mexendo incessantemente em seu isqueiro, embora fosse proibido fumar na s de reuni?es. Estamos fndo de uma vida humana, disse Benito, a voz baixa. Adonis permaneceu em silncio. N?o era possvel discernir nenhuma emo??o em seu rosto, mas a tens?o no ar ficava cada vez mais pesada. Eu o conhecia bem; ele estava furioso. Era o tipo de fria que assusta. Adonis, foi voc e Morgana que a mataram, vocs s?o assassinos, todos vocs s?o, disse Mafalda, sua voz soando fraca,o se nem tivesse for?as para argumentar. A tens?o em Adonis permaneceu baixa, seu olhar indiferente se voltou para Benito: Ent?o, qual a raz?o de trazer esse louco para c? N?o foi ele o assassino? Adonis apontou Fbioo o culpado. Eu quase ri, mas uma dor aguda atravessou meu peito. Levantei-me abruptamente, encarando Adonis: Voc nojento. Ele n?o precisa necessariamente ser o assassino, disse Benito seriamente, j descartando metade das suspeitas de Fbio. N?velDrama.Org exclusive content. Fbio ficou em silncio. Eu estava t?o concentrada em observar a press?o que Adonis estava exercendo que n?o notei Fbio ao meudo, que j estava t?o tenso que parecia estar prestes aeter um assassinato. Ele olhou friamente para Adonis e, de repente, se levantou e, antes que algum pudesse reagir, atacou-o um soco no rosto,o se quisesse mat-lo. Fiquei chocada e, em panico, n?o pude deixar de ver o que estava acontecendo. Fiquei chocada e, em panico, tentei empurrar Fbio para longe dele: Pare de bater Por que parar? Eu vou matar voc. C Fbio se virou para mim, o rosto coberto pelo sangue de Adonis. Meus olhos se encheram de lgrimas e eu soltei Fbio tremendo: Ao mat-lo Luna voltar vida? Adonis estava coberto de sangue, encostado na parede, rindo loucamente sem lutar. Achei que ele tinha enlouquecido. Ele realmente parecia ter perdido a cabe?a. Vamos l bata! C Adonis o provocou: Bata! Fbio respirava ofegante, levantou a m?o e deu outro soco. Ele poderia ter intervido imediatamente, mas escolheu n?o faz-lo. Benito tambm achava que Adonis merecia apanhar. Capítulo 116 Eu estava um medo terrvel de que ele visse atravs da minha alma e estava ansiosa para levar Fbio embora. Luna C ele de repente gritou. Me chamou de Luna. Inconscientemente, meus passos vacram, inspirei profundamente, mas n?o olhei para trs. Benito franziu a testa, observando Adonis chamar-me de Luna, pensando que ele tinha enlouquecido. Luna C Adonis de repente se agitou, levantou-se e agarrou meu pulso: Cof, cof Luna? Voc a Luna, n?o ? Franzi a testa, olhando para ele desdm, e afastei sua m?o for?a: O Senhor Tavares perdeu o juzo? Ele ficou parado, sem dizer nada. Fbio, um olhar frio e alerta, segurou minha m?o e me levou para longe. Desde que samos da s de reuni?es, minhas pernas estavam bambas. Eu estava muito medo de que ele me reconhecesse. Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org. Eu temia que ele descobrisse que eu era a Luna Robson v para o carro. C Minha voz estava fraca quando olhei para Fbio: V para o carro, seja obediente. Eu precisava ver Benito. Sobre o verdadeiro assassino, ele ainda estava matando. N?o podamos continuar arrastando isso, mesmo sem provas, poderamos pelo menos colocar o suspeito sob vigilancia, para impedi-lo de continuar matando. Eu j havia pedido a Mafalda para informar Benito, mas n?o sabia se nos ltimos dias ele havia encontrado alguma prova concreta. Fbio me olhou preocupado, tocando meu rosto cuidado: Luna n?o fique triste. Assenti, empurrando-o levemente: V para o carro logo. Fbio saiu cabisbaixo e desapontado. Olhei para ele e desviei o olhar. Esperando no corredor, vi Adonis emergir, coberto de sangue. Ele parou quando passou por mim. Ele n?o disse nada, apenas olhou para mim e, de repente, levantou a m?oo se quisesse tocar meu rosto. Ele hesitou por um momento e congelou Os movimentos inconscientes, o olhar, os detalhes? Eu mantive uma express?o fechada, apertando minhas m?os: Voc est doente? Dei um suspiro de alvio; uma pessoa normal n?o perceberia que eu era Luna. Voc estava me esperando? C Benito se aproximou e perguntou. Eu C Eu estava prestes a revr a ele que eu era Luna em um momento de empolga??o. Capítulo 117 Embora eu n?o tenha provas mas eu suspeito que o assassino est escondido na casa de Luna, se voc acreditar em mim poderamos vigi-lo. C Eu estava ficando nervosa. Nem a Mafalda acreditava em mim, Benito certeza acreditaria ainda menos. Se eles n?o acreditassem em mim, o assassino continuaria a matar. Mais pessoas seriam vtimas. Suspeito que os assassinatos tenham algo a ver as pessoas do orfanato no passado, n?o apenas as mulheres usando vestidos vermelhos nas fotos, talvez isso seja apenas oe?o. C Olhei ansiosamente para Benito, mas, por enquanto, n?o mencionei o chefe Geraldo. Eu precisava esrecer isso primeiro. Benito olhou para mim desconfian?a: Voc est dizendo que o assassino pode estar morando na casa da Luna? Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Acenei vigorosamente a cabe?a, olhando nervosamente para Benito. Benito franziu a testa: Como voc sabe? I C Eu hesitei: Fiz minha pesquisa. Provas? C Benito exigiu provas. Se voc acredita em mim, fique de olho nele, ele est fadado a fazer alguma coisa. C Eu disse urgncia. Voc ainda est obcecado aqu histria de que tem algum na casa da Luna? C Mafalda apareceu no escritrio, dando-me uma olhada: Lana, desde o dia em que voc me falou sobre isso, eu estive na casa da Luna e estava tudo normal, nenhum sinal de que algum estivesse l. Verifiquei os vdeos de vigilancia dos ltimos meses e a nica pessoa que entrava e saa frequncia era voc, antes de a Luna falecer, voc estava sempre entrando na casa deles!. Mafalda olhou para mim frieza: Quero sabero voc sabe a chave da casa da Luna,o abriu a porta, o que estava fazendo l. Nunca ouvi a Luna fr de voc. I C Tentei explicar, surpreso o fato de Lana visitar minha casa frequncia. O que eu ia fazer l? Eu n?o moro mais l mas os olhares inquisitivos de Mafalda e Benito eram sufocantes. Eu sabia a verdade, mas ningum acreditaria em mim se eu lhes contasse. Alm disso, eu olhei os pertences da Luna, os dirios d, tudo estava naqu casa, agora sumiu, foi voc quem levou, n?o foi? C Mafalda estava irritada. Capítulo 118 Eu estava nervosa, observando p jan do carro, fixando o olhar na dire??o da minha casa. Os prdios antigos tinham uma vantagem: cada andar tinha corredores abertos, era fcil ver se algum entrava ou saa. Pedi para o Robson ficar no carro e desci para me esconder no canto, observando a entrada por um bom tempo at que finalmente vi a figura, vestida uma capa de chuva, saindo do meu prdio e descendo as escadas. Eu o segui discretamente. Benito Eu vi o assassino. Ele est prestes a matar novamente, enviei uma mensagem de voz para Benito, pedindo que ele viesseigo. Se consegussemos pegar o homem em grante, teramos as provas de que precisvamos. Naquele momento, Benito e Mafalda teriam de acreditar em mim. A chuva estava caindo cada vez mais forte e o cu estava ficando escuro. Continuei a seguir o homem, sem saber por quanto tempo. Ele estava atento e muitas vezes olhava para trs, mas eu sempre conseguia me esconder a tempo. Finalmente, ele parou em frente a um prdio,parando uma foto algo ao seu redor. Eu sabia que ele tinha um novo alvo. E dentro daquele prdio estava sua prxima vtima. Como esperado, um carro de luxo parou e uma mulher vestida de vermelho saiu, um guarda- chuva na m?o, e entrou no prdio. O corredor estava silencioso, exceto pelo som dos saltos altos da mulher. Nervosa, gravei a cena meu celr. A mulher entrou na casa, mas a porta n?o estavapletamente fechada. O assassino de palet aproveitou a oportunidade para bloquear a porta a m?o e entrou sorrateiramente atrs d. Enviei a grava??o para Benito, esperando que fosse suficienteo prova. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Temi que o assassino agisse antes da chegada da polcia e corri para a porta, batendo n: Sou da prefeitura, hora de pagar o imposto municipal deste ms. N?o houve resposta. Ser que o assassino j havia agido? Abra a porta, sou da prefeitura. Quando gritei p terceira vez, Benito e sua equipe chegaram, arrombaram a porta e imobilizaram o homem de gabardine no ch?o. A mulher gritou: Quem s?o vocs, est?o loucos?. Benito franziu a testa e os outros policiais tambm pareciam confusos. N?o era ele! N?o era o assassino. O verdadeiro assassino havia enviado algum do meu apartamento de propsito. Ser que ele sabia que eu chamaria a polcia? O homem tambm olhou raiva para Benito: Voc est louco, invadindo uma casa assim? Fiquei paralisada na porta, sem sabero me explicar: n?o isso. O homem franziu a testa: Que apartamento esse seu? N?o sei do que est fndo. Fiquei paralisada, as m?os juntas. Benito C Tentei dizer alguma coisa, mas o que eu poderia dizer? Capítulo 119 Acabaram de me saber que uma nova vtima apareceu, um homem. Isso significa que o assassino em srie est continuando sua saga macabra. Alm de mulheres, agora ele tambm est atacando homens. Deve ter tudo a ver aquele orfanato. Foi um desafio para as autoridades, uma provoca??o por n?o terem conseguido peg-lo ainda. Quem ele? Por que a polcia ainda n?o tem nenhuma pista sobre esse cara? C Minha voz tremeu. ro que a pessoa estava suspeitando de mim. Fbio estava segurando meu guarda-chuva, seu corpo tenso. Olhei nervosamente para Fbio enquanto a chuva escorria pelo meu cabelo: Voc sabe, n?o sabe? Voc sabe quem ele , n?o sabe? N?o podemos deix-lo continuar matando. C Apertei mais for?a as roupas de Fbio. Ele sabia quem era o assassino, por que n?o estava fndo? Eles eles merecem morrer. C A voz de Fbio saiu rouca, seu corpo tremendo levemente. Fiquei paralisada, olhando para Fbio. Eles merecem morrer? Ele estava se referindo s vtimas? E a Luna, o que fez para merecer isso? C Empurrei Fbio for?a e sa correndo em dire??o cena do crime. Luna C Fbio gritou meu nome nervosamente. Eu n?o parei, continuei correndo na chuva em dire??o cena do ltimo crime. Quem seria a vtima desta vez? Content is ? 2024 N?velDrama.Org. A doca do porto na Baa Sul. Cheguei encharcada p chuva, tremendo de frio e o rosto plido. stava uma express?o carregada: N?o falem besteira! N?o existem fantasmas neste mundo. Espritos malignos, procura de almas? Se fosse uma pessoa,o poderia n?o deixar rastros? Mas eu tinha visto essa pessoa l. No entanto, eu sabia que mesmo que algum se tornasse um fantasma, ele n?o poderia matar, porque n?o poderia tocar o fsico. Lana, quem voc? C Mafalda tambm estava l, segurando um guarda-chuva e olhando para mim com desconfian?a: O que voc est tentando fazer? franziu a testa,n?ando-me um olhar de advertncia: N?o me d um motivo para peg-lo. Era Lana e o assassino. Capítulo 120 Com dor de cabe?a, agachei-me no ch?o, olhando para o solo pavor. Lana tinha mesmo uma conex?o aquele assassino. Como veio parar aqui? Essa mulher definitivamente suspeita, devemos lev para interrogatrio?. Marcos perguntou a Benito. Benito tinha uma express?o sria enquanto olhava para mim: Senhorita Lana, aqui n?o lugar para voc. Eu n?o disse uma pvra, apenas esperei a polcia sair e me levantei em busca do Fbio. Ele n?o ele n?o me seguiu? Procurei desesperadamente por Fbio, e somente quando o vi do outrodo da rua, tambm encharcado p chuva, meu cora??o se acalmou. Ele ainda estava l. Fbio C Eu queria correr para l, mas havia muitos carros na rua. Fique a, n?o se mexa. C Ele correu em minha dire??o, ansioso, e jogou meu casaco sobre mim. Luna, vamos para casa, ele sussurrou para me acalmar. Assenti a cabe?a, dando uma ltima olhada na cena do crime. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Esse louco n?o vai parar, eu disse roucamente. O assassino n?o iria parar. Ele continuaria matando. At que estivesse satisfeito. Eu tambm estou procurando por ele, disse Fbio, revndo que ele tambm estava procurando. Olhei para o Fbio: Por que voc n?o me diz o nome dele?. Fbio bn?ou a cabe?a: Porque eu tambm n?o tenho certeza. Franzi a testa, imaginando se poderia confiar em Fbio. A famlia Macedo. Quando cheguei em casa, tomei um banho quente e me enrosquei na cama um copo de gua quente. Fbio saiu do banheiro vestindo um roup?o e se agachou ao meudo: Est se sentindo melhor? Fbio assentiu. Ele realmente queria saber o que s haviam feito. Ele tinha uma cicatriz de queimadura no dorso da m?o, mas seus dedos eram excepcionalmente bonitos. Fogo Eles pegaram fogo, disse Fbio suavemente,o se estivesse evocando uma lembran?a extremamente dolorosa. Agarrei a m?o de Fbio urgncia, abra?ando-o instintivamente: Est tudo bem j passou. Isso poderia ser uma pista para investigar? Disse a Fbio que as mortes estavam rcionadas ao incndio do orfanato ocorrido anos atrs. Suspirei desanimada, recostando-me na cama. Capítulo 121 No primeiro andar, no quarto principal, o patriarca foi trazido de volta, deitado na cama, seu estado parecia muito ruim. Evandro e seu filho tambm chegaram, e suas inten??es n?o eram boas. Os parentes prximos da Famlia Macedo estavam quase todos l, cada um seus prprios pensamentos. Aos olhos deles, eu ainda era mesma Lana que havia sido prada para o bem dos herdeiros remanescentes da Famlia Macedo, fraca e, fcil de manipr. S que eles n?o sabiam que o ncleo de Lana j havia sido trocado. O velho est doente, a Famlia Macedo n?o pode ficar sem um lder por um dia. Eu vejo que n?o h ningum dodo do velho que possa assumir o controle, um bobo, disse Evandro um tom de voz baixo e um olhar de desprezo para Fbio. E uma forasteira. Essa forasteiro era eu. Evandro riu friamente, aproximando-se da cama. Irm?o, se voc tambm concorda que eu devo assumir o controle, apenas acene a cabe?a, eu prometo tornar o Grupo Macedo prosperar ainda mais. O patriarca parecia muito zangado, mas infelizmente s consegue ficar ansioso, , incapaz de emitir um som, apenas puxando o len?ol da cama e olhando furiosamente para Evandro. o velho n?o pode ser estimdo, disse Andr a voz grave. Eu acho que meu irm?o concordou, disse Evandro, distorcendo os fatos, ramente a inten??o de tomar o poder for?a. Quem disse que o vov? concordou? Entrei no quarto e fui at odo do vov?. Vov?, tudo da Famlia Macedo, as a??es do Grupo Macedo ser?o dadas crian?a que est na minha barriga no futuro. Ele o sangue da nossa famlia, nosso herdeiro, certo? O patriarca me olhou surpresa e confus?o, mas ainda assim, relutantemente, acenou a cabe?a. A express?o de Evandro ficou sombria. Seu filho at amea?ou uma voz fria. Uma mulher cuidando dos assuntos da famlia Melhor voc n?o desafiar, tome cuidado para que essa crian?a n?o nas?a. O patriarca olhou furiosamente para Xisto, a boca aberta e a inten??o de praguejar. De repente, senti pena de Homero, que passou a vida inteira de mour e agora s podia deitar-se na cama. De que adiantava ter dinheiro, poder e influncia? Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! Ha Xisto, Xisto parecia n?o esperar que eu pudesse ser t?o dur?o, riu friamente e deu um passo frente. Quando eu recuei, Fbio se colocou minha frente. Xisto franziu a testa, olhando para Fbio. Voc, um idiota, quer proteg? Ha Xisto franziu a testa, talvez sentindo sentimento opressivo de Fbio. Capítulo 122 Ele tinha medo do Fbio? Parece que n?o fcil pro irm?o mais velho entregar a empresa a um bobo, Evandro Macedo tambm riu. Franzi a testa e sussurrei no ouvido do velho senhor. V?, voc n?o quer que o imprio que construiu com tanto esfor?o seja roubado por gente de ambi??o desmedida, n? O olhar do velho senhor se fixou e ele acenou lentamente a cabe?a em dire??o ao Andr. Era um sinal de consentimento. Consentimento para o Fbio entrar na empresa. Evandron?ou um olhar furioso para o Xisto e bufou. Um bobo, quero ver quanto tempo ele pode ficar na empresa. Ent?o, o velho senhor prefere deixar a empresa nas m?os de um bobo a dividir um pouco conosco? Dodo de fora, os parentes distantes ainda esperavam por sua parte da heran?a. Lancei um olhar para o Fbio, sinalizando para que ficasse tranquilo. Eu vou te ajudar. Fbio n?o disse nada, apenas segurou minha m?o, querendo que eu ficasse ao seudo. Como o velho senhor pode deixar um negcio t?o grande nas m?os de um bobo? Essa empresa lugar para um bobo interferir? Ridculo, ele deve estar ficando senil. Isso um infarto cerebral bloqueando o crebro? Dodo de fora, havia um burburinho. Eu e o Fbio samos para encarar aqus pessoas. O velho senhor s est doente, n?o morreu. Com o devido cuidado, ele vai recuperar a capacidade de fr. A Famlia Macedo mal enfrentou um contratempo e vocs j est?o esperando dividir a heran?a? perguntei friamente. Se magoarem o cora??o do vov?, garanto que nenhum de vocs vai ver um centavo. Alguns ficaram at?nitos, todos olhando para c. Parece que eles n?o esperavam que a Lana, conhecida por ser submissa e obediente, de repente mostrasse tanta for?a. Eu sempre pensei que voc fosse uma ovelhinha obediente, mas agora parece que a situa??o um pouco maisplicada, Xisto zombou, olhando para mim. N?velDrama.Org exclusive content. Eles n?o estavam desistindo, nem estavam assustadosigo, mas sim porque o velho senhor ainda estava ainda respirava e n?o estava morto. N?o precisava adivinhar, devia ter havido grandes mudan?as dentro da empresa, provavelmente agora cheia de gente do Evandro. Comecei a sentir uma dor de cabe?a, o problema do assassino ainda n?o estava resolvido, e agora eu estava a ser envolvida na disputa da poderosa Famlia Macedo. Capítulo 123 N?o, voc n?o pode gostar dele mais Quando entrei no quarto do Fbio, de repente , fui prensada contra a parede por ele. Ele me disse para n?o gostar mais dele. Fva de Adonis. N?o gosto mais. Baixei a cabe?a, a voz um pouco rouca. Mentira Ele disse que eu estava mentindo. Eu Tentei explicar, mas meu maxr estava preso ao dele e ele bloqueou , fazendo as pvras voltarem para minha boca. Minha respira??o estava quente, a temperatura do quarto tambm. Ainda tinha medo dele, quando ele se tornava srio, era assustador. Robson Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g! Quando eu o chamava de Robson, ele parecia recuperar um pouco da raz?o. De fato, seus olhos frios congram por um momento ao ouvir seu nome, e ele me soltou, respirando fundo, provavelmente medo de machucar o beb na minha barriga. Luna n?o me deixe mais, n?o me engane Ele repetia a pvra mais. Parecia que estava dizendo que Luna o havia enganado vrias vezes antes. Mas eu n?o me lembrava. Naqu noite, Fbio estava muito insistente, segurando-me firmemente, relutante em me soltar. Talvez por ter se molhado na chuva, fiquei um pouco febril noite, atordoada e uma dor de cabe?a terrvel. Algumas memrias que n?o eram minhase?aram a se infiltrar em minha mente. Para contrr o Fbio, voc precisa sero algum, se chama Luna Voc tem que imitar seus gestos e movimentos, at mesmo um simples gesto ou pvra, tem que ser exatamenteo Luna. S assim Fbio vai querer te manter por perto, e passo a passo voc vai conseguir uma participa??o no Grupo Macedo. N?o Eu sou a Luna Lutei contra isso em meus sonhos, contra aqus memrias. Quem era a pessoa fndo? Era o assassino? N?o, a voz estava errada. Acordei sobressaltada, respirando rapidamente enquanto me sentava. Robson De repente, fiquei medo e quase instintivamente me agarrei a Fbio. Assenti a cabe?a, minha mente um turbilh?o de confus?o. Est tudo bem, estou aqui. Sua voz era rouca, mas sempre me soava familiar. Robson Quando isso aconteceu? A empregada baixou a cabe?a. Desculpe, senhora, eu n?o conhe?o Tlia. Meu nome Susana. Fale o mordomo, quero ir para a empresa. Senhora, o carro j est preparado. O mordomo entrou e eu fiquei at?nita. E o mordomo anterior Eu estava confusa. Capítulo 124 Onde ele estava para fazer isso? Distrada, entrei no carro e massageei a testa. Ultimamente, um pressentimento ruim me assombrava, algo que n?o conseguia explicar Sempre parece que algo vai acontecer. Vrrrr. O celr tocou, era Mafalda. Desde que eu morri, Mafalda se tornou mais fria. Para resolver o caso, para pegar o criminoso, quase deu tudo de si. Eu sentia pena d, mas n?o sabiao ajudar. n?o acreditava em mim. A crian?a da Morgana n?o sobreviveu, aquele louco continua a persegui. Felizmente a polcia descobriu a tempo, apenas s perdeu o beb. N?velDrama.Org exclusive content. Meu cora??o apertou, o assassino ainda estava obcecado por matar Morgana. Voc est me contando isso voc n?o confia em mim, n?o ? perguntei baixinho. N?o sei por que Mafalda decidiu me contar isso de repente.. Morgana disse que quer te ver. Mafalda falou secamente. Ver a mim? fiquei surpreso. Por que Morgana queria me ver? Agora eu sou Lana. Sim, voc, Lana. A voz de Mafalda estava fria. Fiquei inexplicavelmente ansioso. Quando? Hoje noite, s seis horas, eu estarei esperando por voc na entrada do Hospital Labirinto. Est bem. Desliguei o telefone e fiquei olhando p jan do carro, perdido em pensamentos. Morgana especificamente queria me ver? Morgana conhecia Lana? Hoje, o Grupo Macedo e o Grupo Tavares est?o discutindo uma parceria? O mordomo me levou, ent?o perguntei casualmente, sem saber se ele estava a par da situa??o da empresa. Sim o mordomo confirmou a cabe?a. Adonis veio pessoalmente? Chegamos. Que encontro t?o azarado, mal entrei na empresa e vi Adonis entrar tambm. Aqu assistente sem no??o nos colocou no mesmo elevador. De fato agora s de ver ele j me sinto fisicamente mal. Gerente Tavares t?o tranquilo, ouvi dizer que o filho da sua esposa n?o sobreviveu, heh e ainda est disposto a discutir parcerias. Eu zombei friamente. Heh? N?o era voc que estava morrendo de amor antes? Eu o achava repulsivo, estavae?ando a enjoar d agora? Parecia que tinha ouvido algo sujo, olhei para Adonis raiva e quase instintivamente falei. Voc n?o tem vergonha, desde quando se tornou sua esposa? N?o suje o nome d! Capítulo 125 Eu observava Adonis caut, a express?o sombria no rosto. Que loucura essa de novo? Com quem voc est gritando? N?o seja nojento. Eu empurrei Adonis, tentando sair do elevador. Mas, de repente, Adonis segurou meu pulso um ar paranoico, puxando-me de volta. Voc a Luna, n?o ? Sua voz estava um pouco rouca um leve toque de excita??o. Eu me senti ansioso e, firmeza, afastei Adonis. N?o fique louco aqui, que n?o seja aqui. Aqui a Group Macedo, n?o a sua casa. As portas do elevador se abriram, e os funcionrios saram no andar de trabalho, deixando apenas eu, Adonis e seu assistente. Adonis ficou em silncio, apenas me encarando um olhar que me arrepiava. Gerente Tavares, por aqui, por favor. As portas se abriram, e Andr estava esperando dodo de fora. Ele parecia nada surpreso ao me ver. Adonis me olhou um olharplexo e saiu direto do elevador. Eu o segui, o cora??o ainda acelerado. Adonis n?o me reconheceria, n?o ? Ele estava se enganando.Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Apertei as m?os for?a e lentamente as soltei, enxugando o suor das palmas, seguindo Andr. Robson o Fbio veio empresa, eles o iodaram? Andr estava calmo e olhou para mim. Os negcios de um dos pontos de Evandro deram problema e est?o sob investiga??o policial. Por enquanto, ele n?o tem tempo para vir aqui. Pelo que parece, os outros na empresa ainda n?o se atreveram a provocar o jovem mestre. Eu me surpreendi. Os negcios de Evandro tambm tinham problemas. Seria sorte do Fbio ou Aqueles que teriam coragem de se levantar no Group Macedo s?o todos homens de Evandro. Sem ele, eles naturalmente n?o ousam fazer muito. Eu acenei a cabe?a em concordancia. A maioria na empresa ainda temia o velho mestre. Evandro n?o ficar parado para sempre; ele voltar para lidar o jovem mestre. Andr falou baixo,o se quisesse que eu ouvisse. Ent?o, a parceria o Group Tavares precisa ser finalizada. N?o isso Andr falou novamente antes de entrar no escritrio. o jovem mestre Ele n?o concorda a parceria o Group Tavares. Era o Fbio que estava se movendo contra o Group Tavares. Ele s um bobo sempre esteve vagando e at morou em um orfanato. Andr n?o falou nada e abriu a porta, me indicando para entrar. Capítulo 126 Mas agora, diante de Fbio, parecia que seu carisma havia sido totalmente suprimido. Os rostos de ambos n?o pareciam muito bons, e Fbio n?o tinha dito uma pvra. Foi Adonis quem quebrou o silncio. Ah A sinceridade do Grupo Macedo realmente surpreendente. Mandar um tolo para tratar o nosso Grupo Tavares mostra que essa parceria provavelmente nem deveria acontecer. Realmente n?o deve acontecer. Fbio sorriu friamente, parecendo prestes a perder a pacincia a qualquer momento. Principalmente diante de Adonis, Fbio parecia estar a ponto de se transformar em um dem?nio e despeda?-lo. Adonis franziu a testa. Se n?o havia mais o que discutir, por que ele havia sido chamado pessoalmente? Fbio estava ali para humilh-lo? A Famlia Tavares pode ter sido inferior Famlia Macedo no passado, mas agora os tempos haviam mudado. Sem Homero, e dependendo apenas desse tolo, a queda era uma quest?o de tempo. A Famlia Macedo agora est desfalcada, e s lhe restou sentar aqui. Com voc noando, o Grupo Macedo vai falncia mais cedo ou mais tarde. Adonis se manteve rtivamente calmo, levantou-se sem inten??o de continuar a conversa. Gerente Tavares, a sinceridade nos negcios recproca. Se o Grupo Tavares lucra essa parceria, tambm n?o vemos seuprometimento. S fr em tolo, meu marido j foi generoso o bastante por n?o ter mandado a seguran?a expuls-lo. Se quiser negociar, traga sinceridade na prxima vez. Me aproximei de Fbio e dei-lhe um toque. Se essa negocia??o realmente fracassasse, quem sabeo Evandro poderia menosprez-lo depois. Era melhor n?o ser impulsivo ao estabelecer autoridade na empresa. Fbio olhou para Ad?nis frieza, mas ergueu o olhar e imediatamente mudou para um olhar de c?o deplorvel Esse homem tinha mesmo uma personalidade du? A transi??o era t?o fluida. Eu me senti desconfortvel e pigarreei. Gerente Tavares, o Sr. Homero est doente, e Fbio o nico herdeiro do Grupo Macedo. Ent?o, quando voc aprender a respeitar as pessoas, podemos continuar a discuss?o sobre a parceria. Era a primeira vez que eu fva t?o assertivamente Adonis. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. No passado, quando eu era um parasita, mesmo quando Adonis era cruel, eu nunca pensava em resistir, medo de magoar Elza. Este projeto n?o exclusivo do Grupo Tavares. Fbio se levantou e me envolveu em seus bra?os. Quem precisa de quem ainda est para ver. Ele queria ver quem realmente estaria em necessidade. Gerente Tavares, por aqui, por favor. Andr abriu a porta, convidando Adonis a sair. Pesquise sobre Lana, quero todos os detalhes. Adonis disse ao seu assistente aodo. Assim que tive certeza de que Adonis havia partido, soltei um suspiro de alvio e olhei para Fbio. Por que voc recusou a parceria o Grupo Tavares? ? Hum? Eu fiz algo para deix-lo irritado? Capítulo 127 Chegaste na empresa hoje e algum te iodou?, perguntei sondando. Era estranho vero ele mudava deportamento na frente dos outros Na presen?a de Adonis, ele parecia um lobo pronto para atacar, mas agora se transformava num cachorr?o que acabou de ser intimidado? Fbio me olhou e falou baixinho. Voc quer que eu fa?a parceria ele? Uma parceria assegura os interesses do Grupo Macedo, preciso separar isso de desaven?as pessoais, expliquei, sentada na minha mesa e olhando p jan. S fechando esse acordo que voc vai cr a boca deles. Fbio me puxou para seus bra?os. Perdi o equilbrio e ca direto nos bra?os dele, sentando em seu colo A posi??o era, de fato, um tanto ntima. Ainda bem que ele tinha pernas longas; se fossem mais curtas, eu teria acabado no ch?o. Voc,ecei a remar, mas ele me abra?ou um ar de quem estava sofrendo. Falou num murmrio. Luna todos est?o contra mim. Meu cora??o apertou, era difcil n?o se sentir tocada. Acalmei Fbio tapinhas nas costas. N?o tenha medo, eu vou te proteger Embora eu mesma mal conseguisse me proteger. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Luna, ele chamou meu nome, abafado. Se eu e Adonis cassemos na gua, quem voc salvaria?, perguntou de repente, me encarando intensamente. Fiquei sem rea??o por um momento, aqueles olhos sempre faziam meu cora??o bater mais forte. Que pergunta infantil, eu disse, quase rindo. Mas ele pareceu levar muito a srio, esperando ansiosamente p resposta. Que r??o eu tenho ele? ro que salvaria voc, respondi seriamente. Um sorriso finalmente surgiu no rosto sombrio de Fbio, e ele enterrou a cabe?a em meu peito novamente. Luna n?o minta para mim. Senti uma inquieta??o estranha,o se essa hiptese pudesse um dia se tornar realidade. Escolher entre Fbio e Adonis? Pra onde voc vai?, perguntou Fbio, ansioso, segurando meu pulso. Agora eu era a Lana, Morgana n?o poderia reconhecer que sou Luna. Assim, fiquei intrigada o motivo de Morgana querer me ver de repente. Que coincidncia, irm?!, exmei ao sair do escritrio e me deparar Noemi Macedo. Estreitei os olhos; essa Noemi Macedo sabia se virar, conseguindo um emprego no Grupo Macedo. Peguei seu crach para olhar e vi: secretria do presidente? Noemi Macedo me olhou arrogancia e riu desdm. Mesmo sem voc, eu conseguiria entrar no Grupo Macedo. Eu estava preocupada Fbio, ent?o fiquei espiando p fresta da porta. Eu estava realmente preocupada que Fbio pudesse ser enganado por Noemi Macedo! Capítulo 128 Fbio franziu a testa, mantendo distancia de Noemi Macedo. No entanto, Noemi se aproximou novamente. Fbio falou, franzindo a testa. Voc tem um cheiro desagradvel. Eu, parado dodo de fora da porta, pude ver ramente que a cintura de Noemi endureceu o comentrio. Respirei aliviado, Fbio n?o estava caindo no jogo d. Senhor Macedo, por favor, d uma olhada, se estiver tudo certo, pode assinar. Noemi revirou os olhos, endireitou-se e, certeza, estava xingando Fbio de idiota por n?o entender as entrelinhas. Fbio folheou o contrato rapidamente e sua express?o escureceu. Quem revisou isso? Sua presen?a era t?o intimidadora que Noemi n?o sabia o que responder. Foi o departamento de projetos, o Gerente Tavora. Andr Var! Fbio chamou Andr uma voz grave. Virei-me e vi Andr entrar no escritrio uma express?o sria. Para ser honesto, nunca tinha visto o senhor Lima t?o srio assim. Esses aqui podem ser dispensados. Robson jogou o contrato em cima da mesa. Content is ? 2024 N?velDrama.Org. Era evidente que havia algo errado o documento. Normalmente difcil ver uma adultera??o t?o sutil em um contrato, ent?o ele realmente n?o pode ser mantido. Andr examinou atentamente e concordou a cabe?a. Fiquei surpreso dodo de fora por um longo tempo, quase esquecendo Robson n?o era tolo, ele era um gnio. Esse tipo de contrato, ele s precisava ler uma vez para saber onde estava o problema. E talvez, ele at tivesse uma memria fotogrfica. Andr. Quando vi Andr saindo, o segui. Quem deixou Noemi Macedo entrar na empresa? A secretria do presidente. Andr me cumprimentou educadamente. disse que era sua irm?, o jovem patr?o ent?o fez uma exce??o. Fiquei um pouco irritado, Fbio ainda era ingnuo, eu tinha o elogiado em v?o. Andr me olhou profundamente e assentiu. Como a senhora desejar. Descendo as escadas, assim que sa do prdio da Macedo Group, vi Adonis encostado no carro. Vai ao hospital? Posso te levar. Ele se ofereceu. Aquele filho n?o meu. Adonis disse algo inesperado. Eu nunca a toquei. Parecia que ele estava tentando me explicar algo, parecendo um pouco desesperado. Homem e mulher morando juntos, e ele diz que nunca tocou em Morgana? Alm do mais se ele tinha ou n?o tocado em Morgana, o que isso tinha a verigo? Adonis parecia persistente. Voc Luna, certo? Parece que ele suspeitava, mas n?o tinha certeza. N?o sei se era impress?o minha, mas sempre sentia que algum estava me observando. Capítulo 129 N?o sei se s impress?o minha, mas ultimamente sempre sintoo se houvesse olhos me vigiando ps costas. Porm, ao olhar para trs, n?o havia nada. Quando eu estava entrando no carro, o assistente do Adonis cochichou algo em seu ouvido. Todos os dados sobre a Lana. Eu sabia que Adonis estava me investigando. Ele suspeitava que eu fosse a Luna, mas era apenas uma suspeita. Esse homem muito arrogante. Ele n?o admitiria que Luna foi morta por sua culpa, ent?o est procurando algum parecido para manter a sua presen?a. Oportamento da Lana sempre foi muito submisso, mas de repente ficou mais assertiva. Ser que porque casou a Famlia Macedo e agora tem um respaldo?, disse o assistente em voz baixa. Adonis n?o disse nada e manteve os olhos em mim enquanto eu saa. Motorista, v para o Hospital Labirinto. Eu haviabinado de encontrar Mafalda na entrada do hospital. Quando cheguei, Mafalda j estava me esperando. Desculpe, me atrasei por causa de uns contratempos, eu disse um sorriso de desculpas. Voc ainda n?o est conseguindo imitar muito bem, a Luna nunca seria t?o formaligo, disse Mafalda frieza, virando-se para me levar para o setor de interna??o. diria, Estou atrasada, te devo uma feijoada. Estou atrasada, te devo uma feijoada, dissemos eu e Mafalda ao mesmo tempo. N?velDrama.Org exclusive content. Mafalda ficou surpresa por um instante, olhando para mim, a vis?oplexa. Eu sorri e n?o disse mais nada. Mesmo que voc imite bem, s estar parecendo isso,, advertiu Mafalda, conduzindo-me adiante. Eu n?o sabia qual era a inten??o de Morgana ao me ver, mas essa mulher certamente n?o pretendia nada bom. A ltima vez que a vi no hospital foi quando me acusou falsamente de empurr escada abaixo. Voc queria frigo?, perguntei voz firme. Mafalda acenou a cabe?a. Vou sair, vocs conversam. estava tentando me incriminar? O que Lana realmente queria fazer? Me imitar? The Novel will be updated first on this website. Come back and continue reading tomorrow, everyone!