Capítulo 122
Capítulo 121: Livro 2 – Capítulo 14
Deixei Noah nas m?os capazes de Zac e recebi sua pvra de que ele ligaria para meu pai para dizer
que o trabalho estava concluído normalmente. Ele estava arriscando muito por mim, eu sabia disso.
Muito risco pelo que parecia absolutamente nenhuma raz?o.
O nível de perigo associado a esse no insano n?o passou despercebido para mim.
Afinal, a última coisa que eu queria era que o nome de Zac acabasse na minha próxima pasta manilha.
Fui para casa assim que pude, deixando tempo suficiente para chegar bem antes do amanhecer, e
caminhei em dire??o à minha porta da frente.
Mas foi quando eu estava entrando pelo port?o da frente de nossa propriedade que algo chamou minha
aten??o.
Era uma velha senhora, encolhida em um xale, parada na rua dodo de fora.
tinha cabelos e olhos grisalhos parabinar, ramente em uma idade que sugeriria uma casa de
repouso ou cuidador.
E, no entanto, ficou aleatoriamente dodo de fora da minha casa às três horas da manh?, olhando
diretamente para mim.
Parei por um momento e olhei em volta, tentando ver se estava alguém.
Mas quando a rua vazia estavapletamente silenciosa e desprovida de qualquer outra vida,ecei
a me perguntar se talvez tivesse se perdido.
…Mas eu realmente tinha energia para lidar isso agora? Eu já estava t?o exausta e só queria
entrar para dormir na minha própria cama, algo que seria a primeira vez depois de muitos dias.
Eu já podia visualizar perfeitamente o qu?o macio meu travesseiro seria…
apenas implorando para ser colocado e—.
“Eu posso salvá”, disse a velha de repente.
“Eu posso salvar a garota.” …
O que? Tirei minha m?o da ma?a do port?o e me virei para encarápletamente, parte de mim
ainda se perguntando se estava fndoigo.
“..Perd?o?” liguei de volta.
N?o eraum as pessoas mais velhas perderem a cabe?a em uma certa idade? E se fosse uma
paciente demência que se afastou? Eu provavelmente deveria procurar onde ficava o hospital ou
lar de idosos mais próximo e dizer a eles onde encontrar—.
“A menina. rissa”, disse .
Como se isso fosse de alguma ajuda real.
Eu olhei fixamente de volta para .
“Eu n?o sou rissa,” eu esreci.
“Eu acho que você—.”
“Eu sei disso”, retrucou bruscamente, me fazendo estremecer um pouco de surpresa.
“Ah… ok. Bem, essa é… sua filha?” Eu perguntei, ainda tentando ser educado.
“Ou seu cuidador? Você quer que eu chame alguém para você—?”
Mas ent?o e?ou a andar em minha dire??o, seu passo mais firme do que eu esperava, dada sua
aparência.
Havia algo estranhamente estranho n também.
Uma atmosfera estranha ao seu redor.
Ou talvez eu estivesse um pouco enervado toda a estranheza da situa??o.
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“Você n?o sabe quem eu sou?” perguntou uma vez que estava a poucos metros de mim.
“Senhora, sinceramente, eu nem tenho certeza se você sabe quem você é. Sem ofensa,” eu disse,
come?ando a ficar mais desconfortável quanto mais isso se arrastava.
“Se você apenas esperar aqui um momento, eu vou entrar e acordar uma das empregadas. Eles talvez
possam ajudá-lo ou algo assim.”
Meu pai. Meu pé estava no primeiro degrau da escada quando cheguei a essa conclus?o, t?o perto de
finalmente poder ir para a cama, mas eu sabia que a luz havia sido deixada acesa por um motivo.
Ele estava me esperando.
Com um pequeno suspiro, dei um passo para trás… e fui em dire??o à s de estar.
“Meu Raven”, ele me cumprimentou, sentado em uma poltrona de couro.
De onde eu estava, eu só podia ver sua arma, ele segurava uma bebida na m?o, a cadeira de costas
para mim.
“Pai”, respondi.
“Acabei de receber a liga??o de Zac n?o muito tempo atrás”, disse ele, tomando um gole do copo.
“Você está mais tarde do que o esperado.”
“Ah… Bem, havia uma velhinha lá fora,” euecei.
“Eu acho que estava perdida. Continuou tentando frigo e n?o me deixou sair—.”
“Eu quis dizer o trabalho, Raven. Você está várias horas atrasada do trabalho. O horáriobinado
deveria ter te visto em casa há muito tempo.”
“Ah…”
“Tudo correu… bem?”
N?o. N?o, n?o tinha.
Na verdade, eu n?o conseguia pensar em muitas maneiras em que poderia ter sido pior.
Eu cavei em coisas que definitivamente n?o deveria, abrindo uma porta para uma responsabilidade de
minha própria cria??o.
Primeiro, matando acidentalmente um funcionário por um trabalho de sequestro… depois, deixando de
cuidar das consequências desse erro.
Agora, eu continuava a esconder essa consequência porque n?o queria a morte em minhas m?os.
No entanto, eu n?o poderia mencionar nada disso para ele.
A essa altura, eu já estava muito fundo para esrecer.
Além disso… e eu sabia que n?o deveria estar… mas n?o pude deixar de me sentir um pouco…
curiosa.
O que aquele contrabandista conseguiu descobrir? Estava rcionado os documentos?
“Sim… ah, tudo correu bem”, eu menti.
“Eu só tive alguns problemas para entrar no prédio, é tudo. Uma multid?o de pessoas estava bebendo
dodo de fora e, bem, embriagadas ou n?o, s ainda seriam testemunhas. Eu decidi jogar pelo
seguro.”
“é assim mesmo…?” ele meditou.
Um sentimento nervoso estava borbulhando no meu peito. Ele n?o poderia saber que eu estava
mentindo… poderia? Mas, novamente… n?o havia segredo de Eric Reid.