Noemi Macedo ficou chocada e n?o conseguia entender onde havia errado.
N?o era opini?oum que Morgana era o amor impossível de Ad?nis e que Luna era apenas uma
mulher desprezível que havia fracassado em sua sedu??o?
“Vamos, vamos, sentem-se todos”, disse o líder da sse, indicando a todos os presentes que se
sentassem.
Soltei uma risada sarcástica.
Estava ro que Noemi Macedo havia entrado em conflito Ad?nis e, quando morreu grávida,
isso se tornou uma lembran?a nefasta e proibitiva para ele.
“Vocês est?o fome, n?o est?o? Vamoser”, disse a professora, tentando mudar de assunto,
evidentemente sem sabero contornar a situa??o.
Afinal de contas, éramos todos seus alunos.
“Diretor Tavares, o senhor ouviu algo que n?o deveria ouvir e ficou abdo? Aqueles que sempre
andam pelo rio inevitavelmente molham os pés. Em seus sonhos noturnos, você e sua atual namorada
n?o têm medo de encontrar fantasmas?”, eu disse um sorriso frio, aproximando-me de Morgana
para sussurrar: “Morgana, se você n?o quer que eles saibam, n?o saiba. As grava??es dos chamados
de Luna est?o salvas, você acha que destruindo-as você estará segura? Mas essas grava??es… mais
cedo ou mais tarde, s ser?o recuperadas.”
Morgana empalideceu e olhou para mim aterrorizada, juntando as m?os e dando um passo para trás:
“N?o insista.”
“O que você vai fazer?”, perguntou em voz baixa.
“Eu?” – Eu sorri: “N?o quero fazer nada, só ver você terminar.”
Morgana juntou as m?os e falou em voz baixa: “Lana, n?o exagere, você n?o é a Luna….”.
Franzi a testa, sabia meu nome, Lana, o que significava que tinha feito sua pesquisa.
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“Isso é demais? Você se esqueceu deo tratou a Luna?” – Continuei a amea?á.
De repente, Morgana agarrou seu est?mago e caiu no ch?o, indefesa: “Adonis… estou sentindo dor.”
Eu sabia que Morgana era uma atriz e imaginei que fingiria uma dor no est?mago porque Adonis
cairia nesse teatro.
Morgana olhou ansiosa para Adonis: “Desta vez é uma dor de verdade…”